Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18230


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Full Text
ANUO 'LUII Minio

*


4
,1
.
_
m
PAR A CAPITAL. E LUGAR KS
Por tres meses adiantados......
Por seis ditos dem........
Por um anno dem.......' .
Cada numero avulso, do mes-no dis. .
ONDE NAO SE
PAGA PORTE
. 6^000
. U0OO
. 236000
10
OsSrs. Ameda I'rlnee t C.
de Pars, sl os nossos agentes
exclusivos de anmelos e pu-
blicacoes na Franca e Ingla-
terra
TELEGRAMAS
S237I50 PA3IICULA3 SO DIABIO
PARAHYBA, 3 de Marco, 1 Lora da
tarde. (Recebido s 3 horas e 30 minutos,
pela liaba terrestre).
.iiul ebegoa boje o vapor IPJUCA,
da Comp&nlila Pernambucana.
Segu a larde para Pernambuco.
SS2VIJ3 SA A53S:: 3AVAS
(Especial para o Diario)
BUEN08-AYRES, 3 de Marco.
De lio ii lo ni para boje foram asslsr-
naladoH dous casos novos de cbole-
ra-morbus. nao baveado porm ne-
Hiiiiu bito
ROMA, 3 de Marco.
O Sr. Saracco foi Incumbido da mls-
so de orsanlaar um novo gabinete*
BERLIM, 3 de Marco.
Hoje leve lugar a abertura solem-
ne do novo nelebstag.
\a sua mensagem S. U. o Impera-
dor Ciullberme declarou que a Alle-
manba deseja e procara a manuten-
cao da paz na Europa S. M. appro-
vellou a occasio para agradeeer a
s. H. e papa os aeus bons ofllclos du-
rante as ultimas elelfdesjpara o nel-
ebstag.
ROMA, 3 de Marcj.
O Sr. Saracco que tlnba slds cacar-
regado por S. M. o re Bumberto de
formar novo gabinete acaba de re-
cusar esta mlssao.
SOFA, 3 de Marco.
A insurrelcao militar de Slllstrla
foi reprimida pelas autoridades.
Agencia Havus, filial am Pernambuco,
3 de Marco de 1887.
NSTROCC10 POPULAR
(Extrahido)
DA BIBLIOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
PARTE PRIMEIRA
TF.cinoi,o(.n
( C o n t tu uac & o)
OphtalmoscopioInstrumento que tem por fim
observar as membranas do fundo do olbo por meio
da luz, rt fleotida de maneiras diversas.
OtocospioInstrumento destinada para exami-
nar o tundo do canal auditivo externo e as suas
paredes, tambera por meio de luz reflectida.
ParacenteseNome dado operaco pela qnal
se extrae da cavidad 3 do ventre (cavidade perito-
ocal) a serosidade abi accumulada.
ParalysiaAbolilo ou sensivel dimiauicao do
movimento e do sentimento.
Toma nomes differentes segundo as regies em
que se mauifesta, Assim diz-se paralysia geral
quando affecta as quiltro extremidades e os mus-
culos do tronco e ace pertencentes vida de rea-
cao ; hemipeglia, quando s ataca urna das meta-
des do corpo (direita ou esquerda) ; pirapUgia
quando accommette s os extremos inferiores, etc.
PneumonaIofl.mmscj do parenchyma ou te-
cid > pulmonar.
Poic ser chronica, limpie, dupla, aguda, etc.
PneumotboraxDerramamento de ar na thorax,
proveniente quasi sempre de ter o ar passado dos
broncbos para a cavidade das pleuras.
Rachiti&mo' o nome que a sciencia d per-
turbaco da nutricio em todos es tecidos, per tur
bacilo que, tendo comeco as primeiras idades da
vida, faz parar ou altera o seu desenvolvimento.
Manifesta-se no exterior principalmente pela de-
formado do racbis (espiona dorsal) e de varios
outr ;s ossos, ao passo qua em geral a cabera e o
abdomen se desenvolveos extraordinariamente, es-
tregando-se o thorax.
RheamatismoA palavra rheumatitmo em si
ama erpiesso vaga que se applica a mu tas dores,
as ir rlimmaeoes dos tecidos fibro serosos das arti-
culacois e d'outras partes do corpo, e que corres-
ponde a leses variadas, nao sendo possivel dar,
por meio de ama definilo, ama idea clara e pos-
sitiva dcste termo de Pathologia.
SangraOperaco cirurgiea que consiste em
tirar sangae.
A sangra pode ser arterial (arteriotomia) ou
venosa (pblebotomia).
A pblebotomia pode fazer-seem diversas regioes
do corpo ; mas o raais vulgar pratical-a na fle-
xora dos bracos.
Sangaesugas Sao animaes annelideos do gene-
ro hirudo,empregados com o fim da extrabir o
sangue da parte onde se applicam, augaado-o.
Sciatica (Ddr)- Nevralgia do ervo grande-
sciati:o.
SemiticaParte da medicina qoe se occapa em
eetudar os signaes e symptomas das doencas.
Tedas as circamstancias que se referem exis-
tencia da doenca, constituicao do doente, s con-
dicoes em qoe elle te acba, etc., fazem parte da
semitica que naturalmente se divide em diagnosti-
co (conhecimentoejclassiticacio da doenca) eprog-
nstico (o jaizo feito pelo medico sobre a a archa
da doenca, suas tendencias e sua terminacao pro-
va vel).
Somnambulismo Affecco das fnneces cere-
braes caractersada pela execucSo, dorante o som-
no, d'aquelles actos que ordinariamente s se pra-
Ucam no estado de vigilia.
Assim o somnmbulo, a dormir, levanta-se, es-
miuha, abre e fecha partas, etc.,todo sem con-
ciencia e esquecendo-so dopois do que fez.
Temos assim terminado a Ia parte que denomi-
namos Tecknologia.
Os limites do livro na> deixavam qoe fossemos
mas demorados nestas cartas definices. Parece
nos, porm, que anda assim ellas sao safiicientes
para o fim que temos em vista.
(Continua).
TA-FEIBA 4 DE MABUO DB1887
Ti t *
PARA DENTRO E FORA DA PROVINCIA
Por seis mezeB adiantados. ...........
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores..........
13J500
200000
27C0O
100
Jtoprieirate tt Jttannel JtfiMttra te -tarta ft Suidos
er vencidos. Em regra, nao se
tambem Ibes rpovetem.
1 do que a vossa actualmente,
servico publico, nao o desorga-
lespezaa at agora consideradas
do os, entretanto, depois maiores e raais custO30S d
deve onerar as gerc8s futuras senao por motivos q
Nunca a roiss.to de legislador foi mais di"
Teodos de confeccionar um orcamento, attendendo
nisando, dentro de ama receita insumiente pjra a
ordinarias.
E' preciso, pois, urna transformacao, um rompimento, talvez, de hbitos in-
veterados, precedentes de longos annos, legados pesados dos partidos politicos que
caera aos partidos politicos que sobem, para que tolos, despidos d antigalhas, de
retaliac5s o caprichos, possamos nos encontrar unido* no generoso pensamento do en-
grandecimento da provincia.
Tanto mais penosa a tarefa, tanto mais gloriosa a missao.
Pouca poltica, inuitas financas ; seja este Iba do governo, thema tambem
da illustrada Assembla Pernambucana.
FAMILIA IMPERIAL
Na noite de 27 para 28 de Fevereiro finda, conforme transtnittio-rae pelo
telegrapho S. Exc. o Sr. presidente do conseibo de ministros, Sua Magestade o Impe-
rador, que se acha em Petropolis, soffreu um acoess febril e congestao hepathica.
Orracas Divina Providencia, porera, tar4^daquello mesmo dia, j o seu
estado nao era grave, e assim contiouou hontem meJboranJo ssmpre seasivelmenfe,
pelo que de esperar que em breve esteja do todo festabelecido.
A preciosa sade de Sua Magestade o Imperador e da Sua Imp rial Familia,
sempre motivo de sinceros desvelos por parte dos vasileiros.
A Serenissima Princesa Imperial D. Isabel, Condessa d'Eu, e Seu Augusto
Esposo, estilo de viagem Europa, de onde consta que regressarao uestes poneos mezes.
ELEigES
Em virtudo de deoisao do tribunal comp3teslte, expsdi ordons para proceder-
se de novo, a 23 de Dezembro, 10 e 22 de Janeiro, 4 eleicjlo dejuizes de paz das pa-
rochias de Nossa Senhora da Sade do P050 da Panela e S. Jos do Belmonte e dos
districtos de S. Jos e S. Pedro, em Ingazoira.
Tendo a mesa ereitoral de Ourcury mo par^scipado que n3o fora possivel
concluir ahora legal a eleicjlo f, qup, segundo as ordtos desta presidencia, se proceda a
25 de Novembro do anno pas3ado, para vereadores ajoizes de paz do quatriennio cor-
rente, expedi novas orJens, designando para iaso ola 15 de Fevereiro; adiei, po-
rm, esse acto para 15 da Abril prximo vindouro, atienden Jo assim ao que repre-
sentou-me a respectiva Cmara.
Tambem designei o dia 15 de Fevereiro para a eleijao municipal de Taca-
rat, que nao pudera ser procedida a 25 de Navembrc.
Marquei o mesmo dia para preenchimento da vaga de vereador da Cmara
Municipal do Cabo, M*noel Joaquina do Reg- BarretOj qua falleceu, e o dia 2 de Abril
paaa o mesmo fim, quanto ao fallecimento do vereaflor da do Petrolina Joao Coelho
Rodriguts.
Tendo prestado juramento o assumido o e
mar de Cimbres, e constando-me de informado doj
quelle municipio apenas so proceder ao Io escrutin
os vereadores, declarei que nao podia entrar em ex
completa.
Dvendo, por isso, continuar a servir a Cmara transacta, determinei ao
respectivo presidente que, quanto antes, procedesse nos termos do art. 119. do regula-
mento eleitoral, quanto designacao de dia para o 2* escrutinio.
Por ter a Cmara de Ourcury partecipado que se aubava em ruinas a igreja
parochial, desigoei por- portara de 12 de Fevereiro o payo da municipalidade para
sede dos actos eleitoraes.
rcico algun3 vereadores da Ca-
spectivo juiz de dreito que na
no qual nlo foram eleitos todos
"iio a nova Cmara, anda io-
NATRALISAOOfig
Conced carta de naturalisaySo aos subditos prortuguezes
Gongalves e Manoel de Azevedo .Cruz.
Manoel Francisco
[ontinuar-te-ha )
JARTE OFFICUi.
Governo da Pro vi acia
"N-
V Ai A* que Assembla Legislativa Provincial de Pernambuco
no <.i de sua InstaUaeo a 9 de Marco de 1889 dirigi
o Es tu. sr. presidente da provincia Dr. Pedro Vicente de
' \ Azeveto.
Senrs. Rembros da Assembla Legislativa Provincial,
Pela segunda vez cabe-rae a honra de assistr installacSo dos vossos traba-
lhos, instruindo-vos do estado dos negocios pblicos e das providencias, de que mais
precisa a provincia para seu melhoramento.
Este dia todo de esperances.
Empreguei quanto esforco me foi possivel no empenho de bsm conhecer os
diversos ramos de servicos a cargo da administracao.
Se o resultado nao correspondeu ao trabalho; que o suppra a boa vontade
de acertar.
O ponco que tenho feito nao senao comeco do omito que poderei fazer,
merecendo o auxilio das vossas luzes, experiencia e patriotismo.
As Assemblas Legislativas Provinciaes, por suas elevadas funccSsi, rauito
podem concorrer para o bem geral.
E' por isso que n'esta momento valtam-se para vs todas, as vistas.
Executor fiel da le, sem ontro pensamento que nao seja o de urna dedicacSo
sincera e permanente aos nteresses da provincia, aguardo vossas deliberacSes para cum-
pril-as, com f de que serSo sempre justas e acertadas.
Contina a ser motivo do preoecupacao para o governo o estado financeiro.
Estao sendo fechados com dficit todos os ltimos exercicios.
No de 188* a 1835, sendo a renda ordinaria de 2,171:842^994, elevou-se
a despeza, deduzidas as subvencSes addieionaes, a 3,215:981J385, correspondendo a
um dficit de 1,044:138*391.
No de 1885 a 1886, a receita simples, liquidada, foi de 2,445:252*632, a
despeza de 3,353:2335749, dficit 907:981*117.
A receita oreada pelo Thesonro para 1887 a 1888 de 2,822:269*120, e a
despeza de 3,477:544*551, o que importar um dficit de 655:275*431.
Sem alteraclo para mais as fontes de rendas actuaos, nao de presumir que
talhem as previsSep, e tenhamos augmento de receita.
O exercico corrente, por maior que seja a economa, tem de ser encerrado
coto dficit, forcosamente, e por tanto o estado financeiro de 1887 a 1888 anda mais
se hade aggravar.
Nilo podendo nos contarmos com rendas imprevistas, pois com a melhor arre-
cadacao dos imposto?, hoje feita pela Alfandega, ja o Tbesouro se serviu nos seus cl-
culos, nao ha ontro recurso senao ou augmentar por novos impostas a receita, ou dimi-
nuir na despeza.
Algumas das fontes de rendas podem ser revistas, mas sobro ludo impres-
cindvel costar todas as despezas que nao sejam immediatamente necessarias e inadia-
feveis.
Tamos estado a sopprr os dficit por meio de emprestimos. Ora, melhor
que eu, comprehendeU os inconvenientes deltas meios extremos.
O emprestimo recurso extraordinario, de que s deve se lancar mao em
casos tambem extraordinarios. Nunca para sopprr a receita destinada a despezas
de natureza commura e ordinaria.
E' expediente que solve, apparentemente, embaragos de occasao, tornsn-
DESPACH08 DA PEK8IDENCU DO DIA 2 DE
HAB90 DE 1887
Major Antonio Vilella de Castro Tavares.
Dse.
O mesmo.dem.
O mesme.dem.
O mesmo.dem.
Augusto Xavier Carneiro da Cunas..dem.
Irmandade de Nossa Senhora da Soledade do
Livrkmento.- Ao Sr. brigadeiro commandante
das armas para attender.
Bacharel Joaquim Cordeiro Coelho Cintra e ha-
chare! Vicente Pereira do Reg.Sim, e depois
de notado na Secretaria do Governo, remetta-se
este requerimento ao Sr. inspector de Thesoura-
ria de Pazenda para 03 fins convenientes.
Jos Maurici) de Alencar.Sim, mediante re-
cibo.
Bachrel Lydio Marianno de Albnqnerqus.
Sim, e depjis de notado na Secretaria da Presi-
dencia, remetta-ee este requerimento ao Sr. insps-
ctor da Theaourania de Paseada para os fins con-
venientes.
Mana Anotolia Soares Cavalcante. Tendo
sido supprimido o lugar, a que a supplicante se
refere, na conformidade do regalamento de 9 de
Seteuibro de 1884, e na 3 ha ven lo por issr, gratifi-
caco inherente ao emprego a que alinde o art.
4." das Instruccoes de 17 de Janeiro do corrente
anno, nao pode ella ser percebida pela supplicante.
A gratificacao que a I.i concede a mesma do
emprego e nSo oatra correspondente, pelo que nao
ha vendo emprego tambem de i xa de ha ver gratifi-
cacao. .
Mara do Livramento Nonata.Em vista da in-
formacao do Thesonro Provincial nao ha que de-
ferir, devendo a supplicante pelos meioa judieiaes
obrigar seu mandatario a prestar as devidas cen-
tas.
Neves & C. Informe a Cmara Municipal do
Recite.
Secretaria da Presidencia de Pernam-
buco, em 3 da Margo de 1887.
O porte ro,
Francelino Chacn.
Repartico da Polica
Scelo 2.*N. 213.Secretaria da Po
licia de Pernambuco, 3 de Marco de
1837.-Illm. e Exm. Sr.Participo a
V. Exc. que foram hontem recolhidos a
Casa de OetencSo os seguntes individuos :
A' ordem do subdelegado do Recite, Julio Go-
mes da Silva e Manoel Soarcs de Lima, por dis-
turbios.
A' ordem do do 2f dictricto de S. Jos, Adolpha
Lima e Joao da Costa, por disturbios.
Thesonro Provincial
DESPACHOS DO DIA 3 DE MA.BCO DE
1887
Baro de Petrolina, Alejandrina Carolina da
Cunba, Hermn Lidgren & C, Agente fiscal da
Companbia Recite Drayaage, Augusto Hermene-
gildo Pedrosa, Joo Cardoso Ayres, Joo Fran-
cisco de Mello Rgo, Manoel Jos Pereira e Apo-
linario Caetano de Barros Leite.Informe o Sr.
Contador.
Contas dos colletores de Ipojaea e Floresta e
do tbesou'eiro das obras publicas.Approvadas.
Cramer Prey 4 C. e Antonio Daarte Carneiro
Vianna.Informe o Sr. Dr. Administrador do
Consulado.
Graciliano Cctavio da Crus Martins.Deferi-
do, dando-se baixa na fiaoca.
Mara dos Martyres Tavares dos Santos.
Indeferido por nao dar-se duplicata do pagamen-
to, visto que os dons conbecimentos de quitacSo
de emolumentos juntos referem-se, segunda as
ioformacoes, 4 eertides distinctas, passsdas urna
sobre dever cu nao o- casal da supplicante dci-
mas, e ontra sobre ser ou nSo devedor fazenda o
seo finado marido.
Jos Avelino de Almeids.Indeferido, a vista
das informa cues.
Antonio Joaquim de Sant'Anna.Ao Consulado
para attender.
Anua do Rosario I'rudeocia des Santos S.
Deferido, dando-se baixa no debito relativo As an-
nnidades do 2* semestre da casa n. 42 ra da
Alegra no exercieio de 8182, visto provar-se o
pagamento em teuopo.
Contas do collector da Victoria e Pereira Car-
neiro & CHaja vista o Sr. Dr. Procurador
fiscal.
Manoel M. de Sousa Aguiar, Jos Bcrnardioo
Perreira e Jos Paulino da Silva Pilho.Certi-
fique-se.
Jos Fernandos MarquesDeferido, fieando ir-
reeponsivel p< lo debito anterior o novo inqailino
que estabelecer-se no pavimento terreo do re-
dio n.42 i ruado BarSo da Victoria, cuja oceu-
pacio se provar.
Contas do thesoureiro das obras publicas.
Examnem-se.
do 3o, os Rvdms. conego Dr. Francisco do Rege
Maia e vigario Marcelino Vieira da Silva e S.
Autopsia- Ha vendo appaeeeido urna denun-
cia, de que falln a imprensa, de ter morrido tal-
vez envenenado o subdito portugus Custodio
Francisco Martins, foi hontem exhumado o respe
ctivo corpo, e n'elle procederam autopsia os Srs.
Drs. Carneiro da Cunha, Raymundo Bandeira e
Barros Sobrinho, os quies estiveram empregados
nesse mister desde as 7 at 10 1/2 horas da ma-
nh3, no Cemiterio Publico de Sante Amaro.
Terminado o acto declararan* 03 Ilustres pro
fissionacs que a causa da morte de Custodio Mar-
tin nao fora o suspeitado envenenara nto.
Ficou assim esclarecido ejse ponto, e traoqni-
lisada a familia do pranteado morto.
Vapor Ti jacaProcedente do sul deve che-
gar hojeo vapor Tijuca, da companbia alie
mi de Hamburgo. Eutrar no porto, e seguir,
depois da demora necessari, para Hambnrgo, com
escala por Lisboa.
l'oncelcio don Hililnrcs Em mesa
geral, para eleicao de presidente e thesoureiro,
reunem se boje os confrades da irmandade de
Nossa Senhora da Conceica dos Militares, pelas
6 hora i da tarde.
.-triiNianHeclianicoM c Llberaea-
Em assembla geral ordinaria, reunem-se h-jj:, s
6 horas da tarde, s memoros desta associacSo, na
forma dos respeetivos es atutos.
Escola NormalRecebemos hontem nm
exemplar do relatorio presentido a iospectoiia
geral de InstruccSo Publi :a pelo Sr. Dr. Alvaro
Ucba Cavalcante, digno director da Escola Nor-
mal de Pernambuco, em 31 de Dezembro do anno
prximo lindo.
Agradece m-.s ao Sr. Dr. Alvaro Uuhoa a offerta
que nos fez de um exemplar do seu importante
trabaiho.
RevlNla do Norte-Distrbuio-se hontem
o n. 5 deste peridico.
Companhta Phenix Pernambnca-
naHontem teve lagar a renno ordinaria da
assembla geral desta Companhia.
Foram approvadas as contas apresentadas pela
administracao cem o dividendo de It por aecs.
O resultado das eleicpes foi o seguinte :
Assembla geral
Presidente Francisco Ribeiro Pinto Guima-
ries.
Vice-presidenteJoo Jos Rodrigues Mendes.
1. SecretarioCarlos de Moraes Gomes Fer-
reira.
2 dito Francisco Gurgel do Amaral.
Commisso fiscal Antonio Fernandes Ribeiro,
Manoel Jos da Cunha Porto e Jos Nogueua de
Souza.
AdministradoresLuiz Duprat, Manoel Gomes
de Mattos e Manoel da Silva Maia.
PassanentoYs 8 horas da manh do 1.a
do correte, falleceu no povoado do Preguicas, onde
f6ra em procura de melhoras e victima de affeecao
pulmonar D. Thereza da Assumpco Pessoa e
Souza, digna consorte do Sr. capito Jos dos
Santos ouza, contando cerca de 40 annosde idade.
Esposa dedicada e mae carinhosa, deua a fi-
nada gratas recordaco;s, abrndo a sua morte
um grande vacuo no seio da famila, e dejxando
magsas noi coraces de todos que a conbeciam.
Nossos psames a sua familia.
Directora das obras de eonserv-
ao dos portosBoletim meteorolgico dj
fs 2 de Marco de 4887 1
9
S'S 0
floras 82
S 0 <*
^ -
H
6 m. 23'8
9 27-3
12 29'1
3 t. 28-1
6 27-8
Barmetro a
0*
757>87
758>84
75817
75t49
75655
TtBso
do vapor
19.96
21.01
22.11
21.20
20.86
o
a
91
77
74
75
75
HtvSTA DIARIA
Aasembla Proi-loclal Nio houve
hontem seaso por terem comparecido apenas 15
Srs. deputados.
A reuni foi presidida pelo Exm. Sr. Dr. Jos
Manoel de Barros Wanderley.
Tribunal do jury do neclfeFunccio-
nou hontem este tribunal com a presenca de 39
Ijuizes de facto, sendo [submettido & julgamento o
..' ordem do do 2-> dUtricto da Boa Vista, Isaas reo Benedicto Jos Soares da Silva, o qual so
Dias de Araujx preso em flagrante por crme de [ acha pronunciado no art 20o do cdigo criminal,
tentativa de morte ; e Salvino Jos das Chsgas, \ Foi o rea absolvido por perempcao dedazmdo
por embriaguez.
O delegado do termo do Boaito em officio de
26 de Fevereiro passado, communieou-me que no
dia 22 daquelle mez fes remessa ao Dr. juiz mu-
nicipal respectivo dos inqueritos policiaes procedi-
dos contra Jos Mara Pereira e Elias Emiliano
Pereira, pelo espancamento feito em Jos Firmino
Xavier de Mello, na noite de 17 do referido raes.
Fes-me sciente o delegado do termo de Ta-
quaretinga em offioio de 25 do mes pareado, que
nsquella data, em companhia do promotor publi
co da comarca, fizera a visita na cadeia publica
respectiva, onde encontraran oito detento*, qoe
nenhuma reclamacio fizerapi.
Acaba do participarme o Dr. delegado do
1* distrtcto da capital que fes remessa ao Dr.
juiz de diroito do 3 distrcto criminal do inqueri-
to policial procedido coutra Lucio Pereira de Son
sa, pelo crime previsto no art. 201 do cdigo cri
minal.
Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digne presidente da provinoia. O chefe de
poucia, Antonio Dominga Pin'o.
su* defi-xa o Dr. Luiz Emigdio Rodrigues Vianna,
advogado dos presos pobres.
C'ollacftts* parocblaesHontem o Exm.
e Rvd. Sr. bispo diocesano procedeu na capella do
palacio episcopal da Soledade, as seguintes colla-
coes parochiaes:
Do padre Fausto Freir de Carvalho, na pessoa
de seu procurador, o Rvdm. conego Dr. Ananias
Corris de Amaral, na igreja parochial de S. Lou-
renco da Matta, nesta provincia, em que fai apre-
aeotado por car'.a imperial de 17 de Julho do anno
prximo passado.
Do nadre Floriano de Queiroz Coutinh), na
igreja irochial de Nossa Senhora Riinha dos
Anjos de 8. Miguel de Taip, u Parahyba, em
qui foi apresentado pela carta imperial de 5 de
Fevereiro deste anno.
Di padre Francico Vieira das Chagas na grej*
parochial de 8S. Cosme e Damiao da Iguarasiu,
nesta provincis, em que foi apresentado pela earta
imperial de 5 de Fevereiro ainda deste anno.
Foram testemunhas: do 1' os Rvdms. vigarios
Ploriaoo de Qaeiros Coutinho e Francisco Vieira
das Chagas; do 2", os Rvdms. conego Dr. Ananias
Correia de|Amaral o Jos Affonso de Lima e 84, o
Temperatura mxima30,25.
Dita mnima23',75.
Evaporacao em 24 boras ao sol: 4">,6 ; som-
bra: 3,1.
Chuvaaulla.
Direccao do vento : ENE de meia noite at 10
horas e 37 minutos da manh ; E at 1 hora e 11
minutos da larde ; E e ENE alternados at meia
noite.
Veloeidade media do vento : I,"34 por segundo.
Nebulosidade media: 0,96.
Bom JardlinEscrevem-nos em 2 d cor-
rente :
> Depois da minha ultima missiva, pouco ha
occorrido aqu de ioteresse.
c Os ltimos acontecimentos dizem respeito ao
foro.
Est convocada a 1 seseao do juiy no pre-
sente anno para o- dia 7 do corrente.
A cadeia regorgita de presos ; mas corre que
apenas sero submettidoa a julgamento 4, cojos
estSo ou vo ser preparados. _
Consta qua alguns reos teem dirigido peticoes
ao Dr. juis de direito queixanlo-se das injusticas
que esto soffrendo pela demora da tormacao da
culpa e pela falta de preparo dos seus procesaos;
e eremos que isto verdade porque vimos um offi-
cio que o mesmo Dr. juiz de direito dirigi ao Dr.
promotor publico chamando a attenco deste tunc-
ciouario para o estado d'aquelles infelizes.
Dissc-nos urna pessoa que ouvira ao Dr. pro-
motor iier que a respousabilidade nao mae
sim do quem nao d andamento aos processos;
e que, segundo calcula, ha mais de 10 ou 12 sum-
marios iuiciados, e parados, sendo qoe alguns sao
de reos que se acham presos desde Junho do anuo
prximo passado. _
Aqu lbe envi urna copia d officio que o Dr.
juiz de direito ding o ao Dt. promotor: e como
esto prmette que por sua vez ha de apresentar
um relatorio de tudo, circumstanciadamente, fare
o possivel para lbe remetter o mesmo relato, io, ou
apontamento desie.
Pelo correio seguinte Iba co:nmunicarei o que
tem occorrido.
N. 18 Juizo de direito de Bom Jardim, 2b
de Fevereiro de 1887. '
< Illm Sr iJeve ter lugar no da 1 de Mario
proxiuo entrante a visita a cadeia d'esta cidade
na forma do art. 150 do reguiamento n. 120 de 31
de Janeiro de 1842 ; e tendo ehegado ao meu co-
nhecimento j por queixas verbaes de diversas
pesaoas, j por va utBeiaJ, que jaseio na mesma
cadeia, na mais de 5 mezes, iniividuos presos, uns
sem qjo os summarios que Ihes foram instaurados
tenhm tido o devido andamento, e ostros pjr falta
de preparo dos respeetivos processos para en-
trarem em julgameuto, e sendo necessario acce-
lerar a administracao da juatica, fazendo cessar,
como coovm a esta e aos reos semelhante estado
de inc rteta a indecsso, aproveito u occasiio para
Irinbrar a V. S., em eujo zelo e interesse pelo ser-
viou publiuo mnito confio, que, fiada a referida visita
deve easn promotoria dirigir-se aos cartorios dos
eavnves do crime, inclusive o delegado e subdele-
gado e examinando o que Ihe parecer acertado; re-
querer, na v.ualidado de advogado e procurador d*
justica publica a contiouaco, conclmio e preparo
los processos que estiverem parausados ou dem. ra-
dos, e promover a oxecuco das sentencas crimes
conforme recammeud o aviso do Ministerio da
Justic* n. 149 de 2 de Agosto de 1859, b?m como
a effectiva expedieo dos mandados de prisao cou-
tra criminosos pronunciados, ou mesxo ainia
nao pronunciados, se assim euten 1er conveniuute,
como lhe taeuita o art 20 do reguiamento de 22
de Novembro de 1871. e representar acerca de
prisoes illegaea; devendo V. S. em tudo isso
guiar-se principalmente pelas disposicoes legis-
lativas concernentes ao cts), e avises circulares
d'aquelle Ministerio de 16 de Novembro de 1861 u
2 de Janeiro de 1865, cujas determioacoes con;i-
liande-se perfectamente com a Novissma Reforma
Judiciaria, contm medidas repressoras do crime e
garantidoras da innocencia e liberdado do cidadao.
Lembro, outroaim, a V. S. que nos exames a
qne tiver do proceder nos summarios e inqueritos
policiaes tenha muito em vista os avisos ns. 242
de 8 de Maio de 1876 e 856 de 27 de Novembro de
1878, os quaes preceituam, Io, que o procedimente
das autoridades policiaes mandan-i 1 archivar in-
queritos, importa annullar a competencia do poder
judieiarfo para julgar sobre o taeto criminoso e
3uem srja o delinquente, 2, que os juizes f.rma-
ores da culpa devem dar prompto andamento aos
processos, embra os indiciados estajam soltos
Renov a V. S. os protestos da miuha estima
e considersco.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr. Hersilio
Lupercio de Souza, muito digno promotor pub ico
da comarca do B:>in Jardim.O juiz de aireito,
francisco da Cunha Castello Branco. *
Beserros.Desta cidade nes esoieveram o
seguinte em data de 25 do mez prximo fiado :
No dia 39 de Janeiro prximo findo, inatal-
lou-se aqu urna sociedade com denominar/} de
Recreio Bezerrtnse, tendo por fim ensinar as se -
guintes materias: portugus, sessoes praticas de
jury, trances, arithmetica, daoca e ensaios dram-
ticos.
Depois de approvados os seus estatutos, roi
eleita sua directora, fieando assim composta :
PresidenteDr. Josepo Gomes Netto.
Vice-presidenteJos M. Bezerra A. Barros.
1. Secretario Jos Lopes dos Santos Luz.
2.* Dito -Braz T. de Abreu Peixoto.
ThesoureiroManoel Francisco de Amorim.
ProcuradorSalustino S. Lyra.
c Por esta directora, forsm n:meadas d'entre
seus socios, as necessarias autoridades para a for-
maf3o de processos para seus debates, taes c:mo
juis de direito, promotor, advogado, escriviio, sub-
delegado e sen e8crivao, juiz municipal e official
de justica. O seu programma muito anima-
dor, e fazemos votos p;r seu progresso e Jiffi-
eo.
A sua bibliotheca bem que muito recente, j
p'jssue diversas obras importantes, offerecidas por
seus socios e particulares.
O nosso carnaval este ve animado durante c
tres dias principis, o em a noite do segundo dia,
deram os mascaras um enthusiastico baile, que
esteve bastante ccncorrido.
Acba se convocada a primeira sessio do jury
desta cidade, para o dia 14 de Marco prximo vin-
douro.
No dia 9 do corrente indo um inspector de
quarteirSo capturar trez escravos fgidos, que-
pernoitavam a urna legna distante d'esta cidade
em companhia de algumas pessdas, resultou tra-
var-se reuhida luta entro a gente do inspector e escravos, sahindo ferdos dois escravos e dois dos
comoanheiros do inspector.
< Evadndo so na occasio do conflicto dois es-
cravos, nm delles foi capturado ha poneos dias e
acha-se preso em companhia de seu parceiro, que
ficou detido na occasio da luta.
< Compsrecendo all as autoridades competen
tes, t maram conhecimento do facto e proseguem
nos termos da lei.
A nova Cmara de maioiia conservador
em tempo chamamos a sua attenco para o estad
insalubre da edade : as aguas o ayude estaci-
nalas desde o invern passado, acham-seem esta-
do de putrefaccao, e servem para lavar-se caval-
los, roups, deposito de lixo e tudo quanto im-
mundicia, correado a populacao o risco de seflrer
urna epidemia imprevista, pelo mo estado das
aguas que eonsomem.
As ras da cidade no mesmo estado de im-
mundicia, offerecem aos transentes m idea da
municipalidade; esperamos que desapparecam es-
ses inconvenientes.
*. Paulo de ItamnracaEscrevem-nos
em 2 do eorrente :
Aqni estiveram em mise-oes o bem conbecido e
virtuoso missionario fre Caetano de Mossiua, pre-
feito da Peana, e o seu compaoheiro fre Francisco
de Alatri.
11 Annunciada aqai na ilha de Icamarac a vin-
da de frei Caetano, um grande jubilo apoderou-se
de todos os habitantes o lugar, que anciosos es-
peravam a viuda de to preclaro e virtuoso missio-
nario, e todos se prepararam para ouvil-o.
Marcado o dia de sua chegada, logo ao alvo-
recer principiou a chegar o povo dos varios pontos
da ilha, afim de assistr ao desembarque Je to
deseja i o ministro do Seohor, sendo o ponto de
reuuio a fortaleza de Itamsrac.
Duiante Tdia nao cessava de chegar, nao s
a claese mais desprotegida da fortuna, como tam-
bem as familias mais conceituadas da localidad?,
autoridades policiaes, etc. etc.
Afinal s 10 horas da n ,ite do dia 5 dcste,
annnnciou-so na barra da ilha a entrada da bar-
caca que trazia esse levita do Senhor, s.Itau Jo se
deba ama girndola de fog> que foi respondida
por ontra saluda da fortaleza.
Foi indescriptivel a alegra de todos neste
inoi.en'0 ; e ao approximar se da trra a barcada
todos porfia queriam sci dos primeiros a des-
embarcar o nosbo apostlo, sendo elle recebido por
um extraordinario numero de pessoas, ao sora da
msica Independencia de Itamsrac, que desde
manhS estava postada na fortaleza, e grandes gi-
rndolas de fogo tenderam o ar desde sua chegada
at a pequea ermida de S. Paulo, estando :odaa
as barcacas e canoas embanderadas em arco.
< Cuegando ei-mrd 1 subi ao pulpito Irei Ct-
tano, e d abi, depois de proferir algumas palavras
rtferentes a seu ministerio, abeocoou ao povo com
a imsgem do Senhor crucificado. Fiuda a benco
marcou elle as 6 horas da tarde do dia eeguiote
para principiar as missoese effectivamente s 6
horas da tard j do dia seguinte, sua ch gada,
principiarsm as santas missoes, onde ouvimos um
verdadeiro minislro de Consto, cojas palavras do-
oeis, amaveis e persuasivas produsiram um finito
projigioso.
Nos dias seguintes, a aflluencia de povo era
eada vez mais treacente, nao s dos habitantes da
Iba como tambem das freguezias visinhas, notan-
do-se em todcs elles, grandes, pequeos, ricos e
pobr-s, a brandura, docidade e persuaso das
palavras de tfto carideso pai espiritual.
< Particu rmente, recebia em easa as visitas
de todos, grandes e pequeo?, ricos e pobres, sem
distinecio de clttse, e com tal affbilidade, amo
e dedicacio, que todos de l sahiam como que ele-
ctriaados pelas virtudes desse filho do patriarcha
S. Francisco.
Foi sublime a chegada do quu infelizmente
vivem no peced>, vista da pa'avra de Deus aa"
nuociada por esses preclaros apostlos to ri-spei-
taveis e considerados entre nos, nao s.neute polas
virtudes de que aodam adornados, como taibesa
pelo selo e desinteresse com que fazem ostentar a
dignidade, o prestigio e a caridade de nossa santa
rdigi). j,
Nestes poneos das qus os tivemos entro oes,
oses doas levitas da beuemerita ordem doscnpu-
chiuhosae oceuparam constantomeoto no coufissio-
nario, trabajando muito e muito nessa pssadis-
sima obra frei Francisco de Alatri, que timbem
se oceupsu dos casa.ocntos. b.ptisados ele, seaio
secundado nesta pesada missas pilo padre r loren-
cio Xivier Das d= AlbUu rque, qu-, emjora
doente cora, deu proras de que tiraba mi-
nistro do Senbor.
Qaauto ao v.rtusso e intolligenta fre Caeta-
no se oceupou elle, on* no confissicnano, ora no.
pulpito, ora concillando as familias, aconselhando
a todos, e ora acabando o concubinato de muitos
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Diario At fernamtacuSexta-fcira 4 de Mar? de 1887
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Jo seus ccnselbos; de sorte que immensos lo-
km os fructos espiritual colhidos.
. Confesar ram-sn o rcccbcram a bagrada C m-
jnunhao 1 "250 B.eeiMn J baptizados fiseram-se 83,
sendo 8 de adultos; easaraentos, entre amanee-
todos e r ao aioancebadoB, 99.
O Revro. Frei Ceetam, incansavel como e no
deetmoenho de s:u glorioso spost lado, qurx tam-
bem dot*r-nos e perpetuar sua pa8egem nesia
:lha, cmo tem feito em todos es pontos nao 10
deal'a provioca, como as da Parahyba, Rio Gran
de d*-Nort e Alagd-s, coiutruindo na obra de
atilid"le. .
. Resenta s; esU ilba da taita de urna eape*-
Ja, visto ci=io a que-rxissi* ra a83szmngn-.fi
eane. O mUsicnario Frei Caean, influio e ani-
mci o povo p*ra que se edineusse nina noy. M-
pella dedicad* ao glorioso 8 Paulo, padroeiro
deste lugar ; e de sito, todos, sem distinecio al
rus r prest .ram su uxilw, ja na condcelo de
liateriaes, i i forn-Cfnda soad-iiras, cal e outros
materiaes, e muitos c m scus oolos pecuniarios ;
de sorte que u'stea 15 dias em que tivemos enlre
BOJ esses caridosos obreiros da viuha do Senhor,
Fre Caetauo o Frei Francisca assentaram a pri-
ai ira pe ira no dia 23 de Fevereiro, assistindo
ama -maUidao iminen3a de povo, e hoja v-se
aes'e piuco teropo levantar urna capella eom 50
palmos de fundo e 33 de largura, deixando a
auuii ua altura do receber a coberta.
E nao fei somente isto o que alli fea : denou
tambem urna quantia par ae continuar o_tr.ua
14o, isto para cobrir a oapella ; e d .ist arte, a
estada aqu de tao virtuoso ministro do aeubor
produxio, a!m do immenso bem espiritual, tam-
ben) um molhoramento material no vobr do.....
1,0005000. .
. Finalmente, no da 2C, designado para ter-
ajinar as m'uuoss, houve urna prociesao de Tnun
pbo acompanbada pela msica da villa velhade
Itamara a, que 3 preatou em todas us oecasioos
rcisas, eoltande-se muitaB gyranlolas d* fogo c
oocorrando urna mullida) prodigiosa de povo.
. Subi de navo a tribuna saerada o iacaosa-
vel Fiei a'tao, rocoramen lando e aconselbando
evanglicamente que todos prssvcrassem u-s
ereutas religiosas, que lcgaram nossoa pas, c na
uratjci de todo o bem.
Nesla ult'ina uoitc foi tocante o quadro quo
se nresencou ; na occasiao das bincos o povo,
pelo ii.fluxo beu'-fico que a receboiido pela estada
aqu de tao caridoeo pai espiritual, e sentiudo pro-
fundamente sua retirada, raostrou se grato econ-
movido ao pouto de derramar copiosas lagrima^.
Finios os actos retiraran-se os dous missio-
aarios para a casa onde residan), seguid. de im
mens multidio, o 4i 3 horas da manha embarca
xan anda com grande aeompanhamento, na praia
da Hortaliza, a se reco hercm ao seu hospicio, na
svdade do Recite.
. O Todo Poderoso faca germinar em nossos
j raeoes a eemente plantada par tao pas e caxi-
asa8 mais. .
,, Aproveitando a ocessiao, nao queremos deixar
?nibem de supplicar ao noiao ciridoso bispo dio-
cesano, quo nao nos de'-xe continuar como tem
deixadi, ha cerca de 3 annes, sem vigano nesta
tregnixia.
. Muitisimo tem soffrido esta pirte do rebauho
de S. Exc Revma^ e esperamos que S. Exc, te-
kio como teta sido pela causa da nossa religiao,
ajo nos deixar ao abandono.
. As difficuldades com que luamos em busca
dos remedios espirituaes, t o sabtm avallar os
habitantes de Itamarac ; e assim esperamos que
S. Exc. Revma. se dignar mandar-nos um viga-
no, pois somos chrisios. Tdos uo podem pa
gar lOi por urna liecnca de casamento ou 8* < m
eonduccocs para vir o vigaro de Iguarass. At
tenda nos, portento, 8. Exc. Revma., de qaem de-
vemos esperar remedio para o nosso bem espi-
ritual. _.
Bil>U< (U.-rr. provincialFrequenlarsm
esU repartigio durante o trimestre do utubro a
Dex'inbro do anno rindo 1,468 leitores que consul-
taran. 1,676 obras em 1,800 volume distribuidos
aelas materias seguintes:
Obras Volumea
534 546
4?9 491
287 355
66 83
62 62
58 58
44 48
43 51
'9 29
27 28
18 24
9 12
4 6
4 4
3 3
Jc-rnries e R^vist-s.
litteratura
Direito ....
Historia.....
lingistica .
Historia Natural .
Mathematicas .
Encyclipedia. .
Qeographia ....
. itilosophia ....
Medicina.....
Politice e Adminislra?ao
conomia Poltica .
Chimoa e Physica. .
Begiao.....
Total. .
Eis a relacao das obras
1.676 1-800
ofiercci'lae a esta
trimestre de Outubro a Dezembro
Xepsrticao no
do anno ndo.
Pelo Sr. Dr Vicente Ferrer o seguinte :
Code i xpliqu dea pho.rmaciena, etc., etc., par
Latermde. 1 vol. BruxeUes, 1837.
S..phimes economique* prBastiat, Faris, lki,
Peis de Thutoire des Tribunaux seerets, dans
Je Word de rAllemague, par A. Liivo Virmars,
"or^oes principies de M. T. Cicero .Lisboa, 1818,
Ue^la democratie ndustrielle, pr.r C. Liboulaye,
Paria. 1819, 1 vol. .
Ens .j sobre a verdadeira ong"m, extenaio e
ina do Goveruo civil. Escriptoem ingUipor Jobo
Sock', e traduxido por Joao Oiiv. ira de Uarvalho,
Lonires, 18c'3, l vol.
Abridgment of the history tf Engknd by John
liogard, Dubn, 1867, 1 vol.
Compendio olemeutar de geographia, por Tho
as PoTnpSj de Souza lraail, Rio de Janeiro.
Litical and his'orkal essays contrbuted to the
rdinburg revierre by Lord MaCaulay, Lqudon,
Oeuvres dj V. Cousiu, Frfgmonts llttoraires,
Pari, 1 -vol. .
Limartioe. L Conseller du penple, Pana,
CTh^ history uf Dn Qjixi'o, by Cervantes. The
text edited by F. W. Cla.k. Illustrated by Gus-
tavo D., Lmdon, 1 vol. *
Relacao -de varios odjeetis que pra a exposioao,
da Ameriea do Sal. de 1866 em Berlina i">dou
R >dolpho Lehmana pharmaceutieo em 8. Jos dos
Camoos, provincia de S. Paulo. Rio da Janeiro,
1H-W, 1 Jinete-. u ,.
Dieeionario histrico geographici e statislico
da ptovincia do Eipirito Sant', pelo Dr. Cesar
AugiMBa Matques. Rio de Janeiro, 1838, 1 vol.
Ralatorio ao.M.aiaterio da Justicade 187. Kw
de danciro, 1878, 1 vol.
Pelo Sr. Dr. J. .!. Alvos de Albuquerqao :
Tarifas dos ti los rbin>s do Recife Onnda
e Baberb-. *m*; IS, 1 *L
Questao judiciaric. Inventario do V.Uetoen-
tin. Tlieodora da Silva. Keq.icrimento do inven-
tarianteJoi AMonii Pinte. Wh 186, 2 fols.
Appellacao *iA Appellante E luax lo A. Bur
le.appellado Jos Antonio Pinto, .oventariante
do espillo de D. Clemantm Tneodora da b.lva.
Reefe, 1886, 1 fol, ,
Ao superior Tribunal da Relacao e ao publico.
Res-ata do ,.ventronte do espolio da finada O.
Ulementina Tneodora da kMm contesUcis que
opp o hoide.w Elaardo A Burle. Rcie, 188b,
le':atorio apresentado a Jun'a administrariva da
Sinta Cas de Misericordia do Reci e pelo prove-
aor desembargad sr Franc^o de Assis O.iver*
Ma.icl ua sesso d^ pisse di aetu.l lunta no 1
de Julho de 18S6. Reefe, 1886 (luplicata)
Diseca, drama em 3 actos, por "Alfredo Piuto
Vira de ilello. Per.uibueo, 188o, 1 fof.
Bibliutheea das seiencias modernas. Julio bou
ry Jess e os EvanaelhM. Traduxido por C ovis
BevilaqiM, i Alfredo de Freitas e Izidro Mar
tins Juuior. Reefe, 1886, 1 vo!.
Antonia JM deAauj.. A earteira de Uta-
n^Krapbia. Recif--, 1886, 1 fol. (duplica)
LiSeira aprciuoao worao privilegio ao.ic.ta.!>
I As^mba Provincial do Rio Grande do Harte
por de Macedo. Recife, 1886, 1 fol. -
IJaioes escriptas po juiz de d.rto presidente
doT.ibunal do Jury do Kc le no proc aso ins-
taurado eontra Pedro Mili.no da Sve ra Lssa
F.lho. Parecer do Ci.nseibeiro promotor da .)us-
tica. Accordao da Relacao. Pernarabueo, 183o,
Memorial Caruar, em que recrrete Jsao fcqnm de
Mansas e recorrido o Dr. promotor publieo. fer
nambuco, 1886, l.fol. .
Qoestao de securo alaritiiao, R laco do Dr. A. Clodo>.ldo de Souza advogado de
Moreira, Irmio & C. na canta qu-t estes."'V'-m
companhia iademninadora. Reeif-, 188b, 1 fo.
Pela drectorU das braa Publicas do Miiuste-
rio de Agrictlt ira :
Revista de cbias publicas e minas, pubucaeio
mensal das cng-inheiros civio porlngneswa. Dos
mezes de Novembro e Dezembro de 183o. U s
bda. 1 f-1.
Pela typographi* ApoHo :
Faouldade lo Direito do Reefe. Ducurw pro-
nuueiadopelo Dr. J-.-s Ilygn. Da arte Pere.ra ao
abrir a eetsSo usna iliteraria do da 11 de Agos-
to.Pernainbuco, 1886, 1 fol.
Pelo Sr. Mariano de Mederos :
Ligeiros estudas sobre Emilio Zr)la, por Mana-
no de Modeiros. Reeif--, 1886, 1 fol.
Pela Santa Casa de Misericordia do Recifo :
Relatara presentado junta adntnistrativa da
Santa Casa la Misericordia do Recife pelo previ -
dor desembargador Fraucisco de Asis O.iveira
Maciel, na sesso de posie da actual junU no 1
de Julho de 1886. R^afr, 1886, 1 vol.
Por um anonyma :
i Provincia di Espirito Santo, sai descobert..,
hslona chronologci, synop-.s e BrtatwtoM por
Basilio Carvalho IJaemou. Vielorm, 187, 1 vol.
Pelo Sr. F. P lUlinj do Amara! :
Almanak da provincia de Perni-mbnco para o
auno de 186. Recife, 1886, 1 vol.
Pela presidencia d^tt provincia :
Governo da provineia. Exoedisnle de Janeiro
a Junho de 1686. Rec.fr, 1886, 1 vol.
Regulnm.i.to do hospital de Santa gueda.
Rrcife, 188o, 1 fol.
Liis prcnnc.aes da provincia de Pernaubuc."
do anno de 1886. Recife, 1886, 1 vol.
Pelo Sr. Francisco Augusto Perora da Costa :
Relatorio con que o 8r. Francisco Augusto Pe-
rora da Costa di conta ao Exm. Sr. presidente
da commisso de q ie lora ene irrogad em i de
Marco de 1886. Recite, 1886, 1 fol.
Pela lypograpbia Industrial :
O Padre Antonio Tixeira de AUxiqoer^ue e as
razoes de ua spo3tosia. Recife, 1886,1 vol.
Pela Secretaria da Cmara Municipal:
Icia e Rgulameutos da Cmara Municipal do
Recife. Recite, 1886, 1 vol.
Pela Socedade Central de Immigraco :
Livros de propaganda da S .cieiado Ceut.ral de
Immieracao : Casamento Civil. 2 A nava lo
de Trras, 3 Ncleos do mmign.caJ do munici-
pio do Porto de Cima, proviucia da Paran. Kio
de Janeiro, 1886, 3 fol?.
Pelo Exm. Sr. coascibeiro Franklin jna :
Franklin Doria, Discurso e poesa em nome-
nieem a Cainoes, no seu terceiro ceutenario. R:o
de Janeiro, 1886, 1 tol.
Fraukiin Doria. Dscureo pronunciado cm ac-
bn do desembargad' r Pontea Visgueiro PWBBM
o Supremo Tribunal de Justca na a-ssao de 13
de Maio de 1881. Rio de Janeiro, 1871, 1 tol.
Pelo Rvdm. Sr. vigano Augusto Franklm Ho-
reira da Silva : ., ,
Discurso proferido na aessao de 15 ae Junho de
18S6peio8r. deputado vigario Augusto rraukim
Moreira da Silva. Recife, 1886, 1 fol.
Pelo Sr. Dr. Francisco Amynthss de Carvalho
Moura: ,
Ensaios econmicos o apreciacoes pralicr.8 sobre
o estado hnanceiro do Bras.l por Francisco Amyi-
ihas de Carvalho Moura. Rio do Janeiro, 1830,
2 vols. (Duplcala.)
Pelo r. Dr. Iziloro Martina Jnior :
Iaidoro Martius Jnior. Visos de hje. V
Bases para a reor^anisaoSo do e.isuo primario
e secundario do Municipio Neutro. Desenvolvi-
mento da instruccls publica as provincias, e ele-
vavo do eusino seenndario era tolo o Inperio.
Projecco e Relatorio da commisso nomeada pe'o
Ministerio do Imperio e presidida pelo Exm. 8r.
Conseiheiro d'Estado Viseonde de Bom Retiro.
Relati.ro Exm. Sr. Dr. Autouio Candido da Cu
nha Loitio. Rio de Janeiro, 1889, 1 fo.
InstrucvS.'S regulamentares e tarifas para o
transporte de mercadorias e passageiros pela es-
uada de ferro central das Alagoas. Ro de Ja
nero, 1886, 1 fol.
AdministraeSo Loca". Projeeto apreasnUdo
__ignara dos 8rs. Deputados na sesso de 19 de
Jurfai de 18J9 peto Exm. Sr. deputado .Paulino
Jas Soaree du Souaa, ministro do imperio. Rio
de Jan-ira, 1886, 1 W.
Consolidacaodas Icid das alfandegas e meza de
rendas. Rio de Janeiro, 1886, 1 fol.
Anoesoa do Relatara do Ministerio a Aeri-
culiun do anuo de 188S. Rio de Janeiro, 186,
2 vol 5,
Ann.es d- Cimara dos Sr3. Deputados do anno
de 1886, 1 valume. Rio de Jamura, 1886, 1
vol.
Pelo Exm. Sr. Bario de ?anto Andr :
Breves traaos bioumphicoa di I>r. Jos tAnto-
nio de Figaereda pelo bacbar.l Jos de Aoiorim
Salgado, Barao de Sauto Audr. Reefe, 1836,
l fol.
Pelo Sr. Ribiro da Sirva ;
A T^rra dai Maavh'.s, scena esmiea rimada,
por Eluarc'o Garrido, Arthur Axevedo, "Rib.iro
da Silva. Recife, 1886. 1 fol.
Pelo Sr. Dr. inspector do Thesouro Provincial
da Ceara :
Relatorio apresentado ao fcim.-tsr. desembar-
gador Joaqu-n d CjSta Birrados, presidenta da
provincia do Cena, pelo inspector do Tuesouro
Provinei.l, baeharel Francisco Cordeiro da R.cha
Camjelloon 21 de Junho de 1886 Cear, 1886,
1 fol
Nesto mesmo periodo foi comprada a seguinte
obra : ,
Hi3t;ria U.iivrsal por Cesar C*ntu reformada
cm cooformidade cora o estado actual -das scien-
cia3 histricas accresceutada at ao anuo de 1879
ampliada ni parte relitiva a Portogal c ao Brasil
par Antonia Eun-s Lisboa, 20 v-ls.
CetlAnaEttectnar-se-ho:
lioje :
Pelo agente Stepple, s 11 horas, na ra do
Impera lor n. 22 de predios.
Peto agente Barlamaqm,i% 11 horas, na ra do
Imperador n. i, de predio.
Palo agente Britto, as 11 horas, ni roa do Im-
perador n. 16, de urna parte do engenho Brum.
= Segunda-fe-ra :
Peto agente I inlo, s 1 Ii2 horas, na ra ds
Iiap-ratriz n. 20 de um piano e movis um ca
bri'let umericano.
%3iwias fitnebrea.Serio celebradas:
Hoje : '*..-.
A'a 8 horas, no E^piiito-'snto, por almi de An-
tonio Pedro de Souza Soares.
Amanha :
A's 8 Inras, n\ matriz da B ia Vista, por alma
de D. Mara Eugenia Rabello de Souaa ; s 8
horae, na igreja do Parazo por alma de D. Ma-
ra Cleiceotina de Moraes Mattos.
Soguuda-feira :
A's 8 horas, M eapelta de Uruc-mirim, por
ama de D. Enedina Aigusta Serrano Travassas.
Operace clrnrRicnnPoram pratica
das no hospital Pedro II, no da 2 do correute, as
sejuintes :
Pelo Dr. Mataquia*;
L^iiura pelo eatgui da arteria illas externa
riireiti indicada por grande aneurisma da cru-
ral.
Dia 3
Pelo Dr. Malaquias:
Extirpacao de um kisto sebsceo da regiao ster-
nal em srassgc
Pelo Dr. Poutual :
Posthotiinia a bistur reclamada por. paraphi-
mosis. .
Abertura de i.b.-esso da regiao epigstrica.
tai a le leieCoMovimcnto des pre-
sis do da 2 de Marco :
Existam presos 35S, ontraram 6, sahiram.O.
ExistcmvJ59.
A saber : ,
N'.cionaes 327, mulhere 11, estrangeiroe 14, ee
cravos sentenciados 6, dito de correceo lTo
t+\ '-'SO
Areaeovloa 332, sendo: bons 315, daentes 17,
Ta-.al332.
Movimento da enferraaria:
Tiverum baixa : \s~
Auto.lio Reguliuo da Silva,
Mauoel Fraucisco Qtbral.
Manoel Pertira das Sanios.
Tiveram alta :
milio oa Emytcdio Joaqjiim la Silva.
Joaqiim Maurilia Borges.
latera da rore-A 20? "*/ tm'
te, pelo inv pUno, cuja premio graude eios.....
3):000;000 .era extrahida no da .. de -Mar-
Ca()a bilhetes achim-se venda na prac* da In-
dep^odcueia ns. 37 e 39.
Tmara acham-se venia na Casa da to.-
tana ra Primeiro doMarco. ..:
botera uo ttloA 3 parte da lotera
Drogara
/"arta Sobrinho & C, droguistas por t-
taoado, ra do Mrquez de Olinda n. 41
Serrarla a Vapor
Serrara a vapor e ojjicina de carapina
de Francisca dos Sautos Macedo, caes
do Gapibaribe n. 23. N'este grande esta-
bele.-iruento, o primeiro da proviauia ueste
genero, eompra-se e vndese madeiras
do todas as qualidades, Berra-se madeiras
de corita alheia, assim como se preparan)
obras de carapina por machinas e por pre-
go sem competencia Pernambnco.
'~HilLICCOSXlli~
4o piiblic
;i


^SsaVsur la '^^^S^^t'i I com^'tame"^ rTfu'ndId'a'e seerescentad; de urna
ment d'Angleierrc, p=r Amidie a, Pars, IO/I, 11 ^^^ Arliatica._ Pcrnambueo, 1886, 1
rol- .... mw m _,___n--*: vol-
Pelo Sr. Dr. Arthur Orlando da Silva :
\rthur Orlando. Philocritica com urna intra-
duecode Martin3 Jnior. Pernambuco, lb8b,
l vol. o
Pelo Instituto Archeologico e Geographico Per-
nambucano : ,oac
R-vista do mesmo InBtituto. Outubro do ib*o.
Tomo V. Reci Ce, 1 vol.
Pelo secretario da Sociedade de. Geograpnu do
Rio de Janeiro :
Revista da mesma sociedade, tomo II, o bo-
letitn, anno de 1886. Rio de Janeiro, 1 f-A.
Pela typographia da Provineia :
Supplemoto da Provincia. Elcico do 2o dis-
tricto de Pernambuco. Centestacao do cnse-
lbero Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Recife. 1886, 1 vol.
Acclo de Seguro Marili-.i-o. Autores : Segura-
dos, Moreira Irmao &. C. R : A Companhia Se-
euradora Indemnisadora. Reefe, 1886, 1 fol.
Pelo Exm. Sr. Conseiheiro Nicolao Joaquim
Moreira:
Auxiliador da Industria Naooual. Do n. 1 a
12 dos mezes de Janeiro a D.z-mbro de le1o
n. I a 10 dos meaes de Janeiro a Outubro do 1886,
Rio de Janeiro, 22 fols.
Pelo Sr. Dr. Jos Americo dos Santos :
Revista de Eogenharia. Dos anuos de 1884 a
1886. Rio de Janeiro, 18841836, 41 fols.
Pela Imprensa Nacional :
Estatutos da Associacio de Anxilios Mutuos
Previdencia. Rio de Janeiro, 1896,1 fol.
Eitatutos da Ccmpanhia Enijenheiro Central
de Maeah\ Rio de Janeiro, 18S6, 1 fol.
Estatutos ds Companhia Engenho Central de
Capivary em 8. Paulo. Rio de Jaaer-, 18b,
1 fol.
Polica da Corte. Inatrucvocs para o Bcrv.co
das rondas e patrulhs- Rio de Janeiro, lo, 1
Diversos programmas da Escola Normal da
Corte. Rio ue Janeiro, 1886, 9 fols.
Cartara dos Srs. Deputados. Dscureo pro-
nunciado na sesean do 5 de Julbsde 188i pelo de
putoda Francisco de Paula 8ilva Primo. Rio do
Janeiro, 1886, 1 fol. .
Interpetlaco do 8r. Candido de Olivora Du
curso prenunciado na sesslo de 28 de Malo de
1886. Rio de Janeiro, 1686, 1 fol.
Boletim da Academia Imperial de Medicina do
Rio de Janeiro us. 21, 22 e 23 dos mrzes de Malo
a Jnnho de 1886, Anno I. R>o de Janeiro, 1886.
2 fols- ., ,
Extractos do Relatori d Engenheiro Manoei
Maiia de Carvalho sobre os traoalbos de immigra
cao e eolonisacao na provineia do Hio Grande do
Sal. Eio de Janeiro, 1886,1 fol.
'l)e la reforme lectorale par M. Adelson Casuar.
Bruxelles, 1836, 1 vol. ..
R--chcrchea sur les causes de 1 augeuce pir A.
dm-ntent, Pars, 1846, 1 vol.
Novo mestre inglez o* grammatica da liugua
iel-za por F. S. CousUncio, Paria, 1860, 1 vol.
Diene: le Feuple. Apel a la FranceetalEu
K>pe, par G. B. Battur, ParB, 1850, 1 vol.
l> {vre des natons ou traite philosophiqno.
Iborique et praiique d.-s droits d'anterer par N.
M. le Senne, Pars, 1867, 1 vol.
Vie de Saint-Fiancois Xavier, par GadesearJ,
"l'raTt de la sparf.tion des patrmones, etc.,
r, Dutresne, Pars, 1842, 1 yol. ....
Iotroduction a i'tude philosophique dn droit,
MrLberbette, Parir. 1819, 1 voL
L Rvolution du 24 Fivr.cr, par M. Dunoyer,-
Pars, 1849, 1 vol.
Portugus nos coaouos geraes, por Antonio
Pereira t* Fgueredo, Lisboa, 1787 1 vol.
Manual de gnalogie ou man.erede oalculer les
dezrs de par. nt dans les partages des successions,
vaGraguon Lacostc, Paris, 1849, 1 vol.
Tratado pratco compendiarlo dos censos por
Manoel de Almeida e Souxa de Libio, Lisboa,
Tratado' pratico compendiarlo das pensoss
eclesisticas, por Manoel de Almenda c Sonsa
de Lobao, Lisboa, 1825, 1 vol.
Dissertac s sobre os daimos e eeclesiastieas e
Uacoes pias por Manoel de Almeida e Souza de
Lobao, Lisboa, 1819, 1 vol.
Tratado pratico de margados por Manoel de Ai-
eida e Souza de Liban, Lisboa, 1841, 1 vol.
Fascculo de dissertaeao jnridoa praticas, por
^Manoel de Alm ida e Sonsa de Lobao, Lisboa,
-1829, 2 vols. (Duplieata).
ndice cera I das obras de Manoel de Almeida e
Souza de L-.bio, por sen filho Joaquim de Almeida
Novaea e Sonsa, Lisboa, 1829, 1 vel.
* Frimeiraj linhas sobre o processo criminal, por
Joaquim Jos Caetano Pereira e Souza, Lisboa,
Classifica'cao geral da Legislacao Portugnesa,
pelo Dr. Joaquim Raphiel do Valle, Lisboa, 1841,
i Vil.
Collecc-io das leis Jo Imperio do Brazl'dcs annos
de 1822 a 1831, 1836,18S3, 1840 a 1818,1850.
1852 e 1862. .
(Do anno de 1851 falta o volume das Decuoes
4o G vert). Rio de Janeiro, 23 vols.
Cercpilacao das Leis Eatravagantes de Portugal,
pelo Dr. Vicente Jos Ferrera Cardoso da Casta,
Lisboa, 1806, 1 vol.
Pandese Justiniance in nonnnn ordineai ni-
eslao cum legibns codicie et novellis, etc., Aoctore
3. Pothier, Paris, 1818 a 1825, f^vola
Enseria no *" r~, mn.nmim\
n. 3..S, do navo plano, do premw de 100:000#OU,
era rxtrahida Kinauh 5 do Marco.
Os bilhetoa aeliam se venda ua prac da luoe-
pen le-ncia ns. 37 e 39. e.,.,.
Tambera acham-se venda na Casa da Fortu-
na ra 1 de Marco o. 23. _-. L-
Lotern para o fundo de enaancl
pnci.-A7. parte danta lotera cojo premio
grkiuie de 6:000*000 ser oxtrahida no da 10
de Mares s 2 horas ia Carie.
Os bilhetes acbam-so venda na Rada da For
tuaa ra Larga do Rosario n. dn.
Cemlieriu palillo.-Obituano do da 2
TdroT Pernambuco, 5 dias, Boa Vista ; catar-
^Maria'^mbueo, 1 hora, Boa-Vista; fra-
qn-sa congeua. ..;.
Auna Menarda, Paraguay, 34 annos, ova,
Boa-Vista; tubrculos pulmonares. .
Jo e, Pernambuco, 2 annos, S. Jo. convnl-
rVsfiM Julia V.eira, Pernambuco, 32 annos, ca-
sada, Santa Antosio ; cancro da mama.
NDICACES TEIS
Medico
O Dr. Lobo Hoscoso, de volta de sua
viagem ao Rio de Janeiro, coaotia no
okeroico de sua proissao. Gonsltuas das
10 s 12 horas da manha. Especialdades
eperag5e8, parto e molestias do sen horas e
meninos. Ra da Gloria n. 39.
Dr. Brrelo Sampaio d consultas de
m< io-dia s 3 horas no 1. anar* da casa
a ra i laro da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Seto de Setembro n. 34, en-
trada pola ra da Saudaie n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio mlico, ra do Bom-Jesus n. 23,
sobrado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, resideutia raa do Hospicio n. 2.
(Jonsultorio : ra Larga do Rosario n. 24 A.
Consultas das 1 hars da manha s 2 da
tarde. Especialidade : molestias o opera-
res dos orgSos genio-urinarios do homem
e da mulher.
Dr. Joaqaim Lottreiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1..
andar, de 12 s 2 da tarde ; resiiencia no
Moni .-tro.
O baeharel Virginio Marques, encarrega-
so do questSes ciis, co.-nmerciaes, crirai-
aaes o orphanologicas e d- feaa parante o
jury d'eata o das comarcas prximas. Es-
criptorio a ra 1.' de Marco 18. 1. andar.
Resiienciara do Hospicio n. 83.
Drogara '
Francisco Manoel da Silva dt C, depo-
sitarios de todr.s as especialidades paarma
oouticas, tintas, drogas, productos chimici
e a*edicaaient08 homoeopaticos, ra do Mar-
ques de Olinda n 23.
Para responder e contestar a increpacao que me
fez na Provineia de hontera o Sr. Justiniano Ca-
valcante de Albuqnerque Bello, cumpre me dzer
que nenhuma 'PTet^ccilo lu-ieviJ* fs a Sra. Baro-
ntsa d'Herp^ut por occasiao de levar a leilao os
movis do cologij Nossa Senhora das Victorias ;
pos dei t.di a pnblicidade a esta acto, dstri-
huindo trexentos annuncns avulsos, snnunciando
o leilio pelo Diario e Jornal o pe lindo sos nn
dignos redactores, p ira cojo (estemunho appello,
que dessem noticia do leilo, o o recommnndassem
em suas gazetilhae.
Q lando se fez o arresto ao qual 3ssistia o Sr.
Bello iesde s 11 horas da manha s i horas da
tarde, e eu tratava do arrumar e numerarios mo-
vis, elle, e os olHciaes de justi;a virara que entra -
va un piano que culhcs declarei perteneer ao Sr.
Adolpho A. Quedes Alcoforado, assim como in li-
quei mais algnns objectos perteneentes a outras
pessoas, que havian de ser vendidos no mesmo
1-iiSo, nao i-bjtante o que S. S. fea com que os cf
ficiaes iucluissem no arresto este piano.
A-Sra. Bironea na m<*sma occasiao declarou ao
Sr. Bslio mistrau lo-lhe s scus livros de lanca-
mentos que colleio tinha dous pianos, um alu-
jado ao Sr. H. Wojreley e ontro proprio vendido
das antes ao Sr. Jos de Az-vedo Maa e Silva
para pagamento do aluguel da cas*.
E' exacto que o collegio nao tinha nern teve mo
b.lia de jacaraud, mos sm urna mobilia de ma-
deir preta a que chamim de juao, quo alli se
achava e foi vendida em liilo.
Aos testemunhos invocados pelo Sr. Bello od-
ponho o meu ; e se ain-la insiste, pi-eo-lhe qu? di
i-i onde foi comprada cesa phantaaiada mohilia.a
quem foi vendida, omfim que destiuo teve T !
De mais, a minha obrg^cao era levar a leilfio
os objjctos que me tinhara sido entregues. Poi o
que fiz e aiuda conservo em meu poder a rolarlo
dellcs que na mesma occasiao mos'rci ao Sr.
Bello.
E it-ndia o Sr. Bello que eu devia consentir im
pissivel 4e S. S. deateitcasse urna s-nhora re;-
p -itavel c digna de todas as attencee, osten n-
do que era este o seu nico proposito .
Eis a causa de seu despeito, augm"ntado anda
mais porque, nao tendo annnido a Sra. Baronesa
a assig.iar um papel que Ihe aprrsentou, n^m ten
do S. S. conseguido remover os mov posito, era que eu aceitaste urna responsabilida-
i- que nao aie compela, nao annu que fosse com-
pensado com o srn crdito o prrcu de dlversoaob-
jecios que comprou, em nnme d^ Sra. Alhelro
O Iveira & C, no que cu uio pod'a convir, urna
vea que o producto do leiiao schava-se airas-
tado.
Para nalisar, pergunto ao Sr. Bello :
Nao verdade qnu S. S. mandou um ganha-
dor rmpnrrar a portado um quarto, onde se acba
va recolhida a Sra. Barones*, para saber se alli
hivia.n movis ; no que foi p>r mim censurado, e
se, p neo aepois nao fiz com que S. S. entrasse
no mesma quirto, par* dissipar as suas injustas
suspatKs ?
Nlo veidade que, depos de convencido de
que f a nao annuia ao encontr cu compeoftcao
proposta por S. S.. declarou quo nao pagava o
preco dos objectos que eomprou, e at recuson di-
zer-me iodo o seu nona pTa lan^al-o no meu
livro ?
D da esta respssta em atteocao ao digno Dr.
juix de direito a quem se dirigi o Sr. Bllo, e ao
publico, julgo nv> dispensado de voltar a nevas
explicaces de meus actos, o que taco agora pela
primeir i vea em mi: ha vida do 3G anuos de eom-
mercic, sendo 10 c mo empregado urna s ca-
sa coraraercial e 26 como agente de leiles nesta
p.-aca, gracas inslita provocaeao do Sr. Bello.
Reci, 2 de Marco de 1887.
Francisco I Pinto,
" agente de leilocs.
Illn. Sr. redactor ao Dimrio ele Pernambuco
Venho reclamar a hospitalidade as columnas de
vosso estimavel jornal, sempre p.ompto a defender
urna causa justa.
I.isultadi no jornal A Provinitt, antes de ha-
ten pelo Sr. Bello representante, d* casa Aluei-
res 4 C-, julgo grabas a meus 60 annos poder,
sem incouveniente, -defender me quando me ata-
cara. .
Yenho affirraar aqu, do modo o mais positivo e
absoluto, que nunca, em tempo nenl.um exit o no
Collegio de S. das VicrorUs perteucent8 a
miaba filha, umi mobilia de jaca-and, que o Sr.
Bel) ma acciua de ter feito desapparecer. Este
senhor apresenta tres testemanhas ; a mim. me
ceria maito fcil apresentar viote para ufiirmar
que ellas nao virara o que nunca existi.
Havia no Collegio tres trastes da Jacaranda,
uma meaioha na meo da sala, urna tolete, paga
por minha filha por 150000 ao Sr.Spcler.e com-
prada no dia do leilo pelo Sr. Be i lo por IOOjS,
e urna mezi do cama comprada por mim n'um lei-
lo do honrado Sr. Pinto.
Tudo isto veudeu-se eom o resto.
O Sr. Bello falla tambem do dous pianos, que se
achavam, com effeito, no Collegio.
O primeiro comprado e'pago por minha fi ha por
850J0#0 na casa do Preale, foi vendido poi mim,
com autorisacao de minha filha, por 45000J no
tira do anno para pagar os alugueis dos mezes de
Outubro, Novembro e Dezembro de 1886. _0 se-
gundo piano, alugado, fo entregue por mim ao
Sr. Vogueley a quem elle pertencia.
O tnnopassado foi muito mo ; vendo que era
inip.'ssivcl sustentar urna casa tao pesada, um
aluguel enorme, decdi-me a fazer um leilSo pu-
blico, que devia provavelmente i atisfazer todos os
credores do Collegio, e me p.ermittir trabalbar por
minba costa.
Nao contava eom oSr. Bello, que nao conhecia.
Este senhor spresentou se no Collegio, ha pouce
tempo, dizendo me que representava a casa Alhei-
ro e que vinha pedir-me urna garanta para conti-
nuar a fornecer a casa.
Pz Ihe ver que o Sr. Alhero nunca nos tiuha
pedido 8emelhante couta, e que niutas vezes nos-
ja conta tinha sida msior ; que Ihe tinhamos sem-
pre dado regularmente soinraas importantes todos
os trimestres, que somente em Janeiro nao o t'nba
podido lser, nao t nd-o rccebidodmhe.ro, com que
i.-outara, e que ia participar a minha filha sua re-
clamaco.
Este senhor, tornoi. -se ento furioso, tratou-me
grosseramente, jurando que nao sahiria de minha
casa, senilo quando eu Ihe tivesse asslgoado certos
papis, que deviam, se entend, assegurar-lhe a
iutegridade de sua divida.
Ora, se eu soa estrangeira, sou tambem idoa e
nao sou idiota ; e se dSo conheco as lea do Bra -
zil.meu b m senso me indica que, se a desgraca
quer quo so tenba muitos credores, nao se deve
por amor de um causar prejuzs aos outros. Re-
cusei pois assignar.
Ento, sahiodo fora dos lmites, e ultrapassando
os direitos de um credor, oste senh ir fez u^i ba-
rulho escndalos, umeac-udo-me com a vpx e o
gesto, assustando as ulumnss, e emfim abundo a
porta da ra e gritando, fex eutrar tres pcasoas
que passavam para me cj'.girdiante delles a re-
conhecer ou uio urna divida, que nunca pensci em
negar um s momento.
lito foi apenas o prologo. Na vespera do leilo
o Sr. Bello appareceu de novo aeompanhado por
dous officiaes de justics, para peohorar e levar
nao sei para onde tudo o que esta va em casa. A
Providencia permittio que o honrado Sr. Pinto,
leiio.'iro, se acbasse oecupado a clssaificar os 11-
tes ; sem isto nao sei onde tenam ido parar as
violencias do Sr. Bello.
Dirig urna petioao ao eminente juiz a quem dix
respeito este uegooo e obtive a permieso de faxer
o leilo.
Ento no dia do leilo, teado mandado a mestra
com as alumnaa internas pasear o da em casa de
urna amiga, fechei-mo no meu quarto muito incom
modada ; porem abi mesmo nao pude ter des-
.canso porque o Sr. Bello baten na porta, fasendo
enrar um ne^ro da ra pera espiar pelo buraco da
fechanra, corredo a perguntar por mim em casa
dos visinhos ; 0 causn, em nuia palavra, por seas
discursos, seus gestos, suss bravatas u.-n prfjuixo
irreparavel ao luilao, pois que muitas pesseas que
tinbam entrado pira comprar, retiraran se re-
celando metter-se em um negocio desagradavel.
Eu ouso esperar, Sr. redactor, qae V. S. querer
ter a bondade de publicar estas luha, em que
ficarei, nao voltando mais imprensa.
Bnue. L. V. de Herpent.
Centro Republicano
COMMEMORAV"'''0 DO ^ DE MAB90
A commisso executiva do Centro Republicano
convida a todos os 6eus correligionario e o pu
blico, em geral. para assis'irera a sesao magua
que te realisar domingo 6, no thoatro Santo An
tono, sll horas di manha, com o fim de solem-
nisar-se o 70 anno da gloriosa-revoluco republi-
eana de 1817.
A sesso ser aborta pelo ciiado Dr. Martins
Jnior, presidente da Commisso Extculioo, e cm
seguida ter a palavra para confereoeiar sobre o
objecto da commemoraco o cidadao Dr. Albino
Heira.
E' i.dmissivel a inscrpo) para outros oradores.
RosenMr-se-hao cam iro'es pira as familias.
Argemiro Ardxa,
Secretario.
Todos sabem que o remedio indicado contra
hs nevralgias e enxaquecas, h br"8 intermitten-
te. perniciosas o rheuraaticas, as moleatias do fi
gado e de bao'', a quinina, a deseoberta immor-
tal de Pelletior. E' preciso po::n, qnn a quinina
sej* pura. Tnha-se, pois, o cuidado (le exigir as
Capsulas de Sulphato de Quinina de Pclletiir,
que sao transparentes, conservara-se indefinida-
mente e dig-'rem se cora a maor rapidez. Estas
capsulas, marcadas ora o mme. do inventorPul-
letier, conteem d. z ceatigramm^s de sulphato
cryst.lisado en toda a sua pnresa e curara teatro
de pouco temp >, na molestias acim mencionadas,
transmittindo aos nossos urgaos rara energa e
extraordinaria forca vital.
.icB-amiifl
DO
Or, Virgilio T. de Oliveira
todos os dias de meio da s 3 horas
roa do Viseonde de Inhauma n. 36
Consultas
da tarde,
l. nlar.
No m-osmo consultorio faz-se qunlquer trabalho
da arte dentaria.
Assallo aos cofres
Pede-se a Exm. Sr. presidente da provincia,
qOnndo tiver de eimprar-so lBtlaii llfu p.ra o
eor.io de polica, mandar p.rcm arremitac-lo o
fornecimento, poin ha quem o-fac-i por manos qua-
renta por cento do pre^o do auteiior e perpetuo
fjrnecedor.
Moralidad '.
cfflBKirnsnsiA
Pnlricio Moreira
(Ex dinciinsH ile Fr-ilerlc Main)
Consulta-, e operHCoes das 9 h.iraa da maulla s
4 da trdt.
57-RA DUQUS DECAXIA.S-57
Dr. Joao Paulo
EDITO
Especialista em partes, molestias de senhoras e
de erran?>s, eom pratica as principaes materni-
dades e hosptaes de Pars o de Vieona d'Austria,
faz todas as operacoos obsttricas e cirurgicas
concernentes as suas especialidades.
Consultorio e resideoeia na ra do Baro da
Victoria (antiga rna Nova) n. 18, 1 andar.
Consultas das 12 s 3 horas ds tarde.
TelepEone n. 467.
Collegio Heira
Esto collegio abri suas F.uks desde o
dia 15 ci Janeiro prximo ndo. -^
Ensinam se n'ellc todas ns tnat rias qae
constitaem o curso prepar.'itorio tas Facili-
dades do Imperio, sendo o pessoal docente
o mais habilita lo que se pode desejar.
Ocu'in a funeciomr a aula primaria,
que poder receber alumnos da mais tenra
idade, pois dirigida por duas filhas do
director, das quas urna alumna do ter-
ceiro anno da Faculdade do Direito do
liecife.
Do dia 1. de Marco cm diante abrir se
ha urna aula da lingua fcllema, era quo se
ensin .r a traduzir e a fallar essa lingja.
O professor respectivo ser o Sr. Al-
germon Silncy Scl.iecr.
Os estudantes, que quizerem fr?quontar
ceta aula, pagal-a-h5o separadamente da
menslidade do Collegio.
O director do COLLEGIO MEIRA-
ospera o mais deeilido apnio dos pas do
familia, quo desejara o reol oproveitamen-
to do scus fillios, pois que tero sempre
tido por progr.vuma dar aos alnranos, que
Ihe-sSo confiados urna verdadeira instruc-
cio a par de urna boa educaco moral.
O'resultado dos exames feitos no fim do
:>nn> passado o eloqucnto attestado em
favor do COLLEGIO MEIR.A.
Dos DEZESOVE alumnos quo foram su-
geitos exime, apenas DO for^m mal
sueuediios.
Recc-bem-se alumnos internos, meto pen-
sionist.s, o exttrnos.
Ra da Imperatriz n. 63, 2 tndar.
Recife, 2 de Fevrreiro do 1887.
O director,
Ascencio Minervino Metra de Vasconcdlos.
-.
N. 9- A Einulso de Scott foriific e
desenvolve o systeaa osseo e nervoso da3
orian9as debis e rachiticas, c nao ha nada
que possa se comparar este remedio la^
agrada vel i reconstUuinte pira a cura das
doenga8 devidas a mi coadicJo do sangue
e debilidade do corpo.
Attencao
O abaixo nssgnado nvisa ao repsitavol
publico, que ninguem est autoriaado a pe-
dir era reeeber i smollas para os actos do
do Apostolado da Orajao que 83 celebrara
oa igreja do Rcolhiraento de Nossa Senho-
ra da Oonieico.0 em O.ioda, porque asfosti
vidades do mesmo Apostolado sEo feitas
cu3ta dos assK-iados entre si ; do mesmo
modo, que ninguem est autoriaado a pe-
dir aera receber es-rollas para o Mez Ma-.
riano que se celebra na dita gre-jn, porque
agora ser o Mez Mariano feito custa da
mesma associajao do AposUlado, e as pes-
soas quo sahiram na cleico do anno pas-
sado, quereodo dar suas esmollas para o
Mez Mariano entriguom pessoalmente ao
abaixo assignalo, ou en viera cm carta fe-
chada pelo correio.
01:nla, 28 de Eevereiro de 1887,
Conego Manoel Joo Gomes, direotor
IooI do Apostolado da Oraco era Olinda.
k*tdm\ iic a para os que
solTrem
Nao soffre mais c:ntestacao os bons resnltados
da electricdade, epir isto bem autorisados expo-
mos a venda com a inaior caufianoa os bem co-
nbecidos anneis elctricos especiaea para nevralgias
e enxaquecas, os quaes vrn4ana.se a 4*000 os dou-
rados e a 24' 00 os nckalados.
Tambem as.prodigiosas m-'dalhas elactricas que
teem feito grande rovolucao no mundo civilisado.
E para as innocentes criancas um indspcneavcl
colar elctrico para icilitar a denticao. Realmente
nm martyrio para aa eannbcaaa mies quando
verm as pobres criaucas estorcerem-se na mais
hornvcl dr das convnlcoes. Deve-se prevenir o
mal anies d'elle vir. ...
Vendem-se na casa de confianoa da Pearo
Vntnne A C
63 BA DO DUQUS DE CAXIAS 63
' Medico
Dr. Antonio Cavaleante Pina abri o s;u con
sultorio medico-eirurgico na cidade de Nazareth,
ra do Paysand n. 5, onde poda ser procurado
pra os mistere3 de sua proissao.
Curso tti8orico e piatico dB allemao
DO COLLEGIO
Profesora de canto
Tendo resolv lo fi**T residencia nesta
cidade, prof3i!-so i dar licSes de cantona
era cusas particulares, promett.nlo esf.r-
9lU--sc o icais'possivel pelo aproveitamento
rie suas discipulas, podendo ser procura a
rua do Imperador n. 44, 3. andar
Consultorio medico*
eirargieo
O Dr Castro Jess, contando mais de 12 anuos
la escrupulosa observajao, reabre consultorio nee-
ta cidade, 4 ra do Bom Jess (antiga da Gru*
u. 23, l.o andar.
lloras de consultas
De dia : das 11 s 2 da tarde.
De noite : dae 7 s 8.
as demais Loras da noite ser encontrado no
sitio" travessa dos Remedios n. 7, primeiro por-
tio ee-iuerda, alm i.' portao do Dr. Cosme.
Leonor Porto
Una do Imperador n. 45
Primeiro andar
Contina a .exeeat.ir 03 mais difficcis
figurnos recebidos de Londres, Paris,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em perfeicAode costura, em bre-
I vida-Je, modicidade em procos e fino
gOBtO.



i'
Cliniea medico-cirnret
DO
Dr, Alfredo Gaspar
EspecialidadePartos, molestias de senhotas e
crixncas.
Residencia Ra da Imperatriz n. 4, segundo
andar.
O director deste estabeleciment, avisa ao pu-
blico, que, pira propagar o gosto pelo eatuio das
liuguns, abriu ura curso deallemao, onde os alum-
nos poderao apprender cata liugua tanto pratica
como tbeoiicainenti'.
A referida cadeira regida pelo Dr. Eduardo
de Oliveira, o qual tendo residido quatro annos
e meio na mu conhecido collegio BBEIDEN-
STEIS, n;i Su'ssa, o abaixo assignado gnrunte,
achar-se perfeitamente hab iludo, para bem des-
empeuhir eBsa incumbencia,
Aquelles que quis-rem so matricular no dito
corso, queiram entend-r se com o director do col-
legio, ou com o Dr. Eduardo Alfredo de Oliveira,
na ra 1 de Marco n. 4.
Jote Ferrera da Crm Vietra.
Dr. Mello Gomes
Medico clrnaslo parlelrc
Ra de Paulino Cmara (antiga da Camboa
do Carino n. 36), onde pola ser pro-
carado qualquer horado dia e da noite.
Consulta! :10 ao meio dia
Chamados por escripto.
Especialidades ;Prbrc, molestias de peito e
das seuhoras, syphilis e soffrimentos da urethra.
Acode a qualquer chamado para fra da ca-
pital.
Tambem pode srr procurado, de meio da s 3
horas, ua Pharmacia do Povo, ra do Rangei
n. 84.
Oficina de esculptor enta-
lhadiireniDiadeira
85RA DO B )M-JaRDIM-7
PORTO
Encarrcga-se de todas as imagens em
qualquer tamanho, altares, sanetuaros, to-
eheiras, casticaes, jarras e sacias, bem co-
mo tarimbas funerarias, figuras allegori-
ca8 e serpentinas, tudo pertencente s di-
tas artes. Tambem se encarrpga de pintu
ras e pratas para imagens.
firande Uepoulto ele rcolamas e
planbaai para an mesma
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Prafa da Balalha, 108
{defronte do correio geral e estadio
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Este hotel muito se recommanda aos via-
jantes pelo local em que se acha,
perto dos Jardins Tbeatrcs e os precos
de nospedagem sao maia baratos
do que em .ontro qualquer, com o mesmo
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Residencia ra Barao da Victoria n. 16, J- andar
Consultorio ra Duque de Caxias!n. 59.
D coosultas das 11 horas da manha s 2 da
tarde. .
Attende para os chamados a qualquer hora
telephone a, 449.
Vi
Dr. Ferrera da Silva, consultas
das 9 ao meio dia. Residencia e
consultorio, n. 20 ra Larga do
Rosario.
1


*

I
,
:




*
i
I
Una uHveiu escura encobre a
luz sol da nosna e&iatencal
A' ineertcz.t d.i vida juntarse o royaterio
tenebroso da morte Era quanto que, por
urna parte, esse primciro grito infantil que
nos annuncia Que outro ser acabado unir-se
nossa especie, inspira urna alegra profun-
da, por outra parta trememos de espanto no
ouvir o bater horrivel das azas do anjo ex-
tjrminador A voz omnipotente da in-
fluencia suprema que govcrna o universo
decretou nosso destino, a sentenja fatal foi
pronunciada e to ios os homens est2o con-
liemnados a morrer !
Sem duvila alguma, a raerte inovita-
vol. Nao p> eraos, porra, retrdala?
' esta urna que tilo que seria de uraa im
portancia incalcularel, anda se tratasso s
mente de ganbar urna hora de vida, pois,
animados d'essc sentimento sublime que se
chama Detracto, estaos sempra resolutos
a dar b:>tailia com uai valor in lomavel ao
nosso nimigo mortal em favor Jo glorioso
privilegio '.'a existencia Aquella senti-
mento a voz espontanea da nafureza, e o
nosso dever consisto em obedecer. Va-
mos, pois, a ver; possivel retardar a
morte ? Indubitavelmcnte o pois que o
mundo est sujeito a certas leis, e quem
as estuda coavence se que n'ellas se coin-
prehende a dita poasiblidade.
Os que se acharo, dota os do valor e
juzo necessarios para so cobrirem com o
escudo que a propria natureza lhes propor
ciona para este effeito, poderao repellir os
ataques incendiosos do inimigo da vida, at
que as faeullades vitne3 vilo pouco a pu-
co em decadencia em ama vclhice madura
e ditosa, e at que o anno da luz sa lhes
aprsente com aspecto risonho e sem ter-
ror, para os conduzir, como ama visao
deliciosa, a es?a regiSo resplandecente que
brilha mais a!m das trevas do sepulchro.
O destruidor toma diversas formas, mas
d a preferencia a de um inimigo moral que
devora actualraeutc as piirtes vitaes da so-
ciedade moderna. MartyrUou j e mar
tyrisa ainda quasi todos os habitantes deste
paiz.
Que inimigo ests ? Quer o leitor sa-
ber se tarabsm victima da erueldade
deste tyranno ? Pergunte a si proprio se
atorraantaJo por algura dos syraptoraas
que varaos enumerar: dchvs de cabeca,
das costas e das espaduas ; falta.de appe-
tite; accuraulnjilo de urna lama viscosa,
espessa e pegajosa em roda das gengivas o
dos denles, sentindo-se simultneamente
um sabor desagradavel, especialmente pela
manha; tristeza > dcscabimento acompa-
nhados de somnol ca J ucr; s vezes a sen-
sacao de urna caiga pesada no estomago,
e outras, debilida lea na baca do raesmo
orgo, nao luvacd s iafacl alguma cm
tomar alimento; aspjcto tristonho e cor
amarellenU .os or >s ; estadt fri e pega-
joso dan mitos e do ps ; urna tnsse secca
ao principio, acomp \hada, porra, depois
de urna expecoragao de cor esverdeada ;
cansado constante sei: que o somno pareja
proporcionar descanco algura; enervaco,
irritado e raaos prcsintimentos; deliquios
e vertigens ao levantar se do repente ; pri-
sito de ventre; esta io secco, e veces, ar-
dente, |da cuts ; condicao espessa o em-
botada do sangit", cscassez e cor muito
tinta da urina, que deposita um sedimento
depois de permanecer por algura tempo em
repouso; dovoluc3o frequente do alimento,
urnas vezes com gosto acido, e outras ve-
zes algum tanto doce; palpitado do cora-
5S0 ; manchas apparentes nis olhos; e no-
tavel proatraco e debilidade do paciente.
Todos est-s symptomas costumam apre-
sentar se por scu turno Acreditase que
quasi urna terca parte da nossa populacho
est affeetada da dita enfermidado em al-
guma das suas variadas formas. Como
regra geral, os mdicos se equivocara a
respeito da natureza dcsta doenca, cujo
verdaioiro noma dyspepsia ou indiges-
tao; enfermidada que se cura infalhvel-
mente por meio do Xarope Curativo da
Mai Seigel. Este medicamento teru obtido
em ambos os hemispherios uraa reputacao
justificada incontestavelmente por suas
grandes virtudes. Vende-se em todas as
bonicas, e pharma"iaa e na casa dos pro-
pietarios, A J. Whit, (Limited), 35, Far.
ringdon Road, Londres, E. C, Inglaterra,
idvogado
O bacharcl Julio da Mell* Filho tero o
seu escriptorio da aivocaeia ra Primci-
ro de Marco n. 4, Io nnar, onda pode
ser encontrado drs 10 horas da manhS s
3 da tarde.
Advogadt, e professor de linguas
O bcharel Eduardo Alfredo de Oliveira tem
abert o seu esiriptorio de advogado ra Io de
Marco n. 4, onde tambera pode ser procurado para
lecciouar o ioglez, francez e allemao, prutica e
tbcnric&mente, nos collegios e casas de iamilia.
Tambera para a comincdidade dos estudantes
e mpregados do eommereio, resolveu abrir um
corso nocturno das ditas linguai. A tratar uo
escriptorio cima referido.
MEDICO HOMEOPATHA
Dr. Baithazar da Silvcira
Especialidadesfebres, molestias das
riaacas, dos orgos respiratorios e das
seuhoras.
Prestase a qualqucr chamado para
fori da capital.
aviso
Todos r-s chamad \b devem ser d.'rigi- {
dos pharmacia do Dr. Sabino, ra da j
I Uaro da Victoria n. 43, onde te indicar i
i i sua residencia.
DF.
ira
hedico
Tem o sen escriptorio roa Duque de Cusas
n. 74, das 12 s 2 horas da tarde, e dcsta bora
em diante em sua residencia roa da Santa
Crin n. 10.
Especialidadesmolestias de senhoras e crian-
cas. Tolephone u. 326.
9
(
Oculista
i
Dr. Barreto Sampaio, medico ocu-
liita, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consaltas de rnoio dia a
3 horas da tarde, no 1. andar da casa
n. 51 ra do Bario da Victoria, ex-
cepto nos domingos e das s utieados.
Residencia ra Scte de Setembro n.
34. Entrada pele roa da Saudade n. 25.
lltraciiIUNir acceatto l (S)
Urna fiiha do Sr. Fuaiini Francisco Machado,
fuzeodeiro no Ibicubv, Rio Grande do Sul, estava
desengaada pelos mdicos que a declararan) af-
fectada da nma tyca pulmonar em estado bas
taale adiantado.
A sua familia, profundamente consternada, teve
a feliz k'inbranc* de experimintar o PEITORAL
DE CAMBARA',' descoberta e preparacao do Sr.
Alvares S. Soares, de Pelotas.
A'guns frases d'este precioso medicamento ae-
seguraram as melboras da doente, e o aso conti-
nuado c p-rou urna cura radical.'
Ease iniraculoBO successa na cura de urna tao
terrivel entermidade, referido em ama carta im-
pressa u js opsculos \aa acompanbam o medica-
mento.
nicos agentes e depositarios gentes nesta pro-
vinciaFrancisco Manoel da Silva &C, ra
Mrquez de Olinda n. 23.
Cmara Mimicipal do Recife
Unpea publica da eldade
A Cmara Municipal desta cidade, em virtude
da le, que manda ser a limpeza da cidade feita
por arrrtmtacae, recebe propostas cm carta fe-
chada para o servic) da referida limpez, al o
dia 16 de Ma vero ser eutreeues pelos interessados em sessao
da menma Cu ira do dia cima referido, de con
formidade com bases que 8baixo vio publica
das; chaman lo se especialmente a attencao dos
concurrentes para a clausula XIV.
A arrematncao do servigo da limpezA publica
ser feita por pr.posta em carta fechada, nao
sendo permittido nenbum concurrente arrematar
mais do urna freguezia, servindo de base para
eada urna, a quantia de oito contos e quinbentce
mil ris annuaes.
II
O arrematants obriga se a execntar o varri-
mento diario de todas as ruaa, prac-as, beccos, tra-
vesis pontea, caes, rampas, emui, toda a fre-
guezia qnc arrematar; a remover para os lugares
aban decerminados tedo o lixo, materias orgni-
cas e inorgnicas, animaes mortos, qualqucr quo
seja o tamaubo, que enterrar, sendo indemnisado
pelos donofc d'aquclles que forem reconhecidos, e
finalmente tudo quanto se comprebenda ua pala-
vra immandicia. Obrlga'se ainda o arematante a
providenciar sobre a ebsIruccSo das vias de com-
manicaco da estagnacao e do cscoamento das
aguas pluviaes, quanio for possivel.
O servico principiar ao roesmo terapo em cada
freguezia, meia uoite, devendo terminarlas 6
horas da manbi, isto com rulacao as pontse, caes,
rampas e s ras designadas abaixo, podendo
porm, ser feito de dia quands 8S noites forem
chavosas. A limoeza das demai ras poder co-
mecar das 6 s 10 horas da manh.
IV
Todo o lixo ser removido em carroca puxada a
burro ou cavallo, e devem ser cobertas.
V
A ponte de Santa Isabel ser varrida pelo arre-
matante da freguezia de Santo Antonio, as da
B6a Vista e Recife pelos retpectivos arrematan-
tes.
VI
No servico da remedo dos objectos que obs-
truam na ras, prac, .s, caes e rampas nao se esm-
prehendesk aquelles que pertencerem a donos de
obras ou mpreiteiros, a quem os fiscaes obrigarao
a retirar, o nem tSo pouco a cauca que da mesma
forma ser conduzida por elles para os lugares
que a Cmara indicar. *
VII
Obriga-se ainda o arrematante a arrancar toda
a ve^etafo expontanea que nasccr entre ou sobre
o calcamento e o passcio das ras, e bem a?sim a
derrubar todo o matagal que exitir na freguezia
!|ue arrematar, sendo que este serv:co poder ser
eito de dia. .
vni
Obriga-se tambem o arrematante a limpar e a
desinfectar os mictorios e latrinas, lavando-os
com prcpiracoes chimicfs, trazcudo-os sempre
acetados interna e externamente.
IX
O arrematante sosapprir sua casta, de todos
os utencilios necessarios para a boa execujai do
servico.
Edtala, ti
O administrador do Consulado Piovincial fas
pnblico a quem interessar posas, que, em enmpri-
mento da ordem constante da portara n. 590, ex-
pedida f-m ^3 do correte pelo lllm. Sr. inspector
do Theaoatro, fie. pTjrgalo ..t 15 a Marco pr-
ximo vindouro a arrceadaoio, livre de malta, das
annuidades) e mais servicos da itecife Drainage
Company, relativos ao primciro semestre do exer-
cicio de 1886-87.
Consulado Provincial de Pernambuco, 25 de
revercirs de 1887.
F. A. de CarvsJho Moura.
3 Cesa ile Mis>rieerili io
Editaln.20 "
T)e ordem do lllm. Sr. Dr. inspector, fac publi
co que no dia 11 do correte, pelas 11 horas do
dia, ir de novo praca perante e conseibo de
compras do corpo do polica, conforme ordenoa o
Exm. 8r. presidente da provincia em ofticio de 28
de Fevereiro ultimo, o fornecimeuto do tardamecto
manufacturado daquelle corpo, constante das pa-
cas segnintes : 850 boaets de panno azul, 1,7(10
blusas de brim pardo o 3,400 calcas do mesrao
panno, 800 calcas de panno azul e igual minero
de blusas do mesmo tecil).
Outrosim, os concurrentes deverao fazer a> soas
prpostas, que serio entregues ao conseibo, acora-
panhadas das amostras que deverao conter o 20m
de largura e abranger o da faaenda : e bem assim
spresentar um ejemplar da pet;a maBufacturada
pira amostra da mo de obra.
O foro- cimento do mesmo fardameno de ver
ser realisado nos pras:s de 30, 60 e 90 das, nos
termos do citado oflicio da presidencia.
Secretaria do Thesouro Provincial de Pernam-
buco, 3 de Marco de 1387.
Servindo de secretario,
Lindo'pho Campello.
para
expe-
DECLARARES
insilfii o i.ln. iai( eiiadense
Domiog>, 6 do corrente, s horss e lugar do
costumo ha ver eesiao do Conselho Administrativo.
Secretaria do Instituto Littcrario Olindense, 3
de Marco do 1887.O Io secretario, Samuel de
Lima Bolelho.
Roa do Baro da Victoria n.
lf, 9- andar
A propriettna deste estabelecimento, j bastan-
te conhecido peles trsbalhos all executados com
mestria e bom gosto, como tambem pela lbancza e
cavalbeirismo que costuma-se dispensar aquellos
que dign.iin-;e de bcaral-o com a sua visita e
confanca, previne ao publico que, coa a acquisi-
cao que fez de machinas as uiaia aperfeiejoadas,
est o mesmo estabeleciinento em coodices de
tirar retratos inalteraveit por precos inferiores
a-, s dos que teetn nltmaa;ent; viudos doi Esta-
dos-Uoid uianho natural tira-se pelo casto de 15?300.
O atelier, modificado e reformado coma acaba
de ser, tornou se o mais peifeito possivel para dis-
tribuicao de luz, de modo que pJe-se trabalhar
sempre, com bom ou ni? tempo, du 9 horas da
manbi s 6 da tarde.
A essas cireum 'taucias accresce ser o pessoal
tcebnicohabilitadiisiino e delle fazer pirie o phc-
tographo herpanlul D. Joaquim Canelas de Cas-
tro que trabalhou n^a melhores estabelecimentos,
desse genero, cm difF'reuief piizos da Europa, e
a respeito de quem j os diversos joroaes desta
provincia trataram.
Do que fica dit-> vd-se que est o referida esta-
belecimento em conces de executar com pericia
quaesquer trabalhosde photographin.
AHi eneonlrar-se-ha compre exposlas venda
grande numero de vistas do alguna edificios
ou'jiicos, pracas, ruaa desta cidado e seas arra-
bales.
Aos incrdulos
attesta e jura, so
rauitos raezes de
abaixo aasignado,
fOr preciso, qus soff.-cu
rheuroatisrao, jomecado no pesclo e que
osn pouco ternpo estendeu se por todo o
corpo at os ps, fioando entrevado e ser-
vi te por ouiras pessoas : tratou se cora e-
raero sera poopar nada, e, j desanimado
co o muito soffrer sem esperanca de sa-
r ir, resol .eu tomar o Anti-rhe.u:nati;o Pau-
listano, rspciiilidade do pharmac?utioo
Luas Carlos f. que felicidade! ha rar.8 de
|uatro mezes que nio acnte o rainituo in-
.onMoodol D.-sejando que o bem chegue
pira todos, o motivo real porque d eet>
attestalo.
Joaqun Diniz Valois.
S. Carlos do t'ioha!, 22 de Dezembro
de 1885.
Deposit .rijs Francisco Manoel da Silva
<& C, droguistas, ru% Marques de Olinda
n. 23-
Eseola particular
deiiistrtcfiio primaria
para o sexo masen-
lino
CASA DE ENSINO MODERNO
80Ra Velha80
O abaixo assignado, participa ao Ilustrado pu-
blico desta cidade, que abri sua Escola parti-
cular de mstraccio primaria para o sexo masculi-
no, roa Velha n. 36, (Boa Vista) onde esme-
radamente so dedica ao ensino de seos alunnos.
Educa e iustrue a infancia pelo melbor systema
dos principaes collegios da corte do imperio, ende
por algum teoipo demorou-se a paaseio, cajo sjs
tema a delicadeza, a vecaco, a paciencia
ntima para o ensino, fazendo com que os seas dis-
cpulos aigiui o camtnbo da intelligencia, da honri
e da digoi-lade com santos conselbos e sis licoes,
afim de q".- venha.n a aer o futuro sustentculo
da patria, da religiSo e da le, e ara verdadeiro
cidado brasileiro.
Espera merecer a con flanea e proteccao dos
paie e tutores das criuncas que queuam aprovei-
ur um rpido adiantamento de seus filhoa ou tu-
telados, e em particular tem f robusta em todos
os seas compatriotas pernambucanos.
Comqaanto ousada seja esta tentativa, todavia
espera que os seos iocanaaveis esforcos, e os seus
puros desej is sejam c toados com a feliz appro-
vacao de todos os flbos do imperio da Santa
Crnz.
Espera finalmente, que o respeitavel publico
saiba apreciar de perto o seu verdadeiro ensino
primario, onde rpidamente as enancas abracara
e amam de coracao aos livres, as sciencis as let-
tras e as artes.
Igualmente tem ama aula de iastraccao prima-
ria noite para adultos, sendo das 7 a 10 horas.
Curso d portugus e francez a qualqucr hora.
Ilorario da escola para meninos, das 9 horas da
manha s 3 da tarde.
Menoailntlcsj
Primairas Icttras 2J00O
Francez 3*000
Portuguez 3J000
Pagos adiantados no acto da matricula
Recebe meninos internos, externos e meio pen-
sionistas, por menaalidades razoaveis.
Ra Velha n. 3".
Julio Soarc de Azevedo-
A o publico (I)
O -Sr. Bernardo Jos dos Santos, residente no
Cerrito, rrunicipio de Pelotas, provincia do Rio
Grande do Sul, querendo prestar urna bomenagem
verdade, tornando pnblico as virtudes do pel-
lorarl le cambar, preciosa dcscoberta do
Sr. Alvares de S. Soare, de Pelotas, fez pablicar
o reguinte importantissimo documento, em diver-
sos jimaes da referida provincia :
- L -vo ao c >nhecimento do publico mais um
triiKBpho alcancado pelo populai remediopi-
leral de rnmbardescobeita e prepara-
cao do Sr AI varea d S. Soares, de Pelotas.
Havia seis anuos que nma toase grave me
atormentava dia e noite, fazendo ltimamente, dei-
tar j abundantes esearroa de sangue : os pulmes
com certeza acoavam-se aVctatio* e eu tarta in-
fallivelmente de anecambir terrivel tisiea pul-
monar !
Um amigo sabendo do mea estado, aconse-
Ihou. me o precios > pe (oral fe cambar,
e smente eum o aso de 12 vidros deste importan-
tissimo mediaussato, consegu eurar-me radical-
racnte, seotme me hoje forte e podendo j entre-
gar-me a lides da micha fazenda do Cerrito.
D< pois deste caso, tenh < aconaelbado a muita
gente o peiloral de camltar, e tod>s tm
colindo resultados importantes.
Actualmente fas uso deste preparado, com
muito aproveitamento, miuha filha Neufrides, que
tambem se acha Svjffrendo ito peito.
Farenda do Daaeaos/*, no Cerrit, 24 de Ou-
tnbro de 1884Bernardo Jote dos Sanlt.Rc-
conbeco coma verdadeira a firma supra. Era tes-
temunbo de verdade, o eacrivj de paz BoUio
S. de Goaveia.
nico agnutea e depositarios geraea nesta pro-
vincia Franclaco Manat da II a d C
a ra Marques de Olinda n. 23.
O arrematante incorrer na multa de 10 sem-
pre que fr encontrada sem indicio de ter s.do
limpa, qualquer ra, traveasa, becco, largo, pateo
rampa, caes, mictorio e latrins, que Ibe ser des-
contada no pagamento semanal.
XI
O arremarante que houver ncorrido em cinco
multas, sem provimento de recurso interposto pa-
rante a Cmara, perder o contracto e o valor da
flanea sem direito ainda a ser indemnisado de
qualqucr interesse ou perda, que piover do mes-
mo contracto.
XII
O servico da limpeza publica, alm da fiscali-
sacao a que est sujeito por parte do fiscal, a
quem corre o rigoroso dever de velar pelo cuin-
priraento restricto das presentes clausulas, ser
tambrm inspeccionado pelo respectivo commissa-
ro, que impor maltas ao arrematante pela falta
de cumprimento de dever, c m recurso para a C-
mara, nao podendo da decisao desta recorrer o
arrematante para qualqucr auttndade adminis-
trativa ou judiciaria.
XIII
As reclamacoes contra o servico da limpeza pu-
blica deverao ser feitas por escripto Caara ou
a qnalquer de'sens meonbros.
XIV
O arrematante prestar ama fianca de um cont
de ris em dioheiro ou apolices geraes ou provin
ciaes, para garanta deste contracto, e a Cmara
s reeeber propostas daquelles que bouverem
depositado a quantia de 200i em dinheiro, em po-
der do procurador, o que provard com o respec-
tivo recibo, na occasiao da entrega da proposta ;
seudo qne perderJo dita quantia, se acceita sua
proposta nao vierem assignsr o contracto dentro
do prRso de 8 das, contados da approvaco do
presidente da provincia.
XV
A arrematacao ser feita por anno financeiro
municipal, isto 6, do 1 de Outubro a 30 de Se-
tembro ; sendo que o presente devora vigorar da
data, em que for approvado pelo presidente da
da provincia, at 33 de Setembro do corrente
anno.
XVI
A Cmara pagar ao arrematante, por semana,
o servico de limp-za na respectiva proporcSo da
importancia da arrematado annual.
XVII
Aa roas, que nao forem calcadas, serio lunpas
a ancinbv.
XVIII
As propostss serilo entregues pelos proponen-
tes- em seasao da Cmara, designada para este
fim, sendo preferido quem mcllures vantagena of-
terecer, e quem mais idoneidade tiver.
XIX
Terminado ou interrempido o praio do contrac-
ta, nao lera a contractante direito a ser indem-
nisado de qnalquer valor ou material, que tiver
empregado no servico, cujo material udo o con-
tracto, perteucer ao contractante.
XX
O contractante nao pode abandonar o servico
que tiver arrematado, salvo em caso de forca
maior provada, a jrjizo da Cmara ; mas se o ti
ser frm desta excepcao, nao s nao ter direitc
a inJeiimisacao alguma, como tambem perder)
o valor da fianza em beneficio dos cotres auni -
cipaes.
LUGARES DESIGNADOS PABA N'tLLBS DEPO
SITAB-SE O LIXO DA CIOADE
Fregu ra de Sanio Antonio.Praia de Santa
Rita.
Frtguexia da Boa-Vista.Hospicio.
Freguezia do Recife,Lido da mar pequea ao
noitw da fortaleza do Brum, 100 bracas distantes.
Freguezia de 6. t/ose*.--Nos alagad' o naseen-
te e ao poente da ra Imperial.
BAS QUE DEVEM SER VABBlDAS a' SOITE
Recife.Mrquez de Olinda, Bispo Sardioba,
I Travessa da Madre Oeus, Boro Jess, Commercio,
Torres, Thom do Souza, Matcates, Largo do
Corpo Santo, Vigario, Abreu, Travessa do Corpo
Santo, Visconde deltaparica, Baro de Triumpbo,
Caes do Appolln e Brum.
B6a- Vista.Imperatriz, fonde d'Ej, Largo da
Santa Cruz, Ra da Santa Cruz, Conceicao, Barao
de S. Borja, Visconde de Pelotas, Visconde de
Ooyana, Aurora, Visconde de Albuqucrque, Hos-
picio, Caek de Capibaribe, Pires, Formosa, e Bccco
dos Fi-rreiros.
Santo AntoniooBaro da Victoria, Cabug,
Praca da Independencia, Rosario (estn ita), Rosa-
rio (largo), In perador, buque de Caxias, Primeiro
de Marco, Livramen:o, Direita (parte), Penha,
Visconde de Iuhauma, Pedro Affouso, Caes do Ra-
mos, Caes 22 da Novembrc, Florentina, S. Frau
cisco, Sol, Mar mezdoHerval (parte). Roda, Largo
do Paraizo, Pedro II (largo), e Coronel Suassuna
(parte).
S- Jos.Largo do Mercado, Ra Direita (par-
te), Imperial, Vidalde Negreiros, Assuoapco, Lar-
go das Cinco Ponta, .Mrquez do Herval (purte) e
Coronel SuasaBua (parte).
Paco da Cmara Municipal do Recife, 4 de Fe-
vereiro de 1887.
Presidente.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pilonga,
Secretario.
Francisco de Assis Penira Recita.
Recebedoria de Peroainbuco
Matricula de escravos
O adn inistrador da recebedoria faz publico que
finda-se ao dia 30 do corrente mes o prazo para
a nova matriculas irrolamento dos escravos exis-
tentes oeste municipio, devendo os donos e pss-
suidores des mesicos apresentarem at aquelle
dia as relacoes em duplicata eontendo o nome do
escravo, nacionalidade, sexo, filiacao, oceupaco
ou servico em que fr empregado, idaie e valor,
alera do numero da ordem da matricula anterior,
sendo o valor dado por extenso pelo senbor do es-
cravo ou aeu legitimo representante, nao exceden-
do o mximo regalado pela iaade do matriculando,
que ser tambera escripia por extenso conforme a
segunte tabella :
Escravos menores de 30 annos 900^000
de 30 a 40 > 800*000
de 40 a 50 6005000
de 00 a 55 400-3000
da. 65 a 60 200JOOO
O valor das escravas ser regalado pela mesma
tabella eom o abatimeato de 25 / dos preeos
nella cetabelecidos.
A inscripca) cara a nova matricula sera hita
a vista das lelaces, que serviro de base a ma-
tricula especial ou de averbaco cffectuada de
conform d ide com a lei de 28 de Setembro de
1871, oa de certdo da mesma macricula, ou a
vista do titulo de dominio quando contivcr a ma-
tricula do escravo.
Nao sero dados a matricula os escravos rai.io-
res de 60 annos, sero pjrm inscriptos em arro-
I amento especial.
Sero considerados libertos os escravos, que no
praao marcado nao tiverem sido dados a nova ma-
tricula.
Pela inscripeo ou arrolamento de cada escra-
vo pagar-se-hi 1 de emolumentos, cuja iropr-
tar.cia ser destinada ao fundo de e uaocip tco
depois de aatisfeitas as despezas da matricula.
Recebedoria, 2 de Mirco de 1887.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
Secretaria da veneravel confr.t-
ria de S. Iicnedfelo. erecta no
convento dos religiosos fran-
ciscanos do Recife, de narco
de 1*8
De ordem da mesa regedora desta confraria
convido, a todos carissimos irmos a comparecer
em nosso consistorio no dia 6 de Marco, pelas 2
horas da tarde, e no da 18 de Marco pelas mes-
mas h iras, afim de encorporados acomp-mbarraos
as procissoes de Nossa Senhora da Soledade e do
Senbor Bom Jesns dos Martvrios.
O secretario,
Francisco Solano dj Cesta.
- ,
Thesoorariade Fazenda
De ordem do lllm. Sr. Inspector faco publico,
3ue no dia 5 do cerrente perante a seaso da
unta, recebem-se propoatas para o forueeimento
de alguos artigoa que se fazem precisos para o
abastecimento do presidio da Fernando de Noio
nba, os quaes nao foram contreatades uo semes-
tre corrente.
A relaco deases artigoa acha-se nessa secreta-
ra e ser presentada a quem se quiser propor
para o alludido forueeimento.
Theouraria de Pernambaco, 2 de Marco de
1887. V
O- secretario,
Lui'z Emygdio P. Vianna.
Por esta secretaria sao chamados os psrentes e
protectores das menores abaixo declaradas, para
at dia 28 do corrente apresental-as no colegio
das orpbs, aftin de serern ahi admittidas, visto
serem as primeiraa inscriptas no respectivo qna-
dro.
1 Carolina, protegida de Augusto Manto.
2 IlluoMaata, filha do Maria Florencia Bulbosa
dos Santos.
3 Laurinda, filha de Siucletca Lins do Vas-
concellos Araujo.
4 Maria, filha ja mesma.
5 Adelaide, filha de Maria Jos da Conceico.
6 Mana, fi ha do Maria Jos da Encarnaco.
Secretaria da Santa Caaa de Misericordia do
Rece, 8 do Fevereiro de 1887.
O eicriso,
_____Pedro Rodrigues de Souza.
Repartido das Obras Miiitar's
De ordem do lllm. Sr. capilo de engenheiros
Dr. Gregorio Tbaumatnrgo de Azovedo. encarre-
gado das obras militares desta provincia, faco.pu-
blico que no dia 14 de Marco vindour, s 10 ho-
ras da manh na Reparticao das Obras Militares,
no Palacio do Governo, to recbela propostas em
cartas fechadas dos negociautes cu firmas com
merciaes desta praca, que quizerem contractar uo
corrente ann-j o fornecimeuto s obras militares
dos materaes constantes da rclcco existente na
repartico, diaposico dos prctendentes,
ser examinada nos das uteis, duranto o
diente.
Repartisao das Obras Militares em Pemamhueo
24 de Fevereiro de 1887.Jos Armando da Cu
nba, 2* cadete 2 sargento amauuense.
Jaizo doFeiosda Fazed7
ESCBIVAO TOKBES BANDEIRA
No dia 11 de Marco prximo, ir praca por
venia as casas abaixo descriptas, penhoradas pela
Fazenda Provincial :
Casai sitas no Beeca do Quiabo n3. 1 e 3, fre-
guezia do Poco da Panclla, com 2 jmilas e 1 por-
ta, porlilo ao lado, 6 metros e 30 centmetros de
frente, 13 metros a 6 centimetios de fuudo, 4 qur-
tos, coainha fra, quinal morado, cacimba mec- a,
e a de n. 3 com 2 salas, 3 quartos, cosinba fra,
terraco, soto interno, com 1 salo e 1 quarto, am-
bas arruinadas, e avahadas em 200^000 pyra
urna, p.-tcncentes a Antonio Joa Pinto.
Sociedade
Unio Commercial Be-
neficente dosMer-
cieiros
AS8EMBLA GERAL EXTRAORDI-
NARIA
D>. ordem do Iilm. Sr. presidente convi-
do os Srs. socios a comparecerem cm nos-
sa sede, domingo 6 do corrente, ao meio
dia, afim de se-tratar de assumptos qui
sero presentes mesma assembla pela
directora, os quaes merecen o comparec-
meoto de todos, por serum de grande in-
teresse p,.ra os assooiados.
Racife, Margo de 1887.
M Captlo,
Secretario
Banco de crdito real de Pernam-
buco
i-ai cumprimento dos 9 e 12 do art. 83 dos
estatutos e das dspei{Ges da lei n. 3.150 de 4 de
Novembro de 1882, convocamos os Srs. accionistas
a reunir-se em assetnbla geral ordinaria, no dia
15 de Marc0 prximo vindouro, ao meio da, em
urna das sal da .ssociscao Commercial Bene
fcente, afim de Ibes ser presente o relatorio das
operaco.-s do anno bancario finjo em 31 de Dezem-
bro de 1886, acompaohado do parecer da corarais
sao fiscal e proceder se eleico desta e bem as-
sim do presidente, viee-presidente, 1- e 2- secre-
tarios da assembla geral.
Recife, 28 de Fevereiro de 1887.
Os administradores,
Manoel Jco de Amorim.
Jos da Silia L-\vo Jnior.
Luiz Duprat.
Club os Meninos da
Candi lili a
Do ordem do Sr. presidente, convido aos socios
dcsta sociedade para so reunirem na quiota-feira
p^oxim, 3 -lo corrente, para deliberarem sobre os
estatutos da referida s 'ciedade.
O secretorio,
Mardccheu.
Companhia Locomotora Pernam-
bucaaa
Nao tendo se reunido no dia 29 de Janeiro em
assembla geral os Srs. Accionistas desta Compa-
nhia, sio novamente convidados a se reunirem no
da 7 do corrente, s 11 borai do dia no seu es-
criptorio ra do Viseonde de Itaparica n. 7,
afim de ser apresentado es contas do anno findo,
o parecer da commisso fiscal c o relatorio da
administraco.
Em virtude da lei a tesso [funecionar com
qualqucr numero de accionistas que compa-
recer.
Escriptorio da Companhia Locomotora Pernam-
bucant, 1 de Marco de 1887.
S, Barres Barreto,
Secretario da adminietraco.
Lotera de 4000 contos
SANTA THBRBZA
Abastecedora d'a?ua e
gaz em Olinda
AVISO
Aos Srs. consum-
midores de agua e g*az
da com >anhia, que em
seus pagamentos se a-
cham em atrazo, lem-
bro o presente artigo
do regulamento ap-
provado pelo governo
a 12 de Agosto de
1873, e que se acha
copiado no verso das
contas entregues.
O pagamento da
importancia da agua ou
gaz fornecido em cada
mez, se far naprimei-
meira quinzena do mez
segunte e na sua falta
poder a Companhia
interromper o respectivo
supprimento.
Escriptorio do ge-
rente, Olinda 3 de
Marco de 1887
A, Pereira Simes.
A grande lotera do 4000 coates, em 3 sorteios,
fica transferida para o dia 14 de M-io vindouro,
impretcrivelmente, nos termos do despacho de
Exra. 8r. presidente, de boje.
Tnesouraria das Loteras para o fundo de
emaiicipac^Io c ingenuos da Colonia Isabel, H de
Deaembr) de 1886.
O thesoureirT',
Francisco GonealvesTeirej.
Companhia deTrilhos lbanos do
Itecife ^ Olinda e Beberihc
A contar do presente mez finam supprimiios os
trena extraordinarios que aos domingos e das san-
tificados partiam das estacO'sda roa da Aurora,
Olinda e Ueberibe s 10 '/2 horas da Manh e da
noite.
Escriptorio do gerente, 1 dt Marco de 1887.
Antonio Pereira Simoes.
Estrada beis*ao ao Bonito
Por deiberaco da directora sao convidados os
Srs. nceionisras arealisarem no London iBrasi-
lian Bank, no prazo de 60 das, contar de hoje,
a 4 entrada do 10 <>/ do vtlor n nvnal de suas
accoee, nos termos do nico do artigo 4o de*
cBt&tutoe.
Recife, 7 de Janeiro de 1887.
O secretario,
Jvfc Bcarmi io Pe/eira de Mello.
EMPREZA DO (iAZ
Pede-se aos Senho
res consummidores que
queiramazer qual^ier
comunicaco ou reda-
maco, seja esta feitano
escriptorio desta em pie-
za ra do inperador ue
89, ohde tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobradores
externos sao os Senhores
Hermlo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio da Silva Oli-
vante guando for pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ns Car.valho.
Durante a auzeucia
do abaixo assignado na
Europa todos o reeibos
dessa empreza deve-
rao ser passados cm tii-
ldcs carimbados e fir-
mados pelo Sr. Samuel
Jones sem o que nao
tero valor algum.
George Windsor,
COMPANHIA DE HS$T
0 escriptorio d'esta
companhia acha-se
tuuccionando no largo
de Pedro II, n. 77, V
anda\.
Imcumbe-se median-
te contrato c a paga-
mento em presta?oes,
de construyes e re-
construcfocs de pre-
dios, cujosprojectos e
ornamentos sejam ou
nao confeccionados
pela companhia.
No escriptorio se en-
contraro sempre, as
amostras dos produc-
tos da fabrica vapor
do Taquary, tendu sem-
pre venda: fijlos
massicos de al venara,
ditos para ladrlhos,
diversos formatos, te-
lhas romanas, nance
zas, de capote com en-
ea xe, de crista; canos
e curvas de diversos
dimetros, ornatos va-
riados e tijolos fun-
dos de diversos forma-
tos.
Para vendas c en-
comendas. no escripto-
rio central._________.4
Recife Drainage
A companhia faz publico, para conhecimento
dos intereasados, que collocou no mez de Feve-
reiro prximo findo. os apparelhos abaixo deca- .
rados :
Freguezia do Recife
Ra do Vital de Oliveira a. 1, apparelho b .
8,031, casi terrea.
dem idem dem, apparelho n. 8,032, casa ter-
rea.
S. Jote
Ra da Palma n. 116, apparelho n. 6&0<'
quintal.
Recife, 3 de Marco de 1887.
O gerente,
J. Dotosley Jnior.
r,v

'


-
-
Gremio dos professo-
res primarios
Tendo annuido a direccSo do Gremio dos Prc-
fessores Primarios em vrtade do dapesto no art
5'J de seus estatutos, convido a todos os iasoc;u
dos para se nunirem em essembl geral no -.s.
10 do corrente ao meio da, na sude d* rae i
aasoeiacao, afim de se proceder a eleicao do i-ovf
conseibo que dtvera dirigir a mesma sociedade n.
correte anno. Recife, l de Margo de 1887.
Vicente de Moracs Mello.

MUTILADO



Diario de PernambueoSeita-feir
ac marqo ac
1
OOlUHl

le
AGENTE
Migad Jos Alves
N. 7--RUA DO BOM JESS -N.
Secaron marillanoa terrestre*
Nestes ultimo a uuica companhia acata prae
que coticede sos Sra. scguradis iseaipcode paga
meato de premio em cada stimo acno, o JM
equivale a descont de cerca da 15 por oento
avor atataartrradoe.________________________
(OnPAKHU Dfi SJECSUROS
NORTHERN
de LOndrrN e bordeen
r Capital oubsciipto 3.000,000
Fundos accumulados 3.134,348
ecella animal i
D premios contra fogo 577,330
Da premios sobre vidas 191,000
De joros 132,000
0 AGENTE,
John. H- Boxwell
BA COHMEtSOCIO N. > 1* AND4B
D don and Rrasilian Ba
Jmlted
Ra do Commercia n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
as do mesmo banco em Portugal, sendo
m Lisboa, ra dos Capellistas n- 75 No
Porto, ra dos Inglezea.
~ffliiuTiiBDir
OXTHA FOCO
Noi'lli Brilish k jlercanlile
CAPITAL
t:OOO.OOo de libras stcrlina
A O EN 1 ES
Adonison Howie & .
SEGUROS
MARTIMOS contra fogo
Companhia Phenlx Per-
nambacaaa
Ruado Commereio n. 8
Companhia de Seguros
MARTIMOS E TERRESTRES
EslabelcJda emit
CAPITAL 1,000:900
SINISTROS PAGOS
Al 31 de dezembro de 881
Martimos..... .,110:000(000
Terrestres,. 3.:O0O$OOO
4-1 R na do Commereio
~THEATR0
SsM Dmiica ira Tilia
Sabbado 5 do crreme
Recita em beneficio da socle-
dade
Represeotar-st-ha oapparatoso drama em 4 ac-
tos original portugus, intitulad.}
0 poder do miro
Dar f.m ao espectculo ama poesa dramtica,
recitada por um dos soci:s.
Principiar s 8 i\2 horas.
O resto de bilhstes acham-se desde j a veoda
na sede social, no caca de Capibiribe d. 4'.
MARTIMOS
Companhia
[mperia i
SEGUROS contra FOGO
EST: 1803
Edificio* t mercadoriat
Taxas baixat
Promplo pagamento de prejuixot
CAPITAL
fis. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS&C.
N. 0Ra do CommereioN. 5
.
CONTRA
The Liverpool & London & Giobe
INSURANCE GOMPANY
C0MMERC10
4
--
B >lsa couimcrclal
C'OTACIES OFPICIAES DA JUNTA DOS COR-
HECTOBE
Red fe 3 de Mor* de 1887
Cambio sobre Londres, a 90 d(v. 22 1(8 d. por 1*,
do banco.
* Descont ae letras, 9 0/0 ao anno.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
secretario,
Eduardo Dubeux.
Hovlmenlo baiicarit)
RECIPE, 3 DE MASCO DE 1887
Os bancos mantiveriiui no balco a taza de 22
1|8 d. sobre Londres.
Vigoram, poitanto, cfficialmente as seuintes
tabeliss :
Do I/mdon Bank :
Sobre Londres, 90 d/v 22 1/8 e i vista 21 7/8.
Sobre Pars, 90 d/v 4*29 e vista 433.
Sobre Hamburgo, 90 d/v 532 e 4 vista 538.
Sobre Portugal, 90 d/v 240 e i vista 243.
Sobre Italia, vista 433.
Sobre Ncw-Yoik, vista 2*290.
English Bank :
Londres, 90 d/v 22 1/8 e vista 21 7/8.
Pars, 90 d/v 429 e vista 433.
Italia, i vista 433.
Hamburgo, 90 d/v 532 e vista 538.
X. w-Yoik, vista 2*290.
Lisboa e Porto, 90 d/v 240 e vista 243.
as principies cidadea de Portugal, i vista
248.
liba dos Acores, vista 251.
liba da Madeira, vista 218.
Sobre
Sobre
Herrado de asaacar c aisodo
BECIFE, 3 DE MAR?0 DE 1887
Assucar
As entradas continuam a ser regulares.
Cota-se, firme, para as d.Aferentes qualidades,
aos algaliamos segointes :
3.* baizo, por 15 kilis, de 2*000 a 2*100.
3 regular, por 15 kilos, de 2*100 7*300.
3.a boa, por 15 kiloa, de 2*00, 2*3ju e 2*400.
3.* superior, por 15 kilos, de 2*500 a 2*600.
Branco turbina pulveiisado, por 15 kilos, de 2*300
a 2*400.
Smenos, por 15 kilos, de 1*600 a 1*700.
Mascavado, por 15 kilos, a 1*200 a 1*300.
Bruto, por 15 kilos, de 1*100 a 1*200.
Retames, por 15 kilos, de 840 a 1*000.
O mximo ou mnimo dos pi ecos sao obtidos
c-.uform o sorti ment.
Algodo
Cotou-se o ds Pernambuco e boas procedencias'
em trra, a 6*150 por 15 kilos.
Vapor Ingle* Pinc Brsnrh
Se boje este vapor, com destino i Liverpool,
condusiudo :
2,300 saceos com algodo.
5,333 saceos com sement de algodo.

te Rex
ie taa be m boje, um destino a New-York, le-
lo um carregameoto de 10:085 caceos com Ba-
tucar mascavado.
Patache portugus verias
Este patacho sabio hontem para Lisboa.
I' Leven a seguiuto carea :
es com assucar branco.
150 ditos cem dito mascavado.
50 barricas Cum dito branco.
20u ditas com dito mascavado.
COHPAXII1E DE MENMAUG
RES HAItlTlMEN
LINIIA MENSAL
0 paquete Gi ronde
Commandante Minicr
Espcra-se da Eu-
ropa at o dia 6 de
Marco seguin-
do depois da de
'mora do costume
TjWjB EsRaTn^para o Rio de Ja-
ro, tocando na
Rabia
Lembra-se sos scnbores passageiros de tudas
as classes que ha lugares reservados para esta
agencia, que podem tomar em qnalquer. tempo.
Previne se ao seenhores recebedores de merca
dorias que s se attender as reclamaces por fal-
tas nos rolumes que forem recouhecidas na occa-
sio da descarga.
Para carga, passagens, encommendas 9 dinheir.
a frete: trac-se com o
AGENTE
ingnste Labille
9 RA DO COMMERCIO-9
DampschifiTahrls-GeselIschan
0 vapor Tijuca
E' < aperado dos por-
to d sul at o dia 4
de Marco entrar no
porto seguindo drpiis
i demora necessaria
Lisboa e Hambnrgo
Para carga, pasagens, encommendas, dinhei-
ro c frete tracta-se com es
AGENTES
BorsteLmann & C.
RA DO COMMERCIO N. 3
/ andar
100/2 ditss com dito di 150 sseess com algodo.
1,522 cooros seceos.
110/5 de pipas cem mel.
3 i/3 de ditas com dito.
15 pranchoes de vinbatico.
Estirada de unir e alsodo
HEZ DE FEVEIlElBO
Companhia Bahlana de na*es
cao a Vapor "
Macei, Villa Nova, Penedo, Aracaj,
Estancia e Bahia
Principe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
E' esperado dos narcos aci
ma at o dia 6 de Marco
e regTessar para os mes-
mos, depois da demora do cos-
tume.
Para carga, passageua, encommendas e dinhe-
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7Hua do Vigario7
Alves Matas
os
COUPt^nil PEB\tMaiC.4\
DE
^avegaeo Costelra oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macan, Mossor, Ara-
caty, Cear, Acarahu e Camossim
O vapor Ipojuca
Commandante Costa
Segu no dia 9 do
correte, s 5 horas
da tarde. Recebe
carga at o da 8.
Encommendas passagens e dinbeiros arete at
s 3 horas da tai de do dia da sahida. ii)
ESCRIPTORIO
Cae da Companhia Pemamb'tcaia
n. 12
CHARfiElRS REI.MS
Companhia Franceza de Navega-
co a Vapor
Linha quinzenal entre o Havre, Lis-
ooa, Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santo a
0 vapor Tille de Bahia
Commandante Delins
Espera-se des norto do
sul at o dia 6 de Marco.
seguindo depois da indis
pensavel demora para o lia-
vre.
Conduz medico abordo, de marcha rpida
e offerecc excellentes commodos e ptimo passa-
dio.
As piisf agens poderlo ser tomadas de antemo.
Recebe carga encommendas e parsageiros para
os quacs tem excellentes accommodacoes.
0 nptr Tllli" fi Fannbm
Commandante Chancerel
E' esperado da Europa
at o dia 8 de Marco, se -
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
bia. Ki.-> de Janeiro
e Mfintu.
Boga-se aoe Srs. iir.portaclsres de carga p -Io
vapores desta linha,qucirum apresentar dejitro de 6
das a contar do da descarga das alvareng ,;:i.-
quer reclama cao conceruente a volumes, que po-
Vf-ntu >. tenham seguido para os portos do sul.afia
de se poderem dar a tempo as providencias necee
sarias.
Expirado o referido prass a companhia alo st
reaponsabilisa por extravos.
Para carga, paesagens, encommendas e dnheiro
frit-: tratu- se com o
AGENTE
Angusle Labille -
9 RA DO COMMERCIO
JAN A
ESIBADAS .o ** sal 2 1 i
Q % 5 >
^ jj ^ M
1 28 93.203 6.999
Estrada de ferro de Hun-
da ...... l 28 533 1.852
Estrada de ferro de Ca-
l 28 11.436 335
1 28 13.115 12.944
Estrada de ierro de S.
Franciacj .... l 28 101.903 5.418
Eitrada de trro de Li-
n 1 28 23 691 243.681 9.263
36.811
A s entradas de assucar e algodo por mar e
trra no referido mes de Feverero, comparadas
com as do mesmo mez dos ultimas quairo anuos,
do o sfgointe resultado :
Aiiucar
1887......243.881 saceos
1886. : 151,813 >
1885......99,06l .
1884. ..... 297,133 *
1883..... . 17 7.S08
Caf bom (kilo) 460
Cafnstolho (kilo) 30
Carnauba (kilo) 366
Carolos de alrodao (kilo) 014
Carvo de pedra de t.'ardift (ron.) 16/000
Couroa seceos et pichado (kilo) 585
Ditos silgadus (kil) 600
i itoa verdes (kilo) 275
Farinh i de mandioca (litro) V. 05G 4()0
Fumo resto li i (kiio)
Uenebra (litro) 200
Mel (litro) 0*51
Millo (kilo) 040
Taboaaos e sm&reo (duzia) 100*000
COMNVHIA rCRNAII
DE
Waregaelo coste Ira por vapor
Macei, Penedo e Aracaj
O vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segue no dia 8 de
Mrco, s 5 horas da
tarde.
Recebe carga at o
dia 7.
Encjmmendas, passagens e dinbeiros frete at
As 3 horas da tarde do dia 8.
ESCRDTTORIO
Ao Can da Companhia Pemambueana
_________________ 12 ________________
BOYAL MAIL STEA PAdKET
COIPAKY
0 paquete Tamar
E' esperado da Europa no dia
11 do corren te, seguindo
depois da demora necessa
ra para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
0 paquete Mondego
esperado
do sul no dia 14 de
carrente seguin lo
lepois da demora
necessaria para
Vieente, Lisboa, Vlgo e Son
(hampton
Reduccao de passaqem
Ida Ida e volta
ASouthamptinl classe 28 42
Camarotea reservados para os passageiros de
Pernambuco.
Para passagens, fretes, etc., tracta-se ci ir os
CONSIGNATARIOS
Adamson Howie & C.
COMPANHIA PERIlHBrClifA
DE
Vivegaeo Costelra por Vapor
Fernando de Noronha
O vapor Giqui
Comandan te Lob o
Segu no dia 10 de
Marco, pelas 12 ho-
ras da manlu.
Recebe carga at o
Pda 9.
aras da in&nha do dia da
H.
s at
Passag
partida.
ESCRITORIO
caes da Companhia Peraaabn
eana n. 1
Companhia llra.< Ilclra de Mave
asciioa Vapor
PORTOS DO NORTE
0 vapor Cear
Commandante o 1.' tenente Ouilherme Pa-
checo
E' esperado dos portos do su
at o dia 7 d Marc e
seguir depois da demora in-
y dispensavel, para os porto*
do norte at Mansos.
Para carga, passagens, encommendas e valore*
tracta-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTO N. 9
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante 1- tenente Ghiherme Wad-
dington
E' esperado dos f ortos do
norte at o dia 5 de Mar
co e depois da demora in-
dispensavel, seguir para
i os f-t/>g do sul.
Recebe tambem carga para Santos, Santa Ca-
tharina, Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande dj
Sul.frete modic .
Para carga, passi^ens, encommendas e valores
trata-se na agencia
PRAQA DO CORPO SANTN. 9
Lnaed Slates Miil Brasil S.. .
O paquete Finance
E' esperado dos portos de
sul at o dia 15 de Marco,
depois da demora necessaria
seguir para
Harauho. Para, Barbados, S.
Thomaz e Xcw-York
Para carga, passagens, e encommendas tracta-
lecom os
AGENTES
Espcra-se de New-Port
News, at o dia 18 de Mar-
co, o qual seguir depois
da demora necessaria para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e dnheiro
a frete, tracta-se com os
AGENTES
Hcnry Forsler & C.
N 8- RA DO COMMERCIO -8
!. anda
LELES
Segunda-feira 7, deve ter lugar o lelo dos
movis da casa de residencia do Dr. Binas, ra
da Imperatriz n. 20, bein assim um cabriolet ame-
ricano, qnasi novo.
Leilo
De 2 sobrados, servio uto de 3 andares n.
2b roa do Livnuncnto o outro do 2
sndsres roa dos Martyrios n. 141.
Sixta-feira 4 do corrate
A's 1 i i i r.--. s
RA DO IMPEL ADOR N. 22
O agente SteppM por maudado e assistennia do
Exm. Sr. Dr. juii de direito privativo de orpbaos
e ausentes a requeriirento de Joo Qoncalvcs de
Souza Beiro, perteuceute ao espolio do Jos Ma-
ra Ferri'i.-a da Cimba levar a leilo o sobrado
de 3 andares n. 25 ra d) Livramcnto em solo
f ireiro, reudendj mensalmente 1651.
Ein seguida o mem.> vender um outro de 2 an -
dares n. 144 ra dos Martyrios, junto a igreja,
rendendo raenialinent 106*000, as chaves achain-
se ra Direita n. 112 1 andar para qualqvcr
prelend. ate ir examinar.
Os pretendenr.es desde j podem examnir e
para qualquer informaco o mesmo agente dar.
Leilo definitivo
de una parle do engenho BI.IM
da quanUa de 12:>ja30
Agente Britto
O ag nte cima, a mandado do IIIm. e Exm. Sr.
Dr. juiz de direito em sua presenca e a requer-
ment do inveotariante don bens da finada D.
1887.
1886.
1885.
1884.
18d3.
Atgtddo
36,811 sacca
16,410 .
13,082
13,822 >
16,259 .
arca nacional alarlnbo IX
Esta barca fecha hojdo seo carregamento, cons-
tante de assucar, 'com destino ao Rio Grande do
Sul.
Componala de esuro* ladetniNa-
dora
Esta companhia est pagando i> dividendo de
suas accoes relativo ao ultimo semestre vencido
em 31 de Dezembro prximo passado, na razo de
12*000 por aeco ou 12 0/0 ao san), sobre o cap*
tal tffectivo.
>uta do Tneaoaro dilacerada*
O recolbiaeuto de notas dilaceradas est sendo
feito na Thesouraria do Fazenda, as terc-.s e
sextas-feiras, dss 10 s 12 horas da manhi.
uliMliluIru de nofaa do Theaoaro
Em 31 de Marco viudouro termina o praco mar-
cado para rocolhimento, sem descont, das notas
de 2*000 da 5' estampa, 10*000 da 6 e 5*000
da7.
A sdbstituico est sendo feita na Tbesouraris
de Fasends, nos das uteis, das 10 s 12 horas da
manb.
Paula da Alfandega
SkN NA DI 28 DB PETBBBIIO A 5 DE MABfO
DE 1887
Aleool (litro)
Algodo (kilo)
Assucar refinado (kilo)
Dito branco (kilo)
Dito mascavado (kib)
Borracha (kilo)
Cacao (kilo)
Cachaca (litro)
218
343
151
131
067
1*26$
400
07
luiportaeo
Barca noruegoeuse Juluu Skike, entrada de Ge-
nova em 2 de Marco e coasignad* a H. Burle 4
C, manifestou :
Az-:ite de oliveira 21 caix-is a Joajuim Ferreira
de Carvalbo & C, 10 a Antn Jos Soares
4 0.
Alpiste 10 sacess a Joaquim Feareira de Car-
valbo & C.
Comiahos 5 saceos a Goncl?ca Rosa & Fer-
nandes, 10 a Joaquim Ferreira de Carvalho & 0.,
10 a Paiva Valento ce C, 5 a Joo F. de Almei-
da, 10 a Soares do Amaral Irmaos, 5 ordem, 5 a
Fcroaodej da Costa & f.
Drogas 1 volums a Fara Sobrnho & C, 8
ordem, 8 a Hirmes de S Jusa Pereira &c C,
Fio de libo 1 caixa a Faria Sobrinho < G 2
a Herirles de Souza Pereira & C.
Herva dice 3 saceos a Joaquim F. Oarvallu A
C, 4 a Joo Fernn les de Almeida, 4 a Fernn-
des da Costa 4 C.
Enxofre 100 eaixas ordem.
Gomma arbica 1 caixa a Fara Sobrinho & C.
L-cores 25 eaixas aos cwignataros, -20 a Gu-
mares Rocha & C, 10 a Joao F. de Almeida.
Mauu 1 caixa a Fara Sobrinho 4 C.
Massas alimenticias 100 eaixas a Goncalves
K' st & Fernaul.s, 180 a Joaquim Ferreira de
Oxrvaiho, 1,000 iid.tn, 00 Guimares Rocha
4 C, 100 Paiva Valeun, 4 O. 100 a Joo F. de
Almeida, 100 a Soares do Amaral Irmaos, 100 a
Fernandos da Costa 4c O, 62 a Ramos de C.
Papel 6 eaixas a Prente Vianna 4 O, 6 A or
dem, 30 fardos a A. D C'arneiro Vianna.
Vermouth 20 eaixas a fiamos 4 C, 40 a Gon-
calvt s Rosa 4 Fernandes, 30 a Carvalho 4 C
Barca noruegueuse Speranza, entrada de Car-
difi em 3 de Marco e consignada a Soares do
Amaral Irmos, manifestou :
Carvo de podra 631 toneladas aos consigna-
tario?.
Barca ingleza Lavinia, entrada de Terra Nova
ero 3 de Marco e consignada a Saun lera Brothers
4 C, manifestou :
liacalho 3,350 barricas e 1,190 meias aos con-
sgnatar8*.
Lugre ingles Aureola, entrado de Terra Nova
em 3 de Marco e consignado a J. Pater & O,
manifestou :
Bacalbo 3,517 birricaa e 1,010 meas di!as aos
consignatarios.
jExportaeo
RECITE 1 DE MARCO DB 1887
Para o exterior
No vapor ingles Pine Braneh, carregaram :
Para Liverpool, Francisco Lsuria 4 eaixas com
268 kilos de cera de carnauba ; Borstelmann 4 C.
300 saccas com 22,087 kilos de algodo.
Na galera iogleca Loremo, carregou :
Para Liverpool, J H. Boxwell 600 saces com
40,905 kilos de algodo.
Na barca nurueguense Eikuridatund, carre-
garam :
Para o Bltico, Borstelmann & C. 500 fardos
com 97,058 kilos de algodo.
No variar ingles Gorje, carregaram :
Para Halifax, J. Pater & C. 27 barricas com
2,130 kilos de borracha.
Na barca inglesa Dunstajjnagc, carrega-
ram :
Para Boston, J. Pater & C. 2,300 saceos com
172,000 kilos de aiiucar mascavado.
No briguoalltm) Bruno & Marie, carre-
gou :
Para Hall, C. P. de Leaos O.OO kilos de ca-
roc>3 de algodo.
No va; or allemo Tejuca, carregarsm :
Para Lisboa, Cunda Irmos 4 O. 30 ca*8 com
120 litros de cajurubtba.
Para o interior
No vapor ingles Stirllght, carregaram :
Para Santos, J. J. Moreira 1,200 sac:oe com
72,000 kiloa de assucar branco e 863 ditos com
51,780 ditos de dito mascavado.
Para o Ko d Janeiro, P. Valente 4 C. 400
saccas c ira 24,32' k los de algodo ; H. Burle 4
C. 900 saccas com 71,607 kilos de algodo.
No vapor nacional Afanaos, carregaram :
Para o Rio de Janeiro, S. Nogueira 4 C. 15
saccas com 1,1" 3 kilos de algodo ; L. A. da Cos-
ta 10,000 cocos, fructa.
No patacho nacional Marinho tf", carrega-
ram :
Para Pelotas, P. Carneiro 4 C. 50 barra com
5,204 litros de agurdente, 1,250 barricas com
121,500 kilos de assucar brue i e 250 ditas com
26,250 ditos de dito mascavado.
Na barca nacional Marinho 9', carrega-
ram :
Para Pelotas, P. Carneiro 4 C. 1,125 volumss
com 95,150 kilos de assucar branco e 300 barricas
com 31,610 ditos de dito mascav&do.
No patacho dinstnarquez Mercurio, carrega-
ram :
Para Pelotaa, Maia 4 Rezendo 1,100 volumes
com 106,823 kilos de assucar branco.
No biat-> nacional Correio de Natal, carrega-
ram :
Para Mossor, E. C. Beltro 5c Irma) 5 barricas
com 225 kilos de assucar refinado e 5 saceos cem
375 ditos de dito branco.
Na ba caca D. Consta"ca, carregou :
Para P. de Alagoas, F. H. Silva Guimares
10,000 litros de sal.
Navios A carca
Barca nacional Marinho IX, Ris Grande do Sul.
Barca nacional Marianninha, Rio Grande do Sul.
Barca norueguense Vega, Bltico.
Barca norueguonsc Ogir, Estados U.iidos.
Barca inglesa Dunstsffuge, Estados-Unidos.
Brigue allemo Bruno t Mane, Hull.
Escuna dinamarquesa Express, Montevideo.
Escuna sueca Loreley, Rio Grande do Sal.
Galera inglesa Lorenzo, Liverpool.
Lugar nac onal Logo, Rio Grande do Sul.
Lar naconsl Ztquinha, Rio Grande do Su!.
Lugar nacional Tigre, Rio Grande do Sul.
Patacho iogles Plymoulh, Santos.
Patacho dinamarquez Uercur, Rio Grande do
Sul.
Patacho ingles Wilhem di Joseph, Montevideo.
Patacho nacional Maiinho VI, Rio Grande do Sul.
Patacho diuaniarqvc-s J. P, Lazscn, Rio Grande
do Sul.
Patacho portugus Fanny, Para.
Palhabote nacional S. Bartholomeu, Porto-Alegre.
Vapor ingles Stargth, Santos.
Vapor ingles Chrgy, New-York.
!\'avloa & descarga
Barca noruegnense Speranxa, carvo de podra.
Barca ingleza Lavmia, bacalbo.
Barca dinamarquesa Julins Shrihe, varios ge-
neres.
Barca norueguense Amo, carvo.
Barca norueguense Nootun, carvo.
Barcaca nacional Apresetitacao de Alaria, gneros.
uacicnaes.
Barcaca nacional Boa Nova, idem.
Escuna inglesa Bella Rosa, bacalbo.
Hiate nacional Joo Valle, algodo.
Hlate brasileiro eus te Guarde, sal.
Hiate brasileiro Bom Jess, algodo.
Hiate nacional Flor do Jardim, sal.
Lugar ingles Aureola, bacalho.
Lugar ingles Nelly, bacalbo.
Lugar ingles Minnia, carvo.
Lugar norneguense Courier, farioha de mandioc .
Lugar ingles Luse R. Wilce, bacalbo.
Patacho ingles S. Joseph, bacalho.
Lugar portugus Temerario, varios genero.
Rendiinentos pblicos
HEZ DB MABCO
AIJaniega
Renda peral
D 1 a2
dem de 3
Renda provincial
Del a 2
dem de 3
61:4241242
23:433*146
13.169^333
3:407793
81:667*3a8
De 1*2
dem de 3
Itecebedoria
Consulado Provincial
5:853i924
2:316/853
De 1
dem
u 2
de 3
8:170*777
2.523*639
518*182
OeliS
Iden ce -i
Recije Drainage
3:041*821
1:783*882
2:537*403
4:321*285
Thereza Carneiro Linb de Miranda, levar leilo
pela altima vez urna parte doengenhoBRUM, da
quantia de 12:559*230, servindo de base a cffer-
ta de 6:600*; e a terca parte da casa terrea ra
de S. Francisco servindo de base s offerta de
400*.
Tudo na fregaesia da Varzea.
Sexta felra. 4 do correte
A's 11 horas
A* risa do Imperador n. 16
Agente Burlamaqni
2- Leilo
Da um sobrado de dous andares e sotSo
ra de Marcilio Dias, antiga ra Direita
sobo. 121.
Servindo de base a qnantia de 5:000f)000
Sexta-feira, 4 do corrate
AS 11 HORAS
O "agente cima, por mandad i e assistencia do
Exm, Sr. Dr. Juiz de direito de orpbaos, a re-
queiimcnto de AnNnio Luiz Pereira Dntra in-
veutarianie dos bens deixados por sen pai
Oendido Thomae Pereira Dutra, levar a leilo
um sobrado de dous andares e soto ra cima,
em solo proprio.
Os Srs. pretenden!' s desde j poderlo ir exami-
nar o referido cobrado.

Leilio <>a Barca "(iran
Por eonta e risco d.i quem pertencer, ir a lei-
lo, no dia 4 de Mar? proiimo, na cidade do Na-
tal, provincia do Rio Grande do Norte, em um s
lote, o casco, mastreae.>, spparelho, veame, so-
broselentes e n-.ais pertences da barca norueguen-
se Grant, que enealhra ao sahir a barra d'aqaelle
porte, onde se acba presentemente ancorada.
Leilo
De urna linda mobilia Luiz XV, nova de Ja-
caranda, com tampo de pedra, 1 dita de pao carga
Luiz XV, com tampo de pedra, 1 guarda-louca
novo de amarello, camas francezas de Jacaranda e
ainarello, novas e usadas, marquesoes, bercos, cu-
deiras de balan^, mesas, aparadores, quadros,
jarros, miudezas, vinho Bordeaux, velas stearinas
turadas e mulO) cutros objeetcs.
Sabbado, do corrate
A's 11 horas
No armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
For inlerveiiruo do agente
Uusmo
Leilo
I 'e 1 piano forte de Felippe rienri Herz, Neveu
4 C-, 1 mobili com 1 suf, 2 consolos com pedra,
4 cadeiras de bracos e 12 de guaruico, 1 cadeira
de piano, 1 menepiana de caixa, 2 quadros a oleo,
jarros para (Lres, tapetes, escarradeiras, 1 cande-
labro, 2 cadeiras de b .lanc e 2 quadros.
Urna cama fracceza, 1 lavalorio, 1 espelho, 1
sof, 1 mesa com estante para livros e 2 cadeiras
de balan;-'.
Uma mobilia de faia com taropos de pedra, com
1 sof, 2 consoles, 2 cadeiras de bracos e 12 de
guiruico.
Uina mesa elstica, 1 guarda-comi'a, 2 apara-
dores, 1 relogio de parede, 2 quadros, 1 quarti-
nbeiro, tr< m de co.-inlia e inas acceasorios de casa
de familia.
Segunda-felra, 9 do corrente
No segundo andar do sobrado da ra da
Icopcratriz n. 20
O Dr. Maniel Arvello Bottas, teodo de fazer
uma viagem, fas leilo por interveneo do agente
Pinto, de um excelleote piano, quasi aovo e aaais
objectos da casa do sua residencia ra da Im-
peratriz n. 20.
Principiar s 10 e mea horas.
Leilo
De 1 cabriolet americano, coberto, com 4
rodas, lantrrnas, cbicote e arreios para
um cavallo, e uma farda, tudo em pti-
mo estado
Herrado Municipal de S. Jos
O movimento deste Mercado no dia 3 de Mar-
co foi o seguinte: .
Entraram :
40 1[2 bois pesando 5,897 kilos, sendo de Oi-
veira Castro, 20 1/2 de 1." quslidade, 11
1)2 de 2* dita e 8 1/2 ditos particulares.
254 kilos de peixe a 20 res 5*080
91 cargas de faruha a 200 ris 18*200
9 ditas de fractas diversas a 300 rs. 2*700
13 taboleiros a 200 ris 2*600
15 .Sumos a 200 ris 3*000
Forain oceupados :
21 columnas a 600 ris 14*400
25 compartimentos de farioha a
500 ris. 12*500
20 ditos de comida a 500 ris 10*000
80 ditos de legnmes a 400 ris 13*000
18 ditos de su no a 700 res 12*60!
11 ditos de fressuras a 600 ris 6*600
10 tainos a 2* 20*000
6 ditos a 1* 6*900
A Oliveira Castro 4 C.:
54 talhos a IJ 54*000
2 talhos a 500 ris 1*000
Deve ter sido arrecadada neste dia
a quantia de
Vlle de Babiado sul a 6.
Ceardo sul a 7.
Ville de Pernambucoda Europa a 8.
Tamarda Europa a 12.
Mondegodo sul a 1*4.
Financedo sul a 15.
Montevideode Hamburgo a 17.
Alliancade New-PortNews a 18.
Nevada Eurrpa a 24.
avos
Amandade Hamburgo.
16:5771126 Apotbeker Dirseode Santos.
Aricade Cardib?.
101:444*514 Aidwatbde Terra Nova.
Ameliado Rio Grande do Sul.
Albanade Carditf.
Alrsnade CardifL
Badade Cardiff.
Cometade Porto Alegre.
Cysnedo Rio Grande do Sul.
Cnristiani Scriverde Cardiff.
Caledouiado Rio de Janeiro.
Diudado Rio Grande do Sul.
Enjettsdo Rio Grande do Bul.
Erutede Hamburgo.
lite-de Tersa Nova.
Eugeniade Terra Nova.
Frinchnydo Rio de Janeiro.
Guadianade Lisboa.
Gltnerde Liverpool.
Hapiius do Rio Grande do Sul.
He'enede Hamburgo.
Idealde Londres.
Jalanthe de Santos.
|J. G. Ficbtdo Ro de Janeiro.
Joaquinado Poito.
Jos Genebrade Liverpool.
Li dadorde Rio de Janeiro.
Lilande Terra Nova.
Liada Parckdo Ro Grande do Sai.
Maia Ido Rio de Janeiro.
Marco Polodo Rio de Janeiro.
Marina> VIdo Rio Grande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
Mariettado Rio Grande do Sol.
Metede Hamburgo.
Mayde Terra Ntva.
Maipode BnDswick.
Nordsoende Liverpool.
Noruega Amode Cardiff.
Our Aunede Bneuos-Ayres.
Progressode New-Port.
Rosa Hilldo Rio Grande do Sul.
Rolanddo Rio de Janeiro.
Retcrmdo Rio Grande do Sul.
Sophiade Santos.
Vareo da Gamado Rio de Janeiro.
Withelminede Hamburgo.
200*68.)
409*280
609*960
Rendimcnto do dia 1 e 2
Foi arrecadado lquido st beje
Preces do dia :
Carne verde 200 a 480 res o kilo.
Carneiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 500 a 640 ris idem.
Karinba de 200 a 240 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1*000 idem.
flatadonro Publico
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga
reses para o consumo do dia 4 de Marco.
Sendo: 44 reses pertencentes a Oliveira Castro,
& C, e 18 a diversos.
Vapores e navios esperadas
VAPORES
Legislatorde Liverpool hoje.
Tagusdo sal boje.
Ipojucado norte boje.
Tijucado snl a 5.
Manosdo norte a 6.
Principe do Gro-Parda Babia a 6.
Girondeda Europa a 6.
62
nov!ment do porto
Navios entrados no dia 3
Terra Nova30 dias, barca inglesa Lavinia, de
251 toneladas, capito James M. N. Mitchel,
eqopagem 12, carga bacalbo; a Saundres
Brothen 4 C.
Cabo Verde22 das, brigue nacional Marinho
XII, de 182 toneladas, capito Jos Mara de
Amorim, equipagem 10, carga sal; a Loyo 4 Fi-
Ibos.
Terra Nova30 dia*, lugar ingles Aureola, ae
250 toneladas, capito Thomas Brien, equipa-
gem 8, carga bacalho ; a Johnston Pater & C.
Cardiff47 dias, barca ncrueguense Speranza, de
445 toneladas, cap'to O. Anderaen, equipagem
10, carga carvo de pedra; a Soares do Amaral
4 Irmos.
Navio tahidos no mesmo dia
LiverpoolVapor ingles PWne Braneh, comman-
dante H. D. W. Schell, carga varios gneros.
Lisboa o Porto Patacho portugus Vertas, capi-
to Manoel M. de Sonsa, carga varios gneros.
New-YorkBarca norueguense Bex, capito B.
8. Anderaen, carga assncar.
Ibeec (Estsdos-oinos) Barca inglesa Chalgrovve,
capito J. Francia, em lastro.
ParaPatacho portugus Fanny, capito tena
Alves Pinto, carga varios ceneros.

,'.
I



f:

-
\
*

1^
i!
r
'VvtL ^6 PcrBKco---Sexta-fefra 4 de Marfo dfe F887
-
ttegunda-felra, 9 do corren te
A' 1 hora da tarde
Em trente ao sobrado da ra da Imparatri n.
20, por occasiao do lrilao dos movis da casa de
residencia do L)r. B.ttae.
AVISOS DIVERSOS
Aluga-se cagas a 8*000 no becco dos Coe-
Ihos, junto de S. Goncallo : a tratar ca rea dt
lmpcratris n. 56.
*m Precisa-se de uui ptrftito Cisith no ; a Ira
"tar na ra do Bruin n. 35.
Alugasa o sobrado u. 21 a ra da Uciiao
a entender-so na ra d Impcratriz n. 19.
{ Quera achar Joio semi-preto, de 5 annoe-
com paletot de iinho zul, calca de algoriiloxinho
di listra azul e sein chapeo, leve o a ra de S.
Jorge n. 74, pois perdeu-se fulgando kout-in na
raa Imperiiil.
Vende-ae a cas terrea n 13, ra do Jar;
inin, h jo Coronel Lamenha, com bons cromados :
a tratar na roa da H ida, taverna n. 11, ou com
Fredenco Chave?, largo de Pedro II n. 75, es-
criptorio, 1 andar.
Precisa se de una aim pra todo S''rvico
de casa de tamil a de tres pessoas ; no oilao do
Crpo Santo n. 25.
Urna eeubora de conducta ex-raplar e apta
para o magisterio primario, offerece seos prestimos
para qua'qucr engenho perto da estaco, on casas
particulares : ra Imperial, junto ao n. 146.
Vende-se 1 junta de bui, grandes e gordos,
bons de carros e carreja, na Magdalena, sitia do
commendador Barroca, defronte do cbafaric.
AMA uo largo do Ccrpo Santo u. 19, 2" andar
precisa se de urna ama boa cosinheira e que dur-
ma em caca.
Criada
Offereceseuma senbora de idade regular dan-
do (Sanca de sua conducta, pan acompaohar al
guma fimilia que queia se retirar para qualqucr
provincia do Brasil, gratis por 6 meces, a tratar
u ra de Hortas n* 43 1 andar, Drcfere-se para
a Corte.
Precisa-se de urna, para c mprar
c coiinhar para casa de pequea
familia ; a tratar na ra de Mar-
ti. G4, 2* andar.
Grande vanlagera ITeroce o falli
de carne verde do Noy Porlo
do Carvao
RA MRQUEZ DO HERVAL N. 27
O fregu que completar o numero de 3 0 kilo-
grammas de carne, recebera urna numeracJo para
corresponder com a asaios loteria que ento esti-
ver na circulacSo d'eata cidade, e se couber a
aorta grande em dita mmemelo, o consumidor,
ter, pelo espac de G mezes 5 kilos de carne dia-
rios ; os consumidores, de 5 1 kilo, tero o nu-
mero de kilos que d'antes consumiam diariamente.
O conductor do felis consumidor era tambem
gatificado com 50/000.
N. B.Tuda a carne ser entregue do talho aos
portadores di s fregueses.
Rccifo, 27 de Fev.reiro de 1887.
Tendea) tame ou noiTrelM di pello !(4
si.i o melbor remedio, que o PEITORAL DE
CAMBARA', veris com" voto si ffnment des-
apparece. Vende-se na drogara dos uuicos cen
tos e depositarios cere.es na provincia, Francisco
Manoel da Silva C, a ra do Marques de Olinda
n. 23_____________________________"____________
i ROfiDCTOS ER0L0GIC0S
A LYSSt ROY, em poli&rs (FrasX's
ZmllePROUST, Sucar- & Genr
a wmm
Artigos para as excellenlissimas senboras
Capas de cachemiras cora vidrilbos de diferentes prego.
Sedas prrtr.s, lisas,.superiores, chegadas ltimamente a 20800, 20200, 20400,
30900 e 3.J500 o covado.
Ditas lavradas a 30200 e 30300 o eovado.
Seiios pretos, lisos, a 10003, 10200, 1500 e 20000 o covado.
Et.mioedo seda, pacido nbvrto, a 2j400 o covado.
Cachemiras bordadas a 10300 o covado.
Merinos, bem pretos, a 800, 10200, 10500 e 20000 o covado.
Dito assetinado a 10200 o covado.
Setineta franceza, lisa, a 500 r. o covado.
Lavas prctas, de sla, de 3, 4 e bol3ea a 20000, 20500 o 30000 o
MARCA DE FABRICA
par.
ARA
cil'o Dia
AMA
Precisa-se de urna aua pira o aervic) domesti-
co de pequea lam m ; na ra do Hospicio n. 27.
a i S e ppterios
Vetv'.em-se azulejos franeczes para cssas, o que
ha de milbor, a
8080KI o milheiro
(o que custa geralmento 1200C0)
J. DEA. VEIGA & C.
m. 26 KA LARGA DO ROSARIO 8. iG
Superior carne dos serles
Vende-s" nos armazens de Francisco Cardoso da
Silva Pinto, ra da Imperatriz ne. 23 e 34 e gene-
ros de primeira qualidade por preco mdico.
Cofres (trova de fogo
O Carlos Linden tena dous novos ero folha, e
vende muito barato por 8' r ib caosignacao ; na
ra do Baro da Victoria n. 48
v Perfume eneiiUoo ooa Vtnbea, ou catea; ___
de Mefoc.................o*90 trema! a
". Ka uoic i.i Essencia *l Cognac 100 traacn SCO K,
* Prtumoimux)^otiaoor*jtlOOfrmoo 300 ta
1 ueriCiadeRbamand Depositario.! em I*-rnainbuco i
fhprcto superior
Recebf u o Carlos Linden nova rnn"ssa d3 cha
p*eto superior, e avisa aos seus treeuezes que
va na ra do Harao da Victoria n. 48, para se
supprir,
Artigos para homens
Cheviots pret..a :50OOO, 40000 e 40500 o covado.
Casimiras diagonal t 20300, 20500 e 50000 o covado.
Panno ftni de ?0OO a 60000 o covtdo. Aproveitem !
A' roa Primeiro de Marco d. 20
J13
"?;
ib
l.o(j%i&e:
AMARAL & C
VINHO
DO
vm tu rcMMts i Km tunam ikto-*hcsphatc k ck*ux
. tTIHCTAMOIIIMTITREnALKOgCliriiaUlICCSUHEBCS
arjssiasaa ex po rt at o N p.
HSHABABES
O Vlnlio do Gabanea, submettldo i
approva-o da Academia de Medicina de
Pars, fl reconhccldo como um tnico
%nerplco!ior encerrar os principios constt-
tiivos do Sangue e da Carne), que da ao
sanguc forca, vtyor e energa.
Os Snr* D" Tronaseau, Ourard '?V
pean, professores da Faculflade de MocuBi t
de Paris, o receitam todos os diascn o ,'
ir.elhor exilo s mulheres enffaquetat por
csces=os de toda especie, trabalho, pntert,
menstruardo, edade critica e amamentacSo
prolongada. E1 extremamente efllcaz contra
o Fas fio, Ms diget6es, Dyspepsias, Gastritis,
Tonturasc Vertigens.
D resultados maravllhosos nos casos de Anemia, chlorose, Pauperismo do sangue Stteri-
lidade das mulneres, Flores brancas, Perdas seminaes, /ipotencia prematura, Emmagr'ecimento
gem. Ti.lca pulmonar, Febre tercas, Intermitiente., Palustre, Endmicas e
Epidmicas.
O yinbo do Gabanea, pela enerva de sua ac.:o cordial, desenvoloe as foceos, activa a
Ctrculacao do sangue e e multo recomiiieniiavcl para as convalesoeneas.
Faz cessar os vmitos tao frequenles durante a gravidez, augmenta a secrecao do lelte nos
nutrizes e da extraordinario vigor as crlancinlias Ue mama; graras a innuencid dos seus uri-
cipios tnicos, soberano nos casos de I.iubetes, A/Tecco daTmcduUa.Hvsteria', Epilepsia,
Rachitxsmo e em geral, em todos os casos em de vigor e restaure as forras dos doentes.
MOTA. Para erltar as contrafacfOet, s s Ser
secutar as garrafas qui Vvertm incrustadas no ridro
as ptlavras : Vinho do D' Cabanas. Paris, e
ofire o rtulos, tiras de papel que envolrem
gargalo a a marca de fabrica,
a assignatura do D' Ca-
banas s o ello i garanta
da Uniio dos Fabricantes.
___________________________9. fit.
e papel que envolrem o
\ que c preciso recorrer uin tnico poderoso, que
Sitio
Ahijase um aitio com casa, e outra boa casa,
no Aicrr.r.h'i do Giqui ; a tratar na ra do Im-
perador n. 50, tercein1 andar.
Cosinheira
Precisa se de urna perita de 40 a 50 annos de
idade ac.turnada a servir un casa de familia,
pagi-ec bem, em Sxnto Amaro das Salinas, portao
encarii'i'i'i junto a capola.
ttnho do Qp.f prest
.<- ;*..-" -
de cuica ternipiaeso e 43 imi te Laranjas acargas.
TNICO RECON3TITTJINTE
Remedio soberana
CONTRA A
CHLOROSE, ANEMIA, CARIE O .S OSSOS,
affegces ESAS VAS DIGESTIVAS,
DIARRHEAS CHltOHICAS, RI.CHir'fKO,
ESCRFULAS, OEdlL:AOE,
ONVALESCENCAS CE FEf RES TYPHC.'DEAS
E PC MOLESTIAS GRAVES, ETC.
* yeitd.icmrrossc: >J.i. I^os-i'tilot
I
tlr>4'm .i" Pinwinbooo :
V r? & S>.I V .-., -, i .... .-B--.:.
-'i.-ivs T-i'n.t TT:.'T-p.'TO^g
i: no di na AusuMa Serrano Traiaaau
Francisco Deotado Lins, conservando a lembran-
ca de sua idolatrada e j inais esquecida esposa,
Genuiua Travaato Lirs, manda sufragar com
miseaae memento a alma de sua virtuogisaima cu-
nbada Boedina Augusta Serrano Travasao, no dia
7 do corrate, na capella de Uruc-inirim s 8
horas, para esse piedoso exercici) convida a seus
parentes e amigos, aotecipando-lhe seus cordiaes
agradecimente. _______________
D. Mara
de
loraca
Clemenliaa
e Han*
JoSo de Moraes e Mattos, Tr. Jos Joaquim
Tavarea Belfort, sua mutber, filhos e sogra, agra-
deee:n da intimo d'alma o ctmparecimcnto dos
seus amigos ao enterre de sua cara esposa, (i ha,
irm e neta, D. Mara Clementina de Moraes e Ma
toe, convidamos para assistir as inissas que por
ana alma mandara resar na reja do Puraiz},
sabbado, s 8 horas da manha.__________________
Custodio Francisco Martins
Mara H noria Martina, seus filhs, mai, irmaos
e genro, profundamente gratos a todcs as p ssoas
que acompanbaram os restos raortaes de seu sem-
pre lembrado e chorado marido, pai, genro, cu-
nhado e sogro, de novo os c >n vidam para assistir
a missa que por sua alma mandam rezar na
matriz do Corpo Santo, segunda-feira 7 de Marco
s 8 horas da manha, retimo dia de seu pasa-
mento. Por este acto de reiigiio protestara desde
j ana eterna gratidao. _______________
ra Engenla Rabellu de
Soasa
Joaquim Cordeiro Cielho Cintra, na raposa e
filhoi convidam aos aeua parentes e pessoas de
ana amizade, para assistirem a misia que por alma
de ana presada cunhada, mana e ta, D. Mara
Eugenia Rabello de Sonta, mandam resar na ma
tria da Boa-Vista, s 8 horas da manbj do dia 5
do andante me, aetimo do se i passamento.
Auiontu redro te Mansa Maareti
Um amigo do fallecido Antonio Pedio de Sonza
Soarea manda resar urna missa na igreja do Di-
vino Espirito Santo, s 8 hora a do ia 4 (s-tta-
feirsj, trigsimo do sea passaknento, e para este
seto de reiigiio coavida a familia, prente e
amigo do fallecido.
HHBVB.MBWBVB1BVS
HISTORIA
VICT0REHG0
Leitura para seoiioras
Broches nikelados e douratlos a 2|$000.
Bouites gratnpos douratlos a 500 ris o
maco.
Esplendido sortimento do gal3:s de vidri-
tito.
Grande variedade de lcques de eetiiu a
J!000.
Frizadore amencaDos para cabello a 300
tia o mago.
S.-tis de phantasia para cabello.
Bonita coileccSo de plisss a -100 ris.
Brincos iinitaco de br;lhnte a 500 ris.
Aventaes bordados para crearlas a 2)5000.
Chapus do fustao e setim para crean-
9s.
ijapatos da merino e setim para crean-
cas.
-M.-ias brancas e do cores fio de Escocia.
Pomada de vozelina de diversas qualida-
des.
Sabonetas tinos de vogelina e alface.
Extracto! fiuos de Pinaud, Guerloin, e
Lubin.
Lindas boiaas de couro o velludo.
Fichus de l para senlu-ra a 1(5800.
Sapatos de casemira preta a 2i5OO0,
Thesouras para costura de 400 ris a
3-000.
Pacotea de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Iinmensa variedade dd botSes phantasia.
E roilhares de objectos proprios paro ter-
uar ama senhora elegante, e amitos eu
tros ii-flifpcrisavcis para uso das familias
tu lo por pr^os admira velmento modi
uo
Na Graciosa
9-Raa do Crespo-
Duarte &C.
WOLFF
N. 4-BA DO
& c
'--N. 4
N'este muito onhecido estabeleclmen-
lo niciiiitrur o rospeitnvel publica o innis
variado o coiiplclo sortimento de JOSA.**
recefiidus sempre directamente dos melko-
res rubricantes da l<.nroi>, c qu primarn
pelo apu-aJo ^ :r lo do mundo elegautr,
RicoM aderecos completos, linda* pulse!
ras, alfinetcs, voltas de miro cravejada co-*i
bnlhantcs, ou perolas, anneis, cacoleta,
bolOfs e ontros muitos artigos prop ios
deste genero,
ESPECIALIDADE
Em rclogios de uro, prata e nickeladas,
para ltemeos, aenlioras meninos dos mni .
acreditados f rica.
l'arn todos os artigos desta casa garn-
tese a boa qualidade, ascim come a modici-
lade nos preers qi- wftc aem competencia.
M'esta casa tambem concerta-se quol-
quer obra de ouro ou prata e tambem CtAs-
gios de qualqurr qualidade que srjo.
4Ra do Cabug4

BBfflBDlOS pe CM!
Sem dicta esem niodifi-
ca(dcs de costumes
Laboratorio central, ra do Vi?on,l d.
Rio-Branco n. 14
Esquina da ra do Regente -.Rio de
Janeiro
Especficos preparados pclophar
macculico Eugenio Marques
de Hollanda
Approvcdos pelas juntas de hygieae da Corte.
Repblicas do Prata e academia de industria dr
Parix.
Elixir de imbiribina
Restabelece os dyspepticos, facilita as digea-
te e promove as ejecce difficies.
Vinho de ananaz ferruginoso e quinado
P8ra os chloro-anemico, debella a hjpoemU
intertrepical, nconstitne o bydropicos e benbe-
ricoa.
Xarope de or da arucira e mutamba
Muito recomi* ndado na bronchite, na bemop
tvse'e as tosses agudas on chrenicas.
Oleo dd testur-lus ferruginoso e cascas de
laranjas amargas
F.' o primeiro reparador da fraqneza do orga
niimo, na tysica.
Plalas ante-peridicas, preparadas com
pererina, quina e jaborandy
Cura radiealmente as febre intermitientes, re
mittentes e perniciosas,
Vinho de jurubeba simples e tambem fer
ruginoso, preparados em vinho de caj
Efficazes na inflammaces do figado e ba?'
tgudaa on chronica.
Francisco Manoel da Silva k G.
RA MRQUEZ DE OLINDA-
pars
15 Bu da 1'EcMt.mUr.
Fomocedor
privilegiado da Casa Real de Espanha
e de S. 3aL a Rainha de Italia.
Ozea P.
Ozea Sacbet
Ozea Essencia.
Ozea Agua de toilette.
Ozea Vinagre de toilette.
Ozea Agua para o dentes.
Ozea Pasta para es dentes.
Ozea Olee.
Ozea Sabo.
Ozea Pomada
Ozea Fixativo %
Ozea Cosmtico.
Ozea Brilbantina.
Ozea Cold Cream
Estas exquisitas preparaces sao wiito apre-
ciadas ns iaais distincta sociedade pela deli-
cadeza do sen perfume.
Wy RIECER'S
TRANSPARENT CRYSTALSOAP
(SabJ transparente cristalino)
reconhecido como ~> mais perfeito do todos es sabaos de toilette pelas soas
propiedades hygicnicac, pelo ecu .roraa e pela sua larga durajao.
n Dcpstcj i ..j r.riiwii.... Perfnmkriaa, Farmacias, dea.
fu:
ALLAN PATERSON a C
N.44-Ru t do Brum--N. 44
JUNTO A E f ApAO DOS BONOS
Tem para vender, por prer mdicos, 4s eeguhltQa ten-nguns:
Tachas fundidas, batidas e' causadas.
CrivajSes de diversos tamanLos.
Rodas de espora, dem, dem.
Ditas angulares, idem, dem.
Bancos de ferro com serra circular
Oradeamento para jardim.
Varandas de ferro batido.
Ditas de dito fundido, de iindos uiedel'n. -
Portasd fornalha.
Vapores de forca de 3, 4, 5, 6 e 6 uavao
Moendas de 10 a 40 pollcgadas de panadnxM
Rodas d'agua, systema Leandro.
Encarregam-se do conciertos, o assectamento do machinismo v execacam qua)
trabalho com pcrfeico e presteza.
Como aperitivo substltue com grande vantagem os liquido* perniciosos como absintho
vermouth etc. Vum prescnativo apreciado pelos viajantes e marlnlieiros, como anU-euide-
mlco e andoto da febre amareUa, Vomito e outras SSolestlaa troplcaes. '
Deposito geral: TROETTE-PEREET, 264. boalerard Voltaire. PARS
Depsitos em Pernambuco : FRAN> m. da SILVA e C- e as prlnclpacs pnarmaclas*
VITE
JOSEPH KRAUSE a C.
Acabam de augmentar o seo j bem conhecid
mportanle eslabelecimento roa i
de marco r. 6 com mais
gd) salo no 1 andar liixuosamenle prepa-
rado e prvido de nma exnosi-
?i* de tas de prata do tte eriedra-pr^
dos mais afamados fahrlcanles do
mando Inleiro.
nonvidn, pois, as Exmas. familias, seos nome
rosos .amigos e fregoezes a visilarem
o sen estabeiccimenlo, am de
apreciaren} a grandeza bom gosto com qoe
nao obstante a grande
despeza, o adornaran!, em honra
desta provincia.
AGHA-SB ASERTO DAS 1 DA HOITE
^OMm^MVsH


VERDADEIRO
ELIXIR
do
ILU
Tnico Anti-Catarrhal-e Anti-Bilioso
Preparado por
IHOLESTItS
DO FIBtDO
OIGESTES
drfticeit
RHEUmtTISMi
GOTT*
PAUL GAGE, piarrcacemco de 1>
pkla pac ijkThK i>k l**nra
NICO PROPRIETAHIO DE ESTE MEDICAMENTO
PiRIS.9, ma de Gracclle-Saint Caraaia, 9, PABIS
Afats de aessentn anuo* tic successo lem proTdo [ficacia
inconieMavel ,io Elixir de Guillie ; i le medicaincnio o mais
ccononjjco e o oais i ommodoparj ar empreado quercomo Pur-
gante oo Depurativo.
iirsconflar as falsifaeei
bigir o Itiiiim Elixir dt Gailli m > irai Paul EiGE
Cada garrafa, deve ter accompantioda com o
TRATADO tOBItK A OBIOKM O f'ATAKUno fPITCITA)
Depositarios em Pernambuco Fr M.da Silva & 0".
em medicina
FEBRES
CONTAGIOSAS
Fluxoes
do peno
MOLESTIAS
das mulheres
e das Cranos
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aINIO iMMq'ESDEflOLLAfliyL,
j ^ ^OlAJX- O XAAX*U*ri%rt
. finen mal i8 mu .Cancros, Bobas, tmptgens **-
tudas as moles (loe que tenhao soa oriajem
ia impureza do aangt devida a sjphis.
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OTO MaW aaH,Tt
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tjraaoRaiTOBiovtTFiAi oe|!boouctoswoicihac
l oa rtoM br as i mm^M
Sua dio Viso onde do Rio B naneo Wf
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CTion-ctTiau
AS^HMA
EVRALGM
CURA
Pelos CIGARROS BHl
jpira-se a t'ua.;?* aae senelra ao pello acaima o symptomai nervoso, facilita,
isxpectorast e aTOrlsa a ranecoes do orgaC- respiratorio.
T TlT^TlIl B -in" m"" *** l-aa^alala
.. *tmtau m yiras i. ZSAC- *._** ?i,fiSCN_
?


I


Diario de Piroaiiitmco--Sexi-fcira 4 d Mar?o de 1887
Aluga-se barato
aa dos Guararapes n. %.
Bus Visconde de Itaparica d. 4?, armazem.
Becco Campello n. 1, i9 aodar.
L'irgo do Mercado n. 17, loja com gai.
Largo do Corpo Santo n. 13, 2. andar.
Trata-se na ra do Commercio n. 5, 1* andar
s^riptorio de Silva Guianries & C^
Alug
a-se
o 21 andar do sobrado n. 35 traversa de S. Jos ;
o 1- e terreo do de n. 27 ra Vidal de Negrei-
ros; o 1- do de n. 25 ra velba de Snnta Rita ;
o 1- do de n. 34 ra estreita o Rosario ; todos
limpos : a tratar na ra do Hospicio n. 33.
Aluga-se
o sobrado d? azulejo n. 82, no Caminho Nove,
muito fresco pela po9c5r, e tcm commodos bas-
tantes, est em estado de limpeza, que o preten-
derte nio precisa fazer drspesa para morar.
Aluga-sc
Tricofero de Barry
Uamnte-ae quau nas-
oer e cresoer o cabello ain <1 a
sos mois calvos, cura a
iinha e a caspa e remeve
todas as impurezas do cas-
co da cabeca. Positivo-
mente impede o cabello
de cahir on de embranque-
eer, e infallivolnicnto o
torna espeoso, uacio, lus-
troso e abundante.
Agua Florida de Barry
Preparada segunda a formula
original usada pelo inventor em
1829. E' o nico perfume no mun-
do qao tem a approvaco oficial de
nm Govemo. Tem ama, vezea
nais fragrancia que qualquer outra
eiltiraodobrodoteuipo. 'milito
ii.rs rica, suave o MMoaft '.'
mnito mais fina e delicada. I-'
mais per-"incnto e agradavel no
lenco. 2 > J-** ~ezas mais refres-
canto no ban.'.D e ~ ^narto do
doente. E' especioc eontra a
fronxido e debilidade. Cora as
dores de cabeca, os cansacos e os
deamaios.
Xarope de Yifla Je Beater No. 2.
a casa do larza da Detencjlo n 23, defronte da
nova esta cao da linha frrea, com grandes acioro-
inodacoes para familia, quintal, banbeiro, etc. : a
ratar na ra larga do osarig n. 34, phsrmacia.
Aluga-se barato
as casibbas do becco da ra da Palma n*t 10, 12,
14 e 18, pintadas e caudas hi peuco ; na ra do
Vigajio n. 31, Io andar.
Ama
Precua-se de urna cosinheira ; a ti atar no largo
doCoipo Santo n. 17, 3- andar.
Ama
Na ra da Uoio n. 13, preciea-se de urna ama
pira cesmbar. ^_^__^^___
4JTTBS DK USAIr-O. DZTOIS DE UBAIs-4.
Cora positiva e radical de todas as formas de
escrfulas, Syphilis, Feridas Escrofulosas,
AiTeccdes, Cutneas e as do Couro Cabel-
ludo com perda do Cabello, e de todas as do-
encas do Sangue^Figado, e Rins. Garante-M
que purifica, enriquece e vitalisa o Sangos
s restaura e reno va o systema inteiro. j
SabaoGnratiOdeRenter
Preciaa-se de urna ama que saiba cosinnar e
l.var, para caa de peses familia ; na ra da
Aurora n 139.
Ama
Precisase de duas smas, urna para ccsinhar e
outra para lavar ceng minar; La travesea dos
Pires n. 5 (Giriquity).
Ama
Precisa-se de orna ama par* todo servico de
casa de pouca tamiiin ; na ra da Palma n. 29.
Ana
Precisa-se de urna boa cosinheira para casa de
pouca familia, prefere se escrava; na ra do
Riachucllo n. 13. ____
Ama
Preeisa-se de urna de boa conducta para todo o
servico de casa de pequea familia: & ra da ma-
triz da Boa-Vista n. 3.
AMA
Precisa-NB de ama ota para
lavar, engomniar e faz.e rutis
alguna servico de mm de fa-
mlHft; menos comprar e corl-
nliar : sarna da Riachuelo h
t3. Deve dormir em casa.
Ama
Precisa- se de urna ama para oosinha ; as raa do
Dr. Joaquim Nabueo n. 3. ________________
Ama
Preciaa-sc de una boa cosinberrs, para casa de
pequea familia ; a tratar no Caes da Companhia
n. 2. Prefere-se escrass e deve dormir em cas
Ama
Precisa se de utna para cata de tamilia, tos
do Cabug n. 3, 3* andar.________________
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinke-e engomme ;
na ra do BaDgel n. 44, 2- andar.
4ma
Precisa-se de urna ama para engommar e ensa-,
boar ; a tratar na ra das Cruaes n. 18, primwo
andar. Deve dormir eos casa e ptefre-se ctsts.
Auia
l'recisa-sc de urna ama para cusishar -, a trate*
na ruadas Cruz.s-n. 18, 2- andar. Deve dormir
em casa c prefere-se esersva. _
Ama
Precisa-se de urna ama n*ra cosinhar e hrvST :
a tratar na ra de Pedro Affoaco nt 50 (sera-de,
Prato)._____________
Engftiuniadeira
Precisa se de urna queengumme-eoia pwfeicin
roa do "Marque da Jfrrval n 10.__________'_
TiBisi M
PARA TINGIRA
Iota e as cabellos
E*U tintura tinge a barba e os cabellos ioa-
tmi*>i<><:aii>i!iiii', cl.tado-lbus uma bonita edr
e BWtural, c inofensivo o sru oso simples e
rapi
Vende-se na IS0TICA FRANCEZA E DRO-
GARA CAORS, iui do U)m-Je*ua (antiga da Crax
I!. '2
AtleiiQo
Na mpissibihdade t cnconlrar, e sabendo que
j ba das ab-so nesta cniud,; o Dr. Lydio Ma-
rianno de Albuqaerque, pede-sa ao mesmo tenbor
que appareca na roa dus Martvrios n. 148.
triada
Precisa se denam criada para o servico domes-
tico d Hervsl n. 10.
Para o Banho, Toilette, Crian,
cas e para a cura das moles
usa da pelle de todas as especie
s em todoa os periodos.
Deposito em Pernambnco casi de
Francisco Manoel da Silva & C.
Professora
J^Uia senbora competealemente habilitada, pro-
poe-sr a Itccionar em coilegios e casas particula-
res, as seguintes miterias : pertugues, francea,
msica e piano ; a tratar na ra do Marques do
nerval n. 10.______________________________
Vinlio da Monrisca
Esae importante vinlio de qae nico
importador JoJto Ferreira da Costa;
puro de uva escolhida a capricho, e pro-"
prio para mesa, pelo seu merecimeDto tem
obtido a rnelbor aceitacSo nes lugarts para
onde tem sido exportado: acha se ven-
da a retalho n<> stabelecimeDto dos Srs. Po-
jas, Mende8 & C._______________^^
Sitio no CaMwein
Air'Bds-scnnsaalmente nm >v>m sitio ecm bas-
tantes e inmoio.i para grande fnmiliu, b ;a agua,
com arvop s fructferas e jardiin, c com sabida
para o rio, pnr rveo muito razoavrl ; a tratar na
ruado Liviain'iito n- 2$._________________
Jalropti
Manipoeira
Etse medican' nlo da uma cfficacia r> conhecida
no borib<-ri e ootras molestias em que predomina a
bydropesu, clia-to ruodificido em sua pn para-
Cao, racas a nina nova formula de uin d9tinctO
medico debta cidttde, neo que Fomente o abaixo
assignado est habilitado para p.-i paial-o de modo
a raelhorar Ihe o gosto e ch--iro, sem tolavia alte
rr-lhe a* prnprieifed medicamentosas, que se
conservar cma imaim actividade, se nSo maior
em vift ds modo por que elle tolerado peb
est miago.
I lll'C> ll-lH>.I>
N sbssmacia Uune- iya s ra dj Mrquez do.
O.i.id:. n 01.
ra de Helio
Cosinheira
20*000
Eags-sc 20*000 por mea a lima perfrita c:si-
nbvira, para- casa de pequen familia, preferindo-
se de me i a Hade e que tej de boa mera!, raa
do Paysani n. 19, paseando a poute do Chora-
menino : quts nao eativer em condicStes escusado
Bpresentlt^-s'. ______^^
Advogado
Domneos r. de Kiiuib Leo
Das 10 horns da msnhS s 4 da tarilr-, ra
do Imperador n. 16,1-andar.
ulfl
Precisa-ie de perteitas costureiras ; na ra da
Aurora n. 39, ; aottar.
Anqninlias
Pelo diminuto preyo de 12500, para senhoras o
meninas.
Comptets fonrmenSI de iazendas c roupas iei-
tas, pjr presos barKtissimos : na ra Duque do
Cszias n 8
___________M F.MDOXQ A c C.__________
JSaw ^rto d Carvo
Ra do Mrquez do Nerval n. 27
Jeo Piuca, avisa sos s^us fregueses que ja se
aeba nberro o ara estbil cimento de eatvao, e cen-
tiuiM a cfTvrt'cer aa mrsmaa vantageos ja brin co-
nbecidas do publico,c pe > barato preeo-de G40 ris
a bairica; timbeen leva ao co.h cimento de todos
qoe tem estos verde da 1 qualidade, portanto os
tregese SsiBStSS lser os seus pedidos, que crio
muito bem servidos, c alcm disto nao jagaio
frites.
RecitV. 20 de Feverei.-. de 1887.
Juao T. Fit-za Lima.
Para cosinliar
"rccsa-sc de una
anta para cosinhar,
mas que cosinlir bem;
no 3. andar do predio
n. 42 da raa Duque de
Caxias, por cima da j -
pographia do Diario.
EMULSAO DE SCOTT
de OLEO PURO
DE-
FIGADO DE BOALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA,
Tilo agradavel ao paladar como trate.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, ESCBOFULA,
ANEMIA, EACHITIS, DE-
BILIDADE EM GEKAL o todas
as enfermidades consumptivas,
tanto as crian9as como nos
adultos.
Nenhum medicamento, at boje
descoberto, cura as molestias do
peito e vas respiratorias, ou res-
tabelece os debis, os anmicos e
os escrofulosos com tanta rapidez
como a Emulsao de Scott
A venda as principacs boticas e
drogaras.
Deposito em Peruambuco na drogaria de Francisco Manoel da Silva
& C, ra do Mrquez de Olinda n. 39.
<<**?&.
ssi
(esfriamento, $osse, ZAROFB ob HTPOPEQE
de GRIMALT & C"
Approraao peto Junta d'Hygjene do Rio de Janeiro
asksV*^*aMMaso*i
Fazendo-se uso deste Xarope, calmao-se os accessos de tosse, desap-
Sarecem os suores iocturnos, goza-se de um somno reparador,
esperta-se o appetite, e o doente, augmentando suas forcas, apresenta o
aspecto de quera gosahasade. Os mdicos recommendo que se tome
ao mesiuo tempo as Pastilhas peitoraes de sueco de alface e w
agua de louro cerejo de GRIMALT e C\ que coustituem os j
dois calmantes mais inol'ensivos da materia medica.
Oa frascos vasa, q-no conten este Xarope, So de ama bella cor de roes Jareo
s marca de fabrica, o sello e a urina da nossa casa.
Deposite *s PARS, 8, Ru Vivienne, e as principies Pharaiacias o Drcgariu. JK
__i______________^__m_i^^^^^____^^^i^MS^^M
Cozinheiro
Precisa-se de um cosinbeiro que saiba drsem
penbar a arte culinaria-, na la larga do Rosa-
rio n. 5.
PERFUMARA
PARIZ
Segredo a Juventude
LAFERR1ERE
PARIZ
Segredo to Juventude
AGUA LAFERRIERE M _W_h OLEO LAFERRiERE
Para o Toucador. Mf rw Para os Cabellos.
POS LAFERRIERE m tW ESSENCJ AS D!V ERSAS
Para o Rosto. ^^1 _W^ Para Le"f-
PRODUCTOS HYGIENICOS para conserrar a ssssa do Bosfo e do Corpo.
ritariosemAnuminiiFBAK"Mfia8ILVAl(JI M prinop' Perfumaras e Cahollereiroa.
DOMESTIC
SSo reconheciaas ser as utat>
idegantes, s mais diiraveis
cm todos os sentidos.
AS ffilUS
Para preyos, e circulares com;
illustrac5js de todos os estylo r\
jaro se
Donieslic Sewing Machine C
NEW YOR, U. S. A.
Tctephone n.158
Avprorado pola Junta d'Hjgiene do Rio-do-Janeiro
Siipprhne a Copahiba, as Gubebas e as InjeccSea.
Cura em 48 horas todo e qualquer corrimento. E' da maior
eficacia as alleccdes da bexigy, toma as urinas claras por mais
tlirvK que sejo. Deposito em Pars, 8, rne Vivienne.
MU
iiindeao de sines bronze
DE
LUIZ M CRUZ MESQUlTA
06-Bm. th Bario 4oTrinan* 6(>
(ntiga do Brum)
Neste estibeleciment'O encontraro os
Srs. agrkttlteres e eti correspondentes
todos os ebjectoa tendentes a g^rieultura,
como sejam:
Machimas para taztr espirito, de destil-
lar e restil'ar, alambiques aatigo e no-
vo sjstemacom esquenta garapa, serpenti-
nas e carapuc,as, tachas, taclios, bombas de
bronze, de cobre e de fierro, de espirante e
de repaxo, para agns, mm % garapa, tor-
neiras de bronze, de madeira e de todos
os taannos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimensoes, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas
sadeiras e ecumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisdo, rmelas e len^cs de cq-
bie, bombas continuas, sinos de 1 libra at
110 arrobas, sola ing-'cza c do Rio, cadi-
nhos patentes c de lapis.
Fazcm se concertos de todas as qualida-
dcs ccom toda presteza eperfei^o apresos
mdicos
Vcndem-s a prazo ou a dinlieiro com
desc #nto.
INJECTION CADET
^ira certa em 3 das sem outro medicamento
fAMia 9. Fouletnrd Kswfifrsi V <> JPAMJM
Alugi-se o importante eitio n. S6 ra do
Bemfica, na PaBsagsm da Msgdiilena, caiado e
piatado de novo, com accoinmod&cocs para grande
familia, trnd agaa e gas pncanada ; trata-se na
rna Duque de Caxias n. 90, loja de fazendas.
Piiiio de Riga
MATHE3 AUSTIN & C, receberam uitims-
m.:i>te um completa ssrtimeoto dcsta madeira,
como sejsm : prsnches e tabeas para asaoalbo,
da melhor qnalidade o de diversas dimensoes, c
que vendem por precos comoiodos, e rcduzidos,
coutorme os lites ; u armazem do caca do Apollo
n. 61, ou 4 ra da Commcrcio n. 18, 1 andar,
Casas
Precisa-se de eran boa enftommadeira e que
eneaboe tamberp, para casa e prquena familia :
a tratar no Caes da CompRnhia n. 2. Prefere-se
escrava e deve dormir em casa.

OS
PASTILHAS
De ANGELiM & MENTRUZ
Caladas c piuladas
aluga-se a de n. 57 ra dos Gusrarapes, tem
corredor independente, 2 salas, 4 quartos, solio
corrido, c.sinha fra, quintal, cacimba, banbeiro,
e preco com mudo.
MEIA-AGU V
Aluga-se a da travesta do Corpo Santo n 17,
por preco commodo ; a tratar com Siquoira Fer
rat t C ra do Amorim n. 66.______^____
Pechincha
Mantciga dinanarqueza a "00 rs. a rta de
tana libra ; vende-ae na casa de AutonuiiDuirtc
ra da Uniao n. S4, Artbur Macf.es ru i da
Aurora n. 85, Paulo liibeiro & C. ra da Roda
> 48, 6 de primeira quilidade.
n ""
em

y*
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53
3
ai

V.
t
es
0 Remedio mais efficaz e
Seguro que se tsm descoberto ate
ho/e fiara xpe'lir as on brigas.
ROQRl'AVOL FUERES

4
^
-4
.
Ao commercio
O abaizo assigna-lo declara que nesta data va-
dea o seu estabelecia-ento de molbad>s sito ra
de Paulino Cmara n. 44, Iivre c dca;mba'c,>d t
de todo o qualquer ouu?, ao Sr. Francisco Fi-rrei-
ra da Costa.
Becife, 1.- de M reo d.- 1887.
Joaquuiui M.-.rtins d't SaitOF.



V
# nssosTsoos sr ^ t^ <
Non PERFUMARA Fxra-tlna

Ato

OopYtorsisco
. stSGRTIOPSIS do JiP3i \ H i amo. .. a CORYLOPSIS U kflt
i CORYLOPSIS do JLtU j beiiitu. m CORYLOPSIS do JAP0
W w C&HYLOPSIS -lo JAP0 | Km........a CORYLOPSIS do JAPlO
.*C0RvLQP>Sd8JAPOJPOiUA......m CORYLOPSIS d JAPAO
" .

UTS8
EU^4^f^^rf
Aluga se cu vrnde-se muito barato um ait'O
com cas-, tendo cinco janelias de-trente, na Pedra
Mol-', perto'da estacao, na volts do Limio ; ou-
tra casa no largo da 'greja de Apipocos n. 26 ;
outr* casa em Maman;uape, na ra Nava n. 8. <
dous terrenos no Eapinhciro, confron'e ao ch>.l
do Sr. engenbeiro Feitoea ; a tratar no Caminho
Novo n. 79._______________________________
Preparatorios
O abaixi assignado, antigo prcf.'ssor do colle-
gio-Boa Jess -o icais Rcredrado de AUgoas.
lecciona nesla c-idade em cassa de pirticulares ou
na sua residencia Pode ser procurado na ru da
('incordia n. 73.
L. Lavenre W-
Ao commercio
O abaix) assignado, deelara ao commer.io e jio
publico que nesta data comprou ao Sr. Joaqnia
Martina dos Santos o eatabeKcimento de molhadoa
tito ra de Paulino Cmara n. 44, livre e desem-
barazado de todo e qualquer onua.
<,;
qu
dar
So alguem se ju'gar com o direit.i de protestar
i 'ru fazel-o no praso de 3 das, a contar d'esta
Rccife, 1." de Marco de 1887.
Francisco Ferrtira da Coat.
Arrenda-seouvende-sc
um sitio cjra alguns arvoredos de fructo, planta
dn capim e ortalices, ra de S. Miguel _n. 148 :
qnem quizer dirij.i-se ra da Imp ratria n. 13,
loja.
.';-:.'"
x^rSOLUCO C0IHBE
Exigir o ttllo
Fnnou.
AO CHLORrYDRO-F HOSPHATC DE CAL
dita roconatitaiiites adopUdo por todos os Medico da Europa na
nm'*, CUorcsit, Tiste*. Cachexta, BscrofUlat, RzcAittsmo, Dotncoi
o iffc iat erianfot, Fastio, **NBS*M
rtrs, COIRRE, I, 71, mi U Cairete-Bidi. Dijais em principia Phinudtt.
*-s*qutt* geral.
Aos 1.000:0005000
200:000*000
100:000000
RINDI LOTERA
DE 3 SOBTEIOS
Em fa\or dos ingenuos da Colonia Orplianologicalsabel
DA
PROVINCIA DE PERNAMBGO
BXtfflGCftu a 14 flO KllO 081BB7 _
0 tlicsourciroPraneisco Gon^alves Torres
^,000 Doo^
V1 curados do ^
d arvros, ora vos
Virus, Ulceras
PELO
DEPURATIVO CHABLE,
Es Udas 13 Pairmaeis i Cslw
Onda aa e/lcontra ralis a
Itticla CkaU.
36
CHABLE
pAR/S
z&
.000 Sos
% nrtsMSi
GOHOPHA.FLORESbrancaz,
PEHDS SEIMHAES,
ESGOT/HHENTO, etc., efe.
CURATO DE FERRO CHABLE
M
Em todos aa boas
Pharmaeaa
** o axasse
e
Vf
A o commercio
Os abaixo assifrn.d.os, nicos solidarios respm-
inveis da firma Araujo f Mais, que tem gyrado
em o eatftbvlecimcntj d- raolhurius a praca do
Conde d'Eu n. 15, participan ao resptitxvel corpo
Cfmmercihl e a qm-tn nteressnr poaH, que dt-ota
dat.\ cm dmnte picaar o m-imn cetabel<*imenti
h gyrar s;.b a firma ,-iraui > 4 IVreira, ficando
est* solidariamente ic;punsave! pn- todo o activo
e pastivo d'aqnella.
Recifo, 1 d Marca de 1S87Joaqcim Antonio
de Arauj).Agostinbo P^rcia LeaJ.
Cosinheira
Pri-c:sa-se de nina cosinbeira para casa de ta
mia : na ra do Arsgao n 14.
l^ltsiSlll>ff i 11 Asa Usff fl T ^
Aloga-se por prego muito ermmodo estade di
1- andar do sobrado da ra do Visconde de Its-
parica, antig do Apollo n. 35. no rceesM _, ee:sa-
e do um meniuo que sej fiel pira modados.
d-se roupa e bom ordenado.
i
\
mhhuh


Diario de PernambncoScxta-feira 4 de Marco de 1887
v
-
i



i
^*i
ovado.
o ditc.
Redcelo absoluta de preco
Alpa:?s de c6res, lisas, de preco de 600 ris o cevado, por 280 o dito.
Ditas acokhoadas, do 800 rs., por 440.
Etamines de 18, tecido rendado, do 10800 o covado, per 600 rs.
Ditos do algodao, de milito bom gosto, a 500 rs. o dito.
Creps de Cootelincs de rdrep, tecido diagonal, de preco de 800 rs., por 360 o dito.
Pana ms do cores, te-ido acolclioado, de preco de 10200 o metro, por 440 o
Setinetss de (ores, lindos padrues, de 320, 400 o 440 o covado.
Z?phir, de quadrinhos, a 180 e 240 rs. o covado.
Ratistes de cores, a t40, 160 e 280 rs. o dito.
Brillianiin88 de cores, de prego de 700 rs. o covado, por 320 rs. o dito.
Merino preto, com duas larguras, a 800 rs o covado.
Atoihado de linho, livrado, a 1 Dito da Costo, do quadroB, a 10500 o covado.
Dito da Co6t, de lislras, a 10200 o dito.
Brins de cores, para cale, a 260 o dito.
Dito pardo, liso, a 320 rs. o dito.
EsguiSo, pardo, de linho, para vestuarios de criancas, a 400 rs. o covrdo.
Cambraia branca, bordada, a 50500 a peen.
Toalhas felpadas para rosto, do prego de 70003 por 50000 a duzia.
Ditas menores, a 30600 a duzia.
Ditas grandes para banbos, a 10539 urna.
Cnlclioes para cama, a 50000 um.
Cortes do casemira de cores para calcas, a 30000 uro.
Guarda-r de linho, para senhom, a 100000 uro.
Dito de- dito, pp.ra hornero, a 50000, 60000 e 80000 uro.
Bramante de algodao, liso, com 4 larguras, a 10000 o metro.
Dito de dito, trangado, a 10100 o dito.
Biitri branco de linbo, qualidade superior, n. 6, a 20100 o covado.
Cast-miras do cores, para coBtumos, de preco de 30000 o covado, por 10800
Ccstumrs .10 banho de mar, para senhora, a 100000 urn.
Ditos * Ditos de cito, para meninos, a 50000.
tapates de barbos, pf.ra homens e seoboras, de differenfes precos.
Mcgnifiess mallas americanas, para viagem, de 150, 200 o 250000 urna.
Saceos de lona pra roupa 6ja, de difFerentes tamanbos, por barato preco.
Cok-Las brancas, do algodao, a 10900 urna.
Jk3P3BJGrST3BXTXX-!-
Completo 8ortimenti de lindos cortes de casemira para calcas, casemira de
cores para costumes, panno, brins de cores c muitos outros artigos que serao lerobrados
preseoca ti'aquelles que dos honrar com suas visitas.
Na antiga e acreditada loja de fazendas
DE
AMARAL & C.
B.I3A. WMBM Ttt^ M\RCO TS. fc
(Junto do Louvrc)
-

Cura rptela r certa pe*
lARSENMTOdeOURO DVNAMISADO,
to Doutor ADDISOX
da Cbloros. Anemia, todas u Molestia* ilo Systetci nerroso,
atlc rebelde*, Holestlaa ihronicaa dos Pulmoes, Me, etc.
Al SUlerM laftnoBn medio tm attesUdo o poder caratiTO defte iimilIranMa
o primro e o man enrgico do* rtconttituitmt.
O FRASCO : e FRANCOS (EM raA_NQA.)
Todo /rateo que nao trouxer a Marea de Fabrica registrada mattlcmt*
dar aor rigoroeamenU recolado
ASIS, Pharmacia C1JJ, IH BoebaokoSsWt, 1.
Deposito eo Fernambuco : FRAN M. da SILVA & C*.
MMJLMJLMJEWm-WWrW-K:
Ei.ffuBM.ade.ra
Precisa-se de emn boa engoromadeira, que en-
saboc tambero, para casa de pouca familia, prete-
re-se escruva ; na ma do l -cbuello n. 13.
Solicitador
Jos Ferreira de Panlu, provisionalo pelo Tri-
buc:,l da Re i (3o de Pernatbbuco, cffeiecc-?e a
acero precisar de trs balb.ua inherentes asan pro-
bsE;To na eidade de Pesquirir da comarca de Cim
bres, onde foi sua resid ncia, e timben; trubalba
?as comarcas do Br jo da Madre de Deas, Caraa-
r, S. Bent > e Escuda.
Aviso
O hachar-1 Eduardo Alfredo de Oliveira tem
aberto o sen eecriptorio de advogado ra 1* do
Marco d. 4, cade tambera pode ser procurado para
eccknar o ingles, francez o alleme, pratica e
theoricamente, nos collegios e casas de familia.
ltenlo
Urna familia oFercceaga*albo e coiomodos eom-
pi.tivcis a urna ou duas raparigas b .nestas para
ee encarregarcm de crii.ncas : a tratar na rus
Duque de Calas n. tG, loja.
16$006
Aluga-se a casa n. F ra do Riazhuello na
Boa-Vista, com 2 salas, 2 qrarios, cosinba e quin-
tal ; a chave :cha sa junto n. E, etrata-se na ra
da Guia n. 62 (Recift).
VENDAS
A LOJA
Das Lislras Azues
A' RA DUQUE DE CAX1AS N 61
Tclephone n. 911
Recebeu grandts pechinchas de fazendas
finas as quaes vende pelos seguintes precos
CAMBRAIA SISSA muito fiua com 9 palmos
de largura, a 8/ o corte.
PERCALINA de cores eom bolinha3, faaenda
muito lind, a 240 rs.
MERINOS pretos e de todas as cores da melhor
rtualidate a 809 rs.
' SETI.M preto de Maio e de todas ss cores a
14000.
BRI.M esguilo pardo eofestado para vestidos a
400 rs.
';:LiS escosesas lindas cdrrs a 160 rs.
CHITA'* e*euras e claras, algamas edres finas
a 200 rs.
FUSTAO de cirdosinho fszeoda fantasa cores
lindas e seguri.8 a 200 re.
CORTINADOS bordados a 6*000, 7*000 e
84000.
GRIXALDAS com ricos veos de Blond bordados
a 8*000
COLXAS de Damasco cem borlas par casa-
mento a 80*000.
MEIAS arrendadas fia de Escotsia a 800 rs.
MADAI'OLAO americano muito superior,Cs>
mieeirca 6*000.
SAR6ELIM francez quaiquer cor do melhcr a
240 rs.
LEQUE.4 a Joaoita cem esmalte ultima novi-
dade a500 rs.
CABACOS pretos com vidrilh;o e rendas fins
forrados de seda a 15*000 (estes easacos vendem-
e as cutras casas por 30*000.)
E ootras muitis fazendas existentes, que se
vende muito barato.
As Eimas. Sras. que nio possain vir ns loja
queiram pedir amostras e listas dos preco.
|Na bja das Lislras Azues
Peehinchas para acabar!
S9 RaaQpaBGdXigs 59
Nansocs cores firmes a 160 e 180 rfs o cova-
do.
Crctones claros e escaros a 240 ris e dito.
Fuitoes com Dalminhas de cores a 240 ris o
to.
dildem branco finos a 320 e 400 "ia o dito.
Popelinas com ultras de seda a 300 ris o
dito.
dem branca para Exmas. noivas a 500 ris o
dit3.
Setimias brancas bardadas a 5 0 ris dito.
Si tius de ccres, branco, e preto Macj a 800 e
1* o dito.
Combraia de forro preta a 1*300 peca.
Esguides de linho de 10 jardas a 4-5 e 4*500 a
dita.
Madapolo pcllc de ovo de 20 ditos u 6*500 a
diu.
Algodoes superiores a 3*500 e 4* a dita.
. Brim de cores, lindos padio.s a 4U0 e 500 ris
o covado,
dem pardo superior a 360 e 400 ris o dito.
Angolas finas, corra firmes a 540 ris o dito.
Cambraia branca bardada a 5*500 a pec,a.
dem Victoria fina a 3*200 a dita.
Bramantes de algodao superiores a 900, 1*200
e 1 *500 o inetn .
dem de liuho puro, do melhor, a 2* o dito.
Lenees de dito par* cama de casal a 14800
um.
Colchss de ganga idem a 3* urna.
dem idem para selleros a 2*500 urna-
Colchoes francezes, grandes, a 15* uio.
Ceroulas de superior bramante a 12 e 16* a
duzia.
Meias inglezas, cruas, a 2*800 e 3*500 a dita.
Lencos braneos e de cores a 2* a dita.
Meias i ara criancas a 2*50 a dita.
Guardanapos bordados de linhs a 2*400 a dita.
Camisas francesas superiores a 36 i a dita.
Cortes de meia casemira a 1*800 e 2*.
dem de casemira superiores a 3*000, 4*500 e
6*000.
Para a quaresma
Mcnus preto, sortimento sem competencia,
precos de 1*000, 1*200, 1*50^, 2*000 e 2*500 o
covado
Gia de aples, verdadeiro do Lion, a 2*500
e 2*800 o covado.
Cachemiras preta com salpicos a 2*000 o co-
vado.
Velndilhos lisos e bordados a 1*000 a 14200 o
dito.
Mantiihss brasileira a 54 ama.
Fil de sede bordado a 2*800 o metro.
Fie-bus, idem, grandes a 7* um.
Cheviots superiores a 24500 e 3*000 o cova-
do.
Cssemiras, pannos, Sedans, merinos e todos os
artigos para o uso domestico te encentra na acre-
ditada casa de
Ca iieii'o da Cunta & G.
Vendas mu grosso damos
descont
U) Roa Duque de Caxias 50
Armaf o
Vndese a armr.cio da ra da R.ingel a. 10.
WHISKY
ROYAL BLEND marca V1ADO
Este cxeellente VVbisky Eaeasses preferiVi
*o cognac ou aguarden.* de canua, para fortifica
i c<>rpo.
Vende-so retsdbo nos tu ib&ree armasenfe
olhados.
I'ede ROYAL BLEND marro VIADOcujon
ae e emblema sao registrados para todo o Brazi
BROWX55 i C, agentes
Allencao
Vende-se ou permutase urna casa terrea sita
na travessa do Faluo n. 12, com 2 salas, 3 quar-
tos, cosinba tora, grande quintul e cacimba, por-
to dando sabida para a ra dos Ossos ; a tratar
na mesma com a proprictaiia, e esta far t)do
negocio por j ter o despacho do juiz, at para
btal a em leilao, podendo apresentar os docu-
mentos aos permutadores, desejando tambem urna
por troca, anda que seja pequea, porm que es-
teja nova e bem construida.
A HevoluQo!
ResoK'eu vender os aeguintea artigos com
30 /0 de meaos do que em outra quai-
quer parte.
Guarnicoes do vellqdilbo bordado a vidri'ho para
vestidcB, a 7*000 urna.
Taftas de cores a 300 ris o covado.
Cachemira bordada a 1*500 o covado.
Ditas pretas a 1*000, 1*200, 1*400, 1*600 e
1*800 o covado.
Ditas do cores a de 900 ris e 1*200 o dito.
Las uiesclaflas a 600 ris o dito.
Ditas com listrinhas a 560 ris o dito.
Ditas com bcllahas a 600 ris o dito.
Ditas de quadrinbes a 400 ris o dito.
Lindas alpacas a 360 ris o dito.
Gorgurinss a 320 ris o dito.
Setim daoiasee a 320 ris o dito.
Dito Mace a 800 ris e 1*200 o dito.
Damatfc de seda a 1*300 o dito.
Grsdenaples preto a 1*800 e 2*000 o dito.
Gaze com holinbaa a 800 ris o dito.
Fusto branco a 400, 480, 660 e 800 ris o dito.
Velludiluos lisos e lavrados 1*000 e 1*200 o
cavado. .
Dito bordado a rctroz a 2*000 o dito.
Cambraia com salpicos a 6*000 a proa.
Camisas para senhora a 30*000 a duzia.
Ditas de meia para homem a 800 ris, 1*000,
1*200 e 1*5(0 uma.
Ficbs de Ift a 2*, 3*000, 4*000 e 5*000 um.
lutos prateados a 2*000 um.
Ditos de retroza 1*000 um.
Linhos rscotseaes a 200 e 240 ris o covado.
Collarinhos e punhos para senhora a 2*000-um.
Ditos de cor, idem idem a 1*000 um.
Cortes de casimra finos de 3* a 5*000 nm-
Ditos de la o seda para collete a 6*000 um.
Ditos de cachemira de cor para vestido por 20*
um.
Cachemira do Damasco de edr a 700 ris o covado.
Panno da Costa a 1*400 o dito.
Cortinados bordt-dos a 6400U e 7*000 o par.
Colchas bordadas a 5*, 6*, o 7*000 uma.
detones finos a 320, 360 e 4G0 rie o covado.
Chitas finas a 240, 280 e O ris o dito,
' Zfptiircs-fiuos. a 600 ris o dito.
Setincta escosseza a~34 ris o dito.
Ditas de quadrinhos a 320 rs. o dito.
Chales de mirin a 1*800 um.
Ditos estampados a 3*000 e 4*000 um.
Ditos de cachemira a 2*, 2*800 e 4*500 um.
Cobertores de la a 4*500 e 6*500 um.
Esguio pardo e am ai ello a 500 ris o covado.
Brim de linho de cor a 1*200 a vara.
Dito prateado de linho a l*O0C a dita.
Colchas de crochet a 8*000 uma.
Aoquiuhas a 1*800 rs. urna.
THESOURARIA DAS LOTERAS
PARA
0 fundo de eiPiicipacao e ingenuos
XZJ^

COLONIA ISABEL
2 de Mareo de 1887
Teudo o Exm. Sr. Ministro da Fazenda por acto de 7 do
Fevereiro ultimo, prohibido a extraeco de loteras por seres,
acha-se exposta venda a 7.a lotera para o Fundo de Emancipa'
cao, que ser extrahida no dia 10 do corrente s 2 horas da tar-
de no consistorio da igreja da Conceico dos Militares, sob o
seguinte:
PLANO
5,ooo bilhetes a 4|ooo
Imposto geral de 15 |0, sello, beneficio
e porcentagem .
2o:oooSoo:

0 48 a
Henrlqne da
Silva ti o reir
Vivciro para pausaros
Vende-se dous gi andes c bonitos viveiros po
pieco commodo, sendo o motivo da venda ter o
dono acabado com os passaros que possuia ; a ver
e tratar na ra do Imperadoi n. 32.____________
Sem competencia
'iratealowiayslrft
Ra Onque de tJaxIas a. 5tt
Receben um completo sortimento de tssendas
para os actos da semana santa.
COMO SEJAM:
Gargarao de seda preta a 2*000, 2*500, 3*000,
3J500 e 4*.
Setins preto superior qualidade a 1*000, 1200
1*509 r 1*800 o covado.
Merino preto com duas largaras a 700, 800, 1*,
1*200 e 1*400 o covado.
Cachemira lisa e bordada a 20~0 e 2*500 o
covado.
Renda preta hespanhola 4*000, 5* e 6*000 o
covado.
Manteletes de caJenrra. etamyne e renda, rica-
mente bordada a vidrilbo.
Pelerinas ultima novidade.
Capas de casimira bordadas a vidrilhj.
Assin* cibo um ciiaplcto sortimento di guarni-
coes bordadas a vidrilh), para enfeites de vesti-
dos Unto de seda, como eas-mira e merino.
Leques a Joanita a 500 ris um.
Bom ntgocio
Vende-se um casa de molhados, propria para
principiante por ter poneos fundos ; quem preten-
der dinja-se r^finacao da ra do Li-na, em San-
to Amaro das Salinas.
m
"# Medalha de Ouro na Exposi>;So anivanal 1S7S #*
- J. FAU ;
- BOP.DEOS (FRANCA)
-41 Depsitos em tocias as tendns de Comettibles. #
Vende-se
urna rede de pescar viveiro, em bom estado, com
18 bracas de comprimento e 4 de largura ; a tra-
tar na ra de Fernandas Vieir n. 68.
Cabriolis
Vende-se dons cabriolis, teudo um descoberh
e outro eoberto, em perfeito estado, para nm oo
dous cavalloe; tratar ra Duque de Caxiac
n. 47.__________________________________________
Doce de caj secco
Em latas de duas e quatro libras, nssim como
latinbas com jalea e latas com doce de goiaba,
tem coutinuad..mente para vendar a preco commo-
do ; na ra do Bom Jess n. 36, arnmun.
Yende-se
.tprsveil'm
Cabriolet de quatro rodas, em estado de traba-
Ihar, per diminuto preco : a tratar na ra larga
do Rosario n. 14, 1- andar, daa 9 horas s 3 da
tarde, e no puteo da Pa dos Afosados n. 86, so-
brado, das 6 is 8 horas da manbu e das 4 s 8 da
ute ; assim como tres vaccas cricnlss, sendo
duas solteiras e uma com cria, por diminuto
pnco
S MES DE FAMILIA
Para remediar a fraqueza das criancas, dewti-
volver bas Coreas, seu crescimento e preser-
va!-os des molestias communs idade tenra,
os pri. adieos e Membros da Academia
de Medicina receito, com grande xito, o verda-
deiro Racahout des rabes de Delangrenier,
de Pariz. Este alimento muilo agradavel com-
uosto de substancias vegetaes nutritivas e
formicantes, se esnaiha |-or toda a economa
c em vista de suas propriodades analpticas,
melhora a compooio5o do leile das senhoraa
que criao, e re-taura as orcas enfraquecidaa
do estomago.
Bepoeitoiem tthitsC'adesdo BittmUtdoVrtuiat.
1
1
1
9
8
16
55
916
premio de





loo
503000
2o|ooo
lolooo
5-Sooo
5:95o|ooo
14:o5o|ooo
6:ooo|ooo
l:ooo|ooo
5oo$ooo
2ooooo
^^^ 5oo|ooo
32o|oo
55oooo
4:58o|looo

VU
l,oo4

Francisco
0 tbesooreiro,
Goncalves Torres.
14:o5o$000
200:000$OOO
DI PilCM Dll PARA'
EYMCCAu DA ti* PARTE DA I? LOTERA
EM BIEF0 Di SANT GASA DE ISBRIGORDA
Quinta-feira de
AOMEIODIA
Esta lotera, por algara terapo retirada da circulado, devido a gran Je guerra que
lhe promoveram, vomu do dominio publico,, vem novamente tomar o sen lugar de
uma das vantajosas loteras do Imperio.
O agente pede ao respcitavel publico a sua benvola attenco para o plano dss
LOTERAS DO GRAO-PARA', por extenso publicado nos jornaes e impresso no ver-
so dos respectivos bilhetes. O plano desta lotera o nico que em 50.000 nmeros
distribue
12.436 premios, ou quasi a quarta parte!
Anda mais : esta a nica lotera que premia todos os nmeros cojea dous al-
garismos finaes forem iguaes aos dos
QUATKO PEE \I0S MAIORES
A SABER
1005
605
m
405
s duas Ietris finaes do premio de.
s duas letras finaes do premio de.
s duas letras finaes do premio de.
s duas letras finaes do premio de.
200:0005000
40:0005000
20:0005000
10:0005000
sao premiados todos os nmeros das centenas dos quatro primeiros
Tambem
premios.
Alm destes, tem esta lotera grande quantidade de outros premios de bastante
importancia. E' tambem esta a nica lotera que garante quena comprar 100 nume-
ros de termnacSes diff< rentes 32 1/2 /0 independente dos premios avultados que
possam sabir na extraecSo.
TODOS OS PREMIOS SiO PAGOS SEM DESCONT
A's extritccos sao feitas em edificio publico e sob mais severa fiscalsacSo por
parte das autoridades.
Os bilhetes acbam se venda na agencia e em todas as casas, em Santos, Sao
Paulo, Campias, Rio Orando, Baha, Cear, MaraaliSo, Para, Amazonas e em Per-
nambueo rua Nova n. 40 CASA DO OURO.
0 agente no Rio de Janeiro
sto 4a Eooha Montoiro Callo
K Uruguay&Do23
Angn
grageas de Ferro Rabuteau
Laureado do Instituto de Franoa. Premio de Therapeutita
O emprego em medicina de Ferro Rabuteau baseado na Sciencia.
As Verdadeiras Grageas de Perro Rabuteau sao recommendadas nos casos de
Chlorose, Anemia, Plida Cores, Corrimentos, Debidade, Esgotamento, Convalescencia,
Fraqueza das criancas, Depauperamento e Alteraco do sangue em consequencia de
fatigas vigillias e excessos de toda a natureza. Tomar 4 6 grageas dor dia.
Nem Constipaco nem Diarrhea, Assimilacao completa.
Elixir de Perro Rabuteauv,recommendado as pessoas que nao podem engulir
engulir as grageas. Um calix de licor aos repastos.
Xarope de Ferro Rabuteau especialmente para as criancas.
lili Uma explicado detalhada acompanha cada frasco. M
Exigir o Verdadeiro Ferro Rabuteau de CLIN & Cia, da PARS, que h
encontr em cosa dos Droguistas e Pharmaceuticos. / ^4
' ---------- >' ^
/
A'Florida
Ra Duque de Caifas n toa
Chama te a attpnco das Exmas. familias par*
QS.prioos seguintes :
Lavas d.; seda preta a 1 OOO o par.
Ciatos a 1/000.
Lu vas de pellica por 2/500.
Lavas de seda cor granada a 24, 2/500 e 9/
o par.
Fitas de velludo n. 9 a 600 rs n. 5 a 400 rs. o
metro.
Albuns de 1/500, 2/, 3/, at 8/.
Ramea de flores finas a i/500.
Lavas de Escossia para menina, lisas e borda-
das, a 800 e 1/ o par.
Porta-retrato a 500 rs., 1/, 1/500 e 2/.
Pcn tes de nikel a 600 rs., 700 e 800 rs. um.
Anquinhus de 1/560, 2/, 2/500 e 8/ urna.
Plisss de 2 a 3 ordena a 400. 500 e 600 rs.
Espartilho Boa Figura a 4/500.
dem La Figurine a 5/000.
Pcntes para coco com iascripcao.
Babadores com pintara e insenpeoes a 200 ra.
Enchovaes pura batizados a 8, 9, e 12/000
1 eaixa de papel e 100 envelopes por 800 ris
Capella e veus para noivas
SuspenQcrlos americanos a 2/500
La para bordar a 2/600 a libra
Mao de pipel de corea a 200 ris
Estojos para crochel a 18000 rs.
Bico de cores 2, 3, e 4 dedos
de largara a 3/000, 4/000 e 5/000 a peca
Para a qnaresia
Galio de vidrilbo metro 1/.
Franjas de vedrilho al/,
Lavas pretas de seda e Escocia,
-franjas e galdes finos a 2/500, 3/e 4/ o metr
BARBOSA & SANTOS______
Novidade
A fabrica Vendme, recebeu directamen
te de Ha vana, Cigarrilbos de la Bella Ha-
banera, em bocetinhas com 10 ditos cada
urna; chamamos attencjlo dos fumantes
apreciadores da fumaca, e recommenda-
mos tambem as senhoritas: venham ver
para comprar.
39Baro da Victoria59
.
*
*%
Aos agricultores e cria-
dores
Vende-se o engenho denominado Falmeirs, na
comarca de Bezerros, nos limites da do Bonito,
com terrenos proprics para o cultivo de carinas e
plaoticio e caf, com mais de 500 ps ja plan
tados e dando tracto em abundancia, pelo que se
conbece a apropriacao para este cultivo, com. um
grande cercado pira criacao de gado, indepen-
dente do cercado do engenho, o qual mede mil
bracas qusdradss, pouco mais ou menos, com
proheodendo quat.-o grandes acudes com verten-
tes permanentes, abundantes de peizes, com casa
de vivenda, alem de outras psra moradores, at-
crescendo que ambos os cercados (So feilos de
va lados, tem matos para serventia do engenho.
Vende-se por preco mdico, e quem pretender -
rija-se ao Recife, ra Direita n. 1C6, ou so Sr.
alferes Joaquim Christovao Pessoa do Mello, err.
Lage Grande, qne colher informacocs^________
Vacca
Vende se uma vaeea nova, castfiada, com uma
magnifica beserra tourina ; na ra do Dr. Jo-
lifim Nabaco n. 3, Capupga. __________^
Oleo para machina
8aperior qualidade, a 6/400 a lat em cio
aloes ; venie-ee na fabrica Apolle e de seu
eposrtoi.
-~-
rnri
*



Diario de PcrnamboeoScxta-lcira 4 de Marjo de 1887
t
r
SCIIiSCIAS
l'sychologla
HYPNOTISMO E BE8PONSABILIDADE (1)
Non omnes durmiunt qui clamos habent
' oculos.
O hypuotismo, quasi maravilhoso pelo
sea passado, teve o privilegio do provocar
a curiosidade, dIo e dos sabios, como do
todo o mundo. ExposigScs quo nada t-
nham de scintificas trouxeran ao conheoi-
mento do publico certo numero de phpno-
menos suscepliveis de applcagSes criroi-
naes ; o somno bypootico o as suggeetSes
figuraran at era varios dramas judicia-
rios ; nlo fui, pois, sem razio que um do
nos, o primeiro, chamou a attencao para o
cstudo do hypnotismo, sob o ponto de vis-
ta medico-legal, em urna nota na qual 60
se tratava do grande bypnotismo oaracte-
risado por syroptomas do ordeui somtica.
Desdo essa poca, o Sr. Liegeois commu-
nicou academia das sciencias mor. es e
politizas urna memoria sobro o mesmo as-
suropto, encarado sob o ponto do vista um
pouco differente, e que deu lugar a vivas
discussSes.
Julgamos til proseguir nesta que>tlo
que, sem duvida, merece ser desenvolvida.
A ranior parte dos autores quo della.tem
trotado pre ecupavam-sa principalmente de
por em relevo a possibilidade da cOJimet-
ter actos criminosos por meio do bypno-
tismo ; mas nao se preoecunarara da ques-
tlo de prova. Nlo inqueriam em que
coodig3es Os juizes poderiam admittir
realidade dos factos do hypnotismo invoca-
dos prtale elles. Nlo comprehenderam
que, em um estado medico legal, a do-
mons'raglo do estado hypaotico a [ ri-
meira o mais importante de todas as ques-
t5es ; as outras desappareccm anta ella ;
si o hypnotismo nao provado, todas as
consequencias quo dola se tiran tornam-
80 Ilusorias. E ser preciso acrescentar
que nlo se pode fz r urna deraonstraglo
(cientfica do bypnotismo sinao por meio de
signaes objectivos e ujateriaes ? Jfjgo
observadores tm admiltdo como provas
a boa f e a honorabilidade dos indivi-
duos; estas palavras, porm, nao corres-
ponden! a nenhum signal objectivo qua se
imp nha ; as provas maraes conservam-se
sempre pessoaes para aquelles que os as
invocam ; e nao podera ser avahadas V~
um estudo medico-legal..Conoto- gpeiar
mvencer juizes da^re^aaj0 0 UQJ e8ta.
i, no qual too>--'08 phenomonos podera
^^STados ? Admittir o bypnotismo
obre provas inoraes seria abrir a porta a
innmeros abusos e de mais alta gravi-
dade.
Em summa, os termos em que se esta
belece a questlo medico legal to ests.
Apresenta-so um individuo justiga, pre
tendendo que fora victima de urna violen-
cia qualquer ou de urna suggestlo, era-
quanti esta va mergulhado om estado hyp
notico ; pode ser admittida m verosimtlhan-
ca de sua affirmaglo si se provar experi-
mentalraente que ella hypnotisavel o que
apresenta certo nnraero de phenomenos
objectivos caractersticos ; mas esta prova
s pode ser feita si elle so sujcitar volun-
tariamente experiencia.
Por outra parte, um individuo aecusado
de crime ou de dolicto pode objeotar que
agiu sob a influencia de urna impulsan
suggerida durante o somno hypnotico.
Neste caso, como no anterior, necessa-
rio estabelecer materialmente que o indi-
viduo bypnotiavel.
R"gra geral: tojas as vezes que um
individuo invoca o hyptonismo perante a
(1) Extrahido do livro sobra Magnetismo
animal, pelos Srs. Binet e Fer, o qual
brevemente ser publicado pela Bibliothe-
ca Internacional.
justig, deve dar provas d'iwo, e, por sario para adormecer e suggeationar ex-
conseguinte, submetter se, a um exam<; Cremamente curto nos individuos o exeru
con
do
ser
fundado sobre a expernieotaglo.
Deve-se prever outro caso ; pode acon-
tecer que baja enspeita que urna teatemu-
nha faz um depoimento ditado por sug
gestito hypnotioa. Siso estabelecer nmerial-
mentc e propra facto da suggestlo, demons-
tra'-se baoomouoosequencia a existencia do
falso teetemunho. Si o facto material nao
podo ser estabelecido, a difficuldade
qunsi iovcncial ; p,rquanto nao se pode
exigir da um individuo que S3 submetta
hypnotisaglo, assira como a experiencia
do chloroformio ou do haschisch.
Em que condic5es podo um perito afir-
mar quo um individuo hypnotisavel ?
E' quando esse individuo adormecido apr -
sonta phenomenos physieos e que perttnce
categora do grande bypnotismo, que
pode, domis, apresentar-se ou no estado
completo ou no estado iusorio, isto ,
quando certo Humero de phenomenos pode
falnar em um individuo dado, sem que por
isso o aspecto g-ral seja alterado, ei exis
te phenomenos caractersticos suficientes.
o pequeo hipnotismo, nos estados des-
criptos pelos nomos de faocinaglo, da som-
no-magnotico, eto., os individuos pareecm
dotados de urna sugestibilidade especial,
podera-se desenvolver nellea estados catalep-
toides, rigidez muscular, attitudcs fixas,
parulysias, auestbesias, JiallucinagSes di
versas, impuls" a, mas nao os estados espe-
ciaos e claramente caracterisados, mais alto
pelos nomes de catalepsia, de letbargia,
de somnambulismo provocado. Esses in-
dividuos apenas offerecem numero limitado
de phenomenos somticos, quo anda nao
forano objecto de estudo nesographico re-
gular. E' mister, pois, redobrar de at-
tenglo e de saveridade no exame dos fac-
tos, porque afora os phenomenos pbyscos,
nao ha nenhum criterio. At mais ampia
informaglo, todo indivi luo que nao apre-
senta nenhum carcter physico do hypno-
tismo, nao pJe invcalo em seu favor.
E' possivel marcar do outro modo, na
pratica, o limitte da suggestibilidade nor-
mal.
Depois de ter estabeleci lo do que modo
o perito polo assegurar-se qua um sujeito
hypnotisavel, temos de examinar muitas
outras quest3es. Cumpre avaliar con/U-
g5es particulares as quaes posaivel ad-
mittir a verosimilhanga de urna hy^fi-
saglo.^. ,.-. '*
^ fiHina bypnotico, nao se produz oom
tanto trabalbo e lentidao nos pacientes
pri :cipiantes, estabelaca-sa entro os exer-
citados com rapidez assustadora.
Basta-nos fazer um gesto brusco de-
fronte do alguus dos nossos docntes para
hypnotisal os immediatamente. Esta ex-
periencia pode ser executada indiffaroote-
ment em qualquer lugar e a todas as ho-
ras do dia. Si encontramos um dos nos-
sos doentes atravessando um pateo, com
um grito ou um gesto brusoo, podemos fa
zel-o parar na sua passagam e immobilisal-o
em catalepsia. Cumpra sabor que pode-se
operar cora a raesma instantaneidade, o
8 olbos ou sobre a testa. Pie-se, portanto
produzir um somno hypuotioo e fazel-o
cessar om um prazo extremamenta curto,
e, por assira liizer, em um abrir e fechar
de olbos.
Este facto apresenta alguma importan-
cia sob o ponto de vista medico-legal. De-
mais, um somno de limitadissima durac&o
pode ser suffi.'iente para produzir urna sug-
gestao. Observemos que, se o espaco de
quinze segundos, podemos adormecer um
desses individuos em lethargia, produzir o
soron uubulismo, dar-lbe urna suggestao de
actos e acordal-o. Poderia, pois, acontecer
que um individuo aproveitase os quinze
s-'gundos durante os quaes achou se cora
outro sujeito hypnotisavel para inculcar lhe
um i lea, urna hallucinaglo ou urna im-
puloao. NSo se dever sustentar a irapos-
sibilidade do facto funiando-se e.n urna
questao de tempo, porque o tempo neces-
tados.
Damais a experiencia mostra que, para
apreciar a duracao do somno hypnotico,
no se deve confi.ir no testemuaho do in-
dividuo, quo nao mede o tempy durante o
qual o deixam adormecido: procurando fa-
zel o, comraettera-so os erros mais grossei
ros. Assim, um dos nossos doentes, que
adormecemos durante 10 a 20 segundos,
er ter dormido urna hora ; os outros com-
mettem erros to gravea como aquelle. '
N3o se dev, portanto, r. jtar a reali
dado do urna suggestao hypnatica, fundan-
do-se em ter estado o experimentador du-
rante menos de um minuto era contacto
com o paciente, e quo este pretenda ter
dormido horas.
rOLHETIffl
0 flORCUNM
POR
QINTjA PARTE
o mnm
3 CASAMENTO
(Continuacao do n. 50)
VIH
Um pecego e um rana*
Pode se recusar um ramo ? proseguio
elle, arranjando as flores. Ella rotira-se,
livre certamente como o meu primo An-
nibal, para poder ir para onde quizer,
casa de seu amante, de sua amiga, mas li-
vre para poder ficar.
E estendru o ramo.
Todos os convivas recuaram estreme-
cendo.
E tica ? diase Chaverny, com os
dentes cerrados.
Fica, exclamou framente Gonzaga,
que o olhava de frente.
Chaverny levantou-so.
Estas flores, eatao envenenadas, ex-
clamou elle.
Senta-te, diase Gonzaga, soltando
una gargalhada, ests embriagado.
Chaverny passou a roao pela fronte, que
estava banhada em suor.
Siro, raurmurou elle, devo estar em-
briagado. Do contrario...
Vacillou. A cabeja andava-lhe roda.
IX
A nona pancada
Gonzaga langou um olbar obre os seu
convivas.
Nao tem a cabeca no seu lugar, raur-
murou Gonzaga, deaculpo o ; mas se fosse
um dos senhores. ..
Ella aceita, balbuoiou Navaillee, par
Saber o bypnotico que oadormecerara?
Infelizmente poucos documentos possuimos
sobre este ponto. Alguns dos individuos
em quera fazemos experiencias durante
urna manlia. inteira nao sabem quantas ve-
zes os adormecemos e acordamos : o sig
nal quo lhes d a perccbel-o urna ira
pressSo de fri, um estremecimiento que
dura repelidas vezes muito tempo depois
que acordam ; mas este signal nao tem
grande valor; porque nao s pode falbar,
senao porque pode deaapparecer pela sug-
ge.-tio ; demais, elle tanto menos pro-
nunciado quanto menos prolongado foi o
somno.
Observa-so muitas vezes, no grande by-
pnotismo, o esqueciraento quando se de3-
perta, de tu lo quanto so passou durante o
somno bypnotico. Esse esqueciraento *
completo quando o experimentador tem o
cuidado de dizer ao adormecido que elle
nilo se lembrar absolutamente do nada ;
tambem o esqueciraento tora -se mais pro-
fundo quando o individuo nao foi ium?
diatamente restituido ao estado de vigilia,
mas passou do somnambulismo lethargia,
depois de lethargia, ao somnambulismo, o
i'ahi ao estado de vigilia. Pelo contrario,
a amnesia muitas vezes incompleta quan-
do o individuo despertado immediata-
mente depois do facto de que se deve lem-
brar. Entao a lembranga persisto no es-
tado de vigilia com mais ou menos inten-
sidade. O hypnotico paroce-nos ficar no
mesmo estado de ura dorjnj^ioco .pug-agor-
i&y-'JDl'ft' e8 Vivamente das cousas quo
vio ou Iba disseram durante o somno que
Ihe parece wn sonho. Finalmente, os acon-
tecimontos que sa passaram durante a by-
pnose despertara com grande energa quan-
do podem ser relerabradna por qualquer
objecto ou circumstancia extern?.
VS-se, pois, que impoasivel fazer do
esqu cimento ao despertar urna regra ab-
soluta ; re.lmento podem apresentar-so to
dos os csos, desda o esqueciraento raais
profundo at recordagao mais lucida.
E' mister ter sempre presente ao espirito o
facto de que um individuo polo tazer com
qua o hypnotisado periessa por suggestao
a lembranga de tudo quanto elle lhe fez
83ffrer durante a hypnose.
Essa ausencia de lembranca, que pode
existir espontneamente cu ser realisada
artificialmente at possivel quando o in-
dividuo soffreu urna violencia que provo-
cou um abalo doloroso, mais cu menos du-
ravel. No correr de urna experiencia, um
dessos individuos em estado de lethargia
cae do alto e bata violentamente com a
cabega do solo. Esta excitagUo nao basta
para provocar o despertar, que 60 teve lu-.
gar com um sopro sobro o rosto. Tor-
nan io a si, o individuo espanta-so de adiar-
se com a cabega doida, sent que Boffreu
um murro violento ou um choque, mas
nao pode comprehender como isso aconte-
ceu. Julgarno-no8, pois, com o direito de
dizer que, durante o grande hyptonismo,
um individuo pode soffrer as mais variadas
violencias sem conservar nenhuma lera-
branga, nem sensagao d'ellas, si a violen-
cia nSo dbterminou les3es persistentes, taes
como a attrigo dos tecidos resultante de
um eboquo violento, etc. Acreditamos at
que possivel quo o individuo adormecido
soffressd nesse estado, e, por conseguinte,
sera poder defen ler-se, urna tentativa de
violagao.
Aolado doinliviluo q'ie tudo esquoceu,
conven collocar o individuo que pretende
ter conservado tudo. Que confianga do-
ve-se ter na sui narrativa ? A questao
grave, muitas hypotheses podem apresen-
tar-s's neste caso.
Primoiro qua tudo, possivel quo o byp
dotico estej i do b5. f e ao mesmo tempo
seja victima de urna illuso. Cumpro sa-
ber que o individuo, que, quando desper-
U, acli-se maguado por urna ferida, um
accidenta grave ou desanimador costuma
procurar-lhes a explicaglo.
Aljcumas vezes, imagina por si mesmo.
essa explicago; outrus' veze?, aceitado
tranquillade de sua consciencia; aceita a
mao de Chaverny.
Era certamente um protesto muito t-
mido. Os outros nao fizeram tanto. A
aracaga da ruina tinba produzido effeito.
A vergonha como os raortos de Bur-
ger, que passara depressa.
E principalmente nestes seculos trafi-
cantes que a queda rpida e profunda.
Gonzaga sabia que era-lhe pcrmitto
ousar tudo. Aquelles bomens erara todos
seus cumplices. Tinha um exorcito. Gon-
ziga collocou de novo o ramo no seu lugar.
Basta sobre este assurapto, disse elle.
Estamos do accordo. Ha alguma consa
raa grave. Nao deram ainda nove horas.
Alteza, sabe alguma cousa de novo ?
perguntou Peyrolles.
Nada. Tomei nicamente rs miabas
precaug3es; tsdas as visinhangas do pavi-
Ihao esto cercadas. Gauther Gendry com
einco homens defende a entrada da tra-
vessa. A Baleia e dous outros bomens es-
tilo do lado de fra da porta do jardm.
Lavergue e cinco homens fazem sentinella
no jardim. No vestbulo temos os criados
armados.
E aquelles dous bandidos ? pergun-
tou Navailles.
Cocardasse e Passepoil ? Nao lhe dei
nenhum posto. Esperara como nos ; esto
mili.
Mostrou a entrada da galera, onde li-
ndara apagado os larapeSes desdo a sua
entrada. A porta da galera abri se na-
quelle mesmo instante.
Quem esperam eiles e a quem espe-
ramos nos T parguntou de repente Cha-
verny, cujo olhar nublado teve um lampejo
de intelligencia.
Nio estavas presente, bontem, qaan-
dc recebi aquella carta, meu primo ? disse
Gonzaga.
Nao. Quem espera ?
Alguem, que vom oceupar esta ca-
deira, replicou o principe mostrando a pol-
trona, que estav-t vaga desde o comego da
ceia.
A travegsB, o jardim, o vestbulo, a
escada, tudo isto cheio de bomens arma-
dos, pronunciou Chaverny, com usa gesto
de despreso ; tudo isto para um nico bo-
mem ?
Este homem chama-se Lagardre,
disse Gonzaga, com emphase involuntario.
Logardre I repetio Chaverny.
Depois, fallando corasigo mesmo :
Odeio-o I accrescentou elle ; mas te-
ve-me as soas mSos e compadeceu-se de
mira.
Gonzaga inclioou se para melhor ouvil-o
e meneou de novo a cabega.
Depois, crguendo-se :
Meus senhores, disse elle, julgam que
as precaug3es tomadas sejam suffioientes ?
Chaverny encolheu os hombros e come-
go a rir.
Vinte contra um I murmurou Na-
vailles razoavel.
Com a breca I exclamou Oriol, tran-
quillo com o numero desta formidavcl guar
nielo, nao timos medo.
Julgam, continuou Gonzaga, quo vio-
te homens para espralo, sorprehendel-o,
agarral o vivo ou morto, sejam bastantes ?
Muito, Alteza muito 1 exclama
ram de todos os lados.
En to garantem-me que ninguem me
censurar de nao ter tido prudencia T
Quanto a isso, garanto, exclamou
Chaverny ; o que falta, nao prudencia.
Precisava des3e testemanbo, disse
Gonzaga ; e agora, querem quo lhes diga
a minha opiniao ?
Diga, Alteza, diga 1
Comegaram de novo a bebor.
O Sr. prncipe de Gonzaga levantou se.
A minha opioiao, disse elle com voz
lenta e grave, que nada disso servir.
Conhcgo o homem. Lagardre disse : A's
nove boras, estarei entre os senhores.J
As nove horas,.teremos Lagardre face
face, sei, poderia jurar. Nao ha exercito
que impedir Lagardre de vir entr>vista
indicada. Descera pela chamin ? saltar
pela janella? surgir do soalho ? Nao sei.
Mas, a hora marcada, nem antes depois,
vel-o hemos sentar-se nesta mesa.
Com a breca exclamou Chaverny,
entreguem-m'o a min ; mas homem contra
homem.
Cala-te, interrompeu Gonzaga spe-
ramente, nao gosto dos combates de anlo
e gigante senlo as feiras. Esta convic-
gao to profunda para mim, meus senho-
ses, acereseentoo elle voltando-se para os
outros convivas, que ha pouco experimen-
ta o ago da minha espada.
Desembainhou a espada e fez dobrar a
lamina de ago fbxivel e brilhaute.
A hora approxlma se, concluio elle,
olbando para o relogio, de soalaio ; fagara
eomo eu. Convengan-se de que s podem
contar com as suas espadas.
Todos 83 olhares seguirm o seu, e in-
terrogaran! o mostrador do magnifico relo-
gio de pesos que ecoava na sua caixa de
pao rosa. O ponteiro a marcar nove ho-
ras. Os convivas correram a agarrar as
espadas collocadas sobre os movis.
um tereeiro ; mas em todos os casos acaba
por suggerir a si propro que viu as cou-
aas passarera-se do molo porque as expli
ca ; era outros termof, a explicagao termi
na por umt allueinagao da memoria: assim,
o doente qup, durante o somno, tver rece-
bido uma pancada de outro, pode imaginar
ter dado uma queda ao explicar sua feri-
da, e sustentar com a raaior conviogao a
realidade dessa queda imaginaria. O me
uico legista dev3 estar precavido contra es
ses commentarios e cssas explicag3es de
que o hypnotico serve-sa pora dar coota
dos accidentes quo lhe acontece no. A afBr-
magao do hypnotico s deve ser aceita com
muita preeauglo.
O erro do hypnotico pode provir de
outra causa, da suggestao do experimenta-
dor, que lhe impz uma lembranca falsa.
E' imp.ossivel quo o perito se oriente no
meio de todos estes phenomenos e declare
categricamente : As cousas passaram se
assim.
Finalmente, ultima hypathese, o hypno-
tico que d conta no estado de vigilia de
tudo quanto teve lugar durante o somno,
pode simular. Esse perigo da simullaglo
existe om todo estado de cousa, qualquer que
seja o estado somnatieo do individuo. Mes-
mo quando nos acharmos em presenga de
um grande hypnotico, nao dovemos ouvir
cegamento tudo quinto elle rifere. O juiz
processanto poda aproveitar um
nbo e jazeLdAll4-HrTIo"~qiB Ira convier,
poiando-so sobre os outros faetos da cau-
sa; mas o perito nao ple proceder do
mesmo modo.
Temos at agora considerado o indivi-
duo no estado do repouso. Tomeraol-o
agora no estado de activdade, sob a in-
fluencia do suggestoes ou mesmo- de exci
tag3es.
Coraecemos pelo estudo das allucinagois.
O hypnotico pode s^r levado, por exemplo,
a errar sobre a identidado de uma pessoa
ou a aceitar a presenga de uma pessoa au-
sente, cujas feigSes, voz, etc., reconhece-
ria. Comprehender-se-hao as consequen-
cias possiveis dessi illusl) ou dessa hallu-
cinagao, si um acto criminoso viesse a ser
uommettido contra o hypnotico ou perante
ella nessas circumstanuias, do quo resulta-
ra a accusaglo de um innocente, que sera
sustentada com a mais profunda convhgao.
A illuslo ou a hallucinaglo polo referir sa
ao propro acto e ter consequencias anlo-
gos.
Alguns autoras trataram recentemente
desta questlo, cuja importancia, j de ha
muito, tinhamos assignalado. Imagioaram
experieneas dramticas qua puzeram pa-
tentes essas applic-igo !s criminaes da hal-
lucinagao hypnotioa. Julgamos til repro-
duzcas.
E' possivel, no estado de somnambulis-
mo provocado, suggerir idea fixas, impul-
sos irre88tveis os quaes o hypnotico acor-
dado obedecer oom precisao methematica.
Podor-se ha conseguir qae um individuo es-
creva promessas, ttulos de dividas e confis-
so:s de nutureza tal que o prejudiquem.
Pde-so tambem, armando-o, fazer com
que cemmetta qualquer crime que se imi-
Entreguem-m'o I repetio Chaverny ;
s eu e ello.
Onda vais? perguntou Gonzaga a
Peyrolles, que se diriga para a galera.
Fechar esta porta, respondeu o pru-
dente facttum.
Deixe esta porta. Disse que ficava
aberta, ha de ficar.
E' um signal, meus senhores, conti-
ouou ello dirigindo-se aos convivas que es-
tavara armados. Se os dous batentes se
fecharom, alegrem-ae ; isso quer dizer :
O inimigo raorreu. Mas, emquanto cs-
tiverem libertos, acautellera se.
Peyrolles collooou-so na ultima filera
cora Oriol, Taranne e os financeros.
Junto de Gonzaga estavam Choisy, Na-
vailles, Noce, Gironne, todos os fidalgos.
Chaverny estava do outro lado da mesa
o raais prximo da porta.
Tinhara todos as espadas as mao3 ; to-
dos os olhares tinhsm-se fixados vidamen-
te na galera sombra.
Certamente, aquella espera inquieta e
solemne dava uma grande idea do homem
que ia chegar. O r-logio fez aquolle rui-
do surdo que produz a machina no instan-
te de dar as horas.
- Esto promptos, meus senhores ? per-
guntou Gonzaga, olhando para a porta.
Estamos promptos responderam to-
dos ao mesmo tempo. _
Aosbavam de contar-se.
O numero d muitas vezes coragem.
Gonzaga, que tinha a ponta da espada
cravada no soalho, pegou no copo que es-
va sobre a mesa e disse com ar de gracejo
no momento em que dava a prmeira pan-
cada das nove horas:
/ A' saude do Sr. Logardre ; com o
copo na mao e a espada na outra.
Levantou o copo.
Com o oopo na mao e a espada na
outra, repetio o coro.
' Depois conservaran) se silenciosos com
a taga chea e com a espada na mao. Es-
peravam, espreitado e com o ouvo atiento.
Durante aquello grande silencio, um rui-
do de ferros ouvio se fra. O relogio da-
va 88 pancadas lentamente. Levou um se-
cuto a dar as nove pancadas. Na oitava,
o ruido de ferro quo se ouvia fra ces30u.
Na nona, os dona btanles da porta fecha-
ram-se bruscamente. Houve um grito pro-
longado. As espadas abaixar ra se.
A' morta de Lagardre exclamou
Gonzaga.
A' morte do Lagardre 1 repetiram
os convivas, "irando os copos de um tra-
ga.
S Chaverny nao se moveu e conservou-
gin. Poderiamos citar certo numero de
autos, pelo menos inconvenientes comraet
tdos por hyaterioos qua nlo erara senlo
miniaturas de oriraes experimentaos com-
raettidos por um individuo inconsciente e
dirigidos por um criminoso incgnito.
Muitas vezes, na Solptrire, entregou-
so um hypnotico uma faca de cortar papel,
uizendo lhe qua ora um punhal, o deu-sa-
ihe ordem para assassinar um de seu3 assis-
tontos.
Ao desportar, o doanta gira em torno de
sua victima e fere-o do repente cora tal vio-
lencia qua hestuu so em continuar ness i
experiencia.
Tambera suggeriu-se-lho n dea do rou-
bar objectos, por exemplo, photographias,
etc.
Estes factos mostrara qua o hypnotico
poda tornar se em instrumento de crime de
terrvel precisao e tanto mais terrivel quan-
ta immediatamente depois de commettido o
acto, tnlo poda ser esquoc-ilo, o impulso,
o somno e o qua o provocou.
Cumpro notar alguns dos caracteres des-
sos actis suggerdos que os toruam parti-
cularmente perigosos. Essas iinpnlsS-s sao
su3ccptiveis de dar lugar a actos crimino-
303, cuja natureza poda variar, por assim
dizar, at ao infinito, que conservara, po
rm, o carcter quasi constante da um im-
pulso irresistivel com couscienca, isto ,
qua o individuo em plano uso de sua r e tendo consciencia de sua ide-ntidade, na>
pode lutar con'ra a forga que o arrasta a
executar um acto que, demais, elle pode
reprovar Levado ao cabo por uma forga
lo alguma sorte fatal, o hypnotico nao tom
essas duvidas o essas hesitagSes do um cri-
minoso que acta espontneamente; compor-
tado com uma trtnqullidade e seguranga
qua garantiran], om caso contrario, o suc-
cesso de seu crime. Alguns dos nossos
doentes nao ignorara o poder da suggestlo;
e quando querem absolutamente coramet-
ter um acto, para o qual roceiam que Ibes
falte coragem a audacia no ultimo momen-
to, t.o o cuidado de fazer com que lhe
seja suggerida pelos seus companheiros.
Finalmente, o que augmenta o parigo
dessas suggestlas ermiosas que o acto
pode, vontado do experimentador, Ber
^COlBmetds^lg'umas horas, o taivz alguus
das depois da suggestlo ; factos desta or-
dem referidos pela prmeira vez pelo Sr.
Ch. Richet, ulo slo excopcionaes ; temos
observado grande numero delles.
A realidade do factos deste genero nao
pode ser negada boje ; mas, quando se
trata de apresentar a prova, em um caso
dado, a difficuldade enorme.
Com effeito, nao temos para os actos
impulsivos o mesmo criterio objectivo que
para as allucioagSes, as paralysias do mo-
vimiento e da sensibilidad. O perito bem
concordar, conservando se em mxima
reserva.
oas nesse estado, e o Sr. Petras mostrou
qua a mentira ni i mpossivel. Um hyp-
notisavel pode ser ao mesmo tempo um
criminoso, e no se dev admittir a sug-
gestlo senlo quando sa tver feito a pro-
va material, ou que, pelo menos, os factos
da cansa permittam deduzil-a necessaria-
menta.
A siraulaglo nlo seria o unreo perigo
de un interrogatorio foito durante o so-
nambulismo. Podo acontecer qua um ma-
gistrado ou um medico, pela insistencia de
suas perguntas e pela autoridado de sui
voz, incuta, mo grado seu, suggestoes
qu9 raodifiquem as recordac3es do hypno-
tico e produzam nelle haltucinigSes ua
memoria. Finalmente, ultimo perigo : o
da prever que as interrogagSes feitas ao
individuo podem ser roallogradas por uma
sugg"stlo mais antiga, pela qual se pro-
hibiaso ao hypnotico fallar de certos acn-
tecimentos. E' certo que, com alguma ha-
bilidade, consegue-se inutilisar essa pro-
hibiglo, por exemplo, revestindo, por sug-
gestlo, a personalidade do primeiro opera-
dor ; mas os factos j citados bastara para
mostrar que o interrogatorio de um byp-
notico ;nao offerece garantas suficientes
de sinceriiade.
Com muito mais razio deve-se repellir a
questdo por hypgnotismo. Tem-ao procu-
rado saber se nlo seria permittido tirar
partido da hypnolisaglo para adormecer
um reo ou um aucusado, contra sua von-
tade, o ooter confissSes ou informagSes
sobro os factos da accusaglo. Ejse proces-
so, que faria lembrar o da tortura, tera o
mesmo perigo : o de fazer com quo o reo
confessasso crimes que nlo tivesse com-
mettido.
Resumindo, diremos que a suggestibili-
dade mrbida, quer saja posta em jogo du-
rante o bypnotismo, ou nlo, s pode ser
estabelocida entro os hypnotisaveis segun-
do os caracteres physicos fornecidos pelo
individuo. O medico perito, cujo papel
esclarecer a justiga, e nlo arrancar lhe cri-
minosos, deve limitar-se a essa estudo.
Ella bode estabelecer oxperimental-
menta que tal individuo ou nlo hypno
tisavel e que, no hypnotismo ou sob a in-
fluencia da una suggestlo hypnotioa, po-
dem-se reproduzir sobre elle os phenome-
nos quo esto em causa; mas s pode por
em evidencia a possibilidade do facto ;
caba ao juiz processan';e estabelecer a sua
realidade.
\ BlKET E FB.
Em uraraa, o principal carcter dos fac-
tos de suggestlo a perda da lembranga;
o bypnotico nlo sabe nem de quem, nem
quando, nem como recebeu a suggestlo.
Essa amnesia pode ser espontanea ou pro-
duzida por suggestlo ; mas essa amnesia
um phenomeno do estado da vigilia;
ella desapparece quando se mergulha no-
vamente o individuo no estado hyonotico ;
entao a lembranga de tudo que se passon
duranta a hypnose reconstitue-se, e o in-
dividuo podo indicar oom precalo muitas
vezes notavel o autor da suggestlo, o lu-
gar, o dia e a hora em quo foi exercida a
suggestlo sobre elle, menos que por uma
suggestlo especia nlo se lhe tenha orde-
nado esquecer tudo. E' esta a oceasilo de
perguntar sa um aecusado que invoca uma
suggestlo para defeza o submette-3a
experimentaglo, pode ser interrogado com
proveito, ainda quando offerega tolos os
caracteres somticos proprios do somno
somnambulic e baja certeza de estar-se
ao abrigo de qualquer embuste.
Tiremos occasil. de mostrar que certos
individuos slo capazes de fazer resisten-
i^gasaii
se silencioso. Maa viram de repente Gon-
zaga estremecer no momento em que leva-
va o copo aos labios. No meio do quarto,
as capas e os chales amontoados sobre o
Corcunia oscillaram e levantaram. Gon-
zaga nlo pensava mais no Corcunda.
Ignorava, alera disso, o fim de sua leu-
ca erapreza. Gonzaga dissera : < Nlo sei
sa elle saltar pela janella, so cabir da
chamin ou se surgir do chlo ; mas na
hora marcada, vel-o hemos entre nos, ven-
do aquella massa que sa mova, deixou de
beber e pdz se em guarda. Uma garga-
lhada secra e estridente sahio debaixo das
capas.
Aqu cstou, disso urna voz penetran-
te ; aqui estou, aqu estou I
Nlo era Lagardre.
Gonzaga coraegou a rir e murmurou :
E' o nosso amigo o Corcunda.
Este poz-se em p, pegou n'ura copo e
aproximndose dos bebedores :
. Por Lagardre I dissa elle ; o pol-
tro soube que eu estava aqui, nlo ousou
vir I
Pelo Corcunda Pelo Corcunda I
gritou o coro rindo-se ; viva o Corcunda I
Eh I eh I meus senhores, disse este
com simplicidade ; quem nlo conhecesse
como ou a sua valenta e que os visse to
alegres, julgaria que tnham tido um gran-
de medo. Mas que querem esses dous bra-
vos ?
Mostrava dante da porta fechada da ga-
lera, Cocardasse e Passepoil, immoves
como duas estatuas. Tnham um ar trum-
phante.
Viemos trazar as nossas cabegas, dis-
se o gasclo bypocritamente.
Cortem-nas I accrescentou o norman-
do, mandem mais duas almas para o co.
Reparaglo de honra I exclamou ale-
gremente Gonzaga ; dm um copo de vinbo
a estes bravos ; baberam cranosco.
Chaverny olhava para elles com o dea-
gosto com que se encara o carrasco.
Afastou sa da mesa quando elles se ap-
proximaram. I
Palavra I diase a Choisy, quo estava
junto dalle, creio que, se este Lagardre
viesse, eu estara do lado delle.
Cala-te I disse Choisy.
. O Corcunda, que o ouvio, mostrou com
o dedo Chaverny a Gonzaga e perguntou-
lhe :
Sua Alteza tem bastante confianga
naquelle homem T
Nlo, respondeu o prncipe.
Cocardasse e Passepoil bebiam com os
outros convivas. Chaverny, que recupe-
rava a razio, cscutava-os. Passepoil tal-
UTTERATM
I
N
'* K

OAMIGODOMAEIDO
POR
JULES MA.RY
-(*)-
(Ct XU
Catharina sentio subirem-lhe as lagri-
mas aos olhos; tinha vergonha de si raes-
ma !...
Mme. Barbarain estere doente durante
alguns das.
Eram paseados dous ou tres mezas, des-
de a morte de Gilberto.
A dor as duas senhoras nlo era me-
nos viva, mas tinha-se tornado mais cal-
ma.
A prmeira vez que Mme. Barbarain
foi, sem Thereza, casa do Holgan, esta-
va preoecupada, inquieta. Este pergun-
tou lhe a causa desaa inquietado e ella
respondeu:
Vou dizer-lhe. Approxime se, Ca-
tharina ; desejo que me oug* tambem;
preciso da opinilo e dos conselhos de am-
bos...
(Contina.)
lava do gblo branco ensanguentado ; Co-
cardasse contava do novo a historia do am-
phitbeatro do Val de Grace.
Mas tudo isso infame, disse Cha-,
verny, approxmando-se rpidamente de
Gonzaga ; mas evidente que fallam aqui
de un homem assassnado I
He i a ? disse o Corcunda, agrado
uma admiraglo profunda, d'onde sabio
este ?
Cocardasse, insolente, apresentava neste
momento o seu copo a Chaverny, que vol-
tou-se com horror.
g Irra I disse ainda Esopo II, este fi-
dalgo parece-me ter singulares repugnan-
cias !
Os outros convivas estavam silenciosos.
Gonzaga collocou a mo sobre o hombro de
Chaverny.
Tome cuidado, primo, murmurou elle,
bebesto muito.
Pelo contrario, Alteza, disse-lhe Eso-
po II ao ouvido, aeho quo o primo nlo be-
ben bastante. Acredteme, conhego-me.
Gonzaga fixou nelle o seu olhar descon-
fiado. O Corcunda ra-se e meneava a ca-
bega como um homem que est certo do qua
diz.
Bem, disse Gonzaga ; talvex tenha
razio ; entrego-t'o.
Obrigado, Alteza, respondeu Esopo H.
Depcis, approximando se do marquez,
com o copo na mo, accrescentou :
'Begeita tambem beber commigo ? E'
uma compensaglo.
Chaverny comegon a rir e estenden o
copo.
A's suas bodas I lindo noivo, excla-
mou o Corcunda.
Sentaram-se em frente um do outro,
cercados de testemunhas e juizes de com-
bate. O duello baocbico recomegava entre
elles. No sallo, onde a orgia tinba res-
plandecido at entlo, todos tinham um peso
de menos no coraglo, um peso enorme.
Lagardre morrera, visto que tinha fal-
tado Ba palavra; Lagardre vivo e dei-
xando de vir entrevista marcada, eiaim-
possivel. O propro Gonzaga j nlo tinha
duvida. E ordenou a Peyrolles que fizea-
se uma ronda por fra, e que inspeccionas- .
se as sentinella8 ; era o excesso de pruden-
cia italiana. A precauglo nunca preju-
dica.
[Continuarse ha.)


^^
Typ. do Diario roa Duque de Caxias n. 43,
V
r
mi i
iLADtl 1


Full Text
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