Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17538


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Full Text

ANNO L. M1ERO 1
PARA A CAPITAL. E LI1BE WV1UE N&O 81: PAG A POBTK
'Por tres mezes adiantados.
l'or seis ditos idea).
Por urn anno idem.
Cada numero avulso
*

2 DE JANEIRO DE 1874
_
69000
139000
249000
, 9320
PAKA DE!VTB E FOMA DA PBOVIMCIA.
Por tres mezes adiantados.....*.....** jog^o
Por seis ditos idem..........>.
Por nove ditos idem.................279000
Por um anno idem...............* *
ERMBIM
PROPRlfcDADE E MANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILH0S.
1
. : o a M fa&fcfc.. Jrwrnim Ins* de Oliveira4Filho, no CearS; Antonio de Leruus Braga, no Aracaty ; Joio aria Jnlio Chares, no Assd; Antonio Marqae. da Silta, no Hatal; Joi< Jart
. n I.*. k^inUArh* noPilardasAkgOM; Aires d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio}de Janeiro.
Antonio Ferreira de Aguiai em Goyanna; JoSo Antonio Macnaeo.no mar qmai^|v i ______________ ,
PARTE OFTICIAL
o Sr. ins-
Governo da provincin.
aSPACHOS DA PBESIDENCU D I DIA 30 BE DEZEMBRO
DE 1873.
Abaixo assignados, estabelecidos com profissao
s comraercio a relalho na villa de Serinhaera.
forma com brevidade a camara municipal da
ia de Seriuhaem.
Aatonio Peregrino Gavalcante de Albuquerque.
De-se.
Antonio Jose da Silva. Seja posto em liber-
ade. ... .
Tenerate coroael Braz Nuues de Magaraaes.A-
larde o supplicante o credito solicitado.
Claudiao Jos6 Alexandre. -De-se.
Major Doraiogos Jose da Costa Braga.Aguarde
.lpplicante o credito soliciiad).
Ernesto Augasto do Athayde. loforme o &r.
regedor do gymnasio provincial
Major Francisco Vaz Cavalcante de Albuquer-
ie Passe porlaria na forma requerida.
ioao Dioiz Ribeiro da Cuuha. -Defendo com of
.io desta data a thesoararia de fazanda.
Ioao Pacheco de Medeiros. Informo
ictor da thesouraria de fazenda.
Joaquim Jose de Oliveira Tavares.Passe por-
iria concedendo a licenca peJida.
Jo<6 Cryspiniano Rodrigues Coelho Braulao.
guarde e supplicante o credito solicitado,
Ioao Francisco d> AmaralPasse portana.
Jose Joaquim de Saot'Anna. -loforme o Sr. Dr.
.iefe de policia.
Joaquim Pedro Barreto de Mello Rego. rasse
ortaria concedeado a licenca pedida.
Ludgero de Mattes Pereira Dulra. luforme o
,-. commandants superior da capital.
Mariano Joaquim Pedro de Azevedo. -Informe o
r. Dr. chefe de polic a.
Mariano Francisco Souto. Aguarde o tuppli-
ante o credito solicitado.
Sebastiana Maria de Jesus. loforme o br. or.
iiefe de policia.
Ctminando das annas.
U4HEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS | ^^^^r^i^kiT,
DF. PERNAMBUCO, EM 31 DE DEZEMBRO DE
1873.
Ordem in dia n. 784.
0 brigadeiro commandant as armas faz publi-
car, abaixo, para eonheeiraeoto da guirmcao, os
avisos circulares expedidos pelo .oiuisterio da
ucrra a 17 e ii deste nez, quo por copia ine lo-
am transmittidos pela presidencia com otncios
uatados de hontem.
Avisos.MiHisteri" do* negoci la guerra Hio
Je Janeiro 17 de dezembro de 1873. Circular.-
lllm. e Exm. Sr. DwsUrn a V. Exc. para sua in-
:.;IIigencia e governo que, a eonlar do 1 de Ja-
neiro proximo fuuiri em dlante, se devera obser-
,ar nas relays d m *tra dos corpus d exereito
, data em que as respectivai pragas tiverara Dai
1 nara os hasptUe* 00 enterm*m mililare
am como aq.iella em que s-s Ihes A-.r M, nao se
rando vencim -ntos duraote o temp) de trataraen-
t das mesmas pra.as e percebend os offlciae*
imeote o meio soldo a qua tem direito, como se
raticava anteriorm-nte ao avi*o circular OMH
jiaisierio, sob n. 390, de i6 de agisio de 1868,
^eSVuaXfv. EXC.-J.O.JOS* de Oliveira
unqueiA.Sr presidenie da pfovimna 6
luen-
rovi-
,rcos
or-
tra-
ambuco.Cumpra-se. -falacio d presidencia da
'ernambuco 30 de dezorabro de (873. -Lacena.
Circular.-Ministerio d>s negoaos da guerra. -
' 'io. 22 de dezembro de 1873.-Illm. e Exm Sr.-
vcontecendo algumas vezei qae a ordem do go-
-erno fixando o valor da etapa so ch-gtie as pro
incias depois de c >raecado o seme-tre em qua
em de vi^orar; declaro a V, Exc. para seu eo-
jhecimento e devida exerucw na parte qae me
oca que aquelle valor em la caso deve regular
la data em que for mesraa ordem recebida, nao
ie effectuando a reposiclo do que tiver sido abo-
iado desde o principio do gemestre, quando o ya
or fixado por raenor qae o do seamtre anterior,
sem havendo tambem direito a indemnisacao no
aso inverso. ni. .
Deus guarde a V. Eic-Joao Jose de Oliveira
anoueira.Sr presidenie da provincia de Per
ambuco. -Cumnra-se PaJacioda presidencia de
ernambaco, 30 de dezembro (Assignado.) Manoel ia Cunha Wanderley
ins
Co'nforme.-0 major, *& B. ios Santo: Mer-
nlhao ajudante de orden* encarregado do de-
ilhe.
Assim, pois, a Eoropa de hoje, que 6 a Ouropa
de hontem, nao tem, nao pode ter uma orgfcnisa-
eao definitiva, e como que se sente, atraws do
privisono em que ella vive, certos prundos|pre
cursores de tuna nova chaga que deve ensan
A situacao da Europa, nao na nega-io, e
soria, pois que sao traasilorios nao so os
qae divi lera as nalcSes, mas tambem a propr
gani>acao de muitas d'estas.
Na Allemantn existem forces occultas qa
balhim por destrair a obra de Bismart e delGui-
Iherme II; e, ali esmo, outras forjas. por vftntu
ra mais energicas, conspiram em prol do enj ran
decimento complato desse imperio gigante.
Coma espada |d)s Zolero a Prussia cham a a
sna hegeraonia vkrios povos, que viviam felii es a
sombra da sua aijtonomia e independencia.
Alem d'isso, logo que ella sentio-se poderosa, die-
ton a lei a ootros povos, e obrigoa os a anirei n-se
a si, para constituirem esse imperio federal ista,
cujo poder militar traz assombrad-w todos os irisi-
nhos e serve de apprehensao as grandes potei cias
continental.
A siluacan da Allemanha, pois, e toda pro; iso-
ria : provfsoria, por que ella aspira ainda a en-
grandecer-se, completando o unitarismj da ica
ullemi; provisoria por que cm seu seio se ag m
torraentas que hem podem prodozir o espha< sla-
meato do collosso.
Na Austria borborinuarn paixoes de toda
dera, que procuram destruir o dualismo sonha!
realisado pelo conde de BsusL Os elementos
terogeneos que coaaiituem o imperio de Franc
Jose vivem sempre em luta e procuram um e
librio diflcil, se nao impossivel, de realisar.
0 governo austriaco sente o cancro que
roenao aos poucas o coracao da monarchia, e b
ca ciraontar a nniao, ma em balde
0 elemento alleiuio inclina-se cada vez mais
ra o grande imperio visinho, ao pass que o> c^e
raenlos slavos sorriem a Russia, como quern m
d'esse lado a 9aIvacao fatura pelo uuitarismo fla
raca. f_.
Alem d'isso a Austria, sem esquecer a prepoh
derancia que ja teve entre os allemaes, sonha coVn
a desmantello do novo imperio germanico; je,
"a os Princji-
padas Danubianos, nos quaes Ihe parece ver u|n
aliado possante do future.
A situacao da Au5tria e, pois, tranzitoria, e cer-
tameate nao pode iuspirar conQanca ao conti-
nento.
Na~Fran5a outras iorcas, de natureza aiversa,
trabalham pjr chegir aura definitivo, que cada vez
parece mais dialed de obter.
Q poder vive ali em crise permanente, e anna
ella ignora se sera republica ou munarchia, se pre-
dominara o unitarismo ou o federali'tmo.
Poroutro lado, ella nao esqueceu, nem esque.
cera jamais, os desastros que Ihe causou a Aha-
manhi; e corto contra esta tern todo o seu mm
Jrevolvido a pedir uma vinganga cruel e formi,
davek ,. -
A sua situacao e, pois, toda provisoria, tanlo I
interior, como em relacao a Europa.
A Hespanha segue p'tripatsu as pegadas da
Franca. Era hontem monarchia; e hoje republi-
ca ; e na i sabe o que sera amanha.
Agiiam-se-lhe no seio crueis tormentas, que sio
o pesadello d'is seus homens publicos, e que a tra-
zem preocupada, posto que a sonhar semore.
Emballa-lhe a iraaginacao a esperanca da uniao
ioerica, que e o seu duende politico, que e a sua
rn'iis ardente aspiracSo.
cao da quinta clausula do traUdo, referente ao
olBSWIff
Helenibra o tralado com a Italia, celebrado no
interesse do engrandecimento da Prussia.
Finalmente, mostra am todas as suas phases
uma ambicJo Jesmedifla, uma pohuca meticulosa
4 iraicoeira, usando de todos os subterfugios, aba-
sando de todas as sitaa{5es, no iuterrsse de uma
idea fixa-a unificacio allema.
Um tal passado, pois, nio podia, nao pode ser-
vir de base a conQanca ; e dahi ama das razoes
de impossibilidade para a allianca provocada pela
Allemanha. ,__-
Demais, o pangermauismo nao descanga, e laoca
olhos cubicosos para a Austria e para a Russia,
onde existem elementos germanicos.
Essa aspiracio e uma araeaca para aquellas
duas potencias, que sentem e nao podem deixar
de senlir seus brios revoltado3.
Poroutro lado o pangerraanismi
ram a fazer-lbe quanto mal poderam imagmar e
quanta diatribe pSderam cogilar.
A loglaterra doeu-so do attenndo, e, nao tendo
alii aatagonismos a debellar, m >veu ama guerra
cruel a tribu athantee, no intuito de sopitar-lhe
os instinetos ferozes e a indole perversa.
Nessa guerra, porem, que ainda dura, muito
desar twu tido a inglaterra, nao so porque os sel-
vagens fligellam cruelmenle os sou3 soliados, mas
tambem porque consome Ihe a colonia nos de di-
nheiro, ue sao geralmente tidos por perdid >s.
Hoje-e crenci, quasi g'eral na loglaterra, que
deve abaudouar-se essa colonia ; o certameate,
se tal aconlecer, sera vantajoso para todos,erabora
conslitua iu3is um^ feic^io lessa politica egoist ica,
Juatevou-aaabandonar os povos indepenJentes
i Sumatra a cubiea da sonliadora Holland!
Essa cubiea a Hjllanda acaba de mamfestar
claram3nte, pretendendo dorainar o Atchin, sob o
oroseguindo prettxto de que os povos desse principado de Su-
- emm embaracos de toda a ordem as suas
fa-
Mmoamtaar.
DlARIQDEPER^iMBUGO
^itrospecto politico do anno de
IMS.
RECIFE, 1." DE JANEIRO DE 1S74.
0 astro que presidio, em 1873, as evolucoes da
lmanidade, escondeu-ae hontem na penumbra
) passado, deixaudo tempo e espaco a um novo
itro, que irrompe d'eutre as brumas de future,
.ra presidir o anno qoe hoje comeca.
Que scennas, qae especlaenlos, tera de aluoMar
se astro novo, qae todavia so aanuncia explen-
>roso?
Mysterio! sim; mysterio protundo e impenetra-
;l 6 essa do futuro, contra o qual sao impowales
ligoes da esperiencia o es cooselhos da sabe-
oria f
Entretanto, n5o ha duvidar: o muodo raarclia,
com elle carainha a Imnaanidada para as regioes
o desconhecido.
Paz! eis a sua supraraa aspiracao. Goerra 1 eis
cruel espectro que a apavora.
Paz* guerra eis os polos do grande imaa so-
.al, pira os quaes se incliaam alteraadamente os
estiaos dos povos e na;oes.
ferto a hamanidade prolesta contra as hecatoia-
que sao as consequcnclas infalliveis da guerra.
^,8 o que podem os prineipios haraaaitarfos contra
fiste necessidade om qua vivem as aacoes de
em'jainharem a espada para impedir qua se
toven ps aphorismos de Guilherma de Flaa-
res'? ....
A paz e, sem duvida, t naice, e real interesse da
wiedade, pois que 6 d'ella qae decorrem todas as
ellezas, todas as graodeza todas as virludes que
ie engrinaldam a fronte. Mas nem por isso a
oerra tem sido banida do universo, nem e licito
sperar qoe o seja em breve.
B' qae a paz, filha qoerida do direito e da jasU-
oa,nao pode surgir do seio da orgaoisacoes artiu-
mas, que se repellem. uem t5o pouco Ihe 6 dado
tecorrer d> tmio ti l^s.ir^^'ili <)>* fflffw div
)rios das. naeSes, icmpre eoatcs%dao jarons
xados para se'mpre. ,
Onde a stabilidade dia marc*s divuonos das
acSes da Europa 1 Onde a Sxidado Je suas orga-
isacdesf
Em vinte annoi de tempo seis guerras sanguino-
tas agit ram as napoes o alteraram o mappa
.grapbiiM-p jlitiw da Europa i E, por vouiura,
a essas a!terac5e3 foram 'ituia los os eon-elhas
sabedoria, foram consultnl os direitns javio-
eis e sagrados dos povos ?
do.oiDi' da forja, so .. npnia
interest $ ws,

E'-lho barreira, e barreira poderosa, o patriotia-
rao do velho povo portuguez, e nao menos se Ihe
oppoem a voo altivo a Inglalorra e outras nacoos
em nome do equilibrio continental.
Nao importa. porem; a Hespanha sonha. e, no
meio d'es queea sua perdicao e desespero.
Na Italia o provisorio tambem domina, visto co-
mo e provisoria a sua unificagao, e e provisorio o
sen estado Tinancciro.
Roma continda a ter o rei no Qairinal e o Papa
no Vaticaoo, continiia a ser a capital da Italia e a
cabnea do christianismo; e este facto anomalo tem
em si raesmo o eunho de presagios que dizem mui-
to em prol de um desmantello, cujo segredo o Ja-
taro guarda cuidadoso.
A Turquia, sempre debaixo das vistas da sua
secular iuimlgaa Russia, tem consciencia do
seu esudo provisorio, e desde ja olha para Cons-
tantinopla, como quern se despede anlecipada-
raente de um amigo prestos a deixarla.
Alem disso, mil causal de desorganisacao traba-
lham por corroer-lhe o coracao, e ella sentese des-
fallecer entre crises de poder, crises financeiras,
lutas religiosas, e antagonismos de ra^as.
0 seu estado e, pois, todo provisorio, e, quem
sabe ? tai vez de impossivel dura^aa.
A Russia, o formidavel collosso, que tem um pe
na Earopa e outro na Asia, sentese grande, ira-
mensa, poderosa, e trabalha, activa e paciente-
mente, por alargar suas fronteiras.
Olha para Constantinopla, e quica para a Tur-
quia inteira, como quern esta prestes a saborear
am frueto desde loagos annos apetecido.
Caminha pela Asia, cemo quem alii busca o co
racai da loglaterra para feri to.
Constantinopla e a India, eis os seus sonho3
d'ouro; e estee sonhes dizem assaz claramente
qaanto e proviseria a sua situacao geographico-
politica, ja algum tanto modiflcada pela guerra
que moveu a Khiva, na Asia Central.
A loglaterra, finalmente, apercebe-se tambem de
que 6 provisoria a sna situacao perante a Earopa,
nao so porque tem consciencia de que carece de
mudar de politica, ma* tambem porque ve ainea-
gada a sua grandeza pelos Estados-Unidos, que
almejam o Canada, pela Russia, que Ihe cobiga o
dorninio dr India, e pela Australia e outras pos-
sessor, qae teem pretencdes a independencia.
Em meio de tuto provisorio, que annuncia um
eta Jo geral Wanlo e prenuncia terriveis cata
clismos, a Earopa sentese espavorida e horripila-
da, earraase, arma-se, c armar-se-ha sempre,
comoqaem, baseada no pas-ado, dospreza o Qcti-
cio do presente, e aguarda as consequencias do
Tu'uFo, smB'Se lembrair entretanto de que, assim
fazendo, desbarata a sua ribdeza, corapromette as
suas unancas, e prepare cada vez mats um terri-
vel desiquilibrio oconomieo, no qual pode aanhar
forgas a qaestao social, ja hoje poderosa, jrelo aco-
Ihimento que tem tido om maitos paizes do eonti-
oente.
A guerra, pois, desenha-se no futuro da Euro-
pa; e nao ha meio de obsU-la, porque a base da
politica de todos os estado* e a desconfianca, e
com tal base ninguem por certo dira que a paz
pode surgir do meio de organisacfies que se re-
pelem, do meio de deshacmonias qae se excluem.
No anno liudo, a exemplo do que fez no ante-
rior, a Allemanha proenrou romentar uma alliao-
.a com a IVnsH Austria ts li ilia, tendo por tim
cousolidai a pa^, quo todos almejam, que todos
querem, e que todos receberiam como um presen-
te do c6o. .
Mas os seus tentamens foram baldados, nao so
porque o interesse dessas potencias se ehocam re-
ciprocamente, como tambem porque o p.is^aJo da
Allemanha nio 6 de natareza a iuspirar cuuQaaca.
Com effeito ; o que diz esse passado ?
Lembra a entrevista de Gastein, seguida d-i ba-
talha .ie Sadov. a.
Record* a amistosa visita a Napoleao, ac-j.opa-
n ada de perio pela gaerra de morte f;ita a
Apre^eata a paz de Praga, sejui.ta da pr >wia-
federacao gormanica.
Essa outra aspiracao, que a Italia sente e como
que apalpa, nao pode, pois, deixar de traze-la pre-
cavida. c,-,,,.
Finalmente o pangermanismo almeja a sutssa,
a Belgica, a Hollanda, a Dinamarca e os estados
do Danubio, nao so porque ve nelles visinhos tra-
os e conqaistaveis, mas umbem porque pretende
que teem origem germanica e teudeacias qua os
approximam da Allemanha.
Ainda est'outra aspiracio, que todos perceoem
e receiam, nao p6de deixar de despertar sfinti-
mento* de odio entre a Allemanha de um lado e
a Austria, Russia e IU lia do outro. .
Assim, pois, o interesse reciproco dessas poten-
cias foi, e, e ha de ser uma podorosa causa de
desconfianca, e consequeotementa nao pode seryir
de base a essa allianca porque se esforca a Alle-
manha. ia*
Assim, pois, a pax nao pode surgir das comm-
nacoes tentadas por Guilherme II o Bismark nas
enlrevistas de Berlira, Vienna e S. Peter3burgo,
3ue a Europa vio succederem-secom desconsola-
ora monotonia.
Quando muito nestas entrevistas os soberanos
prometteram consultar-se reciprocamente, no caso
supervenienle de qualquer acontecimento que po-
desse, oi possa ainda, ameacar a paz existente,
que nao 6 senao a paz armada, sob cujo regimen
todos vivem, s.-m espran5as de melhoria, a que
se oppdem os proble nas continentaes.
E-tes probleraa3, eittrotant >, nenhuma solufao
tiveram, nem parecera ter tao cedo; e eis que vol-
vem ao anno que hoje comeca, sempre ameacadq
res. sornore terriveis. sempre a se chocarem mli-
rectaraentH, por meio dos multiptos inleresses que
trazem agifcid is, p>r meio dos vanadus assumptos
que de coiitintio poem na-iella das discussoes.
Umlioacao allema. u :""ao da Italia, uniio
iherie.. ou-stao do SIosvhw o norte, antagonismo
fr*n.o-all-mio, aoUgomsmo rus^o britannico,
pauslavisino : tudo alii flea insolvido ; tudo aht
Qca a ex.-itar odios, a despertar rancores, a desen-
volver iiiiwinas deleterios, quese vio accuraulan-
do na fUimospaera politica das nacoes, ate que
azado munmloeolferega pata de-eacadear tor-
mentas, uara desatar tempestades, a menos que
nao modem as circumstancus, a menos qua nao
venhaui a predominar os priucipios humanitarios,
os conselhos da sabedoria, e os direitos mviolaveis
dos pov>*.
Emquanto, porem, nao s6a essa hora ; em
qaanto nao se lijuidam eSsasquestoes; cada esta-
do trata de si, sera todavia de.-curar-se d>s imp-
resses geraes. A Italia e a Allemanha procuram
ensoiidar a obra das suas conquislas ; a Franga,
a Hespanha e a Austria eniregam-se activa e ener-
gicamente a reorganisagao das snas instuuigoes e
forcas ; a luglate'rra busca sahir da posicai difficil
en que secollocou ; e a Russia prepara o seu fu-
turo, internando-se cada vez mais na grande Asia,
e indo ate plantar o seu pavilhao em Khiva.
Este ultimo facto que, sem duvida, foi um che-
que para o orgulho da Inglaterra, foi mais uma
consequencia necessaria e iogica da sua politica
de abstenclo, dessa politica bastarda o retrogada
pregada pela escola positivista de Manchester.
Por ella deixou a Inglaterra a sabia e previden-
tepolitica dos Palmerstone dos Craning; por el a
abandonaram os wigs as doalrtnas tories ; por ella
desprezarara os nomens publicos inglezes as theo
rias do equilibrio europeo e da mterferencia dos
fortes em favor dos fracos.
Por isso a Inglaterra ve hoje succederemse uns
aos outros granles acontecimentos em que nao
pode immiscuir-se; por isso vai ella sonrendo,
sera remedio, uns sobre oulro3, desaires, que nao
podem deixar de offender o seu vnor proprio.
Foi assim que ella vio-se abatida ante a Russia,
quando esta potencia exigio que se riscasse do
tratado de Paris a clausula referente ao Mar-
Negro.
Foi assim qae ella sentb-se humilhada ante os
Estados-Unidos nas questdes do Alabama e da ilha
de S Joao.
Foi ainda assim que ella achou-se ludibriada
pela Allemanha na guerra franco-prussiana, e bam
assim quando aquella potencia mettea a pique no
Sena varios navios cabertos pelo pavilhao britan-
nico
Foi assim finalmenie que ella vio a Russia ca-
minhar para a Asia central, atravessar o deserto,
e dar leis a Khiva, sera poder oppor-lhe ama re-
sistencia, sem tirar a espada da bainha para pro-
testar em nome da honra contra os progressos da
sua inimiga e rival 1
Como quer que sej>.
expedicao contra o Atchin, no principio Jj anno ;
mas, tendo sido derrotada essa tentativa, organi-
sou accuiradamente uma seguuda expedicao, que,
a esu bora, deve ter plantado o pavilhao neerlan-
dez nas muralhas da eidade de Atchin, sera du-
vida subgeilando o principado a corfta do rei que
reina em Haya. .
E a Turquia, de quem era tributario nommal o
Atchin, nem se quer empragou seus bons offlcios
em prol do infeliz principadi, quo entretanto Ihe
pedira o seu aaxilio I
Mas o que podia, e o que pdde o governo de
Constantinopla n'uma qaestao alheia ao seu inte-
resse 1
Pouco ; mas, ainda assim, esse pouco tera sem
duvida mais prentigio do que tera e de que teve a
Hespanha om Cuba, oulo con'.inda a lavrar o in-
cendio da guerra civil, sem que possam extingui-
lo os eaforcos da metropole a lutar com o impos-
sivel. .
Cora o impossivel, sim ; porque 6 impossivel so-
pilar as cnergias dos cabanos em prol da sua m-
lepeudeacia, nem podem destruir laes energias os
rigores e as crueldades praticadas contra elles em
nome da for;.a e por direito de conquista.
Dessas crueldades teve o mundo um pavoroso
exemplo na pena de morte inflingida a cerea de
cincoenta individuos, aprisionados a bordo do va-
por Virginius, que, por desgraca, (> captu^ado, na
Jamaica, por dous vasos de guerra he-panboes.
Infelizmente para a Hespanha, cobriaa carga
do Virginiut o pavilhao fulguraote da Uniao Ame-
ricana, e eram americanos e inglezes alguns dos
individuos Irucidados
D'ahi surgiram energicas reclamacoes dos dous
paizes offcndidos; e a Hespanha teve de curvar se
ante as eircmnstan:ias, confessan-lo oerro.eo
crime dos seus agentes, miadaado entregar o vaso
aprisionado. e devendo dar todas nuauus satisfa
coesquize pretende o colosso americano.
Foi bso um rude golpe para o orgulho caste
dizer-se que o communismo hespanhol ja ba-
3ueou, embora Ihe reste ainda um baluarte em
artagena, onde so concentraram as suas forcas.
Alii mesmo, porem, essa chaga pulrida ha de
ser cauterisada, nao so porque vai nisso a honra
da Hespanha, mas porque assim o pedem osgran
des inleresses da sociedade moderna, qae nao po-
dem Hear dependenles desse hibrido consorcio de
elementos disccrdantes, desse conjuncto de ano
malias e dissonancias de toda a ordem e natu-
reza.
Sem duvida o grande problema dos tempos ac-
tuaes 6 antes economico e social do que politico ;
e a Europa sente, percebe a sua influencia dis-
splvente com ama especie de assombro, que toda-
via nao a deixa paralysada.
0 que preoccupa hoje principalmen'.e os bo
meas, n4o e saber como se dividirao e se organi-
sario os poderes, mas sim como se repartirio,
como se distribuirao as riqaezas.
Na Iogisterra, na Franca, na Belgica, na Aus-
tria, na Allemaaha, na Hespanln, era Portugal, na
Italia, na Dinamarea, em lira, por tola parte, dis-
cate-se nos meetings, nos jornaes, e ate nos par-
lamentos, os famosos priacipios da Jnternacional.
As grtces saccedem se por toda parte, e a
quesuto operaria apresenta se a todos os espiritoj
como uma causa de gravissimas perturbacoes.
Nos manifestos das sociedades revoluoonanas,
nas ofllcinas de trabaluo, os votos secrelos das
massas que viveni do salario nao sao certa e ex-
clusivaraente fundar uma dada forma de governo
mais livre, nem abolir definirivamente a realeza.
0 que se quer, o que se almeja, no que se cogita
e na apropriacio dos instruments de trabalbo, da
terra e do capital, para os repartir entre os ope-
rarios associados, assegurando-.lhes mais larga
parte, mais avantajado quinhao nos produclos.
Para alcancar e^se desiitratum todos os mejos
se afiguram bons a alguns espiriticos obseccados
por consumes de3astres na politica ; e d'ahi vem
que os operarios, frageis pela inopia de instruccao
e do conhecimento de suas preprias necessidades,
se deixam guiar pelas sendas invias da anarchia e
do crime, como excmpliflcarara os de Paris e os
do sul da Hespanha, estampando na fronte do so-
cialismo mais um ferrete ignobil, queo tempo nao
apagara jamais.
FeHzmente para a civilisacSo, as revolugoes de
Paris e de Hespanha nao poderam medrar; e os
governos de todos os prizes eomecam a tomar
eaergicas melidas no sentido de extinguir a ne-
fasla sociedade, que pretende ala-trar o mundo
com as ruinas produzidas pelo inc^ndio e pelo as-
sassinato.
Felizmonte, ainda, a rcaccao contra os terriveis
prineipios do s co.no promotorex todos os elementos conserva lo
res que, a idea de revolucao, vao oppondo a idea
de reformat graduaes e razoaveis, fundando as
sociagoes >le soccorros e protectoras de todos os
iiitiTi-sses das classes lalioriosas.
A* frente de-tes generosos sentimentos colloca-
ram-se duas pequeuas e illustres napoes Portugal
e a Dinamarca ; mas nem por isso o influxo if
nefico. que d'ahi deve provir, detxara rte produ
Ihauo ^ZSSB^SrmmSZ^SK- ***** toda f*^ tM. como a idea I mag-
cia,Porquo a int.rwncao aTo-da t^Mlk ^22*L ^ff'Zm*** ->o
Em outros tempos, quando a Inglaterra pesava
na balanca politica da Europa, certo a Russia nio
teria caminhado livremente peles desertos da A-ia
em busca de uma estrada para a India ingleza.
A' tao arrojado tentamen ter-se-hia epposto a rai-
nlia dos mares, apoiando-se na sua amiga e allia-
da -a Frauga, sempre prompta a rnanter o equi
librio entre as nacdes do continente, sempre pres-
tes a de.-embainhar a espada para fazer vai r os
direitos dos fracos contra os prepotentes e ambi-
ciosos.
Mas, mud -das as circumstaucias, achando-se so,
isolada, desprestigiada, sem alljancas nem aieicoes,
o que podia a Inglaterra ?
Nada; porque, se ella tentasse embargar os pas-
sos da Russia na Asia, veria a saa inimiga vol*
ver-se para a Turquia e amoaca-la em Constant!-
uopla, tendo talvez por auxiliares a Allemanha e
os Estados-Unidos, ambos interessadas na sua qlie-
da, ambos desejosos de vela anuiquilada,am vol-
vendo-se para a India o para as commas da Aus-
tralia, outro buscanio a posse do Canada.
Comprohendendo, pois, a sua situacao a Ingla-
terra aceitou as explicates que a Russia Ihe quiz
dar, deixou-se mystiticar resoluctamente, e con-
sentio na gaerra le Kb!' \ "nk >ra olhando dn
soslaio para a influencia .T.-.-SCOvita, que, salisfa-
-endo as vistas de Pedro o Grande, cada vez se
deseavoive mais naquelias lengincuas parig-ns.
Mas, nao foi so ani que baqueou a influencia
britannica, nio. Tambem na Africa a Inglaterra
seotio oahir o sen presligio, na Guine, que elU
obteve da Hollanda, ha dous annos, em troca da
liburdade deixada ao governo neherlandez para
obrar a seo ltd prazer na ilna de Sumatra.
Os asA(in/.','s iribu seivagem da Africa, enteo-
deram que a H ilanda nao tinh* o direito de
later cessij i I'mini a Inglaterra, uem estatom-
petencu para ami tal trajis;'r.\i>; e, poh, lan-
118 i nossi'- 1'iica, e entra-
se faria 'esperar em Cuba, e ceriamenta a rainha
da* Antilhas ficaria perdida de todo para a Hes
panha.
E essa interveagao ainda pode ter lugar, visto
como, t-rado resistido o part do castelhano, em
Cuba, as ordens da metropole, 6 possivel que os
Estados-Unidos empreguem a forga para haver o
que por bem se lhes recusa.
Km todo caso essa araeaca ahi Pica a croar diffl-
culdadas para a Hespanha, que, na sua posicio
afflictive, seute-se como que aturdida pelos golpes
que de todos os lados o destino Ihe desfere.
Era Honduras ferem-lho os brios, na pessoa do
seu consul, e no seu pavilhao, as massas popula
res da republica, exaltadas pelas paixdes polilicas;
e este facto r^pulsivo, sem duvida. Ihe ha de tra-
zer uma guerra, se o governo do pe.jueno estado
americano recusar-lho a satisfacao qae a honra
pede.
ta Allemanha outras complicacoes Ihe surgom
pelo facto da sppraheniao de dous oavios allemaes
nas aguas das ilhas Philippinas por vasos de guer-
ra de Castelia.
A Allemanha pedio satisfacdes por esse facto,
e sem duvida tera de da-las a Hespanha, a menos
que nio queira se eavolver n'uma guerra desas-
irosa para si.
Assim, pois, no anno findo, a despeito de todos
os almejos de pat ,e de concordia, a palavra do
ordem foi a guerra, e certamente ha de ella per-
sistir por muito tempo no velho continente, visto
como a hamanidade ainda nao p6de conquistar
todos os seus foros, nem tao pouco a liberdade e
o direito poderam ainda constituir a egide pro-
tectora de todos os povos e nacSes
Guerra contra Khiva, guerra conlra o Ai-
chin, gHerra contra os Ashantees, guerra contra
os insurgentes de Cuba, possibilidade de guerra
da Hespanha contra Honduras, e dos Estados-Uni-
dos e-da Allemanha contra a Hespanha : eis os
pontos negros da politica europea, a que bem po-
dem servir de funebre corteio as lutas fratrecidas
do Monte-Negro e a horrenda guerra civil era cu-
jos fogos ainda hoje se acha abrasada a desgra-
cada Hespanha I ... ,
Depois dos horrores praticado3, em 1871, peia
communa de Paris, certo ninguem mais pensou
em ve> outra commana enlatar as paginas da his-
toria do seculo XIX.
Esiava, porera, reservada ao anno de 1873 essa
aefasla -gloria, a gloria de outro espectaculo desse
genero .
O irrequietismo dos partidos politicos hespa
nhoes, as suas intrigas o a sua perversidade, e
bem assim a versatil'dade de caracler de seus ho-
mens publicos, deram por terra com a monarchia
de Amadeu I, obrigando este honesto e intelligence
soDerano a resignar a coroa, que Ihe fdra offereci-
da instante e apaixouadamente.
Foi um exemplo nobre, dign9 e elcvado, que ao
mundo deu o duque de Aosta, resignando uma co-
roa. eujos espinhes Ihe rasgavam a fronte ; am,
para a Hespanha, esse exemplo foi tanto mais
cruel, quanto deu azo a qne tomassem alenlo e
crescessem, como am mar agitado pelas procellas,
todas as paixSes anarchicas, que at6 alii viviam
contidas por nraa especie do respeito pela ordem.
0 mfindo vio entao, pasmo de horror, relaxa-
rem-se todos os elementos de governo, e conglo-
barera*e todos os elementos dissolventes para
produzirem a guerra civil, ja em pane existente
sob o nome de revolucao carlista.
Da ooramunhao desses elementos dissolventes
nasccu, pois, a guerra civil socialista, ao sul da
Hespanha ; e essa guerra produzio; nao uan,
mas muitas coramunas semelhantcs a do Pans,
porventura mais sanguinarias, mais cruciantes
e medonhas.
E a eivilisacio recuou espavorida I e a uuma-
nidado &>eonJeu 03 olhos no seio da liberdade,
como que para fartar *e a contemplacao do es-
pectaculo do trevas que alii houvo, como que para
renegar, em nome das luzes do soculo, a sua co-
p;irticipacao no assassinato, no roubo, no incen-
dio e em toda a sorte de depredagoos, alii com-
inettidas, sob os auspicios do socialismo f lera-
Usta ..
Na Hespanha debateu-se entao, nao o problems
politic-*, mas a qaestao social, urdida p-ia tntn-nn-
cioaal, por es>a inimiga da human' >..'o, c .jos
prineipios se reduzem a uegajao 0 l>. i la pa-
tria. da familia, e de todos os direitos socejan >s
B esse proselitisrao ja se vai
movimento que a id6a tem deterrainado na Alle-
raauha, na Austria e na Inglaterra, onde os espi-
rilos mais illlustrados se pSera ao seu servico, se-
guindo as pegadas dos paizes onde foi iniciado o
geoeroso tentamem, que tiu bons fruclos ja tem
produzido.
D'ahi, porem, nao so pode concluir nada de es-
tavel para o estado soeial da Europi, por Jsso
que o mal creon fundas raizes, cuja estirpacao e
dilBcilima, e porque a onda do socialismo tenta
assoberbar tudo, o, sob o seu vigoroso impulso,
sao bem possiveis as transformagoes vn lentas de
que se arrcceiam os governos, e pelas quaes tre-
mem assustados os ospiritos quo almejam o florcs-
cimento das conquistas da civilisagao moderna, no
seio de nma paz iuqaebrantsvet.
Mas nao sao as quest5as politicas e sociaes as
unicas que trazem aprehensivos e receiosos os
Ninguem ; porque ninguom se sente forte bas-
tante para a luta, em face do estado anomalo da
Europa ; e, pois, ninguem quereria, nem quer
correr os riscos de quebrar essa paz armada do
qae fazein alarde todas as nacoes.
Assim, pois, volvem todas, sem solujio proxima.
ao anno que hoje comeca, a questio politica em
seus variados matizes e terrificanles problemas, a
questao social com suas consequencias funestas, e
a questao religiosa, com a grande variedade de
seus typos e abrangendo o problcrai do poder
temporal do Papa. .
Ante todos esses problemas, ante tao diversos e
tao eucontrados inleresses, ninguem dira por certo
que a aurora d) anno que heje comeca se d^bu-
cha rosada e feiliceira sobre a grande tella das
nagoes da Europa, nem que 6 de leite o mar em
que navegam suas naos, era bus dc um porto
seguro e abrigado.
Esse porto so podem ellas encontrar depots que,
por mutuo accordo, conseguirem prehenchcr a
lacuna que existe no governo dos povos, creando
am tribunal inlernacional, no qual se decidam
todos os pleitos movidos entre os esudos, ou esU-
tuindo, eoaio acaba de fazer a Italia, que seja
obrigatorio para todos o recurso da arbilragem
para uma nagao amiga.
Sim, a Italia acaba de prestar uma homenagera
glorificadora a idea de arbitragem, consignada no
tratado de Paris de 1836, deterrainando o sea
parlamento, por vota^o unaneme, que em todos
os tratados a cel-brar fosse lncluida uma clausula
estatuindo, de pleno direito, esse recurso, como
meio effleaz de inutilisar muitas causas de guerra.
Na Inglaterra essa idea tem achado pleno aco-
lhimento, ate no parlamento; e i de crer que
muito breve ella transforme em preceito legal o
que por ora nao passa de aspiragio do povo 'n-
glez .^
Sigam todas as nacoes o nobre e fecundo exem-
plo da Italia; caminhem assim por uma estrada
larga e grandiosa ; e, por corto, conseguirao ir
baniudo pouco a pouco as hecatombes de homens
e riquezas, que sao as consequencias da guerra.
Afaste-se o espectro da guerra ; seja a paz,
mais do que uma aspiracao, uma esplendida rea-
lidade ; e a humauidade ha de erguer hosonas a
Deus, colhendo louros imraarceciveis nas lutas do
trabalho e da imelligencia, que sao as unicas que
giorificam o homem. .
Tenha cada paiz, cada eidade o seu palacio da
induriria; celebre-se por toda a parte alegres tor-
neios, como esse que Vienna abrio em maio, no
seu soberbo Prater ; seja o trabalho uma gloria,
a liberdade uma divisa ; e a eivilisacio ha do
caminhar, creando uma voz que ainda nao tem,
adquerind i uma influencia que Ihe falta, e con-
quistando direitos que Ihe negam.
So entao o seculo XIX sera realmente o seculo
ilas lutes, e a Europa merectra o titulo de benc-
inerita da humanidade.
Portagal.
No anoo que imos historiando, a vida p< litica
em Portugnl teve seus millMoi amargur.idos ,
e. se esses crueis inslantes nao chegaram a pro-
du'.ir spcu'os talvez de dores, deve-o elle nao so
ao bun sen-o pralico dos seus eatadistas, mas um-
bm aos tormentosos tempos que cornam pela
Hespanha, sem contar qne o patriotismo do povo
portuguez saoe sempre elevar se aeima de to-
dos os elogios, quando o relogio dos aconteei-
eniH Ihe marca alguma hora men's lison-
geira.
Desde tempos bem remotos, sabe-se muito, so-
nha a Hespanha com a uniao iberica ; e sabe-se
ainda m3is que esse sonho cada vez se afigura
mais realisavel aos olhos castelhanos, especialmen-
te depois que a fatidica politica das revolts* e dos
pronunciamentos acastellou se na velha patria de
S Fernando, e d'alli atira boles secretos, e as ve-
zes por demais publicos, a boa fe e proverbial cor-
dura dos seus vizinhos do sul.
Mas e que o povo hespanhol, irrequieto per in-
dole, e vanglonoso por natureza, esquece sem du-
vida as raagestoja tradicgdes do velho Portugal,
e finge desconhecer as chammas que se ateiam
nos coragoes portuguezes. que sio outras
S?2rS 'na?3 TaraSem^a auesTo^Ea m^ralhasWproF ua" independencia da patria a da
tos europeus, nao. 1 i raanutengao de suas liberdades, conquisUdas com
nspira cuidados, justifica receios pelo futuro, e
traz alarmados alguns paizes em que ella se desem-
volve.
A Allemanha e a Suissa sao os dous focos prm-
cipaes da* lutas entre catholicos novos e catholicos
velhos, entre sectaries e nao sectaries da infallibi-
lidade papal, e, mais ainda, entre cat.iolicos e
protesuntes, que todos se disputam a primazia,
querendo subjugar os adversaries.
Na Franca, na Belgica, na Italia, na Austria e
na Turquia a luta tambem se desenha vigorosa,
posto qae sem o caracter terrivel que tem tornado
naquelias duas nagoes.
Longe vao sem duvida os tempos em que a in-
tollerancia fanatica e o schisma de Luthero, ex-
plorados por algans principes. sem escrupulos,
produziram matancas que horrorisaram a huma-
nidade, e que, certo, se nio repetirao. Todavia, a
ninguem 6 dado prever ate onde chegarao os per-
niciosos efeitos da questao religiosa, maxime" con-
tinaando a dolorosa siluagao em que se acha o
Santo Padre, em Roma, e em face da* medida*
de rigor tomadas por alguns governos iuconsci-
entes.
Se na Franga, na Belgica, na Austria, na Italia,
e na Turquia as lutas se limitam a preponderance
de uma das duas sociedades civil ou religiosa, a
ama especie de esclusivismo laical ou clerical, na
Saissa e na Allemanha diverso e o sea caracler,
visto como ahi, nesses dous paizes, a luta tem por
fim o anniquiiamento da propria religiio catbo-
lica, contra a qual conspiram as igrejas schisma-
ticas, e, mais do que ellas, conspiram os governas
allemio e helvetico, cercandose de leis compres-
sors, c arrogando-se uma infalibilidade, que en-
tretanto contesUm ao chefe visivel do catholi-
cismo.
Nesse estado de cousas, alias compiicado com o
prcblema do poder temporal do papa, ninguem
pode prever, repetimos, qual sera o resultado da
questao religiosa, em certo modo aggravada pela
carta dirigida ao rei Guilherme pelo Santo Padre
e a que aquelle respondeu com uma energia que
encheu de jubilo a Allemanha.
E' possivel que essa questao sirva de pretexto a
algum governo para ateiar a gaerra no. continente;
mas por ora nao e licito ter esse receio, pois que
a questio ainda nao passa de uma calamidade
moral, que, poslo traga aprehensivos todos os
espiritos, nao ameaca perturbar a pat entre as
nagSes. .
Dc mais; quem tomaria a miciativa em tal cra-
zada f .
A Franca ? Nao, porque ainda nao esta orgam-
sada deunilivamcnte, nem conla com adhesoes
extoriores.
A Austria ? Nao, porque tera roceios da Alle-
manha, e sente-se ameacada pelo conOicto de suas
nacionalidades.
A Russia ? Nao, porque a isso se opoe a sua
ortodoxia e os seu* pianos politicos.
A Inglaterra f Nao, porque a Russia a attemo
risa, e a Irlanda nio Ihe merece o saerificio.
A Italia t Nao, purquea isso se opoo o especiro
do poder temporale o seu interesse laical.
A Tur y N3 ', ponjue Constautino.da ficaria
a merefi d.i !V.ijsia, e perigariam os preteosos li
reit's do sul
A Hesj..... '&>, porque sente-se abaiioja p las
suas gueri ^ e ja proclarauu a separa-
,'rao da igroja do estado.
Kelizraente a sua
MDTIUN I

003 os (menus yociciair's- f','' u i'n* *" "" *?T~' .-a
phase aguda pa--- ra, e pode' Quem p rm, tomando a lninutiva 1
ILEBfVEl
tanta abriegagao e esforgo quanto cyvismo e rara
intelligencia.
Se nao f6ra esse osqueeimento fatal, se nao fora
esse fingimento eulposo, e, se nao fora esse embe-
vecimento nas proprias glorias, que tanto desvir-
taao povo castehano, sem duvida o sonho iberico
terse hia ja desvanecido, e para sempre, e nio
nais teria inquietado os espiritos do sul da penin-
sula, avidos sim de progresso, mas contentes com
a sorts da patria estremecida de Cam5es.
E o que leva a sonhadora e revolucionaria Hes-
panha a laogap olhos tao cupidos paia o velho
Portugal, se nio o nimio desejo de voltar aos
idos tempos dos esplendora* de Castelia, que tanto
opprimiram os brios portuguezes ? .
E como pederam accommodar-se tio maos in-
tuitos com os preconisados voos de liberdade alga-
do* na patria do Cid T
Pois e crivel que os votos de uma republica
democratica e federaliva se compadegam com es-
sas doutrinas, que tornaram outr ora formidavel o
escudo dos rei* de Castelia T I
Se e certo que a forma mais que toda* democra-
tica do governo dos povos 6 a republica federa-
liva, e se e certo que debaixo desse pomposo titulo
se abrigam todos os mais livres e humanitarfcs
sentimentos ; como explicar qae tenham recm-
descido os almejos da uniio iberiea justamente no
momeato cm que foi procUmada a republica na
Hespanha ? >
Para nos, monarchistas do nosso tempo, qne
vemos nesta forma de governo todas as garantias
possiveis para os povos ; que nao creinos na sta-
ceridade de crencas d'aquelles que se dizem ultra-
demecratas e so comprehendem a liberdade corao
o direito de fazerem aos outros aquillo que nio
querem que se Ihes faga ; para nos, dizemo*, esse
facto tem a sua natural uxplicagao na sede de
conquistas, que desgragadanieaie vai lavrando no
velho continente, e, mais do que nisso, ncs anhe-
los de poderio e mando, qne tao blasooadores tor-
nam os hespanhoes, sem nunca Ihes apagar am
trago distincliro do seu caracter, isto e, a versati-
lidade politica.
A versatilidade politica sim; porque a republica,
hoje alii dominanle, ha de ser tao ephemera quan-
to foi ephemera a monarchia constitucional repre-
sentative com o raeih r dos reis a sua testa ; tto
prejudicial e tao eheia de arbitrariedades e horn-
Siilanles vindiclas como horripilanto e vingativa
oi a monarchia de direito divine, hontem repre-
sentada por Isabel II, e hoje tendo deseohado o
seu periil nesse prelendenfe D. Carlos, cujos feWos
sio outros tautos erimt* que a bUtoria registra es-
pavorida.
Ante um tal modo de ser da politica hespanhola,
que so prima na pertinacia de conquistar o paiz
visinuo do sul, lem sobejos motivos o velho Por-
tugal para trater agitado o sen espinio, e para
rebater com o seu acrysMado patriotismo es*t>s
botes que procuram desfei ir-lhe os preconsules da
republica, sem exclusio desse genio da oraloria.
que hoje preside os d^tioos da Hespanha, quasi
como um despota, ni>> obstante ter o titulo do
chefe de uma republic-.
De duas condiefles dejiendo forcosainente c es-
sencialuieuu' a maouteiicao dessa forma de jj1
no na ilespauha : pa e ordem no ink-rior, e
tismo e garai'ith-' iza-le coin os visfehi
Nenhuma dessa- (idicfles exist* |Kr >-rr,
to, poht n1 H ad.'sorJcm ii' aa; : '
\
^


s.
HH1
M mmi M i 1 MM*f1/& Pwaambuoo Soxta fell* 2 de Janeiro ae 1874:
" .. -^=-^ ^___________------------------

ce Portugal.
B se Isto assim a
?Wlk'^#+x&*n$^*f*WtfWi foajfttt rolacao A Portugal essa unto e unto mais. i.j cam qne a casa TRrBTagn!^, crfhrfflna" IWenWt fa" WcftgarM, e sora tanto in iis mil, 4 laiio raiiorcs menw prepjwi.la com
ainda de dominar cm Hespanha, nern ti
existe mm garantia wju. j_ki- f11"3 Para sua iwiapeadcncia.
WH iWe-se do quo so (ado Quobaadoi ess*- lacos,, aniquilad 1 e go qae K m-ultra ***> j. hrh clua tia, 'icon Portag^l cnj^rto mod. ,m a pressio
nwnte u.a id** d;j|j|Ji Jj_^V \ Portugal, de bem fua^doT terirores ; a esses lerroras fo
) laes que jeVaram bftatos" enlre bs quaetfto
I OJfJMJ/ I W/j|
qaando aos seus ou vinos' chegaram os eclios'do des
monnaraento do throno de Amadou I e com elles
a doulriaa de
aiuda chegaai
as ideas de, in
to ennobrecm a
uir.ao os hegS
e a saa repn
as vozeg rouqhenhas que
ma repubiica iherica
Repubiica iborica !
Eis aie onde chegaram,
s sonhos hesp?nhoes.
Para que. tal se dasse,
to dos curacfias portugue:
as patrias inslituicdes, de
depetidencia 0 linen
aacao que e irma
Nao, eve baqneai
cauhoo*; e, embora vTva .
t>hca, nao tori ella forca basUnie para desarraigar
*enlimeuto;, que muitos seculoa de paz e do liber-
da Ja llrm.irain em base sohda e inabalavel
Deses.jjatriotn-os senlimentos innumeras prova-
tem adJiizidii 0 povo pbrtuitucz, e, ainda no anno
findo, 0 (Izeram de um modo esplendoroso as cor
tcs porlUKuezas, nao so produzindo manifeMacocs
de ad esao at insiituiciies juraaas e.a dynastia n-i-
nan to, in is ta'rabom offre'eendo todos os possiwis
meios do deleza ao governo, que alias soube man
ter so na aliura de sua posicao. nao moslrando re-
alms p>r aquillo que se Ihe afflgurou nma atroz
Utopia.
E 11 P'>tj_pormguez sojjbe. nwstrar-se soiidario
com os sear typrvsentantes msma e^tFelBecid.s
ra iinnntns ; e. as-im coino estes esquecera 11 as
diMMMiyous politicas! qn.ndo 0 inagno interesse da
patria faHou-lhes sfo c-*ra?3i, assinitambem aquel-
Jeolevouso acima de snas queixa* e desavcnja*,
da.i mitacio.
Corfu, a repubiica federal iberica pode achar
Iion- trig> u:it nrn cresce e medra 0 jolo ; mas dahi a
pr>duzir in ilelic is frueto*..ii lantadietancia quan-
ta sciwr us araericinns do norte de um governo
muiarchico, quanta inedeia enlre0 ser e 0 nao ser
de um po o adioto a sua h.sloria eas suas tradic-
foes.
Qu iii-.in muit'i, esses putieos republicanos iberi-
cos, portttgiiezes. caso si" aggravein as circuins-
lanrias da Hespanlia, coflsfigSrao faz--r alguma*
desordens esterew, rofflii ja 0 lizerain mais do nma
vez ; ma> d" m >do ii<-iiluim mudarao a ind-ile do
povn, nao obstaute a propagauda dos sea orgios
na hnpieiisa.
Km i.hJ.j caso, pnrem. bastara isso para trazer
despei lad:is as attencoes da Inglaterra e do outras
p.Jtcuciiis cmitiiientaes, que oMiito lem ram'lra-
do o sen modii do ver os negoi-ios d^i peninsula,
11a rest-rva cum qne tratairi esse objecto, e, mais
do qjo iss, na pertraacia mb que so lAm re-
cusado a recunlieccr a fallada repubiica liespa-
cliola.
Essa res-rva e ewa perttMeia formam cm certo
mo.l.) us polos d-f eixo e-n toVno do anal gyra a
3vn relaij*> a Portugal ; e d'a*
bi mi ii se pole deduzir qual a stiuajao da rtossa
.iniitfi n>etroj))lo praiMe a- deinais potencias en-
rope is.
Bs>a siluapio. no anno Undo, foi tola de paze
de dm tiiriia ; e, gra-.tas :i esse oantelrr pitcitie-i f
aimst> 1-,) de sujs reb^Ses iiiternaciouaes, pole
Portagal ceiebmr varios tratadus com dtWiwm
paizos, teodo coino alvo desouvolver os interesses
con ii-rei.i.< dos conirataiites e regular iinerfsse-
tii'i me.iros .esp'-itaveis di in lustria o de boa po-
i.'ria, pur mfio de extradicau.
En oieiu das festas que'. cimo uma rlk|uia do
i'-:-.:il.i. um iinno qoe on-1!";! sue sempro foneo*
tsr, em Portugal, abri0 se u pariamenlo a 2 de ja-
n-.'iru, pr 111 nieiandoo rei U.tjiiiz o discurso ikises-
tyl.is, programmatisando a politica do gabinote
Polite- Pi.Toira do Mi-llo, o mosiiM quo gerira os
p-.ilil::o3 negocios no a?im anie-ior.
Essa politico sabia, illustrada e Iibe''a1, eonti
nuava a merecer o- apoios do paiz ; e foi, e era, e
' t.i! q ie i.-.n coosegoido ergaer a um fl.'rescenie
is! id.' loilos 05 interesses mais cams a aaeao
Meih..r'HCMiIrt nlorae* 0 inalerlaes, induslrii.
anes, r.grlotiltara, c5itmurcio e flnae^as; 10I.1
attrabe as visins do honrado gabinote, quo sein-
pre, 0 a proposito, divide as suas attonroes, mul-
tiplica 03 seas csforcus em fomentar 0 progress.'
1) paiz, conduzindao para risonhaj futuros.
\"u obstanto, p irtnr, algaraas dessas maea, que
d-33ioa:n sempre da todos os tons, ainda raesmo
1!,- mai< sqaves e harmuniosos niose ealaram; e,
11 iinproaaa 0 no parlamento foram sea caminho,
ercando obices queoininistorio conseguio stmpre
d'striiir, gry;.ts a maiori> que0 apoiava nas 6r-
tes e 0 louvava por todos os meios de quo a opi-
Bilo o sorve para maniiejUi'-se.
S6 em urn p-mto, e ainda bem que assim foi
i: : d?.-toarain assM ozas ; foi quando, eomo ja
d'n:] j.,', cahio a rnonarchia em Hespanha e le-
rantou-so a repuhlica. Euuu fallou o patriotism ,
e o esjurito dc nacion.uiiiino sobrepujou a ludo,
dando azi a qne todos. grogose tiMyanos, sc agru-
passcia e;s t-jcna da baudcira portugUiJza, rica dc
u.idioroes e do glorias.
lies so iaul;io accord 0, dcsse elevad empenho de
Ai' ';> p.utidos wio t^r-si) restabelecido os cro-
d;t < :;t '.rcaulis do paiz, alguni taoto abalados com
as notivias do Uaspanlia, 0 delle veio mais nao to-
rcm siift protoUaftw as roedidas reclamadis pelo
garcrno ma prol da defcza dapatria.
Ainda um bem prodniiram esses acontecimon-
t >i : foi co:r,u qua fazi.r sorcnar as toaipiataJes
-U iiDguaftiq politica, dando lagar a rerjijoes mais
L**rd:a is e mauos insidiosas 0 injuriosas, do par>o
i\ pane, ontre os grupos politico* e seus orgios na
itnpreasa a no parlamealo
Com ciroitoj tin Jaram 0 sea reinado as fasti-
diosas discoasSes do jjrnaes sobra as orjgcns e no-
biliir.thias pactidanas, sobre as coatra lic/les dos
houiens poniicos e valor possoal tie cada nm, c
cessaran o*cojfroaio. doseortezes, as retaliates
verrinosas e loaU ; doinais ferragem la j usual e lao
desraoialisadora.
Ao monos, por eraquanto esse bem Qeou, e s'ani
davida se kcclimara naquetlas terras, do onde
jamais devcra ter sido banido, e para as quaes dove
mos :v'h olhir ao 111 mas para apronler cssa lijao
de corlezia e delieadaza de que tanto vio zarorendo
os n :ssos b JCions e escriptores pubheos.
Uraeasaoserenaaionto das naixSes politicas, ao
bom seiuo do povo, 0 ao pairiotismo das cortos, po.
do 0 guverao atraessar iu<.-oluim> a siis-Ajpar-
laotenlar, cajos trabalbos foram oucerrados a 8
de abril, d--pois do duas prorogacoes das ourtes.
Ao dar se eale. tacto, aehou sou governo coin os
meios necessanos para proseguir na sua afanosa
msssl), sum cjniar .yie licou cercado de prestfgiu
tift'as !i,;diias de coatiaaca que obteve, em cujo
mmero se couliraiu as concernentes a dftfezado
.ai/. e v.irhs que dlziam lospeUo a molhoraiuea-
>-; matoriaes reclanjados pela ejiniiu.
Nessa stssio, qafl fiodara ontre resosijos, fora
icje:'.ada,, em tafceira leitara, tm prujactp de re-
forma cousiitacional, e ainda benique assiui fr.ra, '
ranija. nem pe
noirtf(ela Russia.
mui verosimets um
a^^Btoyariajja,
athr a miei*.
nao sena reeo-
netn [icia Aus-
a Inglaterra, sen
is politica aconsefhava que fossem evitad-os.
EntretaRt > fon;a e confessar qae, a mais de
uai res|>oito, a cru constitucienar carece ser re-
.'M-mada, a. sem outras dirtougas, basta apontar 0
que se refere a camera dna paras para iastiil'car
nma rcforwa, que sem duvida ia de fir a sea
tempo.
Gun elfcitj, 6 incoacabiv'l qa aioda persist3,
u'am paiz livre, quo so rego polo iystefna rapre-
sentstivu, nma canara horeditinia
Essa velka instituiido ja fez a sen "tempa. E'
a.x>a macliina usa-la, a estafada, e qae so fm al
cans alentos viuos palas coiixtaales transfu-tes de
saogne nova, do'eleraento popular, oporadtfe com
pleao assouumanto- da realoz*.
E', pois, nacessario r-jfurma-la ; mas e melhor
qae e.-sa roficiaa ;ejaieiu qjando as circiims-
iticias loramAiais propicias do que aqitellas quo
IterminaraiB 0 rei rasignatario D. Amideua
^regrinar por terras de Portugal am buns* da sua
oatria, a Italia, en cats de'um viver mais calmo
10 que 0 qmt trazia-o em sottos na inquieta e
'evouiciuo ria Hespanha.
E 1 >ui cumpre dizar |ue, so t-patrta de Prim foi
ngrala para cma o duqui* do Awta. ae raenos sarvi-
am-lhft de ianittvoas amareuras dVaima as gran-
..'3s a generosas pwrss de sympatlua qne testemu
ihou ii pavo porta^JMcz ao magianiino prmcipe,
i -1 Mill- depor uihj coroa real, quan.do liao
G !! 111 .is sapportar-llie o peso. 0 pircebon que
?r;i tantu Ihe f6ra nuatar ser main do quo um
ser uatjranno.
ihou notavel vulto e feir;5es
qua dizia^jufcjafaria
lenoias do cootinen ,
ideneia de Egal,
hecida a repobhea
iria, nem pela Pram
ister mpar pnmM lela Allemanna,
|9lado am^l | Bsse accondo- diplontaiu-o, porem, ate agora sc
*ao realis >u, e-"6 uaralainsotar qne nao teuua si
do levado a effeito, pois seria 0 meiaor, e talvez 0
unico meiO'de aeawMe uma vez ijom os amiii-
eiosie votu da Hi^spanha e com os terrorea pu,
tugueie*;'^
Alein disso com am tal tralado ganharia nao so
0 continente, que assim renioveria ua causa pro-
vavei de guerra. mas tamUeiu e-urliicipalmeiUe os
povos interessados, visto coino do e.-tado uiolostu
Je sins relaeSes nada lucram elles e pelo cuntra-
rio, tern muito a perder a todos os respeitos.
0 facto era questa > fa ria do Portugal tuna nova
Belgica, e, garautmdo Ihe a indepeudeucu p iliti-
ea, dar-lhe hia toilas as enxarei is para, coino a iuel-
la, ciirar dos seus melhorain-ntos, sa n uealiuin
reccio pelo futuro.'e eugrandeoer-se em eoaq us-
as civilisadoras, raaia nobres quo as que a e?p.a-
da e 0 canbao costdmam fazer.
S6 assim se dispenaria Portugal de ter exer-
citas da observacao em sua* frantairas, cjuki inaio
da evitar cpnlkctos com a, Huspanlta e umbem
para o lim de iotarnai- quaesquei grupos foragi-
dos, quo sa lembram do entrar aruiadus no seu
tcrrtfefiq, facto que alias sa ropelio mais de uma
vez no anno proximo lindo, e no qual se houve-
ram as autoridades com wdo 0 criterio a discer-
nimento.
E assim foi bom que sempre acontecesse, por-
que, a sombra desses cuidados e atlen;3os, a guia-
do pelo patriasmo, vivcu 0 paiz em doce paz.
prngrediram 0 commercio, a industria e as artes,
ostentandi um desiuvulvimento que se manifeslou
praticamento pela subida dos fundos porluguezej
e por uma tal abundancia de capiues que levoti
o governo a tentar e a fomentar uina.grande ope-
ra^ao unanceira, com o Qm de consolidar a divida
fluiMnaute iuterna.
Ksta grande operacao, a testa da qual se poze
ram nlguns estabelecimcotos do credito do paiz,
[iroduzio os mclhores resultaJo;, e foi louvada
por todos os orgios da imprensj, que todos viram
nesse eslbr.-o nacional um iadicio manifesto da
publica prosperidade.
Juniaudo-se ests facto a um outro de igual or-
ilem, mas de mais profundo alcanee, produ ido
meze^ antes, avalia-se b'ini do empenbo dos esta-
distas purtuguezps em beneficiar 0 sea paiz.
Foi esse oulro faUo, a extinccao da divida ex-
lerua llucluant'. qae, a furf.a de combinagoiis, po-
de ser transforraada cm encargus raenos uuerosos
i! inqnictaates para 0 thesouro.
Ambus os factos foram lionrosissimos para 0
paiz, 0 1 da cimsolidacao da divida interna vanta-
jusissinv", tanto paraos toraadores das obrigagdes,
> mm |ara 0 thesouro, nao ob.-taute p'tisarcm va-
riiis bomens dadosaos estodos economics e finan-
eeiros que a operacao nao dara bons resultados
para 0 c.immercio e industrias, que tcrao de ro
.<"iitir-so da retirada dos capitaes do meio das ro
la.oos ordinarias da vida, ein faturo nao rumoto.
Ouno quer que scja a operacao foi dc um al-
canre immonso para 0 estado, 0 niclh >rou consi-
derarelmente as suas linanca-, dando azo a veri-
Bear-so mais uma vez a celaore phrase do um eco-
nomista boa p.ditiea, boas liaancas.
E, (um cITeit 1, jKilitica e Ananias, tudo vai em
mar de r isas no veilio Pjrlugal, uao obstanto e
apezar dos descmsolantes receios polo movimen-
trt iherico, em qae alias pouco hoje so falla.
En verdade 6 esse o uui'O ponto nirgro que
d'seobre 0 obserrador nos borisontes da politiea
poi lUjiiteza, em cujas maUias, Mizmeate, ainda sc
uao euiarnnhou o elemento Sucialista, quo tautos
males lem caa>ado n'outras terras, ncru tao pou-
co n elemento religloso, qua taulas discordias vai
atoando no valho e novo continente.
As qi]a.t3es soci I e religiosa a'nda nao deram
desgostos serios a Portugal, e com isso so deve olle
re-ubilar, |h>r quo tao incandescentcs obje;los so
soaip ser pomos das mais desenfreiadai desidias
e d is mais desenc'inti'ad*s dissabores.
E' facto que acontecimentos se deram, no mez
findo, dos quaes algum espjrito tnenos reflectido
pode tirar iilacoe* em contrario; mas a verdade
4 que esses acontecimentos foram todos casaisli
cos a sem nennumas ligacdes com as qnestCes em
si me-ra.is e tae* coino as conhece 0 mundo mo-
demo.
Dc feilo; ajguaias paredes iu groves .Izeram os
opsrarios em diverios pontos, tendo \nt lira oote-
rem maiores salirios. Mas 0 quo ha u'isso de
alarmante, quando c salxdo quo as saaa preten-
oo-.'s nab foram desarrasoadas, c foram molivadas
pelo encareciraento de todos os meios de vida t
Pois estas duas eircumst.incias deixario dc
caracterisar o aeontecimonto ao ponto do fazel 0
llgar-se inteiramento ao problcma social, agitado
n'ontros paizes? l\:asamos qua nio, a n'esle
peusar seguimos ue pcrto as reflexoes dos hdmens
comiieieutos, qao de perto ob.'ervam os factos
e tiram dellos as naturaes conso juoacias.
O mesmo so puda dizer da qucsUo religiosa.
Eiu meio das pomposas festas, eclobradas em
varios pontos do Roino, para commemorar 0 27.
annivorsario da eleva^ao de P10 IX ao solio pon-
tilicio, houve, no Porto, na invicta o leal cidade
nortugueza, desordens assas graves, das quaes
resultarara fcrimenlos 0 prisoes pela tropa, quo
intervcio em bem da tranquillidade publiea.
De qua proveio, porem, 0 acontec'mento ? Evt-
dentemente da um diverso modo da apreciar 0
/act.) quo as festas commemoravam, e sobretudo
proveio de uma oerta e notoria intolerancia por
parte de uma sociodade catliolica esUluida no
Puriu. N
Ora, nem a existea^ia dessa sociedade, nem tao
pououa divarganeia na apreciaoao do Tacto da
e.evacao de Pb IX ao solio punliiicio, implicam
inn qut'brantamcnio da boa haroi mil que sempre
rwnoa en;re os poderes civil e rolipioso em Portu-
gal alem disso as dejardens b.' Mas foram tidaV
Uinas db um momen'.o de oxaltament0 sui generis.
Logo: cao se p >da d'ahi '.oncluir pela existeuoia
do proBIeraa civil-religion em Portugal.
E' fac;o q;?o essa; do-ordons motivarara uma
reunuo numerosissima da ddadaos portuenses
para 0 fun de, repros mtarem ao governo coutra as
aatoridad?.' qao firam raeaas refleetidas no cum-
p rime a to dos seus deveres, e bem assim contra a
rcfenda sociesfadb cathojlea ; e quo 0 governo
i.'Uorvoio a=> assamoti, daa 0 as providencias qae
p-CMoneqaarfc Mis, perguntaremos, cai!actcisa
wo 0 apparoeimeato do intriniado a diffioihmo pro-
DJema religiose t
I'ensamos qua nao ; e, aimla n'esK pensar,
foigamos de nos achar de accordo com os homens
pubneos port'oguezes, qde em boa Unra e felici-
tam nor nio estar 0 seu p3iz a brae.03 com tao
ineandnsceate questao.
E essa felicidado Ihes dove parecer tanta maior
e tanto mais grata, qnanto a nao exntenria da
questie Ihes da enxarcias para euidarem dos mud
tiploi lnttressos pecnllaras ao estado civil, sem
sa mquiuterem de saber .[uaes as crencas rli-
giosas dos que to mam parte nas rariadas phases
da vida politica naciom!
Sa tao momentoso objecto ja tivesse penetraio
nas relacOes politicas, por carlo outras, mui divor-
as c por ventura craeis, soriam. as cireumsUa--
ciae do paiz, visto oomo a questae religiosa tem
conn principal ftm s^ tolrometler am rado e tudo
baralhar desastrosaraentu
Se dla existtsse en Portugal, nao tefiam sMo
pacilioas cmno foram, as elei(8es mahicipaes de
novembro, nem tao poucp reinana em todo 0
paiz essa par octavtana de que aciraa fallamos, e
a cuja sombra lloresrcm as. institaic3es politicas
e se desermdvemtodas as ftrntes da riqueza moral
e material do povo.
ana, e sora tanto iniis mil, q-tanto raiiore*
+ftrtm ;t< fircirjhiliilales quo strrirem a Hospann^
para a raalisacaa d swu sonho. ,
Ditolruiv assas ^r^jjabili-da les deve ssv 0 pri-
morjjjpi alm.ojo .lu p.irutgaetos, 1 para isso seja-
Ihero inotn Beus, patna a libenia.lo.
Com esse motu con jaistaram elles outr'ora
muilaa4*rras auu for|iaJhb m itiro dflgl'frias_e
de rename ; ccaf elM Hfa haia Por
iuga^Hpar ckn j mais gralas tradifo s, ,1!
:,'iioias de-sas posjajudes em dons contio-otes ;
com eile iinalmenlSMaimmtiao sen povo para ai
mats Dallas co.|pias 0 1 civHbaoa Com eilo,
pois, Oava Portugal abracir so astreitimfotL', certi
.la qne naasueciMM 0 |Hvo qawtioia por divisa
essa trindade, que *y,nb*lisa am faturo gran-
dioso e risoniio.
Para asoiloaiaso poise-so-ss piriaguizis foi
n anno de 1873 eheio do "mu'tas amargnras, quo
repercutiram dolorosamante na m^lropile, obri
Jando eta a volver vistas cmdadoas para aqaeL
las, e a pranjovar a emprogar in^ios eoergicos
para safTocar os elementos perniciosos qne ten
taram, mais de uma vez e em vanes pontos,
quebrant.-ir a paz a a Iran jaillidado Kpral.
Com effaito, qaar na In ti 1. quer na Africa, ap
parcaram sublevacoas oravoltis, contra as quaes
foi mister quo a metropoie enviasse exi>edii;5es
de tropas 0 oulros meio* do ap^siguamenios.
Pelizmente essa estado de cutisas foi puramente
accidanial, e de nenlium modo deounciou uma
sitaagao assustadora, como a muitos se afigurou.
As colonias de Portugal, sem duvida, sao pros-
peras, commercial a matarialmenxe fall.ind0 ; admi-
m.-trativamente, porem, e q to nao podem ter cabal
deseuvolvimeuto ; e d'ahi e que vein esie estado
do qua aciraa fallamos, 0 qua quasi annualmante
^e repete, sa bem que para darar pouco tempo 1
- Emquinto nao houver um so exercito para
Portugal e suas possess5as; emquanto os gover-
nos g raes forem capitanias railitares ; emjaanto
as colonias do maior^ imp irtaucia, a imitagao das
colonias inglezas, nao tiverem orcamontos seus
assemWoas locaes para descentralisar a admlni
iracao d,-< melropole ; esse estado de cousas aciraa
referido ha de mamfestarse periodieamente, visto
como a aeeao central dilBcil a tarrliamente alii
cliega, e nao raro qnando ja nao sao mais pre -
cisoa os seius servicos.
E' urgeute nielliorar isto ; e em bem da civi-
lisagao e do progre^so, e mesmo em bem do nwfu
que serve de esculo a Portugal, convem qua 0
.sea governo cogite de reafisar essas reformas;
certo Je que, assim praticando, so tera a ganhar
o respeito e a admiraeao de todos os povos.
4 mesa do lunch, pratiAia.
mente prepsrada eo,n cu.n talheres eahr"ToySI
iO'iiaiido a*s(Bt',l>rosaiiuio a fssta. vlHKg
iqa,(o
.-1* o*sag-iinte< lelagfamma^Ai r0
Exm. mmsiro da a*rieallora, Gaajnvr
8 -lirwputilii-as aos Ex ns. presidents das piu
vincias da Bihia, Permmbaci Para :
sea i
arina, q VTTg
pario. Bplauj
jue tantoTprtim>4|
ilia brasileira,
patri itica lupulacSo dessa pr<
r^hh*^i^Bos dos bonsSt
trabalbai| p) p\]
vo.
nte destaijrovinela
iKoticins do sul do iiuperio.
Chegou honiem, dep-ds de 4 boras da larde, n
paquete amerieano Sou(n America, procedente dos
port.-s do sul do imperio.
- Do Rio de Janeiro nao troaxa eilo jornaea,
vi-to como, sahindo d'alli a 26 do passado, e tan
do sido feriado na vyspera, nao se pabticaram jor-
naes.
Consta, porem, de cartas parliculares quo nada
oecorrera de interesse, assim como que prendia a
garal ait-ov/a.. a iiaugurae.au do lelegrapho sub
marino, qua devia ter lugar, como effectivann-nie
aconteceu, nodia I do corranta, e par* a qual se
faziam rcuitos preparos da festajos.
BAHU.
As datas desta provincia que aleancara 0 dia 30
do passado, adianlam dous dias .s noticias trazidas
pelo fkva.
A camara municipal da. Cachoeira apurara a
aleicao dedeputado- provinciaas pelo 2" dislricto,
expedindo diplomas aos senlioies :
Dr. Armtides Augusto Milloa.
Dr. Mauoal Caouido de Araujo Luna.
Dr. Antonio Oiavo Galraon da A. Goes.
Conego Henrique de Souza Brand*),
Dr. Antonio E. G ragalves do Almeida.
Dr. io-e Nunes da Silva.
Eii;.Mi'ii-ir.i income Martins Baggi.
V'igario Jo^e Coperlino de Araojo.
Or. Sfeinael do Nascimanlo Teixeira.
A' 27 fallecera na Cachueira 0 Dr. Manuel
Candido dc Araujo Lima, chefe de secaao da ?e
cretaria do gi)reruo
A' 28 ivuniram-se, na cipital, os seoios do
Monte Pio do professirado, e!eg"J3do a sua direc-
totia, que ficou a>sim eoosiitnida :
President.! -Dr. dose Luiz da AlmeidaGouto.
Viee-pre-idenle ntonio Alvarcs dos Santos.
Secrotarios Joan Theodora Arap-mga, Aastri-
cliano Francisco Coeliio
Tne-o'.ireiro -Dr. Antonio Joaquim de Barros
S ibrinuo.
Direccao Seb.isliao Joe F.ibciroCoimbr.i, Fran-
cisco Jose Pereira,01yrnpio Deedalo Pilanga, Ade-
tltie da Silva e Olivei'ra.
Comnissio do coatas. ~ Mauoe) l-'loraucio do
Espirita Santo, Dr. Jose ilareellino Moreira Sain-
paio, Ricardo Dulra de Andrade.
A uma bora teve lugar a se^emonia da Inaa-
guracao. precedida de um discurso de abertura,
recitado pelo presidenle do aclo, ao qual compa-
reeeram algamns senhoras, inaitas pessoas gradas,
a cooimis-u.'s de diversas sociedades, qua lizoram
3? falicita^oes do costume.
Nesti! mesmo acto 0 novo presidenle to mo a pos-
se do cargo para que acabava de ser *ieito.
No mesmo dia, 28, a Monte Pio Jos Artistas
celebrara com missa a saa padroeira c sessao
magna, 0 ii.* anniversaria da sua inslallacao.
Os jorn.ies mencionam algana crimes com-
mettidos em varias localidades,
O cainbio regalava : 2C 3/8 d. particular,
sobre Londres a 90 d/v.
nIML
dates d
raule acunteonn
a prosperidade 1
ma ||m
reuojoi
a***t*se amiinl
eitiMBde.jJnierito
^^Hxc. Sr. p
daaassim :
As congratataiJBgs; por V."fl!fc-*W
provmcia le Pernimbuco foram por min
mitcid: s as diversas classes qae a repres
-jae se acham com assent.) na mesa d fa^tiip pre-
parado ara solemnisar do faustoso acinTeciihen-
to, na hora em qae foi cntregae 0 terexramroa, o
qjial foi sauJau-.) com vitas ao Gabtaato Sjte do
0 sagunJo, a 0 qae envira 0 Sr. visconde da
Rio Branco com a direcyaj acima mancloaada,
conci bid 1 neias termos:
Minhas emgraiulacoes a V. Exo. a a todos
os eonri ladaos e hahitautes dessa Delia provincia
O fact 1, quo ioste inom ml) celobramos com tan-
to jubilo, so por si atlesta a importaocia commer-
cial .11 Urasii. Pela im-nprassao da hojc julguc
mos das vantag ns moraes.e ecunomicas que virao
quinJ) o inensngairo eieclrico nos puzer em eon
tacto com a Kuropa e a America; 0 que nao tar;
dara muito em ligar 03 principaas ceniros de nossa
priduccaj com o littoral; onsequencia necessaria
dos camiHho< da ferro Fe em D ms, trahalho util,
acttra, incessante, e seramos graddes. Nenhu n
outro p .vo possue em si maior cop'ia, nem mais
foeon'oNis element n le prosperidade h de forca.
Fo a seguing res.nisu dada a esse telegram na,
pelo mesmo Exm. r.:
Esiava detenninado qne leleetri iidade J> come
caria a percorrer o terntorio brasilciro depuis quo
iieiihu 11 eseravo mais nascasse aelle.
Ao grande miuistro quo tanlo contriboio co u a
sua jio i.t.js.i e 1I1 ju n'tepalayra para anteciparos-
tefeliz ae.onteeimHnioebem assim aus ?eus illustre-
collegas pie tanto u auxilfaran) neste nubra em
penhu, envi a provincia de Pernambuco por meu
intermedia as .-uas congratula;6es.
0 juoilo foi g-ral, e a festa de que foi teatro a
Assjciacao Cmvnereial, esteve na altara do sac-
cesso.
Aiinu de 18->T-1. Com 0 anno que hoje co-
rnea 1, abre-so 0 qumquagesimo da existencia deste
Dinrto.
Coma ale hoje, proseguira sua redac^ao a ob-
servar as nornias de imparctalidaJo e jnsticn, d^
qae presume baverdado provas mequivocas, quar
relativam-nte a.s interesses geraes da comma-
Ohio brasileira, e ao* particaiaros desta orovin-
cia, qaar aos dos nn&os assignadtes, e de todns
aquefli-s qne nos h.inram com Mia cmsi leracao.
Vapor Puna. -Saiiio do porto da.Bahia
para 0 nosso na quarta-feira a t rde, e deve che-
g.-ir "oje este vapor imilez, da lioha 1^1 Pacifico.
Diulieiro.-O vapor Mandihit levou desta
praga para
Maceid tit::)*000
Penedo *>>* AOOO
0 [pQJtjca foi poitador das segmntes quau-
foverairo -c ml
maioj.' juoho,.|
If OJ a 119-ij
em dezeinnro.
' Cimros.
guiutes precosj
jjuasALi?70 a f
C7o era f-.-ereil
e 684 a 666 ef
ho, de 515 a
7)9 em outu
dezembru; us
0 fevarairo, 411
a janho, de 371
0 .-etomtiro. do]
da WR 346
cov d l800 210 > em abrH,
ie .UoOO a 24Q0O am oatuh/o, de
iiq novembro e de UiOO a 1/1909
;.S2rif. "al,\>Temos,non,ongo
0 anno* pa-sado regularara os se-
ara este g nero : cs salgados sec I
ra" SK%La eaUjnejtt, de R6J'x
de ($7 aai etjBKrgo e abril,
maiae juaho, da303& 6i0 em ju-
166 em agosta a satembro, de 579 a
to a aovembro, da 376 a 'i79 em
-kadas verdea -436 t. en. Janeiro
"JP"'-10 abrd, 436 era rtai
a Ti 9 cm julho, 370. em agosto
I/O aj?.'i em outubro a novembro e
dezambro.
T.a,a >e ies(Mntt; Kagolon asegtlnte
tabella no am,, passado: de 10 a 12 9/0 aoanno
nos 1ne7.es daMmairo a fevereiru, de II a 12 em
,"ar5 ? *ril,llo 10 a 12 em maio e janho, de 9 a
I3aui julho, dje 9 1 1 em agosto,. de 9 a 12 era
bio e oftubro, de II a 12 em novrabro e
dezeinbro.
de II a 13 en
Antonio, na
guint s :
r.r"?i*,n i%s-' p"ram ||djs n 'b]1 d Ro
e de matriz da freguezia de Santo
jaiuta-feira !. de Janeiro, os se
-J." denunciacao.
Mai"
de Andrade, com Anna Maria
0.
Pedro Fra
Pioheiro da
Frainiscu
da Silveira "Jivora.
Bacliarel
Annauciada
Joaquim .
Olympia de
Vicente Feirei
da CuRceicaoJ
Bacharel Diarte Estevao de Oliveira, com Can-
Ealalia Ferraira.
dida
Manuel de Almeida Lima Sobrinlio, com Leo-
poldma CaroUoa Pintinawor.
Januano da| Silva Assum, gio, com Ana* Maria
dos Santos. 71, "T
2." denunciagao.
loisco Theodoro de Senna, com Maria
iilva.
Albino de Souza Pinto, com theopmla
com
Yancisco Marques da Cunha,
arulina da Cunna.
se de Oliveira Costa, com Cordula
'Uveira Souza.
3.* denunciacao.
J..ao Xavidr Rio.iro de Andrado, com Maria An-
nunciada dofe Passos.Miranda.
Jose PascLoal de Carvallio Rabello, com Rita Mi
uervina dos/Santos.
Silvan.) Antslo Pinto, com Franeisca Mar^olina
Je Paula.
Tenento J.jao Pareira de Luceaa, com Isabel So-
phia de Az-vedo Santos.
Ulysses Martins Ribeiro, com Candida Rosa Go-
mes.
Casemiro pinto de Carvallio, com Eadocia Esrae-
Mcia dos sautos.
Josd Joa
lias
Nalal
Ceara
Cruzeiro
d< Hal
7!68i*8'0
2V:0l U620
-E-ta vapor si hip
licksjina Pi
Fr.in.-isc
Ignez Marii
Puriinu
tiO'i da Sou
Dr. liayi
com, LaonJ
I.uterJ
beueik'io
a qoal sed
Luilal
ter lugar (
aas '"
na
t'ara para 0 nosso porto
dezembro arro-
881:6094371
10:302tOi'i
84.836J393
32U:03j7o8
MMsmm.
Se ella existisse, e p^r sha causa lavrasse pro-
fund* dissensao na sociedade portuzueza, como
aconlese n'outras paizas, cei-tamente nao saria
sreralmente cclebrado com festas, como foi, 0
niiraeuloso salvantanto da rainha e dos piincipen
seas lilhos de nm na-ifragio. que quasi as faz de-
vorar polo oceaijo, no lugar Bocca do Inferno,
em Cascaos, Esse facto, insigaifleanta na apparencia, dcu
todavia nmabem exacta medida dos aentimentos
REVISTA DIARU.
Professor cs puttlicos.Pdr porlarias da
prcsidencia da provincia, de 22 e 29 de dezembro
ultimo, f.rtin tamovlifos : 0 professor Jose" Joa lulra
Burgas Uchoa, da cadeira da Boa-Viagera para a
da Sossa -enhora 3a Sraca da' Capunga. e 0 pro-
fessor Claudino Gomes Barret), ita cadeira da ci-
dada do Nazarefi para a da Boa-Viagem.
Collect.ria provincial. Por powaria
da prcsid-ncia da proincla, dc 30 de dezambro
ultimo, foi exoaerado, aseapedido, Joao Francis-
co do Araaral^de collector provincial no municipio
de [gnarassi4,e foram nomeadbs : para esse cargo,
0 actual es.Tivao Ignacio Marcolino do Amaral, e
escrivao Jose Francisco de ArradaFraga.
laau^uracao do t^egprapho cus-
teir suUnriitririo Teve hontem lugar
como ostava determinad6, tao grande aconteci-
m ento.
Prosentes no edificio da Associagao Commercial
Benelicauto as prmcipaes autoriaados oiWs e mi-
iUares da provincia a um aiiraaroso concarsa de
pessoas gjadasde todas as oor)M.>oes disiincUs
de nossa sociedada; foi receb'.Jo as 2 ijfi da larde
urn lelegramma da corte .no qual a agaucia d'alli
coaimaoicava a a^ ca qae S. M. imperial e sau ee-
quito achavam-se na respectica estagao
Immediatamenie as uaodas de music* marcial,
presentes, tocaram 0 hymao naoioaal e iaauraaras^
girandolas da fogaalei atcoaram os ares.
Muia-nios depms chegou, 0 seguinte talegraoi-
raa ding.do par S. M. iiniwriaJ aoSsm. Sr com-
mendador presidenle desta provincia
Peroairthn'l') daRca|,ilal do iiaperio as provincial de
Perua,; hue, B,h.a e Para, |>el* ioaugora-oau,
quo hoje sa realise., do lelegrapho electro subma-
V.Q .,t,,),e JS !e.fsto1'' ao longe da maior parte
d ixosta do Brasil oaspero a'uida felicita-la* oata
ns^>ra^J d" ;,U,'"S ''"?'J'tanuos malhwauL-
iqt1 mofaes a inalenaea pr.r 1 nossa patria -
S. Exc^ dirigindu se a varan.la principal do edi-
Baa da Assoeueao, dau Gel > inhecimeoio.deatata
;' povo, queapinhudo enchia aquella
'r-mieira, t
perador e a rainha
ediilcio 11 pragi. qne Ilia (iSi ^utetri. 0
de Inglaterra
Eis- a resposta minfada la:esraahar pejo Kxm
presidcnte, em respas.a ao ldegrdiuma imperial
- 0 jwvo q;,e soabe ser livre, quando 0 qu,z.
licinh i3' !lberua'10 P'- am duas provincial
ri 2m yrin:J,:i rHMOOtrmu, flaode.xa-
na certameato da applaod.r com dolirante fuhilo
amtrortvccai uop.iz da um dos ni ou-aios
emprehendimen: .s do e^nto humaao, e qua a
monarchico^dy .^tieesda- povo ^^Z^T^^^^^- ^ torns9 aCQ"
qua
es*e peutaur do paz nio 0 era so para a lies*
aba, nia; Porto--ai tamaem nolle coufiava,
A umao dos guhditus d-? ami na<^o qualqitflr.
no interes-e com-ncm da sua coasorvacio-, sempre
gbr/'a e forja.
hi 0 !ia da /arer a sua rsafoT
. raditf f
Viva 0 progress.! do Praiitf.'
Viva a KiKOllia fmperiar.
Isto feilo, dirfgu -. }.. lim i:'V'6pi
quarta-feira a larde, do'
pala> esc ilas.
Remluiientus.No mez &:
eaJaram :
Altandega
Cap.dazia
RecebaJoria de roadas ioteriias
gerao-
Consulado provincial
Iiupustos pruvtneiacs No dia 9 do
correote termiaa o.praso para o pagamenlo, livre
doinulu,dos imposto-i psoviaciaes da dacima ur-
bana, e de cinco por cento sabre os bens de raiz,
relalivos ao I.* aeinoslfe do exsreicio de 1873 a
No dia 12 do correote come.;a a c^rrer 0
praio de 3<) dias uleis marcado para a arrecada-
eao, independente de ranlla, dos 4wer>os imposing
provinciaes cobrados por la^ Znto, pertoncen-
tos ao anno finincelro dc 1^73 a"l87i.
1'a^adoi'ia dc fa/.endu. Nssla es!a
cao pagam-sc hoje as siguiutcs fxlhss : prcsiden-
cia, faculdado de direito, rpUfSo, prcts 0 folK-ls
dos oUl.-iaes, thesouraria.
Os funccionarios qua deixarem do receber
uc-te dia, :;6 polerao fazc!-o do oilavo dia ulil cm
diao'e.
<;vniiiasio Proviuelal.- Do. hoje em
diaaute acha-se abeita a matricula dos alumnos
deste instituto, sendo elavada a paga trimeasal dos
pensionistas a 100^030, a monsal diss meio peosio-
nistas a 20*0 iO e a dos exturnosa 65OOO.
Recife Drainage.Fui prorogado, por
portaria do Sr. inspector da thesouraria provincial,
ate 18 do corrente, 0 prazo marcado para paga-
menlo dos apparelhos e annuidades da comiianhia
Recife Drainage. ^ii'~**?
Vapores os*perados.-Hoje o3 araanlia
os mglazes Pauo, de Calhao c oscalas, Potosi, da
Europa; a 6 do correote, 0 brasileiro Dantas,
da Bahia 0 escalag, e 0 partnguez Almeida Garret,
do Porto pelas ilhas; a 7 ou 8, 0 brasileiro Bfl/i",
do sul do imp'Tio, 0 um francaz de B .rdeos ; e a
9, 0 francez Rio Grande, do Rio de Janeiro e
Bahia
Follilnha.Destribaimos como presente uu-
moro aos nossos assiguantes a folhinlia para 0 an-
no corrente, coniendo, alem dos mezes, uma label-
la de todos os impostos geraes, provinciaes 0 mu-
nicipaes, a as datas de seus pagamenlos.
Arribadn.Na quarta-feira arribou ao nosso
porto, para tomar carvao e viveres, o vapor Ka-
lian* Aquilino, da 31 toneladas, procedente de
Ganova, 1 por Gibraltar 0 S. Ticento, com 44 dias
de viagem. Destioa-se a Buenas-Ayres.
Feira da Victoria. Na de 19 do correa>
te estiveram a-veoda 1:6.0 bois. Em vista desse
namero, foi cunsiderad'a ella a maior feira do
anno.
wille de Bio. -Tocou na quarta-feira em
nosso porto, em viagem do Rio de Janeiro para o
Havra pelas escalas, segaindo a tardo para seu
destino.
Transaccoes eainhiaes. -Daranto 0
anno de 1873 regularara as seguintes taxas cam
biacs, na nossa praga :
Sobre Londres -de 26 a 26 U d. por U000 no
mez de Janeiro, de 26 1/8 a 26 5/8 era fevereiro, do
2-5 3/i a 27 1/8 em margo, dc 25 1/4 a 27 1/8 em
abril, de 25 3/8 a 26 em maio, de 25 a 26 1/4 em
juaho, de 23 1/2 a 26 1/8 em julhe, de 231/2 a 26
em agosto, de 26 a 26 1/2 em setcmbro, de 26 a 26
1/4 em outubro, de 2-5 7/8 a 26 5/8 em novembro
a de 26 i/A a 26 3/8 em dezembro.
Sobre Paris-de 355 a 360 rs. pir franco em Ja-
neiro, de 354 a 360 em fevereiro, de 332 a 337 em
raarco, de 334 a.mi em abril, de 370 a 372 em
maio," de 378 a 385 em janho, de 367 a 376 am
julho, da 368 a 378 em agosto, de 360 a 363 em
setembro, da 3&i a 365 em outubro, de 358 a 368
"era uovembro a de 367 a 367 em dezambro.
Sobre Portugalda 101 a 105 0/0 em Janeiro,
de 100 a 103 em fevereiro, de 98 a 102 em raareo,
de '00 a 106 em abril, de 10a a '08 e.u maio. de
110 a 1 6 em juaho, do 06 a 114 en julho, de
109 a 116 em agosto/ do 106 a 108 em setembro,
de 107 a 112 em outubro.de 103 a 112 em novam-
bro e-fli 102 a W9 em dewmbro.
Sobre Hamburgo -a 460 rs. por marco banco
em margo, da 470 a 474 emjuaflOi da 464 a 475
em julho, a 460 em setembro e a 465 em dezambro
D-'iitro do anno (izeram se tran*acc3. eambiaes
aubli :a na importancia de 3,98a:000 e......
o,'jyU:iHIU r
-ll^o'lan. -0 pn>co desta genero do produc-
es.) da ppiviiioia; aa anqo passado, regulou : de
<.UW> a lOiiifla nrrnbaou 13 kilos em Janeiro,
da 9**00 a 10*000 era fevereiro, de 9*200 a
10*000 em mar.;o, de 8*S0O a 10#200 em abril^
J1 9*4oJ a 10*000 em maio, d
em junho, de 8*3 0 a 9*300 em julho, de 6*400
a 8 ?SO.) am agosto, ila 8*200 a 8*700 em setem-
bro. de 8*230 a 9*200 em outubro, de 7# 00 a
9*000 am novembru e de 7*600 a 8*000 em de-
ze 111 tif.i.
Vssuuttr. No anno de 1873 ragularara os
pratf .sseguintes: paraubranco de3*400a4*100
em i.m tro, fevereiro, marco, abril, maio e junho,
48 3*150 a iiSJO em novembro e .i-> 2*0 a
is'-)0 m deiembro; paca 0 3jmeiU' 'a 3*100
^P^ <-'"i Janeiro e f.vecairo, de Stfi-iil a 3*200
t ,A"i,rv'0' abci1- maio,jualio, julho 0 agosto, de
2iJ0 1 a 2*900 em nuve.iibro c de 2*!00 a 2*8 0
ajiul,r" Hara 0 raascavad* purgado-de
W a 2*980 em Janeiro e faverairo; de 2J100 a
am mtfo e abril, de 2*2f)0 a 2**00 am
iim da Cunha Maia, com Adelaide Fe-
rciaucula de Menezes.
Lourangu de Coos Vasjoacellos,. com
Franeisca ie Luna.
llendes Martins, com Leopoldiaa Vicea-
u
miido Theodorico de Caslro e Silva,
Uachado c Silva.
a.-A que se aoha a venda e a 82", a
a Santa Casa de Bjsencordia do Recife,
exlranida^ni) dia,9 do corrente.
. Aman.ha, sabbado 3 do corrente deve
ugar ior inierven;ao do agente Pinto, 0 leilao
.livid:* da massa falhda do Amorim Fragoso.
^mtos i t aauellas que foram a leilao pel3 pri-
meira vezlno dia 16 de dezembro broximo pas-
sado. T
t511** /de deteucao.Movimento do dii
30 de dezfjmbro de' 1873:
Exisjaaiii presos 32Q, eulrou I, sahiram i. fi-
cam exi.-,Hndo 323.
A saber
Naciona^s 237, mulneres 11, a5trangoiros 23
ejcravos 4,3, escravjs *.Total 323
Auraentados a custa dos cofres oablicos 232.
.Movimnulo da euferraina do dia 30 de dezem-
bro Ie 1873.
Teve alt.,:
Man .el Rbujga do Ljrniaeato.
Pass&geiros.Segairatn para os porios do
norl"' no vapor Ip-yuca, os seguiutes :
Bacliarel Arthur Auaes J. P.res, Pedro S. da
Miionra, laaoel Arthur A. da Silva, Mauoe) C. de
vascuncellos, Manuel Gomes da Silya, *)io C da
Amori:n, Mauoel R. d is Santos, Joao II. dios Santos,
Manoel da Silva Fraitas, Joaquim silveno da '-gu-
ra, Jose Cuperliao, Ernesto Hocessan,'F. DeLa
jp-anjo.
Scgpiram para 0 sul no JtVini'iAu :
Jose f- rancisco Borges, Fhmineneio, auwiuo Joa
qaim de Farias, Vicente Ferreira dos Aujos, The-
roza Maria Coelhi, Theodor Braascb, Manoel Jose
Tivares, II. J. Tavares
Ccmitcrio pnllico.-Obituario do dia 29
do corrente:
Herarlita, brauca, Pcrnambuco, 3 anno?. Poa-
Wstaj boxigas.
Joao, br..ncu, Pcrnambuco, 3 anaos, Graga;
variolas.
Joao, par Jo, Pc-rnarabuco. 5 dias, Rocifoj.U-
taoo.
Maria das Dures, escrava, prett* Parnambnco,
12 annos, soltcira, Boa-VisU; taberculos pulmo-
nares.
Clara, oscrava, preta, Pomambuco, 14 auaci
solleira, Bua-Vi.-ta ; tuberculos pulmonares.
Maria, escrava, preta, Africa, 30 annos, solleira,
Graja; molestia interior.
Anua Alvares Monte Rosa, branea, Pernambaco,
36 annos, viuva, Boa-Vista; bexigas
Lauriana Maria da Conceicao, preta, Africa, 80
annos, solleira, S. Jose ; erysipela.
Jose Rodriguis, Hranoo, Portugal, 21 annos, sal
deiro, Boa Visla ; febre amarella.
Guilhermina, parda, Pernambuco, 13 annos, sob
teira, Kocife; infecaai palustra.
Maria, escrava, preta, (ignora sc a natnralldadb)
44 annos, solleira, Suuto Antonio; insafflciencia
das valvulas.
Joaquim Ferreira de Lima, par Jo Pernambuco,
26 annos, solteiro, BoaVisla, hospital Pedro II t
eacbexia.
Candida Maria I'ceilia, parda, Pernambaco. 23
anous, solleira, Boa- Vista ; encephalite.
Manoel, pardo, Pernambuco, 9 anaos, Recife ;
bexigas.
Maria Joaquiaa Calabar, preia, Africa, 68 annos.
soltdira Graga; estopor.
- 30 -
Joaquim Clemenle de Souza, mandado pela po-
lica.
Jose Francis mi Maia,
annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro- Hj ta-
berculos pulmonares.
Budocio, pardo, rarnambuco, 2 anaos, Boa-Yia-
ta; bexigas.
Joio,. pardo, Pernambaco, 3 annos, S. Jos*: va-
riolas.
Anlonia Maria do Rosario. preta, tfrernambaso,
33aonos, solteira, Boa-Vista; hospital Pedro I!;
lubercnlos pulmonares.
Antonio Pareira Marques, pardo, Pernambuco,
30 anno?, casado, S. Jose; variolas.
Joso Pares de Figueiredo, branco, Portugal, 34
annos, easado, Boa-Vista; febre amarella
Laurinda Maria da Concen;ao, parda, Peraambu-
co, 38 annos, viuva, Graca; tubercotos palmo-
nares.
Manoel Francisco Lima, pardo, Pernambuco, 40
annos, solteiro, Recife; bexigas.
Joao, pardo, Pernambuco, 7 mezes, SoJaga; va-
riolas.
Bartholesa, escrava, (ignora-se a naturalidade)
28 annos, solleira, Santo Aulonio; tuberculos pal-
monarei.
Pedro, eseravo, preto, Africa, 40 anno;, solteiro,
Boa Vasla.; periiouite ,
Caetano de Assis .Campos, branco, (ignora-se a
naturaldidae) 61 annos, casado, Santo Antonio;
hemorragia cerebra).
Elvira, branea, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos*;!;
tetaao expontaneo.
Jose, branco, (ignora se a naturalidade) IB dsa
zes, Santo Antonio; conval-5as.
0 1* #y(Mto crimi-
. ngoroso dever, de justifi-
ca-la.
Tamos nma-qnestaoa* faeto e nma qwslao d*
OireiU). ,
Coqicg^remps pQr egta,
Nas comareas especiaes pode 0 juiz do direito
concader habeas corpus a am indi aiairtcto divano do sou ?
Antes da mm lei da reforma iadiciari* nao ha-
via dav.da qae os juizes de direito do crime ti-
oaain coinDetancia |iara conesiar Anoerti-rorpus
em toda a ciMBarca, em vista 1 Brt. 342 d codi-
go do process* criminal
1 A juri~diccao criminal ara antio exercida cu.nu-
lativainente em todo 0 municipio.
Mas a nova lei da reforma judiciaria alfcrou o
aojigo regimen desda que dividio a comaaea e-pe-
cial desta capiul <*m districlos espe'-iaes para
exercicio da jurisdicgao criminal dos juizes de di
rei to.
Pelo novo regimen a juriidicaao criminal nao '
exercida cumulativameoto ; cada juiz de direito a
exerco em seu districto.
Esta doiitrina decurre da term i nao te di-posieao
do 3 do art 29 da lei de 20 da setembru d
1871 que diz qae, todos os juizes de direito exer-
e*ro cumuJ.il-lament* a jarisdic^ao cicel, a e*-
cepQ 0 dug juizes de varas privativas, a conjuncta-
menle com a-toa a jurisdicoau criminal na inesirw
eomarca, c n'orme u determinar em regulament"
0 reaulam<-niu desu lei de 22 de novembro d'
1871 no art. 2. diz :
Todos asies juizes do direito, ainda os das va-
ras privativai, exrcerao a jnrisdicjao chmioal em
dutrictot espeeines da rc.-pactiva etimarca, que mrs
forem design da* p la governo aa corta, a pato*
presidents nas provincias, po tendo. porem, in li--
linctaraenlc ordooar as prisdes e todas as diligen-
ces em qaalquer oarta da ronurea
Ora, este eomarca foi, de confurmidade com a
citada disposigao, divididaem seis di-mcius cri-
mmaes por portaria da prasidencia da provincia,
e coube ao juu de direito da I.* v*ra civel u 2.*
districto, para neila exercer a jurisdkcao criminal.
Assim o juiz da direito do 2." district), nao pode
exarc r luri.-diccaa criminal no quarto.
Quando as citadas disposicdes ainda dcixasscm
duvidas sobre 0 ponto, que discutiinos, ahi e>ta o
I do an. 2 da citadn ragulamento, qua diz :
a A substitnicao reciproca dos juizes da direito
0 restrieta, nas varas substituidas, as gtmtaocw
definilivas, on com f.rca de dartniiivas, a le-pi-
chos de prununcia, a concessio ->u deneniri-> de
habe-'t corpus, t
E', pois, manifastamente claroquo so pode cm-
ceder hahcas-corpus 0 juiz de direito qne exercer
a jurisdiccio no districto, onde se varifiar a
prisio.
A e\copcao feita pelo c Udo art. 2 do regula-
ineulo de 22 dc novembro, e mais uma pmva da
incoinp.. leii'-ia da um juiz da direito par 1 cuiice-
der habeas corpus a individuo preso em dislricto
differente do sen.
De fail..-, as diligancias da que falla essa dispo-
sicau, sao as qua sa fizerem necessarias no anda-
meutu de qualquer processo crime, qua com pa-
rante este ou aquella juiz do direito. a nuem a lei
nao qui' pear, dem coltorar na obriga.;ao de de-
precar uma diligencia ao j liz de outro di-lrrcto.
Esta questao ja foi aventada na cdrta por occa-
siae dodiabcas corpus requerido pur John Marven
Carrere ao juiz de direito do I districto crimiuat
qaando a sua prisao havia sido cfTecluada pal-
juiz substiluto do 8. districto.
Eoiao foi proferidp o seguinte accordio pelo tri-
bunal da relacao :
Que feilo 0 sorleio e relatorio do esllo da.
provimento ao recurso ex-oftlcio para ref .nnarem
como rcformam, a decisao, pela qual o juiz a quo
coneedeu a sollui a era virtude de ordem da kabean
corpus ao re.-orridw J. M. Carrara ; par iiu.' .i'.
tendo sido a jurisdicca > do dilo juiz timitada ao*
aeos criminues do /.* districto desta corte, pelf-
art 2 do decreto Je 28 do dezambro do 1871, cum
a uni.-a excepgio do art. 3 do mesmo dern-to.
faliavn-t'ie a competenaa para expedir tigu-llu
ordem n respeito deu-n mdiciado em crime inif-
fi-fAC'uel e nm processo inst'iurado perante 0 juiz
criminal do 8 districto. Portanto mandain que.
Brando sem effeito a referida ordem, seja 0 recor-
rida resiituido a prisao, da que foi relaxadu ; pa-
gas pelo inesino as custas.
t Rio, era 30 da maio de 1873. Presid<-nle in
torinn Pereira M nteiro. Assis Mascareuhat. -
Azeved -Mariani.
E', pvis, doiitrina incontestavel, em vista ds-
dipisicoes ciudas,qua,c Dr. Quintino de Miranda
'""'".I'D "S Jimites de sea jurisdiccao concedend--
Miara por habeas corpus a individucs presos para
recrulas am districto diverso do seu.
D'a-iui resulia que a sua seateaca, informe n=
Tundo e na forma, lalwra em vieio radical e insa-
iwvtl, qua! 0 aqucllc que resulia da falla deju-
risdic.-ao, pelo quo eih c nulla de plcno direito ?
como scnTto exinlisso.
A priineira condicao do poitr & sua legitimida
de, e osia iia<) dapontle da vonlado cu caprice
das paries ou do juiz; so 0 exerce aquelle a quo:*
a lei oconferio de modo espresso e formal, soio '
qae nao na seoiio excasso 0 usurpu^ao.
A leitura da sentanca, qua analysaraos, 6 uto
triste documeuto que atlesta, de quanta e cap;.-
um juiz apaixonado; quem a escreveu nao reflec-
tio qae aeixava transparecer bem claraiuenta r-
poderoso movel que a dictou ; niio foi a justiea
calina, sem odio, sem raacores quem fallasso ; foi
a paixao, 0 dospeito.
Se a sentanca pacca por ter sido proferida poi
juiz mcamp 'teute, pcca tambem por falta do fun
dameoto juridico.
. Com effeito, para qao se pouessc sonsidorar
como illegal a prisao decratada pelo Dr. chetc d>
policia, era praciso que se venliea-se alguma da^
COndlcoas exigidas pelo art. 353 do codigo do pro
ces-o.
Em m iterias desla ordem sao 06J0 haver arbi-
irio ; a prisao nao polo ser declarada illegal, se-
u3j no* precisos termos da lei, a tudo 0 mais e
abuso.
Ora, qual foi 0 fandamento juridico em aw*?
baseou a sentenca do r. Dr. Quintinu da Miran-
da para declarar illegal as prisoes alladidas?
Absolutamente nenhuma.
E', com efTeitu, de pasmar ver 0 modo ocrque
se affronla assim a jd-ti'ca publica em nome (til
lei I I f %
Confusa, como e a sentenca "de ftifctas.orpnjj
mal se p.ide erimpreheoder 0 que quiz ella dize-
a nao ser o dasabrnnenfo da rrogtiifera mais pro-
pardo, Pernambn?o) SO ?r'^ -* "'"? ?'*eta de opposipao. do que de uma
decisao judiciaria.
A prisao para recratamento so pode ser illegal
on qaando 0 recrutado tera a "fan favor qualquer
ats isencdes desii?Q,irras nss inirni><-aaa a* in a.
julho de i822.
PARTE POLITICA
^us-;di Jdos maio, junuo ejSfco, de 2/0' a 2*300 em aovein-
PtRTIItO C01EHVtMn
RECIFE, 2 DE JANEIRO DE 1874.
HABEAS-i;ORPUS.
Nao deve passar desapercebMa a sentonea da
habeas corpus concedida palo Dr. juiz de direito
do 2. districto enraina! desta capital a algnns in
dividuos presos pelo Dr. chafe do policia, para re-
crulas.
Deata analyse resulia qua, 0 Dr. joiz de direito,
qua coneedeu 0 habeas-corpus, msuiron-se em
moiivos extfa-Iasaes, dVixando se arrastar palu
espirito do partid 1, uao duvidando ultrapassa n
limitss da sua jurisdkcau, e mais ainda qne tudo
isso,. iasuHando em uma sentenca, |oe 6 devia-
abuodar em fandamenns juridicos, um altu func-
cionario publico, mq eollega.
Bern se vc quanto e grave a accusacao qae faze-
deswoaths nas inslraccdes de 10 dt
ou quando a autoridade, qua
mandou prandar, nhr eenba poder para rsso.
Ora, os indrvidaos qae forairt softus por habeas-
corpus nao tmham iseocSo, tanto assim quo a sen-
tenca arbitrariaTvente arvbron cm tal 0 facto dr
serem"elles eoeheiroi matrientedos III
Por outro lado a autondade, que o. prendeu
tinha competencia para isso, esfava legalmpnte io-
cumblda do recratamento, conw declaroa em sua
mformacao, e p>is nao sa podia dizer, como diss^
a sentenca, qua erapreeiio quo 0 Dr. cbefe de po-
licia mostrasse qne estava funccionando lesrat-
menle t
Principios arbitrarios, extravagantes c sobver
Jivos como estes, nib secommentam.
S6 a paixao cega|os poderia dlctar.
Agora cumpre iudagnr 0 sguinte :
Quem deva sr rpspoh^abilisado f
Qumi foi arbilrario usurpador dOjuri di'cao e
violentu? '
y\ autoridade, qne recrntoa nos termos da lei
On 0 juiz que pal's- werrar emtorpe-er a mar-
*cha da publica adminlstracao, sophismou .1 lei e
'abasou do poder quo Ihe foi conferWo ?
''' ^--'i _
?>
t
^
ft 1 achar bom.
U.MA LOJA MAgONICA ANirumll&DA pa:u
SER VEHRIDA CU LEILAO TOBLICO-
'A- fraleriuiwie que fx'ule'porn 0 que devia
existir; o prac&lim nta mdo ae algum
mafon, f 0 tndiflermlismo das tajMU.
O quo trab.ilnei em bem da-oMein e a
inilr-innisag.in q n- tivn dos scrvigos.
4)i 1 miiiln .-.Hi -i-nto ja e para inim. An-
tiiui Franctsmi i>ir n*s\ti ci'laoV do HH.:if>, iniciado nos niyste-
n.is da inayuiiTia in lnja PhittHiinia, da
qual sou avals ..lesle 2ud- agostn de IN71,
e 110 Rio do Jan-ir > .1 \i dc jan-iru do \nl-Z
fiimio a loja Estrella do Norte, da qtfal to-
nho sido al6 Uojc antivo, declarar, e publi-
cameute levu an coiioecimento de todt-s os
m.igoes 0 com ospecialidaJc a estas lojas;

Tf
1W

1


-
oe\vd
ieira
z ae Janeiro tte T8.4.
m .^jimlfeflSjb pu con-'-trangido por
detfonsidoracari^ alguma, mas sim so
Smentos
he.
jtos e^e minha ic

esiigar-me de alguus honoeos quej'
n ser o eienaplo jsm honra, a ftrotec
aaicr ao trabalhd, e anipai o dajg
. c virH^fie,; qrje iofelu"4
) coulxarp. j .
i .Is cSUr liga.l-) por
metis, que, combinam,
.11 para so apmlerareru
ilho, o saboriarem-no
! e dcscan$o ; a outf9
mejo o a pertegdi^
mirjuilavajii i i fosse o amparo da f ra
-iir a devida proteceao
: iratemisar com estes"
i n, c squellds quo a!n-I.
s ruiut ; para cotnigu '.*;}
deveres que nao cumpri
ser como elles foraT
e tep*'
naBahis
roem2$70
lOOjJOOO.
rias e dinheirdP fj *Q
vela e vapoM*
assim come
generos
seGonndvesBeHtto,
fandar.
*Ga
869:403*850
14:205*521
SMidfilv fc3&miflfl Ceaf
.e &-*
o ea
e<7uroa.
)rolec;ao,
trabalho
mbgrn #jrei por ser
o-e me-'/ dever.
jua-ac'fio de expdr,
neus./Fpais me ensi-
no c/Jwico entreti
a c/ie tire, a que
a i taandarnentos
s que esper.
~iato perante
e de miriha il
aascimento de Nosso
25 de dezembro del
i estar,
s^gttir era quant
>,
Deu?, pelo men
unitia. Hoje, dia
Untior Jesus Cbris-
IIIti. e Exm. Sr. oMoj^ente da
stKu>a<
Antonio F>
E-ARTA E Li
/rno que conhei
i possivel para nt
Her ; tssim const
ensurados i
>iia
em que ass I
Irutaco Careen- -
IFRiUDE.
jr o mal ulil, e
eontlnirSr heHd 6
fcro a lnifchwabju-
>vem ser !os. per-
o 0
b.
posso falUf,
v^ejaaoi'liberdlde, canscienGia,* ae~
*73k o&Ts6 iico sufeito p.ra com* socie nem smi*aMMi
ueamgeral. W.^ djs estados e rebgia. I de bera de todos
DrofJL.aaAtiio> profesjo, onata,.
a verdouoiid
'
e eosinou
c grande.
uleauiiso esteclia, dan
i rostrio$o A escrava
!i Icndo axis boni ser v
portamento exemplar
casa i aid i esta aos regi
blicai ilosta cidade), A
,itimo iuilo de Man \
iiior, i Usado no ajust
cial. 1
I'or i>s| como miobj
i, con l"'le lje para sem
.aiido \m restricg^
i de T tre livre.'
: paraV .neza, p. ,"ie, a PMo Por mi'
i iettra.
'ernambuco, 2-
AnUr
0 DE JANE ^
Hv pre*,
Miranda,
vinfiia ile
9 j qii.j sh defl
iiaver feilo
* rinha ua
sxernir.io r
Para.
-O.'n-na liti
Accusaa
I'nos *r-
reside* o*L,
U'i#rgipe^*
- \ OX"!
J do
ancia.U i^cbaetl Antinio dos Passos
randa. precisa, para justos tins, quo V. Eti
Ibe rmwie wrtiftoaf se q^overfto da priwin-
cia conaproo terreno de marinba ao suppli-
cants on a alguem dosde 1869 ale esu da- pjlacll.
ta.-^Nesl08-termos^E. H. % Anm# _
dos pm ^irawd^CeriifiquePalacio
do gw tm do Para, & de dezembro' del
niha Junior.
igtf!lco, em MmprimentO do despa-
cbo llipra, que#o' trcbivo 'delta secfetaria
nao oonsta queagorerno da provincia tives-
se comprado tewono de marinha ao bacha'-'
rel Antonio dosiPassos JMirauda, ou a oytra
pessoa desde 1889 at6 & presents data; 0
referido 6 verdade e ao mesmo arcbivo me
873, em.PirntBi- reporto.Sexta sec^ao da secretaria do go-
terao-do Para, cm 9 de dezembro do 1873.'
-0 heCe, Francisco Ribeiro da SUWIh**
MiorVisto.-r/ooo fynfitfo Gomes
Deslas certidbes se vc que nunca possai1
ncia possQ') terreaos damarinha, eqieo
$>tmD do Para dasde 1869, dpocha em que
eguei a asta provincia. ato esta data irto
comprou terrouos de marmha, nem a mim
mm a alguma outro pes>a.
Vivendo dos meus vensimeoto,i|ca lei
nem saiwapHalBta, e distoaafce nB8fc^ir#9i*;
os partidos de* queirieMi
inRquivocas proatts de eoBadera-
cSo e estima.
Se tive dewffectosdurartteo maAexercioio
da secretaria do goveriio do Pard, bonra-
me muito iito, porque es ilquiri por h*-'
Tercuiaprido escrupatesaatHnle o men de-
ver.
AppeUo -pa!a "tertot WipSresitterites^ c^m
quern servi, desde o coi^lheiro J.6iBento
da CuntuFigUefrfcddate *. Dp: Cunha Ju-
nior, todos os quaes st^ripre fwmaram raun elevado conceito, /
Sirvam estas palavws de resposta & Re-
formu^w, apresenta*^''i publici > pre-
sidente owmeado pW8*gipe, litnitou ; a
transcrever a rafiriuYh"t iia da Provincvi.
A. (its Pa*s&f Mlrnn&l. ^
Parf, lOMe dPzembro d f873.
'[tfapdo )
A different^ HtW>' vWa e *
mrie.
EU e a di-tiQ'1^ eutre a rfPaMtfMH de Bris-
tol, e tod os raeicamnt.H tner.-unaes; estns n-
veneruano saagi ti<*U*- Muntis* e.vig.nsa.
Qaando as smhbw as .la in rtt >e tdwtr.duzi-
do oas veias c^i" uo la* b^berag-MK nun-.
ra*s, nada p'ule 'lter a inarcha da victimi ale
quasi a^borda/da srtpultura, a ua.-r es-e au
lid .to cwiira ;"s veiwn*. 0 uw*ii" acxiiere
.[uanJo o viru^'d'umi in .lestia natural, tratialuan
do no syste'ia v.-nnso, S* desrtiiv.Jw detaixu
da terina d.',ul.-era* e< srofulo-.m, caacr.is, tu no-
res carbuncil'9, iuO uninatfoes bnnow. ab<-.-ssos,
erupcoes e W las as de u .is t^rriveis ea'-tulidads-
externas ; .Mis este g'anla r^.n-ili > oo^.ra .hnni-
eameate /bre o mmiM Wado subre us .nais
fluidos a/na<, transf.M-m.iii lo-os quasi milagni
sarasnie m c .rrann* ptrts e nuintivas, levaudo
a saade e o npr a todos .s orgaos p.ir onde cir-
culain.
At mercudorias para
Pauchopi.
air...
Yapor.-iaglei
' tias para a.
Brigue pottuguez i.
alfandega.. %
Patacho allemao->Jftan...
alfandega.
Barca ingleza Janus Dudsn .
pachada para o caes dl .
Barca inglera Dorx carvat ja
para o-lrapiehe da coif paaina
bacana. i..
ianairo ^c i87t.
zone e harness atfa-
Coalaija'i, para
oha |ra o trapi
fepachir.
rinba Ara o trapi-
^soacbar.
vdorias p*ra al-
-
rnr^i
^0/
dorias para
ia ja des-
llo.
'spichado
"rnaia-
Imparlaoilo N
"Brigae ingle* Hosarh, _catraio de New-York.
B
Rio
It
Ito.
flafeei
Refihn
23
capilao Antonio B. r
irios genoros ; a
er
dias, vapor francei Vil-
~ 7 toneladas, commau-
40, carga dilferentes
s;' ''''
':i viialicia dos offl-
do civel c annexe*
do termo de Aguas-BeUai se apre^entou o alfere?
I't'l
E^n;rt_ S0-dia%; bngue irgentino Vofnle, de
^toneladas, ^'^^ ^l^ft^h
Genava, Gibraltar e S. Vicanto -
wtmo porto IB. vapor italiano Aqu
dia>, soado do
'''no, de 25
7, em
(t tonrixflae, cayttfo V'Jdai, equjpagaro
lastro; ao consul. Voio refrescar e recebe.
carvao, e segue pa, Uuenos ayres.
Navios sahidos no niesmo dia.
Havre e portos intermedlos Vapor francez Vdle
de Hio de Janeiro, cominandante Fleury, awf a
a mesma qaa trouxo dos portos do sul.
Terra NovaBrigue inglez Trusty, capitio W
Kebor,eul-Uslrt. wl- j
Graoja e portos inttruiedios,-Vapor nacional /pd-
jiica, comraandaole Uoura, carga assuc'ar e ou-
tros generos.
Aracajii e poitas iutermediss-Vapor braiileiro
Mandthu, commandante Silra, carga varies ge-
neros.
Liverpool Barca portugueza ArabeHa, capitaa
Manoel Gasiiuiro Paofaeoo, carga assucar e ou-
tros geueros.
New-OneamBarca weoa Ihiyueta, caphiO K-
berg, ei iastro.
OLseruacao.
Suspenderam do lamarao para f^al.ia a barca
fraaceza Giullaaime telle, eapitao Lamaistre, com
Jos6 Fanstino Marinoo FaTcJo.
fj secretario iaterioj,
Adolpho Lam/V/ha, Ltn<
Pretende aaguir com breviJade para o Para, o
titate Ornwta, por ter par* de sna carf a, e para
i que Igfcfafa, tMHraafoiVos cunsignaunos Joa
nV--adorias para
- ttuacadi.) mercad"^ -D caT0( ^ lTaa*. d'^rdlffe.
tA. T Navm entrad-) nodia 1." deju
unetro.
New York -s49 dias, putacbo dinatuarquez Katie,
de207 toneUdas, capitao -Rdjinsoo, equipagen
8, carga varies ener ; a Henry Forstt-r 4 C
ObservOQ&o.
KM meio dia uiio hoove sahida.

i......
fBlTAES.
a liberdade
ome Coama,
que prestou o
ua teve sempre
nomddeq4iem
das reptrtiQoos
iii possuo por
i (Wrflncico Corga
contas di finna
Iropriedado legiti-
.Cqsma plena liber-
re, para que a fique
alguma, como se nas-
de dezembro de 1873.
o Franctseo Gorga.
22 DE
1878.
\*.a de Seitglpe
EEZEMBRO
X.
dos Passos
para a pro-
files l^dias -em
le da grave acTJiisa^ai'do" se
iropriel rio de t-rreuog di ma-
lali de Belem, durafte o seu
cargo iIh secretar.o do goveruo
^venlenlo-os a provincia por
losa.
ha d>3 qim am homem da be.a
io le nao *e .teleniler.
do carreate e eousigoado a Lindston Ro-
billiard & G, ni^uHdstou : -
Aduellas 2,318 feixes a Araoriiu Ixrcao & C,
1,000 a Jose la Silva Loyo. & Filbo, 1,000 4 M.
Franeisco Marttuos. Artos 300feixffi a Airtrim
Irma-H & C,'H0 a losd da Sllva Loyo ft F|l .o,
120 a M. Francisco Marquea. 1
Banna 100 barri? a ilagajtiaes & Irmao, JdO a
W. Haliiday 4 G., 100 a Joaquim Jose Le^lao &
N3..K0 Ant.ftio Francisco Corga, 30a Josd Cor- ,
rttiBraaa. Holachinha lrObarnquinhoa a IJasso
Jruia>dt.,:60aJosd4Mrrea Bra; BiseoUtos 4
caixas jo mesrnp. .
CatiJieiros t volumes a Soiua e Sa & C. Geva-
da 10 barricas a Theodoiu Ctiri'tiinsen.
Drujas 41 wolnmes=a ^nwel-O* Sitva-Faria.
Esteiras 15 rrto- a 1W* lruiw & C Efiopa
JOtardos a^altrao di Fduo. '\ :
Fiirinln d* trigo7J*0 barne.\s a Tasso Irmao 4
C, SuVa t. Qoiriiio A; AJpiHtfCt C Dha de mi-
WoWalX!HaJos6l>ri*'8M5a. Fio b fardos a
liertiao&'PBh.x, n m
Graxa So barnMf a Jose i.orrea Braga, .1 a M.
Haliiday & C- 1. ..,,
Kerosehe *M) caix^S aTasso Irinai & l.., 400 a
Masfalhies IrraM, 300 a Joaquim Jort-Leitao & L,
S0a Antunio Fraucisco C-irja, 400 a Beljrao *
Filhn.
->cninas I veluaw a Joa* Q dnna de A^oilar
4 G MilhS 10 -a.-cos a M.'Balli la. &'L.
Ostras 4<}M a HWlra. & H'iIHh.
Pregus W Darricas a S H .lliday & <..
Tauipus uarali-irrres 100 a .mciui Irmao, 40
a Jose da Silva L jyo & Filno, 40 a M. Frincisco
Mar.pies. \-
Uriguo argentino Vtlaitte,^rurado de Richmond
em :i do c>rmolee emsgialo a Ainori.n Irmaos
o
A camara municipal desla cidade faz pu-
'ilico para ceoiieeiniento de quern interessar possa.
Ttigo de postura abaixo tran cripto.
IV 8" Nos primeiros>oito dias domez de janei-
*.ri !a atiW>, todos os medicos, Cifurgioes,
ro no ca- .tjgy^ droguistas, parleiras, sangrado-
piiarmacei|. fl Te[erlnari res, cennsws iaraQj0 ,je 9eXii no,neSj naturali
municipal a m-> ,fim ,je ue tna poS3a n,aQdar
dades e moradn, ._ -Hi estas p(!gsoa8 ; 03 infraC.
publicar a llsta de tou. ,q^
tores scrao ihutlados ^n -^, do Hec|f |0 de
- Paco da camara Muarcik
dezembro de 1873. ,. ciiv,
TtteodofO M. F. Pen ir* fla Sllva
Pro-pre?i1eu. '
Pedro de AHmqoer^u,
Ser.retario.
Autran
Secretaria iiogymdasio provincial il> er"
nmbu<;o, 30 de dezembro de 1873.
For esta secretaria, e de ordem do lllm. Br. Dr.
ragndor inlenoo.se declara a quant interessar pos-
9a. que no dia 2 u>. Janeiro proximo vindouro se
-acha abt-rla a matrioulados alumnosdeste Instituto
e bem 8im #e faz poblioo o artigo 37 da lei pro-
xNKial n. i,12v do 17 de junho do corrente anno,
que assim dipoe : flaara *fevadas a 1003 a paga
irimensat que devem faze^ ao instituto os ahimnos
internos ; a 20/1 a mensalidado dos meia pensio-
nistas e a <)& a dos extprnos.
0 secietano
GhIso TiTtnliano Fermmdes QnintpJIa.

J Jim lir.iV1' * H i > > j i';ifun le o nier.ivi!l cabun iia lor
%jii.i ho|urffi pr.tvanlo cun
,.Vn 'uJis fhe de; la 1869, te
irre usaveis
npo q e
ifjrtu .-ml P^rd, o gov-irn-i provincial nao
nprou I (Ue;n quer que fosso terrenos de
y .arinha. V
\,A K'ff'Wt quo tovj i cruel ia le de ajui-
j- ili ivi hfta^ao do Sr. Dr. Pas-.ns Kfirau-
V para a presioVncia d.i Sergipe'pela traus-
ibeis trechos da Provincia,
ja agora, a reparar a gra-
z que counnntteu a respito de
^ u^st i, intellignnte o de repata-
m .,> t .L i- ^Jc^ilicio dos ciractere*
' p tditar |;.forna<;oes, ,- k G, maiiifi-bia
Far.nli. de trigo 2,4^0
meias aos eon ignalartos
barrieas inteiras a i80
SANTA CASA DA MISER1C0KDIA DO
RECIFE.
A Hlma. junta adnunlStritiva da sanU casa da
JJisericordia do Recife, manda fazer pubheo que
oa sala de suas sessoas, no dia 8 de Janeiro
pelas 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
queS mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a trea auiius, St rendas dos predios ein sagafla
declarados. .
BSTA8EI.MMENT0S Di CAWDaIE
Rua de Hortas
Casa terrea 418,.....a 2fc0*000
Leja do aoVradota. 41.....
Travessa de S. Jose.
Casa torrea n. 11. ...
PATRHdONlO DOS ORPHA08.
Rua da Senzalla velha.
Gasa lerrea 0. 16. 209*000
Beeco das-Mas.
Sobrado B. 18 > ....
HaadaCrtu
Sobrado n. li (fecliada)
Rua da tioia
Casa terrea n 23.....
Ruo do'Pilar.
Casa terrea n. 98. .
Casa tereaa a. 99 (techada) .
Idem 0. 100.........241*000
Idem n. 102........2*1*000
Rua do Rosario da Boa Vista
GaSt terrea n. 58fechada.....
Roa da Moed3.
Armazem n. 37 (fechadu)
Raa Velha.
Oasa terea u. 4i....... 45DJJ000
Os pretendentes deveno apresentar no acto da
srrematscao as suas tlancas, ou comparecerem
acompanliados dos respectitos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia era
que for seguro o predio qua contiver estabeleei
mento commercial, assim como o service da lira
peza e preyos dos apparelhos. .
Secretaria da santa casa da misericordia do Ro-
Jife, 2 de Janeiro de 1873.
O escrivao
_____________Pgdro Rodrigues de Souz a,_____
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrate da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, ; mneteniemente autorisada
pela presidencia, em data de 3 de setembro do
anno proximo undo, e de conformidade com o que
dispoe o g 9.* art 52 do seu com .romissu. per-
nuta oor apohees da divida pnbtica a fasenda de
tfiar gados que possae o patrimonio dos esta-
o.leoimentos de caridade a seu cargo deuomina-
x. Garnauba sita no termo de Flores def-
plantar,
306*000
1*000
421*000
1:000*090
200*000
2U4000
249*000
200*000
690*000
icia.
ate
Editai
n.
Ill
rente, entrad
Bngue portuguez Ooarenie, entriado
Jan-Mr i iu inesiiia data e eo"*igua4o a
bello & G., maiiife-t mi :
rUrricas vatias 8 0 a Beltrao & Filho.
" P\,m* v:nnw-i 1 a>S mesin-is.
S.l 272.015 litros aos inesmos.
do Rio de
E. K. Ra
30 Hi-
oscrupulo ,-i,|
cert.i utuxHZj
-d.is le in
pru-leiicMd
Ei> aquij
'iigua.;ao a.
da :
A Pr iira' f?,n
M de if rnambneo, !
'meaf;itl pira secretarto d'a-
cia, f'1]Ji, am. Punt0 *6'
aoere- igaintes paln-
Idova ter advertido da
[ho. ;
I, o que com justa in-
5r. Dr, Passos Miran-
do directorto do
Ceafcuarrfs de vane la les le m .lesuas podam
se attnbuir a> e das ellas, seus-i com nu n n is d-*m m-Hra. que, a
medwnaqi- rest.ura aiuelle nrgwi a. seu esta
do natural -le vtgo/, e o verdadiro renedio. be
o senso commmn ^seja saber que r.-medio e es-
s, a expei-Miici?/T-esoondb : s5o as carada> de Bria lieos, poreil a/nonadecima parte deilej soor-.m
zem'um aMivi/passageiro.emuit'is deHw'sai peri-
goso. E" /H v^z-t meh .r deixar o hvrrt curso
a dyspeps/Tdo que tentar cura la cou mercurio.
Kssfls reyf'dios a sun intituU I >s arruuiaW o doen
leain|/muit mais rapidamente do -jue a pro-
prly^iwlestia. Ja nao woniece a Iijis stssueaf.vfas de Brt /Sun gCand&elQt^eia kn* ett-a-:tos vegetae-. Se it
figado nao efta'em ordem. ellas proaMaincnte o
r gulam, se .-s intestines se acham ob-itruidos,
ellas removem as ubstnteedus : se o eslomago es
ta iHcapaz de uma prfeit digestao, ellas Ibe da >
o ne'essari torn e vivaeidade. Silas achara-se
metlidas dentro de fiasquiuH'is, por isso a sua
cnserva0o 6 duravel em to los o^ eludas. Em
lodas as rnolesiias jggravilas ou provi-nients le
impnreza de saagtte, a -alsapariiha de Bristol, de
ve ser fornoda conluuctamente com as pilulas.
partido !ii
mni In
queJIa pro
l'li.fa
ras: jl|
V ado]
ito, porqj
irajao
0 Sr.
n i isa ffti'mais a frropo-
IraiiLii quo afto tirou
., o"' lnieria ., >i t^vw ainda h-rim-4
.'-as, dixem que vo'.ti ulS p^s l^res capiti-
!sLa u
Core.! a It i: a ;, j.Jaeii i i
0ll |.< ell" so i /r ,-,., ietirrn
pouco
de man
4
m ua
1) Vl.M
1 i las.
lojba
i% terr-'iits
na ci la le
r
a, q ie L
s-iil.i 'li) stcretsrio,'1 -left-ns
it oi ro, f| IX|- > g tvoi-nu p ir
"fib ll'ISI, c i i ,.: tiv imo.it'
ca-to. Nao ii i .;iutrito e a
i-o no PiI,-,-. i njj|(:r-* I
i'-eiti? Siimm?*
cT>.ii i' '' 11" u t.fttmSi
n'iiin
JO atr Ml -ni.,, |".,i
j 1'idsoijao l^i""-*,,)
ii 111 -1, que ie J t ||a Jl>&*|' f*~
ite -i 'I n.-,!, ,| -,#r frnmmtr^ q*
por hi n ,-,inir.rii I "ii virt'iHe
tnnas&o q1B ,l i p &??% ,te
g- *
lurq i- oxirH lu*anw g ivenio
fl
ifMMEReiO.

SEGUROS
IHIIITlllilS
UtSPA HO* DE EXPORTAGAO NO DIA
liEZBdisKO LIE 1871.
Para (x pnrtn* tin lalirtnr.
Nt vapor inglez iViia, para Siuthampton
canvgou : Siinitsoq 4 G. I banica com 20 abaca-
tihis ; Luciano Hauvnrnay 2 ditas com 32 dilos :
para Hamnurg >, P. I. de Siqueira caixa c,. n 15
led is de do.-e ; W. F PHH 1 Uirrica co .. 12 aba-
chis: pata Li.-bja, L. T. Gmznga Junior 6 litas
com 80 dii-fts.
N pata.-bo ioglez Queen of B-vtty, par o
Gaual. oartvgoa : Simps .a A G. 1,000 .-accos com
73,000 kll.< de assucar inacavado.
- So brigue imtlez A -igelt para 0 Canal, car-
regou : J. Paler & G. I--** saccos coin 135,000
kilos le assucar m.iscavado.
No lugar inglez Carrinqton, para o Canal,
carreg >u : A. Howie & C 8 >0 saccos cmi 63.75 i
Kil'rt de anoaar mascavato
No palach'. hespaniol Henrique, pa.a o Rio
la Paia. carivg-iu : A Loyo 350 barnc.s com
65,6 0 kdos le a Va barca portugaetii Ligeiro Til, para Lis-
boa, carregon : A. Oird^iro 46* sa:cos .ooi
19,630 kil-.s do assucar inascavado; \. M de S.
M icbad 1300 dilos com 22, .00 lit is de dito hranco.
N galera portiuuezi Usbot, para uPorto,
.-.arr^gou. t. J. S. G.amaraes 800 saceos coi
C'J,000 ilos ie assucar mascavado.
Para us p-> Para o Rio Grande do Sul, no navio nacio-
nal Rin Branca, carreg u L. J. S. Gaimaraes
130 barrieas com I3,6*.7 1)2 kilos de assucar
branco e 80 ditas com 8.662 dilos de dito mas
cavado ; J. R. loreira 12 saccos com "03 ditos
de duo brauco.
Pa.a o Rio Grande do Snl, no patas-ho ora-
sileir. CordiVi, carregou : Amorim Irmaos & C.
30 barrKimnhas com 1./4V 1|2 kUjis de assucar
brano e 270 saccos own 20,250 *iis de duo.
Para o Rio Grande do Sul.no p .tartii^nacio
nal Leopoldina. arrcpia : silva \ Gasrao omas
cm'12,8 0 litros de agdardoite e 9 pranchoes
de a mare llo. !
Para Macao, na barcaca Doim Amigos, car-
regou .. B. J. Cirreia 1 barril coin 98 litros de
aguardeote.
GAFATAilA l ALFAtHKii*
ReadinwiHO *. dia 1 a 30 16--07M80'
dtd) do dia 31- 227-519
16.30k.024
a lid ifn-'iitelova-
, tJBrilH n frj
le
inru
Adi" I
triii is .; g,-i | r-u^o do gtv.-riKi
f^TrT..Tr*.a.ii.^n mAmo a
to 1* a
OONTR.V O FOGO
anbia lujlemiiisa.lora, estabelecidr
instft praija, toma serums .naritimos sobr.
avios e seus carregainentos e contra ftg<
m"-editieios, tnercadnrias, e mobilias: nr
-a do Vigario n. *, pavimento terreo.
ClOMIUNFIIA >
Phenix PenidinbucaQa.
Toraa riscos mariti nos em mercadorias
.rules, dinbrtir.1 a'risoo'e linalnl^ntede qual-
pier nature/.,!. Bin vapores, naviost vela eu
>afc RUA DO COMMKRCIO N. 34.
liiigyro conlra-fogo
ri|E LIVERPOOL A LONDON & GUtil
INSURANCE COMPANY i*
incite*
iSAUNDBKS BKOTIftRS A C;
So iia 1 a 30
Tiraeita parta .
ieganda pru .
."rceira p,.ria .
juarta porta .
i picba Coaooicao
VOLUMES SaHlboS-
n.. ^ "

36,277
8
U '' *.
SERVlVU MVH1T1MO
.ivareagas descarregadas n" rraplf!"-
aJfaadega do d>a I a 30
No dia 31
a%. is atracados no trap, aa aiianda*:.
Alvarengas.......
< iraoictje Goncetcsu) .
*
*
413
36,7 4
go
- '
i'
PaJa inspectoria da alfaddega' de Peruambueo se
fat publico. que as II hora3 da manhi do dia 5
de Janeiro vm.louro.se ha de arremaiar. lirres de
direito- e so.eilas ao imp .sto da capatazia, a jorta
desta rt-particjio, as mercadorias abaixo declara-
das, que seialo posla-. a conSuino por editaes n.
23 e 2o, oiio furam despaciiadas dentro do prazo
marcado.
Armazem n. 5.
Marca K *C GW n. 3 1 caixa viqda na esc j-
na ingleza Alberto, descarreca.ta em 11 df setem
nro de 1872, consigna.la a Keller & G, mit^ado
cerveja, medindo 20 litros, no vaio? de !t*200.
Mem RR n. iM dita vindade Lrv.-rpoil no
vapor inglez Jurist, desiarragada en. 2V de -etem-
bro de 1872. cmsiguada a Lemos & Gucrinwu,
eoot'-nd.i I5ii chapeos de seda simples para cabe-
ca. 132 dilos de feltro nao e-pe.-ili.-a,l,H, 30 cha
pews ilv pello de lebre, 60 cha?eos de pallia d<-
arroz. simples, no valor de i-.3.11420.
Mem n. 144 1 dita idem idea,, c.niendo 114
chape ,s de fellro nao especiflcados e3fteliapttu9
de pello de lebre, no valor de 1:9:9*^ 4
Idem n 152 1 din idem idem, ewten-lo 1*6
cliape.s de fdHro oa>. e pello de lebre, no valor de l:090*4'tO.
Idem n. 153 1 diia idem idem, coiiieiido 372
cliape-.s de feltro nao uspecidcad >. e 240 ditus de
pello de lebre, no valor de 1:976*16*.'.
Idem o. 134 1 dita idem idem, coitendo ti
ch.ip.-o* de feltro nao espeeilkados e 246 ditoa de
prlio de lebre. no valor de l:lin*87>.
Idem a 158-1 dita idem i lein, coiitendo 108
chapeos de feltro nao esp. cificados e 84 ditos de
pell i de lebre, no valor d 634*824.
Sem marca e sem numero 1 saeco vindo de
Li-t.oa im navio portuirn-z Soberano, deseanegado
em 29 de ouiubro de 1872, a conignado a J. Tneo-
lor., da Suva, eoniend 9 kilos de i.upressos avul-
s ,.-,ii i valor do IOi-'-20
Marca Liu AF n 76-1 caixa vinda de Liver-
pool no vapor in-rlez MaiTiet, descarregada em 2
le n .vembro de 1872, con-ignada a Leo.os & Gue-
ruiea.i, eonieudo 2 duzias de camisat de algodao
cjiii peito de I nho,5 luzia9 de cauiisa* de algodao
com peito de nutio, bordadas, no valor de 9434.
Idem n. 77-1 dita idem idem, cmtendo 10 du-
zias de caniisas de algodao com peito de linbo, 20
duzia-. de ceroulas de algodao e 10 duzias de dila<
deliuuo, no valor de 819*200.
Hem RU n. 187 -1 d.ii idem idem, eonieudo 2o8
chapeos de pello de lebre, e roupa usada para
crtauca, no valor de 1:100*628.
Idem n. 188 1 dita idem idem, cmtendo lo6
shape os de feltro nao especifleados e 276 ditos de
pello .le lebre, no valor de 1:576*776.
Idem M n 209 1 dita idem idem coiitendo
perfainarias, p -ando nos frascos 140 kk)s, ao va
Tur de 338*400
Idem H travessao wm numero 1 dita item
idem, con-igna la a J. Rego Lima, contend" sebo
em velas, oesando 17 kilos, no valor de 13*022.
Idem S n. 3 -1 dita vin la de Bordwmx no va-
por fraocez Gamble, itescair^gada em 7 den>i>in-
bro de 1-74, iguora se a oonsigna^ao, c'mteado 20
1/2 duzias de pares le luvas de pellica de qnal
qaer qiiali.iad, no valor do 3145880.
Uein diamantes LG n. 13 1 dita vinda de Li
verpool in vi.iorin.iiez Chrysolite, descarregada
em 3 dB-d-wiii'irt da l*72,e consigoa-la a Lemos
& Giierii-aa, cnnlen.lo 112 kilos, !i,pi urim drf linho iranca 0, no valor de i82-2o6.'
Idem i'leiii L ii 26. iMa idem idem, eontert-
do 51 kilns de cass. d-j algodao com roeseia de
-eda. .le mais de iS fios, no valor de i.4s **<
Armazem o, 6. )
lie ii KR\Io. 2o6 1 c?ixa vinda de seuihainp
t,,u on vao.tf ...glez Neon, fos>carregada em 26 le
-t>. o I8"2. n-ignada a Lemos 4 bue
nrovii "V7 co,n ^rrenos para criar e
com ale m ^ cava"ar e vaccum.
Recebe'n ^ra 'sl ProPustas nesta secretaria
o dia 10 de di ^embro ^ crreote anno.
SecreUria d* ^ cf* da misericordia do Re-
:ife, 10 de outuhr.-de 18'J-
' O escrivao,
'-o Rodrigues de Souzn
0 mm. Sr. inspe... da thesouraria provln-
cial manda fazer publico, '" ,a P no d,a
31 do corrente, perante a ju 4esla thesouraria
para ser arrematado a quen. menos iner o
costeio da illumin o-ao publica. u..
anna por tempo de um anno, orcau
286 rs.
i
adiarios cada lampio
As pessoas ijue se pmpozeiem a essa a.
cAo, .D.npar.'.eam na sala das sessoes da re.,
junta competenreraente hahilitadas.
E para constar se manda publicar o presente
pelo jorual.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, li de dezembro de 1873.
0 official maior
Miguel Alfonso Ferreira_______
COMPAliUIA
MESS1GEBES MARITIMES
| lAmhn eiiaaa
E-pera-se da Bhnopa ate o dia 7 fl> 4erren'e.
om dos vapore* dasu cerapanhia, saguaatB aepois
da denMKi docoatume para Bueos-Ayraa, tocand*
na BAia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para* pMsageJJroa, etcomnii'ndas, etc., a traiar
f-.OSAGEOTES
HarlMnenil) A LakUIr
0 Rua do CpfUfnercio 9

osmnu
ttESSAGERlES lABITIHKS.
I.inha uicusal
RIO
!y
1
E jicra-sc dos poi tos do sul ale o dia 9 do cot-
rente, Feguiudo depois da demora do eo.-ru-
me para Bordeaux, tocando cm Dakar (Goroe) e
LisbOa.
Para condieocs, frctes e passages, trata-w t*m
OS AGE.NTE9 ,
llariamendy I.abllle
9 Rua do Cotnmercio >,
DE
LIWAD4
llaceio. I'cncda, Aracnjaa
e ll.tiiia.
E'esperado dns portos do sul ate odiaCdeJa-
neiro proximo future., vapor Onntas. o djaal se^
Suira para os portos acima no dia stguinte ao*
e sna chegada.
Recebe carga, encommeudas, passagiros e di-
nheiro a trete.
AGENTES
Antoaio Luiz do Olivoira Azcve>lo C,
57Rnado Bom Jesus -57
Por esta admiiiistra..*.. fa* se cienie aos
'"intribuintes dos apparelhos e annui.lades da
Guiiipanhia Recife Drainage, .iue, em virtude da
puitaria do lllm. Sr. insjector da thesouraria pro-
vincial, de lumtem daUda, acha-se pmmgado ate
o dia 18 de Janeiro proximo future prazu para
o recol imento da import,ncia dos mei-mos appa-
reibos e annuidades.
Me>a do consulado provincial, 30 de dezembro
de 1873.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.
Consu.ado provincial
Pela me-a do con ulado provincial, se faz pu-
blico <|ue no dia 12 do crreute, se principiam a
Ctntar os 30 dias uteis, marca .o* para a arrera-
dacao, Independenie de uiHlta, dos diversos im-
postos, ctbrados p..r lancam nto. pertencentes ao
ann nnanceirn de 1873 a 1874, ficando sujeitos a
mutla, tod is os qne forem pagos depois de findos
os refendos trinla dias.
Gousulado provincial de Pern'arabuco, 2 de Ja-
neiro de 1874.
0 adiniaisiradV*.
Antonio C-nwiro Muchudo Rios
Pack ! Ha f*iiiizenal
"AQUKTE

k:%\
^.spera-se daEumpaale odi.. do Janeiro -de
ixiis da dem.ra d mmMmh s^t par., a costa
do Paciiico, via Bahia, Riu de jaaei. W-yda Pra-
ta, para onde re<*bera passageiros, et miiieudu
e dinhe.r" a 'rett>
N. B. -R-ga-se aos Srs. pasi^eiro of^, 'de
virem dar seus n.-mes antes ia chegada do ,
quete.
OS AGENTES
Wilsoit Rnwe A C
14 KlTA |XI r.iMMER"'.|i- -li
Consnludo provincial
0 administrador do consulado provincial, faz
publico que no dia 9 de Janeiro vindouro, se find i
o prazo marcado para o pagamento Hvre da mulia,
dos iui|Ki4os da derima urbana, e -ie 3 / s..iue
a renda dos beos de rait, relative ao '. senwsire
do exercicio de 1873 a 1874, ficando sujeitos a
multa de 6 / '"do* os cntribuinte* que pagarem
depois d'a.nielle dia.
Cansurad.1 Provincial de Pernarabaeo, 31 de
dezembro de 1873.
0 adminisfad.*,-
Antonio Carneiro Machads Rtos.
fl Acha-se legalroente depositado tres cavallos
appreheatldos como furtados em p ..ler do *auoel
Franci>co Xavier, send i dons pedrezes e ui car-
dlo : qneut for seus legitimos donos compare,;a
nesta subdelegacia, qua provando, Hies serao ea
ti agues ..
Suhddegacia de polieia da freguezia da >ar
zea, 31 de dezeobro de 1873.
0 subdelegade,
Maaoe! Gartwiro de Albuquerque
\DMI\lSTR.VGAO DOS GORfffilOS tB PKR.^AM-
BUGO 2DE JANEIRO OE 7i.
Mala pelos vapor South A-n-rim d' eompa
nhia Amen.-au* e Bri>ileira.
A correspondencia qua tern de ser expedida
hoje (2). pelo vapor aclma
Para Aoieriea do N irt.-,
maneira seguinte : '
Macos de jornaes, impressos de quaiquer nati
reza, ecartas a r.,gistrar, ate 9 h-w-i., -_artas or-
dinarias a 10 horas, e estas ate 11 tr*, pagan-
do porte duplo. '-
^ O admmisttador
, Aff.tns.i d.>-l||gt Harree.
" msm MJUHTtMtte
PROtJRESSO MAfllTIWa DO POfiTO
Enipreaa portteeitsw; &* naVrga-
rili a vapor outre Ptortugul
Brasil.
0 vapor

ALMEIDA GAHIIET
r.Miu..mlanil* Liiis .%. To-
janeir*
tleinora den-
da Ba'aii e Rio do
iHiaiate Limb .4.
ttaMini.
Deve chegar da Eurp aV'> odia 6
proximo faturo e depniast pequana
tro deste porto, segoira (ara os
Janeir...
Recebe carga, passageinw. encom sen.tas e va-
lores, para o qne irala-s<^om
0^ 4GF.NTES-
K. 11. ttaln'Ha C.
4ft- u 48 ____
ser
menewnado para o
sera recebida pela
le
11%,.'. e ami ." 111 kilos do perfumaria^ B t valor
de 181 iiril ,n.
llemn :07 I dita idem idem, cmtendo
kiV* I.- .....In unruis, no valor de 232 >-. .
i i.V.rwnMdaGuaru n. 518-1 ds*- v.a-li
S,.: .!.! ,h .. vapor iugiez Douro, desearrega.la.
e,n 5 le uHUm do 18/2. e onangaadb > J -";
Ga.o.-M .1, mi ... onteu lo 27 H.iluaibnaiin
.it-,, :,.r., .n:,.H--, no valor de MMO.
11Corpo bauto-
9s
[+'
CONSULADO PROVLVClAi
Wm*"''*!?.^
undo de
reserve.
Off er a i- "i^ _
,000:0000i
8,000:0009001
tea*
mdC
lEGEBErXlRlA
RAE3
lendimento d
dem do dia "
i
ia-!- :, l,"''l,.s G.eriaean. ***
1 -stfii kl. .] ...p. fe.i.i ..ao esiM-'Ciicada, d* C ,----r-J ,1 la. ,i v ,f i- --'l'**- f j,
1 .l.,-,c- ; u aU3 I d.u. idem him, a Jot. us
iiendo rotuha iia^ia>sis a
' valor-
Lisboa e I'orto
Sague viagem mnaabieve a pdwa portngueza.
Uao,-r ia -e acbar com qua-i todo o ceu ".ar-
reganvnto traudo- P-r a pone* earg que iha
f*IU e passageiroa, aoa quaes off.>i* rooito boia
-. mm.Hlii: trat%-e com Tito Line S ao Vigario n. 17._______________________
Lisli m
Para o rpferido p'rto prrt:de sef ufr r..m pouca
iem ra o hrigite patugtez Lt#rio ///, le 1'
clause, .-apoao ri'bre. p .r ter a iMur j.rte de
leu carregamento engaj.-ofci. e para o ret.. que Hie
falia irata e cm os wmsiunatari.is J,.a pi iu Jose
i^mearvesBeltiaii jt Pilh>s.araa d-j Ci-ou-rciu
a. 5.__________.______________________
Alliaaga Maritima Pur-
twvnse.
CuuipaaJiT" de laveffar tre JP*ptgil t*na>ll.
A galera p'rt.qtue'a Vas<+ d" <' "
pnn*.s das para > V\*i>. rthind.. j.i r :u
graraie paVte do sm earvganienl..
Para pa-sageiros fteies tr-.u r m o ras-
nectivo capita... on cum M agi nt.s
Jjw.fi de Silva Loyo v Fllhn, escripl*i>j. n
Gompanaia PeruamUaaaa*.

i*

;. le IniUo, iKWadiS.
!Jm$lLL 1 embntlU id.m
_
;n.. content chaves
, 30 ,WMezeruBr\i'ae
n*telTlli-h'-Ti J "'< *
.l|ti' ami -1 "^'^;-:| ^ ,, ,. ,.|e,,c.a
dfdaanab -'- '"/ uuiico, de c^nT^mt Ue?cToV Vk^
-
ME.
Linha qulHfmal
ii l'\9HKT>.
unerase d< porU neiro, e depots da demora do'ooMuatu, segmra
para Liverpool, via S. VicnW'a'Lisboa. para onde
re-erwra p.-ssaieini-, ericofrfrnrolas e i-rga a-'Uata.'
N B. Roga-soa-sWa. p'S'SSgelrv* u (avor de
vimn iljr seus nonws anfes da chegada do-p-
O^AAESTES
MLOE*
Novo ftulliino
lei la
a(
WilsHii Bnwe C.
14ilDA iiOGrtMMgR^Ol,V
Para Ijteboi^.-
Sagnira em poncte dias a bare* pfrtn^ftrta
ffrntidno. Para
'------------nr.i--------r-
N ivias entradot no iia.At.
Rio de Janeiro17 dias, brjgue portugucz Or .,.
que lid falia.
a rua do Com
lA
Sttx 4r"n '' '
massa f-<|lida la
o (iui. i-a*.
iro 1 H7 t.
loja df intend.is
n. vS.^Brrii'Hr^ute 1 r
Pan*) Fantaitdes'de .4ell
Sabbd.in a !
fa 1 1 hoi:
O genle Plnho tftyh levara i
maii'lado do Illm.'ST Or. jida de d.r*
>^4o.coininerp *-u cidade, a arm*
I ta, camisas e outras lazeudas, 1
ilia .
coTi.
.- 'i, >.
MUTIUDO
J


*;.
<
kI
>
degaz, espelhos,
armario e cabide,
,ne s >revio exaoe dos
tarteira e rooeho?, candieiros
<
conenrrentaa, aoiaadp
>
iiao.
0
6 cavallos de sei
DE
ditos
"i.\4:
de carga e i
L874,
O agente Pinto levara a leilao, ]>reeedida cor-
jtente autorfsacio, o sobrado da travessa da Ma-
re de Dens n, Ifly o leilao sera effeeioado no re-
ferido sobrado por dpcaMao do leilao dos objectos
< ktftp assignado. b* scjentejw respeita-
vtl p, pital qae contimia a recolber
em Mid *t*m veis, fatendaV, mindezas e quaesquer objectoa,
ilso puo"
Sabfra'Jo-3 ''SJfcieiro ue
%o ineio ilia.
Por mandado do !Hm. S* Or iuiz de direilo ea-
Bor-
e a re-
deeftradbeiiieaatii massa fail
Maooel Jose Maarteiro Totr, o agente Pmno _
tea, levara a leilao os remridos aniraaes, no arma
do sal i rua da Conceicao dos Coqueiros.
liKco, promor
para *>rem 5 I'
Undo dd ]a curaitentes, todo xclo e
probidade, nie 6 na boa eonservacio dos objee-
tos rccolbidos, como no prompto paga..ienlo dot
mesmo, logo one foreaa titdg>
Recife, 1.* de Janeiro de 187*.
Por meu pai !i?e Maria i'e>tina.
0 preposto, Joaquim Maxim isim Pestana
m ria xatnw liim'
YAPC**
i
LEILIO
IwsesoWSscK
a.
rtCA DO BARAO ^A VICTORIA
7Outr'ora NovaN*
Calcado

francez.

DAS
diridas da massa fallida.de Amonm, Frago-
so, Santos 4 C, aquellas que foram a
leilao peU primeira vez no dia 16 de de-
zembro.
Sabbado 3 de Janeiro
A'allharas.
O agente Pinto, levara novamente e pela segon-
4a vei a leHao, servindo de base is olfertas obti-
das, at dividas qoe fazem parte da massa fallida
de Araorim, Fragoso, Santos 4 C, e qae foram a
leilao no dia 16 de dezembro, sendo qae naquelle
effectuar-se-ha a venda com quem nielhur vanta-
f em offerecer. 0 Ieilao sera effectuado as 11 ho-
ras do dia acima dito, no escriptorio do referido
agente, rna do Bom Jegus n. 43.____________.
LEILAO
Primeirae lettras.
Jose de Bittencourt, participa aos Srs. pjis de
seus alomnos, a a todos os Srs. qne lhe quizerem
dar a honra de Ihe confiarem seus meninas, para
os instruir em tudo quanto e concernente as pri
meiras lettras que sua eseola estara aberta de 7 ae
ianeiro em diante. Aqoi nao ha deeonoes, quem
suppre esu fatta, sio snas edncandas que, para
isso estao nabilitadas : rua da Matnz da Boa-
Vista n. 16. '^J'^LX^tmm
_ 0 relojoeiro e donr.dor ?
0 jflL Albino Baplista da Rocha, W.
m/m de volta da Eurcpa, conti- i
^fUK nua a encarregarse de ^J
^ ^>**J*H concertar e dourar relo- W
>->#f>l gios, bem cou..o outro3 A
IfitmmJmmm objectos ; rogando a seus *r
JQ amig^s e freguezet o ob- W
sequio de procnra lo na rua Doqne de 0
DA ...
casa de paslo, generos e mais utensilios, sita
i rua da Moeda n. 33.
SEGUNDA-FE*RA 5 DE JANEIRO PRO-
XIMO FUTURO.
As 11 horas em ponto.
0 prepesto do agente Pestana fara leilio, por
eonta e risco de qoem pertencer, da casa de
pasto, generos e mais utensilios do mesmo esta-
belecimento, cnja chave acha-se livre e desemba-
racada de qnalauer onus.
aKTOTOA-FEIRA X HE JANEIRO PROXIMO
FUrURO.
As* 11 horas em ponto.
ft rua da Moeda i\. S3.

0
Caxias (antiga rua da Crnzes) n. 3S, pa-
ce?
nm tcrreno cultivado com uraa casa coberta
de telha, cacimba, com 150 palmos de
frente e 500 de fundo, sito em Agua Fria
1 em Beberibe de Baixo na estraJa das
Boiadas.
f^eguadu fcira 5 ilo Janeiro pro-
ximo futuro.
A's 11 horas em ponto,
Na rua da Moeda IN. 33
0 preposto do agente Pestana fara leilio, pr
conta e risco de quem pertencer, do sitio, p
acima mencionados
EH BEBERIBE NA ESTRADA DAS -',Ai>-
Segunda feira S de Janeir jximo
futuro.
AS1 11 HORAS EM >
NaruadaM aaN. 33.
vimento terrea, que o encoDtrarao promp-
u>. A garantia de seus trabalhos e fa- A
jx "-I08 Por precos modicos ; assim como "
9 tambem rende relogios. W
CASA BA FORTiA.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
4* rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dv
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sensff--
Hies bilhetes, um inteiro n. 988 com 4:000*000,
dons mefos n. 1854 com 800*. e outras sortes de 40*
e 90* da loteria que se acabou de exlrahir (8f), |
convida aos possuidores a viram receber na con-
form idade do costume, sem descent algum.
A'-ham-se a venda os felizes bilhetes gar?:utid<*
la 18 parte das loterias a beneflcio 'ja Santa
Casa de Misericordia do Recife (82), qi** se extra-
hira na sextafeira, 9 de ianeiro do^orronteanno.
PRECOS / /
Bilhete inteiro /4x(J0O
Meiobilhete / 1#00U
CM PORglO 1>E 10W000 PARA CIM...
Bilhete inteir)p 3*500
Meio bilhe- 1*750
Mel Martins Fiuza
Para* ho
IBOTINAS de bezerro, cordavao, peHica, lustre e
de dnraque com blqueira, dos melnorei
fabricantes. ,
SAPAT&ES de beterro, de cordavao o de case-
mira.
SAPATQS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, wtios e jardins.
SAPATOS de Upete, chariot, castor e de trlnca
francezes e portuguexes.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para meninaa.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninoa.
BOTINAS de beaerro, lustre e de eordavio.
ABOTINADOS e 9apat5es de bererro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca franceies e portuguezes
Botas de montaria/
iotas a Napoleao e a Guilherme,^^neiras
meias perneiraa para homen', e s
para meninos.
No armazem do vapor franc
da Victoria n. 7.
Mobilia \d vimes.
Cadeiras de b-iuu^U, de braco, de guernif des,
sofas, jardineifis. Aezas, conversadeiras e costp-
reiras, tudoy^to ^nuito bom por serem fortes' e
levos, e ofrnais proprios moveis para saletaa e ga
binetes/^e rerreios. I
fyrj armazem do vapor franeez, a rua do Banao
dar Victoria n. 7, outr'ora Nova
-'ias perneirl
a rua do Bari
Grand' xmportante
/ Leilao
/ DOS
tinb^*^Pec'aes a^ixo declarados, vindos
das docas de Londres, em frasqueiras,
das eras de 1815 a 1847, osquaes por
sua especialidade tornam-so recommon-
daveis
[QDARTA-FEIRA 7 DE JANEIRO
proximo future
A's 12 horas em ponto
no armazem do Sr. Annes.
0 preposto do agente Pestana, competenteraea-
te autorlsado, fara leilao por conta e risco de
quem pertencer, uos melhores vinhos quetem
vindo a este mercado ate boje
r* A SABER :
Diversas frasqueiras com superior vioho do Porto.
Ditas com dito dito Bourgonha,
Ditas com dito dito Madeira.
Ditas com dito dito Xerez.
Ditas com dito dito champagne.
Ditas com dito dito licor.
Ditas com dito dito cognac.
Ditas com dito dito Vermouth.
Vindos da docas de Londres
Terca-feira 6 de ianeiro proximo fnturo
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armazem do Sr. Annes, em frente da alfan-
Precis? -gar uma escrava de meia
idade qup ,,< flel e civilisada para servigo
intern^ .vterno, na rua da Viracao n. 33.
"penho'res
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Precisa-se
de nm caixeiro de 14 a 16 annos de idade, com
pratica de molhados : a tratar na rua do Lima n,
15, em Santo Amaro.
ffS3
Para liquidajao de contas, & rua do Impe-
rador n. 26, confeitaria do Braco de
Ouro.
0 agente Martins fara leilao de generos, uten
cilios, moveis e muitos artigos de confeitaria.
SABBADO 3 DE JANEIBO
as 11 haras
no referido estabelecimento.
PIANOS.
Aeabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo-, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff C.: no
vapor franeez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodes.
Perfiimarias.
Fiaos extractosjjbanhas, oleos, opiata e p6s den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arrez, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractoa, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira qnali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Con-
.0
.an-
.men-
. oleo tern
o submettido
a um exame mui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
_IOR PORCAO DIODINA
que #utro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODIRO ^UMPODER SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhio, e na-
quelle no qual contem a maior porgao desta
invaluavel propriedade, e o unico meio para
curar todas as doen?as de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
l!ns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarfia a vista, e da" vigor
a todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, da* tanto
nutimento ao systema e mcommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisagao tem sido des-
truida pel as affeccoes das
ESCROFUUS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acba com-
pletamente desarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHA
LANMAN & KEMP
Se 6 que desejam ver-se livres e isentas de
enfermidades.
Joaquim Codho Cirdra
Os filhos e genros de Joaquim
Goelho Cintra agradecem as pessoas
que se dignaram assistir ao enterro
de sen pai e sogro ; e de novo as
convidam para assistirem as missas
qne mandam celebrar na igreja do
Carmo e Santa Thereza, na cidade
de Olinda, e na matriz de Gamelleira, sextafeira
8 de Janeiro, as 7 horas da manhjL___________
Leilao
DE
6 caixas com 960 libras de manteiga de
Copenbague, marca vacca, em latas
de 2 e 4 libras.
Quarta-feira 7 do corrente.
i is 11 horas em ponto
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer. de 6 caxias com
960 libras de manteiga de Copenbague em latas de
2 e 4 libras, ultimamente desembarcadas.
QUARTA-FEIRA 7 DO CORRENTE.
as 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
LEILAO
DE
Uma burra (cofre) 1 carteira, 2 mochos, 1
prensa ou maehina de copiar car tas, 2
cadeiras, 1 mesa e outras objectos de
escriptorio
Quinla-feira 8 do corrente
As 11. horas da manhi
Mo sobrado da travessa da Madre de Deusn. 10,
Kimeir-' andar. __'
)ll INTERVE.N^AO DO AGENTE WNTO
Ao mei<> dia vender se-ha o mesmo sobrado edlfi-
eado em chaos proprioa.
dray.
No armazem do vapor
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
i armazem do vapor franeez, a rua do Barao
Bernardino Duarte Campos, Joa-
quim Duarte Campos, Antonio Du-
arte Campos Junior, mandam ce-
lebrar no dia 3 de Janeiro vindouro,
na igreja de S. Francises, as 7 ho-
ras da mnaha, uma missa poralma
de sua mai, fallecida em Portugal,
trigesirao dia do sen passamento ; para assistir a
esse acto convidam a seus parentes e aniigos.
0 conselheiro Francisco
Antonio Raposo, Manoel Es
teves Benevides Raposo (au-
sentes), Antonio Flonpes
Raposo, Joaquim Benevides
Raposo, Adelaide Emilia de
Lcmos Pessoa, Marcolina Candida de Lemos Rapo-
so, Ermclinda Tavares de Aquino e Manoel Tava-
res de Aquino, agradecem aos seus amigos e pa-
rentes^ qne se dignaram acompanhar os restos
mortaes de sua presada mai e sogra Joaqnina Ma-
ria de Lemos Raposo, e de novo os convidam para
assistirem as missas do setimo dia, que terao la-
gar na igreja do recolhimento da Gloria, pelas 7
horas da manna do dia 2 de Janeiro proximo, pelo
que manifestam o sea reconhecimento. ____
PRESENTES
Do anno novo
Oh I vos MOCOS E MOCAS, que recebestea os
presentes de festas do Natal, e que e-lais na res-
tricta obrigaQSo de retribuirdes taes festas ide, ide
correndo ou mandai a
Confeitaria do Campos
na veepera do anno novo, que alii encontrareis
para ditas
Retribuicpes, o seguinte :
Uma rica caixinha ou cestinha com ameudoas,
confeltos, doces, etc., etc., etc.
Um fiambre ricamente enfeitado.
Um bob inglez idf m idpm.
Um pao-de-!6 idem idem.
Um pudin idem idem.
Umqueijo inglez superior.
Uida orprehnndente.
x, r-' Be, etc., ele., etc., ete.
Na confeitaria do CAMPOS #
Tao conhecido...
Leilao

_
C\SAS
DO
Sobrado de 2 andares e sotAo da travessa
4a rua da Ma-lw de Deus n. 10, edificad* ^55^
em -ha>s pmprirts.
4u uwfeira 8 do corrente
Altit->e a raia n 17 a rua da Moeda, com ar
mazem, !. e ? ndares e ****&, pmUda t raiada
de novo, ? todo m-i o**ertad ; e tambem a
ena rasa, sttt na travwiw do t>ecro da Lama
se na rn An-CxA* n "
AlnCa-se metade a v*n da rua du uua:io
?K
Untos vTH, ta Ca>unf:' a /aur na mesma
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
pkantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de flo de Escocia e de camurca.
Caixmbas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaque muito bonitas para relo-
gios.
Brincos a iraitacao e botdes de punhos de pla-
que.
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de aco e
de tartaruga.
Oculos de aco Quo e de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, canna, com castoes de mar-
dengallas diversas em grande sortimento para
?omens e meninos.
Cnieotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembaracar o para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhai e para den-
ies.
Carteirinhas de medreperola para dinbeiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainbas de mola para chsmar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mind e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezianas transparentes para portase janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoseopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mui faci)
de snbir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e de pennas
Teseurinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de touca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qnadros.
Quadros ja promptoa com pavsagens e pbanta-
na.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequenos de veio com liidas peca*.
Realejos barmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar-se. No armazem do
vapor franeez, rna do Barlo da Victoria, outr'ora
Nova n. 7. .
Medidas de 40 a 100 metros,pes e palmos para
medir terrenos.
Brinquedos para meninos.
Jl mamr variedade que se pode desejar de todos
brinquedos fabrk-ados em differentes partes
la Eurupa para entretenimento das criancas todo
a pre. os mais resumidos que e po*sivi>|: no ar-
mazem do vapor francex, rua do Barao da Vic
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
Cestinhas para. cnsliirji
Grande sortimento de bonitoa modelus chefado*
10 armazem do vapor franrez, (na do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7._______ _
O* abaixo angnadoa deel ram ao re-peita
vel pubheo de>ta cidale, e com e."peciaiidade ao
cemmereio, que por motivos, noe fa a elle* dizem
resp*ito, retoiveram liquidar o armazem de agen
ria na rua do Vigario n. I1, por isso, p-d-m i
tola- a* pessoa!* que t e n ohjectos no mmmo ar-
mazem a virera relira-los no prato de 6 dias.
Recife, 31 de deznib> de 1873.
Ravmundo R<=rnifin d Mello lunter.
Por mm pai Jose H ria Penaao.
0 preposto Joaquim Maximiano Pestana.
0 INEXTINGUIVEL
PERFUME
agna
DE
MURRAY LAIVMAN.
Uma pura distillacSo das mais raras fla-
res dos tropicos. Conte'm, para assim ui-
zer, quasi o oddr odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia 6 quas
iiiexhausta ainda mesmo por continuada
d/aporacio e diffusSo. N'este respeito i
i icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para:
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOB
DE CABECA, DEBILIDADE E
HYSTEBICOS.
& um certo e ligeiro allivio. Com o bom
,>n, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
(^rfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
Mexico, America Central, e do Sul e n6s
u)tn toda a confianja o recommendamos
votao um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e nermanencia, nio
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cOr clara a complei-
$3o nubladav sendo applicada depois de
barbear, evita a irritacao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ihora a condicde dos dentes e gengivas.
Como ba muitas imitates, as quaes nao
possuem nenhumas d'estas propriedades,
deve-se tomar cuidado e contar sdmente o
o famoso perfume o cosmetico do sul da
America, cham
\(il 4FL0RID4
DE
HIRRVV tit L41Ml\.
Sa acba A venda em todos odroguistasj
po rfumarias da moda.
V T.
a do taperailiir 4
ir sortimento de'piano:
^fferecp-se mbem unSa
Uruir nara! este dim*.
In.
:ua
",'i.ilid
o qaitl
. f i^lpe piano
1 materiaes fjra coocerta
if parafusos, castor, ca
^.. IM IM. 'BBM1QR
p9*, 000:0
I. cordai,
w
56
aRua do Marquez de 0
(outr'ora rna t* Cade
LOJA DE MA
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido
lado pelos grandes depositos e bons sortimentos com qui
aaelhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas
4aa, desde 10 & 60 serras, e havendo em todos os ta
nas e melhoramentos para perfeito e rapido descarocam
erem vistas e apreciadas peles Srs. agncultoreS| os
tambem mais :
Apurados vapores locomoveis, defor^a
de 2'/i a 3'/i cavallos com todos pertencas
precisos para trabalharem 4 machinas para
tlgodao, eu para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra. Carros ddarnio para atterros.
Tinas de tiadeiras.
Baldes de iita.
Ditos de fetyp estanhado.
Ditos com v^vula para lavatories.
Ditos de maweira para compras.
Apparelhos ura jardins.
iluards-comioas.
Tampas para k>brir pratos.
Tarrachas parav.fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos da madeiras.
Trens para coziii^a.
da 56
im
o principal e
mpre prima
*Bia* a'
drv .f ersidades <
tornam-se d
atera disto, er
Emfim muit
taminados.
Term \ de ban.deijas finas.
Corre U para arrastar madeirt
Cylind s nmericanos para pada
Pertenc^ avulsos para mnchina
Sahtre .flnado.
Breu sujprior.
MoinhosM* diversos fabr files
lho e cafe. H kr
Debulha Azeite dBiprmncete parf'flachi
Cainas dWL-ro, '
Bombas Wapy.
Ditas ananas.
Cofres de le>p patenk r*.
Cannos de fe\) esM?r.ftafl
Ditos de dito
Ditos de chur
Ditos de borrd
Folles para fer
esr^.
ktv^ado.
outros artigos, que sdavista e neste esta^ejnj^jgrgQgrjj
it
A VfttDADEIRA XtNlT^UE
Sfi FERREIR^DA^ftR
S13CCHSSOK
5-^
saA
DE
TOS NEVE
o
Connnda a vendePA verdadeira tinta violeta px'r? Tina
ro, em meias botijast quartos, a retalho e
Em grossb codi vantajoso desconto f
<9J
ezs
RUA PRIMEIRO DE MARCO N). 19
ABIIGO DEPOSITO
Aula particular de instruc-
cao elementar, naruada
Konte-velha n. 101
Felippe da Costa Dourado faz sciente aos pais
de seus alamnos e a todos aquelles que quizerem
confiarlhe a educaQio de seus filhos, que no dia
7 i Janeiro proximo vindouro terao comeco os
tr,Ialb08 de sua aula, 01 quaes consistem era
Jekfira de prosa e verso, caligraphia, arithmetica,
systema metrico. grammatica portugueza, etc. etc.
CoDSuKorio medico
DO
Dr. Marillo.
RUA DA CROZ N. 56, 2. ANDAR. 'g
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- g
qnentnn-oa hospitaes de Paris e Londres, -
ide ser procurado a qnalquer hora do
ia on da neite para objecto de sua pro- O
!
Clonndo Perrnira Catao avisa As reparucfaa
flscaes qe do !. de Janeiro em diante nao con-
tinua mais a vender polvora em seu armazem de
sal a rua Imiieral n. 1W.
Recife 30 de djmtir. UNHAS
RETROZEDEALGO-
DAO

TODAS
covras
!I1I HA
Com as falsificaQdes que tem apparecido *
DAS MACHINAS PARA COSTOl
DE
Consultas das 0 horas da manha as 8 bo-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis ans pobres.
ESPECI ALIDADES
Moiestias de senhoras, da pelle e de
erianca.
^ Qtwin pivcisar de uui rapat portaguet para
caixeiro u> uverna, unto iar- a praea, como
para o matto : dirija se a rua da luipentriz, kia
n. 28, que achara com qnem traur.
SINGER
Porque?
o
00
X
CQ
Nenhuma ma-
china Singer elegi-.
tima se nao levar
4
esta marca fixa no
braco da maehina.
^cac6e^
^)

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Para.ivitei^
notem
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Sempre e bom!
verem o bovo tortimento
(oriidSo; o que con ids
{Pas
favor djf'oa* vi**;
,oo abi ten*; seedo l
" wnATATrSSoKO NU*fl 0 5lUGAR DE SUA FUNDICAO
JnaW'flO'nfl dos mais **no lyEteraas eem u-
r*4ftH 0 rOu*I* **iu-* maohos convenientea para aa diversas
ias doa aenborea proijrietarioe part descarocar algodao.
/T j /wififrta de todoa 0I tan>anhos, aa^melborea qoe aqni
iuftS (16 Cfll'p1** existem.
asdentadaJp,rt,nimaMagQ,e'apor
cas de ferro I fandido, batido e de cobre.
irAiques e fifados de alambiques.
'hinismos ft
Da8 depatente.
is as mac
qualquer
nas de ferr
>mmendas.
praa por intermedio dj
tar aaxilio.
los americAos

andioca e algodao,! Podendo] todoa *
errrmideiri. f ler movidoa a mao ,v
/dot agna, vapor, J;
lidaa........ I oo animaes.
e pecag de qoe se coatoma preciaar.
de macbioiamo, a preco mni retomido.
fi#%a todos, todo* Ifism,
\m> ?e piifijdein, meus \eiUxCK
TnduS vcja'ii, <|uo progress t 1
Quo pro^resSo 1 incus scolK-ica I |
Com rmarita i.i crtrfa hem no domiiuo Jo pu
Mi. u desla capital e sans suburbios, qoe para se
obtertudo quo e pTeeiso para os regabotes nos
dias festivos que se aproximam
lima pessoa
nso tem mais do que dirif ir-se a
Confcilaria do Campos
24-Iraperador-24
Onde ie acham centriflcadas as quatro artes.
A saber :
C'oafeltaria,
Pantelarla.
Conaorvaria
K culiaaarla.
Sempre e bom qua lembremos aos ooaaps ami-
gos e fregueies que ja aos annos passados cor-
nam aos turbiihSes a fawr snas encommendas
de pasteis de carae, e a confeilaria do Campos
Q*e: este anno
. Estamcs mrmldos de uma nova machina que
i Ti se podia apellidar de
i Infernal

certo
tem aa melborea e main baratas existences no mer-
cado.
nmbe-ee de mandar vir qualquer macbioisfflo a von-
de dos clientes, lembraodo-lbea a vantageto de faierem
essoa eoteodida, e qae em qualquer necesaidade pode
e inatromentoa agricolai.
I
3
RUA
ssan:
10 BRUM N. 52
iO O CHAFARIZ

Po.
!
ode em 6 horas produzir com assew
Du^ir os mil pasteis !
ALEM DISSO
Lembramos ak'-o
C "White :
Que preparaii. < com presteza.
Fiambres.
Leitdes.
Penis.
Peixes. ...
Empadas.
Pudins.
Boles inplezes, etc. >.
E especialmente as famillas, os propi. vio*
da lonfeilaria de Campos convida-as a reum. n-
naquelle verdadeiro ceotro de bonsboccaiu..*
'ois em virtude das interdfccSes nSo se podera
ovir a mbsa do gallo. ''____________

TpVDICj
" raft do Barao d(

.0 DE FERRO
Triumpho (rua do Brain) ns. 100 a 104
CAPOSO IRMAO
a
Cald<
Moe
Tan
RoJ
Ro
E>nnas p
Concertos
Bncomme
n 30m am dos'
Jias machinas,
Rua do Ba
f v

RECtBERAM de Inglatei completo sortimento de ferragens e machiuas para en-
os, asmaia modernas epelhorobra que tem vindo ao mercido.
pCpB de force de *'6,8 e 10 cavaUos.
IS de sobresaleute para vapores.
S mteiraS meias moendas, obra como uonca aqai veio.
UndidaS e batidas, dos roelhores fabricantes.
agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
entadaS de todos os tamanhos e qoalidades.
e apitOS para vapores.
de ferro, de repucho.
ie diversas qoalidades.
ara aSSUCar grandes e pequenas.
concertam com promptidio qualquer obra on machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoa].
Londres
assentar
irlga uaojidam vir por encommendada Europa, qualquer machmismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de
[melhoresengeulieiros dc Inglaterra ; incumbem-se de mandar
e se responsabilisam pelo bom trabalhn tTs mesms.
irao do Triumpho (rua do Brum)ns. 100 a 104
NDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
Iff11
l\NTONI0 JOSS D:
Rua Nova
II
AZEVEDO.
n. 11.
PIANOS.
Queret'
osados, pe'
OLEAD0S
MAGN1FI
4.HNEIS el
MUITO linl
GRAMPOS
TALAGARi
YERDADEI
E mui
o de 'nitivamente liqaidar este negocio, vend todos os que tem, ,novos e
prejj o do custo de factura.
ambem acaba de receber o seguinte:
para assoalho de salas, de muitos lindos desenhos de 11 a 33 palmos
ura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sala por grande que
n oleado inteiro.
alhos ovaes para ornameutos de salas.
tricos i para qurar dores de cabeca. nevralgias e nervoso.
as gra vuras, igrandes, para quadros de sala.
|gurar Iroupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
iel picado para bordar com 1ft ou s6da.
ha de colonia em garrafas empalbadas.
os artigos, e por barato preco.
Ipglezi
]e lar
ja c
IS esp
Vernizes especiaes para carrua-
gens.
Este verniz, cuja falta aqui tanto sentem
os Srs. fabricait--s e possuidnres de carraa
gens, acaba de chpgar para seu unico depo-
sito, das spguintes qualidades.
VERNIZ SUPERFINO PARA CAIXAS DE
CARRLAGENS.
E' um verniz muito claro e duravel para
as caixas de carrungens, para todas as de-
mftos, ou para a ultima somente, sobre
outros vernizes. A superficie secca em 12
boras, depois das quaes se expde ao ar por
algum tempo, o que faz endurecer, e passa-
das 15 a 18 boras pdde passar-se a caixa a
pedra pome e dar-lhe em seguida outra de-
mao. Dfto-se com facilidade tres demftos
deste verniz sobre as tintas, em tres dias.
A primeira demfto servindo de apparelho,
ajuda a seccar as ultimas demftos e produz
um excellente brilho.
Verniz superior seccante para
carruaarens
Este verniz e- da mesma cdr que o ante-
cedente, mas endurece e secca com mais ra-
pidez. Emprega-se com bom eiito nas
obras urgentes, e p6de misturar-se com o
anterior. A dura^So do verniz permanente
diminue na proporpao da mistura.
VERNIZ SUPERIOR ELASTICCO PARA OS
JOGOS DAS CARRUAGENS
Nfto e tao claro como o verniz para as
caixas das wwoww iwmo.sp nos io-
gos das carruagens e tambem para os pn-
meiras demaos sobre cdres escuras. Pode
passar-sc a pedra pome passadas 10 boras,
podendo dar-se em seguida outra demfto.
V*-i -! icto Ao Jio, saperlor.
Para trabalhos em preto de carruagens.
Produz o preto mais escuro e brilhante, e
node passar-se a pedra pomes 10 horas de-
pois. Deve dar-se duas demftos sobre um
fundo preto e cobrir-se com outras duas de
verniz que se emprega nas caixas das carrua-
VERNIZ PARA COUROS, -BRILHANTE E
ELASTICO.
Este verniz, contendo na sua composi?fto
grande quantidade d'uma substancia muito
semelhante ao azeite denominadopieds bceuf,
6 o unico que da" flexibilidade ao couro ve-
rbo envemisado. Em geral basta um^ de-
mfto que deve ser applicada muito ligeira-
mente, com um pincel depois do ter limpo
o couro com agua-raz. Exposto ao sol sec-
ca em 1 ou 2 horas, e & sombra mas ao ar
secca em 4. Em tempo humido e mutit tal
trabalho, por que nfto e possival tornar o
verniz elastico e seccante ao mesmo tempo,
Verniz para apparelho.
Depois de ter apphcado 2 ou 3 demaos
ICHINCHAS
Lsd o n. 20
HU\ DO CBBSP0'
m m s mm
ontiinis a-\i ii.trr rn-i'no tiprulo patn bj-amr
muilo dii.Uejro.
CASSA LA
Chegon esu razenda,sidolindospwdrfles,even-
de-M pelo diminnio preto do 800 rs. o covado, (t
pecliincha 11 dao-se amnstras.
MET1XS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padroea oovoa, pelo preco de 400 ra. o covado, 6
Lasinbai eecocetai, padrSes bonitos, a 140 rs. o
covado. mn _. i
Ditas com llstraa, padrces modernos, a X80 rs. o
covado. M .
Ditas 12 e seda, padroes modernos, a 640 ra. o
covade. 6 Dechincha I 1 I dap-se amoslras.
^ ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de
1*000 a 400 o covado, e pechincba! 11 dao-se
amS,raS- CRETONE
Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa-
droes, pelo diminato preco de 400 rs. o covado, 6
pechincba 11 I dto-se amostras.
Cortes de casemira di cores, a 5#t00 caaa um.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 540 rs. o covado.
Fustao branco para roupa de meninos, a ooo rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
Cc'bertas de ebila adamascada, a 3*800 ra.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3#ouu
Lencoes de bramante, a 2*000.
Dites de algodao, a 1*400.
Toalbas alcochoadas, aj6<000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*500 a duiia.
Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de caisa abanbados, a 3*000 a dona.
Ditos de esguiao Bnos, a 3*300 data.
Cambria lisa transparente a 3*000 e 4*euu a
k Cambraia Victoria* a 3*800.
Natoalhado adamascado, a *000 a vara.
vSp trancado, a l*i00 a vara.
Fusvs de cores, a 1*000 ocorte.
Cha. -*>*.merino liso, a 2*000.
DUos e!2Swdos, a 3*500,4*000 ei*J00
Ditos com ^lf muito finos, a S*800 e 5*ouo
Esguiao mu.V^Sb **000 a vara.
Brim preto trJU.A(^> 000 a vara.
Bramante de algc vlS|l *600 a vara,
Dito de linho dev. tVpa'mos
2*500 e 2*800 a vara. ^
Algodao marca T, a 5*(K-^ >SfS-
Precisa-s? alugar uma aitia de meia idade, o
rcm qoe seja prela, qua nao l.nha vinos r*m
acbaque?, e qua altlaajL; tm ~c*dpc, r*"
1'prar e .-zii^hnr para **' :; |"-->*
8 tratar iu tiJadp 'i; C'iiaJ*, i>^k> -w ':>; ; "'
.a Unaj:r-i:u'-', i..j.i ji i-.' ;; _
" Alug*W 0:'.i ;' I'-l'/'d''
sobrado da rua do Pom lfsa, onti'oia da Crux,
n. JO, pruprioi para esiabelecimenro romimsrciai"
a tratar na rua do XHrqnoz de iriinda u. Hi.
#
u.
Escrm ftigido
300^000 degratificaqao
Ausentoa-se desde o dia 13 de mak) de 1872 o
preto de nome Alfredo, represents ter de 30 a 40
annos de Idade, perfeito cozinheiro, alto bastante,
e bem magro, pouca barba, olhos grandes e muilo
ladino, consu que tem pai no encenho do Sr. Lulii
de Calari, em S. Louren?o da Matta. Este orito
foi cozinheiro dos negociantes Adriano 4 r.isiro e
Sr Jose Joaqoim Goncalves Bastos, e julga-se
que esteja alugado em algnm hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forro : pede-s a todas
as autoridades e capiUes de campn, que .. d. sco
brindo, o tragam a rua Duque do Caxias n 91, loja
de miudezas do rival fern segundo, que serao gra
tificados com a quantia acima.________________
Na rua do Barao da Victoria u 36 pre.-i-.vs
allar ao Sr. vigario Andr6 Curcmo de Arauio ve-
eira, t negocio de seu interesse.
* ft'.

^ABftlpBSWoAlioS
Uim Or Jauiiro
r."ns:aiiJo aioi>d .-.^Mgwto, unico ageii'.e
i;.-;.i |i:.vin,i:i. Ja iftiifiial (alirica de cigarre?
dn S. Jooo dc A'ietheroy, no Rio de Janeiro, que
exisie no mercaite ekarros <)" >*> ^i""9 f,m0
fabricados em- ditt *bnea, imilando | '5S0 a
tiqueta em que -ve elles envolto-s apressase a
prevenir a todos os teus fregnezes que os unicos e
rewadniros rigarros de exposicno de dita fabri>"a
6 sao vendWnjt nos armazen* dos Sr*. Pranrifo-
Guedes d" Aranjo, Manoel de SoOM Cordeiro Si-
moes Junior e Faria & Filhos, uuicos dejosiios de
dita fabrica. Recife, is de novemhro *e '87a.
Dotningo? Alves Matln-us.
Descokrlas 'medlcinars
9
ataque de
reapiiare
MOFINA
F?t4 encoura^ado 1!!
A -rsia mole em pedra dura
' .nto !a ate qae a fun*
l< i-se an lllin. Sr. ignacio Vieira de Mello
- -:ivin na cidade de Nazareth d>3Sta provjiicia,
-. r de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a coo-
luir 8'|uelle neg:io que S. S. -e compToroet'eu a
':>u.-ar, pela leiceira chamada deste jornal, em
in> de dezeiubro de 1871, e depois para Janeiro.
a~m)ii a fevereiiv e abril de 1871, d nada cumpric.
ih-r e-u- motivo e de novo cbamado para di;
{.. j-ot- S. se deve lemLrar qne este npgocio t
.- mai J. oit" annos, e "juando o Sr. seu lllho
de largura, a
4p
*
m
m
n'-tira-
Rmi lie
Ditb domestic a 3*000 a t^X,. nara carai.
Brim de algodao com listras prop?P Para caini
sas, a 400 rs. o covado. \rlo di-
Nanzuc cambrai* de cores muilo flna, ^ P10 U1
minnto preco de 400 rs. o covado. \^
So na rua do Crespo n. 4a.
Lojade
Guilherme & C.
Pharmacia Torres
O abaixo assignado, chimico pharmacentico,
craduado pela faculdade de meJicina da Batua,
participa ao respeitavel publico e aos Srs medicos
clinicos desta capita), quo tendo comprado a bem
conhecida pharmacia do flnado Ignacio Pessoa da
Silva, sortida de medicamentos novos, preparados
frannezes, dos melhores autores, tmUs de todas
as qualidades, e avia qualquer receiu.a qualquer
hora do dia ou da noite, com todo o esmero, asseio
e promptidao. sem fazer substituifSes, por precos
os mais razoaveis possiveis.
Manoel Thomaz Pereira do Rego
PELO BACHAREL
MANOEL DE SIQOEIRA CAVALCaNTI
1" o Preservativo da erj-
slpela : para curar com cert^/.. e
en. ponee tempo, qualquer
erjsipela, e prevenir o seu
cimento.
Este medicamento tambem e muito
poderoso para o rbeunwtismo.
%' o Reflruludor da m<-ns
truacao : para falta, irregulanda-
de, suppressao repentina dame tr'ia-
cio, e dos lochios, as-im coiihi para
todo^ os soffrimento* devidos a-iuellas
affeccoes. Ambos estes mediamen!os
ja sao muito com-eituados, e pi
dos nesta provincia, e na
Janeiro.
Acham-se a venda somente em casa
do autor, das 9 horas do dia a* 3 da
kt Urde, e a qualquer hora en. casos ur-
s&b gentes.
^. GRATIS AOS POUREs
Wg> Rua da Imperatriz n. 14, 2 andar.
Casa (lecainjitt
r>ece-se a quem qui er fazei os concerto;.
nnrSih Tb o arrendamento poi alguns annos, de
mea!da*Vcellente casa sita na P.rta d Agua.
aue^i do ftnT^P Dr- ^<\aito Pire^ Unmri Mm
SJo iasaanSkcsrriptura para maiur seguran-
teiro, passanao^^ ^ e a cas;l inuiU,
h^esci tem magi.kv ,li"'h" "le aSna 6'"-" m
rente' eTmmto w ^ "> W '.' *T
lefronte ? quem pre. <>6de dirgH- an Sr.
Francisco Carneiro M. *iftCfte
Sr. Francisco Ignacio Pinto,
ou ao Sr. Cannan, a rua do
5*>
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NOVAS PUBLIC&CDES MUSICAES.
. J r Aacverio Miia \ta n 11
Aea am de publicar-se, c acham se *
venda as seguinUrS nmsH-as :
PIANO SO'.
Dansf. esi'amioi.a. jmr Ascher
ARABtl.LA, MAZURKA, |Xir G.
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Valsa d*> Facsto, pyze
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1-J00
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no u. 40.
Feitor
Um que entenda : a tratar na rua do Commer-
cio n. 16.___________________________________
Shaw, Hawkes 4 C fazem sciente que, ten-
do se retirado de sua firma social o Sr. C. J.
Shaw, a casa continuara dc hoje em diante son
" Pe7nambnco71"de Janeiro ae !/. ^_^
i m,;
I FESTAS
^ Vistuarios de fusao pai a menmas a
W 4*000. .
^Ol IM103 de cambraia ^abados a
1%L Ditos de alpaca enfeitados a 7*.
P Rua do Crespo n. 10.
Barato
Aluga-se o 3 andar do sobrado da raa da Guia
n. 62 : na rua da Senzala-nova n. 1.___________
SOBRADO PARA AL>
Aluga-se o primeiro andar do sub.
do Marquez do Herval n. 31, com niu ,
commodos para familia : a traUr na rua B
quez de OUnda n. 52,
la rua
N)ns
SONIIO DE UMA VIRGEM, pir AlbeT-
taZZi l~0v
ANNA la I'RiE, cavatma |^<00
AoI.lair de la LiBB. por Bussmeyer ttV*)
ISTRtLLA DO NORTE I ^^ bri|hlinte jf.....|
Saldai;Ao ao Baiiia |
Cricket, por Seises, offere-cida aos
cbrickets club peniambucano e
babiaoo ^00
PIANO E CANTO.
Desespero, muito liudo romauce
porl.SmolU W*0
Non m'axava, romance por Gucrcia 1000
Tambem re.ubeu da Europa grand*- 5ot-
menide musiea para piano, piano r
-ntoudos, mRtholos, etc. etc._____________
Banhos eares saudavcis do
Monteiro.
Aluga-se alii duas r*quenas_casas muito em
ffe^'cos":^ tratar a"rfia do Barao da Vfctoria, ou
tr'ora Nova n. 7._________________________r__
Aluga-se ama excellente casa na povoac>
de Daarte Coelho, em Olinda, com bons coimuu-
dos para familia; a tratar
Amorim a. 37.
com Jorge Tasso. rua
HudaDca de escrijitorio.
Domingos Alves Matheus, tnudou o torio para a rua do Vigario n. 5, pnmeim andar
da casa em que tem armazem o Sr Caftano t
riaco da Costa Moreira.
Precisa-se
sem ella, para uverna
de um meuiuo c>ra pratica
na rua Din-Ma n. 45.
de laiuiha
para se
e pa-
gi
out.
PARA
Marcar vej
Cartftes d
papeis, clar
Garante-se da
York, e affiaca-se
I
Cada chapa i.J
pincel, uma d:-?c(*
tinta, custand
Pr
orracha para limas
Recebeu a pharmacia Torres, de primeira qua-
lidade, por commodo preco, vinda pelo vapor
Ceard._____________________------------
CASA DO (MO
Aos 4:000^000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outrora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
muito felizes bUhetes a sorte de 700* em um
meio de n. 3308, a sorte de 100* em um meio de
a 3669, e um bilhete inteiro de n. 1800 com a
sorte de 100*. alem de outras sortes menores de
40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de
extrahir (81'J ; convida aos possuidores a virem
receber, que prompUmente serin pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
J vel nublico para vir ao seu estabelecimento com
sobre tudo com as tintas moidas, nara que ^^^
sequem mais t'acilmente e
Aluga-se metade de uma uaa
mulher e marido, sem fil-os. so a casal :
caes da Dettencio n. 11.____________
- Precisa se de uma escravi par* cozinhar
Primeiro de Marco n.
a comprar
oja.
na rua
deste verniz n'um intervallo do 8 horas, de
ve-se deixar a obra intacta por 2 ou 3 dias,
no fim dos quaes se p6de pulir com extre
ma facilicidade. E' essencialmente neces-
sario cobrir este verniz com duas demaos do
verniz superEno para caixas de carrua-
gens.
VERNIZ SECCANTE.
para
lhes dar
maia consistencia.
Servem
nomH e luom.
Sfto fat
argola.
Saci feit
argoLs do n
dia do dun.,
os, roupa de cama, guardanapos, lencos
eias e todo genero de roupas
COMO TAMBEM
visila, livros, envelopes e teda a qualidade de
e exactamente com o Mine competente da pessoa
uma chapa tfto boe como poderia conseguir-se om Londres ou Nova
ualmente que a tinta ser* mdelevel.
u can bet your bottom dollar on that
.o nome da pessoa e acompahada de dous frasquinhosdetmU, um
:obre a raaneira de empregar a chapa e uma recei
fljrjo ) *
oflxo.oi
.-'etra fFC\'e mSo e j?othica______ ? __ _
PARA CHAVES
odaa e possuena asseguintes vantagens :
tar as cbavee. e ao mesmo tempo seodo chatas, ha
entrar a mator chave sem
Uooo
55S0OO
pomm
i ajmi
>do do
de Ah
offender a
[de o
r.if
sao
r fechar, deixam
al etnft enfto sftosujeitas a enferrujar, quebrar ou abrir ; como as
fortoae bit*.. Cada argola americana com o nome e mora-
Como nfto e" necossario dar lustro ft ultima
demfto de verniz empregado nas caixas de
carruagens e no dos jogos, convSm dft lo
n'um local separado aonde nfto haja pO.
Quando a obra urge,- deve por se 4 sombra
e ao ar livre depois de secco, isto e", passa-
das 12 horas, lava-se e enxuga-se bem com
uma esponja humida. Quantas mais vezes
se fizer isto, mais brilhante heard o verniz,
e mais depressa ss terminarft a oarruagem
(em caso necessario tres dias depois da ulti-
ma demfto). Durante as duas ou tres pri-
meiras semanas deve se lavar a carruagem
com agua frfsca, depois de ter ser-
dido.
Os frascos devem conservar-se sempre
hermeticamente tapados, t resto do verniz
nfto se deve deixar Gear no fresco, e pode
usar-se para as primeiras demftos.
Nfto deve misturar-se con. este verniz ne-
nhum outro iugreiliente. mm egua-rm, e
de nenhum modo i-uin o sew-anle. t* pre-
ciso limpar bem os vasos e os pinceis, e o
inelbor e servir um piucel para cada ver
niz. '
Deposito unico para o Brasil, Barthcilo-
iieu d C, Peniambuco, Rua do hosa
rio n. 84.
Acham-se a venda os mmto feliies bilhetes ga-
antidos da 18 parte da leteria a beneflcio da
Santa Casa da Misericordia do Recife, que se
extrahira no dia 9 de Janeiro vmdouro de 1874
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De tOOSOOO para claaa.
toleiro 3*500
Mem 1*780
Recife, 29 de dezembro de jjWi
Jooo Joaqum aa Lotta utu.
Paris, 36^ Rn Vlvienne, D
MCD8CI11 SPECIAL
't MS tSIOASS, AS AnrMtOH
tLTSIIACOSS 0
?i,o90cursdas qent,fmitula*.ht>jn
Aiuga-se
o sitio da Ponte de Uehoa n. 35 : a tratar no mes_
mo sitio, ou na rua do Rangel n. 7, V ou v
andar._________________________
Attencao
0 Sr. Francisco Acostinho Madeira, e rogl>
vir a raa do Duque de Caxias n. 60 A._________
Escravo fugido
iXffSSJW?SS ddeiaGoyann^
escraVo de nome Jose Borges meslre 'e assucar
teudo os signaes seguintes: cabra, idade 30 annos
pouco maisBou menos, boa figura, um grosw
e espadaiido, sendo o signal mais visivel uma
gomma na junta do peesquerdo : rofj^a*
as autoridades e capitaes de campn queirani ap-
prehender dito escravo eva lo ao refer.do on-
geuho, ou nesta praca a Oliveira, Filhos &U
go do Corpo Santo n. 19 que serao generosamente
recompensados.
Recife, 19 de novembro de 187J.
SAQUES t t .
Sc .2&u^eftJgen'-' rm lo<,as ftS '
dades e villas de i^gal, ft vista e a pmz
pr todos os paqueujs^^
g Odilon Dnarlcr. ^ taato I
% Gabrlleirci^ ^ /|
0 Rua da Imperatriz n:
y. Rtceberam om grand.- e variado son.
W mento de tran.as do c^bello artiOria Ipai ;
O os penteados m..demos que vondem pel
Q baratissiino preco de C % eaaa uma.
Cozinheiro
Precisa-se de um bom co-.inbeiro : a tr'
largo do Corpo Sante n. 19, 1- andar._________
Precisa-se
de um perito cozinheiro : a tratar uo hot I
Rordeaux.________
- Aluga a- ou vendesc a casa lerrea da i
doCoronll Uroenha, ouir ora f*" -
cm quintal : a tratar ua rua do bem Je>u-
31, primeiro andar.______
20$
Precisa-se de uma ama forra on eseravs.
czinhebem o ordinario para ^^a;""
eia de boa condueta, |.gando-se JO*ouo m.
na Capunga, rua das Heraambucanas, cas* d
tea, junto ao sitio do Dr. Pereira do \*m
Collegio delTsTda
Saiidc
Para oduoa^ao das ataeaiaaa-.
tabelecido aaa rsaa Fora
A^irectora deste cellegio, abaixo assignadT
sciente aos pajs ^ suasalunma.s^j. .^m^
CHABlt
Bis nrr
DEPURATIF
da SANG
mrnt, ceateow, ert-
nvnta, eaUtrfonM-
JcioM* do Mtngtte, rt-
saitgue. (XiTope vegeUl
iratlTB* "!*
ies:na, cusU
rta a,
1> L\DR0 MACPHERSOIN
M HOTEL ESTAMINfiT
;ua do Imperador n. 61
DiAS UTEIS DAS 9 HORAS AO MEIO
2(5000
DIA.
* LUG %*
o primeiro andar do subrado da ma do Cor,.ml
Saassuua, jnnt aos art>riosn lit. cm gramhw
commokis paia familia. muiu (reeo : a Watar no
mesmo .-..hr?d.., 2* andar, .das 3 aa 6 boras da
tard por com modo piero.
-Al
rua
Aluga-se uma escrava
da Gloria n. 146.
para o servioo : na
PLUS DE
COPAHU
r-u.. Mr a\ ort
irui lucreurio). "
B\aO IWEa#.B ro*w-K <~ r-'
Miaaiia. s#guindo n trseUniBto Dtpuntitio.
EsteXsrowCursctode
ferro de CHABLE, cart
mraediatan.enie qntl-
loer purfacao, rtm-
_ xafmo, debtUaacu,
t igu:ii., i. ^.*> /orw braneaL2,!Z
Oinere*. BsU iujocCM bemgiia eaiprepsso
eon Xorope d^ C.itraetn Marrla. Pnni; di H"0 Hi Crs mS dUS.
POM*OA *MTIMeH>ETtCA
Com ri nos ajrrfnrf tutanrai t matrons.
ILOt.S VE.ETAES DErlllMTIVAS
do a. Chakie, caua frisco mi ceoiaphde
U ua foltieto.
AVISO A08 8R8. ME0IC08,
l^ira catarrh**, MMM
ratoirtw. irHf*
-MTMOH M ** *rm-
eMN *** *(*
** bortaaoi
oaw rmhr irh OMr urapr W_
Doposito muuji
rua da Crua.
" Carros de luxo.
inquestionavel que a cocbeira da *"
Jesus n. 18, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para W^W*
nmvado, visitas de etiqueta, bailes e actos da. aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de **
parelhas de animaes, arreios luxnosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo soenufi-
car-&e da verdade do que deixamos dito, certos de
que nao encontrarao pomada, e sim realiaaae e
commodos precos.
Dinheiro perdido.
A pessoa que achou a quantia de 608*000, per-
dida na terca-feira 30 do corrente, do bairn.do
Recife 4 raa Bella, e quizr reMiiui-to, jaod Aw-
lo na rua do Bom Je^us n. 56 primeiro andar,
que sera generosamente gratificada. ___
-"Alueaseumaescrava quecozinhaeengomma
bem : a irattr na loja do pa-so, na rua do Lres-
po> jqnto ao arco de Santo Antonio.
Va-
ns chefes de" familia que quizerem
cducacio de suas filhas, qoo no d.a .
proximo vindouro eoroecam os trabalhos d -
tabelecimento, no qual se ensma com mw ..
qua
'olhii
a him
Sirop du
d^FORGET
Precisa-se
uma ama
que engorame e faca outros
serviqos domestic* s, em casa
de pequena familia: na rua
do CHQibaribe uumero 40.
'Aluga se nma casa terrea com commodos
para fiunilia, e tendo gaz e *ga eocanados, na
raa ImperisJ a 179 : a tr-ur junto.
feicao, e por escoihid.* professore
prosa'e verso, raligraphia, ".'hmeUca, v-
metrico, lingna vernacula, h?n' ***'
franeez, inglez, music, vocal P'^'.^S
oa, crochet, labyrinlho, obras de la, t**
matiz e ouiro, etc., etc. ; nao aerae ado,
mais de vinte aluronas. "-
A directora conlmiia a ser zelosa o Incy
no cumprimento de sens deveres, e des* j-i
dece em extrerao a -**^Kcomr31uei",r
pais de familias. conHando-lbe a edueacio *
innoc^ntes lilhas.
Boa-vista, 29 de dezembro de 1873
Maria Rlena da Rocha
Directora.
MIME
o primeiro andar do aahrado d rua das TV,
ras n. 48, qne flea n.me da rna osr
Roi-ario, contendo t salas, z gabinetes (
pexiueno quintal om raeiinba e tanqas
nho : trai ** ran do Imp rador a JJ,
torio por cima da Irrraria ehssiea.
AVISO
MODISTA FR.VCEZ
Mme. Cieroeniine n.nra. p.itifipa f
ve: pnWie", qw arhi*-* estobeteeaa
da Imperatru n. If, aa coeturar f**1
passeios, bailes, easaroentiH ba^fi'Moo
maxima prMaptid. p* preea aoia* iaa*
fazendo nas propr' casa* as peMiaeav
rem honral-a de i
\*
( mriiui I
i


I
o homeopa- $
tio wJKtaa.|| 41-tWaV* Imperil*-41
> Consultas todos os dias das It a 1
Ml* rde.
Mt Gratis aos pobres.
J5 Residoocia a raa-Neva 11. 7, segundo
t andar, onde da ronmhaa das 6 as 9 da
manha e das 3 as 8 da tarde.
Chamados a qoalqner kora.
CasaemOhnda ^ 0
Aluga-fe por quatro mazes ou mais e nor pouco
dinheiro, ama exeellente ca$a em Olinda, na ma
do Bomfini u. 21, muiu fresea, com uuma;odos
para grande familia, tendo agua e gaz eucanados,
grande quintal oil sitio arborisado, e com excel-
ente vista para 0 mar e a cidade, apenas distante
ires minutos da estacio a\>tJarmo e poaeo mais
dos baojieinoatf a Jrater, nc aiaazem de Joao Ro-
sa, na yavospS dl HyO Qjeyeos n. 8.________
Citegte VnhWz-M Capnnga
Mme. Cambrone avisa aos pais de Tamili.i que
abrira no 1* de Janeiro do anno vmdouro urn col -
egio francez provisory mcnte a* Cajmnga, raa da
Vi'nlura n. 35, para 0 sexo feminino ; alem do
rauce* ensiaar-se ha porluguez, ingle*, geogra-
puia, bjstoria, inusica, bordados, danca, etc.
100$000 de gratifica^So
Engenho Santos Mendes
Fugic no dia 80 de dezembro, do engenho San
tos Mendes, comarea de Nazareth, freguezia de
Tracunhaem, a escrava Maria, crioula, 30 annos
de idade, pouco mais on menos, baitfa, grossa, cOr
preta, rosto alquebrado, pej seccos e espanados,
dedos curios, cabellos braneos, canellas finas, tem
dous signaes cabIIudos no queizo, e e bem ladi-
na. A peisoa qu* eutregar esta escrava ou ao seu
dono, iue e o seahor do engenho acimn. l.:.uren-
tino Gomes da Cuafaa B*reira BeltrSo, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, 1 andar, sera
ecoinpensada com a qmntia de 100 J.
0 Sr. one anvunetou querer comprar nm
sobrado de nm aodar em qnalquer das fregue-
zias da BoaVista, Santo Antonio ou S. Jose, an-
nuncie sua rr.orada e hora de ser encontrado ;
va a rua do Hospicio n. 35 das 7 as 9 d3 raa-
nhi, e das 1 as 6 da tarde, quo achara com quern
Uraar.
Alu
a easa a 13 a Passageui
ar com J. I. M Rego.
ga-se
da Magdaleoba
a tra-
HflLlft NUN
Oesappareccu ao amanhecer do dia 4 do eorren-
te, do engeuiio Soigi, comarea de Goyanna, 0 es-
cravo de nmc Jose Borges, mestre de assnear,
t endo os signaes segnintes: cabra, idade 30 annos,
pouco mais ou menos, boa ligura, urn tanto gr>,s
so e espadau'lo. sendo 0 sienal mais visivel uma
gomma na junta do pe esquerdt r ga se a todas
as IBtorila.les < capitaes de cai.ipo queiram ap
prehender Jito i-seravo e leva-lo ao re'erido en-
genho, ou nesta praea a Oliveira Filhos & C, lar
go do Corpu S.nlo n. (9, que seriio generosamen-
te recoinpensados.
& C. en| seu
Mar,;o u. 16,
nle a ti4os os
dlowV>Iaiia Cordeiro
. prompto qniiezem re.'cbejf dt eon-
formidade com a concormjta obti.la em jqizo ; de-
ve'ndo os mesraos crfe^ores apresentaWtn seas ti-
tulos ale 0 dia 24 do eorrente pnra sorem eonfei
ridas.
Recife 18 dedeiembro de 1873. '"
Preeisa-se de uma crtada ou eriado barn
ciimprar e eoinhnr : na rua do Marquez de Olin-
da n. 40, !. andar.
-------- .-. *'- 4
Preci&a-se alugar uma ama boa eozinheira,
forra pa cserav* : a tratar na nj,a da Impefatrfz,
casa t. 16. setnndo.ai '
rorra pa cserava:
casa^^undoa^i^
Armkda:
^
Na rua do Qacao fal(ar ao Sr. 2> teoente Josd Maria. Pestana.a ne-
gacio de sen interesse.
4 ar 4 Preeuarse da uma aa.para co-
\ |\,| A ^"liar ein casa dj. pouca familia : a
n.ni / \tratar n*rua ^ uswn- *ft
cjisa que tem bo!as am^lasnjf
cornija.
AMA;:
niji.
Preeiia-se de uma ama para co-
zinhar em easa de pouca familia :
a tratar na raa do Jiospieio, easa n.
70, qne tem bolas aniamUas aa cor-
' "'
Ama de leite.
paga-se boa
Precisa-se de ama ama de leite,
na raa do Hospicio a. 50.
Ama de leite
Preeisi-se de nma ama de leite que tenha bom
e abundant* paga-*e bera ; na raa Formwa
n. 24, easa com jardim defronte do becco doj Fer-
reiros.
Na rua do Rrun u. |6, 1*
andar, precisa-se de uma
ama para comprar e cozi-
nhar para uma familia de tres pessoa-.
AMA
A IW" A Precisa-se de uma ana' para cozi-
2\i3ix. nnar ; na riia 4e Hertas n. 16, pri-
meiro andar^____________________^___^_
Precisa-se de nma ama para com-
prar e cozinhar : na rna do Impera-
dor n. 79, loja.
AMA
A \f A Precisa-se de uraa ama pera epgom-
xa_i.xa. n-ar a ,ratar na passej0 publico n.
54, loja.
Ama
escrava.
Precisa-se de uma ama escrava por aluguer,
qne cozinbe e sirva par for pieciso : a tratar na loja o"o Passo na rua Pri
meiro de Marco.
Ama
Na ro do H"-|h.-hi n 49 precisa-se
de nma ama livie on 'serava.
'adari
1a.
Ali'ga-se a da rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
a tras ir coin Ta-so Irmans, r .a do Amorim n 37.
'cwa-se de am caixeiro para tavern^, de
ios : r.a rut do Visconde de Pelota"
o n. 1.
A Consn!l.;ri* n?Wttta-Vit
i A. B. daSilv
0 Sr. Tandido G. R Lima, faca k favor vir a rua
do Duque de Caxias u. 61) A.
f
di/'AlDuqnerqoe n.
riz da Boa-Vista
Rna do Vigconde
11, oulr'ora rua da
n. il.
Chamados : "laiqaer hora.
Cnasolias ,>obres gratia, das 2 as
4 horas J-
F
UglO
60 a 1- de idade, p-nusii iais ou mo i^ altura
.-'u r, ca tula, ivrfw'los ja pmtiii - tdo e ''. \&ptM* qnm iMfa der noli-
< a .ua M S v- 57. seia raC'nii.iyn-ail..
N .".,.: '* se roga a ues-oa que no dia 20
Je .v.-:ii proximo pa>sadn ac 011 uma canei-
ra ':. 1 '* '"a Nova, defr .nte d-> i.ilh ir da rai.a
n. ir ''$ ? h oras d.i I ir In. roitettdi duas leira-,
i- &. outr.i de 27j6*4o7. n-ii li.: de 20
//.o-: stsiiiu e iauto< mil reis ea) dmhi-iro. e
(ilro- p;iprt Je iin|)..rlan.ia, com ia Ui aonuu
cia-l mencioTiado mez de nuvembro,' sen k) a I im de
4004. siCfita |"-lo Sr. it FraoriV-o Aonust- da
Utsia, a fav-.r lo sr. Dr. Glaudinu de Araoju Gm
m ira,-s v "eiila no d-a 6 de marc" d 187J, emu
os juro> 1I1 I 0|O, 0 favor d* mandar enlregar diU
cartora em minha ca^a n. 67. na l-ija de remiwi
r-; (u a Bernardino de Senna Dia-*. (pie fni quern
a perden ; e fazendo entrega de todo, pudera fl
ear con .1 .Imheiropor gntiticaca. e -e llie agra-
decera, vi-t 1 servem a qiuin acbou, e sun a qut-m penieu, por
se ter feito m- ente aos re.-pectivos deved(,res.
vorapanhia do Gaz.
otnpraza itogNZteni a h.>nra ileannunciar
^publico que rccetvu ultitiifiitH urn ospli-n-
liJo sortiiriMiiii) de lustres l viilivt, can-liei-
ms araa ni si'iptnrio & rua Ao linpvra'ilor n. 31,
-ra-i VL'iii|i pn-ijii 111 uis razoavel possivel.
* CONSULTORIO f
MEMCO-tllMiiMCO *
mi v
!. Wtaiitu IKosa. ^
Rna d.i Uarau d.i Victuria 11. 46, (.
H'l-lMr, lUti'ora rua .%' va. 9
(Jmsuilas ila- 10 hulls da manha ao 0
iiici.. na.
<:ha..,d.i- pur esc rip t a qnalqu rhora '
Kypcci.ilidades. PaiUw inulesiiaa.de 41
ollios e tin apparHho re pir^tuno.
I 1; UH [ ^f
do f andqrl#*obr|Mlr)ft $4 da rua
I'.osairlo, nar-iHAiba de 26 do eorrente,
ofeftintet 1 cMete do-merino pretn, 1 relogio
ae ouro, descoberto, con 0 mostrador de vidro
Sosso e 0 interior de crystal, do npvo system*, de
r corda. e eorrente preta, tendo no bolro do
mesnio collete !J0* em dlnheiro, sendo quatrn 110-
tasde 10* e.duas dV5f, e msfls 1 bilhete de rifa
fle relogio, e oalros papeis, 1 sobrecasaco de pan-
no preto, contendo lionco de pontas amarelUs,
1 maco de ehayes, papeis e uma letra ae 800 ou
900 e untos mil rqU com trfs lirmas, duas das
qnaei sSo os Sr?. Antonio Francisco de A'nuqner-
qne Santos e,Kanoel Jerqnymo Uehoa Cavalfcante,
1 camisa de fn=tao com cplferioho sttapoa^o 0 gra-
vata de gorgurm rim btrwe? grandes de lartaru-
ga : recomoieudaso a? autoridades potipiaes, ou
qnalquer pessoa a quern m'tos objectosrforera offe
ft^lfoa,. >,apprehcnao dri me^mos.
I C#Heffla-4|e &*sla (ienoveva
Antomo-M&vqiies de Amorim
sle nollegin, ecubelecido a raa *> Hospkio n.
56, em nagailico predio, offerece todaa as piopor-
cdes para commoWidade, adii ntamenlo e recreio de
sens alwnnos.
Separado do muro que 0 cerca fin paralello
graminu, tem na frente um bello jardim, dos lados
extensos patens de reerei), e da parte posterior
am terreno arb. risado, vastissimo dormitario Bas
melhorea coodivdes hygienicas para 150 leitos,
com servico proprio ao asseio em aposeoto lateral,
frande laivatorio, 46 fcanheiros,. bem refeitorio, e
inakMote ooimuodas salas para as classes, um
salSo de estudo, claro e arejado, com proporcSes
para 200 etudant<*.
0 director cont4da todos aqnelle?, a qnem inte-
ressar possa, para que vis4iem 0 sen estabeleci-
mento, cujos mappas que foram pablicadns na
terca-feira, 93 do eorrente, pelo Jornal do kecife,
^emonstram 0 resoitado das aulas ho eorrente
aBo leetivo.
De accordo com o program ma dos estudos, fo'
designado e dia 20 de novembro, e annunci' j
pelo mesmo Jornar, para 0 exame no collegia 009
alamnoe habilitadus, nao so em Itoguas.yiomo em
sciencias. f
S. Exc. o Sr. presidente da projiocfa visiton 0
estabelecimento nesse dia e a9sa^9-/aos exame9,
qne foram presididos pelo Ejur^^r. Dr. Antonio
de Va concellos eaezes dey^eumniond, lente da
faculdade de direko. /
Fori.ni examiBdore?y^Srs. Drs-E*eqqiel Fran-
de Sa, R. Hooon^/Silva, Jorge Dorn'-llas Ri-
Rua da 1


Vende fazendas para liquidar, p
abaixo se

baratissimo;
e:
Pereira da Silva dlGuimarfes teojo cji ser umgraii(loderxi1
tem resolvido fazer uma liquidac^o das mesmas m grande abatiSo
com 0 umco fim da jpurar dirmeir,, para 0 quekn&Um nio .6 Sir
j frnguezc^ como 0 respeitavel Mblicort vjr surtif He moitas fazendas |
noaeueSUbelecunorjWdenomtnadooPavao-a ni Rna do Barjo 22.
DE
Cai'iieiio viana.
A' este grande a^jelecimento tem che-
gado um bom sor*'aento de machinas, pact
costura, de tdd' /os autorcs mais acredita-
dos ultimarn
CAMBlkUAS-A 40, 4300, 50, 7.
0 I'avao vends um magnifico sortimcBto
das mais Qnas cambraias brancas transpa-
rentes, tepdo iO jardas cada pe^a, pelo ba-
rato pre^o de 4?9, 45O0, 30, 60, tendo tam-
bera das mais finas que custum&ru fir ao
mercado, assim como um grande sortimento
tie ditas tapadas e victorias que vende de 40
ate 80, sendo fazenda que valle muito mais
dioheiro.
COM SALPICOS DE CORES A 50.
0 Favao recebeu um elegante sortimento
"' iconic
fazoad.s
pre^os,
umeroso*
baratai
^IjSlL de cmbr>as brancas com bonitos salpiqui-
cenaEuropa.cujasmactuM* nhos raiudinhos de cores, tendo 10 fardas
11 cada corte de vestido e vende
sio garar' ^as por um anno,
iitf artista l
qual
pelo
perfeitr- artista pars ensinar as \\"" G2! !
er parte Jcsta cidade, wSHSn aS ^ de,5?' ?>' "" ****, 4taa .
salpicos todo branco sendo fazenda finissiraa
barato
com
niz fiarrefo e o professor C
co
beir*> Pes^ea, Jo;
achelery
- Pri
o Serurae'Karias, negociante em Jaboatao :
[.ruies loja de trastrsn %1.
fallar com urgcucia ao Sr. Cana-
na
1 arneiro fugido
Fugio um carneiro franco com o cabello gran-
iie, porem empastado de "djo, k-vando ao pescoco
um pedaco deeor.Ua velha amarrada, tomou peia
eslrada da fcrro de Apipucp,*, entrando nella em
J.. J086 do'Maofwinh : r.ga se a pessoa que o
j*ver aehitdo o favrr mandar levar ao Gainmhe
Novo n H8r ou a raa ajova, loja n. 11, que se
recompensara. H
torn
caaas que se aoabaram de
Alugam-se algonia
eon>irwr, na rua do D.tioo, h'oje "hiachnel.".,"con^
inmiando own u muro dos jesuitaa : a tr alar no
s> Goncerta-ias plo tempo tambem d'um
.uno sem despendio aiguin do comprador.
Neste estabeleeimento tambem ba pertencas
para as mesmas raachinas e se suppre qual-
quer pe^a que seja necessario. Estas ma-
cbinas trabalham com toda a perfeicgo. de
um e dous pospontos, franze e" borda loda
qualquer costura por fina quo sej-i
precis sio da seguinte qualidado : pa:. I
balhar a mao de 800000, 400000,
a 70500 e ditas a 50000.
VESTIDOS A ISO DA CORTE 1|0
0 PavSo vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cada.c6rte todoa os eiil'eites necessarwsaemo
sejam: babadinbos, entre-meios, rendas,
sous j requefifes, e vende pelo barato pre$o de 120
'cada um, assim como, di os a2 de julho
.iSOOO com. todos oseaftsa 100. eorUde"cam-
2!' Sum hno^ Pf S^d61 bra*S br,ncas hertts- ct *** ret
0, 90000, 1000000, 1105000, | a. 60, ditps finissiinos a 80, ditos de cam-
3 braia branca com listras de cores, para aca-
largo.do Pombal n. *8.


C hail! a n-se
b loja de fazendas e roupa feita a rua do Mar
qnez de Olinda n. iO, os seuhores abaixo meucio
iia-Jus a negocio de interesse rcciproco:
Ad. Iiiliu R-liter. Kooper.
Cento Mairalhaes.
H rmitgen' s Nunes da Silva.
Jo mo Marlins Nogueira Santos.
Miguel L pes 'iuimaraes.
Jose.Aff..nsu.
Vioinl Fcireir* Piato. r
! Azi-vedo. ". i
Manoel Tiieoilorodo Nascimento.
Brt ..irdino Lopes dos Antes.
Do :: Mafia.
Antuniu erra.
Jo>e do R -.. Arayjo.
Jose 1a OunbjB Frejias.
Jo.-e Isiuacio P.>rte.
Anrjiiiu Mureift Camara
Z f. riiid Domkigoes-lfcreira Junior.
Joao lta. Pai. inn j,,se Aihuh>-s.
M.'-, Daollar Ptr^ira de Muraes.
Am i Aquiline Ua tfrtfL
Ar:; MoHand,. Cvaicante.
Mi IBIS 10
M tta Junior & C. e Anioniu Martins Leiie^
C. aduuuistradures da massa fallida de Jose Nar-
ciso da Siha & C. couvidani aos credores ja
maoa que apresntem seu-< titulos ate o dia d
de ja circ, atim de serem veriti^adas e admitti-
das .> ratew.
Recife, 43 de dezembru de 187:1.
ao.
Precisa-se de 2:000a a premio sonre hypotheca
era qualio escrav.s iwjq& e hahilidos. a : a pes-
soa que pretender, pode deixar o sea name nesta
typoaiapina com as iniciaes A S.
Amg.i senl andar do sobrado n. J) a rna
Duuue de Gaxias, proprio para familia : a tratar
**r-*o
0 abaixo assignado .-tabelcido com saboaria e
sen-aria a vapor site a mad.. Baiao do Triumpho,
(uulr.iraBrum) darlara .pie de hoj.> em diante
nao se re.p.'nsabilisa a ukiii pagara dehi'.. algnm
conlrahnlu em s.-u num.- por goem quer-que
seja ; outro siin scientilica aus seus deyrdure- que
os umcis encarregad..s da c-branja de su-. easa
jSo sens caxeiros, Elpidio de Vasconcellos e Joao
Franrn-u Martins.
Recife, i de Janeiro de 874.
9vli C^'"e.r Frey v C- U*'" ***** *' respei-
fcve c.rp.. Aicmioereio .|U, m 3rs. Cadw Frev
ri.5 '" y' re"ra SH ""Je c"mw socio BolMla-
nos li. ando porem ambus .h-,, c..minaoililarioa.
Os aniiuueiautes tnuoem ciHiimuiiieam .ine ne.ia
daia admiturara roinu sicius s.didarios nas ^ua3
SSST'bS p"!uriti,*i**> Utc*r Wttiseo,
fc. luardo Frey e Julio Keili
P. rnarnl.uc. v U^w.l." 4e Janeiro de 1874.
V^NOAS.
Ariso.
Noascriptorio de Thomaz de Aquino Fonseca A
U Succes^ires vende-ae a relalho viuho da Fi-
gueira, das melhores marcas, rhegados ultima-
meate: narua,da Vigano n 19, 'andar
Villa de I'almares
Vende-se nor preco rnnini h*ixo duas casas ter-
reas a rua Nova daqnelia villa ns. 35 e 37 rom
grande lerreao ate o no,e-ti.i fcjugadas, e da., boas
juros ao capital empresa u. : a if .tar n>. r..,-i P
rna do .re 1200000, 1300000,
2500000, emquanto aos autores nao ba al-
teracfio depress, eos eompradores poderlo
visitar este estabeleeimento, que muito de-
verao gostar pela-variedade de objector que
ha sempre para vender, como sejam: cadei-
ras para viagem, raalas para viagem, cadei-
raspara salas, ditas de balairco, ditas para
criauca {alias), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para crianoas, deto-ias as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, eapacbos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha, fa-
3ueiros com cabo de metal e de marfim,
itos avulsos. colkeres de metal fino, condiei-
tos para saia, jarros, guarda-comtdas de
arame, tatnpas para cobrir pratos, esteiras
paraforrar salas, lavatories completos,! ditos
simples, objec.tos para< toilette; e outros mui-
tos artigos que muito .levemagradar a todos
que visitarem estograixle esUbelecimento
que se acha abertu de-de as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute &
Rua do Barao da Victoria n.
__________22.__________
Nao ha mais cabellos
braneos.
M TINTURARIA JAPONEZA.
5oeuun:#pprova sciencias,,rwonhecidfl superior a toda que
tern apparer.ido ate hoje. Ueposito princi-
pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1 andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
bar 30500, 6 pechincha.
CORTES BORDADOS A 200 E 350.
0 Pavao venjde ricos cortes de cambraias
brancas delicadarnente bordados, pelo i)av
rato preijo de 200 e 350.
.
CASSAS FBANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com dehcados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato prec/ de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-
nissimo fil6 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
' BORNOUSA120.
0 Pavao VHiide um bonito sortimento dos
mais modernos bornous comhonitas listras e
vende pelo barato pre^o assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos codes detnerrno a com listras deseda.
LAZINHAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinhas lisas,
sendo venlee cor d<^ lyrio, pe o barato preco
rle 320 reis o covado, assim como delicadas
ISzinhas de quailrinlms a 2o reis, c pe-
chincha.
Granndl nM a fitO
O I'avao vende inn elegante sortimento
das mais bonitas graa.Jines ou gazes do
seda para vestidos. tend., ,|e t...|as as cores
e vende pelo barato preyo de 640 r6"is o co-
vado e grauadine preta com listras de seda
10800.
0
rino
cores
muito
tras d
Also
OP
palm
sendo
mercad
10280.
A'1
nito fino a ^*r#0, a
etro para umJenoal.
iLKS B\RAT
a 20, 20500, 4?
voudc chales a ei
itos de merino h
ditos do merit
a 40, *ditos finisr
a a 0M, ditos n
100* 120.
enfoMado a |
vende algodao eu
largura, proprio
ais encorpado qw
o a 10 a vara e tr
So de
recis*
ime-
e todas a*
anpados,
com lis-
fioos le
LnADO A 10600,
0 Patio veodeatoalbadu t
palrqosjjt larfura a 10200 e
10, dito de lii
a dam a
do a 30
OP*
sedas
dos do
vado, di
muito
acabar.
o com %
lenc,oes
vindo a<>
loa.....
50.
do coma
00, ditc
Jamasca-
DA^ARA YKS1) lf0>
a 10000 e2jjj
vende um bomW,*,^,,
listrinhas proprj ,s '"'
. a# ede seuhor;/ a U
lavnedinhasa 2J5 ,0*^'li
itosevende-se por es,,'l1'
Itetinas a Sjy?**1^
0 Pavao tern um complet. 3WI"
botinas muitn bem enfeitad, P^r
e vuuda pelo biirato pre(;o I 5*'
emoutra qnalquer parte cus*a c
LENCOS BRASr08
a 2000.1.
lento da
a vesti-
90 o co-
rtes sac
e$opar
Mmento d
senhoraj
prligo qua
e 70.
ao vende lenr;os hi*n-^f
r> p-rahoiaensco?i
abinba
i enboras,
i *guiao
th inbados
saurus, para
M.
com peito
ra noivo
hocvo se-
ri
lila corx
4 29500 .
,V%. 2C500,
Fugidii
-
-
>recisa-se
. l/ Pra p ,-*rvi5. do cozinba
ce i. a
i.-i -i 1 lie Urftyrie -u>
a tra
' l ..
scravo fugido.
:
%> de il-v^nihru i- IH7 1, u escrav,. Si -
nlo fntu, .m h.-.rh, cum idade oV -o
no.--: :..(i,,a remilar .o'|<.-eforcado, falla um
'- isadu; foi aqul wu.iido em 16 le .1
iic 8.3 poi Jose Kraneheo rVintes .Ih
r.dorna matrh! d S. Oet;,ni,, h.-
uza. trtirlo sidu i-J.T.'.vu -in a.|. % .h
r '1 Softral, d.i m-sni.i fn^-ur/i-, j ; ,-h .
- li '" no muni.-pw .I r.. &r'oi*a a ,
ilia lei rHuM., i, mri H f!a,io7 ,
*~J>mrhMl0i- e ca i'i 4h>i>i-i esr.rav-.., e Iav-i R
iwrfewi rtft (ta uAi ^ut-
"bnAid.in.
No dia 15 de noveinl.ro proiimo passado fugio
iiiiivM^o de Gi.yauninha a escrava Mrencia
de d.ide 18 annos, estaiun menos qua regular'
l.-m p..recida,bouita de orpo.p^s e denten.eor fula
cortojna abnr o cnbellu ao lueio da caoec;., e os
i:o;iserra grandes. teoi queimaduras nos bracos, a
prn.cipiar das mnnh-cas, cnliuio ve.-tidos de
rambraia. c-<.. e rhiia, chal^. .- -apato,*: <|iiem
! v.i-I.i j seu senhur, na pov:.H.io de Goyanna.
ou em easa de Ant.nio R., a 'm do .,eio, cidade
le ------!-----
V^nde-se
por muito eommodo preCn exce lenies terreuos
no* seguimes lugares : na Torre, a margem do rio
Lapibanbe > vrto da esla ao do cininho de fer
ro j_naie>trada de Beheribe, a marnem d- ru> e
perto da ettacl do cawiahb de ferro, na *tfrada
nova de Bei.enhe, tambfm perto ua wu. a., a
tratar c,w Joao Feitosa, na rua estreiu*> Roi-ario
numero 21.
A' Torre
A!.
"a-se para, pssarn tr.stn um silio com
Hveller.te .-j.s.. de Imbitaca. e h .idiom, no
A ih-rrM de-i ; ,i.,.....
proehfar & fn
- Vende-se um.bonii.o.sJtio na Cruz das Almas,
travessidaTamariiiejra.ci-m gntJiaraeolo h p..r-
ta.de ferro, mur;.do na ffnte e nos lado< ale
enrta altura, com.jaxdjmeiwiitos arvoreJus fruc-
tirernv como : mangueiras.jaqueiisa*, laranj^iras
eti. (pr-duz mat: de iS.03f3 laraniaa uux anno)
baixa decapiin planiadade mvo.
Boa caa, cum cosinha fora, quartos,'copia e
cai^ada em roda da easa, i;.cbeira, esnUwria e
quartos para rriados. I. quarto para dispen-a. ou
tro para secreta, 1 cjaU. com as companies
h..ml,as, boa.acua de beher, e easa para l.anho.
Uiiicahimletd.- 4 rodas e 4 assenlos, u n^ rarro-
?a para cava||0, tudos.com -ens arreios. Avia-
uieNt.kt.pam fea farmba (madeira de sienpira)
em b..in esiado, | b.-i c m earruc.i. luio se vende
p..r o dun,, qovrer reiirar-se j.ara Europa. A tra-
lar com J. Vendiboure, no mesmo sitio. '
0 P
dos, la
a 20 e 2ij50a duzia, dit
cambrai*' de liimo t mb
30500, 45, 59. ( tos franc
rape a 60, duzia.
CAM1SAS PARA
0 Pa*> vende ricas c;
de I in hi i liori .Ins, prop
I Ode 120 cad uma, diu
rein burl .Us 4a, 405
peito de algodao muito li
30, ditas dechitfl fina mir
e30, ssiaicomograntler'm
roulas fr^icezas tauto M sorir/ii^, goilao de' 10600 ate" 38>fc ''"^" opo.leat-
le mei s cru s inglezasj 8r nde sdrtjiiiento
duzw I de 40 ate 4*>00 >
PAZEN1US PA
0 PavAo-tom um g 'BA LITO.
fn-iias prei s pnTfl |u "ande sortimento dt
s s, las, ou Idzinti.is li o cmo sejain : c3
e 500 rets o civado, bMS que ven.lea 100
ate 20 o covado, cai umbazinns de latiOC
granadine lisa com bsl fOo a le e 10200,
todas pretascom listr/ras, cassas e cbitai
todas pivtas e lavrailas>se salpiios, lp cat
outrasmuilas fazend sNe bram-o, merhids
vaude por wetios doqt propri -las, qi jt
outra qu Ique;
De foroa de d ma a seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquiin Lopes Machado AC u--a
vessa do rorp.Santo n. 25.
LAZINHAS A 360 0 COVADO.
0 Pavao vende bonitas lazinhas transpa- prte.
rentes com palminbas a 360 reis o covad MADAPOLOES
ditas ditas mdianas com lindos dezenhos, a 30-LM
tanto em listras como em quadrosa 280 rs. 0 Pavio vemte pi)00
o covado, e grande sortimento de alpacas e tadocom I2jard sajsde
Uziobas de 40u a 8(M) rdis. com 20 jardas .a 50 0, -lit,
CHITAS DF fORF C !A jarilaS ,^'J* ,,5i?50Ol
0 Pavao vende um grande sortimento de Algodiiozin
bonitas cbitas tanto claras co.no escuras e
vende do**! ate 32 rs.,assim como ditas
com listras aolado muito (inasa 360e4'Mi
rs., linissimas percales iniudinhas com lin-
dos dezenhos a 360 e 400 reis, garantindo
serem 'odasde cores flxas.
C0BHBTA8 A S0, i05OO, 30, 40.
0 Pavao vende bonitas cobertas de cbita
0 Pavao
quern H |,nien,|er, p6de
if-ovasio pin's ii. 24
A I' ga-s- a
heiras ,,,r b-ix
pan \-ff na roe-
lar .,a nui d.....!,.pr;il.r
I \< di ,-a>a ,1. rua das Trin-
d.. .-t. r.|ii,,ii., d,. ,-cnvi, Brim:
a-a n) segundo andar, e tra-
* -
'-^
^erreno a yeada.
.
Keode-se um bum tn.n,iibBccoaa E-pmh-i
ro, .-..in 1 ri palmos de frenfe e treiento. e tamos
lie fjiii.li. : a tfjar a. rua.na S Goncalo. suhrnd,.
n. 23. junto a igreja, de manha at a. 7 h,,ras e
a UiuV te 4 hyra< n dunte
Parr -AniiAtau^
I. yendesepMtta8.de ama**!!*.-n*das de
\Vil a rua d# Coimnnrcio n. li :
0 verJadr. pmao de algodao aznl amencano.
Bxcelleute (lo de vela.
Cognac de f qualidade
Vinhv de Bor.luaui.
laryao de Pedra de todas as qualidades
Farinha de mandioea nova
Teem para vender Jnaqaim Jose Goncalves Bal-
tra..4 Filho, a bordodopatacho Suplio, chegado
de Santa aihanna, fundeadn defroute do trapiche
no seu escripturio a rua do Cuiiim^rco n. S.
Canarios da Allemanha
Chegaram pelo ultimo va.ur da Rurpa, per
feu>s cantadores e de cdre. mnitb hulas acham
so a vrtod* no annazem Fid^liJale, a rua do Im-'
oerador n. 14.
CORTES J)E
dTai8^S8rZh\P:,os,.bara,os P*; ^dets^t"3
JLS:.??K-,,.*?t- ,,.,M ?ostos. clarodeescu.^
iio a
vende p
muito >ncorpado a 4$cas
. dito
TA1
.TADOS
lapolao enfcj-
a 3z>500, ditc
e 6JTO00, dito
IO5, sendo 01
mere do.
4-TOOO.
* e algo.laozinh*.
a 50 00.
U A 50.
K^-l
.in
k
DIM.
I
' f.lirp 0.. r*-* ii,, if\
'" CT.pj.j,,.....a;
, fiUj- I... Jfaj* ;,
retu, JOfavr N 1- j
rts n^'L.iiu- i|, !.,._ i,iw..|
i ^:turT''td >
li* .off-. Arrii,;,
i-ibi,
Avis-se aas Sis. ...iitril>um|es das gran-
. I S r Z t.S Mi- lir-|l||iint..s.
I ii-uU.itHS) qut- sera sua rnatis^iok
la .*.',. mi-/ ': ,,,eir,, proximo futuro4
''"'' ri-c" l n|io que. ...s Srs. subs
peso de
coin
...I.
, .1
.
~
0
varM uutraait i*ritmiiiie*io: para
ver e tratar a rua de S G.r^ate. *.i.ra*i n 29
junto a ig:*ja, ae manhA a>e as W horas ,
laraa ate as i horas em diante.
Sal do Cabo Verde
n .li^Hi do referido i^,[tra>a7 ftl
ihru .1,
1873.
'
* ^IA .r^.-.
' i4> s*a,
' \*1* i a" "l "" If'/ '
u\nJJ.0 4" A'4afii i I- -
rtW-.- i.
lien-W ,| |
"" n;t "I-' /. ,,
hm 'M'n'iiir, 'jjS:, i i
-;---*
'/.Mil
i4, s:
Irrs*-, foud-ad. defr.nie d-, trapmh-- Cnnim e
para tratar no seu escripturio a rua da Commer-
_ eio n 5


19 e
ristt
>

"4r *", im..-.
.-'* nH-JHU-MinU. lw..u
T-K3
MOM BM|
*ler*^n*etalf|v,.apfft*, ae 2i 0
palmo. r..,n 8 Pjdmos de n*. r ertrads do
WWntyu ,|.t mMnlX),ropii^daile daisLiia-ai l
,r. ^IwMra.ojgajkllbr* e r;,|.-et# noJa e
h wm-Wrem, .J.-ntr.
II UituS
i ilas WrnMntueaius N'Vafidades, OuamK uVT.^StS^Aj!!! ha
on mesuw sll^o. vw mwawr
3
->iu .I; in -u.a lWe'll.
- -----------------------1 ,
A-Sl
L-
I
% u
Em seus armazens A rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n,. 47,
tem para vender por precis convnodDjf
rijolos encarnados sextav,.? para ladrilbo.
lianos de barro para esgoto.
Cimfinto Portland.
Ciraento Hvdranlicc.
Machinas de descarocar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barrd
^hesfhoros de cflra
Sagil em garrafngs
Sevadinha em iiarrafoe.-
Leutiibas em garrafrjes
Rhum da aJmaica.
Vinho do Purtn velho eiif;;rra!ado
Vinho do Porto KH|M Vinho d Bordeaux, duo.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobradas tr- ,
Lidwes Hmts sortidbs.
Cognac Gaulhier Preres.
Lata- de tpttrinho Ingter.
on ri.,, Ih .
gran.
forradas a 50, ditas defusWb^TdT^ %%>, "rtfe"^*
com barras a 40 e 5, ditos de croche p.ra cez' se ,ing?e^^Suf
cama de noivo a 60, ditas muito rlcas a 160, '
ditas de damasco a emitaeio de seda a 103
e 140.
FuMldea
0 Pavao vende fusto^ braneos e de cores,
sendo as mais h. mftaft cores>qu tem vindo ao
mercado, tanto pira roup-i de crianvascomo
para vestidos h roupes de homm,;e veBd
pelo barato prego de 560 ate la, o covado.
HK A.VI ANTES
13600. -262' -o e 20500.
'avao v.-ride bram.uiies de algodao com
1' p.-ilmos .le l.irKina para Imic/des,"pvlo ba-'
rau. preco -le 106 jtll j,. |iuho wm ^
mesm.. I ,rura a -20, 22U0 e 20500. dito
to't'" lieehitna *0, 05j e
8JMO
l' a vemle cortfs .1^ chitas ^scurase
0>a?i" '......-10 cova.los.a.ia corte pelo'ba
ratwmu amp .Jh & j5oo ^Ode.
ClMITES DK BHIM A 140.
'i i'.va.. v ii.te eortes'd brim pardo para
cly*. 13400 Ditos de cor, fazenda inui
t" o..... ., irt> o.
Bspni rt ilhua
o
fe sortimento dc
<:onj bonitoj
3. ditos de 00.
I casemiras fran-
65, paunos pretos e cova,||j, ,je 3^500 aU
tos e mais finos que ft. c rdsdos mais bara-
por prejosnruito ra#aitihdo ao mere do.
noap reis.
0 Pavao, tem co*'" fetta
sortirnemo de-roupaltantoiiiHute um grande
vende pofprafco mtlfe#paBi ho.rterl m,r
fim: oaacoirta, co,00 \v
l-al5asdebrim di I
Ditas de casimirj *BS de 205<>O ateij
Palitotsda mesm pwa a 30MO
Calces .le brim j' men I 4)5500.
Dit s de casern ir*""* de 2 ate 55.
it-s de casemir de c^ de 75 a i$fi
t**- -fe 40 ate 1^0
**fu fln.i de 200 at*
a
11
I'.-.va.. ieii'li>iR mais mn.ternos esparti
Hi s. |.r.,.ii..N para seuhoras
pelns liai,-.li->i.,o,s preen* 1J1
Palitots d^ ,M
Fraques de p;uj
350000.
Caly s brancas
dilutes ie ca
50000
Ditos de dita preta
O Phvao veil!
padroes miu.linJ,
15 covadoscada
10000.
MiM *4b <0 : te 70.
*^*^ no 30000 at.
e meiuiias
30 e 40OUO.
11 super tores, braneos e de cor, a
5fe bXMIO.

COBtfiS DE OL
O Pavao vend^
com li>tras e aaai
b fina. pHos ba]
305oo o cdrte#,
>ro,ilasfr noaiMde linhooalgOdao, par, todos
earn .. ,, s-otinientu de meias cruis. camisaV. c. C
pru i- ....1 r mnmrnt "
x.:;

Hr-
.,-, I. I.,,
__
M__J__
, *|> .oil

Lintl;i8 lafj escoci.'/.-i.:
De varies pa.lrdes, e inteirameui- ni;,.uriias,
360 ra-ir. mivado : na nj Priirp"n. .If,.
aotiga do Cre^po n. |3, l.iw da
tonio Correia da Vaicoocellos.

>. r.
1. -. I' s
II. .'>
l;o l,ri;i da lt;ilii;i
irAo ^
""H
"-.riptorlo JpKrpilm
nho a rqa,/lu C^mv
i
1 I
A> mi
is
il
f-
'"'I'JIie/a-
v' r.iuta de
vonkdeifas-
1
>
rwm
;^-:
LjfiSair^
: 40aite7a.
Ia4roOo.
wn corfc de lasiJihas.
cc corps, tendo
orte 4> barato prevode
HOY :t 30000 e3500.
rte A e organdy braneo,
h<.' "du *an.ia qii^I
asio fre^wr ,je 3^i
qualidades, assin,
tudu- se vende por
Bit- -^
IWI
'nnaaan da ^
supero"" e veraa4eu-e
ires qaalidaoea. We
4 (0 Bbraa.
ehiaifi* ao Dr. av
IBMflMa.38. '*'


'
f
o -g SbEta feint 2 4
JfctfaktiG

Kua d-a Imperatriz n. 72
DK
Uureneo PewJra Meniles fioiinar&e
Declara aos seus fregoezes que tem resolvi o fazer uma gran e liquidpcao. ate o
to ahno. n *^
s
va man i
njles, as rnaisiaratas e as melhores, do
'Na e'^posifao de Paris, em 1867, foi coneedido
EKas Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
c5o da Ldgiao de Honra, por serera as machinas mais per.
feilas d A medalha de ouro, conforida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por $er o inventor da machina de cos-
tura.
fim do corrento ahno.
CAMBRATAS BRANC4S A 3#000;
Vende-se pecas dorambraia branca, tapa-
da e.transparente, a 3$, 3#500, iJpOOO e
LASINHASA200RS.
Vendo-se lasinhas para vestiJos,
0 e 50u rs. o ova o.
ALPACAS' \640RS.
A SABER :
Ditos de pftIha, a 28, 35000 e 4JJ000.
Duos de massi, n 45000.
PEHPIMAIUAS KM UQl I DA^AO.
Vende se sahon. tes de diversos tamanhos,
a liO, 200 2iQ e 320 rs. u.do J.om.
a2D0, Frasco do baiiha, a 100, 330 e .00 rs.
Frascos com aguade colonia, a 240 e 320
rs. cada urn. E outros muitns extractus que
e 8U0 r?
-se alpa-asdecores comlistrasa 640 se vende muito baratopara liquidar.
, O covado.
vRNAIHNEA800 RS.
Vende-se fc^ailine preta com listras dc
j Vv*;dos, a 800 rs. o co-
vado.
cores, para
Vw
TOALHAS A 800RS.
Vende-se to'albas fclpudas, a 800 rs. cada
uma. Lenrns brancos, a 2-3000 a duzia, e
35JOOO abaiuliados, fazcnda que veudc-se
por 5O000.
UKAYATAS PRETAS A 500 RS.
Vende se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
as fin,
as
JIA
boje.
toli' dc tocdB. 7 A.
DE
Cordeiro Nimoes & C.
'TB' esta caaa, sem dnvida, uma das qne ^
pude cororirirDaaia.apmentar aosaeus freguezes
um variadissimn siirtintutu de fazeadas finaa pa-
ra grande lotletle; assim como, para 0 nso ordi-
ariu de tod-is as classes, e por precos vantajo-
sos ptra o eompraderes, de. cujas fazem um pe
queno resumo.
Mandaw fazendas as casas dos pretendentes.
para 6 que tem 0 pes-oal necessario e dio amos-
tras mediants-penhor.
Cortea de seda ie lindas cores.
Ditos de gorgurao de cores.
Grosdenaplc, do todas as core*.
Gorgurao branco e preto
Selim Maean preto 0 di> cores.
Grosdeuaples idem idem.
ValUQC preto.
Granadine, ueda preta e colismasrt de core* lin-
dissimas padroes e fazcnda da ultima moda.
POUPELINA JAi OjffZA A 1C800.
Vende-se uma fazenn.s nova com listas,
A medalha de ouro na eiposijap de Londres acreditam com o nomo de poupelina j. -Qncza, propria tasile corns a 200 rs.
estas machinas. "_ para vestidos de sermoras, a *M"0.U u co- Chapeos para ban'tisadps de
Todas estas t'azen las sao -nlidasno 3^000.
908000
vado.
Gabe-nc
ark, estabe
rl, pqra.f
n de How
.opregapdo
1 t*U introdi
* A
frimaira^
iffumstant
.'i mao.
Torceu-
f r.a nes on
Qusrta.-
ijtunta1.-P=
It -.T^M.
NJXU'. I
\<>aQ em
-Htima.-
1 ajijains o
i>c4denc>a. ?
*.a-.1fln'j'.sradil
optandn. a 0
fment^do
r Jia.
nadjL.DOiii
iodev.er deannunciar qu^ a companhia das machinas de Howe de Hova-
|eceu nesta cidade & rua d^JBarao da Victoria n. 28, umdeposito e agencia
p Pernambunp. maispniinciasse venderem as afamadas maebinasde cos-
1. EsUs macowas sao ju^amente aprofciadas pela perfei$ao de seu trabalho,
arna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
f.,jao 4o.fD#v aferfeiQoadjjs apparelhos, estamos actualmentc habilitados a ,
iiuiw puWmjc as. melhores machinas d6 mundo.
Bazar Npional 5 rua da Imper .1. n. 72. BENtlAT.AS E THIC0TES A 800 RS.
CORTr.S lEC,\SSA A 285 0, N Vende-se bengalas e chicotes, a 800 rs.
Vende se 6rt.-s de cassa para vestido.. cada uma. para liquidar.
com 10>ovados, a >85n0. ,
CHIUS I.A1UUS A 2*0 Rs. O. M'E LI0HHACAO DE R0UPA FE1TA
\ende-se rbitas francezas, largds,.de cdres >'t. -se ceroulas de algqdao, a JJ?000.
fias, a 240, 300, 320 e 360 rs. oco-0( Ritas .'^inlio. a 15600 0 2S000.
vado. Camisas ,." Ghits finns.'a 18000.
C.ASSAS DE CORES A 260RS. Ditas de p.Xde cores a 28000
wntagm* destasrmchinaf sao, as seguivtes: [aS^fi Hoo tX3&de'*'{Jg ^ "'a 2eo* **e
-0 publicu -ste* q" ellas sio duradop'ras, para, isto prova incontestavel, a | SAIAS A 28000. Cahjasde brim pardo de cures, a 22000
];> rtorica terem innarecido no mercado ,machin&s d Hpwe em segun-^ Vende-se saias brancas com barras de cd-' e 28500. \%
rres,a2000. Ditns de easemira del b preta. a 58
CH1TAS PARA COBERTA A 280 RS. 68. 78 00 e 88000. %
Vende-se .-hitas para cobertas, a2^0e: Pali tots de alpacas dei-oifsfv %
360 rs. 0 cowdo. Ditos pret-s, a 38000 c 38d0(>o
MEIAS PARiniOMENS A 69000 A DL'ZIA.' >it .s de easemira de cores,
Vende-se meia cruas verdadeiras, para 69000.
homens, a 68000 a duzia, a qual val l>it<>s ditos pretos, a 58000.
88000. 89000. '
CHALF.S DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de lii, a 800 rs. cada
'press!> a" levdntado com a mnior facilidaJe, quando e tem de mudar um-
r nova costura. CH1TAS FEVAS A 400 BS,
epp^panhias de majChinas de costura, t5m tido tipocas de grandeza e' Vende-se chitas firms de campo largo, fa-
as outr'ora pbpulares.sip hoje quasi descoi:hecidas, outras soffreram 2'-uJa muitp boa, a 4U0 rs. 0 covado.
rau/xlerftra.supstituir : entretauloa companhia das maebmas de Howe' CHALKS .DE ME.RIIS0' A 2(5000.
de Eltas.^ Howe, mes,|re em artes mechanicas, tem constanfemente Vende-se chales d merino estampados, a
ice, e hoje napattende a procura, posto que faca bOO machinas 2#> *?. 48000 e.59000
HitilS ilf. lictrnK A Kr
C^-ilem q material preciso para reparar qualquer desarranjp.
-Ha) ncllas mertbr frtcjao ehtre as dlversas pe^as, e menos rapido estrag9
Porijam o pontp corao se fdra feito i mio.
"-*.e que se examine 0 trabalho deambos ps fios, p qae se n8p consegu
pontp miudp em easemira, atravessando p fio de um i outro lado,
*y* nmdiZctr-sQ a tensSo da linha, cozora a fazenda mais'
%0.
6950C
,)mj>ajiaa, h>retos, com instrucsdes_em_pprtuguex.
A
Colletes dc easemira de cores, a 28, 39
4911OO.
Camisas de flanella, de cores, a 29000
2850O,.
AL ODAO A 49000,
Vende-se. pecas ile algodao, a 48, 59
C80.00.
\RES LEITE. IRMAOS
A'
Barao da Victoria n. 28.
Ditos de listras a 58000 e 6800O.
BRINS EM CORTES A 19oOQ.
Vende-se cortesde brim de cores e pardo,
a 19 CORE STAS DE CHITA A 19600. '
Vend'.--se cobert/s de chita a 19C00, e
f.ASEMIRA DL (,t)R A 28500,
Vende-se easemira de c res, a 28500 o
covado.
MADAP0LA0 A 39000.
Vende-se p^^as d.- mo'laiHdao enfestado
38000.
Dito inglez. a -i85O0, 58, 6| e 79060 a
29000.
BRIM PARDO E DE CORES A 400 RS.
Vende-se brim pardne ile core?, para rou-
po?a.
pa de homens e meninos, a 400 rs. o cova- a makSmSm.
BOTiNAS A 48500.
Vcude-ae bounas para, senhora e meninos.

mm
I IA 301000 e 30j000.
3 |0US POSWHif OS
Na lojado So^^s Leite Iiioaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
de todoB
pe
mi
part
jarca
dancloj
ine
Lsvas de
. 200 rs.
4bo*:alutT.3
oento a 120 rs.
>ixa de linha.d
L?in'jarinas i ga:
"sea, a !800fl|,
Duzia dc i-ZU
UO rs. /.
fa'ixa de bo'tdes
tOC rs.
'Juzia de carreteis
00 rs.
Idem idem0 jard1
Ke^o.derfita chrneza
Caixa de linha cpm i\
Meios aderegos com
Garrafa *de tinta roxl
?otes com dita
160 rs.
Gaixa de pennas Pe
.8000. ,
Idem idem., 400 rs
Cnixa de ejnveloppes
Idem idem forrados,
Oaixa de papel ami
800 rs. ., .
Idem Jdeip.idem Jjsa
Duzia de talheres c
58000 {
Resma de papel
a 59800,
Idem iderajiso, a
Coquet modernos, a
Duzias dj9,peQas de
tranca, a 400 rs.
Idem idetuRsas, a Wi ? rs.
Lequea deosso e Sar
68000. -i-MUd
Fita de VfeUudode to
s.
Microscopios com 12
Frasco
con pequeno toque,: Espolhos de moldtara dourada,
os.tamanhos e pregos.
e>llev1^ grande'sorti-j
a200rs. I
uma luz muito
jfio imperial, a
para calca, a;
linha|. 200 jardas, a |
40 rs.
a80O rs.
nove llos, a, 500 rs.
mafc u a 500 rs.
extrat-Gna a 19000
a plreta, a "100 e
> W"t0 ')0a5' *
Ritas de enfiar, a -2r()0o.
Sapatos de ujtete, a 19560...
Ditos de trauma, a 19800 c 2800O.
BRA4iAKXE. A it&QO,
Vende-se bramante com 10 palmos d
dp, para liquidar.
COLXAS 1>E CORES A 28000.
Vende-se colxasde cores para enma-, a 29,
e 48O00.
TRANSPARE!ITES PARA CADEIRASA
19500.
Vende-se transpanntes para cadciras, a 'largu.r;, para Icnsoes, a 19600 eTsMOO
18500, para liquidar. 'metro. KOutras muitas fazendas propria*
BO.NF.TS A 500 RS. !do meicado, que se venf'e em reserva, dp
Vendo-se bonets de scda para homens, a 'pre., pnraJiqO&ar- aid ,0 fim d correut?
yQy rs. j anna, por isso convern aos compradores sor-
CHAPEOS A 29500. | tirom-se de fazendas baraias, -para a presen-
Vende-se chapeos de castor para rreninos to festa que estd'na porta, d rOa da Imperotn'2
homens, a 29500 e 39000. n. 72; Baz-ir Naciounl.
Ponelinas de lindos padroes.
Fim dc seda bianco e preto.
Kicas tjaai|Dioas its; seda.
Manias brasileiras.
Coirhas de reda para noivos.
Cortes de cambraia branca com lindos bordados.
Capellas e niantos para n ivas.
Itiqiiissiiii!) sortitnenlo de las com listras de seda.
meninos, a cambraias de cores
Pitas maripozas, branras e de cores.
Nansuck de lindos padides.
Baptista de padroes inui delicados.
I'emlinas de'quadros pret/>s e brancos, de lis-
tras, etc.
Brins de linha de cores, proprios para vestidos
com barra e listras.
Fnstio M lindas Cores.
Casaquinhus de la e de todas as cores, para se-
nhoras.
Saias bordadas para senhoras
Camis.is idem iaeni
Vestuarios para meium*
Ditos para bsptisariuch
Ctiape^i^s para ditos.
Toafhas o guardanapns adamascados de Imho At
cores para mesa.
Colehas de h.
Corlinatlcis bordaJos.
Camisas Ljrdadas para homein.
Meias de cOres para homens e meninos.
Conipleto sortimeptu do chapeos de sol para ho-
mens e senhoras, com cabo demartlm.
'Merino do cores para vestido>.
^ito pretp.
-UiadA do linho e algodao oara toalhas.
Ai. "^hIo pard.i.
Brinb 'inho branco, preto e de cores.
Si'tim u 'as cores e com listras
Chales do 16 de core* ep'.etos.
Hitos de cas.. >.
Dftos de seda p. A de cores.
Dita dtt touqnim.
Camisas de linho.
Dil&s de cjiita.
Ditas.de QaMl).
Coronlas de L.riin e algodao.
Damascp de la de cores.
Pannosde crochet para cadeira, consollos.
C0lcha3.de dito.
Tarl^ua de todas as cores.
Esparlilhos.lisos e bordados. t
Foulard^ d? seda.
Ca-iacos a iricot.
Bivoa cortes de yeslidos de linh> para senhora,
de di era cores, com us competentcs enfei-
tes, ultima moda.
Casemira; ftreias e de cores, chitas, madapoloes
cambraias, panno fino preto 6 aznl, toUanofcOH,
puDbos, gravatas, luvias de- pellicn, ditas d fio
de Estwcia, brancas e d dur.e, tap>t>s de todos
os tamaph.1)?, bolsas de viageni, !( et<;.
Ma hia do'Passo, rua Priineiro de Marco u.
A, afltiga M Crespo^______________________
'
700
hi
I a 6Qp;
brat
i, a 500 n.
dourada,

2
..
B..
...M
utadoi
J00O.
ran^aa
J00e59000.
ii
caracol
-j.- .1 Fraico'com agua 3e cola'ghe, a'20^, 8^0,
49000 500^.61,5(000. .
Exlraotos muito fines dos mtlhores au-
tores. _t t. ,,_ _. t ^iii,_, .
Lifidns e elegantes caixinnas com periuma-
rias
E
Ouadros comsantose estampas separa-
dtooM*00,4;dai- .
.< it l EnRremeios e babados transparent e ta-
dlfi;-id|MlVl|j*.^0i
Uma grande laboleta prcpna para qual-
<. qtfwlpja.
Meb'pafa machina a 400 re.
Agua fiorida, de- Ouislain, Grampos,^ buncos e rozetae
para fazer os cabellos pre- j douradoa.
tQgt \ A loja da aguia branch a ma-do Duque
... M^ .Cajuas n. b'O, weebcu.-B(>vaH>eOte.bciaiu gram-
, A araa branca, a rua Duque de Cttias n. 50, poa, brincoa c ro^etas dourados ; assim como
acaba de receber nova remessa da apreciavol agua novas diadema- de aco, e como.sempre eonti-1
bom re-1 nua a vende- !os por precos razoavew'
Luvas de pfcHIcft pretas e de
bvttvm c&Tefe;
A' loja da Agttia Brilnca, a rua DdqW ie Ca-'
itias'n. E0,'re5ebeil YtevtfaonimeBta de^luwi d
pelliea, pretas e do outras cores
AgJias Alcafin^fiazusas dais Pe
dras Salpdas.
Vitla^oneaide- Agtriar.
WCAWiCW/fl,AfAS^St'DICAS
Hues, lente da escola Polyte
cluiica do Lishoik.
Esta Excellent* agua u#ad"a- com vaatagem no
padecime'titoS dfl* vlas argestivas, uriBlrras d>
esldroago etc.; etc'.
. *%!&*
Pharmacia e j Da
PEHFUMARIAS E MIUDEZAS.
Frasco com oleo Ortza terdadeiro, a
19000.
Idem com tonico de Kemp, Terdadeiro, a
19000.
Garraftt de agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000;
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem Mflgdalena (ndvidade)' a
19200.
Caixa de pds-para den tes, a 200 rs.
Idem idem de p6s chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pole com opiata de Rieger, Rime! e Gros^
nel, 19' 00.
Duzia de sabonetes do' aitfeiidoa,' a
396001
Duzia de sabonetes de anjinho"tranSparen-
tes, a 29200. ,_
Idem idem com {lores, a 19500.
SaboneW Glycerino transparentcs, a
^ 'I t 3 / i iA. aguia branca, a rua do Duquo de Caxias n.
Caiia ,90m .sabonetes, formato de fructas, 60,'recebeu notb sortimento'de bouitos diade-
a 19000 e 19500. !mas douradoa 'e' com" pedras, 'tanto para inenttras
, Cftsiieticos, g'raudes e pequenbs; a'100 e' com1 parasetnVras.
pretos.
sultado colhido por quem tem feito uso dessa
inoffensiva preparagao a tem altamente coneeitua-
do, e por isso apenas se Ltz lembrar a quem no-
vamente' deila prcci.;o e qucira se aprovcitar de
s'ua utilidade. Tambera veio agua de topasio e
oleo florido para b mesnio'a e o acreditad-rs
como aquella.
Voltas e brincos de grosses
aljofares de c6res.
A aguia branca, a raa do Duque ii Caxias n.
50, lw.betf' novas bemitas voltas e brincos de
grossos aljofares de cores, e. como sempre conti-
nna. a vende-las por prcco commodo.
Novos diademas douradoa e
com pedras.
Collee normas para escrever-se.
A'aguia'1^tiev41rua*>uqTO dfrCax***1*
60,
receoeu novas coHeecdes ou normas pan as cnan-
cas aprenderem a escrever por si raesmo, boje tjto
uaadas nas aulas e collegios; e como sempre Ven-
as. proprias para presectes. dps a'utores' de^s ppr pre^* commodo^
. Codray,' RieKeV, Gelle Fr?res, etc.'; JleiaS "
A loja d'akuia'braixca,
. '
Raa t fflo to Victoria d. 28.
------
covado.
Cassa. la, ;padr$esnev,.
.xvindo ao. jBercado, so
43, loja de, Guerra & F>
preco de 200 t. o covadtt
Cheguem fiegei.qu*
TSifilTdfe
Vende-se auperior farinh*
porcoes cwno a retalho,
visto sua qualidade ; de
trares: rua do Vigario n'%
>8, p travessa da rua das Cr
tifcjii a retalho.
) rs o
i
.!v
*!
.
______
-
gosto flue
VEND
uma casa na villa de B.
mereio, por pre?) modico
friuaos 4 C.
Os venfrtdeiros
Vinlios de Bourgogne
la Cn-
I Tas*o
Diarcas
Chambertin
Poipnrard r":.i
Virits
Volnay
Bear) no
Monthelie
Dito Bordeaux em quartoHas.
leiiik'-se pr baralii pre^o
ikRh LIQUtDAGAO DE ti&NTAS
BuaLar^a do Raaarlo SI.
Botiea.

Burros 4 veuda
A rua do Cabuica a. 1 A.
Os proprtetarlos da 'Tedilect;i, n intuito de
coaservar bom conoato qt>e tetn ineTfrido do
respeltavel publico, distinguindo o sen esuto^leei-
roenlo dos mais que Dflgocum no m<-sina fen^io,
veem .-ieoti6car aos seon boos freguivi > que pre-
veniram aos ?eu> correspondentes nas cas d'Europa j>ara Ihes enviarem |mr tides o.pa-
qaetes os objectu: do laxo-6 bom posto, qu s-
jtm mais bem aceiios pelas socieil.ui. olegadtes
tlaquelles paLes, visto aproximar ut u>uip- de
fe>ia, em qne o hello sexo desta linda Veueta
mais ostenia a riqueza de snas toill Mes ; e co-
mo ja recebi'ssem pel paquele frenrrz divcra*
artigos da ultima moda, veem pa i/'e-r niwm
ii'eutre elles que se tornam mais ret aiimeiidaveis,
esperando do respeitavel publici a coslumada
concurrencia
Aderfqos de tarlaruga oa maia liadcs qne teen
vindo ao mercado.
Albuos com ricas capas de madreperola e de
velludo, sendo diversos tamanhos bar.itos pre-
cos
dere^os completes de borraeba w |H-ios ira
IlIo, tambcni se vendem meios adeiec... muoi bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para imt de
vestidos de sei.nora; tambeoi tem pra rollete e
palitot.
Boltas para senhoras, existo um bril>< .- ilni.cn-
lo de seoa, de palha, de chagrim. etr, ci ., por
barato pre^o.
Bonecasrie todos os tamanhos, bm>i de |(>bea
como de cera, de borracha e de n.a>-.. ; cliarna-
mus a attencao das Extnas. Sras. p;.ra r>w ;iiuko,
pois as vezes tornam-seas criancas um pour, uu-
pertinentes por falta de um obiect e a- ea-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com neii< bordado3
para humem, vendem se por precc. comniodo.
Ceroulai de linho e de algodar, d dlrersoa pre-
cos.
Caixinhas com mnsica, o que ba de maa !i:k>,
com uisticos uas lampas e proprios para pr--sen-
tes.
Coques os mais modernos e de diver.- f ,nna-
los. '
Chapeos para s-nhora. Reeeberam um a*Ma*aji
da ultima moda, tauto para senhora, coir'o para
meninas.
Capellas simples e com veo para noiv:ij.
t^aleaa bordadas para meninas.
Eniremeios eslampadoa e bordados, de lindes
: desentios.
Baeovas electrical para denies, tem a proprie-
j dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda prelas e de cores, cx\ te am
grande sortimento do diverts largn: u c L iraU
preco.
Pitas de sarja, de gorgurao, de seiuo e dc cta-
matote, de diversas larguras e b< oiin- cores.
Fachas de gorgurao muitu lindas.
Flores artiliciaes A Predik*ta priaw em eon-
servar semjire um bello e grande sorliiiniito del-
tas flo es, nao so para enfeite dos c-bilkjs, canv
tambem para ornato do vestido de ooivas.
Galoes de algodao. do la e de seda, branc s,pr
tos e de divi isas cores.
Gravatas de Sflda para homeni e rnnbir
Lacoo do cambraia e de seda do divers .
para ^enhora.
Ligas de seda de cores e brancas bardadat
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de n
perola, n.arlim, 6s o e velludo. tudo que
bom.
Pentes de tuitaruga e marli:i. para alis,M
bel os ; teem tamtwin para tir.ir c-s|.a<.
Port bouquet. Um bello sortimeuto de
perola. marn'm, n&*u e dourado,* w-r ban.
Perfumarias. Neste anigo e>ti a 'jedi'
nrovida, nao so cm exlractos, com en-
has ds melhores odores, dos niai-
>ntes, Loubiu, Piver, Sociedaile
Cov. .y, Qosnel c Bimel; sao indi-," n
a testa. s
Saias bordadas para senhora, \m
prvco.
Sapationos de->a e>-|le setim bordad
tisados.
Tapetes. Recebeu\\ PYftsWo-ita ni
men to de ii versos tan\anh6^\.tanli
mo para nirada de saias.
Vcstimcnlaj para, baptisaao o >.
gosto e os mais modernos, rccfebc'
veudc pi r barato pre;o, para Hci
t-
irer
par.-
.adrt-
ix |e
os c-
madre-
lo piCCl'.
ecu bens
(fen o
.f-i:n;-'l' '
II y;..-.:
sav-i j..
r r :- .. .
w.psra hap-
a t He rti-
pa-.i Fofa co-
J. Dsiro avisa a sens fri-giie/^s que esta em
viagem para as provincias de Alagoas e Pcrnam-. quaiuu'er bolsa.
buco, ooudu?indo exeellente tropa dc burros | "Ruo rlr HoKn
passara por Penedo. Pilar, Castanfia-Grande, Por-;' XVUd. iXU KsilU'-l
to Caiva-'Barroiros, Rio-Foimoso, Escada, Cabo e
provavoimeote por Santo Amaro de Jaboatao a
rlaiaretb pas isso pode scr avisado ou enct>u-
trado em au^tquer aestes lugare.;.
iljataiKeiT-as, 2'1 de outubvo de 1873._____ '
h.i afMlh i
y->6Aerl*
!eaaco
am
n
IV
Chitas a ttfl'fi o covado.
. A 240 rs. o covado.
A 240 rs. o covado.
So na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
esqnina.
Crbcou o verdadeiro de
ggandes-de UK) kilos : no r
rnaos & C.. caes do Apollo
< Portfcai'i
irmazem
barricaa
fajiso Ir-
Aos seuliores paaeiros.
-Vende se banha a 400 rs. a libra, manteiga
franceza e iogleza a 480 rs. a libra : 4 rua de S.
F'rauciseo n. 70. taverna._____^_^______^__
Kara acabar.l
Hteaeiebapeos para senhora ".. s6 na rua Duqne
de.Gaxias n. 6u A, loja da esquioa. .______
Rua do Bi
Vende ee zioco puro
proprio para cobertas d
mos de eompri.do e 4 <*
em conia.
um n. 76
de superior qna'vi tie,
t caaaa, mH1 11 paj.
.e largo, p^; [ ;., omitj
JAJ
U /
a
ao Filho : a tr
do Coniuiercio n. -r
A'/lAiN \
atar
i.
li .
Joaquim Jose taatajaa Be-
no see esc/ipiorio a rw
Amaral Ml
Lotion vegetal
que se eonhe
no modo de
ae obuun. C
te, e fumo
I dia e futno
aco 4C. veodem lintas .isaline -
e para..tingir de pr-u- .oelius, .
-e de mais utU e comm >do, ujo .
emprega-Io, eoo no r*tltaio um
na verde e preto chega -,'". m no
lngtez c fraticat, par*-., *^#l-
ctoria
uK? db Btt

-------e


cruas nnas para ilieni-
nas e senhoras
. t rua'tTu n. 50, recebeh'novo sortftnWW (Rttju^ltaS' fk&
curadas meias cruas para senhora, vindo ipral-
mente para meninas, e continda a vende-las por
,pre5os commodos.
Veos ou mantiohas pretas;
A'lbla dk-arfffliPbritncit a'rua do Deque'dtfGa*
xlas n. 50, reeeben bonitos veos on I mantinhas
pretas. de seda .com (bares, e outras a imitaeao de
croch*, e vende-as pelos baratos precos de 3/,
.* e 6*000. A fazenda e boa o esta em perleltp
es}ado, pelo que contliWa a ter |*rdn$t*e*facv
Ptefffeila tfovidade.
Grairtpos com borboletas, bezouros e: gafa-
nhutos dourados e colortdos.
A loja da aguia branca, a rua do' Duque de
Caxia;srn. 50, recebeu flovos grampfis com bor-
boletas, bfezouros e gafianhotos, o qne de certo e
perfeita uovid do. A quanlidade 6 pepuena, e
por is-*' um breve se acabara.
Novas goilinhasornadaseom
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a ma Duque de Caxias.
80, recebeu uma pequena quantidade de bom-'
s e novas gollinhas, trabalho de li e seda, -o-
neitadas com armiobo, obras estas de mnif- goelo
e intwramente novas.
Caixinhas com p6s dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca a rua do Dn
que de laxiad n. 50.
itan zmM' cot#li^ia estaropadim-pe40 diuiuut*'
ero de 40O*. oovado. '.. i
Ditas cow listcas a*setmadas a 1*000 o co-
vado.
Graaadinas pretas com ttetras de cores a 88W.*
o cbtadb
E sempre assim.
Qoanfloparece ter-se esgotado o reperto2-o da
mod--.<, ipula iirinenstdade de artigos de n dade
que (era apparecido, eta que os velhos e i ansa-
veis corespcndentes da Nova Esperauca, a rua
Duque de Caxias n. 63. descobrem onlro9 no
rirrudB Wpte,i aonde se conservam escogitando
nikiuciasamente as novas invent5es ; remeltem
| para a i Nova Esperanca. e autorisam na a dizer
aos sad? W9Jfueies especialmeute ao bello sexo
qne na* creiam em tal : a para prova evidenlo
do qne acaba expur, .vejam o que abaixo se
d***lL: V "Bcmna e um prelo, tudo em b- :a es't
MAKOAEj para mfesa, com capa de madreperela po preco modico; qoem a prelenJcr t'iriia-^c
J( ou tartaruga, tendo no ceolro da capa urr ada Torres n. IJ, sobrado. aniV
na pequeno reJogio per/eito regufa-, ------- '"-',
___. dor.
GAOTERaS, po t charutos, port cigarros e poajaj
moneys no'mesmo gbsto.
CAltnilRAS'para-tmUs Com capa de raarfiai, ma-
dreperota e-tartaruga, com o.dalico
Lembraaoa.

aimm.
ade-se nma typography bem mwrada, -
^" -macmna e um prelo, tudo em ;.
< modico; qoem a pretender,
irres n. 19, sobradg, { ani'.j.
Boa a^qiusi^
Vende-se.ou permuta^epor. si ravps unu
casa construida de novo, fend !"ass,la sa'
'B0MS para senhora, o melhor qne tem vindo. a sei* fl"8"08. com gabinetc, sala de en-
' este-mercado, de drversos mr*ios, gommar, QOiiaua f6rn,.quartos paro familia,
qoMa(l#B e Hsodelos de nova inven- cacioitia cpm boa agua du be! :r c um siti-'-.
M*>- bemarbprisado ; up alto da Torre i a trate
WWpOUQUETS de lindos gostos e tamanhos ,
. J6pecialidades para, as noivas.
' Malms trancados proprios para veajjay>f<0at a iGAttlWV5 com musicas e sem ellas, proprias
*.
ado.
i aequadros, preprias- para VM
BriKibrafte^^owa, psr^r>atrtjW>ilrtti
D*o trancad* a t*600 a vara.
Bitedeedreg, linho tym)i tidOO Av,
Chapeos dfe sbt dfe aed^irfaW W estmrt, a 49000
e*d* umj tp tttdo'^i no-n. it la.mo do-' Crespek^
loja das 3 Dortas. de Guilherme & C
para presentes.
tfdosi a : E ofctros de inteira novidade.
.
A Nova. Bsperaooa, a rua uuque de caxias n.
..,:,, 4Ut*e#ebemos bonecos de borracha de formates
ifi-amente novos : os meninos muito apreciarao
Viphos em harril e oogarrafj
nljeciaasjacreditadas e garauiid
mmios
)m os meninos.
a raa, Duque de Caxias
Vende-se
j um cabriohn americafttyeobertb, com qnatr *&*-
| eentosj de qnatro rodas. com arrelba para an ca-
yalki: para w^uacocbeira de Joaauim fifrador,
a rua do Imperador, e para traUr, na i
gario Tbenorio o 3, armazem.
rua do tl-
e9t8.Srfnqu#*>.
^^^Verdade.
11
nde
-se
naraaa^,
_s, inausive, ana
lidadfeprWff pari' miriios dtfVesShw dtten>e<
vendem Grahra Irmios' # O; M4 MadW*
Beo* b. 34.
Gravatinlia azul de 1834.
,,aa,nuo (]e 1851..
ro particBlar d*-lH0.
Lagrinla da Bauro.
Doaan d,i8i&
Duque do Porto.
Regina.
a nova da Russia em meVs banfs.
nao
passe
xiat n.
completo
des apre;
__ da .bom gosw, parece que a taverna sju a, rua do Barao do Triumpho n. 6
plrtape na toillette, sem dar um bem afre.o>-zada : quem pretender dirila-aa
i Esperanca a rua do Ddque de Ca mesma qn ichara fcom quem arata .
irqtr* fra fo> fle miudezas qtte mais \ '"-----Jpy-1----- ~-----
e que maisnovida M tllll nte a pupJicy.eift geral.
S com as fl< ristas.
ruitf) Bruins. 1(10m
z*
ANovaEsper I ma do Duque Chum VeTlde-Se OS SegTlintes ob-
nJ, recebeu pelo ultimo apor, nm inteiro sor- v^uw;.i vu
ptlaaaM s> papia |aMi.r. t i eUes. I jeirtoS, DOl' DrOCOS
Paracnanca. corami.dos
E^ermc, a-roa ... Doque de^Caxias' VARA.VDAS fran-ezas de u-rro fuud.di, d, d,
e bonil'.s Bo-lug.

^SE
anrenda-se, do e- aa* se acha, nnj ti-
na /regtiezia dos Rt>MedRoSj freeaeata doa'Afo-
(iados b. -8, chao propno, com. 349 patulM de
rant e 65ft de fuodo : ojpreie*jdente dixijam-
se ao sau proprieUiu iia rua de S. Francisco,
obraao'n.' 10.
$
te v..-tuanos 4e
m. ueruos e bo-
A Nova
n. W, refrfifh tftrf'srtrtinwrit.
caawira aiMO i ara crianc^
oMoa.
La* mescladas.
Um bonil i -'imrnt-t <1o fjh rni>Mflaila< em rf<
Ma,fecebui. -i N -a .-peran';-. > i: Ou.iue de
Caaias n. 6.1._____________________
Libras sterliuas
Vendem Pereira Carneiro & C, a rua do Com-
mereio n. 6.
iivex-
FOGOrs f ^n.e/t-s jfr.ioit > e poq-ieate.
D'Tk.hi. yara i iihat com gaz.
li Mb xi iv .... di, a, uxo.
H.\\ Q-i i- pes de fe.ro, com molla
Pfcs u.- x- nn
JAUR-
i am
jardkn, gFaodu- ( ,
MACHIN vS Jar.i gelar agua e fazer geio aeiau
agua etu 10 Ui.uukv' azem geio en.
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ILEBtfEL L
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M^MB^B
Diario de Pernambuco Sexta teira 2 de Janeiro de II
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JURISP
C RESPEITO DO IfEGOfJtO WJotftTCBAL BAZAINE
EX-COM3UNDANTE.EM CHEFE CO EXERCITO
DO RHENO.
TERCKllU PARTE.
CAPITUL\giO ( OE 7 A Iff DE O0TTB!\O ).
CAPITLLQIII mJ
CONSELHO DE 10 BE OUTUBRO.
EEGRESSO BO GENERAL BOYER, E CONFERENCE A
DE 18 DE OinXBUO.
(Conlinuafia}
Isto posto, deve acrodkar-se que esse ul-
timo tivesse podido tomar ainiciativa de se-
melhanto procedimento perante o conselho,
sem o assentiraento do marochal ? Ninguem
se po leria deraorar por u a momento nesta
hypothese. 0 sumroario inostra quo o com-
mandante Arnous-Riviere estava encarregi-
do de enlregar uma carta ao general Boyer,
a sua cbegada As linhas.
DeScrevendo a situagSo da Franga com-,
totalmonte perdiJa, afastando todo o exam-
possivol das uoticias trazidas pelo g> er.tl
Boyer, e nSo indicaudo senao um utiim
meio de sahida do embirago em que s
achava 0 etercito, o marechal precipit" i >
sous lugares tenenles para essa mei i s
lugao.
Eon face de semelhante situagao, nao
poderia altribuir seuao s6 a elle a rcsp-.ii.-a-
bilidado das decisdes tomadas a 18 de
tubro, comquanto declare na sua memona
justifi' ativa que fdra neeessaria a ioswten
cia da maioria do conselho, para que -He
on=- nnjui pi h 1 |*i ,r,l doyer
Na reuniSo de 10 de outubro tinha-s- re-
solvilo expressamente que so o ini igo
quizesse impor ao exercito condigdes in-
compativejs com o senlnnento da bow* e
do 'lever, se tentaria abrir passagem com
a; annas ua mao. Exjgihdo provavelmentej
em 11 la a negociagio e cutrega da praga 1
Metz. Mr. de Bismark collocava o mar--.ua!
>m fac<- de uma it .ncessio contraria ao d
r .1 hmra ; nao lho rostava pois iao
miiaU.-!- Mas s n'e&>o momento o exer
i i) .. iva mtiit'i enhaqueoido para emore
d-r uma lot i que cfferecesse a manor
abilidade do exito, como e que nao
rou qua a 10 de outubro, quanto s*
hecia possivel essa luta. como o pro-
curable de 7, marechal tivesse
) entabohr negociagdes sem resnl-
acompanhadas de um acto assignado por acime indicadeH mas ooco a condigao ex-
um cfelegado da regencia, e que aceite as prosit de que nanbum tratado doveri ser
bases do tratado, qua se dove fazer entre assegurado, nam coocordado pelo conunan-
os generaes allemaes, e o governo da re- danta era chefe do exercito.
gencia. I pererrf tambem expor aiiM0oio
. TVu U>-sa^Hr4 adisflosa^q, fAre o pfi- exatcito a imperatriz, e se nio for posaitel
iBflM-o potM, of ftiAnbrospresebles do con- ehegar & solugao que so doseja, solicitor* do
selho lie guerra declararara que adberiam a sua mageslade uma carta pela quit ells des-
ellf att-'iidendo a que continuam acoasiderar- ligue o exercito do sea juramento ao im-
se li ados peto juramento qae prestaram ao perador, e Ihe restitua a sua'liberdade de
iinpera lor ; mas gue duvidatn que o exerci- acgao.
tn os siga, uma vez sahidos da Metz, por c Saint Martin, em 18 de outubro de
issoqi- qualquer que deseja a cor political 1870.
quo le, a sua aogio p6de dar lugar a in- A acta que acaba de ser reproduzida faz
terpivtagd?s assnstadoras, e que devem ser sobresahir com uma evideiicia notavel at^
repolli las. que poDto o marechal escureceu a suapes-
Sobre o segunlo ponto, a discussao soa. Vom )-lo provocar votos em que nao
nao se abrio, por isso que so S. M. a impe- chega a tomar parte, e depois formula em
ratriz p61 julgar da opportunidade, ou da uome do conselho, decisSes que s6 delle de-
couvenifiniia do acto reclamido petos gene- viampartif, e de qae elle 6 o unico respon-
r.ts allemaes. .aavel.
A terceira coadigSo suscitou uma dis-' As condigdes impostas por Mr.de Bis-
cussSo, a qual sobresahe unauimemente, mark para dcixar sabtr o exercito de MeU,
que o marechal commandante em chefe do sio formuladas de uma maneira muito diffe-
i:xnrcito do Rlieno nao po leria aceitar a rente do que se acha no depoimento do ge-
elegagao da regencia para a*ignar as bases neral Boyer, no interrogatorio do marechal,
tratado a fazer, no caso de se estipular e na acta da sessao de 13 de deoutu-
ii'iii oes-ao do terriforio. ibro.
Adnitto-se quo, em caso nenhum, o' Comparando aquelles documentos, YS-se
.i.!-.:hal podoria aceitar nenhuma delega- que o exercito devia fazer uma declaragao a
i;i. pira assignar o tratado, por isso que favor da regencia, a qual coincidiria com
tola a sua acgao devia permanecer untca-jUm manifesto Jda imperatriz, appellando
uent' militar, o silvaguardar a situagao do. para a nagao.
.x.T.it.i. Estas duas doclaragdes devem ser acom-
A-.sentes estes tres pontos, examinou se
i tfo ssa>; de 18 de outubro rediuio-se
t por or l'*m do marechal ; mns &
to nao foi subinettilo ao ex>me I antt-s !* corpos, e nSo possue por
e n'iihn:o carantr de autbeauui-
iZMT il'i-ito e" muito util fazel-o co-
i
t.
letl
Mill
uint
Ap-
r :
[rta a
-A lb
ii .narec
. geif'
j g neral
- general
. 1 enerl
i >> da rrass
.1 junto do
,,-rat Boyer,
10.
Aqnelle offi
ni--4o. o resu
., -ii ViTsaill
:<-|itio fawnibi
i-npuaha o no*/
\.icilo imp'-""^
q-
lr 'in- a i-ssas exigencies.
< Por unanimidade os membros do conse-
tlio I'eclaram que to lo o esforco que se fa-
,; j. ira sahir d.n liubas inimigas seri pro-
* Imenle infrii ifuro ; mas a questSo da
,t ur das armii continiia a representar-se,
inr. ir laodo-s* que as tropas nao avan-
; fraqueza, que todas as
.. i> inli laies i>So - ;i deban larAo, ainda assim muhos
.i .or .; to coi>--lbo pensam que e neces-
s.n i. tiuit ir a Ibrtune d is armas. por mais
ur o resultado.
panhadas de um acto assignado por um
delegado da regencia, em que se aceitem as
que recomegasse uma negociag5o ja" rota e
de condemna-la assupplieas inteis para com
um iotmigo implacavei, nio era melhor,
uma ez que se oao podia sahir, cahir com
dignidade, alagar a polvo.'a, destruir as
munigdes e o material, demolir os trabllhos
feitos, arpOmbar os subterraaeos, n'uma pa-
lavra, nao deixr ao inimigo senao um
montao do ruinas ?
As situagdes desesperadas esigem as mais
energicas resolugdes. Havia viveres apenas
para alguns dts, Deviam pois ser apro
reitados em destrtir tudo. Nao seria certo
que as negociagdes do generjl Boyer nio
deviam ter resultado ; que o inimigo se pro-
punha deraorar a sua missao o mais possivel,
e que uma vez os viveres wgotados, haveria
a obrigagao de enlregar a praga e o mate-
rial intaClos? Perguntou-se ao marechal
se em presenga dcsta eventualtdado' elle ti-
nha proposto ao conselho que se destruisse
o material. Eis o que elle respondeu :
Nao se tratou em conselho da destrui-
gao do material; mas fallei desta evantuali-
pouco tempo depois com o material do ar-
senal de Metz. Semelhantes destruigoes,
restriclas mesmo ao material, deviam, em
consequencta da sua immensa importancia,
exigir um certo tempo. Havia certeza des-
te faltar, se so empreheodessera oovas neH
gociagoes.
Guardando o silencio sobro a questao do
material no momenta em que se discutia a
viagem do general Boyer a Londres, e dei
sando de dar ordens para destruir, o mare-
chal assumio uma pesada responsabilidade.
0 summario teve de procurer com caidado
todas as circumstanciaa relativas a esta ques-
tao. Entre os depoimentos que dizem res-
peito a este ponto. os do coronel de Ville-
noisy e do general Coffioieres apresentam
um interesse inieiramente particular.
0 coronel d^ Villenoisy declarou que ton-
do sido encjrregado pelo general Conffinie-
res de prqanrar quaes tinham sido as con-
digdes oj*wls pelas guarnigoes de prflgas
fortes.ni condigoos semelhantes as do excr-
cit^*de Metz, aproveitara essa occasiao para
DOUS-RftBre declarou que era do
Frederieffcarlos; no segundo dep
espacho de qae se tra
Seja como for, este:
nlra nos autos. (Prir
iAido.)
ft de setembro, o mar
diflM q>
marecha!
nao ^se
pacho su
No di
creveu ao|
respeito d|
desta cart
marechal
Og
tembro,
Bonie,
marecbal
eucontra
aos docuri
chaj. (
Entre 1
principe
imeuto,
, era do
t$ pacho
mirodes-
echal es-
rtncipe, pedindo-lhe n ocias. a
vestigios
iancia do
jrimido.)
Ki de se-
\coronel
ida pelo
dado com os generaes Soleillo e CoQinieres : >6e fallar da dostruigao das armas e das pol-
o primciro respondeu-me que era inimiKP' voras.
toda e qualquer dostruigao, que isto :aria a indisciplina nas tropas e a--col- o coronel -este trabalho ^ datado de 21 de
outubro levei-lh'o, e elle determinou-me
jvia
.uc-
p ,i--gfio ff\ ,
,. itJ /oarcado p
. .ii de reunir a
a sessd de i8 d* nutubro d<:
\ de outubr., fa 9 horas da ma-
hal Cmr.ib-rt. o marechal \fi
al l.a Imirault. o general Fro-
Jarras e o chefe do esta.in
t-ram todos r.hamados ao
parn iivirem a exposigao a
ao le que tinha sido enea-'
qniirta real, em Very"'"*.
eu primeiro aju^an,'^>'*
ial gennral *P&P6m ,U
mo das J'",s **M 'ntre-
s cn Mr. de Bismark
VmnereV as conligdns
nii'prussino para dar
em Mi-tz a sua liberda-
hj podesse dirigir-so a
or umaconvengao mi-
T!i os depositarios dos
"xistiam em virtude
o de 1870, e de os
tnidade de continuar
mandatoquelbe ti-
mperador, em vir-
:,..* (*,iblicos que
,,-tit'jigSo de ma.
iultar sobre a opporti
overoo da regeucia o
sido confnrido p^lo t
r.-ssa constituig8o.
i;--jas condig6-seram
1. 0 exercito de M
i tUi a ser o exercit
i.tida a sustentar o gove.
: .i ,\n o tereito coinci-
, a ,^3 declar gao do e. M & f
a com um manifesto deS. ^
, rogento dmgido ao povo fr. ^r
,1 i..i caso de necewidade, ^
pars a nagio. nfim de evi
ns seguintes :
etE declara que
9 do imperio
no da regen
m
linciasse a respeito da forma -
e deseja adoptar;
3.1 Estas duas declaragOes oe\
que se
\e governo
*erao ser
que sore nos disp'-r
ilard aos prussr
le- j 0 general F*mnr& declarou franca-
ni-iite que oaoj ig. quese deva fazer seme-
iniiit.- tantativa
a 0 general <*e l.admirault declaroa que
terem-is de voltar d praga, que se nao po-
tfra contar com as tropas ; mas qae elle
;sta prompto C'> > s-us generaes a ebe-
twfei.
O marechal Le Hatuf declarou que r
.icredita no exito, mas que todtvia"
Mjltarid tentar o que elle chaina afl*'
ra j u O marechal Canrobert u ..a fuga e nao uma sor 4 ^ ;ere
tentar, mas que nao ac no seu exito'
, e que assim se
occasiao de conUr
edeseencherem de or-
4olhcom' 'wtorw, que sera mats um
lesastre .ccrescentar aos nossos reve-
zes. ._ .
general,Desvaux declarou que era
, jssario sahir lepois de ter conservado
a/nossas tropas m Metz, ate* que ellas j< nio
Tenham mais co h que viver, porque ainda
se Uihs node exigir um sacrificio.
O general S deille nko quer sortidas ;
nada o atemorisa mais do que o pensamen-
lo das desordeus e das consequencias do des-
astre inevitavel que se seguira d'aquella
t.-ntativa. Esta convencido de que se nao
chegard mesoio a atravessar as primeiras li-
uhas inimigas
Q general Coffinidres disse que se at-
tenda aos accordos da primeira conferencia,
os quaes dizem, que sesenao poderem ob-
ter condigoes honrosas do inimigo, 6 ne-
cessario tentar abrir uma passagem por meio
das armas.
bases de um tratado a negociar entre o go-
verno das potencies allemaes e o governo
da regencia. Em fim, como ga ran Li a,
o inimigo oxigia a entrega da praga de^
Metz. .
Segundo o depoimento do general J|
a assignatura dos preliminares da.-'
ser feita pela iraperatriz. S"
Segando a actar Mr. de Bi renovaya
essa posigSo a umdeSegadc ^encia ; nao
dizia qoem devia ser er aelegado; mas
evidentemento, no pens' '"to do amigo,
o general em chefe exercito do Biheno
era o unieo que quahdade para
formular am -pronS50 que tivesse al-
gum valo*-
Em "'' jestas condigdes, vemos o con-
selho "* <,rar f08 W*" prompto a assignor
a ap. .agio pedida a favor da imperatriz
de
vocan;1- -
locaria o eercito, alem disso, fo'^das lets
da guerra ; que certamente c imigo usa-
ria de represalias, sobretudj-y's saas opera -
gdes no interior. '
0 segundo, a p='' -.nta que Ihc fiz de
quanto tempo necr /-ria respondeu-tne que
era uma grande* '.ragao, que exigina lon-
gos trabalho'j5' -.omo nenhum regulamento
prescrev.e '-' medidas, nao iusisli; ma
te-la-W:" -rtamente approvado, se um dos
cb'~" -o servigo tivesse tornado a iniciati-
-T" Ft-z-so outra observagao ; era que ne-
' auma circumstancia iodicava que a praga
de Metz nao fosse restiluida a Franga, depois
do tratado de paz, como tinba acontecido a
respeito das pragas tomadas ou occupadas
nas ootras invasoes.
Perguntou-se ao geueral ConffinieVes se
elle tmha provocadc ordeno do mareubal
para operar a destruigSo do material. 0
general respondeu .' que nao o tioha feito,
por duas razdes principaes : a- primeira
porque darante todo o decurso das nego-
ciagdes nao se tinha tratado senao do --
cito, fieandO' a sorto da- praga completaiwi*-
te reservad*; a segunda porque afei- o uut-
mo momento havia sido cathegoricamentft
rr
duvida que seja segukfo nesso caminho declara do, que se as condigdes impostas pe-
Seguio-se depois o exame da possibili-
dade de continuar as negociagdes, com o
intuito de chegar a uma convengao militar
honrosa, que permitte concorrer para o es-
tabelecimento de um governo, com que o
governo allemao possa tratar.
0 general Soleille, o general Desvaux,
o general Ladmirault, o general Frossard,
o marecbal Canrobert, e o general Chan-
garier, pronunciaram-se pela affirmativa.
0 general Coffinieres e o marechal Le
Bceuf pronunciaram-se negativataente.
Em consequencia disto, o general
Boyer se dirigira a Hastings, para ver se e
possivel obter uma convengao no senlido
^io exercito.
A questao relativa ao manifesto da impe-
ratriz nao e da sita corapetencia, e abstem-se
dell a.
Quanto as bases do tratado a negociar, o
conselho pensa que o marechal Bazaine nao
poderd aceitar nenhuma delegagao para as-
segurar um acto a esse respeito, devendo
toda a sua acgao continuar a ser puramente
militar.
Emfim, nao se fez mengao da entrega da
praga de Metz.
Formulanda leclaragdes que nao dao sa-
tisfagao aos pedidos de Mr. de Bismark, o
conselho concorda p rein no pensamento de
continuar as negociagdes com o propositn de
chegar a uma convengao militar honrosa, e
que perrnitta coocorer para o estabeleci-
mento de um governo com o quat os gene-
raes allemaes possa m tratar. Decide- que o
general Boyer se dirija a Hastings para ver
se e possivel obter uma convengao nesse
sentido, mas eon> a condigao expressa- de
que nenhun tratado deverd ser assignado
nem concerdado pelo commandante em
ebefe do exercito.
Para resumir em uma uni'-a palavra a
situagao sobre o ponto essencial das negacia
gdes, era, segundo <> conselho, A imperatriz,
e nao ao commandante do exercito,. que
cumpria assignar os preliminares da paz.
Deste modo pedimlo- um favor exorbitante
debaixo do ponto de vista militar, favor
que nao podia ter razao de ser senao em
presenga de compensagdes politicas, o ma-
recbal recusa toda aespecie de garantia.
Nao se poderia deixa de approvar ter elle
recusado revestir com a sua assignatura os
preliminares da-paiera. que se estipulasse
uma cessao ch territorio; mas porque 6
entao que continuou a conferencia evidente-
mente sem resulted f
Em lugar de comprometter-se em seme-
Ihante situagao, de oll >car a imperatriz na
alternative de abandonar o exercito a sua
sorte, au de consentir em um desmembra-
mento de tarriiorio; em lugar de lhe pedir
F0LHETIM.
L7CSSCU B0H.Gr!A
MFJOIIiSBEMTiMZ
poa
. Maa>elFemaadcy Gaval
SEGUNDA PARTE
SAVONAROLA.
(Continoagao do n. 290)
B COMO DOMWICO ESTEND1A WPRDDENTE-
MENTE UMA BEBE, 8EM 8USPEITAR QUE PO-
DIA SER COtHIDO N'ELLA. .
_ Oh qae escandalo, que infehcidade,
ue tvrannia, que crime I exclamou Domi-
So'eom o meamo fervor como^, n,jm.-
dade. em vez de ser um partidano fana-
co de Savonarola, t*m um BOCtario arden-
, de Pedro de Medieis. Que diz a isto,
r. Marcello Porta t
- Que nao pode continuar ass.m, res-
ondeu Pedro qua permanecera eal ado ate
mtao ; Deus nao pode tolerar por mu to
empo' tanta iniiquid.de; a su. jusuga
esplandecera afinar e aterrK^ ot nialva-
llNaolhe dizia eu que era teo bom
omo o melhor, o meu amigo o Sr. Marcello
oi ta T disse Dominico.
_. Folgo muito em o ter conhecido, re-
?licoa mLer Ceccone estreiundo nas was
naos de ave de rapma, uma das mtos da
,-i de Napoles ; pode ouniar-nie, dwU^.
no numero Jos seus amigos. **.
gamosao palacio da senliona, meus bons
^:....e tPnho de me apartar da sua ama-
lo inimigo nao- fossem perfoitamente honro-
sas, dariamosura combate supreme-. Teria
sido pois prejudicial sacridcar ate essa data
[os nossos metoS'de ataque e defoza.
Por fim o general Coffinieres accrescen-
tou:
A' ultima hora, dirigindo o marechal
pessoalmente os detalhes da- capitulagiio,
nao me petenaia, repugna-va-me soberana-
otente intrometter-me nestes negocioa..
K'pois, evidente depois no-que se pas-
sou, que se eui tivesse feito esta proposta,
teria Gcado sem. effeito. e, uma vez que in-
sistem nestn ponto, devo dizcr que esta con-
vicgao exerceu iufluencia poderosa no meu
espirito.
Ogenerai So4>*ille,.a< quem foi comraum-
cada a declaragao do mareohal, responueu
da maneira seguinte :
Rio me re.-ordo dos termos das con-
versagdes que possa ter ti lo com o mare-
chal a este respeito ; poieria-mesmo negar
ter dito q se dostruigao ;, e que fui sempre contrario a
qualquer melidadoste geiiero.
AbstiM.ii.i-.ue de qualqper commenta-
rio. aceito para a apreuiagao das aUega
gdes do marecbal an bom seusomiliar..
Tanto era natural que o- .oarechai tomas-
se aopiniao do commandante da artilbaria
edaengenhariav para reguUr estas medidas
de execugdo, quanto essa opinia. < ltie teria
sido-util para decilir-se se devia destruir ..
material ou entrega-lo inUeto ao inimigo.
As oousideragoes de ordem mais elementar,
o simples buiii senso, iudiaam que na se
deve armar o inimigo contra o seu paiz.
K se a p '.rspectiv de ver Metz. restiluida
& Franga depois da assignatura da paz po-
desse fazer besitar o marechal dtaate da
deraohgao dos seus baluertes, qual seria a
razao quo podosse invocar para justificar a
entrega intacta ao inimigo das armas, mu-
nigdes, polvora boca de fogo, de que ne-
cessariameate ii tirar partido contra^os nos-
sos exercitos e contra aanossas pragas?
Basta lembrar que Tionville fui sitiada
que desse a forma de artigo ,ao que dizia
respeito & populagao civil. 0 general pa-
recia triste e desanimado; sahimos juntos.
Tomei para thema da conversa a destruigao
das armas e do material. Respondeo-me
estas palavras que me commoveram :
Meu querido canarada, o inimig-)
quer que lhe entreguemos tudo em bora es-
tado. Mas, redargui eu, devemos defen-
der os interesses dos altemaes, ou o dos
francezes ?Obteremos a+guma cousa em
troca1, respondeu elle.
a Os officiaes deixarao oa seus cavallos e
o sen facto.
i Nao- me e possivel precisar a data desta
wnversagao, de que s6 mais arde compre-
bendi a importancia, mas foi certamente an-
terior ao regresso do general Cbengarnier,
que teve lugar a 25 de outubro, e assim
tive eu a prova de que so sabiam era Metz
as condigdes impostas pelo inimigo, antes
da data marcad* nas primeiras negociagdes,
segundo a obra do marechal.
Deu-se c-nheciroen*o ao general Coffinie-
res, deste depoimento. Com effeito,. lem-
bro-me, declarou o general, ter tido real-
,gdes com o coronel de Villenoisy ; pedi-
ihe officiosa e conGderreialmente que procu-
rasse informagdes para me habilitar a poder
'discutire defender, se preciso fosse, os-in-
teresses da cidede. FaMou-me, effectiva-
raente da da.truigao do material de guer-
ra.
1os.
nao
amiaos, e tenho de me ap-
vel companhia. 0 Sr. Dom.n.m sa.>e onde
eu moro, e em mioha casa jar.ta- e be ma,
duas horas da tarde j repuU.r-n.e-he! muito
feliz se alguma vez quizer honrar a mtnna
inesa. Adeus, m.ms seftbores, vpu ator-
0,entar-me atormentando os r imigos.
n.fus Ihe de forgasp^M
cio
com verdadeira colera Pedro de Napoles,
quando messor Ceccone se perdeu nas vas-
tas escadari.s do palacio Velho. Como
coraprehender que falle de boa fe um ho-
mem que assim se compromette, declaran-
do-se amigo de Pedro de Medieis diante de
um desconhecido ?
Ora, adeus; messor Ceccone embria-
gou-se hontem A notte e os vaporas do vi-
i \bo fazem-n'o fallar; esquece-se da pruden-
ci'a, ja tem esta do preso algumas vezes a
en i risco de lhe succeder alguma cousa des-
agradavel. E', porem, am infame e oeces-
sitamosjJ'elle, porque tem um gr.ade en-
genbo'ra a maldade. Nao e uma pi-
cardia que a senboria, com medo da ex-
communhao do papa, estremecerido diante
da colera dos Borgias, tenha reduzido ao
silencio o veneneravel mestre T Ah I Deus
cangar-se-ha de soffrer tanU intquidade e eu-
viari uma legiao de archanjos cam aspadas
de foxo.
__Creio que estas Wo louoo oomo Savo-
narola, Dominico,
Pois nao acredfta nas revelagdes, aas
visdes, no espirito prophetic T Julga que
nio ha nada mais do que aquillo que o
vulgo iguoraute conhece T
__O que creio A que nao sabemos o
lugar onde se occulta Lucrecia, que e* o que
iroporta.
__ Vamos f abe-lo dentro de m momen-
to ; alii vem o magniQco Sr. Pietro Popo-
leschi que se dirige para o palacio Velho ;
vou ao seu eocontro e o sonhor observe a
cara que ell j faz as paiavras que lhe vou
dizer.
E Dominico caminhou para 0 magts-
trado- i i-
Bons dias, magniBco aeohor, disse
elle ; queira olferecer A dona Lucrecia Bor-
' um antigo criado seu.
Interrogado sobre se sefeia que o inimigo
exigia que tudo lhe fosse entregue em bom
estado, e que esta exigeneia era admittida
pek> marechal Bazaine,.o general responded
que a sua memoria a este respeito n3o era
4erfeitamente certa-, que lhe parece no en-
tanto'poder dizer q|ie poraquella epoca,
isto 6, de 20 a 2i de outubro, algumas re-
fl-xdesou indicagoes do marecbal faziam
presenlir a extensao das;exigencias do ini-
migo-.
Havia pois entre o marechal e o quartet
general inimigo confcreneias directas par
as condigdes da capitulagao.
Estos relagdes referen-se mesmo a urn*
data anterior a 10 de outubro.. Encontra-se
iimn iodicagao exacta tlisto nae palavras, ja
citadas* do general BAyer a IB Bompart:
que vinha do quartel general para obter
condjgdos mais sua'vesdo que ae que ha via m
situagao: nao existem
o registro da correspond
(Segundo despacho supi
j de Stiehle escreveu a
inuueiando a volta do
troca tinha sido ped
ouhum vestigio deste P6*1"!* *
registros do estado ma] '.or
ntos communicados p H0.
rceiro despacho supprii lld
e 23 de setembro, o Mm
dante Samuel foi chamado pelo ^?ar
para tradueir uma carta do prii J,Pe
derico Callos, annunciaudo qu< ?
cedia autorisagao para ir a Yen u"e
goneral Boyer. Esta carta n5o fi ura
autos. (Quarto despacho suppriiu "* '
Regnier1 vio nas maos do rnareif"8^.
mas cartas f o principe, 0 general *"
confirma este dizer. Nao ha nos r
corresponxleutes a esta epoca senao um.
do principe;, annunciando os acontecimoi
E' pois uma carta, pelo menos, de..que
fleam vestigios. (Quinla carta supprim. da.)
Re'gnier deelara ter visto nas mio do
taarechal mirratas de cartas dirrgidas a0"
principe. Exi'stc nos autos uma destas iear-
tas. Desde.que bouve algumas, falu i*'0
menos'uma, sem mesmo fallar da resp
que deve tor provocado, e de que nao
vestigios. | Sexta carta supprimida.) '
A 23, ura parlamenter traz uma cart
quarlel genpral allemao. Esiste de
uma carta tio chefe cTestado maior | Kus-
siano- desta data que e relativa aos- rae< Mco
luxerabtirgdbzes. Nella raenciona-se
patriamento de 9 meiicce- luxembwrgt-
quando nao ha em Metz senao 7 ; o gi
de Stiehle preparou assira ura pass*
Regnier e para o general Bourbaki
esta ultima carta foi trazida por Pjegn*
dia seguinte, 24, por occasiao da sua
a casa do- marechal. Nao se enco
vestigios da earta entregue a 23 peio
mentar. (Setima carta suppriaida.)
0 incidente Regnier termina oor
troca de cartes entre o priucipt
Carlos, que ao mesmo tempo ma
legrama de Mf. de Bismark, e o
qual responde a 29, com uma c;
ao general Stiehle. A carta de
telegramma nio existe. ( Oita
supprimido.)
Alguns dias d*pois, recebeo
uma nota relativa aw pedido
regresso a Metz do general Bor
nota deve ter sido acompant
carta de reraessei- Diante da
marechal, que declara haver
swnplesmente entregue por ui
lamentario, nio ro>elanBos
iihuma a este respeito. Nos
de outubro, hoove eutre o
principe Frederic >- Carlo* am
tasr a respeito da viage.o ito
Versailles. Estas duss* ear'
registros. ( Nona, a dee-*a
mides.)
O genera. Boyer-lev* m
imperatriz, o seu oateu'do-
nica pelo marechal ;.
dei:la#r que nao tnrtavw ik win
tao politic*. ( Uecima pmiietra
primi-Ja. poste. iormente ini^lii
BtaaT
nos
ri-
sido eonisedulns. rots que a sua missao nao O'luarechal escreve ao
'lhe autorisagao para envi
general o general Chang
nao ligora nos registros.
despacho supprimido.- j
tinh* ohti to resultado.
O eoriheciiouulo das condigdes impostas
enteopelo inimigo deve ter sido dado ao
marechal, por meio-de uma destas commu-
nicagdes frequentes- que se estabeleceram
entre os quarteis generaes dos dous exer-
citos.
O principe Frederico Carloso o marochal
Bazaine estiveram oonstanteraente era cor-
respondencia. Alguns dos despacbos troca-
dos entre files, liguram nos autos, a maior
parte dasappareceu^.
t> marechal interrogado a.este respeito.
rever, Pe'o general
n^fllgao da carta
A 28 de outubro,. o
8arU>, sabeu lo qjue fora
mas bandeiras, manda
de Stiehle. Nan se faf
escripta pelo generabdo 7eW ao gf*
Jarras, era 29 de outabr/o. son quanto -tam-
bem tenha desapparecidlo, vis o ser o ma-
rechal estranho a este | &c*o. "" carta
que era tao importaatf eouhi ;er.
ra a'
i oorriLu-
u se em
uaiaqW-
cJrta wp-
nfccasilo.)
a pediaio-
eu quattel
Esta carta
no segaudo
g-Je Frederico
lest ruitJas a,gu-
diz qua o general Boyer fdra encarregado do e,je &&& segundo3* gef16"1, jMras
registro destes documentos, e que quando
panto para a In^laterra, deixou ordem, sem
elle saber, para os queimarem.
No dia 11 de setembn> foi entregue uraa
cartanos postos avangadosde Moulins. N'um
primeiro depoimento,.o eommandante Ar_
como Popolescbi sabe onde este Locrecia,
disse Dominico.
Sim, sabe, Gcou confuso, e negando
confessou ; porem tu vais de imprudencia
em imprudencia, a es um temerario pocque
ta atreves com a primeiro magistrado da re-
publics.
Ora 1 Ainda dura o poder de Savo
narola, nio se atrevem aiada com. elle, e eu
atrevo-me a tudo, emquaato o mestre tiver
uma sorabra de poder ; quando ehe chegar
a peader a sua forga a a sua influencia, pdr-
me-hei a salvo. Comigo nio sa divertirao
estes bons magistrados... mas vamos ao
caso. Messer Popolescbi sabe onde babita
Lucrecia, e, sabendo-o elle, sabe-o com
eerteza o seu confi lente Ceccone. Saban-
do-o este, deve sabe-lo a sua amasia Adria-
neja que o dird ao seu amante Marcucio
Salviati com quem Ceccone sa nio strove,
porque Salviati afortemonte protegido por
Savonarola.
De que results que Savonarola e o
senhor de Floreuga.
Sim ;tem-se callado contra a minha
opinia i, contra a opiniio de todos os seus
discipulos j purem cllar nao e succumbir.
Florenga adora-o, deve-lbe s sua paz a a sua
liberdade ; deve-lhe o governo que tem,
que poder* nio ser complete men te bom,
mas que por emquanto nio pode ser melhor.
Comecou a lute, mas a forga este da parte
de Savonarola.
Assim deve ser, por isso que o Bor-
gia mandou a Florenga sua Olha Lucrecia
Poderemos cmb te-la em silencio,
eproxiinar n s d'ella sem ser vistos e asse-
gurar o golpe. Eu matni Giovanni Borgia
sem o ferir; enoar/egou-se d'isso um outr'o
a por tanto materei igualmente Lucrecia
sem a ferir.
Morreras antes de quo a posses ferir,
diwe comsigo mesmo Pedro de Napoles em
giaosrespeitos ... \^^^^na ^ olhos"brilhou um fogo sinistro, sem
E accrescentou em voz alta : ,
Averigua o mais breve que possas, o
|j I | edro de-Napol;, -m Ik- -homia. quo sal i cump'rir o seu dever, B 6H3Sr.
'ate A viste/raccrescentou ujflynico.! !
te" a vista, .'accrescenwa ujimmcv.i
- t'snm imnrudento e um loucd.dissei
Este aolue brusco e mesa------------
Popolescbi, que olhou com roceio para Do- que Dominico lease por isso
minico e p ra p.'lro de Napoles, empalltie-
ceU o r,, nd.m ^varidjja^ f ^ ^r ^
., ,.,i sr-uiiora. nem o aproveiudo bem o tempo desde qoesabi-
-mo pas- mos da .hospedaria e por tanto volto para
'allip'-rque talvez me esperemji Alfonso
' Cre oi e essa* da nas. Tu vas em busoa de
is eprocura-me depois domeiodia.
Arr.
tenho eu que
... a
inente
'
Mttnl
Ate-depois do meio dia, rapticou Do-
minico.
E separaram-se.
- Pedro do Napoles dirigio-se para a hos-
pedaria da Buona Vita, chegou alii, entrou
ao seu aposento e- logo o avisaram de que
AffonsoCrespi o esperava par&almogar.
VII
UM GOLPE DE MOUT.E.
Dura nta o almogo, Pedro da Napoles, a
quem Affonso Crespi havia apresentado 1
duqueza de Urbino e A sua fiiha, como ura
antigo coubociuibiito sea,, procurou captar
a coufianga da Angiohna, e, forga A dize-lo
conseguio-o.
Pedro laagara mio da exprossio suave,
svrapathica e benevola, de que sabia reves-
tir a sua phys onomia.
Pelo seu lado Angiolina, sem pensar
n'isso, inQuira de um modo serio no animo
de Pedro de Napoles.
Ji dissemos n'outra occasiao, que a for-
mosura causava grande impressio no man-
cebo, e s belleia deslumbrante de Angio-
lina augmentara espiritualisando-se com o
soffrimento.
Aldm d'isso, Pedro de Napoles via por
detraz de Angiolina um milbio de horios,
e tudo quanto se podia levar a cabo com
um milbio de florins.
A duqueza do Urbino olhava com insis-
teacia para Pedro de Napoles.
Quem A este horaem I dizia ella com-
sigo raesma ; eu conhego-o, ja o vi. Com
tudo, o disfarce de Pedro de Napoles.,
desorienteva-a.
Affons- Crespi via com prazer que An-
giolina impressionava Pedro de Napoles e
agradava-lbo a idea de sa ver livre, casan-
do-a com um principe, de uma filha que
julgava deshourada, e a par d'isso a vingan-
ga qne pottia tirar de 4avonarla empenhan-
do-o em um lance com o terrivel Pedro de
Napoles.
Quando tormraou o almogo, Affonso
Crespi teria levado comsigo de bom grado
Pedro de Nap les o (rf-tado logo do assump-
to ; mas pareceu-lhe desmasiadamente pre-
maturo.
Pe quarto I)uinini.:o Fanti, junto
um a raogo suc'culento.
U tem os o Sr. Salviati,
no gabinete do maroah/l- Na|
gistros. ( Dec i ma tetfeeaa
mida.)
.este nos re-
irta suppri-
aa
nico. Hoje Adrianete estari muito mais
amavel com messer Ceccone que vomitari
tudo quanto sabe. Araanba estaremns ao
facto do lugar oude para a duqueza de la
Roumania. E o senhor,.quatel se deu com]
To seu almogo t
Decididamente, Dominico, se Angio-
lina quizer, caso com ella, e mesmo quan-
do nio queira, porque1 tenho pelo meu lado
a tyrannia paterna. V
Se Gaer empenbo^vn que Angiolina
consinte de bora grado, estou certo de que
consentirA.
Por emquanto inspiro-lhe confiauga,
replicou Pedro ; deixari a janella aberte e
poderei penetrar ao seu aposento.
Seja prudente, e, sobretudo invente
uma historia muito triste que a interesse.
As mulberes sio geralmente muito caritati-
vas, e, quando se logra exciter a sua cari-
dade, est4-se muito proximo de obter o
seu amor, O senhor conhece-as bem, e
portanto 6 inutil dar-lhe conselhos. Nio
esquega e railhio de florins ; quando nio
seja senio por isso, deve ter um grande
empenbo em casar com Angiolina. Que
tenciona fazer esta tarde ?
Andar por Florenga, ir A cathedra
onde Affonso Crespi me disse que pregao
padre Dominico de Pesohia. Disse-me mais
Crespi, que os sermdes que frei Dominico
prega, sio compostos por Savonarola.
E disse a verd.de ; a doutrin* do
mestre sustenta-se, mas ha grande differen-
ga entre a palavra do padre Savonarola a a
palavra de frei Dominico. Savonarola e
todo dogura, todo uocgio, persuade, seduz,
ha na sua voz uma harmonia deliciosa, pa-
rece um anjo que falla. Savonarola faz mais
com a inflexio do que com a pbysionomia
ou com s patevra. Frei Dominico din.pe-
tuoso, ardente, severo, reprebende mais do
que admoesta,ameaga com a voz,com o sem-
blaute, com o olhar; e uma cousa comple-
tam'ente distincta de Savonarola. Porem, se
temos deouvir IV.-i Dominico, vamos A ca-
thedral. ..
Pois tSo ido e o serraao ?
__Nao. n p.idra Dominico nao subiri ao
pulpit- nines < duas horas, maseneces-
sario ir emu anl.dpagaoporque acod*e tnnta
gontc n ess. s Domi- enio*ha liigr i-'oude se possa ouvir bem.
Faltamtres horas,
contraremos alii all
darei a conhecer.
Pois vamos ate|
E, sabindo Ja. hi
para a cathedral
gente esperando o
nico chegarara cod
dhffltO r
pulpito do lado
costumava pragar.
Causara admiragi*i ver q
lado esquerdo estavitambe
mo se n'elle tivesse4e Pr
quella tarde.
Um rumor suedo iizla q
ra, com urn. breve pira o t
renga, um famoso fride fr
do frei Francisco df Pugha i^J","
pulpito a doutrina *> Sav *
lar-se-ha.)
import. ; en-
|os a quem o ,
inico.
dirigiram-se
a ji bastente
roe Domi-
ade junto do
de Savonarola
i o pulpito do
ravestido ce-
ar alguem n'a-
o papa envia-
cebispo de Flo-
ciscano chama-
para refutar do
eprovar
^g ma, e por consa-
que era contraria x
guinteheroUca. ooasistfla-
Este rumor, que i """^ MSt-
cia.avisou ointe%*o \ V1?.
porque se present,? ia ^U he,0,Ca- ^
FroiDon5inicod*P<* *."* ^ S!?
orador,cujaoratoriaI ,0,a,ra nuoa*s-
lidaevaste insteac^e*
<6 res tos de
Era, como djJtor* ^
dente, energico/lnp*u0
peroraoio, ius|
cousas. i
Do franciscanb
mente a fama ;
vel. Dizia-sa qi
bre qualquer thf
go, durante dua
bretudo uma arg
Nada bavis,
do-se espalh
bons florentin' "
as naves tres i
o comego drT
Peschia. **
Junto do '
pregar frei ^
haviam chegn
nico Fanti, >f
nhccidos em
nhecidos de S-
minico Fanti, ar-
so; irritava-se na
e dizia grandes
conhecia-se unica-
>ssa fama era toiiri-
i latim ou e'itT'gn-
, e que possuia so-
ao admiravel.
estranho, qae, ten-
icia d'esta lute, os
;m completamento
i da marcada para
1 frei Dominico de
ireita, onde devia
proximo do qual
W Napoles e Domi-
s mmens muito co-
lor"1; iJpartidarios reco-
iparolal. 1
iYi'.
f
-_iu;
(
n:\nuar-se-ha.)
VXLaS.
1

fi
;-
j


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