Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:12193


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Full Text
I ni i' i-
AUNO XLVI. NUMERO 17.
.
li'afe $2
A
SARBADO 22 DE JANEIRO DE 1870
PA1A A CAPITAL E IGAHSS OWE IAO SE PACA METE.
&or tm mete adiaotados .......
\7V .'."Kfc^TlB

*>or un at*o ideo.
I atunero valso.
' oo
24*4)0
PARA DSITBO E PORA Ba PROYHCIA
-
I*i n' tro raozfi* adiaulads
l'-T-sflfc ditos (lgj.
Por nave diio6 tan
Por um armo dem .
43500
Proprie&ide de Maiioel Rgueira de Faria & Filhos.
~
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos. no Para ; Connives Pinto, no Maranhlo
=7
Joaqnitn Jos de Olivein, no Qsn* ; Antonio mUm* Braga, no Araeaty ; JoSo Mara Jdfo Chares. no Asa ; Antonio Marques da sita, no Natal; Jos feto
Pereira d Atae.*, em Maftupupe; Amonto Alexandrino de Lima, na IVahyba ; Antonio Jos Bornes, na Ti* da P-nn.; Belanntao dos Santos Bolco. e Santo Antao; Domingos Jos da Costa Bri
______ en NaarMh ; Francisco Tavares da Costa, em Ako ; Dr. Jos Mutas Aires, na Sabia ; e Jrn Ribeiro Gasparinho no Kio de> Janeiro.
ordens jura que dep<
I, rclacio nominal
PARTE OFFICIAL
CoTfiM da p ovlncla.
i:I PEDUKTK ASSIGNADO PELO BXU. SO. 8ENADOB JE-
DRIUCI) ALMWD.V B ALBCOOt'RQI'K FRI'.SIOENTE DA
OWOVINCIA, IUI 27 DK .13VEMHRU 1E 186!.
1* ser rao.
N 76M.Porlaria ao Exm. 8r. general commau
4.(na das armas.Annuindo ao que solicitud o
:iwrnador do bispado, auturt-o V. Exc. a acceitar
i subilituien do padre Antonio Aragoel capella
i.' presidio de femando peto padre italiano Kui-
4i rti cun a* jTJonas cirameoes cota rae all se
.cha o referido Aragnetu pilando V. Exc. con-
irata-Io logo que para esse (fin se apreeentar.
N. 761Dita ao mesmo.Remallo por copia a
V. Esc. o incluso offlcio do presidente da provin -
ya de do correnle, sob o. 4581, aeompanhado
J.i praca invalida de nome Manuel Joaquim de Lima
: que traU o oflkio de V. Exc. de 11 deste juez.
>ob u. 669. ^
2" scelo.
X.(763.Porlaria ao Dr. chele de polica,Traos-
mitto a V. S. o involucro contend) dous tnhos ca-
piiaras e quatro paros cora fluido vaccinieo para
mt reinctudo ao delegado do termo lo Liraoeir >,
i',.le soguudn oilioio de V. S. de 26 deste mez est
grassatiuo a epidemia da varila. Logo que rece-
fe os medicamentos que ordenei me fossem en-
i-i idi's para o inesmo llm os remetiere! a V. S. a
aucm reeommend que determine ao delegado do
dito termo que informe se o mal vai em aumento
tiara sor lomadas outras provideuriai.
3* secta-1.
N. 764.--Portara ao inspector d thesouraria de
'taran la.De confurmidade com o oflieio do Exm.
Mr. presidente da Parahyba de 22 do correnle, sob
ti. 4.72, expeco nesta data as necessarias ordens
que o coniiiairilante on iiiimedi&ta d>> (irimeiro va-
u ir que seguir para o norte receba deaai the>' u-
rana e conduza para a daquella provincia a im-
porttaoia do sald que ahi exiue proveniente du
rroea.laco e scus direitos al o lim du loez de
ittuubro ultiinu : o que coininuiiico a V. S. para
sen cunbeeiinealo e ibs coaveaieatefc
.\'. 763. Dita ao mesmo.HemeUn a V. S. afim
i' ie. indar satisf.izer o inel.no pedido de objeclos
precisos a igreja e ao affisoxarttado do presidie de
p'ernando, redtwindo-o a metude quanto a farinha,
> nbu, son e vaqueta?, como V. S. pomkrou no
s.'.u uftli'io de 26 do correte, >"b u. 813.
.%'. 766.Dita ao inesiuo.Kxiiera V. S. suas
(mis de liquidados em vi-ta da
miinal e prel juntos em duplcala
uj veiiciineiitiis vladves ao mez de ontuliro ultimo
do .llii-ial e pracas da guarda oaeioaal desuteadas
oa cidade de (^aruar seja paa a >ua iniportaucia
i* negociantes MVireira te Braga, eonfurme sobci-
'nu o cuinueandante MifMrior do miiuieipio do B i-
*to em ifflcio do 20 do corrente.
N. 767.Di^ ao me-ino.Expeca V. S. as sna<
i>rdeus para que no da Io de dez'-mbro vindouro
- K lloras do da se passe revi-ta de morir ao 3
1 alailino de iufaotaria da guarda nacional deste
r-nnicipio qi<> tein de aesje dia desaqnartelar.
N. 768. Dita ao mesmo. Traxsinilto a V. S.
foHias. relares o prets nominaos juntos era lu-
11 atlm de que man Jo liquidar os vencimentos
(> oftieial e pracas da guarda nacional destacadas
u vida da Floresta, dorante os inezes de agosto *
. turo deste anim pagar a sua Importancia ao
argento Hygiai) l'ereira de Barros conforme soli-
iiiu ocominaRii.iuie superior do municipio de
i' ii ni em ofB'io de 6 d> correte.
N. 76'J.Dita ao inspector da thesouraria pro-
vincial Auioriso V. S. em vista de sua infirma
ao de :!i do correte, sob n. 718, a mandar por
cm hasta ,/ublica a obra da ponte que deve subs-
lituir a do canil de P.iahuelo na ra da Aurora
dssta cidide. sei viudo de'base a essa arremalacao
s clausulas e orca.iieu'.o juntos por copia iqjie
, i: i >t l.11 reinettou-ine o chefe da repartan
das oliras publicas c mi ollicio de 6 deste, nume-
re 37o.
S. 770Dita ao raesmo.Inleirado do conte-
oV do oflieio que V. S. me dirigi em 23 do cor-
ente, sib n. 717. tenho a dizer era resuosta, qne
pudfl mandar pelas sobras d .s consignac6es da lei
.' orrain-iiiio do exercicio prximo pas>ado a iin-.
(i.irlanda da prim-ira prestagao a que tein direilo
irreiiiiiunte da h.unba na estrala de Ubaia,
tuna te ve do cerlilicado aimexo ao req-jeriiwnto
i:icla nula para essa obra na lei do orc^mento vigente,
egundo consta do citado offlcio.
N. 771.Dita ai -mesmo. En vista dos dou
,rets juntos em duplL-ala, ijue me remelteu o com-
: .'.andaote superior do municipio do ftecife, cora
i de 12 do corrate, sob n. 243, mande V. S
t (uidar s pagar ao sargento Agflstinho Lucas de
'ant'Aiina os venc inania-*, a contar de 16 de ou-
uliio ultimo at lo deste mez das pracas da guai-
m nacional destacadas na freguezia de S. Luu-
ren : da Malta.
N. 772Dita ao mesmo.Mediante as necessa-
rautellas, inand*^ V. S. entregar ao vigario da
Crcguezia de Iguarassu padre Gamillo de Meadon-
Furtado a quantia de 2:400D0() votada pe o
3 do art. 16 da lei do ornamento vigente para
berta la igreja matriz daquella lreguezia |>oden-
mi f. S. m preciso for, A\<\>r. para esse (un, da
luautia que segundo a sua informarn de 12 de
tguslti tiltinio, Sub n. 488, acha-se cm deposito n>
cofres J: ssa thesouraria, proveniente de algamas
untas votadas no exercicio de 1866 a 1867 para
i> obras de diversas matrizos.
f. 773.Diia ao chele da ruparlicao das obras
eihiv.sTimando em consideraeao o queexpoz
o seu antecessor era oflieio de 6 do correte, sob n
'."."i, asaba de reeoiymendar ao inspector da tba-
sotiraria provincial qne mande por em hasta pti-
iIicj nal de. Hiachucllo na ra da Aurora desta cidade,
ervindo de base a casa arrematacao as clausulas
ornamento quena importancia de 4:0004000 vio-
ain annexas ao citado oflieio. O que declaro a
*uic. para seu touhecimenlo e tins conrtnion-
i.'seicio.
N. 776to ao pre-ndent da provincia da Pa-
aliyba XesjMala. de coafofondade cm o offl-
cio de v. Sx/Qfc sa du
as convenientes
'ernamlituijaua, ai
i inmediato do vi.
receba da thosuurara
i conduza para a dos-a
namhucana.De confurmidade com o oflieio do
presidente da Parahyba, de 22 do corrale, rn-
commead a Vuc. aexpedicA) das oeoessariis
or-leos, am deque o cora nnudaiteou immelia!
da 1o.vapor que -^guir para o aorta, receba thesouraria de razenda desta provincia a condaza
frara a d'aqnella, a imp irtaneia do saldo que kli
existe. preaenHile da arreeadacao d.is rosputlvus
diretos. at o lira de outuj.-o ultimo.
N. 780. Dita ao mesmo. 0 Sr. gerente da com
panhia Pernambncana raaade da* urna uassagem
dVstado r at Hossor, ao agenta fiscal da pro-
vincia da. frarahyba, neta, Alinlno Alves A-
fonso.
N. 78I.Dte ao mesa.O Sr. gereiHe da
Campanilla Pernamhucana niaade dar lima pas-
sagem d'estado a r at Acarac, ao Dr. Joao Ca-
pristano Randeira de Mello Fillio, lana da Facul-
dade de dimito desta cidade.
N. 782. Dita ao mesmo. 0 Sr. gerente da
Companhia Pernamhucana, mande dar ama pasca
geni d'estado a r at o Aracaty, ao Dr. Jos
Suriano da Souza, professor do gymoasie provin-
cial.
N. 783. -4 Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
Compartida rYrnvnlraeaua mande dar urna passa-
gem d'estado a r at o Cear, ao Dr. Priciliano
Antoiii i da Silva Freir, juiz lauuieiual do termo
de S. Jo i do principe.
KXPKDIENTE ASS1CNAD0 PELO SR. 0R. JOAQIIM COB-
R* DK ARAO, SECRETARIO DO COVBn.TO EM 27
DE KOVEMBRO DE !8fl9.
2.* seccao.
N. 784.Offlcio ao coramandante superior da
guarda nacional do Bonito.3. Exc. o Sr. presi-
dente daprovincii, manda declarar a V. S., em
resposta ao seu offleo de 20 do corrente, que a
thesouraria de (aMnda leo) orinal para pagar aos
negociantes foreira e Braga, os vencimentos cons-
tantes do citado offlcio.
N. 78xDita ao juiz de direilo da comarca de
Palmares0 Esm. Sr. presidente da provincia
manda deetirar a V. S., qtlu 8'jiu interad) pelo
neo "TnVio da 10 do corrente, de naver n > dia an-
terior anlrado no goso de cenea o promotor pu-
blico des-s c marca Pedro AlTonso Perreira.
3. 786.Dito ao nesmo.O Exm. Srypresiden-
te da provincia man la declarar a V. S. que lir-mi
uteirado pelo sen offlcio de 10 do correnle, de ha
ver no dia anterior feto u sorteio dos.jurados |ue
devem servir na 2' sessi) judiciana do jury do
termo de Agua-Preta, convocada para o da 20
deste mez.
X. 787. -Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda declarar a V. S., que licou
inteirado pelo sen oflieio de 10 do eormnie, de lar
npsta data noineado o cidadao Joaquini Candido di
Mirada, para exercer intenmente o cargo de-
promotor publico dessa comarca.
N. 786. Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda leclarar a V. S., que lean
inleirado pelo seu afflcio de 16 do cnente, de tar
noiiinad i o t ubcUia > de notas e ascrivao di ei-
vel, do termo de Aiin-Preta, Augusui Beieugan-
de Almeida Alcanforado, para exercer inleinm-
inente o lugar de offleial do registro geral das hy-
potheeas da comarca de Palmares, por ter o ef-
feclvo entrado no go-o de liemja.
N. 789 Dito aojuiz de orpnaos do termo do
Recife.0 Exm. Sr. pre-idente la proviicia man
da declarar a V S., que licou inleirado pulo seu
iiflicio de 24 deste mez, de baver nesia dala reas-
sumido o exercicio de seu cargo.
3." seeijao.
N. 790. OlScio f.iz-nda. O Exm. Sr. presidente da provincia
mana declarar a V. S. para osdevidos flns, que
segundo communicu o juiz de orplia >s desta ca-
pital, bacharel Francisco de Carvalho Soares
Brandan em nffl mo de 2i deste mez, nessa data
reassnmio elle t, exercio do respectivo cargo.
N. 791.Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda declarar a V. S. para os
devidos lln<, que segundo c uniniinicou o juiz de
direilo da comarca de Palmares, em offlci i de 10
de-1e mez nessa data nomeu o cidadao Joaquim
C*ndido de Miranda, para exercer interinamente o
cargo de promotor publico d'aqui'lla comarca, por
ter o eflectvo bacharel Pedro AfTenso Ferreira no
dia antecedente entrado no goso da licenca.
EXPEDtEKTE ASSIGNADO PELO E\M. SR. SENADOR FRE
DEIMCB DE AI.M-lliA B AUtl QUBRQUK. PRRSIDEME
DA PBOVINCIA EM 28 DK NOVEMURu DE 1869.
2." sec.'n.
N. 792.Portara ao cwmmandante superior da
guarda nacional de Tacarl.Em resposta a > offk-io de 9 do corrente, tenho a diwr Ihe que nao
pt'idc aqnartellar maior numero de pravas do que
o marcado m t,bella de o de novoMibro de 18ti8,
pelo que as pracas a que allude o seu dito oflieio
nao tein direilo a veucnnento algum, tendo ellas
sido requisitadas para debgencias pela autoridade
policial, que o p le fazer de confonnidade com a
lei e ordens expedidas, sem que postam ser por
esse (atu consideradas aquartelladas.
N. 793.Dita ao coinmindante do cor provi-
sorio de polica.Mande Vine, por a disposicoo^do
presidente, do eollegio eleiloral, na nutra de San-
to Antonio desta cida le, ura olcial subalterno e
dez |m aivis do corpo sob seu enramando, para
guardarein a urna da eleicao que all se pro-
cede.
ficam expedidas
ao gerente da Companhia
f ijua AjCttmpianJante ou
^c seguir para o Bort*,
fazena desta provincia
a importancia do saldo ali
'xisteate proveniente da arrecadacSo dos seus di-
i'titos at o flm de outubro ultuno.
.1. 777.-Portaria aufovernador do bispado.
fista do que V. S. expoz em seu offlcio de 19
, m* n. 132 a que respundo, cuneado
que soliritou para ser dispensado
;las funccoesexapello do presidio
padre Anlomo ^ragneui, sendo ale substituid
lo p d i ciiHegio ,aV8. Franciseo Xavier so aMt<-i<
Uo a iiielle da V. ., mb as ineantas Codiaie
"iiti ato ri*sfveii*o.
K. 778 D ta refdor do mna-io awain-.
K>n vista d> sua inforina^ai de 25 do oor-
rente, 4a4a ao director garat da tnstrnecao pakU-
aut >riM) Vine, a eosoeder a permisso qne oe
<1ii o resudor gnfife do fmnaio pamrinaal
1 iita e AlbUi(uer)ne. para pas-
o te ii.h iij ftn-K ;r,i Uf estahellecimealo-.
Jf. 77a.Du i aeftute # Cumpanbia Per-
EXPEDIENTE ASSKiXADO PILO SR. DR. JOAQUIM COR-
RE \ DE ARAUO SECRETARIO DO G0VGRNO F.M 28
DE KOVEMBRO DE 1869. tmm
2* aechan.
N. 794Offlcio ao conimandante superior inte-
rino da guarda nacional do Rncife.0 Exm. Sr.
presidente da provincia, manda deelar aV. S.,
qae se expedio ordem, para no dia 1* de dezem-
oro vindouro as 8 horas da inanhaa se passar re-
vista de nio-ira ao 3 tut.dhao de rafiint ira que
teai de de-aquariellar.
EXWMRNTE ASSICNADO PBLO EXM. SO. >BNADIi FUE-
Ii'lll :n U1-: ALMEIDA E ALBUUliERQL'B, PRESIDENTE
DA PROVINCIA, EM 2'.l HE NOVEMURU DE 1869.
1* seooao N. 797. Portara ao director do arsenal
guerra.Cxpeca V. 8. as suts ordens Pa*** 41
-eja forneeido o cartuxame que fr preciso para
o funeral du tsente do batalhao n. o de infanta
ria da guarda Ramona! do municipio de Agn-Pre
ta Alexandrino Carlos Maja.
N. 798 Dito ao coramandante do brigue bar-
ca Itamnrac.Aos agentes da companhia Brasi-
leira de paqule-, determino nesta dala qne m m-
4em transportar para a corle nu.vapor Guar por
cunt do ministerio da marinna, cojuo Vine, em
imprmenlo de rdeos imperiaes, solcitou ora
aeu offlcio Je boje, os guardas marinha Felipix'
.Fernandos de Castro e Jos Antonio da Silva Gui-
m araos.
2a secfio.
!f. 803. Portara ao Dr. chefe de polica.Em
additamento a porlaria desta presidencia de 17 do
correle, IransmiUo a V. S. a carteira junta eon-
tendo doze vidro~ com unturas noineopalhicas,
deFemindo aflm de ser remettida ao delegado do Limoeiro,
para o traiimeuto das pessoas pobres all aflecta-
da? da varila.
N. 80i.Ddi ao omitiindante superior interi
no da guarda nac mal du aceite.-Expeca V. S.
assnas ordens, para ijue boje pelas i horas da
larde se aprsenle em frentH da igreja do conveo-
ui Je S. Freaji'iriM desta enl .de, urna guarda para
ifajeras huBras fnebres que forem doviija ao I-
nado tnenie do batalhao 1.1 guarda oacinfial
lo municip o de Agu Prela, Alexandr.n
Maia. iado a inclusa ordain para o carlnxame ne-
p*>ario.
N. 803.Dita ao juiz de direto da segunda va-
ra desta oidadn.Qonvido V. S. comparecer tie-
Je palacio ao da 4 de dezambro vindouro, para
fazer parte di junu que era ultima instancia tem
de julgar a tablado do oorpo pnivi*irt de polica,
Bento Jos de Carvalho, cujo conselho de inlga-
mente Ihe e ovio junto, para apreserlar' o relaU)rio
da esiylo ; devendo ter lugar a reumo ao meio
dia.
K. 806. Dita ao juiz de direito Pedro Caetano
da Costa,Communio a Vmc. qne, segundo me
declarou o presidente da provincia da Babia em
offleto do 23 do correnle, acha-se na secretaria
rtaqueHa presidencia o decreto de remoao-da
comarca de Cabrob desta provincia para a de
Mrate Alto naquella.
X. 807. Dita aos teaentes-eoroneis, Joaquim
Jo Silveira, Dncio de Aquino Fonseca e Francis-
co de Minada Leal Seve.Tendo designado Vine.
para fazer parte da junta que a i du inez vindou-
ro a meio-dia se deve reuqtr neste palacio para
julgar o soblnJo o corpo provisorio de polica
Bento Jos de Carvalho ; a>sim Ih'o cuinraunico
para seu conhecimentoe direccao.
N. 808.Deliberacio.O presidente da provin-
cia attendendo ao irue Ihe re.Tueren Joaquim Jos
do Reg Rangel, amanuense da repariicao da po-
lfiia, em viata do ie informou o Dr. chefe le
pwlieia iHii efflVie n. 1,669 de 16 do cerrante, re
soJveconcoder-lbe um luezde hcenca com ordo-
ii do, para ira lar de sua sade, fazeno urna va-
gem por mar.
N. 809 Dita.O presidente da provincia ten-
lo ouvido o Dr. eind'e de polica, resolve por con-
veniencia do servico publico exoaear Antonio Ma-
uoel do Bego Barros, do cargo de subdelegado da
freguezia do Cabo.
3' seccao.
. 810 Portara ao inspector da Ihesouraria
de fazenda.Em observancia do aviso de lo do
corrente, declaro que para ter soluco o seu oflieio
n. 21 dirwido ao ministerio do imperio em 28 de
nutiihro flndo, reqoisilando augmento de crdito
para a verbaBispado e relacao metropolitana ilo
exercicio de 1868 e 1869, uece informe era vista de que autorisacao est pagando
congrua do vicario da freguezia de Taip, per-
tencunte a provincia da RiMhyba, e porque moti-
vo appareoe falla na con-ignaeiio dos vencmenbis
de eapellas e mocos do coro, quando sendo con-
forme tabella, Ato capellaes e quatro meces do
coro, derem-se fundos para .pagamento do venc-
nienlo integral desse numero.
N. 811.Dito ao nie-iuo. -Auioriso V. S. a
proceder do confurmidade com o parecer da cou-
tadora des-a Ihes-rarana a que so refere sua
inormaeo de 27 do correte sob n. 820, acerca
do requerimento, q/ie Incluso devolvo. de Fran-
ciaeo IVreira de Mendonca & C. pedindo paga-
mento, na qiialidade de procuradores do cnpitao
qiiartni-inesire do commando superior do munici-
pio de Garanhuns Raymundo Candido dos Pas-os,
da quantia de 68680, |rroventente dos objectos
que U>ra n comprados para o expediente da secre-
taria do mes no contando superior nosexerctoos
de 1867 a 1868 e 1868 a 1860.
N. 812.Dito ao inspector la thesouraria pro-
vincial.A Joaquim Dias de Almeida Costa, man
de V. S pagar, depois le liquidados em vi-la do
pret nominal junto em duplcala. qu mu remetteu
o coramandante superior do mu ocipio de Agua-
Preta rom offlcio de 24 do corrate os venriraentos
rolan 'us ao mez de jalho ultimo dos guardas na-
cin es destacados no povoado dos Montes.
4' seccao.
N. 814.Dito ao Exm. Sr. Manoel do Nasci-
mento da F eieeca Galvao vice presidente da pro-
vincia de Santa l.ithanna.Pelo sea jsucio de 10
do eurreite flqnei intcirado de haver V. Exc. nessa
data e na qualidade de Cu 2" vice-pre>idunte as-
snraido a admiaistrscao dessa provincia. Anpro-
veito a occasiio para apresentar a V. Exc. os pro-
testes de ni olia eslima e distiacta consideraeao.
N. 81o.Dito ao Exm. Sr. Manoel de Siqucira
Mandes, 1" vice presidente da provjnci do Para.
Accuso receid i o oiflcjo de V. Exc. de S lo
correis ota qae me commuuic-a haver nena data
assumido a administradlo dessa provincia
quali lade de seu 1* vice presidente.
H. 816.Dito ao raesmo.OpiKirtun.imentc ser
reinettido ao ministro brasileiru era Portugal o ofi-
co que para ter osse de^trao V. Exc. me envi m
com seu de 19 do crrenle.
N 817.Portara a cmara municipal do Recife
DecUroacaiiiara ta ao seu ollicio de 24 ducorrnnto -ub n 93 que ap-
provo a arremalacao da wbra da cousirn cao de 20
pares de catacumbas no camiterio publico para
adalto- e para prvulos na importancia de___
2:00000.
N. 818.Dita raosma.Solicitando nesta data
ao g iverao imperial providencias para a recuns-
Iruccio da rampa do caes do Capibarib no ligar
Ponte Wllia, em vi-ta do que represen! m a cma-
ra municipal desta cidade em data de 6 de ouiu-
bro, reconimendu a me-ma .cmara que faca remo
ver dalli o lixo que existe amontado e providiu
Bie para que o desembarque de grossas maleirn-
a rampa e caes cima
Angelo Baptista do .Vascimento Informe o Sr.
S*' ^a ,ne,oara''a Je fazenda.
Aoalxo assigaados proprielarios e raoradrte}
as ras do PH*r e Guararapes.Informe a direc-
tora da companhia do Beberibe.
Antonio de HoflinJaCivateante de Alboinerque.
Em qnanto n> chesar ao C'Whecimente desta
priwdeocia o resultad do exarae medie, quo
se inanuuu sub*Aettar o. ^uiml^'SBb1 ni-t ua u e
deferir.
Padre Antonio Generoso Bndirira.Inlorrae o
r. inspector da tnesouraria provincial.
Carolina. Candida A) res.Informo o Sr. inspec-
tor do arsenal de mariuha
Prancisco Augnste de Almeida.Ao Sr iasTtee-
tor d ihesouraria de i.izeuda com a portarla des-
ta daja.
Prancisco Adrando da Silva. Informe o Sr.
conselheirw direetor eral da in-truecau pnblicji.
Irraandade du Sonhur Ri:n lisas dos Pobres
Aflictos da cidade de X.izareth. .Nao tea) lugar o
pie requera vista da mfi rmario.
lrmaiida* d. S. Sebastii da cidade de Naza-
reth.Por-iii-a nii -em lu;ar o que requer, vis-
ta da informacao.
Feheiano Marque Vimna. V.lte aa Sr. engo-
nheiro ebefe da rc.particao das obras publicas
nara informar, t*ndo em nsta o que dit o Sr. ins
pecter da tbosouraru provincial.
Jos Sa Leit Jnior En vista das interina
coes, lance deliberau cuiBiijadti a passgem
requerida.
Joao do Moraes Ha^irre Informe > Sr. coro-
nel evmmandante sup-nor da guarda aacional
d is municipios de alinda e Icuarass.
Jns Alijo-! i de Araojo.--informe oSr. inspec-
tor da thesmiraria provincial.
Joao Gornes Ferrar,. Informe o Sr. eornnel
commandante superior da guarda nacional dos
municipios de Santo Aman e Eseada, ouvindo o
respectivo co.naianlante<1 bataihi.
J iao Dnnnely.-3||ifoi'me o Sr. in.-pector da the-
souraria de fazenda.
Jo-Pebppn Nery da Silva.Ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda, cun a portara desta
dala.
Alfares Libanio Lopes Mo reir.Ex peca-se or
dera para ser dada a guia do mudanea requerida.
Mana Florentina Seraphico de As-is. Carvalho.
Informe o Sr. eonselbeiru ilireolur da intniecao
puldiea.
Vinario Pedro Manad da Silva Burgos.Infor-
me o Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
Elc|>:ti'tM< da polica.
2* seacau. Secretaria da polici.i do Peraamua-
o,_2l Janeiro de 1870.
N. Ift.Illm. a Exm. 8r.Levo o conheci
-nenio. ;ipa?0os recetidas b (jn nc^ta repsitico, toram
honlem recolhidos casa de detencao, os segain-
les m ivi iuu :
'.' eideui o sulMlnleaato^ de Santo Antonio,
Ephi"'ha Mana da Cunceic.au, par desobedieti-
eia.
A' ord.'m do de S. Jos. Mara, Anna, Manoel e
Lniza, eseravds. a Ia c 2- de Ernesto Carneiro
Pinto, o 3 de Francisco Raposo, e a ultima de
Jos Alfredo de Carvalho, todos por serein encon
irados depois das !) h iras da u lite sem bilhete de
seus seubores.
Deus guardo a V. ExcI!lm. e Exm. Sr. se
aador Ffderieu de Almeld i e Abuqnerqne, pre-
'identi' da provincia. O cliefe de polica, Luii
intonio FtTiiund/s Pinheiru.
m
nao continu a deteriorar
mencionados.
N. 819.Dita ao administrador do cormo.In-
forme Vmc. qual o destino qne t ve um ollicio di-
rigido ao juiz de direto da comarca de Santo Au-
lao e que fui entregue nessa repartci a 31 de
agosto uhimo cora urna coMecio de leis gentes do
anuo de 1868.
N. 820.Dita aos agentes da companhia brasile-
ra de paquetes a vapor.Os Srs. agentes da com-
panhia brasileira4e paquetes mandem dar trans-
porte para a corte no .auor Guar e por conta do
ministerio da marinha aos guardas marraba Fe-
lippc Fernandes de Castro e 4os Antonio da Silva
Guimares que para all devem seguir era cumpri-
raento de urden imporiaes.
N. 821. Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucana.O Sr. gerente da compa ihia Pern.imbii
cana mande por a di>poscao dn Dr. Manuel Cal Jas
Barrete jniz municipal de Larangniras tros passa-
gens de estado a r eduas a prOa ate Aracuj no
vapor Juguaribe. que segu aiuanhaa para o sul.
EXPEDIE.NTK ASSIfiNADO PELO SR. DR. MAQUIS CORREA
DK ARAUJO, SEC8F.TARI0 DO OOVBBNO HSt 29 DE
NOVMBR DE 1889. *
2* seccao
N. 822.Ollicio ao coramandante superior
guarda nacwaal dos (uanicinais da Agut-Pretae
Barreiros. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. em resposta do seu ollicio
da 24 do correte, que a tnesouraria provincial tem
ordem para pagar a Joaquim Dias de Almeida
Costa as vnneiuientos, constantes do citado oflieio.
X. 823.Dita ao juiz ujunjolpal de Villa-Bella^
0 Ex ii. Sr. presdante da pasvincia manda le-
clarar a V. S. qae Bel inleirado pelo seu vflicl>
le 24 dcstp met de acceitar a reconduccSo que
Ihe fui concedida pelo governo imperial para o
cargo de juiz mnncipal e de orphads do termo da
Villa-Bella.
3* seccao.
N. 824.Ofllio ao insacM da thesouraria -
fazenda. O Exm Sr. presidcntf. da prwneia
manda iransmitr a V. S. a iaclus;a oro^a^ aM
nisterio da fazendftaob .241.
-----
D|A
DESPACHOS LA PRBttDENClA DA ROVINCU B
iaDJi^af,r .
Artliur Luz de Olivelra, Ateiede.Satiieito o
dispasto na 2* parte dp aft l do decreto n. 4J76
de C de mato de 1868, sera deferido.
Augusto de S a,Alby.qiir.iiie.Por ora-cao
tem lugar o que reqoec 4 vista da iaforniaoT'.
rio ia; .ja>si3o
or tan he^cti ai mi aos altos
5>Oleres rtt* esado.
Sem negar assembla geral legislativa o direi-
oa j U) de, Un^ar imposto sobre ;. propriedada de cida-
daos brasileir s, tum entrar uaapraciacao di) mo-
du por que ella dove exercer este direilo, vista
il is addilivos do orearaenlo da reciLi geral dn
imna/io, que actualmente se discutem na cmara
dos seniores depuladus, a rdera b"iiedeiina
apre-eia aos altos poderes Jo e-tad.), as segua-
les consideracoe.s :
A ordem benelie'.ina B*lja seir.pie s-iu patrimo-
nio, tanto quanlo Iba fui pnssivej, o ainia bojeo
conserva, san ter jamis alienado pirtealguma
I-He : era uta admiuistraeai, proceden -empre
de modo a fiz-lo memorar, de surte que este pa-
trimonio tem augmentado muito de val ir.
As suas rendas liveram en todo tempoa appli-
va^ao Congemta ao fim de sua astiluicao, slo ,
o culto divino e hem de seus seraelliantes. A
congregaran de S. B-mto nao appella para o pa--
sadu, p(ri|iie este do domnru da hi-tora : ella
se aprsenla, tal qual presenteracate para ser
julgaia. e nao recaa que ramavolinaaie se exija.
que as eiflcumsiaacias BCtuaes, tendo um nume-
ro t i diminuto 8c memores, possa fazer raais do
qne Caz,
Em todos os seus mnsteires a caridade exer-
cida conforme a possibildade do cada um delles ;
e o culto divino sustentado com fu'gor ; mas
especialsemns o mosteiro desta corte, ao qual
pertence a maior parle do patrimonio da orden).
Ne-ta casa religiosa, alm de sustentar-seo
culto enm o xplendor que Ihe devido, existem
doe mocos, que se destinara ao estado sacerdotal,
e que aqni mesmo re;pbem, niio s todo o susten-
to e vestido, mas anda a educacao precisa para
t5o alto minMero.
Sustenta esle mosteiro um coegio com todas
as aulas dos preparatorios exigidos as academia
do imperio, e aim disto duas aulas unte se lea
eionam as prhneiras letras ; toda a insirncc
dada aqu gratuitamente :l mocMade lirasieira.
Para a sasfentacao de-t eslabalecmento o mostei-
ro disi>cnde annualmenle quantia superior a. ...
18'00*lj0u0.
isinbue elle anaualmente 20:( 100*000 em es-
raola mensaes aos di-s.alidos e a )n-tit;iicoes pas
desta corte, sera contar as es mola i awursai e as
a-signaturas de subscripedes, que todos os dias
apparecem.
Tem ama enfermara para seus escravos, mas
iiella continuamente recebe p3sfas livrcs, que
sao tratadas convenientemente.
Em todas as ealainidales publicas a ordem be
nedctina, e com particularidade o moxtriro do
Un, se distingui semare pelos servaos que pres
tou >assim aas faUes epidemia* de febre araa-rl
la em 1850, e de cholera^norbus em 1835, todas
as snas granjas serviram de ho9fiitaes, onde se
dispensavam com eatidosas maoe o sustento e o
caratim aos pobres,-apozar dos grandes sacrill-
cio> pecuniarius a que isso obrigava.
Xa qwstan que tero a Inglaterra com o gover
no-do Brasil em I88, si este mo-teiro eoncorreu
Laoffl a quantia de unal ris para u
.irmaiuentu naei mal. .Na gur-i tualmeiiie
se auita com o t"Verho >Praf#iy, nao s a or-
dem den 'ruuiamenle ci'ncocn/i *ihm libertos
para o servido, do exercilo e t armada naeial.
ma* contribu com deaativns para d Asylo dos
htvnliis rin Pa'ria, onde se m-.-Oiem os bravo,
brasiteios matii.i los o campo da biiulha.
Parei-a qae estes aervici csbt pubbca a
causa da bim^nidadi deveram j abixiar a ordem
benedictina dq Brasil: mas aimla nao rudo. T'H
das o- lilltos do- ascrav is da ordum sao aoje de-
clarad'
tent e sa educacao garantidos aos mosteirns a
qne perteaeem. Domis, os outros escravos se
vao a pouco e pouco libertando e em breves an-
uos, pop imofllso da propria eongragaao e gra-
cas aos nwius ^o ella facilita; estarn todos
emancipados.
Os nossos baos ruraes estao hoje reduAlos a
pequooas faznndas de pJantarao e creaci*; estas
mesmas acbsun-se reservadas para se dividirein
pelos escravos, oop sa forera Imerlaudo, ficando
tiles nossos arrendalarios. 0 resto, e a maior
pari de nossos terreos, est oceupado' por ar
rendatarios, enjo numero s no^e niosteir-i exce-
de a dous mil: sao pois duas mil famiUm. em
geral pobres e raoito pobres, que tirara sua sub-
sistencia dos terrenos que 6 mosteiro Ihes concede
em ireci de orna contribuicao mu diminuta.
Pagamos actua*mnte uus decimas de nossos
predios, muitos dos quaes sao habitados por fami-
lias pobres. quR oU pagam urna, quantia poqumis-
fima ou ;it nao a oagam, pois, claro q te se
torna mu diffleil ao moatriro satisfazer o augmen
te de seis per coate, qtte oa legislatura passada
Ibe fui imposto, porque nlo pagamos virne e qna-
tre por Dmto no que reatmente recebnos, mas
do que deveramos receber.
Restas consderacesqne aeabamis da adduxir,
duas conclusoes estio decorrend: primeira, que
as propriedades da ordem Benedictina, longe de
terem sido victimas do lapidacoes e extravos, co
rao se diz, {eein ti ir, pelo contrario, ura uso sem
pre legitimo e conforme aos nos a que se destina
o nnsso instituto : segunda, ijue estas msalas
propriedades, grvalas como actualmente jase
adiara, re corlo nao poderao supportar o onus.
que o artigo a Jdilvo nos impSe, porque a renda
presento do mosteiro nao podeni satisfazer os no-
vos impostos.
Mas anida nao tudo.
O imposto progressvo ila dous mil res sobre
cada um de nossos escravos, qne esse arti'0 ad-
ditivo propoe, sobremodo cruel. A ordem ne-
ne lietina nunca prorurou faziv eahedal i cusa
do suor do escravo, teve-o semiire mais como um
onus, do qua como fonte d riquezas.
Parecend-i-fne que se appmxniava o lempo da
libertacan geral dos escravos neste imperio, tra-
tou e anda trata de libertar OS seus de modo a
nao perturbar a ordem social; ora, quando isto
mrrede, quando ella tem em mira, e -m va de
execiieau ;i (.nnnejpacao- da parte servil da sen
icatrimunio, ir por ventura venda-la, para redu
zir seu preco a apoliccs da divida publica ?
Ni,, nao o f ir porque os escravo ora existen-
tes, em sua quasi totaldale de-ee;idem de outros
ue nos forau) doados por pessoas piedosas, com
a eondicao de os traannos eoni humauidada, ou
pertentrau ao patrimonio de alguns raligosos.j
que os legaram ao mosteiro note prasupposti.
Em qualquer dos di ras casos nao pederemos ex
polos ao martello do leiiociro : outro que o fa-
ca ra.
O imposto prjpgressivo sobre nossos bens ruraes
t.iiubem .utamerrte cruel pelas coaceoes a que
redurina o mosteiro. -Este, que pos-ue algun-
terrenos no imperio, talvez o que menos lucros
aufere de sua propriedade, apelar de se poder di-
zer a lulamente que os seus sao os mas bata
aproveiados terrenos, pelos motivas ja cima
apuntados.
Xa" ser, pois, a ordem benedictina quem v
arrancar o pao boca le centenares Je familias,
porque o fim da sna instiruicr c soccorrer os ue-
eesMtados e nao aggravar-lhes a misara.
O imposto progressvo sobre os bens urbanos
anda cruel, porque deste patrimonio tira o mos-
teiro qriasi sua subsistencia e os metes de fazer
face aos muitos onus de que se ach sobrecarre-
gado; pagando vinte e quatro por rento de deci
mas do que, deveria receber, e nao do que real
mente recebe, esta na mpossibilidade de satisfa
zer a este n ivo imposto.
O trtten additivo, portante, aposentado pela
commissao de orcamento da cmara dos Srs. da-
lutados, trar como consequonei i anniquillar em
poneos anuos a propriedade Jas orVns religio-
sas : 1.", p.-la absorpro constanle esu'ce-siva
que o lisco por suas execucoes far dos bens das
msalas ordens, vista da unpossibHidade em que
ellas >e acharfio de cuuiiirir este mandato da lei
do orcamento ; 2, pela grande difllculdada, se
nao evidente impossibilidade, em que ebas se ve-
rao He, nu praso de 3 a 6 annos, converter, sem
extr.-.nr linarius prejuizos, os seus bans em apati-
ces da divida publica.
Desta impossibilidade, que embada se proeura
negar, pode ter o proprio governo a prava, quan-
do se lembr ir que at hoje anda nao pode en
verler com vaotagera era apolices da divida publi-
ca os bens urbanos do patrimonio do siminirio de
S. Joaquim, e os rues constantes das fazendas
de creaca de Piauhy etc.
O que resta pois emuregacao de S. Bento ?
O qua resta ao mosteiro do Ra de Janeiro, e a
esu propriedade que so ao oosso salo, a > bubsu
labor, e nossa economa deve sau progressvo
augmento ? 0 qua cumpre esta commiiuidade fa-
zer f Deixar iie curapnr os d-var-s di cunseien-
cia qua Ihe sao irap tstes por sua propria iiistitui-
ci, para nccorrer smente ais redamo- d > fisco.
ou ver sua propriedade tedias os dias reduzda pe-
las continuadas execucoes.
Qualquer destas alternativas, comprehenJem os
altos poderes do estado, excessiva nan'.e lura e
doloro>a. Em sna recanhacids imereza e ja-tica
perrattro esses mesmos podares que qualquer
dillas se realise?
A ordem heoedicna espere que Isto n.io suc-
ceder, espera que artigo aMitivo di comnis-
so de oroamenlo nao acie apirovaci ni-ulti
mas discusses a qua houver de sujaitirse ; as
pera que se nao sancei mar por este m ido indi
recio sua extinc^ao e sua norte ; espara, porque I
a equldade, a razo, o reconhecimeiito nacional;
a jiistica a o direito esiai claiouidu ora voz mu
alia a favor da sua causo.
Mosteiro da S. Bento do Rio de Janeiro, 15 de
junbo de 1889
Fre Jos da Purifcuco franco, D Ahh ida.
naseinieal.i
ii. 43 arman,
mssxmw
BEV1STADIAEIA.
THESOURARIA PR )V[XClAL*-Por dahbem-
co da presidencia da provincia, de 21 do corren-
te, lot noineado escripturario da lliesourari i
prevmcial, o Sr. Bernardo Carneiro Mooteiro da
Silva SanVw, ue j a i> eseriptor^irio.
PESSIMQ) GRACEJOlnformm-nos qae para
lados da Caixa d'Agiu ha quem se e.iireteaha alta
iwite a acular uns caes bravios, que uossue, so-
bre as pessoas qne por aH entau passam; de sor
te que na i ba muito ia urna pobre raulhar sendo
|ire-a dosinesnj m caes, se outras pessoas nao acu-
dissem-a*a aa.jueila e>>ajflaiura aueetada,' que to-
la va provocara a httardaila dos anteras da brin
cadeiraf
Isw rltoleravel. a tlin Ihe (femaran* credflo. se
pessoa seria nos nao garantisse a veracii ale ;
ouis realmente inorivel que hija quera tal ora ti
que, e -anda se regozje em cima
Assim, pois iinporta que tal brtncwt'ira ni
continu; e r limyritri os sms autores nao or
eajKro nella corMa
aunada.
suniMes advertencia me*
OLI.NOA.~A jant de aualdieae > do curato da
livres no seu na.scimento. e te-ra sari sus- S aeha-ee compostf. dosSr. : I-tiz do Reg Bar-
ros, juiz de paz presidente; Jos Maradiadx
fonseca Maiicumhn,Antnnip lliheiro de Amouswr
'jae, Bannel /ua(|uim Goncalves Leal, a Jacinta-
Siares Botelbo.
THEATRO Ol.rNDEXSK.-A sociclade thaatw
olindense d hoja espectculo dramtico, ao edvi
co da cmara niunicipal.
DIARIO DE PERNAMBUCO.-Se anegar Beo-
dos portos do sul o vapor Tocantins, destribuwe-
mos amanbaa nosso numero da segunda-larra.
FESTA DO POCO Unanhaa,depois (tobcea
ti a aaiideira da Nossa Senh-ra da Sade,que se
venera na igreja do Pbco, wieiniar-ie-ha nWandr
ogo de arbeo. A bnndrira sabira da igreja para
ser Mateada em tea |ng,,r, sem |>ereorrer -rs
ito povoado, por ter sido isto vedado pela autori
dada ecclesiastica.
PARA AS FESTAS DrE ARRABALDESApro-
ximando-se as festas do Wmteni, Poco, Appocns
o outros arrabaldes, reeommendaraos as nos-a
leiteran, apreciadoras do bora gosto, al^un- rnus
de vestido de cambraia branca, cimo enfcites imi-
lando eniremeios e habadinhos bordados, os qna*
se vendara ra do Crespo a. 13, loja das colum-
nas, por preco eommodo.
CARUXRL". -Ejerevera-nos desta Joealidade, ara.
27 do passado :
No dia 13 do corrente b-uve exaraes na as-
cola publica regida pelo prafessor Mendonca, na
qual sa ni3>ricalarain durante o ana 47 aluioans,
tendo sido examinados tres que forain apuruv^las
cora istinccao. Deixou da comparecer um. por
diiente, e nutro que lambam estav habnitaoj pat
tersa mudado. Esta escola fuucrioua ba pouco
mais de um armo.
Xo dia 14 tambem linuve exames na escolado
professor Isidoro, leudo sido approvados ootros
tres alumnos.
TOCAXTIXS.Se este vapor, qne se espera dos
portos d i sul. chagar hoje, seguir boje masma
par os porte do norte; sa, porm, chegar aioa-
nlia, n sabir no dia 24.
GYMXASIO PaOVIXClAL.-iWm-se n.meafc
ensor do Gymnasin o Itxm r. Lmz PVim.>ira
.Xobre Pbiinaa. Bulado dn alta rau-lhuraaa/e graa-
de maraldade a Dr. Palluca oA-reae sovla. ga-
rantia de bou derigir infancia. O Exm. Sr. pre
-iitente da provincia tetoso como pelos interas-
ses do seus govesaados, ronltereitor de pertn
das qaalidades, que ornara a pe>soa do nmueadu
nao pnalalaiar malhor :: .piisicaj. para o pniuei-
ro estaoelecMiciite bUarar da" previnci:, do i|oe
eliamaoile para ocrupar um cargo lii imoortaate
ao referido Dr. que ha pouco d-ix n o lugar do
secretiri.. do Bispado. Felicitamos a provincia a
aos pas de familias | t-la acortada nonjacaoa*
Rvm. Dr. Nobre Pelnca para o lugar de censor
do Gymna-io Provincial.
LOTERA.A que se aeha venda a '35, a
beii.-ili-io do pairuiionto dos orphHs,qu corre nu
da 29.
Bli.HKTES OFFERECIDOS. Nuoieraeao dos
bilhetes da lotera 135' offereeidua pelo Uiesoarei-
ro das lotetias para auxilio Jas de piezas da
guerra :
Bilhetes ns. 1101 a 1110. ,
- PASSAGEIROS.-D hiato S. Jom Rapttu,
sahnlo para Mossor :
Pedro G. de \rruda e Geraldi> Psreira da Costa.
CKMITER-U PUBLICO.-uoiuari.. do asa 2 da
Janeiro :
Hermina, Pernamhuco, 4 mcacs, Rocife ; bexi-
gas
Manoel, Permimbueo, Boa-visti
prematuro.
Jota Correa Dias da Queirez, bom
soltdro, Boa-vi-la ; lUbercaliW pulmo:i;ir.--.
Francisco dos Rris Gimas, pVrfttranocii, -TOan-
nos, viuvo, Poco : eoogestin cer-bral
------~~ms**-.------
CAURI MUNBCfP.lL.
I. SESSAO ORDINARIA AOS 17 1>E JANEIRO
DE 1870.
PRESIDENCIA DO Sil. DR. SOl!Z\ LBAO.
Presentes os Srs. Dr. Barros Brralo, Or. Seve,
Dr. Mostoso, I>r. Ptanga, Sonza Migalhesa Igna-
cio Passoa, faltand<; com -ansa os uais senhores
abr -sa a sessii, e lida a approvada a acta da,-
anteceflente.
Leu-se o seguinte
RXPBDI3NTE :
Usa offiaia do Exm. presidenta da provincia, da 8*
lo corn-nte, fl'-clarando qua par serein coatrdito-
rias as deeisoes do governo sobro sa deixa o exer-
cicio do caigo o vareador qaa tera do assuiar a
vara de juiz rauuieipal, m.-n-.d-m S Mu Imperador
por sua inmediata rototueao de 13 de marco utti-
ino, depois daouvirto o parecer das sceles do im-
perio e jastiea do conselh> de er.t*d cm o qu.il
-e eonf muou, adoptar o priaoipiu de quo o verca-
dor deita o exercicio do sen cargo era quanlowrve
o lugar de juiz municipal, de confor nidada com o
di-p i-to no decreto n. iSilo 9 de .g i-io de 1 45
a nos acisos n~. 378 de 21 deoutu'iro de iSoJ e
162 de 6de juuliode 18>9; segnado foi aimnm-
nicado por aviso d> maalilniin ini bopetm do 11 de
dezemoro BfOKim > lala, u que faz constar a c-
mara para seu conhecimenlo. Intairada.
Oulro do me-ni i, dizendo ipie para dar rampri-
m uto ao aviso expedido pola reinrticao daagri-
cuUura. diiiinerci-.i e obras publicas em 29 da.
dezarabr prximo Hado, informa a cansara al a
dia 4 de favereiro vadoum, hnprelerivrtrneato.
qual o esi.id actual da cmara, a da industria de
ereaco neste mmicipio. qual a produeeaodos
genero- deiinn n.ol is eoioniaos e de consumo, seu
valor nos mercados desta provincia, que numere*
da braco* livres e escravos sao empregados na
inesm i lavoura, quaas as causas de. sua dee.ideu-
cia. e m
etc..Q.ie se officiasse aos liscaes pira f iraecorea
as inonn icoi-s precisas para ser comprada a re-
amo iieintaeaL' da S. Exc.
Outro do subdelegado snpplente da freguezia.
do Poco da Patiella, Manel Jo- de Paira Pialo
ramunicando haver assumidonn dia 16 d> cor-
rente inez, o exorei'Mo do mesmo cargo.lateL-
rada.
Oulro do administrador do cemiierio pobbce^
lando resposta ao offlcio qne Ihe fot dirigido em.
27 da dezambro prximo lindo, declara qua nu dia
20 do mesmo mez, foi receido oaquetle astabole-
cimento o cadver do major Hennque Manuel MV
Iheirode Mello, acumpanlia lo da gu>a sob n. 6344.
e conliecimente do carro sob n. 2424.Que este
sentido se- responda an ollicio do subdelegado da.
freguezia da Boa-Vista.
Outro ilo ongenheir eordeador, informando
S( hre o requerimento 'da Manoel Jos Dantas, de-
clara qne nada tem a oppr a pretencao do suppli-
canie.C raced u -se.
0 tiro d i meinn, iuformando o riquerimeato de
Manoel Francisco dos Santos, dwvara que nada
lera a oppi'ir sabr- a preiom.-o do .iipplicaote-.
Concedeu -se, tundo a casa sinente 60 palmos de
fundo de confonnidade com a poUura.
Oivo d) memnv informando sobra o reqaeri-
n oto de Aristludes Duarto Caraeiro da Cuaba
Gana, cumpre-lhr> dizer que. no lugar oaste^o
supplieanie pretende construir as barracas, >>
oej etica a ervidaopublica, ra- uo traUnA) as
postaras da taes c msteucc,es, compete a cmara
res-ih.-.i; aieedeu-se.
i aura do raetimo, infor nandn o requenmento.de
tese J.icimho t;iv;io. i->m a dizer quo nao havla>
c inveniente ero conceder-sa, o que pede o soppli-
cante.Gonce I tu-se.

ILEBfVEL


aaaaaaa^BBJ

Diario de Pernambuco Sabbado 22 de Janeiro de'1870.


r--------------------
Ootro do mesmo, informando sobre o requer
esto de Joo Antonio da Silva Teixeira, declara
qa* a cata que se acha cora o oito arruinada, e
a o peticionario quer concertar, est fra do
aknhamento da travesea da campia da Gasa Por
to, tendo d i recuar f a 6 palmos; como nao toca na
muta, parece-lhe que se pode conceder a licenca
onicameato par o concert do oiti. Quanto a
calcada nao lera lunar, e nenmndificae i de ou-
ira casa de taipa na povoacaoS Casa Forte, por-
qa- a postura a isto se oppoe.Quanto a priineira
parte concdeu-se, e quanto a segunda, indefe
rido.
Outro do mesmo, informan lo sobre o que pede
nVnto Jos D miintues, cumpre-lhe dizer que pela
planta da frogoeua do Puro, a roa projerta la
passa milito alera do lugar onde o supplicante
qoer collocar o porta, mas como esta oonstru'*cao I
nao prejudira a servido poblica, pdese conce-
der, sendo feito no mesmo alinhamento dos muros
visinhos.Concedeu-se.
Ootro do mesmo, informando sobre requer
ment de Sallas & Borge-, cumpre-lhe dizer
que nao ha inconveniente na concesso pedida,
devendo a podra ser collocada na esquina da ca-
sa. Concedeu-se.
Outro do mesrao, informando o requerimento de
Manoel Jos da Costa kVgo, cumpre-lhe declarar
que pela planta da cidade a casa que o supplican-
te pretende concertar a coberla e rebocar de novo
osta marcada para ser demolida, i cmara com-
pete deliberar o que meltior entender.Conce-
deu-se.
.Outro do mesmo, informando, em visU daordem
queIhe foi dada, que a ra projectada em protn-
gametito da do principe nao passa pelo quiutal do
quartel do Hospicio, que lica era ser, mas a'tra-
vessa o edificio do dito quartel. Que de novo vol-
te ao engenheiro para que, reconsiderando sobre
iltaieria do aviso d imperio de 8 de ou'ubro
prximo psalo, informe convenientes ente.
Outro do fiscal da fregueza de Santo Antonio,
remetiendo o termo de vistura que fez no .-obrado
n. 11 da ra e-treita do Rosario.Ao archivo.
-Outro d> ni sino, pedrad que se mandasse pa-
Jar ao Dr. Velloso e a >s facultativos Francisco Jo--
vrillo Leal e Joaquim Alves de Albuquerque, tres
corridas sagitarias que procederain.MauJou-se
Determnnu-se que fosse remetlida a commissio
de edifieacao mn requerimento era que Santos 4
Oiiveira, inquilinos das casas n. 27 e 29 da praca
da Indepeo lencia, expondo sobre o concert que
estao faxendo n>s minias casas, pedem a cmara
para mandar examina-lo, e coadjuva-los cora parte
da des pea.
Despacharan-se as petieocs:
De Antonio Jos Duarte Coimbra, Carlos Mari-
nbo Facunde-, Pmocbco Jos Balur, Francisco
Dorainguos da Silva Araujo, (nitor di Sampayo,
Joanna Mara Naneo, Joo da Silva Ramos, Jos
Francisco de Men zes Amoriin, Joo Velloso Soa-
res, Joaquim Franri-co das Chayas e Silva, Manual
Cyriaco d Figuein-lo, Manoel Alve- Gnngalves
Perreira, Frandara Domingo** da Silva Araujo
Pasehoal Alves de Ai*uiar. Tho n Bodrigues da
Cnnha, Vicente Jos de Oiiveira; e lvantou-sc
sesso.
En Francisco Canuto da Boa-Viagm, secretario
a subscrevi.
Ignacio Joaquim de Souza Leu, pr-presiden-
te.Flix Francisco de Souza Magalnes. Dr.
Joo Maa Seot. -Dr. Prxedes Gomes de Saaza
mangaManoel de Ranos Bnelo.Dr. Pedro
de Mhagde Lobo Hoscoso. Ignacio Pessoa da
Silva.
takyde Lobo Hoscoso.Or. Prxedes Gomes de Sou
30 Pitonga.
ROA DO COM.MER
3t-
2.* SESSO ORDl.VUtlA AOS 19 DE JANEIRO
DE 1870.
PnKSUMtCIA DO SR. DR. S llZ\ LEAO.
Frsenles os Srs. Dr Seve, Dr. M iseoso, Dr.
Barros Brrelo, Dr. Pita-toa, Soasa Magalhes e
Ignacio Pessoa faltando era causa os mais seuho
res. abreve a se-s.l i.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
L-se o Sfguiute
EXPEDIENTE
Un offlein di contad .r. inf irmandosobre o re
uerimuto era que Tln.naz de Carvalho SoaresJ
rando S itirinh i, arre natanto da obra dos eoo-
certo-d i matad raro publico, iie.de a entrega das
apoln-es c|iie d.p)otra para garanta da mesma
obra, declara que taes apolice- n est, em seo
podar, mas ron-ta Ihe que exi-te n na inii d se-
riatafii D hrinli o secretario que ajuella-
apolires rxi-inm mu sen poder, ordeuou-se que
as entregaste mediante recibo.
Outro di engenheirn informando sobre o reque
-fotuto de Jhiioel Francisco de Barros Reg, pro-
curador Jo Nrlierto Francisco das Chagas, arre
matante das obra8 das catacumbas do cemiterio
publico, eum|.re-lbe diz*r que n arrematante |a
exeentnn melada das obra* de seu contracto, ten-
do por isso direko ao recebmento da priineira
preit.M'.Ii.Mandou se pagar.
Outro do inesno, iuroi nan.lo o requerimento
de foaquin Josa Alves de Albuquerque, tem a oi-
zer quenada ha aop;iora pretoncao do supplican-
le,deveiao*;lo enllocar as sol-iras das portas no
mesmo nivel das que existem na casa defronte.
Cohc-mI ra-so.
Ouiio do roe-uno, informando*o requerimento le
Sabino Ferrara de M-llo, cumpre-lhe dizer que
nada tara a non ir, dandi-se Ihe a competeme cor-
deaco.Mandou-se enrdear.
Ootro do mesmo, informando o requerimento de
Joo (JavalranU* de Albuquerque Wan lerley, cura
pre-lli" declarar que. como os oncertos a fazer
sio di inu.lanca de alguns paos podre*, pode-se
conceder a licenca requerida.toncedeu-se.
Outro do mesm >, informando sobre o reqneri-
ment i de J nquim Caetano de Carvaih >, tem a di
ler gue n i iinonveniente em se conceder o que
ped- o sii|ipln*aiite. Oraceden-se.
O uro ilo mesmo, infirmando sobre o reqneri-
monto de Amlr de Abreu Porto, superintendente-
da coinpanlii i dos trilhos Urbanos do Recife a
Olinda, i-umprc-lhe dizer que pelas postura* em
Vigor nao |i;ruii'ttido con>truir casas de madei
xa na BCKgneti-t ila Boa-vi-ta, mas como de *ui>-
por que o u-lhoiro, que o suppl-cante pretende
c.mstruir, sja obra provisoria, parece-lhe que se
pode conceder, assignando um termo de respotisa-
biii lade.Conci'deue neste sentido a licenga fi-
cainlo suj ilo ao pagamento de urna multa de
i:i)ilO ptla falta de cumprmento.
Outro do mesmo, informando o requerimento
de Manoel Alves Goncalves Ferreira e Francisco
Doiningues dt Silva Araujo, declara que nada
tem que upper a abertura da porta cocheira, uina
vez que a obra seja ejecutada de conformidade
com as posturas.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobre o requeri-
mento de Antonio Jos Duarte Coimbra, cumpre-
lhe dizer que o barraco, que o supplicante pre-
tende construir, e queja deu comee>, ter lo n
49de frente, e 26m40de fundo, de madeira e
eoherto de ferro.As posturas nao permittem BOBs-
truccoes de tal ordem no lugar onde va ser feito p
barraco, mas como a obra provisoria, parece-
lhe que se pode conceder, assignando osuppli
cante termo, para desmaocna-lo logo que se Ihe
exigir Ciincedeiise com esta condicao a lcon?a,
licando sujrito a urna multa de 4:000/ pela falta
de euinpriraento, e mandon-se ordera ao fiscal
para lavrar termo de infraego contra o mesmo
Coi nbra por haver comecado a obra sera licenca.
O Sr. Dr. Barros Brrelo fez o seguinte reque-
rimento, que, posto em discu^so, foi approyado.
< Roi'ueiro que se peca autorisacao presiden-
cia para nomear-se ura collaborador addido a con
tadorio afn.i de auxiliar ao contador, recebendo a
quantia de O000 por mez.
a Paco da enmara municipal do Recife, 19 de
Janeiro de 1870Manoel de Barros.
Despachaiam-st! as petiedes de Amando Fran-
cisco Mendes, AnacJeto Deiroso da Silva, Castro Pa
gel, Candido de Albuquerque Maranhao, Francisco
Domingiies da Silva, o escrivo Francisco de Bar-
ros Correa, Joaquim Jos Alves de Albaquerqne,
Joo Baptista dos Santos, a junta administrativa
da Santa Casa da Misericordia, Jos Jacinlho Pa-
vao, Jos Francisco de MenezesAmorim, Joaquim
Antonio Rodrigues Sobrinbo, Joo de Pinho, Joa-
quim Fernindes da Roa, Manoel Francisco de
.Barros Reg, Manoel Jos Danta, Pedro Altem,
Roino do Reg Barros, Rodrigues de Oiiveira &
., Sabino Ferreira de IMlo, Thomaz Francisco de
Salles Rosa, Thom Rodrigues da Cunha e oulros;
e levantou-se a se^so. '
Eu. Francisco Canuto da Boaviqgem, secretario,
a asen vi.
Manoel de Barros Brrelo, pr-presidente.Dr.
Pedro ile Atluiyde Lobo Moscoso.gwicto Pessoa
-da Silva.Mr. Prxedes Gomes de Souza Pitonga.
Flix I* le Souza Magalkaes.Dr. Joao
Mar;n S
jWs vmte de Janeiro de 1870, achando-se reuni-
dos os senhores vereadores Dr. Manoel
Je Barros Brrelo. Dr. Pedro de AtthaydLobo
Moseoso ts Dr. Prxedes Gomes de Soma Pitonga,
.noli ni por falta de numero.
V. > Cinuto da Boaviagem, secretario,
M . PUBLICACOE& A PEDIDO.
-----------------------~------------*
Protesto.
0 abaixo assignado constituido bastante
rador (ha 15 para 16anaos) de seos pas Franeiaeo
da Malta Ribeiro.e D. Anna Joaquina da Bella Lz,
previne pelo presente a quera tocar possa que**!
acia legalraente aatorisado eom plenos e illiinita-
dos poderes para tomar parle aativa era Jirol de
todos o* negocios que dizem respeito aos mesmos
seos pai. E constando ao mesmo abaixo assigna-
do que os ditos seus pato estao sendo perseguidos
de alguraa forma pelo s-*u pnmelro genro e lilha
mais velha, que cora engaos e pretextos frivolos
pretendem obtor urna esenptura de posse acerca
da escrava Luiza, proprieda le dos ditos saos pas,
para por este meio se recobrarem de 1:300|00
proveniente de dito escrava, flcanlo assnn exim
dos de no futuro entrarem com ditaquantia em in-
ventario, por lallecimento de qualquer deseus pais.
Bera como contina a ser informado oibaixo as-
signado que os ditni seus pais teem sido persegu
dos por quem quer que seja de sua fllha, para
desmembrarera de sua propriedade Fruclas, urna
ou mais partes de trras, quando elles ppipneta-
rios de seu motu-proprio o nao podem fazer, visto
como na dita propriedade est comicado o engenho
denominado Boa-Sorte, no qual a socio o abaix
assignado com os supradilos pai, cuino consta de
esenptura publica, cujas condicSes estipuladas se
achara descriptas con tanta efflcacia quanto a
solidez em que se acha baseada a mesma socieda-
de. E como um tal assumpto indubitavel que
nao pode prevalecer qualquer e>criptura posterior
a que ha, salvo se for asslgnada pel<'*#oc,os
Protesto desde j contra qualquer documento,
titulo, ou eseriptura que conste de tal obj-cto j
cima mencionado, visto que s por modo obrep-
ticio e subrepticio podero ser taes ttulos passa-
dos ou assignados por seus pais. Decliro e pro-
testo ainla de viseira aleada que nao se chame ao
engao quem quer que Ine caiba a car ipuca ; por-
qu se houver occasio opportuna Ihe mostrara de
sobejo que teaho elementos para legalraente fazer
destruir, nullificar e al baquer qualquer nefan-
do projecto desses pi:hotes.
Encenho Boa-Sorte, 19 df Janeiro de 1870.
F. M. Malta Ribeiro.
Trilhos U-baos do Kecife
Apipucos.
No artigo de fondo publicado no Correto Per-
nambucano de 17 do cor rente mez, se fizerain a
empreza dos trilhos urbanos d> Recite Apipuco-
dVovoita com elogios a<-s que levaram a eleiio
censuras, que nio condizem cora taes elogios, e
revelara o desojo de censurar sem conhecimeuto
da causa
eio articulista reconhece prestar a empreza
relevante servico ac publico, e haver trazido me-
Ihorament i incontesuvel, pareca consequeute que
procuraste anima-la, notan lo sera ceremonia as
faltas era quo tenha incurrido, fazemlo razoaveis
f justas oliserVrtCdes, e n> eraprestar-lhe infrac-
coes ao contracto, o que sao imaginarias e chamar
iutervenco do goveruo para que sejam corngi
das.
Ao que com protestos de amisade se arvoram
em rgido censor, cabia o dever, ou exiga a pru
dencii de examinar o contracto para ter conbe-
cinmento de sua disposco, e nao aventurar
e-rasuras que sao mal cabidas e que podem incutir
na populacao ideas errneas, cujo alcance fcil
de prever.
Sem temermos a intervencao do governo q >e a
exerce por seu fiscal na conformidade do contrae
lo, e em cujos termos somenle a admiuinos, de-
claramos que no contracto que celebramos com a
governo, nao contm o que se figunra em dit>
artigo em retacan a rood,ftcaco d .s preces ao
alargaraento do baldo do a(*ude de Apipucos e
quanto a altura dos trilitos, foram elles co!locadi>s
ao nivel em que tem de ftcar a estrada, e o calca-
ment da cidade, em vrtude do que foi ordenado
pelas obras publicas.
A empreza i uida constantemente do lastr > da
e trada. e .neui semore pode evitar que nina ou
ouira solipa aprsente a extreradade docoberta
pela arco do lempo, o que procura desde logo
dvilar. Em relacao aos lucros fabulo>iw, nada
dixemus seno que f issem elle< rtbctos, nao auto
ri>avain a alierago du (ju-* ro estipulado no con-
tra o: bemnotavel ste poni! etn coja apre-
ciaca nao queremos entrar.
lucie 19 de Janeiro de 1870.
Os empreiteiros,
Caixa Filial do Banco do Brasil
A caixa tilial d' Banco do Brasil em Per-
tambuco em liquidacSo pag^Mo 32 dividei)-
io <1as acfoes po banco uo Brasil jpacrtp'as
reata caixa. a razio de 90000, poMM^o.
aUKANDEGa
onnioiento de da3 a*; 901:205*370
dem do -lia 21..... 28:438*869
939:6444239
MOVIMENTO DA ALFANDEfiA
'olume* entrados eom fazendas
dem idem eom gneros
"olumes sahidos com fazendas
(dem dem con gneros
36
217
-----253
201
130
331
Descarregaro hoje'22 de Janeiro.
Eseuna InglezaHunseraercadorias.
Patacho portuguez Positivoraerc*dorias.
Barca franceza-Au$iuma ideuv #'.iTf^
Hia inglezFredonidem.
I'atarha inglezHorno GraMbacalbo.
Escuna inglezaStuan Wetrybaealho.
Patacho americano -Seoritafarinha de trigo.
(ECEBEDORIA DE KENDAS INTERNAS UF-
RAES DE PERNAMBUCO.
teudimento do da 3 a 20. 23:883*179
dem do da 21....... 3 4ii*l7l
27:30i*650
CONSULADO PROVINCAL
lendimento do da 3 a 20.
dem do da 21. .
133:170*702
4:862*215
138 032*947
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 21.
Baha13 das, barca autriaca Frederico B., de
420 toneladas, capito Zainbelle, equipagera 12,
em lastro; a ordem.
Baha 13 das, hrigue austraco Primo Nerezi-
notto, de 328 toneladas, capitn G. Haracicbs,
equipagera 12, em lastro ; a nrdem.
Rio de Janeir24 das, patacho hespanhol Rozi-
ta, de 115 toneladas, capito Francisco Sust,
equipagera 10, em lastro ; a ordem.
Rio de Janeiro26 das, logar inglez liheidol
Guetn, de 128 toneladas, capitn* David Jones,
equipagera 8, em lastro a Taeruaz JelTeries
AC
Terra-Nova42 das, escun ingleza Lycurgus, de
140 toneladas, capitn \V Blake, equipagera 8,
carga 2.882 barricas com baealho ; aimpson,
Duder & C.
Liverpool46 das, barca ingleza Carmorant. de
30' toneladas, espitan Arcbibald Johnson, equi-
pagera 12, carga trilhos para a estrada de ferro
de Olinda ; a Edoard Fenton.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da PrataPatacho inglez Anlecetlo, capito M.
Lailn, carga assucar e aguardante.
Mossor-Hiato hrasilero S. Joo Baptista, cani-
llo Joaquim Felippe de M. Guedes, carga dTe,-
rentes gneros.
Observadlo.
Segnio do lamarai) para West Indies a barca in-
gleza Grnce Bedp'ilh, rpita > Botsford, com o me>-
inc lastro qne tnraxe de Buenos-Ayres.
Relacao dss carta registradas existentes na admi-
nistraran do correio.
Augusto Muniz Machado, Antonio Rodrigues de
Albuquerque, Augusto Candido de Alahyde Sei-
xas, Antonio da Silva Optes Guimares. Antonio
de Souza Bandeira, Antonio Pereira Leile, Andr
Avelino Pereira e Silva (2), Adelaide Emilia da
Silveira Lobo, Arcenio C. Atu, Antonio de Souza
Nev*. MtojjBb Antonio Jes da Cruz,. Baro d-
Vilia#pa, (9r1os Francisco Sores da Brito, Cae
tae Xavier Pereira de Brito, C-me Jas dos San-
tos Calado, Christovio Gomas Pereira, Decio de
Aquino's'bnseea, Estevo Cavaleanti de Albuquer-
que, Francisco da Silva Reg, Francisco Manoel
Raposo de Almeida, Dr Francisco Dimingues da
Silva. Francisco Alves Monteiro Jnior, Mr. Dr.
Francisco Muniz Tavares, Jeronynio Joaquim Fra-
za de Oiiveira. Joaquina Mara do Sa -ramenln,
Joaquim Jos de Carvalho Siqueira Varejo, Joa-
nim Augusto Ferreira Jacobina, Joaquim Antonio
elxeira, Joaquim Jos Gonenlves Beltro (2), Joa-
qun) Porfirio de Araujo, Joaquim da Silva Lisboa,
Jos Francisco Bastos Gtrfmares, J* An'onio
Pires, padre Jos Francisco Borges, Lniz Francis-
co da Mello Tavares, Dr. Luiz Lopes Castello Bran-
co e Silva, Luiz de Souza Monteiro de Barros, Mar*'
cano Goncalves da Rocha, Manoel Gomes Vegas,
Manoel Mara Rolngues do Nasciaenlo, Manoel
do Nascmento da dista Monteiro, Maria Antonia
Atresse, Narciso Francisco Vidal, secretaria da
directora imperial nsttoto Pernambocano de
Agricultura, Plinio Augusto Xavier de Lima, To-
bas Barrete de Menezes (2), Dr Joo Silveira de
Souza._________________________________
Juizo dos feitos da fa-
zenda nacional
Da data deste ha tres mezas se proceder na
sede da comarca de Goyaaua a venda em praca
publica deste juizo das comprehensdes do extracto
vinculo de Itamb, sendo a comprehonsao deno-
minada Engenho Novo, avahada por 50:000*000 ;
a denominada Cnmb avahada por 9:000*000 ; e
a denominada Pangaui avahada por 15:000*000 ;
e as escravas Damiana, avahada por 100*000, e
Aquilina, avahada por 200*000, de conformidade
com o edital publicado.
Recife 13 de dezembro de 1869.
O escrivo,
Luiz F. B. de Almeida.
a barca Flor de S, Simaoj
que j tem parte da carga VPda : para o reste
e passagens, trata se com os consignatarios Car
va|hoA Nogueira, na *ua do.ApolloJ. 90
Porto.
Vai sahir brete a barca Lauro -para carga e
passageiros, ^rata-se rom os consignatarios Carva
iho & Noaneira, na ra d Apollo n. 20._______
GOMFANH1A PERNAMBCA.NA
DI
Navegando costara por vapor.
Porto de Gllinhas, Rio Formse e Taman
dar.
0 vapor tarahyba, seguir para os porto ci-
ma no dia 31 do corrento meia noite. Recabe
carga, eucommendas, passageiros, edinheiro a l*re
te no escriptorio do Forte do Mattos n. 12
LEILOES.
LEILO
AVISOS MARTIMOS.
De 53 saceoscxn fareilo avanado, 66 sal-
ces com fei 3o avariado e 46 ditos com
m tho avariado.
HOJE.
O agente Pestaa far leilo por conta a risco
le quem pertencer de 53 saceos com farello de
Lisboa. 66 ditos com feijo e 46 ditos com inilho
ludo avariado bontem cora agua salgada a bordo
da alvarenga que as conduzia para o cues e se-
rn vendidas hoje as 11 l|2 horas da manha no
trapiche do barao do Lvramento no Forte do
Matos.
DOLARACOES.
Ao publico.
0 Sr. Elias Emiliano Ramos bera conhecido
nes'a provincia.
Podra-nie eu dispensar-me de respoader ao
seu arazel, se o Sr. Elias se limitasse a desoraipor
me exclusivamente, aturndose sobre -mnha re-
putarn, e dii-ndo contra mira o que Ihe pare
ase ; porque eu tomava isso como ura divert
ment.*
Mas. o Sr. Elias aventnrou urna propo^ca que
env.dve o melindre de caracteres superiores a
quera devo o respeito, atlribuiudo a mira palavras
que as uo profer em relacao ao Dr. Olyrapio Mar-
cellino da Silva, meu estimado primo ; porque o
iue refere o Sr. Elias a re>peito das relat-oes que
elle se acha com o sen logro, que sao as mais
estreilas e amiga veis, como ouvido de mm urna
calumnia revoltante.
D safio ao Sr. Elias a que prove o seu a sent
com o testemunho das pessoasque e>tiveram pre
santos a alteraco de proposito por elie provocada
sobre os habitantes de Porto-Calvo que os fulmi-
nan com o seu alto conceito....
Nao ha factos n; r*!nj6ws intimas com o met
referido primo Dr. Olympto que autorise tal in
venlva, fncto de urna imwiimiQo frtil em tetra-
lar geralmente, visto como, jamis Se revelloii elle
em resentiinentos contra aquelle- que sempre con
siderou e respetou, como tenho pleno conheci
ment.
O mais entrego ao soberano desprezo ; oSr.
Elias nao merece respnsta.
Jos Antonio Candido de Lyra.
Pela recebednria de rendas internas geraes
se faz publico que neste mez e no de fevereiro
prximo futuro que leit lugar o pagamento, sem
multa, borra do cofre da laxa de esrravos do
esarricio corrente de 1869 a 1S70, cujos dones ou
administradores morera as freguezias desta cida-
de e as de fra, a saber .* Aff igados, S. Amaro
lahoaio. Poco da Panella, Varzea S. Lnnrenco
da Malta e Munbeca; e que fimln o referido praso
ser cobrada eom a multa de 6 %
Recebedoria de Pernambuco, 7 de Janeiro de
1870.
O admrai-trador,
Manuel Carneiro de Souza.'fcenla,
Pela secretaria do gymnasio Provincial K faz
publico que no dia 3 do fevereiro prximo in-
douro principiaro os trabalhos do auno lectivo,
ueste instituto ; e que contina aherta a matricu-
la para os que quizerem seguir o curso regular
alri adoptado, ou frequentar as aulas que nelle
funecionam.
Os alumnos internos pigarourna mensaldade
de 30500O res, os meios pensionistas raetade des
la quanta e sao oorigado- a exibir, no acto da
matricula, certido de idade que nao pode exce-
der a 12 anno*, alera da de vao-ina jgualinenle
exigida n* oslarnos, que concurrero somente
cora 5flO0 reis, e uraa vez sat'.sfeitas essas pen-
s-s por trimestre adiantado, podero estudar
sua escolha, qualquer das materias que se eurd-
nam em dito estabelecimento.
Gyumasio provincial de Pernambuco, 19 do Ja-
neiro de 1870.
Antonio de Assumpco Cabra 1.
Secretario.
(MPANillA BRASILEIRA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperad'
at o dia 28 de Janeiro o vapoi
Guar, commandante interino o
1* tenente Gremhalgh, o qual de
pois da demora do costume se
gira para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se i
*4irga que o vapor poder conduzir, a qual dever:
er embarcada no da desuachegada. Encommen
las e dnheiro a frete at as duas horas do dia d;
Nao se recebem como encommendas seno ob-
lectos de pequeo valor e que nao excedam a "
u-robas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao.
Tudo que passar destes limites dever so>
embarrado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
gens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57
V* andar, escriptorio de Antonio Lniz de Oliveir
Azevedo A C. ________________________
COAIFAMH1A PKRNAMBIJCANA
DE.
\'avesacao coste!ra por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Axa-
caty, Gear, Mandab, Acarac e
Granja.
O vapor Ipojuca, commandante
Moiira, seguir para os porto-
cima no dia 31 do corrento as 5 hora.
Recebe carga at o dia 29, encom
passageiros e dinheiro a frete at a-
horas'da tarde do dia da sahida no escripto-
rio no Forte do Mattos. n. 12.____________
""GMFANHIA PKRNAMBUCANn
DE
Vavcsaco coste!ra por vapor.
Macei em direiluia e Penedo.
O vapor Giqnta, commandante Cos-
ta, seguir para os portos cima o.
dia 22 do corrente as 4 horas da
tarde. Recebe carga at o dia 21, encommendas.
passagens e dnheiro a frete at as 2 horas do
da da sahida ; no escriptorio do Forte do Mattos
n. 12.
LEILAO
Je II caixa** eom ceblas. O
meias alxa* cm cha reto.
HOJE.
O agente Pestaa far leilo por conta e fisco
de quera pertencer de 27 eaixas com ceblas e 6
meias eaixas cora cha preto e seio vendidas hoje
as 10 1-2 horas da manha no armazem do
Aunes.
instituto aw:heolo(ico i geographicq
Tendo o Instituto I Geogrnphiea
Peruainbucano de celebrar o oUjm anoiversario
da sua fundaco no dia 27 do Torrente Janeiro,
la I hora da Urde, no sali da bibliotbeca pu-
ira provincial, no conven le Nossa Senhora
do Carino, sao convidado' para seinelhante effeito
em a>smbld geral todos os sntios que -e arna-
rem no Recite, e(lectivos, honorarios e correspon-
dentes.
Nao conheeendo o Instituto a sede das difieren-
tes associacdot Iliterarias, scientificas, artsticas e
de beneliceneia que esi-tom nesla cidade, lem a
honra de convidar |ielo presante edital a cada
urna de taes a8s**ciac9as a assistir solemnidade
do da 27, od a fazer ge ahi representar.
E para conheomento das corporacoes ou pf s-
soas que tiverem de ornar a sesso com a su*
palavra aulhorisada, aqui se transcreve a ultima
parle d-> artigo 28 do regiment do Instituto:
c Se na sala existem socios ou pessoas outrae
qne desejain ler algumas memorias interessantes,
partecipam-no ao secretario perpetuo, para este
prevenir presidente, o qual d a palabra aos au-
tores das memorias; a leitura de cada urna dos
quaes nao pode estender-se alm da meia dora.
Purera nenhiima memoria ou trabalho pode ser
appresentado e lido em sesso publica, sem qne
antes seja siibmettido a urna ommisso de esarae
para isso nomeada a qual tem voto decisivo sobra
a conveniencia ou inconveniencia da leitura.
Secretaria do Instituto, 17 de Janeiro de 1870.
Jos Soares de Azevedo,
' Secretario perpetpo.
1 anarios.
Chegou um completo sortimento de canarios da
Alemanha cantadores de primeirr classe garanti-
dos : ra do Imperador n. 16, armazem Fideli-
dade e no hotel d'Eun pa roa do Commercie
n. 1
nnuncio.
LEILAO
De SO l>arrs com choiirlcas.
Segunda-feira 24 do corrente
0 agente Pestaa far h-ilo por con a e risco
de quera pertencer de 20 barris com linguicas
chegadas ltimamente em ura ou mais lotes a
vontade, no dia segunda-feira 24 do corrente, as
II hora- fronte da alfandega. ______________^_____
LEIliO
3L
la tarde.
nendas, a
JL
COMMERCIO.
18
PRAGA DO RECIPE 21 DE JANEIRO
DE 1870.
AS 3 1/2 HORAS DA TABDB
Assucar bruto americano 3ilo0 rs. por
kil. (hontom).
Cambio sobre Pars 90 djv. 472 rs. por franco
(bontem).
Descomo ae letras18 0.0 ao anno (hoje).
Frete de assucar deste porto para o Canal 2o f.
5 0(0 por tonelada (hontem).
oncallo Jos Affonso,
Presidente
Mesquita Jnior,
Secretario.
Sociedade bancaria
em com mam lita
Theodoro Snon rj* C,
Comprara e vender por conta pro
irla metaos, moedas nacionaes, e estran-
{eiras, letras de cambio, sed tilas do go
'erno e do banco do Bsasil.
Descontara letras da trra e oulros .ti
tilos commerciaes.
Encarregam-se por conta albeia das mes-
as transaccoes, da cobranca de letras
erra e de outros ltalos commerciaes.
Receb m quaerquer quantia em depo-
ito, em conta correte, e a prazo flxo.
Largo do Pelourinho n. 7
ENGLISH BANK
)f Rio de Janeiro Limited
Deseo ita lettras da praca taxa a con-
/encionar.
Recebe dinheiro em conta corrate e a
rato flxo.
Saca vista ou a pnSisobro as cidade.**
jrlncipaes da Europa, tem correspondente
1a Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, New
< New-Orieans, e emitta cartas de crdito
para os mesmos logares.
-De ordem do Illm. Sr. ronselhfim inspector da
thesiiurai ia de fazenda desta provincia sa faz pu
blico para conhecimento de quem interessar ue
no dia 29 do corrente mez as duas h >ra> da lar
de iro novamente a praca para serem arremata
das perante a junta da mesma ttiesouraria, por
qnem por menos tizt-r as obras da ponte do tra-
piche do alg largo da assemblea, oreado em 14:7705520 rei-
conforme s plantas e orcamento que r-erao fr ra-
queadas aos pretendemos na secretaria da the-
souraria. Os licitantes deverao mostrar-^e au
thenticamente desembaracados e quites tanto com
a fazendageral como com a provincial. As pes-
soas a quem c ravier a arreoiatac;ao deverao com
parecer na referida ihesouraria no dia e hora in
dicados.
Secretaria da thesonraria de fazenda de Per-
nambuco, 20 de Janeiro de 1870.
Servindo de ofHcial-maior,
Manoel Jost. Pinto.
Aviso ao navegantes.
De ordo n de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia fa(.o publico que a barca Pharol que se
achava collocada nos baixos de Rraganra, foi re-
tirada do ponto de sua amarracao, porque esta
iinpreslavel, tendo corrido risco de perder-se : e
que at fazerem se os reparos, de que ella neces-
sita, estar naquelle ponto o hiato Riachuello, o
qual de da crusar as proximidades dos baixos
e denoito anco*-ar, tendo ura lampeao. que nossa
ser visto dos navios, que se aproximaren em de-
man.la da entrada para o porto desta cidade.
Secretaria do governo do Para, em 20 de dezem,
bro de 1869.
Antonio dos Passos Miranda,
Servindo de secretario.
Est conforme,-Capitana do porte de Pernam-
buco, 15 de Janeiro do 1875.
0 secrettrie,
Decio de daino Fonseca.
O inspector interino da allandega fax publico
que no dia ?4 do corrente, depois do meio dia, e
porta da mesma reparticao, serio levados a ha-ta
publica, livre de direitos, os voluntes abaixo de-
clarados :
Trapiche Dantas WS tres eaixas vindas do Rio
da Janeiro no brigue portuguez Acato, entrado
oeste porto em 30 de marco do anno prximo pas-
sado, pertencentes a Tasso Irmaos, contando ves-
timentas vainas de lia ealgodo para cmico, no
valor de 204000.
Armazem n. 1 (alfandega) AF urna caixa n.
127/135, vinda de Liverpool no lugar inglaz Ann
Wkeaton, entrado em 24 de abril do ato anno,
contando cinco copos de vidro n. 1, pesando um
kilogrammo no valor de 600 rs.
Alfandega de Pernambuco 19 de Janeiro de
1870.
0 inspector interino,
_______ Luiz de Carvalho Pae- de Andrade.
tdanaistraeio des corre os de
Pernambuco t* de Janeiro de
Malas pelo vapor Giqui da companhia Pernam-
bueana.
A correspondencia que tem de ser expedid hoje
pelo vapor cima mencionado, para Macai o Pe-
nado, ser recebida pela forma seguinte:
Macos da jornaes, impressos de qualquer na-
tureza e cartas registrar at 1 hora >ia tarde,
cartas ordinarias at as 2 horas da tarde, a estas
at S 1|2 horas pagando porte duplo.
O administrador.
Affonso do Reg Barros.
2L
CO.vIPANHIA PEKNAMBUCANA
DE
\avefiaco e<>fcira |or vapor.
G'iianna.
O vap> r Paiahyba, seguir para b
po lo cima no da 26 do corrent-.
as 9 horas la n lite.
R ceiie carga, encommendas, pa sageiros e di-
nheiro a frete no esnriptoi io do Forte do Mattos
.._______________________________
" COMPANHIA PERNAAMBUCANA
DE
Havegaco eoteira por vapor
Mainangtiape.
O vapor Mandaha, commandante Julio, seguir
para o porto cima no dia 28 do corrente as 6
horas da tarde. Recebe carga, encommendas.
passageiros edinheiro a frete at as 3 horas da
tarde do dia da sahida, escriptorio no Forte di
Maitos n. 12.
De too bar tglnhas com foola-
chinba marca M W v, C. por
baiio v i: dt v ernambuco.
ava iadas l"ag a salgada.
S^gntida-feira i\ do curante.
O ag*nt Ppstana far leilo por conta e risco
de quem pertencer de 100 bairiquinhas com bo-
lachjnha marca cima vindas de New-York pelo
navio Freedoni, as quaes ser vendidas secun-
da-faifa 24 do corr-nt as 9 1|2 horas da ma-
nha no armazem do Annes defronte da atfan-
deg;.
Nao tendn-se realisado a reunio gerat dos con-
senhores da propriedade commum Apipucos con-
vocada para 9 do corrente, por faha de numero,
o respectivo administrador de novo convoca aoe
Senhores herdeiro da dita propriedade para e
rennirem no dia 23 deste mez pelas 10 horas da
manha na casa de sua residencia para se tratar
dos negocios seguintes : leitura do rotatorio, ap
pnvac'i de contas, do contrato docapetao da c-
pela, e do augmento do ordenado do sacristao.
E-ta reunio se far com o numero de consintie-
res que comparecerem na conformidade do art.
18 dos estatutos.
Apipucos, 10 de Janeiro de 1870.
0 administrador,
Joo Franrsco do Reg Maia.
Para os ronteiros de S. *ebasti3o
Qnejos de Mina* e n*o do serto, vende se es-
tes excedentes queijos por preco muito em conta
na villa do Cabo, ra di Rosario taberna do Sr.
Ouz Gomes ; a elles antes que se aral-ein._____
No dia 15 do Crrente desappareceu do silio
do Cafund, e-irada de Jo-t di Barros, urna cabra
com leite, a qual grande e preta ; a com ella a
cria, tambera preta.
Pde-se a quem a achou de a levar ao mesmu
silio que ser gratificado. ^^^^
LEILAO
De urna mobdia de mogno a Lniz XV com 18
eadeiras de guarnico, 4 de bracos I sof, 2 con-
sol is. I janlineira com pedra, I dita de Jacaran-
da com lampos de" pedra, I m-a elstica, 1 guar
da tonea, I guarda vc-tido, I comraoda, 1 cama
franceza, 2 marquezdes, 1 lavatorio, 1 sof, 12
c-deiras de gnarniei, 2 bancas, 1 par de conso-
los. 1 eadetra do abrir, 1 mesa para escrever 1
berco, 9 qnadr s geigraphicm, 2 pares de cadeiras
de balaiiQo, 2 pratnheiras, 1 mesa de amarello
com ps torniados propria para jantar, I appira-
dor, I banca para costura, I apparelho de jantar.
diversos ohjectos de vidro, 1 uie-a para cosinha.
1 dita redonda e mnitos oulros ohjectos.
Terca-f-ira 25 lo corrente.
Antonio da Cruz Muniz tendo de n-lirar-se pa-
ra n Cear far leilo por intervencao do agente
Martin-, dos objectos cima deseriptos os quaes
sero transportados para o armazem da ra d i
Imperador n. 16, as 10 horas, sem reserva de
precos.
Ama
Precsase de urna ama para comprar e cozinltar
para duas pessoas : Da ra das Trinoheiras nu-
mero 23
Precisa-se
Ihos n. 28
de um nado : na ra dos Coc-
O abaixo assignado previne ao publico qne
nao paga eontas eontrahida por Manoel Rodrigues
Teixeira Sohrinho por -er e-te do menor idade.
Maimel Rodrigues Teixeira.
Precisa -e de una ama que cdzmhe, para
padana : a tratar na roa da Florentina n. 3.
Precisase de. hu caixeno nacional ou es-
trangeiro, eom bastante pratica de taberna, e dan-
do fiador a sua conducta : na ra do Lvramento
n. 26 -e i r quem precisa.
Pe-leue na ribeira duas Chaves pequeas,
urna de bah iiirdo : quem as tiver achado rogase Ihe a en-
trega na ra do Queimado n. 29, toja, pelo que se
Ihe tirar agradeeido.
CONCILIO ECUMNICO
ECHO DE MA-HVKTA RELIGIOSA
l-:spcc lmenle
Dedicada s materias do Concilio Gerat Ecumni-
co do Vaticano.
Publicase niensalraenta em Lisbiia
Assignaiura para 12 nuintr.is
6^000.
Livrariu franceza
lina do Os|>(i n. 9.
PARA LISBOA
Pretende seguir viapem, cora maior brevidade
possivel, para o dito porto o patacho portuguez
Positivo, capito Joo Ferreira Basto, receba al-
goma carga a frete a tratar com Marques Barros
4 C. no largo do Corpo Santo n. 6. 2 andar. '
PARA LISBOA.
O Brigue portuguez Laia 1.', seguir com
toda a brevidade visto j ter prompta quasi toda
sua carga; para o que Ihe falla, passageiros diri-
jao-se abs consignaiarios, Oiiveira Pilhos e C, no
largo do Corpo Santo, n. 19, ou ao capito na pra-
ca do Commercio.________________________
PARA O POKTO.
Dever seguir com a brevidade possivel a
Barca portugueza JVoro Sikncio, para carga e
passageiros dirijo-se aos consignatarios, Oiiveira
Albos A C., no Largo do Corpo Santo n. 19, ou ao
capitn na Praca do commercio.
laca l.isboa.
Segu com toda a brevidade a barca portugueza
Pereira Borges, por ter quasi toda a sua carga
prompta : para a restante e passageiros trata-se
com os consignatarios Oiiveira, Filbos ft C., no
largo do Corpo Santo n. 19, ou com o capito na
pra^a do Commercio. _____*
Porto por Lisboa
Com a maior i-revidode vai sahir para os refe-
ridos portos a barca portugueza Claudia, de pri
meira marcha e priineira classe, por ter a maior
Site da carga prompta, e para o resto que ihe
ta e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Veras & Barbedu, ao caes da alfandega ve
man. 2.
PORTO
Segu com brevidade para o porto cima a bar-
ca portugueza Iris, capitho Mathias de Souza Ma-
ciei, recebe carga por frete commodo : tratar
com os consignatarios Antonio Luiz le Oiiveira
Azevedo C, ra da Cruz n. 57, andar.
PARA LISROA.
A barca portugueza Gratido dever seguir com
a menor demora possivel: para carga e passagf i-
ros trata se cora os consignatarios Oiiveira, Filhos
& C., no largo do Corpo-Santo n. 19, ou com o ca-
pito na praca da Commercio^_______________
Para o P -rto
pretende seguir coa a maior brevidade possivel
a barca portugueza Claudina, de priineira mar
cha, por j ter grant'e parle do carregamento en-
gajado : para o rest*." e fssageiros, aos qnae*
offernca raos eexmikentas commoilos, trata-se
cora os consignatarios Cunta Irmns C, 4 ra
da Madre de Dos o. 34- De movis, louens, vidros. ouro e
prata,
COMO SBIA :
Duas moblas de Jacaranda com lampos de pe-
dra, um excedente relogio com msica, urna
comraola cora secretaria e segremis, nina
dita com pedra, urna mesinha de Jacaranda,
um espelho donrado, ura marquezao de ama-
relio, una estante para livros, urna cama de
- Jacaranda, Din armario para roupa, urna ca
deira de fen estuf-la, ura mea ela-tica de
amarello, um guarda louca de dito, um tacho
de cobre, nina gamela grande para hanho,
um q-radro com uraa cesta do cera, urna ve -
neziana, um apparelho donrado para cha. um
dito incompleto para jantar, salvas, faquero-,
colheres, casticaes, copos tudo de prata e di-
versas obras de ouro, eandieiros para gaz,
livros e outros muitos objectos que eslaro
patente no acto do leilo.
0 agente Pinto autorisado pelos herdeiro* e
representantes de heranca do finado Domingos
da Silva Campos, far leilo dos movis, I mica,
vidms, onro e prata acuna deseriptos existentes
nopriraeiro andar do predio di ra do Imperador
n. 30, aonde se effectuar o leilo, isto
Qnarta-feira lo corrente as
I 1 horas n ponto.
AVISOS DIVERSOS.
FOLHINHAS
PARA f90.
Ventle-se nesta typographia
a 160 rs. o exemplar da de porta.
m
0 advogado Dr. Antonio de Vts-
concellos Menezes de Drommond,
madou o seu escriptorio para a ra
do Imperador n. 20, onde pode
ser procurado para o exercioio de
sua protsslo em todos os dias
atis das 10 horas da manha at
as 4 horas da tarde. Fra dessas
horas, e para qualquer occorrencia
urgente, ser encontrado no seu
domicilio, ra da Aurora n. 26.
s
Tendo-se furtado, no dia 4 do corrente, do
engenho Muribequinha, da fregneza de Muribece.
um cavallo rudadn, com a marca MC, sera anda-
res a muito novo, roga-se pessoa que o appre-
hender, leva-lo ao engenho Santa Anna, ao Sr,
Germano Jos de Parias, que ser recompensado
ou annunciar pelo Diario. _____
Precisa-se constantemente de amas
para cosinhar e comprar, paga se bem: na
travessa 'os expostns, n. 6 _____ _
Precisa-se da ura criado quer livre ou os-
era vo e fiel : a tratar na ra Bella o. 37, primei-
ro andar._________^______
Manoel Gomes Larangeira, vai a Europa tra-
tar de sua saude.
Caixeiro.
Precsa-se de mu i ara taberna que tenha pra-
tica de balco : ra da Cruz n. 28.
As 7 horas da manha do da sabbado, 22 do
corrente, mandara os prenles de Joventino Fiork
Romano, fallecido no da 2:1 de novembro de 186!i
em Pelotas, Rio Grande do Sul, resar algumas
missas na igreja de Santa Cruz pelo repouso eter-
no de sua alma; e para este acto de pedade e
religio convidara os parentes e amigos do tuestan
tinado. ______
Novo estaneleciinento aos don lo- do ro-t.,
luja de barheiro na ra da< Cruzes n. 20.
AMA
Precsa-se de urna ama, preferndo-se idosa, para
comprar e cozinhar para duas pessoas : no pr-
meiro andar do sobrado defronte da igreja do
Para izo, esquina. _____________
Vende-so urna bonita armaco nova, de
amarello, envidracada, propria para qualquer es-
tabelecimento, e querendose mudar para qual-
quer parte, p le-se, por serem todas as peca
seguras a parafusos: a tratar na ra da Impera-
triz n. 42.______
Machinas egypcias
para descarocar algodo, fibra tonga
na ra Nova n 6. ____
vendrm-s
Cemento.
O verdadeiro cemento portland ; vndese
travessa da Madre de Dos n. 14, armazem
Candido Alberto Sodr da Motta A C._______
na
de
Attenqo.
Vende-se urna elegante e bonita mulatinba de
idade 16 annos, reeolhida, e muito bem educada :
travessa do Carmo n. 1. ________
na
Precisa-se de urna ama : na roa da Praia b.
7, armazem do boi.______________________
Aluga-se a casa n. 16 da ra do Jasmim : a
traur no sobrada n. 80 da ra da Anrora.______
2004000.
conciencia llfr,
Perdeu-se no da 20 do correte do tren de
4 1(2 horas da tarde, da esUcao da Casa Forte ao
Monteiro, a qoantia de 1 80*000. sendo urna nota
de 500*000. dnas ditas de 2001000, brancaidnas
ditas de 100*000. amarelUs, urna dita de 20*^)00
e tres ditas de lOSOOO dilaceradas : a pessoa que
achou-a, querondo restitnir, dirija-se a ra do
Queimado, loja da aguia branca, que recebera a
imantia cima._______________________
As oesoas que liraram urna quota para dar-
se a sepultura ao cadver do fallecido Joo Anto-
nio Pimenta, tendo encontrado j feito o enterro
palos Srs. Joan da Silva Faria de Irmo, delibera-
rara mandar celebrar algumas missas com roe-
meato per alma do referido ntjejh Pimenta, para
oque convida a todos os seus amigos econhe-
ridos para asantrera a esse acto da religio, une
ter logar na igreja do convento de S, Francisco,
as 7 horas da manha do dia 24 do corrente.
de leite.
Vende-se urna egrinha de 15 unos com umita
abundancia de leite : no tercero andar do sobra-
do n. 36 d roa 4a9 Cruzes.
Ama
BBHBaaBBBBBBJi



ll I .11

Diario d Pernambuco Sabbado 22 de Janeiro de, 1870.
CASA DA FORTUNA
A os 4:0005
Bflhetes garantidos.
4 ra do Crespo n. 23 e casas do costme.
O abaixo asignado, tendo vendido alm de ou-
tras sones, utn roeio n. 3187 cotn 4:0001" da
lotera que se acabou de extrahir a beneficio da
if reja de Nossa Senhora do Amparo da co de de
Olinda (13i') convida aos pos unidores virem
receber na eonfarmidade do costume sein descon-
t algum.
Acdam-se i venda os (lites bilhetes da 14'
parte da lotera benellcio do patrimonio dos
orahaos (135*), que ae extrahir sabbado 19 do
crreme.
Precos
Os do costume.
Msnoel Martins Fin.
Aos 30:000^000
D se a quanlta de 30:000 JOOO, sendo em hypo-
thaea por cinco negras on mulatas de bonitas fl-
JIs, para tratar de casa de hornera aolteiro : na
ra df S. los n. 89, taberna.____________
Precisa-se contratar coni quem qu<*ira en-
earogar-se da extineeao de diversos formuei
ron qne tero apps*rtno no convento e igreja de
Santa Therea, em Olinda, onde funcciona o eolle-
gio das orptaias : as pessoas, portanto, qne se
acharpm em cirrumstancias de farer tal servico
deverao entender-se com o morlimo de me na-
quelle estabelecimento commendador Antonio los
Gomes do Correio, oa com a -respectiva supe-
rira. ______
CRIADO
Oilerece-se para criado um rapaz de 18 a 19
annos, de boa conducta e fiel, d-se preferencia a
casa estrangeira : nesta tvpographia se dir
A pedido de um capito de navio da carrei-
ra do Porto, precisase saber se sim ou nao existe
tiesta cidade o Sr. Jos Goncalo de Brito, ou se
fallecido : na ra da Madre de Deosn. 14.___
Trabalhador.
Precisa-se de um trabalhdor para tratar de
um sitio pequeo perto da praca, paga-fe a secca,
dando casa propria e boa para morar : a tratar
oa ra Nova n. 19, Io andar.______
me um preventivo seguro e certo contra
a calvice,
Rile d e restaura torca e sanidade a pelle
da caneca,
tille de prompto fazcessaraqueda prema-
tura dos cabellos.
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
Elle doma e faz preservar os cabellos em
qualquer forma e posiro que se deseje
n'um estado formoso, liso e macio,
Ele faz crescer' os cabellos bastos e com-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da caneca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornaren)
brancos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fsai
cura refrigerante e agradavel,
Elle n3o demaziadamente oleoso, gordu-
rento ou pegadico,
Elle nao deixa o menor cheiro desagra-
lAVPi
Hle o' melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservaco e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
Elle o nico artigo proprio para o pen-
teado dos cabellos e barbas dos senho-
res,
Nenhum toucador de senhora se pode con-
siderar como completo sem o
O CABELLO.
Tnico Oriental
o qual preserva, limpa, fortifica e aformosea
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, I. da C. Bravo & C. P. Maurer
*C, M. Barbosa, Bartholomeu & C, e em
todas as principaes lojas de perfumaras
boticas.
Olinda.
A sociedaee Theatrl Olindcnse d boje o seu
segundo espectculo ; os senhores socios que an-
da nao tiverem recehido os seus bilhetes, queiram
mandar busca-Ios no theatro at as 5 horas da
Urde, entendendo-se abi com o procurador da so
ciedade. ______________
Collegio de S. Franci^o Xa-
vier.
Aos 3 de feverero se abrirao as aulas no colle-
gio de S. Francisco Xavier (ra do Hospicio n.
32).
No intuito de fornecer aos alumnos as coraroo-
didales segundo a condicao de suas familias, o
director d'este collegio nao reeuou ante o grande
augmento de aluguel pelo aoereseicno considera-,
vp| d. edificio, alentado da esperanca de nm mais
risonho porvir.
Alm de mais antas, espacias e bem arejadas,
ha nm salao para o estudo particular dos alum-
nos, onde cada um deUes tem a sua banca com
gaveta para guardar livms e papis;um ampl
quintal com pateo e jardim para o recreio e os jo-
gos gimnsticos. O dormitorio acha-se no sobrado
sob as melhores condicoes hygiemcas, e cabem
nnlle commodamente nmas cera camas; e o con-
tiguo terraco cont^bue a tornar mais asseado o
servico. Dezeseis rSsmbas de banbo com banhei-
ros fixos, para onde corre a agua por canos e tor
neiras, satisfazem as exigencias assim da limpeza
e hygiene, como da decencia. Muitos quartosi-
nhos de retrete, casa de porteiro, coslnna ci>m
fngSes modernos, enfermara e offlcinas de mar-
cineiro e allaiate completam o servico material
Ha para os alumnos urna conveniente bibliotheca
commum. A capella tem as dimensOes de urna
assaz grande igreja, a qual accessivel ao publi-
co, sem communica?io com o resto do ollegio.
Emflm a situacao isolada do edificio contnbue ja
par o livre curso do ar, j para a boa disciplina
do collegio.
Alerta! alerta!!
HOIE 22 DE JANEIRO
Rapazeada do bom gosto preparein a pansa e a
algibeira. Na ra estreila do Rosario n. 14, junto
a tvpographia Commercial, nova pastelana, aonde
encontraro tudo de bom gosto, o bom sarrabulho
portuguea com 03 seus competentes rojoes,
urna deliciosa mo de vacca preparada a moda da
Corte, um grande e vanado sortimento de pa>teis.
O proprietario nada se tem poupado afim do aug-
mento do seu estabelecimento, por isso espera a
concorrencia e proteccao do respeiiavel publica
Carlos Marinho Jaccondy,
Pastelero do Brasil.
TRILHOS URBANOS
Ama.
Precisas- de urna ama pora o servico de urna
so pessoa na ra das Crines n. 16, andar.
ATTENtfO
As senhoras qne tiverem aiguma menina ou
cria, querendo mandar ensinar a toda qualidade
de costnra e bordado*, marca e toda qnalidade de
flores, por barato preco de 3*000 por mez, vindo
ellas lmocadas e ir jantar em suas casas : na ra
estreita do Rosario n. 3o, Io andar.______
Bartholomeu & C,
Casa de pasto.
Traspassa-se a da ma da Lapa n. 11 por sen
dono, falto de saude, nao mute- "'isisira-la.
Especial para limas.
Em porco e a ietalbo, vende-se no armazem
de pianos e msicas do Azevedo, ra Nova nu-
mero 11.
V.:.!(,, P.: l:la?. Kaiiowi e Tintura
Dt iujtuusw 8IMWJ i^..auo;Nsu:
Ol.r.O. POMAIMB K.MPLASTRO UA MESMA
Pt .NTA PltKPAKADOS POR
eABTH0L0IE0 & CA
P(IA.aMACEUTICOS-DROOUISTA8
l'IHUHItl' O
A Junibeti : MH plsul e boje reeunhKiidi
'orao u mal |wd^r..o lomeo, cuiho o meloi
JenihlrueiiU.e coluo lal |.plicil uk p.leciiiienio
do l'^.l.-e tiic, he|*uiB. duren, tumores inter-
nos .- especialmente do ulero, htdrooe!*, eryai-
pallu, ele.; aocia.la ao ferro e ulil oas pallidaa
-ore, chlnrosej e falta de men>lruacao, desarran-
o dr. Ilimjl. le, e o que diseos altesUo
uu.uu.en. cura imporlsnle obtids oon oosaoi
orpara.loa ja heni conbecido e usado pelos na
di.-liuao medico lo pan e Portugal, tm lodos o
nossos deposito distribuimos gratis tolbelo ana
melbur tasen coobecer a Junibrf.a seos resaludo
tnriliracln.
~Parli, se.ltatTIvtoM
CHABLEmeoccn

: i 1, f J
si .
Jos Alexandre Ribeiro, Antonio Jos de Abreu
Rbeiro, Joo Caelflrw de Abreu, urea Brasilina
de Mello Ribeiro e Maria Paula de Abreu cordial-
mente aRradecem a todos seus amigos e prenles
que se dignaram assistir os ltimos sufragios, pela
sentida morte de sua mni presada m i e sogra,
e de novo Ihes jugam o obsequio de assistirem as
mis>as do stimo dia que tera lugar na tenja-fei-
ra 2o do correle na matriz de Sanio Antonio s
7 horas da manha.
DO
REC1FE A9 APIPUCOS
Para maior accommodaco d s pessoas
que assistem as novenas de Nossa >enhora
da Saude no Poco da Panella do da 2.a
feira 24 de Janeiro at o dia 1. de feve-
reiro haver um trera que partir de Calde-
rero para o Recife as 9 horas e 40 minutos
da noite.
Escriptorio daempreza, i9 de Janeiro de
1870.
A empreza tendo resolvido alterar o sys-
tema da venda dos bilhetes para passagera
i os trens, por meio do presente avisa ao
respeiiavel publico que do dia 1. de marco
prximo vindouro em diante nao serao
vendidos bilhetes nos trens. os quaes de-
vem ser comprados as diversas estacSes.
Que do dia 25 de fevereiro em diante nao
resgaiar mais bilhetes, os que por ventura
licarem, s podero servir para pagamento
de passagens nos trens.
Que do dia 1." de marco em diante co-
mecar a correr um trem de carga accom-
panhado por nm vagSo de 2* classe para
accommodaco das pesseas que quizerem
accompanhar os objectos, o qual partir
do Recife para Api pucos as 12 horas do da
evoltar de Apepucos a i hora e 15' da
tarde. Os objectos destinados a seguirem
n'este trem duvem ser despachados as di-
versas estaces 15 minutos anies da hora
da partida do trem. pagando-se frele adian-
tado conforme o art. 33 e a tabella C do re-
golamento do l.'de abril de 1869.
Escriplorio da empreza, 20 de Janeiro de
879.Wiltiam Rawlinson, gerente.
TABELLA dos precos de transpone demer
cadorias e bagagens, nos trens de carga
da empreza dos trilhos urbanos do Reci-
fe Apipucos. ______________
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a S. Francisco.
Do Cabo eBoa-viagem
Domingo 23 de Janeiro de 1870, alm,
dos trens ordinarios de passageiros haver
os seguintes especiaes:
U)A
Manha,
Horas, min.
Cinco Pontas. partida 10 0
Afogados. 10 5
Boa-viagem. < 10 20
Prazeres, 10 30
Ilha. c 10 55
Cabo. chegada 11 45
VOLTA
Noite.
Horas, min. horas, min.
Cabo. partida 8 0 11 30
Ilha. 8 20 11 50
Prazeres. 8 45 12 15
Boa-viagem. 8 55 12 25
Afogodoa. 9 10 12 40
Cinco Pontas, chegada 9 15 12 45
Os bilhetes dos tres para o Cabo e Boa-
viagem podero ser comprados no sabbido
22 do correte das 10 horas da manh3a s
4 da tarde na estacfr das Cinco Pontas.
Escriptorio da superintendencia, villa do
Cabo, 19 de Janeiro de 1870.
G. O. Man,
Superintendente.
QUINIUM LABARRAQUE
APPROVAOO PELA ACADEMIA DE MEDICINA BE MMZ
0 Qnlaiam Labarraqn, eminentemente tonino e febrfugo deve *
preferido i todas a outrat prepararles de quina.
Os vinhos de quina ordinariamente empregados na medicina preparam-n
com cascas de quina cuja riqueza em principios activos extremamente
variavel; parte disso, em raxo de seu modo de prepnrar;ao, estes vinhos oon-
tem apenas vestigios de principios activos, e era proporcoes sempre variaveia.
0 Qnlninm Labarraqaa, approvado pela Academia de medicina, con.
stitue pela contraro um medicamento de composicao determinada, rica em
principios activos, e com o qual os mdicos e os doentes podem sempre contar.
0 Quinlum Labarraqu* prescrpto com grande xito s pessoas tracas,
delibitadas, seja por diversas causas d'esgotamento, seja por antigs moles_
tas; aos adultos fatigados por urna rpida crescenca, s meninas qui tem diffi.
culdade em se formar e desenvolver; s mulheres depois dos partos; aos velhos
enfraquecidos pela edade ou doenca.
No caz de chlorosis, anemia, cSres plidas, este vinho um poderoso
auxiliar dos ferroginosos. Tomado junto, por exemple, cora as pilulas de
Yaiah, produz efleitos maravilhosos, pela sua rpida aeco.
Deposito em Paria, L. FRERE, 19, rao Jacob
Ke-Janein, BPOMCBiLLE; CBKfOLOT. Penumbuco, MADREE t (>
Este iduh.iei
lepanTO nao
ODtesnesnsiiner-
urio, iodo OU
.rtenicot
___________________________ ____________________________ ____Tigorow omdiB-
r parto singue e cura radicalmente as molestias de pelle. taes como s lepra, asimpigen, Mberpssvu
1, eos Pannos, etc.Esnpregado diariamente elle refresc maisa do sangue e consolida o <
- Cara eai 8 tliu oa oorrBentot antifM M "
o* nuil retesies
Vamzs,
iflflnMff 1
abas, e o* Pinos, etc.Esnpregado diar
IHJECCAO CADET
rillt, 7, B< Denai.,
SP
a-I
B
r
Soledade.
AVISO
Fugio no dia 18 do corrente mez a escrava Si-
beria, crioula, cor fu a, de idadb de 25 anoos, es-
tatura regular, secca do corno, quando anda pu-
cha por um qnarto, falla mansa, beicos grocos,
sentara delgada, roga-se portanto as autoridades
e capitaes de campo a sua captura e quero a pe-
gar dnve leva la na ra de Atnorm n. 64, ou na
Soledade n. 90 onde ser gratilicado.
O abaixo assignado faz sciente ao publico,
que nao facam transaeco ou negocio algum com
a casa sita a ra do Aljube, pertencente a Samuel
lnaquim de Lima, visto achar-se dita cas '-ujelia
ao pagamento de orna letra no valor de 600iSOOO
a vencerse no dia 2i de abril do corrente anno
lierteneenle ao mesmo abaixo assigoado, e desd^
j protesta contra qualquer que faga negocio com
dita casa sem que tenha ouvido o abaixo assig-
oado.
Recife, 18 de Janeiro de 1870.
Manoel l.uiz Viraes.
a
D.C5u>
5
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite: na ra do Hos-
picio n. 38.
Manguinho.
ASarTTEllsUDAbAS UE88EXUAES, ASI
COB8 OJTArWAS, E ALna^fMSDO' S**8^
tniiiuUu. Mtpm, mrm
lomiMM.mrimti**,**
lirrcoM, cieiua ***_
---------------------------------sjsjsjsJOU# i tibisi* wti^W^^^
4o s.inyue. (X.rope sgeUl sea terioM"
nltns .cetMsi lB#l '
znt\
Torre.
o
S

W
2. i* y 2.
-^ OO OO m
B____
i
i i
Ama de leite
Precisa-sp de urna ama de leite: na ra do Ca-
bug a. 3, toja.__________________________
Aloga-se urna escrava para servico de casa
e compras; na ra do Imperador n. 50
mmmmmmmmm-mmsm
So Dr. Ignacio Firmo Xavier medico *>
* tem o seu consultorio na ra das Trinxei-
ras n. 50, i" andar.
55Ba da Imperatriz55
F. Gautier, propiietaiio deste importante estabelecimento tem a honra
de participar ao respeiiavel publico que acaba de ebegar da Europa para on-
de tinha ido especialmente para contratar peritos officiaes e que conseguio
contrata-Ios na primeira rasa de Paris, por isto julga que todos flcarSo satis-
feitos dos trabalbos do seu estabelecimento cojo excellente material ainda
foi augmentado com novas machinas que ja receben e tambem militas drogas
novas com as quaes se obtem estas maravilhosas cores modernas t5o aprect-
das em Franca e em todo o mundo, ...
Tinge, lava, limpa, lustra, achamalota com a maior perfeic3o fazendas
em pecas e em obras de todas as qualidades como sejam: seda, la, algod3o,
linhas, chapeos de feltro e depalha etc., etc.
Tira nodoas e limpa secco sem molhar os tecidos, conservando assim
todo o brilho da fazenda.
Impressoes sobre tecidos
com este novo svstema, os vestidos de seda e outraa fazendas que at agora s
podiam tiagir-se'de cores lisas, podem receber om bonito desenho de cor
diversa, a escolha, o que realca a fazenda e lhe d mais merecimento.
Tintura preta, terqas e sextas-feiras .
As pessoas das provincias limitrophes que quierem ulilisar se do seu
estabelecimento podero mandar o que tiverem, na certeza de srem t3o bem
servidas como no Rio de Janeiro ou na Enropa, e com mais prestesa por
causa da distancia.
AGUIA NEGRA
Parnameirim.
o
?.* w*-aj2
DEPURATIF
Ir. SANG
toaao-M don. por Maua. gima irMUmM
* m 'regid, bis muut SMlsraaB,
c bu lrp. CitrMta
iCHABl
Der'iraftt'o
PLUS DE
COPAHU
I torre 4. C&ABLI. MH
__ I na&tt*
.eau os fluxoi e fioru bramen *M >>^*~-
m Injoe. Uaift* airH- ?* "H
Citrocto 4 Ftrr. ___bm.ai~
wmnMm. NsMXM usan ni tu
POMADA ANTIHBRPffriCA^___
Costra i ts afsagaw^wrtawNi unimm
ULULAS VEGETE3 DEPURAT1VAJ
mm tolfc.y
piro a risco
O proprietario e capitao do patacho nacional
\delina, cempetentemente autorisasdo pelo Exm.
Sr. Dr. jtiiz de direito especial do cominercio,
precisa tomar sobre o mesmo navio a quaniia de
um cont e tresentos mil reis para pagar a tri-
pilacao as soldadas da ultima viagem : a tratar
na ra do imperador n. 12, primetro andar, das
10 hor*s da manhaa s duas da tarde.
S, ooo
S
Ss
ir
Casa Forte
Club do Slonleiro
Hoje reunio familiar.
O empresario,
P i. Layme..
3 ^?sw'O-o'giS.
2. OOOOOto
i
_________
Caldereiro.
3
se
5-
2
Monteiro.
__A corninissaj enearregada das obras da igre-
ja de S. Goncalo, convida as pessoas que quizerem
se enearregar das obras do< oitSes da mesm igre-
ia de apresenurem suas pr.postas em carta fe-
chada ate o dia 30 do corrente, as quaes devem
ser entregues na praca da Boa vista luja n. 15 a.
onde encontraro o plano que ha de servir de ba-
se ao preco.
o
s-"S;
9)
COC'
Apipucos..
A sociedade beneficente Segredo e Amor da Or-
dem manda celebrar no dia 22 do corrente as 7
horas da manhaa na Ordem Tereeira do Carmo.
(Santa Thereza) missas pelo repouso eterno de
Francisco Geraldo Moreira Temporal, nai dos con-
socios Clementino Moreira Temporal Francisco
Xavier Temporal e Affonso Moreira Temporal e
tambem pela sogra do consocio Justino Martyr
Correa de Mello, e pela irmaa do consocio Jos
Antonio Soares de Azevedo e convida os prenles,
amieos e socios coropare-erem a hora indicada.
O secretario,
A. V. Jnior.
Z. Sai rloTiunizTeixeira Guimaraes^nearre-
ca-se de despachar e dar andamento aos requeri-
rnentos dirigidos cmara municipal, cerno seja
licenca de cordeacao, edifteatao, concertos e ou-
tros tendentes a mnnicipalidade, e para isto pode
ser procurado no Corredor do Bispo n. 51, ou rna
da Concordia n. 64.
Palacio po governo de Rernamboco, 1.'
de abril de 1869.
Conde de Baependy
Precisa-se de urna ama que cozinbe- Dem
para casa de homem solteiro : a tratar na ra
| Imperial n. 47.
fn^iDdade de X : ota < onccl-
co dos Militares.
Becebe-sa propostas at o dia 25 de corrente
nara o douramento dos altares lateraes e arco da
capella-mr da igreja de h. S. da Concei?ao dos
Militares. .... .
Consistorio da raesma igreja 18 de janeiro de
1870.
O secretano,
Emiliano Tamborim.______
Precisase fallar na ra do Crespo n. 17, a
negocio de interes>e, com os Srs. Jorge Doweley.
Francisco Pereira de Arrnda Cmara (senhor de
engenho).
BENTO M4CBAD0 8: C,
quando lesos seos primeirus annucios, foi o que aSMfurOU. IWg*.y
,rqae.comojdis5eostinleresses ligada a urna casa lmP0^?"d^,pa^aaSn,.
'por isso pode ter tudo especial e vender por precos adm.rave.s.-Chama pois a atten
c5o de seus freguezes para os arttgos possa descrever.
' Livros com o tampo de marllra, madre- Um variado sortiments .de charoteiras e
jerola e tartaruga, proprios para missa. palliieiros de porcelana,
Garafinhas vazias proprias para presentes -rentos para voltarete.
;ousa de gosto.
Indispensaveis le palinha e de couro pro-
prios para senhoras e meninas trazer nos;
oracos.
Binculos d^ madreperola, marim e tar-
;arua todos esmaltados.
Cintos largos de setim, cousa inteiramen- 1ca)
* nova" i Talagorceparabordar.
Fitas de sarja de todas as cores e largo- sortimento de enfeites de
ras para lacos. ... .
Toucas, sapatinbos meias de seda e mais seda para vestido,
aertences para baptisados. I Perfumaras de todos os autores os mars
Fitas com inscripcoes proprias para bou- acreditados em oxtractos, pomaqas. e oieo-
met de noiva, e finalmente outros mudos objecio* que nao
SrJBSMSfc.,0po,ffi=- --
elana cimento.
Aguia Jegra, ra do Cabug n. 8.
Bugallas com marfim, cousa especial.
Sabonetes de alcatro.
Cofres de folhas para dinheiro.
Lindas caixas para costura.
Um completo sortimento de lavas de pe-
esquina
| da rna larga do
Eosario.
ANNEL DE 01
ES Cf % IMB3 JOMAS
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sortimento sem igual,
r ____,__\___4. noca niSiiA vp.ndfir.
L V
HIJA
EO
ajLZZ TtS?* W. a.cmpr^ prat pedras te por p* mmt d-
vados
A loia est aberta atA Ma 9 horas fia nonte.
CABUG
esquina
. ra larga do
Rosario.
I -.4 ES



IMK
shano de, Pernambuco Sabbado 22 de Janeiro de 1R70
instantaneos
Travessa doCorpo Santos23
ARM.VZEM
Rua Nova n. 38, loja.
' Bandeira, Machado & C a1.-;?-"!! tarol
publico i|u' nos fugaros anima encontrar no mes-
mosdmpr grande qnatrtidade/ do ditos
i|Ufl se avbam habilitadla para vendor por menos
qm ontro qualqoer, por sso que os roeelioni di-
rectamente do fabricante Norton, de Londres.
As vantagens queoffereconi os picos instant-
neos sao : prirneiro, poderem ser enllocados den-
tro de casa oti fon, comotrabalho de urna a duas
horas; segundo, forneoerem os mesraos agua pu-
ra abundante, pdenlo serom removidos de un
para ontro lugar, miando assim convier.
Os annunciantes s roeebrao a importancia dos
referidos poc.s depnis de enllocados, satistaiendo
expectativa do comprador.
Precisa-se e u&a ama, iiyro ou es-
era va pjr.ro servico interno e externo de
urna casa da pouca familia, sondo de boa
conducta ; n;i ra da Santa Cruz n. 62.
Nto mais 553RS breos
A tintura japonesa pata tingta os cabellos
da abMJa e da barba, fci a nica admiittd-
Expositm Universal, por tr sido reco-
nheetda superior a todas es preparacoes at
aoje existentes, sera alterar a sade.
Vendc-se a l$Q(M cada frasco na
Ba da Cadda n. 51.
L andar.
Hospital Portuguez
de Beneficencia.
A junta adminislratita do Hospital Portuguez de
Beneficencia, me a quem se julaar crednr do
gjesmo hospital a.aprnsentar a >ua cenia at o
dia lo ilo coi rente, ao respectivo esmolr, para
ser in roniiiiente \m';\.
OSr. Ant. 'o Pr-roira do Snuza dicne.se,
compare na l.jdaPa-so a ruado Crespo n. 7
i negoci qoe nao juiora ; istn pom uryeneia.
Joaquim Jos Gon-
palves Beltro
AUA DO TRAPICHE N. 47, 1. ANDAb,
Sacca por todos os paquetes sobre o Ban-
M do Miplio, em Braga, e sobre os seguii
es logares em Portugal:
Lisboa.
| Porto.
Vaienca.
Guimares.
Corrobra.
Chaves.
Viseo.
Viila do Conde-
Arcos de Val de Vea.
Vianna do astello.
Ponte do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de]Famalicio.
Lamego.
Lagos.
Covilha.
Vassa) (Valpassos)k
Mirandpila.
Beja.
. v
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
iheiro sobre penhores de ouro, prata e pedra
.reciosas, seja qual for a qnantia; e na meseta
asa se compra e vende oajeoto: de ouro e prata.
i igualmente se faz luda e qualquer obra de en-
onimenda, e todo e qualquer concert tendent*
i m^siiia arte.
GASA FELIZ
Aos 20;000$0G0
\'oRe$.fear<*ola i\ ocei^on. 3
Os abixo assignados tendo-se habilitado i;
orna das le, ten) exposto a venda os seus feli
es blheti s \!a-- loteras < Rio de Janeiro, na cas;
icmayauiMia-N- Daearao as serie.* que saturen
ios mownwi- iit^ts, o, ,n o deaconip semen
la 1k
EBET.S.
___fiiinte inten-" 2**000
leu s 1**000
y u artos 6|j)0O
E.3W0| par* cima a 22* oTijihete.
FigueiflWn A i,i ite
Su casa de THEODRO CBRJST!-
VNS5V"rea da Cruz n. i$, neontran-st
tectwntttBte todas as quaiidades de vine.
3ord?sf>t. Hottrgogn:' > do Rneo.
Sabia ie alcatro
para curar as molestgpe de pe'fr,
taes (fimo empingens, dart'nros. sania-, comirhoes
i mais moloslias de palle, sem oecasionar. acciden-
tes ; deslaz as mane-bus do corpo, pannos, sarda-.
rastabelece a cor natural, quanto a cutis, seajea,
zro-sa e aniarollonta, neeasionado por alguma
dfermidade, e como de-infectante e preventivo
las molestias contagiosas.
INICO DEPOSITO
Betira:do Pinto, rua lary;. do osario a. 10, ianto
10 qtiartel de polica.
------------------.----------------- i t
Na reOnacoda Hnrentina ti. 8 vend'---'
uin pardinbn de hpnila figura, robusto, excellcnte
oflTieial de alfoiate. e com praca do calxeiro.
CONTRA FOCO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecid;
testa praca, toma seguros martimos sobr-
avios e seus carregamentos e contra fog
;m edificios, meroadorias e mobilias: i
roa do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Caixeiro
Precisa-se do un caixeiro de idade do 12 a 16
unos que tenha praca de tahernn que d fiadoj
le sita cundnta na rua des Guarape* n. 14.
Precisase de um cizinhoiro ou cezinheira
la ruado Imiv>rarlor n 73. ? andar.
Precisa-se alugar por mez urna preta que
ngoninv bem na rua Nova, sobrado n 39.
Precisa si alugar Cfa brevdade por ni'-'ZP:-
ou por anno, urna casa em Appueos, que nao soja
na povoaci, ou na Torre, perto da estacao: a
tratar na rua da Iimoratriz, Inj* n ii.
Precisa so de urna criada para o servico de
asa de pouca familia : na rua da Concordia nu-
mrm 71.
Precisare de una seunora habiJit. da para
ensinar a lingoa nacional fura da cidade seis le-
oas : quem o pretender, dinja-se a rua do Ale-
crim n. S para trataT do ajuste.
I'if-cisa-s.' de um caixeiro df 10.a 12 alios,
que tenha algurn pratica de taberna, profoie-so
p irtuguez : a tratar na uiesma, no paleo de S Jus
ti. >!.
-1j5*i
CABELLERKIRO
[N -82HUA DA DtPERATRIZN. StM
Odilou l)uarte, cabelloiroiro, tondo se :
i des(>edido da casa do -ou ounhado o Sr. n
1 fiarlosDubxis, onde tiabaihou por espaco h
('ildez annes, aclia-so estabeJocido cffh S
, ciia do cabeileireiro rua da IniperaUiz
I n. S?. prnTriptA a salisfazer qnalquer en-
eotuinenda tendente a sua arte.

se.
antigo estabeiecimento, completa-
mmte reformado le novo, est as condi-
3$ de servir vantajosauente os seus fre-
.. .. ~-.-, ^_ i >. rna do Imperador n. 75, > andar ou amado
zes, visto que acha-se prvido com um(
x lenddo sortimento de obras de onro e
patfft de lei, assim como briihantes e on-
trfs pedras preciosas, njos preqos sao os
>aiais mdicos qe se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
os em troca ou compram-se com pequeo
*bate.
Pn i-isa-se de mu homem portuguez para
eitnr de ongenlio ; a tratar na rua da Cruz n. 8,
Io andar.
Y S BA DO CABIG Y 5
Z tm 9 1 B W
a y^ B
Eua do Commercio n.
a.
Jos Francisco Ribeino de Souza, direc-
U d'esfie instituto de educacao e instrac-
p, faz siente ao respeiawl publico e
iparcularjuente aos pais de seus alumnos,.
prtaarja e. secundaria tere lugar em o dia
10 do andante.
O pcagranma do ensino ser de contor-
mjdade em o rlecwto n. 443 de 30 de
ouUiltro de 1869;
Admita alumnos pensionistas, meto-pen-
sionistas e externos.
.N.ruaJojar-tim n.26 continua a ter muito
boa Carino* da trra.
Preci>a so ilo un menino portuguez para
aixeiio de nina i:.!>erna perto da estacrui da villa
do Cal ;r no largo do Paraizo n. li.
Preciosa ublica^o
jurdica,
Commentariodo Cdigo Commercial Portu-
guez t' Brasile-iro.
Vende-se na loja da rua do Crespo n.
5 A esquina da do Queimado. a impor-
tante e moderna obra sob o titulo de an-
tanles ao cdigo do commercio portuguez
[em6 voluntes pido Exm. Sr. couselheiro
Dr. Diogo Perfira Forjaz de Sampaio Pi
fuifintel, lente cathedra-ueo na universidade
de Cnitnbr Os subidos crditos de que
goza muilo mer4damonte aqutille cximii
commercialista por si s bastariam para re
ciiminendar to importante obra, quando
nao concorresse mais para isso a grande
vantagem de ser um ptimo commentario
ao cdigo commercial brasilero (na falta
absoluta que ha de qua quer-nutro), pela mo-
xima homoieneidade de entre militas das
.-'tas disposicoes, e as do mencionado cdi-
go portuguez, que Ihe servio de texto.
' o rei pressurosos. distincta raoridade
do 4. anno da Facnldade de Direito desta
cidade e notareis jurisconsultos, a: prover-
vos desse poderoso auxiliar para vessos
li abaJhos da sciencia, e pelo preco :ommodo
de 203. toda a obra em 6 vol.
GUSTAVE
&1Eua da Cadeia do Recife51
Chama a sttenco do seiw innmeros fregueses, e do resptate! publico etb
geral, para a seguiote tabella dos precos de sua casa, os craaes sao vinte por cent
mais barato do qua em outra qualquer parte:
Cabelleiras para seoboras a 5d,
30,5, 355 e......40000
Ditas para homem a 35$, 405 e 5A5000
Coques a lt&, &&. |8(, 205,
255, 305 e.....505000
Crescentes a 125,155,185.20^,
Cadeias para relogio a 55, 65,
75,85, 95, 425 e. I30OI
Corte de cabello,..... -O
Corte de cabello cora frieco. 5Ct
!*00
I ipx
KM
255, 305 e..... 325000 Cor,e cabello com ravagem a
Cachos ou crespos a 35, 45, 55, champou......
65, 75, 83, 91 e. 105000 Crle de cabelloctmkliBpM da
Tranca de 'cabello para annel a cabeca pela machina electri-
500 e....... 15000 ca> unica ea* Pernambuco. .
Tranca para braceletes a 105,' Frisado ingleza ou franecza.
155,205, 25 e 305000 Barba. ......
SSIGNflTURAS MENSAES
Especialidade de penteatlos para casamento
* Bailes e solres
0 dono do est3belecmento previne s Rccommenda-se a superior TINTURA J .
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
salSo para tintura dos cabellos e barba, as- Da' Dnifa admittida na ExposicSo Univera
.X __ como nao proiudicial sade, por ser va
s.m como um empregado somente oceupa- ,alilt M8l^a e apprpvJ,da pPelas acade-
do nesse servico. mas de sciencias de PARS E LOND
W8LLISM BOWMAN
Parlecipa aos senhores proprietarios de engenbos, que acontecendo faltar-iho
igoa ou ammaes pira a moagem durante a presente safra, elle tem vapores pron-
iara asseotar, sem prensar de obra nova ou dem< licao de obras existentes, q qd
>de botar taes .ngenbos a moer oito das depois de estarem as pecas do van.un.
n?enho, garantindu-se o tfabalho.
Fiin(li(;ao, rna do Bram n. 52, passando o chafariz.
,._ ;. i,Sit!.iWMJ^_
\d travessa
Crazes n,
Dieio andar, da-se
nlielro sobre p
AGENCIA Di COBRANZAS %
RAinnO llf. SAMO ANTONIO. yO
/;-
Uireetor tt
LEIIi'OLDlXO.WTOMUDAFNSECAg
Neste escriptorio receLotn se procut- $$
roes para rnbrnnca de ordenados e con- ^N
yutas, liriuidaco de cuotas do pi-ssoas do ?^
centro coin.ouiras desta pcafti, bentassim %>
ie arrendamentos de predios, para agen >C^
cia de causas rivefo, crimos, comtner, c?i
ciaes e ecf;lo>:,'.sticas em ipie soja neces- %}
,1;, ,.,, ni.4.f a'. !t.ikn $& %$ srio constituir os maisconetiWad.is ad- /^
OC OOriK Piafa i* ai* liliaf- ^^-WBado. R procurador we roelhi.r.fa- O*
. i p i~ XX tantain os direjos das partos ; para sol- i?.
tes, se a 'dci wr a@w- Si^,i''"3!- ii,u!^ *f*** j*vob g
sja qual ior a ^m\-
tia. Ni mmm casa com-
pram-se os mesos me-
taes c peiiras.

FUMO MORAL
Chegadn pelo uliimo paquete.
Marca a(]ivette.
Livraria fraticaza,
Correspondencia de ortugal.
Os abaixos assignado. previnem ans senhores
a^sipnante8 deste jornal f|ue de jaieiro prximo
futuro emdianle a distnluiicao ser feitn no largo
do; Corpo Santo no caf do Sr. Pestaa, onde o?
niesMos senho**8a*sgnantes mandarlo pairar des-
do j a a-si.'najira do auno prjimo loOOO
P'T 24 n ireros contados do numero que enndu-
zmo paquete da 28 de janejro prximo futuro ao
de 14 de Janeiro de 1871 Numero avulso lOOO
res. Os recibos sao iu pressH? e rmados pelos
bixos a signados. A distribuirn do jornal pora
os astignantes s se far a acuelles que tenbam
j pago sua annualidade.
O
manda-Ios vir da corte, etc. ole.
Das cnbrancas e compras sobro as /
qnaalias liquidas 3 /, u sobre, mai>^K"'
median!" prv;n aJuslf.
As entregas (te qua sque'r encnmmen- ^'
das e litlos s sern feitas aoj seus pro- i ];,
prios dunos s pessoas por estes auiorisa-
das em cartas de ordun e mediante re
cibos legalmente passados. ^j_
VA
CURSO DE PREPARATORIOS
INCLliSIVK
MXGi'.t "iHTUCilTEK.l.
Rua da matriz da Boa-vista n. 28.
Meusalidade G0O0.
m
Bichas hamburguezas
Neste novo deposito recebe-se por todos paqu -
estranslanticos bixas de qualidade superior, ver>-
Je-se em caixa ou porcao mais pequen.i e mais
aarato de que qualquer outra parte ; na rua da
Gadeia do Recife n. 81, Io andar.
Pagn-fle bem
Precisa-* d urna ama Jorra-ot eserava m,>
fiatba eogomar beia,: ,roa do Crespo n. 23
CAMA, M .. L
Aos 20:000^000.
ra>de Cabugi n. i
BilbHtesdo hio Toad*
ende Vmn ic Rodrigues.

Antonio Jos Rodrigues de miuj^ precisa
aiiiftr urna mulber forra, ou escrva que saiba
bem ozinhar : a tratar aa Ujes^urai a das loteras
ii em ten silin, no MnoMiro. |udo a groja.
SnfcUine pub cabrio liilerauria
sob o titulo de 1leHri do
Boa Jesns do Mooe. em
ra^a.
Acha-ne venda na loja da rua do Cres-
po n. 25 A, esquina da do Qtieimado a pri-
morosa Memoria do liom Jess do Monte em
Braga, ornada de gravuras tinas, segundt
edigao, obra da penna de ouro do mu Ilus-
trado lente da universidade de Coimbra, c
Exuj. Sr. conselbeiro r. Diogo Pereira
'Forjas de Sampaio PimenteU Quwb ver
noticia da-exJxaurdinarJa. devogao que exis-
te, em, Portugal para com aquella milagro-
sis-ima imagem. afflm'tido >empre para o
seu magestoso templo em rom nao nume-
roso povo de todas as partes desse reino;
quem sonber avahar as-briihantes desenp-
ooes, e o hedo estado daquelle coosumina
do jurisconsulto e eximo Iliterario purluguiM
nao deixar de procurar, quanto artes pro
vei-sr de um exemplar da dita memoria,
pelo, diminuto proco de 3d, na loja indica
da, onde ha pequeo numero bellas.
Na tnesma loj, cmia ha onlras estampa,
muito perfeitas e grandes do dito Senkor
Son Jess d Braga, por prei;o commodo'
A riirvciora desse collegio, Josepnina Benvmdi
da Gnnha Souto Maior competentemente habliid;
pela directora geral da inslruccao publica, avlsj
ao respuitavel publico, que acha-se sen coilegii
estubelecido rna da Imperatriz n. 63, cuja ma
trenla abrir-se-ha n 10 de Janeiro prximo iuturt
e uflerece seu prestimo ao pais de familia, asse
. Da casa do abaixo assignado ausentouso i,
da 13 do corrente o seu oscravo de nome Ir.,:
cisco, bem couliecido nesta praca, o consta qti
aclia oceulto em casa de um ortico mais negro d
que elle. Proiesta, pois, o mesmo abaixo assignado
haver pelos meios lgaos naa s o escravo como ;i
jusla paga de seus servicos de que se acba priva-
do por esse meio infame.
Antonio de Souza Rangel.
verando-lhes seus bons desejos, quer a resp -ito di
ensino, quer da educacar-de. suas filtias. O pro
gramma dos estatutos loHura, escripia, aritbme
tica, systema mtrico, lingua nacional, francez
geograpbia. msica, vocal e piano ; para o qn.
hatera professoros e prof.T*ora- c.ompetitement.
habilitados. Tambem se ensillar bordados, flore
de varias qualiJades, incUisive as np cera, edansa
(Jasa de commiwo le escravx>.
Naantigacasa de enmmissao de eneraros, di
a!iaii assignado, na do Imperador n. 48. conii
nua-^e -
lo mato
garante-se o borntrntamento e prompta venda
para o que se emprega todos os esforc. aflm d<
satisfazer em ludo a pessoas que o quizerem hon-
naii con- sua confianca. Nesta casa ha sempr.
para vender escravo* de ambos os sexo*, voltios
tocos, assim como ha t da= seguran?* para 03 ter
. Antonio Jos V. de Souza.
IMPERIAL
INSTITUTO
yjOBOMt
1 0 bacharel Antonio Columbano Seraphico d*.
issis Car.valh Iwjp a piPEetTw e dinrtomr.
doo instituto. Piotiiiiienilu ddicar-se onoIi-
vamente, e CQmtodozeloesolicittide aps.traballio-
prnprios dessa profls), aspen* quo o p* actuaos, collogicos o I mura rao com sua contiM)i>f
o bem ai-sim que acoiberao o -seu ostaheleeimenlo
aquellos fjiie prceisarem de oollegio.para.educacao
de secs Albos ou pMtegido. efirto de qne o *<
ituaJ disector se esfonpra qao.s puro, njanler
a nceber esenmm por coromissio lam' bom noniee crdito, como da. praca para serem vendidos, i o referid' Hkttt4o, curao
AMA
Ja roa dn Codorniz n. 8. precisa-se de nnu
ama que saiba cosinhar.
tambem para imprim r-
Ihe novo meibittmuBlos.
fn dia.7dfijwini tto auno vindouro ter h
par a aberftM dn tit'lat- as aulas do instru<<;.
primariate secundaria.
** Z 2.2Lm? Z

si'*!
* .-
' 5"? 5*
7 i O
Soeedade jfto Beneficente
Mariinia.
Peta directora au con#hdo, todos ot socios
para se roumrem^m assanbta geral uoi^domingo
23 do cornete a*. 10 .toras da manba os salla de
*os sessoe.
Seoreuria da ciedade.UiMa< Beneficente Ma.
ntWM. em PeraaaOMo 19 de Janeiro de 1870.
mo lludrigues Bandoira.
1* secretario.
CASA
BE IMPORTA AO E BXPORTACO
IfCARRCRE
Escriptorio, rua do Vigario n.,5,
i>.ab.uH-4Sm|ado. eocamfiad'i do rHoMia-.
ment do sitio Agnazuiha, em Beberibe, convida
ios senhore- compradores de. torre** ret/dhad**,
|ue ainda oo realisarain, seus pacammtus i-
reta faze-lo ih> iinprorogavel pnso de i5 das.
BtOfo 19 de janfmxi de 1870.
Joao Tmurcio ja Silw Gni'uaraes.
I' JfSDAM.
IVfachmista e foguista.
. Precisase.de serralheiro ou ontro que entenda
de machina* a vapor para tomar coala de urna no
engento *Uar na ma do Bm* o. 32, pasundo
o chafariz. fuodi cao do Bowmcn.
EMiJMMABSlRA.
Preaisa-sede urna mullier qua eagoau e e e*
taioe, para casa de familia, e paga-se bem : a
tratar na rua da Cadeia do Recife n. 18, segunda
i ndar.
Casa para alugar erri Gtmla.
Aluga se por um anno pago adianudo, a casa
o. > da ladeira da Misericordia, rom 3 sallas, b
quartos, cosinha fra, terraco na frente, e no Ino
d.. com asenlos de pedra ecal para grande fa-
milia, e bom quintal cercado, muito fresca e ev
ellente vista. Qnem quizer provenir-se logo <>
casa para passar a festa vndoura, evitar dar a
ee- lempo um preco fabuloso por urna casi,
naquella apprasivel cidade, visto como de espe
ror grande concurrencia de povo para all em
consequencia da ennducao fcil, pela estrada d
ferro que li deve estar esse lempo: quem pre-
tender dirija*6e mesma casa, ou ao largo di
Terco n. ll.
scripturaQo.
Uma pessoa habilitada se off-rece para < sct-
ver em alguma casa commercial, e mesmo toma
sob sua responsabilidad!- qualquer escripia para
fazer em mm casa : a tratar no pateo do Paraso
n. 22, encostado ao Sr. Salusliano, a qualquer ho-
ra il i dia.
toni:o delsc:
0 Torneo DelsucquK hojo aprsenlo ao pub"
denois. porm, de um severo exame e e reerada;-
axperien *, tendo. a oertezai de qne pnssue>'uiu:;
>uperioridade nivntertftvel a. tod.s as outra pi.
pBracoes, que at heje. teem appareeido, recom-
menda se por sua budade. o pelo brilhante lu
tro que pruduz no cabellos, tirando iuimediata
mente todas as caspas e coceiras, fazendo com qu>.
appareca ftn bom estar impagavel.
I- sta agua compoe-se de substancias cuidadosa-
mente escolhidas, parificadas, e confeccionada:
com o maior cui lado, e alm disto combinadas du
modo tal a d^r-lhe uma accao verdadeirament-
enVaz. consoladora e benigna.
Darrama-se esta agua na cabeca e esfrega->?-
ievemenle ; immediaUmente licim os cabello
limpos e com um brilho magniico.
R S Someut. ha venda em casa do autor.
ANDRE BELSUC,
:cabo|leireiro, rua do Crespo n. 7 A, primeii >
Na rua do Imperador ,t0, 3" andar, alu-
a- um iiioleqne de li annos para o ervlco d-
tnestico.
A tengdo.
Precisa-s (aliar c.m urpencia nos Sfnbwe
abixo dmlarado a negocio de seu imteresse, n
ua la Imperatriz n. 21 ;
Ji lio Jos da Silva. Frederic. Sknor, Romana,
da Cosij M..nieiro, Manuel In rtius e Crea
rio ua Costa Monteiro.
Pede-ne
Aos, dnnos de obra e ruestres pedreiros, que
nao compre nialeriae jren vwitar a otaria
da rua dos Prazeres n. 30. de Jos Carneiro da
Cimba e wrem a suprior telha e tijollos de to-
das as qoalMade? do bem afamado barro dennmi-
uado do Taqoary, por m nos JjOOO res-o mjlhei.
r dn qne otn outra qualquer parle.
erecisavW de uuia o. coaintoeira j-aracasa
estrangeira, agradando paga-se l*n.: a traur na
rua da Cruz n. XI; annaaoui, ou na Capmiga, porto
jLaserreu.20.
Precisa se d^ urna-ama para comprar e
nhr : rua da Guiis n. 2. 2 andar.
ooi*
Ataga-se
O egundo andar.do siibrado da rna da Agoaa.-
Verdes u. 48, muito fre-co o com bastantes eum-
iii. dos, quem pretender dirija- e ao terceiro andari-
do mesmo -"lirado onde *e arda a* rh*e.
EscnjituraqHu commercHl.
Urna pess- a habilitad.!, encargase de qual
quer escripia, em soa cas on no escriptorio da
|..--oa que nreeisar de sei servigos; a tratar)
uo largo do Corpo Santo u. 23.
Gabinete /'oriuguea de Lritur.
em l'eraaintruco
De orden, do Illra. Sr. paessdaat de eonseln.>>
deliberativa, convido os senhores conselbeiros a
rennirera-ap domingo 23 do corrate, pelas 11 ho-
ras da manhaa, na -l das sm^s a fim de
di-rutidw np> rtquerimento dn 20 socios, no quajt.
pedem a nullidade das eieicdes feitas a 16 do cor-
Yanta.
Secretaria da convido dewratian do fiabinWc-
Portuguez e Leitara em PemaaAoeo 19-dt-
neirode 1870.
J. R Pon*e--a,
2^-Sifiwirtaaia.
Ama.
vre ou captiva, i
: a tratar na roa d>
Precisa-se de uma ama I
mnleipio de 10 a lt,aiOos
Liugneta n. 8, 2* ailar.__________________
PTwii-s Via ama p*ra eosmhar ocotr.
a tratarj prar em casa de familia : roa da Cruz d'
15.
'

Mu iii





a
t
ihario.de Pernambuco Sabbado 22 de Janeiro de 1H7Q.
i
COMPRA.
-----
Caapram-sa moeda* de ouro e nrata de t-
"S/Mes e mais pedras preciosas: ua luja de
ounveg do arco da Conreino, no Reclfe.
O muzeade jotas
Ka roa do C&bug o. 4 eompra-se ooro, prata
pota-a* preciosas por procos ruis vantajojo do
qu eoi ontra qualquer parle.
U)iu iumu> nutioi vautagem cnuprain-se
moedas de ouro e prata : na luja de joias do Co-
racao 'le Ouro n. 2 T\ ra do i'.ahnc.
tun umutti
DE
Compram-se e vendem-se diariamente para fra
t dentro da provincia eseravos de todas as idades,
eores o sexos, com tanto que sejam sadios : no
tortmn andar do sobrado n. 36, ra das Cru-,
freguezia de Santo Antonio.
t'recisa-se i-onipr.ii tima escrava de meia
id.-vtc : nuem tiver e qoeira veedor, dirija -ea lo-
i i de raleado da ra da C.rnz n. 21.
Compra-so urna escrav de meia dado que
-iM* cosinhar : a tratar na padaria da na Di-
reita ii. 8i.
.\a ra da Cruz n. 38 compram se eseravos
de b mitas ligan* e mabitas de 18 a 20 annos,
praiidi las, paga-se uielbur do que em outra qual-
qtier [>:irto.
lisera va para cosinhar
Preeif.vse comprar urna de meia idade, nn
uipbew se aiuga : a tratar na ra Uireii.-i n. 54
panana.
Compra-se
Urna batanea frauda di braco : n na estreita
do H-s.-irin n. 47.
(loiupra-se
Urna casa lema an bairm da Santo Antonio ou
I!i:;--.-;.-! que nao seja e roa vsquesita : nesta
i\inrr.iphia se dir a p-sson qtio dn*eja comprar.
Manuel Alvo HVrreua & C., na ra da M< te-
da n. i>, andar, Mm para vender superior vnbn
do Corto em ancorlas e raixas de duzias, bsrril-
ziibos com 03 e 500 sardina supriores e har-
neas com bago de sabugue.ro. nolassa da llussia
! i-*l de Lislina
Vendarse una e.-erava que cozuiha e en-
cunmu, moca esadia : na roa do Rosario da Boa-
vista ii. 42.
\ DiNHEIBO NA LOJA E ARMAZEi
DO ~
DE
FLIX ^EIUSIttA. Di SHiV%.
O proprietario d'este grande estabelacimento, vendo que s est aproximando o Od-
io anno, e tenda en ser uta grande deposite deposito de fazendas; nao fallando em
mirladas encommendas que Ihes esto obrigado todos osdias, tem resol virio liquida-
as por preco mito mais baratos do que em outra qualquer parte ; s com o flm
te diminuir o deposito e apurar dinheiro.- |Eniotra-s oeste estabelecimento do
MVAO, avultado sortiBoenJo de tacadas e |xo e modas; assim no de primeira
tecessidade. As pessoas que neniara em pequeoa escala n'esta loja podero surtir-
le yendendo-sa-lhes pelos presos que compram, u^s casas inglezas; assiro oomoaaex-
ellentisiinas familias podero mandar buscar as amostras de todas as fazendas ou man-
lar-se-ha levar pelos calaros da. mesma loja em suas casas; o estabelecimento se
cha constantemente aborto das 6 horas da manhSa s 9 4a noite.
LAKINHAS SHMHUTAS Va LOJA DO PAVO
Chegou para este estabelecimento nm grande
sortimento das melbores e mais modernas lazi-
ifi^^^^^U
foplendido sortimento de
roupas eitas
NA LOJA DO PAVO RA DA
IMPF.KATRIZ N. 60
Acha-se est.- grande estabelecimento com-
detamente sonido da9 melltores roupas,
endo caleas palitots e coletes de casca-ira,
le panno, de bnm, de alpaca, e de todas
ts mais fazendas que os compradores pos-r
iaaj desejar, assim como na mesma loja
em uta bello sortimento do pannos casemi-
as, brins, etc. etc. para se mandar fazer
jualquer pega de obra, com a raaior promp-
idao vontade d'< Creffora, e nao sendo
h.
nhas |ara vestido?, sendo tapada* e transparentes
de lodos os precos e qnalidadfs que su vendam
mais barato do que era outra qualqaer parte.
Crochs para cadoirs e sofs
O Pv5o tem tim grande sortimento dos
mais bonitos crochs proprios para cadei-
ras sofs, mesas, almofadas etc ftc, assim
eomo proprios para cobrir prsenles, e ven-
de-se mais barato do que cm otitraqual-
qiier parte,
GRANDE \OVIMDE
Quaado a AGUIA ll'.RNCA, mais precisa scieutilicar ao respeitavel publico em
(feral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade re objectos q-ie tiltimauvn-
te tem recebido. justament'qiiando ella rnenon o pode fazer e porque essa falla invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que Uva attenderao e releanlo,
continuando portatito a dirigirtra-se a bem conbecida I- ja da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de soperioriade cm
qualidades. modicidade em precos e o seununca desmerrUldo AGRADO E SINCERIDADE
Do que cima flea dito se coahece que o tempo le qm a AGUIA BKANCv pode
dispr, ctnprcg.ido apuzar dosetiscustosnodeseinpenhode, hoin servir a aquelies que a
honram procurando prover-so em dita loja do que uucessitam, untretantu sem enume
rar os objectos qoe por sua natureza sao miis conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegncia e nuvidade os tonum recommendaveis, comn
b m seja :
.GLACE* A i:00 PARA VESTIDOS
O Pav3o tem esta nova bzenda lisa nro-
M*!^!a:,.a!,.!?!S na0:lsteim pria para vestidos, com as mais delicadas
cores a com mais lustre do que a propria
Por 600, barato, vende-se um prelo de
robusta, o m itivo da venda ser dito au
id : na ra de Hutas n. !ll>.
COGNAC.
bu superior qualidade da mui accredita
da fabrica de Bisquit Dubouch dcC, ea
cowia urna das que mais agurdente de-
.'i:':;:. forueccm para o consummo di
Reino da Inglaterra,
v ,,,!e-se em casa de Th. Just. ra di
tercio u. .1WJ.
VEND SE ou arrenda-se o entrenm
S. Gaspar, sito na freguezia de Serinhem
apen do Rio Formoso, prximo do era-
ba: (jn, lom grandes partidos de pal i
e i toda da moenda, mallos mangue.'
para uiadeira necssaria, bom pasto, etc.
a tratar na ra d'Aurora n. 26, ou na di
Imoerador n. -JO.
m

Vende-se um estabelecimento de car- _
i! passeo. nn Iioh localidad^, por ^
s<-u dono nao iiodor achar se sempra ffi^
n'elle. Asmo) corno >e fz sociedade com jj:
. Ipuma pessoa que queira : tratar aa ;
i i:. liiriUi n. 47 loja.

Vi'iide ?c no trapiche Baran do Livramento sac-
cun niilhn, bu necaria e por menos do que
:u ou.li a qcalqucr parte.
i mm
Ditas casa terreas em Olinda, sendo|:
;. a na ra do Bnm-fim, com quintal gran-
''" luido arvores frutiferas, como sapotis.
et-. ; e outra na ladrira da Misericordia
Umhem com quintal, ambas em terrems
picprios. A' falar com o Sr. Angelo Bap-
tista do Nascimento em Olinda, roa d S.
I'olro Novo.
mpltaracnte ao seu contento, assim como
reste vasto estabeledmento encontrar o
espeitavel publico um bello sortimento de
amisas rancezas e inglezas, ceroulas de
inbo e algodo e oulros muitos artigos
)roprios para homens e senhoras promet-
endo-se-lbe vender mais barato do que em
tutraqualquer parte. Na ra da Impura-
riz n. 60, loja e armazem de i'elii Ferei-
a da Silva.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se urna grande porcao de cera,de
carnauba em saceos por pr-comis haiao
loque em outra qualquer: na-k)ja ao
Javao ra da Iraperatriz jn. 50. De Flix
Jereirada Silva.
FAZENDAS PARA LUTO
Na loja do Pavo.
Encontra o respeitavel publico neste estabcleci-
aento um grande sortimento de fazendas pretas,
orno sejam, cassas francezas e inglezas, chita?
retas de todas as qualidades, fazenda de laa de
odas que tem" vindo, proprias para luto, como
jara, laazinbas, alpacas lavradas e lisas, cantan,
lorabazinas, merino, etc., que tudo se vende por
ireco barato.
AS GASSAS DO PAVO
Covado a300rs.
Vendem-se flnissimas cassas fr^ncezas cora Hu-
ios desenhos e cores (i xas a 300 rs. o covado.
Vadapolo francez a 7^000 rs*
Venderse pegas de madapoiSo francez
;om 2 metros pelo baratissimo preco de
75000 a peca, pecljincha.
Alias mnidfles em sedas
Chegoa nm grande sortimento das mais
ooderuas poupelinas ou gorgur5es de seda
i linho com os mais elegan'es padres que
em vinda a aele merced setdo, mindos e
{raudos, tanto em corte* para vestidos como
aara vender era covado, assim como um
aonito sortimento das mais bonitas sedas
li9tradas que se vende tudo muito em c^nta
Grosdenaples de eores
Chegou um grande sortimento dos mais
bonitos grosdenaples de todas as cores para
'estidos que se vender muito mais barato
lo que em outra qualquer parte.
L'ja-do passo
K requi^simos cwtcs do Monde de sea com
i tita 6 capelh para casameato, sendo ne*lo ar-
tipi o que se pode dosejar de meilmr e mais rao-
c lo, tambero etaegafam <* cort-* de seria de co-
ros f..vid'le, e. mitras militas fazendas de ftr-i
que b4narnm pe* ultiM. v^por francez, ? para
a toja do Passo a ra do Crespo n. 7 A.
-- VENDE-SE OU ARRENDASE a pro-
pi. la'iti detiomi tada Barra de Serinbaem.
uo Iiitoral da freguezia do mesmo uome
-m gr?nde ren la da trra a receber e mui-
tos coqueiros a lesfructar ; tendo, alm
disto, a excelleote e rara posieao boira-mar
o beira-rio, intei an ente apropriada para
manter-se ah jualquer estabelecimento
'xunmercial de seceos e molhados: a tra-
tar na ra d'Au ora n. 26, ou na do Impe-
rador n. 20.
Chegem pechincha.
C-.mbraia francezas de cores muro linas a 340
reis o covado. e 400 e SOO reis a vara.
Ditas dita preta nutri tinas, a 24" o corado e
W)0 e tiOO reis : estos fazendas swnpre se vende-
rain por 800 reis a vara : ra do aeimado u.
iO, dofronte da batir nova.
"BSTOrtM"
No caes 22 de Nevembre n. 3J, vende-se esto-
pim |wra quebrar iiedras.
Veude-se por preco commodo matado a,
ogenho Camorimzinho, silo no termo de Agoa-
Preta, p.-rto da esiacio de Cuiambuea, com mnitn
boas trras do pniieeaa, matas lofrradouna : a
tratar na ra da Mueaa a. 5. 2 anear, esenatora
d Manuel Alve Kerraira A C.
Vende se mu uuentai an uui.u b unlecnr,
tanto para pessoa solteira como para casada con
familia, ten lo a mesma baatante commodo para
isso ; motiva da venda, se dir ao comprador :
a tratar na ruado Li"ramelaa..M, toja.
Fariati e maiidioca
Vfni-ie farnha de mandioca nova e muito sn-
p.a/i'M'. i-hegida nltimamente- de Santa Catharini.
i b'M'd > lo Iner* ttfrgnriitt', fnndeaii deffunte do
trap.cfie do Exm. Barao lo Livrsrnenlo ; ajera
tratar ra do C -nnoweio m 17. e-c.-iptori < rte
.! >a.;;;i w J'-e G mealvea BeHrao.
Ve-V-lem-sH lna> e-inravaa p-pw, reeolhidas,
lo Maje i.te 1S a 20 aon $, rom-boas lubili'laeem
i b"'ii cmncorladas, um* dita de idad- ttawt's
tem #> e.rti,5oria. pncmnnia e c.zfoha hera. m
t:iIO000, ni,* dita t. i lade 20 annos. ,-n mi oa
nn, pal l'.2">U|0'V). u n esc.ravo cm
de i (al- i,im jin mulato d* la Iraporatnz n. 60.
idd- it aoiws. pvi t.ii r iervic>>, nm innlati-
niw. de i,U(lij..(: a;y;-; aa- 4ruvc*sa de Carra
numero L.
LASINHAS LUSTROSAS A 400 RS. 0 C0-
VABO.
S o Pavo
Vende-se um grande sortimento das
mais modernas o elegantes I5asinhas para
vestidos, com as cores mais novas que tem
vindo a este mercado, sendo com listrinhas
niedinhas qoe parecem de urna s cor e
om tanto lastro que imilam perfeitamente
is poupelinas de seda, e vendem-se pelo
kanato preco de 400 re.
Os setns do PavSo
Vende-seos mais bonitossetjns decores
i mais encorpados proprios para vestidos
leudo d diversas cores.
AOS PALITOTS DO PAVAO A 18^ e
2040O.
Vende-se um boato sortimento de palito-
s trancezee send, sobrecasaeadoB e pro-
iriamente sobre-casacos, que se vendem
'orrados de alpaca a 48d080 a forrados de
COLCHAS DE FSTAO
Na loja do Pavo vende-se um graede sortimen-
o de colchas de fusto sendo brancas e de cores
litas de croch para camas de noiva, assim como
lomlos damascos de lia para colchas.
Na loja ao Pavio vendem-se os mais
ooaitos chales de verdadeira cachemira de
Ar, com os detenhos man modernos, a 6<$,
10 (24000, muito barato na rna da Im-
leratriz n. 60.
BASQUINAS A 120000
Na loja do Pavao vende-se as mais mo-
lernas basquinas ou manteletes de gnipure,
oelo barato preco de 124000 cada ama.
Cortes de organdys com barras
1 Para a loja do Pavao chegaram, os mais
mnitos cortes de organdys com bai ra, send.
ada um em seu cart3o, com o o impotente
iirurino, muito proprios pan fazer ppe-
ente**
Pechincha a 2^000
Para lences.
Na loja do Pava> vende-^e uperior bramante
om 10 palmos de largura, dando a largura o com-
ipriinento do lencl, sen lo apenas preciso para
leneol um meio. ou un e um quarto me-
tros ; afm desta aplica^ao tem unirs umita?
liara arra ijos de familias e vende se nel) barato
o de 2*000 o netro Na I .ja do Pava.., rata
De Flix Pereira la Silva.
seda com 4 palmos de,largura que'fac'ilita
fazer-se qualquer vestido com 10 covados
e vndese pelobaratrssimo pre<;o de 1:200
rs. o covado, pechincha.
Argandys a 360 rs.
Vende-se os mais bonitos organdys de
cores com padres miudos e graudos." sen-
do todos de cores fixas, pelos baratos pre
eos de 360 rs. o cova jo.
ALGODO ENTESTADO
Vendse ama grande porcu de aigodo-
sinho americano com 8 palmos de largura
proprio para lenges e toalhas tendo liso e
trrucado que se vende por prego muito em
conta.
caaos de liuho
Chegou um grande sortimento de pqgas
de panno de linho do Porto que se vendem
de 700 rs. at 14000 a vara, garanindo-se
que em fazenda de linho nao ba nada me-
Ihor, nem mais proprio para lenges e toa-
lhas.
PEqiICHA EM CHAPEOS DE SOL
Chegou um grapde sortiwento dos me-
nores chapeos de sol de seda, ingleses ten-
do neste art-go o melbor que tem viudo ao
mercado assim como urna grande porgo de
ditos de alpacas de todas as cores e todos
se vendem por prego moilo mais barato do
que em outra qualquef parte, por haver
grande porgo.
l,ea$os braacos
Veude-se um grande soriitaenU) de len-
cos brancos para bomem% sondo a dtizia a
1,5600,2^000 e 3|n0O, ditos abanhados
muito finos a -3 e 6000 a dazia dito* de
escmiJo fazenda muito superior a 55, 63 e
Corpmhos de cambraia, primorf smente
eofeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeigSo de ador-
nos i s tornam apreciados.
Htas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leqnes uesse obj<:Cto muito se poderia
dize.r quqrendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o preterf-
denie se lhc apresentar o que poder de
melhor.
Entremejos em pegas de 12 tiras.
Gnipure branco o preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de a|go Veos de seda para eh-ipelinas e monta-
fia.
M^ias de seda para nnivas.
Ditas aberUj de (J de Escossia.
Costomes ou uniformes para meni os.
Enxovat^s completos para baptisados.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortitnenio de flores Gnas.
Fil de seda preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
semriiv melhor qnajidade
Lindos vasa c -m pr) de arroz e ptosel.
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pontos donrados
para circular o cuque.
Bonitos brincos ile plaquee.
Aderecos e brincos de madreperolr.
C-anivetes li:io> para abrir latas.
Thesonras para frisar babadnhos
Aspas para balan
Novos sterftNCopos com 48 vistas, as
quaes sSo movidas por um machinismo
urnas substitutm as nutras.
Vistas para sUirenscopos
Bon.tas caixinhas de vidro enfeitados com
pedra*.
1 Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos
Bollas de Borracha para brinquedo de
mi
O Campos da ra do Imperador n.
no intuito de servir satisftibtri mente ai <
seos innumeraveis amigos e i ru
particular em fjeral ao respeitavel publicr-.
desta cidade ; avisa aos que rsfiveirn pas-
sando o lempo edmoso, nos de1, lave
arrahaldes desta capital, pie tem resoivido
vender, de de superior qualidade, a pr
razoaveis. os segttintes gneros a saber:
PARA CIMA DE APARADORES
Latas com doce em calda de diversas
qualidades nacionaes e estratigeiros-
Ditascom peixe a saber; salmn, ostras
e I agostas.
Ditas com militas franceanlr portugue-
zas.
Hitas com gela francez).
Cerveja franceza verdadeira Bobt.
Presunto para Hambre e ahambrados.
PAILA DISPENSAS
Latas com choerteaa novas sendo de b>.
cada urna.
Presuntos de- Lamego pira toropeiro.
Cuias do Para ([untadas pelos infgena^
daquella provincia.
Copos- d.* vidro com dobradica e tam
para diversos mistares,
PARA'OS (JARTOS DE DORMIDA
Port.-phosiloros cheios de pbospbotos
de segnr; Rea.
PARA SALA
ChurnU)s do S. Flix do afamado fabri
cante Cosa.
Fumo picado do Daniel de S. Joao de
Rio de Novo.
Alm desses gneros, o Campos temo
vieran de que o seu estabeieriiH irlo
dos que podem svisfazer com para;
exigencias bem entendidas. di;s ilhwtrado^
ahitantes desta heroica provincia. porqnaT;
lo s acha elle bem prvido de peneros su-
periores, de mmmea a nao desmentir
O Campos.
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeiles de mesa e de lapinhas.
OTO PAR
Vende-se po menos de 10, 20 e 30 i
SO' NO
Pechlcha em casemlras a -.OQO
Vende-se finissimas casemiras de cor com
listras ao lado, tendo duas larguras e com
as cores mais novas e mais bonitas que tem
vindo ao mercado, pelo baratissimo prego
de 4)5080 o covado ou 7/5000, cada corte
de caiga.
Os balOes do Pavao a 2#000,
Cheg' u um grande sortimento de bales
ou crenonas do feiomais moderno muito
proprias para vestidos ennesgados que se
vende pelo baratissimo prego de 20000 ca-
da um grande pechincha.
AS CA BRAIAS DO PAVO A 4:500 RS.
Vende-se urna grande porgad de pegas
detvissimas cmbralas brnncas trairsparen-
tes tendo 10 jardas, com mais de vara de
largura pelo barattssirao prego de 40500, a
pega sendo fazenda ove- nnnea se- veudeo
por menos de 8)5000, grande pechincha.
A9 fXXJPELINAS DO PAVO A 506-RS.
Chegaram as mais lindas pwipebrra de
laa com imitacao alas poupelinas oV seda,
um fazenda muito leve com as mais lin-
das cores, sendo: vento Bismark, rxa, azul
lyrio, c nsento, perolla etc, etc. e veude-se
peto baratissimo prego de 500 rs.
Fustes brancos para vestidos
Chegou nm lindo sortimento dos mais ba
ralos e bonitos fustes brancos com listras
ocordfes, sendo fazenda bastante larga e
ffexivel, muito propria para vestidos e rou
oas de nvninos e vendem-se a 640 o co-
fK
BONITAS LASINHAS
OU ANAD1NAS A 1*000 RS. 0 COVADO.
Chegou para o Pavao, um grande e va-
riado sortimento desta nova faaenda e seda propria para vestidos, com os mais
delicados desenhos e mais modernas cores,
teudo bastante largura qne facilita fazer-se
nm vestido com poucos covados, pelo bara-
tissimo prego de 10000 o covado. por j es-
tarem muito prximos da Cesta.
CRETONES MATISADOS PARA VESTIDOS
A 640 E 800 RS.
Para a loja do Pava chegaram os mais
bonitos cretones escuros mausados, pro-
prios para vestidos, roo pao chambres etc.
qiin se vendem 800 rs. o covado, assim
orno a mesma fazenda em padres claros
proprtos para vestidos e roupas de meni-
us a-640 o Covado, sendo os padrina mais
muduruos que Um vinpo ao mercado.
Chitas francezas
Para a loja do PavaV chegaram a mais
finas e bonita chitas escara, peo>ament
francesas, e -
N. 23Largo do Terpo.N. 23.
DE
SIMA! I DOS SANT1 )S K1 C.
Os proprtanos deste btyn sortido armaaem de secco e molhados estao re-
soivido a fazere h grande dimmuigo de preg(>snassaas mercadorias, como se apro-
xima a festa e sempre se fazem avultedas compras para o centro e praga, por
isso previuem ao respeitavel publico em geral. que mande fazer suas despencas e cer-
tos de que verlo a grande differeuca em pregos mais di que em outra qualquer parte
e garantindo-se as superiores qualidades.
GAZ AMEWCANO 96500 a lata, e 440 SEVADINHA E SAG 280 rs. a libra e
rs. a garrafa e 660 rs. o litro. 620 rs. o kilogrammo.
VJNHG VERDADEIRO FlGEIRA 580 FARINHA DE ARARUTA VERDADEIRA
a garrafa, e 45GO a caada e 800 rs o ti- 610 a libra e L5400 o kilogrammo
iro. BOLAXINHA ISGLEZA MUITO NOVA a
DEM DE LISBOA das melbores marcas,! 400 rs. a libra e 8(t0rs. n kilogrsmmo.
400, 440 e 500 rs. a garrafe, a 280D o VELLAS DE ESPARMACETE 720 rs. o
200 a caada, GCO e 7i> rs. o lil#o. masso..e caaa ha abatimento.
DO
BRACO DE OURO,
Ru;i do Imperailor n.26
Neste novo estabelecimento enrontra-sf
diariamenie um vaiindo sortimeoto de b(-
lindos para cha, paste, podin helios ira
glezes, pes de l nresutitos. ditos. ni ti;-;
re, superior cha Bsson, prelo. e roiurtt-
nho. Vinhns finos de todas ;i- UOTlid
conage. licores, conservas diampagne. cer-
M'j ingiera, fructas muito boas, por-
tttttiezas e francezas.
Um completo h variado sortimento df
caixinhas de todas os gostrs e piceos pnr.
mimose.ir senhoras. estas misil lias t< c.-ii-
lemiiie cher;idas de Pars sao de nniii";-
do gusto, oiTercSMi-mo-l.is aos galanteado t-
do bello sexo |mms nellas acliaian mil ili^si-
e serio presente para as donas dos se-
pensamentos. Taoibein osapreciifon-s ib.
iiom fumaga encontrari charutos des nv
Ihores fabricantes da Babia e tle H\".nn
sganos do Rio de Jaueiro ele. (H<.
Doce d'ovos seceos, christalisados o-
calda, ditos de caj ede. ostras qnafide>
Nesta casa recebem-se eticnmmrndas na.
bailes, casamientos e baptisados eqttalque
encommendas avulss, como seja pao d le
e bollos enfeitados e outros militas iobz3>
que enfadonho mencionar.
Na ioja earmazem do Pavao rvi da 1
IDEM BRANCO DE LISBOA a 40000.
a caada e S60 agarrafa, e 840 rs. o litro.
VINAGRE* VERDADEIRO DE LISBOA
200, 240 e 320 rs. a garrafa, 10400,
I 800 e 2S200 a caada,
AZETTE DOCE DE LISBOA 900 rs. a
garrafa, e a 70 a caada, e 15340 o litro.
MANTEIGA INGLEZA FLOR 10400 e
10280 a libra, 30060 e 20780 o kilo-
grammo.
1 PHOSPHOROS DO GAZ E DE SEGU-
RANCA, 280, 400 eMO rs. o masso.
30200 e 60500 a groza.
AMEIXAS EM LATAS E CACHINHAS
DE MUITOS TAMANHOS 10280. 20500
30500, 40500, 50500 a lata e a retamo e 10
a libra.
GOMMA DE MILHO AMERICANA 400 rs
o masso. e em caixa ha abatimento.
BATATAS NOVAS DE LISBOA 60 rs.
DITA FRANCEZA 960, 900 e 850 rs. a libra>- em caixa faz*St abatimento.
a libra, e 20100, 10980 e 10860 o kilo- SERVEJA INGLEZA MARCA H 50500
grsmmo. a duzia e 500 rs. a garrafa.
DITA PARA TEMPERO 560 rs. ali DEM BASS. VERDADEIRA IHLERS4
bra, t022O o kilogrammo, em, porg5o se BELL, 800 rs. a garrafa e 90 a duzia.
fu abatimento. VffHO DO PORTO ENGARRAFADO DE
BANHA DE PORCO DE BALTWOOR DIVERSAS MARCAS 10500, 10200. 10 e
720 rs. a libra, o 10560 o kilogrammo, em 800 rs. a garrafa.
porg5o se fer abatimento. GENBBBA DE HOLANDA E HAMBUR-
.4RR0Z DO MARANHO E DA INOLV
120 e rs. a libra, 260 rs. o kilogrammo o
30400 a arroba.
ALPISTA 200 rs. a libra e 440 rs. o
kilogrammo, e-60000 a arroba.
;AF EM GRAO 4 60 e 605OO a arroba,
200.240 e 260 rs. a libra. 440 e 520 rs. o
kilogrammo em sacca se far abatimento.
SABO MASSA 40 e 200 rs. a libra,
520 e 440 rs o kilogrammo, em caixa se
faz abatimento,
MASSAS PARA SOPA, MACARRO, TA-
LHARIN E ALETBJA. 560 rs. a libra e
10220 o kdogramae.
BOLACBTNHAS EM LATAS DE DIVER-
SAS! QUALIDADES, boa como perola bri-
lhante,combinaiii)n, Francy-cracynel, misad
Britania. Mertiom, Fancy-ntonac. a. b, c, oj
soda a 11000 e 10400, cada urna lata.
Assim como ba outros mnitos
GUEZA 70 e 60 a frasqueira, e 500 rs. o
frasco.
DEM DE LABANJA DOCE AROMTICA,
. 110 a frasqueira e t0 o frasco.
QjUEHOS DE DIVERSOS VAPORES,
0HOO, 20800 e 20400 em caixa ha abati-
mento.
. TOCINKO DE LISBOA MUJTO ALTO
400 rs. a libra e 880 rs. o kiogramme.
e 110500 a arroba.
LINGICAS FINAS PROMPTAS EMU-
TAS 10000 rs. a lata.
LOMBO DE PORCO ASSADO JA PROMP
TOal0OOOrs. a lata1.
CHA FINO. GRAUDO E MIUDINHO
30200 e 20800 a libra, e 60KX) o kilo-
grammo.
H)EM PROPRIO PARA NEGOCIO 20000,
2*306 e 40800, rs. a fibra.
fWairoo, vinho em ancoretas, azeitonas,
JVunim
Kesta venda um escoltado sortimento de ot>-
,t)Ctos de marcinecia, como sejam, mobilias de ja-
arand, mogno eamr.rcllo, obra nacional e estrac-
jeira, ae apurado gosto o por prego- razuaveis.
aa rna estreita do Rosario n. 32 Nesta mesin*
-isa fazem-se com perfeigao todo> os trabalhos d*-
jalhinha, como sejam, empalhamenios de lastro*
ara camas, cadeiras e sophs.
Cal de Lisboa
chft{rada no ultimo navio, tem para vender JBa-
quim Jos Gudcalves Beltrao, no seu escriptorio ^
ruado Ci'mmcrcio n. 17.
muito novas, passas e figos novos, charutos de diversas marcas, marmelada, feita petos
melhores eoaserveiros em Lisboa, gela de marmeHo, pcego, ervllhas, em latas, por-
tuguvzas e francezas, vrnbo verde engarrafado retalho, peixe em latas, bem eomo
pescada, tamba, pargo. floraz, lula, corvina, vezugo, cavalla, sarda e sardinhas de Nan
tes. Oanella, cravo, ervaoce, cominho, pimenta, grandesmolboa de sebolb 10500.
Finalmeata miw otros gneros qoe eutednho mencinna-lo.
PARA A FESTA
3 portas, 1-ja de fer aem
53-Raa Direita-53
CEMENTO
WrTLAM).
Veode-se no armaiera amarello da Vienta Pter-
rera da Costa FHbo, defroote do am> da Goo-
eeican. em barrica* jrraiwtH
CIMENTO "
Da melhor qualidaile e por mnor preco
diversos tamauhos'do fabricint Japv' peaos kilo- <#* j8 unos, taat de ferro como de aiau, metros ral, Moreira 4 C. hid ken armazem do Caes
ptra medlf fazenda tanto de ferro como de lado, r)a WanoVea u 7
-alilre, Jru, barbante, ennofre. papel manca ra- ----------------^-----:___' *________,.,..,_______
it.s .lo v-rdadiHi-o Picanas, nacWnas aar dtv*-, Vendem-sc ,iua< caftu: na fregu t de Santo
rosar algndao; alen d otffns arttgoe de trra- Amaro de Jaboatao. sendo una na ra da Matri
gem, nHBdeawoatfiHuriao fina, qna o.mavia- da meama freanpr.la. e nntra oontifua i Wr* :
verifica; na nudireita n. 83 loja de 3 por- nuein pretend r dirija-se* ra do Imperador q.
tas de Manoel Bento de Otiveira Braga* C 87, entrada pelo caes 22 de Novembro.
Nwte granoe estabelerimento, ha para vendar
iim cnmpM*i sarrimeato de ferra|rn, e mindecas i
tinas e grossas, corno sejam bandejas cbinezaa.
quadradas e ovaes, tacas e garfas Se 1 2 be-
toes, bataneo inteiro e !/l bafenoo; panetlas, cha-1
Ihelras, cacarollas, frigideira>, assadeiraa, tanto i
de ferro como de porcelana, moinboe para cafe de
Rheumati mo e moles-
tias syphiliticas.
Arrobe vegetal, xarope de salsaparrilli3
do Pai. plalas e xarupe de veame, tin-
tura e xarope de sicopira.
Doenras do finido e bao, ane-
mia, opilado, ete.
Emplasto, oleo, pommada tintura, pv-
lulas, xarope e vinbo da milagrosa Jun,-
beba
Sezftes ou febres intermitentes
As pilulas anti-perioeficas de Pinto.
Unic deposito destes medicament'is ca
phannacia do serrautor ra larga do R'-
sario n. 10, junto ao quartel do corpo de
polica.
NA PHARMCIA DO PINTO RtJA LARGA Dt
ROSARIO N. 10J1TO AO QUAK-
TEL DE POLICA.
Acham-se constantemente protoptas a
ecm satisfeas, as prescripc5s dos Sr'.
facultativos, a asrieeeesidadi'S do* enferml-
as espactalidades da megm^ pharmacii.
cemposta de medicamentos, tamo india-
nas, como estrangeiros.
Toases e molestias do peito.
Xaropes* de fedegoso, rabo da- late,
AcriiO, pao Cardse, juca mulong, u.Dr
amoa, etc. etc.____________________
Liquidapo.
O proprietario Aa leja, denominata Garibalc.
faz ver ao respeitavel publico e seos frefnezas, qu'
tendo cooctard ae nalinco, eomo de cestmm
dar-sa a Un da. caa aaam, e tanda o nasmo pn>
Ipalario feito diaarNa al*Uaaotos m us fawtv
Ras para servir seo frepiaaea, eonnv s^jam algb
I mas abaixo mencionadas, a sabei : madapon
Ht e-boii, algodo pessa M e 84. chiras france
aas a 280 o covado, cawas fraocMa a 210 o rr.
vad, atoaras de vm pitra, vaaMos a 30 o con.
do e nutras muitas lazentla* qne seria enudou^i
mencionar por lana de lempo, fazendas prea* par*
a qoaresma a saber : troadnaples preto de to
das as qnalidsVs, pann fiao preto de leda
qaalMades, raxamiras pretas e de corea e outra<
omitas fazendas que ae wada som o-i-r va da pr*-
co na ra da Imparairii loja d<> Garbaidi n. ?H..
em tempo para nao haver sacan-) na nvni.- da
ja do Ganbaldi ha vera dtiua nlreiros d? UqHi
ci'i em lettra grand.
Vende se borracha de prtunNr !'
para lunas de chairo tanta a retiMtti <
qualquer |.orc5o : nraw da Triiirbewas.
ras de i lentes'n. t e R.
r
fabr.

' Vc.n'le se a rednapia M rna
19, cmn t nl-js os nerlencos : a tratar
ou no becoo de Joao Frao.'isco n. 7.



: i- \ ..-.. !
Diario de Peinambuco Sabbado 22 Je Janeiro de 1870.
'
liOJA
GALLO VIGILANTE
Itua do Cri
Os propietarios deste bem
cimento alm dos muitos obj
itos a apreciacao do res|
esUbelo-
tinharo ex-
ublico, man-
niiiih.iui ui mu
A RA A IMPERtTrtlX M, *
Esquina da ruada Aurora, em frente do caf Imperatriz.
N'est-" novo c stimptnoso ostabelecimento de fazendas encontraro as Exmas.
familias tudo quantopossam desejar.tantu em artigas do mais rigoroso laxo, como em todas
as mais quididades de fazendas,
Alem .le se acharen prvido? do que de melhor se cucontra neste roetcado, ?*!,e.d.e mui '"^Siinha. n>0 ,,
por todos os paquetes da Earop rece ,m dente o que em artigos de moda 1 ^J VSTo S?SVSfSoSS
o mais apurado_ gosto se eucuntra em Pars, o que vem cada di* augmentar s propor-
C. s de qte dispa este estabelecimento para bem servir a sua numerosa freguezia. ,
Algodo largo para lences e toallias de
todas as qualidades que costuma vir ao mer-
cado.
Alpacas de todos o* padroes e qualida-
des t3o variadas que se nao podem descrever.
Albunscom msicas para collocar retratos,
delicado preseute para qualq er pessoa de
es ima.
Atoalhado de lioho e algodo, branco e
de cores proprios para toalhas.
Bas juinas de seda pretas e muito moder-
nas, bem como de crocbt, ludo de apurado
gosto e feitio.
Baloes de musselina, madapolo, brancos
e de cores, para senhora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinhos ou tiras bordadas em todas as
larguras.
Belbutina de todas as cores.
B> Isas de tapete para viagem, grande
variadadc de tamanhos e gustos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de linho de 11 palmos de lar-
gura, e todas as mais qualidades.
Bretanbas de linho e algodo, grande sor-
tim-nto.
Brim de linho branco e de cores, do mais
commodo ao mais caro em qualidade, aflim-
Cando o que ba de melhor na especie.
Brins d'algodo completo sortimento e
variedade de pre;os.
CB
Cassas de cores, o maior sortimento, pri-
mando pelo bom gosto e baraten, attentas
as qualidades.
Ca obraias brancas, tapadas, e transparen-
tes de todas as qualidades e precos.
Camisinhas de cambraia de linho e cassa
bordadas ricamente enfeitados para Sras.
Camisas para homens e meninos, to va-
riado sort ment que vai do mais ordinario
madapolo ao mais perfeitu bordado de li-
nho t cambraia.
Casemiras de meia, de flanella, brancas e
de cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
que se pode imaginar, sendo d'isso a me-
lhor prova o graude consummo dellas na
officina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
desde a mais candida flor de larangeira at
a mais interessante griaalda.
Cbapelinas no melhor gosto, de todas as
cores boje preferidas pelas senhoras de
mais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
ultimo oslo de Pars.
Chapos de sol, para s-nhoras e homens,
de lodosos pre.os e variados gostos.
Chaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
numero e nao menos varieda U de gosts,
Chitas, irapossivel descrever o sortimen-
to e variedade de padroes e novos gostos,
lia Deste arligo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pode ima-
gi iar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
tes, varios tamanhos. com folhos e sem elles, o melhor poss vel,
Colchas de seda com borlas, o mais apu- Sabidas de baile, de todas as cores,
rad-i g.sto e lavor. Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas.
Ditas de fu4ao branco e de cores por de listras de indas as rres e qualidades e
precos commodos. o mais barato possivel.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda- Sargelim deludas as cores e qualidadea.
C3^
Gase com listras de seda e flores,* fazen-
da inteiramente nova para vestidos de baile.
Gravatas p-ra senhoras e homens, o mais
cmprelo soitimento que se pode desejar.
Guipure preto e branco, diversas largu-
ras e Eferentes gostos.
Gilas e punhos bordados para senhoras.
Guardanapos de iirinope quenos e gran-
des.
Gorguro de seda preto e de cores.
Grosdenaples preto ede c^res, Inven-
do diversas qualidades e gostos.
Japonezes para seuh ras, o melhor gos-
to. e fazenda propria para as festas nos ar-
rabaldes e passeios a tarde.
a
Lazinhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao icaodo nada a desejar. tal
o sortimento que existe para escolher.
Lencos, tudo quanto pode haver desde
esguiio ao algodo coramum
Leques de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
pores, sempre novo sortimento, quer em
pellica para homens e senhoras, quer em o
d'Escocia, brancas e de cores.
cxx
Madapolo; indescriptivel o grande sor-
timento que ha neste genero, desde o mais
elevado preco ao menor, que se vende em
peca e i retalho por menos do que em ou-
tra qualquer parte.
Mantas de blonde para noivas : o apurado
gosto dos nossos correspondentes em Pars
habilita-nos a dizer que temos em nosso
estabelecimenlo o que de melhor se deso-
ja para vestir e ornar orna noiva.
Mantas pretas deblond.
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
ommodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Diots de casemira muito finos para
mesa.
Piitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretos e de rres.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazeuda lindissima.
Prlherinas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragantj
e suave no olphato, tem o PAVILHO DA
AUBOBA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouque d'Amour, fi.tal-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
taCl
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
dos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
fil.oque de m.lhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
maior sortimento.
Damasco de la de 9 palmos de largura
lindas cores e ricos padrttes.
Espartilhos bran xs e de cores, para se-
nhoras e meninas, o melhor neste genero ;
neohuma Sra. deixar por certo de muir
se de to precioso auxiliar perfeicao de
um coi|K) delicado.
Entremeios bordados.
Escom Iba preta.
Ei.leit"s para cabeca, ultima moda de
Paiis, recebida no ultimo paquete.
Esguiao de linho, completo sortimento de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padroes,
Fi hs de crochet, modernos com cintos
e capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
os gostos e padroes.
Fusto de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca c de cores.
Flores, o que ha de -mais rico, quer
solas, qner em ramo3, tem o PAVILHa i
DA AURORA om permanente jardim a
disposico das Etmas. familias.
S3
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodao de todos os
tamanhos, li as e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito no.a, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
decores para meninos, de cambraia para
bapt^ados, o quede melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novdade pelo padro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novdade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de bload para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. reguezes, que
somos os nicos em Pernambnco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
bas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Pars, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
postos apreciacao
daram vlr e acabara de recebar pelo ultimo vapor
da Europa, um completo e vanado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resol vi dos a vender, como de seo costme,
Sor procos muito baratinhes e commodos para to-
ds, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, brau-
cas e de mui lindas cores.
se-
moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para cabecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mais bonito. -
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo e osso, sendo aqnelles brancos
com Imdos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores metas fio de Escossja para se-
nhoras, as quas sempre se venderarn por 303000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 204,
alm destas, temos tambem grande sortimento de
nutras qualidades, entre as qqaes alguraas muito
tinas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marflm com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, neste genero o que de melhor se
pode desejar ; alm destas temos tambem grande
Juanndade do oatras qualidades, como sejam, ma-
sira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de oatras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marflm e tartaruga para fazer
barba; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem asseguramtts sna qualidade c delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assim
como os tentos para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das raelhoros per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROEB.
Elctricos magnticos contra as eonvulsdes, e
faWlitam a denticao das innocentes enancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebe-los por todos os
vapores, afim de que nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aquel
les que delles precisaran, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deiros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
para que sao applicados, se Tenderlo com um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamo?
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis i loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
Machinas & vapor de
forqa de 3 e 4ca-
vallos.
Motores para 2 cavallos.
Arados americanos.
Machinas de fado e serrotes para desca-
nsar algodo.
Balancas para armazem e balco.
Camas de ferro.
Cofres de ferro de Milnez e de Ubit-
field.
Prencas para copiar carcas.
Fogo americano patent
Cal nova de Lisboa
fhegnda no ultimo navio : vende Joaquim
Ramos, na ra da Cruz n. 8. i* andar.
Jos
E' dispondo d to grande e variado ortimento que 03 proprietarios do PA-
VILHO DA AURORA se ap- esentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
de e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de tudo c promptos .sempre a prover-se do que por ventura lhe
seja n^cessario, os proprietarios deste suroptuoso estabelecimento recommeuda i -se
sem rereio de serem contradices e proteslam esfor^ar-se por continuar a merecer
proteco que se Ibes tem dispensado; crtos de que do seu estabelecimento nao sahira
o fieguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
tas, prompto execntar & m promptido e bom gosto qualquer trabalho qu^ lhe seja
condado. Urna modista especialmente oceupada nos tralialhos do PAVILHO D v AU-
RORA, d rige os que lhe sao concernentes, garante por seu apurado gosto e promptido
na execuQu e a mais completa perfei^o nos seus trabadlos.
A numerosa freguezia q ie noj, honra urna prova de que merecemos con-
cedo que se dispensa ao nossoestabelennrwnto, concedo que procuraremos, firmar cada
, vez mais. Para facilitar ainda a concecuc^ do fim que nos propomo, temos no nosso
estabelecimento os ltimos figulinos de Pars, que recebemos per todos paquetes, os
quaes enviaremos para serem vistos as familias nossas fregu zas, afim de escoftierem.
com o padro da fazenda o gosto na forma.
Na officina oe alfaiate. junto ao euab^lecim-mto, ha igualmente os figorino.
para bomens que por todos os vapores se rerebem.
E' teo modo p.rque nos apresentamos ppdindo a proteceo do Rostrado
publico ecom o man profondo respe; ridaroos s exce lentissimas Sras. a visi-
taren nosso estabelecimento, certas de encontraren! nelle pelo menor preco possive-
tudo que podemdescj-ir.
M n lareiu.s caixeiros levar as f.izendas eamostras onde forem pedidas, visto
nao | peciucar ludo quinto
Aberto das 6 s 9 horas da uoite.
f(0 BAZAR DA MODA
DE
JOSfc DE SOLZA SOAUS 4 C,
Sua Nova
VENDE-SE MUITO BARVTO PARA LIQUI-
DAR A DINHEJRO.
Iaiva.
De pelica branca muito frescas, ebegadas
por este ultimo vapor para homens. senhp-
ras e de cores e pretas para meninoso
par 25000.
Mnhas festas!!
Lindos objectos para mimos, como sejam:
Estojes e caixinhas de msica, bolcinhas e
sestinhas, vasos e balainhos de porcelana
dourada, figuras, tinteiros, port-bouquet.
caixinhas para j'Jas, interesantes conebinhas
com frascos para excencias, ricos quadros
para retratos, apparelhos de plaqu, cama
feo e madreperola, lindos vasos com perfu-
maras etc. etc, e muitos outros objectos
para este fim.
Chapeo* de sol ou sombrinHas
de setim ricamente enfeitados e mais mo-
dernos que pode haver para senhoras a
145, i65e 185000.
GUIPURE OU CROCH
preto ou branco que o pode baver de mais
bonito em padroes e superior em qualidades
para casacos, capinhas, corpinhos, meias
saias etc. e vende-se mnito barato."
LINDAS CAMELIAS
brancas e cor de rosa de dous tamanhos
cada rosa a 15200 e 15500.
Chapeos para sen soras-
de palba fina de Italia elegantemente enfei-
tados e gostos muito modernos de 150000,
vende-se para liquidar a 105000. E' pe-
chincha.
. AS MAS SEDAS
11--EUA DO QUEIMAD0--11
Chegaram da Europa pelo ultimo vapor loja de Augusto Porto d C. ricos
cortes das mais linda sedas de mimosas cores para vestidos proprios para bailes e casa-
mentes.
Grande variedade de sedas de listras de diversos precos todas de lindas cores,
gorguro de seda preta, e grosdenaple de varias qualidades e gorguro. de seda la de
ditlerentes cores.
Novos vestidos brancos de blond para noivas, lindas colxas de seda para camas,
ditas de la e seda, cortinados bordados para camas e janellas, fronhas e -toalhas de
cambraia de linho bordadas.
Luvas novas de Jouvin, eelegantes sombrinhas de sedas de cor para s/nhoras.
Espartilhos de 55 at 105, lindos bournous de cachemira de cor para sabida
de baile, basquinos de renda preta, e ditos de croch branco e preto para senhoras.
Grande variedade de camisas bordadas e lisas para bomens e meninos.
Sortimento de rauitas fazendas de la, linho e algodo todas por presos muito
mdico.
Tapetes grandes para sof, piano e camas, pegas de tapetes o de alcatifa para
forrar salSes tudo em quantidade; e vendem semprepor menos que em outra qualquer
parte.
Esteiras da India de 4,5 e 6 palmos de largo.
Grande armazem de fazendas e roopas feitas roa da Imperalm
n. 52, porta larga, de Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimenU
de roupas de todas as qualidades, palitots de alpaca a 35, 35500 at 65. Ditos dt
merino, ditos de casemira de cores bonitos gostos a 55, 65, 85 e 105, de panno preU
sacos e sobrecasacos. Ditos de brim pardo finos e ordinarios. Ditos de alpaca branca
e de cores de 35500 a 55000. Calcas de brim de cor finas e ordinarias, dita?
brancas de todas as qualidades, ditas de brim pardo fino e ordinario, ditas de casemira
de cor e preta de 45, 55, 65 a 155. Colletes de todas as qualidades e preco muito
barato. Completo sortimento de camisas francezas de algodo e de linbo de 25 at 55
urna. Sortimento de seroulas francezas de algodo, de linho e bramante a 25 e 25500.
Gravatas (mantas) novissimo gosto a todos os presos. Meias sortimento completo a 35
15 at 75 a duzia.
ROUPAS PARA MENINOS.
Encarrega-se de quaesquer obras de encommenda tanto para bomem, come
para meninos, e com brevidade, por isso que tem um bonito sortimento de fazendas df
todas as qualidades tanto em casemiras como brins, pannos finos e outras muitas fa-
zendas.
FAZENDAS
Bramantes de 11 palmos de largura a 15800 o metro.
Cambraias de cor e branca.
Alpacas de todas as cores a 640 rs. o covado.
Poil de-chvre com tfsta de seda fazenda de gosto a 15200.
Basquinos de guipure enfeitadas a 185000.
Sortimento de chitas escuras e claras a 280, 300 e 360 rs.
Madapolo fino a 65500, 75, 85 e 95000.
Algodo peca com 20 jardas a 45900, 55500 e 65000.
Peca de algodo largo a 75500.
E outras muitas fazendas que ser enfadonho mencionar Cheguem i ronpa
feita que se est liquidando na loja ra da Imperatriz n. 52 (junto loja de ourives) do
LEftO DA PORTA LARGA
DE
Paredes Porto.
Mikroskope achroma-
tisenen. Objetiv Lin-" \*-)
Barmetro e termos
metre. Centigrade-
e reuumeure.
OCULOS FERISGDFIGOS
E crystal de rocha do Brasil.
F. dos; porque, com estes vidros, a vista descanca, fortifica-se e nao a canea como com
os vidros ordinarios. Urna vez escomido um vidru, pode durar dez annos, emquanto
que, com os vidros ordinarios se est obngado a muda-Ios todos os annos e os tei
cada vez mais grossos, o que altera o crystalino do lho e determina quasi sempre do-
res de cabeca. O alcance ordinario da vista perto de 30 centmetros do lho, e.
todas as vezes que o objecto est mais perto ou mais loige, os raios que expelle sao
mui convergentes ou oui divergentes e a visto nao perfeita. Um grande numero- de
pesseas tem o defeito de fazer convergir muito de sorte que a viso nao distincta.
Com a applicaco de meus vidros pde-se vencer estas difficuldades. Para os que tem
a vista curta e cujo crystalino mui convexo (o que faz ver bem, de perto, e mal de
longe), o que se chama myope, por meio de um vidro concavo affasta-se o ponto df
vista, o que faz divergir os objectos e deixa ver to longe como as outras vistas. Quan
do o crystalino muito chato, o que succede aos que tem ebegado a urna certa idade,
o que se chama presbyta, vem melhor de longe que de perto, e nao enxergam seno
um nevoeiro na distancia ordinaria da vista; com um vidro convexo, estes enxergari
ie distinctamente como na idade de 15 annos. Servindo-se destes vidros quando t
vista principia eufraquecer, previne-se o mal.
P. J. ermaun encarrega-se pela sua experiencia, tendente aos olhos, a e s
colher, a primeira vista, seja qual for a idade e grao de vista, oculos proprios para
qualquer pessoa,
Para que sao fabricados estes vidros ? ?
3 cordeijp providente
Una So melnado n. ltt.
Novo e variado sortimento de perfumara
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perra-
ataras, de que efectivamente est prvidas
loja do Cordeiro Providente, ella acaba dt
receber um outro sortimento que se torna
aotavel pela variedade de objectos, superiori-
tade, qualidades e commodidades de pre-
sos ; assim, jiois, o Cordeiro Providente pede
fe espera continuar a merecer a apreciacto
do respeitavel publico em geral e de sua
boa freguezia em particular, nao se afas-
lando elle de sua bem conhecida mansido
e barateza. Em dita loja encontrarlo Of
tpreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Laminan.
Dita de Cologne ingleza, americana, fran
ceza, todas dos melhores e mais acreditado!
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacio da
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chei
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, con
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparenU
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel chei-
o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual-
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidade,
com escolhidos cheiros, em frascos de diffe-
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menore
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figu-
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinba para barba.
Caixinhas com bonitos sabonetes imitando
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo fi-
lias perfumaras, muito proprias para pre-
sentes. -
Ditas de papelo igualmente bonitas, tam-
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e da
moldes novos e elegantes, com p de arroi
a boneca.
Opiata ingleza e francesa para denles.
Pos de camphora e outras diferente!
realidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda mais coques.
Um outro sortimento de coques de no
vos e bonitos moldes com filets de vidrilhoa
i alguns d'elles ornados de flores e fitas,
-sto todos expostos apreciacto de que
>s pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicto.
FlTellarf e filas para cinto.
Bello e variado sortimento de taes objec
ios, ficando a boa escolha ao gosto do com
orador. ________^^
RAIME POPLIAjR
DA
FABRIf A NACIONAL DA BAHA
DE
Teixeira UldurtcofrC
Acha-se venda este ptimo rap, nnieo qn
pdc suppnr falta do prnceza de Lisboa, por ser
de mui agradavel perfume, viajado, e a preco c
mais mdico possivel; e por isso tem sido assa
acolbido as pracas da Babia, do Ri de Janeiro
em outras do imperio : no e9criptorio de Joaquim
Jos Goncalves Beltiio, ra do Commercio nn-
mpro 17
TUEA.
ARARA
E' novidade.
O propriotario da loja da Arara, tem a honra de
declarar ao respeitavel publico, que receben nm
completo sorliiiien o de fazendas de tudas a- quali-
dadese vai espr a venda cielo preeo mais barato
que possivfl, enmn seja madapolo de loJas a
qualidades, affndatmhn?, chitas e cassas, panno
finos prlos, cachemiras (ireta e de cores, grosde-
aples pretos e nutras militas fazendas que a vista
dos sens nvpuez, verau a sua qualidade de preco
como barato : ra da imperatriz, luja da Arara
n. 72.
Para a vista myope, (vista curta).
Para vista que se cobre de nuvens.
Para a vista que por momentos, v es-
voacar pequeos pontos negros.
Para a vista que as palpebras tremem
de fraqueza.
Para a vista que os olhos sao desiguaes.
Para a vista que se torva com o traba-
lho e a ieitura.
Para a vista presbyta (vistagalon ).
Para a vista que nao supporta os raios
solares nem grande claridade.
Para a vista operada da catarata.
Para a vista que as palpebras esto cer
cadas de sangue.
Para a vista que um dos olhos myop
e o outro presbyto.
Para evitar finalmente que o crystalino
do olho se cobra de catarata.
Sortimento de binculos
para theatro, e oculos de
alcance para o campo e ma-
rinba.
*~* *#;.
m (Al I.4Z
Chegnu ao antipo deposito de Henry Porster <
<1, ra do Imperador, um earregamento de i*
ie primeira ipiuWgde; o qiial se vende em partida'
e a retalho por menos preco do qu<* em nutr qual
qnar parto. ___^^
Milho' e farelo.
Mai-; barato dn que em ontra lualqM parte no
Bmaztmr da Estrella, largo do Paraizo n. 14.
Lunetas, pince-nez e
face--main, ouro, prata,
tartaruga, bfalo, ac,
etc., etc.
Tem tambem grande sortimento de relogios para parede, qne dto horas e para
cima oe mesa dos mais lindos modelo Belogios para algibeira, de oaro, prata, prata
aouraaa efoleada, inglezes, suissos e orisontaes dos memores e mais afamados fabri-
cantes.
Vendas em grosso e a retalho. Em Pernambnco.
N. 2l=Rua Nova. 21.
INJEdTlO BROU
Acabam de chegar ao Grande Bazar Universa.
ra Nova n. 22-Carneiro Viannaum comple-
to sortimento de machinas para costura, dos au-
tores mais conhecidos, as quaes esli em exposi-
cao no me>mo Bazar, garantindo-se a sna boa qua-
lidade, e tambem engina-se com perfeicao a todos
os compradores. Estas machinas sao iguaesn
seu trabalho ao de 30 custureiras diariamente, e a
*ua perfeicao tal como da melhor costurara de
Paris. Apresentam-se trabalhos ejecutados pela
mesmas, que muito devem agradar aos preten-
ilenic<.
MILHO
Em pequeas por?oes a 8J550O; em maiores
a 8000, milho novo, saceos grandes, na rna de
Vigario n. 16, 1" andar escriptorio de Joaquim
Guido de Bastos. Na mesma casa ha para ven-
der excellente farinha de mandioca, arroz, gom-
ma, ta|>ioca, araruta em barriquinhas, alfazema.
vinho do Porto em ancoretas e arris de quinto.
tudo* procos razoaveis.
_ tendido Alberto Sodr da Multa & C, com
escriptorio c armazem na travessa da Madre de
Dos n. 14 tem para vender o segninte :
Cemento Portland de qualidade o melhor que
tem vindo ao mercado.barricas de 12a 14 arrobas
por 10*000.
Vinho Bordeaux das seguintes qualidades:
St. Julin.
Fronsac.
Lormant.
St. Emilion.
Margans.
Chateao de Boychorelle.
St. Limbert.
Lalonbere.
Duplessis.
Cauor.
Dearsesai.
Vinho do Porto qualidade muito especial.
Azeiie doce retinado em caixas de 12 garrafas.
Vinagre superior em garrafSes pequeos.
Farelo baniburguez, sacos de 90 libras, or
6JO00.
Farinha de trigo de superior qualidade.
Barris com alcatro, de arcos de ferro.
Fnmos de todas as qualiJades, se encentrar
neste e*tahelermento em latas, rolos e fardos.
Papel de todas as qualidades, proprio para ci-
garro*.
Leqne de madreperola com seda, e loos de
madreperola, multo proprio para n-i as, chega-
ram a luja do Passo a na do Crespo n. 7 A, as-
sim cojajo .requissimos chales de touquim de to-
aas as core?, vestuarios bordados de cambrai
para baplmilos, me^as de escocia (doviqadrj mui-
to bonitas para as Exmas. Sras. que gosUm andar
de sapalinho raso e outros muitos ai liyos de (jus-
to que os proprietarios deste estabelecimento teem
recehido.
CEMENTO
So se vpnd. na
22, armaz'/m de
!!', fi-alra Matlta, j1>!1
(Exigir iumafta <).(
9V*9,
MWaata. Ut.
> ap UfUa.) tari. MT
O verdadeiro portland.
rna da M.fdre de Deus n.
So M'tinii d" Barros.
va taotur.i frsM0 I' piro* p ci -M'ii ira
t;i nsnhos: ra Dire'.ra n. 29, ven-
e-se por menos do que 01 outra qualquer parte.




Diario de Pemambuco Sabbado 22 de Janeiro de 1870.
!l

FUCATA AMAfflAX
Ra do Queimado n. 5
TEIXEIRA MARQUES ft C.
Os novus propriet*rios deste important;, bem conhecttio e acreditado eslabe-
lecimento de fazendas finas, vera communicar ao respeitavel publico e mu particular-
mente aos seus amigos e fregoezes que o mesmo estabelecimento acaba de Dassar por
orna reforma radical.
A FRAGATA AMAZONAS, livre e absolutamente desembarcada das peas que
lhe tolhiam a marcha, ou para melhor dizer, bavendojxpelido de seuseio os paraguayos
que tamben pode den minar especie nova $ torp%ms, que lhe ameacavam a victo -
riosa proa, aprsenla se ao publico ufana e garrida, arvorando no mastro grande o pa
vilhao indicador da sinceridade. A barateza e escolhido sortimento de fazendas s3o as
garantas com que conta para merecer todo a proteccSo do publico.
A FRAGATA AMAZONAS, celebre pela gloriosa tradiccao as aguas do Prata.
aqui justamente recordada no titulo que melhor recommenda um estabelecimento de
fazendas finas. All -o valor, a forca e herosmo tiveram hymnos de victoria, aqui
o agrado o cavalheiiisnao, a sinceridade, o bellissimo completo sortimentc de fazendas
eoroarao os esforcos.Mle seus proprietarios.
Ella alcancar triumph sobre todos os triomphos, A accao triumphante da
FRAGATA a divisa de sua actiwdade.
A FRVGXTA AMAZ-)N\S lem a honra de chamar a atUericao de seus amigos
e do publico para as seguintes fazendas:
Cortes de vestido de'blond de seda com
todos os pertences para nnivas.
Magnificas e grandes colcha? de croch
branco para camas.
Colchas de seda, de 13a e seda e de al-
godao para o mesmo fim.
Toalhas excedentes de linho adamascado
de comprimento de 20 palmos para mesa.
Ditas felpudas e de linho adamascadas,
para mitos.
Lindos cortes de seda de cores, de mui-
to boa qualidade para vest 1os.
Ditas pretas com listras asseiinadas o que
ha de melhor pira um bom vestido preto.
Grosdenapies preto de differentes quali-
dades e procos.
Ditos de cores, gorgarao de seda preto
e de cores.
Popelinas (de seda e linho) grande e
Guipure em peca, preto e branco,
Cortinados de cambraia bordados para
cama, grande e variado sortimento.
Crochs para sofs e para cadeiras.
Bellos tapetes de dive sos tamanhos para
i sof, camas, portas e janellas.
Grande variedade de chapeos de palha
verdadeira de Italia primorosamente enfei-
taios.
Gorros da mesma palha e cbapelinas da
mesma palha e de seda.
Penteadores bordados e camisas de li-
nho, e de algodao bordadas para senhoias.
Grande sortimento de camisas para ho-
mens bordadas, lisas, inglezas e francezas
Vestuarios para meninos e enxovaes para
baptisados.
Cachenezricas sahidas de baileman-
variado sortimento dos melhores gosto*. tilhas pretas de fil de seda para cab- ca
Grande e variado sortimento de basqui- grande sortimento de alpacas lisas e lavra
as de seda preta, curias e d* cintura com dasI3as milito modernas e bonitas com
laco. moito bem guarnecidas. Iistrasdesedaespartilhoscorpinhos bor-
Ditas de guipure (croch) de dilferentes dados ~ muitas outras fazendas que seria
modellos preas e Je cores. fastidioso ennnmerar.
Ha sempie sortimento variado de luvas de JOUVIN, sortimento de roupas
feitas e encarrega-se de qualquer obra por medida, para o que procura sempre bons ar-
tistas.
FABRICA DE PIIS
DE
J. Rhigass, successor
55Ra do Imperador55
Nesta antiga e bem conhecida casa, encontrar-se-ha como outr'ora grande sor-
mento de pianos construidos expressamente para o clima deste paiz, e Mr. J- Rhigas>
tendo trabalnado muitos annos na construccSo de pianos em Pars, acha-se habilitado
a preparar os pianos que vende com lodos os accessorios indispensaveis nao s su*
oiidez, como sua duraco. Todos os pianos sao garantidos.
Tambem ha neste estabelecimento, grande variedade de msicas novas e di
melbores auton-s, tanto vindas de Pars como do Rio de Janeiro, que se vende ma>
barato do qiid em outra qualquer parte; assim como ha igualmente venda todos o
objectos necessarios contrurcao de pianos. Os concertos e afinares de pianos seri
fehos com o maior zelo e cuidado.
Lindas e superiores harems de cor, de quadro e de listras, para vestid s fin
gindo seda. pe.o baratsimo prego de 5 e (540 rs. o covado.
Assim como superiores cassas francezas de cor padroes de muito gosto 40i
3 600 rs. o metro, na loja das Collumnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa di
Vasconcellos.
m

LOJA DAS MACHINAS
BASTOS
Acabara de chegar grande quantidade das verdadeiras machinas americanai
ara descarocar algodao de todos os systemas e tamanhos seguintes:
12 serras 12 serras
14 ditas 14 ditas
ditas 15 ditas
ditas 16 ditas
ditas 18 ditas
ditas 20 ditas
ditas 22 ditas
ditas 25 ditas
ditas 30 ditas
ditas 35 ditas h
ditas 40 ditas
ts qaaes se vendem por precos commodos e rogaj$e as pessoas que dellas fizeram ei
amraendas de alguns tamanhos, obsequio de as mandarem busca-las o mais breve po>
uvel afim de nao baverem faltas.
RA DA CADEIA N. 56 A
(5
16
18
20
22
25
30
35
40
4

8
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2. o B rs S5
W 9 M "2 O .,
S?M S ce 3-
t>N U B g n
TASSOIRMAOSa-C.
Vendem em seus anrazens. no faes do Apollo
n 7. E-cadinha n. I e ra do Amorim n. 37, os
sfguintes (Teneros:
\fi de Milo.
Milho em saccas gnndes.
F^rello em sacras de 90 libras.
Chumbo de municao srtldo.
Meial amarell > para forro de navios.
Machina? para descarocar algodao de ii, 16 e 18
ierras.
Kerisp.ne em lalas de o galoes.
U'.hampasne do afamado fabricante Krug.
Hormoulh.
Vinho do Porto engarrafado.
Coac do afamado fabricante Gaotipr Frre?.
F. g> da China, cumiaba*, 40 cartas n. 1. Extra,
ilenebra ingleza tOld toni
Cimento Rumano.
Cimento Hidrulico.
Cimento Porlland.
fiesso para estaqtu K
Cannos de barro para esgotos.
fiadeamentns do ferro para jardins, calcadas ele.
'.arres de iiiao (iara scrvicos 4e armazerB.
Carrafoes com o galoes de vinagre tinto,
dem i-mi) 3 p.-iloes de vinagre tinta.
Chumbo em barra.
Loja a \enda.
Vende-se o estabelecimento de msicas da ra
Nova n. 9 : a tiatar nu mesmo.
Vendem-se escravus de aiiibos os sexos
ra do Imperador n. 73, 2 andar.
na
Vende-se o engenho Ilh, junto a villa de
Portu-Calvii, em Al c-oberto de telhas, boas trras e bom de criacn
tratar cora Tnoinaz Cavaicante da Silveira Lins
Jnnior, ra do Apollo n. 18. O mesmo precisa
comprar 4 burro- mancos para carga.
Por 4504 fixos, barato, veude-se urna boa
preta de 50 auno?, boa no taboleiro : na ra de
Horias n. 96 ________________
- V nee-Se a casa terrea n. 107 da ra do Pi-
lar, com bastantes commodos, inclusive un pe
queno sopradiobo no fundo do quintal : a tratar
na mesma na n 17
Charutos da Baha
Na ra do Commercio n. 32, 2 andar, escrip-
torio de Theo Just tem para veader expelientes
charutos da Babia da fabrica do Sr. Guiavo La-
porte, das marca- Flor de salao, Regala de la
Reina, Riachuelanos e lorma Il.vana.
Carroqa e boi.
Vende-se urna carroca quas: novaenm boi bo-
nito por proco cominillo : na estrada Joib de
Barros n. 1. ultimo sitie.
AVERDADE
55ftua do Queimado5^
A VERDADE tendo em deposito grand
quantidade de miudezas e perfumaras, e de
sejado aparar dinheiro e dquerir boa fre
uezia esw rssolvida a vender muitissim
barato, ; por essa razo convida ao respe
vel publico a vir competentemente mum,
o a sortir-se do bom e barato. Pois quar
do a Verdade apparece, todo mail des
apparece------
Grande sortimento de bonecos de cera <
anssa as mais lindas possi veis vestidas ac
racter. #
.V>otoaduras moderuas^pa col-
letea...... .
Espeihoa donrados pepnenos.
Agulhas^de osso para crox a 20i
Peutes para regac com esntas a 32<
Ricos globos para candieiro de faz a 1 )580
Chamins a....... 32
Grande sortimento de objetos de
louca para brinquedo de menino 10
Garrafa com tinta a..... 80
Dita com agua florida'Verdadeira a 1)5130
Dita com dita dita a l(?Oi <
Frasco com oleo de babosa a 500 e 72(
Dilo com agua de Colonia a 300 e 50t
Garrafa com agua divina a. l&KX
Frasco com extractos finos a IjJOO
LaUs pequeas com banha muito
fina a 12i' e...... 16(
Sabonetes de diversas quali lades a
80, 160,240 e..... 32.
Finas escovas para dentes de 120 a 60
Lindos coques modernos a. 2j>0O
Pavios para gaz, dnzia a 240 e 32i
Escovas para facto a ot>0, 600 e 70<
Ditas para cabello a..... 50i
Pentes para tirar piolho a 160.e. 24i
Brincos de cores, bonitos a 160 e 20
Pegas de tranca de 12a com 8
varas por....... 8<
Oleo para machina de costura,
frasco a........ 60t
Pennas d'aco finas caixas a 800 o 1(500"
Dita d'aco Perry, caixa a. 1)540
Gal5o de algodao peca .... 40)
Lindos babadinbos e entremeios
peca de 500 a...... f,$50
Ditos de louca muito fino a 120 e 20
Ditos para calca a 160 24<
t .aixa com papel amizade a. 70*
Ditas com envelopes a. 4Si
Ditas com obreas a. .... kt
Caixa com agulhas fnndo dourado 28<
Ditas de ditas ditas a..... 16i
Thesoura para costura a 240 e 50
Caixa com linha de marca a 28'
Linha de cores em novellos (li-
bra) a........ 5(
Carreteis de linha Alexandre de 70
at 200........ 10
Grampos muito finos com pausa-
ros, duza a...... 2^
Cartas portuguezas, duza a i40i
Ditas francezas a 20200 e 3(J00i
Papel almaco e de peso, resma a
30400, 30500 e 405X
.3a muito fina para bordar, libra 6050
Fita de algodao para debrum de
sapatos, peca a..... 6<
Ditas de la para debrum de ves-
tido, peca a...... 48i
Pentes finos para segurar- ca-
bello a....... 32i
Ditos ditos de bfalo para alisar
a 240, 320 e...... 50
Ditos para aparar penna a 10(
Rosetas pretas, par a 10
Tranca de 13a d-caracol peca a 40 e -10
Fita de coz peca a 480 e 061
Alfinetes de lato a..... 10
Sapatos de la para crianca a 400e 80(
Grvala de sedas decores a 20i
Calcadeiras a....... 8<
Xa Verdade
a rna do Qneinsad
a. 55.
Vende-se dous moderno* o f|p(r-tntes carros
americanos do mais acreditado fabricante, de d
e quatro au^sentos chegados recenti-m. nle dos E>-
lados Unidos: a tratar na ra do Trapiche B
ESCRAVOS FGIDOS.
Attenqo.
Tendo fugd<>, ha das a cscrava Agnida, cabra
de 25 annos. mais ou muios, um pouco magra e
vpga, com o nome suposto de Thf reza, fe&t-t
a quem poder prender o obsequio de leva-la
a sutspnhon a Exma. Sra. liaruneza da Vi.-uiria.
a rn da Auroran 64.
Aviso s autoridades policiaes
e a quem competir
No da 29 de maio do correte anno,
fugio o escravo Ezeqniel, crioulo de 30 3
anuos de idade, estatura regular, reforcado
c6r bem pieta. cabeca redonda, trajava ca-
mi a azul e calca do cassemira cinzenta:
durante o dia costuma andar ganhando as
ras, ou em armazensNli assn ar ou as ta-
bernas a conversar e a b< ber; r'irmte a
nuite recolhe-i-e a telhein.s abertos, ou pe-
netraveis, a casas em construidlo e a outros
quaesquer lugares, onde se possa abrigar;
quem o apprebender tenha a bondade de o
onduzia a ra da Aurora n. 26, ou na do
Imperador n, 20, onde ser gratificado.
AVISO
Fugio no dia 24 do crreme mez de dezembro
do sitio da Ponte de Ucba, o escravo Victorino.
fllho do sertao do Ico, preto fola, bcixo. idade 17
a 18 annos, vestido com calca branca, Musa de
alRodaozinho curta, chapeo do chyle de aba larva,
bastante ladino, costoma ^embreagar-c. falla
com bumildade : pede-se, portanto, s anloiula-
des pxhriaes e aos capies de campo a captura
dH referido e.-cravo, e de entregar no sitio da Pon-
te de Ucha. de lose Morcia Lopes, que Kcobera
00J de irratiflpaco.
# Fugio no dia 14 d" Janeiro, gralilica-se ge-
nerosamerite a quem pegar e levar a seu spnlior.
Dr. Virginio <";.rneirn d Cunha Albuqofrqnv.
morador no engenho Fnrnas da l'rcguezia de San-
to Amaro de JabuatS, o escravo Ji>aqnim de San-
t'Anna, preto, de idade 26 ann"s. tucando, estatu-
ra regular, um punco espadidn o largo, olhos
pequeos, viv> s c nm ponen branens, denles per-
feito*. alvos e limados, caliera pequea, ps e m a
regul-re>, dispo-to e esperto para qualquer ser-
vico, f.-.lla vagarosa e pros-a ou cheia, an lar pon-
qninho canpneiro, deve icr otarras de ferida- as
nemas de ferros qne levi u, e cicMrizes as costas
e as.-ento de chcete, foi conipradi ao barS V
Nazwrelh, e e-tecumproo n mao), que o tronxe do Ro Grande do Norte, e ahi
cinprm aoSr. capilSo PredVrico, n^orador na
villa do Pao do Ferro, e seo pai o capitn Fernn-
des compren ao Sr ktanocl Thomnz da Silva mo-
ador na villa de Pc-rtn-Alegre, sendo r-lerido
pferavo namraldo Inga da provincia da Parahyba,
vaj"U piincq lmente os st-roes de lng:zeira
Pan i nde i ni di us senluTes mi eos por Dora
Mam lino p Canillo. bVrra Talhada, cidade de
Si uza, Serra dos Marllns, etc. etc. : prevne-se a
i|iiem pionder o refer do escravo, qne sendo no
i-entn da provinria da Parahjba, o entogue ao
Dr. Jos Paulino de Fgneiredo. morador na cida-
de d- S> uza. ou ao capitn Jiaqoim Saldanha, na
lazenia do Mulnrgii, no riacho de porros, no caso
de nao querer Iraze-ln ao sen referido senhor.
Eipio l?u*, frtguezia de Igua
rass. ;> esirav Tin mal, cii ulo, de idade 3 an-
nos, altera repnbir, cupo chelo: baiha grande,
ilente* lunados, f: lia manca, pe braca, inn nnw
maica na face, le>iu camifa demadapolao e ealca
dp brint pardo, desaptarerea no da leiea-f.-ia.
II do cinenie, e pieMmf-se que traba tomado
o destino de Panellas de Miranda, donde veio,
>endo aqu vendido pulo Sr Venancio Jom Fcrrei-
ra da Citn, nxTudcr no ditii lugar: roga-se a
quem o appiebuder o favir de lvalo ao diui
lugar a eiitregaj a -en senlior Antonio Rod/igu -
Cf.nipello de Mi lio. qne .-,ii reci mpenfad(T.
Acha-s- lpulo o escra.vo prelo de tumi
Jos, idade 40 annos, estajera rcpnlar, ci
pn pirran, [ ii-a barba, a'gnns rsMIios branco-.
na calieoa. lem junto bocea e no pescoco ritnal
deum arrarhao. ruja cor mais clara qre a i-clle emonseqoencla de nr parado ha p,
lev u c apeo fin;:, nlo de fellro, camisa de chin
rocha e oiiira br.inc, e dnas cipas pardas
tscravo do Sr. .Amonio Manuel Pereira Viar -..
morador no G avala : qneni o capturar leve-o i
ra do Apello n. Ii, que er rccunipenado.
ERAL

DOS PREMIOS DA i- PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDA POR LE PROVTNOAL N 472 , A BENEFICIO" DA IGREJA DE NOSS SENHORA DO AMPARO DA CIDADE DE OLINDA , EXTRAHIDA EM 21 DE JANEIRO DE 1370.
S"3. PREMS. nS. PREMS. PREMS.KS. NS. PREMS. NS. PREMS. \'S. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. XS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PPJSMS.I NS. PREMS.
2 8* 182 41 468 4* 690 4* 884 4* 1084 4| 1331 4* 1610 4* 1837 4* 2107 4* 235G 4* 2624 i* 2869 40* 3077 4* 3323 8* 3550 44 3785 4* 4030 44! 1250 i* Vi 54 44
3 U 84 75 95 88 89 34 11 39 8* 12 63 26 72 4* 83 26 44 52 89 32 O __ 62
5 86 76 97 94 94 38 - 14 41 4* 17 68 30 _ 74 88 28 61 __ 93 34 _ 63 __ r,;i __
6 87 8* 81 8* 702 j 97 1101 39 15 44 8* 21 69 33 __ 91 91 33 84 63 __ 3814 _ 37 H _ 64 __
7 92 4i 87 4* 7 905 _ 31 40 27 45 4* 22 73 _ 43 mmm 94 96 37 4* 69 mm 15 _, 45 66 _ 69
10 96 93 --- 8 10 36 43 - 30 49 25 86 _ 57 --- 99 1102 _ 41 78 21 48 72 __ 70
19 204 95 * 13 14 37 48 - 31 39 26 92 _ 70 _ 29;2 _ 3 _ 46 82 44 M 50 87 mi 73
20 10 96 19 15 43 52 32 63 30 2407 8* 78' 9 8* 7 ,_ 54 85 47 8* 69 i 91 __ "4
21 33 97 "" 20 19 47 60 ~ 33 8* 66 31 10 4* 82 13 4* 8 40* 55 89 58 14 75 ^302 88
28 34 98 """ 28 -~ 22 50 6o - 36 4* 73 52 21 83 18 13 4* 66 90 60 6 8 87
M 42 99 "~~ 31 25 53 74 - 42 77 61 22 88 -- 20 ... 15 75 3600 64 80 20 93 _
. 37 44 509 I 34 i 27 54 20* 81 44 78 64 25 91 -- 42 __ 31 / 78 2 79 _ 84 24 4505 _
38 55 11 39 28 __ 58 4* 83 - 46 80 8* 66 30 95 -- 45 __ 32 M 89 O 80 _ 89 27 7
39 64 19 40 30 59 85 - 47 87 i* 69 35 98 __ 55 8? 54 MM 96 20 89 _ 92 29 _ 10 _.
46 65 22 41 32 60 88 51 93 73 ___ 52 2700 __ 68 4* 58 ... 3400 25 9) 99 _ 99 33 11
83 69 8* 29 45 34 65 96 56 20* 96 76 ^_ 54 - 28 73 68 __ 4 26 1100 36 _ 13 ~-
54 70 i* 31 48 35 67 1400 - 59 4* 97 77 mm 59 32 --- 80 77 -- 5 45 _ 3901 3 40 84 15
37 78 33 52 36 ____i 68 2 72 1901 81 _ 67 36 --- 81 79 7 47 ._ 2 9 - 43 i* 21
m 317 46 68 40 _ 69. 19 - 77 3 99 _ 68 8* 39 82 82 ' 9 49 _ t 10 U 22
62 33 49 . 73 45 73 36 - 82 13 2200 77 4* 43 --- 83 87 4:0O0 10 52 _ 6 16 47 28
64 36 53 74 46 77 37 - 89 15 6 83 48 --- 87 96 4* 13 53 , 18 21 48 __ 30
70 41 57 - 83 47 78 50 - 91 23 10 85 54 89 3204 14 57 8* 19 22 84 51 31
71 43 58 84 49 82 63 96 25 13 91 58 --- 93 7 15 65 44 28 25 M 54 - 33
79 58 \66 86 52 1202 v. 76 1704 28 15 92 61 - 94 12 16 67 30 32 58 41
86 66 67 91 58 18 . _ 93 - 12 41 - 17 94 66 95 13 20 74 31 35 59 48
87 70 69 94 59 20 _ 95 14 45 20* 26 96 68 H ' 8* 29 26 77 __ 32 43 64 61
91 72 73 802 __ 61 -^ 32 99 20 50 4* 33 97 69 3001 4* 30 28 78 35 __ 47 _ fio 64 -
92 76 7 5 __ 64 33 1502 35 8* 51 36 2503 - 75 3 31 1 ~ 30 79 39 60 _ 72 76
97 77 "8t 7 .... 66 _ 34 9 37 4* 61 38 12 79 J 34 40 82 42 _ 69 _ 76 77 -
103 85 86 9 __ 76 37 _ 18 - 38 71 700* 42 13 82 15 47 47 90 43 . . 73 M 77 81
7 ~ 88 i 90 17 ... 77 __ 40 24 - 42 85 4* 46 20 83 18 54 56 93 45 __ 75 _ 78 83 i
8 ~ 93 * 91 18 _ 80 48 29 - 43 86 . 59 24 - 87 19 - 58 58 3703 8* 55 -_ 76 82 99 4*
9 95 607 8* 34 89 61 33 49 88 06 27 2892 __ 21 60 59 6 U 64 i 79 83 4602
17 99 12 4* 36 90 72 38 51 89 73 29 4 27 68 74 17 65 __ 80 87 14
18 401 40* 14 38 92 8* 74 _ 41 56 90 77 30 18 8* 30 69 81 21 69 ... 90 97 20 20*
24 2 4* 22 40 1002 4* 81 _ 4o - 61 96 93 31 20 4* 11 74 _ 83 22 84 71 95 99 25 4*
26 9 28 42 10 86 ... 47 64 98 95 48. 21 8 32 7o i 94 26 4* 75 _ 96 , 4401 29
V 15 37 47 20* 13 1302 _ 50 - 71 2002 2317 - 52 24 4* 35 76 _ 98 27 79 __ 97 9 31
30 23 42 202* 56 4* 17 3 _ 54 74 3 20 57 ^~ 27 4 1 79 _ 3510 37 . 92 __1 98 11 - 31
34 25 43 4* 97 20 4 i 59 _ 79 8 25 68 28 41 - 84 \1 100* 41 mm 96 _ 99 12 39
28 49 58 22 7 ... 66 _ 1800 _ 2 27 71 30 44 87 8 4* 47 99 mm 4203 16 57
43 29 - . 59 27 8 71 _ 4 33 31 80 32 45 20* 99 __ 20 48 4000 4 20 63
44 33 -!$ 64 30 9 _ 76 _ 10 46 36 91 35 * 50 4* 3300 23 49 2 14 29 or; ...
47 20* 38 66 40 19 -- 84 __ 18 76 40 99 38 44 51 - 2 ... 25 56 10 * 15 - 39 71
48 4* 44 -' 67 67 48 22 85 - 20 80 41 2604 3 si 3 _ 26 __ 62 11 17 ii 76
51 46 75 71 60 23 __ 95 - 26 89 48 7 45 59 - 10 8* 32 63 14 84 31 46 91
57 48 84 76 76 66 26 96 _ 27 _ 92 49 19 47 60 11 4* 35 67 4 17 44 34 49 94 20
62 i 53 41 7 78 68 27 1600 28 99 52 21 50 62 20 36 -I 69 404 19 42 80 95
T 61 82 83 76 28 3. 31 210o / 54 23 _ 62 74 - 22 41 i 78 44 20 43 51 r- 8
m /
j mi Eli 1 ^ - i
11.....mili,.


8
Diario de
Pernambuco Sabbado 22 de Janeiro de 1870
______________________________________________________________________....:.-
^ vi t ettvuv*.
(CoHchiso)
Fui aprosentado noiva pelo pai, e ro*
cabido ) i com u na allabihdade, una
hit, (fas acabaran por vencer-mu com-
pleta iiente. No liin lie dous minutos es-
uva cu eegamen apaixojiado.
M-'ii pai nao |)imIi;: t-scoiher roejhor
marido par mim. tae-me ella fiund&mu
mis olhos claros e transparentes; pipero
que tanta a fettcidade de coTrespimdnV
st v u> merilus.
Halhuriei mu resposta : nao sei oque
h'sse : tinha k olhos embebidos nos d'ella.
fc&tebra ivantou-se e dttt ao pai :
Kou prompta.
Pe.i que Vas fosse mni das taslemuohas"
^tfinwilia foi o coronel. A condessa ser-
K'J lili lliaill 1)1)3.
Sahimos d'alli para a capella, que era
a mesma casa, e pouro retirada ; j la se
chiva .i padre e o sacristSo. Eram ambos
^ etilos rumo toda a gente que havia em*
asa. excepto Eosatwa.
MirHia noiva dea o sim com uma voz
rte. en com voz fraquissima ; pareciam
.nvertidos os papc3.
Concluido o casamento, ominaos om pe-
queo discurso do padre acerca dos deve-
las que o casamento impCc e da santidade
d'aquelta ceremonia. O padre, era om
poco de sci-nciae wnmdagre de concisSo;
1is.se muito en pouquissimas palavras.
Sonta" depois qoe< minoa
lamento. /
ceremonia do casamento seguo-e um
i nos. ro mesitm rtfa ctnvnTi!) Bfm
>e n'esia casa acore- j lra"r g'iim !
o Sr. preseneiou. DPp-'ist
trazem para aqui com. met
noivo, o qual...
a luesuia tiod
monta que
todos me
Mi ? pergimtel eu st)do.
Lea, disse Eusebia iodo tirar d
ama commoda um ilo de pergaminho ;
ha um mz que eu pude descubrir islo. e
s ha uro moz Uve a explicac3o dos uieus
casam ntos todos os annos.
Abri trmulo o rolo que ella me apresan*!
seulava, e li fulminado as seguintes
nhas:
Elixir da eternidad?, encontrado n*uma
ruina do Egypto, no auno de 401 Em
tome da aguia preta e dos sete roen
do $eptentr3o, salve. Quando se junta-
ren vate pesso** e quizerem gosar do
mapreciavel privilegio de urna vida etrita
dnvem organizar urna assocage secreta, e
eeiar todos os ronos no lia de S. Barlliolo-
meu, um velho matar de st-ssenla innos de
idade, assado no Torno, e beber violu pu-
ro por cima.
Comprebende alguom a wnlia sitoaclo ?
como se fosse rn-
. diste ele, sngo-
llie qdrt anta eorolgo a sala da biblio-
theca; tdnlMMnlBBmunicr lie um jm-
nessa
fa-
H^V disafeu.
>bas
portante
inilia.
Arnflnl
Nao, ha
franzidw a testa.
No quero!
Niio'qoer! pois baile ir.
Bem sei que son o seu quinto genro,
meu caro Sr Tobas.
Ali.! s ihe Eusebia eontou-lbe os
outros easa'ments; Unto rnelhor!
E voltlndu se para a fiHia, disse com fri-
za de matar:
Indiscreta! vmi dar-te o premio.
Sr. Tob as, ella nao teo culpa.
Nao fui ella quem ||ie |eu essse per-
g.imintio? pergunlou o Tosas aponlan-
do para opergnminho que mi aioda Uha
na nao.
Jicamos atterradbs!
Tobias Urqu do feolsi um pequeo apiU
Era a morte que eu imli.i diante de mim, \ deu um aslobvlo'lual reohderan'u-
a morte dolorosa Ao mesmo terpo era tros; e d'abi a algMs mitiuws erftav* a
15 singular todo quanto eu acabava de gic/va iavatHda por to*s os vtbos *
saber, parecia-me tSo absordo o meo de
comprar a eterni lade com um festim di)
anlhropopnagos, que o meu espritu paira-
va entre a duvida e o receio, acreditava e
nao acreditava, tinbn medo e perguntava
porque ?
Essa a sorte que o espera, sennor
Mas isto urna loucura I exclama ;
de um
'" comprar a eternidade com a morte
' hi'.mem! Demais, como sabe que este per
movimento, e du-
fiquei na posicfm
saber o que havia
ligeiro cha e alguma msica. A condessa
dansou um minote com o velho conde-
cando, e assim terminou a festa.
G'>ndozid>iaos uieus aposentos por todos
4 conviitmjos, soube em caminho que o
V'Z dormira i, por convite expresso do
-.'iC'inparavelTobias, que fez a mesraa fl-
^.a aos circumstantes.
Quando me achei s com a minha dovh
abi iernuia :
Tanto viv para encontrar agora, j
quasi no tmulo, a inaior ventura que pode
caber ao homem, porque o amor de urna
roulli r como tu um verdadtiro presente
do eso EiHo em amor e o5o sei se
naba direito de o mer... porque eu sou
velho. e tu...
Cale se f cale-se! disse-me Eusebia
assu E foi cabir n'am sof com as mos ao
1'o.slo.
K>panloume aquello
i ante alguns minutos
-m que estava, sem
dizer.
Eisi'bia pirecia estar chorando.
Levintei-me afinal, e acercindo-me do
sof, perguntei-me que motivo buba para
aquellas lag-WS.
Nao me resjiondeu,
Tive urna suspeita ; imagina que Eu-
sebia amava alguera, e que, para castiga-la
lo crime d'esse amor, obngrvam-a a casar
com um ve bo desconbecido a quem ella
Km poda amar.
Despertou-se-me urna fibra de D. Qusole
]i a urna victima ; cumpria salva-la. Ap-
proxi eeimede Eusebia, conliei Ibe a inmba
su>p iia, e declarei-lhe a ininlia resoluco
Qanndo eu esperava ve la agradecer-me
de joelhos o nohre impulso das rnnbas
pa|rras. vi com sorpresa que a mofa
diiav.i p ira mim com ar de cdmpaixo, e
dizia-m'' abHnan'lo a cabera :
Desgr^gado I o Sr. quem est per-
dido f
Perdido t exelamei eu dando um
.-alto.
Sim perdido f
Odirio-se me a testa de um suor fri ;
as pe as enlraram a tremer-me,' e eu
para n > eahir assentei-me ao p d'ella no
-ola. p.'di-lhe que me explicasse as suas
;).ilavras.
Porque qo ? dise ella ; se lh'o oc-
r iltasse seria cmplice perante Deus, e
L<:us sabe que eu sou apenas um instru-
a, nto prs^ivo as mos de todos esses no
meas. Escute. 0 senbor o meu quinto
FOLHETIM
os mkm PRETAS
ROMANCE
POB
Paulo Fval
Terceira parte
AFLOaeOTl DE PIRW
(Continuaco do n. 16)
XIII
cofre d o Bancelle.
gammho temreUgo?..
Sel, senhor, responden Ensebia; nao
Ibe disse eu qiie este casamento era o quin-
to ? Onde estao os outros quatro mari-
dos? Todos etles penetraran neste apo-
sento para sahirera meia liora depoi*. Al-
guem os vinha chamar, sob qualquer pre-
texto, e eu nunca mais os va. Descoiito
de alguma grande catastrophe ; s agn
sei o que .
Entrei a passear agitado; era verdad-'
que eu iamorrer? era aquella a minha
ultima hora de vida ? Eusebia assen-
tada uo sof, olhava para miro e para a
porta.
Mas aqudle padre, senhora, pergun-
tei eu parando em frent'; della, aquello pa-
dre tambera cmplice ?
o chefe da asso--ac3o.
E a senhora.' tambem cmplice, pois
que as suas palavras furalK um verdadero
lago ; se nao fossem ellas eu niio actitana
o casamento ..
Ai I seohor I respondeu Eusebia la-
vada em lacrimas; sou fraca. isso sim ; mas
omp ice, jamis. Aquillo que ibe disse foi
me ensinado.
Nisto ouvi um passo compassado no cor-
redor ; eram elles naturalmente.
Eusebia levantou-se as Ihou se-me aos ps, dzendo coro voz
surda :
N3o tenlio culpa de nada d. que vai
acontecer, mas perdoe-me a causa involun-
taria t
Olhei para ella e disse-lhe que a per-
doava.
Os passos approxirajvam-se.
Dispuz-me a vender caro a minha vid* :
mas nao me lembrava que, alen de nao
ter armas, fallavam-me completa.nente as
forras.
Quem quer que vinha andamio chc-
gou a porta e baten. Nao respond logo;
na insistindo de fra as pancadas per-
guntei:
Qu'-m est ah ?
Son eu, respouiieii-me Tobias com voz
doce; queira abnr-me a [Xina.
Para que ?
Tenho de communicar-ihe un se-
gredo.
A esta hora!
E urgente.
Consulle Eusebia com o> olhos; ella abe*
nou tristemente a cabeca.
- Meu sogro, adiemos o segredo para
amanbla.
E' urgentissimo. respondeu To-
bias, e para nao Ihe dar trabalho eu mes-
mo abro com outra chave que possu".
Corii a porta, masera tarde; Tobias es-
Au li Maynotte estava de p, tendo na
inao a faca que arrancara dos dedos bir-
tos de Lecoq Este, dotado do vigor e da
ugilidide que Ihe conhecemos, e alen disso
armado do longo estyletc corso, devia for-
nuenUi ter sido derrubado por um po-
Ser physico terrivel, porque jazia no so-
brado como urna massa inerte. A face em
Congela i, co lerta de manchas negras e
vidas, era horrivel de se ver. J nao era
fquelte OgurSo vanglorioso, zombeteiro.
i Cjado, claramente cynicoe que n.;m se
qi-r careca de certa jovialidade brutal.
A mascara rusvalra do rosto do AJax dos
Cas cas Pretas. 0 cabir da mascara dei-
xava vRepilepsia rivosa de um scelerado
vencido.
pulso direito cooservava sangrentos
veatigiitf do braga), a camisa rasgada dei-
xava ver Ihe no oescogo as dnas enormes
cuntusoS que o baviam derrubado, depois
de tuna lula de alguns segundas. Estava
immovel; as maos convulsas pareciam ad
herir ao sobrado, onde se Ihe entirravam
as unbas ; a respirago sabia Ihe do prilo,
c#sio e sybaado. Os olhos ceudos
ireciam-l1 o nbnmbrados pelas son-
pproxiaad.is .
i surgir por ntervllos chispas
avermelbadas.
0 p de Andrt conservava o pregado
ao .ho.
rio de acofiter-imealos qun acabamos
nafrar desenrolra-se com tal rapitlez.
nj'imento emqH'' mostramos o in-
do escritorio do Sr. Campe3
iadg pelas luzes que vinham dJH
d'aquelle notab-.lissimo pescador, as vibra-
gesdo relo^io que batera as duas horas
soavam aioda no ar.
Andr langou a vi.ta para a porta aberta,
de alm da qual se iiclinavan soft'rega-
mente categas cutios s ; volveu de m vo
os olhos para Lecoq. immovel como um
cadver ; Andr desc ntiava d'ellee con-
servava-se de srhre-aviso.
Approximem urna luzrdisse
0 Sr. Rolaod tomou pessoalmeote um
caslgal das mos do ollicial mais pro
ximo.
'echem essa porta L secrewentou
Andr. Os officiaes devem apagar as luzes
e esperar silenciosos ; ainda ho de vir
outros malfeitores cahir no l/.go.
Imperceptivel movimento agitou os la
bios de Lecoq. Seria algum vislumbre de
esprranga que Ihe penetra va o animo ?
Obedeceu o anligo comraissnrio de po-
lica, corad o fizera o conselheiro Dr-se-
hia que Andre Maynotte esta a ali para dar
ordens.
Mantnha-se fume, e, sem que por tal
d-se, conservava efectivamente a attitud'
do commando : os olhos bri havara-lhe de
sereno fulgor ; tinha as faces desbotadas, e
as ventas leoninas entumecan) se-lne ao
bafejo de nao sei que mysterioso orgulho.
Nao era o Aodr Maynotte de oulr'ora.
Dezesete annos de soffriraentu h viam en-
nobrecido a popular e varonil formosura
d'aquella fronte. Havia o'eile como que
um completo desabrochar, de torga viril e
tambem o cunho suave que o sacrificio im-
prime.
Ainda menos era, como Tres atas ; e
menos ainda, se possivel .a serena e
uiat rial xpressS i do adlo normando, o
Brune;.u.
fcotretanlo tudo isso era, aaiipado,
iltnuiiuado, se dizer-se pode, e despo-
jado do disfarce mor.! aeila
vontadi implacavel p ^up-
portra.
Havia tanta didt
lo joven, altivo, radiante, sob o fular
diademe de cabell >s brancos, c a humilde
pny-iononia do adlo, como jntre aquello
curpo aprumado, esculp lo ricamente como
om prunor da arte airtiga e o mistravel
ai+.abiniyo do reptil humano, o servente
para ytico do pate das Messagerias.
Yia-se agora bem que fra raister urna
casa.
Vamos festa! disse o Tobas.
Lancei maode una cadeirae ia alMr con-
tra o sogro, quando Eusibia segurourdie no
braco dzendo:
m-u p..i!
Al gaias nada com sso, dfejM To-
bias sorrindo diablicamente; has de mor-
rw, Eo*ebh.
1". seguraffd-a pelo pcscogn en(re*oo-3
a dou* Jacaiiis dizendo :
Maten-a.
A pobre moga gritava, mas em vo ; os
dous lacaius levaran-a para lora, emquanto
osoutr velhos s^gurarai-me pelo bragis
e perniw, e ievaram-me em procisso p#><
a-aa sala tuda forrada all mafSiiwrto qoe vivo. J ISachei o pu-
dre vestido de batira,
Quiz ver antes de moirer meu*po|*e ami-
go *az, mas soubw p-lo coronel quftellee?-
uva dormiudo, e nao sabiria mais ifaquella
casa; era o pratn -destinado ao mn futuro.
0 padre declarou-me que era o meu con-
feesor; mas eo recu-i i nueeber a absolvico
do proprio que me ia matar. Quera mor-
rer iinpe'uleuie.
OkJrtam-neeioti'na fa iqi m'sa*-atado
de p-s e .jlts. pueracn-s^ tolos *roda
de mim, fcando a minha eabeeeira uniacaio
armado com um pwihal.
l)ep.)s eutr >u t la a cimpanhia a e/itoar
um coro emq le en s distingua as paUvaas :
Em uome d* afilia preta e dos sete meni-
nos do Srptenlrio.
Girria-ine o suor em bagas; eu quasi na-
da va: a dea de morrer era horrivel, ap--
zar eN)s neus setenta annos, er* que j o
mundo nao deixa saudades.
P roo o curo e o padre disse com voz
forte e [inusada :
.-Utengao! Faga o-punhal a saa obra !
Iiuzio-ntecelos oHio* a lamina do panto.
que SO era ou lodo o) cor.ico ; u singue
jorrou-me 4n peito e non Ioj n-nesa ; eu
entre r::.:ivul.soes mortaes dei o uiti-no sus-
piro.
Estava morto, compietamente morto, e
entretanto ouvia tu lo roda de mim; rea*
ta\a-me urna certa consciencia d'este muu 1 >
aquem j nao pertencia.
Mnrren? perguntou o enroae!.
Com|)4eaoMit{, responde Tobias:
vochunr apura as senhoras.
A* senhoras chegaram d'all a pouco. cu-
riosas e a'egres.
Eotao! perguntoa a condessa: temos
Ixmvm ?
Eil-o!
As miilhores approxmaram-se de mim. e
ouvi enld am elogio unnime doa canni-
baes; todos- euncur larm em que en es.avi
gordo e havi de ser expeliente prato.
No podemos assal-o intero: muito
alio e gordo; nao cabe no forno; vamos es-
quartejsl-o; venham facas.
Estas palavras foram ditas pelo Tobias.
que inmediatamente distribuio os pap s:
o coronel cortar-me-hia a perna esqoerda.
o condecorado a direitt, o padre ura brago.
elle oulro, e a condessa, amiga de nariz de
irtaria o mea para comer -de cabi- (Kstre.'ipe tiS
[otlio ou OJEO
?ieinii as Meas, e comegou a operaglu;
confeMo que eu nao amtia nada; t sabia
i rae havia o c jrta lo umi perna quando
a atirada ao ohao eom estrepito.
- fon ; agora o fomo, disse Tobias,
d reniij-ouv f m do Viz.
>, 6 Canillo, qu isso ? di-
lle. .
Abr os olhos e aclmi-me Jetado nosofi
em miua cas.! ; v,z eslava ao p de mim.
-JU5 dflbo le;js tu ?
Olhei espmt iq > p.,n e le, e pergantei
Onde (stio elles *
Elles ijutsm?
O; carMpbaes ?
Ests dundo, homaro!
Examinei-me : tinha as pernas, os bracos
e o nariz. O qaart era o meu. Vaz era
i mesmo Vaz.
Que pdelo ttreste! disse elle. E<
tara uu a dormir ijoarnt) aconjei cornos teas
gnlos.
Ainda bem, disse eu
L lo meu amigb,. que m muito, e rusulveuj
ft*saranoit*eomigo. No A* j'eguiute acor-
dimos tarde a al moga-nw a egreneote Ao
sahir, -disse-me o Vaz :
Pofqenoescreves o toi sondo para
o Jornal 6tu Familias ?
Humen, talvez.
P>4flBrdve, que eu o mando ao Gar-
nier.
ronrgonbar
CXSHUJD DA ANNB.NCIACO.
IUBUACO BKftARrBVLW.Ceasie
a morada (est". general na ilba e Caprera
apenas n'uma ca*}a bnmea, que sobre a
v-rteute de um outeiio apparece a i* olnos
dos navegantes q/ii passam pela costa sarda.
no pnmiero andar tem tres janellas p-^jue-
:is, e ao rere do chao ires ilreslas abeilas
distancias iguaes; aosul, um quart > aoar-
aCWo, e ao norte diversa* pequeas eons-
truc^es in-ignilicantes ; ora pu;o aiwrto
de C>rma arabo, oa la de arvores, e argo-
mas pantagoes de fresca data : tal a mo-
rada di) vencedor da Sicilia e do conquieta-
dur de aples I
RE&WPCAO DE BESPEZAS. O novo
conde Derby oceupa se actualmente em por
cobro s despezar excessivas que seu pae
loierava a seus mirdomos.
S no palacio de Knowsley gastavam por
ann i era cerveja :000 libras e 2X) libra*
or semina em avese caa.
VARIEDADE
forja d'alma incomparave! para sustentar
durante annos a tortura d'aquelle duplo en-
gao.
Pareca efectivamente maie forte que
um homem e a serenidade igualava ir elle
a fu rea.
Assim que fecbaran a porta, disse :
NSo tenho des- jo de rae vulgar, n>a#
vontadi- de punir : vontad-i fria. provada.
mabalavel. 5 Deus agora peder levantar
um obstculo entre o meu brago e o cri-
minoso.
Sejam quaes forem as apparencias, a
sou juiz. aoui o meu tribunal A mi-
nha sentenga ha de ser pronunciada sera
rancor nem precipitaco. Tenho terapo de
meu. Nro^ueiB vii de fra ; o estado
raaior dos Casacas Pelas tem inteligencia
por toda a parte e deve eslar.j advettido.
Pouco importa : descoberto o segredo a
associago morreo. Do nterior t3o pouco
aqu i< algueui ; n'esta casa e noute d
festa todos n'ella folgam ; ougam.
Chegava ali eeclivamente a harmona
distante e festiva, como um echo impreg
uado de zombarias
Andr "laynotte accrescentou:
Este homem j se nao defe 'de. Jor
gou a ultima parada. Perdeu. Es morto,
i completa immubilidade de Lecoq pa-
recen ratificar a assergo.
As duas testemunhas, o magistrado e o
funeciooano, estavam, em todo o rigor da
palavra, subjugados pelo interesse d'aquel-
la singularissima scena. O ehefe de divi-
so, homem tmido e de carcter mediano,
buscava a maneira de proceder na cooscien
-,ia do Sr, Roland ; este, mais robusto d*
intelligencia e tambem mais Hnqueado nos
pa propria energa do seu aniso, ama espe-
cie de lascin.icao.
No que acabava de dizer Andr M ynotte,
havia palavras contra as quaes ambos sen
tiam necessidade de proteatar. Ningnem
decerto tem direito de constituir-se oiz.
sobre ludo m propria causa e nao ha nos
"Oasos coatumea, principalmente para dous
homens como Roland ^etowrtz, nutro tn
banal jue nao seja o*q kdibera de toga
escailate ou preta, idlban ^^Brucifixo, e
em presenga de qm ^Hl traospoi
shumbraes daa portan ^bertas de par em
par.
ape s do Ijranoedo Paraguay
tmanlo* j> -tos alliaies ao ih-
salta de 21 de dezeaabro de
moi;fisso i.vKTAirmno cuntk.v o tvranko
DO PARAGUAY, FHAN'CtSCo SOLANO LPEZ.
Parecer do Auditor de Guerra.
Exm. Sr. Cumpcinlo o q ie ni foi or-
denado por V. Exc. no e".el-.ote decreto,
uispondo que d eu parecer solire o que
resuita ila mquincao ftita contra o lyrauno
Francisco S I uio L ipez, por orden-do Exm.
governo da repblica, passo ae.vpr,oqu-
de mais notave' acho n'ella, e bem q i oes irito aiigusliidu eociirac i opprimidif
cora a leiiun de tantas atrocidades, fare
por ter as mionas f tranquilidade e independencia para julgar,
satisfazendo assim os desejos de Y. Exc.
I
Fulgores sangrentos, gemidos de deses-
perago, ctios lgubres de sepulturas re-
cenlemeute abena, o e destaca d'este
qnad.'ude sorabeios horrores. A seusagao
pie se experimenta ao lr-se esta- esponta-
nea serie de negro* crimes, s pode com-
oarar-so (} pois n id i encontr ao mundo real, que se
'he possa comparar.
O q le pn n;ro resalta vista de quem
observa'cu o-a.tengil* os (actos, que si tem
desenvolvido no Paraguay, de tres annos
para ci, nao prdcisam-j.ite a barbara ty-
rannia, que sonre este pobre paiz tem p-'-
>a lo, nem a forma nunca vista com qjth
Lpez tem faito a guerra, acontecraentos
aos qoe por
"irdo, procurando
ennegrecer o prooadinokto dos afiaflos.
Ni, nao ser iato o que mais chamM a al-
leiifo doMajnido imparcial.
A qu nrflSn Bfitiver > par do suceetfdo es-
pantar certamewa a proposiij* que
aventorar; porm eu eitoft cofencido ata
a eridmeia, q e c tan o ai I ir d i tvn i, o
juizo que ftmo, b i de ser a emoea dt todos
aquellas ijue teehan acompanhido de perto
e cota mtere. ta epopa, que se
Amaa guerra do Paraguay.
Tem-se acreditado, e o que linda mais.
'em se affirmido por todo o mundo, com
cousa individual, c uno tiieoria consumraada
qne nao sofreria discqssio, m os para-
guayos sao bra os at a temertfade,
tando-se a e'les como typo ceaj^F
modernas lades.
Ms nao se deduza tambera pelo que eu
digo, que elle seja natoralm-mte covar le
Loige d'isso, creio mesmo que se o baW
tante d'osta rica e frtil zona, oio j^de-
cesse a ama educac3o que o tem Qtyfm e
cido, matando era seo coragao todo n ger-
men da expoutaneidade, seria tu vir, forte
e bravo como ,o fllho da provincia d'Cor-
rientes. Assim me fazem p rosar o>eo as
pecto e a sua mesrai estr*-,(ura physlca.
Porra aniquiilado por qraa e mcag > in-
fame. O paraguayo tmido, incapaz de ac-
cofflmette por inpulso proprio, pois pao
sent a expooianeidade dos corages val-
ientes.
Quem tem a colpa d'este estado moral
lo povo paraguayo? Em minha oplniio os
governos que sefem suceednN) desde li*H
;it-boje; e pareen ser om sacrilegio appl-
car-sedhe a mxima qoe diztodo povo
Urmoftwerno queritmnce, porque a deagraga
deve despertar a comp pene.
L o tracto- de nma edacagao calculada
com antecedencia, pie est produzindo os
resultados que vemos ? Para min uto nao
tem duvida.
Nao agora a occasiSo propria, aon
tenho o teopo necesaario para, por ateto
-le uma critica, lgica, baseada na obser-
vag3o dos f-.ctos, privar o qe deiso dito.
Poim nao omitirei une observagSo, qoe at
certa ponto confirmar o que acabo de af-
lrmar.
G>ispar Francia, Carlos Antonio Lpez e
Francisco- Solano Lupea seu fiiho, que com-
pletaram o laborioso trabalho daqnelie,
convertram o povo paraguaya em umeon-
jiincto de vis espas de baixos e covardes
delaclores. Francisco Solano Lpez cotoe
guio corromper to gue, todos os lagos creados pela natura.
Debaixo do seu frreo jugo desappareeeu
a familia, abastardandu-se as paixes, que
mais eiirvibiecei!) homem, e sen as qu es
tica reduaido s eondigoea de autmata.
Nestes nltimos tres annos 6 espantoso,
incrivel asesino o-que aqui se tem pas-
sado.
Nao se pode conceber maior relaxag
dos sent'Oentas iHimanos. O pai descon-
ava do lih i,.o inando da mulher. o irnio.y
da irm3a, o amigo do amigo, o noivo di
noiva, e o proprio- bemfeor da mesma
pessoa a quem havia favor E esta descoiitianga nao era sem met o,
pnM que nao fa I tiran pas que nao reii"-
gassera o filbos, esposas que nao denun -
cia>sem m maridos; irmaae que 080 ven-
ilessein seus irmos, e amigos que nao le-
vassem ao supphcio seus mais ntimos ca-
ma/adas, amantes cuja vil delacao foram a
causa da morte ile seus noivos eraiim. in
gratas que, convertidos em judas, foram a
causa da deagraga de seus protectores,
como succedra a D. Cesar Goudra.
Para muir, um dos enormes crimes, en-
tre os militas praticados por Lpez, o de
ler convertido o povo paraguayo n'uma hor-
da de seres sem lignidadd, sem honra, e
sem uenhura seobmento nobre e delicado.
Tib-oii* liuha um i*ison, e Lpez, mais in-
jjfaroe qoe Tiberio, converleu emouiros tan-
tos. Pises quantos habitantes palnilham
a lesgrafada ierra que supportava a sua e.s-
tupida tyrannia.
O povo paraguayo obedeca, como se tem
visto, ao laiego de um amo cruel e saigui-
nolentoe nao ao seotimento da ndepen-
teucia de sua patria, que tantas Tagarnias
tem feto praticar a outros povos, e eu direi
E, louvado, Deus que assim esta a
le, o recurso e a garanta.
Ali nada d'isso. Portas fechadas, e ama
grade aforrolhada entre as duas nicas les-
lemunlias que formavam o auditorio e o
aioitro, cujo p prsava as goellas do reo.
E, toda ia, o auditorio conserva-se aiten-
cioso.
raro dous honrados corages : um ani-
mo robusto e um pacirico carcter, ambos
escravos das formas aci*il3s, tendo vivido
ambos triuta annos do direito escorado
pelo faci, do que deve ser e do que .
Compre que uo busquem Candido o opti-
mista, nos magistrados nem nos guardas da
seguranca pubnca; uns e outros sai obri-
gados a conhecer maisou menos o tepnvel
mvz das uo.-sas civilisages: mas h> cnu
sas qu *. os espantara sempre, que os espan
tam tanto mus, quanto mais interessad"
sao em apreciar o valor do baluarte social.
Estavam violentamente impressionados
pelo drama presento e pelas circumstaucias
exteriores que em todos os sentidos o a*o-
lumavam s in ommensuraveis proposigoes
de pasmoso successo judicial; mas estavam
ainda mais profundamente commovidos por
es se oulro drama remoto, no qual baviam
desempeubado inportant s pap.s e qu*
viuha aqu desenhar se com os dous proio-
gonistas e bem assim com os accessorios
Ja scena principal ; tomando nos aqui a
palavra attestorios na sua sigiiificagSe thea-
trat.
O cor o do Bancelle e o braga! lavrado
ao cnzel tinham a voz mnda dos objectos
ma.eriaes, qoe falla mais alto qne a pro-
pria voz humana.
Elevou se novaroeute no silencio a pa-
lavra de Andr Maynotte :
O presente fez-Ibes adevinhar o pas-
sado ? pergentou dirigindo-se s duas tes
temuuhas. ,
E com) ambos hesitav^m, accrescentou :
-Na noute de Itdejunho d^'lS,
Hiiroduzio-se este homem na mioha casa.
na praga- ias Acacias, era laen, e -roubou-
me esie brac-d, com 'cuju auxi io comfflet.
leu um crime Parece-Ibes isto provado ?
Parece, respondern? os dous fuuc-
oionarios em voz bawa, parece-aos -pro-
vado.
Por esse crime contnnou Andre May-
uotie condemnou me o Uibunal de Car*n
e coodeniiuu tambem minha mulher. So
bre minha mulher e sobre mim contina
pesando es>a condemuago.
Se os esforgusde toda a minha vida...
exclam iram ao m.;sm i tempe as duas les-
te noujas
liiierrompeu-os um gesto fro de Aodr
.MayiK'tte.
Ha chagas, disse^ 'que nenhum es-
forgo humano pode curar, o careeo le con-
fianfa.
Depois proseguio ^
Ni ilha da Cors>ga, onde nasci, ha
inu valnacout >, jue sem mira jamis as
p*-ssoas que protegi a sociedade acha-
nain. Antes de raorrer, hei de indica-lo
com o dedo, e assim prestarei socieda-
de, socied ide dos se.inores, o bem pelo
mal o que um dev-r de ebristo.
A historia que aqu se vai concluir nao
comegou em Caen. Era na raiuna trra
U.na noute, este misoravel, couhecido entre
os seus iguaes pelo nene de Tolonez Ami-
sade insuilou uma nobre menina, que eu
a.nava sera esperangas. D-fendi-a. D'dii
me proven o odio |Ue elle me volon. N^o
tinha ento, d5o teve oanca, a banal descul-
pa da paixo, porque essa mulher, quem
o seu capricho persegua, entregou-a elle
ootro.
Essa mulher era Giovanna Mara Reoi.
da casa dos condes Bozzo, Julia "laynotte,
a Sra. baroaeza Scbw senhores, pois que a irapelliram para ama
senda, que s tam por termo a morte
Nao me mterrompam. Sei que sao ho-
mens honrados ; e por saber isso -que
aqui estao. Farao o que Ibes dictar a cous-
ci^cia.
4a tamben eo era bomem. honrado ;
tin una mulber honrada. A mulher es
perdida ; o bonjem s -Urea tormentos iu-
fernaes, porque 'im tribunnl, composto de
homens boni senteneioo ho-iradi-
m^nte. obre o veredictum prestado por
loza homens humad- s... Nao tenho con-
mv
a t'ara castigir o que oileio e defender
os que-estremeco, aSo quero porjuizseno
muu.
i um fiiho, qimm prepararam
crud>5i*irai javeotode J nao tenho no
loar, se. brtin rque Julia Mivneite estaja
viv. Eu amoHi .wn indas a veras ti-
miMieorago e el' nunca arfoo outrem.
Entre ambus nos est cavado mmabysno.
que i ir par
* W ni so, (Mirm,
iue asta mu de ter um povo de
bravas.
II.
Tem nanita lio D. Matbias
Goiburd, quaodo. des.'revendo os atrozes
rimes de Lpez, diz, em *ua prim-ira ex-
pojgo : i ncasario ter iresenciad as
orueldai> ularpelo inetreohtl topez'
para cr&kn.
Com fleiii), tu estupendo e inaudito o
que Lpez tem praiicado contra a wnwni-
dade, qmi a^im.igioagio mais exaltadf *-
siste acceitat como reahdade, por mais pro-
vas sobre airovas que so aecmnuiem para
nostr r a verdade.
Sen tmbargo, ten os aaontecinentos
tal torga logic, qtw imuossivel raaistir
sua evidencia. LoU-ae, debate-ae, ate
forcara para no acceitarem a verdade;
as, afinal, nio ha oulro racerao seno ac-
ceital-a e admiitir a ilolorosa reaidf*>on
todo seu eqaio de horrores.
Lop-z parece sa aun todos os lyrannos.
sem ao nesno tenna assenelhar-se ane-
ahum.
Elle ten aperfeicoido os supplicins, m
martirios, as tarlur s aventadas por todos
aquelles que o presaderam na senda do
rime irrespoosavel, do crime infame $ &>
varde* porme uma infamia h coryardia
opprfmir a seres que o3o no offen-leram e
nem podem defen^ler se. E' orna glorja a
que Praocisc i S lapo pode legtimamente
aspirar e que a posteridad' ha de conce-
der-lb.
Esta (rfte brbaro cruel ba exnttydo
en crines^nefandos a Calignla, sendo, t5o
sanguinario, dissoluto e cuvarde e>mo Iffco.
e mais perjure, sacrileg e tyranoo que o
supersticioso Henriqoe tHI.
CiviHoso, como Tiberio, sacrificava s
suas desconfiangas victimas que s a 3 ia
sede de sangire poda fwzer criminosas.
Ttrico e taciturno, etxno Felippe n da
Hespanba, se aquelle sacricava o seus
subditos rroi ar, que elle acreditava d in-
teresse publico, este sai-rifi>;a os seus com-
patriotas por vaMad por mleresse pessoat
e por odio huraanidade.
Arbitrario e terrivel qoal DiordiSo de Sy-.
r;icusa, tem sido mais exterminador que
AIa. pois riscou do livro dos vivos todos
os nomes de pesso de cxisiderago que
exwtiam em seu paiz.
Foi 131 descoiMado, prfido, vngativo V
dissimula-lo como Lmz XI de Franga, sem
possnir mmtama das bias qualidades que
adornavam e>te soberano.
Os assassina'os, as ejtermm^g^es. as
delapidagoes e as ridiculas manas de R sas
e Oribe, de Ramrez e Artiaas, ficam a
perder de vista com oque pralieou o ds-
pota paragu yo
Nada lia que se posaa oppor-lhe na san-
grenta- historia de todos os lyrannos qm-
lera assolado a sociedada desde remlo?
tempos t nwsi.s lias.
Todos, elles fizeram alfrnna cousa mais
do que f. z Lpez, o nico que praticou
todas as tyraimws reunidas.
Quem pensa e milita seos crimes no si-
lencio, cora inleira liberdad, sem-obedecer
a impulso alheio, nem a certas paxes
id er-ntes humana condig.10, sae ikt<*
regras cnmuuns, tornare 11 na m >is-
iruosa excepgo, um sangrento imquo,
cuja sologo custa milbes de vctimas e
mares de lagrimas.
E quaodo esses crimes, por outra parte,
aSo pdem ser explicados le alhema ma-
neira, porque at o nal tem a sua lgica
explicativa, o que taes crimes palica,
um monstro sera exemplo. urna fra a
que tolas as nagoes cullas devem estigma-
tisar e perseguir para hvrar o mando de
mn ile seus principaes mais damnosos
verdugos.
Em tres glandes cathegorias poden divi-
dirle os crimes comin''ltidos por Francisco
Solano Lpez, roethodo que adoptarei,
tanto para simplificar a tarefa que me
coube, como porque d'esta maneira se ca-
racterisam rnelhor os fados, marcaodi>-se-
Ihes o lugar a qoe correspoodam.
A distnbuigao pode ser feila d'esta
forma :
Era ella joven. E itr-) os castigos so-
cines, ha alguns que sao mil vezes mais
leiniwis qie a morte. Seru o* Senhoras
pi diro : Essa ladra fez uial de nao se
refugiar no suicidio ?
Atfirmavaro que O meu cadver appa-
recera n'uma praia: as autoridades ti-
uham-n'o reconbecido ; suppuuha-se vinva;
sero os senhores que atiraru a pntaeira
pedia a essa bigama ?
Ella bigama ; ella ladra I ella.
Ju ia, o santo amor da minha juventude.
03 Muios pagaos eram cegos surdos.
P l, porum, sob as vistas do Deus vivo,
haver anda lugar para a bornvel fatali-
dade 1
A le, a sua le dos senhores, est duas
vezes inminente sobre ella, como ladra e
como bigama. O homem, que u'esta :uu-
menio cal o as ps, sabia isso. Manu
sea elle, os seus cdigos untas yezes omo
os senhores. Os seus livrossauos livros
d'eile. a propria lei que elle aperia
como uma goliuha ae pescogo das suas
victimas.
Essa homem livre. po iaroso ^se
s consuUanuos os registros soejaes, nada -
elle Ihes deve. Sem mim. os quatro mi-
Ihoes que est3o n'esta cofre perteiciam-me;
esta a j looge d'aqui, e uma plena Tor-
nada de m ipeeotes, entre os quaes' figu-
rara os proprios tlhos dos que me oovem,
ira erradamente satisfazer a legitima vin-
ganga da justiga.
< Pensar So ao meaos que existem cm-
plices ? E de certa existem; ha 1 m exena- .
lo relies.
N'esse tajo, ho de as parlbas dira-
nuir-ll\e l^B|o?
Nio NHpiilhas. Aqu, no sangue
Ique do b ac Ihe correa, lera, em quatro
tamos, a ultima obra de uma singular io-
telligencia. S3o outros quatro milbes :
quatro milbes de ootas falsas, qne seriam
a presa dos Casacas Pretas, trados d'esta
vez, e trahidos sem risco para o tratador :
porque este bomem ijmja um cmplice :
mim, fragmento hernaao, miairo ente
que omom p se esm^ga. Eu nao devia
ver o tal amanha.
(0mtkmarse4ta.)
TTP. D* iBIO-*i*H ( EIE8 M.

V
.


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