Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17659

Full Text
T
ANNO L. NUMERO 273
. *
X
v
P4BA A CAPITALS LUQABES 0\DB ViO 8BP4GA
tor tres mezes adiantados................ 6SO00
Por seis duos idem. ............... IfijJOOO
Por am anno idem.........%....*.. a&frOOO
Cada Bamero avulao ... .. ... ... ... x ... >. .#. a a a 9330
TERCA FEIRA 1 DE DEZEMBRO DE 1874
PABA de.\tro b fob a ba FBO VINCI A.
Pot tres mezes adiantados..............
Por seis ditos idem...............
Por note ditos idem.............
Por am anno idem....... ... ...
CPTM
*WM
PR0PR1EMBE DE MANOEL FIGUEIROA BE FARIA FILHOS.
If irs. Cteesrdo Antonio AlTesdt Filhos,no Part; Gonjaltes d Pinto, no Maranhio; Joaquim Josi de OuyeiradFilho, no Gears i -a\a*sjuo de Lena* Brsgaf no Aracatj j Joio Maria Julio Curves,-no Asia; Actonio Marqaes da Sita, Natal ; Josi
lereira d'Almeida, m Mtmanfuape { Carlos Auxendo Monteiro da Franca, na Parahyba ; Antonio Joss Gomes, na Yflla^i Pnhaj Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Ant^ ; Domingos Joss* da Costa Brafa, am Bazarethi
Antonio Ferreira^4" Afuiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilardai Alagflu; Aires d C.,na Bahia; A. Xavier Leite d C. o Rio Janeiro-
i
/
PARTE OFFICIAL

Go verm) da provincia.
SecfJo 4."*Palacio da pre.-idanci.-i de Pernambuco, 27 de no-
vembro de 1871. 0 presidente da provincia, usando da ai'.ribuirao
confer i da no artigo i\ i i do a:to ad-lcionnl e em virluda das lew
provinciaes n. 4,111 de 17 de junho de 1873, e n 1,143 de 8 do
junbo de 1874, resolve que na instruccio primaria e secundaria da
provincia se observe o Ruinte :
HKI.l I.4MKVIO
T1TULO I
Dn Inspcccao do ensino.
C A P I T U L 0 I
Dos fuucciooarius a guem incumbe a inspeecao.
Art. !. A suprjma direccao da insiruccao publica compete ao
i presidente da provia<'ia, que exercera por intermedio do inspector
geral e inspeclores especiaes, e decidira os negocios relativos ao en-
sino pubhco, ouvinJo aquello fanccionario e ao conselho litterario,
quando Ine parecer conveuieote, resolvendo as duvid-ts qae occor-
rerem ua execucao do preseute regulamento e delerminando a adop-
cao de ifuaetjuer raedidM reclamadas peia regalaridade e exigeacias
do sarvico da instruccio publica.
Art. 2. A imuiediata inspeccio e fiscalisacao e da compe-
tencia :
!- Do inspector geral da insiruccao publica.
5 2." Do conselho litterario.
| 3." Dos delegados litterarios.
|) 4 Dos inspeclores especlaes.
Seccao I
Do inspector geral.
Art. 3. Ao inspector gfcral, a quem sao subordinados todos os
professores e directores de e.-colas e collegios publicos e subveneio-
oados pelos eofres proviuciaes e quaesqaer (uucionarios da instruc-
rao publica e bibiioiheca provincial, compete :
I Iuspeccionar e lucalisar por si, pelos delegados littera'ios
on qualquer luembro do conselho litterario que designar, as escolas,
coHegios, casas de educacao e estabelecimentos provinciaes de instruc-
cio, qner publicos quer pjrticulares.
2.' Regularisar o ensino puulico, expedindo as necessarias
inslruccdes previamente approvadas pelo presidente da provin-
cia.
3* Proceder ou mandar proceder a quaesquer exames ou
diligencias que forem precisas para ad'>pcao de tnediias e provi-
dencias tendente* ao rnelboramento do ensino e a boa execugio das
dispo^coes que o regulam.
i." Ouvir o conselho litterario ou qualquer das respeclivas
aeccSes, no$ casos declarados neste regulamento e sempre que en-
tender conveniente.
, 5.' Presidir as conferencias do conselho litterario e regular os
seus trabalhos e discussoes.
6* Proceder ou mandar prodeder as diligmcias necessarias as
deliberacoes do contelbo litterario e dar as providencias para a
execucao de suas resolucoes e sentencas.
7s Remetter ao presidente da provincia, com informacio sna,
as decisoes ou deliberacoes do conselbo litterario, nos casos em que
para terem execucao, necessitem de approva;ao dinuella autori-
dade.
5* 8.* Presidir os exames e concursos para o magisterio publico
e conferir os tiiulos de que tratam os arts. 94 e 112. /
9.' Org.nisar, mediants andioncia do eosseiho litterari^ os
regimentos mternos das escolas e estabelecimentos de inslrue-
cio publica, submettendo os a approvacio do presidente is pro-
vincia.
iO. Rever e substituir os compendios e livros adoplados nas
escolas publicas, ouvindo o conselho litterario.
II. Fazer organisar j reraetter aos professores publicos, no
principio de cada anno, uma relacao dos livros e compendios adop-
lados pa>a o ensino nas escolas.
12. Organisar annualmente uma tabella, distribuiqdo a ver-
ba votada para subvencao do aluguel das escolas publicas.
13. Autorisar, a tilulo de ensaio, o empreeo de qualquer
novo methodo ou systema recommendado de ensino, acompanhando
por si ou por seus agentes oseguimento das licoes e veriflcando 0
grao de aproveitamtnio dos alumnos, do que dara conta parli4
calansada no relatorio de que trata o 29.
14. Autori.-ar as prolessoras de escolas publicas do sexo feoj
minino a admittir a matricula em saas aulas alumnos do sex-
mascalino menores de dez annos.
13. Visitar as escolas e estabeleciraeutos litterarios da pro
viacia.
1C. Dcferir jurameato aos cfiefcs de estabelecimentos littera-
rios da provincia, professores de iniruccao primaria o erapregados
da reparticao da instrucr^ao publica.
$ 17. Marcar aos professores que forem removido3 prato no
qual assumim o exercicio de suas cadeiras, tendo em consideragao
as distancias e nao excrdendo de 60 dias, dos quaes se nao conlarao
os necessarios para a viagem, calculados na razao de 33 kilometros
por dia.
| 18. Propor ao presiJente da provincia, quando lhe for reque-
rida e lhe parecer justa. a prorogajio do prazo de 60 dias marca-
do aos professores nomeaios ou removidos, para assumirem o exer-
cicn de suas cadeiras.
19. Coheeder aos professores publico3 licenca com ordenado
ale 8 dias e ate 15 sen elle.
20. Abooar e juslificar, de conformidade com os arts. 150 e
151, as fallas dos professores publicos de instruccio primaria e em-
pregados da reparticao da instruccao publica, ate o numero de 15
no decurso de urn moz e com previa autorisa;io do presidente da
provincia, se excederem daquelle numero.
21. Rubncar osattestados de exercicio dos professores pn-
blicoa de in-tru.-jao primaria, para que possam receber seas ven-
cimento-s conslando dos mesmos a entrega dos mappas de que
rata o art. 171 2.
22. Impoe aspenas dos arts. 178,181 I, e 202, e confirmar
para que possam produzir o devido effeito, as que aos professores
publicos impozerem os delegados litterarios e inspectores especiaes
% 23. Propor ao presidente da provincia, fouvindo previamente,
o conselho litterario, cuja resolucio annexara a proposta :
I. Os individuos habilitados para o magisterio publico.
II. Os professores publicos que devam ter access j ou reraocao
oos (ermos dos arts. 156 2 e 187 3.
HI. A jubilacao dos professores que eativerem nas circumstan-
cias legaes de bavel a.
IV. A concessao de gratificacoe3 eitraordinarias, de que tratam
os arts. 139 e 142.
y. A creacao, remoc^o ou suppressao de cadeiras de ins,truc-
<,-ao publica.
VI. A adopcaj do methodo ou svstema de ensino a que se re'ere
o 13 quando pradcameote reconhecidas sua conveniencia e vanta-
gens.
VII. As alteraQoes que a experiencia acoaselhar no regimen
lechoico, disciplmar e economico das escolas e estabelecimentos de
iostrucgao publica.
24. N'omear e demitiir os delegados litterarios.
i 2-5. Confirmar as nomeagoss de professores interinos, qaando
ieita pelos delegados litterarios us iermos do an. 19 g 3, se entender
Sue os nomeados saoidoneos, e demittil-os quando as conveniencias
o ensino o exigirem.
26. Dirigir e fi-calisar o expediente eitodos os mais trabalhos
da reparticao da insiruccao publica.
g 27. Prorogar por mais uma bora o prazo do expediente,
quando a argencia ou allluencia dos trabalhos o exigir.
28. Suspender do exercicio e vencimentos, ale 30 dias, os em
pregados da reparticao que cojimelerem faltas no cumprimento de
sens deveres.
g 29. Apresentar ao presidente da provincia ate o fim de Janei-
ro de cada anno, urn relatorio do estado e movimento do ensino pu-
blico C paiticuhr di provincia Qoaauo anterior, adJiciouaui) Ih
I.'cm quadrj e.-tilislico Aj- ".-colas e eslabeleCimentOt ^o iiis-
trocQao.
II. Uma relacio demonslrativa dos moveis e uU-nsilios de cada
cscola publica.
HI. 0 orcameulo das despezas a fazer-se co.u o possoal e mate-
rial do enino publico.
30. Exercer todasas mais fuuegoes deci nada* nas leis e re
guiamentos, e quaesquer outras, concernentes ao setvico sob sua di
reeeao, de que o encarregar o presideote da piovio&ia.
Seccao II
Do conselho litterario.
Art. 4. 0 conselho litterario comprje-se :
Do inspector geral; .
Do regedor do gyrooasio provincial ; "-.
Do director da escola normal ;
{
L
^
De seis cidadioi que se hajara distiogui Jo nas letlras, e no
magisterii publico ou particular.
Art. 5*. Alem dos inembroj effeclivos do coaselho litterario, de
que trata o artigo precedente, havera mais sis substiiutoi para os
casos de impediment d'aquelies.
Art 6". 0 presidente da provincia nomeara os membrct effecti-
ves e substitute do conselho litterario, que nao o devam ser por for-
Ca do cargo que exercem.
Kxv 1". No impedimento-da inspector geral, por motivodeeaa-
peicao on At ausencia da capital, presidira o conselho o regedor do
gymna-io ; e na falia deste o director da escola normal.
Art. 8. Ao conselho litterario incumbe emittir parecer :
1*. Sobre metb'odos e syslemas pratico- de ensmo.
& 2. Sobre designacao e revisao de compeodios, livros e objeo-
tos de ensino.
3*. Sobre regimen interno das escolas.
3 4*. Sobre programmas para provasoraes e escriptas dos exa-
mes de babilitacao e dos coucursos para o magisterio publico, -
sobre o merecimenio das provas quer em uns, quer em outros pro
duzidas.
5*. Sobre vilaliciedade, accesso por anliguilade, remocao dis-
cipliuar, gratilicagoes extraordinarias, e jubilacao.
% 6. Sobre a necessidade de ereaqao, remogao e snppressio
de cadeiras; e de alteragoes das entrancias.
7". Sobre elaboracao de bases para qualquer reforma ou ms-
Iboramento de que carecer a instrucgao publica.
% 8. Sobre qnaesquer outros assumptoi litterarios ou de inte-
resse para o ensino publico a respeilo dos .quaes seja ouvido pelo
inspector ou pelo presidente da provincia.
Art. 9*. Ao conselho litterario incumbe tambem processar e jul-
gar as infraccdes disciplioares dos professores publicos de iotrucuao
primaria ou secundaria, que incorrerem nas penas dos arts. 179 e
180, 2 a 4. .
Art. 10. 0 conselho litterario sera dividido em tres seccois:
? 1. Cada seccao se compora de tres membros designados
pelo inspector geral.
2*. Compete ;
I. A' primeira seccao o que entender com os assumptos desigoa-
dos nos I, 2, 3 e 6 do art. 8.
II. A' segunda o que se referir ao objectodo3 g 4, 5 e7 domes-
mo artigo.
III. A' terceira o que for concernente aos assumptos do 8
do citado artigo e o exame, relatorio e instrucgao d;s processes dis-
ciplioares.
3*. 0 inspector geral de entre os membros das?ecc5es desig-
nara o relator para cada negocio que Ihes tenha de ser sub-
meitido.
Art. 11. Os pareceres das seccoes submettidos a approvacao do
conselho litterario em conferencia, e quando nao versarem sobre ne-
gocio disciplinar, provas produzidas em exame de habililacao e con-
curso, accesso por antiguidade on sobre o assnmpto do 7 do art. 8,
poderio ser approvados pelo inspector geral, qua o commanicara ao
conselho litterario na primeira confer n,-ia.
Art. 12. 0 conselho litterario fanccionara, quer em conferencia '
ordinaria juer extraordinaria, estando presents mais de quatro
membros.
Art. 13. Nas conferencias ordinarias serao apresentados, discu-
tides e submettidos a appro vac lo, os pareceres das seccoss, podendo
qualquer dos membro* do conselho indicar as medidas e providen-
cias que eotenda de vantagem para a instraccio publica.
Art. 14. Nas conferencias extraoruintrias Iratar se-ha pri-
meiramente do objecto especial para quo h'laverem .-i 1" convoea -
dan, e, em sesuida, bavendo tempo, de aeJunptos 4A conferencia
orSinaria. .' / < w'"*^^*"' ^*~
Art. 15. 0 intpector geral convocara conferenjias extraordina-
rias toda a vez que assim o exija a allluencia e importancia dos ne-
gocios que tenham de ser submettidos a deliberaga) do conselho lit-
terario.
Art. 16. 0 inembro do conselho litterario que se achar impos-
sibilitado de comparecer as conferencias, o devera communicar com
antecedencia ao inspector geral.
Art. 17. 0 inspector geral, nos casos de suspeicao oa impedi-
mento da maioria dos membros de uma seccaj, a recompora, desig-
nando oulros qas os substituam.
Seccao 111
Dos delegados litterarios.
Art. 18. Os delegados litterarios exercerio suas ftznecoes em
districtos, cujos limiies serSo determinados pelo inspector geral, sob
approvagao do presidente da provincia, em urna tabella para esse
fim organisada poraquelle funcefbnario, podendo sar revista e alte-
rada, segund> as exigencias do servigo da in-peccao do ensino.
Art. 19. Aos delegados litterarios compete :
l. Visitar e inspeccionar, nos termos das innruc?5es e or-
dens que Ihes forem expedidas pelo inspeclor geral, as escola* de
sens districtos, syodicando se nellas sao Qelmente observadas as dis-
posigoes de leis' e regularaentos do ensino, communicando aquelle
funccionario c que observarem.
2. H'xammar se os professores e directores de escolas e colle-
gios particulares teem cumprido o qtic determinam os arts 197 a
201 e communicar sua inmsorvancia ao inspector geral.
3." Nomear, n^s cisos de vaga, licenca ou impedimento dos
professores effdciivos por mais de cinco dias, profo^sores interinos,
sendopreferidos :
I. Os aluumos mestres da escola normal e as senhoras habilita-
das pela escola normal da Sociedade Propaqadora di Insiruccao
nesta provincia, on da official quando for creada.
II. As pessoas que tiverem os titulos de que tratam 03 arts. 9i
e 112.
III. As que boaverem exercldo o magisterio publico com zelo e
aplidao.
IV. As que exercerem ou tiverem exercido o magisterio parti-
cular com reconbe:ida habiliiaclo.
V. As que tiverem notoria idoneidade.
4." Communicar ao inspeclor geral, logo que a fizer, a nomea-
gao de que trata o antecedent, remetteodo as informagoes e titu-
los que abonem as habililacoes do nomeado, para ser aquella Con-
lirmada, entrando e3te em exercicio independence da conlirmacao.
5* Transmitlir com informagao sua ao inspeclor geral quaes-
quer participates, mappas, reqaerimentos e requisicdes dos profes-
sores publicos de seus districtos.
6." Attestar mensalmente o ejtercicio dos professores de seus
districtos, mencionando os dias em que nao tiverem dado anla e os
motivos que nara isso tiveram, o numero dos alumnos matriculados
e dos qae a f.-equentaram, e bam assim a entrega dos mappas de
que trata o art 171 2. e as vezes que foram visitidas as es-
r colas.
7. Impdr, depois de esgotados os meios suasorios, as penas
de que tratam os arts. 29 a 31 e 178, e communicar ao inspeclor
geral, remettendo as provas dos factos qae hajam dado lunar a im-
posicao das penas dos arts. 178, nos termos do art. 187, aiim de que
sejam, por aquella aptoridade, eiofiruadai ou julgadas sem oll-ito.
% 8. Fazer inventariar os moveis de cada uma das escolas de
seus districtos, sendo declarado sea estalo e qaalidade e os qae
faitarem, fazendo extrahir de cada um duas capias, assignadas pelos
respeclivos professores, das quaes uma remetlera ao inspector geral,
lieja ij a outra em aeo poder.
9." Remeiter ao inspector geral as relacoes e mappas de que
trata o art. 171 2., depois de verilicada sun exactidao, declarando
o numero de vezes que visitaram as escolas e o mais que Ihes pare-
cer conveniente.
g 10. Ministrar ao inspector geral todas as inforaacSes e'escla-
recimentos que Ihes forem exigidos com r.-lagio ao eosino em seus
districtos.-
| 11. Auxiliar os inspeclores especiaes, prestando-lhes as-in-
furmacoes e esclarecimentos que pedirem, concernentes ao estado
do pessoal e material das escolas.
12. Presidir os exames dos alumnos nas aulas publicas, salvo'
quando, presence o inspector geral, quizer este presidil os.
13 Deferir jaramento e dar posse aos professores publicos no-
meados ou removidos, fazendo a compeienie averbacao no verso dos
Bliv is titul is, c.mman'canio-o ai in>p<*cnr goral.
% 14. AorCr, :i inwrar, ru:ricir. KtinStut t--i h*t* d; rnVtri-su-
la e os inlis qua liverem i Sirwr ua-i :.c ilas publioas de sjus Jis-
tristos.
15. Exigir dos directores de estaberecimenlos particulares de
insiruccao, dous exeoaplarei dos estatulos o pmgrammas de ensiao
nilles adoplados, dos quaes remeltera um ao inspector geral.
16. Remeiter, na capital por interraedio do inspector geral e
fora delta direetamente, a autoridade criminal competente as provas
colligidas de qualquer crime praticado nas escolas 8 estabelecimen-
tos de insuuecao.
17. Approvar os coatractos do loca;So de casas para escolas
publicas, nos lugares em que a provincia on a rauaicipalidade nao
as tenham, tendo em vista as condi^Ses hygienicas e as accommoda-
coes neces.-arias.
| 13. Proceder no3 termos do art. 26, ao arrolameiitj do iudi-
"idooC em idade escolar, e remetter
da qflM trata o art. 27.
copia aofBenticada dos edilaes
JI9. Ddterminar nos districtos das cidades e villas o nerimetro
do qual e obrigatoria a insiruccao primaria, nao excedeudo
de i kilometros para os alamnos do sexo masculino e de 1 kilometro
para o* dotexo fe mini no. .
1 SO. Remeiter ao parocho a relacao dos pais, tulores ou protac-
loresfuenao derem instrucoao a seus filhos, tutelladoso protegidos
suirtitaadj daqoella autoridade qu os exhorte a fazel-o.
21. Apresentar ao inspector geral, ate o dia 15 de dezembro
uma exposicao do estado da iosiruceao publica e particular em seus
diitriclos, indicando os melhora uentos e reformas qae julgarem con-
venientes, iaformand i se os professores procedem com zeto, vocacao-
e moralidade no ensino de seus alumnos e sobre a assiduidade e
aproveitameao desles, addiciooando:
l. Uma lelacao das escolas publicas do distri:to, sendo decla-
rado o numero de .lumnos em cada uma deltas matriculados e que
as hajam frequmlado, bem Cjino os nomes dos profeosres, suas fal-
las e ubstilaicws.
! Uma rel^-ao das escolas particulares. contend? o numero
dos alumnos neilts malri:ulados e que as tenham tfequeut.ido, e os
nomes dos professores respeclivos.
3.* Uma relacio dos moveis e utensilios de cada escola publica
menciouan to seu numero, estado e qualidade.
5.* 0 orcanvmu das despezas com as escolas publicas de seus
districtos no ; -"tinte.
24 Desempiuuar os demais servicos e obrigacoes que Ihes fo-
res incumbidos p.-las leis e regulameutos da instruccio publica e
cumprir as iastruc^ss do inspector geral.
Seccao IV
Dos inspectores especiaes.
Art. 20. 0 presideute da provincia, qaando o julgar convenien-
te, orienara uma injwecao extraordinaria das escolas e estabeleci-
mentos publicos de iostraccao uis localidades em que Ihd parecer
necessaria.
jj 1* Para esse fim dara commissao a inspeclores especiaes,
desigaadds de enlre as pessoas de sua conQanca q.ie tenham as pre-
cisas habiljtacoy, preferiudo as que tiverem grao seientiBco e se te-
niiam recommen talo por seu civismo e dedica^ao ao desenvolvi-
mento da iastrucc i > ,'
2.#Aos inspectores especiaes podera o presileate da provincia
arbitrar uma gratiiiCacao raxoavel, segundo as disian'eias-e difficul-
dades de transport** -"
Art. 11. Aos inspectores especiaes iocuube: ~-N.
1.* Visitar e inspeccionar as escolas e quasquer-'cstabeleci-
mentos de instruccio publica primaria e secundari?, dentrb dp perj-..
metro que ilios for trar^ado.
2. Assegurai-se, por inforuiacues dignas de credito e por
quaesqaer provas concludcnte8, que possim obter nas respeclivas
localidades, d > coniportameuio civil e moral dos professores, verili-
cando se procedem com ze]o, intelligencia, moralidade e vocacao no
exercicio de suas luucc/n'.s, e se cumprem fielmeme as dis|i sicjes
legaes e regulamenlares, bem como as instiuccoes e ordens do ins
peclur geral e dos delegados litterarios, r-lativas ao desempenno de
seus deveres magiilraes.
3. Verilicar a exactidao do numero dos alumnos matriculados
nas escolas publicas e as causas da falta de freqaencia.
4.* Examiuar uas escolas publicas as vantageos e inconve-
nientes ilu regimen ailo^'ado, method.) de ensino, meios discipliuares
e sous effoitos.
| 5.* Verilicar o aproveiUmento dos alumnos, argui do gs e fa-
zendo_"s arguir pelos profs sores.
i-itar dos 0>lega*ot litterarios, iiara o bom desempe-
Uissao; os esctarecimeutos e pi*.videnclas quelesrejafii
vcou aas at'.nbui'.'oes d'aquelies funccionarios.
7. Iinpor as peuas de que trala o art. 187 na conformidade
dos arts. 186 e 178, dinlj do se seu acio conheciiumto ao dele-
gado litterario.
8* Verilicar se o ubsidio destinado aos meninos pobres e ef-
fect! vamenle dislribuido e applicado deviJamentj.
9.* Verilicar se as escolas publicas estao situadas nos lugares
mais conveaientes e se funcciouam em edilicios com os necessarios
commodos e em U -..- SondicSes hygienicas.
10. Verifuar is condicoes de salubridade da localidade era
qae estiver situada a escola, o estado sauitario dos alumnos e, quan-
do este seja mao, sua causa provavel.
11. Apresentar ao presidente da provincia um relatorio cir-
cumstaiiCiado de sua commissao, adJicionado as reflexoes que Ihes
parecerem conveaientes e propondo as providencias que reclamar o
rnelboramento do ensino.
12. Cumprir e fazer cumprir, no que Ihes forem applicaveis as
disposii;5es legaes e regulamentares e as instruccoes e ordens que
Iha forejji dingidas pelo presidente da provincia.
v ^6.* Requi-iu
""" rr4 ."^B sna c-jiiiuis
ua" "com da3 atl
TITULO II
Do ensino primarlo obrlgsilorio.
CAPITULO II
Da obrigacao do '-nrino.
Seccao I
Das condicoes para o ensino obrigatorio.
Art. 22. A iiutroecao primaria e obrigatoria nas cidades e vuiaj
i5 provincia para os individuos que tiverem ds 7 a 15 aanos de i,U
de, sendo do seculo masculino e de 7 a 12 annos completos, sendo do
feminino.
1. Excepluam-se :
I. Os que tiverem impediment perraanente, physico oa moral.
II. Os qae se mostrarem habilitadoi nas matsrias do art .11
I a 6.
III. Os iadigentes que nao recebercm o subsidio de que tra-
ta o art. 24.
2. Estas excepcoos deverao ser provadas perante o delegado
litterario, por algum dos meios seguiotet. :
I. A do | 1 pela apresentarao pe-s.al, atlestados de facultativos
3 de pessoas de notoria probidade e fldedignas.
II. A do 2 por exane, attesUdos e documenUs comprobato-
nos de habilitacao nas matenas a que se refere o mesmo ua -
ragrapho. r
III. A do 3, quaoto a indigencia, por atlestados de parocbos e
aatoridades policiaes.
Art. 23. Os paes. tutores ou protectares que nio mandarem *eas
hlhos, lulellados ou protegidos a escola publica ou particular do dis
tricto em que residirem, deverao communicar ao delegado litterario
a maneira poraoe os instruem, bem como o name e resilencia de
professor, que houverem escolhido.
Art. 21. Mediants inforraacao dos delegados litterarios, autorisa-
ra o inspector geral o fornecimento, as ortaacaa MpsMts, de ves-
tido decente e simples, livros e mais objectws indispecsaveis ao ea
. sino escolar, correndo as despezas por cmta dos cifres pruvinciaes
' ou municipaes, conforme for delenninado em lei.
| Art. 25. Os pais, tutores e protectores sao obrigados a commu-
I nicar ao professor as cauaas das faltas de freqaencia dos alurano*,
quando esta houver sido ioterrompidi por mais de 30 dias, deveodu
essa communicafao ser dirigida ao delegado litterario, quando se tra-
lar de escola particular.
Se:cao II
Do arrolamenti Art 26. Em cada district) litierario de cidade ou villa, uma
commissio composta do respeclivo delegado litterario, do parocho e
de um cidadao nomeado pelo presidente da proviucia, procedera an
naalmente, no mez de novembro, ao arrclaraenlo dos meninos, quer
de um quer de ouiro sexo, em idade esc lar ; pdendo para esse fim
requisitar das aatoridades policiaes as inforraaco s necessarias.
Art. 27. Feito o arrolameuto, o delegaJo litterario lara afflxar
(edilaes nos logares mais publicos do districto ou publica-los pela
I imprensa, onde a houver, convidando os pais, tutores e protector*.-
a dar instruc?io a seus lilhos, tutellados e protegidos, sob as pcoas
da lei, qae aos mesmos edilaes serao transcriptas.
Seccao 111
Das penas e recur?os.
Art. 28. Os individuos mencionados no artigo antecedcnle, qae
ale 15 dias depois da abertura das auias publicas nao tiverem nellas
matriculado seus filhoa, tutellados ou protegidos, e nao provaretn
que os instruem em seus domicilios ou em alguma escola particnlar,
serao intimados pelo delegado litterario, por meio da imprensa oa
por offlcio para que o fa cam dentro em 13 dias.
0 delegado lutenano solicitara do parocho qae a estacao da mis-
s-os extiorie a enmbrirera tal oorigacao. _____
Art. 29. Esgotatfo o prazo do artigo antecedente, sem qae tenha
I produzido effeito a intiraacao, o delegado litterario passara a admoes-
] tar 03 pais, tutores ou proieclores.
Arl. 30. Decorrilos 15 dias depois da admoestacao, se esta liver
sido tambem improficua, ser-llies-ha imposla peb mesmo fuuccioua-
rio rauita de 4*0 0 a 10Z000, podendo essa multa ser repetida e aug-
mentada ate 20^0000, em caso de reincidencia, venli ala de 3 em
3 mezes.
Art. 31 Nos casos de ausencia das escolas p r parte dos alum-
nos matriculados, excedente de 30 dias cooseculivos, conbecera dos
j motives desia o delegado litterario e, quando nao justificada, ad-
moestara os respeclivos pais, tutores ou jroiectores; podeodo, te
' conlinuar a ausencia, impor Ihes multa de 200 a 500 rds por dia,
I qua accrescer aquelle numero, comtanlo que nio pa I um mez.
Arl. 32. Da imposicao de multa, cavera recurs i voiunlano para
' o inspeclor geral, quando a importancia del la exceder de 10/000.
(Ccntinua).
DESPACHOS Sa PRBSIDENCIA, DO DIA 28 DB NOVEMBBO
DK 1874
Antonio Jose Billencourl.Nao lent lugar o que"
' reqaer o supplicanle.
Antouioltodrigues de Souza & C.Informe o
1 Sr. inspeclor do arsenal de maiiuha.
i Fraucisco da Costa Figueiredo. Informe o Sr.
inspeclor da lliusouraria de fazenda.
Francisco Jose dos Santos.Sim.
Francisco de Paula e Silva. Informe. o Sr. "ins-
pector da ihesouraria de fazenda.
Francisco Xavier de Souza Ramos.-Informe o
Sr. jmz de oireito Ja comarca do Bonilo.
Jose Xavier Carneiro de Barros Campello.Pas-,
seporlaru coucedebdo a licenca pedida pelo suppli-
canle, com veiafiraenlos na forma da lei.
j Jose Igoaeio'jTAvila.Deferido com offlcio desta
data ao Sr inspector do taesouro provincial.
Jos6 Franeiscj de Araujo.Deferido com offlcio
: data ao Sr. commandante do corpo de policia.
Joao Maria de Albuquerque Oliveira.Sim.
Joao Jose da Silva Informe o Sr. general com-
mandante das armas.
Manoel Joaquim Uaptista. Junta a peticao an-
terior, informe o Sr. inspector do thesouro provin-
cial.
Manoel Tbeodoro da Rocha.-Indeferido.
Bacharel Rufino AugU3to de.Almeida. Passe
J portaria na forma da lei.
Satyro Ferreira Leite.Deferido com o offlcio
desta data ao Sr. inspector do thesouro provia-
1 cial. .-,
3*
W&
(agencia telegraphica havas-reuter.)
*91i\^% % 1$i%^!k'!k^V
Paris ?s de neiembro.-O gablnc-
te franeex acaba de enviar ao de
Madrid a resposta que deu i\* rc-
rlainiu/iipn sobre questoes pi-ndea-
tes.
Paris SH.-\o ultimo dlscurso pro
iiumiuilii pelo Sr. Tnlers. .Insiste
ease eatadista na necessidade quo
na de serem eonservadas as rela-
Joes anaigaveis coin o governo da
talla.
Ltsboa *0.-0 PAIZ gornal) pede
ao governo qae mande para o Bra-
sll n^sims navies de guerra. que
prote.)ani os subdltos Portugueses.
Montevideo CS.-forre que o ge-
neral Mitre roi derrotado. e que,
em eonsequencia disso. envltAu um
parlamentario para entabolar ne-
goeiacoes para o estabelecinaen-
to da pas.
i lioudres 30. O minlstro do Para*
ffiiii >. junto ao governo da Ingla-
tcrra, acaba de apresentar suas
credenciaes.
Paris SO.Kntre os eleitos para
conselbciros municipaes da cidade
de Paris, acha^m-se i S3 radicaes.
IO republicanos moderados. c 11
conner Vii do res.
liondres 30.-Ataxado desconto,
no banco de Inglaterra. foi elevada
a seis por cento.
Bahia SO. Cliegaram bontem
aqni, e sanein hoje para Pernam-
huco. os paquetes portugucz JULIO
DIN1Z, e americano MERMMACK.
Babia SO.O vapor inglez A RCHI.VE-
DES chegou iioiiiem e sahio hoje.
Rio de Janeiro 30.Ctaegou aqui
hoje o paquete Inglez, da real mala,
NEVA, procedente da Europa por
Pernambuco e Bania.
Bali ia 30. O pnquete naclonal
PARA cbegou hoje e sablo A tarde
para o Bio de Janeiro. O vapor
brasileiro CALDERON, tendo a seu
bordo tropa. chegou hoje e sabe
amaiiha parn os portos do norte
do Imperlo.
NOTICIAS COHHEBCIAES.
Londres *H. Multo dinUeiro de
ouro foi retirado do banco de Iu-
glaterra para ser remettido para
o continente. A. laxa do desconto
contlnua a ser ua praca de quatro
e meio por cento. Consolidados de
SO/O, *or account, a OS is. Fundos
brasilelros de 5 O/O, do anno de
lses, a oo l/S. Caret muito calmo i
precos com lendencla a balxar.
Assiiear i idem i Idem.
Liverpool S8. -Algodao : transac-
often regulares t precos muito fir-
ines ; venderam-se de/ mil fardos.
sendo mil e oltecentos de proce-
dencia da America do Sul; o fair de
Pernambuco a 8 d. por libra. Am hi
car : caluio : precos Ormes Hem alte
racao.
AnI ueriiia S8. -Cafe : transaccoes
quasi uullas; precos nomiuaes.
Hav.-e 38. -Cafe: idem; idem.
Alsoduoi transaccoes regulares;
precos flrmes i o orrJInnrlo de Per-
nambuco 92 francos por SO Uilo-
grs.
Hamburgo S8. -Cafe > transact-ocs
quasi uullas l precos nomin .;.
Narselha S8. Cafe: calmo i pre
90s flrmes sem alteracao. As icas t
de Pernambuco a Sft francos c so
centlmos pelos SO kilogrs.
Kew-York S8. -Cambio sobre
dn-K i-sis. Ouro IIS. CM 1
j mo ; precos flrmes iiiallrrado* :
o do Rio fair 18. e 0000 IS IS
cents por libra. Algodao : asedlajao
uplands 14 /8 csirrs por libra; as eSe-
gadas de hoje aos portos america
nos elevuui-se a trlstta nail far
dos.
Bio de Janeiro SO. -Caaabio sabre
Eaondres sent alleracmi O naerta-
do de cafC; frouxo e balxuadn 1 scat
alteracao de precos.
Bahia SO.-Canablo sobre L01
SO IS d. particular.
(A6ENCIA AMERICANA.)
Liverpool 28 de novembro. Algoda' '.
mercado calmo ; de procedencia brasileira
veoderam-se bojo 1,800 fardos ; os pre-.os
continuatn a ser os mestnos.
Havre 28. Algodao : firrae ; veodsf
1,000 fardos. Cafe : veaderam-se boje 20o
saccos ; 0 do Rio a 98de 1>9, 0 de Santo.1 a
102 e 103.
Para 2S is 6 h. e iS m. da tarde e
tardado). Chegou 0 paqaete nauoiu.
CO.\DE D'El', procedente dos pottos do
sul ; rcgressa amanha. Cambio sobre l.i-n-
dres 26 1/4 bancario, e 2o" 1/2 particular ;
transactors escassas e com restricc,des.
Babia 29 is 9 h. da maubd.Cbgaraiu.
procedente do Rio de Janeiro, os paque os
portuguez JULIO DINIZ e anienca \
MEHUD1ACK. Sahio iara Pernarnbucc o
brigue portuguez RECIFE.
Kio de Janeiro 29 is 3 h. e 35 no. it
tarde.Sahiram para Pernambuco : btu-
tem a barca portugueza FIHMEZA ; hoje
0 patacho hespanlul ISDIO e a suuw
tambem hspauhola DESPEJADA.
Babia 29 is 5 b. e 45 m. da tarde.
Chegou 0 paquete nacional n.4JI.i, proe-
dente dos portos d norte. Sahiram ptra
Pernambuco e mais portos do seu destiuo
os paquetes portuguez JL'LIO DIMII t
americann MLit 1(1 MACh.
Pard 30 d 1 b. 47 m. da Urde.Csos-
bio sobre Londres 26 1/4 banco, 26 1/Je
26 3, i particular. Sfguio bontem para o>
portos do sul o paquete ua-uional COiSOE
DEU.
Madrid 29. Os carlislas cercaram Mt-r-
reth ; mas os valentes defensjres de>ta pra^a
liii.;rui.>.ii-i:i i.nm<'di.itanonte por meio dt
uma valorosa sortida, q.io fizTstn, ta-"
dando tc;np> ao iaisuf) para inlaacb-ii-
rar se.
Hi > do Janeiro 30 is h. ds m.uib*.
Zl
ILEBfVEl




Vai sahir para a Parahyba o Iransporte dj
guerra naciooaj HOSIFACIO, lovaniio iro-
pa. Vai neflo.do passagem o general uo-
meado par* c omrnandaote em chef) das
iorcas naquella provincia.
Bjhia30 a'os 40 in. da tardo.Vai sabii
o paqueta PA III' para os p) tos do sul.
Entrarara a corveW VITAL DE OLIVEI-
Jll e o vapor CALDEIIOM, quo conduz
tropa para o norte.
Montevideo 28.Fwio-se o primeiro
c i abate serio entro os insurgsntes n as tro
pas do governo na Republic Argentina.
Fat no dia 25 qae so deu o choque, o por-
Vi da urn lugar chtmalo I.averde. Duron
ires boras o fegoj quo foi tenaz, de parte
a parce. C'l-nman-lava os rebeldes o gene-
ral Mitre o *s trapas do g iverao o general
Vi.is. Hao sa sabe o nunero do fot^as
empenhalas e nem que lado foi o venca-
dor, pois sao contra lictorias as noticias re-
cebidas. Ftearam uo campo da pefrjfl qua-
tnaventas pessoas, enlre mortos e f-fidos.
Conta-se no numero destes uliinao o general
Borges, goveruista. Xiique : a faern3
6ta" terminada.
Rio de Janeiro 30 as 2 b. e 30 HI- da
tarde.Entrou. procelente da Europi por
Peraambaco e Bahia, o paqneto inglez -V/v
1.1. Amauha sahira' para os portos do
norte o paquete ua ional CI:A !! \.
Paco da camara munic
Pormosh, 7 de meenbro d* 1874. Mm e Exm.
Sr. A camara municipal d)st?. cilade nao p ser inJiffsreute ao juoj|) in mites tado par sttis rr-
mas poll au-"pi:ioaa via'a l?, V. Etc. a esta pro-
vincia, sua patna natal.
Frel interpreta dos sihceros sentimentos de
seus raunicipes, esta caraaia van cumprimentar a
V. Exc. e agralecer-lhe os iervicis relevantes po
V. Exc. feitos ao paiz, q' er coma ministro do
imperio, quer como distinelo represeatante desta
provincia, na canara temp iraria, promovendo, no
primeiro posto de honra, mo in.iQt-snn.is refor
mas em varios ramos dj se rvico publico, especial
meate na instruct!) public i> apresent-au to outras
a consideracio do corpo legislative ; e auxiliaal
a) seguado, com o Bea v lioso voto e on a sua
autorisada palavra a coufeica) de leis de mini
testa utilidade publica.
a Congratulandose, poi e>ta caraara com os
pernambucanos pela baa g ostlo qua aos neg >cios
public.a ha dado o gabincta de 7 da marco, faz
vntos para quo continuem f. Exc. e seus collegas
a promover a felicidade do Brasil.
Deua goarde a V. E tc. Mm. e Ecm. Sr.
consIheiro Dr. Jor.o Alfrtio Correii de Olieei/a.
matiodigno miiuslro do in pcrio.Joaqttim Fran
pU da, cidaie di Rio .trabalhoj dfl tal gencro, a aceHacto d>) que sao taoso leitor, Abilio Hesar Borges. Oalkgio AbHi)


RE VISTA DIARIA.
PiiHxniiiciiio Odphdn ;i" peso de idada
avancada i:i, e a aggravafAn vhIihm padecimen-
tis, falleceii na DoiW de 18 do uwi proxini'i tin is
em sua propr.ela le da ci ia In ^!'- t't ij^nna, a nes-
ia mesma ctd.kde foij^ptiludi : ilia >'guinle, o
honradoe altasudo agriealtir J."n Jiaquim da
Canhx Regn Karros, di|N>H Biri i >l? !' lyanna.
A' DOticiarm < a deipari!cnni8Uto il'eotffl os
vivos, de cidaiao lai presurnosi it>i virtndes civi-
ca* oinu aiiut-ila wubo >er. adverte-nos a pie.la-
^-vi de chnsta e maada-Dos a humildade qiie nos ins-
t pira o larauio, que nos lembremoi pouco da vida,
per mais esplenaida que haja sido, daquelic cm
enja morte leraos do lamt-ntar, como no caso ac-
tusl nil <(> uma vida que sa apaga sein deixar
aombras, mas a de am espirito qua sa evola del-
xando na urbila, laaia ou men is dilatada em qua
gyrava, uma vacuidade que jimaii sera preeu
cliida.
Nascen o hario da Goyanna, no anno de 1796,
no eogenho-Booitoproprieda le de seus pais
J.iaqniut Jose la Cunha Kego Barros e sua mulher,
dis quaes era o unieo lilfo varao.
Aiudi muiio mo.'o, logo que tomon parte ins
movi'ii nt is [> liticos !e sua c.-msri-a. foi eleito ve
reador mais votado di camara maoicipal. emeu
jo earg'i preslou sempre que, desaa e de outr-
vezes o honrnu a conlimca de sous mnaicipes,
bons servii;'s a sua terra natal.
Ol&eial d'e mihcias e mais tarde ommandante
superior da guard* nacional, qoando foi organisa
da e ta miiicia eivica, delicou sempre, n- com qua ii Innron a conflanca imperial, sensser-
vii;. w a causa publica.
F.'i agraciado em 183'J com a dignitaria da Im-
perial Ordem da Rssa, da qual ja era coanneo-
dad >r
tloii-tituio-se por suis boas ijualidades moraes,
eutra as quaes tornavain-se mais stlientes, grande
eoergii de caracter. lealdade e cavalheirismo a
. tola a prov'a, Ocentro e chefa sempre acatado de
seus namernsoa parentes e ansigos pobti mm da lo-
cah.l.ide onde residia, os quaes viam u'elle o eid i-
da.i ii iDeato e laborioso, o paroita de votado, o ami-
go sempre lran e ieal, e sobre tudo o pai de
vtilia extremo3n.
Foi em lim uma vida, a do Barao de Goyanna,
r.uja perda, para seus parentes, amigos, e todos
iiielle- que Ina prbearavara a influencia bemfa-
ii'ia sempre, nada remediara.
A tetu St^ooi fllhoa e ^enro os nossos sioeeros
e senlidos pezames.
Uaiic. Em consequencia do fallecimento do
Ex-n Sr. bario da Goyanna, sogro do Sr. coose
Iheiro Joao Alfredo Correia da Oliveirn, n3o poJe
ter lugar, no dia t do corrente.os baile qunn ami-
gos do m?sm) onselheiro deviam dar a S. Exc.
Ri:il>: autlacloso. -Hontcm, pela manhii,
deu se no hotel Central, a rua larga do Bo;ario,
am aadaofsso roabo, cajas iadieios incriminam o
iodivilno de nomfl Jose Felix da Camara Pimentel
Sob'inho.
Essj iadtvjdao vei) ha poios dias do Norta, e
f)i eompaaheiro de viag.>n donegoctaate do Bio
Grande do Norte. Jose Goedes de Albuquerque,
Ja quail so fez idle r.migoSolieito.
DhMembarcarara juntos oa does, o sc- foram hns-
pedar no hotel Allianc-i; mas, tendo o Sr. Guedes
ie desaoradado Jess.' hi I, (,assou-se para o Ceo
:ral, para oodeo acompanaou Pimentel, in-tallan
do se no mesrn) quart) qtie aquelle. i
0 Sr. Goedea Irazia nas .-uas malas pouco mais
de 6:0*X)^Ot)!) em dinhoiro ; e e jrovavel que disso
Jfsconttassf I'imer.tel.
II intern, sahindo o Sr. Guedes para ir a missa,
t'mu no quarto Pimentel, assegnrando ao compa
Bhfiro que nao sahiria e que o esperaria.
Qaaado volt in, o Sr. Guedes pergunton nor Pi-
mentel, e dis* Tim Iho que sahira levan 1 o a chave
do qatT). Duseonflado, corre o Sr. Gaedes an
quarto a acha-o fechado; e, forcando a ports, e
.^. penetrando no interior d) quarto, eodntra as
malas arrombadas e de menos a qnantia acima
apontada.
0 audacioso ladrSo, sob fo'il pretexto, tioha pe-
dido a um criado do hotel nm formuo e am mar-
ietta, e com estes instrumentos foi sem duvida que
proceden ao arromhamento das malas, na ausencia
do companhciro.
A policia tomou conhecimento do facto, e anda
no encalco do ladrao, qne se suppoe ter fugido a
cavallo para o interior, onde tem parentes.
Jose Felix da Camara Pimentel Sobrinbo, ja es
teve, quaudo mais crianca, horde do briguebar-
ca Itamtraai, como corracijao por causa de um
ronbo que lizera.
FellcUacdes.Publicarao3 em segaida al-
gumas fe'icltajoas dirigidas ao Exm. Sr. consclbei-
ro Joao Alfredo Correia de Oliveira, e as quaes
respondeu S. Exc. agradecendo com reconheci-
mento :
DA CAMAR* MUNICIPAL DF. SERISHAEM.
c Par.o da camara municipal da vilta de Seri
tihaem'-i de norembro de 1874.Mm. e Exm. Sr.
A camara municipal da villa de SerinhSem, in
tarprete uel dos Dobres sentiment os de seus muni
cipes, com tolo o acatiraeato, tern a satisfai;io de
saudar a V. Exc. pela visila c un que ae dignou de
honrar a provincia que se ufana de ser o berco do
sea aasefmento.
A camara municipal, Exm. Sr., apreciadora
dos relevaotissimoa aervigos que V. Exc. ha pres
tado ao paiz, promovendo o seu engrandeciment i
moral e material, defendendo o elsraento popular,
procuranio manter sua intervencao na escollu de
seus repretentantes com o fim de respsitar o pacto
fundamental que legou ao paiz o primeiro fanda-
dor do impeno, expandinlo assim a liberdade por
'.ida- ai elasses da sociedade brasileira, nlo pode
deixar de render a V. Bxc. um voto de homeaa-
gera por tao subida manifeslaclo da adhesio e
reepeito as institd'coes juradas, que tanto hao
concorrido para o engrandecimento do ruto im
perio da Santa Cruz, couflaio a guarda da um
Angusto SoberaDo, cujo amor e lealdade pel'?
sens subditoa dries garaute sua pcrmanencia e fu-
tura felicidade
Sao eates, Exm. Sr., os puros sentimentoa dos
cidadaos deste municipioT
a A camara municipal, portanto, ficho desaea
mesmoa seutimentos, as?egura a V. Exc. decididi
apoio ao g iverno do paiz, e respoito assaas iusti-
tai^Ses, que por V. Exc.Jem sido tao sabiamente
mantidas.
Deus gnarde a V. ExcMm. e Exm Sr. conse
Iheiro Joao Alfredo Correia de Oliveira, ministro
t eecrelario de esttio dos negocios do imperio.
Jdanoel Peres Cumpello Jar.ome da Gama, presi-
dente, ,fancf Nicoldo Rigueira Pinto de Souzn,
Francisco Mnaoel do Souza Oliveira, Antonio Fer-
nandas de Albuquerque Camira, Benlo losi Pe
reira Dittna, Antonio Joaquim de Oliveira Ma-
cei6, Simiao Correia de Albuquerque.
DA CAMARA MUNICIPAL DE BIO F0RM0S0. '
cjiixj Diniz, presidenle ;
Jose de Gouveit Accioli,
Faicao de Castro R.ocho.
BO G0NSELII0 SUPERIOR DA feoCIF.DADF. PR0P\CADORA
DA 1NSTR !CQ\0.
t Mm. e Exm. Sr. coiselheiro Joan Alfredo
Correia de Oliwirj.-O & nselho superior da so-
ciedade Propagadora da [uitrusca), em aessio d
"i do correnie. resolveu p. r unanimila la nr.ndac
uma :omoiissao d- trea ia seus mamhros repre
9e'itar a V. Exc. seus vot) e congratula^oes.
a Coube-nos essa gral missao, e como orgao
da sociedade, folgo Ja ter ainda esta occasiao da
felicitar a V. Exc. por su boa vinda a esta pro
vincia, da qual somos fi nos, e pelos relevantes
aervieos qua V. Exc. na s Ita poaigao que tlo me-
reeidaraente occupa, tem |irestadt_ao pai em
ral, e -um especialidade a nstrucr;,ao.
t 0 destuvolvimento qm tarn tido a instracc^o,
o crescido numero de es solas que conta hoje o
paiz, o progressivo augm into do alumnos qua as
rreqaentam, o ensino toi aado livre, a facilidade
dos exames nas provinces, aceitos em qualquer
estabelecimento de eosini superior, os ediricios
**/

Diario de Perhambuco Ter^a feira 1 de Dezembro d6 1874
Tiiomiz tins Calias,
Jose T. Costa, Manoel
i a reforma da instruc
as medid.s indicadas
relevantes servic. is e
jue em nome da Soeie-
ucQ.i) felicitamos a V.
nr.iud)-so ella em con
seus socios honorarios,
iJa de reconhecimento
qual a da ter obtido
ao governo imperial
In 1 lie en regues os o li
los na provincia para
a prove" las de raestres
temos necessidade de
thegarmos a perfai^ao
um dever amplian lo
is mssos semeihantes,
nos fez a su.i imagem
|nate.-ia qua nos revas-
;us labijs divinjs qua
ihguim)3 do animal ir-
proximamos de Dens ;
essa r. zio, augmjntar 03 nossos
eomprir 1 im dever, e eirrespoa
>.aeia
J. onvir ao Iepot 1 10 fanatismo !
c mstruidos para as aulas,
ciio, sao fictos que, junto
por V. Exc, provam os sei
os desejos que nutre 0 governo imperial era pro!
da instraeeio publica.
E' por esses motivoa
lade Prcpagadora da Inst
Exc, taul.i mais porque h'
tar V. Exc. no numero de
nao poJs esquecer uma di
quo tem para com V. Excl
deferiment-i a peticao qu
dirigio, no s-mlido da sere
dcios quo fossem construi
eacolas, obrigando-se ella
e moveis.
Filhos deste seculo,
ln^, com) 0 amco mei 1 de
e ao bam. Cremos currpr
nos-'os eenbaeimentoa e-os
pareceado nos q'ie se Deus|
esem-lhinc', nao fii pela
to, mas por esse sopro de
n-is anima 0 engrandeca I
Sc pela razao no? disti
racional, pela razao nos
I -'nvolver, po:
conned mentis, e
dor a)3 designi is da Prowid
a A ign irancia sii poJ
so ;j6ie servir de elsmeMo
Promovendo a ins'.ru'cii prepaamos a fu-
tora grandeza do paiz e ornarnos mais estaveis
as livres institui^oes que possiimn.
Como a Sociedade ProMgadora, V. Exc quer
que a iiis!ruc;ao se desenvolva, e se esforca nesse
sentido ; e e por isso que la parte da mesma ao
ciedade vimos h >je felicitar a t. Exc.
Em nome, pois, da Sic elale Propagadora da
lastrnccao saudamoa a V. Exc. e fazemos votos
para qne no 'devadi cargo que exerce, continue a
prestar ao paiz, que tan 0 espcra de V. Exc.
maioros e mais relevante \ sarvir.os que ainda
mais 0 recommendara a p istorida Ja. Recife. 14
de norembro de 1874. -0 01 ador, J. Uiniz Rtbeiro
da Cunha. a
tl.,ij'j lo Rootfo -(cm a assistencia da 38
juiz':*> de facto, fanccionoa icntem ese tribunal,-
sondo submettido a julgan en!o 0 reo Henriqae
Vianna da Paz, pronunciad 1 no art. 193 do codigo
criminal, p.^r ter assassin 'lo, na noite de 29 dc
junho de 187J, na travessa das Barreiras, a Tran-
qnilina Anna do Espirito Smto.
0 coiiselho de enten.;a compoz-se dos Srs: Clo-
rindo Ferreira Catan, Maroel Gomea de Sa, Jose
Francisco Caraeiro, Francis 0 Paulino de Almeida
e Albuquerque, Joa6 Joaqi.im da Costa Fajozes,
Joaquim Tranquilino de Le nos Duarte, Jeroaymo
1) 11 .llanda Cavalcante, Ma loel Antonio Cardoso,
Jose Baymunlo da Na'.ividale Saldanha, Joaquim
Francisco de Moraes. Anton 0 Joaquim Pereira de
Oliveira, e Dr. Joaquim Rx rigaes das Cotias.
0 reo, que teve poradv)gado 0 Sr. Dr. Luiz
Emygdio R-nirigues Vianna foi coniernnado a li
anrios de prisio simples.
Faculdailc dc Direfto. No dia 30 de
n.vcrabro lizera:n-se li' exaaes, que tiveram 0 re-
snltado seguinte :
I. aim. -1 plenamente, 3 simplesmente, e 3 re-
provados.
Lingua nacional.8 aim lesmenta, e i repro-
vado.
Admiuisitrarao dc a eorreioa. Por
portaria da direetoria geral do. correios, de ii do
corrtDje, forim nora^ados : Joaquim Nunes Ma-
cba lo Coutinho, age<4e do c )rreio da cidade de Na-
zareth; e Autonio Can lido leGouvea Pfatis.ageu
te do correlo aa estajaode (uyambuxa.
Telega pho terrest "e. Acha-se de novo
int-rrompid-j 0 aerviQO telegraphic.> terrestre, entre
0 Uecife*e Maceid.
. Sluniclpio de JaboatHi).-De hoje co
tnei;a a correr 0 prazo de ti iota dias uteis raarcad0
para a cobrah^a, livfe da n ulta, da seis por cento,
do imposto da decima urba ia do mnnicipio do Ja
boatao.
lardim do Condc d'Eu.-De nraa carta
dirigida pelo Sr. Luizde Oli'eira Lim>, actualmen-
ta era Lisboa, ao nosso ami 0 0 Sr. Dr. Lobo Mos
coso, extratactamos 0 aeguiute :
o 0 cbafariz, que se desiina ao jarlira da prac^a
do Conde d'Eu, c uma pe? iraportante, digna de
se poder collocar em qualqc rr praga de Londres on
Paris, e la mesma serapreciada.
t As pecas foram models las por um rapaz in
telligente, qne estuda sub.-i Jiado pelo governo de
Paris e Roma, e e consider; do 0 primeiro e?cuip
tor portuguez. 0
0 brlgue Lieiro, que ( traz, sahio -de Lisboa
no dia 11 de novembro.
Deus 0 traga a salvaraent.
Ciymnaaio provincial. -No -mez de no
vembro, lizerara exame das materiasde in^ruccao
primaria, e foram appnv dos: com distincgao,
Samuel da Cuoha Hallidiy, Bento Jose de Souza e
Albuquerque, Manoel de Mo ira Rolim, Sevenano
Henrique de Albuquerque laranhao, Pedro Mos
coso da Veiga Pessoa e A fredo Odiion Silverio
Coelho; plenamente, Alfonso Henrique de Albu
querque Milet. Leonardo d Siqaeira Cavalcante,
Arthur de Santiago, Hercul mo Herval de Miranda
Henriques, Bi-mvjndo Gurg 4 Valente, Augu-t" da
Gama Lameoha Lius e Joao Carlos G >mes de Al-
meida; e simplesmente, AJ ilplu Carneiro Uootai
rowEJuardo Estanislao da >osta"e Arthur fepere
diao de Carvalno Chaves. 'oram considerados re-
netentes qaalro alumnos.
I'a^acluria de ftlSM nda. Nesta eUacao
paga-n se hoje aa seguintis foltias : preside 11 cia,
faculdade de direito, relacHo, peets e folhas do's
olflclaes, thesonraria.
I'lnrcn transplant ada.Com es?e- ti
tulo den ultimameute publ cilale 0 Sr. Dr Joao
Baptist* R-gueira Costa, a 1 m volume de 144 pa-
giuas, contendo escolhidaa poesias de V. Hugo,
Lamenais, Spenser, ByroD, f ouget da 1'lsle, Shakes
piare, David, Murger, Band ilaire, Petrarcha, Mr-
ry, Moore, Potrin, Cheriier Musset Mickiewicz,
Voltaire, Berangar, Oautiar, Sonlary, Coppee, Mil-
livoye, Schiller, poeta arabe e Lamartine, por elle
trasladadas a portuguez, eon 0 esmero ijae dis-
tingue uas produc^oes title arias, quer orijinaes,
qa-T de ver.-Ses.
Consoantemente ao qtte di semos, ha mazes, com
referenda ao talento poetio de Regueirl Costa,
por occasiSn de annunciirnos 0 appatdcimento
dessa livro, que era enlio ronfiado a lypegftnhia,
cremoa que as Flo es Trafl'flaritadas imcontrarao
di parte do pablico, qus eali no cat) de apreciar
dignas pelaseji muit 1 merecimanio.
OtMPTfelfc'Pa.-aenae. N1 dommgo (19)
tocou em nossi pjrt), em viagem para a Parahy-
ba, para <>nle segiio a tarde, a eorvcta brasileira
Par tense, trazanlo .a seu bordo 0 Exm.Sr. chafe
de divisao Mam ode Simdas da Silva, cournau Japto
do 3* distneto naval, e a ala esjuerda do 18* ba-
talhao de infanlaria da liaha, sob 0 commando do
respeciivo major Joaquim Ferreira da Paiva.
I'roi incia ii a Parahyba. itacabemis
hontem a seguinte missiva do noaso corresponlea
te da capital, com data do 39 de aovembro:
0 estado da proviacu coniimii a aer 0
mesmo.
t Os rewltosos, aio ten do ee oatrado atd 0 pre-
eute resistencia a! jama da parte do goverao, pela
falta absotuta de for(a, era qae e?ta se acha, pro-
seguem nas suas excaraojs invadindo os povoa-
d is, e levando dran*e de si a desordem, e terror e
a auarchia.
t \ pjpu!i;ai pacific* das localidades tem des-
amparado as suaa babita$d&3. fugin lo e.ra debaru
dad 1 pra outras, onle ainda nao penetrou essa
aligaa cohorte de desordeiros.
a Muitas auloridades e juizes teeto abandonado
os seas postoa, e alguas tea corriio para esta ca
pital, irazando comsigo 0 que de mais precioso
possuem, nao esqaoeendo livros e papeia poblicoa,
que em diversoa luares teem aervido de pasto ao
fogo, lanjado palos revoltosos, qua nio qaerem
deixar tradicao algama dos actos pablicos, e, mes-
mo, partiealares.
Com a chegada das 103 pracas, qne para
anui maulou 0 Exm. Sr. coramenlador Lucena, a
popnla;ao co uo que se reaaim>a de alguraa sorta,
e com razaj; pois estavamos em quasi completo
abanlono.
0 Exm. prssidante'da provincia, 0 incansavel Sr.
Dr. Silvino Elvidio Caraeiro da Cuaha, ja tem re
cebido algunsrelorcoa de guardas nscionaea das
localidades vizinhas.
t Estas forcas, logo que chegara, vio entrando
00 servico da guarui;5o e dafeza da cidade, qua
,os revoltosos promotion) invadir.
t Esperamoa a cada mimento a chegada de af
guma for;a oumeroaa, alim de habiliiar' a presi-
dencia a un emprehendimento s provincia, qua sa vai calabrisanio en proezas e
completo menosprezo as leis do paiz.
t 0 Despertador, orga) do partido liberal da
provinci i, depois da haver an'raadj 0 povo, com
.1 sua lingujgem an.rciiica embversiva dos bons
e legilimoa daveres e reapeitoas leis e autoridalea
a mstituidas, a revolucao, con a qual ncs acbamos
a bricos, appareceu com omaior cyaismo, em 0
0. 917 do 2.) do currents, torn nm manifesto, qne
diz elle ser 0 espirito e seitimentos do -directorio
do sen partido, no qual dtelara ao publico e a to-
d)-- os seas correligionar'bs do imperio, aer com-
pletameota csiranho a '' ooovimentos popu-
laros, qua se team, fatalmente, desenvolvido na
provincia ; e qua nem par elles teem influido ou
por instiga^ao, ou por toierancia, ou por impru
dene a da qualquer de sens merabros. (II)
Sabendo e^se calebre directorio dos males
que Ihe podem provir de-sa conflagracao, em que
a provincia se acha, e da responsabilidade que
pssa sobre 0 seu partido, qne nao tem a prudencia
e calma para esperar plo seu dia de sabir ao po-
der pelos meios regulates; e certo tambem do que
0 paiz Ihe nao oer loan e-se grave peccado, tan-
tasvezes reincilido, orre a bom correr a aua tri
bana, a ahi, erguend* a sua voz ao-publico e ao
paiz intairo, diz :-nio temos a minima copartici-
pacao quer por instigacao, loleranciaouimpruden-
cia com oa moviraentos populares que pertnrbam
a ordem a a tran judlidade publica, derramando 0
snsto e 0 terror no seio das familias 0 dos cida-
daos pacificos. ( !)
Se esses liberaes sao on nio os causadores
dessas desordens, que Bos in luietam, e de que ou-
tros tarabsm se toem aproveitado para couseca^ao
do lias menos licitos 0 legitimos, mais tarde mos-
traremos.
Por agora 0 qpe nos enmpre, antes de tudo, e
tratar da ajndar 0 goterno, ecom elle unit mo nos
alim do aaciiicar a provincia, e nada mais.
0 ajuste de contas flcara para depois.
t Antehontem, a noite, enirou nesta capital,
vi .do de Santa Rita, nm contingents de 60 lioraens
do governo, ao qual acompanhavam, alem de ou-
tro* cidadaos distinctos, 0 Exm. Sr. padre Pinto
Pessoa, quo muito tem auxiliado ao digno e ras-
peitavel presideute da provincia, nesta trbte eaer-
gencla, tende no dia anterior vindo ontro de Ma-
raauguape em n. de iO.
Tetnos sabjdo i^ie desta capital !e*n partido
instru-cSea para oa revoftoa-os, j: por ce/rt .) sai
alias de conservadores, e qiie sabem eV'.ds de todos
os nossos raovimentos.
t Tambem saOemoa que ha moita gente quo da
s^ja que eilaa invadam esta capital, e que diz qae,
se tat succeder, Ihej fornecara tudo de que preci-
aarem; e umbem nao all conservadores, estes
qne assim sa pronunciam.
a Eatretanlo podem Bear coavencidos de que os
revoltoaos nao se atraverao a oase pass." ousado,
dt. .jae serao devidamenta punidos
Movimento de iropas. Informam noa
quo do Rio de Janeiro devem chegar, nestes ires
dias, 0 iransporte ds nuerra LeopoiUn* e 0 vapor
fretado Cervantes, trazendo amboa tropa de liuha
para esta proviacia e para a da Parahyba.
Vagabundoa. -Moradorea da raa da Ilha
daCarvalho, nos pedem para chamarmos a atten-
cao do Sr. subdelegado da fregnezia de Santo An-
tonio, para um grupo de vagabundos que reside
na travessa da rua Bella, e ahi pralica actos ro-
provados.
Ponte Pedro Il.-.\s pesaoa3 qne trasitam
nor esta ponte ve'em-se diarlameBle assaliadaa por
nnvens de po e do cisco que ahi se reune ha cerca
de um roez, tempo dead quando nio e ella varnda.
Chamamos para isso a atteocao da lllma. caaiara
municipal.
ttinjveraario -E hoje o da creajao da
imperial ordem do Craaeiro.
Dinbeiro.-O vapor Pirapama trouxe para:
\t de'novembro de i87i. a
a Rij via Janeiro, 9 de noverobro de 1874.him.
Sr. Dr. Abilio Cesar Bjrgas, Srmo dfrecto* do Col
leyig Abilio. 1 Caro seahor.Tom.) a priraeira op-
portuaidade de accusar o rec-Jjimento dos livros
coiu qua V. S. teve a bcnJade" dB me mlmo&ar.
Ilei de guardal os como a mais interessaale con-
tribuigao ale agora feila a miulu b.bliotheca. Para
ml in, com) insiructor, estes livroa tem um valor
particular, porque, aao os verdad iroa exponeotes
do progre*so rapido que esta fazendo 0 Brasil no
caminhodaeducaco popular.
Nao posso dizer quanto prater me deu minha
?isita ae sen collegio. G0st4.de tudo : da belleza
do a tio; do ediflcio, tao proprlo para seu aao; do
regimeato de raenmos, em cojoa rostos reaplande-
ciam, aio somente a intelligeniia, mas tambem a
aaiido e 0 eontentameato : do exam a da elasae dos
pequenos em physicr.ogia, gaographia, biatorla,
gram natica, etc., etc.; do cantar do orplieon, que
ma encben desaudades de minha terra; e, especial-
raente, da ordem e do asaeio qae observel em toda
parte do eatabelecimento. Na minha opiniao, 0
Collegio Abilio pode sa comparar favoravetmente
com as melhorf lastituicSes do mesmo grao nos
Eslados-U.nidos.
1 Ja estou preparando nraa peqaena descripcao
da minha visita para maniar a un doa jornaea da
Nova York. Quero que oa meus compatriotas na
America do Norte, njaem sciente; do estado
adiantado em qua se acha a edasa^ao nesta ci
dade.
Gramas nos maitos viaj antes snperflciaes qae
gastfo talvez uma semana na curie, qua visitam 0
ulrcoyado, 0 Jardira Botanic), 0 Alcazar e alguns
cafes, e cujo conbecimento do povo brasileira se
limiia a observacao dos carregadores de cafe e daa
quitandeiras nas ruas, mas comtuJo, se atreyem
a descrevar a cidade e os aeus habitantes, nao e
muito para ae ad nirar qne, no estrangeiro, 0
Brasil passe por ser ami terca meio civilizada t
Na America do Norte a ignorancia acerca do
Brasil a profunda ; a estou verdadeiramente enver-
gonli r.l i de dizer que, mesmo entre os mais intel-
ligentas, nao ba alii ninguem qne imagine que
existe no Brasil ama instituicao como aquella de
qae V. S. 6 tao digno direct)r.
Perdoe-'rae esta digressao, mas neate assampto
tenho muito interesse; como horaein scientillco, 0
Brasil e minha patria, e fico resentido qaaodo a
vejo desprezada.
f Parraitta-rae dizer qae, ae houver qualquer
cousa, em que poaaa ser util a V. 3, eitou aem^rj
as vossaa ordens
Com a maior consiJeraQio e re-peito, son de
V. 5. criado e venerador. Ck. Fred. Harlt, profes
sor de geologia na uaiversidale de Cornell, Ithaca,
New York.
lllm. Sr. Ch. Pred. Harlt.
a Filtam raa expreasSaa bastante signilicativas
para manifeatar a V. S. quanta satisfacao caa-
soa-me a l-itura da sua carta de 9 do corrente.
Se grandemenle devedor. Hie era eu ja pela
espontancidade de sua visita ao raeu collegio, e pe
la benevolencia e visivel interesse com que tauto
no mesmo ae dem rua, assiaiindo aulas, percor-
reudoo ediflcio, e tudo rainuciosamante examinan-
do, quanto nao ficou augmeitala minha divida
com aquella graciosissima carta, em que se dignon
de repetir algum23 daa generoaas palavras que me
havia duo, accresceutauJo outras aobremodo gra-
taa ao meu amorpropno de edacador brasileiro ? I
Juizo tao autorizado e respeitavel, qual 0 de V.
S., e certamente nm galardao bem valioso para oa
services que com inteira dedicacao, conscien.-ia e
amor, tenho, por ja bem longos e can;ados 18 an-
nos, presiado a causa do ensino da mocidade em
meu paiz.
E' porque isent0 nao sou de uma certa dose
de vaidade, par ilha coinmum dos homens que tra-
balham lisongeado assai me sentiria, ae me fosse
dado, publicando sua carta, fazer coahecldas dos
meu3 concidadaos as impressoes que experimeotou
V. S. ao Collegio Abilio.
t Permitte-rae V. S. pobli;a-la I
Em todo 0 caso afllrmo a V. S. que 0 original
sera archivado entre os mena docuii"-utoa mais
preciosos.
a Esperando que V. S. cumpra a sua geutil pro-
messa de novas vi itas ao Collegia Abilio, e do
nolle dar algnmas preleCfSes Jitterario seientifleas,
termia. protestando-lhe meu "sincero agradecimen-
to, e declarandolhe que jamais me esqaecerei da
sui amavel pessoa, da qual me aasigno.Muito
espeitador, affectaose, obngado a eriado.- Cesar Borges.-Collef 10 Abilio, It de novembro
Gomes de Mattos 4 Irmaos :?IJ*^
Aotonie A. de Sonza Aguiar 2:W|00O
Cunha Irmaos & C. t:70*000
Olinto, Jardim 4 C t:2~<00l>
Costa A U ->' 60M0
Jose da Silva Loyo Sobrinho 568*000
0 vapor Mandahu' levou park :
Maceio 6:500*000
Penelo 3.000*000
iM-otcsto de letraa.-0 eserivao Peres
Campellq,qae esta de semana, pede-nos que faca
mos aaber aoa intereaaados, que as lettras que ae
tiverera de protester amanha (z) de\em sel-o hoje,
por ser aquelle dm feriado de lei.
Sambas. Pidem-nos qne recommendemos a
pohcia da fregnezia de Santo Antonio 0 mao pro
cedimento de quem oecopa uma casa da rua do
Senhor Bom Jesus das Cnoulas, na qual, mais ou
menos frequentemente samba se a bom sambar,
com da tranqudlidade prejuizo dacireumisinbac.a
Collegio Abilio.Lc-se no Registro Dia-
r.o, do SJu&u,do Rio de Janeiro,- de 13 de novem
bro:
Depots do unaa visita qae 0 illustre professor
Hartl fez ao imponarte eatabelecimento de educa-
clo e da inatracQio dirigido pero Sr. Br. Abilio
Co sar Borges, trocoa-se entretUea a seguinte cor-
responden:ia, qneaos foi ooae^'fjaitjsarnente com-
maLicada.
De'la verao os leitores qual 0 'ijonceito forma
c'opor oeaspa^tao competenta, couio 0 Sr. Harlt,
acarca do uma casa de ihitruc^io qhe ha tbuito
adquirlo entre nos 0 merecidb ao'ae de collegio
modelo.
0 que aiSm^ia'io "sunibiarriente grato a n6.=
brasileiros 6 a opiailo do tfinatre. sabio, qne, ha-
bituado as serias ii aceurvdas inveatigaqSea da
aeiebcia, nab ae deieva, eomc^a raor parte dos via
jantes lua tanto mal torn ditedo Brasil, na ob3er-
varao de frivolida tea; maa foi para logo eatudar em
um collegio 0 no?so grao de civili-agao.
E' que 0 dignn professor aabe pela. lici) e
ext-rapto do teffculto paiz que Utp collegio da a
msis exaeta mediiia de adlmtamento ou atrazo de
am povo.
Registran lo dhi aossaa eolnmnaa tab intere?
sante corTeapondeaela*, orgulhaoio-nos como bra
siltiroa, !e que tenhamoa mereeido esse elevado
conceitc e dam03 oa nossoa sinceros emboras ao
illuatrado cidadao qaa, pelo< seus aervieos a ins-
lru;cao publica, pole dar de n6 tal docdrtento ao
illu^tre v:ajante
Eis a correspoa-lencla tr"r)c4da a este respoi-
to :
ri!m'. Sr9. redadures do Globo. Seaid"*s?3s
honrosa, nao ?p para mim, comoUarabem para 1
ttolao Brasil, a carta jn'nta qfle me f-ii dir#Wa pelo
professor Ch. Fred. Harlt, sabio *membro da Uni-
veraidade de Cornell, ouso peiir a lfc para a mes-
ma, e'fa'm.bent para minha resposta, am lugar naa
colamnas do Globo. Sou de V. constaote e affec-
;--*
^9 m
oa oa se-
** 1874.
>..._Hi;s.-foram uo dia
guiutes, na igreja de (osaa Seahora do Rosario, que
serve actualmento de matriz da fregnezia de San-
to Antonio.
I.* denuncia^io.
Antonio Barbosa do Araajo, com Alexandrina
Maria Gonfalves.
Jos6 Januario da Silva Santos, com Cicilia Deme-
tria Ferreira.
Angelo Custodlo d6s Santos, com Franci3ca Go-
mes Coimbra. ,
Cyiillo Carneiro Ramos, c6nfwmelia Maria da
Couceicao. via
Joaquim Jose Leopoldo, com Theddora Francisca
da Silva. 4
Jose Miguel dos Santos Junior, com Maxiraina de
Oliveira Rego.
2." iienunciac2o.
Aniceto Firmino Ferreira de Souza, com Maria
Lius da Costa Wanderley.
Manoel da Costa, com Anna da Costa.
Joao Gongalvea dos Santos Junior, com Maria
Candida do Figueiredo.
Amooio Pereira Torres, com Cordolina Velloso
da Silveira.
Joao Rulino Barbosa, com Rita Gliceria Tavares
de Mello.
Jose Borgea de Souzi Ramos, com Emilia Leo-
poldina da Silva.
Adolpho Romeiro Santiago de Oliveira, com
Laura Maria Pessoa Braga.
Joao Ignacio Marques, com Firma Maria da
Silva.
Manoel Fructuoso da Fonceca, com Maria Fran-
ciaca daa Dores.
Honoiato Caetano de Abreu, com Georgina
Theodora Affonsina Mathildea Preale.
3." denunciacao.
Damiao Felippe Santiago, com Cerina Maria da
Conceican. ....
Juvencio de Almeida Pinto, com AlexanJrina Ma-
ria das Virgens, .
Joao Brancisco de Souza Bento, com Maria Fran-
ciaca da Conceicao.
Joao Teixeira dos Rios, ctm Donatilde Candida
kins- _. .
Jose Coelho de Carvalho Dias, com Francisca
Malvina de Mtdeiros. ,
Francisco Alves Bezerra, com Felismina Vieira de
Albuquerque Mello. V
Eatevao Jose 6oelbo, com Amelia Francisca Al
vea.
Joau6 de Jesus Jardim, com Maria do Livramen
to Marinho.
Joaquim Euzebiodos Pasaos, com Francisca Ma
ria do Amor Divino.
Yaleriano Jos6 Vital, com Ananias Joaqnma do
Rozario.
Francisco Precilino Broxera, com Gullhermma
Umbelina de Mello.
Jos6 Ramoa da Penha, com Maria da Concei-
cio.
.Loterla.A qne se acha a venda 6 a 127.*
a' beneBcio do collegio aoa orphaos e orphas, a
qual corre ne dia 5 de dezembro proximo vin
douro.
Lellao.Hoje effcttia 0 agente Dias 0 leilao
de movera, louca e mai3 artigoa, em 0 andar
do sobr do da raa do Marquez de Olinda n. 01,
ao correr do mariello.
Hospital Portasaea.j Movimento das
enfermariaa na aemaDa ue 22 a 28 de novembro :
Ficaramem tratamento 35, entraram 7, aahiram
9, falleceram 3, existem 30.
Enira de semana 0 Sr. mordomo Severino Sa-
raiva da Cunba.
Cnsa de deten^ao.Movimento da casa
do detencao do dia 29 de novembro :
Existiam 307, aabio 1, exiatem 306.
A saber :
Naeionaes 232, mul hares 10, estrangeiros 27,
eacravos 3i, escravaa 3.Total 303.
Alimentadoa a custa dos cofres publicoa 251.
A saber:
Saos 234 eenfermos 17 Total 251.
Hospital Pedro II.-0 movimento deste
eatabelecimento, de 23 ao" dia 29 de novembro, foi b
seguinte :
Existiam 187, entraram 35, sahiram 20, falle-
ceram 4,wexistem 198, aendo :
Homens 238 e mu!here3 156.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermarias nestes dias:
As 6, 6 l|i, 6 1(4, 6 1)3. 7, lia, pelo Dr. fla
mis ; as 7, 7 111.'8 hi 7 1(2, 8, 7 l|3. pel) Dr. Pe-
reifa da-Sil\'a ; as 8 f,2, 8 12, plo Dr. atalacra'as* as 9 IJ1, 9} 9,9 lf2,5
1(2, 9,1(2, pelo Dr. Kuritlo Vianaa.
, Fatlecidos,
Tnetezl' Maria de Jesus, bexigaa.
Maria Antonia, insafUciencia das valvulas aorti-
cas.
Clara Maria da Cmceieao, enterite chronica.
Joao Pedro dos Santos, variolas eonfl lentes.
Qoiriuo Francisco das Cbagas, peritonila.
Joanna, toberculos palmonares.
Miguel,- raycliie.
Jose Carneiro de Andrade, hepatite ago Ja. -
Maria do Sacramento, degene ecancia do Bgado.
Pasaagciros. -Chegad >a da Parahyba e por-
tos intermealo3 no vapor national Pirapatnn :
Laiz Yieira da C. Delgado, Pi-rdigao Antonio V.
F. Maia e 9 esctavos, Jjs6 J. de Carvalho, Dr. Ma
noel J. de Almeida Castro, sua senhora, 1 Qlho
menor, 2 criados e 1 criada, Victor A., aua se
nhora, 2 filhos e 1 escravo, Thoraaz Melleville, M.
Joaquim e 1 Qlho, Jorge C. Albujuerque, J. Adol
pho da 0. Lima, madame Caroliaa Angalo, Ricar-
do Jose Faio, Manoel Marques, Jo.-e Joaquim da
Costa L., J. F. da C. Leite, Jose Gothard, Eraeren-
ciano e 1 escravo, Antonio F. Torres Marinho, Joao
Luiz Pereira Lima e Francisco Carneijo,
Sahidm para 0 aorte no vapor brasiloiro Ba-
h\a :
Dasembargador Joao Paalo M mteiro de An
drade, sua senhora, 6 lllhos e 4 escravo3, Marthe
Davis Fenn, Antonio Justrau P.reira da Silva, Eloy
G. de Soaza, Jose A. de Oliveira Lima, Felicrano
G. de Lyra Tra-asso, Jj5o B. do Amaral, Laiz
Francisco da Barros e cabo da esquadra Joaquiai
Lourenvo da Silva.
Cemitcrlo publico. OLiluario do dia 28
do corrente:
Jos6 Caraeiro de AnJrale, par io, Pe:narabuco,
48 annoa, viavo, Boa-Vista, hospital Pedro 11 ; he
patite agudo.
Maria do Sacramento, preta, Pernarabuco, 53
annos, aolteira, Boa-Vista ; molestia do figado.
Bernardo Duprat, branco, Franco, oi annos,
soileiro, Boa-Vista ; pulmonia.
Numeriaua Felippa do Carmo, parda, Pernam
buco, 18 annos, aolteira, Santo Antonio ; tubercu-
loa pulraonares.
Lobino, pardo, Pernarabuco, 0 annos, Santo An-
tonio ; tuberculos pulmonaras.
Pedro Angelo Evangeli.-ta, pardo, Ba'uia, 5J an-
nos, casado, S. Jose ; tuberculos nulmoaares.
29
Rita Cassia Rid-igues Sett-, branca, Pernara-
buco, 25 aano*, casadr, Sanu Aatoaio ; moue-
gila.
Maria, parda, Peruambuco, recemnaacida, Boa-
Vista : inani^ao.
Antonio Ferreira Netto, branco, Portugal, 53 an
nos, ca-ado, Boa Vista ; phlysica l.nngite.
Possidonio, preto, 2 annos, Recife ; tatano es-
pontaneo.
Maria, branca, Pernarabuco, 3 mczes, Baa-Vis-
ta ; convulsoes.
Anna Carolina do Passo, branca, ignora-se a na-
tural! lade, 53 annis, viuva, S. Peire Martyr ; af
feccao do coragSo.
liiiai]\Ai* DA RELVUiO.
SE5SAO ESPECIAL EM 39 HE NOVEMBRO DE
1874.
PRF.SIDENCIA DO EXM. SR. COXSELHEIRO-
CAETANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Ooelho.
A'a 10 horaa da manha, pre en'.es os Srs. des
erabargaJorei AlraeiJa e Albuqcerjue, Accioli e
Uomingues Silva, abrio se a sessao.
0 Exm. Sr. conselheiro presidente pa-son a re-
latar os aggravos cujos adjuntos foram sorteados
em sessio anterior :
Aggravos de peticao.
N. 91.Aggr.avante 0 corauieadaior Francisco
de Paula de Oliveira Vdlas boas, aggravados Igna-
cio Luiz de Brito Tabor da e outros. Adjuntos os
Srs. desembargadores Domingnes Silva e Almeida
Albuquerque.Negou-se provimento.
N. 92. Aggravante Fructuoso Marlins Gomes,
aggravado Apolinario Pereira Baduem. Aiijuatos
os Srs. desembargadorea Almeida Albuquerque e
Accioli.Negou se provimento.
Deixaram de ser julgados ss aggravos n. 90 e
n. 93" por nao ter coioparecido 0 Sr. desembar-
gadjr Ssuza Leao. v
) Encerrou^e a ses-aoaas 11 horas e mete.
ha ahi innunwos liberaesqoe ticcm rrgorittmh
de favorcs e :U din hems do IheHnr .
Ser an,\, do ^r. onse.heiro Gtrreia de Otkeira
ou'de um m'nisl.o, nunca se tnteiils quas'-ja
unr tiinlo de r,ro liberal esliri inelos pe provat exubkrautes da-t
verdade.
Bastam ccmo protestoaa linhas que aqni partrt
A posigio oxeep:;i.al de aa de oojaos c*lig.s
de reduC^ao, amigo particolar io Sr. coaselhe;
Correia de Oliveira e funcdonario publico,
lolbe ate crto pun to a liberdade de insi>iir roa
oa nossos ?dveraarios para qae, naquelles a qi
chamam os inliw.t do Sr. conse heiro Correia e
Oliveira, v. jam an'.es de tudo cidadaos que lee a
respouaabil Jade e merito proprios e, cooto qua -
quer ontro, pleno direito ao qne e Ja mo Ja ctu
mar favor do governo.
(Da Nacao )
khjiirnrrto.
Sepulchram patens e-t
gulhar eorum, veaera '
a.-pidem sub labis aura: 1
Des que; :
que 0 BOt
HI
Psl. 13.
fARTE FOLITIGA
PAKTiaio < ovs: i8i \roii
RECIFE, l. DE DEZEMBRO DE 1874.
Fazemos iuteiramente nossas as observacues
abaixo trauscriptas, qae servem de resposta aos
insultos da Provincia dingidos ao bonrado Sr.
couselheiro Joao Alfredo:
t De al'uns dias a csta parte tem a fuiha libe-
ral usado de Uo acriraoniosa linguagem com rela
5io ao fntegru Sr. ministro do imperio que, so por
urn eaforco superior, noa temos n antido na atti-
tude da axlrema moderacao, qne nos temos impos-
to, como regra invariavel.
Todos os actos podem aer discntidos, analysa-
dos e julgados, pur maia severamente que 0 sefan
aam a collabor^cao da injuria grosseira.
Quando se tem percorrido ama vida publica e
particular, tao isenta de maculas-como a do illus
tre Sr. ccnselheiro Correia de Oliveira, tern se 0
pleno direito de exigir de leaes adver.'arioa que
nao tentem expol-a a nma cerla ordem de odiosas
censuraa.
0 Sr. conselheiro Correia de Oliveira c nm ho-
mem bonrado, cintrao qual a calumnia nao ouaon
ate hoje arrem-.tter para por em duvida a ana
integrals le. De S. Exc. nunca se disso 0 qne de
outrus homeu3 politicos, com razao ou tem ella,
e tem dito. Pode S. Exc. tar commetlido erros,
mas nao actos que 0 deaairem. Os que mais pos-
sam presar um nome imraaculado, bio te tel-o
puro como 0 do illuslre pernambucano, nao
maia.
0 periodo da Reforma em que hoje se diz qae
os parentes do Sr. Correia de Oliveira estao enri
qutcend'j a custa de privilegios, adquiridus pela
pnteccao, e qua os seus intimos estao rejoryitan
do at 'facores e do dinheiro do thesouro, eonl6m
um insulto atroz que ainda duvidamos possa ter
partido na redaccao da folha liberal.
0 unico parenie de S. Exe., qne se tem envolvido
em emprezas iudustrlaes, e 0 Sr. major Beiiarmino
do Rego Barros, deade longa dala commerciante,
cavalheiro de fiao trato e dispondo de bens e de
credito, nao de hoje, mas deade muitos a^noa. 0
facto de aer 0 Sr. major Beiiarmino cunhado do
nobre ministro nao 6 uma razao qae inhiba opera-
tes e actos como aqnelles em que 0 Sr. Bellar
mino tem figurado.
Nos conhecemos pelos proprios nomes innurae-
ros parentes de miaiatros de lodas as aituacSa,
que, pelo facto de terem um membro de sua fa-
milia na admi6istracao superior, nao so julgaram
tolhidos no direito qae cabe a todo eidaaao de
requerer e obter um on mais de um privilegio.
0 qae cumpre e indagar de qne natareza 6
esse privilegio oa contrato, por que influeucia foi
elle celebrado e como e deaempenhado.
Noa negocios commerciaes do Sr. B'llarmino 0
Sr. conselheiro Correia de Oliveira nao inierveio
de modo algum, nem elles sao taes qna devam
desafhr cuDica. Tendo contra tado com outros
respeitavels commerCtentes as obraa da capatatia
da alfandega de Pernambac, Uo favoravel Ihea
foi o contrato que 03 emprezarios teem r>or vezea
instado pela rescisao.
0 Sr. conselheiro Correta de Oliveira nao tem
outro parente ou amigo intimo qae tetha soli-
citado e muito menos obtido contrato.*, privilegios,
noonopolioa, empraitadas, etc.
Ao ser nomeado ura irmao de S. Eye. para am
emprego de rendimento calcuiado em 4 ou 5 con-
tos de reis annnaes, 0 paiz inteire sabe qne 0
nobre ministro, longe de approvar esse acio,
formalmente desapprovoa-o, a 0 Sr. Leodegario
cedeu immediatamente ao desejo raanifestado por
seu illusire irmao.
Ha muito todavia quem esteja ahi a exercer
rendojrs cargos, vltalicios alguna, obtidos aa si-
tua^ilo liberafpor irmaos de ex-miniatroa, senado-
rea e homena de alta influencia polilica. 0 Sr. con-
selheiro Correia de Oliveira nao tem am s6 nwm-
bro de aoa familia em indeaticaa condifdee e toda-
via pertenee a ama familia numerosa, bem ampa-
rada de mefos fle fortuna e gozando em uma ei-
tenaa zona de Pemambuco de meyeciJa influen-
cia. (I
Se os intimos de S. Exc. vi^l.it regorgitando de
favores e de dinheiro do theso'uro, isso porque al-
guns amigos de S. Exc. sao iuaccionarios publ i.-w.
j
1
.1 cidade espalboa se a triste Du a
de que o nenta S'*az chorad-j Dr. Alexandre dr
Souza Pereira do rirmo aihavi-c em rn-rigo d'
vida, negros citv", agoureira* aeca, iizeran c>-
aua casa ponto de reauiao, e a. i ao lado da aa 1
deaolada familia, e junto ao sea .ci.o de dores,*
agonias ergwam o reulugubre e fuuebre gia
nar.
Ja em rib d. HhMri m-ribunio ban qu. t
vam-ae sobre 0 t ;u corpo semi-mirto, e depots dt
sua morte, quaes no-os pbartseus, ci.-pataram co-
ire si os re-'>- m Tt'es de i.u inn-ccnii- victim;,
que maia tarde deverfa ser\ir de pasto a sua mi-
ledicencia e per versidade.
Aotea de expirar 0 Dr. Pereira do Carm
uliramonlanos t-"nJo por gaia um n>>) ajtj
di'ibolico. segue lado por um rulno de nova cpt -
cie, prnpalarwn jue aquelle doutor abjurara
maconaria, a que 'in consequencia de tal art)
eonwaaara, rejebeado os ultimas aaeraaaaaael
Tartufo*, baixos "cemediante*, qu- em dobi*
santo de Deus praticam aa maiore- luiqindad-
Levaram a tal peat >, e tanto a p*l > lai intent
que sobre a lingua paralysala doitloslre moribut.
do lancaram a ho-tia.e nae podeado ill-i eonu-
mil a pstf ItB-lhe na boeca viohj branco con
agua, fazeiiloo desta sorte suff^ar-e I
A lingua aac sc ..mvia, e 0 vin 10 at* p>.>!
ab* rvido '.
E no ent;.nto clarr.aram em aius z; : /.
p?.de a ronfiisa". Quer morr<.r evmo chritt"o.
Failvaa com a imga paraly.-ada !
Como se prec.-aase dessa ndi:uU e Irish: co
media para moirer n.asgrr.fas ds D'-u- !
Infeliz reiigian, qae se acha em tiu uieMioinr..
mao.*, que nao sbeu rcspeiiar vos I
Al, -autoa van, :s, a religiao do nosso Chris'
e la > sublime c t.i > santa, <\ .0 naj obsiauta easa
vossas ;omrdia*, ella aubsiste, e sabsistira ate .
con.-ummaet 1 Jj-. aeculot I
Ao expif.r 0 Dr. 9 reira do Carmo o nltr.-.
moatanos espalliaram boatos por esta cidad-*, a
ticiaodo nm.i men! rosa n fal*a alijur i.-Vj.
Para logo qu'.rcmoa vir a-imprensaliquid;
esta falaidada, atat a dor, qae aiada sangrava
eora^ao da familia, e as consideracoea siciaes n)
demoveram de tal inteeio, e lizeram com que aa<
viessemos lie "'eprasa revolver as cmzaa i
tao illnatre, e illastrado pernambucano.
Hontem completaram-se trinta dias depois d
fallecimento do Dr. Pereira do Carrno.
Prazo Muroso, que con aagostia vimos as
coar-se I
A' aoa espontaneamenle impatemoa este sileoc.
de trint.i dias, porque e este o lapso de tempo des
tinado as lagrimas. dores, e aa oaaaai rafiei so
ciaes e aa condd.r.cias oammeiras.
A Uni'l), aotea de flndar-ae 0 setimn dia, vei
em artigo da fundo, dalada de 4 d> C'trrent--, eon
a falsa e meniiro>a n^lica de qae 0 Dr. Pereira di
Carmo tioha arqnrado !
Contra eaie acrvo de mentiraa, hijurias e ca
lumnias ja nos Diarios de 14 e 21 do current-
puzemos de sobrer.viso os ulirammtan is, empr-.
zando-os [i.aa hoje ; e agora de viscira al.aJa,
de lanca em rift* cam nhamos para a IJaaia, qu
ha de por lim aji al.'-iar aeaaotpedirperdao. M:
qual, sa ella ja esta tao atolada n um cbarco in-
mundo, que nao pi-de mais enrvar os j-liios par
orar e pedir a Deas a lave de tanta* miseras 1
A eatholica e humaniiaria l'mia% antea deexpi
rar 0 MfJau dm, iapao do tempo destiuado a ei
catnacao daa ftxidaa da familia de ura mot-
to, veio" a pobli-o de-faradamenle dizer, one 0 Di
Pereira do Carm-) nos ultimos mtment s de or.i
longa vida tumrada e illibada praticara uma inf.. -
mia I
Pequeninos e mesqniahoa eates, nao maidai 1
injuriar ou calumniar akjaem, coiatant) que d'a! 1
Ibea venha am eeilil do gloria I
A Untao sera aVa aescia, que peaae no f i-
crer, que 0 sea artigo de 4 do eorreot-.-, teve ;
mira elevar 0 Dr. Pereira do Carmo '
A Vniao teotoa deawnraliaar tma^onaria, e para
la! veio ferir o delegado d Orieote do Lavraj
nesta cidade.
Eoganou se.
Se 0 Sr. Dr. Pereira do Carmo Filho nao ve
ainda pngnar pelos direito* tao hoaradamente ad -
quiridoa por sea illaatre pai, se ainda nao veio t
impreu*a lavar a eaiurama lancada tao vil e tn-
pemeute no nome e na t.ora de sen illustra lo pa ,
deve 0 boar em breve, e em qaaato nan vera e
'nmprir com ease sagrado dever, ao* eomprir- -
mos com a nossa missao, e arrancaodo a raascar*
da l.-ni'w bradamos-lhe a hx :
MENTIS, ant is viroes.o Dr. Alexandre de Soc-
za Pereira do Urmo NAO ABJUROU a macona-
ria.
A Ihiitio quiz fa.:er alarde de aeus pod.res s
deu maia orovas de sna grosseria e do sea de-c(
medido e insenaat arrojo. Inventon uma fal*
mentirosa abjnraca e veio a publico fater prar, a
detphrasealiiongeiraa as ointas de tao illuslre tin. -
do, mas quem nio v.- atravez de Uo podre iticci
ao a iBteoeao tirme e innabalavel de depnmir
injuriar nm homem digno de todos os respeitos 1
consideracio t
Deacamos ao arligo de fucdo da Uniao de 4 c
carrente, ae artigo de fando ae pode cbamar a a 1
aeervo de falsidades, menliraa e calumnia*.
Depois dealgumas linhas em qoa fall* de Fine .
e em genie de sua casa, isto e, de atheos e duid .
diz ella :
.... grsava este illuatre medico ENTRE NO'S d .
um name respeitado.
Pergnntamos : antes de fallecer 0 Dr. Perc: 1
do Carmo, uao gosava ENTiiE VO'S de am 00.-
respeitado, cao obstanle aer aaacpn, como qo -
reia laser delle um horocm aeta satachaso porj'
abjurou f
Nao obstante ser mac,en nao era por aoa, e u
bem por roa respe.iado ?
Por ahi vedea, senhorea da Um6o, qe 0
macon nao 4 ser leproso, como cnaaea e costnata-
dixe-.
Mas ao dianle chama-o erccUevii pai it fam--
lia, ndadao prettanle e emigo leal para cuspir lb*
vil e covardemente no rosto a iafatnia de ter ir--
jurado a maconarla I
Na opiniao da I'ni'do tudo isto aio exiatiria
alia nao tivease abjnrado. e se aao vejamos.
ContiBua a Uniao : e atwreaaaauremo s qc-
morreu como ehriaUo, e isfo e para nos 0 k >

'


f
maior ehc'io {I I I I I I >
Esta so da Uuiio.
Pets, se 0 Dr Pereira do Canao em vex de -
am bum cidadao, am extremoso pai de farai!..,
tosse um ladrao, am assasino, am malvado en
8m, maa toraar-se-hia um bom homern so porqr. i
morreu ncdiendo os aacramenioa da igreja?
A Un-.io nio content* em forgiear uma abjur.
cao, arroja-sc em faxer am bistorieo da Tida m.
cornea do Dr. t ereir* do Canao.
E' muita easadia, s^nao petalaateestuliire.
0 DV. Pereira do Carmo nunca arrepeodeu-' 1
de ser macon, e nunca tal 0 dis-e h alpient.
Vinle qiMtr* hia. anUs de fallecar coater-
son elle larpameole sobre a que*Uo religioaa,
neasea rr.i inentoa t*v* aiuJa eocasiio de expaad
oa seniimentos generesos e huaaaaitanos, qae sem
pro viiEoaaainhados era ea coiacao.
Nunca oUr. **reira de Carmo oceultoa a an..
familia qne fraqoentava a mopnaana.
E' rnentrra qa* tile as descalpasaa com 0 l"
deir *do tit aemparecer ds lojat.
Darcos a razao ao qne affitaaaaao*.
Dez ou onxe dias antes de fallecer o Dr. Pererr..
do Carmo recebea, como delegado do Orieote
Lavradic, em uma loje desta eidade, ami car- k

I ILtotltL
s.


dirigfaa jftta lj* ArWtfd do Rio Graode do Sul.
Ltvuu a pai a casa, e ifldo atgaeoi buscal a e tn-
comrandn ouo naiamar da eca.la do rtu sobrado,
disselhe o dYutor : espem Volionse para am
sea escraoro a qaam ordeaou subrsse c pedisse ao
Or. Pereite (mfoio Firao aqneHa carta que elle
no dia nttecMetoe tinhairaiidn in watpnaria e
que AMBUS tinhorn lido I
Ve" se pur isto, que ja-nais o Dr. Pereira do
Carmo disse a suafamMia que liaba se ausentado
das lojas.
0 Dr. Pereira do Carmo nunca maadon cbamar
padfe ou frade para cunfessar so. Hoove aim am
offioioso amigo, que so applicant a c- ufissao co-
on note* panacea capaz de salvar o dontor
A pedido de um amigo apresentou-se am frade
da Peuha junto ao lei to do moribundo, mas com
que maueira e modus sobtranos nao repellio ess
veeaadeiro representing de Deus as baixezas e as
irJiaiitaS que urdiam e ioveni.iv.iuj os padres bra
siletroi, que ahi se acavam ? I
0 verdadeiro represantante do lrnraaculado cor-
deirb carniahou sereoo e placido ate juuto ao leito
d6 moribuudo e a6i fallon Ihe em Deus, ni vida
eterna, e loi com alegria ouviJo pelo doente, mas
nSo (allou-lhe em abiuracio, e nem tao pouco to-
cdi ihe em retraelacao.
0 Dr. Pereira do Lariiio ouvio-o eom alegria e
jubilo, por que ease saut > raisslonirio fa.I ju-lhe em
nome d'Aquelle qne manda perdoar os inimigos, e
o doentei &i sempre chrislao. A ma;onaqia nlo o
fe'a mndar de crencas e jtraais eltase occupou das
ideas religiosas de seus adeptos.
Fiquetn coosigoadas esias palavras em hoora
de am, sacerdote estrangeiro, e para vergonh
eterna de alguns ignorantes padres brasileiros,
qe so sabem fallar em fogoe ioferoaes, e que en
chetn esta cidade de seas escandilos.
A narracioe falsa, mentirosa e calomoiadora.
0 Dr. Pereira do Carmo desJe as 10 horas do
dia 27 do protiflao-pa^sadn ruez, quasi que nao
podia fallar. Para poder exprimir qualquer pa-
lavra menosyllaba fa;ia esforgos inauditos, e mal
e*a percebido pelos que o ouviam.
Como podena livremente fallar a sea compadre
it end one i, e a sua faioilia daas horas antes de
faHeeer, se o sea mao estar augmentava-se de
hora para hora, de momeolo para momenta I
A Outdo e farcista de mao cheia I
Oode a abjuraeao por escriplo ?
Vada se atflrma sem provas.
Onde ellas 1
Nao veem os jsnhires da Uniao, que se lives -
sem tal docnraento o lemra ja traiido a imprensa,
e nao se contentariam s6 com o afQrmar ?
Ate hoj> tern bavido sileneio de boss! pane A
ratio ja a d-Mnos
Esperarnos, como ja dissemos, ir;e o Sr. Dr. Pe-
retfa do Canno Fith.j venha pugmr pcla "honra de
scu pai, tiio vil e c>'vardemeute ullrajada por ea-
tea, que toein luiolar os outros por si.
Lembre-se o Ur. Pereira do Carmo Filho, que o
illu-tre e Iiourada nome de seuveueranlo pai nao
llio pert-nee so, puilence a Pernambuc i, ao Bra-
sil c a uma ill i-ire socie-Jade, on le entie osEuie-
bios, Ciiyurii-, Hio Braueo e ouiros respeitaveis
nomes Lh ell^ .-einpre acatado e respeitado"
A loriga e illibida vida de tlo illaslre pernani-
bucuno, Je tao earidosd e int-jlligente nudico, de
tao pr e baora4o ciJ.i'iao, tie do carinhoso e
desvelado pai de Camilla, tto pole ser impane
meate velipenJiada por um periodiuo. que pordes
graca do Brazil e de^hon^a da imprensa, publica
se no Hecife.
0 u.w-'.buud'.i p:>pel que se deoomiaa Uniae
merece antes compaizio, que odio antes despreso
qae rancor. /
Deixemo-la cumprir sea hydr9phobico des-
tine
>'* sua falsa e mentiosa oarrasao. diz a Uniao
quo numerosas pessoas de :oasideragao assistiram
o tete da abjuracjlo. Q.ieai sao essas pessoas ?
Tartafos, Jizei
Provas, provas, sentiores da Uniao, e nio min-
nes tao Jesbragadaaiente, porque sempre, como
hoje, di^macarar-vos-hemos de-apiedadaraente.
A Unu'iu-p isqnim, que se corrija quando vitr a
publico |>sra nao ser desmjotida, bo.no boje acon-
tece.
Nao se erguom tao fortes accusa^oes sem uma
prova robu-in, que conttnea a udos, mas vir
com palavras, que valor alguni '.em, atlirmar
cma cousa. que a longa vida, hoora e dignidade
do Or. Peraira do Cirrao repellem, e levantar cas-
t-illos do ar.
En quaoto a Uni'lo nao provar o que di^sa em
re <;ao a phantastica e mealirosa abjuracao de
que tratamjs, affirmwnot ao Brasil e ao munio
naconico que o 9r. Dr. Alexandre de Sutiza Pe-
retra do Carmo NAO ABJUROU a m-mmnrta.
Ate breve, senhores da Unia\ on Oetuniao no
o'izor d'um illustre prelado pernaaibacano
Hecife, 2'J denovembro de IftTi.
Lufr.ijctte.
Srs. rednctores do Diario dc Peniambuc).Leo-
do o n. 213 de sua eonceituata folba, deparei com
um aitigo, escripto dos GranHos e lirmado pelo
pseudonymo do-Velho Scipwo. Qnem nao o o-
nhece, purem, que o compre, e vtra que tem feito
aCquieiclo de nma boa piseta.
A leitura desse artigo, quo Unto tem de pe pia-
no na forma, como de grande Da parcialidade e iu-
justica, de que se deixoa duminar o sou autor ao
confecsioua lo, desperl m-me a lembraana da uma
aneedota, que tenoo ouvido referir. Uma vclha
( pie nio dnvido, fosse mai ou avo do tal velho
Scipia-i), euc oitr.nlo um lilbo di-putar-se com
jri'ro (lalvez que o mesmo Scipiio), foz-lhe esta
singular admoestacao : < Cbama-o..... auies que
le chamc.....
Parece com effort i que identico peosaraento pre-
!)*cupava o espirito-do velho Scipiao, ao redigir o
seu artigo, qua tern por objecto a defoza do Sr.
Dr. Ban-os juiz da direito desta comarca. Nada
direi, por6n, a respeito desse maghlraJo, nem de
sda judicatura: apenas pergunlarpi ao velho Sci-
piao quern sera mais peiverso; o p rdo Beinaldo,
o juiz de paz da eleicao passada p;ra deputados
i.rnvinciaes, o homem aJrede e;cjlhido para isso,
iue apezar de sua pobreza nao poupou sacrificios,
i) juiz de paz de tola coafianoa, eleito a coutento
d03 Leioeis e hoje protegido polo Dr. Rolim, como
advogado; ou Antonio Bahlauo, Antonio Harinho
RibeitO) ijua ha poucos dias sauirr.m d* caJeia sem
soffrarem uica Ave Maria de penilencia, mediante
pwteccio do juiz da direito, o mesmo Dc. Barros,
iiaealiis poucos dias antes requisilara forca, para
'bitar que os mesTio* individuos atacassem aca-
deia e as autori lades 1
yalisada ao referido jure de paz, que apenas e ac
cusade por crime de erro de ofllei'i, que corametteu
(i td, que, insinuado e mandado por Aotonio Bahia*
no e ouiros, foi a andiencia do Dr. Bolim, quando
juiz de drreilo, para, aogundo dizem, o assassinar,
e que, sendo-lhe tornado pelo promotor um punhal
qna para ese flm conduzia, jog iu no ra^smo juiz
ne direito, nma bofetada, qae aioda o apanhoa pe-
li costas?
Bnlretanto, ao pi--o que 1! a li.Mo, Juvenal e
utros ilebres do Ouricury, regosijam-se naim-.
punidade, Reioaldj & trancafiado na eadeia, so
porque conta em seu favor a proteicao do Dr. Ro-
lim. -
.Nao saba o velho Scipiao que, se o Dr. Rolira
protege a Reinaldo, fai o papal que Ihe e proprio,
imo aJvogadd ; accreseendo a i.-so que, quando
o Dr. Riilim se vio atrozmeote violeotado, suas por-
las e-calalas a macbado, snas gavOias abertas a
louta da baionaias, seus papeis roabados, etc.,
"*'c., Reinaldo appareceu em sua Jefezj, comparti-
. iaaJ sens solfruneatos e prestaodo-lhe sous sur-
vlQOS ?
Vo, pois, o velho Scipiio qa1* a par do exercicio
bm dispensa a Reinaldo, o juiz do paz dos sacritl
cias, a pratica lirnma aecao nobre e generosa.
propria das almas graodes como a io Dr Rolim ;
ha a horaenagem trittolada a gratidao, esse senti-
mento sablime do coracao hutnioo, que nenhura
li >raem de bam deve regatear ain'.a ao mais tyran-
m dos bmnens.
Seja, pois,Jasto, mea, velho S^ipilo; uao negue
a verdade: fueado a defeza do Sr. Dr. Barros (a
que nao me opponbo), na reca-c. en tret an to ao
Dr. R dim, as quahdados disunctai da qne a dota-
do ; nio o lojurie.
S, o Dr. Rolm tern so#rido em outras paries,
nio lenrsido com.tianos injasttc3 do qae no infe-
lii Ourioary. Os peoprios santos nao escapamsem-
pre aoi bote* da catantnia e da injastica.
Nao admira qae o D-. Rolfm dessgride a raui-
<>, era vieta da indepen ieaoia e nobreza de seu
cwaeter.
5an amigo delle, com) sou do Dr. Banes ; mas,
sot ntaia amigo da verdade e da jastica.
Granito, to de novembro de 1874
0 velha imparoiH,
DiRrt> 4&?6tWteM Tera fer 1 d6 Dezen*ro i4 18U.
r< rlUn.Aritlft.Ii-
Do artigo 900 aaaito se tfiuuereve do JurnuHo
Commircio, assipnado pe! Dr. Arthur de Car'va
Iho florerra, vr se ha que) mssmo na c6'rte o-fiar-
lido liberal esta desorgacisadistimo na sua im-
breosa, cajo desbocamento e insolencia tern pun -
gidt>osmats sineertw hberaes, e os afastadttjda-
direcr;ao do partldo.
Qaem sabe da Inlimidaae fraternal em qne vive
0 Sr. Carvalno Moreira cl>m 0 Sr. Dr. Joaquirn
Nabaco, nio p61e deixar le ver na sua diatribe
contra os desxandoi da Rfforma 0 voto irrplicito
dos Srs. Nofcaco pai e fllbo.
E se na corte, oode se s ippunha que a impren-
sa liberal estava mais diseiplinada, at coa-*as vao
como as descreve e Sr. Ca; valho Moreira, que ad-
mira que a Povincia aqai ss haja conveitido n'am
verdadeiro pasquim ?
Eis 0 artigo do Sr. Canalno Morei a, qae os
homens sensatos 0 leiam :
A Refo) ma.
Essa folba traoscrevenda hoje' um telegramma
do Jomal do Commercio score 0 receote empres-
timo brasileiro, publicoa tm artigo talbado no
molde invariavel de sua pclemica.
Chamando simplesmenti a atteoclo do publico
para esse artigo, don provj da consideracio que
elle me merace.
As violeociaa epilapticas da folba da rua do Ga-
no de ha muito tirarara ihf loda a autondade-.
tieutralisa de umainMMfra Ifct1vel 0 man gosto
do cbaruto depoisiii.ss hv Os senbores, nafrePsthme hftreseote e predomi-
Dante"paixao de barbas eojnpridas, os quaes airJda,
coCfcrvam uma ctria erefcrencia ao nso da nata-
IIA ffexbaVNa,^ atcMaffiJ Am agiafcel aoJlpJAa,
que esta deliciosa agua de cbeiro, uma vez leva
tnenle apv!icda ao rotto depoisda barba feita, os
isMta da usual penalidade aenlida logo deaois des-
$a operacaorefnoven'do 'tbtfa a sensacio de ar-
lencia da p*fle ft^rrbeaffa.
Para evitar as frauitulenlas e despresiveis adul-
CeracSes francezas e hambnrguez?.s, os eomprado-
ras davem pedir a Agua.de Florida de Murray i
Lanman, preparadu por Lanman A Kemp, de No-
va York : todos as outras sao falsihcacSes sem
nr.
COMMERWfl
Felizmaote para aqaelles <\\xi elia tnsulta, a Re-
forma nao e hoje senao 0 orgao de algans indivi-
lartilo liberal 6 a pn-
[ae preteade s r 0 seu
duos sem importancia. 0
meira victima dessa folha, ,
orgao, e qne nio e senao uu ele'niento de descre
dito para elle. Mas se esse partido se tem demo-
rado em repudiar qaalqaer sdidariedade com el
la, a coztscieocia dos homens hone-tos qua elle
coo'a em sea seio revolu-l.-e ao ver qae em se-
melhsnte esterqailinio esla plantada a sua ban
beira.
Pesaoalmenta tenho de Ijiraeatar 0 motivo que
me traz a imprensa, mas
a vergopha que a Re-
ao panido liberal e ao
tido ojcasiio de dar uma ^xpressao adequada ao
profundo pe forma inspira diariamente
paiz.
E' tempo que e escandald pablico de semelhan
tes diatribes disperte a etlergia do partido, qua
nio pole ter por orgao un muro branco em que
0 primeiro garolo escreve c J
tig os? de fuado. No froute
tragar se 0 verso do poeta
.... Pueri. sacer est locus
Um partido, qur te.u ideis, precisa de uma im
prena elevada, digna e
sua responsabilidade;- elle
mais tempo qae se intitule
jornal pertencente a classel
dos ;cm Franca de m 1 fa ma, uma, folha de
escandalos, cuja poiilica e djf amacao, cujo esty-
lo e a injuria alternada cdm' fa .chocarrice; que
proenra fallar ao que ha de mais grosseiro uas
paixSes dos inJividuos, seiii respoasabilidade nem
pcrante 0. lei. nem peranteja coasciencia publica,
0
omo liberal estimo ter
om carvao os-seus ar-
ipieio dessa folha dovia
atino :
extra.-
efheia do sentimento de
nlo deve admittir por
seu representante um
dos periodicos cbama
s que ella insulta. Uma
recolhida, frasca ainda
due fail m de manba 0
ousa, mas direito e ac
in a ter sobre aquella
0, que incus ditos cu-
ua ate hcje nenhum
ao contrario s.mpre
nem mesmo peraa'.e aqnellq
scmelh into fu'ha davia ser
do prelo, pelas carro^as
servico da limpeza puhlical
Pt'fo des^ulpa di fallar emolhaote liuguagem,
oulra nao seria compreherjjida dos redactores da
Refurma.
Arthur de Carvalho Mcreira.
Protefeto.
Proiesto com toda a fored do meu direito contra
0 ananncio inserto no Ditrio de Pernimbuco, de
27 doc rr-iit eassiguado pur Joao Chrysostomo
de Olivei.a Pelaglo,(nem cmhecido em Gamellei
ra) qua agora pretends terachado uma nova mina
a explorar.
Se eese homem eaidasse mais dos seus deveres,
e uienos de especalar cum 1 boa 16 alheia, certa-
mecte, quo nao se afoutaiiia a vir em publico,
dtclarar.se consenhor da! minna prapriedade
Ponte dos Carvalhos
Meus eannados hoje reconhecem 0 sabem, que
nao teem direito nenhum ajditapropriedade, e tan
to assim e, qne elles mesnlos declararam em es-
criptura Jalada de 3 de qutubro de 1871, qae
transferiam 0 direili e accdo qua por vealura Ihes
competisse subre dita pro^riedade, vendendo as
sim, pois, uma eonsa que elles suppunham litigio
sa, secJ.i es.;a venda aceruj por Pelagio sob essa
mesraa eoadifi".
Portaato, nio venderam
5I0, que por ventura viess
p:opneJade ; direito e ac
nhados nao teem, e Uuto
delies u respeitaram 0 dominio e pisse -do meu antacessor
excuuhado dalles 0 infalizj Porihfer, assim como
0 meu direito e posse snbre a referida proprieda-
de ; a por is:c> uao se teerb elles envolvido com
a acvao de despejo que irovo contra 0 reudeiro
que la aeneL
3 qua c, pois, Cjnsenhor esse Pelagio? Sera
do direito e aeeia que por!ventura viessem a com-
petir aos niens ditos cunliados ? 1
Isto constitae uma exlravaganeia de tal quilate,
que deixarei sem respost, para nao offender a
queai eatenJe beiu do negicio.
Vtnli.i aos Iribaaaes, Hti ;ue sobre ese presumi
do direito, e entao Sr. Pelagio lhe dnrei a resposta.
E'faiso e torpe dizer quelle hemem ter-me
chamado a conciliagao para um tal lim, a menos
que fosse ella proceJiJa la por Gamelleira.
Recife, 28 de novembro a 1871.
Basiliano di Alugalhaes Castro.
5
Os ahai.\o assignados cemmerciantes desta pra
ca e axporladores de algddao, considcrando ser
necassario pira regularisbr de modo mais conve-
niente 0 negocio de compras d'algodao, era vista
das coo3'.ante3 e gerae-< re lamajoes que tern tido
de seus eorrespondentes la Europa, estipularam
entra si 0 seguinte :
Art. 1." Recouhecendo-be pela experiencia que
a tara estaheleeida ate agok-a e na maior parte dis
saccas insufQcienta, e dese ando adoptar uma base
mais regular e justa, tem lonveucbnado que das-
da 0 1 de jrceiro proximal futuro, a tara sera de
5 0/0 deduzidos do peso b uto, nao devendo 0 pe-
zo dos cipos exceder de 3 0/0. Qualquer excesso
no pezo dvs cipos sera ausmentado na tara ; por
exemolo :Se uma sacca |le 10 kilogrammos bru-
tos tem ce cipos 3 kilogrammos, a tara em %-ez
de 3 1/2 kilogrammos, qui sao os 3 0/0, sera de
4 id/100 kilogrammes, de; de que os cipoj so de-
viam pozar 2 10/100 kilogrammos.
Art. t.J Para execugac do-artigo anterior, se
nomeara uma roramissio c e tres dos signatario3.
para que sa dirija a todosjos lecebedores de al-
godao, communicando-lhei esta convenio e pe-
dindo-lhes fm tomar e rWcaro pszobruto das
saccas qeando enirarem aos depositos.
Por assimtestarem d'acfordo, promettem fazer
jnrenio qae assignam
C.
lilurlal&C.
4 C.
JUNTA DOS CORRETORES
Praca do itocire, 30 de novem-
bro de tH94.
AS 3 HORAS DA TARDE
cotac5ks officiaes
Couros -seecos salgados 556 rs. 0 kilo, sabbado e
hoje.
Cambio sobra Lisboa a 90 d|v. 105 OpO de pre-
mio, do banco.
8. M Vaseonceitos
Pre iideute.
A P. de Leraes,
Seeratario.
ALPANDWJA
(eudimenio do dia 2 a 28. .
I'ioc do dia 3t .
802278*917
41 900/875
817:179*792
Dascarrefam hoje 1* de rlezembro de 1874.
Vapor inglezi4ri>J-(ejperado) mereadorias para
alfandega.
Vapor nacional Pirapama generos nacionaes
para 0 trapiche da compauhla p'ernam-
bucaoa.
Hiate nacional Fior do JariTtm generos nacio-
naes para 0 2* ponto.
Barca portugueza Imperial varios gerreros para
0 trapiehe C'meeiQio, para despachar
Palhabote ameriftano / Ranger farinba ja
despachida para 0 caes do ApoHo.
Lugar portuguez -Cidral -lageamento para 0 ira
piche Conceijio, para Jespachar.
Lugre inglez Ethel Bottom Varios generos
para 0 trapicbe Conceicao, para despa
cbar.
Barca ingieza -Jnne Maria -carvao e cJke para 0
trapiche Conceicao, para despachar.
ImportncSo.
Barca ingieza Luiza, eotrada enfrada de Liver-
pool em 28 do correute e consignada a Simpson
A C, maaifestou :
Carvao de pedra 353 iooladas, aos consigoa-
tarios.
Patacho fog let Miry, eatrado de Terra Nova
em 29 do corrente, e consignado a Wilson Rjwa
A C, manifeston :
Bicaihao 3,149 barrieas aos consignatarios.
Lugre inglet Bihjay, entrado de Greenock em
29 do corren'.e e consignado a Saunders Brothers
& C, manifest ou :
Carvao de pedra 350 toneladas aos consigaa-
tarii s.
Polaca bespaohola Fianutquila, entrada do Rio
de Janeiro em 29 do corrente e consignada a or-
dem, liiaaifo-lou :
Pipas vasias 100 a ordem.
Barca pcrtugueza Imperial, entrada de Lisboa
em 29 do corrente, e consignada a Thomaz de
Aquiuo Fonceca & Successors, manifestou :
Azeite 60 barris a Silva Gaimaraes & C, 30 a
Paulino Jose da Costa Amorira A C, 25 a E. R.
Rabeilo & 0. Arcos da pao 5J r.das a Antonio
Jose Ferreira & Monteiro. Alpiste 20 barrieas a
Paulino Jose da Costa Amorira A C. Aparadores
2 a Luiz Jose da Silva Guimaraes A C.
Cal 50 barrieas a Oliveira, Filhos AC, 25 a
Auiouiu A. Araujo. Cabo de Cairo 27 peea a
ordem. Cevada 10 barrieas a Francisco GueJes r-Wara
de Araujo, 10 a Joaquirn Jose do Azovedo. Cestas
de vime 21 volumes a Pocas & C Chape*os 2 vo-
lumes aos mesm-is. Copos 2 caixas aos mesmos.
Cebolas 50 caixas a foaqwa Jose do Aievado.
Drugas 3 dixas a M. Barrozo de Mello.
Farello 400 saccos a Silva Guimaraes 4 C, 100
a Antonio A. Jacoma, 100 a Joee Jacomc Tasso.
Flores medicinaes 5 fardos a Barlholomeu A C.
Impresses 2 caixas aos mesmos.
Loupa 22 jBaixas a Pocas & C
Madeira' em-obra i caixas aos mesmos. Mo
bilia 2 caixas a fosd Augusta de Araujo.
Pedra de lagedo 609 aos mesmos, dita de cordao
11 ao mesmo. Presuntos 8 barris a ordem.
Tocader 2 6a:..s a Manoel Jos6 da Silva Gui
maraes.
Vinagre 5 barris de quinto a Antonio Francis-
co Corga. Vinho 71 pipas 0 40 barris de quinlo
a Beltrao & Filho, 42 e 65 a Silva Guimaraes &
C, 57 e 15 a Paulino Jose da Costa Amorim & C,
17 e 15 a Souza Bastos & C, 13 e 10 a Ahp rim
Irmao & C, 2, 5 e 10 ancoretas a Saunders
Brotheis A C, 4 barris de quarto a A. R. dos
Santos, 1 barril de quinlo a Antonio Goncalves
de Azevedo, 1 a Rudrigues L de Oliveira, 23 a
Manoel Jose S. Ritnos, 40 caixas a Poca* & C
10 a Henrique Bernardo da Oliveira.
Barca ingieza Tblisman, entrada de Balliraore
em 30 do correute e consignada a Puipps Brothers
& C., manifestou :
Farinha de trigs 3,780 barrieas aos consigna-
tarios.
No vapor ingfet VMpiarH, para TilverpdoT,
carreon : I. Pater ft C. Sit sweas eom 16,626
kilos de argofllo.
No paticho hwfswtol '/Wftw, Hn 0 Rio da
Praia, Mrf+ew*i: p. eafneflro, Mala ft C. 80
barrii com 4,800 litros dc agnardenle.
'Para 0* portoi So interim
Para 0 Ria Grande do Sal, no Ingar porta-
;ga?t Laia, carregou : P. Carnefro Maia ft C. 10
b.r'ri* com 960 litros de alcool.
Para 0 Rio Grande do Sal, ha escnoa nacio-
nal Cysne, carregon : Amorira Irraaos A C. 1,250
barrieas com 98,118 1|2 kilos de assnear braflco.
Para 0 Pari, no vapor nacional Bahia, car-
reg.u : P. Vianna k C. 180 barrieas com 11,568
kilos de assuear branco ; para 0 Maranha0, Car-
varho ft Nogueira 40 volntnes com 3,324 ditos de
dsto.
Para Macao, no vapor naoional Mandahir,
carregou : J. A. G. Pires Junior 1 barril com 96
litros de aguardente.
Para 0 Natal, na barcaca Siluma, carregou :
A. R. de Almeida Braga 1 barrica com 60 kilos de
assuear reflnado.
Para Macao, na bareaca Mossord, carregou :
Fraga ft Rocha 5 barrieas com 300 kilos de assu-
ear rednado e 3 ditas com 180 ditos de dilo branco.
Para Mossoro, na bareaca Firroiiie'a, carre-
gou : S Bastoj ft C 10 pipas com 4.S0O litros de
aguardente.
Para 0 Pilar, na bareaca Feliz Amorosa, car-
regon : A. F. da Souza 20 lalas eom 36 kilos de
doce.
Para Alagoas, na bareaca Jasaratinga, car-
regou : A. 1. L. f elxeira 2 volumes com 60 kilos
de asancar reflnado.
Para Ma*,eid, na bajvaca Tres Limit,, carre-
gou : J. A. G. Pires Junior 20 latas com 37 kilos
de doce.
] Goufila. Villa Ponea de Agniar.
Gaarda. Villa Real de 9. Antonio.
Guimaraes. Villa da Feira.
Isgo*. Villa Nova de Cerveira.
Louie. Vinhaes.
Lamego. Vrzea.
Lisboa. Villa Real.
Movirtfento da Beira.
ktbaai.
Fayal. Fonchal.
Hespanha.
Badajoz.
Barcellona.
Cadiz.
Caceres.
Campinas.
Coruna.
Ferrol.
Madrid.
Orense.
Padron.
Pmtivedra.
Paenteareas.
Santiago.
Vlgo.
CAP AT A Zl A
Reodimento do dia 2
ldMT do di- :X'.
DA ALFAHDBOA
a 28. 13:265*810
1 380iil09
VOLUMB8'9AH1D09
N,d5a2a28......
So dia 30.......
P-imeira poru ....
Seganda porta.....
Terceira porta ...
Tttpiche Conceicao .
13:6264122
30,748
63
72
24
46
30,953
SERVICO MAhlTlIiO
imrangaa deauarregadas no trapicU da
alfandaea.
4o dia 2 a 28..... 55
N'o dia 30....... 2
'o trapicte Conceicao ... 2
59
tBCEBEDORIA DS RENDAS LMHUNAS GE
RAES DR PF.RNAMBUC1
indimento do dia 2 a 28 61:260*460
Urn do dia 30 .... l:808*<">96
63:068i556
CONSUL.* DO PRO VINCI A-.,
.lendimento do dia 2 a 28 115:759*797
d*ro do dis 30 4.098,439
119:838*236
RECIFE DRAINAGE
.lendimento do dia 2 a 28. .
idem do dia 3C......
40:622*819
7:506*048
48:128.8)7
AGENC1AS PRO VINCI AES
Liquidos espirituosos.
leadimemo de 2 a 27 5:571*755
demdudia25 58G*81i
iia-iliia.). eto.
-tandiraento de 2 a 27 4:631*020
do dia 28 *
Generos
tendimento de 2 a 27
idem do dia 28
de estiva.
5221*277
532*2*8
Aendiraento
!dem do dia 23
Farinha de trigo, etc
de 2 a 27 5:938*192
1:010*024
6.161*559
4:631*010
5:753*505
-------------6:948*216
lendimento de 2
dcin do dia 2s
Furao, etc.
a 27 4:059*796
1:319/8.2
Vinagre, etc.
lendimento de 2 a 27 1:604*970
dem do dia 28 38*730
5:379*638
. 1:613*700
30.517*648
firme e va!ii.so.o presente
em :
Pernambi'co, aos 9 de novembro do 1874.
Kapler 4 C.
Mills Latham ft
(P. P). E. A
Henrique Burle
(PJ>) SaundehsrBro's
Thomaz M. Corinan.
Borstelmann A
Johnston Paler
Alani'on Howi
liarismeudy ft
t-ereira Carnal
Oliveira Filhos
I Amorim Innaos
Augusto F. d'O!
(T. P). SimpsodA'C.
C. A. Patterson.
Tito Li via Soare .
E, It. Raueilo ft C.
FerQand s da C( sta ft G.
Jose da Silva Lo ro ft Filho.
. (P, P). Silva Gi imarSes.
M. S. Guimaraes
. J. Monteiro da Cluz.
Theoi. Christiansen.
BalurP. Oliver 1 ft C.
Joaquirn J. GquciIws Beltrao A Filho.
j^f*i.-Agua dejriA^.iflu de Mur-
os perfumes os mais
deh",ados sao oi:';,j0 das flo
y60^ 8 ^ lod'rt e'sp'"'
ao Tropico, esta pop sem du
ra.pura e 'deliciosa por
Ella embafsa'ma a r.".|iir.>CK e da un agradavel
e fragrante sab-.r ao paitFi
se asa fleTas fflanhis tir. ,c-,
c*, mhlDr&ja n'uma poue-i
ea 4iS regiSas dotro-
i da Aromalica flora
iilae a mais dnradou
c llenci.i.
1 i^-.s as vezes que
liagnauiv'irt'> da boc
d'agua, aiim como
Patacho hespanliol Hortencia, eotrado de Bue-
nos-Ayres na mesma data e Consignado a Beltrao
A Filho, manifestou :
Pipas vasias 225 a ordem.
Hiate nacional Flur do Jardim, entrado do Ara-
caty e Macao na mesma data e consignado a Joan
Jose da Cuoha Lage, manifestou :
AlgodSo 72 saccas a Gomes do Matlos ft Irmaos,
69 a ordem, 26 a Jose Guilberme A C, zi a Luiz
Jose de Macedo, 3 a Manoel Marques Pinto.
Borracha de mangabeira 4 fardos a Gomes de
Mattos ft lrmaos.
Couriuho 200 molhos com 5,000 a Gomes de
Mattos A Iimia.is.
Esteiras de pallia de camauba 1,100 a ordem.
Gomma 50 saccos a crdera.
Sola 130 meios a Cosme Jose dos Santos Callado.
Sal 560 alqaeires ao eonsignatario.
Vapr.r nacional Pirapama, entrado dos portos
do norte na mesraa data e consignado a compa-
nhia pernambucana de navegacao costeira por va
por, manifestou;
Algadao 50 saccas a Jose da 3ifva Loyo Sobri-
nho, 60 aLuizGoacalvas da Silva ft Pittto, 18 a
Silva Bastos & C, 46 a Albino Amorira ft C, 70 a
Luiz Jos6 Pinto da Costa, 18 a Mmreiro, Guerrei-
ro ft C.
Cafe G saccos a Alfredo If Garcia. Couriuho62
volumes a L. Gjnjalvas da Silva A Pinto, 14 a Sil-
va, Bastos ft C Couros seecos 440 a Oliveira, Fi
IhosftC Cera de Carnatiba 5 saccos a Morae-
A Irraaos, 28 a ordem, 5 a Pereira Simoes A C.
Dita de abelha 1 barrica a Morae? & IrmSos.
Gomma 10 saccos a Moraes & Irmao.
Pennas de ema 1 caixa a Lehmann Freres.
Resiua de angico 3 barrieas a Moraes ft Irraaos,
3 a Pereira SiraSes A C. Redes 1 volume a Car
pinteiro Filho A Sobrinho.
Saccos vasiee 1 volume a Cosh & C. Sardinha
10 caixas a J. Tassb. Sola 889 melos e 19 rolos a
Moraes ft IrmSos, 1,166 e 2 drtos a Gomes dp Mat
tos A IrmSos, 5 H melos a Gone, Ives, Irmao ft C,
100 a Luiz AMohio de Siqueira, 300 a Pereira
Vlaana ft C, 869 a J J. Femandes A lrmio, 174
a Pernaodes k Irmao, 77 a Sa LitSo A Irmao, 387
a Petolgio, ORveira'ft C, 26 a Silva Bastos A C
Velas stearinas 5 c;uxoe a Antonio Rodrigues des
Santos.
OB4PACHOS DE liXPOKXACAO NO DIA 18 Dr
OUTUBRO DS 1874.
Paru os pfiritu do exterior.
No vapor inglet" Dotird, psfa Southampton,
carregon : H. Forster ft C. 2 barriccs com 30 aha
cachis; J F. Antones-4 ditas com 60 dftos : par*
L011 Ires, J. 0. de Almeida 7 dims com 70 dilw
E. Bento da Lot 2 volumes com 31 ditos: para
Lisboa, M. L Paes Barreto 3 barrieas com 30 ditos.
Thesouro provincial de Pernambuco, 30
ie novembro de 1874.
0 escrivao,
J. '). M. da Silva Santos.
SEGURO
MARITIMOS
CONTRA 0 FOGO.
Acompanhia Indemnisadora, estabelecidi
ie5ta pra^a, toma seguros mnritirnos sobr
aavios e seus carregamentos e contra fog'
'in edificios, mereadorias e rnobilias: ni
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
conlra-fogo
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
RUA DO COMMERCIO N. 34. '
Banco Cofflinerciaf k Braga.
Jorge Tasso.
37Rua do Amorim87
Saca qualqner quantia a prazo on a vista so-
bre este Isaac* ou :uas respef tivas agencias nas
jeguintes cidades e villas de Portugal, Unas adja-
:entes e Hespanha, a saber :
Portusal
Agueda. Amarante. SKX
Anadia. MiranJeUa.
Arcos. M'Jfc'te raet o velho.
Aveiro. MoOoao.
Arco de BauHii1 em Ca- OlWelifa. de Aremeii.
beceiras de Bastos. Ovar.
Barca. PetraOel.
Barcellos. Bort'Alegre.
Beja. Pinhei.
Caminha. Ponte de Lima.
Chaves. Portiniao.
Castello Branco. Porto.
Coimbra. Povpa. do Vartim.
Castro Daire. Pive* de Lanhoso
Conra. R"toa*
Covilhi. 8ilvfeji
Esposende. Santo Thyrso.
Elvas Tavira.
Esiremoz. Torres Novas.
Fafe. Thomar.
Famalicao. Valenca.
Faro. Vianna.
Pigaeira^ Villa do Conde.
Segyro cftilra-fogo
fBf LIVERPOOL d LONDON A GLOI
INSURANCE COMPANY
AgenteM
SAUNDERS BROTHERS* C.
11 Corpo Santo 11
Companhia Indemnisadora
do Porto.
CAPrPAL 2,000: OOOJOOO.
Thomaz de Aqutno Fonceca k C, tvecessores
agent es.
Est> companhia toma seanros maritimos e ter-
restres, dando nesles o sepumo anno gratis aos ie-
;urados.
Rua Vigario n. 19.
a
0MPANH1A ALLIANCA
Kjguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 18 70
CAPITAL 4,006:0008600.
Toma segnro de mereadorias e dinheiro
isco raaritimo em naiio de vela e vaporei
ara denlro e f6ra do imperio, assim com<
:ontr fogo sobre predios, generos a fa
ondas.
Agente : Joaquirn Jose" Goncalyes Beltrir
ua do Commercio n. 6. 1 andar.
Came. Chegaram 3I,570 kilo*. Em depotto
93,000 arrobas, da de Rio Grande, teuHw He '*
a 6*100.
Couros saccos salgados. Ctegaraaa S30, -
das de 543 e 551 reis o kilo.
Cimento. Sem chegada, colamos, de t^OOO a
I0JOOO a barrica.
Cebolas. Chegaram 90 caixas, cotamoa a 'Sf
a caixa.
Chi.- Cbegaram 47 inU-iras e 5 raeias caix..
veodas do vc.rde a 3/9-0 o kiio, cunioriae a qoa-
lidade
Cafe.- Sem chegada, venda de 8' sort*, de hf
a 8*100 liquid por 15 kilos.
Canela Cbegaram 3 caixas, cotamos a IrffciB
o kilo. -
Cerveja Bass, Xaraega e Tenente Chafara-n
50 barrieas e 60 ca>-u, e couaus aos precos ;v
guintes:
Bass, cotamus a 6JC0O as ioleiras e 7*000 .is
meias.
Noruega, colamos a 5^000 as inieiras e 6*'i(#
as meias.
Tenente, cotamos a 3">\o0 as inieiras e i*UO
as meias.
Cognac. Sem chegada, colamos de HJI0O0 a
2z*000, conf rine a qualidade.
Carvao de pedra. Chegaram 438 toneladas
i vemla a I9a?i00 a lonelada.
Farinha de trigo. Sem chegada. Deposiie
(18,(100 barrieas, e ratalha-se aos precu* seguin:**
| Kungria a,- .10/1000 a 31*000.
Trieste de 16*000 a 29*000.
Americana de 19*000 a 21*000.
Farinha tie mandi ca. Cbegaram 7*1 sxmjt.
Deposito 2,00.1 tuxw, retalho de 6*8**0'a *d
I o alijceir".
Dita de niil'ti.- Sa ib'gada. co'iioos *
4*100 a ca-.xa
Figos. Ghegaran1.*! caixas cuiamus a 4*19*1
a arroba.
Farello. Chigarara p9saccM, ccunaosa 5jMO>
, o saceo.
I Fnmo era rol s. Ctiegaram 104, veodas 4 >
, 12*000 a mSdO.
I Dito em l.ras. l'Mtfnm 20, veodas da 13^-
a 13*500.
Dilo em ca:m*. 'i;.'g.T.im, 78. vendas -
13*000 a :M-' P
Cenebra d lumqa.- Svra chegada, cotamo.
| a 7*500 a dozia.
Dita comuium. Sam cl.egada, colamos a 4
. a^dnzia.
Diia de Holland:.. Sem chegada, cotarooi i*
5*500 a duiia.
Dita em botija?. Sem chegada, cotamos a 360
! reis por botija.
Dita lantema Hgtak- Sem chegada, cotamc-
a 4*500 a duzia.
Dita vida elerna. Sem chegada, cotamo?
I a 5*400 a duzia.
Kerosene. Chegaram 1,800 caixas, venda* d-
4i~200 a 4*300 a lata.
Louca ordinaiia Chegaram 200 gigas, cctt
. mos a 120 por cento.
a 320 por
Augusto F. d'Oliveira & C.
A casa commercial e bancaria de Augusto j Diia linaJ Sem chegsda, cotamos
j d'Oliveira & C, a rua do Commercio ns nto.
i2, encarrega-se de execuQao de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer-
eiaas, quer bancarios.
Decenta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca & vista e
iazo, d vontade do tomador, sobre as se-
isuintes pragas estrangeiras e nacionaes :
Londrcs. Sobre o onion bank or
LONDON, 0 LONDON AND HAN5EATIC BANK.
limited, e varias casas de 1." classe.
Paris. Sobre os banqueiros focu
& C, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLVCQl'b,
VIGNAL & C.
Hamburgo. Sobre os Srs. joir
SCUU BACK & I'lLH S.
Lisboa. Sobre os Srs. fonskcas,
SANTOS & VIANNA, 6 SEBASTIAO JOSE D
VBREU.
Porto. Sobre o banco uniao do p
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre o banco commercia-
do para, e os Srs. francisco gauukncio d
goota & rinios
llaranbAo. Sobre^o Sr. just rn-
HEIRA DA SILVA JUNIOR.
Bahia. Subre os Srs. marinhos & c.
iio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL 8
BANQUE BRASILIENNE FRANQA1SE.
fSexta-feira *J6 do corrente
Sexta-feira 20 do corrente
Milho. Sem chegada, colamos a 75 M
kilo.
Massas. Sem Cl egada, cotamos a 8*000.
Manteiga ingieza era c*isr,. (i'-.epaiaiu 19>
caixas, vendi de latas amanllas a 2*505 o kilo
Diia ingieza em barns.Sem chegada, cotamo
de 1*960 a 2*178 o kilo.
Dua fr.iuceza. Chegaram 'Jl barris, venda *.
l*i<55 kil i.
Pimeata. Chegaram 38 tmmt, cotamos a
!*045 o kilo
Pauas. Chegaram 7 fardos, coumos de 7*
a 7*500 a arroba.
Panel de embrulho. (heg.iram 1.000 resrtas
3 fardos e 10 csixas, eotamei a ISmH a remM.
1'in.sphnros. Sem chegada, colamos a 3*80f
a gr.,zn.
yueijos flrmmn" e prat'. Chegaram 62'
Mists, ret;.llia -e a- i preccf segaiaM :
Fiamengo-, d.; 2^600 a 2*81*0 o rneijo.
PratJ, a 1*524 o kilo.
S;.l. CSi.-garam 615 al.|UJir?s, vendas *
1*200 a 1*398 o aliueire.
SabSo iuglez or.iiiiario. S?m chegada, coU
mos a 280 ri-is o kilo
Dito da terra. Vendas de Hi a 460 reis
kilo.
Sardinha de Nantes. Sera cbejada, cotamo-
205 roie a I >t.
Toucinho. Chegaram 26 barns, cotamos :
IU50O por 15 kilos.
Vclas stearinas. Oheparam 202 ca:x.', cota
mos a 520 reis o maeo de 6 vela-.
Vinagre. Chegaram 10 pipas e .'iO qoi::i -
cotamos de 12S20OO a 130*000.
Viniio tiuM da Figueira e deLisbna.Ct'pgararr
43 1'ipas, 58 quintcs e 4 decimos, aos prerot
seguiuies:
Da F.gueira, colamos de 505*fiA. a 220*(CO.
De Lisboa, cotamos de 190*000 a 205* Dilo franc-t. Sem chegada, retalho a 20->f
Dito branco UrancH. Sem chegada, vcnJa :.
230*000'.
Dito branco de Lisboa. Sem c'-c--:ida, c Umes
de 220*001 a 240*000.
Dilo branco hespanlnl- Sem ':;: '
conta dos knportadores.
Dito branco do Estreilo. S.-m c'.^^aa... r ...!..
a 230*0TO
Oil. tinlo do E-treit). ?e.n chegada. re-i'Mt a
2f 03000.
Dito do Port''*-. Chegaram 4" eWMS, e mi
de 10*000 a 'iO 000 a duzia.
.-
SMfNTi "<'

Revista coniiucrcial
Da sernana de 23 a 2S de novembro de
1874.
Cambio sobre Londres, 90 d|v 26 d. 26 Vi d.
26 7/1G d. 26 3'sd. 26 5/1G d. por 1*000.
Dito sobre dilo, 3 d|v 26 Dilo sobre dito, 90 d/v 26 '{ d. por 1*000
banco.
Dito sobre dito, 3 d|v 25 7/9 d. 26 d. por 1/000
banco.
into sobre Paris 90 d|v 362 a 360 reis o
franco.
Dito sobre diti, 90 d|v 365reis o franco, banco.
Dito sobre dilo, 3 d/v 370 a 369 reis o franco,
banco.
Dito sobre Lisboa, 90 d|V 103 por cento, 104 por
cento de prernio.
Dito sobre dita, 3 div 107 por ceuto de prernio.
Dito sobre dita, 3 d|v 108 por cento de prernio,
banco.
Dito sobre dita e Porto, 90 d|v 103 por cento de
prernio.
Dito sobre dita e dito, 90 d|v 105 por cento de
prernio, banco
Dito sobre dita e dito. 3 d|v 108 por cento de
prernio, banco,
Dito sobre o Porto, 90 d|v 102 por cento, 103
por cento e lOi por cento de prernio.
Dito sobre o Porto, pagavel em Lisboa, 90 d|v
103 por cento de prernio.
Dito sobre Hamburgo, 3 d;v 457 reis o reich-
mark, banco.
Dito sobre o Bio de Janeiro, 8 d[v ao par.
Dilo sobre o dito, 8 d|v *i por cento de
prernio, banco.
Dito sobre o d;to, 20 djv por cento de des-
conlo.
Dito sobre dito, 30 djv 1 por cento de desconto.
Dito sobre o Rio Grande do Sul, 20 djv ao par.
Desconto de lettras, lu, 11 e 12 per cento ao
anno.
Algodio da Parahyba, 1' sorte, 7*200 por 13
kilos, po-to a bordo, frete *ft e 5 por cento.
Dim do Rio Grande do Norte, em plnnia, '^ 5w
por 15 kilos, posto a bordo, frete de 7/ e 5 por
cento.
Dito do Rio Granda do Norte, l" sorte, 7*200
por 15 kilos.
Dito de Macau, 1J sorle, 7*300 por 15 kilos.
Dito da Mossoro, I* sorle, 7*300 por 15
kios.
Dito do Aracaty.l' sorte, 7*200 por 15 kilos.
Dilo do Penedo, sem inspeccao, 6*4t 0 por 15
kilos.
Dito do sertao, 1* sorte, 7*300, por 15 kilos.
Enfaram 4,003 saccas por terra e mar.
Assuear do Rio Grande do Notte 2*000, por 15
fcilos, posto a bordo, frete de 52/ e 5 por csnto.
Dito do Rio Grande do Norte, 2*020 por 13 ki-
los, posio a bordo, frete de 42/s e S por ceuto.
Dito brulo, escolhido, 1*800 por 15 kilos.
Dito do Canal, 1*200 e 1*250 por 15 kilos.
Esta semana entraram 54,492 saccos, por terra
e mar.
Aguardente.- Cotamos a 70*000 a pi pa.
. Arrot.- Chegaram 250 saeooa, vendas a 2*600
por 15 kilos.
Ateile doce em caixas. Sem chegada, cotamos
a 10*000 a duzia.
Dilo dilo era barris. Sem chegada, colamos
a 2*600 o galao.
eoitSS8a-7*%r.55KriCaS "^ 0 desembagadorFrancisco de AssjOlrren
Bauha.-Chegaram 200 barris,cotamos a 958 rs. i ra M-.cjel, official da imperial ormmis
o kilo. Rosa, ravalheiro da de Christo e iou pt :-
B*eu.- Chegaram 130 barrieas, vendas 12*000 vatlT1) dii orpliaos e aasentes da adrni* co
Ffavios entrado* no _":g !'.
Bahia2 dias, aarwna bra l-ira a va; tm
M, commanlatite capilao de frugal* Ignacn-
Accloli do Vasconcellos. Desembaicuu 1
cial e 30 pra;as. Seguio para a rwnfe |
Lisboa-32 dias, l-arca portuguora Imperial, &
25i, toneladas, eajiilio Aut nio (tweira&N Sat
tos, eqnipagem 12, carga variM pia-r : ,
T.iomanie A. Fonceca u C. 3ecmeawa.
Grenotk-47 dins, lugar inglet 'J ilgw -j, de 23
toueiadas. capitao Daniel Lyeli, ejuipajtm .*
carga carvao ; a Simpson 4 C
Rio de Janeiro -18 uias, polaca hainbwa .
risquita, mt 130 t.iieladas, capilao Jajme M..
Puig, eouipagem 11, em kastro ; a ordrm.
Terr.\'oa -39 dias. palacno inglei Wmrf, d.- !
toneladas, capit'.o Muihy, eqoipaferi '.'. carg.
3,119 mtfrioai com bacaJaaa ; a u i;;;n V
& C. '
fYfiW sahidos r.o mesmo at*.
BarcelonaPolaca hespauhola Tr D r-.-f- ea-
pitao G. Riera, carga aljodao.
Caual -Brigne inglez Adsla, capido S. Ford, ca:
ga assuear.
Narios entrados no dia 3.
Bueaos-Ayres25 dias, patacho hespacii
ttneia, de 169 tonelladas, capilao Pages, equ -
pagera 12, em lastro ; a Beltrao 4 Filho.
Sanios -20 dias, barca ingieza Z-nii, de M9
n:ladas, capilao D. Charles, equiptjjam 10, .:
lasiro ; a ordem.
p. .Itinvire37 dia?, barca ingieza T:'.'
366 toaelada?, capitio Blackforl. riiip-ff^:i
13. P3rga 3,7t*0 barrieas com farmhi de trig i
a Phipps Brothers & C Seguio para o Rio "
lane if e.
Terra Nova31 dias, brigue ioglez Maria, de 2.
I >n ladas, capitao Kearney, einipagTO 11. "v
ga 3,881 barrieas cam bacalhao a John- ".
Pater & C.
iVririot sahidos no mesmo iia.
Rio Grande do Sni Liigar portagnei Lain, ear
i;o A. P. Viaira, carga assuear-
ii ti.l-Lngar inglet 7M,capitao Debrlx, carfw
a>sucar.
Rio da Prat\-Brigne braiilein ttarimhi A, cap -
tao M. da Costa, carga assuear.
Aracajii e portos intermedins ftp* av
Mnndthn, commandante Marinh", carga mf
rentes generos.
mmj
EDITAES.
a barri.-a.
Batatas. Sem chegada, cotamos a 3*200 as
meias caixas e 1/400 a Riga.
Bolacuiuhas. Chegaram 100 barris, cotamos a
4*600 a barrio.
/ Bacalhao. Sem el ga i. D**an>ito 9,000 bar-
lj.cas,e retalha se a 18^i.00 e i9*000.
Recif* e sen trmn, porS. M. o Impert-
dor, qu.^ Deus^uarde, -tc, etc.
Faeo sar>er ao- rem cirih"i-iTien?>, qne D. Isah l?n-i.i del
mio Villela, requereu para procea.r a iatc
I[at d bens qne firarsm nor Wlecirr.onto s
<4

I
i -
I
I

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,
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J
I

'\

marido, tenente-eoronel Joao Valentino Villela,
depots de ter prestado o devido juramento, assu
oiio o cargo de invenlanaote, do accesso per-
tencente ao sea casal, e descreven os herdeiros
nelle iuteresiaaos, e entre estes a filha e herdeira
| daquelle finado, D. Therexa Idalina Correia Villela,
casada que foi com o capitao-tenente Manoel Mar-
tins de Araqjo Castro, failecido e representado
pelos tilhos seguiotes : Alfredo e Julia, cnjas ida
des e la inven anante ignorava ; nolifleados os de-
raais herdeiros para virem iniciar-se no inventa-
rio, e nao sendo encontrado os roenciooados or-
pbaos Alfredo e Julia, filbos da precitada 0. The-
resa Idalina Correia Villela, o escrivao veio com
sna representacao, a qnal e do theor seguinte :
Illm. e Exc. Sr. desembargador jniz privativo
de orphaos e ausentes.De accordo com a pratt-
ca em vigor, notiBqnei para virem iniciar-se neste
inventariu a todos os interessados aqni residentes.
Deixei porera de fazel-o, quanto aos orphans filbos
de D. Thereza Idalina C rreia Villela. porque o pai
e administrador nalo dos primeiros, cujas idartes
nao foram consignadas na deseripcao, esta ausente
em lugar nao sabido, segundo me assveroa o pro-
curador da inventariaote, ao passo que dos se-
gundos, acerca dos quaes destes, no tocante as ida-
des, ha a mesma falta quanto com referenda aos
outros, residem no Ceara, sem que se saiba, ao
menos, sob a tulela de quern.
E como sem notificacao a taes orphaos se fo-
rem maieres de 12 a 11 annos, i itento o respectivo
sexo e seas tutores oa a estes simplesmente, a se
nao dar aquella bypothese nao seja licits prose-
guir os presenles feitos, parece-me levar o ex-
posto ao conhecimento de V. Exc. Beotfe, 2 outubro de 1874.0 escrivao, Floriano Correia
de Britto.
Indo os autos com vista ao Dr. curador ge-
ral, este veio com sua promocao, do theor se-
gpinte :
Todos os herdeiros devem ser citados para o
inventario ainda que ausentes sejam ; os pre-
sentes em saas proprias pessoas, os aasentes ten-
do procoradores na pessoa deste, em lugar sa-
bido por meio de carta precatoria dirigida a jus-
tica do lugar onde residem ; e os ausentes era lu-
gar incer to. eKados por editos, ua conformid.de
da ordenacao Jiy. 3 tii. 1* 8. Assim se ex-
pressa Motta SHveira, pag. 8. na sua guta pratiea
do proce3so orpbanologico.P. e Souza not. 1,101
pag. 76 torn. 4*,das primeiras linhas sobre o pra-
cesso civel.
Neste estado, pois, re-jueiraque seja resolvida a
matena da inforaiacao do escrivao a fls. 18 v. Re-
cife, 15 de ontubro de 1874.0 curador geral,
Augusto Vaz.
E snbindoos autos aminha conclusao, nelles dei
e prefer! o interlocuiorio do theor stgainte :
Cite-se os herdeiros residentes no Ceara per
earta precatoria e os ausentes em lugar nSo sa
bido por ediios quo se expedirio e com o prazo
de 30 dias. Recife, 14 de novembro de 1874.
OliveiraMaciel.
Em cumprimento do qual se passou o presente
edital e com o qual cito e hei por citados aos or-
phaos Alfredo e Julia, Qlhos da flnada D. Thereza
Idalina Correia Viilela, casada que foi com o ca-
pitio tenente Manoel Martins de Araujo Castro, e a
este como pai e tutor nato dos referidos menores
para no prazo de 30 dias, sob pena de revelia,
eomparecerem anto este juizo, por si on por seus
bastantes procuradores, afnn de se dar por notifl-
cado para ver iniciar-se o precitado inventario e
os demais termos ate ojulgamento de partilhas.
E para constar, mandei pas>ar o presente, que
sera affixado nos lugares do costume e publicado
pela imprensa. Dado e passado sob men signal e
sello, ou valha sem sello ex-caua, nesta cidade do
Recife de I'ernambuco, aos 21 de novembro de
1874.
Eu, Floriano Correia de Britto, o fiz escrevsr e
subscrevo.
Francisco de Assis Oliveira MacieL
Ao seiloJIOO reis.V. S. S. excausa. Oliveira
Maciet.
Diario de Fernambuco Terca feira i 4e Dezeairbio de 1874.
Boias.
0 Dr. SebastiSo do Rego Barros de Lacerda, juiz
de direilo especicl do comraercio da cidade do
Recife de Pernambuco, por S. M. Imperial, que
Dens guarde, etc.
Facp saber aos que o presente edital virero e
delta noticia tiverera que pelos alministradores da
maesa fallida de Azevedo & C, me foi apresen-
tada a classificrcao dos creditos da dita massa, a
qual e a seguinte :
Credores chirographarios e que apresentaram
titnln* t* admilliriiic ao paccivo da Hita rna*a :
Eduardo Alexandre Hurle, cunta de livro........
4:102/450. Linden Weydman & C, eonta de livro,
1:455*960. Cramer Frey & C, conta de livro,
1:157/450. Bastos & Silva, letra e conta de livro.
1:027/930. Mouhard Mettler & C, conta de livro,
6:063*333. W. II. Wiatt & C, letra, 577*520,
Francuco Gomes de Oliveira Sobrinho, letra,
524*2 0. Mendes Azevedo & C, letra e conta de
litro, 394*350. Duarte Irmaos, conta de livro,
296*280. Sabino Jose de Almeida, conta de li-
vro, 258*530. Leuios & Guerineau, letra, 256*940.
Alfredo G:bsun, c nta de livro, 212*020. Olivei-
ra & Irmao, conta de livro, 218*8C0.
E por este edital ?ao citados is referilos credo-
res para dentro de cinco dias, contados da publi-
ea;ao do mesmo, dizerem sobre a dita classificacao.
E para que cliegue ai> conhecimento de todos,
mandei fazer o presinte edit I, que sera publicado
pelos jornaes e afflxado n >s lugares do costume.
Recife, 28 de novembro dc 187i.
Sebasliao do Rego Barros de Lacerda.
99/000
110/000
3861000
800/000
400/000
421/000
202/000
6024000
22/000
153/000
243*000
240/000
300/000
l:4O0/TO0
209/000
509*001
201/000
Roa de Antooii Hooriqne*.
Caea terrea n. 26 .
Larfo 4a < lampina.
Idem n 11 (fecbada). idea
Rua do Goroo 1 Seassana
1* andar do sobrado oumero *94 .
PATRIMONIO DDSORPHAOS.
Rue do Co ncercio
Sobrado n. 30 .
Rua da Mo)da.
Casa terrea a. 21 fecaada).
Becco des
Casa terrea n. 18.......
Rua da-Lapa.
uasaterreao.il.......
Baa do At io rim.
aobrado de 2 aodares n. 21 .
Casa terrea n. 34......
Roar do I ugos.
Casa terrea n. 21. .
Roa do \ igario.
! andar do sobrado n. 27* cbada .
1* andar do tnesmo idem .
Loja do mesmo fecbada. ....
Roa do Eoca atamento.
Sobrado de 2 andares a. llffechada).
Roa da Senialla velha
Idem n. 16........
Roa da Gala.
Casa terrea n. 25 .
Idem n. 29.....
Roa da Croz.
Sobrado de 2 andares b. 11 (fecbada).
Idem n. 14.........
Rua de S Jorge
Casa terrea n. 103......
Os preteodentes deverac apresentar
irreiaat as snas fiaicas, oa
acorapan s dos respeci ivos fladores, devendo
pagar ale v renda. o premio da quantia em
que for sefc r o preaio c, ao contiver estabeleci-
mento com al, assim soaio o senri^o da lim-
peza e preco apparel aos.
Secretana nta Cam da|M4sericordia do R*
cife, 17 de sstembro de 1*74.
10 escrivao,
___________Pedro Rodrigues de Soul a._____
~ Pelo thesouro provincial se manda fazer pu-
blico, que vao novament i A praca perante a jun-
ta do niesT.o thesouro, m dia 3 de dezembro pro-
ximo vindouro, as arrem tagees seguintes :
Obra da bomba do Fra ;oso, or^ada em 840/027,
e a obra da ponte de Mi'.*, ne- rio Tapacura, na
eslrada da Victoria, orcai a. em 1:485*000.
Secretaria do thesouro provincial de Pernamba-
co, era 23 de Novembro le 1874.
0 secreurio,
Miguel Alfonso Ferreira
800/000
600/000
eada do armazem, ladribur com tijolot de alvena-
ria battda a parte perterier do armaeem, a partir
do ladrilho de pedra existente, a eneesur na fren-
te, concertar ama janeHa Taper oma ;porta qae
commanica os dous sobrados pelo+atamar da es
cade.
Gaiar, reboear e phrtar todo o sobrado com at
o6resxistentei. ...
As proposus serao reeebidas eaKartas techadas
no dia 10 do correore, em sessa-j da Junta, pelas
3 horas da tarde. ,
Seerelaria da Santo Casa da Misericordia do Re-
cife, 1 de dezembro de^i'874.
0 escrivao,
^_________Pedro Rpdrigue* Tlaiuaz de Aquino FoQceea k C.
Siict'essoros
aaocam por todos es vapores, sobre as seguintei
psaeas:
- Lisboa. Regoa.
Porto. Cbaves.
Braga Villa-Flor.
Viauna. Mirandella.
Viscu. Alij6.
Gaarda. Kavains.
Coimbra. Braganca.
Gaimaries Lamego.
Rio de Janeiro.
.Na roa do Vigario n. 19.
207/000
no acto da
Pelo thesouro provincial se faz pnblico para
quern interessar possa, qae vai novamente a pra-
ca no dia 3 do mez proximo vindouro, perante a
junta do mesmo thesouro, a obra do empedra-
mento do priroeiro -e segundo lancos da estrada
eomparecerem ^ paknares orcada em 11-680/.
Secretoria do thesouro provincial de Pernambu-
co, 26 de novembro de 1874.
O secretario,
Miguel Affoeso Ferreira
Consulad [provincial.
Pelo cunsalado provincial, faz-se pnblico aos
respectivos contribuintes, que do 1." de dezembro
vindouro por diante comeca a correr o prazo dos
30 dias uteis, n arcados no art. 34 do reg. de
17 de junho de 1873, para a cobranca do primei-
ro semestre de decima orbana e de 5 An sobre
bens de mao morta, no corrente exercicio de
1874 a 1875, incorrendo na mnlta de 6 0|0
aqoelles dos contribuintes que nao satisfizerem
nesse prazo os seus debilos.
Consulado provincial, J7 de novembro de 1874
0 |adniinistrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Estrada de ferro do Recife ao
S- Franeisco
Pelo presente sao convidados oe Srs. accionistas
desta cempanbia a virem ao eseriptorio da estacao
das Cinco Ponlas receber o 22* dividend) cornier-
nente ao semestre de Janeiro a junho d te anno.
Villa do Cabo, 26 de novembro de 1874.
G. 0. Mann
Superintendents.
CONSULADO iPROVINCIAL
De coniorrnidade com'a portaria dj Sr. inspec-
tor do thesouro provincial se declara aos contri-
buintes que deixarara de realisar o pagamento de
seus debitos devidos a companbiaRecife Draina-
ge-no semestre fin'do e^m junho de 1873, pelos
apparelhos, d fferenca dob mesmos, encanamentos
e annuidades, que o pod em fazer, vis to achar-se
prorogado o recebiinen'ji ate o lim do corrente
mez.
Consulido proyinciq', 18 de novembro de
1874.
0 aJministrador,
. Antonio C[ Machado Rios.
0 Illm. Sr. inspector do thesouro provincial,
em virtu.le da ordem da presidtneia, dB hoje, de-
terminando o resgato das apolices provinciaes de
D. 1 a n. 320, serie A, emiltidas para pagamento
da companma Recife Drainage, ConviJa aos pos
snidores de dilas apolices a eomparecerem neste
thesouro a rtceberem a importancia das mesmas
e os juros ate esta data, scientificando-lhes que
desta mesmo data em diante nao veneer 3o ellas
mais jnro algum, em observancia do regulamen-
to respectivo.
Secretaria do t!:esouro provincial de Pernam-
buco, em 30 de novembro de 1874.
0 secretario,
____________ Miguel Affonso Ferreira.
"Edital n. 69
Pela inspectoria da alfandega s; intima ao dono
de dous rewolvers appr- heudidos as 8 horas da
manna do dia 24 de ouluoru proximo passado, a
urn passageiro do vapor Ville de Rio de Janeiro,
pelo guarda Rodrigo Elviro de Mello, que por de
cisao.da mesma, de 28 du corrente, foi julgada
procedente a appreliensao dos ditos revolvers.
AlfandeKa de Pernambuco, 39 de novem-
bro de1874.
S"ervindo de inspector,
Pedro Lopes Rodrigues.
fCUftACOES.
Pelo thesouro provincial se manda fazer pu-
blico para aueiu int rc*-ar possa, que vao no-
vamente a praca no dia 10 do mez proximo vin-
douro, perante a junta j do mesmo thesouro a
obra da ponte de Mies sobre o rio Tapacura na
estrada da Victoria, orcada em 1:485* ; e obra
do coucerto do nuartel jdo corpo de policia orca-
da em 897:820.
S^rrolaria do thoeonri) provincial de Pemam-
buco, 28 de noveu bro d|e 1874.
tO secretario,
tiel AITonso Ferreira.
TRIBUNAL DO COMMEKCIO DE PEKNAM-
BUfO
E"ta secretaria faz constar que em virtude de
resolucao do meretisssimo tribunal de 26 do expi-
rante mez, foi readmittidd na lista dos Srs. com-
merciantes que teem devofarna eleicio do dia 4de
dezembro proximo vindodro o Sr. Jose Alves Bar-
bosa Junior.
Secretaria do tribunal do commercio, de
Pernambuco, 30 de ndWembro de 1874.
0 ojtlicial-maior,
_________________\fulio Guimardes.
Commando; das armas.
O Sr. alferes honorarioi do exercito, Pedro Gon-
calves da Luz, e, pelo-prpsente chamado ao quar-
tet general, para ohjectoj de sen particular inte-
rest?.
Secretaria do comrnanio das armas de Pernam-
buco, em 30 de novembro de 1874.
Francisco Craelle Pessoa de Lacerda,
______ Coronel gnduado, secretario.
Companhia Fidelida 'e
Seguros rnaritimos e terrestres
A agenda desta companbia toma segnros rnari-
timos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratuity ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes,
___________ Agente.
Boa-V iagem.
Ainda esta por alugar uma das melbores casas
da Boa Viagem : na rua do Imperador n. 83.
Consulado ds llepuhiiru Oriental
do Urugay. cm Pernambnco, SS
de novembro do 1894.
Para conbectmento dbs navegantes se pu-
blica o seguinte aiiso hydrographico.
Pbarol de pr meira ordem.
No Cabo de Santa Mar a ( Hio da Prata ) func-
cmna desde 31 de agosto, nm pharol de primei-
ra order.i, systema Fren et, luz fixa com relam-
pagos de minuto em ra onto, cor branca, sobre
uma torre de 40,m 28,c .|de elevacao visivel em
tempo claro ate 20 milh s de distancia no hori-
sonte do mar.
Posicao geographica deste pharol.
Latitude sul, 31" 40' 00
Longitude oeste 47" 5 23'" do meridiano de
S. Fernando.
Antonio Valentim da Silva Barroca,
Consul.
Santa
Pelo consulado provincial se faz publico qne
no dia 30 do corrente finda-se o prazo marcado
pelo Exm. Sr. presideute da provmcia, para ter
6xecur4o os arts. 78 e 79 do regulamento de 6 d
abrii ultimo, que determinam que os generos im-
portados de outras provineias por via (errestre
deverao ser acompanhados para prova de sua pro-
cedencia, de uma guia do proprietary, e por eile
assignada, da qnal conste deciaradamente o laugr
J'onde vem os generos, quaes sejam elles, a quan-
tidade dos volumes, marca delles e o nome conductor, devendo essa guia ser apre entada pelo
conductor na primeira collectoria que ficar na di-
reccio oa proximidade de seu transilo, do ponto
da procedencia a esta cidade, para que seja com
o visto do fiscal ou collector, antbenticada a ra- s-
ma procedencia, sem o que sera o genero conside-
rado prodU'*cao da provincia, e uenbuma.ontra
prora podera snpprir essa falta.
Consulado provincial de Pernambuco, 25 de no-
vembro de 1874.
0 administrador,
___________Antonio Carneiro Machado Rios.
SASTA CASA DA MlSEKICOKDlA DO
RECIFE.
A Blma. junta adrninistrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publieo que
na'salade suas sessoes,o dia 18 de novembro,pe
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas >
qnem mais vantagens offerecer, pelo tempo de urn
a tres annos, as rendas dos predios em seguid;
declarados.
ESTABELECIMfcNTO DE CAR1DADE
Vidal de Negreiros
Ca^a terrea o.*94. w 301*Oi'i6
liua hriii. dojtobario.
? ndare loja a 2i \ fe
t* andar n Siil.i.......4OS*4)O0
I: andar n. 24 A.idem .... 26U00P
cos das duas portas da vatanda, collocar oma ean-
cella de ferro no patamar da escada que comma-
nica com o primeiro and: r, fazer nm vao de ja-
nella, substitnir dous peitoris por novos, de ama-
rello, nma trave na frenle posterior, tres portadas
e duas taboas de soalho, de louro, deitar toda a
ferragem precisa neste am ar e sotao.
Casa l( i Miaericordia
do Recife.
A junta administrative la Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife precisa contratar com quern se
propozer a fazer pelo m oor preco, as obras de
que precisa o predio de dous andares, sito a rua do
Encan'amento n. II, pert ncente ao palrimonio dos
orphaos, orcada em 1:20C000.
Os pagaraentos serao ; ealisados ein tres pre?- j
tafSes iguaes. a primeira c epois de comegar a ohra,
a segunda quando estivtr ella em meio, e a ter-
ceira depois de concluida a entregue.
Descripgao das obras.
Fazer toda a coberia n >va, substitnindo as ter
gas, unindomaisos caibros que estiverem perfei
tos e collocando os novoi jue forem precisos ; en-
ripar toda de novo, fazer as duas goteiras e com-'
pletar as telbas qae falta em com outras novas.
Reparar o fogao, substitt indo a cbapa pr outra
nova, ladrilhando com tijo os proprios o espaco oe-
enpado por elle, reparar o soalho, sabstituindo
ama taboa arruinada por > utra.
Segundo andar.
USPE :CAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Tendo em 10 de Janeiro proximo futuro de ha-
ver nesta inspaccao concur o, em cumprimento do
aviso de 14 do^:orrente mez, e ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de hontera datada. para o
preenchimento de dou- lugares de amanueases
da secreUria, convido. de ordem do Illm. Sr. ins-
pector, aos pretendentes a esses lugares a apresen-
tarem ao mesmo Illm. Sr. inspector seus requeri-
mentos, competentemente documentados, pelos
quaes provem ter bom comportamento, e a idade
nunca menor de 21 annos.
Sao as materias, sobre que versa o concurso :
1 leitura e analyse grammatical, escripta de
trechos era portuguez.
2 orthographia.
3s versao das linguas franceza e ingleza.
4" exercicios de composi ;ao em portuguez, re-
daccao e estylo de actos offlciaes.
Inspeccfio do arsenal de marinba em Per-
nambuco, 28 de novembro de 1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA
0 conselho no dia 5 do proximo mez de dezem-
bro, a vista de propostas reeebidas ate as 11 horas
da manna, contrata sob as conduces do estylo, o
fornecimento no trimestre de Janeiro a mar;o de
1875, para os navios da armada e estabeleeimen-
to* it.i marioba, dog segUIOles objeclos :
Arroz do Maraohao, assucar branco grosso, as-
sucar branco refmado, aiuardenti de 20 graos,
azeite doce de Lisboa, aletria, ararnta, bolacba,
bolachinha americana, bacalhao, batatas, bois
vivos e pasto para os mesmos, cafe era grao, cafe
modo, came verde, came secoa do Rio Graude do
Sul, cha hysson, cevadinha, carnauba em velas,
conservas preparadas, cebolas, doce, feijao, farinha
de mandioca da terra, galiinhas, lenba, mate,
manteiga ingleza, manteiga franceza, milhopilado,
pao, sal, sabao roassa, stearina em velas de 13-l|6
por kilo, stearina em velas de 17 1|2 por kilo, tou-
cinho de Lisboa, tapioca, tilha, tejolo de alvenaria
grossa, vinbo de L'sboa, e vinagre de Lisboa.
Sala das sessoes do conselho'de compras
do arsenal de marinha, 30 de novembro de
1874.
0 secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Hospital Portuguez de Re-
neficencia
Sao convidados os sofios a reunirem-se era as
semblea geral, no domingo 6 do corrente, as it
horas, na secretaria do mesmo hospital, afim de
desempenharem as attiibuifdes dispostas no 3
do art. 17 dos estaiutos, que sao : eleger a junta
administrativa e a commissio de cpijtas que tem
de funccionar no proximo anno de 1875
Secretaria do Hospital Portuguez de Benelicen-
cia em Pernambuco, 1 de dezembro de 1874.
Luiz Duprat,
_^_____ Secretario.________
RelaQSo das cartas que deixaram de seguir
a seus destinos por falta de franquia
Antonio Jose dos Santo*, Ant mio Jose de Brito,
Antonio Correia, A. J. Gomes Netto, Domingos
Fraucisco Rios, Emilia Rosa Gomes, Fonceca San-
tos 4 C, Francisco de Sales Mendonca Silva Car-
valho, Herculano Alves da Silva, Joio Mendes de
Araujo, Joaquina Jaciotha, Joaquira Jose Marques
Gnimaraes, Joaquira Antonio Vieira da Silva. Jose
Bis Barreto, Luiz Thome Gonzaga, Ludwy Piper,
MaBoel ^funes Parreira, Manoel de Cerqueira Pin-
to, Maria Tbereza, Maria Segundo, Maria Virginia
Ida Jordao, Theotonio Augusto de Lima, Thereza ;
de Jesus Minhava, Visconde de Bella Vista.
Correio de Pernambuco, 28 de; novembro
'de 1874.
0 encarregado da expedicjio,
A. H. de Araujo Pernambuco.
mm
Santo Antonio
QUARTA-FEIRA 2 DO CORRENTE
Gran* e pomposo 8pcctaculo
*> neneOcio a aetrlm
Isabel Maria Candida
Espectaculo em grande gala para solemnisarre
anniversario de S. M. o Imperador.
0 Sr. D. PEDRO II.
Logo que S. Exc. comparecer na tribuna a or-
chestra execolara o
Hymno national
Segnir se-ha a representagio da alta comedia em
3 actos;
lUTALHA HAS n\MAS
Tomam parte os aviistas -Flavio e sua senhort,
Aiigusto Cesar, Ayrosa, Peuaute e a beneficiada.
Terminara o eipectacnio com a comedia em 1
acto :
4 coslurcira.
Sendo o dia 2 de dezembro de grande gala, a
beneficiada jalgon acerndo dar nelle o seu beniti-
cio, nao so por ser dia de festa national, como para
attender aos muitos pedidot de alguns de seus
convidados a quern e grata
NOVISSIMO
de costnra, e muitas outras obras
ro, prata e brilhantes, os qaaes estario
acto do leilac.
Apparigao e desappari^ao de uma menina
de 14 annos, que bebe, come e falls com
o espectador.
0 professor Gris d'Appremont tem a bonra de
participar ao respeitavel publieo desta cidade, que
sue essa verdadeita maravilba, que agradoa ex-
traordinariameote n2o so nha, como na Italia, e outros paizes onde tem
estado. As familias nao devem perder a occa?iao
de ver objecto Uo curio-o.
BUA DA IMPERATRIZ N. 1
Entrada 1-.0C0 por pessoa, e 500 rs. por
crianca.
Para o Macdo
Pretende segnir com muita brevidade o palba-
bote nacional Joven Arthur, recebe carga e pas-
sageiros : a tratar com o sea consiguattrio Anto-
nio Luiz de Oliveira Azevedo, a rua do Bom Jesus
n. 87.__________________________________
Para o Rio dp Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue.
habel, tem parte de sen carregamento engajado :'
para o resto que lbe falu, trata-se com o sea con-1 No dia 3 de dezembro proximo, *e fart leilao
signatario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, roa '
do Bom Jesus n. 57.
m
MlhM
DE
JOIAS
Costa d'Africa
Segue da Bahia era 30 deste raex, para o porto
de Ouuim, na CosU d'Africa, a barca portngneza
Josephma, tendo bons eommodos para passageiro*
IEIL0ES.
LEILAO
um
avisos
MABETIMOS
MESSAGERIES MARITIMES.
Linha mensal
Para
com
Espera-se da Eoropa ate 7
do corrente, seguindo depois
da demora do costume para
Buenos-Ayres, tocando na
Babia, Rio de Janeiro e Mon-
tevideo,
passageiros, encomraendas, etc., a'tratar

OS AGENTE
Harismendy A Labillc
Rua do Commercio
COMPANHIA
MESSAGERIES MARITIMES
I.inha mensal
Rio Grande
E' esperado dos por-
tos do sul no dia (0
do corrente, seguindo
depois da. demora do
costume "para Bor-
deaux, tocando era
Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros. a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy A I.abille
9 Rua do Commercio 9
MT
interveBcio da agente Manias, de todos os pcasw-
res constanles das cautelas segaintet, visto Mr-
se fmdo o prazo das transactors e seas doooe Mo
as reformarem.
Aiabrr:
N. 1502. 1903. 1S65. 1583, 1784, 1835, I8t,
1936, 2050, 1091, 2095, 2192, 225i, 22M, 2282,
2342, 2397, 2436. 2448, 2*58, 2481. 2817, 1711,
2737, 2738, 2750, 2799, 2802. 2807, 2887, 8871,
2898, 2929, 2945, 2972, 2987, 308T, 3083, 3038,
3037, 3045, 3060, 3065, 3070, 3093, 3098, 31t8,
3149, 3151, 3174, 3175, 3188, 3190, 3193, 3181,
3195, 3197, 3205, 3106. 32P7. SHI, 3213, 32U,
32*.), 3123, 3211, 3134, 3235. 3242, 3*0, 3231.
3154, 3260, 3262, 3265, 3273, 3877, 3180, 3881,
3288, 3293, 3298, 3300, 3304, 3388, 3318, 3318
3320, 3321. 3326, 3327, 3334, 3339, 3311, 3384,
3358, 3366, 3373, 3384, 3394, 3387, 3388, 3408,
3410, 3415, 3419, 3432, 3444. 3460, 3488, 348C,
3493, 3500, 3508, 3517, 3527, 3529, 2533, 3553,
3556, 3572, 3579, 3589, 3596. A'travessa da ru
do Duque de Caxias n. 2, I* andar, podendo di-
ta? cautelas serem reformadas, pagando o premk,
ou resgatadas ate o hater do martello.
DE
piano de jacaraada, moveis, loura e
maisartigos
HOJE
A's 11 horas da man ha
Em o 1* andar do sobrado da rua do Marquez de
Olmda n. 64.
0 agente Dias, competentemente autorisado por
ama familia que inndou de residencia, levara a
leilao, no dia e bora acima indicados, os moveis e
mais artigos qae abaixo se mencionan
A saber:
Um piano de jacaranda, 1 mesa elastica de ama-
rello, 1 arraano de dito, envidracado, 1 jardineira
de jaqneira, 2 bancas de dita, para iogo, 12 cadei
ras de gnarnicio, 1 arcatifa para sala, 1 barome
tro, 1 relogio de parede, 1 etager de jaqneira, 1
aparador de amarello, 12 qaadros com moldnra
dourada, 2 banqnetas, 1 dita com tampo do pedra,
para pe de cama, I optima cama de ferro com
colchao, 1 machina para cos'.ura, 1 qoartinheira,
1 lavatorio de amarello, 1 guarJa ronpa de dito,
1 consolo, tampo de pedra, guarnic,des para lava-
torio, alguma louca, camas de ferro e lona, e mui-
tos outros artigos pertencentes a casa de familia.
LEILAO
DE
Uma casa terrea em Sam'Anna.
Uma pequena dita em a rua do Coronel Suassana.
Um terreno de marinha na rua Imperial.
Quarta-feira 2 de dezembro
A's 11 horas damanha
Em a rua do Vlarquez de Olinda n. 37, 1* andar.
A SABER :
0 agente Dias, competentemente autorisado, le
vara a leilao, no d;a e hora acima ind'eados, uma
casa terrea edificada em terreno rendeiro, era
Sant'Anna, segunda de gradil e portao de ferro na'oas a(.livas da ma-a .mil da hl^ Bernardo d
frente, depois da estacao desse mesmo nome, Motto na imp0rtancja de 6:889*052, em letras e
qual tem 3 salas de frente, i para jantar, 4 qua.r ] contas de livros
tos, grande cozinha guarnecida de azulejo, com ja j q, preiendentes pod.m ex*minar a relacio d. s
nellas em ambos os oitoes, 1 porta e 4 janellas de devedores qne se acha em poder do agente.
frente Essa casa qne possue elegancia solidez, e; -t J J T
completamente nova e falta Ihe apenas o ladrilho j JNO amiaZOm Oft Hia CIO 1111-
de duas salas e pintura.
Uma pequena casa terrea edificada era solo pro-
prio, em a rua do Coronel Suassnna (antiga Au-
gusta), n. 223, com 2 salas e 2 quartos.
Um terreno de marinha na rua Imperial, sob n
313, com 40 palmos de frente e 260 de fundo, con-
tendo alicerce para ama casa.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
os referidos bens, e para qualquei esclarecimento
de que precisarem, a rua do Marquez de Olinda n.
37, eseriptorio do referido agente, se dara.
LEILAO
DE
3 tavernas, sendo uma na rua do Rangtl
d. 17. uma na rua do Coronel Suassuna
n. 296, e a terceira na rua Imperial *
182, as quaes pertencem a massa falli>' i
de Antonio Jose Vieira.
QUINTA-FKIRA 3 DO CORRENTE
aillillel hora da tarde.
0 ageute Dias, cutnprinio u respeiuvel chodo Illm.Sr. Dr. juiz e.-perial do commercio. It -
varaa leilao no du e bora acima ludicados, as at-
macoes, mercadom-, moveis e mais atentilios exit
tentes em as tres Ihmmh aeuna menewnadar,
pertencentes a massa fallida de Antonio J
Vieira.
0 mandado contendo os esclarecimenlos preci
sos, acha se em poder do agente. onde pode dVsd
ja ser examinadr pelos 5ra pretendentes. ___
LEILAO
DE
dividas na importancia de 6:889^052 etc
letras e conta de livro.
Masia fallida de Jose Bernardo da Motta.
Quinta-feira 3 d corrente
0 agente Martins fara leilao por mandado 4
Illm. Sr. Dr. juiz especial do eommerrio das div -
Grande
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
*'avc a;af ao casteira a vapor.
RAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACi.-
TT, CEARA, ACARACU' E AMARRA^AO, iNO
PIAUHY.
0 vapor Pirapama, comman-
dante Silva, seguira para os
portos acima no dia 7 do
ccrrente, as, iras da tarde.
Recebe carga .. i dia 6, en-
commendas, passageiros e di-
nheiro a frete ate as 2 horas da tarde do dia da
sahila : eseriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Para o Aracaty fegue com brevidade o hiat
nacional Leonilia da Cruz : para carga e pasza
giros, trata-se com Antonio Alberto de Sosn
eitaiar, a rua do Amorira n 60.
ePot
THEATRO
mm mum
EM
S. Jasrj Rua do AIcmoi.
Segue com este destino,
palhabote Rosita, tomando
a carga que Ihe apparecer,
aproveitar, pode dirigir se aos consigoatarios Joa-
quira Jose Ooncalves Beltrao & Filho, a rua do
Commercio n. 5._________ _____________
Cotupauhia ^Iliaiit-H niaririiua
portnense
Empreza de navegacao entre o Brasil
tugal
PARA 0 PORTO
Barca portugueza Joven Adelaide, a sahir com a
maxima brevidade, recebe carga e passageiros : a
tratar com os seus consigoatarios Jose da Silva
Loyo A Filho.____________________________
Companhia americana e brasilcira
de paquetes a vapor.
No dia 1 de dezembro
6 esperado dos portos
do sul o^apor ameri-
cano Merrimack, com-
mandante Slocam,
oqual depois da de-
mora do costume seguira para New-York com es-
cala pelo Para e S. Th maz.
Paw passagens trata-se com os agenles
Henry Forster 8 Rua do Commercio 8
Espectaculo em beneficio do artista
- Jose Maria Accioli.
Depois da orchestra tocar uma das melbores de
Substitnir a taboa" da vajranda por outra de soa- SQas symphonias, subira a scena o seguinte es-
Iho, de amarello, ladrilhar com cimento os capea- peetaculo -
1 .*
Angii musical e
Substituir
Primeiro
2 portadas
andar,
tfor novas,
janellas por novos, de ama rello, I perna de grade,
reparar o soalho, repregn lo onde for preciso del-
tar ferragem nasjanellai
c rrimao da varanda e nn a andabala la escada,
40 .mujlar o pumeiro lanco
>ara ficar encoaudo ao
oitao do nort -. currendo ni ia parede desde a p rta
4 peitsjis de
e portas, substituir o
parte.
a scena comica.
parte.
Cerracio no mar.
3.* parte.
Aria comica Pomada.
4.* parte. "
RadexSas de nm mar a jo.
5.' parte.
Dueto 0 meirinbo e a pobre.
cantado por Flaviano C >tlho e D. Leopollina.
Libra^ esterlinas.
Yendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rat do Commerce o to.
isolar a entrada da es-
Companbia Pernambneana.
Porto do Aracaty.
A carga que de hoje em diante fur embarcada
nos yapores da Companhia Pernarabncana com
destino io porto do Aracaty, sera entregue na ci
dade do mesmo nome, sendo transportada da bar-
ra, (onde os vapores costumam fundear), em Ian-
cbas de propriedade da mesma companbia, inde-
pendent de qaalquer exigencta de pagamento
por este servij..
Da mesma f6rm.i sera transportada a carga
qae for embarcada no porto do Aracaty para
qaaesquer outros portos da escala.
Recife, 16 de novembro 4" 1874.
ParaLisboaT ~-
j vai sahir com mmta brevidnde o I gr>! portnpuez'
Julio, e recebe carga e lu.-ami-> irata-se com
I os consigaatarios Tbn iiat m kqniou Fonceca &C
' Saccessores, a rua do Vigario n. i9.
bons moveis, crystaes, louija de porcelana,
1 faqueiro de prata de lei, pec?s dobra-
das, obj-ctos de electro-plate, e outros
muitos objecto> em perfeito estado, e 1
carro atnericano de 4 rodas, com pouco
uso.
Quarta-feira '9 'de dezembro
as It 81 horas
no sitio da povoacao do Caxangi
A saber:
Sala de visita.
Um piano de jacaranda, do fabricate Acbroder,
1 rlca mobilia de faia, a medalbao, composta de 1
sofa, 12 cadeiras de guaruicao. 2 dilas de bracos,
I 2 ditas de balane.0, 2 consolos c^m tampo de pe-
dra, 1 cadeira de rCsca, 1 porta-charntos. pares
i de escarradeiras, 4 pares de jarros riquissimos, 2
ricas serpentina* de electro-plate, pares de lanter-
nas. bolas de vidro, tapetes grandes e pequenos,
descances de pes, porta-cartas de pedra, diversos
quadros symbolicos, 1 candelabra de electro-plate
para 6 luzes.
1 quarto.
Uma cama de jacaranda, em perfeito estado, 1
nestes quatro dias o r'ca toilette de jacaranda, com tampo de pedra e
para o referido porlo : espelho, 1 toucador de mogno, com pedra, 1 lava-
por isso quem quizer lor' e pertencas, 1 bidet, 1 psrta-agua e 4 cabi-
des de faia.
2 quarto.
Uma cama de ferro, com molla, que serve de
caleir-", 1 guarda vestidos de amarello, 2 cadeiras
de balanco, 2 ditas de ferro, ( banquiuha de ama-
rello, 1 cabide e 1 cama para crianca.
3 quarto.
Uma commoda de amarello, 1 lavatorio e per
tencas, 1 cama de ferro, 6 cadeiras de guarn c4o e
2 cadeiras de balanco.
Sala de jantar.
Um guarda-louca de raiz de amarello, 2 apara-
dores, 1 mesa elastica, 1 rica caixa de charao, pa-
ra cba, 1 apparelho de porcslana tina para cha, 1
dito dito para jantar, 4 garrafas de crystal para
vinho, 1 fructeira de crystal, 2 ditas deeie-tro-pla-
te, 3 pares de compoteiras, calices para vinbo, di-
tos para champagne, copos, galheleiros de electro-
plate, 1 sofade pal ha, 6 cadeiras de dita, 2 cadei-
ras io balanco de dita, 1 fructeira de pedra, 1 re-
logio de parede e despertador, e cadeiras avulsas.
Cozinha.
Um armario de cedro, 1 mesa de amarello, 1
jarra de barro da Bahia, deposito para gaz, 1 fo-
gareiro e diversos tr -ns de cozinha, e outros mui-
tos outros artigos domesticos, qne se acbam pa-
tentes no dia do leilao.
Tendo de mudar de residencia o Sr. Joao Anto
nio Monteiro, por sua ordem fara leilao o agente
Pinho Borges, dos moveis e mais artigos acima
menciooados, na casa em que residia na povoacao
de Caxanga.
Os referidos moveis e objectos sao recommenda-
veis por serem de gosto e pouco nsados.
0 mesmo agaote avisa aos concurrents que de
pois do leilao bavera uma companhia de ganba-
dores para facilitar os transposes de seus lotes.
A's 11 1{2 boras da manha partira nm trem ex-
presso, )arando em todos os pontos, que conduzira
gr.-tis 6s concarrentes.
0 leilio principiara logo que cbegne o trem.
perador n. 48
AS 11 HORAS EM POXTO.
LEILAO
Do sitio do Salgadinbo a. ft.
com boa casa de moradia.
QU1NTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
Ao meio dia.
0 agente Pinto levara a lilao, a reqnerimento < e
D. Alexandrina Maria do Sarramennto Pereira, ii -
ventariante do bens deixadot por >eu marido. e
por de^paenti dl Illm. Sr. Dr. juiz da I* vara do ci-
vel, o sitio do Salgadinhj n. 5, o qual sera vend-
dopara pag.imeulo d js credores. ao meio dia i dia acima dito, no eseriptorio do referido agen-e.
na rua de Bom Jesus n. 43.
Feira Semanal
Agente Pestana
leilao
DE
moveis, louja, vidros, ouro, prata e bri-
lhantes.
QUARTA-FEIRA 2 DO CORRENTE
as It hmfZ* ponto.
No armazem dea^ncia rii's;l5es da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de qu.ni pertencer, de mobilus de
ja aranda, dit > de f tia e junco, gaarda r.npss de
amarello, gui'di loncas de dito, coinmoia* e
meias ditas. pimn a de lif'ersos aatores, machinas
mobilias completas de jaca-
randa e amarello, yuard \
vestido,guarda louca, apa-
radoi'es,coiiimodas eraeia-
ditas, camas francezas de
jacaranda e amarello, sac-
tuarios, 1 lustre de crystal
para gaz carbonico, pia-
nos, espelhos de diversos
tamanhos. quadros sorti-
dos, mesas elasticas, 1 cai-
rocinha envidracjada pan
mascate, quartinheira, cai -
teiraspara eseriptorio, re-
logios de parede, ditos de
algibeira de ouro e prata,
machinas de costura, ob-
jector de brilhante, ouro a
prata, lavatorios, marque-
zoes, toilette de mogno, se-
cretaria s, grande quanti-
dade de trastes avulsos, e
immensos artigos do us>
domestico, que serao ven-
didos a troco do barato por
conta de diversos
QUINTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
is 11 horas da manbi
NA
PEILIA SEMANAL
.6-Rua do linperader-.ij
ARMAZEM
LEILAO
DE
diversos moveis para eseriptorio, e do oa cofr
de ferro
Sexta-feira 4 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
Em a roa do Commercio, 'armazem n. 3S.
0 agente Dias levara a leilao. no dia t bora aei
ma indicados, a reqoertmeato de D. Theresa Man.
Pennely, e por aatorisacao do (Exm. Sr. dmia
bargador joiz de rpbaos, o segtbue : pertoaeea-
te aos bens qae ficarsm por fanecimento de W. G
Fennely.
Uma earteira grande, I dita menor, 1 msa pa
ra escrever, 1 dita de araan.ll>. 1 arnmrio pt;
pjpeis, 1 baoca para coplar, h adHras It t>r *
I cofre de ferro ebacn, I >il-io II
lavatorio. div-i a-earteira- l lustre .-r f t,
armario 4e piuhi> n 1 cat'



-
mm* ^a*-ss^^^ai


I I II- II I I I
HH^BWi
*-.

LEILAO
DE '
divorso* but eomo abaiao se mencionatr, per ten
centos a massa fallida de Joaquim da Silva Costa
SABBADO 5 DO CORRENTE
At llharu
Em o !.* andar do sobrado da rua Duque de Ca-
xias n. 35.
0 agente Dias, competeotemente antorisado pelo
Ilim. Sr. Dr. jwz especial do commercio, levara a
leilao no dia e hora acima iadicados, pertencentes
a massa fallida de Joaquim da Silva Costa, o se-
gninte:
Uma armacao de louro forrada de amarello,
parte envidracada, balcao com tampo de pedra e 22
barncas vailas, a qua! exiate em o estabelecimen-
10 ..,.'?* Dolae "e Ca-xias n. 40, qua pertencea
ao fallida '
Utn terreno no Varadoaro. confronte ao gaio-
metro, tendo cerca de 400 palmos de freoie, dei
taodo osfuados para o mosteiro de S. Bento, solo
loroiro ao referido coovenlo, contendo algumas
meias aguas, tendo a (rente e fondos .murados.
Os solos das peqaenas casas sitas no pate) do
Paraito, a direita da igreia do mesmo noine, sob
n. 33, 3, 41, 45 e 47.
Urn relogio de prata, 1 pulseira de onro, 1 alfi-
nete e diversas ontras joiaa.
Moveis.
U piano em mao eatado, 1 par de consolos, 3
softs de jaearanda, 2 cadeiras de bracos, 2 ditas
de balanco, 12 ditas de gaarnicao, 1 commoda de
aagieo, t bidet de mogno, 1 par de vasos, 9 ca-
deiras de amarello, 1 goarda louca, etc, etc.
0 mandado acha-se em poder do referido agen-
te, onde pode desde ja ser examinade pelos Sra.
pretendeaies.
Diario de Peniambuca Terga feira 1 de Dezembro de 1874.
Precisa-se fallar ao Sr. Manoel de Siqneira Ca-
valcante Jnnioi, na rua do Marqnez de Herval n
14, a negociode particular inleresse.
Aos
Srs fumantes
Fumo dtsfiaJo fie diverse quali-
dades.
Novo Ghpora'.
Olho d Pa>saro.
Flor do Brasil.
Verdalsiro Rio novo.
Verdad lire romo de Goyaa
em paeott s e latas de 2, 4 c 8 cngas,
~isicao algurua nociva ao fu
anufacturado, e a venla na
vapor, na antijra rua do
policia ?. 31.
#3

AVISO PffllDITI
PARA <
Nalal-fo
Altencao.
remcoro
raadur,
fabrica
Quartet d
*
LEILAO
M
novels, fluo crystal, loaf a e ob-
jectoN dm elcetvo-plate
Stxtafeir* 4 fc -dezembro
Sflftdo:
Sala tie visit a
Om piano forte, uma mobilia de jaearanda, com
1 sefa, 2 consolos com pedra, "2 cadeirss d* bra-
cos e 12 de gaarmpao, quadros com Unas gravu-
ras, lancas e cortinados, venezianas, 6 cadeiras de
balanco, 2 mesas de sofa, 2 ditas redondas, e estei-
ras forro das salas^ quartos, S consolos de jaea-
randa com pedras.
Sala de jaaitar
Uma mesa elastica, I guards lou$a, 1 apparador
de armarie, 2 dltos torneados, 1 guarda comida
de arauie, 2 cadeiras de balanco. i relogio, 12
de guaraijio, i tapete de coco, 1 liltro, 1 appare-
Ibo de looca para jintar, I dito para cha, 1 dito
para sobre mesa, 4 apparelho de electro-plate, 6
duzias decolheres, 3 duzias de facas cabos de mar-
lim, caries de metal, 1 galheieiro, copos, calices,
garrafas, compoteiras, bandejas, toalbas de mesa e
guardanapos de iinho, urn relogio, e t cabide para
cbapeoa.
Quartos
Uma cama franceza, uma dita de bronze para
2 pessoas, 1 dita de ferro para solteiros, coramodas
mesas redondas, mesas com gavetas, guardas rod-
pas, eepelhos, lavatorios, cabides, cadeiras, e qua-
dros.
(Josiuha e dispensa
Mesas de pinho, flandres, potes, trem de coainha
e ontros objeotos.
A 1 HORA EM PONTO
Vender-se-ha tambem nm rico gnarda roupa
com espelho na porta do meio, i magnifieo toilet
e 1 bom lavatorio c, ra tampo de pedra, tado de
mogno massieo e em optimo eslaio de eonserva-
. ao.
#exta- feira 4 de dezembro
P0R INi'ERVENCAO DO AGENTE PINTO
Na Passagens da Magdalena, casa junto a pon-
e grande, em que moravam os empregados da ca-
sa commercial de Phipps Brothers & C.\
As 10 horas e 15 minnlos partira da estacao da
rua do Rrum urn bouds qne conduzira gratis e>
coacorrentes do leilao.
0 leilao principlara as 10 e meia ho
UglO
do engenbo Jabbalio, fregnezia de Saiilo Amaro de
Jaboaiao, ne dia 17 do corrente mec (novembru) o
escravo africano, Juliao, com os signaes seguin-
tea : 60 anoos, ponco mais ou menoi, tern alguus
cabellos brancos, baixo, secco do corpo, pernas
finas, dedos con pridos e seccos, meio fnlo, cabec>
comprida, testa grande, nariz meio afilado, denies
alvos, tern na sola de urn doa pea uma fistula,
levou camisa de cbita roxa, calca parda, camisa
de azulio ; aegnio a direccao do Recife, onde se
julga eslar*. a | eaaoa que o apprebender, podera
leva lo ao referit o eDgenho, ou a rua Direita n. 40,
1* andar, 28
Leiam loilos.
Carles Walterf, antlfo e bem conbecido relo-
joeirodesta praia, scientiflca aos sees numero-
sos Tr-eguezes ejamigos desta e de-outroa pro-
viccias Jimitropnei, e ao illustrado pnblico em ge-
rai que tendo mndado o sen estabeiecimento da
ma da Imperatiiz n. 18, para a casa n. 17 da
mesma rua, codfroate ao antigo estabelecimento,
abi se acha prempto para exe>ctar quaesquer
obras de relojoaria e mecbanica ( as mais difi-
cultosas) como laejam, concertos a obraa novas
em qualquer relsgio de uso coermnm, ecbroeo-
metro de algibe ra e maritimos, e o respectivo
regulamento dest is, cuja exactidao garante dan-
8o como penboi a sua repata$io de artista (c.ue
tem-se esforcadc ate agora em ma'nler illeza,)
e bem assim eicarrtgase de quaesquer con-
certos em in9trun entos de physics, para o que se
recommenda aos Illms. Srs. eDgenheiros e ca-
pitals de navios nercanles e de gaerra. Avisa
a sens freguezes do interior,-e de untras provin-
cias, que qualquer obra exeeutada em sua-casa.
quando a recebe 'era sera accompanbada 4e um
recibo e sen cari nbo collocado na caixa tie sen
relogio afim de e^
ditas obras serem executadas pelo mesmo annun-
ciante. Os pr?co i serao oa mais modieos possi-
veis, e se obsenara toda presteza na execugSo
do trabalho.
Da festa todo desejam
Ver o dia reiplendente,
Dia que nos leva a mente
Do innnito as alturas: *
Onde os anjes # amor beijam
E a caridade festejam,
Teem as almas sepulturas
Nas estrellas que flainnejam I
E nesse dia em que tern
Do jubilo rasgar o celo,
Saindo Ibe bem do meio
A cratera da alegrla :
F.' frt'Cbo que os amantes
Da pnra gastronomia,
Venham ja e quanto antes
Do Campos ao armazem.
Porque fo assim terao
A fciencia do prazer :
Comer bem, melhor beber
Sf m receio da maldade
Nem da vil superstifSo,
Que jamais conseguirao
Supplantxr a liberdade
Nos carceres dainqnisiciio I
Rna do Imperador n.
Do pro zer viva o requinte
Alegre corro o truvao,
E da mesa a descripcao
Reparem ; e a seguinte :
Mesa giganta.
PreatQlo?, Qambres, paios, choaritas,salchjchas
e liaggicaa ; lombes de poreoa e de carneiroa
aves -em conservai, pe ixea e toucinbo; camaroes
ostras, lagostas e coeihos com hervilnas; conservas
legnmes e champignons ; queijos Bamengos, pra-
tos-e londrinos ; doces em catda e de goiaba ;
fructas em conservas, passas, aiaendoas, noses e
ameixas ; aletria, talbarim e maearrao ; araruta,
topioca e cincoenta qualidades de massas finas e
oiutrientes; cba, mate, cafe e chocolate francez,
'hespanhol, pOYtogoez e naotonal ; bolachinbas,
bolinbos e confeitos, manteiga ingleza e franceza;
banha, arroz, batatas, ceboUss, alhos, cominhos,
pimenta, mostarda e molbo inglez ; cervejas, ci-
dra, champagne, cognac, genebra, hesparedina,
bitters, licores e aguardente de canna ; vinhos
de Lisboa, Figueira, Carcavellos, Collares, Bair-
rada, Bastos, Porto, Borgonba e Bordeaux ; ci-
garros, cberutos e uma grande (giganta ? ) qnan-
tidade de victnalbas raras e excitantes, nao fal-:]
lando^nas especialidades dos preparados francezes,
allemaes, inglezes, turcos, chinezes, hollandezes,
tialianos, prussianos, hamburguezes- e america-
DOS I
Alem 4o que:
Encontra-se um immenso deposito de novida-
des, como sejam : velas turadas, (?) tarcidaa-(l) e
de ecores, bilhas, quartinhas, e outros inui-
Aluga-se uma casa com sotio, na rua da Boa
Hora n. 6, em 01 in da : a tratar na rna dos Gua>
rarapes n. 10. on em Olinda, no Varadouro n. 4.
Precisa se de um caixeiro com alguma pra-
lica de taverna : no pateo da Santa Cruz n. 12.
W* !!!
a Mio mm
\pnila para o fufuro
Ou a futura. .
Tempo uu o:casiao
Em que se d eve id .
Realisar., .
Alguns easamentoi
Para o que. ...
Desde ja e ja. .
A confeitaria....
Do Campos.. ..
Sem rival. .
Esta se preparando
Para foraeoer tudo qne e
Necessario....
Aoa noivos e aos convidados
Is to ... .
Bouauetea de novos gostos
Bandejas de novos gostos.
Tudo a capricbo
Doa proprietaries da. .
Co*if*aria do Campos
24 Imperador 24
E no intaito de merecer a prefereacia, nlo tern
poupado tfespezas para apresentar
______Q qua ha de melhor e nnaca vis to.
A.os senhores
pintores.
Olco de liuliaea a 18800
ogabo
Wo armazem de *intas 4a rua do Impera-
dor n. 22.
Aluga-ae a basa terrea, de azulejo, propria
para negocio, na r la Imperial a. 222, acabada de
novo : a tratar na taverna Paysandtl n. 19.
itar engaaos, como garaatia de j tos objectos de grandes phantasias ; assim como o
maravilboso oleo de mmamona preparado expres-
samante para combater a gigantomaaia e appla-
car o systema nervosol Ver para cier.
Distrac^oes:
Os amantes das palestras e boa pinpa, encon-
trarao no fnndo do estabelecimento, alcm de mni-
t' fresco e agua fria, bancos macios e mesas as-
seiadaa, desinadas ao servifo dos lunchs, que os
mtsmos amames podtrrao saborearcB! ao som ma-
vioso de uma elegante musica composta dos me.
Ihoros cantores americanos e q.e sio coadjuvados
por nma bicharia domestica e interessante.
Moralidade daoousa.
E' immenso o sor'.imento
E se vende pelo ensto,
Pelo quc-e muito jnsto
So ao Campos comprar ;
Visto que e um portento
_________Dos generos o paladar I
Novo leilao
DAS
arme extstentes em a botica denorainada Popu-
lar, sita em a rua da Imperatrizn. 71,
pertencentHS a massa fallida de Goncalves
Fialfao A C.
yuinta-feira 10 de dezembro
AS 11 HORAS DA MANHA
0 agente Dias, competentemente autorisado pe-
lo Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, levara
uovamente a leilao, no dia e hora acima indicados,
as armacoes, muveis, drogas c mais utensilios exis-
tentes em o referido estabelecimento.
0 mandado contendo tcdos os esclarecimentos
precisos acha-se em poder ao mesmo agente, onde
pode desde ja ser examinado pelos Srs. preteaden
tes.
in .in.
CASAD0 0UR0
4os 4: Bilhetes garantidos
Rua do Bardo da Victoria (oulr'or-a A'cua
n. 3Q, t casa do costume
Acham-se a venla os muito felizes bilbetes ga-
rantidos da 43' parte da leteria a beneficio do
collegio dos orphan e orphas, que seextrahira
Qo dia sabbado, 5 i i mez vindouro,
Precos
Inteiio -4^000
Meio 2i0O0
Be fOOjjOOO para cine*.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
ftecife, 28 de no\ embro de 1874.
Joao Joaaum da Cost a Uite
Precisa-se de uma a ma que coziahe e com-
pre : na rua de C incordia n. 43.
H I
l$ii%
ay-
*t
BoD<
G4M DA F0R11.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
it rua Primetro de Marco (outr'ora rua do
"Crespo) n. 13 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos sens fe-
iizet bilhetes um meio n. 679 com 4:000*000, um
meio n. 3284 com 200*000, um meio n.'2652 com
100*, um meio n. 186 com 100? e oulras sortes de
10* e 20* da loteria que se acabou de extra-
nir (126*), convida aos possuidore3 a virem re-
ceber na conformidade do costume sem descon-
to.algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da 13* parte das lotenas a beneficio do colle
gig ,dos orsbaos e orphas (127J), que se extrahi-
ra ."u'-bbado, 5 do mez viadouro.
PRK^OS.
Biihew inteho 4*000
Meio bit bete 2*000
Ena porco de 1004 para (him
Bilbete inteiro 3*500
Meio bilhete i*750
Manoel Marlins Fiuia.
A TTia Precisa se de/uma ama que saiba en-
a.i.ixai gommar com perfeicao para casa de fa-
milia : a rua Duque de Caxias n. 91.
O Monte Lima
tem um completo sortimento de g..!ao e franja de
ouro e prata, verdadeiro, de todus as largnras,
abotoaduras douradas para oilkiaes, canutiihos e
enfeites para bnrdado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardaraento, como seja : bonets,
laliua, pastas, espadas, -dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas, para criado
etc. i assim como um completo sortimento it
ranjas, galao fal-o para ornamento, cordao de la
com borla para quadros e espelhos (conforme o
gosto da encomraenda) tudo por muito raenos
preco que em outra_ qualquer parte : na praca da
Aluga-e asala e atoova do 1.* andar e mes-
mo todo o 1* aodar, proprw para escnptoiio ou
pequena familia ; a tratar na rua do Dnque de
Caxias na loja n. 32.
Aluga-se o armazeuLda rua dos Guararapes
n. 12, com grande qoiotalib p rtao que eutra car-
roga, pela rua do Barao do Triumpho, antijra do
Bruro, tendo o dito armasem 80 palmos de fundo
e 28 de largo, 3 portas de frente, e tem um loffo
corrido em todo o armasem e repartido : a tratar
na rua da Santa Crnz n t, ou na mesma rua, jun-
to a fverna, tootle esta a chave para quem qui-
zer ver.
Joaquim Jos6 Rodrigues da Costa participa aos
seusjregnezes e as pee oas com quem tem tran-
saccoes, que roudou-se da casa n. 20 da rua do-
Bom Jesus, para a de n. 42 da meama rua.
Nao ha mais cabellos
brancos.
Tintura jsponeza.
S6 e unica approvada pelas asademiasde-
sciencias, reconhec ida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal & rua da Cadeia do Recife, lioje Mar-
quez de Olinda n. Si, 1 andar, e em todas-
as bolicas e casS de cabelleireiros.
Aliga-se
duas casas na Torre, muito frescas, cada uma tem
2 salas, 3 qcartoa granJes, cozinha, despen a e
qsarto para erid >: a tratar oo porto do Lasserre,.
na-Capuuga, n 32.
Praiia ca .in,,-,, m. .,.n.,. ,-------TT- ^rev *iue em ouira quaiquer pane : na praca
tI!^^^TcSSSl.T*'X j '^ndencian.l7,1uBmaloiadoSr.ArPantes.
Precisa se de nma ama para cozinhar
ravessa do Corpe 5aoto n. 25.
na
Precisaie de uma ama escrava de boa con-
ducta, para todo o servico de uu a casa estran
geira de pouca fam lia : a tra'ar na rua da Auro
ar 139 '
Aluga-se para passar a festa, uma casa em
Beberibe, Port > da Madeira, com muitos commodos
para familia : a tratar na rua Duque de Caxias
n. m, loja.
N. 47
Ima
------1-------________________________ Rua estreila do Rosarie, tem um caixeiro com
Precisa-se de uma, preferese escrava, p.uca pratiea de taverna para se arrumar.
que saiba coiiuhar e eogommsr,
1
casa de duas pessoa
Amorira n 43.
paga se bem
para I
' na rua do I
ASIA
Precira se de uma multier
do bons costumes, para tra-
- tar- de mai : a rua Duquo de Caxias n. 54
\ M A Prec'sPse de uma ama que saiba co-
(1 zx zinhar, preferindo-se escrava : a rua
do Duque de Caxias n. 43, primeiro andar.
Ama Precisa-se de nma ama que saiba co-
^ ziehar com perfeicao, para casa de fa-
milia: a rua Duque de Caxias n. 91.
0 INEXTMGUIVEL.
AMA
Precisa-se de uma ama for
ra ou escrava, que cozinhe
bem o diario de uma casa de
familia : a tratar na Capunga, rua das Pernambu-
canas, casa de sotea n. 19, ou na rua do Hospicio
n. 25, paga-se bem.
Ama Precisa-se de uma ama de leite
JXUMXk Ia& imperial 94_
na
AVISO
Jos Antonio Domingues de Figueredo, proprie
tario da fabrica de cigarros do becco Largo n. 1,
n. 1 A, e n. 2, at'isa aos comumidores de sens ci
garros qua mudou sua offieina de cigarros do ns
2 para o 1" andar do n 1 t n. 1 \, por ter de en-
trar em obra o de n. t; hi c.-te aviso para al
guem nao julgar o contrano, e aeus fregue'es flj
^arem scjonies de qne so occupa as duas lojas do-
ns, acima, e o 1 andar do memo predi->.
Offerece-ae um homem pira feitor de silio,
eon habilitates bastantes de agricultura, com a
vaniagera de saber tratar de parreira com perfei-
cao : a tratar na rua da Concordia n. 27, armaem
de materiaes.
ALUGA-SE
0 armazem da rua de Pedro Affouso n. 57, e
outro no caea do Ramos n. 44 : a trat-r no mes-
no caes n. 42.
agua
DE
MIKIIAl ft 1V1IA\.
Uma pura distillacSo das mais raras fl0-
ro dos tropicos. Content, para assim ui-
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
zem, precisa se de uma ama para tropicoda America, e sua fragancia e quas
i pouca familia, que seja boa cotinheira e iuexhausta ainda mesmo por continuada
______ e/aporacSo e diiTusao. N'este respeito e
na rua i.icomparavel a qualquer outro perfume
________' qne ha de venda para :
AmasmPrntcT^ar;,a?^L^^.rJJ;e,uESMAios, ataques nervosos, dob
A If 3k. ^l 'ua da ('adeia D -''' arma-
asa de poac<
iiie (utenda de engn.i.mado.
Precise-se de uma ama de leite
eftreita do Roeario n. 36. .
lia
menino.", para casa de pequena fami-
a tratar na rua Nova o. 12.
Lino Perreira da Silva tem duas cartas na
rua do Vigario n. 7, f andar.
Luiz Aives daSitva, Jose Luiz da
Silva e Justiuo da Silva Boa-Vista,
BE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTERICOS.
it um certo e ligeiro allivioT Com o bom
.in, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
oggo
K S x S
2 ? ills

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irmao, primo e amigo do fallecido perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
Joaquim Alves da Silva, convidam "lexico, America Central, e do Sul e nos
coin toda a conCanca o recommendamos
como um artigo, pelo sen aroma muito de-
Pillulas Gatharticas
de Ayer.
Para todos os effeitos d
um remedio laxante.
NJo ha seguramente, uu
remedio tam universalmenta
proenrado como um cathar-
tico ou purgante, e nenlinm
outro tem sido lao usado em
todos os paizes e por todas as rlasses, oomo estas PH.I.V-
Z.A8, suayes mas efficazes. A razio 6 evidente, formao
i remodio muito mais certo e efficaz que neiihum outro.
Aqnelles que os teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo sen nao, os que nao os ensaiario sabem que seus amigos
e visinbos se teem curado, e todos conhecem que o resultado
tirado nma vez, se tirara todas as vexes, e que as Piz,x/v-
Z.AS nunca falhao por consequencia de erro ou neffliKencia
n* sua composicio.
Temos milhaxes sobre milhares de certificados referentes as
oietmctas curas q^ue hao effectuado estas pillulas, nas raoles-
tias que em seguida mencionamos, portm sendo taes curas
conneeldas em toda a parte aonde teem penetrado, des neces-
eano i publica ]-os aqui. Adaptadas a todas as i Jades e a
toaas as condicoes, em todas as climas, nao contendo calom-
Vicente fugio
Na noito de 13 para 14 de marco do corrente
anno, fugio o mulato Vicente, escravo.de 20 a
22 annos de idade, boni'a Qgora, barba e estatnra
regular, levando vestldo a em um sacco roupa de
algodao branca e alguma fina pertencente a um
caixeiro da casa d'onde fugio, 6 natural da fre-
guezia de Saul'Anna de Hallos, diz ser livre. cria-
do em comoanhin da madrinh* D. Anna Loin da
Lua-rie taem aiiia f.i M:rav'.ii-
V, a"S S:s. VxptUeA dd c\ini- >
liciaes a &pprelienau do duo mt.iv,. e en'-ga
lo na oidade dn Recife. rnadiCresja n tO. :>o
Sr. Joaquim Hoirira Kpt^, ou nj. i-ilade da Assii
ao Sr. Toriuato Ai^ufti do Olivvira llapti.-ta
qae y*rao geneios inentti recoinpeuaados.
Gratificacao.
Desappareceu do tngenho Abreus, comarc.i de
.Nazareth, uma burra de cor castanha, snppde-se
ter fogido : quem a tiver acbad > on der noticia
della no me-mo eng<*nho, ou no Itecife, rna do
llangel n. 37, sera gralihcado.
Jiwe Joaquim Goncalves de Barros, excep- i
tuando as pe>soas a quem 6 devedor por titulo.','
avisa a todos mais que se jaigarem seus credo-
res quer por debitos particular's, quer relativos
aos seus estahelecimentoa denomiaados Annel de
Ouro e Saphira, que no prazo de oito dias, a
conlar da data do presente, mandem entregar;
suas comas para serem coaferidas e pagas. 0
mesmo faz ;ciente a todos em geral, que nao [
se responsabilisa por deb,to algoir, directo ou
indirecto, que nao diga re-peko a si, ou aos re
feridos estabelecimentos, dos quaes 6 elle so o
unico proprietary
Reeife, 28 de novembro de 1814.
1008000
! Aluga-se pelo tempo da festa, si
fresca, na rna de & Pedro Novo u. 39, am
da, com duas grandes salaa e 4 qsjarlos, i
e quintal inurado, com agua canalitada : a '
no RfCife, rna do Livramenlo m. 3. ^^^^
Ban ho-, b alga dos
Alnea *t niw l>n ra Vur-ira, r-MIt '-a.-'Hiba ;*'.. d. U,i,h-J*.
ii.-> n.etv* tf 'ft' > '''T '*a ph
i,-*. iiii J= il.r.iln !':ai u 1"), tutifo
fcrv--
X i ritio a^ 6x:cJ*de a t7, precisa
b m feitor.
^
tntfi)i;ii;;;nl<,irns
Para casa de familia t-rr-isa an de duaa
t-ng inm deira-, que i-nieudain de eoslura t
falioijii, paga-se li-m no Uaiifumho, silio .
com portao de ferro t> iiioro cnumt >, anln da >
da Amizade.____________________
En^ommadeira.
Precisa se de nma eogommadeira para eapd
mar para dna pessoas : a -ratar na travessi ;
rua do Vigario n. I, das 9 boras as 4 da Urde, o.
no segundo silio, depois da ettavio do Cbacoa.
Aluga-se
Um es-riptorio m prnneiro aodtr da rua 1
Commercio n. 4 : a traiar no armazem da me
ma casa^__________________________________
Al'iga-se a ca.-a te*rea n. 9 4a rua Francisco : a tratar no largo do P. raiao a. it.
[
X
^i\0 H\ 1U1S \LT\ \\, (iXO
AGORA UA COM .IBl.NDA.NCIA
Gelo para almoco Geio para cerveja
Gelopara lanche Gelo*para re frescos
Gelo para jantar Gelo para sorvetes
Gelo para ceia Gelo para remedio
Gelo para vinho Gelo para banhos
Gelo para conservar legumes
Gelo para conservar fructas
Gelo para conservar peixu
Gelo para conservar carne
Emfim, gelo para Todos; e para qualquer I sC
NA
FABIUCA NOVA DA VltVA STAUK
Caes do Capibaribe ii. 38.
Aberia nos dia3 nteis das 6 boraa da manli.i ate :s'j" horas d taroe, a n,s doaningos
Santos ale as 11 horas da manna.
N. B Os pedidos de quantias graudes para os vapores ou para '.a it cilade dT'.'rn **
fe.tos com antecedeucia.
ESCRIPfORlO Ilua do Commercio n. i0.
I ajj
I
: ARMAZEM DO VAPOR FRANCEZ
IN. 7 Rua do Barao da Victoria, outr'ora Nova. K 7
atrigos,0como0sftme:e31abeleCiffienl0 lend de ir 3 Eurf,a' W-fc a ,,re-0i *-**" '"
Bohs pianos. ;
Djs melho'ts e mils moJernLs inoueks
81ond>l : veude-se. u.ca an e aluga w.
QuinquilhHi-i; i.
&'(%* Jc tUStermmtmm &mta a*
piitifilHsitasi.
bpelhos, lemus, luvaa,; r jro, ic*:-urinzu;
caniyeie.-, I'uixiuiiaa Lc cosiura, dhaaa, -jindrtf.
e caixtnhas para relratos, I, ::-i. ,s (je -rltndr
ditas de eooro, e ceatinl ai para bngaa de rm-nisw
chicoies, bengala?, i.'cui'), puMe-Mti ponteiraa para
eharutoaecigarn-y, p^
madrep.-rola, tapet? para 'ai.icrnaa, maia., boiaas
de viagens, venesianas riara jane in, utrriocj-
pos, lantemas nagica?xi ami:..;...:, ogoa da f\ora.
do damas, de bagatelle, qoadrtit casa pauapas
globos de papel par. iiluav.;.a^oes madkiaaa >
lazer cafe, tLpi.uadores dep:ilhi-, r.alejoa de vma, -
accordioa, carrls>m, aaamdawai dj aftln pari
dar leite as crian^as, e muii.s tui.os arligoa.
Brinquedos para nwnhiai.
A maior variedade qu 'ics os briiiquedos i..r>ii .des em dir.i.^c- par
da Europa, para emr 'timentoe Ja- rr .:
urectx u? r< -itttt <}: ..; ,,
Calfado francez
para homem
senkora,
mcnliios
Botas e pemeiras inglczas
de montaria.
lioStiliits de viae e da Baa,
""Vende-se muito em couta, cadeiraTavuisa- df
l-,u^ago, de bracos e de dobrar.
Perfumarias.
j Fines extraetos banhas, oleos, cpiau e pos den
; S: a ; dmna, flonda, lavande, pos de arroz, saboneie-
| irosmeiicos, muitos artigos delicados em perfuma-
i na para presentes em frasccs de extractos, caixi-
ooas sorudas e garrafas de differentes lamaabos
J d agua da Cologne, tudo de primeira qualidade
j astern eonhecidos bkbricantea Prvbr e Coodr<-y.
ODILON DUARTE & IKMAO
MBkLLEIBEIriOS
Premiados na exposicao de 1872
RCA
DA
[J4PERATKJZ
S. 83
|1.' AflDAB.j
I

at
IHrERATRIZ
s. tiij
I.* ARDAR.
Ahpi
am graote quarto : na rua da Palma n. 34.
Aiuga-se 5 ca?as e um sobrado de um an-
dar e aotto, ua rua daa Tnncbeiras n. U : uma
casa terrea na rna do Brum, com 3 quartos, 5
salaa, grande quintal e eozioha for i por 18-000 ;
4 casas na rua imperial, cada uma com, 2 quar
tos e nma saU. a 83 cada u,na : a tratar na rua
d Santa Cecilia n. 18.
Fe^ta
ou anno.
Em IfebPtlbH. ilna- oa p,.v ,^4o, com ba
nhoebaixar m capira ja plantada a tratar no
sobrado, na mesma pdfpacaq ao pt da ponte.
os sens amigos e os do fallecido
para assistirem a nma missa aolem- .
1 mm ne de Requiem que se ha de cele- ".","" ttlu8' P^51" **" aroma mu.110 Jtao nem out qualquer droga daleteria, ellas podem ser
brar na qninta-feira, i do corrente, no convenlo Ucad0. "queza de odor e permaoencia, nao ; ^a^8 r"* quaiquer peseo* com toda segnnmoa. Sua
^v..s.*C,n?0fPejM7ll?_!,orMdlfflan^ pode ser igualado. Tambem faz remover I ^TsZZXT^^^Z^le^l^
! demresultar effeitos prejudiciaes se por acasoTo
Rpeife, de dezembro 1e 1864.
da pelle:
Joaquim do* Nan In M Monaia.
A]s 8 boras da manha de 2 do corrente, .
igreja da Hadre de Dens, aerao celebradas algumas !
missas por alma desse lioad >, setiim, dia de seu
fallecimento no Rio Grande do Sul. Roga-se,'exce]jente
portanto, aos seus amigos a assistirem a esse ado
de caridade e religiao.
ASPEREZAS, EMPOUS,
la | QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORRULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma '
mistura para banhar a pelle,,
o
Acouam de reformer o seu estabelecimento, collotando-o nas mell ores cc--
dicc^es possiveis de.bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas *ra* n'av
quillo que fdr tendente i arte de cabelleireiro. *"
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete emmon
ooques moilermssimos, tranvas, cacbcpeign, Ucidus, desenhos em cabellos anadroa tn-
rnulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello
O estabelecimento acha-se provido do que ba de melhor nos mereados estran-
seiros, recebe directamente por todos <.s vapores da Europe, as suas encommeuca* fcn-
rinos de modas, e por laeo pode Tender to % menos que outro qualquer eaTintindo
perfeicao no trabalho, egrado, suiceridade e preco razoavel.
, dando um aroseado e cOr clara a copiplei-
cao nublada, sendo applicada depois d
barbear, evita a irritaQfio que geralmente
Jr lores do cera. wwo, o.m.
Bouquet de cravos e diloda. aa flpres, capellaa w"*' ssim COfP tambera garganteando- nm. *p^T'l -*-. saimente bast^te
e velas, para baptisados, de muito gosto per ba* se, o cheiro do cigarro desapparece, e me- ^--^*.*******''"' Arvuu, PaipitacSo do
nao po-
por acaso forem tomadai
em qoze desmaslada. 0 papel que serve de coberta para
ada vidro leva direccoea miiraciosas com relacao as seeuin-
tes mokstias que as PILLULAS CATHAHTICJL8 rapi-
aamaaw curSo. Para a Bygpeprta ou indigettao, JMs-
pllceneia, Languid**, Fmlta de Appetite, devem ser
tomadas em dose moderada a fim de estimular o estomsgo e
restablecer suss funccaos saudaveis.
*Z!!2Z2tt: SXJZSZEZSZ ?<*<>"S5ho e'lod'os ^ti^^'i^^^i ^^^jj^
"auiou, e rebrei BUieeai, devem se tomar tambem
moderadamente em cado caso, para correger a accao viciada
ou remover o obstaculos que a camsio.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora
vende-se caxslies --
rato prejo e tambem recebe-se encomniendis trea
dias antes ; no pateo do Livratnaoto n. 36, loja
de cera.
Antonio Martins
Attenqao
Vianna, meslre ensai
banda de musica do 9 batalhao de infanuria America, cham
desta pmvincia, ten. o p,stn em militar a Ave Ma-
ria do is ack. da i era li Guaiany, roin o Cm
r em a cSt |. do mei dp dezembro,
Pnu '*zs tni freuus n> i> lacio da
como pja iiihh ope* iigna de ou-
< reMiPi no Caiu|ij 4a>
pre>i n-ii-;- ; i
vir >e, roi >1a
para rr.
lhora a < on dig ae dos denies e gengivas.
Como ha muitas imitacoes, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar sOmente o
iador da famoso perfumo <* cosmetico do sul da
Al.iA FLORIDA
e l-rm.rcm s
DE
Ml'MhU | I^NHIAM.
itcha d veuaa em todos odrogu
."t" j i a ^**a, Dare* not'Uharga* ou cot tat, "devem aer
tomadas continuadamente, at4 alterar a accio dos orgaos
Qisreguladoe, de sorta que a motoetia disappareca.
ir. **? Rwbvperta elnehmeSf Hy-dropUmt, 6 preclso
oma-l-as frequsntemente e em porooes assas graudes para
proouzlr o eneito de um porf-atfv drasUco. Como Dige*
"eo para o jantar ou comida, toma-se uma ou duas para
promover a digsstto e ajudar o estomsgo. Uma ou duas to-
adas de vex em quaudo, estimuUo ou eetomago a obrar snu-
Mvehnente.
Qualquer qne se acha regnlarmente bom, tomando uma,
cu duas d'estas pillulas sa acbari, muitas vezes, decidida-
mante milbor, por raaio qua uuas purificwu a restaurio
apparelho digesUvo.
PBBPAKSDAS FOB
7. C. Ayer & Ca^ Lowell, ffass., E.U.
FALSIFICACOES
DAS PILULAS DE BLANCARD
A repolacao cada vex maior de nossas pilulas
tem avimado am quasi todos os paizes a audacii
dos falsifleadores. A cobicia fex mesmo com que
mnilot d'ellts tem se atrevido em aubstituir o
iodoreto de ferro pelo vmioiolM
Ouem scieaUmenU vende um medicsawnto Wtitcsds s
filto se fu complice de um feUirio e maius rttes t~
a cands do doente depois ds shnur de au conlinn.
Rog.imos aqui encarecidameate aos aossos fre- den:, -,quer eiBlimnaf
Saeios para qne sempres e ceniflquem da origem ------A- ~
s Bilolas qne traxem o nosso nouie, appellando,
ieio
[as pit
jntre outro* meios p
r.c'.fos colleges as pb,
*s ver4atalrsw Pilui
entre oulros meios pratiroV.p-.ra a "in'it dos
pnarm,iri"iiico. S n- -invida.
estes honrados inlormediarios jalgaiia ajaa
incsate derer de comprar tie I
riDXlRAS NLDLAS DK SURCISK
em Paris, quer em casa
dos nossos correspoa-
casas de mats reputa-
flo dc stu paix.
Pharmacfufico, rua Bonaparte, 40, am rmru.
#
r


a
Dfario de i^rnamutico J 'Jterqa foira 1 de Dexambrc cte 187-4
los 2o:ootrftooo
tSfM!~t-s d> .imrrtHM do Itio
Praca da ladependt-ncia n 22.
Muga-.->e o I 4.'e :J. audares do sobrado
Aa ru.. da Penba, o primi-iro e segundo an-
,ares do avhrado n. 25 da ma de SjiiU Hita, e
t* a. "fyt*iA entender se com o proprietirio, no se-
r-^y#5ndar la o>a n 41, a r.a do Rangel.
- OfTt-rt-cese uiu rapaz, corn 16 annos de ida
I para caixe ro de taverna, cum pralica da mes
J : a tratar no pateo do Terco p. 34.__________
y Aluga se o I" andar da caa da praga do
?i>nde d'Eu n. 2i : a tratar na SoMade com Jose
I niique da Silva Guedes. silio n. 27.

Toik-at|
Ret lh se, com frente para a rua Ida Amizade,
te.rreuo para eUiiieacaC, tirada do liMo c muguo
i igreja de S. Jose d> Mangoioao, da iwegade
Ml por puiin. Aquelia Irecle e ijtda nuiraila,
oem cotuo a pane posterior e a lateral extrema:
.s prettfudefiles poletn eulenler se 40m oSr Dr.
Witruvio.
J
I
fjvidos da massa fcdlida de
Bernardino Pinto Coelho
- \ O abaixo a-?ignado tend" a rematado em ha-ta
I JuMea, por mandado du Dim. Sr. Dr. juiz do com-
mercial, a divi !,is constantes da refenda massa,
roga pelo pre**nte a lodosos devedores a virem ou
. mani'aieui p. gar. a r *7, padaria, d-.. prazo do 30 dias, linJos os quaes se
, fTOcedera judicialtueute.
Recife, 27 de novembro de 1874.
Jeronymo Salgado de Castro Guimarae*.
Queer precisar de oroa boa atna de leile po-
de dirigirse a rua da Uniao 0. 33________________
IITIITO P.RTKILAR.
RuadaRoda n. 48,SDbrado.(
francez, in-1
Herminio
Prime.ras lettras, portuguez,
glez, desenho linear e musics.
Sob a direcgao do professo
Rodrigues de Siqueira funccionafn ditas au-
las lodos os dias uteis.
Recebe alumnos internos, rrieio pensio-
oistas e extern.is ; f .rnece todo
jara escripta e livros a<>s princibiantes, por
precos rouito rezuavcis.
Boas casas de
Poco da Panella
lasso.
Alugam-se
caropo, na Cru:
a tratar com
Cura ds cstmUiwiitfl d urelra
pela faeil applicac.au das
S0NQ1S OLIVAES
Dfi
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e apisrfeiyoadas de todas
is conhecidas
Vcndem-se
NA
PHARMACIA E DR0GAR1A
DE
Bartholoraeu & O.
:U Rn larga do Rosario 34
<
B
o
3
Moleque fugiBo.
GratiQca-se com t.0,000 rei* a quern pegar For-
tonat.i, oaoleqoe de 13'B li anno*, preto, baixo,
cbeio do corp>, roHo e a)i(^a redondos, nariz
chato, cabelles carapinhos e corlados fle fresco ;
auaenioa se na tarde de 10 de oulnbro do corrente
anno, com camisa de madap .Ian, calca de brim
de cor, desbotada, e chapeo de massa preto. (Jra-
tifica se na :ua da Cadeia do Recife n. 39, ou na
rua da Aurora n. 15. "
ADVOGADO
BACHARELJIUQLHIGIESNESDA
SUVA HELLO.
3 Baa etreiU d nosarlo *3
prinielro anilar.
0 mteal *0i50aQiiBOaS_OSSM*
S
das Almes
commendad
c
i
GKI.VUO.
?n.t*i:-a se de utn criado para trabalhar em nm

sitio aodar eon carn-va
M 1. 11 -4. I"ja.
a tratar na rua le de
)

s
Aloga-se >. anlar oa rua da Malriz n. 44 :
a t'ai .r vim a vuna V Iclla, no Corredor do Bispn
I: 73.
Precisa sh alngar urn prelo ou preta ;,ara
\- 0'! i" na run, afianeandn sen aeon r a condn :ta.
I I se vir t.iriibi'm urn ro-'leque uas condiioes
aciiua : .. Iralar na rua de Vidal de Negreiros n.
459. 2 anflar
4tte&cdo
u
0 atm:>?.' m de lm.;a do Calx que exhlia na rua
uqoc o^ Caxias n. 2, oinduo-se para a mesma
r :a n. 18.
Alnga se uma escrava 1'ira todo 0 servico :
' ir na ma da <>l .ria n li6.
Alaga se uma escrava c 'ziu 1 eira, engomma-
deira e lavadcira, e acsstutnada a coinpi-.r a a fa-
?er lod-. n servico de casa : iitien a pretender,
dinjasc a rua Velba n. 49, tjue aciiara com iiem
;?-ati.r.
/
I,
Hill
ifitiwe desroberla
tivo das inolestias


Consultorio medico
DO
Dr. HarllU.
RDA DO VIGARIO N. 1, ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde (ra-
quentou os hospitaes de Paris e Londres,
gpodera ser procurado a qualquer hora do
J dia ou da noite para objeeto de sua pro-
fitsao.
Consultas das 6 as 8 horas da mannl e
do meio dia as doas boras da tarde.
GRATIS AOS POBBBS. V
Especialidu4es : MoieMias de senhoras, U.
da pelle e de erranca. -g
Cravoa
Na rua da Uniao, atraz do Qyranasio, ns.
47 e 49, vende-se sompre cravos brancos e
encarnados.
ALUGA-SE
uma graude casa terrea com bastante* commodos
sita na estrada do Lucas : a tratar a ma do Vi,
Aluga-se
0 2.' andar e armazem da ma de Pedro Af-
fonso u. 59, 0 sobrado de am andar e solao da
rua do Hospicio n. 65, e o andar e armazem do
sobrado da rua do Bom Jesus n. 63 : a tratar na
rua iln vicario n. 31. _____
Aloga-se <
sobrado u. /'. a
para rooco' s Itiros : a tratur na
a e a aicova di
11a Duque de
3.' andar do
Uaxias, proprio-
ja.
0 BRA^i
do
peito pelo
.i- de salnhit*} de si
DE
A. BS^B^KT
"-! :! medieament< qua acaba de ser
- ;:' pel s dtstlncti Drs Zallonl e Paras-
(id ro espect&eu contra a
I .-:71:1 I. provaram nos grandes nuuie
,i .,,;.. -,|, ipntadus, romo >t it
da acadetuia :!. Paris de 24 de maf
anno, eneontra-sp unicamente bo
!' -it da barmacia a Irogana
de
N. 34 Ru'< larga do l< -an.. N. 3':
Dedicail.) a defe;a lot' resses]
porlngn-'ze* resi IcbUm no imperio
Kedigiuo por M. Pmheiio Cbagas
Assign atun
Por um anno
Por seis m >
Livrari ^ \\
59-itUA Nov...-:;
dos subJilos
12*000
05000
;ir
1 I
Aluga se on) silio, na travesaa djt Jaqueira, onde
moroo o fallecidG Pransiseo Sua
tumba, coot uma excellenie caaa,
quart..?, cutinba, despenaa e -,uar
v ado. 'or.i. cocbeira, 4 quartos |
eaeimbaa, seido unit com iptim
i.er, e varia- fruetelraa : tratar
de Caxias n. St. I y.i.
I SaHonete vegetal pre- )
servativo do conta- (
es da Silva Re
com 4 salas e 5
0 para engom-
4a ra escravos, 2
1 agua para be-
na rua Duque
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na meBina casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Aos 6,^06 covadofe *!e la
A Ml r.
Na loja do'Pavao tende-se'litlnhas de ttiuito
bonitos kosIoj e delicados padrSes, fazenda nora
ino mercado, pels dlminulo pre?o de^60 rs. cada
um cdvado ; quem deixara de fazei vestidos de
'la lio bonitos e por tao pouco dinheiro? Forne-
cemse as amostras: na rua da lmperairiz nurae-
w60. ________________.
uma casa na til hi de BatrWroa, na ma do Coa
mercio, por preco nwdioo : li tra*r com Tan
Irmaos & C. ..___________________
Vondl&
lUUDIi
Esta encouragado! 1
Agua mole em pedra dura
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. fgnacio Vlnira de Ue!l
sscrivao na cidada de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duqne de Caxias n. 36, a con-
clttir aqftelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela tercelra chamada deste jornal, em
flns de detembro de 1871, e depols para Janeiro,
passou a.fevereiro e abril ae 187z,e nada cumprlo;
t por este rnoiivo e de novo cbamado para d
5m, pois S. S. se deve lemfirar que este negocl
de mals de olto annos, e quando o Sr. sen Alho
ichava nesta cidade.
LIOUIDAQAO.
O Paris n'America esta liquidando os cal^ados
pelee segninles precos:
i Botinas de duraque, de cores, com canno alto e
laco, a LuizXV a 5*000 Hi
Botinas de duraque, de cores, bordadas. canno
alto, a6* III
Botinas de duriqae com laco a 3*.
Botinas pretas gaspeadas, canuo alto, a 4, 5* e
6*000.
Botinas lias e enfaudas, para fceninas a 31,
B. tinas de Suzer, de oordovao com ponteira ee
vernfe, para Bomem a 8*. Aproveitem, qae e
barato.______________________________
Fio de algodao da Bahia.
Teem para vender Joaqaim lose1 Goncalves Bel-
trao & FiUio. a rua do Commerclo n. 5.
Salsa parrilha do Para.
Cnegada recentomente teem para vender Joa-
qaim Jose Guncalves Beltrao & Filho, a rua do
Commercio n. 5.
Feehaduras de broca.
Teem para vender Joaquim Jose Goncalves Bel
trao & Filho. a rua do Commerci i n. 5.

Ao Sr. Justino Pereira de
Moraes.
0 abaixo assiga3d<> arrematante das dividas da
massa fallida de Joao H.-gino de Sjuza, pede ao
Sr. Justino Pereira deji^raes. m -.raJor na fmraa-
culada, o favor de vir a rua Direiti n 21 ultimar
sna conta com referenda a mesma ims.-a.
Recife, 23 de novem' ro de 1874
Ju$i Ricardo Faria.__________
Coqois de cak'llo.
53.Rua DnqnedeCax-as. 53
Augusto Porto, recebeu lindos e elegantes co-
ques de cabello verdadeiro, cintos de couro com
fivelas de metal, popeliuas de seda e linho, rtcas
toalhas e lengo3 de lablrintho que vende por
commodos precos.
| COHSULTORID
| MEDICO-CIRURGICO
2 DO
1 Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso S
PAR'i'EIiiO K OPERADOR
fRua do VlnroaUe de Albuqner-jp
m
i
m
m
m
i
Cha verde e preto
Amaral, Nabuco & C. declaram a sens amigos
e freguczes que receberam pelo ultimo vapor
de Europa, nova reme?sa de cba verde e preto,
garantem sna boa qualidade e veodem no sen
Bazar Victoria, rua do Barao do Victoria n. 2.
Vende se uma casa terrea na raa deP ay-
sandu, estrada da Uagdaleaa, com 4 quartos, 2
salas, corredor indepen lente e forrada, com quin-
tal muado : trata-se na rua de Hortas sobrado
n.48.__________________________________________
Grandc-^oYidade.
Chapeos de sol de seda tran^ada mnito bei, ar-
macao especial, a 73000. S6 na rna l* de Marco
n. 14, loja de Gosmao & L"al.__________________
Vende-se o e.-tabeleciruento de molhados,
silo a rua de Pedro Affonso n. 61, bem afregueza
do, tanto para o mato como para a praca, serve
para qualquer principiante em razao de ter poucos
fundos: a t.atar no caes do Ramos n. i\.________
~ Por 600J: e barato
Vende se um e-cravo de 30 a 35 anoos, e bara-
to, proprio para refinacao, padaria, ou mesmo
para um sitio, por ser de boa conlucta e sense-
nhor retirar-se para fora : na rna de Hortas n. 96.


AsaiM'TRAQlO. PAItlZ, 11, B'ILEVAIIT JIoSIMABT; T..
PASTILHAS DIGESTIVAS bbrieadai em Vi-
ch1. ."..m os S.ics e\lr;ti los t;i> Fonles. Sao He
go!-to agrailavcl o a na accao i certa conlra a
Azia o ,-is .1::' -i'..'- ililli.-. -!
SAES DE VICHY PARA BANHOS. I'm rolo
por um banho, uara as pessoas ijte nao podein
ir a Vicby.
Para evitar as imilngSes
txigir em tortas as prorlnclos a marca do
CONIRISTE DO EST.DO FR1NCEZ
Os produclos do acima acb3o-se :
Em Pernnmbiico, HARISMENDY t LABILLE,
9, rua do Commercio. 2
Verdadeiros
*+ GRAOS DESAUDE
\*dodoutor franck.
l*
Jit J melhor e o mais
!.* util 'los purganles coo-
heridos. Itnniero-
rmn fnUlli n<_fu-
t>. i^t.m l'ei(e mc-
| *Ii<.- in; nlo.- i^vi^i
aienV.I a--\i al'ira em tinta VEaraELHA
de A. r.'-V. MBKB, o letreiro, aqni junto,
fcito em 'i v-0 -;ZS.
P.iris, phnrmacia l.rroy, 13, rua d'Anlin.

^ Deposiio cm Pernamlnt a, A. REC-03D.
9*


-
... -.
w
CLft^Q F TPIGUFIRO
' ', HIF.R
' .. ', ''in /' Ihnra, Official do
mendadordaordcmttlia-
- :: A-Okevrler rievc o sen aroma
!-',:!.? '.ai--i- icaa one ainda aug_-
s is p oprit il'iilfs therapeuti-
,, h t it BS| 0 '('1 otiirnaoagrada-
.I i ti : -".
i l
>vrte' rfmplcton a aua
,. .... ndoo lin'iiroto deform
..,, ,.<-,- fj ..'<) ijc I' ici'ha* Rste
: .. .'. ^ii|U^tif rrnitioo-
I nN'p. ii-dadf-s I'.ooloo
i f! :; ffM e nnnca'
(.
....-, ,u,i mnrii>>as o pre-
i. is i.reparftfflea ferrugino-
'. Ms Si to I'tm (.; ci^o^ oti que
"ir n '"-i-ii : T'sicn. piflrtonar,
i V* pfMfi k siHti-. ;Kin, BHNMBtj
I.ii !': '.'l. 8' tnniiintimo, E>ys-
| pt>p': "..-.i.i', ivbaun <1, ion ria e
Frm-'.'-T.M ile cnwutit. i. ao.
l>Fr-ri: i> > #ar,: I'iiarm CTIEVKIER
;;. Faubourg Bontmartrt.
: Na in .-n,.. |)lia;::iaoi^achao see Visno
m Ei.iiia '! Cocv eTCll!,nt"s p-epnra-
, cft-* tunica .Os grnnnlo= de Bismuth
IcoiwrK.-'os cantn as diarrheas, dyen-
i terfa? '
gio venereo.
A d.--ci herta de um meio pretrvativo
da infec.ao sypUtlitica tem ccenpado a (
attmcao de moitus mejiccs notaveis \
de>di' f(. ca mui rfiiiota, a i. \0 movidos,
s. in duvida peln desej > de >ouparem a
humaDrdade ;.- fonesias ci.nsequencias
do rnntaeto e ab-.-ipcao de nm pus tao
n a! iflco.
0 Dr. Antonio Perre'rfa M.utinho, dis-
tinct) medico na cidade Jo I'orlo, e ho-
tnem abastado, q : cf.m o inais desin-
leres;a!o emp'Ut-o ^e rn regou por
longoa annos au e>tn/)o e en(i ios para at-
tingir um tao louvavel quao mmanitario
dea>deratnm, Julga ter descfberto subs-
tauci is vegctaes, que reunijlas em for-
ma de sabonete, prodosem com efllcacia
e de uma maucira lufallivel o pretendi-
do eff it .
Sua conviecao e til, em v'.Az de cu
mero-as experiencias feitas no hospil'l
da cida.ie do Porlo, e do bom resultado
que o publico tern nbtidp do uso de tal
preparayao, que elie uflcrece o premio de
um coiit'. de reis forte;. ( ^omo se K> no
jnrnal ArtuaHdade do Porto de 2 de
n.ain d-te anno ) a qnrm Hie provar a
improlcuidade de s-u ioventu.
. P..r kutorisacio do Dr M.utinho, o
Ji/ unico deBOMto de aeni sabonetes para
esta provincia e para tolas as provin-
cias do norte, e a Pharmacia Central, e
para ob.-tara .]nal.|ner frandeserSo con-
siderad.is falsilic dos lodos os sabonetes
que nao levarem o mtulo deste estabele-
h cimenlo.
Pli rmaeia Centra!
38 liua do lmpcrauor 38
)
que n. 89.
ESPECIALIDADE
W. Molen:!:* de senhoras e
menlnos.
ConsulUs das 7 as 10 boras da ma-
^ nha, tori...- os dias.
1M Das 6 as 8 da uoite, nas segundas, qazr.-
H tas e sextas-feiras.
jR Os doentesqne mandarem os sens cha-
ag mados por escripto at 10 horas da ma-
nha 8erao visitados em suas casas.
E. A. DELOUCHE
24-Hna do Barquez de Oliuda Vt
Esquina do bceco Largo
Participa a sens frpguezes e amigos que mudon
0 sou estabeleciniento de relojoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
a, dos melbores gostos e qualidadc-g, relogios do
algibeira, de todas as qualida :es, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, descuberto, dos melhores
(abricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lunetas
de todas as qnalidades, tudo por precis mui to ba-
ratos.
. *flc EiH
miimm
Parts. 38, Rua Vlvienne, D*
*mM
CillADA
Na rua do Visconda de Itapanca n. 32 precisa-
se de uma cr;ada que seja sadia, para andar com
erianca* __________________^^^^^
Alnga-se
os armazens ns. 65 e 69, ca praca do chafariz am
Fora de Portas, utu onde teve tenla de ferreiro
o fallecido E. Mahult. 0 outro qae estevo occu
pado com venda de molhados, para o que e op
timo pela localidade e ser de esquina. ambos livre?
e desembaracjados de impostos: a tratar com o com
mendador Ta PARA 0 PUBL.ICO VER
Hoflna
Por que razao o Sr. tenente Jose" Caelauo da Sii
va nao indemuisp ">o ^ rirfr.r da Arm-rim ?
Criado
Na rua di Alegria n. 4i>, se precisa de um
uea tenha prineipio de cozinha.
COLTiEGIO FRANCEZ
DE
i. LUIZ
til lr
DEPU.
& S A
S OBS BEKCABS, 45 ifFBCJOU
kVnn\$OrS DO SAIMBB.
11,000 curas das imptn-
.-..c, iiii:>'ulas, kerptt,
'irna, comtxott, oeri-
:nonia, '. a Jterpoet, vt-
_J (iosas d"1-artgut, vir
ru.v, emu ..-j a, *a,ngue. (Xarope vegetal
*eiD lUL-rcuriol. Oi-pnrall v ft|lllll
Axnss aaiaiRKACS toroao-se dons por
aemaua, seguindo o tractameato Drpuralivo : t
empregado na* mesnas molcstias.
I Este Xarope Citracto A*
rerro de CHABLE, cura
mra^diataroente qual-
ifier purgacao, rela-
rafao, 4 dtbHUai*,
e ikUdluieuiv o3 jtU-'o* e floret brancat daa
nmlhercs. Esta iuieu^ao "beDigna emprejasj*
on o Xarape de citracto de Jim.
< norraMM) Pomnda que as can etnsdiu.
POM ADA ^MTIHSRPETICA.
Contra: nas affeeeoes eutantat e towaxtn.
Pl/.UUAS VEC.ETAES DEPURATIVAS
tfe > Chable, cada frasco vrai accumpaiiade
de an folheto.
AVI8D A08 SRS. MEDICOS.
DUUGIDO POR
Madame Louise, Irma Adour
Rua de Femanies Vieira n. 2, nn
ultima estnp&o .dos bonds
Madame Louise Irma Adiur, educada em Paris,
avisa aos Illm.. Srs. pais de familia, que vai abnr
no dia 10 de Janeiro de 1875, nm collegia para e
ensiuo do setto feminine.
Madame Loui'e Irma Adour, doranle sete annos
esteve no engenho Llmoeiro, edncindo as filbas do
Exm. Sr. barao da Escada, e durante does annos
as do Exm. Sr. barao do Aracagl.
0 collegio e mnito bem eotlocado, tem nm sitio
bastante grande, e agua enrtinada psra os banaos.
Os ramos de ensino >4o: -
Instrurcio religiosa, leitura, calligrapbia, arith-
metica, hlstoria; geographia e desenho, lingna na-
tional, lingua franceza, lingua ingleza, mnsica e
' piano, canto e daaca ; e bem assim todos os traba-
lnos manuaes, propnos de uma sennora, como :
bordados, crochet, elc.ett A lingua qne se falla
1 diarlamente .no interior do eoHegio, e afrfneeza.
A pensao para as internas pelo anno escofasrico
ede 400?, a nieiapebsionistas pelo anno eScolai-
tico e de 240*, as exwraas pelo anno escotastko 6
de 120*, pagos idiantados por trimestrea.
As-llcoes de piano e de iogler sm pagas n
separado, sendo lolpgr nftt^eld J)ian^ eJ.JM
por mez pe|o ing
! poTmeTpeTo ingfezL Para tratar, jw/nu-da Fer-
1 nandes Vieira n. 2, aa ntewa ^tay doe bonds.
I Aluga^e. a.ca.aadA/na'io.vik1
Aluga-se a casa terrea n. 8 ila rut i '.
pitao Antouio de Lima, em Santo Vntro :
ttr com Materaus L'tttz a rua da J i:i n >i,
iaria. '*om o mesmo contrata se 'i n > n wa I
Precisa se fallar com os seguintes senhores,
na rua Primeiro de Marco n. 10, primciro andar.
Dr. Ganlido vieira da Cuoha, de Sergipe.
Tito Antonio da Canha, da Bahia.
D.mingos Olympio B. Cavalc.nte. S^bral do
Ceara.
Manoel Pantalelo da Suva.____________________
Manoel Jose Monteiro
Torres.
Keller & 0., administra-
dores da massa fallida de
Manoel Jose M. Torres, pa-
gam aos credores da mesma
massa o primeiro dividendo
a razao do 19 por cento.
Monteiro
Aluga-se por festa ou an;o a casa que foi do
fallecido Custodio, alia e bastanle fresca, com por-
tao d ferro na frente e pequeno terraco ao lado,
alguns arvoredos de fructo e p.rtao que da sabida
para o rio, a qual se acha pintada e em estado de
ser occupada sem mais despeza : a tratar na rua
Duque de Caxias, loja n. 70, ou rua do Hospicio
numoro 46._________________________
Uma cozinheira franceza
que falla o allemao e entende o portuguez, se ofle-
rece para casa de familia : a tratar no hotel Al
lianca, rua do Commercio n. II.
MMPRAS
Escrava
Compra-se uma escrava que seja prendada e
cosa perfeitamente ; sendo de boa conducta m>
dia paga-se bem. Inforniacao na rua do Cabuga n
16 1. andar, para ser proenrada._____________
Compram-se
as collecsdes deleis provinciaes de Pernarn-
buco, dos annos de-1849, 1855, 1806 e
i860 : nesta typogriipfaia.
Srrop du
d-FORGET
J Our catarrh**, _
IcequelucUi, arUatiti
| nenn>4ai tat dot ftrot*-
| ehioi t tedat a$ i**HM
-----------------------------J do prilo; buU ao Oberts
ma oolhe rchdea data uropo D' Foasrt.
7t. OaUJSUI *m Parti, raa Tlvlen**,
lleposito bet.a Franceza
22 Rna da Cruz 22
lotaa, antiga rna do am| "-.,8 l *. ,4
lonattoy, corredor aopavado, couuns, IxMi quintal,
1 nortao, e mais um qttarto no nujflial : artrMarj*
rua da Punto-Velba a: 20, >1.Bt*f o manpa
as 9 era diante, na ru* do Cpmmerfio n; 118, a tra-
: tar; com opr jpricuria DoniingflsPegwa.oo Lagos.
IBons banhrjs e dormi(ia fres-
ea do MontfeirX
llgii'M aMl por prtco comnwdi ^
quena que tem 2 salas, 3 quartoi,
[ cacimba, e 6 perto do rto :
lloja-q. 7.:
Velho
Compra-se chumbo ve"Ibo, cobre e lallo : no
armazem da boU amarel'B, a travessa da raa do
Imperador. _______.^___^
V*NDA$.
ha e
a tratar na rua Nova,
nhar T
Precisa s de am a para ,c<'Ji
; mazem Baliza, rua do Livramebto n. 38.
no'ar-
__Vende-se o dominio directo de um terreno
aitona rua da Santi Cruz, em qae ae atha edifi-
cada a casa terrea n. 36 : a trtilar ne rua do Vis-
conde de Qoyapna en. B._________________________
__Vende-se uma excelleute cartofa com uma
pipa e nm boi : na travessa do Gomes, em Santo
Araaro das Salinas n. I.
APilOVEITEM
A 13000
j?
Cambraia branca, bordada, com listras e de
qu^driohos, ab rtas e tapadas, por termos uma
grande porcao, resolvemos vender barato para aca-
harmos, 6 fazenda muito larga e muito fina, que
sempre se vendeu por 2; o metro, e estamos ven-
dendo a liavara: so quem tem para vender
por este preco e G-uilherme & C rua do Crespo,
loja das tres portas. Dao-se ama.-tras.___________
Ual de Lisboa
Vende-se cal de Lisboa : na praca do Corpo
Santo n. 17, 1* andar, escriptorio de Joaquim Ro
dligucs Tavdies lie Hello. _____^^^^^^
Fuiiilcis Herniarlas
ELECTRO-MEDICAES
Para ligar perfeitamente e curar radical-
mente
as qiiebi'i.duras
Essls fundas estabelecidas sobre os conheci
n entos meaicaes e anat.niccs mantem as quebra
duras as mais volumo-os e difHceis, impedindo o
seu dtseuvulvimento. Eiles teem uma accao elec-
irica que na generalidade dos casos opera uma
cura radical sem que o duente^se sujeite a pres
cripqao a'guma, a excepjao do nso contir.no del-
las. A cura opera-se no pcriodo de 12 a 20 me-
zes confrme a hernia rnais ou meoos antiga.
Unico drposito era Pernambuco, pharma-
cia e drogeria de B-rlholomeu & C.
Rua larga do Ro.ario n. 34.
Loja de fazendas
DA
Rua do Crespo n. 20.
Las de cores miudas muito boa* para ronpa
m c-ninas a 160 e 200 rs. o covado.
La pretas, superior, a 400 rs. o covado.
Alpacas de cores tinas a 320 e 360 rs. o eovafe
So se vendo.
Ditas com listras aatertas, taenda fina, a r
covado.
Chitas de core, a 249 e 200 re. o covado.
Metins de cores miudas a 280 rs. o covado.
Cretones, o melhor ejns tem vmdo ao aerc4o
400 e 440 re. o covado.
Cambraias braocas, bordada* e abertas, fazeodi
mais tea que tem vial* aa mercado, e (aiead.
de 2*000 o metro, por 1*000 a van ; p*
cbjncha.
Ditas pretas com Borts miudas a 200 re. o eovaOo
Cambraia transparente, na, a 34 a peca.
Dita Victoria, Ana, a 40W a peca.
Organdy de asaento braneo e de core*, ex a B.-
n-s mindas de seda e de la, a 400 ra. o cotatc
E* pechincha.
Cortes de casemira de cores modernas a 5*300
corte ; e fazenda de 8*. E' pechincha.
Camisas de linho fina.-, lisas, a 35* a duzia, 4 f
ienda de 55*.
Brim braneo de lioho a 1*400 a vara.
Dito Angola, verdadeiro, a 600 ra. o covado.
Madapolao francez verdadeiro, 24 jardaa, a it
7* a peca.
Algodae T, largo e superior, a 5* a peca.
Gorgorto preto de seda para vestido e para cotie-
a 3* o covado
Toalhas alcochoadas a 4*500 a dnzla.
Colcbas grandes a 3*300 uma.
Cobertas de ganga, forradaa, a 3*.
Lencpes de bramante a 2* um.
Lencos de linho, abainbados e em caizinbai
3*500 a duzia.
Ditos de caca de cores tbainhados a 3*500 a du
zta.
E outros muitos artigos que se vende por in*
boi do que ouira qualquer parte e para se d
So na lorem queiram mandar ver as amostras.
enganaja de
Guiliierme k C.________
Para o fabrico de chapeoc
A NOVA ESPEftAXCA recebeu o araiae propn<
para armacao de chapeos._______________________
BAZAR
DAS
FA3HILIAS
I.UU Duque dc Caxias d. 60 4
Para a lesta
Profiles para bailes.
Chegaram ein boa quadra, para a loja do Passo,
riquissimos cr.rtes de soda com largas listras
achamalotadas e liulissimas cores ; cortes de tar
latana com palmas bordadas a prata, proprios
para Dailes : so na laja do Passo. a rua Primeiro
de Marco n. 7 A. __________________
Admirem.
Cortinados a 9*000.
0 Pavao vende cortinados bordados, pnprios
para camas e janellas, a 7* o par. 6 pechincha
Hue logo se acaba : na rua da Imp*rajriz n. 60,
de Fehz Pereira da Silva.______________________
Rhum nacional.
Premiado na exposicao da Sociodade Doze
de Dezembro.
Vende se, pel" diminuto pre?o de 1* a garafa,
na bem eonhecida t.verna do Lima, rua do Ba
rSo da Victoria, confronte ao oitao da matriz de
Santo Antonio._________________________________
Pedras de raarraore
Vende-se pedras de msrraores, de diversos ta-
manhos, com duas aoLgadas de gros-ura, proprias
para muitos misteres : a tratar com Joao Jose da
Cunba Lagps.
Grande liquidac,ao.
Peixoto & C. resolveram se a liquidar o seu esta-
belecimento de fazendas, a rua do Livrameaton. 24;
portanto estao dispostos a venderera mais barato
do que em qualquer parto, e para provar o que
dizem, convidam ao respeitavel publico desta
capital para ir mi mandar ao seu estabelecimento
verificar e aduiirar o qw e pode ch*mar pechin
cha e convencer-sehao que nao e possivel ven-
der se mais barato, sd m6smo quem quer aca
bar.
VEMBE-3E
o deposito de pao e bolacha da rna do Rosario
da Boa Vi>ta n. 47, proprio para principiante : a
tratar no pateo do Terco n. 10.__________________
. Vende-se uma cabra toda preta, boa leiteira,
com duas crias, mnito mansa : na Capnnga, rua
das Crloulas n. BJ btm como uma porcao de Dia-
rios, por preco commoJo. __
Bartholomeu & 0.
pxn.v
Liqnida((to de centas
vendem por-barato preqo
SALSA '-PARRltHA
DO
PARA'
34-IUA LARGA DO ROSARIO -34
Reis e Silva 4 GoimarJes, propri-tarlos des:t
bem'conhecido eslatelecimento de fazendas fina.-
convidam ao; sens freguczes e amigos a sotlireai
se dos ailigos indispensaveis psra a festa, artigu:
da ultima mode e de ilno gost.i, os qcaes se veo
dera por modico preco, de forma que igual nao a
eocontra em outra parte.
Ahui de que o publico avalie o que levam ditc
offerei.em a sua preci )sa con-ideracao a ejraint.
mengao:
ni<|aiasimaa pollnii.-es de gorgorao preto, rica
mente enfeitadas, pelo dimicoto preca de 36*.
Lindissimos casaquinhos de gorgorao preto, n
camente bordados, sendo cm tinhos conk.rme a djo
da, pelo diminuto preco de I2;0(0 cada um.
Uiquissimas talitdas ie baile, de la e s. dj, pari
senlura, inteiramenta novidade, pelo dtminat
pre?o de 12*000.
Lindissimas aafaahti de lit e seda inteiramen-
te novidade, pelo insignilicante prego de 8*000 *
10*000 cada uma.
Riquissimos cachings de ia e seda, pelo dimiao
to prego de 6i000 cada nm.
Um completo sortimento de :ap blonds, proarijs para Dohras, pelo diminuto prep
de 105, 13* e 20$ cada uma. E" barato E m
mo sao lindas?!
Ri |uis.-im.is lacinhos com fivdla, propri s par*
pescoco do senhoris pelo diminuto preco de 1*50(
cada uma.
Lindas gravitinbas le edr, proprias para senbo
res, pelo dimiuuto preco de 1*000 cada uma.
Lindissimas rosas com alfin peito de senhoras, pelo diuituto preco de l*30i
cada nm.
Cambraias brancas, bordadas de cores a la, la
zenda modernissima, pelo preco de oiO rs. o *)
vado.
Cambraia transparente, com duas larguras, pel.
preijo de 13*000 a peca.
Cambraia transparente fina, Suissa, a 6*500 ;
pica.
Cambraia muito fina, Victoria, a 7*200 a pec.-.
Meias de cures para bnmem, pel j diminuto pre
co de 8*000 a duzia. E barato I
Riqnissimas caixinhas. cada uma ccm uma du
zia de lencos de linho ja abainhados, p
uuto prego de 5* 0, 6*. 6*50t e 7*.
Grosdenaples preto, fazenda muito superior, a
1*200 o covado.
Selim braneo, Macau, fazenda superior, a 2*2v<
o covado.
Riquissimo sortimento de prpelicas de linho, pe
lo diminuto prego de 440 e 500 rs. o covado.
Riquissimas faias de seda, fazenda moderaissi
na, pelo commode preco de 2*200 o covad".
Popelinas de linho e seda, padroes inteiri
mente novos, a l*60ii e 1*800 o covado. E' ba
rato I
Grosdenapoles cor de rosa, fazenda muito sope
rior, a 1*600 e 1*700 o covado.
Um comoleto sortimento de las e alpacas de se
da com listras a 700, 800,900 e 1*. E* maito ba
rato I
Um complelo sortimento de las, a 180, 200, 2iC
320 e o80 rs. o covado.
Madapoloes, Elephante, com 20 varas, a 4*40T
a peca.
Madapolao, Maravilha, com 20 jarda?, a 5*30f
Madapolao francez, Madraste n. 55, a 6*200 a
pega.
Madapolao superior francez n. 60, a 7*000 i
peca.
Assim como um grande sortimento de chitis ei
curas, claras e outros artigos.
REIS E SILVA & GUIMARAEs.
Aos nervosos
A NOVA ESPERANCA acaba de receber aanel
ie3 milagrosos anaels efectricos, cura mfallrvel doi
nervosos.________________________________^_
Aos cigarreiros
A NOVA ESPERANCA vende p?pel de bnfe
proprio para cigarms. de diversas larguraa.
Maripoza
A 3tO ra. covado
S6na rua d Queimado n. 43.
JUNTO A' LOJA DA MAGNOLIA.
Maripoza branc-. ton lindas Hstras aberl
lo diminuto pweo de 320 re. ocovdoj(
tem quo e pechincha, s6 o
igual.
_________DSo-se amostras com p-nnor.
Doce ^no de goiaba
Vende-se no depot*' do pi tea d o Terco^nsji e
. Defo t,w p>^' ^ SOO- 900, 1*000 e 1*200 ;
6VSr"n^rrndrsortim-,nto de MM^Pg*
noa propnoo para erabarqoe ; ba reqneijio toias
as terras Wfaa e aabbados, por preco eotmaodo
aprovei-
43Baratelro se
PAEIHaCAO IHEDBRtTn |
-+.~Um~
i Mmimw



Diario de PernairibaeO Terca feira I de Deaembro de 1674.
Ao
ro
A' rua 1" de Marco n. 1
Coufrc ate ao arc de Santo
Antonio.
Os proprietaries deste estabelecimento, tendo,
gande deposit!) de fazendas de 15, linho, seda e
algodao, e achandose proxima a oecasiio do ba-
lance, resolveram fazer grande reduccao em pre-
cos, afim de que naguelle tempo nio tenham gran-
de trabalho em balan{bs ; a saber :
GORGORAO de seda preto, para eollete, nm
corte por it. E' fazenda que sempre eustoa 7*
AMAZONAS, linJa fazenda para vestidos de
passeio, a 500 rs. o covado.
GR03DENAPLES de cores, verde, encarnado,
branco, cor de rosa e eravo, a 900 rs., if e
1 *200 rs o covado. Quem 6 que nao comprara ?
POPELINAS de liutio, de quadros e listras, bo-
aitos gostos, a 300 rs o covado. Aproveitem.
POPELINAS de linho e seda, gostos inteiramen-
le novos a 990 rs.
DITaS com listras largas assetinadas, o mais |
N. 7 2. Rua da Iiupe
Retalboi de 15s.
, 0,Pav$o;y.eii4e Imp porao do.reialhos de 1.1s
para vestidos tendo .grandes e pbquenos, que liL
quida'paralo para aeabar, a&im cuiuo uma por-
cao de cassas c chitas pretas qoe se vendem por
qualquor preco para aeabar: na rua da impn-
rrz n. 60, de Felix Pereira da Silva.
Espartilhos, a 34800, U e 3,
0 Pavao vende am bonito sortimeot > dos mais
mode- dos espartiihos que vende a 3^3u0, 4 e
54000.
I Peehinca cm lencos brancs a 2 500.
O Pavao vetode dazi s de lencos finissimos de
cambraia branca para mao, sendo fazenda qoe
Tendo recebido dlversas qnalidades de fazendas que ha tempo tinham feito eneommcnda e sempre se vendeu a 4^00 a duzia e liquida-se a
> agora eslando em liqoidacao resolved qne estas fazendas fossCm venvlidas nas raesmas condicSes o 2*500 por ter grande uorcSo de duziat, ditos abai-
'que e" routta vantagem para os compradores, Psto no Razar Nacional rna da Imperatrrz n. 72. nhados a 2;( ditos cbinez muito finoa e ditos
dialog de li a 640 re. francezes escuros mu to fines para quem toma
muito Vende-se eha'es de la a 610, ditos de merino
EM LIQUIDACAO.
400
com
rs.
listras
Organdys branco a
Vende-se organdys branco
lino a 400 rs. o covado.
Popelinas a 1 00i>.
Vende se popelinas de cftres muito finas a
covado.
Alpacas de cores a 400 rs.
Vende-se alpacas de eores para vestidos a
rs. o covado.
LSazinhas a 120 rs.
l?o
400
modern* que tern vindo ao mercado, a 24- Vendese laazinhas para vestidos a 120, 240,
CRETONE francez com listras e de quadriohos 320 e 400 rs. o covado.
de cores e pretos a 400 e 440 rs. o covado. Isto | Alpaca lavrada a 640 rs.
so no barateiro I Vendese alpaca lavrada para vestidos a 640 rs.
DITO francez de listras, proprio para camisas! o covado.
e vestidos a 300 ra.; pois so se vendo se pode
crer.
ES 50 AO de linho e algodSo, proprio para ca-
misas, fronhas, etc., etc., com 7 jardas, a 34200, e
;om 10 jardas a 44500 a peca;
MUSSULINA branca, com listras, para vestido, a
100 rs. o covado. E' pecbincha 1
MADAPOLAO franco; ctm 20 varas, por 44300.
' barato.
CASK.MIR A? dn cores, para costumes (roupa de
homem) a 34 o covado. Ver para crer I
LAS escocezas, eatamos acabaoJo aos precos de
120, 180 p 200 rs. Apressem sel
CHITAS eseuras e Claras, fazenda fina a 240,
560 e 280 rs. ; so a rua Primeiro de Marco n. 1.
CHAPEOS de alpaca, para sol, para senhora, a
24000. E' admiravei I
BRIM brauco n. 5, exposicao superior, a 24 a
vara.
CAMISAS de cretone francez do cores, a 245C0
ft
CAMiSAS branca?, inglezas e francezas, gran
e sortimenlo por precos baratissimos.
BRIM pard 1 trancado, para 280 rs. e 400 rs. 0
;ovado.
BRIM Angola, superior, a 500 rs. 0 covado; isto
so na lo]a do Barateiro I
CHAPEOS de sol de seda para homem, fazenda
superior, a 8*500, 94000 e 10*000.
BAKTrSTAS rcatlsadas, gostos miudinhos a 300
rs. e 360 rs. 0 covado ; so confronte ao arco dc
Santo Antoaio I
LENCOS de linho superiores, abanhados a 3&
44500 e ajOoOJa duzia.
TOALHAS felpudas superiores a 64500 a da-
tia. Em outra parte veDdem por 94 I
MEIAS cruas, super ores, para bomem, a 4,
44300 e 54. E' pechincha.
BOTINAS superiores para senhora, a 44508 0
par.
ATOALHADO alcochoado, fazenda superior, pa-
ra me>a, a. 14500 a vara.
ALGODAOZINUO Lranco, com pequeno toque,
a 34500, 44 e 44300, e marca T;a 54 a pe<;a.
Alem das fazendas acima mencionadas, cn;on-
rrarao mnitas outtas qae afradarao em quahida-
de e precos, e que para nao massarmos a paciencia.
de nossos freguezes, as derxam s de enumerar,
So no Barateiro
A' rua Primeiro de Marco n. 1.
Loja de Agostioho Ferreira da Silva Leal & C.
Nao se engacem
Pois sao os verdadeiros barateiros I
Aos legitimos fogoes econo-
mics.
Acabam de cbegar a esta cidade os ver-
dadeiros fogoeseconomicos, jd muito corjhe
cidos nas provincial do Rio do Janeiro,
Minas, S. Paulo, Sergipe, Rio-Grande, Ba-
hia e Alagoas, aonde tem merecido do pu-
blico a raaior aceita preferidos aos do qualquer outro systema,
conhecido pels sua niuita solidez, especia-
iidade na coilocar^o, moderno sj's'tema,
e sobretudo grande economia no combusti-
vel ; trabalham com lenha, coke, carvao de
madeira, etc., tc. Ha de diversos tama-
nhos, proprios para casas de pouca, regu-
lar, e de inuita familia, collegios, boteis,
casas pias, hospitaes, etc. Acham-so ex-
postos ao pubUco, aonde sc darao tcdas as
explica^oes necessariaE : na rua do Viga-
0 D. 12
Soares Lei Irmaos, rua do BarSo da Vic-
toria n. 28, anliga rua Nova.
Aos nieninos
A NOVA ESPERANCA, a rua Duque de Caxiai
n. 65, acaba de receber urn bom soriimente de fi-
nas bonecas que fallam, qua riemse e ehoram ;
lambem as tem modas e surdas on surdas-mudas
venbzm ver se nao e verdafe._________________
E' com as senhoras.
A Magnolia, a rua Duque ae Caxias n. 45, par-
icipa z..' bello sexo que acaba de receber da Su-
ropa, cm completo sortimenlo de artigos de nlti-
oa mo .la, e como acha desnecessario fazer urn
infadouiio anuuncio, por ja ser bastante eonfee-
:ida, e capricnar sempre em ter bons correspoo-
lentes, sendo a primeira que apresenta 0 que ha
ie mais moderno e por precos mui razoaveis, per
so limi(fi-se a descrevr somente 0 seguinte :
6Icob da cores, tanto de seda como de guipure.
Lrquen dourados, de madreperoia, marfim, tar-
uruga, osso, etc.
abi Presentet. diver30s artigos proprios para pre-
sentes.
fiollnlaas e punhos.
Manual para missa, com capa de madreperola,
tartaruga, marftm, veHudo, etc.
*iapatinhttK de setim para baptisado.
canisas bordadas para senhoras.
Glgaa de seda.
rranjas mosaicas.
adcrecoii de tartaruga.
riiai de madreperola.
PalseiraS de madreperola.
Ltada* (lores para cabeca.
Suia de velluio.
Perramarias dos melhores e mais alamados
fabricantes.
Gbapeos de sol para senhoras.
vitas de vellude de todas as cores e larguras.
Moscas.
ynereis tivrar-vos destes malditos insectosf com-
arai nma raachina de matar moscas por 3*000
ta Magnolia, a rua Daqoe de Caxias n. 45.
Caivice.
A Magnolia, a rcra Dwjue de Gixin n. 4B, ven-
0 verdadeiro Vigor de Ayer, que impede a
cabida dos cabellos.
Sardas epanos.
S6 tem sardas e panos quem qner; porque a
aagnolia, a ma Duque de Caxias n. 45, tem para
render a verdadeira Cuticuleria, qae faz desappa-
reeer estas manchas em poucos Aias.
Gokkas para camas
Naloja do Pavlo vendese colchas de fnstio
brancos, para cama a 2,500, ditas de dito de cor
a 4,000, cobertas de chita e e cretone, de 2,500
para dma e ditas de metim escarlate forradas com
madapolao a 8,000 : a rua da Iroperatriz n. 60,
de Felix Perefra de Sila. ..
Granadina a 500 rs.
Vende-se gr nidina pretacom listras brancas a
500 rs. 0 covado.
Percales Unas a 400 rs.
Vende-se percales finas para vestidos a 4C0rs.
0 covado.
Chitas finas a 260 rs.
Vende-se chitas de cores escuras a 260, 280 e
320 rs. 0 covado.
Cassas de rdres a 260 rs.
Vende-se cassas de cores finas a 260 e'320 rs.
0 covado.
Cambraia victoria a 3 500.
Vende-se peca de cambraia victoria a 3:300,
44e54. Cambraia transpmnle a peca a 3 ,
34500, 44 e 34.
Cortinados a 64-
Vende-se cortinados para janellas a 64 e 75 0
par.
estampado? a I46OO e !4.
Cortes 'te cisemira a 54-
Vende-se cortes d easemira de cores a
54500 e 64.
Corertas de chita a 24
Vende-se cobertas de chita a 24 e 24500.
i Colchas lie fustSo a 24.
Vende-ss colchas de festao a 24, 34 e 44.
Fustao bronco.
Vende-se fust Jo branco para vestidos de tenbo-j
ras, organdys branco flno a 640 0 metro.
Madapolio a 3-j.
1 Vende-sepecas de madapolao anfestado a 34 e
34500 a pec;i, ditas diia* fino a 44500, 34 e 64,
dito francez fino a 64, 7 e 84.
. Algodaozinho.
Vende-se pecas de alg>idao de todas as qnali-
dades e barato.
Braroanle.
Vende se bramante de 10 palmos para lencoes
a 14600,24 e 24300 0 metr >.
AlgndSo enfestado a 9GG rs.
Vende-se algodao de dnas larguras enfestado a
900 e 14 0 metro, dito trancado a 14280 0 metro.
Graode liquidaclo de roupa feita.
Vende-se cerrnlas do algodao a 14, ditas finas
a 14200 e 145 0. catmlns branca? a 14800, 2i e
24500, ditas de1 linlio bordudas c lizas a 34 e
34500, paletots de alpaca preta a 3(500, 44 e
44500, ditos de dito de cores a 24, camisas de
flanella a 24, ditas de chita a U280 e 24.
Cassas de eores a 240 rs.
Vende-se cassas de cores para vestifo a 240 rs.
54, '0 covado : na loja do Pavao a rua da Imperatriz
n. 60.
Camisas.
Vende-se nma grande porcSo de camisas bran-
cas com peits de linho e de algodao, por muito
medos do sen valor, por estarem urn ponco enxo-
1 valhadas, assim como seroulas francezas e de al-
god.o a 1,'idO, ditas de linho a 2$ e 2 500 para
I aeabar : na loja do Pavao rua da Imperatriz n. 60
1 de Felix Pereira da Silv* ?
Roupa para homem para aeabar &te ao 6m
' do anno.
Na loja do Pav5) liqnida se nma grande por^ao
de roupa para homem como sejaro : calc,as de ,
brim d'Angola, dius brancas, ditas de easemira de i jT^S n V
cor de 65 at6 11^, ditas de brim de cores, nalitota -
e fraks de panno preto, de alpaca e alpacao, as-
sim como de casemiras de ceres, colletes brancos,
pretos e de cores, assim como roopa branca de to-
das is qualidades,ao se olha a prejuizo, 0 que se
Cortes dc casimira a 4^,
e 6*000.
fla loja do Pav3o, vende-se cortes de ca-
s^mi^a para calt;a a 43, 55 e 601*00, ditos
muito fmi.sde uma s6 cOr coin listras a* la-
do, fazenda qoe sempre se vendeu a W e
109000, liquida-se a 6$000 para aeabar :
a rua da Imperatriz n, 60, de Felix Pereira
da Silva.
Para concertar meias
A NOVA ESPElUNyA, a rua Duque de Caxi
n. 63, recehvi Asunicas verdadeiras
Kichaa hamburgnezas qne vem a este marcaao
Salsa parrilha
Muito
novae grossa.
barato preco, em pircao on a re-
na na do Maronai deulind;t ".61
YB1 8$E~St< ositiojuiitoaigre-
ja de S. Jose do Mangn nho, com c:-.-a de vivenda
assobredada e outras acommodacdes, todo mura
do, com duas freote* erviias por portao de ferro.
dando para a rua d i Amizade e para a do Man
fuinho. Tem de terreno proprio 194 palmos de
trgura e 354 de fundo ; e a ca-a nv de 52 palmo-
dn frente e 84 de fundo. A situacao e a melhor
Eossivel para morada, e quem quizer edificar, tera
astante terreno para isto, pelo lado da rua da
Amizade. Tem a gumas plantacoes de gozo e re-
creio, havendo bastante ugua fornecida por dnas
das quaes e nova. A entender-se
mo Sr. Ur. Wiirnvio qu->m o pretender.
A 500 rs. o covado
Vende-se
No escritorio de Thoraaz de Aquino Fonceca &
C. Successors, a rua de Vigario n. 19, primeiro
aadar:
Cimento Portland verdadeiro.
Cera em velas e em gramo, de Lisboa.
Vinho Sherry.
Vinho d i Porto em caixas, Gnissimo.
Idem em barris 4a quinto e decimo, fino.
Relroz.
Fio.
VENDE-SE
Na rua do Vigario n. 19, vende-se o seguint e
Cimento de Portland, em primeira mao.
Vinho do Porto, engarratado, Geissimo, em cai-
xas de duzia.
Dito dito em barris e ancoretas.
Vinho .-berry, iuglez em caixas de duzia.
Vinho Collsres em ancoretas.
Cera em velas, de Lisboa.
Cera em grume, idem,_____________________
Wilson Howe & L. vendem bo seu armaz**
a rua do Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao asul amencano.
Kxcellente flo de vela.
Cognac de 1* qualidada
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qnalidades.
Pentes girafe.
Pentes girafe, proprios para senhora, ( aKima
moda) : a Magnolia a rua Duque de Caxias a. 45
e so qoem tem.
Papai, mamai.
Como sao lindas as bonecae de cera qoe cha-
mam papai, mamai, ehoram, andam, etc So na
Magnolia a rua Duqae de Ca-::ias n. 45.
Gaiolas, gaiolas.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu gaiolas de arame de lindissiraos modelos,
proprias para passaros ; a ell is antes que se aca-
bem.
A 120 rs. o covado.
Na rua da Imperatriz n. 60, vende-se para aea-
bar nma .grande quantidade de las, restos de di
versos sortimeetos, desde 120 rs. ate 500 rs. 5 no
lando-se que, quando havia sortimentos complc
tos, se vendiam a 14280 e. 14600 0 covado, bo
E' BOM SARER-SE il
Que a NOVA ESPERANCA, a rua Duque d
Caxias n. 63, beffl conhecida pela superioridade de
seus artigos de moda e phanlasia, aeaba de rece-
tier diversas encommendas de r^ier adurias de sua
reparticao, que pela eleganci bem mostra aplidao
e bom go-to de sens antigos correspondentes da
Europa, e por esU ratio a NOVA ESPERANCA,
a rua Duque >'.-.', Caxias n. t>3, convida a sua boa
e coostante frcguezia e com especialidade ao sexo
amavel, a visitarera na, arim de aprecrarem ate"
ondetoca opririior d'arte.
A NOVA ESPERANCA nao qner entrar no nu-
ajero dos Eiassautes (verdadeiros azucrins) com
extensos annuncios e nem pretende descrever a
immensidade deorjectos qae tem expostWa ven- .
da, 0 qne serta quasi impossivel, mas limitarse-ha
a mencionar alguus uaqKfllles de mais alta novrdade
e toma a liber .-ade de wonselbar ao bello sexo,
que a Tisitem constaWeniente, para depois que
eomprarem em outra qua'tquer parte nio se arre-
penderera, a vista do "bom e escolhido sortiffleBto
qne ha em dito estabelecimento, esta razio tarn-
bem demonstra que quiquer senhora do bom torn,
naoipodera completar a elegaucia de sea tollel
sem que de- am passeio a NOVA ESPERANCA, a
rua Duque de Caxiw n. 63, a qnal acaba de rece-
ber os seguintes artigos de luso e tntoira Mvida-
de :
Modernas seltas para prender os cabellos
Primorosos leques de phautasia.
Bonitas sahidas dfc "bailed pan senhores e meni-
nas.
Interessantes grave.tas para seunoras.
Elegantes fachas ile touquim.
Bons aderecos de madreperola.
Belicados adercccs pretos de pttfaio e fcorracha
(gosto novo).
restejos
Grande liquidarao do fazendas -'ftn'as e do
melh'jr gcio, para vestidos defesta, na
loja n. i'i, i rua Duque le Caxias.
Popelinas de iiMdernissiriios padiijes, covado e
600 rs.
Ditas de *U>6 a 14200.
Ditas de ditos a 14400.
Ditas de ditos a 14600.
Cambraias orgsndys de psdroes e-cjres inteira-
mente novos e modernos, covado WO rs, cortes
de cambraias brancas para vestidos, bordados 0
com babados, a C4-
Chape"os mslerno?, gosto allemao. para senhora,
quer e liquidar ale ao li -a do anno.
Cambraia V ictoria e transpare^te
Na loja do Pavao vende-se om grande sortimen-
to de cambraia Victoria e transparente para ves-
tidos t>-ndo 8 1/2 vara cada pessa de 3 600 para
cmia, isto na rua da Imperatriz n 60 de Felix Pe-
reira da Silva.
Collarinhos Sc linho para aeabar ?. 4$
a du?ia
Na loja do Pavao liquida-se uma grande porciio
de duzias de collarinhos de linho, por estarem urn
pcuco enxovalbados, pelo barato prec.o de 43 a
sendo fazenda que sempre se vended por
pechincha : a rua da Imperatriz n. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
('baits de easemira j is.
0 Pavao vende chales de easemira com gostos
chinezes, sendo muito grandes, que sempre ven-
deu a 74 e Sj, liquida a 4j. D:tos de la, muito
encorpados, com listras, a 3;. Ditos de quadros,
azenda muito boa 2,; assim como, um bonito
forli.nenlo de ditos de merino, li?os e de quadros,
vende de 2$ ate" 5. e 64 : a rua da Imperatriz
n. 60, loja do Pavao. do F. Pereira da Silva.
Popelina de linho a 400 rs. 0 covado.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento das
mais bonitas pepelidax listradas para vestidos que
vende pelo barato prego de 400 rs. 0 covado, la-
vando ?enao desbotam ; assim'como, bonitas e
modernas lazmbas com listras de seda a 640 rs.
0 covado. Ditas transparentes com palmiobas a
500 rs., sao bonitas. Bareges de uma ^6 c6r, pelo
barato preco de 400 rs. 0 covado, e pechincha :
na rua da Imperatriz 0. 60, loja de Ft fix Pereira
da Mfc
Cories de vestidos pua liquidar.
0 Pavao vende a 4, 54 e 64 corte de cam-
braia branca com etifeites bordados de cor, fa-
zenda que sempre venden a 74 e 84, e liqnida a
44 para aeabar. Ditos (trances de cambraia aber-
ta com lislras e lavradinhaa, qne sempre se vea-
deram a 104, liquiiiam se por 54. Ditos Benoatao
com lindos enfeiles de c^ij fazenda que val 12j,
liqeidam se a 6;. Ditos de Cassi de cSres com
7 *Tas a 34 ; e pechincha : nai ma da Impe*
r'.riz n 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Pecbincha .para criancas.
Meias a 24506 a duzia.
Tualhas de fustao para- mesa a 2;509.
O pavao vende toalhas de fostao para mesa de
ji.niur pelo bar. to preco de as-HOO, e pechiaeiia :
na loja do Pa^ao, a rua da Imperatriz n. 60,
loja de F. T. da Si:va.
Gros preto a 14-
0 Pavao vende grosdeniples preto a It 0 co-
ivado e dahi para cima, ate 41 : na rua da Impe-
TatTii n. 60, !>> de Ftlix Pereira da Silva.
Brins de Angola a 24, 2.500 e 3*.
0 Pavao V9nde cortes dos verdadeiros bins de
Angola a it, 24500 e 34 -; e pecbincha : na rtla
-da Imperatrc n. 60, loja de Felix Pereira da
Silva.
Metins a 280 rs.
0 Pavao vende bonttos metins de rdres para
Vestidos, peo barato preco de 980 e 320 rs. 0
covado; assim como, um bom sortimento de chi-
tas de todas as cores, eadroes modernos e fixos,
pelo barato preco de 286 ate 360 rs. : a rua da
'imperatriz n. 60, loja de Felix Pereira da Silva.
Na loja do Pavao vende-se lazinhas Japoneza*
de cOres muito modernas pelo baratissimo prece-
de 600 rs. 0 covado, para aeabar ; notando-se qne
e [azenda que jamais se vended por menos dt
dois crutados ; ia ba poncas : 4 rua da Imperatrii
n. 60, loja do Pavao, de Felix Pereira da Silva.
Lazinhas brilhantes a 720 rs.
0 Pavao recebeu um bonito sorliment) das mais
lindas lazinhas brilhantes, sendo de quadrinhoo
miudinhos, parecenJo de uma so cOr, e tendo diffe
rentes.cores ; esta fazenda tem um brilho com>
seda e bastante largura, e vtnde-se a 720 rs. 0
covado : na rua da Imperatriz n. 60, loja de Felix
Pereira da Silva.
Lazinhas modernas a 320 rs.
0 Pavao vende bonitas lazinhas de quadrnhos,
tendo de tolas as cores, pelo barato pre;o de 320
rs. 0 covado;' sendo fazenda qne sempre se vendeu
a 500 rs, e pechinc a : na rua da Imperatriz n
CO, loja de Felix Pereira da Silva. _
Crochrts para odeiras.
0 Pavao vende uma porcan de panos de cro-
chet, proprios para tn>-.osto de cadeiras e de so-
fas, que vende pur preco9 baratissimos : na rua
da Imperatriz n. 60, Ufa do Felix Pereira da
Silva.
C6rtes de organdy a 28'i00
0 Pavao recebeu um bonito sortimenlo de cortes
de organdy, matisados, para vestido, qoe vende
pelo baratii'simo preco de 2 400 0 corte, e pechin-
cha : na rua da Imperatriz n. 60, loja '
Pereira da Silva.
Vende-se por
talbo : na rua larva do Rusarin n. 34
LIVftOSWOT
DO
Rio de Janeiro
Chegados pelo vap-jr Bahia.
\ tn:e (Y) Cmco semana- em ball 12 ii'
a Viagem ao ctntro da terra 12 2400 J
c Vi.-gun aoredor do inuud" 12 Z 00)
a Filhos do capitaa Grant, 3 vtK 12 6 00'
a Terra das pell, s 12 2 06J
a Da terra a lua 12 2 OOi
c Aventuras de 5 russos e 3 ingle, es
encademado 3i>
c Uma cidade floctuante 2 u()
Alencar- Guerra dos raa;cates, 2 vols. 4 U 1
NabucoMai.ual pralico dos advugadut,
2 vols eu< adernadus J5*Of>l
Mem Assessor forense (criminal) one 8400)
Silva Junior Nivo regimento de custas
judidarias. anu. ta Jo, 8* br. 1400
Caroata- F. rmulano de desp^cho^ sen-
tencas no civel, coemtrcio, juizo
de 1 r| baos e ausentes prufedo-
ria e crime, e de alguns pieces-
sos que correm nos me>n.N. jai-
zos, e do de iiii di'.ao de MM
pelo )nk oiinmissario, enc. 34 0)
Elemento strvil formulario* das accocs,
encadernado iiO.' 1
Rodrigoes Cmsultas juridic.s, 2 vols.
eneadernados 101 I)
MetterrraytrMateria criminal, enc. 10 00)
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Fogo n. 18, em lerieuo proprio e de nnil b a
con^trncgao ; uma casa U-rrea, sita a rua da 1' 1 -
te Velh-i a. 47, e outra na ru lu Vis-iinl.- fa
Albuquerque n. 69 : na rua da (* r.r icio n. 2.'
de Faix
grande variedade em padrces.^ os que primeirt ; proprios para a estagao da fsta, a 24500.
. t. ^ ^m ^ -.HK Mk Alii f^S tft AJkH 1 k*h A lAHft *"k A nllA A PHA r t T"\ ^. __ A J a a a j^ t n a. I 2 4 e-1 f. \ *+ n n *Jl W% f\ fT"! A
chegarem melhor pechincha farao, a ella a rua if
Imperatriz n. 60.____________________________
Na loja do Pavao vende-se madapoloes franoe-
zes muito incorpados, com 20 jardas a 6,000 reis,
dito mutt > fino com 12 jardas a 3,000 e 3,800 ; as-
sim como om graode sortimnnto de madapoi5es
inglezes dp 4,500 ate 8,000 e 9,000 : a rua da Im-
peratriz n. 60, de Felix Pereira da Silva. ______
mm B9 TAM
A' prafja circular do Apollo
vende-se:
Tijolos de marmorc, de differentes ta-
manhos e qualidades.
Tijolos francezos, sextuplos.
Cimento Portland verdadeiro.
Azulejos grandest muito proprios
para rodapes.
AzulejoM vtrdes e amarellos, tamanho
regular.
Maquinaa rle descarc^ar algodao.
Cadeiras de ferro, assent1' de palhi-
uha, proprias para campo.
Para p darias e tavernas
Sal fino e mU > alvo : v^nde se na rua Imp <
rail n. 5, armaz* m. ___
na rua do Vigario
Vinho do I'orto
ancoretas.
'.era em velas. de
Retroi do Porto.
Cimento I'nrlland, Icgi'iaio
Vende-se
n. 19, oriimiro au>Ur :
eiigarr- -Hi.), em i.-irik
ti.
LisL^a, su.t-rior qfttHAU*
A.dmirem
Saccos
Vende se saccos de esto^pa com nm peqaeoo
defeito, proprios para ensaccar farinha, milbo, etc.,
pelo diminato prego de 320 rs. cada um : na lo-
ja do Guilherme & C, a rua do Grespo n. 2*\
Casaquinnos
Casaquinhos de gdrgorSo de seda, pretos, pro-
prios para senhoras. facenda muilo fina que sem-
pre se venden por 204, estamos vendendo nor
64 cada um ; isto so na loja do Guilherme & C.
a rua do Crespo n. 20.
. Linho d'Alsaria
Linho de Alcacia com listras, abertas, fazenda
muito larga, padrdee lindos e inteiramente novos,
proprio para vestidos de senhoras e menioaB, pelo
baratissimo preco de 440 rs. 0 covado ; dio se
araostras : a rua do Crespo n. 20, loja do Gui-
lherme & C.
Sargelim
Sargelim de c6r trancado proprie para forro de
vestidos e outra qnalqner obra e vende se pelo
dimiouto preco de 160 rs. cada covado : 4 rua
^ Crespo n. 20, loja do Guilherme & C.________
Ditos de diversas qualidades^para homens, pelo
barato preco de 24. 24500, 34 e 44-
Camisas francezas e insiezas, de divarsas quali
dades, a 1450C, 24. 2i50! e 34-
Collarinhos de linho, lisos e bordados a 400 rs.
Toalhas de lioho para rceto a 400-r-s.
Lencos finos-com barra, duzia 1440*
Ditos ditos braucos, duzia If SOU.
Metins esc cezes, inteiramente novas, prdpnoa
phacraa mbres, covado 240 rs.
Meias flnissHnas, para senhora, dftzia a 3:500.
Lazinhas, cfattas, canibrias, madapoldes, aige-
does, brins, por precos baratissimos, bem como
outros muitos art gos que se acbara expostos para
os amigos do bom e de barato, por 250i0 menos
qoe em outra qaalquer parle, tinalraenta tudo,
tado se acha em liqnidacao.____________.
Vende-se
ere boas condicoesa loja da n da Imperatriz n.
8, a qual nertenccKt ao flle;ido_____________^
CASA
Vende-se ou alnga se nma casa terrea em Olin-
da. com grandes oommodos, gac e agna encanada :
a tratar na rna 1* de Margo n. 6.____________
GimeDlo Portland
0 verdadeiro cimento Portland em barrieas de
180 kilos: vendem Lebre & Reis, a rua do Amo-
rim n. 88.
Sedinhas a lj?500 o covado.
na loja do Pasac
Venham antes qne se acabero
a roal.\ de Marco n. 7 A.
Salsa-parrilha do Para
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Axa-
vedo, no a^eu escriptorio, a raa do Bom Jesus do
mero 57.
Farinha demandioca supe-
rior.
Tem para vender, Joaquim Jose Goncal-
ves BeltrSo & Filho, a bordo do palhabob?
Rosita, fundeado ao pe do caes do Collegio,
e par* tratar a bordo ou no seu escriptorio :
a* rua do Commercio
n. 8.
Nova remessa,
Vinho verde-dc Amaranle
Convida-se o aprecia"dores a virem apreciar 0
qne ba de mais excellente nesteartigo; veDde-
se em decimos e a retalbo, em casa de Pocas
& C, a rua estreita do Rosario n. 9,5 junto a
greja.
Biibarry
Esta antiga e bem afregneffid* iuja, cofiecada
n'um dos principaes lugares para negocio, e
achandose sempre sortida, ftio so com fefrageni
finas, como tambem de muitos ootrss artigos. sen-
do dos mesmos fabricantes de qoem 0 fallecido
Dubarry sempre recebia ; anises esles de promp-
ta vend'a, e que deixam grande iuero ; porem 0
proprielario tendo de partir muito breve para Eu-
ropa, esta inteiramente resolvido a vende-la : na
rna da Imperatriz n. 8^________^________
Vende-se
nm terreno em Beberibe ae biaixo, coaa SO paknos
de frente e 500 de fundo : a tratar na raa de Vi>
dal de Negreiros n. 137. .........
320 reis o co-
vado.
S6 na rua do Queima'do n. 43, junto
loja da Magnolia.
E* bafato.
Cambraia branca com fkrre beraadas de cores,
sao padroes muito bontos e oe osto nunea visto,
pelo diminnto preco de 320. rs. 0 cavado:
s6 0 43 e quem tem. DSa se imostras com pi;
nhor.
Popelinas a 1$ e 1$500 0
covado
0 Desengano recebeu um grande sortiroent) de
popelinas de seda, de lindbsimos padroes, [azenda
qne se vende por 2-~5u0, esta vendendo perns di-
minnlos precos de 13 e 1J500 0 covado. E' grande
pechincha ; aellas, antes que se acabem : Ba rua
1* de Marco n. 25, junto a loja da esquina. Dacr-se
as amostras com penhor.__________ '
Leques gigantes
So quem tem dos mais modernos i a Magnolia
a rua Duque de Caxias n. 45.
0 Desengaaoesta mando
0 proprieiario deste estabelecimente-tem reaol-
vido vender as fazendas esistentes em seu estabe-
lecimento, por menos de qne em outra qualquer
|parte.
Vanzinese de seda.
Vende-se eeta fazenda de lindos palroes, de lis-
tras e palmas, pelo diminuto pre^o de 380 rs. 0 co
vado, por ter-uns toques de rnofo, e grande pechin-
cha. Esta fazenda tambem serve para Into, por
ear toda preta ; e fazenda de 24800 0 covado.
Damasco de la.
0 DesengaBo esta vendendo damasco de la de
liudcs padroes e de duas larguras, pelo baratissi-
mo .preco de l#GO0 0 covado, 6 fazenda de 24500.
Aproveitem que 0 Desengano esti queimando.
r.asaquinhos de gorgorao de seda.
0 Desengano esta vendendo casaquinhos de gor-
gorao de seda, enfeitados, pelo baratissimo preco
de4000 cada um, e grande pecbincha. A elJes
antes qae se aeabem.
Organdys a 320 rs. 0 covado.
Veddem-se Organdys de listras, branco, pelo ba-
ritio paeoo de 320 -rs. o covade. Aproveitem.
Madapoldes do 49000 a peca.
0 Desengano esta vendendo madapeJao francez
com 20 varas a 44 a peca ; dito muito fino, a SJ,
54511O, 64 e 74 a peca ; e grande pechincha.
Algodao marca T, largo, a 44, 44500 e 54 a
peea.
Ricos chapeos de 1014e aeda, com cabo de mar-
fim, a 124 cada am ; e pecbincha.
Baptistae de lindos padroes a 400 rs. 0 covado.
Lazinhas de eores, fconltos padroes, pelo diminu-
to preco de 160 e 200 rs. 0 eovado. A ellas antes
que se acabem.
Cambraia Viet .ria, a 3^500, 44, 44500 e 54 a
peca.
Alpacas de eores, la e seda, bonitos padroes, a
500 rs. 0 covado ; e grande petfiincha.
Metins de cores, bonitos padrfies, a 280 e 300 rs.
0 eovado.
Cbuas claras de lindos padroes a 240, 260 e 280
rSis.
E outras muitas fazendas qne deixa de raencio-
na- as para nao se tornar enfadonho, por isso 0
praiirieiario convida a todas as pessoas a fazerem
nma visita a seu esubelecimeato, afhn de sorti-
remse do bam e barato. Haa do Crespo n."25,
junto 11o}a ih esqnirn.
E' sempre assim-
AO SEXO AMAVEL.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, toma a liberdade de avisar ao bello sexo, que
acaba de receber diversos artigos dealta novi-
dade, os quaes estao expostos a vuuda em dito
estabelecimento, 6 bom que venham aprecial os
para por esta forma satisfazerem os caprichos de
s-uas elegantes toilettes.
A Nova Esperanca, nao quereodo tornar-se
massante, I.miia se a mencionar alguns artigos
dos mais em voga no maudo das modas, os quaes
Sio OS seguintes :
Lindos cintc-s de couro e filigrana.
Modernos botoes de aco para vestidos.
Novos leques, grandes, taatisados.
Elegantes fivellas de ago para vestidos.
Delicados ramos de Bores de laran^eira.
Bolsas de oouro e filigiana, proprias para tra-
ser pendentes ao cinto,
Cal dei Lisboa novissima
Vende se en grandes e pequenas por?5es : m
daa Direita n. 14.
\aohaqoennenda mais barato!
Gama & Britp, com armaznm de molhados no
largo da Santa Cruz ns. 2 e 4. vendem mant iga in-
gleza em barril a 800 e 1,600 rs. por cada 450
grammas ; vinho de raael a 1,200 a garrafa, dito
Pigueira a 440 a ^arrafa, a eanada a 3,400 rs.,
,gaz (Devos) liquido a 240 a garrafa, velas stearinas
a 560 0 ma co, velas economicas, a 760 0 maco,
dhaperola a a,200 fs. cada 450 grarrfhras, dftO a-
jofar snperior a 3JJ90 rs. cada 480'gramrau, um
completo sortimenlo de biscoitoi em latas, qa* ae
vendem nor pregosbaratissimos, berviihas france-
zas a 640 a fata, marmelada muito fina a 640 rs.
a lata com meia kilo, queijos frescos, azeite doce
de Lisboa a 640 a garrafa, assuear de primeira
Sorte a 320 rs. 0 kilo, dito de segnnda sorte a 28
0 kilo, dito de lerceira sorte a 240 0 kilo, vinho do
Porto, em barril, a 800 rs. a garrafa, dito engar-
rafado das raarcas mais acreditadas a 1,000,
1,200 e 1,500.": 0 que pode; haver de memore
tudo mais a vontade dos compradores, certoe de
qne encontrarao a maior sineeridade e agrado
possivel : no largo da Santa Cruz ns. lei, arma-
zem de Gama & Silva Brito.
Ciranudina de aeda a -190 ra.
Na loja >\u Pva ven le-s>- liuis MM- gi Di>
de st-du com li>tras asselmada.-, hf+ qn-
pie se vendeu a I 201', e lijuida ''".' rs. c va-
do ; assim como m.-.nguitos c gilmb s d> can
braia bordadas a 1 cada um, e pc.n n--ha 11-
loja do Pavio, rua da imperatriz n. 60. do ft
da Silva._________________________________
Vende-se ua cidade di bail nun freak
casa de pedra e cal, oitoes d. bradn<, eom 11
assoalhado em toda a ex ensao, qun'al mura'
com commodos baslautes para uma giane fsi;-
lia, siU na rua da Viracao o. 3i ; uma dit .;
mesraa rua, de esq. ina para a rua d Rio.
tendo armarao para qualquer artabelecw
occupando osfonlis c m padaria. a iual m M
completa com kidM os nti-ncilio ; uma earn ;
quena eontig a a im m>. e um t-rren 1 junto c -m
180 palmos de lanjguae liO dii'-s c r.nd >, 1 1 i
os chaos foreiros ? rannra awiripai cidade da Esca>ta : a rnw na cidade do R.- f
na travessa da nn do Vi-n nd d-- (nhaon.a c
73 (autes do Kan/e ) e na E-cada, com a Sr. -Ife-
res Jose A. A. Caui|>>-.
Breu, breu, breu.
No armaaem de Jorge Tasso, rua d-t Amorim n.
37, e no caes do Apollo, aimazem de farinha de
tri^o, do commendador Tasso.________________
Traves.
Vende-se traves de louro e qoalidade; para
ver no caes do Ramos, e trata-se om Joaquim
Rodriguez Tavares de Mello, a pra;a do Corpo
Santo n. 17, !. andar.
Sal do Assti.
Tera para vender Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, a bordo do palhabote Johen Arlvhr : a
tratar com 0 capitao a bordo, ou no sen escrip-
Inrin. a rea do Rom Jeso n 57.
E' pechincha.
A 100 rs.
Lazinhas de cores, padroes muito lindos pro-
prios para vestidos de senhoras e meninas, e ven-
de-se pelo diminnto preco de 160 rs. 0 eovado,
por este preco so se eocontra na rna do Crespo n.
20, loja de Giulbejme & C ; dio se anoatras.
E Mo
As almofadas bordadas de la matlsadas qua rt-
cebeu a Nova Esperanca, a rua Duque d*
Caxias p *V
E' com as noivas
A NOVA ESPERANCA, rua Duque de Caxias n.
, acaba de receber boas meias de seda propriai
para noivas, e os apreciaveis ramos de laraogeirz
Lustres, candieiros e aran-
dellas para gaz.
No novo estabelecimento, Grande Exposicao, na
rna de imperador n. 33. junto ao escriptorio da
companhia do gac, vendem-se lustres, candieiros e
arandelias de differentes lamauhos e modernos
gostos, tanto de vidro como de bronze, e todo dos
melhores fabricantes qne ba na Inglaterra. Tam-
bem se vendem globos de bonitos padroes, chumbo
e tudo 0 mais que for preciso para 0 service do
Jaz. E como os donos deste estabelecimento man-
im vir de conta propria e se querern acreditar,
vennem tudo mats barato do que qualquer outro,
para 0 que os compradores podem experimentar.
Alia .wid. de.
0 Barateiro, a 1 ua 1* de Marco n. 1, acaba de
receber grande sortimenlo de enlremeiose babadi-
nhos tapados e transparentes, de todas as largu-
ras e vende a 1,000, 1,200 e 1,500, fazenda qne
sempre coetou t,500; a uma experienoia nos os
rconvidamos
Para senhoras
Como sao h'no.- moilerua^ as gravatinhas qne
a Magnolia, a rua Do.me de Caxias n. 45, acatu
de receber f
Vinho verde.
p Especial chegade no ultimo vapor, tem
v..nder em barris te quinto e de Cnlaro -m
decimos, no sen escriplunn a rna d" Ooo> ^io
n. 5, Joaquim Jose" OnapatvM 1!. iirao Jt Kill. 1
Chocolate doMaranhio
Unico deposit.' oesta .1 adi-, am casadeJ)*4
Tavares Carreiro & C, ro Dtt*ltt n. 14, on1
vende pelos precis ? vantaif-ns d* 'abriea
Vende se uma casa u-ni Duva e nem co a-
truida e com com.nodos pua uuraero.-a (ami ia,
sila a rna do Nasceale n. 20, que olha pan a
via ferrea do Recife ao S. Francisco : irala sc aa
rda Imperial n. 217.
Rua 1 deMfarco n. 14
Gusmao 4 Laal reeeberam grande quantidade da
cories de easemira pira calca, e vendem p>r 4
cada corte, a*?im como vendem iMtattBi pira
vestidos, fazenda liuda, por 4ii rs. o rovid >, fsi-jo-
da de 800 rs. : so w n 1* de Mr-.uii 14.
Chegaram a loja do 5az*r
das Familias
60 V
a raa do Daqae de Caxlaa a.
Ho para mm seahum*
Riqnissimas liiiobas de seda bordapas. alta -
vidade, proprios para as senhoras a jii<-m m r.
commendamos por serem muito lindos e >i j
encontram no Razar das Familias, por ser enc u<
menda propria I
Lindi.-simos mangnintos de cambraia boriado",
inteiramente novidade ; fazenda qno ta o II.: ai
das Familias e qoem tem.
Riqniss'mas golinbas de cambraia bordadas can
bicos de grlpure e crochet, fazenda nunca v,: ta.
por ser a primeira vez que vem ao mer^idn. e t
o Bazar das Familias equem recebeu ; as-im :o-
mo outras novidades de apurado g sto, qur so
se encontram no Razar das Familia-; assim cone,
pedimos a Exmas. Sras. afim d- o visi'ar. p ira
se veriBcar dos objectos acima especificado- a
rua do Duque de Caxias n. 60 A.
Cura das hernias, pelas fun-
das de borracha.
As melboros e mais aparfeicoadas da. ate b je as
nhecidas.
+'. -
de
Mario
A'
84. Rua larga do iaVanu 3M
Vaccina. Yaccim.
Tendo b Sr. Dr. Jose Lonrenco de MagalhiM,
montado na corte um completo service daar -
tigo, tem aqni aberto nm deposit. Ja meiU' r
mais recente, cujos tnbos se aHHWMl a*
Pharmacia e drogaru
aft
34 -rna larga do Botario a.
Imperial fabrica !c rap6
ara fina de Moreira dt CL,
da Bahia.
Deste excellente rap6, que setorm recmnm x-
davel aos amantea dab-a pilada tt-m e-i-'^! *
do esta fabrics o sea deposito a rna i<> ;.
cio r. K, que vendem por junto n 4 1 Haiti"'. l\
zeudo-se vantagem a queo> o mpr-ir ,.,
Gasa

Vende-se a casa trrea no largo de ft. J-.se n W:
a traur a rua do Marquez do Herval 31



8
Diario de Pernambuoo Terqa teira 1 de Dezembro de 1874.
JuTUSPRODENCIA
R<-gitM<> Uo de custM.
ym
Na pane poficial e crlrainsl, foram, *
contimiagdo da parte civd, muito sugrtu-u-
tado osomoluraentos dos juizes e das auto-
ridades policiaes
A parte criminal meree: maior attengad,
tanto porque os processos sdo em menor
numero, que os da parts civel, como p-jr-
que interessun de mais port) e mais direc-
taiiicnte a lib'-rdade
Do us principios legitiraos e salutares, in-
carnados na civilisagao do secuio em que
vivemos, e consagraios con sabedoria em
uossa constituigao politics, e em nossocodi-
go criminal, foram respeitados e garant dos
pelo novo regiment.) de custas.
Antes de tud\ cans da, e/ita graves pro
juizos e abusos, a disposgdo pela qual fi-
cara senio sere pro gratuitas as assignaturas
dos juizos e das autoridades nos alvards
de folha corrida e nos maudaios de sol-
tura.
E' indecente que a autoridade e o juiz re-
pebam eraoluraeatoj pela folha corrida, com >
pelo alvird qua manda por em liberdade ;
quSo repulsivo e que se Hies ''eva emolu-
mentos pelo mandadode prisdi ou pala sen-
tenga de morte.
Aquells medida precisa de com,>lemento
que S9 fard em servigj di h:imanilade e
em bomenagem d moralidade social, se fo-
rera abolidos .os emolumentos dacarcera-
gem, como o direito queo carcereiro tern,
empregado publico pigo pelos c>fre> do es-
tado, de reter ua prisao por ma is tempo o
preso que Iho n3o paga de prompt j a csr-
ceragem.
Nada mais iniquo. e retrogado.
E' descommedido attentado a" liberdade, o
ao direito que e a razao social.
0 novo regimento taxa para as autorida-
des policiaes nos inqueritos, pelas testemu-
nhas que forem ouvidas, ou informanles, e
pelos interrogators dos re os a metade dos
emjlamontos que fixa para a formagdoda
CUlpa.
E dispde que nenbum emolumento e de-
vido no cas) do averiguagdes p)liciaes ex-
oilicio, das quaes ndo re-ulta process'o.
No mais faz augmento em todas as ver-
bas dos era aluraontos onuraerados no regi
mento de 1855, que, se nao eram sufficien-
tes e reclamavam revisdo, parecem preferi-
veis aos do novo regimento por causa do
excessivo augmonto quo parece ter conlra-
riado a aspiragao goral.
Qaanto aos auditores, quer o novo como
o antigo regimento s6 fallam dos de mari-
nha. e ndo raeucionam os de guerra.
Mas, a nova lei da reforraa judiciaria da"
a ambos attribuicoes criminaes de processar,
prender, ejulgar, e para isso da" lhes distric
tos certos.
Tanto os auditores de marinha, como os
de guerra, ten os mesmos emolumentos
marcados para os juizes criminaes, quo o
v3o.
Nesta parte o novo regimento absolute-
mente nada innova.
Quanto ao presidente do jury, fez com-
pleta alteragdo; pelo regimcuto que vigora-
va tinha o magistrado que presidia esse tri-
bunal popular :do juramento deferido aos
jurados, de cada urn 200 rs., em regra 12
jurados 29*00 (poucas vezes, alera dos
niembros do conselho que sdo juramentados
alguns outcos juram impedimento e suspei-
cao), dos quesitos feitos ao jury 2$ e das
sentences proferidas sobre decisoes do jury
4jJ; ao todo 80000, ou pouco mais.
Pelo novo regimento tern os presidentei
do jury 159, declarando o artigo 52 que
ee sse emolumento de presidirem aojulga-
xnento, inclusive os actos que nelle pratica-
rem.
Esta disposigdo comprehende toJos os
actos e da" fim a incoherencia, pela qual o
presiiente do jury nada tinha de deferir ju-
ramento as testemunhas, curadores mterpre-
tes e peritos, quando percebia emolumen-
to do juramento que deferia aojuizde cons-
ciencia.
Ndo entramos na questao de ser ou nao
contraria d indole da instiluigdo do jury,
que, dos actos judiciaes desse modo de jul-
gar as causas criminaes, sejam devidos emo-
lumentos aos magistrados que dirigem esse
tribunal.
Ainda neste ponto seriam cabidas as jus-
tas observajSes dos que se declaram contra
esses estipendios que, no pensar dalles, phi-
losophos, jurisconsultos e abalisados esta-
distas, p6ie abater a dignidade da jus-
tice.
E, mais procedentes poleriam ser taes
reite'a^.as observajoss, e seus energicos
protestos, se fosse instituido eutre n6s
que o tribunal dos juizes de facto tomasse
conhf*cimento e decidisse taiibem os recln-
mos e cont-indas eivela, se nio todos ao me-
qos as de certa natureza e jmportan-
oia.
Assim como applau'limos que Os juizes"
de paz, instituigao igualmente popular, nSo
tenham emolument >s de muito actos ju-
diciaes que praticam, e francamente decla-
ramos que melhor seria se nenhum emolu-
mento recebssem ; de igual modo, com a
mesma franqueza, a dominados pelas raes-
nias razoe* constitucionaes.. e interesses so
ciaes, suslentamos a proflcuidade e acerto
da medi la que tornasse os actos dos julga-
mentos perante o jury livres de quaesquer
emolumentos ; e determinasse que os actos
e servicos das autorida jes policiaes e crimi-
naes, ja que as circumstancias actuaes do
paiz nao permittem que sejam tambem gra-
tuitos, fossem estipendiados moderada e pro-
porcionalmente, de modo qae a justi$a, na
repressJo dos crimes, nos meios de desco-
br.l-os e de tornar eff-jctiva a justa repsra-
c9o das offensas feitas a pessoa, d bonra e
d propriedade, nao seja cousa nulla ou dilli-
cil, tanto ao rico como ao pobre, ao pode-
roso como ao fraco, assim aoprotegido como
ao que so tern a lei por si.
T"in >s dit s >hro os emolumentos taxa-
dos aos juizes e ds autoridades, o quanto
nos parece merecer reparo, e procuramos
com i nparcialidade apontar que agrada ge-
ralmente e satisfaz reclamos do progresso e
da civilisac,So, sem auactironismo tm mate-
ria de jurisprudencia, sem absurdo econo-
mies e administrativo. e sem anomalia na
legislacSo vigente ; assim tambem tudo que
levanta queixas, protestos, dirvidas e con-
sultas, e nao po 1: ser aceito e sancciona-
do s-jm faz-T odiosas e perigosas distinc-
^oes, que nascem do privilegio do dinbeiro
que entorpece, e desconsidera a adminis-
trarao da justi^a.
a A Missio do Purace ficou destruida.
Dous dias depois, em 6 de novembro, 9s S
U' ras da tarde, b uve uma seguada erup-
cao : os projectis atingiram a cidade de
Popnj'J.". sjtuada d mais de 16 kiloraetros:
ms?as enorcttfls de u?8 '".m? nsgra solfu-
rosa df vastaram toda a Nglao. Ks Cordi-
Ibeiras, estas eraissdes rasosas (moyai)!&0
frequentes, o que faz dizer aos montanheses
dos Andes que seus vulcSes lanc,am ao mes-
ido tempo fogo eagua.
Ijoooiaotivas sem fogo.
VARIEDADE
FOLHETIM
.- :m:m sos ussinos
MYSTERIOS E INTRIGAS DA COR-
TE DE FELIPPE V.
POR
FERNANDEZ Y GONZALES
VOLUME I
PRIMEIRA PARTE
\h Tres Esperancas
CAPITULO I
O DES1ACAMENTO DOS GUAHDAS D'EL-REI.
'ContiauacSo do n. 274)
VI
Dissem que o cigano occultdra, ao pdr
a caps, s u estranho trajo, e vamos descre-
ve-lo.
Coosisiia n'uma especie de jaleco curto,
de panuo parecido com a anta, agaloado e
enfeitado de preto, apenas fechado na gar-
ganta, dubaixo do amplo collarinno d'uraa
camisa muito clara, por uma especie de
botdo3 formados de ducados de dois, de
ouro, unidos por uma cadaiazinba ; d'este
ponto o jaleco cahia aberto e solto, deixan-
do ver a camisa muito alra, e na cintura,
sobrc calcOes curtos de velludo verde, uma
data estreiti d mourisca listrada de todas
as cdres. Estes calc,6es estavsm abotoados
ate" ao meio da coxa com dobroes de dois,
a pela abertura reslante via-se um calcao
branco de panno fino. Cobriam-lhe as
pernas altas polainas de bezerro lavrado d
niourisca como ainda usam os aadaluzes,
AS ERUPCOES DE LAMA DOS VULCOES
DA AMERICA CENTRAL.
(Conculzdo.j
Acima do Boqueron, no liinite interior
da eeve, o baroroetro indicou a ahura de
4,670 metros.
< Sendo pouco inclinado o declive do
Nevado, podiamos esperar chegar ao cume
do Purace ; mas, apenas sabido do sult'ata-
ra, soprou o vento com tal impetuosidade
que por duas vezes foi derrubado. Chega-
do dcerca de 200 metros abaixo do ponto
calraioante, isto e a 4,900 metros, tornou-
se tao dura e escorregadia a superGcie da ne-
ve, que foi impossivel fczer um passo-para
diante. -
c Os indios que me acompanbavam as-
seguravam que a leste do Bopieron sabe do
rochedo uma fonte abundantissima, cuja
agua e fortemente acida, eque perto d'esta
fonte, designsda pelo nome de Grande-Vina-
gre, correm regatos acidos, os Pequenos-
Vinagres, que entram na torrente de S. Fran-
cisco, um dos afflueutes de Pasambio.
Dirigi-me para as fontes quentes. N'es-
tas paragans o trachyte estd em massas es-
carpadas, tendo a apparencia de castellos
fortes.
a Seguio-se umarampa tdo estreita que
era impossivel ter-se ahi em pe.
Depois de ter subido duraute uma ho-
ra, chegou-se a uma eminencia donde se
via abundantes vapores ; mas o espa^o que
restava a transpor foi julgado impraticavel
por causa do caramelo que estava a rocha
coberta.
Um espesso nevoeiro envolveu-nos de
repente e nao foi sem custo que podemos
chehar d missao do Purac^.
0 Azufral del Boqueron ndo offerecia
phenomeno algum igneo : era unna solfata-
ra: ora, nas Cordilheiras, unia solfatara
nao e um vulcdo extincto, e um estado do
repouso a que succede, sem que nada faca
presintil-o, uma prodigiosa e terrivel acti-
vidade.
Assim o Purace, tdo calmo quanto o
visitei, teve no decurso de 1869 uma serie
de erupc/ies que inundaram o terreno cir-
cumvisinho d'uma lama liquida ; consoli-
dando-se, tinha esta lama formado, no pon-
to de emissdo, um recinto circular de 100
metros de diametro, uma verdadeira cratera
d'espansdo.
Nos annos seguint'js foram os tremores
de terra muito frequentes na provincia de
Popayan : eram os precursores da catastro-
phe de 4 de novembro.
A's tres boras da manna o Purace" fez
uma erup centes, cinzas, foram cahir a muitas leguas
de distancia ; o leito do Anambio, de Pa-
sambio, estava entulhado de lamas sulfu-
reas.
abotoadas em toda a altura e cingidas alem
d'isso na parte inferior pelas correias d'umas
esporasdeprateleira, que Bizarro trazia, ape-
zar de vir raontaio em burro.
Ao lado, atravessada na cinta, tinha uma
adaga larga e comprida com guardamao e
cruz de aco, e duas grandes pistolas mou-
riscas.
Tudo isto, menos a extremidade das po-
lainas, esporas e os sapatos de anta, vinha
occulto pela capa de Bizarro.
VII
Os jumentos prolongavam a Jornada.
Via-se jd muito perto a povoacio.
Apenas faltava ao nosso viajante um quar-
to de legua ; mas Bizarro julgava que ndo
chegaria nunca.
Os animaes jd ndo podiam comsigo.
0 de Maria de la Cinta, que era o mais
carregadb, parou, vacillou, abrio as pernas,
estendeu o pescoco e a caboga, soltou um
rouqaido, e deitou-se.
Apezar do seu estado ombararoso, Cinta
saltou para o chao, e Bizarro deixou-se
cabir do jumento, que estava quasi a imi-
tar o seu companbeiro.
Vem cd, disse Bizarro d Maria de
Agucena, descendo-ado burro e pondo-a no
cbdo. D'aqui ao povoado e apenas um pas-
seio, e chegareraos d pe" muito antes do que
poderiamos chegar montados nos jumentos.
Dou razSo aos pobres animaes ; desde esta
manhd teem andado dez leguas, com boa
carga, e teem puxado mais do que eu espe-
rava. Com as requisigOes que se fazem
para esta maldita guerra os cavallos cust.im
os olhos da cara. Vai tu adiante, Agu
cena, minha filha, e tu, Cinta, agarra to.
Parville acaba de publicar um interessan-
te esludo sobre uma questao que estd na or-
dem do dia, tanto na America como na In-
glaterra: na tracgdo dos carros, principal-
mente dos tramways, substituir os caval-
los pelo vapor ou outra qualquer forca mo-
triz.
Eis o artigo.'
Reaiisou-se um evi Jente progresso no dia
em que se decidio fazer rodar os u jssos om-
nibus por cima de trilbos } o tramway e
sera coutestagao nm aperfeigoamento ; ga-
nha-se em forca e velocidadw,
Feiizmente Pariz co.nprebeadu-o afiual,
e acabe de seguir, a tal reapeito, o exem-
plo que lhe fora dado, ba muito tempo jd,
pelas priucipfKS cidades-g-raudes *k lugUter-
ra, dos Eslados Lnidus, d Belgica, da Rus-
sia e da propria Franca.
Mas o serv go das estradas de ferro urbinas
e vicisaes desperia a seu tuvno outro proble-
ma importante.
E vent a ser : diminuir o esforgo da t?ac-
gdo, ou melhor ainda, obtile* este primeifo
ponto, substituir a forga dispendiosa dos ca-
vallos pela forga economics dos motorea
inanimados-.
Deixaremos, ainda por muito tempo, po-
xar por cavailos os Dossosixunibus de tram-
way.'
Tal e a questao que se irapde por si mes-
ma e que ate deixa de preoccupar viva-
mente os engenheirus da America e da Ingla-
terra.
Nao soffre duvida que n'um futuro mais
ou menos prosimo os nossos carros actuaes,
btrlindas, landaws, victorias ecouptis, ndo
serao mais do qua vchiculos de luxo : tere-
mos carros mecamuos que nos condutam
economicamente.
Bastard tocar um botio para pdr envmovi-
mento edirigir urn cuupu, edarlhe a-mar-
cbi conveniente ; acabarao OS- cocbeiros, os
cavallos, os mogos de estribaria, e esta*tam-
bem ; que idade de ouro I
InWizmente 4 preciso esperar ainda, e,
antes de pensar em carros particuJares, con-
vem comegar pelo* carros publicos.
A solugao do problems nao estd talvez
tdo distante como se poderd acreditar 4 pri-
meira vista, pelo menos no que diz respeito
aos omnibus por vias ferreas.
Esta opinido optimista nos foi saggerida
pelos resultados que acabam de obter-se na
America, terra bemdicta das in nova goes.
-Desde meiados de 1873 trabalba effectiva-
mente, com bom resultado, em Nova-Or-
leans e no Illinez, uma primeira liuha de
trmways sem cavallos.
0 systema adoptado 6 muito engenhoso, e
por isso parece-nos util chamar sobre elle a
attengao dos leitores.
Do outro lado do oceano reounciaram as
locomotivas para os tramways; as expe-
riencias de locomotivas para estradas com-
muns ndo pareceram sufflcieatemente prati-
cas: as locomotivas propriamenie ditas of-
ferecem com effeito muitos inoonveuientes
no interior das cidades.
E'provavel quese consiga remover a dilli-
culdade.
Assim, em Manchester, experimentaram
ultimamente um novo modelo de altissima
pressdo, leve pouco atravancador, e que ndo
produz fumaca ; em Paris todos viram func-
cionar durante um mez, em Trocadero, a
pequena locomotiva do Sr. Larmanjat. Ape-
zar destas tentativas felizes, os americanos
deram a preferencia a oulros locomoto-
res.
tempo o espanto dos babitantes de Chi-
cago.
A fornalba, a oaldeira com a sua cupula
e o carria aAo atravancadores e pisados pa-
ra serem puxados. Para quo leva! os. gogj.
igo?
0 Sr. Lammfal-os trabalbar e>casd, e
leva apenas no seu vebicu'o um pequeno
reservatorio de agua em ebuligdo. Abre-se
uma torneira ; a agua, sob a pressd) de
190, transforma-saem vapor pouco a pou-
co, conforme a necessida le, o este vapor ali-
mentj a macbina m.triz que faz gyrar as
rodas.
Leva-se de3te modo a provisdo de forga,
formada de ante-mdo.
Na estagdo da chegada. troca-so o reser-
vatorio vazio por outro cheio, absolutamen-
te como nos nossos wagons de 1* classe se
substituem de tempos a tempos, durante o
inverno, os esqueutadores esfnados por ou-
tros quentes.
O volume d'agua onduzido e de pouco
mais de 1 metro cubico, na temperatura de
190. A pressdo do vapor formado e de 11
atmospheras.
Quando se substhoe esta gig^Dtesca cha-
feira, a pressdo nao 6 de mais de 4 Htmospue-
rw.
A machina marebs entre estes dous limi-
tes.
O ca ninho percorrrdo e de 10,000-me-
tros com a velocidade d.$,m06 por segowido,
veloeida^e ordinaria das- carruagens puxa-
dos por animaes sobre tratmogs.
A dwagjio da viagem e- de perto de i f 2
bora, l-.ada cbaleira, ou gurador de vapor
estdconto'la n'um duplo involucro de mate-
rias isoliafites para diminuir as perdas do
calorico.
O resfriamento 6, m summa, extraordi-
nariamente-fraco. Depois de-quinze boras,
um destos geadores p6de aiuda fazer um>
'omnibus percorrer 1 kilometro. Avalia-se-
mn menos de f/5 de atmospbera a perda de
pressdo por bora.
Em S. Francisco, recorreram a um mo-
do de tracgSo muito usado nas minasingle-
zas.
Uma machina fixa dd o movimento a um
cabo, que se estende ao longo do caminho;
cada omnibus prenie-se a esse cabo, que o
puxa na sua marcha ; basta afrouxar uma
pinga para que o vehiculo deixe o cabo mo-
tor e pare d vontade.
Inteiramente differente e a solugao adop-
ts da em Chicago.
Na estrada de ferro construida pelo Sr.
Lamm', cada carro e puxado pelo seu mo
tor especial, uma pequena locomotiva, se
quizerem, mas que locomotiva I nem t'orna-
lha, nem carvdo, nem fogo, e, portanto,
nem fumaga nem ruido I
Esta locomotiva sem fogo fez por muito
Andemos o mais depressa que nos for pos
sivel, que o povoado estd proximo.
E poz o arcabuz sobre o hombro esquer-
do, e deu d Cinta o brago direito.
Agucena ia na frente, ligeira como uma
corga, esbelta, graciosa, deixando ver por
baixo da manta em que ia envolta uma saia
curta de Id, de cdres muito vivas, e por
baixo da saia uma formosa perna com raeias
brancas de listras vermelhas, uns pes pe-
quenissimos, calgados com umas botinas de
cordovdo amarello, que apenas passariam
do tornozelo.
VIII
N'um quarto de hora chegaram d entra-
da da rua Real, que assim se chamava a
simples estrada de carros que atravessava a
povoagdo.
Agucena, que ia na frente, tirou o gran-
de cbapeb conico de palma, talvez por gar-
ridice, abrio a manta, deixou ver sob um
collar de peroles um camisote bordado, que
desapparecia por baixo do pequeno decote
d'um justilho de velludo verde-escuro, com
manga estreita, fechada na extremidade por
uma fileira de boto:s de filagrana de prata,
e uma saia de listras encarnadas, brancas,
verdes e roxas, que lhe descia em pregas
da redonda e delgada cintura.
Atirou para traz com os seus opulentos
cabellos louros, e, reunindo-se aos dous
viajantes, eotrou com elles na povoagdo.
- A. paz de Deus seja comvosco, amigo,
disse Bizarro ao ferrador que estava d por
ta, sentado no seu banco, a co'nvorsar com
outros moradores do silio. Quereis ensi
nar-me on Je fica a estalagem ?
Deus vos guarde, boa gente, respon-
dfu o ferrador. A estalagem fica ahi adian-
Nos ultimos- modelos construidosr o loco-
motor tern dous cylindros de 0*"152 de dia-
metro sobre O^OS de comppimento ; a
caldeira e de 2m500. O pesi toUl e' de
2,800 ki ogrammas.
0' carro rebooa 1o p6de conter 40 pessoas
e pesa, cheio, 4,000 kilogrammaa-.
0>conductor do carro dirige a machina ;
leva uma das maos na alavanca de marcha
e outra no freio.
Na estagdo de cbegada e na de partida ha
duas gran If s caldeiras que servem para en-
cberd'agua osgeradores portat's. Km Chica-
go deixa-sepor cima do liquido, noreservato-
rio, um pequeno espago para o vapor forma-
do; diminue-se assim o escoamentodoliquido
pelos orgaos da machina raotriz na estrada
de ferro de Nova-Orleans, emprega-se este
systema para rebocar os carros da avenida
Napoledo ate Carolton com distancia de 6
kilometTOS.
A companbia possue 18 pequenas loco-
motivas em serviep.
A locomotiva sem fogo estd em> um Broo-
clyn, na estrada de ferro de- Nova-York
Elst, para Canarsia.
Assim a idea 6 muito simples : ferver agua
na estagdo, armzenar a forea motriz como
se fana com o ar comprimindo n'um reci-
piente de ferro assds resistente, levala e fazer
uso del la onde se quizer. ''
E' vapor porlatil que se pode matter no-
carro, no yacht para imprimir-lhe movir
mento.
Jd se tinbam feito tentativas analogas com
acido carbouico liquefacto com ammooia-
co. Aqui, e o tnesmo principio, mas com
vapor d'agua, d'agua que se encontra em
qualquer parle.
A idea pri'mitiva ndo e certsmente do Sr.
Lamm, jd tinha sido apresentada por mais
de uma vez. 0 Sr.Thoraaz, professor da esco-
la central de Paris, ja bavia outr'ora mos-
trado perfeitamente nos seus cursos a van-
tagem da agua em ebulicdo : a Uma pres-
sdo elevada, dizia elle, ndo tem i.conve
nientes em pequenos geradores f.-ios, por
que ndo pode augmeutar na ausencia da
foruaiha, e 6 alguraa cousa ver 312; litros
d'agua a 230 fornecerem quatro cavallos
de vapor durante uma hora I Na Me-
tropliotan Railway de Londres, se bem
que se empreguem para a tracgdo, locomo-
tivas ordioarias, applica-se de algum modo
o mesmo principio para evitar a fumaga.
Na partida, o machinista eleva rapidamen-
te a pressdo, abrindo um respirador podero-
so na fornalha; em seguida fecba o cinzei-
ro e cobre o fogo.
A combustdo pdra, o a locomotiva func
ciona com o vapor e a agua fervente da par-
tida.
Na cbegada, faz subir a pressdo, serve-se
della em caminho, e assim por diante.
Seja como for, o Sr. Lamm terd tido o
merito de fazer a primeira applicagdo deste
curioso systema, creando a sua Termo espe-
cifico-locomotiva
Quando se calcula aproximadamente, por
meio da tHeoria mechanica do calor, o pro-
ducto da agua fervente, ve-se que 1 metro
cubico d'agua aquf cida a 100 p6de, res-
friando-se ate 53% e passando successlva-
mente de uma pressdo inicial de 11 atmos-
pheras d pressdo final de 4 atmosphera*,
fornecer 230 kilogroramas por segundo,
ou 3 cavallos de vapo-. Nas locomotivas
ordinarias, a pressdo normal e de 10 atmos-
pheras. 0 Sr. Lamm nao sahio, pois, das
condigdes da pratica habitual. Poder se-
hia tambem passar destes limites sem incon-
veniente e encerrar em pequenos reserva
torios de lamina de ago resistente 350 litros
d'agua de 20 atmospheras, e impellir a ala-
vanca ate 3 atmospheras.
E' desnecessario dizer que este systema,
susceptivel de applicagdo quando se trata de
curtos trajectos, ndo o seria nas grandes li-
nhas ferreas. A provisdo precisa seria raai-
to pesada, a menos que ndo se parasse
amiudadas vezes para r.-nova-la.
Admittin lo que se desse aos geradores
sem fornalba a dimensdo da caldeir.i actual,
augnaentada com espago reservado par;i a
agua no tender, o volume total pouco pas-
saria de 15 metros cobicos, o quo, a i ca-
vallos por hora, apenas produziria 60 ca-
vallos de vapor. E alemdisto a locomotiva
ndo poderiafunccionar com pressfies a varia-
rem de 12 a 4 atmospheras. E' com effei
to um inconveniente do systsma novo obri-
gar o motor a trabalhar ora sob grande
pressdo ora sob pressdo reduaida
Poder-se-hia perguntar parque motivo o
Sr. Lamm acabou por preferir, na America
e na luglaterra c-emprego da cgua em ebu-
ligdo ao do ar eomprimido. Descendo d
pratica, a Untativa nao tinha sido 'conclu-
deote. Fareraos ;iotar, ainda qne mesmo
theoricamente, que o ar eomprimido e* me-
nos vantajoso do qjie a agua era ebuligdo.
que reste sentido se Bzessem experieoeiff M
Europa.
TOMADA ESAQUE~DO VAPOR SPARK
PELOS PIRATAS CHINEZES. U-m ao
Boletim da Provincia dt Macau e Timor,
| de 29 de Agosto:
Uma terrivel tragedia, que demons ri
bem claramente a pooca saguranga da nava-
gagdo n'estes mares, acaba de levar o lut > a
muitas familias e o assombro ds colonias ea>
ropeas na China.
Voltava de Can tao a Macau o vapor
Spark, pertencente A companbia Hongkong,
Macau, Canton Steam Navigation, trazan-
do a bordo proximamente 900 passageiros
chinas e um passageiro europou. Mr. Mundy,
inglez. Entre os passageiros chinas, vinham
alguns negociantes ricos de Macau, a fami ia
d'um mandarim do district de Hiang-sai.
e mais pessoas de considera^Ao. Diiia-aa
qua bavia muito dinbeiro a bordo a^faloras
importantes. A tripoli-glo cmsUva a'penis
de 3euro[).'.us. ocapildo Brad) de New York
Id casado e com filbos um marinberro portu-
guez, chamado Joaqoim dosSantos, e epii )-
to que dizem era tambem portuguez.
Ninguem reparara no aspecto nem nir
bagagens de certos ind ividuos de mi catadu-
que baviarL entrado i am e am no vapor,
tomando o seu lugar entre os passageiro*-, e
que estavam muni los de pequenos cacelas.
0 vapor ptrtio ds 8 boras- da mauha a ia
suleaudo ae aguas do Cbu-kiang con
um tempo magnifico. Rcinava a bordo o
maiorsoe}}o, todos'.estavaro-entregues i.na.s
cega con'.i9ca.
0 capitdo passeiava a prte, o passagei-
ro earopeu repousava na camera, oescrivao
escrevia no seu camarote, parte doe mari-
abeiros estava cozen I > um toldo sobre o
coirvez, eos rnais-repartidos em verios **vi-
Q5S.. Em baixo-, no lugar onde wim os pas-
sageiros chinas, uns dormiam, outros Ham,
Um metro cubico de ar eomprimido de iljestes- conversavata pacificameaaa. aquelb*
atmospheras s6 p6dedarcerca db quadra-'jogavam. Era quasi meio dia & Spark pa-
te, do outro lado da praga ; ndo vos po-
deis enganar, porque d -porta da estalagem
estd o destacamento dos senhores guardas
d'el-rei, que esperam a senhora princeza dos
Ursinos.
Muito obrigado, amigo, disse Bizarro,
carregando o gesto ao ouvir as palavras se-
nhores guardas d'el-rei ; e, dizei-me, haverd
quem queira ganhar dous ducados para ir
buscar tres burrinhos, dous d'elles com ca-
deirinhas, que ficaram acold em cima, d
meio quarto de legua, esfalfados, e traze-Ios
para a estalagem ?
Se ha I disse o ferrador, venhara os
dous ducados, e ndo faltard quem leve d
estalagem os tres burrinhos com cadeirinhas
e tudo.
Pois obrigado, e a Jeus, disse Bizarro
dando duas moedas do prata ao ferrador e
encarainhando-se apressado para a praga.
Sdo ciganos, disse o ferrador para^s
seus companheiros.
E ciganos ricos da Tierra Baja, dos
que vem aos magotes e em cavallos de in
vejar d feira de Medina del Cimpo, disse
um carreiro.
So a gargantilha de perolas do tatna-
nho de grdos de bico, que a mais moga traz
ao pescogo, vale uma mine, disse uma joveu
que alii se achava.
E, sem offensa de ninguem, observou
o ferrador, e a melhor moca que tenho v is-
to em toda a minha vida. Nunca imaginei
que buuvesse uiganas tao brancas e tdolou-
ras. I
E o ferrador e os seus companheiros fica-
ram a tagareilar sobre ocaso.
IX
Eutretanto Bizarro, satisfeito por ter cbe-
gesimo do trabalbo motor fornecido por 1
me.ro cubico de agua, sob a mesma pres-
sdo. E' verdade que o metro cubico de ar
pesa entdo sess-mta e cinco vezes menos do
que o raetro cubico de agua. 0- volume,
porem, do reservatorio seria muito- maior
para dar o mesmo trabalbo, e o custo do ar
eomprimido mais elevado.
Ua outra solugao que, theoricamente pelo
menos, parece superior d queescolheu o in-
ventor da Thermo-especilico-locomotiva.
Que.-emos fallar do emprego do ammoniaco
liquifacto, proposto outr'ora pelo Sr. Cb.
Vellier, pelo Sr. Knab, etc. Um metro cu-
bico de agua sob a pressdo de 11 atmos-
pheras dd, pelo menos, 65 kilogrammas de
vapor utilisavel ; mas 1 metro cubico de
ammoniaco p6de, nas mes nas condigdes,
fornecer 200 kilogrammas de gaz, e, como
ogaz ammoniaco possue quasi a mesma
densidade que o vapor de agua, o producto
mecanico e tres vezes maior.
Com o vapor fervente, podem-se teraer as
oondensagoes, as altas pressoes, a congelagdo
o resfriamento, quando a machina eslacio-
nar por longas horas. Com o ammoniaco,
a pressdo e limitada a oito atmospberas. 0
.volume do gerador e reduzido a 200 litros
era vez de 1,000. Ndo ha que temer o res-
friamento, e, qualquer que seja a temperatu-
ra, o ammoniaco estd sempre prompto para
restituir o trabalho que armazenou. A ma-
china trabalha sob uma unica pressdo de
seis atmospheras.
0 Sr. Lamm, salvo erro da uossa parte,
ex peri men tou o ammoniaco e reounuiou a
elle. E' presumivel que o ammoniaco fosse
empregado era mds condigdes. 0 vapor de
agua, todavia, terd sempre sobre elle uma
vantagem importante, o e ser vapor d'agua.
E' muito coramodo ndo ter mais do que ti-
rar agua de um rio, sem pensar em ir buscar
a chimica as raanipulagoes para arraazenar
forca.
Em definitive, resulta da exposigdo prece-
dente, que por um metbodo ou por outro,
epossivel arraazenar n'um ccrro, e, sobre
um volume extremaraente reduzido, uma
forga motriz equivalente a tres ou .quatro ca-
vallos de vapor, trabalbando perto de duas
horas. As locomotivas sem fogo podem
perfeitamente rebocar um omnibus, sem
serem covamente carregadas, durante um
um trajbcto de 16 a 18 kilometros. A ap-
plicagdo da tracgdo sobre o tramvway pa-
rece vantajosa e pratica, Em Chicago, a
economia realisada e" de 20 fr. por carro e
por dia. Esta economia pode ir ate-50 /0.
Concebe-se sore difliculdade que o mesmo
processo possa ser applicavel, com ligeiras
modificagoes, d tracgdo pelos canaes, a pro-
pulsao de pequenas erabarcagoes de recreio,
e a p6r em movimento fracos motores do-
mesticos, que apenas necessitam de um tra-
balho de algumas horas. Seria para d.sejar
gado d Taracena primeiro do que a prin-
ceza dos Ursinos, approximava-se dos guar-
das d'el-rei que estavam infinitamente mais
enfastiados que uma hora antes, d porta da
estalagem. 0 cigano levava pelo brago Cinta,
que ia muito pallila, e em cujo rosto se
observava a expressdo de aguda ddr ; ao
seu lado esquerdo ia Agucena.
Entremos, entremos, quanto antes,
disse Cinta. Parece-me que chegou a bora,
Jose; foge me a luz dos olhos, e apenas mo
posso ter de pe.
Bizarro fez-se extremaraente pallido,
olhou para a raulher com expressdo de
amor e de grande cuidado, agarrou-a pela
cintura e dirigio-so rapidamente para a porta
da estalagem.
XI
De repente sentio-se violentamente agar-
rado pela capa, e voltou-se encolerisado
para ver qaem se atrevia a dete-lo.
Vio um guarda d'el-rei, mogo e de gesto
insolente, que olbava para elle cam des-
prezo.
Bizarro fez-se pallido de morte.
Desde quando, miseravel, disse o
guarda com uma altivez infinitamente ag-
gressive, se atreve um canalha como tu a
passar por pe dos guardas nobres de sua
magestado sem os comprimentar humilde-
mente e pedir licenca para entrar ?
Minha mulher estd a morrer, disse Bi-
zarro tirando violentamente o cbapeb e com
voz tremula. Perdoai, senhor lidalgo ia
distraido.
Mas a 'voz, o olhar, o gesto de Jose Bi
zarro, tremiam, mordiara, ameagavam.
0 guarda irritou-se, e.soberbo da sua po-1
save a Bocca do Tigre.
Proximo A escada de comrauoicaeio
com o convez, u grupo mais nuatwo
jogava um jogo favorilo dos chine*, que e
parecido com o nosso jogo de donwnof. E-
tavam-proxiraai.ieote dez bom-ns awjaaaaajai
no jogo quer como espectadores quer coca a
jogadores. De repente um dos jogador* .
tingindo que perdia a sua pacieaKia nacir>
nal, sus-.itou uma questao com a pirceir ,
e logo intervieram os outros levintanJo-e
grande motira entre todos.
Ao ruido da algazarra acu lirara os trt-
rinheiros que estavam proximo*, q^e erari
tres, dous macaistas-e o pjrtuguez Joaquici
dos Santos.
Primeiro chegaram os dosu macaistas, i
os jogalores fingidos tirando debaiao das ea-
baias bem afiados tai-fos, abriram a barrigi
a um dos marinbeiros, e, tendo po.to igual-
mente o outro fora de combate, precipiu-
ram-se para a escada a lira de subirsm ao cos
vez. Tiverabom exito o seu ardil. Nesta
momento sahio-lhes d (rente Joeq nm dos
Sautos, unicamente armido de um pedac.0
de madeira que por acaso eiicoctrdra. Ca-
bin sobre elle a onda dos faciuoras e travou-et
uma luta terrivel.
Os primeiros pirates tiveram de retro
ceder perameos golpes do bravo portuguez
tnas voltaram A carga. e o resultado nat
podia ser duvidoso n'este combate dte ua
boraera quasi inerme contra d*z, armado;
de punbaes, espadas e macb-idos. Coiatu-
do, aproveilando um momento em que o;
piratas baviam recuado perante a sua resis-
tencia desesperada, Joaquim dos S nt/x
procurou subir ao convez para feebsr o por-
talo.
N'este momento um golpe d macbadc
pertia-Uie o femur, e, ferido na eabeca, nc
peito, retalhado de cutUadas, mas lutandc
sempre, o portuguez cahio por fim, e. pas
sando sobre o seu corpo easangu^ntado, a
borda de assassinos, precipitou-se sobre a
convez. No carpo d'este raarinbeiro en
contrarara depois os medic s que o exami
naram mais de 50 farimentos.
Emquan'.o se passava o quo acabamo:
de contar, ou ro trogo de pirates, logo qut
vio o arruido causado pela desirdem do;
jogadores, havia dividiJo as atle goes da tri-
pe lagdo, subio pela escada da pop*. 0 ca-
pitdo espantado do tumulto, dirigia-se pan
baixo, quando se enoontrou com este ines
perado perigo. Vio diante de si as horrenda
figuras dos piratas cniaez:.-, branJiaJo
os seus desapiedados alfanges, com grit-);
sinistros. 0 infeliz capitdo puxou pto seu
revolver e fez pontaria ao grupo.
(Conlinuat- se-ha.:
sigdo, descarregou uma terrivel bofetada a'
cigano.
Bizarro soltou um rugido. Cinta e Agu
cena deram um grito de terror, porque pre
viram o que ia succeder, e efTeetivainent'
succedeu.
No mesmo instante, sem que me Jiasse (
mais pequeno intervalb entre a provocagAc
e o castigo, o guarda cahio por terra come
fulminado por uma terrivel explosio.
Recebera na eabeca uma furioss paneadi
do arcabuz do cigano.
Os outros oito guardas puxaram das es-
padas e cahiram sobre Bizarro, que d'um
salto ganhdra distancia e lhes apontava o ar-
cabuz.
Cinta desmaidra, Agucena gritava, o es-
talajadeiro dava brados, e os que seguravair
os cavallos acudiam afim de cahir sobre
Bizarro.
Ao mesmo tempo ouvio-se um estampidc
e o repique dos sinos da igreja, que anuuo-
ciava a chegada da princeza dos Lrsinos.
Bizarro, ao pdr o arcabuz i cira, fizera
fogo e um guarda cabira raorto.
Apezar d'isto, o capitdo dos guardas, ao
ouvir o repique dos sinos, gritou :
A* cavallo I
E, como se Bizarro obedecesse tambem
esta voz, correu rapidamente para um dos
cavallos dos guardas, montou d'um salto,
metteu os pes nos estribos, voltou-o, cbe-
gou-Ihe as esporas e pirtio c ran um raio
em direcgao ao lugar d'ouJe eutre ouvoos
de p6 so via vir ao longe am cocbe i dot-
filada.
[Continuar-se ha)
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