Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17988


This item is only available as the following downloads:


Full Text

I
*
ASSO IXXII
Quinta-fcira 9 do Janeiro do 19941
DIARIO
XUlIfi
NAIHBUC
PB6PBISBABS BS llAKeSL FISBSiSeA BB fdJUEA & ?XLS68
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO RANDEIRA E ACCIOLI DE VASCO NCELLOS e MANO EL ARAO
PARA A CAPITAL E LGARfiS ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adantados.
Per seis mezs adiantados.
Por um anno adiantado
Nun uro avulso do mesmo da
85000
15*000
3Q000
8100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQ0ES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Sr. Majenca Favre & C.\ residentes em Paris18 ru de
La Grange Bateliret
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido.....
Numero avulso de dias anteriores.
16*500
33*000
9*000
$200
Aviso
Segundo a praxe seguida desde
alguns annos, passamos a offerecer aos
nossos assignantes que mandarem
abonar um anno adiantadamente desua
assignatura, at odia 15 do corrente,
a escolha dos livros constantes das
duaS series abaixo ; sendo.da primeira
um s volume e da segunda dous.
A Empresa.
A.
A.
J-
te mez. O que vos declaro para es fias coave-
olecles.
Siode e f atemldade.Giocalves Perreira.
Sr. director da Facallade de Direito de S.
PiOlO. ___________^^____
Ministerio da Fazeuda
Pol uumeado o l.- eacriptorario a* alanleaa
de Pernimbuco Ju'io de Soozi Meoaonga para
2 da Recebeaoria da Capital Federal.
__ Poi oomeado o 2. te rlpturano da Rece-
bedoria da m seca capital Fioreocio de Moraes
Pires para igual c.rgo na Alfandega de Per-
nambo^o.
a' Alfaodega de Pernarobnco foram en
?Iadob 08 tnulos leclaralorloa dos veocimeaios
aoucaes de loactividade pe teocentej aos joi-
tes de (iiBtrico aposentados A:igus-o Carlos de
Moura Ga-cia e Manoel Jos Perreira Estoves ;
da Bania o do juiz de direito aposentado Ao-
tooio Goocalves de Almeida ; e da Parabjba
o do ja z de di'e:lo aposentado tto o u Piel
Signnannga Vax Corado._______
Ministerio da Industria e "Via-
eo
Pji participado ao Miaisierio da Gnerra que,
segundo commouicagao da directora eral dos
TVICraphOf", J se ach resiabelecida a liaba
uli'piooici ae Saal'Anoa do Limmeito, do
Estado do Rio G-aode do Sal.
A' I)apecioria G.ral das Trras e Colon!
aaco dirigi o segoiote ao Sr. Ministro ;
Em solocao a deteriiioacio consunta do
aviso d. 327 de 10 de Ou noro oitltno, pelo
qual reeolveale* aoprovar o accordo celebrado
da reooiao de ac ionUias da extinca Compa-
ohia d<> Macory, qoe leve logar oeata Iiapecio-
ria 00 dia de Agosto do co-reote aaDo, para
o Om de p-oceder se diQnitiva Hqaidagao da
divida oo governo par com o.< ditos ac;l nis
t-s, camp-e-me communicar-vos, qoe teodo o
engrDbeiro Francisco Angosto de Paiva B.eo.
Braodo, na qoalidade de representante do Es
'alo de Mina- Gene-, recolbido ao Tbesjuro
rederal mi 30 de Novembro prximo paseado
a qoantia du 9*7, correspondente ao lo
ia diTereoca encontrada oa meilcagao 1 as
trra, qae lem de ser eoiregues aes memo-
accionlstas, foram, no di i deste ates, eo re-
goes ao referido D\ Boeno B-ao<-a\ mediante
recibo, aflm de ser entregue ao gove-no de Mi-
oas-Geraes, todo* oa memorias?, plaotas e do-
coaeotca relativos s med>g6*8 das alludida*
trras e roisiaotea da relacio unta por copia,
Ucindo assiai comprido o accordo ao.
Lavando ao voseo conhecimento esse facto.
compre a esta Inspectora coogratolar-ae com-
vo-co por ver termioado, por vosaa iniciativa,
o compromiBSO tomado pelo ovarno do patz,
b< 35 annos e cuja realisagao caasas diversas
tlonzm impedido.
Declaroa-se a laepectn'ia Geral das Ter
ras e Colonisaco qoe a nomaago de om eo-
carregado da re'epgio, agazalbo e al>meoiagao
de eminrantf6 que se dirigem aos naden da
Companbia Metropolitana, no Estado de SiSU
Catbarina; nao pie ter logar, visto Oavar pas-
ssdo para os Estada todo e se-vic 1 eferente
a colociesc&o e localisago de emigrantes.
Ministerio da Guerra
Foi exone.ado do cargo da excretarlo do
comma do geral da arm de artillarla, roo.
f>rme pedio, o maior do co-po de eslado-maior
d mena a arma Carlos Aogoeto Brazilico de
Carvalbo.
Foram nomeodo8 :
Scr>tano docommaodo geral di arma de
irtilborla, o c.paj do corpo de eHad i-ma-or
da m isa arma Leopoldo Aasottj Oaarta Nn-
, nes, que fi a dis?nsado de setTlr 00 blr
O partido demcrata deve hoje pu-|llloe en(eQbaria 5
manifest sob assignatura do Secretario i Escola Pratica do Eiercito nes.
Coelho -la caPu,l> cat",ao d0 corDO
Primeira serie
Pimentel-IJyllios dos Res.
PimentelO que anda no ar.
C. MachadoLisboa de hontem.
Segunda serie
Os companheiros do crime.
O romance d'um autor dramtico.
A mestra.
J0S0 das Gales.
Lili TutuBibette.
Joanna d'Armaillac
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
Uma mulher pengosa.
Um drama as minas.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Aventuras de Tartarinde Tarascn.
Pedro e Joo.
Sergio Panine.
O Sonho.
Sror Philomena.
Medico Assassino.
In Memoriam (lbum do Infante D.
Henriq_ue.
Telegrammas
wm MTiauiua bo ansio
Rio de Janeiro, 8 de Janeiro,
s 3 horas da tarde (recebido na estaco
s 6 horas e 15 minutos e entregue s 6
horas e 30 minutos datarde.]
A execuco da lei da receita tem le-
vantado muitas duvidas e questoes em
sua applicaco;
O governo procura elucidal as e neste
sentido tcm expedido circulares.
- Foi publicado o officio do ministro
da guerra, em que arge e censura ao
general Innocencio Galvo actos de in-
disciplina.
Foi assignado o protocollo de tra-
tado com o Chili
de lloara Go-gel.
Angosto de Hncl-
6- reRimeoto : Albertioo
g- regiment : Prxedes
oe Bj'Da.
II" regiment: Joao Francisco Perei a da
Silva, J o N'trdys de VascoocelloB Paulo
Fraociaco Rodrigase, Qiiatioo da Silva Loore
roe Ss:emb-ioo Alea de Oliveira.
II regimeoio : Francisco di Paula Fontoo.
ra e Joao Pedro do Am iral e Silva.
Jos Roatieoea de Alba laerqne, Lyliv. Na
nes Parel Migoel Cesar Macedo.
Corpo de transporte.-A'iionio Masiel de Al-
cntara e Suva, Aooltaaiio Pereira Uannbo,
Artba* Vieira Gu m. &e<. Francisco Obiller e
Valenilm Ramos Mi 1. ? F no.
Arma de Inf'ntar^a3o batalbao.Antonio
Corves o Gosiavo Ponale o da Silva.
4 baiainao.Oiympio da c SjuI Fortnalo dos Sanios
6* batainao-An ooio Cuneo Vieira dos San-
ios e Francisr-o Han. el Vargas.
11 bata bacV00010 de Araojo Uacedo, E -
D'-io Macoado Vioira, Germano Soares Ges,
J &o Baptista Cario de Carvalbo e Jos Cordeiro
da Rocba.
12" DatalbaO'-Haximino Ferrao de Gasmao
Lio-a e R cardo Vieira Goolart.
13a baialbao-Joao BapliaU da Silva Barros
e Pedro de Medeiros Vascoocellos.
17" Dataibao-R-iymunJj Pdralle] Floriano-
polij.
18 ba'a:haoEuelides Ribeiro, Joio lerooy
mo Pereira L"ite Joio Mariano Toledo Joaq Xavier de Castro Brasil, Valeriano Claademtro
da Fonseca.
23 baiaibaeDiogo Mogo Mendes Ribeiro.
t\ oaiainaoMaooel Francisco dos Sautos,
Serom Camlona da Fon oora.
35 batiioAnthero de Maoeies Carvalbo,
Cicero Cerqueira de Carvalao, O itaviaod Lo-
pes Goocalves.
28 baiaib Leonel Horacio da Costi Cor-
rea.
29 batalb'ioDlooysio Bueno de
J,ao Evangelista Vieira Braga, Mirle da Silva
Preitia, Octavio da Silva Nev'.
30 bataldoAlfredo Samoaio Silva, Gasiao
Soares Parelre, Pedro Frederico de Meirellej
Eunot.
31 oatalbioAntonio Madoreira Ramos. Har-
mogeoes Jua de Castro Filbo, Joao Alfredo de
Muios Vaoiqae, Maooel J e dos Santos.
32 batalbao- O jarte Calmon de Arauj Gss,
HeleodooSo .
35 batalbaoAprieto Ribeiro da Silva. Jos
Raymoudo de Moraes, Oiympio Nones Lina da
Silva.
Alomos da Escola Militar do Rio G-aide do
SolAoiooio Farnaodes Barbosa, Astooio Mi-
gue. Barbosa Lisboi. Ataliba Jacioibo aorio,
Carlos Cirdoso de Oliveia Freiias, Epamiooo-
Jas Teixe'.ra Gaimaraes, Gasparlno Pe-ei-a da
Silva. Jos de Aranpe Macedo, Prodeme de
Oiivelra Cistro, RindolphoGaasqae, Riul Top-
per e Roaolpbo da Cost> Ueterra.
Ex-pragasAntonio Feroaodes da Silveira e
SiUa, Antonio Francico da Costa, Ao'onlo Ze-
ferino de Soji* N'Ves, Francisco de PaniaC'S-
Odiro Cavaloanti, Haoriqoe Ernesto D as e Jcio
de Ca vjino Borges Sobriabo.
Poi exonerado a pedido o I* o lie al da se-
cretaria 4e Bitaoo Francisco Aiveg v*ieira.
Foram promovidos a 1- o(B iai o 2- Mi-
guel F-aocsco do ,M JDte Jnior, e a 2' o ama-
nuense A ino Ferreira Pin 10.
Foi nuneado o euviaio extraordinario c
miniri-o uleaip.it-'ncia'io em disp nlbilidade
bacbarel Jj*Aoguslo Ferreira da Costa, para
exercer o sea cargo na Colombia e Equador.
Foi removido, pedido, da Bolivia para o
Per, o enviado ext'ao-linario e ministro ple-
nipotenciario jpacbarel II-nriq-ie de M r. n la.
Foi p'ooo e roini-l 11 pljlnioot'eocia'io na Bouvia o i- se-
ceario da le(>cao e;n Parlz oacbarel Albar.o
Fialbo.
Foram exonerados, a p1ldo o bacbarel
Jos Mana Psratho* do Rio Braoco do cargo de
cobsuI geral i' I* clisa-* em Liverpool; o r.
\\ erto Ba Coo-alo do cargo de co ibo! 00
Rosario, por ler sido saup-imito o re'paciivo
c n.-uiado e dispaosado Olio Leiber di com-
miSro de coisol em Stodolmo.
Ko'am removaos ; a pedido, de T este
pira L'v-rnool o cnsul geral de i* classe ]>.&>
Carloa da Fooseca Perea Pioto ; da Francfort,
sobre o M-too, por ler sido extiocto, pa a o
consolado em Trieste, o consol geral de 2* las-
se Sony Jos de uozi; de genebra para Bar-
celona, o cnsul geral de 2* classe D-. Ruy
mando de Sa Valle, li amo sem eBelto o na
cre y de 27 de Joobo do crreme auno, qoe o
r-mo'eu para Valparaso ; de Barcelona para
ABSampgo o consol geral de 2' claBse Jj-
Joijoiii Gimes dos Santos; de Assompcie
para Cardiff, a oedido, o soosol geral de 2a clas-
se Maooel de Ai-vedo Barroso Bastos ; de Vi
go, qoo foi suppnmido,' para o consalado em
Vera Crus o consol Manual Jaciotbi Ferreira
da Co ina ; de Loadrea para (Jeorges T w i o
coosul Jjaqnim Ca'neiro da Mandanga Jnior ;
do coosulaio em Biltiraore, que foi soporimi
do, para o consolado em Posadas, o coosui
Almeida, F ancuco Jote oa Silva Lobo do consolado
de Bromeo, por taraido exuocio, para o con-
sulado em Sioikolmo o consol Carloa Fraen-
kel
= Foi promovido i consol ge-al 4t 2* clas-
se Valparaso 0 coosul em CardifT EJoardu
otne FsKiolti.
Foram no meados o Dr. C Vieira Jnior p-.ra o cargo de coosul em Lon-
dres ; Aluizo Aievedo para o cargo de vice con
buI em Vico ; o I- officlal da serr aria de Es-
tado Francisco Alves Vieira para o cargo de
coosul oe 2' classe, exercendo provisoriamente
asfooccoes 00 vice-consnlado em Francfort so-
bre o Meno.
blicar um
marechal Almeida Barretto, Dr.
Rodrigues e Coronel Joo Neiva.
O coronel Serra Martins solicitou
licen?a ao governo para tomar, parte no
tjrabalhos do Senado.
Havana, 7 de Janeiro.
O pnico que reina, enorme.
Os cubanos tomaram os fortes de Gua-
ra e Morro, rendendo-se os hespanhes.
Progridem as obras da defeza, estando
iminente um ataque cidade.
Cahira-n em poder dos revoltosos Ca-
bairas e Sel vaque, que foram saqueadas.
Madrid, 7 de Janeiro.
E' geral o s^ntimento que domina em
todas ai regioes pelos progressos dos
Cubanos, gracas s habis manobras que
tem desenvolvido Mximo Gmez.
Os jornaes j annunciam a demisso
do marechal Martnez Campos do com-
mando em chefe.
Londres, 7 de Janeiro.
A imprensa aconselha ao governo que
firme accordo com o de Venezuela.
A opinio est vivamente excitada
contra a Allemanha.
Tem sido assaltadas e saqueadas
casas allemes, apezar da enrgica re-
presso empregada pela polica.
PARTE OPPCIAL
de eatado.maler
Barros Vaacon-
de aitilbaria I Inocencio de
ellos ;
Pharmaceutlco adjunto du exarciti ua guar.
oleo do Rio Grande do Sal, o obarmaceatico
cr.il Edoardo Jo de Moora Filbo.
Da :laroo.se sem efleito a parlara de 28
de Ooabro oltimo, nomeaodo o pbarmaceut:-
co civ I E'elvioo Corles para servir na guarni-
do do Estado do Amazonas, visto nao ter aue'.
tado a no meac*o.
Foram transferidos :
Para o 9- fcatalbao de ofantaria o alferes do
10-, Maooel Marqoes Porto Jonior.
Para o 36- batalba da mesma arma o alfe.
r-s do 13- Feroando Goapindsia de Sooai Bre.
vence ;
Paea o 14- batalbSo de lofaotariao lente
lo 35- Joao Leopoldo Montenegro di Cimba
Para o 13- da mesma arma ao qail echa
addldo, o alferes do 31, Zacaras dos Res Ca
brl Preire. conforme pedio ;
P.ra o 35' da mesma arma o aggregado ao v
da mesma arma, addido ao 1- de artilbiria, Vi.
cente Henriqoe de Moora.
Foi approvada a nomeac&3 que fez o com.
mandante da goarjicSo do Estado do Amazo-
oas, do 2- cuoreao reformado do ex-rcito Dr.
Fr.nci-co Jos de Magaloaes para exercer o
cargo de cele interino do servico sanitario da
xeema goarmcao, m sobstitaico do major
mea co de 3' classe Dr. Jos Lopes da Silva
Jaoio- qoe velo para a Capital Federal afJecla-
do de beriberi; deveodo, porm, r dispen-
sado aqu lie cirurgiao, logo que all se apre.
sentO medlro d- o" classe Dr. SegiscLundo
Garcezde Mendonca.
Poi reformado 0 capltao do 12- batalbao de
ntaolaria Aogoato Cesar Gaspar.
Foram classcados no 2- bata I nao de infac.
tarla o ma]or Edoardo Augusto Ferreira de Al.
mpida que reverten a 1* classe do exeretto ; e
Ministerio da Justica e Nego-
cios Interiores
Em data de 20 de DeaemDro prximo pasea-
do fot peio Minetelo do Interior expedido o
segoiote aviso : \
Atteadendo 4 reprXefntico de a guos m-
leressados, especialmente de directores de coi-
legics particulares, qoe^oflados as disosi-
coes regulamentares, acSPrreram com oub
alomos a capital do Bstado\p"a o Bm de sob-
mettel os a examea de preparatorio* no cari o
annexo a essa Facoldade, e cooV'^ndo nao ba-
verem taes alnmoos tomado pari dm dsiur-
bies e motios uiiimamente occorri.dos, nao sen-
do jBto, portanto, qoe ellea veoba.ni a soffrer
cor stqoencias da actos eos qoaes f^ram '-
bos, resolv aolorisar-tos a proceder desde
ja 111 examci desies ca ddaios, '$&$> .8
dos alomos mairicolados adiados \>e ulterior
resolBcao, que ser* adoptida em vista das lo-
formacOes deesa directora, qoa coovelp lni
presta a urgentemente, a cerca o utote* e
ratpoossveia palos desacatos qoe deter/minaram
a retoiucao conjunie do Tito de 7 ato o
00 3- oteoeote aggregado ao 49- da mesma
arma Odiloo Protaty Brasilieose.
Foram Domeados escriptorarioj da com.
missao de otiticages do litloral do Brazii, os
alfares do 1* reglmeoto de cavallarla Maooel
ie Birros Los e Leandro Actoll da Albaqoer-
ni Giacente.
Foam gra nadas no primelro posto do
exerciio, as seguiotes pravas e ex pracas de
cooform lade com a aatonsagao conferida pe-
la lei n. 330, de 9 do correte :
Arma de engeolarla2- batalbaoOlyODpo
Antonio dos Siotos Rosa.
Arma de artilbana1- regimentAoionlo
Prudencio de Lima. As.olpbo de Oliveira Cer-
doso, Carlos Augusto da Silva Res, rraacU:n
de Paola Sintlco de Assis Carvalbo, Joao Ma-
ooel da Croz, Joio Z Menna Barreto.
4 regimentAntonio Jof Rodrigues, An-
tonio Pedro da Fontoora e i jao Dial Ramos.
3- batalbao Hlldebrando Ma-ch nd, Joe
Meodes da Caoba, Jos Roberto Marque- da
Silva, Jos Ru8oo Esquinal e Pedro Vllbeaa de
Moraes e Silva.
Arma de cavallaria8- regimentABonio
da Silva Araujo, Artbur de Mello O oteno, Car.
tos Meo-lea Oanquea e Osorlo Leal de Oliveira
Pimentel, Pedro Paulino Barbosa, Sabino Meo.
na Bar reto e Sabino Tbomii de Aqotoo.
3' regimentAccacio Teixelra de Carvalbo e
Maooel Joaqom dr Parla Corroa.
4 rgimen oAdolpao Rodrigues Bemflca,
Alexaedre Carnero da Fooloora, Francisco
Firmo e Manoei Oaarte da Cosa Fidsi.
5- regimentAlfredo Nanes Garca, Celes.
lino Braulio Gome?, Jeromlia Fis Nones,
Jerooymo de Almeida Coelbo. Jos Ferreira
d Silva Filno e Minoel Syilos de Araujo l
Qoes.
Ministerio da Marinha
O Sr. Ministro da Marlnb*, em da a de 24
findo expedio este aviso ao Sr ebefe do estado-
maior da armada :
Em voaao officio n 462 de 18 do mez fio O
me transmitiste qoe vos eovicn o commaodau-
te do cruzador Almirante Tamandar,* com*
mooicajdo qae o commissarlo de 2a clasae ca*
pitao-teoenti Antonio Capislraoo de Moora
aitimamaote nomaado par. eabatitair o di 1*
ciaste capitao de fragata Joe Francisco da
Cooceicao, recosava receber por inventario,
como existente, 429 Kilos de Ilotas sortidas, 103
kilos de oleo de linbaca, 300 kilos de zarca> -
11 brocbas, dlspendidas anteriormente ao in-
ventario, com a piolara de seas navios e com-
partimaotos e declaraste qae o commissario
recebedor, viMa do art. 41 do regolamenio
de 30 de Joobo de 1070, tem ras&o para assim
proceder, pirqoaoto se o servigo de Fazeoda
oaqaelle oavio foase execntado como delermi-
ni es regulameotos em vigor, nao se dira
oate (acto.
Da ac -do com o parecer da 3' eercao da
iJonta ion* de Marioba qae em sea officio n.
147 de 8 do correte inferna ser foreso con-
feaear qoe os arta. 41 e 125 do Regolameoio de
Foienda lorio mal interpretados pelas autori-
dades de bordo, clrcamstaacla esta qoe dea
lugar tambem a serem preteridas as disposi-
ges do art. 82 do mesmo R-golameno e coi
coe que a razio esta do commissario recebe-
dor Antonio Capietraoo de Moora conviodo re-
tirar do inventario os objectos qoe iodevida-
meole nelle torio comprebeodldos, dndose a
devida despeza a qoem de diteito, pelos meios
IrCaes ; d. termino: 1* que ordenis o encer-
rameoto do respectivo inventario, 2 qoe re*
commeodeis anda mala orna vez a fiel execo-
ao a bordo dos navios da esqaadrado dtsposto
00 Regolameoto de Fazeoda, para qae nao se
repitao fados desta oattfreza.
Foram oomeadoe eogeobeiro; navaes alum.
ooa os Kuardas-marioba Jadiao Escadier e Al-
berto Fredeneo da Rocba.
Foi nomaado para servir oa Escola de
Apreodizes Mariouelros de Peroamboco o ea*
creveote Antn 1 Luiz Paes Barretto.
Ao ebefe de estado-maior da maior arma-
da (ol dirigido o segointe Aviso :
Reeolveodn o reqoerimemo do capitao-te-
nente Tancredo da Costa Janfl-ete "informado
por esta reparlic&o em officio o. 758 de 18 de
Agosto de 1894, declaro vos pira os devldos
effeitos e cooformaodo-me com o parecer do
conseibo naval em consalta 0. 6,911 de 4 de
Ootob'o do crreme aneo, qoe: i' qaanto a
sai cjllicic&a na respectiva escala do quadro
ordinario dos capHaes-teoeates nada ba qoe
diferir; 2- a dontrloa de 5 de Novembro de
1892 oao pode deixar por equldade de aer ap-
plicada e extensiva ao* ofll es comorebe d>
dos 008 c^sos do decreto o. 329 da 12 de Abril
d, 1890; 3-, finalmente deleito o reqaerimento
d*> qae se traa oa parte em qae o referido
officwi pede ser o tempo em qae eteve no
quadro da reserva coitado por inteiro, vleto
oio ter nelle pe-maiecido por mais de2 annos,
conforme determina o citado aviso da 5 de No-
vembro de 1892.
Governo do Estado de Per-
nanabnco
Expedient do Governo do Estado de Pemambu-
co do da 26 de Jiho ae 1895
Officio :
Ao governaHor do Estado do Rio Grande do
N-jrte. Agradecendo a remessa de um exem*
piar impreiso que vos dignastes de offtrtar*me
com officio da 17 do corrente, da mensagem
que a U-e-l.-s peraote o Congresso Legisla-
tivo desee Estado por occasiao da abertura de
sua priineVa sessao ordinaria da segunda le-
gislatura, aproveiio o ensejo para apresentar-
vos os proiestos do miniia subida eslima e
distincla considerac&o.
Expediente do Dr. Secretario'da'Justica, Negocios
Interiores e Instrucco Publica, do dia 26 de
Jutho de 1895
Acto
Ministerio das Relaeffes Exte-
riores
Foi exonerado o bacbarel Bento Rorges di
Fooseca Filbo do eargo de 2- secretario da le-
gacao na Bolivia, visto ter sido sapprimldo es
ae careo.
Foram :enealos :
Adido, sem vencimentos, bacbarel Reynai-
do do L cbvrel Jos Pereira de Coermont Ralo), i leca-
cao de Pars, bacbarel Luiz de Lima e Silva,
a legagao na Rsala ; bacbarel Osear Felipje
Rbeiogaois, A legacio em Portugal; bacbarel
Alfredo de Almeida Brandao, legaca esa
Loadree bicbarels Armando Soares Dus e
Alfredo Alves de SsmpaiD. i legacio na Alie
manba, e bacbarel Rao I Regs de Oliveira, a
legac&o em Roma.
Amanuense da secretaria do Estado Leonai-
do Lsim Jooior.
O Secretario da Justica, ".Negocios Interiores
e lostruccao Publica ;aiteodeodo ao qa re.
qu.reu o profee8or publico em disponibilidade
Dionisio Maciel Monieiro. resolve exoueralo
do alludMo cargo visto ter sido nomeado
despachante geral da Aifanlega deste Estado
em 23 do corrente mez.Commanlcou-se ao
Dr Secretario da Fazeoda.
Oflcios :
Ao r. Secretario da Cmara dos Depo-
tados.-Salisfazendo o pedido de informa-
ree qne solicitasles em officio n. 90 de 31
de Maio fio lo, relativamente ao assumpto do
requenmento que devolvo de Francisco Jes
de Moraes e Silva, tenho a dizer.vos o se*
guinte :
1- qoe o signatario do citado requenmento
foi aposentado a pedido no lugar de 1* ofll*
cial da 4- secgao da extincta Secretaria do Go
veroo po" portan da 17 de Julho de 1893,
visto ter provado mais de dez annos de exer*
cicio 00 emprego e invalidez 00 srvico, con*
forme o parecer da junta medica ;
2- que a peosioque percebe na razao do
ordenado utegral dous conloa seisceotos e
quarenta mil reis annuaes ;
3 tinalineote, que a Cmara dos Sra. De-
pulados cabe resolver sobre o merecimento da
pretengo, que centar-se o lempo de liceo-
gas, afim de poder o peticiooario gosar da gra-
titicagao da larga partea que alio le o art. 5-
da lei n. 633 de 5 de M*io reHabelecer pelo o. 1522 de 11 de Abril de
Ao Dr. Secretario da Fazenda.Rogo-
vos digneis de expedir as necessarias ordena
no sentido de ser entregue ao coramun ianl-
do vapor Una qoe segu para o presidio de
Fernando de Norooha a quantia de dous c n-
los setecenlos e onse mil seteceotos etrinta e
dous rei* afim ie oceorrer s despezis com
o pessoal empregado naquelie estabelecimeato
relativas ao mez de Junbo Ando, sen lo oppor
tunamente o Estado iodemoisado de tai des-
peza pelos cofres da Uoiao.
= Ao lente coronol Francisco Teixeira de
Carvalho e ao paptlSo Bella mino Feroaodes
da cuniia Almeida.Con vera que me sejam
enviados os autos de perguotas procedidos a
respeto do faci de coja sjndicancta fostes
incumbidos, occorridos no 1* distrlcto policial
do Poco da Panella.
Expedente do Director da 1.* Diracloro
Officios : m ,
aos membros da junta medica do Estado.
Teodo deixado de vir aonexo ao parecer rol
oistrado por essa junta, o requerimen o do
sargento do corpo de cavallaria Juliao Ferrei-
ra Mattoso, solicitaodo reforma, o Sr. Dr. Se*
creiario da Justiga, Negocios Ioteriores e los-
truegao Publica manda pedir-vos a dissolugao
do mesmo requer ment
AoDr. juizde direito do muoicipio de
Palmares.O Dr. Secretirio da Jostiga, Ne
gocios Iateriores e Instrucco Publica manda
aecusar a recepgao de vosio offic o datado de
20 do co/rente. ao qual acompanhou a lista
do* nove roeatfua foram julgaoa na segunda
sessao peridica "do jury desse municipio,
Irabalnos termiaaram no dia aotece.
Ao commandante do 3.- batalbao de in-
fantera estadoal. -O Dr. Secretario da Jus-
tiga, Negocios Interiores e loetrucco Publica
manda communicarvos para os lina cojve.
oienies que a Secretaria da Fazenda acba*se
habilitada a pagar ao alferes do batalbao sos
vo8so commando Marcellino Jos do Rosario e
Silva a quaniia de trinta e cinco mil seiscentos
e oitenta e cinco res, proveniente do torne*
cimento d'agua e luz ao destacamento da
Victoria de 23 de Fe?ereiro a 14 de Junbo
ultimo.
Expediente do Governo do Estado, do da 27 de
Julho de 1895
Decreto :
O Governador do Estado de Pernambuco,
considerando que o inolvidavel pat>i>ta mare-
chal Floriaoo Peixolo b-iu raereceu da Patria
e da Repblica, porquaolo :
Affirmou com nio prulenie e vigorosa n
soberanii e a independencia da na lonalidade
brazileira, lazendo a respeitar e repellindo as
mltiplas tentativas de intervengao esirangeira
durante a lucta memoravel iniciada a6 de Se-
tembro de 1893;
D-smascarou as conspiragOes ranuarchicas
qae visavam a restaomgao de um ihrono retro
grado e condemnado, e desbaratou os agen-
tes armados desss mal disfargado cooluio, n-
cleo daquella livbrida e ingloria insurrelgao ;
Resiabeleceu o prestigio da aatoridade gra-
vemente compromettldo peloi desfallecimestos
dos seus antecessoiee na admimslragao nacio-
nal, ensinando em liges immorredouras, que
a primeira condigo do Governo ser forte
para manter a ordem e saber resistir s sedi-
ges e levantes sem norte ; e
Cotcbateu com inspirada energa e digna
perseveranga a n.rema demaggica, em que
todos queris governar e ninguem quer obe-
decer ;
Atteuiendo excepcionalidade desses ser
vigos prestados causa publica e veneragao
e lecoohecimentoque elles imp^m a todos os
republicanos, e de luteiro accordo com os in
luitos patriticos da guarnigao federal deste
Esta lo:
Decreta :
Arl. 1.- Serao feilas por conta do Estado
todas as despezas exigidas pela commemora-
go fnebre a ser celebrada 10 trigsimo da
do passamento do marechal Fioriano Peixoto,
sendo esse dia feriado para todas as repart-
gOes publicas e formando em continencia tod*
a guarmgao do Estado.
Ait. 2.- Serao levadas verba Eventuaes*
do orgamento vigente as despezas assim auto-
risadas.
Os Drs. Pedro Jos de Oliveira Pernambuco
co e Julio de Mello Filho decrtanos da Esta
do dos Negocios da Fazenda e Jueliga, Nego-
cios lotor! -res e Instrucgio Publica, assim o
leobam entendido e togam execular.
Expediente do Dr. Secretario di Jusliga, Negocio/
Interores e Instrucco Publica do Estado de
Pernambuca, do dia 27 de Julho de 1895.
Officios :
Ao Dr. inspector da AlfandegaSalisfaco o
pedido c oslante de vosso officio n. 662 de 25
do corrente mes, de. larando-vos que exislem
543 sentenciados 00 presidio da Fernando de
Noro iba, segundo me ioformou o respectivo
director, em telegramma de nontem.
Ao mesmo Comunico-vos, para vosso
conheclmeoto, que o vapor Una, da Compa-
nhia Pernambucana deNavegagSo, segu a 29
do corrente para o presiJio de Fernando de
Norouha.
Mutatis mutandis ao commandante das
torgas federaes neste Estado, ao inspector do
Arsenal de Marinha, ao administrador dos Cor-
reos e aos Drs. secretarios da Industria e da
Fazanda.
Ao Dr. 1. Secretario da Cmara dos De-
puiaios.Acenso o recebiraenio de vosso of-
ficio o. 161 de hontem datado com o qual eo
viastea um exemplar da lei n. 148 mandada
publicar pelo presidente dessa Cmara.
AoDr. Secretario da Fazenda.Tendo
havido engao na |ub!icagSo do artigo 73 d >
Regulamenio expedido com o decreto de 15
do crreme, declaro-vos, para os os conve-
nientes, que a disposigao do citado artigo a
seguate :
Oa lentes das cadeiras qne accresceram ao
aotigo Gvmoasio Pernambucano, emquanto
o&o esiiverem funecionando uas aulas, per-
ceberao somenie o ordenado marcado oa la-
bella annexa ao presente Regulameoto.
Ao mesmo.Teodo sido concedido por
portara ne 16 10 corrente 1 mez de licenga ao
3.a official da 3." Directora d'esta Secretaria,
3 Ao director do la -ututo Benjamn Cons-
lantTendo aotorisado o Governo Federal,
por Decreto de 26 de Junbo findo, a organi-
ag5) de mezas para exames de preparatorios,
conforme me panicpoa por telegramma de
27 do citado mez, inserto no Diario de n.
147 de 2 do correti'e; recommendo que rnaxi:
deis publicar edital abrindo a rCJorrpgao nesse
eslabelecimento para ditos exames, a exem-
plo do que praticou a Secretaria do Curso An-
nexo a Facoldade de Direito desta Cap'ta'f
Ao presidente da commi3sao municipal
de Timbauba Convm qae me informis so-
bre o motivo porque nao se reuni a com
missao de alistamento de eleitores da 4.* Sec-
gao a'esse municipio, conforme me communi-
castes em officio de 22 do correo le mez.
Ao promotor publico do municipio de
Timbauba Cumpra que me into meis se pro-
cedestes nos tormos ao artigo 54 da le n 35
de 25 de Janeiro de 1892, contra os membros
da commissao de alistamento da 4.* Secgao
desse municipio, que deuaram de reunir-se,
segundo me partioipon o presidenta da com*
missao muoicipal em officio de 22 do corrente
mez.
Ao gerente da Companhii Pemambcn'-
naFico sciente da desiguigao dos das de
partida dos vapores d'essa i'ompaohia, B.be-
ribe, Una e Ja"oatao o primeiro para o Cea*
r, o segundo para o Presidio de Fernando de
Noronba e o terceiro para a Bahia, conforme
me commuolcasles em officio de 26 do correa*
t .
Expediente do Governo do Estado do dia
2g de Julho de i8gs
Decreto :
O governador do Estalo, a quem f I pre-
sente o recurso de g*aga interposlo pelo sen-
tenciado Cypriano Das do Espirito Santo do
reato da pena de 14 annos de prieao simples,
grao medio do artigo 193 do Codi*u Criminal.
que ibe foi im opta pelo Tiibunal do Jory
desta Capital em 7 de Maio de 1390 por crime
de homiciJio praticado oa pessoa de Estevao
Freir da Boa Morte;
Considerando qus do procejso veriflca-se
que o peticiooario foi levado a p tica do cri-
me em acto de legitima def Consideraodo que o imptrame ja tem cum-
prido 5 annos de prisas, tempo dnrante o qual
tem tido bom comportamento e aprsenla Jo
provas de.'sua completa rebnhilago ;
Reso've, asando da attnbuigao que Ibe con-
fere o artigo 57, % 11 da Constitu gao do Eita-
do, perdoar ao sentenciado Cvpriaoo Dias do
Espinto-Sunto o res e da pina a qui foi con-
demnado.
O Dr. Julio de Mello F Ino Secretare da
Justiga, Neg ios Iateriores e Instrucco Pu-
blica, assim o tenha eot-mdido e expega as
ordens commuoicag5es necessarias Tran-
smitiio-se copia ao Dr Juiz de Direito das
Execu^OeS Criminaes.
cojos
o Dr. questor policial interino.O Dr.
Secretario da Justica, Negocios Interiores e
Initruccao Publica manda communicarvos
para os flns convenientes que a Sacrelana da
Fazendi acba se habilitada a effecUur o pa-
gamento da quantia de sessenta e seta mil du*
zentos e sesseata reis proveniente da lavagam
de roupa da enfermara da Casa de Deteogao
nos mens de Abril a Junbo ltimos.
Armando Albuquerqu^ Pereira de Oliveira,
entrou n'esta data o diio funecionano 00 goso
da referida licenga, o que levo ao vosso c.nue-
cimento para os devidos flns.
Ao mesmo. Solicilo-vos a expedigfto
das precisas ordens no sentido de ser pago ao
capitao *ntomo da Costa Montero a quaniia
de 1008000 pelus servigos prestados no car-
cter de agente recenseador do 1 districto da
Boa Vista, deveodo correr a despeza or con-
ta do crediio extraordinario de 1 de Fevereiro
do corrente anno.
Ao mesmo.Remetto-'os, para os flns
convelientes, copia do contracto firmado em
18 do corrente em nome do Governo, pelo di
rector interino do servigo de identitteagao com
0 negociante Francisco Pedro Bonlitreau. para
acquisig&o do material necessario ao mesmo
servigo. ___ .
Ao mesmo.Solicito*vos a expedicao de
ordena no temido de ser pago ao capo do
1 batalbSo de infantaria estadoal Abilio (>o-
raes de S Novaes, no- termos das informa-
r-oes aaoexas ao vosso officio n 677 da 4 do
corrente a quantia de 608000, qoe se aena es-
cripturada, correndo este pagamento pei* ver-
ba do art. 2. 3., o. 13 da lei do orgamento
Ao Dr. Qoestor policial interino.Re-
commendo vos que de miaba ordem autoriseis
o admioistradar da Casa de Deteogao a fazer
a acquisigao da madeira e ferragens precisas
para as obras a elles recommeodadas pelo Dr.
Joaquim de Albuquerque Barros Guinar&e!,
director do servigo antropomtrico, para a
iostallagao do mesmo servigo, devendo oppor-
tunamente apresentar, por vosso intermedio a
respectiva conta, aflm de ser aulorisado o pa
g'_ AoDr. juiz de direito do 2. districto
criminal.Com este vos fago apresentar o ci-
dadao Heltor Mooella, vndo ltimamente do
prefino de Fernando de Norooba onde se
acbava a servigo da commissao das obras do
Lazareto, conforme requisitastes em officio de
24 de Abril ultimo, aflm de depor como teste-
munha no processode Pedro Marque- da Cruz,
ficando assim satisfeita a voss requisicSo.
Ao director interino do servifio do Idsn-
titlcagio-Declaro-vos, eui rispusta ao vosso
officio de 25 do corrente, qne flea approvado
o contracto que firm.stes, em n me du Go-
Terno do Estado, cora o ogociante Francisco
Pedro Boulitreao, para acquisigo do material
oecesiano ao aervigu ao vosso cargo.
Ootrosim, eommiaico-vos que o Sr. Dr
iioveroadoracaba de dirigir-ie ao Governo
Feleralsol.citaodo providencias para qae o
referido material seja despachado na Alfande-
ga deste Estado livre de direitos.
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCfO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 4 DE JANEIRO DB 1896.
Ao'omo Joao de Araojo, pediudo paganizte*
de 180X000 proveniente de concartos em doas
carroca>* e arreioe do servlco da Compart a de
Cavallaria. Informe o Sr. commandante do
Corpo de Cavalla-ia.
Ro olph Maooel Gomes, sentenciado, pedmdo
que os aotos de rea processo em grao de ap.
uellagao subam ao Snpenor T-inunal de Jo.-tga.
J foram da us as providencias qne recla-
ma.
Francisco Soares da Recba, sen'enciadr1, pe.
diodo car.i ao.Ao joiz de di eitj interino do
Municipio i'e Agaa P eta, para uten er.
Levino Vieira de Macedo Lima e Maximiaae
frauciso Daarte, ju zea de direito, aquel le do
Mumcip o de Jaboalo e este do de Moribeca,
pedioao permuta dos respectivo! cargos.Co-
mo reqoerem.
Abaixo assigoadodeproprleiario' de carrae?
pescadores e mercadores de peixe, recorrende
da delioeragSo cootida oa le muaidpal n. 58.
Remef.ido ao 8r. Procurador Geral do Estado
para emutir parecer.
Praocisc Plato de Carvalho, co tinuo apo.
senudo do I istitoto Beojamlm Csnslant, pe-
diodo qae o pagamento de sua peosao 8ejr
cor-espoodeote a tolos os vencimentos qae
actaalmeote percebe, Inclusive a gratiticaci.) de
30 annos.Dinja-se ao Poder Legislativo.
Fraocisco de Paola Naves de Selx s. profes.
j.t de mu ica da Eic.la Normal, paliado a
gal floagao a qae tem direlle por ler completi-
do 20 aonos de effeciivo exercic.o.Attendido,
por portara de boje.
Severioo Marqoea de Sonta, p ofessor publi-
0, pediodo para ser considerado em disponi.
buidale.-Atteodido por porlaria de boje.
Jotqaioa Gomes Pereira de Ljra, exprofes-
disponibilidade. AtlendiJa po,' portarla de
DOie,
j^So Baptis'a da Silva Prxedes, pedalo pe-
lamenta de 150*000 proveniente de co icortos
e reparos no encanamento do caz ;o Instillo
-ienjajoim Con9tant. Deferido cou officio da
no)e ao Secretarlo da Faienda.
Jos Antonio de Miraooa e Maria Angosta do
Carmo, alomos da Escola Normal, ped ndo
para Ibes ser expelidos os respecivoa diplo.
mas.-Iadeferido a vista das informagOee.
Jov ulano Mnta, professor cathed anco das
aulas de escriptaragao mercantil -do Instituto
Bnoiamim Coosiant, pediodo para serem com-
u aios dos veocimeoioa qae actolmeote per*
ceoe os 25 / imporuocla do augmento do
ven-imentos cooceotio uitimameote aos em.
O-egidos pblicos. Indeferido a vista das
tufos >agOes, .
Atbert Pinto de Araojo Corren, al'eres do
1 oatalbio estadoal. Diferido ooa termos do
orneo desta data ao Sr. Dr. Secretario da Fa-
vaaa.
EM
ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DIA 31 DE DEZEMBRO
Bacnarel Manoel Caldas Brrelo, jais do Su-
premo t-iooual de Jaatiga des>e Estado, pediodo
aposemadona, Atteadido por
data.
decreto desta
DESPACHOS DO DIA 7 DE JANEIRO
Maooel L-aod*o da Sl>va. seneociado, pe.
diado perdao do res'o da pena.I f rme o Dr.
Jais oe Direilo do Maolciplo de Taiaarenag,
mandando jamar oa documentos ne qus trata o
art. 20 do Decreto a. 2,566 de 28 e Margo de
1 wArl
Jos Fraocisco Barncno.seotenciado, pedio,
do copia e sen processo. Ao Dr. Jola de DI.
r to ao Maoicipio de Po d'Albo ppra atteo.
"irginio Meodes de Oliveira, sentenciado,
-pentodo certiJao.Ao Dr. Qoestor Polieisl lo.
terioo para maodar eotregar ao peticiooaru a
certMio juila,
Bmilia Aives dos Santos, casada com o sen.
tan iado M.noel Blspo de L'ma onecido por
Jos v|riio. pedlndo oerdao pafa seo marid.
\o D?, P.o:nrador 6eral do Estado para qne
ie iiaue ee ioformar.
Aino Gomes de S Novaos, capso do l
companbia do 3* batalbao de infantina esta.
%*-


I MtJTUDO

<


rm w wmm^^'--9mvrrfr.
Diario de Pernamboco Qulnta-feira de Janeiro de 1896
\
...
do Governo. lororonf nfalhi^di^lmiin
commzadame lotera dtt *
de Dir o il/cupml/h^maaer remo.
Ido d a A wra feU--l-lBOd. que
Ifl arha,a.-A.o *T Or. Presidente do So.
perioy**oal de la9Ufi* I1*"8 8e dlBe
d*iWiSl Alfiro Ucbi Cavalcsote. Director
d ^Escola Normal, p diodo aposentador.
ai a, dos termos ao decreto desta data.
Maria SenboMohs da Silva, profesaba pobll.
ca.'pediodo entrega de documentas.Sim, ine.
diaote recibe.
O PORTEIHO,
C. Moraet.
DESPACHOS DO Dr. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DA 4 DE JANEIRO DE
1896.
Lola Aotoaio Chaves Campos pedindopaga.
ment do alonael ia casa que servio de quartel
e cadeia do municipio de Aloeados de Ingazei
ra de Janeiro a SI de Abril de 1893 -Deferido
de accordo eo Geral, de 29 de Oolubro ultimo, sob n. 195.
Guilbermlao Bezerra da Silva, pediodo paga.
meoto do alaguel da caBa'que se-vio -a qoartei
e cadeia oo municipio de Altiobo dar ote os
metes d Jaoeiro a Ma-c de 1893 -Deferido
nos termos da ioformagao do Di. Director Ge.
ral, de 59 do Ootobro oitimo. gob o. **
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
despachos do dia 7 de Janeiro de
1896
Fieldeo Brothers. como requerem no3 ter-
mes do officlo desta data ao Dr. Secretario
da Fazenda.
O commeodador Albtoo Jos da Silva.
Como requer, a vial da iofoBc&o da 3.'
Directorio. t..
Bacharel Joo Alves Pereira de Lyra.-Dr
rija se ao-Goncelbo Municipal do Recife.
AUKUSti Ociaviaoo de Souai.-Sim, median-
te termo de responsabilidada que sera lavra-
do e assignado na 3.' Directora desta rapar
ticfto
Lu Antonio de Siqueira Como requ r
collocaDdo, porm um apparelbo 00 pavimento
terreo do predio reedificado.
Bacharel Joo Zeferino Pires de Lyra.-
Sim mediaste termo de respoosabilidade que
ser lavrado e assignado na 3.* Directora des
ta reparligo. .
Henrique de Magan Senell. Deferido nos
termos do officio desta data ao Dr. Secretario
da Fazenda.
o PORTEIRO
Archias Mafra.
Questura Polieial
Secgo 2".N. 5 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 8 de Ja-
neiro de 189S.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores.
Pa-licipo-vos que foram hontem recomidos
Ca9a de Delengo os aeguintes individuos.
A' ordem do subdelegado do 1- districio da
Iregaez'a de S. Jos, Antonio Marioho de
Campos, por embriaguez e disturbios.
A ordem do subdelegado do 3 districto da
Graga, Manoel Pinto, como alienado, ale que
potsa ter o conveniente deslino.
A' ordem do subdelegado da fregueiia da
Torre, Maria Romana da onceicSo, coilo ga-
tuna.
A' ordem do subdelegado da freguezia do
Peres, Sebastio Pedro de Andrade, por crime
de ferial ;nto.
Communicou mo o promolor publico interi-
no do municipio de Petrolina, que no dia 9 de
Dezembro ultimo, s 7 horas la noite, quando
passava daquella cidade do Joazeiro o cida-
dao Flavio Novaes, commandanto do vapor
Alves Linhares foi brbaramente eapancado
pelo individuo de nome Autceto Alves de Ol
veira.
A respectiva autoridade, toman Jo conheci-
ment do laclo, prosegue s necessarias dili-
gencias, al'ui de capturar o delioquente que
evadiu se.
ComuiuuiLuu uj; u delegado oe polica, do
municipio de Garuara, q jo < 2 horas da tarde
do dia 4 desie inez, 00 lugar Estiva, do mes-
mo municipio, o individuo Manoel, coohecido
por Feij, (iriu com um tiro a Manoel Rodri-
gues da Siiva.
Contra o criminoso, q -e evadiu-se, procede
aquella autoridade de conformidade com a
lei.
No dia 3 do correte raez assumlu o oxercio
do cargo de subdelegado do 1- distrito do
Poco da Paneila, o cidadao Joo Carolino de
Ges Cavalcante.
Saude a fraternidade.
O Qeestor,
Jos F Nery da S. Filfa.
Secretaria da Industria2'. di-
rectora
inspectora geral de hygiexe
Expediente do dia 8 de Janeiro de
1896
JJoo Fernandas d'Almeida, Pereira Carva-
lho & C, Victorino Sil/a & C, Castro Lemos
& C, Guedes de Araujo & Filhos, Costa
Rocha, Lopes Albeiro & C. e Joaqufm Fcr.eira
de Carvalbo & C, pedindo para mandar
examinar caf. -Ao Dr. ajudante para exami-
nar.
Serafira Perrei'a de Loureiro Maia, pedilo
para mandar examinar o predio n 23 da ra
do Riachuelo.-Ao Dr. commissario do 3.
districto para examinar.
Foram considerados era condiefles higini-
cas para seren habitados:
Pelo Dr. commissario do 4. districto, 09
predios es. 121 da ra Vidal de Negretas
e 16 da ra de Joaquira Nabuco.
Pelo Dr. commissario do 5 districto o pre-
dio n. 12 da ra Mrquez de Ohnda.
Pelo Dr. commissario do 3.* districto os
predios ns. 42 da rut da Conceigo e 29 da
ra do Bemfica.
Pelo Dr. cjmmissario do 1. districto o pre-
dio n. 10 da ra do Das Cardoso e o 1." an-
dar do predio n. 43 da roa do Padre Mumz
Secretaria da Inspectora Geral de Hvgieoe
do Estado de Pernambuco, em 8 de Janeiro de
1896.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despaclws do dia 8 de Janeiro de
1896
Firmioo Mario da rrindade Cas'10.Junte
documento, provando ser de sua propriedade
o predio que se refere
Domingos Fernandos & C, a Emilia Maxi-
miliaoa Pereira de Moraes Deferido de ac-
cordo com a informacao.
Manoel Jos Vicente. Informe a 1 sec*
gao.
Lauriano Pereira da Silva. Pedro Aaluoes
& C, Maria Eufrazia de Azevedo Mello, Jos
Bezerra da Costa Guedes, Lmz Vernet, Fues-
temberg Lemos & C, Cyriaco Simplicio Al-
ves, Jos Baptista Braga, Mara Francisca de
Castro Sobrioba, Manoel Francisco de Soaza,
Joaquina Mara do Espirito Sanio, Aguida
Eloy da Paz, Leonardo Schuller Filho, Fran-
cisco Gomes, Pedro dos Santos Nev-, desem-
barga 1or Jovino Antero de Cerqueira Maia.
Deferido.
BFraocico J. Regalo Braga. D'rij a-sea
Directora Geral da Secret ra de Fazenda.
Joaquim Arthur k Irmo. Deferido
Frauklin Rodrigues Ramos, Antonio Tei-
xeira Costa, Mario Feiippe do Carmo, Hercu>
lao MarliDiaoo do Nascimeoto, Francisca Ma-
ria Baptista, Manoel Amonio Goocalves e Au
gusto Egydio de Castro Jess, Antonio da
Silva 4 C, Tiiomaz Bezerra Cavalcante, Ma-
noel Luz & CInforme a 1.a seccSo.
WDesembargador Jovino Antero de Cerqueira
Maia Delendo de aeoordo com as informa-
.jfles.
Pelri portao,
Joaquim. Ignacio G. Lima,
? -----------
G onunaado Superior
QUARTEL DO COMMANDO SUPERIOR DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
RECDTE, 7 DE JANEIRO DE 1896.
Ordem do dia n 54
Fago constar a guarda nacional sob men
corara mdo que ao capitao aggregado ao 40
batalhao de infantera Joao Crrela da Cuaba
Ribeiro, que yai residir na capital do Estado
do Para, foi boje concedida a guit de passa*
gem de que trata s art. 45 do decreto n.
1130 de 12 de Margo de 1853.
Julio de Mello Fil/w,
Coronel coranundanta superior interino.
?------------
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 8 DE JANEIRO DE
1896.
Miuoel Pereira d> Costa. Mantel P.'reir da
Co.na, Jos Paulo Botelho, Jos Rjdrieues dos
Saotos, Pestaa dos Su.tos C, Bernardina
Ferrtira Das, Francisco de Ass s Ferreira da
C. Lene.Deferido.
Feli8rj)ioa Pauu Barbalbo e J0S0 Francisco
Noeaeira. Sir, nos termoi da i formigao do
ebefe do servteo tecboico.
Fraaci8eo Le4o e Loyo & Filbo. Sim. pa.
gando o imposto.
Antonio Carlos Bo romeo e Peiro da Silva
Barroso.Sim, de aecrao com n perUlameato
letfal.
Amo im Irmos. Sim, repona o calca.
meaio. t
Andrade Miia & C, Antonio Goncl es de
Azevedo e Vi torioo Tnjjoo da C. Fialbo.
Sim, limitaado.se a. reqaerido.
Jos de Paola Pin'o e Joio Paola Cil.Sim,
em vi>ta da informacao da comado'ta.
Secretaria da Prefaitnra Municipal do Reclfe,
de8 Janeiro de 1896.
O porleiro,
Nuno Alves da Fonseca.
~*
COXGHKSSO NACIQN4L
Abaixo publicamos o proferido pe'o illostre Dr. Joaqun Pernam-
doco, o Senado Federal, em l' de Dse-ubro
ultimo, a proposito da assampio coaceroi>ate
ao melboramentc do do to desto Estado. Para
elle crismamos a at engii don nossos tenores :
O Sr. Joaquina Pernambuco-Sr.
oresiaente, pego a illasire cimmissaj de ti-
nangas que me releve a oasadia de p oiunciar-
me contra as raides de sea pa ecer ceocer-
nenie ac melboramealo do porto de Pernam-
Do JO.
Nao me oropsjbo a refutar o seo p-in pal
a-gunent i, po-que a leitara do art. UO do re
eimeoio e a) palavrsa ba poaco proferidas por
V. Bxc. em respo'ta so illostre eaal.r por S.
Paulo, me dispecsam de I?zel-o, poia ticou ca-
oai.ijeote demonstrado que o servico em qaes*
tao de oatareza daqaelles que poden se
prooostjs em ama le de ornamento.
A. obra a que me redro, decretada ha imito
lempo, foi contra dada e leve comego de reaii
gao.
Si dtixpu de ser terminada foi po-que a em-
oreza que contracmu a L j se acboa com fo (a
para faxel-o.
0 go em), Sr. presidente, Dio pode fagir i
obrigagSo de coo luil-a, sendo ue seu ngoro*
sj dt-.ver melnorar desde \X o que esta feit<>.
Os recorsos coaMgoados no ullimt orga-
meuto foram fo escaseos qoe o proprio m as-
tro da viagai, considerando :naliareis osaer-
vigos de conservaga > e melnoraxentj do porto
de Pernamooco, lamama em sen relatorio des
te anno, nao dispor de m:ios qoe o bab.liteua
* aiteuder sos geraes e justos clamores do
.jm:r.ercio e uivegago.
Nao carego de pd- aqal sm', relevo a impo"-
taoeu de porlo de Peruambaco, cu|0 melbora-
mento se ema-ia desde 1815. (Apolados )
Autoridades na materia, quer nactooaes
cciio Burros Brrelo, Galvo e Li-doi. quer
ert-aogeiroa como Mjucbez, Fju-mer. Hawt-s-
naw e Caniog, ]i muitj vaota]oameute oes-
ireverama sua excelteoie posigo, em extreme
favoravei ao commeicio com a Euopa Asia,
frica, Araeric do Njrte e deraas portos
no Brasil.
Diversos projectos fjram apreientaijs e o
ove qj, depjis da estala! os, aceitja o qae
ine parecen mais conveniente. Devidamente
aotorisada, foi a obra contraetada em Fdve-
reiro de 1889.
Po tena eetender-me om minbi resposta s oV
]e. g5is da parecer di honra da commisaao, mas,
comprebeodando a ne:essidade que tem a casa
de nao peraer temoo nesta ja tao prolongada
esE&j, limiur-me-bei a ler o qae foi d.to ha
poneos das pela commiss&o de orcameoto da
cmara dos 8r depata ios em parecer a pro-
posito de orna emenda apreseolada par diver-
sos representantes do meo Estado.
Pego permissao para 1er (l):
c Para com mais vagar e metbor estadar a
quet.i do porto do Reclfe, limitoo-se a com-
missao em saa proposta a contemplar a verba
denomloada de conseivag&o, qoe insigni-
aaati para oecessidades de maior ur.'en-u.
E' infelumenta 1 lia oma das 00'as de p >
tos, coja reaiisagSo impoe-se n.o s peta im-
portancia do commercio oella iateressado come
pe i orgeocia de evitar que se arruine um por-
ta de cajo valor para o nosso commercio in-
ternacional a cmara bem avaiiaj
A leitara do relatorio do ministerio da la-
dasuia, viagj e obras publicas desle anno
bastaite para evideociar a necessidade argn-
>e dessa obra, qae quaUfkada pelo goveroo
de inadiavel.
A< 1875 o aervig de excivagao Drodosto
bous resallados oeete porto*; dahi em diaote
at 1880 peioron pir fal a de reaova^ao do
material e desta ultima da:a em diante anda
peior Heoo.
Dos monos projectos elaborado! por espe-
iaiietas aotaveis, doptoo o goverao em 1887
1 apresentado pelo eogeobelro Alfredo Lisboa,
coja memoria reputada ootavel e completa.
Subordinado ao plano adoptado, foi lavrado
om contracto em Feverelro de 1889. Em Agos
lo de 1889 foram Iniciados os trabalbos e em
Julii 1 de 1892 saspejsos ; sendo o contracto
declarado caauco em Fevere.ro do corrate
son.
De de 1875, pas, salvo peqaeoas latermi-
teacias, o porto do Recife val se entoldando e
cada vez mais rpidamente, de modo qae as
difticaldades ji serias pora a navegaga impor-
tantsima qae o demanda torna j-se cada ves
mais ameacadoris.
Sa> constantes e ved ament) as reciamacos
do commercio a aatorldades, e eo oeste aano
ja foram apresentaaos a reepeito dous projec-
tos s esla cmara.
Para o orcameoto vigente fo-a concedido
para este porto 817:800*, seado 500:00000
para dragagena e obras, mas saccede q e odo
possivel dragar falta de matsriil e nena ce
o pode adqnir r porque a guarna votada p?
quena para isso.
A commssao emenda, pois, que aecessa-
rio dar verba para este servico, e aceita a p-i-
ueira parte da emenda proposta, reservndo-
se para em 3* discassfto redosir certas ceosig-
nagjs qae devem pasear ao Estado, e redigir
de modo que o material a adquirir oa Europa
tJqO calcoltado ao cambiado 17 d, iapatar,.-
do-se as diUereocas de cambio ao miaisterio
da faieads, ai qoal cabem. >
Sr preal Jeote, vista destas valiosas raides,
revestidas por cerlo de um prestigio qoe a mi
aba incompetencia jamis poderla offerecer...
(Nao apoiados geraes).
O Sr. loaj Barbalb V. Esc. rauito coi-
oeteo e,
O Sr. Joaqelm Pernamboco... vou terminar
ped ido respeitosamante cammises de ti-
nangas que a 'eite o projeco Ja cmara sem
a meooralteracio neuta parte.
Igoal appello fago ao sena o.
(I) Tenbo codeloido. (Maito bem, maito
dui o r>f(n.
ESTADA D4 UHIil
(i) O relator da commtssao de floaegas, o
-r. Ramiro Barcellos, respondendo, td.-minou
oor este modo:
Bm iodo caso nsda tenbo qoe oppor ao
40* foi tao bem explanado pelo nosso collega
o Sr. Joaquim Pdroamboco.
Halta-CroMo
' Datas al 3ta Bcsasabro prximo passado.
A Isa de utenitimooanegoB a'fmbttasr.se em
CoyiMo Repobllaaoo, do qoal taodo sida
bieqalado enm a re moas a dos nmeros ja sa.
nidos, extrabioaos as segaiotes no idas ;
Sobra falsidcicao ae productos dalndsstiia
daifa Estado dia sea folua :
Hi carca de doas anuos mala oa oseos
preocrnpon a attengo do publico, taalo nesta
cpital como em varhs locilidades do interior
do Estado, om procedimento ponco licito de ai.
guxas tessoas deoire as maas que se ocen-
pam a extraegao d- producios da Doasa exho.
baraote flora, os qoaes coos'.ilaem ama das
mais seguras (ornes da nossa riqueza.
Cim a iatatto de anterior grandes lacro;
por meios facis, mas poaco nonrot>os, algaos
exr-itores de ip<>cacolanha enfardavim.de
ecvolia com a preciosa rais medicinal, raices
le oairas plantas toteiramenie inertes, coja ac.
qnisic&o era maito mais fac1, por abdadarem
por toda a parte.
Nap-aga de Londres foi descoberta esta es-
pecie de falsincago ioiro lo;da ao proda :io
oriaado do solo ao aosbo Es a 10, e esta (acto
concorrea extraordinariamente para a des-
dela e quasi esiago-gao deste ramo do nos.
so commerdo de t-xportagao.
A poaia matto-grosseoEe decabio seosiVe
meue depreco ;asui procara dlmionio, e o
prodocto coagene'e proced^n^e de Cartagena,
maito inferior em qoallda:e, passoa t ter mal.
to rnaior peocura e melbor coia.o.
Cbega agora ao nesso conhecimento om pro
relimeoio idetico, appli^ado a ou'ro prodoc.
vegetal, qae coostitce urna das mais tmpor.
taotes das ooisas iaJustna-, ainda ideipientes
e um os poierosos sastmtadores ao nosso
commercio de importagSo eexportagio.
Iofjrmi-nos pessoa fidedigna que um cera
merciante denossa rrica, qae exercita o com.
mercio da borra .ha, comprando-a jmaoipu.
lada dos extractores, para exoortar para mee
cados estraogeiros acaba coro verdadeira de.
cepgio de descobrir que mallos pe.ago? da
Do-racha por ele comora'a, coatm lote lor.
aa ite pedra3 de variadas dimeosoes, iourodo.
1 jas na tecas ao do preparo.com o to de
8uemenlar o peso da materia pnm por um
modo tao desleal quio censoravel.
Saltam os olbos de qmliaer pessoa as in-
conveniencias de am tal p-ocedimento, coja
repr duegao pode irazer para o nosso commer-
cio e at p 1 a o D2S30 Estado conseqaencias.
lariiimavels.
Em pnmeiro lugar este fado, a que allcdi.
raos, desabona a siocertdade com que nos tu.
vemos oes nossas iraosacgOes commerclaes, e
em 8egnnd j logar pode acarretar para o nosso
commercio da borracha o mesmo resoltado,
qae tem traiidoao da poaia : o descrdito do
producto e cooseqaenlemente a cessacSo ta
saa lavoua.
Londe de proceder.se por este molo, pare.
ce.nos que dever de todos qiaotos se (oleres
sam pelo bm estar e proaperid >de este Bota-
do, por sna proprla coneeniea ia e ViOlagem.
procurar prma^ pela qualida o dos nossos
productos.
O i que pralicam 1 ctos da o dem dos que ceo
su ramos, 0S0 l a talvez conjrehenso dos re.
solalos q:e dclles podem adv taraj em cmplela contraposigo com o peo
smenlo qoe os deiermio?.
O exe-cicio de qailqaer industria cj ama
fonte momentauea ou transitoria de lacros, e
maito menos as transaccOes commarciaes qae,
sobre ella se entaboiam-
Vicia-, fiLlflcar a maieria p'imi. qae con-
stitoe o projecto da iodastna, desacreditar o
producto desti, e o descrdito do prodocto
equifale ao aoiquilamento da propiia in us-
ina.
So Libaratjrio Pyrotectanico da capital
j esta assentado o motor ge'al e faocciouam
as ofcinas de carpin eiro, ferreiro, lix.ador e
lo'neiro ; esiSo promiitos o chalet para prepa-
ro aos muitjs fosiveis e detonantes, e cinco
tinques de lava> inos i.ecesanos para o completo abastecimen*
lo de agua.
=- so Diamantino, os iali.s cajabys de
ram grada prejaiio a Pedro Joaqaim S.a-es.
Ten 10 este se je*irado com saa commitiva
ias maltas de erloga, la deix)U devida
mente acondicionados em ranchos de pato* n&o
so o vasilhame a os laslrum-ai 8 de que ee-
ralmeote s; servem os senogueiros. m da cerca de oltenta arrobas de senngal.
Passaco algam lempo, v.litando o Sr. Saares
aboscar o qae guardara, nada encontrn, pois
os ranchos baviam sido qosimados, ardeado
com elles a serioga 00 vasiibame, e os rastra-
meijt s lioham sido roubados.
-- A masma folha d 1 sega inte noticia :
as aguas do Rio Tapajjc na aliara do
Salto Augusto, fallecea o inireailo e infatiga
vel ebefe da collectorta de S. Manoel, capitao
Antonio da Dola Garca Jnior.
Ha mais de um anno dea o nosso desventu-
rado conterrneo a p-ova mais cabal da su*
cor 1 gem e do patriotismo, airavessando com
poucos compaobeiros aquellas inhspitas re-
gios para Ir exercer, nos limites do Estalo
com o Para, a aotoridede que Iba bavia sido
cojferUa
Faiuva ainda vencer mai'as diQUaldades
para qae faoccionisse regularmente aquella
es:ag?o deca, apenas iastallada, cajas reodas
traham de mudar as condigoss do nosso erario,
e quanio em viagem para esta capital, em bus-
ra de recu>8)8 e providencias dependentes do
goveroo, foi o col lector de S. Manosl victima-
do pelos indios Namhiquaras.
Rio Grande do Bul
Dataa ata 25 de Desamoro prximo passa'o.
Ao midistro da guerra furam passadoB as se-
grales telegrammas do quartel general de Pe.
Iotas :
Pelotas, 25. nicamente para vos afirmar
soore occorreaejas daqui, communico-vos qae
ismbem bouve conflicto entre as autoridades
federal e eatadoal na villa de Piratioy.
O sega nte telegamma expedido pelo com-
manda,te respectivo a 20 do crreme vos
oneolar sobre a grvida le dos acontec meo-
tos qae podem ser explorados pela poltica
partidaria, diffidaltando o proce-so da estabi
lidade da pacifcago:
General Savsget Es'ou eeodo atacado com
mea peesoal todas as nones por grupos de 60
bomeos, mais ou menos, no maado da aatori
dade deste logar. Foi-me preciso chamar ex-
revolucionarios para auxiliarme. Saodagdes.*
Provideaciei immediatamen e, exlgiodo di-
ser me o namero de morios e fondos e prohi-
bindo termmatemente chamar paisanos em
auxilio da forca federal. No mesmo da a da
masma procedencia recebi a seguiote respos-
ta:
< G rae-ai Savaget. QaestS) entre polica e
pragas do destacamento daqai completamente
ba-mooisadi. Estamos perfeamente de ac-
c rdo qnaat j a maoutengao da ordem nesta
locaiidade. Hoje eniendi-me com o intenden-
te, encontrando t3do oapoio de su pa te. Sao*
daefiea
A' vista de lo sorprendente desealace, man-
dei al o coronel Tellea syadlcar dos factis e
providenciar no sentido de evitar reprodueco
de (actos desagradavsis. Respeitosas Biuia-
gbes.General Savaget.
Pelotas 270 general Silva Tavares mandan
em carta, copia de um telegrama, expedida
do L'vram rato, em que se l o segamte :
Acaba de ebegar Jalio Barros salvo da
persegaigio do piquete de Joo Fraacltco maa
dado por Pedro Bueno. Compannelros, exci-
tados, esto qu-reodo reagir, Oa tenbo acoo-
se nado a aguardar soloc&o do governo. Pego
a V. Exc. diriglr-se ao general Galvio e ao
presidente da Republici. Com este estado de
coosas no podemoB continuar. Se o gove.ooj
oio providenciar, preflro lotar como d'ontes
assigoadoRapbael CaOeda.
[\ so rali a atteo.iosa caado general Ta va-
res e maodsi o commindaote da frontei-a 10-
forjar. Respeitosas saudagO-s. Geaeral Sa-
vagat.
Pelotas 970 coronel Talles acaba de tele-
grapbar me de Piratios declarando nada mais
uavor e estar toda em pas. Respeitosas aau-
dagees.General Savaget.
Doaialeliigencias entre as companbias Is-
meoia a Aooioola, a proposito da posse do
tbeatro para soas represaotacoet, teem dado
lagar a iacideoiee desagralavis em Port
Alegra,
Os partidrrios da primeira, inclusiva alum-
nos da Escola Militar, patearam non tem aaotrli
ApoloQia e os demais artistas.
/
Apesar das preoaagoes tomadas pelas soto- nigio para ibe servirem de totoras e sim para
rldades, dea se traigoelra aggresefto ao Italiano defender a sua tirara, as soas InsiitalgOes s
Gisoomuss), supo eslimado aae veto a fallecer-
deixaudo r rea com recarses a act-iz Apolonia que fu as
dessesaauto enterro.
Foi abeMo-refaerite e promove se com em
peobo a pooiijfta dos culpados.
A' caria do general Tavares acompsoban lo
o telegramma qoe hootem transmiiti da Cabe-
a, assim respaadau o general Sa?.get:
Do pesideme da Repblica, ministro da
guerra e ajadante-general leabo recebtdo re-
commendsgoes par effectivss garantan. Todo
teob Cello para obedecer aquellas, porooe ou
lamoeon republicano e brasilero, e nao que o o
desoredito do Repblica e o atraa do Brasil.
ioformagoes qae tenbo atfi-mam qu a ja-U
fronlelra esta Infestada de individoos qua vi-
vem de roabo. laso acreJHavel e sabido qae
o t aoilno est aili de;orgaolado e que, di-
soividas as torgas de ambos os partidos, li :ji
essa gente Bem traDaioo e sem drabelro.
Ncs as coodicOea para evitar enmes serla
preciso coliocar ao lado de cada cidaJj urna
seotioella.
as cilades ea-ooas, me.b ir poli. i.da-,
conmeltem-se tambem assas-ioatos. H ja a
vista em L odres Jack, o Estirpador.
A vista do exposta ou>o invocar o patrio-
tismo do velho saldado Silva Tavares, para
com o sea prestigio, saxliiar-me na consolida-
gao da pas.
Aos lmmigrados esta carta cansn dolorosa
Impreesao.
O c ercamil. lamenta estas sang-entas or-
correncias refetida3 constante nenie e qoe
compromettem o coagragameoto sia.ero da fa
milia i.j-grandeose, esperando do governo fe-
deral orgote8 e effi:axes providenciaB.
Amaob chega aqu o coro.el Tompsoo
Fio es.
Noticia a Republicc que o co-po c'vil
sod o c mmande de Meoaa Barreno, acampa-
do em -anta Mana, j est vencen lo sold dos
iofrea do Espado e qoe cem o 30* Dalalbo d-
infantaria forma ama angada sob o commao 10
da teoente-coronei Topy Calda?, cnamauJo o
fado a attengo de Savage'.
Eis a ordem do da que publica esse ge
ne-al ao assumir o exercicio de cmmaodo do
uisl lela :
Commando do 6 Districto M 1 tar no Est.-
do do Ri Grande do Sal, em Pelotas, 16 de
< z mbro da 1895.
ORDKM D3DUN. 1
Como sob.-tiut > legal do Sr. general de div,-
sSo Ijooccucio Ga: vaj de Qjeiraz, qae sega
om dstico Capital Federal, assumo boje o
commando do 6 districto militar.
Meas amara lus :
Se me fosse licito recasr dieate de tao hon-
rosa incumbencia, de certa j > o tena feit ; Bel
as difficaldades do momento que airave$sa a
pal'ia riog'an tense e sel as mlnhas fo-gis.
Para o Dom desempenbo das funcgOes do 00'
vo posio, que a escala de aoligoidde acaba uo
me conti T, cont ainamente com a vos-a dis-
ciplina.
Coohfgo-vos de parto, comvoica partilhe,
nos acampamentos, nos trabalbos da gaarra ci-
vil, quer como coamaodaota de brigada ou d
viso, quer como commandants de guarnigo
on fronieira. Foi abi aa emoate demolidor do
vento revolucionario, qae conheci o grao de in-
lensidade e a rija tempera dessas grandes ir
tules qae vos tomaran para sempraj colores
da gratido aaciooal.
Nao fosserjQ ellas e o problema que por tanto
lempo Bxou-s*, impertinente, n-> horiionte po.
utico da RepoDlica talvez nao tivesae encontra.
do ainda rolugio.
Fo< vosea disciplina e vossa leaidade
que cenflju a patru a desafronta da le; foi
oa vossa disciplina e na vossa leal ia e qo-
coofla-am os rebeldes os seas direilos pro.
t-i.g.ij da pat'la; foi na ossa dirciplina e na
vossa iealdade qae se Qrmaram os orgos do
poder pubo para laogar as bases da paciti.
cago; fal na vessa disciplina e na vossa leal.
dade que depositaran] saas esperanzas todo-'
aqaelles que, por Doa comprebeosfto de devere-
ciico>, almejavam vtr, aaa coxilhas, o arado
anostitu r a langa.
A revologSo eslava agoniaanle. Batidos em
oda a liana, desde a babia do Guanaba-a s
fron'eiras meriaioaaes da Repblica, os rebel.
des, sempre acossados, nao podiam mame--se
em poslgo alguma: nao tiobam mais armas
presa veis; aa moni,Os se tiobam exgotado; a
soldadesca, desanimada pelo soBVimento physi-
co e moni, compgava a desenar; e o cavallo,
elemento iadispeuaavel oa goerra de recursos,
nao se eocootrava mala ; os proprios chelea j
marcbavam a p.
O seo termo poda, porm, protelar-se por
maia algum tempo, porque o gado vaccam,
quasi ioexiinguivel das vastas pasiaeena do
Estado, offdrecia arada farta e Badia alimenta.
gao aos que en endessem, por condemaavel
capriebo, dever continuar ama resistencia to
intil qaanto iogloria, tao estril como contra,
na as leis da homaDidale e aos dicta < es do
patriotismo, resistencia cojo programma j con-
sista anicameote em evitar as forgas contra-
ras e recotar elementos aas populagOas pe.
quenas e iodefezae.
A extensao e a oatareza do terreno onde se
da*dobravam s operagOes, permitliado a um
dos adversarios facilidaoe de movlmeotos para
dlsperso e coocentrago de fo-gas, conforme a
necessidade da oscasio, e exigilo do outro
grandes effectivos de tropas para occopago
simultanea de todos os pontos susceptivas de
atajue era tambem convidatlvo favor conce.
dido aos qae preferissem a coatioaag 1 da
lucia.
E lato, qae seria para nos patriot;?, motivo
de desgasto, nao viria espinar o Dril no do
uoifo-me que vestimos.
A Venda, eise pequeoo departamento da
Frange, ao uivorecer da revolago de 1789,
quanto lempo resisti dos esforcos dos exerci.
tos qae mais Urde conquistaran a Earops e
construirn) com cus bravu-a a lolamoa de glo-
rias do maior iriumpno do seclo.
Foi preciso a Rqsbu laogar mao do lacho In-
cendiario para atirar ao derezina as agaiaa de
Ausferliti.
Nem precisamos estender o olbar lo louge...
Se revolvermos o slo qoe pisamos bave.
moa de encontrar as oseadas das victimas
de duas revolagoes ; ama durou des aooos sem
resaltado, a ootra dura-ia moilo mais se nao
tivesse como f-octo o appareclmsn'o de mais
ama repblica iraca no mappa das nagdes da
America.
Na guerras cvis, recenhecida a lmpossiDiii-
lado de vencer, nao deshonra ser veoeldo;
mas o iosllncts de revol-a entra os decretos do
destino, o amor proprio offeadido, a vergonba
'de capitular perante o insulto possivel ou o
castigo provave podem acooselbar a prolon-
gacio a resistencia alravs de todos os obsta-
calos e de lodos os crimes, at o proprio exter-
minio.
Em taes ecndlgfies dever do vencedor es-
te idr mo amiga ao irmo vencida. Ordeoa-o
o amor da patria, ordena-o o amor da humanl.
te.
Foi o que zestes.
Que o-digam os das 10 de Jolbo e 23 de
Agosto, que virara atravessar as vossas li-
abas, como IrmSos e amigos, esses impla .-a-
veis ioimlgos de tanto lempo.
Qae o diga o armisticio que preceden a as-
eas datas, durante o qual um e tiro nao foi
disparado.
Se a indisciplina tivesse invadido vossas 0-
letras a clvilisago nao teria ganbo to asslgna-
ladas victorias.
A' rorrecc&o da vossa conducta se deve o
trtumpbo pleno e completo ds lei sem o im-
posto intil de mais ama s gotts de sangae
brasileiro, sem o disperdiclo condemaavel de
mais urna so gramma de plvora e, o qae
mais, sem o sacrificio aviltaote da diguldade e
dos bros de algomas centenas de coocidadaos
qoe vem coitoborar comoosco na obra gloriosa
do eagrandeclmeato da patria.
B' cootiado nessa correceo de cenducta qu
assamo boje o commando do 6" districto mi-
litar.
Ser por ponco tempo, crelo. Teodo loma-
do parte oa luta qoe ensangueotoa este Estado
nao posso deixar de ser sospelto aquellos qoe,
com as armas na mo, pleitear&o seos direitos
politices perante os poderes constituidos da
Repblica.
Ao ser substituido, porm, tenbo certeza de
poder dizer ao meo substituto : Oa tolda-
dos qae commandei sao educados aos verda-
deiroa- principios republicanos; elles sabem
que ss clatset armadas nao foram creadas pala
iaUgraede de seu territorio ; oom !; fcil
o commaodo. T.es sao as minhag eperaocat>.
Claadio do Amaral Savaget, general de bri-
gada*.
MSiCIANA
ephemeril.es
LYRICAS
9 de Janeiro
1818-No theatro S. Moi? de Veneza,
vai cena a opera Arrighetio de Coccia.
1873 Vasseur, componala francez, faz
representar em Franga a opereta, La Petite
Reine
COPANHIA HESPANHOLA
Muito animados estiveram os ltimos espec-
tculos que nos deu a companhia de zarzuelas.
Palmas e flores receberam os principaes artis-
tas, que atite este bom acolhimento coraegam
a trabalnar com mais animago, pois vin que
a plaia do Sania Izabel saD-- fazer justiga ao
artista que 00 palco se ap'eseula apenas com
o seu. mrito.
For Jugar con Fuego e Mascolta.
Na primeira e segunda, avernos occasio de
aprec ar a voz de tenor do Sr Qonzal z, que
se adapta bem ao genero de zarzuela.
Ha, porm, 110 modo de can ar d'esse nrtisla
urna certa destgnaldade que colloca o especta-
dor em urna continua vacillag&o e que obnga o
a perder toda a boa impresso que Ihe pode
causar.
O' -igudos que o Sr. Gonzlez sac quan-
do fortes, sao bem claros e agndaveis, ao passo
que, quando einitie nolis metas, nasas Bao
sempre acompanliadas de cerlo tem jt que nao
tem i-.izo de ser.
E para exemplo, citaremos os concertantes
dos pri ueiros actos da Maiioa e principal-
mente o da Jugar con Fuego com os demais
trechos que o Sr. Gonzlez canta o solo
All, elle presenta a forg de sua voz,
que se destaca mu;o daramente entre toda a
raassa choral a instrumental, ao pnsso que aqui,
ella j j tio parece a mesma : receiosn, tiini
'a e chega as vezes a ponto de ser diflicilraente
ouvida pelo espectador arada c raais prximo
ribalia.
Anirae-sc mais o Sr. Gonzlez, que o publico
por sua vez tambera saber concorrer para que
osseus dotes artsticos sejan seroprj postos
em prova.
Ura artista, j pela segunda vez apresenialo
no Sania Isabel, e que tambem urna dus boas
liguras da companhia o baiytooo Cntelii, a
quera cabe sempre o< melhores louvores. Pos-
sue urna voz agradavel e desempenha bem os
papis que Ihe sao confiados, < p>ra prova
basla mencionar a correegao com que disse as
seguedillas da Marina.
A Sra. Conlreras uraa artista que tem dotes
apreciaveis e a quem lera-se feito justiga, toda
vez que se aprsenla.
Incnntestavelmonie nao se pode deixar de
reconhecer que o S1". Velasco o primeiro ar-
tisla da companhia.
Cada typo que aprsenla com amis inte-
ligente correcgo : basta um raovimanto para
qua elle se revele.
Na Gran Via, veio como intermezzo o
duetlo dos chapeos de sol j bastante condeci-
do e sempre applaudido era companhias de
operetas que aqui tem estado. Apresentaram-
se os Srs. Maria Alonso e Velasco.
Nao querera >s fazer comparagOes, mas fra
de duvida que d'esta vez o mimoso trecho pelo
menos foi mais cantado o tneno9 articulado.
O Mungusa fecliou o espectculo, deterga-
feira sendo acompanhado oe enlhusiasrao por
todos que o ouvirara.
E' a terceira vez que elle vem ao Santa Isa-
bel e sempre cora lodos os accepipes que Ihe
sao precisos para provocar o app.-tita de um
almogc.
Como de outra? vezes foi bisado.
ESGRIMO
C*S A grande opera
Pois nunca te ouvi caotar ? !
Que disproposi'o, flor !
Acaso pensasque derramas soraente na mi-
nh'alraa os deliciosos aecores a raneados pe-
los leus dedos s alvissiraas teclas do teu pia-
no t
Corao te engaas I Que ingennraade
la !
Ignoras, eilo, as ineffaveis melodas que,
embavecido, escuto quanlo, com as mas mos
oas ranlias presas, balbuciasme um carinbo
apa)zona lo a doce ?
Dize-me, nao s-intes aos leus proprios ou-
vidos suspirando, como um sonoro murmurio
lento de um sora de festa embriagado e vago,
aa seductoras pbrazes de amor que em segre-
do rae murmuras ?
Oh nao rae digas maia que nunca le cuvi
cantar !
^Porque eu nao preciso ouvir tea cauto, neta
mesmo ouvir a tua fala :
Basta que me olbes, que me sornas, quejes
tejas ao p de mim, para que minh'alma engol*
fe-se n'um mar de ininilaa harmonas-
..Olha,quando ougo, ao longe do corredor,
mesmo antes de me appareceres, o movimento
cadencioso de teus passos, minh'alma como
quem escuta o preludiar de urna opera estra-
nha e divinisada, prepara-ss para receber'
te...
E ao ver-te surgir Da sala, desee, primeiro,
ao mais fundo recndito do meu ser o duelo
laminoso e meigo da teu olbar serenamente
casto...
Logo apoz, enche-me o seio de urna satis-
fago intima, da uma alegra sincera, a aria
celeste do teu sorriso honesto e franco, acora-
paohada pela erebestrago agitada do teu ba-
lito momo a perfumado.
D'pois, com a beattude exttica de am
crete, escuta o adagio suavissimo e sentido
do teu suspiro profundamente terno que me
enleia, me delira, arrebata e me suffbea n'um
occeano sonoro de harmonas lmpidas e puras.
E se de en:onlro descorada curva dos
raeus labios sinto palpitar a balata inebriante,
immaculada e ardente dos teus beijos, lvame
to longe a phantasia, flor, exalta-ma si tanto os
meus sentidos, lillia, que eu cuido ouvir, e,
com certeza escoto, o borboriobo rhythmico
dos teus glbulos sanguneos, alravez dos
mais eslreitos escaniohos de tuaa delicadas
veias I
Oh 1 nao digas mais que nanea te ouvi can-
tar.
Para que minh'alma se engolfe n'um mar de
hormoniaa infinitas, basta-me o calor do tea
sculo, o coa acto de tua mo, a luz dos teus
olbares, a flor do tea sor isa, porque b rby
tbmo em todo o teu sir
Porque a a msica personificada !-a gran-
de opera do meo corago feita mulher.
Arthur Baha.
REVISTA DIARIA
Apiisentayo-Por decreto de 7 do cor-
rele mez foi aposentado o bacbarel Alvaro
Ucba Cavalcante no cargo de director da Es-
cola Normal, e Horneado para substituil o o
lente do Instituto Benjamn Coostant. hacha-
re Cicero Odn Peregrino da Silva.
Acampamento na farseaConfor-
me prometemos em oosao nome o de bonlem,
damo-, em segaida, oma circumstanclada noii-
eia sobre o acampamento feito oa Varsea por
uma bridada composta de forgas estadoaes.
No dia i do correte a tarde parti do Cam.
po da Repblica e com destino a Varsea o 2-
bnaino eslaaoal sob o commando do major
riscal Jo. Gomes Pereira da Suva e o corpo de
cavailarla commandado pelo capitao Bellarmi-
no Peroandes da Caoba Almelda ; amos os
corp ,b constlialndo uma brigada sob o com
ma ido do coronel Leoncio Laz Pinto Ribeiro.
No mesmo dia acampara 01 Vanes, a 1 ar.
gem di-ella do rio Cap Dance, local este qae
o considerado .Territorio ioimigo* e, como
tal, todos os officlaee e pragas receberam as
competentes lastracgoes.
No da S, as 3 boras da madrugada, foi a
brigada sorprebeodlda palo 1* batalbSo ean.;
doal e uma ferca de cavallaria sob o comman.
do do coronel Raimundo Magno da Silva, quet
com pericia e coadjovalo por um guia coche-
cedor da topegraphla do local, pon je, dividi,
do soa forga em doas columnas, atacar a fren,
te e a retaguarda do acampamento.
O commandaole da tropa acampadr, com-
prebeadendo a d fflcll sttoagao em qoe se acba.
a, maodoo seguir a 1* companhia do 2- cor.
po afim de proteger o acampamento peta vsn-
oarria e doas cetras companbias para que,
esundidas em liaba vodsssem a eatraaa ao
nimigo pela retaeoarda, enno o flioco dirello
lo acarjQpamrnto guaraecidu por cut'a compa.
nbia eo etquerdo pelo corpo de cava'larla.
Assim dispostas, as f -gas do c.rooel Lran.
co roosegoiram aprl-looar a colomna qae es.
t. -a vaogaarda e f.zer recaa- a da recta.
u-irja com ama forte ca-ga de Dayju>ts.
Oo que rica ex posto tonclue-s qae as forgas
acampadas saniram Victoriosas, grag s a grao.
oe ta> tic* e adoiiratel pericia do coronel Len.
ci Loiz Pioto Rraeiro.
QDiraaie a 'arde de 5 a tropa fes diversos
-xe-cio os, e na tarde de 6 leve lagar o atajt e
simaltan'o geral do corpo de c*vallarla ontra
o b ia Dio de iufaotana. no qual ambos prova-
r.ui estar bastan e aguerndez.
Ivnolendo'i.n 281, de 8 te Janeiro de
i 89. o coronel Lcon u eljgla as *eg..in'.ea
olnciaes: majar Jos Gomes Pereira da S iva,
cap to Beliarmrao Aimeida. capites Loiz Pin-
to Ribeiro, Simao Corisosiomo do ronza Fnho.
Amonio Loiz de Fr n;, 1. o Joaqaim da Sira
e Antoo'o Peregrino de Farlaa ; ieneiit-s J0S0
Loureago de Vasconcellos, tiermoMnes Cabra!,
eoasiio Lins Jos da Cota Meira, AU edo
Uoarte de Oiiveira e Elpidi Pereira Datra ; il-
feres Antonio Loiz de Carvalbo, Cosme Mauoai
le Uni, J se Nabaco de A-aujo Veas, Joo
ii-iluio oa Sil.a. Joaquim M.mede de Aimeida
e Aotun o Se.amilano ce Eemo< eMioel Fei-
tosa ie Lima. E ainda aos teen es Joo Al-
freda FigueuOs e Iferes Jj.- de L-moa Vas.
cojo. iI.h, qae servirara de ajud.ntes de or-
dena dj coroe .1.
Na mesma ordem do dia foram lo.vales ts*
os os inferioras e pragas.
ISA brigada re^resBou as quartel no da 6
noite.
Professures particulares O Sr.
Dr direcior da 3." ireclon. da Secretaria da
Justiga, Negocios Interiores e Instrucgio Pu-
blica, pede-nis para thamarmos a attengo
dos Srs. professores particulares e era aispo-
iiibiiidade pa a um edital que vai publicado
na secgo reapectiv*.
> Jo4o Ebcrard Em virtude de
ler sabido do fallecimeoto de pessoa de sua
Exraa familia, resolveu o Ezm. Sr. D. Joo
Esh-rara seguir hoje pa>a o Rio de Janeiro, a
bordo do >apor nTharaes.
Fazemos voios para que prsperos ventos
conduzara S. Exc. Revina. ao lmejado des*
tino.
Kiupreza de illaminacao agai-
Rojiriu p ocurou-oos o Sr. S cLUel Jones,
a Mirado gerente dessa emprez?, a proposito de
um dos do-sos despachoi telegrapbCJS dados
1 qu1 le dia.
Esse (.esoacbo em r(f o Sr. gerente lem puDliddj pela imjreoea
desta cidade, e acaba de tazar rerirodasir 00
Jemal do Cummerci< do \\o, frisoa qae o
protesto era coot a a ;i:r.ci-reuci ao eervtgo
da Ulumiuagao da ci lado do Recife.
E-sa asieverago. qae pode ler explieagao
rnuio natural, desvia-se com oOei'o 00 fatto
em sua renliaade *, e po- isso peJe n.s o Sr.
Samuel J raes a decla'ago de qae neahura pro'
te-lo oppoe elle a coaca-reo:ia ao aliu nao ser*
v go.
Saas publicagOes abi correm, e sSo a prova
primeira da ser o protesto da empreza sira-
plesmente restricto saa indemnisago.
A sim satlsf zemos ao honrado uavalhei'O,
e e cor-igida a-expresao do despacho do oos-
ao corresponden e, que outra cousa Dao quiz
Iize- seno n qo' ci itin 11 a nart'i-ago. 8
Dr. Herculano Bandeira bordo
do vapor Magdalena cbeg.ra da CapitM Fe-
deral o Sr. l)r.Herculano Bandeira, digoo da-
pu ado por este Estado ao Congresso Nacional.
Cordialmente d'aqui enviamos os nossos
cumpriraeritos ao illusire pernambucano.
Dr. Amobl Marques Tambera no
mesm j vapor regressoa da Baha o Sr. Or.
Araobio Marques, distincto clnico desta ci-
dade.
Igualmente enviamos-lbe os nossos mais
cordiaes curaprimeplos.
Costuras do Arsenal de (.tierra
Esiio sendo convidadas aa respectivas eos-
tureiras com matricula, afim de irem at o dia
31 do crenle reformar as suas cartas de
Ranga, nao podendo continuar como costureira
do Arsenal, no presente aano, a que deixar de
faael-o no prazo refer.do.
Innandade do Bom Parto em
Oiinda No dia 19 do correte, reuoe-se
essa irmandade, afim de proceder eleigo
da mesa que tem de regel a no prsenle anno
compromissal.
Faliecimento Victimado por soffri-
mentos cardiacos, falleceu bonlem pela manh
o Dr. Silvio Pellico Pereira Fernu, juiz de di-
reito do municipio de lpojuca.
O finado, que era natural do Piauhv, bavia
coDtrahido lerceiras nupcias, e deixa quatro
filbos.
Dotado de excellentes qualidades aue erara
o apanagio de sua individualidade, mereceu
por ste geraes svmputliias no cargo que lie
fra confiado, e onde sempre se nouve com a
mxima correegc.
Acompadhando a sua Exma. familia no gol-
pe porque acaba de paasar, d'aqui envirnos-
me 03 dosbos sentimentos.
Elpaaeamento -No dia 9 do mez lin-
do, em Petrolioa, o c dado Flavio Novaes foi
brbaramente espancado pelo individuo de no-
mo Aniceto Alves de Oliveira.
A autoridade competente prosegue as dili-
gencias legaes, afim de prender o delnqueme
que evadi se.
Ferimento No dia 4 do corrente, no
lugar Estiva, do manicip o de Caruar, o in-
dividuo Manoel de tal, coohecido por Feij
ferio com um tiro a Manoel Rodrigues da
Silva.
O criminoso evadi se, e contra elle proceda
a competente autoridade.
Tbeatro Santa IsabelA empresa I,
Cifueotes, de zarzuela8, levou ante-hontem
sce a-a opereta La Mascona, terminando o
espectculo com o ioiereasante Mungunz,
da applaudida revista Tim tun
Salientaram-ae, merecendo francos e justos
applausos da platea, a Sra. Maria Alonso, o
1.- tenor Ramio Goozulez e Gabriel Velasco.
O espectculo de hontem muito concorreu
am abono aos crditos da companhia, cujo me*
reclnenlo incontestavel.
j|Hoje haver um espectculo.
.ilustracin Espaola -Pela Agen-
cia Lilterarla do Sr. Lepoldo A da Stlvetra,
a ra 1- de Margo n. 10,1- andar, f .mos obse-
quidos com o n. 45, anno 39, da llluatracion
Espaola y Americana, llustra e impoitaote
folha que se publica em Madrid.
D'entre outraa gravuras deslacamse a se-
grales :
Ezm. Sr. D. Marcello deArcarraga y Paler-
mo, Tenente General, ministro da guerra em
Hespaoha; Noasa Senhora da Conceigo, co-
pia de um lindo quadro de Morillo existente
no mnseu do Prado emMauril ; As lavadei-
ras,quad o de 0. Toomaz Lucena, premiado
com medalha de segunda classe na exposiga
nacional de bailas artes,etc.
O texto est muito bem redigido.
Obrigades.
Le gene de la mode-0 Sr. Lepol-
do Silveira mimoseuu-nos uom o n. 72, anno
5, -este bom jornal parisiense. /
O presente numero vem ornado com as ulti-
mas novidades do genero. /
Agradecidos f
Tbeatro santa Izajb'elHoje a com*
panbia bespanhola de Zarzuelas dar um at-
trbenle a variada especfaculo.
O programma compr -se da opereta em 2
aelos Marina e da/revista bespanhola La
Gran Via, Indurado/o apreciado Duetto do
Cbapo de Sol e o Munguz
E' de esperar nmaTencheate qae correspon-
da aos grandes merjecimentos da companhia.
A orchestra, graa^s a continuos ensaios exi-
gidos pelo i-egenje, deve hoje apresentar-se
digna de elogios.
Depois do espajetaeulo haveri trens e bonds
para todas as Irafcas.
HatadeuroN rubllcoFo.aifl abatidas
no Matadouro Pjhbhco da Cabanga 81 rezei
para o consumo 05 boje.
*
f\

MUTILADO
1 -
^^^-^-^^^.^
-___a*..


{
\
Otario de Pernamlmc Qniote-feira tf de Janero de IStJO
caneioneiro Portacaea Recebe.
mot os bac-coM na. 28, 30 do L-ncio-
nwit d Mosteas Copulares lo qual agente
o 8r. Leopoldo Si veira.
Os referidos fascculos traz*m ora grande
numero de lineas cancOes popuares escripias
para canto e ptaono.
Gratos ao Sr. Silvelra-
Ke BrasilRecebe mos o n. 556, anuo lo
deste Dem redimido jornal panelese.
Eis o summano :
Nolre chirre* do Rio.
Echo* de parloot.
Plata Pacifique.
Le Contest t'rancu-Brilieo la Chambre
Irangatse.
Nouvelles des Etats.
Revue Unanriers.
Avis financiera. Tirage.
Mouvement marilime.
O O eldente-O Sr. Leopo do /. da
Silv'eira, pr. pneurio da "gencia Lilteraria,
offereceu-ooson. 6U,anno 16 desta optime
revista llustrida de Portugal e do estrangeiro,
que ee publica em Lisboa.
Trsz em sna piimeira pasma nirn phologia-
vura do celebre romancista francez Alexandre
Damas.
Agradecidos.
Falsificado do alimentos o das
bebidas-Desde que acordamos, at o ulti-
mo espreguiQamento que fecha os trab Ihos e
os aborretimentos do da, somo9 encunados,
logrados e iMbi ios com o alimento que nos
deve outiir e a bebida que no9 deve saciar e
alegrar: e ha mftlizee, que em lodo o dia po-
dem duer nao tereu levado aos labios souao
mentiras.
O chocolate que a criada nos leva ao leito,
contera pouco caca e incito amido.
Acceodemos o cnaruto pela manba, e o ta-
baco velho e avahado para passi-r como novo
mergulhado n'uma piedosa tintura, mas pou-
co sa.
Ao trabalho fazertos um modesto Imogo de
caf com leite : mas o cafe nao caf e o leite
nao leite. Em vez do pe fumado grao afri
cano nos servera com cavada torrada e o
leil baplisado com ngua. Felizes v3 se
U.nbem no assucar nao se anlnba alguma fal
slficacSo.
Depois das faaiga9 de um da inteiro de tra
balho lendes dirotto a jantaT ; mas em cada
prato o productor, o vendedor e o revendedor
vo9 prepuram i m engao.
A tapioca da vossa sopa nao amido da
mandi ca, mas fecala de batatas. Os aromas
com os quaes a vossa cozmheia preparou >
vosso estufado sam falsos ; o vinagre com que
(empernis a vo=sa salada rido su'funco ui
luido, o azeite da olivera .6 tem o nome, por-
que de gementes de lgodao; assim como a
manttiga com que foi preparado o vosso assa
de cao autra cousa que o oleo margarina.
Se si val ao salcbichoiro comprar urna lin
guiga para adubar a panella ou fazer urna fii
tada, lem se urna tripa de gordura qusi sera
carne, urna aiassa inieirajjenie indigesta-
O vinho que bebis biptisauo p'irnero
como o vosso leite, foi deps tinto com a lu-
cbota. .
Nao filiamos dos copinbos do cognac nacio-
nal com que acompanhais o cal depoi do
jaoiar, ecom O qual, 0 menos que vos pode
acont.cer irritar o estomago e pertrbalo
as suas funcces.
As camisas -Eis um proi-esso que lem
sido emprejiauo, cora o melhor xito, pelos
norte americano, afim de darem s catnissa
o mximo brilnantismo:
Toraa-se a agua a ferver; langa-selhe den
tro do spermaceti ou branco de balea, corta
dos em bocados delgado, para que a dtssulu-
gao seja mais rpida : d'piis ajunla-se ao li
quido em ebuliuo urna p.uca para evitara adherencia dos ferros na ripia
sagem.
Por oulra parte, due se o amido em auua
fria al que lique com a consistencia do ere
me, oper.gao delicada, para evitar que o ami-
do se decomponba.
Na agua queote deita-se ento o amido as-
sim diluido, lentamente, agitando 8 m cessar,
at dar ao amido a consistencia do xarope.
Deixa se eutao aquecer a mistura quinze cu
vinte m utos, mas agitase a raiu te, porq i
a misiura lem urna tendencia deploravel a col-
iarse no fundo do recipienle.
Recozdo o amido, passave atravez da um
panoo humedecido, deixa-se resfriar e e?pe
ra*se, i-ara o empregar, que a epidermadas
maos po?sa fupporlarlha o contacto Ne liquido, meit-m se entfto os puahos e o peito
da camisa sem que fique ponto algum que
nao seja p>r ella peneudo. Oaraido que es-
tiver a mais, ti a-se en'Jo com um panno.
Enrola se entao a ca i isa por um quarto de
hora e pode emlim ser passada a forro. Para
este flu, emprega-se um ferro especial, agudo
n'uma das extremidades e recurvado na outra.
E' preciso que este ferro est>j bera qu nte e
carregar bem n'elle passmdoo rpidamente.
Ha anda urna outra re eita : para um litro
de amido, 90 grammas a> silicato de soda, 30
de gomma arbica ou dextrina, e 60 de assu-
car nao granulado. E' pssar dep.is a roupa
Com o ferro especi 1 de bruir.
Casamento ciwllO osenvaod is casa-
meotos que funeciona nos districtos do fiecife
Santo Antonio, S. Jos e Afogados. affixou na
repartigo do registro dos casamentes ra
o Imperador n. 75 1.' andar, edita) de proel a
mas (de casamentosjdos seguales conlraben-
tes:
1" Fublcaco
Manoel da Silva Maga.:s, natural de Portugal,
com Anna Eugenia Pi to Osorio, .natural d
Parabyba, soltetros e .residente na freguezla
de S. .ntonio.
Praocsco Lino de Souza Couto Flho, viuvo
natural deste Estado e residente em Jab >aiao.
cora a urea Esmeraldina da Cunta Galvao, sol
teira. natural deste Estado e residente na
Torre.
Fra cisco de Paula Figuelredo Castro, resi
dente na freguezia da B. Vista, uiomar
Guiabetta Braga de Oliveira, residente na fre
guezla de S. Jos, solleiros e naturses deste
lEs^ado. ,
Alfredo de Valtos Pinto Ceelho, natural de
Poriugal, com Beairiz Augusta da Carialoo,
natural deste Estado, solleiros e rasidenUs
na freguezia de S. Antonio.
Casa de Deteneao jnovimenio dos
presos da Casa de etengao do Recite, Estad,
da Pernambuco, em 7 de Janeiro de IM86.
Existiam 406, enrraram 5, sahiram 1, exis-
tem 410. it
A saner: naclenaes 378 mnlneres 1 eslrun
eciioi- 27, mult^'es 0, toiai 410.
Arrasoado8 394.
Bous 363, uoeutes 18, loucoi 4, teucrs 3
total 394.
Movimento da enfermarlaTiveram Daixa :
Joao Cypriano Leite.
Pf-Telegrammas retidos Acbam-se re
tidos na estagao do Telegrapho Nicioual os se-
gulnte* telegrainmas:
Do Araiaty, par* Josepb Eaoa j.
De Tutrcztna para D a^los Augusto.
Linhas, funeconando regu'armente para Su
Norte e centro do Estado.
cemiterlo publicoObituario do dia
6 de Janeiro de 1896
Joao Pinto de Lemos, Pernambuco, 76 auno?,
casado; Boa-Vista.
Jos Joaquim de Carvalb?, Pernambuco, 56
aonos, solteiro; Boa-Vista.
Joao Francisco de Miranda, Pernambuco, 41
anoo?, solteiro; Grafa.
Jos Epiphanio de Souza, Pernambuco, 40
aonos, solteiro; Bja-Vista.
Jeronvmo Joaquim da Silva Braga, Portugal,
58 anuos, casado ; Boa-Vista.
Luiz Ferreira f-arbosa da Silva, Pernambu-
co, 14 dias; Boa-Vista.
Severrao Pacheco de Lyra, Pernambuco, 8
mezes; Recife.
Zuimira Pessoa de Mello, Rio Grande do
Norte, 18 aonos, solteira ; Boa-Vista.
Francisco Borges, Pernambuco, 60 aonos,
viuvo;. Boa-Vfsla.
Leopoldina Maria de Jess, Peroambuco, 50
anuos, solleira; Graga.
Alexandre, Pernaihbuco, 21 mezes-, Santo
Antonio.'
Madoel Francisco Tavare^Petnambuco, 56
annos, casado; Graga. ^V
Juvenal Nogue.ra, ParahybaJM ancoa, sol-
teiro; Boa'Vista. 7
Luiza Maria de Fraoga, Pegnamioco, 21 an*
nos,'so.' a-VUla.
Joto Ignacio Vieira da Silva, Rio-GranoV
do'Norte, 45 annos. solteiro ; Bo-t- Vista.
Bttsa Mari*de Jess, Macei, 33 annos, sol-
teiro; Boa-VMa.
Frederco Henriqoe da Silva Tavora, Per
narabuc 45'anno, solteiro ; S Jos.
Amia Francisca de Jess Pas Mendonga,
Pernambuco, 102 annos viuva ; S. Jos.
Eulalia, Pernambuco, 10 mezes ; Boa-Vista.
Uuilherme Franciacd" Oiorio, Pernambuco,
47 annos, casado\ S. Jos.
JoSo Cae-ano.Rangel, Pernambuco, 21 dias ;
Graga.
( asimiro J Dias Guimaraes, Portugal, SI
anoos, solteiro; BoaVisia
Jos Adriao Coorado, Pernambuco, 20 an-
no, solteiro; Boa Vista.
Maooel Francisco Men le?, Alagoas, 23 an-
ros, solt-iro; Recife.
Joepha, Pernambuco 3 das ; Recife.
Jo4o Francisco dos Anjos Pe/narabuco, 22
anno-, casado; Boa-Vsta.
Ji&o Gongaives Pernambuco, 26 auno, sol-
teiro; Boa-Vista-
Jos Caelano Vieira, Pernambuco, 20 anno,
solteiro; Boa-Vista.
Marta Francisca da Cinceigao, Pernambuco,
30 auno, solleira; Boa Vista.
Arlindn, Pern Companhia Lyriea-Hor carta datada
de Millo em 15 de u-zembro ultimo, o Sig.
Aituro Ferrari comraunica a inspectora dos
thealros que a companhia lynca que vem fa
ter a eslig&o de Fevereiro a Abiil no Santa
Isabel, ja se ada quasl t ida foraada, havendo
no seu eltnco artista de primeira ordem. e que
alm das operas comprebendidas no contracto
celebrado com o governo i o E'lado, ser&o
apresentadas outra das mais modernas de
granda reperlorio.
N'esles pouoos 'v> promette o Sr. Ferrari
enviar por te egramma os nomes dos novos
artistas.
PERNAMBUCO
ACTA DA SESSXO EXTRAORDINARIA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFB, SOB
A PRESIDENCIA DO CONCELHEIRO CON-
MENDADOR JOAQUIM ALVES DA FON-
SECA.
Aos 26 dias do mez de Dezembre de
1895, presentes na sU das sessOes
hora marcada, os Concelheiros Com-
mendador Alves da Fonaeca, Miguel Ma-
cedo, Costa Ramos, Alexandre Selva,
Bernardo DamiaV), San'oa Alme da e
Herminio de b'igueiredo, o Sr. Presidente
abri a sess > e lida a acta da aessao
antecedente foi apprcrada sem debate.
EXPEDIENTE
Forana lidas e mandadas ao Archivo
as Leis m. 67 e 68.
O Ooneelhe ro Costa Rasos ap esen-
sentou o seguinte
PROJECTO
Art. I.- Fica autor sado o Prefeito
ao Municipio do Recife a despender a
quantia precisa para a deaprop-iajao
d-j sitio da Est ella na e.trada do Ar-
ayal no lugar Margabeir- de Baixo,
afim de ser n'ella enificado um predio
para escola publica do Ar ayal e para
facilitar o perfilamento da Avenida qae
c n uz da Praca de Parnamei im a
mesma estrada do Arrayal.
Art. 2* Revogam-se as disp sicSas
em contra io. A' commissao de Obras
Vluaicipaes.
ORDKM DO DIA
Enlrou em 2.a distussao o projecto
creando o 1 gr de administrador dos
Jardins Pblicos do Muuisipo. Foi ap-
provado.
En roa em 2.* discu-so o projecto
creando um lugar de Amanuense na
Reprti{3o do Sarvijo Technico Munici-
pal. Foi approvado
Entrou em 2.a discusso o projecto
tornando extensiva aos estabelecimentos
coromerciaes desta cidade o que diepos a
Lei n. 52 de & de Djzembro de 1895.
Foi appiovado.
Cent nuou em 2 dheussao do Pro-
je to do Ornamento a princ piar d > 60!
at o final da Receita, exceptuando-3e a
tabella E. Foi .app ovado.
Foi levantada a sessao e marcada a
sua coutinuago para o dia eguinte.
Prea'dente,
Joaqaim Alves da Fnseca.
1. Secretario,
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
2. Secretario,
Miguel de Abren Macdo.
acta da sesslo extraordinaria do
concelho municipal do recife,
sob a presidencia do commenda-
dor Joaquim Alves da Fonseca.
Aos 27 diaa do mez de Dezembro da
1895, presentes na sala das sessoes a
hora marcada oa Concelh-iros Alves da
Fonaeca, Silva Fragoso, Miguel Macdo,
Marcos da Silva, Bernardo Damiao, Al-
fredo Almeida, Man el Tbomaz, Aie-
xa-idre Selva e Costa Ram s,oSr. Pre-
sidente declarou aberta a aessao e lida
aa"ta da ses-Soanecedente, foi appro-
vada sem debate.
EXPEDIENTE
Forana lidas, approvadas as redaeces
e mandadas ao Dr. prefeito p ra publi-
car as eguinte8 L s : tornando exten-
siva a' s estabelecimentos commerciaes
desta cidade o que dhpa a le n. 52 de
5 de Dezembro de 1895 creando um
lugar de ada inistrador dos Jardins Pu-
blio e Municipaea. -
ORDEM DO DIA
ACommiesan de Obtas Mnnicipaes deu
par-cer ^avoravel ao projecto autorisan-
di o Prefeito a aes^proprlar um sitio na
estrada do Arrayal, afim de ser n-lle
edificado urna esencia municipal.
Foi approva o.
O Cotce'heiro Marc s d Silva reque-
ren urgencia para que entrasse em pri-
meira discusso nesta sessao, o referido
projecto ; e sendo approvada a urgencia,
realiaou-e a discuesao, fallando a res-
peitooa Concelhe'iroe Costa Ramos e Silvs
Fragoso, posto em votacaoFoi appro-
vado.
Continuou a segunda discusaSo do
Projecto da Or9amento.
Foi discutida e approvada a tabella
E fnalsando assim a discussao da re-
cei'a.
Pasaou-se a disentir a despeza que foi
approvada com diversas emendas apre-
sen tadag.
Foi levantada a sessao e m rcado o
dia seguinte para sua continuacSo.
Joaquim Alvts da Fondee*
Presidente
Francisco Carlos da Silva Fragoso,
1. Secretario
Miguel do Abren Macedo.
2.* Secretario
rcta da sessxo extraordinaria do
concelho municipal do recife,
80b a presidencia do commenda-
dor Jooquim Alves da Fonseca
Aoa 28 das do mez de Dezembro de
Dezembro de 1895, psenles na sal* das
seasMes a hora marcada os Concelneirus
Alvea da Fonseca, Silva F agoao, Miguel
Mac lo, Marcos da Silva, Costa Ramos,
Alfredo Almeida, Bernardo DactiSo, Ale-
xandre Selva e Manoel Tbomaz, foi
berta a sessao e lida a >ctt da sessao
antecedente qne foi approvada sem de-
bate.
expediente
Poi ida e mandada ao archivo a lei
n. 69.
Entrn em tegunda diacass&o o pro-
jecto aut' risondo ao Prefeito do Moni
cipio a despender s quantia precisa para
desapropriacSo do s.tio da estrella na
estrada do Arrayal no logar Mangabei-
ra de Baixo, efim de ser nella edificado
um predio para eschola publica do Ar-
rayal e servir de perfilamento da Ave-
nida qoe c nduz da Praca de Parna-
meirim estrada do Arrayal.
Foi approvado.
En'rou em segunda discussao o pro-
jecto creando um Monte Pi para os
emprrgados mnnicipaes.
Foi approvado.
Foi lida i pprova 'a a redaccao re-'
mettida io Dr. Prefeito a lei
ment para o anno de 1893.
Foi levantada a e sao e marcada a
sua continnao&o para o da 30 do cor-
rente, sendo a rrdem do dia a e lei gao
para juiaes de districto.
Joaquim Uves da Fonseca
Presidente.
Francisco Carlos da Silva Fragoso
1. S cretario.
Miguel de Abreu Macelo
2 Secretario.
BraziliiDi h >
ed
UPecreto n. 5
Orcamento Municipal de S. Lou-
renfo da Matla
O CONCELHO MUNICIPAL DE S. LORENQO DA MATTA
DECRETA :
DESPEZA 2'
Art. 1. A despeza do municipio de S. Lourenfio da Malla,
para o exercicio de 1896, flxada em 18.841S630,
SECRETARIA
Ord. Qrat.
Total
S 1.* Ao secretarlo encarre-
gado do expediente das secre-
tarias do Conceibo e Prefeitura
2. Ao porleiro do (once-
Iho servindo de auxiliar do se-
cretario e do fiscal dt villa
3. Ao tnesoureiro vencen-
do 2 % obre as rendas do Con-
cedo
400000 200SOOO 600SOOO
210<000 120S0O0 3G0S000
CONTADORIA
4 Ao procurador encar-
regado do toda a collecla do
municipio, da ediflcacao e ser-
vico du afergao, 5 % sobre as
reodas do Concelno
5.* Ao fiscal da villa, ser-
vindo de aux liar do procurador
6.* Ao riscal da freguezia
da Luz, auxiliar d > procurador
S 7. Ao servente da lim-
peza da Casa do Concalbo e ras
com a diaria de 986 ris
8.* Ao servante do cern-
terio da villa, diaria de 18090
9." Ao servente do cemi-
terio da Luz, diana de 820 ris
3603000 14OSO0O
[,2108000 120S000
5008000
3608000
3608000
4000000
3008000
1NSIRUCCO PUBLICA.
g 10. Cinco professorea com
o vencirnentos de '208090 an-
r.uaes cada um
480S030 2408000 3GO80OO
JUSTigA
11. Aojuiz do 1." districto,
alm das cusas a que tiver di-
retto
S 12. Ao juiz do 2 o distiieto
13. Ao advogado do Con-
celtio
14. Ao escrivao dojulz do
1.* distncto
15. Ao escrivao do juiz do
2. aistricto
16 Ao official de justiga
l. districto
17. Ao efficial de Justina
2. districto
18. Ao escrivao do jury
8008000
4808003
400SOO0
2408000
270800O 1338000
do
do
FORCA PUBLICA
19. Ao comajandnnle
s 20. Gratiticacao do com-
bando
| 21. A 10 pragas a 18100
22. Ao carcerelro da ca-
deia
DESPEZAS DIVERSAS
g 23. luguel da Casa ,do
Concelno
S 24. Aluguel da casa que
se. ve do cadela da villa
25. Aluguel da casa que
serve de quartel da Luz
23. Agua e luz para a ca-
deia e quartel da villa
27. Assignaturas de jor-y
naes e irnpressao
28. Expediente, ju>-y e elei-
Q*
w
r,ao
% 29. Obras municipaes
| 30. Eveotuaes
31. Ao prefeito
1:2008000
7208000
4008000
1808000
1008000
1508000
120S000
1808000
500S0O0
1008000
4:3158000
12OS00O
4208000
1448000
608000
120SO00
3008000
3O0SO00
2008000
5008000
1:0008000
18:84l630
RECEITA
Art. 2. Para occorrer as despezas decretadas, o Concelno
Municipal de S Lourenjo da Malta, arrecadar :
1 Cusas e emolumentos municipaes.
g 2. Investidura oe terreno.
g 3." Div da activa.
4.* Receita eventual.
5." Multas por inracc&o de posturas, por falta de cumpri-
meoto de deveres dos empregades municipaes e as que em vir-
tude da le pertancerern ao Concelno.
6. 10 /. por indi vida relencSo das ren las municipaes.
7 10 7. por falta de cumprimecto de contractos muni-
cipaes.
g 8 10 % sobre os impostos que nao forem pagos dentro
dos exrrcif.108.
9. 10 /, de mulla eob e os vencirnentos meosaes dos em-
pregados muc cipaes que forem omissos oo cumprlmsnto de seus
deveres.
g 10. 10 / sobre o valor locativo dos estabelecimentos que
nao esiiverem compreheanidos no imposto de laxa fixa.
11. 0 imposto de dcima ser coDrado na raiao de 10 "/.
sobre o valor locativo dos predios e e de accordo com a lei esta-
doal o. 1354 e regulamento* em vigor.
12. 3 /. sobre o valor dos contractos celebrados com o
Concelno Municipal.
g 13. 2 1/2 % sobre o valor dos depsitos.
g 14. 2 7 sobre o registro d? titulo dos empregados muni-
cipaes calculado sobre os vencirnentos de um anno, pago oa
OCCis:&o do registro.
g 15.1/2 / p>l averbac&o de transferencia de bens de raz,
pago antes do registro da escriptura.
g 16. Licenca para edificar e reedificar, havendo demolicao
comii;ia, 100 ris por metro quadrarfo de rea oceupada pela
ad fleacao ou redittcasao, alm de 200 ris por metro correte
de cordeacao.
t.7. 200 res por raelro correte de muro.
g 18. 38000 para demolir predio, fazer calcad, rasgar porta
ou jauella, lazer quatquer concert no exterior da casa ou mudar
madeira da cobarta, fleando isenta destes impostos as casas edi-
licadas ou que se edificarem fra do permetro da villa e povoa-
c'io de Nos-a Seohoia da Luz.
g 19. 28000 por cada habit-ico dentro do permetro da villa
e povoato da Luz, nao comprehen li Ja no imposto do g 11.
g 20. 500 ris por meiro correle da terreno aforado, nao
edificado nem morado ou c rcado.
g 21. 1008000 para extratiir e vender pedras, qualquer qua
seja a suaquantdade e obras a que se destinarem.
g 2. 508000 pelo registro de privilegio a empreza de qual-
quer oatu'eza, concedida pelo governo federal ou estadoal, den-
tro do territorio do municipio.
23. 30S000 de licenc por casa de jogos nao prohibidos.
g 24 208000 por olaria ou fabrica em que ee venda fijlos
telbas e outras obras de barro e 2008000 sendo a vapor.
g 25. 158000 para ler acougoe ou tarima, deveado ter este
um temo de pesos afeados at 20 kilos.
g 26. 158000 para armar kioaque permanente, devendo ser
armado no lugar onde fr designado e approvada a planta.
g 27. 158000 para vender logos ou plvora em qualquer lugar
do municipio. ,
g 28. 158000 para ler padaria a reflnarta.
g 29. 108000 para veader bilbetes de loteras.
g SO. 108000 para ter rancho, estribara, coebefra oa curral
qua recebe animaes mediante paga.
S 31. 108000 para exhibir animaes ferozss conservando*os
convenientemente presos oo amordazados.
32. 108080 por escriptorio de advogado, solicitador e car'
torio de tabelliao.
ferreiro, fu*
mesma es-
g 33. 68003 por otficiBas le alfatate, sapaieiro,
nileiro, mircinero, selleiro, fogustero e oulros da
pecie.
31. 208000 para vender bebidas alcoolicas as caas de
1." ciasse, 158000 as d 2.', 108000 as de 3' e 5S000 as de 4.
classe ficau io isenU d tinadas ao fornpciraento dos traoalhadores.
g 35. 128000 para reo ler bebidas alcoolicas a'retalbo pelas
rus a entradas do municipio.
g 36 808000 para vender joias, fazenda, miudezas oo mu-
nicipio, sendo eslrangeiro e 258000 sendo nacional, nao podendo
conduzr mais de urna ciixa ou carga, pagando metade da taxa
por cada caixa ou carga que exce ler.
g 37. 88000 anouaes por barraca para expdr a venda .gene-
ros as feias, devendo estas serem collectadas e numeradas,
nao excedendi) de dous metros quadrados.
S 38. 4S0O0 para armar barraca por oceasiao de fesas ou
divcrumenii.8 pblicos em quanto estes durarem, fleando sujeito
ao imposto dn g 31, se vender bebidas.
g 33. 68000 de licenga para ter theatros, pastons, cocinra-
mos e outro diveitimenl03 e 28000 por cada repre3ent-cao.
g 40. 68300 de licenga para abtter gado Qdeniro do muoici-
p:o.
g 41. 58000 por cada rez abatida dentro do municipio para
ser exii sta a venda para o consumo publico e 68000, sendo aba-
tida em municipio extranbo para ser exposta a v.-oda nesie, ou
por qoem nSo tenlia a resp ctiva licenja.
g 42 600 res por cabeca de gado suino, 300 reis ovelhum,
cabrum abatidos para ser exposta a venda neste municipio.
g 43. 28000 por matricula de magarefe ou talh dor.
44 18000 por matricula de (reados.
g 45 18000 por matricula de animaes cavallares e muars e
500 res por ransferencia e averbacSo de matricula.
g 46 6S000 por casa de fazer farioha de mandioca.
g 47 As usina?, engenhos ceniraes ou fabricas de fax^r as*
socar, pagaruo 508000 por cada mil ionelladas de canoas, confor-
me a sua capaciUnde e 308000 se a&o tiver capacidade para mil
tonalladas.
g 1." EalSo comprehendiJos no g cima todas as fabricas
de lazer assucar ou alcool qualquer que seja a sua denominara^
e Daitanio suieitos a colleca fela pelos agentes mun cipaes.
g 48. SO res pjr tonellada de caimas foroerilas a usina ou
engenbo central.
g 49. 200 reisjpor carga de madeira larrada, caibros e Ti-
pas.
g 50. 400 res por]carga de tabsas o 603 reis por pi de
arrasto.
g 51. 200 reis por carga de carvao.
g 52 300 reis por tonellada de lenha.
g 53 100 reis por carga de lenha ou madeira rol?a.
51. 100 reis por dormentes.
g 55. Kicao isentos dos impostos dos gg 49 a 54, es proprle-
larios que tiverem madeira ou lenha para o seu uzo.
g 56 28003 por cova commum nos cemiterios pblicos do
municipio, sent gratis para os miseraveis.
_ 57. 68000 por cova raa de alvenaria.
58 158003 por catacumba falta de alvenaria, os quaes de-
ver8o permaoecer no cemiterio por cinco annos ou em quanto o
concelno pe^mtir.
59 508000 por cada terreno para mmzulo perpetuo, sen*
do desigoado toga', n8o excedendo de cous metros fobre ires,
pagai do o dobro por cada lerreuo ou fraeco de terreno que ex-
ceder.
g 60. 48303 de licenc^ pelos cadveres que forem sepulta-
dos lora da freguezia onde se der o bito e 48000 pela exhuma-
cao.
g 61. A aferic.lo ser cobrada d accordo com alio 1,412
e segundo a i-beiia seguinte :
g 62. 68000 por medida de metro.
g 6J. 28000 por fita, corda, trena de agrimensor que n8o
exceder de 5 metros a que excoder pagar mais 200 reis por
metro.
g 61. 100 reis por vaslha qua sirva para medida de seceos
oo lquidos al a capaciJaie de dous litros ou fracgSo que ex*
Caler.
g 65 200 reis no cada peso de Icilogramma, ou fracc5o que
exceder.
g 63 3S00O por balanga co.uraum qus supportar at 50 ki-
logramma8.
g 67. 48000 pela que supportar al 100 kilogrammis.
g 68. 58000 pe- que supportar at 200 kilogrammas.
O" 108000 pela que exceder.
70 108000 por balaocu decimal.
g 71. 508000 por balanga centesimal.
g 72. 18000 p.r cada ancora, 3S000 por barril e 58000
pipa de tinada a conducho de lquidos para negocio.
g 73. Estar sujeitos a reviso fetta no principio de cada
anno, tolos os pesos e medidas, ssndo nesta oceasiao cobrado
mstade das taxas flxadas nos gg anteriores, ficando livre de
revisao as pipas, barris e oncoras.
g 74. A afericao poder ser feita fra da casa para ella des*
tinada, se o coot'ibuinte assim o preferir, pagando 25 |0 sobre
os precos da tabella dos quaes 2|8 perteucerao ao procurador e
1|3 ao fiscal que o acompanhar.
g 75 Os gneros expostos as feiras oo ras do municipio
pagarae :
g 76. 100 res por carga de farioha, mil-.o, feijao, irrox,
fructas, legume'. verduras, bolos etc.
g 77. 200 reis por volume de cordas, vassonras, abanos, cha-
peos de paina, urupemas, esleirs, bengalas e semelbaotes.
g 78, 300 res por carga ou volume de pes ou bolachas e
comidas preparadas.
g 79. 300 reis por ancorare caldo de canoa e outras bebi-
das fermentadas.
g 80. 300 reis por carga de gallnha?, penis e outras aves.
g 81. 400 res pjr carga ou votume de calcados naconaes,
bacalbo, carne de xarque, peixes, rapaduras, assucar e quet-
jos.
g 82. 500 reis por carga de sumos.
8 83. 500 reis para expor a venda carne de sainos sal presa
ou secca, carne de sol e linguija.
84. 500 reis por ancora de agurdente e outras bebidas
espirituosas.
g 85. 600 reis pira vender molhados e gneros de estiva,
deveado ter pesos, bahncas e medidas ateridas, corresp jDdeite
aos gneros que vender.
g 86. 600 res para vender fazendas, roupas feitas, redes,
miudezas, chapeos, Cjlcados estrangeiros e semelbantes e 28000
pjr quem nao tenba pago o imposto do g 36.
D1SP0SICE3 GERAES
Arl. 1." Os impostos decretados deverSi ser pagos na con-
tadoria do concslho, excapto nquelies que por sua oatureza de-
verem ser cebrados em lugares determinados.
Art. 2. Os impostos que nao forem pagos a bocea do cofre
deverao ser pagos em du >s prestacoes, a 1.a de Janeiro a Margo
e a 2." de Julbo a Selembro.
Art. 3.* Os imp Btos qoe cao forem pagos nos prazos de*
terminados serao eobrados com a multa de 10 at o fim do
semestre, rindo este ser cobrado executivaojente.
Art. 4.- FicSo sujeitos ao pagamento do imposto dj 47 os
gerentes, proprlelarios ou nao, que dirigirem as fabricas, e ao
pagamnto do imposto do g 48, os fornecedores de canoas, ser-
vindo de base o contracto leito para o mesmo fornecimento._
Art. 5. O p oducto da divida activa ser applicado ao paga-
menta da divHa p-jssiva e o excedente far parte da receita do
presente orcamento.
Arl. 6." O prefeito far cobrar por meo de arrematarlo on por
agentes especiaes mediante percentagem, os impostos que julgar
conveniente.
Art. 7." O prefeito expedir os reglamenos que forem ne-
cessanos para fiel execuco da presente lei, fleando em vigor as
reeoluces do Conceltio, decretos e regulameotos existentes que
a ella n'o se oppuserem.
Art. 8. Revogamse as dispoaicBes em contrario.
Sala das se-s-is eo Concelho Mnoicipal d S. Lourengo da
Matta em 21 de Dezembro de 1895.
Francisco de Paula Correia de Araujot
' PRESIDENTE.
Temoleao Duarte de Albuqnerqut Maranh'c%
\* SECRETARIO,
Manoel Jos de Brvtto Barreiros\
2. EECRBTARIO.
por
Publique-3e.
Cspital do
c c
Fundo de reserva'
BALANCO DA CAIXA JUAL
j BOC, EM 31 DB DEE*naRo
Activo
Letras descontadas
Letras areceber
Emprestimos, contas e. matates e
Cut-H
Caixa matril e filiaes
Garantas oor contas eorreotes e
-.v eraos vnloi-es
Diversas contas
Caixa en noceda aerrent*
1.500.000
750:000
600:000
PERNAM-
1895
3^:037jj0
.oojresssso^
4 12o:716i80D
316*80*600
284012*720
2fl9O39>740
12^96:197/460
Ra.
Pauto
Depoaitoa :
Em conta corren-
te sem juros 1019:4731360
Com juros e com
prevw aviso i 111:579*870
A priio liso 1 279:778*440 3 440 831*470
'Jaraaiiaa por contas corren tes e
diversos valores
C .ixa matriz e filiaes
Diversas contas
Letras a pagar
3i6 980*000
3-575:560*809
4 723:065*190
7:770*000
Rs. 12.096:197*450
S. E. & O.
Pernambuco,
8 de Janean de i89G.
W. H BUton,
Gerente.
N.J. llariing,
CouUor.
fUBLICAIJOE 4 PEDIDO
ltetro<4pceto poltico
Vil
Com o Densameoto fim 4e alijar do Governo
) Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima, o 'idioso Con-
reafo i a Junta deixoo se arras sr pelo mala
ic.frene partidarismo.
O dec-eto de 15 d' Agosto de 9*, qae desl-
itou uia para as ele'(,6as di s Coocelbelros
Huolcipaes, Prefeilos e sor-l-Tefei.os, foi o
oreiex'o ce anj te serv am pira mover no
interior sedees a que cbamavam com .im-
part-o despiautp, a resistencia dos monte-
pos.
.a, pr cei Bando o art. i. (dispoeic5e3
traoeitora) Ca 1 i n. 5!, por elles votada,
que os uioiciin. 3 So cbamadoe a consti-
tuireor-se para o Om re elegerem os Coace>
ilios, P xitos e suD-Prefel ose nao tendo
sino nei bom municipio declarado conm ui-
ao no termos precia > rio art. 8." da mesma
I Cjmo orna neersidade inadiavel.
A'.o doa o por do te-en tido a embran-
ga ce comuiir as difpjicfies dos rtferidos
arigoi >- evitado asim a pr. videncia do de>
celo mi: clonado, stiraram-ae desvairados
uas aven oras dos mudos no intu to deplo-
ravrl de obngaj o Governador a resignar o
carco.
QirtiEaram-sb e compraran armai qua f;-
rauj eiviadas para o inerlor ooie os aguar-
davm rtous deputartis anar^bistas qae all*
iaram c-u;o- de faeinoris e lri'Oas para a
ealtsacao do tao decantado protesto dos mu-
oieipto].
No da dfsignalo rebeotou a ronspirago
em vanes locares e esta siiultnedade da
molins em puntos dver.-os prova evidencia
a exist nc a de um plano preconcebido a qne
ceosistia em in,po-aiaiii r a arcSi do Gover-
nador em rep'imir a sedijao De-se modo
o Dr. Barbosa Lima nao pudendo ao mesmo
tempo acatar a losuireico em tantos [on'os
S9 letraila do poder qoe se:.a por eiles esca-
lado.
Canbotlnbo, G.iyaona, Ine-xeira, Triom-
p-o, Salgotro, Flores e Villa-Bell?, foram
heairos de tiororosas sceoas inspiradas pelo
fu or parlidar o do Sr. Ma-lios Jonior e seas
se tirios, qoe de qaando m vez remeitnm di-
aneiro para squelles logares, atino, de alimen-
tar a infame cosplracao.
O qoe fi- aquella pocba calamitosa e que
tanto apavorou o espirito publico, todos ee lem-
bram.
Oj cimos a os rcactes estavam compri-
m dos fpelos diversos uieos de pressao com
qae aquella poliilcrgem sem eolranbas acffo-
Cava a 8ooieda"e.
Promoveram e fomentaran] aquella desgra-
sada aniti-gao eme o roubo e o a-saasiaa'.o
campeavam i Apones e telegrapbarpm cyoica-
meute pira o Rio affi-m:-n o qoe Peroambaco
se nba sublevado.
Do centro ihovlam carias p telegrammas pr-
< o ao Goverao mien-orja ptraa-popu*
lagao amoscada de saque e uocrts por aqaelli
ma ta de sica-ios asalariados.
Pelixmeote a energa do Goverco coasegoio
reslabalecer a pas.
Enlretaoto, te alguma cousa o Sr. Martina
tooior cooeegoto fot a oraidigfio da bisioria,
es-e tribunal teve-o da eorosciencis.
O que resta de s a monstruosa aventara?
O pranto da "vioves qoe na noite (eoebrosa
di exieoncta cbore a parda da felicidade qoe
nanea mais volia. a d> da opbandade qae
sepoltoo os >ras sorrisis e esperaogas oo mes-
mo tomlo qoe encerrara os restos mortaes da
seas noicos arrimos t
Mas, o remergo nao Ibes somoreoa as co
aclencias je: veril das.
('O Estado).
(A 8- iu r)
Ao publico
Jos Ignacio de Albuquerque Tria-
dade habilitado pelo Seminario de
Olinda, em latim, francez, portngoez,
geograpbia, philosophia, rhetorica e
arithraetica, hoje professor publico em
disponibilidade, faz sciente que tem
aberta urna aula particular das 9 s 2
horas da tarde, em casa de sua resi-
dencia ra do Amparo desta cidade,
onde, com sua fllha Esther Trindade
convenientemente habilitada, recebem
meninos e meninas para o ensino de
primeiras lettras, c qualquer dos pre-
paratorios cima fallados; e o mesmo
professor aceita tambem alumnos e
alumnas em casas particulares, para
leccionar latim, francez, geograpbia e
portuguez, tudo por preco commodo.
Outrosim, o mesmo professor offa-
rece-se para defender no jury, quer
em Olinda, quer no Recife e Jaboa-,
lo.
Olinda, 3 de Janeiro de 1896.
Jos Ignacio de Albuquerque
Trindade.
Ao Sr.
Antonio
Latira
Mol Mari
Francisco Gomes de Araujo Sobrinfo,
PREFEITO.
Provoco-o a ^publicar o nome do i ilustrado
medico que conforme dixem sna varnna d |4
do correte, pe lio Ibe para conservar.me na
Companbia ; se o nao fixer flear ipso-facto
tido e bavido por mentiroso a calumniador.
Recife, 8 de Janeiro de 1896.
Manoel de Sioveira Cavbanle Jnior*


JIMu
'-*-----------------------------------------------------------------------
-*


'
/



Diario de Pernmnbnco Qninta-feira O e Janeiro de 1996
As/associacoes hip-
pics desta capital Pra-
Jt Pernambucano, Der-
Club de Pernambu
e Hippodromo do
Campo Grande resol-
vem fechar os seus
estabelecimentos, e m
face dos onerosissimos
iiupostos coui que fo-
ram tributadas pelos or-
namentos estadual e
municipal, que mpos-
sibihtam-n'as de con-
tinuaren! dar corri-
das, as quaes deracc
prejuizos avultadis; a
contar de 1 de Julho de
189S.
Recife, 7 de Janeiro
de 1896.
Pelo Prado Pernam-
bucano.
Jos Gomes Ganches,
Francisco Flix Gon-
calves.
Pelo Derby Club de
Pernambuco.
Hermenegildo da Sil-
va Loyo, Guilherme A-
tunes Guimaraes, Ber-
nardino da Costa Cam-
pos.
Pelo Hippodromo do
Campo Grande.
Augusto Silva, Ma-
noei Lopes Viera.
Keciie.
Empreza de Ilumina- psito de fazer firme e va- conseqaencia da depreciado conside-
Jiosos os seus direitoe, nao,ravAel da"osla 7eda- .
... A avahafao dos matenaes sobresa-
abriadoabsclutamente mao lentes e bem assim os movis dos es-
de sua propviedad' seuao criptorios da empreza (fabrica ra do
depois de legal e justa Imperador) constar de ama relacao es-
mente ndeL^nisaua, e dCj Deve, por conseguinle, ser addiccio-
se proceder a avaliacao nada importancia total da avaliago o
fuppemeniar de que traJpreco dessesobjectos, depois de ava-
A' intereesaote e gentil Anzia de Gusmau
Carvalho Cezar. saudamos cerdialmente por
ser boje9 de Janeiroo seu anniversario na-
talicio e pelo que nos congratulamos com toda
sua Exma. fcmilia.
Recife, 9 de Jauelro de 1895.
Sus amigas
Rosioha e Carlota.
AM4LT4 ou CLV4DA
germloa-
da, id ais
pro duc-
Qtiva o a
qne tem fui
cinfca oomo
me roa de
tobrica
E' ella soperior a todas ib outras.
bteji-se tmente, dirig'nda-ae a casas
exportadoras do Hambargo.
:i
Bolea Commercial de Pernam-
buco
COTAC"5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 8 de Janeiro de i8g$
Nao Dcove cotao.
O presidente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
J.ao Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a taxa de 9 1/16 d, so-
bre Londies a 90 dia, Doremos saccadore
conssrvaram-se relrabidos esigindo 9 1/8, sem
constar negocios.
Papel parttcalar (ol pequno o negocio rea-
Usado a 9 3/16 d.
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Assncar
4 empreza de illumina^ao
gaz desta cidade ten do
apresentddo protesto por
diversas vezes quer perante
o pudor adroirjistrat ivo,qu er
perante o pod r judiciario
contra as idrcccoes de ten
cod tracto e Hisposicoes de
direitc commum que lhe sao
applicaveis,'?endo a sua ava
liacac, lo mat irial e perten
ees, feita de modo oliensivo
aos interesse? da Empieza,
achanchase osprecosrespec-
tivo8 IoDge de representa-
ren! o justo e eal valor
de sua propriedade. mes-
mo prevalecendo o paga-
mento em ouro, como de-
clara o actual edital man-
dando ob;e, vai o laudo do
Dr. Thauruaturgo, segundo
o qual a somma fot 1 da
avaliacao da Empreza deve
ter paga de conformi ade
com o cambio de 27a por
I$000 rs., em curo ou
moeda nacional ao cambio
do dia, como concia da de-
chracao ;tifra do medmo
Dr. Thaumaturg,protestos
esses que sendo renovados
e publicados nos jornaes
desta cidade, como se v
do Diario de Pernambu-
buco de 1 de Janeiro,
14 de Oatubro de 1890,
18 de Fevreiro de 1891 e
Provincia de 1. de Ou-
tubro do mesmo anno, sub-
sisten* em seu pleno vigor,
sendo admiuidos pelo po-
dei administrativo como
consta do acto de 13 de
Outubro de 1890 do In-
vernador deste Estado e
julgados por senten^a pelo
Dr. juiz dos Feitos da Fa-
zenda em data de 30 de
Abril de 1889 ; vera de-
clarar para con hecime rito
de quem interessar possa
que cantinua no firme pro-
tao art 9.3 e 4 do
actual edital tu do de con.
formidade com o contracto
eLeis vigeoies.
Para a resalva de seus
direitos por cuja integri-
dade protesta anda urna
vez e para evitar duvi las
e questaos futuras sao fei-
tas as presentes declara-
res.
RecifV, 20 de Dezembio
do 1895.
Saaauel Jones.
Gfireiite.
Capital Federal, 31 de Janeiro de
1893.
Grbgori < Thamatrgo de Azevedo.
Dsloas, por 15 kilos. .
CryValisado. dem dem
Branco, por 15 kilos .
Someno.-, por 15 k los.
Mascavado, po' 15 kilos
Brnto, por 15 kilos.
65O0 a 74500
6JU0O a 7*000
64400 a 74'!U
44200 a 4*490
3*200 a 34401.
34200 a 34500
Retames.......34600 a 24800
Aigodo
Vendeu-se o de primeira sorte a 154000, o
mediano a 144000 e o de segunda sorte a 134000
dor 15 kilos.
AiOOOl
Por pipa de 480 litros 1904 oom'.aal.
Agurdente
por pipa de 480 litros 1034 oomlmal.
Coaros
Seceos salgados na Das de 12 kilos 14000 rts
Tena o refago 666 o kilo.
Verdes 600 ris, ni limo prego.
Carnauba
Cota-se de 284 a 384000 por 15 kilos.
el
Por 100f000 nominal.
Bxpartaeia
Recife. 8 de Janeiro da 1896
Para o exterior
No vapor allemao H.uborgo, para And
tnerpia, carregaram :
Borel & C. Saccessores, 50 000 cigarro?.
Na barca ame icaoa Won C oul, para
os Estadoa-Uilos, carregaram :
B. Williams & C, 5.800 saceos com 423.0C0
kilos de assncar mascavado.
Na barca Ingleza ggeria, para Liver-
pool, carregaram :
J. Paler & C, 3.C00 saceos com 231.0C0 kilos
de assacar mascavado.
Para o interior
No vapor nacios! GomeU, pira Porto
Alegre, cirregaram:
E. Csrdcxo A C, 250 saceos com 18,720 kiUs
deassocar branco.
A. Taborda & C, 260 sacejs coro 19,500 kilos
le aseoc-r Ora neo.
P. Alves & C. 1,000 eaccos cem 75.0CO kilo
de assocar branco.
P. Ca'oeiro & C, 200 saceos com i5,009kilo
de assncar braaco.
No vapor nacional Ocano*, para Porte
Aleare, carregaram :
A. Pernanoes & C, 400 saceos com 30.000
de sssacar branco.
Miranda ima & C, 103 barricas com 21 005
kilos de assocar branco.
No vapor francei V*. de S. Nicolo, para
Santo?, carreeoa :
J. T. Carreiro, 100 barra com 8 70O 1 tros de
agaardeote.
Para Rio de Janeiro, carregon :
H. S. Mala & C, 600 saceos com 36.000 kilos
de aesnear mascavado e 300 ditos com 18,000
kilos de assocar Dranco.
Para S. Paulo carregaram :
N. Mala & C, 200 saceos com 12.000 kilos
de assncar braceo.
No vapor ingles Baan para Babia, car
rana:
J. B. dos Res, 1 c:xj com charnlos no
valor de 3604000.
No vapo- ingles Lisbonense, para o
Ceara, carregon:
M. C. B. de Mello, 30 barricas com i,50nkilo;
de assocar refinado e 40 ditas com 4,240 kilos
de assocar branco.
Amorim Silva, 10 pipas com 4,830 litros de
rgnardeote, 10 ditas com 4,800 ditos de alcool
e 100 saceos com 7,500 kilos de assu 'ar branco.
P. Alves & C, 10 barra com 4,890 litros de
agurdente e 2)0 barricas com 13.936 kilos de
asacar branco.
A. Costa & Finia, 300 barricas com 25,800
kilos de assncar branco
J. T. Carreiro, 2 pipas com 1,050 litros de
agurdente e 4 ditas com 2,165 ditos de alcool.
A. dos Res & C, 3 cauas com calcados.
No vapor nacional Jaboaiao*, para Ara-
caij, carregaram:
Borel & C. Succeaores, 7 caixas com 150
kilos de rape.
No blate Barroso, para Xosor, carro
garam :
Jos Soares Seixas, 60 caixss cm 1,380 kilos
de saoao.
Caairo Lemos G, 2 ba ricas com 130 kilos
de assocar branco e 2 ditas com 120 kilos de
assncar retinado.
Na barraga Paragnaes, para Parabvba,
carregaram :
A. Fernand.es & C. 10 c<.ixas com 90 litros
de cidra.
Foniseca Irmaos & G., 40 caixas com 290 kilos
de sab&o.
Na barsaca Tbenei, para 3. Luis, carre-
garam:
G. Pinto & C, 8 barris com 450 litros de vi-
nagre, 24 caixas com 160 ditos de geuebra, 4
ditas com 21 ditos de cidra e 2 ditas com 16
ditos de licorer.
Na lancha Vencolo, para S. Loiz, c.rre*
garam:
P. Carvalho & C., 20 eaixas com 440 kilos de
abio.
Rendlmentos pblicos
ex e Janeiro de 18S6
Alfandega
Renda geral :
Do dia 2a 7 348:0714446
dem de 8 102:1334253
------------------WQ;20W699
Jos Gonralves de Azevedo
Communica que deixa de realisar o
casamento que estava marcado para a
dia II do corrente.
Recife, 8 de Janeiro de 1896.
ExUrnato 29 de Sombro
Curso primario e preparatorio sob
a direceo do Professor Joaquim Pom-
peu Monteiro Pessoa.
As aulas comear3o a funecionar a
7 de Janeiro do corrente anno.
Ra Dias Cardoso (antiga do Cal-
dereiro) n. 2, 2 andar.
FABBIul CAII&S
Oa abaixo assigaado |
previnem a quem convier
que estao muoidos de man
dado do Excm. Sr. Dr. jniz
lo coromercio p^ra f^zerem
Hpprehender onde fjrenj
achados cigarros de outra
fabrica com a maicacontra-
garros,
tan 10 na moitalha
no rotulo; e que
Resolvido o 1. quesitoe conside-
rando que o capital da empieza foi
levantado em ouro, em paiz eslrangeiro,
a indemnisaco deve ser feita na mes-
ma especie, urna vez que o contracto
nao determinou outra moeda.
Feita, pois, a avaliacao em moeda
brazileira, esta ser transformada em
ouro, tomando-se por base o cambiofeita OU imitada dos seuB ci-
legal, e, urna vez determinado o nume-
ro de libras esterlinas correspondente
importancia da aviliagao, o resgate
ser feito em ouro ou moeda nacional
corrente, ao cambio do dia em que se
effectuar o pagamento.
Esta deciso conforme ao direilo e
ao beneficio da importaco de capilaes
estrangeiros; sendo ltimamente con-
firmada pelo ministro da Industria,
Viacao e Obras Publicas do Bra/.il na
interpretacao dada clausula 2.a do
Decreto n. 1029 de 30 de Agosto do
anno findo.
A empreza tem, pois, o dircito de j
exigir a importancia da avaliacao ao'
cambio de 27, e, tanto importa queoj
governo do Estado compre libras para:
pagar-lhe em ouro como 11 ae d em |
moeda nacional a importancia relativa i K
ao valor das libras, ao cambio do dia.
E urna vez que nao loi feito o resgate
QUm i migo siocero do Cooselhelro D'. M-
00 I do Nascimeoio Machado Por ella, grato a
tnemoia deese illott e cidadao. n a da cele-
brar orna mise de Reqoem 30* da de seo
otoslo passameDto 9 de Jaufiro, rean 8 he-
as iia manbS na tgreja matn de Santo oto*
olo ; e para este acto de reitptao e carduce,
convida a familia, p r Dtes e m gis do floao,
ctnfesiadj-se sommame N g cedereoD ao meen e conwi e.
NSo h? convites pepeci s.
como
estao dispesos a proceder
contra quem expozer dito
venda, com todo
ae coi i formidade
penas decretadas
poi
Re efe, 31 dt Ag03to de
1895.
Azevedo C.
2& S*-S2S352 533 353 SSS3 S3 -^
i
cigarios
o rigor,
c m as
r le.
Dr. Joo S'aiilo
!)
Especialistaiem partos, moles- a
tias de senboras e de cranlas 'jj
!^i com longa i ratica nos h spitaes (l
" daPariz e de Vienna d'Austria, f
(J
quando o cambio se acliava ao par, K d consultas das 2 as 4 horas no ?
no jnsto boj, que a empreza soff,a }? ^Zl'l? 1 ^ I
o prejuizo resultante da demora do pa- g Heorique Dias n. 2.
gamentO. K Teleph nesns. 190 no eonsul- g
Ao governo do Estado cumpria na- S torio e47 na residencia. ^
quella epocha ler depositado em um ^^^^^^^^.^^^^f^
banco a importancia da avaliacao, e, ur. Airretio ua^parMeatcu Can-
se 0 tivesse feito sua responsabilidade sultorio e residencia ra da Imperatm
teria cessado, poupando hoie ao mes- n- 7l 1# andar; Operador parteiro tra-
mo Estado, ou a Companhia que tiver! ta>,com especialidades de molestas de se-
, c ^ 1 nnoras e creancas. Consultas de 8 s 10
de ficar com a empreza, urna indemni- da maQh. Chamados (por escripto) a
saco maior do que a avaliada ,em|qnalquer bora.
Reods ao Estado :
Do da 2 a 7 93.425*380
dem de 8 20.451*687
115:877* 67
Total 5t>6:U81J/'6fi
5.* anecio da Altandega de Peraamoucr, 8
do Janeiro de 18CG.
O chefe da seccao
L. P. Golecei.-a.
O mesoureiro
i.ut Manoel R. Valeo^a
RSCEBEDOH1A DO ESTADO
Renda de 1
dem de 8
Rea de I
dem de 8
REolFE DRA1NAGS
30:957*8^3
7:116*690
38.076*513
579*777
*
279*777
Horcado Manlelpsl de H. JosO
O moTmeato desta marcado ao dia 7 da Ja.
neiro tol o aegointa
Entr*ram :
36 boia pesando 6.876 kilos
2&0 kilos do peixe a 30 rs. 7*200
3 compart. com mariscos a 150 ~e. *&50
2 ditos com caraarOes t 150 rs. *"J00
37 columnas a 900 rs. 3)*3O0
2 cargas com gallinbas a 70 ra. 1*500
9 cassaaes com gallinas a 450 rs. 4*050
2 cargas com milbo verde a 450 rs. *9io
0 carga com acnendoim a 450 *
2 cargas com batatas a 450 rs. *9( 0
i carga cooa macacbeiras a 450 rs. *45j
1 cargas com cebollnbo a 450 rs. 450
2 cargas com gerimuas a 450 rs. *9 0
12 cargas com verduras a 430 rs. 5*40)
O carga com canoa a 450 rs. *
2 cargas com laraojas a 450 rs. *900
0 cargas com iobame a 450 *
1 cargas com loncas a 45o rs. *450
2 cargas com melancia a 450 rs. *90O
1 cargas com melao a 450 rs. *450
3 cargas com diversas a 300 rs,
28 cargas com farinba a 3 10 rs.
10 cargas com milho aecco a 300 re,
2 cargas cem eiiao a 3 ;0 rs.
8 Sainos al* rs.
66 lagares a 300 re.
12 comp. com soineiros a 1*5)0
9 comp. com acin iros a 1#U50 rs. 9*450
8 comp. com fressnraa a 9 JO -s. 7*200
i 8 comp. com faxendas a 2* ra. 136*000
21 comp. com comidas a 1*050 ra. 22*050
49 comn. com verduras a 450 rs 22*050
97 comp. com arioba a 600 re. 58*100
46 comp. com talbos a 3*000 1381000
\avios esperados
De tlamougo
Logar allemSo Axel.
Bngue ullemao Oi De Nrw Port
Barca norafgeunse Rangsbyd.
D- UrailT
Birca DoraPfcU-iise Wmooa.
Barca ooraeeoense Sais,
B Barca noruegoense Auriga.
Dj Rip ** Janeiro
Patacbo Doruegum-t Ziritia
De Terra Nova
Ligar iQlea Helora.
Lu^ar logias Emulalor.
Do Pelotas
L'Jgar ro>tugue Teniorario.
Kscuua aiucna Elma.
Logar dioamarqaez L"'owi?.
Haticiio ooraeguense Eioar.
Haiacuo noruega Rjtioipbo.
Vapures a entrar
MEZ DE JANEIRO
Brai* do sol, a 9.
Taames da Europa, a 9.
Hibeburg do aul, a 9
Tagas* Oa Europa, a 9.
Olio.'a do rjort-', a lt.
Rjsano do rul, a II.
Ioena do sal, a 13.
Pctofl. de Trieste, a 16.
S. Salvador* do :ol, a 16.
Paraoagn3* da Europa, a 17.
Porto Alegre do sol, a 17.
Daeube* CQareote da Ea'opa, a 19.
Nik da Eoropa, a 20.
Miranhao o anl, a 20.
Aiatic Prloce de N-w-Yjrfr, a 23.
Lai Palmas* da G-nova, a 27.
Vapores a aahlr
MtZ DE JANEIRO
Ur. Amaro U'aiierli-j
MEDICO
Consultorio Ra do Bom Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manb.
Recebe chamados por escripto.
NTOEZ4
A bronchite que sobrevem a influ-
tnza, as Corysas (difluxos) acompanba-
das de reaeco febril, broiu/w-pneumo-
nia, catluirro pulmonar com febra agr<-
vada, tttberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias dr -^ganta, insom-
nies e tesses suffocames ce lem immedia-
ament ao uso do
Xarope de Lobelia n-
flala
Eilner hroniado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer do
insigne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo
Xarope do Lobelia nflala, no trata-
ment da Influenza podem ser attes-
tados por centenas de pessoasda maor
excepeo, residentes n'esta cidade.
Depsitos '
Ra do Baro da Victoria n. $7, i# an-
dar, sala posterior.
Pcrnaiubeo
Elixir II. llralo
A fenda da periin que por um anno
de tempo me prohibi de trabalha-, fe me
ez viajar tanto tempo atraz de mdicos
especialistas, e pode fechar tomando o
o rande remedioElixir M. Clorato
lato que verdade.
Cidade do Rio Ciato.
Silvestre M. Sabulosa.
Deposito em Peruambui-.>Companhia
dejDrogas rua Mrquez da Olinda n. 24.
it, H >-.
jjj Dr. Artliur Caval- a
canti 'ii
f
!3
Participa seus clionles e
arcigoa qu- mudou seu conul-
iin i e reMdenciu para a ru.tdo
Barao da Victoria 0. 4(J l.# an-
dar omle conliUii a oxercer OS
mv lert-3 da sua prolissao.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEHHNE N. 430
tSiS-=??3!aS2 ifi^^3353S3SSa sJ3 S
Collegio
Santa i. ruz
P.andlmontoB dos dias 1 o 6
Santc s e e?c. Silier* a 9, as 3 horss
Santos e esc. Turk'tk Prioct* a 9, as 3 bo'ao.
Bueuos-Ayts e esc tTagus* a 9, as 11 6m,
Mjnos e esc. Brasil* a 9, as 5 horas.
1350 Bueoos-Aj-eB e esc. Tbames a 9, a 1 hora.
8AH)J! Parabyba ap:ba-ibe a 9, as 4 horas.
3^(HI0 Ra on Janeiro Troja* a 9, as 11 horas.
600 N-w-Y.rk e esc Lisooneni'e* a 9, as 12 ti.
8*000 C^ar e esc. Jaboato a II, as 4 horas.
19*800: Rio e esc 18*000 Plymoatb e esc. loeria* a 13, as 12 horas.
Genova e ec. RosaMo a 16, as 3 bora?.
Minaos e esc. *S. Salvador* a 17, as S horas.
Sootbzmpion e eec. Danube* a 19, as 12 b.
Santos eec. P*raoa?na* a 19, as 4 horas
L'f baa e H'mborgo "orto Alegre a 19 as 12 b.
Sactos e e-c. Uha'entp a 21. as 4 horas.
Bopno3-Ayres e fs '. Nile* a 21, a 1 bora.
Siotos e esc. Petofi* a 22, a* 3 boras.
Santos e es.', Aslallc Priacf* a 26, as 2 b.
Santos e esc. Las Palmas* a 27, as 3 boras.
Macaos e eac. Maraobac* a II, as 5 bo-as.
803*950
3.126*490
3.632*340
.-recos do da:
Carne verde de '200 a 1*000 rs. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 dem.
Ca-ueiro de 1*2)0 a 1*500 ideo.
Farioba de 600 a 1*000 ra. s cnia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a caia,
Fem na 1*200 24000 a COM.
SEGUROS MARTIMOS CONT RA
FOGO
Companhia Plaeniat l'eruauabu-
cana
RA O COMERCIO
SEGROCONTRA FOGO
N. 75-RUA DOJIOSHCIO-N. 75
E8lai5o aberlas do da 7 de Janeiro em dian-
te as aulas d'este eitab'ltcimcnto de i truc
Cao primada e secoodana.
A.dmiite alumnos iniernos, semi-iolernos e
externos.
Prospectos sero fornecidos no colL-gio.
Os dir>,cior<'8.
Joiquim A. de Mmionca Simts.
Anionii da Sloi Uuimares
Collcgio Oaze de Agosto
As aulas desse instituti reab/ir-se-
hao no dia l do corrente.
Sendo limitado o numero de alumnos,
as vatjas sero pre-nchidts pilos que
primeiro as s lictarem.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todos os das u'el,
de 1 as 3 ho as da tarde, ra 15 de No-
venar i (aniiga do Imperador) n. 79,1." andar,
Chamados por escripio.
Telepbone n. 27.
CONSTIPACSES ^" Peitoral Catharinense
DE RAULIVEIRA
DROUVRI V BRAG
Collegio de Nossa Senhora
das Merces
(SEXO FEMININO)
20 Ra do Hospicio 20
As aulas d'esta aetabalecimento da instruc
cao primaria e secundaria abrir-se-ho no dia
7 de Janeiro.
Receba alumnas inlernas semi-ioternas e ex-
ternas.
A directora.
Maria do Carmo Azevedo.
I nsttuto Pkilomatieo
Ra Visconde d'Albuquerque n. 33
Director Bacharel Olmto Vctor.
As aulas deste collegio estarSo aber
tas do dia 7 do corrente em diante.
-----------------------*---------------
Dr. A Hygino de Miranda
Medico (pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaes, laureado cem
orna medalha de bronze da Assistencia
Publica.
Consultorio i ra 15 de Novembro
n. 32 1/ andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
I Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgos genitourinarios,
Chamados por escripto.
Iastitute S. I,nz de Frasea
Regido por D. Lunilla Mouteiro,
abre Suas aulas no dia 1$ do corren-
te, ra de Mathias Ferreira n. 40,
Olinda.
COLLEGO PaRTHKN0\
3- Ba do Hospicio3
As aulas d'este estabeleeimento de in-
8'ruc5ao primaria e secundaria, re-brir-
se-hSo a 7 de Janeiro.
Admitte alumnoi internos, semi-i.-ter-
nos e externos.
Recife, 2712-95.
') director.
Bacharel Ovidio Alves Man'aya.
Jornal doCofiimerc o
rio de Janeiro
Recebe-se assignaturas e annuncioa, &
rtta do Commercjo n. (J
FLIX BA NDEIRA
Agente nesteestado
k ul t patticular
Pateo do Carmo n. 26, 1. andar
Anna Theodo a SiniSes commu ica ao
publico em gorA e aos'pae de suas
alumnas em pa ticu'ar, que sua aula
rdb-ir-8e-ha uo dia 9 rio corrente.
Re-ife, 3 de Janeiro de 1896.
o
Curso Primario e Seciiudario
Pateo do ('armo u. 3i
As aiilaartest^estabeleciinentj reabrir-
se-tfto no dia 9 do corre te.
jjecfv, 3 de Janeir. de 1896.
jgs de Souza Cordeiro Sitndes.
----------------?-----------_
Dr. Carneiro Leao
medico papiro e operau.r. Uesidencia
e ooDultori0 ra do Livramento n.
31, 1. aadar- Consultas de 12 s 2
horas da tartld- Especie iidade: F. bres,
paros e m istias de cianeas Cha-
mados i qua'4"er hora. Teiephone n.
325
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Consultorio : Ra da Imperatrjz o 8,
, andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
Francisco Pedro da Cuuka
Presbytero Secular, Caval/ieiro da Ordem
de Ckrista e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro
vincia de Santa Cat/iarina, etc.
Altes o que i'U'lo usa'lo por vezes o ?eiioral
Clharinense (! Ra. liveira XARO'E DE AN-
U O COVU'i STO OM TOLU 'E GUACO, pre-
piracto 'tn llirn* Sis phirn'iceuticcs Rauli-
?0 Horn & Oliveira, achei que esse x-.rope de
bi'iit-licoe pr iiupto rr'e.ilo lias alfccges dos or-
gos respiratorios o que atfiruio iu verbo sa-
cerdotw.
Lldad* de S. Jos. 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Fraucisco Pedro da Cunha.
Mais de 50 irnl pessoas residentes em dive
so? Estados do lirazil atlesiam a efflcacia des e
grande me.licamento.
Deposito
NA
Dr-'gtna Braga
RALLIVEIKA
Tolos os mdicos receitao o Peiloral
Catliarinense como o nico medicamento
contra Tos sus e Broncbites
DROCiAUIA BRAGA
7ABTIC!PAC0
Dr. Freitas Guinarles
Participa a"8 seus amigos e cliente?,
ter mudado sua residenci para o Ei.j
troncamento n 1, defronte da estacan,
aonde pode ser procur-do e contina a
dar consultas das 11 1 hora da tarde
ruaLarga do Rosario n. ^0, antigo
consultorio do Dr Ferr ra.
Tdlepho-e n. 292.
Bronchite / sthmalica
DR. COELHO LE1TE, Cnico da
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta le o
Xaropa&Lobs h nflala
DO
PHARMACTICO
ILDBF0N8 DI AZKYKD0
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra BarSo da Victoria 37, 1. ndar.
Pharmacia Conceic&o
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
as boas pharmacias.
Pernambuco
Dr. Barreto Sampalo Ocultsta
Consultorio ra Bario da Victoria n.
51, 1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem 4
Europa, d consultas de 1 a 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
ctificados. Teiephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Teiephone
n.287.
I Dr. Mello Gomes
' Medien rarlciro=llperador
Sj-Rua Bardo da Victoria-57
(CONFRONTE ROA UE SANTO AMARO)
SOnde d conaullas e recebe chamados
qualquer bora do dia e da noite.
Especialidades : partos, febre*. mo-
lestias pulmooares.de sen'orase crian
tas, sypnilis em geral; cora radical e
operaces (com insensibilidade lo>al)
d'estreitameotos da nretbra.
Tem, em sna casa, accommodacOes
para partejameoto, qualquer operago
iiMiameoto, s recebendo para este lim
pessoas de (anilla.
Acode chamados para fra da ci
dade.
TELEPHONE 193
Jas Ilygiao
^C^RURGlAO DENTISTA)
De volts' da eua vagem ao Sal
Repblica, reabri seu ^o -Buhorio a
do Barie Ja Victoria n. 19, 1.' andar,
onde pdc ier procurado da 10 hora ae
4 da terdf
!
-
.
I
5

'



\
1
K
Diario de Peruambaco Quiita-feira 9 de Janeiro de 1S9G
\o con na rolo
Declaramos1 par* os devid s efftitos
que nesta de?ta dtixaram de ser noss-s
empregados os Sra. Napcloao Regad e,
Carlos A. Mach do, Jos Antonio de
S Leii&o, Antaaio Alves da Costa e
Silva, Manoel E. Rodrigues Vianna,
Joo Goncelvea de Oliveirj, Luiz de
Souza e S e Manoel Gentil da Costa
Alvea.
Recite, 4 de Janeiro de 1896.
Gomes de Matlos Irmaos.
Peitoral *e Canillar
Cura de affececao pulmonar
Em casa do Sr. Fileno GonQalves de
Medeiros foi accommettda de urna af-
ielo pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vallas, cunhada daquelle cava-
Iheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
O Rauliveira
E' o poiloral mais efficaz, ma9 barato e de
gosto mais agr labilsimo ; ca Dr garia Bra-
ga e em todas as pharoiaclr.8
Advogado
O baca re Espendio Fe-reir Mou-
teiro tem escriptorio praa 17, antigo
Pateo do Collegio, n. 77, l.' andar.
COLLEGIO Mi JANEIRO
13Ba 9 do Setembro13
As aulas deste estabelecim oto do m-
strucciio prjmaiia e socunda ia estarBo
abertas no d a 9 da Janeiro prximo
viudouro em diante.
Recife, 26 -1293.
O director.
3icharel Francisco Li'iien'uLins.
Elixir Anti-Febril Cardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Manoel Cardoso Jaaior
Approvado em 21 de Margo de (899 rea Iarpe-
cofia G-ral da digna Jaula de HjKieae do
Rioae Janeiro.
E*ie Eluir de c< mposigao toda vegetal pre-
parado tegodo aa rearas pbarmacealieaa,
acoo-elbadas ueloJ autores mode-noa e de re
conbecwia co-cid.-de scienlica Unto do paiz
cerno o" extraogelro.
te Elmr o prometo nao s do grande
estuso das acc6 a pnysiologicaa das suhsla'j-
cte8 como tambem patolgicas, como tambem
o rejoltalo da immcoGas apphcacoes nos
diversos casos oe frrea de fundo palualre,
A aoplicscaj d!* Bal* EliJ.'' na grande epide-
mia de bexigas de 890 a 1891 mala orna ves
aemoostroa a ac eflkacla; po'a no principio
dos pntneiros sympiomas a bexiga aborta, e
em ca 3 mais acamado a bexiga pa-sa a
aer nma loenca febril vulgar apreaeotaodo pe
quenas tui}ef*co>3 qoe cem a contin-'acao do
elixir desaparecen aetn todava aprtseota'
recelos e perigo
Oo aunes atiedtddos publicados no D arlo
de PernamOOOO e Caseta da Tarde provata
oace dizemos.
Nos'aaori de tebrearaarelia o effelo e admi-
ra vei.apresentando obelrmenos to maravilbo-
eoe qoe nesta cidade ito Recie e no do Rio de
Janeiro pouco recalo cao** a febre amareli
mesmo estando o doente com vomito pretos.
sanguneonestes afume* periodos edao ne-
cesario a applicaco em alta dose, desprezan-
do tioella aonexu.
Este Elixir j con'iecido do poblico de orn
grande nomero de dignos medicas aprsenla
do para combater" oa differen'.es acommodos
todos -llas de carar,t-r febril.
Por muito tempo tivemos occasiao de *aer >
Bplicacda as feStis erysipellcs33 6 cum tac
oon; ivsaltado que fichaos admirados de tao ai -
tos efaiio*. JL
Pela pratica cbegafbos coobecer que os
ataques d febre rysipeiiosa ou erysipeiia
como valgamente se diz necesaario o uso de
10 das do Elixir.
NosKraudes mcommodosdasseahoraB mens-
raacSj, gravidez e nos casos de parto emo f. -
bre de uoi resnltaaj miiii^ceito e seguroem-
a sua counosigo Efco ai -jples qne nao oQ'en*
ce recro de applicar o filtiir nemnieamoem
doaes superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignisaimos mdicos auo desej
rem fazer uso deste Elixir cm sua cimica q-u-
se sajcUarem nossa pr^scriu^o, mas cim fa
xer a a pcago em barmoma com os casos
que d.;=eja*em combater, conos de que o me
dlcameoto :a composteto innocente yars o or-
ganifiLao m.jn frgil oue eeja.
Modo de usar
A's enanca* at um anoo 10 gotas de 2 em 2
boraa em urna colber das de opa cbea d'agOo
fra.
De ura a tres annos 15 gofas.
De 3 a 1G ancos em iaote i gotlas etc.
fistas dosesdevam aen.-re aerapplicadas em
gu
BepoMito
ionia de Drog-^a e Producios Gbimicos
Racife, roa do Marqoei de Ulinaan. 23.
Nacional Pbarmacia, ra Larga do Rosarle o
.
Pharmacia Oriental, ra Esireila do Roeaorlo
n.3
Psrmacia Alfredo Frreira. ra do Bario ds
Victoria n. 14.
Pharmacia Martins, ra Duque de Caxias o.
fiD.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciel Pinheiro
Pharmacia Yictoriense de Lea Ignacio de
AnJrade Lima, cidade da Victoria.
Para qualquer informacSo sera encontrado o
auto* na ra Estrena do Rosario d. 17.
Os nosfcos frascos sao quadradoa e coala g(-
tas. N'um lado teem gravado Elixir ante fe-
Dril e no outroManoel CardosoPertaabuco
e to ti o oz prospestos sao assi nados por Ma-
noel Cirdoso Juuior, aendo flsos os que nao
forera seigoadce.
\o nultlco e ao commercio
especialmente
En abaixo aseignado, com gerencia
na fabrica de ca^adoa sita ra de
Marcilio Dias n, 38, da firma Ayres
dos Reis & C.a, lendo no Diario des es
ltimos dias, urna declaraco com a epi
grap'^e cima, ass g ada por D: Joanna
Fer? eir Motta e ref-rente a pe3soa de
nome igual ao meu, apress -me em
fazer publico, que e.u nada me dia res-
paito o assumpto de que trata a mesma
'eclarajo.
Recife, 4 Janeiio 1896.
Joaguim Jos Gomes.
A. Moliaari Laurlo
Em tempo oppcnuoo o pubhoo d
Pernambuio, viata das provea qns
serSo exbibidas do pr-oeaao orimioa,
que a compauhia New York Lile lata
raroe, intentar conra o 8r. Mdioari,
ter oooaaiSo de venfiur o quaoto afto
Vetidioos oa elogio, que a Cidade* taa
a squelle senher.
N5o pono nem devo aceitar diaooasS
publica aobre qu<3tlao que de ve aar jul
gnda palos Tiibuoaja do Paia.
Rio de Janeiro, 33 de Daiembro d-
895.
J. S.ucher.
Direclor Gertl do Dapartarneuto
Hispano Americano de New-Ycrk Life
lnsurac.ee & O".
Minha esperanza
R. NicolleTU9 ae Crafsol. 14 aisoo Ijnd^-
da em 1864
Pa-is, 4 de Nj'emb'o de 18?5 -He Sr-
Amen o Fraacis o la C'ui.Peroambuco
Amigo c Sr.Teobi prseme o seo e-tima-
do f*vur de 7 Je Oalubo p o nmo parsado
juq'o ao qul Uve o prazer e encontrar um
pedido de papel para cgarios, qoe auito es-
mei 'eceber e agrad L)vO t-atei de eiifegal o ao f)b irante (
ia-tei para que sr-jn enviado com esmero e ma-
zima prp:t-za, t a ir.se comp-omeitida o la-
oricaote a aorouipUr oso papel cara os tin>
d ale xd. Espero que pi:sa fazer Ibe a re*
mesaa ve'o vapor do Havre a s. ti i r em 14 ce
er-mbro prximo lu''C.
Si bem desej'.sse tervu o o mais cedo ain-
a, oaj serla pjs-wel. po que o sea papfl
iifto te faz com ai'ecedencia. e slm de p aao
si o, necessitaaJo o seo fabrico de maito cul
dad
Sm uutro moiivo, sai-crevo me coa eince
r? tsumi-l Vhc, emlgo moilo i-Unto ve-
oeraderPelo S-e H. Nk-oI eUb. ImiI.
FALLAM
Jornal do Comnaerelo-
Do Rio, de 26 de Novembro de dei89 '.
Recebemos dos Srs. Goncalves & C ,
urna garrafa de C g ao Braiileiro, fa-
bricado em Pernambaco pelos Srs. M,
Veras &c C Este cognac, cuja materia
(.rima segundo nos dizem,toda natural.
est mutto bem fabricado e toi premia-
do na exposio Universal di 889.
tDITAES
Feitordl de Cambar
Cura de una tosse rebelde
Cheio da mais viva alegra e grati
dito venho declarar que em menos de
dous mezes minha esposa restabele
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam-
bar, g Souza Soares, de urna hor-
rivel tosse sec a acompanhada de
dores no peito, t< ndo antes, durante
o espafo de dous annos, empregado
sem o menor proveito, um grande nu-
mero de outros remedios Joaquim
Aives Cavalcani (Firma reconhecida).
O agente Cotupanhia de Drogas.
Institu Dezenoze de
Abril
Sob o direc^o
J.
DE
O Paiz
Da mama data
Os Srs. Goncalves &; C, enviaram-
nos um* amo na do cognac Brazileiro,
fabricado'no Estado de Peroambuco pelos
Srs. A. M. Veras & C.
Provamos easa babidn preparad por
induitriaea brazileiroa e podemos garan-
tir a pureza do pnduc o nacional, que
deixa, cativismo p-rte, a perder de
vista os cognacs estrangeiros.
Recommendamos aos apreciadores de
cognacs easa nova mar a, que pia aer
encontrada na ra do Rosario n. 82, em
casa doa remettntts, a q iem agradece-
mos a lemessa.
; Para que os I-itores avaliem do m-
rito oesse producto nacional, diremo-
que ella foi premiad > na exposigao uns
versal de i889, em Pariz,
CJornal da Kra/ilj)
Da 23 de Novembro.
Oa Sr. Gonjalves & C, mimosear ni-
os com urna garrafa do Cognao Brazi-
leiro producto nacional, obtido da materia
prima do paiz, fabriesdo pelos Srs, A.
M. Veras & C, de Pernambuco.
O Cogo.80 Biazile > nem em aire-
sentaySo, nem em aspecto, nem em gosto
inferior ao estrangeiro.
Assim o julgaraui tambem entendidos
na Exposic&o de Pariz, em I8s9, pois
premia am-u'o oom mencao honrosa.
Secretaria de Estado dos
Negocies d Industria
3^a directora
ED1TAL
Para oonheoimaoto doa iotaresaadof.
fago publico qoe oo dia 15 do correle
mez, a 1 hora da tarde, recebem-'e pro
poataa devidamente Bailadas, para o fu.
nteimate de materia'.a de construecUo e
objeetoa de anipterio, no aemestre vi
genti.
Para ser admittida a concurrencia, de-
positar cada proponente na Theaooraria
deata Repartilo a quantia de 1C0C00,
que perder si, convidado para assign-r
o contracto, nBo o fiaer dentro do prez)
de 4 dias, contadoa da data do aviso que
para t*l fim lbe ior expedido.
Os materiaea e artigos .de escriptorio
aerSo todoa de rrimeira qaalidade de-
vendo oo acto da conanrreocia ser apre-
sen tada amofctraa daqnellaa qus diaao
forem auaceptiveia
Os pregoa daa propoatas aerSo eseriptoa
por exeuao, sem rasura, emenda, oa
vicio ce qualquer especie.
Para garanta da boa ezecuoSo do
contracto, o contractante depositar na
Thetouraria deata ReparticSo urna qaao
tia que lbe aera previamente arbitrada
por esta directora, em viata do vt.br
pro va val do contracto.
Todaa a informa^SeB precisas aerBo
prestadas nesta Directora onde se en-
contrtri tambem a relajo de todos os
artigos a fornecer.
Ksoile, 4 de Janeiro da 1896.
A. Urb no P. Montenegro,
Dire'tor-gerf.I.
A. Porto Carreiro
Ra do Hospicio n 53
A matricula de
deste callego est
7 do corrate.
Admitteii si alumnos
internos e externos
dmia-o s
abarta desde
Gazeta de iliotieias da Babia
De 23 de Marco de 1895.
Da acreditada fabrica d >s Srs. A. M.
Veras & C ', de Pernambuco, recebemos
urna garrafa de Cognac B az leiro que
achanto* excellente, juigando-o superior
a muitas marcas que uoa vem do estran-
geiro.
Foi portador o amavel actor Pereira de
Lyra, agente d a meamos fabricantes.
graaecemos.
Correiode Moticias da B. liiu
O mesma data.
D'est. conceituada casa commerc;al,
es'abeie i-la ra Duque de Caxias, em
Pernambuco, receben^ a amo8tras de nm
aulas t.ognac Brazile ro, qu-i o Sr. phrma-
o dia
interoos, sem
Peitoral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamen
to restituio-lhe em pouco tempo a
sade perdida.
}
{}
{}
Instrumentos
para banda de msica e orchestra
Viollnos, violOes, flautas, caixas
de msica e realejos, grande sor
tmenlo vem de despachar.
I
as <
i
RAMIRO COSTA &C.
2-Ra 1 de Marco N.2
Liwaria Contmporane-i
Peitoral de Cambara
Cura de urna toase violenta
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido. -
Carlos de Alencar, major-fiscal do i* re
gimento de cavallaria do exercito.
[ Firma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas.
I
{}
I
{}
Novidades Iliterarias
Recebe por lodos os paquetes a
Livraria Contempornea
2-Rua Io de Mar(,o N. -2
RAMIRO M. COSTA ft C.
IB
JoSo Canela da Cucha Ribeiro Inui-
da'.ario da ext'nota firma J. Gorfeia
& C.1, tetirando-ae por algum tempo,
para cia do Eatado. previne a quem 11-
teres8ar poaaa que ficam anoarregadoi da
asua negocios oa Sr*. Manoel Ferrar*
Domioguee a ra do BarSo da Victoria,
n. 28, e o Dr. Benjamn riatides Fer-
reira Bandeire, a uia do mperadorn.
42, 1. andar ; o jirimeiro de aeua nagu-
cioa particularee o oommerciaea o o at-
guedo cem poderes de propor qualquer
accao qoe, por ventura tenba nece6Bid<
de da intentar.
Recite, 1 de Janeiro de 1896.
J. Corris ds Cacha R"beiro.
ceueo A. M. Veras fabrica no estabele-
cimei-to qua hbilmente dirige.
Rec<>mmondamo8 esse producto da in-
dustria nacional, que alji de se? apre-
ciavel pelo cuidado ^e seu fabrica de
pre^o reduzido e relativamente muito
in- ihor do que outros expostoa venda
em n sso mercado
A' Sr. Lyra, agente da fabrica e dro-
gara, agradecemos.
FALLE
HYGIBNE DA BAHA
(Copla)
UsandodasattribnicOes que me sao con-
feridas pelo regulamento tan'tarii em vi-
gor e tendo em vista os documentos pre-
sentados comprovando a analyse ea licen-
5a concedida pela Inspectora Geral de
Hygien* do Estado de Pemambuc -, con
cedo licenca ao Pharmaceutico Antn o
Martiniano Veras para xpor a venda
neste Estado o preparado denominado
Cognac Brazileiro de sua conteccao.
y, parac"ustar passou-se o presente que
pagos os emolumentos e assigu -o, se re
gistrar para os devidos effeitos.
O inspector.
(Assignado) Eduardo Q. Costa.
Secretara da Inspectora de Hygiene
c"a Bahia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4$400.
N. 2.872-Rs. 58000.
Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Bahia
O fiel
(Assignado) N. M, da Silva.
Reg. a fla. 88 V. do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Bahia, 12
de Julho de 1895.
(Assignado) Dr. Muniz Barretj.
Garrafa ~ 2^500
Duzia 25^000
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
Da ordem do lllm. Sr. Dr. Adminis-
trador 8 poaaa qne foi prorogade at o dia lO do
correte a arreo da$5o a bocia do cofre
do impoito de dcima daa frjgueiai de
Santo Antonio, Boa Vista e SBo Joe e
que tambem continua a arreoadagSo daa
tragoesiaa do Poc", Varsea, Afogadoa o
Griega.
1.a Scelo da Recebedoria do Estado
de Peroambuco, 2 de Janeiro de 1896.
O che fe,
Frederico GaimarSea.
<
Peitoral de Cambar
Cura ale toase pertinaz
Confirmando a,poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empreando este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna to^se pertinaz que
muito a affligia.Joauim Jote Rodri-
gues -(Firma reconhecida),
O agente Companhya de Drogas.
da o Governo ficar livre de proceder
oomo entender.
VI
O Governo fio* livra de aooeitar a pro-
osta que entender prefarivel oo de nBo
aooeitar nenbuma.
VII
O ceotractaoae indemnuar o Gover-
no do Ealado da importancia deipeodidc
cem os estud b, projeotoa, crcamentoa,
etc.
Aoham-se a dipojioBo dos intereaados,
para aerem examinados, nesta Directora
aa planta, perfs, projestos e typog das
obra* d'arte, edificios, ato. aaaim Como aa
condicSet gerafs, especificacSaa e mais
dooameotoa eonataotea doa estados crgani
aados pelo engenheiro civil Jote Antonio
Saraiva Jnior, e que aervem de bina
presente conoorrencia publica.
Recife, 26 de Dezembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral.
Secretaria de Estado
dos Negocios da In-
dustria.
3.a directora
EDITVL
F*c> publico aoa poaaaidores de lotea
rsticos da Colonia Saasaana que at
esta dada nao indemniatr.m a Fi zenda
da importancia doa respectivos lotea qne,
fica marcado at o da 21 do corrente
para ae apreaentarem neata Directora,
afim de realiaarem oa aeus dbitos, visto
estar esta Diieotcria h.t i iada a expedir
ea com poten te goiaa para o recolbi ment
no Theaoaro do Etado.
Fiado este prtz > bt2o postes em IrilBo
25 do correte, oa lotes qoe oBo te. bam
aido iademoiaador.
Recife, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Direetorogeral.
Regula
de 18*
de 14 de~>HoVe
aoba v^ao burgo
4* vara=Fetba "
padido em 23 da Janeiro
Sacio da Lei n. 15
de 1891, jmm
de dimito da
da rfcztnda deata oa-
Faz-se descont na proporj&o
portancia do pedido.
da i ai-
{
{}
y
Papel pintado
para forrar salas, quartos e corre-
dores ; francezea, inglezes e nacio-
naes, a precos sem competencia na
Livraria Contempornea
Ra 1. de Marco N. 2
RAMIRO M. COSTA & C.
{
{
i
Papelaria
obiec'tos de escriptorio, papis e car-
toes de phanla?ia para participado
de casameno e nascimento. excel-
lente escolba na
Livraria Contempornea
2-Ra 1* de Marco N.2
RAMIRO M. COSTA. & C.

Antn o da Silva Girio
aos seua amigos que por
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
" aacriDtorio a Praca 17 n. 79, dar filha no da 11 do corrente.
10 horaTda manhl as 4 da tarda. l Recife, 8 de Janeiro de 1896.
.SOr. Francisco Leopoldine
specialidades : Febres, molestias de
criancas, syphiliticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
deixa de realiaar o
commumea
forca maior
casain nto de sua
Edital
Secretaria dos Nego-
cios da Iniitria
3a directora
CONCURRENCIA PUBLICA PARA
A ESTRADA DS FERRO DO RE-
CIFt A ITAMBE'.
De ordem de S. Ese. o Sr. Governador
do Eatado, taa-ae publico que recebem-Be
neata Directora at o cia 31 de Janeiro
roximo futuro, ao meio dia, propoatas
em cartas fechadas, devidemente Beiladaa
e aesignadas, rotuladas externamente
Proposta para a Estrada de Ferro do Re-
cite ltambpar construc.ao da mesma
estrada de Ferro, neate Eatauo com a
exieoa&o total de 132 ktl. 500 metros de
linha principal, com todas anas dependen
cias, material fizo e rodante e de acoordo
rom as bases aegainteB:
I
Os proponentes devem declarar em sna
propoaia que tomaram cochee ment das
coodic.o'eB geraea, especificacSes, orcamen-
to, plantas, perfia e irojctoa daa obraa
d'arte e edificios, e mais documentos or
-aoiaadoB pelo engenheiro civil Jos An-
tonio Saraiva Jnior, j approvado a pelo
Esm. r. Governador o que as acceitam
nteiramente.
II
CaJa proponente dever declarar igual-
mente :
1. O praao do privilegio que aolioi-
tam e fiodo o uual reverter a Estrada
sem indemnisacSo algoma ao Governo.
2. Os prasos de cornejo e cooclusSo
daa ebraa.
3. A importancia da aubvencls kill-
metrica em apolicea do Estado de juro
de 7 [.
4. A importancia do capital fixo res-
taate pera a cooatroc^So da Estrada.
5. A txa de juro que o Eatado de-
ver garantir sobre o referido capital
fixo.
OevarBo igualmente ajuntar documentos
comprobatorios de sna idoueid. de e ha
bilitacoas para a corstruccBo das obras.
III
Cada proposta dever conter a indioa-
5o da residencia do proponente e ser
-companbada a'am cenhecimento de de
psito a ordem do Exm. Sr. Governador
do s'adn, pela quaotia de de* c ntos
de ris (lO.OOOiJOOO) em dinheire effeo
tivo r.o Thesouro do Estao para garanta
da avsignatura do contracto, no caao de
sr acceita sua proposta, e Bem cojo re-
queaito nBo sera a mesma tomada em con-
aideraBo. Eta caucBo ser restituida
aoa proponentes cuja proposta n?o f6r
aoccita.
O proponente qua receber aviso cfficial
por escripto de qae aaa proposta fra
acemita e recuBer-se aaaignar o con
tracto dentro do praso de 30 dias da
data do referido btso perder ipao facto
todo direito referida quantia de de
eolitos de ris (IO.0OCS0OJ) que ser re-
oelhida aoa cofres do Estado como receita
eventual.
V
Dentro dos referidos 30 dias, o propo
neote cuja proposta 6r preferida, deposi-
tar no rafarido Thesouro a quaotia de
vinte contosde reis f20.0000000) prefe-
aecdo oom a quantia cima mencionada
de dea oontos de reis'(10.000i5000) a can
S&o total de trinta contos de res (30.000|(
para garanta da fiel exeoacBo do con-
tracto.
30 reforjo da garanta podar ser presta-
do em plices da divida publica do Es-
tado pelo seo valor nominal.
D proponente caja propoBta ti ver sido
acceita e nBo effeotuar o ref orco da oaa-
efio nos mencionados 30 dias, perder o
direito tanto asaignatura do contracto
oomo garantfa de dea contos j presta*
Relaciio dos lotes rustios da
Colonia Suassuna mo in-
demnisados.
N0MES DOS CONCESSI0NARIOS
1* secgao
Manoel da Rosa Lima
Ar.lon o Joro L'r> S.copira
Antonio Jor ae Meaeirca
Jerouyj o 8ernarJO de Oliveira
Manoel Bernardo de Sonsa
Antonio Pau>y
Frederico Cooper
Jos4 Ferreira da Slva
Joe Mana da Silva
Manoel Barbosa da Costa Braga
Manoel Pedro Soares
Djrnrjgi-s Francisco da Gonba
S.-baet ao A. de Hollaoda Cavalcaote
Leodegano Liberato Pereira Caldas
Jos Pereira ua Hocba
Joe Joaqum Caliss oe Si Barrelto
Augusto Comt
Mano I Vicioriaoo de L'ma
Raymundo Evangelisia Pimentel
Francisco Martins de Al' uqueique
Fraocisco Jos de Araojo
Benedicto Carnelro dos Santos
Tbomaa Jo*> de Sonza
Tertuliano M-nofl da Silva
Viova Rii'bari K'iege
J-s Mara de Andrade
l Mara de Audrade
S na Fortunato
J r.nyxo Jocundo da Silveira M-ndonca
Dumingos Francisco da Gunba
JJi Augusto Moreira de Carvalbo
Francisco Solano de S
Loo'eoco Bellarmioo do Carmo
Manoel Fraucito de Oliveira
Pantalla'.) S. de Seona Portella
Joo Acbyiles Gongalves Neito
Jos Dlouo dos Pisaos
M.noei Felippe Pereira
Minoel No es Caval^inte
Andr Jcs Domii.R s
Miucl BarDosa Beterra Cavalcaote
joao X'vie- Caroelio de Albuquerqua
Joaquim Roberto de Sonza
Antonio io Soares de Lima
Manuel Marcolino Mandes
Jo Marcelino Mandes
Joo Xavier Curueiro ae Albnqaerque
E islario Antonio dos Santos
Jos Joaquim Cavalcanie
Laareniino Jo Pereira
Flix Malqolas de Sooza
Agos'iobo da Si va Neves
Mdii el da PdZ Nascimeuio
Fruoclsco Solano de S
Francisco de Salles Evangelista
Antonio Marques de Onv.-ira Ramos
Trtjano Daarie borburtma
1" ee:c5o
D mingos Jonquim da r'onseca
Doroinuoa Jo quim da Fooseca
Antonio Roque
Jue Joaquim da S^ni'Anua
sebaetea Pereira Mendes da Silva
Maiav-.zi Govaoni
Fraociaco Floro da Barros A'aojo
Angust) Xivier Carnelro da CooDa
AogUfto XiVier Carnelro da Guaba
Jo-Joaqa'm Evangelista
JlSo Manoel Ferreira
Antonio Paz a Silva
Luiz de M'di-iros Barbjsa
Alvaro Baylon
Eugenio Tvaiea dos S'n'os
Armimo Tavares dos Santos
3* eecco
JoSo Jos de Sooza
Claudioo Jos de Mello
Joaquim Irlneu das Cagas Becerra
Manoel Florentino de Lima
Mauoel Antonio Belmooie Pai
Jof Jacintuo Tavares
Manoel Francisco Firmo dos Sanios
Antonio Jos da Silva
ARtonlo Fransco terelra
Manoel FraRciaco Pereira
Jai .-ibo Correia Lobao
Antonio Aocusto ue Vasr-onceos
Francisco Miguel ce Albuquerqce
Rapbael dos aojos
M re. lino Miguel de Albuqoerqae
Jui o M nmu Francisco de M lio
Olympio Francisco de Mello e Silva
Ciaodino Jos de Mello
Juo de Deus da Silva Golmaraes
Licinio Pereira Brando
10
li
13
16
17
21
86
27
29
30
31
33
31
35
36
3'
38
39
40
42
43
44
45
46
47
48
49
50
52
53
54
59
.60
65
66
67
68
70
71
74
76
78
79
80
81
83
86
88
90
91
94
95
98
99
99
10 j
pital em oonaeqaencia \Ja no nuncio do
magistrado qae o oeoaqavaVo Dr. S-gia-
mando Antonio Goncalvea para o de Ji'Z
do Superior Tr.bunal de 'fcJti^
A vaga de qae ae trata era
ohida pelo jez de aireito maisjMitigo
d'entro os qne reqoeierea rerno^
prZ) da 10 dai, a contar da datada
olioacao do presenta edital ; acabaa aN
reqaerer, o provimento stri feito pela
forma dsterminada ne arte 24 do Raga-
mento citado e de aceordo cosa o seto o
inatraccSes de 12 de Agosto do mtsne
ido.
Pelo dirnctor,
Alfredo do* Aojos.
Ediial
Aos professores particulares
Pelo presente aBo chamados o Srs.
profeaaores partiealares e os em diaposi-
bilidade que continuaran a leeeioear
gratuitamente a, no praao de 5 dias a
contar da pablioaclo deste remotterem
oa mappaa de exames e o numero de
alumnoa matronladoa em anas acolas no
anno prximo pateado para o fin de
poder eata Dirsotorie com a maior urgen-
cia pouivel satistaner a um pedido da
Directora Geral de Estatiatica do Rio ds
Jonoiro.
O director,
Felippe de Fgaeirda Faria Sobrinho.
Gdital
O Dr. Procurador de8
Feitos Antonio Tolentino
Rodrigues Campos, de 01-
dem do Dr. Secretario da
Fazenda Pedro Jos de
OJiveira Pernambuco e em
cumprimento ao disposto
no art. 2* das dispo.-icoes
geraed da lei do ornamento
vigente, declara que ficam
dispensados de multa e
custas devidas Fazeuda
do Estado os contri buintes
que, dentro do ejercicio se
apresentarem voluntan *
mente para liquidar e
urna s vez todos 03 seus
dbitos proveniente* de
impostos e rendas do Es-
tado al o exercicio de
1888 exceptuando, po em,
aquellea que r a fizerem
depois da arrema.acao e
antes da assignatura da
carta de adjudica^ao.
Outrosim, declara que
as respectivas guias de pa-
gamento deverao ser visa-
das e rubricadas nao so*
pelo Dr. juz dos Ft-itos
da Fazenda confoi me o 3o
n fae do art 68 do He-
1 gulameuto Fiscal em vigor,
como tambem pelos mem-
brosda ccmmisso qie se
acha actu luiente encarre-
gada do exame dos c irto-
rios.
Rec fe, 24 de Agosto de
1895.
Antonio 'l'oleutino Ro-
drigues Campos.
E utal
3 bezerros tourino?
Faz-se publico a quem,iateresaar que,
00 dia 9 do corrente, ao meia da, em
frente ao paco monioipal, irao em praj
tres bezerros tourinoa, servides na vacci-
najao, e 'serBu entregass mediante a
a maior offerta, ai esta for aoosita pelo
.r. Sub Prefeito.
S:-cre.aria da Prefeitura Municipal do
Reiite, 7 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Roohs*
Secretarla da rnstIca,Ne;0clo
loterlo es e In trueco Pu-
bilea do Estado de Per-
namruco
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Jastica, Ne-
gocioa Interiores e Instroc^ao Publica
manda fz r poblico para os devidos
eflntos e em observanoia ao artigp 2b dj
DECLARACOES
.flanco Emissorde
Pernambuco
Sao convidados oa poseoidores de apolicet Jd
empreatimo feito por e-t; Banco doBi'adD e
iias letras bypo!necarias emitudas pelo me^mo
Bauco, a virem recebe- os juros 'o sercestre
(indo. Os coopoos serSo desicadjs co Kte
do pagaoieoto.
Recle, 31 de Dezembro de 1895.
Jesnjno Alves Pernaude-', Di-e-1 r.
Bociedade dos Artistas Me-
cnicos e Liberaef?
Tendo a directora desta Sociedade de man-
dar r?2ar nma missa na matriz de Santo Aato-
nlo, no da 9 do correte, s 8 norta da ma-
nba. por alma do ten nocca eaquerido coci
neriifeitor, protecor e presidente bcnorario o
Exm. Sr. Cooselneiro Dr. vfinoel do Naaci-
ojento Machado Portel, bem como celebrar
em sna fde orna s-tSo fnebre, aa 7 nona Ma
ouite oo mesmo da. triKeimo do rec : as-
menlo, em h mt-naem ao iliuslre mono, con-
vida aoa Srs. socios, pareotss i amigos "o fal-
lecido, com feas Esmas. fm>iia?, para aa
li em acs zetoa cima referido?.
Secretarla, 5 de Jinei-c ,;e (896.
O 1 te retarlo,
_______ G^apar Anttmo doa Res.
COMPAA
Industrial Pernambucana
A admlQ'.Etraja) desla companhia annu'. a
que C!:am-se disnosxao dos Srs. accioa1
em seu escriptorio ruado Cojimercio u. 6, 2*
odar, o balanco e mais nocom?ntos de ru
traa a le das sociedadrs a>oo;mas, refer*. te
(O aQDO Bnuo em 30 de Junto p-exmo pas^aJo.
Be if-, 27 de D-terebro da i89".
ComPaa
Indubtruial Pernambucaua
Os poesuidoeo de debeniur-s oa teaonde
miissi di s a lompan! i sao convidados a vi*
rem receber oo escriptorio i roa do Coxoier.
ci n. 6, andar, os joros lelativos ao aemeB.
tre vencido boje.
ftecie, 31 de Dezembro de 1893.
J
A
^ iii iT 7 '*
WJ/kwKknm

-A
MUrilADO !




Diarlo de ernanaibaco Quiita-feftra 9 de Janeiro de 1S90
I
EATRO
A IZABEL
COMPANHIA HESPANHOLA
EiPpreza -1. CIFUENTES
Subir a scena por segunda vez a linda
zarzuela,
LA MARINA
LA GMN-VI4
O mangus o duetto dos guarda cubos.
lCLF.TnU.QZ

Bonds para todas as llnhas, trem para Aplpucos, Caxan-
e linda.
O espectculo canaecar 8 1|A.________________^____
Irmandade
DO
Bom Parto de Alinda
De ordem do irroo joir, convido aos oopfo
amados iruScs para, no d.a 19 do corree.
coropaecerero no comisiono da Irmandade
afim de proceder-fe eie'iSo da mesa que tem
de reger a meema irmsndade co ano^ compro-
Di6faidel896 6 897.
Olinda, 8 ae Janeiro de toso.
O tscrivSf,
Innccencio da Caoba Goyauoa N-ttc.
Sesmos Contra te
Royai Insuraoce Gompanv
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, O*.
Fnndoa accumulados 8,274'93,19*.0d.
AGENTE
____PlUHMANN fe &____
Companhia Feroatobucana
de Navega cao
Convido aos Srs. possuidores de
obrigagoes prcferenciaes, cujos nme-
ros foram sorteados para resgate, e que
seo os que abaixo vao mencionados, a
virem receber na sede d'esta compa-
nhia, e a contar do dia 7 de Janeiro
prximo futuro, o importe das mesmas
e os juros do semestre de Julho De-
zembro d'esle auno, sendo que, depois
do dia l.do sobredito mez de Janeiro
em diante ellas nao vencerao juros.
Igualmente convido aos demais pos-
sudores das mesmas obrigacoes, a vi-
rem receber os juros do dito semestre.
Nmeros das obrigacss:
297 433
838 1093
1609 1625
2367 2436
3214 3267
3636 3639
4064 4072
4404 4521 5008
5673 5708 5798
5975 5998 6011
6304 6340 6370
6607 6683
6833 6854
561
1297
1882
2705
3341
3751
4184
5134
5821
6026
6403
6695 6759
6914 7196
460
1231
1778
2559
3336
3699
4180
618 774
1476 1520
1908 2197
2815 3181
3473 3532
3787 3926
4326 4360
5317 5354
5924 5950
6030 6118
6444 6523
6760 6780
7255
Braz, Silva A C.
Sociedade em commandlta por accOes
Sao convidauos es Srs. assoc adoa a faxerem
a i* e ultima entrada de seo capital a raiao de
20 #|. oo escrlpi.no da sociedade a -na doCom
mercio o. 13, i* andar, dentro de 30 cas, con-
tados de boje.
>.ecie. 9 de Janeiro de 1896.
fin, S:lva & C.
Companhia Ferro Garrudo Per-
nambaco
AVIS
rtrs carros des'a Ccmpanbia n8o se receberS
i) pasamento de pasaa^eos se nao os bilbeies
pnr ella emittidos oa 88 apolict-s do Estado de
0D, 200500r?.
R-cife, 9 de Janeiro de 1896.
JacintnoGuerretrp,
Gerente &teriao.
Escriptorio no Recife, 30 de De-
zembru de 1895. .
(Assignado)Sebastiao Lopes ui-
maraes, director gerente interino.
t
Mu
l'
Instituto VacciDico
cipal
O Instituto Vaccinio Municipal fanecioia ero
nmi das salas do pavimento terreo da casada
Intendencia, as lercM-felras, quintas e, aanb*-
dos das 10 boras ao meio da. senco fehas as
rrinscj8 com iJTipba aniaiai.
Convida-Be eos mancipes a qoe all cempare-
Cmjpara serem vaccioidos, ooieo meio seguro
de cVeraoBiremjie contra a peate 4* wiafr.
Emprestiuao Nacio-
nald e 1895
Pereir Garneiro < C*
autorizados pelo Banco da
Repblica doBrazil paga-
rao ern Seu oscriptorio a
ra do Gommercio n. 6
1. andar do da 2 de Ja-
neiro prximo vindouro em
diante os juro relativos ao
2.* ferrestie a vencer-se
em 31 do corrente das apr-
ices do emprestsino cima
subscritas por seu inter-
medio.
Recife, 30 de Dezem-
bro de 1895._____________
Costuras do Arsenal
de Guerra
Ref jrma da* cartas de flanes
De crdem do ciaiao teoeme-roronel Dr.
director desle arseual, s&o convidadas todas ?t
costnrelras matriculadas para vtrem al o dia 31
do crreme miz, reformar as respectivas car.
ts de Banca, nao podando continuar como
costoreira do me?mo arsenal, dorante o cor-
rente anno, aa qoe deiiarem de f-izel o no re
ferido praxo.
Seccao das coetorae do Arsenal de Guerra di-
gitado de Peroamboco, 3 de Janeiro de (896.
Flix Antonio de Alcntara
C?pltio adjunto.
Compaohia P. de Navegado
PORTOS DO NORTE
Par&hyba
O paqae o
Capibaribe
Commandante 1. tenenta Veriasimo
Costa
S?eoe no da 9 do O'
reate, as 2 boasda tarde.
Recebe carga, encommendas, passageose di
nbeiro a (rete at s 11 borae da manba do dia
da partida.
Cbama-ee a attencSo dos Srs. carregadore*
para a claosnla 10* dos conbeclmentos que a
segal nte :
< No caao de baver algoma reclamagoo con
tra a Compaebla, por avaria ou penia, de>e ser
feita por escripto ro ag^Dte respe.tivo do porto
da descarga, dentro de tres das depois de tica-
isada.
Nao precedendo esta formalHade a Compa-
nbia Dea isenta de toda a respiosabilidade.
E3URIPTORIO
No Ciea da Compaohia Forn&mbooaDB
___________1^12__________________
Liojd Brazileiro
O vapor O inda
Commandante R. Ripper
E' esperado doa
portos do norte
no dia 11 do
correte, e Bi-
golr para os
portos.o sol no mesmo da.
O VAPOR
Brazi 1
Commandante A. F. da Silva
E' esperado.,
doa portos o o
soloofiia iodo
rorre t^ e 8e"
'goira para o a
pertos do utrie no dia segmtto.
Companhia
De Trilhcs Ui baos do Re-
cife a Olinda e Beberibe
fio fscripiorio desta Compaobia paga-si nos
das otis das 11 a 1 bora da tarde, jnres de
aecea e cbngtO'S preerenciae relativas ao
teroe.tre rindo em Dezaxbro prximo paseado.
Recil?, & de Janeiro de 1896.
Beoto M-kalnaee,
Gerente.
Ben.'. Loj/.
Cap.*.
(avkllrlros da Cruz
Sess.v Econ.-. segouua-leira, 13 Janei'0, bora
io costme.
Martioe, -
Secrft.-- ______
" COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posi^&o financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita'annual: /CS
De premios contra fogo
De premios sobre yidas
De juros
Agente em Pernambuco,
2cxwel Williaa & C
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
Pede-se ao Senho -
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclama^o, se-
r esta jeita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambein se r e-
ceberqualquer eonta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs,
Manoel Antonio daSil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
: alo carimbado e fir-
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Companhia Faurica de Vi-
dros de Pernambuco
Sao convidadas ob 8-s.accionistas aentrarem
com 10 / *bfe o valor njtnlnal de suaa acjoes
ai o dia 1 de Janeiro i-roxlmo. co escripierlo
da compaohia roa da Aurora n. 173 dat 9
boras da manba ao neto da.
Reci/e, 14 de Dexembre de 1895.
O director secretario
Aqlolo Miaervin) de M.Soarea Filbo.
As encommeodas serao receb-dss at 1 bora
da tarda do dia da sabida, no trapiebe Barboea
Caes da Companbia Pernambncana n 4.
Aos Srp. carregadores pedimos a 6na aitenjSo
p?ra a claosnla 10* dos coobecimeotos qoe e a
segoime: '
Pi caso de baver algoma reclamacao contra a
companbia por avarlas 00 perdas, deve ser f.i'a
per escripto ao agente respectivo do porto ra
descarga, dentro de tres das depois de noali-
sada.
NSo preceJeodo eea lorjiandade a corr.pa
ob'a tica isenu de toda a resp'nsabii'.dade.
As pasBf>gens sao tiradas no mesmo escripto
rio, at s 21/2 horas da Urde do da da sibldi
do por.
Attencao
As passageas pagas a bordo custam
mais 15/-
Para carea, passagens, encommeadas e valo-
rea trata-se com os
AGENTES
Pe reir Carneiro 8c G.
6^RDA DO COMMERCIO-6
1* andar
ia P. ce Navegado
PORTOS DO NORTE
Parabybs, Natal, Maco, Mossoro', Ars-
oaty e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSes
Segoe no dia 11 do cor.
rente, e 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommpndas, passpgpn* e di-
nbeiro a (rete, at aa 11 boras da manta do
da 10.
Chama-se a ettenco dos Srs. ca'regadores
para a ca eso la 10. dos conhecimeotcs qne a
segolnte :
* No caso de baver algnma reclamacao con-
ra a Compannia, por avaria ra perda, eve ser
eita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de t e* das depois de Ua-
teada.
Nao preceden o es a formaltdade, a Compa-
nhia tica isenta de toda a responsabilidade.
ES3RIPT0R1O
Ao Caes da Companhia Pernambooana
n. 1.2
Norddentscher fcloyd
o vapor
* Habsburg
E' esperado..
doa portos io sol
at o dia de
Janeiro e ergui-
r depois da de-
mora Mura 'ara
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece ptimas accommoda-
faes aos Srs. passageiros.
Para paesagpns, ele, trala-se com o
AGENTE
V. Neesen
4Caes do Ramos4
amburg Suedamerikams-
che Dampfschiffahrts-Ge-
8ellschaft.
O vapor
Ciotra
E' esperado da
Rorupa do da
18 do correle,
e segnir depois
demo-> necesaria para o
Rio de Janeiro e Santos
Pa-a passagens, carga frete, etc., trata-se
com es
Consignatarios
Borste'man & C
RU DO CO-MERCIO N. 18
1.' andar
Paeifle Steam Davigation Cob-
paoy
STRAITS OF MAGELHAN LIKE
O paquete Iberia
E-'pera-fe do
sal ateo oia |3
do corren'ee se-
guir depois da
Jemcra do co-
orre para Liverpool, com escala por Litj e
La Palitce.
Para carga, passagens encommendas e di.
obei.'u a (rete trata-se com os
AGENTES
Wilson Sons & C Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Boyal Hangrian Sea Navigation
Conpaiy Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Petof
E'esperado de
TrftNta al o dia
! 'p corren'e,
segoiooo epois
da inii?peDa-
Ivt-i demora para
o Dorios da
Bahia, Rio de Janeir.i e Santos
Para carga, passagens, encommeodas e di-
oheiro a frete. trata-se com es
OS AGENTES
flenrj For&ter & C.
Roa do
Cjmmeroio o,
1andar
Hambui g- Suedamerikacis-
c h e Damptschiffahrts-
Gesellscbaft.
O vapor
Porto-A legre
E'esperado do sol at o
dia 19 do correte, e se-
DUa depois oa demora
neresfaria para
Lisboa e Hamburgo
Eotra no po-to
Para passagens, carga, frete e etc., trata-sa
com es
Consignatarios
Borstelinaim &C.
18Run do Commercio18
i andar
FeUa de Santo Amaro das
Salinas
l'or motivos de fo-ra m ior flea transferida
para o da 28 du cor'eme a fe'a do Glorioso
Santo Am.ro das Salinas, de eodo a baodeira
ser basteada 00 dia 16.
Saoio Amaro, 8 de Janeiro de 1896.
O esc l Ao,
____________Heleodoro Jos d 8-lva.
Veod -je alpeaoena ia*e oa livreedes*
eaaharacads. oa roa Dt ella d. 40, defroote
est?c&) em Argados; A tratar ca mesroa casa
Tem commodos paru f^m lia e Qoem oSo qoi*
xer es gneros vend-se xei.te a armac&o
qoe tem deis ados envid'scaoos. Garaota'Se
a thae ao comprado', o d'se o motivo da
venda.
P01 par.iida a caderoeta da Caixa Econo'
mica n. 8870 ; qoem a arbar, r e entregar na
mesrna Cmna.
trecira se de od coxiobt-i-o ou oxa bo*
cozrheira, de un cop-iro e re ama engoma
maieira para roop de senhora : no caes de
i'.apna ]>? n 30. Spr a- n pprnnn borona.
1.EIL0ES
yulUlj-lnio. 9, lUteio uc .'.u ItQl, &r-
uua?, mi.Dihas de junco e o t-o' aove:s oo
arOit-sem da oa do Bou, J sus o 43.
S-X'a-feira, 10, g'aade e var|j o ItiiSo de
'aiendas, miodezas, calcador, chapeos e porta-
Batial.
iBih Uliriin
Leilo
fre>i8.-i)x va i[B* u/B para n.-inn.r 6
comer-r, em rasa de rapsx gr.He'ro. A' tratar
oo pleo do Paraizo n. 12. hiteqolm.
Vende-se
ra das Flores
n. 76.
dt-BGCcopadi', a c;sa n. 9 da
a tratar oa roa de Hortas
Aloga-se fia graode arcraxera, na Enliga
redarro da Gaxet. da Tarde., pateo do Carmo
n. 2<.
aiukm'b a casa u. 6 oa travessa oo Pay.
sao.", com agoa "a companhia do Beberibe e
pequeo si io. Trata-se com o D.'. Cirne na
roa do Crespo n. 4, i.' amar, das 11 boras da
macbi aa 4 da U-oe.
A'oga-se o andar terreo do sobrado do
caes oo G-xomeiro n.3, com agoa encanada,
appa' lie, 2 salas t 3 qoartor, a tratar oa praja
do Hervol a. 3.
Electricidade
Antooio do Carmo Almei a Sob inbo, eocar*
rega-se de inftailai6^8 de lux ee inca em osl*
ni" e estabelecimentis iuru-triaes, bem como
tHepbones particniaree, campas electrlctas,
para-raus e cu I-o trahaibo? coogeoeree.
Pode ser procurado por cima do Diario de
Pero'mt'DCo.
Frecisa-se
De orna ama qne coMobe e compre, co 3.
andar da yp.g-apria do Diario de Fe-nao-,
roer,.
t
i y
GUARtiKUKS REtNlS
Companhia Franceza
IVaTegat^io a vnpor
Linba regular entre o Havre, Lisboa,
Peroamboco, Bahia, Rio de Janairo e
8aotoa.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
Espers-se da Earopa at odia
IV do correaie, segoiedo de-
pois da derxora ioJi.-penaavei
o i a
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Rjga-ee aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta llcba, qoeiram autesenlar den
ro de odias, a contar do da descarga'das al-
vareogasqualqoer reciamagio cocce.'Dente a ve
lames qoe por ventora tenbam segoido para os
portos do snl, aim de se poderem dar a tempe
as orovidencias oesessarias.
Expirado o retenao prazo a compannia nao fe
rejpoa8olIisa por extravos
Este vapor nio recebe carga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Rur do Commercio9
Punce Line of Steamers
James Kuott Xc\vcaslle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brasil e Rio da Prata
E' esperado de New-York at
,o dia 93 do corrente, e sahira
j 'para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPORINGLEZ
Asiatic Prince
Para carga e passagens tratase com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Bu do Commaroio n. 15
Bjll l|grintf.!{
O paquete
Tharaes
Commandante Jamta Br ndec
E'esperado da
Earopa co ca
de Janeiro, e-
goindo depois
da demora indis-
ptosavel para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Roduocflo nos pregos das pnesagns
Ida Ida e votta
A Llano I classe 20 l 20
A* Soothampton classe & 28 i 52
Camarotes rassrvadoa par* o oa&aa*!;ror
de Pe-namfcoco.
Nota importante
:'i A Rojal Hail Steam Packei Companv reaolvea
para commodidade dos Srs. pasrageiros com
destino a Pars, qoe os seos paquetes tanto na
vtnda como oa ida facam escala por CHER-
BOURG, a poccas horas de Pars.
Se o ooojero de passageiros para esta clda-
de der para cobrir as deepezac, a Steam Packet
Compan; lera em Cherbcu'g cm trem especial
para a conducQAo dos mesmes Srs.
Para carga, passagens, encommendas a di-
nbeiro a treta, trata-se com os
AGENTES
A.morim Irrao & C.
N. 3Be do f om Je- os N. 3
De ama casa de laipa com arm?cio para
vend', sita estrada J o ce barr. 3, jooto do
palee e e no Sr. A'fredo de S4.
QU1NTA-FEIR A, 9 D^ CORP.ENTS
A's ti hotaM
No armazem roa i 5 de lo-
vembeo n 3B
ANT1G v DO APERADOR
O agente Olivelrs, compe'eotemente aotorisa-
do levara a leiiao a c 83 com armacao anata
oeBcrlpta, llvre e deBemharat-da.
US SrB. p^etendeotes desde i poic- j exa-
irlnsr a retorida caa
Leilo
De ama mesa elaalica, serviodo de base a
quiotia de 23*000.
Um goarda looc; por 310OO.
Don) liodos espelbos donrados, 1 mesa e ca.
del as donadas, caedieiros a gax, mobiliae de
jaoco, cadeiras de phant3zia e oniros manos
movis qce serio veniidos
Ao correr do martello
QUINTA FEIR A. 9 DO COSRENTE
NO ARMAZ-M A.' BU A DO riOM JESL'S N 45
O agente ute, teodo de cbrlr diflerBOles vo-
lomes grandes, precisando de epac^mseo
tu azem, pede a qoem Uve' mov-Ma e msif
objectoB limitad b se digoe reliraUos em 2i
horas, sob pena de serem vendidos ao correr
ao martello.
Cipsiii Femniicafla He a-
PORTOS DO UL
Macei, penedo, Arasaj e Bahia
O paquete Una
Commandante A'cides Albuqaerque
Segae no rija 14 do cor-
rele, s 4 boras oa tarde.
Recebe carga, eocommeedas, passagens e di
oheiro & frete, at 3 11 horas da manba do dia
da partida.
Cbama-ee a attengSo dos Srs. carressdores
para a claasola 1G> dos cochecimentos qne a
seguinte:
to caso de baver algoma reclamacao con-
tra a Companbia, por avaria oa rerda, deve ser
ella por escripto ao agente respectivo no porto
na descarga, dentro de tres das depois de Bna-
lissda :
N4o precedeno esta formalidade, a Compa-
ohia Hca isenta de toda a reapoosabilldade.
E3CRIPT0RIO
Ao Caes da Comaanhia Pernambucana
n. 12
CompaDiiia P- de Nav?gato
PORTOS n O NORTE
Fernando de Noronna e Recoas
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
S?gne no dia 18 do corren-
re te, t 4 horas ua tarde.
Recebe carg, encommendas, passagens e
dibn'0 frete, at s l btraa da manba do di>
da partida.
Cbama se a eltengo dos Srs. carregarioree
para a clausula 10.* dos conbecimentoi que *
KgoiQte :
No caso de baver algoma recla'r ac&o contra a
Companbia, por avaria os perda, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de trea das depois de Boali-
aa- ...
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
nbia ca secta de toda a responsabilidade .
ESCRIPTORIO
Ao caes da Ccmpanhia Percambucana
D.12
Amella Angu^ta de Almelda Alba-
<|tr.er(|ne
Podro Bastos Mello Alhoqoe:(;u\ Antonio
Carlos Almeida. Franciso Tranquilino Alrxei-
da bastos, JoSo Franci'o A'meida Ha tos,
Qiiteria Almelia Vieira d3 ox. M r:i (a
uon eicSo AimeilH Aibegara, MVia ta Coa-
C'Mi.o Almeida Ba.-tcs. soi-iohas, li no, irm&08
e sobrinnos coovidam seos amigo* e parantes
pira aseiilirem as miss: 8 qne m^nd-m celeb-ar '
oa ^airiz da Bor-Vista as 7 1,2 boras da ni-
una de asbriafo 11 do corrente, 7 da do falle-
cmen o de sea presada e iuexqaecda mal,
im e tia D. Amena Angosta de AlmeilaAl-
buqre que ; e p. r cajo acto de Ci.i lade sb con*
fess^m agradecidos.
D. Cordalini). Velloso da'Siiveira
Pontual
EO Baro e Baroaea e Peirolira mandam
dizer ama m'ssa oa matriz da B;- -Vis a per
alma de toa caobata D. Co dol na aa 8 1,2
boras oa mDh* de II do correte, 1* da de
seo failecime"to ro Pars
t
D
Janeiro
Sexta-feira, 10 ae
Leilo
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 4S
De faxendas e miodezas abanadas, perfuma-
das, colchas, collancboB, madapoiOes, eetioe-
tas, chitas e cutras fazeodas limpas.
Agente Oliveira
3* e ultimo leilo
De 50 ac5es da Companhia Serrarla Pernam-
bncana. no valor de 200 OJ cada orna, cuj-
companbia acba-se em coas condi(6as.
Nftbbado. 11 do corrente
A'S U HORAS EM PONTO
9o armazem n. 39 da roa 1&
de Novembro
AMT16A DO IMPERADOR
O agenie Oliveira, em campamento e m-n
dado e assletencia do Exro. Sr. Dr. Jai* de l-
relto do commercio, levar* a leilo as 86 accots
da Compaobia Pemambocana, perteucente a
Francisco dos SaDtos Macedo. e peoboradaa pelo
Boco Popular, para seo pagamento, serviodo
de base o preco do segundo leilSo que fol de
75*000 por cada urna.
Ve Sr. peteodentee desde ji podero enteo-
der-se coi' o agenie cima, qne dar algnmas
H lie. 068._____________
Agente Oliveira
GRAISDE
LEILO
Do impori.ntfl fsiabeiecimento de Drogas,
si tando : ,,
De excelleote arnacao de aroareuo, lastres
de cvstal, arandelas, cofre preva de fogo. telras, armagOS ieglfias, alambiques, tachos,
fnges, grande qaautidade de vaeilbames diver-
sos, aesoalho de medeira, ladrilbo de mozaico,
gradee de ferro, grande qoantidade de drogas
e producios pbarmaceuticos, tc pertenceotes
a maesa fallida do Dr. Beroardo Lindolpho de
Mendonga.
Terca-feira, 14 do coi rente
A'8 11 HORAS EM PONTO
No estabelecimeolo tema, a ra Bardo da
Victoria n. 25
O egente Olivare, por mandado do Exro. Sr.
Dr- joix de direo do ccmraercio e a requer-
ment tos svDdicos da referida roassa, levar
a leilo o importante estabelectrcento cima
descriptu, cojo balanco pode ser examinado
pelos Srs. preteodenles no escrip'orio do mes-
mo agente a roa 15 de Noemb o n 39.
AVISOS DIVERSOS
= Engtmmadelra que faiba eogommar a
roupa de senhora, precisa te na roa da Soleda-
de o. 82 A.________________________________
Os berdeiroa ao fail'Cdo cap'So Fraoc i-
co Cavalcante de Albuqtierque, proprietarios
da terreno confronte e Fabrica de Tecl 'os da
Torre, moram oa cidade de Campia Granae
(Estado da Paral yo--), para melbores ioforma-
(6es, qoem pretender dirija-se ao largo do
Mercado n. 25 carvoaria, que acbari com qotm
tratar.
Alaga-se a casa n. 43 sita A roa Luix do
Reg, com commodos para grande familia, agoa
e gax encanados, graode quintal e jardim ao
lado, reedificada de novo, a tratar A roa da Im-
oeratrix n. 16, loja._________________________
Predia-se de om criado e orna ama par
osiaa, na roa do Hospicio n. 14.
Cordutina VpIIiho da tiilvelra
Puntual
Dr. Prdro Ponioal e soa mnlber, Ztferino V.
da Siivei-a Poniusl. atiente, Auna da Si.veira
Pontnal,; oxete, Davtno dos Socios Pcntual e
sua mnlber, Alheo Lopes Machaco e sea mu-
Iher convidam teos amigos e prenles para
assistirem as roisras qoe mandam celebrar na
ooalnx da Bca-Vi i-, iz 8 1,2 boras da manbS
de fabbadc II do ro-reule, 7- dfa do Lliecl-
ment em Paris de sua toera e m&i D. C,rculi-
na Velloso da Siiveira Pon Ufl. Ace ipam os
Sfus agrade;imentos.
r
Joo Francisco de Miranda
Joiqom Framis o oe Mi riiua, m irm.e
Bobrinhos, convidam acs pa ect s e crxlgos
para assirtirem mista que per alma do 91
caro irmSo e to, maodam rtxar na nat-ix da
6>ca Ab 8 boras da manhS do dia 11 do cor-
rete mex, 7. dia do seu fallecimeot), e por
Cojo acto te 'andde se crnfe.-sam trrtns.
Escola particular mixta
A' RA IMPERIAL N. 65
D. Tberexa da Cros Ribeiro avisa aos pas e
eocarregad-s de snas alomoas qoe do da 7 do
corrente reabre box escola.
Relogie p.rdido
Per'e-Je a pessoa qoe livercebado um ?eqae-
oo reiogto de oaro para seobora, c m cbatelai-
e do mesmo metal, o cb-equio d emre^al-o
na roa Conde da Boa-Visia r. 22, oo na roa
Mrquez de Olinda n. 6. que sera gis jt'eatla.
Dito objedo foi perdido no Com ogo ultimo,
entre a ra de S. le;,'o e o pateo do C rmo m
Olinda, oo no trjecto do trtm e estadio da Au-
rora roa Formoea.
V
Coudclaria
Em Fernandes Vi-
eira n. 7 A vende-se
grande quantidade de
rnadeira de pinho, te-
lhas de zioco, sellas e
arreiamentos para ca-
vallos, tudo em bom
estado, assim como ,
alguna cavallos deT^
corridas.
A pessoa que pre-
tender prfe dirigir-
se a m&ma casa, que
encontrar com qnea
tratar.
MUTILADO I


_____
Otario de Pern&flwnoo -* Qninta-feira 9 de Janeiro de
O
51 Ra da lanperatrlx 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um vanado aor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, veos e iiaias de seda re-
CebeaVE DO P/tfUIZO
LF AUBU- Lim
DE
Campos & G
N. 35-RUA DUQUE DE CsXUS-N.35
Em reota do Diario
Os proprietarios Oeste bem montado estBbe
! ecimeDio previne;*: ai resneiuvel publico qo*
cara bem servir aos eos tregeles teem oo re-
farid> estabelecimtilo otn espleodiao e varis-
do sortimeoto de casimiras p etas e de corea,
oqua ba de malbor em la, b:iB8 de piro nono
de todos os padrOes, e por precoa raso-iWiJ.
Possoem bons artista, pelo que se olKan
habiltalos a satisfazer com lodo go=to, esmer
o per/eicio ao fregoei mas exigente.
Ha mesma alfaiaiana alagam-se casaca?,
etc.________________
W
805 ?
-^ -P
2-5 -
uw s
1-3
ES
o o
t! !
s
a
s
3 ._
a> a>
- 6o
x a
o as
-
ce
O cu
-3
os O
5 O
3
co o
3
u
o
a_
S8
11
s *
.2 E
2 o
e *>
CB
s g
X
CS o

o

3 e0j3
I
S I
55 o
eo-1 co
o o g

S-fl
_ co
o 3
en to
g*
ce o S
%. 5 -
O ^S _
SO
o
-3
-a
O
o
1
02 ca
t. t-.
p^aj
le
M5
cS P

ce *
O D
C -J
ft)

fc
*
a
c
e
_3

0 nico remedio
Para EXTINGUIR PULGAS. PERSE-
VEJOS, TRAgAS, BI JflEIB S etc.
Brazlin coro Seringa
insecticida
Privilegiada na Allemanha, na Belgi
ca e registrada em t dos os paizes da
Eu'opa.
Privilegiada to BRAZILSCBON
1577.
Na Repblica Argeatina sob o n.
1377.
Nao ha MAIS PRECISAO d'uma SE-
RINGA DE BORRCAHA.
BRAZILIV o MELHOR P insecti-
cida do MUNDO e mata sob garanti-
MOSQUITOS e os insectos cima men.
cionados.
Prego de cada Seringa com p 500 rs.
Encontrase em TODAS as Pharma-
cas.
Por i.tacado as Drogaras de GUI
MARaFS BRaGA & C. COMPA-
NHIA DE DROGAS E FARIA SO
BK1NH0 & O
m%
_* 83*
t-H
fas
B
S
3
o
CP o
8-5
o o
5 _
o c
Aloga-se 8 casa n. 21 a rna do i'ol:colcmt
em A'oiadcs, s qaal off- r ceeptiruae aommo-
dn^Oes para numerosa familia, a par de g-aodr
qu'i.t;-.!. rnuns 'cctei'se eom exellenle v-''
reiralprecj rasoawl; a tratar 110 Basar de iL-
eae?.
Ama
Pr?ciea-fe de nrm ;ma para cosinbsr e mal
servfcos de cas de p< quena familia ; a trata'
oa roa d<> Raneel n 25-
Sobrado
VenoVre o sobrsdo o. 161 da roa Imperial,
de doos aodroe, c.> r. agoa encanada, grande
qciotal murado, c cber, poitio com gradea-
meoio de ferro, moitos ccmmtdof, e com pro-
roico para urna fabrica, a tratar na ra de
Barso da Victoria 0. 49, leja.
Atten^o
Vende-ee 2 bois 2 carrosas e 2 cavallos een-
do em de corridas e um de s Ib, 2 vaccas pa-
rida?, fendo urna icunna e urna bem mestea ;
precos romTortiBimo A' t-a'ar cem o qouo.
ao s tio em rente a P'ac J"&o Alfredo._____
Engenho
Ver,d--se o engento Siguanea, margfm
do rioTtquara, no auMcipto de Qa.pap. urna
leua distante (o povoado Barra do Jangada ;
esse er.get.ho lem prrpor6-s at pa-a e es-la-
belec ums osine, pr-ts ii>fr> de granne ;om-
ma de trras; tero toda ferragem oova e mo-
vido p-r um exceentt* moto-a vapor. Oen-
genho Segoracca est em coodues de dSo
orei^ar de cetras lerrts rara se montar urna
boaifia. Quem pretender poder* ir exami-
nar >8 obrrs e tratar cem o sen acteal proprie-
ario se aladar. _______________________
O CD
11.
5 *!
22
81
' -O *c
1
O 8
co
O 0
tl
0 fe 2
a
o
o
es *
si
2 O
CD
".CS Cj
.a
8ocH
!*C a
S-a o
a'**
S 8*1
o "S
OS a
M. 8 t; eo
3 cu 9 .
hHs
9,-= a aM>
fc, Q CB W
e S **
es > te eo.g
2-3'S g o *
8,08.5,5
a
E
Si
--> as

es
W
JS a
li
a
a>
na
o
cu
S3
3
I
I
eo
O
8
II
O
CS
2
o
es .2
5; s
S c
- eS
al
y *
09
Sj co
'oS
i
^ -5 lea

e
i.
os
.60
"S
o i fl
^a fe i

s s O "-a
eo*: p

1
S
es


5 "S -s 1 i
ilM1

li3
15 8^2*
'.BS-Salr
? T eo es^"*
- eo ^ fe P
'I*

er
es eo g-S ? S
Cal Uranea e Vir
grem
de tiagraaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora decalbran*
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nc
tem suecursaes nenj
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
Caes do Apollo o. 73
Urgente
Precisa-fe de orna boa cosiobeira e de um
copairo de 16 a 20 ai no?, para casa de deas
pessoas, a tratar em Olinda, roa do Sol n.
18 D.
Criadas
Precisa.ee duaa amas seodo ama para coa!.
orar e outra pa-a copelr?, para casa de pooca
familia, paga.ee bem, a tratar a ra do Impera,
dor n. '1, 2- an^ar.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
por^Ses applica-se ventosas seccas e
arjada; na ra das Larangeiras n 14.
Caizeiro
Preciea-se de um menino de 12 a 14 aono,
que teona ou nao pratica de molbados, dando
Badcr de eua condocta : i tratar roa Duque
de Casias o. 22, taveroa.__________________
Caixeiro
Precisa-fe de om menino de 12 a (4 anuos,
que te- ha pratica de molbados, a tratar 00 pa-
t eo do Te'C n 34.__________________________
Ccllegio Acciolj, CJara-
nhu
DS
As aulas deateestabelecimento de inatruc-
(So primarla e swraodaria, se reabrirSo no dia
lo de Janeiro.
A directora do coilegio participa aos pais de
sena a nanos e a quem ibtereaaar poasa que
admittio como socio o cidadao Tbeoobilo Ca-
vaicante, eiempregado interno ao Gymnasio,
e espera merecer a cccfhnca de aens amigos.
Garanbuob. 1<> de Janeiro de 1886
Joa Accioly Ovalcaote de Aibaquerqo.e
CHE6ARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portogal)
Estas agoas recen temen te descobertaa,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas inteatinaea,
as dispepsias, diabetes e principalmente
qm molestias de estomago, de qualquer
aatureza, bem como do figado.
Para con vencer-se eiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
finha.
A" venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seas exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M-SALDANHa&C
Roa dos Douradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM
BUCO
Joto Fernandas de Almeiia
Traveana da Madre Deas n. 11
FERRO QUEVENNE
XTnieo approrado
pela ACADEMIA DE MEDCINA DE PAIIS /
pXIGIH O yBRDADBIRO "T
14, Ru daBoaux-Art8,PARS c?
" Um oheiro ezquisito n g^
JR. Daqnmmm da York.
Atkinson's White Rose
Suave e delicado odorfero semelhante propria Rosa.
O mais delicioso de todos os Perfumen
O d'ATKINSON o nico verdadeiro e original
Os Perfumes Inglezes de Atkinson
sao muito superiores s outras fabricaefios; conservam a sua forca inteira e possuem o
cheiro delicado das flores naturaes :
0P0P0NAX, FRANGIPANE, ESS. BOUQUET, HELIOTROPE, JOCKEY-CLUB
a todos oa aroma* preferido*.
QdUZvLdiT~5Q QAS UUnafjQmi forma de escudo, i mtret di fabrica a WHITE ROSE..
m todas as casas os pbsvdkeibos b a dos FABBjCAHTBS. J. A E. ATKINSON. 24, Od Bond Strtst, ndre*.
ATRIDIGESTINE
DYSPEPSIAS REBELDES,
GASTRO-ENTERITES CHRONICAS,
NEVROS^S^doTsTOltlAQO \ Granulada DALLOZ
nu ATArn ccrnuAPAi m E medicamento por excellencia para as supramen-
l/ilhia{,au coiumAAL, w donadas indicaces na dose de 2 colheradas (das para ca)
CANCRO do ESTOMAGO. \ antes ou depois de cada refeico.
PARS : J. DALLOZ, 13. boulevard de 1 Chapelle.
Em PERNAMBUCO : COMPANHIA de DROGAS a PHODUCTOS CHIMICOS.
SADOiALYCO-PHENIGO'
DO D DCLAT Ih DO B' DCLAT
Tosse, Catarrhos, Grippe, Bron-1 | I Antisptico poderoso, Hygiene do
! chites, Tislca, Coqueluche, etc- ^0 toucador, da Boccu, Curativos, etc.
6, Avenue Victoria, Par, Pharmacia
ENXAQUECAS1
Cura instantnea 1
ASTHMA
CATARRHO-OPPRESSO
e todas as aflecces
_______________________das Vias respiratorias
polas PILULAS ANTI-NEVRALGICAS do x Curados pelos
Doutor GROBIER |*Tubos LBVASSBUR
Pb OBlQUET, Sembr da Academia de Medicina, 23. r. de la lonnaie, PARS.- Em PERNAMBUCO i C de Orcgat Productos Chlmicoi
9MM vix^Eca-i-A.XJ o
OSP.EIAS
Vatro
11WSLI RETAB
1 D3 Goant
Coila UiadaiFrie
.S. ajMBfnflV A nis,Si, fts "irniaimi
na)f. Bi!SiOiMn^ *tt\r;xr'Aoi Slldd n^VAl,
taaaa;: Oisodl rigk.4 isB^calfea*, Oleo Ricino,
Caisamo do Coeahts, Opiatos, Alcatrie, W.
rOD03 OS HDiCAlENTOS EU. P
% Hmambum.- s-S-csr asu
ia KGSTIAm
fara Pkt-matitv
HOBXIAI
icne^tnaMs
>**B 0PW
Por ser
a mais pura,
a Peptona
CHAPOTEAUT
a nico
empregada pelo
Sr.PASTEUR
e nos
laboratorios de
Berlim, Vienna,
S. Petersburgo
e
na Marinha
Franceza.
E__________________*
EFFICACIA e AlCAO RPIDA
HO CHIPOTEAUT
com PEPTONA PEPSICA
A Peptona, o resultado do digesto da carne de
vacca pela pepsina como pelo estomago. Com ella
nutrem-se, sem nenhum outro alimento, os doentes,
os convalescentes e todas as pessoas soffrendo d'ane-
mia por perda de foreas, digestoes difficis, repu-
gnancia dos ali icen tos. febres, diabte, tsica, dysen-
leria, tumores, cancro, molestias do estomago e do
figado causadas pela habitacao dos paizes quentes.
Este Vinho o mais poderoso de todos os alimentos.
chapoteat, Pbannacentlco, 8, rae Menee, PARS, e todas as Phariacias.
PASTILHAS PEITIAES
01 SUCCO O'ALFAOC I LOUBO OEUU
tie OBIMAULT & 9*, Ph" en Paria
tdmUUdo na so Bfftrmssopa oflo/s/d frint.
AperoratopelaJunticentraldeH/tlaaid iran.
Sob a frma d'um eonfto dolieioio,
tomado com prazer, tanto pelas crean-
cas, como pelos adultos, estas paa-
tilhas cnntm os dois principios
mais calmantes e inoffensivos em
materia medica. Empregam-se
com o melbor xito contra:
Tone, I Molestias do Palto,
DeHoxoa, I Catarrho-Epldamloo,
Caurrboa. I Ronquidio,
Doncaa da QarganU,
BraaehttM e Coqualnca.
FAHis. a. mus vrvTMmmt
i*-
^VnwMtfia,'
Molestias da pello
Elixir Depurativo
Do ir CAZENAVB
KX-aTSDICO SU CHEFS DS HOSPITAL DI SAO LI1
(B0E.NCAS DA PELLB)
Este Elixir representa aa ultimas
conquistas da sciencia moderna e cons-
titue o mais poderoso depura-
tivo e renovador do savntrue
que se conhece. Emprega>^3Blp^o
com succesao naa segaintea moleatiaa ?
Dartroe. I Pi^rlMla
Harpas. I Ulc^rstQoaa.
euiornlaa | Psoriaaaav
BjphlIlM. todos oa
rseaitaotoa du Otopom
iintlo PA1H, I, na
Realejos grandes
Import.Dlea realejos com liodissiaaa msi-
cas, as mais modernas, propriaa para cosmo*
rama kermesses, etc. Vende-se por preco
commodo, por ler giaode aortimeato na relo.
oana D*vid. roa do Cahoei n. 14.
J
Caixeiro
![.Prerica-se de om com pratica de molbados
e 15 a 18 annos, a trattr na prafia da Repa-
biican. 3. ______
Ama
Preciea-se da orna para cosfnnar para doaa
od (rea pessoas, > tratar na praga da Repbli-
ca a. 3, venda.
JliDgenho venda
Vende a o engenbo Porto Alegre c"m
proporr,5es para safrejar mais de 2.000
ple de aaaacar, terrones muito ferteia,
diatante do porto de embarque, manea
de legua o meia no monioioio de Seri-
ahlen. Quem pratender dirijo-so ao
meimo eugenho para correl-o e tratar
negocio no engeobo Dooa Mondos de
moricipi ^e Ipojooa._____________________
Cocheiro
Preclsa'se de om qoe seja pesaoa c^paz para
om engeiioo prximo da cidade. A tratar com
Agosiiobo Costa & Socta na praca do Corpo
Santo n. 9, l.'ao O FERRO
BBAVAJS
representa exactamente o ferro coudo 1
I na economa. Experimentado pelos!
principis mdicos do mundo, pasta"
inmediatamente co saofue, nao occa-
soda priso de ventre, nao cansa o
i e'.iomapo, nao ennegrece os denles..
l.sei-ie Tiite gottai ib es coida.
Ixljs-u s 'rdi'eiri laa.
Ksnde-sfl em fodaa aa Pharmaciu.
Psrluor-404,r.St-Laiaire,Parlx.
AGUA
Mineral natural Purfatit/t
RUBIAT
rFonte do Doutor LLOBACHl
-
JA Analysia da Academia do Medicina de Paria prora que a I
\dita agua contem I03!8I4 de substancias Utas das quaes :
SULFATO DE SODA j, SULFATO DE MAGNESIA
96g265 T 3g268
^ Eligir sobre o letrein
^|>tiafS0rceI'W5*g'
Cabo
ANEMIA, CHL0R0SI3
FRAQUEZA
POBREZA DO SANUUE
Ave d Paraizo
51 roa da Imperatriz 51
Becebem das principaes pra^-ai da Eu-
ropa, quinzenalmente as m^is alt-s No-
vidades em fazendas fint-a.
ALBERTO CARDOSO ck C.
Grande sortimento de meias proprias
para padres, coneg e e biepos.
Merinos pretos, superior qoalidade na
ATE DO FaBAIZO
AS Rna da imperatriz 51
ALBERTO CARLXXSO & C.
4
Aviso
ao publico e ao commercio
Eo, abaixo oselgoado, declaro qoe terjdo
dnas toja* com fatendas e mlodesaa nesta ci.
dde, a roa Bario de Naiaretb, qoe gira va m
com a fi'ma de Bento Portella Garda, resolv
vender ama, cerno de faci vend a de n. 84 ao
Sr. Emygdio Croa de Aievedo, llvra e deaem.
baracada de qoalqoer oons aioda mesmo fia.
caes, fleaodo o activo a passivo por mloba res.
pooaabiltdade at esta data.
Cidade do Cabo, 6 de Deiembro de 189S.
___________Beoto Portella Garcia
Casa na Piedade
Aluga-se orna casa na prata da Piedade para
o de banbos de mar. Fica mallo prxima
da estacao doa Praserea tratar na roa do
Qaelmado o. 46, loja.
Cosinheira
Preclaa-ee de ama ; em Caxang roa da S.
Francisca de Paola o. 30. Paga-se bem.
Caixeiro
Precisa-ae de om de 12 a 16 annea com pra-
tica de mtlbados, na rna da Guia o. 41, R-a
Cite.
Precisa-se para
n. 25.
Criado
bo el, rna larga do Rosario
Feitor
Precisa-ae de om feitor oo | ardioslro; a
tratar na roa das Pero.mDocanas n. 32, prefr
lindo-se porwguei.
Monte de Soccorro
Teodo-ee perdido a can'eila n. 30768, pedr.
Be a qoem arhoa o obsequio de enir-car na
ra da CooceicSo d. 6, no povoiflo da Torre.
TOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se li-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.
Compra se qoalqoer
Madre oe Dees o. 4.
Caj
quaotidade
i roa da
V. Alboqaerqoe & C. commaoicam ao com-
mercio que sa ach estebelecidos ra do
Apollo ns. 49 e 51 com arunzem de ricolr.er e
iospec^ao de algodao.
Ama
Preciss-se de urna para cosinba, que durma
em casa; paga-se re/. A' tratar na roa do
RiDgel o. 17, I. andar,
Rapaz
Precisa--e de om rapaz coro pratci de pa-
dina e lonf-itaria, d ndo abono de sua cendu-
t-i; para ama confeltarla fra da cidade, e
para trabalbar com boa? mestre, paga-se bem e
ensina-se a arte. A' tratar na roa do Rjneel
d.[". oos das 9e 10
CIDADE DE
El
Fabrica a vapor da
de?carocar algodao
e caf,
Vende-se a fabrica
de descarocar algodao
c caf com todas suas
machinas e pertences
na cidade de Bezerros
como lambem o predio
eni que est montada
a mesma fabrica, livre
e desembaracada de
qualquer onus-
A tratar no Rec'fe Ra
do Commercio d. 182.
an<3ar.
Cosnneira
Precisa-ae de orna qaelba bem coakbar;
roa Velba n. 28.
Aula particular
Julia Tjvares dos Re*, previne aoa Sra. aaa
da familia ooe aDrio a aoa aula i rna do Jar-
dlm o. 46, constando o ensino do aegolole :
iieographia, anlbmetics, deaeobo e gramma-
tica, e todo o-i trabalbos de ?gnlba, garaotia*
do*se telo e pe-Mc" no e isino.
4!!4
Pracisa-se de ama ama para ra a de borxeai
soiteiro, a tratar oa roa Tobas Barretto o. 24,
laveroa.
Ama
Precisa-re de cma que saloa bem cosiabar,
naB-8e b-rr, a trat?r na roa do Livramenlo n
2a, fabrica a uo'.
Amas
P.ec sa-sa o t-a pa^a ce mbar, a t-a'.sr na roa da Matrls
da Boa Vitla 0.5.
Tuararapes 57
ARyNDA DE ARAUJO BRAGA
Prcfesso-a titulada, scetilica aos pus de
familia, qne reabri a 8 do correle a roa doa
Goararapes 57, roa aula mixta, particular, onde
on r.) a receber aloraras po- mdico pre0.
Rscie, 9 de Jonei'o de 1896.
A miada de Araojo Braga.
Criado
Precisarse d4 um criado
'( n. 2<, hnt-l.
no becco do Pa*
Casa e sitio
Vende-se Da Capuoga om grande sitio arbe-
rlsado, cem opimas fructei as e orna mago ti-
ca casa terrea moderoa, de fetao com jaoeila,
com moitcs enmmodos para grande familia
cosinba fra, qua.-to de baobo e coebeira, agua,
e grande portao de Ierro ca frente, morado,
so'o poprio, sito ra Jcaqoim Nabuco o. 26,
faiendo esquir.a para a Iravessa da Ventara e
def-ooie do poeto de parada da va-frrea de
C-xang ; tr.tar enm o capiao Passos Lios,
roa a Penba n. 5, 2.* andar, e dss 10 s 3 da
ta-de oa roa do Impera ior i. 77 1. andar, es-
ripio lo.
BjDormitorios cu quar-
tosmobiliadospara sol-
teiros, no ameno arra-
balde da Magdalena.
ParaiDormacoesna meg-
ma ra n. 6, Mercearia.
Avio
Arnnla-re cm imro-tante slo com boa
rasa para morada, dita para criados, bsibeiro,
moa.arv redos frocfercs. prtximo estaco
Casa Amarella : qoem pre:ender dirlja-se &
Costcdlo Nenes, e.-tabelecido prximo dita
tsiagSo. fC ~"~'""
Vladeiras de construc^ao e
n ateiiaes parae difica^ao
A Companhia Exploradora de Productos Cal-
reos, vende em seo armazem no caes do Apol-
lo d. 73:
Maderas para constracco.
Cal braoca de -agaaribe.
Cal preta.
Cal virgem para assncar.
Tijollos de ladrilbo e commaos
Tijcll08 refractarios.
adras de cansara para soleiros, etc.
Professor
Precisa-se de um com babilitac.es para lee
clona,- pnmeiras lettras em om eogeobo perto
da cidade; prefere-se pessoa idnea. A'ira-
lar com Agostinho C.sta & Fiazj, praca do
Corpo Santo o. 9, 1.- andar.
Aluga-se
ma casa com aeia quartoa a roa Angosta
n U9; tratar na meama; e vende*ae om
goaria roopa em bom estado, lendo a porta om
grande espelno. _________
Vitrina e b lcao
Veode-se para liquidar ; oa ra Bario da
Victoria b. 53, loja de ]0'as.____________
Ao commercio e ao
publico
Os abaixo aasigoaaos declarara qoe resta
i ia comnraram a laverna do Sr. Hanoel Hip
mlvto Csroetro da SU va, alta a rna e S. loao
o. il, arrala!, livre e desembaracada ds qoal-
qoer onns: qnea se jalgsr credor uo com
qna'qaer diretto ralativamente a allodida la-
v^roa, aoreaifnie'Be no preso de trea das a
cootar desla/boblicacSo. '"
l~ Francisco d Castro C.
RecU.,p8 de Janeiro de 1896.
Os proprietarios deste moderno estabe-
lecimento, apresentam a admira^o dos seus
ilustres freguezes e ao estimavel pubiieo
desta capital convidam a fazerem urna visita
aoseu estabelecimento que encontr rao co-
mo especialista em cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersev, Moscatel, Champag-oe,
Fasto, Collares genuino e j aamado
DOURO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes, msnteiga, fiambres no vos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, castanhas
e o mais que concerne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas inglezas e alle-
mes especialisando-se a celebre e afamada
DrFDB. JUNTGISC.A UNT.A.
Cognac, vermutb, whiskys de varias
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por isto limitamo-nos a chamar a at-
tenejao do estimavel publico e dos nessos dis-
tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, afianQ ndo a sua boa quali-
dade e presos excessipamente insigniiican-
tes, recebemos encommendas de fruetas para
embarque.
3 -ua Bom Jess* 13
Kua Larga do Roza io n. 22
Fbrica de Molduras
Eitampaa de tcdsa aa quJidades. Q.i- droa Sanefaa para oortinadoi, ca-
dieiroa, chamices, pavioa, moldoraa para retratos.
Enoarrega-ae de retratoa a craion para o qoe ha contratado im perito art'ata,
j bastar,te conbeoido. B
Prepara-ae qualquer encommenda com a maioi\>revidade.
Sincendade o preg a baratiaaimoB.
'i



^

'



->-
r*
-i HBTIUDO
-jr
i ajaj
J**


Diario de Pernambnco KDiioa-se; a tratar
ncmero 6.
Giarda-lvros
do becco dos Ferrelros
iouaeado
ido a vii de
verificada
i
t
Duas iovens em conflicto
NO THEATRO
De repen e oorio ee grande romor nos cama
roles da i ordena, era erando conflicto entre
duas ioveos: aiaqnee, choro, mato, morre, api
tos o diabo enjrim, cnega a polici
f cto e tica ssbeodo qne Uonam
facto, D. Elvira e D. uenoveva.
caoe, linba raiao D. Elvira.
Eatava indignada, (orlos mesmo, D. Genove-
va, com ana rnica e companneira de camarote
peio taco de ver aoe todas as pessoas qoe esta-
vam bo Ibeatro, olbavam ornete para saa ami-
ga e n&o p ra til, indigDada usse : nao por
gua bonita cara Elvira, e este seo liodo vestirte
que eat chamando a aiiercao de todos, on
vsetido de urna bonita pbantazta o lio caique
que. .-endo o aeu de seda, o sea reales mu o
mais qne elle e o que maia me contraria vo.
n&o querer dixer me a loja onde compron a k-
xeoda de stn vestido
Elvira, contrarala, d urna gargalbada sar-
castica e dit: para que nao leis os aDnoocios
dfaclcjts? para que cao passalas no commercio
ora Sra. D. Genoveva, cairo c fBclo, qando ec
aorponba que a fua raiva era por cansa do pri-
mo Juca, vem a Sra. dixer qne tao fomente po-
que Ojio vestido rooito btoiio e qne sendo de
[hadara realca nrai-< Que oaev fendo de t a
e porque eu nao qoii dixer a Sra. a Iota oode
compre). E' o caso, cao somos nada oeste
mondo. .
Sra. D. G< Dovevatenha 10110, nao veoba para
o tbeatro dar um espectculo deste, e quando
aoiier comprar qnalqner faieoda de (Ja tu
pbantatia de mnito gosto, v a roa do Crespo
n. 12, loj Estrellas da Aaerica qne, nao -6
encontrara om lindo e variado sortimetito de ia-
xendae finas e modas e bom com amentdade nn
iralo, agrado, aincendade na medida e preces
comroodof. ,
D. Genoveva reqner verbalmente ao commis-
sario qne Ibe mande D. Elvira dar por escnpio
o numero da loja. o nomeaa ra, o da faxenda
de BfcO vestido, o prego e bem aasim o nome d
todas as axeodaa que ella vio na loja referida,
o qoe foi deferido.
Estrellas V Amerita
fl -Roa 1 de Mareo 1
Antiga do Crespo
MANQUES & LIMA
Agrado a lodos, pbantaiia em tecido de gorgo-
rSo, OOo covado.
Sonhei cem tigo, pbanlaiia, 1*100 o covado.
Pery, phantaiia de salpicos de Ustras e lavra-
das, 1*200 o c vado.
Sedas de cores. Vaidoxas.
Ditas de ditas, Suspiros que vSo e vem.
Cachemiras de cores, Bombardeio.
Pbantaxia, Slrandioba.
Las com listras de seda, Adelaida.
Ditas dem dem idem, Elvira.
Ditas iJem idem idem. Maraco.
Cachemira de cor, Tenbo ciumes de ti.
Las com salpico?, Os 3 Jacars.
Sedas, padreas novos, As sogras.
Dita tecido gorgorao, Hei de amar-te at mor-
rer.
Cachemira preta de cores, Nao qoero amores.
Marin preto para botiaas. -
Dito caf para habito,-------
Tsode sor^meQttTde merino pretos e lavra-
dos.
Velbotioa de todas as cores.
jnande sortimenio cambraias bordadas.
Corles de vestido braoco bordados, 18*000.
Vestidos de carlee?, bordados a seda.
Linda phiDtaiia. Beijos de as.or.
Ficbs ae U a OWO.
Peinlros de iinbo luos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadelras.
Camisas bordadas para noivos.
Camisas brancas e de c es.
Vestuarios para baptisados.
Sobretodo de urna e doas isla.
Flanella lita e de listas.
Chales pretos.
Cortinados de can.braia e de crochet para ca-
mas.
Cortinados para janella.
Maotilbas de seta de cores e pretas.
Ditas de algod&o fie cores e preta.
Canrais de la para bomem.
Coberus, colchas e cobertores.
Ditos americanof, 2*500 om.
Bramantes de linao e de algoJao.
Lindes padrOes de crep para coberta.
Crep preto. .
Linos, de qoadro e de sal picos.
Cacbiuet de da de cores.
Vellodilho de cores.
orgorao prelo, diversos precos.
Se'.im de todas as cores.
Merino preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com salpicos de seda, Caonlnha verde.
Seda de listra, Albayde.
Paletots folba de eda.
Camisas de meia com listras de cores.
Cachemiras pretas com ealpicos de cores, Abra
a porta Sinbs.
Boffalo.
LiodisBimas casemiraB de cores para nomma
, gosto espfcial.gi ,
Cortes de los'.oes nranco e de cores paracolete.
Atoalbado de ilBho e de algodao.
Panno da costa para mesa.
Sur de todas as cores.
Mnrim da China, *500 a pesa.
Cretona de barra om metro de largura.
Caesa pabtiita fina, 100 ris o covado.
Baeta encarnada e atol.
Dita dita, 200 rls o covado.
Chita perfeita, 2i0 ris o covado.
E moitas ootras faxeudas qoe impossivel t
*"*" RA DO CRESPO-.
Estrellas d*America
W0F**
y* ESCOLHIDOS i o > CO o o C0
CO O CO ce Li-C/D o Q < O Ll UJ Q OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO DE LAMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dao a preferencia, o re-ceitam cada dia para todas as doencas Pulmonares, Es-crofulas.'etc, e o consideran! o mais puro c rico exn PODER MEDICINAL QUE 6E APRESCNTA AO PUBLICO
JS E MAIORES
A TOSSE E
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
PREPARADO POR
LANMAN E KEMP
NEW TOKK
0 BALSAMO MAIS EFF1CAZ
PRODUZ CURA. AOMIBAVEI E TEM
TniUMPMAOO EM MUITOS CASO. Di
PHTH16ICA INCIPIENTE.
INFALL1VEL
ID
I
DO 81)Wi
PEITORAL OATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
P O 8 1 t'jl'O DE RAI'LIVEIBA
Contina a roanter em seos depsitos completo sortimento de utensilios para osinaa
vetdendo serapre por procos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de diferentes systemas e tamanhos da Robioson e ontros fab:i-
cantes e de 2 a 12 csvallos.
CADE1RAS A VAPOR multitubuiares de Fletcher para funccionr com o fogo das (orna
Iras s lachas.
CALDEIRA9 A VaPOR Cornish e tjpo locomotiva para fooc iooar com lenba e bagaco
RODAS para gua.
BOMBAS de motun*continuo.
MOENDnS e roeas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diffirentea systemas.
CR1V/C0ES pura fornalhas.
MACHN *S para descaroQar algodao de li a 50 sorms cora alimentaJores e empastado
res a vontade dos agricultores.
Pazendo parle da direc^o de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajosa
mer te conhecido dos Srs. agricultores pelos seos trabadlos de montagera de grande numero
o Usinas fonecionando deste Estado, incumbems- de mandar vir e erigir garantindo a pro.
doccao e quahdade do assu ar.
APi'ARELHOS e meios anparelhos de vacuo.
DESTILLaQOES completas para alceol e agurdente a vapor e a fogo;n, para grandes
e pequeas fabricas.
82, RA BAR0D0TR1MPH0, ^
Dentes
GRANDE
co
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Estado
premiado com a medalha de I. classe em diversas exposic3es.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tossea, bronchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas as molestias das viaa respiratorias.
Maia de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN ck OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmaeias e dragarlas
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBCO
Guimares Braga & C.
Roa do Mrquez de Oliuda n. IO
GRANDE
H0TE1 MERIGAN8
Ba 15 de Noyembro 29
E8tabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais^bygieni-
co8 da cidade do Recife.
AccommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a maior "e maia arejada nesta capital
A cosinba acha-se a cargo de dois peritos cosinbeiros, sendo um francei
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima (offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais difficeia dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-ee para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimeoto.
PRECOS RAS0AVE1S
FALLA-SE DiflBSIS IDIOMAS
EMLISAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHiRMACEUTICO
TITLALO rSL ASSC3LA SE 1SSS1CINA 2 PHABUACIAIL SASIA
AFPROVAA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emutsao faz expellir completamente em poucas heras os vermes n-
testinaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrigag. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empreados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
porgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel-s
cranlas sem repugnancia. Em sua composico nao entram substancias mina-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
. Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancaa eolheres das de cha. Deve aer
tomada pela manha bem cedo, pura ou ""misturada com caf, leite, ou meara
com agua adocada.
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao do sen babil proprietarii MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .at;rna, j pela promptidao e aceie do ser vico culinario aduaneiro, ja
tarr bem pola pos9&o hygienica do seu edificio.
BlfBTAMSiTQS
Depois de innmeras transformacoes por que tem passado este Hotel, consi-
gui afinal o seu incancavel proprietario offerecar boje urna hospedagem que
deve ser preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APEtITIYOS
POUR SE MANGER.Salpicoes, ostras, lagostins, salchicbas, etc., peixes era
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-1
geiros e nacionaes.
adi:c;v
E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes eoutros aperitivos & a se i>otro,o&os recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commurn do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importaego, principalmente vinbo Bordeaux em quartolas e
cognacs nissimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
Termina a hcrrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacSo, attes-
tam a eficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
ra & C, ra do Marques de Olinda
a. 23,
Pbarmada Martina, ra Duque d
azias n. 88.
Pharmacia Oriental, 4 ra Estreita de
tioaario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a roa i i
i rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar-
g d) Rosario n. 13.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jagaaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do aseucar vende-se na
Companhia Exploradora de Prodacto s
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
O caf na ponta
A fatiTJda Pao Amarello do muoicpio de
Correles, Esaso de PerDsoibaco, tem para
vender da pfeaen'e dsts por diaote, terca de
Quem visitar a predila faieoda no Intoito da
faer acqolg'ca da rzeociona-ia sercenuira. dSo
deixara oh tus. a coapra, j cela qu lidade,
ja pelo oreco.
O caf tende a oceupsr om especial logar no
domioio agrcola do Doato Eeado, pelo que tuco
qoaoto se Bier era prol do seu deseLvalimiento,
accelerar a costa marcha evolucionista.
SPo Amarello de Correles, J5 de Deiembro
de (895.
Francisco de Sonsa Lf8o Jooior.
FOLSETJM
53
. *w.->wr~-
TRADUCgAO
DE
:s:^: ssnm
XXVIII
(Centiuuagao)
Serio ? disse Mansell com grande
serenidade.
E poderia accrescentar muito
nossa C8nvic95o, prosegaiw Giyce, di-
zendo-nos o que vio ou ouvio na casado
crime, no momento em que fugio tao
bruscamente. 4
Como sabe que fugi bruscamente ?
Viram-n'o. O facto nio foi de-
monstrado parante o tribunal, mas urna
testemunba que poderia nomear, vio-o
ao sabir da casa de sua tia e precipitan*
do-se na direccao da lagda, como se a
sua vida depeudasse da velocidad* da
fuga.
E eise facto nico, apeiar de todo
quanto me aecusa, leva-o a acreditar na
minha innocencia ?
Leva, porque, oomo acabo de lhe
dizer, acreditamos qoe Mrs. Olammens
oao tai asiasainada sena depoif do meie-
dia e o aanhor sabia de casa della quasi
cinco minuto antea.
Prego 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro.*'
15000
2*000
1O000
20*000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBCO
^
A perturbac&o de Mansell augmentou
e quasi se tornou agitac&o.
Posso perguotar-lhe, disse elle, o
que se passou para o fnzer acreditar que
minha tia n&o foi ferida no omento em
que se havia aupposto ?
Ab I ah 1 Agora entramos nos
factos 1 replicou G yce ; e inclinando-se
com ar de confidencia para o p-eso, ac-
crescentou tranquillameute :
Houve om motivo para a morte
do advogado.
Admirado, tanta das palavras como do
tom em que eram pronunciadas, Craik
Mansell recnou desconfiado.
Gryce approximou-se mais e prose-
gua :
Soube da morte de Orcutt, mas >g-
norava provavelmente os pormenores do
accidente que o privou, de modo tao in-
esperado, do sea advogado. Saiba en-
tilo que nao suecumbio immediatamente.
Viveu aioda algumas horas, viveu o bas-
tante para proferir algamas p -lavras que
mudaram completamente o estado das
cousas.
Foi urna resposta a urna pergunta de
miss Dar.
Com geral aorpreza, miss Dar nao o
bavia deixado desde o momento em que
ambos foram tirados debaixo do tronco
cabido.
Ficen ao lado delle, com as olhos fitos
ev Orcutt, esperando que aahiise da iu-
sensibilidade. Ent&e perguntou-lhe quem
tinha morto Mrs. Clemmens.
E que responden Orcutt ? Sabia-o ?
A refposta parece indical-o, Sr.
Mansell. Teve algama vez suspeitas de
Orautt ?
Nanea.
Fiaara entSo muito sorprebendido,
centinueu Grice oem crescente gravida-
de, se Um disser que a resposta de Or-
cutt a misa Dan bastou para attrahir a
atten$So sobre elle como o aasassino de
Mrs. C'emmens, e que as suas palavras,
aseim como as circumstanoias em que as
pronun iou, impressionaram de tal modo
o attorney, que a questao que se agita
agora no sen espirito n&o : Crak
Mansell esta innocente ? > mas : O
culpado ser o seu ad rogado Tremond
Orcutt ?
Ab demais I exclamou Mansell
com expreBS&o de profundo desgosto ;
julgame um imbcil para imaginar que
acredito historias como essa ? Orcutt um
assaasino 7
de
Porque nao aecusa
haver morto a viuva
o juiz
Clem-
Evans
mena?
Porque se sabe que o juiz Evans
nao teve essa possibilidade, emquanto
que todos ee recordara como O. cutt en-
trou em casa da viuva e sahio alguna
momentos depois com a noticia da morte
violenta.
O preso contrabio desdenbosamente os
labios.
E deveria acreditar isso suficiente
para o suspeitar ? Julga-me muito inge-
nuo, senbor.
SuppOe en'So que Orcutt n&o sa-
bia o que dizia quando em resposta &
pergunta de miss Dar murmurou : O
sangue pede saogue ?
Oh I um bomem, cujo espirito nao
esteve, durante algum tempo, oceupado
com outra cousa seno a defeaa d'um
tupposto aasassino, pode dizer qualquer
cousa dessas no delirio.
Gryce soltou o seu hum favorito e res-
ponden gravemente:
Miss Dar julga que foi urna con-
fisaSo e nSs a nica desta opiniSo. Pes-
soas em cajo julgamento tenho toda a
confianca o acreditam como ella.
E eu n&o o acredito t exclamou
bruscamente o preso. O qu, foSeitar
d'um homem na situacl e de Oreas d'um
ilHlUUU
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MRATO
PROPAGADO POR
D GARLOS
Elle cura toda a sjphilis.
Elle cura o rheumatism^.
Elle cura a astbma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO. pro-
pagado por
XX CJVJaX^QS
DEPOSITO EM YElVX\M.Bi:CO
A WANQIA DS DH GAS E PB0DGTQ3 GHIMIGOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
crime borrivel... desse crime do que
aceuaado e sen cliente e em cuja defeza
empregou todo o seu talento 1... N&o
tem senso commurn, inadmissivel 1
Recosbeco-o. Mas tenbo tido mili-
tas vezes a prova que s&o as cousas mais
inverosimeis que acontecen).
Craik Mansell olbou para Gryce com
tal commojgo, que era quasi esperanca .
Disse finalmeute:
Se suspeita de Orcutt, deve ter
para isso melhores razoes do que aquellas
que acaba de apresentar-me. Quaes s&o
ellas ? Est sem duvida deeidido a dar-
m'aa a conbeoer, ae n&o fosse assim n&o
teria adiantado tanto.
Tem razio. Um caso t&o compli-
cado requer medidas extraordinarias. O
Sr. Ferris, comprehendendo a g-avidade
da situa5o, consentio que me dirigisse
ao senhor com a esperanca de que aeria
capaz de nos ajudar a aahir das difficul-
dades.
Que o ajude 1... D-me primeiro
a liberdade.
Isso vira com o tempo.
Se o fjudar T
Quer me ajude, quer n&o, se p-
dennos certificar-noa que as palavras de
Orcutt foram urna confissSo... Pode
apressar o nosso convencimento.
Como ?
Explicando-nos o myaterio da sua
fuga de casa de Mrs. Clemmens.
O preso baixou ea olhos.
. Pareca voltar-lhe toda a descon-
fianca.
laso nao os ajudar em cousa al-
guma, disse elle.
Desejava ser eu o juiz.
A minha palavra deve bastar-lhe.
Gryce tinha assistido a muitas sceoas
semelhantes para desanimar fcilmente.
Inclinando-se, cerno ae aceitasse a con-
Ourives Oc-
culista
TLEODORO JOS' RAMOS DB MELLO
Efli; bt-lei dj com officioa de oorives a rna das
Larangeiras n. I, ..visa aos seos trego^xes a ao
respeitve publico, qoe aianlm officises hab,
lltadls.-imos para execocSo de qaalqoer trabalbo
coocemenie a sua arte, especialmeoie cravacoes
para brilbaotes, ocolos, peocloex, monoca?
los, etc.
Doura ss, pralela-se qoalqoer metal, (oncer*
tos em trqacs de madreperoia on outra qoalqoer
especie, (arantlodo preces a odeos.
^na das Larangeiras n. 1
Chegou! Chegou!
PARA A
A mais alta phantasia d'esta estac&o
nndissimo chifou de seda & Maria
Stuart 1
Variadissimo sortimento de pbantasias
em l&s, algodao e seda.
A7SOPABAEO
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso rt: C.
Banhcs saka los
Alut.a-ss doas casas com ptimos cemrDodos
e perto de baDbos, em Boa Viajpss ; para
iofo-m: cj3 roa do Imperador o. 45, pimel.
ro andar.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igre)a ebronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente [a arte mecbanica.
9fina Larga do Roeario 9
Liquidado
Jk. loja Paria n'tmerica tea-
do de liquidar diversus fa-
zendao de modas chama at>
teneSo de seu* fre^uexea para
grandes abatimeatosde prej
eos.
Boa do B. da Victoria te
Pernambuco
clusao do preso, seguio tranquillamente
o seu plano.
Com franqueza que nao lbe era habi-
tual, fez urna narracSo completa das ul-
timas horas de Orcutt e da entrevista
que em seguida tivera com miss Dar.
A is'o accrescentou as suas razoes de
suspeitar do advogado, e, recenbecendo
que nao achava motivo algum para o
orime, certificou que este motivo seria
immediatamente descoberto se consegua-
se desvendar o segredo das verdadeiras
relacSes de Orcutt com a viuva.
Fei 15o cloquete, parecen t&o conven-
cido, qoe o rosto do preso desanuviou-se
sem elle mesmo querer, e apreseaton tal
expresso de esperanca, que Gryce p3de
acreditar que a batalha estava meia
ganha.
Se nos soubessemos, concluio elle,
o que se passou em casa de Mrs. Clem-
mens antes da sua chegada, seria grande
auxilio pira nos. Pesc-lhe, pois, que
se explique categricamente sobre este
ponto. Nao ter, estou certo, nada de
que se lamentar.
Senhor, disse Mausell, com inaba-
lavel serenidade, se a sua intenco
attribuir esse crime ao Sr. Orcutt, devo
insistir e affirmar-lhe que n&o tenho in-
forma;&o alguma a dar-lhe que possa,
de algum modo, convencel-o da sua
calpabdidade
Isao quer dizer que poderia dar in-
formac/Ses que compromettessem miss
Dar ? reapondeu vivamente Gryce. Pois
bem, quaesqner que sejam essas infor-
ms9SeB, miss Dar n&o calpada.
Diz o senhor. Mas o que vale a
sua opiniSo, emquanto n&o tiver conhe-
cimento das provas contra ella ?
N&o ha centra ella sen&o prora*
por indcelo.
Como o sabe ?
Porque est innocente... ProTM
por inducco tanto podem ser apresenta-
das contra o innocente como contra o
culpado. Quero dizer que, como miss
Dar o julgou absolutamente culpado
deste crime, evidente que nao foi ella
quem o commetteu. NSo tem replica.
J m'o disse.
Bem sei. Mas quiz mostrar-1 he a
forca de raciocinio, porque, convencendo-
se da innocencia de miss Dar, dir-me ha
o que sabe, embora pense que isso a n&o
aecuse.
Craik Mansell n&o responden.
Vio-a dar o golpe ?
Mansell levantou-se com indignacSo.
N&o, certamente que n3o, exclamou
elle.
Vio-a com sua tia no momento em
que fugia de casa della, inmediatamente
antes do crime ?
N&o vi.
A emphase, inconsciente talvez, com
que subliuhou as palavras nao vi, era
significativa, e Gryce, a quem nada es-
capava, cabio sobre esta indicac&o como
gato esfaimado sobre um innocente
peiie
Mas parece-lhe ter ouvido a voz a
o riso della, ou talvez simplesmente o
rocar do vestido no quarto contiguo.
Nio, nao ouvi.
Naturalmente n&o, mas alguma
cousa feita ou dita por alguem, alguma
cousa que n2o tem alcance como prova,
lhe fez comprehender que ella estava
all; e entio calou-se para nSo a com-
proaetter.
Que nao tem neahum alcance como
prova, repetre Mansell, como sabe isso ?
{Contina).
gyp. do DUtrio, roa Duqae de Cause 48
MUmiOfl r
. .,|llTf,
1
4
V
*

:
\



Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ERHHF9I79_OPTVFO INGEST_TIME 2014-05-29T18:23:59Z PACKAGE AA00011611_17988
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES