Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18003


This item is only available as the following downloads:


Full Text

AMMO
i
Domingo 6 de Janeiro de 1SBG
XLHEBO SI
PBePBIBS&BB BB M&KdlL FKWBIBeA BS F&BI& & VH.BOS
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOU DE VASCONCEIXOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE
Por tres mezes adiantados. .
Por seis mezs adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da .
NAO SE PAGA PORTE
8&000
45#0OO
01000
stoo
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA
FRANA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C.\ residentes em Paris18 roe de
La Grange Batelire

PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16J500
Por um anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9$000
Numero avulso de dias anteriores. 200
Telegrammas
sen::: mielas 23 mm
Rio de Janeiro, 25 de Janeiro,
s li horas e 5-2 minutos do dia (rece-
bido na estaco a 1 hora e iS minutos
da tarde.
A bordo do paquete #BuefO* Ay-
res seguio para ahi o diputado Cu-
pertino Cintra.
S. Exc. foi honteNn alvo de urna sig-
nificativa manifest&fao da parte dos
officiaes e inferiores da armada na-
cional, que offereceram-lhe um mimo
de subido valor ; e hoje, por occasio
do sou embarque, urna commisso dos
mesmos officiaes, em lancha especial,
acompanhou-o bordo do Buenos
Ayres, onde foram muitos amigos
do illustre cidado levar Ihe as suas
despedidas.
Alm desses amigos estiveram
bordo os doputados e senadores desse
Estado, o Sr. ministro do interior,
chefe de polica, e outros membros da
Cmara dos Srs. deputados.
Conferenciaram com o Sr. minis
tro da viaco hontem os Srs. deputa-
dos Rosa e Silva e Cupertino Cintra
Consta que foi assumpto dessa con-
ferencia a obra do porto do Recite,
bem como que ficou resolvido enceta-
rem-se com urgencia os trabalhos.
Falla-se que o engenheiro Corte
Real ir servir na Central de Pernam-
buco, tendo sido nomeado Loustalot
Laclette inspector do trafego.
~ Foi removido um chefe de seccao
da Sul de Pernambuco para a Central,
indo para aquella o engenheiro Rodri-
gues.
Ha vana, 24 de Janeiro.
Acha-se Mximo Gmez a 15 milhas
desta cidade.
Tem-se dado varias escaramuzas en-
tre os cubanos e os hespanhes.
Em Pinar del Rio fizeram os cuba-
nos, que oceupam a provincia, parar o
tallica que nos falta totalmente, e que ha tan-
to lempo rettrou-se da circulago.
Convinba qua sobre o assumpto o govern>
fizesse as mais serias indagages ; qua Tosse
feita urna estatistica geral em todo o paiz, da
qual coostasse todo o movimenlo do commer-
cio de iroportago e de exportagao, para que em
face de algansmos seguro', ficasse verificado
durante um anno as relages numricas entre
um outro. m
Aaeira s poderial*aeificar> anda, se dava-se
emessa de mel para" o paiz no caso em a
ex-po^aco excedesse importago, e que
destino e* dado ao metal importado.
Se este metal assim adquerido s prigas
comtuerciaes podesse ser maslido na circula-
cao, servira para retirar-se da mesma peri-
dicamente urna certa quantidade de papel
moeda, e d'obi resultara a gradual valor-Isa-
co do papel
Verificado qui a cau=a do mal nao est no
pouco desenvolvimenlo do comraercio de ex-
portagao,o estado em que mantm-Be actua-
mente o cambio, deve ser considerado sob as
pectu diverso. O cambio 6 real ou nominal ;
o primeiro determinado pelas condig5es do
commercio ioternacional fica fra da questo,
temos apenas que considerar o segn io.
O cambio nominal a expresso do valor da
moeda do qualquer paiz considerada na es-
pecie que a coostitue em relago situagao
econmica do paiz, como represenlacao de va-
leres creados pela produego geral
Se ella um simples resultado das neces
sidades do meio circulante, e proveio de difli-
culdades de occasio para occorrer corapro-
misso do Estado, quaodo dase excesso da sua
despeza sobre a sua renda, como um adian*
lamento feito sobre as rendas futuras, cujo
crescimento habilila-o a solver esta espacie
de di vi a assim creada.
Em igual circumetaocia.a moda papel man-
tera o seu valor, como' um titulo de crdito
qualquer, do qual se teta a certeza de seguro
pagamento.
Mas acootece que assim nao succeda, que o
pagamento nao se faca, e o desapparecimento
do metal realise se quasi d* modo completa ;
novas emisses surgem, e as necessidades da
circu ago teudo'as reclamado, o papel nioeda
torna-se preponderante, e todas as transac-
c6es effectuam-se por seu intermedio. Aquii-
lo que se suppuoha ser um titulo de divida, a
promessa d'um pagamento, torna-se como se
fosse a propria moeda metallica.
A conrusSo de urna cousa com a ootra fcil-
mente se eslabelece, e ninguem lai mais dis*
tinecao entre o ouro e o papel. O ouro ou a
prata torna-se coHsa intil, e perde mesmo
que achamo nos em faca de um mal ineviuvel,
e desde qu6 todo o nosso meio circulante
constituido pelo papel-moeda, nao se offerecem
boas condigOes para a sua valorisacao ser sus-
tentada.
O goveroo provisorio teve a respeito do pa-
pel-moeda urna nogo demasiadamente opti-
mis a, e nao teve duvida em engruesar a cor-
rete da nossa circulago com urna considera-
vel massa d'esta moeda.
O cambio maaifestou em gpaA> tempo sym*
ptoratfJ'd'oraaHKaeffto *esfavoravel. E com
se a quanTidde da moeda ImittiJa fosse apeo-
nas umipJ(M. de reproBffr "no seu^mprego ou applicago,
valores reaes equivalentes ao seu, o decli-
nio da tax'i cambial toroouse mais ou me-
os proporcional ao augmento da moeda exis-
tente ; de modo que pela reduego hsvida,
ella em quantidade raaior equivalesse apenas
moedaanteriormente existente. Mas i isto
nao liraitou-se apenas o etl'eito da emissGes
feitas; a desvalorisagao da moeda, proseguio
por tal modo, que a moeda papel existente em
totalidad"*, valia menos do que a que exista
anteriormente s emisses alludidas.
trem que conduzia tropas, e apnsiona-
ram todos os soldados, que no mesmo"parte do seu valor; como aconteceu entre nos
trem se achavam.
New-York, 24 de Janeiro.
Nao se confirmara as victorias annun-
ciadas das forcas hespanholas.
Caracas, 24 de Janeiro.
O conflicto anglo-americano man-
tem-se calmo.
Receiam-se novas complicares.
' Londres, 24 de Janeiro.
E' vivamente sentida a morte do
duque de Batemberg
Continuam cordialissimas as ne-
gociacoes referentes questo da Trin-
dade.
la c, rteza de que tudo terminar
amigavel nente.
A l'all Mal Gazete annuncia a
allianca da Russia, Turqua e Franca.
Pariz, 24 de Janeiro.
Foi celebrado novo tratado com o
governo de Madagascar.
sta Ilha passa a ser possesso fran-
ceza, conservando a rainha Ranavalo
o throno e a administrado indgena.
Lisboa, ?4 de Janeiro.
O ministro do reino Dr. Castello
Branco enfermou.
Seu estado mrbido grave.
DIARIO DE PERMMILU
RECIFE, 26 DE JANEIRO DE 1895
Situaco financeira
NSo pde-se saber bem porque medida
que a produegao do paiz augmenta e as suas
rendas crefcem, a devalorisago da moeda
anlm->se com urna perseversnra e insisten-
ta alteradora.
A libra esterlina conserva o valor triplo de
qe ti ha antigamente, o cambio resiste to-
das as circum8iancia8 finan:eras, lera o poder
de domnal-a8, e toroal-as o peicr possivel
J Do explica bem o facto, a grande supe-
rferidade da importago sobre a exportagao,
algoem com os precisos dados afflrmou o con-
trario do que se poderia suppor, e tem-se sup-
posto lTalmente.
Admittinde-se que a exportagao tenba sido
aior a mesmo muito maior do que a impor
tagao, acbamo-nos em face de um problema
iaexplicavel.
Urna das conaequeuclas d'esta situagao eco-
omlca em qae o paiz tena sempre um saldo
en favor, seria a afluencia da moeda me
oo ha muitos ancos, em que, as libras ester-
linas difficilmente eram vendidas por Bove
mil res, quaodo ellas linham justamente este
valor, sem addicionar-se o cusi da sua re*
messa,conduccao e seguro Com o cambio
de 27 havia quem mandasse buscal as na Eu-
ropa, para depois vendel as, obleBdo lu-
cros.
A guerra do Paraguay, que impoz extraor-
dinarios sacrificios nago, que podia ter sido
menos caprichosa em vingar a affronta do des
pota do Paraguay ; cuslou-nos nada menos de
600,000:0003000 ; deu logar ao desappareci-
ment do ouro, dando toda a plentude cir-
culagao do papel moeda.
O cambio n'este tempo leve consideravel
baixa, acrise financeira declarouse, mas tudo
isto tenda desapparecer, como desappare-
ceu, com o deseovolvimento da produegao do
paiz e o accrescimo de rendas correspon.
dente.
Quem consultar o mappa do nosso mov man-
to financelro, noUr que desde a independencia
nacional a renda publica tem urna escala as-
cendente, de modo que se a despeza publica
nao tivesse tido um desenvolvimento pro
porcional e mesmo superior, oaobaveria divida
publica entre nos, como em nenbum paiz do
mundo em caso idetico.
O temperamento dos governoa modernos
exige a despeza, e qoanto mais alies se demo-
cratisam, mais os orgamantos crescem. Nao
as corles sumptuosas dos despotas vaidoses
que se enebrism no luxo deslumbrante, que a
despeza publica mais consideravel. E' an-
tes quando alarga se o circulo de coparticipa-
gSo bo poder publico de um paiz, que a des-
peza tornase mais avnltada e as dividas au-
gmentara.
A riqueza de todas as nacOes tem augmen-
tado consideravelmenle.
E com o desapparecmento da aristrocacia
aoliga, coberta de brazes seculares, surgi
urna outra ar strocacia,a do capital, ou da
riquezas.
A burguezia que com a sua opulencia matn
o prestigio da velha aristocracia, influio pode-
rosameute na organisagao do Estado moder-
no ; coincidi, portante, 0 typo democrtico
de goveroo, com o desenvolvimento da rique-
za nacioual. Da modo que poae-se flirunr
que o resultado da evolugao poltica de diver-
sos paizes do mundo, foi, sob o nome de de-
mocracia, substituir a nobreza de oascimento
pela do dinbeiro.
Affastando-oos d'esta digressao, feita ape-
nas para demonstrar a tendencia moderna ne
exagero das despezas poblicasfacto que re-
alisa se em grande escala na Repblica dos Es
lados-Unidos da America do Norte, dizemos,
De facto a desvalorisagao j attingio dous
largos. '
Abslrahindo, portanto, d'estas emisses, se-
gue-se que o papel-moeda passou a valer me
nos do que valia em tempo anterior s mes-
mas, e portanto, a sua depreciagao Jdar-se-hla
sempre, mesmo 00 caso de nao terem ellas
existido.
O que resulU d'ahi, que n5o se v clara-
mente o motivo da enorme depreciagao que
tem-se dudo na moeJa existente, o motivo
P'-io quil o cambio persiste* em conser-
varse n'uma baixa fatal e pe nciosa todos
os interesse8 econmicos do paiz. Cremas
que a questao at boje nao foi suficientemen-
te estudada, e as.explcages dadas pelos que
sQo considerados entendidos na materia, nao
satisf.-.zem completamente.
Disse-se que toda a questao re?ume-se na
coofianga"; mas eniao, preciso reconhecei
que em vista do estado de prosperidade cres-
cente, da produego najiooal o paiz creou'va
lores que ao menos em parte podem compen-
sar este excesso de moeda papel alirada
circulago, e oeste caso concede se u enos
confianga do que se poderia justamente con
ceder.
Nao deixa pois de baver urna certa sorama
de "arbitrio, 00 modo pelo quil realisa se a
venda das cambiaes procuradas para o pa^a
manto das mercadorias "importadas,refiexao
qoe mais deve robusteeer-se, quaodo conside
rar-se que a oiFeria das mesmas cambiaes, de-
ve exceder a sua procura,quando verificar se
o excesso da exportagao sobre a importagao,
facto que nos parece duvidoso, mesmo porque
nao realisam seneohum dos eeus effeiioi, sem
duvida attenuantes dasdif&culdades da nossa
actual situagao financeira.
Ha quem afiirmeque esta situagao mantm-se,
porque o que adquirimos com o augmento que
tem tido a produego do paiz, nao se repro-
duz em cousa alguma ; nao seemprega em
estradas de ferro, em fecundar as fontes~l
riqueza publica, em alimentar os nossos meios
de vida e de progresso ; e sim em completa
dessipago au despezas improductivas, fe para
as quaes muito tm concorrido as commoges
polticas do paiz.
Oque incootcstavel que no meio desta
prosperidade cresceote como muitos afirmara,
deseoba-se urna situagao financeira contrista-
dora. E esta cootradiegao permanente tem
feito suppor a existencia de combinages arti-
ficiaes que aioda nao foram precisadas, quer
emquanto aos meios pelos quaes ella se esta-
belece, quer em seus resultados em proveito
de quem as ti ver determinado.
Nada ba que indique a existencia de um
meio circulante superabundante, que toroasse
intil parte da moeda, incapaz de ter empregu
ou applicago immediata. Um certo grao de
desvalorisagao nao poda ser ee todo extranha-
vel; mas, de duas tercas partes do valor no-
minal da moeda, o estado finan'ceiro actual^
sa comprebenderia, se a produego permajaV*
casse estacionaria, ou oSo tivesse pelo menos
o grande desenvolvimento que se Ihe tem at-
tribuido. ,
O crescimento das rendas publicas s deve
porm] ser considerado, pelo augmento da
produegao, e nao pela elevagao dos impostos
Esta por si nada prova, ajnao um sacrificio
do paiz em favor :o restabeleciraeoto da or-
malidade das condigOes finaoceiras.
Os saldos do orgamenios, em lugar dos dfici-
ts, s poderia ir atlenuando as diBculdades do
presente, preparando ummeloor futuro.
por certidao o theor de sua senteoga. Ao Sr.
Dr. Juiz de Direlto do Municipio de Nazareth
para atteoder.
Clementino Alves Pequeo, senteociado, pe
dindo certidao.Ao Sr. Dr. Juiz de Direito
de Nazaretb para atiende1.
Vi ente Amansio de Oliveira, sentenciado,
pediD'io certidao Ao Sr. Dr. Jmz de Direito
de A uaragy pra mandar juntar a certidao
pedida-
Victalino Joa Ribeir*,se teociado, ped'ndo
por ceriido o theor de sua seotenga.A) 'r.
Jniz >le Direiio do Municipiojuo Rio Formozo
para mandar juniar a certidao pedida-
Jos Cordei o do Uscimem sentenciado,
iodo pe-iiao do reseda pena Indefciido.
elippe N*.iy Santiago e seu tilt'o Gerainiai o
Felppe Nery, sentencia"fo ," pedindo per-io.
Ao Sr. Dr. Procurador Geral do Estado
para que se o^igne d-ioftrm i-.
Jos Ho erio da 8Hm, pi-uindob paga -*-nte
da quantia de 16S0D0, proveniete de Z mezes
de aoio e limpesa da sal 1 onde funciona a
Comraissa3 Central de Kstal stica do Estado.
Informe o Sr. Chefe da Commisso Centra
deEsiatislica.
Mana do 1 armo de Figueiredo, pedindo
o prazo de 60 das para apresentar sua certi-
dao de idade afim de matricular-se ni Es ola
Normal. Informe o Sr. Direcor da Escola
Norml.
Companhia de Beberibp, solicitan lo o pa-
gamento da quantia de 1:1733290, proveniente
ne fornevmento d'agua a diversos estabeleci-
menios # cargo desta Secretaria, relativo ao
trimestre de Ouiub'o a Dezembro >io auno
prximo findo.D ferido nos termos do ofli-
cio deta data ao Sr. Dr. Secretario da Pa-
seada.
PorliriePppe GirSo, major fiscal do 1.' ba-
talhao ettadoal, pedindo pagamento de ajuda
de custo.-Deferido nos termos 'lo otficio uesia
data ao Sr. Hr. Secretario da Fazenda.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
, DIA 23 DE JANEIRO
Thiaga Jos de Sant'Anna, praga do 2 ba-
talhao de infamara estadoal. pedinde sua re-
forma. Beme tido a Junta Medica do Estado,
a quem Tpeticicnario se apreseutar afim de
ser inspeccionado
o PORTEIRO,
(.'. Maraes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despaclws do dia 24 de Janeiro de
r8g6
Antonio Vicente & C.Informe o Sr. Dr.
Cu Hedor dw Timfc|ba.
Antonio Tibjiaefo Cavalcante, Arsehno Fer-
nandes da tfya, Euzebio Maooel da Costa
Domingos Remandes do Azevedo, Joo Ce-
'iciiit- Peapjra-' da Costa, Joao Rodrigues de
Moura, Lino Fernandes le Azevedo, Manoel
de Oliveira.ojenor, Thomaz Domingues Tava-
res.Inform-- o Sr. Dr. Administrador da Re
cehedoria.
Guilhermina Maria Moraes Pinheiro.A
S'Cgao do Contei ctoso.
iojUiro Y. Peres.Ao porteiro
leresade.
O PROTOCOLLISTA
Francisco Milittno Ferreira.
J'-L^'l'l UU UIUICI til
"p eutre^MlM^i
Na cre-ma dala fiz recolber aqoll estbele-
cimento e ncomm. oi.avel o icdni ido ne oom
Theodo'o Beutzem. por 1 rime de df fl ramelo
elo mesmo pratir-ado em ana p-or>ria cnnbaia
de iS :-noos de idaie, de nome Alice Dowsly e
i-onui. a proceeer as flelu-en ias precis'as
para qoe instaurado o respectivo poresoo crl
oe eva sobre eile rom lodo rigor a peaalldade
da le. ae qae merece 101-, pnr i*r commettiao
l'.meost'ooeo qua 1 revoiunte itfn'ad.i.
No di 16 do cor-enie o ciaaao ierooymo Lei-
'.ao di Costa Machado aseutiio o exemcio do
ci-go de delegado de ponrla do moqir. Ien*ras;, na ana'idade de i." eappleote.
Saude e fraternidade
O questor,
Jos F. Nery da S.'Filho.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 24 de Janeiro, de
i8q6
Trajaoo Osias Gomes dos Santos, Manoel
Justino de Oliveira. Pereira Carneiro&C,
11.-reulano Marques de Lemos, Joo Albertino,
Joo Ribeiro Guimares, Silva & Senna, Ma-
noel Jos Pereira, Manoel dos Santos Araujo,
Maooel Alves dos Santo- & C, Emilio Biliuo,
'"arlos Jos de Medeiros.Informe a 1.a Sec-
go.
Candido Jcs Soares da Costa.Certii
que-se.
Fran isco Alves & CNao tem logar o que
requerem.
Thomaz Cantuara de Barros, Guilhermina
Seraphina da Cruz Informe a L* Secgo.
Augusto Jos da Silva.Indeferido.
Ferreira Coelho & CDeferido de accordo
com as informages.
o PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
Commando Superior
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
RECIFE, 25 DE JANEIRO DE 1896.
Ordem do dia n. 5f
Para os deidos effenoit fago coegar ao co-
nbec ment da Gu da Naconal sob meo com*
man 10, qne o Sr. Mioisiro da Josliga comino-
nlcoo me, por telegramma de boutem, bave:
sido reformado co posto da coronel, o teneate-
coronel J > Candido de Mines, commandale
do i otalbu de infantera.
S.-it-otiri. o, aioda, a mesma Guarda Nacional
d qoe ae la iiaia capitao Francisco Gorgei
do Amoral fez a promessa do estylo aUm de
as.-nmir o posto de leneote-coronel commao*
aanie do 4 batalbao daqoella arma, ao qual
foi promovido por decreto de SO ae Maio do
anno paseado, do Sr. Presidente da Repblica
Julio de M>*ilo F1IO0, coronel cotcmaodante
superior niermc.
EXTERIOR
PARTE OFFICIAL
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBUCA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 24 DE JANEIRO DE 1896.
Bacharel Livino Vieira de Maced Lima,
Juiz de Direito do Municipio de Munbeca
requereodo sua remogo para a Vara do Civel
da Capital, que -e acha vaga.ao Sr Dr.
Presidente do Superior Tribunal de Justiga,
para que se digne ae Informar.
Francisco Antonio de Souza e outros, sen-
tenciados, pedindo copia de seu processo para
oierpr recurso de graga. Ao Sr. Dr. Juiz
de Direito do Municipio de Booito para
attender.
Secretaria da Industria2.* di-
rectora
inspectora geral de hygiexe
Expediente do dia 25 de Janeiro de
1896
Forano considerados em condigOes hygieni-
cas para seren habitados:
Pelo Dr. Commissano do 4 Districto, o
predio n. 40 do Mon'eiro.
Pelo Dr. Commissano do &V Districto o
1.- andar do prdio n- 90 da ra dos Gui-
rarapes e o 3.' andar do predio n. 25 da ra
do Bora Jess.
Pelo Dr. Coramissario do 1: Districto, os
predios os. 69 da ra da Palma, 45 da ra Di-
reita e o 1.- andar do Predio n. 9 do Largo de
S. Pedro.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernam uco, em 25 de Janeiro
de 18J6.
O secretario ioterino,
Miguel Nunes Vianna.
1-----------------------------------------------^--------------------------------------------
Questura Policial
Secgo 2*. N. 19.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 2i de Ja.
n-iro de 1896.
Ao Sr. Cjrooel D'. Julio de Mello Filno,
digno Secretario da Juttiga e Negocios Ioieno-
rep.
Participo-' os qae foram bon'.em rezolbidos
a Cata de Deteugo os segrales individuas :
a'ordem un suodelegado da freguetia do Re-
cite, Cosae Damio de Saol'Anna, por embria
eoez, Vi.tjna"0 Gomes Moreira, conmcido por
Paisioho, como ga'ono, e Joc Boolfscio dos
Sanio-, conbecido por Jos Arraya;, como desor-
ueire.
A' ordem do subdelegado da fregoetia de
Sanio Antonio, Anlou'o Pereira da Silva Frago-
so e Joo Ferreira do Monte. Como galanos.
A' ordem o 8U3elea o do 1." nutricio da
Ba-Vista, Se/gio* Jos de Sant'Anna, como
deordetro. ,
Commanicoo-me o delegado de polica do
municipio de Caroar que 00 da <7 a'este mei,
s 2 oras da tarde, 00 logar Malhada de re-
ara, do mesmo municipio, travaram lua entre
ai os individuos Jos Bernardo aa S Iva, Jos
taimo ";e HjI anda e Jos Francisco da Sllta,
resaltando abir ferido o primeiro.
Cooira os ceiioqneoles.qoe ae acham presos,
procede aquella auloridade de conformldade
com a le.
Por officio de boje datado eoromuclcou-me o
SUDdeleg.do o>fregoeiia de Santo Amonio, qoe
prenden o individuo de nome Joo Ferreira do
Monie e appreheooeo ae jolas que o mesmo in
uividoo nava roubado ao Sr. daro de Pelroii-
ua a quem ) fo-am ent'egoes ditas jniaa ex-
cepto urna cadeu de ooro e platina e um bo'o
de oriloante, que uo foram eacontradot.
Contra o larapio. que se acba recomido a Casa
de Delenco pr.crde aquella auloridade de con-
forn. 1 tade No dia 18 ao correle raes, o lene ntecoronel
Francisco Ferreira de A'boquerqoe, assamio o
ejercicio .0 carito de delegado de ptlicia do
u'uni'jpio de B:o Formoso na qualidade de 1.
BUppletue.
S.uat e fra'.rnidadp.
O Qiestor,
Jos Felppe Nery aa Silva Flibo.
EUROPA
Portugal
Na reeepgo de anoo Bom, realizada no pago
da Ajuda, assigiiaoo-se, principal 1 ente, pe.
ciracurrena, o eiemeot j militar, tanto be tr-
ra como de mar.
Visto nao ee daver modificado a situagao po-
ltica, conseqoentemrntM nao se mouibcou a
aituode dos numen* que, por todas as formas,
contra ella protestan) : assim continuou na
pura loiiica a ausencia daa individualidades
orogresmstas.
O corpo diplomtico compareced por com-
No intervalio parlamentar, am ja'to interna-
cional de subido alcance ee proaozuo resta-
beleclmento das relaces dipioma-icas com o
Brasil, facto qoe, nos iermo em que se tffec*
'non, nos foi motivo de viva satlsfago, pelos
tolimos lago? qu^ prendera duas nacOes iradi-
cmnalmente Irmas e amigas.
Recordando aqoi os boos officioa que para
sa nonresa cra'iliago nos p-eston a Gr-
Bre aob?, como meduneira n'ama disseoso
qie nos ro pernea, compro gpstoeameme om
leve- de recoubecimente.
O meo governo ves apresentar os docuenen-
tos traca Jos em lo momeotoso assompto. ;
Tendo.ba poaco, cabido do reino a visitar
f cete de ai-sns dos Estados que ir ais esj
eitas relacfieg ts-m eom Portugal, folm^ se.
remaBeira radav^l o affecto >so e festivo
acolnimento que em iodos eocontrei. rc>ben.
do na He^pan, na Fr nga, na Allem-nbae
na Inglaterra to captivantes demonst at6jsde
estima e aprego para mim e para o mtu paii,
qoe mu to eorigHm 3 Dos>a gratldo, accen.
uan 10 em perduravel lestemoub) o mais be.
oevoleote convivio internacin* 1.
E porque oa expreseo de amigarais defe-
encias se avigora o irara das nages, semi
qoe circumataacia oc-asiooaes, cujo melindre
de respeiiar, otsUssem enio ao desejo que
unba de visiur a Italia, n gao qoe por ian-os
motivos se rerommeoda a nossa sjmpa h a e a
cojo soberano me ligam prximos vio uIjs de
familia e amis;de.
Com todas as ool as nagO-s manteo "-j fe-
lizmente, relagSes eortiaaa. Confio se facima-
r, assim, a conveniente resolaeo d assum-
pto* em qu*- se d batem recprocos iote'esses,
dr.8iioadament a coodoso dos trat.dos de
commerrio que man affectam o nossa mov,
melo ecooomiro.
O anno de 1895 li:a memoravel oa mssa
Historia militar ; a marrana e o exercto ins.
creveram datas para senopre gloriosas nos fas-
tos dos dominios ie alm mar.
Na frica e na As a, onde ba secuios abri-
mos camiobo acivilis.go, impoz-m-sa aioda
agora, por ac < e de inexcedivel b a u-a, o res*
peito divido a coberaii* de Po-iugal.
O presente enaltece o passado. Os comba-
les de Marracoene, Magu e Cooleta, a tomada
e destralgo de Maojacaie, mestra-am bem qoe
oada alqnebra o valor das armas portuguesas
Em Tlmor, oa Gou e 00 Libollo se maote.
v com denudo o prestigie da nossi aotorida.
de,
a India, para onde, a reprimir funestos des.
-egrameo'os de sedito e revtlta, pi-urara
forcascomcoa-idadas por mea Irmi", o Seobor
Infante D. Afftnso, qae assim qaiz. com o
seu esforgo, servir a patria e a mona-ch'a, j a
liimeza do soldirto porioguex consegu j levar
de vencida a ro~>fl Os qoe ex elevada misso cvica oa no da-
semper.no de deve mihiar foram to looge,
com lamai ha abnegaco e desassomb o, ex.
oor a sua vi a em defeza da Bandera nacio-
nal, bem como mereces da pa.na que bon-
ra am.
Por motivos, emo largamente expendidos
pelo mea goveroo, se eocerrou a s o das
cmaras legislativas em R vemoro do penalti.
mo a-ioc.
Factcs e raides qoe apreciareis, acons'lba-
ram, a bem do pas, a a Jorcao de Drovideo.ias
extraordinarias, esseouulmeate r-fo-maduras
do exis eote de carcter pdinco, como de or.
deti administrativa como financeira.
Um longo Inte-regoo pa I-raen ar se atrio
desia torm, dema cando um pe-iodo, aoor
mal, certo, na uossa vida coosiitaciooal, mas
qae o meo governo joigou de todo o ponto lo.
dispeosavel sua reguiansag&> melboria.
Por medidas de economa, adminutr^go
fazinda se ioicloo e oreencls as condigOes eepeciats que urna crt.
. se recente nos creara ; depois a reforma sd.
pleto. e os cnefes de misso flieram-se J* I aya-*'!**, remodelindo a circomscnpga
i0bt?Jal^Zri'ViZD!irZZ' 'erriior.al em bases que ceessivamen-.e m
correo para o brilbo e, mono especialmeote,
gr^ga oo coojoncta.
S a mageotade ei--el, de generalissima com
a Daoda de irez ordeus militares; sua mages
ti-'e a raioba, de gorgo.-o c- de vilela clara,
-reama :o de perolas, diadema de bnibaotes e
oiomas; soa magestaie a rainoa S .* D. Ha-ir
Pa, de setim cor de rosa pallldo com Do-Jr
des a matiz, aaerego de bnlnaoies e ma-u "
vrruio prdo com armiobos. Ae damas "
corie, com os sera uuifo mes azol e ora' co,
boove de execoar, e, pjr ultimo, a reorg-mi.
sagSo dos dois corpos legisladoes, que para
om d lies importou a ex gencia de novos *e.
ceoseameotos eleitoraes, neers'ariamente es.
pagaram at ao preserite a reoniod*8 co les.
Folgo, porm, de registrar qae em od j este
emoo se maoteve mailerav. 1 a ordem publica,
Horrendo os actos aa eleico com inteira li.
berdale e soccego.
Todas estas providencias e as que, anterior.
mri:t- promuigidas, fie- m pendentes de coo.
.-em prejuizo. comtudo, da elegancia e belleza flrmacj0 |e({is|allat ?a3 8er sabmettidas ao
de cada ama. V0g8O exame ; respeitam nao s a interesses
O presidente da camarade L sboa Sr con da j,,,,,,,,^,,^, pu0iica) mas a pro-
de de Restello, leo a tradicional saudago ao pria p^.j,,,,,^,, d0 Estado escasado poi,
Anno Bim. *.__. encarece'-ibes a Importancia ; a soa r>flecti-
A recepgio durou das tres s cinco horas poQ(lera5ao dedicareis, estou certo. o vos.
- Por nao esiar anda reconstruido o pala. gQ ^r|QCIpa| cuidaao coaioaco collsoo'ar o
io das t*1*!?"-./.^'.".'^..?*. rJf-5?. meo governo para que, sem preoccooagoos de
qaalqoer ordem, saiam da reviso parlamentar
aperfeicoadaa as medias que se adoptaram,
qua-jt i aobem da nago conveaba. A n.rmo-
nia dos poderes do Estado torna fcil a mis.
sao dos res ; a sua ajustada e siece a coo.
perago a base primeira do systema coustitu-
ciooal.
Alm dessas provilencias e das que forana
co
Academia das Scieocias a sesso do parlameu
to.
Pela 1 bora da tarde j ee encontravam re-
onidos Das'.ames aepotados, as 2 foi ooxeada
pelo Sr. presidente da cmara alta, a commis-
so qae devu acompanba- SS. MU., desde o
vestraolo do palacio ai i sala onde se devia
realisar a se3sao. .____j. 1.. 1 Aiem u isas prUi
El-Rei e a Rainb, chegaram ao largo de Je propos.,g na lma ee33O legislativa. 00.
sos as duas oras e meia da tarde, bora em
qoe se orgaoieou o cortejo qae poneos mo-
Herculauo Jos Leite, sentenciado, pedindo deiro
Sscgo 2-N. 20-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 25 de Ja -
neiro de 1896.
Ae Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Justiga e Negocios Interio-
res.
Participo-vos que foram hontem racoimaos
i Casa de Detengao os segrales individuos :
A'miaba ordem, Loiz Loureogo Pereira, como
alienado com dea no ao Asylo da Tama i-
neira.
A'ordem do subdelegado da fregueiU de
Santo Antoote, Jo Goilerme, camo desor- (t prjspen aie do
rt-i-n i mus altos uterea
irn os depois dav entrada na sala onde se
achava o thraoo, pela ordem cono o ceremo-
nial do costme.
No reciura reservado para o corpo diploma*
tica, estavo o nuncio de Soa Saotid.de e mui-
tos mioislros estraugeiros e secretarios de le-
agoes.
uaodo Ei-Re tqmou loga' no throoo, a or.
cbeslra dalkeal CaWara#i^ iffmoo nacio-
nal que foi oovldo de pe.
Feita a leitofe do discurso da coroa, foi de-
clarada aborta a'rfesso e, ^ouco depois, ter-
mioava a solemnidade cooq a sanida dos mo-
narebas. "
A sala da reumo eslava completamente
cheia e na galera vum-ae senboras da no8-
8B primeira sociedade e algumas dignitarua
da rrte ostentando lodas vistosas toilet-
tes.
as roas prximas agglomerava-se maito
povo, e as forgas. que eram commaodadas pelo
Sr. general Sepulveda occopavam as segrales
pos gOes:
A cavallaria aloogav-se at ra Formosa,
e a iofanteria, qoe formava em todo o irajecto,
dava a direita ao e UUcio da Academia real daa
ceselas.
A artilberia, qae occopava tado o espago
comprebeodido eutre o largo das COrtes, Ra
de D. Carlos e Aterro, dea n'este ultimo ponto
as deegargas do estylo.
O servigo da polica fot muito regularmente
feio.
Prximo das qoatro horas princlplaram re-
tirando as ftrga8 e nao tardn tambem, que
todo o p^vo deDaoflass?. ^T
A falla do tbroao foi a eegolnte:
Dignos pires ao remo e senbores depata-
dos da nago ponugu-xa :
E' grato ao mea sen ti ment de Rei consti'a*
ci' nal poder hoje abri aa cortea geraes da na-
go portngoeza, loaogu-ando ama nova seseo
legislativa, qoe asaegurando o fonecionamento
normal das nos?as los'tluigoes poltica*, ser,
rapen-, proveit.sa e til oaa soas resoluges,
pa'.z, 4 v t lidade Jos seus
interesase.
1 **".' *
tras vos sero ainda aprese'talas pp.io mesmo
governo, no proposito de me.hora- importan-
tes ram s da admioislrago panuca.
Eatre ellas as que se referem : a o-ganisa.
Cao os exercilos do continente e do ultramar
egualando se, quaoto possivel, o accesso dos
officiaes das dififereotea arma e coojongaodo-
se o servido das forjas da metropole com o
ias forras coloniaes, de forma a garantir a mala
prompta e adejoadra acgo nos nossos domi-
nios ; a sucesssiva restaoracSe da nossa mari-
oba aa guerra ; a remodelaglo dos servaos ol
tramarraos, espenUlmen e os de faseoda, no
qae toca ao rgimen 103 impo-lui directos a
ludir.tos ; ao desenvolvlmeno da colunisa.
gfio em Afnca e Timor ; a determinagj de om
sysiema g^ral das concesfes de terrenos qua
ae iievam fazjr oas nossas posjessoes, 1 ara
rins agricelos e indoslriaes ; ao ievaotameoto
da nos-a maritn mercante, a preceita-icao da
respoosabuidade ministerial.
Assomptos to estes que, por sua natnrexa
m> recsm a vosea atteogo, a par de qoestoes
ecoqomicas qae sobremaaeira interessam ao
paiz, e a aoe. segaramenie, dispenaare al-
te' to e nflectido estado.
Tado uto, porm, a aelibe'ago em todoa
estes assomptos, pjr largo qae neja o seu al.
canee, neeesa-iamente se subordina quesio
ma's vital do pas, a questo de fazenda.
E' innegave qae ce-te' ltimos annos tem
coo8i ;eravelmente melnorado a nossa situagao
econmica e financeira, reagibdo, com perse-
verante esforgo de 'oios, e 1 ao pequeo sacrifi-
cio de mol os, aos daros golpes da]criae por
qae passoa.
Gradual nenie se restabelece o nosra crdito
00 e8traogeiro. sao mais facis as transaegoes,
mais alto se cotao os molos da divida publica,
para o qae muito tes cootribuldo o integro o
pootoal cumprimento dado aos comprlmissoa
tomados em 1893 com os credores externos, a
que se abri partilba oas recoltas adoaoeiraa.
cada vt-s mala augmentadas
Crescem, naverdad. os rendimentos do H*.
taao qae PSSfflslelDor ee* 64aDgam coa. as
depesas iaaaaa dficit se feofia o exercicio do
1893-1897

I HoTIHBD

^



"TI" ".
fi
Diario de Pernambueo Domingo O de Janeiro de 1896
9
t
Com o Binco ie Portugal celebran o mea go- ,
v*>o om contracto qu. Km prejoizo da esta. '
WMaie flessa inslitoico de crdito, como o
jtirsiam os seos Galancete* e o valor de soas
acides, em moito aproveitoi ao tbesouro. Coro-
toso, avalladas despezaa ieem adviono aa aoa.
)mtacSo do nomo do maio o oli-amar, coma
jar/etenvel dever ite lloara nacional, a r*oo.
vacio do material ae aerra a de marinha im-
jie-se como orna neceswtfaae insUote, o ore*.
seolo nos servigos ro Estado fot redondo aoa
zm3 estrictos litLitee. se nao poaco se eoose.
jbio, ja a multo porun'o, anda torgoso ai-
Matar.
Aamioistrar com escrupulosa seve id.de, pre-
2[/er com circumspeco oesvelo tono o un.
sco'o posmve nos recursos uo mesouro. e oao
M comprometter em despeza* que oao lenbam
rm ai jostiticada ntiliaade ou imp-eacinaifei
aji^iicago, e, boje, como honiem, uorma de
proceder em qoe todos lotranaigeoiemeote se
Davem lasp'.rar, desde os altos poderes da na.
jnate aos seo* mais icod-s os servidores.
itesle otoito, ci ovfw qoe o orcamento do
Salado aej-i annu*li)eoie ponderado e revisto,
tono o pnmeiro e mala moortaote acto na ai.
saiaisirago pflDlica, e vos aoreseo ara o meo
ove-no. soo e aa medidas de fazeoda i pro-
postas, ootras coadaceotes a garantir a p-odn-
irjviuade das receitas, sem detrimento, aoies
tao vaotigern da economa das Industrias, o.
;r* ellas o ultimo tranalho a que sa proceden na
revi Jo dos din-itos mutaaes.
Dgoos pares do reino e sencores depaudos
naaagao portuguesa : Trabamos e complexa
i a voasa mlssao ; a ella se acaa aff-.:l 'eso
lajao de- iraponaoiis mos problemas, de qch
jepeode a prospenda le e o 'otara do pan.
Cem o auxilio da D.viaa Providencia, e eora
avesssa escla-elida dedicaco pela causa po-
afcea, tenbo t em qae sera to larga e feconua
aja seas resoltados a presente ses-o legisla-
aa, quanio oe vos reciama a uago porto.
wu.
> Bata aberta a sessao .
Kate docomenlo tem soff ido vitos commen.
larto, ceosurando-se o gabinete por ter posto
sa aocca do mooarcba parases eptnrammatica*
woao provocadoras, como registrn a impreosa.
para iootsivas apreciages que se perdem na
jjdiffereoQa rio paiz.
A Cmara Municipal de Lisboa ceden ex.
Mpclonalmente, paa erigir-se o mausoleo de
Qhveira JJartms orna porgio de terreno em nm
5>i cealierlos da cidade
No Pono a eommissao acadmica encarro-
ada deorgaais^r o prjgramma o(s festejos em
aoora da memoria d Alme.lda Garren, tem
ifontrado mala ampr.s adneses para a reali-
Bto dees* peosameoto.
saim. a direcca o Palacio de Crrstal coa.
leo ja a nave ceot*al para a sessa. solemne
kb oe tomarn parte oradores ilostres.
O maestro Miguel Angelo pramptiflcau-se a
atrever a marcba trtompbal pa-a essa occa.
sio.-
A eommissao trata de promover a vioda ao
?wlo da companhia do tneairo D. Mirla pa a
jtareseotar o Alaseme.
X academia, terminada as ferias, deve reonir
n ine ser presente a p-og'amma das testas.
Na mesma cidade rousl'tuio-?e no Jia 9
juba presidencia do S-. General Cibro, a com
3;ao militar organisadora das bomenageas
gaaraisao do Porto sos expedicionarias.
jpBCOQomu*Jo seo presidente o referido Ge.
A eommissao resol veo effectoar om festival
so Palacio de trjstal e urna recita de ga'a oo
-bealro oe S. JoSo, sendo a receita eotregoa a
3.U. a Ralnba para o lastitoto Ultramanoo e
cara angaria' socios para a Socie^ade da Croa
vermelba, destinando urna parte para offerecer
sa banquete oo Palacio de G'ysial, aos of.
oaes das (oreas expedicionarias.
Tambem se resolveu que nos cemita ios ou
&egezias naties dos expedic oarios qoe mor-
7a em Afnca, sejam collonadas laoioes com-
ssaiorativas.
farece une no festival do palacio ser exe
miada a man na de Angosto Macnadj prhs
toadas dos carpo* da coa-u co e pelas de c
peona 7 eiof nena 30.
Na sob8cnpcao qoe vai ser aberta pela
ST--ccao da Asociacao Com-nercial para a ol
Jerta de orna espada de honra ao capuao Moa
MB8o de Albiqoe-qae, tigurarao os dire.iores
*e Bancos e coatpanbias, commerciant^e, baa
^uros/otc.
Eotroo para a redaegao do P'imeiro de
2aaein> o talentoso jornalla Goaldioo Cam
yt>, qoe es uvera na Voa Publica.
epoltou-se no da 7 a ac.riiFlariada.qoe
>ve o enterro de orna duqoexa
A bomenagem f ji moito ao talento da acir i,
as u i foi meos ao coracSo da tuulber, por
ja* se Fiorinda era uia veriadeira vocacau
-vatral, era tambem a mais amoravel das avs
a aais carinhosa das mes e orna alma genero
e compassiva para com todas as miserias,
rcamstancias qoe a toroava querida de todos
%WB a cooQ- ciam.
SoBraa moito na doenQ a que soccambio.
Sao Ine fanoo, po n, oem os extremos da
yoeacia, aem as dedicaces daquelles ne a
smavam, e, comtodo, nao pode todo isto fa
w parar a Morie,*qoe ioexorave! a arrebatoo
i grandes e cinceros affectos.
O nome de Florinda era verdadelrameate po
pajar.
Beade a Triodade, onde desabrocharan) a
>ta fo-mosoa e a soa voz adoravel e onde se
?>velaram os seas mauos predicados para a
cana, f leve trompbos e ovaedes.
Tambem esteve em D. Mana e o seo reperto-
rio dos doos theaio: grande, como se v pe-
as pecas que se seguem, e em que to caloro
smente applaodiJa foi :
A filba do inferno. O amor molbado, As in-
siga do bairo. O collegio de menina?, 0> ca-
letotiros andantes, Madame Favart, O mtlbo da
raJei-a, Os sinos de Corneville, Os dracOes
i! Re', Romao a Como., Kermesse, O pavao.
M rinceza Treiizonda, Miss Helvette, Madame
ASgot, Mantitbas de renda, A menina do tele-
jjone, Bocea io. Medico a forga, Amar sem
mohecer, Viagem do liei Garrapato, Vlagem a
Cama, Domin preto, A Seobora da Bonanza,
se. etc.
Da Loureijo'Mirjues, em data de 4 do
xrrente, dizem :
Acabam de ebegar aqu o Goaboobana e
jmfitno Goude e tio Moiuogo e soas 7 uon-
eres, aeomraihados peb capitao Mousioho
le Albaqoe qae, qae os fol agarrar a Chairar
it. lomado sem resistencia, acompannada pelo
ente de anudara Miranda, teneite grada-
o Coto, medico Ama-al e 46 pragas de arti-
Jbaria e iofaotaria.
Tambem veio o Ztxaxa com tres mnlbere'
5:'. esperando se qje Mabazal seja p eso por
les das.
o kraal, e e^i presenga do Ganganbaoa
abarrado e de 3:0J0 vtuas e boingelas, fo m
Vwiiados Qieto, irmo do Mnii la, e o indaaa
ji.Q'utitit, alma damaada do reglo.
Amaiha ser&o emoarcados na frica para
rgirem para Lisboa, havendo mesmo amaibi,
t i no-as da ta-de, parada geral des Torcas
* hsrra e mar, com assislencia de toda a di
taidade, do corpo consolar e do povo para
rttonbecimeoto publico da identtdade dos pri-
Baoeiros de guerra. Vao ser tambem chama-
Oes, para assistirem, os regalos das ter.-a->
frtxlma*.
O Jornal do Gommercio em soi edlgao
*I2 do correte, ultima data, noticin :
Sao ooi8 e meia da notte, e om mensagel-
-3 de ms novas vem commonicar no< a triste
t emocioDante noticia do fallecimeoto do nos-
K>srsn le poeta JeSa de Daos, a qaem a oagao
ateira f x a graude apotbeose que tsti atnoa
Ka viva na lembrauga de todos.
5So re ap g.ram alada dos nossos ouvi.os
di tona dos vivas qoe re>-oaraai par essas roas
Nadando o grande lyrico ; e ja atnanna se aa
vffao os p-antos com qoe o acompaobarSo ao
eraiterio tolos qae o admiraram e amsTam
isa vidaf
Cesaou de oater esse corac&o qoe esteve
Nsapre aberto para todas as nvsenas qae a
Me recornam ; deixoa de palpita- aquella ce-
rtaro pojaote qae a mo.-a inspirava; esto Or
jaaaqae;laa maos qoe dediibavam a Ijra de
oro f ..
' Morreo )oo de Dos I
A nova Ira por U103 o paiz amorteiera ali-
ffia que tem feito palpitar a alma nacional
eom as altima.i victorias. Urna faxa de crespo
va cobn- a g-inalda de loaros que eafeluva a
M Cessem os t jjioos por um momento, porque
a murie prosi'oo o aoeta e o bomem ine a ua-.
i-ao Ititeiil acclamoo entbasiaslicameoe sioda
a oem poaco lempo )
O anuo tinba principado bem e )i agora do com o peso total de 28,680 kilos, os qaaes
vem orna nota discordante coaveiter as ojssas
alegras em lagriioas !
Joau de Dos, qae ba moito se senil doea*
te, vio uitnaarueo e 0ggravirem-8! os seu pa-
decimen o< qoe, toaiano om ca-acl*r grave,
deieroioarauB a morin- qae veio fulminar fo
poeta poaco depoi* aaa 10 bj-as da noite de
bootem.
O aniantado da b ira a qae recebemos a tris-
te noticia, nao ons perunitie dar aaa biogra-
Phia do aoior da Grupo de Flores. Bssa
biograpiiia, po'-eio, qasi nao e neees aria, por
que nao ba portugus "ue a ;io conbega. Pode
asumir se oestas simples oalavra* : Foi om
t'nnie pou coa) um g-aoJe eoravc&d 1
A' su* desolad* familia ap-e'-rtii esta re
da. gao i exo'essai sentida do scu sincera e
prulond > ez ir.
ARTES E ARTISTAS
Gounod
Cnarles Frangoi* Goanod uis.ea em Pa-is i
17 de Juono de 1818.
Teve por mae am i dlstin'ta pianista qae lh
den excellente edacago mosM;>'. Ejtrou em
1836 nara o Gonse valono, depois de receber o
diploma de bacbarel em ifi ras. Bstodoa co-
trapouto com Hilpvy e apr-;rteo cnnoposigA:
com Par e Leaoear. G obon em 1837 o .
onx de Hoxe com a eactati Marie S oan t
David Riiz t e em 1839 o gran e pe oai o com
a cantata Kerr.and.
Na I.alia dt-mooo-se alcona amos de-dicao-
do-se ao estodo do loos mestre-. Ao voiur
para Parix, teve enseio de viajar p*la ausi la e
pela AilernaBi a, 00 paroce que o tmpess o-
aoa moito a musi-a de Rob*-rt Sc&umaun, qae
elle alii ouvio p-la p imei*a vex. omido, as
ideas beoidas en Roma ticaram P'elom lian-
tes e el e 4oservoo-Be riel a P!e-t na. Cue-
gando a Pars, acceltoa o logar de orgaa su e
ueslre de cap-lia das Mhsijos E rankr.'.
Por e se lempoGoano i seguio com Batdowa-
de um corso de tneoiog'a e ra trenca geral
que e le a aDragar o sacerloc >. Felzuen.-,
rrconbnee" a temoo o engao em que Uaor. va
e renoncma a ideia de ent ar par. a e^ eja.
Da 1843 a 1850 parece ter se dediclo esi-e-
cialmeate ao estudo dss on-as de ^iu-nain
de B-rlioz, e a soa M ssa Solemne en S) qae
foi executada em 85t, sen o m ji he a recei-
do, most-oo qcait 10a loi ctil esse estuio.
Em Ahnl do mesmo aaoo oppareceu a pan pri-
meira epera Sapbo na acasrfTJ'.a, desemoe-
oha do Mme. Vlardote a oarte p iocip I. Eos
1852 esceven diversos c'os pra a tragedia
Uljsees, de PonsarJ, oa qaaes coaoqaaiili
trahissem a mao do me-tre. nio flzeram gra> -
de ia;pre8o. A opera L' Nonoe Sang'ante,
cantada em 1854, bastada n'oma leu^a pn.n-
lastica. oio fez soccesso agaalmente, embora
tontenba treeaos. prlocipaimenie o t seto, em
nada inferiores ao qae de meior depo.s Gou-
nod produzo.
Queendo tentar fortuna na cpe'a cmica, es-
crevea eu) 1858, a opera Maecio malgr lo .
caja mo mica e qae por isso nao realisoo o e o pnncl
pal Bm.
Foli d-pols da rspr^senugao e "'aofti
no Tna'.re Lynque em 1859, com Mae. Mteun
Garvatbo no papel de Mirgarida. qo toouod
collocoa-ie na pnmeira ordem ae compos-
lores.
A parte nbantasiiea tolve* aio fesae tao aa-
tisMo-lam'Ute tratida como o foi na opera de
Bollo, emqaanto que as sitaagdea dramaucis
ayas for es sao manejad m com melhor n; Diti-
dade do qne as si'aagOes ruis elegiacas, a-
mais putoreBcas ou as qoe fo poramenie ly
rias ; apezir de todas essas OjesgOes, po u,
o .aa?l' sera classitijaio oo iiamero oas
operas qoe m 18 hoora fazem a escola franceza.
A scena da ke-messe e a s:eaa oo Jar-
dim bistariam para iajnorunsar o sea autor.
Ph'lmoo. ei Baics ea-antalo'a pasioni, no
m loor esiyio oe Gouuol, loi es:ripta e can:
fa em 1860. Iafrlizmeoie, o iib-ei o esta
loage de e oem iniere se, a o pa-so qi9 nao pertince a es
piMiie alloma de drama .;eHo< de Saba seguio se-lhe, em 1862, e oSo rean-
sou as espe-anga do maestro.
Mirei'le, trabalbo de foleto, taot do em
1864, obUve um successo garantido pela oju
mi ea:oiha dos artistas qoe a C-ea a n, uo nu-
mero dJS quae eslava u Mme. M'olai Carvaino
e Fanre Lefebvre. Pasaoo depjis por grao des
cortes, e os 5 actos que pnmiuvameuie teve, se
reduii'am a 3. Escreea mais La coiamne
em 1866 e Romeo e Ja lelta em 1837. Eo
1877 Goanod tez represeaur Cioq-Hirs e en\
1878 P.ljeucnr, nenboma das qaaes,., po n
conq uston reuome egoal ao do Faus Gou-
nod mnegaveltneute um graode mu-ico e se-
ubor aDsolalo aa o.-cne-t .'.
De orna naturezi por dema delicada para
escrever msica realmeate cmica, as suas
composigOes dramticas pae:em prodnecao de
um espirite vacnlanle entre o mjsticisai. e a
voiuptuosidade.
Este contraste entre doas priicipios oppostos
pie se oose-var em tjjas as suus prodoc{6es
sacras oo drama lea, e da-ihes om immeoso
interesae quer debaixo do pooio de vis'.a mus;'
cal, quer ao ponto de vista psicbologico.
os accordes de bus orcbest-ag&o, tao ma-
geBitsos como os di orgo ue nma caiheiral.
reconhece-se o myatico; oas soas melodas
soa ves e originaes o bomem de prazer, deve se
todava coofrs3r que em soas ob-as p-edom-
na seopre o elemeolo ijrico, multas vezes c>m
sacrifico da vaneas le e da verdade dram-t'Ca.
MUSIGIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
86 de Janeiro
1790-Em Vienna, Mozart apresenta asna
opera Cosi fan tutu.
1796 Depon de toda reformada, ocorapo*
nisia Mayr, faz cantar em Veneza a sua opera
de nome Lododoiska.
1319-No Scala, vai a scena a opera Gli
lllinesi de Basily
1836Nasce em Gand, a cantora Mari Sasse.
1858-Petrella, aprsenla em Milao oo tbea
tro Scala, a sua opera lona.
1884 -Etn Vienna, canta-ae a Gasparone
deMillocber.
Da 8 7
1756-Nasce em Salzbourg o celebre JoSo
Cbrysostomo Wolfang Theoplwlo Amadeo Mo-
zart.
1778Em Porls^vai a soca o .Rolando de
Piccini.
1835-loes di Castro, oper\ de Persioui,
entra em scena na tbealro S. Cario de Na-
p oles.
1849-*Verdi, apresenta em Roma, a sua ope-
ra La Bataglia di Legnaoo.
REVISTA DIARIA
C ongresao do EstadoNao bouv
bont em sessao falta de nnmero, tendo com-
pare cido apenas os Srs. Barao de Nazareth.
Bert boldo Galvto, Apollinano Maranho, Af-
fons o de Barros, Teixeira de S e Salazar
Moscoso.
A re uoio foi presidida pelo Exm. Sr. Dr.
Franci seo Teixeira de S.
Serv iran de 1." e 2* secretarios os Srs. Af-
fooso d e Barros e Bertholdo Galvao.
Nao houve expediente.
Em seguida o Sr. Presidente dissolveu a
reuoiao.
Ap preheuo Transcrevemos abano
a sentenga ao Dr. inspector da Alfandega, pro-
ferida em 3 de Dezembro do anno prximo
passado, em um processo de apprehenso de
saceos com assucar, bera como o despacho d<
junta do Thesouro do Estado negando pro-
vimento ao recurso interposto por Caipintero
da decisao do mesmo Dr. inspector:
Vistos e examinados estes autos etc. etc.
Considerando que no da 7 de Oulubro fio
do Gennuiano de Miranda apreseotou nesta
reparlicto para ser distribuido o despacho de
exportagao de fls. para o respectivo ponto de
embarque, como effectivnmeote foi, despacho .
que est assignado com a firma de Silva Ous I balho de descarga, como
mao & C, de 478 saceos de assucar mascava-1 acontecendo.
deviam ser exponalos para o Rio de Janeiro
oo vapor nacional Santelmo, tandeado oeste
porto ;
Considerando que a dislribnicfio foi fola
por se acbar laucada no daspacbo a verba do
pagamento do- direttos e a respectiva nome
relo de ordem, verba qoa tem a rubricaR.
Vaiengade que asa o tbesoureiro desta re-
partigao;
Considerando que em segaida a distribu *
gao foi a primeira va do despacho entregue
oo 1. ponto onde devia ser eff-ctoado o em-
barque nao ao raspejtivo fiscal, bacharel Ba-
silio Raposo, mas ao guarda seu auxiliar, Ca-
pitulinu Cavalcante (fls. 2 v, 3, 5) ;
Considerando que efectivamente ro dia 8 o
assucar assim appar. ntem-nte desembamga'
do hegoio para bordo do refer lo vapor
Santelmo (fls.);
Considerando que sendo apresentados oa
1.* 8eci&o desta Alfaoiega doos despachos
com o mesmo nun*ro de ordem (176 sea io
um destes eai questo, qne fr.i agenciado
por Gemioiano de Miran la em nome de Silva
liusmao & C, causou especie a duplcala ao
respertuo chefe, que sobre ella representoo
(fls. B E G do inquerito e 5 do processo) ;
Considerando que sendo ouvido e thesou*
reiro declarou este nao ser de seu punho a
verba do paga ervo dos direvos, nem acnar-
se esenplurado tal despacho (fls. 6 do mqne
rito), foi ordenada a apprehanso dos 478 sac-
eos de assucar (fls. 3> a qual foi aiTectuada a
bordo do mesmo vap mor interino e canfereote Raposo Pinto;
Consid-rand > que O nasucar appr-tvn li lo
nao pertence a Silva Gusraao &. C, como cons-
ta do processo. pelo que a sua firma ambetn
s acliava falsificada;
Considerando que o assucur partencia a Ma-
ooel < arpinte-ro y Peres (fls. 14,15,1S e 27 do"
processo e 6 v., 10 v. a 12 da inquerito) sendo
de notar qoe o mesmo Carpioieira autonaa a
despachar soa mercadura em nome de outros
(Hs. 18) :
Considerando que Carpnteiro autorsou a
Gemioiano de Miranda a fazer o despacho em
nome de Silva Gusmo 4 C. (fls 7 v. o 12
do toquerito e fls. 18 do pro;esso), sem sci^n-
Cia d'estes, flcandi assi-n bem revelada a id*
de ljsar-se a Panada Estaloal, idea que as
ceu na propria occasiao aa orgaoiSHco dos
despack is, pois se tal nao fosse, nao se com*
prehenderia que sendo a mercadona perten-
cnte a Carpnteiro, negociante exportador co
nhecido na praga, mandasse esta despacbr
em nome de terceiros ;
1 ousid.: raudo que assim procedendo Carpi-
t-iro abusDu d'essa Arma, p-vs que os s icio-
da mesma nerihurii conliec.im-;nto liverann do
despacho fraudulento (fls. 1 do inquerito e 12 v.
do processo) ;
Considerando qoe nao do punba do The-
sonreiro R. Vaienga a lettra e a aasiganiura
do recibo dos direilos (lis. do processo) ;
Considerando, portanto, que toi illuiiiano
despacno a condigno essencial da legjttmi lade
da expnrtaga> do assucar, qual a dos pagamen-
tos dos direitos, simulando-se essa condig&o
por meios criminoso?, isto falsificagao de
firmas ; e que portante, trata se da hypothese
prevista no arl. 93 3 do Reg Estadoal de 4
de Jultio de 1879 ;
Consideran li> que allegs-se por parle de
Carpnteiro que Geinmiano confessa ter rece-
bulo do mesmo o dinlu-in par o pagamento
do despacho, e que essi facto s por s en.Uie
a coparticipagao do uiiimo na defraudaeao dos
direit.s, pois neuli m proveito tirana Carpi
teiro da mesma defraudagao ;
Cooside aodo-se que allega-se mais que
pessoal a re ponsabilvlade criminal e que nao
esf. p ovado nos au os que a falsificagao das
firmas fosse autonsada por Carpnteiro nada
tem este cora a defraudago, e qoe e alguem
abusar ser este o responsavel, pois a crimma-
lidade nao um facto aibitrario e sim pessoal;
Cousideraa k> entretanto, que tend > sido a
uta do despacho do assucar appre endido
prncessada por Geminiano de Miranda cora au
toiisagao de Carpnteiro, dono do mesmo assu
car, este o responsavil pelos a.-t:s diqueile
pernote e-la repariigao e alimentes quelk
oota (art 611 da Consolidagao coraoiaado coa
o an. 102 do R g. Estado il de 4 de Julho de
1879) sendo assim improcedente a defeza de
Carpmteiro em querer.fugir da solidariedaae
dos actos de Gemmiao >;
Considerando finalmente IJuj- aa-'peoas fis
caes administrativas de contraaodo sao per-
r.-itain-Tito distinctas das penas comminadas
art. 265 do Cdigo Penal e que poriamo po*
deri rpor hypothese) Carpioteiro escapar a
acgo criminal e to 1 va ficar suieit> as n -n s
adinmi trativas. nos t-rmos dos "arts. 637 1
e 641 da Cmsolidagao das Leis das Aliao
degas ;
Julgo procedeole a apprehenso dos 478
saceos coiu assucar. sendo 98 de assucar mas
cavado e 380 de assucar brmico, alm da perda
da mercadoria imponho a multa na importan-
cia de4.463S8lO nietade do valor offlcial do
issncar appreiiendido e pertencente a Carpn-
teiro de conformidad com o art. 104 do Reg.
de 4 de Julho de 1879.
Oulrtsim, determino que para instaurar
se o pro:esso criminal de que falla o art. 631
da Coosolidagao, tirem-se espas de todo o
processado para serem enviadas ao Dr. jmz
de direito do 1." disiricto criminal, assim como
expega se portara prohibilo por terapo in-
determinado a entrada ae.-ta Al fan lega e suas
dependencias a Manoel Carpnteiro y Ptres
bera como Gemimano de Miranda.
O continn i Regis Lobo faga as intimagOes
devidas.
Alfaudega,3 de Dezembro de 1895.
O Inspector, Alexandre de Souza Pareira
de Carmo
Directora Geral da Secretaria da Fazen
da do Estado de Pernambueo.Em 24 da Ja'
nero ne 1896.
N. 23. Remetiendo a V. S., para oa de
vidos tins, o incluso processado, cencerneate
a molla imposta por essa Inspectora a Manoel
Carpnteiro y Peres na importancia de
4:4688310 res, equivalente metale do valor
otficial da 478 saceos com assucar appreheo-
didos a bordo do vapor nacional Santelmo,
cabe-rae levar ao conliecimento de V. S. que
o Tribunal deste Thesouro, era sessao de non-
tem, prolorio oa petig&o de recurso interposto
pelo mesmo Manoel Carpnteiro o segaiute
despacho:
Nega-se provimento ao presente re-
curso em vista da olormaeSo do Dr. Inspe-
ctor da Alfandega e do disposto no art. 637
S 1." da nova Coo-olilagao das Leis das Al-
tanderas.
Sado a V. S Aolllm. Sr. Dr. Alexao-
dre ue Sooza Pereira do Carmo. M. D Ins-
pector da Alfandega deste Estado-
O director geral do Thesouro, Mano3l N.
Iteuueira Pinto de Souza.
Lapso de revisaoPor nm si nples
lapso ue revisan, na resposta que o oosso n-
talligeole amigo Dr. Atiuiso Costa deo ao
Dr. Alomo Meira, em a nossa edico de 22 do
corrente, acerca de um aparte dudo por aquel'
le Dr. ao nosso amigo, sahio reveo em vez de
retnu.
Na crivel que aquelle" oossoamigo, lente
le portuguez do Insumi Benjamn Constata,
seja oc'paz de conjugar o verbo rever o que
s poderia admitur o ceg da poltica que
anda peor que o da escnptura.e s por isso
ao respeitavel publico a a opiniao iodepen*
denle deixamos em nosso eserptono '0o auto-
grapbo daquella publn-agao para ser examina-
do e verificar-s^ que no mesmo esta escripto
reviu e nao ret'o como por lapso escapou.
Alfandega -As reclamagOes, em parte
justas, levaotatadas, n i seio do commercio e
que repercutiram na iinprensa, no tocante
monsida le no servigo de descarga de merca-
duras, nao podiara ser de prompto altendidas
pelo motivo, .bsolutameule superior, que se
s-guu.
l'endo sido considerado de urgente naces-
sidade o coocerlo de um dos guindastes, exac
tamente o melhor, de que dispO* a Alfandega,
furiosamente devia occorrer aquella morosi
dadrt, desde que lalhava, posto qu tnjporia-
uiente, o elemento material indispelsavel a
regulan la le do sobredito sorvigo. "
Entretanto, o Iilui. Sr. Dr. inspector da
quella repaugao, rom a sohcitude que distin-
gue no di-aempenlio de suas espinbosas fanc-
gOes, provid-uciou imrae liatamsnle sobre o
assumpto e com ac-rto em ordem a restaba'
lecer em poucos lias a marcea normal do tra-
da facto ja est
;k(IO
tfS-
Do exposto, qae a vardade condecida da
quantos frequentam a Alfandega, resulta cla-
ramente inculpabilidade absoluta de iospecte-
ra da Ifendena em relagao ao facto descripto.
Aaniaersapio t.' a nandk o aimi versarlo
da ezpalsao dos bollandezes, de Peroamno-o.
Por esse motivo, da feriado estadoal, es*
lado, portanto, fecoadas as repartiges publi-
cas do estado.
RecursoX>3 co o nni-an o et>not-i
a maiona do commercio Importado*, reta-
Inaior e ootras classss recorre-ara para o
Exd. Sr. D-. goveroador -o Estado da [ei ma.
aicipal o. 72 (org ment) pa-a o correte anata)
oor oonside-arem ti'a inastita nona! e p"eja-
diciai aos ioterei-ses do E Tendo siio entregne honam essn rec-orso,
em face da le Estanca! n. 125. oorcam-nto do
man ipio do R cifn :a- tugeos. at qoe
S. Bt. d eo ve-edi tam.
Escola Normal-Tero la?ar terg fe1
'a i do canale as 10 horas da maona. n
-xai.-.-s ie admi sao dos canndd s a mati-
eula no n-irrc-lro anno di> 'O'Sri desta e;Col'.
laecebedoria do Estado No da 27
do currnnie teraiHii'a i o reienvelm-^ule a ar-
recadagao do iropoitodi ranse a. t, armazem
de f lendas e n rosso e a retalno.
No da 28 termina tamoeii o recebimento do
imtiost-i das c asses bs. 't, armazem de n-c -
Ihi 5, armaz-m de farianade t igo e 22,
fabricas re aanao.
Collafo Na caoelli do Pala-io Balseo-
pal da Soieale, r-el-.-oron -e bomem 23 O ac.
to di Coilag) no Rv.i. Ca-imiro Tava-es Dus
-m orna cadeira lo cooego da Caihedral de
Ol' da.
Pr-aidio o referiio acto o E Bispo Docesaoo. sendo t's em na os Rms.
S'-. conjgo Ms.rsoiino P. do Amaral, provi-or
lo uisnado e tnennareiro n* da mema Ca
thed-al e moa.enbar Tharibio Termliano
Kju a.
Barreiros Continnaraos a fi-mr qu-
nao it-io Bido ulteragso da o-deitt'iwbiica no
municipio de Barreiros, onde reina Couplet
t-anjbilli iade.
gss^ ooss affirmaiiva e.=t corroborada no
telegrauma que analco trans:reven s-'ain
expedido d-Io C-rvaibo. commaniaate do 3- bat.ihao esia.
doal ao Dr. t-ecre^ano da jas 151.
Kepariigao Ger^l (tosTeleg'-phis- Tele-
gr.immi n. Sf da esiagao de "a rH4ros.24 de
Janeiro de 1896. Dr. Jalio de Mello, m. ios.
tic*- Re ife.ttsapondenoo vosso telegramma
ie noje. coaiinuo a .-.flirDa- qoe toda popula-.
gao em p -i e tranquilla ; nao pode tuve- re.
ceio de aitvagaj da o-aeo. Saalo.vo9.
Fraoc seo Toix-t de CarvalOo, commaoJao
ie i oatalnao esiaioil *
RoletasTendo cnegado ao conhecim-n-
aU'io S Dr. qo- aeiegado do I- d stricto, de que'au;.
clo.invi ama role a e u n sobrada d roa Aa
gasta -est. cidade, dtermlaoa o mesmu D-.
(pesor ao retertdo rieleua lo que se din^isse
ao local i 1 rica 10 e flzesse apjreneo.-a i da ro.
lela e sem perteaces.
Effeciivamente, em cu-np ira>u o aa ord os
i-ec.-n. las. aaomioade re'e-iia fe a aopre.
n-tisae da da roleta e perteaces, remettea
do os oa-a a Questara Pot.cal.
Alm dessa app-ebeisao, acham.ss depo
4 iiio 111 Se retara da Qae tu a mus onza
o.etas com os seus accessu-ios. s- i 10 qae ai-
11 oas sao de gianda valor, appebealidas en
diversos poaos desta cdid, asi m como
o: n iiios e ob|ec os de diverso* jigos
E' 1 no dos no sos loavores o procedimen.
10 ..orrecto do iH-.stre S-, D-. que-tor de qa^m
l"mos a sat'sfag < de registrar esta c lomna
\ sua af'magao couda oa pa'te da polica
puDlicaa e o oo^sa el cgo de bonte'o, de qoe
su disooslo a ro.ntinoar nesta senda e n'oia
em diaote empregar as mondas as mais rigo.
rosas noseolidoue extermiQar completaLnen-e
tao funeft) vicio, qual o do jogo .
P-rfe,ta-ne ue ; e precisa de vez acabar com
esse mal qae taati prejaizo causa a oossa so.
clsdade, e q l m levadoaoseio dis famlias.
Apprehenso O Sr. subdelegado da
freu"ia o- 6 .oto a talo p-enaeu ante-boa.
fa o Individuo de nome Joo Francisco do
SI inte e aporenenie.u a< jotas |ieom'smi io.
dividuo bavia r^ubado do Sr. 8afSo de Petro.
lina a qa-m j fura a eairecass ditas joias, ex.
anpio una cariela -!e oaro e il-tina e um Oo.
tao de or liante qne oan foam eocooirados.
O Uraoii, comra qaem se procede, acha.se
recom 10 a Casa de Detengao.
Criiue revoitaate Foi Monte n reco
hiio a Casa de ueteogio e locommunicjvel, o
loliviaao de notos Taeodoro Bentzen, por cri.
me de deflorameato em soa prop-la en ib ida
d 48 annos de nade.
Cootra o mesmo, val ser ios', urado o resp;.
clivo urocesso.
Club .vlatbias LimaEs a aocia-l.de
mmi.ai proceeu ooiueio a eieigao da nova
iirec o'ia que tem de almioistral.a no crente
anno, sendo o resaltado o seguate :
PresidenteVictoriano Ebla.
Vice.diio=Jo- Nuaep.
i- Secretario-O^car l/m ("eeleito):
2 DitoA gemiro Ribeiro.
Toe-ou-eiroJoao Alva-o de Menezea.
AdjnactoAntonio J. Martioet.
FiscalAaiooio Macna 10 (reeleito).
AljunctoFirmioo Ribeiro.
U alo-C'piiulmo Gava caote.
O Sr. presuente marcoo o da 29 do correa.
te as 9 horas da ooiie para a posse e em se.
goida eoce-rou a sesgao.
Menino perdidoSr. sub.delegado di
fregaezia d. b.Lto.Aotoaio, eacont-ou nontem
penido, oa Praga da Repblica, nmamino de
c~ parda, parecendo te- 2 aonos de idade.
0 sea pai ou totor pode reclama!.o aquella
aotnrinade.
Relogio apprchendido&cha se em
pojer do Sr. suojelegado co ais'ricto da
Boa.Visia, om relogio apprenendido a am me.
ninoque o p ucarava ve-i.er roa da Imoera.
riz disendo qae (ora acbado ao sreial do'-a.
zometro.
Apparega o dono que, dando signaes exac.
t>s ^oella aulor.dade, ser-ihe ba reetitatdo o
mes 1.0 eloi .
1 111:10 Typographea Pernambu*
na u sua seo-, a ra Mirclio Das, reooe-se
oje As 10 lloras da mai.na, esta associago,
r-ra poceder a eleigao de eaa aova directora.
Em seguida tratar-se-n de assamptos impor*
tas tas
Toaos os eolios qae esiivereaa em dia devem
comparecer.
O alcoollsmo na Inglaterra -Nao
precio lemorar que ligla'erra Boma da-
peio es pragaa' donorte di Europa, nem tao
ponco qae o Reino-UoMo de to tos o mais
perseguido por ella, a isto a despeno dos es
forgos qae f zem diversas socie ades de tole-
ran ia pa-a melho'ar un estada' de cousas ao
qoai om nos joixes da Corte Suprema (Toe
tilgb Coa-i of Jnsuce) attribulo recentemeute
a orige ,j de quasi mttade dos enmes commet-
lidos oeste paiz, oplaio com qai nao se con-
forma appareotemeote Mr. luer, magistrado
de pol ca da districto do Sudoeste de Lon-
dres, qae prooaocioa a semana paseada o se-
guate apaortsmo
A man s euii'el to get drnak if be cno-
a 8 (aot ho jiem lem o direiio ae ee embria-
gar se quizer.) Atada que assim seja, a cadei-
ra de am tribunal ce jas >ca nao o lagar de
onde ae deva proclama- semelbame direito.
Pe zmtnte, se a le admitte o priu. ipio de tal
aouso de lioerdade 4o in nviduo, nao exonera
das c imseqaeacias qae poss -m resacar da sua
aoplicagao.
Se assim fosse, teria escapado impone. O
iJoliagbm, ajadaoie do Dr. Irelaod. coja ma-
Iber aa ausencia do sea mando eotregon se
jjjo ama soa -miga e o -eterido sujeito a nma
o'gia de bebedeira, depois da qaal, recolbeo-
o-se elle ao qu>rto em que eslava dormiado o
timo do sea ebefe, maltr&iou a poDre creaag* de
lal modo, qae fl.-au m-ichu ada pelo corpo todo
B sjtT-ea lesOesda cavidad abdominal, que 00
da teguiuie pazsram termo sua vida. O
juy, aqueoo repugnou, como qua.-i sempre
succede em casos aesta ordem, prunnocioa am
ver iiiciom de assassinato ; declarou o reo
colpa 10 de homicidio oao jasiifjcado, sainada-
Ine ..rsim a mise-avel vida, da qual todava
fol coo;emnado a passar os prximos dote an'
no- de pristi com trabalbo*.
Club Seereto agneriano Em
ses>-ao ex rauroioarla reun, -se-bao amaobi og
l-.mbros derte Cio para traiarem da oo offi-
'0 dirigido ao memo pela Empresa Lynca
' Pnrinense.
Hospital Partugoex-Sr.t a de mor-
doooo ue semana ae 2o ae crreme a 2 de Pe-
vereiro o llim. 3r. Antonio do Carmo e Ai-
meida.
Era NovaRegistramos agradecidos a
vena uo o. 3, aooo Vil d'esse orgo dedicado
a ideias cathoilcaa de qae redactor ebefe o
Revi) Sr. "gano Aagoto Fratk.Ho.
Matriz da Ba-Vista -A Coaf-aris de
Nossa Seono a tas Victorias celebra boje n'es-
sa matriz a sua testa padroal.
Hivera m8sa pelas 7 horas da manhS, re#
uoiio dos asaoriados is 5 bo-as da tarde, pra-
tlea e hp.ic*o do SS. S'crameoio.
auraco de sino N' h 30 do
co-r-iite, no -ana ga, o Sr. Hispo Do cesa o o
v.n sai!- r dos s-nos qat- 8t-raj coHocad m na
torre da capella de S. Froiisoo de Pao a-
O acto qne lera comt-go s 5 bo-as da 'ard--
ser revestido de tota a soleujoidade l;tar-
giea.
S. Exc. ge- condazido ao referido irrabalde
em trem especial, oosto 80' nisi-osigo pela
cummwsft'i -ncar-eg-da da festa dn padroetro
qu* te-a lOar OO da 9 d" rurz P'CXimo.
L'niau TypographicaEssa asspcia-
go reu:.e-s- n.-j- n 11 n ue proceder a eleigo
de sua nova di>ec'0'ia.
A sHssao tera logar as (i buras do dia ; e
o falta da reinita do respectivo con P'Onosios sero approvados pela mema assem*
ol-'
mime alguns
procedimento
de impratic-
Vv. Ss. cons-
Assin'iaeao Comnoerclal dos Re-
finadores de Assucar-Na proxiuia
ir--t;--t-H a. cosa BMaoMacjaVii proceder eeigao
je s ia nnw n|'x lo-ia.
Hospital Pedro II-Al matriculas in
.:ort.o a^ o''t-ic.M uVsae Hospital, arrae-bo
no da 1 de Feve'airo qj>xi;uo. sendo que
as auu-s tero comego a9dia 3 do metilo
mez.
A8 i'oodigO-s p-ra a ..tcula alladida sa
ilescniolua-ias em puDlie-go quo e leua ua
corDP-'if-nie secgSo. r
Confraria de Nossa Sentara da
Luz:l 1 uo r-p- i i.1 cousu.orio, ersa
c. ulrar-u mantara pro.-a er conso ta dos no-
os luicc ona-ios qoe t-era ae ci.igtr os seas
je-'i'n s '.o nno da 18-16-97.
Festividades religiosas Tera ho-
le lu.1.- ftailIJa-e3 i eligiosas de S. Se-
oas. o do Ca;jo, na ci lade s'esls no ne ; e d^-
Santo Amau das Silioas em soa respectiva
C'Pelin.
Ambas es.-a fe.tividades reve.tir&o ao que
oo< Lonsti g anan b'iihantisroo. sendo que
l>ara a 1.* de. aa. a Est'a la de Perro do Recifr
no S F aocisco, f-ra expedir uens exl aordi-
-n-os ti ,d- facilitar coaduegio s pe.-s as
euiBitcs o'es'a cidade ; e qae de-ejarem as-
s s'-'i *a.
A venda do peixeSscrevem-nos :
Musires Srs Redactores de Diario de
Pertiambuco. O aliaixo assignado pede ob-
sequiosamente a Vv. Ss que chamara a alten-
gao do digno Sr. Dr. Sub-Prefeito para os
abusos commetidos uo Mercado de S. Jos,
relativamente a venda do peixe.
Qualquer quaatidade deste genero que vai
ao mercado, passa ao poder dos taes pom-
beiros que, depois de terem comprado succes-
sivaraenle quatro e ma s veze3 o peixe de pri-
meira e segunda, dispensara ao publico O de
t-rceiro qua idade, isto o re ugo, que lie.
sendo vendido como de segunda.
ueste molo fica sem effeito a classiflcag&o
esUbelecnla pelo Co iceilio Municipal, porque
os compradores encontram apenas urna ciaste
de peixe.
Em vista do presenciado por
amigos, s posso attribuir este
dos pombeiros urna tentativa
bilidade da lei respectiva. De
tanta leilor.l/. T.
E' de esperar rigorosas e urgentes provi-
dencias atn de cessar semelhante abuso.
Novena do Po^o-Hoje realsa-se a 3*
nnvena a cargo dos eiupregaaos da Compan ia
do Caxang.
A julg.ir pelo3 esforgos empralos pela
eommissao, eremos que a novena de boje sera
urna das mais bnlbantes.
Ao terminar o acto queimar-se-ba u.u lin-
dsimo foge de artificio.
Um poderoso auxiliar para o re-
crntaineuto militar-O se.:--tJ.:o 0-1-
notuO di a aenia de Medicina de Pars, io em
aessfto aoia car a na qual O. de B..'. d Ntcc
annuncia possuir um eegredo qae permite ao
pae de familia procrear ijdiffereotemeoie e t
vootade rapases ou raparigas segnado o desejo
de cada nm.
Es e meihodo oautor nao o descreveem-
prt;ado e re pae p'imeiraioeote, por elle e seas minios p-
renles, e amigos depois escreve elle, abs< -
lu auir'e sega'o e iofalllvel.
Ti rml'ian io, B... que v as coasas n'um
nonio >.e vi: ti mis elevado, considera que se-
rla posaivel a Fraoga, sempre gnerrei-a e pa-
tr ofea. n;gao generosa que nao recua ante
sacrificio algom, augmentar sea effectivo m li-
tar em menos de vinte aonos.
Si o aegredo porm passar a ootras nagCes...
A mulher e o velocipede Nesta epo-
cba de mama sportivas muioeres sao mal limi-
tabas 00 aso do aovo locomovel. E as poucas
reerntadas as tileiras das sportsvromens sao de
ordinario migas galantes; puoqalssimas as se-
ohotas seri s oa por mais qoe se dedquem ao
exeroi.10 do pedal.
As seanors preterem urna corrida em exten-
sas alamedas sombras, distantes das vistas vi-
das e engaadoras do mondo. As mogas ele-
gaaies e galantes, pelo contrario, correa), em
bicycie, em tndem eem triolet-a para mais at-
tram- aa vius a si.
E qae voiuptaesldaie em verdade n&o pro-
vam ne airavessar e correr eseofreadas entre
as populosas afanas no 1 bservar os traoseuates
atioaitos em contempial-as t
A bygiene, seve-a observadora das lele que
regulara o nosso bem estar, deveria ioiervlr
com o sen velo; mas a moda que tem tao
graaie poder robre o coragfio da molbe', veoce
a lacia e nos vemos gran e nnmero de senbo
ras e senaoritas desaliar impvidas do cy i-nao,
e vencer em celerldade a moitos cavalbeiros am
pt u -o pasados e luaxperlentes.
Telegrammas retidosAchan.se re
tido- na estagAo do Telegrapho Nacional os se-
guinte^ telegraramas :
De Are a Branca, para Jos Antonio Pontos
Crrela.
Da Babia, para Aoeroo.
Do Pilar, para P.-eaie.
Do Ceara, para Epamioondas.
De Goy.uaa, oara Tires.
Dj Porto de Aracahy, para Silva Araujo.
Linbas, fraccionando regu rmente para Sal,
Norte e centro do Estado.
Casa de Detencao aovlmenio dos
presos da Casa de Detencao do Recife, Estado
de Pernambueo, em 24 de Janeiro de 1895.
Ezistiam 410, entraram 4, sabirarn 3, exis-
tem 411.
a saber: naclanaes 372 mulheres 11, estran-
eims 28, mulleres O, total 411.
Arracoados 386.
Bons 362 doentes 19, lonco3 5, loucas O,
total 386.
Movimeoto da enfermarla Tiveram alta :
Frutuoso Gomes Ferraz.
Tiveram baixa: Jos da Costa Pialbo (sol-
dado) e Vicente Torquarto.
cemiterio publicoObituario de dia
2 de Janeiro de 1896.
Gert odes L .-a.-- ngi de Araojo, Pernambueo,
8 anuos, vi uva. S.nio Aoioaio.
Fraoctsca Xavier P. de Oliveira, Pernambueo,
87 aonos, viuva, S. Jo
Giicena Dovioa aos Santos, Pernambueo, 45
anuos, Boa- Vista.
Aogelica Mara da Resarr igSo, Pernambueo,
52 aonos, solteira, Olioda.
Aberio Ferr ira Castro, Pernambueo, 3 me-
ses, Saoto Antooic.
Deodata Mana da ConceigSs, Peroambaco, 45
aonos, casada, S. Jos.
Bellarmioa Tavares, Peroambaco, 24 aonos,
solteira G-ga.
Domiugos Monte, Italia, 20 annos, Bca-
Vista.
Mana Emilia. Pernambueo, Sometes, Gragi.
Um feto o sexo femioino, Pernambueo, Re-
cife.
Cosme Calolie, Peroamauc?, 50 anuos, sol*
teiro, Boa Vista.
Benedicto Paulo Francisco de Arroda, Per-
oambaco, 65 anuos, soiieiro. Boa* Vista.
Adelia Xaner da A'aojo Los, Pernambueo,
5 das S. Joa.
Virgilio, PemambSKO, 38 annnos, Bna-Vista.
Manoal, Peroamboco, 3 ao.ios, Santo An-
tonio.
Um feto do sexo femtniao, Peroambaco,
Grsca.
Cosme Darafao de Azevedo, Peruambucn, 6
das, S. .1 fi.
Hospital Pedro IIO movimenlo des-
se estabelecimento cargo da -anta Casa de
Misericordia do Recife no dia 21 de Janeirro,
fot o seuiiinie :
Entraram. 13
Saliiram..... 18
Falleceram ... 1
Existem..... 797
Koratn visitadas as enfermaras pelos segain-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobnnho, entrn is 6 1/2 da ma-
nh e sahio s 8
Dr. Malaquias, eotrou as 9 di manba a
sahio as 11 1/2.
Dr. Smes Barbosa, eotrou as 11 1/2 da ma-
nh e sahio s 11 3|4.
Dr. Berardo entrou s 11 1|2 da manba o
sahio s 12 1|2 da tarde.
Dr. Lopes Pessoa. entrn s 10 da ma*
nh e sahio s 11 1|2.
Dr. Vieira da Cunha, entrn s 8 da ma-
nila e sahio as 9.
Dr. Bustos de Oliveira, entrou s 9 da
ni-i'i ba e sahio s 10.
Dr. Carneiro da 'unha, entrou s 10 da
manh e sahio sl01|2.
Dr. Octavio de Kreiias, entrou s 9 1(2 da
mana e sahio as 10 1/2
Dr. Alfredo osla, entrn as 9 da manba
a sahio as 11 1|2.
Dr. Joo Marques, entroU"*s 10 da manhi
e sahio as 101|2.
Dr. Ama o Wanderley, entrou a 10 1(2 da
manh e sahio as 11 1|2.
Dr Jacome, entrou s 9 1\2 da manh e sa-
hio s 10 1/4. r ,
* Pnarmaeeutico, entrtn s 9 da manh e
sutil 1 s 2 da tarde.
1- Ajudanle do pharmaceutico entrou as 7
da manh e sahi > s 4 l|2 da ta.de.
2- A.udante do pharmaceutico, entrou as
7 da raanha e sahio as 4 1/2 da tarde.
Hospital de Santa Ajrueda-0 mo-
vimenlo desta hospital do da 22 de Janeiro
foi o siguite:
Varilas
Existiara....... 112
lvitraram....... 3
Sahiram....... 10
Falieceram...... 2
Exisiem em tratameoto 103
Orcamento da roceita e des-
peza do muocipio de Bar-
reiros para o anno de f.896
DESPEZA
Arl. 1." A receita do municipio de Barrei*
ros. para o exercicio de 1 de Janeiro a 31 da
Dezeu.bro de 18W, orgada em 34:7218510
que dever ser arrecadada de accordo com os
paragrnphos seguiotes :
1. Decima urbana sendo : 10 % sob e o
Vlor locativo.
2. 38000 de cada rez abatida para o con*
sumo. .
3. 160 rei' por p de coqueiro de tructo.
4. 108000 oara levantar ou concertar car*
ral para apanhu'r peixe, caranda ou viveiro.
i 5 108000 para ter caieira.
g t.0 Us ngenhiis de fabricar assucar sao
divididos rm 3 classes, pagando 03 de 1..
3008000. os ae 2." 2508030 e os de 3.' 2O08OOO.
A classificaQ&j sera feta pelo Preleito, e pu-
oJicada por edital.
7." 30S003 por distillago.
8." Os ngenhos que nao tivereni ^islilla*
5&o mis venoerem mel, pagar 1 158000 de
imposto, alm do especificado no 6..
9 As usinas edificadas no municipio,
que uverera resUllacao de alcool, pagarao o
imposto annual de 2:0008000.
10. 5800D por pipa de alcool qU3 se em-
barcar nos parios do municipio.
S 11. 28000 por pipa de mel qua se embar-
car no municipio
12. 700 res por barril de 1|3 idera.
13. 400 reis por barril de 1|5 idem.
$ 14. 500 res por cada couro salga lo, secco
ou espichaJo que se embarcar ou vender no
11, uni-.ipio.
g 15. 18000 por sacc de farinna, milho,
fejo ou arroz que se exportar do munici-
pio.
16. 108000 de lieeoca para vender agur-
deme, alm de 500 res do imposto de aten*
gao e chao.
17. 5S000 de licenga para vender fumo,
idem, dem.
18. 58000 de licenca para vender azeite,
idem idem.
g 19. 18000 por prancbo de amarello ou
outra qu -iquer madeira de qualidade que se
vender ou embarcar no municipio.
20. 500 res por trave que se vender ou
embarcar no municipio.
21 500 res por pu de jangada qua tiver
3 palmos ou mais de grossura.
22. 200 res por ditos ioferiores.
23. 200 reis por sulipa que se embarcar
ou vend er no mu ipio.
24. 108000 por barcaca, canoa ou lancha
que irouxer cal, sal, ou outra qualquer merca-
doria para vender no muaicipio.
S 25. 5S000 quaado a carga fr smeale
fructas.
25. SSOOOJpor barcaga.cana ou lancha es-
tranha todas a"s vezes que carregar oujdesear*
regar oos portos deste municipio nao podendo
saur sem apreseo ar a qullaco do imposto.
27. 108000 para ter coebeira ou estriba-
ra para alugar ou guardar cavallo por neg*
ci.
28. 158O0O para ter hotel, restaurant, casa
de pasto, hospedara ou outro qualquer esta-
belecimento deste genero dentro ou lora da
cidade.
$ 29. lOlOOO pi-a caixeiro ou agente de
qualquer casa commercial que vier vender ou
cont-actar vendas de meroadorias no munici-
pio.
g 30. 28000 por animal cavallar ou muar
que se vendar no muoicipio.
31. 200 res por animal sumo, cabruna a
ovelhum qae se veader em p ao municipio.
g 32. 58000 de licenga para vender couros,
courinhos, sola, calcados, carooas, selios, ar-
reios, redes e outros artefactos alm do im-
posto de chao.
33. 38000 para veoder queijos, linguigas,
carne de sol, xarque, toucinbo, alm do im-
posto de chao.
34. 5S000 para veoder bilhetas de lotera.
g 35. 18000 por cabeca de gado suino aba-
tido no municipio.
36. 300 reis por cabega de gado ovelhum
ou cahrum abatido no municipio.
37. 28000 para veoder rapadura, no mu-
nicipio alm do imposto de cbo.
g 38 28000 para vender bacalbo ou peixe
secco nos mercados do municipio, alm do
imposto de chao. ...
39. 200 reis por carga de farinha, fejao,
milho, arroz ou outro qualquer producto ex-
posto a vend. no mercado a feiras uo muui.
cipio. pagando metade os pequeos volumes.
g 40 500 res por carga de agurdente,
"'Vi 51-000 para amollador, conductor de
marmotas, realejos, e outros objeclos de ds-
traS42. 5S000 para veocer figuras de gesao,
estampas ou registros. .
I 43 208000 para ter barcaga, ou laacba
empregada em oegago costeira do moni-
'g 44. 201000 para mascatear fazendas, mtu*
deas ou n rfumaria.
8 45. 208000 para mascatear objeclos de to-
Iba lalo, .-obre, ou outras qninqutlharias.
4 46. 308000 para comprar ou vender onro,
prata, ou outro qualquer metal ou pedras pre
cioaaa, sendo brazileiro.
g 47. 1008000 ss fr estraogeiro.
8 48. 108000 para abrir ou couiiouar aber-
'
r ;
< ;-
I



i'4>i'"'4 H]'r~
.
V
V
i >

-4
Diario de Peruambaco Domingo fcG de Janeiro de IS96
rESPESA
ta, casa de negocio em grosso ou retalho de
compras ou vendas, armazein, padana, pilar* j
macia, acoosue etc. A despez do municipio de Barrairns para
49. f>8000 as tverns e quitandas cujo o anno de 1896 oreada era 33:41.08000, as-
cyro nao ceder de SJOOgCOD. gim distribuida
8 50. 15S000 para ler olaria.
0 -. l\ .,\r\\ ........ 'la -ill-lK
Venclmentos do Preeito.
dem d- seas Auxiliares.
Mem i08 empregauos do Con
eeiho.
Magistratura municipal.
Insirucce Publica.
Escrivaes distnrtnes.
AdV'igad do municipio.
Kory^i municipal : seu arma*
ment e finiamente
Expedanle, jury, qualificac&o,
eleigao, unpressao e assignatu-
ra do jornal olcial.
Vencimentos do carcereiro Ja
cidade.
Quariel de S. Jos da Luroa
Qranda
Foros e aectio do Pagj Mu-
nicipal.
Agua e luz. para a cadeia.
Evealua'S.
oras publicas.
2000*000
3:72080X0
2:2808000
3:8033000
5:9003000
5403000
40S000
7:8913000
5008000
3008000
1008000
1008000
50S000
7398000
5:0008000
S 51 103000 para ler altaialaria, sapataria,
marcmeiria, tenda de ferreiro, ou de outra
qualqur arle ou rrofissao.
g 52. 5S000 de Iiceuca para cada carpioa, pe-
drt-iro, marciueiro, serralhei-o, pintor, ferreiro,
selleiro, cal.lerei'O, que nao tenlia caa iberia.
g 53. 5S00 para construir ou reconstruir
qualquer casa nVsta cidade povoagao de S.
Jos da Cori Grande ; 3S000 "o* o-jlros po-
roaos do municipio alui us 300 ris de im-
posto de arruamenlo.
54. Afencao, n-visao da p^sos, mjJidas,
bataneas rotiforme u le.
55. Renliminio rio cemerio.
5tj. Multas secundo o colmo penal por In
fraccio de posturas, e mais lea ea vigor.
57. 100 ris de laxa sobre passagens de
rio por pessoa jangadas, canoa9 iU bale.
58. 100 ris por dem idem pjr animal ca-
vailur. muar ou vaceum.
59. 30 ris por anunal ovelhum, cabrutn e
sum'. ._ .
60. 153000 para fabricar foxos d arflcio
em luga' iie 61 253000 para vender polv >ra ou m. taris
inilammavel em lugar pertnittidj pela Frelei-
tur Municipal.
62. 108000 para vender loaos d aranera
nacionats ou eslrangeiros.
| 63. 500 ris por barraca, larimba ou tolda
que se ;m marero as feras o municipio.
61. 100 ris por nieiro correnlo para con
struir ii.uro. l m do importo de arruaxenio.
65. 203003 para ler carro ou carroga era-
pregada em irabalho as ras da cidade e po-
voaca> do municipio, excaptuados os carros
dos eogenh >s uasiinados a couduzr os produ-
cios da lavoura.
66 35000 le licenga para qualqu-r reparo
ou concert externo n<>8 pred os.
g 67. Multa de 10 >/. pe iodivida retencao
de imposlos municiones.
63. dem de 30 ,., idem dem cabido era
exereicio lindo.
69 2S000 ile licenca para carroceiro, taloa
dor ou m^arele.
70 1003000 para armar pavilhao ou circo
de Cdvalluiiios ou corapaiiliia acrobtica, gjm-
nastica, mantea, ele.
g 71 2OS000 para casa de ex pos gao de vista,
tivolv, Uiealriiilios de pnantas i agoriis, qua
dros" vivos, i-osinoramas ou qualquer divert-
menio 0o mesmo genero.
S 72. 108000 po-- casa de negocio que vender
em grosn >>u a retalho Debidas espiriiuosae.
73 108000 por casa de jog nao prohi
bldos.
74. 5S000 para armar barraca ou bote-
quius em tempo de ftfSU.
75 58000 para collocar taboleta ou inscri-
pto s nao compre.iendiJas as pequeas inJi-
CatS'S nos portaes.
76. .-)8000 para ler empanada.
g 77. 58000 pa--a armar crelo, tincar postes
para arcos e eiuDandeirainento.
78. 300 ris por metro corrente de arrus-
meiiio quando o uracclno Municipal tenha de
dar <-ordacao. Inhecimentos com os quaes provem Ur pag
79. 20S000 da licenca para vender pexe. 08 mposios do exercic o anterior serio mulla-
33:4008000
DISPOSlCES GERAES
Arl. 1. Ninguem podar abrir nem conti-
nuar a ler aDeita casa de negocio ou exercer
qualquer industria ou prossao, ou fazer qual-
quer obra ou concert em predios urbanos sera
a necessaria iiceng do prefeiio, qua s a con-
ceder oepois de pagar os ropostos do auno
anterior, se forem devidos.
nico. DeBtro do prazo de 30 das da pu-
blica^') da presenta lei dever ser recolindo
est* imposto, devendo, esgotado este periodo,
os fiscaes visiiarem todos os esiabelecimentos
eom nerciaes de seus dittrictos e obrigal-os a
techar, multando seus proprielan if>, at que
paguem a multa e obteuliam a licenga. S<-
algum propnetario que nao nouver salisfeiti
a iOiposigo legal recusar se a fechar o estabe-
lecimenio, o Hscal obngal'O ha a leto com a
lorja publica e prendeioha se resistir.
Ari. 2." Os fiscaes quando sahirerr em co
branga ou correcgo se faio acorapanhar dos
guardas municipaes precisos.
Art. 3." Os alvaras de licenga devem ser
iverliados na prefeitura municipal no prazo
Je 15 das, pagando metade da taxa legal lo*
das as vezes que os estabeleciraenios a que se
referiris muuarem de proprietado.
Art. 4.* O imposto de decima urbana ser
langado no mez de Fevereiro e cobrado nos
meLes de.Margo e Setembro.
Arl. 5.* a cobranga de lodos os impostos,
excepgo dos aue tiv rem sido arrematados em
nasia publica, ser effeciuada meoianie recr
boa impressos em livros de talOes numerados e
rubricados pelo prefeito.
An. 6o A afengo de pesos, balangas e me-
tidas, dever ser feita uo mez de Janeiro e a
revi-ao no mez de Jultio.
Art. 7.* Os Impostos sobre engenhos de fa
ser assucar sero pagos em Margo e Setem-
bro.
Arl. 8." Os coLtrinui lea que nao aprsenla*
rem aos fiscaes, langadores a procuradores na
oceasio do langamenlo ou da cobranga, co*
j
DESPEZA
Pagamento a empegados 11:7788771
dem a magistra ura 4:7128367
dem a Instrucgo Publica 13:3098270
Ideo: a guarda municipal 12:7748500
Obras do mercado 10:922S#>4
Divida pn8siva paga 4:5638768
Fardamento 1:8083300
Limpeza da cidade 1:4913230
Expediente, etc. 1:14786 0
Illuminago publica 904S00'
Atuguel do ma adouro 3008000
dem do Pago e qua tela 9608000
Luz para a cadeia e quarleis 1678140
Evnniuaes 1:7073290
Extraordinarios 65332 0
Saldo:
Dmheiro em caixa 1:0678763
Divida acuva a receber 8:8358332
80:1008845
Cidade de Palmares. 3 de Janeiro da 1893
O thesoureiro,
Jeaquim Firmo de Oliveira.
ViatoPr feitura do rnuni ipio de Palma-
res, 4 de Janeiro de 1896.
Peregrino Alfonso Ferreira.
Pre fei lo.
N:IL!C1C0< PEBIWi
g 80. 58000 de idem para cagar deniro o
municipio annualm-nte.
81. 33000 para ler canoa, paquete ou jau-
gada para iranspote de passageuos cu Carga
ou para pescara.
'82. Emolumentos municipaes cob ados de
conlormi taoe com a segrate iabella :
N. 1. 8000 por alvara de licenga.
N. 2. 33000 por titulo de nomeagao d "iti-
pregado municipal de vencimentos al 4008000
e d'atii para ciuja 2 / a 2S000 pela rfariu oe
Ululo.
N. 3. 2S000 par cert do que se passar de
Uffla pagina, e mus 18500 por cada urna.
N. 4. zsOOO por cada auno de tus a, nao se
contando o anno crente.
N. 5. 50S000 pelo registro de privilegio ou
ccncesso de qualquer n.iureza dada pelo Oo-
vern Federal ou Esladoal. dentro do territorio
do municipio.
H. 6. 103000 por termo de fianga, responsa-
bilidad '. ou deposito.
N. 7 68000 por lermo de aluguel ou arrema-
s al a
dos a ex- cutidos.
Art. 9." E' o municipio dividido era dous
dietrictos, comprehendendo o 1." a cidade do
Barreiros e os eogenhos Tibiry, Herval, Pas-
sagem Velha, Sap, Linda Flor, Cachoeira Alia,
*raticu. Roncador, Regala, Bom Tom S. Pe-
dro, Soledade. Bombarda, Car*ss, Carai tra-
gue, Roncadorzoho, Cachoeira Linda Brign-
ga, Campo Verde, Araguaba, Barra V'llia, Sa*
boroso, Hoa Espaianga, Oit iro Alto, S. Dorain
gos, Santa Cruz, Boa Sori, Sonto Antonio,
Pracinlia, Araguary, Duas Barras, Mullas Ca
bras, Boin Futuro, Nova Aurora, Jussra, Vi-
ctoria, Camucl, Bom Jardim, Pao Amarello; e
o 2 as povoage8 de S. Jos da orOa Gran-
de, Abreu de Una e Varzea de U ia, e os eo-
genhos Minguinho, Queimadas,Tentugal, Tan-
que, Pao*Ferro, Moiui, pampina Grande, Boc
ca da Malta, Gindaby, Arass.
nico. Osjoiies dislnciaes percebero os
segrales vencimentos: o do 1. districi) se
fOr bacharel eiu direito, 3.000SOOJ (2:0008 de
>rdenado e 1:0008 de gralidcagSo) e se o nao
lr, apenas 1:2008 /"8008 de ordenado 4008
2" disiricio 8008000
tagio de predios ou imposios municipa'
importancia de 2003'JOO, 108000 al 4008000 d- gratlcaco), e o do
15:003 at 700SOOO 208000 at 1:0003000 a (6008 de orienado a 2008 fS*'^?^
253000 d'es'a importancia para cima.
S. 8. 5S003 pelo registro de Ululo de medico
cirurgiao, advogaoo, pharmaceulico, denusla e
paiteira.
N. 9. 5s000 pelo registro de patentes da
guarda nacional do municipio.
10. 5SO00 pur mulo de nomeago interina
ou provisoria que
vencime tos.
.Art. 10 O imposto de capitago sera cobra-
do dr urna s vez no mez de Junho e applica-
do seu p'Oducto concluao daa obras do
mercado da cidade de Barreiroa e constru-
gao de um marcado na povoagao de t. Jos da
Cora raude.
Art. 11. A taxa sobre paaaageos ooa rios do
municipio nao exceder do quanto marcado
de dircito a perc-pg-o e nog | 57, 5j e 59 da presenta le, sob pena
I de st-r o arrematante respectivo multado em
83. 5S000 de licenga para ter corlume ou 20s000i e no ^30 de reincidencia em 508000.
'l2. Para garanta do pagamento dos
salgad'11a de couros em lu^ar destinado pela
Prtleilura.
84. 33003 de cada espectculo publico em
tbeatro ou era casa particular.
g 85. 108000 de baile ue phantasia ou (as-
earas com entrada paga.
86 58000 ue cada baile em theatro ou casa
particular desde que haja entrada paga.
87. 200 ris por metro de rede de costa
ou pesca.
88. 18000 de cada tarrafa.
89. 58000 por paquete u jangada de pesca.
90 O imposto de afengo de pasos, medi-
das a balncas ser cobrado do segrate 1110:0,
sendo melada paga na revisto.
>' 1. 28000 por um me to.
N. 2 lita, corda a trena de agrimensor at
5 metros. 18000 porcada urna e dah para
cima 500 res por cala metro.
N 3. Por kilogramma 200 re i s e cada pe-
so menos de kilogramma 100 res.
N. 4 Por tarno de medidas para lquidos e
seceos 13000 e por medidas avulsas 500 res.
f. 5- Por balanga c-mmum que suportar
at 20 kilogrammas 4S000 a at 400 kilogram-
mas 103030.
N. 6. 1 or balanga decim I 58000.
R. 7. Por dita centesimal 8S000.
N. 8. 18000por pipa empegada na ccnu*
gao ou veuda de qualquer liquido I,ve de
revisao.
N. 9. 500 res por ancora ou barril estupra*
gado, niara, idm.
J 91 108000 para ter de aluguel caix.'.-
murtuari08 e oais objaclos fnebres.
g 92. 20S000 para ser corrector de aasucar
as ras da cidade, povoagqjaa e eogenhos do
municipio.
93 108000 paa ter machinas a vapor em-
pregada em qualquer mister na cidade e po
voagOes do municipio exceptuadas sem-
pregadas actualmente noa engenhos a Usinas.
91. 18000 para armar anJaimes na cida-
de e ovoaces do municipio.
93 28000 para collocar as ras da cida-
de e povoagea do municipio maleiiaes desti-
nados a con-iruego.
96. 108000 para tirar sulipas ou madeiras
de cnniucgao para negocio.
g 97. 10 0,0 sobre os vencimentos dos em*
pregad quando faltaren! ao cumpnraenlo de
seus deveres.
g 9-. 58000 de cada especlaculo ao ar li-
vre.
g 99. 108000 por pessoa ou compaohia que
vier traiporariamente exercer qualquer in-
dust-ia uu n-ntisso no municipio.
g 100. 10S00U para levantar estaleiro para
cousuu'-go ou recoustruego de canoas, bar*
cagas ou lanchas.
101. 108000 de licenca para soltar bom-
bas de dinamite nos noa, fra do permetro
da cidade, todas as vezee qua forem soltadas
ditas tn mbas.
I. 8; res por volume que desembar-
carnos prtfB 00 muoicipio. As barcagas
i.a > podero descarregar aera a presenga de
um .ios procuradores do munkpio sob pena
de ser o mesire multado em 0800) e em caso
de reincidencia em 5' 8000.
S 103 108000 de licenga para ter vacci de
lene para negocio.
g 104. 53000 de licenca para vender leite
dos suburbios.
Imposto de capitago na razo de 18000 por
habitante do municipio maior da 15 aunse
100res desta idade para baixo.
$ 105 Cusas dos juizes d.'strictaes."
S 106. Divida activa.
Art 12. Para garanta do pgame
impostos do prsenle orgamento podar o pre-
feito nos casos in dtaveis mandar proceder
apprehens) dos objectos ou mercadonas tri-
butadas, e frado o prazo de 24 horas faier ef*
fectuar sua -enda em hasta publica.
Art. 13. Em casos urgentes de segurang.
ou s>le publica, o prelaiio poder fazer al-
gumas despezas, nao autorisada3 na presente
le. ao exceder alguma verba, o que deve com
muo car ao concelho municipal em sua pnmeira
n-uniao. .
Art. 14. Revogam-se as disposigoes em
conlrarlo.
Paco do concelho municipal de Barreiros, 9
de Dezembro de 1895.Manoel de Barros
Wanderley, pre idenie. Frauciaco das Cha-
gas Pires, 1. secretario.JoSo Lns de Mi-
randa, 2. secretarlo.
Punlique-8e frefeltura municipal de Bar*
reiros, 30 de Dezembro de 1895.-0 prefeilo
Enlacio Coimbra.
EngenJws
l.'classe 3008 2classe250S
Tibiry Linda Flor
Analco. Tanque
Caras.- Pracioha
Bom Jardim Cachoeira*Alta
vjuitas Cabras
Araguary
Ouas Barras
Cachoeira Liada
Manguinho
Teniugal
Queimadas
Arass
Giodahy
-"anta Cruz
Sania Antonio
Araguaba
Carautengue
Roncadnr
Bomba da
Saboroso
Campo Verde Campia Grand.
Oiteiro Alto Po-Ferro
S. Domingos Passagem Velha
3." claase 2008
f'amuci
Victoria
Bom Tom
Roncadorzlnho
Bo Da
Jussra
Silcdade
Bom Futuro
Pao Amarello
Morim
Nva Aurora
Bragaoga
Boa-Sorte
Herval
Regala
S. Padro
Bocea da Hatta
Barra Velha
Boa Esperanga
Partido Republicano Federal
CIRCULAR
Ilim. A migo e Sr.
Estando designado o da 5 de Fe-
vereiro prximo vindouro para reali-
saco da eleifo de um senador, que
ter de substituir no Senado Estadual
o Dr. Herculano Bandeira de Mello,
eleito e reconhecido deputado C-
mara Federal, apresentamos como
candidato do Partido Republicano Fe-
deral, o Desembargador Manoel Cal-
das Barretto, que pela sua esclarecida
intelligencia, comprovado criterio e
devotamento causa da aggremiaco
politica, a que pertencemos, prestar
certamente Pernambuco, de que
um dos mais dignos filhos, todos os
servicos e esforcos compativeis com
sua dedicacao aos negocios pblicos
d'este Estado.
Confiados no vosso prestigio e acti-
vidade, contamos quetrabalhareis com
mxima solicitude para que triumphe
aquella candidatura, que bem merece
a consagraco do brioso eleitorado
pernambucano.
Recife, 24 de Janeiro de 1896.
Dr. Joaquim Correa de siraujo.
Miguel Jos d'Almeida Pernambuco.
los Marcelino da Rosa e Silva.
Francisco Icixeira de S
Herculano Bandeira de Mello.
Francisco Cometi da F. Luna.
Eduardo Augusto de Oliveira.
Ao Sr. Albiuo Meara
Nao sabia eu que mais de urna pes-
soa qualificada havia lancado face do
Sr. Albino Meira o labo de falsifica-
dora de actas eleitoraes ; elle citou
urna o padre Jos de Oliveira e Sou-
za, affirmando que o chamara a res-
ponsabilidade mas que o padre fugio
apresentando testa de ferro e eu me
referi a outra o Sr. Jos Candido ex-
Prefeito de Olinda.
Este o Sr. Albino nao diz que pa-
dre Sousa nem que o chatnou res-
ponsabilidade, encontrando-se com al-
gum testa de ferro
Mas elle nao faz caso disso, pois j
est callejado e curado para resistir a
taes aecusacoes que s podiam ser in-
veridicas si acaso nao fossem feitas a
um Sr. Albino Meira que todo o mun-
do conheco ; o facto sabido notoria-
mente e testificado por muita gente
que d noticia do que se passou a res-
peito entre o Sr. Albino Meira e o Dr.
Affonso Pena.
Pois elle nao affirma agora que res-
pondeu ao meo aparte pelo modo que
est no discurso, disendo que nao tem
culpa de que nao podesse ser ouvido
por causa do berreiro que eu e meus
amigos levantamos na oceasio ?
Pois bem, veja o publico de que for-
ca esse Sr, Albino Meira quanto a
desfacamento.
Est no autographo da nota tachy-
graphica que serviu publicacao do
discurso, escripta pela propria lettra
delle, a datribe que eticaixou num re-
mend afposto tira de papelt cortada
para esse fim.
Ao latego que appliquei-lhe, certo
de que nao lhe causava mossa, por
que qnem diz Albino Meira diz homem
curado para todas as vergonhas, res-
ponden disfarcando o caso e attribuin-
do-me o erro typographico com que
sahiu a minha publicacao de reven
em lugar de reviu.
Vae oh magra alimaria laza-
(renta.
Pastar largas campias livre-
(mente.
Basta.
Affonso Costa
Prefritura de Barreiros, 30 de Dezembro de
1895.
O prefeilo.
Eslaclo Co moro.
Bataneo da receita e despeza
do municipio de Palmares
no exercicio de 185.
RECEITA
Saldo do anno Dcima urbana 17:4018824
Imposto sobre propiedades agri-
colas 9 5078225
Lic-ncas de estabelecimentos 4:1888240
Diversos Impostos 3 954g2l0
Imposto sobre gado abatido 7:1208155
Divida activa recobida 5:6168094
Liceocas de bebidas espirituosas 2 54588.30
dem para edificugo 4858446
Afencio 3:2248970
Rev.so 1:4193702
Expediente de ttulos, etc. 2898800
Aluguel de predios 473:322
Mu us 5848000
Rendimentcs do mercado 8:1508790
Feiras 2:7718600
Rendmento de cemiterio de Ca
tanda 2028000
Eventnaes 1008000
A receber: .__
Divida activa 11:8*58382
8~100|845
A tripulag'i a mesma ; apagaram o dis*
tico da proa, p ,r muito velho, e piotaram ou*
tro... Ruy Barboza.
Agora demcrata federal.
Araanh.o qua ser ?
Partido marlaursla...
Tambera quando elle chegar esse ponto,
flc, 6. tres por quatro, pelo systema das bana-
nas.
O tal partido j est tSo raco !...
De quando era vez, foge um membio em
busca d'aquella cousa com que se compra 03
meloes.
Dimetrio, Ruymunio Ponles, Virgilio, Ho-
rnera Bom e lutroa inultos, j io pertencem
ao numero dos vivas, e d'A Provincia. !
Maia arrurn" a trouxa ; Balibaxar est meio
em ter, mera n'dgua i...
Que liquidago desastrada I
B. P., proposito ce algumas palavras do
Diario sobre as revolugOes, avanga a propo-
sito de que nao quebra a eabega na dureza
de syllubas de bronze.
E' questo puramente da temperamen-
to !...
E quem seria capaz de exigir, que elle fos-
se quebral-a na rocha viva ? !
Urna sylUba dura ha de raagoar, sem
duvida, as tripas de B P. do hornera qa--,
apiixonou se tanto pula idea, que a na
lyra encontrou a casca, a jpiderme.da lia*
guiga...
J doui Xicos Tripas ; e, em breve o pro-
pr|, B. P. se confssar socio da comman*
dita.
Tem urna queda pela tripa ...
Nao sabemos porque o aparta do Dr. Af-
fonso Costa ao Ilustra amigo do Sr. Bal"
tbazar Pereira, ao Sr. Dr. Albino Meira, pro*
vocou tantos protestos !
Peque dizer qua o Governador Albino
eha nao fez parte da junta ? !...
E' tomar as palavras em sentido muito es-
primido : :
A familia nao se compe somente de mu-
Iher e filbo ; co/prehende tambera irmos,
tos, compadres e, at mesmo lacaios...
O Dr. Albino Meira nao fez parte directa a
e muit) directa da junta dos dois, daque'la
que ia estriando em Palacio o Dr. Jos Ma-
ra I
S. S. ni deu parecer sobra o plano de
combate interferinde em tudo quanto f.i del*
berado respeito ? !
E porque oo dizer qua S. S. fez parte da
jun'a ? 1
Nao certo que os dous Meiras erara dao
in uno ? !
Nem o Dr. Affonso Costa poderia usar da
opressio sem malicia e muita malicia.
Scire legem non est crun varb taere,
sed vim ac pot-statera...
Radie, 25 de Janeiro de 1896.
Dr. Abelardo de Vascocellos.
em elemente r-s ii-ado'- ;;sra se f^zprem
Rov.roo n Unlo e n Estad s, reslaora"arrs
qrH se apoitavjiii em prcnur>riamenios ttttt*.'
res e nos eiexemos rrpnMMaBM detOonimfes
para aicao>rem a reiUor.gao do iin-peno.
(Aoomdos. Mono bei mni1' borr).
fCm i-it').
------------H-1------
Commercio de Fa/endas
De novo voltamos a imprensa para
mais urna vez pedir aos dignos
membros da commisso encumbida de
levar ao Exm. Sr. Dr- Governador do
Estado o recurso entreposto pelos
commerciantes de fazendas d'esta pra-
ca no qual peder a sustentarlo da
distribuico feita em Ju.ho do anno
findo se dignem dizer-nos em que mo
ou lugar se acha tal recurso pois S.
Exc. o Sr. Governador est sendo ac
cusado de injusto e no entanto nos
temos certeza de que elle est com-
pletamente innocente visto que tal re-
curso jamis lhe foi entregue.
Tambem chamamos para isto a at-
tenfo doslllms. e Exms Sr. Dr. Secre-
tario da Fazenda e Governador do Es-
tado.
Recife, 25 de Janeiro do 1896.
Muitos dos signatarios
Pocos de Caldas
Voitei de Pegos de Caldas, ende fa S
nnos sucoessivos psra,tretr da cate
enorme empigem que ba tocia tempa xm
bolea
a
consammia a pscieocm, a
vida.
Tomando o Elixir de M. Mora'o, pc:
pagado per D. Cari- a. sare oompaU
mente e depreis?, observando o diras-
torios.
Ra simen te enorme o saccesso bese-
tico que ao obtem com o oso desta pro-
digio novo o EiiXT.de M. Morato.
Pego a pub.CgSo, que se torna ooa
virto.de.
S- Paulo, 9 de A?oato de 1890.ir-
thur da Cunha Silva.
Ago.tit-8 em Pcytambeco A Coapav-
ohia de Drrg-a.
Contos matutinos
Falleljhontem'na cartilha annunciada no0
des annuncios da Provincia mas nao disse
tudo, porque linha muita cousa dizer e os
meusContos devem ser curtos e suaves...
Eu achet do discurso do Or. Seabra lio re-
con.mendado pelo orgo do Sr. Joi> Marian*
no, urna phrase que s B. P. das Historias
do Da, por j ler sido do exercito, poder
axplicar*me.
Na pagina 12, linha 18, o Dr. Seabra falla
em canhOes de carne humana...
O que serio essas armas mortferas ?... B.
P. j teria lutado com ellas, de modo que
me passa dar informacoes exactas e preci-
sas ? :
O caso nSo lio simples, cerno parece, e
em carne human 1, cousa qua d tiro, Dio de
sa tomar por brica leira !...
Eu provoco urna explicagio, porqua... o
que sei que nnda sel.
Canbio de carne numanu !...
Passa fra !
Como deve ser a metralhades se canbio ?!....
Palle o mestre I...
Foi um da o partido autonomista 11
E' o que aranas, em llnguagem clara e
consciea, A Provincia de bontem.
No fim d certo...
Congresso nacional
P Lrica REBL! ANa
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSO DE
21 DE DEZEMBRO DE 1><95
O Sr. Francisco filycerlo : f. pre
siUtnie. NI ae*-**)*) 1 lervir uo dtbale t*ava-
do .-ni e os ni moros da baoruj'i ueru-mooca*
ot -ni '.idos a maiorja, per sj talar ae assnm*
(o que en en : c a ;i ei-nnomia ooififtica des
ees oo8sos correligionarios.
u-i'Di'Dta iaceramente o incidente viesie
p. il idaoe dus debate4, m>8 teob) conacgi
qie hariuunia 80 fesianelecer entre os nossos
am'gos.
Dado o Incidente, apuradas sa respooaa itli
ladea e um e tufo laio, out!ress suaerior
Oo panilo indica o esiU'c:mento de receau
menio- e coninoejo as bou e to serijg
n-I co's qua prenaiam entre si no.-s.s aiti^od
te Pernamboco.
Ninguem tem o direito de pro oogar a me-
ro ma ue ama ds si passoal, em damno de
Intereses de oroera snperlor, depeudeotes da
cenesio e disciplina dus partidos polticos.
(Anchaos e reraes).
O Sr. Jos VI i-i .ii-oo:3 as3UiDpto nio do-
mestico, irnt-s da UoooraDlIidade do Sr. Pre
tddei'te -la Republic-.
O S'. F.-anris:u Glicarlo : Ja eu contava com
a i. te'veogi do oobre deputado.
S. Exc. oo leo qm ciu-mi des uidoso.
Aproveilalbe a lameoiavel disstdencla 00 selo
dos dossob amigos de Pernambuco, e nio ba
censural-o per tirar partido dalla, tanto mais
qnanto parece se acbar em anidada o inveuci-
vel adversarlo qca a '8. Exc, tantas derrotas
|i Oioeio, pelo sen extraordinario talento, o S' -
Mediros e Ahuquerque. (Apartes).
N- ce teocenos a an part lo i,o!it'o re-
eolarmante constituido, forte, ooldo gioso, obeieceido a urna dire>'(o reoresonla
usa, rervtodo a um prigramcoa 00 p incipioi
(sentado* e soorerado t-.'Dosanoo todos s sea-
timemos do mais sensivel telo pela ordem I.-
gal na Repblica.
Este pa-t.do. era lempo opportU'O e pelos
seas orjiSos' legtimos, adoprau e apresentuu
sel no(8os correligionarios desta capitel e dos
E-:a ''"8 as candidaturas presldenches.
O Sr. Prunenle ae Moris foi ele to exclusi-
a-nnt pelo parlilo Republicaoo Federal.
O S-. Erico Goelbo:E o t-ablo. (Jrozum-
se mui'osapartes:.
O Sr. Francia o Gtycerlo :-Pego aos oob-e-
deputados qi:>e me ougim cura .-ite gS Nos
temos o maxrao empeobo era to-na* oen dan
? s tingan poltica, d^ cuja pertnrojgj e con-
seiuente aesvio 1 alculam pote- viver nossor
adv- Barios. O Presidente da Repblica ve
outoo eleito e rep-eaeutaote do partid- Hepo-
Dlicano Federal.
Sr. Alcln 10 Goa- abara :Apoiado.
OS. Praocisco Glyceno :-Quando e.ise par-
ido appareceo, p la reorgaolsagio e fosa? o
ant go aktrupameQto histrico cora os elemen-
tos dos amigos partidos monarchicos qna Q.-
vnra collaborado no novo rgimen de 1889 tt
1893 foi -ecbido nelcs nossos .adversarios Cum
as mais fraocas nvnifestages de hosuia < ,
principalmente em re agio eletgio presldi-u-
eial. Apoiados).
Na t-'buaa e i.a tmpre^sa, d'aqn e dos Es-
tados se dlsse a saciedade que os memoros do
Jongreas], cojo mandato eslava a Undar, nao
linhara auiondade para formaren 01 partllo
poltico, e pur lie pleueiarem a elelg prea
sidencial; que a coovengio nao era mais de
que una reonioiiuclti ae homensB^m pnnei-
po', congregados soD a coica pre,crao.gao
de empolearem o poder ; em summa, qae a
nossa organUagao era a producgi d 1 Immorai
raitiiuigao dj Cncuf mericano, destinada a
ex'lo-aros provenios da potinca que se inau-
gurara a 25 de Nsvembro de 1891.
A,-reseniadas as candldatur 8 presideuciaea.
j eolio em plena revologio de Sstcmbro, iras
nos adversa'ios cu e*im os revolucionarios da
Babia do Rio de Janeiro e do sul da RepoD'i:.
00 svmpitbisavam mais ou meos ostensiva-
mente eom sras Intuitos. (Apoiados geraes>.
A verdadeqce, oo tempo daselaigOes pre-
sldeoclaes eooiras a qae se procede-im em !]
de Margo de 1891a Nagio se acbava divioila
em dona lados perfei ament distraeos legal s
las e federalistas. (Apelados, inoito bem).
Nestes se racloiam algons borneas qae de
bta f sappoobam qoe o governo e entio all
mentava intoitos de dictadora miliar, mas Da
qnasl totalldade dos seos elementos aelvos se
encontravam reaccionarlos vinculados a ama
cansa Oetarmluida, republicanos apo>ado-ae
Progrmala
Da festa da Excelsa Virgem Senhora
do Bom Parto da cidade de Olinda
no Domingo, 2 de Fevereiro prximo
vindouro.
A'a 6 horas da tarde di sabbado 1 de
Fevereiro ser r asteado o estandarte da
Excelsa Virgem que ser conduzido
pela rmandade da igrej- para o mastro
acompanbada da banda marcial 13 de
iUin.
A'a 5 boras da manbdo dia 2 apos a
alvorada que ser anuanciada aos fiis
o g ande dia da Excelsa Vireem do
Bom Pa-to, por orna sa va de 21 fros,
grande gyanola de logete*-, tocando a
banda marcial peas do bou repertorio.
A's 11 hras do dia entrar a fes'a,
oficiando o parodio da fr-guezia, acom-
panb-da a orchestra rearida pelo prof^-s-
80r M millo da Sampaio.
A 13 de Maio j citada far-se-ha an-
da ouvir nesse acto b 1 ;rnni smo-
A' tarde haver pro isio, sah ndo em
trian pho pe s ras da cidade em andor
ricamente paramen ad > a Excelsa Vir-
gem do Bom Pari
Depois do r<-c'lhimento ser entoado
s demoe Te-Daam no qual ser ouvida
a voz d eloquente orador conego Lo-
pes.
No dia 3 haver raissa cantada ao
Glori so S. Sebasio, e a noite la-
dainha finalisando com um grande e va-
lioso fosro de vista, preparado pelo hbil
artista Hilarino d> Carmo Moreira, em
toda esta festa tocar a referida banda.
Marcial 13 de Maio.
A ra a har-se-ha caprichosamente
ornada, e airraaniade pele aos mor do-
res d>s mas de S. S bastiao e Ladeira
do Varadourc que illuminem as fcha-
das de su as caas paa abn.h utainentj
da referida festa.
Secretaria da Irm^ndade de Nossa Se-
nhora do Bo n Parto de Olinda, em 25
de Jane ro de 1896.
O escrivio.
//Inocencio da Cunlia Goyctnna Netto.
i;i'i-fio procedida no dia 19
|do corrente
iuiz
Inno.eucio ia Cunha Goyanna Netto.
]uiza
A Exma. Sra D. telvina Coelho de
Souza (reeleita).
Escrivao
Jos Jeronymo P Escriva
A Exma. Sra. D. Mara do Carao de
Souza Muita (reeleitaj.
/. Procurador
Francisco das Ch=gas Ferrara.
2.0 Procurador
Ant nio Paulino dos Santos.
1lusoureiro
Antonto Faustino Viegas da Silva, ( re-
eleito).
Secretaria da Irmandade de Nossa Se-
nhora d > Bom Parto de Olinda, em 25
de Janeiro de 1886.
O escriv&o.
Innocencio da Cunha Goyanna Netto.
Sao Paulo
Cocbe *o EsUdo de 82o Panlo.
mag>8tosa8 mattbB que circ-mdata Blt*-
cst, achar-ae a n-aior deseobera iattt
secuto.
O trabalhn. o estudo e a experi*ui*
derm em resultado a deseobera da vb
vegetal marav'lboso c no qae faa-8 as
preparado que curu ra(.idamente toda
syphilis, todos os humores cora eos
ama f..c>ld,.r?e espantosa o rheumatis-att,
por chronioo que saja, e cura a morphtSaC
para o que cSo havia r.-medo !
Tave o Estada da.So Paulo a dita ifc
toroecsr, na ana abarrila veget-co, t
verdadeira felioid de di humanidada.
Crama-se a descibertaI-lixir de Jt-
Morato, propagado por D. Carlos, a an-
de sa em Pernarabuca ca
Companhia de DrogasRaa Marqaei
de hcdi 24.
Elixir II llralo
Certifico em t de mea grao qae teaha
aropregadu em t-oIetias srphiliticu e
rhaaoaucts o Elixir M. Morato, prap-
i.*ado por O. Curios, colbeudo aempra o<
inulhorea resoltados. Dr. J0S0 A'berta
de Medairoa e Ounba. (Sio Paulo).
Agantes em Proambuso A Compa-
nhia de Drogas.
Collegio Santa Cruz
N.-75-RA DO HOSFICIO-N. 75
Estatu abertas do da 7 di* Janeiro em dian
te as aulas d'este estab^laciin-JOio de ios truc
co primaria e secundaria.
A.dmiite alumnos internos, semi-ioternos e
externos.
Prospectos serao Fornacidos no collegio.
Us dir-ctores.
Joiquim A.te Mendonca Simis.
Antn o da Sdva Gtimare.
Rheumatismo
Dac'aro que cure me completrnoste,
do rhe'jmat'smo qne s ffria ha 8 annos a
oont) de i'Ubi i-.utii.sir-J3e, toma&a
Elixir da M. Morato, que garant 1 ser
um prodigioso t>nti-rheamatioo e aut-ay-
philitico. Publique a b-.m des qae aol-
frem.
8. Paulo, 12 de Agosto de 1880.
Aff) bo J. Bormacn.
Agantea em PernambocoA Compa-
nhia de Drogas,
Feridas antigs
Carei nma farida de mais de 12 asno*
qua era um verdadairo tormento, oseado
por algum tempo do Elixir da M Mora-
to, preparado por Carlos. Deas q recompense to telii ciado. Use c con vier.
Sao Paule. 1. de Agosto da 1889.
Wenceslao Vicente V^eira.
Agontea em Peroamboco A Compa-
nhia de Drogas.
Salvacao
L^alvci-me dos fcorriveis hamore aj-
philiticoa que ma persegairam tanta
tempo com o oso do Elisir M. Moris,
propagado por D. Carlos.
Mogy-mirim.
Artbur Travassos.
Agentes em Pernombuco I Coojta-
obia de Drogas.
Elixir H. Morato
... teuho empregado com faliz resal-
tado em todas as affeccSes syphilitieaa, 0
Elixir M Morato, excallente preparado
do Sr. D. Ca Icb, o que amrmo cara
juramento se fr preciso. Dr. Edaarda
P. GoimarSes. (Rio de Janeiro).
Agentes em PoraambuoA Compa-
nhia de Drogas.
AlcatrSo e jatahy
L.U ERA ASSIM
O Sr. g anuel F.
: da,
f apa 80,
* dormir.
q ne, e es ava
P3 ament
'q coado
de Alme
Ra da
Nao podi
escarrava sao
Intii
Daacor
Julgando- co esem cura.
Curou-s com d O uvidros
II.
II1111, Si*, pliarmaceutico
Prado
Nao sou suspeito a respeito de elo-
gios, pois nao oa d.rijo senSo sinceros e
verdade ros. Ora, em relacSo ao vosso
xar.pe de alcatrSo e jatahy, d-s com-
migo um facto que nao posso deixar de
trazer-vos, significando-vos m nha gra-
ttdSo.
Q.atro dos meas filhos, depois de sa-
raai ;o for.tn ataeados de urna tosse
horr vel que a nenhum medicamento
cqd a.
Aconselhado por um amigo, appliqaei
o vosso xarope e os manaos fcaram de
todo bona.
E' o que vos participo dando-vos os
p a rabeas pelo voaso bello preparado.
Coronel Jos Lopes da Costa Moreira.
C pital federal, 24 de Outubro de
1895.
Largo de Ca'umby n. 81.
Vidro 1S500.
Deposito 59 Andradas.
Elixir M. Morato
... Dapcia de moitaa experiencias c
acnrsdo eetado sobre o sea grande re-
medio o Blix r M. Morato, cajo teas
miniitrado noa boapiUes e em miaba
clnica ptrticular, r--olvi, de acaora
com os meas ilustres cclle^aa, o Dr*
Meceiros, Dr. Lfevre, o Dr. S Mo-
de!, applical-o pela seguate forma, sea-
do casos de syphihs inveterada, rheataa-
tismo chronico e Woobaa...
Tenho tido o melhor saccesso casa o
Elixir Morato, e alguna dos meas cofe-
gas chamum Ine com r^zlb de sa'va T-
das. O sea remedio am prodigiosa
anioo como aati syphilitico e cnti-rhoo-
matoo.
Dr. JoJLo Pitia Beaerra da Barnay.
Rio de Janeiro.
Agentes em PeroambucA Corn*-
nhia da Drogas.
-----------------saI
RAUMVEIRA
TodOS os mdicos receitao o Peitorml
Catharinenae como o nico medcameos*
contra Tosses e Bronchites
DIKH.VII. \ BRAGA
Francisco Pedro da Cuaba
Presiytero Secular, Cavalheiro da Ordem,
de Christo e Vigario Collado da pm-
rocliia e cidade de Sao Jos desta {-*-#
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que teodo usado por vezes o Peilorat
Calharinense de Rauliveira XAROPE DE M-
GICO COMPOSTO t.OM TOL 'E GUACO, pre-
paracao dos lllms. Srs pharmaceuticcs HaH-
no Horn & Oliveira, acbei que esse zerope 4a
benfico e prompto effeito as affecsOes dos or-
gaos respiratorios o que afirmo in verbo as-
cerdotis.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cuaba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dfe *
sos Estados do Brasil attestama eficacia daca
grande medicamento.
Deposito
MA
Drogara Braga
Coqueluche
A gentil menina Vidinha, filha do Se
I Jos da Silva Ramos, roa Ferrara
Vianna n. 13, <*aroa se de coqualuchs
com alcatrSo e jatahy de Honorio i do
Prado.
.


k-
MUTHADO L



HMMtaMM
Mgs^lli Tfr-TTn*.IMP T TMWIinr"

Ilitirio de Pernambnco Domiogo 3G ci Janeiro de 1996
E cheguei a ficar quasi assim 1!
FALLAM
a Jornal lo Coniniercio
Do Rio, de 26 de Novembro de dei89 .
Recebemos dos Srs. Goncalves & C ,
urna garrafa de C g ac B-azileiro, fa-
bricado em Pernambuco pe'os Srs. M,
Veras & C, Este cognac, cuj materia
; rima segundo nos dizTn.toda natural.
est muito bem fabricado e frw premia-
do na exposigo Universal d 1 889.
Soffriahorrivelmente dos pulmes
mas grogas ao xarope de alcatrao e
i atahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido^




m
I
consegu fcar acssim
u
Campletamente curado e bonito
* Fabricado na pharmacia e droga-
ria HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lav radio.
Deposito -DrogariaJPacheco & Ce
Andradas 59.
Vidro 1$500.
Collego de Nossa Senhora
das Meces
(SEXO FEMININO)
20 Ra do Hospicio 20
As aulas d'este estabelecimeoto de inatruc
$io p5naria e secundaria abrir-ae-hao oo dia
de .jneiro.
Recaba alumnas internas seml internas e ex-
entas.
A directora.
Maria do Carino Azevedo,
A tiolluarl Lnrln
Em tempo opportono o publico de I?er-
oambnco, a viet d-s provas que serao
eahibidss no pror-esso crinin', qae
Compaihia tKsw-York Li& Imorany
intentar contia o Sr. M lint-ri, ter
ocaasiSo de verificar o quaoto b5o veri-
feos os elogios, qae a tOidade faz
qael'e senhor.
N5o posao nem devo acceitar diicnssSo
publica sobre quesillo que eve ser jul-
&da pelos Tribunaea do Pais.
* Rio de Janeiro, 28 de D zembro de
1895.
J Snchez.
Director Geral do Departamento His-
pano Americano da Ntw-Yurck Lfe lo-
sarsnee & C.
O PaizB
Da mesma data
Os Srs. Go salves &c C, enviaram-
oos um* amorra do C"gnac Brazileiro,
(abricad.) no Estado de Pernamouco pelos
rs. A. M. Veras & C.
Provamos essa babid-i preparad por
ndustriaes brazeiros e podemos garau-
tir a pureza do producto nacional, que
deixa, rativismo parte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recommendamos ans apreciadores de
cognacs essa nova mar a, que p'e ser
encontrada na ra do Rosario n. 82, m
casa dos iemett-nfs, a qiem agradece-
mos a remessa.
Para que os 1-itores avaliem do m-
rito i'esse pr ducto nacional, diremo-
que file foi premiado n* exposicao uns
versal de i889, em Pariz,
Jornal do Brazal
De 23 de Novembro.
Os Srs. Gonsalves &, C, mimosear m-
BOi coa ums garrafa do Cognao Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paiz, fabricad-.* pelos Srs, A.
M. Veras & C. de Pernambuco.
O tCognac Biazile c nem em aire-
sentacao, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao eatraogeiro.
Assim o julgaraui tambein entendidos
na Exposic&o de Pariz, em I8s9, pois
premia -am-d'o com menco bmrosa.
Gazeta le noticias da Babia
De 23 de Marjo de 189.
Da acreditada fab ica d>s Srs. A. M.
Veras & C \ de Pernambuco, recebemos
urna garrafa de tCognac B-az leiro qtte
achamo* excellente, juigando-o superior
a muitas marcas que uos vm do estran-
geiro.
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d s mesmos fabricantes.
Agradecemos.
Correiode Noticias da B. hia
Da mesma ata.
D'est- conceituada casa commrcal,
estabele ida ra Duque de Caxias, em
Pernambuco, recebem> s amostras de um
tUognac Brazileiro, qua o Sr. ph*rma-
ceut-ico A. M. Veras fabrica no estabele-
cimei'to que hbilmente dirige.
Recommondamos esse producto da in
dustria nacional, que alai de 8er apre-
cavel pelo cuidado ce seu fab.-io, de
preco reduzido e relativamente muito
m-ibordo que outros expostos venda
em n sso mercado.
Ao Sr. Lyra, agente da fabrica e dro-
gara, agradecemos.
FALLE,
HYGIENE DA BAHA
(Copla)
Usando das attribni^Oes que me sao con-
feridas pelo legulamento an'tari i em vi-
gor etendo em vista os documentos -pre-
bentados comprovando a analyae ea licen-
cia concedida pela Inspectora Geral de
Hygien* do Estado de Pernambuc, con
cedo licenca ao Pharmaceutico Antn o
Martiniano Veras para expor a venda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccjlo.
t, paract-ustar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assi^xi -o, se re-
gistrar para os devidos effeitos.
O inspector.
(Assignado) Eduardo O. Cosa.
Secretaria da Inspectora de Hygiene
a. Babia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
nr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4$40'J.
N. 2.872 -Rs 55000.
Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Babia
O fiel
(Assignado) 'V. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Baha, 12
de Julho de 1895.
(Assignado) Dr. Juniz Barreto.
Garrafa" 20500
Iluda 25^000
Faz-se descont na proporio da im-
portancia do pedido.
Resposta
Qn ndo fiz a collec c port abarta,
t-abalbo qu, teve prin ipio em No-
vembio e f, i it 15 te Dezembo, mais
ou trenos, do anuo passado, para a cu-
branca d> re8rectivo imposto no corren-
te exercicio, a casa na travs-a das
Cruzas que tem frente pa-a os nnd s
da Puerta del Sol achava-.e em
conce to ou reediScaco.
Em fns de D zembro, ja rec lida
a collecta par< ter publ c da, ebrio
um Htstanraut na alludida casa cojo
?siab^lecim n-o n3o o Sr. Alfredo
dos Santos Almeida e sim d- J t Le te
& C.a, firma qu-s e-t incluida no ca-
dera" compete te dos c atribuintes su-
jeitas a e se ittpo to.
Se n?o appareceu ca publ:CH5ao feit
pelo Diario o estabelec'.uetito de que se
trata, deu caua a isto o incidente cima
referido.
Fica aasm respondida a pe gunta in-
nocente que fas A Provincia de. boje.
Roci, 24 de J-neiro de '896.
J. 7. da Silva Guimares.
f
*:

Instituto Pkilotnatico
Ra Visconde d'Albuqner.iue n. 33
Director Bach-rel 0\ uto Vctor.
As aulas drste c dlegio es:aro aber-
tas do dia 7 do corrente em dante.

I
COaSVSL FSISXS CO C2AVES
MEDICO HOMCEOPATHA
Consultorio ra Bardo da Victo-
ria n. 37, i', andar
i
i
I
oiiBEBnio
B D consullas das 11 hiras da manh ^
K 1 da tarde it
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio k ra Baro da Victoria n.
51, l. andar. Ex-cbefe de clinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d& consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e d'ias san-
ctificados. Telepbone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrad
pela ra da Saudade a. 26 Telephotie
n. 287.
\o publico
Linfa A',pl,rM Sir*iv. Gilao, profe-sors
i a lira, em i'POiuDlIidade, f-z ""'ipne ao pn-
anco 'ps'.a ciil*l ? com e^peiilii'ade aos paic
;e eons aloror,<""' (oro mea Ce Fev*rei'0 ?'m (iin <\ reabnc a*-
>ul*a oe sua e-cola, eilu i as 7 de Selemb-o
n- 8.
Dr. Carneiro Lco
iLedico part^iro e operador. Residencia
e on6ultorio a ra do Livrameato n.
31, 1.a andar. Consultas de 12 s 2
horas da tarde. Especialidade : Pebres,
paros e m lestias de cianeas Cha-
mados aqualquer hora. Telepbone n
3
D. Fellppa Franrisa de Mciquita
larduso
K;nctg'-o Anlon'o Curran CaMOM, P'*nr.ino
florrii oe HViioita C*r E'Qa'ao U. oe M -sqaitri ^r.osoe sn amlb-r,
Hfti iqoe de limioii''ivaicar.le e eoa mam',
(iDlel [. <1aii Ne-- Cardoto > sea roo^tl',
La:i da C tu Me"juU e eaa mclnc-. Lu ; ''--'
eis oe MesqoUi Cirio*o e sa< moibe Ri-
fino de P. M-sqat Car'.no e soa uiuii ',
atradecem a totas a* oe'ioca< qoe e ri.ni aui
acotr.p.,'jnjr a 80-t oinaa mrala es reg'o
inormes 1e fO p anlearia e*r> **, 'nSi, si^r* e
jv D. Kfliopa Fiancigca e Me."q"iia Crtf"-
zo ; e de novo r"tum o cariiono obseqoo d.
a-riB'iiem as tzist uo 1* '.la. qoe uor soa
Iraa m-p-'am e It-brar, >rc feir< i8 do 'Or-
reote. a 8 Qoras u mauh na aibtrltao Corpo
Si nlo.
Minha esperanza
. Nicolle:u- "i C n-sd. liVaion Iioda.
m em ii
Pa-i;i, 4 -ie NjenTi-o !,-. 4835 lie Sr.
Arnco'o FruO'is o Cm*. er iimiuco
AmiT Sr.T-ntt" p-eteve o sen e-tirua-
la'.nr 0t 7 ijO.iubo p o tmo Dirsado
jnnto ao qn>l l've o p-azer e encont'a' nm
pe m jo i- p*ct 1 P^ra c!narrcf, que auit-j ec*
ijuei rece^er e trad.go.
Lo.:o latei de eot-rgal-o ai f.biranie -
i'i.iei pa'a que s*j enviado rom para e VA'
mma pre"l.za, t n' .^e c uporre ndo o fa*
Mksote a tprompUr '> ? o pspe! i-a es Bni
!8ie a.n. Espero qoe p --ea f^rer ibH > re-
ves* i 9'0 vapor di Havre a 8. bif eiu 14 >ie
(Jet mbro proXl" 0 lUld'O.
S' tii-ui deij^F>- (eivM-o ma's C-do am-
a, 03) Seria pw-l'fl. fu qu- '0 P- PI
nao .ie (ascon ao'erpden'i, a el'n ii* o ano
sito, neceilaa-io o -o fab'ico d^ mcito cur
dad ..
Sea) ootra votivo, Po-crevo (1 cjm sime
a rQiioj^,,, Vi-., mrIro moitoj' ten' ve-
leradfrp^i, e w. N I :ti. rapel pintado
para forrar salan, qasrloi e corre-
dores ; francez-s. mxlese e nacio-
iiiies a preyos ein competencia na
Livrarla Contemporanta
Ra \* de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
Bolya Commcrcial de Pernam-
buco
COTAJSES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 2J de Janeiro de i8g6
.Nao ncuve cotafiao.
O presidente,
Antonio Looardo Rodi .oes.
O secretarlo,
Jjao Lecpildo do Reg Villar.
Cambio!
Ob bancos abriram com a taxa de 9 t/8, obre
Londres a 90 d/f, realisando-se de tarde P*-
qaeno negocios, fecundo o msrealo menos
Bid papel particalar boove transac55?s limi-
tadas a a 9 3/l.
C'oaocs de gneros
Para o agricultor
Assncar
UstoaB, por 15 kilos. .
Crvs'allsado, "lem irfec:
Branco. por 15 ki'os .
Someoos, por 15 k los.
Mascavado, po' 15 ki'"
Bruto, por 15 kilos. .
Retames.....
81500 a
7000
7*800 a
4*800 a
3800 a
3*800 a
9/000
7/800
9*200
5*000
40W'
4*0)0
2800 a 31UU
Alfiodo
Gota-89 o de 1* sor'.e a 15*00 o 15 klof
alendo 1*000 menos o medi.no e 2*0U0 o de
2" sor te.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* oomiaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 115* numimal.
[Coaros
Seceos salgados na bas< de 12 kilos 1*000 ris
ada e refogo 666 o kilo.
Verdes 600 ris, oltimo prejo.
Carnauba
C&U-se de 28* a 38*000 por 15 k los.
el
Por 100^000 nominal.
liujturtacuo
Sew-York e Ballluo-e, vapor allemSo ir
lerno, entrado no dia 22 do corrate e con*
signado a Pereira Carneiro e & C.
Ferinha de trigo 5 000 barmas a Macbado &
Lopes, 300 a Manoel Lopes de S, 400 a ur-
dan.
Mercadorias 8 volumes orjera.
Maneoa 200 caixas a Figo diredo Costa & C.
Teciuos 18 caixas a L. Mala & f.
Toucindj 15 barra a Petreira Rodrlgaee
te.
Nevr-York, vapor ioglez Aaiatic Prioce,
ent-ado no da 23 do correa e e consigaado a
J. Pater & C.
Bacalbao 2,000 Darlas e 2,000 metas ditas
aos consignatarios, 20 caixas t 20 meias ditas
a Blackborn & C.
Cervej 15 caixas a Kantbatk & G-oper.
Parlona de trigo 335 barricas ordem.
Ferragens 3 caixas a Miranda & Sanca.
Mercadorias 1 calxa a E. S. Levy, 12 a M.
8. Franco.
Mdbllia 4 caixas a Manoel Collado & C.
Materias* 21 volames a oslas da Saata Groi,
22 uiloa de Caxang.
Velocpedos 1 calxa a Manoel C llago & C.
Vios 25 barricas a A. de CarvalDo & C
New-York, vapor ingles Hjcrth, entrado
ea 17 do correte e consignado a H. Fortter
BhOI-- 300 :.-' 18 a ord'il), 300 a Figueiredo
Cos- & C 109 J.-nqtnro Kerrelra de Carv^-
.lio A '. iOO 0 C.laas & C, 180 a Castro Li-
mes & C.
i,nauji.en 6 valoraes a ordem.
Carne 11 barris a ordem.
Csndieiroe 2 caais a o-dem.
Couros 1 caixa ordem.
R-topa 10 fardo* ordem.
Rfiei'as 5 r''.8 ordem.
Er i has 5 v- lomes a ordem.
Kriun* ue Trigo 1,500 ba ricas aos ccor-
ott Fe'razeos 7 volumea ordem.
G-xa 4 uoloaies a A. P d"e Aze'edo & L.,
> ordem.
Ksrose'ie 200 cains o-dem.
Lou. 2 faroos a A. i. da Silva Sanios.
Livros 1 ^txa a o-dem.
Macbioa 5 ulomes a Gomes de Millos Ir-
W M .veis 2 a'i'8 a F. M. fia Silva & C.
M^rcad-rias 2 vo'umes a A. C lrmo*. 5 a
A. P de Bzevedo, 3 a ordem, 3 aos consigua-
tao?. _
Maz -na 30 caixas a C LJtnos i--
M*ier'ae z7 olomes estrada de ferro Cen-
tral de Pernaabaco-
Oleo 10 barra a C. Hilliday & C, 40 a or-
dem.
Fa de ferro 60 eixes a ordem.
Perfumaras 19 vj'omes a Gome* de Mallos
I-maoe, 18 a Gonna es CiHosj & C.
Prego* 64 larrica- a>* coosigoata'108.
R-logio* 17 caixas a E. Goeiscb'l.
TtfCidus 8 ola nes a M. Primo & C. 1 a N.
aia & C 4 a ordem.
Tiotas 20 caixas a A. Campos & Iroiaos.
ooctobo 10 barr.' ordem, 10 a Juaqoim
Ferrelra dCarvalb> & G.. 10 a Cadas &C,
10 Castro Laaius & C, 30 a Figaelredo Costa
v':.ko 50 caixas oadem.
CDLLEGtQ DE i S. Di PENHi
RA DA IMPESATRIZ 2, 2.* ANDAR
As aulas desie col egio principiaram
7 (io corrente,
R-cebern-se slumnas intenas, exter-
na.' e mei'i -pensi' nista.
Direct ra. Augusta Carneiro.
Long fspe'iinci* eos: Raaultados
.Sati-fbctori s o do P.r.
Voa commor.ico qoe ba ja br-s'a'te
tem o moreno .-is unnb c'idJ, o vos'>
prepxradj tEmula.o de Scoit e MegB
ru-vos quo tenho o'itido os roai sb:isfscfo.
rios recultud b. Diversos sSo os casos em
qua eu tenhu empregado, e tena f*ati<
diono meoctcD il-os.
So com eetimn e con^irlerSo.
Le V etc.
(A.'8pDBY)
Dr. Ln z Vieira Lima Guimar5:e.
CONSTIPACSES ^i" P.itoral Catharinense
DE RAULIVE1RA
DROU4EKIA ISUAG
Jos nygino
fClRURGIO DENTISTA)
De volta da sua visgem ao Sul di
Repblica, reabr i > seu consultorio a ra
do Barie da Victoria n. 19, I.* andar,
onde pd" ser procurado das 10 bote s
ca tarde.
Exportbaos
Recite 25 ue Janeiro oe 1896
Para o exterior
__ fta birca no'oexn^nse Deslderia, para
38 Bstados-Un'dos, carregaram !
Ja" & '.,300 sacejs com 22 500 kiloa de
aseucar mascavado.
Para o Intsrlor
__No vap r naciocat A8r, para Porto
alegre, carregaram :
Lima & Moraes 500 saceos com 37,500 kilos
de iss. car b'anco.
Pa-a Peo'a, carreearam :
Lima & Mjrae*. 200 siccos com 15,000 kilos
de assncar branco.
V-a R'O de Janeiro, carregaram :
B. WiMatDS & C, l 2JO saceos com 80,650
kilos oe algodao.
No vapor oacional Itatiba*. para Rio
Grande do 8ol, carregiu :
J. F. de Camino. 3,500 coco?, frocta.
Para eorto-Alegre, carregoo:
V. Nee.-eii, 60 fardos com 9.295 kilos da
algodao.
Para Pelota, carregon :
J. F. de Carvalbo, 100 CO008, frncta. ,
= Nj vapor nacioaal Gamocim, para San* I
tus. carregaram : regaram :
S. Golm-rM & C. 600 saceos com 36 00o 1.8.8 *,
kiic-3 de assncar mascavado. sabSo
J. G de Amorim, 3 caixae com 800 litros de cao, c
perfumaras.
m No vapor inglez Asno Prince, para
Santos, carregaram :
Nova M i. &. C 3C0 saceos com 18.000 kilos
de assucar mascavado.
B. Bae & U, 200 saccas com 13,950 kilos
de algocao.
Para Ri de Janeiro, carregaram :
M. Lima & C.i 1,000 saceos com 60,000 kilos
de aesocar branco.
Ne apor nelea 9onnt.vick, para Rio de
de Janeiro, carregarm :
j. F. Marque*. 500 sacro* com 30000 kilo*
de assncar mascavado e 500 ditas com 30.000
ditos de assncar branco.
D. Gooveia, 750 saceos com 55,499 kilos de
algodao.
=. No vapor ingles Bira, para Santos,
carregaram:
S. Gatmar&es & C 500 laceas com 30,000
kilo8 de assacar branco.
P. Carneiro & C IO sacc 8 Cum 6 "(0 kilo-
de < o.-ar bruco e 40 uiioa cw 2,400 .tut
de assncar mascavado.
ft.> vaior aileCi. Sile-mo, para Sao oa
!)..u,inos Mendes, 322 saces com 19 3
kilos de abocar mascavaao.
Para Hio de Jaoeirn, caTfg'rsm :
Maooel da Co U M rena 510 saceos com
30 00 ki'oa de aoaocar braaco e 93 di.os com
5 400 Kilo de a-su'-a' mas'vado.
A. Moeira dt IrmSo. 87 iiecoa cem 5,210
kilos de 88f>oca- ma-cavado.
__ {i i vapor oaconal caplbaribe, para Rn,
de Janeirr, car'egaram : ___;___..
Bell ao & 1 -mao. 7 0 saceos cem 42 000 kilo
de asocar branco e 300 dOi cadi 18.00J dicf
de aesocar mascavado.
H. --a Si va L yi & C, 1,000 "accos com
60 0 0 kilo> de nssCM branco.
J. G. iie Auionm, 2 cal tas com 303 litros A*
uertutia'iac
No vapor nacional Esp'.rlto Santo, para
Ro Je jareiro, csrreza'am :
A. C-sia F ota, 5C0 sacros com 30 000 kilos
de autocar brao o e SOl) dilts com 30 000 ano
le a?sucar mascavado
Kara Babia, carrega-am :
Santos na F.gneira C, 7 caixas com 230
lina d; doce.
No vspor nacional Biberibe, para Cea-
VoBseca Irmaos & C 200 caixai com 2,603
kilos de sacao
V. da Silveua, 43 barricas com 2,322 kilos de
aseu a- br neo.
ea'a o A-acaty, carregaram :
j. S. do Amamal & C, 1 pi'.'ae 40 barriscom
1 530 litros do vinfio de iroctas, 30 ca>xs com
40 .iitos de geoenra, 10 barra com 400 cfi'.oe
le vlnag-e, 4 barrica com 110 -.Uos de cerve-
ja e 55 ci'ias c^m 495 ditcs oe cidra.
Para Natal, carregaram :
J. alaoeiral *C., 10 barricas cot 600 kiles
e aBOca' refloado e 5 ditas Ct.m 343 olios de
assncar branco.
Para Moksoi, carrega-am :
J. Slgueiml & C 4 birricas com 180 kilos
da as'acar rahoaio e 16 dilas cocu 847 uito de
assucar branco.
Para C moc m, carregarsm :
. S'lfoeirat 4 0, 20 birrcjs com 1,809kilos
de assncar refinado.
Par o Pia, carregoo :
Compaobia ae Drogas, 10 latas com 530 II
tres de oleo de ricino.
No pal: cbo argentino Mara Alice, para
Vi'; orla, earregsrsm:
P. Ferrelra & C, 150 barris com 8 800 litros
de agurdente.
P-joeec* Irmaos 4 C. 10,0.0 caixas com 7,000
kilos de eabao.
= No lugar portngnsz Gala, para o Para,
carregaram.'
Pereira Carneiro & C.,200 saceos com 14,200
k los de assocar branca.
A. Irmoa & C, 50 pipas com 25,270 litros
de aicooi.
J. Bailar C, 2 pipas com 930 litros de
alcool.
No Date Argentina., para Bo?sor, car-
Ur. A Ilyrino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaes, laureado com
urna medalbade bronzs da Assisteucia
Publica.
Consultorio a, ra 15 de Novembro
n. 32 1* andar, onde residir a partir
de 20 de Ja- eiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
aenhoras e dos orgao^ genitourinarios,
Chumados por escripto.
FABRICi m
O-t ataixo nsi-ina los
prevncn a qvem coovier
que estar munidot de man-
dado do Excrx. Sr. Dr jniz
Jo corcmercio p ra fazeren.
ppiehan ir*r onde trecri
echados cigarros ie outra
fabrica cosa h sai c* cottra-
feita ou uui-a-ia (Jos seus ci-
garros, ano na mo.talha
como i' rotulo; e jue
estao dRpcs'o a proce ier
di
tO( lo
ne confornoida le
penas decretadas
contra unt*ns *xpozeT clitoj
nfflor,
ciarr<
O
c ra as
por le.
a
ve : :2, com
Recie, 31 dt Agosto de
1895.
Azevedo o* C.
{!'

II
W
npclarim
objeclos de escriptorio, papis e car-
tOes de phaul.;a para pafticlpaCfcO
de casamen o 8 uascimeoio, excel-
leute. escolba na
Lvraria Contempornea
2-Bu;> 1* i'e Marco N.-2
KASIBOM.C^Ta AC
i!
{}
1!
I
i
Jornal doConmiercio
rio de Janeiro
Recebe-se asignaturas e annuncios, &
ra d" Commercio n. 'J
FLIX BANDEIRA
Agente nesteestado
w
9:
\>VB(l:iile.s 1 (lerari:is
Recebe por todos os paqu:tsa
Livraria Conlrmporanea
2-Ra 1 de Mar,o S. 2
RAMIRO M. TOSTA & C.
Dr.
II
w
Ainsrii WiilldiTl.J
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 241.* andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manila.
Recebe chamados por escripto.
Extrnalo 9 do Setembro
Curso primario e prepaiatorio sol> a
direccao do prufessor Joaquim Pompeu
Muoteiro PeseSa.
As aulas craec^ram a funceionar
desd^ 7 de Janeiro do corr-nt ano.
Ra Da^ Cardoso ( vntiga do Calde-
reiro ) n 2, 2.* an^r.
80 caixas com t.SiO kilos de
Bubosa C, 6 Darrn com 8;0 litro' de
fuctis 2 caixas com 2i ditos de cjgaic, 2
barricas cim 78 dius de cerveja. 5 caixas com
40 ditos de cidra, 5 uarrafea e 12 caixas com
180 ditos de genebra.
M. Camiaba A C, 90 kilos de estopa,
Figueiredo Costa & C, i barrica com 2i li-
tros de cerveja, 3 caixas com U ditos de cidra,
2 barra com 80 ditos de vinagre e 1 sacco com
25 kilos de algodao.
P. Vianoa a C 2 caixas com 30 kilos de cera
em vellas. ,.
A. M. da Silva, l pipa e 5 barra con 9iO
litros de agoardeote. .. L.. .
Oliveira & C, i barricas com 110 ki os e
.tunear retioalo e 1 dita com 75 ditos de asso
car branco. _... .
P. Alve8 A C, 6 barricas rom 75 kilos de
assncar braDeo e 6 ditas com 5i0 ditos de as
sacar refloado.
_J. S. de Acuiral, 18 barris com 1,018 litro
te vi b m-li ih-, fi D rri* i:ou 4?u "i u. Ur
vi.i.nre, 5 oa fia e i pioa com B.iO ditos-u
aaa'dem-, 13 iratxsooi ll7 dit a flacura,
6 volm*-8 c:m li2 iiios de ovveja, 2 c m,
o! te H" s oe c..i>!'e. e ti duas e 6 ^a:ra0ce
om 208 dito-, de geoeora.
PAUTA DA ALFA^IDEGA
ALOtES DAS MERCADORIAS NACIOSAE3
SJE1T.S A DliVE.T iS E EXPOitT.Ag^.0
Semana de i7 de Jaie.ro a de Fevereiro ae l9fi
*Ki;ardeoie, c^cn ca lino........
Una de canoa id-m .............
A.;ol. Iit'o..................
-iKodo em rama, kih...........
D to em canijo, -iflm.............
,'aruta (lariab<)kUo..........
Arroz com case. .........
D to sem casca oo pilado, dem.....
Aisaoa' branca, em............
Dito mascavado idem............
Uno retinado. dem.............
Ateile de coco, litro ..........
a^aco .:e urosufl -leaigiiai, kilo
Borracha teite de maogabeira, dem
Bo-ia>*, p r.................
Cal, Ulro.......................
Cacao, dem.....................
Cafe bom, dem..................
Dito o-diuario, dem.............
Dito torrado oa mjido, dem......
Carae secc* (xurqoe) dem .......
ja ruco* oo semeuies de algo lo. idem
(jarrapaleira tseaieons idem.-..
>dro em pranccOas, grossora por
C-081 ....................
Do em laboas at 40 milimgr., orna
.era ib veil.s, kilj...............
Carnauba kilo ..................
Cerseja, li-ro ..................
Cbarotca, cento....................
Cigarros, idem...................
Cooros seceos esphbartos, kilo.....
Ditos seceos taUadis, iJem.........
Ditos verdes, dem..............
Counnno, cento...................
Uiira. litro........... ..........
Cbinellas, par.....................
Cognac, litro....................
CayH eli'ores, litro...........
Cocos seceos com casca, cerno......
Ditaj dltoa aem casca, id m.......
Coco, kilo......................
D0C68, k'IO......................
Eocba oes, am ..............
E?paoadores de penna (randes dona
DiMs -e dita (ppqceno.-Oidem....... *-}{
ios de palba, dem...............
Btelos, om...............'""."'
Esteras proprias par oto ot. eaiva
de navios, cento................
Es'.ooa nacional, kilo...... --.....
F*rlnba 'e mandioca, litro.........
Dlia de miltio, dem..............
Fei|ao, idem......................
Folbjs medicinaes de qoalqoer qua-
lidade, kilo....................
Forao em folba, bom, kilo..........
Dlt" de dito ordiaaru, "dem........
Dito em rolo bom, idem......-....
Dito de dito ordinario, ld-jm........
Dito em lata, bom, ide^........
Diifl em lata, ordioario, dem.......
Dito picado oo desdado, .dem.......
Genebra, litro....................
La de barriguda (patna Kilo......
Looro em taboas at 0 m'm grossora
orna............";
M Mel de tanque oa melafio, litro.....
Dito de abelbaa, dem..............
Milbo, kilo........................
palba de carnauba, dem............
Pao Brasil. Uern...................
Pedra de reolo, orna.............. 4#soj
PeBnaa de ema oa pi o, kilo....... 83500
Phoepa'.o de cal, tonelada......... 12#
Pjlvilbo (gomo?a de manHoca) kilo. 140
Pomas oo cbtfres de gado vaccom. 3s5iX)
Pelles de cabra em cabello, ceoto... 170*000
Ditas de carneiro, idem .......'. .. 105*000
Perlumarias, fcrto........ ........ 2*500
Queijos de qaaiqaer qualidale, kilo 1*100
2:10
370
4"3
9lfi
105
47
3
201)
;>n5
2J0
5,y
500
co
12560
l IH-I
015
910
18H0
t',00
S**H0
48U
o;,u
18
I toa
4*U)0
1*8.10
1*9*0
42D
2*450
650
lil'l
600
177*500
410
!*G0U
1*2 0
i*0U0
7*200
10*500
U250
1*300
3*510
3650
4*.00
13*000
13*000
140
140
20
300
450
65
4K0
880
430
530
58D
800
400
400
7*100
100*
210
900
00
030
040
rVipe, idero.......................
itip.i d' qa- iei quahiaie, nona..
Sanan, kilo......................
Sido ou nrxa, kilo.......
Seno em se la. S't i................
SKopir* em obras -"*os pura carro.-)
pnr .........................
Tabuco em eO, kilo................
Tapica, kilo...................
I'.ooadj ue ainarel.i,dniH.........
frav"* on Imitas ate 5 m roa fie com-
prlmeoto, ama..................
Di *a oe rn^is de 5at II metro*, om*
Djtss de mat3 de ti meiron, urna...
Varas para canoas, una...........
Vas-wur de caroiai", dui'a.....
D a< de p'S-av, dem..........
D-.lae de ii:c(0, lrt--m ....-----
Vinbatico (em eosUdlObo) or t-05i
Dito (em praocbCe^) oo- "0it....
Dito m taboas at 40 m/m gro-sora
ama ... .............Z!"'-----
Vi .oo ue au^iqaer qasiidbde. litro...
Viug'e, nem....... ......
Readicaeatow pnttllco*
Met -e Janeiro oe 18H6
Alfundega
Benda gerl :
Do dia 2 a 24 1.591-404*441
dem a. 25 m*** lt8W.778WM
Renda do Estarlo :
Do da 2*24 551:213*616
dem oe 25 ****** B64:0i8W,
Total 2.210:816*389
2.' seieao da Alfannega de PflrwtaiimcM, 25
da Jnoeiro de 1896.
O ccefe da seceso
L. F. Codecera.
O inesooreiro
Lun M.ooel B. Valenca.
UCEBSDOaiA DO ESTADO
JvO
4(0
:iro
/o
700
6100
**.0'
180
180*0U0
9*00
2>*0 0
42- 000
l*l"0
1 *()!)
2*500
*2iio
2i* 12*500
16*'00
3i'0
lio
27 cargas com farlnha a 3 M> '8.
10 cargas com anio seooo a 300 rs.
7 cargas c&m feiao 3 '0 rs
12 Saino a t* rs.
C6 lugares a 300 rs.
12 comp. com suineiros a 4*5 *>
9 comp. com ecia i'o: a I* !5J rs.
8 comp. com Ire.saur* a '> < s.
71 com. cote faseodai > ?* r8-
i{ cuaip. 'om cosaidas a l*o5'J ra.
49 comn. OOOB -e'-'ljras 8 450 rs
iO'.l comp. cuiji !ari"ba i ROO ra,
44 comp. c -o. Uhos a 3*000
8*103
3*01-0
2.100
18*000
iH^OO
18*0.0
9*450
7*200
142*000
22*050
92*1 50
60*400
132*000
(\i-.dimenos dos dus 1 e '11
529*100
12 1.380
12. J79*48i
Rm1a de 1
Mem de 25
268:032*349
24280*035
~92:312*4C4
HECirK DftAlSAGB
Reala de 1
Mam de 25
2:480*343
74*120
2:554*4e3
llovimeao do porto
N.i vio entrado no da 25
Ma-aob5o e e-:c.U7 d'as, vapor Ioglez 3.-;
i swkk, de 977 tonelada, comnacddnn
WilUam Jones, fqainagem 2-), car^a varios
gtnero": a Amorim Feruan^es & C.
Navio xabido no mesmo dia
Tvrra NovaL?ar mgle Clotna. cap! So
O. O- lojee; em lasiro.
T^r'a Nov.Lugar nglua Sombean. capitio
Ricbard Woolgar; em la?lro.
Mercado llanltpati de ff.JuS
) caovi: oeiro fot o segointa *
Entr*ram :
31 bois pesando 6,418 Kilos
530 kiloa oe peixe a 30 rs. 45*900
9 compart. com mariscos a 15X1 *s. 1*350
10 ditos com camaroea 1180 rs. 14500
36 colomnaa a 900 rs. 32*410
1 cargas com gallinbas a 750 rs. *750
9 cassnaes com gallinbas a 450 rs. 4*050
2 cargas com milbo verde a 450 rs. *900
1 carga com amendoim a 450 *4>o
4 cargas com batatas a 450 rs. 1*800
5 carga com omcacheirae a 45 rs. *9 )0
1 cargas com cobollnbo a 450 rs. -"A-i''
16 cargas com ee/imuna s 450 'a. 7*200
14 cargas com verduras a 459 rs. 6*300
1 carga com canna a 450 rs. *450
3 cargas com laranjas a 450 rs. 1*350
1 cargas com iobame a 450 *450
3 cargas com toacas a 450 ra. 1*350
5 cargas com melancia a 400 rs. 2*250
1 cargas com melao a 450 rs. *i50
11 cargas com diversas a 450 rs, *900
?rego8 do d'a :
Carne verde -le 400 a 1*000 rs. o kilo.
Sainos de 1* l*2001dem.
Ca'oeirod. 1*2W a i/500 dem.
Far'.cha de 610 a i iOOo ra. 9 cnia.
Milbo de 600 a l*ono rs. a Cflia,
Feao i U2i a 2*000 a coi*
Navios esperados
De HaiiiDurgo
Logar allenpSo Axei.
Bri-je allemao Otto Orat r.n 'aiberg.
De NH Port
Barca aoroegfcne R-ngshV-d>
De Csrdin
Barca noruetu^nse Wnooa.
Barca norueaueose Sala,
B<'ca ooruei'u-nse Dacia.
.Barca noroegue'>se AUnga.
i Da Ro Pilacbo nnroeguen e Ziritia.
Barca americana Virgiuid.
fdiacboalierao A''tv.
De Terra Nova
Lagar ioftle Helara.
Laaar intl" Emolator.
Lu Vapores a entrar
MZ DE JANEIRO
.MiranbSo. 1o t-ul. a 26.
Espirito Saoto? .Las Palm? e fienova, a 27.
Lis Pairoaf de G nova, > ti.
M-odosx. da Eorotia, a 28.
Wcr-iWjrtri do sol, a 30.
Ador de L'.verpot K a 30.
Vapores a sahir
MEZ DE JANEIRO
.Jant03 e esc, Asia.o Prioce 26 a 2 b.
S^ 'to3 e e?r. L^s Pilxi.s i 27, as 3 bar?'.
Manaos e e<-. .M,.raona a ti. > 5 boras.
Rio e -ir. -E. Saata a 27. 5 borap.
NfW Yjrk Wo'-loworib 30. a* 2 loras.
Santos e eac. Mendoss a 30. as 3 boras.
COMPANHIA.
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita "annual:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambuco,
'iciwel Williaia Se <*
3.780.000
3.000. 00
626.0000
208.008
155.006
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, Od
I indos accumulados 8>274973,19^0,,.
AGENTE
POLHMANN & G-
I
m
'
I-
H
->
i
i---
MOTILADO
v;


__ -.:. -;> -'..?; -;.;., ..-." ',-. ; ^-' ;'" :' '" '
A
I

mWIHW/ i IIR,
HB
Diario de Pernambuco Domingo SO de Janeiro de IMM>

Ol manos alicatados pnoiicaJos uu .ar o
de Pf n-aiunaco e (arem da Tarde* proven
o qne aizemos.
Nos caso ae fbre amartilla o efleito e airoi
ravel.apreseaiaado ootinomenoB tao rn-iravilno-
-O' que nesta cidade do Recite e oo Jj Rio oe
Joueiro dodco receio cansa a feD-e amarella
ueamo estando o aoente com vomito p-etos.
sanguneooestes oltimos periodos eaifto ne-
cesario a applicayao em alta dase, despretau-
do ticelia atines*.
Ene Elixir ja condecido do publico da am
grande nomero de d-gnoa mdicos aprsenla-
do para combaier os differen'.es mcommodos
todos elles de carauer febril.
Por omito tempe tivemos occasio de 'airr a
applicacao oas ler^s erysipt-ilosas e com tao
botu resaltado qoe c'->us admirados de loal- j
tos enanos.
Pela praiica ebegamoo ? conbecer que oe
ataques de feare erysipellosa co erysipella
como volgameuie se uu necessario o oso de
10 das do Elixir.
Nos grande locommodosdassenhoras m^n*-
rnacSo. ravJei ti nos casos de pari emo fe-
bre de om resoltado mu. ce lo e seguro em-
eua co.nposcao tao simples que o&o offen*
ce rece;o de appcaro Eluir ero oiesmoem
io Pedimos aos disnissimos medico? une dese
esi fazer uso desie Elixir em son cniuca na*.
e snjeiiareo cossa pre3crip(jao, mas sien fa-
ser a appiicavao em arrnouia com os casoc
r.e desejarem cotnbater, certos de que o me
ilcamemo '.a comuosicSo innocente par o w
tcaoismo mal" tneft one seja.
Hodo de usar
i* Directora 4a secretarla da instituto R*niamn nne
*atlc ,regocIo*loterlore*i UUUO benjamn tOQS-
e I 'rucco iiiI
gado dn i'crn im'tiieo, ea
* Ihc Medie*
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Consultorio : Ra da Imperan iz d. 8,
1. andar.
Consultas: de 1 As 3 da tarde.
a
w
\
i}
Instrumentos
para banda de mnsica e orcheslra.
ViollOOS, violes, flautas, eaixsi
de msica e realejos, grande sor-
lmenlo vem de despachar.
I

RAMIRO COSTA a C.
2-Rua 1* de Marco N.-2
Livrar'ia Contempornea
JJr. Alfredo (asparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
a manh. Chamados (por escripto) a
nalquer hora.
Os uoBsiis cunoprimento a ease nomem
Ilustre que, sra B tucat, goea d-i geral
s rapathia e ao qual desojara s prsperos
negocios.
K
O advog&do Hortenciu Peregri-
no cou'inua com o seu escnp'o-
i II
rio ra do Imperador n. 54
encarre^a-se tambera de defezaa
i perante o jury.
n_____
m~-------------------IB
O Rauliveira
E' o poiioral mais efficaz, mais barato e de
ros.o mais gra labilissimo ; oa Drogara Bra-
ga e ani todas as pharniacias.
ilr. Francisco Lcopoldiar-
Especialidades : Febres, molestias de
enancas, syphilitieas e da pee.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia P^teo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214
Chamados por escripto.
Botucat
Deve ser lida com ioteresse a seguinte
noticia, que a Farfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Cario :
Todo o Brazd, e especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaes do Sr. M. Morato, mas nem1
todos conhecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prea-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia
Importantes curas do
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vas respiratorias.
Entre outros importantes casos cn-
tam-se os seguintes :
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affecc;o pulmonar :
Joo Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrito. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerque,
commerciante no Pilar das lagoas,
de urna tosso asthmatica de 4 annos ;
Urna filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro,
de urna coqueluche de 2 mezes ;
Biro de Avellar Rezende, fazen-
deiro em Minas Geraes, de urna forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commerciantef no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de urna tosse de 2
annos, com escarros de sangue ;
Urna filha do Sr. Joo Antonio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de urna tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de urna bronchite asth-
matica de 8 mezes;
Capito Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de urna grave tosse
de alguns annos ;
Olympio A. de Oliveira, do Socego
Minas Geraes, de urna constipaco
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de urna bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de urna pertinaz affecfo pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
.jor reformado do exercito, residente
em Jaguarao, de urna tosse asthma-
tica de muitos annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
de estados, que cora o sea labor incan.|com as medalhas de ouro da E
cayel soube ganhar o elogios de varias | s(.ao Brazileira-Allema, Academia
celebridades medicas e tantos attestados 1
de benemerencia por parte de numerosos
Nacional, Acadmica dos Inventores
\'e Academia das Sciencias Indus'fiaes.-
doentes hoje perfeitamente curados pelo das de Franfa( e com Q iro
xnsravilhosoLIixir. pecial da Exposifo Universal de Chi-
Evito abordarmo este assumpto, de-'
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuy como o Eli-
xir M. Morat 1 sSo productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeiro, e que a sua
renda foi autorisada ielo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que e se encontram na flora de
nossos ser .oes, so serve para a cura mi-
racul ;8a da asthma, do cancro da do-
res rheumaticas, da syphiles, da terrivel
raorpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te terapo, pelo chefe de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, rras
cago.
O agenteCompanhia de Dogas.
Advogado
O hacharsl Antonio Tolentino Rodri
gues Campos, procurador dos Feitos d,
Fazenda do Estado, pode ser procur*d(
em seu escriptorio a ra 15 de Novembro
n. 75, das i) horas da manha s 4 da
rde.
FAETICirACO
Dr. FreitasGuimarSes
Participa a^s seus amigos e clientes,
ter mudado eua resideucia para o En-
., m ? An,;,**. .' troncamento n 1, defronte da estacao,
aue opportunamente designaremos, por 1 .. ,-
, r. c .. _______j .,- ;-?- aonde pode ser procurado e continua f>
que a etite tacto se prende urna nteres I r .. r., ,
M r ______ dar Consultas das 11 a 1 hora da tarde
saote historieta, que vale a pena ser
narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
competir com os melhoras desse genero,
que se acham as domis partes do
mundo.
As-istimos ha alguns dias, prepara-
a ra Larga do Rosario n.
consultorio do Dr. Ferr ra.
T 20, antigo
Elixir Aati-Febril Cardoso
SEQNLO A FORMULA
de
cao deste Elixir, acompanhando at.enta-; at ^ j Jiminr
mente todos o< trabalhos, desde a tritura-. JldUOtl KjdraO^O USIIUI
cao di s vegetaes at ao encaxotamente, Approsa(10 em j} de Marro de 1899 rea Inspe-
ao qual se segu a expedicao para a*
mais importantes pharmacsda Europa.
co'ia Geral da digna Junta de Sy^iene do
Rio-e Janeiro.
de admirar a fiscaLisaSo, ordem, disc- ar0Q.eibadaB celos autores modernos e de re
plna qne reinam no ampio laboratorio conbecida cao cidj.de scientica tanto no paiz
do qual s hoje o Sr. D. Carlos comeca a ci mo n extraogeiro.
colher os fructos, alias altamente lison-' 6te ",,x,r K O"1"!:'? nao todo g'aode
T 1 1 j csiuao das aec 8 pnysioloeieas das subalan-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo ct?g Ma0 lsmbeai pniologicas, como tambem
pecuuiario. o resoltado das imnicnsas applicscOes nos
O Sr. D. Carlos nao se de;xa, porm, diversos casos de febres de fondo palustre,
dormir sobre os loaros, cogitando^sem b|J gPSg^-f lagS''il Sa"!??.
pre em ampliar mais o sea estebeleci- demoDg.r0n a sos efficacia; pon no principio
ment, estudando o precesso para o fa- dos pnmeiros sympiomas a bexica aborta, e
brico de outros productos medicinaes aue em casus oais achantados a bexiga paesa a
sero antes de tudo, submettidos a ana- s^r orna ioenca febril volRarapreseotando pe-
serao. auics uc wu, o __ o.uCDa toief-cOes que com a co :tin 'cao do
lyse dos mais notaws e intelllgentes m?- ellxIr dMap8reCetD sena todava apresentar
dicos. recetes te perlgo
A's enancas at nm aono 10 golas de ? em ?
iioras em urna colber das de sopa cbea d'ago
fra.
Oe um a tres aaoos 15 gottas.
De 3 a 10 annos em unte 40 cotias etc.
Rsias dosesdevem sempre serappcadas em
(?ua
nepoalto
Compannia de Drogas e Pro-toctos Gbimico?
toctfe, roa do tarqoex de Olioda n. t3.
Naciccai Pariju, ra Larga do Rosarle o
35.
Pharmacia Oriental, roa Hstrca do RosaoMo
0.3
Pbarmacia Alfredo Frreira. roa do Bario c!>
Victoria n. 14
Pnarmacia Martn?, roa Doqoe de Casias d
fD.
Pharmacia Ribeiro, a praja Maciel Pinbeiro
.
Pbarmacia Victoriense de Luiz Ignacio dr
lo irade Lima, cidade da Victoria.
Para quatquer iutormacSo sera encontrado o
autor oa ra Estreita do Rosario o. 17.
Os noaKOs frascos sao qoadrados e conta jrc-
138. N'um lado teem gravado Elirir ante fe-
oril e no ootroManoel CardosoPercambuco
i lodo oc prasrjectos eao assunado3 por Ma-
noel Cardoso Jnior, sendo (alaos os que nao
forem saurnados.
Bronchite t sthmatica
DR. COELHO LEITE, C inico da
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta que o
Xaropa de Lobe'ia nflala
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO DK AZEYEIO
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra BarSo da Victoria 37, 1.' ndar.
Pharmacia Conce5&o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todes
as boas pharmacias.
'ernambuco
O de Janeiro de >.
te. ecco.
Edital
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
Justina faco publ o que com o praao da
30 dias acoanr da data dese edital,
tija ebfr.a oocourreocia para o foraeoi-
taento de fard .ment as pracas dos Ba
t.', o-a E.tdoaea da Iutanteria e do
Oorpfl de Cu vallara e de torragen?, me-
dio-! eitos, torre duras e cr-ivaa cava-
hada do m s;n > corpo, mediaate ss
ollauaalas aegointes :
1.a A* propostas devem vir devida-
meote aelludaa e techad .a e os propo-
neotes requererSo previamente a esta
Sicretana, pro /ando qu So negociantes
matricaladus e se achara quite*, reuu-
Vomebta ais impoatus de industria e pro-
fiques do u timo semestre, e destarando
qu<* si t'brigam a tedas es condicSes nes
cessariaa pt a g-rentia dos ioteresse
do Estado, de sea rdj com aa tabelks e
dispf sico-!8 regulameotares em vigor.
2* N2o s-i) aceitas es pnpostas
que coativerem artigos nao moncloLalos
oas referidas tabellas, nem tambara
Eqjiellas cojos precoa estiverem sujeitos a
abatimento oa descont.
3.a O oootrac'o s poder ser feito
com quem me'.hores vaolsgens cfferecer
na craenrrencio.
4 O forneoimento de fardameoto
aera feito p r prastacoes nos prasos que
fomm maread s nc termo do cootracto,
tondoos contractantea su jeitos, uo caso
de infraccSo, s mults previstas pelo
Regnlamento de 2 de Junho da 1879.
5.* Os contractattes do forne-jin ente
de femdurBs e cravos fiem obngads a
terrhr a cavuihAda sua cuate e com a
mxima perfeigSo, a iu'zi do Comman-
dantn d" Corpo de CaveiUria.
6.a Em ipualdade de c>rcurostanciae
tere preferencia o coecurrente qoe se
prnpuzer a fornecer dito fardameuto, com
tzindt.8 m&nufac uradas no Poir.
Os fornecimeotos serSo leitos durante
o preso correspondente ao de um oa mais
de tm exerciuio financeiro, conforme
coevier ao Barvico publico e for deter-
minado pelo Dr. Secretario da Jas-
tia.
O director,
Affonso V. de Medeires.
EDITAL
Pela SeoreUria do Iaititato Beajamin
Constent e de ordem do Sr. Dr. O-
rector, ie declara abarte a matr cala doa
alumaoa nos differentes aoooa dos dous
caraos, devendo oe pas oa enoarregadoa
dos matriculandoa spreantar ko Director
do eetabelecimeato os requerimeotos
instruido! oom todoa oa d numeotos justi-
ficativos d-s coi di^5 -a m que se ac^am
s candidatoa m.tiicil, qt-e sSo :
1' certidJto de id%de ou docurannto equi-
valente ; 2* attestado de accins^So ou
revacoinacBo; 3 certificado de qne o
candidato nao s ffre de molestia alguma
Contagiosa ou infecto contagiosa ; 4- a:-
tfstado de bom procedimecto pausado
celoa profeaaorea e directoiei da* eicola*
que ele bou ver frequeotado, oa
peBsoa recoribecid^meute idnea.
A t-n para a matricula doa alamno
nos difirante! anona dos curaos de pre-
paratorios e comm rcial de l^SOUO,
psga na repart'cSo competente, median-
te gu a ph8Bda pelo Secrettrio.
Encerrar-sa-ba a matricula no dia 15
de Feverei'O, nos termes do regulamectc
vigente.
Secretaria do Ioatituto Benjamin Con-
tan', 15 de Janeiro de 1896.
O BJcretario,
Ceho Tertuliano Feroaodes Qaintella.
por
dSo anffrer de molestia contagiosa oa de
uiolesti ebronica e inouravel qae o m-
posribilite para os Ir balboa eaoolarea.
Em oase de davida o director podar
oavir o p. recer do medioo do Instituto
aoerca do estado de saade do pretenden-
te i admisiSe.
V No c*eo de ser gratuita a admis-
sJo do c*ndiJato, devora apresentar tam-
bem attestado de duas sutoridtdsa do lo-
gar de sua residencia qae prove indi-
gencia.
A. 31. Nao poderao ser admittidog
no Iotituto oa meooree de o acnoa e os
msiores de 12
O Governo do Etado obriga-se a coa-
ceder pas*8geus para aquella Capital at
10 meooroa de 6 a 12 acnos, qoe aatisfi-
aerem as coodicoea aapr cescionadas,
campando que psra esse fim se apresen-
tem ao Dr. 8eor t.rioda Justic, Nego-
cios Ioteriorcs e LatruceSo Publica.
O dirsetor,
Felippe de Figseira Faria Scb'ioho.
Escola Normal
VS3-;

Dr. JoSo Paulo
Especialiste^em partos, moles- a
tias de senhoras e de cranlas ^
g com longa pratica nos hospitaes (J
R dePariz e de Vienna d'Austria, t
h d consultas das 2 as 4 horas no S
Largo do Corpo Santo a. 19,
U 1." andar e reside ra ra de 15
^ Henrique Dias n. 2. g
K Teleph^nes ns. 190 no eonsul- i|
k torio e 467 na residencia. I
Secretaria da I.idu^tra
3.a Directora
Para conhecimento dos internssados
faco poblico que do dia 31 de Janeiro
v n 1 am, a 1 hora da tarde, recebem-so
neate D rector a pr. p stas era carta fe
ehada, devidamente sellabas, para
:ootrrjcc3o de 2 popes e 1 pisr de 1
ponte sobre o rio Una, em BarreLoB,
oreaos em 19 0545975 r-s.
As propostas devem ser escrlptas
xtena, sem rasura, emenda ou viciopor
qualquer epp-co, Beodo rejuntadas as
que se resentirem das seguintes faltas :
1* As que excederem os precos do
orgamet.to ;
2* As q-.j 3o f. ram organadas de
as ordo com o presante edital ;
3* As qae se basearem era precos de
jutras proposta ;
4* As que forem frmades por pessoas
que ji techam de-sado de cumprir coa*
r- c :; com esta Repartic-o ;
5* Aa pue nao offereoerem ss gsran
ias e qusdades exigidas oeste edital.
Huvendo duas oa mas propostas em
Kualdad de condi^Ses, ser preferida a
d 1 concurrente que melhores provas de
doneidhde ofierecer.
Oa Srs. concurrentes deverSo, alm
dessa idoneidade exigida para a direccSo
e execuco das obras, indicar o logar de
sua residencia.
Nenham proponente ser almittido
concurrencia sem que prove eom docu-
mento foroecido pela Tuesooraria desta
KapartigBo haver depositado nella quan-
tia correspondente a 5 -1. do valor da
obra a contraotar, importano.a, que per-
ora si dSo assignar o contr co den'ro
do prazo marcado ao convite qae para
tal fim Ihe fer expedido.
Para boa garanta da execocSo do
contracto, depositar o cor tractante no
Thesouro do Eatado ama caucao que ser
previameute arbitrada por esta Direc-
tora.
Estar a diaposicSo dos Srs. proponen-
tes cesta Directora, o ornamento desea
obre, bem como se dar qualquesr es-
clareoimento qae desojaren neste sen-
tido.
Recife, 8 de Novembro de 189.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral-interino.
\lfandega de rer
os mbuco
Por esto Repartigao ss fas publico que
des::arregaram do vapor ellercao Habs-
burti entrado em 10 de J.neiro dj ctr-
rente anao os seguintes volamos :
T ea grades quadradaa da marca
C D P C. eendo a jrimeira de n. 2419
com 112 kos, a segunda sem numere
com 104 kilos e a terceira tambem sem
numero com 162 ; peh que ir.tiraa-se os
donos on consignatarios das mesmas para
no fim da 8 dias requererem o que for
a bem de seus air-ito?.
1 Secco em 23 do Janeiro de 1896
O chef",
Manoel Al ves da Silv.
Recededoria do Estado
de Pernambuco
lO.Iilal 11. 49
O anmin:strau. r itrido em virta a le do or.
cameu > em vigor 8' art. 3* faz poblico pa-a
conh^ciaento nos respectivi 8 contribnlntes qoe
d ciro de 1S dias pre. -os centados da data
do p-esfnt' ed tu e ctuforuie a rrlacio abal.
xo, se pio-toe a bocea do cofre, ? arrecad-
cao do impo,.*o sabr terreos Daltics n*o
e4 fleadoa aii da flr>" morados relai j ao ex.
ercicio de (895 a 1895 a >at&o de 100 ris por
metro qoadrsdo.
He eoeaona i" Eiialo de Pernambuco, 17
de Janeiro de 1896.
O administrador,
AITooso de luuqoe-qoe Me.lo Ju .:or.
De ordem do S'. Dr. Direct r e de
accordo com o art. 13 do Kegul ment
em vigor, fayo publico que a matriculf
nesta Escola estar aberte do dia 15 do
crrante at o dia 15 de Fevereiro.
Cs candidatos matricala no 1 enno
requerida ao Director, deverSo Eatista^er
as seguintes ooodicSes :
1.a CertidSo de idade, 00 documento
equivalente, em que rrovem ser maior
de 18 anuos para o sexo masculino e de
16 ptra o temmino,
2.a Attestados de moralidade, pasea-
dos por peBjoas idneas, a juiao do di-
ractor.
3.a Attestado de profissional qu:
prove cao soffrar o matriculundo molestia
contagiosa ou defeito pryaico, que de
futuro o ia.poasibil.te de cx-.rcer o ma
gisterio.
4.a Conhecimento da reparticSo com-*
putete a que provem ter pago a taza
de 10(5000 (1 prebtiCar.).
5 a Approvag&o em exame de admif
sito, o qual versar sobre as seguintes
materias.
1-)Lingua materna ; analyse lexinc-
.'ogica, dictado, redcelo, le tura interpre-
tativa de prosador ra derno.
b)Anihmetica : Pratica das 4 ope
rnjes sobre irteiros e nmeros fraccio-
oerios ; pratica de problemas facis de
regra de tres, de onmpanbia simples e
de joro simples. SyBtezra mtrico de
cimal : conhecimento pratico doa peeo<
e medidas e snas rela^Ses, quer para
com ss antigs, quer para com as de
oovo sjstema eotre si,
c)Ge rxe'ria : oooheeimento das prin-
cipaes frasas geomtricas ; trabado de
figures p anas por coustroccao.
Drssss materias t farfto objeoto de
prova escripia as das seriesa e b
e fszendoooaodidato prova oral de todas.
O d ai caodidbto qae, n"o obstante exhibir
os attestados dos ns. 2, 3
1 5, cao esti-
HeUc'd a que pe refere 0 edital copra :
[iplH-ao d-) Da'i do terrenos baldos das frf-
gaetU, Ke;;f Sanio Aotecio eS. Jcs
Hecife
Ros do Brnm n. 26, 2113 "244 2K/344
Travs" no T radeotes o. 17,
33,240 35/340
Snto Act;oio
Paio. 15, 298,'23'5 29/835
Dits n. 1, 2tm2028 22^,828
Marqo-* do H.rval o. 84,
It7-*5Q 14/780
D;la n. iC8,89;,m2i8 69/318
S. Jos
Go'one' SfMB?Bca n. 183,
47o."">.# 47Zo.t8
Aiecrim a. 67 ie*0,*00 16fi00o
D|U n. 91, 1403"*79 140/H7S
Pas.oaa F-t la 0. 26 lOt^OO Ui/StO
T-avrssa doGcmurao 0. 23,
PS1,*M 65/190
Di'a n. 29 472 *30 47/25U
Bariboloaeo n. 17. 662 "203 o;ioj
Debocan d. 27 420-*d0 4:.-0'0
ia ti. 31, 2434 -* 0 243/460
Irrppriai n 33, 232.""30 23/2O
Dita o. 89 2il -JiM) 22/100
Diu 0. 99 3541 "200 oMr/UW
Dita o. 14 1I50.-200 ltoJilOO
Dta n. 22^,975,"200 97*500
Ona n. 2v9, J8S56 "-240 1 8^5640
Da n. 3(M 134' 0 t:t4/100
Dita n 197 3094-200 309/4 >
Dita o. 193 18 6"24 18M/640
lia r. 79, 265 50 2645 0
Di-a o. 258, 28523200 2.852/5(0
D ta n. 240 390 2i0 390/640
Da n. 159, 1112-*50 1(1/20
D -a n. 163, '4' .-280 64/08
DHa n. 65B 1290-253 129/050
il n. t65 85i2 40 85/4' 4
Dita n. 169.10ii.200 102/4< 0
Od n. <28, '6il6*265 160/660
Di la D. 237, SSS^es 5 5t 60
Di'a n. ?t() 770200 77*11 4
D ti n. 169 A 496.-200 249/605
Dita o. 241, S42n.B,2.10 34fl0:iO
Dita 0. 23. 1305 -200 I30/50S
Da n. 261, 1106!-l30 1 116/20
BibJiothrca Publica do Es-
tado de Pernambuco
lftflTAL'
De ordem do Sr. Dr. Secretario da
JaBica, Negocios Interiores e IrBtrujcao
Publica ftco publico a quem ioteresaar
possa, qae com o preso de 15 dias a
oontar desta data, recebem-se nesta B-
bliotheca propostas em cartas fechadas e
selladas para o forneoimento de 4 estan-
tea, 1 b&uoa e 12 tadeiras de gaarnicSo
cojos m.dtlos estarSo vista dos concur-
rentes neate reparticSo.
Biblio.hecH Pa .Oca do Estado de Per-
nambuco, 25 de Janeiro de 1896.
O director,
Aithar Barbilbo Uahoa Cavalcanti.
ver a sea jaiso, as coodigSas de fre-
quemar o eatabelecimento, dando de
tudo ce nbee ment ao Goverao do Estodo,
qae proierir, sobre tal ponto, deciaSo
final. (*rt. 12 do Reealamente expe-
dido com o decreto de 30 de Agosto de
1895)
A matricula nos demais annos se fsr
tambem em virtude de reqoerimento ao
director, bastando juntar os certificados
da approvacio nos exames daa materias
do anno precedente e o conhecimento da
taxa.
Eocerrada a matricula, nenhum can-
didato poder ser mais admittido a ella,
salvo pagando o duplo da taxa, e at 15
de Margo.
Secretaria da Escola Normal de Per-
uiiabuco, 13 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Julio Clemente de Faria.
Ed tal n- 39
3.a Directora da^Secretaria da Justica,
Negocios Interiores e Instruccao Pu-
blica, 16 de Deseipbro de 1895.
Da ordem do Exm. Sr- Dr. G&rcrna-
dor do Estado, faco publico para os de -
vidos fias que acha-se aberta nesta di-
rectora a contar da data da p b'ica-,5o
deste, a ioscripcSo para os meninos cegos
q e qoizerem no prximo anno de 1896
bo matricular no Instituto Benjamin
Constent do Lio de Janeiro, de accor-
do com a circular aob n. 755 de
25 de Noven bro do crrante anno do
Exm. Sr. Ministro ds Justica >: Negocios
Interiores.
S serSo admittidos ioscripcSo aquel-
los meninos qne estiverem n&s coodicSes
previstas no Regulamento do Instituto
Nacional dos C-goa approvado por de-
creto n. 108 de i 7 de Maio de 1890.
Sao as seguintes as principaj condi-
coes :
CAPITULO III
Doa alumnos
Art. 28. O numero dos alumnos con-
tribuate s ser limitado t> dos gratuitos
ser limitado pelos recursos do orcamec-
to vigente.
Art- 29 Ais alumnos gratuitos, o
Instituto fornecer sustento, vestuario,
calcado e tratamento medico.
Art. 30. Aquellas que dSo forem co-
nhecidam*nte pobres, ag&rSo ama pen-
sSo anooal de 400^000 por trimestre
adiaotados e urna joia de 2J0OO.
Art. 31. O Instituto mListrar a
todos os alumnos, oa livros e iostiomentos
necetsanas ao ensine.
Art. 33. AadtriasSo no Iastitato de-
pender de antorisacSo do miniatro da
inatrnccSo publica, mediante ntormajo-s
do director.
Art. 33. O pretenden te de ver juntar
ao reqoerimento:
I CertidSo oa justificacSo de idade.
II Attestado medioo no qoal oontte
qae s ffre de/segaera total e ioooravel.
III Alteatado de vaccinscSo.
Secretaria da industria
3.a Olreoorla
EDITAL
Para coch?oimanto dos inte-essad is,
lago publico qoe no dia 8 de Fevereiro
vindouro, a 1 hora da tarde, recebemos
neste Direatcra propostas em carta fe-
chada, devidameote selladas, para os
melhorsmentos faser-Se na serra de
Joo Con?' em Bom Jasdim, oicacas
ea 8 036OOO.
As proprstas devem ser escripias por
ex'eoso, sem rasoru, emenda oa vicio de
qualquer especie, sendo rejeitadas as
que se reseotirem das seguintes fullas :
l.# As que excederem os pre$os do
or^ameuto *
2.a Ai que nSo forem orgaoisadas
de sesordo com u prosete Edital;
3.* As que se basearem em precos
de ontras propostas ;
4 a As firmadas por passoaa qne j
tnham deixado de compnr contractos
cem esta Repartido ;
5.a As que nSo effereoerem ss go-
raotia e qualidades exigidas neste
Edita!.
Haveodo coas ou mais propestaa em
igualdade de coodic;3es, ser preferida a
do cor crrente que melhores proves de
idoneidade ofierecer.
Os concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidade exigida para < irecco e exe-
cu^So das obras, indicar o logar de sua
residencia.
Ncnhnm concurrente ser admittido a
coecurrensia sem que prove baver depo-
sitado na Thesuarsria desta R-patti-
cSo qaantia correspondente 5 do
valor da obra, importando .;ue perder
s-, efcolnida sua proposta e convidado
pira assigoar o otntrtcto a ist-t se re-
cusar.
Pora boa garanta da execocSo do
contra to, deposita1 o contractnte no
ThesoiTo do Estado ama caocSo que ser
previamente artjirada por ep'a DireC-
ttria.
Nesta ReparticSo estarSo a diepoeicSo
doa Srs. ccDcurrentes, das 10 aa 4 horas
da trrde, o orcameuto e as pluotas res
pedivas.
Recfe, 21 de Joe>ro de 1896
A. Urbano P. Moni suegro,
Director-geral
c-uir L
Alfandega de
buco
Pernam-
Por esta ReparticSo se fas pnblico que
desesrregaram da barca portogurza
aQaiat entrada h '2 < de Desembro do
modo proxrmo fiedo 3 grades quebradas,
peio que intimam se os donos 011 consig-
natarios das mesmas para no fim de 8
dias requererem o que for a bem de seas
direitos.
1.a SeccSo Em 24 de Janeiro de
J896.
O chefe,
Manoel Alves da Silva
O Dr. Francisco Aliono Correia de Araojo
joia de direito do commercio do mu-
nicio do Recife e capital dr. Etado
de Pernambuco em virtade da lei
etc.
Fa o saber aos qae o presente edital
Y rem oh delle noticia tiverem que por
parte de Companhia Fabrioa de Vidros
de Pernambuco me foi dirigida a peticSo
do theor segninte :
PeticSo
1. al. 6 CiXm r. ur. ]ar2 do com-'*
nercio. A Companhia Fbbrica de Vi-
droa de Peroambuco quereodo vender em
leilSo publico as accSes dos accionistas
atia'.te nomeados e que deixaram de
ff-ctuor a stima enjrada de des por
cento re quer a V. Exc. a 3 c'igne de
mandar notificar, mediante iotimagSo
judicibl, publicada por 10 vezes durante
um mea em duas roihas das de maior
circuUcSo ncsti cidade, como prece-taa
o art. 33 do derreto n, 434 de 4 de
Julbo de 1891.
Estes accionistas bSo : Br.oco Erpissor
de Pernambuco possuidor de 4 200
ac^o a, Joao Lmz dos Santos possuidor
de 20 acr^Ses e D. Pisuida Pinto de Le-
mos, viuva de Carlos Pinto de Lemos
possuidora de 40O accSes, todas j com
60 por C6nto realados- cajo valor no-
minal 1004000.
Neetes termos Pade deferimento
E R. M.
Recife, 21 de Janeiro de 1896-0
advogado Autcnio Mi nervino de Moara
Soares (sellada).
B mais se nao contioha em dita pe-
ticSo, na qual profer o despacho do
theor Bcgain'.e :
Detuoho
Destribaida como requer.
Recife, 21 de Jsnsiro de 1896Altino
de Araojo.
Nada mais se continha em dito despa-
cho, proferido na mesma petigSo qoe
teve a destribaicSs segninte : A' Brito.
Oliveira. ^BialB A
Em virtade do despacho aqu transonp-
to o respectivo escrivSo passoa o pre-
sente edital pelo tbeor do qual hei por
notifierdus aos accionistas supra decla-
rados, para, veram depois de 30 dias
contados da publiotcSo deite seren ven-
didas em leilSo publico, por intermedio
do agenta oomeado por este jaiio, as


*
'


-:
,
IV Attestado medioo pelo qual p-ove respectivas acc3es, em numero a 00a aa



^^^rntrn+m^tw^**
V
\
e
Piarlo de Pemambaco Domingo G ae faneiro de 1&SG
V
quant as realiadas declarad na petigl o
que o transcripta, no termo da lei e
de eottarmidade oom o requerido na
meima peticSo por mim deferida.
E para que chegue ao conheoiroento
de todos e especialmente dos refar.dos
accionistas, maodei paasar o presente
qoe ser publicado pela imprensa e affi
xado no logar do costme.
Oado e paassdonesta cidade do Recite.
Capital do Estado de Pernambuco aos 23
dias do mez de Janeiro de 1899.
Pagos nos auto os emolaoiontos di
asaignatura.
Eu G jstavo Alberto de Brito. escnvSo
o escrevi.
Francisco Aitino C>rrera de Araojo.
O Dr. Marcos Tallio dos Reis Lima,
jniz de direito da Fazenda Munici-
pal do Recifa.
Faz saber pe3 presente que no dia 3
de Fevereiro do correte annc se hSo
da arremaUr por venda a quam raais
der em prac pablioa deste ] io a sr-
macSu e o hlelo em bom estado exis
tentes roa do BarSo da Victoria, Fre-
gueiia de Sania A tonio no escabeleci-
meoto de B -roardi .o Ferreira de Aze-
vedo, aval adoB em 1.000f)003, pertuc-
centes ao mesmo Azevedo e penborydos
por ezeoacao da Fazanda.
A casa terrea ra de JuSo do Rejo,
n. 14, Freguesia de Santo Antonio,
tendo na frente om lergo portSo de ma-
deira, em um s aalSo occopado com
offioioa de fazer segas, mede de frente
6 metros e 20 centmetros e de fundo 27
metros e 20 centmetros, avahada em
4.0005000. Pertence a Angosto Fer-
reira ?into e "ai a praca por exasncSo
que lhe move a Fasecda.
A quinta parte da casa n. 18, ra
de Joao do Reg, na meBma Fregaezia,
com 2 por as de trente, grade de ferio,
nm s salSo oceup.do com bebidas aleo -
licas e o;3o interno, mede de trente 3
metros e tO centmetros e de fundo 30
metros e 60 cautimetros, avaliada dita
quinta parte em 8OO80OO. Pertence a
Ernestina, flba de Jos Soares do Ama-
ral e vai a praca por exaouo&o da Fa-
sends.
Um ralogio grande de columna enver-
nisado de preto, em bom estado de con
servag-, pe
abatimento legal, visto como esta
terceira praca.
Urna ta oleto envorniaoda pela quantia
de 32S400, tambem feto o abatimento
da lei. Portencem a Amr Villa Verde
& C, vfio a praca por exacucao da Fa-
zenda e se acham a ra Larga do Roza-
rio n. 42.
Urna meta grande enverniaada pela
quantia de 24S300, feito o abatimento
devido, vtsto que esta a leicaira
prega.
Duas bancas por 16S200; tambem oom
abatimento.
Dous cabides por 80100.
Um candieiro por 8510.
Pertencem a Antonio Taveres Cordeiro
e vio a praya por execucao que lhe move
a Faaenda.
E oara constar pssaou se c edit&I na
forma da lei.
Oadc e pass.;do ne&ta cidade do Re-
cife a-s 24 de Janeiro de 1896.
Eu Alfredo Diamantino de Torres Ban-
deira, easrivSo.
Marcos Tolo dos Reia Lima.
DECU&ACES
i. s. s?.
UNIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BUCANA
Eleigao
De ordem do Sr. P estacle convido s todos
os Srs. consocios em uta, a comparecerem em
nosBa sede no prximo domiogo 26, as 11 ho-
ras da maara, aQm tie le- losar a elelcao da
nova directuna des a sonedade.
Na falta da reoniao do ccnseibo os nevos pro-
postoB seru a .pruvaaos pela misma astem-
M.
- Secretaria da Uniao Typographica, em 23
de Jai elro de lb96.
O.* Secretario,
/. Cavalcanti.
Hospital Pedro II
A directora do servico sanitario declara a.
pesseas interessa-ta- que as mi-triclas do corso
de obstetricia deste Ho-pnai, abrir ee*bao no
da 1 de Fevereiro. e as aulas terau romeco no
. 4frr-aVI#F&--------------......"---------------
Sao rooiic.-8 para a matricnu.
t. Ser maior ae <8 e meDor de 40 a anos.
2.' Saber ler escrever, ler nocOes de sjte-
ma' 3 Ter r>o* conducta civil e moral e nao eof-
f rar molestia contagiosa e ser vacemada.
Hospital Pearo I', 15 de Janeiro de 1896.
O director,
Dr. Ignacio Alcib'ades Velloso.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Comnanhia I'henix l'eruambu-
cana
RA O COMMERC10
SE( i U ROGO NTR A .FOOO
Banco Oa Repblica do
Brazil
Paza-s* c 6* livinendo das icf6e deste Ban-
co a ravau ne ofHlO por arcao integrada e 34
por i cao de 00,. '^asadop, no escriptono
de Pert-ira Carneiro & C, a rea do Cominerclo
D. 6, 1* andar,
H.cite, 16 ue Janeiro de 1896.
Banco PopuJar
Convido aos S s. a cetonia as deste Banco,
virem receber, do da 13 do corrente mez em
diaote, o 9 dividendo a razj de 10 ao ani.o,
relativo ao semestre nodo.
Banco P^nuiar, 9 de J neiro de 1896.
O director secretario,
Aititon Nf' UUMPANUlA
Industrial e Commercio de
Estiva
(Em liqoidaco)
na a^g* sde deeta Gompaubis, cbam te
a ejpos'gao djs Srs. accicDlstaa o baUnco,
centas e Indo mais qoe teja necessarlo pata
qoaeaqaer tnlormacoes.
Reeire, 15 de Janeiro de 1896.
Oa liquidante!,
los Joaqoim Das Fcraandea.
Augusto de QiiTeirjf Haia.
mUU M FERRO DE l'MMHlilI
DO
Banco Popular
De conforrxid^de com a le, acbam-se a dio-
DOBicao di'g Srs. accionista', na sededesse Ban-
co a roa do Bom Jesue o. oi, os segoiates do-
comelos :
Copla dos baUncos.
Copia da relapso nominal des accioni'ta?.
Cooia da lista de traot-ferercm de accOes.
Recife, 13 de Jauelro de 1^93.
Albino narciso lisia,
DlwinrRvft'Marin.
AVISO
FESTA SU CABO
DOMINGO, 26 DO CORRENTE
Alm dos trens ordinarios de passageiros haver os seguintes trens
especiaos entre asestacOes de Cinco Pontas e Cabo :
Trens
especiaes
MANH IDA
Segredo e Amor da Ordem
ELEIQAO
Na q a"a-feira, s9 do corren'e, procede"-se-
ta4 Hr co i R-rre-entante e do Deputado,
oa forma da lei.
t cr< liria, ii de Jcneiro de 1893.
O secretario,
J. M. F.
Cinco Pentas (partida)
Afogados.....
Boa Viagera .
Prazeres .....
Ilha.......
Cabo (chegada) .
7.50
8 00
8.10
8.20
8.40
9.00
TARDE IDA
Cinco Pontas (partida) 12.00
Afogados....... 12.10
Boa Viagera ...... 12.20
Prazeres....... 12.30
Ilha......... 12 50
Cabo (chegada)..... 1.00
NOITE VOLTA
Cabo (partida)..... 10-30
Ilha......... 10.45
Prazeres....... 11.05
Boa Viagem...... 11-15
Afogados....... 11.30
Cinco Pontas (chegada) 11.40
Os trens ordinarios partiro na hora da tabella, a saber :
PARA O INTERIOR
Cinco Pontas manha....
De


> tarde .
> noite .
DO INTERIOR
Do Cabo para as Cinco Pontasmanh.
tarde
noite
6.00
8.15
5 35
8.00
6.50
4.23
7.00
UJLFZT1UCS
Companhia Nacional de Salinas
Mossor-Asso'
O vapor Assu0
Actualmente i/eite porto se-
ui'a nestex poneos nas para
anlof, Rio Graude o Sol, Pe
Iotas e V> hu Alegre.
Para caga, etc., trata-so cem 08
AGENTES
Pereira Carneiro & C".
RA DO COMUEHCIO N. 6
1.' andar
Hamburg Sued amerikanis-
che DaD pfchiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Mendoza
E'esperado da
Riin.pa no d i a
8 do rorrete,
e seguir depois
da demora necersaria para o
Rio de Janeiro e Santos
Para pasiagens, carga, frele, etc., trata-sa
com os
Consignatarios
Borste^an & C.
RUi DO CO^.MERCIO N. 18
' an^ar
iiatt OliFira
3o Leilo
&i9$saiii 'iwiiiilBBa oh Sa-
Cabo, 23 de Janeiro de 1896.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao tenente-coronel dlre :tor
deste Arsenal, distriboem-Be costabas nos d as
27, 281 29 do correte mez, com as costoreiras,
posDidoras das goias de os. 701 833, de con*
ormidade com a* ardeos em vigor.
Secc&o das costaras do Arsenal de Guerra de
Sstadode Pernambuco, 25 de Janeiro de 1896.
Flix Amonio de Alcntara
OolUc adjunto.
A Gl.\ do Gr.\ Arch/-
do Un.'.
Ben.-. Loj.-. Cap.-. Corcili?c2o
NAL/. DO CABUJA"
SesB.-. para eleico de depctudo, repreBen*
taote e da administrado de 96 97, terca eira,
18 do correte, as 7 boras da noit'.
Ord do Recite, 31 de Jcneiro de 1896.
G.\ A.-. 18.\
Sect.'.
Scciedade dos Artistas M-
chameos e Liberaee
Em 25 de Janel'o de 1896
De ordem do lllm. Sr. director, convido aos
Srs. socios, a combarererem sessao extraor-
dinaria de aesemOli garal, em nossa sed, as
6 1|2 horas da tarde oo da 29, para dar uos4e
a nova directora, qne 'em dn eerir os negocios
i'Ociaea do aauo de (896' a 1697. A sessao a-*.
feita com o nnmero qoe comparecer.
O 1. secretario,
Gaspar Antonio Ao, Res.
Superintendente.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs'
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigue?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
dcsta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
FORTOS DO NORTE
Perabyba, Natal, Maco, Mossoro', Ars-
oaty, Cear e Camcclm
O paquete Beberibe
Commandante Carvalho
Si'goe no dia 2* do cor-
rele, as 4 boras ua tarde.
Recebe carga, encommecdss, p3888eenB e di
oheiro trete, at s 11 noraa da manba do da
da par'ida.
ESCRIPT3RIO
Ao Cae da Comnanhia Pemambu cana
n. 12________
"Companhia P- de Navfga^o
HORTOSLONORTE
Cear, Camocim, Para e Manoa
O paquete Jaboato
Commaodante Alfredo OoimarSes
Sefto no dta 4 de Feverei-
ro, i 4 boras da tarde.
Recebe carga, fncpmtaendas, passaeens e
dtbero i. frete, at as i< btras da manoa do dia
da panida.
Cbama se a rttencao dos Srs. carregadores
para a claosoia 10.* dos coobecimeoto i que a
segoiote:
No caso de haver al*nma redaTajao co ntra
Companbia, por avar'a oo perda, deve ser feita
por esenpto ao agente respectivo do porto da
! B-argn, dentro ce tres das depoia de tiuali-
sida.
Nao precedendo eeta formalidadp, a Co.mpa-
obia tica isecta.de toda a respousabilidade.
ESORIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambacana
n. 12
ibiutKiuh titilas
Companhia Franceza
^?eg':t;o a vapor
LinL-.a regalar entre o Cavro, Lish t,
Pernamboco, Macei, iiiu. Rio de J.
te ro e Santos
OVAPOR
Entre Ros
Commandante Conan
Espers-se da Eoropa at o dia
1 de Feverei'o, segntido de-
DOi8 da nt ced aria demora para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
Ruga-se aoa -Srs. importadores de carua palos
vapores desta liuba, qoeiram ai -o oe o dias, a cei>iar do da itegcnrga das al-
'.areDgas qoalqcer reclamacaoconcernente a ve
lomes qoe or vectora lenbam seectdo para os
portos do sal. sim de se podemm dar a tempo
as orovlteoctas iiecessarias.
Expirado o retenao prazo a companola nao te
rasponeaollisa por extravos
Este vapor r.o recebe ca'ga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Rnp o tloaimorrar. Q
m,n i." dP talw'' ert) de d-ogas deno-
Constando :
,n?|ee!ID'0r,,a0tl lrirfi*0 de a^arelic, ditas
u" Sde. ;e,0ro" "f '.* ,08,re ^cbrjB-
pbarmac'oti"o e &?*?', roti*cl<>*
lid do Dr n.' .' Perle"ete a massa fal-
T d Dr bernardo Liodolplio de Mendcnca.
Ier9.-feira,28 do corrente
Ao meio dia em paulo
No estabelecimento cima da ra Bar So
da Victoria n. 2j
O agente Oliveira por mandado e asfistencia
levara a leilo pe 3 vez o grande esiaoeci-
menio cima, a requermeoto dos syodicos de
di'a massa, seviodo de naseo preco cfferecldo
por p,iiiCa.. depor do 2 le ISo.
O caiaoco continua em poder d.> mesmo
agente eai sea tscrip.orio.
AVISOS DIVERSOS
A oga-se o andar terreo do eoorado do
cseso Czomeiro n.3, tom agua eocaoada,
apparrlnr, 2 salas t 3 qoarto?, a iraiar na praca
do Herval a. 3. '
Loj Brazileiro
O VAPOR
Espirito Santo
Commandante Orden er Car
NA SuLUDADE ru uo ect-ni!>*rg4dor
Nuoes M>cbi dan e asceio, h-mbrfj, bolo oo noivo, dito da
noiva, iao-df-!6, Dolo ingle, cito ne arroi
dito de mandioca, pifien de nata, nai benta
boos sorcados, Dolo de 'o|j, noliubos uara cha.
torunbas (k lo pao-de-i torrado (kilo podina
de pao, de qoeijo, re coco, doces de ovos e de
frncia, fllbOs para o eotru 'o. alugase bande-
jas g'andes e peqomas e fra -se papel o me-
iho' ane t> nnB-"vi,
E' esperado do
portos do norte
no da St do
correte, e st-
gnir para os
portos co sal no mesmo
COMPANHIA
Santa Thertza
Jaros de d*ben>area
Esto sendo pagos no caes da Companbia
PerDm'iu:.;r,s n. 2, pvlo S-. tbesoareiro Se
bastio Lepes Goimaraes, todos os das otis,
desde tO as & boras da iar'e.
Recite, 23 de Janeiro de 1895.
O director,
_^_____________Antonio Pereira Simpes.
COMPANHIA
Usina Cansancio de
Sinimbu*
Assembla geral
Os Srs. accionistas sao convidados reoni*
rem se em assirabla ge'at ordmana no saldo
da Associ- cao Loa mercial BeoeficeDte 1 bora
da tarde do da 29 do crreme mes, 0m de to-
maren) cobeclmento do relatorlo, do b la neo
e cenias rererntes ao anno p-mno fin do e cu
parecer bacal e tambem para a eleigae eos
membros do conselho ti-cjl.
Recle, 13 Janeiro 1896.
George C. Gatia.
Director secretarlo.
Companhia
Exploradora de prodactos
Calcreos
A directora desta Coaipar,bia, far pagar em
sea esrriptoria a roa do caes do Apollo n. 73,
do rxe o dia as duas horas da tarde dos dias 16
em dian'e, os jaros vencidos m 31 de Dezerc-
bro de 1895. dos ccnponsaa sai exiseio.
Recife, 10 de Janeiro de 1896.
Jes-* de Oliveira Bastos,
Presidente.
CONTRARIA
De N^s=a Serhorada Luz
De ordrm to (sao i'mao jeiz e em obser-
vancia ao art. 19 do noseo compromiasc, convi-
do ao irmflo, ex-jot, ex-vice-joiz, ex secre-
tario e ex-lbSrOO'elru, a compa ectrem em
norso consistorio, domingo 26 do correte,
pelan 11 horas da mait abm de renoldos em
. e-a provecta prt ceder se a conolla don novos
fonicoiicrioB para o tnoo de 1896 a 1897.
Secretaria da .cBrana, em 24 re Janeiro de
1896.
O sec-etario,
Antonio B anaao
rince Line of Steamers
James Unott SewCaslIeou
Tyne
UNJ^A regular entre os
Estados-Unidos e o Brazii e Rio da
frita
E'eaperado da New York
a' o dia 5 Ce Fevereiro, e
sabira depois da demora ne-
cessarla para a
Babia, Ri de Janeiro e Santos
O vapor nglez
drecian jP rince
Para cargas e passagens trata-ae com os
Agentes
Johnston Pater Sf C.
Ra do Commercio n. 15
Pacific Meam Havifatm m-
ovapor
Maranhao
Commaodante O. de Csstro
E' esperado..
dos porto d o
sol no tiia 28 do
"orreita, e se-
guir para os
portos do oorte no oia seguittu.
As eocommenda8 serao recebidas a\(- 1 hora
da tarde do dia da saiiida, oo traoicbe Barbosa
Caes da Companhia Pernambacaoa o 4.
Aos Sr?. carregadores pedimos a spa^itercao
pera a claosula 10* os coGbecimeotc-a qoe e a
segom-e:
o caso de baver algoma reclamacao contra a
companbia por avarias oo perdas, oeve ser f-i a
por e8cnpto ao agente respectivo do porto ra
descarga, dentro de tres das depois de tioaii-
da.
Nao precedesdo es'a lorjiaudade a compa
.ti'a tica iatnia ae toaa a responsabilidade.
As pasaBgens sao tiradas no mesmo esenpto
lo, st s 21/2 r.oras da tarde do dja da sahid
lo vapor.
Atien^ao|
As passagens pagas a bordo custaro
,saais 15/
Para carga.-.paiifages, fDconirxeodaB e va-
lores trata ee um os
age;TESf
Pereira Carneiro k C.
6RA DO COMMERCIO-6
i. andar
Aua-,-e a caca n. 43 uta roa Luiz do
P.ego, com coromodos para granae familia, pgoa
e gas encanados, irand^ quinial e jarflim ao
lado, reenOcada de novo, a ir*tai a roa oa Im-
peratnt n. 16, loja.
Vende-se terreno.-' na roa ReaTdT ToiTe
ero frente a esaeso da va frrea do C.xog '
trat'-se na Caponga, roa Jcaqnim Naboco
n. 28.
Me I anea Ferrei-a de Medeiros profei-sora tita,
lana pela Escola INoraia!, pmioese a leccionar
prlmeiras iet'as. roriogoe, piano e trabamos
manoa8 a t atar em soa residencia ra da
Sensall-' Velha n 56. 2 antar.
Lid itc^ti, prurrfBr muiius TaoTem
Paris, deseja ie clonar ImgOiS. sciencics. de-
senbo e moflea : desde as p-imeiras lettras at
o bacbarelatn. Carta no esciptorio deate Dia-
rio, rom > in-nspo__A L.
l'rl.lio (I! i-l |a>uU S -.uilco Ua HlV
da publica do Rjiadi de Pero mboco, ns. 400 e
973 de 100*100 cada orna, pertencentes ao
anaixo s.-igoado, pede-se a qoem as en-ontron
o lavor de entrega! as na ra des Afilelos n.
31 q- e se-J recua*measo.
Ritife, 14 de ezemhro de 1895.
Jo> de Sooxa Moreirs.
Prec"a*8P de
de S. Jurge n. 141.
i ma engoiomadeira La roa
Paga-ee bem.
Urna reonora que e kio morar com ontra
e nao teolo domicilio, qo-m tlser, qneira di
rigir-se i roa Barao da Victoria o. 65, 2 an-
dar, pora crnvi-noionar.
= Precisase oe om cosinhelro on ccembel-
ra.de nm copeiroede orna engomroadeirs,
para roppa de seoboa : tratar oo c-es do
Capibarme n. 30, Serrara Pernamboca a.
STRAITS OF MAOELHAN LIKE
O paquete Orcana
Eaoera-se d a
Europa at o da
1 de Fevereiro e
segoir depois
do cosime para Valparaso com es-
Sentan-s da njgiene lio vos eDganeiS
mais : a ratirga oo q';intae! de qce efleciiva-
mente, por iguoraucia. e vos pede p-ciden-
ca, dis>ndt>-se ser do q.ija'al de Pe ro ou
Paolo, sao do deposito das rxateri.,8 feches da
Dia'nage. que peridicat.- enle aoerto para ser
esvarado, acoo'ecendo ser a catinga exce.-siva
aqnl oo Recife do qoe pedimos providencia.
Veudt-ee orna aeia commoda nova e mo-
derda, na roa da Palma n. 49.
t
MSB LillSIIilB
E' esperado do porto do Para
at o dii-lO do Fevereiro e s-
tira depcie da demora necessa-
ia para o mesmo porto
O vapor, inglez
Madeirense
Para cargas e passagens trata-;.-e cem os
ConsigDatarioa
Jobnsto^ Pater & G.
Ra do Commercio n. 15
D* Franclara Xavier Pereira de
liveJr*
Ca/IOB de Altuqoerque Pereira de Oliveira,
oa mi, irmaos e primea, convlam seos pa-
reles e amigos assistirem as mifsas qoe
mandam rezar por alma ce soa finada Pracci-ca X.vier Pereira d- Oliveira, no dia
29 do correte, oa matriz de Santo Anonlo,
pela* 8 boas da maoni, 7* da de seo ralleci-
mento. aoiecipendo seua agradf cimentas.
t
Amerieo Leopoldo de Batios Fer-
reira
Iiidoro T. de Mattos F-.-reira em bomeoa-
gem ao seo p e-ajo irmo, compadre e amigo,
Aroenco Leopoldo oe altos Frrreira, manda
celebrar orna mise ni "ia 19 do corrente, 7
do sen paesameoto. as 8 oras da mar.bS, na
matru da to^-Vlsia, para o qoe, convida sos
parantes e .mig a do tinaito.
PSPJW"^
LEILOES
Ter^afeira 28 o de vesioanos, contornea
e rcupas para o carnaval em um ou mu o lo-
tea, onjecoB para tbeatro. ________
da demon
cala por
Babia,
Kio de Janeiro e Montevideo
Nao tem sccimmodecOes para paeaagelros de
A gente
Leilo
1 KilCkklkX
2." classe.
Pede-se ao Senho -
res consummidore^
me queiram fazer
lualquer commnnica-
$o ou reclamacao, se-
r esta jeita.no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambem se re-
cebera qualquer conta
que queiram pagar.
Companhia
De ServJcos Martimos de
Pernambuco
Non termos do art. 147 do Reg. sobre as so-
eieoadea aounymas, fi.-am na EJe iocial a dis
PomcSo ios Srs. accioo stas.
Capia dos balando?.
D.t da relac&i nominal dos accionistas.
Dita da lista das transferencias de accCes.
Raclfe, SI de Janeiro de 1896.
Francisco A. Lardoso,
Secretarlo.
Assoc aco fomneitisl
D08
Refinadores de assucar
De ordem do Sr. vice- presidente, 5o con vi
dados todos es socios a compartcerem i roa de
S. Joree n. 118, 1* aodar, terca felra 28 de
orrente, as 11 b ras do da, para em asaem-
olea geral eleger-se a nova mreciorla.
Rece, de Jaaeiro de 1896.
0 Btcrsurio ad-hoc.
Jote Oliveira,
e di.
Parj curi/a, pas-agens eccommeiidas
qpei.-j a frele iraia-se cwb 08
&OENTES
WiJson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Norddentscher Lloyd
o VAPOR
lohenstaufen
E' esperado.,
da Earopa at o
dia 1 de Feve-
jreiro. e segol-
ra depois da de-
mora oeceBSan para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Entrara no porto
Este vapor de primeira classe e
offerece ptimas accommodafBes aos
Srs. passageiros.
passagens, carga, (rete, etc., trata-ee
AGENTE
V.Neesen
4Caes do Ramos4
Das mercadorias e u encilits, core prova de
fogo, cirujas, e todo mni3 que existir 00 ar-
niaiem sito a rea da M^ore ce Deus n. 16 per-
tencente a Fernaodee Joliao & C.
Terca-feira, 28 do coirente
A'8 12 HORAS EM PONTO
Em o mesmo estabelecimento
O agen e Pestaa fara imiao por mandado e
asMs'enc a do Exm. Sr. Dr. joz de direi o do
commercio, da& mercadorias e oteocil es cima
mencionad! 8. arre> lados a Feraande* Joliao &
C. por BiackLnm & C, no da e boa cima
menriOadns
t
Alfredo Uendes de Hollanda
Adolpno Mendes de Hollanda, sua mclber e
filbrs, coavieam o* seos prenles e amigos para
a'8i8tirem as mis.-as que uaidam rezar por
alma de seo p es'o Iniao, cuntalo e no, Al-
fredo Meodes de JIond*, na matriz de Santo
Amonio, 8 horas da manb do ais 28 do
correte, 7* dia deten pasasmento ; coofea-
8an3o se desde j gratos a todos qce compa-
recerem a este a-io de religiao e cano^de.
t
Para
como
GRANDE E VARIADO
Leilo
De vettoarics para bemeos e senboras, cani-
cas e capacetes para goerretros, varias armas,
espingardas, espadas larc regrs, vistas, b>-t-nario.-, movis, figuras e mol-
t'.s oolios objectos para ibeal'os e
Carnaval
Msicas para as oneras Faosto, Gioconda
Jote, Pulilo, Lacia, Aid, Roy-Blas, Goarauy,
Baile ln Uascba-a. L. Borgia e Trovrtoie, o
terceto ce Lom',ard.
Tera.feira 28 do corrente
RA DOM JESS N. 45
0 agente Pinto levara a lellao i requerlmm-
lo da sociedade anonymi Arloo e por deepacbo
do Illai. S-. Dr. jon ae direito des (ellos da fa-
zenda os objectos cima deferiptos existentes
no armasem da roa do Bom Jess n. 45 onde
serao vendidos.
0 Uillo principiar as 10 lia horas.
Alfredo vendes de Hollanda
Sebastian Jos Mendea de Hollanoa, soa q-q-
Iber, nlho uoas e netos, coovidam seos pa-
reles e amito.* para M-iMirem a rci-fa que
mandam iezar por alma ce sea presado rJloo,
eoteado, maco, coobado e tm, Aliredo Meles
de Hollanda. na matriz de Santo Antonio s 8
horas da minna do da 28 ao correte, 7* dia
de seo pas8ame,.to, n.-i, fe-san los; desde j
gratos a todos qoe comparece.-em a este deto
fe re^piSo o partiia'4-*.
f
Jone Joaquim da Costa Piulo
Aona TOeresa ne Jesos Pinto, reus fibos,
irmaos e eoori ,hoi convidam a t3dns os seos
parantes e amieos para nsiMr*j& a? missis
qce pir alma de seo presado esposo, pal, ca-
obaao e lio Jos Joaqoim da Cosa Pinto, man-
dam celebrar n< s conventos de Nossa Senbora
da Peona e do Carino, -i 7 borB, e oa mat-ji
de S. Jas as 8 boras da mauba uo oia 29 do
crreme, Ia aooiveraarto de sea falle.Imeoio,
e desde j agradecem aquellas pesseas qoe se
dignarem de comparecer.
De ama ana qoe coiiotae e compre, ne2- an
andar da typcgrapbia do Diario de fe: naflft
oteo.
MUTILADO
i

i
1
I
-*-
-




'

Diarlo de Peraambaco -* Domingo fcG de Janeiro de 1$9G
saa
Ama para crianza
Precisase a til ar roa Xeln.L?- S8-____
Vinho de Janipabo
Vende se a 35*000 o oarnl de 5\ roa da
Madre de Dos D. 10-
A2A
Pa-a ppqpeoa f. muta, prec*8a-se de orna para
cosmr-ar, a t-aiar la roa mair.i da Boa Vltla
D. 52 1* aimar.
Ama
Ni rea Jo L vr^rrento n. 7. precsa-se de
um- para MflmMf 8 mus algumservigo de pe-
que a famiU._______________.-.,,___
Amas
Precisare de *ts. a iralar tos Barao da
Viclo'ia n. 63. 2* -ruar. ______________
Ama
ArsSo D. 39 p.-erisa as de doas
par lava' e
Ni roa do
amas, urna para ci-iotiT e cara
Dgcrcma*.
AMA
Precisa-se d<> otra -a nconmrr e lavar
roup' df c !ang8 ; oa ru da Prala, sraiaiens
B8. 7 e 5.
Ama
Pr csa-s^ de cn>? Dura cosios', a t'atar na
na Bi m Jefa* n. 50.
Ourives Oc-
culista
TLEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Estabeleciao com officina de oorives a ra das
Lirangei'ss n. 1, .ivie ao seos fregoeiea e ao
respeltave publico, que uiatem tfljciaes bab
lliadusimos para execogSo de qaalquer trabalho
concerm-nie a sua a'te, especialmente cavagOes
para brilbiotes, ocnlo*, projioei, u.oooco
toe, etc.
Ooura as. praieia-S'-qcalrjee- metal, oncer
toa rn iiqries te nadreperoU oo entra qoalqoer
especie, garanl'ndo prpg o ootcon.
Hna das Larao Reirs n. 1
I
)eotes
Termina a bcrrivel dor de dectes usar
do o exeellente preparado de Manoe.
Cardoso Jnior.
As cartas que. Ihe tem sido dirigid.
pelos jornaee de maior circulacSo, attee
tam a eficacia.
Drogara de Francisco Manoel da Sil
?a 6c C., ra do Marques de O liad
D. 23,
P fiar macis Martine, ra Duque d
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreitad
Rosario u. '.
Pharmacia Alfredo r/erreira, ra i i
B< rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar-
f di Rosario n. 13
TIJIILDS
Na Fabrica de Teci-
dos em Tamaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struccao. #
SAUDE PARA TODOS.
UNCUENTa H OLLOWAY
O Ungento de Hoiloway um remedio infallive! pt.
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o i.
se reconhct.
Para os males de garganta, bronc*.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem seinelhame e para os membros contratado* e
juncturas recias, obra como por encanto.
iles de pernaJ e do peito; tambem para as feridas
mo e para todas as enfennidades de peito nio
s resfriamentos e tosses.
I -
Euasi ledicinas silo preparadas sdmente no Est.-Jilcimento do Professor HoLLOWAV,
78, NEW 0XF0KD STEEET (antes 533, Oxford Street), LONDBES,
E vendem&e em lodas as pharmacias do universo.
Os compradores sio convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se oto te
533. Oxford Street, sio falsificaeoes.
i a direccao.
'?'
lARTI
l&RAHIILADOA
kKO
Oosto agrada-! torna a dar com rpido?, ao nam/uc sua ri ueza e forc* Nao d l j
pristi de venir nao annogrece os dente*. ca irrita o entomuge. /ffJ
*$ rBJS. 50. rsi Boilua. Deposito era V-wimbueo : C" e DSWiis u PB0D0CT0S CBIHICOL /&&
sena ei i Oas m oito lodieamen
JPAttIS 7, Boulevarti Denain, 7 JPARZS
eDositos em tod.-w as princinaf"' I havmacipB
m i mm
51 Ra da Imperatriz &t
ALBERTO CARDOSO & C.
A V Extnas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, veos e saias de seda re-
ebeu a
AVE D P4RAIZO
Compadre
Compadre vo diea-me oode compra geoe-
ros para oa dt^peBaa ?
En Ibe dieo:
Ha mo'tos annog que compro em ou arrea*
xem, e nao me con ia qoe nioguem t>eja mais
bem ervi lo em not*a ia*ie ; comp'O all, por
qoe encentro o qoe p-ecisa, din* nota e man-
dam me todo a meo godtc, ja v nesia condi-
gno psten Mttafel'.o.
Em pregn nSo tu quem vnda mais barato
e todcs os gneros rao de primera qia>idude ;
a boa macteig, o bom cha, o bom qoeijo de
diversas qoaiiaaies, o ocm viobo de rrca da
Serra na E-trelia, o bom vintio do Pcrtj da
ro4!s ba'.xa a mata alta q*i?.h.laie. es boos lirO'
re?, o bom cbampagnp, (joalmei-te 'oto quaou
se pode desfja- para orna bi nespeisa.
E teem tambem om completo sortl-i ea'o de
obras de m-1, como 8 j im rt-t'.** para com-
pras, ti; 'a o' para papel, rcupe:ros, berros e
in^a? caiel'a?.
Obrigadn c( rupadre p-.lo qne me diz, po*qu<
a v a est rroito cara, v< u mQdar comprar o
qoe precnar nesse a-mazen.
Poi8 mande compadre qce ba de flear fa'is-
tei'o.
Olbe o aotlgo armnxem dp
PtTo Hendes A C.
RA E5TRE1TA DO RuSaRIO (JUNTO A
IQREJA)
Sei onde compedre.
Agoas
CHEGARAM
AS
Medicinaos da
Fonte Novaem Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente deseo bertas,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinaea,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estoo-ago, de qnalquer
aatureza, bem como do figado.
Para convencer-se eiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
finha.
A' venda ias princ-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- SALMNM & G '
Raa dos Douradores n. 82
]. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCX3
Joo Ferundes de Almeiia
Tria venta da Madre Deas n. Mt
Fabrica a vapor d
deecart'^a r algodo
e caf.
Vende-se a fabrica
de descarocar algodo
c caf com todas suas
machinas e pertences
na cidade de Bezerros
como tambem o predio
em que est montada
a mesma fabrica, livre
e deserabiracada de
qualquer cnus
A tratar no Rec'fe Ra
do Commercio d. 18--2.
anclar.
NEURASTMENIA, HYPOCONDRIA, DOENfAS NERVOSAS, IMPOTENCIA^
O GLYCEROPHOSPHATOdeCL dalloz
i t lieimeto por eiwllenoia pm ai lopramencionadaiindicacti na inu del a!cclheradas (dai para ufelantei diada refeiel
-Em BAMBUCO CuMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
(Wedalba de honra
0 OLEO CHEVRIER
4 desinfectado pelo Alcatro,
tnico e Mlumico, o cu; multo
augmenta m propriedadei do
orto.
0 OLEO de FIGADO
DE B4CAL40 FERRL'GINOSn
. a upica prenaracAo cue permita
(adminutrar o Ferro *cm pro-
dilir Priso de Ventre, tem
Iocommodo.
DEPOSITO geni en PAR!-
121,m do Fiui'-Iootmartrt. 21
iFRRUGINOSOj
"dALCATr\^
'J&mm:
DIPLOMA DE BONR]
E1CE1TADO ron TODAS AS
Celebridades Medicas |
DA FR MCA E DA El HOPA
16.
^^s=s^^
idu di Honra.
' Oriem '
I.

W0LESTI6S DO PEITO,
' AFFECCdES ES: 'OFULOSAS |
CHLOROSIS,
CNEnA, 0E8ILI0IDE,
TSICA PULMONAR,
BRCNCHITES, RACHITISMQ
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA HE HYGIENE DO IMPERIO DO BRAZIL.
m-wm
:
Cal if pane a e Vp-
farem
de Jagrnaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
creos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu arrazem do
Caes do Apollo o. 73
CDADE DE
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANGREATINAI
de DEFRESNE
Pharmaceutico de Io Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
aipestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracao ou
ausencia do sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracSes do estomago' omc
mao intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-icm
OTmida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescriptas 12*
^apelos riiedicos contra as seguintes affecgOes:
S, Falta do appete. < Anemia. } Gastralgias.
ff Mas digestdes. i Diarrhea. Ulceracoes cancerosas,
vmicos. i Dysenteria. Erifermidades do gado.
Fiatulencia estcmaoal.j Gastrites. ; Emmagrecimento.
bomno^nciadepois-.comer.svomitosij^acompanhain a gravidez
PANCREATINA EFlESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinlKis depois da uuanaa.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Pharmrias
1311
A pHOSPHATINA FaLIRES
i alimento o mais agradavel e mais recom-
mendado para as crianzas desde a idade de 6
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a entieso, assegura a boa formaran
dos os:-.os, dte e eslorva os defeilos de cres-
ciicento, impede adiarrhe? lofrequente entre
as cridnras.
Pars, S, Avenal Victoria e em todas as pharmacias.
PfflSIOae VENTRE
Cura pos
I Vordadeiros
DE
Campos & C
N. 36-RA DUQUE DE CMCUS-N. 38
Em frerjit do Diario
Os propietarios dpste bem montado estabe
lecimecto previnrtr ao respeiuvcl publico qoe
Dar bem servir aos rea fiegoezes teem do re-
tetn eetabelecicceoto am esplendiao e varia-
do Borumeoto de casemiras p-etas e de corea,
o cae ba ce melbor em la, b'ias de poro lindo
de todos os padrees, e por prr-cog raso-vel.
Poppuem fioni artista", pelo que se JDlKam
habilitado a satisfier com todo gosto, esmerr
t perleico ao freeoei miss exgeme.
ti mesma alfaiaiaru alaeam-se casacas,
te.
Liquidado
A laja Paria n'America ten-
do de liquidar diversa* fa-
zenda* de modas ehaaaa at-
tencao de aeua fregueses para
grande* aba ti mea toa de pre"
eaa.
Raa do B. da Victoria 1
Pernambuco
O nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS, PERSE-
vejos, TRAgAS, bi:heibos etc.
Brazlin com Seringa
insecticida
Privilegiada na Allemauha, na Blgi-
ca e registrada em t dos os paizes da
Eoropa.
Privilegiada ro BRAZIL SOB fiO
1577.
Na Repblica Argentina sob o n.
1377.
Nao ba MAIS PKECISAO d'ama SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZILI^ o MELHOR P insecti-
cida do MUNOO e mata 8<'b garanti-
MOSQUITOS e os insectos cima mena
ciooados.
Prego de cada Serioga c-m p 500 rs.
Encontrase em TODAS as Pharma-
cias.
Por > tacado as Drogaras de GUl-
MARaF S bRAGA & C* COMPA-
NHIA i-E I'BOGA 8 E FABIA SO
BB1NH0 & C-
W

4
OO"*
solK
Laxativo certo, t I
sabor agradavtl o fcil a Ornar J
Pars. 6. Avenue Victoria e em (oda as Pharmarl.
MOLESTIAS DA BOCA E DA GARGANTA
PASTLLHAS de PAliNGI
deChlorato de Potassa
e d'Alcatro
Approvadas pela Junta de Tiygine
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da boca, taes como a inflam-
macao das gngivas, as aphtas, a
secura da ngua e do paladar, e
egualmente as molestia* da garganta,
como a nchacao e ulceragoes das
amygdalas e da campainha, a i-ou-
quido, etc. Ellas sao muito procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermao e outros ora-
pablicos, etc.
PARS, 8, rae Vivienne
TODAS AS PHARMACIAS
SAUDE DAS SEHHORAS
DE
(Differente do Apiol)
A APIOLINA o mais poderoso
emmenagog-o conhecido, e o mais
apreciado pelos mdicos. Ella pro-
voca e regularice o flux o mensa!, taz
desapparecer a interrupcSo e 3 sup-
presso d'elle, bem como as dores
de cabeca, a irritucSo nervost., as
crispaces, as dores e clicas que
acompanham ae epochas tnentruaet,
com promsttendo to frequen teniente
a saude das aenhoraa.
Xm PAH/3, a. Ana Virunom.
pregadores de se;
1 dores pblicos, el
PARS, 8, i
KM TODAS
Cb
!

u
l
Criado
Precisa-fe de nm c?m cenduc ta, a ra
qnf do H-rvai n. 1W. ifbri<-).
Mar
UemaicaQoes de trra
Pelo eogeibeirt C. C. Carlfni, escriptorio oa
cidade da Escadt i raa do Rio o. 11
Casa
Alaga-ge i bxpkiUb ie csk i roa Motocolom
bo d. 24 un Afog' rs. a qoal off^rece ptimas
ccimucorg.es para familn. a par de crande
Di nial, divrrsas f u le>ran e excellenle parrei
ral. Prtco moitissiao raseavel : i tratar ,no
Basar de Afogido.
egou! heg-
PARA A
AfI Di PARAIZO
A mais sita pbantusia d'esta e tago
Tindiseimo chifon de seda & Maris.
Stuart!
Variadissimo sortimento de pbantatias
em la-, algodo e seda.
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso rt C
8 ibrado
Vendr-- e o cobrado o. 161 <\- rus Imperial
de doos aodsrec, con aeu quicial un raa o, c cbei-s, porta- com gradea-
tueoio de ferro, moitos comromor, e rom pro |f,
poico para urna fabrica a ti atar oa roa de 1 l-'omP*m
BarSo d Victoria o. 49, leja.
0 fORRHUoi
creosotado *
de GHAPOTEAUT
0 MORRHOL CREOSOTADO con-
tm os principios activos de creosoto
de faia E' um microbicida poderoso e
constite o remedio mais eficaz contra
as Bronchites e Catarros rebelde?, a
Tsica laryngeana, a cotuumpgo e
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
^e era todas as Pharmacias
28
iCHABLE
PAR/S
ICITBAT0 DE FEBBI
CHABLE
laOOJMOCiniireGaWrtB
Floxos brancoa
Perdas aemlnaos
nTOBAJUnAUAOS
NEVEIRTl
DOS
CSTELLOS e dos CAMPOS
Prduz em 10 Minutos
SOC gr. a 8 kil. de Gelo,
ou Sorvetes, Bebidas Ge-
ladas, etc., por um Sal
nottensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honori, PARS
PROSPECTO FRANCO
Companhia Exploradora
de Pr< duelo* Calca-
reos,
Virgem He Jaguaribe
A 90000 a barrica
(ara o fabrico do aaoucar vende-ae n
mpanhia Exploradora Qt Producto
Calcreos do Caes do Apollo n. 73.
J\
Engfenho Santa Cruz
V-rie-^p o p'-genhi San'a Croz sito co n o-
oici lo "o R o Forrro^p, morte e correle, cem
upa- idade para 4.000 i e-, com multo boas
otirs-s matias, i ovld a agua, com moendus
de 40X26 po!leg?das, roda d'agua e t.xas de
as,"-niamt-n'0 no^aa distiliaco do fabrcaos
Goimaraes, na Babia, para 100 caadas diariaa
e grsmdas robas ccmpletameote novas, 500
formas de unco quaei .i.vas, balc6-8 fobre
trilbos pa-a cecear as-urar e tocos 03 mais
oteociliO'i de eneeoho, ezfra velba e aova, bola-
da, burrum, gado de criar vaceum e cavallar.
O eogeobo esta todo demarcado e dista da ee-
t?Cao de Gamelieira 4 lecaas, mas Mear em
breva lempo prximo a orna das estacSes da
estrada ^ ferro de T^nandar: 4 tratar com
WsDd-rlf y & Bastos ra do Bom Jess o. 19.
1 mdar, to com o proprletano no referido eo-
geobo.
Tambas das Ala-
go as
Vep.de-se novas e gran-
des em quartolas e bairis,
garantindo-se cao estsrem
^ujeitas a erem vendidas
a peso, na ra de Pedro
Affonso antiga da Praia ns.
7 e 5.
Barcada a venda
Vende-se a barcac,i Ra!-
nha do Sol, Jotacao de 600
seceos, reformada e pin-
tad ade ncov.
Quem a pretender diri-
a-se nesta capital aos Srs.
Rodrigues, Lima $ C.,ou
em Mnceio' aos Sr. Rodri-
gues, Cardoso e comp. e
em S. Miguel de Campos,
estado de Alago; s, aos pro-
prieterios Vasconceilos No-
vae^e comp., em liquida-
cao.
Com modos
Mmp. Margarila Moiler tiro aposentas para
boppedes : a informar a ra to 'Jemb'ca d. 6l
merceans.
ngommadeira
Precisa se de omi la^adeira e ecgommarJeira
ca Csmiobo novo o. 120.
V^ende-se
DFta data em dtanle at r> Bm do mes. ven"
de-se a qurn tiver preci^ao, orna po'cao de
Cihros e t-a-'esfO's para andairxies, iaoo-s,
oortas e rollas velhas, porgao de pedras de
can'ana, um maturo e apparelbo cademado
p^ra suspensSo de maieirap, tudo islo perten-
cente ao espolio do '.Mecido Felismino Ferreira
dns Ci:"t! i', para ser apando o qoe de', para
fazer a hqoi aco des dbitos do mesmo falle-
cido, or penido naa orpbSs, a tratar com Ru-
tino Con-seiro. ra do Lima em Saoio Ama-
ro das S-iliPS travesea de Joao Veiga d. 19
onpe se mosi'arao ditos mate iaes: tambpm se
aloga' o telbeiro e coebeira para bois, em ter-
reons iodo mu'adoa com porlo oa mesxa roa
1 L'ma ; o* oreteedeates podem ir ver estes
objedos to 'es os dias das 8 boras ss 5 boras da
tarde.
Hjdrosudotherapia
Jo&o de PeF8oa Olivplra, volgarissdor da Hy
".'ri.fu .oih-'rsip'a oa novo metbodo de curar
todas as molesms. com exetnsao absolota
la medicmentos e oper-gOes, resolveo abrir
om curso, onde propOe-rea ensinar as arplica-
oe3 ceste sys*ema para cada molestia em
canicular.
Paga da D z;=. t-, antlgo pateo do Collegio
n. 77, 1* andar.
Das II 1/2, 8 2 bo as.
Com pratica de fazendas
P'priga s^ de om caixeiro que alm de pra
tico r boas referencias: quem e acba* cestas
co i ifies, pode entender se com o Sr. Domin-
gos Feoaodps, na Soja da Perola ra da Im-
peratilz o. 78. qoe se dir quem precisa.
CosinlHra e criado
Preesa-ae na raa de I'ay-
aand n. 9.
Grande sortimento da meias propria
para padres, conegos e bispos.
Merinos pretos, superior qnalidade na
ats do mm:
5i Ra da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
Regulador aa Marinha
Concerta-se relogtos de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
alectricos, oculos, binocaloe, oculos de
ilcanc-. joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte me chati i ca.
9tua Larg-a fio riopario 9
Ave do i'araizo
51 raa da Imperatriz 51
Recebem das principaes pracar da Eu-
ropa, quinzenalmente as mais altas No-
vidades em fazendas finas.
ALBERTO CARDOSO & C.
w+w
-:'
H
SSo
^1
eO-g
-a a
^1
w s
ta a
sa a
az
se >
2-9
9
m p
CD g
60
O as
-a u
o
1
a

DO O
o
Bb
o o
o c
I
n
05 03
tu
.2 n
2-2
.13
= ?
Engeohcs especiaes
Q'ji m pretender comprar doos eDgenhos
ersioae^, m.Diadosa capricho, em terreos ao-
atx s e fertiiissimos, cobertor de maltas, pro
o. s para se levanta' orna usina, com eapaci-
>iade de s ff-ejar mais de 20,000 sccos, actual-
mente com sffras criadas para tres mil paes
m cada ntr, sillos de cafezelros ja carregados,
i om bons cercados, bois, cavailos e burros,
dirija-se a esta cidade tratar com Jcao Anto
iio Alves, que os veode barato.
P11 nares, 21 de Janeiro de 96.
IVladeiras de construccao e
d ateiiaes parae difica^ao
A Compaubia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em seu armasem oo caes do Apol-
lo n. 73:
Maderas p-ra coostruegao.
Cal branca de agoaribe.
Cal preta.
Cal virara para assacar
TijoiloB de la Irilbo e commons
Tijcllos refractarios
cres :e cantarla para soleiras.e etc
Gov-ernante
Precisa-sede orna p:ra tomar coma de orna
casa de om vipvo, com doas ra-nloas, a Iralar
roa Birao da Victoria o. 65, 2* andar.
Ac A rifaAccao eolre amigosde om cavallo
captanbo, qoe linoa de corre' com a lotera
nacional do da 25 do correte, tica transfer Ja
para quaodo for asnoDciad?.
Amas
Preci a-3e doas sendo: orxa para cosiobar e
n ra para copelra, oara casa de pooca familia,
oaRa-se bem ; .-atar a ra do Imperador o.
71, V> andar.
Ccsinheira
P ecisa-?e de ama boa ccsinheira qoe durma
!i casa dos pal e?, pagando-fe bom ordeaa-
:, rio Camiono Nova n. 120.
Cr>rros|e bois
Vende-se 2 carros de 4 rodas e 3 bois, todo
- m i o is co;iaig6''S a tratar oa roa as Crozes
B. 34.
to O o
"i
C6T3
m
.2 2
-i o
00 a
03
5 g
1 i
fe
S.2 bo
o. g*3
o
SiLS
es o.2 w o 2
s E g f f s
a
tac
e
tiltil
&, T i2 *
3 a s
m q s- fe
O
3

o

es:
41
g
i

Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applica-se ventosas se ceas e
atar na ra das Laraasrairas n 14.
a
.8 .
las
n a
I* a
5 O .3
8-SI
in 6 C8
Broci es de coral rosa
Ctieearaa Hados hro he? de troncos de coral
11 > njoia, recebo a relojoarla David, ru
! bng d. 14.
Prego redolido?.
Aproveitem a pechinch?
Vende-se a propriedade Pilos de Taqua-a,
em Alasoas, distante apenas 2 a3legansda
es'8go de S. Benedicto : esta 1 roprledade tem
proporgoea pa-d a ootar orna grande fezeoda
de caf, ools so s -t-8 sio propriaa e magni-
ricas, baja vicia in a quj tem jooto maito me-
nor, que tem 14 (0) o '> bntado fraco, ledo
-e modado os ps em 1894, existe oa prop-le-
lade 3 riachos fort s, moit m-idelra de cons-
i-ncgao, amarello e louro, di pa'm levantar om
bom eogenho pa-a ir 3 3 000 pa s de assacar;
veode-se barato por seu dono ote osar de plan-
tag6>>8 e nreeisar retirar-se para fra da cidade,
a iratar na roa Marqoei oo Herval o. 165,
veoda.
o s -
8-S -
as as
ns "O
0.2
si
II
s i
>J co
<3
B
o a
,18
a
O
c-
CD
3
O1
3
I
co
o
-i
O 3
O"
"i*
%
6
o *
- ai
u cu
S.J
h
a
.S-TS
STSn
S-T 5
H
m
n
s
*
s
=
3^
i*
SD

B O
*%2
* ? 3
2 a
1
T3 o D
co
O 3 te
1*
B"bP**
o 5 2
3-2
S -
S.2 B-2
h .1.1
3

OSO
3> o<3
B
.SP
"5
-2
3
B
a
a;

3?S^oJ
S a 1
f3 as *
1.11
a 3 s
- S.8
a L i
B.t 9* es
JB a
aa -*
HflJ-
rllll
2 S -P-B
*- a Z<*
S b B-a!
aZ4
""8
1
ls-
3 ,
c3^
.= a
O rO


B

5 s
* 1
I e
Para ter a Verdadeira Agua de
V1CHY
(FRANCA)
Ewigir o nome da Fonte sobre o Letreiro
e tobre a Capsula.
CLESTINS
GRANDE-GRILLE. "
HOPITAL.--"8*0*0
Ter 0 cuidada da designar a Fonte.
Gota. Aris,
Diabetes.
\
Depsitos m Pernantauca- AD6. LIBLE; HABA c%
SILVA JOUOa a iu trwitu Ptarmiciu i intus*
mi.. -,.., ...+ .
."..'"" '



Diario d PeriMamlBiico Domingo $G de Janeiro de 1&3M*

HHltVClCA' TFMTDI f
rMonlsoll m l KAL l
Os proprietarios deste moderno estabe-
lecirr.ento, aprese nta A a admira cao dos seus
illustres freguezes e ao estima, vel pubiieo
desta capital cinvidam a fazerem urna visita
aoseu estabelecimento que encoulr rao co-
mo especialista em cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersej, Moscatel, Champagne,
Fasto, Collares genuino e j aamado
DORO CLaSBTE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes, msnteiga, fiambres dovos, chocolate
menier, m irmellada, passas, figos, casta^has
eom is que concerne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tero a mesma casa di-
versas marcas de cervejes inglezas e alle-
mes especJalisando te a celebre e afamada
Cognac, vermutb, whiskys de varias
qualidades, aguas muieraes Od Tom e a es-
tomacal DRYGIM.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por i^to limitamo-nos a chamar a at-
ten^ao do estimavel publico e dos nessos dis-
tnctifisimos freguezes para tu mos de narrai,afianc. ndo a sua boa quali-
dade e precos excesivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fruetaspara
embarque.
3 3ua Bom Jesue 13
M o l dur as
Sanefai para cortinados, cae-
Ba Larga do-Kozaiio n. 22
Fabrica de
Ei'amp- a de tod>n as qualidadet. Qadroa.
dieiroa, chamins, pavios, moldures para retratos.
Eocrrpg8-ae de retrato a craion para o qoe ha contratado om perito artista,
basta: t* eenhecid.
ercorompr.da eom a maior brevidade.
a bar^tis-ipoB
Prepara a-- quaiquer
Sinceridad* n i>r< c
Para as Creancas.
Tenho feito uso constante do seu preparado Emulsao
de Scott eom grande aproveitamento para as creancas
e pessoas eom estomago delicado, cujo estado de saude,
necessita o uso do oleo de ligado de bacalhau. O seu preparado
excellente. Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Inspector de Saude do Porto do Estado do Rio Grande do Sul. Presidente do Conselho
Municipal da Cidade do Rio Grande. Delegado de Hypiene publica. Ex-interno do Hcispi-
tal de Misericordia, do Hospicio de Pedro II e da Casa de Saude Calta Preta no Kio do
Janeiro.
A Emulsao de Scott de oleo de
figado de bacalhau eom hypophos-
phitos de cal e soda especialmente
adaptada para as creancas. Os hy-
pophosphitos fortalecem o systema
osseo e a combinacao eom o oleo
de figado de bacalhau nao tem rival
para eliminar os germens das escro-
phulas e outras enfermidades para
dar vigor e rebustecer e para pro-
teger os corpos das creancas con-
tra os ataques das numerosas doen-
as a que a infacia est exposta.
Em todas as epochas da vida a
Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Rio Grande do Sul, Braxil.
Emulsao de Scott.
produz forcas e carnes. Desterra as impurezas do sangue.
Cicatriza as lesSes pulmonares. Cura a Phthysica.
A venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitasBes.
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
gQLgETIM 7
AMEHDIGA DE PA8IZ
POR
mm de Mitrar
PR1MEIRA PARTE
O TESTAMENTO DO CONDE
V
(Centinuacao)
A partir de Chaloas-sur-Mame, onde
o trem se demorara atiin da ; esembarcar
gente de todas as armas, o antigo rho-
calbeiro tivera por companhia urna se-
nhora.
A attitude reservada e modesta da jo-
ven desconhecida provocara a sua atten-
jao. Embarcara ella cora dous volumo-
806 embrulhos e urna caixa que lbe ser-
via de val isa.
Schloss ajudou-a a arrumar os era-
brulbos no wsgoa e te ve a delicadeza de
lbe ceder o lugar.
Soou um apito est dente e o trem poz-
Be em marcha, pesado e vag-aroap.
O trajo dagias-agei-a indicia clara-
mente que ella era malber ou flba de
operario ; um bonet de lioho moito bran-
CO dava k eua phyaiooo*|is> um aspecto
gncioao; m cabellos, nyn e luzidioi,
W05~
<
o
b
m
H
ACTIVAS
FH.TJLAS
DE BEISTOL
VEGETAES
ASSUCAEADAS
H
C
>
1? INOFFENSIVO tf
H t> < 0 < t 0 4 0 GRANDE PURIFICADOR H % H < ti
J
SLSAPARRILHA DE BR1STOL CURA TODAS AS IMPUREZAS BO SANGUE E HUMORES
P EFFICAZ *
GRANDE
**WBl
44-RUA m HkHO BO TRlMPHO-44
Mchicas a vapor.
Mr eodas.
?odas d'agua.
Txs tundidas e batidas.
T^ixas b tidas sem cravaca;).
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao d<-> seu hbil proprietaris MA-
NOEL A RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser 0
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua arebitectura
e altura atirna, j pela promptidao e aceio do servido culinario aduaneiro, j
tap-bem pela posifo hygienica do seu edicio.
Depoia (Je innmeras transformayoes por que tem pasado este Hotel, conse-
gaio atinal o seu ncancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que
deve se preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clames relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou eom familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretenden tes.
APSSmTGS
POUR SE MANGER.Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, docess ecco3 e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
\BGA
E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro,oios pecabi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem aempre grande deposito
de bebidas de sua mportago, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs tnissimos, que vende as melbores condicSea do mercado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMLSRQAL
RMIFGA
TIfl. JBST-
Representa^oes
Commissoes
B2-BUA BO BOM JESS-62
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH%RMACEDTICO
T17LASC PE1ASSC0LA SS MSSICIH l miUXL SA SASIA
APPROVAUA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulsao faz expellir completamente em poucas heras os vermes ia-
I testinaes, conhecidos vulgarmente eom o nome de lombriga*. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creancas sem repugnancia. Em sua composiso nao entram substancias mina-
raes que de maudrm de cuidado ou prejudiquem ao orgtnismo.
Modo de asar
Adultos colberes das de sopa. Criancas eolheres das de cha. Deve er
tomada pela manh bera cedo, pura
eom agua adocada.
Pre^o 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 t
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro.'
ou misturada eom caf, leite, ou raesm
15000
2$000
10000
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MBAT
PROPAGADO POR
i '.:, um Jm
FI-NDIGAO DO Itl
Contina a manter em seus depsitos completo sorlimento de utensilios para usinai
veerfenrio st-mpre por prpeos modlros.
MACHINAS A VAPOR 'ie differentes systemas e tamaoho de Robinaon e outros fabri-
cantes de 2 a 12 cxvallos.
CaDEIRAS a VaPOR multitubulares de Fletcher para fonecionur cora o fogo das (orna.
Ibas s lachas.
CALDE1RAS A VaPOR Cornisb e typo locomotiva para func ionar coa lenba e bagacc
RODAS para gua.
BOMBAS de motun-'ontinuo.
MOENrtSe meas mo?ndas,garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de dirTi-reotes systemas.
CBIVaCOES psra fornalbas.
MaCHIN S para descarogar algodao de 14 a 50 serrns cora alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores.
Fazendo parle da direcgo de sua fabrica o Sr. ei.senheiro Augusto Clarb, ventajosa-
mer te conh^cido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montacD de grande numero
o usinas funcionando deaje Estado, incumbemse do mandar vir e erigir gannundo a pro.
dnccu e quahdade do assuw-
AP^ARELHOS e meios apparelhos de vacuo.
DESTILLAQOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo nu, pata grandes
pequenan lbncab. _
52, RA BARAO D0TR1KPH0, 52
penteados em bandos, faziam realjar o
colorido roseo de suas faces.
As pestaas, menos negras qne os ca-
bellos, abrigavam grandes olhos de um
azul escuro, ao mesmo tempo melancli-
cos e doces.
Alm disso, urna boquinha de labios
muito vermelhos, ocultando urna den-
tadura esplendida, nariz delicadissimo,
um pouquinho arrebitado como o de
Cleopatra...
Tul o retrato da joven senhora, que
tanto interesse despertara ao guarda-caa
geral do conde d'Areynes.
Poderie ter seus vinte a quatro annos.
Pelo menos aseim calculara Raymond
Schloss.
Em wagn fcilmente ns pessoas se
tornam conhecidas, sobretudo em Wagn
de terceira classe e as cond c5es anor-
maes em que se achavam os dous via-
jantes.
Raymond, nao por coriosidade, mas
porque tinha necesstdade de fallar um
puuco, entabolou conversacSo eom a 6ua
beha visinha.
VI
Vai a Panz, mademoiselle ? per-
gunton Schloss.
A passageir sorrio.
Mademoiselle, nao, senhor, disse
ella ueigamente, madame___ Ha se te
mezes que estou casada.
Qaeira desculpar... E' t5o moQ
ainda...
Nao faz mal... sao bondades...
VuU a Padz, S'm, senbor...
A' procura de sua familia ?
De meu marido. Nasc em Cba-
lon-Bar-Marne, onde estfc minha mit e
onde fui pasear alguna das..'. Esperva
demorar um pouc xuu : entretanto os
contecimentoi om obrigtwm a volUr

para junto de Paulo... Paulo o nome
de meu marido...
A joven senbora exp imia se eom fa-
cilidade e correcso. Pareca mesmo urna
mulher educada...
A sympathia de Raymond augmen-
tava.
Com pouco nao haver trabalbo
em Pariz, di-se elle. Maldita guerra 1.1
Quem sabe o futaro l .
- J falta trabalho ...
E* verdade ? V -
# Oh im. .. Re'W>, ha douadias,
nma carta de meu marido... AS'fabri-
cas n5o funectoaara. Os afeliers fed-
ram-se por falta da encommendas.
Paulo est na guarda na.-ional. odos
os dias formam-se batalhes em Pari.
Paulo um pouco exaltado... Oh eu
nao me importa que elle seja bom pa-
triota, mas tenho mede de alguma loa-
cura...
Que loucura ?
De querer elle se engajar no exerr
cito para combter os prussianos...
Oh minba senhora, isso n5o
loucura, um dever...
Sim, um dever... Mas o que se-
ria de mim se elle morre?se ? Ficaria,s
com...
A joven senhora uao acabou a pbrase
e um colorido vivo subio-lhe ao rosto.
O guarda geral comprehendeu que
ella ia dizer.
S... com um filhinbo novo... O
senhor tambem vai a Paiiz ? pergunteu
ella.
Sim, minba senhora.
Mora em Pariz ?
NSo, nao resido em Pariz.
enearregado de urna missao...
Entao provinciano ?
Son de Lorena.
Ella junto a as mioa:
Venbo
Ah pobre paiz O que farao delle
esses abominaveis allemaes 1
Schloss teve um movimento de colera.
Um relmpago brilhou em aeus olhos.
A passagKira continuou :
O senhor espera o fim da guerra
para voltar ?
Pretendo voUar antes.. .respon-
den o antigo cr/fcalheiro.
Mas porque ?
r^Por neceas dade.
Oomo.quasi todaf'as fcufberes. a pas-
sageira gostava-ide convertar. Nao ha-
via mal nisso. <, .
D^ licenca qu p<*rgnte para que
qaarteirao vai o senhor ? to nou ella.
Para o quarteirao Popineourt...
Oh I ento quasi o meu...
Ah!...
Sim, nos moramos na ra Saint-
Maur. Casei-me na igreja de Saint-
Ambroise, boulevard Voltaire, ha ante
mezes.
Raym"nd estremeceu.
Na igreja de Saint Ambroise, re-
petio elle.
Ahi mesmo espero baptisar o meu
primeiro filho...
O loreno sorrio, langando os olhos so-
bre as formas hojudas da rapariga.
Falta pouco tempo... dtsseella.
Oh! ainda nao..... fez elle co-
rando.
Ento a senhorajdeve conhecer na
parochia de Saint-Ambroise o abbade
d'Areynes...
O vigario ?
Sim.
Conbeco Foi elle quem me casou.
O senhor tambem o c-nhece?
E' casa delle que eu you.
A mpariga esfregoa as maoainhas.
S esta Que coincidencia I Co-
nbeco muito o Sr. abb-de d'Areynes ;
um bello homem, um bom padre 1 Nao
B CARLOS
Elle cura toda a hyphilis.
Elle cura o rheumatism^.
Elle cura a asthma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORA.TO, pro
pagado por
DEPOSITO EM PERNAMBUCO
0D1PAHHIA im DB GAS E PBODGTS GBIMICOS
Ra Mrquez de Oliada 24
ha quem n2o goste delle Dk muita es-
mola aos pobres.
isso mesmo, confirmou Raymond
orgulhoso.
Sim, um perfeito sacerdote Vai
entSo a casa delle ?
Sim.
Elle mora na ra Popineourt, can-
ta da ra Saint-Ambroise.
Exactamente.
Couhece-o de ba muito tempo ?
Oh 1 sim, de jyunuito tempo !
Bem que elle^seja marrmoco do que eu,
armamos mui'O laco s labres outr'ora,
?o flfeBue de seu tio.
^Bem acabava de parar; o desem-
barque de dous passageiros e o embar-
que de oatros dous rhterromperam a con-
versaQ&o.
Um quartc de hora depois a viagem
contmuava.
Pelas portinholas dos vragor.8 viam-se
fra grupos de saldados, pecas de arti-
lharia, "carros conduziado mulheres e
criancas.
As populacoes do campo affluiam para
a capital. Suldados marchavam em des-
ordem para Chalona.
Raymond continuou a palestra :
Seu marido sab? que a senhora
volta a Pa-iz ? perguntou elle.
Eu lhe escrevi log > depois de ter
reeebido sua carta. Pedi-lhe que me
fosse esperar na eatacSo,..
Em todo caso, se elle faltar, eu
eaUrei s suas ordens. Como vamos
para o mesmo quarteirao, podemos tomar
am carro... eu a acompanharei.
Oh! senhor, quauta bondade!...
Muito agradecida. O Sr. Rivat deve es
tsr me espsraodo...
Ah 1 seu marido chama-se Rivat T
Paul Rivat, aira, senhor, e eu Jean-
na Rival.
Eram quatro horas da tarde quaado o
trem chegou k estajSo de Pariz.
O loreno t ausportou a bagagem de
sua couipanhei'-a at porta da sabida.
Ahi ella cabio rindo-se, aleg e, nos
bracos de um rapagao em uniforma da
guarda nacional.
Era o seu marid >, Paul Rivat.
Ah minha mulherzinha excla-
mou elle, apertando contra o peito lar-
go a gentil rapariga. orno fizaste bem
em vltar. rilo imaginas que saudades
tuas I Se te demorasaes mais oit das,
creio que'lPa morrer a de tedio !
Abracaram-se mu tas vezes.
E ella :
Onde estao os teus embrulhos ?
Joanna apontou Raymond chloss que
a esperava carregado de bagageoa.
Aquelle senhor teve a boudade de
me alliviir o peso. Vai agiadecer-lhe.
Paul Rivat dirigio-sa, rindo, ao anti-
go chocalheiro :
Muito obrigado, senbor, muito
obrigado... Tanto mcommodo 1...
Schloss apertou cordialmente a mo
que o ouiro lhe estendia.
Nao ha de qu, Sr. Rivat. Fix 9
que o senhor faria em meu lugr...
__ Oh cortamente... tas.Bem sem-
pre se encontram compaaneiros assiaa 1
Da licenc que lhe offereca um calicesi-
nho ?
Impossivel.
_ Cerno ? Re
Sim, porque
do. Qualqaer de
'dicial...
Typ. de Diaria

a-\
toiito jg.
ser*maJ|

MOTHADO
MtaMgi
____
.>
\


*
;.
*a*U'4-*4J^JWU.,Ut>U..i'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHE0IEFNE_CFKM31 INGEST_TIME 2014-05-29T22:00:04Z PACKAGE AA00011611_18003
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES