Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17950


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Full Text
flN LIUJ^HIfiHIO 13?

PIRA A C1PIT1L E LCCSARVU W'DK SAO K PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............... 6KK)0
Por seis ditos dem.......... ...... 120000
Por am anno idem................. 23)5000
Cada numero avulso, do mesmo dia............ iJIOO
EI-MBi 11 DE JIO BE 1881
PARA DESTRO K PORA DA PROVISCIA
Por seB mezes adiantados............
Por nove ditos idem................
Por um anno idem................
Cada numero avulso, de dias anteriores.........
13.550C
200000
27^,00
0100
NAMBUGQ
Propritirafre te Jttaiwrl Syymca i>* Jara & JTtyos
T
Os Ira. Amedo Jr!nee C
4e Parla, *& i o rins :is;en( r
rxclii-^Ivos de annunclos e pu
blleacdes na Franca e lagl -
trra
TELEGRAMHAS
,::;;: pasi::::*: so habi
RIO DE JANEIRO, 16 de Junho, s 4
horas e 20 minutos da tarde. (Kecebido
s 5 horas e 40 minutos, pelo cabo subma
rio).
% Cmara do* Depnladox appro-
oh boje i-m 3 (li*ruiao o projeclo
da le de flsaro da forra* de mar.
Ca Neftwo de bonlem. da menina
Cmara, foi lldo. indo a Imprimir,
um parecer da commtft*o de orea -
iuculo do Ministerio do Imperio pro-
pondo a* Negnintei* medida* :
it.mIh rao da* verbas de alternan
rubrica*, que pruduilr urna eco-
noma de '."lo conlo* de rl* s
auppre**o ."a dotarn de S A. o
m Ruque de San- e do* cursos de
mina* e *ciencla* pbyalcaa da neo
la Polliecbnlca:
tu^menio de ordenado de diver-
*o* funcclonarlo*.
Pelo Ministerio do Imperio foi con-
cedido o foro de moco fldalgo da Ca-
a Imperial ao bacharel Joao lia
pliNta Crrela de Ollvelra.
'F,- .:- si ;> o Diario)
RIO DE JANEIRO, 15 de Junho, 9 8
horas e 15 minutos da noite.
O ministro da agricultura deca -
roa boje na Cmara do* Depntado*
que o guverao mandou forra para
Campia*, recelando deoordeni pro-
vocada* nesta lacalldade pelo* e-
rravoN fugidon.
BERLN^ 15 de Junho.
H. M. o Imperador Gnilberme wal
caelbor.
BRUXELLVS, 15 de Junho.
A Cmara do* repre*entante*
adoptou a le relativa ao projecto de
rortlfleaco da* margen* do Mease.
ROMA, 15 do Junho.
O averno pedio bojea Cmara dos
Depntado* um crdito de vinte mi
luden de lira* para a expedlr&o de
de MuNsouab.
PARS, !."j de Junho.
O* jornae* etnopeus consideran!
que o novo mlnMerlo servio um
verdadeiro revs para a poltica da
tusiria no Orlen e.
RIO DE JANEIRO, 16 de Junha, a
ij h"r '3 da t ir.I;.
4comaiis*odaCamara lo* Depu-
tado* encarregatfa do exame do pro-
jecto de orcamento apresentou osen
relatorio que conclue pela adopro
do projecto do governo modiOnado
apenas por algumas emendas.
Estas emendas consagram urna
diminulco de despesas de 2 cou-
tos inclulndo a suppress&o da dota-
co de S. A. o Duque de Mase.
INSTRDCCiO POPULAR
PARS, 16 de Junho.
a Duquesa de Alencon acba-se bas
lante lndl*psta. seu estado Inspira
alanu* cuidados
BERLIM, 16 de Junho.
Q o lado de a. M. o Imperador Cial-
Iberme apresenta urna llgelra -
srava: por causa de urna consti-
parlo.
Os mdicos de a. M. aeonrelbam
um deneanco absoluto.
BIOLOGA
(Extrahido)
OA BIBLIOTECA DO POVO E DAS ESCOLAS
(Cent i n u A VI > &
Os phenomenos vitaes sao meros resultados das
propriedades da materia orgnica. A vida nao
resid verdaderamente nas su'ostanei \s cbimicas
do protoplasma, mas siui nos movimeutoa especiaos
que resultain do seu estado particular de aggre
gacjio. 0 protoplastna vive, mas nao a vida.
sta urna couibiuac.io des nnvimentoa das
suas particu'as, ou, se quizermos urna forma de
movimento. Sendo um movimeato, a vida pode
transformar fe em outros movimentos ais ou me-
uos complexos. S debaixo deste ponto de vista
podemos coasideral-a como urna furc,a, a applicar-
Ibe a designacao de forca vital e vitalismo,do
mesmo mido que em pbysica se empregam os ter-
mos electricidade e forca elctrica.
Urna massa de protoplasma simplesmente um i
ir.acliina de grande complexidad"*, cuj ia resultados
tetaes-avidadependem. por um lado, da aua
eatructura e por outro, da energa que possue.
Aesim como noB tomos a forca da affioidade rege
os phenomenos cbimicos, no protoplasma a forca
vital rege os phenomenos biolgicos.
Os movimentos vi tos manifestam-se ai lado
dos movimentos cbimicos. Estes persistem nos
organismos mortos. A vida, coneisndu no mo-
vimento vibratorio especial das molculas bioplas-
ticas, facilita a formacao dos compostos instaveis
e complexos que consttuem os seres vives. Re-
side na substancia bioplasmatica, e independen-
te de toda a organisacao ou composicao estructu-
ral dos organismos.
J'ar. fazer urna justa idea da vida, importa de-
terminar bem as suas prupriedades, isto os as-
pectos que apresenta, ou as condicoes da aua roa-
nifeat&cao.
(Continua)
ARTE OFFICIli
BERLIM, 16 de Junho.
:*,
O Belcbslag adopleu em segunda
Id tura projecto de le sobre o mo-
nopolio pa a o averno da venda das
bebidas espirituosas.
BELGRADO, 16 de Junho.
A uapteblaa servia acaba de ser
dissalvlda.
Agamia Havas, lial fo Pernambuoo,
16 de Juuho de 1887.
Governo da Provincia
EXPEDIENTE DO DIA 28 BE ABRIL DE 1887
Actos :
O presidente da provincia de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de polica em offieio
de 21 do correte mez, aob n 385, reaolve nomear
para o lugar de subdelegada do Io diatricto do
termo de Pao d'Alhi o actual 2" suppleote Fran-
cisco Ignacio de Lima Cabral, em substituicao de
Ildetonao Carueiro da Guaba Albuquerque, que
rica exonerado.
O preaidente da provincia tendo em viata o
exposto pelo inspector da Tbeaauraria de Fazenda
em oflicio de 26 do corrente, n. 247, reaolve n08
termos da circular do Ministerio da Fazenda u. 431
de 13 de S-'tembro de 186 abrir um crdito na
importancia de 6741000 verbaMonte de con-
tribuicaodepositado no Th?aouro Nacionai na
forma doa arta. 6 e 7 daa inatruccoes que ba>xaram
cum o aviso d Ministerio da Marinha u. 691 dd 7
de Outubro de 1878, afim de ter lugar o completo
pagamente daa diarias aoa invalidas operarios do
Arsenal de Marinba, visto ser insuficiente a im-
portancia daa peiiaoes arrecadadas no corrente
exeisicio e nao haver at agora sido concedido
pelo uit i Miaiaterio da Marinha o crdito solicitado
em Desembro ultimo para o alludido fim, conforme
declarou aquelle inapi'Ctor no indicado officio.
Communicou-ae a Tbeaouraria de Fazenda.
Officioa:
Ao iuapector da Tbeaouraria de Fazenda.
Sirva-ae V. S. de providenciar para que os agen
tea fscaes da Fazenda geral remettam com toda
urgencia a Secretaria desta Presidencia as reta-
ques a que se refere o 3o do art. 13 du^lecreto
n. 9517, de 14 de Novembro de 1885, afim de que
poaaa ter cumpriment) no prazo legal o diapoato
no 4.
eleva notar que pelaa collectoriaa de Tim-
baba, Caruar, Pauellae, Triumpho e Garaohuna
j foi cumprido eaae preeeito.
Ao meomo.Kemetto a V. S. aa inclusas
contas, na importancia tital de 774930, a que ae
refere aua iuformacao de 20 de.te mez n. 232, para
que mande pagar a referida quantia aos iinpre-
zarioa da illuminacio publica em viata da ordem
do Thi-sonro Nacional n. 47 de 11 doorrente.
Ao meamo.Remetto a V. 6. a inclusa conta
em duplicata na importancia de 61500 extrahida
pelo Arsenal de Guerra em virtude aa solicitarlo
contida em officio deaaa Tbeaouraria de 18 de Fe-
vereiro prximo paseado n. 102, afim de que eja
indemnisado o Miaiaterio da Guerra pelo torneo
ment de 20 caixotea destinados a remeaaa de di-
nbeiroa ao Tbesouro Nacional, conforme requisita
o direetor do referido Arsmal em officio junto por
copia, de 25 deste mez, n. lo49.
Ao director do Arsenal de Guerra.Com a
inclusa copia da informaco do gerente da Com-
panbia Peruambucana de hontem aalada, respondo
ao ojcio de Vmc. de 2.s do corrente, sob n. Iu48,
attinente ao concert de dez aabres bayonetas de
svatema a Comblain, pertencentea a compauhia de
infantaria da provincia do Rio Grande do Norte.
Ao inapector do Theaouro Provincial. Mande
Vmc. iodemniaar o Ministerio da Uuerrada quaa
ta de 136J530, importe do fornecimento feito
guarda cvica de aeis sarilhos de madeira pinta-
dos para e vinte e cinco mosquete es; nos termos
de sua nfjrmacao de 23 deate mez, n. 580.
Remetto-lbe a coDta em duplicata extrahida
pelo Arsenal de Guerra.Communicou se ao The-
aouro Nacional e ao Arsenal de Guerra.
Ao mesmo.Em reapjota ao officio de Vmc,
datado de 14 do c rreute, com referencia appli-
cabilidade do art 47 do reguiamento de 7 da Ju
Ib > de 1879 ao collector do municipio do Cabo,
tcuhj a diz.r-lhe que, attendendo s cireumatau-
ciaa que expe em aeu citado officio, poler mar-
car ao dito Collector prazo razoavel para o reco-
lbim>-nto da renda tnmeaaal, antes de toruar et-
feciivaa aa penas reglamentares.
Ao agente da Uoinp*nhia Hraaileira de Na-
ve^ajo a Vapor. Ketnstto a V. S. a traduecu
de uui officio que em 26 do corrente o coosu. d
Sua Magestade BriUnnica dirigi a eata presi
d. ucia acerca da situac^j do vapor Babia nau-
fragado a dez uii.bas a leste do lugar denomina-
do Punta de Pedrat, ati o de que ae sirva de in-
formar brevemente a reapeito do que txpde o mes-
mo cunaul.
A' junta classifieadori de eacravoa d > mn-
nieipio d- Goyanna.Approvo a nova clasaitica-
co buppeme.itar, que Vinca remetteram c-m o
officio Ue 21 do correntf, para applicacao dJ r--si-
dj da tima quota do fondo de eman.ipaci), Da
impon .uciad- 1:653*083
Viudo o prazo uj art 31 do regulamento de 13
de Novembro de 1872, devera o agei.te fiscal,
memoro deaaa juutu, prom jver o arbitrameut .
dos valore d.>s eacravoa que h tuver m de -r li-
bertadua na irma do art. 37 e seguales do a- o-
mo regalaia-nto ; cerco da que e>* presideaci-
ni i aut n.a o pagamento de valorea exageraos
h tora do cammum uesta proviscia. Commuui
Cou-ae o jmz municipal e de orpbSos do ternu.
Pui tariai :
O *. gerente da Companhia Pernambucana
de Navegocao maude dar paaaagem de r, de ida
a vulto, euire ua portoa do Recite e Tamandare,
no vsp.r Giqai* que para a li tegue a-nanba, a
Alfredo do Valle Cabral, por contadas gratuita* a
que o governo tem direito.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
de Navegi^j mande dar paaaagem de r, at a
Baha, por conta das gratuitas a que o governo
tem direito, no vpT 'Jacuhype qu spgu" h"je
para aquelle porto a Jo&o Saldanh i.
EXPEDIZNTE DO DE SECRETARIO
Officioa :
Ao director de Araenal de Guerra.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda communicar a
V. S para aeu conhecimento, que na peticao em
que Francisco doa Santo; M .cedo pede a entrega
dos seis pranchoes de amarello de que trata o seu
officio de 26 do corrente, s.,b n. 1,050 proferio hoje
0 (egninte despacho :
t Sim, privando a propriedade e indemnisando
aa despezas. a
Ao Dr. juiz de direito de orphaos e ausentes
da comarca do R cife. De ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia transmuto a V. S. copia
do officio n. 179, de 19 do corrente, em que o di-
rector do presidio de Fernando de Noronha pres
ta as informaces exigidas no seu officio de 18 de
Marc) tiud relativamente ao fallecido sentencia-
do Fioravante Pnlermo.
Ai l- secretario da Assembla Legislativa
Provincial.O Ex n. Sr. presidente da provincia
manda remetter a V. S para o fim de ser presen
te delibracao desaa Assembla, o incluso officio
em original do Thesouro Provincial, datado de
21 deste mez, n. 577, contendo a demonstracao da
in8ufficienc:a de crdito do 8*, art. Ia da Ici
n. 1860, em prorogaco. na importancia de......
66:966745, o que diz importar o pagamento de
juroa de apolicea-
A i Sr. gereute da Companbia Pernambucana
de Navegaeao.Dj ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia aecuso o recebimeoto do officio de
25 do corrente, no qual V. S. participa que o va-
por Giqui seguir para os portos de Rio For-
moso o Tam tudar ao amauheccr do dia 29.
EXPEDIENTE DO IA 29 DE ABRIL DE 1887
.Actos :
O presidente da provincia attendendo ao que
requereu o promotor publico da comarca de Naza-
r th, bacharel Jos Soriano de Souza Filhe, resol-
ve conceder-lhe dous mezes de liceuca, com os
vencimentos a que tiver direito, para tractar de
sui aade ; devendo o peticionario entrar no gozo
da referida licenca no prazo de 15 das.
O presidente da provincia, de conformidade
com a propoata de Dr. chefe de polica em officio
n. 365 de 16 d) corrente, resol ve nomear o alferes
Manoel Jos Ferreira da Costa para o lugar de
delegado do termo de Bjm Conseibo, vago por ter
sido oomeado para igual cargo no term i de Panel-
las, o capito Joo Francisco Hemeterio PortelU,
que o exercia.
O preaidente da provincia attendendo ao ex-
pendido no officio do inspector do Tnesouro, de 25
do corrente, n. 582, reaolve, de coutormidade com
o aposto nos arta. 2o e 3 do regulamento de 7
de Julho de 1879, crear urna collectoria de rendas
provinciaea no municipio de Orrentes, segregada
da de Garanbuns, tendo por districto collectoral o
territorio do mesmo municipio.Communicou-se
ao Theaouro.
Oficios :
Ao brigadeiro commandante das armas
N.i i podendo ser satiafeito pelo Arsenal de Guer-
ra, segundo declara o respectivo director no offi-
cio junto pir copia, os dous pedidos, que devolvo,
attinentes ao forneci neuto companbia de cavil-
lana de diversos artigoa, cumpre que taes pedidos
sejam suhmettidos consideraca i do Ministerio
da Guerra para reaoher como entender acertado.
O que deca > a V. Exc. para os devidos fina e em
reapoeta es )eua officioa de 28 de Deiembro e 19
do corrente, sob na. 635 e 209.
Ao inspector da Tbeaouraria de Fazenda.
De coutormidade com o que solicita o brigadeiro
commaudunte daa armas em offi -i > de hontem da-
tado, 80b n. 227, autoriao V. S. a mandar effectuar
o fornecimento de um livro para regiatro g'ral do-
officiaea e pracaa da companhia de cavallaria, de
acord com o incluao pedido feito pelo respectivo
commandante. C >mmunicou ae ao brigadeiro
commandante daa armas.
Ao mesmi.Communico a V. S. para os fins
convenientes, que o promotor publico da comar-
ca de Panel;,y, bacharel Antonio Minervino de
Moura Soares, deixou uo dia 21 do corrente mez,
por motiva de molestia, o exercicio de aeu cargo,
sendo substituido naquella data, por nomeaco do
respectivo juiz de direito, pelo tenente Jos Ceci-
liano Beaaone de Almeida.
Ao meamo.Declaro a V. S., para os fina
convenientes, que por .-fficio de 23 do correte
mez. n. 201, participou-me o director do presidio
de Fernando de Noronha haver feito seguir, por
iot-rmedio do commandante do vapor, cora destino
a esaa Thes>urna, d us pacotes contendo o livro
caixa do ezsrcicio de 1885 a 1886 e as cadernetaa
pagas pelo almoxarifado.
Ao mesmoA'viata do que expoz o briga-
deiro commandante das armas m officio a que a
refere a iufrmacao dessa Theaournria de 22 do
corren'", n. 236, aut.risy novo abono da quantia
de 2:5794050 afim de occorrer as despezas com
os deatacainenres de Leopoldina c Eaeada relati-
vos ao ae oestre de Janeiro a Junho deate anno.
deveado ser indemuisada a F.zenda, na confor-
midade da legia acao fiscal, da importancia j abo-
nada para taes desp-zas e que fra extraviad
pelo alferes quartel-mes're do 14 batalbo de in
fxetaria Jos Ignacio Hetkefh.Communicou-se
ai general.
Ao meamo Annuindo so que solicita a com-
missao redemntora d-ata proviocia-creada pele re-
gulamento de 12 de Janeiro de 188&, exp-dido por
eata presidencia em virtude da le n. 1,832 de28
de Juobo de 1884, sirva-se V. S. de providenciar
para que a qualquer dos membros da dita com
misso se permuta ei-rahir copia de matricula de
escravos, aob a fiscaliaaco d. um imprecado da
r -cebe loria, nca termos da ordem do Theaouro
Nacional de i4 de Abril de 1883 Communicou-
ae a commiasdo Redemptnra.
A ii>8,ieetor do Theaouro ProvincialDe-
claro a Vmc. para oa devidua -ffeitos, qu neata
data proteri o seguinte despacho na peticao de fre
Caetano de Mesaina prefeito do hospicio da Penha,
sobre que iut rnon easa inspectora em officio de
15 d.-aie mez, n. 562:
Defindo, viat nft > estarem os objectos, a que
ae re- re, c mprehen lidos no quantum dj gyro de
u. g.-ei .o comiii'-icin-s
Ao mesmoN a term a da infurmacao pree-
lada por Vmc- em ufficio de i7 deate mez, n. 571,
mn le pagar a quaa'.ia de 212-'0, importancia da
d-op -za feta com o aceio e nmpeza da iJaaa de
Deieuc> uo trimestre d Janeiro a Marco d > cr-
reme nnuo, couf'irme a conta junta.Communi-
cou a ao Dr chefe d p.ilicia.
Ai mem >. Tendo em vista a inf rm.v
de V.*. Je 23 lo corr-ni.e n. 681, autoriao o a
mxud r p.Jar a quau< la de 2:120^, importancia
jai meuaalidades do i aiumnos penal miataa da pro
vinea, re ativos ao trimestre de Janeiro a Marco
1 ate aun de que trata a incluaa reUco oonii
nal i,.re8"ii'a li pelo regedor d > i-'nou -no. .'umniuic u-ae ao regelor iuteriuo
o (jrymnasi i'e 'inmoucauo.
A- director do Araenal de Guerra. Decla-
ro a Vmc. para a-u cunhecimenio e detfjujes et-
f.-it< jue no requeran ntu do cum nercinte Joo
R-diijciiea ne Moora, a bre que versa a infirma-
vao drusa di rector i de 27 do crrente, aob n. l,U>
|jr. f ri o aeguiute desp ch i :
lu i fend.., reaceaaindo-aa o con racto inde-
p n i n e dr multa
Ao t-ngeuneiro fiscal da estrada de ferro do
Recif- ao Caiauga.A vista do que Vmc. expi-
is aeu i tfictu da *1 do corrent permuto que. nos
Beses de Main a Agoat j seja observada |tabe i la
e horario de trena annexa ao dito officio, como
propoe o gerente dessa estrada de ferro, suppri-
mindo-se os trens qui do Recife e Apipucoa par-
tera s 7 horas e 40 minutos e 7 hjraa e 45 minu-
tos da noute.
Portaras :
Respondo ao offi:io de 15 do corrente mez,
declarando a Cmara Municipal de Nazareth que
oa mandados ou ordena de pagamentos que expe-
dir podera i st satiafeitaa a quem para iaso ae
mostrar habilitado ou pjr meio de transmiaso fei-
ta em termos legaea ou por procuraco das pea -
tosa a quem. nominalraente se referircm taes man-
dados.
Para resolver o assumpto de recursos de An-
tonio Joaquim Casco de que trata o offi'io n. 24
de 30 de Marc findo recommondo a Cmara Mu-
nicipal do Recife me informe se a delibr-raefio re-
corrida versa sobre pagamento de impostos atra-
zados de multas eetn virtude de que le convindo
tambera que declare qual a importancia devida e
no caso de ser esta proveniente de mnltas a quera
foram impostas.
O Sr. gerente da Companhia Pernambucana
airva-se de providenciar para que teuharn paaaa-
gens de r, de porto de Aracaty at o deata capi-
tal, quando requisitarem D. Virginia de Paula
Freitas, D. Honorina Ayres de Almeida Freitas e
a menor Constancia de Almeida Freitas, por con-
ta daa gratuitas a que o governo tem direito.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco sirva-se de mandar
transportar gratuitamente com direito a bagagem
em carro de 1 classe da estaco el- Una a do Cin-
co Pontas a L -odegario Liberato Pereira Caldas,
Isabel Mara 'Jaldas, Francisca Mara de S e a
urna criada.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recite ao S. Francisco sirva-se de mandar trans -
portar gratuitamente em carro de Ia clasae da ea-
tacao de Cinco Pontas a de Una quaudo se apre-
sentar ao bacharel Estevo Pacs Barreto (Jastello
Branco.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco sirva-se de mandar
transportar em carro de 3a elasse da estaco de
Cinco Pontas a de Palmares com piases gratuitas
a um sargento do corpo de polica e seis pracas.
O Sr. encarregado do prolongimento da es-
trada de ferro do Recife ao S Francisco sirva-se
de mandar transportar em earro de 3* classe por
conta da provincia da estaco de Palmares a do
Canbotinho a um sargento e seis pravas do corpo
de polica.
EXPEOIINTE DO DR. SECRETARIO
Officioa :
Ao secretario da assembla legislativa pro-
vincial.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia devolvo a V. Exc. em re."poata ao officio
n. 28, de 16 de Marco findo o requerimento de
Franciaca Amelia de Albuquerque Prazeres com
a inforraaco n. 28 junta em original prestada a
respeito em 27 do corrente mez pelo inspector ge-
rul da iustruego.
Ao Dr. juiz de direito de orphaos e ausen-
tes.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia remetto a V. S. para os fins convenien-
tes, copia do officio do director do presidio de
Fernando de Noronha, de 23 lo corrente, n. 198,
coaeernente a remessa de cadernetaa de senten-
ciados fallecidos.
Ao gerente da Companhia Pernambucana.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia ficou intei-
rado pelo officio de 27 do corrente doa motivos
que levaram easa companbia u transferir para s
5 lioras da tarde da amacha a sabida do vapor Ja
cuhype para os portos d) sul at a BHa e o
amanbecer do meamo da o Giqui pata Rio For-
moso e Tamandare.
EXPEDIENTE DO DIA 30 DE ABRIL DE 1887
Actos :
O preaidente da provincia, tcud> em viata
o termo de exame annexo, por copia ao officio do
inspector do Arsenal de Marinba de 28 do corren-
te, sob n. 51 do qual consta ha?er Antonio Ski-
ner prestado exame de conformidade como art. 3
do regulamento n. 1324 de 5 de Fuvereiro de
1851, e obtido approvaco unnime dos examina-
dores para servir de machinista de 4a classe de
barcos a vapor, ordena que ao examina i: se ex-
peca a competente carta de habilitaci na forma
prescripta pelo art. 5- daa uistrucceoaque baixa-
rara c:m o decreto n. 2601 de 20 de Junho de
1860.Communicou se ao inspector do Arsenal
de Marinba.
O presidente da provincia de conformidade
cem a propesta do Dr. ebefe de polica, em officio
de 26 do errente mez, aob n. 401, reeoive exone-
rar, a pedido o tenente J > Seunoriuho da Silva
e o alferes Manoel F.-anciaco Mendes Diuiz dos
lugares de 1* e 3- supplen'es do subdelegad) do
1- districto do termo do Rio Formoso ; e nomear
para sabstituil-os o actual 2 supplente Antonio
Pereira dos Santos e o cidadau Felinto Ferreira
de Albuqu< rque.
O preside.ufe da provincia, attendendo ao
que requereu Francisco Vict>r Coelh >, professor
de eusiuo d- cegos do asylo de mendicidaie e ten-
do em v.ata a informaco n. 106 do inspector ge-
ral da Iustrucco publica rjaolve couccder-lbe a
contar de 27 de Marco fi i lo 3 mezes de licenca
cem dous tercos dos resp-ctivos vencimentos para
tratar He aua saude onde lbe convier.
O presidente da provincia, atteudendj ao que
requereu o Dr. Tobas Barreto de M-nezes, lente
aubatituto da Faculdade de Direito do Recife re-
aolve conceder-lbe 3 mezes d; licenca com oa ven-
cimentos ua forma da lei, para ti atar de aua saude
onde Ihe convier.Ficram-ae aa devidascommn-
nicacoee.
O presidente da provincia, usando di attri-
buioi Conferida p^lo art. da lei de 12 '!
Agosto de 1834. resolve pior> gar at o dia 10 de
Malo prximo viudouro a actual sesao da Aa
sembl. Legialativa Provincial.t ominunieou-se
ao inspector do Tbeasuro Provincial.
O preaidente da provincia, tendo em vista a
informaco prestada, pelo eog-ubeiro chefe da
r partico das Obras Publicas uo officio de 17 de
Marco uitimi sob a. 69, e pela Cmara Munici-
pal do Xecife, uo le 27 do corrente, aob n. 30, e
o que expoz o fiscal da O mpanhia Recife Draina-
ge, no de 11 do dit < uiez de M '<}'>, res dve appro-
var a planta, que a eata acompaiib >u indicativa
de urna nova liuha de encanam^uto de esgoto de
ji-.tenas f cea di tretjuezia da Boa-Viata, em
substituido da que foi appr.ivada em 7 de Feve-
reiro de 1881"t metteu-ae cpia aj fiscal da
C nnpaubia Recit D .: i ._'.
Uih.-iu-:
A- incpector da Th snuriria de Fazenda.
Kein-ttu a V S. para O fina env-nient^s, copia
do contracto pr>viaorj celntara-lo p l> enijeuheiro
eucarr g-.do daa Odras Punhc. c*ui o engenbei-.
civil Aiiiouiii Cirios de Arrnda teltr-, pira
Xueuc) reparos e pintor, la p u'e la B-a
V^sia, ni dame u abate de U /e ai ur^.m-nto
de 7:9764330
.-W i.i-.-.n i.C> nrnonico i V S, para ua fina
-onveuicutea, qu^ o j nz um u..- pu da irau
reuuidua de Ex o (Jram'O, biobarel Adi{Udt->
r'ieiuncu de -njuein C-v.eiute reaaaum'o u
t-rc ei) de sea cargo em 7 do c rieut mez.
Telcgrainma ao presidente da or iviucia do
Cear. Autora pasa geus gratuitas l Furto>e
za Araeaiy r'raneiSC'i Ualdaa e su mu'ber.Com-
munic >u-sr Cuiupaubia P^riiaiobacaua.
Ao raiiii-tro brasil iru em U'inlrea.Tenbo
a h.ura d. euviir V. Ee ura .-i.-inpiar do ba-
lauoo da recito e di-spes* da t-stra a de ferro do
K cite aO Lmi-ieir.i, curr sp mdeu'e ao mez de
Man,-o uitiiui. ac unpanhado do devido iesenvol-
vimeuto e de copia da acta da >ess > em que pro-
ce i u-ae a liquidaco ds contas relativas ao men-
cionado periodo. Prevale?j me desta ocensiio
para renovar a V. Exc. a aeguranca de minha
alta estima c consideracao.
Ao inspect r do Thesouro Provincial.Re
metto a Vmc. os dous pedidos, na importancia de
10:1814480, afim de que mande entregar essa
qna. tia ao thesoureiro da Repartico das Obras
Publicas para occorrer s despezas a cargo da
mesma repartico noa mezs de Fevereiro e Marco
ultimo.
Ao engonh iro encarregado das obras ge
raes.Approvo o contracto provisorio, que aom
panhou o officio de Vmc, de 27 deate mez, sob u.
20, celebrado com o engenheiro civil Antonio Car-
los de Arruda Belti) para enctrregir-se dos re-
p iros c pintura da ponte da Boa-Vista, mediante
o abate de 12 u/0 no orcamento de 7:9864330.
Ao engenbeiro chefe da Repartico das
Obras Publicas. Ten lo ouvido o iuspec'or do
Thesouro Provincial acerca do que Vmc. expoal tar.
no otfie'io de -1 deste mez, sob n. 77, autoriso o /
accreacimo de obra na ponte sobre o rio Pirapa-
ma, ns engenbo Trapiche, na importancia de....
230^422.
Cumpre, entretanto, declarar-lhe que deve fa-
zer cessar irregularidades desta ordem, pjis tra-
ta-ae de urna ponte, cujos reparos primitivos fi-
rara oreadoa em 2:4004, appareceado em seguida
exceaao de obras no valor de2:340.
Se qualquer obra nao ple ser oreada com ver-
i ade, deve easa crcumataneia aer informada dea-
de logo, e nunca pol-a em rreinataco por urna
quantia, apparecendo depoia extraordinarios, su-
periores ao oream-'nf i primitivo.
Deve ser esta a razao porque esto se vendo
quasi sempre propjstas com grandes abates, p is
o contractante sabe previamente que p le ofler -
cer prec'3 inferiores, sera receio de prejuizoa, uraa
vez que ha certeza de que oa oreamentoa aupple-
raeotarea dar, margem para fazer-ae a obra de-
sa88ombradamente e para eates supplementos nao
ha eoncurrencia.
E' ebrigaco des eugenheiroa da provincia cui-
dar destes asaumptjs cem a mxima attenjo.
Ao enzenheiro fiacal da eatrada de trro do
Recife ao S. Francisco Inteirado do que Vmc.
expo; no officio de 25 deste mez, aob n. 23, de-
claro que, segundo o aviso do Ministerio da Agri-
cultura, Commercio e Obras Publicas, do 16 de
Agosto de 1881, os empregados das adminiatra-
coea d8 estradas de ferro com juro do capital ga-
rantido pelo estado, ao dispensados da exhibico
de documentos comprobatorios de molestia allega-
da ; incumbindo entretanto aos engenheiros fscaes
proceder de modo a evitarem-se abusos.
Se, como iuforma Vmc, o contra mestre das
oficinas dessa estrada de ferro, Robert Welch
Charltou achar-se presentemente uo exercicio de
seu cargo, dahi se pode concluir que n) est elle
doente, dever Vmc. proceder nos termos do fiual
do dito aviso.
Nesta data submetto o aasumpto deciso do
Exm. Sr. ministro da agricultor i, commercio e
obras publicas.
Portaras :
O Sr. agente da companhia brasileira de na-
vegaeao a vapor faca transportar corte, por eoo.
ta do ministerio da guerra, no vapor Manos, es
perado do norte, o capito Manoel Estevo de An-
drade Vasconcellos, que vai reunir se ao 6o bata-
lbo de infantaria para o qual foi transferido, por
decreto de 30 de Marco ultimo.
Ao referido capito acompaubam seus filbos de
nomos Ma.-gaiida de 18 annos, Sergio de 13, laau-
ro de 7 e Indalicio de 5, e um criado de noma Ro-
zendo.Communicou-ae ao brigadeiro comman-
dante das armas e mandou-ae ajusfar coutas na
Tbeaouraria de Fazenda.
O Sr. gerente da companhia peruambucana
de navegajo a vapor faca transportar at a pro-
vincia daa Alagoaa por conta do ministerio da
guerra no vap ir Jacuhype o soldado da compa-
uhia de infantaria daquella provincia Salustiano
Gou.es de Carvalho que dalli veio em diligencia
escsltaodo um desertor. Communicou-ae ao
brigadeiro commandante das armas.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco, sirva-se de mand ir
trasportar gratuitamente em carro de 1" classe da
estaco daa Cinco Pontas a de Uua ni primeiro
trem que partir a 3 do mez vindouro ao alferes
Paulino Antonio de Souza Ayrea.
aXPEDIESTE DO ER SECBETARIO
Oficios :
Ao brigadeiro commandaute das armas.O
Exm. Sr. pie iuente da provincia manda commu-
nicar a V. Exc. ficar inteirado do contedo da seu
officio n. 226, de 27 do corrente.
Ao Dr. juiz de direito das execucoe crirai-
naes da comarca do Recife.De ordem do Exm.
-Sr. presidente da provincia transmiti a V. S. o
efficio por cepia, de 23 do corrente mez, sob n. 192
em que e director do presidio de Fernando de No-
ronha declara o motivo por que nao fez regressar
para eata cap.tal o 3 ntenciado Jos Dominguea
da Ciata ha poueo perdoado da pena que all es-
lava cumprindo.
Ao Sr. Manoel Margues de Albuquerque
Man.nbo, fiacal uterino da companhia de tri-
Ihoa urbano3 do Recife a Olinda e Beberibe.S.
Eic o Sr. presidente da provincia ficou luteirado
pelo officio de 28 io expirante de haver V. S. nea-
sa data asumido o exercicio do cargo de fiscal in
terino da companhia de tnlhoa uibauos do Recife
a Olinda e Beb ribe.
A > Dr. juiz de direito da comarca du Co
bres S. Exc o Sr. presidente da pro-'insia man-
da del .rar a V. S. que fica sciente do assumpto
do seu oficio de 18 do corrente me, era que par-
ticipa ter c invocado a junta revisora de alista-
meuti d-a juradoa do termo de Cimbrea para o tm
de que trati o citado officio.
__ Ao Dr. ju;i de direito interino dacomarc de
t-|jr.a _Sua Exc. o Sr. preaidente da provincia
manda declarar a V. S. que fica approvado o aeu
proced ment a reapeito do Baldado do corpo de po-
lica a que ae refere no officio de 10 do corrente
m z, e que ja ae piovideuciuu para que o respecti-
vo commandante verifique as taltaa attribuidaa ao
meame soldado afim le ser devidamente punido.
__ \ I)r. Juiz municipal e de orphoa doa ter-
mo* ruuuidoa de Garanbuns e Correutes.De cr-
dem de S. Exc. o Sr. preaidente da proviucia cora-
muuic i a V. S. qu nao po le ser reproduzido o edi
tai pondo em concurso oa officioa del'' e 2o tabel-
lies e aunexos do t-rttodn Correntea por t*r aido
o mesmo c ueura i aberto pelo 3" supplente do ci
tado trrm i a qu-ra falla competencia para prati
car aqu-da d.-l'geueia em vista do diep Sto nos art
g s ISO, 151 e 187 do regulara-cuto n. 9420 de 28
de Abni de 1885.
Convra p -iiiiito que V. 8. proceda ao mesmo
cooeorso e.iV.and i opodrluiiam-*ate copia do res
pectivo ndi'al de accordo cem aa ordena que ja Ihe
tirara ex edi las.
Mutatis M'Uandi, ao 3 supplente dojuiz rauni
cipaled ..rp'io doe termos reauidos de Gara-
nbiiuB e G'ir- utea.
__ \.,a ineob '> dacomnisso liquidadora d'.s
con'aa d. .atril* le ferro du K-cife ao LiuV*ro.
__D,. r i.-ni de S. Exc. o Sr. p esid.nte da provin-
cia, a nnmuuiui a Va is. qae tive.ara hoj^ o con
v ni uta leat in o oa d.icumenl a qu- acompauhar.m
.. s.-u oficio le b "itMin, h je rec 3iU .
Ao ng-nb iro fiscal da ea'rada de trro do
R efe a C.xaig -Deord-m de S. Exc. o Si.
presi lente di pniTincia, cemmaiiico a V- -.que no
a-u ..fficodo27 io ^oir ote mea, 8<>b n 16o pro-
ferid e oa-iu.ut. deap.ebo.
t Ao Sr. D.. eb-fo de polica para providen-
ciar. .
Ao supplente d.jun municipal em exercicio
do termo do ttornto.Oa ordem de S. Exc. o Sr.
preside .te da pr.viuca, cummuaicoa V. 8. que no
sea uflhio de 18 du corrate mez proteno-e hoje o
seguinte despacho:
A o Sr. commandante do corpo de polica psrp,
attender opport mente".
dem, idem, ao Dr. ch fe de polica em resr
posta ao aeu oficio n. 404, de 2" do corrente mez
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DO DIA 1.") DE
JNIIO DE 1887
Antonio Francisco Tavora.R-rnettido
ao Sr. commandaote suprior da guarda
nacional da coiiarca de Garanhuns, para
mandar passar a guia de que trata o art 4
do decreto n. 1,130 de 12 de Margo de
1853.
Cle-tiente Lima, gerente da Companhia
Pernambucana. Certifique-se o qu > os
Alferes DamiSo Lop^s Pereira Guima-
marSes.Entregele, mediante recibo.
Francisco d Paula do Reg Barros.
Sim, visto ter sido suppritrjido o s-u^ lugar
11 3o do art. 9 da lei n. 1834) procedendo
o Thesouro Provincial a liquidacSo do tere
po de servio effeclivo.
Major Luiz Antonio Ferraz. Fomc
faee.
O mesmo. I lem.
Manoel B nigno da Silva. Informa c
Sr. comman lante superior da guarda na-
cional das comarcas de Ourieury e B o i
Vista.
Capitito Manoel Tiiomaz de Villa Nova
- Sim.
Manoel Bruno Alvos do Couto.Infor-
me o Sr. inspector da Thosouraria de Fa-
zenda.
M-iuoel Galdino dos Santos o Manoel Ar-
thur do Couto Requeira a Thesouraria de
Fazenda.
Manoel de Maraes Pitnentel. I lera
Secretaria d< Presidencia de Perna-i:
buco, 16 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
Repartico da folie ia
2* sec$ao.N 542 Secretaria de Po-
li.-ia de Pcrnambujo, lo le Junho de 1887.
Illm. e Exm. $r. Participo a V. Exc.
que orain hontem r^colhidos Cas do
Detenclo os snguint?s individuos :
A' minha ordem, Jos Antonio dos San-
ros, ou Jos Firraino ou Jos Rufino, re-
mettido pelo delegado do termo de Igua-
rassu' como criminoso de roubo de caval
los em J.iboatto, e Jos Januario da Silva,
como alionado, at ter o conveniente des-
tino.
Communicou me o Dr delegado do 1"
distri:to da capital que no dia 13 do cor
rente appareceu na porta da igreja de N
S. do Rosario, da freguezia de Santo An-
tonio um feto do sexo femioino, branco,}\
em estado de putrefaecSo.
O Dr. Costa Gomos, procedeu ao exv
me cadavrico do qual se verifi-ou ter a
crianca nascido a termo, e ser a morte o
resultado de asphixia dos reeemm.scidos.
Aquella autoridade ra^ndou proceder a
nhumauao do cadver no Cemiterio pu-
blico.
'o mesmo dia a^ima falleceu repentina
mente na casa n. 20 do pateo do Paraizo
da dita freguezia, o individuo de norae
Brandino Gomes, pardo, solteiro, 'le 24
annos de idade, resultado de congostao ce-
rebral, segundo declarou o Dr. Jos J .a-
quim du Souza, no exame a qu procedeu
uo cadver.
Ainda na tarde do referido dia 13, na
ra do Amorim, da freguezia do Recife. a
praga de nome Manoel Machado, do 14
bat^lhao de infantaria, deu urna surra em
Aona Je Hollanda de Siqueira (Javalcante,
produzinlo-lhe graves offeusas.
Aote-hontem toiroubida a loja de cha-
peos de sol e quinquilh'vrias, pertencente
a Manoel & C cstabeleeidos ma do
Barao da Victoria n. 21, da freguezia de
Santo Antonio.
Os ladrSes entrando pela escada do pre-
dio cuja p orta se conserva aberta n rite,
arrombaram por meio tle pa um degro
da dita escada, e moa das tabsas que Ihe
serve de forro, pen-truram no interior da
loja, forgaram as gavetas da urna secreta-
ria e roubar.m cerca de 400^ em dioheiro
de prata e sedulas, e bem assira 3 p gas
de8eda, thesouras e diversas mercaderas,
s-ndo todo o roubo avahado em 1:200,5
Fez-se a competente vistura e pro o le-
ga a respeito nos termos da lei.
Ainda hontem aquella autoridade, fez
remessa ao Dr. juiz de direito do 2* dis-
tricto criminal, do inquerito poli ial proce-
dido contra Arthur Paiva Martins, por cri
me de estelionato.
O subdelegado do 2- diatricto da fregu
zia de S. Jos, participou me ter em data
de 13 do corrente feito remessa *o Dr. juiz
de direi'.o di 3o districto criminal, do in-
qu"rto policial procedido contra Pedro
Antonio de liveira, preso md fi grante
p T crime d tentativa de morte ua pessoa
de Laurentino Amancio de Carva hn
Paru- ipou-ra? tambara o d-legdo do
ter.no de S. Bnto, em oflScio de 5 do sor-
re: t-, ti-r u-qu-lia data feito remesa i ao
Dr. juiz uiuui-ipal respe, tivo do inquerito
policial pro-e.lilo contra o inuviiuo de
uome M .uoel Gloria, por t^r ssass nado
ci.o 10 f -das a Vi ente F. hx, no
Qii imaii Grande do referido t- rmo.
D-UB gur le a V Exc. lllm. e
Sr. Dr Pe.'ro Vicente de Azeveiin,
.ligno preai lente da provineia. O
,ie polola, Antonio Domingos Pinto.
lugar
Exm.
nuito
chefe
Tbesoaro lro uiil
DK8PACU8 DO DIA 16 DE JUNHO DE 1887
Domiug.s A Crus Informe o Sr. D. adminis-
trador a ttecebedoria Pr .viocial.
Jos Martiniano dn 8ou*'i. Companbw The reat
We.tern of Braiil Kailw iy, herdeiros Ue Manoel
Autonio de Jess, Josuine. Domiugus Carneiro,
1 itttm I


fT
liten H ferDambueoScxta-fera 17 rie*Junh de 1887
M
J -ij
sia.
aumaturgo
.cdes.
Bita
iotor-
jfan< <1 de Medeir. s, Clemeotioo Lopes Gm
Jei Aut.roiode Moraes, Ivir Ameba de
t Silva, Manoel Joaqosn de Ostro Madeira,
t Silva Pt-reira e Mari* .Jc-atina do Araujo
Julorme o Sr. cont/or.
Antonio Jos Barrenos e Gregorio Tha
Je S Leitio Indeaaido h vista des informa
Anna Va'- nca do Reg Medeiros s Mana
oLuruminteDeferido nos teimes das
salees. _
Pret da Guarda Cinisa* cortas dHlel
tet da lotera do fundo* ea\aacipaoles.ai
Marcolino Furtado en JSilaa Cabaos e F
Lueio de Castro.Facaos se as otas da
le Henea. _
Olynto Jardim fiEntasne-e pela pe
Ptrlnam & CRotitua-a*.
Francisco Carlos da Silva Fragoso c Frane
Sicei anda de fouaa EoacifBM. Registrero
icam-ee os a Tbomac Coelho de Almeida Sobrioho, Ante
Sami: do R-go Barros e contas da 13 parte
lotera da Santa Casa.H-.ja vitta o Sr. proco
or fiscal.
Pret da Gu-rda Cvica.Pajruc se.
P nenia Pernoe*Kaoe, Joo Hiita.ee e
de Paula Reg Barres.Certifique se.
Hoiitas do thescoTiro das Obras Publicas e
11 sene da lotera 24 des ingenuos da Clente
1*1Approvadaa.
Tcente de Morara Meti.Deferido, sendo ,
jrovaaoo calculo da perotio de inactividade a qu
jrondeu a Ccntadoria.
pao-,
B011-
M i
na
rta.
sea

nio
da
ra-
'riUoiai-o
da
Isa
P-
HOTBPCPAO PgtjCA
JNetliado logia
L'CO DE tOUSAS
X
9. QUESTo
jfjrf riel las licoes de coisas.Vasca Eaeolar.
Maso di; o suppriinir as escolas que o nao
pissuPm.Exemplo de urna li^aa de causas
sobre o relmpago.
A3 eicolaa bera prvidas nio prescinden! de nm
anseu adequaio ao '-enaino de coosas.
Ordinariamente esae musca eontem certo nume-
ro de specimen d -a tres reinos da natnreza e de
bject s de arte e industrias, relativos alionen-
teo, vestido, habitacao e necessidads inteilec-
3aej.
uiras colad, mata pobremente d< tadas, lera
mas caicas de !ico"s d- ecusac (juc at se Gom-
aran) por nm* dc9ena de mil iis).
Ontras finalmente em geral as nossas o sio as-
jub, e infeiicroen'e c ntiuuario a ser ainda, m-
yianto a inatruccao nio (r plo governo consiie-
jod eoroo umu das primeiras de snas inuis gra-
7c? fjeoccupaeoeg, nao tem material e.-pecial par.
M licoi?. de cousas; mus nem por isso estis sao
issp Bsiveis de fazer-se com certa regularidade.
ixmbra-s o mestre que por cases exercicios tm
de prcmi ver a cuitara d-a sentidos e o deseavol-
vim-nto das faculdades dos discpulos, aogmeotar-
jhea os cjnhecim',"itos o aperfeico.r Ibes a lingua-
jeo. (e basta pensar nesse triplicc firo Jas lice-
t cousas, diz J. Paros, que s m < lia U Jo c eusi-
me primario senj base).
P. is bem, rata do haver-fe cem rs i bjectes que.
a roieiam, e muitos des que lbe faltnnj n'aulacem
yeqn'n" c-sfurfo pode obter.
Nj faltatn coras g-iT, este nsino, ellas a cada
passoso eucuntrain.
Ni broeburade J. J.de Souta Telles.de Lisbos,
b o titulo "Ensino intuitivo l-se quetudo ser-
vir para estes execciciss, porque, como disse Ja-
SOtot, todo est em tudo.
Uui graj dj areia, um alfincfto, uui i ngulh>i, um
?fa um palito, urna moeda qual^uer, a 1 Iba de
wn'i arvore, um TOgo de uva, bi-i-j compendios
1i<, imp rtantes (pura eate fiuo) com^ um cavallo,
lautc, um peixe, nm relogio, urna can. de mu-
jio^. ou urna mtchina de coser.
Milhnres de coacs baratissimas se podero
presentar aos cstadantesinhos para lurguisdinna-
xtente os iustrnir ; muitisairnaa h irer em todas as
lasan. .es como c;id iras, nr-sas, pennas, papis
de d;tf entos qu.ilidaiee, fl'ies, froctas, re 'gios,
^bfsoiKas, etc.
De nm sem nuner.i se pfderai obt-r modelos
^nte p'qui nc, bu de madeira, ou de papelo
t- de qualq>ir ontra subatuncia.
E inda tem o mestre a S' u diap-r i luz ci sol
ja se coa pela viracjd, c v nt que ?opra, a a-^ua
ane t'-m para es alumnos, a bh. em que ella est,
s copo de v dro em que elks bebem, a ardosia, u
tinta, o pa:io da mesa, a regoa, o uotatta borro, as
tampas dos litros, etc ; tudi. ahi est se Ihe offe-
rece;i o para servir s lices de cousas.
Exo'npl > do urna lieio s bre o relmpago.
-.tu lica suppoe n s iilumiios a posse de no-
aSee sobre a 'e'otrciiade nthin ispherie .-, que o
ms-..fes-'.',r pod r na ocesso rec ^rdar, para roelhor
eompreh iib:l do ex icici", pudendo v. g. faaer
ler a pagina 288, o que a ease respotto se l as
Lehoraa tvbre ss scieneias, aites e industria:,
ocr M. G>rrigui-3 (que s.-i veis de compendio na
aat-iia normal I
E tendo assim lembrado que o raio a cambi-
jpi gabita da* electricidades c ntrarias atravez
o r. -h-ga re ampee a luz ocluro que
i'..bi .esulta, como o truvo > estampido ecca-
jiioado pe'a violonta comm^ajo dj ar.
Os meninos erio visto muirs veces o fucilar des
Telanipag s ; en que occas'es ?
(jando ha trov^adas.
Mesmo sem Iroves.
O m sfre poder diz r ento qoe ha qm.tro es-
peci-s de relmpagos : V va zigueciguo, pralon-
gando se em linha (ubr..d parecido coma f.isca
da machinas elctricas ; 2 reUmpagos que pare-
tem urna como ioflunm.acao snbida da polv ra, iu
eenrliando urna certa xr n.-ai dj borisoute, q-i-
ce attri meio a aescargas i lectricas f. itas no seo
das nnv 3" relmpago de caler, sem tr v.,
308 noite8 calmosas .' em cu sem nuvens (suppoe
m serem producidos > m uuv. a ubaizo do hori
sonto) 3 4* relampag s globulares, espcie de glo-
o de fogo que s veces sao viaiveia durante inais
e 10 3"gnnl>-a, dividin lo-se c >m exploeSo, E ahi
tem os m uiijb o ielan>igi cj:;i trjvaoa sen
iTivii, d' qi ha pjuco f-iiavaui.
Q i teinpi dura u a re'n::; i ; .'
(Jin instante
Siin. extre:oanente curia a durayao Jo re-
juap.ig-', tal a ua rapi leo que se Bproveitar-
xooo a momeatj em qu jlle tulge pata tancar a
nata sub.'e urna carra'geni que corra coro a taai-.r
rapidez pos8:ve!, ella parecer-nOi ha mm r.v ; os
Oavallos que galopam a toda a brida, aB rodas que
.yrum com tuda u vel cidade, S'Ta i viatoe* por ua
osa > se t-s'-'veseem quietos; no msmicaao um
trem d. cau>iob> d-- ferro.
E por ser t > rpido o leiampigo que primeiro
Temo! o para d- poie ouvir i:ios o trovo. E' mu')
xoni"T > r i.'idet da lu d que a do s n : ehga-
see ant-'S do estampido da faisea elctrica o claraa
'eila. S' os meninos r- pararon na oceasiao em
tjae p derem obs-rvar a certa distancia soltarem-
os foguereo do ar ou bombas, notario que primei-
jaiO"nte veem as u'turas a exploso e s depois
tos ebega aos onvd 8 a detonavo d'ella.
Ora, deata diff renca de tempo entre a luz e o
ou tirou-se proveito p-ra conheeer a disrancia em
an b d a descarga electriea. Nao saii-m oe me-
amos eomo? O sabioe sao engeubosoa e oolenlio-
tas : elles veriti ati-m que o s tros por segundo; poie bem, se cada s 'gando vale
$40 metros, havera entre o lugar onde estau os e
aquella onde a descarga se producto, urna distancia
ie tantas veces 34-1 metros quanto terem os ae-
rando* contados entre o claro do relmpago eo
oot mpido do trova;. Suppniba-se que vemos ago
ra om relampag', eaperam >s o trovo contando
oo segandua (na falta de telogio toma-se o polso e
feo-te contando as p ilBavOd-4, po'* rapetenj-se pou-
00 mate ou men >, de segundo em segundo)um,
atoas, tres. .. uuv Be o estampido. J se sabe, a
esearga elctrica d--u-se distante de na tres ve-
ces treaentos e guar-nt metro (3 M*40 ou lOi
metros. E nao ha que temer por veriticarmoe estar
lo perto ; d- S'ie que i ui g viato u relampag i, qae
enba o trovo na i i vo causar su.nt po>a o peri-
co, a haver. da descarga e esta j paasou. es-
taa odo, que se t-egue com mai.ir ou men r intur-
t lo, couf.rnie a distancia, para qu m o ouv ,
o--- signoi < qn- o pMriejo j paaaou.
1-' i 04 euouuira eu> qaalquur compendio de phv-
aica e meteorologa O ineatre poder ainda BMM
ar-se, b>; quicer, das preeu;5e8 a tomar na oeca-
oiio de teenp-atades, etc. Depois ntabeeoe o dia-
logo recapitulando e facendo escrever aa resp a
too. E' aJequada a le tura de nm trecho sobre oa
ph' u .menos de qu i traton a lie&o e bem como a
exhib ci tiealguma estampa anloga.
S UMMABIO
3C
Assembli Provincial
39 SESSO EM 6 DE MAIO DE 1887
PBEBrnSHCIA TX> BXM. BB. D. JOO ARGEL DB BARBOS
WAKDKKLKY
-Chamada e abertura da sc-ssao Lci-
tuom e ojijioiofii da acta.Expc-
OKarte.Cra.tm* eco disees*; o re-
ojBSBrinoBnOo di iatorua^ea oto S. Af-
Ojasao ioist'"". obre nagnoos da es-
traslti ne ferooteCasoaiol.Piscuro
d tir Afioi.ao Luatoea.W. taca e
lans docneaoBS eqojnrimento-
utinna s snVcuoofa de r> ini t-
__t i de iuforana.voes do r. Praia
des PrrangH. Dis-aieo de Sr. Jes*
Mtai, Vctayc e iejeicio-elo reqoe-
rimentc.1* partn da ordem do dia.
__3 discussao do projecto n. 41 deate
anno.Discurso e reqnerimcnto do
Sr. J's MariaAdiamento da 3
discussao do projecto n. 23 deste
nnno. Levantase a seseo.
Ao meio dia, feita a chamada e verifican do-s
eatoTcm prearatea oa 8rs. Rati* e Silva, Amso
Lustosa, D-mingues da Silva. Lsnrenco de *>,
Dronnnond, nvencio Maris, Barros Wanderley,
H'r; ulano Bandeira, Reg Barros, Luis de Andra-
da, Ferreim Velloeo, Antonio Vctor, Soarea de
Amorim, Vieeonde de Tabatinga, Bario de Ita"is-
soroa, Anguoto Fntnklia. Prasrdes Pitonga, So-
pbronio PorteUs, Andr Dios, Penetra Jacobina.
Rogoberto e Costa Gomes, o Sr. presidente declara
ab rta a see So.
Comparecen) dennio os 8rs. Joao de 8, Jolio
de Barros, Jos Motb, Coeto Ribeirc, Bario de
Caiur, Barros Barreto Jnuior. Gomes Pm-ente,
Regneira Costa* Joo de Oliveira.
Fartom ob Nrs. Rosa e Silva, GonoalveB Fer
rrira, Amura!, Joo Alves, Rodrigues Porto, Cono-
tsntino de A'buqueHjne, Ooelbo de Moraes e So
Ionio de Mello.
E' lda e sem debate approvada a acta da see-
bS> antecedente.
axEDrwrm
Contino em diecnsso orequ"8irae!ito d,e Sre.
A ti' nao Lustora e Ftrreira Jacobina sobre nego-
cios da estrada de ferra de Carear.
O Vi*. AbTobino iiStoto- Sr. presidente,
depois do brilhante e luminoso discurso do iceu
nobre collega de dietricto, Sr. Dr. Ferrara Jaco
bina, nao devia voitar mais a esta tribuna, porque
est fra dos meus hbitos aeeiu. diseossoee no
terreno peeeoal em que o nobie depurado co'locou
o pr^srote debate.
Venbo, pertanto, aqui facer apenas ligeiras con-
sideraces sobre as aecusacoee, injurias e insultos
Uncidos contra mim.
O Sr. Sopbriroio PortillaNoapoiado: nao
injuriei nem insnltei o nobre deputndo.
O Sr. Alfonso LustosaDiese o nobre deputado
que o humilde orodor bavia perdido os sen i cr-
ditos como chefe da 2* seceo. Para jiistifi-ar
cesa assercio ponderou qne, sendo en encarregado
da abertura do tunnel d,s l'il t, dei urna direc
cSo rneonveni'otequelle trabalho, abandonanao-o
pura tratar de inTeresses pirticulares, em minha
tazeeda de Agna Branca, d'ond tlrei o- tijoros
ara o revestimento do tunnel
O Sr. Sophrroio PortellaO que eu disse foi
que ob (jlos foram fabricados por Jos Mauricio,
ne faznda de V. Exe.
O Sr Affoneo Lusto-B r. presidente, em p-i-
m'iro lugar nao fui o iniciador dos trabalbos do
tunnel dos Pi 6e3. Quaudc 6e deu cornejo ao
tunnel, o en^enheiro encarregado detse sevico era
o Sr. Dr. Pirmino de Morada, que hqje contiiu'n
a gosar da confionca do govern-j e do director.
J v, portento, V. Exe. que esta urna eeca-
bhco que nao tem cabimento, que nao tem a '
or racao de ser.
Com relacio a diser o nobre deputado q m o hu-
milde orador bavia eerecibid" sua facenda de
Agua Branca e formeido tj dos para o revest
ment do tunnel, ama injuria qu- eu r'p'l'o, que
eu qne procedo sempre de ferina a nao ser saspei
tad > siquer, nao poeso admittir. Estou conven-
cido que o nobre deputado para ncomraodar-in",
pra magoar-me nio tere escrpulos era aceitar
inf irmac^'S menos exactas Nao tenbo facenda
pnvoe.do. E'
faCto que, qnsndo engenhe'io residente, c nio
cb-fe de eei t;ao, quando encarregado da direc^io
d<> lk'lcmetros, obres que, posso assegnrar, sa
um primor, pois anda nio honve ora eo d lias
qu-' apresentasse a menor feuda, o inv co o reste-
munbo do nobre deputado Hr. coronel Antonio
Vietor, que por si roesroo tem ex-iminado ano 'U-s
trabalbos. .
O Sr. Antonio VietorDe facto. nai me cnusta
que V. Exe. tenba facenda em Agua Branea.
O Sr. Alfonso Luetosa... enti), como dizi i.
resida de facto em Agua Branca, qne ra junta-
mente o centro do servido. Foi entao que ievan-
tou-Be o povoodo, para o nuc muito eoncorri, con-
Btrnindo all urna escola a expensas minhas, sus-
tentando om profiesoT com muis de 20 alumnos
o pbao.
Foi d -'c in lo, Sr. presidente, qoe ru abauda
nei o tervivo publico e fui cuidar doi. meas inte-
i e;es pestoaes; f^i promorend > od ^envolv
ment de um dos mais importantes ramos de ad-
niinistrasao, a instroecao, srm n qnal nio ha paiz
que pessa prosperar.
Disse mais o nobre deput ido : p>r d icm e nm -aeirein ruina, militas obras ioram d'-ino
litas. E' urna inexaetido.
Desafio ao nobre deputado a que, percirrendo
tod '8 os snuaes da engenharia, a nao querer o Sr.
Dr. Aristides Galvio falsificar decuroentoj, venhs
aqai dem nstrar a aua assercao.
Muitas obras foram, verdade, demolidas, mas
i m cometo, e aabem os nobres depurados porque o
t ram ? E' p rque o empreitciro ni cumpria c m
o contracto, porque bavia engenheiros que ce-
lavam a sua reputaca <
Dtese aais o nobre deputado : n'uma zona ncei
d ni ida, n'uina trech' do 2 ki'umetios, deixaram-
s-- de construir 08 necessarios boeiros, drenos.
rujtiv 'ccasiio de dtzer que r ; tui o ini-
cia li r daqu lies trabalbos. O primeiro chi fe
daquelU seceo foi o Dr. Jos Amenco d^s S mtos,
um dos mais distinctos engenheiros, hoje redac'or
el i Revista de Engenharia. A i lie segnio seo nio
m nos distinC.o engenheiro Henrique Eduardo
VVt aver ; a este, o Sr. Soares do C'ur >, e depois
o humilde orador. Mas, a minha administreca na
'2* seccio, foi de limitada dueacio.
> nobre leputndo, conhecelor da materia como
, prcfissional mesmo...
O Sr. Visuaude de TabatingaEli- fall.ro por
inf rinacea.
O Sr. Aft roso Lustosa... -leve saber que oa
" b .! ios ao pelo director da estrada divididos
e.n p queno- tiechos, os quaes sao ctifiHes a en-
e -niieircs por A riseaiinpio doBles engenh iros compete ao
h f da seuvao, qiu por sua vez mensalm ote uti'
i -. e um reuitorio eircumstanciado, uotieiaudo as
menores occurveuoias dadas no servico.
V, errante, o nobre deputado que a rnspunsa
'oiliado do trabalbo recabe sobre o director, que
te o o dever de -rorrigir qua'quer erro uu reprimir
qu iquer abuao
iJie*' ntaiso nobre deputado : inceiidinraii) a 17
in! dermentes, lando isso lugar u que se autori
rass- o forueeimeato de oatros, que foram (noteu:
bem) ou deram-ae eomo empregados na Conetrue-
cao. sendo com sorpresa encontrado cerca de 10
mil destea qoe d. sapparee-ram.
O Sr. Sopbrenio Portel,aD.'iitro d matto.
O Sr. Affonso LnetosaBom. Senhoreo era en-
tio ene fe da 2' aoceo o Dr. Henrique- Ednsrdo
Weaver, sendo eu o engenheiro encarregado da
bscatieac-to de um pequeo trecho
Em orna de Natal, norte de fo'gueJo e de pa-
gide, ii-nt- em que, como ob nobres d-putad bem, os matulos vjstera a sua Cas .o* ftwteira para
ire-e ouvir a mina do gallo, v o ee com Borpreca
geral doa habitantes de Quipap um grande
clariio.
Cossa era natural eaneou ist u na arta estra-
ih-.a. e t neo eu n- da seguintc de partir para
Ag'ia B anea, aopossar perto de um d > depsitos
eiienutrei o iucendiad .
Voitei, tai mu chefe de seccio Dr. Weavere co1"-
mumquei-ihe o sjoja havia, e elle por sua vesacoin-
pai.hou ote coso outroa ragenheve, e ento vi-
nos todos que os dormentee baviam sil incjn-
osaotaja,
L-vamos ssasediatoroente o facto, como era do
nosso dever, ao conhecioonto do eolio presidente
da provincia, ti. Ras. determiaoa ao Dr. jais mu-
nicipal da eimarca ao Panellas que pricedasse sw
diligencia! lefaoofo qual devia ler camprido
eom o s-n i v-r, o nnca ssa.g ee falln n'ioto.
Mojo e qae ticoo amerado qne o incendio se dea
qne oo 11 sad Jures ntee eotnvan incendiado. ;
o que se nao oVoeobrio se o incendio foi eaaual
ou proposita!, sana qoe elle te deo nio Iu qu -m o
conteste a ni) ser o nobre deputado qu ; po: isto
em duvida.
O Sr- Sophronio PortellaNio apolado.
O Sr. Afif nso LustosaE tanto o nobre depu
tule contestn que boovesse o incendio qne diz
com sarcasmo um p uc.i mais adianto : 10 mil dor-
meutes no matto ou dentro do matto foram "encon-
trados pelo engenheiro Lopes da Crac.
Eu appello para a dignidade e para o cavalhei-
lismo do Sr. Paulino Lopec daCruco^lle nao ter
o ooragem de dizer qne encontrn dentro do matto
Wail diiiojli s.
?ou expatcerr onoao esto se passou.
?-iificado o moeirfio. e tend i necessidade de
enostlulr oa tra^mMioo da linha, o engenheiro em
sjhoaol Dr. Gobiob Qaiac, carBOter probo e ho-
ceoao. ..
<>4r. Funii um-JaenaroaAo nada
Ofc. ASbbbwoUSbIobh...e c inoervador digo
de totoao aaeosa.. .
Sss r. lsaiiotade Buiuiec foi.
O Sr. Sophronio Portella -V. Exe. com a sua
influencia poltica era um obstculo ao progresad
da estrada.
O Sr. Affonso LustosaO nobre deputado eet
cacoando. En nunca concorr para embiratjir o
progre.ssc da estrada, e at eempre tive elogios
mesmo dos correligionarios de V. Ixc ; mas nun
en servi de instrumento a qnem quer qu-- s>-j i.
sempre proced com toda a hombridade e hon >ati-
dade (apoiadee), nunca paz ao servido de oiugaem
as miiibas ideas, o mea m do de pensar.
(Apoiados, muito bem ; muito b.'m).
Como ia dicendo.Sr presidente, urgido pela ne-
cessida de concluir os trabalhos da linha, o Dr.
Gomes Callaca mandn qne ee ree;buaaem dormen-
tee em snAetitoicio destes qne foram quaimadoo
En que er o chefe da seccio communiquai por
ordem do superior ao empreiteiro queaproaentasse
bb m-'-deiras pora o exorne, di accerdo com o con-
irasco.
Apresentadas estas, procede i-so ao exatne, nio
feitj por mim, note bem o nobre deputado, mus
por tutros engeuh iro, i vista do qual foram'jap
provados e reeebidoe os l7mil dormentns.
Estes dormentes deram para o assentsmento da
via permanente at o povoodo de Canhntinho, pi-
tm sobraram ainda 10 mil, os quaca f raso eolio-
cades no p vo.id i de Agua Branca,e nio no matto,
como fez crer o nobre deputado.
A exi.-tencia desses dormentes nunca foi confies
toda, o Br. Dr. Aiistides Galvao tinha scieneia e
cenoeiencia delles, todos os engenheiros da estrada
o sabiam, inclusivamente aqnelles que o antecede-
ram, e uestes condicoes pergunto en : qual era o
dever do director ? Era que com a continuocao do
ass-ntainento da via permanente de Canhotinho
para diante tos-ein estes dormentes apraei-
tados.
Mas f i justamente isto o que nio fez o director
da estrada de ferro,porque em vez de mandar em-
pregar estes dormentes de Canh'finho para diaute,
como determinava o contracto, mandn pelo con-
trario que o empmt-iro fornec-sse novos dormen
tes. .
V, portento, o nobre deputado, qne a mim nao
cabe a responsabdidade disto, e que os dormentes
nao foram desoebertos polo Sr. Lopes da Cruz den-
tro dos mallos, ou no matto. Isto nio exacto,
(e m fores), falso, urna injuria lancada pes
8' a do humilde orador que a repel-'.
(Aooiados, mu'to bem, muito bem, e um .-.parte
do Sr. 8opbrci.-io Portella). O nobre deputado foi
engaado.
O Sr ViK-onde de TabatingaFj mal infor-
mado.
O Sr. Aff-roeo LustosiFoi engaad-, f*eo-lbe
tasa jus'ie. i.
Dic mais Hdian'u o nobre deputado (').
Dies o nobre deputado qae eu era apenas en-
genheiro g-'ograpbo. E' verdade, eenhores que eu
bou eugenheiro geographo, mas cursei cinco anno-j
na mitiga Escola Cantrai e nunca quiz passar por
eng'nbeir> civil.
O Sr. Sapbronio Portella d u.t. apirt.-.
O Sr. Aff nio Lustosa-Acredito tambero, Sr.
presidente, que o nobre diput-do nao sabe bem
fzer a distinecio entre engenheiro geographo <
engenh.'iro civil, entre bachar I em mathematicas
e engenheiro de pontea c calcadas.
Naturalmente S. Exe. eotende que cngenb"irj
gi-ograph) todo sujeito qae sabe freographia.
O Sr. Sophronio Portella-Se V. Exe. quera
expc:cao eu a dou.
O Sr. Aff.roso Lustosa Disse p-rm o nobre
dvutudo oceupa adose, da materia do requer
meato : ( ).
t. Exe. porra nj roe entenden b ra ; o que
u disse que a alvenaria era feita de tijollo, e esse
servil; i toi fiscilisado p lo Sr. Morada, engenheiro
muit. distincto, qne continuou a merecer a cro-
fianc> do governo, cojos ercdit;:s profii.aionaea b3o
podem ser postos em duvida.
0 que se deu, Sr. presidente, toi o segoin^e :
ten I i eido au'orisado esse servido, as paredes fo-
ram fei'aa, por ord--m do Sr. Callaca, de alvenaria
de tij do. N fizemos algumas consideracoer, fa
z-ndo ver ao Sr. Dr. CaliuCt' que seria prrfciivel
aivcnarrn ordinaria, isto de cimento e psdru e
nao de tij o I o e cal, porm o Sr. Dr. Ciliac/i na
retpindeu p> U lado da economa, disse qu sendo
o preeo m.ais barato era prefer vel, tanto mais
quanto havia diSkuldade na obtencio da p'dra.
Mas dada meauu a hypnth se que taveese bavido
uni erro, o nobre deputado sabe perfectamente, que
nio tenha gran le responsabildade por isso.
Di^se ana : o nobre deputado, Sr. presidente,
que eu tilma c nservado grande numero da em
pregad s raaneadus pelo Sr. Anstides. S. Exe.
lab ira em perfei'o equivoco nao cipuz de con
testar-me oootc ponto.
Disse aiuda 0 n br- deputado que eu tuh. i'l
i u 14 guardas dormentes, foi exacto que depou do
incendio, tumei casa providencia, porque o nobr
depu'ado sabe que costume do brasil aro fechar a
pota depois dJ rouba.o.
Incendiados os dormentes, o Dr. Mouteiro de
B.rros, carcter serio e cima de qualquer cen
sutb, determinou p r um officio ao chefe d seccao
qne destaeasse um guarda em cada deposito para
iifinr esses dormeet s. Isso toi o que se deu.
Entend, portanto, Sr. presidente, que tenbo
camprido u m>-o dever e p oso que o nobre depu-
tad ', como declara, nao te ve a intenco de inju-
riar-me, porque ?e assim fosee cu lbe daria res-
porta rievi ia.
Tenbo concluido.
(VI uto ben. muito bjm).
Euceirada a discussao e p.sto a votos appro-
vado n r- querment) com a emenda.
Entra em discussao o requerimento do Sr Pra-
xetes r'itanija sobre negocias oh Cmara Munici-
pal d> Recite.
!p. Jun HaraNao devolueu o seu
discurso.
Encerrada a discussao e posto a votos u reqne-
iment rejeitaio.
Pas.-a-se
1.a PABTB OA OllDEM DO DIA
Eutra em 3 diseusoio o projecto n. 41 deste
atino.
O Mr. Jm Mara Nao devolveu o sen
discurso.
Ve e mesa, lido, apoiado, deixando de vo
Uro* por falta da numero, o seguinte requeri-
mento :
Requeiro o adiamanto da 3a discussao do
pnjecto n. 41 deto auno, par 4 horas.Jos
Al ..na .
Fica encerrada a disciissio e adiada a 3a do
proj. cto u. 23 deste anno, na lotma do regiment
V em mesa si) lidas e remettidas sauccao
ia aeguuites i..- lui.o s :
1." Keduzindo a um districto de a freguezia de
Nossa Seuhora do O' dos Prseles du Maran
guape.
2.a Ex'inguindo o 2o districto de paz do muni-
cipio de A.'Millo.
3.a Dividindo em tres districtos de paz a fregue-
zia de Vicencia o insudando artencer ao 2 de
Ala...i do Carro toda a parte do antigo districto
de ttuunoe-Ayi-,-;.
4.a li --tabelcado o juicado de pac d Pindo-
ba de Cruangy.
b' Dividin lo em tros districto-: de paz a fregue-
zia de Muribei.i.
6.' Dividind > em dois districtos de paz a fre-
guezia de Cabnib
7 Suppnm-n io os districtos de pac de Sorra
Branca e S. Pedro da comarca de Ouricury, fiean
do aonexedos Hinb.s ao mesmo dittricto.
8.a Elevando u villa de Taquaretinga ci-
dade.
O Sr. Presidente levanta a sessio, designando a
segmnte ordem do da :
l'rien -ira parte continuacio da antecedente e
mais 1.a discussao do projecto n. 78 deate anno;
segunda parte : continuacio da antecedente.
REUSI ) EM 7 DE viaIO DE 1887
PBBBIDBnclA DO BXM. F. BBTM- SO. TIOABIO AOODSTO
aasorun m rbika da silva
Ao roe i o da tcita a chamada a verificando-se
esttrem presentes os Srs. Prxedes Pitaoga, Coe
lbo de Moraes, Ralis e Silva, Juvencio Maris, An-
guoto Frai klin, Drummond, Andr Das, Visconde
de Tabatinga, Reg Barros, Bario de Ita.oissama,
Bario do Caiar e Barros Barreta Jnior, o Sr
presidente declara nio haver sesga, por falta de
numero legal de Srs. deputadoo.
Faltam os Srs. Costa Ribeiro, Goncalves Fer-
reirs, Jos Mara, Ferreiro Velloso, Amara", J o
le 8.'., Julio de Barros, Soares de Amorim, H;r-
culana Bandeira, Rogoberto, Costa Uoraes, Domin-
gues da Silva, Barros Wanderley, Looieoc de S,
Joo de Otivcira, Luis de AndraV, Regneira
Costa, Ferr ira Jacobina, A Soaso Lustosa, Rodn
gnes Perto, itcsa e Silva, C mtautiuts de Albu-
qouqoa, par roio Portella, A a tomo V- t ir, Jo.Ij
A'vee, 43bee Prente e -'olouo de ssetl >.
U Sr. 1. eoc--tario procede a tortura e oe-1
guinte
expedibx
Uro ofiaia da secretario di
iaf Tinada a aetiga) de Joio
que A quem fez a requisicio.
O itr > do mesmo, idem, dem a Sociedade Uaia >
Commcrcial BeaoficentJ dos Mercieiros. -A quem
fez a reqnisiefto.
Outro do mesmo, remetiendo um offio do ias-
pector do I'esouio Provincial om u na demons-
tracS da insulficieneia do crdito votado no | 37
do art. l. da lei ro. 1,860 em protogacio, afim de
qoe se delibere sobre a conceseao do augmento
que se fas preoiso na importancia de t:5>l 7 17
A' i-omvissio da ornamento provincial.
Wutro do meme, devolveu lo oro exeroplar da
res-tu^io eancoionada sob n. 1,887.A archivar
Outro do mesmo, devolvendo informadas as pe-
tico s de ooio Gomes Jardim, Jos Joaquim Al-
vea 6i C. e D. abb.il>' do Mostero de S Beato.
A quem fez a rcqusi;io.
Outro d mi'sim, transmittindo o balam;o e
m-iia i|i('nmnti da reeeita e deapeza de exeecicio
de 1885 a 1886 da Cmara Mn aicipal do Petro-
liu.A' commiesio de ornamento municipal.
Uroa peti>cio de Canudo Hermoto Ltns, ser-
ventuario vitalicio de um des offiaios de Justina de
tab 'dii> e escrivio do termo do Cabo, requeren i >
que os cfficios de jnstif i d'alli cootinnem a ser :
o de 1." tsbeir.io, escrivio privativo da prove-
dnria. residuos e tud) j mais por distribuidlo ; o
2.* tabelliio, escrivio privativo de orphaos e au
sentes e tod < o mnie tamoeui p ir listribui^ao.A'
commissao de juaiiga civil c criminal.
Achaudo-se sobre a mesa 4 pareceres da coai-
missio de rede.ecio sobre os projeertos ns. 31 de
1886, 3 e 24 deste anuo c urna emenda sob o n. 1
cffc-'ida ao uhimo destes proj-'ctof, vii> a im-
primir.
O Sr. presidente em seguida, d3solve a reaaiio.
dhVSTA DRI
b
%pintentad Hita i'or portara de u n in-
te n datada, 8. Exe. presidente da pro>/iic:a, t
teudendo ao querequ rcuo3- cscnpturario aldido
R cebedorn Provincial, Francisco do Paula Re
go Barios, resol ve, de conformidade com o dia
p sto no 3- do art. 9- da lei n. 1,881, art. 74
do regu'aincrto de 28 Je Maio ultimo r portari i
de 80 concedcr-lh' apoicnta^i' no ref rilo car-
go ; sendo liquidado pelo Tliesouro Provincial o
tempo de servico iff ctrvo do su j,,licaote, para
Iiin de peretbir os VCucime.ltoa que po: 1- i I
cera pe Urca).
lian a di- maaicao mtlltareo. -D
S. Exe. o Sr. gen,Tul cnmmandiut-' das armas re
cebemos pedid) para ser pub icado o seguinte
aviso :
Ministerio dos NcgocJ3 di Guerra.Kj de
Jantiro, 28 do Novemb.-o de 1877. Im e xin
Sr. Em vista do quo informou V. Exe, no beu
officio o. 275 de 1 de Sctembro ultimo, sobre a re-
presentagig feita peh) coinmindautc dasarmis
d'essa provincia contra a pratica alli seguida de
s-rein oapregadaa grataiteraente em testas puti-
calarcs, as bandas de msica los corp.-s do exer-
cito, declaro a V. Ex ., para seu conhecim>nto
governo, que nio conviudo que as ditas bandas
tejara destrahidas do fim de sua instituidlo com
projuizo do respectivo instrumenta!, qn>: se i.iut
lisa antes do tempo marcad) pura cea duraca >,
nio dtvem ser cedidas gratuitamente pira feste-
jos de carcter particulai.
o D us guarde a V. Exe.Duque de Caxias.
Sr. presidente da provincia da Babia.
Paquete do HatOs .Srs. Adarosen II >-.v
ot C i agentes da Coinpauhia de I'aquetes da R -a
Mala, communiciram-nos hro'ein que c Mortdego
= hontero m euu o ao meio dia que s.hio da
Babia para o i:'jsj pito, pelu que a elle chegari
amauha.
T.mbe.m ho.'.tem rec-be.-n :s u iticia telegraphi-
ca do que, d,. B.ihta tarobem, e tard sahira em
viagem nos portas i n rte o vap >r Canillo, que
no n mingo ou na seguoda-feira aqui estar.
Alguna iMrrtiitoaC >m este tlt.lo acaba
o Si. Bario de Santo Andr, nosso comprovincia-
no, do publicar mais u.n opnseulo, em que se
achara algumas de suas pr dueees em verso e em
prosa.
S imos-lhe grato pela i.ff, rta qu n s fez de um
exvinplar.
aceas da Vida amaznica E' um
livro p-t-cioso e que ser lido cora uvi les, o que,
com este titulo, acaba de publi.ar em Lsboi o
Sr. Joaqun Virissimo, do Para.
Nos estudos das populacfes iudigeuas e mesti
9aa da Aniac. ui, trata dos tapuios e si us deseen-
.lentes, linguagem, crencas, usos e ostumes, d-
modo a prender a atteocio do leitor curioso
N-.s scena8 da vida das reg oei amaznicas uao
prendera menos a attenga i os rvmancctos : O
B do, 0 Crime do Tapuis, Voluntario da Patria
e A Serte de Vneentina ; bem como os esb.ee-
tos, que sio : O Scrtio, A lavade ra, O 'undum,
Indo para a seriuga, Vi.ltando da seringa e O
mameluco.
Somos gratos ao Sr. Joaqunn V-iissim) pela
cfferta que nos fez de um ex> mplar do sen mimo-
b", instructivo e curioso livro.
Na Livraria Fraoceza, exst. m venda, pelo
prego de 3, alguna exempl res deata obra.
Palbiican IncendladcM H rotem pela
mudiugada incen-iiaram-se tnuta e seto palhoc/is
que exiatiam no lugar Coqueiros do ladooccideu-
i .1 da ra Imperial e as proximidades da eEtra-
da de ferr de Caruar.
O incendio, comecado em urna das palhocas,
communicou-ee rpidamente s tutrus p -r cansa
do foitisimo vento que a. prava, in doucoj mi-
nutos reducio tudo a cincos, produzindo um gran-
de clarao, que se toruou visivel at do bairro da
Boa-Vista.
Ni) nos touberam informar a causa do n-
c- ndio.
Felizmente os p bres habitautes destas palho-
<,'.a'8 c U8etuirara salvar os poucos haver^-s que ti-
nham, e eem que fesse algaim attingido p las
cha minas.
Urna tvatha de F. inpp-0 Sr. A. J.
de Ac- vedo, estabeleeido com laja de msicas
ruado Baii-i da VlCtOlia, acaba ne publicor para
a sua culleccii de muscas .scolhidas, urna un-
difSima wal-a p.ra piauo, d> maestro F. Supp.
Intitota-se essa walsa Sulla de Amore.
Agradecemes ao Sr. Aaevedo o mimo que no a
fes de um exe.mpiar.
Piiiiiisi- o de caf, caefcoe fumo
O Sr. cumin'iidad r Joo Feroaudes Lopes acaba
de prestar mais nm b-.m servio > 4 lav ura do ca-
f, cacao e fumo, publicando em um livro.^ntida
e elegautemute impressn, em que se expoera as
vautag-ns e mais couhecimentos concernen "es
ptantavi dese-> tre-i productos.
No Methodo vem tambero o modo de fabricar a
mauteiga de lerte vaceum, o chocolate de eaeo e
o cha das fol'nas do cacaoeiro.
Tio inti-resaante c til ublicacao encontrase
venda as principa-s lvrarias desta cidade pelo
baratidiimo preoo de lfODO.
Agradecemos ao Sr. comm-rodador Fernandes
L p-s a ff rta que nos es de um ex mplar.
InquerltoPelo subdelegada do 2- dietricto
da fregu zia de S. Jos, foi r-mettido no dia 18
do comnte ao Dr. juiz de rfireito do 8' districto
criminal o inqu- rito policial procedido contra Pe-
dro Ant-nio de Oliveira, preso por ter tentado
coutra a vida de Laurenlino Amanera de Car-
Vaiho.
K aocamrntoN \ tarde do dia 13 do
e rrente a praca do 14' batalbio de infautena,
de nome Manoel Mach- espanctu a Auna de Hollando de eiqaerra Oaval-
canti.
Cusila-S Exe. Revma. o Sr. bipo due-
eano ConfioU s'CoirfereneMS de 8. Francieoj de
i'.uil i a appl'ciico em esmolas ntsta cidade das
dec hb as esterlinas (cerca de 115#0ut>) qae Ihe
foram enviadas pelo Exm. 8r. presidente da pro-
vincia.
Vena necio nobre0 Sr. Dr. Lanriuo d
Moraes r'mheiro concedeu ante-hontem carta de
liberdi de, sem eon'icio algnma a cinco racravos
seos, Feliciano de 48 annos, Vicencia de 89, Fren
cisca de 19, Ignes e Jos eom 18.
E* urna accio que muito recommenda os senti-
ineatos do libertador digne de ser cada dia imi-
tada.
miero do allirlo Na madrugada de
qaarta-ftnra ultima a companbia do alterum ede-
re mandou alguna dos seas socios escalar o muro
da casa n. 92, noCaminhi Novo, e mudar oque
honvesse pelo quintal, sem que para isso fosse con-
sultado o propnetario la di11 ca-ia.
Fiis executores de ordens superiores, e de con-
formidade com os sena inatictos naturaes, ob cujo*
nio deixaram alli nem ama galtinha, nem urna pe
na das roupas que haviam icado no coradoaro.
E.....toram-oe.
tisiM-iaeo a* sVosacolanarlaa Pro-
?lelaea de PernaabuesNo dia 15 do
onrreut reanio-oe a aneibl* goral deaoa asso-
oia<;ao em sessio ordiaaa do mea, sob a presiden-
oa do Sr. Dr. Witraoio Pinto Uoadeira.
Aberta a se-sa >, foi lida e appcavada a acta da
eeuVrior.
O Sr. presidente fazendo o seu rea torio dos tra-
bilhos do mez, declarou que no decur o do mesmo
uuacionara o conselho deliberativo em sesss
oconoraicas nis das 6 -e Miio findo e S de Ju
nho e a-rente, sendo n'esta approvado o parecer da
commissao de syadicancia acerca da admissio do
professor Jesuino Firmo ie Aceveio, que em re-
ultadj da votaeio toi de.-Urado enero ; e naqu-lla
maulado A eudi-ne-.a do tb aourch-o o parouer da
tneami opinialo pela concessai do auxilio social
ao socio Marcdinj Ferreira da Luz, que fra de-
BMttido do cargo que acaupava uj fuacci naliara i
sem causa dada por si jastiffeativa de sua ex-ine-
racio.
Declarou mais j Sr. presidente ero conclusi:,
qne convidada graciosamente a Associacio .;ara
assistir ao acto da installacio da biblioth'ca mu-
sical do Club Carloj Qemor, ahi se fizera repre-
sontar por um i cororoissio que pira iasi desig-
nara.
Entrndose na orlem dos traballus, foi lida c
rerarttida a commissao de syadicanei i urna peticao
do soeio Franciso de Paula de Soun Lcao, irope-
'rando t eonc-dsio dj auxilio sjcial nos term>s do
art. 61 1 >s estatutos.
Em segu i* foram feitas differcotes comnuni-
caco s verbaes c >n? -rn utas objecto d-: mero ex-
peliente, e nao havendo mais de que tratar-ae, o
Sr. pr.-sidante levantoa a se-isilo.
Patarho Plrapama Di 2' tenente da
armada e imroeiiato dest-.: patach), o Sr. Francia-
o de Soaza Pinto, rceeb'mos a segiinte carta:
Llm. Sr.R-idactor.Pee oautonsar;ao a V. pir-,
esperar merecer a publicicii daa presentes lmh em ama d-is cola n:ias do sea coaceituadi Dia-
rio.
Agrada-m o dever qu- agora curopro do tc3-
temuuhir as iuform .gjs veridica que f)rnjceu
ao s-ro onoeituado Diario S. Exe. o Sr. i isp:ctir
jo Arsenal de Mtrinba d-s-a provincia sobre a
viagero do pitach) Pirapami.
(roroedia'o la ref-rito navio dsacmicahii nc'.-
I tmbircid > a co'naissit qie l'a era des'inala,
adoecenli, poir., no fiio-Uraale dj Nort;, reco-
hi m i enfermara de Manaba d sta cipital, on-
de me acho ero tncamento; fui, pirfanto, t
mu.ha ocular > taet-ia passad>s a Oor.lo 1 ir.\n
te o tempo a ibrj o qual vcrsS) as noticia-, forue-
ei las a Joma! c Provincia de 15, e que I; un
hb;l c verdidairamente refutadas p-.'!o diga i Sr.
oh f I dividi J M. Pieancoda Costa na carta )u
iln igio a V. JulgO me, portan' i, n i i. ve dir i; i
le garantir qu.i n m moa veracidal' tera a ro
onn.eo s prestadas i a-jaellus doua p'i-iiiicu e
iu-iis de alIiiMiar que lu n ite na vi --e..3 1 i Pira-
pa.na di R.'eif' s Ricas, lai Roca ao C ir e
do Ce .i a i Rio G: iiel do N .rte, o t-tt do SiUi-
tan l bord f^i i ro .;j satisf tal ri > puaivel.
Resta agora fas-j. intuir justici aoJist.incti
cimroacd.aute d> l'iropjmu o Sr. lu t'lienta Ru
biro, garantilo uan testerou ihi qu cu o fui ;
que inelh>: confidis nio podiam ser os apr.'ndi-
ej marinbetrus qne foraru soba-itiidos ia ordena
do ra orno oiiioial.
<, Peeo-lbe permisaio, Sr. relac*or, i att.io-
gir ao unioopou'.o qus ncsedito restar das i forroi-
coe.~ dad-is ao Joraal do liccfe .: Prouiacn la 15
a proteo li us avarias '. > Pira-
dest.-inez; ia:.
puma e suas m
P.^ra bem aj.i
ta a c /mroetcacia
conh-Jeiinento-que
m 11 >r escrpulo -
oadicSes d-e uavegaci
-ci ir n seguida p .rte se ro I ii-
po'ai habilitado ;*, = bi.-in: 0
tenbo do iivo; o uio terei o
ro fa: t tr u o juiz qu-' d i I'-
rapama fasia o f iliecid Sr. Io tenente II. Ur.i.i-
ne : E' um per/e 'o navio marinheiro.
Q'laato s avariac, gar.an'.o existir*m Smon'!
na imagiaaeai do leviano iuforroaute.
S' tem-so proloug.do o r-'gr-JSi) do P ir apa-
a, isto dovido tio sroeate (coaio sibro tod ia
os pr fiasi roaes e dic-'m os roteiroa) nessa pi-
ca i!o anno een-m ~*t nossas coatas do norte aero-
tedas polos v ntos de SeSSE,e miis correero
as agnxs para o NO com velocidade variavol,
porro, nunca ineuor de 48 roilbas em i horas.
Sao estas, 8r. redactor, as eousi ler ac -.-. qu .
peco publiear em seu acreditado Diario.
Sou com toda a consideracio, eta. -Francisco
de Setaa PitUo, 2o teueuti da armada
alevino perdido Ao cubdeiegado da fre
truezia do Recife toi apreseutado um meniuo, que
vap i va perdd>> as ras da mesma fregu1 zia
Declarou chamar se Jos; e dase a principio
ser fillio de um soldado e depois que o p .i eb ua-
se Manoel Joaquim, dando coro) residencia ora o
Pombal, ora o Brura
Pode procralo un m 'soia sub ielegacia. qu;m
por elle se interessa.
Conselhn W*lerarlo Punccianou hoi
tem em c nferenc-a ordinaria, a .b a 'residencia
do Dr. Joio B.rbalbo, inspector gcral da ins-
trliocio pub'.'ca.
l'oi lido a seguintc parecer :
Da Si ; cc', relator o Dr. Antonio Justino de
Soasa, a- bre o pedido de gratifieaca i de 15 tonos,
feito pelo professor de Cruaogy, Antonio de. Meno
zea C. Bauieira de Mello, coucluindo pelo indefo-
rim-ntu. Posto em discussao foi pelo profesa ir
Miranda apresentada urna ro -na ao parecer.
cu.-, nudo p-lo diferiroent i. Foi approvada,
sendo rej-itado dito parecer.
Permentnro e putrefaccaoExcep-
to a '.gil e o sal tu lo raais quanto ingerimos pe
la bocea e que tem a forma de comida e de h
bida procede de seres viv s e ni nao vivemos sa-
nio d'aquillo que, como nos, j teve vida.
Quaudo porm os seres vivos morrem passam
por um processo natural de decoroposicao, pelo
qual as mole uias ee reunem em eocbinacoes sim-
ples, at que tudo torna a entrar no mundo inor
ganieo.
Este processo de decomposicio e fermenfacSo
ou a putrefaecio, doua phenoinen s diversos ; mas
que fn-quentemente se toc-un e se couluu tero h
qu cabir.iin sob as vistas doa priroeiros boracn3
que povearam a t irra.
Os egypcios e os gregos da mis remota anti-
o viah) e d. viam croh'--
nta^io sero o que o assucar da uva
nao se toria polido cniverter dj do-je licor de
Bacho.
T-iOib-m os liebre8 conbeciaro a fe-roentacao
do pao, desdi- que Moyss falla de pi com ou eero
le ni-uto fres faziam fermentar o nao ju ufando
a inasi-a oe fariuha urna po-cii aci tifio .da ou e
igual a espuma tirada do vmh > em fermentaci.
Os gei manos tambero autts du, era chiista fa-
ziam fermentar a cevada e della preparavara o
mef-i, a mil de todas as cervejas m 'dems.
Ni :iii media a palavra fermenta-yio se acha
a cada > e nos livroa das aichimistas e dos me-
dro 'u. significando poim different'S couses O
saugue ae for.i u >eia ferinentaco e pela fermen-
taco se desenvolveui oa gac-a n- estomago e a
fermenta-tfio o desouvulvimeut.) do acido carb-
nico do marinare eombiuado com o.- cidos
Becher ero I(i70 cunoeou a perceber alguma
cousa uos myatjnos obscuros das verdadeir^s ter-
m-nfaco^s. Eli- as approximava da com-ousto,
jultr iv uuceasaria a present do ar e diaia qu
i- o assucar pide pr idnzir a fementacio ale-o-
lica. Tinta esta quanto a actica sio productos
da aecio ao substancias salinas e sillfuroas que
ubruro unas sobre es outras e segundo o principio
nctiv i de urnas ou do outras ora tem -se o vinagre
e ora o aleool.
Afennentacin a pu'refaecio tem, pera B -
cher, em coinmum, um procesa de decoroposicao.
mas a primeira d productos melhnea que os da
segunda.
Depois de B ch r, appreeerm Willi.s em 187'
e fjt-ahl em I6*7que Bperfeic>aram a sua the iri .
e qne .-ua'-ut r n oqueilas liis soOre a ferro n-
ihqo at a grao'ie rotorm i de Lavoisier, asstg
nalada pela deoc-iberia do oxigeneo.
B ra qne di ede Wdiia e Stahl leudara decorrido
al ti -j.- qu .M m ais de dona secutas, um i p irte
das sua-i ibeirias onbsiole ainda hoje, desde soso
eliea acnar m que nm dWs produotos da erinenta-
vio era o de levar a outra parte o contagio fer-
awnlHtiv.
Willio chama ferm roto nm corno invadido
por um e.sp ciai moviro -uto, oapas de transmit-
tir-se a outros eerpae. Nao nos uabia sonio dar
oda Je soubeiam faz
eer a ferm -
um ame aquelle corpo c achar que era vivo e
capaz de prt duzir.
Boerhatve distiaguo duas espacios de foimeu-
tacoes, a alcoolica e a acida. Cr qao a virdi-
deira fermentacio nio se verifica sen ".o as subs-
tancias vegeUce, em quanto que as substancias
anima -a nio p idero sena j apodrecer.
Lavciai'r, b*sjando-ae sobre falsa' experien-
cias conclue mais rectamente que o assucar se
decompoe no processa fermentativo ero alcool e
era acido ao tico.
Liebig procura explicar a fermentacio alcoolica
coro a proeenca de urna substancia (fermento) do-
tada de um particular .movunento susceptivel de
transmittir-se a outros corpos, que por eate meio
sio decompMtos.
Mas, em 1887, quaoi ao mesmo tempo Schwann
e Oegniard Lotouvdes dcscobrem qoe o fermento
um corno organisaio e vvente e que descnvol-
do-oe e erando outras a-I lulas produc a fermen-
tacio. Liebig eombate esta tcorii vitalistiei e
com o seu genio e a sua eloquencia conaeguio por
algum tempo facer triumphae a sua theoria de
conducta.
Paateur porm e outros com elle e depo8 del-
les ebegam a demonstrar com todo o ri.-or da
amencia experim-nUl, que a fermentacio alcooli
ca nao tem outra origein senio o deserovolviolento
do fermento.
A I uta contado nio est anda totalmente ter-
minada. Liebig t ro aiuda valentes defensores e
a historia completa doa procesaos ferment -tivoa
ulo oi ainda escripta. A messe est acabada,
roaa est aberto o campo aos especuladores.
A ferroentagao alcoolica a melhor conbecida,
a mais commum e a mais importante para as ap-
plieacoo ros mu da vida; mas ni onheeemos
j todas estas diversas fcrmroto.coe.ii que chegam
ao numero de aet-'.
Cada urna d'ellai tem seu proprio organismo
vivo que a gera, cora) veremoa raais tarde quin-
ao tratarroos da putretaccio.
O (Judio ingles9 duello oat hoje cahi-
d- ero desuso no exercit) inglez, como em todas
as clasaes da sociedade britannca. ^uccede a ot-
fic-acs chiote.irero-sc una noa outr;a oa tirarera-
>e os olho3 a soco, mis nao aconte.-e que derra-
roero o aeu aingu! ero conaequeneia dcsa s o:i de
outro qualque ul'rage.
!".' ordinariamente ais tribnica que recorrera
para vingar a su i hrora. Iatoesti de tal modo
inv te.-ado uoa coatnmei, que de cada dez ingleses
qu' rjcb'm urna carta de provocacio, nov en
viam-n'a ao sen procurador pira fazer perseguir
ju licia'm rote o provocador aero qui; ease proc di-
ro nt > chusi) adviraeao a pes3oa nenharoi.
Na i se julgue porro que estes costurad s-1 te-
nhim est ibjlecid i capritaneimen'e. Siio resol-
tados de uroi legiaiac, qae caefgi o duello cuno
um crime, e applic-i a peoa de nort-1 ao sobievi-
vente do combat! roaii leal, como se fos3c autir
de um asmssinio vuigsr. E'esta mesroa lc?vla-
ji? teve graudissiaa lil ul i.ide ero so impar,
or \ i lu II >, 8 ) 11 -io de inorte, ero pirte no-
iiliu na fl >resaeu melh >r do qu a i exercit i inglez.
Uro livro uellirt-) d'xi/s in tke irmy. acab;do de
publicar pelo Sr \V. D ng'.is, ex-otficial dos bus
.-ii-li lo p-incip do U'.llea, d a esto respeito
:;.. t metilos muiti curiosji Si t e ba-
iu in .'au, lu 50 ai lili ion", rn ia bltiiro-
--; is v-ses sem teateinunhas, ira qnilquct
-,'; I -lia i.) e uuberto.
Foi a-taim, p r exeropl), quise realiaro o '.\
:. .! i i'i lo d i ca itio S'ouey om uro ckrgym'iit
o It-.'i. Bate, relaetir prine'pildu Aoriuna Pos'.
A c .-, i di deaSi f>i ,in ptragraoni offjiaivo
pira-i li inra de nroi aenhira. C'nb-niriro os
c .roo :' ites en.-err irero-JO n > quarto di urna c-3-
'.:..;... sosiulus para m baterem, primeiro
depile, se foasc necessam, !. capada
Te 11> .ocal) ea doa-; balas aeu resultado, lat
i,a-.ii n'nilu capidis. Ai primeiro aaaalto, o
rev.".1! i -vi ciro i c'Xt itraveaiad i ie !.dj a
alo Pela sua pirte ocapiti '-ia ti.. ve tA teri-
no br ico o no piit). A espala di clcrgymn
iir.."i-:-; sobre o sternuro do adveraarto eellepc-
ii i p ira u oadiieitar, p ira o que a apio i no chao
i.i 1 i-ie u n p cm .'im i.
Foi nea'n oscupacio pono r-cclesiastici qu> o
a i'pre-.i i .'raro oa cria loa da ca* que tin'iiro oi-
ri-J ao barulh) e acab li por arrotnbir a pjrta.
S('.: .i- .ro os oroba'eufca. E lea ap'rtaram aa
mo ". n ao outro, c o i n ;'>!) id-i a rirote, o capi-
"i, S".-: y ci:' i i n i bella le quero tnha toin -
do a defcia.
Due!'i raaia ori'tml ainli f i o le oro me I
raditar. n Dr. Youog, o >m uro otfitial de ea val-aria.
') D,*. o rong a p'i,< l'.i oa-i ero um e -ale.-, paro
Warh! i!in conpan i i d-' urnas a roboras, e t -
can I (1. i'.i. S tan : > i doaiorq-ie e u uro barco
1 e iguia o seu, ond" i".m tambera algumas se-
uhoraae otiaiaea se estav..ro p creiando com a aua
. c sbou d toe ir. Uro dos offici iea p'rgun
t u-lhc insolentemente porque tinha parado de
bi", ao qae elle responden qoe assim Iheagn-
P/is nao me agr i la a miro, r spond u o outr >
i.) i rilur continua coro i ana msica, un cu o
.bar .) e Htiro agua.. .
li !lr Y .uu;*, que naos-aba nadar, tornou a
pegar na finita e tocou a' VViuxh1!. Mas de-
pon de est ir em trra, quin I vio o seu li m ni
em ".; na ra atestada, recitoa-lhe o seguiut-t dis
discurs > '.
M' u caro 8-uhor, cu irn a agora, pa uu
perturbar as p.aaons qu; ae rapaiiliav un a um a
sua arronzante exigencia : roo ag>ra
q i ro qoe m dd urna sstiafacio. Se b -raem de
coragem v amanhi a td sitio para noa bitermis
e*|> i la. De cj i q i tu lo se pese entre n sem
teatemunhas.
O official aceitou estas con'.ico ?, n :io dia se-
g lint a hora indicada, chava a oo 9 ti > do en-
i. Foi enorme a bui snrpreaa quan-io vio o
i! i ;t >r. que o esperava, tirar uroa pistola di algi-
bc. > e iip ntnr-lh'a caben.
O qu-.' exclamou i official, nio esta va eoin-
: que noa bateriam >s a capada 'i ..
Certaincnte r.'Spo.i leu o doutor. Por isso
tambero nio se trata agora, sonco da uro p-quena
exercieio preparatorio. ') senbor vai fas r-mc a
fi i za d luisa- um mi mete qu" cu v. : tocar na
romha fl ui'a, a nio preferir qu eu lbe faca danaar
oa milos. .
lato urna cilada un assasaiii to !. .
itor conservou-s infl-iivc!. En" neces-
sari !-.nsar ou morrer. iffiial prtoio dan
Dtnsou ura qurt i de h ra. Depois o I).-.
\ i 2 ini'codi a flauta ua algibeira, disse Ihe
Agora eatamo quitea. O oeeh hontem fez-
il ti car -mri. minha vontede, eu h je fi:-o dan
Bar. Agora, so quie-f bter e- lie- sua dispo-
.-;.", roaa aa casi ni de sor dian'e !e : ,'.-
munhas.
i
Ad- us tn u caro .- -ol >r.
io fie-iu, por 'i n ule pool
Htreeiuriit das olirax de eonsefta-
ojo ;loi portoaBoletim meteoroiogic de
li i 1.) d- Juuho de 1887
-------- - 9
- , 3-C I-. ir i'. Baso o T3
. -f i. a
a
-. en
6 m. 2 -8 ?6-2'"17 16,14 i
9 21*8 763">60 19,19 81
\ loB 762i89 18,11 6o
3 t.j 27-4 761 < 17 65 65
6 25* -9 76 !"'. 1 7 66 n
l'einpi r .tura mxima 8",0
D-tii mnima22\26.
Evap --.eio em 24 hon-a ao aol: 5,7 ; som-
ra: 3,1.
Cliuva 3",(>.
DtreoDaudo vento; SVV leroe.ia uuil< at 5 horas
e 20 roinutOH da mauha (coro int< rrupeoea duraute
1 hora 8SW)i W-*>\V at 8 liorna e 9 minutos ;
8W at 8 horas e 46 roinut >s SSW at 8 horas
56 minutos da mauhi ; vriavel entte S e SE at
roei- ooirc.
V loiiidade n lia io vent.. : 2m.7* por segundo.
Sebo o.ai i aie inedia: U,65.
B-detim do porto
^ -a M
= : s
4 = d
- ***
P M.
H ! .
P M.
B M.
Di Hvrac Altura
- _ ___^ _^^_____ ,.
15 1 u u i 1 da tarde 0,-91
16 do JuuliJ 1 5 mauha 2. 04
D 712 0,-9s
1,1-lluenattecniar-oe-iia'
Hoje :
Pelo ajenie Pinto, s 10 horas, a ra do Bom
Jexus n. 43 de m iveis, piano o outroa artigos.
Petv agente Brito, s 10 1/ horas, ra de S.
Joio n. 6 da taveroa ahi sita.
'
IIEGVEL
i


Diario de ttmambico"--Seita--fstr& 17 4e Jando de i887
Peto agente Modeste Baptta, a 11 hora, wt
ra do Imperador n. 4, de movis de diversas
qaalidades.
Pelo agente Gusmao, Ss 11 lloras, ra do Mar-
que de Olinda n 19, di mobiliaa, faaeudas e sa-
pat 8.
Segnnd*-fera:
Pete agente Giumao, s 11 boma, na ra lio-
perial n. 151, da taverm ahi sita.
if !* ratre Serio celebradas.
Hoje :
A's 7 horas na matriz de S. Jos pe- alma de
Francisco Ribeiro Villcla.
Amanb:
A's 7 1/2 horas, na matril d-i Boa-Vista, pela
alma de Mana Coelho Meira ; s 8 horae, na
matriz de Santo Autonio, pda alia da D. Anua
da Cjicoieao Bastos do ''.irs-alho ; s 7 horas, aa
Lalerln ilella"-\ 18 pnrte d-stn
latera, pelo novo- plano, cuj> premie grande e
de 10:000*0)0, ser extrahida no da .. do cor-
rente s 11 horas da manhi.
Os bilhetcs acbam-se venda na Ca Fel* a
praca oa Independencia ns. 37 u J9.
Tambem acham-ae venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Marco n. 23, Mrtins,
Piuaa C, e na Esmeralda, ra Larga do K-.--a
rio n. 24. ,
Latera e H. Paulo Esta importan.
lotera cujo premio graade de 10:000* KX) ser
extraliida no di a .. do correte.
Os bilhett'S adram ae a venda na Eso -raid*
ra Larga do Rosario n. 24 A.
Ceuillerto PuWtco Obituario do dia 14
de .1 .iiii :
Olympia de Luna Freir, Pernambuco, 26 ao-
igreja da Madre de D pela ni na do D Mana \ no totea. 8. Jus ; tub.-rculoss.
Justina da Silva : As 7 ho na igraj de 3 J. s Alejandrina Ara d* Cooce.ca,, Perturbo-,,
de R,ba-Mar. pela alma ,1 O Joseph.i R. Vieira ; 40 ,nu,s, v.uvs, M-Ttata;? canon, no otero
de Araujo : s 7 1/2 horas na nwria d.i Ba-V.s- ; Antonio Rosas da Silva, Pernambuco, J8 im,
ta, pela alma Je D. Euaubu J. la Cuuba L.gcs. | s Iteiro, Boa-Vista ; embolia.
_ Segunda-feira : Venancio, P. rnambjco, 1 anuo, Boa-Vista 5
A's 8 h ras na matriz de Santo Autooio, pela athrcps: .
alma do Dr. Francisco Alv.s da Silva. Beatrii, Pernambuco, 9 das, Boa-Vit.i; te
PajiB'roa3ahi.Jo8 para o Suluo vapor, tao .,.,,,. w
americano Advance : t Emiiu Cocino Meira de Jncel os,
Orne-t W Orea, Williams Hell e ana acnhora. Para, 39 am...3, c -j -da, Boa-Vista ; hsmoteroeaea.
Arthur Dalla, Beilarmin Cerneiro e sua eenhora, Auna Candida da Costa Frtwe, Peraaoibu-o, b8
P. Peliaaier, Joa > Kib iro de Brifo. Andr Roes-It, j amos, viuva, S. Jos ; paraiysia.
Jos la S Ivi Pi .1' Filfa1, Dr. Ujnitacio de Ara- Silvino do Re a; o Pacheco, feroambuco, 33 ..11-
g.-j, pana i- ihoia, Alredo Alcofora- nos, csalo, Sauto Antonio ; dilataco da aorta.
do e aenhora, Dr. Francisco J. de Castro Rabeilo, Bonifacio, Pemainbuoo, 30 das, B.a Vista ;
Dr. Augusto Ura-I, Or. Anselmo de Azevedu Fer- eclampsia.
nandea e sua aenhoia t. Pen noad, Dr. Matheus | Gustavo Bitteu.-ourt, Pernairbuco,
Vaz do Oliveira e su, 1 filba e 1 criada,
Joo.Barb za, Marra do Catmo c 1 m or.
Operar cirursicaFui nraticada nj
hospital Pedro II, no dm 16 do correntj, a se-
guate :
Pelo Dr. Ber:irdo:
Extracc&odc eatr*ta n:l d ira p.'Io procesa i: pismo.
de Wecker.a reUlho p-riferieo, Jos S rbertj Casad j Luna, Pernambuco, 26 ao
Casa de ieieu-i>--Movmtr>*o dos prc- nos, a,lteiro, Boa-Vista; n.phite.
sos da Casa Detenco do IteJifc no dia 5 de! Manocl Monteclaro, Hespanba, 58 aan^s, s 1-
19 a.inis,
solteiro, Bii-Vist. ; bronebite asmtico
Manoel Antouio dos Prarerea, Pern.mbuco, 23
a no3, aolleiro, Boa-VisU; labercubs pulmona-
res
15
L ure co, I', rn .uibueo, 5 mezr.a, S. Jo^; cs-
que os tachigraphos nao tomaram p rque
acontecen que na occaeio tioham sabido
todos Dar tu>nar seu oigarrinho, e que-se
ella L-olu .iri-i, por sua vez nao gritou logo
contra a U i> p%toa, apeuaa publio.id ,
'-sp.-i'.ilo mais de um mes ptra Szi-o,
foi porque a esse tempo estava snriamente
o capada som os Degocioa intrincados que
se deratn o anno paseado u Palmares e
Tacar., t
A columna nlo lia da sj aahir mal.
Espttromos.
' pfeM -\ixe fique asintalo qne a lei
patota na 1 senSo mais un a;to d;'. inde
cenca do nwnstrj que uecupa a presiden-
1 la provincia, mi.r:-)ni nun 1 lo com a
s u aadgi Ojtaviauo a ojtr s olvof.-s p>-
li'-i oa o o fin is assallar :m os j -.i
p>bri'CIos otros pblicos.
T'ia a opposiclo possivol o inp>av.ti i
I i patota di ve ser Caita.
Salvemos a noss* pr;7jcia, d'gja de
;n--lhor 8Ji t'.
Junho :
Eiisti-im 3(i3; entraram 5 ; Eabiram 13; exis
fem 355.
A saber :
Nacional 31S; malher: 8| estraogoiros 15;
escravoi sentenciados 2 ; dem proce>sadoa ;
idem de e rreccin 9.Trtul 355
Arrago-.Ios 3l0.
Bou 297; doentes 13.Titai 310
Movim<*otj .. ari
Tiver;>m alta :
Jos da SIva.
Antonio, sacravo ? Jos Cabral Jo Nascimento.
Lotera da ParabybaKis os numeres
da 4a luieria da Paiahybaem beneficio da Igreja
matriz e Santa C >m da Miseric-r Jia extrabida
cm lt de Juuh-i.
4853 2u:v0000
4515 2:O.H)000
1 iti5 1 .OOOOmO
Estaj premiados c 1 I >i :
4064 5179
Estio premiad 3 com 200 :
2985 1402 6691 6959
Es'ao prcmiad-'l ")'n lOOj :
466 2962 3866 4864 5113 5315 5357 57M '10
8412 7075 8284
Estai premiados con f>)| :
383 H9 1458 2613 3057 3728 3390 4039 4494
4607 4957 580) 5965 6102 6 ,06 6330 6990
9008 9504 9913
ApproTimoes
Iteiro, Bda-Vieta; tubercalos pulmou ires._
Goicalo Firinin dos Santos, frica, 70 annes,
' solteiro, Bo Vist-i, congostao cerebral.
Vicente, Peraamuco, 2 m-zes, Roeife; entente.
Le poldina, Pernamboo, 1 m-^z, Or 1; tetan
Jos, Per-3mbueo, 3 meses, Ji-Vista: g-jstro
interite.
Amalia Nevea Rodrigues, Peruau-bocj, 36 an-
uos, caaada, Santo Aatonio; uremia.
Min ei, Pernambaco, 18 mcz brculos lacaeutencoa.
Cm recenmascido miada lo pea delegado.
IHDlGiCE OTIS
3851" 125000
3853 125*0)0
4514 100*000
45J6 100*OJ0
416 AOiO'M
4466 40/0J0
Vi numcro3 de 3801 a 3900 estj premalos
com 15 xepto o (Ja aorto granja.
Os numeras d. 15)1 a i'iOO estao premiados
com lOexccot) o da 2:0004.
Todos os nmeros leriinadoa Pin 2 esto pre-
miados c^m 5 eice-Tto o ra sorte grande.
I A se^uiute lotera ser extrahida no a
23 de Junbo.
liUlerii Jo Ce ara -Iva oa premios do 12
aorteio j;i 3 lotera da provincia do Ccar extr'.-
hida em 15 do corren^- :
;>:J07 15:0004000
15)9 3:0 04000
914 1:000*000
67 f-'OOiOOJ
Esto premidos com 200/ os a'guintea nu-
meres :
818. 1185. 3814, 6750, 8395
Estao piem'...djs cora lOO os 83gain'..'3 n-
meros :
161. 2173, 263. 2356. 2945,311o, 5095, 5285,
.5454, 57117. 5802, 5970, ''76. 6962. 7616, 9103,
9938.
A; pr ulm.icoes
5*>6 303000
5303 3000K)
1558 150*000
1560 150*00)
913 10<>*00"l
915 100 O* 1
66 liMkM
68 60*00q
Todos oa numeres terminajos em 7 eatVa pre-
miados com 5*0 K) excepto o de 15,000*000.
Todos os rminer a terminad >s 1 .1 59 esto pre-
miados com 5*0 0 excepto o pn lio de 3:0 1*000.
Todos os nmeros termnalos m li esto pre
miados com 5* 00 excepto o premio de 1-000*003.
Todos os nmeros terminados em 67 esto pre-
miados com 5*000 excepto o p:emio de 800*000
A aeguinte lotera correr 11 j di: 22 do cor-
rente.
Latera doCear-Esta acreditada lote-
ra cajo premio ini'jr Je 15:000*000 e*r er-
trahida no da 22 do correte.
Oa bhetes acharn-se Vi-nda na Roda .la For-
tuna ra Lir^a dj Rosarie n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa Feliz na
praca da Independencia ns. 37 39 e na Casa da
Fortaoa iua Primciro de Margo n. 23.
Latera da provincia No da ..
do carrete, s 4 horas d* tarde, ae extrahir a
7 loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Reeife ni couaistorio du igieja Je Nossa
Scuhora da .'oa.-: cao dos iliiitares.
No mesmo eo-i-'-rorio estarlo expjstas as ur
anc as espher.aa apRciaco da publico.
Lotera la edrteA 04 loteria da cor-
te, pelo novo plano, cajo premio grande de------
30:000,1000 ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bhetes aehara-se A venda na praca da in-
dependencia ns. 37 e '19.
Tambem acham-ae 4 venia na Casi da Fr.>-
taaa ra Prim-siro de Mure o n. 23, de Martina
Fiua k C.
Lotera to ilro-PurAA 2 pai te da 10a
lotera des'a proviucw, p*lo novo plano, cujo pre-
mio grande 12O:/O%i*0UO, aera extrahida amanh
18 de Junbo.
Bilhetoa 4 venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joao Joaquim da Costa
Leite
Tambem uch .m-ie vjuJ* aa Casa d* For-
tuna 4 ra Primeiro de Mirgo u. 3, de Martins
Fiuza & C.
Lotera Ja i>r< t lacia-A 7 kteric cm
beneficio da m-itns da Boa-Viata d> Ri- ife, ser
extrahida no ta ao corrente, 4* 4 boma da
tirde.
Os bilhet a garantida! acham-ae venda na
Ca* relia m jr..ca da Independencia ua. 37
e 39.
Tambem achato ee venia na Casa da Fortuna
4 ra Primeiro de Mareo n. 23 de Martia F.ti-
ta & C.
Lotera da ParahrkaEaUloleria euj <
premio grane de 20:000*000 s<;r4 extrahida no
da de Juoho 'sShoras da tarde.
Oa bhetes acham-ae 4 venda aa Casa do Ouro
4rua do Baro da Victoria n- 40 de Joo Joa-
qun) da Cos 1 Licite.
Taaib m acbam ae venda na Caaa da Fortuna
4 ra P.iin iro de ilarv- a. 23, de Murt.na Fiuza
*C.
Lotera do Eapt ra cujo pro uto gr*n-!c 60:000*000, ser4 extra-
hida h je i7 Jj erreute.
Oa bhetes ach.im-c 4 vcnd:i na Roda daFo-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
fombea ctian ae 4 veud na Caaa Felia ua
pra Fortuna ra i'nmoiro i'e Marco n. 23.
Lotera da provincia da Paranft-
A 16* lotera deota provincia.polo U0V0 plana, cu
jo premio grao*? de 15:000*000, se extrahir
ni -1 do Joubo.
-tea vtid* a Caaa d* Fortuna, 4 ra
Timoiro de Marco numera 23, Jo Martina Fiu- ,
x. Si C.
M di coa
O Dr. Lobo Moscoso, de volt:" de sua
vi-igem ao Rio de Janeiro, onatia
ozercicio de sua profissao. Consltuia 10 s 12 horas da manha. Bsptscip.l di a
epera^ies, parto e molestias de s-nhor.
meninos. Ra Dr. Barreta Snmpaio 'i consultas i
meio-dia s 3 Loras no l.1 un ciar da caa
a ra > Baro ia Viatom, n. 51. R.-..-.
deacia ra Seta du :S tembro n. -Ji, -
trada p^la na da Saada'" n. 25.
O Dr. Castro Jess t-iu o s :u consul-
torio lue.lico, ra do Bo D-Jeous o. 2B,
suorado.
Dr. Qama Lobo medho opera lor c par-
teiro, r isi-lenci: ruado B. Jo S. Borj a. 26.
onsultorio : ra Larga o Rosario u. 24 A.
Consultas das l horas da maulla s 2 tarde. Espeoialidade ; mcl.'sti .3 e opera-
;oes dos orgacs geaito-urnarios do homorr.
e da liiulher.
Dr. Joaqaim Lvweiro a:'.-> urt iro
Consultorio na ru-i do Cabug n. 14, 1.
and-tr, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Dr. Heve, med o, part- iro o operador,
roa Princ-za Isab'l n. 7.
Consultorio Homceopallcu
O Dr. Miguel Tkemudo, medite hi-
maeopatico, tam o seu consultorio ra do
Barao da Vhtoriin. 7, l.aular, otide
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chatiados por eseripto a qudqu-'.r
hora do dia ou ia noite.
O ur. liarr.xt tialmaren
Pode ser procurado no ps i'iptoro deste
Diario dae 11 horas da manhS s 5 da
tarde, todos os di.s.
Promator publico
O 1. promotor publico, Dr Froitaa
Henriqu-!8, mudou se da ra da Aurora
para a da UniSo n. 5.
O xabstilulo do tigario da Varzeae
o lenenie-euronei Hanoel iou>#.iu
(ionios do He;'0.
No o Diario do hoje sae sees?e tenenta-c.ru>
uel d* roc com timaestralali,'na 'Je si re-
verberando o padre que subetitue o vigario da
Vanea em suas fuocvoes parocbaes peloict; de
man-alo njoelhar-se por occasio da missa p*
rochial.
Eis com. so passou o faet> :
Estavam toioa d- joelhos em quauto que um
p'bre camponei conservava-ae de p, o vigarii
ol,8e voo-ib- ntiij que devia acompaulnr o ou
trua, e, com sorpreza, ouvio dizerlhe :
ei o que .-stou faaend.; diga l-l aua misi, ,
lato eacandalisou sobre modo ais cirenmatan-
tea e l>ga depois da misaa o vigurio dirigin-Jo-se
ao tI eampones que estava aioda junto a porta
principal, iaterrrgand o, veio ent) 1 coavenei r-
ae le jue nao tora el!- quem tivera o in.-olito ..
rojo de retorqair-lhs e sim ura velhoqae estava : 1
coro.
Eas v Iho era o t\\ t -u-ntc-coronel qoo I 1-
m:in !o pirn *i a e.iraniKji, urr-j.rj-s'; a fallar on-
de nao Ibe eouiDatia '-vai'dasaoo nos fiis. O
\ i^ari.. se-itia t-tr-a; dad esa.: .jui oro quo,
uA-i ter visto esse -grande h nn'merando cuino
o '-hariaea do evangeiho e ainia mais ignorar o
alt" p-istocom qu- se eunubrese, porque em vez
d" ae dirigir ao pobre hMHu quera unca^ent
va a e iiiseryar--.e cm
igno-
C-audiao Co Iho L.'al.
Joaquim Ferreira da Silva.
Esonvac por devoco
Oslllms. Sra.:
Badal amigo Or, Lme Pranciaco de Araujo.
RsJm. D. abb*de rei Joae do Saata Julia Bo-
Ulho
Taueate Uaaoei Iaidro do Naacimanto.
Caliato Jos da Mello.
Oomiugos Doarte Perreira.
Capitao Piorentino Sansa de Mol >.
Joaquim .Moreira Coelho.
Eleuterio Jos Monteiro.
Autonio Fortunato IWb'iza.
Juiza p.ir eleicao
O. Silvana Mara do K :u- .
Juizab per devoraj
As Ekbis. Sms :
D. Marianm cU Sil Groim.res, esp-ea do eapi-
tao PreJerieo eAimb.aw*- da Silva &uima-
rSea
D. Jjaephi Canuda Eva:guluta Alves.
D. Juatina Maria da ConccicJo.
D. Jbiepha Soares de Albaqu irqu*.
/>. Amelia de Franon Mello, esposa Jo Sr. Ep -
pbauio de Franca Stdlo.
EscrivJs por dovoc/So
As Exm-a*. Sras.:
D. B Imira Mana do aaeimento Oliera
D. Adelaida Maria da Ouia.
D. Luiza Pereira de Azevedo.
D Praneisea Ccrnaodea Monteiro.
D. Mari i da Coneeicao.
Mor Jomas por devv.eaj
As Ex:u ;.. Sras.:
D. Mi quilina Sara de O.uveia.
D. Maria Clatldiana dos Santos.
O. Cypriaua Maria da Aasuinpcao.
D. Roa Canuda dj r'igueiredo !Saptista.
D. Ptancelinv, esp.-sa do "-V. Lour.nco Rib.iro da
Cunh Olivoira.
Mordomos por e.'oi^ao
Os Iii..i. r.:
Minicl f'rocopio da Suva.
Jos Carueiro da Sva.
Francisco aleudes da Silva.
Ca;,tao Jos Ooacalves de Andrade.
Consistorio- -*T Convento de S. Francisco de
Oada, em 31 do Outubro de 1886.
Coi.ego Manoel Joao Quines.
c-'yndico do convento.
Medie
1
_^ Dr. Silva Pi-rreir, d volta de aua viagr-m 4
Canea', com pratiea nosboapita-a de Paria, Vi-
enna e Londres, onde dedicon-se a estados de
parfi, mol.'atina de aeafcoras e d* asile, ofterece
on seca servicoa medica resp- itv.-l pabliun
desta eapiul e *r :l'll*, p 1 ,> 1, S..P bwwb i 1
no seu eonaitltori.ra da Cadeia 11. fV3, de l a
3 horas di ."ari-. on in su-* r-isid-ncia Ijiauma
ria P-jnfe d'Ueh 1 55.
31
(}
0
MEDICO 0 4EQPATHA
r. Saltliazar da Srlv^ira
Hs;;." ii dades frbrr's, muh-ariiia ds
eri'ittcaa; 1j- : i.-spiiaterios e das
"tu'i. ...
q uer e-iamado para
ij
Constiitoro utediee
O Dr. Silverio Lagre'-a tem ab novo o seu consultorio medico, ra ia
Imperador n. 14,, Io andar, onde aera en-
contrado para os mistean de sua proa sala
e (hr onsoitas das 12 horas da raanhl
at t2 horas da Urde a.ti todos os da*.
Idrogid
i-'oj'o clVfl c eclesistico)
Baeh.nl A1 .1:110 I Ldlis o Sonu.
Poot<.
Ruadj Imperador n. 37 /. andar.
' ( Prest
(for.dac
il
a.'I0
''
I r.jj.is na chama s devem sr dirig- -
j dos pharmacia do Dr. Sabina, tu da '
Barao da Victoria n. 43, ..;' r-.!:aar4 j
-' I ,'t!i. l-l j
Dr. Costa Gomes
nEDICO
34 Ra do Mrquez d- Odnda34
Primeiro mudar
Censultas de m i dii ia 3 luiraa da tarde
Cal caf virs;eni
O .baixi. :.ssign.tdu uvisa aos Srs. con-
sumidores dn cal di- Jngu ribj a S. Be:'o,
que o Sr. Vic-snte doNascinento contini
MTES
J.Cai
a pe*.
jury e
6 laraot a misia, o faria
ao mes.no teente-corooel cuj presumid*
rancia s ria faei>3%nte humilh-idi.
O tu :i'-e:r nel f j '11 eni'>i | liJad--en-
tendi-11 '.i i- ura o .. ..... r.ir se duae p:t-
rochiH-J sena prjeisj a.-r -u-, U..10 quo p'.ssu--
.es d .". : falla :nC;b/es,; fa'1 emigno-
rancia ... Riaum t-o a'is !
():-ii'la, a legan laria O'iuda deve orgulhar-ae
pjr tu- dada o ber^o a n-n hom-m que elevou se
iilta digniJade dateneuta-coronel,que a iqulr. j
inmunidades, h nrana"m numero. .
Recif 16 de Junbo de 1887.
O padre que jubstituo o vig.rio ii r' Boniis
Previne se ao Sr. en;enheiro fiseai da eompa
nhia dos bmda, q-; i altera-Jo ohwario da par-
tida si m se dar a .'so a> pubeo, para que este fi-
caaae ignorand: a reduca) feita no numero d .=
viig na.
Um prejtrdieado.
ists
Publican lo a presenta steco, o abaixo aeeigna-
do, confiad nos sea'imentos reig-.jsos de todos
os irma^s eleito, .'certo de que cada um del les
nutre o maior interosse pelo b m espritu il e t m
poral da irn>andade, pede-lhes que, attenlendo no
estado (.cuco liso:>geiro do seu cofre, eutrem, o
mais brev.^ poseivel, com i quota eatabel-cid s pela
mesa rege-iora coi =ua sesso de 28 Je ISovcmbro
Jo ..nuo prozim passado.
-. s-r o imi '0 qu r~.- be
de Jngu.>ribe S > nt.
to v na n s s u-. r n
riis Pr 15 1 1 C-i'iC >r i
a cA ijie n 1
do ui s uo s
15 ; e to i.i
intermedio
vordadfcira.
Assim co r 1
I5r
:ili >r
ver : de'ra c >l
s lera expos-
3 d- Tiate
-. 11, 13 Q
veudida p r
nao sera
que
-.1
virge
1
que
Acqu'esceudo a esto p .(ido, os digu s irmios cente contina
e contr t-int-. e. recebdor o mosmo 8r. V
O Dr. Milet mudou su es;riptorii de
advocada para ra do Dujua d-j O.xias
n. ;"/0, 1. andar.
urutarla
Franeitto Manoel dn Suva A '. i :.
i'tiiios de todas as e*poc3lidaao8 pharent
o ticas, tintas, drogas, producto cbimita
o onedie-tiaonun hoiiKBopatii os, roa do 31*r
qnes de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobriuho & C. drogiiiti por ..ti*
cado, ra Marques de Olinda n. 40.
-.errara a Vapor
Serrara a vapor e oficina de campia
de Francisco dos Santos Mac.do, caes
de Gapil.uribo o. 23. N'-.-ste. gr-inde esta-
belc.-im ..'o, o primeiro da proviucia nesti-
genero, eoiupra-se e vende se madeiras
de todas as qualidades, serra-oe rnadeiras
de conta albeia, aBsim como se preparam
obras de carapina por macbinas e por pre
co sem competencia Pernambuco.
A 8o conferencia, das promovidas pelas socie-
dades Unio federal Abolicionista e Pernambu-
cana Contra a Ese.ravido. rcalisar-se-ba, do
mingo, 19 do crreme, a 1 horada tarde. S 'i
oraoor o ilustrado lente da FotulJade de Direito
Dr. Albino Meira ; si-guindo-ae dep-iis r. parte re-
cieativa lo costume canfiada distiuc'.oa artistas
que, g't.er'.-sami nte, se prestara a desempenh^t'-a .
As cjmmiseo arecebero donativos cm be.i li i
d^s escravisados.
Secretaria da Sociedade Pernaiubucana Contra
: Escravido, 16 de Juubo de 1887.
O secretario,
Adolpho Guedes Ala/forado.
ltenlo
imiuiOLsArtttioi)
A le da patota
instamos inlormadus de que a lei n.
18S8, que proroga os -ontrat s de diaimo
do gado c n os Srs. Augusto O-lavisuo
de Souza o outros, e da qual dizia o Jor
nal do Reeife oa columna alagada eorbas
e lagirtos, foi proposta na Aasoi-b* por
liberal e votada por liber-c.es, qm nem
urna so pilavra disseram contra ella, ape
Bar de alguna andurem a cata do assump-
tos de verbiagens, ao ponto de levar.ru
dias e dias a se qucixarera amargamente
do presi lente da provincia nao ter salvado
o Baha, nem wo menoa unas oapoeiras
quebradas que fora n parar s prai >s de-
sertas, deiaun-io de fretar um vapor para
ir bus.al as, o outras sam^-lli ntes e do
igual torca.
Ser isto possivel ?
Pois (ambe-n libera-js, gente sans peur
et sans reproche, toma parte en patotas,
cencorre para transacedes indecentes, s
propri.'S de quera nSo tem pudor ?
Livre nos eus de somelhanta suppo
;ao!
Se tamben o partido liberal, o inma-
culado, rste nobso Be-nja:uim das csrrup
58-s, acontece cahir en patotas, cnto
est tudo ptidido, nlo lia mais esperanzas
de que as cousas publicas toiu-m b mi ca
minbo.
Nao, mil vezjs n3o, com certeza sAo
falsas as iofortajicoes qV nos deram, e a
columna de aluguel vira amanba esmii-
rando toda a vento e e mostrando que, ao
contrario, a su* g nto at f z oppjsicao,
y.i abiixo a88g::ados p..8iageiroa do vap-r
Jaguaribe da Compaubia Pernambucana, sahido
do porto da Fortaleza no dia S do corrente para
trntameuto, atteu^o.-a e obsequios a nos dispensa-
dos pelo comm-indante do mosmo vapor o III.r.. Sr.
Antouio Maria Perreira Biptista, cavaibeiro de
fino trato e assiJuo 11 cumpri:nentj dos seus de-
ver.-a, nao podemos calar o -entitnenfo de grati-
d.io de qoe ms acbamo3 possuidoa c pedimos ve-
nia quelle commanlame para turnar publio o
meu reonh. cimento igra teeendo Ihe 03 seu3 ob30-
quios, e felicitando a Comptuhia Peroambucana
de iiAVega^ao cost-ira a vip r, pjr ter seu bordo
bimena da tempera do cmmunlante Baptista e
seu dig'io immedi.to o Sr. Armando da Silva Pe-
r-ira que sabem tornar-se dignos de eneonrios e
angarmr .-y p .thlas para si c pjrfanto para aquel
la cimpaqhia
Accei'em, pois, o Sr. Baptista e o Sr. Armando
esta prova de grafidiio, d-sculpando a otFenaa que
facemos auas modestias.
Camocim, 30 de Maio d-_ 1887.
Raymuudo Angel no Tel'es.
Pr. uciseo de Barros Trlles.
Edwirgea Telles da Frota.
Jos de Barros Telles.
Francisco Xavier Torres.
Prajcisco de Barros Telles.
Ur. Augusto Fulgencio Peres de Mattos.
Jos Firmo Ferreira da ?rota.
Protesto
Na qualidade de pr-'curador do 4. testamentei-
ro e adminiatrador d. a b.-na do finado Jo. Gon-
c: lvea da Cruz, proteato cootra a venia, que se
acha an lunciada pelo agente Stepple, do sobrado
n. 40, da ra de Santa Rita e da casa tem a
n. 20 da ra da Ventura, pertencentea ao espolio
do ino mo finado, visto pender de rv-cureo de re -
vista a deciao do Sr. Dr. jais da provedoria, qu--
deu ao mencionados bens destino differeute ao
que foi determinado pelo n.esrao Crus em sen tes-
tamento, o que pode ser verificado no cartorio do
Sr. tii-ijor Jovino Cuuba.
R. efe, 15 de Junho de 1887.
Jos Antonio Fernandes Pradique.
Elelco da iriatiudadc do glo
rioso H. Benedicto, erecta no
convento de H. Francisco de
Olinda, para o auno compro
missa! de IS** a i*.
luis por cleico
BeceJicto Dioa-o Je Aatv.-do.
EscrivSo p.r elei^-o
Leoeadk Mnica .ios P asoa.
Thisoureiro
L-mrenco Manoel de J eus.
Zslador
J jio Fraacisco Moreira.
1* procurador
Prniieisco de Asa Barrea.
2o procurador
Pin lo Jos dos Santos.
3 procurador
J i Aot uio da 1'0-ta Leaos.
4 procurador
Prauciaco Antonio.
MeBarios
Vietorin) J0S0 Estevao.
Tobas Antonio do Eapirito-Santo.
J t Jaeintho Teixcira.
AlipiO Manoel Dioceaes Sampaio.
Si vano Manoel do Naacimento.
M01 domas p r tleieio
As Exmas. itt. i
D. Theodora Mana da C -aaciain.
O. Catharina Peasov de Mi lio.
D. Hayn.uiida Amelia da Coneeicao.
D. l'h.r.Z Mana de .lesas.
D. Felismiua Mari a Praaeres.
Jaiaea por devooao
Oa Iilras. Sra 1
Rvdm c neg Antonio .Vln .i d'AbSHmpeio.
Teneuto Albino Francisco di.8 Cbagas.
M .no-1 Eustaquio de Mello.
eleitos prestarao mais uaj s-rv:g 1 irm.udad", que
tao acertadamente o elegeu.
Eu, L-.ouadio .Manoel ios Pasaos, secretario,
tscrevi e assigei me.
(gua Fio; iila ae -lug-.ay c Laoman
184
Tod.s os p-.-rfumes os mais delicados sJo obtiJ >a
das flircs d,;3 regioes do trpico, e de todas 113 ea-
senciai da Aromtica Fer.i do Trpico, es'a or
6em duv:Ja a miis Jura lora, pura e deliciosa
por excellencia. EIU embalsama a respiraco e d
um sgradavel a fragrant sibor ao paladar, tolas
as vezes quo se osa p.'las tambas como enxagoa-
mento da bocea, misturada cjm um pouco d'agua,
assim como neu;raii;:\ d'uma maacira appet
o mo gosto -11 charuto, Jepois d! se haver fu -
maJ).
Os seuli.r s, uaj obstante a presente predomi-
nante f aixai ie barbas cotepridas, os quaes aiaJa
couserv.tm urna certa preferencia no nso da uva-
iha de barba; achaiilo com agiadavel sorpresa,
que esta deliciosa agua de cheiro, urna vez leve-
mente appcada aj rosto depois da barba feita os
iseuta da usual p-nulidade seutida logo depoia
dessa uperacJ)- icmovendo toda a sensacao d ar-
dencia d.-. pe!.; bubeada.
("omo oauantu contra as f .'jifiji^oes, obsrve-
se > m que os uoaies de Ldiiman Kemp veubain
.-atainpadjs eto l.ttras transparentes no papel Jo
livrinho que serve de envoltorio a cada garrafa.
Edj utra se ven-la em todas as pharmacias t-
.'rogarias.
Agentes em Poru nubuco, leury Porster 4t C,
ru 1 o Cvmmeruio n. 8.
t Alhel os fc Oliveira
Por telegramuia particular, sab :-se que
o Exa. Sr. ministro da fazenda raandou
c,.88ar a portara da prohibirlo de entrada
dos co.uterciante Galheiros & Olivoira, na
Altanib-ga d'esta provincia; bem como
mandou que r-os mesraos fosse restituida a
quantia de 12 contos de ris, p-g como
multa de direitos dobrados na questao ie
kerozene no despacho pela referida firma.
(L)o Diario de Noticias, do Para.)
r. Joo Paulo
HBDICO
Especialista em partos, molestias de sunhoras e
de crianzas, com pratica as principaes ent-rin-
dades e hospitaos de Paris e de Vieaua d'Anstris,
faz todas as opera^oes obatetncas e cirorgicas
eoncernentes as suas especialidades.
Consultorio e residencia na ra do Baro Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1* andar.
Consultas das 12 as 3 horug -Ib tarde.
Tlephone n. 467.
Collcgio Prjtaneu
Travs-a da rna da Concordia
n. 13, l andar
Do dia 15 do corrate em liante aeha-
so aberta urna casa de educacSo e ensioo
sob a deuomina'^ao de Collcgio Pryt.no
- travessa da ra da Concordia n. 13,
Io andar.
Nella sito ensinadas as primeiras lettras,
todas as materias que constituem o curso
preparatorio para a matricula nos estable-
cimentos de instrucyo superior do Impt-
rio, a mais nquelles que estSo vu.lgarisa-
dos, como alIemSo, italiano, sciencias natu
raes, etc.
llavera tambem urna aula de caeriptura-
co comraereial, sob a direcyao de um h-
bil guarda-livros desta capital, pelo que o
director chama a attenclo dos Srs. pais
de familias que queiram seus filhos para o
conmercio.
Os estatutos admittem quaro classes de
hluinnos : internos, semi-iuternos, externos
e semi-externos.
O professorade foi eseolaHo dentre os
irais habis e conhecidos professores desta
cidade, cujos nomes vik> abaixo indica-
dos.
A casa <.ff3rece os commodos precisos
para um estabelecinento deste genero, e
o director convida ao respeitavel publi :o
para dar Ihe a honra de a visitar.
Professores
Portugus -Dr. Jo Diniz Barreto.
Latim o francez -BVederico Ulysses d'Al-
meida e Albupuerqie.
Geometra e historia. Dr. AyreB de Al-
buquorque Qama.
Rhetorit.Dr. Maooel Jos Rodrigues
Pinhftiro.
Philosophia Dr. Arthur Orlando da Sil-
va.
Inglez, geographia e arithmeticaO direc-
tor.
Curso especial -
Allemfio e italianoDr. Ayres Gama.
Sdeucias naturaes O director.
Escripturacao commereial Frederico U.
de Alracida Albuquerque.
Reeife, 10 de Junbo de 1887. O dt-
rettor. o acndomioo, Tranquillmo Oracian-
no de Mello Leito.
ser v -:i li 1 pelo Sr.
bstiio B'zerr 1 r;i-i o Bjiu Jess
23, a -)0 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
1
Se-
n ,
*a necra--Secresaa-la aa prealdaav
cia l- 1* irnambuio em 15 le >f -
Por .ata secretaria ao fa2 publico de conforaai-
dai--com 1 i<-. 157 o regulumeato _aanexo a<
de.rate n. 9120, d S !< AbrU.de 1B85. 1
aban > tranacr pa, p 11: 1 m e neurdo com 1 pea-
ro.ii )i!., o offieio Je seriv.Xi do
exeeucoes nminies do termo i- AJtiuhu.
Pedr 1 '-'i 1 U )cr 11 ',. O.v-!; *
ED1T&.L
0 1).-. Auo-ii. P.-lro d .Snv Marini-, ju di
ou-. io interino Ja comarca d (.'.:.. t't, m .
M- Iinpe.ial a q-iea l)eus alarde tic., e'C
leu o sido por acto Ja prei iencia ti: ro.-ra
ca de 4 Je Abril finio, creado foro civil no t. nat
Jo Allinho. pertenc-ote a esta e m.rca, pi.--.-ei
uamli a:: 7 do .'euvto u. J12. Je 28 de Abril
d-. 1885, que logo que u:n municipio ti.h.or
civJ cansidera te'tmbem cread), ea virtud.-, 's
ail. O da I te 3 de J.-zembro de lb-U, o o,5-
cin Je escrivao Jo jury e das ex.v ; ,-.: ri
fas saber o., q ie .< p:esente edita, virem, que
acha su cm c .ucur-o pelo prazo de tiiaa, 1 can-
tar desta data, o referido aflicto.
Diapooari 1'.'8 da ctala lei do de Uc-
2 mbro :
" Hivi r.\ erante c 1 Ja co::s Ihu
privativo J> jury c las x
jurad s . 3 cri
Df. Clfl Liiis
Medico, parielro e operador
Haisde'icia ra Harao da Vic'oria n. 15, 1- anti
Consultorio a ru >uq de Caxiaa o. 5).
(>:i coasnltas Jas II Sioras da IQ-.1..1. 9
tarde.
A-ten! par-, ,'s ehtmados quaiqner f-, ,-r
t er.not-.e n. 11!'.
llr. Mello Gomes
Parteiro
Ra de Piulini Cinara (antiga a Camoda d->
C.rtm) n llt, Io andar.
Ond pode ser procurado |nalquer hora d
da e da n me.
Especialidades; Pebres,m-lestiaa Jas seuh'j
ras e d 1 pal-nao, sy -oiii : tf-.iinentoj da ure
thra.
Acode tambera aqui'qu-r c-hamdo para tra
da capital.
tiinicioiedleo elrurea
: J
Dr, Hfieiio Gaspar
fisp; i;' ii 1 .; ia i. t .-
jriancas.
Reaideacia ua da Impela tria n. 4, segn d'.
-indar.
1- ausentes n sia comarca to R
S. M I uparial o Cons ituci
D. Pe li> II, que ti
Djus guai
dista
1
Dr. t\l.-u Silva, consultas
(tas :! ao mel dia. Residencia e
consultorio, n. 0
Rosario.
nt:;
Lar
do
Advogado c profesar de linguas
O bacharcl EJuardo Alfredo do Oiiveira tem
ab<*rto o sea .8<.rip*orj Je alvogali ra 1" de
Marc 11. 4, 011 le tambem o > 1 s-r oro Mirado pnrn
lecciouar o ingles, rme z e alletno, pratica e
theoricamente. :i i co'legios .- casas de familia.
Tambem p;-.r.: 1 eom.nc li i.!.- ios estudantes
e empregados d) commercio, resolveu abrir um
curso nocturno das ditas lioguaa. A tratar no
escriptorio cima referido.
Consultorio oedico-
cirurgico
l)r Castro Jesua, contando mais de V ana-.r
de escrupulosa observa^io, reabre consultorio ne
ta cidade, ra do Bota Jusun (antiga da Crui
n. 23, 1." andar.
lloras de oiiNiiitas
De dia : das 11 s da tarde.
De noite : das 7 s 8.
as deraato horas da noite ser eacoutrado v.i.
ifi-i travessa js Liem \\j 11. 7, primeiro por-
tio esquerda, lm o poi (ao da r. Cosme.
Dr. Barrete --'ampaio, medico ocu-
litta, ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, d consultas de neio dia s
3 horas da tarde, no 1.a andar da caaa
n. 51 ra do Bario .ia Victoria, ex-
cepto nos domingos e ias santifacadoa.
Residencia rna Sute de Serembro n.
34. Entrada pcU ra da Saudade n. 25.
lim.-i
minaaa.
F.ta-ii.- invido a todos que prete deinat
mesm officio a aprrsentarem a .-ste juizj .10 pra-
zo marcado, ia seus requerimentos io tru
accmrdo com 1 pr citado deer M de 28 de abril
do 1S85, que consoliden toli u legialacjlo ante-
rior sobro o concurso e provimeuto io .lli.i.. J-:
jii.-ii..-!.
E pira que chegoa ao e-jubeei uei.to d
mandn paasar o presiote edital qae .:op-.'e -Je
asignado ser hflix tdo n lugar mais pubiiea Je
termo do Alt .: ; tr.iiii:; J_-.-. urna copia parx
8firremettida.au Exm presilenta -la pr
aiiiii d- mauial-a reproluzir acia npranaa, na
forma da le
Cidade de Caru 11 ti Je Junho d.: 1837.E
A-r ni 1 Ro.lri juca IJraze i>e Carv-ilhaes, eseri*
vilo d 1 jury que o eacrevi.Antonio Pe !r> J Sil-
va Marquen.
E nada mais ae Cuntinha in tito eiitai, ^u<
tielm ate >, i .1 1 pi ....i. original ao qual nt
rep rt e dou l.
Cija le de Cania, ij de Iun'00 dn 1881
Antonio idruues Brazeliuj Car^'alhaea,
vo dijuy qu-' o eaerevi.
C rlific.i que neata data liix i na pota Ja c*-
sa du c .mar desta villa .0 .Vioh i o edital que
declara estar em e-me.ursg o olHci 1 Je eacrivVi de
jury e das exdcucoes crimnaes deste termo. G
relendo v. rdade do que dou t. Villa do .U
uho. 8 Je Juubo Je 1387. -O otHeial de ju !i;t
aervinli de pwt ir< dos auditorios, Fratieiseo
Corris, da Silva.
O Dr. J. quira Corr-.-ia de Oiiveira Andrs-
juiz (i. direito privativo d- .-
if-, par
I Sr.
i',
Fago saber que tendo tullecido 11'sta .-.diif
aem tcstam- nto nem herdeir s inheci 1 i 1 50 icis
Lu:z d-- M- ura, cujo espolio se airee .dou p:; st
jutzo : pelo pr sent aao chamados os seus legi-
tim..S 8UCCeaS-.rt.il para se h ibii.tarein .'. L--r oj
n forma !i I- i.
E puraque i-hgae ao conheementi -i-' interessar po.-isa, manJei passar o presente, qae
ser publicado pea imprensa C afiliado 110 lugar
do costume.
Dado e psi.sado nesta cidade dj Reeife, aos li
d Junho de 1887.
Eu, Francia.' de Siqueira C.valcantc, escrivao.
o aubser. vi.
Joaquim Cirreia de Oiiveira Andrade.
O Dr. Ihemaz Garcez Prannos Montene-
gro, conv.nendador da imperial ordem de
Rosa, juiz de direito especial do comnur-
cio desta cidade do Reeife e sen, termo,
capital da provincia de Pernambuco, pot
S. M. o Imperador a quem Deus guar-
de, etc.
Face saber ais que o presente e lita] virem oc
delle noticia tivercra que Jes gaci o dia vate e
cilio do corr nte. urna h ra da tarde, na aals
das audiencias para ter tugara reunil) d-a ere-
dores da mansa fallida de J. F. Bittencourt alia:
de sercm prestad .s as contas Ja admiuittraeao de
dita inas-a na forma da lei, certos os cred ires de
que s serio admittidos por procurador exhibin-
do este procuracSo.
E para couhecimento de todos mandei passar c
piesente que aera publicado pela imprenta e t.n-
tro de igual tbeor ,-.ilis ido no lugar do costume, de
que s- juntar certiiloaos autos.
Dado e pasaado neata cilnde do Reeife de Per-
nambuco, nos quiuze dias do mez de Junho do an-
no de Nossj Senhor de mil oituccatea e oiteuta e
sete.
Eu Jos Frankliu de Alencar Lima subi-
ere vi.
(ti*tava ae'lado e iuatiliaadas duas estampilaat
de -O ris cada urna).
Thomai -arcez Paraabos Montenegro.
BfiUABACES
BDICO
Tt-ra o seu escriptorio ra Duque ae Caxias
o. 74, das 12 .i hora. Ja tarde, e desta hora
em dianle em sua lesiieooia ra Ja Santa
Cruz 11. 1.
Especialidadesu-de-i'iaa da cenhoras e crian
cas.Tolephoue o. 326.
Clnica me iieo-Cimrgica
DO
Dr. Fernandes Barros
Mlico -ggrpgftdo ao hospital
Pcdlu II
Consult a de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jeaus (antiga d.. Crot) q 30 Rt-sidencia
i ra da Aurora n. 127 .
Telephone n. 450
Leonor *orto
Ra do liperAdor u. 45
Primnru andar
Contina a etecntar os maia difficeis
fignrinoa receid -s le Ijsndrea, Paria,
Lisboa c Rio de Janeiro.
Prima em perfeifite de costura, em bre-
Ividade, umlnsilade em a*co fino
gostn.
O conse'ho econmico das eompanhiaa de apraa
ditei aruficei e oprar08 militar-s, precisa con-
traetnr para o ul'.ioi i semeatre do c rr. uto auna
os artigos seguiutes, todos de primeira qualidade
Asauear branco reSnad) de 1 sorte, kilo.
Dito mascavmho reiiuado, idtm.
Aletria, idem.
Arroz, idem.
Azeite doce, litro.
llolachinba de araruta. kilo.
Bacalho, idem.
Cha hys in, idem.
Caf ira giao, idem.
Carne de xrqne, idem.
Carne verde, idem.
Carvao vegetal, ba.iica.
Doce Je goiaba, kilo.
Farinha di mandioca, da trra, litro.
Pcijo mulatinho, litro.
Pruetaa, latauj.-s ou bananas, urna.
Fiaogo, om.
Gallinba, urna.
Lenba secca de boa qualidade, acha.
Manti-iga ingleza, kilo.
Dita franceza, idem.
Marme'iada, idem.
Macairao, dem.
Queij flimcngo, um
Sal, litro.
Toucinho, kilo.
Vinho do Porto, garrafa.
Vinagre de Liaba, litro.
Verdura, urna.
Braza p.ra s pito?, lata.
Escova para lustro, urna.
Sanie, kilo.
Velas de spermacete, libra.
Sapatoa de couro de bezerro, 150 pares.
Livagem, ngommado, concert e pregamenU
de botoes, em blusas de brim pardo ou frdelas;
calcas do brim branco, ditas de brim^ pardo, la-
vagem, couceito e pregaaiento de botos, em ca-
misas brancas e do algodaoaiiihi, camisolas da
brim pardo, ditas de dito branco, para entenna-
lis, calcas de brim parlo, erroulas, cobertaa d
cbita, cobertores de 15, -fronbas. lencea, lencas,
luvs (pan-a), meiaa (pares), to>-lbaa de msa, di-
tas de rosto, ditaa de mao e barretea.
ILEGlVEL
.


Diario de PerDambaco-Scita-ieira 17 de Jnnho de 1SS7
s poder cncorre aos fornecimeotos auuuu-
isdos pilo conselho queui habili. .r se piviam-n
te, exhibindo um requerimento dirigido o momo
conselho, dueumeiiio que provo taaiver pago como
negociante estabelecid o imposto de casa cem-
mercial relativo ao ultimo semestre vencido.
Os pr. ponentes deUtfo apreseatar suas pro-
postas nesU secretaria at as 11 hora da ma-
nh do da 20 do corrente, sendo taes propostas
em dnpiicata, em cartas techadas, com declaraclo
expressa de sujete r-se as seguales coudices :
1. No caso de nao assignarem o con tracto pi
garo a multa de des por canto.
2 Sendo recusado pela cominisso os gneros
contractados, mandar-se-ha comprar pelo pr-vo
ao mercado, fcando o contractante obrigado a
indemaisar, isto at tres veies, depos do que
fijar rescindido o contracto, Dganlo o Contrac
(ante a multa de 200*.
Secretara do Arsenal de Querr de Pernainbu-
co, un 15 de Juoho de 1887-
O secretario,
Jos Francisco Ribeiro Machado.
Capitana do Porto
De irdem do Exm. Sr. chefe de diviao, Jos
Mano 1 Picaneo da Costa, capito do parto Jesta
provincia, fa$* publico pira inteiro oonheciuento
de qu.-in interessar possa, que o Exm. 8r. iniuis-
ro da inariuhi em aviso n. 637, de 28 Je Maio
prximo fiado, declaiou que fjssem observados e
cumjridos us aviaos abaixo transcriptos :
N. 76. Mariuhi. Aviso de 12 de Fevcruro
de 1881 :
D -clara que o art. 13 Jo Reg. de 11 de Abril
ie 1874 nao revj^ou o art. 60 do de 19 de Maio
de 1846.
. Para resolver as duvidas que me foram apr-
sente las, tend por fin reoohecer si o art. 13 do
ReguUineuto de 11 de Aoril de 1874 abi">gou o
art. 60 do de 19 ae Miio Je 1845, declaro a V.
S. pan aaj mtelligencia e deviJos iffeitoj, que o
primeiri Jos citados artigo* coufere aos capites
u ni ti i s das embarcacSes mercantes o direito
pe livr.mentecontractaraequipagem que Ihe con-
vier, derivando esu concesso a sua responsabili -
dade uos casos em que deva ser effactiva; quanto
ao art. 60, dispoe de molo jue fica em coutesta-
o firma U a prova authentica do Con'.racto.
Os douB artig08, portanto, subsistem para os
rins ieap.ctivo9, que veem a ser a liberdade de
contractar uiariuheiros, dependente apenas da on-
dico i-xposta no art. 60. Asiim, para a boa mar-
cha do servico, conveniente, como est determi-
nado, que o rol de equtp igcm or^anisado em vista
de urna uota, que ficar archivada na Capitania,
seja apreaenud. pelo capito cuja pericia e pra-
tica di- navcgncao acra eomprovaoa por docuinen*. >
Conferido por al^uuia das capitmii).* de port s Jo
imperio, iu por tt. atados paseados pir proprieta -
rios ou coosiguataios de uavies mercantes.
a Este proceJiaientj ter lugar trataudo-se Je
orgauisar uov matricula nos t rmj* do ait. 59 do
mesra i Regulainen'.o Je 19 de Maio e o decreto n.
1630, de 16 de Agosto de 1855, ficaudo aos pro
prietaiios salvo o direito de escjlh rem capites
de sua confianza.
< Finalmente, com nlacioa e-te objecta, curo-
pre que V. S. faca obs-rvar aa disnosicoes dos
avises Je 13 de Outubro de IbGi, de 14 Je Marco
e 24 de Novembro Je 1864.
S. 14. Em 25 de S tembro de 1884 :
Turna extensivas s caudas de um -.6 p.io as
disposicoes dos arts. 64, 73, 74, 75 e 76 Jo R>-gu-
.'ameuto de 19 de Maio de 1846.
II.in. e Exm. Sr.Sendo ouvida a seoco de
guerra e marinha do conselho de tatado sobre o
rcqueumeuto em que Maooel Ferreira da Silva <
outros reclamam contra a appcac. o do disposta
no art. 76 do Regulamento de 19 de Maio de 1846
s pequeas caudas de sua propriedade, S. M. o
imperador houve per b. in, eonformando-se com o
parecer da dita seccao, mandar que se observe o
seguate-:
< 1 A applieaco do art. 76 do Regulamento
das capitanas dos porto* extensiva s candas de
um so pi, porque se empregam de tacto no tra-
tero do porto e rios adjacentes, e como taes eato
sujeitas juntamente com os seus tripolau es aos
arta. 64,73, 74, e 75 do referido R gulamento ;
2o Pui a o> reproluiir-se o abuso de cobrar-
se mais do urna vez emolumentos devidos pela ma-
triculas de qualquer das citadas embarcacoea, e
em duplicata as custas do proceaso de ntimaco,
cumpre que se to'ne tfiectivo o dispoato uo aviso
de 14 de Ma. co de 1864 re ti v.mente a verba-
ci e, em geral, em todos os pipis oudocum ntos
expedidos ou entregues pe a secretarios das capi-
tanas dos portos, se especifique ,. quantum e aa
providencias dos emolumentos cobra Jos. que
declaro a V. S. para providencio! a parte que
lbe diz respeito, e dar conhecimeato aos recla-
mantes *
N. 4. Aviso de 19 Je S-tembro de 1885 :
Declara que os arts. 70 e 74 do Regulamento
arta. 460 e 465 do Cjdigo ommercial.
Em vista da duvida aprescu'.aia por V. S-,
em < llicio n. 40 de 15 do corrate, declaro-Ihe para
oa deviios effeit-a e de accordo com a imperial
resoluco de 21 de Agosto de 1881, tomada sobre
o parecer da seccao de guerra c marinha do co.i-
selho de estado, caJUido em consulta de 22 de
Junh) do menino auno, que nenhuma coutraiie;o
ou repugnancia existe entre a* disposicoes d09
arta. 70 e 71 do r-gulmiento de 19 de Maio de
1816 e os arta. 460 a 464 da le n. 556 de 25 de
Juubo de 1850 ; porquanto o registro das embar-
cacoea, presenpto pelo cdigo commercial, e ter-
nas e para bus iv.rsos, uo dispensa nem a
lista do arrolamento na capitana do porto.
N&o h i inc mpatibilidade de doua registre s,
como as hypothecas commerciaes exige o art. 63
do regulamento n. 738 de 25 de Novembro de
1850.
Dem ais, os aviaos do Ministerio da Jus-ie,*
na. 94 c 109 de l e 19 Je Abril Je 1852, e de ac-
cordo com elles a ordem do Thcseuro n. 13 de 7
de Maio J> meamo anno, lone de declarar, m
abolido pelo c digo do commercio o arroLmuto
de taes embarcaco js as capitanas dos portes,
roaudatn que aos capules de navios se dain ex-
otiicio eertijoea das arqueaeoes teitas na eonfor-
mlJaie do art. 70 o regulamento Je 19 de Maio
de 1810 para aerem aposentadas as mesmas ca-
pitanias.
Easas certidoes ao uec 'asaras para o arrola
ment de que trata o art. 70 e nao para a matri-
cula daa eq'ipagens de ciue tratam oa arts. 59
e 60.
. N. 11. Aviao Je 27 do Dexembro de 1886.
D elara que us capitaes de portos uo teera com-
petencia para fcalisar a lotagio daa equipigena
dea navios U'Tc.'j aaciona-s.
Por irain-diata resoluyo Je 21 Jo corrate
Sua Magcstede o Imperador. eJufjrmauJo-ae com
o parecei Ja ae^cSo g'jerra e marinha Jo con-
soih> de estadj de 3 Je OatuDn prosita) fin 1".
sobre o ufficio n. 27 de 8 de Maio do atino oas-
s.lo, em que V. Si consulta 6e tem eompetenci -
para fixar as lotacijes cu equipigens daa e.ubir-
c .c a Bi'jeitas sua fiscaiisacao, houve por bom
maular declarar-lbe, que o art. 2" 3- do regu-
lamento auueso ao deereco u. 5 585 du 11 de Abril
de 1874 di pen3ju aa embarcaco s brasileiras qu-
3" empregam no c mu :ci daa forma'iladea de
entrada e aahida, de que tratain os arta 18 : 19
do regulamento de 19 do Maio J 1846 ; que o
C0MKEC10
KCIIMTl
Da ftvuiaua
OHMERCIaL
de iniiii) de
de 6 a 11
S99
Cambio sobre Rio de Jaueiro c- Bahia Nada
conatou oicialmente.
Cambio sobre SantosA 30 d/v l /, do escon-
to.
Cimbio cobre o Rio Grande do Sul A 30 d/v
com 1 "'o de d.aconto.
Cambio *)bro o Para A 30 l/v com 1 /o de
Jesc.uto.
Cambio sobre Londres A90 d/v 21 1/4 21 1/2
por li particular, 90 J/v 22 1[2 por l do Banco.
Cambio sjbre Paria A' vista 432 o frauco do
Banco.
Cambio sobre Himburgo Nada constou cffi
cialmtnte.
Cimbio sobre Portugal e Lisboa Nala c.usta
.(B.i.lmente.
l.'i.iubij s.bre Porto Nada sonata officialmente
Cambio sobre Montevideo Nada consta irH-
calmente.
Cambio aobr Buenos AyresNada consta offi-
cialmente.
Apolice da divida publica de 6 7, dita provin-
cial Je 7 /o, compauh aa Segur. Iudemnisadora,
Pbeuik, Se.aro Aufithrite, P. rnambucana, Fia-
{o e Tecidoa Nada consta, m>ntem auaa cota
;oes.
Compauhia Beberibe Ac^o a do vilor de 100
vendidaa a 55/ cada urna.
Dita S-.ute Theiez O inda a Beberibe, dcscou
to de lettraaNada cooata, mintm auas cotaco;a.
L ttraa hypothecariaa De 1 serie do valor de
100iXX) veuderam-se a 9720) cada urna.
Cieuerust uatlu. a<>>
AgurdenteAa vendan foram de 4 a pipa.
Aicool I leal idem de 1C0J, a pipa.
Assucar ntraram 10,241 aaccoa Vendas,
branca de 1/500 a 2/300, smenos de 1/300 a
1/100, tnascavad de 1/000 a 1/100, bruto de
900 a l/UOO. retama d; 700 a 800 rs.
AlgcdoEntraram4,339 saccas dem ;.
7/200 firme del'sorte.
Arroz em casca O retalho de 4/ a 4/200 o
sacco.
C>if Entraram 887 saceos que se retalha de
13/500 a 17/000 com 10 /
Ceblas do Rio Grande do SulO retalho de
13/ .. 13/500 o miiheiro.
Cera de CarnaubaSao de 3/800 a 6/ os 15 ki-
los.
Couroa salgados seceos Co'amos a 515 rs. o
kilo.
Couros verdes Scm existencia.
Cerveja nacional Nao ba alteracSn, continiam
~s precos de 6/ a djzia de 1/2 e 5/ a de 1/1
embarricada.
P.riuha de mandioca Sem alteraco, o rcta-
thfl de 2/200 e 2/500 o aacco.
Fumo Vende s- de 14/ a 16/ oa 15 kilos.
Gomina de manlioca Retalha-se de 2/0J0 a
- 2/500 os 15 kilos, conforme a qualidade,
Graixa do RioGranda do SulCotamos a 4/500
es 15 k lis n mili lmente.
Genebra nacionalContinua a regular os pre-
C)8 de 3/831 a 9/500 cenforme a qualidade.
MelCitamos a 40/ a pipa.
Milno O -etalho de 60 a 65 rs. o kilo.
Pellos cortiJas Coutinuam de 50/ a 8 >/ o
ento.
dem em cabello Subi para 120/ o cento.
Saldo Aase Mosior As vendas foram de
1/ o alqueire.
Sebo cuadoContinuamos a corar a 5/50O os
15 kilos nominnlmentr.
Tapioca Sem chegada, o retalho de 3/ a
3/500 o* 15 kilos liquido.
Velas stearinas do ftioO retalho de 310 rs.
o masso com 10 /t.
dem idem da provinciaRetalha- se a 280 rs.
o maasJ liquido.
Vinagre do RioO retalho de 80/ a 100/ a
pipa.
Vinho do RioO retalho de 150/ a 160/ a pi-
pa
Xarquo do Rio Grande do Sal Deposite
72,000 arrobas, o retalho de 6/ a 6/600 cada
arroba.
Seero* eatrangelroa
AlfazemaReUlha-se de 8/ a 8/600 os 15 kilos
con 10 7o.
Arroz da ludiaRetalha-se de 2/40) a 2/500
os 15 kilos com 10 /0.
AlpiateRetalha-se de 4/800 a 5/ os 15 kilos
com 10 7..
Aseite de oliveira em barris O retalho de
3/4U0 o galo com 10 /.
Dito de dita em latas O retalho -de 15/000
por lata com 10 "/.
BacalhioDeposito 7, 00 barricas, que se re-
talha de 19/500 a 20/000 cada urna.
Jijaba de porcoO retalho de 400 ,i 420 rs. a
.ibra com 10 '/,.
Batataa portuguezaa O retalho Je 5/003 a
1/2 caixa.
y. Ditas InglesasNao ha no mercado.
BreuO retalho de 14/ i 1 / a barrica ou
forme a qualidade.
Carvo de pedra O retalho de 11/ a 16/
conforme a qualidade.
CaanllaO retalho i d: 1/5JO o kilo.
Ceblas O retalho de 14/ a caixa
Cervejas O ret >lh Je 6/ a 10/ conforme a
qualidade.
CementeContinuamos a cotar de 5/5CO a 8/
couforme oa fabMcantea peso.
Cominhoa'J retalho de 17/ a 17/500 os 15
kilos.
Cravod* IndiaO retalho Je2X800 > kilo.
Pariuha de trig Depi3to 10,0)0 barricas, qu->
ae retalha de 17/500 a 18/ pela americana e 22/
a 24/ pela de Trieatre, cada umi.
Fiijo O retalho de 6/ a 10/ conforme
qualidade e procedencia.
Garraloea vaaiosVen i-'-so p 1/ de 5 galdes
e 450 Js um ^a:o.
Doces em calda Contini o retalho do 70J a
750 rs. a lata.
Farello do Ri > da PrataC!jut;uio retalhi de
1/ 00 a 4/200 o sacco.
Dito de Lisboa retalho de 4/400 a 4/500 o
sacco.
Geuebra-ReUlha-se de 3/i'OO a 14/500 cou
forme a qualidade e procedeucia.
Herv doce Retalha-s a 17/500 ca 15 kilos.
Iv r i-ene Denosito 0,000 .a xas que se r t-
lha a 3/20) liquido a lata.
Loufa inglesa ordinariaO retalho de 80/ a
125/ o gigo, couf rme o sortimento.
Massa de tumitt Reta.ha-se de SOJ a 900 ra.
a libra conforme a rjualidide.
k'anteigaem barra O retalh) de 750 a li
bra com 10 7o, pela nova.
Dita em latesO latalho de 1/iOO a 1/3-J0 a
libra.
Maasas italianas O retalho de 5/ a 7/0- 0 a
caixa.
Oleo de libalaO retalho de 1700 o galio
(em barril).
Paseas csmmunsNao ha no mercado.
Ditas finas--0 retalho de 12/ a caixa.
Papel de embrulhoO retalho e de 500 a 1/500
conforme a qualidade e procedencia.
Pimeuta da India-0 retalho d-1/4 0 a____
1/450 o kilo.
Plvora ingl"za retalho de 20/100 o bar-
ril.
QueijosO retalho de 3/ cada um com 10 /0.
Sal eatrageiroSem existencia.
SardiuhasO retalho de 30!) a 320 ra. o 1/4.
Toucicho de Lisboa O retalho de 10/ 08 15
kilos.
1 Dito mericauo O retalho de 11/ a 11/500
,'os 15 kilos.
Velas steariuas IJcm de 300 a 900 ra. o
masso.
Vinagre de LisboaO retalho de 150/ a 170/
a pipa.
Vmbo de Liaboa dem de 215 u 230J a pij ..
Dito francsNao ha.
Dito Figueira O retalho de 225/ a 250/ a
pipa.
Xarque do Rio da PrataSem exitencia.
B.i'.a rontuierciai
OTAgoES OFFIC1AES DA JUSTA DOS COS-
KECTOKES
Refe 16 de Junto de 1887
Jarabic sobre Para, 30 d/v. cote 7/8 0/0 de des-
canto.
Cambio sobre Pelotas, 30 djy. com 1 OO de des-
cont.
Cambio sobre a Bahia, vists, com 1(2 0(0 de
premio, do bauco, hontem.
-'amio sobre Londres. 6) dv. 22 3,16 d. por 1/
do banco, h intem.
Dito sobre dte, 90 d/v. 22 t|2 d. p^r 1/000, do
banco, hontem e hoje.
[presta
Antonio Leouar.lo Rodrigues.
r.duardo Dubeux.
art. 3* daquelle mesino regulamento autorisou aos
capitasa ou mostrea a contratarem li/remente os
individuos que devara compor aa respectivas tri-
pularles ; e dispondo o art. 4' que o rol de equi-
pagem seja enviado pelo >ffi;ial ao jggistro do
porto as capitanas para os devides effeites, nao
seria razoavel que a essas repartieres competisse
a attribuico de fixar lotacoes aos navios, dificul-
tando assim o expediente para seu fcil muvimen-
to ; sendo certo que nem o regulamento das ca-
pitanas, nem algum outro acto official lhes cou-
fere tal attribuiyao ; o que a V. S. communico
para seu couhecimento e fina contenientes.
Capitana do porto de Peraamhaco, 14 de Ju-
nho de 1887.
O secretario,
Antonio da Silva Atevedo.
Companhia do Bebe-
ribe
Convida-se aos aenhores accionistas desta com-
panhia a reuuirom -se em assembla geral ordina
ra, no da 1 de Julho prximo vindouro, como
diapoem os estatutos, afim de tomar conhecimento
da ge to dos negocios da companhia no anno
social prximo findr. A reuiiao ter lugar no 1
andar da casa n. 71 da ra do Imperador.
Rtcife, 15 de Junho de 1887.
Ceciliano Mamede A. Ferreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
fKUI.O\l DA
Estrada de ferro de
Pernaiiibucp
De orde-m do IIIm. Sr. director, faco publico
que 19 do corrente ser entregue ao trafeg i a
estaejao de Angelira.
S haver trem entre Canhetinho e Angelim
as tercas e sextas-furas, vigorando o seguate
horario.
Partida de Canhotinho, 5 horas e 55 minutos da
taide. Partida de Angelim, 6 horas c 35 minutos
da tarde.
"hegada em Augelim, 6 e 30. Chegada em
Canhitiuho, 7 horas.
Secretaria Jo prOlongamento da estrada de fer-
ro do Recif- ao S. Francisco e estrada de ferro d)
ttecife Caruai, 15 de Junho de 1887.
O secretario,
Manoel Juvencio de Saboy.
Consulado Provincial
Altor{So para mais eucoutnda no latida
meato da decida, aa frguezia de S.
Frei Pedro Gongalvea do Rccife, no
xrcicio de 1837 83, pelo laiicador
Felinto do Reg Barros Pe63oa.
Mrquez do Olinda
N. 6. Dr. Autonia Bruno
da Silva llaia, utn sbra-
lo de doua andares, por 1:800^00
N. 22. Joao Gongalves
Torres, um sobrado de tr 8
sudares por 1:2000000,
Bo:a JeSUS
N. 52 Ordem Terceira de
Francisco, um sobrado
de ious andaros, por 1:2000000
Pars -
Italia. .
H imburgj
Portuart
N. w Y
422
523
236
4:6
426
528
238
2/250
Torres
N. 4. Antonio Haraijames,
uro sobrado de um andar,
por 684000
1* secsaa do Consulado Provincial, 13
de Junho de 1887.
O chefe,
J. X. C. de Barros Campello.
Alterado encontrada para mais no lanca-
mento da decima na freguezia de Nossa
Senhora da Graca, relativo ao exercieio
de 1887-88, pelo lanzador Jos de Pi-
nho Borges.
Paysand
N. 1. Baroneza t Berafica,
um st/brado de u.u andar o
sitio, por 8000000
N. 32 B. Jos Ferreira Mar
ques, urna esa em forma
de chalet, ainda em obra,
para pagar a dcima do
S"guodo "emestre em dian-
te sob a base de 1:0000000
Visconde de Goyanna
N. 159. Francisco Ignacio
de Oliveirp, una casa ter-
rea, por 4800000
Ctioulas
N. 16 C. Bern.rJo Jos
Corris, urna casa turre,
por 6000000
N. 14. -Manoel Fernandes da
Costa, uma casa tenea com
s^ta, por 1:030.^000
N. 18. Augusto Frederico
de Oliveira, urna casa ter
rea, por 2400000
Ia se.'cSo do Consulado Provincial de
Periiambujo, 13 de Junho de 1887.
O chefe,
J. X. (J. de Biiros Campdlo.
i. snnaNio Pernamburiinu em 11 de
Jmiiio de 1899
Pela secretaria do Gymnanio Pernambucano e
de ordem do Sr. Tr. regedor, ee declara a:s paie
de familia e a quem mais inters sur p.:ssa a edu-
caco e iustiucco da mocidado, que o instituto
lontina a funecionar regularmente, dispeneando
uos seus alumnos b m tratameoto e o ensino
completo de todas as disciplinas exigidas para a
matricula nos cursos superiores do ijiperio.
O corpo dcente do instituto comp.sto de lt
profeseores, cecupaado-se cada um somente com
o ensino da discipliua qu'p:-ofesia na respectiva
cadera, e sempre na alturs de sua uobre e im-
portante mi: sao.
0 alumnoi sao admittidos em tres cal 'g niai :
licnsionistas ou internos, meio-pensionistas tri-
timos
i).-, pensionistas residiro no cstabelecimi'nto,
tmdo dir. ito de estudar as materias de q ie Be
c niipe o cuiao, ensinadas seguuJo o programmi
c-tabelecido ; a allmentacao suieiente e sadia ;
a tratameuto em suas p- quenas entermidades pelo
medico do instituto, forueceudo este medieaoien-
ioj ; a ruupa lavada e en^ommada e bauhos p r
-e:,i,in.;, cabelleireiro e luz.
Os meio pensionistas ae apresentaio no esta
belecimento nos dias lectivos, ahora em queso
abrirem as aulas, e desde cntao at aerem 'Jo London Bank :
Londres .
'aris. .
Italia. .
Ilamburgo
Portugal
Scw-Yurk
90 d/v vista
o Enqlisu Bank
, ladrea.......
Pars........
Italia........
tl^mburgo......
Lisboa e Porto.....
Priucipaea cidaJes de Portu-
g*'........
liba dea Ac ires ....
[loa da Maleira ....
New-York......
22 1/2
422
023
236
90 d/c
22 1/4
4.'6
426
52
36
2 25)
Palha de uncury
Ponnas de em ....
Preparados de jurubeba .
Ra^.......
Sebo.......
Sola.......
Vassouras de palhu de ear-
iaba ......
Vinho de jurubeba .
80 .
102
6 voluntes
-.-53 e 1/2 kilos
1.120 -
2.505 meios
2 atados
13 volum s
Para O
Par.i o ut.rior
BECAPITOLAgAO DO ASSUCAB
xterior .... 2.208.769 kilos
Semma
1.413.245
3.622.014
radas tarde, sao equiparados aos internos, teado
como estes os meemos direitos quaato a j estado,
jantar e recreio.
Os externos s tm direito s licoss e explica-
coes das materias ensinadas no corso, quaesquer
que ellas sejam. \
As pensoes sero pagas na secretaria do insti-
tuto, por trimestres adiantados, sendo a dos in-
terno, na raso aa 30U4 por anno, nos termos da
ultima parte do g 2* do art. 9- da le a. 1S84 de
30 de Abril do corrente anuo, as paLvras-no
podendo exceder de 254 a mensalidade dos alum-
nos internos, ea dos meio pensionistas na razio
de 240^ pr anno, paga do mesmo modo por tri-
mestres adiantada*.
Os exlernas, porm, pagaro apenas no acto da
matricula a tr.xa igual a que pagam os alumnos no
collego das artes.
Ainda de ordem do ra sito Dr rededor se de
clara que o estabeleciounto acha-se diariamente
ab.-rto desde as 6 horas da m nha at 9 da noite,
para o fiu de cada U'o dos interesados couhi cer
por si, e nao por info.uacows, tudo quanto uelle
se dispensa =Serviudo de secretario,
Marcionillo Machado daCunha Pedrosa.
iompanhla de ediflea^o
Assembli geral extraordinaria
Convida-se aossenbores accionistas u se reuni-
rem em t.emb'a geral extiaordinana, no dia 27
de Junho corrente, uo meio ia, na sedo social, ao
largo de Pedro II a. 77, afim de proceder-se a
eleicao da directora, gerente, presidente e secre-
tarios da assembla geral, de contormidade com
os estatutos ltimamente approvi.d is.
Recife, 11 de Juaho de 1887
Gustavo Antune?,
Director secretario
Monte lo Papular Per
iiambueaiio
Assembla g.-ral
De vendo ter lugar domingo 13 Jo corrente, s
10 horas da manhl, a le.tura do i l.itorio e ba-
lancete do l- semestre, conforme o 4o Jo ait. 22
dos estatutos, convido a todos os socios para esta
reuniSo.
Secretaria da sociedade M ;nte Pi Popular Per-
uambucaao, 16 de Jnnho de 1887.
O 1 secretario.
Mcnj'iiniu A. J.it ds Fonseca.
Santa Casa de .llsericorriia do
Recife
Na secretaria Ja Santa Casa arreuda-se os se-
guiutes predi. 8 :
Ra d) liom Jess n. 13, 3" andar.
dem dem o. 4, 1- an lar e leja.
dem do Vigirio Tbfaom : 22, 1- su lar.
I.l-m id-:i ii. 25. b' lirado.
I lein du.Maiqu z de O.inda n. 53, 3' andar.
lie.:, do Apoo n. 24, I- au lar.
I.o ii da ol l u. 45.
I,n rn i em n 47.
I 1 ni i ieui n 4''.
Ieui idem n. oT.
Idem .:i Ling-eta u
Beeco Jo Abre i u. i,
Secretaria da Santa
Recife, 25 de Ma:0 Je 18-57.
O escrivo intrino,
Francisco t m. s Cas'-i 1 a i.
14 : andar.
- un ::.r.
Casa Je Miscreordia J
The Oueens Jiibilec
The B :h C csulate will be eloseJ ou Tucs
y the -1 '. f i isfmit.
hi.ras
utei:.
du manila 5 horas Ja tarde doi Jj
u vista
22 1/2 22 1/4
422 426
4j6
523 028
236 238
iercado de amiucur e itiKudiiu
aacoTB, 16 > junbo i>e 18il
Assucar
Coutina ser cotado, para o agncuit.r, aos al-
garismod que damos abaixo, per 15 kilos,
tiraueo, os melhores que
apparccem no mercado,
regolam do ....
3. sorte boa.....
3. regular.....
liu'nidus e baix;s
jmenos......
Masca vado.....
Broto.......
Rtame......
PreameaoN e easajamento*
Jo 1 do corrente at hontem, 16, foram iff-.c-
tuaios s seguintes :
Lugar inglez Flora, para carregar aqu, com
dtstiuo aes Estados-Unos, 530 toneladas de as-
sucar, a 17/6 e 5 0/0.
Ilarca noruegueuse Stanley, nara cajregar a lu
72 toneladas de assuc.ir, c in destino a Montr.a1,
21-1! a 2/6-
~>1r '< Vapir ingles Delambre, para carregar aqui, com
5i5 (^l8''uo a Liverpool, 500 toneladas de assucar a
2250 ^ e ^" saccas com a'godan a 3/8.
Brigue escull Bart'iolomeu, para carregar
gido na Paraliybi, com destino |o Par, a 0/.
..... 700 a 800
Alyod&o
\ i hoje ectado nominal a 7J000 por 15 kiloe,
o de Peruambuc e boas procedencias, em trra.
Entrada de anuurar e alod
UEZ DE JCMBO
Assucar
\uiii denparbado
Jarea noruegueuse rrince Arthur, sahir para
Liverpiel, eonlnzind):
4,213 saceos com assucar uiasuaVaJo.
404) siccas com algod'o.
Carregou J. H. B.-xweil.
2J200 a 2/400 xalo* & carua
J9iH) a 2/100 I Eato sendo despchalos os seguintes :
1/700 a 1 /8 rl) Carea lurueguense iS'anley, uesecar, paia Mon-
1/500 a l/70v) j treal.
1/30O a 1/400 | Barca noruegaenae Heroi, algodao, para o Bal-
1/x'J a 1/100 j
/90J a 1/000
O I > : i .: .in:iia DO 'BUEBIllE, lia Or ,) ., .)
!< 5/(100 i 10 0/0.
Os int. i .- .-i- ; vem ir aoesoriptorio da com-
paulim, du I ra la minha i 1 da tarje, aos
sabbudos.
A 16. Jisiiibuicao das cau'ellas Je juros cor-
respondentes ao semestre fin Jo em 31 de Dezem-
bro do anno paS9ado, da compaohia (Jbeat Wes-
tirn of Brasil {ah-wa^.
E' no esenpt to eeutril di .: ,.ap n'aia, J:i8 10
horas s 3 da tar 1 que 9>i eti'ec.ua o pagamento.
Hemorlui
O r-.'colhiiaeuto de Notas Dilackbadas do The-
souio, faz-se La THESounARiA de Pazenda, uas ter-
cia e sextas-feira, Jas 10 s 12 horas da manha.
As notas do Theaouro de 2/000 Ja 5. estampa,
5/000 da 7.* e 10/00(1 la 6.a, sera substituidas
na Tuesoobabia DB Kazenda at o fin do mes de
lunho com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1. de Julho a 30 de Se-
zeuibro do corrate ftnao.
Importaciio
ingjez Vida, entrado de Terra
tico.
Entradas Dias
Barcadas...... 1 15
Vapores ...... ...
Via-terrea de Caruar 1 15
Animaes...... 1 15
Via f.'rrea do S. Francisco I 13
Vui-fjrrea dcLimieiro 1 a 14
ifuimenlu baarlo
BECIFB, 16 1)K JUNHO DB 1887
PRAQA DO RECIFE
Os bancos abriram hoje com a taxa de
Somma.
Saceos
14.201
.74
596
14.023
647
30.641
Entradas
Algod&o
Dias Saccas
Barcadas.....
Vapores.....
Via-ferrea de Caruar
Anim .e-j.....
Via-feriea de S. Francisco
Via-ferrea de Limoeiro .
1 15 984
1 15 2.428
1 15 123
1 15 2.062
1 13 1.123
1 14 1.989
Barca inglesa J. B. D., carocos Je a'godo, pa-
ra Liverpool.
Lar ingles Flora, assucar, para os Estados-
Unidos.
Patacho nacional Mara Augusta, assucar, para
.Montevideo.
Vapor nacional Jayuarile, varios gneros, para os
portos do sul.
Vapor frauees Ville de Cear. ( chegar) couros,
para o Uavie.
Vapor inglez Mondego ( chegar) diversos artigos.
para Lisboa.
Vapor inglez Neto, a'godo, pira o Bltico.
\avlon dencarga
Parea nacional Mimosa, xarque.
Escuna noruegueuse Referm, xarque.
Lugar inglez Viola, bacalho.
Lugar n-.eiona! Zequinha, gorduras.
Lugar nacional Pteira, varios gneros.
Lugar norueguense Christina Elysabelh, carvo.
Lugar allemo Gazelle, trigo.
Lugar nacional Marinho Vil, xarque.
Patacho portugus D. Elysa, varios gneros.
Pataeho nacional S. Bartholomeu, xarque.
Patacho nacional .:oven Correia, xarque.
Patacho nacional Rival, xarque.
Vapor auatriac" Ziehy. varios gneros.
Vapor ingles Orator, varios gneros.
Lugre
Nova, eto" itj do crreme, e consignado
Saundt es Brothers & C, manifestou :
Bacalho 2:t74 barric .s e 945 meias di-
t.s aos consiga it.-rios.
Vi'.por austraco Zichy, entrado de Fiu-
m?, ern 16 do crrante, e conjignalo a
Johoston P.ter iJt (J, minif-stou :
Feriaba Je trigo 2515birricas orden',
2:550 alldnry Forater & C, 1-099 a Ma
i'.bado Lopes iS C, 8)1 a Lipes Inoaos
d C, 200 aos coasigaatarios 150 ao Lon
don & Braziliao Baak
Papl 5 caixas a Nanos Fons'ica. C,
12 a Uomes le .Vlattos Ir naos, 10 a Oli-
v. ira B .sto & C, 12 a Prente Viauua
&C, 29 fardos ordem.
Somma.
8.708
Despacito de exportaco
HEZ DE JDMHO
Nos dias 1 15 loram despachados ua Alfande-
ga os artigos seguintes :
Pura fira do Imperio
22 1/4
d. sobie Londres.
Em seguida estabeleceram a de 22 3/8 e mais
tarde a de 22 1/2.
A' tarde o Internacional dava a 22 3/4 d.
Em papel particular fizeram te pequeuas traus
a.-coes a 22 3/4 d.
PRAg.\ DO RIO DE JANEIRO
O* bancos, teudo affixado oficialmente a taxa
de 22 1/2 J. sobre Londres, saccarau durante o
dia a 22-3/4 e 22 7/8.
As tabellas expostas aqu sao estas :
Do IsTBaSAt-IOKAI. :
90 djv vista
Londres.
221/2 22 1/4
Agurdente..... 9.728 litros
Algodo...... 616.967 kilos
Assucar ...... 2.203.769 .
Borracha...... 1.713
Carocos de algodao. 113.350
Cocos (fructa) .... 20
Courinhos e pelleg ... 106.836
Couros verdes .... 2.200
Doce....... 93 kilos
Farinha de maudicca 20 saceos
Ipecacuanha..... 34 kilos
Querjo do serto ... 16
Para dentro do Imperio
Agurdente..... 225.116 litros
Algodao ..-... 53.013 kilos
Assucar...... 1.413.245 .
Chapeos de palha de car
"iba...... 12 fardos
Cera de carnauba ... 300 kilos
Oftooa (fructa) .... 29.350
Doce....... 1.015 kilos
Espaa Jures..... 130
Graxa...... 400
Milho....... 232 saceos
Oleo de mocot .... 60 kilos
'.leo de ricino .... 1.400
Pauta da Alfandega
SkICAHA DH 13 A 18 DE JCNHO DB 1887
Assucar brauco (kilo) .... 12
Assucar mascavado (kilo) U66
Aicool (litro) ....... 218
Arros com casca (kilo) .... 65
Algodo (kilo)...... 400
A:sucar refinado (kilo) .... 145
Borracha (kilo) ...... 1/066
i; juros seceos salgados (kilo) 500
Couros seceos empichados (kilo) 585
Couros verdes (kilo) ..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf restolho (kilo)..... 320
Carnauba (kilo)...... 366
Cartcoa de alrodo (kilo) 014
Carvo de pedra de Cardifi (toa.) 16/000
Caf bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... 707
Fariuha de mandioca (litro) 035
Fumo restolho em rolo (kilo) 400
Fumo restolho em lata (kilo) j,:U
Fumo bom (kilo)...... 720
Fumo em fo.ha bom (kilo) 720
Fumo em folba ordinario (kilo) 400
Genebra (litro)...... 200
Mel (litro)....., -.040
Mdj (kilo)...... 400
Taboados de amarello (duzia) 100/ 00
Dividendo*
Eato sendo psgos o* seguintes :
O 1. do Banco de Cbedito Real, razo de 4/
por aeco ou 10 0/0 do valor realisado de cada
urna.
O pagamento fas-se na sede do banco, das 10
\tort.2?o
HfccirB, 15 de junho de 1887
Para o exterior
Na barca norueguense Eeros, carregaram :
Para o Baitico, Borstelman & C 200 saceas
com 14,311 kilos de algodo.
No vapor ingles M-ndego, carregaram :
Para Lisboa, Amorim Irmos C 1,200 saceos
com ^0,000 kilos de assucar mascavado ; S. G.
Brito 500 saceos com 37,500 kilos de assucar
brauco c 1.000 ditos com 75.'.OJ ditos de dito
mascavado.
No vapor francs Ville de Cear, carregou:
Para o Havre, A. Labille 2,200 courod verdes
com 46,200 kilos.
Para o interior
= No vapor nacional Espirito Santo, carrega-
ram :
Para o Rio de Jxneiro, J. M Dias 1,350 saceos
com 101.2S0 kilos de assucar brauco e 150 ditos
com 11,250 ditos de dito mascavado.
Para Bahia, P. Alvcs & C. 40 volumes com
1,500 kilos de assucar refinado.
No vapor americano Advance, carregaram:
Para o Rio "de Janeiro, T. A- de Asevedo 813
saceos com 48,780 kos de assucar branco e 150
ditos com 9,000 ditos de dito mascavado ; A. Oli-
veira & O. 2 caixas com loO kilos de doce.
Para a Baha, C. Burle 84 barricas com] 5,388
kilos de assucar branco.
No vapor nacional Joo-ttartO, carregaram :
Para o Natal, P. Alves & C. 60 barricas com
3,60l) kilos de assucar refinado.
No hiate nacional Curreio de Natal, carre -
garam :
Para o Natal, P. Alves & C 25 volumes com
1,650 kilos de assuca refinado.
No hiate nacional Iris, carregaram :
Para Mossor, P. Pinto & C. J pipa e 5 barris
eom 960 litros do nguurd ule.
No hiate nacional U. Julia, carregaram :
Para Mossor, B. Gomes & C. 2 girraf5e* com
32 litrcs de agurdente e 1 caixa com 100 kilos
de doce.
No hiate nacional Aurora, carregaram :
Para Mossor, P. Alves c C. 20 barricas com
1,237 kilos de assucar branco e 10 ditas com 600
ditos de dito refinado.
Santa Casa d Misericordia do
Recife
A Illma junta administrativa desta Santa Ca-
sa con'rata com quem m tlhores vantagens offere-
cer, o tornecimento dos gneros abaixo declarados,
para o consumo dos estabelecimeutos teguintes,
durante o trimestre de Julho a Setembro do tor-
rente anno: Hospital Pedro II, dito dos Lazaros'
dito de Santa gueda, Hospicio da Alienados, Ca-
sa dos Expostos e Collegio das orpns :
Aletri.i kilos.
Arros, idem.
Agurdente, litros.
Vaeite doce, idem.
Aruruta, kilos.
Assucar de l1, 2 e 3* sortc e turbinado, kilos
Bacalho, id' in.
15.i ii 111 de porco, idem.
Bitatas, idem.
( h, idem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, idem.
Cebla, cento. -,
Farinha de manlioc:i di provincia, fr =.
Fejo, dem.
Fumo do rio, kilos.
Gaz, lata.
Dito int-xplosive, iJem
vlilho, litro.
Maiitng,; franceza, kilos.
Potasa::, id m.
Pao e bilaeba, idem.
Iiein, dem para o collegio Jas orph s (em Olinda)
dem.
Rap, iiem.
Subo, dem.
.Sal, litros.
Tapioca, kilus.
'IVueiuho, idem.
VelLs de carnauba, idem.
Ditas steariuas, ronco.
Viuho br.nco, litros.
Dito tinto (figueira), idem.
Dito do Porto, idem.
Viuagre, litro.
Aa propefitaa devuo ser apresenfadas na sala
de suas aessoe, e n c-irt^a fechad is, J^-vi lamente,
selladas, at s 3 horas da tarde d. dia 21 do Cor-
rete, d-clarando os proponeates sujei'arem-ee a
uica inulta Je cinco por cejto sobre o valor total
lo tornecimento, se no prasodc trrz dias nao coui-
ccrem secretaria da inesuia Sonta Ci8apo.ra
asaiguar os respectivos contractos.
Secretaria J : S int* Jasa de Misericordia Jo
Recite, de Junho Je 1887.
eecriv inti rio,
Francisca G.imea Castellao.
PfiJsalo ila estrada m [ar-
re a Fi-niaite 8 aslraa
la farra ia Recife a C.roa?.
1) i em do lllm. Sr. director, faco pnblico que
:i partir do Io de Julo) prximo, vigoraro uestas
atridis :.3 seguintes dispoaiees relativas ao se-
guro e iudemuij'icao de inercadorias, b.igagens,
animaes, etc.
Os ezpeditores e viajantes tem a faculdude de
declarar, no acto do despacho, o valor, segundo o
De la 15 [deoo ne 16 46.439/977 4;369,60 50.799:337

433-631*618
' c 1 a 15 e lo ReceLe-d'jria geral 16.068 ..055 5:140/648 21:208/738
i'el i* 15 Id o se 16 liec*bdora poorecai 41:324/662 3:706,5435
45:031,097
'la J5 I ie n 16 Recite Draiiiage 3:715868 233/730 3::6959S
Mercado Municipal de *. O movimento Jeste Mercido uo dia 16 de J.inbc
foi o sp^uinte :
Entraram :
38 bois pesando 5,865 kilos, seudo de Olivei-
ra Castro, 25 ditos de 1 qualidade, 1 di
2* dita e 12 ditos particulares.
267 kilos de pexe a 20 ris 5/840
49 cargas de farinha a 200 ris 980Q
25 ditas do fructas diversas a
3UU rs. 750O
10 taboleiros a 200 ris 2000
15 Sumos a 20 ris 3000
Foram oceupados :
25 columnas a 600 ris 15/000
22 compartimeuos de lariuha s
500 ris. IlOO
23 ditos d, cernida a 500 ris 11*500
941/2 ditus de ieguiaes a 400 ris 37800
19 ditos de suino a 700 ris 13/300
11 ditos Je Iressuras a 600 ris 6600
10 talhos a i 20/Oio
10 ditos a U 10/000
A Oliveira Castro C.:
54 talhos a 1/
Ueve ter sido arrecadada nee'ts dias
a quautia do
54/000
206/840
3:156/960
3:363/500
Rendiimnro dos dias 1 a 15
Foi arreca-J.--.do liquido at hoje
Precos do dia :
Caruo verde de 210 a 400 ris o kilo.
Carueiro de 720 a 800 ris idem.
Sainos de 560 a 640 ris idem.
farinha de 200 a 240 ris a cuia.
Milho de 260 a 320 ris idem.
Feijo de 640 a 1/200 idem.
Haladouro Publico
Foram -.utidas m Matadouro da Cabanga
reztis para o cousumo do dia 17 de Junho.
Sendo : 46 rezes pertenceute a Oliveira Castro,
Se C, t26a diversos.
72
Hendile ntos pblicos
IISZ DB JUHBO
Alfaniega
Renda geral
U 1 a 15
dem i-e 16
Vaporen e navio eperado
VAPORE*
Principe do Grao Parada Bahia hoje.
Mondegodo sul amanh.
Ville de Ceardo sul amauri.
Camillodo sul a 19.
Equateurdo sul a 19.
Cearde Hamburgo a 19.
Aymordo sul a 0.
Ville de Pernambucoda Europa a 21.
John Eiderda Europa a 22.
Manosdo norte a 23.
Nevada Europa a 24.
Autorde Liverpool a 25.
Parado sul a 27.
Tdgusdo sul a 29.
Bivios
Armidade Londres.
Anne Mari-:do Rio Grande do Sul.
Blanchede Terra Nova.
Camdesdo Porto.
Erutede Hamburgo.
Guadianade Lisboa.
Katalinaie Terra Nova.
*337:000.1*62
45:831619
Renda proviueiai :
382:332/281
Movlmento do porto
Navios entrados no dia 16
Trieste e escala24 dias, vapor austraco Zc-
chy de 1,217 toneladas, commandante Golu-
bovich, equipagem 28, carga varios gneros ; a
Johnsten Pater & C- _.
Terra-Nova-38 das, lugar inglez Viola de
181 toneladas, capita James Jolliffe, equipa-
gem 8, carga bacalho ; a Sanoders Brothers
&C.
Navio sahido no mesmo da
Rio de Janeiro e escalaVapor americano Ad-
vance comu andante James Lord, carga va-
rios gneros.


Diario de PcroarabocoScxta-feira V de Jnnho de 1887


1

qual, qaerem ser indemnisados, em caso de perda
ou avana de sua mercadoria bagagem e n aaes.
Nesse cao cobrar-se ha, alm do trete e rte-
maia taxas i|2 pedicdes U mere, doriae em geral; 5 0/3 para as
bagageus e 2 0/0 pus animaes.
A iinpjrlaneia do valor declarado ser pago em
caso du perda total e eomente urna quota propar-
porcisual a p r la, se eata fur ape as parcial.
Do u.esmo modo, em caso de aVaria, a indemni-
saco ser paga proporcional mente a importancia
da av.i..i verificada.
Em ueuhum caso a indemnisacao pode exceder
:.o Ja-nuj e realmente soffrido pelo expeditor, em
consequi ntia de perda ou avana e ser, neste ca
S, reduzda importancia do dimno.
Quantj acia objectos nao seguros, a estrada nao
respousavel scuao at a importancia de 500 lis
pjr kiljgramma de mercadoria e 1000 por kilo-
gramo .le bagagens ou encomraend perdida ou
avariada, sem que em n.uhum caao, a iudemmsa-
co po3sa ser superior ao valor da mercador.a, ba-
gagem ou incjinmeuda perdida ou avariada.
No casj em qu una mercadoria, etc., desenca
minhaaa for aehada, a estrada dar aviso ao des-
tinatario, que ter, durante 15 das, o direito de
redamar a entrega, deveudo restituir os 3,4 da
indemuisaco. qu>; Ihe tiver sido paga.
A mercadoria, etc., averiada ficar pertencendo
a estrada.
Quaudd a mercadoria formar um todo tal, que a
avaria de urna parte o deprecie uu inutilise, a in-
demnisacc a ^:gar ser calculada por arbitra-
mento.
As clausol.s de irrep^nsabilidade cu limitaco
de lesponsabilidade eatabelrcidas nestas condicoes
amentares nao podero ser invocadas pela
da ai se provar culpa ou i.o pjr parte do
pet al da estrada ou defeito de seu servic'.
N'eete c .so, ao ndemnisacea a pagar s. rao rc-
gul i! -s pelo Cj ligo Commereial.
A d-, c araca.i do valor das mercaderas, as no
tas de expedoslo nenbumi significaco tem deide
que nao ljr Diga a t xa d. sguro.
Secretaria > Prolongamiento da Estrada de
Fc.ro do Recife ao S. Francisco e Estrada de
Perra do Secife a Carnar, 13 de Juubode 1837.
secretario,
Mantel Juvencio de aboya.
Englis Ban of 11
[Jlll
Capital do Banco....... l.OOO.OfO
Capital realisado......... i 500,000
Fundo de reserva....... 200,00C
A contar desta data e at ulterior reso-
luto, conceder-ae-ha juros de dous por
cento ao anno, sobre os salios de dinheiro
depositado era conta corrente de movimen-
to no mesnio Banco.
Recebe-se tambero dinheiro em deposito
a juros por parilos determinados, ou su-
ieito ao aviso pivio de trinta das para ser
retralo, mediante as condieBis d^ que Be
dr embecimento aos iuteressados.
Pernamcuco, 23 de Maio de 1887.
Wenry K, Gregory,
Gerente.
(JoMPANHIA
|MPERIA
DE
Alfandegade Pernam-
buco
EDITAL N. 93
Tendo o .ctual exercicio de 18S6-87, de vigorar
I de Dezeiniro do c;rr< nte arin^, por
ordcni dj 11 i que esta iep-trtic*o reteber no dia 20 do andan-
te, a 11 b ra di maoli, propestas em cartas f -
las, .- liadas e asaiguadas, pa o foruecimen
lur.i'i o semestre de Jdlho a Dezembr". de
iit'gjs ueceasarjos pira o servico de ex-
oedi nt irgo das Beccojs, be ai assim de todo
o ni it r..l lestiuado ao servico d< guarda-u,'ta
de ac i 11 -jin a relacao seguate ; podendo as
:r, : :n 18 prop =' .= ser por partes ou em sua tota-
llJade ;
Agua raz, litro.
Azeite de coco, idetn.
I) ti do o, i iem.
Oito de p ixe, dem.
1) r .I rrjpato, dem.
Aioatr i da .">u -ca, i le:n
A'i -llorte?, k. .
Almagre, i a
Bns i, ; lem.
Brinca da Rusai ., m
Ur :i, i :>, i lun.
11 ei ic ni'!, dem.
Baudeirit nacional de 2 panno-, urna.
Dita dita de 3 paui 3, umi.
Or, k I .
O ri i'n .! ila, idem
Chumbo cm pasta, idem
Cab de !id!io, id. in.
Dito mauiha, idem.
Dito le C .o. idem.
Crreme .le ferio, idero.
ChI de Jaguunbe, alqu-ire
]).;. ni- t;. i icm.
Croques ga'anisados, um.
Dit ; mai .rea, idem.
Cadcrnaes bronseadas. po legada.
Ditos lyimdr s, idem.
Oadarco brinco de algo1:"- p ;"i.
Espirito de vinbo, litro.
Estopa de linbo americana, kilo.
Dita, dita nacional, idem.
Dita d algod, dem.
Fio de dit.>, idem.
Dito de vella, idem.
Folh-i de metal, dem.
Filletos de todas as cores, rn- tro.
Forouetas galvunisadas, um i.
K^rcsen- (gaz), lata.
Gomma laca, kilo.
L'nha br mea e ilcatroada, idem.
Lona larga, metro.
i. ... esmeril, duza.
Dita de pape1, dem.
Merlino, kilo.
Miilhar, idem.
Ole-o d-; linha^a, litro.
Occa kilo.
Piassava, dem.
Pregos de metal para t nt" de navio, idem.
Dito, d.t i, dita de laucha, dem.
Dita de cobre, grande batel dem.
Dita poetas de Paria, mac>.
i'.i de ferro, ujij.
Phoaphorjs, m co.
Reinos de faia, metro.
Sola, uui.
S.bo em bexija, kilo.
Secaute zinco, kilo.
Dito d fezes, idem.
Sabao, kil).
Taxas dd ferro, idem.
Di'a de cobre, dem.
Tij lio para m.rta 8j ura.
Ti uta branca unco, kilo.
Dita preta, kilo.
Dit i verle, ilem.
Veruiz, litro.
Vassouras, duzia.
Zarca?, kdo.
MADEIRAS DE DIVERSAS QUALIDADES
Tiiboas du cedro d.! 1 poilegada, urna.
Ditas pao carga de 1 dita, dem.
Ditas, dita dita de 31 idem, dem.
Ditas, dita dita de 1(2 dem, idem.
Ditas, dita dita de 5(4 idem, idem.
Ditas de loaro del idem, idem.
Ditas de' pinho da 1 idem, idem.
Tirante de eyeupira, um.
Pas curvos de dita, dem.
3' Secco, 13 de Junho de 1887.
O chefe,
Cicero B. de M. lio.
Estrada de ferro de Ribe rao ao
Benito
Pelo presente fae,o saber aos Srs. accionistas
''esta empreza, que apenas realisaram a 1' e -
trada de 10 /0 de suas acedes, constantes das
cautellas na. 6, 28, 32, 47, 59, 4, 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 120, 125, 126, e ls7, que,
em face do ditposto no n. 1 do art. 9" dos estatu-
tos fica Ibes marcado o praso de 30 das, a contar
de hoje, para realisarem a !2' entrada com a multa
de 20 o/0.
Outrosim, o accionista que nao realisar suas en-
tradas na torrea determinada, perder em bene-
ficio da < mpr za as entradas que j t.nha fe'ito.
Recife, 15 de Junho de 1887.
O secretario da directora,
Jos Bearmino Pereira de Afelio.
DO
BRASIL
Capital 0,0:00
dem reallsatlo S,000:000#
A caixa filial d'esie Banco funeciouando tem
por .nmiente ra do Commercio n. 38, saca,
vista ou a praz>, entra os 8 guintes correspon-
dentes no estrang-iro :
Lmdrcs......... s/N. M. Rithachil & Sitia.
Pars........
Himburgo.....
Berlim........
I5r< mente......
Fraukfurt / Main)
Antuerpia.......
Roma...........
Genova .....
NapoL s.........
Mi.ii e ma8 340
cidades de Ita-
lia..........
Madr.d..........
Barcelona.......
Cdiz...........
Malaga.........
Tarragonp......
Valencia e outraE
,idadc3 da lies
pauha e i.ha
tl^n^rias......
Lisboa.........\
Porto e ma8 ci-'
da:-o de Por-/
tugal e ilhas. J
Buenos-Ayrea ... )
Moni, video......)
Nova York......
NEUIRON contra FOCO
EST: 1803
Edificio e mercadoria*
Taxas baixas
Promplo pagamento de prejuisoa
CAPITAL
Rs. 16,000:000*000
Agentes
BROWNS i C.
N. *Ra do CommercioN. o
(OHPI.\UIA t BSoM
i\0RTHERX
de lionilre e Aberileen
r,i*lriii. aaanceica(Uexemhro Ib85)
De Rcthsehild Frres.
Deutaelie B i'ik.
Banqii" a'Anvera.
Banc Genrale e s
agencias.
Banco Hypoteeario de
Espaa e suas agen-
cias.
Banco de Portugal e.
suas agencias.
Ri-
Capital oubsciipto
Fundos accurnuladcs
Becelia annnal >
Dj prejiios con'!"?
De premios sobi
De juros


3.000,000
3.134,348
7,330
1,000
x.,2,000
O AGENTE,
John. H- Boxwell
RI AltO ()HHK.riO \. III- t^DUl
amomam
DampschinTabrts-GeselIschan
0 vapor Cear
Esperase de HAMBURGO.
por LISBOA, e AgORES at
o dia 19 do corrente, segun
ido depois da demora neces-
1 saria para
Rio de Janeiro e Santos
Pa t a pnssageiros e cAr?a a frete trata-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERC/O N. 3
1' andar
COHPANHIA
co.vnu foco
3ortb Brilish St ercuoii
CAPITAL
e.OOO.OOo de Ib ras sterllna
A G E N 1 E S
Adoinson Howiei&C.
Fie Liverpool & London & Globe
Um Muro k C.
-,
Aviso
O London d Brasilian Bank, limited,
recebe dinheiro em conta corrente simples
de 2
[0 ?.o anno,
capitalisa
e Dezem
com os juros
dos de 6 em 6 mezesJunho
bro.
Receba tambera dinheiro em deposito,
com aviso previo de 30 diaa, ou fxo a pra-
so de 3, 4, 6, 9 o 12 mezes, as tazas de
juros, que forem convencionadas entre as
partes.
As c ntas j existentes, vencendo juros
por differeiites taxas, ficam sem alteracSo.
Recife, 24 de Maio de 1887.
W. H. Billn.
English link of the
ver Pate. Limited.
G. Amsirk & C.
Compra raques sobre qunlquer praei do impe-
rio c do estrangeiro.
R-cebe dinheiro em canta corrate de movi-
uaento com jur. s a lasao de i% ko anno e por le-
tras a prazo a juros cenveucionados.
O gerente,
William M Webster
EMPREZA DO (i\Z
Pede-se aos Senho
res coDsummidoi*es <$&
queiraio azer qualquer
coniunicaco ou recla-
nac >, seja esta feila no
escriplorio desta em. re-
za aria do mperador n
29, ohde tambem se re-
ce ber? qualquer conta
que queipain pagar.
Os nicos cobrad ji.es
externos sao os Senhores
Hermillo Francisco Ro-
drigues Freir e Manoel
Antonio di Silva Ol-
veira, e quando o^ pre-
ciso o Sr. Antonio Mar-
ios Carvalho,
Todos os recibos
desta empreza de.verao
srrpassado rm (aloes
carimbados e firmados
pelo gerente sem < que
nao tero valor algum.
George Windsor,
Gerente
;stlo2v & Brasilian lauk
Llmltetl
Ra Jo Commercio a. 32
-acca po- todos os vapores sobre as ca-
sas do recamo banco em Portugal, sendo
e:u Lisboa, na ios Capell.'stas r. 75. No
Porto, ru:-- dos Inctazas.
Til KA TRO
I1IT1ISI
COMPINHIi LYlCA ITALIANA
DE GPEHAS E DfHETIIS
e\ipreza N A.GHEL
Direc^o-LlIZ WMM
AMANHA
Saobado. 18 de Junho
A magnifica opera era 3 actos e t quadros
0$ Dragos no Convento
Nu iuteivallo do Io ao 2o acto
\ovo c variado inlcrmeilio
concert
publicar-sc-ba o pro^ramma
Bahia, Klo
video e
Amanba
lbado.
Ronds para
Apipucos.
deta-
A'm s hora*.
toteas as linbas e trem para
THEATRO
Sabbado. 18 do corrente
Recita crganisada pelo popular artista
LVRt
Com o concurso da companhia dramtica
SOMIIS DE EDEIROS
da qual faz parte a 1.a actriz ingenua brasileira
D. ISOLINA MONCLAR
1." repreaentacio n'i-sta epocha do magestoso
drau a cm 4 actos, intitulado
:i u n
>IARITI3IOS CONTRA FOGti
Companhia Phen!\ Per-
nambncana
Ruado Commercio i. 8
Companhia de Seguros
martimos e terrestres
Estabelcda em I 55
CAPITAL 1,000:0001
SINISTROS PAGOS
At 31 de dezembro de 1884
narilimos..... 4,il0:000$00(l
Terrestres,. 316:000(00
41Ra do < oininreio
Colaia fle Um ,
de lista
AGENTE
Miguel Jos Alves
N. 7RA DO BOM JESS -N 7
Seguro* mrlllmu lrrroire<
Nestes ltimos a nica companhia neata praca
jue concede os Sri. scgurmdrt iiempco de paga-
mento de prc-mio em cada stimo anno, o que
equivale ao descont annual de cerca de 15 per
ento em tiv-.r dos egurados.
O papel de Galileu ser desfmpenhado pelo ar-
tista SOARES DE MEDEIROS, o de Julia pelr.
actriz D. ISOLINA MONCLAR.
Toma parte toda a companhia.
DOMINGO 19
ENpeciaculo ofTerecIdo & claMe
commereial
1.a representco n'este theatro e ultima n'csta
cidade da magnifica peca
Um drama no alto mar
Brevemente, beneficio do artista
Soares de Medeiros
com o drama d-' grande espectculo
0 EEMOESO VIVO
a as i
Pacifle Sieaoi NavigationCompany
STRATTS OF MAGELLAN LTNE
Paquete John Eider
Espera-se dos portos do
su I at o dia 22 de Ju-
nho seguindo para
a Europa depois da
demora do costume.
Este paquete e os que do. a
em danle seguirem tocarao em
Plyiioulli, o. que facilitar che-
garem os passageiros com mai
brevidade a Londres.
i'ara carga, passagens, encommendas e din-
heiro a frete tracta te com os
AGENTES
Wllson 8ons A c .. Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
Ct.m;s.^La Bratilelra de .\ave
gaeSoa Vapor
PORTOS DO NORTE
O vapor Camlo
Commandante o 1 tenerte Carlos An-
tonio Gomes
E' esperado dos jjortos dn 3>i!
at o dia 19 de Junho, i
seguir depois da demora in-
dispensavel, para os porto
do norte at Para smeate-
Para carga, passagens cucooomendiu valen s
tractu-se na agencia
PRAgA DO CORPO SANTO N. 9
'I0VAL1AILSTEA1 ""PACT
GMPAin
O paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 do corrente, seguindo
depois da demora uecessaa
ria para
de Janeiro Monte
Buenos Ayrcs
Oprquete Mondego
E osperad>.
do sul no dia 18 d<
corrente seguin 1;
depois d* demori
nceessaria par.
8. Vicente, Lisboa, Vigoe 8011
thaniptou
Reducido de passaqens
Ida Ida e votta
A South.impt .n 1" clacee 28 12
amaroteb reservados para os passageiros de
Pernambuco.
ara passagens, fretes, etc., tracta-se C-. m os
Consignatarios
JaiisoiiHowta&C.
S. 3- RA DO COMMERCIO N. 3
1* andar
< B-:8 llENKAV
sm;r* Aliauno
LINIIA MENSAL
0 paquete Equateur
Commandante Mac
E' esperado dos portos d<
sul at o dit 19 do corrente.
seguindo, depois da demora
do costume, para Bordeaux.
tocando em
Dakar e Lisboa
Lembra-sc aos senhores passageiros de todac
as classes que ha lugares reservados pura est*
agencia, que podem tomar em qualquer teinpo.
Faz-se abatimento de 15 % em favor das fa
inilias composta de 4 pessoas ao mehos e que pa-
garem 4 pasfagens inteiras.
Por excepcao os criados de familias que torna-
ren] bilhetes de proa, gosum tambera d'este abati-
mento.
Os vales postaes s so do at e dia 17 pa^os
de contado.
Para carga, passagens, o.icouioiuudaa 9 diuheir
a frote: tracta-se com o
AGENTE
l':H\4M8ICvl
DE
%avegaco Costeira oor Vapor
PORTOS DO NORTE
Parakt/ba, Natal, Macu, Mossor, Aro
caty, Cear, Acarahu e Camossim
vapor Jaguaribe
Commandante Baptista
Segu no dia 21 do
Junho, 4a 5 horae
da tarde. Recebt
carga at o dia 20
.ncommendas passagens e dinbeiros a frete af
as 3 horas da tai de do dia da sabida.
ESCRIPTORIO
Caes da Companhia Peruambuca'ia
n. 12
Leilo
O AGENTE JOSNUNES
competentemente aut risado por alvar de b* do
cerrente mez, do Dr. juis manicipal e do ccmmer-
cio do termo de Trahiry, na Cear, Jaecme Cuuha
Freir, far leilao no dia 29 do corrente, s 10 ho-
ras da rnaali, na enseada do Par-Cur do mesmo
termo e em presenca do dito juiz, do caico e mais
pertences do vapor Cear, da Compaihia Brasi-
leira de Naveghco Vapor, naufragado naquelle
lugar e abandonado pela moma companhia.
Cear, 10 de Junho de 1887.
AVISOS DIVERSOS
CAI.1LEIRU Precisa-se de um cem pratica
de m libados e que J fiador sua conducta, pre
na ra Imperial n 110.
terindo se brasileiro
LEiLES
Scxta-feira 17, deve ter lugar o ultimo leilo
de um variado sortimento de ferragens, mnidezss,
movis e muitos outres artigos existentes na ra
do Bom Jess u. 43, de conlormidade com o an-
nnncio.
Agente Pinto
O agente de leiloes, Pinto, tendo mudado o seu
escripturio da ra do Bom J;sus u. 43 para o ar-
mazem da ra do Mrquez de Olinds n. 52, pede
a todos os seuheres que tem em seu deposito pia-
nos, m chinas de costura o outros muites movis
se dignem^retiral-08 no prazo de 3 dias, findo os
quaes stro vendidos por qualquer prpeo.
Recife, 3 d Juuho de 1887.
Alnga-so casas a 8/0C0 no becco dos C;.e-
hos, junto de S. Gon<;a!lo : a tratar :.; ra .'
Imperatriz n. 56.
*m Precia-se de urna ; na mu Jo
Cabug i). 3, terceiro andar.
Aluga-ee uina cusa na travessa de Joo Fer-
nandes Vieira n 47, com uin pequeo sitio : a
tratar na ra da Aurora n. 85, das 10 s 11 ho-
ras.
Os abaixo assignados mudaran o sen
ptorio de advogado e solicitador, da casa n. 38
ra do Imperador para a de n. 09 mesma ra,
sala da frente.
Man el J^aquim Silveira
Ji o Cae tao do Abreu.
Leilao
de urna tnobilia Je Jacaranda, um piano,
urna rstant-, urna cormnoda, tres mesas,
urna serpentina, urna mesa redonda com
pedra e outros movis
Sextafeira 17 do corrente
Agente Pinto
lina do Itoui le*iis n :l
Em continuadlo
vender o mesmo ageute 11 saceos e 3 paneiros
erm tapioca.
Leilo
Em continuado
Da armacao, bataneas, 1 fiteiro e utcntilios li-
vrese desembarucados, e os bons gneros do ista-
beleclmento de mc-lhados sito ra de 8. JoSo n.5;
garante-se a chave da casa.
Agente Biito
8e\ta-felra, S 5 do corrente
A's 10 li2 horas
Al 1 Para
lia peejuena na ra
mero 107.
t'ipo'Linir p':r.i nina fumi-
'i> Mrquez do II rvJ :iu-
Alugase a casa n. V Passagem da Mag-
dalena, passando a ponte grande, com "uits bons
commodos internos e externos, cjm a;'. encasa-
da e sitio com alguns arvoredos, cuja c
se concertada, calada e pintada ; a tratar com o
commendador Albino Jos da Silva, ou na ra
vclha de Santa Rita n. 14, sobrado
Precisa-se de Hia ama que coinhe em 6
compre ; na ra da Roda n. 20.
Precisa-je de urna ama que entenda de a!-
gumss ccsturaB e que faca alguns serviecs i?
casa : na ra da Florentina n. 10.
Precisa-se de urra ama jara lavar e
gnmmar em casa d.' familia : na ru .
Riachuelo n. 13 se dir.
n
lo
HOMAIS
P^* CLERY Venae-se em U:j
\ma
Precisa-se de urna ama pira cesinhar, para -. i
de duas poss.'is ; w\ ra do Livrameuto ri 22,
segULdo andar.
amIuo
Ama
De um sobrado de doas andares ra Vclha de
Santa Rita sob n. 10. do urna casa terrea com
sota ra da Veutura s b n. 0 na iregueiia da
Graca, nos quatro canto?, onde fuucciona urna
pidaria.
Sextafeira 1? de Jnnho
A's 11 horas
No armazara rui do Imperador n. 22
O agente Stepple autorisalo pelo consulado
portuguez levar leilao o sobrado e a ca a ter-
rea cima mencionado?, e pertencentes ao espolio
de Jos Goncalves da Cruz. Os senhores prcten- ^m Oom
deute desde j pod. rao ir cumnar os riferidoe lmPera'r,
Precisa-se d''urna ama para eosinh ir cm esa
de familia de duas prssoas ; na ra Duque de
Caxias n. 8i.
Assucar refinado
Vende se na retinara da ra do Coronel Suas
suna n. 7, em arrobas por preco coramodo, c em
kilos, 1 sorte a 240 rs., 2' 200 rs. e 3" 1(50 rs.
Teleqhone'48.
Vende-se
predios.
Leilo
um bom estabelecimcnto de im lhados ra da
z, bem afreguezado ; a tratar na mesma
ra n 23, com Francisco Cardoso da Silv Pinto
Allencao
4upsle Labilie
9 RA DO COMMERCIO 9
CHARGEIRS BEtSIS
ompanhia Franceza de navega
eo a Vapor
Liuha quinzenal entre o H.vre, Lia-
boa, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
0 nw fflh ii PnrnamUaco
Commandante Cbancerel
E' esperado da Europh
at o dia 21 de Junho, se
guindo depois da indispen
savel demora para a Ba-
ha. Rio :!e Janeiro
c Manilo.
Roga-se aoo Srs. importadores de carga p'lot
vapores desta linha,quciram apresentar dentro de 6
iias a contar do da descarga das alvarong. ,:.
quer reelameco concernente a volumes, que po-
yi-ntu.htcnham seguido para os purtos do sul,afiu
de se poderetn dar a tempoas providencias neces
sarias.
girado o referido praso a companhiSca n se
ri-sponsabilisa por extravos.
Pi.ra carga, paisagjns, encommendas e dinheiro
a frete : trata-se com o
0 vapor ViJe de Cear
Commandante Simon-t
Espera-se dos Dortos do
sul at o dia 18 de Junho,
seguindo depois da indis
pensavel demora para o lia
ir.
Conduz medico abordo, de marcha rpida
e offerece excellentcs commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadas d6 anteino.
Recebe carga encommendas e paeeageiros para
os quaes tem excel lentes accommodacoes. _
Para carga, passagens, encommendas e dinheiro
a frete: trata-se com o
AGENTE
Augusle Labilie
9 RA DO COMMERCIO-9
V-puros naeionaes
(NORTE E OUL)
lio Se UTO, u .
de, Pelotas e Porto-Alegre
Vapor Ayinor
Fspcra-se at o
dia 20 o corrente
do Rio de Janeiro
e seguir depois
da demora do eos-
turre para os por-
tos cima indicados.
Recebe carga, enccmmrndas e passageiros para
os meemos portos : a tratar eos
PEREIRA CARNEIRO & C.
DO COMMERCIO N. 6
1- andar
De 2 pianos de armario a ?00000.
2 mubilias de Jacaranda a 200i)00*
Machinas de costura de mesa a 50i0
Ditas de rao a 3'.000
Fugues de ferro a 10$0(P.
Ditos de ditos a 154'.00
Mesas pequen a i 14 Camas Je f.rro u 34 01.
Dil.is oia..rcs a 2UO.
Gai rafas de vinbo < u vinagre a 100.
Latas com milho a 10 >.
Colheres para sopa a 240 '.
Ditas pira cha a 14090.
Deposit..a para candieiroa a 100.
Candieiros a gaz a 24(03
Quadros diversos a 500
Papel pintado re3ni i 1 i.'nll.
Pedras para mesas e & nso'os, tintas, ferros e
papel para impressao, brides e estribos, relr.gios,
globos, cobertas de metal para tratos, filtros, 1
fugao de ferro novo e ni klalo, barr) com pregos,
espingarda?, hincas iaia cortinados, mudezas e
muitos outros artigos que estaro patentes ao
exame dos concurreutes.
Sexta Jeira, 17 do corrente
Ra do Bom Jess a. 43
O agente Pinto levar leilo socorrer do mar-
tello os ebjectos cima mencionados servindo de
base as o&ertas ebtidas, devendo os arrematantes
retirarem seus lotes findo o acto da arrematarn
em 24 horas por ter de fazer iffectiva a entrega
da chave da referida cssa.
O rtferido le lo principiar 10 horas em pon-
to por screm muitos e diversos os lotes.
Em continuacao e a l hora da tarde
Um rieo lustre de ci jatal com 8 bicos para gaz
oarboaico (perfeito.)
Tinturara franceza no largo de S. Pedro
numero 6.
Tinge-se e lmpa se com a maior perfeicao toda
U qualdade de estofo e tuzeudss em precos ou cm
obras, chapeos de feltro cu de paiha, tira-so o
mofi das fazendas, e todo o 'rabalho feito por
mei i de aperfeicoado maehinismo.
rma^ao
Vende ae urna completamente nova,
tase para qualquer negocio
Santa Thereza n. 30.
que pres-
tratar na ra de
Leilo
De 7 pecas de superior panno piloto, 50 pares
de sapaio s de bezerro, 20duzias desapatinhos de
la, moblias de amarillo e Jacaranda, camas fran-
cezas, marquezoes, tollets, lavatorios com pedra,
piano, mesas clsticas, guarda vestidos, guarda-
Icucas, espelbos ovaee, quadros, guarda-comidas,
cadeiras avulsas, sois, consolos, diversas quali
Jadea de bebidase mudezas.
Sexta feira 1 7 do corrente
A's 11 horas
Vo armazem da ra do Mrquez de Olinda
n. 19
Por intervrnjao do agente
Gusmo
Ultimo leilo
SEXTA-FEIRA, 17 DO CORRENTE
A's 11 horas
Na ra do Imperador n. 49
Do 1 mobilia de Jacaranda, 1 dita de pao carga,
cadeiras de junco, de braco e de balando, 2 fitei-
ros, cadeiras de guarnico de junco, 2 mesas, 2
secretarias, l guarrta-roupa, 1 guarda-lou^a, 1
commoda, 2 grades de ferro, jarros, copos, clices
e 2 relogios.
N. 6.-RA
Le'lo
Da armaySu, balanza, pesos, medidas, eo-
fre do ferro, candieiros, encanamento e
registro de gaz, existentes na taverna
sita ra Imperial n. 151 pertencente
a mass.i fallida do Juan Benito Rodri-
gues.
Sgunda feira 20 de Junho
AS 11 HORAS
O agente Gusmo, sutorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juis de direito do commercio ea
requerimento do Dr. curador fiscal da massa falli-
da de Juan Benito Rodrigues, fura leilo do que
cima fica declarado, garantindo-se as chaves da
cesa.
Kmiilsao de hi.ipler
Preparado de Biirongh^. 1%'ell-
< me & c .
CHIAirCOS DE LOSDRES
Azeite puro e fresco de figad) de bacalbo da
Noruegas ra soiuco com o Extracto de Malta de
Kepler.
Esta a mais perfeita Emuhao at hoje conhe-
cda.
Foi inlrodusda na pratica medica a alguus
annos e desde ento o seu consumo tem tomado
um incremento to extraordinario que nao ha um
s da em que seja receitada pelos mais abalisa
dos mdicos do mando, com preferencia sobre
todas as demais preparacoes de igual natureza. pela
certeza de sua tolerancia no estomago nao sodas
cranlas como dos adultos, rebeldes muitas vezes
ao oleo de bacalbo e a muitas emuUoes mal pre-
paradas.
Assim, pos, a uossa Emuhao se recommeuda
com preferencia para o tratamento da tsica em
todas as suas multiplicadas manifestacoes e em
todas nfiveeoes dos orgos respiratorios, como bron-
chites, raquitismo, eufermidades escrofulosas, tu-
mores brancis. procediroento supurativo e na den-
tco das ereancas, na caxexia syphiltica, na
perda do appetitte e debilidade dos orgos diges-
tivos e em geral em todos es casos cm que se faz
preciso o levantamcnto na nutrico.
i ni o depowilo
34Ra Larga do Ros rio34
Pharmacia
BARTHOLOMEU & C SUCCESORES
23-
OASA DA FORTUNA
Bi hetes garantidos
RA PRIM EIRO DE M A RCO 23
Da 6a lotera da provincia e 19a parte das
concedidas em beneficio da ratriz de
Itamb venderam Martina Fiuza & C. os
seguintes premios garantidos :
6230 :0005
7125 50,5
Acham-se venda os afortunados bi-
lhetes garantidos d;; 7S lotera da provin-
ia e 14a parte das concedidas em bene-
ficio da matriz da 8oa-Vista, que se ex
trahir quando for annueiada.
PRECOS
1 inteiro 35' 00
1 terSo 15000
Ea porco de too*oo para
cima
1 inteiro 2700
1 terco 900
Peitora 1 de Cambar
PREgOS
as agencias : frasco 24500, 1|2 duzia 134
duzia 24^000.
as sub agencias : frasco 2$800, li2 r-;i
15*000 e duzia 28*000.
Agentes e depositarios geraes em toda a pro-
vinciaFrancisco M. da Silva Se. C, ra do
Mrquez de Olinda n. ?3.

1 MBIHAH I


Diario 6 PcrMiiifc* Se&ta~ftira 17 de Junbo de 1887
PHARMACIA PIMO
S.PINHO & C.
51Ra do Baro da Victoria51
Esta pnarmacia reeent. morte. estubelecida achft *b m con li^s de satisfazer
cora promptido a escrupulosa fdelidade as exigencias dos Srs. mdicos e ao publico
ero gerl, oue SBeoDiFSr n'ella ttm con pieto e novo sorUuiento <[" a8 r
ment, e productos ehiinicos, pb.r aceut(oos n.cionaea e estrangeir s
modicidade de presos.
rogas, med
garantido se
TINTURAHPQMADA
NICA H TNICA
USTANTANEA fl% >
t na fidto. i pfttiiaEi
DE FIL.LIOL. BE PfLL.IOl.
OUSlwidiriDictUU*
Maesa
Mi iftjw. Ma C#r prtmi'jTn
*iUftraI ca Parla i riLUOL,!, rui Tir.me, Pa
% #art0ifi.>ca : FRAN M da BU.VA O
T'B&fl FMfa uraica
Especia,!, ti ir, o .Ribeiro na larga do Rosa-
io; ell<', antes q i bu -v.be.
' riado
do
WOLFF&
N.4--MA DO GABGA'. 4
e.ul<-li eJiucu-
piib>ie o m---is
<
V
K'j
Veste ni;i(o ouli< cirio
a eiteont**1 r o re*pe?tav* I
variad > ct coi: pleto sot tjn-nto de JO?.\
-ce'iid si-jupr .;; el -.ijioiie rio* tuellio-
r*s f bp'oantes da ur#pu, o qu p mam
p< lu ijpuivst'a ist ilo atando elegni-.
Bfcos dereces uiiilet*?, liadas pulsea-
ra-, tiicc. volcti d uitra c; av. jtd*t*< rom
lr !li ri:,-.,, on pe bolOes e aatros militas a tfgos proprios
de* te. cae es.
|ii
ESPECIUIDADE
ua t elogio de oui o. p-t>ta u nickel <*.
i* o tac uaos los miiin
dit 10ropa c lir c-
para linm um, ei?i.
aor-lii dj< fabriru tea
rica.
fara torio* oa o tlj< s tiesta c.ia ..isv.u-
t -se a boa quiili ade. a -* ni como s* mod ci-
rio.:?-: nos precos qu^ sito srnt cmptil.' ca.
V.*>t% casa i ni b ni concerto-si; qual-
quer iliru d* aura oa prn>n e tamben* r< ln-
?ius de qnulqn r qiiul?dde que s<>ja
Prtcisase de ux criado : a tratar na ra
':.yand n. 19. Passag m da Magdalena.
E ~
a 400 rs. a arroba
Chi-g ii a primeir* remessa do precioso farello
de carteo d algodi, o m :is barato de todos es
aliment* s pira anima s" de h^* ca vallar, vae.-um
snin ele. O car- co de algcdao dep.is de ex-
trahida a ca?e e t'jdo o otttot o ais rico ali-
ment oue se pode dor aniui -b p.ra ca forta
lecrt e (ogordar enm dmiravel rapidez.
Nos Estados Unidos da Anvrita do Norte e na
I gletfrr* tile emjjcgudo (com o inais feliz re-
sultado) de preferencia ao mi ho o cutros farelliB
que pao mui'o Kah cro e nao to de tanta sus-
tancia.
A trftlur ne Beclfe Lno do Cor
po Sanio. Io andar
Prepara se comidas
com todo o asseio c per mi nos 20 0/0 do que em
oulra qualqutr parle ; iu ;.uieo de 6. Pedio n. t,
priraeiro ana '.
Compra-se
a Coriatituicao e Direito oolesia6tico, por 6 or^
Philips, j4 usados ; no pateo do Terco n. 18.
Canda
Comprase cm grande o-i : quena p .-rtfio ; na
ra larga do Rosario ". 34.
^D
As Pilulas Cathartioas
Do Dr. Ayer.
A eswiienuUi do tempo, appllodo '< Pilla do
Dr. Ajpf; tm ':i lo a|tfirir:ifito cinii <*s resulUxi*>h
i tas. ra nitode ifintrenta minoa
que estas l'iluin <4RTmHi unm popolwi la
versal, qne HenHiiin tffi*a lAottodfrai ii;r ::
podido rivalis^r.
A8 PUtStAB i l'::. v:;\. u tm rompleta-
m.'iite o Ventrfe e m suAvMad**, o i fflmniam
tlflcaia oa orgft'^difg^V'v"* mvsImlinliT**.
As Pilalaa do Dr. Ayer
curan Indigesta I' ento,6 v:x.\-1 mnltAS
serias e a inlno fatacs, <_-.n_-. lid Diotrailafl
porf:: leu.
Par) us ci enfna do iv l
jo BjmptoraassSo a EnferaaMtadea da Prtlo,
Ardor e Peso no Estomas, Nauaen, Hales,
DAreadel abeca. Hlito Fetuin. Pebre nuion
Colicut Dore do estomago costas espadnas,
IncltacS'p Hyitroplii-;. ute^uada as allivia
cora npjrnrun'.M e proroptii 3o como Pii.clas no
Int. Ayer; i* qoaes ao de grande atilldade uo
curativo das HeiniDrrlioMaa.
i ouio remedio domestico nio ter ognal.
PBBPARADAS Pl i I
CA.,
DR. -T. C. AYER k
.owell, Bfess., E. V. A.
ita tas pruoipaes pham i h garlas
Ailenco
m**)
4-Rii
ii( (1;
bug-4
LlilZ DA C
D. Hara fuslina du ilva
Antonio liara da Silva, seus genros e filbop,
ajx>:i^eeem do intirm d'Hlma a todos os amigos o.
inais pessoas qui^ se dignaram aiompanhar os
restos mortac di- a .'iipre Icuibrada esposa,
eogra e mai, ). M :ia l'istini da 9ilva, ao C' mi-
terio Public--; n no. mesmo?. e mus
amigos qii" por *:lf : b .' naj foram con-
vidados para o enterro, a a :-' rom :is missas por
alma da mesilla, qi i ;.iu :i, stbbadj 18 do
c rrent-, polas 7 horas da uianhii, ni igreja da
Madre dt Deu-s 7 da de s u pissameuto, [>elo que
desde j ant^eipam seu reconhecimento.__________
Anna dft CoutrUjo 8i(r. de Cftr-
vnliia
rni" :n di I
Jone Augusto Alvares da (.'arvalbo e seus inno-
centes filbos, cm bome-nagem aquella que na vida
Ihes foi iao extremosa esposa o mSi, maudam ce-
lebrar algumas mismas por sua -ihan na matriz de
Santo Antonio, no saboad > 1S do correte, s S
h m> da inanh.I. e para aseistil-ai imploram a
presenca de todos os seus amigos c parentes, pr.>-
testanrio-lhes desdo jaoaeterna r.iatidao. ^^^
L
I'rccisa-se firendar urna piopriedade da trras,
erm casa de vivenda, cs'ribnria, casa de faritiha,
ditis para moradores i: mais benifeitorias, cim
racudc ou abundancia d'ugua eorrenfe, com cercado
pira vanas :!e I. ite e aniaiaes, on pn isto, e para t da agricultura de mandioca, milho,
fejilo e al^' da", e que i iio diste de um p veade
eom feira, quand' milito de urna li'goa, tendo al-
gnma i e'.cao de r.ir..i:ho de ferro nesta mesma
disti.nti,:, 1:3o importando ser o lugur acalingado,
icm tnnto qu' < steja ni a (ond co> sa cima exigidas.
e qnn as bemfeitorias estejam ::i p ifcito estado
de constrvacSo e |imp--sa ; quein tiver annuncie
pira ser proeurado eexaminar-se. Nao se escolhe
c: marea ; priferindo se a da Victoria.
AVIS
Os fig03 dv; ?riiti<:ios preparados na an-
tig.i fabrica da viuva Rufino proprios para
as Doites de Santo Autonio e S. Joio, ven-
derr-8e urtiosmente no caes Vinte Dous de
Nov:.'ubre, armaseis da Bola Amarella
n. 3t!, peles presos da fabrica ; neste ar
luRzeir. haver .*en'Ja lidos craveiros,
pistolas de todas c6rca e taroanhos, rodas
simples e singelas, fi guetinhns, estreli-
nhps, etc., etc.
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5" t

i*
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r-3
^bs-
E
esappar^u
na w xra-f.-n 10 do t*rttmtt da casa do Sr. Joa-
qnim loi Tirx-,'.1 ni !ie ft'' por iro, o menor
HeoMqne, i- II nuoa de idade, de eor preta,
! ehiM e ei$a parda, sendo dis-
cipoJo este, 'iqiml fra utregne ; r neu padrinbo,
afn de ap.e.ider j ;!i b(.\m ,, r s[., pi,e M
kii' ndades y Masa ,. ,^iuj .-. qusm o eio-ontre,
r Re iue fue i eptCk.1 favor :o mand r evar
OU p. rri:par i na d> M,,iq : a do II rval n.
235 Coaita qse wnn meaor saguia ,ra as
bandas de Ai' j*.. -.
n> msica
p ra
D I.U
lili s-
Peseoa bastante babiitaJa, cff.-r. c-. se
leccionar quaquer socicd.ida marcial, den
fra da capital, ubrigaiuo-fce a nabir i va i
na, conforme o contrato qua couvencionar : quera
precisar dirija-s-- casa do professjr M..iceiino
Cleto, '. ra do Jardim n. 19.
KMIiiiiiiaijiie
0:.b,ixo i ni '.- prestar ir>
seryic> a-a seus pitrieios pj'urv, n deliberado
i brir una aula d- primeiras IIni gratuita, que
ir.' c h fu ,iu i h i le Ju 'i .'. ra do
"asso P r nvid sos pais de
faniili'' que oq iarem honrar eom i: eoiifiuncs,
a i,ro':uiai i::-;.j na iucsma ra, ; 3 bon.8 da
Fodos aqueiles que soffrem
.io peito, devem experimentar
a u-.psulas do Dr. Fournier.
DcpoMari is em :'. i>MiDweo
FHANCIi-CC- f. d3 SILVA A
oa.
M
MESOUITA
66Kua do Sarao k Triuinplio-GO
(intima do Brum)
Neste estribe lecimento en contra rao os
Srs, agricultores e s us corresponden!es
todos os objectos tendentes a agricultura,
como sejam:
Machinas para fazer espirito, de destil-
lar e restillar, alambiques do antigo no-
vo systema com esque.ita garapa, serpenti-
nas e carapucas tachas, tachos; bombas de
*ronze, de cobre e de ferro, de aspirante e
de repuxo, para agua. meJ e garapa, tor-
neiras de bronze, Je madeira e de todo}-
os taroanhos, canos de cobre, chumbo, fer-
ro, de todas as dimenc.es, cobre picado,
fundos para alambiques, repartideiras, pas-
sadeiras e escumadeiras de cobre, de fer-
ro galvanisado rmelas, e lencm s He co-
bre, bombas, continuas, sinos de i libra at
110 arrobas, sola ingleza e do Rit\ c di
nhos patente- e de lap's.
Fazem se concertos.de todas as qualida-
des ecom toda, presteza e perfeic. > apresos
mdicos
t
Vendem se a niazo ol a dinheiro con
descont.
Mari Coclbo Meira
Asceacio Jiinervi. o Meira de Vascuuculljs e
seus filhos convidam os seus parentes e ain g s
e b.'in assim os alumn t do collego Mi irn, pata
as missas qu- mandam leaar no dia 19 do corrate
mes, s 7 1/2 horas da msnbt, na i atris da Boa
Vista, por alma de sua i stremeida mulber, mili,
t'a e madrasta, r 's ii' j ee confessam sumtm.
mente gratos a todos aqueiles que quizercm p:n.
liear ease acto do oarid ide ehriet, bem como >s
que eoiiiparcccram ao Cnterrr.rneuto da n.ums ti
ad, que 'eve Inenr no ilia 14 dr. e-rniite.
Luis Ferire de Andrxdc e sua familia con
vidam aos parentes e amigos de seu genro Pan-
cco Ribeiro Vilella, fallecido na cidado da Et-
e.da, para sssiftircm a raissa que por nlma do
mesmo mandam el-brar sexta-teira 17 do cir-
r nte, s 7 1 2 botas da Btmba, na irn'riz de
S. Jos.
Marcionilla Peronide S. Ti ixeira manda cele-
brar urna missa per flma de sua pr suda miga
Josepha R. Vieira de Araujo, e convida a todas
as suas amigas e conhecidos para assistirem a
este acto, que ter lugar no salbsdo 18 do eor
lente, s 7 horas da mau-b, ni igreja de S. Jos
de R bi-mar.
lima da Conecten* Bailo-, de
' n < a n 111 < i
Jos de Soasa (,>.i r sua ANWKS, fendo de
mandar resar alguims nriesas por a'ira de sua
-i iii(iic lembrada emulada. nBi fia, innn da
( mi cifio BltlMi de CarvalBIO, ion vi -
daoi a todos o* S'.'Oa arnig.?? f ptHCntes pala assis
lirrm i esse aero, qui tira lugar na matriz du
Santo Antonio, s 8 i o:as da m-tr-bil do dm 18 do
eorrfnte, trigsimo de sen failfcioiento : pelo que
te C nf t.-am et< rrau.i nte Rgra.ileuidoa.
O Sr Jos Ii i tu pHV1 do Mello, genro do Sr.
Jos Ignacio "Avila, teuha a b> ndi.do de ir
rus da Oifmjao u. .6, fulii.r ao abaixo assigna
do, a negneio ile seu intt-resse.
Kicife, l. de .lunh, de 1887.
Jos Antonio Albuquerque l'edrozr.
Arrciniai.ento decn-
genho
Amnda-se o impnrtanto engenho Santo Andr,
sito na tregucsia de Una, comarca do Kio Foroto-
so, quatre legoas de Barreiros, ptrto de embar-
que ; cBse engenbo, que um ptimo engeaho
d'ogufl, e um d^s :n> Ihores da provinci., alem de
ootr8s vantagens que ifferece, recommend^-se
jela feriili 'ade e >xtensSo de sua trras, que tem
cap&cidade para salnjar a-ais de 4.000 p>, e
pelas i-uas excelleiltes bras de pedra e cal, inclu-
sive urna magnifica caa de vivenda : quem qui-
zer dirija-se ra do imperador n 40, armazim
de mercearis.
"LEITE MTRAr
(elva)
DE
ALVELOZ
CONSERVADO LIQUIDO SEM ALTERAR SE
O ALVELOZ, plunta du familia das niphorbia-
ceas, que habita os uoss is sertes, bojd reconhe-
cid como um verdadeiro tspei-ifico para destruir
as epitkeKoimts o eSocraides, faciltaado a r< no-
vaco dos tecidos atacados, e fruzendo nfioal urna
cura completa, sem outro tratamento que a appli-
cacao tpica de sna seiva (vulgarmente leite) como
caustico.
Sao numerosos os caeos de. cura, alguns dos
3naos j levhdi.s ao ronhecimento do publico, em
versas publicar-a, pelos Ilustrad; s clinicos
desta cxpital c no cstraupciro, os 8rs. Dt*. Alci-
bHdc8 Velloso e Banifeira, e ptimos resultados,
taiub' ni fon. m obtidos as ferides e us ulceras
ehronicas de carcter syphiliticus.
DEPOSITO GERAL
l'luiruiacia e Drogara de Bartho-
loiieyXC.Successopes
34, Ba L'-irga-do Rosario Pemombuoo
Pliar,acia central
Rua (lolmpeador n 3s
Jos Frnncisco Hittenuotir?, antigo pbarmaceu
tico da pharmacia iniuccza rua dj Baro da
Victori i u. 25, aViSa a sen i amigos e fregm aes,
que ee acba na phairriacia cima, oude espera
Continu? :. m ree r a confianza que felimente
deposi'ainin em e< us trubath is protessionaes.
A quem interessar
possa
Previne-se a ijuem se julgar errdor de Fr, niis-
CO d.- Souza Duarta pr qualqui r rinl i, para que,
no praso de 30 das, a contar da data deite, apre-
eente suas ctntaa rua da Uoiili n. :";4, para
Berem conferidas. Recife, 11 de Junb de 1887
Antonios. Duai'e Perrciri .
'lloenclnrlopela Inspectora Gerai
de Hygine do Imperio do Brazll.
/f

eceairf Se Sua Majestttlt i .aJ.ii d infrtUrn,
o rcito 9 ,-' Hurlrku briUinlot.
G3AIXA briiante LQUIDA
GRAlXAetnPASTaUNCTUOSA
OLEO para ABRKIOS
UDoqstinsceuirio \ant r-n.u jiH Mrs
sos Udis as rrmis.
CSPOSITO QERAL KM LiJlOREB:
*r, ftigh Hnlborn, 97
I nata* : FRie" M. M Wl?A*S.
!Si:Isi
.: -J
j
:.'ifei> 'Ja bsxiga,
: anal a uretfo
::..: as ir prstate,
a urina, sis.
, p.V;irr,aceutcfl-ChiinS8,
Xarope
(De CODEINA i TOLU)
O Xarope Zed emprega-se contra,as
Irriiafes do 'Peito, Tosse do Tsicos, Toss$
convulsa lCoqmlw:he),'Bronchies,Cons'.ipada,
Catarrhos e Insomnios ocrsiskmts.
PA3IS. 22, r::_- C M P=ABKCIA'
ERMIFUGECOLMET
CHOCOLATE com SANTONINA
IHFALLIVEL para destruir as L0NBRI6AS >
Iste Vermfugo r recomneiidadi) pelo (fy> t/l^
sea sabor afrauvel e tunscrTa;Sii iadefloida, Jf/ ''n
Exigir a signatura : ij vi' <.
i.Pi."COLHCr-I'AAeE. faPfm'iyt fms--H..t'!",.7AAP
A
VERDADEIRO
IELXR M D" GUILLIl
Tnico Antl-'alarrhai e Aiiti-Iitliomo
9***. PAUL OA CE, pUarnaceofleo ic i- cisne, ootor en MHia
u-------
. NICO l-HOPSIt
'BIS, 9, na *
MOLESTIAS
DO FIGtOO
OIGESTES
CHEUmUTISMA
GOTTA
rFI^V imc i nir>E
1SICO l-rtOPRETARTO DE ESTE MEMCAMtNTO
"rrr; Tulit rw. 9, FilfS
incoytesui-d m Elixir de Guiltl ; le medifamento o qii
uctc*so ten
i; este me _.
!itfCr>4o j.ri tr ssiprasJt qaer ce ao Par
Til;
ecoooo.il o e o tu**
Sta on Supurativo
lt- ^an/inr tul f,il*lfnr#e*
A (rr l !-:tlii ttclr SillH i t ha Pial lili
tirita u"rri\ra rfo lr accomi-inlitirta com 9
*l0 -OBIt A OUIQtV Oo r*:IHHO (riTcrrAJ
f*l.^".*'.f*,?*"m>IIB*;rr**-*lw>>.
FEBRES
CONTAGIOSAS
flUtoes
ao hito
MOLESTIAS
tU fulheres
e ifas Cr/ancas
Knzebia J. da t'unlta l.iu;ci
11 < norio Jo da (Tonha l'i/e-, KKvia J. de
Lagrs P'rriandi se Augm-lo Goiicalvos Fernan-
de\ uta* etbido a n.fausta itot eia de ler fal
lecidj a sua presada lima t cunbadr., Euzebia J.
da Ciaba Lag--, c-nv.dar es teus mig-js e p-
renles e os da (nri'a, para assiltiren) a nisss, que
por coa a'ma, m- ndi.m retar na matriz da Boa-
Vista, s 7 l2 Sa urt de i-b-bad-) 18 do cor-
rete, trigsimo ai t'e leu pa6ssm*nto, agrade
ccrdo desde j n ti. i n que e.'inparecer-id a esse
aotr. rlcreiicHte t ur ade.
TV!
VINHO^JURIBIBA
BARTHQLOMEO S C
Ph'.nTit. Pcmi
L'uicos preparados de JBUBF.BA rc-
commcnrtdos polos Mdicos contra as
Doeifu do Bioms/o, rifado Seco
e Intestinos, Ptrda do Appetitc.etc.
i 5 -Aanos de bom xito!
EXIGI.< A ASSIGNATOR.'
n
IM-. Fisiirurn I.-
1" a**Meri">tr(
Pedro B. cerra Ca"r*TVtF aVa> M SMtSa Cele-
brar urna misa ua matriz r J Santo Antonio, s
8 1| l m ras da mniib do 'ti 20 do cuirente, se-
gunda fi ira, pela aman- .- n presado primo O
amigo. Dr. Francisco A.'viv i n Sdva, e para t-sse
acto de rl;gila sMMk el i r. mes e .uTgss
s< os e do mesu.o finad-, id i que m-i'o i grade-
err.
I^SSSSSBSnSlSSlIlSIIMIII III a
Semeiites e mnpio
C- m'prk-se na fabrica Apollo rea do Hospicio
numero 79.
Repblica
A'nga-se burato 1 andar da din n 9 rna
doM ipM I Pedro II (lu-ar rioa Cck Ib-'-s) con 6
qtfVftes, 9 n'as K''snh| cuja ei-sa preciase
paia iiuiii' i .-a f. mil'ii ou para eetudantes, n.uito
fiesta, viSf ma'i'n^ea e pv.x'rta 'toa ba*hos sal-
gedla ; a tratar ua ca.-a immediata.
Semeiilcs h arrpalo
Cupra-se grafifles f pi queras q'iantlda es :
na droyurm ile Ffi r.eiseo M. da Sirra ii C, rua
fo Marque de OiiwNr r 23.
0 48 a Rua Duque de taxias
Chaina allende fas ExmS. fDiilias para um espendido soillmenlo
de azendns linas que vendem por pirjos sein tBipelencia
Lion,--yse, f zem'ii f'usp-.r nte, b-r-l: !i>, t< lli-yMin, ,:
Org.nK.is borb.d.s -- ulti-na iioi'-, 85'("),
Eten iso i. ri.-- '.i :, ietr.zr co?iJaJe, ^ O.-SO(^). a
Guarnido-s de veiulilho bor'adas a v* ilrilho, i iiyUOU, >
Fail lin'08 padio s. a 500 rs., i-ovaoo.
A or iia China, f z"mla i'o niviu' ufo, a 400 i;o
Cachemir-F pr t-s tin'-s, a 700, 9 '0 < 1:5200 .|i(
Cachemirua brech", ult'ns miela : 1)5500, i1
Lindos damasses do soda, -. 1 oOO, dito.
Ditor ditos d^ ilgoia:;, a 320 >-s dito.
Cnobrairts bordadas, a 5|j')00, 6-5000 e 75000, |> f-
Dita adBittescada, a 12($000, poya.
Setins lizs, tino, a H00, 1 iOOO e 15200, cva.'.>.
As Exmas. noivas
Betim brarifo, fino, 1.i0, 1^400 e 2)5000, covad.-.
Alpa-.-a branca lavrads, ;. OO re., dito
Setioeti.s liz.-is e lavrad.s, a OO 600 rs., it>.
Gr-iii i sortimento de fi z nd s fines, chitas, niadaii 'o"S, .lgodoes
outros artigts que se v n em p-r precos sera roirpct;'B i:.
Henrique da Suva Horpp:
tDUt03
LOTERA DO CIARA
15:0001000
fingi sORiiBiumn. do 12; rao d 3; lotera
Quarta-ftiras 15 do eorr8tt
Os bilhetes desta acred tada lotera
acham-se venda
d! Forfutta, rua
Casa da Fortuna,
rio 23; Casa Feliz,
s, 37 e 39.
Telegrama e lisia o dia da e\lra<#)
as s
argii
i lia
quintos casas:
V
prn^a
do los;-rio
rmeiro 'ie
la Indef)endencia
Roda
n. :?6;
Ma vqo
r
1
l HfGVEL
i


Diario de Pentambnej--Sexta-tetra 17 *?f Junli e (887


Al tiga -s- imrato
Rui V.aecssdc Bn O*- el Sisassuua n. 41, uarto
Kuh d.' Snnlo Amen n. 14, faja
Ru* do Tairbii n 5.
Sus 'o CaiaanMco m. i. loja.
fraU-v n r* do O>'uai"reio b '', 1* aoiiar
ripf'rio do Suva (iuimuraes & C- ___^__
Mugase
pnra eo-inlinr, precisa se de un."
quiui Nlwo n 3, Ci!frun:ra.
UN
a .-: de
Anta
ra im J' i.
CC*
Precisa-se de orna sr.i para osinbar e
orar ; o pateo le 8. ffBdrt) tu II, l- a**
' Ama
Precisase dewna aro* caintoeir ; a roa da
accoinmo<3atl p->ra familia, s'tiu pequen-'
as (Juan eat&ooes Jqaeirn e Tamarineira.
MJUM
Utna ova eai f#eote > Sr. Thoao, propita
para pequea familia, atre Jaqueira e Taari- .
oaira ; a tratar na xua Primeare de Marco o. 25,
kja do joias. ___________^___^_
entra Aurora 11*9
AMA
PILLAS
yerariicrino s as
JRUBEBA1
BAHTHOLMEO & C1
Pharm. Pernambuco.
CurSo
Falta de
a?lo.
^. Debilidades Pobreu de san roe
iOl a aaslgnatura,
Cdi'H)VtS
V ude-se ..na .tirio', t*. mw. i u de
6 O' tro eoNrm tiri perteilo >->t:. lo, pa... rj, ,j j
fiour cavallm; tratar raa l'uqsjaa Ci-iii
n.42.

Grana* sortinieiilo
iu;
7%*i.
m*
Piec'aa-se de una ama sje eja boa cosinbei-
a ; a tratar oa ra do Marque de 01 inda n. 34,
armazem. _________
Alll-se
as dai* ntiau aguas d ns. 9 e 11, i-a travesea
Jo lUpos*, estao re< tein HfjisaMH pata peqU''t:i fsa>ilia t> o alugtiel fle
urna 8 da uatra 12* aseusaes ; a tratar na
ra do Naguiir u. 29. __________________
Ama
Prec6a-se de urna ama pira cosiuhar
na ra de S. Joie n. 20.
a tratar
Ataga-se
o gnu. i- siiio Tacarnos, no S-lgac'-uho. oooa bae-
tant"fi tertas p>.ra plantscoeee muitis urvoredoe :
qui i!, r-r '' r dirija se & fabriea Apodo, ruado
Hospicio
Ama
Aluga-se
aloja i). i4 -:. ra da Iniperetiiz, c m eooimodos
pai itu;ilia r criinJc otcina : a tratar na ra
do Ci-rouc! Suissunu u. 204.
Preeiea-se de urna ama para todo serrico de
caai, para daas pf-8io*6 ; tratar etn Santo Ama-
ro das Salinas, taveraa de Beato Jos Ferreira.
Cosiuhcira cscrava
Precisa-se de non cosinh' iro eacraw, para orna
casa de pequea familia; a tratar uo caes da
Companhia n. 2, eseriptono.
Massa para bolos
O que ha de melbor ueste gestero; renden Bra-
ga Gomes & C a ra do Marques de Jiada nu
mero 50.
Fegos t sortes
para es festejos das noites de S. oto Autouio, S.
Joio e S. Pedro.
Veade-se por precos muito rasoaveis e faz se
grande dfffereoca em porcS".
el. Boa do arfe da Viraoi-Wt el
6SCK0
Aluga-se
e armazem rio sobredi, n 16 da ra do B: m Je-
sos, freguetis dj Recife, e a casa terrea t. 12,
natrav<6H oa roa di Cincordia, fr.'frneria d
Sant > Antonio ; a tratar na rna de Mareilio Diss
n. 82, I'j i de miud za?.
Preci.-a se de om criado eseraro, pars urna casa
' de peqotna t.jniiia ; a tratar no caes da tmpa-
; ohia n. 2, escrintario.
Casa e arniafa*
Aluga-se nt V ze.i. cufenle i. estacao da es-
trada de ferro, urna casa com irmaeo propria
para estabelecimento de inolhados : a tratar na
ra d Imperatriz u. 56. loja. _______
Procurares
Livros d.- pr.'curatoes ; acb.-m-se A venda na
Livraria EconoiDHSa .o p do arco de Santo An-
tonio.
Eogenho (iilandy
Arr.-nda 6e par cinco ariitva cngenbo cima,
S'tuii'o na comarca di Bouii, in^ent'- < correte,
ora todas as suas p^rteiicaa, pode sfr jar para
mnis de 1,5' 0 paes, dista da estaca-i de Catende
Dep^sit na Pharmacia Outral, ra do Impera- Irgiu emea; n tratar na ra d> Imperador n. 61,
d n. 3S P. riu.itiiuc'. segundo andar.
Xarope
de (,a;:h<;r pacoebai-
shdio de TI
rep
J,P Fr
pksMsBaeratieo
BitteacoHst
' imd p deroso prej arado para todr.a as nff-c-
coes do." orgSos repiia!orios, como catanho pul
mouar, astl in, coqutloche, bronchKe, pieomo
oia, tisieu, etc., etc.
Cada fra-co 1/OW



Loja do Sooza
Livrajuento & C.
veadam cinaento port'aod, marca Robioa, de 1
f ualidade ; no caes do Apollo o. 45.
IPILLAB DIGESTIVAS DE PAMEATINAI
de DEFRESNE
Phormacc Uioo de C/tte, fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Faacreatlaa empregada nos hoepilaes de P-iri .' o
Tf89"**' Sf se. conhcea, viato como tem a propriedade de digerir di
^m.^T' ave'S ",60 sm?nt! a carne c os cor'PS tirmosos, mas!
1 Umbam o puo, o amido e as fculas.

lause
Qualquer que seja a causa da intolerancia dos alimentos, aker i njf
iscncia de sueco gstrico, inflaw.aiacta, ou ulcera-r-js d estomaao! i -tsa>
do intestino, 3 a o pilulas de Pancreatina de Deesne depoisda'co^Bsea
miaa, sempre aicuneam os mellioros resultados c rr.o rmr |o rcp^r'r'nsfWI
pelos mdicos contri as seguintcs affeoi.v'cs:
I Falta de appetite. Anemia. i Castraigias. \M
'Ms digestoes. Diarrkea. lceracoes cattsees-aeos W
Vmitos. Dysenteeria. i Bniermidad-v do finado, *
Flatuiencia estomacal.; Gastrites. j .mmag-eciiuc:'to. P
i Somnolencia tesDoiai comer, roaaitosqueaoompaiihan r: rjra-, iez"??
PAfOREATINA DtfRCSPC em frasquinhos com a (luso -i 3
radazHihas depois da comida.
|m casa de DEFtIESTE autor da Peptona, PARS. :
Cv;iie-
.. Piara
Terreno
- V
;.'
'V -
:

tfPj
Y.
$
't \*>sX
y -i^O
/f* "
ndame Vls-euion ; h uve
lo futuro
Este mgr-i'i > e rspritoeso Itvni de Fortes
para oatrrs 1.1 -v s das do S-it! Auten 8.
joao e S '' v. ii-I." na IVvr ia t'.n' i;sei|
ra ci Ju ; .o i 75
Por 200 is. ene ulr.ra os que so quize;. .n di-
vertii um livr-< para r.n l>>-s gurgalha") s.
SUSPEttSORIO M1LLERET
Elstico, sem GordoeR
Para evitar a.s Contrafa?aos
Exigir a ntaria do /nnmft"' imprimida
em cada snspen.torio.
W+ia* jMsjr 1'wr/fM
Di i- si Teeidoi dsiicoj aigod"
t yda.
FUNDAS MILLERET
.4 Casa Mllleret rftomtnmda ai
iun> Fundan anatmica*
I una* iHiim'i *>i. par
rever ni herniai r auebntduraj a* m./i
dUkeU
CUmiS PiRi 1 BABRItA E 0 BMBII.
LE OONIDEC, Successor. 49, ra J.-i. Rousseau, PARS
DEPSITOS EM TODAS AS pttINCU>AES PHAHMACIAS
PHARMACIA CENTltAL
38",^ua ^ lBiperadr;38
!'
Mude
pregarlo n-r
e esptviiii'.U'Hs piariDBcei

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' "
rr-otaHa
m Titos
. .;.f ,. .
rri >< ir
E'lr ata.
p
m
. i.
01
ilitti
i pniueiruB ubri untes.
R
XAROPEdRONVILLIER
j^ Laureado pela Academia de Medicina Gk\D
^*^>__ Caa/ne/ro dateoVao desfonra *e* O Mosnhato de eai a suDeuncUi mineral mss anunoanf do organismo toda *ea qe soa
lantldade normal dlmlnoe rcsi..ta urca aT'.-cSo orranlca gra>re. __
Man di- cinco mil curas, a mor parte jt^tiLVada polos Pr.'fejsores e Mdicos das Faculdades
torio oDllaas uKlmamentc- e fzero com que o X-trope do O' Retnrlllier fosse classlBca/to
Como o especlflc uro C00:i a Tsica pulmonar, Broacblto rbronlca, anemia,
ftacn^itam*. Srh.iU'.^o d ranimu. C farofi do ir RritLriU.cr adulUjls'raQO
dlar'.arnentc as cr*an^s facillla a dontioo e o creeclmeuto : iu maes e amas do lelte toma c
tai. inelhor; impede a ;ano e queda dos denles to freqoentes depois da prenb.es.
Dor-nto: Jannoela TniEWQCE, 8, Plaoe d la UagdaUlne, 9AMXL.
Em l'ernambuco : FRAS- SI. da SILVA **, UM princip** Pbtrmtoiaa e Orofsr,.;
qoan
MPHIA
_ 1 ~J5
ilSil
;;
e ai4 K^ .!. J
DE
ALBEKTI) HENSCHEL&C.
52-un d Sarao i* VMria-S2
E.-.te a reiiit-'d'> cstaLelccime-it i phttograpliico participa i-o nepeitavel publico,
ue contiii.i a ex<:cu!ar ns uiuia tp^rfeicosidos ti-ibalns pelo syst'uii mo e
Mis pr i lio. Acba-se habirta^li a B^sisf^ser as m i .liffi e< exig nciaa, qurr em
rabolhos ph-ti.gro] !c ;, qu r rro piniar ;> li .
Al" du >eus i -bili' pli.'o^r. qu ga-se tambfin d r-:rat >e k ole- para o qti-- j ge a li i ntre nos il^ vulta il'- "ua via-
em a Vieun d'Ans'ri, ort^e visitn s prm-ipaesg 1 ri s. eajtoio pi ( r F-rdinacrJ
iercok, bastante coohaci io peU pnfu*ya de oeus irabaints, d-uJ- 187,, quaodo aqui
atore em soasa casa c nltiin. m ote o uno p .ssa lo.
P. ru eatisf zer m g r*l todos q-p huerafera o no so eitAele-imecto eotn
i-s ee.co orneadas pirti'ip qi" lru dos retratos, s*ja quel ov o sy-itema, taiutoem
reoebe cncoinrne-Htias para qualquer vst ou py^ag^t-, quar pliotogr-.pin as, quer piu-
ladas :i 'I-, s n 'o a eacarre-| -tas ultimas o inui conheeido pays gista o Sr
Telles Jui>i i.
Btlgaae lxmar. fan>ilt8 e iBais p ss >.s o obs"quu d liour rea com sitas
Teit.8 U' s i st-bcl-iiiiitnto, oude sempre. exit- una ruaguifica i-xp->8iga i d s tr-bilhus
aH' ea-'-iUtmoi e on'* Unsbaif o* i i!, res vi.itaut-s enesatraraa Itu-aeza no tra -u>t
perfeicao nos trabatiie e ,,, ..di, tu. 8 precoe.
G Barza,
GERENTE.
VIN HO GILBERT SEGU N
AppmradO Pl* Academia da lvIed.ioin de rranja
MAlS DI 8E8ENT* A 4NOS DE SXPEHIENCIA
Vlnho de nota effisacia incontestavel como Antiperiodico para cortar as fehreti.
e cooao Fortificante as VtmmUeacertfam, Debilidad*, do Sangue,
Falta te MenstruacSo, 1 nappetencin IHptssiSem dtfjtceis ,
Enfermidadem nervoma, Debilidad tu
Pharmacia O. SEGUIN, 378, ra Samt-Honor, PARS
Depositario' em Pima.i-imro : FBAI-' ^a s .VaoC.
<*
KM
li
I
m-U
, IV r.
i .' >ri ir
; i. i.i
. "l b-l"- '! 'SI
- a .i. 18- i,
Itamb e Pol-i-
hyba, nos di: dia ou noite ;
o oarro o r '
cheira da i
douro. jur. 1
Nigro & t; ; i- rv H -
tem con.n>odoe p n pe iwl ri-m
suas bagn|c<'.-r ro* m-u "va
Junho de lfesi.
Jos Qoocalves de. Auur.-.de
. ; i na,
da Para*
i'ialquer
.4 r.'JIl"
ie, na co-
i i Vara-
i. :- llllC 800
i- i -geiroa e
ii -uh: ilarcn as
lli.nJa. 14 de
Vende-se um terreno confronte a estadio do
Principe, estrada de Joao de Balrcs, cora 90 pal-
saos de ftentc e bastantes fundos, e com alicercea
para 3 casas; tratar oa ru* d'Apollo n. 30, pri
eiro andar.
.eitura para sen horas
Brochrs niklados e doorados a 2.J0OO.
Fl nit js grampes dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimeato de galoes de vidrilho.
Grande variedade de leques de setim, a 4MX0.
Frisadores americanos para cabello a 3^00 > o
maco.
Setas de pbantasia pura cabello.
Bonita eollttcJo de plisss a 400 ri .
Brincos, imitaco du brilbante, a 500 ris.
Aventaes bordados para criaacas a 2^000
Chapeos de fustao e setim para criancae.
Sapatos de meriu e setun idem, idem.
Meiss brancas e de cores, fio de Eec.icia.
Pomada de vazcoa de diversas qnalidades.
Sabenetes fiaos de vazeliua e altace.
Extractos finos de Pioaud, Ouerlain e Lubiu.
Lindas bolsas de e. uro e velludo.
Fich; de \i y) .ti. senh.vi> a 18C'0.
Sapatos de cas- mira preta a 20 II
Ttsou.-as para costura, de 400 ris a 3/000.
Pacctes de p de arroe a 3( 0 ris.
Fitas de todas as qnalidades e cores.
IoMnensa variedade de boto.'a de phaotaaia.
E milhares de objectos propnos para tornar orna
senhora elegante, e muitos cutres indispensaveis
para uso das fan-.ifis, tudo por precos admiravel-
meote mdicos.
Na Graciosa
KUA DO CRESPO N 7
llunrlc A C.
jS
ll. i
PARA TINGIR A
barba e os cabellos
litt i tintura tinge, a barba e os cabellos ins-
rtntaneamente, dando-lhes urna bonita cor
t natural, inofensivo o st-o uso simples e
ipido.
Vende-se na BOTICA FRANCEZA E DRO-
ARIA de Rocqueyrol Frc-es, euccesaores de A
'-\ORS, ra do Bom-Jess ,'antiga da Crus
___________________________________________
Fabrico de assucar
Apparelbos econmicos para o cozimen-
ta e curs. Proprio para engenhos peque-
nos, s'ndo mdico em preco e ef-
fectfTO em operae*
Pdese ajtintur aos engenhos existentes
do systema velbo, mrrlliorando muito a
qnaidade do assucar e augruentando a
quantidade.
OPERAgAO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos contraes,
ma 'binisiDO apereiyoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinis'o
separado.
E8peciticac,oe8 e informayocs com
Breaos C
5-RA Dt) UOMMERCIO-5
Fi^g"uezia do Recife
Aluea Su a urna pequea familia o sotao do 1'
andar da ra do Visconde de Itaparica, antiga do
Apoo n. 63. No rncemo precisa-se de um meni-
no para fazer compras. D se bjm oravoado.
liia preta
IN ALTERAVEL
B
(IIHHIM llOt
."IRMACIA CENTRAL i
38 Ra d > Imperador 38
Peraambiiro
Serve para *ecripturncji" mercantil e
quatio copias 0e urna vez
d tres ou
tilia. novid e so^es
Offereee se aos amadores, para os festejoB das
n ites de S uto A ibnlo, 8. J o e S. Pedro, um
completo sortiment' de^res arrigos, que vende-ae
por pn c< s muito racoaveis. e faz-ur rrindc diff.-
renc--. eai poroso ; na ra do Rangel n. e roa
eatreita do Rosario n. S3.
vmiHo
ilHffl
WRS1
Contundo os tro* fasmentoa
da CUgestio :
Ptpsu, Diastait e Paacreatiri
RFOSITADO POR TODOS
OS l&BDZOOS. para is M*TeatBB
. tardas c laboriosas, Dyspep-i
Isla, Cardalfla, Oaatrodynla.l
Satralgrla, Calmbraa de eato>\
maro. Vomito, ConralescoB-
..; s lentas, etc.
I .lo peral : H. VIVIEN
, Bool* de at aabou. o. em Pal
B BH TODAS AS PHARMACUS
VEBW
Bous vacas de Mlc
ac. ti o do ebourcq, ende
Vende-8' ua f. 'pi. .r
poder i ser viota".
Ven de-se
na Camb < do Chioio o. 10, especial maasa para
b 11, secca e mulhsla.
?
ALLAJN PATEKSON 1
N.44Rr do BnimN. 44
*mr \ aiv /Afui os mnds
s vencr. p'-- r mdicos, tiecui tr-.;r:
Tac 'tidas, katitias edetadas.
Crivaf 5 diversos tainatib.oi-.
Rodas de ospora, idem, i .- ;.
Ditas angulares, idem, idem.
Bancos de ferro ..-u ierra oinu'^r
Gradeaniftiiio p.r i retira.
Varandw de ierro i:;id>.
Ditas de dito tundirlo, de adod muaeijs
Portasd lornalha.
Vaporea de forgu de 3, 4, o e $ oavaloa
Moendas ie l'1 a 40 po!leg;\^.- < iur
Rodas agua, syefems Lrajtidro.
Encarregain-8e de con;ert*s, e as tam^nt !'i rav
trabalbo com perfoi^io < :=!;/..

. 11.. ^ ;-cu:^"i ion;.
Vcndc-ee um importante sino em terreno pro-
prio, entre o rjalgadiobo e a estacao de Duarte
Ci li con boa casa de morada tendo commodo
para grande famU, cacimb.:, inuit s coqueiros.
laraogeiras, pioheiris, rom iras, limeiraa. man-
gueiras, cajueiros, com um gnnde parreiral e
urna ezcellente baixa de cap m, alm do um gran-
de csp-ici para pliir.tagves e eriae.o de animaes :
a teatar no armazem da ra di 15.un Jess o. 49.
Cobrado a vender-se
Veude-ee obrad.i n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Sania Isabel ; qoem pretender,
pode entender-se com o corrector l'cdro Jos Fin
to, ni pra^a do Commercio.
Negocio volante
Vn.de-fe um cesmorama grand-", com vistas e
movim oto ; > tra'ar na ra da Imperatriz nume-
ro 8.
Pr susto ? bmegu
Novo, chegadj aHimauente, tem o Riboiro. e
vendo por 15'0 o kilo
Aproveitem
Vende-se por barato preco o hotel Centr. Po-
pulai da ra de Hortse u. 24.
.Rehinchas I!!
liquida-u oa arti
HA
Lotera da Provincia
Ser brev^ annii fi ido o dia da extrac$ao
a 7-a lotera en beneficia da niatrz da Boa Boa
Vista do R rife, so cnnsistari da i^ejade \.
S.d? 'l t;it dns Militares, onde se achara
o c.vmstas asumas easespheras arnuiiulas
en? wvm mime-vw a
apreeia^o dn publica
Hit, r* |i.14nH .< 4 LIM** **+**+**+*+++*++*+*m!>i4L4>*&k*
Belleza Hygiena Saude
Marca rcpi-lnwi*
ULTIM xninne P9EfAflDA 0NF0BME OS PR0CE8SOS SCIENTIFICOS OS MIS APBFEigOAOOS
..s eeguintes que 8f
i- le oc s a 240,
p:.lmas de seda a
tudas as cores a
sao
ga casa
CARNEIRO D \ CU
CACHEMIR \S au.manas, lindas fa-
Z: ndas para v^tti los s4UOe480o covado.
MERINO'S de cores liadissima, duas
largura a 800.
FUSTO :S br neos
320 e 400 rs.
EiAMIVES cojj
800 e 900 rs,
SPLTIN maco di
800 < ItfOuO,
CRETNES linos a 240, 320 e 3<50 rs.
Expeliente ejcolha.
FAILES modernos a 400 e 440 rs.
PANNOS para mesa, novos desenhoe, a
1200, 16-100 e 1^800 o oovado.
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BRA MANTS de 4
IjJiOO o metro.
IDEMae liiiho puro, 4 Urgura^ 26000.
BORDADOS de cambr,ia a 16000 a
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osnos a 66200 e 665 0
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46000 ^6500.
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IDEM i ig-iiif-1 e de coros, 2 larguras,
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CURTE.-* ie tustXo para coletea a 16 e
16S00
IDEM .1 asemira a 26500 e 3000.
i
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CAMISAS iigl zas a 366000
lili! 1
a duzia-
36000
GUARDAN-t'OS
a duzi'.
LENCOS de setinuUs, tiuos, a 26500
a duai*.
MLlAS ra: p-.ra hnmens a 26500, 46500
e i 6i0() uzi
CERCULAS bordaJ. e a 126 c 186000
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sof MHKJ
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e 126000
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As i-i' grcBii tm o desenlo d:
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49 Ra Duqu d- C' C.sii
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I recommenttatios pelos Mc.hcos coatia as Molestias do Estomago, Perda de A;.;
ti e, Digcstoes difflceis. Dispepsia e lod \s i- Molestias do figae.i e do Becc.I
na Diarrhea ohronica, nr Kjdr :(.'.;'.- p
CUIDADO OJ AS FALSIFICACOES!
l\'M*s:
i :'*,-:.
>g-/g3
Chlorose, Anemia Catharropulmonar, -Bronchiteohronica,
atharro da Bexiga, Phtisica, Tosse conoulsa, Dyspepsia, Palide.
Pertas seminos, Catharros antiguos e complicarlos, etc
Bou'.erard Dinaio, 7. em PUU1, e nu prisetpana Pharaiacis*.
E! kmm k Ifislruccao Publica k provincia
Esta lotera dividida era partes
Eximio da 1/ parte d< 1.a iolora
Sexla feira 17 do corrento
Bilhetes venda na Casa Feliz prapa da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra de Marco n. 23; Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n, 36.
i-i'ii.. p
su ii at-
m/0 -
w*
6iejjca.m;is.vto de uia <-...,
.'o 3H uttus melhoxes MerUoM d ana.
o Ivwiii. Caifrv wutmmm. ll'HMr
a
iMM WsWU
Om sraisle exitr

lopUdt com srajse oxiu a 2-.v^
cm os DtfluXJ*. t s, '**. ^^A.^^
am t. s-'
^BlH
1


8
Diario de PcrnambucoSexta-fcira 17 de Junlio de 1887

LTEUTO*

A Irma i-oih a
, -
(VBB
0 DO HESPANHOL POR M. ROZENDO)
E lha entregou o anjo qua acabava de tira-me a vida, ou entrog i-rae a tena sol-
(Continuaj3o)
Suecedeo o que em caaos anlogo auc-
eede muitas vezes. O ofiieial so enanurou
perdidamente de sua gentil eof-.rraeira, e
esta aoiou coai delirio o hornera que, por
seu valor, sua galhardia e desgraja, era a
eeus olhoa o mais sympathico e int aressan-
te de quantos havia conhecido al entao.
Elles confessaram ao Conde o amor qua
ge votavain e pediram seu consentiiiento
O Conde responieo severamente.
__ E' impossivel. S cora urna cndi-
lo, disse ao offi.ial, poderia consentir;
porm o Sr. nao a acceitar.
-Qual ?
Seria o Sr. capaz de aban louar a
baneirada Rainha?
Sunco.
Pois seria is30 pre iso para que eu
nascer. A boa mulher o havia onfaixado
perfeitamente e envolto era fina flanella.
Srahor, por cari Ja Je I.. murraurou
supplicante.
O Conde n3> respondeu.
Erara tres horas de escura e tempes
tuosa madrugada quanJo se abri o portSo
do grande pateo, e durante bom espaco
de temp j ouviu-sa o trotar de um cavallo
em caminbo da cidade, qu > distava do po-
voado urnas tres leguas.
III
Poucos das depois apparecia na monta-
nba urna forte guerrilha carlista, permita
ment equipada e armada, cujo chefe era
o pae de II.-lena. O prestigio deste era
grande no paiz, e sua sabida para a cara
panha, ura suocesso t3o vantajoso para a
causa carlista, quanto funesto para os li-
beraos.
O general que commandava as forjas
leaes empenhou-se eoi cercar osta guerri-
lha, antes que augmentasse em numero e
conseguase alguma vantagera sobre as tro-
pas. Fez Brthir varias columnas volantes
destinad .s a fechar, se fosse possivel, to-
]he ooncedesse a m&o de minha filha. Sou dos os caminhos ao Con le, obrigando-o a
jarlista. O Sr. ura valoroso e nobre jo-
ven, e aprecio muito as suas excellentes
qualidade3, porm a guerra em que esta-
mos empenhados fatalmente abre ura abys-
mo entro nos doua.
Esqueja minha filha, e, j qua est res-
iabelecido, cumpra seu dtver, como eu
ciimpro o meu o o cumprirei era quanto
fr vivo.
Deus queira que nao nos encontremos no ;ampo da batalba. ; de seus companheiros, fizeram prodigios
Por minha filha, nao estou j cora os 0 temerario valor, e n3o lutavam com
que pelejara pelo altar e pelo throno. menos furor os carlistas, desesperados ao
__Ser sempre sagrado para mira o pae, v*rem-se perdidos. O combato era corpo a
da mulber que adoro de toda minb'alica, o COrpo, e ao infeliz que cahia acabavam de
hornera digno o generoso que salvou a vida [ matar a golpes de bayoneta. O chefe foi
render-se.
Luiz Bormlez ia em urna dessas co-
lumnas, e ardentemente desejava que outra
fosse a que encontrasse o Conde ; porem
precisamente aconteceu o que mais podia
temer. O choque fui rule ; naquelle en-
contr morrerara os chefes da columna,
excepto Liiz, que teve de assumir o com-
mando da tropa. Os soldados, desejosos
do seu iniungo.
-- Joven, Deus queira que nao nos en
jontremos.
II
Luiz B.-rualez foi designado para um
forte destacamento qua oceupou aquelle impassivel.
feito prisioneiro; porem os soldados res-
peitaram sua vida, curaprinJo a ordem que
tioham de apresental-o vivo. Assim o fize-
ram, levando-o aonde estava o capit3o
Berm lez, chefe do resto da clurana.
Apresentou-se o chufe erguido, sereno e
00rjado e outros prximos, e o leitor ad- Luiz tremia envergonhado como se fos-
Deix i esse homem e vinde, disse o
confiava demasiadamente no cP'^^> ** seis soldados que hav.am apn-
na fortale- sionado o anciao.
Os soldados obedeceram; o conde ficou
vinua sera duvida que os nainorados acha- g9 Q vencdo>
rao meio de communicar se, apezar da |
severa attitude do pae de Helena, que, por |
outra parte,
eavalheirismo de seu hospede e
za de sua filha.
A pai*.o devoradora que dorainava por,"?"' olhando altivamente para o ca-
identico molo a L nz e a Helena, cegou- P'-tao.
os de t.l sorte que ella desminti a forta- Amigos meus, disse este aos solda-
leza das mulheres de sua estirpe, e elle, i dos, esse homem salvou minha vida, e eu
que era homem de boa familia e renda seria um miseravel se naosalvassa a dalle,
fervente culto s leis da honra, nao soube Se queris vingar nelle a morte de vosaos
resistir aos impulsos de um amor deliran- camaradas, apresentando-o ao general, que
te, e esqueceo era hura aziaga os grandes o far fuzilar, podis fazel o, porem eu
obsequios e o respeito que devia ao ancio, nSo irei comvosco ; aqui mesmo me mata-
que o havia amparado quindo se achava rei. E engatilhou a pistola, esperando a
prestes a morrer. resposta de seus soldados.
Meu capitulo, disse ura,
o que V. S.
deixal-o li-
sol-
O velho coabeceu que a deshonra entra-
ra em s-u lar, quando j estava longo o fizer est bem feito ; se quer
ingrato a quera devia tao grande vergonha. vro, nenhura de ni o impedir.
O destacamento fora mudado e Luiz se 1 E' que nao se deve saber que o apri-
batia a alguraas leguas do povoado. Encer- sionraps.
rou-se o Conde com sua fifha, despedio os -- Nao o saberao, responddu
seus creados, exceptuando a que fra ama dado.
de Helena, e esporou sem proferir urna Lua perguntou aos outros se estavam
queixa sera reprehender sua filha, oquefa- conformes cora o que havia manifestado
zia a infeliz tremer suppondo que alguma seu camarada, e todos responderam affir-
cousa de terrivel meditava seu pae, cujo mativam-nte.
carcter bem conhecia. O capillo abrajoa os soldados, e om
Urna tarde o Conde chamou a ama e lhe seguida, adiantando-se, disse ao Conde,
(>;s3e : que o olhavt com altivez :
- Chegou o momento. Cuida de mi-1 Est livre.
dados, sedentos de vinganc*.
Basta, Sr. Conde. Cabo a uoite,
po'e o seuhor caroiohar sem risco em-
quanto reno os meus soldados.
Nao o esquejas se cahires em meu
poder, te farei fuzilar.
Seja o que Deus quizer.
Os echos da montanha repetiram o sora
da corneta que ehamava os sida los.
O Conde se internou na espessura.
A guerrilha carlista ficara desf^ita, po-
rem 15 dias depois a havia reorgmisado o
iraplacavel aucia >, augraentando a consi
derBvelmt-nte, e outra voz o general Chris-
tino empregou todos os seus esforcos para
an/quilar urna forja que constitua ura
grande perigo para o exeroito.
Ura da o capitao Berradez, cumprin-
do ordem superior, avangou com sua com
pauhia per ura destil. Jeiro, onde baviam
preparado os carlistas secretamente hbil
emboscada, e all foram preso3 elle e seus
soldados.
All estava o-pai de Helena.
Mandou desarmar os soldados, e pl-os
em liberdade, fazendo-os escjltar at cer-
ta distancia. Depois, approximando se de
Luiz, que, sereno, digno, resignado, es-
perava a morte, lhe disse ;
Te lembras do que te prometti ?
- NSo o esqueci.
Arada ha salvacSo para ti.
Duido.
- Abandona o exeroito e vem comn s-
co. Te darei minha filha, e te entregarei
teu filho, que est na Casa dos Expostos
de...
- Meu filho exclaraou Luiz cora in-
definivel accento de angustia.
Sim, ru s sei o dia e a hora em que
foi collocado na porta da Casa dos Expos-
tos.
A 13 de Janeiro foi abandonado all teu
filho, naseido na noite anterior.
Sr. Conde, cumpra sua promessa e
nao me faja soffrer, nff;reeendo-me a fe-
licidade ao prejo da infamia. Ser traidor !
Nunca. Nem p 11 mulber adorada, era
p -lo filho idolatrado I Nunca Nunca 1
Maior foi a infamia, e mais negra e
villa a traijlo que commetteste na casa
honrada, onde em um ioimigo achaste no-
bre e generosa hospitalidade e recobraste
a vida.
Grande foi miuha falta, e n5o me des-
culp>, ainda que o pulesse fazer, porqu>
obacuro jeu o meu enten iiraento paixSo ir-
resistivel. Fui ura malvado, e merejo o
castigo que o senhor me prometteua
morte ; porem deixar-me o vida e fazer
me traidor, isso nao, Sr. Conde, isso n2o
aceito. Morrer com honra, que gloria Vi-
ver deshonrado, que vergonha !
Pois cumpra-se o teu destino. No
posso perdoar-te.
Deus me perdoar.
O chefe fez signal a um de seus satli-
tes que estava a certa distan i >, e e.i; pou-
cos momentos ch<>garam oito carlistas.
Eu sou chr8t\>, disse Luiz, e quero
confessar me, a no ser que os quo se di-
z-rn defensores da religiao matera os chris-
tos como ces.
Coamem a Mosen Antonio, disse o
velho
Mjs-ra Antoaio, qai era t .raja), e se ha-
via proposto salvar o prisioneiro, nao se
dea por vencido, o CooJj ameajou da fu-
zilar ao galhardo militar sera ooufissJo, e
Moaen Autonio oorreu a abrajar o desven-
turado Luiz, e gritou ao implacavel ve-
lho :
Veremos ao te atreves a fuzilar-nos !
E em voz baixa dizia a Luiz :
M su filho por tua mi, se a tena,
por tua muln-T, por teus filaos, se a pai,
grita com migo, grita : Viva Carloa V
Assira te salvas. ,
Luiz quera desemb irajar se dos brajos
do paire ; porm este o apertava com mais
forja e lhe repeta :
Pur Deua, que te loga a vida j se te
largo, te matae33e tigra. Grita comraigo,
por Mara Santissiraa :
Viva Carlos V, gritou o cura cora
voz vibrante.
E Luiz, para desprender-se d iquelles
brajos que o subjugavara corao enormes
tenazes, gritou tambera :
Viva a rainha Viva a liberdale I
No mesmo instante se produzio entre os
carlistas a mais espantosa confusao.
Chovia sobre ellea a metralha, e no pri-
mero momento cahiain mortos o chefe
nba filha ; sabes que nao podemos chamar
p?ssoa eatranha, e preciso que suppras
a falta do medico. Saoers o que has de
Livre e deshonrado, ladro de mi-
nha honra,'- respondeu o velho approximan-
do se do capitao. N&0 posso agradecer te
fazer. Espero no aposento immediato Tu a lioerdade que me concedes ; e se outra
me avisars e me entregars a creanja. vez nos encontramoj, e a forte me pro-
E all esperou o velho horas mortaes o i picia, eu te raatarei E tem por certo que
aviso da fiel creada que assiatia sua filha.
A's duas da raanh a ama sabio do apo-
sento e diaae ao Conde :
Ura menino-
FOLHETIM
JOSLARONZA
cumprirei o que te prometto. Assira, pois,
agora que estou em teu poder, no sejas
, isto ,
pleta tua obra. M
generoso, isto nao sejas covarde, ecom-
arrebataste a honra,
POR
bonito de apaixonados que ouvido hura:.no
raais sorprenden. Uraa nica cousa ad-
mirou-me, que neste do nao bavia ac-
cordo. ra a raulher quem fazia a decla-
rajao e o hornera quem se esquivava.
Ah disse lljbson, com ar sombro,
entSo ella o ama tanto assira T
O hespanhol deu urna risada
Vot diz isso assira cora ar de trai-
dor de melodrama Estar voc por acaso
ACQUKS L; FLOT E PEDRO MA.EL|apaixonado por Carmen ?
O americano procurou contestar :
Apaixonado, nao digo, capito ; raas,
quando me lembro de que urna rapariga
bonita corao essa perde o seu tempo aman
do a um homem que nada sent por ella,
fico realmente cora raiva.
Especialmente, disss Ltronza, quan-
do voc pensa quo ella tem ao lado gente
que estimara deixar se amar ? Que que-
ras, meu pobr.< rapaz, as coasas sao as-
aira mesmo. As raoji9 bonitas desprezaoi
os &paixon*dos sinceros ; entregam-se to-
das a uns toleirSes
IntTrorap'U b e tomou as redeas daa
raaos do seu teacnto
- Attenjao I Nao s iaso. Nao sou
raais Mabratta. Varaos contornar o porto
para ir para a cidade. Araauh de ma-
nh2 mande me ura carro, afira de que eu
possa embarcar antes de voc e de Car-
men.
E o bandido soltoa o cavallo a trote lar-
go-
1
curt i 4 it t 1:
^ Continuajo do n. 13G;
I
e co-
Kntao, ella o pux>u brandaraente,
mo elle nao resiatisse, foi ella quem to nou-
!he ura beij.i era que elle metteu mais ar-
dor do que teria deaejado.
Maximiliano sabio do carro env-rgonha
do, aecusando se de ter trahido a entra, a
sua bella Renata, que nao o amava.
E, para nao ter que soTr-_: segundo as-
alto, foi procurar uraa embarcajao e iez
so transportar immediatamente para bordo
do vapor.
Eatretanto o carro e o coebeiro ssgaiara
pela estrada beira mar.
A urna milha de distancia o carro parou
perto de um bosque de p.l n irs.
O indio deu um assobio entre os dedo
Do bosque sabio um homem.
O odio desceu, e atirando as rdese ao
recem-ehegado :
Meu caro Ned, se voc quer dar um
passeio de carro, este est sua disposi-
jao. Nao deve nada a ninguera. Entre-
tanto dbixe me tomar ura banho para mo
lavar. Depois voltaremos juntos par-i a
1'iade.
E, tirando a roupa de algodo, Laronz*,
porque era elle, mergulhoa no mar.
Sabio branoo dos pea cabeja e vestio
o sen trajo europea.
Depois seiitoa-se na alraotada ao lado
do tenente Ned Hobsoa:
Era caminho os doua homens coD^arsa-
ram.
Meu caro Ned, dase o pirata, est
vendo como bom coabecer arte dos dis
faroos. Valea-me oavir boje o dao mais
os oito horaens destiaado3 a fuzilar o ca-
pitao.
As tropas leaes haviam chegado a tem
po. Luiz no foi fuzilado pelo iraplaca-
vel pai de Hdena ; perra naquella chuva
de chumbo, al".anjou-o urna bala quando
ainda o tinha em seua brajos o cura, que
nao tinha visto o que all se pasaava.
Desaprumado cabio Luiz, atravessado o
corajao ; e o cura fugio horrorisado.
E elle foi um dos poucos qua conaegui
ram salvar-se naquella terrivel surpreza,
que deu Lma iramorredoura ao general
que a planejou e a levou a effeito. Por
urna opportuna confidencia soubo que o
terrivel chefe preparava urna emboscada
no deafiladeiro, e all foi elle surprende-
lo, conseguindo um grande triumpho mo-
ral e material, pois com a morte daquelle
a causa carlista perdeu um chefe de im-
menso prestigio, de temerario valor o de
grandes recursos.
A Providencia, entSo como aempre, se
raostrou grande e justa. All onde o Cra-
de julgou obter a sntisfajao da vinganja,
surgi terrivel cataatrophe ora qua mor
reu.
A morte do capito Berraudoz, foi rauito
sentida no exercito, onde j era apreciada
a sua bravura; na ordem general em que
se fez saber a derrota da guerrilha do
Condo e a raorte deste, se citou o nome
daquelle valente, e se encareceu, ainda que
era nao boa litteratura, sua bizarra e seu
h.roismo.
IV
do mui bera tratado, e que, quando esti-
veaaa ella reata beh cid a, poderia v!-o. E
Deus me perdoe a mentira, pensava a ex-
c -lente mulher, que nao sabia onde estava
a innocente crealura, cem se era viva ou
raorta. E quando Hiena entrou era con
valescenja nao bou ve raais meio de respon-
der com engao s suas perguntas.
Oude est mra pae? Oaie eat meu
filho? perguntava l-hoa a sua ama, que
no poa responder. Tu me disseste qua
nSo ha perigo para meu filho. o deves sa
ber onde elle so acha, assira corao raeu pae
onde foi. Eu quero sabl-o : preciso pedir
per 13o a meu pae, arrastar-rae humille-
mente a su3 pea, acalmar sua justa colera
contra mim, humilhando-me o expiando
minha falca cono ella queira, corao elle o
ordene, e pedindo-lhe por Deus, e pela me-
moria de rainha mui, a vida de meu filho,
innocente da culpa da seu pai. Supponho
que no m3 havers conservado a existen-
cia para matarme agora cora o teu silen-
io, que me en che do confuso s, c que me
far crr que tudo perdi, meu pai, m u
filho, tudo, menos eata intil o triste vida.
Helena de minh'alma, dissa por fim
a atribulada ama, qiej nao cncontrava
meio de acalmar a excitajo da desventu-
rada, nlo comprehendes que, se eu sou-
besse alguma cousa do que rae perguntis,
o saberias tu tambera ? Se houvesse ju-
rada calar, croio que nSo teria valor para
cumprir meu juramento, vendo a pena que
te devora Filha rainha, nada sei ; teu
pai parti naquella noite terrivel, e teu fi-
lho. .. teu filho, elle o levou.. .
Meu pai !
Sim, minha filha. Quem
nha sua vontade ?
E no voltou ?
- Nao.
Deus meu! E o que te dia3e ao
partir ?
Deu me a chave d'aquelle movel an-
tigo que est em a"u gabinete, e me disse
que all havia dinheiro e o seu testamento.
Nao precisei de dinheiro, era abri o rao-
vel.
N'aquelle, momento soou urna forte pan-
cada. As duaa mulheres olharara-so com
espanto.
Miria Santissiraa me valha excla-
raou a ama.
Soou outro golpe.
Rosinha vai abrir. Ser raeu pai ?
Jasas tenho ura medo horrivel, da-
se a mulher, e tropejando cora os movis,
trmula e aturdida, sahio do quarto e cru-
sou as largas galeras at chegar a escada.
Pareca-lhe que se moviam os degios e
por duas ou tres vezes esteve a ponto de
cair. Por fim ohegou porta, que no se
oppu-
Mosen Antonio era um cura que acom
panhava a guerrilha do Conde, ura fan-
tico clrigo, rustico e indouto, grande re-
crutador de partidarios para a causa do
Pretenden te, e que de boa f julgava que
era empreza meritoria a em que estava em-
penhado. Purera no era sanguinario e
cruel, corao foram outros padres de fa-
tal recorlaj2o om nosaas guerraa cvis.
Era a primeira vez, desde que acompa-
nhava a guerrilha, que se lhe entregava
um reo de morte, e o clrigo principiou a
tremer quando soube com que fim o eha-
mava o chefe. Quiz interceder pelo capi-
tao cbiatino, comprometiendo se a couae
gur fazar se elle caruata se lho podessa
prometter a vida. O chefe lhe respondeo
que n3o havia 8alvaj3o para o capitSu ;
Conde replicou irado.
11
insisti o cura
Helena abandonada pelo irritado pai,
privada do filho de seu amor, nao teria
sobrevivido a tanto infortunio se nao hou-
vesse velado por ella eom maternal solici-
tude a boa mulhor que fra sna ama. Es-
ta, na grave enfermidade que Helena sof-
freu em consequencia do parto, supprio a
falta de ra-li-o o salvou sua estimada
enferma, bem que, como mulher piadosa
que era, attribue se Divina Providencia
a milagrosa cura ; porque Hel'iia estivera
realmente s portas da morte, e ella, alm
dos cuidados materiaea de seu amor e de
aua experiencia, rezara rauito e fizara nu-
meras promessas, padindo com grande fer-
vor, e com a sublime eloquencia de sua f
chsta, a saude para aquella pobre crea-
tura a quera dora o saague de suas veas,
e por quem daa de bom grado e alegre-
mente sua vida nteira.
D us ouviome, 4za a boa mulher
ao contemplar o semblante da joven, j
nao morre ; e S6U pai, quando voltar, ter
que perdoal-a, e casal a cora esse diabo do
militar, se o nao matarem antes neata
guerra m: 1 lita.
Helena, durante sua enfermidade, ten-
tara muitas vezes fallar da seu V.h, mas
a ama lhe impunha silencio, e a tranquilli
sava dizando-lhe qua o inenino estava aea
Ao caoi de uu,.i ias de viagara o va-
por Red Fly bata fl^ra o hlice as aguas
de WiHUmstr*.:.
Arband, maraviliado, oonteroplava as
bellezas do porto o 6 cidade de M -Ibour
ne, construida sobre cellinas, cujoa pea ba-
nbam as aguas de "V irra-Yarra. A bahia
en que desagua esse rio pequeo urna
das mi.is bellas do oando. Tora sido mui-
tas vezes co .aparad o ao porto de Bieat.
as suas ag tas 2e-> estava ancorada urna
moltidSo do cavos, ama fl>rsta de mas
tros em que todas as bandeiras coofuadiara
as suas c6res. Um? vida febril animava
essa popula3-0 cosmopolita, na qual dis
tingaiam-se )og' at> "Ores amarellas dus
chas. Viaras: MO 'eres e botes solear o
espaco vazio en treo? navios graudes. No
caes estavam amontoados fardos de merca-
dorias, ciixas, bans
Uraa va-frrea lipa va Wilamstavra a
Melbourne.
Maximiliano loasen agar nella. Urna
hora depois apeava-se no Hotel des Prin-
ces, o pertenente a um compatriota, no
centro da cidade, na adrairavel Collin
Street, esses Campos Elyaeos de Melbour-
ne, onde depois das tres horas da tarde
encontra sa urna multidao de gante elegan-
te. Assistio ae desfilar dos carros e dos
transentes, porque era passada o hora re-
gula nent ir do trabilbo.
Tinha de esperar at o da seguinte para
ir visitar o Sr. John ,Whatson ; portanto,
Maximiliano poie admirar vontade a
magnifica cidade que em 1851 tinha quin-
ze mil habitantes e boje tem duzautos e
dez mil ; a orgulbosa cathadral anglicana,
a esplendida igreja que 03 catholioos cons-
truera e aperfaij>ra ha vinte annos, os
palacios de Collin Street cora os seu3 prti-
cos de jaspe e de marmore, moradas dos
principes das finanjas e dos homem da
le ; os enormes depsitos de mercadoas
p-rto da estajo e as proximidades de
Flinder Street, Bourk i Street e Sw ratn
Street, a primeira habitada pelo alto cora
mercio, as outras con as suas violas escu-
ras e sujos, entregues aos legistas e a03
mascates ambulantes. O (Gold Markat
cauaou lhe urna i upressao desconheeida, a
do espanto, vendo uraa chusma de gente
vendendo 011ro como urna mercadoria com
mura, epois visitou o esplendido reser-
vatorio do Yra Jean, distante da cidade
trinta kilmetros, onde as aguas do Yarra
Yarra, antes de entrar em Melbourne, e">
trraa de rio, coraejara por alimentar os
seua aqueductos, o castillo da Toorak, on
de resile o goveraa ior e os arrabaldespit
toresco1 do Norte e d Eate, de Celliog-
wiod, de Fitzroy, de Ri ramoud ede Saint
Kdda.
Era mes-no em C->llin Street que mora-
va o Sr. John Whatsoo. Arband ai>re
s nt ra-ra lhe 00 meio dia. Foi logo rece-
ido de brajos -bertos. Era Melbourne
o trab loo -o neja, tanto no vern corao no
invor-'O, a ci-o horas da manhil; acaba
a tres horas da tarde. O j ven francez
teve umi re-epja> rauito eut rasasta. NAj
eomparavel h >spitalidada ngleza.
O unjo nao hesitoa era confiar inteira-
raen'e noa c laselhos do seu hospede, quan-
to eoulucta a s-gnir. John Wuaiaon,
que era ao mesmo terapo neg aate e bao-
queiro, re :o omendou o a ura dos seus ami-
gos, advogalo da noraa, o Sr. Roberto
Giay un, q ie logo toraou conta da causa
do viajante.
Logo ua pri u"ira conversa que tiverara,
Maximiliano cou uferraado.
abra desde a sabida do Condo ; correu
com grande trabalho o farrolho e abri.
Quena batia n3o era o Conde, era Mo-
sen Antonio, muito conhecido de Roainha
qua o desconheceu n'aquelle momento, por
que o padre chegava todo roto e maltrata-
do, cora a barba crescida, sujo, vestido
com um eaf irrapade jaquetao, tendo a ca-
beja, coberta por urna barretina violeta-
escura, e em u na das m3os ura grosso pao
eheio de nos com u n farro, corao de pon
teira de baiaha de espada, que sera duvida
le servir para subir os pr:cipicio3 e de-
fender se dos lobos
Jeaus, Maa e Joa I ex.lamou Ro-
ainha, vendo aquello estranho peraonagam,
que pareca um bandido.
Nao te assuBtes, Rosinha, diaae o pa-
dre ; sou Mosen Antonio.
O senhor cura, o amigo do Conde ?
Sim, mulher, sim ; fecha a porta, e
sigamos para dentro, que venho destroja do
e canjado.
E o Conde ?
O Conde... reza-lhe ura Padre-
Nosso.
Jess !
Venho dizer Condessa que j nao
tem pai Que hornera Una fara, Rjs-
nha, uraa fera I Carlos V perdeu o ho-
mem que o poderia levar ao throno.
O padre qua conhecia perfeitamente a
casa de seu amigo, subi a grande escada
mais depressa que a pobre ama, que n3o
sabia o qua se passava em si-propria.
Eraer, eapsre, senhor cura, nao v
aasustar a minha Helena, lhe dizia Rosi-
nha.
Parou o padre, reconhecendo quo era
razoavel a observajSo da mulher, e deixou
pasaar esta, que, tremendo, chegou es-
tancia onde esperava Helena o terrvel
transa de ver-sa em presenja de seu irado
pai, pois julgava qua s este poderia ser
quem batra tao fortemente.
Minha filha, entrou dizendo Rosinha,
tranquillisa te, p^ssoa conhacida, Mo-
sen Antonio, que to quer tant).
Sim, sou eu, disse o cura, entrando
em seguida.
Helena nSo p le conter um grito de es-
panto, vondo o siniatro porte do sacer-
dote.
-%>Estranhas ver-me d'esta forma ? Nao
me admiro. O que me causa admiraoao
achur-me vivo. Venho da guerra ....
Condoeram-se de mim e me trocaram...
Julguei que ma iam fuzilar. Felizmente
nlo me encontraram armas ; apenas eu
trazia este Santo Chsto. Por isto n?.o
me uzilarara.
E tirou da algib"ira interna do jaqieitao
ura tosco cruxixo, que beijou e ora se-
guida guariou.
Filha, Helena, t-raha resignajo ; teu
pai era um here, um defensor da religiao
o do throno.. .
Meu pai eselamou a joven com um
gesto terrivel, meu pai morreu !. ..
Sim foi uraa sorprezi, ura instante,
nao ple defender se. A metralha, que
nao sei d'onde vomitaran) aquellos demo-
nios, que ha> de arder nos inferna, ma-
tou o Conde e mais com valentes.
Helena j nao ouvia. Prostrada por trra
geaia, solu^ava, culpava-se da morte de
seu pai, se inaMizia, e era vo prorarava
eonsolal a Rosinha com suas caricias, com
suas ternas palavras.
Deixe-nos a sos, padre Antonio, dis-
se Rosinha ao cura; deixe-nos a sos, para
ver se consigo que esta pobreaioha de mi-
nh'alma nao onlouqueja.
Sahio o padre, sentou se, ou, antes, es-
tendeu-se em uraa larga ca leira de couro,
e pouco depois dorma o hornera como quem
nao o fazia a 70 horas o estava prostrado
de fadiga.
Rosinha, quando p le dexar no leito a
orpha, extenuada pela dor e pela f:bre, foi
ver onde estava o spero Mosen, e, achan-
do o adormecido, tentou despertal o para
offerecer-lhe aumento e melbor cama qua a
cadeira de couro ; mas nao p le conaeguir
que aquella mole se movessa. Dormia
profundamente, e nao roncava, gritava o
bom no cura, com a cabeja para tras sobre
o encost da cadeira, o peito levantado, as
raaos cruzadas sobre o ventre descommu-
nal e estendijas as pernas, no solo. E
n'easa posijao dormio o clrigo dezeseis
horas mortaes, deapertaudo sbitamente na
occaai3o mais critica do pesadelo, gritando :
Viva Carlos V! e olhanlo era deredor,
admirado de achar se n'aquelle salao, e nao
conhecendo aua verdadeira situnjao, at
que vio apparecer na porta do quarto do
Helena a amavel figura da bonissima e ca-
ritativa Rosinha.
V
Conhejo o Sr. Jubb, disae o advogi-
do. Elle j suatentou, na> aqui, mas em
Sydney, uraa demanda anloga. Elle a
ganhou. Davo dizer qua naqnella po :a
os seus ttulos eram bona. Oa qua elle lhe
opp3e, n3o me parecem, primeira vista,
muto legtimos- Cooceda-me quarent 1 e
oito horas para elucidar a questo, afira de
poder lhe dar ioformajo'es exactas-
Ao cabo de quarenta e oito liaras, Ar-
band estava informado quanto aoa seua di-
reitos e quanto s pretenjo"es do seu com-
petidor.
Eis os fact03 em reaumo :
Em 1830 um jovea emigrante francez,
Joa Roen, des;mbarcou era Melbourne,
entSo cora posta quasi i nteira nente da case-
bres de taboas e de tijolos. Foi no tem-
po era que uraa enchadada revelou a exis-
tencia em Ballarat das i azi Jas aurferas.
Seado forte e resoluto, Jos Roch, orphao
e sera familia, oolheu de urna vez tres pe
pitas que lhe renderam em Deso bruto mais
de duas mil e quinbentas libras esterlinas.
Comprou ento urna concess3o ; em qua-
tro annos tinha ganho um mdb3o de fran-
cos. Mas teve de defender a sua proprie-
dade do revolver era punho e punhal entre
d entes.
A sua coragam inJomavel e a sua forja
prodigiosa o tornaram respeitado e admira
do. Ora, como aa jazidas eram abundan-
tes, cora) elle era un emphyteuta por in-
venta e nove annos, ple arrendar a su
i-oneeasao a uraa corapanhia por aec -s que
lhe pigava, ura anno por outro, quatro mil
guineos, slo cerca de quarenta contos.
Outro ho non teria consid'rado isso uraa
fortuna. Joa Roch era arabicioao. Reu-
ni trinta co npanheiroa resolutos e dedi-
cados, vinte mil caro^iroa e dez mil boia
e, munido de urna delivrance do gover-
no, parti para aa planicies. Durante vin-
te anios percorrou South Wales, Queens-
land Victoria.
Duaa vez 'a por anno, ello ou algura doa
co-opanheiroa ia a Sydney ou a M-lbour-
na venier o producto lo seu gado, 13 ou
carne.
O commercio foi pro luctivo e o infatiga-
v 1 pioneer pd le distribuir cinco mil
contos entre oa seus co npanheiroa e guar-
dar dous mil para si. Cora ciaaoeota aa
aos, retirou-se, ten lo tido o cuitado da es-
paldar no caminho de suas viagens nume-
rosas es'ajoea.
Oahi em diantepasaou vida de squaller
opulento, vendo de dia em dia augmentar
os seas recursos, teade se coas rvado to
mera honrado e bom cbriat3o, amigo dos
missionaos, protegendo os pobres e seno
temido dos convictos.
Julgou conveniente dotar os tilhos dos
seu3 servidores e casou-se olle meamo aoa
cineoenta e cinco annos. Nao teve filhos
e a raulher morreu moja. O velho entao
lambrou ae doa que tinba deixado na,Fran
j. e que nunca penaaram nelle.
Ura dia um capitao de navi> fallou-lho
no Sr Arbaird, as suas virtudes e na su*
pobreza que supportava com orgulho. Jo-
s Roch fi :ou eoraraovido. H'i di raan-
dal-os vir para c, dissa elle de si para
ai. Nio ple realisar o seu projecto. Deus
o chamou a si e elle foi-se, calmo e puro,
tendo tido o cuidado de instituir o pai do
doutor seu herdeiro universal.
as suas viagens, Roch tinba conhecido
um joven banqueiro de Melbourne. Recor-
reu sua casa quer para adiantaraentos
quer para depsitos.
O banqueiro, um irlandezehamado Frank
Jubb, tinha prosperado. Morreu sbita-
mente era conaequencia da ruptura de um 1
aneurisma e foi succedido por seu sobrinho
Lewis Jubb. Este tinha continuado o ere
dit > aborto pelo tio a Jos Roe. Mas,
quando este morreu apresentou urna conta
corrate, s gun 1o a qual a heranja do fal-
'ecido lhe era devedora de mil e quinhen
tea contos de ris. No intervallo daa^for
malidadca testamentaria e pr:valecendo-ae
de ura costurae antigo da Auatralia, Lewis
Jubb tinha conlegaido entrar na poaae pro-
risoria.
era a prescpj3o que Maximiliano que-
ra interromper..
Mas,para conseguil-o, devia, seguado a lei
eSp ;cial do Dominion, fazer acto de pr iprie
torio era cada un doa seus ttulos le pro-
priedade. Ora, tsfc-.s eram numerosos, re-
presentados por bena imraoveis e por coo-
tr ictos ou valores movis. Devia proceder
oviecao 11 L*w.s Jubb e seua repres n
t"n as Tanto raaic que o i.\ -z, com ama
audacia inverosmil, exigia qua os bena lhe
foase.u eutr^guea pela quantia de tres mil
contos, importancia, dizia ella, das deap-:-
zas de gar.ratias e cooservaj3o.
iRir. GUyme expoz coa lucidez todos
cbs -a f* tos ao seu cliente.
O senhor n3o p le annuir a easaa
exigencias. Precisa responder a esse in
truso -orao. elle rae*0oe. vou aprese it .r
tanto o senhor ii percorrer m diveraaa
pr 'priadades de seu tio e munido do testa
ment proceder eviejo, interrompendo
DjU3 dias depois, havendo cedido algu-
ma cousa os ataquea nervosos daV.infeliz
II dena, desean jado e asseiado o cura, e
chamados como te. temunhas dous velhoa do
povoado, abria-se o testamento do Conde.
Dentro do mesmo iuvolucro havia outro
em qua lia-se : Para minha filha s I
O testamento fazia Helena dona da
fortuna de seu pai j ass>gurava o futuro
do fiel Ro8nha, e deixava a Mosen An-
tonio urna quantia para dedical-a a suifra
gios.
(Continua.)
immediatamente a preacpjao do usofructo
pelo seu competidor.
Com efeito, dous das depois, o advo
gado GUyme, acompanbado de ura solici-
tador, oppunba exigencia da Jubb urna
reconveujao em justifieajao do ttulos e
um ped io do mil contos de ris de pardas
e da.unos por ter elle intentado um pro-
cesso sem fundamento.
Ahi comajou a luta.
Maximiliaoo, entretanto, cuidou do que
era mais urgente.
Tra'ou primeiromrate dis miuaa de Bal-
larat.
ASi n3o encontrou nenhuma difficulda-
de.
A corapanhia estava ligada heranja
Roe por ura arreniaracnto ind-fini io. Nao
pretendia rorapel o : deuse, poia, presaa
em innovar contracto com Maximilano.
Era um capital de quasi doua milhoas
que o mojo recebia assim aera opposij3o.
Dhi dirigio-ae para o norte.
Eut3o comejaram aa diffiraldadea.
Teve neces8dada de exwninar as trras
urna ups outra, de procurar os juizas, os
colleetore8, os procuradores, de justificar
os seus ttulos, de discutir as pretenjSes
do seu adversario invsivel.
Porque, cousa singular o que nao o dei-
xou de prooecupar, nunca as viagens o
proprietario Arband conseguio encontrar
L'Ws Jubb.
O inglez pareca fugir quando elle se
approxiraava.
E na sua passagera atravz dessas pla-
'ies magnificas, ao longo dessas estradas
novas, dessas densas flirestas de eucalip-
tus, recebido e festejado pelas familias dos
isquatt T8 em lembranja do homein de
bem ao qual succedia, M .xiraili rao recor-
dou se das palavras terriveia do R.raou-Sa.
Easc hornera j lhe atravossiu o ca-
rainh-i duas vezea, diaae-lha o brahmane.
A primeira vez, elle bera o s*bii, Jubb
tinb.-liaa matado o pai
Mas a segunda vez ? Ondo e quando ?
Maximiliano n3o comprehendia.
E es-e hornera ahi estava, n^ aua fronte,
intransigivol. Aquell-sa quera pergunta-
va a lho podiam d.r respost.s vagas, n-
certaa. O que sabiara era, que ura da
Frank Jubb tinha apresratad 1 a alguna
raig.a um rapagao chegado da India, que
lizia ser seu obrnho. Depoia o banquei-
ro morrea.
(Continuar sena)
Trp. do Diario raa Duque de Cadu n. 42.



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