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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
1NK0 MIX NUMERO 284
$
I
?ARA A CAPITAL B I.CGABE9 OME Si SB PAA FORTH.
Por tres mezes adiantadoa................ &9000
Por seis ditos idem................... 133000
Por am anno idem .*'................ Sl&OOO
Cada numero avulso.................. J20
I
-

I
1
>
QIARTA FEIRA 5 DE NOVEMBRO DE 1873
PABA BBBTBO B FOR A A PRO VI \t I A.
Por tres mezos adiantados. ............... IVTM
Por seis ditos idem................... 189600
Por note ditos idem.................. 109160
Por am anno idem. ................. 179000
___ -at. '
DE PERNAMBUCO.
PROPRIEDADE DE HANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
Pereirs d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Pfenha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo AnWo ; Domingos Josd da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, cm Goyanna ; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas ; Aires d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Governo dt* |ro*in<*iu.
dfKOIINTG DO DIA 26 UK V'.OSTO DK 187;t.
seccao.
au
Ada :
0 presidente da provinuin, aiieii requereu J missao para oinbamrnn vapor da co upanhia per-
uambucana cooi destine .10 presidio, de Fernando
de Noronh.i. ti< gencros consumes da relacAo jan
to, assiguadt polo scerelario interino rtssta presi-
deneia, nfto podendo, porcm, elfectuar 0 desein-
barque de lies gencros no rel'erido, presidio smii
qua por parte do respeotivo commandante sepro-
sroda a previo exame, alim de voriltcar-se se outre
elle* existe ..guardentc 0:1 outra qualquer nebkla
espiriluosa.
Offlcios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das a"
nas.-Tr.usmitto a V. Ike. 0 incluso uiliviopor
copia. do r> umissario vaccinador provincial, para
V. Exc. pr; \ idenciar sob re a sua materia.
Ao mesmo. -Sirva-se V. Exc. ds Mandar pur
em libenlade 0 recrnto Ventura Cyriilo da Crux
i|ua provou isengao legal.
Ao capitao do porto. Mande V. S. por eiu
liberdade 0 recruta Manoel|Fenvira Saldsnlia, qw',
-provou isenrao legal.
At/ nx'smo.Concede a aulorisaeio que no
tilflcio do lio ilfin datado sub u. 130, soliciU V. S.
para mandar eoncertar e limpar o ivlogio -la re-
partieao a sen cargo.
S.* seccdo.
Actos :
0 presidente da pnvincia, alt.-m.lmdo ao que
veqnereu 0 capitao da t compauhia do baulhao
u, S3de infantana da guarda naciona! do munici-
t>io de Santo Anton, Miguel dos Aujos Alvares dos
Prazeres, n a visia do qua mforuiou 0 respective
ooramaodaute superior em offlcio de Hi do cor-
rente, resolve, de cjufonnidade com 0 disposto no
art 54 da ie: n. 60! de !9 de seteiubro >lo 18),
transfcrir 0 3i 4qaadi*r>|n. 8 de cavallaria do dito inunicipio, que
se acha vago.
0 presidenle da provineia, atleudcndo aoque
requereu 0 slferes do :J batalhao deinfanlsria da
guarda narumal desto inunicipio, Anlouio da Sil
' va Loyo, e a vista da iriformaQdo do respectivo
comrxrandante superior em ollicio n. 671 de 17 d3
corrente, resolve riue seji feita mna apostiUa n.
paleotc do dim alferes, dechrandj passar elle .1
K^ianur-so Aatonio Gomes Leal Loyo.
0 prfsi lento da provineia resolve exonerar
do cargo de ldjunlo do promoter puhlieo da
niaea do Flores, do termo de igual nom.-, o cida-
dio Ignacio Hibeiro Leite.
fan nibstituir os vogaes, tenente Camilio
Machadd Vwlto, e alferes Antonio Joaquim de Bar-
tos Lima a Marcolmo ia Costa Raposo, no const;
Ibo do jniganiento do 2' sargento Tliotnaz de Aqn
ao de Alcantara, designo 0 tenente Flavio Jose dos
Santos c Sin a, tenente Manoel Candido do Albu.-
querquo e {Hferes Francisco Pereira Lagos.
0 pre?:denle da provineia,attendentlo aoqoo
requereu I'antaleao Jorge da Fonseca, tenente da
H* com panhlx do batalhao de infantana n. lido
municipio da'villa de Macao, da provineia do Rio
Grande, re-'.'lve, de conrormidadejjcom 0 disposto
no art 4i! dc decreto n. 1,130 de 12 de mareo de
1833,mandar quo seja aggregado ao t batalhao
de infantaria deste municipio.
0 presidente da provineia, attendendo ao qua
requerernm 0 eafhao da \" compaohia do lu ba-
talliao de artilharia, Jose Lnix Innoeencio Puggi e
u tenenlo da 3", AntonloMe I'inho Borges, :i vista
das respcetivas fe$ de oflleio, e do pareeer da junta
de sattde, que os con>iderou inapazes do servico
aclivo, e'do que infonnou 0 commandanle Wipe-
perior, em offecio n. 676 de 23 do corrente, resol
ve conceder-lhe de roafonnidale com 0 disposto
no arL 69 da lei n. 602 de 19 de selemhro de 18SO,
transferenri:. para u da reserva, licando aggrega-
dos os dito? oilieiaes so 2- batalhao do rerendo
iervico de reserva.
Oflici03 :
Ao jui;-do direiti de Paltnares. Devolve a
a V'mc. a petieao inclu-a do alferes Josfi Antonio
Pereira Junior, para que venha con as dos de-
mais pretendentes, que poi ventura apparecam a
sarvetttia vitalici.i do offlcio de 2 Ukelliao de Bar-
reiros. deciarando numero e nooie Ie lodes os
pretcrilentes no.ollieio de remessados Jito- reqne-
rimentos.
Ao commandante do eorpo de policia. De-
elaro a Vmc.i que lica sem eireito a ordeni quo
Ihe foi expecila a 29 de abril ultimo, qnanto ao
destacament) de Ouricury, devendo ser cuinprida
a que Ihe foi cspedida a 16 do eoi rente.
Ao rce.'rn). Pod-' Vmc. engajar, sendo ido-
ueo, no corpo sob 0 sou comnauJo 0 paisano Be-
iisario Franrisco do Rego Barro", de quem trata 0
seu' ofiBcic n '*88 de 23 do corrente.
3* sregiio.
Actos
0 presdente da provineia resolve, nos ter-
1110s do repulamento de M de abril -lesle anno,
crear ama collectoria provincial no mnmripio ce
Flores.
0 presidente da provineia resolve nomear
para os lucres da collectoria do municipio oe Flo-
res, creado por porlaria destadata : os abaiso in-
dicados, fiscal, o promolor pubheo bacliarel Gra-
ciliano Augusto (>?ar Wanderlev, collector, Cnpi-
tio Beoedtcto Hortencio de Siqueira Campos, ea-
riv3o,'Ignaci'iRibeiro Leite.
Ofncios :
Ao inspector da tliesouraria do fazenda.
''ransmitto ;v V. S., para ser entreg'ie a quem se
mostrar conpetenlemcuta autorisado para recebe-
to depots d- pagos os direitis devido, 0 tiiulo pelo
qiial foram roncedidos tres mezes de licenca para
tratar de sui sandeao padre Sebastian Jos6 Ilibeuo
Pessoa, vignrio collado.da freguezia de No-sa Se-
nhora da fenha de Taquara, da provineia da 1 a-
tahyba,de':a diocese.
Ao mesmo.Nao tend) ainda aui 0 presen-
te baixado trdem do thosouro uacional couccaen-
do augmenlo de creJito para o pagamento da
quantiade 12:993 *fi95, proveniente de generos
tomecidoi Jio hospital militar nos mez^s de dezem-
bro do anno passa'do a abril deste por Francisco
Pinto de Magalhaes, auttiriso V. S. a mandar pa-
gar-lho so'j a respoasabilidade da presidency
aaaella quintia, sendp"que nesta data ^lbmetlo a
eoasideracao do. Exra. minislro da guerra e9te
lllGU icto.
Ao tni'smoDeclaraDdo-me o lixm. minis-
lro da euerra em aviso de 6 do corrente haver na-
qaeaaaata provideociado, para que por conto do
i 15-eventaaes doexercicio de 18/1 a W7,
seia concedaJo a essa thesourana o eredito da
uuantia de 106>0 '0, alim de b-galisar a despeza
&" igual imiortnncia, que esta prcidoucia autori-
84U, com m ;..igii:n.mlo di gr.,tiiic icao I" <,:i"i"^
da companina de aprendizes mennros d 1 ar>euai
de guerra, padre Albino de Carvalho l-e?sa, relati-
va ao raez ie junho ultimo ; assim 0 communion a
V. S. para seu conhenrncnto. '
Ao mesmo.Communico aV. S, para os de-
vidos flns, que a 23 do corrente coneedtm 0 con-
selheiro prssidente do tribuial da relagao trinla
d;as do licenca, com ordenado na f6rma la lei, ao
bacharol iaaoel Caldas Barrett-, joiz dedireito de
Ouricury, para tratar de sua sand).
Ao niasmo.Transmitto a V. S, para os fins
convenient;*, 0 offlcio em original n. 597 de W
do correatc, em ^ae 0 director d hospital mill
tar faz considerate* com referenda as inegula-
rid.id.-s oncontradas nas contas da nweila e des-
pezi do mesmo hospital, relativas ai inea de jullio
ultimo, pela junta de inspcc.ao que as examiuou
na forma da lei.
- Ao mesmo.Constando de aviso do ministe-
rs da guerra, de 3 do current), que na mesma da-
ta s ; solieitou ao da fazenda aexpeSigSo de orden.%
para quo ossa Ihesooraria s-ja habililada com a
SOflima total de 33:83240!)$ para despczas daquel-
lo minisieri.) m es dc 1872 a 1873, sendo
1:0725182 para a verba intendencia,........
10:l"3iOJO para arsenaes, 948JI793 par* -
h.isiiitj-.'s, -l:0Jii662 para -reforraados, -......
19:3064895' para obras e I:13i4l76 para -
eventuais ; -assim 0 com.nunteo a V. S. para seu
ivMheciinento.
- Ao mesmo. Commopeo a V. S., para os de-
vij.is lias, que por p trtaJl) de hoje foi exonerado
Ignacio Ribeiro Leite do cargo de ad j tint do pro-
motur publiio da coinarca do Flores, no termo
desta nome.
- Ao inspector da tliesouraria provincial.
Conimumeaii'l i-me o engenheiro chafe da ropar-
li.ao da* obras publicas, em otBcio de 29 do cor-
rente sob n. 318, liavur inultado a companhia Re-
cife Drainage, coino incur.-a no 1 do art. 13 do
regulaiDoato-de II de Janeiro do anno passado,
pornio ter a mesma companhia mandado raparar
133 apparelbos do bairro dc Santo Antonio, 4110
deixaram de funcc ionar regularmente por falta
d'agua ; asarn 0 communico a V. S. para sen eo-
nliccimento e devidi.s fins.
Ao mesmo.Ten Jo u'esta data autorisado 0
engenheiro chefa da repirii ;io das obras publicas
a mandar fazer por adiniuistracao os reparos prc-
cisos na ponle sobre 0 rio liassangana, os das
hvub.is do Rarateso da I.* d>> 16" laugo da estrada
d 1 sul, pela consigna'.ao do g i." do art. 6." da Id
do ornaments vigente, nos termos de sua informa
ca-) de hontem datada sob n. 357; assim 0 coin-
iiv.inico a V. S. para seu conhecimento e fins con-
venidutes.
Ao nicsm j.Declaro a V. 3., para seu co-
hhecimenlo e lins convenientes, que por portaria
desta data creei no inunicipio de Flores uma col-
lecti.ria provincial, e bem assim nomcei o promotor
publico, bacliarel Graciliano Augusto Cesar AVau-
derley, capitao Benedieto H irtencio de Siqueira
Campos e Ignacio Ribeno Leite, sendo 0 1.' para
0 Ingar de ii para 0 de escrivao.
4' seccdo.
Offlcio* :
Ao Earn presiJento do Rio Grande dj Norte.
A' bordo do vapor Ipjact que tern de latyar
deste porto no dil 30 do corrente, segncm para
essa pruviucia, a dispoaicio do V. Exc, quatro
eaixoes com ar.Tiamento e correame, remeltidos
com csse destiuo pela intendencia da guerra.
Ao Exm. bispo dioccsano. Transmttto n
V. Exc, II vin 1. a copia iuelusa de urn ollicio da<
Illma. camara munieipai desta cidade, para V.
Bm> llvtua. pr'ividenciar sobre sua materia, como
enteti ler mais couveniente.
Ao inspector gerai interino da instruc.ao
primaria e secundana do municipio di c^rtc. --
Accuso e agradeco a recepgao dos exeinplares da
di.-posifoes, relativas a instruccao publica do mu-
nicipio des? coito, que vieram anuexos an offlcio
do V. S., de 7 do corrente.
Purtarias :
A" Illma. camara municipal do Recife. De-
clare a Illma. camara municipal do Rec'fe que
nesta data solicito ao Exm. c livm. bis|K> diucesano
as providencias rodamadas no seu ollicio de 20 do
corrente, quo assim lica respondido.
A' camara munieipai da cidade da Victoria.
Declare a camara municipal da cidade da Vic-
toria, em resposla ao otflcio de 4 do orrenle.
one ncgo appr vacS'i a sua reso'ucao^ aomeando
dous liscaes para os lugares Chao Grande e S.
Joao ile Pombqj, porquanto, nos termos do art. 8i
da lei de de cutubro do 1828, so poJem as fre-
guezias ter urn fiscal, senl> esso nnnit ro oxecdid>
qnando haja capellas cufadas. podendo cada uma
dellas ter um, caso em (pie nao esta esse muni-
cipio, que s6 lem uma freguezia.
5.* secyio.
Acto:
0 presidenle da provineia, attendendo ao que
re 1 lereram alguns moradores da villa de Pahna-
res, pedinla a transferencia da estacao da projec-
lada estrado do Bebedor, da qual sao cessionarios
William James Lindsey e Joao Pereira de Araujo
Cardoso, do sitio Gomes para a menciooada villa,
e lendo ouvido a respeilo 0 superinlendente da
eslra la do ferro do Keci.'o ao S. Francisco e 0
respeciivo engenheiro fiscal, bem como 0 chefe da
repartieao das obras publica-, resolve, dc acordo
com 0? referidos cessionarios, altorar as clausulas
I.* 0 It." do contracto celebrado em 22 de novom-
bro do anno passado para a conslruccao da men-
cionada estrada de ferro, as quaes serao substitui-
das pelas seguintes:
I.' Os contratantes obrigam-se a construir uma
estrada de ferro que, partindo da villa de Palma
res, va terminar no pjvoado Bebedor.
li.' A estrada sera dividida-em cinco secedes
e podera funccionar a proporgao quo se forom
concluindo as obras de cada seccao. A primeira
seccao sera da villa de PulntaresJ/io engenho Pen-
deraca ; a segunda terminara porto do lugar de-
nominado Magico a duas leguas do Bonito (20 ki-
lometres) ; a terceira na serra Rodeaior (30 kilo
metros); a quarla no Ingar denominado Curraes
(it) kilometros) e a ultima em Bebedor (61) kilo-
ineims).
Offlcios :
A' commissao encarregada de dar pareeer
sobre os apparelhos da companhia Recife Drainage.
Tendo por acto de 19 do corrente concedido ao
Dr. Jos6 Zacarias do Carvalho a exoneracao que
pedio do cargo do presidente dessa commissao,
aiitorisoV. Ss. a nomearem dentre si quem nesse
caractero substitua. Outro >im, espero que se
esf in-arao por enviar-me com a brevidade possi-
vel 0 seu pareeer sobre os apparelhos da compa-
nhia Recife Drainage, podendo mesmo remetter 0
que jii hcuver sido feito a re3peito.
Ao engenheiro chefe da repartieao das obras
publicas. Autoriso Vine, a mandar fazer por
administraeao os reparos da ponte svbre 0 rio Mas-
sangana, os das bombas do Barates e da I.* do
16 lanco da estrada do sul, or^ados em 493*000,
como solicitou em seu offlcio de 16 de junho ulti-
mo, sob n. 247.
Ao mesmo.Mande Vmc, proceder aos con-
certos de quo eareco a casa de delencao, do9 quaes.
trata 0 seu offlcio n. 173 de 26 de abril ultimo,
avalia los em 600*000
Ao gerente da companhia pernarabueana.
Communicando 0 Exm. presidente da provicnia do
Rio Gnndedo Norte, em offlcio de 21 do corrente,
qne ate essa data nao chegou ao sea deslino 0 es-
caler dostihado ao sei-vico da mesa de renda9.de
Mossoro, e quo se mandou para alii transportar
pnr portaria de 29 do moz proximo passado ; infor-
r,e Vine, coin urgencia, qual a razao de seme-
Ihante falta.
Portarias :
Qs Srs. agentes da compauhia de navega?So
brasileira mandem dar passagem de 1.' classe por
conta'do ministerio da marinha ate a provineia da
Bahia, no /apor Bahia, ao cirurgiao de divisao
Dr Joio Je-e Daiuasio, e a pr6a ao 2.* raarmneiro
Fortnnato Joe da Cuoha, que, como jnado. acom-
panha 0 aaesmo cirurgiao.
__0 gra agentes da companhia de navegacao
brasileira mandem dar passagem ate Maceio, por
conta do ministerio dos nbgoeios da agricuhura,
commercio e obras publicas, a re do vapor Bahia.
a John W'lliaoi Baker, inspector dt linha telegra-
phica.
Us Sis. agentes da companliia de nav.tgacao
brasileira mandem dar passagem por conta do mi
nisterio Ja guerra para a provineia do afaranhao,
no vapor esoirado do sit!, ao aospecada Frederico
dos Santos Ferreira,qoe foi irjnsfurklo do 9* ba-
talhao de uifantaria para 0 o. da mesma anna
Os Srs. agentos da companhia de navegacao
bia-ileira miuidem dar paasagum..para-a.-curte, por
conta dj mimsterio da marinha, ao soldado do ba-
talhao, naval Ag^stinhi do Reg->, e ao imperial ni.i-
rioheiro, J.ise Franoisco dos Santos, os quaes se-
gutitn para alii 11 disposicfio do quartel general da
marinha.
0 Si. g>;rento da companhia pernambaeana
dd suas ordens para quo sejam recebidos a bordo
do vapjr Ipojitctt, para oii.le serao remeltidos p3lo
director do arsenal de guerra, e conduzidos para o
Rio Grande do Xorte a Uisposii;.a> da respMliva
presileucia, quatro eaixoes com araiamento e oor-
reaino.
EXI'KOIIJNTK DO SHMMllllo.
I.' seccao.
Oilicios :
Ao brizadeiro c-iTiimaudanie das ardhM.
S. Exc. o Sr presidente da provineia manda de-
clarar a V. Exc. que nesta data se mandou sittis-
fazer os podidos quo vierau annex->s aos seu- of
licros, sob n. 8i't e 846, datados de 23 do cor-
rente.
Ao director do arsenal do guerra. De or-
deni de. S. Exc o Sr. presidente Ua provineia, de-
claro a V. S, em resposta ao seu officio de hontem
sob n. 469, quo licam expcdidas as necessarias
ordeUs a gerente da compauhia pernambucaaa,
para fazer transportar ao Rio Grande do Norte no
vapor Ipojuca os 4 eaixoes com annamenlo e cor-
reame, de que trata 0 citado offlcio.
'J.J seccdo.
Offlcios :
Ao Exm. presidente da relacao.0 Emu. Sr
prcsideate da provineia manda accusaro rccebiuien-
to do ollicio de V. Exc, de 2 > do corrente, om que
communica ter u'essa data cone --di lo 30 di is de
neenca, com ordenado na forma da lei, para tra-
tar de sua saode, ao juiz de direito da coinarca
de Ouricury, bacliarel Manoei Caldas Barreto.
- Ao Dr. chefe dc pulicia. Nesta data foram
autorisa los os concertos, de que carece a casa de
delencao, e trata 0 sen offlcio, n. 773, do 23 do
corrente, 0 que declaro a V. S. de orloui do lixm.
Sr. presidente da provineia.
Ao coininanJaiite superior do Recife. 0
Exm. Sr. presidente da provineia manda declaraf
a v\ S., para us devidos tins, que por portaria de
hoje forain tiausferidos para 0 servico de reserva,
e aggregados ao 2.* batalhao respectivo, 0 capitao
Jose Loiz Innoceucio Pog;' e tenente Antonio de
PinUo Borges, do 1." de artilharia, dos quaes trata
0 offlcio de V. S., de 23 do corrente, sob n. 676.
Ao mesmo. 0 Exm. Sr. presidente da pro
vincia manda deciarar a V. S.. para os derides
fins, que por portaria de hoje foi mandado aggre-
gar ao l." balal-'iao Je infantaria o teaaiiia do
batalhao n. I*d ilaeao, no Ki Grande do Norte,
Panlaleao lorgo da Fouceca Bastes.
Ao co.ninanJante superior de Santo Antao. -
0 Exm. Sr. presidente da provineia mania decia-
rar a V. S. que par portaria de hoje se concodeo
passagem ao capitao da 2 companhia do batalhao
n. 23 de infantaria da guarda nacional do munici-
pio de Santo Antao, Mizu-I dos Anjos Alvares dos
Prazeres, para a 2 do"esquadrao n. do dito mu-
nicipio, que, segundo ollicio dc V. S. de 20 do cor-
rente, se achava vago.
Ao juiz de direito do Floras O-Exm. Sr. pre-
sidente da provineia manda deciarar a V. S. que
por portaria de hoje foi exonerado do cargo de
adjurito do promotor publico d'essa DW>R1, no
termo de Flores, 0 cidadao Ignacio Ribeiro Leite.
Ao comandante ds corps de policia. -OExm.
Sr. presidente da provineia manda tranmittir a V.
S., para os devidos lins, a portaria junta, que de-
signa novos vogaes para 0 coflselho da julgamento
do 2." sargento, Thomaz d'Aquino do Alencastro, e
ontras praeas do corpo sob 0 seu commando.
5.-1 seccao.
Offlcios :
- Ao engenheiro chefe da raparti"-o das obras
publicas. S. Exc. o Sr. presidente da provineia
manda accusar recebido 0 ollicio de V. S., de 23
do corrente sob n. 318, couununicaudo haver inul-
tado a companhia Recife Draynage, pelcs motives
consumes de seu citado offlcio.
Ao chefe da estacao telegraphica do Recife. -
0 Exm. Sr. presidente da provineia manda com-
uiuuicar a V. S. que nesta data expedio ordemaos
agentes da companhia do navegac-ao brasileira
para 0 transport* de que trata 0 seu offlcio desta
data.
Aos agentes di companhia de navegacao
brasileira 0 Exm. Sr. presidente da provineia
manda deciarar a VV. SS., em resposta ao seu
offlcio desta data, que 0 vapor nacional Bahia.
chegado dos portos do norte, pode seguir para os
do sul amnnha as 3 horas da tarde.
sentencJados.
A* ordem do sub lelegado do districto de S.
Jo-hj, Sobastiana, escravade Bcllarmioo Alves Art-
clia, a req.ierimebto deste.
I'iualmente, a ordem e a iranquillidade publicas
nao soureram alteracao.
Deus euarde a V. Exc.-illm. e Exm. Sr. com-
Miendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi
1110 presidente da provineia. -O chefe do policia,
Antonio FrancitO) Cortfia .It Xtnnia.
df.spachos dx presidbncia db 3 de novembro
db 1873.
Anto lio Francisco deSalles Dutra.informe o
Sr. provedor da Santa Casa de Miserieordia.
Antonio Vicente do Nascimento Feitosa. -Deb-
rido com offlcio desta data a tnesouraria de fazen-
Clara Maria da Couceicao Ezequiel. Certitt-
que-sc
Christoviio da Rocha Cunha Souto-Maior.Eu-
treguese.
Florida Clara Pires da Fonceca.Indefendo.
Francisco Bezer a dos Santos.Coneedo o praao
d 15 dias.
Fielden Brothers. Deferido com offlcio desta
data a the Felippe de Figueiroa Faria. -Remettido ao Sr.
inspector da tliesouraria do fazenda para mandar
pagar ao supplicante.
Justino Jose de Souza Campos. Cooced?-so a
prorugaclio pedida.
Conego Lino do Monte Carraello Luna. -Passe
portaria concedendo a licenca pedida, e noineando
Manoei Antonio de Luna para stihstituir o sup-
plicante.
Lourenco Bezerra CavalcanteInforme o Sr.
commandante das armas si o o supplicante alis-
tou-se como voluntario.
Manoei Francisco Alves.Informe o Sr. Dr. che-
fe de policia.
Monllo de Ponte9 Lins Sicupira. Requeira ao
governo imperial.
Teoente-coronel Severuuo Monteiro Leite.A
proposta do supplicante nao 6 aeceitavel, alem de
que esta presidencia nao esta resolvida contrac-
tor a constroeeao da estrada ; e caso a isso se re-
solva, nao pres'cindini de abrir a concurrencia.
Secretaria da presidencia de Peruambuco, 4
de noveaibro d-s 18-73.
0 -porl-Hro,
Si/c/RO A. Rodrigues.
Itetaarii^Ao 4* polieia.
t.' seccao .secretaria da policia dePornambuco,
4 de novembro de 1873-
N. 1821.Him- eExm. Sr Parflcipo a V- Em.
que foram hontem recolhidos a casa de deteocao os
ndividuos seguintes :
A' minha ordem, Joao Virgolino Quixabeiro, Ma-
noei Jose Monteiro e Izidoro, escravo de David
RIO DE JIMIIKI
A k |PCBUCA EASMOTICIAS DO 1UO DA
PHATA.
Mais de mn grave reparo sao da suscitar as re-
ilcxoas que, hontem e ho e, consagrou a Re pu-
blica as relac>!3 do miperio com o g .verno dc
Buenos-Ayres.
Dis.-era-se que o org.lo ropublicano, e:n se tra-
tando de interesses do Brasil, e toda vez qne al-
guui acontecimenio de mais ou inenos gravidade
os pde em jugo ou de algum modo os perturba c
anieaca, neiihum uieio evita do trazer Ihes com-
proinetiuncnto. e folga e banqueteiase com o qne
se poderia dizer a desgraga da p Una, que nutra
cotisa na> e uma ponnanente attitude de arma ao
liombro.
Perante oconflicto allemao, poaa Republica ma-
nifesto eslonvj cm irritar os auinios, c^ploraado a
mdignacao popular e thegando a pedir a guerra a
altos hra-Jos. Nos negocios d > Ri i da Praia a
invariav.-l politica do orgiio ultra-lemocratico tern
side avivar precoucciios dos nossos inquiolbs e
e suspeitosos visinhos alimentar vanis6imos terro-
ras c foiucutar uma injusta rivalidado que nao tern
entraio por pouco nas dilBculda les de noasa po
lilica diplomatica com os estados platiuns, e c cau-
sa de rerom-nos com desconlianca povos quo de-
vem ser nossos ainigos e a cujos legitimos inte-
resses nunca o imperio poz estorvo.
Dando corpo a infunlados tioatos, exagerando-os
abriddilhes eireuhcao. a IPp't'iltcu desserve
cvidentemenle o sou ti:iiz para afagar intuitos e
uacas de uma politica trefega e inconsiderada.
Poue nao ser este o secrcto designio do orgao
republicano. Provavelmente nao i. Mas, sciente
ou iiiscientemeiiie, tendem os seus cominentarios
a suscitar enlre estmuhos jtistas razoes de des
eoniiinea contra a politica do Brasil e a faze-la
suspoitisa.
Assim 6 que, do simples facto di ter sail re-
immendada na. falla d > throno c im que foi aber-
ta a segunda sessto da actual logislatura a oppar-
luniJade da conslruccao do umi linha fenea no
Rio-Grande do Sul, em que se concilicm os inte-
resses do ommerclo com ds da seguranca e de-
feza das nossos fronteiras, conchiio sem maior in-
dagaeao o orgiw republicano que uma tal dccla-
raeati pela oz directa do Impenidor implica um
cartel de detafk) que, nto podeirh ser lam-ado a
u m p'lquano estado como a Repuulica Oriontal do
UruguaVyjCoin a* suas 830.000 almas, e devendo
ser alia* cmiiiinada com a coii da diploitiacia brasileira nos nagocios platinos,
evidentomente se dirige a Republica Argentina.
Nesta acto da politica imperial vio a Republica
nada menns que uma t fanfarronida ao mesmo
tempo qne uma amcaca real e muito grave que
a coincide tristemeote com os grandes preparati-
vos bellicos do Brasil e, entre elles, a a acquisi-
cao ile nil ononno navio encouraeado que sera
um dos mais poderosos do mundo t com as
complicacies do Paraguay, a insurreigao do cau-
dilho Lopez Jordan, a reinessa dc arnas para
I'rngiiayana o as pouco amistosas relaQoes do uos-
so mtnistro plenipolenciario, bariio de Araguaya,
com o general llartholomeu Mitre.
E einquanto estes facios traduzem ao ver do
orgao ultra-demoer.itico a intencai par p3rte do
imperio de linear o paiz em < algmna horrorosa
hecatouibe a < luta do asincia a Republica Ar-
gentina, ja armando-se por sua vez, ja promovendo
a reiirada das nossas forcasd) Paraguay, ja au-
xilianlo a Collocacao de um am go a'fronle do
governo dosse estado e d'ahi tira a gazeta a que
nos referimos, a probabilida le dc u.na allianca
contra o imperio.
E" rare ver reunilos lid estraihos concci-
tos !
Por nenhtim acto como por nenhuma palavra
manifest hi o governo do Brasil a intencao ou o
receio de uma guerra com a republica- visinha.
Sem compromettimento da dignidade nacional, e
de legitimos interesses do paiz, que na> poderia
deixar Mib a anieaca do arrogantes pretengijes, o
governo imperial mantem inalteravel o mais llrme
desejo de ver coroados pel. trimnphos da paz os
seus incessantes esftrooa de evitar todo pretexto a
desintelligencias internacionaes.
Nem as nossas rclacoes com os estados platinos
se afiguram em situac.io que deva inspirar justo
motiv i a receio de perturbacao.
suppo9ta desinlelligencia entre o representante
do imperio e o general Mitre e inteiramente phan-
tasiosa. Procedendo em amis'.oso accordo com o
ministro brasileiri, o illustre general Mitre obti-
vera do governo do Paraguay um tratado de limi-
tes que devia satisfazer as bem entendidas aspira-
fdes do governo a do povo argentino.
Por esse tratado, uiz-se, ccdeu o Paraguay ao
nosso alliado immensos territorios em cuja posse
sempre esters : assim -todas^s missoes situadas
entre o Parana e o Uruguay, todo o Chaco ale a
marge.n direito do Pilcomayo, que desagua em
frrute a Assumpgao, e a importantissima ilha do
Cerrito.
Q ie melhor desp'ojo da victoria podia em boa
razao pretender a Republica Argentina ? Domi-
nando ao norte a navegacio do rio Paraguay e
Alto-Parana pela occupacAo da ilha do C.rrilo,
como ao sul domina a navegacao do Parana e
Uruguay, pela occupacao de Martim-Garcia, os
argenlinos teriam assim obtido de uma guerra,
sustentada quasi que exclusivamente pelo Brasil,
vantajosos resultados que Ihe perraittiriam legi
tima influencia na politica do Prata.
Acredito-se, entretanto, que este accordo nao
mereceu approvacAo aos Srs. Sarmiento e Teje-
dor, que pretenderiam a immediata cntrega do
todo o vasto territorio do Chaeo desde o Pilcomayo
ata Matto-Grosso, inadvertlndo que trata-se nada
menos que de um territorio desde longo tempo
eubicado e dispntado pela Bolivia.
Nao e, portanto, entre o Sr. barao de Araguaya
eo illustre general Mitre que suscilou se des-
intelligencia, mas entre este e o sen governo.
Neste pe em qne se acha a questao o que se
quereria ou se querera que facamos ? Quer a
Republica que o Brasil intervenha para obngar
o Paraguay, por raeio das armas, a entregar aos
argenlinos o terreno questinnado f Cumpre-nos
tomar para nos a complicidade de uma too es-
tranha exigencia ?
E' seguramente esta a politica que nada acon-
selha ao imperio.
Qua o governo de Buenos-Ayres arranque ao
presidente Joveltnnos e ao congtesso paraguayo
estas on quejandas concessoes ; que o nosso
genereso alliado se engrandeca a custa do infeliz
Paraguay, do Estado Oriental, da Bolivia on do
Chile j quo o fafa por, sens propiios esforcos, e
por sna prapria conta, nao tem que ver com
feto o imperio. Mas quo tente converter-nos
ear instramentos da sua ambiciosa politica, e
lerar a eflaito as anas conquistas lerritoriaes com
o apoio, e o prestigia e a intervene/to do Brasil;
Bernardo de Carvalho, vindo? fle Villa Bflla,.CQmo 'nao pode a islo prear-^wn governo patriotic.)
qua tern por primeiro do seus deveies manter
illesa a dignidade de uma grande nacao.
Se qualquer rompiinenm, too improvavel quanlo
triste, viesse impor-nos a dolorosa necessidade
de fazer vingar pelas armas o que nao podesse
obter a discossao calma e reflectida, nao seria
seoao com a mais viva repugnancia que poriamos
ainda uma vez em contribnicao esses recurs.-s mi-
litares d3 que nenhum estado pode prescindir no
inter esse de sua defeza.
E nem se poderajdizer do Brasil que provoeara
ensanguentado desrecho. Contra este estrauho
juizo protestaria a historia, o protestariam os
laetos com igual cnergia. A guorra qut! move-
inos a Rosas e Oribe, a quo mantive.iios cm
seis anno.) contra Aguirre e Lopez, moslram pela
sua origem e pelos sens resultados, que too pouco
tem sido o imperio a provoear a solucAo das ar-
mas como a aproveitar despoj s da victoria.
A politi:a do imperio tem sido iuvariavelmente
desanibiosa de conquistas como de indebita influ-
eucia nos uegocios do Praia. E' do outro lado
di fronteira sul quo se aninha a conhecida poli-
tica que sonlia com a construe.?w do au'igo vice-
reine do Rio da Prata ^ tal foi a sabida preoccu-
pafio de Rosas e e aiada hoje a de quasi todos
os esUdisus argenlinos.
Como quer que seja, uma e a verdade. Se o
governo de Buenos-Ayres ve com maos olhos a
politica do Brasil, e tent i alliancas qae o habi-
litem a mover-nos guerra em momento oppor-
luno, nao e porque possa altribuir-nos a insen
sala ambicao do couquista ou de indebita inge-
rencia nos sens nagociios, inas so e somento por-
que nos iiiio tenios prestado, e no nos havemos
prcstara intervir para auxilia la ua sua politica
de abs)rp<;ao.
Impressiona-se a Republica com o que chama
os nossoa preparativus bellico$, e entre elles
a conslruccao de .um cnorme e podcroso vaso
de guerran, nao adverlindo quo, se de algum
facto pole resultar desconianca ao gjverno Ar-
gentino, e seguramente de taes impensados
exageros Je umi certo pane da imprensa.brasi-
leira. 0 que se tem feito em materia de arma-
menios, data de muito tempo ; nao c um facto
novo o da eucoinmenda de um encouraeado, e de
transposes, e o de fuzis e municdes.
Nem o facto c de causar entranheza. Tambem
a Republica Argentina recebe frequeutes remes
sas de anna*, encommenda enconracados, engaja
em Londres fabricantes de torpedos, e trata agora,
segundo sa diz, de levantar um exercto de 50
mil homens, sem que estes factos nos dispertem
inquietacH). Arma-se, naturalmente, para veneer
Lojiez" Jordan, para sulToear as revolugoes da
llioja ede Mendoza, para domar os selvagens da
Patagonia, e lalvez para liquidar as suas que*
ides de limites coin o Chile, a Bolivia e o Para-
guay. 0 foci revolucionario organisado em Cor-
rientes, doido par lem as invasoes contra o Pa-
raguay, nio tem conseguido destruir o governo
legal dosse) desgracado paiz. Qiballero tem sido
sempre batido pelos pa'.riotas paraguayos.
Talvez a Republica, Argentina quoira prcificar
o Paraguay e obriga-lo polas armas a fazer maio-
res cmcossiies que as do accordo celebrado pelo
general Mitre.
TuJo is;,o pode explicar os preparativo; bellicos
do nosso alliado.
Desie, porem, que as nossas relafoes interna -
cionaos n.io dio motivo a apprc'iensoes da guerra,
nao pod'riamos e nao podemo; ver com descon-
flanca os aruiainentos da visinha republica.
Se houvessem elles, entretanto, de um dia vol-
tar-se contra mi<, a providencia Jo g ivcrno nao
nos tr.inquilhsaria maims qua o provado valor e
disciplina doS nossos soldados e a excellencia dos
nossis mcios de guerra.
Honve nwpcut em antorisar a cinslruccao de
uoia linha ferrea no Rio GrauJo do Sul, ou em
declara la eslrategica ?
Inepta sena a censura quo d'ahi tirasse argu
mento.
A conUrurcao da viacio cstralegica no Sul era
necessidado di ha muito' re:onheci(la e proelama
da por dolorosa experiencia. A invisao da nossa
provineia do Rio Grande em 1^27 c 1828 pelos
argentine*, e em 1863 pelos paraguayos, era de
por-nos d; jobre-avtso. 0 que e bem -entendida
provi lencii.. nao pode. ser visto como cartel de de-
sufiti.
Tambe/ri em Mato-Grosso procedeso a estudos
para uma linhaYerrea, e deste facto ninguem co-
Ibera om boa razao que ha alii um iraminente in-
teresse milit ir a ser omprehendido.
Lin?8 d? inqiirar-se em vaos terrorej, de exci-
tor infantil desconlianca a quem quer que seja, o
que cumpre ao governo e proseguir activamente
em JispOr os elementos de defeza de que carece
este vasto imperio. Assim como melhoiamos as
nossas fdr.ifrcaeSe? do Rio de Janeiro, e cuidamos
em cslradas est'ralegicas no Rio Grande, no Para-
na, e em Mato-Grosso, convem nao esquecer que a
importanle ilha de Santa Catharina, exposta aos
insullos de qualquer potencTa maritima, nAo deve
continuar no estado em que a acharam os hespa-
nhoes dirigidos por Zeballos em 1777. E" assurap-
to este quo esta a pedir a attencao do governo ; e
o indicants a sua sabedoria e patriotismo.
T.io pouco censuravel e que se tenha na falla
do throno indicado a opportunidade da construc-
cao da quostionavel linha ferrea, como que se te-
nha dito que ella e eslrategica ao mesmo tempo
que commercial.
Pcis, tao imbecis julga a Republica os estadis-
tas platinos que precisassem da aulhenticidade de
uma semelhante declaracao? Demanda-se uma
grande previsio para entrever o Om estrategico
de um tracado ? E' em segredo que um estado
pode construir cenlenas de kilometros do viacao
ferrea f
Tranquilbse-se a Republica.
As nossas relacoes com a republica argentina
nao encerram seguramente o perigo de proximo
ou remote conflicto. Nenhum facto autorisa as
vas suspeitas qua nns certos interessados nao ces-
sam de fomentar, escrevendo para os jornaes do
Prata noticias too falsas e aterradoras como a da
compra do varios encouracados pelo governo do
Brasil, de formidave* armameatos e municoes de
guerra, da organisacao de um exercito de 40,000
homens no Rio Grande do Sul, e a do achar-se
nomeado presidente e commandante das armas
dessa provineia o illastre marechal Duque de
Caxias.
Attento pelos legitimos interesses de uma poli-
tica honrada, desambiciosa e sinceramente empe-
nhada em manter e eslreitar cordiaes relafdes in-
ternacionaes, o governo do Brasil nao descura os
meios de assegurar ao paiz as con Jicoes de uma
paz duravel e paz honrosa.
Nao estamos a vespera de uma grande campa-
nha :esteja disto certo a Republica. Esta nao e
pelo menos a intencao, que preside a actos taes
como a conslruccao da via ferrea do Rio Grande
d9 Sul.
Ha, sira, victorias euja dourada perspectiva des-
lumbra o' governo e o traz de frcquento preoccu-
pado : mas sao as victorias da pas, essas que
realisa o caminho de ferro, a navogacao, o lele-
grapho, a indnstria, o commercio, a arte, a scien-
cia o, dombtando a fudo, o culto sineero da liber-
dade paciftra, fndostrwsa, ifttelligento e honrada
que nao>sa confunde com os dosgarros brutaes da
licenca. ------
R|a>, 93 de outubro de 1818.
NECOCIOS DO RIO DA PRATA.
I
Termhmam os artigos d > Sr. conseffleiro AfTon*
so Celso, redactor principal da Reforma, sobre as
questoes brasileiro platinas. Antes de rendermos
a S. Exc. a resposta final que tem direito a espe-
rar do nos, releva por adiante e bem saliente esta
pensamento que dominou todos os nossos artigos :
n.io somos partidarios da guerra, nao a pjfcroaa-
mos, nao a desejamos, esperaiiios mosmowqaa os
erros de nns, as ambieoes de oulros a a malevo-
lencia do muitos nao acarrelem aos dous paises
tao grande calamidade, cuja causa e cujos fins oao
podemos desaiftrir.'
A republica Argentina nao tem o menor moti-
vo legilimo, nio diremos para tomar se hostil ao
imperio, mas para mostrar se qunixosa do gover-
no imperial.
A guerra do Paraguay correu a seu eontento, e
com immensa rantagem material e moral para a
sua nai ionalidade. Picou desassambrada e para
sempre do seu perigoso inimigo, o governo dos
Lopez. Conseguio-o com muilo menor sacrificio
do quo o Brasil, e, todavia, teve as honras do
commando cm chefe dos exercilos alliados, ate
que, retirado o general Mitre, e tsroando-sa muito
seiuivel o contraste cnt a os eltmentos de (area
que o imperio couscrvava em campo contra o ini-
migo cotnmum c o muito reduzido exercito argen-
liuo. do facto o como direito natural, que fora ate
ridiculo conleslar, passou o commando para o ge-
neral brasileiro.
Tudo foi igual nossa allianca, menos os sacriti-
cios do Brasil e as vantogens do nosso alliado de
liuenos-Ayres Nao o recordamos com desgosto,
mas somenle para que a impreusa argomina nao
grite de vez em quando que a mooarchia brasilei-
ra illudio as republicas do Prata, servio-se dellas
como instrumcuto o agora Ihes nega ate o que e
de seu direito perfeito.
0 Brasil deu csquadra, deu maior exercito, qua
manteve ale ao fiui em po respeitovel, prestou
subsidios, e nao quiz para si um palmo de terra
que nao houvesse reelamado antes da guerra, e
de que o Paraguay tivesso, si quer, posse illegiii-
ma.
Os despojos do inimigo nos os cedemos ou em-
prestam is, sem jure e sem prazo, ao vencido, para
ajuda-lo a reerguer-se do extreme abatiinento a
quo o egoismo o fereza de Lopez o reduzira.
Para com os nossos alliadas, alem daquellas
coiidicoes too honrosas e so desiguaes contra o
Brasil, no decurso da guerra, antes e depois, ftr-
inos sempre atlenciosos, prudentes c nao poucas
vezes tolerantes. A nada faltamos e nada pedia-
mos da mais.
A desinlelligencia occorrida na celebracao dos
ajusles delinitivos nao tem sua causa em ma
vontade ou ambi;ao do Brasil. Achamo-nos em
tudo de accordo com o governo argentino, menos
quando elle, retrocedeudo espantosamente de suas
solemnes declaracoes offlciaes, de que o; limites
nao deviam ser impostos pela forca ao vencido
de que a victoria n.io era o titulo que os devia
demarcar, mas o bora direito anta bellum, come-
cou a querer que o seu titulo "paremptorio^ fosse
precisamente o pacto da allianca, cm quo nao fora
parte o Paraguay, c no qual se' estipulou expres
samente que uao havia conquista territorial.
Recusamos semelhante doutrina, e recusamo-la
com tanta maior superioridade moral, quanto nao
o faziamos porqtit o vencido inspirasse ainda re-
ceio aos alliados, mas por amor da justica que de-
va ser a lei invariavel de todas as relacoes inter-
oeionaes, por nossa honra e pela dos alliadosf
qne assim desmentiriam seus solemnes protest! a
ante a Europa e a America.
Fomos por isso injuriados c ameaeados de que
as ondas do Prata, tantas vezes sulcadas per nos-
sas naves, e em duas epocas memoraveis em de-
feza da liberdade e da civilisacao, se ievantossem
para traga-las e submergir todo este imperio. Nao
so a imprensa apaixouada e sem responsabilidade
real, mas o proprio governo argentino dirigio-noa
notas provocadoras, e si a tudo isso respondemos
com dignidade e lirmeza, tambem e certo que nao
sahimos dos limites da prudencia da mais legiti-
ma defeza. 0 pampeirn passou, serenou o tempo,
elareou a atmosphera, e tivamos a satisfacao de
ver entre no*, nao como arauto de guerra, mas
advogado da paz, o general Mitre, o presidente
que celebrara a aJiianca de 1865, um dos diploma-
tas que elaboraraflro tratado do 1 de maio.o pri-
meiro general em chefo dos exercitos alliados, e
innegavelmonte o cstadisto argentino mais versado
em todas as questoes da allianca.
0 accordo do 19 de novembro, resultado da mis-
sao Mitre, deu-nos csplendida justificacao. Con-
cardou-se que os tratodos do Brasil nao erara uma-
olTensa a republica Argentina ; que se harmonisa-
vara com os da allianca que deviam subsistir e
ser respeitados; que era possivei, licito e conve-
nient qne tambem a republica Argentina, 90 ou
conjunctamenlc com o Estado Oriental, fosse cele-
brar seus aiustes definitivos com o Paraguay ; qne
a questao de limites da republica Argentina nao
devera ser decidida entre os alliados, mas discuti-
da enlre as partes interessadas.
Nao era isso o que repetimos, ate a saciedade,
que se devera ter feito desde que a negociacao
conjuncta foi mallograda pelas veleidades bellico-
sa9 do Sr. Dr. Quintona r
A99eguraraos entao, como antes, o nosso con-
curso moral a bem das negociac&es dos nossos al-
liados : cumprimos cavalheiramente essa pala-
vra, mandando um enviado extraordinario a As-
sumpcao para acompanbar e auxiliar a nova mis-
sao Mitre ; e a historia, por irrecusaveis doca-
menlos, pela voz dos insuspeitus paraguayos, di-
ra que desde o estabelecimento do governo provi-
sorio na Assumpcao, o governo imperial procuroa
influir para que o Paraguay desistisse de suas pre-
tcntjoes extremas e chegasse a uma solucao acei-
tavel pela republica Argentina.
Os esforcos do general Mitre e os do Brasil nao
foram inefflcazes. Bem que a seu pesar, n gover-
no paraguayo cedeu o territorio de Missoes, cedeu
a ilha do Cerrito, cedeu o Chaco ate ao Pilco-
mayo, o que importa evar o dominio argentino
ate em frente d'Assumpcao. Islo pareceu basuu-
te ao general Mitre, ao que dizem os jornaes para-
guayos ; mas o seu governo hesila em aceitar, e.
segundo consta, por causa da occupacao da villa
Occidental, que considera um ponto de honra para
os argenlinos, sem cousiderar que, ao determinar
essa occupacao, o mesmo governo argentino de-
clarou que ella na> resol via a questao de limites,
e qne de bom grado se retiraria dahi, caso os
ajustes definitivos assim o decidissem I
E' culpa do Brasil, se a questao do Chaco con-
tiniia a embaracar os ajusles definitivos do nosso
alliado, conservando o Paraguay sob a atmaca
constante de novas h09tilidades, que cada reamais
o debilitom, e servindo de animacao a fomeoto as
emprezas revolucionarias que tem sua basedaope-
racoes em Corrientes, e do territorio argentino re-
cebem gente, dinheiro e armas ?
Voltoremos a discutir s o Brasil esto onrigad..
a conslituir-se soldado da republica Argentina
para forcar o Paraguay a ceder tudo quanlo axigir
o governo de liuenos-Ayres alem du que for justo
a juizo dos outros alliados. alem do que a illustra
cao e extremo patriotismo do general Mitre julgou
aceitavel ?
Se o governo argentino nao honrar os raros U-
lentos do seu plempotcaciario, sua suptrior "com-
petencia nos assamptos em questao a sea aliivo
patriotismo; era uma palavra, seo governo argen-
tino, querendo de boa fe, como de^eraos crer, pre-
curar a essa questao um desenlace paeiQco o hon-
reso, nao obstanle despre.-ar o Uadu da seu nego-
ciador, devera suometter se ao que foi esUpulMo.
no art. 3." do accordo de 1.9 de noyetnbro uRim^i
* -
-
l^L^L^LVHHKPa
]_wM


i
W M
\l\*i>hti*i.(te Pemanibueo
a?ignado nesta cdrte.
Nao vemos, gojs^causj. para apprebonsrses da
guerra na tao pwilKmi ia quosta> do liinitei d i go-
verno argent .no -eon o Paraguay ; serja preeiaj
adm.ltir um prnfleatto-lre-doucadu daparte do nos-
so alliado, pa-a ncredijiir quo elle se prep;ira para
tiio injusla, nualfflftMgracada empreza, esquecen-
do o que dove a >i, aos visinhos e ao inuudo civi
lisade. ^~^tk. ^^~V "^
Ni-iii mesmo ronMnoi do c.ilar dissea.'ues in-
ternas, podemos aoaftar como verosiraeis seme
lhantes intentos : mas. desdn rmtradizem os votes d< l>om sen-o udu rajoes
d-';Stado, unn vccqne o nosso visinho se arm a e a
nos preparemos tamoein, sem abrigar o mais re-
mote pciisjiifento do uma aggressaj nfo prvyca-
jiaz e para Mez a eurtclo easo ae-nossj dignida-
.
i.Y ;,;>.)
i)lAR10 UEPEJIN ViMBDOu
RECIFE, o DE NOVEMBRO DE 1873
tlloticia* 'ls in3'te do imperio.
Amanliecea honlo n em nosso porto o vapor
;brasileiro Pi'iipam i, trazendo data? : do Ceara
ale 27 do jassado, do liio Urandc ate ;', o da Pa-
raliyb.i ate 3 do eorrente
CKAB\\
No dia 23 de outubro, as G horas da manha,
eonforme estava annuneiado, effeetsou-s > a Iras-
ladacao dos r-stos do intrepid') general Antonio de
Sampaio da catbedral onde se acliavain deposita-
dm*, para o mausoleo engido uo cemiterio publieo
da capital.
O aeto foi reveslido de loda pompa oflicia
tondo compared 1 o o ica ptaaidmte da proviucia
e autoridadei policiaes e judieiarias, o iWm. eooe
go vigario geral e provisor do bispado, todo o
elero, cainara municipal, corpo consular e vain
orporacocs eivis e milil&ri-s. IVgaraui nas lilas do
feretro os Kxms. e mseilioiio'Jose de Aleucar, so-
nadir Pompon, vieo-presidente coinmendador Cu-
nha, presidente da cainara, etc.
Foi nxlraordiuaria a eoncunvneia.
No cemiterio, onde -se achava levautada uma
trihuna. proferio o comrnendador Jose (Lourenro
presidente Aa eommissao patriotica, inenmbida lie
pronnver essa soienmidade, um bem elaborado
discurso, termmando coin a leitura do lermo com
Mieuiorativo da trasladacao, lancado em tun livro
pri norosanunte |iri,iar
  • .S4JUU-S. Depnis seguiratn se' diseursos e p iesia-
    MiMogas no ado, eoinnieinoraudo os feitos gkmo-
    mm in bravo general cearease.
    Ao deslilar o prestito a fortaleza salvoii. Fc.
    as lionrasao Blotto umi brigada am/foUt do 1-i
    ,, iiilanlaria de iinha, do Is de builoiros da
    guaiila nacional e da c.oinpaniiia de ajiiondizes
    in rnlieirus, eoiumaudada pelo eonimandaute d<]
    j-")', eorond *o*o Noiomueeii".
    Oi.id uma [naiiu'eslai.aj de Dezar, o Vice-pro-
    kiieute rn.uidou lechar aj repartiroos piuvinciae.-.
    liis o ienno conmieoiorativo da traskul rai :
    Aos iii ilias, que liojo se contarn do mez 'i-^
    i'UIuIim do anun do lS7d da era do .So.-so Seaitor
    Jesds Christo, qaioquagessimo i' da in tependeu-
    cia e do imi.eriu, notts eidade da ForUlaza, uapi-
    tat da provinmado Ceara. na so eathedral, pelas
    ii ii ira< da miiilui, pel ante o vig irio geral, rqiie-
    senlando o Kxm. .-r. bispo diocesano e oseu cle-
    ro, reuniram-se o Exm. vice-inusidoine da provin
    ;ia, do coinmondador J laquim da Canha 1'reire,
    euei': de Uela Ur. Mann'i da Silvo Itego, a Qin
    grande eoncurso (oinposio de representanles da
    i'::i;.\n e da pruvincia, oinpregadoj publkos o cida-
    da is do todas as c'aises.
    u Alii no crozsiro da igieja. sobre uma era
    aeiiava-se o caixao eonieudo os I'es'os inorlaes do
    illustre general cearenso Antonio do Sampaio que
    OUeoeu an ttuen -Ayre no dia i do jtuao do
    S".}, en cou-equencia do grave ferimmtJ lece
    bi l> na formiJavel batalha dj 2i de maio ; na
    qual se c'brio de gloria, seuJo emljal>ainado seu
    corpo e restituidi a patria, por quein monera
    como lieroe.
    0 ImperaJor que sabe honrar a sua mem Mia
    dstinavallie tun jazigo no asylo dos invalil s da
    patria ; onde a ftraode alma do heroo se devia
    comprazcr. enlre os compiulieiros de armas, tes-
    lemunlias do sous grandes feitos gloiiosos ; ma-
    o Ceara desejou guardar em seu seio as einzas do
    bin i quo tauto a dluslrou, e a pallia brasileira a
    in.ii I'liinmum, coui'aideu a |irovincia Dalai a bon-
    ra d.:sse dc;)osito sagrado.
    O caixao coiileuJo o corpo do imado elugou a
    este porto no dia 2> de novembro de i7l o re
    celoiio coin ;.s bonras devidaa ao illustre general
    ii.-ou doposilado na so culliedral, emquanto w ara
    gia o uiauaeloo, as ezpensas do lodos e para o
    que i exqircsnlente barao do Taquary nomeou
    uaii eommissao composia dos conimeudadores Ur
    Jose Loureoco do ('.as ro Silva, Joaquim d i Ga-
    nlia Preirc e padre Auioiuuo I'ereira de Alencar,
    a i.i.sl marcoj o obolo de 11 a 21 iOO, daudo al-
    guitsCM, 10.i a aid ti. iOM.
    Aeb.iii lo-se concluiflo o inonumeuto, rnarcou-
    ic o dia do i jo para a irasladaeao dos reslos
    in.'rlai.'s do illitsu'e general Antonio do Sampaio,
    e a s.ia eoliocaQilo no ultimo jazigo, quo Ibe roser-
    vou a graiidao dos cearenses.
    Uopois ile eeleiiradas ires missas em suffragio
    o'alnia do illustre general, seguio o prestito, sen-
    d i o caixio lomiuziui pelos Srs. seuador i'om-
    peit, eonsel lOiro Jose de Aiencar, presidents da
    assembliae da camara munieipsl, e dous mem-
    bros da eommissao ; c acompaunado pelo Bvu,
    Sr. vigario geral, vice-prcsulenlo da proviucia
    eonmendaJor Joaquim da Cunlia Preire, cbefe de
    poli'.-ia, c represeolaoles da narao e da proviucia.
    i Ao salur da eathedral salvou a fortaleza, a
    brigada ea corveta de guerra, que prestaram em
    noine do exenoto e da armada brasileira as ulti-
    mas bonras a aquelle quo elovou tao alto o re-
    uoine do nossas annas.
    Chegando o preslitj ao cemiterio, diante do
    masoleo, o Dr. Jose Loureneo de Castro Silva,
    president da eommissao incumbida da construe-
    cio do in inumento, deu oonta do sou honroso en-
    cargo ; depois do que se proferiram disnirsosa
    memoria do inclyto general.
    Conrluida a ceremonia, e depois de verifica
    da a identidade do corpo, depositouse o caixao
    no mausotpo, sendo esle fechado c enlregue a clia-
    ve ao presidente dalllma. camara municiftal, alirn
    de ser depositado nos archivos ai mesma. junta-
    mente coin o li vro em que o presente lerm' e trans-
    ripta a memoria do presidente da eommissao,
    beiu como os discursos proferidos-nesse aeto so-
    Jemne. _^^
    E para a todo o tempo commemorar ee pe-
    queno tributo do muito reMnhecimento e venora-
    oreee e gloriflca, lavrou-se o presente tcrmo as-
    fiignado uela ommissao e pelas pessoas pres9ntes.
    Jr. Jose f.wrena) de Castro Silva, presidente.
    iSeceriano Ribeiro Hi Cunka.Padre Antonio P*-
    ttira de Mem n:
    ( Seguem-se as assignaturas do5 que estavam
    presemes.)
    No lugar Quixara, do termo de S. Malhens,
    appareceram Jose de Alhayde Siqueira, alii mo-
    rador, c s'everno de Darros, da provincia do Hio
    Crande do Notte ou Paraliyba, introduzindo na
    eirculajao notas falsas de 50J000. Foram ap-
    prehendidas 3S notas e os criminosos stao sendo
    proeessados.
    0 vapor ingler. M'u-anheme, sahido para Li-
    verpool, levou do Ceara :
    do tHslrioto de Jdiliyd9!k tirmo, Io?i Wnairo
    deu uma surra de peia em Anna Franeisca da
    r.oBcuieii i, viuva desva^a, de qtte lhe resultaram
    Jiveiva's contiudes outras offousas physieas. ,\
    offendi la comparceeu no dia, 21 a repatti;
    puli.'ia e queixou se contra seu ouVnsor, trazendo
    ainia bem salienles os vestigios do crime.
    No dia 13 de outubro, falleceu, na cadeia da
    eidade da Imperalriz, o pieso Atilouio Lopes da
    Costa, que alii -e achava em cumpnmento Ja pona
    de 30iiias-deprisaoa que (Ora condemnado pelo
    respeoiiva jail iiiiinlejaal. Proeedido o auto de
    que tr.na 0 art. Uil do rogulamenlo n. 120 ie 31
    da Janeiro de I8i2, voti(icou-se qae ajmerlfl
    oecasionada por uma lesao de coracao com^licada
    Colo derraauUneulu de si.ngue nas pal no".
    t No dia 10 de outubr., Juto Aatooio dc b'reila^
    conhecido par Joio de Vkior Cabore, cx-praga d'
    I olicia, foi a casa de Joanna Maria da Conceic!.,
    fesideiite nas circumvi?inbauras do povoado de
    Ulinga, e na) quewudo ella saii-fazer a beuifcd^.-e-
    jos libidinosos, travou luta com a victima in sua
    'concupi>cencia, que se artiava no 3. mez de gra-
    videz Fucam taes as sivicias e apeitos q to sqC-
    frera aqnelia pobre mulbcr, que iininediatomenle
    abuitara. Otespeclivosubdelegado de policia pro-
    cedeu as compelentes vistorias, quer na offendida,
    quer no felo, que.-e eucontrou todo arroxeadocom
    acabeca esmagada.
    No dia 2 de outubro forsm reeolhidos a cadeia
    desta capital, Manoel Joaquim Pcr.-ba. Antonio
    Joan de Andrade, Joaquim Gongalves, coniieeido
    pi.r Joaqunn da Benedicta e Maria Mendes da Con-
    ceicao, capturadus na p.-ovii cia do Ceara, a requi
    sj.-flo do Ur. chefe de policia desta, como crim
    feira 5 de Novembro de 1873.
    nosos de morli; pronuueiadus no termi do Pil dos
    Ferros
    I'elo lenente Francisco Cesar do Rego Barms
    fora elfectuada a prisao de Jjaq .im Felippe Pe-
    reira e a de Beraardino Lide, o primeiro autor d)
    barbaro assassinalo pralicaJ. n>, dia Ii de setein-
    bro na pessoa de Praootsoo Adriano, cojae ti ISU-
    Siamos no n. 12s desti gazcta ; e o Rpc liavi r
    na noile do dia 18 do corrcule, medianle violen-
    cias e ameacas tentado conlra a honra de Maria de
    tal, acujiisgrilns de soccorro, eml urn lugar dos-
    erto e ua Oceanian em que o dclinquente pieieu
    dia Invar a eflfeitoseuadesejos libidinosos, aouifcra
    aqosllx olUeiaL que casualmenle por alii passava
    em diligencia para o lugar Tinyinjado, do termo
    de C-oyanninlia. U t.-uonte Utgo Harms por cssa
    iuijoriante diligeueia f.n mandado elogiur do or-
    dem do Exm. Sr. prwidi-nte da pmvincia.
    t Por aeto da presidencia de 27 de outubro foi
    oomeado interiuami.'iik' o padre Rranciseo Cons-
    taueio da Costa para 0 lugar de capellio, s rvindu
    de professor da companbia de de aprendizes nia-
    rinheiios desti provincia.

    REVISTA DIARIA.
    Ribliotlicca pa-ovisicial. Por p rlaiii
    da praliidiawia da ptMvin -i i, de 3 do corrente, foi
    nom Mdo viuio.'l Antonio de Luna para exerci-r
    iautrinamente > Ingac de Wblioifcecano provincial,
    dnnutfe o impediineoto do eli'ectivo.
    Jury ;8i ISccife. Houvo nenttra saesin,
    c iiiij.'milo-so o conseliio do senteaca dos segninti s
    senhores : Francisco de Sa'les de Andrade Luna,
    Pfanoiaeo aecclino il> Aunral, Dr. Olym^iio Mar
    qnes da Silva, Diysses Bernambucauo de Meilo,
    I'eim Paulo dos Santos, Tiioma/. Carrett, Sebastian
    Jo zerra, lie mniano Jaafuim de Miranda, Candido
    Thomaz I'ereira Dulra, .1 >so i'.iciii'..;o do Mo I or i .
    lu'o i : i Alvim da Silva.
    Entrou em julgamento o rei Jos6 Bernardino
    Torquato, inonunciado no arii:;> 191 do codigo
    criminal, e tevo por advoga 11 o Dr. L. &. Kodri-
    gues Vianna.
    15m vista di di-i-."d do eonsoUi) do si.Miienga,
    foi alis.ilvido.
    9ttrvbfm iiartanwto.Tormina aoianhao
    prazo rr.ar'-ado peta junta a Imioistrativa da Saatn
    Casa ile Misrneordia para reoepfio do pro;i istas
    I intrato do servi';o moruurui na eidade do
    modiante as dausulas pnWieadaa na lugar
    a, idem
    Pessoa, approvado
    de Mouezes Junior,
    plena-
    Fillio,
    221,951.0 kilos de algodao.
    161,818,0 assnear.
    211,619.0 i t horracha.
    7,215,0 * cafe.
    2,277,0 cera de carnanba.
    28,600,0 couros salgados.
    . 263,0 > erinas de aniraaes.
    170,0 cobre vellio
    20,00ty) V * osscw.
    469,325,8 kilogramos.
    Diz a CotutilutfSo que no dia 4 de outubro,
    cm Milagres, ia seado victima de urn tiro dado por
    urn tal Zuza Ferro, o tenente coronel Manoel de
    Jeeus da Conceic^o Cunha.
    No lugar Parangabu-sii, deu-se na tarde do
    dia 24 de Outubro, o desencnrrUhamento de alguns
    wagons, que em viagem de experiencia iam de
    Arronelies para a capital, impeilidos pela locomo-
    liva Marangmi'e, ulfimameolc montada. Sahiram
    ires ou quatro individuos eontundidos, o soffreram
    alguns estragos.
    HH GRAN OB DO IfOBTB.
    Lcmot-no Contervador :
    Por actos d* 17 de enlubro foram nomeados
    o bacnarel Heraslio de Araujo Villar e tenente-co-
    ronel Jos6 Lonrenco do Almeida adjuntos do pro-
    motor publieo desta oomarca, este no termo da ca-
    sh*, node CeAra-merim, bem como
    ira tgual carfo no termo do Apody o cidadao
    JvmoSoaresilaSilveira.
    * NO dia 9do outubro, n lugar Alagoa do SUio,
    para o
    Reoife,
    eompoten:o deste Diarin.
    .^Iiiuio.ipio da Oltodo. A camara deste
    munieipio contrata no dia 13 do eorrente as obras
    de quo pKcisa a easa que dove serrir do paeo res-
    pe-tivo r\.\ laleira do fatadoora, inodianta as con-
    - mi ucionaJas no edilal publicado no prosen-
    t; numero deste Duirio.
    IlBaife Ui-;ii aa^i'. Com o prazo de 30
    d;as, a e.mfar de 3 do cOrreata, aeha-sp aborlo o
    pagamonto, no oosulado provincial, dos sppare
    Ii;os e annuidades pelo servijo di companhia Reci-
    fe Drainage, corresp mdonle ao trimesire Undo em
    31 do dbzembro de 1872.
    Kesikiiau sncial.Amanlia, ii-; 7 boras da
    nolle, dove reuoir-se, no salao do hotel Ualwan, a
    ma Jo Commereio, a sociedaJe franeota de Soneor
    ros Mutuos.
    Faauld.tdo Se Oit'cito. -Fizeram aeto
    no dia \ do novembro osnstadantes scgaintes :
    1 anno.
    Antonio Podno da Silva Marques, approvado pie-
    ham
    Jose Marodino da IS isa e Sil
    Manoel F.stellita Cavalcante
    simplesmenle.
    Francisco de Assis Bezerra
    appro ado plenamente.
    Francisco Fenvira Marlins Ribeiro Junior, idem.
    Francisco de Paula Correi de Araujo Junior,
    idem.
    2.' anno.
    Manoel Maria de Sam'Anna Po, approvada sim-
    plesmenle.
    Joaquim Monteiro Diniz, idem.
    Manoel Ociaviano GuoJes Nrjgueira, idem.
    Auguslo T.ixeira do AzeveJa, approvaJo
    meute.
    Joaquim Jeronymo Foraanles da Cunha
    idem.
    Jeronymo Muniz Forrao de Argollo, idora.
    4." anno.
    Levino Angusto de Ilollanda Cliacou, approvado
    plenamente..
    Francisco Ferreira de Novaes Junior, idem.
    Juvenal Rodrignea Piuheiro, idem.
    Antonio Clemeulino Aeciuli Lins, idem
    Bertino Jose do Miranda, approvado cum distinc-
    gao.
    Joao Gabriel Baptisla, approvado plenamente.
    Eseolu normal. Fizeram bontem exame
    os seg unites alum nos :
    !. anno
    Francisca Firmo de Paula Percira, plenamente.
    Cesario da Cunha Ayres do Mello, simplesmenle.
    Jose Antonio Baplista.de Sou/.a, idem.
    Tres reprovados.
    2." anno
    Manoel Sebastiao do Araujo Pedroza, plena-
    mente.
    Antonio Alfredo Barbosa de Souza, idem.
    Domiogues Marques da Silva, idem.
    Alfredo Canute de Lima, simplesmenle.
    Dous reprovados.
    Tliesouraria lie fazeiiiln. Nesta es-
    taQao pagam-se hoje as seguintes folhas : justica
    de I." instancia, capitania do porto, recebedoria,
    correio geral, empregaJos da estrada do ferro
    Os funceionarios (pie deixarom de rocebor
    aeste dia, so poJeraa faze-lo do oitavo dia util em
    diante.
    Uperayao de pedra-0 Dr. R. Vianna
    praticou a operagao de liiliotnpcia (esmagamento
    da pedra na bexiga) na pessoa do Rvd. padre An
    tonio Baptista Spiudola ( de Mamanguape j, hos-
    pedado em easa do Sr. Luiz A. do Siqueira.
    0 calculo, de natureza rija, media no seu menor
    diametro 0,0l6n., eoi (ragmentos apanhados de-
    pois do esmagamento pesaram 4 grammos.
    A pedra foi quebrada o esmagada em 3 sessoes
    de 10 minutos cada uma, havendo o intervallo de
    quatro dias entre cada sessao.
    0 doente, de 32 annos do idade, pouco ou na la
    soflVia em cada sessao, e hoje acha-se complela-
    mente reslabelecido. Assistiram a operacao os Srs.
    Drs. Malaquias Goncalves e Murillo Vianna.
    Dinheiru.0 vapor Pirapama trouxe para:
    Alfredo Garcia 4 Irraao 3:000*100
    Jose Luiz Goncalves Ferreira A C. l:166*G0u
    Caidas^C 1:150^000
    Paria A Filhoi 817*000
    Beltrao Oliveira & C. 600*000
    Soares Leite & Irmao 300*000
    Parenie Vianna & C. 800*800
    Albino, Oliveira 4 C. 3U04000
    Manoel da Silva Ponies 309*300
    lose Ferreira Pinto do Magillnes 200*00J
    Francisco Leal de Miranda 200*000
    Monte Plo Santa Cruz. -No dia 9 ( do-
    mingojdeve reunir-se*na respectiva s6de, a as-
    sembloa geral dos parociiiauos da freguezja de
    Santo'Antonio, aflm de soproceder a eleiQao do
    flovo conselho director, 4e accordo com o art. 3ff
    dos estatutos.
    Nova |>uhlica\':\o. Na corte do imperio
    acabs de sahir do prelo urn livro da maior impor-
    tancia sobre a inagna questao da actualiJade, a
    questao leligiqsa.
    Jlsso livro no qnnl o ?eu autor patenif
    vaita orudiCHo, lanea irumensa luz sobw I
    tctiiuenb'S tjue o,tt|asil aton.to e a^itadnlH
    templaudpi. assigaa as causas desses aconleci-
    mentos e aprccia os effeitos dos mesmos. ExauH-
    na e discute detidamentc actos offlciaes quer do
    govern*," qujpAp c;o-'opado auMMmado, e, ttnal-
    menlc indioa %iica ra uMdrio a se-
    Iguir so, >em necessidad&de r^Mptes na legisl
    exi-tenlee^^Has dan lo-se eajKao as leis ema
    nadas la igreja ou reeeWdas pp%lla.
    o vo.ume, qua peh fnrmaW^ extnnaan (8."
    fraiieez com 2ti7 pigs. ) laveria ca-tar de 4 a
    3*000, a vista da eareska dostrabalbos t\nogra-
    phicos em noss i paiz, fai taixado apecas em 000
    is., nqMneri'udo o seu an t<>r quo alias fez toda<
    as de.-pnas da jtopressao, receber consa algnma,
    iiiT'oecendo o producto da venda para ncaica da
    (.m'lHC^in^aa Pelo uriineb o paquete Iirasileip9,que vierdo Rio
    de Janeiro reeebsremo^ a miplares dessa
    obra, que ten pur timlo 0 Ampresle de S Pau-
    lo Joaquim Aiii'i.fij de Oliceirn eo clero do Bra-
    til. -
    As pessoas qTre a^eserareniossair laolmportan-
    te obra, pod em dasue fa d>rigir-se ao annazem do
    "Sr. Autouio lose de Azevado, a rua Nova n. II, e
    alii darem sens name?.
    Loteria.A que se aeha a venla e a 73' a
    boiieaciu da Sanla Ca-a de Hisericordia, que corro
    no dia H.
    Casa de dcteityao.Movunento do dia
    3 de nowmbro do 1873 :
    Existiam presos 318, eutraram 4, sahiram 2,
    exittem 340.
    A saber
    Nacionaos 247, inu!herns 12, estrangeirc-s 37,
    iseravos 41, eseravas 3Total 34".
    Alimentados a custa dos cofres pubiicos 273.
    Movimealo tla enfennaria do dia 3 de novembro
    Je 1873 :
    Tove baixa :
    Jo Tivemm aha :
    Antonio I'err dra de Oliveira.
    Manoel Jose .la llrsurreicao.
    Passayeiros. -^ahidos para Maceio n* va-
    por MdKJiiki-:
    Joaquim Jose Araujo VasconcelloJ. Bellarmino
    Pin! i de Araujo, Pcdr i Ortis Camargo, Joao Damas-
    cena c sua scohora, Envilio Nanliaas, Luiz I'ereira
    dos Santos Lima', Marceoniilo Gomes Coulinho, An-
    tonio Silva Rego, Ananio Lopes Vianaa, Dr. Ro-
    drigo Qortea de Araujo e I criado.
    - Chegados dos port-as do norte no vapor Pira-
    pima :
    Antonio RiymunJo Braga Cavaljante e 4 escra-
    vo-, c ironol Victoi iano Angusto Borges e 1 escra-
    vo, Alfredo Auguslo Borges, Guilherme Burne e
    a [T-'ta libertu V'icimcia, Istnacl G. Furlado do
    vleudanea e 2 escravos, Henrique Leiter, Felippe
    do A. Bezerra Cavaleante e 1 lilho, Tnomaz Jose
    de Almeida, Pe.lrn da C >sta Maia, Bemveuuto da
    Silv i Saldauha e 1 criado, Francisco Ferreira Pin-
    to e 1 rriado, Dr. Francisco B. Cavaleante de AI-
    bu mei'ijue, Franklin Jose A. Paggo, sua irma, 2
    li.liose I eseravas, Aureliano Galvao, Jose Anto-
    nio da Silva Machado, Syuiphronio Cesar Paes
    Ban eio, Fabrieio Gomes Pedrosa, Antonio Joaquim
    da Caman, Henrique Gul, Joao Estanislao de Oli-
    veira e o manor PeJro, Joaquiin Firmino Dias Ga-
    briel, Manoel-Felippe da Silva, Antonio F. Tavares
    la Itoeha, Francisco Fraza >, Francisco M. de Pau-
    la D mta-, Manoel Joaquim Lopes, Torquato Dantas
    IU; oso da Cainara. Jose Pedro da Costa, Gervasio
    Ja Silva Saldanha, Epaminondas Burgucs de Oli-
    veira, Francisco de Almeida Braga, sua scohora. 3
    lillios e 1 criada, Anlonio Jose da Cosia, Jose Ma
    Unas do Va>concel os L'orto, Manoel Antunes de
    Mello, Mancel Martins de Vaseoncellos Lima, Joio
    Anlonio Moreira, lean Antonio Correa, Joan Perei
    ra la Malta Oliveira, 8 pracas do 2 batalliao de
    iniantaria, 7 esoravos a enlregar.
    Ceiuiterso iiiliiieo.Obituario do dia 31
    de outubro :
    Joao Charles, bramo, llespanba, 38 annos, sol-
    teiro. Boi-Vista-; febre amarella.
    Luiz, branco, 1'ernambuco, 3 annos, Pogo; con
    vulsoos.
    Matnias, [irelo, Pernambuco, 4 dias, Boa-Vista ;
    telano..
    Maria Joaquina d'Assuinpeio, brauea, Pernam-
    buco, 37 annos, viuva, Se; iullammacao.
    Jefemias, escravo, pardo, Pernambuco. 18 an-
    nos, soltciro, B a-Vi>ta ; variolas.
    Virginia, brauea, Pernambuco, 3 annos, Boa-
    Vista ; bexigas.
    Sonborinha Joaquina d'Assumpcao, brauea, Per-
    nambuco, 22 annos, solteira; piitysiea tubereu-
    eulosa. ,
    Joanna Maria da CouceicSo, parda, Pernambu-
    co, 10 annos, solteira, Boa- Vista ; bexigas.
    llonorina llomana de Albuquerque Sobrin'o,
    Ijiauea, ignora-so, 33 annos, solteira, S. Anlonio ;
    piitysiea pulmonar
    Manoel, branco, Pernambuco, 14 Inezes, Boa-
    Vista ; eonvulsoes.
    Francisco Felici.mo Torres, preto, Pernambuco,
    iO annos, viuvo, Boa-Vista, iiospilal Pedro II ; te-
    lano
    Paulina Maria de Oliveir.i, branca, Pernambuco,
    32 annos, s-ilteira, Boa-Vista ; hepatite.
    Maria, branca, Pernambuco, 4 mezes, S. Jose;
    eonvulsoes.
    Anna, eserava, parda, ignora-se, 14 annos, sol-
    toira, S Antonio ; variolas.
    Rita, parda, Pernambuco, 11 mazes, S. Anlonio;
    variolas.
    Franeisca Maria da Conceicao, parda, Pernam-
    buco, 19 annos, solteira, S. Jose ; bexigas.
    1 do eorrente.
    Maria Balbina de Souza, parda, Pernambuco, 21
    aonus, solteira, Boa Vista ; febro adinaraica.
    Maria Josepha da Conceicao, parda, ignora-se,
    16 aunos, solteira, S. Antonio ; variolas.
    Silvano da Coiceicao, pardo, Bahia, 18 annos,
    solteiro, Recife ; asphyxia por submersao.
    Maria Xavier Carneiro da Cunha, branca, Per-
    nambuco, 40 annos, solteira, Jaboatao ; paralyzia.
    Hermenemlda de tal, parda, ignora-se, 23 an-
    nos, solteira, S. Antonio ; variolas.
    Annibal, eserava,parda, Pernambuco, 19 annos,
    solteira, Boa-Vista; bexigas.
    Jeivnyma Maria Baranda, brcnea, ignora-se, 76
    annos, viuva, S. Antonio ; congeslao cerebral.
    Jos6, pardo, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista ;
    bexigas.
    Amelia Franeisca de Souza, parda, Pernambu-
    co, 11 annos, S Anlonio ; menengite aguda.
    Bernarda, parda, Pernambuco, 22 annos, sol-
    teira, Boa-Vista ; eclampsia puerperal.
    Jose da Silva Pessoa, branco, Pernambuco, 38
    annos, viuvo, Boa-Vista ; oncephalite.
    Antonia Maria da Conceicao, preta, Parahyba,
    72 annos, viuva, S. Jose ; uyarrhea chronica.
    Vicente, preto, Pernambuco, 4 annos, Boa Vis-
    ta ; assiste.
    Eduardo, pardo, Pernaaibueo, 6 mezes, Boa-
    Vista ; biouchite.
    -2 -
    Ismael, pardo, Pernainbuco, 2 annos, S. Anto-
    nio ; anemia.
    Joa iuim Pereira de Freitas, pardo, Ceara, 48
    annos, casado, Bia- Vista, hospital Pedro II ; he-
    patite.
    Maria Clara da Conceicao, parda, Pernambuco,
    20 annos, solteira, Boa-Vista ; variolas.
    Ursuliuo Joaquim da Rocba, pardo, Pernambu-
    co, 30 annos, viuvo, S. Antonio ; variolas.
    AlexanJntia Maria da Conceicao, parda, Per-
    nambuco, 70 aanos, solteira, Uacife; carcinenca
    do estomago.
    Jos6 Evangelista da Silva, preto, Pernambuco,
    19 annos, soUciro, Recife ; rheuraalisnio.
    Manoel, ignora-so, Pernambuco, recemnascido,
    Boa-Vista; bexigas.
    Paulina Maria da Concai^o, parda, Cariri, 36
    annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro If; va-
    riolas.
    Anna Franeisca do Rego, branca, Pernambuco,
    22 annos, solteira* S. Anlonio ; tubereuloze.
    3 -
    Jos6 de Moraes Vieira da Cunha, branco, igno-
    ra-se, 16 annos, solteira, S. Jose ; bexigas con-
    lluenles.
    Geraido Martins de Souza, preto, Pernambuco,
    30 annos, casado, Recife ; bexigas.
    Jose, preto, Pernainbuco, 2 annos, Boa-Vista ;
    bexigas.
    Joaquina, preta, ignora-se, 60 annos, S. Anto-
    nio ; variolas.
    Maria, parda, Pernambuco, 3 metes, S. Joe ;
    bexigas reepihidas.
    Maria Joaquina da Conceicao, branca, Pernam-
    buco, 66 annos, solteira, Boa-Vista ; gastro ente-
    nte chronica.
    Anlonio Auguslo Soares do Amaral, braneo,
    Portugal, 19 annos, solteiro, Graca; febre bilioza.
    Maria, parda,, Pe/nambuco,6 mezes. Boa Vista;
    bexigas.
    Mana Franeisca da Goneeicao, parda, Pernam-
    buco, 30 annos, -solleira, BffyVista, hospital pe-
    \ CHH0NH A JIJUMUni ^ M
    TAIIIUWAL n\ RKl,lfJlO
    rSBs*0 DE 4 DE NOVKBS>DE*1873.
    CIA 00 KXM. SR. i:o.VS8l,HKinO CAETA.NJ
    SANTIAOO.
    Setretario Dr. Virgilio Coelho.
    A's 10 1/2 horas da manna, tendo comparecido
    s.r.neule
    liago, A
    Neiva, o
    n30'(iod
    des fiubargadores Lnurenco San-
    Albuquenrue, Dominguas Silva e
    S;-. i-.ons^lheiro presidente declarou
    er se^in'par falta de iuornm.
    PRES1DK
    nal do nitinmerefe^
    .0 ADMIMlSTflATIVA DE 27 DB
    OUTUBRO DE 1873.
    DO EXM. sa. r. iNSELnrciRO A.NSnUIO
    KHANCISOO PKRBTTI.
    A's Id horas da mannA, presenles os Srs. de-
    putados secretario Olinto Baslos, Lopes Machado
    e suppWates Alves Guerra, e ma is os Srs. sap
    plentes Egydio de Figuefredo e Medeiros Rego,
    cosvidwfcs na ultima sessao, afim de que hoje
    comparecessem para negocio concernente a mora-
    loria requerida por Bastes & Silva estando pre-
    sent* o Sa. desembargador fiscal e faltando com
    parncipacao o Sr. supplente Sa Leilao, S Exc.
    o Sr. conselheiro presidente declarou aberta a
    sessao.
    Foi lida e approvada a acta da precedente
    scssae.
    IXPRDIENTE.
    Offlcio do. presidente e secretario da junta dos
    cl fretores, remettendo o boletim das cotacdes ofll-
    eiaes da seinana de 20 a 23 de outubro.Para
    o areluvo.
    Onlro dos referidos presidente e secretario da
    junta, communicando liear de posse do olfleio do
    tribunal com a data de 2 J do eorrente. Idem.
    Foram a rnbrica os seguintes livros :
    Copiador da Sa Leitao Irmaos, dito do Francisco
    Guedes de Araujo.
    DESPACHOS.
    Jloqaeriraenlos :
    De Sou^a Castro A AlmiiJa, para dar-se baixa
    era a nomeaaio de seu caixeiro Joao Carlos Men-
    des. -Onto requerera.
    De Gonealo.Jiisd AIIodso, moslraudo haver pago
    o seu imposto relative ao primeiro semestre He-
    gistre-se o conhecimento junto, que cjepois seraen-
    tregue ao supplicaute.
    De PoJro Jose Pinto, corretor geral, idem idem.
    Regislrado o conhecimento annexo, seja entre-
    gue ao supplied nte.
    De Francisco Goedes de Araujo, regisiro da no-
    meacao do feu caixeiro Manoel da Silva Carvalho.
    - Como pede.
    De Anna Maria da Coneeicao, regisiro da no-
    melcao de Francisco Joao da Silva Santos e Tibur-
    cio Victor de Mello Santos.Como requer.
    Do Emilio Augusto Delouche, idem da do Andre
    da Silva Dutra.Deferido.
    Do Antonio dos Santos Oliveirar idem dade Au-
    gusto Cesar da Fontoura Cliaves. Na forma re-
    querida.
    De Antonio Gomes de Oliveira e Silva, pedindo
    seja registrada a nomeacao que junta.Sim.
    De Anlonio Martins & C, tambem solicitando e
    o regisiro da nomeacao inclusa. Na forma ps-
    dida.
    Do Antonio Marcelino Monteiro, igualmente re-
    querondo o registro da nomeacao que apresenta.
    Registre-se.
    De Moreira Halliday St C, outrosim, para que
    se mande registrar a nomeacao junta. -Adiado,
    por etar incompleto o tribunal para conhecer des-
    te negocio, uma vez que d impedido o Sr. deputa-
    do Olmto Baslos, e deixou de comparecer oSr. Sa
    Leitao.
    De Domingos Alves Malheus, registro da no-
    mearai quo olferece.-Seja registrada.
    De Moita Junior & C, mgistro da nomeaQio que
    offereecm. -Oimo peJem.
    De Tasso Irmaos A C, registro das nomeacoes
    do seus caixtiros.Sejam registradas as tres no-
    meacoes juntas.
    De Julio Pires Ferreira, snjeitando a registro a*
    nomeacoes juntas.Sim.
    De Gurgel do Amaral & C, registro das nomea-
    coas iuclusas. Proceda-se ao registro pedilo.
    De Guariuo do Souza Peixe, apresenta ndo a re-
    gistro as noraeaeoes de seus caixeiros.- Sejam re
    gistradas as duas nomeaQoes juutas.
    De J-.-e Joaquim de Lima Bairao, para que se
    ordene o registro das nomoacoes que traz juntas.
    l>eferido.
    De Machado & Pereira, para mandar-se inscre-
    ver como seus caixeiros os cidadaos constaotes
    da nomeacao inclusa.Seja registrada.
    De Domingos Joaquim Ribeiro, registro da no-
    meacao de seu caixeiro Francisco Quirino da Sil-
    va.-Na forma reqaerida.
    Do Joan fgnacio Avila, idem da de Manoel Mar-
    ques -Avila.Como pede.
    De Jose Maria Palmcira, idem da de Manoei
    Ociaviano de Carvaltu Pinto. Faca-se o registro
    pedido.
    De Joaquim Bernardo dos Reis, idem da de Can-
    dido Theotonio dos.Reis e Sebastiio Pinto de Mai-
    tos.Uegistre-se.
    De Joaquim Fransisco das Chagas e Silva, idem
    dade Daniel de Araujo Lopes.Como requer.
    De Jose Pinto da Cunha, idem da de Joaj Fran-
    cisco de Albuquerque. Sim.
    Do Pedro Josd de Medeiros & C, idem da de
    Joao Anlonio do Araujo Medeiros.Na forma re-
    querida.
    De Domingos Francisco Ramalho, idem da de
    Joao Francisco Ramalho.Praceda-se ao registro
    que se pede.
    Do Manoel Pereira de Carvalho, idem da de
    Ilonorio Pacreco dos Santos.Deferido.
    De Manoel Mendes da Silva, idemjia de Joaquim
    Mendes da Silva.-Deferido.
    De Antonio Botelho Pinto de Mesquita, corretor
    geral, pedindo sets mezes de licenca para tratar de
    sua satide, deixando em seu lugar o Sr. Jose Luiz
    Pereira Lima. Vista ao Sr. desembargador
    fiscal
    COM 0 PABECER FISCAL.
    Peticees:
    De Severino Saraiva de Andrade e Simao da
    Cunha Saraiva, regisiro do seu distrato.Satisfa-
    cam o parecer fiscal.
    De Cioinente Jos6 dc MenJonca, Amorici Nunes
    Correa e Joaquim Manoel Madureira, registro do
    seu contrat^. Rcgistre se o contrato junto nos
    termas do decrelo n. 4,394.
    De Francisco Josd Silveira, corretor geral, pe-
    dindo dous mezes de licenca. Adiado, por nao
    ter comparecido o Sr. Sa Leitao.
    Rehabilitaeao de Jose Maria Palmcira.Adiada,
    por nao ter comparecido o Sr. Sa Leitao.
    0 tribunal do commereio, composto dos Srs.
    supplentes Alves Guerra, Egydio de Figueiredo,
    Medeiros Rego e S. Exc. o Sr. conselheiro presi-
    dente, resolveu que se offlciasse a directoria do
    Banco Commercial achar-?e Inteirado do conteddo
    do sea offlcio de 20, e outrosim resolveu nomear
    em lugar do mesmo Banco, para syndicantes da
    moratoria requerida por Bastos & Silva, os credo-
    res Monteiro, Gregorio & C, e em virtnde de-ta
    resolucao ordenou quo se flzesse com urgencia as
    necessarias coramunicacbes.
    Ordenou o tribunal que se offlciasse a junta dos
    corretores, communicando-se-lhe que o ex-corre-
    tor George Patchatt ainda nao recolheu seas livros
    a secretaria do mesmo tribunal.
    Ao meio dia, nao havendo mais o que despachar,
    S. Exc. o Sr. conselheiro presidente encerrou a
    sessao.
    Oixri
    PASS1VO.
    Capital.......................
    Fundo de reserva.......;.....
    Contas eorrente* por OAubeiro a
    juros..................
    Contas coiTentes simples........
    Letras por diuheiro a juros.....
    Depositos da directoria.........
    Caucpes......................
    Divideudos....................
    Descontoa......................
    Diversas contas............;..
    Lucres e perdas...............
    313:093^175
    6,713:901
    6,000:000*000
    4:3l0*000
    130:487*110
    31:361*uu(i
    4:233*i>00
    36:)00*00')
    37:3i5*2in
    02:273*000
    104:01 l*3i 6
    271:538*091
    1:130*006
    6,712:901 i333
    S. E. ^ 0.
    0 guarda livrosl
    Frncisco Joaquim Pereira Pinto.
    PAHTE POLITICA"*
    Balanco do IVovo Banco de Per*
    namiiiieo. eau liqvidaetto, aos
    31 de outubro de 1893.
    ACTIVO.
    Letras protesladas..... 121:189*380
    Despezas geraes...... 17:048*866
    Caixa ... 13:375*330
    153:813*396
    PASSIVO.
    Capital......... 44:078*000
    Fundo de reserva 101:444*490
    Massas fallidas a cargo do Banco. 638*787
    Dividendos. ....... 310*600
    Lucres e perdas...... 7:341*719
    S. E. e 0.
    133:813*506
    droll; .varjylas.
    Balanco do Bauco Commercial
    de Pernambuco, em 31 de ihi-
    tubrodelS93.
    ACTIVO.
    Accionistas ... ^............ 4,200:000*000
    Letras deseontadls............ 1,712:846*781
    Letras eaueionadas........... 46:300S,;00
    kValores depositados......,..... 93:348*2ia>
    Despezas geraes............. 8406*937
    Oeepeeas do instaJlacJo........ 6:117*373
    Moveis...........;.......... 6:612*3W
    Diversas contas..,.,........... 323:687*495
    PAflTIBO COISERV1DOR
    RECIFE,5 DE NOVEMBRO DE 1873.
    < So uai ijoveruo francamente liberal salvara o
    Brasil.
    E-te mole tem sido glosado e recitado pelos pro-
    vincianos. em todos os tons ; nos ouros, poiera,
    cada vez, coraprehendemos meuos esses trovadores
    da Provincia em soas deseneontradas trovas.
    Se Ihes perguntarem qual e em ipie cons'ule
    essC'governo francamente liberal, ei-los logo aior-
    doados, mettidos em talas e so depois de rauito
    atormentado*, respondem :
    0 governo franenmznte liberal, que nos que-
    rem-s para silvar o Brasil, 6 o governo do slatu
    quo .!
    AinJa assim ningncm podo atinar com a signi-
    licagao genuina d3sso mesmo statu quo de rclacoes
    entre a igreja e o estado, eonforme querera c do-
    scjam esses senhores provinr.ianos. E' am statu
    quo 1.4 a moda delles o do couselheiro Nabuco o d >
    grande Cas'.ellar, que e e nao & ; am mixto, um i
    pausa refte-'tidi entre a these a a hypothese, u na
    consa que j povo nao comprehende, nas quo sites
    apostolos la liberdade, foram charaados c escolhi
    dos para por era pralica.
    Bater o uliraraontauismo, o jesuitismo, o syl-
    labo, a inveslida raivosa contra tolas as bberdades
    individuaes e politicas, este o nosso empenho, o
    nosso p mto de mira.
    Mas qual o meio do extirparessa chaga qte, em
    vossa opiniao corroe as entranhasda sociedade?
    Eis alii o cachopo do vosso iuovitavel naufra-
    gio.
    Com effeito, so quereis uma volta do relaeoes
    entre o e=lado e a igreja, nous ida e reflectidamen-
    te, dando u:n passo hoje, dous amanha, uma e.-la-
    Qan a tempo, esperando bom venlo e boa mare, quo
    vem a ser o patriot too, o dijficil, o mi do do tosso
    conselheiro Nabuc) e do vosso D. E nilio, oino
    lancaes ma) da elava de Hercules para esmagar
    de uma vez a hydra de Lerna do ultramoniauis-
    mo ?
    Onde lie:, eatao a serie de meli las preliminares
    reclamadas pelo nos> osiado rebgioso, q*uo vds t-
    nheis como preliminar indispensavel para dar o
    golpe decisive a da igreja livre no estado li-
    vre ?
    Sempre dissemos que isto era historia da caro-
    ch^ para eng 'dar aos tolos dos liberaes, i|u ain-
    da (se bem quo poncos), acredita.'am nos chefes
    da Provincc.i.
    Bem dissemos qae i'.ivia hypocrisia em vosso
    pfocedimen'.tr, piani) d.'st'arte vos prononcias-
    tes :
    Sem repellir a loose do progresso, da igreja
    livre no estado livre, e preciso, por entre o tumul-
    to, j^suitico, recobrar cspaco e folego para ijae to
    do so faca com a calma, quo reclama a nossa di-
    gnidade, com a pausa quo impoe o zelo pelo futu-
    re da patria.
    Com effeito, quo calma e quo pausa sao nstas,
    que vos armam agora da terrivel elavi para cor-
    tar desde lego o mal pela raiz ?
    Pois j.i nao quereis mais por entre o tumulto
    jesuitico, com pausa refleeti la, jogar o pugillato
    com o jesuitismo ?
    Estacs enlao resolvilos, Sim, ou nao, a dc;fral
    dar a bandeira de vos3a grando theseda igreja
    livre no estado livre, ou preferis restanrar o domi
    nio das ant1 gas leis, o regimen da igreja no esta-
    do, sogundo a intelligervia qae daes a maxima de
    S. Optato ?
    Nos temos dito o a experiencia vai rohustecendo
    a nossa crenca de quo os liberaes da Prvincia sao
    mais conservadores do que o* proprios conserva-
    (lores, pois quo 63(63 :i"n querem o quo ousam
    propor aquelles, a saber a igreja no esiado -,
    porquv os couservadores sempre eon^deraram a
    igreja com todos os eleraentos le vida e de poler
    rteeessarios a reaiisacio de sua augusta o iivina
    missao, cujo governo mdepeade Jo poder temporal
    c vice-versa, o quo pore.n nao exclue o regimen
    coramum da mais imi.ua relacao e reciproca ga-
    rantia que so devem pVestar mntuaraente.
    A igreja dentro do estado, como querein os libe-
    raes da Provincia, seria o predominio do poder
    civil sobrc n poder eeelesiaslico, falca doutrinaque
    temos repel lido e condemnado.
    A uo.^sa eonstitQieao nao escravisa a igreja de
    Jesus Christo, ante* a consiJera como a igreja ou
    religiao doniidante.
    N6s nao queremns e nem devemos querer so-
    nio a alliaira dos.dous poderes, que o mesmo Je-
    -us distinguio, allianra que pode continuar a oxis-
    tir no pleno dominio da constituirao.
    Na igreja, reino do Deus sobre a terra, ve-se
    claramenle como a uaiao dos dous poderes se ope-
    ra na dnalidado mystica de Jesus Christo. Tal 6
    o typo figurative da uniao que deve exisitr cntro
    os dous poderes civil ecclesiastico.
    A nossa situacao esta pois o sempre estiva dofi-
    nida; nao temos que irtaaumbar, Como fazem os
    provincianot, que ora querem, ora nao querem
    qae se mnnienha o regimen da nova constituirao
    e leis; que ora entendem que forara, ora que nao
    foram violadas as nossas leis pelo governo espiri-
    tual.
    Se as leis nao foram violadas, escusam os re-
    dactors da Provincia do andarem levantando es-
    carceos, e edilicando eatleUns ao ar; so pelo con-
    trario foram as nossas leis menoscabadas e viola
    das, curapre aguardar quo sejam ellas rcspeitadas,
    restabelecidis e vingada3 pelos meios competentes
    e legitimos.
    0 mais e patacoada para illudir os parvos e
    entreter a publica curiosidade.
    Bealmente o papel do3 opposi:ionistas da Provin-
    cia so se tem limitado a dizer vagamente ao go-
    verno : aides mal, com esla ou aquella medida
    nada alcai^areisio a isto se reduz toda a sua
    sabia politica ; avisam o governo de que vai ca-
    minho errado; se o governo nao acertar por si
    mesmo e quanta3 vozes erre, elles o adnioestarao
    do erro : ate ahi chega a sua gencrosidade o pa-
    triotismo. 0 governo quo aceite o caminho, quo
    elles nao Ih'o ensinarao jamais, e nem o afastarao
    do piano inclinado que pode conduzir a um abys-
    mo ; prcvincm o mal para nao serem tambem vic-
    timas delle, mas nao que lhes commova a carida-
    de de salvar o governo do fosso em que tem de
    cahir, e que so ellas enchergam, porquo os seus
    adversarios sao cegos, a quem poderiara, entretan-
    to, conceder a luz dos olhos, mas nao querem su-
    jeitar-se a trabalho tao penoso e ingralo.
    Dai-nos o poder, e eniao tudo salvaremos pela
    liberdade.
    Eis ahi o escdpo final do todas as suas aspira-
    cOss, e por isso engendram terrores e annunciam
    Srandes cataclismas prestos a devorarem a soeie
    ade, cujos ialvadores se inculcam.
    Adversarios rancorosos, implacavcis nao tiveram
    ainda uma si} palavra de animacao o louvor por
    um s6 aeto do governo.
    0 decrelo- de 2 da outubro proximo passadn,
    S[ue involve em si mesmo uma medida generosa e
    eeunda em beneflcio da instruccSo publica do
    paiz nao lhes. mereceu sequer uma palavra.
    Esses provincianos sao odientos adversarios ;
    nao admiiteni tregoas; 6 preeiso queimar o ulti-
    mo cartuxq, exhaurir a ultima golta de suor /
    Os proprios eseriptores da Reforma leceram
    merecido encumio ao decreto que, eslabelecendo a
    ignaldade, fez desapparecer o odioso moriopolio de
    certas provincias, no iniuito muito manifesto de
    animar o ennino secandario tao desprestigiado em
    quasi todas as provincias.
    t 0 decreto do Sr. conselheiro Joao Alfredo
    trouxe inquestionavelmeBte vantagens a instruc-
    cjlo, refluida loda para os grande3 centros, onde
    existem aeadjmias.-
    E' que entre os redaclores da Reforma encon-
    tram-se corajdes generosos pela causa de verda-
    deiro progreo.
    Em nenhnma epoea recebeu e>se ramo, o mais
    importaute da vida dos poros, man assignalado
    irapulso tlo qae na adnwnistracao do honrado per-
    nambuoano qua diiige apaafado imperio.
    Se outros ;itulos nao Hie heuvessem ja conquis-
    tado
    / t i *
    oducac;ao popular, quo tem sido obje:fo consian*
    de sn Htdarecil i ?eli, seria mais quo I astante
    para iei:ommeila-lo aos sem cnnoidadaos; mas c> .
    Sr. eonselh >, tanto ba?la pa-
    ra excitar contra elle a inveja e o odio de iugrak-n-
    adversarios.
    Para deputados pruvineiaei*
    pelo I." dislricio, os Srs. i
    1 Dr.
    Nasoimento Macliado
    llego Barros Si.uza
    3
    4
    5
    6
    7
    8
    9
    Manopl do
    Portclla.
    Manoiel do
    Leao.
    Gervasio Rodrigncs Campello.
    Jose .Mariano Carneiru da Cunba.
    Dario Cavalcauto do Rego Albu-
    querque, i ...j
    l'elippo ile PigueirOa Faria.
    Jose Tiburcio P. de Mngalhiies.
    Nabor Bezerra Cavalcauto. ^
    Joaquim Francisco de Arru-fa
    Falrao.
    . 0 eleitor do 1." district.
    Na Provincia do 1. do eorrente chamia s?r
    coronista a atten;i) do Sr. Dr. rbofe de policia so-
    bre um individuo do jwrlid> c-m er.ador J^sta lo-
    calidade, qae liio conskHH nao irwlo rtpwjnaii-
    cia de craitlir n.i cireulacao a-na seduladi valor
    de 3-ii fatei, pt mais da uma ws the fora res-
    titulda por miuifeitaiuenH falsa e por mm de
    uma vez passada, noliudo am la que o promotor
    interino requerera qae sepmcedesw a in/itento so-
    bre isto, tendo as autoridados piheu.es se negado
    a d iferi-lo.
    AcredHo quo o Sr. chroni>ta da Provincia nao-
    illudira a minlia pessoa ; mas nom por isso devo
    deixar do pntestar contra suas asscrsoes, expon-
    lo os factos c.nn < cll3-> s>- passaram c on relacao a
    essa sedula, que se suppoe falsa, para qna-o pu-
    blieo tipie eerto de qae no huvo desejos dw
    oimttir na circula.ai u-m sedula falsa como legal.
    K o principles do mez passado live de dar ao gr.
    taneuto Leonardo Bezerra Pessoa Civalcaaia. a
    quantia de 334, em consequencia de uma traasa-:-
    cao havida ealre nos, e o ilz co u uma sedula de
    30s para que me raslituisse ore-to, mid nffecti-
    vamenle elle o fez monentos depois; passaloi:
    P tncoa dias reoybi no sitio dft minh i moradia uma
    carta do Sr. Antonio Cesar do Weorn'ollis Cam-
    p is, pedinlo-me qu i a iparecesse na villa para-sol-
    ver uma duvi la quo appareeia sobre uma sedula
    de 30J, quo o tenente Leonardo liavia troeado em
    sua loja, e diz a tor resenido-a de mini; duvida
    quo c.rasislia e.n pireeer faUa a sedula ; e-enliio
    pr-veiiia-mo na meson carta da quo so fallava,
    qae em Bom 'lonsellit estiva u aooir-oon 1 \ aMas
    falsas para quo e i, q to estiva receh-ado dinlieir
    do imposto su'i^tituii.-o do d;zoiio. la| setlacomar-
    ca e de oulras, ni i viesse a sotTr v piejuizi, rece-
    por rtoscui lo algum dinheiro i.ilso.
    S irprendid < com a recep;ao dacitada carta, pois
    jue nai tinh-i ate eniao ouvido falla; que appare-
    i sedulas falsas elos lugares, onde tinlia
    procura lores dizimando, e .Cun tanta mais razao
    quanta jatm n re.'eb.di al/nn dinheiro de Bo:n
    Conselho, nao meuos de 3U3, aleoi do mais de
    10 i de Garanh. ins, quo liea aoaexo, fui no dia
    segnrnte on n i oo*o a villa, onde soube que o
    promotor interino tinlia foito alardo de que hav: i
    do facer ic inteeer, et:., contra o Sr. baser; de
    quem e inimigo.
    Nessa oeeasiao tratei do saber sa seria a sedula
    em piestao a mesma qua on liavia dado ao tenen-
    te Le mardo, pois quo eu nao tinlia feiio reparo,
    nen i-1.iri .1 j a -1-i, qua fii em easa do collector
    geral, em oscasiao ipie conversava com o major
    Vaz e oulro, nem quando a ptiz na algibeira para
    seguir para a villa, e entio me disse o Sr. Cesar
    que o Sr. tenente Leonard > tinlia ido a sua loja
    pxgar-lhe li; quo lhe liuha tornado empresudo.
    com uma soJula de 30i, dizendo que queria olro-
    co ?ti dinheiro miud-o, purque tinlia demeuar uiu
    ', que t-ndo, em transaccdes dado anota
    quo tinlia receb:'lo do tenente Leonardo, lhe fora
    levd'ida uma sedula, que Hie pareeia ter sido a
    mesma, diz n lo-se lhe quo tendo ella ido as maos-
    do Sr Badega, negociante da -/ilia) este roconhe-
    cera ou desconfiara ser ejla falsa, occurrencia quo
    oxpondo ao Sr. Leonardo, esto lhe dissora essa
    nota me foi dada pelo major MaAnies, e pois, creio
    que nao podo ter duviJa, mas se tiver, porqueelle
    esta rccebando imposto do BuinvConseliio, .onde se
    diz qae apparecem notas falsas, ePe nao 6 de du-
    vidas, t assergio esta que me foi conGrmada pelo
    11 tenente, quo appareceu nessa oeeasiao.
    Disw-:ne mais o Sr Cesar que a vista da desoon-
    qne appareeia examl-iou por si e suhmet-
    tcu a 'aprcciacao de outros a sedula e como todos
    fossom de osiniao que podia ser falsa, resolveu en-
    trega-la ao Sr. delegado para quo so nao enteudes-
    se quo havia ma !' no negocio, o que mo pareceu
    de bom aviso.
    Em face pois, do quo me disseaam os Srs. Cesar
    e Leonardo, que, estou certo, nao mo quereriam
    dar um pequeno prejui o por nio perdeiem .'WJ,
    nan puz duvida e nem ponho que a sedula, que
    se suppoe falsa, tivesso sido a quo foi de fninha
    mao para a do lenente Leonardo; sendo certo que
    a dei tao na boa fo quanto nao me passava pela
    mente que mo viesse as maos uma sedula falsa ;
    o que so poderia aconteeer por ignorancia oudes-
    cuido do metis pr-icuradores. Pouco habituado
    a contar dinheiro, nao dislingo nolas falsas das
    verdadeiras, salvo se aquellas forem de materias
    e caractensticos evidentemente differentes; raas
    ainda assim nao podia ter evitado a recepcao da
    fallada sedula, se e a mesma, porque se a recebi
    foi entre outras, tendo-me limitado a contar apres-
    sadameute as quanlias, tomar nolas das pessoas e
    das sommas c nada mais.
    E quem esiara isento de receber qualquer di-
    uheiro falso como verdadeiro r
    E' muito mais provavel quo o homem da ma
    fe, o que se tem iniciado em artificios, fraudes e
    falsi lades, csteja sempre da sobrc-aviso, do. que o
    quo nunca pensou em taes cousas.
    I'elo exposlo, que e uma verdade, quo nao pode
    ser contestada, so convencera o Sr. cbronista de
    quo obrou coin precipitacao, fazendo umcommen-
    to desi'avoravel a um membra do partido conser-
    vador, levado talvez por informacao do pessoa in-
    teressada e"m adultcrar os factos, o que no lu^ar
    onde reside, 6 tida como falta de criterio e bom
    senso.
    Nao sci que o promolor inleriuo tivesso reque-
    rido inquerito, como diz o Sr. chron'sla da Provin-
    cia a rcspeito da tal seduia; o que sei e que o in-
    querito se fez, logo que se conheceu que a sedula
    mostrava ser falsa.
    Tambem nao estou bem ao alcancc do que hou-
    vera relativamente ao escravo sobre o qual cha-
    mou o cbronista a attencao do Sr. Dr. chefe da po-
    licia ; mas por occaiao deler a publicajao de quo
    mo occupo, disseram-me algumas pessoas, inclu-
    sive o Sr. delegado, que presente estava, que tinlia
    feito inquerito a respeito, e rcmettido aojuizo mu-
    nicipal.
    Por lim cabe-mo expor, para sciencia do Sr.
    chronista da Provincia, que o Sr. tenente Leonar-
    do e um dos liberaes desta localidade, irmao do
    Sr. tenente coronel Aqu no, chefe da parcialidade
    liberal : d'elle se informe o Sr. .chronista se e ou
    nao exacto tudo quanto tenho dito com relacao a
    sedula de que so occupou 6-6r. chronista.
    Muado-novo. Buique, 11 de outubro de 1873.
    Antonio Marques d'Albuquerque Cavaleante.
    Pergunta-se aos Srs. fiscaes on capataz, se es-
    tao ou nao em vigor as posturas da lei n. 1,1**
    de 26 dc junho ; se estao porquo nao cumprera o
    que raandam os arts. 229 c 230... isto e favor qae
    se esta fazendo a alguem, com prejuizo de quem
    gastou o seu dinheiro com as mairiculas e por fim
    nio pode trabalhar por haver abuso.
    Vollarei, se for preciso.
    Os tathadores parados.
    03 abaixo assignados, membros do tribunal do
    jury desta eidade do Recife, sobremodo penhpra-
    dos pelas maneiras urbanas e delicadas porqne.
    foram tralados durante a presente sessao que
    hoje findou, pelo seu presidente o Exm. Sr. des-
    embargador Silveno Fernandes de Araojo Jorge,
    veem pelo presente testemunhar a S. Exc, sna
    graiidao o eterno agradecimento.
    Sallas das sessdes do tribunal do jury da eidade
    do Recife, 4 de novembro de 1873.
    Bacnarel Francisco Jose Rabello.
    Jose Francisco de Paula Ramos.
    Emiliano Ernesto de Hello Tainnorim.
    Luiz Lopes Caslello Branco.
    F. B. do Espirito Santo.
    Alfonso ne Albuquerque Melln.
    Jose Domingues Codecc: a
    Jose Ernesto Alves da Silva.
    Antonio Cardoso ,de Queiroz Fonceca.
    Demetrio.de G. Coelho.
    a estima publica, essa obra patriotica da I Thsme Joarjuim do Rogo Barros
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    Ittfio ci? Pomamoiico Quarta feira _d? Noyculoto do I8>*,;>
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    Antoaio Carlos de Piriho 3 .rjes
    BvaarJ- : i I -' U s.!.-.i 'iapfctr
    Francisco Aatuur.i da SdvaElal
    Manoel do Amparo Caju.
    AnUmo RjTm.de Anlrade [Sfia.
    Laiz Bmif;dio Rodrigues Viaaoa.
    Lair. V,; raifc Parias.
    Pedro Pat.ligil|&iiuo*.
    Francisco deugdke de Anlrade Luua
    Sebastian Jose GTmes Penan.
    Francisco Marcelino dp Aii|aral.
    Bfm'iDiS'iM Joaquiin de Miranda.
    Thorn az Girrett.
    Ignacw A. vim da Silva.
    Joaquim Pjdro dos Santos Bezerra.
    Gandido Thoniaz Pereira Dutra.
    Jose Pac ceo de Medeiros.
    Olympio Marques da Silva.
    Jose Joaquim de Andrr.de .Vhro.
    Francisco de Oliveira Menaces.
    Mamx-I Martins Fiuza.
    Dacbarel .Miguel de Figoeirun Faria.
    Pura (iunuladow ni'ovlnalacu.
    Os Sis.:
    I.- Dr. Manoel do Nasc'inaito Maehad* Porlelia.
    S." Or. Jja> Barbslho Oehoa Ctv.ilcantc.
    y.*l)r. Manuel do Rego Harros de Sauza Leao.
    i." Dr. Manoel Caidas Barreto.
    5. Dr. Felippe de 1'iguuiro.i Kara.
    -Of, Darij Cavabaul,. d Reg* Albuq lerque.
    7.*> Dr. Carlos Augusto Vaz da Oliveira.
    8 Dr. Ai.tonio RoJrigoea Piato Junior,
    *. Dr. Miguel Jose de Almeida Pernambueo.
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    m O'liRcii s, mefOtdorias e mobilias: na
    na do Vigario n. 4, ptvimento terreo.
    PHACA DO RICfFE 4 DB HOVEMiJllO
    A S.i DE 187;?.
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    Cota^Ses Eflcia.
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    \\\ d., e do banco it 1(6 d. por if000.
    Courossalgados secros 577 re. o kilo.
    Oaoourcq
    Presidenie.
    Leal Seve
    Secretario.
    Liverpool --PaudwW*0* *** *
    quet, carga algoditc).
    ObseriSOpflo,
    [reneros._
    >K*vHoW-
    cad.v.vn- |n? f
    eorridas outlay pela Santa IJuti, dentriHl-is ac
    tnaw limttes das nvgnezias do H-cif-, S mlb An-
    Boa \ inn, S. Jose, Gray c tambem dos que
    T
    tonio.
    jrw.,Bdi^^a1' SSoir.1 no l,u5pici" d" a'i9na,,oc' 1" se Vii
    com o
    Ponte da Escada,
    So o Jispeito molivado pel desospcro le\;do
    a sea mais alto grai, dara luga<- voiur-se aos .e-
    jparo- da ponte aeimi, de i- da iaformacao que,
    * respeiio da mesma, doi a direetoria das obras pu-.
    Mi,.-.!> cm data de 2> d i mez proximo Undo, a
    <|ual pidera ser lida psl'j intflre>sados a'ant
    aaeatao.
    Nio prucirarei, p uj ora, c\plteai a causa de-:c
    deapeitj; mas o pu!>li.-o o ir.i dosbbriado desl
    <}ue souuer que e;n um disiricio oada existo ai-
    guus Jane .s de estradi em exejuc/n, estes passam
    d*apereoi*idos para so se (altar em remros !e
    pooled.
    uaito-ma agora em dizer quo. leodo sidoaai
    lorisad) a fazar us reparos da pj.ite aciraa, cpjo
    )rcim,mt)t. de 3:'nOjO:vj, estava em miubas at-
    triou*;uis enpreita-los cm quern me cjnviess". e
    ate pela ipiportancia total do orcamento; mas
    aste aao foi a men proiidiinento, porque de cinco
    graaddj ver'aa da mesmo orcamento que perfazem
    aaomnwdj 1:139X300, s6 desnendi a quantia do
    liiii'.'O'J de mao d'obra de pas a i empreiteiro, poi sua a .imiuistracao, a madeira
    velWa nue n't) poude .-or aproreltada para a mes-
    ma passadifo, pilastrai e eafoataa das varandis
    t''., bsta 6, ; qoe so para ojogo pudesse sar apro-
    veiiada, (lorque se assiin nio proceJesse tambem
    nij teria aproveitado am s:j pao, pormie lod.i a
    madeii'.t desapparece de biuia da pjnle duraote as
    aoites.
    Uel sra tambem declarar qae o regulamento da^
    publicas maqda soucitat autorijacao para a'
    H< st i publiea dessaa madeiras quando o
    sau ralor pDvav.l "exec.d.r a 10'iOOO, valor este
    qae uittgaein dacia as madeiras inserviVeis da
    .i ::u"i i. segttiJo o orca nenlit.
    a .; .: de algum arromatante oa emprei-
    teiru ; iufluir no cum irime ito I is meus d-;
    veres respmda o arrematante il> $ !aa.-i da es-
    Ira la de Hurili ci e i da de Canoeiras, o Sr. An-
    toaio Victor de Sa Barroto, que inuitas vexes uti-
    Itseime do sen cavallo t de sua meza quando ia
    "isil ot ;;- trabalbos, sendu sempre U'atado
    w senlior c>-n amig \ de rem 11 cmca
    Jouquim GoHQalvei CoS&o.

    'ft
    tLPANtWf}*
    teadiroflntt dn d'i I s S .
    Idem do 487744262
    78:165i686
    126:939*948
    ca ingleza Robert Jones, capHHa E.-OwV.I.
    mesmo lastro que trouxe de Samos.
    Idem idem barca ingleza Star Que'en, capilad T.
    Grerap, com o mesmo lastro que troirse de Santos.
    Idem para Parabyba, brigue inglez Statfshaw,
    capitao Gray, com o mesmo lastro que frouxe do
    Rio dc Janeiro.
    ..JU-.--3JWJI
    EDiTAES.
    Descarregam hoje S de novembro-
    Patacbo inglezMary Millermercadorias para
    alfandsga.
    Patacho nacionai Onn^ztnda -mercadorias para
    alfandega.
    Patacho inglez Impulse varies generas para o
    trapicbe Conceicao, para despachar.
    Brigue ponuguez Ugeiro III varies generos
    para o trapiche Concei^io, para despa-
    char,
    Brigue hollaodez Goorec'nt & Oldambt farinha
    de trigo ji despachvla para o caes do
    . Apollo.
    Barea ingleza Talisman farinha de trigo ja
    despaehada para o caes do Apollo.
    Escuna inglezaEduard Vtttery -bacalhaoja des-
    pacbado para o trapiche Conceicjio
    Patacno inglez ,17n;/ biaUijo ja ja despa-
    chado para o trapicfie Omceicao.
    Barca franceza .Inn*? Marie ferragensja des-
    aciiadas para o irariica ConceiC;,io, para
    ponferir.
    Lugar fiaucez Rio 'hands ferros para o tra-
    piche Conceii;io, paia despachar.
    B.-ijue
    1 |rja,^a 3iiiiv.ivai.
    i;;-i t'i'; as regtOes i i ntre aa pess las de todas
    rjecajac'"1 e piMlisM'n'.-, pr-vahuvm as euferujida-
    4ss ("ui'il ii ires.
    !* l' iut<>, o grande e a I itiravel reineliq emira
    <-!las <'(jiu: induz a a nil 'j Anacahuita, o ydal as dave porse-
    _'air, em -eu levi l, ;..;,;,, as persegpira inde-
    J'dCtiv i:iieiit9 at* aos mais remotos coulins Jo
    munde.
    0 EOldad'j nos acampamentos, o tumeiro nas
    liiina: d'ouro, o colono nas t'ronteira^ o .aw I
    o viajantc por mar e par terra, e especiaJmentB
    loaas as pessoas sujeitas a padeoerem de tosse,
    .ocs'jpaiu'is. resfriaoieni catarrlus, broueliittis,
    is e oulras affeeco s nio m'enos aftlieti.vas daJ.J
    ta e dos orgaos da respiragao, e jue tap fi-
    tite se leseiivulveiii t pcopagam nos lugaras
    (aamidos, a incle.mencia da atmispliera ; achario
    'Oia a mais grata satisfacao, uo Peiloral d: .iv. i-
    cakuili, urn remedio irresislivel eabsolat), para o
    ileto subjugameut) de tao'perigosas enforrci
    P. Coaipre-se em l up i, : ;- 6 bom e-'.ar-so
    .rev,;aido.
    tat:t a CiiiHuia.
    s preparaodes ordinarias
    me 6 que todas a
    daj resullaJjs tao de.-aiiiiuadore: ?
    K' sinpfeim^nto porqua j sou efljiilJ'O pufameute
    soperliefal. Ella* Ituna-leeum as fiOras por urn
    ''vapii-aiil )'.. Ijuiiih. mais seecas
    aii'.':;, a suacompjsicio nao temconsisten-
    Igoma, a snji virtadae n nluina. Mui diffe-
    c i opsra^ao deste rice e rarj afonao-eridar
    i ir vegetal, h -j! i5j conhecido debaizo do
    i o T;>i,co Orient / / Eile eitimu'a us vasos
    -.i:i33, e a cuticala i abs irro ; c entao recebi-
    lelas raizes, e passi cm segaida as libras ca-
    is, labrieao I .-as e nutria lo-as. Os mesmos
    |ue eompoem as Obras, fjrmam uma
    parte dos Ingradfentes di Tonico,para reuovar,
    mservaj o cabcllo, edar-llie vigor, brilho e es-
    ;raptr eerto que uao tern igoai n> muado.

    'IB
    Sepro
    Eiii: UVKRPOO
    coDlra-fogo
    & LONDON & GLOF
    GE COMPANY
    Ageuies
    SAUNDEltS BUOTllEUSd C.
    11Corpo Santo11
    t.ij.iial.
    THERN.
    rva
    rua/da
    . 20,000:0005000
    "8,000:000^000
    Ag'.ntes,
    Mills Latham & C.
    CRUZ y. 38.
    G0MPANHIA
    Phe'Qix Pernambucaua.
    Voma riscos mariti;nos cm incrcadori-.s,
    s, diuaeiro a risco cfinalnnnte de qual-
    tnier natureza, em vapores, navios a vela oo
    fiwitavas. a prefflios muito modicos.
    Rl'A DO CO.MMKRCIO X. Ji.
    portugue: TJgeiro III, eatralo cm
    :1 do vige'nte, c consignado a Joaquim Jose Gon-
    jalves Beltrio & Filho, manifestea :
    Azulejos 38 caixas a Joaquim Aulonio Pereira
    4 C. Azeile de Oliveira 70 barris a Costa Am >
    rim (& C., 50 a Mesquita Gardozo & C. Alpistc
    19 barricas a Costa Amorim & C. Alecrim 1 fardo
    a Pedro Maurer & C Alfazema 1 dilo aos mes-
    mos. Agua ingleza 2 caixas aos mesmos.
    Cebolas 110 caixas a Antonio Francisco Gorga,
    50 a Joajuim Jos6 de AzevcJo. Cantana 60 vo-
    lumes a T. de Aquino Fonceca & C. suTessores.
    Chourigas 50 uarris a Laiz Jose da Costa Amo
    rim & C. Gal 1 '0 barricas a Pereira Vianna &
    C, 103 a E. R Rabelh & C., 25 a Jase Maria
    Paimoira, 40 a Soates do Amaral & C.
    Fios 1 caixa a Ferreira Maia & C; Fogdes 4
    a Henry Forster"^ C. Farello 10 (5 saccas aos
    onsignatarius, 250 a Sa Leitao Irmios. Fijf do
    sabngo 2 barricas a Manccl Alvcs Rarboza.
    Gesso 1 barrica a Pedro Haafer & C. Galhas
    1 caixa aos mesmos.
    Mana 2 caixas a, Manocl Alves Barboza. Mos-
    tarda 2 barricas a Ferreira Maia & G. Medica-
    raentos 4 ditasaos mesmos, 2 ditas e I caixa a
    Man >el da Silva Faria & C Moveis 9 volumes a
    Antonio Duarte Carneiro Vianna.
    PresnatOj 25 barricas a Jorge Jacome Tasso.
    Pedras de cant aria 59 i a Josd Augusta d'Araujo.
    Vinagre 3 pipas e 25 barris a J.' Jose dc Aze-
    vedo, 10 pipas e iO barris a Costa Amorim & C
    7 ditas e 15 barris a E P.. Rabello & C, e 5
    pipas e 25 barris ao- /Jiuiiiaatarios. Vinin G5
    pipas e 25 barris a Sauza Bastes & C., 18 caixas
    a ordem, 10 herds a Dcir.ingos Teixeira Ba los,
    1_ ancoreta a Manoel da Silva Faria <& C., 12
    pipas e 15 barris aos consignalarios, 13 'dilps e
    10 barris a Amorim Irma s ic C 2 barrta i C,
    G. Breckcnfeld, 1 a A. Almeida J-.irdiio, 2z>Wris
    e 1 aneoreta a Mauod Jose .da Silva Ramos.
    \ ;.por brasileiro Pirapama, entrado dos portos
    do nitric, hoje 4 do eorrentq, coiisignado aeampa-
    nhia pernambu^ana de iiavi-gaja- a vapor, mani-
    fostou :
    Algqd&o, 36 saccas a Jose Lourenjo Goacalve-
    & C, 122 a Sa Leitao. Irmaos, 133 a Jul>o Cesar
    do Paes Barreto, 25 a Kclk-r A (',, 55 a Andrade
    de Mello, 57 a flennque, Saraiva de Mello, 21 a
    Monieiro G. & C.
    Couros seccos salgados, 2'ti a Oliveira Filhos &
    C, 32 a Monteiro G. S C. Carne secca. 4 garajaas
    a Alhciro Oliveira A C. Cafe, 100 saccas a Amo-
    rim, Irmaos & C, 50 a Joao Josti Rodrigues Men-
    de3, 150 a Joaquiui .; .Ives Beltrao & Fi-
    lho, 50 a Antonio Moura P. ilim & C.
    Solla, 210 meios a Joao Ramos Mar-hado, 001 a
    J. J. de Carvallio Moraes, 15j" a Moracs Irmaos,
    80 a Gomes de Mattes & Irrrilos, 20'J a Fernandes
    i Irmaos.
    4" secca n Palacio da presidencia de Per-
    nambuco, 16 do ouiubro de 1873. 0 presidenie
    da proviucia tendo em vista a proposta da Illma.
    camara municipal desla cidade, fcita em otHcio de
    8 do corrente, e na conformidade do art. 3' da
    lei de 25 de cutubro de 1831, resolve approvar
    provisoriamente e mandar que se executem o< ai-
    tigos &* postura additional abaixo transeripto
    Art 1 Neohum carro, cirroca ou qoalquer ve-
    hiculo da coodacs.aodegeaeros, pod;ralevar mais
    de 80 arrobas oa 16 saccos" de assucar, pnxado
    por um bo1, e 35 arrobas ou 7, saccoe puxados
    por um cavallo.
    Art. 2'. Fi:am em vigor as multas^ probjbicoes
    impostas no art. 175 das posluras desta ramara,
    approvadas pela lei provincial n. 1129 de 26 de
    junho do corrente anno, o revogada* as demais
    di?posicees.-Henrique Pereira de Lucena.
    Conforme. Luiz Salasar Moscoso da Veiga
    Pessoa.
    De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
    raria de fazenda fa-o publico, qua nao podendo
    ter lugar no dia 28 do corrente a arrematacao em
    hasla publiea do barracan, sito em Santo Ama-o
    das Salinas, Pica ella transfcrida para o dia 5 de
    novembro vindouro.
    Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
    uambuco 27 de outubro de 1873.
    0 secretario da junta
    Jezuino Rodrigues Cardoso.
    A camara municipal dosta cidade iaz publi-
    co, para conheciineulo de quem inleressar possa,
    a postura addicional abaixo transcripla, approva-
    da provisoriamente pelo Exm. presidetite da pro-
    vinria, em 16 de uutubru de 1873 -Manuel Joa-
    quim do Rego Albuquerque, presidenie. Pedro de
    Aibuquerque .lu/ram,secretario.
    4.* seccao. -Palacio da presidencia de Pernam-
    buco, 16 de outubre de 48?*-
    0 presidenie da provincia, tendo em vista a pro-
    posta da llljia.. camara municipal desta ridade,
    feita em oflicio de 8 d corrento, e na eonformida-
    lo art. 2." da lei de 25 de ouiubro de 1831, rc-
    S'dvoapprovar provisoriamente c mandar que se
    expcufo os artigos de postura addicional abaixc
    transcriptus.
    Art. !. Nmhum carro, cawoca ou.qualqi^r
    veliif ulo de condu'ejao dc generos podera leifar
    mais de 7.i arrobas ou 1G saccos de assucar p'u-
    xado por um bui. 0 5 arrobas on 7 saccos pu\a-
    do por uni cavallo.
    Art. 2." Ficam em vigor as multa.s e probibi-
    i.oevimpostas no art. 173 das, pqs.turas desta ca-
    inara approvadas peia lei provincial' n. 1,129 de
    zG de j uni io do eori'Riite anno, o rovogadaA as de-
    mais ilisnasijijes. Henrique Ptrcira de Lucena. -
    Cunlorine, Luiz SaLzar Miseoso d'i Veina Pessoa.
    Ci ni'onne, Pedro de Albuqner/jUA., Autrun, se
    rcofe.-ios
    iK-PA !IOS DE EXPORTAC\0 NO DIA 3 DE
    NOVEMBRO DE' 187 J.
    Para os portos do exterior.
    Na barca frinceza fiUrepida, para Liverpool,
    carregaram : R. Schmmeltaii A. C. 1,35.0 saccos
    com 101,250 kilos de assucar mascavado.
    No vapor francez Ville de Rio dj Janeiro,
    para o Havre, carregaram : llarismendy & La-
    bille 3,0JO couros salgados com 3,600 kilos.
    Na barca ingtezaJ^Mai/jfc*, para o Canal,
    carregaram : J. Pater & C. 1,300 saccos com
    97,800 kilos de assucar mascavado.
    No navio it-.liano Porto Ri'co, para o Canal,
    carregaram : S. Brothers & C. 1,600 saccos coin
    120.000 kilos de assucar mascavado.
    Para os pnrtoi do interior.^
    Para o Para, na patacho allemao Maria,
    carregaram : N. C. Moreira 725 barricas com
    53:544 kilas de assucar bnaro ; J. A. S. Araujo
    250 ditas com 20,178 D: ditos de dito.
    Para Tabatinga, ria barca ca Gratidao, carre-
    gou : II. F. Guimarars I barrica com 65 kilos de
    assucar bianco.
    Para Mamangu.ipe, na barcaca Flor do Nor-
    te, carregaram : It. Gome? & G. 1 barrica com
    65 kilos de assucar branco,
    Para Porto Calvo, in barcaca D. da Apre-
    scntanio. carregaram : B. Gomes & C. 2 ca:cos
    com 56 titros de aguard.nt'-.
    uAPATAZIA DA ALFANDB6A
    tteadimento do dia 1 a 3 528*030
    ideal do dia 4- 1:463*733
    A camara municiap.il deita cidade. tendo d
    maadai fazor na sna casa sit*a ruado Varadmr..
    i|uo tjm de.servir para suas sessSes, as obras,de
    pedroiro e carpiua seguintes: levantar tres empe-
    uas a ponto de reseller a coborln. > i
    ediflcio complelafldo a inesma obra, rebocar os
    dous oitfies laterals ate o ladrilho o a parede do
    centre rebocada do mesma ladrilho ate a altura
    do lorro, dando a camara sonicate o material para
    esse flm, servindo de base a quantia de 1:000*000;
    d; carpina consistindo em finer toda a obra da
    cohort,", e a do travejamento do mesmo ediflcio
    sob a base de 501*000 ; couvida as pessoas que
    qoeiram fazer ditas obras por menos das quantia?
    nesle declaradas a aprescntarem suas propostas
    em cartas fechadas at6 o dia 13 do mez de novem-
    bro proximo vindouro.
    Paco da cam ira municipal de Olinda, 30 de ou-
    iubro dc 1873.
    Barao da Tuaruna,
    Presidenie
    Marco//no Dias de Araujo,
    _______________________Secretario.
    Peranie a camara municipal desla cidade es-
    tarao uovamaate em hasia publiea, nos dias G c 13
    do mez de novembro proximo vindouro, para se
    rem arrematados por t^inpo de um anno : 60 reis
    pet pe de coqueiro de |ifoduc;iio por 1:002.'000 ;
    e com o abate da auiuta parte, os iaaaeatoa de ca-
    pirn de planta por 507*200, mascates'e boceteira-
    por 72^000, e 3i0 reis nor carga de peixes expos
    los a venda no mercado publico por 12*000 Os
    pretendentes deverao corapareccr coir, seus Dado-
    res liabilitados na forma da lei.
    P..C'i da camara nuu.icipal dc Oliuda, 39 de ou-
    tubro de 187-3.
    Barao di Tacaruna,
    Presidents.
    MavcQlino Dias de Araujo,
    Secretario.
    1:991*805
    TOOJifflS 5AJ1D0S
    Do dia 1 a 3......
    Pnmeira porta n-"- dii ':
    seguuda poria.....
    Tferceira poria ....
    Quarta porta......
    rtapicbe Conceici
    1,143
    78
    133
    339
    313
    5,046
    seguros
    CGUPANHiA ALLIANQA
    maritimos e ieireh-
    tres estabelecida na Bah:l&
    em 15 de Janeiro em 1870.
    CAPITAL 4,000:0002*000.
    7'oma 5'jauro de mercadorras e dinheiro *
    :*oo maritimo em navio do vela e vaporet
    oara deutro e fora do imperio, assim come
    Ira foj,ro sobre predios, generos e fa
    roudas.
    Igeate : Joaquim Jose Goncalv? Uoltrlo,
    do Conmorcio n. 5, la andar.
    MWTIMOS
    0PBA G FO0O.
    A-comjiaahia Xndemnisadora, estabelecida
    SEJtYICO MARll'IMO
    \l\arengas descarregada'< no trapicbe
    a alfandega do dia I a 3 "4
    idem idem no dia 4 ..... .
    Navus airacadosuc Irap. da alfaridegj 1
    \.lvrengas.......
    Vo trapiche Conceicao..... 2
    AECtfiifiDOIUA DE REN DAS INTERNAL GB-
    RAEi DE PERNAMRUGO
    ileocLuiento do di* 1 .a 3 2:017*435
    deui do dia 4 1:727*558
    3:744*993
    GONStJLADO PROVINCIAL '
    rtandimenio do dia t a 5:270/635
    H4ui 9:263*570
    Navio entrado *o dia 4.
    Granja e portos inttrmedios'10 dias, vapor na-
    tional Phrapann, de 369 toueiadas. eommandan-
    te Jose Henrique da Silva, equipagem 3'i, carga
    differentes generos; a mrppaonfa pernambu-
    cana.
    Navios sahidos io mesmo diq.
    Ilha de FernandoVapor brasileiro Get/Hid, com-
    mandante Martins, carga varios generos c 77 tratante os jurosde scls.par centa aaaVno.
    senteaciados.
    Uavrr-Vapor fraacez Ville de Baltia, comman-
    a
    Santa Oasa de Misericordia
    do Recife.
    De ordem do lllm. Sr. Dr. provedor interino da
    Santa Gasa de Misericordia do Recife, e em virlu
    de do que resolveu a junta administrativa em ies-
    sio de honteni, fa;o saber uue de novo esla abi'i-
    ta a concuirencia para se contratar o servico mor-
    tuano e de can os funebres, dc conformidade com
    a lei n."1,121 de 17 de jnllie do corrente anno,
    recebendo-se pruposlas ne.ita secretaria ale o dia
    6-de novembro proximo vindonro, para serem lies-
    se dia abertas em sessao.
    Os proponeules terao de submeller-se as dispo^i-
    cues da cilada lei, as condi^oes addicionaes aoai
    xo publicadas, assim como as tabellas, sendo pre-
    ferido aqueile quo sobre os precos das referidas
    tabellas raaior abatimento offerecer.
    Secretaria da' Santa Casa de Misericordia do
    Recife, 24 de ouiubro de 1873.
    0 escrivao,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    LEI N. 1,121.
    Ar. 1." Fica sob a direccao da Santa Casa de
    Misericordia o servico mortuario de carros fune-
    bres desla cidade.
    Art. 2. A mesma Santa Gasa podera contratar
    com os que actualmente fazem o servi;o ou com
    quem melhores vantagens offerecer o referido ser-
    vico, sob as seguintes bases :
    1." Prazo nunca maior de 20 annos para o con-
    trato.
    1.' Obriga?ao de indemnisar o coitratanle aos
    demais estabelecimentos do carros funebaes exis-
    tentes nesta cidade.
    3." Doacao nunca menor de viule e cinco contos
    de i Ms annuaes, por parte do contratante, para o
    lim de sercm applirados as obras dos esiabeleci-
    mentos da mesma Santa Casa e especialmente ao
    Lasylo de alienados.
    4. Precos de carros funebres taxados em uma
    tabella, que devora ser revista de cinco em ciaca
    annes.
    o. Respeito total c complelo das taxas coOradas
    actualmente pela muuicipaliUade.
    6." Obriga^io restricta de, (indo o conlrato, en-
    tregar o contratante a mesma Santa Casa tbdo.o
    material dos seus estabelecimentos em perfeito es-
    lado de conservajao e sem nenhuma indemni-a
    C-ao.
    Art. 3 0 contrato de qae se trata no artigo an-
    tecedente sera submettido a approvacao do presi-
    denie da provincia, a quem fica igualmonte inciuii
    bida.a revisao das tabellas do precos dos canos
    funebres.
    Art. 4." Findo o contrato a Santa Casa conti-
    nuant a fazer o servico nells estipulado, respej-
    tando sempre as taxas municipaes e re venda. as
    tabellas no sentido do baratear o prer;o desse ser-
    vico.
    Art. 5* Ficam revogadas a-> disposicoes em con-
    rario.
    Coniicocs addicionaes.
    i.' Durante o prazo do privilegio sdraenle o
    contratante ou pessoa por elle autorisada podeti
    fazer o servico mortnario e do carros funebres e-
    peciflcado nas tabellas.
    2." Os precos flxados nas tabellas terao todas
    uma reducQao de 4 por cento.
    3.' 0 contratante obriga-se a dar a Santa Gasa
    daMisericordia cm couipeosacao do diieito exclu-
    sivo, que Hie confere, a quauiia de vmte e ciact
    contos de reis annualmente, em prestacoes trhncm-
    saes, sendo a primeira no acto de assigoar o con-
    trato e as outras depois, de vencidas... Pela morn
    na entrega de quajqoer prestacao pagara c cor
    I o. se por qualquei acto dn assemble.! provin-
    cial lorderogado o prtvilagw excltisiro dc que tra-
    il o artigo primeiro, dentro do prazo de dez annos
    a Sadti Casa akn^-sedar ao oontratauie uma
    indemnisa me por cl>id,M pre*la-5es
    vencidas. J
    61 Se por qaal7ieracfo dopbrfer civ..1 ou ec-
    clbsiastico for prohib'do fazer-se o service funebre
    peja forma ate lioje toleiada tera o contratante di-
    reitbauma reduccao no valor das prestac5;s me
    dia tilft' ii!n accordo com a Santa Kasa de M-. i
    dia, c*m reeurso para o presidmle da pro
    vincla.
    7." As mullas por falla de promptidao, ordem c
    asseio no serviijQ que flea a cargo do toitfralante
    scrao dc 10 a 50*000.
    8." As multas serao impostas pelo mordouw da
    Santa Casa de >fisericordia encarregado la fi
    sacao do contrato, preccdendo rcclamaca por es-
    cripto da pessoa inleres-ada pela sna i'mposlcao ;
    bastando ser feila vorbalmente se e.-sa pessoa for
    pobre.
    9." 0 contratante tea reenrso da imposicao da
    mnlta para a Junta da Santa Gi-a d' M[-ncordia
    e desla para o presidenie da proviucia c e:n am-
    bos its casos com effeit> suspensivu.
    10.* As multas serao pagas uo pr.izo d" 10 dias
    depois de intimada- p .r escnpto, safvo n i caso da
    interposicao dos^rqcBrsoli, dando ocontratanie ao
    mordomo on a j*nav se ja livor u*a Io do direil i
    do primeiro reeurso, scion :ia desse fact -v.
    H.* Na falta de pagamento de qnatro preslacS^s
    succestivas podera a Santa Gasa rcscjudir o con-
    trato. compra'nd i o csfllbele'fiiricm i pelo sen jn-to
    valor, do qual se desconlAM n uie n contratante I .e
    estivcr devendo on cobrar jndirialim'iite a impur-,
    lancia das dilas quatro preskiofies a cujo valor ^e
    accuniuiara o preniw do 12 0|O ao anno pela
    inora.
    12." 0* cadavorcs so podera) ser condnzidos
    para o cemitorio actual e paia o< que forem cons
    truidos nas cinco freguezias declaradas no art. i"
    em carros funcbrrs pucliabu por cavallos, exci p-
    luando-se soincule o caso em i|ue os parentcs, os
    amigos e as cjrporacfljs religiosas do (inalo qui
    zereiu carrega-lo a mao desde o lugar do falleci-
    mento on da igreja or,dp se fizore n as exequias,
    ate o ceniiterio.
    13." Nos casos d* forca maior Ii -ara o contra-
    tante eximido do pagamento das presiae/,e< ou de
    parte deltas, niediante" accordri c i:n a Santa Gasa
    de Misericordia, com reeurso para o presidente da
    provincia
    14.* i) contratante obriga-se a prestar nma fian-
    5a do valor de 13:000MX), paia garantia d) paga-
    mento das prestacoes e mullas, sendo dila liaiica
    elevada a 26:000*000 uo principio do ultimo quiii-
    quenriio.
    15." Fica litre ao contratante transferees direi-
    tos e obrig:icu>'s di'ste contra11 a pessoa idonea ou
    a uma companhia com approvacao pi-eviada Santa
    Casa de Misericordis, que por morto do coiilra'aiite
    ou de quem (.'stiver subslabojejddo em seus direi-
    tos e obrigacoes, passara 0 privilegio aos seus her
    deiros necessarios ou teslamenlarios.
    16." A Santa Casa de Mi-iericordia obriga-se a
    solicitar dos poderes cofipeleates 0 eetabelecimea-
    to das imillas necessarias para a liel exccufai des-
    te contrail ni parte em trne se rcfero ao direitn
    exclusivo tran 17 de jnnho do corrente anno, ao conlralante.
    17." No ullimo quinquennio do confato podera
    ser este rescenilido pela Santa Casa sem que esla
    pagne indemnisacao algrnna no cas-i 1! falla de
    pagamenlo de quatro prestaenes sucocssivas, con-
    siderandose vencido o pr.i'.-> do privilegin para 0
    effeilo da reversji em beneficio da mesma Sanla
    Casa de Misericordia. da lotto 0 material e animals
    empregados n 1 servico.
    TABELLA-A
    CONDUQAO DK CADAVBRES
    titdHs
    {.' clause Carro puchado a quatro cavallo* de
    centemente ajaesados e cobertos do mantis de
    panno pretVorladas de galao e franjas; caixao
    coberto com um grande panno de velludo preto
    com borlas nas pontas c orlado de galao e fran-
    jas de ouro, O carro teiii cupola e cornUa ^up
    portada por eolomnas de tuna das Ires ordens ie
    arehitectura (jonica. corinlbia ou cumposita V
    rclevos e douiados, >00*000.
    I.' classe. Carro puchado a dous- cavallos de-
    centemente ajaesadoa, cobertos de inaiita de panno
    preto, caixao coberto c ra panno de velludo preto
    oro.Wade galao com borlas de prata. 0 carro sera
    ma^s simples do que 0 de I." classe nos rclevos c
    dourados, com cupola, oornija e colunmas da
    ordem dorica ou jonica, 50*000.
    3.* classo. Carro puchado a dous cavallos e
    caixao coberto de paur.o de velbuiina com galiio
    ou franja de palheta falsa e borlas da mesma qua
    lidade. 0 carro sera scmclbante ao da 2." classe
    e pintado do preto sem dourados, 30*000.
    4." classe.- Carro simples pucbalo a dous ca-
    vallos e caixio coberto coin um panno preto de
    15, tendo somenle uma cruz branca no meio...
    10*000.
    Ale n dessas classes bavera carro* de luxo a
    aprazuncnto das parte*, e cujo prego nao podera
    exceder de 200*, incluimlo 0 aluguel do panno ;
    e carro de caridade cuja aimaeao podera ser em
    form 1 de uma pintado de preto.
    Os carros para dunzellas serao iguaes na forma
    e no proc.i, variaudo somente nas cores e nrnatos.
    Ptl'-CUl'iS
    I.* cla-se.Carro sennllKiiite ai de 1.* classe
    para adultos, sendo 0 caixa 1 coberto de velludo
    0 galao de ouro e forrado de setim, tudo de cores
    apropriadas, 50*000.
    2." classe. Carro semlliante aos da 3.a para
    adultos, com cdres apropriadas, sendo 0 caixao co-
    bertos de velbuiina e f rrado de setim de qualida-
    de inferior ao de I." classe, tudo com as cores
    apropriadas. Os caixoes desla e da J.* classe po-
    derao ser pintados e dourados on prateados, se
    as paries nisso convierera, 30*000. *
    3." classe.Carro simpjes semelhante aos da 1."
    classe pura adultos, pintado de cor apropriada.'e
    bem assim 0 caixao, 10*000
    Alem destas tres classes bavera tambem carro
    de luxo, cujo preco nao podera exceder de 100*.
    '-me{im"?50U0.
    I '-ctn u. a 1 Gbatisicau oa da Solodade, fedo de
    Ves(jrk reSndas entrcfinas 60*000.
    seda Com galfle* -^| com gatoes erendis de pa
    Idem dc scOm pa^
    Ihdta 25*010. ^ gape3 de palheta.......
    Idem de carabrah Con,
    Habit .Jdo morim branco, 7"*^t^
    Parculos Wbtao..
    Vesttiirio ri.-o dc S. Migud ou Sans*..
    60*1.00
    Dim ie S Jose on S. Joao, 30*000
    Dilo do meniuo Dcus 20*000.
    Os mesmos visiuan.,*, sendo de qoalidade ktfc- '
    ; 1 inetadc dos ditos precos, e sendo de sellm
    ordinario com galao de pallieta talsa p la ter
    partedonnesmo5 precos. |P|
    de generos, mercado-
    rias e bagagens do i ^jfi^dajinha hr-
    de ferro para 0 transport-;
    TABEI.L\-E
    Ataudes
    t. classe. Forro de panno lino preto guarnecido
    de borriados de irrtal dourado ou prateado de
    galao entrefino com ernblemas mortuarios 80*000.
    2.* cL'.sso.-Tndo como na primeira classe, mas
    dc qoalidade inferior, StJ^OOO.
    3.* classe-Ferro de panno preto guarnecido
    de galoc* dc palheta, simples ornatos, 40*000.
    4." classe. Forro de alpaca preta e galoes or-
    dinarios. 20*000.
    5 classe.-Forro de metim 10*000.
    6." classe.-Simples madeira c.ni> os seguintes
    lamanl>.s ;
    DeO-VOaO-,80 35000.
    De O.00 a I.3C 43000
    De 1,4'Ja 1,80' 6*6
    Os ata ides de qnahfUei das dilas classes nao se-
    rao pregados, c lerao dobradicas e uma aldraba e
    tranqneta.
    0 aluguel dos raixoe* para conduccao dos ca-
    daveivs a m3o para 0 ceniiterio ou deposita-los
    em igrejas, ^er.-i de 1 a 16 mil reis para adnltos,
    conforme a ornauicutacio, e para parvulos de 2
    a 8*000.____[
    Consnlad'o provincial.
    A'ha-se aberto por 30 dia< ntei, acantir de
    hpje, 0 reecbimcnbi dos apparelhos e annuidades
    pelo ser. ico da companhia Recife Drainage, cor-
    respondKnte ao trlmestre que findou em 31 d-
    dezembro do 1872, tind 0 quo lic.uao oscontri-
    buinles obrigadus a mulla de G por cento: sao por
    lanto cbamadus n.ia tailim us pruprieiarios das
    casas n.-is seguintes ruas : Rua do Imperador,
    Cadeia Nova, TraveSsa de S. Jose, Assump ao. N 1-
    gueira, Livramento, Marcilio Dias. Santa'Cecilia,
    S. Prancisco, Largo-da Ribeira, Santa Rita, Padre
    Nobrega, Passo da Patria, Dias Cardoso, Travessa
    do Cal leireiro, Vidal de Negrejros, Traversa do
    Mariseo, Pescadores.'D miingos Theotonio, Antonio
    Henrique, Jardim. Trav ssa do Carcereiro, Forte,
    Largo do Forte, Coranol Suassuna,Lamas Valen-
    tinas, Padre Floriano, Marqaei do Hsmi, Santa
    Tftereza, Travessa d 1 Matrix de Santo Antonio, Caea
    Mute e Dons de Novembro, Primeiro de Marco,
    Duque de Caxias, I.irangeiras, Pas, Nova do Saa'ta
    Rita,Travessa das l-lorcs, Becco do Lima, LOU de
    Mendotica, 1, Recco do Naacenle, Imperial.Dique,
    S. Joao, Travessa da Concordia, Travessa do Poci-
    nho, Largo da Coactr lia. O-sos, Becco do Fa'.cao,
    Penha, Largo da Penha, 1. becco da Camboa,
    Largo do Carmo, Travessa do Galdeireiro, Largo
    deS. Pedro, Viracao. Travessa de 8. Pedro, Tra-
    vessa da Vira;ao, Praea de Pedro II, Travessa do
    Peixoto, Ghristovao C dnrabo, Becco da Bomba,
    Travessa di Garmo. Travessa das Flores, Estreita
    do Rosario, Travessa das Cruzes, Travessa do
    Qtii'imado, Cam!,',: do Go mo, Mathias de Allm-
    querqu", Tfincbefras, Barao da Victoria, Cibuga,
    Sanfo Ariar'. Galaboujo; Becco do Gajd, rua do
    Cajti, S. Bom Jesus, I'atos, Becco Tapado do Ma-
    triz, Expasi-is. Largo do Rosario, Travessa da Ou-
    vidor, I'oda, Traatau da Rua Bella, Decode
    Cinme, Iiha do Car\alh.i, Julio do Rego, e Santa
    Itabel.
    ConsQlado pn 1 m-.ial, de novembro de 1873.
    t) adminislrador,
    Carneiro Machado Rios.
    rea do conformidade com 0 contrato pura esse Bin
    celebrado coin a presidencia da proviucia a 1? de
    abril de 1872. '
    Distrato de sociedad de Sa Ramos & C., de
    cuja firma faziam Pjpl Joao Evangelista de Sa.
    Justino Manoel de Sa Ramos, Joa mini dos Santos
    Lima e Joao da Silva Pimentel, Scaudo todo aclivo
    e passivo do eslaJielecimento de lazendas sito i
    rua do Livrameuiu n 6, a car^o do cx-socio Jostt-
    no Ramos.
    Dislralo de Souza A Irmao, de cuja firma cram
    09 Manoel Jorge de Souza e Joaqaim Jorge de
    ,_ imaado 0 primeiro a si t ido 0 activo e pas-
    S>ny_ 'aria sila a ma da Soledado u. 4.
    ri,->H,'^ ,,n tribunal do comnwrcio de Per-
    itubro de t873.
    0 olllcial maior,
    Julia Guimaraes.
    Secretaria >.
    nambttcii, 31 dV tv
    \hiti k

    4.* 0 eentratante obriga-se a transportar gra
    taitamente, fornecenoo atatil^s fls sesta,cla, os
    0 carro de luxo e 0 dc 4 classe, tanto para
    ?dnltos, cuino para patvulos, terao boleeiro 0 cria-
    do,
    0 preco da conduccjn e vesluario dos cadave-
    res i|ue se acbarem fora das freguezias de Santo
    Antonio, Recife, S. Jose e Boa-Vista, sera auginen-
    tado com 5 0|0 por cada kilometre, a partir do
    largo do Pedro II.
    TABELLA B
    AI1MAC.VJ HE KCAS
    1 clas>e. Eea coin ties estiados, cupula figu-
    ras, emblenias, guarni-.:io de velludo, panno lino
    galoes de ouro ou prala entrefinos, triuas, bor-
    dados a ouro e enfeiles dourados ou prateados,
    crepe*, penachos, 160*000.
    2." cla>se. Eca com tres cstrados, figuras, era-
    blemas, guaruigao de velludo. panno fino, galoes
    do ouro ou do'prata entrefinos, Irinas, crepes-----
    80*000.
    3.- classe.Eea com dons eslralos, pnarnieio
    de velbuiina, fazenda de la, galoes de palheta, tri-
    nas, v danle, 40*000.
    4." classe. E;a com um estrado, gnarni-a> de
    fazenda de 14 com simpics adorflO; de volantes c
    e algodao de paiieta falsa, 20*00?.
    5* classe.-Ec* com estrado guarnecido de
    baetn, volantes, galoes do baixo preco, (0*000.
    Alem dessas classes podera 0 contratant'1. a
    prazimento das parte.-, armar ejason cenotaphios
    de maior preco.
    TABEI.L.\-C
    ADM^QAO HE IGOEMS
    Prime ira claae
    1," Gtjarpicao da velludo, panno lino, e galoes
    emblcmas, fianjas de ouro e prata cnirelinos cm
    cada altar latoral, 18^000
    2." Dila nas ca pell as mores, 24*C00.
    3.* dtta em cada porta. 6*000.
    4.* Dita em cada tribuua e pulpiio, inclusive
    colrhaJ&flDA
    3." Ditarid cftfo por cada colc-ha 3I9O0.
    0 forro das parcdes de igrejas, sera fe.lo pek>
    preco quo o-dncjiTtgW*: do foJheral ajustar com
    0 contratantA ftAta a hatureza e quantidade da
    tella ijue se (fUR11' applirar.
    l.'Goarnicio de vetbutina. fazenda de la, galoes
    e riiafesemas erncada altar lateral 12*i>00.
    S^ Dita nas eapeHas murc^, 16*000.
    3l* Dita em cada porta, 4*000.
    - 4. Oil* emcada tiibuua e pulpily inclusive
    co'cha 6*000.
    5." UjU -iocouro cada colcha 2*000.
    TRELLA-D
    Vi:.-TlAR10S DOS' CADAVF.RLS.
    Adultos
    HaLito de alpaca fiaa, dae diversas ordens reti-
    *m dwSic*e qualidade inferior 11*100,
    Idem dc dita mais opdiaatia 9*000.
    Socitte Francaise de secours
    >
    matttels.
    Les Btatuts rediges en seance publiqjie ciani
    approuves, I ae la societe soot pries dc
    se reunir lejeud G n'ovembro dans le salone
    I'hotel de I'univers a heures du soir.
    Le president
    ___________' E. Torpm.
    Galdino Iran- da Rocha, arrematante da
    alTerieao de pesos e medidas do rnunicipio do Ca-
    bo, previne que 6 0 unico habi itado para fazer
    dita aflericao, e pede ser procurado na mesma
    villa, a rua Duqnc de Cnxias n. 33. Outro sim,
    previne mais que ficr-111 sujeitos a afferjcao aqueile
    one aflerir antoras ou barris fora deste manicl-
    pio, conforme as postaras municipaes. Recife, 29
    de outubro do 1873.
    Sociedade MontePio de San-
    ta, Cruz.
    De ordem do 1 lir. clorda parochiade Santo
    Antonio c .mvido a todas os parochia nos pe tencentes
    a mesma socie1ade,para se digncm dc comparecer as 10 boras da ma-
    nba na sod dade, alim de se proceder a
    clei.-a 1 di nova) conselbo director em ohsarvancia
    do artigo 3d cumbiBado com o 7 do artigo 36
    dos nossrs estatntAs
    Cous.dli 1 da parocpia de Santo Antonio, em
    sessao de 3 d- n v mtbro do 1873.
    0 secretario interino,
    Medeiros.
    TKil.
    DOS
    jiur
    ORB
    ;\i
    oo
    Recife a Olinda,
    E BekHbi1.
    0 pri'si-leiitc d'assem-
    blea geral dos accionis-
    tas da companhia aei-
    ma mencionada, man-
    da sciehtific&r aos Srs.
    itccionialas ue pur fal-
    ta de rpimero legal deixoti de funceionar
    ordtnnrlamerile dita asssmblca no dia 31 de
    outubro proximo passado, para o qual fora
    convocada ; por isto e novameiitc convaend.i
    para 0 dia 19 do corrente mez ds 4 horas
    da tardc e no lugar de suas sessoes, certcs
    de que ogoia fuucci jnara com- qualquer
    nuraero d'occionistas presentes segundo o
    art. 11 dos estatntos,
    Deven os !rs. accionistaster em cansidc-
    raguo que a iritnii > tern por fim a apre-
    senta^ao das coutas e relatono da directoria
    em relirao an se.nestre proximo findo;
    como tambem neila trotnr-se-La das impor-
    tant -s 1 i:.i rius adiddas, e que muito itite-
    ressam .i companbia.
    Recife, 4 do novembro de 1873.
    0 secretario.
    Luiz Lopps Castcllo Branco.
    Tribunal do commercio.
    A secretaria do triburrrd do commercio de Per-
    nambneo faz publi.'o quo foram an-hivados em
    virtude de aespachos do meritissimo tribunal! os
    seguintes c:n!rato 0 dL-tratos de sociedadescom-
    mereiaes:
    Centra to de Cuslodto Francisco Martins e Jose"
    Fran*isco Martins, sob a firma deste & G. com 0
    capital de 50:00b* para o eomraercio de conpra
    e venda de as-near nesta pra^a.
    Centra.) de Joao Paes de Oliveira e Jose Lou-
    renjo Go_icabes,i!ob aOraia desta & C, com 0 ca-
    pital do 73:4"ii'78 pam o cominercio de con-ig-
    uacao nei.ia praca-
    Contrato de Menikia'c:i, Gorrca A C. de cuja
    firma fai.eia parte Clemento Jose de Mendonca,
    Americo Nunes Gorrca e Joaquim Manoel Madu-
    reirajfon. 0 capital de I0.0P0* para 0 commercio
    por gitjssQ de generos de estiva e conimissSes
    nesla praca.
    Contrato de Antonio Augusto Teixeira, Tito Cha-
    ves Barcjllo* e 0 Banco ludastrial e Mereantil do
    Ulio, de Janeiro, r.prcsentado polo vice-presidenie
    Gnilhernie da Cosia Gorrea Loite, scb a lirma Tei-
    xeira, Chaws & C. sendo 0 fundo social de......
    200000,1 para rer applicado a realisajao de carrh
    Devendo ter lugar no dia 2 do ue2k
    proximo, a cxpos-io/ioquefaz esta >oeradar!e^
    de productos agricolas e naturaes desta pro
    vincia, sao convidodos todos aquelFes que
    quizerern concorrer corn os productos men-
    ciooudos a remettel-os- ate 0 dia 20 de no-
    vembro, com etiderero a Commissuo
    central da sociedade Dose de Set'i,t'.ro
    aos seguintes poutos :
    Recife, Forte do Malto?. artnaECtn i
    Dias.
    Santo Antonio, rua do luiKrr.i!..r 1.. So.
    Bda-Vista, rua da Luiuo a. 5t.
    Quanto ao arranjo 0 accomino iarao dos
    productos no edificio da exposii;ik>, os pro-,
    ductores devoriio cntendor-se com a coin-
    missaonomeada para este fim, eoiMosty dos
    Srs. :
    Capitao do fragatn Francisco Romano
    Stepple da Silva, l>r. Felippe dc FigucirOa
    Faria, Joaquim Dias dos Santos, Dr. Prau-
    efeco Gotnes Parente, Dr. A. L.iuicnba lins.
    Secretaria da sociedado pa'riotica Doze
    de Setembro, 3 de novmnbro de 1873.
    A. Lmneuha tins,
    1." secretario.
    Santa Casa da Misericordia
    do Recife.
    A junta administrativa da Santa Casa de Mise
    ricordia do Recife. mpeteniemente autorisada
    pela presidencia, em da la de 3 de setembro do
    anno proximo findo, e de conformidade com 0 que
    dispde 0 9.* art. 52 do seu coin 1 nni-so. per-
    nuta por apobces da divida publiea a faaenda de
    criar gados (pie possue 0 patrimonio dos esta-
    belecimentos de caridade a seu carga denomina-
    da Garnauba sita no termo do Floras desta
    provincia, com terrenes paia criar e plantar, e
    com algum gado cavallar e vaccura.
    Recebe para isto propostas nesta secretaria ate
    0 dia 10 de dezembro do corrente anno.
    Secretaria da santa casa da mist-ricordia do Re-
    cife, 10 de otiluhro de 1873.
    O erriv3o,
    _______________Pedro Rodrigues de Souza.
    Os liscaes do rnunicipio de Recife a'axto
    assignados, em vista da lei n. 1129 e determ na-
    cao da lllma. camara municipal do Recife, fazom
    raber a todos os rmmioipes, que do 1 de aowm
    bro am diante comecam a ter execucao os arts. 40.
    41 e 195 da icferida lei. cujos artigos dizem 0 se-
    guinte :
    Art. iO. 0 peixe sera vendilo a peio.
    Art. i!. Nas freguezias onde houver mercado
    publico 0 peixe sera ^vandido nelle do nreferer.-
    cia. e nio podera ter enlrada no mercado sena >
    lepois de lavado e sem tripas : so podendo sor
    vendido pelas ruas, aconaicionado em va.-iiha.-
    com agua limpa ou envolto em pannos miflim :
    elimpis. Os infractores serao mnltados em i*
    Art. IJ5. 0 pao, Inlacha ou qualquer preji
    do de padaria sera veudido a peso.
    Municipio do Recife, 2J de outubro de 1873
    J crony mo Jose Ferreira.
    Delfini Lins Cavaleantfi Pessoa.
    Sebastiao AITonso do R. Rarros.
    Joao Marques Corrda,
    Jose Miguel de Suiza Uagalhaes.
    Ernestino Cavalcante iTAIbuqucrqu
    _______Joaquim Francisco de Tones Galjin
    Sociedade Propag'adora d'.
    Instruccao Publiea.
    IVIo prest-nle s5o convidado- os Srs. soeiosda
    freguezia de Santo Antooid a compjrecerem no
    dia 8 d corrente as 6 boras da tardo no paiacete
    da escola normal a rua de Pedro ARbeso, afim dc
    elegerem 0 eonielho director que tern do func-:io-
    nr durante o anno social quo prineipia a 14 deste
    mez.
    Sala das lesso" i do conseRio director da (re-
    ini-zia de Santo Antonio. 3 de novembro do
    1873.
    O secretario.
    ___ ___________ Jiiio Ferreira Vilell.i.
    Consulado de Portugal.
    0- credores do fallecido subdito portuguez V
    rissimo Jose Moreira sao chamados a apresentar
    suas contas neste consulado para screm verifica-
    das e pagas.
    Consulado do Portugal cm Pernambueo, 3 de
    novembro do 1873.________________
    Subdeljgaeia de policia do l.",dis!riclo de freguc-
    zla da B .>a Vista, 3 de novembro de 1873."
    Por esta subdelegacia foi apprehendido c acha-
    se depositado um e.irneiro.
    Quem se julgar com di cito ao mesmo, apre-
    sente-se, quo provando, Ih.i ser aentregue.
    0 subdelegado,
    Elysio A. Silveira.
    Monte Pio Portuguez.
    F.leiyao
    Nao so tendo reunid 1 ntimero legal dos senh"
    res socioa para a primeira convoeaeao, de n.
    convido a todo3 aquelles senhores, "a reunirou.
    se domingo 9 do corrente pelas 11 boras do dia
    nos saloes do gabinete, afim. de proceder-se a
    elcicao da directoria e consclho fiscal, certos c
    senbore^ socio quo a ses-ai tera lugar com 0
    numcro de socio- pn senles.
    Secretaria da directoria do Mojite-Pio Porlu -
    guez em Pernambueo, 4 do n ivembro de llw.
    Ifcirpes Costa,
    Secretario.
    M
    Correio geral
    Uelardo dos objectos registrados existent
    M a hiiimslracdo dos correios desta i-
    vincia, para as pessoas abaixo de-
    radas :
    Antonio Carneiro da Cunha, Elias da Roclia Pe-
    reira, Francisco Soares da Silva Retumba, Firm:
    no dos Santos Vieira, Guiijeppo M. Majos, J. i
    Thoniaz, Jose Joaquim da Palma, Jose A. iaa
    Ferre.ra, Jose Gomes Jardim, J >se Antonio dd
    Freilas, Jose Ignacio Fernandes Barros, Jos6 Lnu
    de Souza, Jose Januario Dourado, Joaquim Juven-
    tio da Silva", Joao Cancio Gomes da Silva, Joao
    Ferreira de Oliveira e Silva, Luiz viachado Bote-
    H10, Leoneio Qnintino de Castro Leao, Mancel
    C. n/alves de Queiroz e Albuquerque, Manoel Flo-
    rentine de Albuquerque Montenegro, Manoel Fran
    Cisco de Mattos, Maria Amelia de Albnqoerqae
    Mello, Moraes A Motta, Nicolao Gall), S'icente Fpr-
    reira dos Santos.
    .Administracao do correio de Pernambueo, I' le
    novembro de 1873.
    Jose Candido de Ba
    Encarrcsado do reffistr
    Santo Antonio
    EMPREZA
    E.
    Sabbado 8 de novembro
    Beuelloto do actor
    I
    iitGim


    ud. '
    ffi**, de Pernambuco Quarta ieira 5 de ffovembro fa HU.
    Julio Xavier.
    Prinieira representarao do excellcnte drama em
    Sactos, original franco;, do Mr. Lambert Ttai-
    boust :
    mm\m mm
    { Traducc5> livrc do beneficiado.)
    mas franems, quadros I ^SffilRemedlOS do JJ^ J. O.Ayer
    ohjectos avulsos qne serio ", "Uf^l '., ^ J
    ie.lio, na mesma oeeasiio se render* i bom wire]
    inglez prova de fogo Ri.irr'r
    OliAHTA-FCTRA 5 fiO COIUUJ*TL
    A's II horas dainanha
    V \\\i IK) VIGAKIO N. It, ARMAZEM.
    Sr. Baliia.
    0 beneficiado
    Sr. P. Augnslo.
    Sr. Florindo.
    Sr. Emiliano.
    Sr. Autonio.
    DENOMI.n'AI.'.AO DOS AGTOS.
    I,0 ') sagivdo d: gYilhcla.
    X _0 uavdb4<> d'\riuinonvilio.
    3 Ou Bvaasaros da rua,
    i. Rosa primavera,
    S* A moeda d'raro.
    T Distribui'
    Persomgens '"
    t.uciauo Gerard, pir.U" V80',
    Pedro Renaud,o*. ao I,'acto.
    Mauricio d'Alh- .
    rintu -au,d a
    Paulo rl> official do ma
    Rao''
    j ^ertaud, idem idem
    . Dcslamles, i Join idem
    -rfse, criado da hospedaria
    Officiaas de m:,ri..ha.
    Psrsonagenj do* ultiinos ados.
    Luciano Gerard, inoco folgazio Sr. Babia.
    Ttaiago Renaud, liiho de Pedro
    Renaud O beneficiado
    Ernesto Martean, moco elegante f>r. Vicente.
    Bernardo, criado de Luciano
    0 tio Guilherme, decano da ro-
    . publica dos polires
    lose Rouget, operano, cidadao
    da republics dos pobres
    Tifipin, gaialo, idem idem
    Pichel, raercador ambulante,
    idem idem
    0 lio Mathias, trapciro, idem
    idem
    Um cavouqueiro, idem idem
    Urn pelotiqueiro, idem idem
    Um cego, idem idem
    Um limpa-cliain.ni.'.'>, idem idem
    Baptist*, caixeiro do restaurant
    Um ageute de policia
    Rosa Primavera, ramslheteira
    A Toutinegra, idem
    Coralia, moc> do torn
    Diana, idem
    Anatalia, idem
    Moeps elegantes, rnocas do torn, freguezes do
    resaturant, conridados, criados, guardas de Pa-
    ris, cidadao da Republica dos pobres, etc. etc.
    A accao passa-se na adualidade.
    0 prineiro acto em Toulon. Os quatro ulti-
    mo* em Paris cinco annos depois do primeiro.
    Pecas <1 canto.
    !. acto.-A paflida do marinheiro.
    2.'acto.-A eancao do azucrin.
    3. acto.O hymno da R.publiea dos Pobres.
    A rausica e coinposicao do maestro
    Malta qiil?i*ciial
    0 PAQUKIT.
    MAGELLAN
    urra-*e da Buropa ate ..'ma 9 de nm-imbm
    a deeois da demora do costume t-yinra para n rai
    do imperio, Rio da Praia e cost* do Pacitico. |ri,
    oide rccebera passageiros, encommendas e dinbei-
    W freW- OS AGENTES
    WilsouRoweAC
    U RUA DO C0MMERC10-----U
    Sr. Silva.
    Sr. Florindo.
    Sr. Santos.
    Sr. Camara.
    Sr. Meoezes.
    Sr. P. Augnsto.
    Sr. Procopio.
    Sr. Antonio.
    Sr. Pliiladelpho.
    Sr. Augusto.
    Sr. Pliiladelpho.
    Sr. Emiliano.
    1). Emilia.
    D. Olympia V.
    D. Olympia A.
    D. Bernardina.
    D. Josephina.
    PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
    PANY
    Linha qainzcual
    0 PAQUETE
    . LllSITANii
    ;*nera se dos portos do fnl ate o dia 8 ie novem-
    bro, e depois da demora do costume, seguira para
    -Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde re-
    i^bora passageiros, encommendas e carga a frele
    OS AGENTES
    Wilson Rowe G.
    <4rua 1 COMMEH'-.IO14 ___
    " C0MPANH1A PEll.NAMBliCANA
    DE
    \uv'sacuo costeira a vapor.
    GOYASN\.
    0 vapor Pamkyba.
    commandante Olivet-
    ra, seguira.para opor-
    to acima no dia C do
    corrente, as 9 horas
    da noite.
    Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
    nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
    n. 12.
    40 .>. -vs -1 i banco do Brasil 1K8, -20O?5 eajh uma, a 10 fiU tin
    rmt|utuhM Iii'lor,uiislor.H, He S36|S ftt*
    num.
    Hoje
    AS 11 110RAS EAI POMO.
    Em frenle da Associagao Commercial.
    0 agente Pinto, cnmprindo o mandado do Rim.
    Sr Br juiz de direito especial do eommeroio, lc-
    va'ra a leilao, as 11 horas do dia 5 do cornaUc, a
    aci-5es acima mencionaJas, as quaes loraaia asf
    em penhor por Jose Joaquim da Cos
    Keller & C, em garanlia de 10 contos de res que
    0 leillo sera effeduado em frente da Associa
    cao Commercial.
    <&c.
    i Como b^, 3p|i;irecido ne>ta pra.a grjnde quau-
    Jtidad* je falsiiii-a^oc?, vaam agora Breveniraoa
    SOQMunidores que os remedios do ir. i. (".. Aver 4
    C'preparadus O'pecialmente para n Brasil, trazem
    os'rotulis na lincut d> paiz. e*Sn onvid< e-
    mente por imcrmtdio du< Sis. CassrN Causer \
    C, (aniipameute A. H. ('assets & C), Rr> dtSJaart-
    ro, e cjid.-i fraveo leva n letreiro A. 11. Cas-ols A
    (i.. Ri" d Janeiro, agente* gerar- para o Brasil.
    Ritgamio a>c mprad' ires que soac-ltem ne re-
    ineniu- rin roiihii niidailu c-mi o-ii- avis.>, e rejei-
    iv'ni qualifier i|'"' iraga o rniuli e:!i ir.-U-z.
    |l:i sciiipi'i' mil Knwde dep "Sit >" nilWi v I Is -
    deiriis r.'iii ft*.
    I O C. nriYI.K, RUA DOIXJMMBRi^O.
    T.iinl"-"! e>w Sr. Prti enf.-,ri*pa.lo de arciiar en-
    ,-nnmi-'ndas por qtlur^ilfldc, pel-is pic;.: de X->va-
    Y'urk.
    IffllH
    ANTONIO JOSfi DE AZEVEDO.
    R
    ua
    Leilao
    DE
    uma eaita co.^ 100 ''vii^s *e cbapdos, ava-
    riado*
    OilNTA-FElIIAii DE K 0 11Mfr R
    A's 10 lj2 horas
    0 agento Pinto fara leilao, por autorisacao e em
    prescn?a d..Sr. gerente do consulado de Franca,
    por conia e risco de quern pertencer, de utna cat-
    xa com a marca diamante, S no centro, n. 48, con-
    tendo 100 dnzias de chapeos de li, avanados, a
    bordo da barca franceza PidelUe. 0 leilao sera
    effectuado no dia e bora acima mencionadns, no
    e.cripU) io do rel'erido agente, a rua do Bom Je-
    sus n i3. _______
    Precisa-se^ com urgeucia,
    de uma ama de leite, que
    seja sadia e mb^a: na rua
    do Capibaribe Ow 40.
    IN ova n.
    PIANOS.
    11.
    %
    ;;o^Hio,
    Termina7a o espectaculo com a chistosa scena
    comica, cm verso, do disllncto dramaturgo Dr.
    Caruciro Vilella :
    Acha-ie tugida' do.~de 0 dia 10 d.. correnie a
    escrava Suzana, cum os signals segoiolea : cdr
    pai-da. idade :W anri"* pouco mais ou -meno?, ca-
    bello corredio curto puclia por nma p< ma em
    consequeueia do um defeito u'um j-telho, sem
    unlia QpS d"dos des p'-s, de eslaiura baixaj le-
    vou comsigo toda roupa do sou uso, e a quan-
    tia de 100A quo subtrahio de seu minor ; presu-
    me-so ter segnidn para (Joyanna cm companbia
    de um tal Ptoreono. Roga-se as autoridadea pp-
    liciaes e aos capitaes de campo a Ml* apprehensao
    entregando-a a rua de Marcilio Dia> n. il, ou a
    seu senhor a rua da Senzalla Nora n. 7, que se-
    ra gratiiicado com a mianlia acima.
    Quiii(|i!im das inociis
    desempenhada pelo beneficiado.
    Principiara as 8 1[2 lioras.
    0 be.icriciado aproveita a occasilo para agrade-
    eer a todaa is pessoas qoe se dignarem concor-
    rer a sua festa arti dignos collegas, <;ue nelia tomam pane, e com
    especialiJade ao Illm. Sr. Dr. Carueiro Vilella.
    pela delicada olldrta da sua valio.-a composicao.
    COM
    ii'AMHA
    DE
    NAVEGACAO BAHIANA
    L1.HITADA
    Hacciu, Peucdo, Aracaju
    e Baliia.
    0 vapor Dantas e esperado dos portos acima
    ate o dia 9, e seguira para os mesmos no dia so
    guinte ao de sua chegada
    Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
    nheiro a irete : a tratar com os agentes Antonio
    Luiz de Oli-reira Azeveio it C, rua do Bom Je
    sus n. 57.
    DE
    MZEiNDAS
    A V A RI A D A S
    QUINTA-FEIRA 6 DE NOVEMBRO
    ds 10 l|2 horas emponto
    Por Intervencao do agente Pinto, em seu es-
    criptorio a rua do Bom Jesus n. 43.________
    LEILAO
    DE
    um s-jbrailo bem coustruido ultimamenle,
    no Paco Castela, em Olinda.
    QlilNTA-FEIRA 6 DO CORRENTE
    as ft boras cm ponto
    0 preposto do agente Peslana fara leilao, por
    conta e risco de quern pertencer, de 1 sobrado
    bem conslruido ultimaoiente, na cidade de Olinda,
    tendo 7 quaitos, 4 salas, alem.de outras commodi-
    daies, como dispensa, deposito d'agua, tanques
    parabanbo e lavar roupa, encanamento de gaz
    com os respectivos candciros, latrina, etc. 0 lu-
    gar em que se acha esia casa edifijada. ainda a
    lorna rrais recommendavel por Bear peito dos
    banho5 salgados e das duas estacSes do caminho
    de Terro, tanto do varadouro como do pate i do
    Carmo, quinta feira 6 do corrente mez, as I! ho-
    ra* em ponto, na Associacao Commercial._______
    AGUA DIVINA
    E.COUDRAY j
    OITTA A&UA DE SAUDt
    Prec alwd* Pr o tonedor, como conrTnilo
    eoMSStoSente^beU- or d. moeidrf., t pmer- |
    Tftodo d* pete e do cholera morbo.
    iDWBIEHCU IWOBTAMTB
    Umas imiUcSei e UUi8ca$8 (rudiilnUa,
    as m.i. Tew. o>mnoM a 6de, notadM Mia
    fama Uo ju^UmenU adqulnda pela Agna -
    Tina. obrUao-me a recommendar ao ccui
    dorei de reconhecer nnicamente como> Itgitima
    as garratw no gargalo da quaeB acna-e uma
    Cequeuna faxa con a minha ^sm*.
    rma e marca de (abrica.
    *o
    QuerciiJodofinitivnoioide liijuilur i*e iiegem, vend ledoB os quo tcm, notos e
    usados, pel<) prcr;o do cuslo dc iai.tura.
    Tambem acaba de receber o segumte:
    OLEADOS inglezes para asso.dho do salas, de nmitos liudos desenhos de 11la 33 palmos
    de largma o 100 de comprido, podendo forrar-sc uma sala por grand que
    seu com oleado inleiro.
    MAGMFICOS espoihos ovaes para ornamentns do >:>U*.
    ANNEIS elecuricos para curar d--ns do e.lbc?a. lu-vralgins e norvoso.
    MUITO lindas gravuras, grandes, para qualms de sala.
    GRAMPOS para scgurar roupa cslendida lias cor Jas, a 200 rs. a duzta.
    TALAGAROA o papel picado para l)ordar com la ou seda.
    VERDADEIRA agua de colonia cm garrafas empalbadas.
    E muitos outros artigos, c por muito barato preco.________.' __ _._____
    HOTEL
    Restaurant de Bordeaux.
    Rua 1. de Marco u. 7 A, 1. andar.
    Neslo hotel, onde se encontrari nposenlos l>em mobiliados, garante so as peseOM
    j o freqnentarera, nao s6 a boa qualidade dacozinha, como tambem o nceioe promp-
    Urlio em srrvir-so aoscjiicurrentos. Situado no tnelhor bairro desta cidade, o h itel de
    Bordeaux ollerece todos os commodos possivcis, quer com rclacAo not aposentos mobi-
    li;-dos com gosto eaceio por modico prc?o, qwr com relarao a sua posirao.
    Almocos Vinbos do todasas qtiabdados.
    Lunchs Conservas idemidm.
    J.ir.tares Ortrejas idem idem.
    ejas Licores idem idem.
    Ap-uade vichy verdadeirae nova a 1^0 00 agarrafa.
    a 1K I
    aJL
    PARIS,!, '*
    imeontra-ioom eMde todo. en prlDclpMoPerfiaiUtai,
    Assteiiahmis wctsafs a ")!>'
    DO 1. DE NOVEMBRO EM DIANTE.
    luinu.
    seauir com
    ponca demra por ter dons' torros de seu carre-
    gamento eogajado, e para o i\-sto que lhe Mta,
    trata-se coin os consignatarios Joaqnim Jose Gon-
    galves Beltrao Filho a rua do Commercio n. S.
    Pa ra Lisbon
    seguira brevemente a barea pottogoeza Giatidao;
    para care< o passageiros tratase mii E. R. Ra
    tvllo ft C, rna do sommercio n. 48.
    Para o referido port i pr (ten Ie seguir com pou-
    ea demora o brigoe portuguez R-cife por ter a
    maior pane do carregamento tratado : para o
    resto qne lhe talta trata-se com os consignatarios
    Joanvtim Joso Gonfalvea Beltrao & Filho, a rua ao
    Commercio n. 5.
    Grande
    Tfn> fv
    GZ3
    NATAL
    m
    Mme V Bimont, tendo nberto um hotel para sMisfazcr a neccssidade que tem os
    viajantes, 'de bospedagons na cidade do Natal, capital do Rio Grande do Norte, oflerece &
    concurrencia publica e garante aceio e promptidao no scrvijo.
    A16m de ser este hotel collocado na meliior rua desta cidade, esta tambem em uma
    das melhores casas, pelo aceio e posi^Ao.
    Tambem ha quartos mobiliados que se alugara mi-nsalmente.
    Preco o reai resomido possivel. ________________________________^

    i^ihlxMi
    DE
    um magnifies sobrado de 2 andares e so-
    tSo, em chaos proprios, com frente de
    azulejo, da rua do Bom Jesus n. 20.
    Hoje
    ds 11 horas.
    0 agente Pinto lepalmente autorjsado. tevara a
    leilao o predio acima mencionado, oqual torna-se
    reeommendado por ser novo e edifi^ado em chao
    proprio, e em uma das nias mais cimroerciaes.
    O pretendentss poderao desde jacxanina io, e
    concoirer ao leilao que deve ter lugar a3 tl bo-
    ras do dia 4 de novembro, qo escriptorio do refe-
    d.) agente, a rua do Bom Jesus n. 43.
    Leilao
    DE
    Rio de Janeiro
    Segaira out poneos dias o patacho Probiiade:
    para o resto da carga trata-se na rua do Vigaiio
    n. 7, 1 andar, com Pereira Vianna.__________
    Para Lisboa
    segnira com brevidade o brigae portuguez Bella
    Figiinvenw, para carga e passageiros trata se
    com E R. Rabciio C, rua do Commercio nn-
    mero 18.___________________________________
    Pam oltio Grande do Suit
    sahira brevemente a escuna portugneza Aguia ;
    para carga e passageiros trata-se coin E. R. Ra-
    lello & G., rua do Gommercio n. 48.
    10 accoes da eompanhia de Beberibe
    Hoje
    Ao meio
    para liqui lagao, no nrmazom & rua do Ba-
    rao da Victoria n. 2 v, junto d loja do
    Carneiro Vianna.
    Quinta-feira 6 do corrente
    0 agtnle Marlins fara leilao degrande scrti-
    mento de espelbos dourado.*, metaes de diversa?
    qualidades, eamas Ie ferro, eadciras de todas as
    dualidadesi inclusive cinco duzias de ditas ame-1
    rirana-, proprias para sala, guardas contidas, ri-:
    cos lavatories completo*, objectns de toilette, la-
    Iberes em duzia- para mesa, faqneiros em caixas,
    carriuhos para etiancas, umdito especial, cample-
    lo, para loos eamewos, nma rica seraphina, relo-
    gios para sala de j an tar, um lindo cbafariz dc fer-
    ro com todas as perlencas hrnecas sortidas, ma-,
    I'binas para fazer cafe, e outros muitos artigos;
    que estarao patentee no acto do leilao, c sao ven-
    didospara liquidacao.
    Tambem seia vcnJido nm grande sortimento de
    macbinas de costura (perfeilas), quo sao garanti-
    das pelo vmdedor, quo mandara ensinar a cozer
    aos cornpradorcs.
    0 leilao principiara logo as 9 horas, por sereod
    muitos os lo es. ______
    Xw.^KTiiqll: PAP.IZ. "-t. .roi-rT PA8TILHAS DIGE8TlVAStabric*das em Vichy
    , cum os Saes extrahitlos das Fontes. Sao de goslo
    agradavel e a ?nn cc*e e cerla contra a Amu
    t as digosloes diftVeis.
    SAES DE VICHY PARA BAKHOS. Cm role
    por um banbo. para as pesfoas que cto podem
    \ ir a Vichy.
    Pomevilaras imitirses
    titigir em wrlns as prndncioa n mare* do
    CORTRaSlE 00 EST/00 FRMtlZ._________
    Os productos do acima arbso-se :
    , ptrnam'-acn, TISSET f-"j- A. REGORD. *
    *s.i '"^
    VELOUTINE
    6 UMA ESPECIE DE
    POS de FLOR de ARROZ
    parados com bismui
    ior conseguinte cVuma ac9ao eaudayel |
    Especialmentepreparadoscom bismuth
    por conseguinte d'
    I sobre a pelle.
    OLEO
    DE FI6AD0 DE BACALHAU
    IODO-FERREO
    COM QU1NA
    E CASCA DE LARANJA AMARA
    do~Dontor DDCOtTX, 13, galerie d'Orleatu (PafO Heal), Part*.
    Esse medicamento e tacil de tomar, sem resaibo, e de cheiro igradateL Pela sw "Pf>*
    ooiiue todag as qualidades qoe Ibe permellcm subslituir com vanUgem ti.da a sene de medicameolos,
    oiao pilulas ferruginosas, vinho de guina, olco de fiyado de bacMau xaropt ***<"
    laranialamara, empregados para combater a anemia, a Morose, as a(fec{0es do peito, a oroncAife,
    os calarrhos, a tistca, a diathese eslrumosa, escrophvlosa, etc., etc. ____,__..-:
    Per moliTO do seu emprego tacil, da sua accao muliiplice e segura, da economia para os doentes,
    os medicos prescreiem Wo por preferencia a qualquer oulro medicamento similar.
    Deposito em Pernambuco, A. REGORD. ____________^^
    V

    imcft
    I'ur intervenr;ao do agente Pint A
    Por occiiiao -da vendi de outras apolices na
    Associacao Commercial.
    DE
    40 barris coin 160 arrobas de toucinho,
    vindos do f.isbda no vapor francez Hen-
    ri IV.
    Hoje
    ds 10 horas em ponto.
    0 preposto do agente Pestana fara leilao, nor
    conta e risco de qneai perteneer, de 40 barris
    com 160 arrobas de toucinho, vindos de Eisboa no
    vapor francez Henri IV. quarta-feira 5 do cor-
    rente mez, as 10 horas em ponto. no armazem do
    Annes defronte d'alfandega.
    COIPAIWi
    HfSSAGEWES HARITIHES.
    I.inliit mensal
    1
    rrn
    LJlll JH
    Espera.-^e da Europa ate: o dia 7* do corrente
    *egaindo depois da denora do costume para Bue-
    nos-Ayres, tocando na Bahia, Rio de Janeiro e
    Montevideo.
    Para passageiroa, encommenda*, etc., a tratar
    com
    08AGENTES
    llarismcmly A. I.abille
    9 Kua do Commercio 9
    (-OHP.4IHI.I
    HES8AUERIES MARITIMES
    fjnh:a mensal
    MEND0ZAod
    Espera-^e dosp-->Ms io snl no dia 9 do cor-
    rente mez, wgoindo depois da dera >ra do costu-
    me para Bnr&os, tootndo cm Dakar (Goree) e
    Lisbda.
    Para eondlclTes, Irefcs e passagera, trata-se ie*
    m AGENTES
    llarisinoudy A Laliille.
    9 Rua do Commercio 9
    Para o Porto.
    Segue com brevidads a Iwrca portugneza S.
    Alanoel II. Recebe' carga e paageiros : a tra-
    tar com llto Mvk 5ioa">a, rua do Vigario n.
    j7.
    LEILAO
    DE
    f.z'iidas limpas eavariadas
    Hoje
    As 11 horas da manba.
    0 agente pinbo Borges vendera cm leilao, por
    conta de diversos, brim bran:o, algodao azul,
    seda de cores, casemiras, grosdenaple preto, algo-
    daozinho avariado, chales de merino, chapeos
    de massa. madapolao avariado, esguiao, chitas, e
    mais outros oMfferentes artigos que se acharao pa-
    tentes no dia do leilao
    Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 53,
    Drimeiro anlar.
    LEILAO
    DE
    , 1'iucas, joins tie ouro e b,rilhantes
    SEXTA FEIRA 7 DE NOVEMBRO
    A' tO lt2 ln-ii-s A SABER:
    Um piauo, 1 uiobilia de jacaranda, constando.de
    I sola, 2 conol.'S, iCcadeiras rte guarnieao, 4
    dilas de bra cos (de bom gosto), cadeiras de ama-
    rello, ditas grandes para costuras, mesa elastica,
    guarda-li.u;a, gnarda-roopa de mogno, camas
    francezas, espelhus com nvddora dourada, ser-
    vice pirajantar, dito para alnmco, jarros, Tiguras
    llnas, diversos objectos de prata. como sejam :
    castir;aes. paliteiros, salvas e uutros mais.
    Por ordem de uma familia que se retirou para
    (on desta proviueia, o agente Pinho Borges fara
    leilao dos moveis e mats artigos; assint como o
    mesmo agente bra leilao. em continuacio, dos
    objectos que iicaram, pertencentes ao Sr. Joaqnim
    M. Marioho.
    No sobrado
    aodar.
    E' ADHERENTE e totalmente INVI-
    SIVEL, dando a pelle nma fresenra el
    aveludado natnraes.
    Preco da Caixinha com borla 5 fr., em I
    deCh. FAT, 9,roedeUPuxjPARiz.
    I casa
    Depositoem Pernambuco, A. REGOK
    LEILAO
    DE
    1" saccos com feijao mulatinho
    A'm IO horas.
    0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
    conta e risco de qnem pertencer, de 17 saccos
    com feijao mulatinho, hoje $ de novembro, as 10
    horas em ponto.
    No armazem do Annes, defronte d'alfandega.
    LEILAO
    DE
    loucas e um piano inglez de jacaranda'
    un 11 lioras ciu ponto.
    0 preposto do agente Pestana fara leilao por
    conta e risco de qnem pertencer, de uma rica mo-
    bilia de mogno com tampos de pedra, constando
    de 1 sofa, 18 cadeiras de guamica<., ditas de
    braces, t coucolos e I jardineira, 1 dita de jaca-
    randa com tampos de pedra, i dita de junco nas
    mesma condicSes, 1 dita de amarello sem pedra,
    1 rico piano ingles de jacaranda, 1 guarda-ve?n-
    do de amarello, I guarda-louQa de dito, marqne
    z5es, marqoezas, aofas, cadeiras de balanco, ditas
    de guarniQao, b?rfos, cabldes, qaartinhciras, ca-
    rua do Bom Jesas n. 50, primeiro
    LEILAO
    Da
    chapeleria elegante, 4 rua da
    Imperatriz n. 3
    TKRCA-FEIRA 11 DO CORRENTE
    as 11 horas
    0 agente Pinho Borges farA leilao do. um excel-
    lente e escolhido sortimento de chapeos de pellu-
    cia, casldi, palha, brim, para homens e meninos,
    de velludo, pallia da Italia, amazonas, esparterie,
    e muitos outros de variado gi.sto, para senhoras e
    meninas, flores, pluinas capellas e grinaldaa para
    noiva a armacao do amarello, envernisada, ca
    bides, format e outros objectns proprios para cha
    peleria. e so vendera em kites a vontade dos con-
    currents.
    MASSA peitokal e XAROPE
    de NAFE de DELANGRENIER
    Paris, 36, roe Richelieu.
    M Medico do> Hoipltui de PtrU cosslirim
    su anpf rlorldade sobre todDmlep*itcree
    e a poderosa ejficacia nas lotfttt. asthmai,
    t;rl|ipe. eoqyuluche {losse convulsa), loflam-
    macao Soa broDCbloa. irritafdet do peito
    da garaanta, etc. {Caulela contra as faltiftca-
    eSet). Dtpoiiloi naa pbaraaalai acredltadae do
    Casas para aiugarparaa fes-
    ta ou por anno
    Um sobrado noPoco da Paaella, na rua do Rio
    n. 5, com 4 Silas, t> quart. -, s.i ei.i, eotlnha fo>a e
    quintal murado.
    Uma boa casa terrca nov.i :nm > eslri-
    baria prqueno sitio, amargeT) mes-na rua.
    Utna casa pequena. poivm t .-.: nodos
    na travessa da Urn oaa Alma? a.i ; da cwaver-
    mellia ii. 2. Todas a ir.iiar cam > <"nn,iiii-ndadoj
    Tasso.______________,_______________'_____
    - Aluga-se 2." andar Larangeiras.n. 13 ; a tratar na tua d.
    de Olinda 2." andar da casa n. I.
    a i'ua das
    Uarqaei
    Aluga-se
    Casa de penhores
    LEILAO
    Eta niaroado o dia o do .Mrrente para neile
    ter lugar o leilao detodus os objectos dados em
    caotela*, a casa de penhores da travessa das Cru-
    zes n. 2, enjas > antelas estao vencidas.
    AVISOS DVfRSOS-
    Allentao.
    Vieonte Perreira de Paula Tibnrcio Malangnn
    ao dsclara qne aesta data em diante, se assig-
    nara Vicente Malan^unzo.
    Recife, 1 de novembro de 1873.
    A casa da rua do Padre Nobregi j: 87 a tratar
    com Joige Tassu, a rua d<> ABiortin o 37.______
    Engommandeiras e cozi
    nheira
    Pn cisa-se do engommandeiras nri i eoo-
    zinbeira na lintiiraria franceza ; a rna da impera-
    triz n. 55._______________________________
    ; ara passar a festa.
    Aluga-se mia casa no Por;oda Psoella a rua do
    in ii 2N, c>m 2 salas, \ quart-is. ration* fora,
    qiiiiiiai murado e km aliien ir' na frente, muito
    pnipria para a estacAo ealnv-sa p u :i ar proxima
    ao ri i, iiesi'rucland n p\c, lienie hanlio, ; preci
    comniddo : a tn.tar na traveVsa da M.vli lie Deos
    n. 18._____________________________________
    0 lllm. Sr. Dr. I^eopoldo Cesar Daqor Estra-
    da, formadu naacademia dc Pernambuco en; 1873,
    filho do Illm. Sr. Joaquim Leopoldo de I ignetredo,
    ecnamadoA loja de Amaral, Nain!' C, rua
    Nova n 2, a negoci" que nao ignora._____
    A senbora qne se ofl'.-nveu para rrmrar em
    casa do familia, prestando seus lervicos dc ostu
    ra pur pe^iii-uif salarm. ptido dirigit-sc a rua do
    Marquez de Olinda n. 34, 2." o C- audares, so-
    brado.
    Ami la exeellmte '<- pnvoacao
    de-Doarte Coi'Iho. em tHii nmo-
    dos para familia; a tratar. com Jorg" Tis^o, rua
    Amorim, p 37. _____
    Uma pessba com pratiel de botic
    para caixeiro : quern prccisar annuocie.
    Ven !'< uma e'xctf'ente e:-r< eom "in pe>meno
    s lio, ri:a no Anaial Junto a -a?a > S". Aii'Hnu1 :
    ; iratir na inw-ma casa, e para in.in'.'
    lavero.i do l)mim?d n. 3, I* andar
    Fugiram do engenho bura.ema da fregnezia
    de Serinbaem, ao amanhecer do dia 27 do outu-
    bro proximo passado, os eseraVos seguintes :
    Francisco, preto, idade 18 a 20 annos, alto,
    grosso, moleirao, falla mansa, pes grandes com
    bichos e rachaduras, natural do Uuctue, foi ven-
    dido pelo Sr. Constantino Leite e pertencia ao Sr.
    Francisco Bezerra.
    Simao, cabra, alto, pouca barba, falla mansa,
    cabellos carapinhos, feridas na peruas, pes gran
    des e abre o dedo grande qnando pisa, 6 natural
    de Panama, para onde ja fugio a primeira vez. e
    sa suppoe qae para alii mesmo forant ambos, e foi
    vendido pelo Sr. Adriao de tal. Lovarara dons ca-
    vallos, um de sea, alasao, maos calcadas, com
    m.d de l>e.-ta e esirella na tesla : ouiro de roda,
    castanho claro ecdgo de nm olho roga-sc as au-
    tondades policiaes e capitaes de campo que os
    apprehenderem qne os mandom levar ao dito en-
    genho a Joaquim Alves de Castro, ou na rua lo
    Coronel Lamenha n 12, quo generosamente se
    sratificara: _______________

    NOVAS PUBL1CACDES MUSICAES.

    WOLESTIAS
    LSCMICUU&
    *
    ' Kotetttal
    - PELLB.
    KaTWllnii i
    Etc.;
    74
    litreci'So
    .4. J d'lzevcdo-CuaKiovan.il.
    Aca >ain da puhlicarse, e acham-se a"
    veiiila as segnititfcs mosiraw :
    t'lA.NO SO'.
    DAHM KSrAMtoLA, por Vsclter 2JS000
    AitAr.F.i.i.A, MA/titKA, por 0. Wer-
    theimer 1#50
    Vai.sa do Fai sto, por Croyzes 1?M)00
    Somio na cha vipjGEX, jior A'.ber-
    tazzi l00O
    A>na LA Prie, ravatina l^OOft- -
    AoClair nE i.a I.i ne, por Dussrft'yje'r 15500
    ESTttELIA DO NOKTE|polk /ri)hante mQ(>
    SAUDAg.VO AO Baiiia I /
    CmcKBT, por Seixas, oiferecida aos
    chrickeis club pernanlibucano e
    bahiano W0O
    PIANOKCAMO.
    Desespf.RO, muito Undo romance
    pur I. Smoltz 2?>000
    Non m'amata, iiunanco por 000
    Tambem reeebeu da Kuroja grande sor-
    timento de musica para ptartp, piano e
    canto, estudos, methodns, etc. et'c\_______
    Preci-a se de urn caixeiro que teaha bas-
    tante pralica de taverna e d^ tiador de-suaNjon-
    ducla : na rua Duque de Caxias n. SO.
    BABY JUMPERS
    Velocipedes and Hand Carts
    For Boy's.
    Elastic Steel matresses.
    Ice King Refrigerator.
    Perfumagators.
    Machinas para descarocar
    algodao de 12 ate 30 ser-
    ra4^.
    NA
    CASA AMERICANA
    46 ttua do Imperador 46
    ~ZL Aiogase o sobradinno do largo da Penha n-
    12 : a fal'nr nas 'inco I'uul.'.s n. 31.____________
    Aluga S'i a casa line foi do fallecido Manoel'
    na ucinna t'aes o.irreiu, mmhiuiji uo oupmiu ^ui' uio VI. j,a. Ci>m muitos commodos para gran-
    Garapu, da qual foi iuventariante o socio Jose dos ae familia, tendo muitos quartos fora, proprios
    Santos News. para criados ou escravos ; tendo auuma si
    Recife, 5 de novembro dc 1873.
    Jose FrancifCi* do Rego.
    nm-1 urn Mid,
    EEYSIF?LA,
    mRRILHA
    lit: J.
    l-lU'l-.Ml.MiO VY.i.n
    (.'. AYF.i: Estados XTnidoB.
    i:m frascos pequenos.
    -,J. E. CA8SELS & Oa., Agentes Qeraee no Brazil.
    Tnicos agentes nesta provincia os Srs. J.
    0. ]). IViyle, rua du Commercio n. 38.
    ~ 0 abaixo as-igoado encarregado da liquida-
    cao da rnassa da firiua Jo-e d.-s Santos Neves &
    Irmio, de novo convida aos credwrw da mesma
    firma e de cada um dos sicios em particular, pa-
    ra que no prazu de oito dias, na rua do Apollo
    ri. 18 arm zem de assucar, apr.-scriWrn os seus ti
    titulo- arlm do serem estos verilicados o poderse
    assim conhecer em qnanio hionla o passivo, sem
    o qne nao se podo regul.ir a f.irina do pagimonto.
    Este convito a exknsivo aos hcrdeiros de I). An-
    na Dollina Paes B.irreto, senhora do engenho


    '
    b,a agua
    riu nerto
    para o nece^sario
    da casa. com'
    sc.rvfnle.
    No coltesrlo da Concelflo oreclsa-se de um.nho : a iratar no m srrv
    in,, j Caldeireiro.

    no raetrao sitio
    casa, e tendo <>
    ora tomar ba-
    da estacSo do


    ,-----------------------
    _*->

    *?*
    I
    X
    i
    Diano de Femambuuo Quarta feira 5 de Novembro de 1873.
    AMA
    Precisa-se de uma araa psra
    coziohar : na praca 4 Corpo
    Santo n. 17, 3* andar.
    OflVeoe-se uma ami para casa ila hoiifini
    olloiro : na travessa do ivixot > n. 7.
    43IA
    Na rai do Carriloribe n.
    3i iirerisa-se alugar uma <
    enivi qoe ctfzinhe js engom
    mo para uma fiuiilia compost,! ile lot* pessoase
    Uiii meuiim, uagu->e bem.________________
    Attencao.
    20*000.
    Precisa-se de duas amas, sendo uma para
    comprar o cozinhar, c outra para engom-
    mar para casa de uma familia de duas pes-
    soas, preferindo-se escrava, paga-se a quai
    tia acima : a traUr na travessa do Vigario
    Tenorio n. 1, das 9 boras da manhi ate1 is
    3 horas da tarde, escriptorio.
    DO BOWMAN
    I. 52
    AMA
    Precisa-se de uma ama para ca-
    zinhar em casa de familia : a tratir
    na roa do Hospicio n. 46, casa terr-ja
    que lem bolas amarellas na cornija.
    i \\ 1 Precisa-su de uma ama somente
    A 111 \ para cozinhar em casa de rapaz sol-
    /\LfJ.nL teiro, preferindo se escrava : a tra-
    tar na ma 1'rimeiro de Marco n. 17, loja.
    AMA
    tr'ora da Praia
    Precise-se de uma ama para
    casa de pouca familia, setilo
    para cozinhar e comprar : na
    rua de Pedro Affonso n. 3, ou-
    Precisa-se deuma ama que
    saiba la ar e engommar pa.'a
    easa de duas pessoas : na
    ma do Hospicio n. 30
    AMA
    Ama
    Na rua da Ponte Velha n. i precisa-se
    de uma ama que saiba cozinhar e en-
    gommar para casa de familia de duas pessoas.
    Precisa-se de uma ana que eozinhe bem
    de urn criado de 12 a 14 annos, no becco do Pa-
    dre n. 28.___________________
    A m9 Na rua do Visconde de Itaparica n. 32,
    /A Ilia, precisa se de uma ama para engummar
    - Pre^isa-se de uma ama que saiba conzinhar,
    para casa do homem solteiro ; a iralar na rua de
    S. Jos6 n. 2.
    No Corredor do Bispo n 5 precisa-se
    de uma para cozinhar e engommar.
    Ama
    AMA
    PUNDTCAO
    RUA DO
    (Passaudo 6* ehalariz)
    PEDEM AOS seohorea de engeubo, e otilrog agricultores, e Ampregadjrea de m
    amismo o favor de nroa visita a sen e*t?ielecimento, pirt verem o low aortimento
    ompletj qne sbitetn; se_do ludo soperior pit qualidade e fortidlo; o que com a insj
    accio pess ill pode-ee verificar.
    ESPECIAL ATTF.NC*0AONUMEllOE LuGAR DE SUA FUNDICAO
    7c my as a rnfi* d'aim ft. ,if'? nMis mo,erDOS ^tema earn u
    1 H_JU 0 O I UUttBJ U ctg U<* ma_bos convenient pan as diversas
    ircnmslaDCiai dot senhorei proprietaries e p; ri deicarocar algodio.
    Jloenda* de canna ,2: 8,3maDb08'a8:me,horM qofl ,qai
    ftodas dentadas para animae9'agoa e vapor*
    Taixas de ferro ftmdido, batido e de cobre.
    Alambiques e fundos de alambiqnes.
    WoftViTr?omf\a para mandioca e algodSo.J Podendo todoi
    UHLIilDlSIIlUS e para cerrar madeira. \ser movidos a mio
    aAmL-fl fpor agaa, vapor,
    rvULUUHO de pateote, garintidas........ |oaa_imaes.
    rodas as maehinas "*
    Fa qualquer eoneerto de "cbtai,B0-,pnv> -"*
    Formas de ferro --**""*" '-
    ffnAnmmaniloa Incombe-se de mandar vir qnalqoer macbinisiDO i von-
    QjnCOIIlIIieil^IclS tade dos clientes, lembrsodo-lbes a vactagem de fazerem
    aas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qualqner neceaaidade p6de
    aes prestar auxilio.
    tirades americanos e iD8trDmen,0 '*riC0,M-
    RUA DO BRUM N. 52
    PASSANDO O CHAFARIZ
    K.
    AO ARMAZEM
    VAPOR FR&NCEZ
    RUA DO BVHAO DA VICTORIA
    7Outr'ora NovaN. 7
    Calcado
    franeez.
    Precisa-se de uma mulber
    l'orra ou escrava, que saiba
    cosinhar bem : na Torre, si-
    tio do Jose Mariano.__________________
    Vernizes espeeiies para farrua-
    gons.
    Este verniz, cuja falta aoui tanto senlem
    os Srs. (abricantes e possuidores de carrui-
    gens, acaba de chegar para seu unico depo-
    sito, das s^guintes qualidades.
    VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
    CARRUAGENS.
    E' urn verniz muito claro e duravel para
    as caixas de carruagens, para todas as de-
    mSos, ou para a ultima somente, sobre
    outros vernizes. A superficie secca em 12
    horas, depois das quaes se expoe ao ar por
    algum tempo, o que faz endurecer, e passa-
    das 15 a 18 horas p6de passar-se a caixa a
    pedra pome e dar-lbe em seguida outra de-
    mao. Dao-se com facilidade tres demios
    deste verniz sobre as tintas, em Ires dias.
    A primeira demfio serviudo de apparelbo,
    ajuda a seccar as ultimas demSos e produz
    um ^xcellento brilho.
    Verniz superior seccante para
    carruagens.
    Este verniz e da me&ma c6r que o ante-
    cedente, mas endurece e secca com mais ra-
    pidez. Emprega-so com bom exito nas
    obras urgentes, e pode mistursr-se com o
    anterior. A duracio do verniz permanente
    diminue na proporrao da mistura.
    VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
    JOGOS DAS CARRUAGENS
    N'ao 6lao claro como o vernizpara as
    caixas das carruagens. Emprega-se nos J9r
    gos das carruagens e tambem para as pri-
    meiras demaos sobre c6res escuras. Pode
    passar-se a pedra pome passadas 10 horas,
    podendo dar-se em st;guida outra deiDio.
    Verniz preto lt> JapSo, superior.
    Para trabalhos em preto de carruagens.
    Produz o preto raais cscuro e brilhante, e
    p6.1e passir-se a pedra pomes 10 horas de-
    pois. Deve dar-sc duas domaos sobre um
    fundo preto e cobrir-se com outras duas de
    verniz que se emprega nas caixas das carrua-
    gens.
    VERNIZ PARA COUROS, *BRIL1IANTK E
    ELASTICO.))
    Este verniz, contendo na sua eonaposic^O
    grande quantidade d'uma substancia muito
    semelhante ao azeite denominadop^rf* bmif,
    6o unico que d lho envernisado. Em geral basta uma de-
    inSo que deve-sor applicada muito ligeira-
    monte, com nm pincel depois de ter limpo
    o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
    ca em 1 ou 2 horas, e a sombra mas ao ar
    secca em 4. Em tempo humido e inutil tal
    trabalhoy por que nao efosuval tomar o
    veroiz elaytico e seccante ao mesmo tempo,
    Veirn'iz para upparelha.
    Depoi:; de ter apphcado 2 ou 3 deinaos
    .deste verniz i'um intervallo de 8 horas, de-
    ve-se deixar a bbra intacta por 2 ou 3 dias,
    no lim dos quaes se p6le pulir com extre
    Tna facilioidadj.^ E' essencialmente neces-
    -sario cobrir estei verniz com duas deinaos do
    verniz superuiw para caixas de carrua-
    gens.
    VERNIZ SECCANTE.
    Mistura-se/ com as tmtas de apparelbo, e
    sobre ludo com as tintas moidas, para que
    sequem imfis facilmente e para lhes dar
    mau consistencia.
    FUNDICAO DE FERRO
    4 roa do Bardo do Triumpho (na do Brnm) ns. 100a 104
    CARDOSO & IRMA0
    Para homem.
    BOT1NAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
    de duraque com biqaeira, dos melhores
    fabricantes.
    SAPATOES de be mira.
    SaPATOS de lustre com salto.
    SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
    prios para banhos, iitios e jardins.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor 6 de tranca
    francezes e portuguezes.
    Para senhora.
    80TI.NAS pretas, brancas e de cores differentes,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    SAPATI.VHOS de phantasia com salto, brancos,
    pretos e de cores differentes, bordados.
    SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tram;a.
    Para meninas.
    BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
    lisas, enfeitadas e bordadas.
    ABOT1NADOS de diversas qualidades.
    SAPATOS de tranca portuguezes.
    Para meninos.
    BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo.
    ABOTINADOS e sapatScs de bezerro, de diversas
    qualidades.
    SAPATOS ae tranca fraucezes e portuguezes.
    Botas de montaria.
    Lotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
    meias perneiras para homenj, e meias perneiras
    para meninos.
    No armazem do vapor franeez, a rua do Barao
    da Victoria n. 7.
    Mobilia de vimes.
    Cadeiras de balanfo, detraco, de guernifSes,
    sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
    reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
    levt, e os mais nroprios moveis para saletas e ga
    binetes de recrelos.
    No armazem do vapor franeez, a rua do Barao
    da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
    CM4 DA MHTiA.
    AOS 4:000^000.
    RfLHETKS GVPiAXTIDOS.
    i' run Piiif-,nij ./' i. i' orti rmi 'V
    Crtsi'iti u. 9:< cuviiv /.') mtiniM,
    O abaiMi ;i~-i(;iKni<' loiiilv vcrnli.l" i.w mA* ffe
    ilie* billiieU'*, um inleiro n. S4-3 coin "00 um
    nii'ion. 2i8J com 40', um m-U n. 2-1UJ eon
    1004 e oulras sortes de 10| e $" da lotrria
    i|ue se ai*abi>u de esirahir ("i ), eonvida aos pus-
    suidores a viram receber na confirm idade do cos-
    tume sein desconto algum.
    Acham-se avenda os felizes bilhetes garantido?
    la 15' parte das lolerias a beneficio da Santa Ca-
    rs de MistTicordia do Recife (73"), que se cxtrahi-
    ra na scgunda-feira, 10 do correnle mez, pelo no-
    vo piano.
    PRECOS
    Bilhete inleiro 41000
    Meiobilhete 24000
    EM PORgAODE 1009000 PARA CINA
    Bilhete inteiro 34500
    Mein bilhete 14750
    M'H'icl Mart ins Fiaza
    ..Pr*clsa-sc de nm de 12 a li aunos que queira
    \r para o |ng;:r de Una, de Mio Pormoso. Prefe-
    rc-fc affinm t\ ili.i falia il.i | taiiea Train -; .i rua da Uiin de
    !l. il- li. '11. I." :i!i!,:. -[.iii.iri.i.
    Feilor.
    Leiam
    Na iravsssa da B.u'xa kptAc, na Capunga n. H',
    >iiio do Arante.--, preri.'a se de um feitor para Ira-
    tar do tiii i c do jaidim, que de eooheeimento do
    sua conducta e que seja ami*o do trabalho.
    Aviso.
    Antonia Francinca do Sacramento, declara ao
    rcspeitavel publico, que seu name se arha tro-
    cado, no inveniario de sua finada m3i Anaa Joa-
    quina da Conceiiao ; com o nome de Antonia
    Maria Benedicta ; c para que e*ta no futuro pos-
    sa causar damno a seus herdeiros faz a presen-
    te declaracao.
    Reeife, 10 de outubro de 1873.
    PIANOS.
    RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e macbinas para en-
    genhos, as mais modernas e mclhorobra que tern vindo ao mercSdo.
    VapOreS de forca de 4, 6, 8e 10 cavallos.
    CaldeiraS de sobresalente para vapores.
    MoendaS inteiraS e meias moendas, obra como .iunca aqai veio.
    TaiXaS flindidaS e batldas, dos melhores fabricanles.
    RodaS d'aglia Com cubaje de erro, fortes e bem acabartas.
    RodaS dentadas do todos os tamanhos e qualidades.
    Rel0gi0S e apitOS para vapores.
    OOmbaS de ferro, derepucho.
    AraQOS de diversas qualidades.
    FormaS para aSSUCar grandes e poquenas.
    Oonofl'toS concertam com promptidSo qualquer obra ou machine, para o que teem
    ^ sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
    FrtPOTYITYlPTlda^ mandam vir por encommenda da Europa, qualquer macjainismo,
    CilltjUiii I c o a Q ^ue ge correSp0ndem com uma respeitavel casa de Londres
    e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
    ditas maehinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
    Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
    F U 3 D 1 C A O DE CARDOSO & 1RMAO.
    56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
    (outr'ora rua da Cadeia)
    LOJA 1>E MACHINAS
    Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
    dado pelos grandes depositos e bens sortimentos com que sempre prima em ter das
    melhores, mais acreditadas e verdadeiras maehinas anacricanaa para algo-
    diio, desde 10 a 60 aerras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
    ms e melhoramentos para perfeito e rapido deso^rocamento ; tornam-se dignas d-j
    *erem vistas e apreciadas pelos Srs. agncultores; os quaes, alem disto, eiKontrarao-
    tambem mais
    , Como nuo e necessaria dar lustro a ultima
    (iemio de verniz empregado nas caixas de
    carruageus e no dos jogos, convem da" lo
    n'um local separado aonde n4o baja p6.
    Quando a obra urge,- deve pdr-so 4 sombra
    c ao ar hvre depois de secca, isto d, passa-
    das 12 horas, lava-se -e enxuga-se bem com
    uma esponja humida. Quantas mais vezes
    se lizer isto, mais brilhante ficari o verniz,
    e mais depressa ss termiQara' a carruagem
    (em caso necessario tres dias depois da ulti-
    ma de.nao). Duraute as duas ou tres pri-
    com agua fresca, depois d? ter er-
    viJo.
    Os frascos devem conservar-se sempre
    bermeticanoente tapados, o resto do vereiz
    uao se deve deixar Gear no frasco, e node
    usar se para as primeiras demaos.
    Mo deve misturar-se com esUi verniz ne-
    iihum outro ingrediente, nem agua-ro/., e
    de nenhum inodo com o seccante. E' pre-
    ciso limpar bera os vasos e os pinceis, c o
    melhor 6 servir um piucel para cada vor
    uiz.
    Deposito unico para o Brasil, Bartholo-
    meu dt C, Pernambuco, Rua do Hosa-
    rio n. 34.
    Pre2'8-se comprar um vaderoecum homeo
    patha pelo Dr Sabino 2' ou 3 odicao : a tratar
    na nia <\n Creapo n. 8 P.
    Apurados vapores locomoveis, de forca
    de 21/* e 3'/j cavallos com todos pertencas
    precisos para trabalharem i maehinas para
    nlgodSo, ou para outro qualquer mister.
    Maehinas p8ra lavar roupa.
    Arados americanos para varzea e ladei-
    ra.
    Carros de mao para attemis.
    Tinas de madeiras.
    Baldes de dita.
    Ditesde ferro estanhado.
    Ditos com valvula para lavatorios.
    Ditos de madeira para compras.
    Apparelhos para jardins.
    Guards-comidas.
    Tampas para cobrir pratos.
    Tarrachas para fa/or parafuzos de ferro.
    t)ita dita ditos de madeiras.
    Tamos de bandeijas finas.
    Correntes para arrastar madeira.
    Cylindros americanos para padarias.
    Pe-rtanijas avulsos para maehinas.
    Salitre refinado.
    Breu superior.
    Moinhns de diversos fabricAntes para mi-
    Iho e-cafe.
    Debulhadores para milho.
    Azaite de spermac Camas de ferro.
    Bombas de Japy.
    Ditas americanas.
    (>ifres de ferro patente.
    Cannos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estanhado.
    Ditos do chumbo.
    Ditos de borracha.
    Folles para ferreiros.
    Trons para cozinha.
    Emfim muitos outros artigos, qoe soavista e neste cstabeleomoderSjentp s i
    tinminados.
    MOFINA
    Esta encouracado !! !
    lloga-se ao IHm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
    acrivio na eidade de Nazareth desta provincia, o
    favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a eon-
    ^uir aquelle negoeio que S. S. se comproroetteu a
    realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
    flw de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    j)afion a fevereiro e abril de 18"i,e nada ennprio;
    a por e'te motivo e de novo chamado para dito
    dm, pois 8. S. se deve lembrar cue este negoeio e
    le mais de eito anno*,". quando o Sr. sn nlho se
    ichava nema cid-iri-*
    - Precisa-se de uma ama forra ou escrava'
    3ue saiba lavar, engonmar e comprar para easa
    e uma familia estrangeira composla de tres pes-
    soas : a tratar na rua do Vijeonde de Oovann? n.
    !K7, fabric* de rap*.
    Cutileria allema.
    Rua de Mathias querque n. 8.
    Antiga rua dn? Flores
    O proprieiarie deste estabelecimento doclara que
    esta pnmpto a' amola'-.-afiar e polir qualquer
    fcrramenta de apo, a saber : 'omo thesonras, na-
    valiias, facOes, canivetes; etc. etc.
    Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
    He elegantes modelo*, dos mais notaveis c bem
    conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
    Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff Ad: no
    vapor franeez, a rua do Barao da Victoria, ou-
    tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
    Pertumarias.
    Finos exlractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
    trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
    divina, florida, lavande, p6s de arroz, sabonetes,
    cosnelicos, muitos artigos delicados em perfuma-
    ria para presentes coin frascos de exlractos, cai-
    xinhas sortidas c garrafas de differentes tama-
    nhos d'agua de cologne, tndo de primeira quali-
    dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
    No armazem do vapor franeez, a rua do Barao
    da Victoria outr'ora Nova n. 7.
    Quinquilharias.
    Artigow de differentes gostos e
    phantacias.
    Espelhos dourados para salas e gabinetes.
    Leques para senhoias e para meninas.
    Luvas de Jouvin, de flo de Escocia e de caraurca.
    Caixinbas de costura ornada com musica.
    Albuns e quadrinhos para retratos.
    Caixin' as com vidro de augmentar retratos.
    Diversas obras de ouro bom do lei garautido.
    Correntes de plaque muito bonitas para relo
    Rio*.
    Brincos a imitacao e botSes de punhos de pla-1
    que
    Bolsinhas e cofrcs de seda, de \-elludo a de cou-
    rinlio de cores.
    Novos objectos de phanlazia para cima de mesa
    e toilette.
    Pincinez de cores, de prata dourado, de aco e
    de tartaruga.
    Oculos de aco fino e de todas as guarnicSes.
    Bengalas de luxo, canna, com castoes de mar-
    frai.
    OengaHas diversas cm grande sonimento para
    honiena e meninos.
    Chicotinhos de baleia e de niuitas qualidades
    diversas.
    Esporas de tarracha para saltos in botas.
    Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.,
    Pentes de tartaruga para desembaracar e para
    baffea.
    Ditos de marfim muito finof, p;ira limpar ca-
    bepa.
    Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
    ies.
    Carteirinhas de medreperola 4>ara dinheiro.
    Gravaias brancas e de seda.preta para homens
    e meninos.
    Cam|iain!s de mola para ch mar criados.
    Jegos da gloria, de dama, de bagalellas, de do-
    nino e outros muitos differentes joguinhos alle-
    m4es e francezes.
    Malas, -.bohas e s*icof de viagem de-mar e ca-
    minhos de ferro.
    Argolinhas de marfim para as crianea? mordc-:
    rem.bom para os dentes.
    Berc;os de vimes para embalar criancas.
    Cestinbas de vimes para braco de meninas.
    Carrinhos de quatro roda?, para passeios de
    criancas.
    Venerianas transparentes para porlase janellas
    Beverberos transparentes para candieiros de
    gaz.
    Estereoscopos
    vistas.
    Lantrcas magicas com ricas vistas de cores cm
    vidros.
    Vidros avulsos para cosmorama.
    (ilobos de papel de cores para iliuminacoes de
    festas.
    Baloes acreostaticos de papel de-seda mui facil
    de subir.
    Maehinas de varios systemas para cafe\
    Espanaii.sres de palba e do pennae
    Tesourinhas e canivetas linos.
    Tapetes eom vidrilhos para mangas e lante-nas.
    Tinteiros 4e louca branea, modelo bonito e bom.
    Tiras de molduras donradas e prs-tas para
    fsadros.
    Ouadros ja prompto3 com paysagena e phaata-
    zia.
    Cstampas am!sa de santor, paysagens e phan-
    tazias.
    Objectos de magicas para divertimentos em fa-
    milia.
    Bealejos peqaenos de veio com lindas pecas.
    Bealejos ^armonicos ou aecordioiw de todos os
    amanhos, e outros tnuifoa ar!igo= de quinquilhn-
    rias difficeis de mennonar-?s. No armazem do
    vapor franeez, raa do Barao da Victoria, outr'ora
    Nova n. 7.
    Medidas de 40 a 100 metro?, p? e pali'os para
    aiedir tM-reno?.
    Brinquedos para meninos.
    A maior varicdade que sc poi!o (J-.scjardo lodos
    os brinqoedos fabricadttf er: dilTiTeote? partes
    da Europa para entretenfmento das rHan?ai ludo
    a pre-os mais resamidoe que e pesivel: no ar-
    mazem do vapor franeez, rua do Bnrlo di Vic-
    oria. outr'ora rua Nova n. 7.
    Ccstinhas para eosiam
    Grande sortimento d' bonitos modal".- "hpgado*
    ao armazem do vapor franeez, ri" : BaiA da
    7i OTeados
    Rocha &. C,, estabelecidos com armazem de mo-
    lhados e deposito de sabao a rua da Madre de Deos
    n. 4, part: L-.pam aos seus freguezes e a qoem mais
    possa interessar, que o S-. Hannel Lourenco dos
    Santos Ccelbo deixou de aer seu caixeiro desde
    31de outubro proximo passado.______________
    Os abaixo assignados declarant ao publico e
    ao commercio, que compraram a tave'ma sita no
    largo daribeirade S. J-.-si- n. 21, que pertencia ao
    Sr. Jose ILuiz Goncalves Pessoa ; e se alguem se
    julgar con dircito a me-ma, queira tpresentar-se
    no prazo de tres dias. Recife, 4 de novembro de
    1873.
    Antonio da Silva Junior.
    Francisco Fab.aj do Monte.
    mSAIHOOBHO
    los 4:000^000
    Bilhetes garantidos
    ttua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
    u. 63, e casa do costume.
    0 abaixo assignado acaba de vender ns seuy
    muito felizes bilhetes a sorte do '.:000iu00 em
    dous meios den. 1869, alem de outras sortes me-
    uores de i0 J0OO e 20*00 da loteria que se acabou
    de extraliir (72*; ; e convida aos possuidores a
    virem receber, que promptamente serai pagos na
    forma do costume.
    0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiti
    vel publico para vir ao seu estabelecimento com
    prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao dc
    tirar qualquer ^remio, como prova pelos masmu
    annuncios.
    Acbam -se a venda os muito feliies bilhetes ga-
    -antidos da 13- parte da lut-ria a beneficio da
    santa casa da misericordia do Recife, que se ex-
    trahira no dia 10 do coi rente mez.
    Precos
    Inteiro 4*000
    Veio 2*000
    De fOO$000 para clinu.
    Inteiro 3*500
    Veio 1*750
    Recife, 29 de outubro de 1873.
    Jodfl Joaquim da Costa Leite
    Para casa de uma pequena familia, prccisa-se .
    de uma mulher de bons co-iumes, que saiba co-
    zinhar : paga se bem. A' tratar na rua do Mar-
    qnc de Olinda n. 57._____________________
    Avisa se a quern intore>>ar possa que o Sr. Joao
    Marques Fernandes nao |i6de vender a sur. taver-
    na sita no largo da Santa Cruz n. 12 ; assim pels,
    quern, nio obstante o presente aviso, a roroprar,
    iicara sujeito a quae-qucr execucoes, sem qne
    possa allegar ignorancia de sua parte. Recife, ^'
    de novembro dc 1873._______________
    Frecisa so de um caixeiro para tomar eon-
    ta de uma taverna bout localisada, e tambem se
    da seciedade se mostrar ser bom, aclivo, etc. e
    dand>i couhecimento de sua con-tneta : a iralar
    na rua do Barao de S. Borja n. 27, antiga rua do
    ScbO;__________________________________
    Doces, froclas e flores.
    Na rua da-Cruz n. 6 tern todos os dias
    sorvete das 11 horas em diaute, gelados,
    refrescos e sat opes de todas as qualidades.
    Armazem
    Aluga-se um na rua do Marquez de Olinda,
    outr'ora da Cadeia n. 24, a tratar na rua do Vi-
    gario n. 17 (loja).______________
    I'recisa-se com urgencia de uma ama
    para cozinhar, para uma familia de 2 pes-
    soas, e que spja perita cozinheira : a trater
    no paiio do Hospital n. 28._____________
    _ c. Tasso Irmio pedem de novo a todos os
    seus devedores que mandem ou venham pagar
    suas contas ate o dia 8 di correnle, do contrano
    passarao pelo dissabor de verem os seus nomes
    nostc jornal. Os abaixo assignados declaram qne
    I nao exceptuam devedor algum.
    Tasso lrmao._______
    I'recisa-se de um caixeiro para hotel, que
    dS conbecimento de sua conducta, e de uma ama
    que saiba bem cozinhar : a tratar na rua do Mar-
    quez do Herval n. 2, Concordia e Commercio.
    e oosmoramas com escolhidas
    Na rna do Barao da Victoria n. 36 precisa-se
    faliar ao Sr vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
    rcira, a negoeio de seu interes.se.
    Aluga se o armazem de recolher na lua do
    Buf^o- n. II : a tratar na ma da Praia n. 20,
    a tratar com Jose Peliciano Nazareth.
    baratos.
    Oleado bonltus e muito baratos para elma de
    meza : no armaznm do vapor franeez. rua do Ba-
    rao da Victoria outr'ora Nova n. 7.
    Alugt-se o armaznm o. 34 a rua Duque de
    Caxias (antiga rna das Cruxes) : a tratar na So?
    ledade n. 27, ou com Ios6 Henrique da Silva Gul-
    maraes.
    0 abaixo assignado faz publico qne desistio da
    compra da loja de fazendas sita a rua do Barao
    da Victoria n. ,'19, nertencente a extinjta llrma de
    Ferreira & Ico.
    Recite, 3 de novembro de 1873.
    Antonio M Fernandes Silva.
    Attencao
    Aluga-se a casa n. 36 da rua. da Ventura na
    Capur.ga, com commodos para familia, estando
    perfeilamenle limpa, por se ter mandado caiar e
    pmtar ha honces dias: a tratar na rua do Duque
    de Caxias n. 44. ______ ^_
    *H^*i^-^-:- mi miwiwinwiii
    3 Felix das Merces Muniz, agrade-
    ce cordialmente a todas as pessoas
    que se dignaram acompanhar os
    restos mortaes de sua mui chara
    mSi D. Jeronyma Maria Barranda,
    de novo convida aos seus amigos e
    parentes, a assistirem missas no
    setimo dia, quinta feira G do corrente no conven-
    to do Carmo, as 6 1|2 horas da manha.
    $[& Magdalena travessa do
    Luca.
    Aluga-se um grande sitio com grande casa pa-
    ra oumerosa familia, tendo quarto para e;cravo,
    e quantidade dearvores fruciiteras : a ver e tra-
    tar na. Magdalena com o seu proprietario Manoel
    da Cunha Brandao.
    Excelleate casa para alu-
    gar.
    Na rua do lmperador n. 9, se dira quern alu-
    ga uma excelleate casa em Beberibe de Baixo,
    rua de Santo Antonio, ao pe da capella, com 6
    quartos, 3 salas e cozinha, na melhores condi*
    goes posMvei's.
    Joaquim Jose Goncalves
    Beltrao & Filho.
    Rna do Commercio n. 5, 1." andar
    Sacca nor todos os paquetes sobre o banco
    \ Minbo, em Braga, e sobr^ us s garcs do Portugal:
    Amarante.
    Arco do Val de Vez.
    Ba reel los.
    Beja.
    Cbaves.
    Coimbra.
    ".ovilha.
    Faro.
    Guarda.
    Guimaraos.
    l.amego.
    Lisbda.
    Mirandella:
    Monr;5o.
    Ponte dc Lima.
    Porto.
    Tavira.
    Valpassos.
    Vianna do C.st< llo.
    Villa do Conde.
    Villa Nova de Fanialiufc
    Villa Nova do PorUmao
    Villa Beal.
    Vizeu.
    Valenra.
    Tigueira.
    Aveiro.
    Agueda.
    Oiminha.
    Tlvur1.
    Oliveira de Azemeis.
    Penafiel.
    Ao commercio.
    Frpueisco da Cunha A C. com armazem de ge-
    neros de estiva a rua da Moeda n. 47, fazem i>u-
    blico (|ue d".sde o dia 17 do correute deixou de
    fazer parte desta firma o Sr. Joao Ferreira qoj
    Santos Junior, rotirando-se pago e satisfeito do >eu
    capital e lueros, tkand > assoeia.io a mesma o Sr.
    Tito Livio Soares. Recife, 29 de outubro de 1873.
    CAFE DO .RIO.
    Tern para vender J. S. Cartieiro da Cu-
    nha. om seu escriptorio a rua do Fncanta-
    mentn n. 5, 1." andar.
    Alleiifan.
    Precis.i-sc de um criado para uma casa de
    pequena familia : a tratar na travessa do
    Vigario n. 1, Meript-rio.
    A senhora hunesla que annnnei u no Diario
    de PertHimhuca, para cozer cm sua macbina i-m
    casa d5 familia por pe-iuwto salario*appareca na
    rua de Joao Fernsndi* V'cira, no.sitio denomina-
    do os (Jualro Leoos, n. 9.
    Aiidr6 Cor-eiro Coelho Cmtra faz sciente ao
    publico e especialineule ao re-peitavel corpo do
    commercio que nesta data dissolveu a sociedade
    gommercial qne tinha com Henrique Ferreira
    Ponies, fieando este responsavel por teda e qual
    quer ohrigae 'O ate eniau coufraliKla em nome da
    mesma sdeiedade.
    Recife, 13 de outubro de 1872.
    PENHOEES
    Na travessa da rua
    das Crazes n. 2, pri- j
    meiro andar, da-se
    dinkeiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    Prgress:) da proviicia
    A melhor machina de riscar papel, vinda ale
    hoJA para o Brasil. a^'ha-se nesta eidade, moatada
    na enraiiernacan brasileira, a rua Duque de Ca-
    xias n. H, onde pautasa e risca-se papel cm to-
    d" os sentidos, bem como liyros em branco de
    reparticoes eu commercio, roappas, manifestos,
    p oIhs ou folbas de emprogados, desparlios, contas
    correntes e de ven la, tudo com a perfeicao e pres -
    toza que o freguez desejar. Bem montado como
    esta esto pstabeleeimento, pdde encarregar 9e de
    qualquer encardenacSo, mesmo de luxft, para o
    que doura-sa sobre panno, papel, conio4 vellodo,
    seda e ptrgaminho : a rua Duq ue de caxiaa nu-
    nero 21.


    c



    s
    6
    oiario iW PsiM&tmoo tjaftrta feft^'5 de mimtotiiw"leM.
    E sa para a festa.
    A' i exeeiliifo psiino Msnleiro, tra-
    :e.Ma -''. a goal s-' acha em muito hum es-
    wfl" 'It Intipen : a [ralar na ran Primc-iro de
    itoZ ^Cr&lwn.j5A-,0;ade.Gargel
    DSSCMBRT^S MEBICIXAES ^
    n.i.o EACiiARi i. %:-'
    iknoel de Siqueira
    Uavalcanti.
    1< c> IVcservativo da erv
    stpelit: para curar com cor!'/.a*c
    |. -U84 tempo, qualquer ataque de
    pela, e prevenir o sou reappare
    7-
    cn.
    CM
    . Ci|i'_ uto.
    licamenlo tambem 6 muito i
    | o '. .so i.ara c rheumatisuio.
    'Regulator U'Useato : para fatta, irregularida- .,
    i presto repentina da menstrua- l'
    dus lochio.-. asrdm eomo para
    j.i os B!frfmcBt3s devidos aquellas
    iea, Ambos estes modicamentos
    Ito conecituados, e procura-
    (J'- oerta provimSa, e ua do Rio do
    J.i,. iiif
    'Jjam-se a venda samente em casa
    ' r, das P boras do dia as 3 da
    e a qualquer hora em casos ur-
    geUieS.
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    Ra ua Ifji tratriz n. li, 2 andar.
    m
    jg\ aff-.voes.
    m

    Perequito.
    Do r>ri o nnifar & casa de Antonio Jose
    Ko<" 'uia, a rua Nova n. 5;>, voou urn
    perequ.to cnitrafeite e fallador, levando no pe
    uma. de prata : quern o tiver pegado
    Qttfira r a bondile d;' 0 cntrcgar na raesraa
    ' '* gJ^erosanieute recompen-ado.
    a casa teriea ua Una dos Itatos n. 68, coma
    par: a.estraffa do llospirio, com ba-taate
    comni : para I'ainilia : a tratar na rua do Mar-
    que; n ii., i.!;i n. 4.
    liuaseuhora honcsta que sabe bem
    coeer i .. sua niachina o por pequcno aarla-
    ri .. si? presta a morar em casa defainilia,
    prosl : In 05 seus servigo* : quem pretender
    - TFiario,
    Garros de luxo.
    q v>'l que a eoehelra da rua do Bom
    Jos |ui;n Pdea Pereira da Silva, e a
    E' in
    q : I Id iv. barliu'ia
    I
    noiv
    dei
    fc; arreiys luxnuaos e boleeiros
    roaJ do tritimo jf-isio, para o que se
    coovida ;. politico a vir porai mesnao snentiii-
    car-se d i srda le do le d -ixamos dito, certos de
    que nao oiitrurao pomad.i, o sim realidade e
    CO! .'. I
    Escravo iiigido
    Acha-sc fugldo urn eseravu cm os signaes se-
    gumt.-s.- uuil.iti), eabello caraplnho, represent* ter
    ;iO annos de Made, secco do. corpo, eslatura regu
    lar, cara pequena, bofca granic, beicos grossos,
    ram falta de denies ua !rente, nanz chato, com
    sardas e.-curas e miudas, que vistas de longe pa-
    recem buracos, maos poueo fovairaa, tot foguista
    do trcm de Apipucos, chama se Jo.-e Rufino, tam-
    beui conhecido por Jose do Rawlioson, e natural
    da Parahyba, onde foi comprado. Para ser ven-
    dido tinha sido entn-gue ao major Alraei la, de eujo
    poder fugio : quern o apprehenaer pods leva-lo a
    rna estreita do Rosario u. 23, 1 audar, que sera
    gratilicado.
    \o commercio
    i
    Os abaixo assignados fazem sciente ao publico, e
    com especialidade ao corpo do commercio, que
    nesta data dissolveram a sociedade que tinliam na
    taveroa sita a rua do Coronel Suassuna n. il, sob
    a razao de Braga A Samarcos, sabindo o socio
    Braga pago e salisfelto de sua parte, ncando todo
    o activo e passivo a cargo do souio Jo6 Joaquiin
    Samarcos. Recife, 28 de outubre de 1873.
    Maiioel Gomes Braga.
    __^_________Jus6 J aquim Samarcos.
    100$ de gralilicacao.
    Ausentaram se do engenho Araquara, terrae
    de Eseatta, desde o dia t! do carrente, os escra-
    vos-: Pedro, de 23 ranos, Hot fn'a, alto, grosso do
    corpo, pes apallietados, ladino, cantador de mo-
    das, comprado nesta cidade ao Barao de Nazare-
    th ; e Antonio>de 30 annos preto, estatura e cor-
    po reaulare-, com falta de denies na frenle, pea
    tambem apalli tadis, tocador de viola, comprado
    ao Sr. LeonarJo Rolin. Suspeita-se que pri-
    meir.. esteja na riJade de Olinda, em cuiiseijuen-
    cia de ter sido escravo do coronel Passos, hole
    Barao da Tacaruna ; c que o segundo ande pelo
    Poco da PaBclla, ondo-reside o seu primitivo se-
    nhor. A pe.-sna que os apprehender dirija-se ao
    Sr. Olympio de Souza Galvao, na estacio das Cin-
    co Ponta--, ou ao dito engenho Araquara : a tra-
    tar com Antonio Jose Gomes Junior,, que sora re-
    compensado com a quantia acima.
    *
    Massa fallida dq Jbaquim' */
    Silverio de Sauza &[].
    Os adraini>tradores desla massa fallida convi-
    dam pelo prc^oote a queni fe julgar credor da
    rnesma, a aprcsentar sens lilulos ate o dia 10 do [
    corrente, no cscriptorio da rua do Marquez de
    Olinda n. 1, allm de proceder-se a verificapao e
    classilicacao dos creditos. Recife, 3 de novembro ;
    de 1873: j
    ft*************
    JW i
    MEDIC0-CIRURGIC0 *
    DO 0
    Dr. J. M. Curio
    Rua do ilarqnez de' Olinda n. 25, pri- &
    ineiro andar. 2
    Consulta das U fibrilsSs il 'da'manhS. W
    Chamados a qualqtter' bora. M '
    * -***$*$ m****
    ConsnKorio iRedico-cirorgico ft
    *
    m
    1
    -?;.'
    DE
    % A. B. da Silva Maia. g
    2 Rua do Vfscoade de Albuqnerque n.
    11, outr'ora roa da matrlz da floa-Vista jf

    n. It.
    Chamados
    a qoalqner Hora.
    wnsuitas : aos pobres gratia, daa'S &
    Q 4 horas da tarde. /JJ|
    Si fj
    calecas, ineias ca I t;!ve' n?stes caaoa, e o asseio
    B lux, proprias para qualquer so se !9*i; afRangar itu, com) tain
    ' di eliqueta, daiJea o aetos da ,-n-a- M '' niidas serem muito hem fellas,
    -' aja Jos do exeelleut'.-s "'" ^oziuhoiro do primeira orJem.

    banbos de mar.
    A":..:. ri' i itcs costumes do ultimo goko"
    P".ra n e senbwas quo desejarem to.
    K ?3lgados, fllem da solnlez da
    . reiisttr a agua salga-la, a cle-
    lr jos nada deixa a dese-
    n .
    . i
    tl
    m flecamjw
    a pt i qniter fazer os soDcertos
    i r iii'i pur alguas annos, d
    i sita na Porta d'Agua,
    i .' to [>r loa |iiini Pires Cameirj M in-
    criptura para maioPBeguran-
    ' lad muito salubre, e a casa maito
    i. .. i banho de agua duce em
    i wdo vis:> que o trem passa
    il -m picti a li r p&la dirigir-se ao Sr
    ...: v-> mteir i, etn Apipucos. au
    jnci i l..i..Vi... Pinto, na rua do Bom Jesus,
    . Sr. I aiiuan, a rua do omntereio n. i(t
    : rreira dos Santos Junior, soeio c ira
    i' Br a ci l Franco iii Cunha ^
    : ai aroiazera de gencros de es-
    '' .. '". d :lara ao respeitavel
    mi met lesligado da referi-
    da ;..'. i e: pital e Iqcros, fiean !o
    . i n liilidaie i aim pel i p i ivo socinl,
    i '. quetudoQca a cargoeres-
    ' le lj sjcio Ant-rai-i QuinUno Franco da
    '. cite, I' di o itubro de 1^7^!.
    Preta e izinheira.
    lesusn 57, 1 andar, ha uma
    gar.
    8:000$0<)().
    i
    reis a pi uni mi dico em
    na na de EIoi las n. 86 s lirad .
    : t'ogio ill men sitio da ostraddo1 Arraia
    ia 27 di corrente. a roinha escrava Adrfana,
    : allura regular, cara
    fnla e muito rogrista. Esla ascrava
    ..iv le \ ler rractas 06 muito co-
    iio Reci:'e : protosto com toda rigor da
    i,. coutra q tern a ther asjlada c reAompmsarei
    io que Irouxer ao dito sitio.
    Jm>o Poppe da Silva Lopes.
    j-araniiuns.
    Tia r-ii,i do D a la Victoria n. 30, precisa-st
    Srs. Pedro dfi Rego Chavas Peixolo t
    i, Paes daS I" a negocin de particular into-
    .ease _____________________
    I a '-'.!. frtgido o escravo pard<\ de
    . : o qua! coasla icr andadd por Olin-
    oamonte foi visto cin Iguaras-
    su, intit jl.in gaintes: falta de dente*, poaea barba, bastante
    am i a r iffrei de trialdade, faUa descancado
    i :j-o : roga-se as autoridades po-
    - rl campo a apprelensao At
    t!il escravo, e o favor do o levsrem ao abaixo as
    i rua doVigarjo n. 21, 1* andar, que
    r. '
    Domiugos Alvas Mafbeus.
    100..5'DOO do gratificacao
    I' -:.|'in. u c,e novo, de borJo da barca bra-
    ra a. Jo.-;'; o fttcravd Jnaquim, preto da ua-
    ctO, o qual and* bem veslfdo e calcada, deixan-
    d'j cresi>;r i cabujka a mod) do meia cabeHeira.
    E.- pioienceu ao fallecido Dr. Oiym
    UVIarciillinn da Silva, que o havia comprado na
    rrv. ..s fern S Joan d'EI rei on Ouro-
    Hret v, d'alli j ira o.-ta pr,-,iiicia, d mde foi para Maceio,
    uni o veaJjdo all. a Jusliuo Epaminondas Ne-
    I'ompraram os abaixo essigoados.
    Cuzmbar, oeeuuacjo a que estava dedicado,
    se peh faHa que e afneano.
    Offiri'ce-se a ijralilicacao acima a quern o ap-
    i ben le< a nga oe a todas.as autoridades a sua
    ca 'tura.
    ilveifo, 6 de ou u'r de 1873
    JflaMtt Silva. I.oyo & FiIIki.______
    dajjui em Olinda.
    Alnga-s.> a da r in do S. Dento n. i7, a ipial lem
    souja, rnuttiMi eo.-nmodiM e quintal innrolo com
    jwriai: irrtMse ua rua do Torres n. 15, secundo
    Hotel chinez
    21Rua da Imperatriz21
    Esla abertu a concurrencia do respeitavel pu-
    blico este novo e ben ntil estabeleciiiiento Rece-
    be se assignaturas mrnsaes, e promette-se ter
    sempra suJBcientes coinedorJai para se fornecer
    nvul.-o. O propri-laiio deste n vo e.-tabelecimen-
    | to prometle servir o melhor que se pode desejar,
    j e por precos muito resumidos. O que se torna no-
    e oruiApUao ; e nem
    tambem se garante
    itas, visto que tern
    lem. Havera todos
    os dias sorvete das melhores fruclas conhecidas
    I'irre uos. Espera-se a concurrencia do respeita-
    vel publico.
    Consultorio homeopa- 0
    thico 0
    D< Dr. Santos Mello M
    4i------Itua do Impera lor-------it &
    Consullas todos os dias das 11 a 1 da X
    tarde. ^
    Gratis aos nohres. n*
    Resi lencia a rua Nova n. 7, segundo (jj*
    andar, ouda da consullas das G as 9 da i
    maiiha e das 3 as 5 da tarde. 2g
    Ch imados a nualmier hora. SE
    m
    HI
    m
    Consultorio medico
    DO
    Dr. Hurillb.
    RUA DA CRCZ N. 6, >.. ANDAR.
    Recem-chgado. da Eurepa, onde fre-
    queatou os hospiiaes de Paris e Loudres U,
    pode ser procurado a qualquer hora do Si
    dia ou da noute para objeclo de sua pro- fi
    basao.
    Consultas do meio dia as duas horas
    da tarde.
    Gratis aos pobres.
    Etpecialidades.^Molesli-uJt da polle, de
    crianca e de mulher.
    . Emprega no tratamento das moIeStias
    de sua especialidade as duchas frica e
    banhos a vapor, para os quae3 trouxe
    os apparelhos mais io-jdernamen!e em-
    pregados na Europa.
    Tambem ap|>lica com grande proveito
    no tratamento das molestias do utero- a>
    electricidado, pelo process do Dr. Tre- G^
    pier. Cura por urn processo inteiramense Q.
    novo as blennorrhagias e sobre rudo a ly
    C(gotu military dispensando asifljeccfies. 5"
    DEiYTISTA DE MBIS
    19-RUA iNOVA19-
    . *..
    BAZAR
    do Barao da Victoria n. 22.
    DE
    Caroeiro Viana.
    Nenhuma machina
    Singer 6 legitima so/j^?
    nao levar esta marca
    *-
    -- :-
    --
    a qualquer hora.
    1001000.
    Esta fugidoo escravo Manoel, de Joao de Souza
    Dias Valladao, que esla em Fernando de Noronha,
    o qual lem as signaes sgnintes : mulato, andar
    descancado, altura regular, barba serrada, e dizem
    que anda com un- papeis falsos a intitula-se eomo
    livi : queni o apprehender e l^va Io ao largo da
    A sembtea u. 17, rebera a gratilieagao acima.
    i
    . il BJ.Ift 1
    Akiga-se uma boa east em Olinda, com bastan-
    tes eommodo< para famdia, na rna de S. Pedro n.
    31 : queni pretender dirija-se a rua do Marquez
    de Olinda (anliga rua da Cadeia) n. 20, que acha-
    ra com quoin tratar.
    AllenQao
    Perd-u Be na tar.le de ogunda-tira um rtlogio
    de ouro patenta inglfic, com uma corrente de ou-
    ro, poilalapis, e uma cliave do ft-.tiu de uma sa-
    carrolba c i.m siaele com timbre; o relogio tem
    da part" do fora na lampa uma coroa de nobreza,
    e os ponteiros sSo pretos c extraordinariarnente
    grandes : qoein o acliou se o levar a rua dolm-
    perad'T n -G, 1" andar, recebera a gratilkarac
    de L30jt0a>.
    Aviso.
    aledose:. Sr. J'zequiyl, mnrador na cidade
    C-O.-.nni que ippare..a no nontal da r:,!ang3,
    'li-ular intercssc.
    Pede-sc aos Srs coronel Joaquim Cavalcante
    da Allm luerqoe, senhor do engenho Paulisla, Dr.
    Lntz L"pes Castello Branco e Vicente Raceliar, o
    obsequki de aiiparecerein na rua Ouque de Caxias
    n. 44 a negocio que Ihes interessa.
    AttenQao.
    Precisa-se alugaruma ama
    demeiaidade, poi*6mque seja
    preta, que nao tenha vicios
    nem acnaque, e queaiiance
    sua conducta, para comprar
    e cozinhar para uma familial
    de 3 pessoas : a pessoa que
    estiver nestas circumstan-
    cias, appareca no 3. andar
    desta typographia para tra-
    tar.
    Ainiacao de loja
    S'ende se uma excellente annacao de amarello,
    muito propria para qu.lquer estabelecimento : na
    rna da Marquez de Oliudan. 43.
    Escravo iiigiilo
    300^000 de gratifica^ao
    Au.-entou-se desde o dia 13 de maio de 1872 a
    pr'lo de nome Alfr.-.dc, representa ter de 30 a 40
    annos de idade, t perfeiu coziiiheiro, aito bastanta^
    e bem magro, pouca barba, ollios grander, muito
    ladino, consta que tern pai no engcaho do Sr. Lulu-
    de Caiara. em S. Lourenco da Slaita. Este proto
    foi cozinheiro dcs negocianles Adriano 4 Castro e
    Sr. Jose Joaquim Goncslves Bastos, e julga-so
    que esteja alugado cm algum hotel ou caa parti-
    cular nesta cidade. cmo forro : pede-se a todas
    as autoridades e eapitaes de campo, que o deseo-
    brmdo, o Iragaffl a rua Duque de Caxias a. 91, loja
    d miudezas do rira1 i segundo, que serao gra-
    tilicadns com a quantia acima.
    Pede-se ao proeuradat ou encarregado de
    nrg.cio-i do Sr. Juan Manoel Pontnaf Junior, (A
    favur do apparecer a ru do Rispicio n. 33, das $
    is ti li'iras da manha, ou das 2 as 5da tardt.
    Alufa-M- da d' Olinda, a lua do Pa$o
    Csslelb.-no. (hoi" il o" Janeiro) uma excellenle
    c.tsa terrea, muito fresca, enn baslanlas commo-
    dds, bom quintal, proxima do banho o da iffreia, a
    tratar nesta cidade do Recife, rua do Santa ThO-
    re;;a n 12.
    J. M. Leroux, eirur-
    giao dentista, succes-
    sor de F. Gautier, es-
    pera contisuar a rne-
    reeer a confianga dos
    clientes da; easa> edo
    respeitavel pwblico em
    geral.
    .4M& esla fiigida
    A' este grande estabelecimento tem che-
    gado am bom sortimento de machinas para
    costura, de todos os autores m8is acredita-
    dos ultimamentona Europa, cujas machinas
    4.8*0 garantWas por um anno, e tendo urr.
    perfeito artista para ensinar as mesmas, cm
    t^ialquer parte desta cidade, eomo bem as-
    sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
    anno sem despentlio algum do comprador.
    Neste estabelecimento tambom ha portenras
    para as mesmas nrac"hinas e se supprti qur.]-
    quer peja que seja nacessrio. Estas mn-1
    chinas trabalham com' toda a perfoirao dc
    uni e dous posporilos, franze e" borda toda,
    quafqUer costura^Or fina qse snjm, seus
    prefossao da seguintequaHdii'l^ : p?ir tra-
    balhar a m8t de'8O8K)O0, 4*Wl>00s, ^5^000
    e 50J5000, para trabalbat com o- pe s4o de
    80J60O0, 9035000, 1003>000, 11< -JOO0,
    1205?(X)0, 130J5O00, 15O9DOO0, 2S0'-JO0 0
    250$000, emquacto aos action's i.h< ha al-
    teracao de pre$os\ eos compradores pod^rio
    visitar esle estabeitecimento, que nfoito dp-
    verao gostar pela variedade de &fcj6efr que
    ha sempre para vender, eomo scjaiii: cwlei-
    ras para viagem, malas para viageic, cadei-
    ras para salas, ditas de balance, ditas para
    crianca (alias), ditas-para -escolas, costarej-
    ras riquissisias, para senhora, despensaveis
    para criancas, detoda^asquaiidades, canias
    rv_ de ferro para homem a criancas, capachos, N
    .espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    "quenos, apparelhos de meta^ para chd, fa-
    aueiros com cabo de metal e de marfim,
    qitosavulsos, colheres de metal fino.condiei-
    ros para sala, jarros, guarda-comidas de
    araine, tampas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar salas.lavatorios completos, ditos
    stmples, objectcs para toil-ette, e outros mui-
    tos- artigos que muito devemagradara todos
    que visitarem este grands estabelceimento
    que se acha aberto deide as G horas da ma-
    nha ate as 9 boras da noatea
    Rua do Barao da Yictoria n.
    fixa no
    china.
    braco da ma-
    Para evitar falctfi-
    a^des notem-se betri
    dos- 09:deta4hegM d4
    marca.
    AS MACHINAS PARA COSTURA
    DE
    --
    9*
    a*
    m
    -r-
    ....


    |
    NAO TEM
    MAIS DE UM millO TEH-SE
    Porque?
    Sao as melhores
    SSo as mais baretas
    S5o de dous pospontos
    Sao mais simples e rapidas
    Sao duraddras e aperftigoadas
    Sao ulil em uma casa.
    Faz melhor costura com metctde da linha que gastam
    as outras e fornecem um meio de
    VIDA
    Para aijiiciles que leffl dc siislenlar-sc
    c-
    DE
    22.
    a escrava Matildes desde 17 de marco, do corrente
    anno, de 32 annos de idade, preta crioula, estatu-1
    ra regular, chela do corpo, pernas fiuas, tem uns 1
    carecos no rosto que pareee espmhas, falta oe'
    denies na freute da parte de cima, falia muito,
    mansa que as vezes desafia comuaixao, fcoa cozi-;
    u'aeira e engommadeira, e filha do Para, foi eora-!
    orada a sogr:t do Sr. cormaendador Luceoa, e
    muito conhecida por ter estado alugada em- casa
    da Manoella do inspector, no Monteiro, ella intitu-
    la-se de forra e lem sido vista no l'ogo da Panella,
    Monteiro, Caxanga, Magdalena e aqui no Reerfe :
    pede-se encareiidamente a todas as autoridades
    policiaes e eapitaes de campo a sua .appiehensao,
    assim eomo se pede a quem teoha am as que ve-
    rifique nessas que dizem sar forras. pc-is consta
    estar ella de araa que nao sane a rua, qn&segra
    liucara com a quantia de tO if, a quem a.levar a
    seu senhor, na rua do Livramento n. I, a Antonio
    de Paiva Ferreira ;.e protesta-se haver esdias de
    serviQo de toda e qualquer pessoa que- a tenha
    occulta em sua casa, na forma da lei.
    Nao ha inais cabelios
    broncos.

    k*
    AS
    Cobre e latao.
    Compra-se cobre, lattio e chumbovelho:
    no armazom da bob amarella travessa da
    rua dc Dnperadnr.
    Compra-se duas-venezianas- novas ou
    com algum uso, e que estcjam em bim es
    taio : r.a rua do Barao da Victoria n. o .
    TiNTURARlA
    iUNEZL
    So e uniyia-approvada pelas acad'jmias de
    srioncia^ reeoniiHcida superior a toda- que
    tem apparepido ate boje. Deposito princi-
    pal d rua da-Cadeia do Recite, hojo Mar-
    quez de Olinda, n. 31, 1. andar, e em
    todes-. as botioas e casas de cabellei-
    rtiro. .
    Compra-se
    um sitio nos arrabaldes desta cidade, onde pas.-,,
    lin'.a ie binds: a tratar na rua do Imperador c.
    48, armazom.
    Compra-se uma escrava de meia idade, qua
    saiba lavar, eugommar e cozmliar, que nao tenha
    vicio algum e sej 1 sadia : quem tiver nessas cou-
    diQiies e queira vender, annuncie por este Diarki,
    ou
    qu
    aha as 4 da tanle.
    1 inja so a esirada de Joao de Barros, sitio a. H,
    :e achara com quem tratar. das 9 horas alama-
    Compra so uma artc feanceza de Uureain :
    na rua estreila do Resariaai 17, andar, das 10
    horas as 2 da tarde.
    V^NMS.
    1:
    Tm para vender
    a 0 & Pilho : a tratar
    do Commercio n. 5.
    Joaquim Jose fioncalvos Be-I
    no seu eseriptorio a rua
    Vende-se uma pnrle do engenho Noyo,
    sitoem Serinbaem, mocnte e corrente d'a-
    gua, coin beiiiieitorias e utencilios neces-
    sarios, tendo boas terras 0 raattas ; 0 preen
    e commodo visto 0 proprietario nao poder
    conlinuara possuil-o: a tratar na rua Au-
    gusta n. 130.
    Banhos em Olinda
    Camisas e cal^s de.fazenda de boa qublidade,
    pi\prias para os banhos em Olinda : na loja dos*
    arcos a rua Primeiro de Marco (antiga do Crespo)>
    n. 20 A, deGurgel do Amaral \ C. '
    Rua do Brum n. 76
    i Veude se ziaco paro- do superior qualidade,
    proprio para cobertas de casas, medindo II pal-
    mos de comprido e 4 de largo, por prejo mniio;
    em conta.
    - Vende-se a taverna com garapeira, sita a!
    tua Imperial n. 27.1 : a tratar na mesma.
    Potassa da Russia em mtio*
    | bawis a 5@& rs, o Uto
    , Desembareada ha- igueeft dias : veude- o<
    escnptorip dp Oliveira-J?hos *,, larft d* Goip.
    Santo a 11
    Jutia.
    De forc^a do d.us a seis cavallos : a.vcnda no
    armazem de Joaquim Copos Macliado & C, Ira
    vessa dp Corpo Santo n. 2-:>.
    CalQ-ado estrangeiro.
    Aproxima se o mez do dezembro, tempo cm
    nue o Pent na America, a rna Duque de Caxias n
    59, 1 andar, lem d i dar o seu banned, por este
    motivo, os proprietaries deste estabelecimento es-
    tao resolvidos a vendereai seus calgidos pelo cus-
    to, afim de minorarea o trabalho ; assim pois os
    apreciadores do bom, c com especialidade o sex 3
    amavel, para qnem o Paris ua America, conserva
    com a.devida deconcia) o seu gabinete reserVa-
    do, pac a escolha de cidcado, aproveitcin e ve-
    nham munirem-sc do que precisarem.
    m
    Querem agradar a yaya ?
    Querem agradar a csposa?
    Querem agradar a iiika?
    COMPREM UMA
    MACHINA DE SINGE B
    Nierihuma casa estd completa sem uma
    MACHINA DE SINGER
    Sei i caix/j 809000. Cora cnixa"n05>000
    UNTO A AGENUA
    m
    45
    A CASA AMERICANA
    RUA 1)0 IMPERADOR 45
    PECHINCHAS
    So o d. 20
    EUA DO CPESP0
    LOJA DAS J PITAS
    So na rua do Crespo n. 20.
    Loja de
    Guilherme & C.
    Feno.
    continue a vender muito barato par^ apurar m^USSSi J^STdo L3t
    muito dinlieiro. K.
    CASSA LA ;------------------------1-------------f-------
    Ghegou esla fazenda.sendolindospadrties. oven-'. I 1IA lla 111 A /-
    de-se pelo dimiouio preco de 2-K) rs. o covadn, t \jd\l IHI llllf /
    pechincha I f dao-se r.mostras. /
    Olin.
    >-

    linda nurne-
    Fiadd!
    Grande novidade.
    S opara o 43
    Yieram no Bltimo vapor, baptistas Unas com
    barras, gostos chinezos, pelo rtiminuto preco de
    560 rs. o cevado : a rua do Queimado n. 4%
    Las com K>tras assetinadas, ultimo gosto a
    1*000 o covado : so o 43 a rua do Queaaado
    Dao-se amostras.
    Contra erysipela
    Bas poaar vuri'ce
    Moias de borracha, tecido em seda, mtieo reme-
    dio contra a erysipela das peroas : a venda na loja
    do Gaio Vigilante a rua do Grespo n. 7.
    ATT EN? A 0.
    UMA M0B1LIA.
    Vende-se uma mobilia de amarello em perfeito
    estado a Luia XV : const.ndo.de. um sofa, uma
    jardineiaa, uni paj-de conaok*, 12 eadeiras dc
    guarmcio, doas da braoo e duas do balam.o ;
    quem quiier fazer uegocio, dirija-se a rua Direila ,
    n. 3 i* andar, q-ie achara com qu:;n hratar.
    droes, peln dim nuto preco de 400 rs. o. covado
    pechincha"f! I dao-se amostras.
    Cortes de.casemira di cores, a biM cada um.
    Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
    Dilas pretas para luto, a 2'rO rs. o covado.
    Fustao branco para roupa de i.ieninos, a 560 rs^
    a covado.
    Brim pardo t- do cores, a 400 o 440 rs. o ce-
    vado.
    Cobertas do cliiia adam.i.-cada, a 3J&00 rs.
    Colchas bran:as e com barra de cores, a 3J500
    e 4*000.
    Lencoes de bramant., a 2J000.
    Dit-is de algolao, a 1*400.
    Toalbas alcochoadas, ajOjOOO a duzia.
    Ditas felpudas, a 6*500 a duzja.
    Lenjos de ca^sa com barra, a 11000 a duzia.
    Ditos do caua abanhados, a 2*090 a duzia.
    Ditos de esgu ao finos, a 3*500 a duzia.
    Cambria lisa muiio Onas, a 3*000 e 4$500 a
    peja.
    Atoalbado adamascado, a 2*000 a vara.
    Dito tran;ado. a 1*100 a vara.
    FustSos de cores, a 1*000 o.corte.
    Chales de meriu<> liso, a 2*000.
    Ditos cstempudos, a 3*500,4*iW e 4*300.
    Ditos com listras muito finos, a 5*800 e 6*0(M\
    Esguiao muit) Gno, a 2*000 a vara.
    Brim preto tnncado, a 2*000 a vara.
    Bramante de algodao.a 1*600 a vara.
    Dito de linho de 9 e 10 palmos de laretiro. a
    2*500 e 2*800 a vara. '
    Algodao rqana T, a 5*000 a peca.
    DihxlomesliMt, a. 3*000 a peca.
    se lenc.6es de bramante de um panno so Britn de algodao com Itatras proprio para cami-
    a MDOQtc barato para acabar. ss a 400 rs. o covado.
    Toalbas grandes para rosto a 500 ri. : ua rua Nanzuc cambraia de cores muito fina, pelo di-
    do|Cabuga a. 10, loja da AukiIca. I minato pre^o de 4.00 rs, o covaUoi.

    MCTl.NS Vende-se na rua do Marquez d
    Proprio para vestidos o que I.a de ntak gostOy' r<>6 padroes novos, pelo preco de 400 rs. o covado, o
    pechincha! M- doa-se amostras.
    . LAS ESCOCEZAS
    Lasinhas esccce2as, padrSes bocltos, a SiO rs. o
    covado.
    Dilas com lisiras, padroes mod era os. a 280 rs. o
    covado.
    Ditas la e- soda, padrQas modernos, a 6J0 rs. o
    covado, 6 pechincha Ml dio-sc: amostras. 0 proprietario do estabelecimento -Bazar Uni
    - ALPACA.- Dh LORES versal tendo de trans'erir o mesimo para outr,
    i tflnS?cain& MK'S Pai3r!,e* honitos, fazendade lugar e tendo grande deposito d* alachiaas de
    1*000 a 400 o covado. e pechincha: I tdiio-sc custura de todos os autores, resolW vender a
    amostras. ravtvwi? jPRAZO. mediante a convengao que Ve puder fa-
    LUhlO.NL zer Com os pretendentes : a rua do BarSfc da Vie-
    Lretone cm pecas pcquenas, com bonitos pa-1 toria n. 2J. \
    Rua do Barao n. Victoaia
    n. 22.
    1 LISBrtA
    I
    da chegada no ultimo vaajst, e da mais nova :
    veude se na rua Direita n. 14, esquina do beceo
    de S. Pedro. _____________
    Lenc^es de bramante a]
    2#000.
    Vend
    Antonio Duarte Carneiro Vianna.
    l>e CAsanicatos.
    Dc iKiptisitdos
    De liailos
    De soirees- ,
    De almofios.
    Me lunches
    De hic-UnicKs
    De coins. -,
    De [iiilo de tudo
    Seoncarrega a confeitaria do Campos.
    B alcm disso
    A confeitaria do Campos
    Esla* sompro provida
    De tudo quanto e precise para
    Uma boa mesa.
    Rua do Impergdor n. 24,
    -
    Ten* para vender em sen esaripterio Jaaquiu;
    Jose Goncal vet Bettrio A Filho, a roa do CerawaTr
    cio n- 5,
    5
    alaH
    *' m *



    v..
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    Diario Je Periianrbuco <$tiarta Mra 5 de Noveinhje de IbVa.
    iltnUiJ
    DE HOWE
    SOARES LEIffi, IfflAOS
    UNIBOS A6ENTES
    A*
    Rua do Biirilo da Victoria a. 28
    Is mais simples, as mais baratas e as melhores do mundol
    Na. exposifao de Paris, era 1867, foi coucedido a
    Elias Howe Junior, a mcdalha de ouro e a condecofa-
    cSo da Legiiio de llonra, por serera as machinas mais per-
    feitas do ruundo.
    A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
    Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
    tura.
    A medalha de ouro na eiposi$So de Londres acreditara
    estas machinas.
    90S000
    Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Hove de Nova-
    '.ork, estabeleceu nesla cidade i rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agoncia
    feral,, para em Pernambuco e mais provinciasse venderem as afamadas machinas de cos-
    ra do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeijao do seu trabalho,
    mpregando uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
    ' n?la introduce^) dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
    fferrcer ao exame publico as melhores macninas do mundo.
    As vantagens destas machinas sao as segmntes:
    Piimeira.0 publico sabeque elias sao duradourns, para isto prova incontestayel, a
    -ircamstancia do nunca terem apparccido no mercado machinas d Howe em segun-
    * m5o.
    Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Terceira.Ha nellas menor friccSo entre as diversas pecas, e menos rapido estrago
    que nas outras.
    Quarla.Formam o ponto como se fdra feito & m$o.
    Qainta.Permitte que se examine o trabalho deambos os fios, o que se nao consegu;
    * outras.
    Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um & outro lado,
    t lego era seguida, sera modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
    fna.
    Setima.0 compressor e levantado com a maior facilida * agulha ao comecar nova costura.
    Ortava.Muitas companhias de machinas de costura, tem lido epocas de grandeza e
    ?ecadencia. Machinas outr'ora populares, s8o hoje quasi desc. i hecidas, outras soffroram
    audan^as radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas do Howe
    doptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    agmentado o seu fabrico, e hoje na attende a procura, posto que fac,a 600 machinas
    or dia.
    Cad a machina acompanha livrotos com instruc^oes em portuguez.
    4 9(b>000 A 90*000
    SOARES LETTE, IRMAOS'
    A'
    do Barao da Victoria n. 28.
    N. 4Bua do Gabug4N. A
    JOSEPH KB4ilSE & c.
    GOMES DEMATTOS<tMAO
    Avisam ao respeitavel puhliro desta cidade queo sortimento de joias, de subido va-
    ior, que existia em seu estabelecimento, esta" completamcnte reforcado com, o mars-elft
    gante sortirnenlo de novas joias, que receberam dire.ctarr.ente pelo ultimo vapor da Eu
    ropa, constando elle do mais voriado sortimento de adere^os a" Boulevard, pulseiras di
    ultimo gosto com pedras preciosas e sem elias, brincosd'argola, agraffes para relogio de
    senhoras, delicados aderegqs para meninas, raeios aderegos de caraafeu lindissimos, veltaf
    de nogo.rdios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidadt
    de botdes para punhos e peito, com emblercas magonicos, de pnix, tecido de ouro, caaa-
    feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alfire-
    tes e botdes, e outros muitos ohjectos do ouro de melhores fabricantes de Paris, que s*
    venderao com grande roducgao de pregos, por serem elles recebidos directamente de seu>
    committentes.
    Os proprietarios do acreditado A1UZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento aberti
    ate 8 horas da noute, convidam as familias que se quizerem prover de- lindas joias, *
    virem escolbp.-l.is d vontade. para o que es'ii em exposigao hos m'ostradoresr
    TASSO IM-AOS & C.
    Em seus armazens a rua do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vender por precos 'commodoi
    Tijolos encarnados sextavo3 para ladrilho.
    Canos de barro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hydraulicc.
    Machinas de doscaroijar algodao.
    Machina3 de padaria.
    Potassa da Russia em barril.
    Phosphoros de cera.
    Saga em garrafSes.
    Sovadinha em garraf5e.->.
    has garrafo'es.
    Hhnm di aJmaica.
    Vinho do Porto velho eugarrafado.
    Vinho do Porto superior, dim.
    Vinho do Uordeaux, dito.
    Vinho de Scherry.
    Vinho da Madeira.
    Poles com linguas e dobradas injrlezas.
    Licares fmos sortidos.
    Cognac Ganlhier Freres.
    Latas de toucinho ioglez.
    Barn's com repolho em salmonra-
    Xarope d'agriao do Para
    Antigoe conceituado modicaraento pars
    cura das molostias dos orgSos respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicado ainda com optimos resultados m
    escorbuto.
    J. 0. C, Doyle.
    Tom para ve i d :
    Cognac do Hennessy, superior e verdadeiro.
    Vinho Xeres das melhores qualidades.
    Bitters do Angostura.
    Whisky.
    Cha preto em laltas de 10 libras.
    Todas as preparaptfes ehimii-as do Dr. Ayer: no
    armazem da ma do Cnmmercio n 38.
    FAZENDA NOVA
    A
    fH 400 rs. o covado.
    Lindas poupelinos do liuho e seda de cores, tazenda muito
    om uso actualmente na-Europa, e inteiramente propria para
    a prcsentc cstacao, pelo baratissimo prego de 400 rs. o co- $%?!
    vado.
    Na rua Primeiro dc Margo (tnliga do Crcspo) n. 13, loja
    ilas Columnas, de Antonie Corroa de Vasconcellos.

    .^sftujm
    FiiDdicio da Aurora
    Grande sortimento de:
    Moendas de todas as qualida-
    des e taraanhos.
    Tachas fundidas e batidas,
    idem.
    Rodas dentadas e angulares,
    idem idem.
    Machinismo, idem.
    Varandas, gradeamentos pa-
    ra jardim, etc, etc.
    Tiido sevende por pre^os
    muito em conta para aca-
    bar.
    N. B.
    G. Starr &C, em liquida-
    ^ao, na fundicao da Aurora,
    em Santo Amaro.
    Vendese uma moleca de i'i aunos de ida
    de, de unportanle figura, preta, recolhida e com
    priacipio de haliilidade : na rua da Hortas n. 110
    Cervrja rraneeia Bohe^ i $000
    o $p de it garrafas.
    Se acha a venda na rua do Commercio n. 24.
    Vende-se uma escravade io annos, garante
    s servir para casa do familia por saber muito
    qbm cozinhar e fazer dece, o mutivo. se dira a
    weem qutzer ; a tratar a rna do Xogueira n. 29-
    Pomada britannica
    E:ta nova pomada, descoberta inglco, que tao
    bom merecido credito tem adquirido na Inglaterra.
    possue a propriedade de amaciar os cabellos, dar-,
    Ihes o mais bello lustre, obstar a qne elles caiam
    e gosa espeeialmente a inapreciavel virtudo de vi-
    gorar o bolbo capilar e impedir o embranoueci-
    mento ao cabello.
    Unico deposito na
    PHARMACIA AMERICANA
    37Rna Duqae de Caxias -37
    FFRHEl.RA MAIA &M.UPAXHIA
    Novidade
    Retratosde S. S. Pio IK; do R. P. Beck, geral
    da Coir panbia do Je-us, e do R. D. Vital, bispo do
    Pernambuco : na photograpbia imperial a rua do
    Cabuga n. 18, c
    (Vn mesma cam
    Retratos da iofeli: Maria la Concaic3o, as-
    sassinada pelo desembargador Ponies Visguei
    .10. o'OO rs.
    AiHoniodeHjuraRjiliiJi&C.
    .-Optimo cafe do Ceard. e algodfio
    de .Macei6 profcrivel ao da Ba-
    liia
    A 400 RS. O METRO
    Vende-se
    Uma armacao de taverna colloeada em boa lo-
    calidade na rua Imperial n. 184, a tratar na
    mesma.|__________________________
    "~ VENDE-SE
    uma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
    mercio, qjor preco modico : a tratar com Ta'sso
    Rm5osi& C.
    o-G.iz :^s das Pe-
    Sal^idris.
    Villa Rouca de Aguiar.
    UICAUBONATADAS-S' DICAS
    Analyses do Dr. Jose- Julio Rodrl-
    jues, lente da escola I'oljte-
    clintea de Lisbon.
    Esta excellenta agua usada com vantagem nos
    padeciroentos da vias digestivas, uriaanas, do
    estomago Jtc., etc.
    Vendese
    NA
    Pharmacia e drogaria
    _______Rua larga do Rosario p. 34.________
    Os verdadeiros
    Vinhos de Bourgogne
    das Alarms
    Chambertin
    Porntnard
    Virits
    Yulnay
    Beaune
    Monthelio
    Dito Iiordeaus em quartollas.
    Yende-MC por bar l) preco
    PARA LIQIIDACAO DE CONTAS
    NA
    Elua Larga do. Rosario it. 34.
    Botica.
    INGEIllllll!
    Para atteader aos numero-
    sos poliHiis osta resolvido s
    vender suas- alainaJas machi-
    nas de ci stura
    Ra
    CASA AUERICAM
    COMO SiO LiKSOS!!
    Os leqaes todos de nudrepcrnia,. t.ra..r .< e de
    c6res e que trazom o disticoUN'IAO ni leuras
    lambem dc. madrcperola em ajtn relevo, tor-
    nandi) se por isto apropriados para iitu'vav, a NO-
    VA ESPERANCA a rua Imque (antiga do Queimado) e quern os tem.
    Sao de tartoi'uya
    Os brincos, broches, meios adt-recos, rrnzet,
    ' coracSes e cassoletas, que estSo oxpwUs boa
    I escolha das Exnias. (amantes do c!ii<|ue) vende-se
    ' na Nova Espeianca, a rua Dui;uc ilo Caxiaa
    d 63.
    Aos meninos
    i'ia-< a.
    bo-
    - as
    rudem
    iretas que
    43 Rmulo L;[Mira(!or 45
    5- Ig^aiKMffg? :|
    Novo estabelecimento de
    cera.
    Xa cidade da Victoria, a rua da Imperatriz n.
    j 48 A, vende-se e troca-se cera de tod.i qualidade,
    ! a qnal se afBanca por ser feita na terra, e o sen
    autor foi premiado na.exposicao de 18)39.
    Vende-se uma linda victoria com i assentos,
    feita de encommenda em Paris, com arreios para
    dous cavallos : na rua da Aurora n. '0, onde po-
    dera ser examinada das 9 haras da manh.l ate as
    a da tarde.
    Asunicas verdadeiras
    Bichas hamburguezas qne vem a este mercado-
    na rua do Marqiiez do ulinda n. SI.________
    Ha rna oslreita do Rcsario n 28, vende se mobi-
    lias de jacaraoda, uma mesa elastic* d< 30 palmos.
    um guarda lonca gramlc, uma ca.Ba >h- form b
    mais pecas aviilsas, todas bem eoostruiilas, por
    pre;o mais coinmodo do que em outia quuK|uer
    parte.________________________________
    Pechincha
    LSsinha.', fazenda de 13 por 400 rs o covado,
    sendo dalargurade alpac^, padrfies bimitos ; rtao-
    se amoslias : na rua do Cre.-po n 20, loja de Gui-
    lherme& C._________________
    D ce lino lie fi iaba
    na venda Lnpa
    Vcnde-se no pateo do lerjo ns. i e G, deces
    finos de t)das as qulrdades e gelea, a retail).i e
    por atacado : nnica easa qne melhor pode" servir
    aos compfadore-. A's icrcas e sextas feiias ba
    requeijao.
    Na rua do Aragao n. 10, preeisa se de SO ij
    paiaalfdrria de uma mulatinha rniga : quern li-
    ver dirija-se a mesma, qad a fari iodo negocio.
    A armacao 'la taverna n. 60. ?ita na rua Direi-
    ta dos Afi>gados : a tratar cum o seu dono, na
    rua da Palma n. 57, Recife.
    Burros a venda
    J. Deiro avisi a seus freguezes quo esla em via-
    gem para as provin-ias de Ala;oas e Pernambuco,
    conduzinclo ex^elleute tropa de burros ; panrara
    por Penetlo, Pilar, Ca*l inlia Grande, Porlo Calvo,
    Barreiros, Rio Pormoso, Escada, Cabo, c. provavel-
    mente por Santa Amaro de Jabo.itao a Nazareth ;
    por isso pode ser avisado nn enconOldo em qual-
    quer destes lugares. Larangeiras, 20 do outubro
    de 1873.
    Extraordinaria pechincha.
    2$500
    Colchas de alg dao adamnscadas para cama
    pelo ban\tissimo preco de i$r,C0 na loja dos
    arcos, de Gurgel do Amaral .n C. a rua Primeiro
    de Marco (antigr do Crcspo) n 20 A.
    A Nova Esper.wa a rua Duque de
    63, aeaba de reeobei um Undo lurtuS
    necas de muitas qualidades, vindo ..
    engracadas boneras de borrach
    uma pequena quantulade de llonei
    se tornam apreciadas pela sna nividi.i
    Ebem utif
    A Nova Esperanca a ma Duque iln Cains n
    63, ecelicu verdadeiro cimento inylrK. prejiara
    ?aopara concertar pnrcelanadlntm ntil.
    Vestfdo perchd'o
    Muitas vexee uin vivtido torna-se iu?>'!ramentt
    fei'i, jomente por estar-mal enfeii^1'.' a ^ -va.Es-
    per^ni;.- a rua uque de Caxias u. fit ivmov
    este mal ; pOMae esta bem provida di.s mclnvrea
    galops e fraujas do todas as con'-. ;mde es-
    colhcr-ic a vontade sohresahlndu ';ii' "v is
    mudernas franjas mesaieas, <|ue p> la sna varieda-
    de de c6r<'s, flea bem eoi quasi todas ;;.s facendae.
    A e!!a antes que se acaliem.
    Cabellos bruncos so tew. quern
    quer
    A Nova Esperanc.a a rna Dnque de I'axiw n.
    63, a<-a' a de receber u verdadeira irut: r di Des-
    nous para tingir os cabellos, o .i!!;1
    i" (cmprca.in'Io-a) com n.uita ifcflidadp, e ii'T este
    r moiivo, cabellos brancos so tem qnMii quer.
    Esfao na moda
    Os. eiMnrffn de cotrre. propri.w >:ara.senboijtf,
    qne reeebeu a Neva Rsperanq:. a rua !-;.!jii'.- de
    Caxias n. 63, estao, sim. senlima, esi; modal
    Se qiien '- tiT ou piepararum ramrrhdcde
    eheirofos eravos braHcos para o vosso casafhittito
    ou para outro Mm tpropriadci, 6 oecesarWiri
    N-v.i RxpVranca a rua Du'iue de Caxtai n. 63,
    qoetaHi encontraieis os mell.orui nrts "H'fqiktl
    : que se nodi* desejar.
    Bolas de borracha
    Vendnro-efl 4a todos na tamanm.-a rua Duque
    de Caxias n. 63, na Nova Ksperan;a
    Scd do Cabo 1 erde.
    Tem para vender Joaquim Jr..-c donQ.il-
    ves Beltrao di Filho, a bordo dqb"i^.iie por-
    tuguez D. Anna, fupdeado ''> fro u- >io tra-
    picho Alfandega Velha : a tratar a >ur'lo!o
    no seu escriptorin a rua do Coinineri'i
    n. 5.____________________
    - Wil on Howe & L. vendem nd seu ipawn
    a rua do Commercio n. i\ :
    Overladeim panno de algodao azul ameneano.
    Exi"cllcnti' flo de \ela.
    Cognac dr 1" qualidade
    Vinho de BordeaniC
    Carvao de Pedra de todas as <|ualidade
    Armazem do km
    Rua da .\iaclre de Deus o. 10 A. .
    Jose Domingues do' Carmo e Sih ,. i H. iaa aos
    f seus freguezes e amigos quo- no s. u ai......--m a
    rua da Kadre de Deus n. 10 A. se arta um '"iim-
    pleto sortimento de fnmoeni 'fardos de patente ;.',
    I 3.' e 3.* sortes, dos melhores fabiieanl< .!.- ,;;:iiia,
    ie bem assim a flor de todos os fnums dc c-rda
    , em rolos, pacotes, latas gran |es e iu-queii s, tam-
    I bem dos mui acreditades fibticaiHu.1- Torres &
    Araujo, Lizaur, Adolnho Schtud: v <'... Ciianx
    Schmidt & C, Veigas Araujo, Tiin.lr.ii.- .. Ave-
    lar, Teixeira Pinto & Porlella (; iranlitl' pelos
    mesmos) e de outros ainde nao ri (iclo
    publico de-i;. capital. Ot'anuonriaiite .1 cliraqoe
    i todo fumo que for vendido em sua casa sera pek)
    seu justo valor, e que quando gatai.iii n ;."ti-
    va qualidade, sera sincero, mui t^fiicula.-inente
    com as pesseaa que pouco ententom da ia;
    pois para bem servir a todos. tern t anininciaate
    .i ionga pratica de 18 annos deste r-Mci ..'i.i.
    Fazenda de criar "-a flo
    Vende-se a fazenda de criar gado, .!.' ','iue F'or-
    quilhas, na provincia do RioCni'de '' N n te, co-
    ma ca do Assn, tend.) de exteii-.ao clrico log'ias de'
    terra, com baslante gido de crjarpn; ,i I mais
    de 200 bezerros pr.r aeno : quern pi*tailr hzer
    este negi cio ilirija->o ao engenho iriaapifefll
    Ipojuca, a tratar eoni a proprietary. ". e-nu os
    correspondentes Leal & Irmao n sta ; raca i<\ Re-
    cife, rua Msrquezde Olinda n. 86.
    \ende-se uma armacao de amarelb envi
    dra^ada, com balcao propria para qualquer ne-
    gocio a tratar na rua de Crespo n. 20.
    Taverna.
    Vcnde-so uma sita a rua de M .i e P.arrosn.
    i, liwe "e desemhan.C/ida para qoem a quizer
    comprar, sendo propria para principiante.
    4/
    72
    DOS PREM1QS DA *t PARTE BAS LOTER1AS CQNCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 472 A BENEFIC1Q DA IGRgJA DO UVfiAMKNTO DA VIGTURI\, EXTRAHIDA EM i DE NUVEMBRO DE 1873.
    X' SS. PRFMS. NS. PREMS. Ns- PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. iNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. ns. par MS.
    6 44 274 44 484 44 773 44 1008 14 1344 *4 1563 44 1789 40 2017 4 2283 44 2527 44 2806 44 3013 44 3163 44 3436 44 3730 44
    * 9 81 509 79 13 47 44 68 _ 1801 ,-~- 21 w 84 ~* 33 7 m. 15 71 38 52
    2G 87 . 17 85 " 20 56 69 4 ^" 52 89 36 8 Um. 22 ^^ 75 _ 50 _ 56
    Z9 88 28 90 23 57 72 11 *W 56 2308 39 _i 12 --- 27 _*. 94 52 ^_ 59
    30. 89 39 95 28 62 95 59 44 60 17 40 16 --- 30 __ 3205 53 _ 62
    51 94 56 804 32 64 04 1619 48 63 23 47 20 --- 37 __ 22 55 __ 66
    5S 302 104 60 11 35 65 44 20 54 .69 *4 .26 49 25 --- 48 ^^b. 24 57 mm* 68
    71 > 3 44 64 12 45 74 24 57 74 44 29 4 50 26 --- 49 mmmm. 28 O? 58 mmm 74
    82 44 7 65 104 20 52 87 25 , 60 * '79 54 n 58 45 ~ 53 35 iy 59 --- 84
    83 . 21 71 44 35 63 94 28 67 81 70 62 49 _ 55 __ 37 62 --- 92 _
    ) 88 29 72 37 93 97 37 68 -r 87 74 66 - 51 59 MM 45 _ 64 94
    -i 90 31 80 -T 56 1121 1402 i*5 40 _ 09 J:004 95 .f^D 77 -4M 67 / - 52 . ___________ 62 . 48 65 __ 98
    93 * 40 603 --- 68 27 6 44 43 H 44 99 83 44 91 53 99 oc 49 . 86 --- 3804
    103 44 46 * 4 --- 70 47 12 49 88 2KK) 86 260.1 59 --- 68 *4 50 VNW- 98 10 _
    10 51 6 --- 80 56 16 M>4 51 . 96 3 92 tO4 9 ^ 62 --- 74 44 57 _ 3500 13 _
    11 59 7 93 69 404 17 44 55 .97 A4 37 -m 93 44 15 4 67 78 61 ^^^ 8V 28 _
    12 m 24 904 ** 76 04 30 58 98 44 42 i 2402 ri AH a 71 80 _ 63 10 mm. 3:
    ---
    16 m 86 26 5 79 104 34 76 - 99 94 __ 5 __1 27 79 --- 83 68 28 mm. 52
    \ 19 44 87 31 --- 12 89 . 44 43 79 1905 *- 65 t4 7 H 29 M| S3 84 *4 70 43 53 __
    \ 43 P . 42 14 90 ^* 46 86 pi 8 70 U 1,1 35 ... S7 Tt 85 44 74 45 68 mmwmm
    i 50 413 43 --- 23 95 52 96 9 ,w4 71 F 16 38 __ 90 --- 87 86 70 _ 69 _
    1 67 18 47 32 97 59 1700 <*3 75 M 17 4 40 ..__ 94 _ 95 98 3310 75 _ 72 ..
    69 23 mi 52 --- 42 ft>4 98 65 4 30 "* 76 - 23 a4 .5 1 2908 ' 97 89 f_ 73 ,_
    76 25 --- 69 45 4* 1204 66 104 10 32 *o4 86 ' 28 & (87 1 10 --- 3107 - 13 m4 m _ 77 ,
    i 78 4 16 70 48 39 71 - 4 13 *- M 44 48 r4 38 -r 82 _^ 12 21 *W 16 __, 3605 , 82 1
    79 44 38 --- 74 --- 52 42 76 44 16 38 3 m -'44 43 IMH 89 t4 23 22 44 20 _ 18 -_ 67 JL-m
    r.' 84 ^__ 43 83 58 49 78 T- 22 47 98 44 __| 95 44 30 --- 24 24 22 m-Mwm, n ^,
    ? 90 45 94 --- 59 54 84 24 57 2205 H 53 ^732 -^ 42 --- 28 26 ,_ 34 *^ 3928 -mmm,
    - 96 47 ..700 67 58 89 --- 42 63 - - 1 56 40 48 30 40 ' m-m* 39 31 U^m
    - 200. -^^ 46 7 ' . 75 82 ^*^ 1509 --- 50 67 .$ <*m 60 i6 41 im 51 32 _ 41 _ 46 35 ...
    12 51 Mm 10 104 79 84 10 53 m - 31 H 90 u 44 1 55 __ 33 mm 42 _ 67 ^. 48 . __
    - 43 52 _, 11 44 80 86 13 62 82 37 ____( '*! 52 --' 56 . 4 34 _ 77 _ 70 65 1
    46 53 an 16 81 1313 -r 31 --- 67 91 45 ! 93 60 -t 63 44 41 80 MM 86 67
    47 54 25 4 84 14 35 --- 68 99 49 I S1501 1-p 73 -^ 68 42 40> 85 - 93 78
    53 60 __ 29 44 86 . 19 4 40 71 2006 54 mm* 5 - . 78 75 44 44 87 99 3708 S2 mm-M.
    56 - 66 36 96 25 4 43 --- 84 .' 7 61 mJt 8 _ 82 --- 98 53 3402 44 17 m. yo m>
    59 60 .. "^T 69 74 *~ 37 43 . 97 1003 30 32 ^ 44 56 t4 85 87 9 ,10 66 1 20 25 91 93 --- f 99 3O03 59 62 13 24 28 29 fa 05 * 44
    70 0*
    61 77 55 7 * 40 60 44 88 * 12 78 441 "26 2802 --- 5 4
    1 1 *t - Hi [ - '
    1 III Oft


    _*i_ i
    8
    Diario de Pemambuco Quarta feira 5 de Novembrd do 1673.
    UTTERATDRA.
    In*tr*icc*o publicu naAllc-
    /
    Por C. MPPEAU.
    SALAS L'E ASYLO OU iAROINS INFANTIS.
    (Kindergarten.)
    {Conclusdo )
    a A md; laostra a seu Mho a maneira
    do se servir ilos objectos quo ella Ihe desig-
    na Ligan lo sompro a palavra a acgdo.
    dird ao infante quo os a botca p i earner ; f ir-lho-ha conliecor o
    fim de su.i ><:'.Ao quaa lo, deitando-o, the
    dird : dor.n- Itrme. far -I ho-ha conhecer
    c distinguir as diversas sensagoes do gosto c
    do olfacio. quor dizendo Ihe : Oh I como
    isto i bom .' ou heia I coino i man Apre-
    sentando-lbo uma (lor do agradaval perfu-
    me : Ob I como cheira tao bem. dissimu
    lanlo uma aspiragao ; ou nio la, afastan
    dose da fl<5r quo ella ndaqucr aproximar
    do pequeno : O'i I quo nviu chciro diz
    com iesgosto.
    E' assim quo a mai procedc, esconden-
    do a Indo o olhar profano o santuario do
    seu amor, educanio o sen filho no rotiro,
    desenvolvondo um par um todos f.s seas
    me nbros. todos os sentidos da maneira a
    mais simples e a miis conforms a nitu
    rezo.
    luleliz K'uio com t aossa relinada sa-
    bedoria, perderaos muitas vezes de vista o
    principio e o lim da desonvolvimento do
    homem. Xbandonando as verdadeiras
    guias, i natureza e Deus, para procurar
    auxilio e sonselho naprudencia c na scien-
    cia, ap-jiia- lonseguimos fazer castellos do
    cartas, qua -.< tuais ligeiro sopro faz cair
    por terra.
    Nada t'.io certo, se o sain Jo da
    casa paterna para entrar infante na escola,
    cai do rstudit razoavel das cousas no das
    regras miis ou menos abstractas que elle
    encontrard eir livros quo elle ndo poderi
    compreheuder senao d custa do peuiveis es-
    fo'QOS e de grariies faJigas. nada mais lh-3
    p6de aCQUlpeer senao toruar em avorsao es-
    tudos que 1.0 pesatn e quo cortaria pel.i
    raft os progresses quo devia ao descuvolvi-
    mento natural da; suns faculdades.
    V
    E' mapiraodo-se aiuda do aulor do Emi
    lio, que os allomaes iulroJuziram nas suas
    escolas est' ensino pelo aspeclo, quo, fallan-
    do logo aos sentii >s do infante, da uma
    primeira salisfagao d sua curiosiJade 0 1
    sua necesii lade do conhecer, c 0 oncaminha
    naturalmente da vista do muu lo roal d iu-
    telligencia das ideas quo exprime. Mas os
    quadros e as imagons, que representam as
    cousas, nao valoin as cousas mesmo, e eis
    aqui porque esto eiisiuo plo aspecto nas es-
    colas ullcmaes nao vale as licoes de cousas
    usadas nas escolas dos Estados-Unidos, e
    queseria tank) mais util iutroduzir nas nos-
    sas, por isso mesmo que sd) ainda os nos-
    sos grandos eJuca lores francezes, Montai-
    gne, Fleury, J. J. Rousseau, .s primeiros
    que proclamaram a ulilidade e a excellen-
    cia. Nao 6 s6 a sala lie asylo que e neces-
    sario applicar esto methodo, quo faz natu-
    ralmente stquenciads prnneiras noroes quo
    0 infante dtve ao eusino maternal ; convi-
    ria tambeir. muito as escolas primarias e ao
    ensino media, em quo substituiriam vanta-
    josamente os metlio 1 s viciosos, que, diri-
    gindo quasi uuicainer.te a altencao para as
    palavrs c par' a disaosicao das phrases,
    nao dao muitas vezes em rosultado senao o
    ensinar aos discipulos a arte de escrever an-
    tes de se Hie tor feitu conhecer os objectns
    sobre que deve escrever. As licoes de cou-
    sas comp >ria ura lundo solido, uma forte
    base do cooheeimeotos positivos e reaes,
    que crever scientemente c propriamsnte sobre
    todas as cousas.
    Vcrbnqv.-: procisam rem non invita se-
    (jitentur.
    Estas UcCjcs de cousas teem 0 seu ma-
    ebinismo exposto desdeo decimo-selimo se
    cu!o, no fxceUente Hvro de Claudio Fleury :
    Da escolhc e do modo de conduzir os es-
    tndos.
    Como os primeiros objectos do que as
    criaacas se inpressicimm sao os do into-
    LUCSSCIA NMIL
    HEMORUS DE SUTIUZ
    POR
    19. ilannn-t Vcruuuilezy Gonzalez
    PRIMEIRA PARTE
    0 aRAN-CAPITAO.
    VI
    0 F1U0E SAVONAROLA.
    (ContinuaQao do n. 952)
    E dirigio-je para a cadeira onde deixara
    a capa e 0 gorro.
    N'ao nao sahiras I bradou Angiolma
    avanQando para elle. Vfio matar-te I Tal-
    >ez mesmo que os assassinos te esperem
    junto d'esla casa Nao, Giovanni, nao
    sahirds ; fica e serei tua escrava ; nao re-
    sis tire i como ate agora d tua vontade ; ado-
    rar-te-hei dejoelhos, seguir-te-hei, embora
    tenbas prendido e morto men pai !
    E Savonarola ? exelamoa rugindo 0
    duque.
    Que me importa d mim Savonarola ?
    Mata-o e que pere^a com elle a heresia I
    E Angiolina devorava com olhar ancioso
    e enamorado, 0 olh r candente do duque
    de tiandia.
    Houve um momento em que os bracos de
    Giovanni enlaoaram a cintura de Angiolina,
    que soltou um grito abafado.
    Entao abrio-se o reposteiro da porta da
    direita e Savonarola, espantoso, horrivel,
    precipitou-se entre os dous amantes, sepa-
    rou-os e exclamou com a in lignacao de um
    verdadeiro apostolo :
    Tu, rameira vil e perjura 1 tu a quern
    o inferno don 0 poder de enganar, dcen-
    louquecer, de envenenar a alma I Tu, as-
    sassino infame, filbo e irmao de assassinos,
    blasphemo que invocas 0 nome de Deus
    para commetter 0 crime, tremam porque a
    justice de Deus pende sobre as suas cabe-
    cas, porque na sua presenga estd o seu elei*
    to, c seu enviado I Tu, Angiolina, nio
    sssassinards teu pai, e tu nSo matards a re-
    forBna, no seu apostolo, generalissimo da
    igreja 1 Savonarola 6 festejado por Deus !
    E, com t.rapidez dorelampago, tirou de
    rior da casa, sua; diversas paries, os do-
    mesticos e os s^r ;; i? differeotes, os moveis
    e os utencilios, jada maii.lproprio do que
    0 seguir a sua curiosidaoe natural para
    Ihes ensinar agradavelmonto 0 uso de todas
    as cousas e fazer-lhos entender, tanto elles
    s8o capazej, as razdes solid is quo as fize-
    ram invontar, fazendo-lhes sontir as incom-
    modidades 3e quo ella sdo 0 rcmedio. Acos-
    tumar-se-hiam assim a admirar a bon lade
    de Deus em todas as cousas que nos propor-
    ciona para as nossas necessidades, a inlus-
    tria com que dotou o homem para sua uli-
    lidade ; a sentir a foliciJade le haver nas-
    cido n'um paiz bom culliva lo e no meio
    de uma nacao instruida e poli la Cos-
    tumar-se-hia.n a fazer reflexSes sobre. tudo
    0 quo so apresenta : 0 que constitue 0
    principio de todos os estudos. Porque s6
    se orra toda a vezque se julga que e ne^
    cessario ir longe procurar com que instruir
    hs criangas. Os pequenos nao vivem no
    ar, nem entre as cstrellas, rnenos ainda em
    espacos imaginarios, vivem sobre a terra,
    neste baixo mun lo, tal como elle e lioje'.
    E' pois nocessario quo elles conhoQam
    a terra que habitam, 0 pao que comem, os
    animaes quo os sorvem e principal.nento
    os homons com quo elles teem de viver e
    tratar.
    A' medida quo a idade avanga,
    dir-se-Ihes ha mais e proceder-se-ha de
    modo a instrui-los adequadamente das
    artes que dizem respeito d comrnoJidade da
    vida, fazen 1 > o; vectrabalhar e explicando-
    Ihescada cous:> com cuidado. Mostrar-so-
    Ihcs ha, ou oru casa ou ftira como se faz 0
    pao, as teias, os pannos ; veriam trabalhar
    os alfaiates, os tapeceiros, os marceneiros,
    os carpinteiros, os pedreiros e to los os
    operarios de construcgoes. Conviria proce-
    der de mo lo, que flcassem bem ao facto de
    todas cstas artes para entender a linguagem
    dos operarios e para uao sor facil engana-
    los. Este estudo seria um grande diverti-
    mento para elles, e como as criancas que-
    rem sempro imitar tudo, nai> deixariam de
    fazer brinquedos de todas estas artes dili-
    genciando imita-las.
    E' precisaraenlc 0 que Ereebel explica,
    mais longa, mas menos simplesmcnte e
    com menos claroza, do que o escriptor
    francez. Estos sabios preceitoi, porem, nSo
    sdo os francezes quo primeira os puzeram
    em pratica. Quando se lhes expoe os me-
    thodos de educagao empregados em Allema-
    nha, quo estdo costumados a admirar por
    tradigao, c a ella quo elles fazem honra
    de uma invencdo do que elles mesmos de-
    veriam tor 0 merito. E' deste modo, que
    durante muito tempo os nossos historiado-
    rcs litterarios tinham attribuido d Allema-
    nha, d Italia, d Inglaterra, composigdes
    opicas ou lyricas, uma multidao de contos
    e fabulas, que nao eram senao imitagues,
    d vezes muito imperfeitas, dos nossos tro-
    vadores, ou manuscriptos, que, longo tem-
    po esqueciilos, sairam por lira da poeira
    das bibliothecas.
    As licoes do cousas aconselhadas por
    Claudio Floury em 1766, a Sra. Pape Car-
    pentier no-las mostra, segundo uma indica-
    gdo do Sr. de Cormenin, admiravelmentc
    organisadas em I'lorenga c;n 1857, n'um
    estabelecimento fundado pelo principe De-
    midoff.
    Verdadeiros quadros pendurados na
    sala da escola primaria instruem os peq-je-
    nos que sabcm do asylo, e ahi recebem li-
    goes de desenho, docdrte de pedras e de
    simples architecture. Olficinas de impren-
    sa, do sapataria, de tecidos do seda e diffe-
    rentes estudos profissionaes estao patentes
    na casa aos educan los do asylo que mani-
    le.stam o seu g sto por um delles. Delles
    se tomou conta quasi d nascenca e, por uma
    previdencia engenhosa, Id mesmo se com-
    pleta a sua aprendizagem. Nada sevolvida
    para que elles tomein das sere*, das cousas,
    das irtet, s6 ideas claras e exactas, e suc-
    cessivamente, sem perturbagao nem confu-
    s.1o da memoria.
    E' nos e sentido que se Ihes poc d vista,
    d medida quo os podem comprehender, cs
    objectos dos tres reinos da natureza, 0 ve-
    getal, o mineral, 0 a imal ; guardam se
    estes objectos em arma'ios separados : cada
    armario tern divisoes onde se veem espigas
    baixo do habito um punhal e langou-se so-
    bre 0 duquo de Ganlia. Este, pirem, que
    estsva preveni lo, que se conservara d dis-
    tancia e se achava perto da porta da esquer-
    ila, fugio com rapidez desapparecendo por
    detraz do reposteiro.
    Savonarola soltou um rugido de raiva e
    correu para a porta pretendendo arrom-
    ba-la.
    A porta era demasiadamenle solida e 0
    duque do Gandia esta' a f6ra do alcance do
    Savonarola.
    Nao importa, disse este, esperam-u'o;
    Deus defende a sua causa.
    Esperam-n'o 1 exclamou Angiolina.
    Sim, sim, vem I bradou Savonarola
    E dirigio-se para a janella que abrio.
    Angiolina ccrreu para a janella.
    A rua ilo la Longaretta estava deser'ta.
    Ao pe da janella bruxuleava 0 debil re-
    flexo da lampada do Ecce-Homo.
    Ndosoouvia o mais ligeiro rumor.
    De improviso, e apenas Angiolina asso-
    mara d janella, ouvio-se 0 ruido que pro-
    iuzia, ao abrir se, a porta da casa do assas-
    sinadn Pietn Basti.esahio um homem.
    Era 0 duque de Gandia que gritava :
    A'mim, Paulo Desembainha a es-
    pada... man la aproxiuar a litoira estamos
    ameagados, cerca-nos a traigdo... Para a rua
    de la I.ongara I para casa de minha mai I
    Angiolina es'ava muda do ddr.
    Giovanni Borgia abandonava-a em poder
    de Savonarola. Mettia-se na liteira era que
    ella viera, fazia se escoltar pelos homens que
    a tinham escoltaJo d ella e afastava-se.
    Ama-o exclamou Savonarola, ama
    esse miseravel I esquece por elle teu pai, os
    teus juramentos, a tua vlrtude, a grande
    missdo de que o ceo te havia encarregado I
    Teem-n'o tdo s6mente para a ambicfio, para
    0 crime, para a impureza I Deus, pnre'm,
    sentenciou os seus inimigos, e a justiga de
    Deus e inevitavel. Ouve I ouvo !
    N'aquelle momento, e na direcgao que
    Giovanni bavia tornado, ouvio-se ura ruido
    de espadas
    Angiolina soltou um grito, vacillou e ca-
    bio sem sentidos.
    Savonarola olhou para ella com uma
    crueldade indifferente, tirou-a da janella,
    fechuu esta, sahio do salao por onde havia
    entrado, desceu. abrio a porta -e dirigio-so
    para 0 sitio onde havia* desapparecidoo
    duque de Gandia.
    Nao vi> cous4 algurna,
    A rua de la I.OMgiraJ estiva compiolsmen-
    t>? sikticiosa c ifrserta.
    do trigo, de cevada, de centeio, de diffe-
    rentes hervagedft legumes, fructos Desig-
    nam-so diante delles pelos seus nomes,
    mostrarn-se-lhes, descreve se-lhes ( nos Es-
    ta'los-Unidos sao elles mesmos que os dos-
    -revera, 0 que vale mais ), acosturaam-se a
    distinguilos, a reeonbece los, a nomca-los
    sem hesitagao. Do mesmo modo araostras
    de podras, de terras, de gessos^ de mar-
    mores, d"enxofro, de metaes de ouro, de
    chumbo, do prata, de botumes, ahi se
    acham classificados n'uma ordem methodi-
    ca to las ellas se possam conhecer, suas
    origenslhos sao indicadas, explica-so-lhes
    de um modo simplos a sua transfornagao e
    applicagdo aosdiversos usos da vida.
    a 0 raesmo c para os animaes empalha-
    dos 0 represeutados ds criangas, taos como
    a natureza os torn fcito, menos a vida. El-
    les sabem-lhe os nomes, instinctos. costu-
    mes; maneiras de ser, suas qualidades, seus
    perigos. Aos ajuranos da escola primaria
    mostra-so a anatomia do homem interior, a
    composigdo dos corpos, a accdo dos orgdos,
    o seu Ingar, suas funcgoes, sua 01:011 mia,
    Faz-se estar presentc o homem diante delles,
    estu lo serio, que os forga a meditar. As
    ligoes do mechanica ompleta 0 seu ensino.
    Fazem -so function ir A sua vista as rodagens
    das machinas. Doscrcve-se-lhos 0 mocha
    nismo dos relogios, dos moinhos, dos bar-
    cos a vapor, das locomotivas, dos engenbos
    de Bar, de tecer, de fabricar pannos, teias e
    differentes tecidos. E ijto e ensiiudo como
    recreagdo, sem esforg), sem obrigar.
    Julgo que seria cenveniente excitar as
    municipalidades cada uma segundo os sous
    meios a procurarem-so semelhantes collec-
    g6es dos tres reinos da natureza. (Das
    solas ds asylos pelo Sr. de Cormenin.)
    Estas inlicagoes e estes consrlhos teem,
    desgracadamonte, fica Jo para 116s semeffei-
    to. Instruamo-nos, ao menos, vendo que
    outros paizes os teem praticado e aproveita-
    do e auimemos os esforgos generosos que se
    produzem cm cerca do nos triumphar das
    resistencias que 0 espirito de rotina, mais
    poderoso outre nos do que por toda a parte,
    oppoe as melhoragdes as mais sabias e
    as mdis uteis.
    Nao receio ter-inc Jemorado do mais so-
    bre a educagdo da primeira idade, e sobre
    os methodosem pregados nas salas de asylo,
    nesttsj'-ar lins de criancas, objecto das pre-
    dilecgoes do allemao Frjabel. Estas salas
    podem applicar so mafavilhosamonte do en-
    sino primai io 0 ao ensino medio, e seria fa-
    zer um grande servigo aos nossos institui-
    dores e insiituidoras, 0 po-los ao correute
    dos seus processos. Isto Ihes permittiria
    da r ds criangas, sem fadiga e sera enfado,
    uma instrucgao real e, o que val mais ain-
    da, costuma-los observar, a julgar, a racio
    cinar, ndo sobre palavras ou ideas, mas so-
    bre tudo 0 que os cerca, isto e, sobre as
    mara vil has da creacdo c sobre a omuipoten-
    cia do seu divino autor. Terei mais de
    uma vez de voltar sobre esta importante
    questao do methodo, nas observagdes a
    que darao lugar as escolas primarias e as
    escolas burguezas, que vou successivamente
    estudar.
    < ai-tu a I'clinu (uede<.
    Meu amigo.Sis-rae assoberbado por
    uma tarefa, para a qual mo fallecem com-
    plotamente as forgas. Teria mesmo desis-
    tido de te escrever a presente carta, se ndo
    fosse a convicgdo que nutro de que ndo a
    apreciards eomo fructo de minha pobre in-
    telligencia, mas, como um arrojo de meu
    coragSo, naturalmente propenso d exaltar
    se, d tomar so de enthusiasmo pelo que e
    grande.
    Ves, pois, que o movel a que obedego,
    nao e a vaidade, ridicula companheira, ain-
    da mpsmo quando possa ser justificada por
    altos dotes intellectuaes, e mais ainda em
    mim, em qnom nenhuma attenuante pode-
    ria encontrar.
    Desej; que tu e os poucos amigos com
    quem con.ivo reconhegara, que sou pobris-
    sirao de conbeciraentos, mas, que nao me
    inculco de possuidor de riquezas, expondo-
    me d fazer banca-rdta a rada passo.
    Ndo. Confesso quenalasei, e ndo me
    envergonho disso. Forcejo e forgejarei sem-
    pre por quebrar as malhas da ignorancia;
    Salvou-se I exclamou Savonarola.
    Affonso Crespi e eu estamos perdidos I Fui
    um insensato, cegou-me a colera, nao sube
    firmar 0 golpe.
    E, possuido de um terror frio, esquecen-
    do se de que deixara Angiolina sem senti-
    dos na casa da torro dos Tres-Enforcados,
    jdeixou cahir 0 capuz sobre 0 rosto e com 0
    j punhal na mdo encaminhou-se com passo
    'rapido para 0 Tiber, ganhou a ponte de
    San-Sixto, perdeu-se entre as ruassolitarias
    de Roma, chegou d praga Colonna, e apro-
    'xiraando-se de uma casa grande situada
    n'uma esquina d'ella, abrio a porta e on
    trou.
    VII
    DE COMO GONZALO DC CORDOBA ESTVE A
    PONTO DE M0RRER OBSCUSAMENTE. '
    Um quarto de hora antes de Giovanni
    Borgia ser sorprendido por Savonarola, uma
    grande barca negra, tripolada por quatro
    remeiros e conduzindo oito homens, atra-
    cou d margera esquerda do Tiber, na es-
    jcada da ponte de San-Sixt .
    Esperem aqui, disse uma voz que po-
    dia reconhecerse pela de Michelotto, e vo-
    ces venhara comigo.
    Os oito homens, sahindo da barca, subi-
    ' ram silentiosamei.te as escadas e penetra-
    (ram n'um das ruas imraediatas.
    Quando 0 duque de Gandia dentro da li-
    teira precedido por Do-ninico e escoltado
    pelos quatro bravi, penetrou na rua de la
    I.ongara, ouvio a voz d'aquelte que gritava :
    A' mim, assassinos I
    Travou-se immediatamente um combate
    rapido, que cessou com a fuga de Dominico
    dos bravi, e dos dous homens que condu-
    ziam a liteira.
    0 duque sahio d'ella e deitou a correr ao
    longo da rua, ate* d casa de Rdsa Pannozia
    Borgia, sua mai, .que* vivia na rua de la
    Longara, mais para Id da igreja Regina
    , Cceh.
    Cora tudo 0 duque ndo corria soziuho.
    Apos elle, seguiam muitos homens silen-
    ciosos, pordm terriveis e rapidos.
    Alguns d'clles passarara adiante, e volta-
    ' ram-se subitamente para elle na occasido
    cm que Giovanni alcanc,ava 0 portico da
    igreja Regina Cceli
    Estava tdo aterrado que nem sequer des-
    embainhara ainda a cspada.
    A' luz da lampada'quoafdia no portico
    da igreja, diante da Madooa, collocada so-
    bre a caixa doscxpostos, vio que avancavam
    para ello alguns nofliens com mascaras nos
    rostos e espadas em ^anho.

    pois, isso felizmente ndo 6 privilegio de
    p moos, e sim, de todos quantos ndo se re-
    signaa a viver e morrer ouvindo oracu-
    los.
    E ainda bem que, embora nos prctendam
    tolher a palavra, negar a liberdade de fallar
    ou escrever em nome de um estulto espirito
    de classe, nascido da falta de bom senso dt
    uns, da crassa ignorancia de muitos e dos
    prejuizos da educagdo domestica de quasi
    todos ; podemos ir o nosso caminbo con-
    vencidos de que, ndo serd meia duzia de
    parvas creaturas que hdo de impor silencio
    a ti, para que ndo mais chismes com osti-
    rios Occezos a liberdade, e a mim, e aos
    teus amigos, para ndo applaudir-uios os
    teus vdos de poeta, porque.. Estao tdo era
    raoda, nesta nossa bo 1 terra as rcputagoes
    littenrias artificialmeiite criadas, e artili-
    cialmente mantidas, quo muito trabalho dd
    distinguir 0 ouro falso do verdadeiro.
    0 falso abunda tanto e 0 verda leiro e tao
    rare I
    Quo que-es, meu amigo? Quando os es-
    tados soavisinham de sua Jecidencia, tudo
    se <;orrompe, ate 0 ar.
    Deves couvircominigo que.e facilli no ti-
    rar diploma desabio n'uma terra em que as
    meuiocridades campeam altivas, e 0 talento
    rotraiie-se, morre a falta de 3nimagao.
    Para fazer fortuua, litterariamente fallan-
    do, ndo e preciso esforgo ; basta ler um
    capituio de Victor Hugo, um discurso de
    CasteHar, algumas paginas de Byron, um
    quart de pagina do Musset temperado com
    Lainartine, citar Hoffmann, Gojlhe, Shaks-
    peare, mesmo sem le los, por ouvir di-
    ier.
    Ten lo-se o cuidado do dar a essa illus'ra-
    gao calalagal um certo colorido de ridicula
    impostora, adquire-sc tudo.
    A dilliculdade estd no individuo saber
    impor-se ; vencida essa unicabarreira, tuio
    o mais vein naturalmente sen agente se can-
    gar, estudar, queimar as jesldnas, gastar
    diuheiro em livros, etc.
    Ponsas que exagero ? I.anga um olhar
    retrospectivo sobre 0 imperio todo e reconhc-
    cerds com pezar, que se 0 inm quadro pec-
    ca, e por pallido de mais.
    E se queres que eu te de a prova aqui
    mtsrao, vem co.nmigo, vamosd rua da Ro-
    sario; subaraos. Vesaquelle velho vene-
    rando, com a cabeca alvejada pelos gelos da
    idade, pobre, esquecido, como que jd dado
    por morto? E' Antonio Joaquim de Mellol
    0 poeta, 0 historiador severo, 0 patriota
    honrado, que teve a vellcidade, sublime
    velleidade d'uma alma privilegiada. de sup-
    por que lho levariam em conta 0 saber, a
    grande c6pia de illusiragdo, osservigoscons-
    cienciosos e honradaraente prestados em dif-
    ferentes cargos publicose de eleigdo popular,
    e, porveutura 0 mais valioso de todos aos
    olhos da posteridade, 0 d consagrar os ol-
    timos alentos so servigo da patria, na esca-
    vagdo das minas preciosas da historia, no
    glorioso afan de vingar a menoria de nosso
    gloriosissirro passado.
    0 que ganhou? Bem ves, 0 esqueci-
    mento 1
    Quem se lerabra delle, quem pronuncia,
    com respeitosa yeneragao 0 seu nome il-
    lustre, symbolo do patriotismo 0 da honra ?
    Eu e tu, e poucos, pobres de espirito,
    como n6s, que a semelhanga dos mancebos
    de Esparta, curvamos reverentes os joelhos
    ante a velhice triplecemento cordada pelo
    saber, pela virtudee pela honra
    Os mais vdo passando indifferentes, admi-
    rando, aqui e alii, os fogos fatuos do pre-
    sente.
    Basta esta prova ou queres outra ? Si
    queres, vou te mostrar um outro vulto il-
    lustre dc nossa patria, mas, e preciso afas-
    tarrao-nos ura pouco da cidade para ir sor-
    prehende-lo em sua Thebaida.
    Ei-lo alii, observa-o. Ndo oconheces?
    ouve-me : e Muniz Tavares I 0 orador per-
    nambucano cuja voz eloquenteeccou no re-
    cinto das cdrtes constituintes do Lisboa, em
    defesa de seus patneios violentainente ar-
    rancados de seus lares, pela sanha de um
    feroz governador.
    Ves aquelle livro que ello tern entre as
    mdos? e a historia sevcraraente veridica da
    revoluc&ode 1817 por elle escripta; e 0 pa-
    drao iramorredouro erguido em honra das
    Sou 0 duque de Gandia exclamou
    Giovanni com voz treraula," e so Ihes paga-
    ram para me matarem, dar-lhes-hei....
    Antes de acabar a phrase Michelotto
    alravessou Ihe 0 coragdo com uma estocada.
    A porta da igreja amparou por um mo-
    mento 0 duquo, que cahio sobre 0 lado di-
    reito.
    Os homens quo acompanhavarn Miche-
    lotto, jogaram Ihe mais algumas estocadas,
    -r- Basta, disse Michelotto ; os valentos
    ndo devem parecer-so com os lobos, nao
    devem sor cruets. Alein d'isso nao e bom
    derramar muito sangue e deixar um rasto.
    Embrulhem-n'o na capa, apanhem 0 que
    estiver pelo chdo e retiremo-n s para evitar
    algum acaso endiabrado.
    0 duque foi tao bem embrulhado na
    capa quo nenhura sangue tingio os degrdos
    de marmore do portico da igreja.
    0 corpo do duque foi lovado para 0 Ti-
    ber, e mettido n'u n barco que, fazendo-se
    ao largo, seguio rapidaraente coma cur-
    rente.
    Nem Michelotto nem os bravi tinham
    vlsto 0 collar da ordem de S. Miguel que 0
    duque trazia comsigo, 0 qual, pelo seu gran-
    de valor, pod-ria ter excitado a sua cobiga.
    A barca seguio ate" d uma grande distan-
    cia da ponte de San-Sixto.
    Jd 6 tempo, disse Michelotto, atirem
    n'o ao no.
    0 cadaver do duque foi levantado por
    quatro homens que 0 balougaram.
    Uma I duas 1 tres 1 disse Michelotto.
    Entao 0 corpo do duque, cahindo no rio,
    produzio na agua um sum surdo.
    Pouco depois ouvio-se outro som de um
    outro genero differento.
    Outro barco maior do que aquelle em
    que se achava Michelotto, com os seus, e
    que vinha impellido com forga, batea de
    prda no barco do Michelotto e voltou-o.
    Aquelle desastre fdra produzido pela gon-
    dola de Lucrecia
    Em consequencia da escuriddo, os remei-
    ros ndo poderam ver que Michelotto, os
    sete esbirros e quatro remeiros do barco
    voltado, haviam ganho a margem esquerda
    do Tiber.
    0 ban.. voltado seguira com a corrente,
    Accenlam as lauternas e procurem,
    disse Lucrecia no momento em quo Fran
    cisco Buotti Ihe deu a noticia de quo de u:u
    barco com o qual haviam abaUvaJo, se
    langara, pouco antes do cboque um corpo
    ao rio.
    A lanterna que. havia d popa do batel foi
    ideas generosas e dos roartyres da liberdade
    dessa epo :a gloriosa de nossa historia.
    E' elle. sim, alquebrado petosM&oe, Ion-
    do bulicic da sociedade que nao sabe vene-
    rar-Ihe as cans e respeitir-lhe a hombridsde
    de caracter, porque ndo tern uma so dss vir-
    tudes da republica hellenica e possue quasi
    odos os vicios da Roma imperial.
    Queres observa lo ainda 1 vamos ao re-
    cinto dessa associagao, onde a 27 de Janeiro
    do corrente anno, recitasto tdo bellas e arro-
    jadas estrophes, e ve-lo-hemos, no cfntro
    de uma mesa, cercado do poucos, porem
    fervorosos crontes da roligido do passado,
    conslitnindo esso Inslituto tao mai olhado
    por uns e ridicularisado por outros 1
    E' ahi a colraea, onde se fabrica 0 rael
    da gloria nos vasos cinerarios da historia ;
    e ahi onde a voz onfraquecida desse illu.-tre
    velho se levanta para convidar os operarios
    ao trabalho, para anima-los, para concita-
    los d porfiosos tentamens em busca da ver-
    dade historica.
    Alem do fsquecimento, nem Ihe consen-
    tiram dar oxpansao aos sous seutimeutos hu-
    inanitarios ; edilicou e estabeleceu patrimo
    nio para a sustentagdo de um asylo, onde
    devessem encontrar seguio abrigo aquellas
    creaturas infelizes, aquem oediticante exem-
    plo da Magdalena aproveitasse e tres bispos,
    inclusive 0 actual, rccusaram tomar a si a
    dirocgdo Jo estabelecimento I
    Custa a cror, mas e a verdade I
    Estdesou ndo convencido, meu poeta, da
    verdade de minhas assergoes ?
    Poderip ainda te apontar outros exemplos
    de desaprpgo ao saber, mas, para que si o
    meu e 0 teu espirito, jd devem estar fatiga-
    dos de admirar tanta graudeza de uin lado
    e tanta baixesa de outro ?
    Basta. Comecei dizendo-te que a tarefa
    assoberbava-me e a prova disso 6 que, ate
    aqui, ndo to disse directaraento a que vem
    esta cart) ; roubar-to alguns instantes ds
    tuas meditagoes e son bos de poeta.
    Vou dizer-te : li os teus versos a quo de-
    nominasto Muveiis Esparsas, e desde logo
    concebi a idea de te dirigir as minhas sauda-
    goes de amigo, quo uao de critico; e ainda
    ndo 0 lioha fcito porque devia tratar do as-
    sumpto. em que es mais competente do quo
    eu, receei por isso aprcciar mai os teus
    lindos versos.
    Agora, porem, jue uma autoridade coin-
    petentissi;.-.a te sauda, julgo-me dispensado
    de fallar de tuas nuvens.
    Dar a palavra a essa autoridade, que tu e
    eu respeitamos, e acatar como merece 0 seu
    iilustrado juizo.
    As suas palavras, quo autorisado por ti,
    em segui Ja transcrevo impoem-me -ilencio:
    aJododc Barros, 25 deoutubrodc 1873.
    Mm. Sr. Pelino Guedes.S6 agora,
    meu talentoso amigo, posso agradecer-lhe 0
    presente de suas fluvens Esparsas.
    Fui logo procurar aquelles versos de Ja-
    neiro, nolnstituto, d restauragdo de Pemam-
    buco, eescrevi: E' poela, que chisma com
    os cirios accesos a liberdade.
    Li todo 0 sou livro, e felicito-o.
    Quem faz versos, como os que V. dedicou
    a memoria do meu saudosissimo ''orres Ban-
    deira, tern direito a que se 0 reconhega um
    poeta ; e alids, 0 seu livro apresenta-o como
    um cantor, cuja lyra tem mnitas cor-
    das.
    Vejo pelo meu prismadignidade do ho
    mem e liberdade do povo. Se ainda assim
    sou mukisjimo incompetente, ve que tenho
    razdo pa a ndo passar de um juizo synthe-
    tico sobre os seus versos.
    Em tudo, e principalmente em litteratu-
    ra, e de nenhmn peso o meu pareccr. No
    entanto, ponho d sua disposigdo estas ligei-
    ras linhas, de quem votou decidida sympa-
    thia aos seus talentos, desde a primeira vez
    que o ouvio.
    Sou
    Seu amigo e criado obrigado,
    Aprigio Guimardts.
    Guards esta carta como um bello titulo
    de tua aptidao, e trabalha para que ella mais
    e mais se legitime.
    Recife. 30 do outubro de 1873.
    Teu,
    Demelrio d'A Wuquerguc.
    acceza.
    Gonza lo do Cordoba e Lucrecia sahiram
    da camara.
    Onde estamos? perguntou Lucrecia d
    Francisco Buotti ; as margens estdo sepul-
    tadas n'uma profunda obscundade.
    Estamos proximos da Donte de S^n-
    Sixto. 0 barco nao sa moveu, rapazes T
    Ndo, senbor, respondeu um dos re-
    meiros, estamos no mesmo sitio em que 0
    homem foi langado ao rio.
    Mil escudos ao que se deitar d agua
    e 0 encontrar, disse Lucrecia.
    Dous dos remeiros deitaram sc immedia-
    tamente ao rio, e minutos depois subiram
    para bordo do barco.
    - Ndo ha nada, disse um d'elles, e serd
    difficil encontrar 0 cadaver, porque a cor-
    rente no fundo e muito rapida e provavel-
    mente arrastou 0 para longe.
    Talvez nao seja, disse Gonzalo ; seria
    uma casualidade bem funesta.
    ~ Ndo se deve suppor cousa alguma,
    replicou Buotti, com muita frequencia se
    arrojam cadeveres ao rio ; quando se pr cu-
    ra um, antes de 0 encontrar, encontram-se
    dez que se ndo procuravam.
    E succede isto na cabega do orbe
    cbristdo I exclamou Gonzalo dc Cordoba.
    A Italia e particularmente Roma,
    proseguio Buotti, estd dividida em bandos
    que se odeiam raortalmente. Era quanto
    se ndo exterminem esses bandos, ndo aca-
    baraj seus crimes.
    Procurem senipre, disse Lucrecia com
    auciedado mortal.
    Ndo hi cousa alguma, replicou Buotti,
    0 barco como qul abalroamos desappare-
    ceu, o Tiber parece deserto e seria inutil
    procurar.
    Sigamos pois, disse Lucrecia com an-
    ciedade, voguem quanto poderem eatra-
    quera d ponte de San-Sixto.
    . Em seguida Lucre :ia e Gonzalo entraram
    de novo para a camara.
    Apaguem a lanterna c remem com
    forga, disse Buotti.
    Com a extinccdo da luz voltara a obscuri-
    dado.
    Dentro da camara, Lucrecia, pallida,
    sombria, estremecendo le vez em quando,
    cedendo & nma convulsao do terror, guar-
    dava si'emio.
    Na physinuomia do gran-capitdo, base
    uma irritacao colerica inal contida.
    Repugnava-lhe de um modo violenlo 0
    que acaba va de ver.
    Ndo compreben Jia que podesscm tolorar-
    VARIEDADE
    0 PLANO DO GENERAL MORIONES.
    I
    0 Seuor Domingo Moriones y Murillo,
    general era chefe dos cxercitos da republica
    hespanhola, espadeiro-mdr das cdrtes cas-
    telhanas, descendente de Cid-Compeador,
    illustre espatifador de carlistas, siphons s-
    tas, e outros pelintras, villoes, e refeces
    sem le, deixa Madrid, vai d Navarra para
    reduzir a poo que possa restar do exereito
    do rebelde D. Carlos de Bourbon.
    Parte com convicgdo, com a mdo nos co-
    pos da sua espada de Toledo, fabricada
    pelo proDrio alfageme Gil :
    Celut qui le mieux creuse, ou yri des belles
    fUies
    Dans tin pommeaa d'ipee, uueboite a pas-
    tilles.
    Antes de sahir de Madrid, teve uma ulitma
    entrevisla com Castelsr.
    Castelar fez Ihe um desses discursos, .cu-
    jo segredo so elle possue, e perguntou-lhe
    so as cdrtes e a republica podiam contar
    com a victoria.
    Moriones jurou por Nossa Sen hora del
    Pilar, e oisse a Castelar :
    FTque descangado; tenho cd 0 meu
    plauo.
    Castelar quiz couhecer esse piano, e in-
    terrogou Vloriones n'um desses discursos,
    cujo segredo s6 elle possue.
    Eis a resposta textual ile Moriones, tul
    como nos e referida pelas correspondeuiias
    de Hespanha.
    Ndo tenho soldados nem dinheiro,
    mas tudo 0 que se pode fazer com cousa
    nenhuma, hei de o fazer.
    Resta saber 0 que se podo fazer com
    cousa nenhuma, redarguio o sabio Caste-
    lar n'um desses discursos, cujo segredo so
    elle possue, e quo c iptivam a Europa.
    Com cousa nenhuma 1 repetio Mo-
    riones, e accrescentou : e essa a idea mai
    do meu piano.
    Isso me basta, disse Castelar u'uin
    lessos discursos cujo segredo so ello pos-
    sue. Uma tal idea mdi nao p6dc deixar
    de gerar admireveis ideas-filhas.
    Depois Castelar entrou na grande sala
    das sessoes, e annunciou aos s-us collegas
    a parlida do Marioucs. 0 grande patriota
    ndo deixou escapar essa occasido de pronun*
    ciar um desses discursos que captivara a
    Europa.
    II
    Moriones vai a caminho com o seu pia-
    no e mais nada. S6 leva comsigo cin-
    coenta cavallos, cincoenta soldados de
    fantasia, ne.n uma espingarda, nem uma
    folha de espada ; mas leva um caixote cheio
    de castanholas e muitas colleiras com gui-
    ses.
    De mais nada precisa para derrotnr as
    hordes de D. Carlos, recouquistar os desn-
    ladeiros da Navarra e destruir o ultimo
    dos inimigos da republica bespanbola.
    Marcha atravez das sierras, scismador e
    pensativo. Atraz delle galopam o< cincoen-
    ta soldados de fantasia, quo alegram os
    seus ocios coin 0 c6ro seguinte :
    Y en a qui s'croient plus fort qu'Moriones
    Et qui sont moins fort qu'Moriones
    Nous avons, nous, I'vrai Moriones
    Qui enfonce les aiWMoriones.
    Chega a noite, Moriones manda armar
    as tendas, e podindo tinteiro, penas e pa-
    pel, poe-se a redigir uma certa quautidadc
    dejdespacbos.
    Disse-lhe que hei de fazer tudo o quo
    se p6de fazer com cousa nenhuma, murrnu-
    ra elle sem cessar de escrever. Elles ve-
    rao.
    Terrninado e lacrado 0 seu primeiro des-
    pacho, chama um d> s soldados, manda-lhe
    que selle um cavallo e se prepare para
    partir.
    0 soldado obedeco e volta poucos ins-
    tantes depois.
    (Contin ua r-se-ha)
    se crimes tao tonebrosos.
    E se era effectivamenlu o duquo de Gan-
    dia, assassinado por seu irmdo Cesar Bor-
    gia, 0 que fdra langado ao rio, a monstruo-
    sidade d'essa idea fazia crer ao gran-capitdo
    que era 0 joguete do um souho infernal.
    Oh exclamou elle, ndo podendo con-
    ter-se, isto ndo cabe tion no meu coragao,
    nem na minha cabega. Esta e a infamia
    das infamias, 0 crime dos crimes, a cobar-
    dia vil em toda a sua vileza I Ah di/.ia-
    me 0 santo padre : Gonzalo, castigue to-
    dos esses bandidos, faga resplandecer ami-
    aha justiga e a de Deus, e dospovoe Roma,
    a luz do sol, com a langa em riste, e solto
    ao vento 0 estandarte de Castella:
    Pois bem, Gonzalo, disse Lucrecia,
    ame-me,-seja meu, de me 0 seu coragao,
    ponha d minha disposigdo a sua espada in-
    vencivel, e Roma e sua.
    - Esabe, por ventura, minha senhora,
    replicou 0 gran-capitfio, prescindindo de
    todo o respeito e de toda a consideragdo, se
    a sua cabega seria a segunda que ferisse a
    espada da justiga, se 0 santo padre a po-
    zesse nas minhas mdos?
    Ah I ndo I ndo I exclamou Lucrecia,
    porque nao encontraria em mim culpa aI-
    guraa: ndo encontraria na historia da minha
    vida soopo razdo para ter compaixao de
    mim, para me vingar. Nao 0 estd vendo !
    Que mais posso eu fazer ? Sei que a vida
    de um irmdo meu estd ameagada por ou -
    tro meu irmdo, e corro a favoiece-lo : Nao
    me ve morrendo sob a duvida se e ou ndo
    meu irmdo Giovanni 0 que acaba de ser
    langado morto ao Tiber ? Ah t Gonzalo I
    n'esles momentos de duvida horrivel, de
    desesperagdo e de espanto, necessitamos de
    um brago forte em que nos apoiemos, u*e
    um coragdo nobre para 0 qual appellemos,
    um valor d toda a prova que nos ampare.
    Serd, pois, capaz derepellir uma desgrac,a-
    da mulher que se Ihe roja aos p^s e recla-
    ma chorando a sua protecgao ?
    Deixe-me 1 livre-rae de si que me
    fascina, que me embnaga, que me enlou-
    quece I disse Gonzalo contendo Lucrecia.
    Ah I es meu I exclamo'i Lucrecia sor-
    rindo por entre as lagrimas.
    Seu 1 disse Gonzalo ; significa isso um
    novo ainanle de um dia, uma victimn a
    quem se eotda de flores, d quem so adcr-
    mece com 0 canto traidor da sereia.
    fConti nuar'se-ha).
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    -
    TVi'.UO DIAIUU HUA DUQUE DE CAXSAS
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