Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18145


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Full Text
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AJSJSO LAVJU JNUMBilO 87

-FEIRA 21 DB ABRIL DE 1891
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DIARIO DE
PROPRIEDADE DE MANOEL FIJEIROA f E FARIA FILIOS

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NO SE PAGA PORTE
* *
Por tres mezes adiantados 6$000
Por seis ditos idem..... i2$000
PoramaoDO idem...... 23JU00
Cada Damero avalso.

1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCACOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA:

Os Srs. Amede, Prince & C, residentes em Pars, 34 rae de
ProveBce.
TELEGRAMAS
imm rnmiM so szabic
BIO DE JANEIRO, 20 de Abril s 3
horas e 35 minutos da tarde.
Foi nomeado juiz de direito da comarca
de Coroat, no Estado do ttaranhSo o ba-
charel Antonio Joaqnim de S Ribeiro,
sendo considerada nulla a sna anterior no-
meacSo.
Foram consideradas nullas as ante-
riores nomeacd'es dos juizes de direito Goc-
alo de Agniar Brito de Bastos e Bemvin-
do Pinto LobSo.
Foi nomeado lente cathedr&tico da
Facoldade do Direito do Recife, o Dr.
JoSo Bastos de Mello Gomes, sendo con-
siderada nulla a nornea cao do Dr. AdriSo
Pereira da Silva.
Foi nomeado preparador de physica
e chimica; o pharmaceatico JoSo Francis-
cscj Bettenccnrt.
Consta que esto assignados os de-
cretos reorganisando a guarda nacional de
Pernambuco e tornando extensivo aos Es-
tados o decreto qie den nova organisacSo
a do districto federal.
Falleeeu o conhecido e abalisado ad-
vogado Dr. Josino Silva.
LISBOA, 18 de Abril.
Em deferencia a S. M. o Rei D. Carlos,
o ministro das obras publicas retiroa o sen
pedido de demissSo.
para todo o seo destino, em forma de orna cida
de terrena (am Estado trra).
em Estado detioitivo poltico, se fusse elle ? ulti-
ma pessoas superior na sociedade.bumana. Po-
rm a nossa bumamdade por suas geracoes e
povos propaga se em tempo e em espaco sem in-
te rrupsao por toda a trra, como o solo do sea
dc8tioo. As nameroas habtacoes, respectiva-
mtnte subordnalas e coordenadas, que a nata-
jssStJStiuTSSisa: i ssa rs m i,or
de montes dan a nrimeira or-rWso n km i* fu reunidos com todos, como um povo e Estado,
E' pois manifest qae neabam povo, antes da
I sna reuniao com outros povos e com todos, pode
I entrar no desemperno das relaces e condices
' do sea destino universal; nenhuin em particular
I tem inteiro conhecimeoto d'essascondicCes, nem
formando nacoes e povos ; mas ficaudo sempre
indeievel a memoria de nma familia commum e
a secreta esperance de urna reuniao ultima.
JiTambem a trra em si, e como parte do nosso
FYstema solar, um corpo orgnico que se des-
euvolvf rom lei natural nosseus productos e em
todos os seas individuos. Um asseolo e morada
terrena e urna sociedade humana sobre ella sao
termos que se corresponden!, tanto na ideia como
na realidade histrica. E como o estado e o di-
reito acompanbam para toda a parte o sojeito
moral como forma condicional do sen destino,
deve fuadtr-se em devido tempo e em correspon-
da com a historia um direito e estado definitivo
em virtude de coodicOes totaes da bumanidade
to os doi8 de espirito e os beneficios, que a na-
tureza reparte com tanta irregular iaede. Por
coosequencla os povos sao chamados a ser sobre
a trra nm pevo e Estado commum e bao de sel-o
um dia.
Todas as relacoes fundadas na natureza huma-
mana como condices socialmente exigiveis, e
as qae resultara da vida da trra em relaco
com a bumadidade, sero efectivas algum dia
assim como sao antecipadamente exigidas ; por-
que todas sao melos legtimos em razio dos flns
numanos, e urnas aps outras nao de euieitar-se
forma condicional d'esses fin.
(Continua)
me orncuL
i-oterao da EUd dr Pernambuco
3.* Secco- Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 2 de Dezembro de 1890.
O Desembargador Governador do Estado, atlendendo ao
que requereram os cobradores daRecebedoria do mcsmo Estado
rrederico Columbiano da Silva Guimaraes e Joao Bernardo do
Reg Valenca, e
Usando da attribuicao que lhe confere o Decreto Federal
n 7 de 20 de Novembro de 1889 ;
Decreta;
Art. i. Fica revogado o artigo 4." do Decreto orcamentario
de 4 de Marco do corrente anno e restablecido o artigo 14 da
lei n. 2009 de 1 de Julho de 1889,
Art. 2. Ficam revogadas as disposic5es em contrario.
9 Secretario do Governo faca publicar o presente Decreto,
expedindo as ordens e communicagoes necessarias.
Jos Antonio Correa da Silva.

imirensa se
o, Jornal de
PABA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados. 13J500
Por nove ditos idem..... 201000
Por am anno dem. 2rj$000
Cada oamero avalso ....... $100
IHSTBDCqO POPDLAB
L3ALIL SmiBABE
PABA A VIDA
IDEAS PREUHXARB8
CContinuaccb)
SEGUNDA PARTE
vi
IDEIA DA HMANIDADE AS SUAS SOCIEDA-
DES FCNDAMENTAE8
114
Peaaoaa eeatado polticos prclae*
dentro do povo
Toda a sociedade humana, segundo a'sua na-
tureza e li.n activo, funda dentro de si urna pes-
soa e estado poltico, em virtude do rim ; porque
toda a pessoa livre converte-se logo em condtcao
activa de seus Qns, e julga-se nelle condicao par-
cial dos fas totaes humanos. Por coosequencia
toda a sociedade activa funda um direito e esta-
do interior exterior, determinados em particular
pela materia da sua actividade social. *
Toda.a sociedade, as sociedades pessoaea (fa-
milia, amizade, povo e bem assim as socie-
dades reaes (sciencia e arte) e at as socieda-
des form&es fundam immediatamente dentro e
fra i ma per8onalidaaee representac&o^em vir-
tude de suas condieces, ao passo qae estas de-
pendem da liherdad propria ou alheh (formam
estado ; constituem-se).
D'aqui segu se qae tambem o Estado, como
3 pessoa e constituido publica para o direito,
deve recoobecer as sociedades particulares como
outras tantas pesseas e estados e organismos
polticos e jurdicos.
S debaixo desta lei podem as pessoos infe-
riores do povo assegurar o cumprimento do s u
im, s assim abrangecada povo como sociedade
poltica todoB os direitos e pessoas do mesmo
em forma de am Estado poltico.
Alm disso, cada sociedade activa est a3so-
cieda no povo em direito com as restantes- so-
ciedades reaes e formaes dentro do mesmo
novo.
Por con:equencia toda a sociedade, como su-
jeito condicional constitne o sen estado relati-
vamente ao estado de todas as outras e do todo,
e nesta forma obra cada urna subordinada as sa
neriores do sen gf ero immediatas, oa mediatas.
115
povo e Enfado na aoeleda
de poltica Humana
Todo o povo que mantem personalidade pro-
pria (soberana p litica) na sociedade humana,
sendo em verdaie em todos os seus Qns urna con-
dico livre e activa do sen destino, deve ter di-
reito proprio e estado proprio ; porque tao im
mediato como esta comsigo para a realisacao de
seus fina humanos, tao immediato e inherente
lhe o sen Estado como exprsalo das condi
c0e& relativas a vida total do proprio povo.
S o poio que possue um carcter nacional, e
conbece claramente o sen fim histrico, acerta
m conhecer as condiges permanentes e as ac-
tuaes, da sua vida, e saoe encontrar os meios
legtimos e opportuuos de realisal as, a form
#o Estado qae lhe coovem e as pessoas (os pode-
res) que devam tornal-a effectiva na representa-
gao do to to. Os restantes povos, obrando segun-
da o direito como sociedades coordenadas na
sociedade humana, devem prestar apoio e reco-
nbecimento a constituicAo livre-polica de cada
aovo.
Fallamos aqui de povos chegados a maiorida-
e moral e poltica, de povos qae teem perfeito
conhecimento do sea destioo, e vontade com-
uium e constante de o realisar, e que alm disso
tao descaran) a sua educacAo poltica por imper-
telcAo cu vicio da sna cultura humana Porque
jovos menores que 0S0 sabem reger-se com li-
vre vontade, cabem de um modo oa oatro se-
gundo urna lei da Historia, deOaixao da depen-
dencia de povos maiores mais cultos, mais for-
tes, e mais adiantados na arte poltica.
Esta dependencia Dude at ser proveitosa aos
povos subnetiidos, quando com ella se desper
a o seu sentido moral e com este o eentimena
4a sua personalidade poltica (nacionalidades
Mas esta dependencia tornase damnoaa e aoti-
kumana (tyraonica), quando debaixo delta o povo
lea BDjtito na sua primeira menoridade ou quon-
4o, por abuso do povo conquistador, aqueile
materialmente aggresado a um Estado estraoho
ara ser absorvido nelle. -
w 116
0 pavo e Balado aaaaaaoBasado
terreao
Todo opovo isiaria antorisado a censtituir-se
DESPACHOS DO DIA 18 DE ABHIL DE
1891
Abaixo assignados, negociantes matriculados
e estabelecidos n'esta cidade.Informe o iaspe-
ctor do Tbesouro do EsUdo.
Anna Gezar de Almeida Pessoa.-Informe o
inspector do Tbesouro do Estado.
Antonio Goncalves Pires Ferreira.Informe o
inspector do Tbesouro ds Estado.
Antonio Maa Marques Ferreira.Informe o
inspector da Hygiene Publica.
Aatcnio Jos Moreira.Informe o inspector do
Thesouro do Estado.
Ambrosina Amelia Gabr-1 de Arroda.Defe-
rido, com officio de boje ao inspector do The
souro do Estado.
Antonio Rodrigues de Lima.Iodeferido, em
vista das nformages.
Arcelino Elisio Cardoso Ribeiro.Ao coronel
commissario gerat das guardas locaes para que
em conseibo com o promotor e o juiz substituto
competentes, tomem conhecimeoto do assumpto
e desatistem o requerente se proeflerem as alie
*.
nedicto Lopes da Barros.Requeira a queic
autorisou o fornecimento.
Fielden Brother3.Informe o inspector lo The-
souro do Estado.
Bacbarel Joaquim Andr Bentzen.Encaminhe
se, pagando o interessado o porte.
JoSo Baptista CarvalhoAo commissario da
guarda local de Garanbnns para que em conselno
com o promotor publico e o juiz municipal do
termo tomem conhecimento do assumpto e des
alistem o requerente se prooederem as allega
(oes.
Jos Luiz Netto de Mendonga.Passe portara
designando o 2o batalbao de infantara da guar*
da nacional da comarca do Recife para o peticio
nario ti car a elle a agregado.
Luiz Jos da Silva Purgo.Informe o subdele
gado so 1" districto de Gravat, presidente da
commissao sensitaria do 2* districto do mesmo
municipio.
Manoel Damasin dos Santos.Infcrme o Dr.
juiz de direito da comarca de Goyaana.
Secretaria do Governo do Estado de
Pernambuco, 20 de Abril de 1891.
O porteiro,
H. M. da Suva.
Repai tH-o da pollela
2.a8ec9Zo.N. 84Secretaria de Po
licia do Estado de Pernambuco,, 20 de Abril
de 1891.
CidZdSo governador.Partioipo-voa que
foram recolbidos a Casa de DetencSo oe
seguintes individuos :
No dia 18:
Aminha ordem, Jcao Aatonio do Nascimento,
Josino Rodrigues da Silva, conhecido por Bento
Joao Pereira da Silva e Manoel Joaquim Ferrei-
ra Braga, vindos do termo do Rio Formoso.
A ordem do subdelegado da freguexia do Re-
cife, Joao Bernardo da Costa, como gatuno.
No dia 19 :
A'minha ordem, Francisco Antonio de Fran-
ca, remettido pelo delegado do termo de Flo-
res.
A' ordem do subdelegado do 1" districto de S.
Jos. Manoel do Nascimento Oliveira, Hypoli'o
Silvano da Silva, Jos Cbristovao do Carmo, Se-
verina da Silva Saraiva e Vicencia de tal, como
de8ordelros.
A' ordem do subdelegado de Afogados, Jos
Severno de Oliveira, por offeueas a moral pu-
blica ; e Alfredo Cardoso do Carmo, A requesi-
cAo do Dr. Delegado do 1* districto da capital.
A' ordem do subdelegado do districto de Be-
lm, Bernardo Jos de Mello, por crime de feri-
mentos ; e Franquiiino Ferreira do Espirito-
Santo, como vagabundo
A's 4 horas da madrugada de bontem e aa ra
da Coitenda da freguezia da Graca, o individuo
d nome Miguel Pereira de Castro praticou um
ferimento de faca na pessoa de Joo de Deus.
Contra o delnqueme qae evadi se, precde-
se nos termos do ioquerito policial.
__O subdelegado do districto de Belem abri
ioquerito contra os individuos de nomes Beroar
do de Mello e Tranquilino Ferreira do Espirito
Santo, os quaes foram presos em flagrante por
baverem ferdo a Adeliao Alexandre de Lima.
Ante bontem, por volta de 9 horas da noi-
te, encontrando-se Benedicto Jos Soares, na tra-
vesea dos Gnararapea, com Samuel de tal, tra-
vou-se de razes cm este, ferinlo o em seguida
com urna navalba com que se achava armado.
Contra o delnqueme, qae evadto-se, procede o
subdelegado respectivo na forma da lei.
Anda ante bontem, em nm sitio no logar
denominado Lamarao da freguezia do Poco da
Panella, cabio de urna Jaquea o individuo de
Dome Antono Coelbo de Mello, de 53 annos de
idade, vndo a fallecer, em consequencia da que-
da, horas depois.
0 sundelegado respectivo tomou conhecimento
do facto e proceden as diligencias da lei.
Sade e fraternidade.Ao desembar-
gador Jos Antonio Jorris da Silva., mu
to digno
chefe de
Britto.
governador deste
polica, Oaudino
Estado.- O
Eudoxio de
Thesouro do
de Peruana-
DK 8PACHOS
DE ABELL
Batado
anee
DO DIA 18
DE 1891
JoSo Manoel de Franca e Jos Cordeiro
dos Santos.Informe o cidadSo Dr. con-
tador.
Jos Augusto Porto Carreiro.Ao ci-
dadSo Dr. contador para os devidos fins.
Numeriano Augusto de Mello.Volte
ao cidadSo Dr. contador pera apreciar a
informaoSo da seccSo do contencioso.
Domingos Jos Ferreira & C. Ao ci-
dadSo Dr. contador para mandar escrip-
tarar.
Jos Mauricio de Alencar, Maria Rita
de Carvalho e Silva, bacbarel Ayres de
Albuquerque Gama e Maria Francisca de
Jess.Registre-ee e facam-se as notas.
Costa Ramos C. e Fueatemberg,
Le moa & (?.Ilaja vista o oidadS Dr.
procurador fiscal.
Empresa da Estrada de Ferro do Ribei-
rSo a Bonito.A vista das informales
nSo procede a reclama^So da peticionaria.
Manoel Bento de Oliveira e Manoel de
Moura e Silva. Informe o cidadSo admi-
nistrader da Rocebedoria.
Ernesto Arcelino de Barras Franco.
Volte ao cidadSo administrador da Rece-
bedoria, para fazer as precisas notas.
Major Ricardo Jos Correia Lima.
Nada ha que deferir em vista das inlor-
macSes.
INTERIOR
SL DO BRAZIL
Pelo paquete nacional Espirito Santo, bon-
tem ebegado a este porto recebemos apenas jor-
naes da Babia, Sergipe e Alagas, sendo qae os
dos outros Estados foram trazidoa pelo inglez
Lanca$tre.
Estado da Babia
Datas al 16 :
No dia 13 tomaram po se de substitutos
da Faeuldade de Medicina, os Drs. Pedro da Luz
Carrascosa da 1' seccao e Joaquim Malheus dos
Santos da 9* secgao.
Pelo Dr. director da Faeuldade de Medici-
na foram designados para substttuirem aos len-
tes Drs. Egas C. M. S. de Aragao, o Dr. Ray-
munde Nina Rodrigues ao Dr. Manoel Victorino
Pereira, o Dr. Jos Pedro de Souia Braga, ao Dr.
Antonio Pacheco Mendes, o Dr. Joao Agrippino
da Costa Doria e ao Dr. Mapoel Dantas, o Dr.
Allredo Them de Britto, durante o impedimen-
t dos meamos. .
Foi em congregaco da mesma Faeuldade
a p pro vado que se ejderecasse ao governo a se
guite proposta :
Qae fossem conservados nos lagares para qae
faram nomeados os lentes catoedraticos, substi
tutos e preparadores, cujas habilitacoes j hou-
vessem sido reconbecidas em concursos anterio-
res sobre as materas da cadeira oa seccao em
qae se acham collocados.
A congregaco nomeon ama commissao com
posta doDrs. Virgilio Damasio, Santos Pereira
e Braga para apreseatarem a lista dos qae estAo
as condicoes da proposta approvada.
Lemos no Etado da Baha, em sua edicao
do dia 16 :
Com toda soemnidade foi bontem inaugura-
da a nova Facoldede de Direito deste Estado.
< A ceremonia vericou-se as 12 horas, acban
do-se pre entes S- Exc. o Sr. Dr. governador do
Estado, Dr. chefe de polica, directores da lu-
struccao publica, bibliotheca publica, Faeuldade
de Medicina, lentes da mesma escola, deputa-
dos ao congresso nacional e membrts da aasem-
bla constituinte do nosso Estado, funecionarios
pblicos, acadmicos, collegiaes, todo collegio
S Jos encorpsrado, crescido numero de pes-
soas gradas e grande concurso de povo de todas
as classes sociaes.
Muius senhoras distinctas de noeaa primei
ra sociedade, anda mais abrilbaotaram com
suas presencas essa luminosa festa, que aesigna-
la, por certo, um, nova era de grandeza para a
instruccAo publica desta trra, digna por seus
ltalos de honra, digna por suas tradicOes de
gloria, deste e outros commettimentos que affir
mam o progreasso, esma^am o indifferentismo,
dando vida e luz de verdade e sciencia de que
tanto carecem os povos, o que mais taes pro-
ficuo.
.
:
4.945
4803
4 566
4e421
4-J96
4.28
4.221
4.130
4.051
4 036
4 OU
4.011
3.982
3.970
3 913
3 898
3.859
3.754
3.744
3.648
3 526
3371
3.366
3.333
3.328
3.065
3.016
A imirensa se fes representar pelo Correi
do Poto, Jornal de Noticias e et.ta fo'ua.
ADerta a pesso prlo directorda nova Faeul-
dade, o Sr. Dr. Eduardo Ramos, qae em bem
elaborada allocujao coogratolou-se com o povo
pela .inaagurajao da institulcao, segriram se
com a palavra os Srs Dr. Filgoeiras orador ofi-
cial, Dr. Jos de Oliveira Campes, que produzi
ram importamissimos discursos TrasybuloFer
ra, en> neme dos acadmicos de direito, e por
ultimo e ham conhecido e festejado poeta Ale
Xoodre Fernandas, exbiDiodo mais urna bonita
poesa tffci Boa 'lavra : todos os oradores foram
muito apptatididos.
,j* Em saguida S. Exc. o Sr. Dr. governador
declarcu inaugurada nova Faeuldade de .rei-
to da Babia.
Por oroposta do Sr. Dr. director desea Fa-
euldade feita congregaco presente, ticou de-
liberado qae da acta da instalacAo fossem ex-
tradas 4 copias, para serem remettidas ao pre
Bidente da Repblica, ao governador do Estado,
ao archivo publico, ficaudo ama archivada na
secretaria da nova Faeuldade.
O acto da ceremonia terminou a 1 1(2 hora
da tarde.
O edificio onde tem de fnnecionar a nova escola
situado roa do visconde do Ro Branco, eslava
devietmente ornado? tendo comparecido a banda
marcial do 9." bataiho de liaba qae preenchia
os intervallos agradavelmeote.
Si bem que pequeo para comportar o avalla-
do numero de pessoas que a elle concorre ram
hontem, t davia de commodos para os fios que
visa, e de bonito aspecto.
Aos propognaderes da grande idea de bontem,
verificado hoje entre applaus03 de nma popula-
cao, especialmente ao Sr. Dr. Jos Machado de
Oliveira, a essa pUiade de homens superiores,
que, escudados oa f e pelo gladio da perseve-
ranea, acabara de conquistar urna esplendida
victoria ao indifferentismo homens desta trra,
dii igimos aioda urna ves nossas felicitacOes.
Igualmente congratulamo-nos com o povo
bahiaoo pelo magno acontecimento.
Batado de Mergipe
Datas at 15:
Lemos no Republicano de 9 do corrente :
E' fallecido o Dr. Joo de Almeida Lopes,
juiz de direito da comarca do Riachuelo.
Esse intelligente sergipano e integro magis-
trado morrea moce, legando como patrimonio
consternada familia sua filustre memoria, a que
nao faltarao as consideracOes qae o cercaram
oa vida.
Sentimen tamos a todos os seas prenles. >
A intendencia municipal esta envidando os
meios de-constrnir urna rampa com escadarias
apropriadas ao desembarque de passageiros e
mercadorias, em frente ra de -. Christovo
A aporacao da eleicao para a constituinte
sergipana den o seguinte resultado :
1 Vigario Olympio (N)
2 Dr. Luix Freir
3 Dr. Heraclito (N)
4 Dr. Joviniano (N)
5 Dr. Guilhermto (N)
6 Dr. Jos Dantas (N)
7 Padre Manoel Luiz (N)
8 Br. Gumersindo (N)
9 Dr. Costa C. Filbo (N)
10 Professor Oliveira (N)
11 Dr. Jlo Gomes
12 Dr. Jos Barros (N)
13 Dr. Homero (D)
14 Coronel Benjamn Telles (N;
15 Dr. Daniel Campos (N)
16 Dr. Jos Cupertino 17 Dr. Felino Fon tes (N)
18 Dr. Manoel Simos (N)
19 Coronel Gouvea Lima (D)
20 Dr. Joao Lima (N)
21 Dr. Alexandre Telles (N)
22 Dr. Matbeus Machado (N)
23 Capit&o Qaeiros (N)
24 Joo Menezes (N)
Severiano Cardoso (N)
Dr. Antonio Pontea (D)
Dr. Olyntbo Dantas (D)
Estado de llago
Datas at 18 :
O governador do estado designou. o pro-
fessor de historia do lyceu, Dr. Jos Antonio
Duarte, para substituir o director da instroccAo
publica bacbarel Manoel Baltbazar Pereira Di-
Soes Jnior, que se acha com asiento na assem-
la geral do estado, como membro da cmara
dos depn'ados.
A mesa do congresso do estado contraclou
o apanhamento dos debates com o tachygrapbo
Sr. capito Ildefonso Mosquita por 2:500*000 e a
publicaco dOB meamos e o seu expediente e dos
annaes com a emprezado Diario das Alagoas por
*JMi.
Contina gravemente doente o Revm. co-
nego Cista, proprietario do Diario das Alagoas.
No dia 16 receben os ultimo-s sacramentos.
Leu os no Estado das Alagoas do dia 18.
Os matriculados, trabalbadores no trafico do
porto de Jaragu reuniram-se em grve, em nu-
mero de mais de cem e constituiram seu advoga-
do o senador Dr. Manoel Menezes, para defender
os seus direitos e de qualquer perseguico.
No da 10 foi eleita a mesa effectiva do
congresso das Alagoas, sendo este o resultado :
PresidenteDr. Roberto Coalbeiro.
ViceditoDr. Noueira Gastelio-Branco.
1 secretario-Dr. Alfonso de Meodonca.
2* ditoDr. Macario.
A commissi encarregada de dar parecer so-
bre a constituigo : Dr. Rodrigo, Ambrosio
Lyra, Reg. Mello, Diegues Jnior, Manoel Duar-
te, Euclides Malta e Menezes.
O governador, em data de 15, ontractou
com os capitalistas Jorge da Costa Franco e Ai-
fred9 Prisco Barbosa a creaco de um banco sob
o titulo. Banco do Estado das Alagoas com
o capital de seis mil contos, e tendo por flus :
1. O banco obriga-se a estabelecer coutas cor-
rentes especiaes, sob as garautias que forem es-
tipuladas com o tbesouro do Estado das Alagas,
s municipalidades, companbias industriaes ou
agrcolas ou quaesquer outras collectividades de
vidamente garantidas pelo Estado ou pelo gover-
no da Unio.
2. A crear urna carteira especial para opera-
ces de crdito real, fazendo empre-timos bypo-
thecarios e penhoratxios a juro mdico e prazos
lougos, de accordo com o decreto n. 169 A, de
19 de Janeiro de 1893 e mais leis em vigor. /
N'esta carteira empregara o banco nm terco do
seu capital e nao poder exceder o em presumo
a cada pessoa, associaco ou firma social a mais
de 20:0004000.
A zona destinada para estas operacOes com-
prehender smente o Estado das Alagoas.
3. EnJarregar-se-ha de qualquer servico pu-
blico, taes 'ba>o emiss&o, resgate, pagamentos
de juros e transferencias de ttulos do Estado,
arrecadar rendas, cobrar impostos, fazer orca-
mento de obras, etc. etc.
sa atiitoae foi e continuar a ser a de sempre:
nem governlstae tncondicionalmente, nem oppo-
sicioniBtss por systema. O goveroismo incon-
dicional to contraro i nossa educaco e aos
nossos hbitos como a opposicio systematict ou
oDsecada, que se torna presa de todos os des-
varios, por despeitotju por pauoes inconvenien-
tes.
Ao governo, agora como antes prestamos o
aP.oiQ.,digno de nos e d'lle, o apoio.livre, con-
scientee refiectido, que consiste no acalamento
devido ao poder publico constituido e no applau-
so aos actos acertados e convenientes, com a na-
tural exclusao do louvor aos actos censurareis,
sujeitos a noasa independen te apreciacAo.
Tal ba sido o nosso uaaoime proceder perante
o primeiro ministerio republicano, qaer perante
o actual, sendo certo qae, em relaco a este, ti-
vemos occasio de censurar mesmo oa tribuna
do Congresso um acto seu. que consideramos
prejudicial aos interesses industriaes do paiz.
Referimo-noa ao convenio aduaneiro celebra-
do com os Estados-Unidos, a proposito do qual
apresentmos urna iodicaco em que propanba-
mos que fosse sustada a respectiva execuco,
at que o poder legislativo adoptasse resolucao
dt-finitiva.
Altemos os precedentes bem conbecidoB, nao
teamos necessidade de explicar o nosso voto,
quanto eleicao do presidente da Repblica, si
nao bouvessem occorrido, quasi ultima hora,
circumstancias especiaes, qae j esto no conhe-
cimento publico.
Nao costunando regatearexplicaedes dos no3
sos actos, de bom grado explicaremos aqueile
vo'o.
Proclamada pelo partido republicano, em Ju-
lho do auno passado, a candidatura do Sr. ge-
neral Deodoro, assnmimos expressamente, an-
tes e depois de eleitos, o compromisso de a suf
fragar, enmprindo observar qae a acceitimos,
todos os representantes sem constranglmento e
sem restncjOes. Era entao ella considerada
universalmeote como legitima e necessaria, sen-
do apoiada sem reservas oa capital da Uniao e
em todos os Estados, cujos representantes na
. ua totalidade nao cogitavam de outro candi-
dato.
Reunido o congresso nao se alterou a situaco
dessa candidatura, senao depois da substitualo
do primeiro ministerio republicano.
A cansa occasioaal da retirada deste e a com
posicao do ministerio soccessor motivaram des-
contentamente e protestos, cojo primeiro effeito
foi fazer avallar um certo grupo que se conser-
vava em estril bostilidade permanente ao go-
verno provisorio e ao seu respectivo chefe.
Comecon ento uto activo trabalbo de propa-
ganda contra o general Deodoro. Nos das im
mediatos ao da mudanca ministerial agiton-se
no seio da assembla a candidatura de um co-
nhecido general, em oppos:cao d'aqueile.
Mas ns lardn que fosse esta substituida por
outra, que reuni mais condiefies para ser fcil
mente apoiada a do illustre Dr Prudente de
Monea, a qual foi ganbando terreso dia por dia,
decidindo-se por ella, mesmo na vespera da elei-
cao, deputaches que at entilo sustentavam a do
general Deodoro, contra quem ergueram aecu-
saces apaixosadas aqaelles qae peuco antes o
julgaram ioteiramente digno do sabido encargo
de presidente.
Observando alternamente o que se passava,
reflectimo8 com serenidade sobre os poderosos
motivos que actuavam em nosso espirito para
nao mndarmos de attitude e de ponto de vista,
nem deixarmo-nos envolver na tova corrente
volumo8a.
Antes de tudo, nao vamos razes qoe toraas-
sem insubsistente o compromisso anterior, que
mui espontneamente haviamos contratado pe-
rante o eleitorado rio-grandense. O general Deo-
doro contlnuava a corresponder s necessidades
pnmordiaes da situaco nacional, quanto esta
bilidade da Repblica e conservaco oaltera
vel da paz social. O que contra a sua pessoa se
invoca va principalmente, ultima hora, era o
erro que commettera, quer acerca da irregular
concesso relativa ao porto das Torres, quer a
respeito da composicAo ministerial. Ora, erros,
e alguns muito disentidos, havia elle commettido
anteriormente comlo8 seos primeiros ministros
ao prestar a sua assignatara a decretos reputados
inconvenientes, e todava nao nos julgavamos
impediios de sustentar a sua candidatura, nos e
todos quantos a baviam antes adoptado expressa-
mente. Demais, nao perdamos de vista a pro-
funda differenca existente entre o chefe.de urna
dictadura revolucionara e o presidente constitu-
cional da Repblica, considerando que os erros
anteriores nao poderam ser reproducidos, salvo
nos detalhes da admmistraco, porque encontra-
ran: um impedimento fundamental na Constitui-
clo e as leis a'ella decorrentes.
Ao lado dos motivos expostos, militou um ou
tro de importancia magna, o qual nao podemos,
nem devemos omittir: qae a eleicao do gene- i
ral Deodoro encerrava aos nossos olbos o ocal-
culavel valor de urna garaitia segura da estabiii-
dade da paz publica.
Tinbamos as mais positivas razes para acie-
diiar que, no caso de nAo ser elle eloito, seria
inevitavel um profundo abalo da ordem material,
indepeodentemente da sna intervenco e apezar
da sua manifesta vontade,abalo que produziria
as mais desastrosas consequeocias para a nossa
Patria.
Mas, quando mesmo isto nao succedesse, seria
inevitavel este resultado: no exterior, cocsideran-
do-se que o general Deodoro fra o chefe heroico
da revolujo armada a 15 de Novembro, e que
TRANSlRlfCOt
Maoifetto
(Da O zeta de Noticias)
Parte da representasao rio-grandense ao Con-
gresso Nacional dirigi ao eleitorao do Estado
um manifest, dando lhe conta do modo porque
desempenbou o mandato que Ibe foi confiado.
Desse documento reproduzimos os seguintes
treckos: I
Em relaco ao governo da Repblica, a nos-'
-"urante 14 mezes de governo dictatorial Uvera a
babilidade e a energa de evitar reaccOes e de
assegurar a traoquillidade por toda a parte, o in-
suc:esso de sua candidatura causara desconfian-
ca e tudo com prejoiso do crdito do Brazil, sob
o ponto de vista moral e econmico; no interior,
urna ves collocado fra do governo, o general
Deodoro sena de facto o regulador supremo da
ordem iateraa, atiento o seu decisivo prestigio
ante a forja armada e ante a p pulago em ge-
ral.
Mas isso collocaria o governo da Repblica em
condices por tal modo bumilhautes que deviam
ser evit. das.
Foi o que flzemos nao s pelo nosso voto comoj
pelo nosso estorco, em favor da candidatura do
benemrito general.
Alm do que deixamos dito, ainda devemos
fazer duas obaervacOes essenciaes. A primeir..
que nao podamos optar, abstendo-nos de qual-
quer outra consideracAo, pela candidatura de
Prudente de Moraes; apezar do apreco e estima
que consagramos a este cidao, para cuja ele-
vajao presidencia do Congresso contribuimos,
porque ella nao emergi espontneamente do seio
da opioiao republicana da assembla, e, sim foi
n resoltado umi conbinacAo de ultima hora.
Observamos, em segundo logar, que considerada
seguramente victoriosa pelos respectivos partida-
rios a candidatura d'aquelle distiocto paulisa, o
nosso escrpulo impellio-nos a nao desamparar-
mos n'aqueile momento a do geaeral Deodoro,
sob pena de nos ser applicavel o caso histrico
d'quelles que, apedrejando o sol no ocaso, vol-
tavam jubilosos para o sol nasceote. Preferimos
o cumprimento do dever, no grave momento, as
artificiosas lisonjas de occasio e s vas gloras
de ama popolaadade ephemera.
O maaifesto oceupa-se em seguida com o repto
que ueputrcao rio-grandense dirigi o Sr. De-
metrio Ribeiro, no sentido de ser provocado a
pronunciar-se o eieftorado sob a sua conducta
[ politica e a da deputaco.
A89!gnam c maBifasto os Srs. Jao Fro'.a, Jos

Piobeiro Machado, Ramiro Barcelloe, Homero Bap-
tista, Alexandre Cassiano Nascimento, Joaquiot
Francisco de Abren, Berges de Medeiros, Thomas
Flores.Menna Barreto.Pereira da Costa. Fernando
Abott. Julio de Castilhos.
COMiSroSDIICIAS
Do Diarlo de Peratatabuco
GARANHUNS, 17 de Abril
E' sobremodo coutrislador o estado actaal
desta trra, cujos habitantes lutam com as rigo-
rosas consequeaoiaa de ama scena medonha.
9 sol abrasador que diariamente nos desani-
ma, tem devastado completamente a3 pastageos
e extinguido as aguas, j principiando a morrer
o gado.
Os cria lores e agricultores, j perdidas as
ultimas esperancas, esperam grandes e incalcu-
laveis prejuizos.
De toda parte ouve-se o grito desanimador
a secca i...
E o ceo conserva-se lmpido I.. e o sol en-
volve-nos em um calor aapbyxiante 1
Deus nos queira acudir.
A' par desta calamidade, levanta-se a crise
medonha da oaixa progressiva do cambio, ele-
van dc-se os gneros de primeira necessidade de
urna maneira nunca at agora vista 1
Hontem entre as estafes de Glyceno e Ca-
nbotinbo foi a I can a do pelo trem de passageiros
um iadividuo qae pareca dormir sobre os tri-
lbos.
At agora nao se consegnio saber quem era o
infeliz bomem qae tao horrorosamente vio fin-
darem os seus dias.
Falla-se aqui pie brevemente ser removi-
da da cadeira mixta desta cidade a respectiva
professora D. Anna Duarte Moscoso dos Santos,
que, no exercicio do magisterio publico, tem
dado as memores pravas de sua capacidade pro-
fesional.
Acreditamos qae o Exm. Sr. governador do
Estado, que tem sabido pautar seus actos pela
norma da jostica e do bem publico, nao consen-
tir que Be reatise lo desagrada vel remocAo.
Acham-se bastante adiantados os traba-
Ihos da canalisaco das aguas para a estaco
desta cidade, que esto sendo executados sob a
intelligente direceo do engenheiro Jos Heroni-
des de Hollanda Costa.
Foram ainda pelo mesmo engenheiro feitas
diversas modicaccs no autigo tr gado, real i
sando assim, n&o s grande economa de di-
nbeiro na execuco das obras, como tambem
con segu n do conduzil as n'um espaco de tempe
relativamente diminuto, considerando-se a im-
portancia dos trabalhos at agora executados.
Foi removido da cadeira do sexo masculino
desta cidade para a de Calende, o professor Ma-
noel Clemente da Costa Santos, sendo nomeado
para substitull o o tenente Joviniano Cesar da
Silva Brazileiro.
O professor Manoel Clemente,"durante o longo
tempo que aqu exerceu o importante cargo de
preceptor da infancia, revelon-se um educador
intelligente, trabalbador e estudioso1, deixaado
aqui em sua passagem amigos dedicados e dis-
cpulos que bonram o mesire que tao prematu
mente perderam.
Tem-se manifestado ltimamente no com-
mercio desta cidade urna falta absolata de di-
nheiro miudo para traeos.
Aioda ltimamente, por occasio de chegar o
pagador da estrada de ferro Sul, e para que pc-
desse reaasar o pagamento, foi necessario que
os ioteressados desaem dous por cento de lacro
am commerciante para trocar 600^000, e
mesmo assim quasi nada se conseguio, s po-
den do concluir o pagamento dous dias depois-
E por boje basta.
fl.YlH'tS E COMIMCie
Em Fevereiro ultimo pela barra de
Douro foram exportados 3 741:077,92 li-
tros de vinho, no valor de 618.0965000,
e que pagaram de direitos-11:9225459.
Em igual perodo do anno anterior ex-
portaran! se 4.961:799,36 litros, no valor
de 783:9035000 e que pagaram de direi-
tos 7:3645821.
Ha, por conseguinte, urna differeuca
contra este anno de litros 1.220:721,44,
no valor de 165:8075000.
-
>4









O oommercie estrangeiro do Canad no
anno de 1890 foi de 96,000,000, expor-
tado, e 121,000,000, importsclo.
A importacSo da Gran Bretanba re pre
senta a importancia de 52,000,000.
Os direitos, termo medio, sobre a im-
portac&o da Inglaterra foi de 22 [,, mas
sobre os artigoa importados dos Es-
tados Unidos a taxa media foi de 15 "{,.
Apezar, porem, das subvenco;s s li-
nhas de vapores, o commercio com as
Antilhas diminuio.

Em 1890 a exportacSo do assucar de
porto de Nova-York foi a seguinte :

'
4
Inglaterra
Continente
Australia, Novt
Z e1 a n dia e
frica Ingleza
Barricas
100,135
859
Valor
1.780020
13.225
39,253
471.945
131,253 2265,190
Se a exportacSo do mea de Janeiro, re-
presentando compras feitas durante o anne
anterior, tdr addicionada aos al zarismos
supra, estes representaran! 158,474, bar-
ricas no valjr de 2.719.621.
Dar, te o ultimo trimestre de 1890, e
commercio estrangeiro do Uruguay foi e
seguinte:
ImportacSo
Bebidas em geral #1.087.271.58
Qeneros alimenticios, ce-
reaes, etc. 1,788.762 19
Fumos e seus preparados 189,828.87
Fazendas em geral 480, 50.-i6
Boupa feita, etc. 247,747.60
Materiaes brutos e nuchi-
uMtao 2,501,31191
Diversos 94u.760.77
i
Exporta95o
Animaes vivos
Productos .pastora e de Sa-
ledeiro
Productos agrcolas
57,238 233.58
598,093 8 i
4,480,59777
13-,704,7^


NUMERACAOINCORRETA
rl



Diario de Pero
o Trga-ferra 21 de x\bril de 1891









ISeeres par navios
Do. mportacao 4|ae37No./S ream.<
> deTWWo, e eom t vn i
I qq | oHs^^^^P^) qae horas depois era cadaver-
ram eeaeeqaencia 4a seda.
mercadoriaa Senes Asa diritoi
para estradas da Ierro, ete.
DMxportacSo. m&i opa o pitas
apr com o Talar** l,9B2pB7.08.
Tefe^rmii> deVasaaerlas ccoisciana a
eada da empresa da c Sjcit Anony-
ast, exploradora da Uluminacao do Bu>,
Caada monos de cioooenta milhSes de
aoa. iae meamo a 500 ra. o franeo
ya faxcia 25,000:0000 eca naasa m<.eda,
aa> cambio de 25 d o prego seria equ7a
laxa erca *',. os ingiases perders! este con-
tacte loraoa .indesnnisaios pelaa suaa
Atas, o seu capital era de Iba. 750,000,
i anal Iba. 150,900 foram contribuidas
jar lacros tilo divididos. A oempanhia
ruira tambem crear ruados de reaer-
: contingenciass e de amortisacao no
atol de lbs. 130,000.
A empresa, cajo capital, poia, era de
350,000, foi cedida por lbs. 2,000,000,
ft a sonraia equivalente aoa cincoenta
asjjhees de francos ; e a.anas accoea, que
ka, eoucas semanas eatavam coladas a 9 JO
hmotm, alo -acora tomadas a 1,550 fean-
eaat pela comprador, o Banco Paria-Rio,
apa* reaiiaa o pagamento dando........
B,0C0 francos avista e 37,500,000
Masaos em preataces mensaes, garan
Ja* pelo Banco do Brasil.
A prepoeta da Sociedade Industrial de
as* i mu--'-- do Brasil foi rejeitada.
T-ae que oa accionistas belgas fiseram
cubante negocio, o que nao quer diser
Saooapraior tambem nao o tivesse
; mas d'iato s o futuro poderdecidir.
REVISTA DIARIA

ide da Victoria L-3e 'O Lidador
ias**do correte:
Surbar atsim*ata.S noite de i a do cor-
i mu, ftii Darbaramente asaasjinado em saa
asm, em ierras do engeobo Arando de Cima,
**i comarca o cidadao Ja- Manoel da ttlra,
S&n Lopes da Si'va, que Iba deafecbou um
de espingarda e um golpe di faci.
t lafetis aaaassinado era nm pal de familia
caaastoe nao qos consta que ouerecesse motivo
fVrsemelaaate barbaridad*.
Kra ttibo do capitio Joaqoim Manoel da S I -
-xa taWc de ama bonita fortuna.
Oaaaassino qae foi pre-o pouco depois do
?, acha-se recoibide cadaia, procedendo ao
ente inquerito as anleridades locaes.
A opta. A tecrivel secca qae actualmente
ABaasssamos, ten collocado os habitantes d'esta
sabe, ao periodo da maier peaaria pela falta
>0M que se sent.
? o sropno rio. nem mesmo a lama detestavel
aCJHiri n pelas classes dea venturadas que all iam
aieatecer se, pode offdreoer como lenitivo, em-
cm precursor de grandes mates sede devora
i reqaeima o interior abrazado pelos ful
os de um sol de fogo.
le.n pele vai a agua qae vem aqai ven-
asr-er, poram isto por um prego superior a re-
asa* do pobre, e aujeita a apodrecer aoa vaso
anssi ih r depois de apanbada.
-aje, que temos urna liaba frrea que nos
J4*A capital au deveser difficil ao governo do
atado mandar agua para abastecer a popolaco
saeta cidade. --as
flBo possivel cootinaar tal calamidade.
o Exm. Sr. ove ru ador do Esta Jo. aed irnos
de pobriseimas familias qae mal ad-
i o necesaano para a compra do pi qu'.-
iao, que faca ceasar a privacio por que esto
4o com a fal a d'agua de que nao ba exem-
js> sTesta cidade.
v fasto coocelto qne na merece o honrado
ador d'este Estado, aulorisa-oos a crer
raeremos attendidos.
ithIo Eit iterarlo H*>nJntn Con*
i-CmOiinJa -foodou e oo dia 18 uma-so
luterana com o titulo que eprgrapba es-
estabas.
Sexeteita urna directora provisoria composta
as Srs.:
Ha-idente e viec-presdenteLeopoldo Bes-
xseb le Oliveira Aadrade e Manoel Toriano des
*-.ampello.
jfceretariosJo dos Santos Filbo e fos Goes
lamliiiiii
VtoaoarerroLaiz de Paalo Lopes Jnior,
tadorErnesto Alfredo Peixolo Jnrema.
agiiiissao de ,-yndicasciaH-jrmillo Cam-
MKK Vasmocallos Cbat e O.waldo Va'.
, redaetc-ra dos estatutos-Turiano
lio..Lejnaa.de Oliveira Fehnta El sio, Jos
_ iSarvio-flOTtaga.
loatalK, aslt doras da manb, (era lu-
pprarfiscu-isao dos estatutos.
gqfc ii ii Tarde-Receb<>mo8e ageadece-
ssvam pt'qaeno volume de poesas com o titulo
saae da i.ivra do Sr. Z -fenno fos Cardeso.
ie Orraaqae -O paquete f-aneez
, oa Compajbia das utageriet Storitt-
i"udo eabido do porto do IVcife a 3 do cor
b, ebeuou ao de Bordeas no dia 18. assim
indo ama expeliente viagem.
era* .MaalsaBnblteon-se o n. -312
p nodico livre e huMorisiico.
las o pablleaea Afaiados-
, das 10 oras ao meto da, em Afogadoe,
aasargo da Paz n. 88 o'Dr. Bastas de Oliveira
asa substitato aaiiar farao ama sesto de
ifao,publica seado a lymjba extrabida
MMQH do animal para as pessoas que se
arem a eese tam.
tlitarS' ho}e superior do di
i capito Leoncio, e fu ronda de vi-
Sr. alteres Oliveira.
oalalhao dar a guaraicao da cidade,
i a guarda da Detengo que sera prestada,
.jartilbiria. I
i dia ao qnartel geaeral o Sr. cadete Per
une a 3.
amanh superior do dia o cidadao ca-
-Waouerley, e fart a ronda de visita o Sr.
i Afloello.
baultiao dar a guaraicao da cidade.
dia ao qnartel general o cadete Theo
iforme n 9.
_j arteaNo estabelecimento de pia-
sicas doa Srs Preaie 6t C, a ra do Ba-
Taa sai Thiniin aebam-ae expostas venda duas
Mbs telas ; ama de Murget, represenUndo
fasaer, meiovetada poriim teafol de-brumas e
: i a Rchele (pi atura biawrica).
_ Jfasaaasao Nj aabbado iltimo foi o
kla ae SA.Pereira, ex-ebefe da eatacao tele
de Pernaiubu -o airo de ama manifes-
>de apreco parparte des seas antigs com-
jsiAeiros de trabalno.
j toe cfferej lo uai grande qoadro com as
rapbias do maoifesiado e dos mauifestau-
V eSetembro Ease club con-
em aessaj extraordinaria, boje, s 10
ao da, emsua sede, ra da Ponte Velba
__ala -Ni madrogida de domingo
foi ioaj de Deas fendo por Migael P^re
a*tro. oa ra da Conloada. ra^eaiada
So sabbado noi'e, na travessa dos Gna-.
aaffea encoatraram se Bdaedicto fos S-iares
ama Samuel de ui; e aqaelle tfavaodo se de ra-
4 cuuj esie. ferio-o com urna oa vaina dtpaue
aaSta armado.
* msocionados delinqueates lograram eva-
_ Ma -Nao realfsa se, por motivos
tvisiosque sobreaieram altimameate, a [es-
de i. Jos, padrastro deasa iregueila ;
, 15 do correte, como estar asseoiado.
R'ser* celebradla a mesma feaiividade no da
M no prximo.
ir* Em ao sitio do Lamario, da
do Puco, cabio de ama jaqaetra, a que
N'OPaix i-se
tro aa rateada recaben o se-
lesBaaamado Par*, em daU dea
icaasaa aaai lelegraaataao Rio, de :1a-
aao-ajae lntasasafeo na Jpautica bosl ao go-
bveraoiaa BapoMioa. Goaiasto a Intrigi ; peco
a poahcagaoes-e.spo do Para. >
ilaa -0 Miisterio da Agri :aUara satl
niioxuo da-Paxenaaa exaedicaoae otaaos pata
weri*m abarlos os Sdgaimes credltas: de
fWW).H)#. na Tbesoararia de Paseada do Estado
do Rio G-ande do Sul ; de 100:0304. aa do Es-
Udo de Santa Cubariaa ; de 100:000# ai 4o
Estado do Paran ; de 100:0001, ni 4o Balado
do Espirito Sauto ; de 100:0001, na do Estado
de S. Paalo ; te 80:0001, aa do Esta 'o da Ba
hia ; de-o0:000i. na do Estado de Peraambnco ;
todos disposicao dos respectivos governadores
para serum applieados s despeaas com os serri-
nos de trras e colon i sacio.
De 50:0001, ni do Estado de'S. Paulo, dispo-
sicao do governa lo; do Estad}, para ser ?ppli-
cado s despezas com a estacan Agronmica da
Campiaas dorante o correte auno.
Safa sawlsaal- As iiaaniai desse-
jaiso terao lagar s quuiu-feiras ao indi) dia de
cada emaiia.
aaaoataeaa Comasrciai ..-rlrala
Amaobi as 10 horas do da, reuoe-se aa res-
pectiva --ele easa Assosiacia, afim de ter lugar
a leitura do relatorio da directora e segatda-
mente proaeder-se a eleico do pessoil da nova,
qae ter de administrar a Associagao no prximo
anno social.
Arrenaatacdea Na quinta feira prxima
peraatea juata da fazenda publica do Estado,
rexebem-ee propostas para os aegaintes forneci-
meotos :
200 riwjlvc-rs, imitaco de Smitb \ Wilson,
azulados, com cabo de madeira e cano com
0.11 de exten:8o.
i6,000 balas, de Eley.
26o capas de conro para rewolvers, com porta
balas,
{tactos e dietas para a Casa de Detencao, durante
o trimestre de .Abril a Junbo.
Triiastenlu du principe Vspaleo
0 testamento deixado por esse principe foi
aberto no Qutrinal; e por saaa disposifioes o
principe Vctor deaberdado de ludo quanto a lei
permitte ao testador con na os berdeiras forja-
dos, sendo o resto partilhado em partea iguaes
entre a priacexa Lmutia e o principe Luis ; mas
a.princeta Clotuilde, conforme os propnos ter-
mos do sen coatracto de casamento, s ter o
gozo de lodos os ban?.
A p.-opriedade de Praogins legada ao prin-
cipe Luis, com as principaes reliquias de Napo-
Itao I; bem com todos oa manascriplos, cartas,
etc.
Affirmava se que o nome do principe Vctor
nao era citado ama v?z.
Este Ustameoto privado in tica a existencia
de um testamento ooiilieo, do qual exislem qua-
iro copias.
A publicacao d'iste importante documento
qae foi taita no Jornal de (ttutva, vai provocar
grandes disseoiOss, por iaso qne desigoa o
princioe Luiz, com exciosao do irmao primoge
nito Victo:, numo o continuador e o nico depo-
sitario da tradif&o napolenica.
Os Napoli-oes, diz ease documento, nanea
receberao o poder seno da voatade popular, e
o principe Jeronymo Napoleo, berdeiro director
de Napoleo III em virtade dos senatas-consal
tos, asa do seu direito de ebefe da familia Bo ca-
parte para designar aos votos dos Prancezea,
qoando triampbar a doctrina do appello ao
povo, o principe Lniz, que saber inspirar-se
sempre nos primnros da Revolacao Praneesa .
A respeito dos ltimos momentos do principe,
oonsti defolbas europeas a seguate versan.
E'impossivel admittir que o principe se ti
vesse confesando ; n'este caso elle tena rece-
bido a commuahio, o que ninguem ousou affi-
mar. Moasenbor Mermillod hmiton-se apenas a
dixer que estara satisfeito, tenio venlicado que
o principe nao era atben e que tinha ideas
christas.
A reraso offrotal, admittida pelo Vaticano,
para au'.onsar os funeraes religioso?, esta ;
qnando o estado do principe era desesperador,
moasenbor Poyal, tendo pergnutado ao deente
se elle o reconbecia. obteve como -respoata nm
aperto de mi. Perganton-lbe entao se deje-
java receber a extrema'nnccao, entro aperto-de
qne o sacerdote lterpretoo como acqotescencia,
e admiuistrou ao principe oa ltimos sacra-
mentos .
Liberal I alio Beneflceale-Ni lugar
e s boras do coatume rene se boje eai seesao
o conaelbo administrativo d'essa associaco,
para tratar de negocios que ioteressam a mesma
associaco.
Vapor Marauho Segundo officiosa
communlcagio da agencia do Llov Brasileiro
n'esta Capital, sabemos qne esse Vouor sabio no
da 18 d > porto de Belem, devendo porfJrato tocar
no d'esta cidade no sabbado prximo 15 do cor-
rente.
Caaasneuto civil No juizo dos casamen-
tas do 1 districto foram lidoa bootem os segua-
les proclamas :
Segundos
De Adriano Rodrigues da osla com Antonia
Peregrina Uavalcante de Albuquerque, aoiteiras,
residentes em-Santo Antonio.
De Pedro Lua de Oliveira com Felicioaa.de
Albuquerque Priston. E'le viaro, alia soiteira,
moradores em Santo Antonio.
De Jpao Becerra de Aadrade com Rozeoda
Vieira Bereardes, eolteiros, residentes em 8.
Jos.
<()e Joaquina Ferreira Netto com Mara Elisa
Aives Porson, solteiras,. moradores em S.Jos.
De Automo Joaquim dos S.nios com Ha ia
Pa Aires Pereira, solteiros, moradores em Santo
BBWsa
De Godofrodo Porfirio Guerra com Stelriaa
Aiiusia de Souza Lima, aoUairos, moradores em
S_Jos.
Da Joo Pinto Ribeiro com Lyiia Goocatres da
ttoca. Elle solteiro, mcraflor em Santo Auto-
nioo alia solteira, moradora em S. Jaae.
Primeiros
Do bacbarel Taeatooio Carlos de Almeida
coia Toereza de Luna Retumba, aoitairos. Elle
morador ao Recife, ella na Boa-Viata.
De Custodio.Radngues Neres com Emilia da
Saude e Silva, soiieiros, residentes em S. Jos.
De Manoel Pacheco de Aranjo com Tneresa de
Jess Botelbo, selieiros, residentes na freguexu
de Afogadoi.
Dd Barlboloraeo Jas Pereira Cum liara Emi-
lia Moateiro, solteiras, residentes da freguasia
deS Jos.
De Francisco de Paula Solano com Bernardi
oa Mara da Cooeaicao, solteiras, residentes na
fregufua de S. Jos.
De Joio Baptista da Cruz e Silva com Candida
Mara Pinto, sol taires, resdenlea aa fregaesia
oeS. Jos.
De Aodre Aires Baadeira com Aotoaia Jo vita
Be la, suUeiros, residentes na fregeezia de S-
na "
Poram boniem affixados edaes de precia
mas ae casamento dos seguales contrabentes ao
Ia cbirico :
SegeedoJoao Candido Ramas, morador no
municipio de Gamellira e Mana da Gloria de
Ptgaeireao, moradora na tragaasia da Boa
Pisa.
Antonio de Moraes Sarment, morador na fre-
gelda da oa Vistaje Mara Correia dos Samo-,
moradora na frejruezia do Poco-da Paoella.
laraaai do Irsail-Maisuai ralate cam
peo acaba de surgir om o titulo a<-,kua, na
arena da iaprensa flamioense, cootiado i ama
redaccao ermaeteute e iliostrada e sob a geren-
cia do Sr. H. de Villenaave.
Os nmeros qae tamas a vista, vasados em
moldes correctos e aprioaoradoaostentando
nuito criterioattfsUm o 'alar e pojaoca .do
aove companbeiro, a.qaem saudamos jubilosas.
Sao correspoadeoiea do Jornal do Brasil:
es Srs. Paul Leroy Beaoliea, em faris; Bi. de
Amicis, na llana ; Dr. Joaquim Naboco a Bario
do Rosario, em Londres ; Olireira Lima. Ine,-
biio Braga e Fialbo de Almeida, em Portugal.
A parte eommercial est sob a direeeao do
eoaaelbeiro Souza Ferreira, baataote conaecido
no jornaamo Qumiaeace.
Com estes variados e fortes aiemeatos de rita
lidade, de crer, e desejamol or que o joven
collega por longo lempo coaquiste glorias e
loaron.
rj^tit*m1to1!tepomixcmo, pronaueudo pelo da Caneis), Luis Baitro, Eva arta da C8n-
.'. jais de direito do 4" dutricto como iasurso ; ceic&o, R.y.nunJo 6. Seixas Jos>. Rolngoes da
de Mello,
oo art. M8 do Cdigo Criminal e acensado de
haver ao dia 18 de Maio do anno pascado, no
bagar Coelhos fraaneaia da Boa-Viata, deasarrega-
d o urna caaetada emsua propna mnlber Anna
Marcelina da Hora produsinlo-lhe urna fractura
simples no-braco eaouerdo e arare iucommodo
de le, ame ahabuitou a offsnalda do servteo
por mais de tam mas.
A's 11 bacas da maaba, presantes 39 jnizes de
ficto, foi abasta a sessao seo a presidencia do
Dr. Joa Jauto Rtguotra Pinto de Soun, juiz de
direito substituto reciproco do i stricto cri-
minal, sendo sorteados para conpor o conseibo
de senteaca aa segoiates jaises de facto :
Joio Foroanae de Barros.
Cbristoro de Barros Gomes Porto.
Minosl Venancio Aires da Ponseca.
Francico Antonio de Miranda DnrSo.
Antonio Alves de Sonsa Predique.
Antonio Wanderley Vieira da Lanha.
Prederlco Sodr da Caoha Motta.
Joto Amero de Ma-leiros Furtado.
Joaquim Mirtina Mareira Jnnior.
Ildefonso Lucio Moateiro da Franja.
S-rgio de SI L;itaa.
Msootl Angasto Ferreira de Novaos
Produsio a accasacao o Dr. Garvasio Fiora-
vanti Pires Ferreira, 1* promotor publico, e a
defeca o Dr. Lniz Emigdio Rodrigues Vianoa,
advagado des presos pobres.
O jury nsgou por 10 votos a autora do delicto,
ede accordo com estadecsio foi absolrido o
reo e coodemnada a intendencia as castas do
processo-
Foi levantada a sessao 31 l/l horas da tarde.
CenlterlodeCanla Amaro-Devido i
obsequiesidade do Sr. administrador desee esta-
belecimento publicamos o seguate:
Mnppa cstatistico dos enterrammlos e/fetundos no
ctmterio publico do Recife durante 'o trimestre ie
Jaasiro a Jfwfo ie 1891.
Janeiro
Fevereiro
Marco
Horneas
Mulheres



AadieaolaaAs audiengii do juiz substi-
tuto .ecciooai deste EsUdo Maairce bao, d'a-
ora em diaute, as quinta feims.
T.ibaaalda Jary_djaslralfeHontam
foi enbmeUido a julgamlw a'este Inbaual o
Brancos
Pardos
Pretos
Sem declaracao
Brazil
Portugal
Paraguay
Noruega
frica
Italia
Allemanba
Franca
H'spanha
Inglaterra
At 1 anno
De 1 a 10 annos
De 10 a 10
De 10 a 30
Ue 30 a iO >
De40a50 .
De 50 a 60 >
De 60a 70 >
De 70 a 80
De 80 a 90 *
De90al00'
De mais de 100
Sem declaracfc
Solteiros
Casados
Vnvos
Menores
Sem declaracao
Agrioltore3
Mendigos
Militares
Empregados pblicos
Oreados
uarroteiros
Martimos
Jornaleiros
Pdeiro8
Lavadeira
Telgrapbista
Professores
ArtKlas
Ganbadores
Oostnreiras
Bstnbeiro
Cat padre
Oieiroe
Serrico domestico
Destiflador
Commercio
Caprialiata
Psrtetra
Copeiro
Tarbcdores
Irma de caridade
Cozinberes
Estudantes
Esereventes
Kombeires
Fettores
Soardiao
IV-nvetro
Sem declaracao
S. Jos
Recife
Santo Antonio
Afogados
Grtea
Boa-Vista
Poco
Brberibe
Varxes
Olinda








Varilas ()
Mofectias do apparemo do tacto
Id^m dem da reprodoceo
tem idem da d|gestao
dem dem-da circuacSo
Idemrdem darexp'racao
Wem idam urinario
dem Mem rymphatico
dem constituidas por um estado aoormal
do rengue '
dem do apparelho muscular e seos acces-
ortaa
Por txicos irritaatee
Syphihc
Herrse
Molesas constituidas por prodactoe mr-
bidos soomalos so organismo
Moieetiu .por transformaeoes orgnicas
doa tecidoa une nos ontros
Molestias do aoparelbo primitiramente por
nm principio animal commanicado ao
bomem
Molestias determinadas pela decrepitude
Fendas diversas
Bandea
Aspbyxias
Iirtabrlkiade
M alesnas cerebreas
Aieooliamo
IsrMwti
P.rto
Febea di rersas
Molestias dio ctascYScadea
Sem declaracio
361
155
193
SIO
435
375
~810
301
3*1
117
31
810
7
61
1
1
11
O
1
1
1
1
"sio
151
58
5i
138
104
96
68
43
11
11
1
1
60
810
~17
141
96
117
6
"sio
~8
17
4
4
7
4
4
4B
3
1
i
1

i
1
2
1
1
48
1
I
1
1
1
1
1
1
*
4
1
11*
810
151
85
7
14
88
409
11
1
f
%/
810
81
ft
6
70
T
1M
9
-8'
V
I
1

MI
3
1
Cosu, Pedro Lima, Ignacio Tararee
D-. Raymando de Miranda, Lniz Pedro de lacias
e 11 praeee de polica.
Cbegados do sal no vapor ingiez Gartkdee :
Raadolpao Biring, Paulina Rinng Jalias Gaa-
jor, Caroitaa Gaoior, B. C. Hill, Gabriel Rotim,
Aotonio Pereira Carnelro da Silva.
CbegaMos do sal no veper nacional PJaarta:
Dt. Frcmctseo Gaedes Perein, Cbrisorao ds
Barros Raso. Anua C Fontac Azevedo. Miria da
Glora Aseando, Corina Lidia Asevedo, Arcnia
Lidia Azevedo, Antonio A. Asevedo, Joaquim
Pedro Macbado, Mara do Livramento Macoado,
Antonio P. Braga, Lma Leopoldina Bsroado,
Martiobo Ferreira,JOesario "Rodrigues, Joto Jos
do Monte, Antonio Cbristovao, Souytbgate Too
mas. Heory Hamaer, A pracas de polica.
a>asaeaBB*ectaar-se-nio os segrales:
Hoje ;
Pelo agente Pinto, s 11 boras, a ra do Vis-
conde de Goyanaa o. 119, de movis, toncas,
vidros, espelnos. etc.
Pelo agente GusmSo, as 11 boras, ra do
Commercio o. 17, de bons moris, espslbos,
etc., etc.
Peto agsate Steapie, s 11-boras, 4 roa do
Commercio n. 17, de 400 saceos com feijao ara-
ado.
Pelo agente Britto, as 10 3/4, ra Bella n.
33, de moris e variados objectos de oso de casa
de familia.
Amauni :
Pelo agente Pinto, ao meio dia, roa do
Brum, de kerosene salvo do incendio; s 11 bo-
ras, de ama balieira.
Pelo agente Gusmao, s 11 horas, roa Mar-
ques de Olinda, n. 43, de objectos diversos para
fumantes.
laaaa ftuaetareaSero celebradas :
Hoje:
A's 6 1/1 ocas, Da igreja do R asara, de
Santo Antonio, pela alma de Antonio Jos de
Santa Anna do Espirito Saato : as 7 1|1 borss,
no convento da Gloria, pela lma de Pedro Er-
nesto de Aihayde; as 7 horas, aa igreja de S.
Jo# de Riba-mar, pela alma de Antonio Loo
renco Ferreira da Las.
CaapnrnarCa loa Pono e Obra a Pa
ilea* Fudesaius esa Peraambaoo-
Recife. 18 de Abril de 1891.
Boleam meteorolgico

od2
Boras gs
52*
H-
6 m. 15,8
9 17',4
(1 18.l
3 t. 18',1
6 17',3
Barmetro a
0
"xcnsao
do rapar
768-79
758-57
768-32
-167-riU
357*43
M.i
20.18
11.35
8046
10,02
1
76
75
77
70
7d
Temperatura minima24 ',75.
Dita mxima29>,75.
Chnva 0-7.
Direcco do rento: ESE de meia noite.at 5
boras e 15 minutos da manb; WSW at horas pria feoidade matarral e de sen aperfeicoamen
efltra censa nio deria esperar d'iles a comm
oblo nacional, diaote das promessas de rege-
neracao da patria, par mela da traaatbrmscl o
constitucional to prcaliada e aconselhada !
Se muitos dardavam de taes promecsas, pelo
mecos, a moeldade eaperancoaa e eatndioaa ti-
nha boas fundameotjs para todo esperar, con-
fiando na eeriedade e probidade de carcter dos
bomens talentosos a illustrados que se mostra-
ram convencidos e qae tudo promettiam.
De 1811 a 1889 muito se baria oppulentado
a repositorio das verdades scientilcas qae se
acumulan) de geraco em geracao, atravs dos
tempos, como preciosos e honrosos tropbos de
outraa tantas victorias alcanzadas pelo espirito
humano contra a sua primitiva ignorancia.
Os reformadores fallaram como quem se hou-
resse inspirado criierlosamente nesse glorioso
deposito da sabedora humana I Embora ns
se encontrassem, abi, as sciencias social e pol-
tica j descriminadas, bem definidas e metbodi
sadas, pela orienticao que decorre do estado e
coebecimento do homem e das leis natnraes qae
o regem, as relacOes interindividuaes; embora
nao enaontracaem, abi, elementos creriosamen-
te combinados para a solacio pratica de quaes-
quer problemas sociaes ou polticos ; era fra
de duviaa que, ahi se acharam as verdades ele-
mentares d'aqaellas duas scien cas, provocan Jo
a perspicacia do espirito buuano a completar a*
noces de pacto social e de pacto poltico ; abi
eslava o dogma da soberana nacional a repel-
lir todos os erros da arte de governar a absur-
dos do direito divino ; abi eslava a theoria dos
governos repreieatativos a exigir o complemen-
to dos seas corolarios rigorosamente lgicos ;
abi esteva a geoceo trica algons es tudos p recio-
sissimos sobre o homem e sobre sciencias nata
raes a dest tiarem ama recomposicad lgica e ve-
roa'rrel da geoeses do desenvolvimenlo psyec-
lgico e-eattasal do aemem, travos dos sca-
los ; aniseaehavam finalmente auxiliares fecua-
diaaimjs i serem aprnreitadas por espirites ob
serradores o criterios que, leal e sinceramente,
se quizessean aabditar a reformar gloriosamente
a constitaicaanacioaal da saa patria !
0 principal eram as posaireis garantas para
a paz social, para a orden) publica, para a mais
completa observan as des deveres recprocos
dos assoelades, nomo condijao do livre exerci-
co do direHo de cada uta, em bem la saa pre-
e 28 minutos; W at 7 boras e 57 minutos ;
SW at 9 horas e 30 mnalos ; SSW at 9 boras
e 48 minamos ; S at 11 horas; SSE at 1 hora
e 50 minutos da tarde; SE at41 horas c 13 mi-
nutos ; ESE t mei. noite.
Velocidade media do rento4,*99 per ee
Nebulosidade media-0.38
Boletim do porto

Dias
M. 80
10
19 de Abril
Horas
1-4 da tarde
4-^11 da tarde
218 da manh
Altura
1-03
0-.62
l-.ll
4
40
9
8
3
70
8
3
5
4
51
6
11
810
Cemiterio Publico de Santo Aoaaro das Salinas,
16 de Abril de 4891 0 administrador. Aseen-
ci$ Mtntrsm* Mein ie VmxmKbt.
18 rieram do hospital de Santa
ao vapor
O Oestes
Aguasa
raaaaaelroe-ChegadOS dorsal
nacional Sarp>pc:
Patrocina Mara da Concelcad, Rocalina Hara
**
Caaa de Octen^avoovimeato dos pri-
sas da Caaa de Detencao do Recife, EsUdo dt
Peaambuco, en 19 de Abril de 1891.
Existiam 478, entraran) 11, sabio 1. exis-
ten 488.
A saber:
.Nacional* 435, noibeMi 18, cstrangeiros 16
- Total 488.
Arracoados 400
Bons 377
DoenteslS
Loncos 5.
Loucar 1.
- Total 400
Movunento da enfermarla
~Teve alta :
Urbano Jos de Mello.
Foram visitados os presos deste estabelecimen-
to por 304 pessoas, sendo ii borneas e 160
molneres.
naaaical Per* II- O movimento deste
estaselecimento de caridade, do dia 19 de Abril
foi o seguinte:
Ei^raram 11
Sablram 9
Falleceram 4
Existe 554
Foram sitadas aa respecuras eafurmarix
aelos Drs.:
Barros Sobrinho i8 7.
BerardoslO.
Vieira da Cuaba as 8.
O pharmaceatlco entrn s9 1(2 horas dama-
nh e sabio aa 11 boras da tarde.
Aia>f ra aKataiio do firaca-Para
A 14 serie da.4A' lotera, deate Estado, cuio
oremto grande de 120.-00#, eer extrahidt
no dia 13 de AbrHcabbeoe).
LoirrUdoEiiadode Pernambaeu
-A 8 serie da MaMnia deste Balado, ser ex
rbida impreterirelmente no dia 11 de Abril
terca-feira), 4 i bcra da tarde, no coa de
torio da igreja de-Maasa Saubora do Aocario,
te Santo Antonio.
tacuena -a-mamfiT A 14* serie
la 4* lotera deste Esiado, cujo premio raade
de 300:000*800f aera extrahidano dia 11 de
Abril (quarU-feira.1 J|
ceaaicerla "aailcaObituario do da 88
do eorrente. M
Aliceda Silva Galvio, Rio Grande do Norte, 16
aanos, -cnlcolm, Bes-Vicia, tetaao traumaiico.
Joaqoim Custodio Doarte, Pemambuco, 58 aa-
008, cafado, Afogados, estranguJameato iatesti-
nal.
Minoal, Pernaaabaeo, 1 meces, S. Jos, gastra
entente.
lesura, Pernambaco, 3 menee, Graca, gastro
entere. *
lac Caetrieianode Pigneirado Brillo, Pernam
UsuayMcMeTi, Santo Antonio, gastroeotente.
Martinho, PernamDuco, 5 meses, graca, den-
tiaaa.
Jeo ae Sonsa Pereira, Pernambuco, 44 anuos,
casado, Grac>, encepbalite ebrooica.
Manoel rerredra, Pernambuco. 35 anoos, sel -
tetro. Soa-VMta, lubercnloa pulmonares.
Victo.
i teto do cexomaccallno, Pernambaco, Boa-
tfJMDMMOS.
_aa
A latopreai ap|>aailaalat pe
raaite a historia
n
A crnsrHuicSo monarebiea do Brasil, cojos vi
oas e dbitos coDctitutom as fonles de todos os
nteos matee ceetoee, baria sido confeccionaaa
sob os influios de ineompletissima onentaco
a acial e poli tica. Exactamente, por este moti-
vo, ella n*o poda detaar de resentir-ae como re-
sentia-se de todos os erros da arte de governar
e de todas aa resquietes do direito divino, que
n'aqoeile tempo a ora theoria dea governos re
preveotativoa nao baria destruido. Evitar de-
pois de 14 de Nevembro oa meamos erras e de
feitos, em qaa'.qaer reforma coastituciooal, im-
portara necessariaaente a remoco das caucas
dos noesas malea sociaes, ou palo menas orna
grande attennaco oo modificaco dellas.
Isto oao poda paasar desapercebido cea doa
toa e illustrados republicano] reformadores ; o,
to moral, finalmente .para a mxima expanso
da acUvidade individual e social no sentido do
des-'nTOlvimedto econmico detodas as riquezas
particulares, indispensaveis ao bem estar do
meatico as boas fiuancas do pas, a todas aa pros
peridades nacionaes e ao eegrandecimento da
patria t
Acreditando-se conrenienlemente habilitados
e competentes para a grande obra da regenera-
cao da patria, os noscos reformadores nio po-
diam deixar de conhecer o valor negativo des
nomes propries nem devisa proceder como
arebitectos de obras feitas.
Com a consciencia pura dos caracteres honra-
dos e sinceros, deriam arrostrar corajosamente
todos os obstculos com tanto qne salrassem a
patria I As heneaos do t contemporneos e da
posteri iade s nao podem ser pretendidas pelos
insensatos e pelos mos caracteres 11...
A jostilicaco cabal do commettimento palrio-
tico eram 08.008808 males sociaes attestados
pela consciencia nacional.
BnVclivaraente es braaileiros aio conheciam
os deveres reriprocos de cidadao ; onicos limites
do direito civil, principal objecto do pacto socia
e base fundamental da moral nacional 1
Nio conheciam o sen direito ; e, por isto, o
decenrolrimento e aproreilamentejda actividad
individual e social, estova i merc da omnipo-
tencia dos poderes pblicos constituidos t
A centralisacSo administrativa, caracterlsada
pela centraUsafo do meio circulante, esierili-
eara o crdito nacional e impossibitava a ex-
panso do crdito individual, como obstculo
iQsuoeravel para o deaanrelvimento econmico
das nonecas partcalaree, para ce boas fiaaneas
do pas, subordinadas aos equilibrios oroamen-
tarlos, cara todos os progresada nacionaes e para
o engrandecimento da noasa patria i
Privada a commnohao social do meio circulante
nacional indispenaarei a qnalquer desenvolv
ment econmico das auas riquezas e nio poden-
do por esta mesma rasad, desenvolver a sua acU-
vidade seno em esphera eslreita e acanbadissi-
ma, o Brasil semelhava se a um insensato abraca-
do a enorme tbaaouro, de paje, nio sabia oo nao
quera apruvajtar-ae, em aaanto toda a serte de
priracOes o consnmiam e o desviavam da felici-
dad material e do seu aperfeicoamento moral 1
Para o eatrangeiro o Brasil naopasaara de
om bom credor que se deixava explorar resi-
gnadamen'.e!
O eosiao era centraliaado e distriboido pelo,
poder publico, em peasimaa cond coes. E' ver-
nade que as proviacias e 03 municipios eram
consideradas entidades coMecvae de 1.* e 3.
ordem, com direitos e de ver es; mas, a sua ex
istencia autoaomica era nulcada pela central!
sacio administrativa e nem ao meaos gosavam
do direito de paasar prolongad de proprio pu
nbo, regalando o modo pratico de eeoolaerem ae
ceas representantes oo mancratorioa't -A-lei-elei-
torat loes ere imposto peto omnipotencia dos
poderes geraes, e estes nio tinham correctiro
qae nio foscem illusorioa t
A aaa legislacio com a aretoncAe ae regular
todas as possiveis manifestacees da aataral fa
cuidado de agir dos cidadAos, (rmava os mais
caprichosos meandros, cortados una.pelea on-
tros, e assim coastitola um labirjotho, onde ue-
cessariamente perda ae a actividade individual
qne onsava transpor o cordio canitario creado
pela centralisacio do meio circalaote!
Par mica compeaeecao, o Brasil gaaava,
como Dentina ou tro paiz, do mondo, das liberda-
des de pensar, de osar da imprensa e de pro-
crear I
Kra com isto qne elle se entretinba e mitigava
a caos males sociaes, toreado a tudo pedir e a
ludo espe-ar do seo governo e nada mais 1
Entretanto, todo isto era o que podesse barer
de mais conforme com a sua coaatituieo na-
cional, omissa em relacao ao tacto social ou ciril
e imprndense, em relacao ao mandato politico t
Dos cees corolarios lgicos ado podiam deixar
de decorrer forcosameote todos oa mates sociaes
do Brasil.
Come remediai-ea T Iraaaoraando-se go-
verno hereditario em electiro, oo reformando-ae
i ,
radicalmente a coostitaicio nacional, no sentida
de regalar ee claramente o pacto ciril e de coa-
seguir-ee os grandes defeitos do mandato pol-
tico ?
Erideatomente o impensado mandato politice
orgeaieado em nome Ua soberana nacional a
traostormado em pacto, depois demeeito e jora-
do pelo Imperador, nao poeia acr- considerada,
por nenham homem sensato, seno como nego-
cio de exclusiva competencia da naci soba-
rana.
Nenham homem esclarecido poda atrever-se
a imputar conscientemente ao governo monar-
chico os resoltados orticos do (.mandato polti-
co ; e, se algom peccado poda ser impotado a
D. Pedro de Alcntara, era o de observar e to-
ser observar totalmente a eonatitaicd nacio-
nal!
Seria, portado, o qae podosse baver de maia
irriaorio e iaseasaU) se a communbao nacional
cbagasse a acreditar seriamente que os sabios
reformadores repblica aos autriam apretenco de
rebabitar a patria por meio de orna simples traa -
afermaeo do governo nacional t Oo a repbli-
ca signicava a reforma radical da conslitoicaa
nacional, ou nio sigoifioava coasa digna e hon-
rosa para o Brasil 1
A honorabilidade, a illastracio e a integridad*
de carcter dos reformadores eaclutoma segna-
da alternativa. E, d'abi o indiferentismo na-
cional pela queda d monarchia, e a especialice
c.-lua e serena em que se coliocoo a grande
maioria da naci, recelosa de perturbar a coa-
struccio da obra magestosa promettida pelos re-
poblicanos t
Besa grande obra era de execncio muito maia
fcil do que a aoa soocepco.
Definir o pacto civil e politico, separal-os con-
venientemente, e organisal-os com algom res-
peito pelas leis natnraes qae regem o homem, t
as suas relaces interindividuaes; ebasear m
primeiro na declaracio dos deveres reciprocos
dos brasileos, mil reces prefsrivel a todas aa
po-siveis deelaraoes de direitos do homem, se-
na meio caminho andado.
D'ahi, decorreriam claramente, as mais per-
feilai noces de pacto social, de deveres rec-
procos ou primordiaes regulados pelo criterinm
da sua natural faculdade de agir limitada peto
crlterium dos deveres recprocos; e, finalmente,
desoberaniasoeia!, revestida dos poderes necessa-
rios para tornar i (lectivo o proprio pacto social.
Depois disto, regular o mandato poltico pela
criterir m do pacto civil ou social, nio sera ecusa
difficil. Bastara regalar, antes da sua delega-
cao as divisOes do poder publico qae caracteriza
a commanbao nacional, pelas differencas essen-
ciaes de duas funcc6es de accordo coai a verda-
de scien tfica :funccOes distinctos reciamam
orgos distinctos.
A necessidade e conveniencia de ramificar-se
peder publico, pelo seguinte modo, seria in-
tuitira: Trec james fomente do poder oberane
deleasestodieeotaenente ao obee-o governo na-
cional .
Primeiro : o ramo governameolal, incumbido
da effectividade dos deveres recprocos dos ci-
dados, da manutencao da paz social e d de-
fesa nacional; e por isto meamo, forte e centra-
lizado em bem da ordem publica. Segundo: s
ramo adariaistratiro, incumbido de facilitar,
activar e defender o livre exercicio do direito da
cidadao, no sentido da mxima expanso e
aproreitamento da actividade nacional; e, por
isto mesmo, discentralisado em bem do progresaa
material e moral das entidades autonmicas na-
ci, provincia e municipio e cidadio. Terceira
finalmente o ramo judiciario, incumbido de har-
moniear as relacoes interindividuaes com a m-
xima obserrancia dos deveres recprocos de eada
cidadao e com o livre exercicio do seu direito ;
e, por isto mesmo, subdivido segando as conve-
niencias das entidades conectivasEstado, Pro-
vincia emicipio.
politico cogitara da
legislativo, que
seria o depositario immediato do poder soberana
que tem a nacad ds exigir mais fiei observancia
do seu mandato poltico e de acauteliar a mata
fiel observancia do pacto social. A ete caera
exclusivamente a confecco das leis ordinarias,
regaladas exclusivamente pelo criteriam dos de-
reres recprocos e do livre exercicio do direito
dos cidadSos.
Sobre estas bases, poderiam os reformadores
organisar pacto politico, qne se honvesse de
concluir entre a dcJo soberana eum chefe
lrresponsarel e superior a qoaesqoer contingen-
cias e a quaesquer erros polticos, como acn vm
ae primeiro representante da soberana nacional
e primeiro defensor da coostitaicio e da patria.
Seria a causa maia indifferento do moaio que
a (broa desse governo fosae mooarchica oo re-
publicana ; hereditaria oo temporaria.
Ora ae os oossos malea sociaes esta vam pata-
les aos Ihos de quaesquer observadores oto era
preaumlrel que estivessem occoltoaaoa olboa dos
reformadoras; Se, as suas causas a origeas es-
Itavam claramente na ccnstRaicio aacional, ni*
era presnmivel que os reformadores as desce-
nbeceawm. Se estas esoaaa nada Uaaam 44
commomcom anoaaa forma de govarao, nao era
en vel qae os reformadores pretendessem remo-
vel-as por meio de atoa simples traniifofB3?c6a
da go verno. E, finalmente, se os matos p ra tice s
de remover estaram ao alcance intellectaal dos
mais humildes e descoobecidos citodios, oo ere
de ecpe.er dos flabios, illustrados a patriticos
reformadores seoio om rerdadeiro caoaamento
constitacional digno del lea e da noasa desolada
patria f
Opportunamente veremos como corraepoode-
ram ellas a espectatira da com mahlo brantei-
ra! ()
(Continaarcacca.)
tnotmOMs.
Depois disto, o mandato
inatiloiio do .po ler fiscal ou
.
. 1
r> I) Em sua edicio de domingo, o Jommi i e-
afe, chpio de si, referi se ao.nosss primeiro ar-
tigo. Nao fea mais do qae arremedar aos que
cespem rerticalmentd p ira o ar; fallamos sem
amse,
Pasemos rolos para que em tempe se desvia.
Temos respondido.
UM POUCO DE TDQ
E' da Caaesd i aYeiciai :
A miase do stimo dia deve ser inreseeo oo-
ea.
I', com toda a certeza I O Brasil possae tres
lavencbes importantes: a pasmroia da frada
Guamao, a eijoada e a missa do seuma dia.
*
i> ife.ri'.K' 'ir H &'
Bjcj g. Bjcjcja ^





I
.




Deixf b, por emlanlo, de
tas hrresrMae ao problema da geraclo, em que
se inotiliBaram o reverendo frade braiileiro, Ju-
bo Cesar e lanos cetros sublimes sonhadores;
deixemos na penumbra do olvido a fejoads na-
cional, em qoe o fej&o preto se ostenta garboso,
entre o touciobo, o Icmbo e c orelheira de Mi
as, porqoe wmpre a reputamos orna simples
vanante da feijuada minaou, em qoe o fejao
bronco se aprsenla sempre condimentado com
molla couve, moito cheorico, moi'a broa e mal-
ta indigesiao; para nos ocrnparmoa dtsse glo-
rioso invento da mifsa do stimo da, essa leira
de prato fatal, qoe nos obri&a a chorar em pu-
blico, de casaca preta oboioada, como delerm-
nam as prescripc,6e8 da pragmtica, que todos
acatam e respeiiam, mas qoe uunca Diogaem lea
nem esc re ven I
Tudo passa scre\la om quiahenlista que
ja pasin. O lempo adoca as mugues aorratei-
ra e paulatinamente.
As ctiagas qoe, no primeiro da, joigsmos in-
curaveis, gcarnecem, pooco a aouco. com o ra-
ciocinio, com a resignac&o, com as quesioes de
interesse que se rnanitm de permeio, com esse
irrespond.vel apbn.i-mo qoe diz, o qoe nao tem
remedio, remediado esta i
No primeiro da, choramos copiosas lagrimas,
pelo pai, pela mulber, pelos irmaos, pelos ami-
gos e at pelos nimigi.- ; no segando, ha dados
que fornece-, buscas a dar as gavetas e oos
papis, e essas pre ccupaces, = de ordem mate
rial, estitbelecem ama como qne solugio de con
tinoidade uas lagrimas ; porque, encri u, a gen-
te nao ba de chorar sobre a f de ofOcio do pai
o sobre os diplomas e patentes do marido /
No terceiro dia, surge nma qoestao importan-
tissima, quaodo nao surge logo no primeiroa
do luto. E que se nao traustorma ama familia
a'uma colleccao de arabas paqueaos e grandes,
seta muito diabeiro, muito ponto e maita des-
compostara na costureira. Pens^ndo-se no loto,
pensa se, muito naturalmente, no dinbeiro qae
o pai deizoii (collado I era to amigo dos fa-
inos !,', nos heos que se berda do mando (bom
Momein 1 com oatro nao me caso eu I); e reme
morar as virtudes ao pai e acertar o eos do ves-
tido desdobrar as qn .lidades do marido e fran
zir pregas na saia, sao elementos contrarios,
qae se annullam reciprocamente, porque a ami-
ade do progenitor e os cus dos vestidos, a bon-
dade do consorte e as pregas da saia, fundem
se, esbatein se u'uma preoecupacao complexa,
mixto de gra'io e de amor proprio : mostrar
ao nsunloque inas e esposas sao, pbysica e
moralmente, d gnas do amor e do dinbeiro dos
seas respectivos pas e mandos I
Os quatro, q into e sexto das sao distribui-
dos pelas recordacoes do passado e pelos calc-
los e amb.cOds do porvir.
Pobre velbo, como foi trabalbalor e eco-
mico ( Peneava ncesaaotemeate no futuro do
seus flibos !... O' mam, porquanto <-st ala-
gado o predio da roa do Catetie ? Coitadiado
do pap 1... Precisa conceri03 no esgoto. -
Como elle accumulava, sofreg, tudo para nos...
Ha de ser necesaano pintal o, e augmentar al-
guma ousa no aloguel... Meo neo papsi-
abol Pelo meco?, cera mil ris... .Nunca
mais te torno a ver!... Cem mil ris ou mais. .
Maam I e uo fica muito pozado, Haam II
E'preciso dizer que, uj sexto da, o alague
augmenta progresivamente e os Haan dimiouem
consideravelojente
Mas ctie-ra o stimo dia, o dia da carpideira
effioial. N'esse dia. neceusario que choreta a
nao, as tilhis, as sobnnhas e a creoula. Nao se
convidam os parentes, amigos e conbecidos para
os ver chorar na igreja, para, ao da apraxado,
apparecermo- seceos e enxotoa como peras,
presuntos ou passas de Alicante 1 Recorre-se ao
bel sco, s aspirages de cebla, imoobiiida-
de das rbita ; mas, em geral, sao innieis taes
strategemas; porque a gente chora, s por se
sentir cercado, abracado e beijad) pela turba-
olla de ioimigos, invejosos e indifferente, qoe
vo expresamente igreja para nos ver es-
premil08 no torniquete dos pezames e condolen-
cias I
Pago praxe o tributo exigido; ao padre, a
saissa encommendada; dada a esmola aos pobres
s forceado o contrabeijo aos convidados; os ho-
lleos, que na missa de stimo dia represntala o
papel de Plalos- no Credo, almocam copiosamen-
te, voltam ao moorejar quutidiano, e as mnlbe-
res, risonbas, contentes pelo dever comprido,
entram desafogadamente nos asunoptos qae ha-
viam ligeiramente esboc"do nos seis das ante-
cedentes : os inconvenientes de viver eos, de
alagar is casas barat", das meias pretas qoe dis
tingoem as pernas e das convivencias pobres,
que emmarannam a economa.
Em resumo, a missa de stimo dia om lacri-
matorio para receber as lagrimas de convenci;
, nao orna exigencia do coito catholico, aposto
heo, romano, mas orna ridicula e caduca cerno-
uia.de ciganos.
as cora jo- coocorrido e reinando em icio o da sportivo a
E' de Eurico Witruvio :
AJBDOM OM LIVS.0
A' L. Porto
Abriste o livro I
O corceo qoe meu
Foge, voaodo.
Para elirro tea;
Fechaste-o, en vi5-'
E o coraco ficen ;
Tanto aperlaate-o
Que emam gritoo:
-
Ai I Que fallece
Aspbyxiado, morral
Qoal 1... era tarde
P'ra pedir soccorro I
ordem desejavel.
Km geral o divertimento foi satisfactorio com
refert-nrta a regol*riiade que a elle presidio.
No entretanto notcn-re qoe o pareo do grande
premio na > teve o movimeoto que era de esperar.
e sempre s realisa em taes occasiOes. O forfait
da Granada prodozlo esse tffeito. pois na austn-
cia flella ficen o pareo cnsul odo a bem dizer
de doos animaes e n'essa concentr?c&o resenlio-
se o movimenio das apastas e foi-lbe assim re-
dunda a expansao
Todava da tnimacao geral das apostas ven-
ficoo se a emissae de 5 B31 pooles, que prodoii-
ram a arrecaiaco na respectiva ca?ade 6:155<
O resaltada individual dos pareos foi o qce
ps asamos a expor.
i. pareoConsolacio i 000 metros. Ani-
uaes de Perntrntucj qoe nao teoham ganbo
premios nos prados do Berife e Udo. Premios : ttO# ao i, 40* ao f e SO*
ao3.
Nictheroy, corrido por Ifanoel Archacjo,
54 kls. 1"
Gala i, idem por Antonio Meira, 54 kls. 1*
Tudo, idem por Jos Marcelino, 54 k's. 3.*
Tempo 73".
Eateio das pooleB : Nictberoy em l 65*500 e
em 1.* 11*900 ; Galaa em 2 lUOOO.
Movimeu.o dus ptules : venoeram-se 6C6 em
! J68, e em *> 338, aa somma de 3:03O4n.OO.
i. pareo-Conciliac oI 00 metros. Ani
maes de Pernamboco. Premios : 200* ao 1',
40* ao 2 e 20* ao 3."
Talispher, corrido por Antonio Meira, 52
kU **
Piramoo, idem por Pedro Alexandrino, 54
Sans Souci, idem por Balbino Moreira, 54
kls. 3.
Tempo : 86 1/2." ^^
Rtelo das poule3 : Talisnber em i 21*900 e
em 2* 7*200 ; Piramoo em 2 7*100.
Movimeoto das pooles : Venderam-se 708, em
1* 349, e em 2- 359. na somma de 3:540*000.

3 pareo19 de Abril -1,000 metrosAnimaos
de Pernamboco qoe nao teubam eanho .premios
at o flm de 1890. PremioB : 200* ;ao Io, 40*
ao 2* e 20* ao 3.*
Vingador,corrido por Pedro Alexandrino,
56 kls. !
Galaa. dem por Antonio Meira 54 kls. 2.*
l'a) Brazil, idem per Ensebio Teixeira, 54
kilos 3.'
Tem no : 73 1/2"
Kateio das pooles : Vingador em 1. 11*300 e
em 2' 8*200 ; Galaa-em 2 17*900.
Movimeoto 'las poult s : Vende?am-sft 788, em
! 406 e em 2 382, na somma de 3:940*000.
*
4o pareoProgresso1,000 metrosAnimaes
pungas-Pietnios: 200* ao 1, 40* ao 2 e 20*
ao 3.
Moema. corrida por Antonio Msira, 54 k. 1.
Sopitaoga, idem pur Caoavarro, 56 k. 2.-
Faceira, idero por Casimiro, 5 k. 3.
Tempo 79"
Rateio das poules : Moema em Io 7*300 e em
2 6*400 ; Supitaaga em 2 11*200.
Movim n'.o das poules : Venderam-se 832. em
Io 477 e em 2o 355, na somma de 4:160*000.
*
5* pareo1,000 metros -Aaimaes de Pernam-
boco, que na > tenham ganho premio em distan-
cia de 900 n.Hros. Premios 200* ao Ia, 40* ao
# e 20* ao 3.<>
Lucifer, corrido por Pedro Alexandrino, 58 k. 1
Pyrilampo, idem por Oeolinao, 56 k. 2."
Tel^gramma, idem por Amaro, 56 k. 3
Tempo 721[2"
Raieio das poules: Lucifer em 1 11*800 e
em f 8*300; Pyrilampo em 2' 11*300.
Movimeoto das poules : venderam-3e 892, em
1 459 e em 2 433, na somma de 4:460*000.

6* pareoGrande p'emio Ferro Carrili,800
metrosAnimaes at meio sanguePremios
1:5(0* ao !, 300* ao 2 e 120* ao 3."
Gaolex, corrido por Balbiao Moreira, 56 k. I.-
Veloz, idem por Nicolao, 54 k. 2.
Torpedo, idem por Casimira, 56 V. 3.
Tempo: 126"
Rateio das pooles : Gmlez em Io 6*700 e em
2 6*200 ; Veloz em 2 8*300.
Movimtnto das pooles : Venderam-se 886, em
1 45o e em 2* 401, na somma de 4:430*000.
Diario de Pemambnco Trea>^^^H bril de
i- .. ......m-mBmmmm*mmmmmmmmmmmmmmmmi
Francisco Manad a Sva4kC., depoti
ros d toda'as eap*ciaMs9# pharma
W
E's assassioa:
'., Pois. inclemente,
Da mulber ana]
Matar a gente.

SJ Ento, gostoa moito de Pars, bein T
Muito e moito I Mas, ama coosa exquisita.
Visitei todos os arrabaldes, menos o Ctmpltt.
Toda a vez qoe quiz tomar coodoccao para este
logar os osmtsiM e os tnmwaf* estavam cheios.
Na' .-ociedade:
Mma amiga pergunta Sra. B..., qoe moi
rica e quer que o saibam :
Tiaz boje todos os seos brilhantes ?
Todos, oo f.. Mea marido nao qoer qoe
eu me fatigue I
Urna grande figura deaapparecea da Italia:
Agostinbo Magliani, o genio das fioancas, 'como
t chama Gladstooe, cessou de viver na i lade de
7 annos.
A Boa vida publica comecou em 1862.
Attrabio a atienco na Italia e no extrangeiro
rea eua vasta ieielligencia; e, escolbido em
llk delegado ao C ogresso Monetario de faris,
ahi adquiri a cruz da Legito de Honra que Ibe
foi deferida pelo presdeme d'aquella Repblica,
arecbal Mac-Mabon.
Em I8f8 res parte do mislsterio italiano com
a pasta das Fioancas.
A sua tarefa foi grande, alm da desoloco do
aiacinao, aboli- igualmente o curso toreado,
reordenou as tarifas uaoelraE e obtete a igual
dade.
Senador desde 1871, propognou sempre Da C-
mara AlU, cao tambem dos des ancos em Que
foi miDit-tro pela tranetormatao tiibntarla com
tendaawia a Bopprimir os impostos sobre eneros
da priaseira Beceseidade, na tanta maxiaa:
Quem mais tem mai pagse,
Foi orador fcil, fascinador; liaba meroena
tlente e prompta; coraco de patriota frvido,
de cidadao exemplar.
A patria que perde om tal vulto, deve cobrir-
se de lato.
0' mml, de-me muito este dente; ea
quero UraJ-o
Pois sin, meo filno, vano ao deoosta.
Nao, mama, eu nao ajuero ir ao dentista,
que fas doer.
*t- En tao, como queres to tiral-ov
O Qotro ooe me d maitos doces... a asan
diz qoe fas cahir os deatea.
T pareo1,ORO metrosAnimaes de Pernam-
boco que nao tenbam ganbo oestes ltimos 4
mezes. Prendes 200* ao I, 40* ao 2* e 20* ao
3."
Potosi. corrido por Casimiro, 52 k. 1.
Village, idem por Jof Marcelino, 52 k. 2.
Tupy, idem por Balbino BeDJamim, 52 k. 3.*
Tempo : 75"
Rateio das poules : Potosi em l* 18*700, e em
2' 6*7( 0; Village em 2 5*80o. *
Movimeoto das poules : Venderam-se 519 em
! 265 e em 2o 254, na somma de 2::9o*r00.

Deixaram de correr no 1* pareo Bonina e Ven
toroso, oo 2 Colosso. no 5o Doblim, no 6 Siro-
co e Granada e no T Florete.
Fecba-se boje a in>crpco do Derby Clob
para a corrida de domingo prximo, no Prado
da Estancia, cujo excellente projecto acba-se
neste Dutrw, aa seccio propria.
Foi ante-bontem vendido em leilSo, por.....
55:000*, o Hippodromo Goanabara.
Adquiri a propriedade do terreno e de todos
os pertences o Sr. commeodador Qutro:.
A Companbia Pastoril Minara acaba de re-
ceber de sua fazenda de cnaco em Tres Cora-
toes, do Rio Verde, Minas Geraes, o cavallo,
Amyntbor, interipto para disputar o graade
premio Cruzeiro do Sol deste anno.
SPORT
Tribunal da Relafao
SESSAO ORDINARIA EM 20 DE ABRIL
DE 1891
PRESIDENCIA DO CIDADXo DE8EMBAKGADOB
QC1NTINO DE MIRANDA
Secretario, o ctdado Dr. Virgilio CoelKo
A's horas do costme, presentes os cidadoe
desembargadores em Humero legal, foi aberta a
sessSo depois de lida e approvada a acta da an
tecedente.
Distribuidos e passados os feitos deram-se
os seguintes
J CL GAMENT03
Habeas-corpus
Paciente:
Maooel do Carmo.Negou-se a ordem, unni-
memente.
Recurso crime
Ba VictoriaRecorreute o juizo, recorrids M?-
noel Jos Sanl'Anna. Relator o desembarRador
Caldas Brrelo. Negou-se provimento, unni-
memente.
Appellacoes crimes
De Bom JardimAppellaite o juizo, appella-
do JcSo ChriBpimano de Soma. Relator o dee-
embargador Costa Ribeiro. Mandou-se a aovo
jurj, contra o voto do deeembargador Caldas
Barre to.
INDICiCOES UTSS
em par
crian cas,
Medico
Dr. Jo3o Pauloespeoialiala
tes, molestias de senhoras e de
3m pratioa eos hospitaas de Pars e de
Vienna d'Austria, d consultas de 1 aa S
horas da tarde, Largo do Corpe Santo n
19, 1. andar e reside na estrada doa Afilio
tos n. 30, junto esuclo do Espiuhoiro
Chamados a qualqaer hora. Tolephone n
190 Consultorio e 467 na residencia.
Dr. limares de Mello, medico pelo Fa-
culdade do Rio de Janeiro, d consulta
das 12 aa 3 horas das tarde, no largo de
Corpo Santo n. 15, 1.* andar: recebe
chamado a qualqaer hora na ana residen
oia no largo da Paa n. 41, em Afogados.
Especialidades : molestias de pelle e sy
philis.
Dr. Jeaquim Louteiro medico e ptrei
ro,consultorio ra do Cabug n. 14
I..9 andar de 12 s 2 da tarde; residenci:
oo Monteiro.
O Dr. Simplicio Mavignier. Clinica me
dco cirorgica. Especialidades : molestia
pulmonares e partes. Boa Mrquez de
OH, la n. 27, 1. andar, consultas das 11
s 2 horas e na Casa Forte (Poyo da Pa-
nella) das 6 a 9 da manhS e 4 tarde
Chamados por escripto. Telephone n. 392,
O Dr. Lobo Mteos d consulta em
sua casa i ra da Gloria n. 39, das 1C
horas da manha 1 da tarde. Aohando
ae fra do servico publico offerece se pan
acudir a qualqaer chamado com prompti
dio para tora aa cidade. Especialidaae :
operaoSes, partos e molestias de senborat
e de meninos.
Dr. S Partir, roa da mperatris n. 8,
Do Recife Appellantes Arcbanjo Maooel iH^aAonsutaamedioo-cirargicaa "todos os dist
i ofrV-svT Tai
GBAKDE PhEMl FEUaO VA!
Em toa corada de comingo ultimo fecmoo
qPrado Pewaiiiboeaao o grande tyemto.Fwrp
Carril, tendo o prado do Lacea BOtatenaento
Silva e Jofto Rayriiundo Nepomocenov
a jastija Relator o deBtmbrgador Prea Fer
reir Contirmou-se a sentenca, unnimemente.
Do Reci AppelUnte Cypnano Das doEpi-
nto Santo, appellada a josuga. Relator o des-
embargador Teixeira de S. Conflrmoo-se a
senu nca, unnimemente. .
Da Parabjba Appellantes o joizo, Manoel
Francisco de Paola e outros, appellados Fran-
cisco Antonio da Silva e ootros. Relator o des
embarcador Coeta Ribeiro. Julgou-se proce-
date a appellacao dos reos e nprocedenie a do
io>s diieito. ...
Vscafaio Appellaote e juiso, appeMado
AaBehno Nicacio de Parlas e outro- Relator o
desembsraador Caldss Barrete. Mandou se a
novo jury, unnimemente.
De Goarabira- Appellaate o jnio, appei^do
Jo FraoQBco. Relator o desembargador Tei-
xeira a S. Deu-se provnnante a appellacao,
para se impar a sena legal, unnimemente.
Da ImpeatriaAppelisota Pedro Loarenco ds
B4m. apptliaoa a jusnea. Relator e desembar-
gador Casta sMetro. Ika se prom-oto a ap-
peliacae pata se taapOr a pena togai, aanlme
"do Reclle-aadaato les* CaadMo de Ovel-
as 8 ao meio dia, menos nos domingos
lias santificados.
O Dr. CerfBSi'ro Leite continua a dar
consaltas todos os diae atis, na ra Nova
n. 32 de meio-dia a 2 horas da tarde ;
depois dessa hora encontrado em ana re
sideneia a roa do Bario de 9 Borja o. 22
firecmllaia
Dr. Ftrrdro, oom pratiea nos prince
paes hospitaee e clnica de lar e Lol
dres, d consultas todos es ansa dea i
horas ao meio-dia. Consultorio e resi
deaoia raa. Larga do Basara a. 20.
Dr. BmreUt tim+mo, oosaata, d coa
saltas de 1 aa 4 aoras aa 1.* andar d
oaaa roa Bario da Victoria a. 61. Besi
dencia a roa 7 de Setembro n. 34, eatra
da pela na da andada a. 2.
ra, appellada a jostiga. Relator o desembarga-*1
dor Francisco Luiz. Deu-se provimento a ap
pellaco ecBtia o voto do desembargador Tei-
xeira de 84, para ge imir a pana legal.
D > Recite Appellanle Jofto F'ancisco Fer
nandeg, appellada a juctica Relator o desem-
bargador Teixeira de S.Den se provimento a
ppellagao para se imror a pena legal, unni-
memente.
Appellades cavis
Do Pilar Appellaote Matb as Francisco do
Reg, appellado Jovelino Rodrigues da Silva.
Rrlaior o desembargador Pire* Ferretra. Revi-
seres os desembargadores Martina Pereira e
Francisco Lu z.Foram despresados os embar-
gos, unnimemente.
Dj Recife Appellaote Paiva Valeote 4 C,
appellados Ernesto Leopoldo. Relator o des-
embargador Teixeira de SS. Revisores os des
embarcadores Calilas Brrelo e Pires Ferreira.
Rt formn- se a seo tenca, contra o voto do des-
embarRador Pires Ferreira.
Di Victoria -Appellaote Manoel Antonio Ca-
bral, appellados Mauoel da Cruz & C. Relator o
dse libargador Costa Ribeiro. Revisores os
desembargadores Teixeira de Sa e Caldas Bar-
reto. Foram recebidos os embargos, contra o
voto do desembargador Teixeira de S4.
Appellacao commercial
Do Recife Appellantes Manoel Ferreira da
Croz & C, appellados Monbard Huoer a C. Re-
lator o desemoargador Martina Pereira. Revi-
sores os desembargadores Francisco Luis e Cos-
ta Ribeiro. Cooflrmou-se a sentenca, contra o
voto do Relator.
PA8SAGEJ8
Do desembargador Pires Goncalves ao desem-
bargador Costa Miranda :
Appellac&o commercial
Da Recife -Appellante Alexandre Alberto, ap
pellados Goncalves Loorenco & C
O desembargador Pires Goncalves, como pro
motor da jostiga, deu parecer nos seguintes fei-
tos :
Appellacoes crimes
De Santa RitaAppellante o juizo, appellado
Maooel Baptista do Nascimento.
Do Recife Appellante o joizo, appellados
Antonio Ferreira Das e outro.
Do Recife Appellanle o promotor publico,
appellado Jesuino Alves Corris Jnior.
Do RonitoA apellante Jos Pereira da Silva,
appellada a juanea-
D.: Iguarass Appellante o juizo, appellado
Trajaoe Barbosa de Mello.
De Paios Appellante o joizo, appellado Joao
Alves da Silva.
Do desembargador Martins Pereira ao desem
bargador Francisco Luiz:
Appellacoes crimes
De Paulo AlLtisoAppellante o juizo, appel-
lado Jos Goncalves Ferreira.
Do Recife-Appellanle o juizo, appellado Ma-
ximiano Pereira da Cunba.
Appellacao commercial
Di Recife Appellantes Jmustoo Palor 4 C,
appellados Carlos Ljureoco Gomes 4 C.
Dj desembargador Francisco Lj z v'u '. :-etn
bargador Cosa Ribeiro:
AppeacOea crimes
Do RecifeAppellanle o juiso, appellados Jos
Pedro de Alcntara e outro.
De FlorestaAppellante Manoel de SouzaFer-
raz, appellada a juslica-
Hevista crime
De Belm Recorrente Jos Luiz Baranda, re-
corrida a justica.
Do desembargador Costa Ribeiro ao desem-
bargador Teixeira de S :
Appellacao crime
De Ipojuca Appellante Doningos Jos de
Sanl'Anna, appellada a jostca.
Do desembargador Teixeira de S ao desem-
bargador Caldas Brrelo:
Appellagoes crimes
Do logaAppellantes Jos Joaquina Cardoso e
outro, appellada a justica.
Do Granito Appellante o joizo, appellado
Anselmo Jos de Lima.
Da Parabyba Appellante o joizo, appellado
Manoel Francisco Bandeira.
Do desembargador Caldas Barrete ao desem-
bargador Pires Ferreira:
Appellacoes crimes
De S. LourertcoAppellante Joo Galdino Mo-
reira, appellada a ju-tica.
De Olioda Appellante Liberato Bezerra de
Carvalho, appellada a justica.
DILIGENCIAS
Com vista ao desembargador promotor da jos
tica:
Da EscadaAppellante o juizo, appellado Ma-
noel Benedicto aos Santos.
Eu diligencia no juizo a pi :
Appellagao crime
De S. Lourengo Appellaate Antonio Maxi-
miano, appellada a justica.
Com viata s partes :
Appellacao commercial
De Camaragibe Appellante Manoel Heleno
Rodrigues dos Santos, appellado Joao Jos de
Parias,
Eucerrou-8e a sc-ssao s i horas da tarde-
cautieaa, tintas,.asogaay producte abita
eos e medicamentos homeoptico,, raa di
Marquen, da Qlmda n. 2&Y
Cansai massasiaturtaa
O bacharel J. Thiago da Fonseoa lec-
cin a em collegios, e caesa particulares as
seguintes materias : Portuguea, Francb
Ingle e Historia.
A tratar n'eata Bedmecao, ou em sua re-
sidencia ra da Palma n. 57.
P0BMCAC8ES A PEDIW
O Jornal do Brasil
A apparicSo diaria, na Capital Federal,
deste grande orgio da imprensa, foi um
acoctecimento do todo ponto extraordina-
rio para todas as carnadas Bocines, porque
o sen programmaaem polticae or
isto mesmo sem inclinagSes suspeitas, se
adapta simplesmente, escrupulosamente,
aos negocios pblicos de msror monta, ao
alevantamento moral e material da nacio-
nalidade braaileira.
Sem competidor em sua esphera de dis
cussSo, sem peias ou restriccSes r.o sen
pronunciamento eloquento e cheio de li-
cSas proveitosa3, sempre altsono e nunca
humilhado, o Jornal do Bra* l, ir ser o
espelho de reflezio para toda a imprensa
da nossa Repblica, o orgio da maior au-
toridade para todas as quastlas do mais
alto alcance poltico-social.
A sua redaccSo rena asillastracSes mais
reputadas do nosso ex Imperio.
Provectos oradores e festejido3 escrip-
tores, foram ellea os mais respsitados pro-
pugnadores da'abjlicllo da raga negra do
nosso continente.
A tribuna e a imprensa ahi esto para
at testar qnanto el les, sem excepcao de
um s, as honroram pondo em/elevo seus
talentos e sea patriotismo em prol da re-
voluto social e pacifica do abolicionismo
que toi, e ninguem o negar, o mais solido
alicerce da repablioa, entra nos, proclama-
da a 15 de No^embro de 1889.
A acceitacio benvola com que toda ai-
prensa fluminense acolheu o Jornal do Bra-
sil, cuja collaboracao e programma sao se-
cessiveis ao acolhimento que ella ha t.do
onde chega, prova robusta e authen-
tica de suas prosperidades e duraelo.
Mantenha-se elle na rbita a'tisoni que se
impoz, o qne de esperar do bom senBo e
das luses de seus dignos redactores, e nio
raro o teremosem compete acia com os mais
conceituados orgaos univereaes
Faremos os mais ardentes votos para
que isto se verifique, e sobretodo porque
vemoa no Jornal do Brasil as mais sega
ras garantas de nossa eatabiiidade consti-
tucional e republicana.
A sua linguagem j exordiada nos Mi-
meros 1.* e 2 que nos vieram directamen
te s mies, caln logo em nosso animo
desprevenido a conviccio plena do qnan-
to aqui dexamos externado.
Os bons Pernambucanot, por certo, aa-
berlo oamprr o sen dever, n5o se reve-
lando aquem do acolhimento generoso com
qae Fluminense receberam o Jornal do
Brazil, esse novo agitador correcto e sen
sato, das mais nobres eausiS nacionaes.
Em seguida publicamos um prospecto
do Jornal do Brasil o para o qual convi-
damos a attencjto publica.
Recife, 20 de Abril de 1391.
A. O.
Jornal do Brasil, propriedade de Hen-
rique de Villeneuve & C, ra Goncalves
Oias n. 56.
Folha do grande formato, a sahir em
principios de Abril de 1891 seb a dire-
C&O do conselheiro Rodolpho Dantas e a
administraoao de Henrique de Vi.leneuve
com a collaboracao da conbecidos escr-
ptores nacionaes e estrangeiros entre os
quaea os Sra. Drs. Gusm&o Lobo, Sancho
de Barros Pimentel, Ulysaes Vianna,
Constancio Alves, Aristides Spinola e ou
tros o no estrangeiro, Joaquina Nabuoo,
Edmundo de Ansiis, Ohveira Martina,
Theophilo Braga e outros.
Da correspondencia fiianeeira e eeenotn-
ea inoumbiram^ae:
Em Londres, o eminente ex director do
Tkesonro Nac nal, Bario do Rosario.
Em Pars o abalisado eoonomiata Paul
Leroy-Beaulieu, membro do Instituto,
professor do Collegio de Franca e reda
ctor ohefe do Economiste Francai*.
Da dire<5Co da Parte commercial en-
carregou-se o Sr, conselheiro Sonsa Fer
reir, o anlijro e provecto redactor ohefe
do Jornal do Commercio.
A Critica scientifica jfioari a cargo dos
illustrados professores Benioio de Abreu e
Henri Gorceix.
A Criticm dramtica sari ieita pelo Dr.
Antonio de Souza Pinto.
O Jornal do Brazil, tere alm d'isso
correspondentes especiaos em todas aa
grandes capitaee da Europa e da Ameri-
ca, e em todos os Estados da Repblica.
A empresa or.an.sou com especial es-
mero o servico de reportagem e o lele-
graphico.
Em Pernambuoo asaigna ae o Jornal do
BraaU (pelo preoo de 16tf000 o anno e
80000 por 6 meaos) Praga da Iodepen
dencia na. 37 o 3, loja do negociante
Antonio Auguate dos 8antos Porto.
Faria Bobrmko tt
oad, raado Msraaaa
..droMoata porat*
daOfiadan. 41.
Ao publico
Teudo chamado reapocsabilidade o edictor do
jornal aVo Ms*a para exibir o autograpbo do ar
ligo pobli.auoem o n. 31 de 1 do corrate,
pelo qual, a par dos ioaonos que sae roram atira-
doa se faziam ferinas Blluedea s ootros cojos ne-
mes por maligoidade oo cobarda nao foram de-
clinado, como aquella em que se dii que ba
om corrilbo que tem procorado explorar o tne
sooro boIic ) e qoe a opioiao pnblica apoota
onde ae reone e maccioaa;* com grande paemo
para mu comoarecea ea folio o presnjlero
Aogasto Frank m M. da Suva, vigano da (re-
go< sia da Boa-V.sta, o qaal aasumio a reBponso
bilifll da artigo em qaestto.
Baveodo to'aada loolecido de ananto ca-
paz qaem, asqoecendo aa aobre qaal liarte ae
ministro deCiruto e pastor das stmss, ostenn-
vamente demonstra completa ausencia deessA
ra de andada, moatiaoto ee eftetf >>
atrabiliario, como o oaliflaaei ao proksto aos
Hs public-r oo Atara ds 1* deste mes\stoa-ma
por Miiofeit com o simple* eompai^cnnanto oa
resjomsocsl w juizo, abandonando qualqaer b-
ito pcuCdaimeMo. __
Sadaiuendo o deseo e abo-de lavMoa:
raoao-aafdou, veroaaeiro sjaro 00 mB^aa
del de virtoaes e WiBade, ao oai me Bgtsi
BBC9msmmsBmssssssBsem
laces de respeitosa estima, don por terminada a
deaagradavel qoeslio a qae lio ievianamento foi
arrastado por aqotlle jornal.
Sem contaa algomaa, absolntanr ente, a dar Ibe
de meas actos como funecionario ou come c&rifi-
tao, volto as coilss ao orcao do partido carblico
completamente oesvlado de sua misso e cerra-
rei oovidos a todo e qualqaer (moco cae contra
mim no vamente acolaren.
Deus, qne penetra at o intimo das con.'Cien-
cias, julgar os culpados.
Recife, aO-491.
Celso F. H. ie Souza.
11 *
Agradecimento
Victima de om desacato poi parte do ex-cabo
Leal, do 3r batalb&o da nfantaria, no aybbado
11 do correte, 4 oras da tarde, em meo pro-
prio estabelecimeuto a rus de Lomas Voleotina
0. 17. mt
Por metivoa mal Dundados, o ex cabo Leal,
devldo o ter en procurado que om meo er com-
paobeiro passnstc por qualqrer decepcao, mal-
tratou me cem nalsvras, chegrado a > ponto de
prete der esbofelear-me, o que nao fez devido
a minba reaccao.
Bem, dirig me ao Ilustre major commandan-
te interino do batalbao. e expondo-lbe o factu
com todas as suas peripecias, foi elle oo dia pos-
terior a dar as providencias que jnlgoa aceita
das.
Na segunda-feira, inspirado pelos senlimentos
de josca. mandoo qoe, pelo capito ajodaote,
ioveBtigaRce o facto, e depois de provado em
toda Boa r.le: itude, poni o ex-cobo Leal, de
conformidade ao deiic'o praticado.
Depois de longos aonos de negociante e pro-
pietario que son, esta a primeira vez que ve
obo a pagina de ata jornal manifestar a lio dia
tmeto qio brioso oficial, osmeosmais sincero!
reconbecimentos. pediodo-lbe desculpa se acaso
f. offeuler a sua susceptib lida-ie.
Em 20 de Abril de 1811.
Manotl de Okcevra.
Marca registrada
X. 98-f. Kxemplar-i 81
T- m o presente qoadro a formla de orna ban-
deira, a qoal destiaa-se a servir de dstico ao es-
tabelecmento de faseodae,pertencente a Joaqoun
Luiz Teixeira & C. sito a roa Duque de Caxias
o. 56, os sectales caracterisiicos, a bandeira
tem o fondo de panno aznl claro, no centro ama
im jiensidade de estrellas dispersas, feitas com
panno braneo; cootm anda, neste centro da
bandeira um dstico a especie de om arco em
qae se a seguate palavra :Loja das E-trel-
113. feitas estas letras de panno braneo, abaixo
dest) dstico, tem o n. 56, feito bambem de pan-
no braneo as letras, fecha oo guarnece a bandei-
ra om friso largo de panno braneo.
Recite, 4 de Abril de 1891.
Joaqaim Luiz Teixeira & C.
Eslava sellado com estampilba de 400 ris.
Certifico que entrando oo exercicio do meo
cargo em o dia 4 do correte encontrti o presen-
te modelo no estado em qoe se acba.
Secretaria da Junta Commercial do Recife, 4
de Abril de 1691.
0 secretario,
Benedicto V. Palha.
Certifico qae foi' registrada son o n. 282 em
virtude do despacho da Junta Commercial em
eesso de hontem.'.
Secretaria da Junta Commercial do Recife. aos
17 de Abril de 1891.
0 secretario.
Benedicto V. Faina.
Eslava collado com doasestampilhas represen-
tando o valor de teis mil ris, competentemente
iuutilisadas, e ao lado o sello da Junta Commer-
cial do Recife, do Estado de Pernamboco.
Dr. Bastos de Olivera
Medico operador e parleiro
Tem o aeu consultorio a ra do Marquea
de Olinda n. i, Io andar, onde pie ser
procurado todoa os diaa uteis de 1 s 3
horas da tarde.
D consultas em sua residencia ra da
Imperatria n. 21, 1* andar, das 7 s 8
horas da manhi.
Chamados a qualqaer hora.
Telephone n. 365.
isa ar |
Marca registrada
N. 283-Segando exempfar-~i$9i
Tem o presente-aaadro a formula d'nma
bandeira, a qoal destina-se a servir de
distico ao estabelecimento de fazenda,
pertencente a Joaqaim Luis Teixeira A C,
sito a roa do Duque de Caxias o. 58, os
seguintes caractersticos; a bandeira tem
o fundo de panno azul, no centro urna
mmensidade da estrellinhas dispersas,
feitas oom panno braneo, ooatem ainda
neste centro da bandeira um distico a es
peoie de om arco em que se 18 a seguinte
palavra Loja das Estrellinhas fei|a esta
letras de panno braneo, abaixo deste dis
tico, tem o numero cincoenta e oit; (58)
feito tambem de panno braneo as letras,
fecha oa guarnece a bandeira um friso
largo feito de panno braneo.
Recife, 4 de Abril de 1891.
Joaqaim Luiz Teixeira & C.
Estava reoonhecida a firma pelo tabel-
liSo Jos Bonifacio dos Santea Mergulhlo
e sellado com estampilba de 400 ra.
Certifico qne entrando om exercicio de
meu cargo em o dia 4 de Abril corrente,
encontrei e presente modelo no estado em
que se acha.
Secretaria da Junta Commercial do Re-
cife, 8 de Abril de 1891.
. O secretario,
Benedicto V. Palha.
Certifico que foi registrada sob o n. 283
em virtude do despacho da Junta Com
mercial em sessSo de hontem.
Secretaria da Junta Commercial do Re
cife, 17 de Abril de 1891.
O secretario,
Benedicto V. Palha.
Estar collado duas eetamphaa apre-
se n tan ao o valor de 65(00, com pe te me-
mento inutisada, a ao lado o sello da
Junta Commercial do Recife do Estado da
Pernambaeo.
O abaixo amasado ten-
do lido em um edital do Jui-
dos Feito* da Fazenda,
zo
sa-se em declara*. pertencente ao rderido Jone
ifelippe de HollandaCauai-
cante tem o n 25 A, e edi-
ficada em terreno anenfi'nim
so mesmo abaixo assignat
que protesta fazer vale* *
seu direito contra quem
rematar a mencionada
Joao Joaquimda Costa Lafc.
rYdvogada Oliyeira Fons
Mudoo seo escriptorio para o sobrado a- lia
praca de Pedro U.
Ao commercio
Os abaixo assignados conmoQieam ae aaai-
mercio, ao publico, a seos amigos e freaaeaab
que formaram ama oova sociedade, adn Miada
para seos socios soldanos os sena amigse a-
tereasados, os Srs. Joaqaim Rodrigues ds fon-
seca e Silva e Constantino Nones de Souza Casa-
pos, continuando a mesma trmaNones, #SBt-
seca C, sob a reaponsabihdade dea sociosr-
lidarios Alexandre da Ponseca Firoandes, Jaa-
qoim Rodrigues da Fon^eea e Silva e Conttassa-
oo Nones de Souza Campos e o socio liaaast
Nones da Fonseea, em commandita uas aa
accordo com o conlracto qae val sur regisUafc
na Jonta Commercial* desta praca.
Recife, 18 le Abril de 1881.
Alexandre da Fonseca Fernaasa.
Manoel Nenes da Fonseea.
Dentes
*


Termina a horrivel dor de dentea
i excellente preparado de Manoel
Jnior.
As cartas que lhe tem sido diri|
pelos tornaos de miaorcirculacao, ..*
i efBcacia.
Depositas :
Drogara doa Srs. Francisco MnuinltV
Silva & C, ra do Marques d Otcsjst
a. 28.
Pharmacia Martina, ra Duqa
Jaxias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita L
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, raa ir.
Sarao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes i roa laqa
do Rosario n.31*
Oculista
Dr. Barre to Sampaio, oculista,
ex-chefe de clinica do Dr. da
Wecker, de volta do sua via-
gem Europa, d consultas d
1 a 4 horas da tarde, no 1*
andar da oaaa n. 51 roa da
Bario da Victoria, excepto no*
domingos e das santificados.
Telephone 285.
Residencia roa Seta de Setem-
bro n. 34. Entrada pela raa da
Saudade n. 2Q.
Telephone 287.

{

.

Dr. Nneft Goimbra
ClinicaMdico -Cirurgica
Especialidades : febres, partea,
tias de senhoras o de ereaneas.
Chamados a quaiqner hora na sae aa-
sidenoiaCaminho Novo n. 168, jusasf
astelo; oa no.aeu consultorio, roa ba>
ques de Oliada-a. 5t, ..nia d coi
das 11 s 1 horas.
Telephone n. 387
i

leaUeo
DR. TA VARES BE MELLO
formado pala Facoldade do Rio de Janeiro,
tendo^e dedicada com- especalidade i
therapeotica moderna das molestias de
peUe e sipnilis, na polycliuica geraLa
carao do Dr. Silva Aranjo, onae serrie
como seo aiudante; da coosultas de 11 as
3 nras no largo do Corpo Saato a. tla_:
aDdaT, e recebe'chamados a qoalaaar l
em sua residencia, largo da ras a
'ogados.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, parteare trata oom espinal"
dade de molestia de Benboraa o orear
Consultorio e residencia ra da it
atria n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 a10 da manhi.
Chamados (por escripto) 4 qualquer han
TBIJIPHOHIt N. 226

AiJVOGADO
Dr Clodoaldo Lopes
Eaerlptvrto
Roa Eatreila do Rosario m. -.
para venda da casa n. 23 A,
no Encanamente, freguezia
do 'oijo da Panela, perte-
cente a Jos Felippe de Hol-
Juida Cavalcanti, no qual
ae diz ser dita caa ediuca-
fe ernterprnof^pn^y afes<
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLINSON, fc*
nado pela Universidade de Maxylaadaav
Satadoa-Unidos; teta aberto o san osanssV
orio, na roa Bar-1 do Victoria 68,1* aa
lar. Telephone n. 71.
ConBultaa das 10 a horas da Cada.
MEDICO HOMEPATA
Br. Baila nr a Sv<
Espeoialidadorobres, mo
das oriaBsjM, dos orgaos respiaata
rioa e das senhoras,
riiaaasn a qualquer chamado paca^
fora da capital.
ITedoa os chamados devem aaraaV]
rgidos nharmania do Dr. Sabina,
raa de Bario da Victoria a. 43, j
oade se insTsnasd saa raaideoeia.



\
I
I



A'S YICTIMAS BAS FIBRIt
i M de Marco deste anuo pela Inspectoris
eral de H jgieoe de R de Janeiro, ten boj*
aareeentar-se i humanidade soflredora do man
io tateiro, con taboa de salvacao qoe ao tole
ii naufrago toe enviada por mo omnipotente!
mtxJr mU-rekrU CMdM*. appli
cado em mmssimoe casos de febres, tem, come
por sniUgre, levantado do leito da dor a comple
m nwifiundes.
Kste remedio, compoeto rnente de Tegetaei
inteiramente inoffensivo, anda mesmo amis
mimosa e tenra enanca.
As senboras, so estado de paridas, oa no pe
n odo de incommodos naturaes, podem salo
tm receio algnm.
Deposito*
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da Sv
i C, ra Mrquez de Olinda n. 13.
Pharmacia Martina, roa Duque de Carias
a.88.
Pharmacia Oriental, roa estreita do Roeari
3. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, i roa do Bario di
Tictona n. 14
Pharmacia Virgilia Lopes 4 C Rosario larga
*) eral em caaa lo toloi
Bbtaoel Cardlo JumIoi-. IU
relia *o Bouriu w. i .
Attcstados
Scieetiflcamos ao respeltavel publico que alen
tes attestados a que damos publicidade boje
forsm carados 651 variolosos.
Pedimos aos incrdulo tara irem examina'
tratados Dele Elixir anti -il.
Dos Bonmeros attestadoB \ e temes, dame
m segnida principio a ana pujlicacSo ; e ist<
astar para que sejam conhecidas as virtude.
do Elixir anti febril Cardoso.
Corados de diversas febtes 1:156.
N. 111
Recite, 17 de Abril de 1889.
Ulm. Sr. Manoel Cardoso Jnior. Atiesto
sob juramento, qoe acbaodo-me seriamen-e ata-
cado de nma febre fortissima, acompaobada de
dores de cabeca e em todo o corpo : fiz uo do
sen preparado denominado ante-febril, a coose-
&o de nm amigo, cajas melhoras fui logo encon-
trando boras depois do nao do medicamento.
Affirmo Ibe de qoe 6 horas depois j nao sen
ha mas dores de cabeca. a para provar loe a ef-
icacia da seo medicamento 12 boras mais on
senos depois, eslava j sem febre e prompta-
mete comprindo com miabas obngacea.
Portanto venho agradecer toe por meio desta
declaracao e ao mesmo tempo amrmar-lbe de
qae teu preparado de orna eficacia admira-
vel
Son de Vmc. nm criado grato- Jos Emiliano
de Oliveira Prates.
N. US
A" > que achando-se mea Gibo Miguel, de 7
MHv. -c idade, accommettido de febre, empre-
goei pan. debelal-a oElixir anti-febril de Ma-
aoel Cardseconsegnindo com o emprego le
tao poderoso medicamento vel-o boje restabele-
ndo completamente.
A conselbos de nm amigo, qoe me lorneceo
un pooco daqoelle elixir, devo tel-o empregado
a, portanto ter experimentado o sea benfico e
nlatar effeito.
Por ser verdade firmo o presente attestado e
arare i Be preciso for.
Recife, 12 de Maio de 1889,-SydroBio Silvano
Sones Sette.
N. 113
Recife, 30 de Jonho de 1890.
Dlin. Sr. Manoel Cardoso. Jnior Atieste af-
irmativamente qoe acbando-me atacado de ama
febre coja causa oo syntomas ignoro, fiz nao de
sea valioso medicamento denominadoAnti fe-
brilcojas melhoras fui encontrando ponco de-
pois de ter uzado, e acbo-me perfeitamente res-
iabelecido.
Portanto flirmo-1 he qoe a ter occaslao de pre-
nsar nao procurare! outro remedio, assim como
algaem qoe p issa soffrer do mesmo mal farel
jamba recommendacao.
Sou de Vmc. criado e respeltodrrJos Au-
gosto da Silva Mendonca.
N. 114
Attesto qoe tendo meu filbo JoSo da Silva Ca-
rral sido accommettido de orna febre que o
jirostou de cama por e.- pago de mais de am mez,
e sendo medicado por diversos facultativos, sem
bter resolta jo satisfactorio, veio afinal me-
ibo-ar e ficar completamente restabelecido com
oso qne fez do preparado do Sr. Manoel Car-
ioso, a qoem, nao oneadendo a sua modestia,
peso licenca para reteirar-lhe os protestos mais
sinceros de gratidao e reconhecimento.
Recife, 5 de Julbo de 1889Alexandre Jos
H Silva Cabral.
N. 115
Ulm. Sr. Manoel Cardoso Jnior. Estando eo
ameacado com a erysipella e estando com gran
dele! aoti-fe.
aoe Cardoso, chegando apeoaa'a tomar quatro
doies, desapparecendo de oa todo a febre ; dias
depois, adoecendo mea filbinbo com 7 annos,
tambem com mou labre, recorrir-me ao elixir,
chegando apenas a Ihe dar tres doses.
Approveitando a opportunidade para agrade
cor ao Sr. Maooel Cardoso a sua grande deseo
berta qoe tao favoravel para mim e minna fami-
lia tem sido til e para as pessoas qne tenbo re
laofies de amisade uformando a elle.
PodendooSr. Manoel Cardoso Jnior fazer
desta o oso qoe lbe coovier e como sempre
Soo de Vmc. atiento, criado e gratoJoan Eze-
qoio de Jess.
(Bsiavam sellados e reconhecidos.)
Tere;
Bem preparado
Escreve o Diario de Noticia, do Rio de
Janeiro:
. c O PEITORAL da CAMBARA'
alm de 00011 benficos etteitos, pelo bem
preparado do producto e superior acondici
onamento, nada deiza a desojar em rea
9I0 aos medicamentos ingleses e amerioa
008.
Na botica e Pharsaacl i da Ra-
tnreza.Se encontram especficos para
a cora de todas as molestias, se por aca-
so podessem ser descobertos. -
Porm ao menos nm foi descoberto.
O Peitoral de Anacahuite .tirado e ex-
trahido d'uma arvore balsmica, ndu-
bitavelmente o Antidoto natural contra
todos os desamnjos e molestias da gar
anta e dos orgios pulmonares.
A eficacia de seos simples effeitos se-
riara em si mais qne suficientes para dis-
sipar toda a incredulidade se por acaso
j nao estivesse altamente reeonhecidos
pelo stemunho unnime de milbares de
pessets.
A historia de suas extraordinarias ca-
ras se acha inscripta e tranaladada com
as innameraveis cerlidoes e attestacSes en-
viadas de todas as partes do mondo ba
bitavel: entre esta grande agglomeracSo
de tettemunhos, se comprehende cartas de
eminentes mdicos clrigos, legisladores,
oradores pblicos, mecnicos, advogad s
e letrados, n'ama palavra de pessoas per-
tencentes a todas as classes e profissoes
da vida.
Tudoa talam em substancia, que a tese,
as constipares, os brocchites, as esqui-
aencias e a tathma, etc., se slliviam e
curam mediante o nso deste admiravel e
prodigioso remedio, d'um modo infallivel
prompto e radical.
Como garanta contra as falsificares,
observe-se bem que os nomes de Lan
man dk Kemp venbam estampados em iet
tras transparentes no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se a venda em toda) as boticas e
drogaras.
Instituto 19 de Abril
Collegi iBdad) em 1883
Ra Sete de Setembro, 13
O DIRECTOR
LIZ Porto Carreiro.
Escola publica
A do sexo femenino regida pela pro-
fessora Lusia Steple est fanecionando
ra Formoza n. 33.
Declaracao
Joo Francisco da Costa verificando qoe ba
OUtros de igual nome, resolve assigoar se d'ora
em diante JoSo Pereira da Costa Pinto. Rscife,
17 de Abril de 1891.
COMERCIO

Revista do Mercado
Recife, 20 os abril de 1891.
8 movimento na praca coostoa de transaejes
ao mercado de cambios e no de algodao.
Bolsa
JJOTACCkS FFICJAE8 DA JUNTA 'JOB COB-
RETOBKB
Recife 10 de Abril de 18S~ |
ambio sobre Paris, vista 543 rs. o franco, do
banco.
u presidente,
Antonio M. d'Amorim Jnior.
Pelo secretario,
Augusto P. de Lemos

0 Juiz de direito Joo Baptista Gi
tirana Costa encarrega-se de contrabii
eaiprestimos com o banco de crdito real
de PernambHCO, para os Srs. agrcnllo
resd'este Estado, adiantando as des
pezas mediante mdica retribuigao ; po
le ser procoado a roa do Baro de S.
Borja n. 46.
Cuidado com a falsificacao
Acabo de verificar que o elixir ante-febril Car
doso est sendo falsificado por algoetn e em -|
quaoto nao descobro este algoem para contra
elle intentar a respectiva aejao dos termos da
lei, previno ao publico que tenba toda attencao
para os frascos qne traxem o nome do autor
Manoel Cardoso e do E ixir CardOcO, cojo depo
sito na ra Estreita do Rosario o. 17.
Recifr, 6 de Abril de 1891.
Maooel Cardoso Jnior.
Declaracao
O abaixo assignado, procarador de Jos
Alvares de So usa Soares, previne a quera
possa interessar, que es bens do Antonio
Bruno da Silva Maia e sua muluer, Afioo
so Augusto de Hrit i TaborH, e D. An-
nanciada de rtrito Tabords acham-se so-
geitos ao pagan Mito da )uantia do......
13:2225170, juros e cusas, em que fo
ram coademuadas por sentenca proferida
pelo Tribunal da Relac&o de Porto Alegre.
estulto do Rio Grande do Sui, acerca d<
que, corre presentemente urna accSo n<
juizo commercial desta crpital.
E para que ninguem invoque ignora:
oia ao qne tem occorrido, faco a present
JeclaracSo.
Fernambuco, 8 de Janeiro de 189
Anterior Barcelloe de Amorim
xJona netinhos da reapeituvel mutro nada, e a coberta principal da casa fracs,
oa, Exma. Sra. D. Mara Jos Rodrigues contendo algumas mloa de forca ; o cor
Barcellos, moradora oa Paletas (Rio Oran po principal da vivenda est em bom es
de Sal), estaclo atormentados pela oo tado.
quelanbe, sem obterem allivio com tra- Dm ontro edificio sobre pilares quadra
Amento de aeu Ilustre medico.' dos rebocado onde se acha a casa de en
n* dedicada av den ibes o Pek genho e assentameoto, a parte de tijol
to-aJ de Cambar e fioou sorprendida com l est em bom estado, a coberta arrui
os benficos effeitos produaidos por qaatro nada e sustentada por mSos de foi^a, es
frascos apenas do popular remedio I tandoj abatidos doas claros de pilares.
j "^"i j C,d em SmU **otori* Ma3 um edificio qne servia desencalla
do Palmar dona filhiohos do Sr. Arsenio com 6 metros e 30 centmetros de fundo
Cardoso de Aguiar, de coqueluche, o ata- e 36 metros e 70 oeutimotros de compri
cados de grandes febrea, em menos de ment, com 8 compartimentos sendo um
quatro dia fioaram radicalmente curados com porta e janella, e os mais com por-
com o Peitoral de Cambar {tas somonte, incluindo na mesua sensaN
Fmulos da e.sa do r. Americo.la, estribara cas- de farinba e coxeira
salyaton, socio da fundcao dos Srs. Masltudo em mo estado, contendo alpendre
aoel Joaquim Moreira A C, do Rio deJ a- sobre columnas.
neiro, sendo atacados de coqueluche e tra-j Tem a casa de engenho 36 metros e
tados com o Peitoral de Cambar, achas 70 centmetros de cemprimento e 16 me
ram-se em poneos dias restabelecidos do tros o 70 centmetros de largura Moen-
grave inwimmodo. da movida a vapor systoma Robinson &
Urna blninna do Sr. Barros dos San-; Son, com des annos de usara.
ros, guarda hvros em Santa Victoria do. Assentament crasete caldeiras coa
Palmar, a qual adoecea de tosse convul-as dimenelea siguite s : um e setenta,
ja, devido ao oso do mesmo remedio | um e sesseata, um e setenta, um e vinte,
promptamente se vio restabelecida. um metro, um e dea, um metro diame-
O Peitoral de Cambar, remedio sobe tro fundidas, sendo quatro remendadas,
rano para as enfermidades: laryngo-pul-1 Casa de purgar oom a coberta de telha b
monares, e approvado pela Junta Central, arruinada com 16 metres e 80 centime-
de Hygiene Publica, veudesse
em todas
as boas pharmacias e drogaras.
Sao nicos agentes e depositarios em
Fernambuco os abaixo assignados, estabe-
lecidos cem drogara, ra Mrquez de
Olinda n 23.
Francisco Manoel da Silva di C.
EDITAES
Dr. Freitas GuimarZes especialista em
tebres, molestias pulmonares e de crian*
9as, d consultas de 11 1 hora da tarde
na ra Duque de Caxias n. 65, 1. andar
e reside no Cajueiro n. 4. Telephone
n. 292.
as entradas verificadas nesie mes at a data de
aoje, sobem a 10 611, saccas, sendo oor:
Sarcacas.
Vapores.....
Aiimaes.....
Via frrea de Caraar.
V:a-ferrea de S. Francisco.
V a-ferrea do Limoeiro
Somma.
A asacar
is presos pagos ao agricultor, por 15 kilos, se-
unio a Associacio Commercial Agrcola, forar
os segaintes
Safra nova
2.010 Saccas
901
1.610
566 .
1.782
3.741 >
10.611 Saccas
Cambio
PBACA DO EECIFE
Os bancos adoptaran boje a taxa de 17 3/4,
eco-ando saccar cima daqaelle algansmo.
Papel particular foi passado a 18 1/8 e a 18 d.
para al meiado de Maio.
PBAQA DO RIO DB JANBIBO
Bancario 17 3/4 sem tomadores.
Ha falta absoluta de papel particular.
Banco da Bolsa
EECIFE, 20 DE ABBIL DE 1891.
Transaccoes effectuadas:
10 Obrigacoes p r e f eren-
ciaes da Fabrica de Fia-
cao e Tecidos
Oflereceram Vender
41 Acj>s da Estrada de
Ferro do Ribeirao ao Bo-
nito 80*000
(* Ditas da Estrada de
Ferro do Ribeirao ao Bo
nilo
5 Ditas da Companbia de
Santa Tbereza
10 Ditas da Companbia In-
dustrial valor realisado
de 60*060
10 Ditas do Derby Clob
10 Ditas do Banco de Per-
nambuco
f0 Ditas do Banco de Per-
namboco
20 Ditas do Banco de Per-
Dambnco
25 Ditas da Companbia In-
dustrial d; ebapo8 valor
realisado de 80*000 90*000
200 Ditas do Banco da Bol-
sa, valor realisado de
40*000 5*0C0
2tO Dius do Banco Emis-
sor 60*000
r1
203*000
Comprar
B -ancos .
Someoos.
Masca vados
otos .
Re Ame .
Usinas .
2*700 a 3*200
2*100 a 2*300
1*800
1*800 a 2*000
1*300 a l*5-n
3*200 3*500
A exportacao feita pela alfandega neste mea
at o dia 18, constoade 8.680 794 kilos, sendo..
5.621.110 para o exteriore 3.059.684 pirao inte
rior.
a entradas verificadas neste mez at a data
de boje, sobem 113.564 saceos, sendo oor:
Barcadas.
Vapores
Ammaes.....
Via-ferrea d Caruar.
Via-frrea de S.Frauciaco
V a-ferrea de Limoeiro
Somma.
45.117
5.564 '.
7.910 >
49.354
5.619 <
113 564 Saceos
Cara pelo peitoral de Cambar
ALGUNS CASOS DE CAQCELUCHE
O Sr. Jos Carlos Coimbra de Oouveia,
residente no Rio de Janeiro, tinha, havia
j dous meses, urna filhinha, de cinco
a;.nos de idade, gravemente atacada de
coqueluche
Aflicto, cheio de apprehensSes pelo es-
tado da doentinha, o desolado e carinhoso
pai empregou todos os recursos ao seu al-
cance para saivala da terrvel enferm-i
dade.
Todos os esfbrcos da sua dedieacao pa
cernal foram baldados, os desvelos do seu
joraco verdadeiramente amante e lanci
cante mente ferie! o por mortificantes in
juieta^Ses foram impotentes para vencer
) mal e restituir filha adorada a alegra
e os encantos do lar-
Inspirado entSo por urna lembranca fe
lissima, lancoa mSo do Peitoral de ('am-
bara e, com dous francos apenas deste
grandioso medicamento, conseguio o que
lutros, altamente preconisados e tidos
como cfficazes, nao tinham realizado; a
salvacSo do ente querido, cuja vida estava
prestes tugir-ihe 1
MMaapBasaBaaaaaaaaaaiBiaaaaMMaMi
O Dr. Julio Augusto de Luna Freir,
juiz substituto do seccional do Estado
de Peruambuco.
Faz sabir, que, por conveniencia do
servico publico, mndou as audiencias des
te jaizo para as quintas fcira,ap3 a &a-
diencia do Dr. juiz se conal
Recife, 20 de Abril de 1891.
Eu, Augusto X ivier Caraeiro da Cu
nha, eserivao o escrevi.
Julio A de Luna Freir.
O Di*. Antonio de Oiiuda Aimoida (Jacal-
cante, j jiz seccional do Estado de Per-
uambuco.
Faz saber, que, por ^conveniencia do
serviyj, mudou as audiencias deste juizo,
p -ra as quintas feiras as 12 horas do dia.
Reo fe, 20 da Abril de 1891.
Antonio de Olinda Almeida Goacattte
0 Dr. Francisco da Cuuha Castello Branco,
juiz de direitdj civol desta cidadedu R-
ecfe e seu termo, Estado da Peroam
co, em virtudo da lei etc.
Faco saber aos qoe o presenta cdital
virem ou delle noticia liverem, que fiados
os 8 dias da lei, ser&o lavadoB prac> ax
audiencia do di. 25 do correrte mez,
pela terceira vez, afim do serem arrema
tados por quem raau der e maior lance
offerecer as partes do engenho Uchua, si
tuado na freguezia de Afog-idos, o qual
foi descripto no auto do avalLco pula
forma seguate:
Urna casa de vivenda de tijolio, rebo-
cada, caada e pintada, contendo 4 salas,
1 saleta, sete quartos, um alpendre em to-
da a exteusao da ;asa, sobre columuas de
tijoho alg^massad) oom arei* e c ; ; tem
dita ca3a 6 janellas de fronte, 3 portas e
4 jaaelias no oito, oe-ste 5 j ru lias e 1
porta no oitas, ste, est exposta a casa
: o su!, e mede 22 metros e 30 roatime
tras do comprimeoto, e 15 metros e ...U
centiinetros do largura, tendo tambem
ama cozinha interna.
Eit toda a coberta do alpendre arrui-
tros de comprimento, e 16 metros e se-
tenta centim tros de largura.
Terrenos accidentados com valles es
treitos, tendo nma pequea parte plana.
as partes accidentadas e planas sao mu
to o diaras, os valles sao terrenos va-
riados, ora o< m pos tos de areas, ora de
raassap sendo os terrenos desta ultima
qualidade a margem do riacho Uchoa, em
urna pequea exte isa>, oj no tundo de
alguma grota.
O engenho p de produ9r em seus ter-
renos bans 800 pisa, term> medio Nos
trrenos nao rxisiem raattas virgns, pe
as algumas capoeiras. Avallado tudo por
12:0000
E tendo sido levado pra;a pea py
uo.r. vez as purtes do valor da........
4:656 j099 peuboradHS a Alfiedo de Au
drade i aes B irreto e sua m.. er, p^.ra
pagamento da execiijii que Ibes proaio.
ve Sebastio danoel lo iego Barros, nao
havdodooccontrtdo licitantes, <> f ora ai pa-
la s 'guad vez com o >iu .'.im -nt> dddez por
C^nto, 3to poli qaau.ia de 4:19t)5496,
e anda nao teodo sido arrematadas, vSo
agora pela tercriro ultima vez com novo
aatimento de d z por cont sobre esta
qnantiH. que vera a ser yAo valor de.. .
3:7710441, c so nao bou ver licitantes se
rao entregues as me cunadas partes do
supra descripto engenho a quem maior
lanc3 eflorece:, catarme precitua o de-
creto de 19 de Janeiro de 1899. titulo 1",
artigo 14 ,.
Pelo qiu toda a pessoa que as refe-
ridas panes quiz-.r lancar o podar fazer,
no da da pray* amma mareado.
p ii ;i que chegue ao conhecimento de
todos, maadei pa3sar o presente, que ser
publicada pela imprensa, e afiixado no
lugar do costume.
Dado e assado nesta cidade do Recife,
aos 15 de Abril de 1891.
Eu, Felioissimo de Azevedo Mello, es-
erivao fiz escrever e subscrevi.
Francisco da Cunha Caitello Branco.

Cooroa verdes (kilo)..... 120
Larocos de algodao (kilo) ... 24
Carrapateira (kilo) ..... 133
Garvao de Cardiff (ton.) .... 51*000
acao (kilo) ." 400
Caf bom (kilo)..... USO0
Gafrestolho (kilo)..... 1*000
Carnauba (kilo..... 6S3
Parama de mandioca (lito), r 66
Senebra (litro)...... 340
G.-axa (sebo)....... 5i0
Jaborandy (em folba) lulo 200
tfel (litro)........ 90
Jlilho (kilo....... 83
Pao Brasil (ko)..... 30
tiospuato de cal da liba Rata (tone-
lada) ......a 1U00
sement de carnauba (arroba) 15
Ma (meios)....... 3*260
Fatajuba (ko)...... 20
Taboas de amarello em prancbCet
(duza)....... 100*
No biigoe por ,;gjei Boa Sortt, para o
Para, carresaram :
P. Alves & C, 20 pipai e 51 barris com 14 496
litros de agurdenle.
P. de Oliveira Mala, 50 barricas com 5,5X0
kilos de assucar branco.
Na barcada Aurora deUaco, para Mossor,
carrecaran:
A. D. SimOes & C, 10 caixas com 100 litros
de geoebra. ,
No biate oaiional Geriquity, para o Nalal
carretn :
P. B. de Menezes, 1 caixa com 100 kilos de
do;e.
Rcndlntentos publico
Ital DI ABRIL DE 1891
Alfandega
O Dr, Jos Juliab Rigueira Pinto de
Souza juiz de direito privativo de or-
phSos e ausentes da comarca do Rjcie
em virtude da lei etc.
Faz saber a todos que o presente edital
virem ou -elle tiperem conhecimento que
D. L .ura Barreta Carneiro Campello, in-
veotarianta mei'eira dos bens de seu fina-
do marido Jlo Rodrigos Campello me di-
njio a petico do theor seguinte :
Illm. Sr. D. Juiz de Direito de OrprnToa.
Laura Barreto Carneiro" 'ampello, inven-
urante dos bens deucados por morte de
seu finado marido Jofto Carneiro Rodrigues
i ampello cujo inventario corre pelo earto-
no do eserivao Olavo Ferreira, bavendo
V 8 por seu respeitavel despacho profe-
rido a fl.,46 dos autos mandando que se
lavrisse termo do acceiucab de heranca
por parte dos orphaos a beneficio do inven-
tario, cumprindo a inventarente promover
a iiqaidacSo do espolio e convocar os ere-
dores para a soluc. das dividas do casal
inventarisde, vem esta requerer a V. S,
que sa digne de mandar afiixar os editaes
respectivos pelo prazo e na forma da lei,
convocando os oradores do espolio para se
apresentarem peraate este jnizo dentro do
mesmo prazo, c brando mediante a exhi-
bicao de seus ttulos de dividas a impor-
tancia d'estaa sob pena de, de o nSo fise -
ern oSo serem mai uttentidos, nem res-
ponsave! i casl inventariado por elles.
Nesles trra s pede deferimento Es-
pera receber M rc
Recife, 7 de Abr.l de 1891.
O Advogado, Anterp Furtado.
Estava sellado coai uaia estampilha de
200 rs logaime- te inutilizado. E, mais
o5o aa contihi <-.ai dita paticao depoB
do que se via o despacho do theor se-
gninto :
Na forma requerida, menos quanto a
comaina9lo por nao sor de direito.
Recite 11 de Abril de 1891.
Jos Juliio. -}, mais nao se- continha
em dno despucho em virtude o qual o
respetivo eserivao paasou o p ezer.t; edi
t telo theor do qual ;hama cita e hei por
intimado a todos os oradores d<> expolio do
inventariado Jo5o Carneiro Rodrigues Cam-
pello para que no prazo da dez das a con-
tar da data do prezente oomparecun ante
este juiz > e no inventario dos bens do re-
ferido fi:ade JoSo Carneiro Rodrigues
Cauapello iequerendo o que por a bem de
seus direitos sob pena de nao o fasendo
nao serem attendidos no mesmo inventario.
E, para constar ma.'idei passar o pre-
sente que ser publicado pela mprens e
afixa u no lugar du c istume.
Dad a e passado nefta cidade do Recife
aos 14 de Abril de 1891.
Eu, OLvo Antonio Ferreira, eserivao o
subscrevi.
Jos Juliao R. Pinto de Souza.
de 1217 toneladas, equipagem 28, commai-
dante G. Djvoxt, carga varios gneros, a
Johoston Paier tC.
New-Yoi k e escalas24 dias, vapor allemao
Saleroo, de 1319 toneladas, equipagem 29,
commandante L. Lisseo, carga varios gneros,
a Jjbnston Pater & C.
Rio de Janeiro e escala8 dias, vapor nacional
Plaoeta. de 886 toneladas, commaodaote
M. Azevedo, equipagem 38, carga varios geae-
ro3, a Amorim & C.
ObservacXo
No bojve sabida.
80*000
45*000
80*000 1.000*000
55*000 52*500
50*000
50*000
Algodao
Hoave vendas do de i orle
1*600.
O mercado fe;hon mais frouxo.
do sertao a
4^e?f,0'lafiao felapela alsadoga neste mes
*& C0Mtoa de W9 m "308'Bea0-
fcMJK par o exterior e 222.618 para o Inte-
Cotnroe
-ooros salgados 420 ris, e os verdes a 3 0
'(8.
Agurdente
;oU-83 a 90*000, poi pipa de 480 litros.
Ateool
.'cta-ae a 160 OO por pipa da 480 litros.
el
^nta-se a 55*000 por pipa de 480 litros
Navios descarga
Barca norujguense Johtmne, carvao.
Barca noroegoense, Jorgen Lorentzen, carvo
Barca eornegoense Breas, carvo.
Barca nornegoeose Columbas, carvo.
Barca nornegoeose Ocean, carvo.
Barca ingleza Junak, arroz.
Barca portuguesa Novo Silencio, varios gene.-os
Barca eorueguense Progress, carvo.
Brigoe por.ognez Boa Sorte, varios gneros.
Lugar ingles Sidonum, carvo.
Lugar ingles Retgale, carvo.
Pata, ho oorafgaenee Horda, xarque.
Panicbe nornegoeose lasva, sebo.
Patacho naciosal Penedo, varios gneros.
Patacbo noruegoensa Suzana, varios gneros.
Pauta la Alfaadega
SBHIt DB 20 a 15 SI ABBiL DI 1891
Alcool filtro)....... 36o
aigoda em rama (kilo) ... COfi
Agurdente ..... i%
*rro com casca (kil.o) .-: 80
Assncar retinado (kilo) .... 230
ASBUcar branco (kilo) .... 198
Assucar mascavao (kilo) ... 120
Bagas da mamonas (kilo) 133
Borracha (kilo) ...... 1*333
Couros seceos espichados (kilo) 438
Cauros seceos salgados' (kilo) 378
InportacSo
Vapor ioglez Garthiee entrado dos porlos do
6Ul em 17 e c-.nsignado a Pereira Carneiro 4
companbia.
Bagres 12 atado9 ordem.
Cavada 20 caixas a Joaqoim Lopes de Barros.
Fejao 10 saceos ao mesmo.
Oleo 40 eaixas ordem.
Pipas 4 i ordem. Pan 10 de algodao 6 fardos
a Rodrigo de Carvalno & C, 6 a Alves de B.-ito
& C, 6 a Joaqom Agostlobo 4 C, 6 a Joaquim
Goncalves 4 C, 6 a Olilo Jardim 4 C, 4 a H.
Burle 4 C, S a A. Telxera Lopes.
Xarque 906 fardos a or*em, 327 a Jos Baltar
& C, 550 a Maia & Rezende.
Vapor inglex Lancaster entrado dos portos do
sol em 18 e conjignado a Pereira Carneiro C.
Farelo 200 saceos a ordem
Exuortaco
aacnr* 18 oa ABBIL Da 1891
tara o exterior
No vapor Ioglez Lancaster, par, Ltodres,
carreiraram :
Julio 4 Irmo, 3.511 saceos com 233,770 kilos
de sement de algodao.
No patacho noraegaense losva, para Liver-
pool, carreearam :
J. Pater 4 C, 50 saccas com 4,120 kil03 de
algodao.
No vapor ioglez B'aftdsiar/A, para Estados
Unidos, carregou :
J. H. Bozwdll, B,735saccoa com 1,700,125
kilos de assucar mascaVado
Pora o interior
No vapor ioglez Gartheiee, para Rio de Ja
ne;ro, car regara m :
P. Pinto 4 G, 100 pipas com agurdenle e 10
ditas com 52,800 ditos deilcool.
A. S. Coato 4 C, 25 pipas com 12 000 litros
de agurdenle
Para Pelotas, carregaram :
Cosa 4 Medeiros, 15 pipas com 7,200 litros de
agurdente e 2 ditas com 960 ditos de acool
P. Carneiro 4 C, 10 pipaa com 4.80D litros de
agurdente.
Para Porto Alegre, carregaarm :
P. Carneiro 4 C., 200 barricas com 26,610 kilos
de assncar branco.
Para Rio Grande do Sol, carregaram :
P. Carneiro 4 C, l pipas com 4,800 litros de
agurdente.
No vapor nacional Espirito Santo, para
Manos, carregou :
H. Oliveira, 21 barricas com 1,200 kilos de
assncar branco.
Renda eeral
Oo iajl a 18
dem de 20
543.447*200
37:1545*135
581.093*385
Renda do Estado de Pern;.iiibuco
Do dia 1 a 18 190:532*577
dem de 20 6.944*685
127.477*262 |
Somma total 708:570*647
Segunda seccao-da Alfandega de Pernambac-,
20 le Abril de 1831.
O thesoureiro,
Florencio Domingues,
0 ebefe da seceo,
Valpino C. de Araujo.

Keeebedorla do Estado de
- Pcrnaaabueo
Oo dia 1 a 18 1^:866*277
dem de 20 778*171
_
Hcreado itimlclpal de S. los
O movimento deste mercado no dia 18 de Abril
foi o segointe : Entraram :
40 1/1 bois pesando 6,370 kilos.
450 mo.; de peixe a 20 ris 9*000
45 1/2 cargas com farinha a 200 rs. 9*100
8 ditas de fruclas diversas a 300 rs. 2*4(0
1 cargas com galliohas a 600 rs. *60
4 cassus com gallinhas a 400 rs. 1*600
30 columnas a 600 rs. 18*0JO
14 sainos a 200 rs. 2*80
27 taboleiroa a 200 rs. 5*400
61 compartimentos com farinba a 600 30*500
Ur. Tobas Gabriel de Oliveira, juiz
municipal e do couamercio do termo
de Goyanna do Estado de Pernambuco,
em virtude da lei etc.
Faz saber aos que o presente edital
virem ou delle noticia tiverem que no dia
.') de Maio do correte anno, s 11 horas
do dia em a cisa das audiencias deste
juao, vao praca para ser arrematados,
por quem mais der, o CANAL DE
OYNNA, suas bemfeitorias e draga,
avaliados em 80:000500J, ficando o arre-
matante subrogado em todos os direitos e
obriga^Ses que eompetiam aos executados,
como sejam : a construcco de um caes
na docka d> Canal, o alargamento e
uprolundamento di docka, obras de con-.
servacao da ponte sobre o rio Morto or-
eadas pela reparticSo das Obras Publicas
em 6:000.000, urna eclusa para conser-
var agua na docka na baxa mar devendo
todas etsas obras acharem-se promptas
era Outubro do correte anno, como todo
consta do contracto I .vrado entre o em
presario do Canal e o Govcrno deste Es-
tado e portarlas do mesmo Governo. bens
estes que vao praca para pagamento da
execucao que movd o Banco Industrial e
Mercantil do Rio de Janeiro contra Ma-
noel Polycarpo Moreira de Azevedo e
outros.
E para que chegue a noticia a todas
mandou passar o presente que ser lido e
affixado no lugar do costume o publicado
pela imprensa.
Dado e passade nesta cidade de Goyan-
na em 10 da Abril de 1891.
Eu Francisca Kibeiro Costa Vascon-
cellos, eserivao o escr jv.
To .ios Gabriel de Oliveira.
31 ditos de comidas a 500 rs.
107 ditos de legumes e fazendas a
400 rs.
16 ditos de sumos a 700 rs.
9 ditos de fressaras a 600 rs.
4 ditos de camarocs a 200 rs.
39 lalo- a 2*
Rcndimento de 1 a 17 do corrente
15:344*448
Reelae Draiaage
Do dia 1 a 18 7:359*786
dem de 20 45*304
Precos do ala:
Carne verde da 240 a 563 ris o vHr*
Sainos de 560 a 640 ris dem.
Carneiro ce 640 a 800 idem.
Farinha e 28) a 330 ruis a cola
Milbo de 4. a 440 ris idero.
Feiio de 80) a 1* dem.
15*500
42*800
ll*2,.i
5*400
*8.0
78*0*
233*100
3:845*360
4:078*460
7:405*090
Movimento do porto
Navio entrados no dia 19
Babia e escala9 das, vapor nacional < Se
pe, de 411 toneladas, commandante 11 bello
de Mattos, equipagem 27, carga varios gneros,
a Pedro Osorio de Cerqu-;ira.
Bahia-2 das, vapor ioglez Wandtwjrth, de
1119 tonelada?, commandante G. ilitcbell,
equipagem 22, carga assncar, a Wilson Sons
4 C
Rio de Janeiro15 dias, barca dinamarqueza
Aurorita, de 570 toneladas, capitn J. P.'
Sorenso, ejuipagem 11, carga pipas vasias, i'
Borstelman 4 C
Navio sahida no mesmo dia
Porte AlegrePatacbo nacional Francoln, ,
caplto Amaro Jos Ramos, carga vario go :
eros.
Navio entrados no dia 20
Rio de Janeiro e escala10 dias, vapor naci
nal Espirito Santo, de 1999 toneladas, eqoi-,
pagem 60 pessoas, commandante Francisco A. i
de Almeida, carga varios gneros, a Pereira
Carneiro 4 C.
Liverpool39 dias, barca norueguease Aliian ,
ca, de 425 tonelada, equipagem 11, capito
T. Tobiassen, carga carvo de pedra, a em-1
presa do gaz. <
Fime e escala24 diss, vapor austraco Zicby,
%rapores a eatrar
HEZ DE ABRIL
Sol......... Bberibe...........
Norte....... Una..............
Snl.......... Aconcagua........
Norte........ Maranhen-sc.......
Liverpool..... Phidias...........
Sul.......... Thames...........
Europa....... Cfyfe............
Bul.......... Marankao.......,
Sul.......... B;-a2i/............
Sul.......... laboatao.........
Vapores a aahlr
HEZ DE ABRIL
i Norte....... Espirito Santo..... 21 as
I Southmpton .. Thames........... 25 as
Buenos Ayres. Clyde............. 25 as
. Norte........Braz............ J6 as
sul..........Maranhao......... 26 as
21
22
24
21
25
25
25
25
25
26
5 h
12 b
12 b
5 b.
5 h
CONTRA F0G0
be LiYerpoei k London i Glok
INSUIANGE GOMPANY
bucss?bi mim & c.
Ra do Commercio n. 3
1.a seccSo.Secretaria do Goverao do
Estado do Pernambuco, em 18 de Abril de
1891.
Faco sciente que acharo-se n'esta secre-
taria as patentes de guarda) nacional do
governo provisorio nomeando os cidados
abaixo declarados:
Miguel Alexandrino da Fonseca Galvo,
tenante coronel commandante do 80. ba-
talhao de infantaria da guarda nacional da
comarca de Gamelleira.
Manoel Gome3 Cavalcante, tenente-co-
ronel commandante do 76. da de Tim
baba.
Beliarmiuo Gon9aIves de Noronha Fe-
rias, teaente-coronel commandante do 77.
da de Itamb.
Seraphim Anselmo Pereira de Lucena,
tenente coronel commandante do 84. da
de Timbaba.
Anteogenis Affonao Ferreira, tenente-
coronel commandante do 82. da de Pal-
mares.
Antooio Paes da Silva Rosa, tenente-
coronel commandante do 53. da de Ga
ranhuas.
BarSo de Caira, coronel commanda.-ii,o
superior da de S. Loarenco da Matta.
Manoel Cabral do Mello Cavalcante,
najor commandante da 18.' seccSo do ba-
ta Ihfto de reserva da de Tim baba
JoSo Manoel Carneiro da Cunha, teen
te-coronel commaadante do 87." da do
Cab:.
Germano Brasiliano Emery, tenente-
coronel commandante do 9." corpo de ca
vallara da de Paoellas.
Jos Jovino Marques, tenente-coronel
commandante do 4l. das de Floresta e
Tacarat-
Adelino Cavalcante da Cunba Bego, co-
ronel commandante superior da da Itamb.
JoSo Flix Pereira, tenente coronel com-
mandante do 10." corpo de cavallaria das
de Palmares e Agua Preta.
Oiympio Firmno Teixeira Cavalcante,
major commandante do esquadrao de ca-
vallaria das comarcas de Palmares e Agua-
Preta.
Christovam Alvares dos Praaeres, teen-
te-coronel commandante do 12." da de Vi-
ctoria.
Pedro Secundino Barbosa da Silva, te-
nente coronel commandante superior da da
Viotoria.
JoSo Claudiano do Nojoza Varejao, ma-
v*


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ibd.
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^gj-
Diario 4e Pernambuco Ter^a-feir/a 21 de Abril de 1891
5


s
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fc<

jor commandante da 4.* seoelo do bata-
lhio da rjterva das de Palmaros e Agua-
PreU.
Jo2o Quintino de Menezes Gal bardo,
major ajuiante de ordena, secretario geral
do commaado superior das de Palmares e
Agua-Preta.
timtuliano dos Saotoa Vital, tenente-
ooronel commandante do 60. da de 01:n-
da.
Marcelino Evaristo da Rocha, major
commandante da 5.a seccSo do batalbao
da reserva das de Palmaros e Agua Preta.
Manoel de Aran jo Lima, major ajudan-
-c de ordena, secretario geral do comman-
do superior da de Itamb.
Manoel Xavier Carneiro da Cunha Fi-
lho, tenente-coronel commandaote do 1.'
batalhao de artilbaria da de JaboatSo.
Felippe Nery de Fari Leite, major
judante de ordena, secretario geral do
commando superior da de Timbaba
Manoel Tavarcs de Lima, major aja-
dante de ordena e secretario geral do com
maLdo superior da de Victoria.
Jlo Correia Accioly Luis, tenente-co-
ronel o malandante do 34. das de Palma
res e Agua-Preta.
Luis Cavalcante UchSa, tenente-coronel
commandante do 44. da de Rio Formoso.
Joaquim Francisco Cavalcante Ljs, te
nente-coronel Cummaudante do 47. da de
I tamb.
Mmoel Cysaeiro da Costa Reis, tunete
coronel commandante do 28 da do Cabo.
O secretario,
Francisco de Asia Pereira Rocha.
tLARACOES
D ordt'ui do cidadao Dr. inspector oeste
Tesobro, t-m virt de da utonsa.lo o cida-
c jo goveri ador desie Estado, f ro publico que
no os 23 docorrente, ajuma d Faseoua reu-
nida oesse m< sino dia ern sensao, receber pro-
posta, para a arremataco de dnzeotos resol-
\era imiUco de Smitb et Wirson, azulados com
cubo de madeira, e cano com ooze centmetros
de extenco, v nte sei3 mil balas do f. bri ante
E!ey, e doientas e sestela capas de couro para
os mesnos revolvers, com porta balas, servindo
de base pra cada um o valor de 1 l
Os concurrentes devero se habilitar na ses-
sao da junta deste mesmo di a, na forma do re-
sulamectj tm vigor, mediante a exblbijao de
carta de alono, ti niada por dous commercian
tes e rec-enhecidas a? firmas destes.
Secn tana do Tnesauro do Estado de Pernam-
buco, 18 de Abril de 1891.
Servindo de secretario,
Jo- Anastacio da S. Guimaraes.
De ordem do cidjdo Dr. inspector deste
liesouro, e em rtude de determinarlo do ci-
dadao ^overnador deste Estado, faco publico
que no dia S3 do corrente ir ptaca a arrema
taco para fornecimento de rages c dietas aos
presos pobres da casa de Detencao deste Esta-
do, durante o trimestre de Abril a Junho do
correte anuo servindo de base par.i a arrema
taci o preco de 4M) rs. por cada raco.
Os concurrentes se devero habilitar perante
a junta de Fazenda deste Tdesouro, reunida em
sesso em dito dia, na forma do r< gulamento
em vigor.
Secretaria lo Thesouro do Estado de Pen am
buco, 18 de Abril de 1591.
Servindo secretario,
Jos Anastacio da S. Guimaraes.
Companhia pernambncana
de navegado costeirapor
vapor
Em vista das resolucGes tomadas na ultima
assemiila geral ordinaria, em lo do corrente
inez, sao convidados os senhon s accionistas a
reunirem-s em assembla teral extraordinaria,
ao dia 27 de.-te rxez ao meio dia, no tscnplorio
dcsta cimpaiiha no Forte do Maltes, para trata
rem do seguinte .
i. Disentir e votar a reforma dos estatutos e
augmento do capital social.
2." Tomar as providencias Lecetsarlas para
bOffl xito da transforma^-o da companhia.
3. Deliberar eobre a organisaco da empresa
navegaco lluvial do baixo S. Francisco, encor
horanio a a e.-ta compautiia.
Recife, 18 de Abril de 1891.
Manoel JeoAuorim.
Ceciliaoo Mamede A. Ferreira.
Sebatiao Lopes Goimaraes.
LoDlon &Brazilian Bank
Limited
O London & Brazilian.
Bank Limited avisa ao pu-
blico e especialmente ao cor-
po do commereio, que do 1
de Abril prximo futuro em
diante, so abonar os juros
de 2 [ ao anno, em cont is
correntes de m o v i m e n to
quando a quantia deposita-
da nao for menor a 2:000$
e por tempo superior a 30
das, pelo que os saldos in-
feriores a esta quantia, nao
terao direito a juros. Ou-
tro sim, os juros de 2 0[q
ao anno so serao abonado?
sobre o mnimo das quan-
tias que as cantas mo.-tra-
rem durante o mez.
Pernambuco, 17 de Mar-
co de 1891.
//'. II. Billn, gerente.
Na eVretariadW Manta Cana de Mi
crlrordia alugam me an neguiuie*
Vlgario Tenorio Io ai.dar n. 2o 20(k0
hua do Dr. lvo Miquiltno, casa terrea n. lo 40(XX
Bureos, terrea n. 21 12#0(K
Lapa n. 2 MOH
Qoidro a Detengo n. 4 6 F-ua Imperial casa terrea ".. l'l 250M
Sitio da Gasa Forte n. 25 zd*0
Amorim n. 47 583(
Palma n 34 50# Pateo do Paraizo n. 29 2 andar *W
Coronel Suassuna,sobrado n. 43 ??{
Padre Fior.ano casa terrea a' M 14*000
Roa Imperial loja n 139 MW
Roa do Amorim armazem. n. 00 rSn
Encantamento lcJa D. 11. ,n
Travesea de S. Pedro sobrado o. 2 XXXX
Ra do Bom Jess n. 29 V andar. 0*000
Ra de Doar e Coelho, em Ohnda casa
trra n. 7 5#00
Ra de Mathias Ferreira em Olinda n. 32 lOOOO
Ba Nova d. 10 dem_____________ 0*00
Costuras do Arsenal
de Guerra
As costureiras de ns. 116 a 130 devem compa-
recer so dia 23 do corrente mez.
PERNAMBUCO
Capital Rs. 50:000$000
Dividido em 3,000 ac?es do valor de 100^000
cada una
Fiat Social
Montar urna ou mds fabricas especialmente para
explorar a fiacao do algodao e manufacturar todos os
tecidos de ponto dt meia, e ao depois manufacturar
chitas, monns, linhas, cordoes e cadarzos.
Directora
Manoel Joao de Amorim, Presidente.
Secretarios:
Luiz Jos da Silva Guimaraes.
Ceciliano Mameie Alves Ferreira.
oBSIho Fiscal
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
Pedro Jos Pinto.
Izidoro Bastos de Oliveira.
AssciuHca Geral
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina, Presidente.
Alberto de Almeida Ramos, Secretario.
Gerente
Antonio Ulysses de Carvalho.
Installadano dia 15 de Abril de 1891.
DERBY CLUB
PERWAMBUCO
BAi:0 EMISSOR
DE
PERNAMBUCO
RA DO COMMBRCO N- 38
Capital subscripto 20:000:000|000
Realisado 4:000:000|:0O0
EtTectua todas as transaegoes bancarias.
Compra e vende saque sobre todas as pracas
da Repblica.
Garteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta SOb garantas de quaesquer effei-
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta corrente de movimento, s se-
guintes taxas:
Em conta de movimento
A prazc de 3 a 5 mezes
A prazo de 6 a 12 mezes
Recife, 14 de Marco de 1891.
PROJEOTO DE NSCFIFCAO
Para a 6.a corrida realizar-se no dia 26 de
Abril de 1891
1' *%*& CONSOL\gO l.OOO metros. Animaes de Pernambuco
que nSo tenham ganho premios. Premios : 200)5000 ao primeiro,
40|$000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
* ^Iklk^Q ESTADO DE PERNAMBUCO 1.30* metro*. Aninaet
pungas. Premios: 250)J000 ao primeiro, 505000 ao segundo e 25(5000
ao terceiro.
" 'Ibltl.Q PROSPERIDADE l.OOO metros. Animaes de Pernambuco
que nZo tenbam ganho em maior distancia Premies: 200)5000 ao pri-
meiro, 40)5000 ao segundo e 20^000 ao terceiro.
4." 1^1,9 PRADO DA ESTANCIA1.4O metros. Animaes nacionaes
at meio sangue que j tenham corrido no Derby. Premios : 3000000
ao primeiro, 6O1JOOO ao segundo e 30)5000 ao terceiro.
?\Y^- PROURESSO i OO metros Animaes de Pernambuco.
Premios: ,2006000 ao primeiro, 400000 ao segundo e 20)5000 ao
terceiro
'SVfc^S INTERNACIONAL 1-SOO metros. Animaes de qualquor
paiz. pbemios : 500/5000 ao primeiro, IOO0UOU ao segundo, e 50)5000
ao terceiro.
Io v\~*\* -EXPERIENCIA l.OOO metros. Animaes de Pernambuco
que nSo tenham ganho nos ult.mos seis meses. Premios : 2004010 ao
primeiro, 40/1000 ao segundo e 20000 ao terceiro.
8- ^\l^a EMULACAOj 1,000 metros Animaes de Pernambuco, que
rao tenham ganho em distancia superior a 800 metros nos prados do
Recife, at 30 de Norembro ultimo. Premios : 2 05000 ao primeiro,
40)5000 ao segundo e 20)5 00 ao terceiro.
OBSERVACOES
Neuhum p reo se realisar sem que pelo menos se inscrevam e corram
cinco animaes de tres proprietarios d.Eferentes.
De accordo com o art. 5.* do cdigo de corridas nao BerSo admittidos
inscripclo no pareo Prado da Estancia os anirxaes Velo e Granada, e no pareo
Progresso, Maurity.
A inacripcao encer.-ar ae-ha TERg\-FEIRA,21 do Abril de 1891, na
Secretaria do Derby.
Secretaria do D rby Club de Pernambuco, 16 de Abril de 1891.
SERVINDO DE SECRETARIO,
M. J. de Andrade.
2 /o
4 7o
5 \
SANCO OA BOLSA
Capital Reis 1.500:000^000
Dividido em i:; 000 ac^es de 100:000 cada Hma
Ra do Vrgario n. 2 esquna do largo do
C.orpo Santo
Edificio da Junta Gommercial
HORA DA BOLSA
B I a l U tard
Compra e vende ttulos com cotajao.
Liquida operacoes por conta de terceiros a dinheiro ou a prazo.
Faculta capitaes par compra e venda a dinheiro ou a prazo de quaesquer
'itulos cotados na Bolsa.
Intgralisa convindo capitaes de Bancos e companhias de reconhecida utihdade
Faz transferencia de operac3es realisadas na Bolsa a prazo.
Auxilia liquidacao de report e Delcredere.
Realisa opera^5es bancarias relativas a sua natureza.
Encarrega se de incorporacoes de Emprezas.
Levanta emprestimos.
Compra e vende metaes.
Encarrega-se da compra c venda de assucar, algedao, te. etc.
rlecife, 20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Club Internacional do
Recife
Sar&o familiar
Em a no tu de 25 do correte h; ver sarao
familiar.
0 director do mez pede os senhores socios e
suas Exmas. familias para abrilbantarem com
suas preaencas.
Nao tav.'. a convites especi. es para os senho
res socios.
Trem para Ipipucos e bond para Magdalena.
Emil Darler_______
Colonia Orphanalogica de
Sarita Isabel
De ordem desta directora sSo avisa-
dos os pais e protectores dos menores que
obtiveram despachos para recolher seut
flhos ou protegidos nesta colonia, cujob
Domes vo na relaclo que segu, que at
o fim deste mez, devem apresentar n.
mesma colonia os ditos menores, sob pe-
na de nao o fazendo perderem o direito
e serem substituidos por outros.
RelcSa
Marcello Jos Leonor, flho de Silveria
Ignaeia das Neves. Despachado em 1 b
de Julho de 1888.
Um filtio de Juvencio Bispo Machado,
reso e recolhido a Casa de Detenc&o.
>.spachado em 7 de Dezembro de
1888.
Eduardo, flho de Maria Joanna de Arau-
jo. Despachado em 13 de Junho de
1889.
Joao, flho de Joanna de Jess. Despa
chado em 13 de Junho de 1889.
JoSo Manoel da Costa, flho da fallecida
Maria Rosa, protegido por Maria Jea
~ quina. Despachado em 13 de Junho
de 1889.
Colonia de Santa Isabel, 5 de Maro
de 1891.
0 secretario,
Francisco das Ckagas Cavalcante Com-
peli. ^_________________
Assorifo owniereia! Agrcola
d Pernambaco
De ordem do Sr. president esta associaco,
convido aos socios da mesma para se reanirem
em asseaibla geral, na respectiva sede, s 10
horas do da 22 do corrente, afim de oovirem a
leitura do relairio e procederem a eleigo da
directora para o prximo anno social.
Secretaria da Associaco Gommercial Agrcola
de Pernambuco, aos 15 de Abril de 1891.
B. de S- Pontual,
1 f ecrctaaio.
Companhia Santa Thereza
Unprezarla do abastecimentc
d'agua c gaz da cldad .de Olln
Assembla, geral extraordinaria
3' e nliima convocao
Rao se tendo ainda boje reunido numero lo-
do corrente aassembia gerai que funecionar
uo escriptorio da Companbia Trilhos rbanot
(salo das sessoes), ao meio dia em ponto, coa
3 numero de accionistas que comparecer.
Tem por flm a assembla geral, tomar conhe
cimento da autorisaco pedida pela directori;
para emiuir 40:000*000 em debentures por con-
ta doemprestimodelOO.OOO; resolve igualu.eott
sobre a distnbuico dos sete dividendos en
suspeBso; e considerar as hypolaeses de vend
la Companbia e de emisso das acedes disponi
veis.
Escriptorio do gerente da Companbia, U at
Abril de 1891.
0 gerente da compaubia,
Antonio Pemra Simts
Hippodromo do Campo
Grande
Nesta secretaria a ra do Imperadora. 33, se
paga os juros d ? debentures vencidos em 31 de
Dezembro de 1899, das 11 horas da manb s 3
da tarde.
O thesoureiro,
Manoel Lopes Vteira
Hippodromo do Cam-
po Grande
Na secretaria do Hippodromo do Campo
Graqde at 30 do corrente mez das 11 a 1
hora da tarde, paga-se os juros de deben-
tures correspondente ao 2. semestre de
1890.
Secretaria do Hippodromo do Campo
Grande 17 de Abril.de 1891
O secretario
H. E, de Figueiored.
Edital n. 21
(1.a ora?a)
Pela inspecloria dest Alfandega se faz publi-
co que s 11 horas do dia 22 do corrente mez,
serao vendidas em praca, ra Baro do Trinos
pho, bo trapiche Foisec, as mercadorias abaixo
declaradas, salvadas do incendio do me?mo tra
piche.
Sem m^rca, 1.496 latas a granel, contendo
kerosene, as quaes esto com grandes faltas, e
muitas quasi i asas, pesando liquido 6;800 kilo
grammas.
Urna porco de caixinhas de phosphoros a gra
nel e urna pequea quantidade de fog03 da chi-
na cr mpletanente inutilizados.
Uca grande quantidade de latas vasias e es-
tragadas pelo fogo, aban lonadas aos direitos por
seu representan es.
Segunda seceo da Alfandega de Pernambuco
20 de Abril' de 1891-0 chefe,
Vrjlpiano C. de Araujo.
Junta Commercial
Esta secretaria faz publico que foram regis-
tradas as escripturas ante-nppciaes e de dote
segulntes:
De Candido de Carvalho Neves e D. Aogclica
Elenvia do Passo, cojo matrimonio ser regulado
pelos pactos seguinies :
1. O eBpof o dota a esposa com 40:000*000.
sendo SOaOOJ constituido em diaheiroeSO OOO
no sen estabelecimento.
2." No caso de fallecimento da esposa, ucando
vivo o esposo, ser o dote devolvido ao mesmo
esposo
3. O esposo o administrator dos bens do-
taes, fleando ent elanto a importancia do c"ote
isempta de quaesquer compromissos e da com-
munbo.
4." No caso de baver prole do futuro casamen-
to, contina o mesmo regimem dotal sem modi-
licaco nem alteraco.
D Rodrigo Carvalho da Cunha e D. Elvira
Martina Gomes de Araujs Pereira, os quaes es
tipularam :
1.a Completa excluso da com mu aba; de b-.ns
presentes e futur s.
2 O nubente dota sua futura esposa com
25:000*000, que ficam sob sua dire cao, e cujos
rendimentos serao appli:ados aos encargos do
matrimonio.
3.e Por morte do conjuge sem descendentes
reverter o dote ao dotador ou seus berdeiros, e
no caso de haverem descendentes a estes rever
ten o mesmo cote.
Secretaria da Junta Commercial do Recife, 20
de Abril de 1891.O oflicial-maior,
Telesphorc Fragoso.
Monte Po orio;aez
Nao tendo funciona lo por motivos justos a
assembla geni, convocada para boje, sao de
novo convidados os senbores socios a se reuoi
rem pelas 6 horas da tarde de quinta feira 23 do
corrente, no Gabinete Portuguez, afim de toma-
ren! coobecimento do relatorio da directora,
parecer de cootas, e proceder se a eleico djs
funcionarios que teem de administrar o Monte
Pi no corrente anno social.
A assembla definitivamente funeelonar com
qualqaer numero de socios presentes.
Presidenc a de assembla geral, 19 de Abril
de 1891.
Francisco A. Correia Cardo30.
Oorreio geral
Malas a expedir-se hoje
P.-10 vapor Drazileiro Espirito Santo, esta
admiaistracao expede malas para o portos do
norte, receoendo impressos e objectos a regis-
trar at 1 hora da tarde e cartas ordinarias at
3 ou at a entrega das malas com porte duplo.
\dmin8tracSo dos Correios do Estado de Per
tarabuco. 21 de Abril de 1891.
Servindo de administrador,
O contador,
Manoel Lyra.
Thesouraria de Fa-
zenda
I n?au de direitos
O inspector faz publico, para conheci
ment dos interesados, a circular do Mi-
nisterio da Fazenda de 31 de Marco ulti-
mo, sob n. 2, abaixo transcripta ecompa-
nhada das instrucc.o'es para a fiscalisagSo
das isen^Ses de direitos :
t Ministerio dos Negocios da Fazenda.
Rio ce Janeiro, 31 de Marco de 1891.
Circular n. 22.
o Remetto aos Srs. inspectores das the-
sourtrias de fazenda, para a devida exe-
cjcao, as inclusas instruccoes relativas
ver i ti cacao do destino dado pelos conces-
8onarios s mercadorias favorecidas com
a isengao de direitos. 7. de Alentar
Araripe.
3 Instruccoes para a fsca!isac3o das isen-
coes de direitos, a que se refere a cir-
cular supra.
Art. 1' Alem da fiscalisacSo que para
as concessoes de isenco de direitos de
importa3o ou consumo compete a direc-
tora geral das rendas publicas do The-
souro Nacional, e da que incumbe aos
inspectores das alfandegas no despacho
das mercadorias isentas dos mesmos di-
reitos por lei ou por decreto do poder
competente, haver um fiscal com a attri-
bui<;iio especial de verificar o destino dado
pelos concessionarios as mercadorias favo-
recidas por tal forma, e que constituem
excopcSo as disposisSes da tarifa. .
Art. 2* O fiscal ser designado pelo
ministro da fazenda, de entre os empre-
gados de seu ministerio, para funecionar
no districto da Capital Federal e nos es
tados pelos inspectores das thesourarias
com approvacSo do ministro, devendo
designoslo recahir em iunecionarios de
cathegoria d2o inferior de 1- escriptu-
rario.
1- Ao fiscal se abonar mensalmen-
e pcV verbaEventuaespara transpor-
te, urna importancia nunca excedente
sexta parte de seus vencimentos, a qual
ser substituida pela das instruccSes de
1 de Mari o e l'^l quando o fiscal hou-
ver de ausentar se da sede da alfandega,
e poder requintar, ou chamar, si o caso
urgir, um auxiliar technico, quando se
tornar indispensavel para algum sxame
especial.
2* Ser lhe-ha fornecida pelo Ths.
suuro ou pelas thesourarias urna relaclo
das concestSes fritas, conforme o estado
onde tenham de ser executttd s, indican-
do se discriminadamente as -que tetultem
de lei, decreto, aviso, sontraeto com al-
gum dos ministerios ou com o governc
dos estados, e de simples despacho do
ministro, com declaracSo das qvo houre
rem sido matriculadas ou nao.
Art. 3* Para boa execucaj do art, 6'
do decreto n. 947 A de 4 de Novembr.
de 189 o fiscal fornecer todas as infor-
ma.oes que lhe forem exigidas, quer em
relacSo s isengSes concedidas, quer s
que forem requeridas.
1.* O fiscal deve ter sciencia das fac-
turas e conhecimentos dos objectos im-
portados com isengcSo de direitos, e ob-
servar o immediato emprego do mate-
rial assim obtido.
2.* Far, por propria iniciativa e sem
perda de tempo, todas as communicaeSes
que os abusos' por parte dos concessiona-
rios poasam motivar.
| 3.- Quando estes factos se derem nos
estados, as communicaeSes serSo trausmit-
tidbB pelos inspectores das thesourarias,
que as informarSs, depois de terem ouvi-
do os daa alfandegas.
4.* Estas communicaeSes terSo o ca-
rcter de urgentes, mas nao impedirao os .
inspectores de thesourarins de dar as pro-
videncias que o caso ac i .aelhar, para que
cessem os abusos, collocando-as sempre na
dependencia de resolugSo superior.
.* Estas providencias podem consis-
tir :
I na detengSo provisoria dos objectos
que, sumettidos a despacho, forem denun-
ciados pelo fiscal como elemento de abuso;
II na busue-nso de todo o despache,
com vigilancia formal sobre os objecto*
constantes da nota do despachante ;
III em embargar qualquer t:ansac&
pendente sobre os objectos isentos de di
reitos :
IV em intimar a suspensSo dos effeitos
de tranaaccSes j effectuadas sobre objec
tos despachados livres de direitos por con
cessao fura d tarifa, que ainda nao ten-
ham sido consumidos ;
V Em intimar a responsabilidade pela
importa> cia dos direitos quando, em by-
potheses como as dos nmeros anteriores,
os objectos j tenham sido consumidos ou
cao possam ser apprehendidos.
6.- Em qualquer dos casos do 5.-,
o concessionario pode ser admittido a pa-
gar os direitos dos objectos sobre os quaes
tiverem recahido as providencias autorisa-
daa neste artigo, at que o poder compe-
tente resolva sobre a procedencia das
mesmas, sem prejuizo do que dispoem os
ns. 3, 4, 5, 6 e 7 do l." do art 4.-
Pagos os direitos, poder dispor daquei
Isa objectos, obrigando-se pela importan-
cia da multa de que trata o n. 4 do 1..
do art. 4.* si for disso.
Art. 4.* Para que soja efficaz a acjo
do fiscal os concessionarios franquear, o
seus documentos de compra de material,
suas fabricas, oficinas, depsitos e obras,
assim como qualquer outro lugar onde se
achem os objectos isentos, applicados ou
nSo, afim de que o fiscal proseda livre-
mente aos exames que julgar convenien-
tes ; e dar lhe-ho todas es explicacSes
necessarias, comprovando-as com a escrip-
turacSo respectiva e quaesquer outros do-
cumentos, quando se tratar de objectos de
possivel applicacao a fim diverso daquelle
para o qual tenha sido feita a concessSo.
1." Quando o fiscal verificar que os
objectos isentos de direitos para bem da
algu a industria digna de proteccSo, ou
para servico publico e de casas de carida-
de foram convertidos em genero de com-
mereio, vendidos ou fornecidos mediante
aluguel ou paga de qualquer natureza,
far urna relacSo dos existentes na espe-
cie, e intimar immedianta ente e por
escripto o concessionario para que nSo
ir ais disponha ou faga qualquer applica->
co daquelles objectos, at que c minis-
tro, a quem dar eo .ta do facto, juntando
aquella relacSo e noticia circumstanciada
do mais que occorrer, possa resolver:
I si devem ser pagos os direitos de
Ues objectos ;
II si devem ser apprehendidos como
contrabando;
III si o concessionario deve pagar os
direitos dos j consumidos ou applicados,
perdendo os existentes, ros termos do nu-
mero antecedente;
IV si, no caso de pagamento de direi-
tos, deve o conces ionario iccorre. em
multa, que ser de 20 a 50 [0 sobre o
valor dos di re. tos, quando tiver havido
desobediencia ou resistencia ;
V si aquelles objectos devem ser ex
cluid b da concessSo ;
VI si com elles devem ser exculidos
ourros que possam ser considerados em
iGuaes condi(Ses ;
VII si deve ser completamente cassada
a concessSo.
2.' Quando a desobediencia ou re-
sistencia fr acompanhada de ameacas ou
desacato, o fiscal procurar testemunha'r o
facto, afim de se proceder na forma da
lei.
Art 5." NSo produzir effeito a isen-
3o de direitos de expediente que nao
esteja contemplada no art. 5o das dispo-
sieSes preliinindres da tarifa vigente, ou
quo nao seja estabelecida expressamente
por lei, decreto ou controcto.
Art; 6.a O fiscal das isencoes pora todo
o empenh na rigorosa observancia do
art. 9o da lei n. 3,348 de 20 de Outubro
de 1887 e do art. 8n do decreto n. 917 A
de 4 de Novembro de 1890.
Art. 7. Estende-so a accSo do fiscal a
todas as concessSes de isenco de direitos,
de qualquer natureza que sejam, ou este-
jam contid s no art. 2o das disposicSes
preliminares da tarifa, ou.se retiren ao
imposto predial cu de transmissSo de pro-
priedade, afim de poder informar sobre o
uso que es concessionarios tenbam fei'o e
sobre a exactidSo com que tenhom sido
executadas, de modo a poder o governo
resolver sobre ellas de aceordo com os
ns. 1, 4, 5, 6 e 7 do Io do ait 4o des-
tas instruccoes.
Art. 8. Todss as empresas, compa-
nhias c u particulares que vicrem a obter,
ou tiverem obtido, ou estejam no gozo de
isencSo de direitos, quaesquer que sejam,
BerSo obrigados matricula especial, a
r
:
i








Diario de Peniaiili&eo Terc-eira 21 de Abril de 1891
^^^i1_
semelhaOC/t da que se acha determinada
08 arta 3 e 4o do decreto de 4 de No.
Tembro de 1890.
Capital Federal, 30 de Marco de 1891.
T- Alencar Araripe.
Thesouraria de Paaenda do Estado de
?er nambuco, 13 de Abril de lo91.
O i.-t-p ctor,
Alexandre d S'juza Per eir do Carmo.
"SEGUIOS
martimos cotra foco
companhia I-henix Ver
nanboeaia
RA DO CMMEHG1 N. 46
SEGUROS COSTRA FOGO
EDIFICIOS E MERCADURAS
TAXAS BAIXAS
Prompto pagamento de prejuizot
SEM DESCONT
A C'OHPAIII %
IMPERIAL
DE LOKDHEI
Estabelecida em 1803
.CAPITAL Rs. i,00:000*000j
AGENTES BROWNS & C.
N. 5-RA DO COMMERCIO-N. 5
Para passegens, fretes eencommendas e di
tbeiro traa-te com os AGENTES.
PORTOS DO SUL
.O vapor Brazil
'ommandante o capitSo de fragata Pedrt
Hyppolyto Duarte
<_! E' ebperauo dos portos do.- ul al c
alj___v da i5 ae Abril seguindo depoi.-
Sida demora necessaua para a
Parabyba, Natal, Cear, Amarracao, Ma-
ranhko, Para, Obidoa e AiaoAoa
As encommendas terao recebidas at i bon>
lo tarde do dia da sabida, do trapiche Barbse
10 largo do Corpo Santo a. 11.
Aos Srs. csrregadores pedmoa a ana atteoc&c
ara a clausula 10* dos conbecimentos, que
o caso de baver alguma reclann'Cao coDtra i
jmpaohia, por avaria ou perda, deve ser feiU
or escripto ao agente respectivo do porto d
escarga, dentro de tres dias depois de final)
ada.
Nao procedendo esta fonnalidade a companhu
ica senta de toda a responsabilidade.
Para passager?, frates e encoinmendt tra-
i-se com os _____,.
AGENTES
Pereira Garneiro& C.
rjz=*Eua do Commarcw*~*6
! rendar
O vapor Tamar i A gente Pinto
para
Lisboa, Vgo
Beduccao
E' esperado dos portea d(
sul at o dia 2 de Male
viedouro seguindo depois
da demora do costme
e Santhampton
1' Lisboa 1* classe
de MMMI
Ida
* SO
Companhia te segares
liieliixit At fiaba
AGENTE
Miguel Jos Alves
N, iRui do Rom deslaN- t
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRE3
Nestes cltimos seguios a nica companbia
secta praca que concede aos Srs. segurados iBemj
lo de pagamento de premio em cada stimo
bbo, o que equivale ao descont animal de cer
la de 15 por cento em tavor dos segnradoa
London & Brasilian Bank
Limited
Ba do Commercio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as cai
ja do mesmo banco em Portugal sende
m Lisboa ra dos Capellistas n. 75. No
Porto, ra dos Inglezes.
SE.IKO (10\TK4 FOa
Roy al Insurance Compan
de Liverpool
CAPITAL .OOrOOO
AGENTE8
R. Drusina &. C.
Si-Rna Marqaez de Ol'wia-lS
CompanJjia fre seguro*
::sis* ::::
Northern
de Londres e Aberdeen
?OS$o tinanceira
Capital subscripto 3.780,000
Fundos aecumulados 3.000,000
Recolta auaual :
De premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
De uros > 155,000
O AGENTE,
John H. Boxwe
COMPANHIA l'EU\*JIBICA\4
DE
iavegaco costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Rio de Janeiro
(Directamente)
O vapor Una
Com mandante Monteiro
Ida e ro
4 30
l'Southampton 1" classe 28 iU
Camarotes reservados para os passageiros d
'ernambuco.
Para passagens, frates, encommendas.trata-.
oa oa
AGENTES
4morimlrmos & C.
N. 8Rna do Bon JessN- 3
2L
Segu no da 25 do correte as 5
horas da tarde em viagem direc-
ta ao Rio de Janeiro.
Recebe carga, encommeodas, paf sagena edi
obeiros frete at as I horas da larde do da
da partida.
ESCRIPTORIO
lo Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Pacific Steam Navigation
Company
STRAITSOFMAGELLAN UNE
O paquete Aconcagua
Espera-se dos porteado sol
ate o dia 14 de Abril e
seguir depois da demore
do costume para Liverpool
com escala por
Lisboa, Bordea e Plvmoulh
Para carga, passageiros, encommendaa e di-
aaeiro a freve: trata-se com os
AGENTES
Vitan, Sons k C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
COMPANHIA PBBNAMBtJCANA
DE
Iavegaco costelra por Vapor
PORTOS DO SL
Tamandar e Rio Formoso
O vapor Jacuhype
Commandante Carvalbo
Segu no dia 24 do corren
te s 5 horas da m nh.
Recebe carga, encommeo-
das, passagens e dinbeiros
a frete, at as 3 horas da
IRDEMIilSADORA
Compauha de Seguros
MARTIMOS E Tr.KRESTRES
Ealabeierldae^ 1*65
Estado flaancelro em 31 de De
zembro de 18SO.
Capita] i,0U0:000|00(>
Fundo de reserva ii0:376*00(!
Sioistros pagos i,776:683*000
44Ra do Commercio44
nARITIHUS
Para
Paia o porto cima segu com brevidade o
arigue portuguez Boa Serte, por ter parte do
earregamento engajado para o resto da carga
trata se com os consignatarios Mendes Lian A
Companhia. ________________________
Co
panhln Pernau buetna de Nav-
vt-ga^wu Coate! por Vapor
Esta companhia mantem as seguales linha
regulares de mvegaco:
Norte, tocando nos portos da Parahyba, Natal,
Maco, Mossur, Aracaly e Fortaleza, partlndc
deste porto um vapor a o e 21 de cada mea.
Sul, com escala pelos portos de Macei, Pene-
do, Aracaj, Estancia e Babia, sabindo deste
orto a 9 e 24 de cada mea.
Fernando de Norenka, partida no tneiado do
vapor
Rie Formoso e Tamandar, sabida a 28.
Rto de Janeiro (direclamenie) parte o
de 25 a 30 do mez.
Rio Grande de Sul, (viagem directa) sabe de
16 a 20 do mea.
Tdos os vaporea sao novos, tem exceHentet
accommodasOea para paasagei ros e-para carga,
e os precos sao moito reduzidos.
Os passageiros encontram, apar do bom tra-
amento, todo o conforto desejavel a bordo de
am vapor.
Oa vaporea que tazem as viagens ao Rk de
Janeiro, alm de terem tudo o que 86 en cntr
aos vaporea modernos, accresce que faz a via
gem em quatro dias e o prego de passagens
te 1.* clatse 604000.
O vapor empregado na viagem para o Rio
Srande do Su. e smente para carga, e tem o
calado adeqeado a entrar no porto daqueile Es
tado em qnalqaer occaaiio.
Recebe se engajamenlo de carga por qnanti
lade lixu para todas as vugens.
Ootrosim, a companhia expedir vapores ex
ordinarios desde que baja carga para enga
jamento completo de um vapor.
Eacnploho, da Companhia Pernambacana
a. 12.___________________________
Loyd Braslciro
POiWOS DO NORTE
O vapor Maranho
Coanmaodaate Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do or
te au o dia 2 e Abril e de
pois da demora indispenaave
leguira para ot porto de
a, Victoria eRio de Ja-
neiro
Rseebe carga a baldear no Rio de Janeiro:
para Sanios, Canana. iguape, Parenaga, An-
touaa. S. Frtuctaco, Ita,aflj, Santa Uthaan,
Rie iraUde, Pelotas e Porto Algre.
Ai encommeodas serio recebidas at i flor,
datarte do uta da sabida, n irapiche Barbo*
aoaanfpdeerpSaat*m 11.
Companhia tahiana de Na
veeac.ao a Vapor
Macei, Villa-Nova, Penedo, Araca-
j, Estancia e Babia
O vapor Sergipe
Commandante Rebello
Seguir para es
portos cima in-
dicados no di* 21
de Abril, s4 ho-
ras da tarde.
Para carga, passagens, encommendaa e dinw
o a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osoriode Cerqueiic
1?+-Bua do Vigorio- 17
COHPANBU paaasiAiarmnucANA
DK
Vaveaiteao costelra por vapor
PORTOS DO NORTE
>arahyba, Natal, Maco, Moeaor, Araca-
ty e Cear
Urde do dia 23.
ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pernambucana
n. 12
CHAR&EURS REUNS
Co
DE
Maregaeio a vapor
Liaba qninaenal entre o Havre, Lisboa'
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Ville de Montevideo
Commandante Richard
E' esperado da Europa al o da
23jde Abril aegnindo depois
da indispensavel demora para
Babia, Rio de Janeiro e Santoa
Rega-se aos Srs. importadores de carga pe os
apores desta linba, qneiram apresentar den re
te 6 dias a contar do da descarga das al vare? a
malquer reclamadlo concemente a volume;quf
jorventnra tenbam seguido para os portos da
tal afim de Be poder dar a tempo as prov,-
leudas necessarias.
Expirado o referido prazo a companhia nao ae
esponaabilisa por extravios.
Para carga,paasagena, encommendaa e di-
iheiro a frete: trata- e com o
AGENTE
Aagiste Labille
9-RUA DO COMMERCIO-9
COBPANUA HWHMJCAWA
DE
Vavacaeio costelra por vapor
PORTOS DO SUL
Maclo, Penedo, Aracaj, Estancia
e Babia
O vapor Jacuhype
Commaadante Carvalbo
Segu no dia 27 do corrate a.-
5 horas da tarde. Recebe car
f, encommendas, paseageaa e
inheiros a frete. at as 2 horas
'da tarde do dia da partida.
ESCRIPTORIO
lo Cae da Companhia Pernambucam.
n. 12
A%k
a.- S ^
ioyal
Mail Steam Facke
Company
OvaporClyde
Bspera-ae da Europa ateo dia23 ce
.bril, aegnindo depois da dtmo
indispensavel para
Babia, Rio de Janeiro, Hoate
video e Baeaos Ayres
Para carga, paasagena encomniendaB e di-
ioeiroafrete:.traaa-ee comee AGENTES.
O vaporThames
E' esperado de*
portos do talm
da 25 do corren-
e df pota d
da demora nadie
t. Vaeemte, IJsbo% Viajo, e
edi-
De conformidade cosa os edita, s da aifaodega,
deve ter logar ao meto dia de quarta-t>ira 21
do cirretite o ieila das 1498 lataaeom kros^-
ne, parte completamente cbeiaa, alltumas com
fil'a e outraa compleumente vaaiaa, bem comu
1 lote de pbospboroa e fogo da China, latas e
caixas vasiaa, resto dos salvados do incendio.
Leilao
De importante sortimeuto de objectos para fu-
mantes, e cigan os, ponteiraa de mbar, ditas de espu-
ma e cereja, phospboreiraa de metal, cachimbos,
e ruis obji ctos de gosto.
(| aria felra, 99 do eorrente
A's 11 Loras
POR NTERVENCAO DO AGENTE
Gusmo
No armazem da ra do Mrquez de Olinda n. 48
Leiio
O vapor Beberibe
ommand
Commandante 10
cnente Fabio Rio
Segu no dia 23 de Abril aa 6
oras da tarde. Recebe carga, en-
.commendas, passagens e dinbeiro
frete at s 2 horas ds tarde de
lia da partida.
ESCRIPTORIO
lo Cae da Companhia Pernambueona
n.12
.E1L0ES
Quarta teira, 22, s 11 hoias, na guarda-
mria da Alfaodeg, orna embarcaco, serviodo
de base a off-rta de 30#OCO.
Em centinna^ao e ao meio da, oa ra do
Brum, leilao do resto das latas com gsz, phos
pboroa e fogo da china, salvados do incendio.
Quinta feira. 23l deve ter logar o leilao dos
movis caudieiro8 e mais objectos da casa de
pento da Sra Gavie, roa do Viaconde de
Goyanna n. 151, bem como oa moveia da casa
em que reside o Dr. Belfor, os quaes moveia
serSo transportados para o sobrado da mesma
rna n. loi.
A's 10 e 20 minutos partir o bond da linba
da Magdalena que dar passagem gratis aos
concurrentes.
De moveia, loucas, vidros, quadros e es-
pelho
A saber:
Urna mobilia com 1 sof, 2 cadeiraa de bracos,
12 de guarnic&o. 1 cadeira de balanco, 1 tapete
de sof, 1 tspelho oval grande, todo de crrslal
at mesmo a guarnido, 1 piano forte e 4 jarros
para flores.
Urna cama franceza de jacarando, 1 goarda-
vesvidos, 1 como.oda, 1 lavatorio com pedra e
e.-pelln, 2 cimas para meninos com balaustres,
co ches e 1 cama estrangeira.
U a m. sa de jantar, 1 aparador, 6 cadeiras
de junco, 1 dita alta para enanca, I mesa de co-
ziuba, 1 jarra, louja para cha e jantar, copos,
clices, compoteiras, quartiuhaa, taboa de en-
gommar com cavlleles e outros objectos de casa
de familia.
ulnta-feira 3 do rorrele
Na casa da rui do Viaconde de Govanna
n\ 151
0 Dr. Antonio de Salles Nones Belfort.emmu
dativa para o Estado de S. Paulo, faz leilao, por
intefvenc&o do agente Pinto, dos moveij e mais
objectos da casa em que residi ra do Vis
conde de Goyanna n. 129, os quaes serio trac-
aportados para a casa da mesara roa n. 151,,
outr'ora casa de penso da Sra'. Cavie, onde ae-
rao vendidos muitos outros movis. 1 piano, lus-
tres a gal, tapetes-de coco, forros de sala, gran-
dea e muitos outros movis de casa de familia.
Agente Britto
Leilao
Do eatabelecimento de molbadoa, bem coK
locado e afreguezado, ra do Socego
n. 70, esquina da ra do Riachuelo.
O agente cima, antorisado pelo cidadao Nico
lo Miguens, que se retira para a capital federal,
levar a leilao o segrate:
Umi arma(o de iouro envidracada, utensilios.
1 cofre prova dsfoge e moito bom sortimento de
genero de estiva elrangeiroe e nacionaes, em
om ou mais lotea a vo:itade dos licitantes.
Em seguida vender todos os moveia, 30 ps
de crotons, trem de cozriha e outros objectos
proprios para casa de familia pertencentes ao
mesmo.
Garante-s a casa.
lulnln f< Ira 13 do correle
A's 10 1/2 horas'por serem mattoeo* lotes
VIG0E DO CABELLO,
DE AYER
Preparado sob bases sclentlficae
e physiologicas para o fim de
beneficiar os cabellos, restaurar
a c6r,Impedir a queda, e promo-
ver seu vico e abundante cresci-
mento.
Esta aparada e ezcellente pxepara^o,
gem duvlda o melhor remedio at boje
conhecldo para os dlfferentes defeltos da
cabelladura, merece a Intima attencio de
todas as pessoas que tm tido a lnfelici-
dade de perder em parte este mala rico
ornamento natural da physlonomia
Com o sen emprego intelligente tem-se
conseguido resoltados realmente sorpren-
dentes. Em muitos casos, porm sao
sempre, a proprla calvicie tem sido curada
permanentemente.
Sempre se consegne fazer parar a queda
do* cabellos; emqnanto que para o pentea-
ao das senhoras, o objecto mais utU a
mais agradavel que se pode empregar.
PROAI:ADO PELO
DR. J. C. AYER & CA.,
Lowell, Mass., Est.-Unidos.
A' venda as tojas de armarinho e per
famarias.
DKPOsrro oaaaj t
-* *p?- as*** t ,f 't <**
o sobrado da ra do
limpo, etc. ; a tratar
A luga ae o 2- andar
Bemfica n. 7, com agua,
defronte n. 6.
Novo porto de carv5o, em barricas e a varejo
Bemfica n. 6.
Armazem de molbadoa e fabrica de pao emas
sas : Bemfica n. 6. Passagem.
A Fabrica de Teci-
do da ^orre, precisa
de meninos, e mulhe-
res.
tm.
REHim
mm
-.afctS^Kc^^g^^g em todo o c.,: j d*
RKEUMATISMO
Impurezas do Sangae, Srapser, Ser
falas. Ulceras, SipMlis
e toda affbcQao do naturez
eruptiva ou venrea
SALSPABBLfll
DE BRISTOL
fl Remedio fio Familia por excellencial
Amas
Precisa-se de duas amas, urna para cosinha -
outra para enancas : em Feraandes Vieira nu-
mero 60.
Ama
Preciea-se de urna ama para cosinbar, na rax
Duque de Caxlaa n. 83.
J---------- ii i
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar, para
casa de familia ; na ra do Livramento a. 24,
primeiro andar. __________^_
Aro Para cozinhar, precisa-se de nma ns
t\iiii rna ,ja fjoncorda n. 107.
passaaaaa, eaaoaaaaeadae
onelro a frete trataae eom oa A6KNXB.
Leilao
De bona movis, espelbos, quadros, ba-
cas e vidros
Constando
Si la de visita
Urna linda mobilia de mogno com 12 cadeiras
de guarnicSo, 4 ditas de bracos, 1 sof e 2 con
solos, 2 espetaos ovaes. moldura dourada, 4 qua
droe, 6 etagerea, escarradeiras, jarros e tapetes.
i quarto
Um lavatorio, 1 toilette, 1 espelho, 1 cabide e
1 mesinha.
2a qnarto
Dm gerda-vestidos, 1 gnarda-roupa, 1 cama
francesa, 1 banca cabeceira de cama, 1 mesa
com estante, 1 cabide e 1 cama.
3* quarto
Um sanctoario, 1 cama grande, 1 espelho, 1
meaa e 1 cabide.
Sala de jantar
Urna mesa elstica, 1 sof de junco, 1 dito de
amarello, 3 aparadores, 2 consolos, 12 cadeiras
de junco, 1 quartinbeira, 1 relogio de parede,
i mesa com gaveta, 1 candieuo. copes, clices,
garrafas, compoteiraa, talheres, colberes, loucas
para almcco e jantar e muitos outros objectos
de casa de familia.
Terea-feira, 2? ds crtente
A's llhorai em ponto
0 agente fiosmo, aotorisado pelo lllm. Sr.
N lo Jos da Silva Pereira, que retira se com
sua Exea, familia para o rtado de S. Panlo, far
leilao dos objectos cima mencionados, existen-
tes no 2 andar do sobrado 4 roa do Commercio
o. 17, por cima do telegrapbo nacional, casa de
sua residencia.
Leilao
Agente Britto
De urna mobilia importante de pao carga pre-
ta, entalbada, orna cama franceza nova moderna
2 cadeiras de baisnee, de junco, IS.cadi iras de
junco, 1 sof, 2 con.-ollod, 12 cadeiraa de ama-
relio, 2 aparadores, n na mesa elstica de 4 la-
boas, i cabide goarda-roapa, 2 cabidas de co-
lumna 1 guarda louca, 1 lavatoaio de ferro, 2
marquezes, orna con moda de amare.lo, daas
banquinhas, bonitos quadros, jarros, candieires
para kerosene, louca para almoco e jantar, co-
pos, callees, compoteiras, garrafas' facas, co-
lberes, orna mesa para cosinha, jarra, trem de
cosinha e muitos outros objectos pertencentes
a nma Exma. familia que se retira para a Ba-
bia.
Ter?K-feira, t do corren*e
A's 1U3|4 horae
Ra Bella n. 33
Leilao
Agente Stepple
De 460 sscjos eom foijio, proprio par
aninaea, de 60 kilos cada um sacco
Terca-feira 21 dm corrente
A's 11 horas
No trapiche da Companhia largo do Corpo
Santo n. 19
O agente cima, bastantemente antorisado e
fior canta e risco de quem pertencer, levara a
eilo os referidos sarcos com feijao, em um ou
maio lotes, vontade dos compradores.
Leilao
De 1 embarcaco que servio de posto-fiscal da
aifaodega (barca de viga) servindo de base a
ofTerta de 50*000.
Quartavfelra, tt do corrate
A il hora
Xa guarda mora daiaMaodega
Pinto
Agente
Leilao
D; kerosene m latas, 1 lote de jhoaphoroa e
fog,- a China, lataa va*iaa e caixOea quebrados,
resto dos salvados do incendio do armatem al-
faedeuMO Pooaeca.
<4varta flra. 99 do corrale
Aomwik
fta roa do
Agente SHveira
Leilao
DE PREDIO
Quinta felra, 9S do corrate
A's 11 horas
No armazem ra Estreitz do Rosario
n. 28
0 agente Silveira, por mandado e com assis-
teacia do Exm. Sr. Dr. joiz da provedoria, a re-
quenmento do lestamen'-eiro ioventariante dos
bens de I) Mara Leopoldina Viegas de Miranda?
levara a leilao a casa terrea n. 29 na ra do Bia-
chaelo, freguezia da Boa Vista, tendo porta e ja-
r ella de frente, 2 salas, 2 quarto*, cozinba fora.
cacimba maeira, tendo de largura 4 metros e 40
ceat metros e de fondo 12 metros e 45 centime
tros, terreno proprio.
Os Srs. preteodentes podem examinar.
i;aa eonllnuaeo
o mesmo agente levar a leilao 1 piano e algn
mov 8.
Curunel Joaquina Cuatodio U-
arle Oe aseveno
Caliope Pires Falco de Azevedo, filboa, gen-
ros, irmao- e cunbados, agradecem do intimo de
sens cor(,6es a todos os amig3S que se digna-
ram acn panhar os re tos moriaes de seu sem.
pre prantrado esposo, pai, sogro. irmo e cu-
abado, coronel Jo jquim Custodio Doarte de Aze-
vedo, 4 sua ultima meradn ; novamenle o con
vid3m a aasiatirem as mtssas que ior sua alma
jero celebradas as matrizes da Boa-Vi-11, Ca
bo, Ipojuc e capel a do engenho MassaDgaoa. s
8 horas da maub de sexta-feira 24 do corrente,
antecipando desde i no^t'oa agradecimentoa.
Leilao
De um carneara manso com sella, de monistas,
espelbos, pianos, veoezianas, tapetes de c-o
para forras de aalas grandes, lustres a gas car-
bnico com um, dous, tres e quatro bracos, can-
dieiros para kerosene (belgas), mesas redondas;
cadeiras de balanco, solas arulsoa, consolos com
espelhOB, armario, camas de ierro, njarquezoea,
commodas, quadroa, aparadeeea, giaada-iouca*,
loucas, vidros, S^uzarde copea e garraae,
esleirs e pete para forros de salas.
Urna casta laaMiipatia coa*?letaaaente nava
(obra de gosto), 1 dita 0> ferro con lastrad
rame e com mola, um lindo candieiro belga, 1
dito econmico, 200 garrafas com vinho fino e
muitos e dlfferentes movis que ornam tres gran-
des saloea e oito qoartos, todos mobilbados, ten-
do que todos os movis eerao vendidos
AO CORRER DO MARTELLO
balate-felfa, 8 de Alarll
Ha chcara da rna do Viaconde de Goyana
n 151
Mr. Cirie, tendo acabado com aua casa de
penso ra do Visconde de Gofanna n. 151, e
mudado sua reaidencia para S. Jos do Maogui
nho, faz leilao, por taterveacSo do agente Pinto,
dos movis e muitos outres objectos existentes
do referido acarado,. as 11 hora* do dia cima
dito.
Os eaocnrrenies que tomaren o kond da Mag-
dalena das 10 horas e 20 minutos, terio passa-
gem gratis. ..
Agente Silveira
Leilao
De predio
Meata felra 94 do corrate
A's 11 horas
No armazem a roa eatreita do Rosario n. 28
O agente Silveira, por airar do lllm. Sr.
Dr. jun substituto do civel, a reqoerimeato de
Francisco Moreira da Costa, inventarame dos
bens de Eua fina la mnlber D. Carlota Joaquina
de Azevedo Costa, levar a leilao o predio n.
26. a rna do Visconde de Iuhaema.
Os Sra. pretendientes podem examinar.
Antonio tunta ale Oli ve ira e
ilvn
1- anniversaiio
E i ili- de Oliveira e Silva e seos lbos, tendo
de mandar rezar miseas por alma de aeu sempre
lembrado esposo e pai, i anniversario de seu
fallecimento, convidam a sens prenles e os
amigos de seu fallecido marido, para assistirem
aa missas que- se bao de celebrar na iareja ma-
triz da Boa-Vista, s 8 horas da manb do dis
23 do corrente mez,antecipando desde j os aeus
agradecimentoa s pessoas qne comparecerem a
este acto de rehciSo c car rtad*n
Clcmenle (ionralvea Vetto
1* aoniveraarie
Una pessoa dedicada memoria do finado
Clemente Goncalves 2 tto manda celebrar na
matriz do Corpo Santo ao dia 22 do corrente, s
7 horas da mtnba, urna missa por sua alma, i -
anniversario do sen falleclmento, para este fim
convida todos os amigos do finado o caridoso
io rJarasiatir eate atto archgiaoe

enrol
i
rssr
Antonia liouaanxov Bauaraara
atn
Aigcns amigos de Antonio Lourenco Ferreira
da Luz mandam celebrar missas no dia 21 do
corrente, pelas 7 horas, na igreja de S Jos de
Riba Mar, pelo trigsimo da de seu fallec mea-
to, e para este acto de religio e candado con-
vidam aos p; rente i e amigos do finado, deca
rando-se de de i agradecidos.
-Bas
Precsa-se
Be cJscaes de cigarreiros, ao pateo do Paraisc
20, Fabrica Cjbele.
AVISOS DIVERSOS
Na ra de S. Jlo n. 17, precisa-se de ama
amanse coiate, taee e eag*me para'dtias
pessoas e que dnrma em casa dos patiCes.
Alugam se casaa1 catadas e pintadas do
fideBde-S;flenealo,aW; traur na raa d
mparatri n. 76.____________
Pieelaa-ee de ama ama para o ser vico do<-
mealico: a tratar naroadalmperatrian. 8, !
andar. ______________
Alaga se o sobrado n. 40 ra do Paysan
iu, com commodes para grande familia ; a tra
tarfatlardamettfc'd* Santo Aatoawn..24.
__Precisa-se alngar urna casa com bem sitio
e que tenha agaa> a'um- dos airabalded desta
cidade : quem tiver pode dirigir-ae raa Nova
n. *i, prioaBirot aanar, toe acoar* coav qaem
traur. _______________ .
erfcpoanvel %t. nao Torqaalo araajo
Stdaaka qua oaenhor prometti nava todos
ob dias sanar o mal e att boje nada T Itao tn
rato. ______
AJogx-se ou- vendase a casa terrea n. W
da rna de Marcilro Das ; a tratar na ra da Ao
rora o. 61, sadMaom terreo.
PARA ElfGElfHOS
GDIMABES & VALENTE, parti
paiu aos neos freguezea e Illms. Sra. dt
angenhoque, como sempre, tmeigrande
deposito os artigos abaixo meno nado
garant indo tudo de primeira qaalidade <
precos sean competencia; a saber:
Cal nava de Lisbaa.
Dita de Jaquaribe.
Cimento PortianJL
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaos para machinismos.
Azeite de coco.
Dito de Garrapato.
Dte depeixe.
Pixe em lata.
(5 galoea)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigm*
Gaxeta de linho.
Potassa da Rusta.
(01 caixas, baiTHraiabas, latas grattd
quena.)
Formieida Capanema.
6Corpo Sanie
Ama
Precisa Ee de nma ama para coainbar e coa*-
prar, para urna casa de ponca famil a e qne dar-
roa *m caes ; a tratar na rna tn perial d. 82,
Aira
Precisa se de urna ama para andar cem criau-
ja ; a tratar na ra Formosa n. i 8.
r. .;
Ama deleite
Precisa-se de orna ama de leite
Bom Jess n. 22. R cife.
ca rea do
.

i
Ama
Precisa se de ama ama para coBinhar e mai
servicos internos, gara casa de deas pessoas em
Beberibe ; a tratar na ra Mrquez de Olinda a.
51,1- andar._____________________
Ama
Precisa-fe de urna ama para cosinha e caira
para sala : a tratar na roa Baro da Victoria rs-
54, antiga agen ia de movis.
Amas
Precias-ce de nma cosi'jbeira e de urna eu-
gommadeira que queiram acompanbar ama fa-
milia para o Amazonas, paga-se bem ; a tratar
no chalet ra do Riacbuello n. 2.
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de poaco
familia, que saiba cosinbar com perfeico ; na>
r-a Pedro Affonse n. 66 (antiga da Praia), ar-
mazem.

i
i
i. '
Ama de leite
Precisa se de urna ama de leite ; na raa Va-
conde de Inhama n. 19. antiga de Range!.
Precisa se de nma ama e um menino (at la
anoisj para servir de criado ; a tratar na raa
Mrquez de Herval n. 34, 1- andar.
Cozinheira
Precisa se de urna eos i nh eir para casa d
f.milia, que cosinbe bem e doea em casa ; a
tratar no Caminbo Novo numero 163, junto aea-
taco. _______
Criados
.5

Precis; -se de dous cris dos de boa con docto,
para copeiro e mais traba bos de loja ; a trata?
na loj i das Estrellas rna Duque de Casias ca-
mero 56.
Sitio
Veode-se na campia da Casa Forte n. !>
livre e desembarscado, com cinco casi abas, besa
arborisado, com bastante terreno ; a tratar no
ra estreita do Rosario a. 23.________.
Aluguel
Na ra Direi'.a n. 45, sobrado, albgam-eo aa
dnis seguintes casas :
Em Fora de Portas a de n. 4- travesar da
Fondico, e a de n. 20 i travesea do Corpa Saa-
to, com pequeo sotao. Na mesan casa preci
sa-se de urna ama para servigo de urna ao pes-
soa. que seja matriculada e diligente, paga-*
bem.
Moris austracos
Acaba de chegar esplendido sortii
desaes movis em todas as cores e goatos,
de yarios prejos, prevenindo-se a toda
qae forneceram notas de pedidos qae Te-
nbam oa mandem buscal-os, pois qae s*
acham taea artigos a sua d8poc2o. Ar-
masem importador roa Marques io
Olinda n. 54. _______ _
Aluga-se
SO i andar do sobrado roa do Ranget ir. 44 i
a tratar na ra Direila n. 3. 3- andar.
Coroas poriugnezas
Compra-ee a 11300 ; na ra Marques de Ola
da n. 3-A.______________________________p_
Aluga-se barato
A loja do sobrado n. 67 rae do Kartholoaaee,
propria oaraqualquer estabelecuxeuto, esUti-
vre de impostes atrasado; a tratar na roa Lar-
ga do Rosario n. 34, 1- andar.
Aluga-e
1 ; a
Um armazem na rna das Trlnchelras
rafa r jooto, Da loja-de slrgoeiroi ^^^^^
Ao publico
Tendo e ex administrador da ir rraneae" de
Noeaa SeDbora do Rosario, da cidace de Olinda
perdido a apolice do atado de Pemanab uco, m
346, serie A., do valor de 500*000, pertencente
mesma irmaodade, o actual tbesoureiro f obia
Antonio do Espirito-Santo, roga a quem a acao
o obaaeuio de eDtregar-lba na ra- Dr: Aatonio
Ctrrreia de Araojo (antiga do Amparo) n. 41,
anoaeHa cidade_________________________
^ttengao
Precisa se de urna rnuHker pasa fazer ang* de
tnM e cuscos e vender na ra. e tanbeaa da-
mata alguma pes-oa para tomar per vendigem,
prefermdo ae oelker; no Paco da Patria a.7.


---
Aluga-se
N_ caca da Independencia a. 2, um
que se presta para deposito de tjuafquer aserea-
deria ; a tratar no mesmo. .

Cusniselra
Precisa-e dewma cee_eJra: loa Vtocoudo
de AJboquerque, uiir'ora ra da Gloria, n. a


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Diario de Peraarntoea T^r^-feira 1 de Abril e 4SU
GUERLAIN DE PARS
*** PERFUMARA DE LUXQ, Ra de la Paix, iS
1BTIS08 1 MODA EPBCTAIJmmi BBCOUBfSlM
**#
i pum dar bMtre mi oateUM 4 bvM--, Atoa mu,
LV?*o-y m todar- Alcoalg n..hj..>ja a a Aaajfejara .T.
THEO, JUST. tmdo trans-
ferido rna casa de Agencias 6 Comnmses para
* /irccfio n. 62 a ra do BOH- JEfftS, aUi con-
tina disposico dos mus numerosos fregu
zes e amigos, encarregando-se de pedidos para
iodos os paizes da Europa e para os
Estados Unidos da America do Norte, para
fazendas. miudezas. ferragens, papel, louca,
vidrc. porceana. movis, relogios, josas de
curo e douradas, farinha de trigo, cerveja, vi-
Bhos. cognac, licores, todos os gneros de es
uva, perfumaras, objectos de arte, quadros,
machinas para todos os mis teres, industriaos,
artsticos e agriculturaes, material fixo e ro-
dante para pequeas e grandes estradas de
ferro, installacoes de usinas e destilares,
pontes e edificios metallicos. bombas balan-
zas c em geral de todos os artigos produ-
cidos n'aquelles paizes; habilitado para isso
com um esplendido sortimento de amostras,
desenhos e catlogos.
62RA DO BOM-JESUS62
LOTERA
JCJO
ESTADO DE PERNAMhUCO
EM BENEFICIO DA
Santa Casa Hiswiwrdia do Rf*
DE
tti
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
roas enrgico que devsm
km pregar os Convalescentes,
es pessoas idsas,
as iludieres, as Criaren dbil
e as Pessas
frscas de Constituico.
rroux, iuo geral, as lonpas Gom..-
utdez de EmmagreclmentQjde E-golasaeii
felalu.-te predispstos. 1INJ
iSfl.ua
Jr tu m Pernambtu: fran m. da silva a O
COM QUINA
S4JMO.DE CARME
>HOSPAT0:
( omposto
oon Substancias necessriat
e dispensareis na
formacio e no desenro4fknsot
da Carne
muscular dos Systamet
rir/ases e,ossotat.
, para com bater a An e__
lalualca, a IdadecrtUcO
laQiMUesestadc
>erajneaa i t-Ma rf *oron,
i tata m ntrnits t llrtgarlai.

INTEGRAB8
A 8 parte da 3/ lotera (leste Estado ser
xtrahtla improterivlminte terea-ieira 21
ie Abril.
Todos os pedidos de bilhetis tiesta lotera
ieyem ser dirigidos thesoiiraria -rua arga
d Rosarion. 91. andar.
PELOS CGNTBACTANTES
Bernardino Lopes
MARAVILHAJ>RATIA
Dr. Humphreys de Nova York.
A Vtrdadeira Maravilha do Secuto.
APPBOVADA E UCEHCIADA
pela Iaapaetarla eral de Hyglono da
Imperta A Barata CaratlTa remello prorapto
ra a Ptaadnraa, Macaooaauraa, contato. Tor-
jtrtnraa, Caatajana,HnmHin. AlTuador.
redar
arar aterida
ralIra 6 aUrrlo pranpto e
madura. Escaldaduras, o
auperlor a quaKuer outro
[vaa.
rativai
lOldoa,
da Face.
MMt
A MaraTilha
cura rpida para ^
Queaadura do Sol, e
Ir?"*
MaraTilha Car tira
Juas Heraorrbagla, oeja do _"_
i Panacea, do Estomago, oo ar HemorrL
ajroorreuna*enrasempree naaoaCaDia.
AHaraTlikaCaratlTaonialllTlo
namoorda Deniea.de '
aa ru e HBwalgla-
A naravi Iha 'irmlit ( o recurso
nrecloao paiaBans rpenmaUcaa,
B^dea naa Jontaa oo Pemaa.
A Ufara vllha Cara tira < e pande reoedjo
para Eaajulnencla, Andina, znygdalaiinchadasou
rnnmaadn a>ninreaegiao,aainpraaiaeaa.
A MaraTilha CaratlTa de malto valor
como Injecclo para o Catarro, a Leocorrnea ou aa
Florea Brancaa, e outro uailnieuloa debilitante.
A MaraTilha Caratlva t lmpagarel pan-
curar ulceras, Chaga antlaa, Apostemas, Panarl-
oioa, OaOcs,TMelra, Joanete e fumorea.
A Maravilha CaratlTa remedioprompto
para Dlarrdea simples, e de Dlarrbea cbronlca.
Ilha Caratlra exccllente naa
iraDarlcaa. para Torcedui as. Dores,
ladaraa, CoataaSea, Laceraooea, 4o.
Espdalldala8 4o Dr. tTaxttjigvj*.
Kemrdle Faveclficos,
r'naaeat* MaraTilhatao,
Reaaaaloa 8rphllittrow,
Remedio Veterinarios.
MARAVILHA CRATItf
Dr. Humphreys e Nora YorK.
A Verdadeira Maravilha do Secuto.
APPEOVABA S UCENCIADA
pela Inaaecloria Geral de Hygjeae da
Iaaperio da Orazil. a
_ u tea parar a ftiaammacfto. radua
. ', tirodeaccrrsiento, ctezsararaterida
oomo por encanto.
cora ritllaa par ouman'oni. ialdadma?
ijnelmadura do bol, e 6uuerlur auUlouerouQo
remedio.
HTlIha CaratlTa 6 lmpagarel para
T -aawrrnaglaa, se Ja do Nariz, da OenglTas,
i Fulmoes. oo Eatoma.io. ou as H emorrholdas >;
Almorrelmscura senipre 6 nunca ralba.
ipto
A Ha
todas
dosP'
A Marar liba l. u. ^: ira i um alilvlo
Dr de Deutes, de Ounit^ S aca.'
da
Face e Kevralgia.
A WatraTlIlia CaratlTa Corecursoprompto
b Aleljo. Dir a
[eEu juniag ou feruas.
aHauaifcla. .InSna,Amygda ._.
Inflammadassempre seguroempre efflcaz.
doeo pata D6re rbeumaUcas, j
asaj Junlaa ou Peraas.
. MaraTilha Caratlva o pande/emei
a n5iSeaela, Angina. Amyguaa lnetadas

i.,'
medio
OO
A MaraTilha
como Injecco para o Catarro, a I*eucorrhea ou .
Flore Brancas, e outros corrnentos deblUoies.
CaratlTH. de multo vajor
o Catarro, r '
curar!
doa,(
A MaraTilha Caratirae remeto prompto
para Dlarrhea simples, e de Dlarrnea vhroalca.
A MaraTilha CaratlTa exccllente na*
Eatrehrai e Caituarloa, para Ton "
PUad ara e Eatoladnraa, Coataaoes, I
r.
i-'
O Manual do Dr. Hampto-ers 144
Enfermldades e modo de coral-as se
se ao sea boticario ob i
obre*
pede-
R
frmzoio Oraacte. Karpoaiaao UnivaraaJ, Paria l
o Honra, ">"- a-f-.. ^--------* r|^n^^n rum
FARINHA LCTEA NESTI
OWA 1ABB S.aOKaMm
E' o melhor allmonlo ptra u crtancas de lenra ldade. l_,
a 'nsufflclencla do lelte maternal e facilita o desmama, Com.,
uso nao ha dlarrbea nem roailtose suadlgestio fcil e completa,^
Emprega-sa tambam tartajosamente como alimenta pan os
Adultos a Conraleaoantes quitim estmagos delicados.
ITE CflUDEKSADO
t
verdaotoiro LETM pttxo Bal ?ACCAJI stTi9Ba%s tendo conservado seo arema i
todas suas qualldades n u t rt ti vas. Mm dos grandes ser vicos que esta ceajerva presta & ProU,.
ao ixerclto e aos Hospltaes, ella tem ganhado sua posico na allmentac&e dos particulares;]
aos ques ella assegura uro lelte agradavel, saudavel e natural.
Ufar i itrau: hsjtxz weti i a Isla ii latrlM: Mmo si rs
A casa lenri u nio tem mala, como ontr'ora, nm nico agente para o Bi^all ;
3grod.tossfiban-M naaprinclpacs casas importadoras, drogaras, pnarmaclas loja^
vert.
HENRI NESTL, m VEVET. { Sf f/S
/. naa a ,.
ES, ,Sm1MI,
Peitoral de Cambar
O magno desidertum da sciencia
medica
para as molestias do peito e viasxespiretorias
O l*eltoraI de Catm'mrk, que inconteaUvelmente ama
---> mais brilhantea conquistas da sciencia medica e um dos mais nota-
-Teis trinmphos qno o engenbo do homem ha conseguido em proveito da
humanidade, tem tua alta rejeommendacio nos elogios unnimes da
aji-f.-rensa, as dietiaqfrJejstdea^uei tem sido cumulavdo per diversas cor-
(ira^Ses seientificas, tanto nacionaea como eetnmfeiras, e na voz do
-povo, que ha de tranamittir ivfama de sena beneficios de geracae a
Este precioso medicamento curasao factoa compro vados -qual-
quer tossq, laryngite, cqneluohe, -hrenohite, aalhma, tubercaloae, etc.
Vende-se, a 2^500 o irasco, 1%9000 meia dusia e 244009a
duaia, c- todas ita b6aipkannaoiaa>e drogaras.
uio u ai coa agentes e depositarios no Estado de Pernambnco
FRANCISCO MANQJL OA SILVA & a
'ta-BlfcL lUfiQEZ DE OLINDA23
LINIMENTO GENEAU
^eactsi. ota Cavallos
' Empracrtds com j matar xito naa oaTalharicas roaen da SS. KH. o araperador do BroeU, o Raida 1
.fljgioa. o Ral dos Paizes-Baxos e o Re da cH-^nfB
fppresbo do gogo 4aW.-^ 35 Anuos de Mtc
AtflUSDA^O PELLO MAk SEM K. I VA. L
S6 este precio* Top.oo o nico que o>^BM| 1^**
Sut)UtiWQaacoeirradicalmeiite jay AaarWa. Os rcsulUCos extraoraparios me tem '
| em poucos dla as manqttelras, novas jZMtC.-^ obtldo as dV7'rsa> 4/Teccoes do i
6 ajUisas, as Toroedoraa. Contnadea. r fjtPelto, os./}xiara)Ba4 Sroncbltla, <
aore e InctaacSep das perau, ~m .* ""^ Moleara?" Ja Careante Ophtal- (
lo. Sobre-Caaaas. rrr.queza e Bu- I ma, etc., nio dio logar .'. concurrencia I
ento das pernos dos potros, etc., sein I ". <
nenhuma choga, nem queda do pello I 4 ottra fix-se eos* a-tuto en* S etSalMifoa,i'
smo.uuranto>oltraiafOaBto. | uor esem coriar, nem raspar o pello.
iBep-Ml Paria : tkusucisrG^SI>iTT:A.XT, F.aa St-Honor, 275,e to telas aa H
VIN0O 00 PARTO
BDHFHBIYS' MEDICINE OO.,
199 Faitea Strett, SEW YORK.
DHTCOS AGENTES
ara vendas em grosso em
PERNAMBG0
Furia SabrMhoAC.
DROGARA
A' Ra Mrquez da Olinda n. 1
XAROPE
EX
Rteo-i
joLvJ. Buci
O Iodo, combinado
com os suecos das plan-
t.-.s antiscorbuticas, pres-
ta s Cnancas doantet
os mais relevantes ser-
vicos, para combater fi/anau/s* do petooco,
Rachitlsmo, PaJIldez, Engorgitamsntos escrofu-
losas, molatuu da pe//e, Croatas lcteas, ate.
E' preferivel aos leos de figado de bacalhao;
alm de ser um fluidifcame, tambem e depura-
tivo anergjco.
________PAEiS, 19 E a, RUH BKOUOT
PILLAS BLAIR
eoatrt a GOTA o RESTOSATXSM0
O OH/. MCE REMEDIO IJJOLEZ PARA A
G-ota, Rhouiaatismo
Sciatica, Lumbago e Nevralgia
A dfle atjuda allTj-sc rpidamente e oura-ss
em poneos das com este afamado medicamento
Estas Pilulaa, que aao eotiramente lnoOensl-
rels, nao eilgem nenbuma restric;ao de dieta
durante seu emprego, impedem seguramente
molestia de atacar qualquer parte vital.
Fabricadas em Inglaterra por Prout a C 2SS,
Strand, Londres, e vendidas em calas de i1000
1J SOS res. Acnam-se em todas as pnarmaclas t
drogaras do mundo enturo.
aa Pafaaasaaa : aVaar M. da an.VA O
Srpecialidades do Sr. Humphreys.
Remedio KapeciBcoe,
Cntaeoto Slaravilhoeo,
Reaiadio Srphllltieas,
Remedio Veterinarias.
O Manual do Dr. Humphrers 144 orcinas sobre aa
/ermidadf e modo de curuasae ca gratn, pede-
ao sea boticario ou 6
BIMPHHEYS' MEDICINE CO.,
199 Faitea Street, NEW YORK.
Unico'deposit o naja rendas em
groao na imperial drogara de F.
Manoel da Suva; *. C.
Aluguel barato
Alngam-se as seguintea casas :
Ponte Velha d. M.
Estrada Joo de Barros, n. 19.
Ra Visconie Itaparica n. 43 i* andar.
Visconde Ilaparica n. 43,3. andar
Roa Pedro Affonso n- 46. i*, andar.
Pedro ASooso, n. 46, armasem.
Ra das Agoaxiabas o. 7, em Beberibe.
Ruado Rosario n. 39.
Travesea d) Garmo o. 0, loja.
Roa Visconde Goyanna o. 163.
Becco do Caropelo n. 1,1.* andar.
A tratar rna do Commercio n- 5. 1. andar
escriptorio de Silva Guimaraes & C.
':
'

Chumbo de muni^io
DA
i
sPilulasdeVallel
250:000#000
(Taxffx-xrncTFtrrrv'a)
Urna alimentaco reparadora, bem dirigida
bem assimilada, leva ferro sufliciente .para
regenerar o sangue dos anemios.
Bkacmbte.
HOJ&, que o apparelho digestivo, geralmente debilitado, irritavel e falto da
uccoa gstricos, carece da mair energa e cuidados para a sua reparacSo orgnica,
de neoessidade lacear mSo de um preparado que, regularizando lhe as funccSes, aeja
ao mesrno tempo um remedie-alimento, grato ao paladar e ao estomago, toleravel at
talas pes.-oas que n2o possam faaer uso das dses moderadas e mesmo pequeas
dses de quina e ierro.
.O VINHO AODRIANO, com posto s de uva escolhida das quintas mais finas
io ALTO DOURO (PORTO), e observados na sua vinirbaclo todos es preceitos
recommeodados pela therapeutica, finamente aromtico e balsmico, fortifcaete e
reconstituinte, veio correaponder perfeitamente aquella necesaidade.
Uweos recehadores neste Estado
SfHMA
com o
&Yi LENTE
C rpo-Santo 6
Premio auto 128:0801080
Lotera do Grao Para
Premio maior 0:088$800
Extractar alternadamente todos os sab-
hados. Bilhetes venda as casas do eos*
turne.
MOLESTIAS w CORAC,
^taflBiTiWM^aVMn LEB10l.(4H4ifsiiMiMV)4CttfT
UIIABtlAao.PALriT4l^nBMPWMS^
Xarope
e
Berth
4W
raaraado paioa JBawpitaaa da Paria.
OXarpp" ?Mt Barth da Codeima pura, possuem urna eficacia incontestavel
am da Car-
caaos da Defluxo, Bronchitas, Catarro, Asma, Molestia
Znaomnlaa, Tosaa nerrosa e xhaustante das Molestias do Peito 9
Irritaooe* de qualqoer natureza. As pessoas que usam do
aa a Paarta Barth experimantao um somno calmo e reparador que
nnoa* seciHdo de paso naoabeca, parda de appetlte, nem de constipacao.
Naa roeitaaaspeesaque-se bem Imrope oa Porta Berth e eomo arantia exila-
99, AaaudFUatora Barth e o Bello Aanl do Estado Franoas.
i ~ CaaA CUN 4% O por inUrmeio e qimlqucr pfuxrmacia.
appro
dadas pela Academia de Medicina de Pars
curar a chloroee, a anemia, as perdas da
eangue e as perdas b-ancas e todo e qualquet
asudo de eafattameno e frsquaaa geral.
atuso. As Palme da Vetilmt sao braacaa
e em cada urna d' ellas est lmpresso o oobm
Vala*. Preparam-ae em casa de t. faUXB. ra
Jacob, nvtt, em Parts. Tandea as em todas ai
taaaTBMCUa____________
NlOHA
MAIS
tpaneaaOo,
I0 GX^SaU
OSMr ai nafi altes reeompeaiti.
Deposito em todas as PharnucUS.
E' em i < abayana
Tlulta attencSo
Paulino H. de Miranda conhecido por Pal,
vende seu estabelecimt-oto, com todos eu parte
dos g-eros, a vontade do comprador, sobre
qnasquer condicOes que possam ajustar, visto
tt r de retirar-se para o Recife onde pretende es-
abelecer-se.
F\f RC\ DO RIO DE JWEIRO
EMPBEZA OBRA.S PUBLICAS
Moura Borges to G.
Largo do ?Corpo-Santo i 9
Tem sempre para vender e recebem
encommendaa pelos precos da fabrica.
Paga-se bem
Precia-se de nma boa cosiobeira ; na rna da
Emperatriz p. 88 3- andar.________________
Morada
Precisa-se alagar nma casa de um andar, com
ou sern sotao, em boa rna das freguezias da
Santo AqWQio pu Boa Vista, que te.na agua
encanada e pequeo quintal, sern Dorador em
baixo : na ra Direita n. 45, sobrado, se dir
para '' --J



Declaraqao
Constantino de Souza Campos declara ao coil-
mercio e ao publico, que para os commerciaei
passar a assignar se Canstan.ino Nuaes da
Souza Ca tipos.
Recite, 8 de Abril de 1891.
Declaraijao
Joaqaim Rodrigues da Costa e Silva declara
so commercio e ao publico que para bus com-
merciaes passar a assignar-se Joaquim Rodri-
gues da Fonseca e Silva.
Recite, 8 de Abril d 1891.



^
'
Aloga-se
Umarmazem a travesea da Madre de Deas n.
14, proprio para gneros de e3tiva ou para outro
qualqner estabelecimento : a tratar na ra Pe-
dro Affonso n. 36.
Aluga
-se
0 S- andar do sobrado a rna larga do Rosa-
rio n. 34, tem boas ommodos, agua e gas ; a
tratar no andar terreo bo ica.
Alaga-se
A casa da roa do Rosario da Boa Vista n. 86,
pea quantia de 25.000 tneaaes ; na secretana
da Saou Casa.
Modista
D. Leonor Porto
I
Contina a execotar os mais difficaltasos flga-
rinos rpcebidos de Londres. Pars, Lisboa e Ca
pltal Federal. Prima em perf.icao de costura,
em brevidade em precos eflno gesto; na ra do
Hospicio n 58.
Telepaoae147
Medito
O Dr. Barros Sobrinho mudoa a sus rpsiden
ca para a ra do Cajueiro (entrada para o Hos-
pital Portuguez) n. 6.
^nm um.
Chapaos e capotas o que de mais novidade se usa presentemente em Paria
Au
*"
Depootansa em
rtUaM"
ai. nalm
UWA a T.
CAPSULAS AZYMAS E. G0RLIN
OBREIAS
Mimare
TIHTA8 PRBTAS
CaBs iraaia t Fri.
'BVILSaiADO 3. Car. 33. Os
aaaaiirtaaiaaiiMtNiwMaariaiitiiiilMii-llatfSM
Un iaa: Ola U Figado a Saealhaa. Olea BaiaaM da Capania. Oplatoa, Aleatro. ais.
aa>
Capahlb, Oplatoa. Aleatrio, ato.
TODOa oa iaXDICAaCENTOS EM P
H. m l laaak, aa Patria.
.......------"aa.*
HOSTIAS
JPAe*
pemPk
B08TIA9
rata I
araaaSsM: ntAJT- aa. XX?? #>
...........SS..........I
AVISO
Participauos o publico e aos odbsos (ti
tes que resolvemos desta data em diante eolio
car sobre todos os productos salidos de- nossi
casa, a marca registrada, conforme o desenht
cima. Aqueiles que nao levarem esta marca, po
derao ser confidi-rdos, como nao sabidos di
aflea FrsnresSi
22- Ra da Cruz -22
Professora
Dma senhora habilitada, offerece se para lee
donar em casas particulares o segainte : porte
rapnia, treometria, trabalhos d'agalba. oras
piano ; a tratar na livraria Contempornea, ral
de Marco n. 1
Professora de piano
Urna senhora competentemente habilitada e
com pratica de ensino de piano, cfferece se a
leccionar em casas de familia por mnito modieo
preco, e poder ser procurada para fra ou den-
tro desta capital; a tratar na roa Bario da Vic-
toria, armazem de movis o 49.
Fabrica Caxias
Devido aoa preces que eatao costando
os fumo fino e o augmento de salario
aos operarios : Os precos dos cigarros da
nossa fabrica, aerao os da tabella abaizo,
com o descont de 10 j0 at 5 mhei-
ros, e d'ahi para cima 15 [0.
Kao se toma nota de menos de nm mi-
lherro, aa quantidadea abaixo so serao Ten-
didas a dinberro.
Tabella de Precos
fumo picado
Caxias 6000
Fl6r das Flores 7*000
Operas 6*000
Daniel 6*000
Operetas 6*000
Japoneses 6*0WT'
Fumo desfiado
Especiaes 7*500
Aristocrticos 6*500
Mandarina r*000
Cubanos 6*500
FI6r do Estado 65C0
Caporal__________________________6*009
taixeiro
Precisa-ss de nm caixeiro qne tenaa bastaste
pratica d mo bados e que > ador de faa con-
ducta ; a tratar no Caminan Novo n. 79
2.* andar
Aiuga-ae o segundo andar do sobrado
n. 4, oa rna do Vigano Thenorio; est
'. caiado e pintado de nevo, tractor na
typographia do Diario.
A's almas caridosas
Maria Candida Wanderlev Autran, viera de
empregado publico Candido Autran da Matta
Albuqoe.rque, moradora na ra de SaBta Thtre-
sa n. 50, leudo em sua companbia tres mocas
soltelras, orpbfis, acbande-se na maior ledigen-
ca, sern recnr sos para raanter-se, vea recorrer
s almas caaidosas qae a saccorram e anxiletn-
na pelo amor de Deas, visto como Dio eneberga
mais censa algoma._________
Cesisheirs e cepcirs
Precisa se ; na ra do Paygandfi n. 19.
I




:


_
Pernambuco


VEHDAS
Terca-f
ira zi ae ADrii
01
sparuines de bros e senas para seohoras e
meninas receben grande vanedade
Au Parodia dea Dame*
Veudem se latos de ferro vastas de des
rales cada ama, proprtas Dar deposito ; a tra
lar cas Cinco Puntas, ofiL-ioa da Compaobia
Draimge.
Libras Sterlinas
Veode-se na loja de oas de Angosto do Rev
4, C- ra do Cabog n. 9.
Vapor "Jaguaribe"
Vesde-so este vapor em bom estado de con
ervacao, coja cmara construida de lindas t
tspeciaes madeiras, prestando se elle anda i
jfcjer viagens que nio sejam de longo curso
Aliante pequeos reparos ; podeodo, em casi
nBtrsrio, ser aprsveitado como um excellenu
wntto. para descarga de navios, t te
As pessoas que pretenderen! e quiserem exa
nai-o, podem dirigir-se bordo do meemo
Macharao pessoa baoilitada a dar-Ibes quaes
;oer i xplicaco>s ; a tratar no caes da-ompa
iMa Pernambocana n. U
Engenho
Yeade se o engenbo Hatapagipe, sito na fre
guesia do Cabo, distante da cidade urna legua,
com exc< peo de orna decima psrte qne perico-
ce a ontro consenhor, cojo engenho roe com o
rio Pirapama, 'em obras por demais e trras
para safrejar 3,500 pas de assucar annoalmen-
te.; mai um terreno coberto de rcatta virgem e
de madairas de primeira qualidade, que da para
ieyam&r-se outro engenbo, cercado bom e muito
grande. Tambem se vende o engenbo S. Pedro
contiguo ao Hatapagipe, o qual teor boas trras,
esta bem obr. do, m a vapor ; o pretendente
dirija se ao engenbo Boa-Vista do Cabo.
Antiga fabrica de Cajru-
bba
Vende-s os utensilios des fabrica e
seas preparados, como sejam :
Grande quantidade de depsitos, ma-
chinas para diversos mys teres vas i 1 ha
me ; grande quantidade de rolhas para
frascos e garrafas: um vapor de torca de
i cavallos, e aeus pertences, urna caldei
ra para coser no vacuo ; urna prensa para
enfardar, e grando quantidade de lqui-
dos diversos, prospectos e um folies de 28
a 30 poliegadas, e novo, etc., etc.
A tratar na mes na fabrica com o pro-
pietario qne far qnalqner negocio em a
meama, ra de Luiz do Reg n. 14.
Engenho Larangeiras
Vende se urna parte do engenbo Larangelras
sito as comarcas da Victoria e Jaboato ; querx
Sretender dirija se fundicao gerai a ra de
rum n. 44.
Carvo
Vende se na padaria de Mello & Blset, ra
Larga do Rosario n. 40, a 400 rs. a t ar-ica-
Cofre
Vende-se um grande co-
fre prova de fogo ; a tratar
no sobrado a ra de S. Gon-
zalo n. 29, das 3 horas da
tarde em diante.
F$ijao mulatinlu)
A 800 ieis a cuia ven-
der Neves Pedroza C. (
a ra da Penha n. 33.
Industria l. a sil eir
Crande descoberla
farinba de banana comprida, apropriada par:
p toa, em pacotes e latinbas com bananas sec-
;as, preparadas por
LADISLAO GOMES DO REG
Deposito no annazem do Lima
Bna liar o da Victoria a. 9
Telephone323
?
Esplendido soriimento de gravatu chics, reti
ren da Alfindeea.
Au Parodia dea Damea
Ra Bario da Victoria n. 38
Fabrica de ge lo
Aguas e limonadas gasosai. de
todas as qaalidades
Soda water ginger, ale, limao, laranja, cura
S), aoacaxis, granadina, grosellas, fraoboises
unilba, hnrtefa-pimenia. etc., etc.
A-CAES DO CAPlBARIBE-i A
Pao centeio
Helio & Bisel tendo recebido nova remessa dt
rinba centeio, avisa aos seos fregueses qut
ontinnam a fabricar este delicioso' pie centeit
idas as tercas e eeztas-feiras ; na ra arg d'
osario n. 40.
Attencao
Va de-se um famoso guarda vestidos, com
mas de 9 palmo3 de frente e mais de 3 de lado,
tem duas booius gavetas e 30 cabides, serve
para urna numerosa familia, c tambem se presta
pa*a bomem, ; com a vista se veri a realidade
da obra ; no Hace da Patria n. 9, quarteirio do
Jovioo Bandeira.
WHISKY
Rojal Blend marca V1AB0
Este ezcellente Whisky Escoce pre
ferivel ao cognac eu agurdente de cant
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos me.hores arma
aens de molhados.
Pede Royal Blend marca Vlade
cuio nome e emblema sao registrados par*
todo Brasil.
BROWNS & C, agentes.
FOLHETIM

FLOK DE MAIO
POR
JORGE PRAML
-SEGUNDA PARTS
FELICIDADE COMPLETA
"VnitlnuacSo do n 87)
II
Fdar, por mais senhor de si que esti-
vesse, sentio se gelado diante de tal acc-
ihimento.
Querido da sociedade parisiense, nlo
octava acostumado a ser to fijamente re-
cebido,
Receio que a micha misslo nSo seja
t2o fcilmente bem succcuida como julguei,
murmuren elle.
Per fim de contas o mancebo procurava
as palavrns e nao sabia como comrcar.
Aps ligeira hesita 2o, durante a qual
rs olhos lmpidos do Sr. Cbabrance n2o o
deixar&m, elle atacou resolutamente a
queatSo o expccu em que circumi tancias
vira-ee na neces; idade de pedir hospital:
dade no cantello de Boumc e de que mo-
do chegara a conhecer mysterio d'aquella
lgubre morada. '
Emqnanto o conde fallava, o Sr. Cha-
branca e.->nservf.va os labios franzides.
Aos senhores deengenhos
Tri-solphHo de cal
nperlor a cal le Lisboa e potasa
Para alvejar e limpar o assucar
Vendem Guimares & Valen te
6Corpo Santo6
B. 06 DBD8INA & C.
tana Mrquez le O linda o. II
Armazem de cerveja, v-
anos, champagne, licores
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. Unicc
leposito da afamada cer-
veja Phcenix de Dortmund
3 do chocolate Ph. Suchard
ie Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Danneman
k C, S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti-
mas duas fabricas foram p re-
mados com a medalha de
Ouro na Exposicao Univer
*ai de Parizj em 1889
Vinho Al varalho
Acaba de chegar unta nova remeses deste
excellente vinbo para mesa, puro e agradavel,
superior ao mais fino Bordeaos.
NICOS RECEBEDORES
Guimares & Valeote
6 Corpo Santo 6
Vende- se
MAI8 BARATO
Na loja das Llsras Arau
A ra Duque de Casias n. 61
Vestidos bordados em cartSo a 5(5000.
Vestidos bordados em linho phantasua s
9*000. -
Misinos lavrados infestados de todas ai
cores a 10C0.
Folak de seda e Etamines de seda s
1*200.
Gorgorao preto de seda a 2|500.
Caxemiras pretas lizas e lavradas a
1*000.
Voailes phantazia largos a 500 reis.
Tectdos arrendados a 400 reis de toda*
as cores.
Morim entrancado para familias a 3*50C
a peca.
Bramante de linho com 10 palmos
1*700.
Atoalhado adamascado a 1*250.
Guabdasapos de bonitos deaenhos a
2*000 a duaia.
Toalhas grandes e para banho a 1*500.
Cortihados bordados e de crochet a
7*000.
Crochets para sof e cadeiras 5 por
8*010.
Alcatifa para forro de sallas a 1*200.
Cortinas de cores, novidade a 1*500 j
metro.
Ebparttlhgs de setim bronco para noiv
a 10*000.
Espartilhos de todos os tamanhos desde
4*000.
Meias finas brancas croas e de corea
todos os precos.
Caiazas para homens, meninos e se
nhoras.
Serolas fiancezas de linbo e nacionae
a 1*000.
Leqdes transparentes para nova.
Capellas com ricos veos para todos o
precos.
Enchovaes para baptizado desde 6*000
Micdezas tambem se vende mais barato,
como Eejam: fitas, baleas, borrachas
paro vestidos, ligas, grampos, phanta
aias, extratoa, pentes, escovas para
dentes, flores, bioos, rendas, bordados.
na loja de
las Angusto DlaS
Sedas
Sorabs de todas as cores, sedas brancas e de
cores, receben lindo Bortimento.
Au Parodia dea Damea
Mercearia
Vend-; se a mercearia da ra da Concordia o.
165, com poucos fundos e propria para princi-
ptente ; a tratar na mesma.
MAIS DE 10:000 CUBAS
TIOTUBJL BIYIH
mu so BssieAiisic
DORES DE DENTES
preparado nicamente
por cala8ans & c---na babia
Medicamento heroico contra os rheuma
tismoB, inchacSes, dores sciaticaa, nevral
'as. dormencia, etc., empregando-ae en
CAPITAL
entacSes sobre os losares affeetadas
Cara o beri-beri, as paralysias e as dret
de dentes.
Todos os frascos levam direecSes par
aso d'este medicamento admiravel.
Preco 1*200. Descont de urna duaii
em diante.
DEPOSITO NO RECDJE
Francisco Manoel da Silva 4 C. ra
Mrquez de Olinda n.23
Sabo de alcatro
Ha (rraode conveniencia em se usar este im
portant sabo em todas as casas de familia,
tanto p ra banho cemo para lavagem de roopa,
desii tectante, amacia a pe lie e fas desappa
recer itupingens.
Deposito roa da Madre de Dos n. 16
Cabriolet
Vande se nm cabriolet que anca a dons e a
qoatro assentos, com boas molas, moito leve,
com arreios e laoternas. e nm bom cavallo para
o mesmo : a ver e tratar na cocheira da ra das
Cruze n 45-A.__________________________
Engenho Muricy
Vende se ou troca se por propriedades nesta
praga, livre e desembarazado, o engenho Mari
cy, moente e corrente, na Escada, perto da es-
tafSo ; a tratar na ra Duque de Casias n. 30,
padaria.
Gaz
Som pronunciar palavra, sem urna in-
terrupcao, Bem um gesto, escutava.
Poder-se-hia acreditar na verdade que
Fdar Stroganoff dirigia-se a-qaalquer ou-
tra pesaos, se os seus grandes maxilares^
indicio de teima invencivel, nao se tives-
sem agitado cbm um ligeiro movimento
automtico
Deizou o mancebo fallar at final.
Fdar animava se na sua narrativa, dei-
xava transparecer emoli tao violenta
quanto sincera ao contar todo o longo mar-
tyrio da pobre Marcelina, e enumerava os
insultos de que ella era alvo diante de
todos, por parte do t y raneo que a conser
vava prBioneira e a torturava.
E diaia o que era o Sr. .Dementares,
um homem todo violencia e fel, sem dig-
nidade, Bem respeito a si proprio.
Quando Fdar termmon a sua acensa-
cao, calou se.
O Sr. Cbabrance continnava silencioso.
O conde esperava em vao urna palavra.
Os olhares do velho nSo se dirigiam se-
quer ao seu interlocutor.
, Acabou por calcar nm botao de cam-
painha elctrica collcca-'o ao alcance da
sua mSo.
Acudi nm criado.
Pega a senhora que desea aqai ao sa-
13o.
Pouco tempo depois, urna mulher alta,
Vende-se por prego comm ido, garantindo o
bom estado em caixas e latas, nao s commom
como inexplosivo ; trata se na ra de Hurtas n
15, onde se entregar limitada quantidade, ou
se dar ordem para qnalqner porga -.
Gruardanapes a 1*200 a duaia.
dem com franjas a 1*800 a dita.
Toalhas superiores para mesa a 4*000 <
5*090.
dem para mSos a 2*600 a duaia.
Velbutinaa bordadas e lizas a 800 rs. t
covado.
Meias casemiras de cores, 2 larguras
1*000 o covado.
Caaemiros pretas, diagonal a 1*800 o co
vado.
Cheviots azul e preto superiores.
Pannos para mesa a 1*200 o covado.
Atoalhados adamascados a 700 rs. o metro.
Colebas superiores a 2*000, 3*000 e 4*.
Cobertas de ganga 2 pannos a 2*600.
Cortinados bordados a 7*000 o par.
Setins broncos paro noivas a 1* e 1*200
Sedas idem para noiva a 1*200.
Todos os artigos cima encontrom-M
na ra Duqne de Cazias n. 59.
Laja de Perelra 4k Hagalhes
do universo e que nos chama em seu soc-
corro para libertal-a. Ora, ahi est!
Est ultima phrase estalon como o ruido
de urna porta que se fecha.
A Sra. Chabrance poa as mSos, ergueu
os olhos embaciados para o tecto e mur-
muren! em voz muito baiza alguma pa
lavras.
NSo comprebendo, disse eila depois
lentamente, que o senhor tenha consenti-
do emiecumbir se de semelhante missao.
Elle nSo tem a idade precisa para iazer-se
portador das palavra? de urna moca.
tinha senhora !... disse o conde
fra de, si.'.
O Sr. Chabrance estendeu a mo.
Contenha-se, disse elle, vemos per-
feita nente quanto este negocio Ihe inte-
ressa; por essa raaSo mesaao, senhor, com
pretender talvez o que ha de irregular
na commissfio que desempenha.
Nobss fiiha n2o feliz, tornou a Sro.
Chkbronce; mas, metrbeus, nSo ha nin-
guem feliz n'eate mundo; e primeiro de-
ver de urna mulher a resignagao... deve
obedecer ao marido... No caso presen
te, porm, se ella tao infeliz quanto diz,
nSo em grande parte por culpa d'ella ?
Fdar s-ntia a exasperacSo subir-lhe
garganta... O pouco sangue fri que lhe
restava, ia cortamente abandonal o.
Senhor, tornou o Sr. Chabrance no
'mesmo tom lento, pelado, que dava aquel
Dirididos em 6,000 aeces de 200^000 podendo ser elevado ao duplo
quando convier
ENTRADAS
Vinte por cento no acto da &ubs>cripQo e as mais de dez por
cento com intervallo nunca m enor de 30dias. Completos 50 por
cento a Companhia se utilisar, devidarnente autorisada, dos recursos
de crdito, que sao facultados s sociedades anonymas.
FINS '
1/ Promover por todos os meios o incremento e auxiliar o des-
envolviment > da industria pastoril neste Estado. ^
2 Mel horaras especies actas de gado de creafo pela im-
portar e cruzamento de especies raelhores.
3 Fundar urna fazenda modelo que se possam adoptar todos
os possiveis melhoramentos.
4o Explorar em alta escala a sola de gado em terrenos pro-
priados.
5 iJor disposicao do mercado para consumo diario gado gor-
do e descansado.
6 Fazer charqueadas quando parecer conveniente.
T Explorar qualquer industria connexa ou derivada da indus-
tria pastoril em qnalquer das especies de gado vaceum, cavallar,
muar, langero, etc., etc.
DIRECTORA
Dr. Manoel Gomes de Mallos, presidente.
Coronel Augusto Octaviano de Souza, thesoureiro.
Alexandre de Souza Nogueira, gerente.
INCORPORADRES
Alexandre de Souza Nogueira.
Ernesto Arcelino de Barros Franco.
Jos Faustino Porto.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
BANQUEIRO
O BANCO DE PERNAMBUCO, onde se far a inscripeo, logo que
for annuneiado.
A Florida
curvada pela idade, apparcceu, cumpr- la oonversaao, deve imaginar que toma-
mentando Fdr com muita frieza e reser-
va, exactamente como o marido. fl
O conde Fdar ScroganoF, diasa e
Sr. Chabrance, apresentapco omancebs**
A Sra. Chabrance, inoliaou se de novo,
depois de se ter sentado.
E o marido c -jmcgou ento:
Aqui o senhor foi repebido no cas-
tello de B< ursac, teadfl-se perdido utima
cajada E vem contarnos que nossa-fi-
Iha torturada pelo marido, uiartyr.aada,
sequestrada, que a creatura mais inTeliB
sos todas as preaaucSas, :odas as infor-
magSes antes d? dar nossa filha ao Sr.
^mentieres.
Tocou a vez da velba.
% nosso genro um hornero, bem
siinjHft*ado, correcto, econmico, deve^J
Acaba de receber directamente.
Espartilhos para 5 e 6.
dem finos bordados a seda frouxa a 8 e
9tf(m
Luvas 3e seda e de peilica para Sras. e
meninas.
Bicos de seda e de algodSo brancos e de
- cores,
dem preto i de 18 e de seda, sem e com
vidrilhos.
QalSes, palmas, pingentes e gaarnicSo de
vidrilho.
Leques de gaee, setim e papel para Sras.,
meninas e mocnhas.
Bolsas do chagrn, couro da Russia, vellu-
do e palha para Sras. e meninas.
Boleas de couro e de palha, proprias
para viagem.
Sintos de couro e de seluloide.
Sapatos e toncas paro bapt'sado.
Sapatinhos de setim, merino e 1S para
haptisado.
que ella se acostume; as mulheres de vena
acompanhar os maridos.
O Sr. Chabrance interveio anda :
Desta divergencia de opinioes de-
vem oertamente resultar certas rusgas.
E a Sra. Chabrance insisti :
O nosso genro deudos parte de to-
das essaa cousas.
E para fazer comprehender i nossa
filha que ella devia dobrar-se s vontades
do marido, nos interrompemos tempora-
riamente as nosaas relacSes com ella.
Decidimos, sempra de acoordo com
o Sr. Dmentires, nSo ir a Boursac.
Nossa filha, se nSo nos v, nao tem,
portento, que queizar-se senSo de si.
Os dous foseis animavam se sgora, e
cortavam-se mutaamente a palavra.
A Sro. Dmentires, tornou o Sr.
Chabrance, nlo tem mais que faaer do
que resignarse vida que deve ser a sua.
O marido adora-a.
Sim, adora-a talvez a sen modo, mas
emfim adora-a.
E elle nSo ha va deificar sat afeito
casando com urna mulher para vel-a pas-
sar as noites...
E' verdade. .
Com os hombros ns nos bracos de
pelintras que rissem e sombassem do ma
rido...
NSo de certo 1 comprehendemos am
bos que isso nao pode absolutamente ser
do seu goste.
Agora (o urna cousa semelhante a
um sorriso trio passou pelos labios gela-
dos do Sr. Chabrance), agora deize-me
diser-lhe, senhor, quanto acho singular a
sua intervengan ueste negocio.
E levon a mSo cabeca, tinha visto
Pulseiras, anneis e brincos finos de pa
que americano, com e sem pedras.
Grande sortimento de bordados brancos e
de cores.
Perfumaras dos melhores fabricantes,
agua dentrifices, leos e pastas.
Grande sortimento de fitas modernas de
n. 5 80.
Mantas Regatas e Plastrons, de gastos
modernos.
Lindas caixas de perfumaras para pre-
sentes de 2, 3)9, 16, 55 e 60000.
Porta joias pellucia e de lectoplata.
Coitureira de pellucia.
Caixas com msica para prezentes de 70.
85, 95 105 e 125000.
Grande sortimento de botoes modernos
para vestido. ^\
Caixas de linha de cor para crochet a
15000.
A RA DUQME DE CAXIAS N. 103.

dSo-
moa ^licitar-nos por isso... Aprecio' accender-se um lampejo nos olhos de F-
enormement o seu interior, um hornea
hsaseir. Nossa filha, que, apezar de to
dos os nossos e&forcos, teve sempre gos-
tos muite inundands,' oSo podo resignar-sel Mas,
a vida do campo- S foryoso, entretanto, dalgo.
lar.
Oh! os meus cabellos brancos
o direito de fsllar-lhe assim :
me
senhor, observou o joven fi-
Alfafa
De superior qoslidade: vende-se no pateo da
ntiga assembia. armazem n. SI.
-* Deixe-m acabar. Mal ou bem,
o certo que o senhor receben hospitali-
dade sob o tecto do Sr. Dmentieres, e
nSo me parece louvavel que lhe agradeca
c nsttuindo-se seu aecusador.
Fdar appellou para toda a sua cera-
gem e igualmente para toda s sua mode-
raco.
Com voz que a emocSo e a colera con-
tidas faziam tremer, elle explicou o qie
tinha visto, aquella ddr tita spera, que
devia ser fatalmente a precursora da loo-
cura.
Nada produzio o menor effeito, nada
conseguio impressionar aquelles dous cora-
c8es ossificados pelo egosmo e pelas re-
gras immuUveis, que, segundo elles, de-
viam ser o panagio de toda existencia.
A Sra. Chabrance terminou por cortar-
lhe a palavra com urna risadinha spera,
demonstrando-Ihe a inutilidade de todos os
seus esforcos e dizendo-lhe :
O senhor pleteia admiralmente a
causa da Sra. Dmentieres, meu caro
conde, mas na verdade o advogado de-
masiadamente elegante e demasiadamente
moco. -
A estas ultimas palavras, Fdar levan-
tou se:
Eogana-se absolutamente sobre os
meus sentimentos, minha senhora ; nunca
tinha visto a Sra. Dmentieres antes da
minha chegada a Theillav. NSo a amo.
Nunca lhe fia a corte. Tomem o compro-
misso de acudir-lhe, de libertal-a da ty
rannia odiosa de que ella victima, que
eu, o conde Stroganoff, juro-lhe pela mi
nlin hoSra nao tornar a vel a...
Fdar pronunciadas estas ultimas pala-
vras, espern urna resposta.
O Sr. Chabrance conserven-se impas-
Bivel ; mas os labios da velha agitaram-3e.
O joven conde pdde persuadir Be duran
te um momento, que tinha tocado o cora-
i3o da mti...
Mas nlo, A Sra. -hanbrance eu re-
Doce de Caj
Vende-se excellen-
te doce de caj seeco,
feito a capricho. Na
Ladeira da Ribeira so-
brado n. 28 na cidade
de Olinda.
^u-
Boa casa para estabe-
lecimento
Alnga se a casa n 3i-A da ra de Bemfica,
na Magdalena, propria para qnalqner estabele-
cimento, com agua e gas encanados, camfca
para embarque e desembarque, solea e grande
quintal murado ; a tratar na mesma casa.
posta ao compromisso de honra de Fdar,
replicava simplesmente, a meia voz :
Juramentos de namorado !...
Isto era de fazer despedacar a cabeca de
encontr s paredes, e entretanto o conde
quera salvar a adoravel Marcelina.
Senhor, disse elle depois de se ha-
ver recolbido por alguna instantes, vejo qne
tudo quanto possa dizer-lhe ser intil...
Est definitivamente resolvdo a nSo ir em
auxilio de sua filha?
O mesmo fransir de labios manifestou se
no rosto do Sr. e da Sra. Chabrance.
Ambos achavam evidentemente de mui*
to mo gosto a insistencia de Fdar.
E' de minha obrigacSo advertil-o,
nesse caso, de que tenho o dever de dar
parte polica.
No ttsto do Sr. Cbabrance leo-se urna
colera yria.
Senhor, replicn elle em tom pro-
vocador, dir-lhe-hei por meu turno que
nSo cedo nunca, nem diante de urna
pressSo, nem diante de ama ameaca.
Quando teimo qualquer cousa teimo at
ultima extremidade..... Comprehen-
deu-me?..... DS parte polica, d
parte a justica... de parte ao mundo in-
teiro, se lhe parecer. Isso n2o passar,
ha de reconhecel-o quando reflectir, meu
caro senhor, isso nSo passar de urna cran-
cada. NSo ter a bondade de dizer-me o
que far a poiicia quan to souber o qne o
senhor lhe contar ?... Vira naturalmente
procurar-nos, e nos a esclareceremo-s ao
mesmo tempo sobre a situacSo e sobre o
motivos... pouco confessaveis, que o con-
duzera a constituirle defensor da Sra. D-
mentieres... Oh! aSo vale a pena zac-
gar, senhor!
Fdar enxugou com o lenco as gottaa
de suor que a raiva fasia-lhe brotar da
testa.
(Ctmtinnar-te-ha.,
Tjp. do Diario rua^Boque de Gaxias n. %i
* -
.
- -

-vr
.'
' '-.--f^


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