Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17551


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Full Text
ANNO L. IVLHEfiO 14
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PA IIA A CAPITAL E JLUftARtiS OVDt. AiAO SE PAfcA POBTE.
Por trea mezes aduaUdos. ............... 6900O
Pot seis ditos idem.................. 12#00r>
Par um anno idem......* .; ... 24&00O
Cad* numero avulso.................. $320-
I y A DOMWSft 18 DE J&NEIRO DE 4874
f PABA BGITIC E FOB* DA P*OVl\l IA
Por tres mezes adiantados...............
Por seis ditos- idem................
Por nove ditos-idem .............
Por urn anno idem. ............. 87f000
RMMBIJCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FiLHOS.

Ot Sr. Ger&rdo Antonio lives* Filho,uo Para; Gon$aive8 d Pinlu, do Maraubao; Joaquim ioti de Oliveira&Fflho, no CearA; Antonio de Lvitius Braga, no Aracatj ; Joio Miria Julio Chates, no Assd; Antonio Marques da SM>a, ao Batal; Jose Justine
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Montetro da Franca, na Pasaujba ; Antonio Jose" Gomes, na Vtfla^a Pqnh**. Belarmino dos Santos Balcio, em Santo Antio ; Domingos Jos*" da CostaBraga, emRaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das ALagoas; Aires d C., na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio jde Janeiro.
K
PARTE OFFICIAL
(ovei'iui dia provincia.
KXTUMEXTE DO 1)1 A 11 DE Ol'TUlIRO DS 1874.
2.J secciio.
Actos.
0 presidente da nrovincia, attendendo ao iue
requereu o bacharel G-aspar de Vasconcellos Me-
nezes de Drummond, promoter publico da comar-
ca da Escada, resolve conceder-lbe prorogacao,
por mais 13 dias, da licenca que goza paia tratar
de sua saude.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
r-quereu o capiteo da i' companhia do 3* batalhao
de infantaria da. guarda nacional deste mnnicipio,
Jose Eieuterio de Azevedo, e a vista do parecer da
junta de saule, fe de officio, e informacao do com-
mandante superior respectivo em uflicio n. 705 de
,'W do inez proximo passado, rcsolv>, de conformi
dade com o dispcsto'no art. 69 da lei n. 6 '2 de 19
de setembro de 48uO, tran>ferir o dito capital pa-
ra o servico da reserva, ficando aggregado ao 2
batalhao do dito service.
Officio : .
Ao commandante superior do Ouricury.
Fxpeca V. S. as suas ordens, afim de que ao dele-
a ido de Ouricury sejara prestedas as pracas que
requiitou pais auxiliar a guarda da cadeia dessa
localidade duran'.e 0 periodo da variola.
3.' secf&o.
Oificios: ....
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Recoramendo a V. S. que a vista das relacdes no-
tninaes e prets juntos em duplicata que me foram
remettidos pelo commandante superior io'-erino de
Flores, com orBcio de 15 de setembro deste anno,
mande pagar o vencimentos do destacamento da
guarda nacional existente em Villa Bella, concer-
nentes aos metes de julho e agosto deste anno, con
forme indicam aiueiies docuiiieulos.
Ao mesmo. Alt--ndendo ao que requereu
iuio de Assis Pereira Rocha, 2* escripturano no-
u.-ado para a alfandega do Rio Grande do Sul. re-
solvi prorogar por mai 30 dias o prazo que lhe
i'oi raarcado por esta presidencia al'un de scguir a
s<}U destino ; o que coramonico a V. S. para seu
conheciruento e devidos tins.
Ao mesmo. Iraasmitlo a V. S. a folha, re-
u;ao nominal e prel juntos em duplieata, alim de
que manite pagar a qaem se mo-trar corapetente-
nic-ute habilitado os veucimentos do destacamento
oU guarda nacnmat esucionada na villa de Gara-
nr.uns, relatives ao mei de setembro nlUrno, por
assim haver solicitado o reapectivo commandante
superior interino em oiBcio de 3 do corrante.
Ao mesmo. Inteir&do de quaato expoz V. S.
oiu teu officio de 9 do corrente n. 49i serie E,
acerca da faiu ds credito na respeeuva verba pa-
ra o pagameuto da quanlia de 804 a Augusto
Cicrs, proveniente dos medicamentos homeopaihi-
03 destinados ao curative dos indigentes accom-
iiiettidos de variola na villa do Cabo, tenho a di-
z4r que mande effectuar semel ante pagamento
sob responsabilidade da presidencia, vuto aehar-
comprebendido nas duposicdes do decreto n_
5.884 de t de level eiro dc 1862.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Ddierindo o requerimento de Jose Ignacio d'Avila,
::.-. .rnatante da obra do paco da assemblea pro-
vincial, autoriso V. S a exonerar, nos tcrmos de
joa informapao de 29 de setembro ultimo, da ga-
rantia da sua iianca, os predios pertenceutes ao
referido arreraataute, cujo valor excedor ao de sua
rrsponsabilidade.
Ao mesmo. Attendendo ao que requereu a
profeasora publica da Venda Grande, Auna Ber-
carda Silva GosU, a a sua informacao de 7 do cor:
reate sob n. 451, autoriso V. S. a mandar pagar a
supplicante a importancia relativa aos sens urda-
ii*dos dos mezes de junho e julho ultimo-, em que
e.-teve f&ra do exercir.io da cadeira, por docnte.
4' sec<;ao.
Odicios:
Ao Exm. Sr. sresidente da provincia do Rio
Grande do Sul. Tomando em consideracao o que
requereu Joao de Assis Pereira da Rocha, 2- es-
cripturario nomeado ullimamente para a alfande-
ga dessa provincia, resolvi prorogar por mais 30
uias o prazo que por esta presidencia lhc foi mar
cado aum de seguir a seu destiao.
0 quo Ievo ao conhecimento dc V. Exc. para 02
devidos effeitos.
Ao Exm. Sr. D.-. Jose Evaristo da Cruz Gou-
v ,i, 3* vice presidente da provincia da Parahyba.
Accuso a recepcao do officio de 20 de setembro
proximo findo sob n. 2.530, em que V. Exc. mc
participou haver assumido naqaella data a admi-
nistracdo dessa provincia, na qualidadc de seu 3
vice-presidente.
Aproveito a occasiao para apresentar a_V. Exc.
15 meus protestos de estima e consideraQao.
Portarias:
A' Illm. camara municipal do Recife. Pro-
iueltendo em pouco tempo povoar se em toda sua
extensao 0 arrabalde Torre, lembro a Illm. cama-
ra municipal do Recife a convenieocia de man-
dar, desde ja, tracar os arruamentos que devem
at observados na edificaQao.
A' mesma.-Declaro a Illm. camara municipal
do Recife era resposta ao seu officio de t do cor-
reate, que em vista de sua informacao em data de
8, concedo autorisou para lavrar se terrao de ar-
jemata^ao do imposto de 120 reis por carga de fa-
rmha e legumes vendidos nos mcreados publicjs
de S. lose e Boa Vista desta cidade, pelo tempo
de um anno, em favor de Manoel Domingos da
Silva.
A' camira municipal do Bom Conselho.
Km resposta ao officio 4a camara municipal da
vilia do Bom Conselho, de 29 de setembro findo,
tenho a dizer que approvo a arrematacao dos im
fioslos de qne trata 0 mesmo officio.
5.* secQ&o.
Officio :
Ao adrainistrador interino do correio.Re-
commendolhe que, com a maior brevidade possi-
vel e do modo p-jr que achar mais conveoiente, fa-
r;a chegar 00 sea' destinatario na fregaezia de
t-'loiesta os dous caixdes que a este aeompanham,
ps quaes contem listas de familia e mais papeis
para 0 recensearaento que se tern de proceder
na dita freguezia.
Portaria :
Os Srs. agentes da companhia de nave-
gacao brasiletra raandem dar passagem de
votta para a cOrte por conta do ministeno da
gnerra, no vapor Bahia, procedentc d? norte, a
esc veio condunndo senteneiados civis e railitares,
a qual 6 composta ds pracas coastautea da in-
clusa relaclo nominal.
Relarao a que te refere a portaria supra :
V cade'te 2' sargeate Rodrig-> Anv>nio da Fon?e
a Lassa, s'ldad"s, Manoel J)iui( de Sant'Anna.
loo Bella rmino de S.)ii7,3, L'jorenjo Mathias de
Oliveira, Manoel do Canoo do Nascimento, J0J0
Felix de Sonza, Victorino Manoel das Dores.
EXPBDIEME DO S'CRBTAWQ.
i. aCf Ao brigadeiro commandante das armas.Sna
Kxc. 0 Sr. presidente da provincia, tendo provi-
denciado para qae recretse a eorte no rapor Ba-
hia a escolu qua d'alli relo cooduzindo seotencia-
dea civis e miutares; aasio o manda eommaniear
a V. Exc. au rasaoata ao saa officio de nontem
daudo, sob n. !,60t.
Ao nsftmo. Saa Exc. e Sr. presidents da
posta ae seu officio de 30 de setembro ultimo, sob
n. 962, qae a pretencao do senteaeiado Luck) Al-
ves ja'toi defurida, e ate, seguodo informa a the-
souraria, acha-se iacluida na respectiva folha pa-
ra ser paga a pensao; e que quanlo a dos senten-
eiados Benedicto Antonio Leonel e Jeronymo Lean-
dro de Oliveira, obtiveram os seguintes despaellos: Beojamin Pinto Nogueira.
- aguarde 0 supplicante a ordem do tkesonro ; a
e este < aguarde o supplicante a expedicAo da
competeuie cam para ter lugar 0 pagamento da
pensao.
2' secgao.
Oificios :
Ao commandante superior de Garanhuns.^
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S. que'nesta data expedio ordens a the-
souraria de fazendi autorisnndo 0 pagamento dos
vencimentos da gilarda nacional, de que trata 0
seu officio de 3 deste mez.
Ao commandante superior de Flores. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S. que a thesouraria de fazenda foi autorisa-
da nesta data a pagar os vencimentos do destaca-
mento da guarda nacional, existente era Villa Bel-
la, relativos aos mezes de julho e agosto deste an-
no, conformo solicitou em seu officio de 15 de se-
tembro ultimo.
Ao commandante superior do Recife. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., para os devido' fins, que por porta-
ria do hoje foi transferido para o servico da re-
serva e nundado aggregar ao 2' batalhao respec -
livo o capitao da 2' companhia do batalhao n. 3
de infantaria da guarda nacional deste muaicipio,
Jose Eieuterio de Azevedu, de quera trata 0 seu
officio n. 705, de 30 do mez proximo pasaado.
a.* secrao.
Officio :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.-0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que deferiu a peticao
de Jose Ignacio d'Avila, arremetante da obra do
paco da assemblea provincial, de que trata 0
seu offi :io de 7 do corrente sob n. 370 ; e expe-
dio ordera a thesouraria provincial para exouera-
lo da fianca relativa ao excess de responsabili-
dade.
CXPBDIBNTE DO DtA 13 DR 0UTUBR0 DE 1873.
2.* ucqao.
Actos :
0 presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o bacharel Francisco Gomes Pinto da
Campos, juiz substitute da 1* vara civel da co-
marca de Pao d'Alho, resolve prorogar por 30
dias, com vencimentos na forma da lei, a licouca
que lhe foi eoncedida por portaria de 10 de se-
tembro ultimo para tratar de sua saude onde
lhe convier.
0 presidente da provincia, attendendo a
proposta do tenente-coronel commandante do 8*
batalhao de infantaria, sobre a qual informou o
respecti v > commandante superior em officio n. 702
de 19 do mez proximo passado, resolve, de con-
forraidade com o disposto no art. 48 dajlei n. 602
de 19 de setembro de 1850, nomear para o dito
batalhao os officiaes seguintes :
l. companhia.Tenente, o alferes da 7*, Joao
Domingos da Costa Lages.
3.' companhia.Capitao, o tenente da 3", Tbeo-
tonio Joao da Cunba; tenente, o alferes da 4*,
Francisco de Assis Costa e Silva.
*. companhia. -Alferos, o guarda, Hortencio
Soares Pinto Correta.- .
5.* companhia.Capitao, o tenente da I", Jero-
nvmo OJon Ferreira Cabral.
?. companhia Alferes, o guarda, Antonio
Lniz Pereira Dutra.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Or. chefe de policio em offi-
cio n. 1.746, de 10 do corrente, resolve nomear
para os enrgos do 1 e 2 supplentes do subdele
gado do districto do Exu', do termo de igual nome
os cidadaos seguintes, na ordem em que vao col
locados : Cesario Goncalves de Albuquerque,
Alexandre Geraldo de Carvalho.
0 presidente da provincia, attendendo ao que
reguereu o tenente Jose de Mello Montenegro, o
informou o coramandaute superior da guarda na-
cional do mnnicipio de Goianna em officio de 4
do corrente, resolve que seja dada ao dito tenenie
a guia de que trata o art 45 do decreto n. 1,130
de 12 de marco de 1853 para esta capital, onde
tem fixado a sua residencia.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policiaj em offi-
cio n. 1,745 de 10 do corrente, resolve nomear
para o cargo de 3* supplente do subdelegado do
f districto do termo ae Ouricury o cidadio An-
tonio Eslulano Maria Seixas.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em officio
n. 1,745 de 10 do corrente, resolve nomear para
o eargo de subdelegado do districto do Serra
Branca, do termo de Ouricury, o cidadao Reno-
vate Rodrigues da Silva.
0 presidente da provincia, a vista do officio
do Dr. chefe de policia, n. 1,746 de 10 do corren-
te, resolve exonerar dos cargosde 1* e 2 supplen-
tes Aisubdelegado do districto do Exti, do termo
de igual nome, o tenente Jesuino de Araujo e
Albuqnerquo e Francisco Benevidos de Alencar.
0 presidente da provincia, a vista do officio
do Dr. chefe de policia, n. 1.745 de 10 do cor-
rente, resolve exonerar a bera do servico publico
do cargo de subdelegado do dislriete de Serra
Branca, do termo do Ouricury, o cidadao Joaquim
Justo da Cruz.
0 presidente da provincia, a vista do officio
do Dr. ehefe de policia n. 1,745 de tOdo curren-
ts, resolve exonerar do cargo de 3* supplente do
subdelegado do 1* districto do termo de Ouricury,
o cidadao Luiz Bezerra de Menezes, por se ter
mndado para fora do districto.
0 presidente I da provincia, attendendo ao
requereu o alferes do corpo de policia, subdele
C'o do 4 dislrictq de Capoeiras, do termo do
ito, Antonio Joaquim de Barros Lima, resolve
conceder-Ihe 15 dias de licence com vencimentos
na forma da lei, para vir a esta cidade bnscar
sua familia para o I igar oude reside.
Offleios :
Ao commanda lie superior de Goianna.Ao
tenente Jos6 de Mell > Montenegro, de quern trata
seu officio de 4 do corrente, mande V. S. dar
para esta capitsl a i ;nia de que trata o art. 45 do
decreto n. 1,130 de 12 de marco do 1853.
Ao juiz manic pal do Triumpho. Bevendo
ser publicado nesla capital o edital desse juizo,
que poz a concurso as serventias dos offleios de
( e t* tabelliio e mais annexos do termo de
Triumpho, e tendo fine, deixado de enviar eopia
desse edital ; e nao podendo mais chegar a tem-
po, de modo a ser ( bservada a lei, lhe recommen-
do qne sejara de ncvo postos em cencurso com
ontro ditil, 'imtt' ndo Vmc. I050 copla An mes-
mo para sr aqui p kliiieadA-
Ao command* ute do corpo de policu. Lx-
peca Vmc. suas ord ns, logo qae este receber, para
que cinco praras d > destacamento existente em
Cruangy sigam para Timbaiiba, a dlsposicio das
rei)ectivas autorid,des policiaes.
Act0 u u
0 presidente _da provincia resolve abnr^sob
Officio*:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communieo a V. S., pan os devido* tins, qne a 8
do -corrente entrou no gozo da licenca de 30 dias,
que lhe foi eoncedida por portaria de igual data,
ao juiz de dtreito da comarca de Buique, bacharel
prQYiQCia HMda CMunoaiCM V. Kxc, ffi res- piwl,
sua respi-nsabilidade, nos termos do decreto de
da feverelro de 1861 0 credito de 5:00 socc-rros publicos-t-doministe io do imperio, para
aaxilti" 5-'iiia Ctisa de Uiserleoroia no inmiio
!ig'Mites."t-- 1? da var:
grande ii 'sid '
au
de cuur 0- i.i
U rrrassan^o com
.
- Ae mesmo.-Mande V. S. por a disposicao
ia junta admiaistrativa da Santa Casa aa Miserieor-
dia a qnantia de 5:0004 para auxiliar 0 tralamen
10 dos indigentes itacados da variola, abrindo uma
nova enfermaria ou augmentaudo as existentes no
hospital Pedro II.
Ao mesmo. Trausmitto a V. S. a inclusa
portaria por copia, para seu conhecimento e devi-
da execucao.
Ao inspector da thesouraria provincial.-Ex-
peca V. S. suas ordens ao sentido de serem abo-
nados 2 mezes de soldo a 1 cabo e 3 pracas do
corpo de policia, que vao destacar no districto de
Pimenteiras, contandose esse abono do 1.* da cor-
rente ao ultimo de novembro vindouro, conforme
solicitou 0 respectivo commandante cm officio de
9 deste mez, sob n. 579.
Ao mesmo.Mande V. S. indemnisar aos
cofres da secretaria de policia a quantia de 9J60O
co us tame da conta jnnta, abonada a 3 criminosos
que seguiram para 0 termo do Buique, onde fo
ram responder ao jury ; na conformidade do quo
solicitou 0 Dr. chefe de policia era officio de 27 de
setembro ultimo.
Ao mesmo.Communieo a V. S., para seu
conhecimento e fins convenientes qua nesta data
reassumio 0 exercicio de chefe do archivo da se
cretaria desta presidencia 0 bacharel Jefferson Mi-
rabeau de Azevedo Soares, renunciando 0 res to da
licenca de dooi mezes que lhe foi eoncedida por
portaria de 13 de setembro ultimo.
Ao mesmo. Communieo aV. S., para os fins
convenientes, qua nesta data cencedi 15 dias de
licenca, com vencimentos na forma da lei, ao alfe-
res do corpo de policia, subdelegado do 4. distric
to de Capoeiras, do terrao de Boaito, Antonio Joa
quim de Barros Lima, para vir a esta cidade bus-
car sua familia para 0 lugar em que reside.
4.' secgao.
Offleios :
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Em resposta ao officio de Y. S., de 11 do corren-
te, tenho a dizer'lhe que approvo 0 procedimeuto
da junta administrate dessa Santa Casa, devol-
vendo ao vigarib da freguezia de Sante Antonio
desta cidade a copia da communicacao do Exm.
bispo diocesano sob 0 titulo de sentence de inter -
dicto, para dar-ihe 0 destino que for mais conve-
nient';, por nao poder archiva-la na secretaria, vis-
to ser contraria as leis e decisdes do goveruo im-
perial, e recu mine ndo a mesma junta que mante-
nha a posies > que assumio.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
-Acabo de providenciar para que seja posta a dis
poslcao da junta administrativa dessa Santa Casa
a quantia de 5:000*, alim de habilita-la a abrir no-
vas enfermarias ou augraentar as existentes no
hospital Pedro II, para receber os indigentes que
forera accommettidos da variola; 0 que corarau
nico a Vmc. para os fins convenientes
Ao Dr. inspector da saude public*.-Remjt-
ta Vmc. com argoncia a ceretaria dMta presiden-
cia uma carteira com medicamentos homeopath)-
cos, afim de ser remettida para b termo de Ouri-
cury, com destino ao tratamento do3 indigentes ac
com'mettidos da variola.
Ao commissano vaccinador provincial.Re-
metta Vmc. com urgeocia a secreuria desta pre-
sidencia alguns tubos de pus vaccinico, afim do
serem enviados para S. Lourongo da Malta, onde
esta grassando a variola.
Ao mesmo.-Remetta Vmc. com urgenciaao
Dr. chefe de policia alguns tubos de pus vaccinico,
comdostino ao subdelegado do districto de Bebe-
ribe.
Ao juiz de paz nuis votado da freguezia de
Santo Antonio desla cidadePara orgaoisacao
dos mappas estatisticos, de aue trata Vmc. era seu
officio de 23 de setembro findo, pode mandar seu
eserivso ao archivo da lllma. camara municipal
desta cidade tomar as necessarias notas, ou, rae-
diante recibo, levar os livros para esse fin, con
forme opina a mesma lllma camara em sna infor-
macao de 8 do corrente.
Portarias:
A' camara municipal da villa de Serinhaem.
Conntando a esta presidencia que esta juramen-
tado um dos juizes de paz eleitos para a parochia
de Gamelleira, determine a camara municipal da
villa de Serinhaem que remetta ao sobredtto juiz
de paz os livros e papeis necessarios para a elei-
cao de vereadores qne deve ter lugar na 3* do-
mioga do corrente mez, por quanlo aelle compete
presidir a eleicao parochial; 0qne na) foi ante-
riormente declarado por esta presidencia na per-
snasao de que nenhnm dos juizes de paz d'aquella
parochia acceiura 0 mandate, em vista do que
communicou essa camara em officio de 10 do
corrente.
A' camara municipal da villa do Brejo.De-
clara a camara municipal da villa do Brejo era
resposta ao officio de 30 de setembro findo que
concedo approvacio a arrematacao dos impostos
de que trata 0 mesmo officio.
Circular as cameras municipaes da pro-
vincia. Para dar cumprimento ao aviso circular
do ministerio do imperio, de 25 do met findo sob
n. 9326. junto por copia, recommendo a camara
municipal de.....que com a maxima argencia
roraetta-me um quadro de suas rendas no ultimo
triennio.
5'. seQC&o-
Offleios :
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Em resposta ao seu officio de II do
corrente sob n. 372, pedindo antorisacao para con-
tractar a limpeza dos ornates de pedra de cantaria
do theatre Santa Isabel, tenho a dizer lhe que
essa despeza de/ecorrer por conta do respective
cootractanle, visto corao, tendo elle obrigacao de
cntregar a dita obra toda guarnecida de branco
e limpa, nao seconprehende qne 0 faca, deixando
suj is aquelles ornatos.
Ao mesmo.Informe Vmc.sobre 0 quo no-
ticia a Revitta Diana de hoje, com rela-jao ao
rebaixamento do ctlc imento da rua de Barrelo
de Menezes, obrigando 0 respectivo ex-contraclanle
a mandar repara-lo, nos termos de seu .con
traeto.
Ao mesmo. Nenhuma duvida tem a ca-
mara mu icipal do Recife, seguado me commu-
nicou em officio de 8 do corrente, inforraando 0
de Vmc.. de 4 sob n. 364, em conceder licenca
a compannia Recife Drainage para collocar a sua
custa n j becco do Norooha uma port a que se
presto ao servi;o da valvnla qae alii tem a refe-
rida companhia, uma vez que seja a dita porta
abertadolado do menclonado becco.
Ao euguilieim Man-id de Barros Barreto.
Queira Vmc. emittir 0 seu panMe? sobr* as
inclusas propostas, qae me serao devolvidas, para
a construccao de uma estrada de ferro de Goy-
anna a Timbaiiba.
KXl'EMENTE DO SECRETABIo|
2'. secciiQ.
Offleios :
Ao Dr. chefe de polieia.-De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, transmitto a T. S.'os
tituios juntos de nomeafao de subdelegado do dis-
tricto de Serra Branca, do 3* supplente da i,'
districto do termo de Oaricary aos 1* e % sup-
, que es- j pVntes it de ixti, de conformidade com as nro-
la ca- n & '' cm offleios ns. 1,745 0 !,7o de
Ao masmA De ordem de S. Exc. 0 Sr. pro-
sidente^aprovmcia, communieo a V. S., era addi-
tameatekao man officio daudo de 29 de setembro
proximd passadn, que foram expeJidas as couve-
nientes prdens a thssuuraria provincial em satis-
fagao da qaasolicitou V. S. em seu offi.-io de 27
daquelli mez.
All ineanwr- Ficara dadas as providencias
pua serein ranetiidos a V. S os tubos do pus
vacciaiep do 4tte trata 0 seu officio de 10 do cor-
rente sub n.'r^43. que fica assim rcsponlido, do
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia.
A9commandante superior da guarda na-
ciontl 4o Recife. -O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia mania declarar a V. S para os devidos
fins, qua ne3ta data foram nomeados para 0 8 ba-
talhao ce officiaes consumes da relacao junta, de
conformidade com a proposta que veio annexa ao
officio do V. S., n. 702 de 19 do mez proximo
findo.
Ao bacharel Benjamin Pinto Nogueira, juiz
de direlto da comarca do Buique. O Exm. Sr.
presideate da provincia manda declarar a V. S.,
era resposta ao sen officio de 8 do corrente, que
ficou itieirado de ter nessa data entrado 11 > gozo
de 30 dias de licenca, que lhe mi concedila por
portaria de igual data.
Mcommandante do corpo de policia.Sua
Exc. 0 Sr. presidente da provincia manda cosnmu
oicar a V. S. que expedio ordera a thesouraria
provincial no seniido de ser feito 0 abono, do que
trata 0- sou officio de 9 deste mez sob n. 579.
4'. seccao.
Officio :
%) 1 secretario da assemble 1 provincial.
N. 14-De ordem do Exm. Sr. presidente da pro
vmcia^rogo a V. S. que providencie no seutido de
ser foNtocida com urgencia a esta secretaria a co-
pia de am projecto de post urn da camara munici-
pal da villa de Triumpho, que foi submettido a
apreciacao da assembler legistativa provincial era
officio de 13 de abril do aino passado sob n. 93.
OBSl'ACHOS DA PBKSiOKSCI.i. DO DIA 16 OE 1.VSEIR )
db 1874.
Bacharel Antonio Goacalves Ferreira.-Passe
portaria concedendo a licenca pedida.
Augusto Pater Cesar.Iudeferido.
Antonio Correia de Vasconeello*.Deferido cotj
officio desta data, dirigido a thesouraria de fa-
zenda.
Aatonia Francisca da Hora. Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Eduardo Frederico Banks Junior.Sim, com re-
cibo e nao havendj ineonveaiente.
Bacharel Gaspar de Vasconcellos Menezes de
Drummond -Passe portaria.
Herminio Ferreira da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joao Severiano Carneiro da Cunha. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos* Bonifacio dos Santos Merguittao. Passe
portaria.
Jeronymo Theotonio da |Silva Loureiro. A-
gnarde o supplicante o resultado do processo, que
se lhe mandou instaurar por ter abaudooado a ca-
deira sem licenca.
luvencio Silvmo Soares de Freitas. Informe o
Sr. <:<.>m'iianu_i!ild superior da guarda nacional dos
mnnicipios de Santo Antao e Escada.
Manoel. Ao Sr. juiz de direito das executes
para attender ao supplicante como for de jus-
tica.
Padre Manoel Francisco Pereira.0 supplicante
junte attestadu da respectiva camara municipal ou
do delegado de policia.
Maria Salami de Moura Mattes. Inforrae o Sr.
inspector da thesouraria de fazendi.
Manoel Alvos Barbosa.Aguarde o supplicante
decisao do goveruo imperial.
Tenente-coronel Pedro Pessoa de Siqueira Cam-
pos. Informe o Sr. director geral das obras pu-
blicas.
Vicente Ferreira dos Sintos.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
ilcjjm-ticao li policia.
!.' eccao. Secretaria da policia de Peruambuco,
17 de Janeiro de 1874.
X. 83.Illm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que hohtem nao foi recolhido individuo algura.
0 delegado do Limoeiro communicou-me em
officio do 11 do corrente que, segundo lne partici-
para o delegado do Bom Jardim, foi alii captura-
do o criminoso de morte Joao Jose de Sant'Anna,
conhecido por Joao da Rosa, depots de grande re-
sistencia, da qual sahiram feridos o mesmo crimi-
noso e uma praca da cscolta que o prendeu.
Em datade 13, cimmunicou-me ainda aquello
delegado que, as 8 horas da noite do dia 10, no
lugar Alogoa Comprida, do districto daquella villa,
Joao Francisco de Araujo, assassinou com nm tiro
de claviuole a Alexaudro Pereira da Silva, logran-
do evadirse, qua o respectivo subdelegado fez o
competente iaquerito e remelleu-o ao Or. juiz mu-
nicipal do termo.
Por officio de 11, communicou-me o juiz mu-
n'cipal de Ciinbres, que ja se acha recolhido a res-
pectiva cadeia, Antonio Loureaco da Silva, pro-
nunciado alii em crime dc moefa falsa.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
raendadnr Henrique Pereira de Lucena, dignissi
mo presidente da provincia. 0 chefe de policia,
Antonio Francisco Correia de Araujo.
ferar contra o rainistro e centra o govern inglez, mente fuj removidov pelo convenio de t9 de
DlARIODEPERNlMBLTiJO
Retrospect* politico do anno dc
1898.
RECIFE, 1 DE JANEIRO DE 1S74.
II
Conroderavau Argentina.
A orgulhosa eonfederacao, cuja soberba capital
Bnenns-Ayresassenta garbosa na fertil mar-
gem occidental do Praia, a Republica Argentina, vio
ainda escoar-se o anno de^l873 entro os mesmos
cuidados e apprehensdes, que foram o martyrio
dos seus homens publicos, em 1872.
Difflculdades impertinentes na politica externa,
difflcaldades crudelUsiioas no interior: eis a synthe-
8 desse anno, qae todavia nao lhe foi de resultados
puramente negative.
Na pelitica extenor aatolharara-selhe difflculda-
des nao so com a Inglaterra e com a Italia, mas
tambein com a Bolivia, com o Chile, com o Peru,
com o Uruguay, com o Paraguay, e fiualmente com
o Brasil.
As matancas do Tandil e outras depredagoes,
commettidas pelos indios semi-barbaros que de
continuo invadem as frenteiras mal goarnecidas
da republica, levarara o eucarregado do negocies
da Inglaterra a roclamar cm 1872, garaatias para
as vid.n e propnedades dos inglezes estabelecidos
no patz.
Nio apparecendo eaaas garantias, e, pelo con- publica
trario, coatinuando as correrias dos iudios e as
suas consequentes malversacoes, o minislro ingl z
vio-se forQidoa recorrer ao gabinete de S. James;
e lord Granville, interviado no assumpio, fezscien-
te ae governo de Buenos-Ayres qne, ae nan, to -
masse providencias para evitar oa excassos que
prejudicavain os subdius briUnnicoarbsniaates na
republica, ver-ss-hia a Inglaterra na Jura neces-
sidsdede Impedir a emigracao para ili, bem
assim a oortar todas as relacdes interpacionaa*.
Tanto bastoo para qne a imprens* argentioa, oa
forma do Ma nrousiler to^m), entraase a vh
aggravamlo assima situacao, ja de si mesmo gra
ve pelos successos que a crearam.
Desde eatao como quo ficaram e^tremecidas as
relacSes entre os dous paizes, esse estremecimento
ainda perdura e perdurara, por isso que ainda nao
cessarara as correrias dos indios nem e licito pre-
ver quando cessarao, e portanto os interesses in
glezes se acbam sempre ameacados e sem garaa-
tias, que a incuria do governo argentino nio tem
podido detenninar.
Com a Italia, posto que de muito menor monta,
nem por isso deixa de ter um certo valor a diffl-
culdade sobrevinda era 1873.
Foi o casoque o arcebispo deBueno3-Ayres, em
uma pastoral dirigida ao seu rebanho, publicada
na imprensa e Ii la nas igrojas, emittio ideas de
todo ponto offen carregado de nexocios ua republica pedio explica-
tes ao governo argentino, perguntaado-lhe se
partilbava essas ideas.
Dou-se troca de notas, e o presidente Sarmient >,
respondendo ao rainistro italiano, servio-se de uma
linguagera raanifeslamente capciosa e evasiva, se-
nao mintelligivel e extravagante, que certo nao
pode ter agradado ao ministro de Victor Emma-
nuel, que sem duvida, levou o occorrido ao co-
nhecimento do seu governo.
Em todo caso ficou de pe" a reclamaeio, e e de
crer que o governo de Roma, nao contente com a
resposta do de Buenos Ayres, prosiga era seu in-
tento, nao deixando quo passe descuidosamente
objecto que interessa aos seus creditos de hoara
na republica platina.
Com a Bolivia precedent as diffl'uldades dos di-
reitos que ambos os paizes allegam ter sobre o ter-
ritorio do Chaco, de que esta de posse o Paraguay.
E' aeterna questaode litnites, aggaavada em 1872
pelo procedimento descortez do g >verno argentino
com referenda ao Sr. Rays Cardoni, plenipoten-
ciario da Bolivia em Buenos-Ayres.
Tal como o deixou e-sa questao o anno de 1872,
assim se acha ella, e assim volve ao inno de 187i,
sem que um passo tenha dado a Republica Argen-
tina no seotido de solve-la.
E' ella nm motive de senos cuidados para os
povos interessados, visto como, persistindo o go
verm argentino na sua politiea conquistadora e
aggressiva, 6 bem possivel que os seus interesses
se choqaem violentamente com os da Bolivia, e
d'ahi todo um future de ameacas, que bem podem
ter funestas consequencias.
Com o Chile nio 6 menos difflcil a situacao.
O pomo de discordia entre os dous paizes 6 a
Patagonia, o estreito de Uazalhaes, de que tem a
posse o Chile, e cuja propriedade a Republica Ar-
gentina dispute ha longos anno?.
Era 1873, por occasiao das sessSes secretes do
senado argentino, e dos boatos adreJe propalados
de allianca entre o Chile e o Brasil, e de propostas
de allianca entre a Bolivia, Peril e Republica Ar-
Sentina, recrudescera'n as animosidades entre os
ous paizes, e foram trocadas algumas notes eiva-
das de palavras venenosas, de arrogancias extra-
vagantes, e de conceitos menos justos.
D'ahi resultou um mao ester bastante grave, que
n'um future talvez proximo, pole produzir pessi
mos effeitos e quiea uma guerra fatal ao) dons
paizes, se estes nio vierera a um accordo, alias
taniO mills Uinli.ll, quoulu maior S a orr igonji, da
Republica Argentina, que procura a todo transe
assenhorar-se da Patagonia.
Com efleito, seguindo 03 seus pianos, o governo
de Buenos Ayres apresentou ao respectivo con
gresso um projecto de cole nisacao que abrangia o
lerriterio comprehenlido entre o Rio Negro, o At-
tlantico, os Andes e o estreito de Magalhaes, isto
e, toda a Patagonia ; e por tal forma quiz oston-
tar direitos, que estao longe de assistir-lhe.
Nao passou desapercebido o negocio do ministro
chilono em Buenos-Ayres, e este diplomata pro-
testou solemnemente contra esse acto, declaranio
que o governo do Chile nio consen iria acto al-
gum qua offendesse ou offenda a sua soberania
em toda a extensao do territorio de que estava e
este em effecliva e pacifica posse e que tem o seu
limite natural no rio Sante Cruz.
Esse proteslo servio ainda mais para a^gravar
a questao, que assim volve ao anno de 1874 cheia
de amargas prevencoes.
Com o Perii tambem n5o pode ainda a Repu-
blica Argentina liquidar a sua questao do limites,
nao obstaote ter id > a Buenos-Ayres o Dr. Domin-
guez, em raissao especial do governo de Lima,
para o fim de regular as reclamacoes e queixas
E'.pois, mais uma difflculdade que contihua a
subsistir, e que sem excluir a possibilidade de um
rompimento ho?til, bem pode contribuir, de um
momento para outro.para accelerar uma crisc cruel
e desolante.
Com o Eslado Oriental do Uruguay, para o qual
a Republica Argentina continiia a olhar com olhos
cupidos, tambem algumas difflculdades teve e tem
esta potencia, nie so referentes a queixa sobre
contrabandos, fiscalisacie de rendas e sobre qua-
rentenas, mas tambem relativas a interfereucias
nos negocios internes de um e outre lado.
Queixou se outr'ora a Republica Oriental da in-
tervencio argentina na guerra civil do Uruguay,
por meio de remessas de armamento e municoes
passadas aos rebeldes; queixa-se hole a republi-
ca Argentina da interferencia oriental na guerra
civil de Entre-Rios, dizendo-se que era patenle a
remessa de armas e outros meios d guerra pa-
ra os rebeldes.
Como quer que fosse o governo argentino fez
oressao sobre o oriental, e este, depois de consul-
tar a commissao permanente do respectivo con-
gresso, resolvcu quo, nao havendo lei que prohi-
bisse o comraercio de armas, faria escoltar ate a
fronteira a exportaqlo deste genero, alim de evi
tar que tomasse elle ontro destiao que nao aquel -
le para que fosse despachado.
Tanto nao bastou, porem, ao governo dc Bue-
uos-Ayres, que mandou vigiar o rio e conseguio
apprehender nas aguas orientaes, tres lanchas
carregadas com armamento, que se dizia dirigido
aos rovoltosos de Entre-Rios.
Foi uma nunifesta violacao dc territorio esse
acto de aprisionamento e contra Jelle protestou o
governo de Montevideo, pedindo explicates aede
Buenos-Ayres.
Estas. e certo, nio tardarara, e assegurou o
governo argentino qne tinha tornado providencias
no sentido de evitar a repeticao do facto apontado ;
mas a verdade, e que a vigilancia no rio persislio,
e que esse governo nao deixara passar qualquer
opportunidade qua se lhe ollereca de palentear a
sua arrogaucia, que tenta vez tem posto em prova
a pactencia e longauimidade oriental.
Como quer que sf ja, porem, foram esses objec-
tos outras tantas difflculdades extenores, e estes
difficuldados pers'stem esem duvida ainda nao
eossarao no anno quo comeca.
Com a republica do Paraguay as difficuldales
foram e sab de ordem muito mais elevada, e assen
tam principalmente na ambicio desme^da da Re
publica Argentina, cujos votes secretes, cujos
maisardantesanoekasaoa incorporacao daquella
republica no seu. urriterio, sao o aniquilamento da
autononiia e iuiipendencia do Paraguay; alias
garantidas no trajado de allianca do l. de main de
{885, e corrob, >radas nos tratados de paz e limi-
tes celebrados entre o Brasil e a desgracada re-
publica paraguaya.
En^ owe destos tratados alarmaram so os espiri-
tea na. Republic* Argentina, e o sea po.Yr.rno, sc-
casaado o d-i Brasil de iafldelidade io .r id > o>
sdliaaca, atirou se ao oampo (Jai recriraina. -
quasi da ago a am roiupunento hosti, qu^ bin
0-
vembro de 1872, assignado no Rio de Janeiro pelo
general Mitre, era nome do governo argentino, e
pelo raarquez de S. Vicente, cm nome do governo
brasile>ro.
Nesse eonveaio reconheceu o governo argentine
o pleno direito com que o governo imperial tinha
tratado separadaraente com o Paraguay ; e, conae-
quentemente confe-sou a falta de fundamento do
Lseu proteslo contra o uso desse direito, qae elle
mesmo sanccionou, declarando quo ia tratar sepa
radamente com aquella republica.
0 Brasil muitas vezes dcclarou cathegoricamea
te a sua lidelidade ao tratado do 1* de maio, e.
anciando para que a paz fosse coasolidada, obri-
gou-se a cooperar com a sua for .-a moral, quaado
fosse opportuno, para que as republicas platiaas
chegassem a um accordo amigavel, a respeito dos
tratados definitivos a que se'refere o facto da al-
lianca.
Cumpria, pois, a essas republicas iniciarem ne-
gociacdes para tal fim, tendo em vista prineipal-
raente a questao de limites, que era o unico ponto
serio dessas negociacdes.
Se a Confederacy) Argentina quizesse proceder
com generosidade e concedesse ao Paraguay am*,
linba divisoria, que nio encontrasse resistencia
na opiniio daquelle paiz, podia nao so afastar os
receios de conflicto, mas tambem destrnir os ger-
raens de desconfian^a a.-sente nos seus intentos de
absorpcio.
A Republica Argentina, porem, nio entenden
assim; e, querendo levar por d'avante os seus anbe-
los, ateve se a uma politica pequenina, odieota
e reprovada, nio so se ingerindo nos negocios in-
ternos do Paraguay, onde ja vimos que fomentou
a revolucio Caballero, mas tambem sustentando
os limites tracados no tratado do 1* de maio, sem
ter em consideracao o protoeollo annexa e os
seus propositos posteriores.
Nestas intenc&es, post.) que occultes, o govern*
argentino, apenas chegou a Buenos Ayres o geae-
ral Mitre, annunciou ao Brasil que ia envia-lo a
Assumpcio em missio especial, e solicitou a bo*
mea^io de ura enviado brasileiro, que desempe-
nhasse alii as premessas do convenio de 19 de no-
vembro, auxiliando o ministro argentino com a
sua forca moral.
0 Brasil, satisfazendo os desejos do seu alliado,
nomeou o barao d-< Araguaya para essa missio ,
e os dous plenipotentiary's seguiram para As-
sumpgao, onde os aguardava o governo para-
gaayo.
Alii chegados, abriram-se as negociacoes; e.
posto que estas fossem reservadas, desde logo en-
traram a correr boatos de que nullos seriam os
seus resultados, em face da attitude do mioistre
argentino, cujas vistas nio podiam ser partilhadas
pelo governo paragnayo, nem ta > pouco pelo mi-
nistro brasileiro, obrigado a manter a intogridade
dos tratados do Hra-il com o Paraguay.
Eotretanto as conferencias foram se seguindo,
ate qae, rebentando a revolta no Paraguay, tive-
ram um moraento de suspensio, para continuarem
apos o paciiicainento da republica.
Proseguiram com effeito as negociacoes ; mas,
pouco depois, foram suspensas e mterrompidas,
retirando se de Assumpcao os plenipotenciarios, e
declarando o argentino, n'um ext
ino curiou oo pnvernn
i naracuayo. qae ia
estsdo dessas nego-
dar conta ao seu governo do
ciacoes.
Apenas este facto loi conhecido era Buenos-Ay-
res, entrou a imprensa platina a discuti-lo apai-
xonadamente, sendo o Brasil o alvo dos seus fe-
rinos botes, por isso que atribuio-se a influencia
brasileira o eslado da questao de limites.
Entao o congresso de Buenos Ayres, que se
achava funccionando, (rabalhou em sessdes se-
cretas, e se disse que o objecto desias sessdes fo-
ram os tratados celebrados pelo general Mitre
com o Paraguay, sob a clausula ad referm-
dum.
Fosse esse ou fosse outre o assumpto dessas
sessoes, o que e facto e que o governo paragnayo
respondeu a um memorandum argentiuo com no
eoalTi-meimranduin uo qual justificou plena-
raento o seu direito ao territorio dispulado, e fez
salicnte a exorbitancia da republica platina no to
cante aos limites requeridos.
Entretanto houveram diversas conferencias, mm
Buenos-Ayres, entre o barao de Aragua>a, o pre-
sidente Sarmiento, o geoeral Mitre e o ministro
Tejedor, sem que nada disso podesse produzir nm
resultado satisfactory.
A questao dc limites com o Paraguay entrou,
pois, n'uma phase agudissima, e neste eslado ficou
ao encerrar-se o anno de 1873.
0 que resultara d'ahi A paz. certamente, se
o governo argentino quizer modiflcar a.- suas exi-
gencias, se quizer contentar-se com a linha do
Pylcomaio e com a neutralisaeao da ilha do Cer-
rito. A guerra, se, pelo contrario. persistindo
nos seus pianos cubicosos, quizer suslentar os li-
mites tiaeados no tratado do 1* de maio, isto e, a
linha do Bermejo, comprehendendo a iPia do Cer-
rito, chave do rio Paraguay.
Na previsao da guerra a Republica Argentina
irate de adquerir armamento e o demais material
requir.do, predispondo as suas fortelezas, com-
prando encouracados e possantes canhfies e todo*
os mais petrechos bellicos que a arte moderna tem
creado.
Achando-se o Brasil implicado nessa magna
auestao de limites, e continuando a ser virnlen-
tissima a linguagem da imprensa platina contra
os brasileiros e o seu governo, este julgon pro
denle pedir explicates ao de Buenos-Ayres acer-
ca dos armamentos em questao, e obteve uma res-
posta, amigavel sim, mas nao completameutc tran-
qui-lisadora.
Entretanto os armamentos coDtmnaram com
actividade, e era, e 6 visivel o mao humor argen
tino contra o Brasil, de quem se queixa o povo e
ate o governo, por meio de seus orgaos offlckwos,
por terem naufragado os seus votes, as suas am-
bi;oes o tentamens de conquista.
Desse mao humor teve o Brasil uma prova ple-
na n'um inci lento occorrido, no porto de Buenos-
Ayres, com o vapor brasileiro Cuyabd.
Foi o xaso que, trazendo esse vapor a sen bor-
do como passageiro o coronel paragnayo Riva
rolla, ao chegar em Buenos-Ayres, quiz a policia
aprisiona-lo, no que foi obstada pelo comraandan-
'.e do paqucte, que, por isso mesmo vio-se obri
gado a perraanecer no porto, porque negaram-lhe
a sahida e mandaram-n'o vigiar.
Sendo levado o facto ao conhecimento da le-
gacio brasileira, o barao de Araguaya, na ausen
cia do presidente Sarmiento e do ministro de es-
trangeiros, enteodeu se com o minislro da mari-
nha, qne, depois de insistir na prisao de Rivarolla.
concluio pela retsnc,ao do vapor ate ulteriores de-
liberacSes.
0 bario de Araguaya dirigio entao nun note
energica, posto qne paoifica, ao rainistro de es-
irangeiros, expondo o facto e protestandn por per-
das e damnos, contra a domora do yapor, e man-
dou buscar em Mootevi liJo duas cant-oneiras
para o caso de qualquer emergeocia desagradaveK
Felizmente, porem, chegandsi o ministro de -
trangelros da repubfica, e lendo a note, ordeaon
a saoi'la do p>(jn*te ; depois do que respondeu ao
*iarau'de Araguaya, sustenlando o direito qne 41-
zia. assistir a Republica Argentina de prender a
bJrdo do Cuyabd o passage*: Rivarol! i.
Solvida a qnesta> le facto, r-.~' >i pois, a ipa*-
Hn iin riirt-itn e o m'nHtro brvPi-iw nstenioo
dignameii. <<
[retto das geu.^s qu^ ... :lio*n i.
-



A


mm
^?feo de %mambuco 'Domingo 18 de Janeiro /./.
z^i
*,
T
rtdadc para I'TJW^H? bordu 4e um iiavto esf ran-"
geiro a xm ^ aaglro de wn^m'TOgo para eirtfo
A proveiUu af*entretaBto de inoiderUe, e dis-,
cutindo-o ao gMMneu sabor, a imprensa argen.
tina nio se deseuroa de asrwcar injurias e ca-
hiimrias ao Brasil, e do facto do ehamamento das
camoneiras, tirou illara* Hoetis, aggra*-****ado, por
assim dizer, as dilneuldtoVs ententes.
Estas sAo com cfteR* de cafaeter InquieMfcr, ft
-nao sera de adniirarfds o aanoquo eomoea seja
lesten.unha dec(Hisa toraa guerra, que toda*d8 coitr****** se nil-realise,
nio so cm hem da Mflinid**8*na$ tawaeai bo
interesse dos povos da America-io Sul
Seja cordata a IU'pabiica Argentina ; seja "tarn-
bem cordate o Paraguay ; atapire a ambos era-
sil; haja boa voatade de todos; e eert-anente o
trovao da 'guerra nao ribombara na America do
Sul, nem o incendio lavrara entre povos, antes
feitos para viverem em paz e aimsade, do >qae em
iuus e contendas.
X Republica Argentina tout muiias jue-io<'s a
liquidar ; ensnmbram a sua politica externa as
ditteuldades com o Chile, Bolivia, Peru, Uruguay,
Paraguay e Brail; tra la msanguentada no in
Mtoroma cruel revota-jab e contincas invasoes
-de'indios bravios; sente-se o seu comraercio amea
cado pela crise iinaneerra ; e intern sen* descanc)
os aeus partidos 1 0 que quer, pois, cssa repu-
*lica em meio de tantos embaracos t 1
Saiba ser prudente. Urn pedaco de territono,
4e mais on de meaos nao pode influir nos sen;
destinos, ao passoqaeumsgnBrra com o tmperio
1 he node ser fuacsta.
at dlieroos crm o imperio, perque niio queremos
aeJ>der vlslas mais longas.; fpo'ts do cnntrario di-
riamos com o CMte. com a-Bolivia, com o Peru,
e talvezcom o Uruguay"!
Sim; uraa gaerra entre a Republica Argentina
o fcrasil e o Paraguay, p'ode ser talve'z o ineen
dfopa America do SM,-vista pom 6 posslvel qne
o Ctille, o Per*,'a "Bolivia e o Uruguay nao sejam
iidifferentes a contenda.
Todos esses paizes nuirem qaeixas e descbnnan-
S contra a Republica Hatina ; e.'pois, lidos po
a querer liquidar as-suas Comas, e'cmao ai da
Repanlica Argentina.
"Mem se persuada o governo argentino que tera
afflsdoa'para a luta.nao 0 "Bra-il rsta n-s mc-
Ihoros relaces coin todns aqnel'es estados, ao
pS&to' que o mesmo se nio da com a Republica
Argentina, cujos interesses se ci.ocam com-es
rO lirasil nao lem nenhum tratado cont fesses
pallps; mas pode tel-os, pode a?ignal-os, da'mffs
ota f'^rnu porque celebrou o do 1.* de mato de
1885.
Portantn o maior interesse aa Republica Argen-
tina, esti na 'manuteng&vda paz tuta o Brasil, 8,
com os seas outros viiinhos. Portanto, ainda rosi
deesve interesse na ab'^tencao de pianos de con-
qflitta, em ilina [tdlitfca cortfata, clrcumspecta e
cdiietliadora, nao so'em refefencia ao Paraguay,
rtias lambe'm para com os owros e'st.idos do 'sot
do conlineu'.e
'A paz, eis o que convem a'lodo*; ma< nao a
paz armada porque esta 6 apeuas a guerra adia-
da,sem detearde ser o sirrednin da"nqna
powica, seni deixar de ser o "flagello das flhancas
4V>'espanta!ho do commercio e 'das industrias.
Othem es argebtinos para as soai prOvlncias;
tfjaiu-liies olastimoso esWdo; e se cbnvfn'gerao de
mentar a twin-luillidade intcrna.
o 'pie fi^feito d'essa iranquilli'tadc, em 1S73 ?
qaeiou mais ama vez ao snpro ti-rrivel da
hydra de tern eal>e.;as, quo se chatna revolaeao I
Sim, 'baqoei'ou ; e em sua qni5da arrastou a per-
ao rtc muita* viJhs e f irtnnas, rtne mefhi'T Wra
>reg J as nas coriquistas cspleridorosas da ci-
a^io
Em Knlre-Rios, SanU Fi'\ Mendoza e Cotrien-
i',;. a segnranca indivldnal e dn prnpriedadc he
ulioina garanti-i tinham, e o assas-=ma .nm'praticados como cotrsas natnracs e da rh6r
simpltciliHie.
Para esse esta lo de coufa*, quo indicava nma
scna e peri go sa uVpraTa^io' de costume? e o do
mini. da an.-irdiia sobre o imperio da lei; dizlarn
Um que contriliuiam as eleiffles para congresso
a aprosim:iejio da eleicatrpresidential; obtro*,
porein, a*sevcr.iram que era elle filho do descon-
tentamento dos p-rtidos provhiciaes ppla ihduen
eia esmagad ra da capital.
A verdade, pore"m, 6 quo do nmbos es fa-tos se
eriginara essa situicao anomala, que, de qu>da
em queda, eentre md desparatadws e aterradores
baHos, foi arrastando a Iran^nilHdade pel.isruas
da amargura, ate que finalmeote em inarco re-
beotott em -Entre Rio* uma terrivtl revolurio,
vnto pnr chefe oaudaz caudllho Lepez Jordan,
que mais de uma vezja dera aso a derramamentos
de saagae na reptlblk*.
R"ifi.ii ^- /.t-., a ^uvvruo -central, a
quern assombrarjm as nnticias daqneUa e das
prorincius vizinhas, sempre a hracos com o ronbo
as assassmio; espedio para Bntre Rios. as forcas
de que pode dispur, dcelarando previamento e
dot deereto a intervencao national nos seus ne-
gocio', e bem assim pondo em estado de sitio essa
e mais as prov'mcias de Corrientes e Santa Fe,
onde ordeneu a mobilisa^ao dos guardas nacio-
aaes.
EntriHanto o movimento jordamsta foi prose
guindu cruelmente ; e, lomando elle caraeter-in-
(juietadcir para a integridade da republica, visto
omu era o sou alvc, como o fora d outras vezes,
a senaracao do Entre Rios e C rrientes para for-
marem um eslado autonomico e independente, jul-
gaa o presidente Sarmiento, acertado offerecer an
coagrrsso um projecto de lei pondo a premio (I)
as eaheras do chefe e dos principaes influentes da
reroRa!
Era isso nada menos do que a retrogradaeao
pnra e simples dos tempos idos da barbarie; mas
que- iraportava ao ^r Sarmiento a opiniao do mnn-
dat I 0 que tile qurria era sulloear a revolta ;
e como quer que desconfia>se dos misies honestos
e logae-s rccorreu a esse violento, deshonto e
e1vageai, qiw lodavia nao- foi aceiti* pela congres-
so. que o deixou morrer de-inanieao.
Quando isto se data, Buenos-Ayres, esteve em
vesperas de uma revolu^ao, em 25 de maio, con -
tra o governo e com o tim de impedir que a
guarda nacioaal fosse maudada a Entre Rios.
Felizmcnte ese piano nao vingou ; mas deu aso
a innumeras prisoes, a eon-elh juJganientns mi I i tares, que strviram como que
de variante as nnticias crueis de' Entre Rios, para
onde seguio a rainistro da guerra D Gainza, dei-
(Jgov^-no lEW^ou ^rV^^to'its^ritp/^iSapprnTnjn um ]
giferra'de-EutreRiss, e esta toi saguraaH'"****1 Ml aW^lftiJVIKa
5<>loro903 tramitcs, <>ra ficaaJo victoriosas as iron
pas kgacs,.ora >is revoltosascuias cof reriasn^alr,
versacies cada vez produxiam maior pairo noSji
espiritos pacifidos.
A esse tempo, pordm, ja o incendio da revolta
lavrava aa- proviasU jdaJfeadqza. onde o coronet
la da gaerra civil, obn-
-so )a' -capital
ix Uc Meaaoza, oi
Segotla,*s 'potefa a t^u dajaer
gaado o fovarnaaVT t airincPBr-!
sjcc'o de trasfcrettb
Wa o Rosarlo, o bem
da capK
-
e 0 governo caatral dedarou tamliem essa pro-
vincia an estada de sfllo ; e os aniinos Ipgo de-
pois se tranquilHsaramflOando u coroneltvanowkt,
mandado &>atra os reBeWes, conieguio apasiguar
a revolta, domiaando os rebeldes, que Be entrega.
ram deaois de peqaeaa recisamcia, a que aao
assistio-a coreaal Segowla, qoe se pot em faga
apeitas avistou as tropas fegaes.
"Pouco depeisd'esse facto, os rebeldes de Eatre-
Rios, tomaram delresaRo a cidade da faz, dfcse-
guindo coflKsse feae nios6 ua graade Wim-
Sho moral *obre as tropas do governo, mas tarn-
,m graades resultados materiaes, visto'Wm .'to-
maram um ponto importante de operacoes para o
exercito legal, fizeram muitos prisioneiros, e as-
seflhowaram-se de granie capia de pe'rechos
bellicos entre os auaes canh5es, espingirda*, pa-
vilbiea e cartuaame, deposit*do na cidaie, quo,
depois de tomada e saqaeada, foi abandonada
pelos jordanislaa.
EsU e outras pequenas victorias dos
c&usaram profundissima sensacio em
Ayres, e levaram o presidente Sarroienio a *alwr
repeotinameate para o Parana, sem ao menos de-
legar o -pod^r ao eu legrtimo subsrauto, apenas
abrinlo mais um credilo exlraordiharlo de'um
milhio de pesos, paia as despezas da gherra.
Antes de partir, a presidente recebera do mi-
nistro da guerra, o seguinte telegramma : To-
nho dez md cavallos Do novo peco a V. Etc.,
e i intfito' tieces-
aipa>3
mis 1 w* reonsadrf a permi-ssao pedida pel.) etc*
cntivik:;,f -fii'ocefsjr e senador Oroni, l>r*(t-'
ftad' ^a revvlia da Entre- Rios. x t
"A* tiffinelt'6 lifctu tvspondou o presidente com
o wta prohibitivo, mandando ao congresso uma
BjensftgeiBJDa ttUaLfo'- sentir que dnrante duas
' sidenefcs tinlia aquelle arojeeto'sido apresaa-
as camaris setn olaar a saaejao do poicr
tivo, e seat que tenha eoasegnido no con
Sj-ceso a maiarta constitaaMnai para ser conver
wio'em lei.
Quanto-ao salmidoactoeas diseassoes MTfiaas
a respeito, puJBicou o presidente um nuriifetlo
rnsttHrand^-MPdas arguicdas qua e faram feitas
de ter solteitado a permissfto para pijoceasar o se-* Tita do Sol,
Passagem da
Vuinu ~
*
rebeldes
Buenos-
Apenas regresse
- til '
para ir a esea capital: preciso
fario conferenciar cam V. Exc
Ayala, partirei parao Parana, deixahdo aqtii tuao
arranjado.
Esse telegramma e a partida brusc.a aa presi-
dente, em novembro.'deram aso a t*da 'sbrte'de
commentarios, e foraeceram allmedtos as man
exageradas opinides. A verdade," porein, foi que
o presidente, intrigado e desgostoso pPlas/ nritiClas
da guerra, sahio c jin djfim de acti*ar pessoalmente
as, operagoes, combinando um piano de cSinpanha
organis'ando as forcas legaes.
Ao regressar a Buen^Ayres, o presidente
reunio o conselho de minTitros e expoz^lhes as
medklas qne tinba tornado, e das quaes, nao obs
(ante ser* in secret as, soube-se que uma' tlnha'sido
a nomea^ao do mihistro da guerra para director
supiemo da guerra e dj D. IvanuWki, ja B'mlo
general, para cdrathanJante geral de lodas^fts Tor-
eas nas proviacias de Santa Fe, 5." fluiz; G'5fdo*a
e Mendoza.
A guerra civil cntretanto foi pfojegulnd) ate que
a 9 de dezembro, segunio coaimuriicaqoes rece-
bidas, foram derrotados os'reheldes 6m am'.com:
bate travado no lugar D. Goiiz'ali ,-odrte. uegttrido
a pane official do ministro 1). Gainzajoda a ihfan-
taria dos revo'.ucionarios foi m6rta oil brlsioneira,
todaa artilharia. foi tomada, a!|sTm Cotrto "appre:
henJido muito armamento e seis 'bab'deira*. fO;
gindo a cavallaria d&persa em diflertutes direr,-
tes, inclusive o proprio Lopez Jordan,' apenas
acoinpanhada por quarehta liomens I
A noticia desta vicbiria, recetiida em Bucnos-
Ayres com grandes festas e alegrias, 'den. aso a di-
zer-sequea revolta 'eilava extincta, e a fazer-se
bs mais gratos casl>llo9 ; acerca do paclllcamewo
do piz, ja eotio apprebebsivo pelo estado de snas
felaeoes exlerioTi'S, niio menus cuidadoso pelas
Iristes sceoas jno se davam em toda parte.. a pro-
posito das- inseripr.5es eleltnraes, prellmlnaTes da
grande luta que se deve travar iftre anntfpara'a
eleifao Jo novo presidfehte da contedetafiao.
A verdade, porem, foi que a di'rruta' de Lopez
Jordan na tinha sido tio compteta cairlo se aprt-
goara, e'quo o caudllho entreriam.pa.-sad'io pri-'
meiro instaBte de-paiiico, cirtJsegtiira Tfeunir o*
restos das suastropas e preparava-se, reorgani-
sando as para proseguif na luta.
. Assim, pois, ao flm do rinno de 1873 nao tinha
fcessado a revolta de Eiltre-Rios, c *em 'duvida'o
anno de 18"i tera ainda de testemttnhar muilas
jscenas de sangue, nao s6 alii, onde 'refna grande
panico,l mas tambem nas provindas v*Whhas de
' orneh'es, Santa P6, Mendoza, Oirdoba e S.' Luiz,
onde as lutas eleitoraes ja se mariffestavam pre-
cursoras de crueis desgracas.
Essas desgracas, martifestadas nor desorderrs, as;
sassinatos, roubos e tida a sbrte de Crimes, ja s
tinham dado em varios pontos da republica, nas
eleicoes do i*de Janeiro, para membros do con
gresso, e foram ellas qne, por assim dizer, provo-
caram a rebelliao de EntwRios e as queixasde
Santa F6. Mendoza; Cordoba.' '(>mentes e S. I.ni*.
e Dem assim as scenas anarrmcasdaS. Jnan, ru-
de as tropas eercaram a casa das sessdes da ro- -
pectiva assembles e commettcram violencias, e on-
de quatro vezes fez-se sentir a intewncao do go-
verno central, sem enlreianto coneguir o restabe-
lecimento da ordem e da tranquillidade.
Depois daquellas elei55es, os asfbrc/is parti da-
dos se volveram para a eleiyao presldencial, e, an*
mo ja disemos, os preliminares' desta luta desde
logo foram sendo sanguinoteatos, e ao ftm do anno
faziam prever grandes desattres para a inoinento
decisivo.
A's ultimas notlcias, quatro eram os *ndidatos
ao lugar de presidente o' Dr. Alsina, Injmigo acer-
rimo e ueclarado do Brasil ; o Dr. Avehineda, ex-
ministro dos cultos, que se demittira para apresen-
tar a sua candidature ; n Dr. Quintana, nao me-
nos inimigo do Brasil; e finalmente o general Mi-
tre, que nao obstante as apparencias amistosas,
nutre em todo caso seus olios secrutos ao im-
perio.
Estas candidaturas; porem, nataralmehte se re-
Inzirao a duas pela f us an dos alsinistas com os
avelanedlstas, e dos alsrrrhtas com os mitrfstas,
vindo, pois, a dispntar o alto cargo de presidente o
Dr. Alsina e o general Mitre.
Qual dos dmis alinal tera o triumpho ? E' difli-
cil de dizer em face dos partidos qne so degla-
diarn.
No interesse da paz e preferivel o triampho do
general Mitre, visto como. aresso a guerra, ao
menus proxiinamente, nao deixarao general peri'
clitarem os interesses 'da par, e sem dnvfda bas-
cara nieios de tlrar *TBpbbllea-das dltHculdades
externas em que esta; sem'eaotar quese esforca-
ra por inanter a ordem e a trani|rJiRidade nolnte"
rior, restabelecendo o imperio da lei e a confian-
nador OronojHevado por motivos pessoaes'e odiaa^
los; e assim denuticton Oxseu despeito, atlas 84
tente, pela attitude do congresso.
Esta,entretlnto.^li pdporogaldobara conetalrar-
goas tribalhos necessarios ; e aanal U\ ejeerra-
do em outubro, depois de discutidos e votados os
objectos'da prorogaeao, fimitando-se o presidente
a fechar a sessao por am deereto do adder aae-
cutivo, em vez da tneosagam dos eslylos.
Esta innovagao causou extranheza e geral des-
agrado, mas pouco depois entrou no dominio do
passado e dos factos consummados, para dar aso as
cogfta?8es eleitoraes, ho meio das quaes encer-
rou-se o anno, legando aode 1874 todas as diffi-
cufdHdes que temos apontado, edas qnaes bem
podem provir grandes catastrophes, se o bom sen-
sit nao predom'inar no pavo e no governo argen-
tino.
Saiba a Confederaeao ter juizo e mostrar-se clr-
cumspecta, critenosa e sobre todo coneiliante e
paclllca ; e ccrramente the hlcrde sorrir os acm-
tecinientos, dahdo IHe ehtarcias paraprogredirco
mo o tem fein \6 agora.
Se o contrario praticar ; so persisdr not sens
pianos absorpsores ; se proseguir na sua politic*
Siequenina de odios e rccriminacoes ; o futoro po-
le ser-lhe bem'fftnesto, e fcrtametrte ella so tera
de qneix.ir se de si e dos palinuros.jfla.nao do seu
esftdo.
tida em ba
^RNAWBTJCO.
xando a sua pasta nas maos do ministro do Into ca pdblica.
Se, portm/lrirrmphar o Dr. Ahina, 6 provarel
que todas as difflcuWades recrndeseam, wio eo-
rior D U. Krias, e, para onde1 tambem seguira o
general Vedia, com o baiaihao de Imba que se
acbava em AssatBgCyao, sendo substitoido no sell Srho cr:gehio arrogant* e o caracter '-~Hxoso do pre-
commando no Chacp, pelo cordneJD. Frederico tehdente fazem-ir"o raclinar-se para as solucoes
Mitre.
O presidente Sarmiento, pubHcon entto uma
proclamacao, coacedeado indullo aos rebeldes que
iepozessem as arraasa arneacando os outros com
o figor da lei; esse indalto, porem, nenhum
resnltado obteve seoao excitar o odio e a colera
dos revdltosos, cujo chefe Copez Jordan, respondeu
a proclamacao presldencial com outra, na qual
dedarou que passaria pelas arraas todoo estran-
geiro que apanhasse militan-lo no exercito do. go-
verno, que se duia composto em grande parte
com taes elemenlos.
A dupla proclamacao quiz dizer que, de parte
a parte, s*rlam espiogara>ad'iS os prisioneiros;
mas, nao era isso neohuma noviaade, pois sem-
pre foi este o uso entre os pore* de raja bespaj
ohola, cujos iatloctos crueis jamais sao desroen-
tldos a'esse* angastlosos mumentos.
Eiitretanto, a revolta foi prasegtiindo Com todos
os sous horrores e cruelda Jes, ora deseacontran-
do-se as forcas legaes e as do eaudilbo, ora cho-
caado-se atnas contra as ontras em combates
sangnino'.entds,' pds*J que sem resuRados defini-
tlvos
Em julho, correram boatos de am arra.nju ami
<;avel entre posu o goveroador'de Entre Hlos, coja adminis
IracSo tornara afii a guerra. popular, e para-esse
Am esteve roesmo em Buenos Ayres, um emitsarlo
docaudilhoentreriano; mas, esta esptranca,qne
alim- ntiiu alguns espiritos, em 'breve se desvane-
eeu, vi.-to como. assumindo o governo de Entre-
Qios, o governador Exague, pomo de discordias, a
guerra prosaguio per ventura mais violenta'do
qne antes.
Essa recmdescencla da guerra, auribuida a
recusa do accordo com L-ipez Jordan, levantoti
muiias queixas contra o presidente sarmiento,
alia- ja muito antypathisado, e, em certo mode de
termi- ou um acptecnnent, qoe contristou o-
espirilos cafmos 4 rffleetidos.
?oi 0 caso qne, na m>ite de 23 para H de agos-
to, tres assassinos, ar'mads dc bacamartes, dis
pararnm as armas contra 0 -r. 5armieoto. na
occasiao em nue este passava a carro por uma
run Je Bnenns-Ayres.
Dons dos asa>sinos foram preso : erani italia-
no-, e di>?eram se mandatarins de ?ilgiiein que nSo
appireeeu, e queassi 1 furton-sa a aeeao da
ein ,j,i;,i,i.4 qne 08 mandal irios, os irmios Guerri, j pr.'vmcia
Jf^raiu proccssados e deviaui ser pnnidos. j Es>e c
violentas, e con,seqaentemente para romphher tos
hostis.
Etttretaoto nao sao estas as soineoes-aae pedem
os negocios externos da republics, ainda huje a
bracos cum as invasdes dos indios por'varios pon-
tos dc snas lonsas'fronteiras, e bem' assim em lu
ta com uma grand* crise flnanceira, que rater-
men 1 a desde os meiados de 1873.
Com efiVlto, so a sotnbra da paz externa pode a
republica consoh'dar a sua* pax interior, reparar os
estragos das guerras dvis, por em- oMem as suas
flnancasedomlnar a drise : financelrado paiz, so-
piiar de t.do as invasQes e deprodacoes d dios, e finalmente proseguir no sen engrsndeci-
mento moral e material, alias ja bastatite niitavel,
nao obstante a corrapcao que tern la vrado no sea
funecionalismo.
A' 11 de maio a'irio'sB'em'fiuprMS'Ayres 0 con-
gresso .argennpo, sendcRda nma "mensagerji'mui
ejetensade presMettto' SatmiBnto; em-qne este deu
Conta a s eleitos da narab de todos os negocios da
republica, annunciandu a celebracao de" alguns
traudos de" cOmmeTcro e extradicjao de Crimi-
80*03,6 soikiUrrdo aJgamas medtda* de interesse
geral.
Oeongre380 melteumaos a obra, comecando
por decretar medldas relativas a errs* tinanceira,
do*accordo corona* governo.
Eite accordo, pofdm, pouco depois desappare-
cea.servinlo denrttexto ~ana interpellacSo acer-
ea do estado das provincial, interabna^o a que 0
governo respondeu por escrtpto e is tantoeva-
srvamente, attHganlc'^Uta de tempo pafa prepa-
rar as informa^des pjlhlas e a ansenciado-min's-
tro da guerra, uor coja repartifao corriam asme-
didas sobre as quaes eram exfgidos os eeelareci-
trientos
0 congr-Mso, nij sasetto com 'asm rtspeabt,
exigio 0 coropareeffBerno dos -nHhrstres adira de
fdar asiinfonnagfles solrcitadas; mas 0 presidente,
tartn pm auxilio d 1 rniuisterio, enviou ao congres-
so uma men-agera eorrtestando Ihe o drretto dflfa-
zer essa exigencia e"de insisttr pif-aovas Wfor-
mac,3e<.
Tnvou se entao um confltcfo -eirtra o poder
fxeciitivneo rongtesso e 0 *5r. *Sarm,enw entrou
a Hscrever mesagetrr*sbnf9 mtrra^gefli.'eom 0 flm
de |.Mv.ir qno tmtia 0 flffeito qWe Ihe era eontes-
RBVX9TA DIARIA.
Autorldade policial. Por portaria da
pre-sidencia da provincia, de 1* do corrente, foi
numeado o capitao do eorpo (''! policia Luiz Fe-
lippe f. ivalcanto de Albu juerque i.* supplento do
delegado do termo do Santo Anlao.
Jury do Kecife. -Deve oomecar amanha a
priui-ira sessao dp lury do termo do Recife, sob a
presVdencia do Sr Dr. juiz'de direivo da primeira
vara, para 0 qual foram sortealjs os seguintes
juizesde facto :
Recife.
J ise"Rodriguej'Pereira.
Manoel Jose Gon-palves dos Santos.
Francisco Joao de "Barms Junior.
Dr. Jose Antonio do Almeida Cuuha.
Bruno Alvcs Barbosa da Silva.
JosfjlzidoroPereira dos Reis.
Joaqutm Fe,lippe da Costa.
Manoel Victor de Jesus Martha.
Santo Antonio.
Jose Rodrignes de Souu.
Heleodoro Fernaudes da Cruz.
Antonio de Sauza e Sa.
Joaquim Aaton'to de Sonza.
S."Jos6.
Jose Baptista de Castro o Silva.
JdaquiiB Alves Machado.
Dr. Joaquim Jos6 Ferreira da Rocha.
Anselino lo$6 Pinto de Souza.
Jesuino ilodi igues Cardoso.
Boa'-^ista.
ManeT' Jose' de Almeida Sowes.
Pedro Paulo dos Santos.
Dr' Luiz '"arlos de Magalhaes Breves.
Dr. Mano-l Forreira da Silva.
Joaquim Pedro Bftrreto de'Mella Rego.
Manoel de Miranda Castro.
rfenriqueEduardo da Costa Gama.
Caetano MenJes da Cunha Azevedo.
Manoel1" Alves- Guet ra,
Francisco Joaquim Ribeiro do Brito
virfato dVFreitas Tavates.
Jose Henrique Machado.
Jeaqnim Franciseo do Rego.
Or. Joao Maria Seve.
Antonio .1 isi'-Gomes.
Juse Kranciscrj Ribeiro de Sonza.
Jqio diis Santos :Porto.
Antonio Pereira de Faria.
Joaquim Jose da Silreira. 4 .
Or Joft Rustaiinin Parreira Iai*obinO.
Miguel Alfonso Ferreira.
Barao de Bemfica.
Graca.
Augusto Frederico de Ohveira.
Or. Joaquim Francisco de Miranda.
Antonio da Cunha Soares Guimaraes.
Francisco Antonio da Silva Cavalcante.
Afogades.
Antonio li>j:i;alves de'Moraes.
Francisco Antonio Pontual.
Francisco de Pinho Borges.
Dr: Bento Borges da Fonceca.
Pft).
FrjTeiico de Paula RegiBarros.
Kstrada de frrro do Recife an S
Francisco.Esta via de communtcaeao, do
proximo findo mez de dezembro de 1873.
Rendeu 93:097#oi0
espendeu 73:000*477
Dtndo de saldo em prol da garantia
de jnros 52:097*033
Convem obser.var aue na despjza esta incluida
aquanlia de 3VtJ64oi9, proveniente da eompra
do novo material rondante.
A relacio entre a despeza e a receita loi de....
76,76 0/0
Nb.mosmo periodo transitaram nos trens 20:9Ki
V2 passaipjiros; e foran transportados 102:511
Icilograramos de baeageos, 0,991:395 kilogramrnos
de mercaj.irias e \\\ animaes.
Nas meraadorias estao cjmprehenlldas : 1:183
saccas de algodao, pesando 90,230 kilogramrnos,
e 63:121 saccos de assucar, pesando 1,803:133 kilo-
grammes.
Trllhns LVbanos do Recife a Olin
da e lleberibe. 'Esta via de communicacao
eub'nrbana, ainda nao poude dar dlvidendn aos
sens accionistas, no anno de 1873, em consequen
cia de tar applicado 0 saldo, entre a receita bruta
e as despezas de eusteio, no pagamento de contas
antigas, e a faclurade.obras novas erenoVa$3 de
materiaes de indeclinavel necesstdade.
A receita da linha elevou-se a i9i:*80il7.'i,
assim diviiida pelos di versos mezesdo anno :
Janeiro
a aeeao da lei, tad >, >ie iiihrvira sua tontado *rws negocio- da
Gnerri. llUMfiBe _
couflieio deu aso a qua fosse mais nma vez
Fevereiro
rt3'

787if*)
t7;7ti34iiO
lk2:!6i!U)
16WJ"W60
ll!Tz7*7S0
11:6981853
ms
15:315*810
i8:9H#IW
|i:II6it20
a-iil:fiWf/siribuida
10:459#ftti
:08t83
11:6*61133
-*ri;ri8l*rto
8>85*8CH
8>W0*fiz
11-:1-fU3
13:13tjaf0
tt:*t9N6
-lt:4iSilK
H:7KO#Ol3
I3-814**WS
0 s^rrdt)*Jd**b*aaa^,'(bt,Tpr^ :
e foi este saldo qo servio para as despezas
extraordi-aarias-de que-sebaa Mlames.
A relacao eatrea despaa-raeoeRa ->M 'de
kA*r*cerW do-aawrda 187*1 rnontou a ..ti*i4>j
185:060i620, 0 que mostra qne houve em 1873
um aceresehno de recerta de '*.,9t9*855.
A despeza de 1872 elevou-se a 131:788*4*0,
I"do que se -Jednx toe ^m'r873 houve -am aeeres
ciroo de despeza Att'WKHWt.
0 saMe em 1872 fbi de 53:z72/**00 ; a coase
quentememeo de 1873, qne foi de J)S'#38d*83,
tere rnn -icerwebno ae 103*883.
'8e o sMd' de *M73, em vez do ter ?ldo 1 -fbsor-
vWo pelas'despeza* ettraordinarias, tlvesse sido
distribuMo'cotno renda pelos aermnistaa'Sa'aai'
pri-za, sena feito 0 rtividendo na razSo de 21*373
por cada arciode 2 0*, 0 que 'orresporfde a am
Juro annual ue tO-fiSOjO
Isto a'iiun-tiM que, ainda erottindo novas
ac*;oes para romp! -tarts obras e pagar a resto
dai dividas na impurtaacia U 200 contos do leis,
Abri
Maio
Junho
JulQb
Aga-Oo
Setembro
Outubro
Novertbro
Dezembro
. A despeza atttaglo
do seguinte modo :
)limeiro
Fevertiro
Marco
Abril
Maio
Jnnho
Jtrlbo
1 Agotto
So-embro
onttrbfo
Novembro
Dezembro
*tn A. aiitia etevaado 0 capital da ***>hipr-*Ta -a
703enfttot'de r(iis, o Jnro aunial-pateC*asse capi-
tal ser* de pouco mais dn 4 lriO^oque de
*BOda-awihum desabona a ijtsina owpreza. cujo
|Sreco, p< is, seguro.
^ia falsa.-a.' csidela dciStmbres ja'se
acha recolnido Antonio Lourenco da Silva, alii
pronunciado era crime de mocda falsa. ___
ITopa-gaMaora da ltwt*rata*a<.Todos
os ibatabros desea associa-Mo, reaidiates aa fre-
guaziade Noasa Senhora da (iraca, Sao oaavida-
dus aeWicaoJIcjJTespeciivo conselho parochial, quti
ters lagar efliS) do corrente, peias 5 boras da
tarde, am cwjlo Sr. barao de- Catapo Vfcfle, na
dalena.
na. -A ram pa do caes parallel 0 a
ima a esoula modelo, esti oonver-
0 Sr. t'dsal da tsanto Antonio
p rmitta ifnb'tlr* recomiiiwiauias.
Festividade rella^osa. Com pompa,
eonata-nos que tera kigar no dia 23 do correate a
ffcsta de .Vossa Saj*(H-da Boa Vlagem, no po-
voado de ignal denoniinacao. *As novenal teem sido
muito concorridas.
Desasizada. -Ccmlinuam a ser apedrejados
no iJatnlnho i^ovo ostreos daltiha de Apipucos,
pela rnulher desasixada ou doada varrida, de que
ha dlas nos ocenpamos.
Nada de providencias ate hoje : 0 que se espe-
ra ? Um olho vasado ; *Bma cabe*ja quebvada ?
Pois bem : que tal aconte.-a, livrando-nos Deus
Captunx. -a A delegaeia do Bom Conselho
effectuou a captura do criminoso de morte Jo4o
Jos6 do Sanf Anna, conbecido por Joao da Rosa,
nao obstante a tenax resistencia por ello apre-
sentada, 0 que deu 0111 resultado ter 0 mesmo fe-
ridoimais uma praca da escolla que 0 prendeu.
"Assamdffnato. -As 8 heras danoitede 10
do |corrente, no lagar Alagoa Comprida, da villa
do Bom Conselho, Joao Francisco de "Araujo
maton com ora tiro de clavlnole a Aloxandre Pe-
reira da Silva, logranloevadirse
OinqUerfito qttdtal facto oceasionou, ja tve 0
preciso des ino.
Apolices provinHaes. Desde 15-do
edrrehte paga a thesbhraria provirteial r-sjuros
das'apolices Tespectlvas vencidos no sameWre-de
julho a dezembro ultimo.
Va-pores cspfera-tlosi.Ate 22 do corren-
te 0 francez Wile de Bahia, da Europa, e obrasi-
leiro Ceard, do sul do imperio.
'Rccommcn-far-sc a ptilleia. Um in-
dividuo'ap^esentou sehontein pela Boa-Vista, bem
vestido.'aRo, gordo e *esbelto, procurando "vender
em argufnas casa*, pequenas peijas com tt) ra-
ras de madapolSo ordirtarlo por esjuiao duo. son-
do interessante a magica empregada para illudir
aos inc-tatos.
A vista da pessoa corta da propria poca de
madapolto ordmario um pe-lac,.) para sflr exami
nadi; e na occasiao da etttrtga, com destreza sor-
prendente, da em vez d'aquelle um podaco ig4ial
de esghiao flno.
Sendo, pendm descoberto tamberatpela destreza
da pessoa, que quiz mesmo -aomoarar com a fa-
zenda na peca, ainda magicanente -eHgolio a
[amo'stra do esgniao, trhtaodo grosseiraraeate a
pessoa; qucrendo stBtentftr quo a:amostra de es-
guiSo eitgolida era IgUal ao maiapoiio qua pre-
tendia empingir.
Devera as familias flearprevinidas com seme-
Ihante cldtdSo, que pareee iwspanhol pela falfa,
apezar de nmnunciar bem 0 portoguez.
A antnridade competentfl recse. tam-
bem vigilancia para' 0 pigamente'do fespectiro
imposto, caso queira contninar 0 ommercio a ijue
se destlna.
l>ados cstatlstlcos.De Cimlires no en-
viara o segninte :
c A camaCa de Cllnbres, cuja sede ea villa da
I'osqueira, dista da cidado do Wecife 284,820 kilo-
inetr ,s. Contem a comarca um termo, com tres
fregoezia-i, com as seguintes iavocnedes : Santa
Aguoda de Pesqaeba, da qual ij fvigano ?ollado
0 Hvm. I) tiningos l.eopo! lino da C 'sta Espinosa ;
a do XossaSenhopadas M011tanhas.de Ciralirevda
3nal (V vigario eneonTinondada 0 Rvm. Dan0 Nunes
a Silva ; a deNossa jnhora da OtneSqku 4e
Lagda de^Baixo.'da qnal 6 vigario coiiado eRvm.
Felix Jose -Marques Baealhao. Nenhum* das frt-
guezias tem coadjuctor.
if A villa de Pes-jueira esta situada nas cabo-
ceiras dorio Panaroa, cujasj;.guas eorrem para o
rio S. Francisco, a despejar defronle da povoacao
de Pao de-Assuear.
i Tem a freguozia as seguintes poroagoes :
a Sanharo, sitoada a marge in esquerda do rio
Ipojuca, tem cadeiras do instrac^ao elementar
para aabos os sexos: dssta da sdde rsja iiiaduas
leguas.
t Agaa-Fria, sitoada a-margem esquerda do
rio I|)ojuea>, tem nma peqasna capeUa sob a mvo-
cacao do saahor tiom Jesu-, dista de selea oitu
l.t(ua j da *H da cotxutrea.
Poeao, sltuada na serra do Acafey, cujas aguas
eorrem para 0 riacbo da Gangorra, que vai Ian-
rar-se no rio Ipojuca ; tem cadeirado histru;;ao
priraaria para o soxo mascobno ; 6 dMtneto de
subdelegacia, e uma delegaeiaiitteria ; tem uma
eapella, sob a invoea*-ao de Nossa Senhora das
Dores do Pojao ; tem uma feira nos sabbados;
dista da sede da comarca oito leguas.
a Pao de Assucar, situada- a margem esquerda
do rio Ipoju ;a ; tem uma eapella sob a iavaca-
gao de S. Join Baptista ; dista da seie da comar-
ca duas leguas.
Alagdinhas, situada n'uma planice, cujas
aguas M nasceate bnseain 0 no L'ua, e ao poente
o rio Panaaa ; tem cadeiras para am bos os sexos ;
torn uma eapella sob a iuvoear-ao deMossaSe-
nhora da Conceicao ; torn uma teira iu 2* feira;
dista da sede da comarca quatro leguas.
A freguezia -de-Nossa Senhora das Monta-
nhas de Ciinbre*1, tem a povoac, 10 deste nonie, qua
tem cadeiras de instruccao elementar para art bas
os sexos; tem a matnz qua..earn grandetemplo,
porem nio acabado; tern uma feira no sabbado ;
dista da sede da comarca quatro leguas.
Olho d'Agua dos itrediiS,. disUnte da sede da
ooraarea 10 leguas; lem cadeiras para am bos os
sexos ; tern- uma cap 11a sob a invocafao de Nos-
sa Senhora do Livratnanto ; tem uma feira insig-
nifieantc aos domingus.
a Afregoezia de Nossa Senhora da Conceicao
de Lagda de ilaixu ; tem a povuacaj deslo oome,
que da sdde da matriz ; tem ama cadetra de -ins-
truccao primaria para 0 sexo masculino ; feira in-
signilieaate ; dis'a da sede da oomaroa it le-
guas.
Cupfty, siiaada a margem da riaobo dasse
nome, tem uma capellinha; dista da sede da eo-
marea 38-leguas.
a Geritacivpovoacao pequeaa, tem uma boa ea-
pella ; nao lem feira ; dista da sede-da cotnaroa
36 leguas.
a Vargera Grande, tem eapella ; na 1 tem -feira;
dista to sedada eomaraa 41 -tesuAs.
Carvalbo, tem oma eapella ; disu da sede da
comarca-42 biguas. t
t A coioartade Oimbres foicrea-i.i por fei pro*
rinoial do anno de 1872 ; -torn por sede a villa de
Pesqneira ; aaatrga sede do juJgaio de Cimbres
foi a villa desse nome, hoje dec idente. qae fui
inaugurada v ilia em Ida abril de 1762, pelo 011-
vidor da comarca de Peoedo, Manoel de Gouvea
Al tares.
A juslica conta : um juii de dweito, am bstz
municipal a da orphans, om pro mo lor p jlibeo,
am escrivio privabvo do orpbaos a- -tabelliao de
notas, aiu-ascrivaodo'civel e crime e Ubulltao de
nous.
c A polioia eoasta de um delegado e cincosab-
delegados.
I lem cineo diatnetes de paz.
Tem collectoria geral e praviuoial.
Tem quatro deiegaeias litterarias.
A goarda nacional -cousta-.de dous-batalnoes,
uma sec5*0 de roserva, e pertenee ao commando
suprio do Brajo.
1 r Qraalla-pb akjaaa il constade A3 eieitores.
a A riqueza da comarca e a agricultura.dpalgo-
dao, que todo e levado para Recife ; e a cria-
ciodo gade, qae 6 ujna das foates de'-riaaaaa
dabevUo, esta aaoito abaodooada, os criadofts
oao proenram cruaar as r-^aa oara meHiorarom
o gadu ; a criacao aa agrioultatsa sao oomo no
e*tad. pripriwitivo.
'Navtae aondoa Parlicipa 0 Sr.
capitao da bare* iagie< Liverpool, que^oo dsa 26 4e deaeusbto do anno
proximo passado, na Lai. 33* 9' N., Long 19* 15'
\V, communicar* com a baroa norueguenso Flora,
qae contava t4 dias de viagent da Liverpool, por
Slawt n.
Que a 5 do corrente, tambem eaeeataara com a
ban-a da mesma sar-ao Japan*, que vinha de
viagem de Calhao, com de-lino a Falmouth.
Tudo ia bem a bordo deste navio.
Passaanento.Pallecsu 'no dia 16 do cor j
rente 0 Sr. Caetano Lniz Collago, vieuma de aati-
gos padecimentos, in idade de 6 < annos.
0 finado residio por muitos anno' na comarca
do Bom-Jirriim, onile era geraliuenle esfinado e
exercia granlo iiiflueiieia
Os :argJ8 8a .Ic i.:,io p fjal irr, taes como eleitor,
\{\,/. de pat, presi leute da camara inu'uicipul, to-
dos elles os OCCOpuO.
' 'l%l"aa1.rf*|i|INh#- da gu irda nacioaal.
No tempo da prirqcira.invasao.do cholera na-
quella localidade, prelou relevantissimos serjfijos
a hdmaitidade, aftudiftlo folietto a'todas as partes
em que 0 fligello>se dosenvolria, polo- quo mere-
ceu ser agraciado pelo governo imperial com 0
habito de cavalleiro de Christo.
Depois desse tempo continuou ainda a prestar-
M promptameote a todos sem disiinc^ao de etas-
Ms, nio recebeado de ninguem a inenor remune
raeao, c forneeeado a sua custa reinedios a tido.-
os que nao podiam compra-los, e qae eram em
grande numero.
0 Sr. Caetano Luiz Collaco era decidi la-nente
Mm bom cidadao um hoinem de bo:n, e os habi-
tantes do Bom-Jsrdiin faziam Ihe a justirja de con
sMera-lo como a typo da Uonradez e da probi-
dade.
Cldade da Escada. Escrevemnos essas
guinte;
(f Muitas ousts se terlo dito deste lugar alar
cldade, acreditando-se tal vez que se acha em aoo-
ma pelo faoto do lerem marcbado para aqui-algu-
mas pra ;as de policia ; cntretanto tudo marcha
em seu estado normal. 0 ajunlamento que ap-
pareceu cm S. Jose da Boa E-peranc-a e nesta ci
dade a titolode querer ouvir a leitura de um pa
pel, quo tinha por flm obrigar as pesseas livres
ao trabalho gratuito, foi alii dispersado pelo Rvm.
frei Fidelis e aqui pelo Rvm. frei Caetano, que,
por meio de snas ovangelicas palavras, desvane-
ceram a todos da crenca cm que estavam sobre a
exislencia de um tal papel. A policia toma me
didas para evitar que por este ou ontro qualqucr
facto vonha a ser alterado o socego, que profan
damente goza este termo.
t A reconstrnc^ao da igreja matriz deste lugar,
sob a direccao do incaosavel e virtuoso Rvm. mis-
sionario frei Caetano, tem tornado bom patente 0
espirilo religioso dos habit an t-s desta freguezia.
Dps grandes 0 pe pienos tem 0 mesmo missionary
vontado com a mais decidida coadjuvacao, lodos
tera concorrido para a mesma obra mais ou menos
na razao de suas forcas ; os habitantes desta ci-
dade se had distinguido e se prestado de modo
tal que excede a qualquer elosio. A execp.-ao da
tal e madeira, todo 0 material tem sido conduido
por elles para a obra, a fronte das mulheres o
missionano e dos homons 0 padre Barrozo, coad-
jutor desta freguezia, diiriamente pela manna e
a noil), condujem para a obra lod> o material
preciso.
t E' incrivel a constancia com que todos sem
distinc.ao se li;io preUado nesse servico A nio
ser este tao'vaiioso anxilio a igreja nao estaria no
pe em quffse acha com osexiguos don itivo-, que
se tera obtido; com a baixa do assucar os senho-
fes de eogenho nio tem coneorridj como deseja
ram.
< A despeito das grandes dilficuldades prove*
nieoles da falta de raeios com que tera luted 1 0
iufatigivel frei Caetano, a obra acha-se em eslado
de reeeber a coberta, e se nao *ka alguns sen bo-
res de eogenho se terum nagado a botar a madei-
ra que so pedio, estaria ate 0 Um do mez prompts
a coberta.
Concluida a obra projectada, llcaraeste lugar
doiado com um nsagnilio templo, no qual se tem
obscrvado todas as regras da raoderna archileclu
ra. 0 mestre da obra Constantino Ram >s do Es
pirito Santo, e um insigoe anista, tendo se dis-
tiaguido corao operario na obra da lV.nha, foi
chamado para aeonstrucijao da matriz dos Mm
tcs e encarrega jo da reconstroccao da nossa ma-
triz pelo Rvm. frei Venaneio, a quern coube a
gloria de iniciar Uo importante obra o referid 1
mestre tem ob-servado a risca a plants, que levan-
tou 0 venerando e iihfsirado frei Francisoo; enge-
nheiro eapncliiuho, na qua! se observa desde ja a
elegancia, bom gosto e a solidez iiidispensavel
t Ao parecer de muitos e por demais exi_
0 hourado & virtuoso missionario tr.-i Caetano so-
mente pelo facto de proraover os meios de que
11 c-ssita para levar a elfeilo a realisa^ao ds obra
deque se acha enc.rrcgado ; nao se lembram, po
rem, elles que 0 diguo e piedoso missionario aao
trabalha somente pel 1 gloria de Deos ; com estes
seus esfornos remove elle tambem a mais palni-
taute nevessidade desta freguezia, que, creada
acerca deC) aunosessndo a mais riea da pro-
vincia, nao tinha um templo era que com adevida
decencia se podesse ceiebrar os actos de nossa
santa religiao I E \ razao de umi tal injustice e
nnicamento porque nio eessa o mesmo missiona-
rio de eogitar meios de ndr em contribun-ao os
lieis haliiiautes da freguezia, o que longe de im-
povtar uma censura, deve antes inerecer o aap4au-
so, reconhecimeato 0 gratidao de todos aquelles
que desejam ver realisada uma das mais impor-
lantes e rtecessarias obras dasta localidade.
a Nas vistas de colher algumas esmulas. projoc-
tou e realisou uma procissao no dia I i do mez
Undo em honra de Nossa Excels 1 Padroeira, com*
aqni ainda nio bouve, a qual percorreu todas as
ruas da cidade Ciimnm acompaoharaeuto demais
do cine j in,1 pessoas, no meie do maior regosijo,
ordem e pia devocao e com tanto esptendor que
a todos causou admiracio.
Com 0 mesmo intuitoprojectou elle am lei-
Uo das oiTertas que tem pedido, o qual deve ter
lugar na tarde do dia 2 d < max de fevoreiro pro-
ximo vindooro era am barracaoqueprutende inau-
dar levan tar em frente da matriz com assent m di*
tinctos para as- senhoras e eordlo para a rau.-iea.
a Se a coHeoflo dos Sfftefaetos for grande. co-
mo se espera. forora variados os objectos oSerta-
dos e houver grande ccncurrencia, cimo o do es-
perar dos sentimentos ndigiosos dosricos proprie
tarios, 0 producto do teilio sera am valioso auxi-
lio para a obra que alias ja vai eamiohaudo com
geral eaueasso nor parte dos contribointes.
< Do resultado e do mais qae oecorrer Ihe da-
re i noticia e desde ja peco-lho perrai-tsao para en-
viar-Ihe a relacio de todos quantos lem contribui-
do para a dita obra, allm deserem publicados seus
noraes e a quantia com que centribuiram.
1 Se for possivel, de em seu- Diario, 0 mais lido
neste lugar, a noticia do terlao que se projecia e
para elle chamo a attencao dos habitantes deata
freguezia e de todos aquelles que poderem lomar
pane neste festun mais religioso do que profano,
no qual tera de ser admirado o nosso progreaso e
a constante devocao dos escadenses. >
Tejucapapo. Escrevemnos desta locali-
dade :
Esta povoajao da Te.jucup.ipo, freguezia de Si
Lourenco, raunicipio de- Guy anna, digna, sera -du-
vida.de melhor sorte, e bald, como e, da qual-
quer recurso medico, esta sendo-atacada com
mtensidade pela d -jvastadora paste bexigas.
A nio ser o csriilos) coracao do nosso raei
digno vigario, os habitantes deste pouco iimbrado
lugar morreriam a ining -a
A distanc-ia do quasi legui e meia, que separa
esle povoado da resHeaaia di mesmo vigano
muito conenrre para que a pobreaa, de prumpto,
nao* possa applicar qu*il dos do mal, aconleeendo:iio pmcas votes detaar
de ser eocuatrado 0 Rvm. vigario am I eaaa, po*
estar em servicsis dadgraja.
A-sim, pois, chamimjs a attencao?do Eatm. Sr.
command a.lor presidents da urovincia.de quem-es
peramos a remessade uma earteira haraeopataloa;
certo de qae, alem de ser um sernoi prastaao a
proviooia, sera -tambem am bem a huraanidade.
Tejueupapo, 13 de janairo de 1874. 4
Medaliia coiamaaaautraiKsa Refers
uma folha fraacoza quo o gra-vMtur Coaulairi en-
tregoa na casa da m >eia, em Paris, os ennaaa. ds
uma medalha comraeraorativa do cerco da Parisj
a qual lha fora ha mates enoomrteadada pelo- aan-
seiho g*eral do dBpartameiKo do Sea a. 'Em ama
das faces da refarida medalha, ve-se ama-saaHaV
alta, de pe. vestida com um oapote inibtar e tea-
do uraa espingarda nas maos, a seus nai'ai'aViim
canhao, acbando-se elia tmcMlada as forlificacpes.
E a cidade de Paris sitiada. Ao fuudy, a direita,
d*tingue-ie muata Valeciauo, a a -esquerda al-
guns dos pna-piiMS naoauraenttts.de Par*
No raverso o artiata cailaoou um dos inoaumen-
tos coiunnmorativoeelewidos m redor de-Paris;
a o do Sr. Vaudremar, aue de via iaaugurar-se eui
Ghampigny no dia 2- de dezembro. Em, redor es-
tao gravados us uomes 0 as.-daUs due cinco corn-
bales que *a deram nos arredvrss de Paris : Cha-
tillon, 19 de setembro flay, 30 de setembro;
Borget, 38 e 29 de outubro ; Champigay, 2 de de-
tembro; Kuzenval, 19 da Janeiro. No exergo
leera -se estas simples palavras: Carco de Pans,'
187H-187I.
E que (al! Tem chamado muito a attencao
em Pans um -uccesso desgrasado que se deu na
rua Cbaidot. Eutron om honrado relujoeiro na
loja de am birbe.ro e principiou a 'barbearSe.
Attrahio lha um tauto aalteucaoa pallidez e de-
composturado ro>lodjbarbeiro,'porem ailrinuiiii
do Ih'a- a causas qie bada tiuhaiu que ver com
-elle, eOHlinauu. a deixar-se barboar. De roseate
o barbc.110 agarra-o pelo paito e dia 1 e: E' ue-
Cessario troeannosas eabocas I eao mesmo lem-
po a-si'stoii tuna terri^al uavalhada ua gargauta
do mfeliz. A vic.tima, sorprendida pela aggressid
que ai-aha de s dfrer, feauoi e"-forgo maudito pa'
ra d.'speuler se do verdago e saiuo para a rua,
gritand 1 por soccorro. Afinal cahio oxangue,
cjuduzidd pelos iranseuntes a uau pbarfaicM
'corteMm cSutros para 0 estatieftcribento do b*r-
beiiM, a-qrwtri'e-ia^ra'Mm'traB>fa8iaineute senla-
to e. irautuindo usaaieaaMauiaaalJr. I Averigaad-i
0 caso, yio-se quo o barbeiro li-aeaa-nm accasso
ropentin-i daloitcura, da qual era ainda p-eza.
Deixouse levar para'um hospiul'de alienados e
conlinda alii no mesmo estado. 0 ferido, depois
de curado, foi levado para o sea doaiicilio.
\(vo vaso de guerra No porto de
Lorient acaba de ser lancado a agoa am novo mo-
nitor de torres, o B9ule-D0tue, do qual o Petit-
Journal da a seguiate descrtpcao:
Nio na nada mais estranho do que 0 aspeclo
deste navio. A sua enirrae largura esta pouco
am retai.ao com 0 seu conaprimento e de longe
parece ver-se erguer do meio da agua uma im-
mensa tone negra. 0 comprimento de 55 a 60
metros c a largura de 25 a 28. Mid tem mastro*.
Uma enorme torre blindada deslaea-se do
meio do tombadilho, e contem um poderoso ca-
nhao, 0 qual podendo mover-se faeilmeute, permu-
te atirar em todas as direccdes. A construccao
do navio e feita da modo qne em caso de necesst-
dade pode submergir-se a ponto de Hear >6 a su-
perfine da agua a torre, podendo navegar nesta
posii;So. Quando 0 commandante da bordo julga
necessario traze-lo de novo ao cimo da agua, duas
borabas enormes, movidaspel* raachina do moni-
tor, lancam 60 toneladas de agua por minuto, e 0
navio volrt repentinamente acima. Em oma pa-
la vra, 6 insubmersivel.
Poder-se-hacrer queum Uo enorme e tao
desgracioso navio custe a mover-se, porein nao
su ccede assim, porque manobra bem e ate com
grande facilidade. 0 leme e movido pela raachi-
na da erabarcacao. Um systema de helices per-
feitamente collocados e cuinbiuados assegura-lhe
ama velocidade de 12 a 11 116s.
c 0 Boule-Dogue lerminou ja as rrxperiencias,
que foram notaveis, e fbi eofloeado na primeira
Calhegoria no por'o de Lorient
Um ontro navio do mesmo modelo, 0 Bedou-
table esta em construccao c licara conduido dea-
tro de cinco ou seis mezes.
Protestns de leiras. 0 escrivao Jose
Marianno esta de semaoa: cartorio narua Bella,
loja n. 37.
JLoteria.-A que se acha a vend a e a S*1, a
beneficio da igreja de S. Francisco do Recife, a
qual extrahir-se-ha no dia 22.
Caaa de detencao.Movimento da casa
de detenvao do dia 16 Janeiro de 187) :
Existiara presos 306, sahiram 2, existem
30i.
A saber :
Nacionaes 222, mulheres 12. estrangeiros 27,
escravos 41, escravas 2.Total 30i.
Alimentados a custa dos cofres pabliros 233.
Passa-arciros. Chegados do Rio Grande do
Norte, no hiatc Plor do Rto Grande :
Maxirniano Delgado de Araujo Nunes, Joao Ma-
noel de Almeida e Joao Barboza de Souza.
PASTE POLITICA
PARTIOO COlSEBt VlaOM
RECIFE, IS DE JANEIRO DE 1874.
KNSI-to SECWIDAmO.
Um dos importantes services- prestados pelo pa-
triutico mmisteri > de 7 de mar&i, e; sem duvlda,
aquelle que se acha consagrado no deereto n.5429.
de 30 de outubro do anno passado.
Do ndrte ao sul do imperio leranton-se um br-
do de alegria, om a proraulga^ao da important
inedida da creai-ao de coramissSes deexames nas
provincias, e mais de um orgao da imrtreasa oppo-
siciomsta felicitou o grande rainistro, qne hgou o
seu name a este real molhorament>.
Com iralisalo nas poucas faculdades e academias do
imperio, foi, incontestavelmente, nm serv-x) presta-
do a muiias provincias, que estavam conderoaadas
a ver todos os anno* sepultarem -s-, lunge da fami
lia, em terra estranha, muitos de seus Jorens e
dlstinstos fllhos, alem dos enormas sacrificios, qae
os pais eram obrigados a fazer.
Entretanto, tres mezes- depois da pnmnlfaca.)
do deereto de 30 de outubro do aano pas-ado, ahi
vem a Provincia dennnnar ai paiz a inten^So
a desleal com que o governo conseguio illaqnear a
boa fe das provincias com a medida eon tida na-
quetfe de-.Teto, qae foi ama subtilesa, uma hy-
pocrisja ito ministro do imperio.
Em vefdade nio ha exemplo de uma opposieao
systematica, parclal a injosU, como e esu dc noe
tidus os dias se fax echo essa organ opposirlo-
nista.
Na i ha ideia, nao ha medida, por mats jasta e
Util, realisada pelo governo actual, qae encooir
ama palavra de aniin.ic.io e justi*;a da parte- 6*
nossos adversarios.
Cegos pelo estieito espiriti de partido, nab- to-
cam em assUmpto algura, senao para mutila-lo e
inverte-lo.
E' que nab se podem center ante a gioriosa ear
reira. que tem sido tnlhala pelo patriotieo gabinete
lie 7 de marco. que,' f irte, emprehendedor e reso-
lute, recomega to los os dias uma tarnfa activissi
ma, affrontando os mais graves problemas na or-
dem politics, na ordem intellectual, na ordem eco-
ndraica.
Nio se podem eonter ante o sorprehendante es -
pectaculo, qae eontemplamus, veado qae esse go-
verno, nao contento de resgatar para a liberdade
toda uraa geraca >, de melhorar consi leravelraenie
a administracao da justn;.-i, de isentar a populacao
dos pesados onus da guarda nacional, de ter aber
to is provincias do imperio um largo futoro pela
garantia de juro a snas estradas da ferro de ter
visto esfabelecer-se a communicacio telegraphic a
entre varias provincias do imperio, de accudir a
defeza do paiz pela decretaiao de ama extensa li-
nha ferrea no Rio Grande do Sul, de ter mantido o
nosso cradito, pr..segue sempre em sua grande mi.
ssao realisando os destinos de am governo, aao
de um partido, mas da sociedade.
0 paraiello qae devera fazer entre esta sitaacao
e a liberal, qae se find m em 16 de julho de 1888.
deve ceTtamente os incommpdar.
Nai despertem is, porem, a Provincia dolorusas
recordaf-ocs, que Ihe seria cruel reavivar.
Kntretanio, e fora de dnvida qae t so o despeito
que faz os escriptores da Provincia, OlMpfi tWBMti-
irenrtao desas-riamente o importante papel deop-
posicionrstas
Entretanto hoje vamos responder a Protir,
cia na parte em qua se ocenpou com o deereto de
30 de onmbro do anno passado com dtestamnnbo
do insuspeito dapotado pelo Rio Grande do-Sal, o
Sr. SUvr-h-a-M-mins.
' Em dm dos jornaes que se pnbliea naquel'a
provincia, escreveu elle o seguiate :
'A Keforna dear noticia do deereto qne
.acaba 'de promulgar o Sr. ministro do imperio,
e atrribuio a mihha iniciariva na caroara **e
adeputAdos.
A Reforms dfsse a verdade.
< N-em cum isso preteado diminuir a importan
'fela'do seTtajo'que z hrotrncrlio prestra d rninis-
< tro ; pois nao sei onde ha mais pairiobsmo : se
em peosar e por em pratica o proprio pensa-
- memo, se em reabsar a idea uul, apresantada
por am adversaria.
Fiqae, pots, t>irtstgaJdo qae, na mitana opi -
-bi5o, -rwiutentea-o'-Joao Alfredo Correa de i-
< veira presiou arlnstraccao pubRca, com oahi
mo deereto, relevahtwslmo servico, qae em nada
< desmarece. por baver sido pruvocado per ura
mernbro da ^pbehjiO^iberal.
54o,' portanto, mereddos todos os todfores
< endere**ados ao ministro, qne tomou a ia ex-e-
cuyio responsabilidade do acto.
No''m*Mnitf-a>tigi e apredaddo odeereto de 30
da OUtubro,: diz ainda o Sr. Sil veira Martins :
0 deereto eras mesas de exaraes para to
doe, para os alumnos dos lyceus, a oara os
alumnos dos collegios particulares; estbmla o
professoradd, eleva o nivel dos- Bstddbs taas pro-
vine a, e confere ntmt leal c-meorso o (iMfto
de. malricblar-se nas fa'caldades, aao ao arivi-
legiados aJumnis das MCoba do Udo, mar arts
a estudantes de merito que derem dos (uuates ge
rassbroVa de'real saber.
a 0 decr-rtblanfa uma fl^a-jeneroaa, coaacgra
o saber Repito. e -p^-^,m^.''tje^lae
a ao ministro qae-entende, como o Sr. conseraei-
ro Joa.i Alfredo entendeu. que o dever ao eeta-
dista nao 6 sostantar inconveniencias por amor
proprio, mas fazer o melhor por amor da pa-
fria
Na apreciatio de am acto de*tatnanho aRjaabe
para a iustrtrccau pubfica, os'WMias julgarae
quem teve razao : se i dl -tincto rio-grtadense, que
retenleu a gl'ria da iuiciativa da modjiia "aftnti
i no*tiecreto de 30 fle outubro."InWFrltvtnaa.
que a considera um acto da deslealdada e de hy-
pocrisia.
Pela nossa parte estam s salisfefca com ojavao
do IHnstre deputa.lo qtte responoVti" a'sms ami
gOs mettiur (bi-qui iitTtamos',faev
Resia que a Pi-mnncia qne pr^iictMi vrftir
e. 90*re o a-samDto, dga <-m quo o deereto d- 3
-fttnt-oYo-iai-ei^tibceira > ycu tajjWai.
^fc
1
I






Br
p*
Farias
^Exma. D. Leoncia de LunaJP0$),*9 $
fprofessora da segunda cadetra nesta ct-
_Je, den suas feiias em o dia 8 do corres-
tfcfcasstStindo a ellas as pessoas mais gradas
do local. Mo^mm- DMMJIarjpander
mos a modestjj^.Nierisa Eifcjpnof
ftfS porem podemos affiancar, nao s d^ra riosso juizo, como de pessoa habili-
tada, que 6 ella a mais distincta professora
da localidade, tantoem comportamentocomo
tinlelligencia o habilitates. Se nao e
a primeira da^proressoras, 4 uBwr d*s
leiras.. ._ .- -^
(Do Litewtf,Fteh>).
SFGUMS
' Contra Eo fogkf
u
NTRA 0 FO
A companhia Indemnisadora, estabelecida
:aca,.tQma seguros maritimos-tpba
dBa^ai Anglos econ*rfog<
Jbs, nierlKterarf e mobiliifc nr
rua do Vigario n. 4, pavimento ter*a.-
COMPANHIA
Phenix Pemambucan.*
TpfBiu rigof^ rnariU)fi"'ji em mercadorias.
fretea, dtnhetro a risto ofiualraeote de quai-
quer natureza, em vapores, navios viTtfa ov
bajcafiiB^ praakts-muito modicos.
*abi DOXO*MERCIO N. 34.
brine :
Para os porlos do Manor.
Para o gbMnde doSM, no1
sileiro Sa/MpaMiraai rregMmm^- l>
com 9,600 li.traduaar
Par* d rTlTXJraiide leiro Golgo, carregou ; F/aj-**** 4k
600 volumes com 15,681 kilWfcJttraear
oslMo 4 Jhbi. F. p. trite*. fcjIDfresaw
Para o Rio Graaie .do Sal, no patacho naeio-
nal Leopoldina, carregon : L. J, S. Guimaraes 209
saocos com 15,1100 kilos de aasucar branco.
Para o Para, no potaeno americano /. Bou,
carregou: P Viaaaa C. 16 pipas com 7,68)
litres de aguardeute ; F. A. Ferreira de Nones
50 dltas com 9,600 dims de dita.
Para Para, e'Mato'brasiieiro Otinda, ear-
regou : A. OarMro 461 barrieas com 11,555 kilos
de assucar branco.
Para Alagoas, na barcaca Yeneza, carregou:
Algonez 4 Carvalho 1 barritsr com 99 kilos ae
assucar reflnado.
20-R (I Ceellis-20
i abaixoiasKiinada.Jkeaciatra' pelo Exol Si.
lidente da-previMia,- e pelo Ha.'Srt Dr. dire*
wtotal da instruccao publica, tern estabelecido
dot iftrrh"ij *" a poucos passos da
de 3> Goncato, ura? eolteilo paw ^neoinas,
.^TinvocaciodaSANTissiMA Tmndade.
Auxiiiada poLsuas irmaas D. D. Landelina Jar-
fey e Oliudaa Jersey, ambas as quaes, em *-
jnrn co*-Jr abaixo aasignada, reeeberartH.jai
O^cac^duraatt* quasi sete annos, era* urn--
llelhorotcoUegjo*france*sda cidade Jo* PWfcy
Ma por-certo habilitada para transmit*- fe suas
alumnas toifos o* conhecinwntos adqaindoJ neise
lonsro esnai^>'de tempo. __
Chamawo a aftn?ao.a illustrados pals de fami-
lu, naciouttt e estrangeiros, para os- ttto
afcaixo, a annnnciante espera mewcer deeiWda
prferencia, pois o sea esubelecimenta se disua-
ue, nlo so |rque nada pagara em separad Istudo das artes de recreio, como tambem pelo das
limruas estrangeiras que, em geral, somente se
easina a traJoair, ao paso que uo Collegkvda Saw-
TissiMA TBiN*\M*e aprendera a fallar e. escrever
eorrectamenie ; o que se torna som davida de
oma vaniagem e ulilidade incontestaveis.
lavocando, cheia de confianc^, a proteeeao de
sens comaalriotas, p de todos os estrangeiros illus-
trados^aoaaQeianteesaas irmaas, no campn-
mento do saoB dareref.-esperam e promettem en-
vWar lodbs os esrorcos, afirti de provar que, entre
aos existem pernambucauas sulflcientemeiite na
tilitadas para instrOir e preparar nossw innocen-
*?s e araaveia pathtSasi nao so a desempennarem
no futuro q nobre e respeilavel minisleno de
mais de fanilia-, como a se lernarem aqui, osm
arlalnuerfafa, onde se acliarera, o brilhante or-
namenio innate culta e distincla aociedade.
As aula abrem-.-e a 26-de Janeiro.
Philon0to MintrvimuU-A. 0' ConnellJertey.
IJiSh
3A360
iaioo
ttmo
44009
UOO0
2J400
2140*
DA ALFANWNU
a 16. 10:236*070
IBgusfo f. d'Oliveira &
A casa commercial e bancaria deAugustb
d'6Jiir.ar(S Q.,.annf do Commerxio ns
M eaorg^se da ex*ei5*|o de ***ers
rmra 0Mba#qaa 4* prodictite'e de to*|^a-
mais negocios de commissao, quer commer
ciae*, quev bancarios..
DeConta letftas, e" toma-di'nheiros a, pre-
mio, compra cambiaes, e saca a visOfce *
orazo, 6 vontade in' tomdor, sobreja s-
gi#iotes prajas estrangeiras enaciona;
Londrcs. S'obre o union bank of
LONtON, 0 LONOONit-AND HANSfiATIC BANH,
lihtted, e varias caSWs de t.' classe.
Paris. Sobra.os banqueiros tould
& C, MARCOARD ANDRlL (S C e A. BL*CQU,
VIGNAt. & C.
imbnrgo. Sobre os Srsu joAo
SCHU BACK & FILH S.
Lisbon. Sobre os Srs. fonsbcas,
SANTOS & VgfcNNA^ e *SEASTI.AO JOS* Mf
ABBES.
Porto. Sobre o banco uniao rKfBORTO
eo Sr. joaqcim pinto ba fonseca.
Para. Sobre o banco commercial
BO PARA, 6 OS Srs. FRANCMCO ADDENC!0 da
COSTA & FILH OS.
MaranhSo. Sobro o Sr. jose fer-
KEIRA DA SILVA J0N1OK.
Ceara. Sobraos Srs. J. s. M-.vas-
CONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre os Srs. marinhos & c.
Rie> de Jneir. Sobre o banco
INDTJSTRUL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL 6
BANQGE BRASILTENN* fRANCHlSE.
llOIMbiAiJiA
ftendimento d<- dia 2 _
ll:31*39i
No dia 2 a 16.
VW.0ME8 SAH1DOS
No
*rimeira poHB .
Jefonda poru .
fwcaira poru .
(Juartaporta.
ftapiche Conceicao
ia -

;< a>*tf
27 715
452
85
140
l.Oflrf
30,383"
SERVigO MARIT1MO
AMarenfBS desearragadas wwaften*
iM&wtoea di 2 a 16 .
No dia 17
Htyitt atracados no trap,, da alfandeg
Alvarengas........
No trapicbe Conceicao ...
23
62
arq
15-01
Sil
'a
boqutrqae.
, dem
Pomcao da J*boatia.
Tboaas Sergio de Farias, taverna
Antonio Francisco da Cosia Figaeiroa,
idem
Laiz Mendes da Silva, idem
MaiMt Mara Monteirb, idea
Bernardo Cmealfes dos Santos, idem
Jose Ferreira da Silva, idea OlOti^
Barbalbo.
3eba*iiao AtTonso dos Praxeres, tavefM
Aolotto do ReRo BarrSTri*i)IISOl*U
Corredor de S. J)io.
Manoel Scares Mmdes & C, Uverna 2*88fi
Varzea.
Joatjuim de PauUFerwira, tavern* 2*40#
Ukacato Jtfarcelino Bathos* dos Santos,
idam 2*000
MQofl (iampina Grande.
Joio MaTcelino, taverna **'~i
ABtor Claadioo Lyra Cavalcanle, idem 2A400
ilancel Francisco de Souza. idem 2*000
S. Loureaco.
Jjiio ^fam Ponche, taverna tftCJBKl**00
mo
MM i
Francisco Luir Quaresma, idem
Joaquim Ferreira Coutinho, (i) idem
Joao Rlbelro de Oliveira. idem
Joaquim Baptista da Silva, idem
Jose Gomes da Costa, ideai
Manoel Jos6 de Brilo Barreiros, idem
Isidro Antonio Mao Forte, )>ja de fazen-
dai e-taverna
-Joaoaa .Maria dos Prazerea, idea
Gabriel Campeilo da Costa, padaria
9JMITA CASA DA MISERlCORDtA DO-
REOJKE.
A Hlma. junta adminiitrativa da santa casa da
Hiseficordia do Recife, mapda tfz&t-puilico que
ua sala de snas sessdMi jMitilt) I de Janeiro
pelas 3 boras da tarde, *ea *a,"aiii afrematadas a
quern mais vantagens ollerecer, pelo tempo de am
a lr-s aancs, aa xefllas dos predios em seguidi
liiillll
GeMBM Ferreira de Araujo, idem
Juaqui.it Ferreira de Araujo.il) idem
Pi'dro Aatunio de Vaseoacellbs* idem
2*400
Si;
2*406
A
2*400
3*84
2*000
GB
.iend'menlo do dia 2 a 16.
dem do dia 17.
19:4051149
1-567*545
20:fl7594
ESTATUfOS
DO
C.ollegio da Santissima Trwdade^ sob a
dtreecio d* Phltomena Mr&ervma d'Al-
buquerque 0' ConnellJersey, coadjuvada
por suas irmlas IT. Landetitia d'Atbrjrcprer-
que 0' Connell J^e'redy e D. Ollnditi* dTAJ
buqaerq&.0' Gonuell Jersiey.
Art. 1.* 0 Collegi0"dirtRido por Philomena Ifr-
nervina d'Albuquerfne (XConnall Jae,y ienomi-.
na-se-CoLLEGio dm Santos*!.* TkaaMB*
Art. 2. As alumias reeebeai neRB telruicaa
primaria, secundaila, religiosa, de civilidade, e de
recreio- pr-B*s. .
Art. 3. A instruccao primaria 6 -^laWM, as-
cripta, contabelidade (as quatro oper^joes) nocoes
da grammatica portuguezv aha e cro-
c*16-- ^. .
Art. 4.* A wmwecao seconthma eomprefteoae
lingua nacional, Irance^ ioglez, italiad, histo-
ria, geograpliia e aathmetisav
Art. 5> A instruasao religiosa e dada pelo ca-
thecismo ; as alumaaa apreadem doatFina cbris-
ta, e todos os deveres roeoe a-camprir para com
Dens, sens pa paranaa, e HafMw ew a p*
ciedade. .....,
Art. 6. Atasfctieeao de civilidade abrane to-
dos os ados da vida.dc uma senhora, em relacao
com as pessoas de saa familia e com a socie-
dade. '
Art. 7." A instruccao de recreio consta de
deseaho, musica, piano e danca.
Art. 8. A instruccao de prendaa reune todos
os tiabalhos de agulba, e toda a especie de bor-
dados, que deve saber uma senhora da melbor so-
ciedado.
ArL 9." 0 CoHegio admitte alumnas internas,
meio pen3ionistas e externas.
ArL 10. A liugua que se falla no interior do
CoHegio e a franceza; e durante as anlas de ioglez
e iuliano s6 se failam estas lingaas.
Art. ti. As alumuas que estudam francez, m-
glex e italiano aprondem a fallar, escrever e tra-
duzir esles idiomas grammaticalmente.
ArL 12. A raeBsalidade para as internas e de
i0*000, para as meio pensionistas 20*000, e para
as externas 5*000, pagos adiantados por trimes-
tres que, uma vez comeQados, consideram se ven-
cidos. ,
Ar.. 13. A instruccao das alaranas internas,
remunerada sogund) o artigo antecedente, e a
dos ara 3 e 5; a-* internas e meio-pensionistas"
teem direito a ilos arts. 3, 4, 5, 6,7 e 8 ; podendo,
todavia, quaiquer alumna externa frequeuUr as
aulas superinres medianto a indemnisa^ao, que
se convencionar. _
Art. 14. As despezas com livros, papel, etc* saa.
d8 cempetencia dos pais ou correspondeates das
aJamnas, e bem assim a materia prima de borda-
dos, e eatos executados sao propriedade das mes-
riiaa
Art. 15. As aulas no CoHegio da Santissima
I'mwade trabalham duas ver.es aodia-de manba
das 9 as li e de tarde das 2 1(2 as 5 1[2
Ait. 15. 0 enxoval das internas e ao gosto de
seua pais; assim como a roupa lavada, engomma-
da e perteaces poi elles serao fornecidos.
Art. 17. As peqnenas indispoeicoes e molestias
das internas sao traladas no CoHegio ; nas graves,
porem, a directora fai avisar aos pais ou corres-
pondentes para providenciarem s bre o trataraen-
lo, qae p6deser em suas casas, ou no CoHegio. *
Art fe Os feriados sao os das anlas publicas ;
salvo as quintas feiras que, no CoHegio, fleam des-
tinadas a mstruccao de recreio.
Art. I*. Tdas as materias leecif nadas no Col-
legto da SAM-nsstMA Trindade sao professadas pete
direcara e suasirmias, oa ootras santwrw om a
apMao precisa, e que a direcara joJgar necesaa-
nas.
Reclfff. 3f> de deremttro da r873.
PhilonuM Mmtrvina it JL-OGfnell Jersey.
Approvd -WrtMalia gBlditrUnjtcao public*
de Peroambu r>,' de Janeiro de 1S74.
Scgure cwrtra*log^
rHE LIVERPOOL & LONDON &' GLOl
a MM1I Mmmm^ m*w
IrCSHRrBlfCi? OTfAlrY
\gentes
SAOSDHtaffcOTHtEHS d C.
li-orpo Sa^o-II
AS 3 1/2 BORAS DA TARDE.
OaiwyJaa afflclaes.
Caroiio *ebP8 -LeUdree a 90 djv. 25 3|8 d. por
1*000, hontera e hoje.
Cambio sobre Lisbora 90-dr*. 103 0i< de pre-
i mior
j ft. de Vasconceilos
PftesMente.
A. P*.-dBiLDos
Secretario.
WmULJmO PROVlNGJAfc!
Idam do dia 17...... 4:040*463
126rl09#9?4
HE6IFE DRAINAGE,
dendimtnto do dii la 16. .
'dem do dia 17 J.....
ijfcA'ijuop
3*40
2*00
2*ooe
'.S3
2*00
2*00
rafiCO
Fcrnambuco.
0 banco pa.
razao dr1t*/# _
relativo ao seinestre
bro de 1873.
irfendo na
por accfio,
em 31 de dezem-
12:885*698
2:6*2*192
15:568*890
6*369
15*960
6*360
6*360
6*360
4*740
6*360
4tFANff.fJA.
{eadimeilW do di 2 a W.
dam dtrdU"!?.
580:273*587
47:535*636
627:809*223
Descarregam hoje 19 de Janeiro de 1874.
Vapor inglex-Fire Queen -mercadorias para al-
fandega.
BarcainglezaJJiranda mercadorias para altan-
dega.
Barca portuguezaLinda -vanos generos para o
fapiche Conceicao, para despacbar.
Hrigne portuguez Trtumpho -vanos generos
para o trapiche Conceicao, para despa-
cbar.
Patacho portuguezOlinda -varios generos para
o trapiche Conceicio, para despacbar.
Patacho inglez Gem bacalbao ja despaehado
para o trapiche Conceicie.
Barca ingleza Puzilier macbinis-no para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Brlgue austriaco-Bal-nrfarinha ja despachada
para o caas do Apollo
Potaca hespanhota-iVicacia-xarque ja despacha-
do para terra.
ALTHtACAO NA TAUT A DOS PREflOS DOS GKNEROS
SD1B1TOS A DIHBITOS DB BXPORTAgXo, NA SBMANA
WE 9 A 24 BE JANBJRO DB 1874.
Assucar-mascavado 113 rs. o kilo.
Courosde boi verdes 316 rs. o kilo.
Carvao de pedra estrangeiro, tonellada metrica
23*000.
Caroeode algodao 20 rs. o kilo.
Crina -animal em bruto 300 rs. o kilo.
AKandega de Pernambuce, 17 de Janeiro de
1874. ,
O conferente -J. A. Wanderley.
0 1 conferente -Jose Amaacio do Oateiro.
ApproveAlfandega 17 de Janeiro de 1874.
o inspector da alfandega
Fabie Alexandrino de Carvalho Reit.
MOVIMENTO E TRANSACgOES COMMERCIAES DA
PRACA DO RECIFE NA SEMANA DE 12 A 17
DE JANEIRO DE 1874.
Gambits.
SobreLondres-a90.d/v, 26 1/4, do banco.
a 26 3/8, 26 1/4 o 26 1/2 parti-
cular. .
Sobre Lisboa-a 60 e 90 d/v 103 / particular.
Sobre Porto-a 90 d/v, 102 e 103 particular,
Sobre o Rio de Janeiro-a 15 d/v ao par; par-
ticular e a 30 d/v 1 /. de desconto.
Sobre a Bahia-8 d/v ao par particular.
Desconto de letras. -12 por cento ao anno. "*
Venda de generos.
Algodao de primeira sorte-7*300 por 15 kilo-
grammas.
Dito do sertao, 8*000, idem, idem.
Ditode Macau, 8*<"00, idem, idem.
Dito de Mussor6, 8*000, idem, idem.
Dito de Goyanna, 7*600, idem, idem.
Dito de Ma.'eid, posto a bordo a irete de 7/8 e
5 por cento 8*800 e 9*000
Mediaoo-SjrteO e 8*200 idem, idem, idem.
Aasucar Canal 1*250 por 15 Kilogrammas.
Dito mascavado purgado -1*900, idem, idem.
Dito brnto bom -1 *750 idem, idem.
Dito regular 1*700 idem, idem, idem.
Dito de Goyanna (a bordo) -1*850 idem, idem.
, 1*800 idem, idem.
Dito da Parahyba-1*600 po3to a bordo a frete
Dito de Maceid -1*930 posto a bordo, a frete de
30 e 5 / j
Dito regular -1 *970 posto a bordo a frete do
25 e 5 /
Couros salgados seccoaS88 rs. por kilo.
Ditos verdes 316, idem.
Entradas do assucar e do algodao.
Assucar42,408 saccos.
Algodao 2,933 saecas.
Expvlactto.
Portos estrangeiros.
Para o Canal-6,000 saccos de assucar masca-
vado. ,.
Para o Havre -1,683-saecas de algodao.
Para Lisboa-2,500 saccos de assucar branco,
e 1,500 de mascavado.
Para o Rio da Prata 2,000 barncas de assucar
branco e 250 ditas de dito mascavado.
Portos do Brasil.
Para o Rio Grande do Sul 100 pipas de aguar-
denle, 1 de alcool, 500 saccos e 833 barncas de
assucar branco.
Iruporla^ao.
Hiate nacional Flor do Rio Grande, en-
trado do Rio Gwade do Pforto em 17 do
corrente e consigaado a Gomes de Mattos
Ironaos, manifestoa :
Algodao 12i saecas a Souza Moulioho
& C. 15 a .August* F* da Silva Leal & G.
I Mrltao 250 saccos A ordecn, 100 a Jos
Goncalves JSeltrAt dl IrrnAo, 100 a Joaqann
Jd'sd da Costa Fajozts e 5 a Boa-Ventura
Jose Coelho.
^0\rSMKT3)
Navios enlrados no dia 17.
Rio Grande do Norte 9 dias, hiate nacional Flor
do Rio Grande, de 42 toneladas, capitao Miguel
Jose da Costa, equipagem 6, carga algodao e
milhj; a Gomes de Mattos & Irmao.
Trieste 50 dias, lugre inglez Stag, de 20 tone
ladas, capitao E. James, eqnipagem 8, carga
2,300 barrieas com farinha do trigo; a Matheus
Austin 4 C.
Londres 43 dias, barca ingleza Kate C*rnie, de
549 toneladas, capitao James Wilson,equipagem-
17, carga varfos generos; a ordnm. Vei con-
cerur as bombas e segue para lions Kong,
( na China ). .*___
Liverpool 44* dias, bara ingleza Kate, de 2j*
torwladas, capita* JaaaSfett, equipagem i0,
carga. carvao e outros generos; a Saunders
Braha-s 4f C
Navtos sahidos no mesmo ata.
Canal- lngre inglez Stella, capitao M, MetcheH,
carga assnaar. a
Liverpool -pataaho ingtes Jessy, eapitio W. H.
Ridd, carga a-sucar. .
Rio da Praia brigue 6rMB4ro Vtctorta, ca^rtio-
Castro, carga assucar.
Paulino Campeilo da Costa, taverna
Antofio Ferreira Lobo. hotel
Tapema.
JIanoelAMIpm de \hsMlejla. taverna
lanoel Fiadsco da Crut, idea
liiboira do Oaiara.
Joao Ribeiro Jeixeira de Melfo, taverna
m \m\ S. Leurenca.
Malfa do Esplrito Santt, UWrua,
Cosme Jose Guedes, idem
Jo*e Francisco Tel ha ae Mendonca, idem
Francisco Duro, idem _
ImfosU) de'tO fj6ito)0A /** agpardeute consu
ntHm mar provineia.
,Vlter3f6es feita** no lam'iiinento do impost.) de.60
rels por lifro de aguar.iente, tora da cidade no
exercicio de 1873 a 1874, pelo lancador lzidora
Theoduto de Mattos Ferreira.
Estrada Nova.
Candido Maximiano de Almeida
Augusta Ferreira de Lourena
Jose Boroardiao do-- Frailas
Luiz Christiani Velcant
Francises MonU-iro Borges
Mathias Jose de Brito
Adelino Gomes dos. Reis ( paKoaiar >
Caxaoga.
Joao Ribeiro Pessoa 17*520
Antonio Felizardo de Amorim 23*i0
Silvtstre Ferreira Alves 15*920
Moreira Monteiro 4 C. 19*140
Rarreiras
Lino Pereira da Fonceca 4*J40
Varna.
Joaquim de Paula Ferreira 15*960
Liberate Marcelino Barbosa dos Santos 12*750
Corredor de S. Joao.
Manoel Soares Mendes & C. 19* 140
Torre.
Joaquim Correia dos Santos 2*540
Manoel Francisco d Panla 7*980
Bongy.
Antonio do Reeo Barros o*360
Estrada do Gequia.
Cosma Maria da Luz e Souza 6*360
Jaboatao.
Manoel Pereira de Carvalho i5*960
Guilhermina Francisca da Conceicao
Tavares
Antonio Jovino Marques 74980
Joao Martins da Silva Villela 9*000
Antonio Augusto 6*360
Joaquim Jose de Albaqueique *Si2!
Joao Estuart Borbnrema 6*JbO
Povoaeai) de Jaboatao
Thamaz Sergio de Farias ,ii:i'!$
Anionio Francisco da CosU Figaeiroa 154960
Mano I Maria Martins *5*5x
Luiz Mendes da Silva 15*960
Campina Grande.
Joao Marcelino 6*360
Antonio Claudino de Lyra Cavalcante 7*980
Manoel Francisco de Souza 7*980
S Lourenco.
Joao Maria PenchG 7*980
Jose Gomes 4*740
Paulino Campeilo da Costa MJjg
Germano Ferreira de Araujo 1*?^
Pedro Antonio Feruandes 7*980
Gabriel Campeilo da Costa 'ii740
Manoel Antonio de Vasconsellos 7*980
Joao Ribeiro de Oliveira 7*980
Manoel Jose de Bnto Barreiros 14*400
Iz-dro Anionio Moreira Forte 4*7'i"
Joanna Maria d .e Prazeres 5*232
Joaquim Ferreira Coutinho (I) 65360
0 inesmo (2) 6*:,eo
Tapema.
Manoel Joaquim de Vasconcello3 J222
Manoel Francisco da Cruz 7^980
S. Lourenco.
Maria do E^pirito Santo 4*740
Cosme Josd Gaedes 4*740
Joss Franciso Telle3 de Mendonca 4*740
Francisco Duro 4'7j
Primeira seccao do consulado provincial, lo ae
Janeiro de 1874.
0 chefe,
Edunrdo A. de Oliveira.
I* ABttECliTENTOS DE CAROADE
Padra-Floriado.
Castterrea.nrtrT.....20**000
Cinco PonUs
Casa terrea n. 11.....2 326*000
RuadeHortas
fiasa terrea n. 118,......a 2W*00.
Loja do sobrado n. 41.....306*000
a j. Xravessa de S. Jose.
<^satarwa,n,JiWv .. 201*000
PABpOTilO DOS 0RPB*0S.
Ru da.Senzalla velha.
Casa terrea n^ 16. ...-,. 209*0W
^____^ Becco das Boias.
*}c*rado-n. 18.......42t*00
Rua da Crnz
2*l0^f3oprado-rfc 14 (fectadaX .... 1:000*090
Rua, aa, Guia
Casa terrea n: W,......200*000
Rtio do Pilar.
Casa terrea n. 98.......241*000
Casa tpreea *. -(fechada)..... 240*006
[d-^j-lOfr........241J1800
Idem n. 102........241*000
KaautafioMM dftoa Vista
Case terrea.n, 58fecliada ... ... 200*000
Rua da Moeda.
Armazem n. 37 (fechado) 600*000
Ron Velha.
Oasa terea u. 44. ... 450*000
Rua das Larangtwas.
Casa terrea n. 17 ....... 361*000
Os pceteodentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas fiancas, ou comparecerem
aconipannados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da renda. o premio da quantia em
que for seguro o predio que contivar estabeleci-
mento commercial, assim como o service da lim-
ps za e precis dos apparelhos.
Seoretana da sauu casa da misericordia do Ro-
:ife, 2 de Janeiro de 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de -Souza,
luz de Porto
Tambera,
eVtiibida na
A luz e I
vista da dis
A Inz esta na entrad* septentrional da aldea.
Pojicaa.1, Laa.O*^ 45" S.; Loaf. BrUT 0.
Esta conform.
"W l^dMprio da capitania,
___________ *^0&joirAiuMO FowceaC
- Pela thesoorarra phrrmcial faz puMieo,
que na segunda a&iazena do aorrente mex paga-
se o juio das apotices da ditlda provincial, emit-
tidae per coma do enprwttao de l^A0:0aaj0t
Secretaria da thesoararif ro7incial de Pernam-
buco, 16 da jaaar-d*-MW-
O ilihil-aaiof
_^^^_ HfMrARMM ruraara.
Hnnt. ^aaa ik terl**ita *
B%Mire.
A junta adaunielrajiza da Saau Ca* da Mise-
ricordia do Recife, oreeisando faz-r os eoncatos
de que necessia o predto qua possue o palrimo-
nio dos orpbaos, rua da Crm, hoje do Bom Je-
sus b. 12, eontrala eon qem*e ptuponha a rea-
lisar ditos coBcertos, mediaafd ecBa renda e al-
guns asnosMtt |rafo. para datfS#ar ; deveodo
os que disso se qoizerem encarregar, apraenar
suas proposlas em* carta* fechadas, devidimcle
selladas, acompanhadas do resoeetivo orcanae ito
nesta secretaria ate- o dia if de fevcreiro vra-
donre.
Rfn-etarla da San* Caaada Miseriiordi dv
Recife, 17:dejaneire i O escrivao.
' Pfedro HedHgow de Soina.
Ceiwiih* dtk ftrftepf.
Sao chamados os eradores do Mteeido snbdilo
portuguez Francisco- d Costa Bafcs, a apreseo-
larem suas contos-deoieo do prazoiae 8 dias, pan
serem conferidas, e pagas demnr das furcas da
espolio.
Recife, 16 de Janeiro de 1874________________
Secretaria do yyinaasio provinciaj de Pernambuco,
17 de Janeiro de 1874.
Por esta secretaria, e de ordera do Illm. Sr.
Dr. regedor iuterino, sao chamados para effectnar
o pagamento dos ultimo? iriraestres do anno pro-
ximo passado os pais e correspondenies daquel-
les ahimnos internes, qua ate esta datA ainda nao
o fizeram ; assim conn se declara que, em vata
do artigo 130 do regimento intarno deste institnio,
o pagamento dos alumnps quer interaos, quer
meio pensionistas e externo*, sera effecruado sem-
pre por trimeslres adiantados.
0 secretario,
Celso Tertallano Fernandes QuinteHa.
AVISOS MABITIMOS
Consulada provincial
Pela mesa do consulado provincial, se faz pa-
blico qae no dia 12 do corrente, se principiam a
contar os 30 dias uteis, marca los para a arreca-
dacji'i, independente de malta, dos diversos im-
postos, eobrados por lanfamento, pertencentes ao
anno flnanceiro dc 1873 a 1874, ficando snjeitos a
multa, todos os qae forem pagos depois de findos
os refendos trinta dias.
Cbnsnlado provincial do Pernambuco, 2 de Ja-
neiro de 1874.
0 admiaisiradcr,.
Anfonm Carneiro Machado Rias
f-Al'ITAM.V DO PORTO DE t'ERNAMBUCO, 30 DE
DE7.EMBRO DE 1873
Para seiencia dos naveganles, esta capitania
manda pnhilcar os avisos abaixo :
' Aviso aos naveganles
ARCHIPELAGO DE COREA.
Pedra subrnergida junto da ilha Quelpart.
O almirantado inglez teve aviso da existencia de
uma pedra subrnergida junto da parte meridional
da ilha Quelpart, sobre a qual pcrdeu-se o navio
russo Naboska.
A pedra Naboska e descripta como tendo 152
metros de comprimento com muito fundo em ro-
da ; nao qnebra senao quando o mar 6 grosso..
A posicao dada a este perigo e : 32* 59' N., e
123 53' E., o qua a colloca a 13 milhas da costa
da ilha Quelparte, e quasi norte sul com o extremo
S. 0. da mesma ilha.
VeY as wrtas francezas u.01 957 e 1173, e a ins-
truccao n.* 3?3, p^gina 402.
CoiiipaDhia Fr ?ao a vapor
Linha mensal entre o
Havre, I.ishoa, Pernaiubueo, Rio ale
Janeiro* (Santos, somente na vol-
ta ) Montevideo, BuenosAyres,
(coin baldeacao-nara o Busario)
STEAMER
WLLE B^ BiVHliY
Commaadante.P. Robert.
E' esperado da Europa, ate 22 do correote, se-
guindo depois da indispensavel demora para os
portos do sul de sua escala, tocando desta vez na
Bahia.
Relativamente a fretes, enommendas, passagei-
ros, para os quaes tern excellentes acommoda>;*3es
por pre^os reduzidos : trata-se com
OS CONS1GNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
42Rua doCommercioEntrada pela rua
do Torres.
GOMWCnirTO.
COMPraUflU klUWi
seguros maritimos e'terreb*
tres estabelecida na Bahii)
em 15 de Janeiro em
TOraa seguro da raarcadorias e
. ,tw maritimp onmavto de- yoia o vayore(
ACM-ttontro o tot* do iotperio, assim oom^
centra, fof* hre-.fiaaiioav gaaarM fa
AfSrtd; Joarraim JftiaGon^lw Btffci^
rua do Commeroio n. &r i'aada*.-
Lugre inglez Stag, entrado
na mesma data e coasignado
Austin duC. roanifestou :
Farioha aocoosionatario.
de Trieste
a Matheus
IciTAB!
A camara municipal desia cidade manda
pnblicar os artigos de posturas, abaixo trans-
cript'*?: .....
Art-70. Pica prohibido neste mumcipio o bnn
quedo de entrudo com agua ou quakjuer outra
substancia, de quaiquer maneira que se empre-
gae os infractores pagarao a multa de lo* e
swITierao olto dias de prisao. .... .
Art. 71. F.ca prohibida a venda de limas de
cheiro : os infractores alem do as perderem, pa
garao it de multa.
Pato da camara municipal do Recife, 17 de
Janeiro de 1874.
Manoel J. do Rego e Albuquerque
Presidente.
Pedro de Albuquerque Autran
Secretario.
N. 16.
AMERICA MERIDIONAL PATAGONIA.
DO ESTRElTO DB HAGALHAES AO GOLFO DE PENXs.
Mares no Estreito Inglez.
Aos 22 de dez*mbro de 1872, no periodo da bai-
xa mar. o navio Zealous, da esquadra de sua ma-
ge-tade, em sua viagem para o sul atravez do es-
treito Inglez, uma hora proximaraente antes da
baixa-roar, foi levado pelo refluxo vindo do sul
sobre uma pedra subrnergida, com 5," 181 d'agua,
que fica cerca de9l,438 ao sul de um ilhote
proximo da praia oriental; o ilhote fica pruxima
mente a meia milba ao sul da ilha Mid-channel.
Becommenda se, portanto, aos navegantes que,
quando passarem por esta parte do estreito Inglez,
conservmi se do lado da praia occidental; e, nns
navios a vapor, regulem a sua marcha de sorte
que tenhara sobre o navio complete domino,
guardando em lembranca que o r' fluxo puxa com
violencia sobre o ilhote (junto do qual o Zealous
encalhou), do lado opposto do canal.
No estreito do Ioglez julga-se que o flaxo e o
refluxo orrem cerca de tres quartos de hora de-
pots do preiamar ou da baixa mar, junto da costa.
Na entrada septentrional do estreito do Inglez, a
mare corre atravez do canal desde a ponta n'-roes-
te da ilha -Cavour ; devendo, portanto, haver
todo cnidado quando seguir para o norte afltn de
evitar ser atirado sobre a costa da ilha Loney.
Ilha Mid-channel. Perto do extremo meridio
nal da i!na Mid-channel ha pedras destaeadas, a
flor d'agua, que so entendom por alguma distan-
cia. .
ReparticSo Hydrographica do Almirantado. Lon-
dres, 14 de fevereiro de 1873.-(Assignadox r
Henry Richards, hydrographo.
0 Garibaldi
da carreira da Bahia segue para
essc porto logo que ten ha com-
plete scu car -pgamrnto : trata se
com o capitao Custodio Josf
Vianna, ou 4 rua do Amorim u.
37, com Tasso Irmios & C____
LiSiHiJI
Geo
i\
de resecva.
8,000:000*0*
igentes,
XiUs LaTtom&Cl
UArl>*.CBi:H.
iBSPACHOS DE EXPOHTACAO NO BIA 16 t>%
-H$m& Dfi i74
PBra os pcrtoi do exterior.
- Na barca ingjeti tndin Chief, para Valpa-
rart,.carregou: A: Ltair 800 saccos com 59,400
%mfo assutar maSrt^do.
- Nd btteue mglez^/N/fe. para Liverpool, car
PB.: M.Wh*n&C. 311 saecas com 22,769
- No paJBabota DorWgaei Pensnmento, para
fAbo^tineaoA;. K()Welra AC. 90 courts sat
taaos com 909 kilos. ., .
^ Its aalera portgjua Vasco da Gama para
n Pa** rltntorr- Camfto & Nngne ra 101 c
- -awsoca?branco e 100 ditto
Uo mascavado.
ttirae portufUBs Stcpho. para o RJo da
carreaan: A. Cordsiro 75 barncas com
ataTasswas ntaaarate e 109 doas ma
.. tttm atdiwtawafc
- No navio hespanJal Traoiata, para tt
carregaaa. MLLofi 48A>sa*as com 1
I'lBBBBt ftLffiMftO
ra*lutr.'Bats|St *^at, para Lis*oa,
w :X kflMadhado 40 courw salg-#*
kfc.> 45,000 kilos de assucar bran*.; A. /^W
v ira I barriea com 38 ditos de dito, I dlte'Saa
actoa de dito mascavado e 200 caoos
Consulado provincial
Para seiencia. doa-,contribuinles dos ImRQStoil
abaixo dedaradcA- bw effcitos teBatSrea'.safaW
publicam-se as altsrac^as. veriMdas no lancamen-
to dos mesmos impwos- no- corranie anno Inran-
e*4ro de i873 a I8?a ficaudo. afcerto o praao as-
reclamacoes que por ventura possam ter a fazer os
int-.TrssiaV na forma da lei e regulamente ros-
fmpntf'ie 4 0/0 sobre d#ersos_esta>>elecimentos.
Alieracoes feitas no ImwumV *M>#,tiS
0/0 fera da cidade, no exercicio de 1873 a /*,
pelo lancador Isidoro Theoduto de HMiba. Wr+
reira-
Estrada Nova.
Cttidid*M'ximiano d AlnieWaj laveraa
Severina Thereza de Jesus, idem
Ju^Bara-^rdin.. de FreUas, idem
Luiz ChrWli'ni Vilcant, idem
Fraociseo Momeiro Burgas, idem
Maniias Jose de Brito, idem
Caxaasa.
Lauriano Jose de Olivein, loja de fazen-
dax
Joao Rlbelpi Pessoa. taverna
Ant'i'ii i Felisardo de Aipurim, idem
Silvesire Franci-o \lv*<, idem'
Moreira, Monteiro & '-. id^m
rtarreiran
Lino Pereira da Fpneeca. lavenra
T..rre.
1 Fran-He i de P rna
ira Corre i dps Snrios, idem
iuiitiil ii 118
Pel* hpspectoria da aliandega se faz pur
blico (jue-aao se tendo arrematado as mercar
dorias abaixo dwlaradas, annunciadas por
edital n. 1 ltt, por falta de concurrencia, ao
valor official, se transfers a mesma arre*-
mata^ao psra is 11 beras da raanha do
dia 19 do corrente, a ports desta repart^-
Trapiche Conceicao.
Majca M. J- F. C 100 barrieas com cal
em p6. pesando brut9,5,6o0 kilos, tar
10 / liquido legal 5,094 kilos, no valor
ds 80198&6, viftdas, d*e. List)9a no navid
portaxpe*,Not* Stuppo-lhia, descarregadal
em IS de agosto-d<873.
Idem J. J. C. B. 1 ciixa com fructaj
deterioradas, sem valor^yinda do Lisboa n
vmslvapor inglea.- Valvaraif^ enlxado em 21
9 de outubro de 18X3.
AUandega-da Peinambuco, djaneirs
de 1874:
Q inspaptor,
FabtoJ: deC, Rtis.
aa400
2*400
2J000
2*400
2*400
rifa
I Joa piii
l AttpPliLO.
Obras ntilitares
9abtti*Mffedado fas pubilco que a 19 do cor?
rena sera rreiittda_a execucao dos melhoraj
awtos *3$aos aa*i* saudo fonaalhojie com
as d. arsenal deguerra, occadoiem WMftTUI
em-qutaer eDearregar>e dWfer" apresenta suas
N. 19.
ESTADOS-UNIDOS-COLFO DO MEXICO.
Alteracdo deluz. Ponta Mobile.
0 governo dos Estados-Unidos ommunicouque,
a contar do dia 15 de fevereiro de 1873 em dian-
te, far-se-ha a seguinte alteiagao na lux da ponta
Mobile, a saber:
A actual lux branca fixa sera substituida por
uma luz vermelha fixa, exibida" de uma torre re-
centemenle coastruida no forte Morgan. Esti ele-
vada 15,-240 acima do nivel do mar, e em tempo
claro deve see vista da distancia de 13 milhas.
0 apparelbo illuminador e dioptrico, oa de len-
tes, da quarta ordem.
A torre, que tern 11,-277 de altura, e pintada de
^Posicao : Lat. 30 13' 45" N.; Lonf. 80* 0* 29"
ln'trucfdes.Os navios qua demaadarem mais
de 5,-486 u'agua podem approximar-se do pharol
pel" lado occidental ate uma e meia amarras.
Quando estiverem a meio do canal, e a luz da
ponta Mabile demoiar aE. 4. S. E, devem go-
vernar ao N. 4. N. 0. o que conduz, claro par es-
tiherdo da.Ma collocada no extremo do baxo-1
Middle -, aoaoe radoure, em Lower Fleet, onde I
ba . T-dotos rumos sOontapmticot. Vanofao da-
putted lB'MEt em- m* .
Beparticio Hydrographica d i Almirantado, Lon-
ias, t f-vereiro de 1871. (Assignado) Geo
Hnry Richards, hydrographo.
X~22.
AJttlaJ^A !VIRIU10NAL COSTA OCCI-
DENTAL.
ao ewmQim,.
Luz /mho r ilka Puna.
Recjbea-so avl da uue utpa lax e actuahnen-
te enriftida de mn pharerconstruido na pon Man-
dinga, ponta nrienul da Ilha Pnna.
A luz A *>cawa /tw, elevadk. M.-gi^ anma do
nivel do maittA-tempo dare deve ser vista da
asaaoadslt-sMtm ,
1 0 yhaaokaaa sitwdo *>br a pnna, meia mi
lha.para o orlente da cidade da-rata.
Para o referido porto prctecde seguir com ponca
lemora o brigue portugaez Ltgeiro 111, de 1
classe, capitao Nobre. por ter a raaior pane do
sen carregamento engajado, e para < resto que Ihe
falta trata-se com os consignatarios Joaquim Jose
(joncalves Beltrao & Filho, a rua do Commer do
a. 5.__________ ___________________________t
Allian^a Maritima Por-
tuense.
Couipanliia tie MavcgacSo en
Ire (ortugl e o Brasil.
A galera portugueza Vasco da Gam st-gue em
poucos dias para o Porto, achando-se ja prompta
grande parte do sea carregamento.
Para paageiros e fretes trata-se com o res-
Eectivo capitao, ou com os agentes da companhia,
os6 de Silva Loyo 4 Filho, cscriptorio, a rua da
Companhia Pernambucaoa.
Rio de Janeiro
Para o porto mencionado, scgnira brevemente
o brigue nacional Pirangy ; e fait mdo Ihe ainda
alguma carga. reeebe-a a frete : a tralar com
Francisco R.beiro Pinto Guimaraes, a rua do Ba
rao do Triumho n. 96.
Rio de Janeiro
Segue nestes dias para o porto acima o brigne
nacional Galo ; recebe a frete um pooco de rar
ga que ainda Ihe falu : a tratar com Francise>
Ribeiro Pinto Guimaraes, *
Triumpho a 96.
a rua do Bario do
Lagos
(Costa d'Africa)
Da Bahia espew-se ate o dia 28 do corrente mez
i r area portugueza Hercilia, da primeira cla>se e
marcHa, a qual, depois da deroera aqui da 48 ho-
ras, mais on raenos, seguira para o lugar acima
mencionados. Recebe passageiros para os quaes
offeree* os melhores cmnaodos j a ttattr cum
Francisco Rib-iro Porto Guimaraes : a raa do Ba-
rio do Triumpho a 96.
Rio de Janeiro
Para o porto acima sague com brevidade e lu
gar. naoienal Fr nciaco 1, navio da U casa*. por
ter a.aior parte de sua. carga eagajada. ran a
complete da mesma, trata-se com Silva & Cascao
i rua do Mar.iuez de Ola'.a n. 60._________ .
RioGrande do Sid
Para o referido p- rto fgae en> ptweos dias o
paacbo naeional SaLiptud*, *vi. de Oaase,
por ter a uiaior parte do ceu carrega-nenfc) a bor-
do Para o rest. da carga. trata-se coin Silva &
Caseao, a rua do Marquez de 0 i*la n. 60.
Passageiros para Montevi-
deo.
0 navio allemao Jfon^rong deve seguir pars e-
IW pori't com ;" -a d.iroura, r-',n'-eudo slgsss
no-: no araa-
sem la rua dj Coi : r:io n. 4.

:
t-


-
I
L
i

* .' "


Diarfe dc Pernambuoo Domingo 18 de Janeiro de 1$X,
^
lEILflES.
HE
115 Mnias e 40 meias -de farinha, eon loose 4b
mrtl
_ HIE
aloeorreaate
Ao indo dia
Socaes do Apollo, araiaxem do Sr. Jose Doae
das Neves.
O agente Dias, eonaelentemenle aulorisaaa, te-
vari a leilao, a farisha acima mencioaada, re-
deoteuMMe chegada a esto porto, e reroraswada
tbI por ser das aereditadas marcas Rosalie e
Waxafl
IS do carroute
__________AQ MHO DIA.
LEILAO
DA
.taverna da rua do Bario do Triumpho n. 63, de-
fronk: do chafariz
TERQA-FEIRA SO DO CORRENTE
O agente Martins fara leilao, por aotoruacie de
Joaquim Jose da S. Acevedo, e censentimento de
sens credores, d'armafio, generos e mais perten-
Si da taverna da ma do Barao do Triumpho a.
, em urn ou mais lotes, a qual taverna se acha
muito a/regueeada, e e a meihor do lugar.
A's II boras do dia, na mesma taverna.
Leilao
DE
moveis, ioucas, vidros e
crystaes
QUARTA-fEIRA SI DO CORRENTE
is 11 horas da manna
O frepoato do agente Pestana fara leilao, por
eonta e risco de quern pertencer, de uma roobi-
Iia de jaearanda com tampoa de pedra, uma dita
de amareilo tambem coio tampos de pedra, 1 rica
secretaria de mognn, 1 piano inglez, 1 mobilia de
jnnce com tampos de pedra, 1 comraoda de ama-
reilo, i guarda louca de amareilo de raiz, 1 guarda
vestido oe amarelle, I guarda roupa de mogno,
camas de casal, de amareilo e mogno, ditas de
ferro, marquezas. marquezdes, cadeiras avulsas,
roartinbeiras, cabides, aparadores, roe-as elasti-
eas e muitos outros objectos que se acharao pa-
teotes do aeto do leilao, quarta-feira, 21 do cor-
rente, as it horas da manba, no armazem da
ma do Vigario Tenorio n. II.
N. B.Na mesma occasiao vendera divefrsos
.:hapeo3 de pallia, de merino, de seda e da China,
pan homem. ____________
Agente Dias
c=
alguns moveis em mao estado, e de uni relogio de
ouro para algibeira
Quarta-ftira 21 uo corrente
As 11 horas da manba
No armazem da rua do Imperador n. id.
O agente Dias levara a leilao, a requerimento do
lllm. Sr. Dr. cu'ador geral de ausente*, e por des
pacho do Exm. Sr. desemhargador juiz de or-
phans, os moveis aeima referidos, pertencentes ao
espolio de Juslino Martyr Correa de Mello.
QUARTA-FEIRA 81 DO CORRENTE
as 11 horas Agente Dias
19:000
Bo&nas para iiomem
(ban) de chegar grandee facturas dm
tidatdeb de peUi-
ca, de dafiHe cM SWpHHj w- buatrfo -ceK ha-
loes, e com dhoies a 9*000 (a e*cdb> r) por Mr
vindo grande quanlMade jor-eoS** e ordem d fabricates- ao armazem do a#orjfrancez, a rua,
do Bataoda Victoria (outr'ora f"ova) n. 7.
Mascaras
Chegaram grandes facturas de awcaras jde?
mass. de arame e de setini, para serein vendida*
par coau e ordera dos fabricates, o mais aarato
possivel, em grandes e pequenas porcoes : ao ar-J
mazem do vapor franeez, a rua do Barao da orir (oatr'ora Nova) a. 7.
Caltjado
fram.
LEIUO
DAS
ferragens, armacao, cofre, e mais pertencas da lo
ja de ferragen da rua de Marcilio Dias n. 6,
! antiga rua Direita.
ao correr do marteUo fc
OUARTA-FE1RA 21 DO CORRENTE.
0 agente Martins fara leilao, por conta e risco
do quem pertencer, d'armacao, ferragens e mais
portencas da loja da rua Direila n. 6, em nm ou
mais lutes, sendo que garante-se a casa por alu-
guel rasoavel a quem" comprar a armacao, pois a
posicao da dita casa e excellente para qualqucr
negocio.
A'S 11 HORAS DA MANHA.
LEILAO
DE
I0U9 crystaes eun irnpo- -
tante adereco com bri-
Ihantes.
Quinla-feira 22 do corren(e
NO
I'rimeiro andar do sobrado da rua do
Marque/, de Olinda n. 64.
O^agente Pinho Borges. cempetentemenle auto-
risado vendera em leilao deste dia, 1 rico adere-
co todo cravejado d* brilhantos, 1 piano de iaca-
randa com excellentes vozes, 1 mobilia de jaca-
randa com pedra, 1 guarda roupa, 1 caina fran-
ceza, diveraos quadros a oleo, 1 par de apara-
dores, 1 estante para livros, 1 mesa elastica, 1
oarteira com a comp.nente estante, 2 pares da
lanternas, 1 marquezao, 2 marquezas, 1 guarde
louca, 1 apparelho para almoco, de porcelana, 1
mobilia de amareilo, 1 rico santnario de jaearan-
da, 2 pares de garrafas de erystal, para vinho, 1
relogio de parede, 1 dito de prata patente inglez,
1 par de consoles de amareilo, 1 par de cadeiras
de balanco de vime, 1 dito de bracos, diversas
madeiras avulsas, 1 cama de ferro com o compe-
tente colcbao, lavatorio com pedra, alem de mui-
tos outros objectos que seria enfadonho mencio-
nar e que tade sert vendido ao correr do mar-
teUo. as 11 horas da manna do referido dia.
AVISOS OVFRSOS
CASA DA FORTIM.
AOS 4:000#000.
8ILBETES GARANTIDOS.
. A" rua Prxmexro de Margo (vutr'ora rua dc
Cretpo) n. 23 e casas do costume.
0 ibaixo assignado tendo vendido nos seas fe
dies bilbetes, urn meio n. 047 com 1:000*000,
eontras sortes de 40* e 20* da loteria que se aca-
bon de exirahir (83*), cunvida aos possuidores a
virem receber na conformidade do costume, sem
desconto algnm.
Acham-se a venda os felizes bilbetes garantido.'
da pane das loterias a beneficio da igreji
de S. Francisco do Recife (84*), qne se extrahira
oa sexia-feira, 23 do corrente met
PRECOS
Bilhete inteiro i*000
Meio bilhete 2*000
IU PORglO DE 1009000 PARA CIMA..
Bilhete inteiro 3*300
Meio bilhete 1*760
Manoel Martin* Fiuza.
Para
BOTrN-AS de bezerro, cordavab, peHica, lustre e.
de durasjue com biquerra, dos mtlhore*
fabricantes. '.
SAPAT0ES de beierro, de cordavao e de caae-;
mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPA I'hTS atamancados com sola de pao, pro-,
prios para banhoa, iitios e jardins.
SAPA'i i de upeie, chariot, castor e de tranca
-ancezes e porluguezes.
Para aeahora.
BOTLNAS jrtas, braneas e de cores differentes,
lisav, enfeitadas e bordadaa.
SAPATIXHOS de phanUsia com -salto, brancos,
pretas e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de lapet j, chariot, castor e4e tranca.
Para mealnMu
BOTLNAS pretas, braneas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTLN'ADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranea portognezas.
Para menlnoa.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordawao.
ABOTLN'ADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
3ualidades.
e tranca A-ancezes e portugaezes.
Botas de montaria.
fcotas a Napoleao e a Guilberme, perneiraa
meias perneiras para homen, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francer, a rua do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernicoes,
sofas, jardineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
levos. e os mais proprios moveis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, do* mais aotaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejain : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commbdos.
Perfumarias.
Finos exlractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja. agua de toilete.
divina, florida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosoieticos, muitos artigos delieados em perfuma-
ria para presentes om frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e arrafas de aitlereuies tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria, outr ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Vrtisos de iliffercntes gostos
phantazias.
.^spelhos donrados para saia> e gabinetes.
Leques para senhoras e p<.-a meninas.
Luvas de Jouvin, de Qo de Lseoci? e de camurija
Caixinhas de costura orcada c in. musica,
Albuns t |ja1r'.in |);- <. retraU.*.
Caixintias com viar- de aut?munt,ir rctratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correutes de plaque muito bonitas para relo
gios.
Bn c.v botoes de punhos de pla
jue
Bolsinhas e coires de seda, de velludo e de cou
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mes*
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ago
de tartaruga.
Oculos de aco lino e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castdes de mar
In,
Dengallas diversas em grande sortimento part
homens e meninos.
Chicotinbos de baleia e de muitas qualidade-
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, nnhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinLeiro.
Gravatas braneas e do seda preta para homem-
e meninos.
Campainhas de mola para chmar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os denies.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestmhas de vimes para brajo de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios At
criancas.
Veneiianas transparentes para portas o janellas
Reverberos transparentes para candieiros dt
gaz.
Estereoscopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illnminacoes dt
festas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mui facil
de snbir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e de penaas
Tesourinhas e canivetes flnos.
Tapetes com vidrilhos para man gas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tins de moldaras donradas e pretas para
quadros.
Quadros ja promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avnlsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com liadas pecaa.
Realejos barmonicos on accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias diffleeis de menewnar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Bario da Victoria, oatr'ora
Nova n. 7.
Madidas de 40 a 100 metros,pes e palmos para
medir terrenos.
fTOfflClO DO BOWMAN
RUA DO BRDM H. 52
(Passando o chafariz)
PEDEftl AOS *attr Ida togtouu a ooiroa agricoUoraa, eaaa^agadoraa da m
**DiiDo o ftvw dt -ma vju a tea Mtabelecimento, pir verem o noto ortimaoto
aolat i qoa aoi tarn.; aaorto todo superior am qoalidade e fartidlo ; o qoa cos a ios
m&o paaa >il poda-ae wiflcar.
ESPECIAL ITBN^A0 AO NUMERO E UlCAft BEUA FUNWCAO
ffSLTHWAA aa PflHna H%o apore-* m roaaS Q7agaa m$nbw cnowniaoiei pan at Unrnt
nooutaotiiaa oo aaMuirea proprietarioa p-r datcaro^ar algodao.
tfOGndas do canna '^tod0* a:,iD*niH,s' a,!*|nor* <3 *<^>
Rodas dentadas p" >'; ago. evap#r.
Taixai le lerro fandido, batido e de oobre.
ilambiques e fandos de alambiques.
Haohinismos
Hombae
para maodioca a ilgodio.l Podendo todoi
epiraterrarnxMrt. f ter motidot a inio
[vr agua, vapor, .
da pataota, garintidai........ |oa animaei.
Fodas as machinas *m"de qDe ** co*lnDB* pfecim-
da mzchiokmo, a prevo mui resnmido.
Pas qualquer concerto
Pormas de ferro
Sncommendaa.
tarn aa melhorea e maw bin us axiatantoa no mer-
cado.
iDctrmba-aa da mandar vir qaalqaar macbifiiamo tod*
tada dos clientei, lembraodo-lbes a vaDtagem de (axeram
oas compraa por intermedio da peasoa aoteodida, a qoa em qaalqaer oeceastdada p6da
hat preatar aoziho.
irados americanos iM,^o,D<5D,o arico1"-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
4' rna do Barao do Triumph) (rua doBram) ns. 100a 104
CARDOSO IRM10
HECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en
jenhos, as mais modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
L/alQGiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS mteiraS e meias moendas, obra como .mnca aqai veio.
LaiXaS IUndldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
ttOdaS d agua COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
tvOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vapores.
DOniDaS de ferro, de repucho.
ATadOS de diversas qualidades.
Pormas para assucar grandes e pamteuw.
ConcertOS concertam com promptidao qualquer obra ou macbina, para o que teem
sua fabrica bem montada, corn grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mandam vir Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
s com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas mar tunas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
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ANTONIO jpsi DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
PIANOS.
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OPTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSES, HOLESTIAS m PE1TG i PHTYSfCAS
ensaiado e approvado nos hospitaes de Lisboa,
legalmente auctorisado pelo Conselho de Saude Publica,
auctorisacao que se acha reconhecida pelo
Consul geral do Imperio do Brazil.
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Pharmaceuticos premiados em diversas exposigoes
ELIXIR SEDATIVO PEITOML
ANTI-ASTHMATIGO
ESPECIALIDADE
Novo tratamento da Atthma, tottt, convulsa, defluxo catarrhaes, e todas as mokstxas dos pulmott,
que tem feito importantes curas, e que 6 hoje o unico acceito pelos melhores Medicos.
DEPOSITO GERAL, 34, rua Larga do Rosario, PERMAMBUGO.
A nova igreja de Kossa Se-
nhora daPenha.
VJuereudo definilivamente liquidar este negocio, vende todos
isados, pelo preco do custo de factura.
Tambem acaba de receber o seguinte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala
seja com oleado inteiro.
MAGMFIC0S espelhos ovaes para ornamentos de salas.
VNNEIS electricos para curar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMPOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARfJA e papel picado para bordar com la ou seda.
VERDADE1RA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por barato preco.
os que tem, r novos e
33 palmos
por grande que
Aiieiiiii
PARA
Permota-se
AUeocSo.
O Sr. Candido 6. R. Lima, faca e favor vir a ara
do Dnqne de Caxias n. 60 A. _______
Aluga-88 a
da ftoda fl. iv ;
nrias.
loja do oitao de sobrado da
a tratar na tbeiouraria dai lo
rua
lima casa terrea na rna do Tambii, com sala*,
t -martos, cozinha font com quintal, cacimba e
cambrone, por oatra de iguaes commodos, nas
spguiote* ruas : da Gloria, da Santa Craz, d.i
Pires, do Roaario da Boa-Vista, da Conceigao e da
Aragao, vollando-se quantia vantajosa, atienu a
melhona da casa que se preiende : a tratar I
rua da- Gloria n. 81.
Sellim inglez
Quem annuncimi qnerer vender no selMm in
glez em bom eatado, dirija-w a rna da S. Goa.
calo n. tl, aobrado.
Marcar vestidos, roupa de cama, guardanapos, lencos,
meias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
Cartdes de visits, livros, envelopes e loda a qualidade de
papeis, clara e exact amen! e com o nonie competente da pessoa
Garante-se dar uma chapa tio boa como podoria conseguir-se em I^ondres ou Nova
York, e affianca-se igualmente que a tinta serd indelevel.
You can bet your bottom dollar on that
Cada chapa como norae da pessoa 6 acompahada de dous frasquinhos de tinta, um
pincel, uma direcclo sobre a maneira de empregar a chapa e uma receita para fazer
tinta, custando tudo
Preco fixo
Em letra da mio e gothica
\KGOla\S \MRlC\?i\S
PARA CHAVES
Sao muito commodas e possuem as seguintes vantagens :
Servem para ajuntar as chaves, e ao mesmo tempo sendo chatas, ha
norae e moradia do dono.
Sio facets de abrir e fechar, deixara entrar a maior chare sem
irgola.
SSo feitas de prata allema e nao sSo sujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
argolas de aco, sao muito fortes e bonitas. Cada argola amerioana com o nome e mora-
dia do dono, aberta na mesma, custa :
Preco fixo 2^000
P. LAURO MACPHERSON
NO HOTEL ESTAMIIVfiT
Rua do Imperador n. 32
TODOS OS BUS UTEIS DAS 9 HORAS AO MEIO DIA.
3,0000
5#000
lugar para o
offender
DE
prendas offerecidas, para com
o seu produ3to ser ievado a
effeilo parte da obra doma-
gestoso templv. de Nossa S^
nhora da Penha (em cons-
trucqao.)
DOMINGO 25 DO CORRENTE AS 3 HORAS
Nao tendo sido possivel dispor no ultimo leilao
que teve lugar em setembro proximo passado de
todas as prendas offerecidas pelos fieis a bem da
obra do magestoso templo de-Nossa Senhora da
Penha, nem de outras que teem sido offertada
depois d'aquella data, resolveu o prefeito da Pe-
nha a fazer um ultimo leilao, que devera ter lugar
no dia 25 do corrente mez, das 8 l|2 horas da
manha ao meio dia, e das 3 horas da tarde as 6.
Pedese aquelles fieis que fizeram offerta*, se
dignem manda-las al6 o dia 24 qo corrente, para
que possam ellas ser di?postas e inventartadas.
Pela manha e de meio dia 4 1 hora da tarde
enactoar-se-ba a entrega das 140 prendas, cons-
tando deouro, prata, brilhantes emais pedras
preciosas, objectos offerecidos pelos fieis, ja inven-
tariados.
De3 horas da tarde em diante dispor-se ha de
muitos outros objectos ja remettidos, assim como
d'aqnelles que remetterem ate o dia do leilao.
Constando que ha di-
versos pretendentes ao ter-
reno da casa a rua do Bom
Jesus n. 66, pertencente a
irmandade das Almas do
Corpo Santo, pede-se ao dig-
no Sr. Dr. juiz de c&pellas,
que tendo de proceder-sea
venda do referido terreno,
seja ella feita em leilao pu-
blico.
0 GRINDS YENrRiLOCO
Achase enlre uos prande vent lloco Guodison. bobre o Sr. Goodismt.
diz o Diario do Rio de Janeiro.
Com*caram as sortes. Dons lencos tornados
a dous espfctad-ires ; depois mettidos. oao se sabe
como, em uma garrafa : uin sacco cheio de ovos
c uYnde sahio uuia gallinia, iinportaoii^sinu per-
sonagem para uma cabedella, moedas jue mniti-
plicamse e desapparecem a vontade do prestima-
no, etc., etc., etc.! Tudo isto mereceu applansos,
gargalhadas e todos os signaes d>- a^raln geral.
t G'rro sobre o mais e veu direitinho a grande
scena de ventriloquismo, onde o Sr. Gooaison i
mais que admiravei e assombro^ol u hotel
Isolado e nada mais nem menos do que uma
caixinha regalar, cheia de leitoes, gallinhas, pin-
los, ; iarinhr.s. e o mais que se enconira no
hotel de Europa ou Provenceaux !
a O Sr. Goodison e um artista distincto e mo -
desto : os sens exercicios de ventriloqnismo collo-
cam-no a par do que ba de melbor nesse genera
difflcil. Aquelle dialogo com o Joaozinho
(um boneco feito como dous Jooes g; andes) for
digno de appiausos que a platea Ihe prodigalison.
A imit.-icao dos passaros e bicho.- esteve natnra-
Its- irua ; e esta visto que se ha homens que gi-
nbam pela cabeca, outros pelas macs e outre
pelos pea, o Sr. Goodison vence a todos pela bar-
riga I Nao e esse um orgao de digestao apenas
para o babil artista 1 Parece que a na'ureia en-
ganou-se de veras, e que em momento da dis-
tracijao den a Goodison dous meios de se enteader
com a humauidade, abrindo a bocca para pergun-
tar e... fechandu a para responder a gosto L.
(Diario do Rio de Janeiro), 29 de setembro de
1870.______________
Aos reverendos sacerdotes
A todos aquelles que quizerem celebrar roissas
com a esmola de 3a, a comparecerem quinta fei-
ra, 22 do corrente, na igreja da Uadre de Deo*.
O sr. Joao Paulo de Carvalho e rogado a vir
i rna do Marquez de Olinda n 53, a aefuclagae
o senbor nao ignora.
Escravo ftigido.
no dia 4 do corrente met de ja
eto Ignacio, 40 annos, altura .
corpo, bigode e Cavagaae ralo, cabeca
equena, oiboe pequenos, falta de deatM

Fugio no dia 13 do corrente do engenho ale-
fi6, da coraarca de Goyanna, o escravo de nome
irmrno, idade de 18 a 20 annos, cdr fula, rosto
limpo, tendo falta de dous dentes na frente do
queixal do lado de cima, levando dous chapeos,
nm de Manilha, pordo e outro de pello preto, no
rem baixo, por ter sido aparado, palitot de alpa-
ca preta, dous pares de calcas de brim branco,
sapatos de easemira e gravata de seda preta, ear
regcu da estribaria um cavalio com sella e freio,
de clinas e cauda preta, canis preto, e um pouco
magro, secco e pucha de uma perna. Quem pe
ficado.
m. CONSULTORIO MEDICO C1RURGIW ^
do *
W Dr. Castro Jesus. V
Rua do Quartel de Policia n. 18, 1 aodarJah
Chamados a qualjuer hora da noite ou^
do dia. ?
Consultas gratis aos pobres, das 7 is 9*
boras do dia.
mmmmmmmw. mmm^k
Fugio no dia 4 do corrente met de Janeiro de
74 o preto Ignacio, 40 annos, altura regular
secco do corpo, bigode e Cavagaae ralo, cabeca
muito pequena, olhos pequenos, falu de deatM
na frente, rosto secco, tem vox baixa, talla pou-
co, e e carregado no semWante, M coaprado a
D. Felippa Cavalcantc de Albuquerque, aenbora
do engenho Canto Escnro, do sol, e dabi para
ca se tem ocenpado no trbaiho de padaria, 4eve
ter os nos dos dedos daa maos calejadoa do referi-
do servico ; descoofia-se |que seguisse o caminho
do sul para o referido engenho ou sens soburbios-
pede-se as autoridades poaciaes on u peaaoas qna
o encontrarem de le\-a-io a casa de tea senher so
Recife, em Santo Amaro das Salinaa, rua do*U-
ma n. 72, qne se gratiBcari gwwwamrBto.
Propriedade de Apipucos
0 administridor interino da prepriedade eon-
mum Apipucos scieotiGca aos cou-enboraa da
m-sma, que nao tendo ae effectuado a rwaoiio ge-
ral ordinaria, eonvocada para o dia 11 do convota
mez, por falta de numero legal de mtos, de nova
<>s ennvida a se reunirem extraordin^riamentH aa
ii 25 Jo corrente, no oonsistorio da eapaBa de
Aoipueos, sirado oesse dia tratados ea objeetonaae
i;rm motivoaqueJia convocacao, com quaiqur
Sumero de consenhores que se ai>reaeniarlwfun-
o os estatntos one reg^ra a me.-ma prouriedade.
___________J<>s6 Franrisco d i Regi Barro?.
i Ma rna de S. Praaciseo n. 72, precfa-"**
m uma ama boa engomniadetra, pagando-se beat
o agradar.


i

I___*?B?



__------------,-----------------,--------------
- -
--------------------------------------------

Diurto do P&^BishW) Domingo 1& do Janeiro d 1874
Para Sjft
obter.
abacln|af|#malc.
Mate emT rwn torn*.
Cafe verdadeiro de Java. ^.
Cbi verdadeiro das Caravunas.
BolnehintUB ostias, (.an dietas.
Licores flnissimos.
Geteias de diversas qiulidades.
Docea seccos, em calda e ralados.
Piambrei preparados.
Padua e bolos ingleiee.
Xaropes e orchau de Lisboa.
Ameadoas e confeitos.
Ina pea
ir e laga
Itaria da Caaaros
r-4
UNHAS
RETROZEDEAU.O
i
ad
ft'i
10i{
mala
aeanfcl
AVISO
Frederico Pinto & C, com
loja de fazendas e roupa feit,
& rua do Marquez d'Olinda
n. 40, pedem atodos os seus
devedores o obzequio de vi-
rem saldar suas contas ate o
dia BO do corrente mez, cer-
tos de que, findo este prazo,
empregarao os meios judi-
cial para seu real embolso.
Recife, 16 de Janeiro de
1874.
de leiloes.
Agencia
O abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
btieo, qae tendo aberto o sea escriptorio de agen-
cia de teittes, a roa do Marquez de Olinda n. 64,
primeiro andar conttaua a receber moveis. Iou-
veis,
predii
TQDAS
COR^S
A&ULEA5
kcessori
raa*
QUALQUER
PARTE
DA
Machina
PECHIMAS
$6 n. 20
RUA DO iTiESFO
LOJi MS 3 PORTAS
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-s.
allar ao Sr. vigario Andre Corcino do Araujo Pe
eira, negocio de sen intereflse.
iirni
Com as falsificac,des qae tern apparecido
DAS MACHIHAS PARA COSTUBA
DE
SINGER
Porque?
o
CO
.a
OS
ma-
Nenhuma
china Singer elegi-
tima se nao levar
ca, fazendas, obras de ouro e prata, predios, e
todos qnantos objectos se lbe remelter para serem
vendidos em leilao pnblieo ou em particular, a
vonttde de seus comraittentes; e como oner que
a sen now estabelecimento se ache o melhor pos-
sivel localisado, alAm do que offerece as melho-
res proporcoes para a boa conservacao dos ob-
joctos qae tenha de receber: o abaixo assignado
cooiproraette se nao so a empregar toda activida-
de, zelo e pootualidade no eumprimento de sens
deveres como mesmo sens pagamentos serao fe-
jios com a costumada promptidio que lhe A co-
nhecida.
Recife, 17 de Janeiro de 187*. .
Rayronndo Remigio de Mello Junior.
CASA DO OURO
Aos 4:0009000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seas
anuito felizes bilhetes a sorte de 7"tOi em um
meio de n. 1596, e um meio de n. 2075 com a
sorte de 100*, alem de oatras sortes menores de
10*000 e 20*000 da loteria qae se acaboa de
extrabir (83* ; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit*
vel publico para vir ao sen estabelecimento com
prar os muito fetizes bilhetes,que nao deixarae de
tirar qualquer i.remio, como prova pelos mesmcs
annnncios.
Acham-se a venda os muito 'elites bilhetes ga-
'antidos da 1* parte da leleria a beneficio da
igreja de S.Francisco do Recife, que se extrahira
no dia 28 docerrente mez.
Ire*jos
Inteiro 4*000
v.eio 2*000
Be 1009000 para clmat.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 16 de Janeiro de 1874.
Joao Joaquim da Costa LeiU.
g esta marca fixa no
braco da machina.
Pereira da Cunha Irmaos
seu escriptorio da rua Marquez
11. 21, para
n. 16.
a travesea da
mudaram
de Olinda
Madre Deus

Para e vitai falsir
ficacoes notem-^e
be m todos os deta-
lhep ds marca.
t
o
OS
06
X
I
A dinneiro e a prazo
A contento das Exmas. familias
MACHINAS DE SINGER
Sao mais baratas.
S3o de dors pospontos.
SSo simples.
S3o rapidas.
S3' duradouras.
MACHINAS DE SINGER
SSo de dous pospontos.
Abainham.
FiHtizem
Pregam trangas.
Marcam pregas.
Burda-n de 'inha de sMa.
Alcolchoam.
Pregam fordoes.
UNICA AGENCIA
EM
II
C0Qlir.ua a vender tnuito bnratu psra apurat
maito diuDeiro.
CASSA LA
' Chegoaesta fazenda,sendolindospadn>9S,even;
de-ae pek> diminnto preco de ?W0 ra, 0 covado, e
pechlncha 11! dio-se amostras.
METLNS
Proprio para vestidos 0 qt ha de mais gosto.
ptdrdes novos, pelo preco 4a 400 rs. 0 covado, e
pecbincha 11 1 doi-ae aaaslna.
LAS BSCOCEZAS
UMabas eaeoeeras, padroes bonitoa, a 140 rs. 0
covado.
Ditas com lisiras, padroes modernoa, a 280 rs. 0
covado. la l
Ditas ft e seda, padroes modernoa, a 640 rs. 0
cova4e, e peefcincha I 1 I dlo-ae arooetraa.
ALPACAS DB CORES
Alpacas e cores, padroes bonttos, Tasetida de
IfOWaWO 0 covado, pecbinctal t \ dio-i
amostras. ____.._
CRETONE
CreV>ne em pecas peqwnas, com bonitos pa-
dWes, pelo diminulo prejode WO Ts. 0 covado, e
pec%incha 11 I dao-se amostras.
'Cortes de casemira d cores, a 8*C00 cada ran.
Cambraia de linho de com, a 360 ra 0 covado.
DRas pretas pan rato, a J40 n. 0 covado.
Fustto brancopar* ronpa 4e meninos, a "500 rs
0covado. tM
Brim pardo de cores, a 400 e 440 rs. 0 co-
vado.
Cobertas de cHto adanH3cada, a 3*500 ra.
Colchas bnmcas e'com barra de cores, a 3*000
Lenooesde brarrtante, a 2*000.
Dil*ia)god!Uval*>00. .
ToaUtts aTcocboadas, at6*000 a duna.
DRas felpudas, a'B*500 a dnzia.
Lencos de cassa com barn, a 1*000 a muia.
DRos de cassa *anbados, a 2*000 a dnzia.
Dttos'Seesguiio flnoa, a 3*600 aduna.
GaaKrialisa transparente a 3*000 e 4*500
^SmbraiaVictoriaa a 3*800.
Atoalbado adamascado, a 2*000 avara.
Dito trancado, a 1*400 a vara.
FnstSes de cores, a 1*000 0 corte.
Chalesde merino liso, a 2*000.
Ditos esttmpados, a 3*0ft, 4*000e4*500
Ditos com listras murto toos, 5*800 e 6*000
Esgniao mnito fino, a 2*000 a vara.
Bran preto trancado, a 2*008 a vara.
Bramante de algodao.a M6O0 a vara.
Dito de linho de9e 10 2*500 e 2*800 a van.
Algodao marca T, a 5*000 a pe?a.
Dito domestico, a 3*000 a pec>.
Brim de algodao com listras proprio para cami-
sas, a 400 rs. 0 covado. -
Nanznc cambrau de -cores muilo nna, pelo av
mintRo preco de 400 rs. 0 covado.
36 na rua do Ciespo n. 20
GuilhermctfcC.
# fcsfrtirla^
iHC'ni inacs
ii.t.o aACii^iiH-
VAN'OEL Dfi-SIQI'EIRA CW ALCANTI
V m freservativo da *ry-
lala : para curar com ceiti-aa, e
eiu pouee tompo, qualquer ataquede^|
ervsipela, e prevenlr o sea reappare
cimento. ,.
Este medicamento tambem e mnito
poderoso para o rheumatismo.
%' a Reajalador da mens-
!i in : para falu, irregularida- >,
de, suppressao repentina da menstrua-
cao, e dos lochios, assim como para
todof os soflrimentot devidos aquellas
affecc5es. Ambos estes medicamentos
ja sao mnito conceituados, e procura-
dos neita provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Acham-se 4 venda somente em casa
do autor, das 9 boras do dia as 3 da
tarde, e a qualquer hora em casos ur-
gentes. QRATIg AQS p^HES
Rua da Imperatriz n. 14, 2 andar.
Est4 encoura^ado I! !
\spun mole i*-tr *Twn
I"mito d nt* iioc a furt.
.-t.vw*h li.m. \fuf\- >-ir 4? I
crf*' u *!* -i'- >-:thti. i prxvacia,
'a-.oi de jluir aqueile neg...io que S. S. s* compronwtteo
realisar, |tla terceira ohamada deste jnrnal, em
tins de dezembro de 1871, e drpois para Janeiro,
passou a (evereiro e abrii de 1872,e nada enmp/io,
por este motivo e de novo chamado para dito
am, pois S. S. se deve lembrar qae este netocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen fllbo v
aehava nesta eidade.
*,;5
Casa deeampo
Offerece-se a qacm qauer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns anrjos, de
iraca, da excellente casa sita na Porta dApua,
qoVfoi do nnado Dr. Joaquim Pires Larneiro MM-
te*o, passando-se escriptura para maior segnran-
ca. A localidade e muito salubre, e a casa muito
fresca, tem magnifico banho de agua doce em
freWe, e e muito commodo visto que o trem passa
Mronte : quern pretender p6de dingir-se ao Sr.
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos. ao
9r. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
on ao Sr. Canaan, a rua do Commercio o. W.
Escravo fugido
Fugio no dia 30 de dezembro, e consta que an-
da pelos sitios dos AfOictos e / rraial, o preto
Tito idadede 40 annos ponco mais ou menof,
altura regular, e bem pn-to, e tem na cara mar-
cas de btxigas ; levou camisa de efuta vroe e
calca de brim pardo ja velho; anda sempre <-om
um pequeno avental, para encobnr a quebradnra.
Quem o pegar leve-o ao Caminho Novo n. 108. ou
a roa Nqva n. tt, quo ?era 1-em recompensapo.
NOVAS PUBLICRCQES HUSOES.
A. J. d'AjRevedoBnaNcva nil.
e acham-se &
2*000
15500
1?000
Attencao.
A CASA AMERICANA
15 RUA BO IMPERADOR 45
wmnm
Precisase de uma perfeiu cozinbeiia, nao im-
orta que seja forr* ou escrava, f *ra casa de uma
Vende-se a armagSo de fazendas existentes na
ja de chapeos, sita a rua de de uarcilio Dias n.
6C ; loj* esu que pertenceu ao finado Tranquili-
no Candido da Silva, a qual se acha muito bem
sortida e e muito acreditada. Quem prctonder
uma e outra coosa, dirija-se a rua do Bom Jesus
n. 48, escriptorio de E. Burle k C. que acliara
com quem tratar^________________________-
Acaoain de publicar-se,
venda as seguintbs musicas :
PIANO SO'.
Danse espanhola, por Ascber
Arabella, mazcrka, por G.
theimer
Valsa do Facsto, por Croyzes
SONDO DE UMA V1RGEM, por AH)Cr-
latti S22
Anna la Prie, cavatina
AoClair de la Lu*e, por Bussmeyer 1*300
Estrella do korte jP()lkn briihante 1*000
SAUDAgAO AO BAUIA(
Cricket, por Seixas, offerccida aos
cbrickets club pemambucano c
babiano i000
PIANO ECASTO.
Desespero, muito liudo romance
por I. Smoltz 2*000
Non bi'amava, romance por f.uercia 1*000
Tambem rccebeu c!a Europa grande sor-
meuide mosica para piano, piano e
antoudos, mctbodos, OfTerece-se uma mnlher de idade para ina
de. casa de he mem stlteiro : a roa da Assump-
cao n i2.______________
."amilia" estrangeira, paga-se bem: a tratar
rua do Bom Jesns n. o5, casa de Keller & L.
Faz-se negocio com o estabelecimento sitoa
praca da Independencia ns.32 a 3fl, com as mer-
cadorias existentes ou em ellas: a tratar ao
mesmo.__________________________ .
Canao animal
"5A
Fabrica'do Monteiro a2| a
arroba.
Os proprietarig3 deste grande estabelecimento
avisam ao respeitavel pubiico e esperialmenie aos
Srs. refiaadores, que se acham lie conjinuo pro-
vides de grande porcao do melhor carvao animal,
nio sd para abastecer o consumo interno da pro-
vincia, mais ainda para satisfazer qualquer en-
commenda para exportatao. 0* pedi los poderao
ser feitas a rua Duque de Caxias n. 28, depoeito
centraL
AttenQao.
Para ocainaval
Na roa esureita do Rosario n. 35, andar, re-
cebe-se encommaadas de ve^tuarios de qualquer
gosto, pelo figurino e sem elle, para particular e
para loja. Tem para alugar um grande soriimen
to de vestuarios noves, bordados a seda e a onro,
como sejam, de principe, pierrots, domin6s, etc.
Preparam-9e tambem ricos bouquets de cravos
naturaes e aetiflciaes, capellas e palmas de flores
de cera e de pann >, e ricas bandeijas com boli-
ahos. Todos estes objectos sao preparados com
muito asseio e promptidao, e por muito menos que
-n outra qualquer parte.____________________
49 Rua do lmpcrador 49
Ha neste estabelecimento o melbor sortimento de pianos dos mais afamados autores.
SAQDES
Carvalho d Nogueira, na rua do Apollo
a. 80, accam sobre o Banco Commercial
de Vienna e suas agendas em tod as as ci-
c\ades e villas de Portugal, a visU e a prazo
p.w todos os paquetes.
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc.
CONSULTORIO
DD
DR. FERREIRA
Hedieo operador, a roa larga do Ro-
sario n. 20,
Antigo gabinete de seu pai.
Cura debydroceles sem injeccio.
Abertura de abceasos e extraccao
de derramameatos serosoi pelo aspi-
rador de Potato.
Coosultas de 7 boras da manha ao
meio dia
Chamados a qnalqner hora.
Gratis aos pobrea.
Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
, mandados expressamente construir para este clirria, o qual os amadores dos
bons pianos s6 encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianc>6 usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ba sempre o mais complcto sortimento de materiaes para concertar pianos, afflw
bSo.i cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, corcftes,
marfim, etc., etc.
49 RUA DOI1IPER1DOR 49_
0 relojoeiro e dourdor 5^
Albino Baptists daiRoefaa, Wt
K/3 de volta da Europa, coati- 10
Hai ada a encarregar-se de ^
concertar e dourar relo W
gtos, bem cono outros '
objectos ; rogando a seu ^
amigos e freguezes o ob- 1
sequio de procura lo na rua Duque de &
^ Caxias (antiga rua da Cruzes) n. 32, pa-
jjt vimento terree, que o encontrarao promp-
^ to. A garantia de seus trnbalhos e fa-
X ae-los por precos modicos; assim eomo
flr tambem vende relogioa.
istrucoao elementar do
fiexo feminino.
Balrro do Reelfe.
a Amafia Roio Lima tem aberto .em saa casa
i ru* do Bom Jesus (outr'era da Cruz) n. 27,2.*
andar. PIP ca'so particular de mstruccio elemen-
tar oat" amo femtoioo, em qae alem das ma-
teriaa esiaatoaa na lei, eneinar-se-ha com per-
feicao, todd e quakroer trabalho d'agalba, bor-
dado a eabeUo, a espelbo; a fazer crochet, flores de
papel, de mom e peaaaa. Garante-se aos Srs. pais
de famiHas todo o ctndado e esmero na edacacio
de suas fllhas. Do'arao diariamente os trabalhos
escolarw, eomo e praxe, das 9 horas da manhi
as dnas da tarde, a comecar do dia 3 de leve
reiro do corrente anna _^_^^_^_^_
Os abaixo asaignados avlaam que deade o
dia 31 do dezembro dissorveram a aociedade que
tinbam na loja de selleiro e calcado sita a rua de
Marcilio Dias n. 04, fleando o sooio Machado en-
carrefada do aetfvo e passivo e o socio Saraiva
pago de sea capital e locroi livre de toda
retpoBsabHUade.
Reeife, IB de Janeiro de 1874.
Saraiva Macaado.
(Viado e ama.
Precisa-se de um meoioo torro ou escravo, para
servir de criado e uma ama enfommadeira e que
saiba cozfnbar : trata-M na rua do Imperador n.
73, MCTlftorto.
PENHGRES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.______________________
Aluga se uma excellente casa na povoacao
de Duarte Coelbo, em Olinda, com bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim b. 37.___________________
Aluga-se o andar e lojas do sobrado n.
31, sito a rua da Aurora, com grandes accommo-
dacoes para nomerosa familia : a tratar com Jose
Ignacio Avila, na rua nova de Santa Rita n. 49,
on na obra do paco da assembled._________
D. Thereza Maria Joaquina, da Bahia, faz pu-
blico que retirou a pn>curaQao que havia dado ao
Sr. Severiano Bamlena de Mi Ho, ficando sem er-
feito qualquer acio praticado por seu antigo pro-
curador, Jesde o dia 2 do mez presente.
Seu novo procurador e Joao Rodrigues de Faria,
rua do Amorim n. 33.

Collegio da Conceiqao
15 de Janeiro, abrem-se as aulas pre-
Hoje,
as
atonas e primina desie estabelerimento, que
continvja a receber alumnos internos, meio pen-
sionistas c extenms._____________________
Aluga-se a peqoeoa meia agua n. 71 a rna
de <. Joao, ireguex.a de S. Jo>e, cm qumtal em
aberto. prero de H> mensal : a ;*UrnnaJah''
ireita do Rosario n. I7: andar. das 10 as 2
ras ca tarde.
DR. Kll
At, home 8 to. 10. a, rn & 3 to ."> P.
m. At rua de Bom Jesus u. 15. 11 to
/** IP ra.
W* Em casa d.is 8 as 10 da nunha e <1as
| 3 as 5 da tarde.
Jx Rua do Bum Jesus n. 15, das 11 a 1
jgt da tarde. iCj
Xff' Os chamados por carta devem sem- -sy
X* are ser dingidos a rua da Aurora nu- ,^ft
W*mero 37. *&
$ & & & ft9 #
Antonio Verissimo Ferreira Gomes, mnda
eu nome para Autonlo Ferreira Gomes.

Deufcseher Huelfsverein
General Verammlune am 19 ten. dieses Monats
im Lokale derHerren H. Leiden & C.
Der Schriftfuehrer,
W Otto.
Offerece-se um moco com todas as habilita-
oSes para um guarda-livro, o qual sabe fallar e
eserever c rrectamente a lingua ingleza e franco-
za : quem de sea prestimo quizer utiiisar-se dei-
xe carta fechada nesta lypographia com as iniciaes
J. W. J. S.______________________________
Aluga-se o armazem da rua do Torres n.
8, proprio para algum estabelecimento : a tratar
na rua do Marquez de Olinda n. 1, segundo an-
dar.

ALMANAKS
DE
BARTHOLOMEU
Precisa-se
de uma ama preferindo-se escrava, qae saiba en- j
gommar e cozinhar bem para o servico de uma j
casa eitrasgeira de dnas pessoas: A travessa da
Concordia n. 11.
CRIADO
Precisa-se de am escravo, forro ou escravo, p-a
ra compras e outros mtsteres dotnesticos; na
rua do Capibaribe n. 40.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 144,
sita i rua do Coronet Suassnna : a fallar na roa,
7 de Setembro a. 15.
Alnga-se um eseravo moco para qnalquej
servico : na ma do Imperador n. 50._______
Jos6 Teixeira Feixoto.
Desejam-lhe fallarlna rna do Bem Jesos n. 51.
Antonio Joae Rodrigues de Senza, em sen es-
criptorio a roa do Cretpo n 0, compra, por bons
precos, escravos das diversas cores, sexos e
idades.
Administracio dos correios de Pemsmbuco, 14
de aoeiro de 1874.
CHIAD4
Preetsa-se de ama criada
ara cozinhar: na
escador.
ua
- Fogio do engenho Velho, sito em Jaboatao,1 ni'i^rrT, ^Sazemndo
o escravo Mariano, preto fnlo, de 45 anno* de, WreitaoJ^jirmazemflo
idade, poacomais oa menos, vestido de ealga e: Aluga-se a i. andar do sobrado n. 6
eamisa branca ja basunte sujaa, esse escravo 6' ^a rna e Tuyuty, caiado e pintado de novo :
- -As apalnetadoB, faltando
a tratar na rua da Ponte-Velha n. 101.
prognosticador; tem os .
o dedo segendo do pA direito on esquerdo : qaem
o apprehender Iev"o A rna do Imperador n. i,, Preeisa se de ama ama para eomprar e co
eartorio do escrivao >ltO Cesar da Cunba, que zlnhar para, casa de nomem wlteiro : na ro* Di
recompenura. w,t' D' *
Aluga-se, troca-se oa vende-se um sitio na
Boa-Viagem, o qual tem boa casa de vivenda, ca
cimba e muitas arvores iractiferas : a tratar na
roa Neva n. 43.
Preiisa-se de ama senhota para con- q
tinuar a educacao de dnas memnas (de 0\
10 a 14 anaos) a entender se com o Dr. Jf
Casanova : no largo da matriz de Santo
Antonio n. 2. Precisa-se tambem de um
moco habilitado para eootinuacao dos
estudos de um menino de 12 annos.
Precisa-se de uma mulher livre ou escrava
ara vender miudezas nesta eidade e sens sobnr-
ilos, daado fianca: a .tratar aa roa do Marquez
de OUoda n. 64, 2* andar.
Taverna
Vende-se uma taverna s ita na rua estreiu do
Rosario n. 19, proprias para principiante, por ter
poucos fondes: a tratar na mesma.
ALU-HI
o sobrado n. 11, sito a rna do Marquez do Herval
e a casa n. 101, sita i roa de Santa Rita : a tra-
tar na roa da Aurora n. 51.
Aluga-se ama casa terrea com quintal plan-
tado e commedos pan familia, na rna do Bom
Successo, defronte da blci do Rosario, em Olinda :
a tratar na roa da Palma n. 41
ALUG4=SE
o 2* andar do sobrado n. 52 da rua Marques de
Olinda : a tratar no armazem do mesmo predio.
Para iWdo
Carnes de vacca, salgadas. (americanns)
em barrM, veade-se no armazem de viveres,
a rua do Vigario n. 33,
Ladislao Tolentino C. d'Al-
buquerque.
Ignez Lyra de AIDuquerque, viuva de Lsdis
lao T. Cavalcante de Albuquerque, convida a
seus paremes e aos amigos Je seu muito extre
moso e sempre chorado marido, para assislirem
a missa que pela alma do mesmo uanda rezar
bo dia 20 do corrente, primeiro anniversario do
seu pas amento, pelas 7 horas da manha, na ca-
pella do hospital portuguez.
- Qnem precisar de um rapaz portuguez p*ra
de taverna, tanlo para a praca, como
dirija se a rua da Impeiatnz. 1
eaixetro
para o matto
n. 28 uue achara com uuem tratar
- Aluga-se o 3: andar do >obralo n 4o, a rua
do Barao da Victoria, com jwccmmodac/ies pan
erande familia: a tratar na. loja do mesmo pre-
dio.
- fra; passa seuma casa na rua da Imperatriz
pnpria para qualquer estaqeleeimento : quern
preieiider dirija se a rua das Larang. iras, n 18
venda, p;.r.i diz.'r se as ondicoes._____________
alngt^e utna ran nova, sita a rua I ; al
n. 261. prupria paw qnalquar atehckcliata
assim c.-mo, tcra bons comnodos para familia, e
com grande quintal raurado : a tratar ua MM
rua n. 31, armazem de sal._______________ _
4
Nr>
a^a.1? .
11 ii ii iiiiiwini inM ii mmm
Joaquim Baptista de
Araujo.
Antoma Maria do Espirito Santo
Araujo. Antonio Baptista de Arau-
jo e Francisco Raptista de Araujo,
apradecem a todas as pessGas que
se dignaram a-sistir as >xequias
de seu mui prezado espo>o e irmao
Joaquim Bapiista de Araujo ; e de
novo convidam a todos os amigos do faliecido a
assistirem as missas do setimo dia, que tera lugar
quinta-feira, 22 do corrente, pelas 7 boras da ma-
nha. na igreja da Madre de Dejs, pelo que se
confessam elernamente gratos.
Anna Candida de Arrada Bel
trao Filha, Maria de Arruda Bel-
trao, Josrpba de Arruda Kellrao
Francisca de Arrnda Belirao, An-
tonio de Arruda Belirao, Rodolpho
de Arrnda Beitrio, Francisco da
Cunha Machado Belirao, Pedro de
Araujo Beltrao, jEnzebio da Cnnha Beltrao, Joao
Antonio de Souxa Beltrao de Araujo Pereira e
Laurentino da Cnnha Pereira BHtiao, mulher fi-
lhos, genro e irmao do faliecido Pedro Bezerra
Pereira de Araujo Beltrao, puogidos da mais acer-
ba dor pelo sen passamento, couvjdam aos amigos
e parentes da amilia a assistirem aos actos fn-
nebres do setimo dia que terao lugar na c.ipella
dc engenho Benlo Velho, no dia 23 do corrente,
pelo qne Ihes ficarao snmma.nente gratos.
VENDE-SE
eu arrenda-se, no estado em que se acha, am > i-
tio na /reguezia dos Remedios, fregnezia dos Afo-
gados n. 18, ch5o proprio. com 349 palmas de
frante e 6u8 de (undo : os preiecdentes dirijam-
se ao sea proprietary na rna de S. Francisco,
sobrado n. 10.
Folhiohas para (874.
Folhinha de porta a 160.
Folhinha anedotica a iOO.
Folhinha religiosa a 400.
Exacumente calculadas para Pernambuco.
Livraria Franceza.
Grande v,iiit;iwni.
E. A. DELHUCHE.
1! Rua do Marquez de Olinda- i:
Acaba de reeeber um grande sortim> nio de re-
lopios americanos para parede e mesa de onrda
de 24 horas e de coi da de 8 dias, com despertador
dus melhores gostos e qualidade.
Relogios de ouro patente iuglez verdideiroj, des-
ccberto com ponteiro grande no meio, tm mai
modernos e do melhor faoricante de L. ndres.
Grande sortimento de relogios de prata. i rat.
dourada, cobi-rtos e de^cobertos. Ditos de prat?
foliada (plaqnA ), orisontal e patecte, de tod>
preto
Cadeias de plaque e de onro.
Lunetos e oculos dc todas as qnalidades.
Verdadeiros Vidros de chnslal da Rocha, para
vista can-ada.
Vende se tudo por preco mais baratc qae ere
outra qualquer parte.
A' loja do Pavao sao chamados os seguiofp?
senhores a negocio de sea interesse :
JosA Maria Marrocos Mendes.
Josii Carlos Marinho.
Alizio Telles de Souza.
Godefredo de Abreu Lima.
Francisco Rosas.
Aos senhores de engenho.
Um estrangeiro se oftVrere aos senhores d eu
geuho, nao so para leceioaar pnmelras lett'as. co-
nn para ensmar o frne c>m Ma perficio e.
assnmpto francez, pelo grande c-nheciincto das\**f"x** L'p L. n M*1*-
maneiras mais faceis de spreader--e. Qm-ui !''*" ivUfS '
Urgencia.
Sao chamados a rua do Duque de Caxias n. 43
antiga do Queimado, os scguintes Srs. a netoci"
qne lhes diz respeito : ^^
Dr. Dias Fernandes.
JosA Antoni de Mendonca.
Cleto da .usta (.ampcll'o.
Severiano JosA do Salles.
Innocencio Rodrigues de Miranda.
Jwm Barros Correia.
JosA de Azevedo e Souza.
Pedro JosA Gomes Ratis.
Kelix Caotahce Ferreira.
Vicente Joaquim de Miranda.
Jo2o Gomcalves Guerra.
Candido Goncalves Guerra.
Jacialbo Ferreira de MasqniU.
Felix Benvindo de Naciuiento.
JosA Tavares Muniz.
AndrA J. sA de Almeida Catanho.
Cri>tiano da Silva.
Angu-to Siiiioes Ncoes de Sous.
Domingos do< Reis Crreia Leraos.
Jo A Xavier FauMiao Ramos.
jt>imiro do Hi- G uies e ^ilva
Felici mo da Poocec* G. d> Araujo.
Firnm CamliHo .1. 3>|vejr*.
Ant ni'> Candido d< OI>veira.
H'-'iriqn- J.--A d^>s -'aetm
apre
tilisa
seu prestimo se quizer utili-ar pode deixar aria
fechada, com endere. o a Mr. B. A na rua do
Marq' z do Herval, an'igain>ate rua da C>.ncor-
dia a. 98, I'riroeiro andar, a qualquer hora.
Manoel Jose tie S nza.
Ma-s" qoal-ju-r q-ian la sob p>whor em iu
e*crava que coauhe j ua raa de Hjrtas a W,
sobrado


JjatS)1 &riftfi&M\B imm&> is w>
im
Vi

rpouco
as*
AJnga sa^onio
dinheiro, nma excellento casa em Olioda, na nu
doBomfiiu n. 81, molta' flwea, com eommodos
para grai.dc familia, tendo agua e gat eneanado*,
grand') quintal oa sitio arburisado, e com excel
ente vista para o mar e a eidada, apeaas distante
tres minatos da estacao do Carrao e ponoo mais
dos hav.heiro* : a tratar no armazem de Joio Ro-
ta, irnvessa da Madre de Beos n. 8________
"T00#000 de gratifica^ao
Engenho Santos Mendes
Pngio no dia 20 de dezembro, do engenho San
toa Mendes, comarca de Nazareth, freftietia da
Traeanhaem, a escrava Maria, crioula, SO annos
de idade, poaco mais eu menos, baixa, gross*, e6r
prsta, rosto alqnebrado, pes seceos e esptmados,
dedns curios, cabellos braneos, canellas finas, tea
dons sfcoaes caftMudja no ajfrxo, e 6 bem ladi*
na. A pm^a qoe eirtwgar etta -eserava. ou ao sett
dom>, i]iie e oseaitaf daengentio-aeiiM, Laurea-
uao Gomes da Guana Ptreira Beltrao, en no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. W, I' aadar, sera
eeompensada com a quautia de 1601.
ntflh
Prreisa-se de unra eriada ou criado paral
comprar corinhaa: na raatdo Marqoez de Ohn-1
da n. iO, !.? aadar, ^^ J
&2f
Armada.
Na ma do Barao da Vldpiia n
fafiar ao Sr. 1- teeenle Joa6 Maria
gacto de sen Interesse._____________
moa Preeutte de dots atoM, d&do ton*
xaaAia'0 perfeita engommadeira, e outra para
serves internos, para nma easa de poaca fami-
lift, quer nactonaes, quer estrangdras, paga se
bem : a tratar dai 9 boras da manna as 4 da tar-
de, a rna do Barao da Victoria n. 5H.
PrecUa-se de nma pa
AMA
Alnga-sc
casa n. 13 a Passagem da Magdalenha
ar com J. 1. M Bego. _______
a tra
Escravo fugldo.
Pngio no dia 11 de deaembro da casa do seu se-
nhof Pedro Osario de Cerqaeira, morador na es-
trada da Torre; sitio das Maogueiras, o escravo
M'"riiiinrn. preto, 36 ann* s, pouca barba, tern
os deii.i~ i* pe t.astaute unidos, levando vsti-
do roupa de nscado aiul e nm bonet de case-
mh-a, e ouira nrada constants de uma camis i
branca e nma ealca de casemira escura, cnjo es-
cravo e natural do sertao desta provincia, e re-
sidio por muito tempo na freguezia de Ipojuca,
engenbo Queltiz, ero compahhia do sen exsenhor
Francisco de Sa e Albuquerque. Roga-se a to-
das as autoridades policiaes e capitSes de campo,
queiram apprehender o dito escravo e leva-lo no
referido sitio, ou na rua da Imperatriz n. 32, que
se recompensara com toda generosidads. ____
Ho
da ruide :
WaP!
ra para ponea famWa,
Precisa-se de oma atna par* easa de
lamilia : a tratar na roa do Imperador n.
aodaf.
Pweiaa-ae de mm ana
coatabw : aa rua large
de calcado.____________
seagiK^SSS
Transmuta Madame Potefleiret, mo^t*,*aoceza, tern a
lionra de paniripar ao respeUavel publico em ge-
ral, e tspecmlmente a sens';aeguete*, one mu-
dou sua rwidenria da rua do Barao da Victoria n.
li.l'aftdar, para a mesma. WMi. if, Jjatdar,
tfada pel a rna de Snlo/AI*o, |o|e, cam a
mesna premptidlo e darner*, %d_unua a tadrcer
ogroater de ana pre-wae.
Eu abaito assignado dedaro ao respeilavell
publico e com espeeia'idade ao corpo'do eommer-1.
oio qoe nesu data dei sociedade ao meu caixeiro
Manoel Joaquira da Cost*, sendo a (lrma social
Oomingos Martins Gomes x'C Recife, 16 de Ja-
neiro de 117*. "~
Domtogos Marlins Gomes,
0 I in mmammmtmmmm^
i
AMA
AE4
Precis a se de nma a
nktr : na rna Dawita n, _.
Presisa-se de uma aouu para.
zinbar e engommar : na rua de ~
tas n. 16, f andar.
paraXd4-
lie* a tra*r oa rua
n. 29.
'vtatfa
Na rua do Vigario n. 19,
1. andar, ha para vender:
Cera em veias e bogias, de superior qualidade.
Cngnac in)tlei.
Retroz de Purto.
Vinlio do Porto engarrafado, em oaixas de dnzia.
Velas stearinas inglezas de 1 libra cada masso.
Collegio de S. Sebastiao
D. Manoela Augusta de Mendonca Mello Reg^
parti<"ipa aos pais, tutor, s e correspondentes de
suas al'umuas, que transferio aquelle estabeleci-
meutj de educacio para o sexo feminino, sob sua
direccao, para a rua estreita do Rosario n 34, 2
andar, onle coniimia areceber alumnas penio-
nistas, md < pensionistas e externas, sendo que
sua abertura tora lugar no dia 12 de Janeiro cor-
rente._______^______________________________
Escravo fugido
Fugin de bordo do lugar nacional Francisco 1,
o escravo Benedicto, preto, de idade 33 annos,
mais ou nvn-j?. cabellos carapinhos, gagueja am
pouco qaando falla e mette os pes alguma cousa
para dentro quando caminha. Becommenda se a
captura desse escravo, recompensando-se bem
a quem o ftzer no escriptorio de Silva & Cascao,
cotxignatarins de dito navio, a rua do Marquez de
Olindan 60
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-st
iallar a is Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto t
ose Paes da Silva, a negocio de particular inte
*ss._________________________________________
0 abaixo assignado declar ao respeitarel
publico e com cspeciatidade ao corpo commercial
quo nesta daia tern aberto seu escriptorio a rua
do Marquez de Olinda n 64 t andar, onde pode
ser proenrado, nao so para negotio tendente ao
mesmo, como limbem para aquelles que forem re-
latives aoannazem da rua do Vigario n. II, cuja
, liqoidacio esla prncedendo.
Ouinsiiii iuo desta data em dianie cessou toda
respooMdiilidada qaeo me.-mo tinha no referido
armazem, o qual passou a pertericer ao Sr. pre-
posto Jna responsahlidade fica o mesmo armazem. Recife,
10 de Janeiro de 1874.
Raymundo Remigio de Mello Junior.
Gara Henriqucs Garreia de Linn ares, profes
sora particular, que leccionava em Santo Amaro,
esta est anno, com aula ca rua da Concordia n.
137, onde desde o dia 10 de Janeiro esta com
ella aherta para o exercicio de sua profissao : e
en>iva nao so, a ler, escrcver c contar, lingua na-
tional, escrever e traduzir a lingua franceza, co-
mo tamb-m, geographia universal ; recebe tara-
!'.';' infernas e meias pensionistas, pagando es
tas o trimestre aduntado. Incurabe se de dar
mestres de da' sa e do lingua italiana e ingleza,
pois conliataia para isio mestres classicos. Aquel-
les que Itie unizurem bourar com sua confian
podem dirigir-se ao numero acrma menciona
antes de cin'nar a esjnina da rna da Victoria.
-Una .lesoa habilitada para forr.'.r salas
ant i d. eakura como tapete, o ta-ubem mobilias
tamo singeia como estufada, oD srece os seus Ser-
vians : a tratar na rua da Paz n. 7.
Am a He leite
Precisa-se de uma ana, de leite. novo, s9m I-
Iho, embora se pague bem : na na do Cororiel
Suassuna d. WP.
8|rw, eras ja
do casa de farni
Barao 4* S. Brj>
iodo francez inglez
onomka, iunto ao aro
>.! fc.
^a*t
Caapva-ae em mrthedeTIrasbez e^tagle'z
OHmwerf; m livaana e0Mgtfc* j uato ao a:
de 9_a_t Aelie4l ,, .
OKBprtse ffmea*rja para boi, qu tsteja
iOUiDjtfiiibi
HA
da Imperatriz n. 60
0 8 PAT18
AMA
Precisa-se de uma aoa pa-
ra comprar e cezinhar: na
do Cresi
roa do Crespo n. 18,
do andar._______
Am A A' raa NoTa n- *** precisa-se de' nma
1X101 ama para cozinhar e eotnprar.________
A m fl P*****-" de uma ama para ponea fa-
^XUia nulia estraefeira : a rua da Gamboa do
Germo u. 17.

Moleque.
Precisa-se de nm moleque de 16 annos para
eima, para servieo de casa de familia : a tratar
na rua do Pilar a. 23, 2* andar,
Consultorio. niedicu-cirargico |
A. B. da Silva Maia.
Rna do Visconde de Albuquerque n,
11, outr'ora rna da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Charaados : a.qnaiqner hora.
Consnltas: Aoe peves gratis, das 2 as
n i boras da tarde.
i
(/ompanliia do GJaz.
A erapreza dogaz tern a honra de annuaoiar
ao publico que recebeu ultimente um esplen-
dido sortimento de lustres de vidro, candiei-
ros, arandelas e globos, cujas amostras esiao
no escriptorio i rua do Imperador n. 81,
e serflo vendidos aos seus freguezes pelo
preco mais razoavel possivel.
0 gerenje,
Lttumntmo Jose de Miranda.
___
m
m
m
m
m
m
MEDIC0-OIRURGICO f
do m
Dr. Santa Rosa.
Rua do Barao da Victoria n. 46, 1.*
andar, outr'ora rua Nova.
Consnltas das 10 boras da manhi ao
meio dia.
Chamados por escripto a qualquer hora
m
m
nca,
ado,
Esemvo fugido.
De>appap-ceu ao amanhecer do dia 4 do cor
rente, do eog nho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de noine Jose Borge-, mestre de aasucar,
tendo os siguaes seguintes : cabra, idade 30 an-
nos, pnuc-i mais ou menos, boa figura, um tanto
grossn e espad^udo, sendo o signal mats visivel
uma goi.nii.i h.-; junta do pi; e-querdo : roga-se a
tudas m aut i idadas e capitaes de campo queiram
apprebeuler 'Ho escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C., lar-
go do Gorpo aaoto n. 19, que serao generosamen-
te recompensados.
GxfertiHt i Olym'pia Lins Ribeiro, directura d'este externa-
to, fa< cientn aos pais de familia que quizerem
confiar lhe a ed ica.-ao de suas Clhas, que no dia
15 dejaueiro, comecanm ostrabalh03 dos cstudos,
onde alem da iostruc(Io moral, religiosa e curso
primario, ensinase francez, bordados de todas as
qualidades. il -r-s de fio de ouro, de panno, papel,
etc., piano e de-enho.
Afflaugand > todo desvello e applicacao pelo pro-
gresso de suas educanda*, espcra a coadjuvavao
do public i em g-ral e dos pais de famtlia eip par-
ticular, cuja dedicacao tarabem os caracterisa
Kspec/afidades. Parlos, mwkstias de W
ml oihos e do appareiao respiratorio. ^
A' Twrc
Aluga-se para pssara festa um sitio com
excellente casa de habitarao e banho no rio
& frenta desta: quem a pretender, p6de
procurar A rua de Gervasio Pires n. 24.
0 m pUM^f^f tW&JM
S GABINETE MEDICO CIRURGICO ?5T
H do f*
%$ Dr Cd-stanclo Pontual Z
3 Rua do Imperador n. 8i 1 andar. sgi-
^ ConsulUs das 11 as 3 da tarde, chama- H
ig dos a qualquer hora, visita e da consul- ^
u tas gratis ao3 pobres.
Attencao
0 Sr. Francisco Agostinho Madeira, e roga I o
vir a rua do Duque de Gaxias n. 60 A.
em bora eatado : em Santo Amaro, rua de Lima,
ft 4ft1 r~ *.
--
A companhia
com]
Srimento e 5_
a linhaiteHgrip'Sl
ccmnap&MU
neu.de 30 pa
de grossura, pifta' patte
i: a trataf no escriptorio na
sa-aa

sa-es
Carro araericano
' Vende-se nm carro americano. de quatro rodas
e 2 ou 4-asaenloa a vontade, em perfeito estado e
com arreios : pant ver na fabrica de carros da
rua da Ftorentina n. 14, aonie se dira com quem
se deve tratar.________________________________
Vende se umalildra nova com conjmodos
para duas pessoas per pre^o commodo : a tra-
tar na rua do General Seara n. 20, com Gnllher-
me Daegef.
Rua do Btum n. 76
Vende-se zinco puro de superior qualidade,
proprio para cobertas de caeaa, medrodo !1 pal
mos de comprido e 4 de largo, por pre jo mnitc
em conta.
Veede-se a taverna sita a rua Imperial n.
42, propria para qualquer principiante por ter
bons comrnodos para familia; o motivo de ven-
der-se 6 por ler o -(1000 de retirar-se para fora:
a tratar na mesraa.
Sal 4 Gab Verde
Teem para vender Joaquim Jos6 GonQalves Bel-
trao k Filbo, a bordo do brigue portuguez Ova-
rensei fuodeado defrente do trapiche Cunha, e
para tratar me see eseripterio a rue do Gommer-
io n.^S. _________________________________
Borracha
|>ara limati.
Recebeu ultimamente a pbarmacia Torres, da
melhor qualidade, e vende por preco mni com-
modo : na rna Direita n. 135.
2#000
Chapeos de caster para homem : vendem-se na
ruadoB arao da Victoria n 36.
Convida-se
Alunr i .'i--(; as duas casks sob ns. 22 e 24 a
rua- do< Po5-)9, na freguezia dos Afogados terido
cada uma 2 quartut, 2 salas. quintal em aberto ;
preco de 84 niensal : para ver e tratar na tua es-
treita do Rosario n. 17, 1 andar, das 10 as 2 horas
da tarde.
^recisa-se
do nm mocj que tenha pratica de servTr as mesas
n 3 noteis: a tratar no hotel de Bordeaux.
Mote Preeia<8f>. do nm moleque para todo servieo de
casa de famiiia : oa praca da Independencia ns.
7e 9.
ALUSA-f
aos seuhures escriptores, littcratos, chefes de re-
particoes e commerciantes a visitarem a
ENCADERNAgAO BRASILEIRA
a rua Duque de Caxias n. 21, onde verlo one e
este o estaoelecimento qoe dispoe dos mejmores
meios e procesjos para bem servi-Ios na m*le de
encadernar, e 0 nnino que
POSSUE A MELHOR
macbina para pautar papel, riscar livros, mappas,
manifestos, folbas de empregados, despachos, fac-
tnras, contas cerrentes e de veuda ; cnjo trabalno
sera regnlado pela seguinte tabella de precos :
Papel penueno em caixrahas.
Para pautar 1 caixa 140 0.
Idem 4 ditas a 500 rs. cada uma.
Idem 10 ditas a 400 rs.
Idem 20 ditas a :t00 rs.
Idem 50 ditas a 250 rs.
Idem 100 ditas a 200 rs.
Idem 201 ditas a 150 rs.
Mais de 200 ditas a 100 rs.
Papel em tamanbo flume contas e despachos.
Por pautar I res ma U500.
Idem 10 a is20;) cada nma.
Idem 90 a l.
Idem 50 a 800 ra.
Idem 100 a 600 rs.
I.tem 200 a 400 rs.
Mais de 200 a 320 rs.
Outros trabalhos cenforme 0 a'uste.
A differenca era pra^o.do papel liso para,
pautado, no nosso mercado, e muito superior a.'120
rs. em reSma, sendo per isso vaetoioso aos Sre
IMPORTADORES DE PAPEL
mandarem vir 0 papel liso para aqui ser pautado,
podendo assim venderem mate barato, ganhando
mais diuheiro, para o uue
(IaRAjSTE-SE
a bondade e limpeza do trabalho, entregando-se
us volumes de resma com a raesma perfeicao e
igualdade que >e tiver rtpebidp na- ,
EN ADERNACAO BRASILEIRA
21 -Boa Dnque de Caxias-21.
E senijire assim.
Quando parece ter-se esgotado 0 reperto ? 0 da
modas, pela immensidade de artigrjs t'c ade
que tem apparrcidn, eis que os velbos e ansa-
yeis correspondeutes da Nova ,Esperanca, a rna
Duque de Caxias n. $3, descobrem outros no
mundo elogante, aondc se conservam escogitando
minueiosamente as novas invencSes ; remettem
para a Nova Esperanca. e autorlsam na a dizer
aos sens freguezes e especialmente ao bello sexo
re nao creiam era tal: e para prova evidence
que acaba oa expor, vejam 0 que abaixo se
descreve :
MANUAES para missa, com capa de madfeperola
on tartarnga, tendo no centre da capa
um pequeno relogio perfeito regula-
dor.
CARTEIRAS, po t charutos, port cigairos e ports
moneys no mesmo gosto.
CARTEIRAS para notas com capa de marfim, ma-
dreperola e tartarnga, com e distico
Lembrauca.
BOLSAS para seunora, 0 melhor qne tem vindo a
esto mercado, de diversos tamanhos,
qualidades e modelos de nova inven-
cao.
PORT BOUQUETS de lindos gostos e t?manhos
especialidades para as noivas.
CAIXINHAS com mnslcas e sem eftas, proprias
para presentes.
E ontros de inteira noVidade.
E com Os raeninos.
A Nova Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
63, recebemos bonecoa de borracha de formates
inteiramente novos : os rueninos muito apreciarao
este brinquedo. ,
E verdade.
per senhora de. bom gosto, parece que
BAZAR II
UUlltaEto A Victoria n. 22.
m
QdttSMr VlSima.

A' este grande estabelecimento tain cha>
gado um bom sortimento de-machines para
costura, de todos os auto res mais acredita-
dos ultimamente na Europe, cjijas machines
sSo garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as rnesmas, em
jjualcjuer parte desta cidadr como bem as-
aim concerta-las polo tempo tarn ban d'um
nno sem despeadio algutn do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as rnesmas'machines e se suppre qual-
quer pega que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a Derfeigao de
um e doos pogpontos, franzo e" borda toda
qualquer costura por fir?, que s-ja, seus
precos sao da seguinte qualidade: p ra tra-
balhar a mao de 30^000, 409000. iojJOOO
e 50JJ000, para trabalhar- com o j.e sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000. 2009000 e
2509000, jemquanto aos autores nao ha al-
teracfio de'pxe^os, eoscoraprauur.-s jwderao
visitar este esta'belecHnento, que muito de-
verio gostar pela variedade1 de objector que
ha sempre para.Tender, como sejatn : cadei-
ras para viagem, raalas para viagem, cadei-
ras para salas, dRasjde.bala*n$o, ditas para
criancyC (alias), ditas para* escolas, costurei-
ras riquissinfas, para'senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros com cabode metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tainpas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mut-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nhi ate as 9 horas da noute d
Rua do Barao da Victoria n.
__________22^__________
Villa dePalmares
, Vende-se por preco muito baixo dnas casas ter-
reas a rua Nova daquella villa ns. 35 e 37. com
grande terreno ate o no.estao alugadas, e dao bons
juros ao capital empregado : a tratar no Recite,
rna do Crespo n. 7 A.
zendas para liquidar, por baratissimo preco eomo
f ftbaixo sft:msJ .#-..
ra da Silva & GuimarSes tendo em ser urn grtitfe-de}jpzttrj*tle fazendaa,
fazeruma liquidiglo das rnesmas coia^rahdy abatitntentO dgft pregoe,
'Mfctfe'tpurar dinheiro, para o que dodvidatfi nao tftft settfnnmerosoi
oewo o respeitavel publico, a vir surtir-se de makas,taefdas, boas ebaratai
-intodera^^iiii^Pao-aruadaIa%Mrkn. 0.
CVMWIAU8 A 49, 49500, 59, 69 79.
0 Pa^lo vande um magnifico sortimentb
iJis^finas cambraias "brancas transpa>
rentes; tendo-1'o jardas cada pef;a, pelo ba>|
rate preco de 49, 4#30*3|.59j f,4endo tara-
bem da n_i flnas-que-eustumam ir ao
maataatn asafJI r^a^utHaa-and* *rf olento
do ditas talpadaWivictoriW que^ettdil de 49
ate 89, sendo fizenda quevalle muito malsi
dinheiro.
COMSALPICOS DE CORES A 59-
0 Vk\i6 recebeu um elegante sortimento'
de cambraias brancas com bonitos salpiqui
nbos miudinhos de cores, tendo 10 jardas
Cada corte de vestido e vende pelo barato
prec/) de 59, por ser peohincha, ditas com ;
salpicos todo branco sendo fazenda finisama
a 79500 e ditas a 59000.
fcaacez raujk>(^f|M% _
, V* metro para umlencel.
f precis*
0* ftVaiJ vWuV chaleS a eltffta^Sd'de file-
riraV: a 39,^itha mariarf *a Jt^ilaaai
tras-dese0a.fi95gj dJta._HavAwt^
crepom a 109 e 129.
^>iifawwin *.** *4nmm.
-, 0 Pavao vende algoddo eufestadp com 8
J)a1m6s>delargura, proprio partr lencoe*
&BiO detaaweticotpedo qaetanittlO'a(
mercado, liso-a 19 a vara e trangadoa,.-...
o
n3o pode complelar e ?ua toniette, 's'ein dar am
pas'seio a Nova Esperanca a rua do. Duque de Ca-
xias n. 63, porque e a loja de miudezas que mais
complete esta em.sortiaieBtJ, e one mais novida-
aes apresenta ao publico em geral.
6 com as floristas.
A Nova Esperauta, a rua do Dnque de Caxias
n, 63, recebeu pelo ultimo vaporj um inteiro sor-
timento de panels para (lores 1 a elles.
Para crfanc>.
A Nova Esperanca, a rna do Duque de Caxias
n. 63, recebeu um sortimento de vestoarios de
casemlra e alpaca para criancas: modertos e bo-
nitos.
Lfe meseiadas.
Um bonito sortimento de las mescladas em cd-
res, recebeu a Nova esperanea, a rua Duque de
Gaxias n. 63. ....., ,____________________
nde-se uma typographia bem montada, com
u in icliiua e um prelo, tudo cm bom estado e
po prego modico: quem a pretender, dirija-so a
urrado Torres n. 12, sobrado, l andar
VAPOHES LOCWOVEIS.
i De forca de d >us a seis cavallos : a venda no
armazem de Pena Junior & G., travessa do Cor-
o Santo n. 25.
Wil -on Rowe & G. vendem no seu armazem
a rua de Commercio n. 1% :
0 verladeiro panao de algodao azul amencano.
Excellente fio de vela.
Cognac de i' qualidade
Vinho de Bordeaux.
CaWao de Pedra de todas as qualidades
VESTTDOS A USO DA CORTE 12*
0 Pavao vende um bonito sortmientd' de
cortes de vestidos a uso da corte, traaaado^
cada c6rte todos os enfeites necessarios como
sejam: babadinhos, entre-meios, rendas,
requefifes, e vende pelo barato preco de 129"j
cada um, assim comb, dbos a 2' do julho
com todos os enfeites a 109, cortes de cam-
braias brancas abertas, com listras e lavores
a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
braia branca com listras de cores, para aca-
bar 39500, e-pecbincha.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
0 1'avSo vende ricos/cortes de cambraias
brancas delicadamente bordados, pelo ba-
rato preco de 20# 0 359.
. UflMflAfi* A *oo* av
0 Pav5o vehde atoalnado' tra "
coma
palmos de largura a 19200 e 19t^#, dito
adamascado a 29v~idito de linbo adaraasca
doa3|he59/
CASSA8 FRANCEZAS
a 300 rs, o covad'
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e i r8p
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadriohos a 6*0 rs. a vara fi-
nissimo fil6 brtmco liso ede salpicos, e tarla-
tanas de todas as*-cores.
SBDA F*RA-V8TIBOai
T- 0 PaVSo vede um booHo sortinaanto d
sedas com listrinbas proprias pan teeti-
dos de meninasede seuhora a i99t#0co-
vado, ditas lavradinbas a 29, os padrOea sic
muito bonitos e vende-se por este preco par*
aeabar.
MMiamm a &o4M
0 PaTio tett oh* cottpieto sertteaBrttrda
botinas muito bem enfeitadas para seohoraj
e vende pelo barato preco Je 59, artaja qnt
em outra qualquer parte custa t>9 a*V9?
LENgOS BRAWOOS'
a 2900.
O.Pavae vende len*:-os braneos abainbi
dos, 'tanto para homens como para sanhoras.
a 29 e 29500 a duzia, ditos de esguiio
cambraia de linbo Umbem abainbados
39500, 49,' 59, d.tos francezes eseuros, part
B0RN0USA129*
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
CAMISAS PARA HOMEM.
0 Pavao vende ricas camisas com peitc
de linbo Lord id as, proprias p-ra noivo
105 e 129 cadd uma, ditas de linbo sen se-
rem bordodas a 49, 49600 e 59, ditas con
peito de algodao muito finas a 29, 29900
39, ditas decbita lina miudinha a 29,29*00,
e39, assim como grande sortimento de ce-
mais modernos bornous combonitas listras e roulas franceias tanto de linbo como dea!-
veude pelo barato prego de 129 cada um, i godao de 19000 ate 39, gr nde sortimento
assim como um elegante sortimento dos mais de mei?s craas inglezas de 49 ate 89000 i
bonitos cbales de merin6 e com listras de seda. duzia.
Ceroulas francezas de linho e algodao, para todos os prejos e qualidades, assia
como grande sortimento de meias cruas, camisas, colennhos, que tudo se vende po?
precos muito razoaveis.
Vernizes especiacs para carrua-
Este verniz, cuja falta aqui tanto sentem
os Srs. fabricates>e possuidores de carrua-
gens, acaba de chegar para seu unico depo-
sito, ds spguintes qualidades.
VERNIZ SUPERF1 NO PARA CAIXAS DE
CARRUAGENS.
E' um verniz muito claro e duravel para
as caixas de carruagens, para todas as dc-
maos, ou pare a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie seccaem 12
boras, depois das quaes se expoe ao ar por
algum tempo, o que fazendurecer, e passa-
das 15 a 18 horas p6de passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lhe cm seguida outra de-
mao. Ddo-se com facilidadb tres demaos
deste verniz sobre astintas, em tres dias.
Como ndo e necessario dar lustro i ultima
demao de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, convem di-lo
n'um local separado aonde n8o baja po.
Quando a obra urge,- deve por-so & sombre
e ao ar livre depois de seoco, isto e, passa-
das 12 boras, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mais brilhante ficara" o verniz,
e mais depressa ss tcrminara a carruagem
(em case necessario tres dias depois da ulti-
ma dernae). Durante as duas ou tres pri-
me iras semanas deve-se lavar a carruagem
com agua fresoa, depois de ter ser-
dido.
Os frascos devem conservar-se sempre
hermeticamente tapados, o resto do veroiz
n8o se deve deixar Gear no frasco, a pode
usar-se para as primeiras demaos.
Ndo deve misturar-se com este verniz ne-
o predio sitio a rua do ftarao de S. Borja n. 26,
com commit I n iura grande familia, tendo
ega euc ma >s. grande quintal com arvorpa,
mais c in modidad-a : a tratar na rua da
velba n. 7.\ -oin R^cha I."al.
i-'i !> a .< .v>a|#f asstmadb achar-so bes-
la one i o Sr. Mmi.-I Fatflaride9 de Ca'mfbri.reji-
dsii' l' a!i.is B4rr% e Preguics, cm ah-
man'.- im-.ia da PSratiyba, veem rogar ao
i li/. ; :i i de vir entender-se cOm 0$
; i iiiimediaiameale aobre negocio
iJjs engenhoe. Rnaeo AmcrilB
Tasso Irmaos & c.
com a l.ade Fever^irw
Nao ha mais cabellos
brams;
SE
Uma armacao de amarello envidracada com
b^cio proprio para qualquer negocio : a tratar
na raa do Crespo n: 20.
TASSO IRMAOS k I
Em seus armazens a* rua de Amorim
n. 37^eeaws do Apollo n. 47,
tem para vender, por pregos commodo*
Tijotdar entarnaaoa sextavos para ladrilho.
Canos drf barro para esgoto.
Cimento* Poftmnd.-
SoeaaJcaapproyada pelas acadernias de
sciencias, reconhecida superior a tod? qne
tern apeafecide ate" hejev Deposito nrinci-
|j#IruadaClom & Recife,, hbje Mar-
ajbec de Olinda? n. M, 1 andar; e
todas as botitas o casas de cdbfelUp-i
retro.
Vend--8a ta*ra3)!sife a rna Imperial -n
Cimento Hydraulic.
Machinas de descarooar algodiv
Machii!3S de padaria.
Potassa da maaia eu barwl. bj.
PhdSplioroS de cera. ,'*
Sagii em garrafSes.
- Sevadinha em garrafdes.
Lenftihas em garrafces..
Nkafr ds aJmaiea.
Vinho do Perto velho engarrafado
Vinho do Porto superior, dito.
Vinho de Rordeaax, dito.
Vinho de Saharryv
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas rngiau*.
Ltoeres fiaos sortidos.
Cognac Gaul bier Freres.
Lata de toucinho inglez.
Rarrts con renulho em salmoura.
Lindas las eseocezas.
De varios pa.tfoes, e Inteiramente modernas, a
360 rs ii covadi: na rua PAmeiro de Marco
anl*-H do Crespo n. 13, loja das celuBBasydS An-
A primeira dem8o servindo de apparelho, um -.j- ,
ajuda a seccar as ultimas demaos eproduz ZX!3ft, '
um excellente brilho. P i JJTS S2nC0Bltf XCChU>' ? pre"
Verniz superior aeecante par* ^"T ^ 0S va.S0S,e 0S P"1?^ e c
Este verniz i da mesma cor que oante-; ^ Uo unico^para o Brasil, Rartholo-
cedente, mas endurece e secca com mats ra- mflu v& c PernamPbuC0> Rua do R^.
pidez. Emprega-se com bom exito nas rjQ n 3^ *
obras urgentes, e p6de misturar-se com 0:
anterior. A duracao do verntt pbrmanente
diminue na proporpdo da mistura.
VtR.NIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
N3o e tao claro como o verniz para as
caixas das carruagens. Emprega-se nos jo-
gos das carruagens e tambem para as pri-
meiras dem8os sobre cores escuras. P6d
I 0. C. Doyle.

Tem para veid
Cogaac de Hennesay, snperior a
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cba preto em Uttas de 10 libras.
Todas as preparatftes cbimicaa do Dr. Avar:
passar-se a pedra pome passaaas 10 noras, armazem da rna d* Commercin n M.
podendo dar-se em seguida outra demao.
Verniz preto do Japtto, superior.
Para trabalhos em preto de carruagens.
Produz o preto mais escuro e brilhante ft vendes,
aode passar-se a pedra pomes 10 horas de- pelo baratissimo prec de 80Weaaaum.
pois. Deve dar-se duas demaos sobtt Mat ---------------^ x-------------------
tuiido preto e cobrir-se com outras daas doi |*3-YdC$
verniz que se ertpreaja 'rtas-caHasvds earrua*^ Vende-se
fens
>M
e brilhaate,. tr^S*08 ilt09Vi
nm casal de pavdes : para vftMa%a-
tar no paWo dg Santa Cruz, casa tearat a. >0.
TERNIZ PARA COUROS, aBftlLHANlfe
EEASTICO.))
' Este verniz, con tendo na BUM compesiclo
rande quantidade d'uma substancia mcito .' vj ^___^..
SmeThartte ao azeitedenommadopieda*^,' i'SEKlJSatTJaS aa? ^
o unico que da flexiaifrlade aoeooM vb- lkf^^f^S^im^m \^JT ^
envernisado. Em ral basta udfa de- "* *J2*ln'"- mesn* "
Em geral basta
mao que deve ser applioada muito ligeira-
mente, com um piricet depois de ter limpo -^
0 oouro ooHl'agtM-^az. Eiiposto ao sol=ser> 1 -
ca em 1 on 2 horas, e fsombra rrra*a,ca]
secca era 4. Em tempo humid*, einutit tal!
tem para vender-se uma bo* mohiha de
jacarandd, oOahaauco uaa, a nm rawfilu
'?em-
OJIpOrtat^HrO.
Veade-se doui miliooos sacco, com easca, .ou
trabalno, por que ndo e possivai tornar! aos CaMtos, pot- pteqo commodo : no trap'che
vernitelasffcf e saccaate-aa mefcno tempo, G
^^^^S^iT&^^\ ^a^*;1^
M'mtA tfthtt-fitterralfo drWras^*gg|
no Mm dos quaes se pedepulir cota extra
ma facilicidade. E' esaxicialaaaaavE aaces-
I sa rio cobriresta
veeais saperfino
n*.5I
Tiodos
AauniRas verdadfeiras
eondueta, 0 Rich** hauiburitueaas qneveaaa eateineroado-
motiro da venda 6 nua^ue o ranhor ret

Vende se tim mu4>UiHie\fe 18
de, de bonita figura e d^ ex'.ellente
M-'ruM? d011Tindan.nl
one vein a
ilinda n. Kl
jpfr
acfa
'praddr
VERtfllE SrECdNTE;
M&Mtta-se com ai tintts dd a
v:e
sobre tudo eora as tias naaidasr wmu
aaM Hatrdar
na roa de Hortas n. 110.
Vend^-in um eooo- oaBrioleide quatro asquenn rtiaia fiteiMtga 0
rodas : ua rna de S. Goncslo n. 39, so- maii coosistencia.
bra 10 ao lad da igreja. I ..... Mm
jVettem-se asdnas .
rntlliurltv, de opti
-t nma drlfaS de qofnta
safes e UUfie colj*a, e
.. ictera aSSittdo ao
e madefra e tnn conServataai na measa
viUa,ca,,n.51.. "*^
Vaaaaaa tmammmm casas terreaa :
1 Raa do Foa*o. Hecco da Bi.mba n .5.
Stew da Pare Lotiaw n. 9 A.
Kafico'aran*CftHa Ifova 1
\ Travessa do Cotpu SaaW n. 10.
j Largo do Li vramento, sobrado n. 97*
1A tratar 00 largo do Carmo, venda n. 1.



k.
%
Tyixfk>,M i?^mm< -n $mwI8 4y*wd '!
WHS M11S
LHTE,IRMAOS
AEENTES
A'
Una J Barao ila Vitloria n. 28
GRANDE If
6
iiS
T

R u a d a I mMffatoitt n. 7 2
Lornp PeteiraHHeiito,6hidarfres
fazer uma grange ^quidaajio,1 ate<*
ttlniN*
Deelara aos sous fregueief quo tem resolvi'o
fim do corrente anno.
A SABER
CAMBRAIAS BRAHC4S A 39009,
Vende-se peeas deMftfer*M- brand, Cana-
da e tradsparente, a 3, 3500, 4JH)e a
la u&ais simples, as mais baratas e as melhores do miinda!
Ha exposicao de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medaiha deouro' e a condecora-'
eioda Legiio de Honra, por serem as. machinas mais per. I
ieilas do raundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, net
Estadoe-Unidos i por ser o inventor da machine de oos-
tura.
A medalha de ouro na wposicao de londres acredham
estas machinns.
LASlPtHAS A 200 US.
Vende-se ldsinhas para vesti JoS,
a 509 rs. o covatfo.
ALPACAS V640.RS.
a299,
4
Ditos depslha, a>9V 99)990 e 900.
Ditos de massa, >a*000. '
PRHFIMAIUAS EM LrQttlDAAO.
Veudo-sc sabonetes de-dwewoe tamaaoos,
a 120, 200 210 o 320 rs.. todo bom.
Fresco de banha, a 160, 330 e iOOrs.
Frascos com aguade colonia, a 240 ea20
rs. cada um. E outros-rrruitoseitractos que
Vende-se alpacas do cores com listras a 6*0 se vende muito barato para liquidar.
e00rs. oeoVado. TOAfcHAS A 098.
GRANAD1NE A 800 RS. Vende-se toalhas felpudas, a 800 rs. oada
Vende-se grenadine preta com listras de uma. Lencos brancos, a-29000 a duiia, *
cores, para vestidos, a 800 rs. o co- 3S00 abambados, fazenda que .wnde.se
vado. -por59000.
'POUPELIM JAlWiFZA A19800. GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
Vende-se uma fazenda nova com listas,; Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
corn o nomo de poupelina japoneza, propria
;DE
A
tasde cores a 200 rs.
para veslidos de senlioras, a 19*00o co-! Chapeos para baptisades de meninos, a
vado. Todas estas fozendas sao ven Bazar Kecional, & rue da Imper ariz n. 73. j BENGALAS E CBJCOTKS A 800 RS.
CORTESDEGASSA A295 0, t Vende-se bengalas ecbicotes, a 300 rs.
Vende se cortesde cassa para veslidos, {cede wna^para tiquidar.
com lOtovsdos, aUfSOO. __ -'jtj
CHITAS iLARGAS A 240 Rs. i URABW* J^lQUliMCAO- :DE AOLPA SEVU
Cabe-nos o deter de annnnciar que a companhia das machinas de lone de Nora-
rk, estaheleceu nesta cidade s raa do Barao de Victoria n. 28, um deposito e agencia -or-m> __ ----------
aral para em Pernambuw o mais protincias seteaderem as afamadas, machiHas.de co-1 vende-se chitas francezas.largas, de cores I Veode-W.ceroulas.4e sigodao, a 19000.
ra i^flowe. Estas m&cmnas sao justamente apreciadas pela perfeioao de seu trabalno,
rp**gttdo .uma agulha mais curta com a mesma qualidade de linba que qualquer outea,
c a^iiiSroduccao dos mav aperfeicoados apparelhos, estamos actuahnente habihtados a,
ferecer ti examo puWico as, melhores machinas do mundo.
a4g wmktgens destas machinas s&o as segwntes:
rriw>ira.-0 publico saiq* ellas4o duradouras, para isto prota incontestarel, a
revnttanda de nunca teram awBarecido no mercado machinas d Howe em segun-
< mio. ., ,
SeaondjuTQctKn o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Tarcdra.Ha nellas menor frteejto entre as diversas.pecas, emeuos rapido estrago
* iue oai ontras.
Quarta.Formam o ponto como se Wra-ieito a.m&Q.
f^ainta.:Permrtte que se examine otrabalho de ambos os fios, o que se nioconsegu
Setta.-^-Tazem ponto miudo em eesemira, atravessando o fio de um i outro lado,
, lofo em segeidv-* tnodificar^^ a teusio da linha. eozem a fazenda mais
Setima."0 compress^ i lerantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
agulha ao canae^Er nota costura.
Oitat&.Vottas corupanhias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeia e
teeadencia. ^Machinas odtfora populares, rio hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
adancas radicaes parapoderem suhstituir : entretanto a companhia das machines de Howe
,eoptando a oplniao de Elias Howe, mestre em artes meehanicas, tem constantemente
efmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procure, posto que f*$a 600 machmai
r.da madhlna acompanha Hvretos com instrucfiaea em portugnez
4 90>000 A
SCARES LEITE, IRMAOS
A'
do Barao da Victoria n. 28.
MCHINAS PARA
A 30J000 e 30#000.
DOES P0SP0NT0S
Nalojadc Soares Leitelnrtaas, a raa do Barao da
flas, a 240, 300, 320 e 360 rs. o co-0
vado.
CASSAS DE CORES A 260RS.
Vende-se cassas francezas tinas de cores,,
a 260, 320 e 400 rs. o eowado.
9A1ASA9900.
Vende-se saias brancas com barras de cd-
res.aaoOOO.'
CHITAS PARA GOBERiTA A 2B0 RS.
Vende-se chhas para cobertas, a 260 e
360 rs. o covado.
MEIAS PARA HOMENS A 09000 A DUZIA.
Vende-se meias cruas verdadeiras, par* 09000.
homens, a 09000 a duzia, a qn.il val
85000.
CHALES DE LA A 600'RS.
Vende-se chaies de la, a-800 rs. cada
um.
CHITAS 'FINAS A 400 RS.
Vende-se chitas Gnas de cmpo largo, fa-
zenda muito' boa, a 400 rs. o eovsdo.
CHALES DE MERINO' A 20000.
Vende-se cbaies de merin6 estampados.-a
29, 39, 49000 e 58000.
Ditos de Hstras a '59000 e 09000.
BRHiS EM CORTES A f9o00
Vende-se cortesde brim docores-epardo,
a 19300, para liquidar.
COBEKTAS DE CHITA A 19600.
Vende-se cobertfs dc'chita. a t#600-e
29000.
BRIM PARDO E DE CORES A 400 RS.
Vende-se brirapardoede cores, para rou-
pa de homens e meninos, a 400 rs. o cora-
do, para liquidar.
COLXAS DE CORES A 25000.
Vende-secolxasde cores para cama, a.29,
6 4900O.
TRASPAREWES1,ARA CADEIIrASA
19500.
Vende-se transparenles para cadciras, a
19500,,para liqaidar.
B6NETS A 500 RS.
Vende-se bonets de seda para homens, a
500 rs.
CHAPEOS A 29500.
Ditasde lioho, a;19600 e.iCOOO.
Camisasde obitasHDas, a 1600.
Dttas de peito de cores, a 29000,
liitas brancas liuas, a 29000, 39000 e
49000.
Calcasde brim papdo e de coies,-a.2909
e 29500.
Ditas deeasemirade cores e preta, a-59,
[-69, 79 00e 69000.
Palitfitsde alpacas de cores, a 29S00.
Ditos pwtos, a 39000 e 3b00.
Ditos decaseoHra de ceccs, a ij *
pellica
larras de
199- n.
Abotoaduras paTa c canto a 120 rs.
Caixa de Knha de raarca, a 900 ra.
Lamparinas i gaz, dando uma hn muitoi
oa, a 19000. j
Duzia depe^as de cordio imperial, a
1*0 -n.
Caix* de botdes de osso ^ara eal$a, a
00 re.
Duzia de carreteis de linha, 200 jartles, a
$00 re.
Idem idem 60 jardas, a 240 re.
1facp de fita chlneza, a 8Wrw. *
Caixa de linha com 40 notellos, a-590 ts;
Meios adere^os com camafeu, a'500 rs.
Wrtafc dettflta roxa extra-flna'a"19000
Poles com dlta Imjleta, 'p*r^ta, a I90e
lBOrs.
Caixa depennas Perry, muito "boas,
.9000. '
Idem idem, a 400 re.
Caixa de eureluppes tarjados, a 500 r.
Idem idem forraaos, a 700 rs.
Caixa de panel amisade, beira doursda,
tOO re
Idem idem idem Iisa, a 600 re.
Duxia de'taiheres cabo branco, 'i'B., a
Resma de papel paulado, a tifWM
t'fe00.
Idem idemliso, a29800, 39800 e 59000.
Coquea raodernos, &39000.
Duzias de.Mca> de 'traucas de caracdl
irahcaj a 400 re.
Idem idem Hsas, a 200 rs.
Leques de osso e sandalo, a 99000,49
91960.
HH'ae raMnda'de todaa as cores -larga-
MM
Victoria D; 28.
compequeno toque,; 'Espelhos demoldura dourada,
de todos
Ditos ditos pretos, a 59000, 69500
85000.
Colletes de casemira de cores, a 29, 39
49O00.
Camisas de flanella, de cores, a-29906 e
29500.
AL'.ODAO A 49000.
Vende-se pecas de algodao, a 4ja, 69 e
69660.
CASEMIRA DE COR A 29500.
Veude^so,easemisa.de c;nes, a ,2#500 v
cowJo.
ilADAfl'OLAO A .3*000.
Vi.'iulis-sc pir.,ts di; in;kispola cafostado
,a 39000.
iDito.ioglez. &49400, iift,,69e .,79O00'
peca.
BOTTPIVS A 49500.
Vende se botinas.para senhora e meninos,
a 4950Q, 55e.6.5Q00.
DiUs do enfiar, aJ25000.
Sapatos de tapcte, a 19300.
Ditos de tranca, a 19800 e 29000.
BftAMANTE A 19600,
'Ven'de-sebramaiite com .10 palmos
largura, para lencdes, a '19600 e 29500
metro. E outras mnitas fazeodas 'propria
do mercado, qffe'se"rende -swn;resntaV"dp
preQo, para liquidar ate o fiat d corrente
anno, por isso-'centenvaos flWOSpraiJores sor-
ftirem-se "deTazendaTharatas; para a presen-
fezendasnas
Rua primeiro de Mar^o n. 7 A
DE
Corcleiro SimQescfcC.
E' wia dm* ds casas que boje ppde com pri-
offerecer.aois s^jis Xregnexes nm.yariadiJSi-
rtimento He farenda9 niias para grande toi-
1#Ue, e bem assira para uso ordioario de lodas as
claaMf.a por precos vanujosos, das quaerfaz um
peeuano resuino.
Mandam fazendas as ra^as d is pretendeutes,
para o que tem pesseal neeessario, e d3o amostras
oteAante penhor.
GerlM de teda. -Je knda< cdres.
Grosdenaplts de todas as cores.
Gorgurao btanco, lizo, de listtas, preto, etc.
Selim Macao, preto e de cores.
6roafe!nples'prtto.
VMlado preto.
Granadine de seda, preta e*de cdres.
Puiwliuas de liodos padroes.
Fild de seda,' branco e preto.
Ricas bapqoinas de seda.
Caaaeos de merind de c6res, la, ete.
I Maiitas brasileiras.
Coites com cambraia branca com,liDdo9 borda-
ica.
Ricas capellas e manias para noivas.
: Biquissimo sortimeDto de las com listras de
Mda.
Cambraia? de c5res.
DtUs maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padroes.
; Rai>ti>las, padroes deiicados.
! I'ercalinas de quadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho de cor, proprios para vestklos,
com barra e listras.
Hicos cortes do veslido de linho, com iofeUes da
mesma c6r, ultima moda.
Ditos de cambiaia de cores.
Fustao de lindas cores.
Saiaa burdada* para enboras.
Camisas bordadas para senlioras, de linho e al-
|(godao.
Soi timento de luvas da verdadcira fabri :a de
Jouvio, para homens e senhuias.
Vestuariog para minions,
i Ditos para baptizado.
Cb,apeos para dilo.
.Tpnthas e poardanapos adaica^cados de linho de
cer, para mesa.
UtKiHS ile la.
Cm Unados hurdadus.
Grande toitimento de camti-as de linho, lizas e
bordadas, para homens.
aleias de cores para homeas, meainos e meni-
ea.
i Ditas escocezas.
Completo sortirtkento de cbapeos de,sol para ho-
Bns e senlioras.
Merino de cor> para vestidos.
iUtMBelai tnanoado e dito de erao.
Ataalliad,de linbo e algodao para toalbas.
!Atoalhadopa,do.
i Demafco de IS.
; Brtns de linho, branco de cores e preto.
; Setiin de lindas cores com Ibtras.
Cbaies de merino de cores e pretos.
! Dto de ra-ciiiira.
| DitOs de seda preta e de cores.
: Ditos de tonqnhn.
Camisas de chila para homens.
i Ditas de flanella.
Ceroulas de, linho e abjodao.
i Paanos de crochet nara sofa, cadeiras e conso-
: Leneos bor.'tio? e de labjrintho.
! Cokbas de crochet.
Tarlatana de todas as cores.
j mcos coites de vestidos de tarlauna bordados
para cortes.
': Bipartilhos iisos, bordados.
; Fpuiard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meuinas.
t Rjeas fachafi de seda e la para senhoras.
. i meo sortimento de leques de madreperolas <
osso.
: Damaseo de- seda.
i Ricos chapeos e chapelinas para senhoras, ulti
ma rooda.
i Casemira preta e de cores.
Chitas, madapolao, panno Gno preto e azul, col-
lariBhos. punhos de linho e algodao, gravatas, lu-
vas de fio de Escosftia, tapctes de todos os tama-
nhos, bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
mens, tenets de linho branco e de cores, toalhas,
guaroanapos, etc., etc.______________________
Vende-se chapeos de castor para rreninos te,fttaque>estS't'perte,"AT_adeltrnperatrij
e homens, a 29S00 e 39000. 'n. 72. -Baur NactoMl.
os;tamanhos e precos.
PERFUAIARIAS E MIUDEZAS.
Prascocom oleo Orna rerdadeiro,
19000.
'Idem comtonicode Kemp, verdadeiro, a
19000.
Garrafa deagua Qoridaterdadeira a 19990'
ftatrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem 'Magdalena (novidade) a
19200. "
Catza de pos para dentes, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom,
1500 rs. e 19000.
Pote comopiata deTtieger, Rimel e Gros-
nel, 19000.
Dnzia de sabotfdtes de amenttoa/ a
89606.
Duiia de sabonetes de anjmho'transparen-
tes, a 29200.
Weft idem com flOres, a 19800.
Sabonetes Glycerino transparentes, -a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de ffuctas,
a(90T)e'19!i00.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a '100 e
800 rs. .
Krasco comaguade colagne, a 900,'320,
500 rs. e lJOOO. ^^
Eitractes'muito'finds dos 'Bieinotts'w
tores. ^ il_i,
Lindas e elegantes caixinhas cempenuma-
Ouadros com saatos e estampas separa-
4aa.
Entromeios e babados transparentes e ta-
CAMAVAL
Os proprietaries da CH.-.PElA.MSitlE IffKS IIA UTES participam aos amadores do
PRGBBKU
A* rua do CaliuRu n. I A.
Os proprietarios da I'redllecta, no iBt'iito ea
coaservar o bum eonceito qoe u-eni merecido >
respeitavel publico, distinguindo o sea eiUbeleo-
mento dos mais que mgociam no mesmo genero,
-v|em srientUicar aos seus bons (rcguezes que pre-
veniram aos sens correspondentes nas diversas par-
gas d'Europa para. Ihes euviarem por todos o pa-
qnetes os objeetof de luxo e bom gosi<>, que se-
jm mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paii.es, visto aprojimsr se o lempo ea
festa, em que o hello sexo desta linda vcmeta
mais osteeta a riqueza de soas unlli-ttts ; co-
mo ja recebessem pel* paqucte fram ez diverse
artigos da ultima moda, veem patr-ntear alguns
d'entre elles que se toraam mats recommeudaTeie,
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de urlaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madrepemla e de
velludo, sendo diversos tamanbos e baratos pre-
cos
Adereeos complelos de borcacha pr prios para
lb to, tambem se veadem meios aierecos muito bo-
nitos.
Botdes de setim preto e de cores para ornato 4e
vestidos de secbora ; umbem tem para collate e
palitot.
; Bolsas para senhoras,, exu-te um bello sortimen-
to de seda, de palha, de chagrim. etc, etc. por
barato preco.
Bonecas de todos os umanbos, tan to de kraca
como de c^ra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencio das Exmas. Sras. para esf artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um ponco im-
pertinenles por falta de um obiecto que as ea-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceronlat de linho e de algodic, de diversos pre-
cos.
Caixinhas com musiea, o que ha de mais Undo,
com disticos us umpas e proprios para presen-
tes.
Cogues os mais mode/nos e de diversos forma-
tes.
Chapeos para senhora. Receoeram um sort memo
da ultima moda, tauto para- seuii. ra, eoaae para
menjnas.
Capellas simples e com veo para noivas.
i^alcas bordadas para meainas.
Entremeios estampados e boi dados, de undo*
desenhos.
E-covas electrkas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exi le um
grande sortimento de divercas largura.- -*rto
preco.
Fjtas de sarja, de gorgurao, de setim e de cba-
malote, de diversas largnras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito liudax.
Flores artiticiaes. A Predilerta prima cm
senrar. sempre um bello e grande soriiir tas fio es, nao so para enfeite dos cb'-llos, como
tambem para ornato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda d' diversas corts
para senhora.
Ligas de seda de cores e branca- '-< noiva.
l_,i\Tos para ouvir missa, ajn capas de n.a ire-
peroja, marfim, os-o e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ea-
bel os ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marnm, 6sso o dourados por barata preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao so em extractos, cocm em oleot e
banhas dos melhores adores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin.i Piver, Sociedade Liygienka:
Coudray, Gosnel e P.imel ; sao indi?pensaveis para
a festa.'
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatiahos de la e de setim bordados .para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta nm bonito sorti-
mento de diversos tamanbos, unto para sofa co-
mo para eotrada de saias.
Vestimentas para, baplisadu o que ba de melbcr
gosto e os mais moderuos, recebeu a Predilecta
vende por barato pie$;o, para Bear ao aimer
qualquer bolsa.
Rua do Cabuj^ n. 1
que receberamum sortimento da guamicdes para costumes dephantasia,;para o carnaval.
Assim como esperam pelo primeiro vapor uma grande colleccao de figurinos, alem dq
outros que ja in adiam no seu estabelecimento.
Escusado e dizer nada em quanto ao bom gosto em costumes carnavalescos, pois
ja* nos achamos bem acreditados pelas
BOMTAS TOILLETS
que nesta casa se tem feito rios atinos ahteriores.
iLMML mam-
liaralisshno
JORNAL DAS FAMILIAS
Assignatura--t874
124000
Entrega-se o numero de Janeiro.
LIVRARIA FHANCEZA.
GAZETA JURIB1CA
Assignatura- 1874
144000
Vekide>se a colleccao de 1873 por 16*000.
LIVBARIA FUACtlZA.
Qirias a J40 re. o covada.
A 240 n o covado.
A 240 rs. o covado.
So na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
eaqWBa.
Crheoo o verdadeiro de Portland.; barrieas
de 400 kilos : no arnuzem de Tasso Ir
(L caes do Apollo. _____
| n Uana gcanae^ahelesa propria para quaj-
Microscopi<'*m II *ieUa|s-69000. 'qaerloje.
i
i
Rua do Burst) da Victoria n. 28.

--_^_
Granule -^ndw a 2W rs o
Sa^J,-padr3esrneios
Dvindo ao merca
43, loja de Guerr
^a60 re.'uTStHMe'l
tAagaacee ejee se'eb.
visto sna #9Wi9^ t|Wuiyia'
>#ares: i wda^ieario n. *, nts Ho auinrlin n.
fc, e iravess* da raa das Cruxes n '4, a 500 rs. a
'Kbraardlalho.

VENDE-SE
nraa casa na Tilla de Barreiros, na rua do Cora-
mercio, por precu medico : a tratar com Tasso'
irmaos 4 C
TwnTnara
VfHfe
Volnay
DWiTfle
^orittreKe
Dito Bordeaux em quartollas.
Vende-se por barato preco
PARA LfQTJIDAClO DE CONTAS
MA
Rua Larga do Rosarlo 34.
"Rotica.
EcoRofliia iioiavel ;
Por 2^000 compra^se um
valor de 3&?500.
'f> $tmxmitil'tPtr*titimt>ricano para QfJ\
cttsto apVrtcfs 2^060,
Com este diminnto preco dispensa-se :
SOOn.tcusto ttoama^MMaha.
9>*0()0 custo de uau'-T&Doa de Cambia sebrftj
cusro dte -ama.'Talioa e Calfflhd J*dbi)|
n
tlsboa.
{U080itasto.de um livroem branco para
; 4*coo de am regulaea*a do.seUo.
O atwttoTral PerBaaTOOcano,' ser^e
Para o commercio :
.Litre.da *ensbwic-i|ndJerJas.-,J,iv|fr^f
l^^aSamteb^M,
do sello. Regulamento do corrMe:
ParaosaJrWgado* : ,.-
ea? ;dari3. Liwedsde eatai#*ra
i, Vencioeutss dos aapellos, provhnea-
VsitJttif ^lrWlLn's de'lrttrirs :
De jornal diario para relatar aMMMMaMriHana*-
vi,raadea8.ad-Ja;. w^.. .
De Hivada. djipeaj^H^ojasdpdlesticas, etc.
Ctiapeos de sol a 78000
OHo traeado 100 a-vara.
Dito de coreS^/Hafca.piro, avM\00 a ra.
Chapeos de sol de'seda, calks'de'calina; a
eada um,-ftto'W*Krt6 ton.Ma-rO;
rofadas^ort.'deGaHnaiaia C
rLaoriulKis com listras estampa*^reWdimii
co de<400in>. o ceeado. n
Ditas com listras assetinada* a i^COO o co-,
Vado.
Grtna'a1flarpmas''c'6mife^ fcoln 11 astes e b5a Seda, e caboaoa Madeira
O'cwado. A E^nrtblterato : aa rua dvlthijeratriz tt. 6,'lo}a
Metins trancadoa. proprios para vestido, a 320 rs^
^A^asde^aadros, propria. ,para vestides, aJrVentuarioS de fuslSoe alpaCa
'^^^^m^M^y^^^nmmfi^ \ para meeioos
'
Tem sitlo apresenliuia w
Durante o espat^o
DE
40 A N N 0 S.
DE
RBISTOL
hi \vm-m* oasas : a roc da
j a* ROM Oranca.
ibafraan, maada-eei
iperatriz n, 594eja
m mm* m-mm
jeetos, ^por f re^os
VA^BMsgakeeus J'Terro:9Jtti> "oVW*!
aM99^feJttMb tfL^^s9a^9^bB^ft^i*trl^W'aA^fA/A^^^riaa
*tq>parairaaeJlwr mfaz.
^cm^fcUi
[Peitos de csgtiiao bordados
a 11^00
Isto ?6 na rua da Imperalriz n. 56, loja da Rosa
___ ;. i vi" .iui-ft
fioa^icqnlsMo
! i
Ven^-s^pd$lttn^ta-se^or* casa constfutd*a'o*e rJ6Vo, tertrtbTjftalw,
seis qtta'ftoS,,*Com gabWete, "safe 'Wva
g^m'rrfar/fccMnHama, q'UamVrJaa,',ftWrW.
cacimha com boa agua de beber e um'sitta
b?m-a4l!*r1sAb r'ffd'altb'datotft fl^htaij
ita.
TlS^wnfnTWiwTIl9lni
JARROS de ferro para jardim, grand*
agUa eui iu uunnar
IV"". "' -'__...f '-.'""" i*Mil-rr
... ,.. i-imm

Aiten^ao
"HMm aifrv99ll9HM*fcf' l^ililMtll ft 9^ fc al^^9J9Mi| \tMm
Maia A C, a rua Duqne de Caxia.Sf.^jg.^,,.^^.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOft
A SAFSAPA&RILHA DE BRISTOL porv
flea a massa do sangue, expelle para fOre
todas as materias e fezes viciosas e impure*,
regula todas as secregoes, d& vitalithsde e
energia a todos os orgaos e M forca e ri-
gor ao systema afiin de poder melhor resis-
lira todos os ataques da enfermidade. E'
-pois este um remedio constitutional. EUe
nunca distroe afira de peder curar ; por^m
eonstanteraente assist* a ndtureza. Portanto
em todas as doencas constitucionoes e em to-
das as rriotesliaslocaes dependents d'wn u-
lado vicioso B imprrfsito do-sy$Uma em pe-
ral, achar-se-ha qua a Sawammulha pe
Bristol 6 um remedio seguro e efficassissi-
mo, nossuindo inestimaveis e incontestateis
vrtuoes. m ^
As cures niilagrosas de
Escrofulaa,
^hi;a*a-ttat
-se
IIII i I I I I -1 I I .....I
Caraaval
'para enceer lueas'toojorraehi, -de
anaaes e Mtioi, mtemfci > mil bnias
ermWilTSMW?CT^^
Borracha para iiriM*
^iaoliafar^1lili^
(fWWKfehrf pftra Iftnir*
Da mais nova e superior qualidade vendetn :
Sariyiea St.
Ha-m. Inraa do ttesrio-4
Wt6Wrlas para f&terhimm
MftchiDas para fazer limas
^gftl'Ltacpar^ mbrtittm
lew
^rth knm >l C.
34Raa l-raja do RiMtJUHM 9
RHEyMATISMO,
NETRiEGtAS,
EscewnjTo,
ETC., BKl, ETC.,
que tem grangeedo e dado o alto renome
Sal8aparrilha de Bristol
por todaaas partes do universo, san tio so-
m'ente deVMas i.
VKKk LIGlTlMA*:OaiGTW*L
SaUaparriQuL de Bristol
NA fHARlLVQA CENTRAL
m
A
I
-l
ptr'iMlh o*rtoi^re^'Me*ntesMerreno
no* seguinies lugares : na fofre^a majf eta do rio
Caoibaribe e perto da estauao do c^miohode fer-
ne ; na estrada de Beberibe, a margem ab Ho e
oorto da estajio do eatrtWib ua ferro, -%a 'tttrada
Vende-se a armacao da taveroa n. 11 do iargp -
do Terco garante-se a cntinuacao do arrenda-, ^^^^J^2l^TtL^
mento no predio : a tratar na mesma.
Tinta, cha e fumo
Auaral Nabneo A a feadem tffitn eHseHue
%eWPfe>Me'pra tilgirliafretM cabeOca,
que se conhece de mais nhl e oommodo, aao so
ajipatidjp de eroprega-lo, como 'no resoltadojfae
se obteai. Cha' verde e preto chegado ottimeDwao
mlJjmo^met e' frartettt, para'eiaarree* ea-
Wmfos: ?endem do Basar Vic*
tao-aa'Vtctoria n 2.
Fara acabar I
paWr cm Jao Feiiosa, na rua estreita de Ronario
woero 21.
se o armazein de moThadns, alto a raa de,
i Amaro n 8, bem afteg^iesado, tanto para;
:cofno para o mato, para liqoldar-se com os
: a tratar no mesmo.
Por coinmodo preco.
1nde se ama tasa de taipa com um terreno
Ricos ehar>os para s*n>ora : so na rua l>nqne let :
de Gaxias n. 6ti A loja da eannina. tar
um
- Venflese rrm excellentq caTJWoOffcfavcttrio. o lado, com 60 palmos de freate e 3"i0 de fundoj
;:aara verav.'cre^aroadaRaa,eati-.)Oi>t pes de eoqneirae nov.s, mreiro, a
na rua DireiU n. 10. noTftlW: p*ra tratar na rus
letoria raa do Ba-
VENDE-CE
Vende se a loja de calcado*. siu a rua Oir.ti
a. 9, propria para principianle : a tratar na mes-
ma.' __________________-
Vende-se
i rua Imperial n. S39.
oma tavema sita no Montciro, com i-wrns An-
do.-, propria para prin ;;lante; a tratar narefiaa-
cao do Mouleiro.
I

I1HH


8
DiaHb'fle Perna35iibuc6 -=- Domingo 18 derJaneiro tie 16T1.
t
A RKSPEITO DO NtGOCIO DO MXRfcCIUL BAZA1NE
EX-COMMANDANTE -4.H CHRFE OO EXERCITO
DO RHEKO.
TERCEIRA PARTE
CAPITULAgAO ( lE 7 A 29 DE 04I1TBRO )
CAPITULO VII.
AUDIENCIA DE 17 DE OUTTBRO
. (Continuafdo)
0 general Canrobert e o general Desvaux
consideraru inutil qualquor tentativa de sa-
hida. 0 gener.il Coffin ic-res considera a
partida do exercito como funesta 0 gene-
ral Frossarl e do opiniao quo so negocie
sem domora, e que se conserve o eiercito
organisaJo parasalvaguardara orieui social.
So o m>r-chal F.eboeuf e o genera! Ladmi-
rault loram de opiniao que era necessario
comHater.
Porque n3o ftzestes conjiecer aos voss>s
commandantes, na reuniftode 10 de outu-
bro, relagdes c mi Regnier, a partida do general
Bournaki, e as vossas com.municac.des com
o inimigo T Se elles tivessem conhecimento
dos termos da conveng3o submettida por
v6s ao inimigo, teriam talvez tornado outra
resolu 580.
R. Nao haria de facto nada de serio..
Estavaii aleu diss 1 ao corronto, e 0 quo o
demoustra, sao os proprios termos do sou
aviso.
P. = Devo fczer-vos notar que, nSo ven-
do rognsvir Regnjer, n3o tendo noticias do
general B.mrbaki, ndo recebendo resposta
ao vosso despacbo d^ 29, devieU concluir
que riSo havia nenhuma probalidade de
chegar a u:ua conveogSo militar. Esta
sit'.iara-> nao-d'/veria ser communicada aos
commandantes de corpos do exercito ?
R. Nao elles so tinham que responder
ao relat-rio que eu lbes tinba dirigido a 9,
e eu nSo podia fallar dos procedimentos
que tinham independentemento de mim.
P. A. 11 de outubro os jornaes de Metz
publicarvn um comrounicado reraettido
pelo comrnandante em chefe do exercito do
Rheno ; esse communicado terminava coin
esta phrase : Succeda 0 que succeder,
um unico pensamento deve absorver o meu
espirito, a defeza do paiz, um grito unico
dere sihir do nosso peito : Viva a
Franca!
Son obrigado a perguntar-vos se estas
nobrns p davras nao foram inspiradas por
considersgoes differentes das de servir 0
paiz ; so todos os vossos actos se praticaram
em presence da lionra do vosso exercito e
da defeza da patria T
R. Todos- os meus actos, toda a mirtha
raaneira do procedcr foi em presence da hon-
ra do exercito e da defeza da patria.
P. D-pois deste conselho de 10, ti-
nheis expedido o vosso ajtidante de campo,
general Boyer, para Versailles. la rauRido
de instrncgoes summarias, nas quaes se en-
contra a seguinte passagem :
A acgao dn nm exercito francez com pie -
tamente eonrtituido, sem boa moral, e que.
depois de tor lealmente combatido o exercito
alle-nlo torn a consciencia de haver sabido
conquistar a estiraa dos seus adversarios,
pesaria immensamonte nas circumstancias
actoaes. Restabeleceria a ordem e protege-
ria a socio'lale, cujos interesses sao co.n-
muns aos da Europa. Daria & Prussia, por
effaito dessa mesma aegao, utna seguranga
pelas garantias que ella podesse ter que re-
clamar quanto ao presente, e emfim contri-
buiria para 0 estabelecimento de um poder
regular e legal, com 0 qual podenam ser
renovadas relagdes de toda a especie, sem
abalo e naturalmente.
Julgais que estas instruccdes, que havieis
dado ao vosso ajudante de campo, estava n
eonformescom os quatro pontos combmados
pelos vossos logares-tenontes no conselho de
10 do outubro? .
R. Aquellas instruccdes deviatn ser
submettidas aos generaes no regresso do
general B-yer ; em todo 0 caso, nada se
faria sem consultar 0 paiz.
p___!ulgaveis estar sufficientemente in-
tormado sobre a -situagao interna da Franga
para abrir sobre semelhantes bases negocia-
coescom 0 inimigo? .
R Estava informado pelos jornaes que
encontravam nos postos avancados.
P Julgaveis que fazendo ao governo
allemao semelhantes aberturas, serveneis os
interesses do exercito, e os de Franca ?
r Em tudo quanto fiz, nunca tive em
vista senao garantir os seus interesses ;
nunca tive em vista senSo a Franca e 0
exercito. ,
P. Mas depois do regresso do general
Koyer de Versailles conservaveis ainda um
lampeio de esperan^a para obter do governo
allemao que 0 vosso exercito conservasse as
armas 1 ^^
R' ~m^ ^r" (^Bs^eDt6> mposta tra- governo 4a defeza nacional, ha a obriga-
zida pelo general Boyer n3o me impedia de cao de baler a todat as portas para saber o
asperar. *| Aue se passa, e para ser informado.
.Mas tioheisrjqB Jpforraado ^ipHf ** -Su obrigado a perguntar-vos se
meira deelaracio de Mr. de*
pensasles quo a constituijio do impjrio, a
u Devo prevenir-vos de que 0 conselho do aual havieis jfradj^otMRBnj|a^ aitavW ain-
rei nio vos concederi outras condijoes, se- da em vigorfe
nio as da capitulajao de Sedan. Tambem m perguntarei so pensastes ques
R.Wo me lembro que Mr. Boyer tenha aquella constituigSo vos dava 0 direito, a
feito essa declaracio ao coneelho \ deve vos, tao altamento collocado como estaveis;
comtudo ter relataqo tudo quanto se lhe perguntar-vos-hei, digo eu, se essa consti-
disse. tuigao vos dava 0 direito e 0 poder de en-
P.Deste modo estais bora certo de que tabolar n^gociagoes nos termos que se
dando-vos conta da sua missio 0 general
Boyer nio vos refcrio as patavras de Mr.
ilc Bisma k, e mosmo que elle nio fez ne
nbiima allusao a u oa circumstaucia de se-
melhante importancia ?
R.N3o me tallou certamente a mim,
mas e muito possivel que 0 tenha dito no
conselho, com quanto eu nao me recorde
de tn lo.
P.Nesse conselho que houve-a 18, tra-
tou-se de novo dos meios de contiiiuar as
negocia^Oes para chegtr a uma convengio
militar honrosa. que permittisse concorrer
paro 0 estabelecimento de uin govern >,
coin 0 qual os g-meraes allemaes podessem
iratar SSo estes os termos exactos do acto
da sessS ) desse conselno.
Foi njssa ordem de idoas que se decidio
quo 0 g^naral Boyer se dirigiria a Hastings,
junto da imperalriz, para ver se era possi-
vel obtef por sua intervencao, umaconven-
acham indicados de uma maneira tao pre
cisa na carta que passou a* presenca de
Mr. de Bismark.
( Silencio completo da parte do mare-
chal.Movimento no auditorio.)
Pretidente.Podeis retirar-vos, senhor
marechal ; amanba proseguiremos no vosso
interrogatorio.
A sessio levantou-se as quatro horas me-
nos dez minutos, ficando adiada para o dia
seguinte, a uma bora.
AUU1K>CIA DE 18 DE OUTUBRO.
Esta audieocia promette ser das mais
commoventes, pois que o marechal deve ser
interrogado sobre 0 periodo mais critico e
mais puugente do sitio de Metz, isto e, a
respeito das ultimas negociagoes, sobre o-
negocio das bandoiras-, e icerea dos termos
da eapituiagao.
Para evitar a accuroulagio de povo,
para ao dizer desordens-~como se tinham
cSo nesse semi lo, mas com a condigao de prodtezido na vespera, 0 duque if.^umale
se
que neiihum tratado deveria ser assfgnado
nem concordado pelo comrnandante et che-
fe do exercito.
R.Sim, senhor presidente.
P.0 general Boyer partio a 19* de
outubro. Quo pensavois obter dessa via
gem ?
R.-*Esperava que 0 general Boyer ai-
cancaria uma solueao que salvaguardaria a-
honra do exercito.
P.-Nao havieis feito mencao a Mr.
Boyer das condicoes impoalas por Mr. de
Bismark, e que eram a entrega da praca
de Metz. Solicitaveis uma convencao pela
qual a imporatriz faria uma proclamagao
ao mosmo tempo que o exercito faria uma
declaragSo a favor da imperatriz. Nao ha
relacao entre estas disposigoes, e a viagera
depois para Hastings de Sir. Boyer a Ver-
sailles.
R.Era inutd fazer uma manifestagao.
P. Mr. de Bismark trima-o- assim pedido
antes que se fizusso rousa alguuut ; nio po-
dia pois Mr. Boyer levar uma eonvencao
aceitavel para Mr. do Bisnaork.
R.Peosava que a imperatm podorja
obter do inimigo umi corjvengSo saihtar,
P.No oaso de recusa da parte da im-
peratriz pedieis para ser dispensado-do vosso
juramento de fi-lelidade ?
R.Sim, era este um sentimeoto que
me dictava a honra
P.Devo fazer-vos obsemar que- e- jura-
mento militar oral iironiinciedo quer peran-
te o exercito, quer perante as baadeiras,
deixou deexistirdepis de i848\ Segundo
a constituigao do 18>. e segundo diversos
decretos, aquelle juramento- oral fen snbsli-
tuido por um juramento escripto-.
A obediencia as lois nao esta. alii meaos
especialmenke especificada ; mas nao pen-
saveis que esta obdiencia se achara irapli-
citamento comprometttda aas- segsua lavras : Presto obedieolcia. 4 eonsUtui-
cao.
R. Sim, seDhor presi P.Pois bem, nao jolgnveis qne v6s e
os nfTiciaes q,ue so acbavam ad vossas or-
dens, estavam dispensa los do -vosso jura-
mento de fidfilidade ao irapewior com a
installagao de um novo gowerao? Nao
pensaveis que levieis observar, e fazer
observar as- leis do estado f
R.Fiz l'as observar.
P.Pensaveis que ttahas o direito e 0
never de. fallar de capUulag&& desde o mez-
de setembro 1 Devo perguotor-vos tambem
se ignoraveis que a lei o as ordenanoas rela
tivas as pragas de guerra, prohibem aos
commandantes serviremse da palavra capi-
tularao antes do ter esgotado todos os meios
de resistencias ? Devo pois perguntar-vos
se pensaveis que aquolla carta do mes- de
setembro nao era uma violagao flagranto
da lei, e das ordonangas militares ?
R.Aquella carta nao tinha nenhuma
significagao ; tinha-a mandado n'um mo-
menta do mdo humor, e considerava-a co-
mo sem importancia.
P.Todavia nao devieis ter eaquecido os
termos daquella carta. Sou obrigado a
perguntar-vos se ignoraveis que precaugoes
e que reservas exigem os nossos regulamen-
tos que se observem em todas as commu-
nicagdes com 0 inimigo ?
R. Quando se estd sem uoticias de nin-
guem, nem do governo legitimo, nem do
introduzio uma inodidcagSe' nos reguta:nen-
tos ; estobeleceu uma distinegao nas horas
de entrada para os bilhetes das divers*) co
res quese distnL-uiram ao publico.
Ao meio' dia, tinham direito- de entrar os
portadoresde bilhetes brancos- perffianeptes
para os lug&res da tribuna; ao meio dia e *m
.quarto os bilholes- de cdr de rosa- e amare^-
los para a parte reservada do reeinto publi-
co; e ao meio dia'e meia bora os-demais bi-
lhetes.
I Os bilhetes-verdes para a imprensa conti-
nuaram a sev admittidos a qualquer hora.
Segundo um boato, pie nesse dia se es-
palhou no publico, o governo prossiano
prohibto aos jornaes atfemaes, que repro-
duzissem os debates deste-processo,
Interrogators do marechal Bazaine.
A-'ima hora comegou o conselho a sas-
siOi 0 duque-d'Aumale- ordenou que fos-
se introduzido- na-sala o marechal Ba-
zaine
P*ocedeu-se 4-chamada-das testemanhas
quetmham faltado.
O'general Saint Sauveur re-ipondeu quan-
do se chamou pelo seu norae, e pedia per*
missao para se reUrar.
Presidente.0conselho hade prevenir-
vos-do dia em que tendes de vos apresen-
tar.
P;Marechal nao haviet* recebidaa 2i
de outubro um daspacho do prinoipa Fre-
derico Carlos, em que se daelarava qjoa as
negoctagdes poderiam pradazir resullado T
R.Sim, senhor president*.
P.1Havieis eotao encarregado 0 general
Cissey de se dirigir ao quartel-genorai alia
mao-para conhacer as condigoes que o ini-
migo entendia dever impor-vos. Tendes
dedo conhecimeoto aos vossos lugates-te-
nentes que o inknigo exigio que o exercito
do Rheno depozesse as areaas f
R.Creio oj*e sim.
P.Qaando chegastes a conhecer as ver-
dadeiras intergoes do inioaigo, havieis exa-
minado se uma tentativa de sahida seria
mais aproveit&vel aos interesses da Franca,
do que uma oapitular.ao?
VARIEDADE
FOLHETIHI.
LUCflBClTflflSfilA
Wmi OE SATANAZ
COMO ELLAS SE ARMAM.Conta urn
jornal francez. affirmande a varacidade da
narragao, um facto realmente singular, e
diabolico para a pessoa que foi victim a
delle.
Proxi.uo de Marselba ha um hospicio de
aliena'hs, administrado por iraaas da cari-
dade.
Uma senhora no pleno uso de suas facul-
dades-ttra alii visitar umaamiga, reclusa
por loucura mansa.
A visitante fora introduzida no jardim
onde as loucas passeavam, e alii estivera
muito tempo conversando com a amiga
enferma.
Querendo retirar-se, dirigio-s&airmaque
estava de vigia is loucas, e disse-lhe que
se queria retirar.
A irm& que nio Uuha vista entrar a tal
senhora, e a tomara por uma nova pensio-
nista, redarguio-lhe que estava quasi a to-
car para a refeicio da tarde, e que ella nao
podia faltar & mesa.
A senhora replica que nao tem nenhuma
obrigagao de tr tomar logar no refeitorio e
POR
que 0 que pretende e" sahir.
Segutram-se as instancies da irma de
ridade, e queixas da senhora, que ja dev6-
ras zangada protestava nao estar douda.
A flnfermeira cada vac secapacitava mais
qua estava conversando com uma ponsio-
nista entrada naqoelle' dia, chamou duas
criadas que se apoderaram da pohre senho-
ra, e a levaram par. um quarto das tgita-
das.
Como a infeliz creatura cada vez gritasse
mais e repdisso nao estar douda, senio
desesperada pelo engano da quo era victi-
ms, aa criadas Qzeram manobrar os douches
e eusoparam a desditosa.
A mesma irma causadora de tudo isto,
foi contar a supcriora que a nova en-
ferma estava n'u.n estado de exaltagao in-
ert vel.
De quern me fallais? perguuta a su-
periora. floje n&o eutrou enferma al-
gunaa.
Pe?so > estranha apenas veio aqui uma
senhora para viaitar uma louoa maina, e
esaa devo-se ter retirado j4.
Foi eut.lo que a vigiadora eahio em si, e
comprebcirJeu 0 sew eugano} eontando i
superior,! 0 que se passa ra.
Apressjram-se a ir ter com a pobre se-
nhora, qiio cada vez se tomara mais agas-
tada ; pediram-lhe um milhao de- descul-
pas, e puzeram-a em liberdade.
A- victimade tdo deplorevel equivoeo-, foi
dopois consuffar um advogiido porque de-
sejava intentar uma acgao contra as irmas
do cari.lade. Estes tendo canbecimeiito-das
imengoes da sue-prisioneira, trataram de
evitaro pleito, de que necessariamente wuo
sahiram incolumes-, empregando toda a
sorte de rogativas junto da queixosa, aum
de se Hns perdoar;- e assim aeouteceu.
190 toneladas de carvSo.
ca- *oito compartimentos.
NAUF11AGI0 D0 LOCH-EARN. Um
despacho de Blimouth dirigido ao Sieefe
-.nnuncia-lbe a perde do Loch-Earn, 0 nn-
Ivio escossoz-'que metteo & pique o trai.sa-
!tlantico VMe do Havre,horrorosonauf-agio
que aqui notieiamosv-
Segundo o-livro dobordo qoafbi possi-
vel salvar parece queo boch-Earn profundamente damnifieado de que 0 capi-
tao Robertson julgou.
No dia seguinte ao cheque, o eapitao fez
pelos carpinteiros construir reparos-para im
uedir que as-ondas alargassom a brecha
que existia na proa.
Vio-se que-o navio r*> fazia agoa, mas
ao-mesmo tempo notounse que nao podia
oaaamhar.
Durante todo o diao Loch-Earn flue
tuou a mercl-das correotes: sobrevn> uma
tempestade, as ondas levaatadas pelo ven-
to varriamda um a o*o bordo i> navio.
A tempestada durou tros-dias ate- que se
aohou que o navio fazia agua.
A 26 de novembr-o meJhorou tempo,
mas nem nesse dia nera 00 seguinte foi
possivel larger -as -vellas. \
A.28 sobreveio novo- e mais violento
temporal.
Descobre-se entao seguado veio d'agua,
e lientro em pouco tempo se reccu<. ece que
0 'navio fazia agua por-todos os lados.
0 eapitao di ordem .para quo tola a tri-
polacao trabalhe nas bomb as ; mas apesar
de todos os esforgos, quasi sobcehumanos.
a agua ccatinua a iuvadir o navio; as
quatro horas da manhft havia um metro
d'agua no porao.
Ao romper do dia o vigia di signal de
'avio a visti; era 0 British Queen que vi
ha de Philadelphia de viagem para An-
vers. O-Sr. Robertson deu paste do estado
em que se achava o navio ao eapitao de
British Queen pedindo-lhe par* receber- a
seu bordo os officiaes e a tripolagae do
Loch-Earn.
Era effeitivamente ja tempo de abandonar
0 infeliz navio; ostapumes haviamcehdo
e a agua penetrava por todos os lades ; a
sonda. marcava rpatro pes inglezes. 0 ca-
pitio Robertson deu.ordem para deitar es-
caleras ao .mar, a elle easuagente foram
refugtar-se a bordo do British Queen. Este
navio, desembarcou-os sabbado a noite em
Lizard-Point, em Cornouailles, e dahi os
naufragos parti ram para Plymouth,
GRANDE VAfORSegundo rofere 0
Jtornal do Havre, os Srs. John Elder & C.
acabam de- por a nado um dos maiores na
[vios da.marinha mereanto, teado sido cons-
truido por conta la companhia de navega-
gao do Pacifico. Tarn 460 pes inglezes de
comprimento, 45 de largupa e 30 pes e 6
pollegadas de alto. Mede 4,8-20 toneladas,
Tem macbinas a vapor da forca de 4,500
toneladas e os mastros sao de ferro. Para
a carga e descarga tera cinco guindastes.de
graode forga movidos a vapor.
A sua capacidado para mcrcadorias 6 de
4,500 toneladas, tendo tambem espago para
O. M anoel Fernandez y Gonzalez
SEGUNDA PARTE
SAVONAROLA.
XIV
X PROVA DO FOGO.
(ContinuagJo do n. 13 )
Comtudo, a le, a resolugao ardente com
que frei Dominico de Peschia desejava que
se effectuasse a prova, envolvia de novo
Savonarola nas suas crengas erroneas e no
seu fanatismo, porque no intimo da sua al-
ma juUava escutar uma voi que lhe d'zia
que frei Dominico nSo se subinettia a tao
terrivel prova, sen8o inspirado por Deus.
Segundo acrenga de Savonarola, nio era
para eslranhar que Deus quizesse obrar um
milagre, provando a verdade da doutnna
quo elle havia pregado.
0 povo florentino ouvira algumas vezes
da sua bocca, que um dia as suas theories
seriara conBrmadas p t algum facto sobre-
uatural. Parecia que chegara 0 momento
de se cumprir a prophecia de Savonarola.:
Por isso todos dosejavam presenceiar a ex-
periencia.
Desejavam mais do que ninguem, os par-
tidarios de Savonareia, porque acreditavam
que, quando cbegasse a occasiao, 0 seu
mestre nio poderia escusar se de subir i fo-
gueira ; e ta' era a & siwfrsti'nosa na san-
tidade de Savonarola, que itutiam a cci.
deque se effoctuaria 0 icil i^te.
Em Florenga n5o se fallava n'outro as-
sumpti, e Savonarola, apezor de que re-
provava e combatia puhlicauiente a prova,
recabindo no seu fanatismo, comprazia-se
secretanunte do ardor que frei Dominico
mostrava, e, esperaudo 0 milagre, felicita-
va-se de que tudo concorresse para tornar
inevitavel a prova.
Juntou-so a ist> que um dos dominicos,
cbamado frei Salvestro, revellou a Savona
rola que tivera uma visao na qual lhe tinham
apparecido os anjos tutelares de Savonarola
e de frei Dominico, e lhe haviam prophe-
tisado que aquelle ultimo sahiria illeso das
chammas.
Savonarola tinha grande fe oas visoes do
seu companheiro Salvestro.
As cousas chegaram finalmeute a tal pon-
to, que todos os dominicos e todos os fran-
ciscanos se offereceram para subir a fo-
gueira.
Assim obrigado, e cedendo ao seu fana-
tismo, Savonarola escreveu a senhoria de-
clarando que haveria um dos seus religiosos
para cada um dos franciscanos que se apre-
sentasse, disposto a soffrer a prova, e que
estava certo de que, se esta se realisasse,
sesultaria em favor dos seus sequazes.
Em seguida pregou um ligeiro sermJo em
S. Marcos, interrompido continuamente
pelos gritos do povo qua se ofTerecia para
subir i fugueira.
N'esse sermao dizia Savonarola com a sua
eloquencia habitual e facil :
. Se os nossos adversarios querem obri-
gar-se publicamente a entregar a esta prova
a decis8o da nossa causa e da reforraa da
igrejt, uao hesitarei um momento em su-
bir a fogueira com a certeza de sahir illeso.
Por^m, se querem que o fogo prove a ver-
dade da ex-ommunbao com que fui ful.ni-
nado. cm -vez d'essa prova, respondam as
,...-. .1 s por mim. OuererSo, acaso,
. .as ^..phecias?
E' dividido em
e tem oito escaleres,
dos quaes um a vapor. i
Ha a bordo 140 lugares para passageiros
de l.a classe, 50 para passageiros do 2/ e
800 para os de 3.1 0 salSo tem 41 pea de
comprido sobVe 40 de largo, podendo'con-
fer ao jantar liO passagetros. *-*
Os officiaes e tnpolagSo formam um pes-
soal de 120 pessoas. Este vapor foi cons-
tru do em novo mezes e rocebeu 0 nome
de Iberia.
DESASTRE MUITO LAMENTAVEL.
Noticiam os jornaes de Loaires que na
estagSo d'Adierley-park proximo de Bir-
mingham, houve uma terrivel collisao on-
tre um trem de mcrcadorias e ura trem ex-
presso, que seguia de Londres. Vintea
trinta pessoas morreram ou ficararn muito
mallferidas.-
Nos dias 9 e 10 do deze nbro, londres
occultava-se co:np!eta>ifente onvolvida n'um
nevoeiro tao rntenso, Uwespesso, como nao
ba rnemoria de oulro semolhante. As pes-
soas ainda a ura metro de distancia noo
e?am mais do quo uma sombra inde-
cisa.
Hbuve desastro?, apesar nao sahir de casredas precaugoes que fo-
ram tomadas para os evitar. Accenderam-
se os can lieiros da illuminag5opublica e o
mosmo- fwerara as casas de taodka A poli-
cia foi munida do lantemas.
0 PODER DOS CBBMES.Na eidade de
Lorient houve ha pouces dias uma' tragica
scena de ciumes.
Uma rapariga de vinte e quatro-' annos
matou o seu amante, que era um mono de
vinte e sete annos, praga graduada n'um cor-
po de artilhena de marinha, e condecorado
com a legiao de honra, e com a mesma ar-
Terminadaa'guerra coma Prussia Bferre
;Barbier fizeva conhecimento com Marie Bau-
'by, a qual era filha de boa familia e ate en-
tao de com portamento irreprehensivel. Eaa-
jmorou se do artHneiro 0 fugro com elle, pro-
vHvelmonte por- se oppdr a familia d'ellfc ao
oasamento.
Por algum tempo viveram reunidos a ti-
verano um fitheque morreu->
Como Marie-Banby tivera sempre em
mento casar com o amante, 0 querendo de-
finitivamente tcotar de levar s effeito O-ajSJO
olfa jostamente chanava uma rparag3o. e-
oontrou objecgSes- d parte d'elle, e soube
\ae elle pro;urava easar com; outra rapari-
ga de Lorient.
Foi entao que resolveu matar Barbier e fa-
zer o mesmo a se respeito.
Tinham arcbos aadado a passe a r toda a
larder, ate que, ja de noite, a desvairada e
duptamente criminosa mulher, tirou um #*
volve, e por duas vezes disparou -sobre a ca-
bega do desgragado artilheiro,. tendo ambas
aa hollas penetrado bo craneo- oocasionand*
amorte subitanoameote.
Depois aponto* o> sen corngSo que fofcva-
radopela bale.
Os oadaveves >firam encontrados juntos
um do outro 1!
Que diabolccas scenas se passam tieste
(mujjdo.
A CAPilAL DOS ASHAUTEES.Se-
guado retere o Globe, em 2817, 0- Sr.
Bowdich esteve eat Cdn-Coast-Castle, como
representanta do -governo britannico, e- e.Ai
razao das suas fuaccoes fez algumas viagens
pelo interior do-paiz e penetrou ate Comas-
saa para iratar com o rei ashantee. Depois
d'isso publicou uma descripgao completa
d'aquella capital africana. Entre as princi-
paes ruse, diz elle, quatro d'ellas teem a ex-
tensao de meia milha ( 800 metres ). Con-
tou tambem 27 grandes ruas do 0 ) a 100
metros da largura: 0 palaeio do rei e um
grande edificio quadrado, sendo o tecto co-
berto de lamtnas de cobfe batido*. colloca-
das sobro um vigamei.to de marfim. As
umbr.iras das portas sao da mesma materia
e as janellas. teem caxilbos de ouro. No di-
zer do narrador, 0 ouro em po 0 em boca-
do- tem tao pouco valor na Comassia qne
os habitantes trazem sempre os bolsos cheios
e juncam com elle 0 solo do mercado pu-
blico. 0 rei, sem duvida para 05 obrigar
a terem.rmis cuidado, prohibo os seus vas-
sallos, sob pena de morte, de apanharom 0
precioso metal que deixam cahir. Uma. vez
por aruao a praga e varrida. com o maior
cuidado, calculando-se em 800 ou 1:000
libras. o valor d'aquella colheita de- ouro.
Todo elle vai para 0 thesou.ro real.
Eu nao obrigo ninguem a acreditar n'aquil-
lo que nao queira. Exhorto os homens a
viverem rectamente, e para isso necessita-se
udicamente o fogo da caridade e o mila-
gre da fe : tudo 0 mais nio vale nada. Os
nossos adversarios, promovedores d'este
conllicto, dizem que vao morrer na prova,
pelo que se confessam homicidas de si mes-
mos. N6s, em troca, vemo-nos obrigados a
aceitar, porque 0 esplendor de Deus e da
fe nos comproraettem a isso. Aquelles, quo
verdadeiramente se sen tem inspirados do
Senhor, sahirao illesos da fogueira, se a
experiencia tiver lugar, 0 que n&o julgo
certo ainda. Em quanto a mim, reservo-
me para fim mais elevado, pelo qual estarei
prompto sempre a morrer. Vird tempo em
queo Senhor far*, ver prodigios, mas isso
nio pode estar sujeito d vontade de homem
algum. Por rgora, basta saber que man-
dando a qualquer dos nossos que se sujeite
i prova do logo, me expoaho I ira do povo
se o Senhor nao perraittir que eu saia illeso
do fogo.
Entre tan to, de hora em hora, parecia que
a prova se tornava mais necessaria. De
hora em bora 0 enthususmo de frei Domi-
nico crescia ao ponto de persuadir os aoanos
supersuciosos ; a 0 propno Savonarola acre-
ditava que Deus elegera frei Dominico para
aquella prova.
Os animos estavam, pois, axcessivamente
exaltados.
Todos esperavam com anciedade 0 dia
da prova. Homens, criangas e raulheres,
offereciam-se para 0 saenflcio.
Parecia qn 0 espirito da loucura se ha-
via apoderado de Florenga.
De novo, para maior publicidade, foi im-
presso e publicado 0 contrato com as assig-
naturas das p rtes cootendorai.
A seahona, que tao amiga havia sido
de Savonarma, expedia da hora am bora
: correios para Roma, com am relatwio ox-
acto de tudo quanto acontecia. Foram en-
viadas tambem duas cirtas de do us reli
giosos de S. Marcos nas quaes se ex.puuh.am
as razdes porque se havia aceitado a prova
do fogo.
0 dia 15 do setembro foi o destinado
para aquella solemnidade.
Frei Dominico de Peschia e frei Giuliano
Rondinelli eram os campeoes elegidos de
commum accordo por ambas as partes, isto
e, pelos dominicos e pelos franciscanos.
0 conveoto de S. Marcos estava fochado
desde a vespera, e 0; religiosos entregues a
contioua oragao.
Na tarde de 14 recebeu-se um aviso da
senhoria que maroava 0 dia 16 para a exe-
cugao da prova.
Ignorava-se o raotivo d'aquella deeisao.
Opinavam alguns que a senhoria esperava
de Roma um breve do papa prohibindo a
prova, e buscava um meio de obrar por seu
proprio arbitrio.
No dia seguinte daliberava-se de novo no
palaeio, para modificar as condigoes, ja
estabelecidas, da prova e dizia-se :
No caso que frei Dominico arda, fa-
lhando 0 milagre, Jeronymo Savonarola
deve considerar-sa deslerrado no prazo de
tres boras, do territorio florentino.
Pelo seu lado os franciscanos nao diziam
nada relativamente a por a salvo Savona-
rola.
N'esse mesmo dia Savonarola pronunciava
am breve discurso recommendando caloro-
samente aos seus sequazes que fizessem fer-
vidas oragoes para um bom resultado.
Entrotauto, aproximava-se o dia 16 de
setembro, e 0 breve do papa nio chegava.
A cidade estava impaciente por ver aquel-
la espectaculo extraordinario que ninguem
podia impedir.
Preparava-se tudo para a execucio e ne-
nhum esperava conseguir o sou inteoto.
Os iotmlgos de Savonaroh- procuraYam
NOVO COMBtiSTIVEL.Le-se o seguinte
na lndependencia belga :
Ha alguns dias um camponoz cbama-
do Ramaeckers, de l.lioonbeek, proximo de
Hasselt, descobrio o meio de compdr um
dar lhe cabo di vida, os franciscanos moli
tavam no meio de escapar ao perigo, e 0
governo favorecia tudo quanto era adverso
a Savonarola.
Por ultimo, as duas partes contendoras
decidiram ir & praga da senhoria acompa-
nhadas de gente armada, para poder defen-
dor-se em caso de turaulto.
Francesco Gualteratti e Giovanni Baptista
Ridoln foram encarregados do pdr tudo em
boa ordem por parte do convento de S.
Marcos.
0 mesmo encargo receberam por parte
dos franciscanos Daniello Albert! e Torn-
maso Antimori.
E tanto receiava Savonarola da boa fe
nos seus inimigos franciscanos, que na
mesma manni do dia raarcado para a prova
enviou ao palaeio o seu amigo Francesco
Davanzati pedir a senhoria que ordenasse
as cousas de rnodo que nonhum dos cam-
peoes podesse retroceder, deixando 0 inimi-
go nas chammas.
Pedia, pois, que 0 fogo se applicasse de
um lado e outro ao mesmo tompo, de mo-
do que alcangasse simultaneamente os dous
campeoes.
Desejava tambem que a prova fosse leva-
da a cabo sem que se designasse a hora da
execugio, para que os seus religiosos con-
serrassem a raz&o mais livre e clara.
Em quanto se preparava tudo na praga
da senhoria, Savonarola celebrou em S.
Marcos uma missa solemne.
Dopois fez um breve discurso ao povo
reunido na igreja, no qual pole occultar a
sua descondanga.
N5o pos;o, disse elle, assegurar-lhcs
se a prova tera lugar, porque isso nao de-
pende de mim ; posso dizer-lhes unicamen-
te, que.. verifieando-se issso, a victoria seri
noss.t Senl r I nds n8o necessita nos d'ess.i
corabuslivel misttirando uma quantidadede
terra vegetal com car vao, e aspergindo esta
mistura com otfta quantidade de agoa pra-
parada com sal de soda, oa seguinte propor
Terra vegetal, 3 kilos.
Cartio, 1 kilo.
Soda, 150 grammas.
Agua, 300 grammas.
As experiencias denonstraram log- a
excellencia d'esta preparagao e gragas ao
concurso da imprensa, tem corrido jd todo
0 paiz. Em Bruges, em Liege, cm Namur
e om Bruxellas teem as experiencias dado os
melhores resulta ios. Em Anvers tambem
os ensaios deram o mesmo bom exito.
< E' verdade quo ntuitos dos nossos col-
logas teem posto em duvida a excellencia da
descoberta, sustentando' que na economia
domestica, nenhuma outra substancia alem
do earvio pdde ser empregada como ooea-
bustivel. As experiencias, porem, tem da-
do um desmentido forms! a esses arrazoa>-
dos.
L'm industrial de Lou vain ensaiou 0 novo
combustivel na f >rnalha de onra machina a
vaporsystema Marinommisturando em
uma vasillmque podiaconter 25- kilogra u-
mas do carvaode pedra, tres partes de terra
vegetal sobro utna parte de car vao miudo
com uma solugao de */* kilogramma de sal
de soJa, '.ulo perf-sitamente anassado e
com a c jnsistencia de lodo. Passados mo-
mentos uma chamma muito viva e de uma
grande forga calorics eomegoua a quecer a
calileira em todo o sen circuits. Ocalor
tornon-se de tal modo inteuso que o mauo-
metro marcou logo *. 5-e 6 grios, ena quan-
to qae 0 vapor proseguia regularmeata nas
suas funcgoes motoras.
Outras experiencias tera sido feita3-em-
pregando o combustivel era bolas nos fogoes
dascozinbas, ad'dicronaiv!t>-se-lhe mais urn
pouco de carvSo graado. ToJos teem sfdc*
unanimes em proelamar a excellencia da
descoberta que podera tracer uma econo.nia
de 50 per cento pek> roenos- sobre o empr(K
go do carvao, o que dari em couscquencia
desceroprego do carvao depe<)ra.
kJOftKENMODDINGS Nl-AMERICA Mr
NO RTF..Na Nova Esr.oeia, en New Jer-
sey, Maine, Massacbussets e em varies pon-
tos das margens do rio S. Jeao mi Florida'
tem-se fetto explorafdes nos moMkulos da
conchas ahi existeetes : estes- moabeulos sio
identicos aos da Dmamarca..
Enccutram-se naHes louga- da tacro geos-
seira, pootas de freehas de site*, kachas de
pedra e facas de trapp silox e quaetzo tosea-
raente fabricadas, nio se tendo ate agora
descoberto objectos de metal. A fauna cu-
jos despojos se tem encontrado a- identica t
fauna actual daqaellas -egiaes da Ame-
rica.
Nao e so d beirjunar que existem monti
eulos d conchas marinas ; atham-se tam-
bem no interior do contineate, espeeialmen-
te nas margens dos rios das Mississipi, S.
Joao, Cedarcreek, etc., mas nastoshit mui-
tasjeonchas de agua does, principlmeute
de i'r.i. Estes- accumulagdes sue- em ge-
ral me aos exteosas do que as do littoral, a
encerracn em luenor proporcio cestos de
industvia humana. Conhecem-so mais de
30 de3tes montkalos, sendo os raais nota-
veis os que se veem proximo as- povoagdes
de Keosangua, Sabula e Bellevue^ Na prt-
meirjrlocalidade citada eucoatrarani-se val
vas da 11 espeeies de Unio, am lar intact-
decalcareo, fragmentos de louga toscamen-
te fabricada, last-as e poates de freehas de
silei-, uma hacha e ossos fracturados de
veado.
No solo argilloso das margens do Missis
sipi ve-se um grande nuinero de oriheios
de cerca de 0m,50 de dia metro e de igual
profundidade apreser.tando evidentes vesti-
gtos da acgao do fogo, e cheios de conchas
e ossos loagos de animaes, todos fractura-
dos, de mistura com carvao. E evidante
que a terra era aquecida por meio de fogo
feito der.tro do ortacio 110 qual punham as
conchas o outros aliment js, tapandj tudo
depois, afun de se obter a cozedura pela
coocentragao do calor.
De tudo isto se conclue que as actumu-
lagocs de conchas do agua doce sao contem-
poraoeas das que se veem i borda do a.ar,
e que umas e eutras sao- devidas a uma po-
pulagao que tuio estava mais civilisada qae
a da idaJe da pedra ua Europa. E' sabi
do que este era o estado em qua se encon
traram os habitantes da America na epochs.
da sua descoberta, e como nao se tem acha
do nos mesmos monticulos nem objecto de
ferro nem a louga que logo depois os indige
nas substituiram aos instrumentos de pedra
e a louga grosseira, de que antes se set viara,
conclue-se que taes monticulos sao anterio
res a chegada dos europeus ao novo
mundo.
prova bidngiu 1 p 11.1 a- -r a
mas som""-i"v/voca.dos e u..opo
'ad.

xar de sustentar o teu esplendor.' Estamos
seguros de que satanaz nao poder* fazei
com que esta prova resulte em damno dt
teu esplendor, nem contra tua vontade,
quando vamos combater por ti ; porem o.-
nossos adversarios adoram um outro Deus,
por isso que as suas obras sao raui diffe
rentes das nossas. Senhor Deus t este povo
nao deseja senao seivir-te. Digam, cod
fessem todos, que querem servir a Deus ?
E 0 povo respondia affirmativamente em
altas vozes.
Entao Sivonarola recommendou aos ho-
mens que permanecessem em oracio em
quanto os religiosos se preparavam para se
dirigirem a praga da senhoria ; emandou
quo as mulheres ficassom em oraclo na
igreja ate se concluir a prova.
N'aquelle momento chegaram os maceiros
da senhoria, annnunciando que tudj estava
em ordem,
Immediatamente os irmabs de S. Marcos
se formaram era procissAo.
Frei Dominico estava no meio dos seus
companheiros Malatesta, Sacramoro a Fran-
cesco Salviati. coberto com am pluvial de
velludo roxo e uma grande cruz na mAo.
Caminbava na frente de todos com a cabega
rguida e a fronte serena.
Apds elle ia Savonarola completamente
vestido de branco, c>m o Santissimo Sacra-
mento nas ma os ; seguiam-n'o os religiosos
em uumero proximamente de duzeotos, en-
toando com voz sooora 0 psalmo : Exuryai
Deus et dissiptntur inimiciejus.
Proximo do meio dia chegaram A praga,
cujas entradas estavam guardadas por gente
armada.






.1
(Continuar-sc-ha.)
vtO.-RUA DUQUE DE CA?.:..?r


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