Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17994


This item is only available as the following downloads:


Full Text

Quinta-fe ira I de

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis ruezes adiantados.
Por um anno adiantado
Nof .11 9vnlo do mecmo da
8^000
451000
30&000
r:T?2m
Telegrammas
tas rnanifestggao (la liberdade humana, pelo
menos do que ella tem de mais nobre e es
sencial.
O goveroo italiano, preparando desdi j re-
presalias contra as investidas dos C oanos,
determbou urna expedigao de forgas repula
res, que vao se reunir s existentes na Abys-
8nia, e sem duviia toroar-saha aggressivo
por sua vez. Entretanto servio-se de urna
c eotregue as 5 horas e 4o,miautos da ^.^ ^.^ maao ^^ que ge afasla
SESVIJO mmLl SS 8Zs.aU
Rio tic Janeiro. 15 de Janeiro,
s horas e 30 minutos da tarde (rece-
bido na estacao s 4 horas e 55 minutos
1
-
>.n-
tarde.]
9
Chegou a esta capital o Exm. Arce-
bispo D. Joo Esberard.
S. Exc. Rvdma. foi recebido entre sig-
nicativas manifestaces do clero e do
povo e sob demonstracoes de respeito e
Considerado que lhe dedica a familia
fluminense.
No sabbado prximo 18 do corrente
segu com elleito o general Cantuaria
para o Rio Grande do Sul, onde vai em-
possar se do commando do G. districto
militar.
Havana, 15 de Janeiro.
Os Cubanos foram repellidos em di-
versos ataques a cidade Managuas.
Incendiaram Vigas e Franciscopal.
Santiago, 15 de Janeiro.
Est paralysado o commercio e tem
tido grandes prejuizos com a greve dos
cocheiros, que permanece sem soluco.
Ha di'culdades em levantar na Eu-
ropa o mprestimo de quatro milhoes
sterlinos.
Pariz, 15 de Janeiro.
Abri se a Cmara dos Deputados-
Foi reeleito presidente o Sr. Brisson
por 294 votos.
W SO DE FEBSAMIltO
das praticas das n-tgas civillsadas, e manifes*
tameate contraria ais principios que regulara
as guerras interQacijnaes ; e nisao iufr ogio os
preceitos bem conhecidos dj direito das gen-
tes.
Sem devida parque considerando o choanos
ura pqyo brbaro, ou semi-barbaro, nao julgou
que para com elles devesse ter qualqner espa-
cie de obrigago jurdica.
E assim sempre succedeu ; quando os povos
esto em rneridianps oppostos de civilisagao e
costumes, nao julgam ter uns para com os ou-
tros a obrigaco de observarem as mermas re-
gras existentes entre os qus se acbam em con-
diiOea iguaes.
Em vista da aggressao d'oste poto abyssi-
nio, o governo italiano deterinmju o rapto de
dous priucipes choanos que estavara educndo-
se n'um collegio da Suissa, e rrundou-os para
N-iUchaiean como reaos, o que deu lugar a
reelaraaces do governo suisso, que,nao
preciso dizer, ficaram sem resultado algum.
O rapto de dous educandos em um collegio
n'um paiz estrangeiro civilisado com a
Suissa, foi certamente um acto de violencia, e
que cao abona muilo a moralidaie do governo
italiano, e o de qualquer paiz culto.
Destinar os joveos raptados refens de guer-
ra, ressuscitar praticas j enterradas na pedra
branca das idades, e apenas conhecidas pela
historia dos terapos idos.
Foi um meio este escolbido pela Italia para
moralmente influir sobre o animo dos choanos,
otirigando-os acceitarem as imposigOis que
fizer, ou de resolver as difficulJades por elles
sus itadas, em faee de conflictos e luctas em
que tein corrido o sangue italiano.
Certamente, os jovens raptados nao se rao
arcabusados ou cruelmente tratados, recalnndo
sobre elles a vinganca do acomraettimento dos
choanos, cu dos actos de vandalismo que anda
platicaren!.
Em casoblguin, a bonra da Italia, e do mun-
do civilisado, consentir que elles sejam sa-
crificados.
E sena urna vergooha para a civilaagai do
sculo que descaraba ao occaso, e quo marcou
um dos signos ndeleveis e mais eminentes da
historia da humanidade, se tal acontecesse.
as potencias que esiao a frente do movi-
RBCiFt, 16 DE JANEIRO DE 1896
Hedida iasgular
Na Abyssiofa revoltou-se a pequeca oagao
dos ("roanos contra os Italianos que alli pos-
suem colonias, travanJo-se o mais renbido
conil co.
Um pequeo excrcito italiano foi em Amb-
Algi atacado por um exercito consideravel
de Cbuauoa, que montava cerca de 20.000 no*
mens. i ment civlsador do mundo, nao poiera com-
Os Itulianoa bateram se com consideravel promelter-se ora actos de barbaria, e nao de-
bravu'o, mas foram aoal obrigados a ceder
ao sccommeltmenlo de um numero tao supe*
rior de combateotes. Os Choanos achavam-se
regularmente armado?, e revelaram bravura e
intrepidez.
A bandeira italiana cobrrio-se assim de um
al'rontoso reve2, infligido por urna pequea
naco semi-selvageoa. Assegura-se que o ex-
ercito cnoano asceoae ao numero de 70.000
bommis. A posigao dos italianos na Abyssinia
torncu por demais precaria e melindrosa.
A lia ia t ui necessidade de alli manter um ex-
ercit regolar para assegurar a vida dos seus
comn las.
deaoostra que o espirite de na
1 uno forte, e que o dominio es
t da parte difcilmente sup'
I.-i-
alona'.
trang' 1
porta'! 1
A in:!
poui
aby-
sen ---
civil sadora da Italia anda nao
- o espirito semi-selvogera dos
.- pela forga o dominio italiano
t.ido. Entretanto, os indgenas da-
quelle p*i* parece terem feito progressoa ma-
teria'-, .iiquirindo meios de defesa e ataque,
e pr varam possuir esta coragem, estes predi-
cados de aja gnerreira, enfrentando tropas
regulares de urna das nacSes mais importantes
a aguerridas da Europa, como a Italia.
De modo algum estas tribus guerreiras,
como que-formando pequeas nages pelo des-
envolvimento que 'omaram, podem anda es-
capa- ao |Ugo que Ibes imposto pelas nages
CVilisadaS.
Privadas de terem vida propria, e mesmo
nao a poderam ter sem attingirem certo grao
de cultura, representando anda o estado de
barbarn, 6 debalde que, confiando mnlto na
soa intr pidez, atirara-se temerarias empre-
sas. Antes, estes factos dao logar que a Eu
ropa \a procurando dilatar o seu imperio na
frica e na Asia, s respeitando nagGes regu-
larmente constituidas desde muitos seculos, e
que unta proporges consideravei?, e forgas
xfTaor linarias para resistir; mesmo porque
j posiii -iu urna civilisagao propria, ainda qne
dominaba por um espirito diverso da civilisa-
jo europea.
E a5Sim acontece necessariamente, porque a
propria civilisagao tem o sen typo indgena,
resultan1-! ''o temperamento e da ndole na-
aional.
Apenas pde-se considerar como povos bar-
baros os que sao estranhos aos principios car-
deaes, que reculara o modo do existir das so-
todades, coja orgaoisacao deve ceneistirnos
eias proprios nece&sarfos ao exercioo de
laneges sociolgicas vitaes coso a justica
realiwgao do direito,- de toda as (aran*
vem revelar que teem movimantos retrgrados,
e pelos quaes reflectem-se a luz turva e paluda
d'este passado de que j se desviaram.
Mesmo cora o brbaro nao se deve applicar
os processos da barbaria.
O italiano leva ao seio dos choanos a facho
da civilisagao, e nao o exterminio, o jugo exe-
crando, que o mais forte impOe ao mais fraco.
Vai civilisar e nao barbansar.
A singularidade do rapto eommetdo, a ori-
ginali'iade do expediente, o esquecimento vo-
luntario de regraa observadas pelos povos cul-
tos; apezar de nao se conformaren! com a
moralidad^, e geram at fallada cavalheirismo,
mesmo iratando-se de relagOes com um paiz
brbaro, tornado aggressivo, e com o qual es-
tejase em guerra, significa apenas um recurso
de occa8iao que pode produzir o desejado
effeto.
PARTE OFFICIAL
Actos do Poder Legislativo
le n. 360de 30 de dezembro de
1895
Fixa a despeza geral oa Repblica d..s E tarn.
Unidos do Brasil para o exerclcio de 1896
e ua outtas provideocias.
(C ntiDuagao ;
Franja
Um enviado exiraordiaano
e ministro plenipotencia-
rio :
Ordenado 6:0O0J00O
GraiiHeagao 4:000*000
R-pTeseaUcao 20:000*000
Um i* secretario de lega*
gao :
Ordenado 3:000*003
GiatiticagSo 3:000<0u0
D. us segundos ditos :
Ordenado 5:000*000
Gratiflc.-.gao 5:C0OaoOO
Uaa dito em Pars :
Ordenado 2:500*000
G'at ti.:agao 5:500*000
Um co 'sol geral de 1* clas-
es em Marselba :
Ordenado 4:000000
G- tificagSo 8:000*0.0
Um cnsul no Havre :
roroaoo 2:560*000
Gratn ago 2:5oO000
Um dito em Burdeos :
Ordenado 2:500*000
G-atiBL-agao 5:50'*'00-
Ekpeoieote da legsgo 2:000*000
Aloeoet de casa para a
chancellarla da legaglo
2:000*000
Um\dito em Cayena :
Ordenado 2:500*000
Grallficigao j 2:500*000
Exnpdiente do consolado de
Portugal
iviade extraordii-
500*0 0
91:600*000
rio e m'niutro plenipoten-
ciario :
Ordenado
Grat ficago
Rep.esenlagao
Um l* becreta lo de lega-
go :
Ordenado
G-titicaco
Um 2 mto :
Urdeoado
G r-tiliorgo
Um cooaal geial de 1 clas-
.-:e tu: Lisboa :
Ordenado
Gra' ago
Ujj tbanceer em Lls-
efla :
Ordenado
Grai:ctg5o
Um duo uoPjrto :
Ordtnalo
G'aiiOcagSo
Kxpeaienie da legagao
Aiu>iuel de casa para a
einoellarii < le^agao
a.
Imperio aliemao
Um enviado extraordinario
e miuietro plenipotencia-
rio:
Oruenado
G-a iti'-.go
Kepre.-eutagao
Um t secretario dal ege-
go :
Ordeoaoo
Graliicag)
Um 2o secretario:
Urdeoado
G a ti ti lj cao
Um coasol geral de l clas-
se em Hamburgo :
O'de ao
G.-uui!.i,gio
Uro viet c iibul em Franc.
ort c/m :
Graiiticago ate
Um oito em Bremen :
Gatiiicagao i
Um cnaocellar em Ham.
burgo:
Ordenado
Graiioago
Expeuieuie da legagao
Aiogaet de casa para a
c: airJtliaria da legagao
at
PSOPSiSBABB BE M&K0IL I69RHie& BE FABiA & EILH0;
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCELEOS e MAXOEL ARAO
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLIGACOES NA
FBANQA E INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & C", residentes ej^P/irisl^rae de
La Grande Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por am anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 9$000
Numero avnlso de dias anteriores. $200
6
4
20
000*000
000*000
000*000
Rcsila
Um enviado extraordinario
e a ni ; t.-o plenipotencia-
rio :
Ordenado
Grauncagao
Heprteectagao
Um 2- seaeiarjo de lega- "
gao :
urdeoado
Gralilkago
Um cnsul em Odessa :
Ordenaao
Gratriiagao
Expedieute da legagao
Dito do conuladc em Odessa
A'u^uei de cana para a cnan-
ctlia-a da iegagao al....
2:000*
Austria.HuDgria
Um enviado extraordinario e
ministro plenipotenciario :
Ordenado
Gra'ifioagao
Bepresent^gio
Um 1- re- reno de legagao :
Ordenado
Gratificagao
Um consol geral de 2 das-
se em Trieste :
Ordenado
Gratifica gao
Exuediente da legagao
Dito do consolado em Bu.
dapesib
AloKUti de casa para a chao
celia ia da legagSo at.....
2:000*
Blgica
Um rnvudo extraordinario e
minisiro plenipotenciario :
Ordeoido
Gratidcagao
Rei.rereuiagao
Um 2- stcreiario de legagao :
O denudo
Gralificagio
Om consol geial de 1* clas-
se em Antuerpia :
Ordenado
Gr.tibcagSo
Expedienie da legagao
Aloeoel de casa para a
chancellara da legagao
at
Santa-S
Um enviado extraordinario
e ministro plenipotencia-
rio:
Ordenado
Gralicagao
Bepresaotago
Um 2 secretarlo de lega-
gao:
Ordenado
GratiBcagao
Expediente da legagao
Aluguel de casa para a
chancellada da legagao
at
Italia
Um enviado extraordinario
e ministro pleoipotencla-
r o :
Ord' nado
G atlticagao
Rauef^niago
U u i.' secretario de lega-
gao :
Ordenado
Gratiticago
Um 2. dito:
ordenado
G-anfl ag&o
Um anu geral de 1* cas-
eo em Genova :
Ordenado
Grdiifl :ag 1
Um dito de 2." claise om
aple- :
urdeoado
Grauttci-gao
Um cbaaceller em Genova :
Ordenado
3:000*03!!
3:000*000
2:300*000
3:500*0d0
4:000000
8:00o,00O
2:000*0 0
2:00*00o
2:o00*0i-0
5:00i&00O
i:0O0*0O0
2:GO0*O0O
68:O0O*OJO
6:000*r00
4:000*000
20:000*000
3:000*000
3:000*000
2:300*000
2:500*000
4:000*000
8:000*000
4:CO3*00O
4:000*000
2:000*000
2:000*oO
500*000
2:000*COO
67:500*000
Expediente da legagao
AIdsoi-I de cisa para a
ci aacellana o a leagao
tt
Hespanha
Um enviado extraordinario
e n:.ohtro plenipotencia-
rio:
Orden ido
GalilioscSo
Bepreser.tagao
Um 2. secrelirlo de lega-
gao :
Ordecado
G ati :i^-;"i '
Um coastit ge-al de 2' da-
>-e eon Barceilona:
Ordeoado
G-at;0;v,gao
U u v ce- mos'il em Vigo :
Gratiii 'a.tvj a:
Exptdtte da 1'ggSo
Dio o' cuubulaiu em Te-
nerife
Amui de casa para a
cliancellarii da legagao
al
Patees Biizos
Un consol cesl de 2' cLs-
n R,i. rdan;
Ordeoado
Gratldi'ar;3o
Exoedieote
tpn\
do consulado
Dinamarca
Um cnsul geral de 2* cla3-
se em Cop*nbague :
Orlenado
G atilocao
Expediente
gorai
D.io do di.o
Bal
do consolado
em Sao Tbo-
500*000
2:000*000
68:00 *U0O
6:000*000
4:000*000
15:000*000
3:000*000
3 000*.00
3:000*600
7.000*000
4-OCO*000
500*000
400*000
2:0008000
46:900*00
3:000*000
7:000*000
5004000
10:500*00J
StOOOO'1!)
7:000*000
800*000
500*000
Srecia e Noruega
Um cooaul em Stock Imo :
O denudo
Gra'.iti"ag8o
E&pedieute do ccsulado
Exndi"nte do
em Taager
Imperio de Marroccs
consolado
11:0004000
2:300*000
2 500*01 '0
500*000
8:500*000
356:036^000
80:000*000
3,003:680*404
27S 643*000
543:671*000
217:670*000
727:037*240
3.
6:0r0*000
4:O0O*00.>
10:00*000
2:500*000
2:500*000
2:500*000
5:300*000
500*0 '0
500*000
36.000*0 0
6:000*000
4:000*0 0
15:000*^,00
2-500*000
2:500*000
3:oro*ooo
7:0OO*00U
500*000
200*0C0
19:700*000
6:000*000
4:000*0 0
10:000*000
2:500*000
2:500*000
4:000*000
8:00"*i i'O
500/OOJ
2:100*000
1.-300*0'0
1.117:700*000
60:000*00
130:000*000
e:aoooo
50:000*000
Empregados em dlsponib li-
oaie, ouoea do pan
4 Aju as de cusi, ao canibio
oe 27 d. aterimos por..,.
1*000
5. pxtiaoriivjsric,: > -1 i triar,
*1oK!l ? <
6. E2ir-oidi;arias no interior,
moe-ia do paiz
7. Cuniiaii-ees de Imites,
dem 400:000*000
Art. 4 O Preiaente da Repblica aotc-
risado e despea 1er pela repanigj do Ministe-
rio na Mariana, rom oa se-vlgo* designados oas
Bfffu'nie 'nD-icas, a quanlia de.............
2583:782*7i3.
A s^ber.
i. Secretaria de Estado
39:300*000
6:000*000
4:000*"00
15:000*000
2:500*0 0
2:500*000
500*0(0
2:000*000
3-60OWOO
6:000*000
4O0'*000
20:000*000
3:000000
3:000*000
2:00*!'O0
2 500*000
4:000*000
8:000*000
Grailfleafi g"
3:000*000
1:500*000
2:e00-000
J:000*OOq
2. Coosrlo i-val
3 Q-j- 1 General da Marinba
4 Saprenio Triouoal Militar:
sendo 21:600*0 0 p*ra tres
almirautes a 7 20U* cada
om e b:000* para o v ce-
al mira te em exerc ci, fl-
caodo a88 > equiparados os
eeus veocimentus aos dos
ofliclaei generaes do exer-
cito em Idnticos po-tos
5. Cootadoria
6 ijommissariado Geral da Ar-
mada. Augmentada de...
500* para serem elevados
a 2:000* os ven Jmeutos do
poneiio
7. Au 1 'o ;a. Augmentada de
4:1508 por serem elevados
os v ocimentos do esonvao
a 1:800* e do meirioho a
600* pela equiparagSo
dos veDCimentos do auciior
ne marinha aos dos jd'ies
dos Fetos d;: Faienda Na-
cioaal
8. Coreo da Armada e cUsses
Mwezas
9. Corpo de inlantaria de Ma-
nuba
10. Cerpo de Marinbelros Nacio-
naes
11. i.orp'i de Iuvalidcs
12. A-sena s. Augmentada de
7:O00g por rerem elevados
o- vecimenios do pairao-
mrda capi'al a 4:"00#, de
seo ajada te a 2:0008, dos
patrefl-nr. es oa Bibia,
Peroamouco, Para e Malto-
Grosso a 3:000* e dos efli-
ciaes das secretarlas dos
arsenaes dos meamos Es a-
dos a 3:000* ; de 15:330*
por se-eni elevados os ven-
cimetos dos 50 tuardas de
polica da Capital Federal;
de 7:200*000, sendu 4:00*
para aut-meoto de venci-
mentos dos 16 guardas de
poii-.u aos Eta.iS na Ba-
ble, Pernaubucn. Para e
M.tto-Grosio, e 2:400* para
aluoei de casa aos dous
porteiros ao arsenal da Ca-
p al Federal
Capitanas de portos.Au-
gmentadade 23:519*6X0,
por seren fixa .o: em...*
5:001* os vencimentos do
secretario da capitana da
Capusl Feerai; em......
2:200* os dos secretarios
das calanla dos Esiados
da Bill,a, Mi-anca., far,
Ri Grtn.e do Sol, S faolo
e Pe oambuo; em 1:500*,
oj aos secretan.s das de-
mais capitaiiiaa; ^m 3*, a
da la dw8 tocar regado 1 das
diligencia" na ap tai Fede-
ral, e em 2* nos Bstados;
em 5*, a diaria 008 pt-
tr^s do Soccorro Naval;
em 90*000, os vencim. otos
mnn8ar8 dos fogOistas ; em
50*. os dos carvoeiros; em
6 i*, os -los p-imeros ma-
rinbelros ; e em 45*, es
dos segundos ditos todo
do Soco rro Nava ; em 90*,
os.dj esc evento da dele-
gacla o da praticagso,
154:232*000
45:00 >*000
69:215*000
27:000*000
150:850*000
41:780*000
15:550*000
2 371:180*000
200:096*380
1.765:377*700
74:821*300
90* o d patrao; em 50*,
is dos reo aao e m 33*.
os 00 riel da aelega.ia ue
S. J ao da Barra ; e de re
baver onifo'm si le em------
600*000 ao..uaes os venc-
meo os dos t i't'6's n Ares
dos Estait m Alabeas,
C-ara, he ir to-Sa-iio, a
ranbao, P.-rni. Ptrahyt1,
Rio Gran e no Sol, Rio
^ Graoae do Norte, Santa Ct-
v tharioa. S- Paulo e Sergipa
14. Melboraroenic, coneervago
e oal smenlo dos ortos,
augrper.ada da 30:000*
15. Rorg nav.l
16 Ho pitaes
17. Rnpartigo !a Garla Maiti-
i.'i-. Augmentada : de. ..
29:32.'* para o pagaaenta
no pessial das e-iages me-
teorologi'-'as e semapoor-ca
da cjd'IjI da Estados ce
Santa Ca'hariia e R o-Gan
de do Sol, camprti.eodido
u.a.s um mec.nir-o pa a a
Direct.ru dos P^rAes e
ii airo SJDdaot8 para a Di-
rectora de Bvirograima, e
pop se havet el-'vaoo a coa-
eigoa^ao de3tioada a ac
qoisig^ode oteo< me-tia-- e
fd.mli- a 55.000* ; ee m is
15:C00*. ?en .o 14 0005 para
remonta e es ab-'lecimento
de e t gAes sem pior cas e
ale eoiogica.-., 1:000* pira
a compra de m p as e ru-
tciros para aerea. oroec dos
aos oavios
18. Escola Naval. AugTenU-
ca de 2:840* po' serem ele-
vados os veocimentos do
amaoueuse, po'teio e guar-
das ca bloliotheca e museu
dema'i na respatamQn-
t- a 2:400*. 2:000* e 900*
19. Reformados
20 Ora'. Augmentada, de...
10:000* para concenos na-
d ave- no arsenal do Para
e destinada a quantia de
30:000* para aa obras u -
gentes e ma -isvels do quar-
tel dacompanhia de ap-en-
dizes marineiros de Cay-
ana
21. Etapas
22. Armamento
23. HumgOes de b coa. Sup-
unmiia a coosignagao d
20:130*, importancia das
racOes prop, stas para os 50
guardas da polica dj a s:-
nal
MunigAej navaes, de accir.
do com a nomencla'u-a dos
oDjtctoo ueceseanos ao con-
sumo d i A ui, da. em uso
dos cousciho8 ecciioiu)cos
3.. Materia i le cocstraego oa-
cional
26. i u'i'.vcl
27. Freles, tra'.amenloi de pra"
gas e enterres
28. Eve-ituaes
5 1.- O mostr de officina de.cA'le Jo Gum
missariado Geral da Armada oerceber urna
diarla ignal a dos operarios de 1" classe do ar-
senal da c '-'j t I.
2 B' o guverne autorisado a reorganisaro
re. uUm'n'o dos arsenaes, lendo em vista as
observagOes que acompannam as tabellas que
oaixa-am com o de ere o n, 240, de 13 da De
semoro de 189i, eorrigtado ua parte em qoe
con8ina a con agein dos dous das de trabi.
ino para f jrmagao de um anno til de 345
para 300.
8 3 Haver um medico, em comm ssao, em
cada urna das e-cols de apremias de 2*
classe, tirauo do C rpo de Saode da rmaia.
4.- Fica o Governo utorisada a despender
com o metnoramento do material da Asnada,
as sobras que boover do crdito de 12:000:000*
concedido Pelo decreto o. 140, de JS de Joibo
de 1693 e com a reforma do ma erial da Bepar-
tigao do Cooaelo Naval at a quaata de
4:000*000.
8 5.- As vant3gens que p?rce.bem os funccio-
narios da Carta Martima, em virtude das ob-
ae.rac6es da tabella que ba xoo aom o decreto
n 1 347. de 7 !e AOnl de 1893, devem se:
abonados daqul por diaote pelas observages
da tahella quebaixoo rom o decreto n. 1,659,
de 20 de Janeiro de 1894.
8 6.. As etapas dos ociaes da Armada e
clases aooexas serao calculadas ao mesmo
prego das dos offi.'iae; do Exercito oaa mesmas
B0ard-c5e--.
s 7 O servigo dos offiaiaes embarcados nos
navios da Armada NaetOOal ser feito pela-
Taifa.
8.- A Taifacomprebende :
Talleroscoiinbeiros ;
demde8pe-seiro;
Meincriados ; .
S 9.- Para orgaoisagio das tbellaa daTai
fasero os navios da armada divididas em
irjs categoras, conforme o qoadro sezniote :
! cathegonaNavios de mais de 200 pragaa
de kuarnigao;
2 cibego-iaMem, dem de 100 pragas,
3 cainego ial era, dem de menos de
pragas de guarnigao.
K (Continua.)
Questnra Policial
Secgao 2".N. 11 Secretaria da Que8tur
Policial do Estado de Pernambuco, 15 de Ja-
neiro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho
digno Secretario a Justiga e Negocios Inte-
riores.
Pa-ticipo-vos que foram hontem recolbido
Casa de Detengao os seguintes individuos
A' minba ordem, Antonio Marcolioo ou An-
tonio Francisco do Nascimento vindo do mu
nicipio de (joyanna.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Recife, Luiz Ignncio Hereln da Silva, como
desordeiro, e Juveot no Eneas da Cosa, como
gatu o.
A' ordem do subdelegado do 2." districto da
freguezia da Boa Visla, Severioo de tal, como
desordeiro.
Saude e fraternidade.
O Queslor,
y ose F Nery da S. Fillw.
Secretaria da Industria2.' di-
rectora
inspectora geral ds Enrarma
Expediente do da i < de Janeiro de
i8g6
Laurentino do Re^o Barror. o^dinro provi-
leocaa urgentes contra os mquilinos da casa
n. 29 da iua do Ros-i rio da Boa Vista.Pro-
videnciado.
M. da T. Piretti, pedindo para mandar exa-
minar a casa n. 20 da ra de Gongalo.
Ao Dr. Commisaario do 3." districto para exa-
minar.
Foram considerados em condiges bygieu-
cas para serem habitados :
Pelo Dr Commissario do 2.- districto o pre-
dio n. 265 B, da ma Imperial o 1.- andar do
predio n. 1 da ra de i.hnstovao Coiombo.
Pelo Dr. Commissario di 1/ districtj o 2.-
andar do predio n 3." da ra do Mrquez de
Ou ti ia e o 1.- andar do predio n. 1 da ra da
Penlia.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado dn Pernambuco, em 15 deJaueir
de 1396.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
24.
210:000*00)
366*000
100.000*000
5.955:374*870
800:000*00
800:000*000
500:000*000
100:000*010
300:000*000
ISTMOS D4 JIlO
100
6.385:156*940
13.
Governo do Estado de Per- ,
nambuco
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despaclws do da 15 de Janeiro de
1896
Rodrigues Jone & C, C sta Lima & C, Jos
Peretra &. O- Companoia de Servigos Martimos
de Pernambuco. Fabio Rio, Coileetor de Se-
rinb&em, e Phlmans & C.-Ao porteiro para
eniregar ao inleressndo.
Manoel Jos de Olive.ra.-Volte o Sr. Dr.
Coileetor de Agua Preta, para salisfazer a
SUL
S. Paulo
No dia 2 lorio oomeados Mmistrob do TM*
buual de Justiga os De. Vir^ lio Cerdosa, Mr
gui I God y e MarCvd.-s osar, junes de di-
reito do Es'.a io.
Estas uomesg^es deoeodem da appovagao.
emoora os uomeados entrem logo *m exerci-
CIO.
Firao bem recebHas esiaa nomeagOea qoe
recibirlo oes jmteB indicados, pelo proorio
Tr.'.'coai. -------M
Os ministres Go-loy e Marcondes ja tiverao
os timios e tomarao o compronnsso constitu-
cional, sendo qie no di- 3 tomoo posse o pr
meiro dos referaos ministros.
B-alisoo-se a 2 do corrente a primeira
sessao preparatoria aa nova Cunara Munici-
pal, sendo escolbidos inte, mmeme: presi-
dente, Dr. A;u:a- Barros ; vice-presidenta
D-. Joao Baeuo ; secretar!*. Nasimento.
'.o-omi.-O-n ne vericagode poderes: Drs.
Roberto Peoteado, Muoiz Sonxa e Pedro Vi-
centa < Srs. Jjaquim P.aa, Asd-obal e Que ll-
ano. Posse sera no dia 7. Consta qoe serSo
eui&o eleitos : Presidente. Coronel Rodovalho
intendente de jusiga, Dr. Firmi o Pino ; de
UDras, Dr. Peoro Vicente.
IJ o doa ver adores vai apresena- um pro
leci de Cjocss-iSo de diversos favores para
eiiflcag) de um ibeatro moderno uesta Gipi'
tal.
No dia 6 foi a ultima sessao preparatoria,
ando reconbecoloa os vereadores e eito?,
exceogao dos Dr8. MBUdes Gan^alvea e Eduar-
do Corves, cojo reconhecimento foi adiado
pa>-a quiii 10 a Cmara (aaccionar em 8esf68
dedo t vs. visto terem sido aqoelles vareado-
res julgados Incompativeis.
No da 7 tomaro poase em todo o Es'a-lo as
cmaras mooicipaea o oa iones de paz ele. os
em 30 de Julho ultimo.
A Cmara da capitd, i corrente qoe tela-
gera presidente, de ju-tigi o Dr. Firmtaoo Pinto
edeob-aeoDr. Pedro Vicente, e vi :e- presi-
dente Agolar Barros.
B' oem povavel rj-je se nan d agora a
oomeagao do Dr. Augusto Coolo Delgado para
ion da seeooda vara da capr.al em vista das
recentes nom6i de jostiga tsrem ainda de ser sujeitas appro-
vagao do senado.
Tambera pan es-a vara indigltam 0 Dr.
Cario Goima.-aes, jut de Captoas.
O Goveraa Je acedrdo com diversas ma-
oicipalMades, promove activamente as obras
de anastecimeoto d'agua da cidade e do inte-
rior : e na conferencia que hoove no da 2, e
entre o presidente e o secretario, tratarao'se
de varios outros assumptos admiolsirativos.
Ser em breve promulgado o reeulameoto da
bibliotbe^a publica, seguindu-se a abertura
deste impcnantee8tabeieciaento,qne conltn
livroa de grande valor.
O co'iselbeiro Doarte d'Axevedo, delegado
do Governo Feleral para reforuijr equiparar
o Gymaasio do Estado aos congeoeres da
Uaiau, esti desempeobando esta incumben-
a
Lenta que a sec;a reinante tem prejudi-
cado aa plaotag5es. cereaes e cafeiaes e que
o Giverno procede a enos estudos para re-
auiarisar logo o servlfio de agoas e esgotos de
Sntos.
Ccnsta qnf o Governo adquiri douaqua-
dros da Bertha Wj.-ms, para a galera do Mu-
ed do E.-taao. .
Segu breie para Europa, subvencionado
pelo G.i-rno. em execogao da le do Congrea-
so. o put.r Pedro Alexiodrino, aflm de eper-
fecoar os seus estados
Foi lnteiramsote sobscipto em s. Garios
do P101 al o emp estimo local de cem conloa
laogado pela Municipaildale co o Bm e au-
xiliar o Goveroo B-as obras ao abastecimento
exigencia na nformagaoinfra. q'aBua aaq.elia cidad?.
Francisco Joao Barros Jnior.=loforme ao DeQl 0 fle p0nC09 a aa o Goveroo esco-
Sr. Dr. administrador da Recebadorta. |hpr a pruP08tl ooelbor u'entre as apresenta-
Innandade do SS. de S Jos, Lijiria-a um- flag a tr0d0fiiao jp o.000 imosigraotes.
belina de J-sus Villar, Carlos Rabillo, Antonio A(Ba0lia a8 p opn8i8 erao remettldas ao Se-
Augusto de Araujo, Joao Fernandes Baptista creUrl t aa Agrien tara para serem clasaifica'
do'Naacimento, Manoel Marques de Amorim,
Manoel da -lunha Brandao. Pereira & C, l-
ente Coroxel JoaOtlooi Ribeiro .Franco, Ju-
lio Costa & C, Maneel de Azevedo Soares,
Guilhermina Mara de Azevedo Stares, Gur
loermina Mana de Moraes Pioheiro. -Informe
o Sr. Dr. Sub-Director da CouUbilidade.
Manoel Simplicio Torres, Mendes Irmaos Pri-
mo, e Maeoel Ferreira dos Santos BraBa.-In-
torne do Sr. Dr. administrador da Recebe-
% pOTOCOLUSTA:
Francisco Militino Ferreira.
das p-la n-particio de Trras e Colonisagao.
O Goveroo vai eatabecer um gn.po esco-
lar n de Tiet, tendo o Secretario do
oienor ooavui.do para rcanirem-se 00 da 12
docjrreote os inspeciores litterarlos emcou-
greaao, aflm de tratarem de assumptos relati-
vos ini-rggao noDlica.
O S-. Celestino Silva, reunido a algooa capl-
ta istes ae S. Paulo, resoiveo constrair om
tkeotro aqu igual ao D -melia de Lisboa.
Foi orgadu a dtspesa em 60O000*G00.
A polica val reencetar a rigorosa appli-
cagao das leis centra ai casas de lavolagem em
lodo o Estado.
. (
a-oaso 1 '
*
i
*'
I
'i
.-vlfi- .^X-,'^-"-;"-'




Hitarlo de Pcrtatmbiico Qninta-feira 16 I
I
,k' proroMto, oo dia 3, diveraos-logado-es o-
(ram a sala a o ot> Internacional ooe' ha"ia
ita e, depois da bola parar oo o. J8 jotas
la grossa qoant'a; o oanqoelro protesto*'
usa em face das ameaga dos jouatlores. ra-Ke
Obrlgado a pagar-.bea 28 contos.-
Preoc-npa nuito a at'-eneao pooiici a
ele) gao de presidente e intendentes < ato'iu-
alidade de Sanu.s, qua tem to-eeiraT em *
ordo com o governa Esladoal^aobr a foe*-
mento daaodla cldade.oqoal o*o*aefca ae
30 000 cootos. .
Em L'meira, contina oes iroo o estado
an.ano. Ten apparecido na ci&aae alguna
casos da f-bres e todos latae*.
Existem ua ci.-'ade 15 doentes e no hosp.tal
da '8 -lam-iiiD 6, e;n psimas coodigo 8.
0 Ciarim, onca folba local, so'peudeo a
na pobliJ-cao em vlrtude de ler.se aoei.td-
da ciilde o* feas redactores e pessoal u.s um
cias, temenco a imaso datfeDre.
A lidai etti comi-lt-tpniente oepovoada ;
Mitas casan comme'C>e8 esto fecrjada?, e--a
ropnetarKS foeir.im esp; vortdoe p.ra o muni-
cipio e dit^tr. na.) ma'a vcltar A cloode, mudrn-
do-se para outras dn interior, tem9do BO '.<>
jasao de ierre neoboma p ovideocia dos po-
deres o pele o tes.
O cojo livro Vida borgoexa, do eic;-
ptor Antonio Oliveira, oee sabir a loma.por-*stes dias.
Esta obra pre'aciaaa por Joao Loso e trata
de as-ompus genuinaTOeote p nlista*.
Ha mano oleresse no-apparecimenlo lo li
Tro.
CAPITAL FEDEtAL
Em despacbooSr.Mralstro'das RergtJe* Ex
ieriores ai reserrtcra at> Sr. Prestd-nta da Repo
lica ama extensa orla qoe S. txc. i-pp'ov.o
e o Sr. Ministro da log aterra deve recibe
Sesra neta o overno brsxileiro nao aceita a
nroposta d artiiramento para a sooca anestao da TrttVtade,. suscitaba pela oecupaca-
ingi-xa. Era sn.iitacDPDt.i 4* qoe a in-uaun
so inicio das recamago>s braxilelras. o Sr. Mi*
Dit-o da R^iacSes Ex>eriores aprtwnta ao S .
Pbipps proas ic-oncaaaa d uosso di ette, *
-orbate os argomeotosfm qoe se-foodoo a lo
slaterra para fo'mular a proposta de arbitra-
mento, esperaada qu&- tt. Bntaonica recio-
iidere o sea acto.
Nao sera da lodo ioapossiv^i qoe rest'toua a
ilba.o nos o governo entre eco accordo crai Sir
Joba Peoier on com ft'.nprio go^arno i glez,
para o estabelecimen'o en a perrnanooca do
tarjo teiegraphico suom.nno qce perneen a
acenpacao. .
A respeno do pasameoto de pemoas do
-xonte-pio, consoltoo o-Ministerio da Faxenda o
da Gaerra sobre se esta de accordo com a op -
aiao do ua Ma'lfltia, qoe dedaroo qoe a uu a
?ntell:>enc-ia aoe comporta o 2." do art. t. da
Ai n. 288 de 6 de Agosto oH> correte anno,
a saspeoso immeliata do pagacceoto da nvt;-
de da pen^o -o moote-plo-qoe estiterem per-
Ltbeudo integrhimeole as vluvaa dos officiaes
Jaliecidoj. at qo provem dentro de pr^i) ra-
soavel se tm on nao finios auccesairaia, deeen-
d>. do caso de nao ser acceita a mesma oniciao,
lor'oar-se extensiva viovas js officiaes do
exerclto. em taes cr/ndicOe*. a providenwa que
3 contera ua circular n.'46 de 5 do crrenle.
Foi asigna o o decreto qoe ar>re ao Mi-
Bi8te-io da Ju-il a e Negocio do Interior om
eredito ex^rao-otoario de 300 OOO.paA Rspe-
las com o laxare o de Tama.;dar.
Foram aanecionaoes e p-omalKaioB ostie
cretas qae augmoi>ta os eniiojeotosdo mem
iros do Saoremo- TriBunal Federal e BDCcionariOB ; e que autorisa o p^der exxol"
t a reformar a Encola Polytecboics.
O cooselbeiro Baoista P-reira, director
interino lia F^collade Live de S-iencii8 Jori-
cas e Sociaes do Rio de Jineiro, ccnoei^o no
tla 5 a- alumno Paulo de Faro Fien y o grao d*
lacha ^l em scieicias jn idicas.
Servio na respectiva uillaco borh qoe per-
icia ao conaelbeiro Poriella, a qual,. bem
como o sea capelfo, foi entregue Fa:u:oa:ie
pela familia do Mostr fiarc, em r.b^er aocia
de otua das suai ultimas delioeregOea ae vou-
A loleri da Bania recolneram ao Tne-
loaro Nacional arante o mex le Dexembra
prximo pastado a goritia de 135:800* prove-
Ltn.e do imposio d- 3/-
L-se oa Noticia., de 5, eata local :
Hontem, pela mauna, dixi.i-8a coa -cer o
lem de reserva., que oo cofre das pagadorut
a Intendencia Manicipal bavlam desappareci4
doceri^a ie80:000d, reoabindo dasde 4ogo a
cnlpabilHade do fado sobre ^um dos fl'is, a
coja gaarrfa fr dias antea confiada a moor
taocia da 200:000* para pagamentJ da folba
do pe88oal da directo u oe obras publicas.
A not.cia foi oorrendo de bocea em oocca
tomaado logo grande vaJ'.o.
Foram, porem, guardadas por coj as revi*
das re arvas, nio someate para desbastar a
rommisaao de lnqa-ntu, desde logo nomeada,
de qcassquer embaragoe, como tambem para
qoe nao recabissem lufandadas su:pitas so-
Jare qaaiqaer lancciooario da pagaJona.
Como, porem, o enme > esta no conbeci
aento do numero pessoal da lutendeaca
enlendemoB romper com o silencio, ponao o
puMko a correato do qoe houve.
Ha fea .ies'o riel Boa-Nova foi iccam&ido
de pagar n pre-'ei'.nra a foiaa deobr^s pubir
cas, recebando para essefim a qoautu da-----
300:000*000.
Teodo realUado o pagamento na impertan*
tia de 120:000* contos trouxe-o resianie n'u;
ina peqaeca mala, quadeposltoa na parte bai
xa do colre. por ter encontrado feiajo o mes*
mo e no dispor de logar mais apropriado.
Ni da Begunte < fiel Boa Nova pedio q&e
se dosae balaiico.oo l'fro caixa, o que nao se
'ex e nem oos dona oias lmmediatM.
Hontem, reiteiraufio o mes no pedido procer
dense ao exame, vertcando-se, i pnmeira
7l8ia. qae o cofre fra iberio, arrombada a pe
quena mala e della aabtrabida a qaantia de
57:O0O*OJO.
O gue e digno do o&ti e qoe prova qoe o
tnminoso penence a rejartigj da ioteodio-
eia, coi na referida mala eocontrava se, (oa-
rece iocive.) a qoautu de 20:0U0# mal ou
meos rentante, aa importancia qou sobrara ao
pagamento anterio
Immediatameoie. o facta f>i levado ao co-
Dhecimento do Dr. prefeito, noaea:do-se
ama coojiisad piea.arengar iOda a verda"
da
A co-nmisaaoj coraoosta de am -befe de bsc-
jao, d>i om esvipiorario e da cm smicuenae,
t ta procedea'a a rigo oso oqaenlj.
CoaaU qae, at meto dir, anda nao tinba
jlo -i pens o liel Boa nova., j
A cs:a oo'.tcia temos a accrescentar" qoa o
S*. p'efeno jasaieuoa a c'80 a polica, a
quai vai abrir ioquerlio, da posee oe toaas as
loform*co68 coiaa oea Cmm'8iaj ucmea-
da pelo Sr. Weroeck.
Qa.uto ao Sx. Boa NJ?a, foi snspeaao ale
' ulterior i/ellbecCaO.
A' insprcwrwt ger^l da estradas de fer-
ro exoe lio ao mlnlaterlo da ioaastna o se-
guioie aviso :.
Com relacoos vosos ollicios n. 683,
de 26 de OaiuOrO e n. 713 de 1* de'N v^!C
Uro ultimo, decla-o.vos que, para-o compa o
dos jaros garaBUdotJ coinpannUa da Bi-ra-
das de ferro, devera eesa -a.rectorii adornar o
anno ciil de 363 das e 336' quanJo bixealo,
visto se' esia a praxe seguida pelo mirust -n
da faxenca.
A cicalar o- 233, de 2S da Julbo de 1892,
da extiacu d:ra.tor.a Cui.ai, a que v a re'e
ris oo prtmeiro dos vossoa citados offiuloa t
pela qoal foi determina ia a adopQio do anoo
commercui de 3*0 diaa, s enieode com o ser-
*ico lelalivo ao mooin'pio,aPnodo para elle
um.- excepcSo. jpstiSeacapfTlB coav-eaieocia de
serena naiformesraa quotaa menaaes co qae
cada locciooario.aoairioae. >
Dli O Paix :
Cocbecidon; arredilado commerctrmte da
norsa praca, ktnd.*- tirado os pro-climas oeces-
a ros para o Ma ca8miaio, diriglo-se a hora
qoe o p eto- 0aia matuado t ara a rell8.au
coa o civi, a 9 pretorio, Biiu.a a ravBU-
c o de Sa. acojM-aobaiiu da uoiva, testemouca
8 couvi ados.
v AID ebegado. a ceavUe do scrivao subi ao
JavimeiU superior oo predio, -oodelbe disse-
ni qoa (So do casameoiowvili-
O ooivo, ueQoanda ser isso estabeleeldo por
lei, dea lmmediaiameale ao eacrlvao a referida
rraua.
lanora-a o eiCTlirB da 9*pNtriri, qae a*: Jardiar da prar^* floa-iaa leiw dr*Qta*^a>- to ralis*C^*** c^a-oenc) mil*6 grtia"*? CidadSe redactores do Diario 9& Pnr*' Se adftlasfeofltas en>' asaltar excluivainm-a o
, O omfceroi ie ala'taffM tas escoNe Hi-= nmbuco..i-Na tarca.fHra 14- lo correlite tt ayiterni nervrao 8erh featifaier as justid e
larreawa lVpub>i> a f n Sxdoid'ee^oi e tuo1' "S n^ras Ja noate estanl* -no jardim da Pra^a
du : > capml f.-ie*;1 630,fl^iuo- 250 Slaes 17 ein coinpanfa de 3 arfliab fomos todos
augreiido pelo
e 400 P**rj*; 10 Ble (J*alt flo'So^ em 400,
3aei200 o*i i"-* ? 200 ph-ac*: do Cear*
co*), *.n 11 360 o- fjaa e Kh> offi l-ttM
-- Km <\r n acc> r to de 1893, p>l-yao iN cp ?i '''aral *at
ter de 1' J.n-i-oe:u diaote 4 'Oa d'poc&i
o 8ero oD'. Ri'UX. en'to a di*t:i9ali*Sa fer
la nelo s.itoto ? :c-ioico e sob a dlrerji i do
oarSo Pearo A'J'-oso.
<) se-o fo-iei 10 >f r. > ffeeco. na qca*
iidae nem. ote d-os v^oidJ cuta ** ra-
lUitAae-i'Mam noae-.
As pessoas em c.ndi(3es de pagar e .-.i do
itit^'ijr desnenderfto'iii.Lmf5.tt3 '<> pr o ao
. o-t.i r.fji.i 09 'ana v
O inaiito o s fo-fietart meitau'.e peiJo fs*
ermio 'ios S meldo -e.-lk^tnio o o m e
a aoradla dos geo<<'.loxntes. '
8l De us *> Hendidos no laftoTatarlo
do instiaCf, a roa br. Bifaxio Crrela u, 8
(aoiiga Maruoeta d Sauto), quasi esqaina Ha
ra Carvaibo d S, no la' MUS CAN A
EPHEMERIDES LYRICAS
16 de Janeiro
1797-Telemaco operada Mayz, Tai .;ce*
na ero Veneza, no theatr* La Kenice.
1800 'Em Paria vai soena no tbaairo Fey.
deau a opera La Due Giornate deCberu-
bini.
1813-Na'Opera fornique* de Pars canla-sa
a opera La Panie du Diabk ultima compo
sicao de Aob'^r.
18S7Pela pnm-ira vez vai a scena em ue
nova, a opera La Willy* da fuccini.
1892-No theatro de Berlim canla-ae a Afri-
cana.
1893 anta-se em Modena a Alda ae
' COMPANHIA HESPANHOLA
Conforme era esperada chegou do sui da
Repblica a 1* tiple Sra. Iameoia ifatlieus,
contradada para a companhiaque lrl)allia
aciualmenie no Sania isabel.
O repertorio da n >va actriz compOe-se das
pecas Chateaux Margaux.i Nina. Gustos
qoe merecem palos,* Guerra Santa Cata-
lina,. Legenda del Mooge, El Jurami040
e muitas outras.
A estra deve ser no domingo.
A proposito da Sra. I. Matbeus, eacreveu
bontem o Jornal do Itecife.
Estamos cerlos que o Tnelro Santa Isa-
bel sera bastante coucoTido na noute- da es
tra da referida anlsta que j tem uome fir-
mado entre os fraqueniadores do m sso thea-
tro pois em 18S9 a disnucta actriz fazii parte
de thna magnifica companlna que trabalhav
na Santa Isabel e couquistou enlliusiasuc^s
applausos.
Nacphal federal Ism-nia Matteos admi-
rada ea Revista Tbeatral que alii se publica
ja estaorpou em um dossus nmeros o retra-
to- da graciosa artista e a seu respeilo esere-
vau um longo artigo fazendo notarais bou i los
dotes que poasue a distiocta actriz oa arte que
prolessa.
N'um jornal encontramos o seguate tnico :
Agenlilissima e graciosa actriz Sra. Israe-
na M.ttcos possuidora de allrabeotes dotes
physicos e dramticos induhrUavelmeute a
pnmeira uclnz da compaabia.
REVISTA DIARIA
Aii!ii'cs estaduaesE' absoluta-
nieo^ inexacta, alm de inepta e absurda, a
nolicn dada por joraaes desla capital, de ba-
vor o Sr. Ministr > da Fazeada ordenado o re-
colhmerKo das apolicaa Jo emprestirao esta
dual para o Passeio Publico 13 de Malo.
O Governo da Oniao est confiado a pes-
soas bstame sensatas pata nao commetterem
8emelh*oie di prate.
Senado de Pernamaaeo Erfec*
tuou-se bontem a 3.* seaso preparatoria sob
a presidencia, do Exm. Sr. Dr. Francisco tal*
xeira de S.
Estiveran wesenieaos Srs. Barao da Naza-
reto, \lbino Silva, Constancio Pootual, Sala
zar Moscoso. Teixuira de Sa. Antonio Peroain-
buco e Ermirto Coutinho.
A convite do Sr. Presidente oceupou a ca*
deira do 1.* Secreteno o Sr. Antonio Parnam-
bucc.
Foi lida, sendo approvada sem debata a
acta da aessa i anterior.
O Sr. 1.* Secretario proceden leitura do
seguintexpediente :
Um orRcio do Dr. Secretarlo da Justica,
commumeando que o Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado Boa scienti de haver numero
leg'il de SenaUores .para-a. sessao extraordi-
naria do Jon|res8o, aguardan 10 a commam-
cacao da aMara do* Deputados.Inteirado.
Nao tenio ichagado al 2 Horas da larde
communicacaj da referida Cmara sobre nu-
mero legal, o Sr. Presidente levantou a ses-
sao, convidando o8Srs. Senadores a compa-
recerem hoj, aflm d aguar ial-a.
Camaraidos Deputados-Efctuou-
se liomem, a bora regimentaba segn >a sessao
preparatoria, sob a presidencia do Exm. Sr.
Dr- Juaquini I'eraira da Silva Guimaraes, tendo
comparecido os Sr*. Alfonso e Barros, Pe-
reir da Silva. Julio salero, Godofredj Mosco-
so, Joaquim Guimaraes, Apollioario Maranno,
Celso de Souza e Motta S Iveira.
Sendo lida e sem debite approvada a acta
da sesso anterior, o Sr. 1/ secretario proce*
deu a leiiura do aeguinta expediente :
Offlcio do I.- secretario do Senado coramu-
niciii io acbarem-se. presentes n'eata capital
senadores emaum^ro legal.Int9rado.
Veriflcando-se nao haver ainla numaro le-
gal, o Sr. presidenta convidou oe Srs. Oeputa-
doa a comparece rain boje e em seguida levan-
tou a sessao.
lS de JaneiroEssa sociedade que
i :u a sua sede axnada da -Jaooatao, pre-
ceden eleigao de ua iwva tlirectoiia que
tcou assim constitalu :
Director, Maooel P. Brandfio Jnior.
Vice-d'rector, Jos Antonio de Andrade.
1. secretario, eapitao Andr BsovdictJ.
2." dito, Paatale&o Portalla.
Orador, Alfredo Lima.
1. procurador, Manoel Barbosa.
8. dito, Pedro Veiho.
Fiscal, Justino Poriella.
Thesoureiro, Joao P- Brando.
Conselhef08, tenente Carlos Soares, Joao
Hproocio Franco, Jos Caetaoo do Barros o
Tuo VnlOIB.
Commisso de contas, A freio de Carvaibo,
Sebastiao i^ampello e Miiiirvino Cavalca&te.
A posse effectuou-se bontem, seado o ac:o
muilo sotemoisado.
Aguas Bellas -D'.ihi direm dos i
Contina este futuros > municipio a gozar
plena tranquiUidadei
Magnificas suveraaras .Testas celebradas na
igreja de.-le munuip..
Foram nove noites da complet. alegra pro-
porcionada aos babitintes desla villa, cada
iioiif que se apresentisse com inais gaihardia.
especi'iliaando a noiie de icada aos solt iros
e solteiras que l. Nada faltou, msica qae ineigamente vibra
vam mos ares as no.as terna ; inocae, que gra-
ciosamente enhiiavam as festas e conduzaai as
regr8es eibreas a qualqner peaslmista e>ier-
nava o um peefeito sectano do deas Cupido
a' noite um magnifico fogo de artificio abr-
lhamoa o atrio da igreja.
Ni i m-18 paro e mais pillaresco, que as
es .-.s campestres.
ab cavalbadas correram magnificaraenle,
oottado se em iodos cavaileiros grande peri
ca e aimiravel ueslrex* oo.jogo das langas.
Politicamenie fallaoflo mada temos narrar,
tudo- orre em paz, o principio republicano
implantadomeate patz a 15 de Novemoro de
1889, tem sido para este municipio oestes l-
timos lempos, a realistveae- do grande- ideial
Bonbado pelos martv-reade Repblica.
O -servico da xplorac&o da futura estrada de
ferro1 que tr ligar esta villa -com arda-ara-
ODUQS J foi Concluido.* -*
nrji'brutal '-ni violentauwflte
guarda do referido jardim O'qoal'sem ter re-
cebjdo a meoer pro-OCaC*, diriga os1
miiB delreddosiepithetoa'tlo seo variatfO re-
pertorio.
Nao a pnmeira vez que pessoas de certa
wisideraco tiB' tiesirt-foifD.
Rogo-vne, por'.anto, que pelas columnas do
vosso cpnceiiundf/ovnal vos dignis pedir
enrgicas providencias contra este iasullUoSO
empregado que niio sabe curaprir o seu de-
ver.
Com a publicacao destas linhas muito agra-
decido licar quem se preza de serVoaso
criado obrigado e constinle leitor.
Coiiee^o Econmi-4)^a Agen-
cia Luterana do Sr. Leopoldo A. da Sil reir,
a ra 1. da Margo n. 10 lomos obsequiados
com o u. 8 da ColleccSo Econmica cujos vo-
lumes vendem-SH a 18000.
O present uumoro compOe-se d^ 300 pagi-
nas e constitdldo pelo lindo romance de
ErrktBraan <*atriao O migo Frita ~ tradu-
zi'io para portuguez por Luiz ("ardoao.
Aos nossos leitores recommeniamol-o.
Ao Sr. Silveira somos gratos.
Ismema Matteus Sata distiocta ac-
triz quf foi tao considerada no Rio de Janeiro
e em outras capitaes do sul da Repblica O'ie-
gou anre-hontein a esta ci iade e no prximo
domingo far urna brilbaote estra oo Theatro
Santa Isabel.
Osjornaes do al tm sido prdigos era me-
recicos elogios a Sra. Isinenia Matteu3 qoe
em grande humero de importantes compa-
nbias tem ocoupado o 1. lugar.
A talentosa act'iz que eucima estas linhas
acha-se contractada pila Conpauhia de Zar
zn-las do Sr. i.ifuentes da quol ser um d03
mais poderosos elementos.
.Tamhem acha-se entre nos a actriz cmica
Sra. Quaranta, egualmente contractada pela
Cnmpanhia Cifu-intes..
Auguramos a ambas^petrondosas estra qua
mais urna ve/, a t-alera os seos grandes mere,
ci n- ntrs innmeras vezes patanteaios.
Opponunamente eommunicaremos aos nos-
sos laitores a pega escolhida pera a estra.
Theairo Santa IsabelCom a linda
pega em 4 actos Los Madgyares a corapanhia
de zarzoelas lo Sr. Cilu*otes proporcionou ao
publico am arradavel eseectacu o.
A concurrencia loi pequea, comtodo os ar*
listas foram muilo apphudidos o que prova
ter a pega agradado.
m incidente vei- arrefecer o brilho qa^ pn-
deria ter o deseropenh-'. A Sra. Maria Alonso
momentos aotes do comegar o espectculo foi
acommeitida de urna forte syncope a qu 1 suc-
cedea graves mcommodos que a ira -rdiram de
trabalhar com'a actividade e valor do cosiuma.
O herie da >ega da ante-hontem foi o talen
toso actor cmico Sr. Hermano qus com to la
a oitidez desempenhou o papel da frade, ob-
leado justoa e meracidos applausos trazando a
pal tea era constante hilaridade.
O 1.- barvlooo Clilelli, o 1- t or G nzalez,
o 2 baryonoi Amoroso e os Srs. Contraras e
Alonso irabalharam regularmenle.
Hoje levar-aeha a scena a conbecida opereta
em 2 actos La Marina a imponante revista.
La Gran Via e < Duetto do Chapeo de Sol.
Espectculo ena beneficio No pro*
ximj sabbado a Corapanhia de Zarzuelas do
Sr. ("fuentes realisar um grande espectculo
em beneficio da sociedade Beneficente dos
Erapregados da Estrada de Ferro do Recife a
Olmda e bebenbe.
O progrmala ser publicado amaaha.
Aforantes & C. Etes seotiores estab;-
lucidos com armazera de molbados ra do
Bom Jesusn. 48 enviaram-nos um lindo chro-
mi.
Gratos.
Estatutos-Pela direcioria da Sociedade
Beoeticente Oos Empregados da Estrada de
Ferro do Rec-le a Olmda e BeberiDe fomos ob-
sequiodo3 com ara exemplar dos estaiutos da
mesma.
Agradecidos.
Companlta de Zarzuelas Hoje
esta companhi i que trabalna no Toeatro Sania
Izabel dar um espectculo em beneficio das
obras da Matriz da Boa Vista, levaodo a scana
a importaol88ima opereta em 2 actos La Ma-
rina e a applamida revista hespanhola L4
Gran Via incluindo o Duetto do Chapeo de
Sol.
a' hora em que escrevemos j acbam-se
vendidos mais de metale dos bilhetes.
Matadouro PuWHeo Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 85 rezes
para o consumo de boje.
Companhia de Trilhon Urbanos
do tteeife a Ol-nd* e BeberibeNj
escriplono da tarda, oos das utei', esto sendo pagos os
juxos e obr.gages pi-afereociaas, relativos ao
8-mastre ndo em 31 de Dezembro ultimo.
Hunco Copular -Ao8 accionistas desse
banco est sendo pago o 9. devidendo ra-
zo de 10 |. ao atino, relativo ao semestre
ndo. ^.
Eiu sufTra{ylo-*>No convento- do Carmo
serio celera la missis por al ua da fre Ely
seu, hoje, 30" Ua d seu passaminto.
companhia Exploradora de Pro*
ductoa Calcreos- .isa companlna, d>:
hoje em diante, em aeu escriptono, de raeio
dia s duas horas da larde, pagar O* juros
vencidos em 31 de Dezembro, dos counous de
sua emisso. ^3
Aova firma commerciai 'Ve b;
mos oooiom segopiit circular :
Iilms. Srs.-edaolorei do D;ario de Per.
namoac.Tecos o prazer dei.omainriicar a
Di. Sa- qu- r.fst. data cooatttamoa DOM bo
- yo.je solidarla oo GranJe Hoitl CojBowcwl
sito a -oa L rga do rtosa'io oi^. 2?, 3! e 33.
coD a floj cpmmarcul de Manoel.Garca C.
u.di ;nd i.no* ba mmlos annos oeste ru-
no de nr-gacio, eeovtctoa estamos de torraos
s.-iup e Dea: Hervid i a;s uiossos bons am gos,
. or isso eaperamoa cuj nos .bouraro semore
com sua misade -coaaoga do que desde ja
nos loolestamos g'oioa.
P- rnambuoo. I de Janeiro de 186.
Con sii'oa e (e.siierago aomoa
De Vs. S. ?mi;oa, Cr|aaoa> oo.-igadcs
M ..ra-1 Pardal Gi.ca, assignar Manuel Ga-cia
& C.
Miuoel da Slva Maga^8, a8aigaar:Maaoel Gar.
ra & '. m.
Hotel coiumercial O S-. Maicel
Ghc a, anugo proprietario o Hotel Com*ie.--
Cil enderegoo-^os a aegaiote carta circa
ar :
I.Iras; Sra. red-Ctovs do Diario e i e-.
njjjno <. Tomo a lioerUde de cooibiok*
Bar.ih 8 n-.e na-t^ da>a orgaoisei omi Mcrj).
jaiMio mea estabelecinenti G an--e Hotel
Te piaeci'i sito a roa L< g-i du Roaare -s
C9 31 e 31, com o Sr. Maueei da S Iva Mj-
2a-.s. palo que g:ra-4 de^ta data ero diante'ao:.
g r?z&i ajciai de Maooel Garca & C, ti ai o
-muos os socios -eeoooaaveis pelo ano e
.as-i^o dafl-..ia anterior.
Asbi.a e* -*rp qae Vs. Sr coatiQaarao'a :oi-
rar.uo. com e raesoaj couaauga que a en.ao
.i-neosavmime.
Per i- m >uoo. i de Jan ;ro de 1896.
O* Vs. -Ss. amg), criado e orjfigado.--
Mad-i-l -a-oji G.rc
Batera' de artilheria \ssam:o o
C'. mua do o" ba.-.r.u ao 5 oatal lio le ar.
II na ." } scSoajoi e-iaoiewda o brioso
Hitar I' tenenie Dr. Maubedev dos R-is
L .
Obra de ador cao nocturna Te-
r la noje peas 6 1,1 Ooraatlai er>e 8 <-'a.
la io E oil a se.sj meosan daata eaerci
CI
Kdueaco physica Un trabalh > do
Dr. Mi. Tissi, cujo livro sobre o mecbanismo
do Sonbo e justa e geralment apreeia lo, es-
tada o modo pelo qual se tira pratica k na
Franga a educicao p ysica,dzia n'- .Voi'cm,
du Rio de Janeiro, o "Dr. Medeiros de Albu-
querqu .
Durante mutos anuos nao sa pensou n'iseo :
o lado de instruego iotelleetual absorvia to
das aa ntlengOns. A cevagtm cerebral era o
que se buscava : a trela ideal consista em
fazer o ilumno, dando as maia memoriame-
chanca das palavras do que-4imemoria intel-
ligente das ideas devidamentoiassHDilbadas.
Contra esae estado de cousas, houve em cer-
^enHaJrie deeavohnm'wrto muscular.
A propaganda p--e'efoa ser cilorosa.
Venc Ja, pjiein, 'cahio-se uo extremo oppo*^
to : oa exerclcioa degenerara ra, em muit'j? I -
fares, iTa mais refluada acrobacia gymaastn'a,
m ulros, n'um (rande-:ftlror de sport. O re-
sultado desastroso : a media dos eitu os'tii-
xou e para aggravar a turmenage mental sj-
breveio a surmeiiaje muscular. Houve ftrt ta
numerosos -re criangas victunadaS^cr acci*en-
te ios brutaes exarcicios a que 8a eut-ega-
eraitor n. 75 1.' andar, edital de procla-
; casameofbs^doa seguints'cbatraben-
vam ; casos de m desla de^ancesss catdiafds mente mutt devem-is esp-rr
i9 Im
raai1 di
tes:
1" Publcagd
Joaqnln dfe-Moara da Cosu Leita, residen-
te oa fregaezia de S. Antonio, com Henrlquetn
Mara Fernartdes, residente na Iregueria do S'.
Joi4, Aataraes deste Estalo, solleiros.
'Ursulioo Ririeiro de Mendrca1 Pifes com
Arcelia Kerrera xii Costa Piaberro, solteiro,
natura:;est--Estado e residuales 8m S.
Jos.
S. S. deixa-nos innum" J saudades.
Felizmente, Teio preencher o vacuo um ca-
valheiro nn menos digno, de quem igual-
Capital do Banco.
dem realisado..
Fundo dereserra
suo.tos occorreram fraquenlemente aps loo-
gas carreiras, oppostaa da coliegio a cjllagm,
em qu ob alutnos se empenham> 'enm um ai -
dor excessive.'
Hoje, procuYa-'BB hftoal chegar ao meio t r-
mo razoavel. O D-. Ph. Ttss' que apresan-
toa o R'-u trabralho ao conc-esso da Sociedade
para o adiantmnento das Sciencias raost' a como
am Bor'deaux essa parte du educagao est aeo-
do iotelligentemente conduzda.
De um uaod ger>.l.a elaBstficagao dos xer-
cicios que convem a diversaa idadea pode
ser feita do seguinw modo : at os 12 annos
jogot educativos que nao exigem mmobliia-
de prolongada, nem forte attenga >; at os 16,
exerccii't intensivos, ae aegao forte, mas curta;
at os 20, exercicios sportivos, que sao, por aa-
sim di er, aporta aitenuadoa >, sem o ardor
eitremo que p.eraiment'' se eraprega nos ver-
dadenoB sports e qua s convem depnis dos 20
annos.
Como o sertigo de inspecgao eacolar feito
para ease fim especial, saria curioso expl o
aqu, secou osse nos estreitos limitas d'estes
artig03 Baste ap .as diur^M que o exame
medico dos alumno, minuciosamente'foito,
por normas dignas de attengo, aniea de ae
permittir quaiomem parle em taes ou quaes
9i rcicios.
N3, porra, podemos dspenaar tae3 exames,
urna vez que eomegamos por dispensar quasi
nteira'iiente toda essa larga parle da educa-
ndo...
Dr. Francis Cornelio da Pon-
seea Lima> Da Agua l'ivu escrevem-nos o
s guate:
Em demonstragSo de regosijo palo regres-
80 do illuslre deputado cmara federal, Dr.
Franciaoi Cornelio dFons-ca Lima, o coro
nal Anieogenea AfTons Ferreira, prestigiosa
lufloencia n'este municipio, offerpceo a "ase
digno avalbeiro ura banqueta no dia 12 do
crrante, no engenho Grvala.
Cerca de lrezeuvs cidadaos entre os qoaea
notavara-se : o Dr. juiz de ^ireito le -.gua
Pr> l.i.o Dr. prefeitj d'e*sa locahdade, o pre-
faiio t- Palmares, deputado esladoal l>opjldo
Lins. juizea de dutrieto, conclheiros raunici-
riaea, l>r. orom&tor publico, R.-vdin. vigario
Id:>liuo t- grande numero de abast idos agri-
cultores e n-gdCrant -s, tomaram pa te n'easa
ferta, era que reinou a maior satisfaguo, gragas
ao motivo que a determinara
A casa de viveada do engenho Gravat offe-
recia deslumbranie aspecto pela bonita decora-
:.ao que osteniava interna e externamente.
A'a 11 oras do dia foi servido laut; linoeo,
sentando-ae mesa cerca de o.in cidartaos.
Ah dessert, quando'-espocava o champagne, o
Or. prefeito de Agua Preta, escolmdo para
saudar ao digno pe nambucuim, que i.i valio-
8i8Bmo3 s:r/igos prestara ao paz na cmara
federal, pronunciou vibrante e lu tinoso dis-
curso, em que pdz em relavo o mrito do digao
repr-iaentant'd'esie districio. qu dia a da
cava no espirito de saus coicidadis um pro-
fundissimo saleo de symptihia, de amisade^
inqu- lira itaveis.
Respotldea o Dr. Cornelio, raostrafldo-se pe-
nhorado p..r tao significativa prova de ejoside-
ragfto e pondo, por su is palavras Convencidas,
em evidencia o seu dasintereaaado e sucero
amor & patria,' pernambu^ana.
S. Exc. discursou rargunenta, fazendo o
histrico do lempo era que, ausente, dedicou
todn s u esforgo moral e lteiteetoai era bene-
dcio do piz e raais anda da m-u Esiado
Tomaram ^ plavr> em seguida os Srs. Dr.
Machado, promotor de- Agua Prea, cumpn-
mentando ao Dr. Cornelio ; Dr. Mon enagro
juiz de di e-,to, qae em inspirada e convincea-
la allocag5o, refor.o-8 campanha elaitoral
de 33 du Se embro, data que syntiieiisa o gran -
de esforgo moral doelettoraio da Agua Preta
e um pailrao da gloria.-! oara nqu-llea qua ae
orgulham de ter como chefe o Sr< Dr. Corae-
lio.
Muitos brindas ainla foram enthusiastica-
mente erguidos, couvindo notar os segua-
les :
Do Dr. Cornelio ao RevJm. vigario Ida-
lino.
Do vigario Idalino a'> Dr. Cornelio.
Do r. Andrade ao Dr Conelio.
Do Dr. Leopoldo-ao Ur. Co nelin.
Do Dr. Leopoldo ao coronel Anteagenes.
Do Dr. i'edro Lessa ao coronel Peregrino Af-
fonso. prefeito de Palmares.
Do major Fenelon ferreira, aa Dr. Monte-
negro.
Do Dr. Pinto Jnior ao Dr. Cornelio.
Do Dr. Cornelio ao major Feuelou Fer-
reir
o terminar o almogo, que foi repetido por
duas vezes, os Ilustres Urs. Cornelio e Leopol
do Los ergueram o oriode de honro, frenti-
camente applauaido, nos Srs. Drs. Rosa e Sil-
va, barbosa Lima e Julio de Mello, gloriosos
chafes do partido federal, sob cuja baodeira a
ordem. a lei e a liberd*ae, caminham desas-
sombradas em proveito do engrandecimenta e
do progresan da trra pernambucana.
Esse brinde foi correspondido dalirantemen
la par todas as pessoas presentes, uotando-se
o orgulno que cada um d'esses comes desper-
t ao coragaodoa boas cidadSos.
A'- 5 horas da tarde S. Exc. acompanhado
da mais da 400 cavalbeiros, dirigi se aoseu
enaenho Cacooeira d'Antas, a-dous kilora -tros
de Gravat, seado coaduzido em carro luxuo-
samente ornamenta lo e puxado por magoideas
pareloas.
Durante a viagem numerosos grupos de ho-
mens e mullier.es, a brindo alas ao longo da es-
trada, -audavam o Ilustre depotado, serado vi-
siveis os sigoaes de cootentamento
Ao chegar o cortejo Cachoeira, moitas gi-
rndolas acordaran, os echos d'aquellas para-
gens.
Era casa de S. Exc, onde aguardavara di-
versas familias a feliz chegada do correct83-
mo chafa poltico, foi servido pelas 7 horas da
noita um profuso jaotar. reproduziodo se os
brindes e saudagOea enthusiasticas .
Ao Ilustre deputado federal sinceramente
felicita os
Devoco de Nossa .Senbora ds
ConcelC** Essa respeitavel devog&o, com
assento na Igreja de Santa Rita de Cassfa,
.pncedeu no domingo^ passado a eleigSo dos
seus novos fuoccionarios; e em resultado da
votag&o foram eleilos:
Juiz, Lino Gavalcante Albuquerque
S'crelario.iOqtaviauo G. Flores.
PERNMBCO
Tele-fraininas retidosAcham-se re
'ido- na ostaga do Telegrapho Pfactotfal os se-
gntntes telegrammas :
Oo Rio, pa*a Vinva Araejo.
De Triompo, para Ba8uo.
D- 8>rloheu, para D- Sa Pe-'-i >.
De Trlumono, pa-.^ Piavuno BapiS'.a.
Le Ala. < G ande, p ra Am -icaao.
ti R'O, p Do Rl<>, p>' Dr. S la
Da "o -Aleare, para Indal Pernan,boana.
Da orio Calvo, pa-a Maoo-1 FoOcisco Sao-
Do Caara, nata Foersle i.Ueig.
Um viso pa Marcehroo.
Linhas, fuacconando regu:armente para Sul,
Norte e centro do Estado.
Cemitero Publico-0 Lituano do da
14 de Janeiro de 1896.'
Adelina Placida -eira, Pernambuco, 50 an-
uos, solteira, Santo Antonio
Joao CassK no Archelau Oultcs, Peroambu*
co, 31 annos, casado, t-Oa Visia.
Francisco oe Borja de Almeida, 31 annos,
sotteiro, Afogados.
Mariaona das Dores Coragao de Jess, Per-
nambuco, 8l ahnos, viava.S. Jos.
Valentim Soares de Oliveira, Pernambuco,
17 annos, aoiteiro, Boa-Vista.
Josepba r.aria da Silva, Pernambuco, 27 an-
uo.--, Graga.
Pedro Q de Assis Carvaibo, Pernambuco, 20
anuos, solteiro S. Jos.
Manoel andiao Drummood, Baha, 36 annos,
so teiro, 5. Jos.
Fraucisco, Pernambuco, 15 inezes, S. Jos.
Alexandrina Mina Jos Pasaos, Pernambu-
co, 9 mezes. Santonio
Joaepha, Pernambuco, 5 annos, Boa Viala.
Julia Mana! da Conceigao, Pernambuco, 36
annos, solteiro, boa Vista.
Joa Ananro dos Santos, Rio Grande do
Norte. 90 anuos, viuvo, B6a Vala.
Jos Julio d Nascimento, Pernambuco, 59
annos, viuvo, Boa Vista
Iguez Mana do Espirito Santo, Pernambuco,
28 a-i.ios, a Iteira, H.ia Vista,
M rianoa Harta da Conceigao, Pernambuco,
20'anno, solteira, Lia Wata
coinoaisviao = ictelnurumento 1-
Porto"do Hei'lfeRecife, 14 de Jaueiro
de 1895.
BOLETIM METEoiOLOGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tensdo do Humi-
Banco de Pernam-
buco
Rs. 8:000:0005000
c l:600:O00!5O00
1:800:000^000
Balando
fcm 31 de Dezjmbrode 1895
Activo
Accionistas :
'Letras descontadas......
Contas correntes cauciona-
das, etc............
Caugao da directora......
Diversas agencias.........
Valores depositados......
Diversas contas...........
Letras a receber..........
Caixa :
Em moeda corrate.......
6.400.0001000
1.5&9.*i77l0
6.07I.5I070
2O.0H00O0
6.0i0.73u*25O
7-43.1.454X950
1.6H6.537O80
5.54S.S3i2lO
3-753.842*160
Rs.
Pcusivo
38.522.832*630
Capital..........
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Reserva especial.
800-COOiSOOO
382.905*370
15.1.669*600
8.000.000*000
Depsitos:
Contas correntes de
movimento------4.259.679*920
Ditas correntes
com aviso....... 6r0.103*620
Letras a premio... 4.962.563*920
5 336.574*970
irado
a O)
vap>r
dale
6 m. 2,2 7S8-*i
9 27* .5 758,"5i
1 29,'.{ 756 -85
$ t. 2S.*7 73S.-08
0 27/6 756,"
17,68 21,01 21,43 20.89 20,52 73 77 71 72 75
Tbemometro
Ennegrecida
Tamperatura minim 21,.5
desobngado ao meio da.
Temperatura mxima 31",-1
62,'0 -^rateado 44,"o.
Evaporagao em 24 horaa ao sol 5?2, som-
bra 3,-3.
Chuva nulia.
Direcgao do vento B e ESE alternados
de meia noule at 4 h. 01 o. da manha ; SVV
al 4 h. 23 ;ra.; WW al 5 b. 02 ni.: &
al 6 h. 15 m ; ENE t 7 h. 01 ra Kt ESE
Remados at 58 ra. da larde ; ESE e SE aher-
nados al 4 n. 3S ra ; ESE com intarrupge*
de SE e E al 8 n. 53 m ; E e ESE alterna-
dos al meia'-uome.
Velocidade' media do vento 4 -4S por es
gando.
Nebuloaidatie media 9,62.
9.892.349*460
Diversas garantas e depof itus
volouir>os..............' 7.450.454*330
Diversas agencias............ 3 299.254*330
Diversas contas............. 7.457.630*940
Dividendo a. 6, 7, 8, 9,10 e 11, e 12 86.5 8*000
Rs. 38.522>32*630
S. E. & O.
Fernambuco, la de Janeiro de 1896.
W, M 'Webster,
Gfiejte.
Ed. F silva,
Contador.
9IGAC0ES. OTIS
bLktim LIO PORTO
Das
Horas
Aujra
Pra-raar ou
baixa-mar
P M. 14 de Janeiro 10 h. 20 da m. 0-50
B. 4 b. 30 ni. da- t. 2-40
Casa de Delencao .novimenio dos
oresos da Casa de Detengaodo Recife, Balado
di Pernambaeo. era-14 de Janeiro de 1895.
Eristtam '408, entraram 6, sabnara 5, exis-
tem 409.
\ saner: nacfeuaes 373 raallvres -9, estran-
aeii'os 27, mulhores 0, total 40J.
Arragoado 388
liona 369 aoeutes 18, loucos 0, loucas 1,
total 388.
Movimento1 da enfermarlaTiveram baixa :
Jaeintho Valdevuo e Luiz Bispo Douto da
Egreja.
Tiveram alta : Joa Tenorio do Naacimento.
EXAMES ESCOLARES
EfFectuaram-ae no dia 5 de Dezembro prxi-
mo rindo, os exames da escola mixta de An-
glicas, parante a commisaao examinadora,
composta do delegado luterano Manoel Cle-
raentino Bazerra de Menezes, e do3 examioa-
dorea Adalberto Joaqoira Veredos e D- Anna
Umbelma Vieira de Mello Filha, professora
da cadeira. i
O resultado obtido foi o segainte :
1. grao
Maria Clara da Rosa, approvada com dis-
tinego.
2. grao
Jos Antonio de Lima, approvado com dis*
tiocgo
3. grao
Joaquim Maooel Vieira du Mello, Mara An-
tooiade Frailas, e Joanna Baptista de Jess
Lima, approvado* com distiocgao.
No da 12 do me8mo-mea effectuaram-se
os exaraes primarios dos alumnos da escola do
se-o masculino da villa de Quipapa,'regida
peio professor Rundi Jos de Oliveira e Sil-
va, que apezar de estar em dispenibilidade,
nao c-ssou ) dar aula, demonstrande o zelo
que tem pelo adiantamento e progresso da
i na trcelo.
Serviram de examinadores o delegado litte-
rano capitao Francisco Antonio do Ama ral, o
professor Bardominiano Ferrelra Barros e o
professor da cadeira.
b'iudo os exames vericoa-se o resultado
seguiote : .
1 grao
Pompeu Americo Galv&o, Salvador Martor-
Tnesoureiro, Manoel do N. Reg Mouteiro. j zelii. Ernesto de Oliveira, Joao Gongalves de
Procudor geral, Jayme G. Saraiva. Oliveira e Joa do Reg Barros, muito adiao-
1." procurador Manoel Francisco Pedrosa. lados.
2 di o, Alfredo M. da Costa 3." grao
Definidores, Jos Antonio do Monte, Sebes- Jos Americo Galvo, approvado com dis-
tilo Lopes do Amaral, Antonio Tavares Mvra, tinego.
Uctaviano AiveS- Mootairo, Francisco Jos de
Medico
O Dr, Lobo Mostoso fia coBsuita^ em
ua casa a ra da Gloria n. 39 das 11
horad da coaQh 1 da tarde. Acnan*
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado com
prooiptido para fora da cidade. Espe-
cia iidade, operaces, parios o molestias
de senhoras e r^uiuos.
Dr. S Pereira.xwn da Iinperalriz o.
&, d consullas medicu-cirurgicas todof
as das 8 meio dia, manos no-
do'ingos e dias santificados.
Oceallstas
Dr. Vertir da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 I." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.' 588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, 6
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de I s 4 horas da
tarde. Chamados a qualqaer hora.
Dr. Barreto Sampaio, occulista.d
consultas- de 1 s 4 horas no pnmeiro
andar da roa do Baro da Victoria n.
Residencia a'-pua Hospicio n. 46.
Teleonone n. 3o5.
Drogaras
trintaraes Braga C. Deposito
Je Drogas e producios chimicos, espes
cialidades Pharmaceuticas, medicamenn
tos homeopalUos e tintas, leos, pin
cois etc., etc. Ra do Marquoz de Olin
da n, 60.
Faria Sobrinho & C.a, droguistas
por atacado, ra do lvrquoz de Olinda
n. 41.
i. P. Braga Guimaraes Agencia de
jodas a9 especialidades pharmaceuticas,
tintas, droga, productos chimicos e ou-
tros ruedioamentoB homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Papis Pintados.
Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
HjBEICAv6fi* PEttllHI
Retrospeoto
IX
poltico
Mello Costa Joaquim Antonio Gongalves de
Souza.
Juiaa, D. Mara Felismiaa de AquiooMi-
gnens.
A posse ter logar no prximo domingo.
lu Interaaelunal do Recife
Em sociedade reabsa no dia 15 de Fevereiro
em os seus salas, um sarao carnavalesco,
pr-.movido por ulguiis sucios.
Agradecemos o convite pessoal enderezado a
um do3 nossos Mllagai de redaejao para as-
sistir ao mesoao-Bario.
.laiioato -Em 8 do corrate dizem dessa
cwde : .
Hoi^ teroiinou >oa judicatura aqni ojui da
direiio Dr. Levrau Vieira de aeede Lima, por
permuta coa O Dr. Maximiaoo Francisco
Uu*rte, juiz le direto de aurmec i
O Dr. Luvino im nest i localldade muitos
afficoados, icon-eguiodo isto pela bojesli-
dade, otelligpncia e criterio com que disln-
l'Uio justica, b pelas oas maneiras oondosaa e
trato sirapleJpara uwn iodos em geral.
c*tMiacpllo civil -u escrivamms casa
ramos qua luacciona-nos districtos do Recife
Sint > Antonia,.d. Joa e Afogados. affixou na
reparticao do" regtstro dos casamento* 4 ra
ao apregoar*se o resoltado dos exames,
proferia o professor Barros alguraas palavras
8ali'ntando ie procadimeoto e o valor como
educador da: mocida4e do professor Rutidio,
agradecenJo-ilie este coramovi-lo os conceitos
do sen collega, e scieotidcando aos- discipa*
I s, qua sempru o encuotrariam como um ser-
vical da instruccSo, procurando e.-pancar as
trovas da ignorancia na villa de Qoipap, e
|ir- staodo graiuiaiiwnta seus servicos como
preceptor da infancia.
Anda no 27 do referido mez de Dezem-
bro, na escole mixta municipal da povoacao
A razo publica prevaleca a audacia do
pseudo partido republicano qus pretenda
aoarchisar o Estado.
Opovo em constanes-manifestags la apre-
go sentia-se feliz em ter frente ae seus des-
tinos um hornea notaval qua s i.-npunha ao
raspeito a admiragao de seus coocidadao3
peior impulsos patriticos de seu espirito su-
peaior, pela nabili iade, coosummada expe*
nencu e criterio inexcedivel com que diriga
os negocios publicas.
A imprensa partidaria, no inglorio embate
dem'esquiobos interessee, forjava oo fogo da
indigaagao e do odio mais farvof so lurbilo5es
de doastos e virulencias que precipilavam-sa
uns aps oulros, realizando a fbula, cora > a
a Minerva anliga da fronte de Jpiter.
Nao era urna lula de < plniOee, era urna tea
de citadas. Os descomedimsatos difmalo-
torras, as investidas ateivosas, a3 pilberias
grosseiras e os equivocas torpes erum as suas
armas predilectas e quotidianas.
A Gazeta. da Tarde nao respeitava nem i
o decoro publico, nem o pudor da* familias.
Iramere* no charco immuado das depradrages
polticas, aqnelle org5o po'nographico affroo-
tava frequeaterafente a decencia da sociedade
qua oceultava como orna vergonha os no-
bres estremecimentos de sua indignagio e ar-
rasiava-as ironas que Ihe insultavara a f para
nAo Oar a impudencia as armas do sarcasmo.
A liuguagem desregrada com que era chico-
ponibilidade; Fmneisco Lucio de Castro e da PD^7 .1*.**" V,
professora da caaeira. D. Francisca Emilia de
Souza Guerra, tiver m lugar os examea dos
aluu.008 habilitadrys pela respectiva profes-
sora.
O resultado loi o eguinle :
l.u grao
Aatonia de Lyra, muitj adiaotada ; a Zaca-
ras ds Oliveira, adiantado.
2 grao
Alexandrina de jAraojo, muito adiantada.
MUTILADO
m**?^**
-i.
imprsnsa honesta ailenoiou sobre esse
fact) qoe sianificava a justa represalia de tan-
loa (cidradaoa ultrajados, mas a exploragao foi
epbjsmera, porque, aquello que presamm a
honra cima da ludo, aao quenam e-. por se ao
[esoairneo des hom-ns de bem, especulando
cora tao juito cat:go,
Era esta a sitoag&o poltica do Estado en
11893.- De um lado o orgao do-partido redigf
(drj por mogos fnexpenenios e sem teoso poli-

--
y
v,
*
'.
J

f
1
i

_
i
f, t.", v--V?C -


Dj*r*<* 4e Pem^iinbnco QuiuUt^oir^Hvite dtasaero de 1S96
3
tico calumniando, intrigado e aggredin lo a
reouUca. illit>a d0 ooiro, o Congresso concitan tu o poo a r-
volia vot-odo tropelladainoiite 88 celebras
lei* passoaes e por ultimo diuca-ando oa vr-
tlgeiD >ia raiva s'.oasiiiutcao, sacpane que
alia rievia vela', cora a p^na de suspensao,
imposta ao preclaro Gov^rnador.
As l-ia na. 67 e 68 da 93, qu* deaiRnav..m o
pazo de 48 horas uenlro do qual diiv.aua aar
restabeleciJos os Conceibas Municjpaas e a
Magistratura, constituirn! uoi attentado brutal
a I i suprema do povo.
Fiado esse prazo, o faccioso Congreaso ar-
rostou a i'ia popula', nusp-ndendo mepiam*n
t-> o E'.id- Sr Dr.JiarboSi: L'oaa. do ex-rcii'io
lesuas fun t-'s pena extravagante que fci
depois j Igada de ren' uin aflvito pelo 5>ui>-
nor Tribunal d Mica, *in t> e doaa.70
da uossa ln lundaiD'-nial.
A mapairatura fui rfcaniS'-ta de accord-
eom o al. 13 .i ...nsnUii,-ao, % e 31 da le
D.15 P lao Jeglme tacoasutaiita, que o non.
radoSr. Or. S'gismundo Qmplfea nao se
iuleou sbulnado t seu* dir ion, desecado do
Trinunal para reatar o ekoroifl de aua vara de
dlreito ein virtud*] Je iium-^j
Expo/.*riiii o Sr ->r. AiDUM.mo sead > a
irri-o puolici, O rc-nido-o a publicar oan.-
fesio no qual se dizi i Governador eui exmci-
ci. A tiilandadt que es e docuuQ'-nio pro
duzo anda mais i rescea com o anuuncius de
exuedteoie e das de nu.i'enc a no placi do
governu, em ponte d'Uclii.
Condemnado pelo Tribunal di. E.'.ndo e re
peludo pulo Tribunal Federal, riles recorre-
rana para o Presidente da. Repblica, cuja
corapetnnca para resolver o caso da responsa
blidade susU-ntavaai, e o glorioso Marecnal
lelegrapbou ao Presidenta do Congresso de-
clarando que ont'.nuava a recon iioeer como
1-gilimo Governador deste Eslato o in&igoe
patriota Sr. Dr. Barbosa Lima.
Assim desinoraliado, o Conxresso p> r um
seotimento de dignidde d-^Via despedir-se
dua cofres do l heaouro, roas,, cootinu u a
funcciooar, enviando os seus actos dispara
tados para o suppo.io tfoveraador.
Hostilisindo a todos 09 poderes do Estado
e da nio, coicuuettundo os orno-es absur-
das, da queda em queda, seui pmticar um
s ado desde que oao se corresponda com
o Givern.idor, o Congresso e-teril nao podi
mais auppo taro peso do ridiculo e finalmente
na impos8inida.le de reunir os seus mm
bros poque a mawr a bavia aban onado o
Sr. Martina Jnior e assumido urna atutud
francamente nosul a este, dissolveu se aquHle
bando que s leve existencia as foliia do
Tnesouro.
(A seguir).
(D'0 is.au..).
------------------------
O subdelegado de Tres Ladea-
ras em Iguarass. ao res-
peitavel publico.
(oso9 nao p-diam deixar de ser trazidos ao
conhwcimenlo das aut ndodea superiores;
porqu* s n'estas lera o,< offe-nOijos esperan-
Cus de eoconirar remedios a 8us males.
Os Srs. Drs. juiz de direiio e:prorootor pu-
blico, e coronel delegado >do municipio de
Igoarusa merecem mais pra pouco de alten-
cao, Sr Manoel Ignacio !
Qaanto ao escandaloso roubo que, ainda se
ociupa d'elle e que rada dia, que se passa vai
augmesiando mal alguraa ronza, deizo isso
aprecia jo do rsp -itava publico, pois, tanta
pusilamitade devolveae intacta fonte d'oo-
de ella emana
L.li doBatevfto, 14 de Janeiro de 1896.
Manoel Jos da Rocha Queiroz.
Mcu Co!
Smente em UencSo ao publico, venho, ain-
da nina vez, imprensa oc:upar-me do caso
de Marzagao, tao bt-m esruculado pelo Sr Max
noel Ignacio.
.Nao esiou disposlo entreter polmicas coro
o messino Senior, a quern ceriamente oevj
ser muo fcil exhibirse peranta o publico,
como uro perseguido poltico.....
Seja, os, esia a mintm ultima resposta ao
Sr. Manoel Ignacio.
S. S. foi inleliz em su-> eons estaban e basta
comparar o mcu arugu publicado no Diario.
de 5 do correute mez, cora o de S. publi-
cado no ii-10.
A verdade que nao procurei offeoder o Sr.
Manoel Ignacio, tratanclo-o com palavras alien
ciosas e delicadas, o que esta na minha edu-
cafto; salvo se S. S. ju gou-se humanado, p r
ter eu ililo qu andou de ra em ru, de lypo-
graphia em typographia. apresenianio o *eu
povo, sera que o en aio da Cornelia tivesse
sido regularmente feito.
Declara S. S. que s vem imprensa sfflr
mar que, i felizmente, exacto tudo quanto
disseram os jornaes, proposito das tritss
occurrencias, por elles descripias? !
Harece, salvo engao da minhi par', que foi
S. S. e oa seus moradores, principalmente S.
S., que tallcu por elles lodos ; e, ponanto, en
s teria que a mira-me, se S S. vi-sse di.er
agora, pela imprensa, que nao passava 'ie una
faieidade tudo quanto sua frtil imaginario
occorr o, enio, all'gir em uefeza de seus
amigo?, victimas de p rseguifao sera nome !
O Sr. Manoel Ignacio n5o escreveu, em rao
ment de calma e reflexao o seu artigo coaira
mira-
rla ainda em S. S. grande excitagSo pelo
caso de Marugao, caso simple e sobre o qual
procedo as necesarias diligencias.
A prova esia em que rt. de quem, ee eu
qui/ess retaliar, pod.-na di?er jilguma coua.
que nem lodos sabem, tnraa-se alrmar que
u, conscienie oo DC i-cien'em-nie, presiei-
me manajos de CBBT 's poltkoes ixvejo-
sos, relerjodo-se dous i ivaviros muito dis-
tinctos, agricullores e proprietanos uesie mu
nuicipio, cojos nomes eu nao enuecerei para
eterno instigo de S. S.
Sao elle3 o3 S'3. Joao Dourdo da Cunha
Azavedo e Angelo Dourado da Cunha Axevedo,
pessoas que por actos do vaieot a^e de falla de
bom senso, nunca veram necessidade de mu-
dar de domicilio, ora estaOaleeendo-ae aqui,
ora ali. ora acel-
0 Sr. Manoel Ignacio nao ptosoa no que
diste.
E' rroposilo de semolbante al)egago falsa
e calumniosa, eu preciso esclarecer um ponto
muilo importante em rainha defeza e que, aic
agora, tera estado em silencio.
Quaudo o Sr. Manoel Ignacio andou na ci-
dade do R^cife, procurand,) commovar os cora
ces piedosos com o espectculo dos f-;runen-
los nos seus -migo*, em to4 parle un le S. S.
Chegava. refera o faci c.i u um ai-eescimo
que todos os jornaes, por urna ooiavci oiu^i-
ueocia, esquec-^ram !
S. S. disse em tola par- on e chegava e a
todos que o iiterpeliavam, quu eu nao lioha
passado de um raandatorio, e que os mandan-
tes linham sido os dous cidada s ja indicidors
a quem ^. S. appellida, agora, ue poliiSes e
invejosos!
E eu sinto que o Sr. Munoel Ignacio uto n-
vesse sido acreditado sanao era p..re, ftcaudo
no olvido um pooio esseocial, un r^oiito qne
alliviaria o p-so que sobre mim atirou nene-
volencia de S. S. fazendo que.ouir. s repaiti-
sem tommigo das aguras da accusa(,a >.
Affirmo, sem receio de uonteatuvn que o
Sr. Manoel Ignacio fez-me simples piaa iauno
a o faetc
Na entrada de palacio, presentes, cna s da 30
pessoas, S. S. discursand com aquella p' n-
ciencia, qoe iodos Ibe reconnecem, jade n
sem o menor escrpulo, com urna coralera u
eu nio clas8ificarei, os nomes dos Srs. J>-:i
Dourado e Angelo Dourado, tomo mandain s
do e pancamento I
Nao sei 9e tere.i a pretencao de ser mn9 in-
lereseado na manutineao da ordem publica do
que o Sr. Manoel Ignacio-
L' urna que8tao que s pode eer iesilvida
com algum esfoa'o de ntelligencia, rememo-
randos faltos ai te iores.
Posso, entretanio affirmar que o mcu nome
nunca esteve preso desordens e conflictos,
pautando sempre os act- 8 de miba vida com
muita regularidades bom senso.
Nunca andoi mettido em albadas ; quosiO -s
uo foro nao as tenh", nunca as tive...
Pergunta o Sr. Mapoel Ignacio se espan
cadu ou fe'indo que se puera criminosos, e
eu Ibe responierei que nao; mas, que, casts
ba, em que, sem figura de puaigjo, o resul-
tado de urna lula val alm da Dypjihese ima-
ginada por S. S. '
B devo dizer S. S. que nao vivemos mor
tea a lamentar no caso Marzpgo ,porque
felizmente, cheguei temp > de eviial-as.
Censure o Sr Manoel Igoacio'peloepecta-
Culo,.de andar .pelas, jua^ do Recife, expond <
os s-"u, amigos, cpmo victimas do meu furor
policial.
E disse que S. S. mesmo em lgpafa?s,
local do prime, epcettraria autoridadais, muitj
capazes de .fazer juBtica...
Entretanto, S- S- aliar s>ioeu(pensamf ato,
par* d'ahi. concluir que eqjfevo sar dtipiuido
bem.do servido publico.
Voo coocluir, daoUo pma prov^ dq>qu*ato
leviaoo e irreflectido o Sr. Maooel Ignacio.
S. S. acaba dizende :
Boa v o publico que (actos lio escanda-
Spiritus raeus aitenuabur
rfies niei breviabuntur, el so-
lum raitii superes sepulchrum-
Job
... Nessum maggior dolore.
C'ne recoria'si del lempo felice
Nella miseria...
Dante.
Volta o rosto ao passaio e chora a vida.
Alvares de Azevedo.
Houve tempo em meu passado,
Em que via um co dourado...
Onde um anjo decantado
Me alentava o corafao !...
Em minh'alma extasiada,
Delirante, arrebatada,
De amor inebriada
Contemplava essa visao !...
Era um co todo encantado !...
Doce afn imaginado ..
De meu ser acabrunhado,
Um delirio em meu penar !...
Linitivo em niinha agrura,
Um conforto desventura...
Um momento de ve atura,
Illuso I... pleno sonhar !..
Branca fada me prenda...
No olhar que me volva !
Um archanjo pareca,
Com seu riso encantador !. ..
E minh'alma, assim, rendida,
Deslumbrada,enlouquecda,
Lhe votava a propria vida,
O mais casto e santo amor !...
Quantas vezes meditava
Em meu co que tanto amava,
Quando a fada me fallava
Com seu temo e meigo olhar!!...
Em seu rosto eu traduzia
Puro encanto,tal magia...
Que de amor e poesa
Me fazia delirar ..
Os seus labios nacarados,
Delicados, engracados,
Mimosnhos e rosados, s
Qual carmim,fino coral,
Eram, pois, duas conchnhas,
Transparentes, bonitnhas,
Cor de rosa, mirnosinhas,
- Como as flrinhas do val !
Era um anjo de candura !
Bella virgem casta e pura,
Que adorei na desventura ,..
Nesse meu penar sem fim !...
Urna diva peregrina,
Minha luz diamantina...
Urna estrella vespertina,
Minha sombra ..um Seraphim!...
Eu cantava em minha lyra,
Era minha harpa que delira,
Nesta corda que suspira,
Qu'eu a chamo coracac...
A vestal qu'eu muito amava,
O archanjo que adorava,
Ksse co que m'encantava...
Minha doce inspiraco !...
Nunca mais ser-me-ha dado
Reconstruir meu passado !...
Ver o anjo decantado
Em minh'ardente paixo !...
Os annos tudo mudaram,
Os bellos tempos passaram,
Meus enletos se acabaram,
E o meu co?. ..era illuso !!. ..
campadas li (eraras, apalencadas de todas
a lingual., de todas aa sciencias e at de
t^das as glorias do Parnaso-, e. OQOjo |aes
dignos de figuraren na gale;ia da zopkjtHa
sandair.a. ,
, i orno poij, entreter urna polmica Wterru
com esses engrasadores da imprensa T
Isto seria perder o iw'u preciso lempo, seria
o roearuo que muir me do paraleleppedos
para defender-me de urna malilhn hydrofobica
que lentas e morder- h e !
Assim poi-, que oB. > 30tinue a fal-
lar aeer a de nimbas puoducviS poelicis, que
por minna vez coniiQiarei mblical-as sem
receio algurn de ua macarrnica critica, que
s Sr-rvir par corop-ovar o que .Cibo.de ex-
ternar oeste meu juno.
Sua alma sua palma.
Recif 15 de Jaiieiro.de 1896.
Jos Francisco Pau Barretlo.
Janeiro, 15 da 1896.
Joaquim Francisco de Mello Santos
.Igradeoimenta
Hemetern Maciel da Silva e sua mulher,
anda extraoniinariamenu eommoudos pelo
|ia-sameulo de s->a estremecida fllhi'.ha Pal-
tnyra, no da 11 do corrente. veem torear
publica gratidao de que se acbm possuidos
para c m t>1os aquelles que o ajudaram a
passar aqu-lle cruel trnse e acompaoharam
os restos d crian^inha ultima morada.
Especialmente aos seus compadres e amigos
Dr, Joaquim Loureiro e sua Exma. esposa,
estas duas alnas dtalas dos mais nobres
sentimeotoa imru nos, cujos esforgos e desve-
los foram inex ediveis pra arrancar da morte
aquella victima, elhs deciaram o seu mais
vivo e pr fu'ido reconncimento
lonitiro, 12 de Janeiro de 9S.
O--------------
B. P.
Ha lempo que acoinpanhoo juizo que pela
ProviiKia tem cert > individuo damado com
as inicias t. P. externado sobre as miohas pro-
iuccO'3 poticas, sem que prelendesse dizer
cousa algnma ; mas tendo Mdi. que, emittlo
com relajo a ultima que publiquei iolitolada
-a voz do seculo, resolv escrever estas Itnhas
que sao camciensticas do que representa tal
chala em lilieratura.
Segundo relataba histeria vem da aotigui-
dade o jpparectmen.o do*3obos-em quasi
todos 0' niveriimenvosPopulares ;por isso
nao para se xtranliar que as diversOes
lnterari s elles tambem se exbibam.
Nao ha drama sem comedia, assim como nao
ha comedia, sem risos...
O publico Ilustrado que vido acqmpanna
as discusses da imprensa, de muio tem co-
ohe< ido o quanto val-ni os aveio:iu.- que
elles por ella tem produzido.
Quaudo nao urna laiuum do estrepiecer e
cortar as cordas do corago, urna prg adu-
bada do que ha de mais deleteriv alirada a
face de tudo quaoto bom e aoaeito.
E como podena deixar ue ser assim quando
esses Bobos aefcum prepaialivo tptn d,a> boas
oo{6es de lilieratura e sobretud tM educagao
aprimorada dos e.criplo es serios qie par
cho rentamenle procurara na Vfcabiilario os
termos mais decentes para collorlaem >s ana-
lyses quf lazera das couaas e do^acips 1
Como se elles nada sabem alfflj)de alguna
preparatorios dudes aa magna,ima{ ma-
byb que sempre pro:liga muito >em ;oncor-
ndo para lemelbaole calamidade t
A Parabvba pois, sendo um> boa m^ de lei-
te esta para elles ; aseina como .lfi*liefe est
paraowu Borro : nao ha differeuc algu-
ma.
Assim sendo, sao elles orna iofinidade de
A! vila Ja lajimanidade
A' MINHA. IUNOCENTE FAMILIA
Foi especi-lmente para vos, e para os
tneus da vossa gra deza, que cu tracei
as paginas que seguem siugeliauaa'e,
como a aurora bafja o cUro do dia
orvahandp todas as n vtur^zas creadas,
pelo re dos universos e irrad ando pela
vida da humauidade, esses riquissimos
my8terios do divino meatre.
Pom bem :
Sao ellas, em miniatura, a reprodc-
elo d'um quadro enorme, que mal pode-
r is abranger coin a vist e penetrar com
a int lligeuc a, ao sabir da --na primeir
ptala infaatd, inclinada triste ve-
ihice.
Es.e quadro -apl^ndiio e imponente,
chama-se a vida, da humanidade \ 8, tud
o que n'eile. ba de gr nde e de phen
meuMl, claram nte ou as trevar, que
utabel-'cem a transmito entrd os maiores
feitus do rJ-mem as sonbras car--
gadas das pocas de lutas extraord na-
nas e de ignorancia, a luz esplendorosa
das idadea da p z de p ogrosso, o
deseuho sinistro dos grandes crimes
d'uma inquisigo immoral e a aurola
das mais sublimes virtudes, tudo o,
dereis en rever n'du> rpido a-bor^o-
como se toiuass-is um microscopio, p r,
observar as minhaa maravilbas eapaL a-
das por todo univers, e vos immortah-
saado eternacoente.
Sem vosafastardes da vossa to hon-
rosa mis.so, percorrere.a com o espirito,
asmis diversas e rem.tas r-gias; e,
ao fim d'ttlguznas horas, ou insta-tes,
pode e:s eato diaer com f acquezu que
vveles sculos e Bculos, porque fohtes
acompauhando os tristissimos pasaos da
humamdade, desde que ella sa erg-eu
uo santo p uj seu bero para a iuter-
minavel jornada du.s tempes modernos.
Mas o ene-' ti des a uiaginari e de-
li.iosa vi-gern, nae tudo ; mais do
qne elle, vn!em os altos e perduraveis
mysterios... qie vos hSo de prender a
.uencS", durante -a esecujoes pelos
campos e flores do Po'vir.
Vend > baquear os mais poderosos im-
perios, e repblica ... veudo aini-
mai-, desapparecer por ent e a atomi-
n c>ao das victima do egosmo, e,
brado da jusnea, os irais po tentoso3
lieres... e em tudo finalmente, taca-
reis oomprehende do que s a virtude
o o saber sao grandes, e que t elles
sob'-evivem a.Qi plsticos imperios !
Pouco ui_or h, i} ne o ca uho do sa-
fo jr e d viitude. s-ja orinado d'agudus
espiohs e atravn:iCflilo do "tirrriveis
amarguras : O appla so dos que tea
justos, p*!rotas, e o premie da c ns3en-
cia, compsnsam aobejamente as lutus,
que se nos d param Da eatreda do dever
e na.pra-ic. do bem.
Teudo em vasas agradas m'os por-
tanto, o r-positorio de numeraos sc-
cess 8, que aao a glorificacao do-trabi-
lh >, da honra, da virtud, e a condem-
n 5o do taal e do erro...
.vitando pois, estes e praticando
aquelles, mostrareis ao mundo inteiro,
que vos foi proFeitoa'Ssima a martyrisada
existencia; 9, quando eu,. caceado das
extraordinarias lu as pela vida, em q> e
por vos e pelo dever que tanto e tanto
me empeubei pela ingrata patria
B azil I me inclinar emfim, no caoe-
cal mortuano, aminba ultima lagrima,
ser de legitima e profundiasima satis,
faco por h*er tragado co'ii. lettras
d'ouro, o cam nh > que DOBg anjmamenie
trilhastes, couquistando urna s palma.
E essa gloria me basta.
- CX somnambulismo I...
Dr. Theodoro Tilinervtno Freir Pitotnbo-.
Ca hotinbo, 10 deJone.ro de 186.
Santo Amaro das Salinas
li>sa, baa elra e notea.
Hajx, 6 d.arcprrcnte^,4i qne a igrJ
catholwa ^opiieagrou ao loriiio aat'.
Acaro, .ce'-'brr-eo ha era li.-uvor do
meso > glorioso Santo urna misaa a 8
h Am^;,ha 16, pt-Us ."> horas da tario,
ser haatei d Com a devda pompa a
jiideir8, iuicio aun -, t-c.-.co f. b^nda mil tar do 14*
baii.ihSe cto.'b Af pefua, (*. :r-
terio ; ubiedo ao t-r d'varsti graod la
de logo, figura aeri B'at .8 e. qu-iman-so-
ae em seguida um. pequeo tugo artih
al.
No di 17, i, 5'1|8 hor? da Ur-ie
coas-^^rSo aa novenas qoe io st-nd^rS
at 25 Cesto s es, sendo abrilha^ia^aa pel-
nerj ba'da di.14- bati-l^an ; Cm at-
cenciij d< bsioes, tWMiandirtdi riaraeo-
te coa* um pequeo fogo artifieiai.
:Jon6::o:io da cp-.!l< de S/in'o Amaro
das Salinas, 14 de Janeiro ie 189 .
O etcrivSo,
Holeodoro J.ir da ^i)v.
mmm'
4BR1I/
Jo3o Cartela da Ou: ha Jii-seiro li iai-
ia ario da *x<':& ti.-ma J. Qetf'ia
& C.a, retir>0'io-ae por *-lgom terapo,
para .a ido Er.t .u' priitu a quem u
tvreaaai piasa quo fijara t-n'rreg'o< d
^ous ntiooio i.'B fcr. ^lacQel Ferr^r^
Oomi'iuuea a tjs do Brao >*s Victoria,
a. 28, e o e. Berj-mio riatides F<-r-
rer^ B.-iodeirr, a u.a do 'mperadoc n
42, 1. mu si**.- j o-jjriaiieirii de seus Drgu
'-ule parti ''.larca e uorauv nciaea o ae-
gindo c> m poderes b propor qnaquer
ya qt^, por veDtura/ tenba recessia
de co mfe-Jit^r.
ReC'e-, 1 .1 Jceir; de 1*96.
J. Correi'i d- uiiha R beiro.
Ra do Hospicio n^S3
Este fitabelecim nto de eduai,ao e intruecf>, -fundado e 1383 pelo ba
oba'el Luiz da f^o-ta Ferwira Por. o Carreiro, e dirigid*)' aetu.Jmeute pela abaixo-
asaignada, contina a receber alronos ex eruos internos e atmi-iryternos,8ob as se-
guintes coodigSe* qu* derroaem alguna a tigos dos Estatuto vigente .
1.* S >e acceitaro alu.vuys iaternoa at a dade 'ie 1 ann9 e mediante a
pensao de 2508 porrtrmBtre, afora a co trhui$ao ds QO tarmhem por trimestre
para roupn lavada e engommada, e a joia de 505OOO.
2* O alnmnoaextecBosda Aula Iofanl pagarao .305- por ^rimpstre; oa
ex'*rnos do Curso S cuud-rio pagara &08 por. trimestre, de cadanraa das seria*
em quee t d vididoqoel[e Curso, seja qual fr o pumfro de materias em qua
m matriculem.
3.* Os alumnos semi internos da Aula Infantil contribuir&o com 1005 por
trimestre ; e os do Cu 4. Os alumnos semi-internos que deverao entrar oo Estabelecimento s 9
h raa da marina e sahir s 7 horas da., noute, s terao direito s segui^tes referas;
Lunch e Juntar.
N. B Fcam resp-ii dos ovdireitng dos.actuw alumnos.
Rec fe, Jaubiro de 1896.
fosep/ia-A. Porta Carreiro
I
iquidaco de Gm de anno
b pablxo e ao coniuercio
U S-. Praaelaco Pao^o F-dbo, exhortado- di
4 Sitta. He'i A '., oeixoo de ser cont-^-
Bit ora or da, casa Pu! Ju'Hien, dtamc
da i' '"0 orr-nti-.
itaoije, 13 fie Jaaeiro de 1895.
Paul JoMierg
Mnh:
0 Vmho Quina Laroche (honra.do
com urna recompensa e 16.6O fran-
cos, e de c-edalhas de uo polo tio-
verno Francs) o medicameuto por
excellenoa para combater as affec.oes
do estomago, as enfermidades de tra-
qiu'Z'is ou rfgotameato, empobrecimaato
dost*ngue a fe'ores m g-ral;
estimulante e digestivo.
e muito
Apresentaado-se a estacSo dos gran-
des calores, fazendo-se uso, para calmar
a ede, da Agua de Alcatrao, prepara-
da com msiai.v.'o.b.er. de Alcarai Guyot
por pucaro d'agua, cumprir se-ha um
preceito bygienico.
Empregndo-se as bebidas alooolica,
s se consfgue arruinar o Byatema nr
voso e dest uir pouco a pauso a mais
rjbusta saude.
Alm de tudo, a Agua de .AJcasrao,
preparad* como j disemos, o imelhor
antisptico e preservativo em teppo de
epidemia. O alcatrao Guyot fertale e
o estomago e os bronchios, tempera e
fturifioa o sangue, p. rque entra em sua
comp sigo oa m* preconisailvs princi-
pios arom .tico-, i0 que explica a iaceita-
jo universal que ieo> tido.
0 verdadero AlcatrSo Guyot aquello
que se prepara nt unic casa au^prisada:
19, ra Jacob. Pariz. .Exija-se sempre
este e^derejo noa vidros.
a esperanza
. Slc-jlle-r.-ne 'e Cn-stl. t aisoo (ooda.
ou e;o I86i
Pa-i.?. 4 a Njveo-0'o e 1895 -lie Sr-
Aoii.'no Fruni !8 o u Crin.Ver. >amooi'o
AmiKt '-T-rn> n si-euie o feo estima-
Do f^vur d<- 7 (unto ao qn-;l Ue o prazr e encent'ar uro
e no :? p-M-el pira cigarros, 'j'e u.uito es-
iTei -eceoer e Rnto$a.
Lo o t atii de eot-egal-o a> fb'lcsote i
io.-iei p4>a qi.e ^?j > ffviade coin esmere e aa-
xiron-Di-e-t-iH, t n.-e ctnn ofendo a l;>
J'kante a aprcuipt rtt>| p.ipel .-a os fin
.'-sif U.H. Saltero qH p- sa lcer ine a re-
oeasi !'6>o v;ipor o.^avre a sinir ei 14 Of
Uestmt)ro prximo 'ui.ro.
S rem tfesfjaaae .-erviio o rojls cedo air>-
a, nJ Herm (i-iy l el M-qae o caeu p.'Pel
nio e faz b*ib KVepedteeia, a sita ai.o, Deeessilaauo o at-u tsbnwaas mo:to cui-
dad :.
Sets ontro onoilvo, Fa^^rruro me coa sinre-
t* T.-iicD is V ., .rniio ifcoitii "t-nio ve-
ueraietP.'i'. >.* ii. N l e.n. tioisil.
------------ as---------------
Advocado
O bach re E per.di&o Fe-reira Mon-
teiro,iem -scnptorio a praga 17, antigo
Patelo Collegio, n. 77, 1.* andar.
------------?---------------- I
Francisco Pedro da Cunha
Vresbytero Secular, Cavalluiro da Ordem
de Christiy e V'igario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro
vieta deSanta Catliarina, etc.
Altes o que tendo usado por vezes o ?eitoral
Cnlharinense de Ranliveira XAROvE DE AN-
GI .0 COMPETO i.OM TOLU 'E GUACO, pre
paraco dos Ulms. Srs pharoiaceuticcs auii-
noHorn & Oliveira, achei que esse xarope de
benfico e pr.implo erfeito oag arfecgOes dos or-
gaos respiratorios o que affirmo in verbo sa-
cerdotis.
Udad de S. Jos. 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco -Pedro da Cunha.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive -
sos Estados do JJrazil atteaam a eficacia des e
grande medicamento.
lie p> sito
NA
Drogara Braga
- <>
Jornal do Commercio
RIO DE JANEIRO
Recebe-se asignaturas e annuncios,
ra do Commercio n. 9
FLIX BANDBIBA
Agente nesteestado
A virtude* da Enaalaao .dcolt sao
ii "o. Doajiu^oa N-i!tbeay, O de Jini-o d
1888
alo, abaixo ssignado. Doator em Med; in
p-la Fcolrta^e oRod' jioeiro, medico tll^.
divo rt:; lo-":".t .1 ue S- J. B.ptisi de Ni
elbflroje aijuata do.K V. T. d* S-Pruncsio
da Pama e oo Asylo e Sia. Leooldin eic.
Atiesto, que ie mo emori-Ka io cjm o melnor
'eaulta.io e'o mlnba di-.\c.*, o prp*r*"o Eual.
8o Scot de Oi-o de timado ce ha^lnio coda < s
f-ypepoosciUito Offd eisoda; na) rOn;saf.
f-'C6es coronices fio aapa-elbo re3p'.rat;no,
como a oa ova in vjuoa te consluuiso Ira.
ca e lemperameiuo lytpiia ic^e sjoreiuo ots
crianza r-mnincas e escrgpUaJoaas.
E, po* me 6tr pe ido, opa o presente attf'.a.
do, aob rueoici fiJe et jure j^raiao par conoto
ende convier.
14 Dr. Plicio T/avagao3.
COLLEGIO' OE H. S. DMXIHi
BU A UA iMPBItATRlZ 2, 2.' ANDAR
As aulas deste col.egio principihram &
7 do corrente,
Bcebem-86 jumnas nternasy exter-
nas e mero-pensionistan. -. _
Dsreet ra. Angustn Caruetro
PHOSPH ATINA FALf ERES, nioato das
Collegio Santa ruz
N.;75-RUA DO HOSPICIO-N. 75
EstarSo abertas do da 7 de Janeiro ero dian
te as aulas d'este estabalecmanto de instroc
fio primaria e secundaria.
Admitte alumnos internos, semi-ioternos e
externos.
Prospectos serSo foroacidos no collegio.
Os direclores-
/tffCtt-B) .'\UenioncaSim6s.
Antn o da Uva Gumar**--
HAUIJrVEIR A
TolOS os medios receito o Peorat
Catharinejue como o nnico medicamento
contra Tosae sBronohitas
DIIOGARIA BRAGA
SALDOS
RENDAS de d-versas qualidades.
FIT^S de veliudo, eet m gorguro e chamalote.
BOLEAS de palha com 6 sabuaates fiaos por 38000.
GRANDE variedade de pannos para cadeira*.
GRAVATAS.
LINRO para fazer lencas do prego, de 63 o metro a 38000.
S JMBRINHAS de 8-ia >v 108v.rnuito3 outroi objectos que se liquidan
precos muito redusidos, para nao entra-e em balanjo.
nicos agentes do verdadeiro
Creme Simn.
P de arro* Simn.
Sabenetes. Simn.
BAZAR DA 'BOA YSTA
N.88 Ruanda Impera-rizN. 88
msm. &

^^^


03
SBMSmSJMM
:.-**1^
su
^3
o
C3
>
1)
O
<
< u
J cq
bi zs
CU o
-H
Ul -J4
'^ ?J
OS O
w r^
1^
< >
l-H C3
O
o
*
- O
Ce,
2
2 a
C o
'E-a
0}
2 -
- -
o
o
el ,
.3 O
U N
c
a*
O
a
a
K
2
CU
o
o
O

.-.jai***.
o
p3
os
c->
<
CU
s
>*
J
'
u
ce
u
3
O
Ch
C3
CU "3
2
a tac
SSo
a-sc
p
ti

CL,
CU
a!
a
Ch
=3
Ch
3
tO
i
CJ
Ch
C3
O.
'o
e;
'd
o5
o
P=5
CD 3
T3 3
c3 O
H O
3-3
2-S
.32
o
a
eU
-3
3
ce
Oh
s
o
o
K3
09
CO
O
-o
I
O. S S=b
h ce W ^ o
c 22^^
o i-5?
#
oS
"2

0-1
C3
Ti
o Seo u.
O (O Ch
49
4
3 M
eo o
to
3
.^H
U
O
O.
CQ
<
os
<
cu

V.
.
Jornal do Oranaercio;)
Do B10, de 26 de. Novembro de dei89 .
Recbenlos dos Srs. Goncalves i C,
urna garrafa de Ogc-ac Brazileiro, fa-
bricado em Pernambuco pe'os Srs. M,
Veras & C, Este cognac, cuja'materia
prima segundo nos dizem,toda natural.
est muito bem fabricado e loi premia-
do na exposigao Universal d-el 889.
O
Damesma data
Paiz
Os Srs. Goncalves & C, eqviaram-
nos urna amos'ra do cognac Brazileiro,
(abricado no Estado de Pernambqco pelos
Srs. A. M. Veras & C.
Provamos essa bebid* preparada por
industriaes brazileiros e podemos garan-
tir a pureza do produce nacional, que
deixa, cativismo parte, a perder de
vista es cegnacs estrangeiros.
Becommendamos aos apreciadores d-
cognacs essa nova mar a, qne p^e ser
encontrada na ra ao Rosario n. 82, *-ni
casa dos ramettentas, a q em agradece-
mos a remessa.
Para que os laitores avaliem | do m-
rito ^ease producto nacional,i dremo-
aoe lie foi premiado na exposi$ao uns
versal de i889, em Pariz,
Jornal do Hriezii
De 23 de Novembro.
Os Srs. Goncalves & C, mimosear ni-
os u* U'na garrafa do Cognao Brazi-
leiro produeto-nacional^obtido da materia
prima do paiz, fabricada pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Pernambuco.
O Cognac Brazile" nem em a pre-1
es-abeia ida ra Duque de Caxias, eos
Pernambuco, recebemos amostras de nm
tCognac Brazileiro, que o Sr. pharma-
ceuMco a. M. Veras fabrica no estabele-
cimento que hbilmente dirige.
Reoommondamos esse producto da ia
dustria nacional, que al o de ser apre-
c'avel pelo cuidado de seu fabrico, de
preco reduzido e relativamente muito
meihor do que outros expostos a venda
e nesso mercado.
Ao Sr. Lyra, agente da fabrica e dro-
gara, agradecemos.
HYGI8NE DA BAHA
(Copia) I
Usando dasattribuicoes que me sao con-
feridas pelo reg-ulamento -an'tarh em ri-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sentados comprovando a analyse ea liceu-
Qa concedida pela Inspectora Gerai da
Hygienp do Estado de Pernambuco, con>
cedo licenca ao Pharmaceutioo. Antonio
Martiniano Veras para expor a venda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua.confeccao.
6, paracnstar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assiu -o, se re-
gistrar para os devidos effeitos.
0 inspector.
(A88gnado) Eduardo O. Costa.
Secretaria da .Inspectora de Hygiene
e& Bahis, 12 de Julho de 1895.
O secretaria
Pr. Antonio Augusto de Figueireo,
(Sobre estampjlhas) de 44400.
N. 2.872-Rs. 58000.
Pag' u de emolumentos na Recebedoria
da Babia
O fiel
(Assignado) xV. M, da Silva.
sentac3o, nem em aspecto, nem em gostoi
inferior ao eatrangeiro. j
Assim o julgaram tambem entendidosj j^g, a fla> 88 V. do L. competente,
na Exposie&o de Paria, em 1889, pois-j, de,H. ^ E. Rederado da Bahia, 12
O advogado Hortencifrl^rgri- ?
no cQiwina com o aeor-escripto-
rio ra do Imperador n. &4 ; i
8 J
encarrega-se tambem de defesaa
perante o jury
I
premia am-a'o com-menco honrosa.
Gazeta de noticias da Bahia
De 23 de Marco de 1895.
Da acreditada fabrica dos Srs. A. M.
Veras & C \ de Pernambuco, recebemos
urna garrafa de .Cognac B/az'leiro qne
acbamo excellente, jurgando-o superior
a muitas-marcasque uos vm doiestran
geiro.
Foi Lyra, agente dos mesmos abrioaiites.
Agradecemos.
t orreidr noticia da B; hla
Da mesma data.
de Julho de 1895.
(Aasignado) Dr. Mumz Barreto.
Garraf'o^SOO
Duzia 25^000
FanHse descanto na praporco da im-
portancia do pedido.

Instituto Pbilomatico
Ra Visconde d'Albuquecque n. 33 ..
Director BaobareboObnio Vctor.
As avias deste o^llegio* estarlo abeft
JBl D'eirconceuuada casa oommcial,.t" odl. 7 do correnteadmnt.
MUTILADO
BBPP|ktfP^-~T


<

4

CONSTIPARES *^" Peitoral CatkirinenM
DE RAULIVEIRA
DltOUllMt BIUC
Extrnalo 99 do Setenaban
Careo primario e preparatorio sob a
direccao do professor Joquim Pompeu
MonteirO Pessoa.
As aulas comecaram a funceiooar
desde 7 de Janeiro do corrente anno.
Ra D as Cardoso ( antiga do Calda-
reiro ) n 2, 2.' andar.
_------------------------------.*.---------------------------------1
Instituto Dezenove de
Abril
Sob a direccao
DE
J. A. Porto Carreiro
Ra dcflospicio n 53
A matricula de dmiss&o s aulas
deste collegio est eberta desde o dia
7 do corrente.
Admitteavs* alumnos internos, 6emi-
internoa e externos. ;
O Rauliveira
E' o poitoral oais efficaz, mais barato e de
gos.o mais agradabilsimo ; D Dr garia Bra-
ga e ern todas as pharoiaciss.
Collegio de Nossa Senhora
das Menees
(SEXO FEMININO)
a o Ra do Hospicio 20
As aulas (Teste estabelecimento de instroc
6o p-'inaria e secundaria abrir-se-hao 00 da
de .tdneiro.
Recebe alumuas interna sera-internas e ex-
ernas.
A directora.
Maria do Carmo Azevedo.
------- mm--------------'
A directora do Ollegio de Saota
Lucia, fundado em 1885, participa aos
paes de saas alumaas e ao publico em
geral que reabre as aul-s da sen Colle-
gio, eegunda-feira 13 do curante, espe
rando merecer a confianca e acoluim'ftto
que sempre Ibe diepensaram.
No meBmo es :abeleci ment tiram se
retractos em turnar ro natural a crayon
e a oleo, mediante pri*co mdico.
Estatutos no C ll< g o.
Roa Vidal de N greiras o, 172.
*-
Dr. Barreto Sampalo Oculista
Consultorio a ra Baro da Victoria n.
51, l." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de yolta de sua viagem a
Europa, da consultas de 1 as 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Se te de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephone
n. 287. ___________
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonca
Consultorio : Ra da Imperatriz n. 8,
1. andar.
Uonsultaa: de 1 as 3 da tard.
Jos Hygino
fClRURGIO DENTISTA)
De volta da sua viagem ao Sul ds
Repblica, reabr. seu coosultono a ra
do BarSe da Victoria n. 19, 1." andar,
onde pd ser procurado das lOho.-te s
4 da tarde.
nOIMERCW
Bolea Comniercial de Pernam-
buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 15 de Janeiro de i8g6
Nao boove ccUcao.
0 presidente,
Antonio Lfonroo Rodrigues.
0 secutarlo,
JLao Leopoldo 10 Reg Tillar.
Cambio
Os bancos abrirn: coro a taxa de 9 1/16. so-
bre Londres a 90 d/, dando do laMe o Banco
de Pernamboco 9 i/8, o qial effec'.uoo algjroas
transacifies para a mala ao vapor Danubio, e
a ultima hora retrab o-=e para a laxa primi-
tiva.
Em pspel particular nii boove negocio.
Colace de gneros
Para o agricultor
Atacar
usinas, por 15 kilos. .
CrjJialisado. "lem ideta
Branco, por 15 kilos .
Someoo?, por 15 kvlo>. .
Mascavado, pn' 15 kilos
Bruto, por 5kil0.
letames......
8*800
*
7,1400
4*400
3*400
3*300
a 9*000
;. 8*000
a 8* a 4*800
a 3*8'id
a 3*700
a 3*000
Alsodo
C'-.tou-se o de p'imeira so-te a 15*100. o
mediano a i4*200 e o de eeguuda serte a 13*200
por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* nomlaai.
Agurdente
Por pipa de 480 Uiroa 105* nomimsl.
Cauros
Secco3 salgados na bas' de 12 fcio 1*000 res
Ten 'a e refago 666 o kilo.
Verdes 6W ras, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilo?.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
ImportacSo
NtW York, vapor ioglez Hellardec, ent'ado
em 6 do corrate e consignado a Bla.kourn
*C.
Amostra 1 volume a orden.
rame 180 rolos aos rierdtircs Bowmsoo.
Banba 50 narria a C.s ;" Lmo- & C*, 100 a
Joaquim Perrera oe Carv.lbo & C, 100 a Sil-
va Miran 1 & C 309 ordem, 50 a Figoei.-e-
do Costa &C iOOiC-ldas&G.
B-r-n 25 barricas a ordeoo, 30 a A. de Carva-
jo '* c.
uimtn'o 102 barricas a Francisco do Reg
Barros de Lscerda.
Drcgas 17 velnaesa Companbla de Droga,
12 a F. F. Leal & C, il a Goimsr- s Br. ga &
C, 3 a M. J. Campos.
FerrageBs 36 volomes a or-iem. 5 ac nerder
ros Bcwmano. 2 a Manoel Coilafio & C, 4 a
Miranda c ticosa, 1 a A. de Camino C, 1 a
sC. Halllay&C. ^
1x1 r Qti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Juoior
Approvado em 21 de Marro de 1896 pela Inspe-
ctora Geral da digoa Junta de Sj^iene do
Rioae Janeiro.
Este Elixir de ctmposigo toda vegetal pre-
parado oegoudo as rearas pbarmaceoticas,
aconrelbadas celo- antore.j modernos e de re
conbecida cao. cidude scienf.tica Unto uo pajz
como no estraogeiro.
ste Elixir o prorincto uao s6 do glande
cstaoo das acefi s phviologicas das sni.siaa-
cies como tambero patolgica?, como ambem
o resoltado das immensas applicacOee nos
diversos casoe de fer>rts de fundo paiostre,
A applicacaode E.-ie Elixir na granee epide-
mia de bexigas de 890 a 1891 mau orna mi
demonstrou a sua ero.'act?; poi no principio
la pnmi-iros syrcp'oma's u bexiga abone, e
em easos mais ae:ianlaaos a bexiga pa.;?a a
Mr urna JcenQu febril vaigarapreseotando pe-
queas toxefocOes que com a coatio elixir desaparecem aem todava apreseoiar
recules de perigo
9o multes auesiados publicados no Diario
de Pcrp.-.-j buco e Gaxeta da Tarde provaro
orjee dizemos.
Nos casos de febre amarella o effeilo e admi-
ra el.apreeniando pbeDoiBenos to maravilho-
Oh que nejta QUaiB co Recite e no 13 Rio de
Junare pooOO n-zf.c '.ao9d a 'eore amarella
nesmo estando o cioente com vomito p*etos.
sanguneonestos ul'-imo^ periodos entSo ne-
cesario a applicaca em alta dose, desp.-tiar-
do tabella annexu
Esle Elixir ja oonnecido do putilico de um
g'ande numero de dignos mdicos apresenta
du para ccmOaier os difTerenies tocommodos
todos elles de cara,i-r febril.
Por moitc- .erapo tivemos occasiao de 'aiera
ipplica^au uas Iet>:38 erysipeilosas e com Uc
bom resoltado que ficvr'Os admirados de to ai-
tos efteito*.
Pela pratica ebegamos connecer que os
ataques de feore ervsipeilosa ou erysipella
como volgamenie se dix necessario o oeo de
10 dtas do Elixir.
Nos grandes lucosmodos das senboras m '.
roco. gravidez e nos casos de paro emo li-
bre de uro resoltado mu 1 ce lo < seguroetr
a toa co.nposicao tao si uples nnf nia offert
ce receto ae appcaro ffitir nem oi^smoem
aoses superiores s indicad.18 na tabella lufra.
Pedimos aos dign'ssimoHmedicoiaue deee}i
rem fazeruso desie Eiix!r >i e sajetiarem a cossa pre*cnpi;o, ai.8 sire la
xer a asplicacao em harmoaia coa os casos
qpe dse) a rem combaten, ceros de que o me
dlcamenio tt composiQao innocente i>*ra o o'
Racismo mzi? rnwil e seta.
nodo de usar
A'e maneas ate om auno iO goias de 2em 2
boras em urna colber das de sopa caea d'a^ue
fra.
De 11ra a tres amos 15 gottas.
De 3 a 10 ancos em iaute 40 gottas etc.
Estas dosea devm sembr ttt appcad&s em
goa
DeauMilo
Compannia de Drogas e Productos CMbcm
Recife, roa do Mrquez de Olinda n. 23.
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Ro^arl o
36.
Pbariaciu Oriental, roa Estreita do RoraoHo
n.3
Pnarmacia Alfredo Ferreira. ra do Baro da
Victoria n. 14.
Pbarmacia Martios, roa Duqne de Caxia.s u.
80.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciel Pinheiro
22.
Pharmaria Victorieose de Luiz Ij-sacio de
Ao irade Lima, cidade da Victoria.
Para q aator na roa Estreita do R pari n. 17.
Os nostos frascos so cuadrados e coma g -
las. N'um lado leem gravado Elixir ama fe-
oril e no oulroManoei CardosoPerLambuco
e todoi n: fgtmpttM to assi nados por Ma-
noel Cardoso Jnior, sendo falsos oa que uao
forero ssignadoe.
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de ae-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) a
qnalquer hora.
Garrafas 1 raixa a M Campo?.
LampfO'* 6 volumes a A. oe Camlho & C
Mtizena 50 caixas a Silva arques & C, 100
a Mo el Lopes de S.
Mercadonag 7 volles a estrada de ferro
Sn i a Pa eole Vianoa ft C. 68 a H. Foiter A C., 1
d ornem, 13 a P. A. de Azevedo, lir.J, C.
de Araojo.
M h >aa para descarogir algoJ-o 10 :aix. s
ae berdiros BjWmaoa.
Oleo 40 barra a ordem.
Pas de fe ro 25 ie xa a Mi-anda & Sooza, 40
aC.H.Iiday &C
Toociano 30 barris a Silva Marques i C, tO
a F'goeiredo Costa C, 60 Callas ac Ct
tJa-s' de tmale il caixas a Pereira de Pa.
rius & C.
Olto 50 caixss a Goirca'aes Sraga & C.
Papel 1 f'-'.o a Ki'ii'iii k Gruner.
Pregos 48 c?ixas ordem.
Pfliigphn-os 300 latas ; Silva GnimarS^s & U.
p-r-3 16 f.-js a E. K:fjk, 36 a Boxwell
William & C.
Sol- 6 amarrados a Ro^ebick Bro:lie'3 & C.
T-rid-s 30 fardo* a Pontual Oliver 88 a
R drlgues Liiua & C.
Toneis 5 a Compannia Gral de Melnorimea-
to.
Viobo 2 pipas e 44 barris a Delirio Lopes da
C^nz.
X Portos do su', vapor nacional Capiba-ib ,
eatrado oo o,* 6 e consignado a Campano a
Peroambcana.
Alpiste 150 sa.cos a F. Cosa & C.
Bjrris 3.450 a orflero.
Gif 15 8ai:;-os a Ferre*ra"Rcdri2uea & C, 15
a P-'ei a ae Ca-v>lbo & C. 15 a Teixeira M.
de Miranda. 15 a V- Silva & C 15 Nu es
Coimora & C., 15 a G. de Araoio A Filos. <5 a
C. Lemos & C, 24 a I. F. de Alm9irta, 34 a
Joaquim Ferreira deCartaibo & C. 15 rraga
Roc&a & C 20 a Cesta & Rocba, 29 a Figue;-
rd.i Cesta & C.
C -ap's S caizas diversos.
Fumo 20 voium^s a Macbado ib C, 3 F. J.
Das, 11 a ordem, 52 a Azevedo & C, 10 a F.
Costa & C, l a Jo Joaqmm Daarte.
FaMIo 1.000 sa c a H. tontvr & C, 1 000
aJ.G. de Araojo Ferreira, 4.000 a Amoim
Femantes & C., 2.000 t Silva Goimaraes & C
Msas 200 caix-8 a Amorta Fernaodes &
C, 100 a Coeta & Rocna, 200 a Figaelr'ao Cot-
ia Ib C.
Uobilia 30 volumes ordem*
Pipis 860 i ordem*
Plantas 1 caixa a A. B. Cooba.
Toneis 5. SI? Gaimaraes & C.
Viubo 1 pipa e 24 barris a A. J. da Cosa.
New-York vaoor Jnglez Tokisti Prince. en-
trado no du 6 e coosigotdo a i. P.ter & C.
Breo 30 barricas a rdem.
Faruiha de trigo 2.200 barricas Companhia
de Pai:ifi.wca. ,6^ a O'decu.
Kerozene lO.fOO caixaa i nrdem.
Mercadorlas 6 volomes a H. Foreter & C, 7 a
G. deMatto" Ira So*.
Oleo 5 na na a GoimarSes & Valente
Slex 200 Darricas a O'dem.
Tecidos 5 volomes a O. Jard n&C, lai
Vieira & C-
RWoh li vo'anes A. J. C. A'aojo.
Pecidos i volim-s a Albina Amorlm e C. 8
a Crm- r Prey e C 15 a Alvea de Bnno e C,
16 a Machado e Peielra, 3 a Mnller e C 6 a
Ro* Maia e C.
Tapetes 3 fa'dO a C Hilliday e C.
V oros 40 caixas a o dem. l!l a C Hallidy
e C, I" a Pa-e:.te V anna e C-,4 Miraudi e
S.101, 16 a A. de Canalho e C.
Advocado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
m seu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
10 horas da manhS As 4 da tarda.
M>r. Francisco Leopoldinr
especialidades : Pebres, molestias de
criancas, syphihticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Oliuda n. 38, 1."
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.
72 Telephone n. 214.
Chamarlos por escripto.
EDITAES
lostituto Benjamn Cois-
tan r.
Pela Secretaria do Instituto Benjamn
C -natant e da ordem do Sr. Dr. Di-
rector, e decl> ra aberta matricui doB
Hlumo.os nos differectes ar.Doa dus d'ius
oarsas, devendo oe pas ou encarroados
dos matricnlandos epreaentar ao 0r< ct >r
do eetab>-ieoiaieot<> os reqneriru-:.to
instroidoa oom iod" os d rome-.to iusti-
fcativos d-B cndilo a -tu que ie te m
s candidatos m^tiicilu, qoe oS'J :
1- oertiaftu de id-.de ou docamnnta equi
vslento ; 2- atestado de "8i cDSQao <-u
reVMCcioagfio; 3' certificado de que o
candidato nSo s ffre do molestia tierna
Contagiosa oa infecto cnuta^ioat. ; 4' h'-
t"Sr.ado de bom procedimecto paisodu
pelos profesaorea e directore* -i, ec!aj
q;:e ele boaver frequer.tado, ou por
peaos rconhecidam3to idnea.
A t-xi pt.rt. a tr.ntrieil- d ,n i-li:rn'on
uos differentes ancos dm cursos de pre-
pHrtino e comm rciat do 12500(1,
pr-g-t na repait'yao competente, ixei n-
ta trua p sa.tl palo Seoretiri-i.
Encerrar-83-ba a matricula no U 15
d-< Fevereiro, nos termes do regaianent)
vig>nte.
Secretaria do Ioatitnto Ber jarr.in C'jo
stanr, 15 da Janeiro de 1896.
O saorotar'*,
Ceho Tertuliano F^rnsodea Q.iate 1-
(.> Dr. Ji' (Jablcanti do alba ^oerq-n
UohSa, jai da direito flo Civel do
municipio de Olinda pe'a le.
FCO sabor nos que o ore ente edi"l
wireoj*, q por purte dos horderjs d D.
Arcehna Xavier Carreiro Rodrigues C m-
pello me t.i Caa a pencSo do thoor a -
gainte :
PeticSo
Illa Sr. Dr. joto de direito do rourioi
pi do Olinda.D-saio o D'. Jo*e Uiri
,'aroeirn de Albaquerqne Lr : P"r 8',
su .uulher D. Ctbanra Candida (jarooi-
ro de Lacsrd., e n qualidade de car**'T
do icterdicto Dr. Trajino Augusto de H I-
Unda Chacn, d tutor doa menores hlhos
des'e, Trajaoo, Anirooto, Jos, Mara e
Francisco, o BarSo de Lacena e sua mu-
her, D. Elisa Mana Carnciro Ponto!
por ai o com administradora aos tea
filhoB menores Mara e Arcelina e b.
M^cia do Monte Csroeiro Compeli, her-
do roa da fi ads D. Areelinu Xavier Car-
oeiro Rodriguen Otunpsllo, que, quoroado
continuar n>. ext-osao por divida bypotfce-
caria promovida pela mcama D. Arcelion
contra o Coronel Hemoterio J^s Vell sj
da ilveira e eu* roulber, j fHedidas,
precisam faoer citar os herdoiros dos
mesmos.afim de virem offerecer na 1.a do
uizo, depois da cit55o,de artigos de ha-
bilitarlo, visto como os documentos os.
Port is do Sol, vOpor nacional B^oau, entri-
pe HB do correte e consignadj a Flix
B^ndeira.
Aiifg-m 5 fardos a Matos Caminha a C I
a Riir kops bina e C.
Alpiste 20 lceos a GuiiatSa e Val^nt*.
" Can&o animal 50 bnrricas a Compa.llU la-
do'irial Asso^areira Pernarabacana.
Charetos 5 caiXiS rf dlverO*.
Ettipa 7 fsrdjs a Alraeida Machio eC.
Fomo 20 volumes aSn/toa e Ida Azeve-
do e C-, m a Moreira eC.la onem.
Mapgas 60 ca-xas a Goncaives Ri.a e Di
rDioRU^s, 100 a Caldas e C., 40 a Sjcza Agaier
eC.
Mercado ias 1 caixa a Rodrigues Litra e C.
Y. mtas 5 a orrt-rD.
Pro.-pjorcs ICO laus a C. Liaaa e C, 20) a
Ordem.
Piassava 5 fardos a Deimiro e Gooveiag
Tecidos 10 vtlimea a A. Lope" e C, 5 a L.
Maia e C, 9 Rodngoe^ Ro-iriener Lima e C. 23 a Machado o P-rai
ra, 6 a Goncilves Ccnha e C, 49 a o-d^rn. 81
i L. M*ia e C, SO a Ferreira Irm;8,117 a A.
defirttoe C
Xarcoe S00 fardos a orderz.
Partos do sol, vapo' ncional Kanema, en.
ira^o em 5 o ct Treme e cengaadoa Gae.
des Perei-8.
Aieite 10 caiTcas ti. N. da Panser-a.
Aoiaitem 4 fir ios a Mi'.t-. s Cam nha e C 4
a Rorigu"" L'rra e C.
Alpiste 20 s.icjus a sa. S. Mili.
Arroz 100 saceos a J. G. oa Costi, 10} a F.
Rodrigues e C. ,
Algada 66 tar-os a diversos.
CoaratM 11 raixas a diversos.
B-ibiiite 7 caixas a diversos.
Cmeoto 2 i volumes a H. Ramos.
Cambura 50 caxa^ a '. braga e C.
Caf 41 pa-cos a Lope-< Alneiro e C.
Cbapos 1 caixas a ordem.
Cabella 6 raixas a Pereira de Parlas e C.
Couros 150 a Macoado e Seixae, 1,014 a Hos-
sba k B'otiiers e C.
Doces e massa de tocata 16 cixas a C\l-
da- e C.
Farelo 7D0 saceos a Ferreira RoJii 6 C.
Fumo Icalxas a J. G. ria Cosa.
L'nguas 5 caixa* a N. Mais e C.
Mimo 300 saceos a J. Gi da Ccs'r, 224 a
Yatajo e S^ixas.
Exporta^o
Bfcife. 15 ~e Janeiro de<896
Para o exterior
Na barca inglexa Ben., para Liver-
pool, carregaram:
J. Paier & C, 4,200 saceos com 315,000 fcos
de assncar mascavado.
No vapor ingles C. DaWn, par es Es.
t do-Uni ios. ca'regaram :
P. Carneo & C, 1,483 sacos com 103,810
k'los de assucar mascavado.
Na barca norcegn^ose Deslderia, para
os Estaios-Uaidos, cariesaram :
D. Williams & U., 2 C00 saceos coro 144,000
kilos de assucar mascavado.
J. J da Mello, 1..8 saceos com {2,166 kilj. de
i acar ma cavado.
Psr o Interior
= No vapo*nacional Itat ba, p..r; Paras;-
gu i-arreg^ram :
B. Itro & IrcDj, 500 sac:03 com 30 000 kilos
di ss ncar branco.
= No vapor nacional Itaqnl, para Rio Grac
de de Sul, carragaram :
Poatoal 4 O*!'! 430 saceos com 37J
kilos de asquear branco. ,.
1 e 2 revestidos das formalidadei loases
ftem certoa oa obitor di < x'q'ieote txt-
cutidos ea qualidade de cer r.s qurdos
sapplicantfB, qur dos suppcados, qu-:
rao os mecoionados no documento sob n.
2, bem como para virem ren var a iaB'an
eia, mas como hajam muitos desaoo ilti
mus qne se acham auientes detto Estado
em 1 ligeros inoertos e rSo subidos, ha
vendo nt alguna oatros ignc radas, reqne-
rem a V. S. que se digne m;>ndar que
jua'ifsada a anaenoia e ignorancia dn d -
ta her ciros se pasae edita! cjej o pr z i
qne ^ S. designar para o m requerido,
expedmdo-ae mandado para serem cit dos
oa domiciliados, oeste manisipio que sao
D. Ealbefania Eather Brederod>-8 Costi<,
oasada com Aatooio da Silva C sU. D.
A'job Siiveirft Brederodes, Cbsada nom
Jno T>-vare8 Ferreira, residecte no lugar
Agua Fra, e bam aaaim que aojam no-
meados dous cnradoiqs lide, visto haver
menores i teressados quer por parta dos
xequeatoe, quor por p^rte dos ereci-
Udua. Pedo deferimeoto. E. K. M.
(Acompanham 2 procuracSos e 5 d' cu
cumentos).
Bstva ama e.tam;iha de 300 re:i.
-ssim inuti'isado.
Kcite, 27 de Novembro do 1893.
U fidvogado,
Antonio Ceeario R Em coja petigao aci o despchj a
tfaeor 8 g tinte :
Daspacho
S m.O esciiv&o des'gne d.a para joc-
tificacao da auzenciu.
Nomoio curador lide < s advogad-. f
Salostiano Jos de Oiera, por psrt-) aiK
rcenoroa exequentes o Jos 8"erra Ca-
vklonte por parte dos moacres execa-
tsdoa.
Olind., 28 de Novembro de 1*95.
Job U hu.
E teodo ra sai plicanlss juaticsdo erm
i prov tej'emonbul o deduaidu < m sai
petieSo e Biodo-me os aatos conclusos
Dalles Lvrei a aentocca do theor se-
gnict .
Si-ten
Ju g > procedente a justicajSo de fl*
!2I 22 v., pssse-se editul oom o pras
ae 30 di-.s pura a C-tacSo do> ex>.Citados
tusantes.
Cusas ex-oaunaOliuda, 11 de Di-
zmbro de 1895-
Jos Cavalcacti de A. Uc' 6i.
Do comento n. 2
Certifiae que.revendo o autos da oven
t>rio dos fiados Coronel Hemeterio Jos
Velloso d* Silvsir o sua mulher D. Ai na
Joaqun., da Sveir*, dalles onitac ser
|/3do por cetidao do theor seguinte:
Titulo de herdeiroa tilhoa dos nvni-i-
riados
1.Dr. H^moterio J t Velloso d.:
Si'eir, ca*a-o, c> 2.D. Amelia Amalia Velloso ca
Silv.iKa, eolteira cim 64 annot.
3.D. Emila Amali'i ?lloai d. S.l-
ver*, fallecida, casada que foi com o Dr.
Fra cisco Hrod-r dfs ce A'drarle.
4" D. Julia H'nria Valioso da Sil-
tir ft,l ecida, casaba q"e foi cm c*-
pii atAaool do tVvslao P dr* e G >uvi.
5 Freder.C3 Velloso dn S.lveir( ca
t.id'i, uum n idade de 54 a nos.
G." J >sepha J Sil'i a, coji a idado de 52 annos.
7.e D. Mura dn Punoxco Si.veirj,
ca-d* com o opirD Vidima! Kibar
Sucres.
N-sog, f.hos da finada D. Emilia Ama-
lia Vel" o da Silver.
No a Mu & U 200 acCJS cein 15,000 Klios
d 1 aseucar nr-nco.
Pota P'liias. car-garam :
ISov M*h & C 2&0 8ac:udeom 18 750 kilos
de doear hrncc.
Para Ho'to Aiesre, carregaraoi
NjV Mam & C, 350 saceos com 2o,230 kilo;.
de ai'O'dr branco.
A. To rda &. C, l.o'lO saceos Cum (12,500
kilos de assoc*- branco.
P. Carrifiro & C, 224 saceos com 16/-.00 kilos
de ass-'car nranco.
No vapor oari nal 0:eanc, para 3io
Sr.nde do Sul, carregiram :
C. F. Oscao. I5H naceos com 11,450 ki os ass ar branco e lOi) ditos com 7,00 ttuoa ae
assa ar mascavjuo.
= No vapor oorueguer.se Kjng Prole, para
'Rio ie Jaoero. carr^saraoj:
E. C .rdoro & C. 500 saceos col 30,000 kilos
de i ssucar mascavado.
M i vapo ingiei Shaf esbu y, para Ri.>
de Janei'O, c-re^aram :
Silva Gnima es 4C, 30 pipas com 44 493
litros de auaMHat.
E. MiVd, 5 ('00 coco, frncta.
?l vsper allemj Ciutra, para Rio de
de ianjM, carn-ga-am:
G. ae Miitos 1-u.aus, 6,000 cbipas da car-
ntbs.
Para Santos, carreaaram :
P. Al- s & C., 809 sacco* :om 30.000 kilo
de aBSUCar brauco e 50I ditos com 30,000 Kilos
de asunca- mascavado.
Nj vapor ooruegueese Baar, para San-
to. carregaram :
A. IrmSos k C. 1.000 sacc s com 60,000 kilos
de assucar mascavado.
F. baudet a, 40J saceos om 29 019 kil03 de
algodlo.
Aunorim S Iva & C, 10 sacecs com 6000kilos
ue assucar braoc.
A. Fernn es & C, 200 saceos co'n I2/.00
kilo de mi i no, SUO saceos com 30,000 k Km oe
assucar mascavado e 35 pipas com 19,945 litros
oe aiCttol.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
A. Fernaorips & C. 25 pi ls com 14 925II ros
de alcool e 50 itis com 24,250 ditos de altar-
dente. _
No pitaco so'CO Arken, para o Fa a,
carregaram :
A. Feroanies & C, 600 sacco3 com 36.01)0
klos de milbo. .
No vapor nacional u?, para atiia,
carreson: ,
Companhia de Drogas, 31 ca'xas com 102 li-
tros de vlibo nedicinal.
rara r\-r, carregaram:
F. Rolrigoes C- 1 barr' con 90 Uros de
a cool, 1 dito com 90 ditos de vinagre e l ca xa
a 1 g3r.-atfto com 27 dito" de gener.
Companhia Faonca ae Esiopa, 5,000 saceos
de es opa. '
No biale C. do N.f.!, para Natal, car-
Manoel A. de Sanoa & C, 2 barricas con 120
kilos do assucar relii.aio.
Backs & C. 3 laraa com 2:0 kilos de lamo.
A. Gru & C, 1 caixa com calcados.
F. R. da Silva C, 1 caixa com calradoi.
Coipanbia Fabrica de Es ope, 2,000 saceos
ala es- o. a.
= Na barcac* F or de Maria. para Marab'
goape enregaram :
P. AIvsl & C, 4 saceos com 240Jkilos de
aasocar branco.
= Na barcaca Na.laha, Bara Mamsogo^pe,
Cjir'scarsin ''
C. Picto & C, i cjba cem 16 kilos i e doce
e 10 ditas com 60 luros de geoebra. "
Azevedo & C, 4 b*rricas com 2*0 klcs de
1. D. Maria Brederodes d- Silva ser publ cada ple imprensa e iffixado
Costa, casaia com Elias dsptisU da Silva pelo portiiro doa auditorn.a nos lugares
Cata.
2." Emilia Amis? da Sveira Brede-
rodee, solteira com 34 annos.
3."-D. fcistiphnia Estr'v.r Bredero e
Costa,casada, com Antonio da Silva Costas
4. Alfere Antonio Francisco Breue-
rodos da Andrads, casado.
5 *D. Ao.;a .Jbndida da S Iva Bre-
derodei,casada uum JoSo Frisa Velloso da
Silveira.
6.-D. Maria Camilla da Silveira Bre-
derodes, casada com Joao Tavares Fer
reir.
NerB fiihas da nada D. Julia Honotioa
Velloso d* Silveira.
1 D. Mana Anunnciada de Carva
ibo ''arntiro Vl-nti-iro, casada com Uodoi-
pho Florestal Csrneiro Mooteivo.
2.' Man el de Cirvalho Paes de Ao-
<*r> de, citada.
3 D. Zulmira de Andrade Ca'valho
casada qoe toi coa o Dr. Manoel Br^z
lri-o la Arruda Cemara. emboa fallecios
B'sn-.tos fihirleD. Znlmira e Andra-
de Carvalbo e sen marido Dr. Manoel
Br-B leiro de Arruda Camars.
t*Fracc seo ctaviano de Arroda
Caroar.T, caer do.
2Julio C9nr de Airada Camura, oom
i dad* do 21 a;n"f.
do e. tyio
Dado e pasando cesta citUda de Olinda
bob 14 das dj mea de Dasmbro de
1895.
E ou Jlo Theod. miro da Costa Moa-
t'iiro, escrivSo o ubscuvi.
Joro JaVblciuti do Aiboquerque Ujhoa.
Eiilt-J
\lfandega de
na mbuco
Per-
De ordem do Illustre Sr. Coronel Dr. Ins*
pector s convidados os cidadaog abaio de-
clarados, nomnadi 8 para a gaarfla nacional do
mume po de Quijiapa djsi Esta lo a virem
sutislazer n'esta rsparligo os dreitos de .-uas
patent-8 :
Coronel An'onio R-rtluldo Gilvfio.
Tenente i'orou-l Tito L'vio BertboMo Galvo.
Tenente Coionel Ignacio Alv-s >ia Silva.
Majo'es :
Custoilo Gomes da R?sa.
Francisco Ant nio do Ain-ral
Wenceslao Florentino dos Santos.
OUvo orriM Crespo.
Manoel Alves.
Manoel T.nono de Albuquerque.
Joao Pereira ils M'-quiia.
Jo> Franri Francelino Gilheiaia Oe Azevedo Filha.
Capil&es :
Vicente Cordiro de Mindinca.
i Manoel Joaquim R'b?iro Campo?.
D. M-na Aa.e.a da S.Ua Saoto..|- R;J.mw dos S.n-o--.
Ilen-olano Lope- Correa.
f-II'cidi, --da que loi com Ernesto Leo-
poldo da S Iva S.-nt s.
T-cUr^net'e, filos de D. Mari* Am*lic
da Sil Srneto Leopoldo d. Silva Ssnto, Jos
VoLUsu da Silveira Sa-jtoa, com a idade
de 4 'Dot.
ULmmu d-> icettsrinda D- Anna
/. *-qiofc da S-'veirr.jOS meamos desen jios
e miraos aeguinta :
Lkib Qooaaga Piivoto de Miranria que
fui Ovtado coa D. S-veriana CouBta>ci-.
Pnx to, a.bis flloridos, com ut lila
^8!!ri^it.teN-.t> Luir, (jooaag** PeKOto
10 Mir-cae. oise f i caalo com D. Por
, cha Peicoto de Aliceida, ambos ol-eci-
ob, < ix .vj" es tilhoa BOruintes :
F-ijt.oa J.&i Gunwga Peixcto de
Uirandn, oom a iaJe de O annos.
2.. D. Anoa J'8ph Peisoto de Mi
Mnda, casada com Pergcntino Vifir da
Caoba.
3* M.ria Eulalia Peisoto da Mirer-i.
oasaja oom Frunce!i ccoa?, t:. cidw, djixndo os rilboa a-
goiotoa:
Tataiauetos fi.b' 8 deetes :
1.-\faria ccim o idade de 10 nno&,
2.-F usto oom a idede do8 anro.
3.*Sdverirs.coin a idide do 6 *.noo,
iadn mais Be continba em ditos autos
com relavan o red-do enj. theor fio*
acim transcnpto aos qu.ea me reporto,
iou f.
Sjbserevo e ussigLO. OiQla, 28 de
Oatoero de 1895.
O esenvo.
Ba-hare! Francisco Lita Calda".
SsUra cad om 600 ruis).
Em virtado do que manda ao pnrtairo
os t.uditOfios cito o chamo a esto asea
j'jizo com o pra&o do 30 das os sopjli-
(jados auae^tos, cojos nomea vio ai^irna
r.erci >ni diijPir ua Ia audiencia post -
ior h ex.irc'.c i-> praao vereai cffarec-r
a 1* do j rao, depots da cittgSo os ar
tigoa do bitbilitavan, e higo citados oar
todos os dcaa s termos da execnc/ao al
fiaal, sob pona de revelia, e quom dos
atenaos soaber uu tier noticia dar seiea-
cu a este jeiso.
E par coubocimonto de todos passou-88
o presante e constan-e de i*uai theor que
Ten nt-fs
Antonio O.lorico Pestaa.
Pedro Ani" ico Oalvao.
J.aquuu Velluso do Azevedo.
Joaquim Uordeira de Luna.
T TCeira Seccao d x Ifa dega de Pernaia*
buco, 13 Je Jaaoiro de 1898
O Chefe,
Manoel Le te Pereira B>istns.
O Dr. Marooa Talio d R-is L m,
{os ra direito da Fzala Muniot-
pal do K cf'.
Faz 8b--T p-lo preren'o quj no d'a 20
de Janeiro do orrcrt anno ae hlo da
arreraati r por val da a quom mais der
- pr <;'. pubi os est JU'SO 2 carros
de ps. i\ sendo 1 de bntaer> 9) _e!a
4ouiiad> 4964000, o ootro de numero
3r>7 pe qautia 5674000, foit> o
abatimeato focal. vi*?o "' Dio fui avalla-
da o primeiro e:n 6i:0^0O e o B9uodo
sm 7o0$000 e esta a terceira praQ.
P riouccan b J.ix da Silva Nonos e exis-
entas oa casa n. 117, a rna Marqnaa do
Serv.
E ii&rs constar passinse t edital
na foma d-\ lo!.
Dado .1 m8*udo u'st' id.de ^o Recifa
de PorouBJaeo aos 10 de J-T-etao de
189 *.
Eu J.-s da CoBt t.e.^oLim eeorivBo
taba ere vi.
Ma*cos Tlio doB R-is Lima.
Escole Normal
De ordena do S Dr. Direct r e de
dccvrdo com o rt. 13 do eg>.lBmeDto
em vi^or, taco publico quo a matricula
notta estar* i.ber*a o dia 15 do corrente
at o iit 1 e Fevrreira.
O^ enaid..to matricula oo 1 enno.
requo7ua oo Direotoi, deverSo sotisfaaer
as sequi >t s Aondic5ei :
1.a' CortidSo de id.de, ou documento
efuivslonte, om quo proven ser maiur
de l a-onos para o seso mascolmo e de
16 p>ra o teminioo.
3.1 Atestadoa de moraliiade. pasa-
do por p3sacas idonets,, juio do di-
rscior.
3.a Atestfido de pnfissiona! qua
prave nSo soffrer o m^tricilodo molestia
cntagiosa ou defesto pr>ysi.:>, qne de
Ni D*rCiCi l>. uiij, para o A a;aij.
caFrrgarnui :
B b'ii C, 50 ealxaa coa 650 litros de
eUHbr;;.
Na D3Cca Jove ?tlmlra. para Pa-
,i yo., ca re. .raru :
P Vleme & C, 15 barris coai 400 litros de
viovgre.
i*. Fcrnandes & o'., 12 caixiS com 168 kilos
de vei|s oe cer.
= r. Isoeaa deoreo Social*, pra Mimko-
(y, c"redaram :
Santuj da Fiuo-iir '.".. 750 kos de sal, 4
.-aixas cot 180 ditos le sajao e t ditas com 16
litroe de gs-nebra.
==Ni rareBG" cDi?i, pira GaasraK'he.
carrcgariiia :
Aievedo & C, 6,000 Hear.03.
HeaiISaaeviiio pubeois
Mea ae Jn-i'o ae 18a6
Atfamdega
Kenda "r.l :
OjdiaSali 87?:H8.!3>
Ii-a3i5 87:391*498
------------ 951:2758J3
Honda lo Kst*dO :
lio dem oe 15 13 308*1.8
Tota
330:235*406
13tt:oil 249
l." seccao na AitanaeKS de Nraamtiuuv, 15
Ja Janeiro oe i86.
O cuefe da seccao
L. F. Oodecelra.
0 it:esoareiro
Ln RSCEBS'JOHIA D'> ESTADO
Renda de
1 lea oe
1
15
Ren1 de
de 1S
IBwiFB DtUiSAGB
e:2ROl38
I3:05092l
78 331*59
58492
*
S8U292
3 cargas com larauaa a 45u r.
1 carcas coa inbamo a;45o
4 carteas com lonjas a ia ra.
2 carcas coui u;eiancia a 450 rs.
1 rargag cora raeao a 4 rs.
1 carcas com-^iH'e.-saa a 45J rs
25 carga com ISrlBDS a 3 rs.
s r-.a.-gas com milbo secco a 300 r>
2 cargan cem te&o a 3 -'0 rs.
IB Suinos 1 rs.
66 logares a 3.0 rs.
12 COflQP. om .-i>i!'iros I KS-W
9 comr. co; seis< 'u^ a (# iod r^.
8 coaap. c.w fresserna a 9i) s.
70 ooro>i. coa lateadas > ?
21 couip. cota cocuiae a >'ji>5'l ra.
49 como, com vprila.as a 45U ra
501 cemp. com farior.a a 6m> rs.
47 -:omp. com taino*- a 3*000
H^ud.meiucs des dtSfl i 13
1*350
i'J
450
9)0
450
..">J
7*f-03
1*800
dOO
ilOO
i9D00
180.0
9450
7*200
110*000
22*050
92*050
6 'ICO
U1*000
5JI*8\0
6.87*29j
7.399*130
IfluTlmento do porto
N.viOr- Bill- s no da 15
Sao os e escala Vap >r tllernaa Cintra, com-
maudte W. lli.ik'r; cirga varita gene-
ros.
8.. aoi-cidaa Ba^ca americana Wh le
Coa Capituo A. P. Caeter; carg a -
socar.
OGserva.ao
Nao bouve entrada.
nereado ia>inicipti de aase
O moviroento deste mercado oc dia 14 do Ja.
neiro foi o aegoint
Bntrzram :
37 bois pesando 7,346 kilos
383 kilos os peixe a 30 rs. 11*490
3 compart com mariscos a 15 > *50
2 ditos com camaroes ? 180 r 300
32 colomna3 a 9J0 rs. 33*310
3 cargas com galiiobas a 7oO rs. 2*25o
10 cassoaes com alalinas a 450 rr. 4*500
2 cargas com milbo verde a 450 ra. *9c0
i carca com'amebiloim a 450 *V>"
3 cargas com batatas a 45<> rs. 1*30
2 carga coji macacneiras a 45" rs. .'900
1 cargas coto ceboltobo a 450 ti. -.'450
2 cargas cora c-rlmoa a 450 sb. *9 0
13 cargda com verduras a 438 rs. M88Q
1 carga com carjna a SO rs. *450
r'recoa do s"ta :
Carne vetde de 400 1*000 rs. o blio.
Snloc3 de 1* 1*200 dem.
Ca'iieiro de 1*200 a 1*500 dem.
Farinha de 600 a 1*000 rs. a cois.
Milbo de 600 a l*t-00 rs. a ccia,
Fei&o i2'ii -.. 2*000 coi.
Vavios esperados
Ue Ha -turco
Lugar al'eirSo Axel.
Brigoe atlemso 0''0 Grat tu Stetbsrg.
Do New Port
Ba:ca no-oegecnse Pbng^byra
IV Uardiff
Birra norue^uense Wicoaa.
Barca ooruegoense Sala,
Bares ucroecner.se Dacia.
Barca noru'-fiaenso >ung.
Do Rio Cf Janeiro
Patacho noroeguen e Ziritta.
Barra americana Virginid.
Patacboalleaao Activ.
lie Terra Nova
Ligar inglez H*ldra.
Lu< r iuglez Emo'ator.
De Pelotas
Lagar 'oitasoei Temerario.
Bscnua alicrr.a Sima.
Ln^ar diiatcarquez Lernwic.
Pal; cbo oornegoefise Einar.
Patacos norceca Rorioipbo.
Vapores i entrar
4.EZ DE JAlSnlRO
R=ar:o do nui, a 17.
Ptoll de Trieste, a 16.
.S. Salvador do mi, a 18.
^araoagu5 da Earopa. a 17.
Porto Alegre du s.'i. a 17.
aBabe do sol, a 19.
Cn -ente da Enrona, a 19.
Nik da Earop. a 20.
Mirannao -o tul, r> 20.
A-iatic Prince N-w-Yjr<, a 23.
Las ','alaiab de G-nova, a 27.
Vapores a sabir
MEZ DE JANEIRO
Genova e esc Ktsa io a 17, s 3 hora?.
Minaos e esc. ." Saivadoi a 19, a- o loraa.
Sculbamp un e esc. Danobe a 19, h.
Saotus e e c. P LUbiaeH'mborgo o-toAlt*;' '.) 12 .
Saoti8e ere. Jbaioo'>a 21. '8 4 horas.
Boeno?-Ayres e rs:. Ni 22, a I hora.
Santos e esc. Ptoli a 22, a 3 hitas.
Santos s esc, Asiatic Princr 26. a 2 b.
Saatos e esc. Las Palrtas 27, ib 3 adras.
MaQ.o etc. McraLbao a 27, as 5 Huras.
i
r

/'.
I

-;
V
(
-


mv'
Osario de Pernambnco Quiita-fcira O de Janeiro de 1800

t

futuro o in.p.sBbilte do exercer o ma-
gisterio.
4.a Conoecimetito da repart'cSo co-n-
p ate ote era que proven ter pago a '.asa
de XOCOCO (t prestte).
5 a Appr->vv* eal eXiime de Sdmif-
aSu, o qual versar acbre as seguintea
materiaa.
i)Lingua maiern ; fcD&lyse lexico-
lgica, dictado, redacc;?.!, Ui'ora inttsrpr. -
Utiva de pruzador re domo.
b) -Ariibmetica : Prattc* das 4 ope
racBas sobre pteuoa e Dameros trac i
nanos ; pratica de problaioas face* de
legra de tres, de oomp-nhia Bimpl dd puro simples. Systeaa mtrico de
cimal : coohecimemo pmt.co dos peto-
em-.ididta e suaa rec3e, quer pra
com es antigs, quer para com aa do
novo i-jit-;'ai. entre si.
c)tieuite'ria : oooLeeimento das prin-
cipies formal geometric s ; tremado de
figm-ia p anas por cocstruegao.
- sias materias t farfio objecto de
prova escripia ts dt.s seriesa e b
e faseale ocucaida'o prova orai do todas.
O directo* po-ei recu ar a matricula
a': cindiduto que, nSo obstante eab b.r
os attestados dos ns 2, 3 e cao efcti-
ver a sea j.i:bo, as cood.r;5ja de {re-
quemar o b b'.li:cnceitij, ando de
tuao ooohec istniu su (jhwiriio do Eatcdo,
que proferir, sobre tal ponto, deciSo
in !. (\rt. 12 do Re*oLkcei.ta txp--
tlido com o deorotv de 30 te Agosto de
1895).
A matriotla nos decais anno se far
tama mea virtud* de reqoenaeLto i>
director, b&s'an'to juctar ca certiticad^a
da apqruvagS uos exarxea da mteme
ao anuo prec..d-m.o e o oobeoimeoto da
tasa.
Encerrada a matricula, uenLum can
diaV.o pode* s-sr mais aimittido a eiU,
salvo p>i*audo o O.uplo da
de Margo.
Secretaria da Escala Normal de
.Bambuco, 13 de Jtneiro de 1895.
secre ario,
Julio Clemente do Ferie.


lOUJOOO
e a.ecoa;ii-
Iiem de agrimensor
dem de eogeutiero cii
60
I em de caxeiro de.tp.ch.iae
i i :u de aldante nes.fChante
I icm de .^t. i.- de leilOed
Iiem da exenvao de qualquer joiio
od tribunal
I'em de corrector de namero
den de tabelliSo
I un ae gu.rd. livros
llena .-e interpreta
dem de direc ees, gentes cu regen-
tes de compaolius to socieda-
des ano yus* qo.odo re*o e-
rddiB e hmes o *wolgOali-
nos de vapores
I ero no joaltiHro que m-sestear no
Est.do quer ttoaa ou nao esta-
belHtimeuto
tem por deposito de carvao e pe-
dra par;, veoderem gros-o 3:O0 I lera por i'iiixeiro viaian" 2UO#000
Iiem io- biln-r pigando 80/000 ra-
da un que exceder a uuidade lOWOO
Iiem por casa db pentiores l:UCO0U
(001000
r 0*0 0
30*000
250*000
50*1090
200*000
100*1 km
50*0i<0
80*1.00
300*(il0
500*000
t;sp, e at lo
Per-
do Ee-
virtade da
O D:. Franoioa Altio-J Correa de Araujo
j a d-s direit^ do comJiercio, deate
rounieip-o co Beoife, capit
tadu de Pdra-'a3uco, em
le e!;.
Faco saO?ir aoa q-e o presente ediUl
vircm ou t-elle noticia tiverem, uoe Ber^o
levado-a praya publica des*^ j^'zo, de-
nos da renpeatira aodv acia, do dia 2J
do c;Treote mn, os beno segumtes :
A Ocria Sebsstopol, fffl mui:o ino
esar'o, meiindo de frente 55 mstroa e
de fjudu 69 cetros o terreno, e a Olana
de frente 12 metros e 30 centimetros e
de fundo 25 metr-a e 3J Centmetros,
com 6 v14'108 1 "tea, avahada por
1.800)5000 e vai a 2-' praca pe quan-
tia d 1.62.50JO, teito o a Uimento
legal.
A Ulan MaUcoff, tambem e mo
estado, te.ido o terr tio^ e 60 centimetr s e de luodo 60 me-
tros e 40 centimatroa, a lar-a &.* trente
13 metros e 10 centmetros do tundo 57
metros e 12 ce^timetrcB^ 6 quartoB,
ss'.i ." 3 em cada lado, avaliad^ por
1.500)5000 e vai a 2." praa, pela quai-
tia de 1.350JOOO, faito o abatimento
}egal.
As releridas olarias b2o sitaadaa no
logar U*elho8, da f.egaeca a B*a Viata
e v5o a praj* gola 2 a vez, em co a
quencia da penhora netlas feta, na zc executia que Vicente Perreira d M
buqurque Nascimsnto mf-ve contra D.
Rosaiina Augaata Caroeiro d* Gunha,
herdeira noOB de seu pai Antonio C*
neiro da Cunhs, para pagamento do q ella Ibe deve.
nao havendo licitante*, qie caoram
o preco da aval'.ac2o, irao de novo 3.*
jratja, rom o batimento da lei, e com o
6spio de 8 das.
O, p..ra qae chegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente edit^l
qua ser poblic.do pala imprecan e affi
xado no logar competente.
Dado o passado nest* cidade do Rec f^,
Capital do Estado da Pernambuco aos 14
dias do mea de Janeiro ui 189-i.
P.-gi nos autos os emolumentes d-
assigattira.
lu Gustavo Alberto de Britto, gs-
criv&o o escrevi.
Francisco Altino Correia de Araujo.
Edital
O Dr. frocurador des
Feito- Antonio Tolnntino
odrgues Campos, de 01-
Jem di l)r. S Pazenda Pedro Jos de
Oveira Pernainbuco e em
camprimeato ao disposto
no art. 2 das dispo^iepes
^eraes Ja lei do orcamento
vigente, declara que ficaoo
Jispensados de multa e
castas devidas Fazenda
do testado os contribuintes
que, dentro do ejercicio se
apeeentarem voluntan i-
menie para liqui iar de
urna s vez todos os seus
dbitos provenientes de
impostse redas do Es-
ado al o exercicio de
1888 exceptuando, porem
aqueles que iV a fizerem
Jepois da arremataqao e
ames da assigaatura da
Carta de adjudicacao.
Outrosir, declara que
as respectivas guias de pa-
gamento deverao ser visa-
das e rubricadas nao so'
pelo Dr. juiz dos Feiton
da FazenOa confoicne o 3
m foe do rt. 68 do 'ie
gulameuto Fiscal em vigor,
como tambem pelos mem-
bros da ce mmissao que se
acha actualmente encarre-
sjada do exame dos caito-
ros.
Rec fe, 24 de Agosto de
1895.
Antonio Toleutino Ro-
drigues Campos.
e quaesqoer bemlciorias eu"uiuaoo petos a-
remaiames, revtrierao pira o Estada, seui n-
d<>innisa(io aigoma.
4 A. auperfble de cada om dos lot*s de tpr-
ra. cojo tamaobo, meoi^ao a d-macgo a- j
f-itos a costa dos arr-ocatrntes. #a o uam^ro
"o metaos qaadrados qu^ n-'ces-ario, a--
oodo o seero de Iraoaloos exigidos para ca-
da exploracao.
5. Fica coiutituldo om lote de terr, ara
os effeitos derie do etj, o grapa aas ilu -.
(ambem perlenceut* ao ar.hipelaiio de Fernn
do de Noronho, dcuomiDaJts : rUta, do M o.
Sella. Geoeta, R.za, S. tosa e os lbeos alu ex-
steutes.
6.* Por conta dos arrematantes co-rerao 'o-
las aa despens com o ersico que o Roterno
liitilulr para flscali-'a a exteufiao tiacio de arreodmeati', qaer tm Fuaco,
joer nocoDtiai-oie.
7. O s-redameotos serio intransferivels.
8.* Tamoem nao se~ao aceitas as oropuetas
firmadas por esirpogeirjs, > podeido coofiof"
rer a ecte arreodameoto cidados brasil io>
natos on naiuralieados 0a mais de cinco an-
nos, 8caadoeD;eodiio que todas as qu--i'<
suscitadas, quer naeacoba daf p'ooostas, quer
oa execuco do cootracto serao resolvid^a eco
deflaitiva peles aotcn .artes braeneiras. 1-:.--or-
lan lo cidn^idade do cootracto, se.n di'e>tj a
indemnirsco de especi" alham, o aprello fei-
to porqoaiquer forma tole'vercSo dipUm..-
lica ou aos buos oSlcios de autoridades estran-
eeiras, bem co.ro qoulquer a^eoiaco dos con*
cess'onari'-a roo (ida-aos ou !ustuui(048 ea-
tr.n^eiras por lostrumeoto ublirc oo pa'ticu-
lar.
P
er
Edital
Alfandeg-a de
nambuco
Por esta repartilo se faz pnbco que
d.-scarregoo do vopor inglez Beilardin
entrado em 6 do oerreute, urna caixi
de marco R & C, numero 29, pesando
38 kilos, lacrada e com indicio de falta
pelo que intimam-se os doea ou consig-
natarios para re^uerereta no praso de 8
das o qae tor a hem de seus diraiu s.
Primeira Secr;ao d Aifandega de Per^
namboco, 13 de Janeiro de 1896.
O chefe,
Manoel Alves da Silva.
ecebedoria do stado
de Pernambuco
EDITAL N. 40
0 admiois ra or fa publico a qnem icters-
itr poasa qQ", no praso d 8 das contidos da
dita da puul^cac&o do presente ediuI, te-So
arrrtM'iaoos os impostos abtixo aeclirart.ni>
-e!;itivus ao 2 sem-at.e do acretelo oe 1893 a
898.
Beoebeloria^do Estado de Perajmbnco, 14
de Janeiro de 896.
O administrador,
Affooso de Altnquerque Mello Jnior.
WP03T0 A QUE SE REFERE 0 EDITAL
SPRA
200 r?. por litro de a>oa;dente qser pura, qo?r
transformada.
300 rs. por toneladas de alvarergas, caoua do
Carga e desca'ga.
TAX4 FIXA
Fabrica de ga carbnico ao Recite 12:000*000
Iiem idem de Olioca 4 5e000
fdtm de celo 2-OtO*000
Htm dedeos 600*000
Hem de R>p 800*000
dem de Perlumarias 600*000
dem de velas gterinasl 590*000
dem d3 carvao snimal 50*oi'0
ProtiSSo de dentista 100*000
dem de advogado 100*000
dem de solicitador 40*000
dem de contador e ;.vliador 50*000
dem de partidor e avaliador
dem de medico
Edital
Secretario. 1' Directora
Em 9 ie Janeiro or 1896
Arreudamt-uio ue lotes i e ter'a m- Arcbipeia.
tto ue F rnauf o de Noroulia
Para coubecimeoio dos ioieresados, fago
publico que, estando o Sr. gobernador ao E.
tado autorisado p la lei n. 124, de 3 de Jolto
altioio, a areuda: a qaem meibores vaptacens
utlere.e-, prqoeoos loifa de ierra qo A -chipe
l.-4-o de Fernando de Noronm. r.-cbem se oes
la secretaria al o ata 9 de Fevereiro viudiU'c,
a 1 bora oa tarde, propestaa para o relenn.
arre.ouume.o, pa-a a famacao .ie urna est.Qo
de pesca, de saiga oj coiservaiao de p*-ix<-
para a exporUfio, pesca de esponjas e out'os
proaactos manuno'.
As propoatas otvem fer conven-enicm-".'
sellaaat, erjtre^ots mearla fechada e lOjter
em termos claros :
l O prego do a-rendameoto de cada um lo-
le ae ierra.
2* lQicco da residccla dos concurren-
tes.
* Cticp'ovaco ae idon^idade para exe^n"
tarem *bi. iciaueiite os coniractOb.
Nio se-ao aceitas as propoaiaa :
! rgan.flaaas em aesaccoroo com o pre.
gime eaual.
2* Bascadas em prefios de ontroa concur.
ren.es.
3' Firmadas por qn^m qcer que tenna om*
cuiitiatios ou protetso dn
Secretaria da ldubtna
3.a Directora
Para conhecimento dos ioferessadea
faco publico qne no dia 31 de Janeiro
vni-nro, a 1 hora da tarde, recebem-eo
nesta U rectora pr-p-.staa em carta fe
chada, devidamento selladas, p>ra >
constrL'eelo de 2 pegues e 1 pier do 1
ponta sobre rio *Jn, em B*rroiro,
oreados em 19.0044975 raa.
s propata* damas cw HOrlpUC
extenso, eem rasura, emenda ou yiciopor
qualquer especie, sendo rejertadaa as
qua ae resentir n das seguiotes faltas :
l- As que excedern us pregas o
ornamento ;
2* As q..e 5o foram organisadas de
accordo com o presante edital ;
3* As que ae basearem em pregos de
outras proposta ;
4* Aa que forera fir-aadas por pesaoas
qae j4 tecbam deizado de cumprir cu-
trceos com esta Repartirlo ;
5* As que nao offerecerem sb gsraa-
tiaa e quslidadea exigidas neste edita!.
Havendo duas ou ma's propoatas em
igualdade de condigSes, ser preferida a
do concurrente que me'horea provas de
idoneidade oSerecer.
Os Srs. coocurrentea daver&o, ralm
dessa idoneidade exigida para a dreccito
e exec iq5o das obtas, iadicar o logar d-i
aua resideocis.
Nenhum proponente ser admittido
oncurreucia sem que prove oom doca-
nunto f>roecido pela Toesouraria desta
RepartigSo haver depositado nelU qunc-
tia correspondente a 5 [. do valor da
obra a c:ntractar, importune.a, que per-
der si nSo aasignar o contr*cf-o den*ro
do prazo marcado no convite que para
til fim Ihe fer expedido.
Para boa garanta da execucSo do
contracta, depiaitar o contractante no
Thesouro do Ktado urna caugo qae sar
previameute arbitrada por esta Direc-
tora.
Estar a disposicSo dos Hrs. proponan-
tes nesta Directora, o orgamento dessa
obra, bem como se dar qualquear ea-
clarecimento que des^jaresi neatc asa-
tido.
Recife, 8 d Novembro de 189.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral-interino.
Secretaria de Estado
dos Negocios da In-
dustria.
3.a directora
EDITA l
EV (,'j publico aos possoidores de lota
rustaos da Colonia LSaaaaana que at
esta dada rao indemnisaram a Fazenda
da importancia dos respectivos loteB que,
ca marcado at o da 21 do corrente
p-ra ae apresentarem nesta D.rertoria,
m de realisatem os seus dbitos, visto
estar esta Directora hsbi irada a expedir
b cimpotootes guias para o recolhimento
no Tbesouro do Ettado.
Fiado este prazo s rao postes em leilfto
25 do corrento, os lotes qne nfio te, bum
s:d.y iademnisador.
Recife, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Dire'torsgeral.
RelaetEo dos lotes rsticos da
Colonia Suassuna nao in-
demnisados.
NOMES DOS c0N':E5SI0NARI03
1* secso
Minoei d Rosa Lima
Antonio Jo--' ires Sicopira
Antonio Jo- de Meaeiros
Jerouyo Bernario de Oliveira
Manoel Bernardo de Souza
Antonio Panry
Frederico Cooper
Jos Ferreira da Silva
Jos Mana da Silva
J so Joaqun Civaicante
Li .reiiuo Jote Pereira
Pelil Mal -qoias de Soasa
Agosiiubo aa Si va Nevas
Man-el da Pt NdBcimaaio
Pr.ncisco Solano de a
Francisco dr Sill-s Evangelista
Antonio Marqoes de Oiiv*ira Ramos
Trcjano Daane Borhartma
i* seceo
Antonio Hoqoe
Jos Joaqom d-j Sani'Aona
seba.-teo Pereira Meodes da Silva
Mal.v ii Giovanol
Francisco Flo'o de Barros A'aojo
Aogusto Xavier Carneiro da Canoa
Aogutto Xivier Carneiro da Cucha
Ju- Joqa m Evangelista
J.o Manoel Perreira
Aotooio Paz da S.lva
Luiz oe M-*d*iro8 Barbiisa
Alvaro Baylon
Eugenio Tatures dos Santos
Aruiiaio Tsvares dos Sanios
3a secso
Joo Jos de Sonta
CUuaioo Jos de Mello
Ju.qaim Irineu das Chagua Becerra
M .nt.-l Florentino de Lima
Manci Aotooio Belmonte Paz
Jos Jaciotoo Tavares
Manoel Francisco Fi-mj dos Saalos
Amonio Jos da Silva
A?toolo Fran.isco i-erelra
Maocel FraRc8CO Pereira
lici itho Correia Lobao
Antonio Aii-nsto oe Vasconcelos
Francisco Migoel ae Albaqaerque
tapb.el dos aojos
Marcelino Miguel de A'Laicerqte
Ju :o Miumo Fraucisco oe Mello
Oiympiu Franclaco de Mello e Silva
Claudico Jos de Mello
J >ao de Deas da Silva Galmar&es
Licinio Pereira Braodo
i*V8tasj e o juro oe 6 %, nos iermo do art.
10, e, oa mesma forma ooualriienieal int-g^l
99
100
2
7
8
9
42
14
15
16
17
18
9
24
25
26
I
2
3
4
5
6
7
12
4
<5
16
17
19
20
21
A
B
C
H
I
da ci-
xauo o cumpiir ~ -- ----------
coni actos celebrados cem qnalqu^r ca ex- (Manoel B.rbjsa da Losla Braga
Uetas oa d > ac uats reparliges uo E-.ia.io. Manoel P.iro Soares
4 Qae nao Ll;rece eai as garaulioa e qua. Oomisgi s Fran Hfloo da Conba
Ha.d-s exiguas uoprtseote ediial.
o* N ooama p.-opoala se-a aceita ses. que o
cooenrrente >p esenle recibo, prevalido ba
vtr aeposiuao no TcSju o E;tadoai, aa
espera do al i designado para a abertura oes
pr0 otas a quifjtt oe 2-,OC0, que perder*
tai DeneHcio do cofres uo Esiaao, se, prele-
-aa tua propotta, racosar-se o propoueute a
s. gnar cooliacto respectivo.
Us concurrentes ob:ervaao como Ibes rom-
pre as el.oslas do decreto aba^xo trans^ripio.
D.m couio as ^eiuiis dlsiosisoes legaes vigi.n-
ics rtlativas a aireoaameoio dtproprios es a-
Havendo doas en mais de duas propobt:s
*rn pe'feil lgoatdaae de coudisep, ee a pre
erioo o .oLcarreuie qoe meiores prova d
iduueidfcde efl^recer.
0 director gen.I,
. Joao D;i Riueiro ua Cu .na.
DECRErO DE 27 DE JULHO DE 1895
Claosulaa :
1 As proco'tas vfrsaraoaxclasivamenie tu'
pre a uduatria aqui especifioada.
2 A caoa arr.inaiaue Bcam plenamente ga-
rsnliaos : a) o direilo exclusivo de txpiorar a
ludastn qae conlractar, e por iodo o pr.zi do
arreoda.i eoio da are.., o qual nao excedea em
caso algum de quinte anuos, contados d oa
da ins.all-cao do servico ; b) o direito de pe-
Cenca ei igualdade de cootlfiOea. caso idio-
de ser Qv?amenie posto em coucnrrencia (L'ii
o. 124, srt. i )
3. 'agotado o prazo de que trata a cIjosuih
lOOtO piecedente, lodoa os eaiflcios, obres, rnaaniu-g
S'bastao A. de Holtan-'a CavulcaDte
Leodegano Liberato Pereira Caldas
Jos Pereira aa Hocba
Jos Joaquim CalJas de Si Barreno
Augus'u Comb
M. o i Vico ... .. de Lima
Raymondo Kvaogel a Pinentel
Francisco Mar ins oe Al' uqueque
Francisco Jos .te A-aujo
tteneurtr) Carneiro dos SaatOS
Tiiouat Jjrii ae S'.'aia
Ter tullan.. Mooei aa Silva
.uva Ri ba.-d K-iege
J s Mana de Aiirade
J.'SP M-r i de Ai irade
S na Fo liraio
J-riny-no Jo'u.'o ii SiI/pIm Meadoosa
D-iriungoe Prsoeaco .a Jonba
Ja. Angnslo Moreiro de Carvalbo
Francisco 8olauo .e S
L >u en(o Bellarmino do Carmo
manoel Francueo de Oliveira
Paotaleao S. d- Seona Poritll.i
iuu Acbjlles Gjogalves Ne.tn
Jos Dio;.o dos P.ssos
Manoel Felippe Pereira
Minoel No.es Cavab-nte
adr Jos Domlogos
Mioel Barbosa Bezer/a Cavalcante
iodo Xifier Carneiro do Albuqnerrjad
Joaquim Roberto de Socza
Antthio Je-* Soares de Lima
Manuel Marcolino Mendes
Jo^ Marcolino Meudes
Joao Xavier Caraeiro ae Albaquerque
Eusiario Autonio dos Sautos
10
II
12
16
17
14
27
29-
30
3i
33
34
35
3i
37
AS
39
4
42
43
44
45
4'
47
liiuiuiiia<-ao elctrica
dade do Recife
A Sscrat* a aa Iidattria o Esi2do de Per-
i.smbaco faz poblico qne dn accn'.io com at
.upoBicsa o le 0. 7J oe 18 deMiio animo,
'ecatxra propostas at a i hora d? larde de 20
de Janeiro co'rt-n e, paras execs&o do ?e-v:-
so .ilL'minasa eeitrra drsta capital nar
c lOdisOes em seguida e?tnoli ta.-, as qnaes
fr-rvir.) de r.ace oera o co..ir.co, que seta.
nna oe lav-ar.
At, 1- A conr-nrreocia versar :
1- Sobre o praso, do privilegio, dorante o
qcal o r.caressiooario tora, excluido qualquer
coif.o'rentp, o monopolio uesse servlgo.
2- Sobre as condigocs a qae se propOe o
coaeeMN io, a( di a termingac do praso do
pri-"iegio.
3' Sob'e o systema de asseotamento, caoa.
lis-sao, dislrioaisao e regulamantJG&o da llu-
Blnacao.
4- SoOTB a lotensidade n.inima da illomi
a.;;-o, altura do oalcameo.o, em qaalquer pon.
o .ifii.ro do 1 eriLiitt-o qae limitar a rea do
privilegie.
5- Sobre o prego da nnidade de luz elec-
triza, discriminada rnte, para a illuminagao
i'ur.i'.a, qaer das ras, pragas. etc., qaer aos
sanelos pblicos, e pa'a a particular e domi.
ciha-ia.
6* Sobre es abatimeotos eitos nesse pre
g nanlo se iraiar da illuminagj as casas
de r.aridade, as encola?, palacio 00 t.-verno,
quarteis e ma'S reptrligfs puolis s, quer es-
d'>ofS .|j"r municipaes e federaes.
7- So. a redaego ao prego conforme o
numero ae borss da iilaminago em cadanoi-
Ib, e o aogmeato do consamo normal.
8* Soore a intensiddo media da loz as
peute?, cujas lampadas nao serio de forg l
lomioante iafe.-ior a de 2,00) velas.
9 Sobe ad.visao ou nao as cidades em
se' lores ndepeodento ou nao.
10- Sobre o praso para 09BRC.Br os traba.
lbH.
II. Sobre o praso para terminagao desgee
iraaalnos oem so Jo servigo total para defini-
tiva in-tallpgao e foncclooamemo da illomina.
gao em ioda rea do privilegio, como separada-
rutDispara os diversos bar os dacidade.de
aiodo a ser parta central Iluminada a loz elec-
inca no mais b-v praso qu-i poselvel for, nos
limesdo art. 6- des'.e decreto.
Art. 2- Cada proposta devera ser acompaoba.
is do ce'tl8Ca<*0 qoe attrste ter o i.rop mente
1 .... susdo o> Teesuaro di Estada, como cau.
gao par asitr'atnra do contracto, a importan*
ca de 15:100* (qulnze cootos .ie ris) ein d.-
oheiro ou em pillees da divida publica.
A't. 3' Jolgada a ccnconencia se resumir
o deposito aos proponemos predicados, de-
veodo a cangSo do propooente preferido er
Itvaaa a 30:000* por accaslSo da asa gnatura
;,. contra'10, a qual nao poderA ser demorada
m.-is de quioze das apOs o julgameoto da
concurrencia, sendo aqoel a quairia destinada
a araot.a das multas qua noa7erem de st-r
impotaa pira fiel execogao do mesmo contra.
Ce-
r Esta caugao flaal, permanecer no The-
souro d Estado at a expirago do praso do
privilegio.
" 2' Devera ser Diegrallsada, dent-o de 8
tfU lu.psias pelo fiscal dj govemo em tiriUe Oe
;r.f ^rgai de qualqner das clausulas contrae.
inaee.
A 1.1 O contractaota Ccara sojeito as se.
.uiiiif maltas :
a) Parda toial di caugo, s', dentro de. tres
mvzrs, ron.ados da asigoatnra do contra.
co. eao houver iniciido o terigo de ioiital-
'a^lo
D) Maltis de 200* a 1:000* 4u*ant4 o privi-
legio pela infracta de qualquer clansala eos-
ua-tOil on disposigao o regulameno qae.
som adiencia d j cooces*ionario, lera de ser
elano-ado pelo engeobei-o lineal, para coa exe*
L'cioiio me-mo contracto.
i) Perda de meta ie do prego da loz corre8-
nooden.e a caa fo o qoe !o- en onrado ra.
fraqnei-tno ou ap'e?eiiU frequentes e n-
(.ommorias iotermittencia.
a) Pema rie .ous tego* dease prego quando
o foco apreseaiar frequentes eclipses.
) Per Ja toial e.-ee prego, iuqio o foco
est.ver alagado daraote mats de metade da
ooute.
f) Qaand o numero dp locos. nascond.goeB
da lena e sobir a 1/3 "o total de Ji-os,
-ccesceri a molta de 1:0 0*. e a de o.000*
qnaorio subir a mais de meiade.
g) Qaando esse facto se reprodozi mais de
trala vezes no auno, o goveroo podera rescin.
dr o contracto, si nSo preferir chegar a novo
-.romode que posam resultar vaatagens para
o BH-vigo.
h) Ca locidade do contracto, si por colpa d
couiractante Mear a cidade as escuras duas noi.
es ci'Gi-e-O'lvas on nao.
Art. 5. Para boa HscaliBiiio do contracto o
govfrno mi oler jooto a companoia nao enge.
pneir- fiscal, um ajuiaote e o numero de
goa'das de iilnminagao qae f6r jnUado necea,
(a 10. mas que 1 ai exied- de sei3, para o
que nevera o c.ntrar'tanie piurar annn..lmeote
com o qu^niia de 0.0o0*000 para o Tnesouro
do Bstaao, destinada a pigameo-.o desse pes.
N il.
ooico. A'm degsa qaaatia, ancoalmente
r.ii ada pelo coaceBioDario, devera esse for.
nacer toa cusa e de urna vez por todas para
o 1 seralo i! de fiscalisagao os ostrumeotos
qae fjrem ce'assarlis a verilicafiSo das coadl.
g-s de orna boa illumin?cao ulo excedeodo
89
9u
91 lp"gan eaio da referida n u.naio rob 1 eaa
94 95 definitiva (30:000*000).
98 I Art. 10. En iodo- us pagamentos, devido-
99 I por iodemois.gao do Estad actual empreza.
o goverco a-ara como malhor Ihe parecer, ^0
dir to qoe Iba garantido pela oUu.-ui 13*
do referido centrac o de reallsar ditos pa^a.
memos em pre-tag-s anouaes, segunoo as
fo'g-s do cofre estadoal e mais o ju o de 6 /
oa qaaatia qae restar at a extiacgo da di.
vida.
anteo. Fixada a presttgAo amaal qoe c
EsUdo deva pagar a Fielden Brothers, nos te-
mos da clansala 13* do contracto de 26 de Aoril
de 1856, entrar o Estado na posse de o u
maierial da aciual empresa do gz,o qual po.
der ser eotrcgae aos novas concesionarios
attm de aze-em o servigo da llam'oagao d
cKade dorante o praso eigi 10 para a iaet gSo definitiva do novo systema coniractauo, ti
o servigo provisorio for eflec o-do pelos novos
concessionarios en cunnigOe-.- vaotajosas para u
Estado ; em 1010 caso, porm, melnores du que
us do actual eooprezario.
Art 11. Podrido a actual empreza de lliumi.
nagioa gaz coocorrer apreseatanie p-opo-a,
aos termos do p-eseote edital, Oca eiitea.ii'io
que prp'ereac a t Ibe caoera nos termos du
art. i fi- e 6 da citada le n 1,901.
Io. u n vo cootracto so cortera ser 1 vra o
com Fielden Rrothers como iunovag.i do de 26
d Abril de 1856, fe las as devidas molifica.
gOes, nao ( qua-t i ao systema de HlumiiiKgao
e snas caoseqoencias tecbmeas, como prin.i
plmente depols de expreesa ue-lar cao ao
meamos Fi- Idea Brothers de ncceitarem a ia o.
vsgfto como .iqaidaado defiaitivameate lorian
as qoesies existentes ei.tre esses em presa 'io,-
e o goveruo ao Estado, desob'igado esie 'o pa.
gameol da lodemmsagao da citada clausula
13* do contracto de 26 de Abil de 1856 e sem
mais aireito ra eoup.eea i rerh'mago de qoal-
qoer pagameo.o por parte do Esta-Jo, eo i vo to.
davia a divida do gazconsomido na lioiniuagai.
publica a ja escnptoradi*.
2 O concefsionar.o, F eMen Brothe's 00
cairos. poderSo emprear o gaz carbnico pira
iliominagai) Uos snbumios da cidade do Recife,
ierro ivnalrreate privilegio para esse fim, .10
qual podaran empregar o material acinaluiente
em servigo. f-itos, a juno, do eogentieiro fis-
cal, os oev dos reparos, comerlos e -uos u.-
g6es, bem como constrocgOes novas que (oreo)
precisas.
A't. 12. Os cnnces8ico3ri03 gcza-ao igra'.-
mente do privilegio oe furnocer 00 perimei-o
.a ci ade fo'ga motriz para o servigo das in-
dustrias qne qaizerem empregar para esse rim
o gz carbooicr, ou a eiect icidade. Horado
obrigados a cooservar daraote o da a presea..
do gaz e mais reqouitos ntcsanos a alimeo
ii-gao de motores, ao toroecimento de laoora-
torio, e aos demais mulares a que poder ser-
vir aqcelle gaz.
Art. 13. O governo fornecera acs propooeo
tes e ao coocessiooarm as plantas que .pos-ue
da cidade e seus suburbios, cabrado ^qaelies
orgaoisar as oemais placas, trabamos grapbi-
C08 e dalos lecboicos qoe forem precisos a
coofeegan dsssuas propestas.
Ari. 14. A illomlnagaa elctrica dever ser-
vir aos bairros do Recife, at > fortaleza do
Bum e a pon e de Limoeiro ; Ssn'o Antoo.r,
iodo S. Jos (1 e 2.* diairtctoe), at a ponte
de Afoga Aurora toda uevttKlo abraoger todos os ;cotos
esses bairres, servalo actualmente pelo gz
arbonico.
g !. Todos os demais pollos f-a dessa are3
me-t-ntemeaie illuminsdos a gaz poderdo con-
tinuar a ser iHamioados da mesma forma, on
i luz elctrica segundo m.is convler aoe pro*
onj 1 8 e for accordado com o goveroo.
S 2. Nos sobnrbioa o governo portea con.
.-e.ier prazos malores para a terminagao dos
.rabalhos destinados a levar-lhes a illumiDa
gao a gaz on a loz elctrica, iodo aioda segun-
do o que mais convter ao* proponentes e for
igualmente c.'orda.iu com o governo.
Art. 15. Par., mais riuorosa deliTiUgao da
rea s-r lilomiaada, o >. ncesslonnrio a-.-i. ia
ra c:m o cootri.cio om ezempiar da p anta da
i'ii-a-e. onde essa rea estar rigorosamente
marcada.
noico. No caso de illuminago mixta a
a rea de ama e a de ootro sy-'.eraa serao ri-
gorosamente marcadas nesga planta a urnas
diffareatet.
Art. 16 No caso de illumioag'io m vendo de ser esse servigo fei'o a gas em pane
atea do privilegio e a ele>tricidade em out-a
parte, os proponentes deve-So presentar a m
loa p.. otos sobre qoe versa 3,concurrencia p.ra
illumioago elctrica, anlogos detaibea tech-
los maustis mataod's para o eervigo a gaz,
cu o ypo de bioo incloiodo os oais mole**
uos do systema Aoer, sojeitando-se as cUa*
siglas do edital da P-efeitora Municipal de 28
de Agosto de 1893, aduott iraoscripas.
Art. 17. O cootracto sera geral para toda
ares do municipio ao Re ife, sojeita a decima
orbaoa oade fataro esuver sujeia a essa de-
cima.
Art. 18. Para odos os effeitos do contraco
sera) nicos compeieotes os iribooaes do Es
lado de "eruamon o.
A't. 19. O goveroo do Estado obriga-se e
conceder isengao de mpo; os estadoaes mana
epaea para o material, combasiivel. obras etc.,
etc., e a in.erpor os ecos boas offioos jame
aos poderes da Uuao para oster i,-e.igao 00
imoostos federaes.
!. O gaz ser carbnico, extrabido do car-
vo da pedra ou ooiras enbsiaocias qoe o pos-
sam dar as condignas em qoe elle 6 exigido
pelo presente cont-a lo.
2. Ames de ser laogado na rle de cana-
liaag', o gaz ser expurgado ae todas ma-
terias nocivas tanto 8ade poDca como
boa i-oaservago dos eucanameatos e appme-
Ihos. ________^^
- '' nre^B^^^
3- A laz do gaz lera o poder illamiuame ue
dz veas de espermacte das qae qneiuaam
48 todava e*a cesoeta a (OiOOt**.
Ari. 6.* Dentro do prazu mximo de dezoito
m-zes, cornado do nia na assioatora do coo.
tracto. ewrt es.a- funcionando em toda sna
pie ntode a lllomioagao electrics nos tiMrroj do
R if an o Antonio, S. Joee e Bja-Vi.-ta.
Art 7." O p aso m-ximo para term oagao de
todas o* t'abalnos 8er d dous anuos.
Ari 8." Sjr de tres mezes o praso mximo
pa-ainiwcio do s-rvigo, crtalo esse praso da
asp'gn-ni-- o coit'ac.o.
Art. 9." Un me ames do ala flxado pelo go.
verno do rostido para pagamento a Fleld n
B-oir.ers da orestagSo, aonnal qoo Ihe Iflr de.
vid*, nos tensai da ciaaia 13* ao contrajo
.ie 26 de AoMl de 1836, pa a odemnis ea do
v a i-c oal emprez i'o gaz fix-da, segn.
- v, agio doarbiiro esempa ador, em...
80 i 9 '4:917*528 a ser paga e:n ooro ao cambio do
2 ola, a do mais qoe por vpntura accrescer o^la
83 avlhcao addiciooal des 2' e 3- do presente
8(3 artigoV deve- o coacessionario eHtrar para o
49
50
51
53
5*
59
60
65
06
67
68
70
71
74
76
78
79
I HHIHUM l
tete grammas e oi'enta centigrammus por hjra,
cs-rtspondente ao 12)- inglezes
4. Esse poder iu inante ser verificado
em photomet'o abeuo quemando o gaz 00
meamo bico que o da illomluago publica em
caoa nccasio
5.- As experieocas photometricaa pa a ve-
nticagao 00 poder nominante, sero feit2s lo*
uas as njies eul-e 6 e 10 hor*8 e os seus re-
sultaio3 consigjados pelo m^pecior da iiluoii
oago em livro especial e sob ra gnrda. D
dez em dezdias se adiiciooarn esBes resana-
dos, para se coobecer o poder llomloan e me
di > aa decada, lacorrendo o coniractaote eco
mulla, como abaiXQ ae estatu, sempre qae a
media da decada fOr inferior a dez valias, as-
Un como, sempre qae a meda de caa uni'.e,
lomada isoladameoie, lie inferior a nove e or
o decimos de vella.
6. A p esso do gaz em qualqner ponto dos
eocanameoto8 publicas Jamis "era maior de
20 mnlimet o*, oem menor de 4 milmetros.
TITULO 3-
Da fabrica, soas dependencias, canalisago e
lanternas pcblic>s
10. 0 contractante prodozlr o gaz em uaia
on mais fabricas, comtsoto que jamis possa
invocar a nniade da fabrica para isenia--se
ae foroecer gaz onde Ibe lr reclamade, taot
pelo mooicipio, como pelos particulares, deu-
tro do peimetro da lmminago puolica actual
e 1 arta a accrescentar, qne ser marcad* na
planta qae elle deve assigoar por occaiij da
ass.gaainra.do cooi-a to.
11. O co'iiracianie maaler s^ospre a su
faDrica oa ubrlcas, gasame.ros e offiTinas
em estado de atteider a todas as neceas.daaes
do servigo da illumiuagao publica ou particu-
lar : tera as bateras de for 00 qoe fo em p-a*
cisas, de sorte a naver sempre urna batera,
pelo menos, de reserva eaipregar os sppate
Ihos mala modreos pra a apa agio 00 gaz,
rontinoando porem, somente com os actaaee,
emqaaoto ellea bastaren e salislizerem a ue-
cesssldades do servlgo da aislriboigao ; mas oa
g.zomstrjs qae moma- fora da faorici sero
ligados a esie por un coodnctor virgem, de
sorte qae, uem mesmo drame o da, a reo-
larldade da emisso posa ser^ pertorbada
pela operag&a do enebimento de.ssea gazoma-
tros ; ter todos 03 mais apparelos precisos
para a r gulardade do servigo ; m nter sem-
pre a il da canalisag) publica e d nvag>s
at a pona dos coasomidO-es, em bam estad >
coa os dimetros correspuuJetej j c-iubu*
mi.
Ai ac'aaes lanternas proprimante d(tn s"
pelo contractante por out--s do lyto actual 41
cidde de Pana, lato lanternas co-u vdros
curvos, reflexo e na oarte -operior.
Aj novas laotemas que se assen.arem serio
logo dse typo.
Todas as lanternas oub'icas sero sempre
msatnas em perteiio Miara de asselo e de
iiaiura e oomeradas com cljaismos de metal
jreto nos vdros.
15.- Para a iliomtnai) pablice, correr por
couta do cmtra. taote o (ornee meu 10 e o aBsen*
'amento dos ccmbaelores comp:eheoaeuao o
ramal, a cotnmoa ou araudea e laoierna, a
oem Bssim a conservago e asseio aesses or*
gaos e a operago ue aceender e pagar, se'
gando om borario qae ser filado pe'o enge*
Deiro fiscal, de acord com o coTiprimenlo
das Bote .
16.- Para a illoraiDtg' parlcal.tr lera o
coa racianle o privilegio ex 1 j-ivo de fornecl-
menio, aesentamecto e rep^raco do r..o-al at
o medidor, correodo as despezas por coma do
oosomioor, salvo as de aseentameuto, (orne-
nmenio do ramal e soa co .servago, ua exien-
so ao) dez primeiros reros contados do ea-
fi-namento geral, de ende deie partir o rama
para o cooscmidor, parte estaque ser a eos
ia do coolraitinte.
O eogenb^iro fiscal fixir, de aceordo com o
contractan e, a tabella dos pregas para essas
ob'aa por con a eos coo-umido-ee, ae#endo
esta tabella ser revista dn 3 em 3 anoos.
18. Nenbam medidor poder ser assentado
on rea-sent 10 sem qoe pr.meiro Uoba sido
afferido pela lospeoioru do gaz. Essa afferf
gn graiaila.
22. O consamo de gaz ser pago por mez
veucido, effecioando-se esse na^amento ata O
oliimo 01a ntil do mez aegoicle.
Na falta Je pagamento por parte do E-laio,
ven era o d-bito ju-o- a razio de 6 no or-
neiro sogo, 8 -|. oo regando, 10 *., ao tercer
r de dem ra, e assim seguMameole.
Ni panicalar, o contractante lera o direito
d- co'Ur a romniaoicco ao gaz e s resta-
bslestl-a, qaaodo a divida Ibe for paga com
os couitie-entes iu os, a rszfio de 6 -|. ao an-
co. Na fallaos pagameot. por pane do la-
qoilino resp ode c p o.>rirtjriu uo p ero.
23- Os ouediiore8 sero do .yateaja m--lrico,
coDiinoandn-se. porm a usar os qoe existireoa
.-sfiit-D nn da a Mate contracto, em qoaoto
-silver em booj eaiaoo oa pederera ser repara*
JOS.
O conscji dor liv-e de comp-ar o medidor
a qoem qu'.zer, mciu ye ao contrallante, qoe
i.este objfCto exerce- na lnda>tria em hvre
cn-'u 'r::.- d com o mercado ; uo poner, po-
m o msdijor ser de um calibre sope lur ao
numero oe bicos de gaz qu- hoover no preiio,
oem ser asseotado 00 retirado par un- em, que
11 i.'.r--. t !.-.
24. A canas-.-go a partir do medidor e os
i> a-eih.) da ii'u-nii). gao correm pi-r ronta
consumidores (salvo da illomiongao publica) e
iiodem ser vecd.dos e asenles por ooean con-
vier ao con8umidor, inclasive o contactante,
que nesae oojecto exercei sna industria livre-
osenie-
25. Os consumidores sao respoosaveis pelo
pagamento do gaz entrado em suas casBB e re-
gistrado pelos medidores, embora se perca pe
efeiio oa u.-o estado de seas appareltius de
!'umi-igii oa 3a canilisago alm da med*
to-.
26- Tanto o cont'actante como o con?umidor,
remore qie suspeita em que o meddor tem
aelxado ae hem fonectooar, lero o direito de
reclamar da lnpectoria am exiaueno medidor,
correlo a despeza por couia daqU'-lla das
iy? partes que reclamar o ex imee
Si para o exame for necessario a reliada do
rrediaor, um ouiro sera pr.visorirmeiii>* ins-
tallado por conta da parte re ;laruaDte, se por
aceordo emre ellas oo se assentar em avallar
o coosamo 00 o e'iai pelo namero de bicas.
O medidor, sendo ama propriedate .10 coa'
sum mr, se ao exame coBbeoer-se a necessi-
dade ae eua ubsiit.igo e nova cespeza cor*
rera por cota oo consumido'.
Qtl' O consomiu. r jamis poder impedir ao
c i.ir^ctaate o ingreso al o medidor, laoto
para a lei-ora da marcagSo, como para entreter
11 nivel d'agoa nesae appa-e-no.
28 Tanto o contracaute como o cooeomidor
sao respectivamente respoosaveis peraoie os
triODoaes pela (ruode qoe imrodczirem no me-
didor, i'abeodo a parte lea.da .Clonar b ootra
por "erdas e domos.
29 O coosomidor nao peder nem permit-
tira adoptar ao medidor apparelbo ae naiurezi
alguraa coui o cira^ter fixo e qualquer a.psre*
l'.io desse genero s sera adaptado caoaiia*
gao depois de passado m-.ndor.
TITULO 5.'
Do contracto
31 Durante o prazo do contracto nem o pre-
mio mooicipal oem o Estado podero conceder
nem permittir qoe oVfM assentera na \u pu-
plica tubos para condu.gaa de gaz de Ulami-
a-go, areos 00 sabterrai.ecs para (raosporte
e eleci-icidade com appijcagao illominago
nui.ii a oa parliriilar, nem tunos, tos on ca-
nos para transoo te de quaiquer forga qoe pos-
sa ser applicada a illaminagao pcblua ou par*
cular, dect o da referida rea, salvo aceordo
amwavf 1 com o contractante.
33" Donii'e o p azo ao cor.tracto, o contra-
came devera ler sempre em seas d pc.-nos oa
no porto des'.a capital o carvdo p eciso para o
fornecimenio de gaz de um trime-tre e bem
a8-im om aprovisiouamento de mnos para o
de-envoiv nvnto e sabiiaigo na r-de ^e.-a
publica provavel en om trimestre. Corp ante,
odencia de sa.s mezes o engenQeiro fiscal li-
xara eeaas quantiaatiea a vigera. emcatiaexrr*
ciclo.
35 Para todos os cffeitos do preeeote coo-
cacto sao uni-'o- competentes Os tribu.aes do
EsUdo de P namnni' .
TITULO 6 o
Da inspecgo
37" Todjs as obras qae o eoatraclame hon-
ver de faze-, quer em augmento da canalisa*
ga publica, quer na saa fabrica e depeoden-
cas sern tiscallsada- pelo inspector, para aua
sej 100 feitas com a necassatia segaranga e pro
r.nP'iade.
38* '."ab ootrosim, ao inspector decidir
qoiesquer qae?i5es que se BUfCiiarem eoire a
empreza e os p*nieolare->, quaoto ao foroeci*
nr-nte de g z e conUs ae consamo, ti ando li-
vre < panes o recurso para os tribauaea.
39* Po prin ip-> de cada trimestre o contra-
't.jnte remetter ao iispector omi Hita 00 pea*
ga de accendedores com as sua3, respectivas
endeocias e diaignag-a d.s reapecti.os aist.i-
cto* em qoe foocciooa'em
Qailqn*r alterago n^sia lista deve ser m.*,
aie iuti rj-'Ote o uolcuia ao losoector.
Resife, 26 de Junbo ie i895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral luterino.
ro, dentro do prazo de tres aaoos, contados d 11 ,
dau d assienata a da Ontrac.o. aubslii a orV"aio,-l-u
.1
Edital
Por esta repartido se declara a qnem
intercesor possa, qne, em virio e de
ordem do Dr. jaz de direito de Limoei-
ro, acham-se all depositados nm borro
andrina o nm cav-ilo russo. pprehe di-
dos em poder de individuo* reuonhecidas
como lxdrSss.
Secretaria da Queetnra Policial 14 de
Janeiro da 1S96.
O qnestor
J. F. Nery da St Fiihc.
Secretaria da Industria
3.a Directora
EDITAfc
Pra conhecimento doa int?ressadcs
fa^o publico qoe co dia 20 do errrente.
a 1 hora da tarde, recebem-se ueata Re-
(larticBn, propostaa em c<*rta f.caa a,
devidamente selladas, pera a consiraccSo
de nm aorigo na casa de DetengSc, des-
tinado a inet&lla2o de los el .trica da pe*
nitecciaria daquella Repartido, crjada
em 14.931.437.
Aa propostas devem aer escripias por
extenso, sem razara, emendi cu vico de
quilqner especie, sendo rejeitadaa aa
qae ae reatentirem di.* aegaintaa tallas :
1* As qoe escaderem o pieco do
do Ejtado com a import ocia dsqa-lla' data da assgnata a do ionlraco, ubsiuia s
r
1


i


1
1


\
I Dlal# d^ Pernambnco flnifiita-feipa 1 ce Janeiro de 1S&G
So foreni orfamsadaa de determina* aupra-meaclenada le e rl. 152,
A* oe g| 1 e S- do regatomaolo de 23e Janeiro de
1893.
nocordo coa o preseato edital ;
& Ai oe as haaearem ea precoa
de ootrai propoetaa;
4- Aa firmada* por poaaoaa ) te-
nham dtixado de cumprir oontreotos
oom eata Repartido ;
5* As que n3o offerecerem aa ga-
rantas e qnalidadea exgidas ueste
edital.
Ha vendo cuae ou maia proponas em
igualdede de condic3es, ser preferida a
do concurrente que aaelhorea pnovas de
aua idoneidade otereoer.
0 concurrentea doverSo alem da
idoneidade precisa para irigirem ou
exeoutarem as obrad, indicar o 1 logar de
ua residencia,
henhum proponente ser adaoittido a
concurrencia aem que pro ve ter depoai
tado na TheBonrsria deata RaparttcSo
qaantia correspondente a 5 '\. do valor
da obra, importancia que perder se, ea-
colbida ana proposta e convidado p*ra
asaignar o contracto a iati ae reooaar.
Para boa garanta da execpcSo do
contracto, depositar e oontracjUote no
Tbesoi'ro do Estado ama caucao que sera
previamente arbitrada por eBta Direc
tori. _
Nesta Reprticfto eatarSo a .diapoaiclo
dos Srs. ooooarentes, das 10 s 4 horas
da tarde, o reamente e a planta eBpec-
Recfe, 1 i de Janetro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-fleral.
Recife, 9 de Janeiro de 1895.
Ea, Florencio Rodrigues-* Miranda Franco*
ts-rivao do jaiy o eecreM.
Jos Iqio R. Pmto de Souza.
MUKACflES
THEATRO
I
COMPANBIA
Industrial e Lommer Estiva
(Em liqaiducoo)
1 amiga fie de-ta Companbia, icbam se
aexposicao dos Srs. acciouutaa o,balaceo,
coatas eludo mais qae seja necesario para
qoaesqaer inlormicoes.
Recite, 15 de Janira de 1896.
Oiiiquiin'.es,
Jos Joaquina Das Feriwodes.
Angosto de OJiv-ira Maia.
xtpaania- Turica e Vi-
dros de, Pernambuco
810 convidada oe B-s.acolooistas aentraretn
con. 10 /. eobre o valor ujraioal de suaj aeces
a, o da'1 de Jaoetco iroximo. no Wp.lo
da companbia roa ra Aorora n. 173 oas
horas da manba io new da.
Recite, 14 de Dezembre de 1895.
O director secretarlo
Antonio Mioervio de M. Suars Filho.
COViPAlNHIA HESPANHOLA
Emprezal. (IFIEXTK^
Quiuta-feira 16 ce Janeiro
lL petaculocferecido em favor da 3 obras da ma-
rriz da Boa-Vista
La GRAN-YIA
Com o duetto dos Chapeo s deSo
1 I!
8l?8"l8?itilll?W3ilOIJlfy
O paquete
Danube
COMMANDANTE G. M. HICK3
FsDe'a-sp 4o sol no di
1 oo correte, seeoindo
pt-pns fla aVaaora inai-
i tneav 1 para
Lisboa, Vigo, Cherbourg
Southampton
O paquete Nile
Commmandante J. D. Spoooer
E'es orador1?
F.D-oia no dia
* do correDt-,
120*
(231
1-
1231
125
Ubi
125*
1-U
fiS
125
125
1ZD
lz5
125*
1251
125
120*
120
0 Dr. Joe Juiao Hegueira vtutu ae seuaa, juu
de aireito do distrxio criminal e preei-
dente a 6' seaao ordinaria do jo'j do mu-
nicipio o Re. ife, etc.
' Faco saber a anem ntereasar poss que em
Tirtode do art 29 V e 2- da lei n. 15 de 14
de No.e-ubro de 1891, forain multados o ]ur
zes fle facto mira declarados, e coa ss quanius
abaixo men -io adas per oao lerem compareci-
do a reenrta sessao:
Antunio Martina do Rio
Anioiiin I Ant-n o SevennoJardim
Francico Xavier Freir
Fraocitco MicDado Oas
Horacio Marques ae Amorlm
jjaqoim Anotado LMas
Jo Maricbo Ribeiro
Joaquim (Negarle Gomes d^ Silva
Jos Ferreira Pinta
Joao Rib-i o Beirao
Joaquim E>eves Alves
Mnoel Ferreirada C:ux
Manuel Augo-to daCunba
Manotl Borg** Leal
Saiustiaao ae Aibcqoeque Maranbao
Antonio Miraoia d- Silva Fragoso
Antonio Luiz Rioe-ro Goimaraee
Bornardioo de Sena Ferreira abral J-
nior
Candido Aupusto de Albaqoerque So-
bral
F-an;isco dG Costa Ferraz
Fortnalo Jote de Ouveira uima
. Hermenegildo da Sii va Loyo
Joao fo Aesis Pereira Rocba
Jo&o HypolilJ de Meira Lios
Jco ae Miranda Frago:0
Pedro Goucal^es ue Oiiveira
Rooipho Fiorenuno Girnei o Moateiro
Ravionio M^ano Moreira
Antonio Poln arpo d.i alies
Antonia P-'dro.ie S*i8arretto
Aotcn.o G'mes.ae Sa
A fr- ao Garreit
Augu<-o Cabral i Rjrros
Be nardiDo Piulo Mupeira
Domino~ J.s aa Silva Boa-Vista
Fenppe Bezerra CaTalcacls Madices
Clan1 do d Araojo S.ntos
jo H-rmino de Miranda
Joo Maclel aa Silva
Joaquim Jovenio Gome da Silva
Joaqnim do Eapinto-Saoto B Silva
Dr. tta-cos Rodrigues ae Souza Viauoa
Manoel aa Medeo Barbjsa
0:. edroAo:une8
Roque Francisca da Silva
Aiitouio C.-vi-.icii.ie de Albuquerqae
Alberio de Siqceira Cavalcanle de Alba-
querqae
ConstacUao Viei a Lima
Fraocis o v*urto'ii>o dos Santos
Jos FraaciKCo Ribeiro Pinto
Jos Joaqui n Alven
Joo Feliz de Oveira
Jos A. Crtela ao NarC'menio
Jcu Vieira Braga
Joao Av- Pirneutel
Manoel Fereira oaCuoba
Antonio Gomes Paiva
Carlos Freierico ne 01 veira
ElUeu 11 .mus de Barros e Silva
Cacillo L-s ca S Iva.
Fortooa'u Robeiti Gu'marae?
Joo AflWo Borgese Silva
Jos II >*loriFO Carv Manoel Jos Tetxnir* Fooies
Joaqnim Jos Ramos
Alb nu Castello Brnco
Benvenoio da Costa DaDtas
Diomedes de Sooza Barros
Jos Pereira ae Maceo
Luiz Burlamaqui
Pedro Pontes -erraz
Antonio Amerieo Ribeiro de Carvalbo
Anselmo Dia3 Coeiho
Aotomo Soares Fombo
Uedidio Silvio Ramos da Cruz
Francisco Xavier da Sa Leuao
Reamo Ferreira de Carvalbo
Zica-ias Jos ao Re^o
Vctor Googolves de Sooza Beirao
Alfredo Ho' co Guimaraes
Benti do Reg Bar-o< Temporal
BelUrmioo Crrela da Silva
ADtotie Gomes oa Silv< Araojo
Eraetio Md.-rues ae Amoritu
Franc seo Amaocio da Silva
J cqeim Alcibiadea Perelra Caldas
Joaqnim do Reg Barros
Lciz de Carfdirjo
Dr- Antonio da Silva Goimaraes
Antonio Joaquim de Paula Motia
Aurelia' c Sccratea de Hollanda Alba
que que 80
Fortuna'o Torqoaio de Araojo Saldanba 80
Bernardino J.)-e Martius 80
Delao Corris Braga 80
Rodolpbo Mirtius Moreira 8
Francisco T- j'lino de Almeida Bastos 80
Acto io Marquen de Amonm 50
Agoeiinbo Vieira de L a Jnior 50
Antooio Aagusto de Araojo 50
Antonio Vasco A-afo-ie. Cabral 50
AO'onio Gooca!ve Pinto 5o
CustjuoANrs Teixeira 50
Jf F an-.jsco Pereira 50
Emeslo io.-.Fer.-eira 50
Jo- Heonqae de Oliveira Barros 50
Joaquim Manoel Cordelro 50
Jo Mrtn,8 do Rio 50
PeJ.-v Barbosa na Si.va Nelto 50
Arisii es Guimar^es Pereira dos Santos 50
Damiao Btzerra da Silva Alboqaerqae 35
Joao lavares Couuobo 35
Joa. AJun-o. ae A'auo 35
Manoel d% pa ros Cavatcaote Wanderiey 354
Manuel Jo:.quim de Carvalbo 35
Manoel Rroot> da Caoba 35
Silvestre,-TborusE da Suva FerrSo 35 j
Antonio JosFe-nandes 25
Alfredo da Costa Carvalbo 25
Antonio Henrlq^e Maf'a Janior 25
Alipio Rosado de Oliveira 25
Anioio Bsoiista de Araojo i 25
Francisco Jar de. My lo Costa 25
E que fleamareado o prazo d 8 das da daia
deata, para oa mesmps jnize^da (acto reque-e-
iem a' sus* recosas perante este joizo, jutti-
coajao e- motivoa de eeanato;oeaparfcan-
lo, e qae find, > este eazo o esrlvacemetter
ao '>-ceibo Municipal um.H copia doj^pioamen-
to .e iiripoMcao das maltas, bem cano oa'-a
i u o.uradur dos feas da fazenda Bonictrai,
.atim de se proceder a eobraoca execniiva cemo
Xhe^ro do jE^tado
de Pernaiibuto
C>----------- --------- -------- -----------------
Trena para Olinda, f 'axnn-, Varzea, Apipucos e bonds.
De ordem do Sr. Dr. Director Geral
da Secretaria da Eaaeada, declaro que,
do da 16 do crrante em diente,: ee pa-
gar neata Repartiyao, das 11 a 1 [2 horas
da tarde, oa joros dea apolnea da divida
do Estado, relativamente. *o semestre de
Jalho a Desembro de 1895.
Thesoarar'a do Thesouro do Eptado do
Pernambucoll de Janeiro de 1896.
O esenvo da receita,
Paulo P-reira SiniBas.
Companbia
Exploradora de picdactos
Calcreos
A direciorta desta Compar bla, faz .pagar em
sen esiriptorio.a roa ao caes do adoIIo n. 73,
do meto da s doa* ho-as da larde doa di8 16
em diane, os jaros veoc ios >m 31 da Dezem-
bro de t8i5. dos e\>upon3aa soa euiiseao.
Recire, 10 de Janeiro <*e 181
loas de Ove a Catos,
Pre^Kenie.
P0RT08 DO SL
O paquete
.Camooim
Comniandanle Alfredo Monteiro
Directo i Saolos
m egoira deois
va demora nd-s-
pensavel para
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Redoslo noa precoa das pansahcns
Ida Ida e tolta
A Lisboa 1 classe l 20 O
A' Soathampton clasaa 28 52
Camarotes reservados ..par* o* ivaaa**".--"?
de Pernameuco.
Nota importante
mtm
Hambutg-SuedainerikaDis-
c h e Oainptsehifahrts* ]
Geaellscbafr,
O vapor
Porto-A legre
E'epne.radQ do sol at o
Ca 19 do correte, e se-
." : uua dHf,c:s aa oemora
'.;*-aria para
Lisboa e Hamburgo
En:ra no po'to
Para riassagea, carga, (rete e ac, trata-ge
:om os
Ccz>Bgaataric8
BcrsteliiiaQQ &C.
18Rua do C'cmviK*xo18
andar
Hospital Pedro II
A directora do servigo saoi'ano declara j
oessoas interessaJa- que as oatricnlas.do curso
de obst-tncia deste Ho pi'al, abrir sp-aao no
da de Fevereiro. e as aulas terao romeco no
da 3 de Marc'.
Sao coadics para a malrica a.
I o ser maior oe 18 e rueopr de 40 anoos.
i. Saber ler e^ese-eve-, ter noces jlesjote-
ma-metnco e da- 4 operafifies.
50 Xer boa conducta eivM e moral e.cao sol-
f-er molestia ccougiosa e ser vacunada.
flaspitai Peoro 15 de Janeiro de 189b.
O oirecior,
Dr. Ignacio AlciO'adea Velloso.
COMPANBIA.
Usina .Cansan^o de
Sinimbu'
Aseembla geral
Os Srs. acciooistas Bao convidados& reun-
rem se em asatrabla geral ord^oar-anyaiao
da Astoci gao Conmercial Beoeficeotea 1 ho.a
da tarde do da 29 ao cwren'e mez, aun) de to-
maren) coobecimeoto do relaio.-io, do D.lanco
e ct-Biaa reteremes ao i-uno proxiuio fipdo e 00
parecer fiscal e. wmbem para a eleicao eos
membros do. conseibo riscal.
BRecife, 15 Jane ro 1896.
m fijorge C. Gatis.
Director s/scretano.
Ben.-. Loj/. Cap/,
Caveillelros da Cruz
Sess.-. de el-cao par., op.'. e Reo;., junio
Asembl.-. Gsr.-. do Gr.-. Ot.:, na seguuda-
fera, 20 do corrate as 6 1|2 boras da. tarde.
Martios,
Secret. .
Banco Popular
Convido aos Srs. ..accionistas deste Banco,
vir*m recebtr, uo oiaJ3 op correrte mez ero
diante, o 9 divideDdo a razo de 10 "'. ao anuo,
relativo ae semestre findo.
Banco Popular, 9 ae J neiro de 1896
O oirecw secretario,
Albiuo narciso i' Mala.
Companhia
De Trilbcs Ubaos d He-
cife a Oliuda e Beljeribe
____m
Pede-se ao Seiifao -
res consuniiiiidores
me queiram fazer
jualquer communica-
r esta jeita no eserip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambein se re-
eeber qualquer conta |
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Sts9
Manoel Antonio jda Sil-
va Oliveira, Hermi lio
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
UtSlU CUlMIViU UvlV
rao ser pausados--em
talo carimbado e fir-
mado pelo gemente
em o que nao tero
valor algum.
, Samuel Jones.
Gerente.
Seguir! oor astee
para o porto cima.
(lias-
LEILOES
o Si" cu.., 17, ieiia> -e ouuo u- tu. m
iioa -- ii' pnf.se o""econetruir rirac rsii8.
L.eilo
De uxa me-a etatUsa, 1 ba'cae eoviJracado,
. I repariiuienio, jardineira, 1 fogao e muitoa
Juairos movev*. miuuezas e qua^roj.
I'IUI.a lilIJUI lOJULCT lBirOB Uiuvfk. lu.'uuesa o iju"iu-.
a Rojal Maii sieait. Parket cempaov resoiveo Sexta-f eir, 17' de Janeiro
para commodidade dos Srs. pasfaReiros com .. ...
Recebe carga, encom nenias, paesagens e di-
nticiro frele. at & da da parnoa.
Cbama-se a attencao doa Sra. carregadores
para a clacsala 10.a dos conbecimentos que a
segointe :
No caso de baver alguma reclamscao con-
ra a Compannia, por avana en,parda, *eve ser
eta por escripia ao agente resjeclivo co porto
da '.eeoarga, laada.
Nao precedea o esa formalldade,.a Compa-
obla tica isenia de t"ds a retponsabUdade.
ESJRIFlORlo
Ao Ca-a ta Compaobia. Pernambnca&a
n- 12
destino a Paris, que oe seos paqueies tanto na
vind como na ida facam escala por CHER-
BOURG, a poocas horas de Paris.
Se o numero de passageiros para est ctda-
de der para robrir as despezar, a Sem Packet
Companj tera em Cnerbcu-fc om trem especial
para a eondac^io dos mesmes Srs.
Para carga, passagenfl, eocommeodas e di-
oneiro rete, trata-se com os
AGENTES
Auiorim JriQ.ao*> 'M C.
f<. 3Rus o ?om i naN. 3
Companhia P. PORTOS DO SL
Directo ao Rio de Janeiro
O paquee
Capibaribe
Commandante 1. tenenta Verissimo
Costa
Esperado do norte no da
1 do correte, seguir
depois de pequea demora
para o porto cima.


Fai em xiireitura
Arken
E
Marlbourogh
Temos engajado o rarregaroento d'e?tes d.ils
navirs, poden .'o recener aleda um resi de
PINTO ALVES & C.
Largo.. Arenal oe Mam..a n. 8
So escripiorio desta Compaobia aga,ia- nos
das olis das Ha 1 ora B de
aeces e cbrgicoes-prefereuciae telstlvos ao
aeojettre findo em Dezembro DMtimoipassado.
Recil, 4 oe Janeiro de 1896
Bento MHealhaee,
- Gereute.
c.
Braz, Silva
SociedarJe em comma>dit> por accfle-i
Sa0o00vUaUu4.es Srs. asaooadoa a taierem
a 4a e uluma entrada de g?o cap val ? rasao de
20 *i. no escrlpi-rio da fo i ade ft -nado Com
mercio o. 13, 1^ tndar. dentro ce 30 ajas, coo-
lados de boje.
..ecife. 9*de Ja eir > de (896.
B- .. S!" & c.
ICiLRTPIMQS
Prince Line of Meamers
James Knott Newcastle-oa-
Tyne
UNHA REGULAR ENTRE OS
EstadoB-Didoe e o Brasil e Rio da Prata
""SEGUROS M.AKHIMvjo NTRA
FOGO
Companhia Phenx l'orn; ajajbu-
cana
ROA OCOMMERCIO
SEGUROCONTRA FOGO
COMPANHIA "
DE SEGUROS CONTRA FOGO
KttjaYEtll&RX
DeLondres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
ecei ta aanual:
De premios contra f ogo 626.0000
De premios sobre vidas > 208.006
De iuroB 155.000
Agente em Pernambuco,
^cxwel Williajn &
Panco popular
De conformid;d can a lei, acbampe a tie
posicao dos Srs.accionistas, oa sederfqsae Bao'
co>a roa do Bom Jess o. 64, os segoiaies do-
cumentos :
Copia dos balaocos.
Copia da re'acau aomio*l tdos accionistas.
Copia da lita de Uao^fereoela de aecCes.
Re;ife, IB de Janeiro de I89S.
Albino narciso Maia,
Director secreteno.
Segaros tlsntra Fogu .
Rojal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL .OOO.OOO 13, od.
? indoa accnmnladoe 8i274'Ml19(.0a.
AGENTE
POLHMANN & C
E' esperado deJewrYork al j
_o da 3 do corren le e sabir :
IlepoiB da demora necessarta
"para
Bahia, Rio de Jaoeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
?ara carga e pa??agpoa> irati.ae com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ru do 'Jommaroio n. 15
Ui 4.8razilira
' OVAPOR
S. Salvador
CommandaM J. M. Pessa
E' esperado..
d 08 porto* o o
huI no '-ij 19 do
.corre ta. e ee-
'guira para o8
partos do norte uo ala segui&te.
As encommeodaa sero recebidas ?l 1 hora
da tarda do fa da cabida, 00 trapiche Barbosa
Caes da Companbia Peraambncana n 4.
Aoa Src carreaadoreB pedimes a sea ateecSo
para a clausula 10* los couhecimentos que e a
segpioie:
No cafo debaver alguma reclamacao contra a
eompaObia per avarias o perdas, deve ser f=ii
por eecripio ao agente respactivo dp porto da
descarga, dentro de tres das depois, de fioali-
sada.
Ndo erecedendo e.q> foraiaudade a compa
".Oa tica isenta de toda a reep-nsaDilitade.
11 Aa pa8Bi>geo* sao liradas no mesmq escripto-
rlo, at as S 1/2 boras da tardado illa,da sabld
do vapor.
I Auericao
As passages pagas a bordo custam
mais 15*y-
Para .:arga, passagens, encommendas e valo
ras trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RDA DO COMMERC10-6
1- andar
Recebe carga, encommendas, passagens e -li
nheiro a rete at as 10 oorss da manb do t a
da partida.
Cbama-se a attencao dos Sra. carregadorer.
,para a.clausula O* dos conbeetmeolQS que a
seguite :
c No caso de baver aleama reclamacao con
- t-n a Companbia par avana ou peMa, dee ser
I feita por escripto ao agente respectivo do porto
Ja descarga, dentro.de tree di8 depois de fina
isada.
Nao precedendo esta forroalidade a Compa-
nfjia fica isenta d* toda a reoinsabilidade.
ESCR1PTORIO
No Cea da Companhia .perm-nsbucans
n. 12
LlNHA MENSAL
VAPOR
Charente
Entrar 00 porto
E' esperado da Eu'ona at o
dia l de Janei.o de 1896 se-
guindo depoia.da demora pre-
-mJciaa para
Bahia, Rio de Janeiro, Santos, Montevi-
deo e BuenoB-AyreB
Pre vme-se ainda aossrs.ri'ceDedore* M*"- mer
oadorias que se a^teedera a reciamaaije'' por>
(al ;aa, que lorea, recouiiecida* na 'oc4*jao da
4esc3trga dos jolames i e qoe daotra tle 48 ho
as a contar do.dia da descarga das v^^ngas,
Jeverao fazer qnalqoer. ceciamacio cop^ri.en-
te a volnmefi que. porvennjra tenbam eguiuc
para os ponos. do sal, atim de serem! ffedas
t^mpo as providencias necessaras.
Roga-seaOB Srs. pas3age>r*s de se apfB8eiv
rem navespera da ctiega^it UJ vapor imra to-
ma rem as suas passagens.
Par* carga, aafiageos, encomajendaB' e i\-
nbeuo a (rete, trata-se cotu
OSAEJSTES
H. Burle & C,
42RA DO TORRES42
1* andar /
Para o Para
O LUGAR PORTGEZ
Gaia
Segu n'esies pencos das, recebeorio desde
j mais alguma carga para aqoelle porto.
A' tratar.'-' m
AMORIM IRMAOS & C.
Ciiwaiiai 'tt 1-
PORTOS BO.SUL
Maoei, Penedo. Aracaj a Babia
O paquete Una
Commandante A'-Cidea Albuquerqae
, Segu no dia Ifi do cor-
rele, as 4)boia oa tarde.
Recebe cargaoncommecd, W8B*e.D8 e dl
obeiro frele, at s. 10 eras, da Bapb do da
da partida.
Cbama-8ea attencaev dos Srs. caraBasdoree.
para a clausula 10* dios cocbeqimentqs que a
segointe:
c i^o caso de baver algoma recIaoacSo con-
tra a Compaubia, por. variaron perd, deveser
eila por.,esoriplo aovuqnte raspectiMlpo,porto
Ja descarga, dentro de Hea didepoB de Bna-
Ifsada:
Nlo precedendo esta^ormalidade^a Compa-
nbia Bca Isenta dejoda a reBOonsabidadej
ESCRIPTJRIO
Ao Cauda Companhia Prnambvcana
0.12
ompHBiiN p. de Nav-gaftlo
PORTOS HO NORTE
Fernando de Noronba e Rcccas
i O. paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no rita 18 do corren-
reole, aa 4 berta ua tarde.
Recebe carga, encommendas, pajgagens e
dibeiro frete.at >s 11 boras da manba 00 ih
da partida.
Chama-sa a attencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* dos conhecimenloi que a
segointe: _
No caso de baver aUuma reclama(5o contra a
Companbia, por avaria oo perda, deve ser felta
por eacrlpto ao *gen* respectivo do porto da
deacarga, dentro-ue tres das depoiB de finali-
sada.
NSo precedeqdo esta formalldade. a Compa-
nbia fica isenta de toda a respoosabihdade.
ESCRD7TORIO
Ao caes daCompanhia Pernambucana
n. 12
A's 11 horas
4 g e n i ePinto
NOARMAZM A' BA Fin V> 1ESS N 4S
Agente Pestaa
Leilo
Ce urna imro tante vacca tourina com urna
Un'a cria, nss--i '* bi ais3
Sabbado, 18 docerrente >
A'S 12 HORAS
No 1 andar so a. roa do Viaa-ioTeo-io i. 26
Agente Pestaua
Leilo
De movis, faz^ndrs, -oupas fei'aB, relogios,
.aneias, saecva coui rj'an e ou'.roa ibje:los .
decla'sdos.
Sabbado 18 do correte
A'S 11 HORAS EM PONTO
No 1. audor ra do Vigario Tenorio
o.26
0 agente Pe.> ana vend. r a quem mais der
36 cadeiras de jone novs, 1 di'a p^ra piano;
1 lindo aooaraio- com iedra, l loilett 1 lava-
torio com-pedr?, 3 reoslos oe parede, 2 pra-
ttlhei-as le an,arellO pa a armacao, 1 grade
de amarello para escripiorio, 1 mesa para es-
rola, 1 di'a redonda cem pjdra, diversos
saceos com roihas, reoslos de ouro. de prata,
cadeinB, costamea de casemir-, rorpa* Mas
para bomeos e menino cnaoo1 de eol para _
aennoras, cp'.t^s de Teslidos de la 2 qoarii-
nbeirss. oozas ce meias para homem. dit.'S de
copos e cntros obiecto^ qoe t ra b vi a dos
Srs. compradores, oj qoaes s.rao vejdldofl
aejpa maiores precos qa ce.'em.____________
Agente Siheira
2* leilo
Do engenho Boa Esperanza
Terea-feira, 21 co corrente,
AO MEIO DA
%o aroLfizeai roa 15 d So-
vensbro a. 41
O agenie acma, p ir alvar do Exm. Sr. Dr.
jbiz oe oii'o do ci**l e eos s fea :,s istencia, .
a rqerirreDto de Jdu Ayres rte Aimeida
Freilas, iuvenUriaote des ben dtiXHdns pelo
flnaoo Dr. Joaquim Ayes le Aiaejtfa Freitss,.,
levai a le.laj o eriivtto Bca Esperares, per-
lenceote ao espriio do ne?mo Qnad e situado
na comarca de Panfilas de Muania, c eoge-
obo moente com agua, cuptiro com mceodaa
ae ferro, casa de te bas, assert^meoto cocatan- .
te ae 6 tazas, grtnde tiumero de formas de
madeira, i cebOes ;ara deposito, alambique
ca,.cobre com deposito e 8ns perlemes, em
casa de telhaa, ct-sa de vi-.eoda de njolo e tai-
pa coberta de telbas, seodi que soa ("eroarca-
co consume de escrioiira de compra e termo
judicial, que est em aao do mermo agente, e
mais 5 caballos i cv.-f.
.S-8. p-etendentes podero examinar.
U4^|]B8 jRfiUHiS
Companhia FraQeeza
Savega^o a< Tapar
Laba regular entre o Havre, Lisboa,
Perr-ambuoo, Bbic, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
Expera-se da Europa at o dia
l do crreme,.seguiodo de-
pois da demora inaifpeosavel
oaia
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Roga-ee aos Srs. importadores de carca pelos
vaporea desta llnba, queiram aoresenter fien
ro de 6 das, a contar do Ca deacarga das al
vareogas qualquer recUffiacao-concergente a ve
lomee que por vectora '.enbam Begoiop para os
poricsdo bu!, aJm^s se pod'ersro dar^ tamca
as providencias necesarias.
Expirado o reierido pra^o a c^a^pannla cao ce
responsaoilisa por extravos
Esle vapor nao rfCbe f-arga.
AGENTE
Flix Bandeira
. ft.Rn do .CVmznercioQ
Hoyai HuDgrtaB Sea i\avigatioD
mpanj Aiirii Ltd.
O VAPOR HNGARO
. Petof
E' esperado de
Trieste at o dia
v 16 do. crrante,
^guindo depoia
d-a. iqdjepensa-
rtwl demora par8
------- ', oaxiortof da
Babia, Rio de Janeiro a Santos
Para oar^a, paaageii8, eneoaimefldae e di-
ebeiro a (rete, tratare com os
. OS AGENTES
Henry Forstej &C
Roa do Cjmmercio n. 8
1'andar
Leo
Do terreno, sitio do Vigario freguezia da
Varzea. com 168 millimetros de frente, 140 di,'
tos de fondo, 302 diiop pelo lado Co sul e 236
di'os pelo lado do curie.
Pregoezia oa Boa-,Y8ia
U-n terreno ao lado fl,irelo -,da t-avepsa do
Pires, com 106 milhmelro8.de frente e 66 ditos
de fundo.
Um dito ao lado encuerdo da travessa do
Pires oom 84 millimetroe de f'tnte e 28 diios
de fundo.
Ua) dito na ra do Aulbo com 162 miHime*.
tros de frente e 28 ditos tie fondo. "
Um dito com ,4 milliroe-is ce frente e 5?.
de fundo, na ra do '.n-imo Novo, oa direc*.
5S0 da estrada ce erro do Recfe Caxang
Sabbado, 93 do corrate
A's 11 hora
Agente Pinto
A' RA UO BOM JESS R*
45
Leilao
da casa da travessa ua Praa d,' Fo'te n. 28,
fregnezia de S. Jo.-, pe-tencentp po.i berdeiros
de Pelix S a" a w Baroalho servindo de base
a ffe-ta "e 26b666.
Uuia dita o. o A na Estrada para o Er>peobo,
(rb>;uezia dv Fojo, tv-nenceute a Jet Rodri-
gues e vanada ep IcOOOO.
Leilao
da armacao 4e Hinbo. bl f, te-no ds pesos e
meditas ri< casa n. 30 da ru le Sarta Tnere-
zaa, frecuezj ^e San'o f uioaio, penetcente a
Nones nos Sarros & C.
SABBADO, 28 DO CORRENTE
4's.il boras
NO ARMAM DA RA DO BWaySSUS fff. 45
0 ageo.t- Picio legara a le UV1 sor mandado
do Illm- S'. Or. juiz' sobr'iituto da farenda do
Estad/j deP-;rn-: bac>. ss casas.e armag&o ci-
ma mencionarla-.
v.
-.'.
:
AVISOS DIVERSOS
Hjdro si*do therapia
y fio "e Pesaos OUvelra, vogansado- da Hy- S
dro8pdoth^rap>a co oovo.uetbodo de corar *
todas as molesiuse, com excloso -usolota
de medicimentos e rper c5e#, nsaiven abrir
um curso, onde prorO^- ea nsiDer rs arplica-
tOes (Teste sy-'e:r.. paia caa, ui^ie lia em
particular. / *
Praca rte Dezese t?, anttgo paleo do Collegio
n. 77. 1* andar.
Db8 11 1/z, a 2 ho-.________
!
Aviso
Arrenla-fe cm iniqttaf taj sliiq cob1 boa
rasa para morada, dita paja efiados, harbeiro,
a.oiio8 arv irados fructiferoa. nrcximp estacao
Casa Amarella: quem pie'ender fti-ijp-sa4
Cuitodlo Nones, esUbelecido pro^mo a dita
eaiac&o.
MUTILADO




Mario 'de Pernambaco Qainta-feira *6 de Janeiro de 1994*
?rc?:tnT.T"^.K
jcbi 8 i oa tarde.
^rTSliToandbr le.-reo o foowdo do
.Ta.G.oa^n.3, ion reoa eneana**,
)Hervl2.3. ____
E- NA SoLBlMO S au ue,m"''^f
Tes M en. 4o D. M P PP 8h (0tQ p!?mpH"
toe o .M-. "oco.vo.d.toda
)iv:>, i io-d< -!<\
leles, cito de arroi,
to de lodiortf, p teie le na, na; beata.
tt.^o.i.oiao* olo.>cliolM*%*A
KsTko ..;,-,. urrH.dk o. pa.,ns
pa eque .., 'c6co, w ovos_de
Kia. OH* BJO.alOga-M banda-
, i l.firt peqoMWS e [nava* ppel n1*
ir WM" '' _______........___......_____________
.... 7 c.-mmo:o* para aow familia,
ca encanasta, uran* qum'&t e
do. 'fe itlcaa ce i,ov
watru 16. luja______________________
aiwm o mnt p. 6* a da Sad"
Cruz f/freioeila -a Boa-Vtsu), a iratar em
inda. L deira d R bt-f n. '6._____________
" P<-ec.sa*a *aP a' i iooiw do Es ado
, io-os ... 5 ,. :W0*00 c*t or, emif
ia8 "tr favo- do Baoe B i sor d. P-"'"
jorairn as
tratar ra aa lar
Escola publca aa Magda-!
lena
Grata P.andid (te A. Cont f i sclenteaoB.
pas de familia qoe sua es ola a.-ha-se IniKcln*
nanaooa casa erDqoe.ioeciona'8a doprofrSB.-f
S' auao deAI<>ucUjrqoe.
Precisa-se
De nisa ama ene coeiabe e compre, ne 2
andar da lypogapbia uo Diario ue
an
Pe.'nain-
L'OCO.
co : qujp aa tiver
os n 43, xii '
.Ulji
8c- roa do Bjie
Cabrio le t
Vendp-"" oro amertoai do a- artel -s. se ...o Din novo e ou ro osadoe
oatro de ?obr>eeleot*1 a ver traa.- na cocbei
a de Jos Vlete.__________________________
para caixeio de
roa de s. Jorge.
Casa e sitio
Vende-Fe na C-'Pi'ua.i cm e/ande sitio arbo-
rlsado, coro opiimas froctei _.- e orna ouen'fl-
ca casa terrea moderna, de sotau cum jaceilai,,
con ibo'.os cimmodos para erDde familia
cosinba (Ora, qoarto oe banbo e cocbeira, ua.
e grande portao de ferro na fronte, morado,
so'o p'oprio, sito a rao Jiaqoim laboro o. 26,
fazendo esqua para a tra*fga oa Vei tera f
'er-tio'e do porto d parada oa va-terrea de
C XEOa ; tmtor c ra a Peera o. 5, 2.* andar, e das 10 as 3 da
ta'de na roa do Imperaior o. 77 i.* andtr, es-
cripto fo.
Q
uinmm
VIHHO FEBRFUGO
Tr abarraque
CT ^ TNICO E DIGESTIVO
JDJ3 MEDICINA E>B I.A_IIIS
O VINHO DE QU1NIM de Alfrkd LABARRAQUE, eminentemente tnico e febrfugo, deve ser preferido a
todas as outras preparaces de quina.
O VINHO DE QUINIUM de LABARRAQUE, preparado com o QUINIM (extracto de verdadeira quina),
constitue um medicamento de composicao determinada, rico em principios activos, e sobre o qual os mdicos e
os doentes podem sempre ter confianca.
OVINHOdeQINIUMdeLABARRAQLE,prescriptocomgrandeexitopsoai/rar^w,eWt7arffl,sejaport't)er5a
causas d'enfraquecimenlo, sejapor antigs molestias, zosadultos fatigados por um rpido crescimento, s meninas que
tim difficuldade em se formar e desenvolver ,-s mulheres depois dos partos; aos velhos enfraquecidos pela edade ou doenca.
No caso de Chlorose, Anemia, Cores paludas, este vinho um poderoso auxiliar dos ferruginosos. Tomado junta-
mente, por exemplo, com as verdadeiras PILULAS deVA LLhT, produz etleitos maraviliiosos, pela suarpidaaccao.
PAEIZ,
19. zraa. Jacob I-.. *+-JElX=ZB i- Casa A. CH4MPICNY
E NA. MA10R PARTB DAS PHARMAC1AS DE TODOS OS PAIZES
O C*, Succ*-
Ama
Precn se de nm rxe >'.o
a (t"p.i-'.o oe aeceoe, na
30.
Iuli:i
Le.poldin Je Siiuetr
Mr IIO
J O -U'tO Pereira de 5I?2aUia-'8,
soa loaiber e uno. griteem as pes-
? os qu- -- digoifam a OTDanbor o?
. i e-tos mortae d n:t)1 ,0_8
fjp.il.:. Da de S q la M l i a '.'ima murada.
tasim Bsconwdaai, ar-pim como sos teos
ices, n^reotea ? folieuaH pan a? isa .:o 7" lia, ue .?a \at" aa 8 oras ao
nh e 17 no o 'eme. d ib )a "> t.a-mo.
i
Precisa se de orna am< oaa cofinhar e coai-
prar, na roa Velha n. 6<, Boa-Vista
Ama
Precisa-;e de nica que saloa hem roslnbar,
naep-fe bem, a tr_trr u.. roa do Lirramento r.
2i, fabrica a apor. ^___
Realejos grandes
Qlmportdntes realejos com lindisplrras mdi-
cas, as roais' morternas, prop-ie oara cosmo-
rama, kermesses, etc. Venderse por preco
cmmodo, por ter grande snrtimenio oa relo.
o.ra David, roa do Carnea n. 14.
C osinheira
Precisa-ge d? nrna que seiba bem cosiohar :
a rra Velh n 28.
-^y
m


A. LA REINE DES JF\LkETJRS
tamalbefes Nevos
L T. PIVERem PARS
Mascotte
PERFUME1 P0HTE-30NHEUR
S
9
t
Jos de Vntii ) Vciga
gcel ainiDi dis S>0'03 e sna ht_H con-
:r_ ao^ par^atos e aun;*") aa sej ex-p.t-ao
a vO J i A-o|e 7-i -a *ra assi^titem
na if8< qo^ nor sa< a ai miiiaa CFtooW
.rdem :.* e S. ^'aotiace, :3 8 rit-ras di ma
i dn ^ooa.-o 8 do corroota "
,ao'o as-ai t >,
;rad-cidoj.
coafewaattb-ae deae ja
t
Manoel Joatiuim loa Res
MtQool si..'.-o Cruz Bioeiro a H*ooel Jca-
nm do* Res fx-'t-mammie peoatisaios pea
orn de >eo nresadlsinw t.o Mauotl Joaqaim
* Rea. ia el o Porto, ro^am a tod-s a
de gaa amisade o carldoao obsequio oe
isti- Bi b le qu-', pelo '.e no descapso de
jeIe,, masdam ceienrar sal)i)do, 18 do
rere, a* 8 doras o.i m ina, r.a ma.riz de
dio Acto no, 7 da >* mosmMSlo oa iritt-
., e;o quu se eoofdtaao] ce=ae ja egrude
Jos.
Jos de AriiM.jo velga
Uaria Ca'Delre Veixa, sea ilio, sobrinhoe e
dada mandaoj rer mi882< :>elo repouso
ni oe seo mando, pal ti ecunbado, Josa
Aojo Veiea, saPbado 18 do torrate. 7o
i do seo passameato, na i#:reja ta Ordem 3
S. Franciscp. C vidiro a seos prenos e
igos pira aai^i.rduj a eote acto religioso
proe tan para acrade er a todos que o aconr
itaram a soa o'tma morada.
Vende-se
Ima pequen- i*s. sita a roa Atol n. 32, fre*
leia de ?. Jos : tratar a roa do Ltvramen
q. 18, loja.
cVtide~$e
A es? ''a ra Velha de S3nta Rila n.69, jen
l da ig'oja, a rilar ",om M;noel Das da Silva
cima'a^8, rna rio Lu'amenti n. 18.
Ciaco
Preciei e i ;> a OHnda, farrilia de duas pes-
a3. a Laltr a rra ce Margo. 15.
ti en gao
Verd -e cm lerreao na Eoa-Vieem, com
\.v [a tro- ce fondo e 100 de ccmprimento, a
rata' a roa dos Oi-sos n. i6________________
Amas
precisa-re de 'r,c Afra" a t-atsr roa Barao
\:ctorii p. fi5 2* d^r.
Corrp-a ;e qoalqMr/ qnantitde : ra da
jidre oe Deoe a. 4
Criadas
Precisa.se doas mas sendo orna para cos,
nhar e ooira para copelrt, para casa de pocci
f.-niiha. paea.se be.u, a bata* a roa do Impera,
oor o. '1, 2- andar.
Attengo
Vende-se 2 bois, 2 carrosas e 2 cavalloB sea-
d nai de ro'ndas e um de sella 2 vaccas pa-
ridas, sendo orna p-eces comxonueimo -. A' tratar com o uono,
uo s to t-tr. rfn'e a p-ag. Joo Alfredo.
Engenhc
Veode-se o eoeeabo Seeo-arga, marerm
do r'oTaqoara, no rxuoicipio de Qoipap. orna
leeoa distante oo povoado Barra do Janeada ;
eese engenbo lem proporgftss at para se e.-te-
belecar orna osiDa, pois dispCe de gran e som-
ata de trras ; tem torta ferraeem noa e mo-
vido por om excellente motoravapir. O en-
eenho Seeoraoga est em condigSes de nao
precisar de nutras ierres para se montar orna
boa usina. Queni pretender poder ir exami-
car as obras e traiar com o seo actual proprie-
ario se agradar.
Extracto de Corylopsis do Japo|
PERFUMES EXQBISITOS :
Eouquet Zamora riuona du Bengala
Gydonia de Chine
Stephonia Austl-alie
Heliotrope bloao tiai-denia
Bouqaet de I'A-miti "Vhitc Rose cf KezaaUlc FolyMor oriental |
Bri&o de Nica Boaq*aet SSENCIAS GOWENHAMS -1 PUMSi EXTRA
Ww
-epceitos as pnncipaes feiiuciarias, Pharinacias e UibiiUrciios u -"*
Frecisa-se
Um criado de 14 a i 6
annos para o 3# andar
da typographa do Dia-
rio de Pernanibuco.
Cavallo furtado
No dia Ia do correte, fortaram do engenbo
Barroca, t cavallo rusro fjveiro, desraroado,
tendo o fe-ro NS.
0 refer'do cavallo foi furtado pelo individuo
Seve ino Molla, empreeado do mesmo eoeenbo
qoe tambem levoo orna canealba nova com o
u. 6 e sacco com marca SNC ; pele-Be as aa*
ti ridades a apprebensao do dito cavallo oa do
individuo e as peasoas qoe aooherem noticias
exactas o favor de oal-as oo mesmo engenbo.
po bo largo do Corpo Santo, escriptorlo de I.
Bailar & C. qce eerSo recompeo Edos gene*
rosamente.
Eogenha Barroca11196.
n. Sodr da Motta.
Vende-se
O Uiieo remedio
Par. EXTINGUIR PULGAS. PERSE-
/EJOS, TRAAS, BI.fEIRi.S etc. o
Brazilin coro Seringa
insecticida
Privilegiada na Alterna aba, na Belgi
e registrada em t dos os paizes da
a-opa.
" Privilegiada ro BRAZIL SOB N
377.
Na RepabKca Argeatina sob o n.
M377.
Nao ba MIfi PKECISAO d'uma SE-
RINGA DE BORBCAHA.
BRAZILI o MELHOR P insecti-
* cida do MUNDO e mata sob -garanti-
MOSQUITOS e os ins-ctoa cima mena
'jpionados.
' Preco de cada Seringa mk p 500rai
I Encontrasc ent TODAS es Phatma-
vaa.
- Por atacado naa Drogaras de GUi
ARaES BRaGA & C. OOMPA-
HIA DE DROGAS E FARIA SO
BR1NHO &1>
0 sitio do Vigario, freenezia da Vanea. Vde
o leilao do da <7 do correte.
Um terreno com 168 milmetros de frente,
40 ditos oe funoo, 302 ditos pelo lado do sal e
236 ditos pelo lado do norte,
i-oa-Vista
Um terreno aeme.iiii-'-gao ao lado direito da
travesna do Pi-es, com 106 millimetroa de fren-
te e 66 ditos de fnodo.
Um terreno tem edificado, ao lado esquerdo
aa travessa do Pi-es com 84 millimetros de
frente e 28 ditos de fondo.
Um terreso sem edificagao. na roa do A'albo,
com 162 ruillim. tros de frente e 28 ditos de
fondo.
Um terreno ser* edificagao, com 84 millime*
tros de frente e 59 ditos de fondo, na roa do
Camiobo uto, da dir, gao da estrada de ferro
do Recite a Caxaoea.'
A' ir lar no-armaiem da roa do Bom Jess
n. 45, oo na 1' chcara a direita do becco das
Barreiras.

Para
CIGARROS com PGNTA IIViPE^AVEL
nSo podendo adlic-rir aoa iabios
PAflis, Gastn-d'ARSY & Cia,-PAis
mvex.cres e on/cos FDucsr.ias. Fe
*. d. a. Mar** epositac
icw: ?*< Fabricas Jo Eshdo PrUUiiti
m fran^-i e fo Estran^tiro.
SENTENCAS OBTIDAS C0N7RA A CONTF.AFACAO
Franca : Pars, Tribunal Correccional, 23 :1a Novoml.ro de _18S2,
S.G francos. Confirmada poto Tribunal dsAppelfateSo om 2 d Malo 1863, e pelo Tribunal da Relajo 15 di Mai do 184. Pars, Tribunal
Correctional om 2t de Abril de 1888. 9209 Francos.
Blgica : Bruxeluu, Tribunal ele ArAellaco, Io do Acost de 1883.
Eleetricidade
Antonio do Carmo AlmeKa Sob iobo, enear-.
reiia-sr de inttailages a Inz e ectrica em osi-
os e esiabeleriment. 8 iacu-t'iaes, bem como
telepbones psrticolares, campas electnctas,
para-rairs e ootros irabalboe rooeenerep.
Pode ser p'ocnrado por cima do Diario de
Perr.amhco.
Ama
Precsa-se de orna para comprar e cosinbar
parr das ressi-ay, a tratar no pateo do Paraso
D. 12, boteqoim.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinbar e mais
sertigos ce cas de pequea familia ; ajratar
oa roa d. Raoeel n. 25.
DE
Campos & C
N. 35-RUA DUQUE DE CAXIAS-N. 35
Em freuie do Diario
Os pronrieiarios oeste bem montado estabe
leetmento previneo: ao respeiuvel publico qoe
na-; bem servir acs seas fregaezes teem oo re-
ferien e-tabelecimento om esplendiao e varia-
do .-cri'.rxeuto de casemirae peas e de cores,
o coa ha de memor em la, brios de poro lintu,
de tolos os padrees, e por pregos ras j.'.vei:..
Possoem ibons artistas, peto qoe se jolesn?
Habilitados afsatisfazer com todo gO"to, eeaner'
e perleigo aerfrecoez m.asexigeoie.
Ma meeofa alaiaana alugam-ee casacas,
MARCAS HA. IVIEBMA CASA :
PAPII' FRA 'Q01S, cipa Ce Pcrgamnho; PAPIEB JEAN, capa de Xadres oom a Borda rom>nada
LE METROPOLITA.... ^..m -i Borda gommada f LE ".feCHEUR. papel riscado (ve-gei ^denoindo pc^.;--
.1 I i '/. IvifaMM un Xri'N. importadores qitv o PAPEL ALAMBF.EAOO ettta J'ulM'flvltUo e
ejrpetlito tto* torta* tie Ant:ierptl, Trente, etr.. romo PAPEL FKlJCEZ.
iiiiiM......! iiii^iasa iiinaea1 "
Jo 1au3.
L
Nova sentea9a contra um falsificador i Pena, Tribunal Correccional, 26 de Jaran
Pcrrlas e rswino ? penhora Confirmado peto Tribunal e AcoaV.acSi do 11 da Halo de 1S93.
HmtUUUUUtUiihlUi iU:--- t l MUUUi
MJEDALHAS de O VISO
as Ejcpoair-ttrs l'liiversen tle
Parts 187H-1HS9
DIPLOMA DE HONRA na BxposlCO de 1ES2
ng&xa*
-.
Brdeos (Praarja)
Dejejam V. V. M. M. pasar bem come: vos cada
dia Deliciosas Ameixas J. FAO
trnm5fwnrwfwfwfw^!

SJSbm-.*
*^;
AocommercK
O abaixo assignado declara ao corpo com*
mercial qoe nesta data corxpno ao S-, Macoei
B ptista de Ly-a o seo esta oeleci rento id ina-
lado A Lyra, nvre e deseo:baagado de qoal-
qoer odob.
Limoeiro, -9 de Janeiro de 1896.
Rento Pin.o Silva.
Ao coaaioercio
O abaixo alienado declara qoe nesta data veo.
dea ao ?r. Beoto Piolo da Silva, o eeu es'abeie-
cimento ioitnbdo A Lyra, livre e desemoara-
gado ae qoalqaer ooos ; e qoem se jalear cre-
ci- qoeira presentar sene titulo^ nopraso de
oito cas pata serem liqodadnj.
L moeiro, "9 de Janeird de 189i..
Mnoel Bnnnairl. f,yra.
Coujpanhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
VA Virgen de Jagiiaribe
A 9jr3000 a barroa
Para o fabrico do asquear vende-ae O
Companhi ExpioraQora de Proddcto
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
51 Bata da Imperatriz 51
ALBERTO CARD0S0 & C.
A's Extttas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capeas, veos e eaiaa de seda re-
ceben I
AVED0P*RAIZ0
'56 ,
DELAHGRENIER <
DR PAR \^v
I orto m r.m, mlnrul ^\
' < OOHTBA AS igl 1
IBMMCHITES--SIPPE INFLUENZA
< e 11 lrriU'aai i* tul 1 di Carsuta.
o Sem opio, morphlna nem co-
% delDa, ato receltadoa com
' ptimo xito e seguranza
k* as enancas padecendo '
V TOSSE H CSOUaUCHE
o?- --^
Ourives Oc-
culista
TLEODORO- JOS* BAMOs DB MELLO
Eslabelerido'com oflinoa de ourives 3 ra das
Laraogeiras p. i, avisa tbe seos fregoeies e ao
respettave publico, -qoe ma^tm pfficiae.- nsbi
litadi8stOios bara execoglb dequatqoer IrabaBio
couceroen.e bruarte, especialmente cravaco"
para brilbanteB,'ocolos, pencinx, aonoco
los, etc.
Doorane.'pra'eia-seqoalqoev metal, oncer
tos em i< ques*ne maCrereroia od entra qoalqoe-
especie, e.atanitDdo preces a odicotx
R-ua Jas LarangeiraR B. 1
Liquidado
A laja Parii n'.tmerica ten-
de) de liquidar livertaaa fa-
lendat de modas chama at>
teaeao' de scus (recueles para
grande abattmeatoade pr|
eaa.
Boa do B. da Victoria 1
Pernamouc
Regulador da Mariuha
(/Oncerta-se relogios de algibeira, pen-
li'.ias de torre deigre)a chronmetro de
marinha, caixa de masicoa, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qaalquer objeeto
tendente a arte mecbanica.
tfiua Larg:a do Rosario 9
Commodop
Ume. Marearida Moiler tem aposentos para
boppedes : a informar a ma do Bemfica d 6,
xercear a.
Ama
PreMsa-fe de u a para comprar e cosinbar
tif> doas pessoae, a tratar do paeo do Paraso
n. 12. boteqoim.
^arope(iffil)Zed
Coqueluche, Bronchites,
(nsomnas.satBtoBtA Tostel,
garope(rffi)Zed
Toa nervosa doa Titicot,
Insomn'm, Catarrhoa.
, U, co'liromo 1
lmiatsASTHLVIA
Oppresso, Catarrho
com os CIGARROS CLRY
e os POS CLRY
Obtiveram as mals altac recompensas
Venda por atacado i Dr CLRY em Marselha (Franca)
ta pernambuco .- C" de Drogas e Productos Chimicos.
TypogTapho
Precif a-se de um meio official, a tratar roa
do ImperadorL'vrari? Boolltreao.
Aproveitem a pechincha
Vende-se a prooriedade Piloes de Taqoare,
em Al.ie a-, distante apenas 2 a 3 leguas da
estagao da S. Benedicto: esta nroprledade tem
cropo*g6?8 para montar urna grande fazenda
te caf, pois soas trras sao proprias e maeni-
rica', naja vi.-ta ur> a qoe lem jooto multo me-
aor, cu-' tem 14,000 p-s botando frncto, tendo
sa modado os pfsem 1894. existe oa prop.-le-
dade 3 riachos fortes, muit. madelra de cons-
nor-.gao, amarello e looro, ns para levantar om
bom eneeobo para dos 3 000 pSes de assucar;
v^nde.e barato por seo dono nao asarde plan-
tr.0 s e precisar retirar*se para frl da cidfde,
a iratar na roa Mrquez ao Herval D. 165,
yenda.
Vende-se
Che-gou! OhegoU!
PARA A
AII Di PIBUIi'-
A mais alta pbafrtrsia d'esta estacao
Tindiaaimo chifon de seda Mara
Stnart 1
Variadsimo eortimento de pbantaeias
em la algodao e seda.
AYEOOPARAIZO
51RA DA IMPEHATRIZ 51
Alberta Crdelo tt C.^
Caixeiro
Precisa-re de-om meaioo de 12 a .4 annos'
qoe testas praiira de melbidos, a tratar ne pa-
o do Terco scH.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcnaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente descobertaa,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinaes,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estomago, de qualquer
aatnreza, bem como do ligado.
Para convencer-se eiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
finha.
A' venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M-8ALDANH.4&G'
Rns dos Douf adores n. 82
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo FersBinies de Almilla
Traveawa da Madre Deas n. M
Desta data em ruante at r> tim do mei, ven*
de-se a qoem tiver prer.ao, ama porgSo de
caihros e t-a'eaf-s para andaiaieB, -iaboas,
portas e rotulas velbas, porgao de pedras de
cantarla, om maairo e apparelbo caderoado
para sospeosSft de rea le ras, todo tato penen*
cente ao espolio do fallecido Felismino Perreira
d s Cliaea.-, para ser aorado o que de?, para
fazer a liqub'age dos dbitos do mesmo falle-
ndo, nor pedido das o-phis, a tratar com Rn-
fl'o Consseiro, roa do Lima eco Santo Ama-
ri das Sl'nas, travessa de Joao Veiea p. 19
onde se mostrarao ditos mate-iaes : tambem se
aloeara o telheiro e cocbeira para bois, em ter
reno iodo murados com porto na mestea roa
d Lima ; os pretendentes podem ir ver estes
objecos todos os dias das 8 oras as 5 horas da
tarde.
Cautella perdida
Perdeo-se a cao'ella o. 29,59 daCaisa Eco-
nmica, a pesaoa qoe tiver acnado pode entre-
gal-a oes'e escrlptorio.
Criado
Precisa-se de om aa roa do Apollo n. 21.~'
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra doCommercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dadeproprio para con-
struceo.x
Cal Braoea e Vir-
de fa^aarlie
A Companhi Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
Hxplcrad^ra deca bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores q( e nc-
tem suecursaes nem
agencias nesta cida de, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu ar/ azem do
Caes do Apollo n. 73
Gaixeiro
Precisa-se de om de 12 14 annos, c u? pra-
>ica de molbados. dando flai(,r de soa conducta,
a trttar nrrua Marqoez da H-rval n. 165.
Urgente
Precisa-se de orna boa cosinneira a de nm
copeiro de 16 a 20 annos, para casa de deas
DesRoas, a tratar em Olinda, roa do Sol n.
18 D.
Collegio Aecioly, Gara-
Bhuns
_ As aulas desteestabelecimentc.de instroc-
cao primarla e secundaria, se reabni&o co dia
15 de Janeiro.
A directora do colieeio participa aos pais de
-eos alumnos e a qoem rntere^ar possa qoe
admittio como socio o cidadao Theoorilo Ga-
valcante. exempregado interno do Gymnasio,
e espera merecer a eonfianga de sene amigos.
Garanbaos. 1 de Janeiro de 1896.
Joe Accioly dvalcan'e de Albnqnerqoe.
Duas jovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e envi se grande romor nos cama-
roles da 1- ordem. era erande coaQicto entre
doas oven?: aiaqaes, cboro, mato, morre, api-
tos, o diabo emtjm ebeea a polica, iDUaea do
f cto e tica sabeodo qoe tinbam ido a vias de
faci, D. Elvira e D. Ueooveva; verificada a
caosa, tinba razan D. Elvira.
Eslava indignada, furioe mesmo, D. Genove-
va, com soa amiea e companneira de camarote
pelo fac'o de ver que toda ae pessoas qoeesta-
vam bo tbeatro, olbavam rnente para sua ami-
ea e nao para ella, indignada ..sse : nao por
soa bonita cara Elvira, este sen lindo vestido
que est chamando a attengao de todos, om
vsetido de um bonita pbantazta o lao chiqot,
que, -eodo o meo de seda, o seo resiga moito
mais que elle e o qoe mate me contraria vot
nSo querer dizer me a loja onde comproo a fa-
zenda de sen vestido
El*ira, contrarala, d urna pa-ealbada sar-
Cosuca e diz : para que nao leis os aonuncios
dattojas? para que nao paselas no commercio?
'dra Sra. D. Genoveva, oatro tfficlo, qando eo
sopponba qoe a sua raiva era per causa do pri-
mo Juca, vem a Sra. dizer que to sement por
qc-. mea vestido moito benito e que sendo de
ihantazia realga mai- qne o seu tendo de eda
e porque eo nao quiz dizer a Sra. a Iota oode
romprel. E' o caso, nao somos nada oeste
mondo.
Sra. D. Genovevatenha jnizo, nao venha para
o tbeatro dar om espectculo deste, e quando
qoizer comprar qualquer 'azenda de seda oa
pbaDtazia de mnito gosto, v rna to Crespo
n 12, loj?. Estrellas da America que, nao f
encontrar om lindo e variado sortimeoto de fa-
zendas finas e modas e bom com amenldade do
trato, aerado, sincendade na medida e pregos
commodos.
D. Genoveva reqoer verbalmente ao commis-
sano qoe Iba mande D. Elvira dar por escripto
o numero da loja, o oomeda ra, o da fazenda
de sea vestido, o prego e bem a-sira o rime da
todas as alendas qoe ella vio ua loja referida,
Aula particular
Anna Bastos Vergosa p-evine aos'Srs. paes
de f a mi is qoe abre no dia 20 do corrate a ena
aola i'- 't colar, oa roa Padre Fiuriane o. 26;
consistido o eoslno das seointes materias:
p imalras leirB8,geotrapbis, desenbo linSar, ari
lometica, gramUatlca e aigaaa trabalbes de
agoltaT.
o que foi deferido.
Estrellas H'America
fl9-Baal- deBarea1
Antiga do Crespo
MA". ODESA-LIMA
Agrado a todos, ptiaotana em tecido de gorgo-
rao, U200 o covado.
Sonbei com tieo, pbaotazia, 1*100 o covado.
Pery, phantazia de salpicoa de listras a lavra-
das (20o c vado.
Sedas de c'es. Vaidoias.
Ditas de ditas, Suspiros que vSo e vem.
Cachemiras de cores, Bombaraeio.
Phantazia, Sirandinba.
La com lislras de seda, Adelaide.
Ditas idem dem dem, Elvira.
Ditas idem idem idem. Muracn.
Cachemira de cor, Tenho ciumes de ti
Las com sal picos, Os 3 Jacars,
sedas, padroes novos. As sogras.
Dita tecido gorurSo, Hei de amar-te at mor-
rer.
Cachemira preta de cores, NSo quero amores.
Merino preto para botinas.
Dito c-.f- para habito.
Grande sortlmenlo de merino pretos e lavra-
dos.
Velbolina de todas as cores,
jgande sortimento cambraias bordadas.
Cortes oe vestido braoco bordados, 18*000.
VestictoB de cartoe*, bordados a seda.
Linda phiotazia. Beijos de atiiOr.
Pisos de lf a 20*000.
Peiulbos de inbo lizos e bordados.
P.noos'oe crccrjei para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas brancas e de c es.
Vestuarios para naptisados.
Sobretodo de urna e duaa vistas.
Flanella liza e de listas.
Chales pretoe.
Cortinados de cao.braia e de crochet para ca-
mae.
Cortinados para jaoella.
Mantribas de seda de rreB e pretas.
Ditas de algodao de cores e preta.
Camisas de 'a para bomem.
Cobsrtas, colchas e cobertores,
Dos americanos, 2*500 om.
Bramantes de liDbo e de aleoao.'
Liodt-s padrot8 de crep para caberla.
Crep preto.
Linos, de qoadro e de salpicos.
Cachioet ce seda de cores.
Velludilbo de corea,
orearo preio, diversos prego?.
Senm de todas as cores.
Merm preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com'salpiccs de seda, Cannlntaa verde.
Sda""tfe liairs, Atbayue.
Paletois fulbaue seda.
C aisas de meia com tiatras de eflres.
Cachemiras pretas com salpicos de cores, Abro
a porta Sinba.
Bllalo.
Lsudiasimas caetnlras de cOres para bomma
gosto espacial.
Cones de los Oes branco e de corea para coleta*
Atoalbano-ee '.iobo e de algod&r.
Psdco da rola para mes...
Sor de todas ae cor?*.
Murini da Cuma, i*500 a pega.
Cretoue tie barra em metro de largara.
Cansa pabti-ta fina, 400 res o covado.
Baeta enca'P a e atol.
Dita dia, 200 'is o covado.
Coila perlera, 2i0 'is o covado.
i E monas ootras faieodas que Impossivel
descrever.
RA DO CRESPO- fll _
strelfes d'America
.
MUTHADO L
^S^S^^B^BBsSB^BOB^BianBBwM
r /..vr-v ^ ,
-*s
i
I
I
\
4




$

ario de Pernamlmeo Quinta-feira 16de Janeiro de IMM*

\
^



ONMipU
Os proprietarios deste moderno estabe-
leciir.ento, spresentam a admirajo dos seus
illustres freguezea e ao estimayel pubiico
desta capital cf nvidam a fazerem urna visita
aoseu estabelecimento que enconr* rao co-
mo especialista era cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersey, Moscatel, Champagne,
Fasto, Collares genuino e *> a(amado
*.'T.l
J30URQ CLaS
Variedades em queijos, conservas alle-
me?, m?ntei^a, fiambres novos, chocolate
menier, msrmellada, passas, figos, castas has
e o m is que conc-rne a uma boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejss in^lezas e alle-
maes esper'Jalisando-!?e a celebre e afamada
Cognac, vermutb, whisky s de varias
qualdades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sori'do, por isto limitamo-nos a chamar a at-
teiujo do etimavel publico e dos ncssosdis-
tin<.-tiseiBOsfreguezespara turlo que acaba-
mos de narrai, afianc, ndo a sua boa quali-
dacie e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos enecmmendas de fructas para
embarque.
3 Roa Bom Jess^ 13
Grande sortimento de meias proprias
para padres, confg's e biBpos.
Merinos pretos, superior qualidade na
"3 E3 ?SiIZ3
&4 Roa fia impera triz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
Ave do "araizo
51 roa da Impera.riz 51
Rscebem das principaes pra$a' da Eu-
ropa, quinzenalmente as mais altss No-
vidades em fazendas fin^s.
ALBERTO CARDOSO & C
Ao comaierci
Os ana'xo slenselos dVclar.m qoe res'a
dala d s^olveracu .uiiRavelniPote a sociedad
queyov- eob a firma de Sai tos Mo'-ir &
Hrad re ir,n iu.-e o socm Aul>oio < o-* Sacio*
Morpi a, pago p etttt>fe.:o do apo cap;>l e u-
ero? fiando lodn artivo e p SW0 a ca'go do
enri. J.ao Alfredo Br gu cuotlouando a eyrar
-oh a nrrr indivioga'.
Recife, 3i de DftemD'o d* 1895.
Antco'n dos ?aou>8 Mtreir.
leaj Alfredo Brafia.
Sobrado
Veide- <1p dona andar, com axua encaDada, grande
quintal rr.o'aao, cocbeira, porUo com granea-
u/en'o de ferr, moitoR ccmandof, e com pro-
i oig'o para lata fabrica a Untar Da roa de
Barau da Vicoria n. 49, ja.
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH vRMaCEUTICO
::::::.:: ::::::::: se :::::::r: :zl::l::l :: :lz:l
AFPROVAOA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta mulso faz expellir completamente em poucas heras os verme* n-
testinaes, conhcidos vulgarmente com o nome de lombrigag. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de n3o ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel-s
cranlas sem repugnancia. Em sua composico nao entram substancias mine-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos colberes das de sopa. Criancas colheres das de cha. Deve er
tomada pela manh bem cedo, pura ou 'misturada com caf, leite, ou raesm
com agua adocada.
Preco 1/2 vidro 1(5000
7 1 2S000
Duzia de 1/2
c 1
DEPOSITO GERAL
Pra 10000
20500
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
CHIME MISTERIOSO
TRADUCCO
DE
rumo be um
XXX
(ContiDuac'o)
Mais baixo, disse Gryce, vai acor-
dar sua ruSi. Vejamos, respouda-me,
accresceritou elle, quando o espanto, a
eatupef*ccaj de miss Firman, haviam
Berenv.in, sua mai ni o sabe que Orcutt
morreu?
Nao, senhor.
Nao sabe tambem que era elle o
advocado de Jr*ik Mansell no procesao
em que este accuiado ?
Como o sabe ? perguntou sesca-
jaente miss Firman.
Porque nSo acredito que Ibe dis-
sease qne Craik Mansell era aecusado.
O senbor 4 feiticeiro.
i Como quiaer... O que aabe en o
de Oreutt, e porqaa associa o nome dell
ao d Mrg. Ciemmens?
Sabe que era seu commensal e que
foi o primeiro a descobrir o crime.
Nio e sufficiente para explicar a
reqoeato repati^lo de sea Borne. Sua
mi n&o ter algumas recordagOes, que
se liguem a esse nome e de que nao te-
nha conhecimento ?
Nao, senbor. Ha vinte e cinco
anuos que habitamos juntas esta casa, e
nunca tivemoj um pensamento que nao
partilhassemos. Se miuha mai soubesse
alguma cousa a respeito delle ou de
Mary Aun, sabel-o-hia tambem. As pa-
lavras que acaba de pronunciar sao uma
confuso mental. E' s vezes come uma
Crianza.
Gryce sorrio.
Admitto a confusSo mental, disse
elle. Mas porque confundira eases
dous nomes com ezclusao de todos os
OUt'08 ?
E com tranquilla persistencia notou
novamente :
Talvez se record de a'gum facto
antigo. N&o ouviria, mesmo depois que
vivem jumas nesta casa, algumas confi-
dencias de Mrs. C emmens ?
Neste momento, palavras pronuncia-
das em tom plaDgente se ouviram no
quarto p'uxmo.
Ma>-y Ann, Mary Ann, fizeste mal
em m'o dizer. Era a Emily que devias
ter confiado o teu segredo.
Miss Firman e Gryce olharam-se sor-
prehendidos.
Dir-se-hia, observen seccamente
miss Fi So fundadas.
Tentemos urna experiencia, res-
pondeu Gryce entrando com ella no
quarto de sua mai.
Esta como ha pouco, nao se mova.
Gryce oceultou-se na sombra, de mo-
do que nao fosse visto, e pondo o dedo
nos labios, esperou.
Miss Firman admirada, e talvaz cu-
riosa, sentou-se junto da cama.
Passaram-se asaim alguns minutos.
Entfto velha falln outra vez, repe-

tu
M
O
f>
<
9
fr
FEEIDAS
EAMAHLIS
DE BR1STOL
(AVALORA MGICA)
TOfCtTETtO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
!E
E HEMORRHOIDAS
INCHAgOES
O iJ
- .
o
5
?-


a
u
0
>*
INOFFENSIVO
C GRANDE
PEIPICADOB
;
SILSbPJIIBILI*
DE
BRISTOL
CURATCDA3 A3 IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
EFFICA2
>
<
(Tj
H
38Ra do Bafo da Victoria38
Tem recebido ullimamente de Paris um variado
sorlimenlo em:
Sedas brancas, prelas e de cores para grande
escolha.
-'.s-
nicos corles de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas c com desenhos.
Espartilhos finos em seda e de brim.
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
Camisas de seda c de linho guarnecidas de
rendas e fitas.
Leques de madripcrola e de phantasia a Luiz
XIV.
Cortinados de fil para cama.
Meias de seda e de fio de escossia para homem
e senhora.
Esteiras brancas e de phantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
Almofadas bordadas a ouro e em alto relevo.
Grande sortimcnlo em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodao.
HflUUI) ||!
TELEPHONE---59
ACABA D8 APPABI
o mais extraordinario poema
Slll^
DE
y*
m
;B0
PATRIA
Esta a dilosa patria minha amada.
CAMOES.
f'.V----
1 t papel 6$000.
A venda eaa todas as livrarias.
Deposito da edicto LIVRiRIA INTEKNACIO-
NAL de Fr ncif-co Soares Quintas, Ra 15 de No-
vembro n. 77Recife.
Descont em O exemplares O o|0.
Franco"pelo Correio.
tindo as mesmas palavras, mas em tom
que trahia crescente perplexidade.
Era Ciemmens, era Orcutt ? Deso-
jara que m'o dissessem.
No mesmo instante, com passo ligeiro,
Gryce approximou-se da cama e disse
brandameote :
Creio que era Orcutt.
A velba soltou um profundo suspiro.
EnUto o seu nome era Orcutt, mor-
murou ella, no entanto julgava que aem-
pre lhe havia chamado Clemmeni.
Miss Firman recuoa com um movi-
mento involuntario, olhando fxamente
para Gryce.
Ella dizia que era Orcutt? prose-
guio Gryce no mesmo tom.
Ella dizia...
Mas a velha abri os olbos, e vendo a
filha junta da oabeceira, voltou-se com
ar enfadado e metteu com agitacao, e
muitas vezes, a mo debaixo do traves-
seiro.
Immediatamente Gryce inclnou-se
mais para ella.
Ella diese ?...
Miss Fiman nao respondeu.
A sua mao pareca haver tocado al-
gara objecto que procurava e evidente-
mente esquecia qualquer outra cousa.
Miss Firmann tocou com o dado no
hombro de Gryce.
i?,' intil. Est acordada agora e
n&o dir nem mais uma palavra. Ve-
nba.
levou o agente para a outra casa,
bem contra sua vontade.
O que significa isto? exclamou
ella, deixando-se cabir sobre uma ca-
deira.
Gryce n&o respondeu.
Tinha primeiro que fazer-lbe uma per-
gunta.
. JPorqae razSo sua mai natteua
mi debaixo do travesseiro ? O que pro-
curava ella 7
Nao aei ; s se foi pa_a se certifi-
car que tinhn l um grande sobrescripto
com papis. Ha semanas, desde que nao
se levanta, que conserva aquellos papis
debaixo do travesseiro. O que contm ?
gnoro-o, po que finge sempre que n5o
ouve quando lh'o pergunto.
E nunca teve a curiosidade de ver ?
Nao, senbor Para que a teria
tido ? Talvez sejam cartas antigs de
mea pai, talvez folbas de papel em bran-
co. Minba mi nao esta boa da cabe-
ja, como ja lhe disse.
Desejava ver o contedo desse so-
b escriptn. Tem algama cousa escripia
por fra ?
Nao tem.
Que mal haveria em ver esses pa-
pes?
Minba mai perceberia que lh'os
tinbam tirado. P deria agital-a e fa-
zer-lbe mal.
Poremoa debaixo do travesseiro ou-
tro sobrescripto com papis dentro.
Seria engala.
Bem sei ; mas se Craik Mansell
u3o podtr ser salvo senio com este en-
gan >, n&o estara disposia a ser culpada
desse peccado ?
Craik Mansell ? Que relacio pode
haver entre elle e os papis de qne lbe
tallo? '
NSo sei dizer-lh'o, mas se esse caso
se dsse, por exemplo, se o sobrescripto
contive-se, nao f- lhas de papel em bran-
oo, ou cartas de seu pai, mas um docu-
mento, uma certid&o de casamento de
Mrs. Ciemmens e Orcutt, a absolric&o
de C aik Mansell seria certa.
- Mary Ann mulher de Orcutt 1 Oh I
impossivel 1 exclamou miss Firaan.
Gryce contentou-se em aorrir.
Coubs mais inverosimeia do que
GRANDE
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira oidem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
cos da cidade do Recife.
A'commodagSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicoe*, a mai-r !e mais arej-da nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um fraocez
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especializas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que veima offere-se acba-se habilitado a satisfazer ac
ais difficeis dos appeti'e e bota-o ao deupor do publico offerecendo-se para pre
parar banquttes, iantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecirneuto.
PRECOS KAS0AVE1S
fc.
;i
;bsi
lis
ISA
PEiTORA L C A TH ARINEN8E
XAROPE DE AXGICO, TLIT E GOACO
C O II 1 O 1 CI'O U ES RAULIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Est ad
premiado com a raedalha de 1.a class* em diversas exuosirj.o-s.
Recommendado na clnica medica de distiactos f-cultativos como grande
medicamento para combatertosses, bronchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas as mo'estias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes cm diversos Estados do Brazil attestam
a eficacia deste grande preparad".
RAULINO HORN & OUVEIRA, nicos proprictarioa e fabricantes.
Santa Cathanna.
A' venda em todas as pharinacias e drogaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Brai
Ra do Mrquez de Olinda n. 60
LLANP
CAO &SRAS.
m 44-RUA m EARO DO TRl!iPH0~4i
Machinas a vapor.
Mceodas.
Rodas d'agua.
Taix-?s iun Jidas e batidas.
Toixas b tidas sern crnva$ar>.
GRASTDS
HOTEL COMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccito do seu hbil proprietari 9 MA-
NUEL GA RCIA, h auxiliares entendidos na materia siti generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .atjrna, j pela promptido e aceio do servico culinario aduaneiro, ja
tar bem pela posijo hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformacoes por que tem pausado este Hotel, conse-
gnio afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje nma hospedagem que
deve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantarea
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APEES"
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
AtBA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se dotro,odos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs tinissimos, que vende as melhorea condijSes do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMERGIAL
essa ten? sido reconhecid^s como vurda-
deiras oeste mundo, disse elle. Mrs.
Ciemmens pode muito bem ter ddo Mrs.
Orcutt.
Julga eso possivel ?
Miss Firman correu ao quarte de sua
m&i, emquanto Gryce a eg-uia com o
olhar, com ar triumphante.
Quando voltou, alguns instantes de-
pois, estava muito commovida.
Aqui est! exclamou ella tirando
o sobrescripto debaixo do avental e r;is-
gando-o cora mao trmula.
O contedo era um masso de cartas.
XXX
EntSo o que tem que dizer-me ?
Era Ferria quem fazia esta pergunta.
A semana que Gryce havia pedido
para levar a cabo as suas pesquizas ti-
nha passado, e os tres agentes estavam
diante delle promptos a f tnos.
Foi Gryce quem fallou primeiro.
Senhor, os desc brimentos que fi-
zemos confirraarara a nossa op niao. Fui
realmente o Sr. Orcutt quem assassi.nou
Mrs. Ciemmens, e pela razio j indica-
da. Era um obstculo ao seu casamen
to com miss Dar. Mrs. Ciemmens era
ana mulher.
Sua mulher 1
Sim, genhor, e o que mais, ha
moitos annos, antes que ambos viessem
estabelecer-se em Sibley.
O attorney do districto pareca anni-
quilado.
Foi emquanto viriam no Oeste, ex-
plicou Byrd. Era en to um pobre mes
tre-escola e ella criada n'um hotel. Era
bonita oassa poca e ella julgava amal-a
Em todo o caso, decidio-se a casar com
ella, de modo a que o casamento se con-
jugar no hotel, onde ganhava bom orde-
nado. Como v, j neste tempo havia
nelle alguma cousa de miseravel.
E foi um casamento verdadeiro ?
Aqui est a certidSo, disse Hc-
kory.
E nunca o reconbeceu ?
Abertamente n3c. A vulgaridade
de sua mulher parecen revoltal-o logo
que casou com ella, e quando prxima-
mente um mez depois, foi chamado para
Leste, onde se lhe abra uma carreira de
advogado, dec:do-se a deixal-a. Sabio
da cidade, sem a prevenir, e conseguio
chegar a uma estadio de caminho de
ferrj vinte minutos mais tarde, sem ter
sido seguido.
AUi, porm, uma demora na partida
do comboyo permittio qua ella t alcan-
casse, e seguio-se uma scena violenta.
Orcutt disse-lhe qne nao era a mulher
que suppozera, e que nao podia leval-a
corasigo como sua esposa, ao passo que
lia, tao irritada como elle, responda
que vis o ser to c barde, que a deixava
s lhe dava a liba? ded^ de ir pa onde qui-
*sa s-i3 direitos de esposa, concedendo-lhe
uma pensae para alimentos, em relaco
ao8 seos recdimentoa.
Em todo o caso, fzer&m um contracto,
porque ella continuou o caminho para
Leste e ella voltou para Swaosun. N&o
esteve all muito tempo, porque passadas
algumas semanas veio para Sibley, onde
3e emabelsMu tranqaillamente.
-
r

"
\


i
X
*
nrrusa *reto, par. qne Dio puteis. olTP- Dr. n D114W deQuiat 42
{
k
MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E31LGNPC2_LPZELM INGEST_TIME 2014-05-29T17:58:48Z PACKAGE AA00011611_17994
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES