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I -> I . .J AMO lili flMERO 70 Por qwtel pag dentre dos i Odias del.* mez , dem desos dos i." lo das do comeco e dentro do quartel Porte ao correio or tres uezes < *......... % 5#*eo 7Ko T a 3j SEGUNDA FEIRA 26 DE MARCO DE 1866 fv Por asno pago deitro de lo das do 1. mez...... Porte ao correio por om asno ,.......... WwwW DE PERNAMBUCO. - . / BNCARRGADOS DA SUBSCR1PCO DO NORTE Parahyba, o Sr. Antonio A bx andrino de Lima! Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araeaty, o Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos' de Oliveira ;' Maranhio, o Sr. Joaquim Marques Ro- drigues ; Par*, os Srs Geraldo Antonio Atves 4 Filhos; Amazonas, o Sr. Je ron y mo da Costa. ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SUL. Alagons, o Sr. ClaodinoFalco Dias; Babia, Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, Sr. Jos Ribeiro Gasparinbo. PARTIDA DOS ESTAFETAS. Olinda, Cabo, Eseada e estafes da va farrea at Agoa Preta, todos os dias. Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras. Santo Anto, Grvala. Bezetros, Bonito, Caruar, Alinho, GaranhuDS, ISuique, S. Beato, Boni Conselho- Aguas Bellas eTacarat, as terga.s feiras. Pu d'Albo, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pesqueira Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis- ta, Oaricury, algaeiio e Ex, las quartas feiras. Serinhem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar- reiros, Agua Preta a Pimentei ras, as quintas feiras. AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL. Tribunal do commercio : segundas e' quintas. Relago: tercas a abados as 10 horas. Fazenda: quintas s 10 horas. Julzo do commercio: segundas as 11 horas. Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas. a 1 Primeira Tara do civel: tercas a saltas o meio dia. . Segunda vara do civel: qnartas a saObades hora da tarde. EPHEMERIDES DO MEZ DE MARgO. 1 Luajcheii as 9 h., 33 ro. e 16 s. da m. 9 Quto ming. a 1 b., 33 m. e 53 9. da t. 16 La? nova as 7 h., 17 m. e 33 s. da t. 23 Quarto cresc. as 10 h., 44 m. e 27 '. da m. 31 La cheia as 2 h., 11 m. a 22 s. da m. DIAS DA SEMANA. 26. Segunda. Ss. Ludgero e Braulio ab. 27. Terca. S. Leandro b.; S. Roberto b. 28. Quarta de Trevas. Sss. Prisco e Maleo mra. 29. Quima. 8. Bertholdo c.; S. Barachisio ro. 30. Sexta da Palxo. S. Rodezindo b, 31. Sabbado de Allelnia. S. Veremundo. 1. Domingo. S. Macario b.; 8. Valerio ab. PREAMAR DE HOJE. Primeira as 0 horas e 30 m. da tarde. Segunda as 0 horas a K4 minutos da manha. PARTIDA DOS VAPORES COSTURO*. Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o aorta at a Granja a 7 e 22 de cada mez; pan Femaa- do nos dias 14 4os mezes de Janeiro, marco, ulbo, setembro e novembro. ASSIGNA-SE . no Recife, na livraria da praca da Independencia ns. 8, dos propietarios Manoel Figuelroa de Faria & Filbo. PARTE OFFICIAL GOVERVO IA PROVINCIA. Expediente de dia i 2 de marea de 1860. Offlcio ao Exm. cooselheiro presidente da rela- co.Sirva-se V. Exc. de informar acerca do que | Dito ao juiz municipal e de orphaos do Rio For- | Pormoso.Para salisfazer a requisigo da assem- 1 bla legislativa proviociel, feita em offlcio de 9 do 1 corrente, sob n. 14, enveme Vme. copla do offlcio dirigido por esse jnizo aode orphaes desta capital, acerca da menor Annanias do'Amor Divino Mello. j Portarla.O vice-presidente 4a provincia, con- ; forruando-se com a proposta apresentada pelo te- neate-rornnel commandante do 2* batalho de in- fantana da guarda nacional do municipio do Reci- fe, sob que informan o respectivo commandante superior em offlcio de 9 do corrente, resolve pro- mover a capillo da 2' companhia do mesmo bata- lho, o tenente da 3* Juvino Bpiphanlo da Cuaba e primas, e aquellas que s soffrerem a primeira transformado, e sio assim empregadas as fabri- cas, com impostos paramente estati ticos, entraado nesta classe os despojos de animaos, as ls e pel- es ; as sedas cruas ou Badas, o algodo, as flacoes pede o marecbal commandante das armas no in clnso offlcio que me ser devolvido, acerca do sol- dado sentenciado do 7 batalho de infantera Jos Felippe Bezerra )ito ao Exm. marechal commandante das ar- nom'ear aiferes da 8* "guarda Joaqaim PereTra"dos Santos. Comrauuicon-se ao respectivo comman- mas.Sirva-se V. Etc. de informar me acerca do que pedem nos inclusos requerimenlos Jos Lean- dro de Barros e Jos Obmiugues de Ulivelra. Dito ao mesrao.Respondendo ao seu offlcio de 8 do corrente sob n. 471 dizendo-Ihe que em vista de um outro que em data de 7 da feveriro ultimo n. 233 V. Exc. dirigi ao meu antecessor, autorl- son este por offlcio de 8 daquelle mez a dispensa do servico da guerra da guarda nacional Joao Paulo Barretto de qae trata visto soffrer de eplepsia. Dito ao mesmo. Mande V. Exc. dar baixa ao voluntario do 6 corno Ignacio Antonio de Paixao visto que fot considerado incapaz em inspecco da saude como consta do termo annexo ao seu offlcio de 9 do corrente sob n. 488. - Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de informar acerca do que pede no incluso requerimento o ox- alferes em commisso da companhia de zuavos Justiniano .Wanoel de Barcellos. Dito ao mesmo, Queira V Exc. informar-me daote superior. EXTERIOR. ceitos que em seu espirito se baviam formado, pro- carava-se coaci-lo por meios al torturosos. Um jornal, diz o honrado memoro, que nesta ca- pital se pnblicou com o titulo de Gazeta do Norte, e que pregava principios oa mais adversos i causa Ungidas, o Moho, o cahamo e semelhante, em ra- nacional, servio para se indispr o espirito publico contra o alistamento dos voluntarios, e isto te ve lugar, forcoso dize-lo, antes da organisacao do ralis, o ferro estaohado, zlncado e condnlado, etc.;! batalho e com o auxilio de alguna que mals tar- o roeiaco, muitos productos cbinezss, e outros que de vieran a (atar com essa difflcuidade por elies CORRESPONDENCIAS MOBI.l RIO DE PERNAHBVCO POBTO. 26 de fevereiro de 1866. Em novembra ultimo o governo convidou as di- versas associagoes commerciaes do romo a estuda- rem as reformas que convinham fazer as leis de commercio e navegacao submettendo a considera- cao das mesmas associacoes os quesitos a que de- viam responder. Para salisfazer ao pedido do governo a direccao da asociacao commerciai desta cidade, norneou de ' seria longo enumerarse. As reduccdes nestes artigos iriam beneficiar a in- dustria nacional, e simultneamente o thesouro pu- blico, fazendo correr para os seas cofres, os direi- tos que sao extraviados pelos transgressores da lei, que encontrara na vasta raa secoa, e no grande numero de pequeos postos em toda a costa, os precisos elementos para favorecer sea trafico illi- cito. Respondendo ao 3 qaeslto, que tem intima liga-1 cao com o antecedente, a consulta sustenta que to- das as relacdes, sejam ellas de que natnreza forem, > irrespectivamenle dos objectos sobre que recaiara,' oecessariamente beneflciam nao s o. consumidor, Duramente dito, mais anda aquella que tambera ; productor, e que pela modicidada do prego com que possa produzir seus artefactos, aniqulida pela baratera das cousas indispensaveis subsistencia do operario, e a sua insdustria, se langa em um circulo muito mais extenso de consumidores do seu fabrico. Favorecer a barateza da vida, esse o empenbo que boje preoccupa todos os estadistas, por se notar urna grande tendencia para a sabida, de tudo que se Ihe torna necessario. A admisso de algaos ge- proprios preparada. (Apoiados.) O goveroo, diz o honrado Sr. Uargos, nomeoa auxiliares para a organisacao do 4 batalho, lo- dos tirados do partido conservador; com quanto este proced i ajenio tivesse causado um certo des- posto aos membros do partido progressista, emen- de o orador qne fui elle louvavl, para que oa or- gaaisadores, que perleocem aquello partido, nSo tivessempretexlosou motivos de queixas, anda manres, dos seus adversarios. (Apoiados.)- Quando, pwm, se acreditava que esses auxi- i llares iriam promover o alistamento, vimos que fo- ' ram fazer na comarca o mais atroz reerutamen- to de que o paiz tero'tal vez noticia. (Apoiados.) . A agricultura, a industria em toda a comarca de- Flores foram tatmensamente prejudicadas, porque os bracos livres fogiam do trabalho, para poderem escapar do recrutamento. (Apoiados.) Ao chagar aquella comarca o Sr. Fre Serafim, notou que os hmeos se occultavam, e que nem ao menos vnham ajada-lonas proclssoes, sendo preciso qne as mulheres carregassem o andar da imagem. Informe! Ihe, diz o orador, do reeeio que todos tinham de serem recrutados. O Rvd. sacerdote garanti eom a sua palavra, acerca do que pedem nos inclusos requerimenios Jo- Antonio de Souza Paes, e Joao Tnomaz de !entra os ns membros urna coramissao que Bcou Almeida composia dos Srs. Justino Ferreira Pinto Basto, Dito ao raesmo.-lma vez que segundo informa faimdo Moser e Jos Joaqaim Rodrigue Freitaa ! o tenente-coronel comraaodanie do 2 batalho des- ,ni". aQ.ue,le presidente e estes secretarios da | tacado e actualmente Io corpo provisorio, nooffi :io ,dl,a, .[r*^Sa0:,, annexo ao de V. Exc. de 7 do corrente sob n. eros, absolutamente isentos de impostos, pode pa- que nenbnm seria recrutado eroqaanto elle alli es recer, primeira vista, que causara um desfalque i tivesse ; com esta promessa algnns appareceram, ao erario, mas quando se cosclue om exerclcio, i masquando em rompanhia do proprio fre SeraOm, se vai encontrar a differenca no augmento insensi- se approximaram de urna pa-trulha, esta den um 468 nSo pode ser cumprida a ordeih desta presi- dencia de 17 de fevereiro ultimo mandando dis- pensar do destacamento do presidio de t-'eroando, ao guarda do 10 batalho de Iguaras- Jpo Maia- quias do Mello por ser o nico arrimo de sua fa- milia, visto ja haver este anteriormente seguido para o mesmo presidio, sirva-se V. Exc. de pro- E nao s desta. cidade, mas de qualquer parte do paiz, a fornecerem-lhe por escripto qoaesquer es- clarecmeatos sobre o assnmpto da consulta. Poucos resultados obteve-a commisso deste sao convite, e se nao se resolve.-se ella propria a rea nir os elementos necessarios para se desempenbar videnciar para que a referida ordeno seja "exec- d "rea de que se havla incumbido de certo nao U(ja f lbe terla sido possivel concluir os seus trabamos Dito ao Dr. chefe de polica. Para satisfazer a' Pw os apresentar, como apresentou em sesso da dellberaco da assembla legislativa provincial, direccao do da 23 do correnta. * comida em offlcio da 9 do corrente sob n. 14 ea- Nes,a, mMma sess9 ^am aquelles trabamos vieme V.S. copias daordem que expedio para a'..discutidos e approvados. menor Anoanias do Amor Divino Mello ir a sua A desposta a consulta do governo, foi redigida presenca, do termo de depo>uo da mesraa menor Pek) t'r- EJuardo Moser, inteligencia robusta, mu feito nessa repartido, flnalmeota de todo o pro- versado era cousas commerciaes, e um djjs c cesso feito cora assistencia de V. S. Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. Em vista da inclusa conta em duplcala, e nao ha- vendo inconveniente mande V. S. pagar a Jos Ferreira do Nascimento, conforme solicita o direc tor ao arsenal de guerra em offlcio de 10 reme sob n. 537, a quantia de 1005000 condnzio para bordo do vapor Paran com destino a corle 91 caixoes cora artigos de fardamentos e e equipameuto. Communicou-so ao director do arsenal de guerra. fervorosos e convictos enthusiastas da iberdade do commercio. E' um documento- importante, e muito extenso. Diz verdades amargas, e nao poupaem lingua- gem seropre commedida como curapria que fosse i do cor- 'empregada os erros do governo na materia sujeita porque jan exame, e funda-se era argumentos solidos para desiliudir os que em boa f pensara que nos eleva- dos direitos das pautas esta' a protecco as indus- trias. Resumindo os pontos principa s da consulta procuraremos dar urna idea do como nella sao tra- val da receita, s vezes inesplicavel, pelo modo ex-, traordinario porque se opera, quando cresce a pros- peridade publica. Pede a consulta ama lei permanente de cereaea que acatando os interesses da lavoura nao despre- ze os da industria e os dos consumidores era peral. (Conttnuar se ha.J PERNAMBUCO, ASSEMBLA LEGISLATIVA PROEMIAL. SESSO ORDINARIA EM l DE MARCO DE 1866. PRESIDENCIA DO SR. VICARIO FRANCISCO PEDRO DA SILVA. Ao meio dia faz-se a chamada e veri6ca-se esta- rem presentes -os Srs. deputados Francisco Pe- dro, Ramos, Ayres, Buarque, J. Reg Barros, Cor- rea da Silva, Arminio, Andr, Hlsbello, Sergio, grito de alarma para que todos fossem agarrados! Eu proprio testemunhei ser recrutado um me- nino, qne sendo torturado, e estando estropeado foi levado presenca do Sr. Dr. delegado, que o mandou por em Iberdade. O Ilustre Sr. Burgos diz, qaa ae nao fosse a be- nelica intervengo do Sr. Dr. Adelina, delegado ! de Florea, nenhunu garantia haveria contra os abusos dos recrotadores (apoiados). O orador diz que nao obstante todos os males que sotfriam em Flores, os raUbros do partido progressista entenderam nada dever reclamar pa- rante o goveroo da provincia, para qae nao ser-1 visse isto de pretexto ; e qae se assim procedendo, sao hoje, elle e os seas amigos, victimas de tanta injustiga, o que nao teria acontecido se essas recia- macoes apparecessem ? E' certo, porm, que pro videncias a mais enrgicas foram dadas pelo Sr. conselheiro Paranagua logo qae dos nossos ma- les teve sciencia. S. Exc. fez cacar as cartas de recrotadores dadas a capital: illegalraente, e fez quanto antes recolher Cicero, Lopes Machado', Tiburllno, Augusto de S~ou- a(>?Ie-lle ll,Jalfatlado *"* wln>rios. za Leau, Soares Brando, Burgos, Jerooymo, Giti- Nao_ P3"1? POan'*> o presidente da provincia ser rana, Epaminondas. Amonm, pies de Andrade,: reapdtaavel per abasos d-st ordem e que s par- Candido Martins, Brillo, Emygdio, MerguIhSo e Ur-* oi Se* agentes (apoiados). Gaspar. Honro Sr. 9m observa q Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. para os tins, convenientes, copia do contrato pelo qual o padre ; taos esses pontos. Francisco Aciano de Souza Araujo se obricou a governo formulou os segnintes quesitos : servir de capeliao do presidio de Fernando. Qne influencia tem exercido a pauta geral das Dito ao mesmo. Attendendo ao que pedem o alfandegas em vigor sobre o commercio ? capitao. o teneote quartel-mestre e o aiferes do 4' Gaspar. I u >cor sr-Bitttos observa qae alguna boa- j Abre-se a sesso Ilos corriani em Flores e at nesta capital, sobre os L-se e approva-s'e a acta da sesso anterior. I desperdicios dos dinbeiros pblicos na orgapisecao | O Sr. 1* Secretario da' conta do seguiote EXPEDIENTE. Offlcio do secretario do governo, remetiendo as copias exigidas sobre o canal construido no enge- 2." Sobre que classes de productos podem redu- zir-ae os direitos das alfandegas, sem compromet- ter os legtimos interesses nacionaes e os do ihe- sooro ? 3." Quaes sao as reducces que mais directa mente podem aproveitar ao consumidor ? 4. Quaes sao as materias primas, ou producios manufacturados, cuja exportaco pode ser promo- vida com mais V3nlagem ? 5.a Que reclam.>coes convm fazer aos paizes es-' trangeiroj ou seja quanto aos direitos da alfande- ( ga, que pesam sobre os nossos productos, ou seja dizem respeito corpo de voluntarios desti provincia Samuel de Si Montenegro, Joaquina Jos do N'ascimento Wan- deriey e Francisco Leopoldino da Silva Silva Lis- boa, nos 3 iuclasos requerimentos que rae remet- teu o marechal commandante das armas com oficios de 8 e 9 do crreme sob ns. 474 e 483 re- commendo a V. S. que se no huuver inconvenien- te mande pagar aquelles offlciaes o quantitativo que despendern) com a conducho de suas baga- gens da villa de Flores para esta capital como se v dos mencionados requerimentos. Dito ao mesmo.Ao teneote do 9o batalho de quanto a s leis e regulamentos que infantaria do exercito Emiliano Ernesto de Mello a' navegacao f Tamborim, promovido aquelle posto por decreto de I 6." Que effeitos tem produzido no commercio e 22 de Janeiro deste anuo, maode V. S. abonar tres! navegacao os direitos differenciaes ? meza* de sold nos termos do art. 28 da lei n. 514'. Ao 1 destes quesitos responde a consulta que a de 28 de outubro de 1848 e circular do ministerio tarifa aduanera, estabelecendo sobre qaas toda a da guerra de 10 de novembro do mesmo anoo. | producco estrangelra, direitos exorbitantes era Dito ao mesmo.Se nao houver inconveniente, I muitos casos, quasi prohibitivos em outros, e favo- mande V. S. pagar a quaolia de 18 despendida | recendo s a entrada de algumas materias consi- peio teneote quartel-mestre do 4 corpo de volun-' deradas primas, encitou ao- contrabando e coacor- arios desta provincia Joaquira Jos, do .Nascimento! reu para que as nagoes que se Julgaram hostilisa- Wanderley, com a condugo de artigos de farda-i das pela pauta tomarem medidas que prejudica- mento, equlpamento e ulensis perlencentes ao mes-1 ram em grande escala o nosso commercio de ex- mo corpu do arsenal de guerra para o quartel do Hospicio, como se v do incluso requerimento do- cumentado a que se refere o offlcio do marechal commandante das armas de 8 do correte, sob n. 473. Dito ao inspector da thcsouraria provincial. Annuindo ao qae solicitou o commandante superior o slo portuguez frtil, oa qae interino deste municipio era offlcio de 9 do corren- se elle nao da' o rendimento, que portacao e a navegacao. fundamente este pedido da maneira seguinte : E' um facto incontestavel que o pao, geral- mente fallando, muilo mais caro nos dominios de vossa magestade, do que na mxima parte dos; estados europeas. Todava nao pode negar-seque productivo; e rasoavelraente te, sob n. 74, reeommendo a V. S. que estando em 'devera esperar-se porventura porqce ha desle- termos os inclusos documentos, mande pagar os. xo no su amanbo^ou porque ha obstinacao em vencaenlos dos destacamentos de guardas naci-' nao se adoptaremos processos mais approvados.; naes existentes as freguezias da Varsea e Poco para conseguir a maior producco, em beneficio da Panada, bem como na povoaco da Capunga, nao s do lavrador, mas d toda a socledade que sendo os du Io relativos a Ia qunzena do mez de j affectada pelo augmento do salario do operarlo, fevereiro a timo e dos outros a todo aquelle me?,! que nao pode deixar de ser regulado pelo custo como se v dos mencionados documentos. i da farioha. Dito ao mesmo.Para salisfazer a deliberacao j < Vossa magestade ainda permittira' benevola- da assembla legislativa provincial, comida em uf- mele a observaco, que apesar da lei ominosa, ficio do respectivo 1 secretario, datado de 8 do que exclua absolutamente o pao estrangeiro dos i corrente, sob n. 12, emita V. S. o seu parecer (nossos mercadosdessa lei que protega a inr* acerca do Incluso projeclo n. 33 do auno passado, ca, e condemnava a' tome e a privaco multa gen- que roe ser devolvido. te que, vivendo de tenues rendimentos pecuniarios ] Dito ao commandaote superior da guarda naci-1 on da parca retnbuico do seu trabalho, nao traba nal do Recife. Sirva-se V. S. de expedir suas or-' meios para chegar ao alimento, pelo qual implora dens nao s para que um dos corpos sob seu com-' quotidianameme.a graca divina as suas oracoes, mando superior esteja postado em frente da matriz a lavoura nao tem tido maior desenvolvimiento en- do Corpo Santo, s horas da tarde do da 13 Jo tre nos, e de certo nSo proporcional ao favor ap- correnie, adra de acoropanhar a sagrada imagem prente de que gosa, anda boje com o peso do tri- do Senhor Born Jess dos Passos daqnella igreja,' bulo nos cereaes estrangiros. para a do convento do Carmo, mas tambera para c Desde que a Hespanha melborou sua vlaco que toda a guarda nacional desie municipio se publica, e que ella encentra nos mercados iberi- acbe om frente do referido convento s 3 horas da eos, e na Gra-Bretanha extracQo regular aos tarde do dia subsequeme, adm de acompanhar a S'us abundantes cereaes, raro o anno, que nao mesraa imagem em procisso desta para aquella! tenba sido necessaria a admisso excepcional de igreja. cereaes estrangiros em Portugal.... E* porque A goarnic3o da praca dever ser feita no ultimo' outr'ora nos celleiros das provincias Estremadora dos preditos dias pelas pracas da mesma guarda' hespanhola, de SalaraancFRV*:eon estava quasi nacional que nao marcharen), para o que devela I de graca o trigo acenmaladiTOm imroensas quan- V. S. tambera providenciar. Communicou-se ao! tidades : e alguns lavradores raanos, fama pa- general commandante das armas. j blica, d'alli reeebiam enormes porcoes de faria- Dito ao commandante do presidio de Fernando.: ecos, qne realisavam com maior lucro, do que se tratassem de have-lo das suas trras, cujo abando no era mascando, sendo manifestadas como niui- ' to productivas. Pede a reduecao dos direitos do assucar, do ba- argumen- Transmuto a V. S. para seu conhecimento, copia do contracto celebrado com o padre Franciseo Aniano de Souza Araujo, para servir da capello nesse presidio. Dito ao direct r geral interino da instruccSo pu- calhu, etc. fundando-se em fortissimos bliM.Para salisfazer a deliberacao da assembla tos. I legislativa provincial, comida em offlcio do rspec- j Tratando do qoesito 4 menciona as materias on livo i* secretario, datado de 9 do correte e sob n. \ objectos cuja exportaco mais conviria animar, taes 13 relativamente ao incluso requerimento que me' como sal, eortfca fructas verdes, leguroes, gado seri devolvido, de Hermenegildo Marcelino de Mi- j vaccom, peixe salgado, seda era casulo, em rama- randa, bedel do Gymnasio, faz se preeiso que Vene. I ou Bada, cera, isa em ramar vntw, aguarda, vina- ouvindo o regedor do mesmo Gvmnasio, informe : gre, azelte, cortumes, obras de laa ordinarias, teci 4* se houve augmento de servico para o peticiona- rio, T ae este augmento de natnreza tal que tambem deva ser augmentado o seu ordenado; Dito ao juiz de orphaos desta capital.Para sa- tisfazer a requisico da assembla legislativa pro- vincial, comida em offlcio de 9 do corrente, seb n- 14, faz-se preciso qae Vine, me envi copla de todo o processo instaurado por esse jnizo acerca do ca- samento da menor Aoaaias do Amor Divino Mello. das ou era ponto de meia, ferragens, panno de li- nho, de fabricaco domestica, carnes preparadas, on conservadas, fructas de conserva, doce secco, on de calda, tabaco manufacturado, sabio e mina- raes. tra quanto ao 2* qae*ito diz qae ha interesse evidente para a industria, qae os direitos indirec- tos sobre os artefactos sejam convenientemente re- butido?, e qae i ella se proporcionen a* materias nho Trapiche.A' quem fez a requisico. Outro, remetiendo as informaces da repariicae de obras publicas, sobre a petigo da vinva Ma- mede Alves Ferreira.A' quem fez a requisico. Outro, remetiendo o parecer do prelado diocesa- no sobre o projeclo n. 6 deste anno e n. 43 do an- no passado.A' quem reqaereu. Outro, remetiendo urna postara addicional da cmara municipal do ltecife.A' coramissao de posturas. Outro, remeltendo copia do despacho que inde- ferio a pelico do ex fiscal da freguezia dos Afoga- dos.A' quem fez a requisico. Urna petigo de Andr de Abren Porto, pedindo a concessao de um privilegio, para construir duas pontes de madeira do lugar denominado Torre pa- ra o Poco da Panella.A' commisso de obras pu- blicas. Outro De Aristides Duarte Carneiro da Cunta Ga- ma, pedindo om privilegio para construir urna poete de ferro na Camba de SaufAnna.A' com misso de obras publicas. Outro finalmente, do commendador Manoel Ga- millo Pires Falco, pedindo a restiluico de 605, que deixoa de ser contemplada na lei do orea- memo vigente.A' commisso de fazenda e orna- mento. ' L-se e entra em discussao um parecer da com- misso de petices, indeferlndo o requerimento de Jos Mara Ramooda.Approvada. > OutroJa mesma, indeferindo a petico de Feli- ciano Francisco de Hollanda Chacn.'Adiado por ter pedido a palavra o Sr. Buarque. entra em discussao a reJacco do projeclo n. 1 deste anno.Approvada. L-se um projecto, assigoado por pelos Srs. S. Brando, Pies de Andrade, Buarque e Ramos, aa- torisaodo a eonstracco do telegrapho eletrico de Trombetas para o centro da provincia.A' im- primir Continnoa a discussao adiada do requerimento do Sr. Drommend. Teve a palavra o nobre dapntado o Sr. vigario Silva Burgos. O ilustre depntad.o diz que ao oavir lr o re- querimento em discussao, resolveu preslar-llie n seu voto, alim de que viessem casa os documen- tos qae nelte se pedem. Que assim praticava para poder chegar ao conhecimento exacto do dispendio que hara causado os cofres poblicos o 4a bata- lho de voluntarios, organisado em Paje de Flo-es. Infelizmente, diz o honrado membro, o seu nome se acha envolvido na organisacao dette corpo, e o orador sent a necessidade de se prevalecer da op- porlunidade para dizer algumas palavras em sua propria defeza, entrando depois na analyse do re- querimento. Quando se projecton a organisacao de um bata- lho de voluntarios no serto, foi convidado pe- los seus amigos para prestar-lbe toda a coadjuva- cao. Era ento designado para sea commandante o Sr. major Jos Rodrgaos de Moraes, qae mals tarde resolveu pedir dispensa desta commisso. Ponco depois recebeu cartas dos aens amigos, pe- dindo para qae me prestasse a auxiliar a organi- sacao do corpo, que bavia sido confiada ao Sr. te- nente-coronel Siqueira Campos. Nio ponpei-me a qualquer sacrificio, e com a mlnha palavra, com os meas freos estreos promov, quanto em mlm coube, a acquisico de voluntarlos para o dito ba- talho. Entretanto, diz o Ilustre depetado, imputava-se- me o empenho de obstar a organisacao do corpo, e al de promover a deserco dos sens soldados. To seria i aecusacao se levantsva igualmente contra todos os seus amigos da comarca de Paje de Flores, e at contra o respeitavel e digno sacer- dote fre Serafim. . Nio se apresentavam fados, diz o iUOstre Sr. Burgos ; os boatos da todos os das eocontravam desmentidos, mas estes nio eram acceitos e se ca mava OMstantemeote contra a sua humilde pessoa. O honrado Sr. Burgos, dix que a Inexperiencia, o descado, o desaso mesmo foram as verdadeiras causas de se nao ter organisado o corpo de volun- tarios da comarca de Paje de Flores. Em vez da prudencia e mederaco. em vez de se pregar ao povo e de dissuadile dos precon- do 4 corpo de voluntarios. E' real, diz o orador, que nunca se formn o cor- po com um numero de pragas superior a pouco mais de cero, nao obstante serem tirados os prets para numero muito superior a dutentas pragas. Mas, diz o orador, nenhuraa prova se pode adduzir de que nisto se desse verdadeira delapidago. Se apenas compareca aquelle pequeo numero de soldados em forma, auppoe o orador que os de- mais, alistados no papel se acbavam em outros pootos da comarca e deveriam comparecer no acto da parlida para a capital. Nisto houve um erro, e um erro fatal aos rgausadores. Confiaran) tai- vez de mais nesses alistados, e n> os aquartelan do facilitaran) as fugas, ou mesmo muitos que ape- nas deram os seus nomes, nunca tiveram o pro- posito de marchar. O orador diz, que nao faz cbo dos boatos de de- lapidago dos dinheiros na organisago do 4 ba- talhu ; que explica antes os fados relativos aos prets pela forma porque o fez. O honrado Sr. Burgos pondera qaa a discussao do requerimento se tem tornado odiosa, e estallan-! gada no terreno da conOanga ao Sr. cooselheiro Paranagua (apoiados e nao apoiados) ; que nestas condices, presiaodo elle adheso aquelle adminis- trador, nao pode deixar de votar com os seus ami- gos da raaioria da casa (muito bem, muito bem). Toma a palavra o Ilustre deputado o Sr. Correa de Brillo. O honrado membro diz que ouvio dos labios de pessoa para elle muito respeitavel a segrate m- xima : a aecusago feita ao amigo ausente um appello lealdade do amigo presente (apoiados). E' com esta divisa que o Ilustre deputado entra na discussao. Do correr da discussao o orador v que se quer levantar suspeitas sobre a applicago que dos di- nheiros pblicos fez na provincia o seu amigo o Sr. conselheiro Paranagua ; que o requerimento em discussao nao mais do que o sello dessa igno- miniosa suspeita, e que nao pode elle concorrer com o seu vol para que sobre a admnistrago d'aquelle conselheiro se lance a pecha de delapda- dora dos dinbeiros poblicos (apoiados, muito bem). O orador nio desee i analyse dos fados, nem entra na refutago dos argumentos adduzidos pela opposigo, porque os seus collegas e amiges da maioria j o fizeram da maneira a mais completa (apoiados). Mas observa urna coincidencia que nao pode pas- sar semfreparo. As tropelas, os abusos, as irre- gularidades que a palavra aulorisada dos seus col- legas da minora tem denunciado casa, nao par- tirn) dos membros do partido progressista (apoia- dos). Se exaroinarmos o que se fez em Paje de Flo- res, vemos os membros do partido conservador aa- tonsando, animando, pratlcando ellos proprios aquelles abusos (apoiados); se vamos Goyanna, encontramos um ruembre do partido liberal quand mime feito recrutador, e persegaindo atrozmente aos seus concidados, como a propria minora o referi (apoiados). E-tes tactos, diz o Ilustre Sr. Correa de Brillo, nio podem ser (aneados conta do partido pro- gressista (apoiados). Nao devem os membros da opposigo arrancar dos saos essas fallas para Ian- carera aos membros do partido progressista (apoia- dos). Desgragadaraente a opposigo da assembla velo rebaixar os bros da provincia de Pernambuco pa- rante o paii imeiro, diz o Ilustre orador. Se ba- viam chagas, era preciso encobri-las ; se baviam' pernambucanos baldos de todos os sentiraentos de i patriotismo abnegaao, era preciso nio expolos indignago publica, e antes lamenta-los (apoia-. dos). Mas a opposigo assim nao qulz : veio dizer-nos que na provincia hoove pernambucanos, qae para defenderem a causa 03010081,400 para repellirem o estrangeiro audaz qne prsava o solo sagrado da patria, precisavam ser amarrados. Quando, Srs., desgragamente assim fosse, ojjoe estou bem longe de acreditar, devamos ser os prfmelros a oceultar tanta miseria (apoiados). O orador di que oio v motivo para tanta gri- ta da opposigo pelo tacto de se transformar re- crutados m voluntarios. Ainda quando isto se tivesse dado, accrescaota o illustiado Sr. BrMto, a bons -Rberaes deviam an- tes louvar o administrador qae pratcasse acto de tanta nhilaairopia (apoiados). i O recrutado nm cidado qne estando no caso de servir no exercito a lei obriga-o a alistar se as suas filenas ; e se a sua forte pode ser snavisada pelas vantagens de voluniario, e se o governa Ih'as concede, porque nos, liberaes, delegados do povo, argimos um acto to generosa 1 (apoiados). O orador, respondendo a diversos apartes da op- posigo, declara que poltico dos principios, e nao flas pessoas 5 qne adhero a liga com a mais profunda conviegao e lealdade; que nao imita aquelles que estendiam a mo direita aos seas ai- liados e os apunhalavam com a esquerda (apoia- O honrado membro membro diz, que o partido progressista o verdadeiro partido de oplaio; que s nelle se encontram ideas, e s delle espera o paiz a safislago de suas mais vitaes necessida- des (apoiados). O (Ilustre Sr. Corre? de Brillo declara qne o partid progressista era o partido dos sonhos do eminente e demcrata parlamentar portuguez, Jos Esievao, que nao suspeito aos membros da op- posigo ; que o partido lorte e popular do-pata, e que elle orador estara sempre prompto a erguer a sua voz em sastentagao dos slos principios que formara a bandeira desse partido. O honrado deputado l na casa as seguintes pa- lavras de #os Estevo, que constltnem, diz o ora dor, o futuro de onro do paMdo progressista e que o pintam com as suas verdadeiras cores : t Para o futuro pertencerei de certo ao partido, qoe comeea a formar-se, que ja esta' erescldo, que vive entre nos sera termos dado por tal, que eos inspira sem nos o sentlrraos, e qae mesmo do ber- go dirige as coasas publicas e domina at os ho- mens da man torle ventado. Este partido sera' am producto de todos os partidos que ora existen), anda quecora oro nome poltico, mas sem substan- cia doutrinal, producto alcaogado, nao pelo concer- t de individualidades, de coalses ephemeras, de parcerias ambiciosas, mas pela trituracio da opi- ni publica, pela acgo da consciencia universal, pela solibilidade das pequeas paixes, e das im- portancias artifieiaea no g. ande e irresistivel senil- mente nacional, que transforma lado quanto Ihe convem asaemelhar, e destroe todas as heterogeni- dades que me resistero, ou que Ihe nio servem. Este partido nao se parecer' em carcter a ne- nhura dos partidos existentes, nem se filiara' as glorias de nenbum d'elles, nem seri um eogenho poltico incapaz de acgo propria e embargante de aeco dos outros. em seu gremio oeioso e solipso, que aliaste e maltrate como apostatas todos os que se nao carvem s suas idolatras. t Este partido sera' a ligago de todas as capa- cidades prestaveis para a govereagao publica, ten- do por intuito coramura a civilisgo do paiz em todas as suas formas. Se este partido fosse obra dos homens, ou a sua creagao podeseser contra riada por elles, talvez se flzesse; ana esta ordem das cousas surge, rebenta da nossa sitnago. E' assim qae o orador emende o partido progres- sista, assim que este reallsa as suas ideas (apoia- dos, muito bem). O orador conclue declarando que vota contra o requerimento. Encerrada dtKaaee e-o havendo nenhnm Sr. deputado com a palavra, o Sr. presidente poe a votago o requerimento o qual rejeilado. Passa-se a' ORDEM DO DIA. 1.' Discussao do projecto n. 25 deste anno, auto- risando'o estabelecimento de trilhos urbanos para a cidade de Olinda. E' aprovado sem debate, e dispensado do Inters- ticio a pedido do Sr. Bnto. 1." Discussao do projeclo ti. 26 deste anno, rilan- do a subvengao da companhia pernambucana. Approvado sem dbale, e dispensado do intersti- cio a pedido do Sr. Ramos. 1.' Discussao do projeclo n. 23 desle anno, auto- rlsando os-reparos do agude da Villa do Bonito. Approvado sera discussao. 3.a Discussao do projecto o. 10 deste anno, con- cedendo a grauBcago pedida por Vicente de Tor- res Bandeira, pele lempo em que exerceu o cargo de esenvo da fazenda. Approvado sem debate. 3.' Discussao do projecto n. 21 deste anno. auna- do um credilo supplementar, pedido pela presiden- cia ao art. 14 do orgamento vigente. Approvado sem discussao. i.' Discussao do projecto n. 18 desle anno, auto- risando a construego de urna ponte sobre o rio Se- rinhaera. L-se e entra era discussao um additivo dos Srs. Sergio, Cicero, Arminio, Ramos e Andr, autori- zando igual construego para o riolpojuca. Encerrada a discussao approvado o projecto e igualmente o additivo, sendo dispensado o intersti- cio a pedido do Sr. Gaspar. 1." Discussao do projecto n. 16 desle anno, sobre a divisio do cartorio de Goyanna. Fallam sobre a materia os Srs. Ramos, Lopes Ma cbado e Reg Barros. Vera a mesa e entra em discussao um requeri- meuto dos Srs. Correa da Silva, Corro de Melio e Soares Brando, pedindo para qaa seja oavido so- bre o projecto, o juiz de direito de Goyanna. Encerrada a discussao o requerimento appro- vado, ficaodo o projecto adiado. 1.a Discussao do projecto n. 4 de 1862, prohibin- do a abertura de crditos supplementares. E' regeitado sem discussao. 1.* Discussao do projecto n. 6 desle anno, sobre a transferencia da sede da freguezia de Taquarelin- gua para Vrteme. Sao lidas na casa as informaces do Sr. bfspo contra a conveniencia do projeclo. Fallam sobre a materia os Srs. Ramos, Amorlm, Costa Ribeiro, Gitirana, Gaspar e vigario Jerooymo Requerendo-se o adlamento da discussao por 24 horas, veritica-se nao haver casa, pelo qne o Sr. pre- sidente levanta a sesso dando a segrate ordem do da : 1.* disenssao dos projectos ns. 27 de 1857. 37 de 1859, 29 de 1860, 5 de 1861, 49, 63 e 107 de 1864; 2.a discussao dos de ns. 3,9, 25e 26 deste anno, e continnago do anterior. REVISTA DIARIA A' noticia qoe demos sobre a soleinoidade reli- giosa da protettago de e baptismo dos dous di- sidentes da commnnho catholica, e os seus varia- dos incidentes, temos a additar para sen comple- mento integral o segrate : S. Exc o Sr. barao da Vera-Cruz, entrando no conhecimento de qae o sea afllhado achava-se de- tido por falta de implemento de contrato de locago de servicos, que entre elle e o Sr. F. H. Caris ba- via, resolveu logo em seu anima generoso e com o cavalheirismo qae Ihe reconhecido aligeira lo desse incommodo, abriodo lbe as portas qoe Ihe coaretavam a Iberdade, por meio do pagamento ao referido Sr. Caris de quinhentos e tantos mil res, que Ihe elle devia por adiantamentos. Mas como nao tivesse conhecimento pessoal cora elle, e sa- nando que se achava entre os espectadores daqnel- la augusta solemnidade, fez manlfestar-lbe os seus desejos pela offlciosa iotervengio do Sr. Luiz de Moraes Gomes Ferreira, que entretioha relacoes amistosas com o Sr. Caris. Este, sendo assim solicitado, nao quizdcar some- nos em generosidade ao Sr. bario da Vera-Cruz, a quem para logo maoifestoo qae desista de sua querella contra Willlam Botieber, e abra de mi do recebimento da quantia qae lbe elle devia. Como, porem, esta simples declaracac a puridade quasi nao fosse sndente para a soltara do detido, tomn ento o Sr. Caris o carro do Sr. bario, diri- gio-se sem ietenga ao jnizo de paz do Recife, e pe- ! rante elle fez a competente deelaraeao em forma j legal, que abri ao preso, regenerado pela bengo lustra 1 do baptismo, as portas da priso, i qual pa- rece que um destino provideocial o havla levado. Si a ioiciativa do honrado Sr. bario da Vara- r.ruz ura fado que engrandece, o proceder edn- sequenle do Sr. F. H. Caris muito o honra, a fax o elogio do seu corago. Ante-hontem renden a alma ao Creador a Exma. Sra. D. Candida Rosa Bezerra de Mello, lr- roa do nosso amigo o Sr. Dr. Joao Bezerra de Mel- lo, que ora acha-se no Rio de Janeiro. Flor qae se desprenden da vida, para enoastrar o chao da morte com suas ptalas, ella voou dater- | ra como se tora om sonho a sua existencia nella, d'onde a arrancn nma affecgao pulmonar. Em orto mezes extinguise ama vida qoe tanto prometlia, e a qual cercara a natnreza de dons em larga copia. Soffria a alma, o corpo nio poda deixar de re- sentirse dessa crreme sympathica I Curvou-se a om destino fatal: adormeeeu para o mondo f Silencio I E reclinada no arehaejo da morte, foi orar aos ps do Eleroo. a A proposito da appreheoso de plvora na Gloria de Goit eoraraonicam-oos o seguiste : c Tendo o Sr. subdelegado da Gloria, capitao Francisco Virginio Rodrgaos Campello, recebido do delegado de Pao d'Albo ordem para velar sobre os escravos qae se acbavam na malta, e recom- raendacoes a respeito de orna pessoa moradora Mi Gloria qae se diaia implicada no movimento dos mesmos escravos, tratar de tabelecer piquetes em varios pootos em- sua freguezia, sendo qae foi am desses piquetes o qae eslava a ponca distancia da povoaco, qae fez apprehensio de 8 harria de poWora qne haviant sabido do estabelecimeMo qoe na mesma povoaco tea o Sr. Mello, indo elles em direccao a' malla. Feito isto e lando immediatamente o Sr. Vir- ginio conhecimento do facto, parti para a povoaco onde, encontrando debaixo de cerco a casa do es- labeleciroeoto d'aquelle Sr. a tez varejar, sendo entio ainda apprehenddos mals om barril de pl- vora ja' aberto, 21 ou 22 facoes, 5 espingardas grossas, 1 pistola de algibeira, 3 saceos de chombo e i balleiras aovas, o qae poz a' disposico do res- pectivo delegado, o Dr. Chrislovo dos Santos Ca- valcante. < Compre anda dizer qne pelo mesmo subdele- gado foram presos e postos a' disposigo do dele- gado, am irmo do Sr. Mello, e nma sua escrava, que se acbavam em casa e mais a mi do mesmo Sr., um seu sobrinbo e um conductor da carga dos barris de plvora, sendo qne tanto a mi como o sobrinho do Sr. Mello acompaobavam a mesma carga. Deixou de ser preso o Sr. Mello por se haver evadido. > O agente Olympio faz hoje leilio do cascol mastreago e apparelho do brigue inglez Jeddo, ta, qual se acha tundeado: ao meio dia em ponto, na porta da Associagio Commerciai. A numerago dos bilheles da lotera 64a of- ferecides pelo tbesoureiro das loteras, para auxi- lio das despezas da guerra. Bilhete n. 3,625 Meios ns. 630, 925. 1241, 1811. 2071, 2146. 2611, 2612, 2692, 2906, 3161, 3361, 3539, 3540, 384S, 3849. Quintos 06,520, 1313, 2395, 3496, 3739. Os bilhetes da lotera 53a, produzirara 229200. Total i:905800 res. Comegaram honlem, as igrejas da cidade, os actos da semana sania, pela bengo e destribui- gao das palmas, que comraemora a gloriosa entra- da de JesOs Christo em Jernsalem. A' tarde pererrau, algumas ras dos bairros de Santo Antouio e S. Jos, procisso do Snhor Bom Jess das Cbagas, a qual este ve decente e multo concorrida. Hoatem Inuve cortejo em palacio, por ser o anniversaro do juramento consliiugo do im- perio Durante o da estiveram embanderados os navios de guerra e mercantes, os edificios po- blicos e as casas consulares; salvando aquelles e a fortaleza do Brum. Escrevem-nos de Nazareth, o seguinte : teve logar na manhaa do dia 3 do corrente. t Els o facto : < Joaquim Manoel do E-pirito-Santo,tendo cerca de 60 annos de idade, offlcial de sapateiro e mora- dor nesta cidade, era casado pela quarta vez, vi- vendo, segando consta, em perf-ita harmona com sua mulher, da qual tinba cinco filhos menores. c Esse homem, sendo irainenlemente laborioso, gnsava de urna cena considerago publica relativa a sua posigo social. Ha mais de om anno que se notava na vida de Joaquim Manoel certos desarranjos, qae coinci- dan) ordinariamente como abuso de bebidas alcoo- licas. Eulretanlo essa embriaguez, nao sendo cons- tante, mas peridica, poda elle nos intervallos tra- balhar, comprar e vender como de antes, gosando qoasi do mesmo crdito. c Ha alguns mezes, foi Joaquim Manoel'aoeom- meltido. de am accesso de dtlirtum trement, e sahind de sua casa em estado de furor ful ter pela madrugada a porta do Dr. juiz municipal, onde dea em si proprio ura golpe na garganta com nma faca e diversos outros no abdomen com am crava- dor proprio de seu offlcio. De-urna e outra cousa conseguio elle restabeiecer-se, gracas aos cuidados do medico assistenle. < Parece que ficra reservado para am oatro enrae. c Na noute de 2 do corrente deu elle raostras de desarraujo mental; mas isto a ningnem preoccnpou porquanto ningnem suspeltava o horroroso crime, que Incubava aquella iraagloago enferma. |Ao amanbecer do dia 3 do corrente, desperloa a poputagio desla cidade dolorosameote impressiona- da por ura deploravel acontecimento. Joaqaim Manoel havia assassioado sua infeliz mulher, que plcidamente dorma a se lado no leito conjugal, dando-lhe no peito direito ama panhalada com mo to certeira qoe a desgragada perecea baoha- da em sea proprio sangae. c O autor desse horrivel alternado, depois de va- gar alguns dias pelas estradas, foi capturado as pro ximidades de Pu d'Alho. a Um facto nao menos horroroso leva lugar nesta cidade no dia 10 do correnta, as 7 horas da nonte. Francisco Antonio dos Santos, tendo nma alter- cago com Jos da Mella dorante o dia, separouse delle e as 7 horas da nonte, estando Jos da Molla i mesa a jogar com alguns camaradas, enirou pre- cipitadamente Prancisco Antonio e-*ravoa as cos- tas do infeliz Jos da Motta nma to horrenda pa- nhalada, qae tez cabir quai instantneamente sua victima, deiando jorros de sangae peta bocea. c Este crime perpetrado no centro 4a cidade com toda a ostentacio por entre o fusilar do re- lmpago e o estrondo do trovio, impreseionoa ex- tremamente a populago desta cidade, que anda se achava borrorisada palo oatro facto do qual baviam apenas 8 dias. t O assassino, ainda novel na carreira do crime. perseguido talvez pelo agailbao do remerso, foi en- tregar-so a prisio e acha-se recolhido a cadeia desta cidade, onde espera a saa jost punleie. rasaram .i&.j,.\-'-~ .'~,':-"*Jl Marl te *eribic Segnoda felra t de Marc de 1866. --------------------r-f-------------------------------------------------------- Oatn tirt da cidade de Goyanna, cora data de 18 do correle, nos du a respeito do facto qne noticiamos bootero, o seguinte : Houtetn, aenam onze horas da noote, ai) re- colber-i* *asa de volta do ttaelr, escapou o capitio tnabateo de Mandooca d Bear com o roslo retalbado pelos pedamos de uom garrafa, com qoe den Ihe aro rolseravel mandatario, e oodoaoo pitia linU preu da escrever, que etla coaiinha. i Este facto, qoe manifesu rancor selvtico la .parte de seos mandante, aorqo* alm de mate tristes coosequencias qoe pedia ter para a soeieda- de, revela a loieu$Io de detall na face de om ci- dadao respeiiavavel e prestate sigoaes iodeleveis de nma affronta, que_Jbe aeria mals dolorosa do embargos. que a marte peranle oe seo* sentimentos conheci dos de digoidade e paadonor, ato novo o'esU Antonio, frica, 5 alios, escraro, cidade, e por isso medio invoca a altencio do go- patita. verno e a punigjo legal. Hara, frica, 70 aonts, escrava, < Aoles do Pinheiro foi victima de igual tenia- bepalUe. tiva, ba nns det annos, urna pessoa que entao ne- 22 Damlio, Pernambuco, 45 annos, solleiro, Santo An- de Amorlm, Fragoso, Santos & G.; tolo, pulmonlte. s Doraingues Maia. Joanna alaria da Conceico, Pernambuco, 40 annos, Poi confirmada Mulenga appefli vva,8o*Vhtaj.1oewootopalooar. { Appellantes, os ditos adrainlsti Joaquina di Costa, Portoga), 43 amos, casado. Boa-; do, Pedro Cardoso Vieira. Viste,-bepat. J I Desprezaram-se os emba Gaspar'de Sonta, Pernambuco, 50 annos, solt i ro. Boa-Vista, gloscite. Mana "Hieren das Chagas, Pernambuco, 45 asnos, i solteira, Boa VitU, interne. Victorianna, Pernambuco, 10 annos, Santo Anto- nio, erysipela. Balbina Mara da Conceico, Pernambuco, 19 an- nos, solteira. S. Jos, desyatena. Antonio Alves Das, Portugal, 60 annos, soltelro, Boa-Vista, antrai. le W*+ Roa-Vtete, be- mm * Santo Antonio, Appellantes, os ditos administradores; appella- do, Joaquim Jos Ferreira da Bocha Jnior. Despreiaram-se os embargos. AppellaDte, Domingos da Silva llampos; appel- lada, D. Anua Josepba ffereira dos Santos. Mandou-se pegar a dizima pora poder ser julga- da o desistencia. Appellantes, Francisco Gomes Prente e ou- tro; appellados, a vlava d Mancel Goncalves da Silva ontro. Nao se toroeu eonhedmento da appejlacio- PASSAGRN8. Do Sr. dezembargador Silva Guimaries ao Sr. dezembargador Beis e Silva. Appellantes, os administradores da roassa US" ja esse pTecelto civil (le) oa moral, e nunca para iofriagi-iu oes cuutra elle nos revoilar. A observancia oa obediencia ao preeeito nao 6 rnenle ae qoe esta escriplo, como cada um o an- tead*, toas tambero faz parte delle, tambem pre- eeito o modo por qne se maada en leo d-lo. Qualquer nao tem poder para emendar o pre- eeito e somente o tem em tedas as sociedades a autoridade Isgalmeote constituida. Tocar no preeeito sera ter para isto autoridade, nao -segoi-lo nem obedece lo; revoltar-se. Nao est nisto a llberdade que nao ella para ferl-lo ; d'abl so resalta a desordera e a anarchia, o despo- tismo do roais forte que sabe se aproveitar desses transtornos sociaes, quando essas revolus sao gran- des a ponto de prodnzirem taos transtornos. Ero toda soeiedade, religiosaou civil,oa coilecco de preceitos que formam os seos cdigos, esli efles mais ou menos combinados para produzr a harmo le. Querais respeita-la assim, de escravos do dev#r, do preeeito moral, de todas as prevarica- (des daegreja catholiea, que assim vos fareis fortes e algum dia llvres. O primeiro passo para um povo ser livre fa- cerse moralisado; qaando se corrompe neces- sariamente escravo e ten) pao era pedra, ins- trumento da vontade dos raais fortes.- A reerguer de um tal abatimento nao a moral de urna reli- giao livre que o ha de ajudar, que pelo contrario o perder' mais depressa; porque um povo sera' tanto raais livre, quaalo mais escravo fr do pre- eeito moral e da le. Emquauto por labio tiverdes em despreso a mo- ral e a lei, emquanlo vos nao subjeitordesa todos os sacrificios para respeita-los e cumprl-los, seja em que assuropto for, civil, poltico oa criminal: saja publico ou privado; emquanlo olbardes com indiffereoca para as prascripcaes da egrt-ja gclaoa n'esta etade, e qne hoje se acha empre- Manoel Rodrigues de Albuquerque, Bio Grande do da de Joo Baptista Goncalves Bastos; appeliado, ceden). Infringido o preeeito esta pertarbada a bar- m-.- m ....._ a i.. t...i__i~ "'" n~ de Oliveira lestamenteiro de monia e a ordero, o qoe vai necessarlamenle ferir gado no (oro d'esta capital. Qne terrivel mel de ultrajar I Que cruel ignominia- esta, qne em soa perpeloidade e.-tar samare, cada da, cada hora, cada instante, des- afiando os odios e a vinganea da victima deforme, e assignaiada ao mundo como um bomem, qoe se deixou deshonrar 1 11 .Norte, 46 annos, casado, S. Jos, hydropesia. Joaquina Mara da Conceico, Pernambuco, 32 an- nos, solteira, Boa-Vista, hepatile. Mara Francisca dos Beis Cunba, Pernambuco, 40 annos, vinva, Recite, tubrculo pulmonar. Fausima Mara do Espirito Santo, Pernambuco, 74 annos, pneumona. uu uesuuui di i i i- auuus, pueuujuui*. De qnautos perigos para a tranquillidade pu- Joanna Mara dos Passos, Pernambuco, 28 annos, blica poda aer caosa um fado d'esta ordem I solteira, Boa-Vista, hydropesia. Pens' bem o governo, pondere as consequen- Maria Celestina, Pernamboeo, 36 annos, solteira, cias que a repeticio de ignaes alternados pode ter, e d om exemplo de necessario rigor. 1 Se o uoieo feri ment qne soffreu o Pinheiro, porque felizmente a garrafa tomoo tal direccao que baten-lbe coro a parte menos frgil na testa, nao grave (fallo bypoibeticamente), bem se v, pela natareza do instrumento empregido, que se tioha em vistas, nao dire matar, porm com certeza mu- lUar, "troir ou pelo menos inhabilitar membros e ergioa moito mporUnles, de movimento dls- Unci e fooceao especifica, como os qoe tem o rosto. I < ^o-os facios previstos nos aris. 202 e 203 do deputados Bosa, G. Alcoforado, Basto e Miranda cdigo erlmiual, contra os quaes, realisados ou Leal, o Exm. Sr. presidente declarou aberta a simplesmeote tantades, eabe o procedimento ofli- Oesso. clal da justica. Lida, foi approvada a acta da sessao antece- E atienda anda o governo que ha symptomas dente. graves de perturbago social, desde que se mull- expediente. plicam facas como o assassinato de urna aotorida-, Offlcio do Exm. Sr. presidente do tribunal do de no sertso ; o espanoamento de um Ilustre commerclo da corle, datado de 7 do corrente, ac- (uneciooario publico, honrado e respeitavel, en\ casando o recebimento do que Ihe fora dirigido Santo Antonio, tubrculo pulmonar. CHKONICA JIIDIGIAKU- TBIBITTMi DO C03IX1SRCIO ACTA DA SESSO AMIWISTRATIVA DE 22 DE MARCO DE 1866. PRESIDE.NCIA DO EXM. SR. DISBMBA.RGADOR Francisco Gomes Henry GiBson. Do Sr. dezembargador Beis e Silva ao 8r. de- zembargador Accioli. Appellantes os administradores da massa falli- da de Amorim, Fragoso, Sanios & C ; appeliado, Custodie Jas Vianna. Appellantes, os ditos administradores; appella- 1 do, Joo Valente da ''.ra. Appellante, Vieente Moreira da Silva; appella- \ da, D. Rita Pereira com assislencia de seu 2.* ma- j rido, por seu bstanle procurador. I Do Sr, dezembargador Accioli ao Sr. dezembar- gador Silva Guimaries. Appellantes, os administradores da massa falll- da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appeliado, Uenriquu Jos Alves Ferreira. oamuoDicoKs. Ao Sr. dezembargador liis e Silva. Appellantes, os administradores da massa falli- da de Pacheco & Mendos; appeliado, o Dr. Fran- nia social, a ordem, smeote onde cada um individuo catholiea, vos nao erguereis do Kiste abatimento acha liberdade no grao qoe as instituicdes m'a con-, era que nos acharaos e seroiroproficuos e perdidos lodos os esforcos e expediooles em busca de liber- dade e para lirar-nos da desordena e do chaos. ANSELMO FRANCISCO PERETTI. ua wv rwnMuu u kuuw api A 10 horas da manbaa, estando reunidos os Srs. cisco A minias da Costa Barros. Ao Sr. dezembargador Silva Guimaries. Appellantes, os administradores da mana falli- da de Arres & Cruz; appeliado, Manoel Joaquim da Silva Loo & C. Ao Sr. dezembargador Accioli. Appellantes, os administradores da massa falli- da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appeliado, Antonio Doroingoes Pinto. Nada mais havendo a despachar, o Exm. Sr. soa propria reparticao, no centro da grande cida- em 22 de fevereiro ultimo, acompanhado da copia presidente eocerrou a secsio as 1 hora e meia da alo, com visos de do relatorio dos irapalbos deste tribunal durante o tarde. de do Becife ; oulro espaocamenlo. tentativa de mor te, em Cruangy, sendo o paciente proprietario e pessoa de disllncco ; e agora o attenlado, de que me occopa Nao se estes os errases commons e ordinarios de lempos regula- res... E' necessario prestar alteuco seria e zelosa ao mal, que se deseovolve. t Eu nao quero tomar o papel de aecusador, faium-me dados seguros; mas apontarei os Indi- cios que a opiniao publica n'esta cidade tem reco- Ibido e pniala. Na adralnistracio do conselheiro Taques, sen- anno prximo findo. Aos Srs. deputados foram distribuidos os se- guintes livros: Diario de Joaquim Moreira da Silva. Protocollo do cor re lo r geral Loiz Amavel Du- bourcq Jnior. Diario de Manoel Alves Ferreira. dem de A. SchalTtet i C. Copiador de Joaquim Jos Gongalve; Bellrao. DESPACHOS. Bequerimento de Francisco de Paola Mindello, TBIROAL BA BlSLAf lO. SESSAO DE 24 DE. MARCO DE 1866. PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELIEIRO SOUXA. s 10 horas da manha, presentas os senhores desembargadores Santiago, Gitirana, Lourenco Santiago, Guerra, procurador da corda, Molla, Al- rneida Alboquerqae, Asis, Doria, Domingues da Jos topes de Oliveira e Bernardiao Lope de Oli-| Sllva' Accwli, Vieira, e ejnizde direito Silva Nel- do o PiDhelru juiz municipal sopplente, escrivio velra, pedindo que se admita a registro o distrato' va, abri se a sessao. braga em seu eanorio insnltou-o e qutz darlhe social, que juniam, da firma-Mindello, Oliveira Passados os felos, deram-se os segrales quaado aquelle 14 foi a servico publico. | & G.Registre-se, juntando os supplicanles a peii- A desafaicio, que ja exista entre ellos, tomn (So em que foram proferidos os despachos do 1.* e " de fevereiro. desde esse lempo as proporefes de Inimisade eapi- i tal, qoe fados posteriores vieram cevar. c Em mais de urna occasiao se di oheire, oe escapou milagrosamente de diversas emboscadas ao camlnbo do engenbo Novo e n'esta mesma cidade. Emioi, ba dous annos seguramente, pode-se dizer qoe ne ha da em qoe nao se tenham dado entre el les briga, insultos e-ameacas. Por mais de ama vez Pinheiro lem procurado na. iei remedio contra as demoras caprichosas de papis qoe procura, como sollicitador de eausas; contra as exigencias de gratificacSo e emolumentos nao determinados por le, e contra as injurias qne diz solfear sempre qne lem negocids pelo cartorio de Braga. O jola de direito, nao ba mutto, aonullon um procesao instaurado pelo juiz municipal, sob -fun- damento de qoe a jurisdiccao que este tem para os processos de respoosabilidade contra os ofllciaes de jusiiea, que peranle elle servem, nao passa alm das pessoat dos meirtnhos ; e sao instaurou novo proeesso, competentemente, segundo a inter- pretado que firmn I Braga, suppondo-se protegido por certo paren tesco, que cootrabiu, reqointou o seu genio Iras clvel e violento: a impunidade dos fados, que fo- ram levados a jnizo, deu-lhe largas para augmen- tar os motivos de que i xa de seu inimigo, e este, teimoso e emperrado como foi proporcionalmen le augmentando a reaccao, do modo que Ihe resta- va possivel. < E' natural que o odio crescesse ainda mais, e efectivamente cresceu. Braga premedita vlngar- se. O sen proeesso tinba cahido, elle quer levan- tar ontro e por facto raais grave contra Piulfeiro : apparece contra este ama denuncia de erime de morie, sem o miniroo fundamento, e taes sio as artes de berliquet e berloques, que, quando menos se esperava, o denuociado soube qoe o delegado d'esie termo expeda contra elle mandado de prisio em viiluiie de ordtns do che fe de polica, a quem foi dada a denuncia. Binhero, seohor do segredo da jastiet, occal- la-se, corre a essa capital, expliea-se peranle o presidente, e volla victorioso a bradar que o sea inimigo impotente para mette-lo na cadeia. Poda Braga, le eoq du village, pelo lado da valenta, quasi re da trra, ficar assim a soffrer qoe o seu adversario eotoasse hymnos de victoria, em que os louvores proprlos se misturavara com os aHMios vituperios 7 Ifio, nio era possivel; e eis como a voz do povo bga os antecedentes ao consequente... Nio Sea ah a versao geralmente atceita : pretende-se que no horrivel atlentado de 17 do cor- rente esteja envolvido eerto figurio, que tem toma- do parle desde o principio as questdes de Braga contra Pinheiro, a quem demas a roais quer ater- rar, para que nao promov execucoes contra elle. t Al ahi nao chego eu. Nao quero adiaotar joizos que nao sejam fundados; mas prometi con- tinuar a referir todas as occurrencias relativas a este erime, por coja punicao nao cessarei de bradar. Javei. Depois d'amanhia se extrahiri ultima par- te da 1.a e 1.a da 2.a lotera (54.a) a> beneficio da igreja de N. S. do Livraraento do Recife. 19 escrivio dos protestos Jos Mariano, est de semana. A's 11 horas em ponto de hoje 16 do corren- te, effectua-se a venda do cha (em perfeito estado) salvado da barca americana Lucy E. Aikbey, no armazem alfaodegado do barao do Livrameolo caes do Apollo. Em contrauaco vender o mes- roo agente Plato, ama caixa com chapeos de ma- nilos. BlPARTIQAO BA FOLICIA. Extraeto das partes dos das 23 e 24 de marco de 1866. Foram recolbidos casa de detencao no dia 22 do corrente : A' ordea do Dr. delegado da capital, Vanoet Pe- dro Alexandrino, para correceao ; Jlo Basilio, como wsoetto de ser escravo fgido ; Gregorio, es- cravo de Felippe Benificio Cavalcantede Albnquer- que, por ter fogido do poder do depositario; Joo do Rosario Azevedo e Luiz dos Santos Molla, para a veriguaeoes sobre erime de roobo. A'ordem do subdelegado de S. Jos, Miguel de Queiroz Leal, Francisca Isabel Moreira, por briga. -23 - A' ordem do Dr. delegado da capital, Joo Fteh, por ter atacado a sentinella da guarda do ihe- souro. A' ordem do subdelegado do Becife,Vicente Fer- reira da Silva, para correccao. A' ordem do de Santo Antonio, Joaquina Tbereta Nones, para correccio. A' ordero do da Boa-Vista, Deodalo Maaoel da Silva, por desorden). O chele da 2a seccio, /. G. de atoma. Passageiro do palhabote nacional Sobralense, sabido para Acarac: Francisco Rodrigues Santos. OBITUARIO DO DA SI DE re- Dito de Guilherme da Silva Gaimaries, para ser registrada a procnraeio, que junta per publi- ca forma, e dar se-lhe por certdao o registro de dita procnraeio.Sellada a peuco volte, visto como aella nio se pede nicamente ceriido. i Dito de Joo Donsley Jun, pedindo por ceriido se sio ou uio commerciaates matriculados os Srs. Jos Joaquim da Silva Gomes, Jeronymo Joaquim Fiuza de Oliveira e Jos Ferreira da Silva, socios que compoa a firma de Jos Joaquim da Silva Go- mes Si CCoiro requer. Dito de Jos Fioza de Oliveira, pedindo a mes- ma certdao.Como requer. Dilo do mesmo Jos Finta de Oliveira para qoe seja registrada a sua noraesco de caixeiro de Jo- s Joaqaim da Silva Gomes & C.-Begisire-se. Dito do sobredito Joo Doosley Jun, pedindo que seja admettida a registro a sna uimeacao de Suarda livros da casa coromercial dos ja referidos os Joaquim da Silva Gomes & CCuno requer. Dito de Jos Joaquim da Coba e Guilherme Jos de Soma, para qoe se mande registrar o do- JULGAHXNT06. Recurso erime. Recrreme, Francisco Jos Galvio e ontro ; corrldi, i jastica. Relator o Sr. desembargador Gitirana. Sortea- dos os;Srs. desembargadores Doria, Vieira e Lou- renco Santiago. Deram provimento ao recurso para classificar a pronuncia no art. 119. Proeesso de responsabilidade. Do juiz de direito da comarca do Serid, bacba- rel Paulino Ferreira da Silva, fot o reo absolvldo. AppeHac5es erimes. Appellante, Manoel do Reg Barros; appella- da, a jastica. *- Improcedente. Appellante, o jaizo, appeliado, Marcolino Gomes da Silva. A novo iury. Appellante, Estevio Jos de Franca; appellada, a justica. A novo jury. As appeUacdeseiveis. Appellante, a cmara municipal; Flix da Cu- nta Teixeira e outros. cumenlo, que juniam, d'onde consta anear se dis- Confirmada asenteoca. solvida e liquidada a sua soeiedade comraerclal Appellante, Maria Magdalena da sob a firma deJos Joaquim da Cuaba & C. appellada, Cypriana Maria de Mattos. Vista ao Sr. dezembargador fiscal. Dito de Manoel Alves Barbosa apresentando a procnraeio bastante exigida por despacho deste tribunal de 15 do corrale, afirn de ter lugar o registro da escriplura de compra da botica da ra da Cadeia do Becife o. 61.Como requer. Dito de Juvencio Augusto de Atbayde, pedindo Conceico ; I dos segrales Nao ba declaracao a fazer. Assignou-se dia para julgamenio feitos : Appellac5es civeis, V Appellante, Lino Jos da Silva; appeliado, Jos Francisca Taboca. Appellante, D. Francisca da Conha Bandeira de ser prvido no offieio vago de eorretor geral desta Mello-, appeliado, Francisco Rodrigues dos Santos. praga.Visti ao Sr. dezembargador fiscal. Dito de Cabors & Barbosa (dirigido 8. Exc. o Sr. presidente), pedindo qae por seu despacho mande que a jnnta dos corretores certifique o pre- go dos francos (moeda franceza), nos das 18 de julbo e 3 de setembro de 1864, e 20 de Janeiro de 1865, segundo o cambio desses dias para os sa- ques.Como requeren. Appellante, Francisco Luiz de VasconceUos ; ap- peliado, Thomai Loureiro da Silva Castro. Appellante, Manoel Rodrigues da Fonseea; ap- peliado, Felippe de Albuquerqne Moufnoegro. Appeilanle, Joo Correa de Araojo; appeliado, o Dr. Possidouio de Carvalho Moreira. DILIGENCIA CRIBE. Com vista ao Sr. desembargador promotor da Dito de Caelano Pereira de Brito, (tambem diri -1 jastica ^,a. . gido i S. Exc. o Sr. presidente), pedindo por certi-! Appellante, Luiz Goozaga da Silva j appellada, a dio o dia, mez e anno em qae foi registrada a es-, justica. crlptora de venda do estabelecimento de fazendas, A appellao clvel. com as dividas activas e passivas, silo na roa da Com vista ao Dr. carador geral Cadeia do Recife n. 60, entre partes: como ven- Appeilanle, Joio Gomes Ferreira ;appeliado, ten- dedores Candido Nones de Mello A C, e compra- cinda Maria da Conceico PASSAGENS. Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar- gador Gitirana Aappellaco clvel. Appellante, Joaquim Jos de Almelda; appella- da, D. Francisca Caelana de Abren. Do Sr. desembargador GUiraua ao Sr. desembar- gador Lourenc.0 Santiago A appellacfe clvel. Appellante, a Santa Casa da Misericordia; appel- iado, Antonio da Silva Ferretra Janior. Do Sr. desera bargadorLoarenco Santiago ao s>r desembargador Almeida Albuquerqae : A appellaeio erime. Appellante, Jos Felippe Baodeira deMoura, appeliado, Jjf de Sonsa Pereira. ,M' Do Sr. desembargador Almeida e Albuquerque, ao Sr desembargador Mottt : i As appellacoes civeis. ' Appellante, Joao da Cri Silva; appeliado, Manoel Joaquim de Souxa Leo. __.^.^, Appellante, Vicente Jos de Brllo-, appeliado, Joaquim Antonio metra. Ao 8r. desembargador Assis: Appeilanle, I^ren^ezer'raMarns Cavalcau- ti; appeliado, Antonio Marques :de Albuquer- 1 que Cavalcaoti. i _. _ j Do Sr. desembargador Motta aoSr. desembar- gador Assis s onze horas e meia da man haa o Exm. Sr. pro- j pocllante Manoel Gregorio Barroso de Mello ; sldente declarou aberta a sessao, estando rsunidos apDeliado a usllca os Srs. desembargadores Silva Guimaries, Beis e iDoellaote o iuizo i appeliado, Manoel Saraiva Silva e Accioli, e os Srs. depoudos Rosa, Candi-: ^ jj^jes do Alcoforado, Basto e Miranda leal. j D s desembargador Assis ao Sr. desembrga- Lida, foi approvada a acta da precedente ^ Dorja e dor Francisco da Rocha Passos Lins; assim como se Luiz Bernardiao da Costa registrn a gum titu- lo de caixeiro ou guarda livros da casa dos sobre- ditos Candido Nunes de Mello & C. no decorso dos annos de 1860 a 1861.Corao requer. Dito de Albino de Amorlm & C, outr'ora Albi-: no, Amorim & C, pedindo para que se consinta que os livros diario e copiador abertos e encona- dos para servirem Aquella firma, slrvam para a adual de Albino de Amorim & C-, alleracio esta qne se dera, em principio do corrente anno, em dita firma social.Como reqoerem. Com informacio do Sr. dezembargador fiscal. De Antonio Ferreira da Silva Maia e ontro*, em que pedem o registro do seu contrato social.Sa- iisfacarn o parecer fiscal. De Antonio Francisco Carueiro Monteiro Pirio e outros em que pedem o registro de seu contrato social.Regstrese de conformidade com o pare- j eer fiscal. E por nada mats haver a despachar, houve o Exm. Sr. presidente de encerrar a sessSo s II bo-' ras e meia do dia. SESSAO JUDICIARIA EM 22 DE MARCO DE 1866. PRESIDENCIA DO EXM. SR. BESBMBARG VDOR A. F. PERETTI. Secretario, Jttito Gumaraes. sessio. Foram apresentados dous offlclos de 6 do pre- sente mez do Exm. Sr. conselbeiro presidente do tribunal do commerclo da corte remetiendo em curaprlmento do artigo 17 da le de 18 de setem- bro de 1828, os autos de revistas interpostas de juramentos deste iribooal e decididas por aquelle, entre parles. Recorremos, oa administradores da massa falli- da de Amorim, Fragoso, Santos & C ; recorridos, Cals Irroao. Becorrentes, os ditos administradores; recorri- dos, James Crabtree A C E o Exm Sr. presidente mandn acensar o rece- bimento dos ditos offlcios e recolher os dous feitos aos respectivos cartorios. O mesmo Exm. Sr. determinou tambero que descesse para As aopellafoee civeis. Appellante Joio da Costa Porosa, appeliado, u. Joanna Mara das Dores. Appellante, Antonio Goueotves da Silva; ap- Mliado, bacbarel Galdloo Ferreira Gomes e ouiras- Appellante, Damiao Goncalves Rodrigues Fran- ja 5 appeliado, Francisco Jos Viaoua. Appellante, Manoel Pinto de Araujo Pllho; ap- pellados, Porlellaft Brance. Appellantes, Pantaleio e Marganda -, appeliado, Joio da Silva Paria e ontro, Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar- gador Domingues da Sllva : As appejiiacdos civeis. Apoellante, Joaqaim Mauricio Waodertey ; ap- peliado, Luiz Ferreira da Silva. Appellante, D. Maria Cordelro -, appeliado, Pau- Do Sr. desembargador Vieira ao Sr. desembarga- r Santiago. A appellacao oivel anuos, tJMTRBW PUBLICO, MAngo ds 186C. PrudicioVual libeiro, Pernambuco, 40 casadQ,ooM Antonio, scyrrho no figado. Mantel, Pertamboco, 3 dias, Boa-Vista, espasmo. Romana LMa da Conceico, Pernambuco, 24 an- , soUMm, Santo Antonio, coliie aguda. ", Pernirabaeo, 2 ancos, Santo Antonio, in- Amando, Pernamboeo, i anuo, S. Jos, coqaelu- do supremo tribunal de justica, enlre partes Recorrentes, Maooe Jos Salgado Cotito e ou- tros ; recorridos, Tasso & lrmao. Asigooo-se o acordara proferido na ultima ses- sio ne feito entre partes. Appellante, D. Maria Tbeodora da Costa Alves Ferreira e outros ; appeliado, Joao Frederlco Jorge Kladt. JCLGAMENTOS. Appellantes, os administradores da massa fallida i de. Joo Baptista Goncalves Bulos; appellados, Monhard & C. Foi reform^a a seotenca appellada. f Appellantes," os administradores da massa falli- da de Bastos & Lemos; appeHados, os administra- dores da massa fallida de Pacheco & Mendos. Adiado a pedido de um do jfs. depoiajos. 'da; sessao. a liherdade de alguem. So portanto na rigorosa obediencia ao preeeito est a garanta da liherdade. Se o preeeito Infringido por um membro parti- cular da soeiedade, pede a liberdade pouco soffrer; se o pela autoridade no exerciclo de suas fonc- cSes e com abuso do sen poder, a liberdade mullo padece. Quando a moral se relacha, Isto qnando um povo despreta oa preceitos divinos, nao ha le civil que tema raais valor, eemao gobernantes e gever- nados Tazem regra do abuso e da nfraeco da lei. Ento ajliberdade, por mais qne, se ostente escripta e fallada, urna mentira. A verdade em tal caso o reinado da tyranuia, por qae sendo a lei ferlda em alta escala, est intelramente perturbada a har- mona e a ordem social, e desapparece a liberdado por tanto. Onde i liberdade desapparece, o povo escravo, se exalta o reinado da tyrannia, qae con- siste em tomar o rogar da lei a ventado do mais forte. A tyrannia nio se exerce sempre pela espada, nao se lava sempre no sangne de suas victimas, Ah I ueste caso ainda nio tao infeliz ara tal povo, qae tem victimas a offereeer ao faror da tyrannia, sangue para resgaiar a liberdade, laucando o ep- probrlo sobre aquella. Mas essas vctimas, esse sangue so sero um tributo de tanto mais valor liberdade, qaanto forem pacificas victimas do de- ver, do curaprimento do preeeito e da lei, contra as exigencias da tyrannia. Assim peidem esses sacri- ficios moito ou todo o valor as lulas enfurecidas, e mxime qaando de nenhoma das partes ella de- fend algara sao principio, algum dever, e sement sio aligadas pelo sentimenio do odio ou vinganea. Eolio nio ba sacrificio ao dever; a tyrannia con- tra a tyrannia, d'onde ha de resaltar o thumpho de urna deltas, sem algum puro tributo d'onde se pos- sa esperar germine futura liberdade. Quando porm un poro so prevarica, quando perde a moral, quando meoosuresa o preeeito di- vino, e por lano quando a lei civil se loma va, a tyrannia nao carece mais da espada para exercer- se sobre am povo assim abatido e escravo pelo des- prezo da moral e da le; porque os tyrannos, os mais fortes qoe teavposto a soa vontade no lugar da lei, nao encontram mnima resistencia no po- vo aos seos caprichos e desejos, doceis todos como sio os escravos, em obedee-los em todo. Encon- trando a tyrannia todos assim doceis, nao carece nem tem occasiao de puchar da espada, e ao altar da llberdade nao se olTerece urna s5 victima cojo tributo possa concorrer ao seu nafuturo sciraento ou-renasciraento. Nao por tanto a desobediencia ao preeeito, a sua infracQo, a vontade de cada om, que pode Wa- ter cedo ou larde a llberdade ao povo que nao a tero, nem mant-la naqueile que a gosa. Pelo con- contrario a primeira senio a nica condifao da liberdade futura ou presente est na observancia do preeeito, sejam quaes forem as mas coosequen- cias que d'abl resuforem a cada um, por mais im- periosa que seja a vontade do mais forte qae exige de vos alguma aeco contra a moral ou a lei. Pralique cada um o seu dever; seja a lei tao res- petada por nm povo too a moral, seja a moral lio venerada como o manda a igreja, que a tyran- nia impossivel, a nao ser um povo dominado por outro mais poderoso, como a Polonia pela Rassia; por que os mals fortes nao podero adiar instru- mentos de suas voattdes e capuchos, nem condes cendencias as suas exigencias; e em tal caso, so pucharam da espada, tanto peior para viles, que, sem pao nem pedra, so pela resistencia pacifica, todo o sangue que derramaren) cabrado sobre suas cabecas, sua ruina ser prxima e certa. Mas uo isto qne se tem visto : sem lata a li- berdade nao tem dado am passo dir-se ha Mas por que de detraz j vera o erro. E' por qoe o res- peilo e devotaco pela moral evanglica muiio se tero prevaricado, desde que seqoiz fazer consistir a liberdade na revolta contra os precetu s da igreja ; desde qoe o protestantismo levantou seu col orgulhoso, e a dissideocla rompen a nnidade da soeiedade christa, d'onde e com a qual come- gara a aascer e pacificamente a liberdade no man- do ; e smenle pelo sacrificio de snas victimas, das victimas do dever, era obediencia ao preeeito, pelo amor da fralernidade entre os horneo?, pelo amor do prximo que so se firma e so nasce do amor de Deus. Mas isto ja se nao pode, oa pelo 'menos tio cedo esperar que renasea ? Pois bem, tanto mals um povo respeilar a le e o dever, tanto mais venerar os preceitos da igreja, t d'onde pode nascer a li- berdade, quanto mals desta se approximara. Se a liberdade so pode vir da veneraeao e ob- servancia do preeeito, e do precedo da egreja, como qae se pode suppor am instante qne Ihe seja propicio o protestantismo qne consiste sim- plesmeote oa revolta contra esse preeeito ? c' por- que, diz-se, as seitas protestantes cada um tem a liberdade de lar e estudar os preceitos como Ihe parecer; e assim faz-se livre o espirito do pro- tstame e nao servil como o do catholico, habi- tuado a obdecer cegameole s ordenandos daegreja; e assim livre e espirito do protstame, elle apto para pugnar e fazer manter a liberdade na soei- edade civil. Nao est porm a liberdade no preeeito, isto , em enlend-lo o reforma-lo, o que tanto valena destru lo; mas na aeco, dentro do preeeito, j o disse, no qoe ella faculta. O preeeito para ser entendido como a cada om parece, nao preeeito; neste caso elle excusada Entender o preeeito como a cada om parece, ortica lo como a cada um apraz. EnlaO elle nao mals regra, nao mais obriga. Com efleilo baveria oslo grande somma de li- berdade, liberdade inleira, indefinida, e par tanto Infinita. Us borneas assim sem freio, o iyranino o mais forte, e por Unto desaparece a liberdade, que, assim ueste grao sem limite, se deslroe por si mesma. E' absurdo na curteza |da inielligencia do hornero a de todas as suas facilidades, urna li- berdade assim Ilimitada, o qoe tanto vale deixar a sen arbitrio a Inielligencia de preeeito e por tanto a pratica de suas acebos. Se isto na soeiedade civil, porque nao o era na religiosa? Seareiiglo urna verdade, por queo? Nao s lo-ha a nossa porque foi ins- tituida peto hornero. Boas, pela puresa e sanli- dade de sua moral, pelos preceitos que nos manda seguir para bem vivormo na trra e merecermos o ceu, f Em preeeito for interpretado a' vonta- de, o que da moral, e que resalta para a trra e para o cu do sacrificio do libo de Deus. O qoe surada soeiedade civil sem a moral, o qne ser a moral com o preeeito entendido a' v.m tade? . nos. Recife, 12 de margo de 1866. Aflonco .de Albuquerque Mello. HUMA VIDA SALVA! Nfio temos conhecimento algum de nenhom caso qne tio perfeitamente mostr d'uma ma. neira a mais clara e persuasiva o poder da Bciencia Jedica sobre a molestia; qoal aeja o de Antonio Joaqcim Pereira, da Babia. Este homem infeliz baria maia d'um anuo qae soffria as dores as mais atrozes e pungentes provemieate de Trozo Tcrriveis dagas Aberta? espabiladas por sobre differentes partea de seo oorpo, sendo urna das quaee sobre o peitodo p* ama funda e maligna chaga, a qual o privara de andar, tauaando-lhe as dores as maia agoni- gantee quer de dia quer de nonte; continuada, mente atormentado por taee affliccoea e dores, e quasi qae aborrecido da eontinuacio de aim- lhante vida, tendo posto de parte toda a f e eonflaaca em medecinaa, e na realidade pareca qu para elle nao Ihe resta va mais esperan ca alguma; assim pois resignado esperava cosa- paciencia, o termo final de seu* mutipUcadoi ofrrimentoe, eis que milagrosamente por te- tuna sua Ihe receitarao grande- paricador do sangue m.. A Salsaparrilha DE BRISTOL e mediante & sua grande eficacia e excellencia elle ae achou dentro de pouco tempo, lirre de seu irremediarel estado de desespero, e a doce e risonha espranos tornou de novo revivar em seu coracio; sob a poderosa e benvola in- fluencia daste adinlravel medicamento, ae suas shagas em breve principiarao aasumir um ca- rcter favoravel diminuindo o aspecto de sna malignidad) A massa do sangue e mais humores do systema tornou adquirir ama apparencia clara e saudavel, as dores ator- mentadoras d'outro ora o deizario, e urna doce e suave tranquillidade principiou precorrer todo o seu systema, restaunmdo-lhe a desojada paz e socego d'esptrito; as chagas urna urna ae forio fechando at que finalmente se cica- trizarlo d'um todo, e hoje acha-se perfeita- mente sao, gosaado d'um perfeito estado de saude, depois de se ter visto privado d'este grande gozo durante mais d'um anno. Elle durante esta sua cura,, apenas fez uso de Detasei garrafas da Oenuina Salsaparrilha da Bristol, preparada exclusivamente por LANMAN & KEMP, De XOVA YORK. Recommenda-se mui particularmente aos Doentes d'ambos os sexos, que empreguem toda a cautella na escolha d'este admiravel remedio, nflm que nao obtenhSo outra com- posico qualquer, que nao seja a SalaaparrO- ha Genuina de Bristol, pois que todas as mais preparaedes e imitacoes d'esta nati alo falsas nao possulndo virtude alguma. Vende-se n as boicas de Caors de Bar ti oas eC. Bravo 4C COMMERCIO FBACA PO ftBOFte. Coi ac es o file I a es. 24 de marco. As 3 1|2 horas da tarde. Assucar maseavado bruto amoricano bom1^830 por arroba. Cambio sobro Londres 90 d|v. 27 3ii d. por 14000. Frete de assocar para o Canal -3| 6 e 5 0|0 de primagem. uubourcq Jnnior, Presidente. Silveira, Secretario. MOT baoeo de l'eroam buco. O Novo Banco descoma, letras a 12 por ceoto ao anno, toma dinteiro i praso fixo ou em conta corrente pelo premio e condigoes que se conven clonar, e -saca sobre a praco da Baha Caixa Filial do Banco do Brasil e pernantace lOde marco de 1866m De ordem da directora se fat publico aquellas pessoas que tem objectos de ooro, prata e diaman- tes depositados sob cangao nesta caixa, que estan- do ja vencidos e nao pagas as letras, que aceita- ran) pelos referidos deposito?, se val proceder a venda em basta pubhca dos meemos ibjectos, con- forme o proscripto nos estatutos desta calxa filial. O guarda livros, Ignacio Nunes Correr. E o qae sera'da propria llberdade entre nos, __ T~*t __v . para a qual se pretende acbar salvacao pelo profes- flJOVO MaiCO (16 r6riianiDllCO. lantiiBDo, o que ainda mais seria delta quando nos fosse dado entender e seguir a' voaude o preeeito ran- goso, a moral 7 Nesta soeiedade so nao ba o dever ( regra na pratica) de cumprir a le, o preeeito moral, e muius veie nem a liberdade de os cumprir. Ha porm quasi Ilimitada liberdade para interpretar a lei e a moral, e todos os preceitos religiosos para obrar conforme a cada om parece, assim o passa: isto porm na pratica, e as primelras classes ; anda nio esta' isto erigido em principio, nao esta' escripia Quor-se o protesuntsmo par* m tornar legal aquillo de qoe sa fea regra pratica e para levar a s ul- 0 novo banco paga o 16 dividendo na razio de 6150 po ac5o. ALFANDEA. Rendimento do dia-' ..... dem do du 24...... ........ Appellan Parnov, Penunuboco, S annos, Boa-Vls, diar-, da de Joo rhoa. Henrrqoe4_ Halla, Pernamboeo, 11 motos, S. Josa, coaoolnebe.' Foi reformada a sentetca appellada coo o voto Josopaa Maria do Espirito Santo. Macotd, 19 annos, do Exm. Sr. presidente. .,,.,, solteira, Boa-Vina, iabtrcolopoltaoaar. Aon les. o A propaganda protestante. (*) Vil A liberdade, qoe emana do cbrlstiaaiaso, e qne so dalle nasceo, na acolo, dentro do preceite, e inrfl da min fall- n* para locar no preeeito, aeoitavMtaelle delatU- ygmt&z wss. aanataraat..,.. preeeito porttllta, para etcolkerm* deatro debo, so AppellaBles, administradoros da massi alUda'i i) Vida o Diario o. . Appellante, Fraoklin Leopoldo Alves de Almei- por abusa entre os prlmeiree, e para I .appeliado, Patricio Jos Freir Marte. urnas carnadas do pavo a liberdade de entender o preeeito moral conforma a cada am mais convier, e por unte para banir tedwree scropulo?, e assim banir-sa as uliiroas sombras de resisteocia a voa- ude dos mais (ocies. Se nos, presos pelos preceitos da egreja catholiea, temos Uulo despreso a' moraUjueella ordena, qoe seria se (aogotad o protestannsmo) aos fosse permstiido adaptar a moral a's nossas convenieo? las T Perdeodo o freio dos preceitos cainoUeos, qoa-lor{a nos restarla, qoe esporanea teriamaa- de poder Herabjam dia:nioaos roais tortee que i> bs ekigero a mfracco de acosos dever 7 Nio por uoto desso arelo qoe pede vrr lber- dale, e sim mais prevarlcacao, qoe sos faria alada mais escravos; qae a liberdade de infringir o preeeito nio llberdade, dospaimo. Queris ser livjes ? compri iungtosaaieote a 617:9971560 i4:303*656 6*2:301*2161 UOViMEiTO DA ALPANUEtiA Volnaas entrados cota faieuda... c c com gneros... Volamos sabidos cem faieodas... com gneros.... 493 646 ------ 1,138 99 1.39 ------ 1:238 beecarreoam boje 26 do marco . j Vapor ingleWtiatsr^mercadorias.^ - Briaue ingleL*-*roercadorias. Barca frtneea-^pbfo*-iaom. Barca iaglea Eleonor farnba de trigo. Hiato americano lokn Rou farinba de trigo e ais gneros. Brigoo portogueiLata I *V diversos gneros. BrigeooniaiooBse--Jrsfo*--i*em. Barca \ni\eii-Hidalgo -ferro e carvao. Escuna iaflezaIdafarinba de trigo. Brlgoe ingleHety Marymercadonas. Galera oapeaa-Taioiuarvao de pedra. Barca iaglea-Ofmda-idem. Barca aJezaAlesandre~idm. Barca francezaJenne MarieLautas e mate g- neros. Escona austraca HeUne divenas gneros. Brlgue nacionalFluminense -charque. Brigne Me*onal-illariaae /-ideo. Patacho argentinaMenUvido-^tm. Patacho nespauholAde/aid-idea. Barca ponugueza-SswpolAia-ceblas e arcos. Iwportaco. Hiate americano John Rose, entrado de New-York, consignado a H. Forster 4 fL :mamfe$ton o se- guiote : 400 barricas farinba de triga. ijUOQ barriqoinhas bolachinhas, 198 barrls breu, 160 ditos banha, 2 machinas para algodao, 1,2*80 cateas kerosioe, 8 volumes untas e 1,381 ditos aduetea e barricas aba- tidas, 1 volme livros; aos mesmos. Brigue noruegaense Presto, entrado de Antuer- pia, consignado a Thcod Chrisliaoseo, manifestou o seguiote : 11 cabas papel, 50 barricas e 60 mateo dius geuebra, 6 barricas objectos diversos ; a firander a Brandes. 8 barricas ferragns, 50 caitas azulejos, 60 ter- dos papel, 20 latas verniz, 1 volante typos e 82 barricas tinta ; a ordem. 4 volumes objectos diversos; a Linden W'ild & C , 200 caitas vldros para vidracas; a Sauoders Brothers & C 9 volumes machinismo -, a Barroca. 4 caitas papel ; Olio Robres. Barca ioglaza Orion, entrada de Liverpool, con- signada a J. Paier & u, manifestou o seguinte : 60 pecas cabos ; a Carnelro & C 106 barricas chumbo em canos -, a J. Paler & C. 30 bai ricas cerveja ; a Jobnston. 138 ditas dita ; a Adamson Howie & C 10 diUs dita ; a Goncalves da Ponte. 20 ditas dita ; a P. Ramos. 106 ditas diu ; a Sauoders. 300 arrobas de ferro; a Isidoro Netto. 40 dius de dito e 750 barrasde dito; a Jobnston. 50 gigos loa;a ; a ordem. 25 ditos dito ; a P. Carnelro & C. 20 caitas tintas ; a ordem. 30 barricas ditas; a T. Jeffers. 25 diUs ferragns ; a ordem. 50 ditas dita ; a Prente Vianna & C 11 ditas dIU ; a J. A. M. Oas. 7 ditas dita ; a I. Netto & C. 9 diUs dita ; a Patn Nash & C 2 volme barbante ; a J. da S. Farte. 1 dito dilo ; a Jobnston. *. 37 barricas enchadas a I. Netto & C 60 dozias de pas; a ordem. 30 ditas diu : a Moreira Dias. 720 caitas sabio ; J. Pater 1 volme tecido de algodao a M. Lobo & C 1 dito dilo ; a L. Wild & C. 10 ditos diio ; a 11. Schmelteau. 1 dito dito; a J. A.Jf. Dias. 8 ditos dito ; a Phipps Brothers. 8 ditos dilo ; a Soolhall Slellors 66 diios dito ; a P. Nash & C 3 cofres de ferro ; a P. Brothers 4 C. 20 caitas machinas para costara ; a Prente V. AC. 2 ditas dita -, a Olio Bohres. 8 volumes objectos diversos ; a M. Lopes. 33 ditos dito ; a T. Jefferis. 2 dito dito ; a I. Netto & C. 11 ditos dito ; a Jobnston. * 200 fogareiros -, a J. A. H. Das. 100 saceos arroz ; a J. Pater & C. 20 canas pbospboros; a T. i L 8 volumes tecidos de lia ; a Phipps Brothers. 50 barris manteiga ; a J. Pater. 20 ditos breo ; a P. Nasb & C. 96 toneladas de pedra para calcamenlo ; a J. Paler & C. 10 barricas salitre; a Jobnston. 31 pegas de ferro -, a Johnslon. Brigue inglez Wllswater, entrado de Liverpool, consignado a Saanders Brothers & C, manifestou o seguinte : 2 volumes tecidos de llnbo; a Sootball Hellcrs 6. C. 10 folhas de chambo em lencol; a ordem. 166 gigos louca ; a ordem. 5 ditos diu ; a Th. CbrUtiansen. i dilo dita ; a Caors & Barbosa. 35 ditos dita; a A. D. M. 100 ditos dita; a Saanders Brolbers & C 9 volomes vldros; a J. Pater. 5 fardos saceos vasios ; a H. Forster 4 C 23 volomes ferragns ; a J. A. M. Dias. 60 oitos diu; a Paln Nasb. 90 barricas cerveja ; a Saanders Brolbers & C. 20 ancoras; a I. Netto & C. 2 correles ; ao mesmo. . 10 volumes machinismo -, a Sannders Urothers dC. 100 caitas sabao ; ao mesmo. 25 barris maolega ; a J. M. Palmeira. 30 ditos dita ; a Tasso Irmios. 38 toneladas carvao ; a ordem. 42 caitas k-r.sitie ; a T. J. 5 volumes tecidos de algodio ; a A. D. Monlt.ro. 15 ditos dito ; a Isidoro N. & C 7 ditos dilo; a A- Howie & C. 3 volomes objectos diversos; a A. D. M. 5 ditos ditos -, a T. JetTenes. 38 tooeladas earvio ; a ordem. 5 caitas phosphiros; a Tasso Irmos. 60 barricas barrilba; a T. J. 40 barris brea ; a Patn Nasb & C. 211 ditos dito ; a'T. Jefieries. 3 cofres de ferro ; a A. D. M. 3 fardos barbante ; a Patn Nash. 5-ditos dito ; a S. P. J. Patacho nacional Sinauior, entrado do Rio Gran- de do Sal, consignado a Amorim Irmios, manlfes- lou o seguinte : 10,009 arrobas de charque, 50 coaros vaceuns de refugo; aos mesmos. Escuoa nacional Formosa, entrada do Rio bran- de do Sul, consignada a Amorim Irmios, manifes- tou o egnfnte : 8,140 arrobas de charque, 60 arrobas de sebo em rama. 220 ditas de grata em bexigas, 2,000 lingoas seccas, 12 saccas cevada, 400 resteas ce- bolas, 2,000 utubas salgadas ; aos metaos. ALFANDEUA DE PERNAMBUCO. PAUTA DOS PBKCOS DOS GBNKROS SrtlIOi A DIRKITOS D8 KXPORTACAO-SEMANA DB 26 A 31 DO HOZ DB MAR^O DR 1866. ..... Mercadorias. Unidados. Valores. Abanos......... ** mg Agurdente de cana .... cjuaada dem reslada ou do reino 800 Idemcaxaca,. ....- dem genebra....... dem alcool oa espirito de agua- 900 ardente....... * Algodao em caroco .... arroba 3J87& dem em rama oa em lia 15#500 Arroz com casca..... dem descascado oa pilado MO Assucar maseavado..... 1!900 dem branco....... dem refinado...... 3#90O Azeite de amendoim ou mendo- bim casada !|000 dem de coco ...... !$?, dem de mamona .... Bautas alimenticias .... arroba 10900 Bolacha ordinaria, propria para embarque....... dem fina........ ^H 7W0 Caf bom ....... ^H *500 dem escoiha on restolho. b#000 dem torrado...... libra 440 Caibros........ um 360 Cal.......... arroba 320 dem branca .... > 680 Carne secca (xarqae) ... i Carneiros ....... um Carvao vegetal ..... arroba Cavernas de sicupra ama Cera de carnauba em bruto. libra dem dem em velas ... > 800 Cha ......... 2*000 Charutos ....... cento Cevados (porcos) ..... om Cocos (seceos)..... cont Colla........ libra Coaros de boi, salgados^. dem dem seceos espichados 240 dem dem verdes .... 100> dem idem cabra cortidos om 360 dem idem de onca .... 10J00O< Docesseccos ...... libia dem ea gela oa massa dem em calda 620 Espaaadores grandes ....... om dem pequeos*. 2#00# Esteiras para forro dj|3 Estopa nacional >^H $b |^K Farinba da de uanda^H are 2*500 Frechaes um 5$000 > I 7 i * _J 2 Mr****,..*, Begnmn fefrit* de***, de 1860. dem ordinario ou restolho Idmem rajabom %^j krdnEo o a restolho. i i i as "-J. *~ . WD :: :: a Ipaeacu Lente em Listes e esletos . Hel ou raoHRi . MHto VT\ . Panngaios . PBras . dem de jangada. Pedras de amolar Idene de filtrar dem de rebolo Piaisava . Paks, ou hires de viseas ou nsttrn'. y__- PraachSes de amarello d deas tetados dem de looro Sal. .' .' .' Sais parrBa, Sebo em rama dem em veas Sol empaqueta. . Tabeas de amarello. diversas . Taffecas..... Ta tajaba . r c urna arroba i ceWo um canda arroba um quintal um . um molbo 800 14600 294000 SJ900 114000 64000 160 14800 34000 54000 54000 800 800 14900 120 GOMM nercs. Observacao. Nao houveram miradas. EDITAES Mhnmlec ge- capitana, lea pretende tirar que se acha a barca inuleu fMi de carvo s pedra, desaamcaa- saa proporta em cari fechada corrasste. Capitana do porto de Pernambnco 23 de marco de 1866.-0 secretario Deelo de Aqalno Fonseca._____ Dividendo. Oropanhia Perni6ta Navegado cottclra par vapor. Traufereaela. Flea transferida para o da 24 do correte a sahida do vapor Mmnanguape, para os porto do norte at Acarac. Recebe anda carga at o dia 23 ao meio da. Para o Rio de Janeiro .94600 . um i:-"; libra :: 204000 104000 14000 alqoeire 400 arrofia 25000 54000 ." 7400f> urna 24OOO 1 duzfa 1404000 - . arroba . .. quiatal .' .urna . cento .caada de boL .... _..ie pfcssaa. Din* de tfsjh . Dita d carnauba > Aifandega de Pernamteo, M# marco 4VME EXDlT.OftiEtrtlJ Cera, de carnauba arroba Casaueiras-de Jacaranda. dazia Enchamais...... Esleirs de carnauba. . Osaea. .'...... Pito, de carnauba . Poma de ema .... Sapatos de cOuro branee. Ert ut tapra. Approvo^AUandega de Pernambnco,24 demar- co de 186*-* A. Eulalio. (Asignados): O *> confctente, Jos Miguel de Ur. O 2." conferante, Carlos Awjmio Lim itSouza- Conforme. -*- O 4.a escriplntano, Akcmtdrino Ihomai de Afumo Coelho. ^S. } RECBUfiDORU DE RENDAS INTERtB 6E- I4S DE PERNAMBUCO Reudlmento do dia 1 a 23...... 463244300 dem do dia<4fc................ 02*163 um urna arroba molbo libra par 6M 954000 44500 460 200 800 aoo 0 Dr. Tristlo de Aleacar Araripe, oficial da im- perlal ordem da Rosa e joiz de direlto especial do comraercio desta cidade do Recife de pernam-' Pga-se no escriptorio di Companhia Pernara- buco por Sua Maaeslade Imperial e Consulado- bacana, somente aos sabhados e em prejenca das nal o Sr. D. Pedro II, a quera Deus guarde etc.' respectivas acodes o primeiro dividendo a razao Fago saber aos que o presente edilal vinim edel- de 10 por accio : no escriptorio largo da Assem- le noticia tlverem que por parte do consol porto- D|ea n. 4. guez, como administrador da heranca de Jos Mara Itlbeiro, me fot dirigida a petico 00 theor guite: Illm.|rrJ)r. juiz do eaemercio.O coasal.de Por- u eompaohia balxo mencionados, declarado que tugaltjoiia provincia devendo Jos Francisco Coi- haviara se desencaminhado de sen poder as de ns. lares* beraoca do fallecido subdito portuRez Jos 886 a 898 e 2786 a 27t)0, pela gerencia da C impa- Marta Rlbeifo a importancia de qoatro letras que nbia Pernambocana e por ordem da directora se acceitra, e qae estio vencidas desde 186lk sendo declara qoe da data deste a 30 das, a vista da urna de 1:0004, era 31 de Janeiro, outrade 4624150 : reqoislcao dos mesmos Hie vo ser entregues no- era 29 de margo, ontra da 6814200, em 29 de abril,' as accOes de igual numeraco era subtiluicao eouira lioalmenredo 7M4780, rm 28 de Jalho do aquellas que llcam assltn sem valor algam, tlManaMo, e quereoo o supplicante, c(*o legi- Pernambuco 14 de marco de 1866. Ha adoai filtrador da raesraa heranca, Inte Romper j o gerente F. F. Borges. a presevipco qoe j M acba mminente, raqaer a ;----------;t*~"-----r~i---------r_----- V.S.se digne mandar tomar por tormo sea protes- 'BSpeCCaO d* irseial de maana lo, a que sejn intimado por editos ao snppltaado na Faz-se publico joa a eoramissio de peritos, forma do ari. 4>3 jjj 3 Jo Cod. Cira., vfjto Ur el- examinando, na formaiMormiaada no regularaen- T.K1KT *. ti le ausente em hurar nao sabido, designando V. S. to anaaio ao decreto n. 1,31* de 5 de fevereiro do MJ I^IIJ.IV lia e bora para a iostiflcaco da ausencia e incer- 1854, o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-! nn /we/vi mu vi rv.iri n>, nve tasa do lugar. troaco, vtame, amarras o ancoras do vapor Ua- j UOG**W% m(Mtr6 seguate dospacbo :Tmese o cao eesleira, achoa todos esses objecus <"n "st^rfo pretende seguir at o Am da pre-eote mana a barca naoioaal Guarain, apenas recebe carga miu- da e etcravos, para " COMPANHlTWRNAlftUnT" | Pi8,^,,.*f j!e,a **vedB 4 C, ko ten escrip- Teodo os legtimos proprleurios das acgdw des- {torio rna aa Unz n. 1. ^^_________ Para Araeaty O hiato Dous rmos, para carga trata-se cora Tasso irraos ou com o Sr. Quintal no trapiche do algoaao._____________ Freta-se um navio de 150 200' toneladas para o Rio de Janeiro: a tratar na roa da Con- cordia com C. H. Bradljr. _ LSIIIS. avisos DiyEjts^ INJECCAO BROW. Reniddi inaUivei as agnorrheas antigs -r /'nTfl ~n W ^ifWen.tes, uaio leiMtito aa pliarmacia jU 1 JOjtl A??^^SoK Cha, ao^recode Carvalbo Nogueira na rua.do Apol- K), sacam a vista ou a praio sobre Aos 6:OOO.sOOO. Corre depola d'amaohSa. Quarta feira 28 do c rrente mez, se ex- em estado de poder o vapor nagegar. Inspeccio do arsenal damariah de Peina 23 de margo ddi86|^ oco inspector, r H._A. Barbosa de Almm)da. lo blspdo de Per- * inglez hado, ftO#B unda-feira M do eorre na aorta da Assoctacao eMe OLYMPIO ao meio dia mercial. Na qnat dei o proieato o^Mra qae se jasulique a ausencia marco a primita audiencia. Recife 20 de Janeiro de 1858. -Alencar Araripe. um virtade do qual fra a meseta pf t gio des- OJaaid ao escrivo dette juio Manoel Maris lio-_______ drtfta daWascimenio, o qaal latrou o termo de M m-m, J protesto do leor seguiuCe : CCreiari Termo da protesto : nambuco. Aos 20 de janwro da 4466, na cidade do Recite, Sua Exc. Rvma. o Sr, blspo diocesano, manda! em meo cartorio, appareceu o supplicante per seu fazer publico, que administrar o santo chrisma no veudera' em leiio publico por ordem de Archl- bastaate procurador e advogado Dr. Joaquim Jos domingo de paschoa da resurreicao na igreja ca-' bald Wilson capao do brigue inglez 1EDDO, com da Foataea, e disse peraale mtm e as tesiemunhas thedral de Olioda ao adaHo, aa so moslrarora auiorisaoao do lllra. Sr. inspector da alfandega, rafra aHigoadas qw redzia.a protesto o coatedo pteparados con o saerameato da coofcaio. em presenea do Rlm. Sr. cnsul de 5. M. Rritan- de snapetigo retro a qual offereceu eorae parte Previne mais, qoe d'aquelle da em dlante adrai-; nica e de umerapregado da alfandega para o ef- da presente que tica sendo; o de como asa o dis- oistrar regalarmente esss sacramento as matri-1 feito nomeado do casco, mastreago e (apparelho SffJyVr sbt t*)testou lavrei este termo, no qual, depois de es do Recife, Olinda e circumvisinhas, nao admit- tal quai se acba tundeado. Ildo se flrmou com as ditas testemunhas. tindo da mesma sorre a saa recepefo se nio aos se Eu Manoel Mara Itodrigues do Naselmeato, es- adultos, Isto aos maiores de seis annos, que se 1jE11.A^ crivio o escrevi Joaquim Jos da Fonseca, Claudia- moatfarera, por testados de lacerdotes, habilitados -\ /*. a~ irai ion no da Silva Reg, Coholaoo de Abreu e Silva, com o sacramaoto exigido. B lendo o aipplicaote prodotido soas testemu- Palacio episcopal da Soledade, 23 de margo de nhas, sellados e preparados os autos subiram a 1866. O coaego Marcelino Antonio Bornellas. Secretarlo do Mssado. Exc. Rvma. o Sr. nispo diocesano, manda inlia concluso, e nelles dei a sentenga do theor seguinlo : Procede a ju>(iflcaeag pela qual mostra se a- Sua ebar-se ausente era lunar nao sabido o jusli- fazer publico, que no domingo da paschoa da re- cado Jos Francisco Collares, e assim, mando que surreigo, depois da missa conventual da cathedral seja citado por editos de trinia das para o fira re- de Olinda, dar a bengao papal a todos os eis : o queml a folhas 2 ; paga* as cusas ex-causa. 1 para que possam lucrar as santas indulgencias de- Recltt 13 Be fevereiro de 1866. Tristao de. verao preparar-so com os sacramentos da cooflsso^ D Cerca IfltUi*1 Menear Araripe. e commonhao. Por Torga daqual o referido escrivo fez passar j Palacio episcopal da Soledade, 23 de margo de da barca JLney E. Ashbcj.) HOJFo Por intervwice do a^snte- P*nto no armatem do bario do Livramento caes do Apollo. O Diario de amnala designar a hora e a qdantidade pre- cisa. CONSULADO PROVlNClad Pres,>te edMal, pelo qaal chamo, cito e hei por ftaiutiuiAiitn dn da l a ?t t9kialO20 citado o ditnpplieado^ara-^ue compareca nesto donfdo da 24 !!.. l!, .'.*.'' 6?9i34066 ?o dentro do dito prazJliflmde allegar oque fr 128:1114986 E para que chegne ao conhecimento de todos , maadei passar o presente que ser publicado pela irotrensa e atflxadi nos lugares do costume. Recife 17de fevereiro de 1066. Eu Manoel Marte RoaYignes do Na-c ment, es- crivo o subsoreri. IVmIoo de Alencar Araripe, O Dr. Tristao de AleQcar Araripe, oficial da imperial < rdeta da Rosa ejuiz especial do commercio nesta cidade do Recife de Peroamboco per S. M. I-, etc. Faco sabr aos que o presente edital vi- ren e dele noticia tiverem que no dia 26 de marco do corrente anno 1866. O conego Marcelino Antoaio Doraellas. PRAgA DO RECITE 4 DE IARM BE ISWO. A'S TRES HORAS DA TARDE. Revista semanal. Cambios........Saccou-se sobre Londres de 27 Vi a 28 d. or 1*000, sobre Pa- r a 340 rs. por fr. -. elevndo- se a S? 70,000 os saques efec- tuados para a Europa. AlgoJo.........Vendeu-se o de Pernambuco do 164500 a 174700 por arroba, o de Macei. posto a bordo, de1 . Pela inspectora da alfandega desla cidade, se faz publico, que em virtod da porua da tnesou- raria n. 28, de 22 do crreme, so precisa contratar o concert de qae carece o cter Relmpago, em- pregado no servigo d'esta repartigao; tudo de con- formidade com o orgameoto, que ser presente aos licitantes ; os quacs apresentaro a esta inspecto- ra as snas propostas em cartas fechadas, isto at o dia 13 deste mez. Qaarta secgo da Alfandega de rernambuco, 24 de margo de 1866. O escrtptoario Joao de Assis Pereira Rocha. Conselli de compras navaes O conselho promove a compra no da 2a do cor- ohjecios do material da !SadT.eZdUSSegl|llte8 rejOO a 18*300. Assucar........Venden-so o branco de 34300 a !a7mbem7S.eoXT.^.'. f ^ venda a qaem m.is der em praCa publica deste juizo o seguiote: Duas canoas de carregar tijollos, sendo SSdo de24O00 a 24300, e o **& >> ">>as por 180^000. Urna dita de carreira em mao estado por 30,5000. bruto de liC'.iO a 14800. Agurdente.....Vendeu-se de 72*000 a 73*000 a pipa. Couros ........Os soceos salgados venderara- se de 140 a 130 rs. a libra. Arroz..........O pilado da India vendeu-se a 3*030 a arroba. Ateiledce......Vendeu-se o de Lisboa a 3*000 o galao. Bacalbo.......Em atacado ultima venda foi de 17*600 a onrica, e a retal bo a 47* a dita; ha vendo um depo- sito diminnto. Banhadeporco.. Venden-se de 500 a 520 rs. a boa Batatas.........Venderara-se a 600 rs. o gieo. Caf...........Vendeu-se de 54600 a 64400 a arroba. Cha............dem de 14700 a 24200 a libra. Cerveja........Vendeu-se de 3*000 a 6*300 a dazia de garrafas. Farmha de trigo. A de Phiadelphia retalhoa-se de 24*000 a 25* por barrica, a de 22* a 23*. a da LEILAO de 500 caias eom cha en peiTfio estar* (parte do carrega- raeie da barca americana Lucv E. Ashbey.) Segunda-feir* S8 de mar?o as i I horas no armazem do bario do Livramento. John P. Ashbey, capito da barca americana L- ea fi. \shbfij, naufragada oeste porto, ara leilo com lic-nca do inspector da alfandega em proseo- ca de um mpregad 1 da mesma reparligio para o um nomeado, com asstslenei* do cnsul dos Fila- dos Uaidos, por mtertttdgao Je agente Pinto, o por conta e risco de quera perteneer de 400 a 508 cai- xas com ca, tantas quantas forem precisas para occorrer as despezas feitas pela mesma barca oes- te porto, o leilo ser etfectuado as 41 horas em ponto do dia 26 do corrale no armazem do sarao do Livromeoto, cae do Apollo. _ trautraa ultima parte da i.1 e 1.a da 6* lotera (5i), a beneficio da igreja de Nossa Senhora do Livraoeoto do Recife (se antea desse dia tiver seguido para o sul o vapor ingle* que se espera da Europa) sendo a extraegao no lugar e hora do costume. Os bilhetes, meios e quintos achan-se venda na respectiva thesouraria, ra do Crespo n. 15 Os premios de 6VOOO0OOO at 104006 serlo pagos urna hora depois da extraccSo at as 3 horas da tarde, e os outros depois da distribuicaoa* aislas. As encommendas sero guardadas so- mente at a noUeda vospera da eatracoio. O thesoureiro, Antonio Jos Rodrigue de Sotua. Francisco do Rogo llaia Bho do raajor Joio Francisco do Reg Maja v para a Europa. Jos Lopes uiae Peixoto e soa sennora reti- rara se para Portugal a tratar de sua saude. PROFESSOK 1 PIANO Jos Coelho da Silva e Araujo conliua a leccionar piano: na ra do Livramento n 2!, terefliro andar. mmmmmmmm mmmmmn u Dr. Fraucisco Pires Hachado Portella MEDICO E OPERArOR PELA Faculdatle de Parla. eontinua na ejercicio da sua proflssao, especialmente tas molestias de olhoo, de vks trinarlas e do pello, para cujo tra- tamenio jnlga-se nabihtado atienta-a pra- tica adquirida nos hospitaes daqaella ca- pital, e os instrumentos mais modernos que possue. Accode aromptamente a qualquer cha- mado para Tora da cidade. E encarrega-se de collocar olboa arli- flciaes. Mo pateo do Carmo n. 2, esquina da roa de Hurtas, daa 6 as 10 horas da ma- . uha, a das 3 as 5 ia Urde. M 8RRHBI 3aSI^'9m[9 60 travs de qoalidado do 32 a 34 palmos de comprimento e 8 a 9 polegadas de grossura, 80 travs de qualidade de 40 a 43 palmos de compri- dazias de duzias de limas triangulares de 40 a *6 polegalas, 20 car- rinhos de mao, 16 duzias de tabeas de assoalbo de louro, 10 duzias de tabeas de forro de amarello, j Seiscadeiras de madeira de Jacaranda, SSttfflf """^ d9 amarel,e ,0 i sendo duas em mo estado, por 24#000. Promove o cons'ettio a compra sob as condigSes I Dous COOSlos da mesma madeira COm do estylo e vista de propostas recebidas naquelle i tampos de pedra, ambos por 32-iOOO. I dia 24 do crrente raez at as 11 horas da maohaa. Um sof' da mesma madeira por 25#000. LEILAO Detna caixa cem chapeas de manilha IIO.IE. 1 !fo armazem do baro do Livramento. Era conrtnuaoeo ao leilo do cha e por interven aod( gaodo agente Pisto. LEILftO Quatro cadeiras de bracos da mesma ma- deira a OfHMX) cada ama. Doos espelbos da mesma madeira, gran- des, a 4C000 cada um. Duas cadeiras de balando, de Jacaranda, sendo usadas, por I.'-mXH) cada una. Urna cmoda de amarello em bom estado por 204OOO. Urna marqueza usada por 4000. Um aparador de amarello por 12(5000. Tres camas de ferro em mo e tado a : 54O0O cada urna. Sala do consolho de compras navaes 19 de mar- co de 1866. O secretario, Alexandre Rodrigues dos Anjos De 50 caixas cora cbalas. Ka-aTBS O agente Pestaa fara' leilo por conta e risco de ijuem perteneer de 50 catxae coa ceblas des- embarcadas ltimamente em lotes a vontade dos compndores : seronda f ira 26 do corrente pelas 10 horas da manha no arrrraiem do Annes. Arremataco Terga-feira 27 do corrente, depois da audiencia do Or. joiz de orphios, vai pvaga de venda a parte da casa terrea n. 19, outr'ora 25, com urna | Terga-feira 27 as 11 horas a ra Leilo 53, Feijo. New-York de 225 a 23*. a Riclimond de 22*000 a 23*000, a rraaceza a 244000, e de 254 1 ello por 454000. a 264oao a o> Trieote; dcandoi Os qttads forana pcahorados por execu- B.deo^^ti!^a8na c5e &> Francisco Aiaas de Moraes Pires fnJC oSu8 qna?2?|"ontra Francisco Botelho de Audrade. 8,000 da quinta, ao todo I5,6t>01 E nao liavendo lancador que cubra o barrica?, inclusive doas carrega-' preco da avaliacio a arremata porta de frente e duas janella?, duas salas, tres quartos, despensa, cozioha fra, quiotal murado, cacimba raeetra, em solo foreiro, avaliada por 5394287, para pagamento dos credores do- finado Joao Nepomuceno de Araujo. Terga feira 27 do corrente, depois da audien- cia de jais de paz da freguezia de S. Fre Pedro Urna flMtt de iaotat' de midoira de ama- Goncalves do Recife, polas 41 horas da manha ,____inftn w rollo de fumo com 3 412 arroba penhorado a Antonio Martina Lisboa, por execogao de Manoel Alves Pereira. da America o 300 barricas fran cezas, chegadas esta semana. Vendeu-se de 10*000 a 12*000 o sacco. dem a 7*550 a caixa. A ingieza ordinaria vendeu-se comlie por cont do premio so- bre a factura. Manteig.......Vendeu-se a ingieza a SM a II-1 ^ escribo, O subscrevi. bra, e a franceza a 600 rs. a M^ de 4ewcar Araripe. Fogo da China.. Louga.......... E para que ebegue ao conhecimento de todos mandei passar o presente que ser publicado pera imprensa e ailxado nos lu- gares do costume. Recife, 7 demarco de 1866. Eu Manoel Mara Rodrigues da Nascimen- Massa?......... Venderam-se a 7*500 a caixa. Passas.........dem a 6*000 a onixa. Presuntos.......Venderam-se a 16*000 por ar- roba. Queijos........Os flaraengos venderaffl-se de 4*750 a 1*800 cada um. Sabao..........0 inglez vendeu-se a 150 rs. a libra, e o do Mediterrneo 240 rs. dita. Toucinho.......Vendeu-se o de Lisboa de 9*500 a 10*000 por arroba. Vinagre........O de Portugal venden-se de 90* a 110* a pipa. Vrahos.........Venderara-se os de Lisboa de 180* a 190,5000 a pipa, e os de outros paizes de 145* a 1709 a dita. Velas.......... As de composigo venderara-se de 600 a 650 rs. por pocote' i seis velas. Desconto.......O rebate de letras regoJod a 12 por cento ao anno. Frete?.......... Para Liverpool 1 d. e 1 d. X Por 8 /. a vapor, 1 d. sem primagem o 4 d. 5 f, arela, para o Canal, 50 d. a 52/6 por tonelada 5 %. pan Bareoioaa t d. % por MhW 5 por cont. m .OTIMENTO Di PORTO iVarios entrador na da 24. JtiarfJranSw do 9ul22 das, asenta nacional For- *>, de 164 toneladas, capttao Aotonio Pnrncis- co de S)oza, eqnipagern v carga8O1IOO arrobas de carne; a Amorim Irma. Umrpool 33 dhrs, barca ingieza ffdifn afanon, 3i7 toneladas, capillo Mfcrtefl, eqnipagern II, carga eirvao; a Wilson 4 Hett. Haaborgo 92 das, escuna hauoveriana Jacobus, de 12 toneladas, capito I. Laoker, equtpagemj 7, carga iazendas e oatros gneros; a Manoel Joaquim Ramos e Silva 4 Genros. Trieste 6 das, brgoe austraco Bernja Caboga, de 26?'loneladas, capItSo L. Claich, eqalpagem 11, carga 2085 barricas com farfnh de trigo e ootroi gneros; a N. O. Bieber & 0. H no me sino da. Rio da Prata 10 nacional Mana Thereza, c- pitao Jo.' taAraojo, carga assucar. Rio dn Jweirc He nacional Piedade, capi- to Jos !*aona, carga assucar o ou- tros '^efl^^H Partos do liorte Vapor nacionah Mimanguape, commaadanle Mello, earga differentes gneros' Navio takiit no dia 25. Acarac -Palhabote nacional Sbrateme, capito *- DECLARACOES MISOS MBITHQS COM PA XIIIA BRASILEIR.1 DE PAQUETES A VAPOR. E' esperado dos portes do norte at o da 3 de abril o vapor Sania Cruz, commandaote Carlos Gomes, o qaal depois da demora do cosame seguir' para os por- os do sol. Desde ja recetem-se passageiro3 e engaja-se a carga qae o vapor poder cooduzir, a qaal devera' ser embarcada ao dia de sua chegada, encommen- das e dinbeiro a (rete at o dia da sahida as 2 ho- ras : agencia roa da Cruz o. i, escriptorio de An- tonio Luiz deOliveira AzeveOo & C COlfANHl! BR4SILEIRA DE - PAQUETES A VAPOR. Dos portos do sol esperado at o dia 30 do corrente o vapor Cruzeiro do Sul, commandaote Alcofbrado, o qaal depois da de- mora do costume, seguir pira le. Recebem-se pas'sflgetros e engaja-se a carga que o vapor poder condazir a qual dever ser embar- cada no dia de saa chegada ; encommendas e di- acquisico das materias primas des- nheiro a frete al o dia da sahida as I horas Exposicao dos productos a- gricoias e iadustriaes da provincia. A commissSo incumbida "de dirigiros ne- godos da exposico desta previncia, previ-; ne aos artistas que desejarem concorrer com i os seos productos mesma exposicSo, e ____ que n5o o possam fazer por falta de recur- os portas que devem dirigr-se ao secretario da isso para obterem os auxilios neces* primeiro andar. PELO AGENTE EZEBIO. Ue 12 ternos de pedra superior raarraore para consolos. De urna roobilia nova de Jacaranda tampos de pe- dra. De urna meia agua n. 1 dentro do becco da As- sumpeao. Do sobrado n. 27 silo a ra da Hoeda. E dividas no valor de 991:700 rs. Por mandado do lllra. Sr. Dr. juiz especial do commercio, a requerimento de credores se vender' as dividas di massa de Jos Antoaio Domingues de Fi/ueireda na valor de 99*5700 rs., provenien- te de charutos, fumo e cigarros uo armazem n. 2, sito a' ra aa Madre de Dos, a rejaca > esto no escriptorio do referido agente. tinadas aos ditos productos. Sala da commissao 15 de margo de 1866. ?> secretario, Manoel Bnarque de Macedo. SftntarCasa de Misericordia do A junta adrnrnistrativa da Santa Casa de Mise- ricordia do Recife manda convidar as pesadas que qaiierem tapaV o arrombo e a porta d'agaa do vi- veiro da ilha do Nogueira a comporecerem ni sa- la das ssssoes da mesma no da 26 do correte pe- las % horas da larde com suas propostas. Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re- cife, 12 dfe marco de 1866. O amanuense, Francisco Gomes Castellao. .- agencia ra da Cruz n. 4, eecrlptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C. Para o Rio de Janeiro Pretende seguir com rauila brevidade o palha- bote nacional PIEDADE, lem doas tercos do seo carregamento tratado, para o reste que Ihe falta trata se com os seas consignatarios Antonio Luiz da Oliveira Ate vedo'de' C, no ca Cruz n. 4. sea escriptorio ra Tribunal do commercM) Pela secretaria do tribunal do commercio Peraamtaco se faz publico que em sessao do mes- mo tribunal de 12 dn torrente foi considerado va- go o offlcio de corretor dosta praca, qoe exercia Fredenco Lopes GuimarSas, o qaal o abandoaon, e qao a flanea prestada em favor do mesmo cor- retor persiste por seis mezes, contados deso data ; e que flea marcado o preso d> 60 das, para dentro del les se babilitarem os concor rentes ao referio offlcio. Secretaria do tribunal do eoramercio de Per- nambuco 13 de marco de 1866. O offlcial-maior Julio Gnl maraes. lllm. Sr. capito do porto manda convidar em vista do dispasto ao ari. 41 do regtamento das Para a Bakia Pretende seguir com malta brevidade o palha- bote nacional Dous Amigos, tera parte do sea car- regamento prompto para o resto qa* ihe falla tra- ta-se cora es seu- consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C no sea escriptorio ra da Cruz n. 4. Para a Baha pretende sabir com malta bre- ] vidade o veleiro patacho Santo Antonio, por ter a de raaior parte d carga tratada, e para o pouco qoe Ihe falla trata-se com o consignatario Joaquim Jos Goncalvas Btltro : na ra do Vigario n. 47 pri- meiro andar. * "TortoT Vai sahir em poucos das por ter a carga omptaabarca porlugueza LIMA I, rece- passageifos para os qaaes tem boas ac- commodacoes e ptimo tratamento; quem pretender dirijase aos consignatarios Car- valho 4 Nogueira na rta do Apollo n. 20 on ao capito na praca. Leilo. Terca -reir 27 de marco as ti horas raa da Ca- deia n. 55, primeiro andar. Pelo agente Euzeblo. Por mandado do IIIm. Sr. Dr. Joao Antonio de Araujo Frenas Henriqoes, joiz de direlto da ori- eir vara e autorisaeo da directora da caixa fi- lial se vender em leilo os predios : Casa terrea n. 2 detronte da fabrica de sabio na ra do Bram, com 3 portas de frente sem divitao interna, qaintal morado, alm de grande terreno extra muros ateo aliohamento do novo caes pro- jectado. D8 am sitio era Bemflea'Passagem da Magdalena propriedade que foi (2/3) do fallecido Sebastiao Jos da Silva, sobrado de om andar e soto, com 5 portas, frente cerca de 50 palmos e 410 de fun- do, com salas e qaartos para numerosa famftia, alera de diversos quartos externos mdependentes da casa, latada de (erro, jardiro, casa de banbo particular e outras nemfeitoria-, grande bafxa de capim. vantagens reeonhecidas que so com a vista satisfarao aos pretendentes. -------------------------------------------;------------------ ------' -XJ ' f'De movis, prata, crystws, loaea e omites objectos. Amanha 11 do corrente as 11 horas. NO ARMAZEM A RA DA CADEIA N. 29. Cordelro lines por conta e risco de quena perteneer Tara' leilo de urna mobiliade Jacaranda'e urna de amarello, 1 rico (oilet de Jacaranda a Luiz XV, i mesa els- tica de 6 taboas e outra de 3 taboas, 1 cama fran- ceza, 1 marquesao, mesas, cadeiras e outros ami- tos movis novos e usados, 4 apparelho de jamar de porcellana fino e 4 dito azul, prata, calixes. compoteiras, copos, garrafas de crjatal e outros mallos arngos que se torna enfadonho. mencionar. "Leilo . De 40 barris com pescada. Terca-feira 11 do corrente. O agente Pestaa fara' leilo por conta e rlseo de quem perteneer do 40 barris com Deseada mul- to fresca, viudos pelo vapor inglez GLADIATOR, serlo vendidos era um ou mais Toles a vontade dos compradores : terca-fei 27 do corrente pelas 41 horas da msnnSa no armazem do Sr. Annes, de- fronte da alfandega. De mobiliis, muitos trastes avulso*, objectos deoa- ro e prata, 1 cavallo de sella, grande qoaotida- do de pedra marmore pretas e brancas, cryslaes e muitos artigos'que se torna enfadonho men cionar. Qoaria-feira 28 t!o corrente as 11 horas. NO GRANDE ARMAZEM DO *GBNTE OLYMPIO FUGA Desapparetten da rna da Bsperanca casa n. 7, ao dia 14 do corrente urna cabra (hizo) toda pre- ta e aigoroas maihae na barriga, tem urna orelha trincada e outra furada : qaem achoa qaoira en- tregar na mesma casa cima, que sera' recompen- sado, oo de declarar on le esta' o dito animal. O primeiro tenenre Ernesto Ignacio Car- dim, o Dr. Joo Bezerra de Mello e D. Maria Francisca Rezerra de Mello, tutor e irmos da fallecida O. Candida Rosa Bezerra do Mello, agradecen) as pessoas de saa amizade, o cartdoso obsequie de acenrpanharera ao cemiterio publico os restos mortaes de saa estimada tutelada e irmaa, assegarando-ihes eterno reconheciraonto. Antonio Alves da Fon-eca, Antonio Al- ves da Fonseca Jnior, Jo.- Marcelino Alves da Fonseca, Fre Ludagero do SS. Nome de Mara, Thereza de Jess Fonseca (ausente), Joonna Alves da Fonseea e Gertrndes Alves da Fonseca, marido e lilhos da finada D. Isa- bel Feliciana d-ts Anjos Fonseca, cordialmen- te agradecera a todos os seas amigos qoe comparecern) no dia 23 do corrente mez as exequias feitas aos restos mortaes de dita fi- nada e acompanbaram at o cemiterio publi- co, com especialidade ao Rvd. guardio do convento de S. Francisco e seus religiosos, e ao irmao ministro actual Adriano Xavier Pereira de Brito, e aos ex ministros Flix Francisco de Sooza Magilhes, Justino Pe- reira de Fana, Aotonio Ramos, Manoel Gon- calves Ferreira e Silva e Manoel Ferreira Antones Villana, pelas maneiras obsequiosas e religiosas porque se prestaran). E convi- dan) a lodos os prenles e amigos para ou- vlrem a missa de stimo dia, que ter lugar no dia 28 do carrete pelas 7 horas da ma- nha na igreja do convento de S Francisco. Eogeno Goncalves Casco manda celebrar na matriz da Roa-Vista urna missa pelo re- pooso eterno de soa presada rai Maria Fe- lisraina da Asaompcia Casco, as 8 horas da manha do dia 27 do corrente anniversario do fallecimento da mesma, no Rio Grande do Sal, e convida aos seus parales o amigos para assistirem a este acto de nossa rellgio. FLORES DAOlTE Lisboa, Porto, Ilha de S. Janeiro. Miguel e Rio de Prerisa-se de ama ama que saiba cozonhar o comprar : na roa da Cruz n. 86. primeiro andar. Hoje o Mnilea deposito de louea da fabrica da Barbalho Caba Est estabelecido no pateo de Y S. do Terco a. 12 qae ate agora era oo mesmo pateo o. 139, qae , (ora grande eorlimeuio de louga que vende maia ba- rato 40 a M por cento do que era ouira qualquer parte tambe* faz sciente aos sena freguexes qae raandoa fazer urna porcao de canos para agua qae vai veedor por prego atao mdico e tem lolas de tod ^aMMades. ^.________________ Qaem ti ver para alagar ama negra qoetai- ba eniomraar dirija-sea roa dd Trapiche n. 4%, segn Jo andar, oaanouucie par ser procurado. Marlnho, interprete do com inercia, rae do Vigario n. 21. ____ Precisa-e de um taberna, de idade de tO Esperanca n. 41. menino para calieiro de a 15 annos : na roa da Esta para se alagar a casa da rna bin. 30 ; a tratar na ra da Imperairiz mero 28. do Tam- loja nu- Innanilade Teodo a nossa Irm^ndade de levar em solemne irocisso, o Senhor SatKissimo Sacramento aos en- fermos, pelas 7 horas d'arranhS, do i a^aaeta- let- ra 28 do corrente roer, donvida por isse a todos os nossos irmaos para que compareca na nossa igre- ja matriz no rndiesdo dia e hora, afira de encerpo rados acompantiarem a dita proci-sao. Consistorio, 22 de marco de 1866. O escrivo, Manoel Polycarpo Moreira d'Azavedj- IICi'M ! Os herdeiros de Feliciano Augusto de Vascon- celos vendem o sitio que tries pertence da roa do Mondego n. 24 : a tratar cora os mesmos herdeiros no indicado sitio, a qoalquer hora do da._______ O aboixo assignado leado deisado de em- prestar drahelros sobre penhores, desde que ess geuero de tran>accoes (o prohikio, e leudo atnda em seu poder algutnas otiras de oaro, roga s|ies- soas a qaem ellas pertengam, qtfe as venbam pro- curar em seu estabelecimento na fu dos Ojuarteis ns. 17 e 19. Bernardo Alves Piaheir . GASA DA FORTOiU Aos 6:000*000. Bllhedea A' RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME O abaixoassignadovendeu nos seas muitofeii- ses niIhetes garantidos da lotera que se acabou de extrahir, a beneficio do theatro de Santa Isa- bel, os segaiotes premios: N. 1405 bilhete inMro cora a son de 6:000. N. 3316 ara" meio eom a sorte de 1:2004. N. 3841 am meio com a sorte de 200*. B outras muitas sortes de 1004, 404, 204. Ospossuidores podem virreceper seus respec- tivos premios sernos descontos das leisnacasa da Fortuna raa da Crespo n. 23. A-eham-se a venda os da ultima parte da 4* e 1- da 2' lotera (o'i-) beneficio da igreja de N. S do Livameoto do Recife, que se extrahira* qaarta feira 28 do torrente. PRECO. Bilhetes.....6400 Meios......34000 Quiutos.....14200 Para as pessoas que eomerarem de ItOjOOO para cima. Bilhetes.....34500 Meios......47S0 Quintos.....14400 Manoel Martins Fidza. aLF.WGA A capatazia da alfandega precisa de serventes para o servico da mesma, vencendo a diaria do 24: as pessoas que pretenderen) servir na mesma ca- patazia devero apresentar-se a' porta da alfande- ga, as 8 horas da manha em ponto. Alfandega de Pernambuco 23 de marco de 1866. O administrador _______ Joao Athanasio Botelno. Associaco ommercial Beneficent? Nao se tendo reunido numero snfficiente dos senhores associados para a reuniad da assembla geral desta associaco. convocada para boje, a di- recQo convida de novo aos senhores associados para o dia 26 do corrente, as 2 horas da' tarde, e que se constituir com o numero que comparecer, segundo determina o art. 21 dos estatutos. Associaco Comraercial Beneficenie d) Pernam- buco 23 de marco de 1866. Candido C. G. Alcoforado Secrelario. POEZI1S DE LYCURGO J. H. DE PAIVA. Um volume formato em 4* em brechura. com o retrato do autor. Assigoa-se na livraria franceza dos Srs Garrauxde Lailhacir 4 C a ra do Cres- po n. 9.. Preco 34-________________________ Aloga-se um moleque para criado em casa de hornera solteiroe vndese um ouiro bonita fi- gura para engenho cora 13 annos de idade : no Corredor do Hispo o. 48, a tratara qualqaer nasa, tambera se vaode am p langa i m mnito em con. Antonio Moreira Res, previne as pessoas a quem elle costamava a mandar peixe na Quarta- feya de irevas, que este anno deixa de fazer em razao da chela que hoove a poucos diae, ihe haver arrorabado o viveiro e o peixe ter fgido. Arrenda-se ama das ohrias' da propriedade de Sania-Aooa, a' margem do rio Capibaribe eom casa de viveuda, c >m o seu competente forno e embarque para lyjollos ao lado do mesmo em ama camba ; quem a pretender pede dirigirse a mes-1 ma propriedade que acharaa com quem tractar. -^ Alnga-se o primeiro andar da casa n. 69 da I ra do Rangel : a tratar-se na mesma roa n. 77 taberna. Manoel de MesquitaCardoso retira-se paran! Europa deixando por seu advogado o Sr. Dr. Jos j Bernardo GalvSo Alcoforado e procarador o Sr. i Rodolpho Joao Barata de Alaeida. Precisase de ama ama forra ou captiva, para cosinha e mais sorvico interno de nma casa de familia ; na ra Direita n. 91 i. andar. Offerece-se um moco com algumas nabita- Qes para caixeiro de escrlpturagao, ou mesmo balea o ; quem precizar annuncie por este. Diario. Precisa-se de um caixeiro de 44 a 16 para taberna na ra do Mondego o* 97. annos, AMASSAMR. Precisa se de om amacador, na padaria da dos Pires n. 42. -a- rua AfflN(A0 Pergunta harinoaiosa. Quera se livrara' dos couces de ara animal pre- venido ? O cavallo trluraphante. Agencia de passaporte. Claadino do Reg Lima despachante de passa- porte e portarlas, tira os para dentro e fura do im- perio por ejmmodo pre?o 8 presteza. : na ruada Praia primeiro andar o. 47. Lote ia. O bilhete loteiro garantido o. 1403 cora a sorte de 60004, foi vendido na feliz ioja da ra Nova n. 5*. Joo da Silva Ramos, mdico pala universida ie de Coimbra, d consultas em sua casa das 9 as 11 horas da manbla, e das 4 as 6 da tarde. Visita os doentes em suaslj casas regatarmeote as horas para isso designadas, salvo os casos ur- gentes, qae serto soccorridos em qualquer occasio. D consultas aos pobres que o procuraren) no hos- pital Pedro II, aonde encontrado diariamente das 6 s 8 horas da mauba, Tem sua casa de sade regular- mente montada para receber qual- quer doente, aiuda mesmo os alie- nados, para o que tem commodos apropriados e nelia pratica qualquer opperacSo cirurgica. Para a casa de sade. Prmeira classe. .33000 diarios. Segunda dita....30500 Terceira dita .24000 Este estahelecimente j*bem acreditado pelos bons servio que tem prestado. O propietario espera que elle continu a merecer a confiaoca de que sempre tem goxado. F oar 48 Praea m c 48 AI|a-S-oa permolase Pon dTJcWa n.2. .- ., OMbrado amarello da no armazem daJola amatelia no oito da seeneta- a tractar na raa do Imperador ria da polica, Tecebem-se encommendas de toga ; do ar para dentro e fonda provincia. MSBSSSSSSSSSSSSl sssssa BU PWtf^^W"11^ **""* Jf||l.M4flPi4e 1866 ^v FABRICA VAPOR 09 RA DO MONDEGO 99 Deposito na ma Nev 3 loja de relojoefro. Delouche dooos deste estibelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa- brica est montada com as melhores machinas qoe existem ni Europa, e que pode fabricarcom melbor perfeigao possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e puro, o que n3o se pode encontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco baixo, visto os productos serem do paiz. Na.etiqceta teta sempre urna aguia. PRECO. Meia libra......... 400 Urna libra.......... 600 Urna arroba........190000 Na mesma fabrica acaba de se montar urna ofQcina com serrara a vapor paral obras de marcinejria propria para edificio, para o que encarreg i-se de fazer portas, ja? dellas, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) earmacoes, tudo com brev- nade e perfeicao. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entregando-se prompta a collar-se no lugar. ITARIA DOS M1ZES Compaiihia* geral hespanhola de seguros mutuos sobre a vida AUTORISADA PEJU) REAL DECRETO DE 2i DE DEZEMBRO DE 1859 Una lauca em dinheiro, depositada, nos cofres do estado, garante a boa ad- Hiniatraco da compaihia. BANQUE1R08 DA COMPANHIA* WRECCO GERAL O naneo de Hespanha Madrid: Ra do Prado n. IO Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos sega os sobre a vida. Nella pode se taier a subsfiripco de maneira que em nenhum forado se perca o capital oem os juros correspondentes a estes. Sao to suprehendentes os resaludos que produzem as sociedades da ndole deA NACIO- NAL,que ainda mesmo dimlnuindo ama terca parte do interesse produzido em recentes liquida- ces ecombinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia para seus calctrtos e liquidacSes, em segurados de idade de 3 al9 annos, urna imposico annua. de 100J produz em effectivo metlico: mmm......... *mm.. .,;. No fia do 8 annos.......1:119*300 de 10........3:942*600 de 18 i.......U:JO8*2O0 de 20........30:286*000 M .de 28 ........ 80:331*000 as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis. Prospectw e mais informales serao prestadas pelo sub-director nesu provincia, oa qajm Fiaz deOliveira, roadaCadeia n. 82, ou a Boa-Vista ra da Imperatrii n. 12, estabeleci- mento dos Srs. Raymundo, Carlos.Leite k Irmo. TINTURARA AO GRANDE 8. MAURICIO DE tOEJLHO Continua a haver diariamente um sortimento de pastis, podios, bolos ingleses, empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se as melhores condicSes de poder satisfazer encommendas concernentes soa arle, em consequencia do socio Freitas ter sido administrador ebefe de algumas das princii aes fabricas Da corte, sendo urna a do Sr. Joao Goncalves GuimarSes (confeitaria de Leo) antiga casa de Carceller. Todos os trabamos sao differentes dos que se fazem em casas particulares. Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se pouparao, se houver concorrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti- mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se- rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito estado. Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objeclos; ban- dijas ricamente enfeitadas sem armacao pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras de ovos, pSes de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados, kechs simples e eafeitados com fructas ingleza; gatheaox de la reine, ditos de le d- chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne: cremes e doces de ovos de differentes especies. Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser- veja, licores, charapes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con- feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac- ondicionar tanto para a provincia, como para fra. k K K w FIGURAS Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos pira PltOCESSOS APERFEI^OAUOS PARA Tlnglr, llmpar e lastrar a vapor. F. A. SALN URE & C. 29 Kua 7 de setembro 29 Defrotte 4a roa nova do Oovidor (Rio de Janeiro) Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por I trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na' Europa, eajudados por alguns dos melhores officiaes de Paris e Ly5o, podem assego-j rar seus freguezes urna perfeicao no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces- sos ordinarios. Tingem, lavara, limpam e demofam com a mai-T perfeicSo e brevidade qualquer qualidade de fazendas, liram nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen- tas de senboras e de liomens. DE FAZENDA E ROPA FEITA HITA MOTA Y. 34. Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova j n. 24, verdaderamente penhorados e reconheciilos para com seus amigos e freguezes, I -i^M^ tos de doces finos, tudo por precos razoaveis. Vende-se licores em duzia muito em conta. A OAHESMA Acabam de receber G. Paes do Amaral & C. 5 RA DO CRESPO 5 Autiga casa de nilherme da Silva Gulmaries Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto, com lindas barras bordadas. Moire-antique preto era cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas. Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras. Gorguraj preto, fazenda superior a todas pela qualidade, e bonito tecido. Este estabelecimento acha-se sonido com numerosa quantidade de filos pretos, de algod5), de linho e de se- da, manufactura ios em ckales retondas algerienes fbpurnus) anamites africaines pompadour DE FANTHASIA Receberam tambem bonitos cortes de popeline de listras de cores, e matisadas, muito modernas, de gostos inteiramentenovos; e outras muitas fazendas de goslo, viu- das pelo ultimo vapor. G. P. 1IO AM.IKAL ram para sciencia daquelles que o qaWerem honrar com seus officios, que, em vista da grande concuwsucia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que ' relativo a roupt feita; acabam de admtir para a sua officina de alfaiate maior numero de artistas, inlusiveoseu contrameslre, dirigido pelo hbil mesire Lauriauo Jos de Barros, o qual nao se poupa a exforcos para satisfazer com a presteza possivel qualquer obra de encommenda. Os mesmos annunciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e muito variado sortimento de fazendas fin as e de bom gosto, proprias para o tempo da quaresma, as quaes esto dispostos a vender por precos muito coramodos e mais barato que em outra qualquer parte. Como sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annuncios bombsti- cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos para bem servirmos quelles que vierem ao nosso reclamo. . Companhia fidelidade de seguros maritimos e terrestres estabelecida no Rio de Janeiro. AGENTES EM PERNAMBCCO Antonio Liiiz de Oliveira Azevedo & C, competentemente autorisados pela direc- tora da companhia de seguros Fidelida- de,.toraam seguros de navios, mercade- ras e predios no seu escriptorio ra da Crui n. 1. 5 RA DO CRESPO 5 DE DE L VIGNES. M. 55. RA DO IMPERADOR Jtf. 55. s pianos desta antiga fabrica sao hoje asss conhecidos para que seja necessano insistir sobre a toa supenoridade, vantugense garantas queofferecem aos compradores, qualidades estas incontesta- aunca falbar, por serem fabricados de proposito, ter-se feito ltimamente melboramentos Importan- tsimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada- reis aos ouvidos dos apreciadores. Fazem-se conforme as encommendas, Unto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio correspondente de J. Vignes, em cuja capital foraffi sempre premiados em todas as exposiedes. No mesmo estabelecimento se achara sempre um eiplendido e variado sortimento de msicas dos melhores autores da Europa,-ssim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por precos commodos e razoaveis. O Dr. Carollno Francisco de Lima San- tos contina a morar na roa do Impera- dor D. 17, segando andar, tendo alias sen gabinete de consultas medicas, logo ao entrar, no primeiro. O mesmo doutor, que se tem dado ao estudo tanto das operares como das mo- lestias internas, presta-se a qnalquer cha- mado, quer para dentro quer para fra da cidade. Cosinheiro. PECHIiNCIIA SEM IGUAL . Ricos cortes de gorgoro de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros ou 18 a O covados cada orte, largura de chita franceza. pelo baratisslmo preco de 804 cada corte : na loja das columnas da ra do Crespo n. 13 de Antonio Crrela de Vascon- celos & C. Precisa-se de um cosinbeiro que seja escravo a na roa Nova n. 60, armazem da Liga. O Sr. Francisco Jos de Freitas Gui- mares, queira ter a bendade deappare- cer na livraria n. 8 da praca da Indepen- dencia. Em casa de Theod Christiansen, roa do Tra- piche-novo n. 16, nico -agente no norte do Brasil, de Brandenburg frres, Bordeaux, encontra soief- fectivamente deposito dos artigos eeguintes: St. Julien. Si. Pierre. Larose. Chateau Loville. Cbaleau Margaux. Grand vin Chatean Lafltte 1858. Chateau Latine. Haut Saoternes. Chatean Sauternes. Chateau Lataur Blancbe. Chateau Yqaera. Cognac em tres qualidade?. Azeile doce. Precos de Bordeaux. SEGUROS MARTIMOS CONTRA FOGO. A companhia Indemnisadora, estabeleci- \ i da nesta praca, toma segaros maritimos so- bre navios e seus carregamentos, e contra fogo em edificios, mercadorias e mobilias : na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo. Na praca daIndependencr~733,~lo)a de ourives, compra-se ouro, prata, e podras preciosas, e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e todo e aoalqner concert. Aluga-se o 3 andar do sobrado sito na ra Imperial n. 1, com commodos sofflcientes para fa- milia e por preco razoavel: a tratar no 1 andar do mesmo sobrado. _^_.______ Lavam-se chapeos de palha para se- nhora e do Chili para horaem e se informam pelo systhema moderno: na ra da Impc- ratriz n. 28, loja. _______________ Offerece-se dous engenbos moentes e, cor- renles com agua a quem qulzer arrendar ou' com- prar, sendo um na freguezia de Santo Anulo dis- tante da cidade da Victoria 1 leguas e 3 para a es- cao de Frexeiras, boa cata de vivenda, senzala, cercado em valado e muita mata, e montado do necessario como seja casa para bagasso e estufa. Outro na freguezia de Ipojoca distante duas leguas e meia para a estacao da Escada : quem pretender dirija-se ao engenho Sibir da Serra oa da Atha- lala que achara' com quem tratar^____________ Thereza de Jess Ribeiro Campos, parteira examinada, moradora no pateo do Hospital a 26 annos, defronte do oito da reflnacao, casa n. 5, faz sciente ao respeitavel poblioo que continua sua morada na mesma casa- 9 INJECCAO e CAPSULAS JVEGETAES aoMATI W GRIMAULT&GLPrtARMACEUTICOSEMPABIS Noto tratamenlo prepsrado com as folhas de Matico, rtore do Per, para a cura rpida e nfallivel da Gonorrhea sem reccio algum da contrae^io do canal ou da inflammacao dos intestinos. O celebre doutor Ricord, de Paris, terrenonciado, desde sua apparicao, ao emprego de qualquer outro tra- lamento. Emprega-se a njtcfio no comcro de fluxo; as capsulas em todos os casos ebronicos inTe- terados, que retistiro s preparares do copaba, cubeb* e as njecefles com base metallica. enosito em Parit. 45, ru Richelieu. INJECTION BROU ralcnlca luraliuti e Preacrvatlva, absoluiaun-mu a uuica uuc cura kbi ueulium addi as prineiiMe boueui do mundo. ( Exigir a inslrucc.o do uso). (M unos de cxuncia.) -ari, em casa do latenlor OD, bonlerard Magenu. /.,-. H No sobrado da roa Nova n. 56, aluga- 2 se ou compra-se urna escrava que seja t perfeita engommadeira. jp ttffn^ mmmmmmwm lagonima-se com asselo, promptidao e pre(js razoaveis: na roa Augusta no, loja. Precisa-se alugarum sitio peno da cidade, agradando paga-se bem : quem iiver queira ter a bondade de apparecer no armazem da ra da Ca- deia n. 36. Luvasde pellica prieta* e ou tras core. Chegaram para a loja de miadezas a ra do gueimado n. 16. Joo Marpues de Sooza CenUnho comprou a taberna da roa dos Coelnos com quina para a rna do Jasmim, perteocente ao Sr. Joao Antonio Aives, livre e desembaracada de todo e qualquer debito. Manuel Jos Moreira, amigo negociante de gneros de estiva ne*ta cidade, e presentemente \ sob a Arma de Moreira & Braga, recommenda ao O hospital portugus de beneficencia precisa Sr. passageiro que veio do Porto na Sympathia de um enfermeiro : qoem se jnlgar habilitado e (Uanoel los Moreira), que para evitar algum quizer contratar-se dirija-se ao Sr. provedor An-, equivoco para o futuro, altere o seu nome, fazendo tonio I opes Pereira de Mello ou ao secretario Joio publico por este jornal. Pereira RabelloBraga. j -ZT^SWi%ieorraate d'esapparecea dosillo i do Arraial, onde ootr'ort aoroo o Dr. Thom Ma- Antonio Luiz de Ollveira Azevedo & C. tem deira, urna vacca e urna cria sendo a vacca ver- para vender no seo escriptorio, ra da Craza, i, inelha e tendo a cauda cortada : quera a pren- vinho do Porto em caixa de duzia, fio hamborguez, j der oo delta der-noticia' qoeira dlrffrr-se ao mes- cola da Baha superior. uto sitio qoe era' generosamente graOflcade. N. 0. Bleber & C, sucessores, sa- cam sobre o Rio de Janeiro a vista on a pra- zo conforme se convencionar.___________ Deseja-se comprar orna negrinba de 1 a 2 annos de idade : a tratar no becco do Pombal, casa de frente encarnada. Urna senbora viuva de maior idade e bons costumes, se offerece para fazer companhia i al- guma senbora, ou familia honesta, a qual da nesta cidade o conhecimento de moitas pessoas; na roa de Hurlas n. 8. AUeaco. StSmssga Tinta Inalteravel Para escrever de P. JMAIRER i i\ PERNAMBVCO I-^ta tinta recommenda-se pela sua com- posica e diuidez como a mellior e a mais segura d todas as tintas at hoje conheci- das. Nao ataca as pennas de ac, da at 'tres excellentes copias, mesmo muitos dias depois de escrever, e prfeferivel a qual- quer outras tintas particularmente para livros do commercio,-documentos etc de que se careea longa conservaca. f r i Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia franceza de P. MAURER & L i Na ra do Imperador n. 17. segando andar, pre- cisa se de um criado cosinbeiro da bons loslomes. Precisa-se de orna pessoa para entrar de so- ciedade em urna taberna : a tratar na ra do Hos- picio n. 28. ____________ D-se sociedade em urna taberna que esta' bem afreguezada para a trra a quem entrar com nm cont de rls: quem quizer fazer este negocio PERFUMERA da casa oger Bouievart Sebastopol, 56, I*ar*l5B. Des medalhas, a condecoracao da Legin d'honneur e a grande reputacao que tem lhe dado o publico, taes sao as recompensas que os serricos. prestados a industria merecerao a esu importante casa desde sua fundacao em 1804. N'um sortimento de mais de 500 artigos, as pessoas elegantes escolherao os seguintes: ROSEE DU paradis, extracto superfino para lenco. POMMADA CEPHALIQUE contra a caJ- vicia. AGUA VERBENA para o toucador. OXIMEL MULTIFLOR. VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS. TINTURA VIRGINALE de beijoim. ROSEE DE LYS, verdadeira agua de Jouvencio. CREME LABIALE de sueco de Rosas. pommada velours para amaoiar a pelle. ELIXIR ODONTOPHILE. SABAO dedicad* as damas americanas. SABAO de bouquet de Franca. d* de flores de alcea rosea. d* de flores printanieres. d* de bouquet do outono. d* di perfumes exticos. d* aurora, dedicado aos dedos cor de ' rosa. d* de flores das montanhas. d* de cheiro de foins nouveaux. d' de bluets cheirosos. d* de althea balsmica. d* diapr, caixa rica, tuttesia peri- sience. Aos senhore armadlores Palmas de flores de diversas qualidades para or- nar sepulchroe porcSo de dhalias rdxas e rosas s*2=; s sa*- ,*>_ ffsar f?issfs?i! sss AMA olha para casa de deleocao em carta fechada com as iniclaes M. A. G. S. as Cinco Ponas n. 128, precia-se de urna ama secca para casa de familia que faca todo ser- vico. do que em qualquer onlra parte. Na praca da Independencia livraria n. 8, existe urna carta par* o Sr. Dr. Candido Casado i Lima. Precisa se de urna anu i corionar e comprar, paga se bem: i lugar da Caponga, por- to do Jacobina, ou ra das Pernamliucanas, sitio que foi do finado padre mesire Capristano. Precisa-se alugar ama ama para comprar e cottaiur: a tratar na roa do Apollo d, 9. y v ' co -- Segunda felra de Harc 4c. 1866. A LE8ITIMA SAISAPARRILHA GARRAUX DE LAILBACAR & C. LIBRAIRIE F SE Ra do Crespo n. t LIVROS NACIONAES E.ESTRANGE3ROS ReligioPiitosophia Jurisprudencia Littera- tura-Scieaejas irles. Papelaria, objectoS para escriptorio. DE BRISTOL. PREPARABA UMCAMEMTE POS LAN1N & KEMP, NOVA YOKK. Composta de substancias, gozando das propriedades eminentemente depurativas; approvada pelas juntase academias de me* oficina; usadajnos principaes bospitaes, ci- vil militares e da marinha as Antilhas e no continente americano; receitada pelos facultativosos mais distinctos do imperio do Brasil e da America hcspanhol CURA RADICALMENTE escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en- ormidades venreas e mercuriaes, chagai antigs, morpbea e todas as molestias pro- venientesd'um estado vicioso do sangue. Emquanto existen varias imitacoes e falsificacoos, preciso a maior cautela para evitar os engaos, A legitima salsa de Bristol vende-se por CAORS 4 BARBOZA JOO DA C. BRAVO A C. Joao da G. Bravo & C. Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n.22 em casa, de Caros OfTerece-se uma ama para comprar e cosi- nbar para casa de hornera solteiro : a tratar loa raa do Fogo n. 5a. DEPOSITO DE CALCADO W FABRICADO NA CASA DE DETENCAO Hj Raa. \ova n. I. f Ah se encontrarlo obras de di- mt t versas qualidades, e por preco mui ! I diminutos, a retalbo e em porgues. I S So se vende a dinbeiio. | Samoel Power Johnstoo & Companhia Ra da enzala Nova n. 4. AGENCIA DA .. FundicSo deLov Woor. Machinas a vapor de 4 e 6 cavados. Moendas e meias moendas para- engenho. Taixas de ferro coado e batido para enge- nho, Arreios de carro para nm e dons cavallos. Relogios de o uro patente inglez. Arados americanos. Machinas para descarocar algodo. Motores para ditos. Machinas de costura.________________ Aviso. Precisase de ama ama para comprar e cosinhar para uma casa esirangeira : na ra Nova d. 50, '*'_________________________________________________________________________________________________________________ Precisa-se de uma%made leite, que seja bero morigerada : a tratar na ra do Apollo n. 9. Club Pernambucano A partida do mez de marco tera' lugar nanoitedo dia 31. Admittem-se. mascaras, as quaes sero ti- radas da neia norte [em diante. Haver uma commissao no andar terreo para reconnocer os Srs. socios que vierem mascarados. _____ Antonio Jos Rodrigues de Souza na ra do Crespo n. 15, toma dioueiro para mandar entregar na Bnhia, Para o Maranhao._________________ Cozlnhelro. Precisa se de um bom cozinheiro : na casa de pasto da ra da Moeda n. 33.________________ Aloga-se a toja da ra das Cruzes o. 18, tem comraodus sufflcienle para estabelecirhenlo de qual- qaer negocio ou artista, e juntamente para inora- dla, tem pequeo quintal e cacimba, esta' porm estragado o ladrilho, mas todo o negocio se Tara'; ra N va de Sania Ritta, ribeira do peixe n. 19. Precisa-se alugar uma preta de meia idade e gue sirva para todo servido : a tratar na ra Im- perial p. 39, taberna. _______________ Precisa-se de um homem para traBalhar em um sitio com planta de capim : na ra D reia o. 69. CALCADO. 45 > Km Direita 45. A'primeira condicJo indispensavel con- serva-cao da seode irazer os pea bem de- fendidos contra os ataques da hmida de; calcado bom e seguro o nico preserva- tivo dessas mil enfermidades a que est su- jeito o nossoeu. Um chinlo velho cal- cado por um dandy patuscante, ou uma botina acalcanhada em pequenino p de en- cantadora deidade alm de aecusar que- bradera horripilante, prova contra as f,cul- dades intellectuaes dos calcantes, e nao ha quem, tendo bom senso, queira passar por maluco, ou pobre de surrao : ergo, cor ram a: 4RA DI RE T A4*. e attendam a' barateza. Homens. Borzegnins barcellonezes de lus- tre Ditos de Bordeaux : 70000 i Ditos parisienses de bezerro e eordavio....... 80000 Sapa toes de Na n tes de duas ba- teras rasas...... 50000 Sapatos de lona, sola de borra- i cha.....; 2^000 ; Ditos aveludados..... U600 Dito de tranca bous.. 1*600 Senhoras Borzeguins enfeilados. .. 30000 i Ditos de laco .' 40800 ! Ditos lisos .....,, 40500 Sapatos de borracha. 10OO Selleiros, corrieiros e segeiros 1 Sola de lustre, meios grandes 200000 E um completo sortimento de calcado fa- bricado nopaiz.____________________ LHpip De ferragens, alambique, si- nos e outras obras de co- bre e bronze. as lujas da ra Nova ns. 33 e 55. A viuva de Sebastio Jos da Silva vende acom- modo prego por junto e atacado as ferragens e obras cima mencionadas para pagamento dos credores de seu casal. Boa Fama ra do (Juei- mado. Receben pelo toltimo vapor chegado de Aspas fortes para boloes. Na ra duQuelfcadb loja de mludeiis n. 16, ven- de-se aspas de ac furte, e dertiflerentes larguras parabaiaes. Bonitos quadros par retratos. Vendem-e na roa do (iueiroado leja de miude- Paris chapeos para menina do ultimo gosto zas n. 16, bonitos quadros coa moriato preta! e dourada, todos por preeos rasoaveis. ^ Garrafas brancas e de cores com superior agua da colonia. v'endem se na ra do Queimado, loja-He miude- zas o. 16. rM 9 Novo gosto * Pentes, (JveJIas, e brincos de fellgrana. A aotiga Lera cotiecida lija n. 16 na ra do Queluido, recljeto um sommeDto de dWersos ob- jectos de novo e bom goslo, sendo pente* trancos e donrados de moldes enteiramente novte mol a- gradaveis, tendo entre elles alguns de UMffrana obra de multo gosto e deflcil execugo, e bem assim Q- vellas e brincos as mesmas circumslanclas. Tambera recebeu alguns cintos oqsedemais moderno e bonito, se pode encontrar mi tal genero. Alm disso encontrarao 01 pretendeotes un com- pleto sortimento de Qvellas de madreperola, cliris- tal, tartaruga, e dourados, brincos de christal, e 0 de DOrCO 60000 i350'1 '"'"as e cruzes de dito e muitos ouiros objec- - tos de gosto, os quaes conlirma-se a vender commo- Preclsa-se de um amassador : ta, padaria n. 69. na ra Direl- Medico e operador. O Dr. Joo Raimundo Pereira da Silva, tendo (requentado os mais notaveis hospi- | taes de Paris, oode ser procurado para os Si mysteres de saa proflsso na roa da Cruz o. 10, segundo andar. Da consultas todos os di. s das 7 as 10 horas da maohaa. Es- Xa peeilidades molestias de o los, partos e vas urinarias. 9 Ama Precisase de uma ama para o ser vico interno de uma casa de punca familia : a tratar na praca do Cerpo Santo n. 17, 3o andar.______________ Manuel Jos Moreira adverte ao Sr. Manoel Jos Moreira, que continua a assignar-se Manoel Jos Moreira. COMPRAS iafr;v.ru'.v'a (Caixeiro. Precisa-se de um caixeiro que tenba pratica de laberoa : na roa Direita n. 71__________^^^ Precisa-se de uma escrava sem vicios para engommar e fazer o mais servico de ca>a de fami- lia : a tratar na ra do Queimado n. 17. TJm moco bastante habilitado cffereee-se para ieccionar francez e portuguez em algum eogenbo ; a tratar na ra Direita n. 73._____________ OPeitorsal de Cereja, DO DR. AYER, Para a cura rahicai. e cer- ta de todoa a molestias do pelto e da garganta, tosses, constlpa^es, Itroncliite, asmn, defluxos, roqul- do, Coqucluclic, angina, Diptheria. Ksto xaropc peltoral o resul- tado de longos anuos America do Norte, e lo experi- encias minuciosas nos principas liotpiUes do mundo; reeditado pelos mdicos mais distinctos de-.te sceulo na raa clnica particular, porlanto digno de tod confianfn, 1, por ser ejjicaz, alcatifando com urna certeza inial- ivel o o?sent da molestia o anaticando lhc as j^izes, assim dando aos orgos atTectadoa uma aefio natural e si: 2, por ser innocente t applicariU a qualguer peua de gualqutr idadt oh >ezo, ao hornera robusto ou 4 enanca da mais tenrn idade, cada fiasco sendo accompatiado de dirrecfues minuciosas: ;i, e ultimo, por nao ser um reuutlio secreto, pois qualguer med- ico ou pharmaceutioo pdc obter a formula da sua composlco, dirjgindo-ae pessoalmenlc on por esrtu no agente geral, H. SI. Lae, a rna Direita No. 10,(Kio de Janeiro. Mitos.-asos que tinhaoiombado do textos os recursos da scicBCi tem sido curados radicalmente com o uso do Peitoral de Cereja. As pcsnoas atacadas de tost, dcflnxos, Dr da garganta, Brouchitt,-turna, tte., c outros ymptomas da tsica prima- rla geralmaste fazcm ponco aso do scli padecimento ot que seja tarde para cura-lo. Jo descuidis d' uma tosso porqnc npora parece de pouca importancia ; uma tosse descuidada Chcga a ser chrorea c induz a formacio de Tubrculos nos pulmocs. Xcnlmmn casa de familia dore estar sem um fraseo liste xaropc i mo ; pois ne ataques rcpeajlnos de Angina, de -Crmip, c nos paroxismos do Coqueluche; ou tome compfida a que esto sujetas as enancas, nao ha tenpo de chamar um medico, nem de fazer remedios, e este-xaropc alivia immediatamente c ]kx o filho querido sao; salvo, fora.ae pcrigo. As -molestias que estio no alcance Ais Tlrtndes curativa! do reiTOHAL ns cereja. Coqueluche, Tosse ferina ou convulsiva. Boquidiio, Tudas as molestias do peito e garganta. Consumpcio dos Pul- moas on Tnica pulmonar- Acba-se esa sodas as 'Boticas e Drogaras de imperio. Pilulas Cfitliartlcas do Dr. Ayer CUBA.O Trixao de reir*, IuMoetto, Constipo^*, Mheu- inatijno, JKemmei ihoidat, Dr de eabeea, A Ke*ra- *ja, nial do nfamoso, Ewrmqueea, mal do TtQmdo, Gattr.it*, Fot** gastra-lirpaticn, J.nmhri.jti*. Jryfjf- tjlaj ff0droptia, Incremento do baeo. Todas a* molestia que provem da uso excestlro d guhtiAO. O wthor purgante at hoje conhecido. Estat pitia* assucarada* sao puramnte vegltaes. PRG* X PTJHIPICO 8EM MESCTTRIO. J venda em todas as Boticas e Drogaras do Imperio. ACESTE OEBAl, H. M. LAE, Bu* Direito No. 18, - ^ Kio de Janeiro. Yende-se em Pernambuco: na PHARMACIE FRANCAISF .^deRMAREE I RA NOVAN^ Comprt-se ouro, prata e pedras preciosas em obras velhas : na ra da Cadea do Ilecife cja de oorives no srco da Conceicao._________ Compra-se carosso (sement) de algodo : no armazem de algodo de Saunders Brothers & (1. no caes de Apollo. ___________ Compra-se ama casa de sobrado no aterro da Boa-Vista ou ra da Aurora : a fallar na ra do Crespo n. 17._________________________ Ouro e prata. Em obras velhas : compra-se na prca da ln dependencio n. 22. loja de bilhetes. Compra-se uma burra de ferro, inglesa ou fresno das antigs ; na ra Nova n. 31. Comprara-se libras esterlinas : n.i praca da Independencia n. 22, junto ao relojoeiro. Compra-se na prensa de algodo da Saunders Brothers & C. ementes de algodo a o"K) r?. por arroba. Na fabrica de charutos e cigarros sita na roa de Borlas n. 1, compra-se joroaes ara eoibrulbo a 120 rs. a libra.______________________ Seiim e silhao, Compra-se nm selim e um silhao osados: na ra do Caldeiro n. 74, das 6 as 10 da manha e das 3 as oda tarde. Comprara se duas rodas para carroca ou uma carroca que esteja cm hora estado : no arma zem da bolla amarella no oitao da secretaria da polica. - r.....ssatsssssasjwssaasaiaj VENDAS POLHIJVflAS PIRA 1806. Acabam de sabir luz as folhinbas de algibeira e de porta para o auno de !*86fi, o mais correctas possivel tanto no calculo das las e eclipses, como as diversas festas que a igreja celebra; vendem-se tnicamen- te na livraria da praca da Independencia, i6Q ris as de porta e 320 ris astde algi- i)eira.___________________________ Acaba de ehgar aloja da agoia braaea a roa do Queimado a. 48. Chromaco-me para Ungir cabellos, Hoild walier para dito. Tintura de L. Marques para dito. j\ gmia orarla a ra do Quimado n. S acaba dereceber: Leotityonlss d'aco para enfeites. Peana* .branca^ e de cores, para gor|os e chapeos. Enfeites Alis, mol bonitos e modernos. Sapaliobos de selim par baptisados. Melas de seda para o mesmo. Bonitos chapeusinhos de setim para dita. Rosa* camelias e outrae qualidades. No vos bxineos, fiveflas, gentes e pulsfii as de fili grana. Filas de seda de cores para debrnnbar vestido. Dita do arjaota differentes cores e lorgurae. Dita de gorgorao, desenhos novos e bJnitos para cintos. *" Carleiras com aguihas. Laa de barriguda,^ que de inelbor ha para enrher travesseiros : vende-se na roa da Madre de eus, no armazefiVjmUo a' Jgreja.________ Vende-se sai grosso : a traiar aa ra da Ma- dre de Oeus o. t. Fnnileiro Vendem-se caixOes d folba de Flandres a iOO rs. cada um : na ra da Cn i o. 6, ar- mazem. Vendt-se orna casa terrea na Capunga Ve- Iba ou poro do Lasserre : quem prtender din- ja-e a raa das Plores o. 2, loja de sirguero que acbar cota quem tr.tar. %_ Milho No trapiche baro do Llvraroento, vende-se bac- eoa com milho de Lisboa a 7\o00 o s,eco conten- do 6 alqnelres cada nm da^nelle menado. Na ra da Imperatrin. 28. Vendem-se cortes de cambrala brancos.com i. 5 6 babados a 20* e V&. Pil de seda preto com Qor* a vara isV Cambratas brancas de ama rara de largura fi- n a 15 e 800 rs. Ricas lampada; o candieiros a gas por grosso e a retalbo. De caldeTeiro c. fundico de ferro, si- nos ebronze; cuinoseseravos, Vende se a grande fabrica de calderelro e fun- dico de m?iaes da roa Imperial ns. loi a 138 ; e tratar com a viuva de Sebastio Jos da Silva, na ra Nova n 35, ou na raa da cadeia n. 57. Milho a 6,j!5Mi a sacca, em coia a 360 rs., novo : no armazem da estrella, largo do Paraizo n. 14. ________ Vende-se per preco commodo uma opa de ca- simira tina para irraao da matriz: na raa das Aguas-Verdes n. 5. Superior do Garantiids Pumo o melhor possivel: na ra do Queimado, segunda loja n. 18. CAbWLU Vende-se cera de carnauba mais barata do que emoutra qualquer parte,:|na raa da Madre de Dos n. 5*. Collares de crystal A loja da Aurora na ra larga do Rosario n. 38, pertencente a Manoel Jos Lopes & Irmao, receberam riquissimos collares de crystal, ditos, de jaspe, biincos, pulceiras de jaspe, ernzes 6 brincos iguaes, cruzes de crystal, velas de dito, I Qvelas muilo modernas a prineeza, dooradas e pra-1 teadas para senhoras e meninas, flus de muito boa qualidade para cintos, tanto largas como es- trenas, bons leques de madeira a imitaco de san- dalo muito baratos, ditos de maifim, ditos do ma- dreperola, ditos deosso tanto grandes para senho- ras como pequeos para meninas, riquissimos en- feites modernos para cabera nfeitados com fitas e aljofares pialeados, ditos de mais gosto enfeilados de flores ludo isto s na loja da Aurora na ra larga do Rosario d. 38, qoalqner senhora que queira comprar fmndas e que queira amostras pode mandar buscar pois d-se a qualquer pessoa que iraga peahor. da mente. Pnenles de madreperola, e enfeites filets A loja de miudezas na roa do Queimado n. 16, receben bonitos pentes com cbapa de madreperola, e novos enfeites filis ornados de lantejoilas dou radas, moedlnba?, aljofares, vldrilbos etc., tendo grandes para toda cabeca e pequeos para coque, regulando os precos de ti a 44000 rs. B .mitas caixinbas com arranjos dourados para costara, tendo com mosicas e sem ellas. Vendem-se na ra do Quei- mado loja de miudezas n. 16. ' Trancas pretas com vidriiho?, e bicos com ditos e sem elles para enfeites ou vestidos. Na roa dt Queimado n. 16 loja de miudezas a- cbaro os pretendentes um bello sortimento dos objectos cima ditos, cascarrilhas, franjas etc. ele e tudo est sendo vendido por precos com modos. Botoes pretos de vidro enfeitados d'aco. A loja de miudezas n. 10 ru do Queimado vende mui bonitos botoes pretos de vidro com en- feites de ac, os quaes muito se uzam para enfeliaT vestidossaquem os pretender pode dirigir-Be a dita loja n. lo roa do Queimado. venden-se na leja de miudezas a ra do tueimado n. 16. Bonitos leques de sndalo e outras qualidades. Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida- des e moldes. Brincos e cruzes de crystal. Abotoadnras de dito para coletea. Bonitos port-relogios. Delicaaas caixas com msica e sem ella, para costara. Aguihas e linbas para chrochet. Retroz superior em carriteis. Rendas pretas e bicos com vldrilbos. Fitas de velludo com listras de cores pare en- feites de gorros e vestidos. Ditas de grosdenapoles, lisas e lavradas, brancas ! e mausadas._______________________ colares Royer ou colares ano- i dinos para facilitar a denticao das enancas e preserva las das convulsoes. O feliz resaltado obtido immensas vezes pela prodigiosa forra magntica dos colares Royer, nos casos de convuis5es, e denticao das criancas, tem altamente elevado o sea bem merecido prestigio, e hoje ji se pode dizer qae estio feralmente con- ceituados, e estimados de innumeraveis pais de familias: de nos porque do aso desses salatares colares viram salvos ao perigo seas charos filbi- : nbos, e de outros porque colheram daqoelles tao proficuo exemplo para igualmente;- preservar os \ seus. Assim, pois, a agoia branft, lendo em vis- tas a uiilidade e proveito desses prodigiosos cola- res anodinos ou Royer, mandn vlr o novo sorti- mento qae agora receben, e continuar a recbe- los para qae em tempo algum a falta delles possa ser ^nrpsta aos pais de familia, os quaes ficaro cer a os achar constantemente na roa do Quei- rr ;.|n, loja d'agnia branca n. 8. Dfdems 'orddos, enfeitados con aljofares, pedras, etc. para meninas e seuliors. A agufa-branca vende bonitos e modernos dia- demas dourados, enfeitados com aljofares e pedias proprias para meninas e senhoras. HonKos cbaiiozinhos de pallia fina e avencaes para meninas. Sao obras estas de que ns linas pais de familia se nao podem escusar de comprar, por fazerem el- las parte do asseio e bom gesto rom qae trujara suas bellas lllhrahas. A agina branca (em o pra- wr de ver que tao bellas e precisas obras foram devjdamente apreciadas e compradas em sea nl- nno. Os chapeozinhos, alm de serem d'uma pa- Iha mui fina, sao de mui bonita forma e ultimo gosto, enfeitados com toda a perfelco: os aveo- taes, porm, sao de Ona cambraia, guarnecidos de babadinlios bordados; o que Ihes da muitagrac. Os precos desles, 5^000, e daquelles, 10; e de qoanlo sao elles baratos conhecera o pretndeme, que se dirigir a' loja d'aguia-branca, na roa do Queimado n. 8. vldrilbos de cores e aljofares, imilande ajo, para enfeites de vestidos. A aguia-branca na raa do Queimado n. 8 rece- ben um bello sortimento dos objectos cima pro- prios para enfeites de vestidos, etc., etc., e e.-i vendendo commodamenle. Novidades. Na Agola branca ra do Queimado n. 8 rece- beu diversos objectos de muito gjsto e intelraraen te novos, sendo : Bonitos e delicados pentes dourados e prateados, tendo entre ePes alguns de migraa obra mui per- eita e de elevado gosto. Ditos com chapa de madreperola. Brincos de filigrana e oulras qualidades. Pivellas de dita e oulras larobem de diversa qualidades. Cinios mui bonitos, enfeilados em toda a exlen- cao com caracteres dourados e prateado*. Filis enfeilados com moedinhas dourad,e lan tejoilas, aljofares & &, sendo para coque, e toda a caneca, e ontros com plumas &. Bonitas voltas de jaspe com cruzes, lendo lam bem algnmas de duas cores. Luvas e meias de laa vegetal, para quem sore de frialdade, pa- ralesya etc. Vendem-se na raa do Queimado leja d'Aguia branca n. 8. Bandoline de roza para segnrar ou conservar perfeitamente atado os cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei- mado loja d'Agoia branca, a 1J0OO o frasco. Enfeites pretos para vestidos A Agoia branca recebeu novos enfeites pretos Atten$o I Atten$o! Attenco! Grande sor timen lo de faiendas pro- prias para a cuaresma. APaba d*j ebegur a este novo estabelfcrmeoto unrgrande e vanado sortimento de (azendas pro- prias para a quaresma, a saber : . ir denapl' s preto a .sGOO o covado. Vrnde-se um grande sortimento de grosdena- pf a l600, tHOP, 3* e 2.U.0O o covado : dito muilo Mi|ieiior a 80Oe 3 : na ra da lnpera- triz 0. li. loja de Guimares & Irmao. Moriantique prelo a 2^800. Vende-se uro grande i-orliionuo de raoriantique a 2$800, 3$ e 3$SW o covado. Chales de renda pretos a 8000. Vende-se lamtem um variado sortim oto de cha- les de renda a 8, 9o00 e 10J1; ditos muito finos a HA e 12 ; ditos de seda fazenda muito fina a 20*000. Refondas pretas a iv#. Vendem-se retoodas pretas pelo barato prf Guimares & Irmao. Grande pechincha panno preto a 2000 o covado. Vtnde-se panno preto proprlo para calcas o pa- litois atje 2200 o covado; casimiras pretas a 1,8800, -i, 2i00 e 2#00 o covado. E' mnifl haralo cortes de casimira a -1)0(10. Vendem-se corles de casimira preta a 3*500 i* ti 4*500 ; dita n.uito fina a 6*. Admira cortes de brim de cores a 1,280 Vendem-se rSites de brim de cores para calca a 1*280,1*600, 1*800 e 2* : na rna da Imperatriz n. 72, loja de Guimares 4 Irmo. E' bai-a tissimo a 120 ris o covado. Vendem-se risradiohos muito proprios para rou- pa de eseravos, a 120 lis o covado; ditos tscoce- zes trilito fleos a 210, 280 e300 lis o covado. Laazintns a 3oo rs. Lazinhas de quadrrohos a 300, 320, 360 e 400 rs. o covado ; duas muito linas a 500 e 560 : na ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares A ir- mo<. Corles de laa a StfOCO. Acaba de chegar a este importante estabeleci- mento um sortimento de cortes de laa que se veo- de por o* e 5*500; ditos a Mara Pa, fazenda muito moderna a 12, 14*, 18* e -A> ; ditos com camisinha, cinta e grvala a 25* e 28*. Chitas francezas largas a 260 ris. Vende-se uro grande sorlimeDto de chitas a 260, 280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; ditas preciares a 400, 440 e 300 rs. Cambrais de cures a 280 rs o covado para vestidos, sendo bicos com vidrilhos e sera , elles, trancas com pendentes de vidrilhos e sem ,JeD,d^mrf "mlr'a*rancezas a 280' 30- 3-> nQO' ^.hsa .noc iLk.. nm irfr.irmc a m 360 o 400 rs. o covado. elles, cordo grosso tambum com vidrilhos e sera elles; assim como galoes e franjas de diversas lar- !uras, Utas de velludo etc. como semore os bons regaezes encontrarao commodldade de presos nos objectos qae se vendem na loja d'Aguia branca ra do Queimado n. 8. Botoes de vidro com enfeites d'aco no centro. Esses boloes que tanto servem para melhor se poder enfeitar um bom vestido preto ou de cor, Cambraias lisas a 3.000 rs. a peca. Vende-se um grande sortimento de cambraias lisas pelo barato preco de 3*, 9*500, i*, 4*510 e 3* ; ditas muilo (loas a 5*500 e 6*; ditas victoria a 6*300 e 7*; ditas de uma vara de largura a 8* e 9* ; ditas pira forro a 1*600, 2* e 2*200 na ra da Imperatriz n. 61 ROUPA FEITA. Vende-se uro completo sortimento de ronpa fei- acho se a Venda na roa do Queimado loja d'Aguia la felta. assim como sejam palilots, calca?, toletes, branca n. 8. Grande armazem e loja da Arara. Ra da Imperatriz d. 56. Neste estabelecimento encontrarao semprs um completo sortimento de fazendas francezas, suis- sas, allemes e inglezas a vontade do comprador, ; se vende mais barato que em outra qualquer parte Chitas da Arara a 6 '? a peca. Vende-se pegas de chitas de cores com 38 ca- vados a 69, em covado a 160 rs., riscadinbo para caigas de eseravos a 120 rs. o covado : na ra da Imperalnz n. 56. Grosdenaple prelo para r quaresma a 1#600 Vende-se grosdenaple preto para vestidos a l-rcOO, 1*800, 3* e 2*S00, moreantique preto pa- ra vesiido a 39 e &S00 o covado : na ra da Im- peratriz n. 5C. Arara vende lazinha para luto a o00 rs. Vende-se taazinha lis < para vestidos de luto a 500 rs. o covado, cassas pretas a 320 o covado, al- paca preta a 500, 600 800 o covado, bombazioa para vestidos a 1*400 e 1*600 o covado : na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56. AlgodSo avariado da Arara a 3$. Vende-se pecas de algodo com pequeo toque de a vana a 3*, ditas lirapcs a 4(500, 6*, 7* e 8* : na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56. Arara vende o p<-nno de linho a 640. Vende-se panno de linho para lences e serou- Grande sortimento de grosdenaplespreo las a 640 e 700 varai e0bertore! de algodo a 1* para todos os precos. | e 1*400 : na ra da Impertir loja da Arara nu- FAZENDAS BAHATAS N 27 Ra do Queimado N. 27 GRANDE railMI Cambraia branca para forro a 240 e 400 rs. a vara. Lencos bancos para algibeira duzia a 20000 rs. Retondas pretas a 9#000 Cambraia morsuliDa de cores propriapara vestidos o covado a 300 rs, Moreantique preto superior a 20800 e amostras 30OOO 0 covado. camisas francezas a 1*600 e 15800 ; uilas linas a 2* e de linho a 2o00, 3* e 3*oo0 ; seroulas de 1**00, 1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*o0 : Da ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir- mo. travessa do Carioca n. 2, caes di Ramos. senhoras. t-ortesae csemiia pela ua Al ai a a .j#5uu. Hinr.tinnnnc nim mo7a a tAXflf r 9 rln- Vende-se cortes de casemira preta para caiga a ; Ouardanapos para meza a dflouurs, aau ^^ ^ ^ e ^ cw|f-g de^l(ore^ para calea a I*, cortes de colim a 1*280, corles de ganga e Veudem-se dous motores para 2 e 4 cavallos, proprios para mover machinas de descansar al- zta. godo e cylindros de padaria, etc., e uma prensa I Superiores baloes de arcos a 3#2O0 rs. hydraulica de grande torca, propna para enfardar i -* ---------,.------,---------, "' algodo : na fabrica da travessa do Carioca n. 2, brande peclllttClia tic lUadapiMUO C0D1 caes do Ramos._____________ avai'a Vende-se uma porgo de ferro bruto, serve Paredes Porto vende uma grande porco de ma- para obras de ferreiros, e por prego muito com-: dapolao avariado, fazenda de 10* e 12* a peca, a modo : a tratar na roa Imperial n. 1, 1- andar. 6*500 e 7* com pequeo toque : na ma da lmpe- ; ratriz n. 52, armazem da porta larga junto a pa- daria franceza. no- Cal de Lisboa Na ra do Livramento, armazem de molbados n. 20, vende-se da ulma ebegada por menos pre- go do qae em outra qoalquer parte." ________ Vende-se uma rtula nova de louro : a tra- tar na ra do Hospicio n. 28. VENDE-SE "vj. .. ,<.... ....-.__~>. ...i...... proprio para um armazem de assncar oa prensa . V."ttmse dQas pre,as- mofs f sadias i*- de algodo em ponto grande, por ter 6 portas de & ?Il^TS!ffSSSJ?^W'S^ maisPde 67 palmos de largara e 300 e %oura, o motivo da venda terse de retirar o sea | ttotos de mmpSmm^ lDdo ?oberto e so- senhor para fora do jmperio : mazero a ruada Cruz n. 33. para tratar no ar- Vende-se superior potassa lo armazem n. 36. na roa do Apol- rasttBttiMttttftm) m Aviso jtj| Na ra do Vi gario n. 24, escrip- mi torio, vende-se cera de carnauba y de superior qualidade, por barato preeo. Velas de carnauba ' \ vendem commodamenle ', numero 24. na rna larga do Rosario " IllRWSIJIf Attenco Na 1*113 do Vigario n. 24, escrip- I torio, vende-se velas de cera de carnauba de superior qualidade por barato pr.ec\ i VINHO COLLARES. Vende-se um escravo de 28 a 30 auno?, sem vicio algum : ruada fecha n. 25. Mogiias Na roa da cadeia do Recife n. 53,vende-se linguas de primeira qualidade do Rio Grande do Sul a 120 rea cada ama. Para na tingir cabellos, Hoild Walter. roa do Qoeimado, loja miudezas Vende-se n. 1C. Chrniaco-me Para Ungir cabellos. Vende se na loja de miudezas, a raa do Quei- mado n. 16. Tintara de L. Marques Qara faier os cabellos prems. Vende-se na ra do Queimado, a loja de dezas n. 16, ' brim a 1)400 e 1*600: na ra da Imperatriz mero 56. Arara vende as saias a 3#500, Vende-se saias bordadas para sent iras a 3*500, vestidos braneds bordados a 4*300, ditos bordados a la e seda a 6*500 e 9*, ditos de barras de la a 6* e 8* : oa ra da Imperatriz loja da Arara D. 56. Panno preto da Arara a 2$ o covado. """ Vende-se panno preto para calcas, paletots e colletes a 2*, 2*f00, 3#, 4* e 5*, casemira preta ' muilo Ona a 2*, 2*500 e 3*200 o covado : na roa ' M e HPSr? gaardanapos a 2800 a duzia. Vende-se guardanapos para mesa a 2*800 a du- zia e 240 cada um : na ra da Imperatriz loja da bre arcadas e para comodidade dos compradores Arara n. 56. se vende cora o prazo de 2 annos oa o qae se con-; Arara vende as chitas a 160 rs. vencionar uma vez que seja com segnranca e pa- ] Vende-se chitas escaras de cores flxes a 160, gande-se pela demora nm mdico joro : as pes-; 200 e 240 o covado, ditas francezas a 280, 320 e soas a quem convier esta compra poderao enten-: 400 0 COvado, cassas tinas a 280, 320 e 360 o co- der se com Antonio Alves Barbosa na raa dos Gua- faij0: na rna da Imperatriz loja da Arara n. 06. "aPes n- 78- MadapoUSo enfesUdo a 44 de \2 jardas. Vende-se pegas ee madapoln entestado de 1S . jardas a 4* e 4*500, dito com toque de avarla de i Irroaos recebem do Aracaty, e | J24 jardas ^ ^ ^ ^ 8f 94 e 10* : na roa ' da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56. Arara vende os vestidos a Maria Pa a 50. Vende-se vestidos de cassa coro Laa ras a Hara Pa a 5*, ditos de la a 6* : na ra da Impera- triz loja e armazem da Arara n. 56. Chales da Arara a 84 de fil. Vende-se cbales de Gl a 8*. retondas a 109, chale de tilo de seda 14* e 18*, chales de me- rino estampados a 2*, 2*500. 4* e 5* : na ra da i Imperatriz loja da Arara n. 56. Farinha de mandv ca i ltimamente desembarcada, vende-se por prego cemmodo : no armazem da ra da Moeda n. 43. mendoas Vndese por 5* a arroba : no armazem da raa 1 da Moeda n. 43. Milho miado * Vende-se por prego coro modo : do armazem a' roa da Moeda n. 43. Charutos da Babia De dilTerdotes qualidades e por prego commo- do : vende-se no armazem a ra da Moeda n. 43. Cha da India Em caixas e em latas de 1, 2 e 4 libras a 1*500 a libra : no armazem a roa da Moeda u. 43. Tapioca. , De superior qualidade ero saceos ou paneiros a 4* a arroba : no armazem a ra da Moeda n. 43. Itolactainua americana De superior qualidade e por prego commodo : vende-se no armazem raa da Moeda o 43. Feijo do orto De diferentes qualidades e por prego commo- tark). do : vende-se no armazem ra da Moeda n. 43. jGrande armazem de tiiH I tas medicamentos etc. ' w Roa do Imperador n. 22. IFjoo Pedro das Xevcs (ge-! *3 rente) tem a venda o * ifk segulntr: H Productos chimicos e pborma- MK ceuticos os m*is empreg^di s em s a, medicina. [ JE Tintas para todo o genero de pin- ! B| tura e para tinturara. W^'. Productos induslriaes e timas i ^ para li res, como botoes de flores \ ^ e modelos em gesso para imitar sg fruclas e passaros com o compe- | B tente desenho. Productos chimicos e induslriaes * SK para photographia, tin'uraria, pin- 1 ^ tura, pyrotecoia et<*. i ^ Montado em grande escala e sup- % S'prido directamente de Paris, Loo- l dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa ! pode offerecer productos de plena i m confianca e satisfazer qualquer en- i ^ commenda a grosso trato e a reta- ij w lho e por prero commodo. g Vestidos sor- iL w^rides epcadeiras de Ipojac Vendem-se a ra do Queimado loja de W Azevedo & Irmo. IlrMiD J\oyidade! O barateiro vende: Vende-se vinho collares de superior qua- fi? de 10 pre,os pe]0 binssimo pre^de Jidade, como anda nao vek) a este merca- Moreamiqoes pretos de diversos padroes a do, em barris de quinto : ra da Cadeia, **MK), 2*600 e ?*800. escriptorio de Leal Beis._____________I J^T*t/i'uJSVSBa' ^^ Vendem-se 400 pedras para ladrilho, vindas Cambraias de cores Anas a 300 rs. o covado. da llha : a tratar na ra do Vigario n. 14. E outras muitas faiendas de gosto que se ven- dem por menos do qae em outra qualquer parte, para poder sustentar sua fama de barateiro, e de tudo se d amostras do barateiro. na roa do Crespo n. J, ioja Vende-se uma parte do engenho Caianna, no termo de Iguarass, coja parte foi avallada pelo in- ventario qae se proceden nos bens do finado Joa- qun) Jos Cavalcanti. em 4:300*000, sendo o valor do dito engenho 16:000*000; advenindo-se que o engenho se acha montado e tem todas as obras, com trras para saffrejar dous mil pes, cojo eoge- nbo vai a praga em roaio prximo foturo : a tra- tarse em o engenho* Mussupiobo com o proprie- Pcehlncha sem Igual. Cbegoa a loja de Paredes Porto um bonito timento de vestidos de lamala de cores e brancas qae serve para partidas por ser uma pbantasia iu- teiramente de gosto pelo barato prego de 4* e brancos a 4*500, estao acabando-se : no armazem d porta larga ra da Imperatriz n. 52, jamo a pa- daria franceza. Cortinados. Cbegoa a loja de Paredes Porto um completo sortimento de cortinados ricamente bordados a prego de 25*, 35* e 45* : na roa da Imperatriz n. 52, porta larga junto a padaria franceza. Sicas romeiras. Paredes Porto recebeu pele ultimo paquete um sortimento de romeira de guipure preas e de Dio a prego commodo : na rna da Imperatriz n. 52. porta larga juolo a padaria franceza. Cortes de laa escoeesa para resudo a 3* o cor- te : na rna da Imperatriz n. 52, ioja da porta lar- I ga, junio a padaria /ranceza, esto se acabando. Para luto. Laas pretas coro salpicas brancos a 400 e 500 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza armazem da porta larga. 1^400 Chapeos de sol. - Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*400 e urna grande pechincha s para acabar : na ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare- des Porto. A 1*500. Vendem-se pegas de tranca preta para enfeiie> de vestidos, soutembarques, capas de senhora a 1*600 com 10 varas, orna grande pechincha : na (aa da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza. rpin- mindas, aljofares imitando acoe vidiilhos decores para enfeites de vestidos; vende se tudo isso por pregos razoaveis na roa do Qaeimado n.l oja 16, de miudezas. G\Z. No armazem da roa do Imperador n. 3 Caes de Pedro II n. 2, tero para veoder-se bor gaz existente no mercado. ou no o me- Chales de renda pretos. Vende se chales de renda prelo a 4*000, umee loja que pode vender na roa da Imperatriz n. 52, armazem da porta larga, de Paredes Porto.______ Vende-se e laz-setodo negocio com o depo- sito da roa do Vigario o. 29, muito proprio pera om principiante que queira principiar sua vija com pouco dinheiro ; ao comprador se dir o mo- tive da venda. T -*rrs mm H HHHMB Diarlo iU Pergnfcict... egai 4 Mar$# de 1866. fmimm paitas PARA A OVABBSMA Chegaram a loja de Augusto Porto & C. 11 Ra do Queimadot\ * Superiores cortes de seda proU. Molreantique preto de flores e de listas bellos padroes. Grosdenaple preto de diversas largaras e qualidades. Retondas, bournus e chales de guip e de reodas. Pannos pretos, ca&emi.' as pretas, bombasina. Lias, canto, merino e selestrinas pretas. Lindas mantas de seda para pecoco. Ricos cortes de seda de cores para bailes ou casamentos. Ricos cortinados bordados dos mals bellos desenhos. Moir branco, seda branca, capellas e mantas para noivas. Bellas colchas de seda e de lia e seda para cama de noivas. Saias de flnissima cambraia ricamente bordadas. Fazendas de pregas para sala que se fazem eom urna so costara e tambera tem o cordao tecido. ? _'" v Madapolo francex a 400 e 480 rs. a tara. Alcatifa de lioho para salas e gabinetes a 480 rs. o covado. Fazenda especial de quadros para fuer redes a 3*500 a vara. Superiores esteiras da India para U liua do QuehBado~ll coa salas. CORTES E SERA Chegaram pelo paquete ingle* riquisalnos cortes de moreantiqae de cores, e sed larras par oes inteiramente dovos. i haaa ja Seda de quadros por 1#000 o covado 5RA DO CRESPO5 . Gregorio Pac* do Amaral t Companhla. $M8 w LEIAM TOBOS! NOVOS GERENTES DOS TRES GRANDES AKMAZENS DE MOLAMOS DENOMINADOS PROGRESSIVO pateo do Carmo o. 9 UNIO E COMMERCIO ra do Queimado n* 7. VERDADEIRO PRINCIPAL roa do Imperador n. 40 o* CONSULTORIO MED *?* DE DARTE CARVALHO PERIRA # C Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidad^ aos senhores de en- genhos, lavradores e mais pessoas do ceBtro, que para mais facilitar roas compra deUV berarsm os proprietarios dos tres graodes armazens, reunir todos os seos estabeleci- mentos em um s annuncio, pelo qual o preco do ma ser de todos, promette- mos que Dio infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, aununciar os gneros por um proco, e na occasiSo da compra quererem por outro, como socede constante- mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nSo se dar isto ainda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus mulos que serio tambem servidos como viessem pessoalmente fazendornos o favor de mandar seus pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo dos urna conta pela qual se ver os procos tal qual annnnciarmos, o que seoao arrepender pessoa alguma que zer saa despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de 8 por ceoto Da sua despeza diaria. Gros de aples preto a 1,5500,10600, 24, U, 30500 e Vad' Superiores moreantiques a 2*500, 2*600, 3*. 30500. 44 e ADOO 0 covado. Bons cortes de moreantique. dem de gorguro adamascados. Boas pannos e casemiras. Sup riores alpacas, princetas, merinos e bombazinas. Bons villudos pretos. . Grande variedade de chales de fil preto e de guipure a 54, 4, <** 404, 124, de 164 a 20*, e de 254 a 804 cada um. m la aKtl Superiores relondas de fil preto e de guipure a 84, 104, 124 e 254, e de 304 a 604 cada urna. Superiores algerienes de filo preto e de guipure de 124 a 254, e ae 304 a 604 cada urna. Boos chailes de seda preta. Ditos de Merino preto bordados e outras muitas fazendas pretas que seria enfadonhe enumerr, na IOJA DAS COlVMTSA DE ANTONIO C0RREI4 DE VASCONCELLOS & C. Rll DO CRESPO X. 13 RA DO RRIH *. 38. 0 proprietaro deste estabelecimento deseja chamar a attenco dos senhores pro- pietarios aos acre litados mechanismos que continua a fornecer; os quaes garante ser, como sempre, da melnor qualidade possivel: Machinas de vapor ,V a de 2 /> cavallos para cima. As menores s5o mui proprias para motore sde .lov-arocamentos de a'godo; as raaiores para moer canna; ai tambem que podem junta separadamente moer canna e descarocar segundo suas proporces. Estee vapores sao sitnplissimos na construccio, e se regem por qualquer pessoa mtelltgente, a faclda- ile hconducc^ sen lo especialmente considerada, tanto que n3o ha lugar em que nao m pasara conluzir, qur por trra, qur embarcado. Ha com moendas juntas ou sem Jilas e podem-se applicar a qualquer moenda j existente sem outra mudanca do que a sabstituico das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros de ferro, i nao precisam para o seu assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de al- veniria. O tempo para assenta4as nao excede de doze dias ao mais, e em casos de morios e animaes ou arrombameotos de acudes, etc., gar*nte-se o assentamento em ito dias. Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servio da gente occupada no seu tratamento os to de recuperar da maior parte da despeza do vapor deisando-lhes a vaotagem de urna moagem certa e acelerada; e acabando com a despeza da compra continuada de )dovos animaes. com os desgast* do trabalho que se tem com elles. .. Rodas d agua de ferro, mui maneiras e moendo com-qualquer altura Sarilhos eom cruactas de ferro para as mesmas, quando se desege fazor resto da roda 4e madeira, tornatdo-se assim a roda ligeira no trabalho. Hoeadas de canna de todos ostamanhos, desde asmis pequeas chama- das do sertao. Obra perfeita em feitio e acunhamento. Roda de espora e angulares de todos os tamanhos e proporces. Parces ou coches para receber o caldo. ' 'lvos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista, fazendo arande calor com pouco combustive!, e duradouro. Portas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas. * Pernos e molahos para a fdbrica de farinha e tambem chapas redondas pira fornos pequeos. Bombas simples e de repucho. Talxas de ferro batido o fundido e de cobre. Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves para carregar e isemptos de qnebrar-se. Alambiques de ferro de todos os tamanhos, custando 30 a terca parte do preco dos de cobre, mais regulares na distillaso e igualmente duraveis. Elios e rodas de earro cora maag-s de patente, obra mui segura para carregacSo de peso. Arados, grades, enehados a cavallo e outros instrumentos de agn- u tura. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho^ Machinas de descarocar algodao. Na fabrica se fazemohrasnovas encommeoda e concertos, com a maior preste- solidez. O grande deposito de pegas e objetos habllitam-na muit) para este fim. O proprietario ser sempre mui feliz de podetter oceasio de dar informaces ou e-.,larccimentos aos senhores qu sesertrem de seu prestimo. D. W. Bowman, engenlleiro. , MAMTJBIGA Manteiga ingleza perfeitamente Sor che* gada ltimamente a l.ooo rs. a libra, e em barril ter abatimento. # Manteiga franceza da safra nova a 800 rs. a libra e em barril ter abatimento. BANHA Banba refinada superior a 64o rs. e em barril ter abatimento. CHA Cha uxir de primeira e superior qualida- de a 2,8oo rs. dem hysson o melhor neste genero a 2,6oo rs., e sendo em porcSo tera abatimen- to, tambem ha proprio para negocio de 2 a 2,4oo rs. a libra. dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs. 1 libra. Blscoutos Latas eom superior biscouto ingles de di- versas marcas a l,2oo rs. a lata. Bolaehlnhas Latas com bolachinhis da acreditada fa- brica do beato Antonio, proprias para dar a doestes de 2,000 a 3,000 rs. a lata. dem com quatro libras de bolachinha de soda a 2,000 rs. a lata. Qtfejjos Queijos fiaraengos chegados pele ultimo vapor de 2,300 2,5oo rs. CHOCOLATE Chocolate hespashol a 1,000 el,2oo rs. a libra, francez e snisso a l,ooo rs. a libra e portuguez a 800 rs. a libra, em porcSo ter abatimento. i VINHOS ' Superior vinho do Porto das mais acredi- tadas marcas, como sejam: Madeira Secca, Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do Douro.Maria Pia, D. Loiz, Pedro V, Lagri- mas Doces e entras marcas a 1,000 a garra- fa e 9,000 a 12.000 rs. a duzia. Vinho Figueira e Lisboa das raelhores marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caada. Superior vinho chamisso em barril a 64o rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada. Superior yinho de Lisboa e Figueira em ancoretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an- coreta. Superior vinho branco proprio para mis- sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai- xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a 3,5oo a caada. ' Caixas com urna duzia de garrafas de su- perior vinho Bordeaux a 7,000 rs. a caixa e 7oo rs. a garrafa. CAFE Caf do Rio de 1.a e 2,a qualidade de 6,800 a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o rs. a libra. A1IAO Saba"i? auca de primeira qualidade de 24o rs. a libra. z 1 e se RA BA CADEIA N< 5 A, 1 Continua a ter grande e completo sortimento de Machinas americanas para descarocar algodo do nitlhorej fabricantes de 10,12, 14, 16, 18, 20, 25,30 e 33 serrotes qne as vende por preco resu- m Jotera eons9qaeDcia de altimamente as ter recebido de conti propria dos Estados-Unidos. Sarveja Superior serveja Bass dos melhores fa- bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F. Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo re. a garrafa. Tambem ha de outras marcas como soja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-, libra, ziaa 5oo rs. agarrafa. BOIOES VASIOS. Boioes vasios, louca ingleza muito pro- pria para manteiga e deposito de doce de 4 a 12 libras a l,2oo e 25oo. . FARINHA DO MARANIIO. Farinha do Maranho a 240 rs. a libra. SAG'. Sag muito dovo a 4oo rs. a libra, y ARARUTA. A Araruta verdadeira a 4oo rs. a libra, r Vinagre Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a caada 280 re. a garrafa. Tambem ha mais barxo para 2oo rs. a garrafa e l,4oo rs. a caada. Azeite doce Superior azeite doce de Lisboa a Too rs. a garrafa e a 5,5oo rs. a caada. FUMO CAPORAL. Latas com superior fumo caporal a l,8oo rs. a lata. Paseas Superiores passas a 2,5oo o quarto e 9,5oo rs.; a caixa de arroba hespanhola e a 56o rs. a libra. <.lvtl IftilV Genebra de laranja verdadeira a io,5oo a duzia e 1 ,ooo rs. ao frasco. Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo rs. a fiasqueira e a 56o re. o frasco. Idom d Hollanda em botijas a 4oo rs. ca- da ums. Garrafoes com 24 garrafas de genebra de Hollanda a 8,ooo rs. o garrafao. Tambem ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a 6,ooo re. cada um. VELAS Velas de spermacete a 64o rs. a libra. dem de carnauba de 4 o a 12,ooo rs. a arroba e de 36o a 44o rs. a libra. PEIXE Peixe em latas j preparado de l.ooo a l,2oo re. a lata ALPISTA E PAINCO Alpista e painco muito novo de 3,8oo a 4,ooo re. a arroba e de 14o e 160 rs. a li- bra. CHARUTOS. Superiores charutos do fabricantes Simas, Imperiaes, Delicias, Parisieoses e outros de 2,2,5oo e 3,ooo rs. a msia caixa: tambem temos Suspiros, Havaneiro3, Ligueiros e outros muitos que vendemos por mdico preco. Licores Licores francezes e portuguezes a I,ooo e l,4oo re. a garrafa ou frasco. Doces Do:e da casca da goiaba eracaixes e la- tas a l,2ooo caix5o e 2,8oo rs. a lata. Frats Frutas em calda e em latas fechadas her- mticamente, muito bem enfeitadas, conten- do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al perche e outras frutas a oo is. a lata. Tambem ha latas grandes para I,2oo rs. a lata. AZEITE DE REFINADO Superior azeite francez reSoado a 8,ooo rs. a garrafa e a 9,ooo rs. a duzia. MOLHO ING1EZ SAUCE Molho ingloz Sauce em frascos grande/ com rolhade vidro a l,8oo rs. o frasco em duzia ter abatimento. BATATAS. Gigos com 3o libras de batatas a i.ooo re. o gigo. SARDINHAS. Latas com sardinhas de Nantes e Lisboa de 4oo a 46o rs. a lata. FUMO AMERICANO. Superior fumo emchapaa 1,400 rs. a DO DR PEDRO DE ATTAEHHB LOBJ MEDICO, PARTEIRO E OPERADO! 3 Ra da Gloria, cas do Ftmtfo g O Dr. Lobo Moscoso da consultas gratuitas aos pobres tedos os dias das 7 as II oras da manhlo, e das 6 e meia as 8 horas di soite, excepefo dos dias santificados Pharmacia especial homeopathica No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimesto de carteiraa tobos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacSes e pelos precos seguintei Carteiras de 12 tubos grandes. 12|9P0w > de 24 tubos grandes. tlOOO de 36 tubos grasdea. 24J0D0 de 48 tudos graodes. 300000 f de 60 tubos graodes. 350000 Prepara-se qualquer car trra conforme o psdido que se fizr, e coa Os remediot qne se pedir. Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 10000. Sendo para cima de 12 custarlo os precos eslabelecidos pata as carteiras. Ha tobos mais pequeos cada um a 500 ris. MVROS. A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jarb dous grandes volumes com diccionario........ 20|JK)00 Medicina domestica do Dr. Hering.........., 100000 Repertorio do Dr. Mello Moraes........... 4 6HMQ Diccionario de termos de medicina........... 30000 Os remedios deste estabelecimento s5o por demais conhecidos e dispensam por tanto de serem oovament recommendados as psssoas que quizerem usar de remedios verdadeiros, enrgicos e duradores: ha todo do melhor que se pode desejar, globos de rerdadeiro assucar de leite,jiotaveis pela sea boa conservacjfo, tintura dos mais acredi- tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, e portaoto s maior energa e certeza em seus effeilos. Casa de saude para cscrepos Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade o fazer-se-lhe qualquer operaejio, para o que o annunciante julga-se sumeientemente habilitado. O Iratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica funecionando a casa ha mais de quatro aonos, ha muitas pessoas de cajo conceito se nao pode duvidar, qae podem ser consultados por aquel les que desej aren mandar seus doentes. Paga-se 20 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500. . As operaedes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos razoaveis que costuma pedir o annunciante. VRMAZEJII DE FAy.l\lK%S DE * c. ERVILHAS 1 Latas com ervllhas e feijiSo verde j pre- parado 64o rs. a lata. MASSA DE TOMATE Latas com 1 libra de massa de tomate a 64o a lata. VERMUTH Esta bebida muito fresca.e_estomac.il e muito propria para a presente estacSo. a qoal vendemos a2,ooo rs a garrafa e 180 a duzia. CUSTODIO CARVALHO 27 RA DO QUEIMADO N. 27 Madapolo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada peca com 27 varas por 100000. ^ La de eres a300rs. o covado. Cambraia franceza a 260 rs. o covado. Finos organdis a preco de 800 re a vara. Lencos brancos para algibeira a 20TOO a duzia. Finsperclaras a.preco de 400, 440a 560 rs. o covado. Ricos cortes de la de barra de 100 a 300000. Chales de fil preto e outras muitas fazendas. MACHINAS DE PATENTE DE TRABALHAR MO PARA DESGA- RgAR ALGODAO fabricad ron PLANT BROTHERS & G. OLDAM. Estas machi- nas podem des- carocar qual- quer especie de algodo sem estragar o fio, sendo bastante duas pessoas para o traba- lho; pode des- carocar urna arroba de al- godlo em ca- rolo em 40 minutos, ou 48 arrobas por dia ou cinco arrobas de al godo limpo. Assim como machinas para serem movi- das por animaes, que de sea regara 18 arro- bas de algodao limpo por dia; e motores para mover urna, duas ou tres dessas ma- chinas. Os mesmos tem para vender um bellsi- mo vapor que pode fazer mover seis destas machinas mencionadas; para o que convi- da-se aos senhores agricultores a virem ver e examina-lo, do a mazem de algodao, do largo da ponte aova o. 47. Sanadm Rrothers *fc C. Recife praca do Corpo Santo n. 11. Os, nicos agentes oeste paiz._________ O castello de Grasvle. Tratando d frisset por A. J. C. da Cru. Vende-se este bello romance em quatr tomos pelo baratissimo preco de 30OOC ua praga da Independencia, livraria ns. 6 e8. Pimena cominho, exavo, canella. ervadoce, alfazema, tijolld ara limpar facas pa- litos para dentes, palitos de fogo, e ontros muitos gneros que sis tornara enfadonho mencionar, afiancando ciaceridade nos presos e o bom acondicionamento de qualquer genero. ROMANCES BARATOS Vendem-se, na livraria da praca da Inde- pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro- mances portuguezesseguintes, em brochura: A voz do sangue, 2 volumes, Connemara, 2 ditos. A noite de S. Silvestre, 1 dito. O filho de Titiano, 1 dito. Adonis ou o bom negro, 1 dito. As duas amadas, i dito. O pacha de Buda, 1 dito. Trilby, I dito. Ignez de la Sierra, 1 dito. Joven Siberiana, i dito. Veude-ae ama masseira de amarello em per- feilo eftado, e mais pertences para ama padaria, na estrada nova, segunda taberna a dimita, depols do sobrado grande : a tatar na mesma, das 4 horas da tarde em di ante.' Cevadinha.de Franca cha i Na rea do Queimado a. 40 Cortes de laazioha de cor, bonitos gostos, com 15 ovados a 3*600. Cassas orgaadys de cores, eovade a SiO, pecas de atgodSoztnha largo com 17 varas a 4*. Ditas'de dito eom 17 varas, muito encorpado, eom pequeo defelto, a 4*500. Grosdenaple preio muito superior, covado 2S, Dito dito a 1*600. Retondas de ronda preta a 10*. Chales de renda preta a 8*. a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima a 120 - rs.: no armaiem da Liga, ra Nova n. 60. Vende-so ou arrenda-se o engenho Aeauass, moente e corrate, distante da praca tres leguas, Lantljlas. j sito na reguezia de Jaboatao, sen terreno de boa A loja da Aurora, na roa larga do Rosario o. 38,' prodcelo, com maltas bem conservadas e com recebeu sortimento de lantijolas multo delieadas e cercado bem tratado. Tambem se divide em pro- ropxias para qualquer enfeite, assim eomo tam-' prledades ou aios, a vontade dos compradores, em receben lavas de Joavin brancas e de cores sendo nos pelo i i e outros pelo rio para hornera e atnhora, muito frescas, chegadas! AeauasM : pal dot referidos negocios todo isto na loja da Aurora, procoreerMwn o-*ronl Jos Gomes dos Santos Pereira do BMtos. Novidades do Vigilante RA DO CRESPO N. 7. Este estabelecimento apezar de sempre se acbar bem sprtido come todos sabem, boje mais que nunca, n5o s pelo que rece- be de sua propria conta, mas tambem pelo que recebe de consignares; parece sem duvida que deve offerecer grandes vanta- gens para o respeitavel publico tanto em presos como na escolba dosobjectos, e co- mo acaba de chegar grande remessa pelo vapor Douro e o navio Solferino de diversos objectos de gosto e proprios do tempo dos quaes se mencionarao alguns, por n3o ser possivel mencionar tedos. O dono deste estabelecimento espera a pro- tecc5o de todos. Riquissimas caixinhas ornadas e com msica propria para um delicado mimo. Caixinhas de msica taoto de veio como de cerda. Ricos porta joias e necessarios. Riquissimos est. jos a feitio de um bausi- nho ou cbapeuzinbo. Ditos em casca de noz e de outros gostos. Leques de madeperola de sndalo e de faia e madeira. Chaposinhos e touquinhas de muito gosto para enancas. Meias e sapatinhos de seda para as mes- mas. % ' Meias de seda para senhoras. Capellas e gfinaldas de flores proprias para casamento. Enfeiles e capellas de muito gosto para seubora. 4 Riquissimos porta boquets. Boquet de flores com urna borrachinha com cheiro. Luvas verdadeiras de Jovin. Ditas de seda e de Escocia. Riquissimas plumas e guaraices para enfeitar chapeos. ' Contas e tubos de afy) brancft, que*na muito se desejava para enfeites. Brincos, fivellas e crozes de crystal. Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe- rula e dourados. Alnelag para -gravatas.-------- Botes com croas para punhos. Gravatinhas e mantinhas de muito gosto, tanto para homem como para senhora. Riquissimos aderecos pretos, assim como caixinhas com alune tes pretos. Bengallas de canna com cabo do marfim. Ditas de baleia, borracha e de outras muitas qualidades, assim como chicotinhos. Riquissimos peales de tartaruga do ulti- mo gosto;. assim como de arregaco para menina, pois neste artigo ha um completo sortimento de todas as qualidades. Diademas para cabeca do ultimo gosto. Riquissimas fitas lavradas e lizas. pelo ultimo vapor, raa larga do Rosario o. 38. mi Trancas pretas com vidrilho e de cores. Pulseiras tanto para senhora como para meninas.- Ligas de seda e de algodao. Suspensorios de seda e de algod tos outros objectos que se nao nunclar por nao se tornar eofadi S do Gallo Vigilaate ra do Crespo n. 7. ameisco Jos Germano MA NOVA N. 22, acaba de receber um lindo e magnifico sor- timento de oculos, lonetos, binculos, do ul- timo e mais apurado gosto da Europa e ocu- los de alcance para observacs e para os iflarilimos. j__________________ Vende-se ceblas a 640 o rento, e gaz de pri- meira qualidade a 500 rs. a garrafa : no Pateo do Terco n. 11, Roupas toitas de todas as qualidades Vende-se roupa feita, sendo calcas de cores e pardo a 2*, ditas de brim branco de linho a 3*500 e4*. calcas de caseroira preta a 3*, 6* e 8*, di- tas de cores, meia casemira, a 3* o 3*500, ditas de casemira a 6*, 7* e 8*, paletoU de brim do cores a 2*. 3*500 e 3*. ditos de brim branco a a 500, ditos de alpaca preta a 3* e 4*, ditos de casemira de cores a 5*, 6, 7, 8 o 10*, ditos da panno preto a 6*, 7, 8 o 10*. colfetes de cores a 1*600, de casemira a 3* e I*, ceroula franceza a 1*600 e 2*200, camisas francezas finas brancas a peitos de cores a I* o 2*500, dita inglezas da li- nho de pregas largas a 2*500, 3* a- 3*500 : na ruada Imperatriz, loja 4a Arara m. 56. Em casa de Kibe< SeBsettau c. ra da Gadeia n. l8,veDd-se: Champanha. Cognac de soperior qffalldade. Vidros para espe'hos de todos os tama- nhos tudoa precos muito commodoe. tara encrespR Tesouras de todas as grossoras paja Tondotn se na roa do ^ Irraa. descarocar S r \ r ' ~ i I fc, . Diario de peraiafcnee -I Seguida I eir t de Mareo de 4866. MOJLOJA PEDIDA Itrls muc a pwalarga . Jamto a paeHrta fradeeza de Paredes Parto. Nesle esubelecimenlo encostrara o respeitavel publico am variado sortimento de ftenas franee- xas, liglezas, tulssas e allemes, que se veaderao por proco commodo. Paredes Perle Vende ebale* de renda de cores qoe se vende- rn a 18 est vendendo por 6*, dites pretos, fa-1 senda nova, 51, & 81 a 201, nm sortimento com- pleto de manteletes, capas e sootambarques 141 a MI. Rna aaJnmaramzn. M, Jnnto a padarta (ran- een, araaxem da porta larga. Paredes Porte Receben am completo sorthnento de ISasinhas a 540, e 280 rs. ovados, para acabar, cambralas de cor a 140 rs. o covado, rlscado escossez para rou- pa do DMino, fastio de Moho a 420, 400 e 500 rs. Roa da Iraperatris n. 62 jnnto a padaria francea. armazem da porta larga. Paredes Porte Receben para cortinados para cama francesa a 111 a peca cambraia lisa Boa a 3* 41 al 10* a peca, corte de tarlatana de bonitos gostos a 3*500 4#, cambraia cora flor de seda, gostos inteira mente novos a 100 e 500 rs. o covado, no armazem da porta larga n. 52, ra da Imperatrlz junio a pa- dara francesa. Paredes Porte Receben pelo ultimo paquete nm sortimento de cruzes com pedras para o pescoeo, bonitos caxinels de lia para pescoeo de senhora. Roa da Imperatriz n. 52, armazem da porta larga. Paredes Porto Vende cortes de gorgnrlo preto para vestido com 21 eovados cada nm 351080, grsdenaple preto a 1*600, 1*800 e 2* o covado, lias lizas finas a 400 rs. o covade, lias de qnadrmho para vestido, enfes- tada, a 320 rs. o covado. Ra da toperatriz o. 52, armaaem da porta larga. Roapa feita Ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar- ga junto a padarla francea, encontrase ueste es- tabelecimento nm completo sortimento de paletos- saceos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, cal- cas, colletes, ceronlas, camisas, grvalas, meias, chapeos de sol, ditos franceses para cabeca, por pregos com modos, roupa para menino e ontras muitas fazendas por precos commodos, armazem da pona larga. No mesmo estabelecimento encontrar o respei- tavel publico, sempre nm completo sortimento de ronpas [titas de todas as qnalidades, como sejam paletos de alpaca preta e de cor, ditos sobrecasa- cos a 4* e 5*. ditos de brlm pardo a 2*800, 3* e 3*500, ditos inos a 4*, ditos meias eazemira a 3*500, 4* e 5*. ditos casemira saceos a 6*, 7*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 12*. ditos de pan- no saceos a 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12* e 25*, ditos de marin preto a 61, 71 e 10*, cai- cas de brim de diversas qnalidades a 1*800 a 4*, ditos brancos a t*500 e *, ditos eazemira 5*, 6* e 7*. ditos pretos a 5*, 6*, 8* e 10*, ditos metas cazemiras a 3* e 4*, coleles de diversas qnalidades, seroulas francezas de algodo, ditas de 'inbo, ditas de bramante a 2* e 2*500, carnizas de algodo de linho francesas de 2*500 e 3*. Gran- de pecnincba neste genero, gravatas de todas as qnalidades e brancas para casamento, grande sor- timento de meias para senhoras, ditas para bomens a 3*. superiores a 3*900 e 4*. Um completo sortimearto de chapeos de sol de alpaca a 3*, ditos de seda a o*, 7*, 10* e 11*, ditos francezes para cao ra, grande sortimento a 6*. ' Pechindia admiravel. Grande sortimento de chambres a 4*600 e 5$, lencos de cambraia para homem a 2* a dnzla, di- tos de linho a 4* e 5*. Grande sortimento de roopa para meninos e on- tras mnitas' qnalidades qne seria enfadonbo men- ciona-las. Paredes Porto Recebeu pelo ultimo paquete francez ricas laas granadinas com flores de seda a 400 e 500 rs. o covado. esto aeabando-se, cambraia preta para Into. Porta larga junto a padarla franceza, a ra da Imperatriz a. 2. 9tr edes Porto Receben pelo ultimo paquete espartilhos a pre- guicoso por 39, sao bons, lencos de seda para se- nhora e homem a ls, ricos cortes de cambraia bordados de 18$ a 7$, por ter nm toque de mofo, esto se acabando, na ra da Imperatriz n. 52, jun- to a padarla franceza. Paredes Porto Vende um completo sortimento de faaendas brancas, como sejam madapolio a 4*500, ai, 6* e 109, pecas de algodo por barato preco, chita "fran- ceza a 240, 280, 320, 360 rs. o covado, precalias muito finas a 306,400 rs. o covado, chita isgleza ;200 e 240 rs. o covado. Rna da Imperatriz o. 52, junto a padaria franceza. lazcadas. Vende-se superior merino preto proprio para ca- pas de senhora e vestidos a 2*, lustrn! da 'China a 1*800 o covado. Ra da Imperatriz, porta larga. Paredes Porto. Vende em sen estabelecimento tiras e entrecielos bordados, grande sortimento de corplnhos rica- mente bordados a 3*, 4* e 5*. So o Paredes Por- to, rna da Imperatriz no 52; porta larga jnnto a padaria franceza. 4 SALSA PARRILHA BE AM PARA A CURA RADICAL de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, chafas:, lridas ve- lhas, bioncbooele, papo ou papeira, a syphilis, enfermidades venenas ou mer- curiaes. GRANDE E*TABEL8CIHE?T0 DO aaa da Iaaperatrlz, M. 60 BE GAMA & SILVA. LOJA E ABUAZEM DE FAZINDAS. Tendo os proprietarios deste grande estabeleci- mento feilo um grande abatimento em multas de snas fazendas, pela occasiao do balnco que deram no ultimo de dezembro de 1865, resolvern vender mnito mais barato do que costomam afim de cada vez mais agradarem aos seos numerosos fregu- zes ; por tanto Ihes offerecem nm avulado sorti- mento de fazendas francezas, In'glezas, as quaes vendero mais barato do qoe em oolra qaalquer parte,comprometindose a mandar levarqualqner fazenda em casa dos frego< zes qne nao pederem vir a toja, ou a darem as amostras, deixando ficar o penhor, assim como con vid a m as pessoas, que oegoclam em menor escala que neste grande esta- belecimento encootraro um grande sortimento tanto a relalho como por atacado, vendendo-se-lhe apenas pelos precos que compram oas casas ingie- ra?, sendo com o dinheiro a' vista. Pechincha a 3 Vendem-se bonitos cortes de nelpomene para vestidos de senhoras, sendo dos padroes mais mo- dernos pelo baratissimo proco de 3 000 cada um. Dllos de indiana, tendo oito e meta varas, pero baratissimo prego de 2*600 rs. Isto para acabar na tuja do Pavao, ra da Im- peratriz n. 60, de Gama & Silva. As toalhas de li lio do) Pava*. Vendem-ss superiores toalhas de linhos para rosto pelo baratissimo preco de 7*500 a dnzla ou a 640 cada urna. Goardanapos de linho adamascado para ateza a 2*800 a dnzia ou a 240 rs. cada um. Superior atoalhado de linho com oito palmos de largura sendo braoco e pardo, evende-se roars ba- rato do que em ontro parte, toja de Pava* na roa da Imperatriz n. 60 Gama dt Sirva. Os corpinhos ue seda pretos do Pavao. Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre- -?"- = "-?J"--- j~.f ~ ------ r-- nor pgjo barato preco de 32l0 e 3fioUU a p< V^me ?nfeia?do f10 b^*SrZ^S dita muito finas a 5*. 6* 7* e 8*: na lo > E b 'T? P3V5 Da rUa lmpera,riZ, armazem do Pavao, 7ua da Imperatriz n. 60, n. b, de Gama & aiva. I Gama & &ilyL Os cortes de cambraia tranco bordados di lo ja do Pavao. Vendem-e os mais ricos corte* de cambraia r- tmente bordados com barras e babados a 20* ca- da um : na toja e armazem do Pavao a rna da Imperatriz a. 60, de Gama 4 Silva. Rlcma vestidos a 0000 rs. pecfaiieka admirare!. S o Pavao receben pel ultimo Vapor franeez um grande sortimento dos mais ricos cortes de (/' n n < p crt>c 2 n n - B 3 D a o. K-5B.S CP- 03 1/3 a* j 5B a a 09 a S"o - * g-o 5*g = ^ 2 S o -a. tfffl o> 2 9 B S" ST iSll 3= P5 '* 9- O (S ai a O- B D CT co o c cr a. ' - 5 3 _ se Pm os B gJSff'Sffe Mi S- O aja P- 5-5 2 3 * C Z ! --B ||$ 0<5 O 2 O S "Si 3gl *' O W 5Z o.* ai g 2 2-- 2 - r i 9 AS MOLESTIAS DAS MLHERES, retenclo, menstro doloroso, ulcerarles do tero, flores brancas, etc., ulcera- cio, debilidade, expoliacSo dos ossos, a nevralgia e convulsoes epilpticas qaando causadas pela escrfula. ERYSIPELAS ERPES; ETC. Enfermtdades cutneas, erupcSo, borbalbas, pnslalas, aseldas, etc. 0 extracto composto de salsa parrilba, con'eccionado pelo Dr. Ayer, eurna combinacSo dos melhores depurativos e alterantes conhecidos a medicina; confeccio- nado segundo as regras da sciencia, approvado e receitado pelos priEeiros mdicos dos Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e muitas ontras partes do mundo: o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de experiencias feilas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos annos, nos priocipaes nos- pitaes e enfermaras da America ; tcm sido approvado pelas academias de medicina e jnntas de hygienne das priocipaes capitaes da America do Norte; paraprova disto vede os attestados autltenticos bo Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes sedis- trihuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio. A SALSA PARILHA DE AYER Especialmente efflcaz na cura das molestias que tem sua orlgem a escrfula, na lufeccao Tenerea, no uso excesslvo do mereui fo ou qnalqner Impureza do sangue. A molestia ou infeefao peculiar, conbecida pelo nome de escrfula, t um dos ma- les mais prevalecentes e universaes que ha em toda a extensa lista das enfermidades qoe atacam a nossa raca; disse una celebre escriptor da medicina que mais de urna terga parte de todos aqaelles que morrem antes da velhice sao victimas, ou directa ou indirec- tamente de escrfula; por isso s nao 15o destructiva, porm a principal causa de muitas outras enfermidades que n3o Hie s5o geralmente attriluidas. nma cacsa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estomago e affeccoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas acham-se os segnintes: falta de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos' msculos ao redor da boc- ea; digestio fraca e appettite, falta-de energa; ventre enchado e evacuacSo irregular; qoando o mal tem seo asiento sobre os pulmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos olhos ; qoando ataca os org5os digestivos; os olhos tornam-se avermelbados; o bali- to ftido, a linsua carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. Kaspcssoas dedisposi- ?3o escrofulosa apparecem tYequentemente erupces na pelle da cabepi e outras partes do corpo ; sao predispostas s affeccOes dos pulmSes, do figadr, d< s rins, dos orgaos digestivos e uterinos. Portante, nao sio smente aquelles que padecem das formas ul- cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de proteccao contra os seus estragos; todos aqoelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes e hereditario), estao expostos tambem a soffrer das enfermidades q^m^^: WJ/ vestid'os transparentes tcm lindas barras e enfeiies A tsica, ulceragoes de Ogado, do estomago e dos rins; erupcoes e enrermtaaaes de sed3j send0 mm vesdS ^0,,^roprios para eruptivas da cutis, rosa ou erysipela, borbulbas, pustoras, nascidas, tumores, rheoma, jjaiie e passeio?, e vendem-se pelo ' carbuDcalos, ulceras e cbagas, rbeumatismo, dOres nos ossos, as costas e na cabeca, i debilidades feaaininas, llores brancas causadas pela ulceracao interior, e enfermidades uterinas, bydropesia, iodigestao, enfraquecimento e debilidade geral. Offerecemos a estas pessoas um aarigo seguro e um antidoto efncaz contra esta molestia e suas consequencias na SALSA PARRILHA DE AYER (fQB opera directamente sobre o sangue, purincando-o e expulsando delle a corrupcao e o veneno da molestia; penetra todas as partes e todos os orgts do corpo bumano, livran- do-os da sua acc5o viciada e inspkando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo para a renovacSo do sangue, e d* ao corpo j enfraquecido pela doenca, forjas e ener- gas renovadas como as da joventude. . tjimbem o melhor anty-syphilitico conhecido cura permanentemente as ptiores formas de syphilis e as suas consequencias. Pouca necessidade ha de mformar o publico do inestimavel valor de um Tfioedio que, como este, livra o sangue desta < orrupc3o e arrebata a victima das garras de uma morte lenta e ignominiosa, porm inevitavei, se o mal n5o logo combatido com-eoergia. um poderosissimo alterante para a trenovac5o do sangue* para dar nova for- Ca ao corpo j enfraquecido pela doenca. SeodM composto de productos vegetaes, este medicamento kmocente eao mes- mo tempo efficaz, um fado de immensa importancia para aqoelles qne o tomara ; por- que moitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por bese-o mercurio ou o arsnico; e sendo assim, bem que s vezes pode effectuar curas, comtudo deixam suas victimas carregadas de uma tonga serie de males, muitas vezes peicw do que o mal ori- ginal. A unie cousa necessaria para obter uma -cora radical seguir com juizo e cons- atncia as direccoes que acompanbam cada frasco. N5o-pretendemos promulgar, nem queremos que se hifira qoe esta cqjnposicSo a um remedio infallivel pata cora de todos os padecimentos humanos ; infelizmente escrfula e-a syphilia sao emermidade tao suVis as suas nalurezas, e arreigam-se o firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistem aos remedios mnis pode- rosos que a sciencia humana pode inventar para combate las: o que diremos que o Extracto composto de salsa parrilha de Ayer a melbor prepararlo at boje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que uma combina^- -o dos alterantes mais efficazes coobecidos, e que esta ombinago tem sido regulada por longas e labociosas experiencias, e finalmente que toases consciencia deof- ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da iotellgencia e pericia medica dos oossos lempos. Este remedio deve ser tomado com syStema e regulandade, nao com abandono, pois um -remedio e nao bebida. Quando as molestias do figado rrao tem sua origem na escrfula, o remedio mais proprio as pilulas carbarticas de Ayer, que s5o efficazes na cura da molestia, que m por causa nm desarranjo dos orgSos digestivos. Pedi a salsa parrilha.de Ayer e n5o aceitai -outra preparaco. Pernambuco, ra Nova n. i 8, pharmaoia francezade P. Maura & C. Cortes de cambraia com palmas na leja do Pavao. Vendem-se corles de cambraia branca com pal- mas, sendo fazenda mnito boa, pelo baratissimo preco de 2*500 para acabar : na loja e armazem de- Pavio na rna da Imperatriz n. 60, de Gama i snva. Lateos braateos a tfC^O res a dtala. Yendem se lencos brancos fazenda mnito boa pelo baratissimo preco de -i a duzia, Ditos com barra de cor a 21000 isto para acabar na loja do, Pavio na rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Sil- 'grsnde PECHINCHA! i Lsinhas a 120 rs. na leja do Pavo Vende-se lisinhas pretas'proprias para luto sen- do boa fazenda a 120 rs. o covado. Ditas mnito Roas de qoadr-tnhos a 480 e 320 rs., ditas entesta- das a 400 rs., ditas mathizadas a 320 rs., ditas transparentes com palma de sedas 400 rs., ditas li- zas e com salpicos a 500 rs., para acabar na leja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz b. 60. de Gama & Silva. Poopelinas modernsimas a 400 e 500 rs. o covado na loja do Pavio. Vendem-se poopelinas mnito Unas sendo fazenda muito moderna de qnadrmhos e liza vendendo-se pelos baratos precos de 400 e 300 rs. o covado na toja do Pavo na rna da Imperatriz n. 60 Qe Gama & Silva. Orosdenaples pretos do Pavio. Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos baratlssimos precos de (500, i600, 1,5800 e 2* o covado, sendo fazenda muito boa, s para ac bar : na roja e arrtazem do Pavao, ra da Impe- ratriz n. 60, de Gama & Silva. Bramante de linho do Pavo. Vndese superior bramanle de linbo coro iO .palmos d largara, prcprios para lentes, pelos baratissimos precos de 2 e 2A600 a vara, assim como panno de linho mono fino pelos baratissimos precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar- mazem do Pavio, ra a Imperatriz n. 60, de Ga- ma & Silva. Cambraias lisas do Pavio. Vendem-se pecas oe cambraia lisa mnito supe- rior, peto barato preco de 3$200 e 3300 a peca, na lojs*e de mmm nmmmL Para a quaresma Os chales do Pavio a U 76 e 85. Vendem-se ricos chales pretos de rea mnito grandes com quatro ponas, sendo os mais moder- nos por terem chegado pelo ultimo vapor traneez, e vendem-se pelo baratlss.mo preco de 6, 7 e 8J : na loja do Pavio, rna da Imperatriz o. 60> de Gama & Silva. is ratarias da pavo a 8 e 1Q,>. VenJem-se as mais ricas, rotandas de renda pre- ta, sendo muito grandes, que sao as que mais se usam, pelo baratissimo preco de 8 e 10 : na loja e armazem do Pavo, roa da Imqeratri?. n. 60, de Gama & Silva. Os chales de guipure a 12$ e 160000, Vendem-se os mais ricos chales de Guipure e de renda de linbo e seda, pelos baratissimes precos de 12 e 105 ; grande pecbmcha em reiaco a boa qualidade e tamanbo delles : so na loja do Pave, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Chitas pretas a 16< rs: Vendem-se chitas pretas inglezas, pendo fazenda. mnito boa, pelo baratissimo preco de 160 rs. oco- vado, od 5500 a peca com 38 eovados : so na loja d* Ravo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva. Lazirihas a 2(il) rs., s o l'avo. Vendem-se modernas liazinbas com lindsimos gostos, pelo baratissimo preco de 200 rs. -, gran- de pechincha : s na loja do Pavo, ra da lxpe- ratnz n. 60, de Garra & Silva. VENDE-SE Xo arnaaxeui de M- J. amos e Silva Genro. raa do vigarlo a.H, constantemente, seguales artigo*, qne recebem por encommenda proprla de XEW-lTOllK, _. Legitima salsa parrilha de Brlstol, .preparada por Lanman & Kemp. Verdadeiraagua Florida, preparada pelos mesmos. r - Gai em latas de cinco gafes, o mais purifleado que se pode desejar da acredi- tada marca F. W. D. & C. ' Relogios perfeikis reguladores, com corda de quatro a oito das, dos afamados fa- bricantes E. N. Welch. ,, ,* JS a i Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Ptnladel- e passeios, e vendem-se pelo baratissimo ja roa da Imperatriz n. 60 Be Gama & Silva. Os bates pretos de renda do Pavie a 8^000 rs. Vendem-se os mais ricos chales prehs de renda com quatro f cutas, senda muito grandes pelo ba- ratissimo preco de 8. Ditos de goepnre a 15J, 184,20, 25. Retondas de dito a 10,5. Manteletes de renda, lazenda muito superior a 155000. Capas e saulhambarqoes de grosdenaples bor- dados, fazenda intelramente nova, por presos mais baratos que em ontra qoalqner parle. Isto na loja armazem do Pavao na rna da Im- peratriz n. 60 de Gama & Silva; Osttiales 4a pava a 2oo e 2oo rs. Vendem-se chale de merino eslampados a 21 e 21300 cada um. Ditos de merm liso a 31600. DHos estampados de crepon a 61, 71, e 81000, DMos pretos bordados com franja de seda a 141. Na loja e* armazem do Pavio' na roa da impera- triz a. 60 de Gama & Silva. Para luto vt nde o Pavo. Setim da China com 0 palmos de largura, fazen- da preta para Into, propria para vestidos e ronpas para horoens, sendo esta nova fazenda sem lastro e de mnito boa qualidade, garantindo-se nao ticar rnsi-a Jcom o tempo vende-se pelo barato preco de 21 e pioOO o covado, assim como neste estabeleci- mento tem um grande sortimento de todas as fa- zendas pretas como Kjam eassas e chitas pretas, lias tapadas e transparentes, princesas, alpacas, sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Os baioes do PavSo. Vendem-se superiores bales de mncnlina com moita reda a SI., ditos crinoltnes com 35 arcos a 31300, ditos con 20 e 26 a 31, ditos para meni- nas, sendo brancos e encarnados a 21 e 21500 : na loja do Pavio na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Cambraias de forro a i"600 e 24 na loja do Pavao. Vendem-se-pecas de cambraia de forro com no- ve varas cada peca, pelos baratissimos precos de 11600 e 21: na leja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva. Os cortinados do PavSo. Vendenvse snperiores cortinados adamascados para camas pelotaralissimo preco de II cada par, ditos multo finos ricamente bordados para camas oo janellas a i*$, 20 e 23! o par : na loja e ar- mazem do Pavao na roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Panno preto a 20 na loja do Pavao. Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo barato preco de 21 o covado, dito mnito fino a 31300, 41, 51 e 61, assim como casimira preta de cordo a 2! o covado : na loja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Os espartilhos do Pavio. Vendem-se uma grande e variado sortimento de espartilhos dos mais bem feitos qne tem 'viodo ao mercado, sendo de todos os tamanbos, vendendo-se por nm prego muito razoavel : isto na loja do Pa- vao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Aa aalaa bordadas do pavo pbia). Tasso Irmao8 Vende bo seo armazeu roa da Jtueria a. 3o, licor fin (Anaci em botijas e meias botijas. Lieores finos sonidos em garrafas com rolhas a vidro e em lindos fraseos. VinbosCheree. .,, Santernes. Cbambertia. Hermitage. Borgonhe. Champagne tfmmtel. Retan. Befaau. Od Ton- PAozei lagaiol. Superior oleo para machinas de costura. A guias para as mesmas. Bren em harneas grandes e pequeas. Vende-se tambem: BORDEAIX 1.* qaalidade. St. Estephe. SI. .Julien. C. Margaux. C. LaBtte. iMedoc. . PORTO laquliad>, Principe Real. Pedro V. Mara Pa. Priuceza D. Isabel. Vctor Emmanuel. Duque. Malvazia. Vnho fiop^ao torio em barris de 5/, 10/ e 20/. Superior vinbo do Rheno. Cera de Lisboa era vete e em grane. PECHINCHA a 2000, para calcas, s Pavia. Vendem se superiores cortes de meia casemira com msela de seda a 21, ditas Garibaldlnas a zjMO, ditas escuras a 21800, cu a 11600 o cova- do : na loja e armazem do Pavio, ra da Impera- triz o. 60, de Gama & Silva. PENTEADORES ou roupoes de cambraia bordados proprios Sara as senhoras vestirem de manlta. iegon esta novidade paia a loja do Pavo, multo lindos e do melhor gsto at boje, pur pre- Smcito rnoaveis : na loja do Pavo, ra da .Krairiz a. 60, de Gama & Silva. Chitas roas a 6(00 res a peca S na loja so Pavo Se vendem pecas de chitas rxas inglezas, sendo cores fizas tendo 38 eovados cada uma peca pelo baratissimo preco de 61000 res, a retalho a 160 r. o covado, ditas escuras e claras a 200 rs. o co- vado, h ja do Pavio ra da Imperatriz n. 60 de Ga- ma & Silva, Gama & Silva. Novidades do Pavo OU PECBINCHA ADMIRAVEL. Escossezas a 30200 Cegaram os mais lindos cortes de escossezas, proprios para vestidos, sendo fazenda inteiramente nova no mercado; e vende se a 31200 o corte ou 260 rs. o covado na loja e armazem do Pavo, rna da Imperatriz, n. 60, de Gama & Silva| Casias francezas a 24(1 rs. o covado. Vendem-se bonitas eassas francezas de cores ti xas pelo baratissimo prego de 240 o covado. Ditas a 280, 320 e 360. S aa toja do Pdvao, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Grsdenaple preto a 1$600. * V grande pichincha i! Vende-se grsdenaple preto, sendo mnito eneor- pado e de boa largura, pelo baratissimo prego de 11600 o covado : Da ra da Imperatriz o. 60. Os cachinez do Pavo. Vendem-se bonitos cachinez de ISa ou apazalhos para cabeca pelo baratissimo prego de 31000, s na loja do Pavao, na ra da Imperatriz n. 60. PAB A OliARESMA PECHINCHA ADMIRAVEL. Grsdenaple preto a {600 Vende-se superior grsdenaple preto, fazenda moito encurpada, pelo barattssimo preco de 11600 o covado, sendo fazenda qne val muito mais di- nheiro : na loja e armazem de Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. MANTAS PARA O PESCOCO a 15, s o Pavio. Vendem-se bonitas mantas para o pescoeo, pelo barato preco de i! : na loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. Hadapoles a 3,500 rs. a pessa. S na loja do Pavo. Vndese pecas de raadapolo fino com 12 jar- das, pete barato prego de 31500 e 4!000. Grande pechincha. LasiDhas a 240 o covado Vendes bonitas lasinhas com os mais lindos gostos escocezes a 240 rs. o covado; na loja do Pa- vo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva Chales de renda. Na loja do Pavao. Reeeberam-se os mais lindos chales pretos de renda, assim como as mais modernas e compridas retonoes, e manteletes da mesma fazenda,e vende se mais barato qoe em ontra qualquer parte: na No armazem de azendas baratas de Santos Ooelb.o Rna do Qucimado u. I. Vende-se o segninte : Cobertas de chita da India a 21400. Lencoes de panno de linho a 21200. Ditos de bramante de lmbo de nm s panno a 31200. Lengos de cassa brancos proprios para algibtira a 29000 a dnzia. Algodo entestado com 7 I|2 palmos de largura a 11200 a vara. Atboalhado de linho a 21800 a vara, Dito de algodo a 21 a vara. Gnardanapos de linho a 31800 a duzia. Pecas de cambraia de salpicos a 41.100. Lazinba aberla de cores a 320 o covado. Cambraia branca de forro a 31 a pera. Fil de linbo liso fino a 800 rs. a vara. Dito Se dito com salpicos a 11 a vara. Panno de linho fino com 9 1|2 palmes de larga- ra pelo barato preco de 21460 a vara. Madapoloes Unos a 81, 91,101. 1U e 12!. Cambraia lisa de 41500, 5!. 61, 71 e 81 a peca. Pegas de brelaoha de algodo com 10 varas, propria para saia, pelo baratissimo prego de 31500. Liazinba lisa de cores a 500 rs. o covado. Cambraias finas de cores miudinbas a 360 rs. o covade. Esteira da India propria para-forro de sala o* 4,5 e 6 palmos de largura, per menos prego do qoe em outra qualquer parte. Neste armazem tambem se encentra nm franco sortimento de roopa feita e por medida. Quem duvidar venha ver. Moreantique superior a 21800, grsdenaple su- perior a 21, dito mnito largo:a 11280, chales ren- dado muito grandes a 71, retondas novos desenbc s a 8!, cortes de cambraias riquisslmos gostos a im peratriz Eugenia a 51500, ditos de la a Mana Pa por 6!, cobertas de chita da Persia a ?lz00, chitas inglezas a 61 a pega ou I6'J is. o covado. para acabar : s na rna do Queimado n. 17, junto a botica. Vendem-se salas bordadas sendo toiandB. ,|oj, ajawMIB'ldo p4v3o na rna da Imperatriz n. boa, sendo ricamente bordadas e com muita roda vendendo-se petes baratos pregos. de 61 89 e 101 res cada nma na loja do Pavao na roa da lmpera- "' ijre,u em barricas pequea*, Cera em velas de todos os tamanbos. N* roa in%nano n. W, primairo andar. -Tvende-se um escravo para engenbo, erlonk de boa figura e mestre carreiro : a tratar aa do Qnelmnan te **.______________ ^ (iieijis daierlit Veade-sasopnrterqoeijo^a L jUdra de Dos, armazem ;ant > V Pechincha admiravel Lazlnhas de qnadrinnos qne parece seda a 140 rs. o covado, ana granda pocblncba, esta se aca- bando : na loja n. 62, armazem da porta larga de Paredes Porto. Pechincha Vende-se a taberna da rna da Gola n. 36 pro- prio para principiante, e o motivo se dir ao com- prador. " Oh que bella pMa i if Chegon aflnal a travessa do Qaelmado n. 1, o verdadeiro vinho verde de Bastos e vende-se por 61500 a caixa com 12 garrafas 00 6 rs. a gar- rata, a alie qne mnito fresco a proprio pava a eetago. r^TVen4em-se garrafas e nottjaa amas e lava das; na roa da Soledade .0. 38. ^^____ GAZ BBftOZNg: na raa Tam nafa vendar am latas Antonio Lata da Ol- ^5SR3&ra S ^a7 a variado. " Francez barrica 51000 Portland itam 81500 Em perfeito estado: Francez barrioa 101000 Portland idean #000 No armazem de Tasso Inaao oes doApollo. Fazendas para a quaresma. No armazem da porta larga, rna da Imperatriz, grsdenaple preto a U400, 11600, 1*800, 9! t 21500, moreantique preto de diversas qnalidades, es mais ricos chales de renda untos, e retondass com nanita roda, fazenda da ultima moda no mer- cado : do armazem da porta larga a. 52, aa rna da Imperatriz. Gomma de milho branco americana, no armazem triz n. 60 de Gama di Silva. Bretaabab de rale a 3j000B Vendem-se pecas de bretaoha de rolo com 10 varas cada peca, pelo baratissimo prego de 31: na loja e armazem do Pavio, rna da Imperatriz o. 60, de Gama di Silva. Hompa feita. Na loja do Pavao Vende-se neste estabelecimento na grande sor- timento de ronpas, unto de panno como cazemiras, e hrins e pelos baralissimos pregas como setam careas de eazemira preta a 6! 71 e 8JO00re;s, pa- letas de panno preto saceos a 6! 81 e 121000 rs. ditos sobrecasacos de panno OntsaiaM a 121181 e 251000 res, e oulros muitos artigas qne seria en- fadonhos aqu re.iata-los; s na teja e armazem do Pavio rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. Loja do Pave Grandes pechinehas. SediaiM a 500 rs. cavado Sedinhasa SOOrs. Sedtiaas a 500 rs. Vende-se na teja doPav5o, api grande sortimen- to de sedinbas listradas com as mais bonitas cores, sendo os padros mais novos qne tem vlndo ae mer- cado, e vende-se palo paratissta prego de ciaao testoes o covado, sendo fasenda qne valem mnito, mais dinbeire, e grande pechincha por se ter comprado urna grande ponida desta fjsenda, na loja e armazem de Tasenda do Pavio, roa da Im- peratriz n. 60 de Pira a quaresma. Vende o Pavo, Superior grsdenaple prto a 11600.11800 e 21, e outro mallo largo a 21800, 31 e 39900, e o supe- rior moire-anliqne a 2!800 e J#, seda preta rana- da a 21 e 11809, e setim preto a 1&N0; aa loja do Pavao roa da Impartir n. 60. Cortes de vestidos. Pretoi 305000. Vendem-se cortes de vestidos pretos bordado a velado, pelo barato prego de 301, para acabar; na loja do Pavo o. 60 de Gama & Silva., Lasinhas matisadas a 320 rs. Vaadem-se aa mais lindas ttastabas maUsadas 66 de Gama & Silva. . CaMor a 3(.0 rs. 9 Para caigas. Vendem-se superiores castores muito encorpados padroes escaros pelo baralo prego de 320 rs. o co- vado, servlndo esta fazenda tambem para escravos por ser de marta duragso; na loja e armazem do Pavao raa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. Chapeos para meaiaas a 6,000. S na loja do Pavo. Se vendem os mais bonitos e mais bem entorta- dos cbaposlnnos de palba da Italia, proprios para menina*, peto baratlssftno prego de 61000; na loja e armazem do Pavao na rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. Atten$o. ULTIMA NOVIDADE Para sabbado de Alleluia PENTES, ENFEITES, CINTOS. Gama & Silva, acabam de recener pelo nlmo vapor francez, nm grande sortimento dos mais ri- cos enfeiles pretos e de cores proprios para cabega, sondo guarnecidos com as mais lindas flores, e com voltas das mais bonitas perolas; assim como os mala modernos e engragados pentes da verdadeira tar- taruga, marchitados sendo a ultima novidade qnelem vindo de Pars, e os mais ricos cintos com pas mathrsaas e rtelas largas, conforme oltffna- meate so osa nas.primeiras capitaes da Europa, e vende-so por preco em coma por ter chegado ero dlreitura para a loja do Pavo, ra da Imperatriz a. 60 de Gama 4 Silva. ; Grande pechincha Vende-se um escravo preto, crioolo, de 20 annos de idade, pouco mais ou menos, do servios de campo e sem defeitos : na roa de Apollo u. 7. 1" andar. Escravos fgidos 150$ de gratificarlo. Fugio no dia 21 ile warco do anno proxitr passado, da casa de seu Manar, o escravo cabra escoro, de nome Benedicto, rcm idade de 2o 2t annos, levoa vestido caiga de algodo de listra. camisa de algodo da trra, chapeo de courn de abas largas; tinha cortado cabello a escoviona, altura regular, cheio do corpo,olhos pretos e mnito vivos, nariz e boca regulares, muito pouca barba no qneizo e um pequeno basto, todos os denles, ps regulares, etc., etc. Foi comprado naqulle mesmo dia 9 ou 10, ao Sr. Jos Antonio Borges, como procurador do Sr. Andr Alves de Paita, morador na cldade de Souza, para onde fugio o referido escravo, segundo aviso que temos do refe- rido Sr. Paiva, e all anda refugiando se algumas vezes para a serra denominada Jo: Lui. Roga- mos portanto a todas as autoridades policiaes e aos senhores capiles de campo, a captura do dito escravo, e remelte-Io a casa de nossa residencia a ra do Injperador n. 83 segundo andar, e por cujo'trabalho gratificaremos com a quantia sn- pra. Reclfe, 28 de fevereiro de 1866. Abren & Veras. Fugio em principios de fevereiro ultimo, o escravo crioo- lo Clemente, pertencenle ao capilo Francisco do Reg Barros Goiabeira, e tem estes signaes : bai- xo, grosso, de 30 annos, nariz achatado, pouea barba, denles limados, tem o dedo pollegar do p esquerdo affastadn do immdiato, de cor preta, bem espadado e nm pouco gago. Foi visto ha diasnoengenho Beija-Flor (Agoa-Preta)e suppo-se procurar a comtanbla de outro escravo do mesmo senbor, por nome Jos, da Costa, tinha alguos cabellos brancos, corpo regular, faces com tainos, falta de denles na frente, pos fotos, cojos dedos >ao voitados para lora ; esta' fgido ha 6 annos e consta ter andado tol engaaos Conseibo, Ca- cboeirinha etc., (Agua Preta)* so diz forro. Pro- testa-s contra quem os houver acontado, recom- menda-se-os as autoridades wga-se a quem os appreherter, baja de ir entrega-tes ao seu sentwr no engaito Reboueas (BarrelrotJ onda sera' bem recompensado. com os mais bonitos desenos, polo barato 320 rs. o covado na loja do Pavao peratriz d. 60 de Gama & Sirva. a roa i darm- Em chitas. A maeta pataca. A aula pataca. A mela pataca. Voado-oe na loja do pavao um grande sortimento de chitas inglezas, sendo rozas e efir de rosa, com pafSes mala miudos e mais grados, amanendo- se ser de cores zas, e vende-se pelo bafMlsslmo proco de 61 a peca, tendo 38 eovacto*,-* r*tt|ha-oe a 160 ., seado fazenda qne sempre se venden a 9! a peca on se retalbou a 280 rs.; esta grande pechincha liquidase por este prego na loja e arma- zerfdo pavio, raavda Imperatriz b. 60, de Gama ir Silva. ^ Ausenlou-se da.casa a preta cncula Benedic la, de estatura regular, ps apateetados e tem uma marca deferida em nm dos bracos, levon veslido de 12 com raroagem de cores e panno fino preto bandado de oorelo i qobm a pegar leve-a a rna Dlreita padaria n. 24, que aera recompensado. Ausentou-se da casa do abalxo assignado, desde o da 12 de fevereiro passado a mnlafa sua escra- va por nome Luiza, de Idade 30 annos, pouco mais ou menos, a quai tem os signaos seguales : est- tora regular, bem fallante, levon vestido on roupio a domin, cor escara, nm pouco curto por n2o ser delia, coja escrava tem sobre o labto saperior uma cicatriz da lado esqoerdo, costuma qaando foge iolUaiar-se forra e alugar-se : portanto, en abarza assignado, rogo s pessoas qne della soaberem en trazerem me a' ra da Cadela do Reclfe h. 31, on ao Bairros Balsos n. 14, serio bem recompensadas. Marcos de AImeida Lima. '-Auseniou-sedacasa.de Feliciano Jos Go- mes o son escravo crioolo de nome Felippe, esta- tura regular o picado no rosto de signaes de bo- sigas, tendo sabido do lugar da Boa-Viagem sab- bado a tarde 10 do crreme mez e foi visto em 15 no engenho Camassan, donde se ausentou no mesmo dia : qoem o pegar e levar a sen dono .aa roa do Apollo b. 36, ser generosamente recom- pensado. ', Desde 12 do carrete mat de margo qoeea- t fgido o pardo Sebastian de 18 annos, alto, ca- bellos earapmhos e rulvos, olhos- castanbos, sem * barba, nariz chato, com tetas as dentes. ^relias pequeas, tem a marca de nm taino sobre o labio superior, trajava catea de brim e camisa de algo- dio branco : quem o pegar le veo as Cinco Pontas esquina do basco do Peisoto defronte da matris do ' S. Jos n. H, qne sera' recompensado generosa- i mente. ____________ ' No dte 7 do correte fugio o preto Uaaoel, biixo, gromo do corpo, tem as pamas nm ponen ar- queadas, e multo conbecida por Manoel canjralba, . qoem o levar i roa de Apollo n. 30 armlznm m as- sncar de A. H. Rodrigaes, serrbem grauBca*. ^*. 4 8 Mari* ele Periaabiea megmm* felra ele Hnr^o de 4866. LTITERATDIA. < E' esta a minha humilde opioiao. Entre unto accresceotarei: se a eleigo no nosso paiz e tem si(, sempre, ou qaasi sempre,.a expresso da too- ' lade do governo, em todo caso melbor que seja' HLTOS. (Lamarline.= Traduccdo de T. A. A. Jnior.) X A esta recmojliago segaio-se ama serie de an- A reforma eleitor al. IV twn-se oTerecido differeotes tracas, a respeito das ?,e.^l,if'.*tJbo(8:_e ,popo,,5io B'"?tlH* V8lhlce PMU|- Rei0l,va a P" em ca por nm modo menos immoral, e qne menos encom- nos de paz e nVarnf. dotante os qtfes nasceram reforma eletoral a effeito, mwe a Pop^So, acabndose com as saturnas|tres Qlhasqle devlammils tarde^errlrdeconsolo quaes nao existe anda opinio asseotada entre os seas proprios partidarios. Alguns julgam conveniente que se proceda a urna qualiflcago, segundo o projecto apresentado em Pernambuco pelo Sr. Dr. Moraes Sarment, e gue acaba do ser transcriptc em um opsculo pu- blicado tiesta corte. Ha quem pense que, para tirar toda a sombra de exclusivismo aristocralivo e alalhar a celeuma que pedera levantar se por suggestes mal inten- cionadas, convirla decretar que fossem eleitores natos todos os etdadios de certas classes, e o resto dos volantes elegesse d'entre elles mesmos ura nu - mero razoavel de eleitores. Assira os abusos das eleiges primarlas nao mancbariam ledo o corpo eleiloral, e a massa dos votantes condonara a con- correr para a eleigo, leudo at iotlaencia mais di- recia de que tem com a legislacao vigente, a qual s Ihe permute eleger a individuos de ontras clas- ser. tada Qcarla livre das vexagdes e perseguigOes dos agentes policaes nessas calamitosas occasies. Na minba opinio al as cmaras raanicipaes deveriam ser assim eleitas, e etc. > Ha anda urna solugao do problema, talvez a mais concluiente e cabal, que desde j nos licita en- trever. A le estabeleee a reada liquida que deve ter o votante e o eleitor. O estado da fazeada na. i consternaco no palacra de Wnile-Holl. Crom well acaba va de permittir ou gratuitamente Incitar o assassinato do rei vencido e preskraeiro. Milln, que baria seguido o protector durante a guerra, e seguio tambera no crime. c Recommendo-te tua mil depois de miaba mor- exercicio do governo, e pm senso poltico qne re- te ; lembra-ie fue ella, vallando de Franca man pugnava com as chimeras, mesmo em toa causa grado mea, quix parlilhar meas pangos e soffrl- XVI mentos, qniz soffrap comigo e por taraba causa, A restaorago de Carlos II o snrprebendeu em comtigo e por ti, levada por ama magoanlmldade, seos trabalbos, que se tornaram inateis com a trai- que aencaracSo demnlher e da mil Iba fizera gao do exercito e havia vendido a patria depois n ,C"eifn,p,M' de t la conquistado. Carlos II nao ara vingativo, . Quando me tlverem decapitado, meas Albos, e sim lev.ano. Amnistiava todo o mondo, al mes- para que nao derrame sobre este mo os regiedas; porm sna viada trazia de novo o perdi de Carlos I. ou lavar as mitos de seu san gue, on entao abandonar gemendo urna cansa que se tornava criminosa. Qaer fosse por dedicarlo c-onalex.g.ra brevemente a creaco do .mpostos ao proU>c,or ,, 0 de derramar directos, e enlo ser fcil Axar de um modo serio qner fosse por fanatismo, nao testemuohou nem he- "JnZT111 QUaeS S qUe Pa*am ,mp8,a8 COrreS- 8i^ Pledade. oo horror, Per mais do qae nnndflnlps a acaa randa VA n,,-:;, 1..4. .,. < pondentes a essa renda. S flcarao tendo voto concorrer para o regicidio, por que jastiAeou-o de pobre povo as urnas de sua colera. < Oala' t vos lembrels sempre de mea nome e Elle poda on implorar j minha temara I Adeus I at quando nos podermos encontrar no cu, porque sobre a ierra nao nos tornaremos mais a ver l i Oxala', erga-se sobre vossa infancia om scalo mais feliz l > XIII, Semelhantes paginas encontradas em om ataode recordavam os Psalmos de um David dos reis. O o sangue, nanceira trar a eletoral. _ todos inconcladentes e falsos. Milln poda O reslabelecimooto das defender a opinio de que os reis, sendo apenas ho-! nossas flaangas pode produzir o melhoraraento do mem tare9tWos COB0 ^ os oalros m^Tlr-r systema representativo. y de om poder.coadlcci00lj e necessari.mente Pes- Pela reforma eletoral pronunclam-se d.:sde j P009**61- nio ,en perseus rrimes o privilegio da bomens notaveis de todos os partidos. Entre on- mpunidade. provar tres e diz-nos o segaiote : < Nao creio que no estado de egosmo a que chegamos seja possivel realizar cousa alguma a bem do paiz. Observo Ihe que nao convira' para ser bem succedida qualquer tentativa neste senti- do, fallar nem em reforma eletoral, nem em diml- nuigo de direitos- Na minha opinio, o que con- vm fazer simpiesmente urna lei explicativa do modo de provar a renda exigida pela constltuicio para onferir o direito eletoral ao cidadao. Tu*1o o que for mais do que sto, dar' logar a intermita veis discu>>oes trar delongas sem Ora, e dar' ar mas aos patrioteiros das cmaras e dos peridicos para clamarem que se querem diminuir os direitos constitocionaes dos seus caceteiros. Limitando-se a je; a r rescrever o modo pratico de provar a reali- uade da renda e insiituindo um tiibunal com tre- menda e effactiva respoasabilldade para reconbecer essa realidade est acabada a compressao do ccete da cacbaxa dos dez tostoes, e tambera a maior par- te da compressao policial. E' natural qne o prodo- lo da eleicao seja melhor, e qne se olbe Analmente os interesses reaes do paiz. Se este remedio nao passa de cataplasma inefficaz, deixemos o tumor vir a furo, e aogmeatem-se os nossos filhos e ne- tos, qaando e-ioorar a appostema. > Alguns adoptariam de boa vonlade a qualifica- gao dos jurados. Urna pessoa moradora no interior de urna provincia, homem de poneos estndos, mas ue discernimento, aviso e experiencia, escreveu- nes o segointe: < Passo a responder ao qoeslto qae me propoz sobre a reforma eletoral: se reformada a legisla- do eletoral, de modo que vote logo directamente para deputados ou senadores qum estiver qualiA- cado jurado, ou tiver o privilegio de ser dispensa- do do jury, sendo a eleicao presidida por magis- trado e urna mesa seria, a eleicao assim feita seria livre, cu o governo ou as sutoridades quer judicia- rias, quer policiaes exercriam nella demasiada in- fluencia. 1 moh? fraca opinio que,felta a eleigo por essa frma, daramos um grande passo, camlnhan- do para a manifeslago mais ou menos real da opi- nio do paiz. Emendo que o governo e as autori- dades contrauariam a exercer influencia mais ou menos benfica mais ou menos perniciosa, no re- sultado da eleigo, mas nunca tao immoral e vio- lentamente como se tem feito at hoje, empregan- do a baioneta, porque ja nao tera' de haver se com a r.;.is-a brnta, levada na maior parte pelos agen- tes policiaes forjadamente, mas com gente de ou- tra ordem, salvo exepgoes, e qae pela maior parte sabera' repellir essa affronta; e portanto ha de procurar influir por meios mais razoaveis, dirigin do a opinio cuidadosamente, sem nunca se apar- tar no todo delta, e sem nunca a ferir no todo e da frente; influencia esta que me parece seria ben- fica. < Mas, para ebegarmos a essa aliura, seria pre- ciso que aaqualiflcaco e a exclusdo do jurado, da data da lei em diante, tivessem bases mais slidas, <: nao icassem a' merc do arbitrio de ningnero; sendo em todo o caso respeitado o direito d'aquel- les que serviram al aquella dala, porque a res- peito destes nao houve nem poda haver calculo eletoral, smente eram chamados para exercer um direito onerosissimo do qual todos procuravam afastar-se. Do contrario, teremos o governo remo- vendo o magistrado com o qual nao cont, e in- fundo directa e violentamente as eieigoes das cmaras municipaes para ter presidentes e.vice- idad?,,^"10'65 IT^ le8>1 8 qU6 neSU q"* Pis d0 K'Pe de cutl0 qeeitara por trra a lioaaetambem contr.buirem para as despezas do beca do rei, captivo do exercito. Seos argnmentos Pvo as lia como ora arrasoado celeste, que justifi- mposto decidir do voto? A relorma fl- ,5o ua^ mroneindenis tMtm. uL ni "va Jepois do sapplicio as iotengSes e o eopaeio do soppllciado. Milln as cbasqueava como se fosse nma declamagao poltica feita para attestar somon- te o talento potico da victima. c'Naverdade dizia Milton procurando rldienla- rlsar as lagrimas e osangoe do rei mmolado.Carlos Ha muito os poetas, e pde-se crr que elle qalz deixar nestes captulos ensaies poticos capaxes de attestar a posteridade sens talentos de escriptor. XIV Em breve, as invectivas qu assaltavam da Fran- ga e de todo o continente o povo inglez Ibe espro- bando o regicidio, obrlgaram Milln a vingar seu paiz. O patriotismo o nspirou melbor do qae o regi- cidio. Elle publicoa a defeza do povo inglez con- tra o escriptor francez Saumaise; o ataque e a de- feza eram igualmente venaes. Saumaise bavla re cebido do re de Fraaga 100 pegas de ouro para Um dos mais distinctos propugnadores da eletgao tros, doas sanadores, ex-presldentea de eonselhe de porm Milln lioba aleo d'isso de dtreela, pede-nos qne examinemos nm projecto de ministros, que militara era campos diamelralmen- .consa8 Qne nunca tentn fazer: reforma eleiloral, ou de qualifleago dos votantes, te oppostos, e cada um dos quaes considerado | Pritneiramente, se Carlos I. attacado e deposto 00 scQlido das suas ideas, que Ihe consta haver si-' summidade no seu partido, tem-se manifestado em Pp sen parlamento rebelde era criminoso por de- do proposto as cmaras pelo Sr. Jos de Alencar,' favor da eleigSo directa. Um dalles obser /ou nos fender contra o exercito de Cromwell a constitui- ' apenas, que para realisar-se a idea era mysler um $3o, sen tbrono, e seu povo, afrente de suas hosles; accordo entre os homens das differentes parcial!, dades, para que urna deltas nao se aproveitasse de semelbante arma como meio de guerra de popnla- ridade. Secundo, se o crime (se por ventara o era) me- reca amorta; Ter lio, se era justo, raciona vel, humano e religio- so immolar nm ecercito victorioso o seo rei venc- Nao eremos que pessoa algnma, depois de media-j do. desarmado e prlsioaeifo. na reflexo e estado, possa duvidar que, segundo a Milln nao poda provar nenhnma destas tres nossa constituicSo, as condlgdes do voto que nao proposicSas de saa argamentago regicida. Nao se achara comidas nos artigos 68 e 179 da consti- tuido, podem ser alteradas por urna legislatura or- dinaria. Anda agora veio nm dos eseriptos do Sr. Alexandre Herculano robustecer a nossa opinio a esto respeito. O artigo 144, (I) diz elle, declara constitucio- nal to smente o que respeita aos limites e attri- buigdes dos poderes e aos direitos polticos e indi- yiduaes dos cidados. Nem a nma nem a ootra cousa se refere o artigo 6." E" a legislatura ordi- naria que pode approvar o projecto do cdigo ei- provou se nao nma cousa : ou o endurecimento do coragao de nm poeta, pelo fanatismo do partido, ou a complacencia do genio levado pelas sedueges da fortoaa. Qualquer destas dnas supposigoes depje contra o nome deste poeta Se a piedade eslava proscripta do mondo, deve- ria ser encontrada no coragie do poeta, resnmo vivo' de todas as vibragSes patheticas das consas humanas. K quanto ao genio, nao isso descnl- vil, a mesma que poderia modificar o artigo 6.*, se' pa, e pelo contrario nm aggravante; por qne se elle fosse, que nao neeessario modiBca-lo para man- j se abaixon diante do poder ao ponto de mclhar os ter as disposlges do projecto acerca do casamento.' ps no sangue do cadafalse, mais culpado deste O que essa ou ontra legislatura ordinaria nao pode adatacao sanguinolenta do qne a plebe, por qnanto annullar ura direito poltico e individual dos ci- dados, e o artigo 145 (2) inelue entre essses di- reitos o de nao serem perseguidos por motivos de religio, garanta limitada nnicamente por duas chas estas qne a gloria apenas torna nm ponco condigdes, a de respeltarem a do estado e a de nSo mais desmaiadas na vida de nm homem illnstre, cnrvou se at ao chao. Milton fez assim respin- gar sobre sen nome o eterno salpico deste sangue real: que para sempre Ihe ha de ficar 1 Sao man- oflenderem a moral publica. > por que sao esclarecidas por maior quantidade de Comparando a doatriaa nos artigos 6 a 14>, V ff privilegio e infelicidade dos grandes ho- 4, o illnstre autor do opsculo conclue por deca- meas adqnerlrem suas faltas para seu nome a ta- rar, que o principio fundamental da carta que mortalidade do genio, s aos estrangeiros sao permittdas as religides que XI nao forem a catbollca. Em recompensa deste fanatismo cruel on desta A proposigao parece-me demasiado audaz. A complacencia servil, foi Milln elevado por Crom- mim afigura-seme que pela natureza das cousas e WdII dignidade de secretario Testado da repn- pela propria declaragao do grande principe que blica e seu -secretario particular para lingua la duas vezes nos deu-a liberdade, declaragao solemne t|na. Precisavam de sua eloqnencla para refutar feita no artigo 144 da arta, s duas ordens de dis- i ao livro. posigoes nelia haviam que conslilubsem principios! "Este livro, sabido do tmulo de Carlos I., per- fundamentaesa das que se referem aos limites e tornava a Inglaterra com remorsos qne* se fasia attnbuiges dos poderes polticos, isto a nova |mister acalmar; produza sobre a opinio de Uni- forma do exercicio da soberana, e a das que res- dres o effeito que o testamento de Lniz XVI pro- palara s garantas dos direitos individuaos, conti- duzo em Pars e na Europa depois da orte d'este don no artigo 145, isto a santicagao da uberaa- rei. Era o "grito do sangue, a voz da conscipncia de, aa segurauga pessoal e da propriedade. Quan- | qoeseguia apoz da paixo. Altnbuiam este livro to aos outros preceitos da caru, vi, e permita-me poslhomo Carlos I. muito capaz de o ter escupi o nobre autor do opsculo que continu a ver, pe- na priso quando esperava pela morle. ' 5as mais ou menos importantes do edificio, porm, I Milton respoodeu ao Etkon Bazutn com ontro uao pedras dos alicerces. Se erro, nao e, pelo me- ; ^ro intitulado o Iconoclasta, chelo de argnmentos nos, em m companhia : erro com o rei libertador:' e injurias; ma estas injurias atlradas um cada- erro com o dador da carta. i ver decapitado pareciam sacrilegios. E contra ia- Quaudo a proximidade de nma eleigo geral esta grimas o que podiam taes argumentos ? . XII O livro poslhumo de Carlos I. s pedia misen cordia Deus, piedade ao povo, e mansuetude ao eu Qlho, Era a cooflsso de um rei captivo, qae no fundo presidentes deltas a sen geito, que, com os seas Queato de lempo. Todos sentem, e o estado dos nossos partidos denuncia, que o systema represen- tativo nao pode assim contionar por muitos annos. ___________( Do Correto Mercantil, do Rio) dizendo a todos que a futura cmara de deputados ser do partido que as circumstancas, interpreta, das pela cora, levarem ao ministerio, e excita lo- dos os corrimos e ambiges a conquista do poder execntivo, seria talvez para desojar que os bomens importantes das diflerenles parcialidades, procuran- ^e sai prisao recordava as faltas de sua vida, e do entender-se ou reunidos em eomrnisso pelo go- .I06 n^ a'lenuava a maior destas faltas, concesso verno, desde ja adoptassem os meios de estabelecer condges de liberdade para o paiz, de verdadelra rresponsabldade constitucional para a cura, e de dignidade para elles proprios. Nao onsamos espera-lo. A attengao publica, em vez de ser oceupada com qaestjs de tao vital n. teresse para o grande principio da monarchia cons- titucional, est talvez condemnada a ser exclusiva e estrilmente entretda com as questdes pessoaes acerca da capitulagao da Uroguayana, do processo de Canabarro e da demissaa do ex-presidente da estrada de ferro de D. Pedro II. Para nos, porem, a reforma eletoral apenas promotores, fare em todos os janeiros om eleito- rado a sabor; e entao sera' a eleigo smente do governo, porque bastar-lheha fazer pender a ba- langa com algnmas tnclases e exclosfes, e gover- no nenbum deixara' de o fazer, podendo. * FOLHETIM A SEPULTURA DE FERRO POR Henrigoe Conscience (Conti nnagao.) XVII Quando me aprsente! nos dia egonte em casa do men bemletor para saber da sade de sua filha, encontr! a porta o Sr. Pavlyn, qae ia sabir. Disse-me qae a ldisposigo de sua fllha nSo ti- nha valido nada, como elle ja' havia previsto. Ro- sa pareca ura pouco triste e fatigada, mas nao es- lava realmente doente, como en podia verificar, porque a ira acbar assentada ao piano. Dito isto sabio. Abr a porta, e acbei me em um salao contigno ao quarto onde Rosa e seus pas costumavam de ordinario ajuotar-se. Sent os sons do piano e fl- eeram-me to funda impressao que parei para es- colar. O que Rosa tocava uo era outra cousa seoo a meloda do grande daeto que tantas vezes taa- mos cantado junios. Era ama melodia viva e ale- gre, que delieiava o espirito e expellla a metan coila. Mas n'esse momento pelo contrario, assemelba va-se a queixumes de ama alma em amargaras. O eompasso era lento e pansado; as notas extranldas sem forga, cantavam plangentas como se lenta e distrahida corresse no teclado a mo de nm artista abysmado em funda tristeza. Essa msica ettranba fez-me estremecer. Qae magua desconhecida havia ho coragao de Rosa pa- ra que nm canto alegre se transformas em senti- do qoelxomeT Abri a porta e entrel. Rosa eslava s. A atiaba apparc canson-lhe visivel abalo; co- brio-se-lbe o rosto de vivo rubor, a qne se seglo extrema paJIidez. (1) E'o 178 da constitaigo brasileira. (2) E' o nosso 179. da morte de sea fiel ministro, o conde de Strafford na espranos de por este meio reconciliar o parla- mento, c Ab I diz elle, para acalmar urna borrasca po- pular, levantei em meo coragao ama eterna tem- pestade. f Visto como os acooteclmentos da guerra sao sempre lcenos e os dacommogo civil sempre deplora veis, seja qual fr a mioba sorte, sou desti- nado a soffrer quasi o mes rao na derrota quena victoria. O Deus I concederme pois o dom de sa- ber soffrer I < Aesta priso apenas os meus inimigos me dei- xaram da vida a pelcula que a envolve. Meo filbo I nao tornars mais a ver o semblan, te de leu pai! c Deas ordena qne en seja para sempre sepul- tado nesta tenebrosa e hornvel priso I Recebe portanlo meu ultimo adeus I A minha entrada tinha-a assostado. Hivla entre 'cas para eonter me. O respeito e aconscieocla da nos um segredo. Provavelmenie tinha sorprehen- miBha verdadelra pOsigo relativamente aos meus dido n'aqaella gemebunda melodia nma emogo bemfeitores flzeram-me passar por aquella dolorosa qae ella nao quera qae se revelasse. Soffrendo a custo as miabas irapressSes, fallei- ibe da sua indispoiige da vespera e exprimi-lbe a minha alegra de a achar completamente restabele- cida. Parecen me fiear muito embarazado s responden por palavras confusas, mas de repente provago sem dar nenham signal de descontenta- memo ou de mor proprio offeodido. Procurei um pretexto para retirar-me e abreviei a minha visita tanto quanto m'o permittiam as con- veniencias. Quando pegava no chapeo para sabir, Rosa saa- iangar em rosto dos Ieglezes o assassinato do rei de Inglaterra. Milln receben de Cronwell 1,000 pegas de ouro para justificar o sangue derra- mado. ( Saumaise, diz Vollaire fallando desta polmi- ca, esertseu como peante, Milton responden como um animal feraz.* j Este jnizo posto que brutal, justo. Cada nma das pbrases de Sanmaise respirava o cheiro da lampada, e nao havia urna palavra de Milton que nio destilasse sangue. No entretanto no Ora destes volumosos arrasoa- dos sobre o cadver de nm re, Milton parece ter sido entre seus compatriotas o prmeiro que devi- sou o alcance futuro da revologo de Inglaterra so- bre a liberdade do mundo. < Enslnamos aos povos a ser livres, exclamava eile, e nosso exemplo fara' tratar ao continente es- cravisado urna nova planta muito mais benfica aos bomens do que o grao de Triptolemo: a se- ment da razo, da civiiisago e da liberdade I> Milln era propbeta, e smente e.-quacia que esta sement, para ser fecunda, s devia ser ominada de sangue pelos combatentes e martyres. Os ca- dafalsos de Luiz XVI e Carlos I nao faziam mais do que laogar nma sombra fatal sobre a liber- dade. A morle nada prova, e nem os remorsos fortifi- cara o espirito dos povos ; pelo contrario o pertur- bara e enfraqueeem. XV Todos sabem de que modo foi por Cromwell transformla a repblica de Inglaterra em dicta- dura soldadesca, e como esta dictadora e esta re- publica expiaram ao mesmo tempo no dia em que Cromwell deu o ultimo suspiro. Anda a repbli- ca nao era nem o pensamenlo dos loglezes nem da Europa. A iraigo prevista de um general egoiita e impostor, de Monk, e de um exercito que procu- rava nm senbor, as ambiges do sold e das honras entregaram a loglateraa ao filbo de Carlos I, o vo- luptuoso Carlos II. Fagamos jusliga a Milton : no enro intervallo que decorreu durante a hesitago da nago entre a morle de Cromwell e a Iralgo de Mouk e do exer cito, Milton ergueu corajosamente a voz e exbortou o povo inglez para que tivesse constancia e digni- dade. i Se Traqueronos, escrevia elle, verificaremos as predicgoes de nossos Inimigos; seremos alvo dos motejes da historia; todas as nossas victorias sobre a tyrannia sero vas,todo o sangue derramado se- r perdido, e assim os filho; voluntariamente tnuti- lisaram o prego das vidas dadas por seus pais a causa da liberdade. Ao menos propoz salvar a liberdade parlamentar, dando mais extenso ao direito eleiloral ,para fazer contra-peso, por meio da representag3o de todas as classes do povo ao despotismo da aristocracia, do clero e da corte, coja prxima reslaorago j eo- xergava; porm quena que este suffragio universal fosse apurado do elemento demaggico, esclarecido pela indiligencia dos eleitores, bierarebisados por moitos graos de eleigo. O numero s era a seas olhos como aos nossos o materialismo da eleigo. Todo e direito, segnndo elle, presuppunha a moralidade e a capacidad. Todo tem suas condigoes de ordem na poltica, al a liberdade. Seus ltimos eseriptos como estadis- ta, aile.-tam-lhe urna experiencia amadurecida pelo os realistas para o parlamento, e os realistas, como todos os partidos eram implicaveis. Violentaran) o carcter de mansuelude do rei mogo, e exlgiram d'elle proscripges e cabegas. Milln, que havia merga'hado, senao saa mo, ao meaos sua peona no sangue do regicidio e nos morticinios da irlanda, mnito peiores do que.os de seterobro de 1792 em Franga apresson-se em des- apparecer afta de ser esquecido. Demitlio-se de suas fuocgSes e retirou-se a om arrebalde obscuro de Londres, para deixar passar a vioganga de seus inimigos. Para melbor apagar seu nome do res- sentimento dos realistas, em pooco tempo, fez com qae se espalhasse o boato de sua morle, e manden celebrar, estando vivo, seos faneraes. Este snbs- terfugio lbe salvon a vida. S o vierara a descobrlr depois que o prmeiro furor das reaeges fleu farto e como exhausto de supplicios. Milton vira de suas jineilas o cadver de Comwell exhumado pelo carrasco, levado pelas mas de Londres, e ex- posto no patbulo aos insultos da muktido. (Continuar-se-ha.) dem empregar continuamente dez mil operarios' sem receto de esgotar esta riqueza vegetal. 01 POCCO DE TODO. Na Prnssia um domador de feras, emulo e rival de Balty, foi devorado no circo de Renz, na pre- seoga do pnblico. As feras que lioba eram quatro leoes e nma leda ; querendo obrigar a teda a abrir a bocea, foi mordido em urna mo. A' vista do sangue que coi na da fenda, desper- taram-se to de repente os ferozes iostioctos dos ammaes que, arremessando-se todos ao mesmo tempo sobre o domador, desOzeram no em um mo- mento, sem que fosse possivel auxilia-lo com a barra de ferro em braza qne eslava preparada ao p da jaula. O publico presenciou aterrado to horrivel es pectaeolo, que se comprehende melbor do que por qualquer descripgo qne fizessemos. As taxas uniformes e rednzidas, adoptadas pela conferencia telegraphiea interaaoonal de Paris, que leve logar no invern do anno passado, esto em pleno vigor desde o 1." de Janeiro do correte anno. : As taxas do despacho de viole palavras trocado' entre a Franga e os Estados da Europa, sao as se- guimos, segundo diz nma folba econmica france- za, pouco mais ou menos em nossa moeda. Bade (gria-ducado de), Ba viera, Blgica, Ho- benzollern (principados de), Loxemburgo (gra- ducado), Suissa, Wnrtemberg, Prnssia, estages situadas ao oeste do Weser e do Werra, 1080.- Hespanha, Italia, Paizes Baixos, Prnssia, estages situadas a leste do Weser e do Werra, 1440. Estados da Igreja e Portugal, 1*800. -Austria, Hannover (reino de), Mecklemburgo (gra-dneado ue), Saxoma (reino de), 2*160.-Dinamarca,.... 2*880.-Suecia, 3*060.Grecia, Tarqhia da Eu- ropa, isorwega, Russia europeia, 2*980.' Para se poder apreciar o alcance das redoegoas operadas, acccescenta a mesma folba econmica, basta recordar que debaixo do rigime das conveo- gues de Berna e de Bruxellas, o despacho de 20 palavras custava entre : Paris e Vienna, 4*3z; Pars e Copenhague, 5*220; Paris e Stokolmo, 6*840 ; Pars e Cons- taulinopla, e Albenas, 7*560 ; Paris e S. Peters- burgo, 8*020. O capito de fragata Roox, diz a Sentmelle tou- onnaise de 3 do corrente, apresenton domingo passado, ao imperador Napoleo, urna memoria sobre o seu cabo elctrico. A invengo deste ofllcial, accrescenla a mesma olha, offerece vantagens que Ihe assegaram om successo iacontestavel. A fabricago tornar-se-ba menos dispendiosa, os cabos sero mais leves e podero ser inmergidos com grande rapidez, permittindo aos navios encar- regados desta operaco navegarem sua vontade, sem receio de qaebrarem o apparelho oo soffre- rem as numerosas avarias a que at boje csto su- jeitos. u que torna extremamente apreciavel este syste- ma, a certeza de tornar os cabos submarinos in- destrnctlveis com o auxilio de ama capa felta de esparto qae os cobre e que tem a propriedade de os conservar indefinidamente na agua do mar. O novo systema proposto pelo Sr. Roux ser alm disto nma origem de prosperidade para as eostas da Argelia, onde se prodaz o esparto em prodigiosa quantidade ; em Arzew principalmente, esta gramnea cobre o littoral de modo qae se po- Ha poneos dias os frequeotadores 4o jareta das TuUjerias, em Paris, parasam**! Mkm das jardms reservados admirando asa fastinador de passaros, o qual fazia c-xeeotar cariosas evolaces aos pardaes, pintasMgos e aos pombo, qae Ihe Vo- litavam por cima da cabeg. Collocava algomas mlgalbas de pSo, qoe lioba o cuidado de contar per ante os espectadores e ati- rava-as ao ar. Immediatamente acudiam aquellas aves a apa- nhavam-nas, sem deixarem cahlr por trra ama s migalba. Acabados estes exercicios os paedaes vinbam poisar na raao deste mgico, comeado o qoe Ibes offerecia. Depois dos pardal?, raga atrevida,* vfnham os pombos, mais tmidos porm mais doceis, a nm signa! do fascinador ; poisavam-lhe sobre a safio esqoerda e comiaro, delxando-se no entretanto acariciar com a mao dreita. Qaando o fascinador j oiga va qne o appetita dos seus convidados estava salisfeito, abastava-ot com um signal, sendo o logar preenchido por ontro pombo qae esperava a saa vez. E' do Sr. I, T. esta poesia : CASTA DIVA. Eleva o leu viver d'aojo celeste A' candida morada do Senhor I E na trra em qae vives, decaidsa Nao te deixes vencer por ontro amor. Qoe nao aquelle amor singeilo e poro Qae flzeste por encanto em mim nascer, Bem como em Irda noile, nm co escoro Urna estrella,*s urna a resplender I E' elle o doce lo que me prende A nm destioo feliz; roseo porvlr Eu contemplo as asas da esperanga Qoe de longe me parece sednzir 1 E' elle a inspiraco qnasi divina Qoe, pobre de mim t quero alcancar Como um louco talvez qne saa sina, Nao sabendo qual deseja amar I Bem vs: eo nao le oceulto o sentimento Que n'alma me nascen qnal linda flor Possa elle viver dentro em tna alma E per ti ser chamadomen amor 1 Ser moho! e talvez lonco desejo O pedir te um lugar no coragao I Nao maldigas, entanto este lampejo Qne se atira das cnammas da paixao. D-lbe ao menos um ai de piedade Se ao tocar ao ten peito se extinguir Qae longe ea irei viver chorando sempre A morte d'nm amor e do porvir. Mas, se anda fr alm minba ventora, Se a lei do Creador me conceden O amor de toa alma toda pora, Casia diva gentil, filha do ceu. Guardemos nosso amor sejamos creles Da vida que longe nos sorri Que das flores de minha alma nma cora Hei de nfano tecer, guardar p'ra ti! i i m Um jornal italiano faz as segaintes observagdes : Temos notado que no eslado maior dos partida- rios de Napoleo prevalece a mana de mudar de neme on altralo. O mareohal de Saint-Arnaud cbamava-se sim- piesmente Leroy; o duque de Persigny era nnica- mente Flalin ; Muro y nao tinba nome hereditario; om Talleyrand quiz cbamar-se Montmorency. Drooyn de l'Hais assignavase ordinariamente Orouy de l'Huis, que quer dizer da saluda ou da porta. A apostrophe supprimida bonvera podido fazer sappr a algoem que o pai ou o av do ministro tinba sido porteiro. Durante o prmeiro imperio havia nm ex-repu- blicano, qne, tendo sido noroeado ministro e tendo a desgraga de chamarse Cocbon, sopplicon a Na- poleo que ihe mndasse o nome. E o imperador annuia, dando-lhe o Ululo de conde de l'Apparent. Assevera se qoe o Qlho do almirante hollandez Veruhel fazse boje chamar.... e que nm irmo do mesmo, til ho do general Flahant, ajudante de Napoleo I, morreu com o nome de... Kmbra mudem de nome, a opinio publica sa- be quem elles sao. A historia jnlga-los-ba pelos seus actos l levantoo-se, e pediodo-me qne a descnlpasse, por- dou-me, inclinando se profundamente, e ao tempo qne tinha alguma coasa qoe dizer a sua criada par- aat desprenden dos labios as ceremoniosas pala- vras Sr. Wolvenaer, deitou me nm olbar penetran, te to chelo de exprobages, que dira quem o vii- ticalar, locou urna campaioba. Nao pude ouvir a ordem que Ihe deu em voz bal- xa, mas pouco depois entrn a Sra. Pavelyn e per- goDiou com visivel Inquieiagio r Mandaste-me chamar, Rosa? Eslai indis- posta 1 E' qoe, mami, nao sei. Tenho nma violenta dr de cabega, nao eston boa. Vai deitar-te, menina; o socego ba de tazar- te bem. * Nao, minba mi, nao consa to grave; mas pego qne se deixe estar aqni ao p de mim. A Sra. Pavelyn, entre triste e risonha, assentou- se e poz-se a fallar da indisposlgo de sua flina, a anima-la e a consola-la, dizendo-lhe qne era ama cousa muito ordinaria e que eslava longe de apre- sentar symptomas de perigo. Depois cabio a con- versa sobre a ultima noile. Rosa, na presenga de saa mi, tinha-se animado nm pouc e mostrava mais algnma liberdade de espirito. Pronnncion algnmas palavras em nm tora qne en nanea deseo- brira na saa voz. Mostrou quasi completa indiffe- renga quando sua mi falln da minba estatua e testemunhava-me, todas as vetes qoe se ibe olle- recia occasio, urna polidez to ceremoniosa, qne a feigio dada as suas phrases pareca faxer-me com- prebenier com certa affectagio qoe estava irritada contra misa. A estranha amargura da sua voz, ca- se qne ella me jarava odio eterno. Na rna camlohel com a cabega descahida sobre o pello, sem ter consciencia do qne se passava de redor de mim e es tonteado pelas ideas qoe me sal- teavam. Havia ja' mnito tempo qae en eslava s no mea quarto e no men espirito continuavam a lavrar as trevas. Pode ser qne eu repellisse a claridae qne, como fugitivo relmpago, se abria as vezes as minhas Ideas. Com effeito, nm abysmo de desgracas eslava aborto aos meus pos e eu tinha medo da Inz com qne poderia soodar-lhe a profuo- didado. Mo me sabia de ante os'olhos aimagem d'a- quelle qae nao deixara Rosa emqaaoto dnrou o baile. Li as suas feges o desejo de agradar, e nos olhos e labios de Rosa o fogo e o sorriso qae evl- denciavam que aceitava as suas homenagens com extremo contentamenlo. Rom amara t As suas ineiplicaveis singularida- des; a sua melancola, a sna senslbilidade nervo- sa nio tinbam ontra causa seno a torvago do sen coragao qne abrir a ama paixio iavasora e debalde Inctava contra o ardor do priraeiro amor. Era, pois, nma verdade I um homem flzera im- como barreira invensivel entre ella e o seu infeliz protegido. E, anda que as recordacoes do nosso passado parecessem dar-me algara direito a tomar parte da sua affeico ao novo eleito de sua alma, ella recu- sava-me essa parle para dar sua alma inleira qnelle que ella prefera. Sim, ella viria a odiarme, devia odiarme, j me tinba odio. Nao me linham seus olhos dirigido nma expro- brago pungente como declaragao de eterna fnimi- sde ? Como a vida-do homem chela de Tfcisitudes e dominada pela mais cruel fataiidade I Aquella noote em que en tinha exposto a minba pnmeira obra de arta, em qne en tinha, na presen- ga de Rosa, colindo os mais llsongeiros elogios e qne devia ser para mim o ponto de partida da mi- nba futura reputago,essa noote ia, pelo contra- rio, ser a cansa da desgraga da minba vida; ia da tes que me cbamava Sr. Wolvenaer, poderia pressao no coragao de Rosa, e a inclinago para mesmo fazer crer qae pretenda hnmaar-me on esse homem era lio poderosa e lomara nelle unto magoar-me. logar, qae chegara a desarraigar-lhe o sentimento Ea Boffria cruelmente e teria chorado se profun- da amlsade. do despelte, secreta amargara, nao me dessem 1er-1 Portanto, o amor de oatro taoraem ergoera-se men peito; cobri o rosto com as mos e cabio-me atravez dos dedos nm torrente de lagrimas ar- demos. J nao era possivel llloso nem duvida 1 Eu amava a filha dos meus bemfeitores l Havia muito tempo qne a amava com toda a forga e todo o ardor de um amor sem limites. Esse amor nascido na minba infancia, vivera e eres cera comigo. Tinha sido a causa do meu gosto pelas artes, da minba ambigao, da f no futuro?...___ Minha pobre mil ella tinha previsto que seu Qlho cabi- ria em culpa e viria a ser desgragado pelo sea or- gnibo insensato. Que Ingratidio I Um rapas da aldela, o fllho de nm lamanqaeiro, tirado da miseria pela genero- sidde de pessoas ricas; d se Ihe meios de desen- volver a sna intelligencla e de distinguirse no mundo como artista..... E elle, para pagar tanta bondade, ultraja os sens irar-me toda a miaa c*agem e toda a minha f,] bemfeitores, ousa erguer os olhos para sua Alba, fazer pesar sobre mim o odio de Rosa como nma ptr, a aat fl|hl onc,, maldigao, matar todas as minnas recordages, e E8t9S peosamentos fJxeraa-me estremecer e separar violentamente, e parasemppeo men passa- arrancaramme lagrimas abundantes, do do mea dlnro. .| cneguel a erguer as naios para o cea pedindo Com reflexoes assim jnlgava eu engaar a mira a Dea* que me perdoasse a minha criminosa mesmo sobre a verdadelra natureza dos meas paixo e me dsse corageni para resistir a minba senil men tos e da minha extraordinaria agitagao f raqneza. interior. Qaal era o mea dever nesse lance ? Qae devia Pensava estar so, triste e desanimado; aos olhos fazer? Ir acabar a miaha vita em nma cidadV nao me vieram lagrimas, remota, em um paiz ettranbo? Mas como explica Senta na fronte o fri de mortal pallidez; os essa desapparectmenlo a meus pais e ao Sr. Pave- denles aperlavam-se-me coavalsos, e as vezas, sem lyn T Havia de convencer os mens bemfeitores da o saber, fecha va as mos por nma contraego to minha culpa, de ama ingratido infame e fugir nervosa, qne fazia estalar as phalanges dos mens com a sua maldice ? Demafs, estavam prximos dedos. os concursos da academia. Se eo tivesse podido repellir por mais tempo a O Sr. Pavelyn, meas pais e mesmo meas condis- claridade qae coava pooco a ponco no mea espiri- cipulos nao davidavam qne en ganhasse os priraei- to e qoe a final dissipou completamente as trevas ros premios. do mea pensamento! Mas nao I a minha razio, j Essa victoria devia decidir do men futuro e arre como desapiadado accasalor, arrancava-me a. dar do meo caminbo muites obstaeolos. Diz om jornal italiano que mu provavel a eleigo de Jos Mazzini para deputado do segundo coliegio de Messina. A democracia de Messina, a qaal consegoo fa- zer eleger Nicolao Fabrizini em Modena, e Saverio Friscia em Palermo, espera fazer salar da ama o nome de Jos Mazzini. Dz-se qae o eleitor da Hesse vai deportar sen fi- lbo o principe Mauricio, para Bruxellas, para o cas- tigar pelas suas tendencias liberaos. venda e forgava-me a sondar o fondo do mea co- ragao. Um grito day terror e de desesperagito sabio do Nao poda renunciar probabllidade de ganhar o grande premio da academia, porque, se en eslava dominado por nm sentimento qoe crneloente ore fazia soffrer, o amor da arte e o desejo de distin- guirme pela arte erara, todava, bastante vivos em mim para que os podesse abafar o receio de ama desgraga irnminente. Por Om cheguei a encarar a minha posigo com mais serenidade. Amava ilusa, verdade, e senta qae esse amar durara em quanto palpitarse o meu coragao, mas podia lelo escondido em minha alma como nm se- gredo cuja existencia nao devia ser revelada por nenbum signal, por nenhuma palavra. Assira nao havia ingratido nem aggravo no mea amor a Rosa, pois que niognem no mundo salvo eu, saberia que sentimento me tomara posse da alma. Fazia-me tremer a idea de que na presenga de Rosa nao seria senbor de mim e trabiria talvez in voluntar lamente os- movi mentos do mea co- ragao.. Has enlo dizia eo a mim mesmo qae Rosa me liaba odi e alegrava-n peonado qae osea dtspo- go boslii me dara torga para conservar o mea segredo com religioso cuidado; serrir-me-ia de amparo om respeito loabalavel, ea serla cirenms- pecio, prudente e simplesmenle-pollido, e assim evitara todas as occasies de acordar mais leve suspeita no animo de Rosa on de otra qualqaer pessoa. Se eo podesse camprir fielmente esta resolocao, nao havia grande perigo no sentimento qoe em mim se revelara. E podia ser qae da energa da miaha vontade e da saa aversio por mim coinasse a forga necessaria para iriuraphar do meu amor insensato. Por alguns instantes consoloo-me nm pooco esta idea, mas iosensivelmente tornei a cahir em orna dr mnda e sem limites. O vn mgico qne desde a minha *Vnflt me eovolvera a existencia esteva feito, laadaoee f Rosa odiava-me \ (Coafiauer-M-isc) * i fRTlNAllICCQ.^^p. dk MiF-DaJr\ 4 MjJo < Vi t 3 \ \ r- * M i N " . |
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