Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09558


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Full Text
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AI10 XIXVUI. I01ERO161
fn trs Meitdiaitadift|O0O
Ptr tre atie vaieiddi 6J000
OIHTA n
HA 3 DE JDLHO PE Hit
Nriii adiaiUdo 19|00O
i fruct Btra sibseriiter
E1CARREGADOS I
Parahyba, o Sr.
ma ; Natal, o Sf.
Arasaly, o Sr. A.
J. Jos da Olvele
Marqaoa Rodri
C; Amazona,
ENCARREGADOS
Alsgoas, o Sr.
o Sr. Joa Martina
Joio Pereira llar
loar,
\
PACIDAS DoS CORRBimr-
9#hua dadla.
Parahyba naa eeg
ganda*
Olinde todo os diaa aa
Iguari, Goianna, a P.
eextaa-feiri.
S. Antao, Bexerros, Bonito, Garuar, Altinho
Garanhuns oaa tergee-feiras.
\Po d'Albo, Nazaralh. Limoairo, Brejo, Pes-
eir, Iogazeira, Florea, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ifarieury a Ex nsaquartaa-feirae.
Cabo, Serinhem, Rio Formoao. Una.Barreiroa
Agua Preta, Plmentelr a Natal quinta feiraa.
(Todo oa correioa partera aa 10 horaa da manhia
IHiEMKRlES DO MEZ DE JULHO. raeTipj
( Quarto rscente a 8 horaa e 20 minutos da i Granja**
manhia:
12 La chela aoa 2 minutos da manbia.
18 Quarto mingasnto aa 2 horaa e 32 mioaloe da
tarde.
26 La a nov6bors a 24 minutos daan.
PREAMAR DE HOJE.
Primaire aa 9 horaa e 18 mlnuJoa da tarda.
Segando aa 9 horas e 42 mi a toa da manha.
rajrfflk.
mi > .
ad'
_ osrtrt
Para o Recife: do Apkpucot 6 112,
.8 Ij* da m.; de Olina a 8 da m. 6
Jabomtio a 6 Ij2 da a.; do Caxangi o
i 7 da m.j de Btmfica as 8 da m.
Do Haem : para, o Apipueot a 8 1|2, 4, 4 .
4 1|2, 5, 1|4, 1|2 e % da t.; para OUnda la
da ai. e 8 1(2 dehrpra Jaboato a 4 da t.; para
a- Catmng a Panto l 4 i|2 da l.j para BtmficaL
I AUDIENCIAS DOS TRIBUNA IfS DA CAPITAL
Tribunal de tooimertio: segundase^
-'ago: terja o i a bbad o a 10 horaa.
ida : qolntae a 10 horaa.
i commercio : aegaodt* ao mel da.
hios: tareas e sata* a 10 hora*,
do etvel: terca a axtaaaa malo
aa 4dat.
1 h
ral: qaartava sabbados 1
DAS DA SEN ANA.
30 Segend. S. Margal b. ; S. Lucida.
1 Terga. S. Theodorico ib. ; S. Abrehio.
2 Qaarta. Visitagao de Nosaa Seohora.
3 Quinta. S. Jacintho m.; S. Helio-doro b.
4 Sexta. S. Isabel laioba de Portugal f.
5 Sabbado. S. Atbansaf m.; S. Pbflomeria v,
6 Domingo. O precioao aaogoe de Ch/stb.-
ASSIGNA-SE
no Recife, en a linaria da prtfa da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, do* propriatarioi Manoel Figael*
roa de Feria x Filho.
PMf
GOV
Expe aliente
Offlcio ao Eim..
r.Na rapor Oye,
nio Cexar coal
aua arte nessa pro
cificidi na copia j
aHender presentera
pedido por V. Exc.
tanto para comegair
do vapor /agaartoe.
ai deapetas de come
Cexar a bordo aquello Mstor, devee i
neaaa proviucia.Kxp* lev se ordena a
viecia do Cea-
Pedro Anto-
lar oa eervigos de
ai condigoes espe-
me aendo possivel
modo completo ao
Eforga-me-hei enlre-
edico ata a partida
a a V. Exc. de que
o referido Dr.
er pagas
ao agsrjte
para dar transporte ao referido Br. Cezsr.
Dito ao Eira, presidente do Rio Grande
Norta.Passo as miosd *. Exc. o incluso re
quenmeoio em que o No dessa provin-
cia!Msoei Pereira do Me a S. M. o im-
pera dor o perdo da per dogales perpetuas, a
qu fot condemoado, e rogo a V. Exq. se sirva de
da o conveniente destiao ao predito raquerimen-
lepois de instruido noa
Dita.Oa Sr*. agentts da companhia brasileira
de paquetea a vapor manden dar transporte para
a Bahia por con la do ministerio da guerra no ra-
por Cruzeiro do Sul ao* soldados do 10* batalhio
de ilnfantaria, Jos Piaehy, Francisco Simoes,
Maooel Jos da Lu, David Rodrigues de Soaza,
lavando este am sua companhia sua mulber a um
filbp de menor idsde.
Dita.Os Sra. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor maodem dar passagem par*
a corle por coala do ministerio da marioba ao 1*
lente da armada Francisco Esperidiio Rodri-
gues Vaz.Commuoicou-ie ao commandante da
estsgo naval.
Dita.-Oi'Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor maodem dar passagem de
estado para a Bahia no vapor Cruzeiro do Sul ao
lenle ( ~ieiio de Oltveirs Chaves.
Dita. da companhia brasileira
de paquete ndem dar ama passagem
do de'pida par vapor Cruze\ro do Sul ao
ex-musico do 2o batalhio de artilherli a p JoaV
quisa Jos da Rocha.
Dita.Os Sra. agentes da companhia brasileira
da paquetea a vapor maodem dar ama pauagem
de proa piara o Gear no vapor Oyapock em lu-
gar destinado passagsiros de estado a Francisco
Vie.ira. T
Dita.s Srs. agentes da companhia braatleira
ama forea de iofantaria 5 qas ehegou do Porto,
e poslando-ae diante delta, solio* os meamos vi-
vas que os soldadoa e commandante* correspon-
dern!.
Segairam depoia por differeotes rusa ao
Campo da Petra ondeo numero do povo que se
reuni era para cima de qvatro mil peatoss!
* O povo aodava completamente, roerme : nao
_ termea do decreto de
e margo de 1660.
ito ao conmandante daa armas.Transmute de paquete* a vapor mandem dar ama passigam
I
Exc; os inclusos procasso de coneelho .de
ra dossoldsdoa Itaaoet Francisco da Paulo,
irdo Justino, e ol' cadete Pitea da Cosa
:ia, todos do 7. bata'baode inf.otaria e bem
isim dos soldadoa do 4.* bstatho de arlirfaaria
p Tbomaz de Aqaioo, Thomaz Joaquim de
iraujo, aflm de aerem eumpridaa es seotescas
Iroferidaa em itoa procesaos pelo cooselho sa-
premo militar de justica.
Dito ao mesmo.rva-se V. Exc. de infor-
mar acerca do eonteedo no incluso oicio do Dr.
th^fede policia interlae qee val cobsrlo com in
formacao do iospecter da thesooraria de fazenda
datada de 27 do carrate aob n. 575.
Dito ao mesmo. Eovio a V. Exc. o incleao
proceaao de consta > da guerra do es pit a. do
*. batalhio de artatl i p Jos de Cerdaeira
Lima, aflm de ser caaspn.de a ssaleoca proferida
pelo conieiho supremo militar de justica no mes-
mi oroW
L mo. Conatando de oartieipacio do
Exa te d BihU datada, do 27 eo eor-
r* Vlta 4 zoes apresenladaa pe-
lo b .. j commanaVarV aa armas a*avella
provincia, somonte pAda. seguir par*-esta capi-
tal no vapor Oyapock o c* pila o Joaquim Martina
Pontea e treze pra;is pertenceotes ao 7. tala-
lhao de infantera, assim o eommuaieo a V. Exc.
psra seu coobecimeoto e direogo.
Dito ao eommaodante superior do Recife.De-
volvo a V. S. os processos, de conaetha de disci-
plina a que respoodem o segando sargento da
terceira companhia do i." batalhio d artilbaria e
furriel da segunda do 2.* batalhio de iefaotaria
desls maoicipio Raymaodo Arfc lida* Coelho e
Ayrea Nillo da Lana Freir, aflm que ejam
cumpridas aa aenteo;as nelles protetidaa em da-
la de 28 deale mez pela junta de aegaade instan-
cia, qae absolveu a primeira daqaetiaa preess, e
mandou aapprir aa faitea que a* deram ao pro-
cesio da segunda.
Dilo ao inspector da theaonraria de fazenda.
Em vista de sua ioformaco de 27 do correte aob
n. 574, aitoriiei nesta dala o director das obras
miliiires a mandar executar pela quanliad* rs
75$933 em que foram oreados os cooeertos de
que precisan) oa balaustres daa janallas do quar-
tel do Hospicio que deitans psra a raa.o q
mnico V. S. para seu conhedmei
receso.
Dito ao mesmo.Declaro a V. S. para seu co-
nhecimeolo e ifim de qae o faga coaatar a quam
competir, que com o aviso da ministerio da fa-
zenda de 6 do correte me foi remetltdo o titulo
nomesodo a Manoel Antonio Vegss Jnior para
o emprego de sjudaote doatereomstra da altndo-
la deata capital._________ ^
'lio ao mesmo.Annuido ao qu aolicitoa o
gerente da companhia pernambucana em offlcio
de hoje recommendo a V. S. que mande pagar a
prestacao de 7 conloa do rea a que tem direito a
mesma companhia por baver cemprido as can-
dignes de seu contrato durante este mez.
Dito ao ioippector da ihesouraria provincial.
Restiluo a V. S. o incluso reqeertmento docu-
isentado em que Joaquim Ferreira de Araujo
Guimaraes na qualidade de procarador de Joio
Jos Pinto de Oliveira pede pagamento da quan-
tia de 3205OOO proveniente do alugual vencido
desde selembro do snoo iroximo paaaado al
abril ultimo, da cssa qae isrve de quartel ao
deiiacamauto do corpo de polica inatento ns
villa do Cabo aflm de que 1 etuar esse
pagamento em vista de sua inlormacio de 28 do
crrante aob o. 368.
Dito ao meamo.Estando em termos a iocluaa
folna que me foi remeltide pelo director geral da
toitrucgao publica com offlcio de 27 do correte
aob n. 157, mande V. S. entregar ao director do
collegio dos orpbaos de Sauta Tnereza em Olinda
a quantii de 62#000 psra pagamento da diariaa
relativas ao mez de jalho prximo viadouro do*
airica'no empregado* no (erra j daquelle colle-
gio. ^* .w
Dito ao commandante do corpo de policia.
Sirva-se V. S. de expedir auss orden* para que
de amanha em diante, e emquaato durar aa sea-
aes do tribunal do jury deata idade nelte se
aprsenle commaodada por em inferior, a guarda
no astylo neceaaaria policia do mesmo tri-
bunal.
Dito ao director do araenal de guerra.Em
observancia ao aviao do mioiaterio da guerra de
10 do correte, mande V. S. (oroecer a compa-
nhia fita de cavallaria desla provincia 75 bilhas
mistas com guias para selsaWlfa.Communi-
cou-se ao commandinle das araaa. -v
Dito ao mesmo.Em additament eos mes
ofScios de 25 e 26 do correte recommendo a V.
S. que cootrate maia a conduego para o presi-
dio de Fernando no bine nseiooal Tino daa fa-
milias do segundo cadete Oelavtana Tobiaa de
Soaza, e dos soldadoa Fabiano Pinto Rsymundo
Ismael Chouriga o Francisco Joa Vieira constan-
tes da relsgo junta por copia.
Dilo ao inspector da aaude publica.Mande
Vmc. apromptsr com urgencia ama ambulancia
de medicamentos necessartoa ao trata mate do
cholera-morbus para ser rametlida i cmara mu-
nicipal do Buique.
Dito ao juiz municipal do
Vmc. mande pur novamaole em
fictos de partidor e destribuidor d
meitendo copia do respectivo edital para aer aqa
reproduzido ; ae nao tiveram appareeido con
rentes a elle, como ae deprehande da ioform
de 18 desle mez, emque Vmc. declara que s6
ve um coocurreote aos da partidor e contador.
Dito aos agentes da cotaptonta braaileira de pa-
quetes a vspor.Declaro i Vsaca, que o segando
cirurgiso do corpo de saude do exercil
gue para Tacarai com escala per M
me trats a portarla de 28 do corrale o
ix Moreno Braodo e nio o Dr. Americo Al*
Guimsries.
Dilo aoa mearnos.Pod*m Vmc*. u seguir
para oa portoa do norte o vapor Oyapati para os
do sal o Cruzeiro do Sul naa horaa indicadas em
aeua offlcioa de hontem e boje.
Portara.O presideote da proviocia, confor-
mando-ae com a pioposta o-1,007 de 28 do cr-
reme, do Dr. chele de policia interino, resolve
considerar vagoa oa cargoa de 2* 5" auppleatea
do delegado da polica do i* dialricto dete ter-
mo, e nomeia para o primeiro dellea o bachsrel
Joio Mara de Moraea Navarro e para o ultimo
bacharel Miguel ft* da Almeida Pernambueo,
fanierla n. 5 oeita occaal em marcha de Braga
para Valengs.
no, sem
> xumes, e
Pata Ifonaio matchou de Tranoe am destaea- joeto, porqu
de r nafa o Gear no vapor Oyapock em lugar
destinad^ passsgeiros de estsdo a Joa Aires
Tenorio. .
Dita.Os Srs. agentes da companhia braeUeira
de paque lea a vapor mandem dar ama paaaegeea
de r para o Ri de Janeiro no vapor Cruttiro
do Sul a Thomaz Jos Metra em lugar destinado
psssigteiros de estado.
Diia.-40s Srs.agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar urna paasagem
de piautara o Rio de Janeiro ao vapor Cruzeiro
do Sul, eos lugar de-' -ado passagsiros de aa
lad a Francisco D. rte de Oliveira.
Dito.Oa Sra:, agen -*acompanhia braaileira
da paquetea a vapor r~ lem dar ama paasagem
de proa para o Marau. no vapor Oyapock, am
lugar destinado passafe 'roa de eatado a Joa-
quim Pinto Soulo. \
"* *- -
Expediente do -eUHo do
agoverk
Offlcio ao inspector da Ihej^ ararla de fixends.
-S. Etc. o Sr. presidente da provincia manda
transmlttir V. S. a inclusa oedem do theaouro
nacional n. US. %
Despachos do d. junho.
fequerimenlo.
Antonio Pereira Gil.Informa v.s' director da
colonia militar de Pimenteiraa. /
Domingos da Silva Campos.lodeferido.
Dr. Feippe Lopes Netto.A' visita do parecer
do Sr. deaembargador procurador oa corOa, fa-
zenda o soberana nacional, indeferido.
Joaquim Rodrigues Maris de Ollitairs.Infor-
me o Sr. inspector da ihesoararia devaienda.
Marta Joa Jess.Pode seguir.
Coronel Trsjaoo Ceaar BarlsmiquAInforme
o Sr. iospector da tbaaouraria d ftenla.
Commando db
Quartel-seneral do .ndo das
armas je Peruanas, ico na cida-
. de do Recite em 2 ale jnlaO de
186. T
I? ORDEM DO DA N; 1V05.
4 O general commandante das arrias determina
que Oque addido ao aeguodo batalhio de inten-
tarla em quanlo nio aegae para aVoroviocia da
Babia a reunir-ae ao dtetmo batalh** da mesraa
arma a que aertence, o Sr. alfar. Raymuodo
Aaguslo Diaa Martina, que regresan do Cear
para on4A> '/Vrb xvb. 4ft>ea mezea de lievoge, aflm
^Te'coodazir a ana familia. <
O mesmo general faz corto para o fit conve-
niente, que approvou o eogajameoto q1 no dia
29 de janho prximo Ando contrabio, no. '~rads
do decreto e regulamento do 1," de maio 4858
pora servir por maia seis annos, o sida 1 da
8.a companhia do sobredito segundo batt.bao
Domingos Franciaco Xavier, segundo parlicipoa
o respectivo Sr. commandante em offlcio n. 526
daquella mesma dats.
Assigoado.Soiidonio Jos Antonio Parsitvxdo
Lago.
Conforme. Joti Frantltco Cotlho, capitio
ajudante de ordena encarregadodo detalhe.
EXTRlOt
s
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAHBUCO.
Porto 11 de junho.
As noticias vindaa pelo correio dos ltimos tres
diaa dio completamente raatabelecida a ordem
publica em iodos os pontoa do reino em qu foi
traosloroada, ootando-ae ainda grande egitaco
de nimos em algumas localidades.
.Pode aer qu oa tumultos ae nio repitam por
agora,muila gente assim o acredita.mas nos,
sem pomol cm duvida a ba ndole do peao-por-
luguez, duvidamos, e Deas .queira qae nos en-
gaemos, que as demonstragdes populare* te li-
milem laque tem havidoaemidaflxa, nem ban-
deira determinada. O tempo e oa acontacimen-
toa nos expllcarao se aa ira* do* amotinados,
contra aa contribuigoes e aeua exactores, contra
a lei do recrutameolo, e contra oa pexos e me-
didas do systen)* mtrico, pouco deppit transo?-
madas em maoifealagoes religiosas tinham o cu-
cho da espoolaneidade popular.
Desde 26 de maio, data da noass ultima caria,
at ao da 29 nao temos a registrsrdlsiuiVio gum importante. Depois dos dontecimentos de
Amares, Trras de Booro, e tentativa sobre Gui-
maraes, que demos noticia n'aquella misaiva,
dispersou o maior numero de amotinados. Nss
iromediegoee daa Caldas da* Taipas, entre Braga
e Gaimarie* conaarvaram-*e nestea tro* das al-
gamas masas de povo armado, que tiveram em
sobresalto oa babitaotea a'aquellaa duas cidadea,
o encommodaram fortemeole a torga militar que
estacioosva naa Caldea da Vizella, fazendo-lhe de
looge tiros. No dia 30 tinham eala* maaaaa de
povo debandado.
Deede entao comecou a rastabalecer-ae a tran-
qallidade publica no districta de Braga, qae a
jo ser os acoolecimentoa do dia da Ascenso do
Sathor am Guimarei, nunca mai* torno* a aer
al (era da.
Copiamos do Vimarantnst, jornal da localMa-
de, a denaa acontecmantos. Narraos
assim na sua folhi da 30.
a Ueotem s oilo horas da manbia deu-ss urna
mariifeataeio raligiosa nesta cidade.
a Principiou no terreiro de S. Franciaco onde
se reaniram alguos homene do povo. aoltando
viva* aants retigiio e a 8. M. el-reiD. Lhh.
* Em seguida comegoa a sfluir de todos ola-
dee da cidade um grande numero de homeaa e
maiberea, de aorta que dentro em poacoa mo-
mentoa eslava o terreiro litteralmeote chelo de
genle.
O Sr. administrador do coneelho correa ao
lagar da maoifestego e procurou dissuadir o po-
vo do seu intento: foram porm baldados os seos
esforgos porque a suas palavraa de ordem cor-
responden o povo am viva* aants religiio a a
S.M.
c O Sr. administrador, randa qae nada conse-
gua, veio embora, o o povo j em grande nu-
mero aeguio para o Toaral, onde encontrn.
fazla mal algum nem deafeitoav* ninguem; ati-
rava com 01 chapeo* ao ar. aos vives entheeias-
licoa 1 ssata religiio e a S. 11. el-rei D. Luiz.
Paisa ruaaaoade passava, as fsmilias chega-
vam a janellaa corraspondism sos vivas, ace-
dando com lencos.
c No Cirmo lornou a encootrar-ae em a forga
de infaotaria 5 e cercando-a, o commandante e
aoldadoa correspondern! aoa vivas que o povo
Ihe den, bem como religiio e a el-rei.
< Ultimameote traziam ama cruz, ma a ins-
tancias de algumas pessoss, desistiram de conti-
nuar, mesmo porque j tinham percorhdo toda
a cidade. Em virlnde disto o poro comegoa a
debandar, e a 11 horaa tudo ealava tranquillo :
dizia-ae porm, que de tarde eahiriam, trazeodo
a bsndeira de S. Francisco, ama craz e urna ban-
da de msica na frente.
c E' certo que nio ae verifleoa este aconteci-
meato devido, segundo nos dizem, e pedida de
algum** pessoaa que em pregaram o* maiores es
forgns para que se nio repetase.
v^LTodo o dio esliveram pregadas pelas eaqoi-
nas proclamages manuscriptaa em que se cha-
mava o povo guerra aaota, porque a religiio e
os sacerdotea perigsvam visto que o governo que
ra axtiogui-la como ae deprebendia do discurso
do Sr. mioiatro da marinha na casa electiva e em
razio do Sr. brlgadeiro Horta nao ter dado vives'
religiio quaodo aqu ehegou pela primeira vez
com o regiment 10.
* Os officiaaa da administragao qulzeram ar-
rancar estas proclsmages, mas o poro moslrou
resistencia, e nio conaentlo. \&i *
< A cidade estere todo o dia multo agitada,
continuando os-seus habitantes no maior sobre-
salto, pelas consequeucia* funestas, que d'squi
podem resaltar.
s A trote estere am armaa nos quarteis.
< Em Roofe, treguezia rural dette coneelho, o
povo fez urna raanifaslagio igual;e dizem que
val aer seguido per todas as outrae.
< Oa amotinados das aldeias.parece qae se vio
recolhendo a suas casas: todavia em razio da
manifestagio de hontem oeata cidade, ha graves
appreheuiis de qae o* tumultos vio tomar um
carcter gravtssimo. Fslla-se que por eatea diaa
ae prepara urna manifastsgie muito mais solem-
ne.
Projectava-se no domingo 1 do correte ama
nova e mais solemne manitestac&o no aeoitao qae visaos de mencionar para a qual influiam
algana membros do clrigo tanto de Guimaraes
como dos lagares visinbos.
Eslava combinado que na manhia deale dia, e
depois da missa conventual, o povo sahiria das
igrejaa trazando na sua frente o symbolo ds re-
dera pgo, e percorreria em procissio as mas da
cidade, naaquaes se lhe unira. O povo das fre-
gueiiai ruraes, que neita occasiao dara tambem
entrar de craz aleada am Guioaaries. __-
. -- _.
A* medidas enrgica* tomada* palas a tarada-
des, que estavam decididas a empregar a forga,
como ae v do edital do administrador do conee-
lho atflxado na veepora, Iraostoroaram o plaoo.
Nesse edilsl diz-se que eumprlhdo tomar todas
aa medidas de prevengio e repressao contra
qaaesquer actos que a let nio permitle se dispu-
nha o seguate : .
< 1*Sio prohibidos o* ajanlamentos de mais
de 20 horneo*.
c 2*Aquellas que am contra ve ngao do dia-
posto no artigo 1*. excitarem sedigio, e urna
vez iolimadoe o nio fuerera, serio dispersadoa
pela torga se tanto for necessario, autoados como
desobedientes, e punido* com aa penas commi-
nadaa no artigo 179 do cdigo penal e seua pa-
rasrrapfios.
De noite rasgaram este* editaos, e em sea la-
gar appareceram. paaquins nesle theor:
Povo I A reiigiTo baqueia 1
Aa irmaaa de earidade foram expulsas.I
Gaerra aos impies e eoidos brsdemos: viva a
religiio, viv D. Miguel que a noaaa aalvacio.
Os pisquns foram arrancados, e pregaram-ae
naa eiquioas novos exemplarea do edital.
O regiment' de infantera numero 5 ealeve
formado na praga do Toural, al a chegada do
batalhio de cegadores numero 9 qae na madru-
gada desle dia aahio de Braga para substituir
aquella corpo. Foi ao quartel largar mucbillas
e em seguiJa poatou-se debaixo da arcada da al-
fandeg, onde se coniervou al ama hora da
larde, recolhendo depois ao quartel por ae nao
manifestar aymptoma algum de agitagio popu-
lar.
No dia 3 do correte oa povo* de Suajo, Cai-
ro Laboreiro e ootras fregaeziea do Alto Micho
entraram nrotlnadus em Momio em numero de
400 homene, algaba armadoa de eaplogards* e o
resto de chugos e paos.
A Aurora do Lima, jornal de Vianaa, diz que
alguna agitadores do dialricto de Braga, e parece
que especialmente do sitio d* Lage, vieram tre-
guezia de Suajo, e ah trataram por todoa oa mo-
dos, st com dinheiro, de novamenle alvorotar
aquelle povo rude.
^Como nio ae atrevessem a desear ao* Arco* de
Val de Vez, onde eslava urna forga de 100 bayo-
netas de iofantaria n. 13, dirigiram-se fon-
sio, onde entraram dsndo vivas a el-rei D. Luiz
I, saota religiio, e gritando abaixo 01 pesos
novos e aa contribuigoes.
Urna eorreapdencia dirigida ao jornal a Voz
do Minho, paplicado em Valeoge, conta aasim os
JC:oot8cimeatoajdaT.dlonaio:
c Hoje, 3 do correte, entraram nesta villa
das turenaa de harneas armado* de paos e ar-
men la-do regiment n. 3. A infantera n.5 tam
bem para all deatscou urna forga.
A villa de Melgago, a 2ou 3 leguas deMoniao,
foi occapada por forga militar.
O eserivio de fazenda de Moasio fugio para
a Ueapenha ao apprexiraarem-ie da villa 01 tu-
m altearte*.
Como medida de precaogio tinbaanteriormente
sido mandado para Valenga o archivo da repar-
ugao de fasenda de Manaio, e bem assim, reco-
cidos mesma-praga, Irea presea que ae a*ba-
vam nss cadeias daquella villa.
Um dalles pede evadlr-se aos cabos-de policia
qae oa conduziam, o laogaodo-ae ao rio Minho,
algamado, como vhrba, afogoa-ae.
Em Ayeiro, gundo o.jornal Bislrieto de ire-
ro, no dia 38- de nuio, Irea homeos & cavaHo per-
correram a ra de S. Paulo daquella cidade, dan-
do em alloa gritos vivas & Mara Bernarda I
Alguae moradores da dita rea, receloaoa de desor-
dena facharam as portas.
Oa trea homena eram daa vizlabanea da Oli-
veira d'Azemeis. e compradorea de arroi, e qae
pela estrada de Bigeetro, por onde legalram, dt-
zam ao povo qua dentro de qualro dia volta -
riam a Aveiro pera fazer a ravolta.
O meamo jornal, em data posterior, diz qae a
policia fazia rondaa noctarnas e qae all andavam
certos agentes espalbando boatos aterradores, e
que publicamente ae fallava em projectoa de re-
volta, e ae mandavam emlasarios para llbav e
Viata Alegre.
Em Ilharo appareceram alguna paaqaios ha-
mando o povo desordem, porm os artiatsa da
fabrica de porcellana da Vista Alegre aa dirigi-
ram ao administrador do conceibo, para lhe pro-
metieren] o seu apoio e coadjavagio no caso da
ordem aer alterada.
Apezar diato nio tem aido" alterado o aocego
publico no dialricto. de Aveiro, nem mesmo, se-
gundo o jornal j diado, ha aymptoma algum que
inspire receio de tumaltoe.
Em Coimbra appareceram alguos pasquina, com
resultado negativo, convidando o povo ravolta.
Houve quem eapalbssse eotre as muila* petaa que
correo em Circumalancias anormaes como eala
que estamos atraveasaodo, que a moeldade aca-
dmica moalrara por aclos pblicos sentimentos
desordetros.
A tal respeito diz o correspondente d'am jor-
nal porluense naqaelia cidade, o aeguinte:
, Como d'aqoi tem dito para alguna jornaea
' cidade, que hs aqu agitagio, e at j fal-
era raotDS, devo antea de tudo declarar
m o> menor fundamento aemelhaotea
uo nio h a rcelar altera,cao na or-
porqae o espirito do p"ovo*e o me-'
e ninguem ae enlhusiasnaa com os
exemploa d'oatras provincias, e depois dar a ra-
zio porque o bairro alto foi patrulhado e comi-
near a s-lo para se nio tirar d'ahi pretexto pa-
ra novia balelaa.
c O motivo originario nada mais e nada me-
nos que ama anedocta, qae peno a contar ao*
leitere*.
< Fo! aun alfaiate da bairro alto romana da
Seohora toa namee** a Seraaene,
gar ka poneos dias, mas Uve o pobre bomem a
infelicidade de alegar um cavallo, que aa foi di-
ver im do pelo caminho a malhar-lhe com o tos-
tado 00 cbio. _
Foi-o aturando o +mem com paciencia evan-
glica at l. iveriio-se. na romana a di ver-
tio-se tambem com o estomago, despejando nel-
le ba quantidade de Falermo, de maaTeira qae
ehegou a perder de memoria a lei* de equili-
brio.
A
'egal, os vossosquei
* u vfda, porque
' qu-e s aspira
-f
a-
PS'
una aos
*z> naa
iela
.
a A' noite mootou 1 cavallo, e, como de erar,
o numero de quedaa do (avallo abaixo trepliea-
ys. O homem zanga-**, rapa de urna navalha e
tira am olbo ao pobre animal! O alquilador,
quaodo deu pela falta do otho no cavallo, que foi
pouco depoia de tomar conta delta, mandou um
criado i osa do alfaiate dar parte do acontecido e
pedir a indemniaagio, e recebeu a aeguinte rea-
posta : V-ae embora, qua eu amanhSa lhe
mandareio olho do cavallo 1
c Este disparate espalhoa-se, e es estudanles
j jas turenaa de homeos
Jas cagadeirai.
c No primeiro magote que te compunhi pouco
maii ou menos, de 150 individuos, e que entrou
nesta villa if qjjatra e meia da tarde, vinham
indivlduoade diferentes concelbos e freguezlas,
mas eram BSaif08 Por QQ* 30 homena de
I audacia de entrar ueste con-
r da Riba de Mouro, onde ae
dlriglram a tt (que ealeve em risco de per-
para que elle reunase povo
le; e o mesmo flzeram em
Valladar** e Barbeita, coaseguiodo anim que
l maia tmidos os acampaohassem at aqu,
onde aa autoridades e alguna cavalheiroa do con-
eelho os eiperavam (Jesde maphia do dia 2. *
t Bata primeira turma porteu-se muito bem,
honra lhe seja feila. Ouvio e aceitn com a maior
firudencia as muito judiciosas reflexoes e coose-
boa do meritasimo delegado e da outro* cava-
lheiroa que oa foram receber fra da praga, para
onde o* acompaoharam, a d'aqui reliraam na
melaor ordem, depoia de mitigirem a aede com
aigam cabagoa da vinho nao, lha fqi distrl-
baido.
c A' cinco hora* entrou a oatra turma, cem-
posta de 200 a 250 iadividuoa desle coneelho.
4 Site* eram maia exigente* pratondiam ajut-
tsr coates com certos e determiosdos em prega-
dos, que muito sentimos o terem dado motivos
para seram assim odiados e aborrecidos do povo
qae mallo amargamente ae qaeixa do isu inqaa-
licavel procedimento.
c No sabbado prximo epera-*e *qui miiipo-
vinbo.
c Consta-me qae oa Su janos (excitadorea) ae-
guiram d'aqai para oaArcoa. >
Nio e venflcou esta ultima parta da corres-
pondencia.
A forga do regiment n. 13, qae eattva noa Ar-
co*, foi ref.orc.ada por algumas bayoneta* da in-
esmegaram a ir i porta do alfaiate loda aa noitea
gritando: a O' F di el o olho do cavallo 1 > O
pobre do homem mordia-a-de raiva, gritara,
Baha mesmo ra, e eslava fszendo aa deliciaa
da aaademia. Como, porm, a troca ae prolooga-
va al deshoras, e incommodava vizinbanga,
houve queixas 1 autoridade respectiva, e esta to-
mn as providencias necessarias, mandando roo-
dar e prohibindo oa grupos, que sio prohibidos
palas leis academieaa, aa reuoides de mais de
um,como se eacreren em certo tempo em um
edita! ds policia. >
Em Tabua e Mides houve em um dos ltimos
dias do mez paseado maaifeslagoes paciflcaa a
respeito dos tributos.
A iolervengio beoefica daa autoridades loeses
foi sufflcieote para acalmar oa nimos.
Em Coja tocou o alno a rebate n'uma noite em
que all Qcou urna forga militar deatacada de
Coimbra para Arganil, maa nio se reuni gente
que podesse Iterar o aocego.
O Commercio de Coimbra do dia 7 di aa po-
voages Cojajj&Earzea, Candosa, Povoa, Mides, e
mais algumaSndvoagdea do alio dialricto de Coim-
bra, em agitago.
Appareceram paaquins pelaa esquinss daaruaa
de todas, ou de algumas deslss povosgdes, e em
todas lem tocad"cfoe sinos a rebate, maa nio tive-
ram consequencife graves esta manifestagio.
Em Viteu tem aido tualteravcl o socego pu-
blico.
O Vitialo, peridico alli'publicado, e da oppo-
sigao, l*m-se havido dignamente na presente
coojunclura. Peralalinda oa conviegao de que o
actual mioifieria nocivo ao bem geral da nielo,
contina a alygmatiiar oa actos governamenlaei
que entende merecem censura, maa a-lo n'uma
tioguagem commedida e de maoeira a nio exci-
tar odios e malquerengai polticas, e a alear a la-
bareda revolucionaria, onde, de ordinario, vem a
aer victimas oa proprios qae lhe alearam o fogo.
A ana phrase, antea de priociplarem oa tumultos,
era virulenta como a dos mais jornaea da oppo-
s'igio, maa modiflcou-a depois, porque abe com-
prehender a missao civilisadora da riprno.
Cm Chaves nio tornoa a ser alttrsW iifdem.
Esperava se qae hoavease motira em Monte Ale-
gre por occasfraaTCffra de 30 de maio, porm
alharamas previsOdos que assim.pensayam. A
geote das aldeias veio, tomo costumavsrao mer-
cado, mas retirou-se piciflcimenle para aun ca-
nal.
Em Laoxego nao torno a ser alterado o aoce-
go pblico.
-'Continuareis a apparecer naa esquinas e por.
baixo das portas proelamages e pasquine convi-
dando o poro a reeoir-ae em sitio determinado,
mas sem resultado.
O reverendo Bonifacio Monteiro, reitor collo-
cado na pSrochial if/aja de Santa. Mara Maier de
Almacave, e eocaragado do governo do biaeado
de Lamgo. diiigio com data de 23.de maio, a
pastoral ae* sena dio*eianoaexhoTtando-aa aj
se nio reproduziasem aclos qu aHeraasem o
go publico,
E' da referida pastoral o que val ler-ae '
c Nao inaugrela, o reinado da el- '
Luiz I. com tumultos, que muib
sionar; nao amargareis O nobre
do joven mooarchs, no qaal se v
das todas as excetaas vlrtadaa d
zado o chorado irmlo o Sr. D. Pedro V, 0 amado
do povo, e o modelo da realeza.
c Dedieai-lhe o mais acrisolado iffecto, respai-
i lo a obediencia; deponda junto do aeu regia taco-
> falicidade dw
1 Vpjjtfi as vo.
oatros, Tniosedet.
lides fratricida* ; fazei
gloria da hago, pela
peridade domestica,, e para q.
lodas as veoturaa, que a virW
ella nos pode cenceder.
a E por tanto, recommendo ao
oissimos psrocbos deste bispado, o/ti
dendo e nobre e sublimo missao, em i1
ns Providencia os coltocra, implantem .
gio de aeus parochiasos o germen de tt
virtudes, e concorram para a grandea, det
e magostado da brioaa familia a Soeiedade P<.
tugueza, volvendo ao eatado normal,sempre pro-
ficuo aos povos, tendo- a dociljdsde que o chris-
tianiamo iospira, e qae nio s faz a nosse dita no
co, mas, o que mais admiravel, ainda desta pra-
aente vida, segundo se exprime am illustre pen-
sador.
No Porto ehegou a recelar se qae a ordem pu-
blica fosse momentneamente alterada pelos ope-
rarlos fabricante!.
Dizemos momentneamente porque fra Je
duvida que qualquer motim que appareoesse as
pragas, morreria logo naacenga oa pelos meios
persuasivos das autoridades, que de certo primeiro
aerism esgotadoa, ou pelo emprego da forga, por
isso que os disturbios do Hobo foram reprova-
doa pela grande maiorla dos Portugueze.
Foi por esta raso qae oa proprietaroa febris
da freguezia do Boraflm ae reaniram na manhia
do dia 26 do mez pasaado, e nomearam urna com-
missio que se apreaantou na tarde deste mesmo
dia ao Sr. governador civil, e lhe enlregou urna
exposigao asslgnada por 70 industriaos, e ns qusl
se dlzia qae constando a elle* iodustrlaes que os
inimigos da ordem tinham spalhado por difieren-
tes psrtes desta cidade e mai terraa villanas, que
elle estavam dispostos a tomar parte noa tumul-
tos que tinham appareeido em diverassparteado
reino, chegando mesmo a indicar-se dia e hora
de os fazerem na fregueria do Bomilm : declara-
vam que taea boatos eram destituidos de funda-
mento, a que para maia evideote pro va da me-
lbor vontade, vinham offerecer os seus servigos
para sastentagio da ordem publica.
Esta resolugio dos proprietarios de estabeleci-
menlos (abra, foi tomada aem ourrem os seus
operarioa, e alguem qae ji trabalhava no incita-
mento desta classe, approvettou a occaaiio de
convencer alguna de seus membros de maior in-
fluencia da qae os signatarios da exposigio cima
referida, tinham fallado aem oa consultar,aamo
que em seu nome. ao Sr. governador civil.
No dia 28 espalharam-ae circulares convida
os operarlos a urna, reuoiao do dia 29 em n
cssa da Torrioha (bairro de Cedofeita) qual
compareceram uos 80 operarlos.
O admioiatrador desle bairro apperecen alli, e
adveriio os operarlos em termos convenientes,que
taea reanides eram prohibidas por lei, nio se toa-
do primeiro obtido o coosentimento da autorida-
de competente, e que elles podiam asar do direi-
to de peligio para obterem deferimento s suis
qae tave tu- queixaa.
Assentaram enlio em requerer para aerem alli
viadot nos langamentoa das contribuigss, aa
qaaea, diga-se a verdade, aio pesadissimas para
quem como elles gioha 240 rs. diarlos.
Continuaran) os mam>joados especuladores po-
lticos, e os operarios fabricantes convidados por
circulares anonymas pan nova reuniio (domingo
31} 00 Campo Grande (Poca das Patas.)
Poucos operarios la appareceram, e esses pon-
eos cederam tambem faoilmtnte la admoeitigea
do administrador do bairro.
Corrau, e nio sem fundamento, qae na tarda
deste mesmo domingo ha vera janla ment de
operarioa em varios aitioa da cidade, porm nio
ae verifleoa o boato, nem houve a mais Uto al-
teragio no negocio publico.
A tropa ealeve de prevengio nos qairteis, tan-
da os esqaadrea de cavallaria 7 e da guarda mu-
nicipal o* cavallo* arreado*.
Era 2 do correle receben o Sr. governador ci-
vil oa proprietarios fabricante* da freguezia de
Cedofeita para ouvir o aeu parecer acerca da re-
oresenlago que os operarioa fabricaoles andavam
assigaando, e em resaltado recebeu o chefe civil
do districto, no dia 4, urna com missao doa ditos
operarios fabricante*, que, por intermedio do Sr.
administrador do 3 bairro,- tinba obtido permii-
sao par entregar a S. Bxc. a projecltda repreaen-
tagio, aisigoada por 1,200 operarios, pedlndo ao
governo em termos respeitosos, que a classe dos
operarios fabricantes fosse alliviadido imposto in-
dustrial.
A commissao era composta de onze individuos,
e aos quaes Sr. governador civil, depoia de 1er
a representagio, declarou que lhe pareciam jus-
tos os fundamentos na mesma allegados, sbreos
quaei j tlnha ouvido os donos das fabricas, e
que julgava que o goveroo tomara em cooside-
ragao o pedido, tazando lado o que fosse jutto.
Ot membros da commiisao maoilesUram pri-
meira autoridade civil do dialricto, os melhores
sentimentos a favor da ordem, declarando que a
ana classe eslava prompta a auitanta-la, e que no
caso de aer preciso que a gaarnlgo sahisse da ci-
dade, a classe que a commisiio repreientava te
offerecia para valar pela eguranga e ttanquilli-
dsde publica.
O Sr. governador civil agradecen este 'offerecl-
meto, sem duvida sincero, maa eremos que de
resultado negativo no caao da chegarem as cousas
ao ponto |de ser preciso autoridade elilisaj-se"
dos servigos para tal flm oflerecidoa pelos arpera*
ros fabricantea.
For mi gara por aqu, a cada esquina 4s ra,
muitoa especuladores de poltica, que, provavel
tambem se aproveitassem da occisio para con*
seguirem oa aeaa intentoa.
O Sr. governador civil fez por ultimo sentir
commissao que a allocugio da commissao da pro-
prietarios do BomBm, a que cima alludimei, nio
fallava noa operarlos, e a offerecia i autoridade
a coadjuvagio doa seua membros, e que-mesmo
com respeito i freguezia do BomQm, apenas dlssa
que ninguem nell* quera desordem, datlaregio
esta que muito honrara os sentimeaios de todos.
. Foi aasim que se acalmoua agitegAo doa opera-
rios fabricantes do Porto, a., o goaerno expedio
ama portara ao goveroador civil egradeaeBdo em
nome de el-rei os sentimentos manife>dos pelos
proprietarios dos estabelecimentos fabts a bem
da ordem e Ue^quiUidade pajilUa.
O Comiiietsio do Porto esli publieanda orna
a'rie de artigo* sobre a attoal exposrcjio univer-
sal de Londres, devidos penna maito compa-
tente em taea assumptos.
um desle artigo* transcravemo aem P"-
'ho radioso oa Mea ds edr sangunea do ru--
bim ou d verde intenso e Iluminado da esme-
ralda, convidara o visitante a ver como a mi do
homem jante no limitado' espago de um pequen
pavilhio, dentro da algosa armario* e sobre al-
gamaa prateleiras, o qae a ryatenos mi da
Providencia espalboa palto difireme pontos do
um vasto imperio. _
Ao p do minerios da* aaro a da platina es-
5o o ferro a o cryst! da rocha affeztando o
bor o cobalto, e cobre
''o diamantino, o chai
tanbo. -\
"lostraa de anrhracHo .9 de carvOes mi-
^em indicar a ceeubaetto, a cajo calor
Mpecimens de ferro fundido oa tra-
^rja, que foram esposlos juota-
ehromatos d chambo, oa xidos
a variada aaMecto de argiias,
basa nameroaa e em par-
'0* productos vegataes.
v nataralista completoa
'a eaposigo do Brasil,
? represeatsm, naa
i da America,
Porosos e va-
a sorpren-
'em tirar
eatre a
osrta
nessw
cora-
ra a-gs
a floro
riegsdos
denle belle
dos troncos
massa das flore.
o Brasil.
< E' justificada a a*. agi*.
sido vala em Londres % collew
de madeirae, onde a induatria da
d ornamentagio ver meios de pede.
novas combinaces la cprichosaa exift.
gosto e da mods.
Sio igualmente completa! e merecedora*
toda a attangao afcollacgoea da gomma, rea.
as e leos.
As differeote variedades do aaaaoar veonem
todas as qualidades eonhicida na diversas pre-
gas da Europa.
c Sao admiraveis os diversos recurso da agri-
cultura braailaiaa, tanto para o alimento como
para o vealaario.
< O lnlio e o algodio eato expastos parto do
caf, do assucar que j mencionamos, e do cha.
Nem faltam oa prodactoa da vide, que, transfor-
mados em vinbo, figaram na exposigao junta-
mente com algumas amostru de licores e da
aguardante,
c Acera, que tambem forma parle daa explo-
rares agrcolas, est representada por algamaa
velas bem fabricadas.
c O* preparadoa chlmicoa o pharmaceutieoa,
algamaa machio e instrumentos agrcolas e ou-
troa de preciso, bem como o calgado, aigoiQcam
maito maia do que indicios da um progresa* no-
vel, qae se est deserfvolvendo nss maaufaclu-
as do imperio.
- a Os modelos nuticos e as bem fabricadas
cordas mostrsm o cuidado particular com que o
governo do Brasil allende eo fe taro importante
a que parece destinada sua msrinha.
t As elegantes e coloridas obraa de vldro que
flguraram na exposigao portuenae de 1861, via-
das daquelle imperio, eram a revelacio de urna
industria, que, em verdade, aa aprsenla agora
em Londres de um modo oslentoao, recordando
na variedade e formoaara doa productos o astylo
dos aotigoa fabricantes de Venosa.
a A photographia multo bsbilmsnte poda
em pratica por differeotes pessoaa no Rio de Ja-
neiro.
A exposigao de sgaos exemplares photogra-
phicos, perfeitamenle ootidos, offerece ensejo pa-
ra qae a lembranga do Imperador actual do Bra-
ail e_ da aua excelsa familia ealajam preaidiodo
aecgao brasileira no grande palacio dedicado aoa
productoa da induatria de todas se nagoes.
c O retrato do Imperador D. Padro II, cons-
tante e intelligente protector de todos os melho-
ramentos que eograudecem o Brasil, nio poda
ter mais adeqaida collocacio do qua entre os
trophu qae resumem es effeitos da civiliaagio
nesta importante parte do mundo.
c O defeoaor perpetuo do Brasil na petsoa
de D. Pedro II, o primeiro benemrito da civili-
sigio do imperio.
c E' por essa razio que os visitantes do pala-
cio de Hyde-Park, depois de dealumbrados pela
presenga do ouro e das podras precloaaa, qae aa
admirara na aecelo braaileira, deacangam a viata
na contemplagio' respeiiosa da physiooomia im-
perial, aoode o assembraameoto qae delsa o atu-
rado estado, contrasta com o realca que o refie-
ro de urna grande alma irradia no olbar e no
gesto affectttoso de D. Pedro II.
O ministro da fazenda pedio aa cortea autori-
sagao para contrahir um novo empreslima da
200 conloa de rea para a cootinuagio daa obraa
da nova alfandega do Porto. O 300:000$ do pri-
meiro emprestimo, faito peto banco commerciil,
cilio quasi gastos, e segundo o clcala do direc-
tor daa obraa publicaa, oetta cidade, cera aioda
precisa a quantia da 600 cootos pan aa coocluir
o edificio. Concluir-se-ha a nova alfandega com
oa 900 conloa 1 Aa obraa a pouco maia passam
do que oa elitercea 1
O meamo ministro igualmente pedio para o>
governo aer outoriaado a abrir um crdito aap-
plementar de 4 conloa de ris par* occorrer aa
deipezaa da commiaaio reguladora da agricultu-
ra e commercio doa viohoa da Douro.
Para o pagamento do* jaro* amoriteagao ga-
rantidas a companhia Viaeio Portuoaia, pela
cooatruegio das eatradaa do Porto a Braga a Vil-
foram tambem, por de-
I do mez ultimo, mandado* abrir no
ministerio da fazenda crditos supplemeotares a
1 publicas, amercro e indue-
As obras do cHhinho de ferro do norte entre o
Porto e Colmara foram mal* embarazadas pela
rigorosa inverneira do* mazo* de Janeiro a mar-
go. Naa obelante eita ctotrertedade nanea a
auspendersm o* trabalho*. lSeate periodo flze-
ram -se aa obraa qae aa presuma qae o mo tem-
po nio podesee destruir ou arruinar em demeeicv
Esli uitimadaa aa cinco ealafdaa deade Esaae-
reja a Villa Nova de Gia.
A esttglo da bada brevemente catar son- -
elaida, e a* de Mogofors e Ollaajfra de Barro.co-
megaram a coostruir-se na semina fiada.
O grande deaaterro do valle de Gavallo val re-
ceber gri j impulso, e paraisso ae estcons-
aos. As obraa entre aquella desa-
terr Vendes da Pedreira esli quas termi-
nadas, pela qae vio comecar os trbala* entre-
este uUtmo poni e o ro Panno, achaado-ae jV
approvadb- projecto da ponte obre eale rio.
Os mouimeotoi de tersa antro o rio. Panno o.
Vouga eatio muito adi loa. a Uabalha-ae-'aa~.
tivamente naa obraa da arte, acbando-ae j coa-.
cluidos alguna quedados. A nao ser por moti-
vo doa dous aterro* da-valla de Aveiro. e Eaguav-

(01*
ra respeUanl expeaiato b'rileira, ra, muito breve ae echara ltenle avia ierre*
nflrma plenamente oque a, eite rtpelsT' a^f8 "'a dous pontos.
1 em urna de jaaaj Srtas : Na ponte da Vouaa sali montadoa oa cjlin-
aro do. tft^w tio acertadamente |dro a* quatro paaAee, a poaAe da aetvico que
ppakoM aimuUawls 1 ,IBe- Neate Uab-lho emnregam-aa merga-
1 modo di
sxpo
itdn.
aa
taOlE^niaaantoa tota
u> o aeu coniin-
unteral.
lio rica, a va-'
Ameiiee, qae oa
brasileira, em Londre
na atiedam como a
la, ata. as mala recondi-
^^K os maia bellas a uteis productoa oa
ilancla que alimenta os bosques gigantesco
loaos, beta coma as seis* da** planta
que sao exotica-j para a Encopa, mai que sio ia-
dlspens&veis o alimento doa asa* habilentea,
c As pedr-as preeiusas, entre s quaes sobra*
tuhe o diao'.aQt*, eclipnndo pel pureza da brl-
Ihadores. Ha Umftam malta aclividada aa fal-
tara doa encontr*) e> ponte.
Attivam-sa, aa obraa de arta a movimeuto d*>
Ierra entre Valladar a a caleci daa Deveaaa
com e eapasanca de que em anoato a locomativa
alli chegae.
A linha (arrea esli sssenle daad Salven alV
Vallaaarea, na extenaio de 41 kilmetros.
Na ponte de ferro, em Coimbra, aobre o Mon-
dejo, eitao collocado os andiimes a cylindraj
da Ierro dos pregue*.
IteaV ponte para o camioho da (erro aobre o Dou-
0 da ve collocir-sa no sitio deCtmpanbia. E*
fix a compor-ae-ha da oito vlgaa dej ystema
IrtHu,de 58 a 64 metro, oom am comprimen-
IfflUIlLADO


DIARIO DB t ERNAMBUCO. 9- QU1NT ***** DE JLHO DE lMi.
/
/
-, ,
_

_
So total de500 metros enire o encontr*d cao-. d'eate projeeto, que de perfil neamo se recom-
ierta. lmenda.
O tnel da certa do Pilar, cajo comprlmeoto Em eosaequencia de alguna cpilaes en navios
tctal lera de 420/tattrot Um ]l de gileris pe- pratsdstrtas de portes enrasante asm catino
jiot, ua entrada.... metros, e u sabida WOto.- oa d* Portugal o deixai
Indo cem cora bobas. cumpria, ~
Ti saortana fiada era 31 de niaio trabalharam e outro
ees onda di* uio do caraiuhode torro de Cata-
tira n Porte, termo medie, S.saT nameena
2.518 muihere orapazea-W Ctmo I
.aderas a 51 tragona.
No domingo 31 da maio estave aguaito n
sa da cmara municipal o retrato de al-rei
O. Luiz I devido
do, dignou-se sslgoa-lo, ao .a sa argir
todas as autor idadea eiclesiealij.ee, teta as**''
res, todas as dignidades % pececaa *'
eneros das dlttsrente twpbratnee
todee presantes. UF
Jar
c-screvt
-i
so piucel de 8r. francleeo Piu-
lo de Costa, pata ser cottocado na sala del ees-
ora camaranct. E' de coreo ioteiro, e de lana-
ho natural. Ha quen diga que a copia nao es-
t parecida tom o original. E'crlo que o retra-
to difiere dea photograehiss que da S. n. ha ana-
ta cidade, mas preciso advertir que suso-
ran lindas quando o Sr. Luir casi estere
te 4866 e representara- no vestido de orScial de
cnarltihi, 6 que nato pode influir pera a rhrei-
athfttr^a, que se treta, a lem diso ojfi pas-
cados-dous annos. Dizem mata es entendedores
bejelos do funde do quadro, e ojee o colorido
iiae a mimos, as de on tmfeitreaimoeeeba-
rento.
"Na sala dos dos da escota medico -cirargic
Jesta cidade tambero foi ceHeeado ue di 6 a o
corrente, pee deliberae^ujuj, sosatlho acotar,
retrato em meio corpo do Sr, =0.'Pedro V. Est
om o oitVrme de general, quenran que o sem-
ine lembredo monarche atajar quendo vieitott
quelle ettabelecimentoeetentiuco. Poi pialan
pelo Sr. Famlico Pinto da 'Costa.
Regateamos boje ate ttma'teotattva de faga
los preees da relagen de Porto. Vendo o carce-
reiro denuncia deqne criminoso reclotoana
euxovto de Santo Antonio anteven em arvanjo
eocentrou cortiiif*oi'tfee itattes os farros
rae-e interiores. ** cariadura octave'
tea com cera prata, ojoan'tat site,
cees*rio rspr o ferros pac se
Embregaran os presea tream opa'
Ja -de relogia, qun convenreat-
re.
ol Coimbt cta-se to d*
sotre os prero* da cadete a-
jsjaram a puchar por -c'
^jue.ociaa funesta*.
ir entretanto o serviep densa dr-
as, ehegr-se-ba a reeonbecer
i exeepgio doa serrinos presta-
nhtes brasileira, de navegago e
Amazonia, Montevideo e Cutab,
'a pessdot, nem por isso aeamo,
agio do qae os qoe pres-
ara tjb oo roajwaaeeem
maia decumeatos que i
.. julho d> WB4,
capitifia de navioa
bario
ee, que
vela c
wmpre eihibir o scio da sua estrada nefr tede
tea de Portugal deven ear uthenttcadoa palos P
agentes eaBeeHtes tKPottugal nos portea da; v
saida dee navios, e na sua falta pela autoridad*
local.
f, ajara, tooforne o dispoeto no art. 80 e>
regala manto, oa capilaea de Daviee dever
bem menir-ae de mamfstos am ledos
en qre receberem carga.
8*, ae, em presenca ds disposl'-
do cKado regelimsBlo, oa cap'
que, deatinaodo-ae aoa portoa -o
traten por escala ee anir- coo-
eatraogeiro, deven apre la de
lares de Portugal, ne d4-
lho de Aroe-
ora a travoeds
terror, eorqae,
rte doa campo
i omprtetamente
na rede nemioalco
sude e aa4i papera
-cado oo neano art'
4*, que, nc
carga, os etp '
tar-se aos
aaede.
5
racebsrem
oven Uni-
da sarta da
e-
6atei e outroefact^
tetvallo, provam -"
tflecoobece--'
mas neohi*
Iguala
o io-
eeenal-
cijlias.
.iilad*,
de. facer
m
1-
Oe
>
/
/
. condemoado
o multa e eniUs
, centra elle der o
.ee da Costi Ramos, ad'1
cene ..ro de braga, porioja-
-a D'wsoa carresoeadencia qae da-'
ade (ora dirigid a-dita folha. E' 4
coodonraaco,moeece-ss porque a
ofta 8a imprensa poltica.
-nmer;araa aewrbraa de eatrac;&o de pedrea,
^uej'h aono.-e u'esta eetago se cestumam
faierna barr do' Do uro.
No mez de maio pid sxtrtbiram-se 97,4*3
metro cubicoa ale pedrales Bornanceiraa, Cruz
Oeram-ao 80 exploses, en as quaes se gasta-
amla+.&krVo^rariteaa^e polvota. As pto-
aoes foram 17 ias Lagea *Bjrnanoeiraa- e 19 na
-Croa de Ferro.
No dia 87 do paseado dou-se ems IsmeetafOl
Alesgraca oo sitio dsrOerem era Villa tiovn de
*sia! Deptrta dojaniar deacan^avara debaUo do
uinasaibreira um hornean e oito raparigae em-
'Pregadas dos tratolhoeno caminho de ferro. A
-aaibreira deaabou eficaram tods debsiso do si-
*ro. -Sete raparigas, taram liradas j aortas. Q
liornem e a-outra rapariga Ucaram gravemente
endes.
As rapariga! que metteram : cbsmavam-se:
Boa, e'Emilia ambssfllhas de Pedro Nune*;
*? J a de Threia Bodrigue ; Hacia, fllha
de'Jes Pinto ;~Fraorfca. ilba de Antonio
olla. vThereza, ulna-de Jos Rodrigues.* to
lo lugar da Rosa.
O er.-Jos Msooel Adao Branco, rico propria-
tario da provincia de Traz os Montea, trata de
-organisar um estabelecimeuto bancario com o fa
speeil de promover os melborsmentos da dila
provincia. Ueoomiosr-se-ha compaahiaCrdito
Predial Transmontano. A sede da companbia
era em VillanReal-o lera o capital inicial de dou
til conloa de res dividido em eccoea de 100JOOO.
tillase-que deiurem
j preceto se dererao
de ^afeotea.
i -j Irieeosl do commercio do
jo en catado de qaebra, per
eade o dra 11 de maio paseado, o
Jos Tvreir-de Soasa,
.ermo de carga :
de maio a tarca Nova Carolina, pvn
^a Janeiro.
.4 de junho a galera Camponesa, pr o
j porto. *
Em <6 a baraa tf*for da Main, idem.
Em 7 o palhabote GarrtK, para a Babia.
Em XI a barca Tameg*, para o Rio de'Ja-
uerro.
E airar a m oo'Douro:
na30demio a barca Tamtga, Je Rie de
aneito, por LibOi, em 0 dia.
Em 5 de jucho** galera Cidade d* Asaena, do
Msranbo, |*er LisbO*, en 54 dia o a barca Ca-
rotina, do dito porto, per Viso, em SO diae.
Jai a-barca Flix, do Rio de Janeiro, por
MMa} erUTO di.s.
Sahiram^
Em Ia se jenho o brigee Amalia I, para Por-
ambaeo.
Em 5 a-t>irra Ihvtc prs o Par.
Em 9 brca fltcreio, para o Rio de Janeiro.
aisliaeees tnpeatuosa vi Meseta de chela.
ser mais aemivel a prejudicial veie ella r?ama
.oaaitoem qae ea caaspoi estavaa Teeea-lavra-
do, arsMtaodn por ieso na eeeVtiidor csrreira
a trra, oa estrunae e aa aedjsjgcy. Por.m auitaa
ae srvorea arrebaladia. Vflsp* noraboa desap-
pareceraoi. sim! comogaAlHodei oa acudes.
Pioalaeotn, varisa proprleVadaMlasram comete^
tameate destruidas, o a4aamas ta que, s gsstsra-
do-se coro ellss mais d qae Tlem, poderee ?Ir
a .se- o qae antes erm, oft que os ribeiro dei-
isadoaoi sotigoii leitea, Towperam-a rreito
peto meto daquellasdttaiada parecea ridas dargeoa daaudaleae rie.
*m ^Cimbree, n ceoeeiho de lioodira,1oi victi-
Cdor da fregeezie qae anda-
do tanybeu un dee eois. Em
eenaetho, oulre rete netou
propriaa
a estere
qn> aada pro-
SSs$
adaT
ioteta, porm, a
ni de am raio o
va tavrar, morr
Pitih-eiro, no di
ama mulher.
Em villa Cba
taa forte, que d.
oes, legunea e va
tamaoho. Fea
fumas cssas, en
fta-ooe de.8 do corrente leve lugar no thea-
*ro de-S. Joo o concert do eximia pianista de
ua mageatade o imperador do Brasil, o conde
aSmilio Wrobrawtski. A recepto, qoe tete, nao
gtodia ser nais lisongeirS para o illustre artista.
Foi recebido com rxa salva de palmea, e depois,
mas differenles pecas que execuiou com fllegan-
iao mimo, seapre calorosamente vicloriado,
le lo aOnal repelidas chamadas. A Martelhesa
a Tcmptslaie, no dizer doa entendedores, sao
ec-i magistraes, de grande bravura, e foram
Jrilbantemente exeeuladas
U? iotervallos eram preheachidoa pela compa-
obia porlaguez*. qae por em acea a comedia
em 2 actos, E' meu primo.
As duas referidas tomposiQes musieses j o
onde-Emilio Wrobwwski ttnha executalo na
ociedade Phylarmontca Porluenie na su* reu-
nio de familiaa da noile de 3 do corrente, para
m quat e disiincto pianista tora convidado pela
respectiva direccao.
* companhia lyrica despedio-se na noite de
30 paseado con a opera o frnant. Nao lhe fal-
taram applaeaos. No final do terceto do 4* acto,
cantado pela-Sr.* Alba, que fez na estagao ibes-
acal que a cabea as delicias da rapasiada, tenor
Chnstiaci e baiio Morinoizi, entraran no pateo
tra pagemzinbos, condazindo cada em una toro
le flore arlifjciaes a'ama bandeja de prala, as
ejuaee oflereeeram prima dona, e cantores
cima mencionados.
A outra primeira dama da companhia, a Sr.
Aogeleri, que asststia n'um esmarote represen-
tscae, teve de descer o patee para aatiefazer
Chamada doa espectidores, que queriam aioda
ima vez-ve-la aahir doa bastidores....
No dia-seguate estreou-se no iheatro Baqaet
sima compaohia hespaohola da zarzuella cota aa
duas legasMa/ianna, j conhecida do publico,
Je; Viega, nova, composigdes que correm pa-
xelhasoom medlocridade da companhia.
Em addiciooamento-a noticia que demos em
carts de 26 de margo sob ae corporagdee religio-
aan, que em esaltado da loi -da desaaorlisagio
leen recebido ea ioscripcee o valor das proprie-
dade ene Ibes feraa vendidas, Umoe a aencio-
i3ir maia aaeguiatas :
Conveeio de fi. eWoto de.A*e Msris, ao Porta,
74 inscripcoes ao valor nomteil de 85:650960.
Mosteiro de Santaclara, em Villa do Conde,
10 oo valor de8^00sjOOO.
Convento de 8. Salvador, ea Vadrtre, fO no va-
lor de 18:10e#o(W.
Cabido d W^seaanJ,,5iU)^tatde^0aMajO.
Mitra de Braga, 4 ne vater de OMOe.
Cabido da Se de Coimbra, 98 no valor de....
^B:iO0fl00.
Ultra de Coiahr, 85 oo valoren 28:8001000.
CooveDtode Noaaa Seohora do-Carao de Ten-
atngal, 20 no valor de 1 3i40m#000.
Coavenlo do Desagravo, en Vls Poaca de
jBeir, 13 no valor de 6;aO9aJ6O0.
Convenio da Jess, em Aveiro, M no valor de
aS:900j060.
ornelo de S. Joao EvonfelisU^Mieo, 7 o
?alor de 3:3505000.
Motteiro de 8. Bernardo, a Aronca.B oo ra-
lee de 5:6509000.
Convento de Noss Seohora da Conceico, em
Cbarec, 4 no valor de l:20OfO08.
Mitra de Casi ello Branco, 7 no valor da 1:6009,
O regtetro de exportago da alfaodega do Porto
di earraendo para Pemambacono brigee Amt-
'*//, ojdjguiole: ?"
Allrea'O Catiastre, -arebotes 40 teiie, azelejos
11 carxe, cadeiraa 40, calgado para betben 2
caiioei, capteboa 44 fardpa, eara-'^lpMav 1
barril e 1 caixo, chapaa 7 cakas, ceboUt^.BBO
molhos, batatas 0 caiies, fatal i *3fSt> alos,
fechadura caiies, feijo 255 aaceoa, fetagens
89 barra, e 10 coohetas. folba de 'I'onro 10 aac-
co,Jiha-8 catanes muinhs 6 saceos, .palitos 19
csixees, pentes 145 duzias em diversos volames
e mais 5 cixe, peoeiraa 7 voluaes, presuntos
e salpicoes 10 barris e 2 calxes, cebo 258 cal*
oes ecunheles, prata em obra-2 calxes, prego*
15 birris rodirios de arco 5, rolhas 2 csixas,
toalhaa de Itabo 1 picote, vellas de cebo 101
cataes e cuobetes, vimes 710 liacas, dito em
obra Jl volumes, vicho 1 pipa. 8 quartos de dita
e 1 barril, dito engarrafado 318 csixoes, 1 caixaa
com carlilhee, e2z ditos com volumes e objectos
diversos.
V. S. -A tuaugurag&o enlo doa iHhli* pottueatea U. Padro V nao
. efleetuou no dia 7 do corrate como estsvs
uetermiuado, por nao ternoBstvel achsr-se Dea-
te dia noTorlo o reoresentaste de el-rei o Sr.
9. Fernando.
O general visconde de Rilvas, ajudaote de
ampos do Sr. D. Perusndo, e netta-ceremonia, chegou hontem a esta cidade,
e hoje, pelas 12 horas da macha teve lagar a
solemnrdade da eollocago da pedra funda-
mental.
Eis a acta da inaugaragao :
Aota ala solemnidade do assenta
ment da prlmeira pedra e iuau-
guracau dos trabalhos de odii-
cacao do ineaMiaBeolp dedicado a
aneuM*ria do aeaaer 1 Pedro
pelos urlastas netWguenses, i
pra^a da. Mattalaa atesta cidade
ato Porta.
Aos 11 dita do mez de jenho do aono do
nasciaento de Nosso Snior Jess Cbristo de
1862, pelae 11 horas da manhaa, na praga da
Ralalha detta cidade do Porto, o Exm. Sr. vis-
conde de4tiltaa, gentil-homem da real amara e
ajudaote de campo de Sua M.-gestade El-Rei o
Seohor D. Fernando Segando, na qujlidade de
sea representante, em prtsenca de S. Etc. o
senhor goveroador civil, da Etma. etnara mu-
nicipal, das autoridades ecclesiaslicas, civis e
militares da cidade do Porto, das corporsges
commercial, indastriaea e de soccorros a de
mais cidadeoa precentea, eslaudo guarnecida a
praga con a guarda de-honra e decorada, com
maslros o Iraadeire*.; houve por bem S. Exc. o
referido seohor visconde de Rilvas aigoiQcar em
nome de Sua Mageatade El-Rei o Senhor D.
Fernando Segundo a'aua regia ioiengao de lau -
car, 'pela peaaoa dalle representante, os funda-
mento, inaugurando ea trabalhos de ediflcago,
do monumento cooaagrado pelos artistas por-
tuenaes memoria doJetnpre chorado Monir-
cha El-Rei oSenhor O.Peio V, o muito amado,
como tributo de eterna gcatido dos meamos
artiataa.
Em seguida foi presente a S. Exc. o risco do
monumento, e, pascado a ex*miu-lo, foi depois
onduzid pedra fundamental p*ra a sua depo-
sigao no aliceree do referido monumento, e entao
S. Exc. o senhor vigirlo capitular passoa a ce-
lebrar com edificante esplendor a ceremonia da
besen*).
E pamndo 6. Exc. o encarregado de Sea Na-
gestado El-Rei o Seohor D. Fernando Segundo
Isngar dentro do cofre de zioco as moedas de
oaro e de prata onhadas ne reinado do fallec
do monarcha, e urna lamina igualmente de prala
com a inacrpgao latina, traduzida ea lingua
verncula, atiesta a no reinado de neamo falle-
cido monarcha, ae proceden a leitura do campe
tente sulo terrado em pergaminbo, e Aafsigna-
ara do roesme pelae autoridades, corporages o
paoaa referidas, o qual tai encerrado ea un
vaso de vjdro lacrado e lancado depois igual-
mente no dilo cofre de aiaco. i .
O presidente, .fechando este cofre com urna
chave de ouro, fez della entrega AS. Exc. o
representante de Sua Magestado para a oopOr
as naos do mesmo Augusto Senhor. sendo
em-seguida o cofre eollocado no foaso, e tapado
com a pedra fundamental, S. Exc. baiendo-a e
Atando-s, decsrou em nene de Sea Mageatade
tEliRei A Senhor D. Fernando Segando Unendos
os fundamentos e isuigorados osttanalhoe de
edificago do monumento dedicado memoria do
Seatior D. Pedro V, o muito amado.
O presidonle comroisso, Luiz Jlo Nuaea,
dirigi aa dkcuraa S. Exc. o aeahor visconde
dailraf,4aacatai>g(do de Sua Migettade El-lei
o Senbor,l>.JFernndo Segundo, exprimindo oo
sen ti mentas, ae qae se sean compenetrados oa
artiataa poituenses, pela perajadf um grande
Monta cahio ama earalvads
io-parle daa searee, horlali-
irea. A pedrs ere de grande
brar bastantea vidros en al-
eadameule na de "Sr. Joaquim
ralo de Azevedo Aicoferado.
Ea Figuaira Irovoada cioeen grande estrago. Sagundo ama
carta dirigan o feriato, jornal de Vizeu, o gra-
niso mpelHata or nn vessavii forlissino, ers
do larnaabene ovbe de pordiz : e em tal abuo-
daosia cahta, que lea sgaos sities exceda a su
altura a 0,t2 meiros ; e ao dia eeguirrta en mul-
tas partes aiuda-eelno tinha derretido. Aa saaras
de cevada, oaotaiq, trigo, tranez, tao liooa o
lurtes, aromeitendio ama abooaJante e frtil co-
Iheita, eerdaran-ele oo epgo de 10 minutos, que
portante empo dajrou s o pedrisco. Tudo flcou
por torra e n'nm alado tal,--que a maior parte
das terrss ee lhe va j meher o arado, para ae
aenesrem ni prosjias eemeoteira.
Aa hor-tas .j-i plantadas Wnben nio eacaparan
a furia eeeta rorotda aasuetadora, ficaodo en-
terrado tudo ao cbio. ''Os vidroa daajaoellas rl-
radaa aoaul feram|quasi todos quebrados. As vi-
nhaa, que desde que o oidium lukeri es flageite,
nunca ae tinham n estrado aais bella, promet-
iendo tamhem umi abnndaotiaaima colheita, caram em misero sitado, oo Ibe ficando am e
cacho, -nttn folha, e aa varaa quebradas como se
; tlveseennido destuidas por ama manad de
quidrupede*.
Alguna lavradoree cheio de familia leiodeae
.ver naaeceesidade de mendigar ama esmols.por-
que vem perdidos seas frsetos, seas irabiHios e
tadigas, abandonad >s-a maiOr indigencia e lamen-
lavel eacasaez I
Os talhados das iisbitagdos, se msis tempo du-
rasee a-tormeola, ibfallivalmenta vtriam ahaixo.
O terror era geral a a afflicgao bem gravada es-
lava em lodos os robtos, nao atinando anude es-
capar i tempestado 1
Atada esta msl-tibhs acabado, logo se ibe se-
guiram os lamentos desta pobre geote, qae em
menea de 10 minutos vio aa auas aearsa destrui-
das, ae viohaa qaebradaa o sem fructo, aa h *-
ligas arrancada ou bnterradaa e aa arvora n
fructe e algumss deqrocadaa I
Os prejuizoa daala] clmio ui o
foc-lcularalt.
Eans iMcnpcoeapertancen aa 1^49 no TBlorjrei I daqaelle, que tanto empenls t
flottiaal de 1,8^.9009000 reis que aoa mesea de gusto valimente na iod asina e en iodos os ramos
evereiro e marco ullimoa darnoMradana jontafgsnroasedade nacional: e que per tao sabioe
11 I^ *"*?" TOn, V?***0, *1woprieda- e fficazee votos paieoteea o aen amor s letras,
dea de djfferentes orporagoea rellgioau arrema- UiMM ao trebalho. Ao trah.lho do artista,
liadas at aqaella poea.
Um joroal a'esta cidade diz constando-lhe qoe
a> director daa obraa pablicanuo districto do oilo
ansnifeaira ao goreroe a utrtfoade da constroc-
cio de um caminho de ferro para trens puchaUos
n cavallos ( trsaway ), deade eeta cidade do Porto
al Foz do Sooza peta margen do rio Douro, e
Talli sabindo o ralle do Sooza tea origen desta
io. entre a Liza e Margando.
Calcula se qae fe extentio a*eata caminho sari
de 60 kil.
cajo braco vlgoroeo sitrahira de seu magnaniaM
coraco aa aais gratas e cordeses demoaatra^e
de amisade, porque era elle oAmigo des qae
trabalhamdorea trasaailtidos por heranga da
virtuosa Rsinba mil, a Seohora D. Msria Segan-
do, do sandoaa memoria, e de tao magnnimo a
Bondoso Ra e pai o nr-aajor O- Fernando Se-
gundo, que Deas guarde.
foi concluida cata aoleautidede toa oa airas
ZiussSsaa ^ qslqsiaa^iVTneM oSefaooo. as>Ua fenilta real e ao codiga d raferidas comp.nhiaa del:500l era cada
rH "?" .' uodaaental da monarchta Porlaguez*; oa quae -----------------
*r^Wk^i ^.^.J'nf**^0 0Mm -Ponaido eom grandTtBi..o
r. Chelmick, ioformou favoTavelmeate acerca a i,0rogo por todaa n ignldades e paaaoaa
o*eale projecto, cajas vanlsgenc ocioso demona- preaentc, tocando aa maaieaa^nno nattaoi
^T". iv e airando a fortaleza da Seffa do Pilar. rido
.J.d0,! 0!conc<'lho, nort9 -ol d<> ,?> aaie anto. S. Exc, eomo represntame aalua
froreitarao inmeniamecle con a waiteajlo. Mageslado El-Boi Senhor D.fvasui, Segen-
Em Valladares, nd districto
un raio ncara do Sr. Manoel Jos.'flodngues
de
Craeao, e fez considerareis estragos, mas sem" fa-
zer victimas.
Na freguetia de Frraira, conseibo da Figueira,
cahio um raio aobre a cbamio da casa do reve-
rendo Anlobio francisco de Almeida capelln da
capella deSanta Aoa*. Um pequeo que eatava
ao lume a rezar ticou muito maltratado, perucu-
do por >l(um irmpu us cuiiJo*. felizmente
ach*-se melbor.
O mesmo capellaq e a ana familia, que tambem
estavam na cosinh*. caliiram em trra,e ficaram
por alguna instanteraaeombraOos.
Entrando o raio oo cur^Tmalou urna egua que
all le achara, e reduzi a ciozas tudo o que es-
lava' dentro.
D1IRI0 DE PERNAMBUCO-
A compaohia Pernambocaaa.
, ni
Demonstramos em nossoa anteriores artigos,
qae a Inglaterra e a Fraoga subvencionavsm lar-
gamente aa suss linhas de navegago a vapor ;
demooairamos.igusimente, qae as emprezaa in-
cumbidas daqoerie aervigo nos roferidos paites,
sendo moudas, e maulida com muito pouco
dispendio, nio careciam de ser ISo auxiliadas pe-
los podares pblicos, como as empcezas da mes-
ma nsturez orgacisadaa entre nos.
Bisiemos entio, ainda que muito por alto, ser
a compaohia Pernambucana aquella, que era me-
nos protagids, e menos subvencionada
existan oo imperio.
daa que
O presente artigo tem por fiai levar este ponto
a maior evidencia, que nos forpossivel leva-lo.
A compaania, incumbida do aervigo entre o
porto do Rio de Janeiro e o de Caravellaxoa pro-
vincia da Bshia, com escala apenas pelo da Vic-
toria eo Espirito Santo, recebe de subvaoco an-
nual a quaotie de 36:000. ou tres conloa de ris
em cada mee por vigem redonda;
A companhia encarregads ds navegago entra
o referido porto do Rio de Janeiro e o da capital
de Santa enharina, tocando am Ubatuba, S Se-
Dattiao, Santos. Iguip, ParaoaguS e S. Francis-
co, percebe de aubvengao a quantia de 8:000#,
regulando cada urna de suaa viagens redonda
em cada mez 3:500|
A companhia brasileira recebe- pelo servigo de
cada riagem redonda do Porto do io de Janeiro
o do Rio Graode do Sul, a quantia de 8:000, e
porcada um da corle Montevideo 12:000*000,
tambem vlagem redooda, e ludo dentro de um
nez. viedo portauto a peroeber do estado por
aquellea eerrigos 20:000. /
Pota lioha do Rio de Janeiro al o porto de
Mea oo Para recebe 32:000, Igualmente por ca-
da viagem redonda. 3
A d>S. Luiz dh Mdranho, cono j o dtaaemoa
en nosso ultimo artigo epcarregada os navega-
gao eolre o porto datfneMe nome. e* rJ capital
a-ptovioc doCear,toeando otw plrlosda Par-
nabyba Granja e Acarac6, e bem assim entre o
ano porto de S. Luis son capital do para com
escala pelos de Gaimares, Sur-Aaa. Bragn-
&ennn5,a, "^^da com n qusna de
110:0005, pelea cofre geraer
um de saaa vitgeos radeodaa
4:000, e os do aal 6:000.
A eo aavegago e commercio do Amazonas -re-
cebei do catado H:*36o66, por cada urna de auas
visg* m nensaes de qoalquer de auas linbaa, sem
armas em conta a subvengo addicrooal,
o conferida pala le a 1
1838, em virtude de
urna daa ditaa linhas.
Esss linha recebe tambem
geraes, regulaodo#ada
na liuh jlo norle
que
em
-foi conferida pata tai .n^e Janeiro de
augojeiV ne aerrigo
* -i
. B om a s
enverao peruano, e aliinsmele
Par, acaba de subvencionar 'fet
a araltada quantia
ovincia do
OfaWinha
to-
tamhem com
nuaea.
. A -companhia Pernamfoaeaaa obrfadi a fazor
quatr viageoe por,nez, duas oa lioHa do sel,
oom escala .palos portoa de tomaodar Barran
Grande, Porto de Podras e Macni, 'e duas nado
norte, tocando nos portas da ?arabyl>a
*-i Soria, Macao, na mearan provl
Fortaleza, Acarat e Granja no Caaa.
norie, tacando nos portas da Farahfha |iJ.Hn-
da do Marta, Maco. na mesaa pToririn.; Ara-
catl. Fortaleza, Acarat e Granja no Ceaza.
Por todo o servigo den linha recebe a compa-
nhia apena* a mdica subvecglo se84 000!.;..
Usases dados, que sao lirados da diversas pe-
cas offlciae, que tamos presentes, resalta qae ae
experiencia e dedicagio exeUaiva
*aailiaeeteapos team sido dlrtgldMOi seas
pegocleo, fizeram con que ella chcgaeee fe am es-
tado prospero e lisoogeiro em
passsdo.
Por todos oa pontea conprehendidoa oa zona
ao privilegio da conpanhia sent-ae grande acti-
vida^e, un extraordinario incitamento ; a pro-
anego vaWcresceodo, ae ttosaecea commer-
cia-ea vao dilalando-se e spopulago augmentando.
Silva Brasil, tomou-o loga fe taa cont, e tacan- tonta .fara T,tar nio realisado a que (arma o
bio-aedo teu trataraeme, dando .asir ana bal- o^ae^tl-iJ, rMHMa" i v
P-r,.dA, -"'lftf bems"a- -Apacai de'ieaaettarnoa regelarmoote o
-Tendo-seooataTioaescnpfoaaohreacoa- nosso Diario par. 0 corraio, queixa-se-nos o
ido tempre 4 bslha oateajaaclavaa 8r. majar Leandro Jos da Silra Santiaga, de
*>'" ;Forneae_da que recebe oa mauoa truocsdos
aaaihst-sa
sana rara sqn agencia, no aenlido
retar eemelh.nte abaso.
,Tt>o ni roLicuExtracto daa par-
1 e 2 de julho.
p a casa de datengao oo da
mandila
estatutos
por pou
cimento
o
I Ms# *jPM* nmeros. Pedimos, pois, so
affgaa Sr. admluistrador, sa airva dar sais
tnattmt de
an asa^saafhaa t
eommtrn. ~
Moa, baixo asaigoadoa, Antelo _
Amorf, JaSo Baptisla Fragoso a Jos Antonio
de Azevedo Santas Jnior, naacidoae domicilia-
ria sea a o seo *Jo< "J Pernsmbuco, pelo presenta concorda-
mos estabelecer nata cidade do Recife, urna ao-
aiedade em nona colleclivo' para ooa, e en cou-
nandita para oa nais tabaixo aaaignadoa, sob as
segurataa eondigoes:
I
A aociedade ten por objecto conprar e ven-
ao neamo tempo que v-ai gozando todoa as besa-' der lettras, receber dinhelroa ajaros e ea too-
actos que se auferem na commercio, e relecea taa eorrentes, e fazer oatras qatssquer trsosac-
os poros cafra ai.
E lae itqgnstsocias seri atil deixata com-
panhia entragceo- seas prontlos racoraoa, ou
sera convenieate acelerar o ees progresan ?
Crearos que eriognem deifari de responder f-
rmatiraaente fe ultima deaaaa alternativss.
A uuhd.de ee despetas pablicss est na ra-
xao directa de preveito. qae deilaa, autere o cor-
po social, cerno recoohecido pelos economistas.
Ora sendo tara de duvida, qae a companhia satis -
fazendo a todaa aa aapirsgoea dos povoa, qae ha-
bitan nestanitorioaquecompreheode aextenaao
de tua Manea, deaampeohs ae meamo tempo
um graadeaervico publica, qual o que reaulta da
prepagaeeo m lusas, de augmento da produego
e do creaetaaolo da receila o catada claro qae
6 nteiranedta jusliacavel qaafquer sactlficio que
ora se faca para foneotar a oua prosperidsde e
acceletar o seu progreeib.
Estabelecido talo, oadt mata aT precias se nao
m o airar que a o m panuda acha-se en estado de
careoer de poderoso auxilio para poder continuar,
de modo que oa capitaes onlla enpregadoa pos-
san dsr algan inleresae aos seua dono.
Nosnossos aatariorea artigoa, dlaaernos, qae os
vapores Mim oomos. cono de todos oa paizes,
naoganham nem parase despezee'doa respecti-
vos costeios ; isto tacto, qaa em parle alguma
boje se pdenm duvida, o peta que dia respeito
.aos vapores da oompaania Pernambucana a pro-
ve cabal do meamo fado aa eocoolra no bal.ngo
comante do reiatarie offerecido aos accionistas
da dita compsnhia ne anno prximo passado,
O excedente das deepezaa feitsa peloa meamos
vapores, sobre os aaaa lucroa superior i.dons
tertos da respectiva aubvengao geral. ,* *
Ora oseas deapazaa devem em breve ser naib-
rea, porquanto todoa sa bem, que jfe ce tez encom-
menda e ae eaoera A cada loataote um qnatto
vapor, por conta do qual exiatam em Loudrea
cerca de Jaf 6 OOOeterlinat, do que retulta que a
tubveugao geral terfe inteir.mente absorvlda na
despexa^ jjue oa vaporea da compsnhia deven
fazer coAo aeu oaatio,- por iaaa qae os leeros
os mesrQDs sao ncufficientes para isto como o
sao em tJoomuodo e se acba provado.
A sguiiMi, cegando os seua eetattae, tem
de tirar 10 */ sobre o seu cspitsl, sfim de poder
compensar as perdss constantes e infaliveis do
seu material,
A quantia para isso neceaaaiia dora aer igual
a sessenla cornos de ris, ou mais.
Ajunta se agora a tudo isso a despeza que se
ha de ir sugnaotaado con o cueto aempre crea-
cenle docarvge, das gorduras edeoutrae merca-
dorias, de qee precisara oa vapores para sua mar-
cha regulsr, e ficar seudo evidente, que no es-
tado, em que se achs a eompanhia, nio poder
realisar dividendo algam peloa respectivos ac
ciooistsa.
Poderlo estas, porm, conservar oa seus espi-
taea empalados indefinidamente ?-
Ser juato que ae exljm eatea aacrificios de
ama enpreu que de tao OOtOtU Utllidade pu-
blica, e qae prometa, ee aoatioaar. fater entrar
taja os cofres de estado avallaos receila ?
Ntngaea responder peta afBrmativa.
Pois bem I Convencidos disso, e estando pro-
vado que auomp.ohie Pernambucana, compa-
rativamente a menos subvencionada das do im-
perio, nao podemos deixar de ergaer a nossa
voz para pedir que aeja elevada a respectiva aub-
vengao, e poroarto oo pedimos muito. pedindo
ue ella sej igualada a .meooa favorecida das
outris oo imperio.
Nao vsmos razo, para que a provincia de Per-
nsmbuco, que tem apenas esta companhia sub-
vencionada peloa cofres geraes, nao aeja colloca-
da em lgualdadecom as demais provincias.
Propugnamos pelos intereses da emprezs de
qae f.llamosrfr que etamo aertoa,-'q*ue ella
de interesse geral, e a jnaliga de nossas ia.a nao
poder deizar de ser reconbecida pela ssbedori.
do corpo legislativo e do governo imperial.
Em outro artigo dsremoa maior deaeavolvi-
ment, ao que temos dito.
PEBIIMBUCQ.
REVISTA QURIA.
Cdes qae te jalgar convenieolea.
a O aeu capital de mil confet de ris, sendo
fornecido 150 conloa peloa aoeioa solidarios, e
850 conloa pelos com mandilarlos.
III i
a Ao aaaignar-aa o presenta.contrato, pagajro
os socios25 por ceato da somma qae subscre/ve-
rem, e depois outros 25 por ceoto em duaafen-
tradat iguaes, mediando o intervallo de 30 crias,
de ums fe oatra entrada ; floaodo 50 por ceid do
capital para ser realisado qotndo resolveren em
reunio, precedendo proposta para esta m/dos
socios gerentes. /
IV
O socio que deixsr de effeilear alg ima en-
trada no lempo marcado,aem justo motivo pro-
vado tota ot tociot garentea, nio perc ibera oa
lucros da parte j entrada, at que a re alise.
V
a A razio social aera :
A morir, Fragoso, Santos &C ejf durago
da aociedade, tres snnoa -* da 1* de
margo do correle anno ultimo'de
ferereiro de 1863. Ella prorogada
ou dissolvida antes se a su ago se jul-
gar prejudicial.
VI
Oa acina denominados sao os socios solida-
rios e gerentes da sociedad*, e como laes com-
pete-lhea a asa adminislrago geral, a o nao da
firma scneole para negocio da meme.
Vil
a Os sociqa gerentes perceberio cada am co-
mo'garanlia de sua responsabilidade solidaria e
pela sua gereatia, oito por ceoto sobra oa lu-
cros que proda-ir aaociedade.com Vento po-
rm qua nao mji esl cominisso interior a
4:000*000 ris para cada um.
VIH CM
Oa socios tersmandilarioe oo reapondem
Pr do que o seu capital o lem direito :
I* A eleger anculmente os membroe do
couselho de fiscalisago.
2* A recaber os lucros qaa aemettralmen-
te Ibes tocar, e igualmente a parta do aeu capi-
Jal e lucroa, na occasio liquidaeo da socie-
dade. ~
Os sociosconman serio representados
psra o eaane doa negr da aociedade, tior am
conselho de Qscaliss o de tres membrea d'enlre
elles e nomeados r elles meamos; compe-
te-lhes:
1 Conpare- 4 eecriptorio da aociede-
de, a reqaerimeot j aoeioa representando dous
tergos do espita oeial, am de fiscaliaar as
operagoes e estado da mecna, e ae leen aido
restrictamente nbservadaa aa eondigoes deste
determinaedes p.rticalarec-
-o balaogo geral a que team
-Jgerentea de aeia em aeis
j serao convidados pelos mes -
.presentar por sscripto as reu-
oies dot sol-ios, aaua informagao do resultado
do axame e jnoralidade da marcha da aocie-
dade.
a 3* PedMr officialmeote sos aoeioa gerentes,
qusudo jalgarem conveniente aos interesse da
ociedade, a reunio doa socios, e se depois de
decorridos oito dias, os ditos gerentes nio a li-
verem profenovido, o conselho a poder mesmo
promover^ dando parta do motivo aos socios com-
manditarlos.
. X
* A s-socios representar! a sua
uouerss *ser promovida ordinsria-
meme p i no mez de margo de cada
anno, e e. riamente, peloa ditoa geren-
-i^Sy,2i0/!lDO a fisaaljaagio oa confor-
mldade do S Aa condigno 9*.
' r1* nf!S^eiD re"Qlio ordinaria, compete
V ioformago por eteripto doa
gerentes, sob e os negocien da aociedade, avista
doa batasens semestraes, e a do conselho de fls-
ca'lsgaoi; creaantar o sea parecer e deliberar
sobre cier de interesse da aociedade, sem-
pre nos h< .es ffa .commaodiia : erL 314 do c-
digo comtjercial.
2* Nomear oa me rubros do cooseifio de.
Uscasagao, e o socio qae dte presidir reu-
nio, n meando este duas secretarios.
ana par viagem redonda, a da companhia P.r-
lueana, que obrgada a maior numero de
flageas oo meamo lempo, de 1:750 o qae
orna injustica, atfmittido o principio de que oa
pasarte putlicoe darn proteger igualmente aa
emprezaa da mesma natureza, e qae te acbam
nai meimas condigoea.
Depois d'amanhaa sedever extrahir a prlmei-
ra parte da primeira lotera a beneficio da ma-
triz da fregaezia da Escada no consistorio da
igreja de Noasa Senbora do Rosario de Santo An-
tonio.
Foram nomeadoa para os lugares da ae-
gundo e quinto aupplenlea do delegado dcale dis-
tricto os Srs. Drt. Joio Maria de Monea Navar-
ro e Miguel Jos de Almeida Pernsmbuco.
Oa nomeadoa sio iotelligenlea a mogos, e por
isao prestarao bons serviros aem duvida al-
guma.
No espectculo ljrica, qae boje tem lagar,
estrs o Sr. Guldl, tenor mandado contratar pelo
Sr. Marinangeli ltimamente.
De joroaes que temos vista, de varios pontos
da America, inclusive os Estados -Ua id os, resulta
ser elle am artista de mrito, um tenor de lei,
dispondo de um timbre de voz samnamente doce
e harmootaso, de bom gosto, graga e maestria na
modulagio ; e finalmente de conhecimanloa vas-
tos oo msica e aa scens.
Alm disto, tem o mesmo Sr. Guidi om exeel-
lenle methodo eum estylo puro o delicado, que
sabe dar. a cada phrase a sua verdadeira accen-,
luagio e o aeu legitimo valor muaical, orno hoje
o vero por si meamos os dilettanli.
De ama caria escripia de Londrea fe pesio*
deata cidade extractamos o seguate :
Fii so palacio da eiposigo universal e nel-
le tenho estado: dizer-lhe o que aer-me-bia
impossivel, 4 vista da multiplicldade, diveraidade
e riqueza doa objectoa expostos ; mas confesto-
ihe que estou abtorto.
a Vi com prtzer figurar o Brasil em urna d
secroes, e entre os objectos expostos, recouhe
diversos de Pernambuco, e acta que o noa.
paz nio.aerfe esquecido, porque Sio faz*alli trl-
te figura.
A machina do padre Azevedo all se acba ;
maa nio funeciona porque ninguem aabe de aeu
mechioismo.
c Doa slleteos pernambucaoot axiatem trea
sellins, e isto os deve alegrar tanto mate quaoto
sio os melhores dos qaalro o a cinco aae exooz
o Brasil.
De urna outra carta daquejla mesma lota-
lidade consta existir ne meamo palacio a roettn
artificial, que foi exposta na nossa exhibigao pato
Sr. Eduardo Pirmino da Silva, e pala qaal tai
premiado com orna medalha pelo jury da corte.
i, O Irabalho desse nosso patricio tem aido all
vengo do devidamenlo apreciado, e disto elle creder tan-
to mais quaoto te sabe que parte de um curioae,
0 aio de penoa qaa aprendeaie a florifaclur,
acreacendo aioda ose existe eaam paiz sonde aa
artes mal desponlam am seu movimeoto de ex-
pansio.
Aa linhas qae aobre asa ariefscto tingamos
oeala Recula, quando trganos algumas apre-
ciagdes tabre oaabtactos aasasvae aa noasa ex-
hibigao, nio foram desmentideapetanle oconcei-
to Ilustrada dea visitantss da oaaosigo univer-
sal ; e isto folgamos de consignar tanto maia
quaoto o brilho dessa aoellajio europea reflecte
sobre a patria commam, pagando ao meamo tem-
po oa esforgos do respectivo autor.
No dia 1* do correte, por occasiio de ea-
Urem o trabalhadora da eapatazia da alfande-
ga safando varios volumes do armazem n. 11.
succadeu fatalmente deaabar urna pllha de caxo-
tea, que cahiram aobre oa meamos trabalhadores,
os qusesoio aoffreram lesio alguma, com excap-
go da Jos Tararea da Silra, que flcou grave-
mente ferido.
Seodo eate guarda nacional do primeiro bata-
. lhio de artilh.arr>, o reipectrro caplUo, o 9t^
do Dr. delegado do 1. districto, Jav
eatioo FraociKO Lcita', parda, da 19 bobos,
marcneiro, por briga ; a Firmino, africano, de
35 annoa, esersve de t & Oliveira, por ler
encentrada depote oque de recolber.
A' ordem do aal o do Recite, o marojo
americano Jane Ral anno, fe reqaisi-
go do respectiva con
A' orden do de ti Antonio, Antonio Mar-
gil Borgea Loo, s> aa anona, cbarutei-
ro ; e oa fricas ;oolo, de 38 annos, escra-
vo de Joaquim I baca da Silva, e Joaquim,
de 30 anona, eaarave da Jas da Silva Lcyo, lodo
por aajJjjaJanaet.
A* oaafndo de S. Josa, MarUho dos Sanio,
crioulo, de 23 annos, catapini, por deaobc-
dteaUa.
Dia 1.a de jalho.
A' orden do tubdelejH o do Recife, Flor iod,
crioula, de 22 annoa; ej rava da Canillo Piola
de Lemo, raquieicio dcale.
A' orden.dafl Antonio, Manoel Fran-
cisco, parda,)] as, peeeedor, por ans-
peitaa.
A' ordem do do Poco oa pardo Ladgero Go-
me de Sani'Anoa, de 20 annoa, lalb.dor, e Jote
Joaquim Barbota oa Joa Jacquea Rarboza, de
21 annos, servente, ansas por espsocemenio.
O chata 4a eeannda aacgo,
J. G. de Maquila.
Movimento da caaa da detengio do dia 1*
de jonbo. (
contrato, c me
2* Exs
de proceder
mezes, para o
moa gerentes,
Exisliam.
Entr.r.m.
Sa hitan.

a
A saber
Ex
tetan.
Naciouaee .
Estraogelros.
Muihere; .
Escra vos. .
Entrevea. .
368 presos.
"66
163
26
3
67
7
Total. ... 866
Alimentados a coala doa cofres pravin-
* aeeanoassaao-
Movimeoto da enfermara dodiaxdejulho.'
Tiveram alta :
Joao Fraociicd dos Santos.
Joio Falix da Costa. ,
MiTADOLH PUBLICO :
Ma|ar.m-se para o consumo desta cidade no
da 2 da junho 81 rezes.
Obituario do da 2 de julho, no cemh
rio publico :
Antonio, Pernambuco, 2 annos, S. Jos
xigaa.
Ventura Aftoncioho, Hespaaha, 55 aonos, virafc
Bua-vista ; pbihiaica.
Joanna, Pernambaco,5 annos, escra vi, S. Jos1
poeumoni.
Communicadoa

Ao 2o batalho de infa
TRIBUTO DE GRAT1D
Do respeitavel cooeelho aupram esse
egregio tribunal, composto de di. es,
acaba de ser confirmada por uoanlmiQauc vo-
to a absolvigo plena que obtive no conselho a
que respond depoia de 18 annos e meio de ser-
vlgos por calumnias engendradas de mesquinhos
despeitos de dous offlciae do corpo a que perten-
go 1 E so regresssr ao batalhio, nao posso tor-
ntr-me silencioso is maoeiras sffaveis, urbani-
dade ecavalhoirismocom que fui tratado durante
o tempo que eatlve no estado-matar do 2* bata-
lho de infantera, nio s pele distincto coronel
o Illm. Sr. Luiz Jos Ferreir, como pela aobre
oSicialidade deesa corporago, que deve ufanar-ae
de tari sua frente um tio illustre chete E' o 2*
batalhio de tafantaria am dos corpos do exercito,
sonde a par da nsiar disciplina, regalaridide e
exeessiro zelo pelo aervigo publico, se observa
oini harmonia entre seos dignos offlciaes, cir-
cunstancia esta, qae para ae obler aquellas te
torna indispenaavei.
Testemunha ocular do qaanlo cima digo, nio
poden por certo aer taxadax de litoogeiras estas
mtnbaaassergoes; prtese que alm de serem
oriundas nicamente da verd.de, demonstran a
expressso genuina dos aentinentoa qae me s-
ninan. H
t A*.1. Pva.'aeba a briosa offictalidade do2
batalho de intentara eata prora de perpetua gra-
lidan de seu enmarada
O captio do 4' batalhio de artilharia,
_______ Jote de Cerqueira Lima.
Pablicagdes a pedido.
XII
* i votos dos socios, as aaaa decisee, serio
con idos, um por cada dous conloe de ris.
XIII
l'pois de pagos todos oa encargos e despezas
da sdciedade e a commiaiio de que falte a condi-
gno '. doa lucroa que resultar eemeetralmenle,
se tara o ratelo entre oa aoeioa, na proporgio dos
eua capitaes.
XIV
No caso de morle dealgum dos socios com-
manditarioe, a aociedade nio aera dissolvida,
mas oa herdeiroa ds aocio fallecido receberio o
que lhes perlencer, prsenchendo-se logo, a parte
do capital retirado, por am novo aocio, ou por
alguna dos existentes.
XP
Fallecendo algan doa aoeioa garentea, tam-
bem nao ser dissolvida a sociedade, e cootinua-
r sem ioterrupgio at o prximo balango
sera).
"% Ot tocios gerentes sobteviveotet procurtrio
um lereeiro que preencha todaa aa condig5ea de-
lejaveia, para substituir o finado, a Contar do
primeiro dia do seguate semestre. Os herdeiros
un garanta fallecido nomearao ama pessoa para
" pesentar e receber a parte qae perteneer
ao dito fallecido, conforme o balango que-ce fl-
zeroo fira do semestre subsequente aquella em
que se dr o fallec meo lo, para dar logar a qae
86 reelisem todaa aa transacgdea da aociedade,
palas quaes solidariamente responsavel.
XVI
A duvidis qae ae suscitaren] entre os eo-
nttimadas por-meio de arbitros no-
o por esda urna daa partes, e havendo
ar decidido por um, tirado fe aorte
-que Indicarem os primeiros doa ar-
bitro. -*f -, -^ *
XVII
< No cato de prejuizo que absorva um targo
do capital social, ser dissolvida, e entrar im-
mediatamente em liquidaco a sociedade.
XVIII
O socios gerentes dererio entre si, e de
commum sccordo, combinar e eacrever as bases
porque se deverfeo guisr, com especificagio daa
traosacgdes que poderio emprehender, presen-
tando-as com o segundo balaogo aemesfral, na
reunio dos socios, para sarem definitivamente
approvadas.
Acaba, a diaUnota modista, madama Mid-
denderp, residente a rea do Crespo n. 15 segun-
do andar, da recabar grande divertid ida de ob-
jectos de modas e goslos, para as aenharaaqae
aprecian o irajar etegaotemeote, por nodicos
prego. Oom o tea eitabcleeimeato ban mon-
tado, peda madana Middcndorp. n rjoans ho-
ras, preparar lodo o nacesssrio (Pune ajnahors,
pare baile, caeanento, ou oatra qoalquerere-
moaia. Todoa a, vapores, viudos da Europa,
trazem-lhc flgnrnoa modernos, qur para io-
verao e verlo, qur--para a cidade ou campo,
procurando ella aalisfazer da meltor forma poa-
sivel os desejoade ana cuntala.
Hontem pela manhia leve lugar, no visto
salteo do thaatro de Apollo, reunio dos aoeioa
eom mandila rioa da aociedade fallida Anorim
Fragozo, Santoa & C, chamado a entrar com
os cncoenta por ceoto reatantea de aaaa anba-
cripgea, oa queco nomecran ana commissae
composta doa Sra. Joa Baptiata da Fonseca J-
nior, Jos da Fooaaca e Silra, Joa Cietano de
Carvolho, para tratar de negocios relativos fe dita
fallencia, e defeza doa di ra toa que lhea compe-
le, sendo elalta tbetourairo o Sr. B.pliata J-
nior; e delibriaQ.aa a ealxada de dou por
Santa Casa da Misericordia.
Illm. e Exm. Sr Tendo-e apreaeotado ante-
noutam lardea miohs consulta Uipiano Bezerra
da Mello que, em 1846, cu havi conhecido a tra-
tado por algam tempo no hospicio de Nossa Se-
ahora da Concaigio doa Lai.ro, nelle tentando
intilmente eoaaioa Iberapaulicos, am de ver ae
consegua algam resaltado satisfactorio aobre a
eiephsntiases dos Gragos, coohecida vulgarmente
sob a denomimgio do nrorpha de que aoflria, e
parecando-me mu lteoogeiro o resultado que ello
consegua ltimamente do tratameoto que a ai
applicou, e consisti no emprego de vegetaesqae
se encontrm con abuodancia en nosso slo,
julguei scertado faze-lo ir a presen? de V. Exc,
para que se digne de ve-lo e permittir lhe, que
applique o meano tratanento a alguna enfermos
que se acbam recolhido ao upramencionado
boapicio, acodo aatiiiado com algumaa pequea
quaotias destinadas nio s a sua subsistencia pois
qae elle destituido de recurso pecuniarios se
nao obtengao daa subitsocia precisas.
Quando tentei enssios no hospicio de Nossa Se-
nhor ds Cooceioio dos Lazaros com o gaaoo,
satacu e outro meio. Bezerra de Mello arurTrin.
visivelmente da elephaetiaees dos Gregos, apre-
seniara nao a volunuaoa tubercaloa as orelbst
labios, azaa do nariz, frente, ele aeoio ulcera-
goes as ventas, labios, lingua, aboboda palatina,
orelhas, dedos dss naos o ps que bavian per-
dido completamente sensibilidade, largas no-
doas pelo corpo. lando cshldo grande parle do
cabellos da cabega a algumas pequeoaa phalangea
doa dedos daa aios: hoje porm sea estado sor-
prende, e posso sfSrmsr qae o primeiro caso
que tenho viito lio satisfactorio em moleatia se-
melnanle, reputada aem contestagio como incu-
ravel, porquanto o que reata-lhe vestigios do
mal de que soffreu, aem qaa existam mala laber-
culos, a cerag9ia*a nodoa. tendoae restabelecdo
a aeoaibilidade, a achando-se iateiramente ca-
berla de cabello ua cabega. Se o tr.tamento
que Bezerra de Mello em ai empregou conseguir
em outroa doeotea idntico resultado, a therapeu-
tica tara tallo ana grande conquUta, que a hu-
manidade deve applaudir. e eu meamo lerei do
dizer na imperial academia de mediana de Paria
o conteario do qae all disse em miaba
acerca da lepra
memoria
ou alepbaotiates dot Gregos.
oceupei do prognostico dessa af-
quaodo me
fecgo:
Apreaentaodo a V. Exc. Bezerra da Mello a ta-
nno por flm ver ce poaao anda esta vez ser atil a
S-* e conc"re.r P" progretso scien-
tiflco.daauetou enthatiatt. ; e ou.o asperar que
V. Exc. eitender aobre Bezerra de Mello sua
oteegao, tomando en coosiderago as ninhas
Nao ae trata da un cbsrlalo que quer sspecu-
ar tacnroaCmadU1rLd*de t' dMtM' '" *-
rar lucro; mas de am. homem que soffreu da ele-
phantuses doa Gtegoa no maia alto grao, e de-
pola de submettido por aonos a tratamenlo diri-
gido per peisoas competentes aem qae bouvea
conseguido melboraa an aeu estado mrbido re-
m?*0 4,)>lieo de vegetaeo por elle cohe-
ciaoa, e de que deu-me nota, obteve o reesltadn
qae em ai apreeenta. Baaerra da Mello aio pedt
recompasaa. maa se coosegair que ae repita o re-
sultado que em si cooseguio, merece que aeia
ae"r0,:Tam.ntdaTeDMd0' PU *- ^-
Deua guarde a V. Rxe. Recife 5a i*** *
1862. Illm. a Exm". Sr. Dr. SqaiJiL.*
citado Portalte, vce-oreaUani. 5. f! **! H'"
Dr. Joaqun d Aqotao Fnn.ec! i.^1^* ~
Antonio Leite de Inl^-ZES^?"^!?***-
Antonio Caralcanl Couaaairar^mp"ico

^


j
!*do a lagar de
WMa,lgi e fallarla/ m"
^7*'"^50-^3 nao..
'Wemoialaip,,,,,, ,minha prafi
fJ lm. Sr. tom^L'ot Jos Pi
DUIO 01 fllIUMWttO,
Con
Raadlmeato do
Idas do da
#re vandal.
2:898 Jl 19
5:966|0I0
8:8641)39
f? B,u /TCompanbataoi
ooV^T* C0B ,e "tarara
o e (rea
nkaataot
atrae
fatdada

duraran
* meu exerccio; reitando-me
satisfagio. qae fui daaitUdo par
enieacias. albeiee ioteiremente a pro-
iraca do K ife 2 de
jullio de 18621.
quM.ni horas da tarde.
Cotaccs H junta de corrctores.
Freto.
lgodao da Mcalo pan Liverpool3(4 d. a
l0 por libra. B^l-.
4. da Gnu Macadonreatdente.
aba Galla lecreUtio.
Alfamafg.
Uadlmaato da dia t .
dem da dia 3 ....
9.8641633
17.366*174
MovIaaaaMH* ata alfana!
?elames entrados eomfazendaa..
\ > om geaeroa.. 158
Velamea aahidoa
C -
eom laxaadaa..
om neocroi..
6:730*697
168
81
250
331
Daocarrosjaea na dia 3 de^alho.
'Barca ioKlazaCoracarvao.
AJJrigua ioglezElizabethearvo.
ffirigue inglesCantosdem.
Brigaa poruguezJareta Aaaaliamereadorias.
iBrigua ioglezStephen Sarahdem.
ImporU.cao.
Brigaa portagMa Joven Jmtlia, rindo de Lis-
boa, coosigoado a Antonio de Almeida Gomes,
mnmftstou o seguate:
50 caixaa batalaa ; a Alfredo Augusto da Mea-
<|urt.
39 eeixotes pedraa da cantarla labrada; a ha-
noel Goncalvee da Salva.
90 moioa sal, 3 pipas vicho ; a Antonio da Al-
-toeMa Gota es.
11 ditos vtaho, 2 caixotaa carne; a Marques
Bairros & C
20 barra choarigoe, 16 ditos axeite doce ; a
a/noel Hornean da Caralho:
Ojateos aemaa ; a Taaso irmaos.
/90 caixaa batatal, 9 ditas ceblas ; a Antonio
"es Vitalia.
barril vioho ; a Vicente Jos Ferreira de
'
avio fMo no dia i.
PtrlbaVaria togleze LinJa. capitio J. Twr-
a^ m lauree aasucar.
Obaerraco.
Saspeadeu f lamero para Babia o brigua dl-
aaraarqnez lo}***, capillo ilhalm voa Appan,
com a mesma larga qae trbuxe de Triaste.
Faodeou Brlamarao om hjgre americano, e
bordaja um brgue portugaez. mas nio liveram
communicac1(Com trra.

iara^s.
--------------nciiu
Nayegcio costeira vapor.
O rapor aparsinDga, cotnmandante lloara,
ishlr para ojs portoa do sol tocando as escalas
ilno, i 4 horaa da tarde.
at o dia 4 ao malo dia. En-
passagairos a dinheiro a frate at
da aa 2 boraa: escriptorio ao forte

1

IM Jtt'lgU.
no da 5 de j
Recebe carga
commendaa.
o dia da aab
do Maltoa n.,
6a corrate,
na armazera a. tV,
!*!"* 1 guarda r*o-
~ francs de amare!*
caflefra* frsncezaa,
P"jaator, cadeirss
estafada, appare-
roa* &r'' *'
ftira 4
manbl;
'!o.
a era ponto,
0 DA AUR
Arre mata cao.
A praca dos'n* do Onado Pedro Borges da
Cerqneira, qnnf* POJe ter tugar no dia era que
j foi anuuncta, tam da aer novameote cele-
brada no dia *Peo5f*0*a P<>' ordem do Illm.
8f. Dr. jota da) dia na ra da *da bairro do Recife n. 7.
O Illm. iospector da theaoarar?a pro-
vincial mand *ar publico que do dia 2 ido cor-
rente em dia \o pagam-ae oa ordenados dea
empregadoa pwinaiaes. vencidos ao me de ]*-
nho ultimo. \
esoararia provincial
Ibo d 1862
O secretar
Ferreira da Aonanci
Secretaria da
nambuco Ia de
Per-
Aatoc
Consudo provincial.
De ordem do Sr.
sulado proviociat
dias utais mi''- "
cofro do 2'
a 186S dr oa
baooa d-
de20
50ir
a.
do corre
.Alvea
l t ba
iBrito.
do arsen;
toa segu
10 aaccos aeatea. i barra carnes e presantos,'!
4it cavada ; a Ferreira & Malheua.
15 pipaa e 75 barra vioho, 10 ditos a 2 pipas
vinagre ; a Manoel Ir-mco de Oliveira.
; 10 pipaa e 5 barra rnh,o, 18 pipaa a 75 bar-
*-|U vinagre, 96 ditoa axeite de oliveira," 3 ditos
carue ensaccada, 200 caixaa batatas; a F. S. Ra-
.b Filho.
coa aemea ; a Francisco Gomes de OH- *-"
/ sooriu^l:-!1-----*
-i3 ditoa dita ; a Manoel de Ax.. *4 An*
50 ditoa dita.; a Henry Gibson.
2 caixotes axuleijoa ; a Jos Joaquim Mo-
tn.
9 ditos vioho ; a Antonio da Silva Guapos.
t 8 pipaa e 31 barra vinho ; a Amortm Irreos.
4 dtiaa e 30 ditos dito. 5 ditoa vinagre ; a Ma-
noel Joaquim Ramos a Silva & Genro.
19 pipaa e 4 barra vioho, 50 ditos toocinho, 15
ditos cera em grume, 100 aaccos aemea ; a T. de
A. Ponceca,
14 pipaa e 30 barris vioho, 5 ditoa vinagre. 15
aaccos cera em grume, 100 ditas semea ; a Tho-
maz de A jumo Fonceca Jnior.
25 saceos aemea ; a L. A. Siqaaira.
1 sirio ; a Praocisco ttomes de Millos Jaoior.
50 birrS (nminho.: M.nnol M.r.x. *o
Amortm.
60 aaccoa milho ; a Joio do Bago Lima.
1 barrica iohamea ; a Jos Mara Cordairo
Lima.
1 caixote meiaa e carna da parca; a Jos Soe-
ces do Amaral.
Vapor iogtez Magdalena, procedente dos por-
toa da Europa, manifestou o eguioie :
1 caixa chapos de sol ; a Joio Keller & C.
51 ditas batatas, 68 ditas cha, 1 dita conserva,
. 19 ditas tecido de algodo, 2 pacotea 61 caixa
nii trador interino do con -
publica que oa trila
a a cobraoca a bocea do
o anuo financeiro de 1861
da dcima doa predioa ur-
ztaa deita cidade e doa Afogadoa,
o cousuroo de enlrdenle, a da
oda dos baa de r*^ perleocea.es
de mao morta, findam ae no dia 8
a qaa Qcam sujeiioa a malta de 3
0(0 os que18,r*m depois deesa praao.
Mesa daV^ulado provincial de Pernambuco
1.a dejulfae 186t.-0 chafe da 2.* eecco,
Francisco Ferreira Martina Ribeiro.
Coiyulado de Por-
( tugal.
Nao a8*nd0 effectuado o leilao da casa e mo-
bilia parJcenaa ao espolio do tinado subdito
portugu06 Bernardo de Medeiros, de novo
se anoar8 qaiota 3 de julho, ns Estrada Nova do Ga-
xang, est cita a meams casa, pelas 11 ho-
raa da iRhaa.
Oselho administrativo.
O cons administrativo, para fornecimento
gaerra^tem de comprar os objec-
Para o Aracaty.
Segu brevemente o biata Exhalajlo, para
carga e pasaseiros, trata-se com Gargel 4 r-
meos, no escr olorio da ra da ^adeia n. 28.
C01P Mi PERUAlBliCA^l
Navega^o coslefra a vapor
Parabiba, liio Grande da Norte, M-
cau do A[uu', Aracaty, Ceara',
Aciracu' e Granja..
O vapor aJagtiaribe. commandante Lobato,
aabir para oa portoa do norte al Granis.
no da 7 de jull o aa 5 horaa da tarde.
Recebe carga at o dia 5 ao meio dia. Eocom-
mendae, passageiros e diofaeiro a rete at o dia
da sabida as 2 horas; eacriptorio no Forte do
Maltoa n. 1.
Para-Naranhaoe Para.
pretende seguir com muita brevidade o veleiro a
nem conhecido patacho nacional Emula;ao, ca-
pitao Antonio Gomes Pe reir, temperie de'sea
cairegamento prompto ; para o reato que lhe al-
ta, trata-ae com oa aeua cooaigaatarios Antonio
mude Oltveir Azevedo 4 C. no sea eacriptorio
na da Cruz n. |.
compaobiade cavallaria.
n bainbaa.
* batalhio de infantaria.
tea de metal prateedos
com o
tal jrateajo com o
alho. '
100 pracaa. \
crtvo dasoffi^n"
lomea de pspel
i
Henry Gibsoo
a Daniel Guim

378 boioes gran
n. 2. amarelto.
162 ditoa pequeos
o. S, amarello.
Para
2 ealdeiraa de ferr
Para a escripturaco do
deste arr
1 Hvro grande oblongo i
pautado.
1 dito para talao dosr
ment arrematado com '
tada.
Qaeaa quier vender
as suaa propostas em
ra do cooselho aa 10
de iulho vindouro.
aaia uaa sesses auo conseibo administrativo
para fornecimento doaaranalde guerra, 27 deiu-
obo de 1862. f
AnCon cPidrode S Barrtt,
joronel presidente.
Franmiito Joaquim Ptreira Lobo,
Coronel vonal, secretario interino.
Delegacia de jftolicia do 1.* dstricto do ter-
mo do Recife S deMulbo de 1862.
Acba-ae depdailalda neste juizo ama correte
de ouro para relogilo, que foi eeaonlrada em po-
Ilha de S. Miguel.
Para a liba da S. Miguel, aegue com muita
brevidade o patacho porlnguez Lima de prime!
marcha,lena dous tarcoa do aea earregamenfo
prompto e para o resto da carga, opaaaagairos :
traia-se com os seus consignatarios Joao do Reg
Lima j Irmo:na roa da Crut n. 38.
Para o
Rio-Grande do Sul
com escala pelo Rio de Janeiro
seguir com toda a brevidade o brigne nacional
Mrquez de Olinda, de primeira marcha, tem
ja prompta a maior parte de seu carregamento:
para o reatante trsta-se com Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo da Corpo-Santo
n. i..
ntos do farda-
de papel pau-
apresentem
na aecreta-
;. itn h. a
;'PJ
ea Alvaaf
L Moreir/
t
amostras, 100 barris manteiga
1 caix tecido de algodao ;
raes & G.
1 dita mercadoriaa ; a Cmara & Guimarea
90 barra msnlelga ; a Krabbe Thoot 4 C.
1 caixa -vestidos ; a S. P. Johnsloo & C.
1 pacote cbapoe ; a J. M- Crealb.
1 dito amostras ; a C. J. Aslley 4 C.
1 dito ditas ; a R, C. Huno.
1 dito dihs ; a Patn Nash & C
1 caixa diversos objectoa ; a G. L. Hsat. '
1 pacole amoatraa ; a Gomes Caldas F. & Mi-
|randa,
1 dito ditas; a Adamaon Howie & Q.
1 caixa psnoo ; a H. E Hurst.
75 bsrris maotaiga ; a Milla Latbao 4 C.
3 caixaa cha, 2 ditas tecido da algodao ; a L.A.
~4e Siqueira.
1 dita moda. ; a Mello Lobo & C.
1 dita tecido de algolao ; a Isaac & C.
1 caixa alpaca, S ditas tecidoa de lita, 15 ditas
queijos ; a N. O. Bieber 4 C.
2 ditas queio ; a M. J. G. da Foote.
1 dita tecido de algodao, 2 ditaa queijos, 1 pe-
cte amoatraa ; a Soutnall Mellora & C.
5 ditaa conaervaa ; a C. R. Chapman.
t caixa objectoa da pholographia ; a P.
Maurer.
2 ditaa livros ; a Atmetda Gomes
&C.
50 barris manteiga ; a ordena.
1 caixa livros ; a F. G. de Oliveira.
1 dita fitaa, 1 dita agulbas ; a Jos A
Dias'& C.
1 pacote amostras; a C. Faneloa Guedes Aleo
forado.
1 dito ditaa; a Luis da Carvaiho Paas da Aa
trade.
1 c'aia folhelos, 25 ditas queijos ; a Tasto
Iranio.
3 ditaa tecidoa da algodao, 50 barris manteiga
2 pacotea amoslrea ; a J. Ryder.
1 caixa fructas ;ao Dr.. Sabino Olegario Ladger
Pinho. I
1 dita tecido de seda, 1 pacote amostras ; a Lin-
den Wild 4 G.
4 caixss ervilhae, 2 ditas peix ; a Marques J&
Barros.
30barris manteiga ;a F. J. Araujo.
1 pacole amoatraa ; a J. Crabtree 4 C.
1 caixa bracelete, 1 dita roapa, 2 ditaa chi)ca-
tes ; a D. T. Neadharo.
1 pacote ; a F. N. Collin.
20 caixaa queijoa ; a Ferreira 4 Martina.
3 ditas ferrageo, 1 pacota amostraa, 5 caixasj
tecidoa da algodao, 100 barda manteiga ; a Stan-
ders Brothers di C.
2 caixaa lecilos da las, 1 pacota amostras
Damroayer4 Csroeiro.
i caixa calcado ; a R. Lesserre.
1 dita dito ; a J. P. Arantea.
50 barris manteiga, 1 caixa moiohepara caf
a Ferreira & Leureiro.
i pacote )orea -, a Henry Forater & C.
1 dito e 1 caixa livros ; a A. M. C. Soares.
10 caixaa queijos ; a Braader Braodis.
1 dita e 1 pacata amoatraa; a E. aV. Bu
4 dita aangueaugas ; a M. J. Ramos e Silva
Genro.
1 caixa modas; a Vtt 4 Leal
1 caixa obraa da borracha ; a Monteiro
Lopea.
150 barris manteiga ; a J. Pater 4 C.
1 pacote joroaea ; a Alfredo & Malhens.
1 dito dito ; a C. L. Cambroooe.
1 dito amoatraa; a Sev FyitWrflTCI "
1 dito ditas ; a A. V. aja Silva Barroca.
1 ca ditaa ; a Roatrdu Rookar & C.
1 .CU* ditas ; a Aakwiafbt 4 C.
"4 dita dinheiro ; rC. G. BreckeoOeld.
fJtoeaasaasalorla ata rasmduas laUer
ajasrztaaai de Peraavaailassao.
aadaanoato do dia l..... 7ISI5M
Mata 4a lia 2 ....... ; 1:267*283
tfeTo'p'rto"bettio!
reito ae julgar a ella1
O
Jos I
Pretenda aaguir coco muita brevidade para o
nacional Almirante, tem parte de aeu carrega-
mento prompto ; para o reato qaa Iba falta.* tra-
ta-ae com oa seus conaigoatarioa Antonio Luiz da
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.
isda Silva: quem com di-
jprovaodo lhe ser eolregue,
llegado em exercicio,
ntonio Crrela da Silva:
Para Lisboa.
Tem de sihir com muita brevidade o lugre por-
tugus aJulio, de superior marcha, tem a msior
parte de aua carga comprada, e para o reato da
meama a paseageiros, a quem offerece os metho-
res commodoa, trata-ae com o consignatario Tho-
maz de Aqaino Fonsaca, na-rus do Vigario o. 19,
primeiro andar, ou com o capitio o Sr. Francis-
co Antonio Meirelles, na praca."
THTRO
DE

eiides.
Santa Isabel
C0MPAM1IA LYRIC1
na
13.a Recita da assigoatura.
Quiota-feira 3 de julho de 1862.
representada a nova e
Pela primeira
bella
vez ser

MaJM
Tragedia-lyrica
em tres actos de DONIZETTI, intitulada
LITO.
Tomam parte nesta opera fari saa
ESTRi
G. C, Gaidi, no pspel de
A
Hoje 3 do corrente
O agente Almeida far leilo por canta e ris-
co da quem psrtencar de cadeiras- de Jacaranda,
consolos, cama frsneeza, secretaria, burra (co-
fre) mesas de amarello para jantar, bancas para
voltarete e moitos outroa objectoa de valor em
sea escriptorio, is 11 horas do dia cima, na
ra da Cadeia do Racife n. 48.
LEILAO
DE
o novo TENOR o Sr.
POLTTO.
Juntamente os distinctoa artistas Sra. Stella
Sra. BarthoUcci e Orlaodink
Secundarias partes, coros, etc.
O empresario, apezar'de todos oa prejaiz
tem tido na presente eslaco, para agradar
aos aeohorea assigpantes, escreveu em varias
partes, para mandar vlr outros artistas, e aug-
mentar cada vez maia a aas eompeobl, embora maro 5.
Iba cuatasse isto grandes sacrificios ; ais-ahi ji
chegado um primeiro tenor defama, e brevemen.
te teremoa tambern outros artistas, Deas nao se
oppondo.
Principiar s 8 horas.
Os bilhetes estio venda no illa do espect-
culo.
O enredo desta grande opera a martyrio da
alguna chrislos que se sacrificaram pela propria
religiao, paraegnidos paloa sacerdotes da Jpiter
Dedo, Imperador romano, a Seraro, aeu pro-
co naul.
A accio paaaa-aa em Militenas, capital de Ar-
meais, no anao S57 da nossa era.
Um sobrado de 2 anda-
res na ra das Cruzes
n. 28 chao proprio.
Sexta-feir A do crvente
11 horas.
as
. O agente Euzebio far leilo da um aobrado de
ndarea. chao proprio, oa- ra daa Crnzes n.
o'qual se acha bam conservado, aem que
reciso concert algum, e renda actualmen-
jS por anno : 01 pretendentea quelram ter
a jndade da examinar com antecedencia, aflm
de que no dia aexta-(eira4 do corrente seetlec-
tue 0 leilao no aea eacriptorio ra da Cadeia na-
ms ms&itmos.
A barca nacional Iris aahe por estes dias
pera o Rio de Janeiro, para o resto da carga a
asertivos a tratar aa rea do Trapiche Novo a. 6.
Para o Ass
pretende segnir ata odia 3 da jalho o patacho
nacional Emulac,o: quem ao fcesmo quizor
car regar, anUaada-aa com aa seu consigna tarius
Antonio Luis da Oliveira Azevedo 4 C, no aau
eacriptorio raa-ii Croz o. 1.
Baha.
O blata Santa Bitas stgue aaates dlaa : para a
recle da carga *ae Iba falta, trats-se com Caeta-
aa Cyriace da C, M, & C, ao lado do Corpa
Santo a. 23. -*
LEILKO
BE
LEJUL. >
Sexta feira 4 do ce
O agente Almeida far Uillo por ci
da quera perterrear da um cabriolat ps.
cavallo earrsioa para carro e eabriolet,
paras do dia cima na coeheira de Ignac
irona de S. Francisca.
_____
aaaaaur eona 2* "^i"!?03- a ffit ni* do imperio, ro'nlno>a
oa Miz, tendo .empre ^ M0BmeD1a. e toa 8 quaida(Je 6 maehiou .^
u.?k1 ^,llB",l0 le moandas d* cana de lodos ot avsUn,.. u
M"ID"d;apor da diversas qualidad... lyalamai a tamanbos.
laxaa fundidas e batidas.
fu-n0* boce" p,ra fornalhaa.
ronzes e aguilhea.
Rodas, rodetsa a rodaa d'agaa. *
Guindastes Bxoa e portati. .
SeVra.dB J cylindro P'a padari.
ras de a5o para aerraria.
*"' P'" b,rco8> rtc- **-. talo por pref* qtte bem convida.
lotera
Depon d amanha 5 de julho andarao
im[wrterrrelmente as ro<*a da primeira
pa te da primeira lotera a beneficio da
miIriz da heguezia da Eeadarno con-
sisl orio da igreja de N. 9. do Kosario
de Santo Antonio. 0$ bilhetea e meios
bil letes acham-se a venda na reipee-
tivi i thesouraria ra do Crespo n. 15,
e i as casa commisaionada praca da
Int ependencia n. 22 toja do Sr. San-
tos Vieira, ra da Imperatriz toja de
feragens n. 4* do Sr. Kmentel, ra
Dir;ita n. 3 botica do Sr. Chagas, e
na ua da Cadeia do Recife toja n. 45 do
Sr. Porto.
ortes de 5:000$ at as de 10# se-
gas urna bora depois da extrac-
e as outras, porm, no dia imme-
logo que se tenham distribuido as
listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
^s. consumidores de az
ezaos do cas do Ramos ns. 18 a 38 a
apicheNovo no Kecife n. 8, ae ven-
americano primeira qualidadee
do. 14*. |.a de 5 g.ldes,
10 a de 5 garrafas a em
i'st.
| Ra k
37, primeii
^nWfixaaWMBH
i.
"t -a
quei
Neste estabelecimento .
gado Joaquim Borgee Carn.
em direilo pela faculdade do
de aa 9 at ai 3 horaa do dia.
Advoga era todoa^oa juizoa o
desta prae/s, o antarraga-ae da
para o interior da provincia, pr.
mente para as comarcas de Santo .
Rio Pormoso, Bonito, Nazarath e Coi*
Recebe gratuitamente as causas* i
desvalidos, nao podendo cada qual tra
zer maia de ama ojaestao por vez.
No mesoio estabelecimento aolicitam-
se ttulos a paientee do empregadoa p-
blicos e officiaes da gaarda nacional do
interior, mediante mdico estipendio.
Em sua falta e impedimentos aera
substituido, dos negocios civeis, pelo Sr
Dr. Joaquim Jos da Campos, e noa do
erime pelo Sr. bacbarel Jorge Dornellaa
Ribeiro Passoa.
Barato que admira.
Na tu* do Crettf o b. 14.
Liquidaco.
^TS de cores com*babados com pe-
.S51 ^ft-Z**,30- dit0f da de qa_
41.?' -10*LCnB,y clorldo d8 l8 e aeda.
r. o cavado, laazinba; de cores lisas de ,,.-
dros corado a 320 e 0 r., alpaca }fr uuZm
J.dro. a 30O a 360 o eev.dV. bornbaalnr da a
JSrr?** ,DMUd WO. 800 e 18 o eovaJov
?J a de cor ""nnor eaahaade a jjoo e -2a
"K>,400e500ra.o,covl0, de corerl.-
"" covado,casas e orgsndys a 200 er
vado, cortes de ceiiete. do velluoo d
aJeSr ?!0" 9Tnn le *eda da
<8&0W, ditos de tuHo de cores ax>-
de setim Uvrado a 1^00, chale
''doa a IOS. araata o 16s de lilV
m branco de liaho a 700, 80t
de cores pera aala a 4 e 5f
doa a 12 e t5, pannos oe
X paletei de brim brn-
"1. ditoa de- easemjra
GLANDE
Laboratorio a vapor
DE
Roup* lavada e egc^naada
de Ramos % Pimentel.
Os donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as ronpas Isvadaa que es-
J3|. 16o, 153, 169, 12, 46, 88,128, 14, 57, 77.
9 Antonio Joaquim de Campos
$ gerente do armazem Je assucar
% a Sr. Jos Antonio de Canralho
Vido satisfeito todas as dividas
tcernentes ao rtTerido esta-
tecimento, CQntrahidas no de-
.;>; irso da safra linda,, convida
^ jdavia a quem ainaS' se julgar
redor de alguma quantia apre-
fp en tai se dentro do prazo de 8
ij') lias aomesmoSr. Jos Antonio
ajjrVjp Carvalm. afim dp ser imme-
, diatamente pago. Recife 30 de
junhode 1862.
Precisase alugar um sitio que te-
e pasto para 4 vaccas :
ra de Santo Amaro nu-
Armacf o e seus pertences e o resto de
gneros da taberna sita na ra da
Praia n. 42.
Sexta-feira 4 do correte as 11 horas.
O ageate Gatmara.es nao havendo eCfectuado
o lailao annunciado para o dia 28 dejunho de.
novo levar a leilao os objectos cima declara
doacoorlndOBMiiloa armaeao pala localidad*
da casa.
--------- a*. i.----------------------,-----------,---------- -.,
/%/
A i do corrate.
Francisco Jos Pachaco da Oliveira estando
prximo a reltrar-ee para a Europa, tari leliao
por latarveacio do sgeaU Oliveira, da toda a
excedente mobilia da au casa, cooaistindo em
urna linda guarnirlo para sala sendo orna mesa
redonda e dous consolos com lampos da mar-
mor, 1 aa, 18 eadv/irai, 2 ditos da tragos, 1
Precisase alugar pretos forros
ou captivos para vender: na travessa da
ra de Santo Amaro n. 38.
ae tttuloa a patentes de empresadoa na- -. ^ dUu
i "T, ditos de
Bit' > de cores i
do bo.retn s Vjft
cores para homem,
j co.-asaias de soda pre.
a 1$, 1JJ0 e 2JJ, l-ivasCfc
i 400 e 609'ra., ditas de retro.
ajg i eos vertasrios de cambraia bo.
- ......sssi bjumwaaubawBajarsajes^aaBj^ sados, e ditoa de fasto e gorgk
Ao respeitavel publico em geral e ao; 1ue TeBdeiD 1or todo prego p^
eorpo do commercio em Darticuar !! e ISa I.9 "Tll :cr,Kh a 4 e
A C P de R.irffn. p.!.i ^"'CUiar. les de grosdenaple a ?*. easavequea o.
cato'ana L5?n?i/2J 1. *k*00' ew Mli,fa- | a 2. d,la de fil a 5, c.pinhas de ner.
colletes de gor-
* 3". *>, sapatoa
de seda da
* tphura
Antonio de Siqueira Cavalcanti, tendo deixdo"
vida de agricoltura e depois a do commercio
acna-se boje ampregado no f&ro desta edade co-
mo aolicitador de caossa, e oeata condigao offe-
reeajjeus.harvieoa aoa que quiserem lhe confiar
aa iiaas demandas, essencialmente as que devem
ser tratadas perante o juizo commercial, nao s
porqae se jalga de alguma forma habilitado co-
mo porque neata especie maisse dedicar. '
O sollicitador Burgos se prestar gratuitamente
a fazer valer oa direitoa doa que realmente po-
brea, estiverem dolorossmente sob a oppresso
dos descomedidos e iosuportaveia "caprichos de
iniastos poderosos.
Elle pode ser procurado na ra da Santo Ama-
ro, casa n. 26, que fica por Iraz da ra do Sol
das 6 s 9 horas da manha. e daa 3 i 5 di lar-
do, no intervalo de 9 as 3 horaa. no eacriptorio
da ra estrella do Rosario, aobrado n. 27. ou na
asta das audiencias.
0MPANHIA
DE
Seguros mar-
timos.
Uiidadc publica.
Por nao se lerem reunido no dia 26 do cor-
rete os senhores accionistas em numero soffl-
ciente prrs formar assembla geral, o ice-pre-
sidinte o Illm. Sr. commendador Manoel Goocal-
ves da Silva, mareo odia 4 de julho prximo
futaro para a nova renaieo ; por isso ests dirac-
CSO novamente convida aos senhores accionistas
a compareciera no sobredito dia aa 2 horas da
tarde oeste escriptorio, na ra da Cadeia n. 42,
afim de em assembla geral elegerem um direc-
tor e um aupplenle. Reci*29 de junho de 1862.
Jos P. da Cunba.
Feliciano Jos Gomes.
Precisa-ae de urna preta eacrava para ama
de caaa de pouca familia : a tratar na ra do
Caldeireiro n. 0.
Precisa-sa de am cixeiro de idade de 14 a
18aonos, que taaha pntica de taberna ; aa ra
das Cinco Poritaa a. 32.
Prectsa-iede ama ama que aaiba cozmb.r
o diario de uaga casa : na ra do Crespo n. 7
loja. /
Alugam-se os srmazens da ra de Apollo
ns. 1 e 3 qufkpfferecem boas proporcoes para es-
tabslecianentvde armsiem de aasucar. Tambern
se alug't conjuncto com os armateoa ou separa-
do o andar que tem o ultimo, bem como o pri-
meiro da casa o. 1. os quaea podem aervir para
residencia visto astarem reunidos: quem preten-
der, pode duigir-aa a rus da Cruz numero 3 para
tralar. *
Consulado pvrluguez.
O leilao da coeheira qae foi do flaado subdito
portuguez Joi Hygino de Miranda foi de novo
transferido para sexia-feira 4 do corrente.
Antonio Augusto Renguea de Masquita,
subdito portugaez, retira-se- para a cidade da* Pa -
rahiba.
Preetaa-ae fallar ao Sr. Josa Marcelino Al-
ves da Fonsaca, capitio do 6.* batalho da gaar-
da nacional, nagoeio de aeu ioteresse, na ra
Diraita n. 57. ____________
Ama de leite
Quem precisar da urna ama de leite, viada do
mato, e cuja conduela garantida, dirij-aa a ras
da Gloria n. 44. ___________
Aluga-aa uoaaaaiapropria para eicTiplorio :
na ra larga do Rosario a. 35.
Toda aUen Custodio Joa Alve Gaimaraes avisa ao raa-
peilavel publico, principalmente a todoa os se.a
(reguezes e amigos, que aa m.doa da loja da
aguja de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida a sntiga loja
de miudesaa que foi do fallecido Joio Ceg, hoje
aera conhecida pelogalio vigilante,e pedo ao
reapeitavel publico a aos seus freguezea e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimento,
onda acharso um grande sortimenlo de miudezaa,
queaffisoQa servir bem a vender por menos dei
on viole por cento. do qaa em outra qualquer
parle
Saques sobre Portugal, j
5 0 abaixo assignado.agente do Banco 1
Mercantil Porlnenae netta cidade, aaca.
effeetivamenta por todoa oa paquetes so-
bra o mes rao Banco para o Porto a Lis-
boa, por qualquer somma avista a pra-
zo, podendo lego os saques a prazo aerem
deacootados no meamo Banco, na razao
de 4 por cento ao anno aos portadoras
qaa assim lheconvter : naa ruaa do Cres-
po n.8o do Imperador o. 51.
Joaqujm ds Silva Castro.
3-Raa sttoita d Rosariav-S
'raaoiaea Pinjo Osorio continua a as- |
locar danta* artirkiaaa Unto por- aaoa do.
molas coma ato preaaaa do ar. oao ta- i
ceba paga alguma sem qua a bra naa i
flquem a voatade de aau donos, tata pos
eutras proaarace aa aaala acia4ilat)<|a>
para coaaorvaaio dabooca.
SEGVNDA ENGCid
DO
THESOURO HOMEOPATHIGO
oo
Vade-mecum do homeopath
pelo dou ter
UMM i. L Pllil.
late livro qae se tem tornado to popular,
quanto necessario, acaba de aar publicado com
todos oa melhoramentos, qaa a axp%i4M>cia i oa
progressos da .ciencia tem demonstrado. A no-
va ediceio em tudo superior
erra:
1.* Mais ampias noticias acare do CMativo
daa molestias, com indiesgoea mu proveitosas
doa medicamentos navas receatomeolo ezaeri-
meotados na Europa, noa Estados-Unidas a ao
Brasil.
S.* A expoaicio da doutrina homaopatba.
3.* O estado da aproprioc&o dos lamadlos aa-
gundo as predominancias do lemperamenloa,
daa idades, dos aexoa, a segando as ciicumaun-
caa atmoapaoricia etc., ate.
4.* A preservacio ou prc-philaxia daa melastias
hereditaria
5.* A pveaervaflio daa raolaalias pidemicas.
6.* Urna estampa iilustrada damoaslrativa da
continuidade do tubo inUatioal desda a bocea at
anua etc., etc.
Y.ndo-ae na phabuaci*. sspuai, bomkpx
psrasenbora como para menina a 2J, e 35.
feites de flores e froco do-ultimo Rosto a- 590, 1
o 1S500, diversos sortimeatos de chil e ea'sae
preta em relalho a 100 r. a covado, mala* para
viagem a 6. 8e 10J^. um completo aorlimeoto de
liras bordadas a ponto iogle, franja de sed, al-
eo francet, e outras omitas tazendas qae se vea-
de por prego muito barato por querer acabtr.
ENSINO
Pratico-Tbeorico
LINGUA FRAHCEZA,
9BGUSDO
O NOVO MEIHODO
DO
Dr. H. G.Ollendorff
PARA a
Aprender urna lingua em seis mezea
POR
CiceT PeYtgrin
Bacliarel em diretto.
2 voluntes em 8.*
Sab rameniP nova, e uu.ca escripia m n,T'' 'n e'"
aqoelle systema. approvada pelo cooselio 2re-
tor da instruegao publica para servir de compen-
dio as aulas publicas de instruca-o secundaria
da provincia, e accommodada ao uso de ornlos
pretenderam fallar e traduzir com propriedoda
a lingua franceza.
Acha-ae venda no escriptorio do autor, ra
do Oueimado d. 26, onde anda aa recebes ae
signaturas (7$000). .M a pubiicacSo do 2 tu-
rne ; depois do que vender-se-ho a lBaOOOos
exemplares.________
Muita attenco.
Urna pesaos com grandes habilitaces para so
encarregsr de eecripturaes meresruis de qual-
quer negocio, astim como tambera a meoiapes-
soa se olTorece para l^nsar conta de'cobranga
tanto nesta prega como para o mato, dsndo fia-
dor a sua conducta : na ra Nos o. 56.
r>.
Hoolem desappereceu o escravo Ciauoiano*
crioulo, de estatura regular corpo reorgado*
roato picado de bexigas, a tabega pon tu.n, levou
camisa de baeta amarella e caiga da riscadinha-
escaro : quem o apprehender lo Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, na ra do Quei-
mado n. 16, ou no Forte do Mallos n. 21, que>
aera gratificado.
Agencia Flumioense
CASA K
COMMISSOES EC0SSI6MC0ES
A rthur Marte C.
RIO DB JANEIRO,
Aua da Alfaudegi numero &2.
Recebem em consignago toda aquslquer mec-
cadoria, podendo o commiteole sacar a mtodo
da importancia de suss factura. 60 dias- da
vista.
Encarregam-se de representar qualquer case
commercial como agentes, assim como do- ven-
der e alagar esersvos pagando es alugaeisadiaa-
ladossem perda dediaa, comprar e vender casase
chacarea o qualqoer eatsbeleeimeotos comsae-
cial, fabril oa agrcola, coaranca de divida* a>
heraoQaa tomando a aeu oarajo o remeUer em
qualquer lugar qae se Ibes designar as quaotiaa
cobradas.
Tirara diplomas, cartea iraperiaes e toda a
qualquer eeriidle, dao mesadas, pagam peosoes
da collegio e compram atbete, da loleris.
Os proprietarios deste estabeleemanto aran-
tem a todas so psssoas qae se digaarem honra-
primeira, en- ,08 com sasa-ordoos, qae oapregaoao toda actUi-
dade neceaaaria, aflm do obter ao mais breve
lempo possivel oa ioteroaaes de seus commiiten-
les, a que encontratao- em todos ieua acus, leu-
dada a pootoalidade, qaa coavam a todo o com-
merciante que preaa sos. reputaeeo e que deaeja
augmenta-la.
Todaa aa pessoaa qaa quitasem hoorar os ao-
nuocianU.com alguma ordaas, podem aelleaaa
dirigir directamente coas toda conflanea.
a, I' i ma i mi i .....-----1 i
Praciaa-ae alugar ama ama lire ou.eacra-
va para o servigo totano da ama familia de duaav
pessoaa, menos para ozinhar : na rea do 1. >spi-
cio, aobrado n. 59.
TuicA. propitadada do autbor, roa da Saato
Amaro (Mundo Nava) a. 6.
Preceda aada exempUr. tsfODO
14. B. Oa aannofaaMsigaaataa qoairam man-
dar raaobar aau aaamatoraa.
a
Alga-aa por mes an aactoaa coaiebeiro a
oa tro para todo aervigo ; na ra Valha, aaaa aat-<
" taaao 35. ____________________^
Precisa-ais lo ama ama ; aa pateo do Tar-
ea n. la. aegande andar.
-~ AweaH-af.<> aUo" ea XYha "jata ao <5*
Remedio infaitiael conara at agasor-
rbeas antigs e recentes unic> deposito
na botica trance, ra da Cruz n. 22,
preco 3f.
H SBBBBSSXaBBBSBBX
ra awmmnwv*
Maaaal Firmioo Farraira parlwiaa o raaaol-
**\ publico, ajaa catando mentada ios fabrica
taephello cota bam matarUlajM MQaaaa adora
Inglaterra o Pranga, otlaiMO-M para maadar
retar com a mator CNaJaja.. a parUigao qualquer
ladnlbo de casas de morada, lerngos, armazena,
UcM a por proeja commodo : pode aar procara-
do na raa da Concordia, arpjuam da aataiiaas
numero T5,
IRnaAcom casa da padra acalque fica a ntaa.
faca 4o rio- Capibariba, asalto como lerrenoasuf-
actoetos para plaatagoes de espira e outras la-
vooraa, podando lar tambera vsceas da leite ;
queas pretender dirija-ae a ra dos Pires n, 35.
que achara com queas tratar.
*mi .. v
Veada-aa qae*r*aaoeo que aao* trsaa*
Usar 4e carapiaa: a a raa da Praia a. 31, segon,*
ao aa4.N
Roga-se o Sr. Augusto Carlos de
Souza Magalbaes o favor de apparecer
na ra do Queimado n. 47, loja do a-
f a satisfazer o pie nao rgnorsi.


assssHssBsssWasias'J
1 ILEGVELl


--.



J^
s
DlAliO jPiaiUM10CP. QIM ittBA M JDIHO 1^161.
rz
------------V
Consultora neicocirurgico
it-.par ambos os systemas,r
Um con*
Ututo cab'
1nenhu

PAhhhGBMDET
/
Sortimento completo de sobr
faltas a 25|, -28f, 30$ t 85|, pal'
dt cor 159,18f zuf. palttol-
nn riao la da 4 at 6, 10b
ssj ate 14J, ditoa da cor ele-
mento da xoupaa da brins
mtiai, casemira e rellu''
aanta a 4 a 5f, cal<-
mraaa, completo
doho a algodao "
coi ama g'
bm esti '
lineo*'
4c '
por im hbil medre de lemelhante arta
os, portanto sxeejtjamoa qaalqaar obra com
-er caaa
, 28, 30a 35|, caaacoa multo bam
retada 18 at 153, ditos da euemira
a da 89 al 14, dito a taceos da alpaca
at 109, calcaa prataa da casemira da
jino de todos os tamaohos, grande eortl-
.1 a colletas, sortimento'de colletas pretos da
.amento a 5 e 6, paletots brancoa de bra-
j um grande sortimento de azendasfinal e mo-
tas para homem, menino a senhora, seroulas da
da seda da Joario para homem e senhora. Te-
de grandea obras, qaa para
.0 finas
..miras ion
deaeda, lu t
.taiate ondex.cebemoa encommenda
e um peasoal de mais da
promptidio o mais barato
MNMZEM
ROUPA FWPA
Joaquim F. dos Santos
40Ra do Oueimarto40
Defronte do becco da Coi- a^o letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um nto com
todas ss qualidadoa e tambem se manda execuu or medv
tes para o qaa tam in dos melhorea profassores.
Caiacas ae panno preto a 05,
35f e 30000
Sobreaiacoa de dito dito a 35 a 305000
Paletota de panno preto e de co-
res a 35, 80, 25, 10, 18 a 0&000
Ditos de casemira de corea a 22,
1 Sf, ia#, # Oi#ooo
unos ae alpaca preta golla da
reliado francezas a 10000
Ditoa de merino aatim pratos a
de coras a 9f e 8J000
Ditoa de alpaca de cores a 5 e 89500
Di toa de al paca pretai 93,7, 58 a 8J500
Ditoa do brim de corea a 51,
45O0, 4 e 3500
Ditos de bramante delinho tran-
co a 6, Sf o 43000
Ditos de merino de cordao preto
a 15 e 8*000
Calcaa de casemira preta e de co-
res a 11. 10, 9f, 7 e 63000
Ditas de princesa e merino de
cordao preto a 5, 63500 a 4|500
Ditaa de brim branco ede coras a
5. 43500 e Sf 500
Caigas de ganga ds corea a |000
Colleta de reliado preto e de co-
rea liaos a bordados a 113,9e 83OOO
Ditoa de caaemira preta e de co-
rea liaoa o bordados a 6,
5*500,5 3|500
da
pleto de roapa (alta
da i rontado doa fregus-
Ditos de setim preto
Ditoa de seda e aetim branco i(
Ditoa da gorgurao da seda pretoa
e de cores a 7, 6, 4 a
Ditos de brim e fuslao branco a
3*500,13500 a
0*ivMla *lw It.lu. U, lli.hu 20 a
Dita* d algOdlO a lCOO O
Camilas de peito defastao branca
ede corea a 1*400 a
Ditas de paito delinho a 5, 43 a
Dltaa de madapoln brancas o de
cores a 3. 2500,1 e
Chapaos pretos de masa (raneta
'forma da mltima moda a 10,
8J500e
Ditoa de feltro a 6, 5, 4 a
Ditoa de sol de seds ingleses e
(rsncezes a 145,1*. Hf
Coiarinhos de lindo miito fines
notos faitioa da ultima moda a
Ditos da slgodo
Relogios de ouro patente e horl-
zontal a 1005, 90. 805 e 705000
Ditos de prata galrsnisados pa-
tente e horzontaes a 40 e 8O50O0
Obraa de oaro, aderecoi e meioa
aderecoi, palestras, rozatai e
sneia a
Toalhas de linho duzia 105, 6 e 9g00O
Ditaa grandes para mesa ama 3 e 43000
5000
53OOO
59OOO
2100
3O00
15600
79000
29O00
79OOO
9800
9500
. mudenca para a sua ora residencia, o proprietario deate estabelecl-
j reforma completa em todos os seas medicamentos.
-.a dique os remedios do sea estabelecimento nao se confundam com os de
io grande c/edito de que sempre gozaran, e gozam ; o proprietario tem tomado
js retir o sea neme em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
rle* (ue forem apresentados sem esta marca, e quando a peasoa que os mandar com-
jr ma or certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
0 com 1 sen nome.
..ro sin : icaba de receber de Franca grande porcao da tinctar* de acnito a belladona, re-
catea de su ama importancia e cujas propriedadea sao lio conhecidas que oa mesmos Sn.
oa allopathai empregam-as constantemente.
Oa medicam sotos aruls* qur em tubos qur em lindaras cuslarao a 1 o ridro.
O proptietai o deste estabelecimento' annancia a aeaa cuentea e amigoa que tem commodos
afflcientes para re :eber alguna escraroa de um e outro sexo doentes ou que preeisem de alguma
operaco, amanean io que serio tratados com lodo o diarelo e promptido, como sabem todoi
aquelles que i ten tido escraroa na casa do annunciante.
A sltuaco 1 agnifica da casa, a commodidade dos banhos salgados sao ostras tantas vanta-
gens para o promp o restabeleciment dos doentes.
Xa pesioaa < ue quicarem fallar coa o annunciante darem proeura-lo de manha al 11 horas
e de tarda das 5 ei 1 diente, e fora deitaa horas aebario om caaa peasoa com quem ao podero en-
tender rea da Glii n. I case do fandao do Dr. Lobo Moteoxo.
Aluga-se
o tercero andar da casa n. i 3 da
muito tresco, esom boaita vist.
trabar ao armaaem.
PretiaJl
letraa, gra
um pi
pratica e IsojIeaiUa para o enit
se ns ma sstrelta do Rosario n.
dar, cora o bacharel Christo'
dislO borss ao mi dia. e das
Roga-ie ao Sr.; prefeaior qo e cootratou na
ra estreita do Rosario n. 22, aegu ndo andar, an-
linar meninos fora da cidade, de enteoder-aa a
este.reapeito com o bacharel C. Xa ier Lopes, das
3 horas is S da larde, na mencin eda cu.
Na ra Diratta n. 69. prectsi
qaeno para caizeiro, dando fiador
ta, ainda meamo nao teado pratica
conforme o ajuste.
Foi alem disuft presente edicio enriquecida
de notas que # pdsm em dia coa os documentos
hi.torico*.: rteoteai6ole descobertos e dos eitu-
qu e sobr*vellei ie (tm ferio oestes ltimos
po s. A ssj>r|blbo dea cabal desempsoho-
Sr. conego Dr, J. Fernandes Pinheiro, o
s oossos lilterajss qW*om mais solicitude se
trege is pesquisa! biatorieas, e enjoa ca-
andam palas mokde ledos,
obra completa formara>0 magnficos Tolumea
2 4.', s 69000. "\
fiigaa-se e reade-se cada roame separad,
as principaes llrrariaa de Parnanrfeuco.
jilos
A obi
a
MAAEIOA CiPIfCM fi)E iEDClli
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
lAntiga loja fraeceza que foij
deGadaultraaNovan.il.
Acaba de receber desaaencommenda oa grande e rariado sortimento dedi-
rerssa mercadorias que se scham a rondana dita loja por menos 10 por cento do aue
em oatra qaalquer parte, a aaber ;
Agua de malabar
do rerdadeiro fabricante Lascombi, psra
tingir cabellos da cor qe se quner e com
um guia para sea aso.
Para presentes.
Ricas caisas de costars com mulita e
sem elle, o meihor presente que se pode
dar a ama senhora que se estima.
Para homeos.
Ricos estojos cootendo todos os utenci-
los necesiartos psra toilet de qaalqaer
pesioa que se trata com muita limpeza,
cooteodo aaralhas, lesouras, pentes, es-
coras, frascos para pomada echeiros, afla-
dores, tlnteiros, espelhos, paata para pa-
pis e maitos oatros perteacespara o mas-
an fia.
Eocerados.
Especia es psra cobrir mesa al, 15 500
e 29 O corado.
Para retratos.
Machiace de (adoses taminhos francezas
e amerianaa cfaiaoiaa psra trabalhar ea
todoa a procesaos, copos gradeados, fu-
nis de ridro, a grande sortimento de cai-
xiobas.-de chagrn, passepwtous de crese
pretos e doaradoa, caretas horzontaes e
rertieaea. papel para retratos a todoa oa
otencioB Uodeotaa a eata arle; lambam
se eollocam retratos ea csxiobas e passe-
partonr, mudau-se os qee estirerem mo-
fados lado a rontado de seas doee. ''
Ricas bengalas
de rerddeira cana da {odia coa pentei-
ras e eastoes de marflm, lendo nos castes
moito bonitss fiama a bertas em ratero,
aa mais bonitas ue se podem achar naaM>
genero.
Ditas de maaaa imitando ulicorne.
Luyes de pellica
do rerdadeiro fabricante Joorin & Filhos,
psra homeoe e senhorss, brancas, de co-
res e prtftas, e que continuarlo a receber
por todoa o raporea franceses proco fizo
39500 ra.
Espelhos.
Desde o maior al so mais pequeo ta-
maito com moldaras pelas e donradaa
para ornamento de sala, eende os ridros
muito grossos e de primeira (qualidade.
Para msica.
Instrementos completos de chavea e ,
apiaton e tambem grande sortimento dellea";
arulsoa com muiloi melboramenlos e d"oa '
ayitemis mais modernos do muito contae-
Cido fabricante Gaatrdt Ain. estes i ostra-
mantos se tornam muito recommeodsreis
por serem muito prfeitos, e os mais mo-
dernos que ezistem no mercado.
Objectos diversos.
Fumo de harlebeke, marilande, caporal,
rerrique e americano, para cachimbos e
cigarros.
Seroulas de algodo de cores para ba-
chos a 500 r.
Gamiaasfrancezisde todas as qaalidadcs.i
Capotinhos de Ua para meninos, muito
lindos de dirersaa corea a 1500.
Ricas capellas brancas e de cores psra
caaameotoao mais elegante que aqni tem
rindo neste genero.
Chicotes americanos e frsneezes com
aneis e sem elles para carros, cabriolis e
carado.
Bandejas grandes de 30 pollegadas 1 39.
Um grsnde sortimento de ocelos o lana-
tas de gro e miope.
Fundas para os quebrados dss ririlhas.
Velas para earro e piano.
Loques de madreperala.
Ricos punhos e graratinhas pars senhora.
Porcelanas e vidros.
ApparalhoedMafl ditos de porcelana
para jantar, caodeUeres de 4 e 5 lazes,
serpentinas e lanternaa com pioguetes e
asm elle, eaearudafraa 4m
e de coree, ricea UateedHI
eoape, cauces para vinbo e icoras,
as coa p.Mnhas de todos. 1
para imagen.*, rasos pora ior
doe para carroa de orea rjretos,
redondos o/aao>ades para botar praloi
lanternaa a ceodieiroa a gas.
brancas
SMAFS
WIMEi
cura radical a in-
sejam internas ou
aa de um pe-
a sua conduc-
, se Ihe paga
O abaixo assignado, (ando de t aeguir para a
Europa no meiado do correte me a. achando-
ae quite com todas as pessoes q ua com elle on
com a firma de Pacheco & G. ma olireram tran-
saeces, roga com todo a quem q'uer que ae jul-
gar seu credor, de o procurar na ra de Apollo,
armazem n. 12. para justar suas coates, isto no
praso de oito dias. Recife 8 de ji Fraociaco Jos Pach eco de Olireira.
Attenc i
Precisa-se do nm refinador
Nora n. 50, primeiro andar.
tratar na ra
Marilia de Dirceo
ELECTROMAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applrcadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
Com estas ( !hapas-electeo-magneticas-epispasticas obtem-se ama
fallivel em todos o casos'de inflamraa^o ( cantado 014 falta t respirando ),
externas,como do 1 igado, bofes, estomago, baeo, rins, ulero, peito, palpitado de coracaio, gar-
ganta, olhos, erys pela, rheumatismo, paralysia e todas as affeeces nervosas, etc., ele. Igual-
mente para as difff rentes especies de tumores, co.no lobinhos escrof ulas etc., seja qual fr o seo
tamanho e profui deza por meio da srjppuracjio serio radicalmente extirpados.
O uso del as aconselbado e receitadas por habis e diilinclos facultativos, sna efficaia in-
contestavel, o as i inuraeras curas obtidas v fazem merecer e conservar a confianza do publico
que }i tem a hon a fie merecer, depois de 24 annos de existencia e de pratica.
As ncommendas das provincias devem ser dirigidas por sscripto, tendo todo o cuidado
de fazer as neces arias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou enanca, decla-
rando a em qoe p rte do rorpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, pama, p, ou tronco
do corpo, deola ando a cienmferencia e sendo inchaQoes, feridas ou ulceras, o molde do seo
tamanho em um pedaco de papel a a declararlo onde existem, afim da que as chapas sejao da
foimaj da parte ai ectada e para scrembem applicadas no seu lagar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil
As chapas serio acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os acces-
orios para a col >eac2o dallas.
Gnsa: sea 1 pessoae que o dignaren* honrar com a sua eonnanca, em seu esariptorio, que
achariu abertoe t >dos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manha is 3 da tarde.
lyraa de] Thomaz Aotonio Goni'gs. precedidas
ae ama noticia biographica e do\ joiio critico dos
autorea estrmgeiroi e nacionaea\ e das lyras es-
criptas em reaposta a auas e aci^rnPanridas da
documentoa histricos por J. N,orberio de Souze
Silva, ornaba de urna eatame^ representando o
autor na masmorra da ilha/daa Cobras, 2 rol. io
8*.* primorosamenteirnpi ore bem encadena-
dos em Pars 63.
Eis o que se l no Jo.
dia 23 do prximo paseado.
c Urna boa ora temoa para
das letlrss patrias : ama esme
troras de Thomai Aotonio Gon
de todoa pelo nome de Marilia a
re-se este apreciavel trabalbo ao S
do Souza Silra, que com lourarel
mmercio do
amantes
i o das
cida
"Se-
Norberto
edicacao is
PERTO
va do Parto
~0 DA CARIOCA
b filial
Para as encommendas informacoes diriiam-s
ma dn (Junimado n. IS.
19
-5A ft phfti*m*a
HkaarA
Especial
1
ILTIHW
hOmeopatliieo
Pateo da Matriz de S- Autonio n. 2.
Nesu consultorio pode ser procurado o respectivo proprietario i qualquer hora havendo
ah sempre grande sortimento dos verdadeiros medicamentos homeopalhicos, preparados em Pa-
rs (as tinturas) por Calillan e Weber, os mais acreditados pharmaceuticos do universo como
preparadores de remedios de homeopaihia.
9 propietario desto consulu 10 nao pretende, todava, que sejam os seus medicamentos
infalhveis, porque nada ha infall'uel em Jacios humanos; nem lio pouco superiores aos que por
ah se preconisara, porque certo que o que nos fazemos, outro o pode egualmente fazer lio hora
senio meihor. Has afiance que nello nio ha traficancia, e que o servico da]preparacio como por
elle mesmo proprietario, que nSo tendo grandes commercio de carteiras, acha-se sufficiemte para
satisfazer is neesssidades daquella preparsjao.
Reste consultorio acham-se i venda elementos da homeopaihia, aeommodados i intelligencia
de qualquer pessoa ; assim como presla-se gratuitamente o seu proprietario, com seus esforcos e
medicamentos, i todas as pessoas necessitadas, sem disline;io alguma, que o procurem, pois
que o seu maior prazer ser til i humanidade soffredora.
ENSAIO MDICO-LEGAL
Sobre os ferimentos e outras offensas physicas com applicagdo
legislaco criminal patria.
nossss glorias luteranas empree leu formar
ama bibioiheca brasileira dos mel-ore$ autores
nacionaes antigot e modernos, sendo a reim-
preasio das lyras de Goozaga o primeiro resalla-
do seu lidar nesta ardua, mas nro iogloria ta-
ris. Se foi o primeiro, estamos certos que o
bom acolhimenlo que Ihe despensari o publico
far com que nao aeja o ultimo.
c Nao ae julgue porm que o Sn Norbarlo se
limilaaee a urna simplas reimpresao. Alem de
empregar nesie empeoho o disseroimento do
critico, eacoi'mando de erros quaoto Ihe foi pos-
airei as edi^oes anteriores, com o que de urna
cousa oa apparencia fcil fez outra que nao
para todoa, eoriqueceu a obra com urna serie
de trabalhos que formara um roame igual ao
das lyraa.
< Nesse rolume offerece-nos o Norberto,
depois de ama advertencia sobre a tente edi-
co e algamas reflezes sobre aa eriores, o
jaizo critico de varios escriptores oaes e es-
trangeiros acarea das poezias-de ana, urna
noticia sobre s rida e obraa df riqaecida
de muitas notas e seguida de p Qci>t .2 d0.cumen'< hiatoricos aigu8 dos)}U.es
inditos at agora e de grande' Ta\or> e rem.t.
do Dirceu de Marilia,
nao de todo coohe-
r. Oroa eata edieco
o poeta oos carce-
uaa Cobras,
batida questo sobre a ter-
i-a o Sr. Norbeno por de-
le do Porto, mas fosse qual
as suas lyras, ialo a
inguem as disputa ao
pela reproduce?" d
oa lyra-
cida er
urna ea
i rea da
* A
ra natal .
cidida a favor
foase o berco
aua parte im
Brasil.
f Trabalh
glos.
a O Sr.
m nao carecem de'elo-
o editor desta baila
* iliterarios nao o
--ra rd.. .
Vende-(ie em Pernambiico as principaes li-
vrariss e no Rio de Janeiro oa do editor B. Gar-
nier, ra do Ouvidor
primeiro que ihe dere dc
mtKmmmm
i Consultas medicas,
l
8
hender m-
tetbodo. J
TAA, com-
do iostitato
)r. Joaquim
al
CYRILLO DILERHANDO 17A SlLVEIRAv-CO0-
peodio da grammatica da lingua port&ueza.
1 vol. lo-8.......... ^WOO
Adoptado pelo cooselho de inatruccaopublir CARLOS LOPES-Noro systema para aladab*--
lingua latina, 2.a editcao melborada. Aut|
sado pelo cooselho de ioatruccio publica,(
lado oo imperial collego de Pedro II e
muita outros da corto e do interior. 1
MONTG (DORD E)*.-4hru graaai41!?
porlagueza-franceza, oa methodo pratico p"*
aprender a lingua francesa, seguido de
tratado dos rerbos irregulares. 2 rolao^S
ln-8...........40JU
FALLETTI.Grammatica da llaga* italiana,
guida de aigumas obserrscdtef por ordem a'
phabelica. i rol. br.......SaKMXl
NOCOBS PRATICAS E THEORICAS DA LINGUa!
ALLEUAA, compostas para aerrirem de com-|
. peodio no imperid collegio da Pedro II, por!
Berlhold Goldschmidt. professor no meimo
collegio. 2 rol. io-8 ene. .... 89000
Comecar o estudo das liogaae pala parte pra-
tica e lermina-lo pela parte iheorica, e ela u me-
Ihodo do autor. Que este rerdadeiro e o
maia proficuo, nao preciaa de loogas demonstra-
res. Todo o homem de bom acoso, todo o ho-
mem de raciocinio lgico coanpreh)""1"'* -
mediatameoje aa Taolageosdeata me
CATECISMO DA DOTRINA CHRIStI
posto para o eosino dos alumno* do
dos meninos cegos pelo conego Dr. jo,
Caelano Fernandea Piohtiro. Iste catecismo
foi adoptado pelo cooselho de ioslrucco publi-
ca para as escolas primariaa da corle, pelo im- .
penil collegio de Pedro II e maitos outros da
corta e do interior, approrado pelo Ezm. e
Rvm. Sr. bispo do Rio de Janeiro. 1 rol. in-8
grande. :.......laOOO
COLOGERAS [i. B.)-Compendio da hiatorifda
idade media. A obra compor-ie-ha de 2 ro-
lumea in-8 de 800 paginas, pouco mais oa
meos, ornados de um grande e magoifkol
mappi colorido da inrasao dos barbaros, e del
quadros synchronicos. Prejo dos 2 rolumesl
muito bem eacadernadoa .... 89OOO1
O mappa reade-se ea separado, preco. 3O0O
COMPENDIO DA HISTORIA UNIVERSAL, acon-
tado no imperial collegio de Pedro II. or
Juatiano Jos da Rocha Historia amiga {
w.T0'* .'............28CMVI
Hlitona da idade media 1 rol 29400
AVILA (Jos Joaquim de].Elementos de alre\
brs, 1 rol. en 4'. .... 2360<
ELEMENTOS DE ALGEBRA para uso dos coU
legios de ioslrucco secundaria. 1 rolume
m 4*. ......., 3aOOO
EEBI1ENTOS DE ARITHMETICA. 'compendio
approrado pelo conaelho de inslruccio publica
e adoptado pelo impe.rial collegio de Pedro II
pelas escolas publicas e por muitos collesios d
corte e do inlerior; 1 rol. em 4#. 2hHhn
ELEMENTOS DE IARITHMETICA (tt ^Z
Compeodio adoptado pelo conaelbo di ta
ioatruccio pubUca^^pjanrMffoivtr do go -
,^PiLu5^^scolegios de islrucgao p,.
TzT... 1 rol. em 4*. ; IMin.
POESAS SELECTAS DOS AUTORES MAIS i"
LUSTRADOS anligoa e modernos. 1 roluc.
in-4......., ; I950I
Esta obra recommenda-ae aos pas de famili,
e directores de collegios pela boa escolha das
poesas que a compoe ; at boje sentia-se a faf-
ta de ama obra neate genero que preenebesse o
m desojado, podemos asseverar que a mal a
mais extremosa pode dar este lirro a saa lha
aem temer pela aua innocencia ; oa homens en-
carregadoa da educaco da mocidade podam ter
a certeza de encontrar nesta colleccao as poesas
mais proprias para formar o corajao, ornar o
espirito e apurar o Rosto dos seus discpulos. >
F,ii<5nr,Tn n. rktoma. patria, mnudos
infancia pelo conego Dr. J. C. Fernandes "

g
JOS SORIANO DE SOUZA
. Doutor em medicina pela facoldade do Bio de Janeiro,
"Obra especialmente destinada s autoridades criminafc
/
Ha muito tem po que era geralmeote sentida a falta d'uma obra, que podessa auxiliar as
notsas autoridades criminaos na formacao dos corpos de delicio de ferimentos e d'outras offensas
physicas; fot com tntencao de encher essa lactina que o Sr. Dr. So-iano compz o presente
Ilmom. Existe em lingua portuguesa aigumas poucas obras de medicina legal originaos ou tra
dundas; mas estas alm d outros inconvenientes que lomos ouvdo allegar, tem o de nao eonlerem.
nem poderem ronier o qU 60 mais essencial em um trabalho d'essa nalureza, que ven a ser o e
Uido da legulajao patria. Ora essa, falta se acha preenchida no Ensato de euia publicaeio asa-
mos encarregados.
Acbando-nos na impossibilidade de dar ao publico urna noticia exacta, e circumslaociada da
presente obra, tomamos a liberdade de^jopiar aqui as ultimas linhas com que o seu modesto autor
termina a introducto da mesma obra. H uwwwiur
o ~?J?m ntD?50 de 5cneo,rer P" easa fim louvavel, (o progresso da sciencia) qcepubli-
co esu. pequeo escripto, nao qoe lenha a preteocao deh.ver de modo algum aaafeilo o fim
que e desuado, mas o fsco aomeme com intencio de que poderi seivif para ciumar a alaucio
mais competen-es sobra este objecto tao deslsmbrado entra^dt. Esle esripto
PELO
DR. LU1Z JOAQUIM DE OLIVEIRA E CASTRO
E ANNOTAD! PELO CONEGO
DR.J. G. FERNANDES PINHEIRO.
Magnifico* volumes em 4., primorosa-
mente imprestos e enea dernados em
Pariz, 6000 cada um.
S' geralmeote recoohecida como a meihor
historia do Brasil a do i Ilustre poeta ioglez Ro-
berto Soatney, pela imparcialidade que dita a aua
elegante penna, bem como pelo juditioso uso que
soube fazer doa preciosos documentos que tere i
saa disposicao. Pe o mando litlerario cabal
joatica i eleracSo de pensamentos e aos grandes
predicadoa do historiador ioajez: Humboldt, ris-
condes de Cayr4 e S. Leopoldo, Porto-A legre,
Abren e Lima, Varnhagem, Constancio, Saiot-
Hilaire, Fardioand Denis, ArmUage. e mallos
outros fsllirio delle coa es aaiorea elogios.
Nta8em depois delle esererea sobre o Brazi
lgumas nocoea sobre as feridas e varias utres offensas physicas: na segn ?o om breve ludo ^JELFESEtC? ^lUS^Z^^rV
&se1crnZt.baT.?riV, ?*!' rS^ 6U ^W*3 ^ ^ pJSs%&ttt&
sieoes se acnam neste .trabalho-; que nao sendo desunido aos profissionaes devera contar um*
eaposicao subsianea clara, precisa e sobria de delalhes, e todo mundo pode iulgar quanio 6
diffietl satisfazer i tal miento. Mas considerando oestes defeitos que dono titulo^. Bunio.
* !0,/!!'!.SL-^,,n<>d^qu!,be P018' d,r ou,r* ^'i P8'0 nl0. com o auxilio
"Ti* diminuir taes defaitcs.
como vae, poder ser til i alguem, fica-
melbor executa-lo, que ao menos se atienda
Ubi de sint vires lamen est laudando
fea jo/fe j.aulorisada, poder
Eutreanl se este trabalho a
rei eom iaao bem pago; e ae me falla
em meu faror i boa vontad com que
voluntas.
Becebam so asaignaturas na Hvraria Econmica.
1 Voluaeem8.a 59000
Jos Nogueira de Souza.}
Serao dadas todos os das pelo Dr. Cos-
me da Si Pereira no seulescriptorio, ra
da Cruz n. 53, deade ia6late.oj.i9 bota,s J
da manha, menoa aos domingos; sobre... flh
1.* Molestias de olhos.
2.o Molestias de coraco e de peito.
3.o Molestias doa orgos da geracao e
do anua.
O exame dos doeoles seri feito na or-
dem de suas entradas, come^sndo-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chinacos, acsticos e p-
ticos serao empregados em auas coosul-
taces e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
cauta da molestia, a dahi deduzir o pla-
no de tratamentoqae dere deslrui-la, ou
curar.
Varios medicamentos aer&o tambem
empregadoa, gratuitamente; porm i
pela certeza que tena da sua rerddeira I
qualidade, promptido em saus effeitos, S
e necessidade do seu em prego argente R
que se usar delle?. >
Praticara ahi meamo, ou em caaa dos n
doentes loda, e qualquer operaco que |
julgar conrenienle para o restabeleci- api
ment dos mesmos, para cajo fim se acha 2
prvido de urna completa colleccao de 1
inatrumentos indispensarel ao medico m
operador.
Deitsri olhos artificiaos ; para o que 8
se acha prevenido de pegas e iostrumen- S
tos necetsarios.
Por meio de experiencias pticas indi- .
csri sos doentes qual o grio do ridro dos 1
ocalos derem ter para qaa ua rista fl- S
que bem acomtpodada, e jamis se fa- 1
digut quando estirer applicado ao tra- g
balho.
mwmTm mmi
TRADUZIDA DO INGLEZ DE
ROBERTO SOITHEY


SYSTEU MDICO H00BfcL0WA
PI LULAS HOLL W.r
Este ineslimavel especifico, omposlo inteira-
menle de hervas med'tcinaes, nao conlm mercuj(
rio nem alguma outra substancia delecieria. Bei)
nigno i mais tenra infancia, e a compleicio masA
delicada; igualmente prompi e seguro par*\
desaneigai o mal na compleisao mais robusla
jenteiramente innocente em suas operacoese ef-
'eitos; pois busca e remove as doencas de qual-
uer especie e grio por mais antigs e tenazes
ue sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com esu
medio, muitas que j eslavm is portes da
morte, preservando em seu uso conseguiram
J recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais a filie tas nio devem entregar-sea des-
esperacao; fajam nm competente ensaio das
efficazes effeitos deste asombrosa medicina o
presies recuperarao o beneficio da saude. '
Nao se perca lempo era tomar este remedio
A ara qualquer das seguales enfermidades: -
qoe adquirir na os seos litros;
Sendo porm a edicio logleza rariasma e
de
ana preco fabolose. pouco rulgartaada entre
oda a lingua de Milln
---------, ra lio aa pessoas qu
tsnham em suas bibtiolbecaa a primeira historia
do Drazil, as'.ripti por um homem de quem nos
daremos afanar qoe em semelhante asaampto se
bsjs oceupsdo. Esta falta acaba felizmente da
aupprir o Sr. Dr. Loiz loaqulsa de Oliraira e Caa-
tro, vertendo para o nosso idioma todsa aa galas
6 ? urf.d- e,,y, q"6 Btram nd origl-
S1'!!- 2WIi"#1!f ?""dnd0 mate ascrapoloas
fldelidade, imprimio-lhe este caobo clawico de
jaa tanto necearitara ana obra d tai fpHiiat.
ccidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
\ k reas ( mal de).
lAsihma.
IColicas.
Convulsoes.
bebilidade ou exienua-
( ci.
Debilidade ou falte de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta,
r-da barriga.
+-nos rins.
uureza no ventra.
Enfarmidade no ventre.
Dras no figado.
Di Jas venreas.
Enchaqueca.
flotysipela.
Pebre biliosa.
f'ebre intermitente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
feeral de Londres n. 224, Strand., a na loja
ide todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do bul, Havana o Hespanha.
Vendem-se aa boeenhas a 800 rs., cada
urna deltas contera urna instruccio m portu-
guez para explicar o modo de se usar dess pi-
lutes. r
O deposito gsaal em casa do Sr. Soum
pbarmaceutico, aai4a Cruz n. 22 em Psr-
nambuco.
Febreto da especie.
Gotta.
HemoTrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mraace?.
Irregularidades do
menstruacio.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstruccio do ventra.
Phlysica ou consump-
o pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yeoareo (mal)
,
Vendem-aa
jadeW
ia. ... sa
fllWjOS.
a DireiU n. 99, defronte da
jaeijos rlodos do norte no mU
aa2Ju files a 1*800, fl-
eta lffer* a 560. ditos de qaa-
losdl^^H
Iba a 4WT alelria a 400 r>., macarrlo e Ulharlm a
3) a libra, canoes da d>>ce de goiaba a 11500
touclnho da Lisboa a SaO.WB > 0. S2
do reino .10. libra, .os a 140. dUoVT
gomma 0, manteiga inglea a S tt.V
l
qo.ltd.das. 500. 660. eif 800 ,/ ^UJteht!
alto grandes vindaa da Lagoa a 400 ra aaV
trosmsitosgsasros. ,w*' *
UTILADiO
.----------------------------------- .
- .-. ___

BSsWssflsssl
ssVsss
ILEGVEL



w

aw y-1
Grande arma
Joao da Silva Ramos,
lade
^
rr$ m
izas,
A cua do Queimado n. 49.
o

*
<:
I
?

io ejtjincisco de
rio destej
io delta
ue desde 1
Concia
ono da un
mudoe-ae pi_
andar, e contina
r comida f^
a freguazia,
r, anim como
Wigilhiti Juuior,
to participa ao
s os m deve-
aaez o Sr. Fran-
de aor seu cai-
to italiana do neceo
i da Cruz n. 9, ter-
eitibelicimento
Izarem hoora-lo
obilhadoa para
liooislis para co-
GRANDE
Laboratorio a vapor
Alu
um sitio na eitrada de
a capaila da Cooceicao, o priesa1
boa caaa de pedra a cal. e baata
a tratar ^^^i
fronte da igreja.
artos pissjH
a direitajfffffJ
irvoredos de
acia n. 14, de-
j Preciae-aej
1 mulher forra para
na am
DB 1811.
umipi^eaoa familia; o i
^^KaTeTe^^ta
r preta captira on ama
r a fazer o servigo de
rea da Cruz o. 9, ler-

Oa melborea moa bindejei eafeitsdsi coaa eaatelloi, com malta
perfeigio, para cissmento; aiaim como pudioa
e todaa aa qualididei de paatelaria, e maia em
coota do qoe ib oetra quilqaar parle : quem
preciiar, dlrija-te a rea de Santa Rita o. 51.
OTm lypographia am pe-
i aigaai ilgum de outra cor,
''am o ichou trazeodo a
fleado.
O Sr. Cyrilo Aotonlo da Coata queirl por
favor apparecer la rea da Cruz o. 11, armazem,
a negocio._______________________ .
Nradnca.
:
Sea mudaram o aeu "J
rua da Qadeia n. 53, (
o n. 10 B, antiga a
loja da fatendaa outt'ora *
Irleocente a Adriano & Caatro. V
beN
"ma da Cruz sobrado n.
r
u
I
13, ha
gar um mulato e um moleque
uro e copeiros, assim como
sifajtXapuDga no porto do
com muito booi commodos
na familia : quem desejar urna
tra cousa dirja-se a ra cima
achara' com quem tratar.
- Procita-te de mi ama forra ou captiva
a todo iervM mi caaa de poaca familia :
ros delortaa u. 50.
DE
Lavageni e engommado
de roupa, de Ramos A Pi-
mentel.
Empreza importante, qae vil preatando rele-
vautei lervigoi aeua reguezea pela promptdao
a pereicao com que lava a roupa lem a eitragar
PRECOS.
Roupa aortida [embora nao venhim metal nem
lengoi) 40 ra. por peca.
Pecaa grandea iaoladamente 100 ra.
Roupaa de navioa, Tapore e bnaptloea 70 ra.
Dita de fimllia qae nio fregueza 80 ra.
Dita de doente de familia que nio freguexa
' Urna rede ou cortinado de cama om veranda
O preco doa engommadoa mdico e confor-
ma aa pecaa, como coitamam laxar aa eogomma-
deirae. O praao da entrega da roupa lavada 6
8 diaa, e eogommada 15, Beodo qae muitae vezea
it prompta antea do praio. Depoaito na ra
Novi.
Precisarse atugar urna ama sccca
que saibi lavar e engommar para o
servico de urna casa de pouca familia :
na ra estreita do Rosario o. 10, segn*
do andar.
8eee *> $
Francisco Ferreira Correa *
0 tendo d regressar boje no **$
0 vapor Cruzeiro do Sul para o dj)
Rio de Janeiro com destino ao sj|
Q Paran, e nSolhesendo possivel djj)
Q despedir-se pessoalmente de to- Q
d dos os seus amigos, o faz por
dj| meio deste oFerecendo-lhes o djpj
seu exiguo piestimo. Recite 30 e
m de junho de 1862. Q
Offerece-ie para criada de urna caa de pou-
ca fimikia, urna Pottugueza : a tratar no primeiro
becco n. 4, que flca em frente da roa dis Florea
e da cambo do Crmo.
pparere
quede gato reto,
eafftypogripnlri
Irmandad*?;
Jess das t
da Parajjzo.
Domingo 6 dol correte, no
aa irmaadade, deber tef lujar. ^
que tem de reje-'la no futura anno
Por ordem da mjeaa actnal alo conv.
o nosaoi esrissitnoo o reipeitiveii Ira.
parecerem ai 8/1 [2 born da manbir
proceder a ess? acto, logo depoia de
mina votivi de Espirito Saoto.
Conaiatorio da irmaodade do Senhor
tua dai ChigasJ 1 de julho de 1861.
Franuaco de Paula do Patrocinio,
Escrivao.
hor Bom
igreja
io da noa
da meta
M863.
oa
b
Fumoa
Para luto.
apeos largos e
lado n. 2,
Attenco
Aig
Veode-se superior algodo a | lar
Rurai, proprio para leogoei e toalbia de meta a
^,** V,? :." ,M 0timado n. 2S,
bem conheclda loj da boa l.
A 2,400 rs. a rtuzi^.
Leocoa brancoa Booa para algibei' 0L\a dirat-
nato preco de2400 ra. d.|a8: n C^'"?^:
eida lo,, da boa f. f ^\^o T^
Cambraias Je cores
",0 fln,oel'o baratlaaimo preco de 260
. na loja da boa f na ra do
\ Vende-ae a loja da fazeodas da roa do Quei-
ibV \ 47. com poucoa fundoi, e muito afre-
te, boa pra qualqoer priocipiaote que
.re io eatabalecer: a tratar da meama loja.
Algodo da Babia.
Proprio para roupa dt eacraana aaccoi de aa-
lucar : vende-ae oa ra da Cruz n. 1, aacriptoro
de Antonio Laiz de Olieira Azevedo & C.
/
Perdau-ae na quaria-feira 3 de julho da
ra do Rangel M*S o boteqnim do Policarpo, urna
luneta de ouro om doua vidroi: quem a achou
querando reiUtoJf dirija-ie a loja da prac.a di
Independ o. 64 8, que se gratificar genero-
ai mente.
Attenco.
5
Na ra daiAgun-Verdeigjta23, ciaa de paito,
fornece-ae mida bem ftitrepor barato prego
para qaalquer peaioa ; igualmente tem todoa oa
domingoi a ucelleote mo de vacca para oa fre-
gaezea amanba de tao bello patiico: na maama
preciaa-ae deuma peaaoa para conduzir comida.
Permuta-ae urna caaa terrea na ra ao Fo-
ro por outra em qualquer ra : a tratar na Praia
de Santa Rita n. 55.
Agencia de passaporte.
Glaudino do Reg Lima tira paaiaporte para
dentro e fora do imperta por com modo prego e
oreateza ; na rna da Prala, primeiro andar n. 47.
^KfHarfUXmOTPU^aW ^a*W ^S^Beaaai^Pv^UW^aw
816Una da Cruz-A 6
Ra estreita do Rosario n. 22,
primeiro andar.
0 dentiita Numa Pompilio planta dentea irti-
flciaaa por grampoa e ligiduraa e a trreaaao do
ar, dantea ioeorruptiveie aobre ouro, ayatema
norte-americano e fax todaa as operagoei de aaa
rta e com promplido e limpeza
tretiiia americano
retratista americano
' -etratiita americano
' ^ratiila americano.
>Rna do Imperador
Ra do Jmoerador
V RualmP"^
Nov oa ealyloa de ambrolypo ~*
NoToa ealyloa de ambrotypo
or oa eatyloa de ambrotypo
or oa eatylos de ambrotypo.
Multo bantoi
Muito baratoa
Multo baratoa
l Multo baratoa.
Lindoi cartees de Tiiita
Liodoa cartei de visita
Lindoi cart de viiita
"uduv,. -_arti de viTtfl \..v
S
i
I
I
:
Dentista de Pars.
15Rut Nova15.
Frederico Gautiar, cirurgio dentista
faz todas as oparacoes desua arte a e co-
loca dentes artificiaos, tudo com .adela
fifrumdade a rjerfeieao que as passoas-,en
5. candidas lhe roconhecem.
Tem agua e pos dentificios, etc.
Gabinete medico cirurgico .
8 Ra das Flores n. 37. m
Serodadi conaultaa medicaa-cirurgi-
ca pelo Dr. Eatevao Cavalcanti de Alba-
querque da 6 aa 10 boraa da manhla, ic- #
cudindo aoachamadoacom a maior'bre-
vidade possivel. 9
m Ia* Partoa.
S.* Molestiaa de pello.
3.* dem do oiboa.
m 4.* dem doa orgaoa genitaea. 0
Z Praticar&toda o qualquer operario am
0 aeu gabinete ou em caaa doa doentea con- #
saj lorme Vu*"",Ar ""^ <"0'*~on6nti. #
0 Wvro ^
Sahio luz publica oL,..
cado aob a direccao d Sr. Dr. ^
driguea, e contm ajvida de N. S. Jeaua Chriao;
segundo a narrara* doa quatro evengeliatas, e
miu os leguiD' ,rligoi: o vigario, o profeiior
prnzrtTft,, o bom bomem Ricardo, a moral prati-
ea, Simo de Nantua, mximas e pensamentos,
a bygieoe, os deveres dos meninos, e o Rrasil.
A pubiieacao dn I rvnn no oo .*. ,..
p<" c -^i.rmiiar a leitura naa escolai ptimi-
riaa, onde cada menino aprende por um livro
difireme, e portaoto facilitar o trabalbo do mea-
tre e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
um preQo baratiaiimo, a historia do ailrador do
mundo, e oa melhorea preceitos de moral.
Vende-ae o Livro do Povn- no Recite, na
livraria da praja da Independ%peia na. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochura, a a 800 k. car-
tbnado.
O Dr. Rocha Bastos
d coniultos todoa oa diaa.
Gara radical o em pouco daa moles-
tias ayphiliticas e dos orgaos genito uri- 1
narios.
Cooaaltaa de graqa daa 8 aa 9 horaa da |
manha. S
Aluga-se um aitio no principio da Estrada
Nova, com boa caaa de morada, cocheira, aatri-
baria, qnartoa para pretoa, dos grandea baixa:
de espim e alguna arvoredoa por barato pretoa
na ra da Cruz n. 56, ae dir.
Caixeiro
>vai
bi*iim braaco de
Vend-ie aup
Jado pelbbaratihi
9600a vha, dito n.
e de linbo p do n. 22, oa Bem conb
Kn,
RicioV basq
"o de linbo tran-
'19200, 1*440 e
de doua floa
do Qoeima-
f.
A loja da boa f receben aape.
de muito floa cambraia a }mltac,io
bordadoa e enfeitadoa com apurado
vende pelo barato prego de 8? cada 1
aido aempre aeu cuato de 16$ e 209, aprea.
poia em compra-loa na meocionada loja da
f, na ra do Queimado n. 21.
boa
Offerece-i' urna peasoa para caixeiro
braocae nata cidade com pralici para
amigavelmite ou judicialmente : quem
presumo iequizr utilisar dirija-ie a ra
ta n. 19, li
de co-
cobrar
de seu
Direi-
Aluga-B um preto da Costa bom trabaja-
dor de padari tanto de maceira como de forno :
a citar ua rii do Sebo o. SO.
/
Attenco.
Antonio Cesario Moreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aosseus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
le^lTeosn.i, est yendeu
ido por mehosife que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
bpa qunlidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Gasa de saude em Santo
Amaro.
Dr. Silva Ramos.
Eete eetabeleciment j bem coohacido, e con-'
eeUuade>Heata provincia peloa relevaotea aervl-
50a que tem preitado, contina na melborea cea-
diQdes debaixo da dlreccio de aeu proprietario i
recebar doentea de todaa as dieses, oa quaes ae-
ro tratadoe com todo e zelo e interease pelos
pre-joi aeguintea :
Primeira/lasse.... 3J>000 ou maii.
Segunda dita...... 29500.
Terceira dita...... lO0Ox----------
Em quelquec daa clasaejSr^raocoe flearios*
paradoa doa negros. Os alienados de i." e 3.
'Caoioi pagarlo a diaria ordinaria,
pagaro maia a quarta parte. Os
* claiie pagaro segando o ajusta.
jendO',mi
iad
Aotoi
tebtem
nhia de
vios, m<
ra da
hia Fidelidade de se-
maritimos e terres-
stabelecida no Rio de
o. com o capital de
0:000^.
gentes em Pernambuco
io Luis de OliveiriAzavedo & G. compe-
le autoriadee
iguroa Fid
rcadoriaa e p
rnz n. 1.
iida com pi-
ada ni-
eacriptorio,
Na trarosa da ra das Cruzes n
2, pjimeiro andar, tinge-se para todas
sa cores com presteza, e com modo preco.
Aluga-ae a caaa terrea da ra o Fogo n.
16 : a tratar na ra da Cruz n. 1, eacriptorio de
Antonio Luiz de Olivaira Aze*edo.
OsSrs. Yicente Elias Cavalcanti
de Albuquerque, morador em Ser-
nhaem, tenha a bondade de apparecer
na ra Nova n. 47, loja de Bastos &
Reg, a negocio que n5o ignoram.
Mudanca.
^ Manoel Antonio de Carvalho &
am com loja de f&zendas na ra do a
? Queimado n. 17, mu dou o seu !
5 estabeleciment para a casa n. !
: 27 da mesma ra..
Precisa se de urna ama para cozinhar e
comprar ; na ra daa Larangeiraa n. 16.
Escripluraca.
Urna peaaoa habilitada em escripluraca mer-
cantil por amboa oa syalemai, dispondo de al-
gumaa boraa vagai prope-ie a tomar conta de
algumaa escriptaa, para o que podec ser procu-
rada daa 6 aa 9 horaa da manbia e daa 5 boraa
da tarde em diante : na ra do Imperador n.
81, aegundo andar.
PEQUEO CURSO
DE
r'himlca- Agrcola
POR
F. MAL AGUT.
Acaba de ebegar de Antuerpia/eata interessan-
tusima obra, vertida em portue/iez pelo primei-
ro tenste de egenbeiroa Ph/adelpho Augusto
Ef/.TS'IiJ-ffS.vf "I muito ecommendavel se
orna aoa noiaoiagricunorei/|ue ueu" *utu*-
trarao theoncmente todoa/oi melbonmentoi
de que auiceptirel easa fnte de riqueza do
noaio paiz. f
Acha-ae i veiida, pela/diminuta quantia de
i, na livraria db Sr. Figueirda oraca da Inde-
pendencia ns. 6 b 8. ns Vio Srs. Oliveira & Gui-
maraea esquina do Collefeio, e na ra estreita do
Rosario tyuegradhi commercial.
\tten?o.
O dono d casa de posto italiana do becco da
Boi, mudo-ge para a ra da Cruz 0.9, ter-
ceiro andar, continua com o aeu eilabelecl-
mento de d' comida aa pessoaa que o qulzerem
bonra-lo i aua freguezia. Tem quartos mo-
bilbadoa a lugar, aisim como toma pendo-
nistas p comida.__________________________
Al' se o terceiro andar do sobrado re-
conitruk j pintado de nove, sito na praga do
, esquina da rna do Trapiche n. 48 :
cesmo.___________________________
ico Honhard, cldadao auiuo, vai pa-
Lazinhas muito finas
para vestidos.
Supariorea laaziohis psra vestidos de muito
bonitos psdrdesque se vendem pelo baralinimo
prego de 440 ra: o covado na ra do Queima-
do n. 1S, no loja da boa fe.
Agua de colonia ambria-
da.esem o ser.
Basa ealimada agua de colonia ambreada, de
que tantoa a tanto lempo aeotem a falta, acaba
de ebegar em bonitos fuscos verdes, os quaes se
esto vendendo a 19500 cada um ; asaim como
chegou igualmente um graobe aorlimento da
verdadeira agua de colonia de Piver em frascos
a gsrranhai de differeutea tamanhoa, tudo ia-
ao na ra do Queimado, loja da aguia brao-
ca n. 16.______________ _______________
Apparelhosde porcellana dou-
rada para cha de bonecas.
A loja da agua branca desejaodo que todua
facam a vootade a auaa bellaa meoinaa est ven-
dendo commodameDle estes bonitos appirelhoa
de porcellana dourada, e pintada a 1)500 e 2J,
tendo cada um 6 casare* de cbicarai; e os mata
perteoces, a vista do que todoa irao (mooido.de
dinbeiio) psra compra-Ios na ra do Queimtdo
n. 16. .jt _____________
**,os paliteiros de porcel-
ana d^ourada.
deiiar maia de ter em sua
-litetro de porcellana dourada
't. vendendo a 15 e 1J500
fe 16.
Manguitos e gollas de
cambraia ricamente bordados
Vendem-ae manguitos e (ollas de auperior
cambraia*Ticamente bordadoa pelo inaignifloio
prego de 39 o par de manguitoa com urna go1
lando que sempre coslsram 69 cada par, %t
poia recommeoda-ieaoa amigos da santa
nomia que aproveilem a boa occasiao, di
do-se com dinheiro a loja da boa f na
Queimado n. 22.
mesa
poia qu
oa loj a da
Banbajapv
tas novas
A loja da aguia brao.
ana immenda um g.
de 'umariis dos
-iiitrasmui-
trias.
ixo aasTguidos fazem sciente a eita
eram procurac&o bastante ao Sr. A.r-
, para durante a auaencia do socio Sr.
ion nard, administrar a ana casa com-
'eroambuco 1 de jnlho de 1862.
__________Moohard & C___________
chado d'Avilla e Agapito Joi, am-
\ aabditoa portugUezea, retiram-ae
la do Gear com auaa famillaa
Camisas inglezas bar
Snrqs.
Veodem-i
pnnhos de li
to prego de
laa auperior
na loja da '
S10S
C ompras.
v>abu
agu
an .^rs. a libra: na ra
*/ loja de miudezas n. 1 B,
de ouro.
do
da
pra-ae papel de diario para embrulho :
aco da ra doaGuararaoes n. 42.
ipra-se um iscravo de 14 a 16 annoi
sali e que eotenda de bolea : na ra
QT
Yendas.
Bailar & OlWeira
Porto.
aacam aobre a praca do
recisa-se
de um bom amasi adbr.e qae entendade fornear
para urna padaria diatante da praca 5 legoas ; pa!
ga-se bem se o lervigo agradar : a tratar
T/iss Irmloa. ra do Amorim n. 35.
Irmpog.
Tsidal
do escravo para to lo e qnalqeer servico.
em
Na ra di
dade n. 11, aluga-ae um par-
Aviso.
Gama & Srfva, dbnos da loja denominada do
Pavao, na roa da Ifcperatriz n. 60, aviiam a seos
devedores a/virem agar aeua debitoa at o dis
15 de julb/de 1862 e oa que al eaaa dais nao
vlerem pasfar, serac teui debitoa enlreguea a um
&fflSRi7pa?2a rc.eber Jadicialmente. Re-
cite 28de,unho de 1862.
Pa* punhos,
Botos par" Pnhs omite bom a 110 e 160 o
Ji larga do Rosario n. 86, rival aem
par; na tf
igual.
Enfeites
pretos e de co r" ,5* cada m na rus larga do
Roaario n. 36. "**' Mm 'gal-
ju-
re _.IM .Hiendas u^
prego baratissimo para acabar, na ra da Impe-
ratriz, loja e armazem da arara n. 56.
Cortes de chita da arara.
Vendem-se cortes de chitas finas com 12 li
corados por 29500, chiles de la por 19, ditoa de
L8ed" ** il0' de nierin estampados a
2|500. manguitoa e golli de linho para aeobora
M. golla. bordadas a 500 ra. : oa ra da Im
Peratru, loja da arara n. 56.
Arara vende as capas.
S2&J2? i0t leea de grpsdenaqle
preto modernoi a 25 e 309, baloes dr arcor nfo-
21 !?" ,enb0"' dUo d brrhantina, ditos
?.. V""P"* ">" 28. laa de cordo que
!ri. ?dHbala Pr 4005 na rua d ImP-
triz. loja da arara n. 56.
o co-
ra.
O
fin-
ales
Ittesm srtfcii(ja
Alix?r io de Vidal 4 Baitos, roga aoa devedores da
a a mandaren
quanto antea pagar aeua
a para aisim d izar de ae ver oa obrigaejo
Precisa-se alagar urna creada tac
para larar o engommar a roupa de
pessoas : na rua do Imperador n. 41.
open
SSSJsf
debit/i
de ertragar as meam
remeobradaa judicialmente.
dei8fi2< -'
Joo
Acaba de chega
C A abalzo assigoada, viuva de Francisco af
Ihias Pereirs da Costa,avisa aoa Sra. negoclantl
o a todoa em geral que nao se responsabili nV
dividss contrahidaa por aeu entiado Libe'' r
reir da Coata cadete do 1* bala I nao d
r|a agora do 9* da meama arma. v-
nioguem te chame ignorancia las o presente.
Rectfe 29 de junho d 1862.Anna Machado de
Lona Freir Coata.
Coi
a um procurador par se
Reeife 27 de jnoho
parios Bastos Oliveira..
livraria do editor B. L-
jarnier. rua do Quvi or n. 69, os lomos 1. e 2.
mercio.
Umu peaaoa com a habilitagOia neceaaariaa, e
que di flanga de aua conducta, offerece aeu di-
minuto preatimo ao ciwup commercial deata pra-
% para exercer u fi/ncge-inK.ered.e. a cobran-1
cao/rauro uemrQ cordo lora desta provWie, po-
dendojer procurado! nesta typographiar ot.-na
rua do Queimado n. 4. primeiro andar.
Estanca
Loja de miudqjzasrua do Quei-
mado n. 33^i de Guimares
ftRo^
Esp gada pelo vapor.
Botoe 13C09, encamados, re-
lanu'os, cnaios, ovai. mei|a borla e borla, a tem
desles botoes nesta loja. p*aonde ae preparara pa-
ra punhos, clleles^ eic-i por 39 urna duzia, oa
19 o par para pun f"oa-
Flautaa de e baD0 com 5 chaves, aoaea ei-
treitinhos, ultimo Rosto, e com caixa, que ae van-
de pelo dimiouto Pre d 20$, tinta ingleza (a
verdadeira) pote?' de M* a 820, de 1|2 garrafa a
640, previne se r le i legitima a que no pote
tem urna cavidatle em forma de bico, que le pres-
ta melbor a vaaar liquido como a extragao da
rolha ; rua do Q clmado. loja Esperance n. 33 A.
Arara vende as saias.
*^Wi,,,ie P800" 99, cambraiaa lisss a
SXW' **' 2500.13. 39500. m.d.polao fin
c% aJ rda* pe?a a 4400- 4S60. 5S, 59500 e
tVd,o.rar^;:"rua" t^'
Cortes de cassa da arara.
Vendem-se corles de casia pnta a29500.diloa
Lcore,a*/50O, corle, de org.ndy. cTn15 co-
d2 S?? 5665500 : '" d' IfflPera,r"' lflJa
E^peranga.
de Hambu
Alogim-ae e rendem-ie per qualquer
na rna de Rangel n. 18, amola-se todo
orlante.
pre^o
o ferro
Offerece se um sacerdote para
capello de engenho pu povoados:
quem quizer annuncie.
C0IVSULTK10 BSPEC1AL HOiE*)PATHlCi
loo doutoi. x -
SABINO 0. L. PINHO.
de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Conaultii todoa os diaa tela deade aa 10 herai
at meie dia, acerca da aeguintes moleatlaa i
mltstu da mulhtrtt, molisliai a$ crian-
Ci.moUttiat da ptllt, molutiat dotolhoi,mc-
tiat typhiliticat,todat a$ ttptciti i ftbru,
f*br$tintrmiUtntit t tuas conttqutnciat,
psubjucia KSPiciiL onioraTMicA .
Verdadeiroa medicamentoa homeopathicoe pre
jaradoa son todaa aa cautela neceaaariaa, in-
allireia em aeua effeitoa, tanto em tintura, cma
mglobuloa.peloipregoa maia commodoa poe-
|rU.
H. B. Os medicamentoa do Dr. Sabino ale
inicamentevendidoaem aua pharmacia; todoi
que o forem lora dellaai fallas. ^.*
Todaiiicarteina lo acompanhadas de nao
impreaeo com um emblema em relevo, tendo ao
reopr aa seguintaa palavraa : Dr. Sabino O. L,
Plnho, medico bruileiro. F blema
Igualmente na liata doa m a e ae pe
de, As cartelris qae nlo messeimpreasi
aaaim marcado, embora enham natampa e no-
e do Dr. Sabino alo talaos
Pode-se ao Sr. Manoel Pereirs de Azevedo
viodo do norte no dia 23 do mes prximo piala-
da, no rapof Yaguaribc, a boodide de vir tra-
tar de negocioi de aeu interssse .- na rus estrella
do Rondo. P, 33, terceiro indar.
Furtaram na nokle do dia 21 ,>ara 22 do
correte, do rancho Ido Sr. Miguel, naa Arfes,
umi cavallo com oa ligases seguiules : rodado,
talhado, lem um G nd qusrto eiquerdo, e ama
cruz no quirto direitolpor biixo da Cruz, tem um
ferro que nao me record por ter comprado hs
poucoi diai: a pena que o apprebender ser
compensada, levandb & rua estreite do Rosario
o. 18 C, loja de miudezas,
nio Mendia de Cirial:
zinho:
ou a aeu dono Anto-
o, no eogenho Ctjabucu-
Aluga-se ama cala terrea na rua da alegra
coro 5 quartos. cozioha fre, caetmba e quintal
de 3 jaoellaa e 1 porta:; a tratar na rua da Im-
peratriz n. 43, segund sndar, ou na do Impera-
dor o. 67.
Aluga-se urna caa de sobrado na povoacao
de Bebeiibe, ao p da bonte, com baatante com-
modo^ocheira, eatribria, e orna caa terrea no
mesmo logar, entre -o" rio e o lobiado : quem
pretender, oidja-ae a foja de cera oa roa do Ca-
bug, ou ae meimo logar de Beberibe a Antonio
Flix doa Santoi.
- V-
Al que aup-8' chegou a esta loja oa aimpre
estimados brio eos baloei, que pela perfeico com
que foi exec>'ado o pedido flca taada a falta que
hovia deate adorno que. sobre ter bom e bonito
barato, '9 o par e em urna caixioba : na loja
Eiperanca ru> do Queimado n. *At
EspeYan^a. ^
cebar especialmente aun fazeo-
-ia aaiim miia baratas : neata
quadra (,.a lemoi tudo quanto preciso i nma
familia (/em miudezas) a um alfaiale, sapateiro,
caixeirol etc., o pequeo espogo que nos concede
o DisH- 'de Pernambuco nao nos permitte classi-
flear numerar a ioflnidide de artigoi de que
nos f imoiaortidoa, tinto em quinquilharia co-
mo ariigoa de nao diario e indlspenaivel :
por i aa peaaaas da praca on de fora que quei-
ram prar qualquer doa objoctos de que faze-
iio commercio, aerSo directamente ouin-
tamentebem aervidos.
Cootin
das, ton
Esperanza.
V nesta loja que ni e continuar a aer o depo-
to daa ifimadaa agulhas Victoria Unta a
eitigo que lem tido eatia agulbaa que noa dia-
mos de qualquer elogio, a 120 rs. o papel
Le,ite puro ao pe da vacca : veude-se lodo*
OS diaa, na rua do Sebo n. 35.
Queijos de coalha a 400
rs. a libra,
l 7e'rr a 3S0 a ,ibra nWl inglea flor a 960
o*n i\ r"i?,e*V 640 ce'adit>B a 200 rs., sag a
40, banha refinada a 440. e am barril a 400 rs.,
!??** Vr!,ita 10 "'e em arroba osoo
vlnho do Porto, Figueira e Liiboa a 480, 560e
720 a garraa e nwt 4 e 49800 a cmada, ea"
pirto de vinho de 38 groa a 240 a garrafa, I90OO
a caada, canna engarrafada a 200 ra.: -
das Cruzes o. 24, esquina da trareaaa
id0r.
* tncMSfeat mmem mmtm
lAcabadeche-!
na rua
do Ou-
Vende-ae urna caaa terrea alta na rua do
Padre Floriano n. 35, com 8 mei-agoaa no fundo;
a peaaoa que pretender, dlrija-ae a rua da Penha,
sobrado d. 2.
ESCBAVA.
Vende-ae eme crionla, de 25 a 80 aonoa de
Idade, que lava, eugomma e cozinha. tudo com
perfeigao : trata-ae na trareaaa da Madre de
Deus o. 13. /
Globos de louca
No irmszlm de msteriaea da Manoel Firmioo
Ferreira ns rara da Concordia n 75, rendem-ae
estes globos para enfeites de cobertaa de caas,
jardini, etc., chegidoa ltimamente da Europa.
Vende-ae ama caaa noa Quatro Cantoa de
Olinda, com bona commodoa e chioa proprioa : a
tratar oa Boa-Viata, becco do Fundi b. 2.
Tesouras finas.
Para coeluraa e para unhaa, com um pequeo
toque de ferruge a 400. ra. : na rua larga do Ro-
tarlo o. 36, riral aem igual,
Escrava a venda.
Vende-ae urna mulatioha do bonita figura,
com idade de 15 annos, que eogomma e cozinha;
tratar na .Ja da rua do Quemado n. 46.
VeAde-ae urna easiava cnoula que cosioba
o diariojdo urna caa, lava de aablo e faz virre-
la : quem a quizar ver, r a rua |do Brum, so-
brado n\ 6, que achira coaa quem tratar.
Afeuco.
Oflerece-ee um rerito coainheiro ha pouco
lempo chegido'do R|o de Janeiro, prafere-se-J
nma casa eetraogeira < quem preciiar do aeu di-
minuto preatimo dirija-ae a rua Direita
confronte ao becco da Penha.
Faruram do dia 34 da juoho um
de ouro patente mino o. 11764, com um
reote tambem de ouro, moderna, com um 1
o diaa chives : roga-se a quem for offerecldo de
o spprebender e dar pirle na rua Direita n. 6,
padaria de Antonio Airea Miranda Guimares,
qae ser bem recompensado.
Val
da ordei
pretend
os doui.
le-ae um ou doua biibare na esquina
terceira de S. Franciaco : quem os
appareg para fazer negocio com oa
Vende-se grande _
mancos ns rua ireit,
manto os donos esli
barato do que em
rem elleimesmoi
como a
timenio
ode-ie ama crloulinha de
bem parecida a
de eeeturai en
e, qeairtenbs
urna caaa : quem a pretender dirija-
de Olinda aobrado junto ao fundo da
bordada! a ago-
S^al.rlfiut ne,t: pr,?* faUJr lb,5 ^ZSL80*15 M"i0'> De> ^atUilmo pre"-
- iimiao da Silva Braga oa rua da go de 41500. e covado da mean
Seat-el* Yelh. ppbttdo su 111, jepto cosheiri. fs. : nTrnado QeiimaS *A
... ^milia, borne ba-
rato.
Na loja n. 20 da rua da Impertirla acha-ae a
venda um completo e variado aorlimento de boea
fazeodas, e que vista de suss qualidsdes sao ba-
ratiaaimamente vendidaa. e para maia veracidide
do que flca dito, abaixo vao mencionadaa algumaa
daa ditaa fazendas, a saber :
CbiUa largas cor fixa a 240 n.
Madapolo fino com 24 jardaa a 59.
Cambraias de corea a 280.320 e 400 rs.
vado.
Velludo preto e de corea a 29.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Lengoa pequenoa a 80, 120 e 160 ra.
Chapeoa de castor Ono a 89.
Chitas pretas multo largas e fioaa a 240
Algodio trangado preto muito bom para velli-
dos da iscravos a 200 rs.
Cambraia lisa com 10 jarda* 29.
Casia de aalpicoa com 10 ditas a 39.
Cambraia bordada para corlinadoa com 8 re-
immmmmtmmmtmmm
I

8
gar ao novo
armazem
DI
\Bastos & Bego%
Na roa Nwa jarito a CoDcei$o
dos Militares a. 47. \,
Om grande e variado aorlimento de
ronpas eitaa, calcadoa e faxendaa todoa
oateo se vendem por pregos mnito modi-
fleadoa como de seo eoatnme, assim co-
mo aejam aobrecaaacoa de auperorea pan-
noa e caaacoa feiloa peloa ultimoa figuri-
noa a 269,289. 309 o a 359. paletota doa
mismos pannoa preto a 16j, 18|, 209 a
a 249, dltoa de caaemira de cor mesclado
e de novos pidroes a 149.169, 189,209
*49, ditoa de caiemira de cor mes-
ciado e de Bovoa padrdea 114f,16g, 18,
209 e 2(1, ditoa i.ceoe dai meimai ca-
semirss de cores a 9f, 9, 129 e a 14f,
oitoa pretoa pelo dimiouto prego de 89,
109 e 129, ditoa de aarja de aeda a ao-
brecasacadoa a 12f, ditos de merino de
cordo a 129, ditoa de merino chines de
apurado gosto a 15}, ditos de alpaca
preta a 7J. 89, 99 e 109, diloa aaccoa
pretoa a 49, ditoa de palha de seda fa-
zenda muito superior a 49910, diloi de
brim pardo e de fuslio a 39500, 49 e a
495OO, ditos de fustao brinco a 4), grao-
de quantidade de calesa de caaemira pre-
U i*-* C0f" a '. ^ 9* *>!. ditaa
pardea a 39 e a 49. ditaa de beJm de co-
rea finas a 2|500, 89, 39500 a a 41. ditas
de brim brincos finas a 4|500. 5, 51500
e a 69, ditaa de brim lona a 59 e a 69
co lie tea de gorgurio preto e de eorea a
59 e a 69, ditoa de caiemira de cor e pre-
tos a 49500 e a 5$, dtioa de fustao brinco
e de brim a 89 e a 39500, ditos de brim
.!.$* dUo* de erin pas luto a 49
!ftf500,KCi,C" "gtaopsM lulo .
49500 e a 59, capaa de borracha a 99000.
rara meniooide todoa estaminhoi: sal- '
Ca de caiemiri preta e d nriS|,l}e
7J, ditas ditaa de brim a 8| e a 3,500.
paletota aaccoa de casemira preta a 69 e
a 79 ditoa de cor a 69 a a 79, i.
toa de alpaca a 39, aobrecaaacoa de pan* '
do prelo a 129 e a 149, ditos de alpaca '
pela a 59, bonete para menino de todaa !
aa qaalidadea, camin para meninoi de
todos oa tamanhoa, malos ricoa re tidos '
de cmbrala M*Ae para meninas de 5 a
22"^3al ** UMot 1 81 e
orgerao de cor a de Ua
a ate brim a 39, dltoa de
mente borbidoi para bapti-
e muitaaoltrai fizendn e roupaa
que deixam de aer mencionadaa
pela aaa grande quantidade ; assim como
reeebe-se toda e qualquer acom meada
de roapia para ae mandar manufacturar
a que para eate fim temea am completo
aorlimento de fizeodii de gosto e urna
Srende offleina de alfilete dirigida por um
ibil meatra qae pela sua promptdio a .
m pajfaico oada delu a_desajar. ]
w "^Wws"aT"fJl BwMprfJaTACWlarv]
I
S
rivIELHOR EXEMPLAR ENCONTRADOl
BaaVaasaHaVaVaal
I
MUTILAD
L.L, _


\
/

DUIIOD

niKA 8 MJLHO M 1861
Ricas filas
ciuteiros,
A. t^ej*g*UikWM
Ifaoidjaar
esa qualidade quao boa i t a
aotre ellas o mal largo que
como atganee pecas tanca
proprio pan inser peces, oa
feraole core* ceno do caf,
etc., o como de lea louvavol
d'aguia branca, na ra do Qi
de por proco oomoiodo etsas
Gravatas d sett
IgOS,], Eelogiofi.
y Vende-se em ca? n Pater 4 C.,
4e*w
; tambara
celns para os
V-
atc.,
n. \%, ven-
bonitas fitaa.
** naej
- ama variedad a bonitos \
motmos.
1
ponta
Vandem-se grvalas^ etaa de bom seUaa a
ora pontaa tari a 1) cada ama, to batata
assim a s aeha na ra do Quelmedo, li'
gua branca o. 16.
>ja das 6 par
ta.s em frente do Livra-
manto.
JrfSes de 15, 20. 30 e 40 arcoi.l
Grande aortim oto de baldea do arco 1
.**;
tova alteuo.
O vigilante acaba de recebar novo sor timen to
d diveraoa objeclos que aa veodem por mano
%il por cunto do que em Quita qualquer parle.
Sitos para senhoras.
Riqniaeimos siotos doaradot, pelo baratiseima
prego da 2, e cora ela ao lado a 49, aseim co-
mo de lita de seda ou relindo a 2 : a no gallo
Tapiante, roa do Creapo n. 7._________________
Eafeites.
Veadam-se oa riquissimos eofeitse de caneca
com franja etdriitio a 5$, ditoa sem franja a 3S.
dttoa tran?adflBjjaBf/Y-*o < >co de fi-
bicode aada a 2|: a no
Greipo n. 7.
-a no
-, di las
jte, roa do
Grande aortim
*a aeata lateada a grande,
lar,, a e tea rae a 22U
ditas eeUeitaa mi'
? aovado. naibraia
lia taraar "
i OeevMzas |
**m8
Fivela
Riquissimas flvelas _
entro a 1*900. ditas de
dourediohas a 340 : s/1
Crespo n. 7.
'-, 40. *9
aa de ealpqViba <
ra paca, cober'*" 'r
*4
cara decores par-**' "JJ
caaaaa de corea ah. ^1
320 re. a co- .'.. ^!
rala a 2 al ,lT0 WiitO
,e todasJaV qe.tida-
*. a loja aU aborta at
ooita.
de
Lindos vidr1'
de corea, pelo bera-
bra : a no galla vigi-
?er o tet^
jrior oldc Lisboa.
.a vendern porcia a a retalhe JLnte-
II da Oiiveira Azevedo A Ci no aen es-
criptorio rae da Cruz n. 1.
obilia.
Na ra da Gamboa do Carino loja n.
12, vndese toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti -
ga, phantbasia etc. por proco mais
cOmmodo do que em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
encommenda com a maior brevida-
e o maior apuro da arte.
3$lliKfM99t-&M9itt6MSI 3K
Grande i
""' fcpo
1CO-
^er-
6BESSIV0
DE
DUARTE & C.
36 Ru das Gruzes de S. Antonio 36
O LARGO DO CARMO O.
Nos os prjoprietarios destes acreditados armazens participamos aos nossos numerosos
freguezes que por todos as vapores* navios da vela recebemos da aosea propria encommeoda os
mejores geoeros.tebdente a molhados, a por isso podemos vaoder por menos 10 por canto do
o^outro qualquer, como expeneni, 0 mostrar por isso pedimos a tedos os Sri. da praca a do
malto que anda se pao der.m trabalho da mandaren experimentar, o favor de o fazerem, certos
. JElS"' ^ P7 lwo,nSo tfwnos forcas para bem servil -es anda mais a pessoas
monos otendldai.ru da a^araear aos eotapradorai qua t na ra das Cruzas .. 36 Urgo
VUiao n. 9, 6 q davem indeiecar os portadores, pois rauito se ovildan com outras asas quasi
dos mesmos ttulos (_ ^ogTawtta O^roiTesaivQ) pois sao as duas nicas filiaes.
l^a 1 ng leza > Mis no?t fl mtB gt^ataat do mercado a 900 rs. a libra.
Manteig-a
600 rs.
rh ?aX'l9^,,ai*Pe^ qu pe contrar a 2880 a libra.
Cha hy^n n 0 eihor que ^j, m^/u it 9q0 a a>8001 lifcrt>
V>ft.^ p re tO o qut M pode d tf neste geoiro 29 t librt e a i9qq0 0 ordinario.
Queijos fia luengos c ^ r .uhino yapor a s, t lf700
o
*
QUeijO prtO o malbodo
Quej/os do serao m
Passas era caxinha.
Figos em plxinhas
Amendoa^da casca
Araeixas francez*if
Marmela da su per i
libra
da casca da
Veniie-se una jnuraaa
dos Pestadorea n.33, cois 3
zioha, quintal e cacimba ; a tratar no paleo do
Carmo n. 7, spgundo andar, das 3 horas da tarde
e'oi liante.
HtflfeOl .StiflPJaRAVtL
UNGENTO HOLLOWAY
^Silbares de individuos de todas as najoai
poden testemunha r as virtudes destaremedie
tucomparaveleprovaremeaso necessario,que,
pelo uso que dalle fizeram lem seucorpo
membrosinteiramentesosdepoisdehavar em-
bregado intilmente outrostratamentos. Cada
psssoa poder-se-haeonvencer dessascuras ma-
ravilhosas pelaleitura dos peridicos, queIb'ai
ralatam todos os das ba muitos annos; e i
snaior parte deltas sao tao sor prndenles qu
edmiram os mdicos mais-celebras. Qaantai
pessoas recobraran com este soberano remedie
o uso de seus bracas e pernas, depois dedat
permanecido longo lempo nos hospitaes.o tai
deviam soffrer a amputadlo I Dallas ba inu
eas queavendo deixacio esses, asylos depada-
umentos, parase nao submetere aessaope-
ta^o olorosa forancaradas completamente,
mediante o uso dessepreeioso renedio. Al-
gumas das taes passoa na enfuso de sen reco-
nbecimeato declararan estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros nsgis-
trados,afim le nais autenticaren sua afirmav
Ninguen desesperaria do estado dasaude sa
tvesse bastante confianza para encinar este re*
medio constantementeseguindo algum tempo e
tratananto que necesslasse a natureza do mal,
cujo resuludo seria provarncontestavelmen'te.
-QueAndo cura.
O ungento heutll, mais par tica
lamiente nos segulntescasos,
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Cortaduras
Dores de cabega
das costas.
dos manbros.
Enfermidadas da cutis
em garal.
Ditas de anu.
firupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
inchacoes.
nflammacao do Ogado.
laamnarao de bexigt
da matriz
Lepra.
Malas das pernas,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.'
Queimadelas,
Sarna.
Supura;5es ptridas.
Tinba, en qualquer
parte que saja;
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do figado.
das articulacoesj
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimente
geral de Londres n. 344, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pea-
toas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Ha vana e Hespanha.
Vende-se a 600 rs., oada boeelinha conten
Ba instrae^io em portugus para explicar e
nodo da lazar uso des te ungento.
O deposito garal i em casa do Sr. Soun,
barmaowtico, na ra de Cruz a. 12, en
pernambeao.
E' pechiocha
Chita larga escura o file, aovada o 208 e 210,
eantwaia mdias* de car, eavado a 300a 320,
eaabf ala dw alpicos. ansa a con 9 vana por 4SL
cambraij branca traaaaaraot* lisa a 3#. 4, S
SffQO, neta caaenira par ealtjas a peietol,
vado a 600 ra. ; aa rea do Qketnado n. 43,

por ovv,<./0l oO a 70c, sahidas ae Dae i
de velludo e aetin a 129 e 13$, camisas
para sen hora a 2*000 e 3*500, gollinhas
do cambraia bordadaa a 500, 600, 700,
800, 900 e 1. ditaa de 016 bordadaa a 120
re., casvaques de faetto a 59, 6,7j, 89,
neiaa de aeda brancas e pretas para sa-
choro a 1*200 o par, tiras de babadoa a
500 e 700rs., laade qaadro eofeatarlaa a
300 e 360 rs. o aovado, cambraia preta a
400 e 440 is. a vara, organdva de cores a
600 ra. a .vara, fil braaco adamascado
para cortinadoa e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortes de eollete de caaemira
bordados pretos a 29 e 39000, ditoa de
velludo de cor e preloa a 89, 49,59 o 69,
paletota de brim branco francezes a
39500 a 4*500, ditos de caaemira de co-
res e pretos a 149 e I69, ditos de alpaca
preta e de cores a 39,31500. 49 e 49500, 1
camisas de peito de lidio a 29500, cortes S
de eollete de gorgoreo a 19500, 1*700, I
292OO, 35 e 35500. colietes feitoa de brim S
branco a 2*500, ditoa feitos de gorgurao 1
a 295OO e 39500, ditos feitoe de caaemira -
a 31500, 4g e 41500, ditoa de vellido a
59, 69e 79, ditos de fustao de cores a
1S500, um variado aortimeoto de neiaa
para homem e eenhora, grinaldaa com
florea, chales de troco, eapartilboa, e to-
da a qualidade de roupas feitaa para ho-
mem que tudoae vende por metade do
aeu valor.
600 rs. a libra e sendo inteiro a 500 rs.
a 640 rs. a libra tambera teos para 500 rs.
libras a 2500 eS00r$. a libra.
as a 19600 e 100 rs. a libra,
a 320 rs. e nozas a 160 rs. a libra muito novas
trora e em latas com 5 libras a 49000.
rnelhor do mercado em latas de duis libras a 400 rs. a
11)a a 800 rs. o eaixao.
~ Uoo e 860 rs. a libra.
u como pecego, damasco, ginja, aneixas e
S. PEDRO
VENDE-SE NO ARMAZEM
PROGRESSO
Francisco Fernandes Duarte
largo IVnlia

joa
\
J
ualidades a 1*4^a ___
.. a 4*000 a "Barrica e a*re4too
), Figueira e Lisboa 500, 560 e 640irs.
com diversas cores\ rf0 "'
MMK9M WSM&IKMGItSX
Ira carro de passeio.
Veode-ae um carro proprio para cocheira oa
meamo para caaa particular, por prego commo-
do : a tratar aa Iraveasa do araenal de guerra n.
7, armasen).
Attenco.
Veodem-se mui bonitos sapotis proprios para
embarqae; aa- principio da estrada de Bollera,
primeiro sitio em Santo Amaro.
N.S. do Carmo.
Novena, salve e versos, tres folhetos, tado por
500 rs. : oa rea do aperador n. 15, das 9 horas
da manhia s 3 1(2 da tarda.
j^CliC^JLnlt^^W^
o
Chegoapeta aloja da victoria, andairoa.
gai de novos gostoa e modelos, tanto para aala,
eomo para aseada e qnartee e par.a atftrae martes
coasas: na toja da victoria na rua*do Qeoimado
a. 75.
g Ricos piano? 2
de varios autores, vendem-se A
^ em casa de Kalkmann Irmaos & d^
^| C, ra da Cruz n. 10. .m
Atteocao
Guimaraes & Laz, doaoe da loja da miadezaa
da rea do Qeeirasrio a. 85, boa tana, participan
ao publico na o aea estabeleetaento ae aeha
aompletaaemia arevido dea malaorea nereadoriaa
tendeotaa ao meara estabelecimento, e muitos
oalros objectoa 4a goato, sendo quasi todos rece-
IHHL^HR1* propraeeaeammendas ; e estando
ellas Tatlj HL^Hlvtdoa a oso vendaren
Sede, affl Mac mais barato do qne oetro
te fea equina pava o anea da
ao ae amoatvae eeaa psabor.
Attenco.

Vendem-se cambralss fraocezat, tazenda nat-
o fina, pelo baratisalmo pteco de 320 o corado,
cbjtia francesas Deas a 240 o corado, brim bran-
ca trancado de llnho paro a640 arara : ni re
do Crespa a. 10,
veo]
\ aaa'penaiaaaasan|
dem'oara vender o sea
gioe iratn a fabticaaU
eio ; oWelesj^potlaata,
bon ralea* de erra
partantdada san peed da Ump, ara
pa-lea por ootaed presa no sea enriptari
raa do Trapiche n. 18.
garrafa.
Lia tas cotu .^^
alperxe a 300 rs.
Ametidoas coifeitada s
Xt- u >in atversas cores,
Vinhos generoeoe^ aMa to "Wa^aiFt*. p.,,.
LMt^S empipa roprios Dar masa A,ofiflA.a- g
do Fortol Lisboa e Figuaua. a9an0 4 nana*. ji
/SerVfcjaSdas malbores mvea' m ,...! duzia, ehanpaohe das
Genebra *, ^ m gam(ta do l6 ^^ _
Garrafes m ^^ Mperi(ir lJWo0
Vinagre pjiro de l,isb0ll ,,,
Marrasquino om..^im i...i,m
Stpermacte. ^^ Jo ^^^^.^ ^ ^ ,200e700
Velas decarnanba .u,5o...rrab, .380.lib.
comateitonas as melhores do mercadea 1^400.
1 *bahespanholacontendo macarlo ulh.rimealetria. 6000.
J qualidade. de m.ss.s cono saja esr.loh, pevide etc.,
w t"=~a--------.---^^
Rnelhor ^ pode desojar a 700 rs. libra. ~ lMl*---------
o que se p|od deeejar de bom a 640 rs. a libra,
finas em lat"*8 j promptas a 1*600.
lataS eavalliphas pargo, a linguadosa 1,5(660.
do reino a 5*80 rs. a libra do novo, e 240 rs. do valu.
Ancoretas
Caixas com
Cafxinhd
e 640 rs
Chourias
Salames
Prezunto
Lnguigas
Peixe em
Toueinho
Banha de
a 69000
\
V
[)OrCf> a rnelhor do mercado em latas de 10 libras a 49000.
MaSSa de :Omatelen lausde 1 librra a 700 ra.
MaiSaS para SOp^ talharimemacarroa 280rM*atra 330 ra.
PatOS XadoS 6mmacoseom 20 nacinhoi a 200 rs.
Papel gre Ve pautado eHso\mnito superior a 49000 a resma: /C
'Bf-WaXO, .)g46j^ifl^niaa3^,eanella000ra.,a>eniaho.a'800 ra?#a.r:
PalltOS de gfaZ a2an>^grozae20"rs.7caixInba. *
Sa i refina dO S*o U' amito aovo a 280 a libra a^ntnb 200 ra.
ran5a *!8"Dhi0 *160 nm 7^*e 80mn,,l"80 "a lu>ra e ^^ *
i^ate^dO KiO adoCnr o I tordo mercado de 89500 a 99500 a arroba.
CaX1R na i mtil el^nras, pro para mimos ou mestuo pan guardar ioiada 400 ra.
a 1950 ) a torno con 6%e|ainJ 59600.
Chocolate hespanhol TMdLiro, lf000 ^ aDr^
brvilhas ^ortuguezas efrancezas,fervorai*64o.
alela,
I raques os memores do mercado a|sf|aeaixae
avel ejnlaiiscrje4^donoul^va|f a 19600.
Bolaxinhii de sodaemiian. moo
Bol 8 X lha inglesa mai nova do mercado a 4*500 a barrica a 300 f. a libru
Ave8a8 cbajpadas uliimameola a 3*0 ra. a libra.
Sardiiitai^de Nantes 4oe ra. .uu.
Aset dobe refinadoA tf a ca aSOt ra. agarrafa,
ArrOZ em saqco. Je 5 arroba, do v^meJojO a 39500.
* os ma fiooj que ha no Baanai' J agirrafael09 aduzia. tamban leo
726 rs.
Oe melhores gneros que vem a este mercado e por menos 10 aor ceo to do que e' ou ira
qualquer parte, garanttodo-se a boa qualidade, por isso roga-se a todos os Sors. i* prac-
genbos elavradores o favor de mandarem suas encommenda. a este muito acreditad
molhados, afim de verem a differenca de proco e qualidade que faz, se fossem comprad'
qualquer parte.
1**I^??*B confeitadas para sorte de S. Joao a 800 ra. a libra, tambera tam
644J ra. a libra sendo em por$I, tanto de urna qualidade eomo de oatra se fax
ment.
Hantega lmgleza da taire nova de primeira qualidade a 850 a libra,
barril se fax abstinente-.
ItaMeiga (ramcaza a ma8 nova a 640 a ,bra Unil a ^0 n
***** ao T^lnVO muilo frescos chagados neste ultimo vapor a 29000 ditos
gados no ultimo navio a 19800.
Jf, o mais superior que tem virido a este mercado a 800 rs. a libra.
?7" o menor que ha no mercado a 39600 29200 a libra, afianea-e
qualidade. ^^
ftl Xil" ue o pode desojar neste genero a 39000 a libra.
Glia pre0 homeopatbico a 29200 a libra em porcao se faz .batimento.
^^9*1000 *eVOS de Pavio transado 230 oarta e em eaixas aom 40 car
LataS eeill amOatdoaa confitadas, proprias para mimo, contando mais
fetese assucar candido por 19600 cada urna.
TaSBaS em caixinhas de 8 libras chegadas al ti mamen te a 29000 cada ana e a reta1*
a 480 rs. a libra. %
BOlaxiana de soda em latas com dinerentea.qualidade8 a l***
"taXln\n\a inglexaa mais 0,a q^V-Va
a 820 *- ..
V\r x
" p\p. de superior qualidade Porto
u caada a 39500, 49000 e 49500.
.'Taf adoS Duque do Porto, Lagrimas do Douro, Careavellos, Fai-
a> jiho, e atoutras maitas marcas acreditadas a 19200 a garrafa, em caixa a 129
tambem ha para 1*000 a garrafa; i
^\vampam\\ das ma. mais acreditadas a 159000 o 209000 o Jfcf*.* w Jirafa a
1(800 *
SOTVOja da marca cobrinha ou de outras marcas conbecidaa a 5900O a duzia e 500 ra.
a garrafa.
aliajl francezas e portuguezas em lata, de 1 libra por 640 ra.
nfA$a da tomate em tattas de l libra por 800 rs.
A.nnOlXaS .traUCOiaS em latas de 1 e meia libra por 1500, ditas com-3 libras por
208CJ:
rm.mOiiaOO.9 de casca mole muito novas a 320 rs. a libra, em arroba por 8i5t60.
Noiefla 120 rs. a libra e em arroba a 30000.
MetTift, maeaTbHaO O taAaVaXim a 400 n. a Ubr, a em cix. com
ba por 6000.
aiiStroVliau, pevide e arroz de massa branca ou amaren., a 640 rs. a libra, e em ca.'1
xinhas muito enfeitadas se faz obatimento. \
* alltOS dO dOHt08 xados os maisbem feitos que tem vindo a este mercado a 2 80 rs. j
tanbem ha para 200 rs. j
arFOXUlltOS lHg\?ZtS par. fiambre a 800 rs. tambem h.mburguez para fiambre a
640 rs. a libra e do reino o mais novo que ha a 560 rs. a libra.
CllOUTicaa OpalOS muil0 novas a 56o a libra eem barril safar abatimento.
SOxamO o rnelhor petisco que pode haver por estar prorapto a toda hora a 806 rs. a libra.
TOUOD.1IO do ToimO muito novo a 286 rs. a libra e em barris de 1 e meia "arroba-
a 59 e 79 a arroba.
UiUO R TI (OS em latas j promptas para se comer a 19300 oada una.
Bail* do poreo refinada em laws ,! 10 librag p,, 4I300%
Dita om bail ^no fina e ajva a 4i0 a Iibra e en ^^ a 400 rs> *
GSftOOS COm bollo ffanoOX parios para mimo a 500 ra. cada um.
"*-"-"'**"** imperial do afamado Abreu e de outros muito. fabricantes d Lisboa a 800 ra.
a libra.
^aOiaila de Alperehe em latas de 2 libras por 19000 cada urna,
Sitas C*na\ h rOOtaS da doce em calda as melhores que ha en f ortugal como se-
jara pera, pesego, damasco, ameixas, ginja e sereijas a 800 ra, a lata.
OOeS StCOOS a 8m calda, em latas, de 14 a 5 libras por 29000.
C '"OlatO hespanhol a 19500 rs. a libra, ditlo franees a 19106 ditto portugus a
800 rs., afianca-sea boa qualidade.
Cat de primeira qulildador tanto 'do Rio eomo do Cear, a 320 rs. a libra, em arroba a
9500, dito mais btito a8 8jSO0 a arroba-.
Sovadlftba de Fniea a ntais nova do mercado a 240 ra. a libra, e etrj porco ae las
abatimento.
Sg mu,0 n0T0 a 320 re. ? ''^8 ^l^rj^rtam 5librea, ^T"-**00*-
*^ axlnMia do reino das marcas SSS ou galega, a 140 rs, a libra.
Hita do Maranhao alva e eheirosa a 160 rs. a libra a em arroba 49500.
* OlaS de carnauba refinada a 400 ra a libra, e en arroba o 139000.
rXIrOltO dOCC refinado a 800 ra. a garrafa, e em caixas a 99060.
W lB.agTO da Lisboa a 240 ra. a garrafa e em caada a 19800.
Ir lnuO herez verdadeiro a 19500 a garrafa, eem caixa 149000.
Vlllbo btOalCO de Lnboa
1 arrS
/N
a lisian
i
Alen dos generas anmioeiadoxeneenrrar o raspeinval puMieo tudo que tor partoncen-
o mais superior que ha no mercado pron nar
640 rs. a garrafa e em caada a 49000. r p'
suspiros do fabricante Brando em meia catxisaa, por 29600.
" suspires do fabricante Caianho & Filhos em meias eaiiahas a 29000.
1 en caixa de 100 regala Imperial, Tiaga
AVpista muji, tjmpo^ a I80ra. libra, em
AnOllOanaS muito novas, a 19600 rs. cada uij
AtlOX de Maranhao a 120 ra a libra, e 39700 a aweba.
rOlXO de postas em latas das memores qualidade. de paixa que ha em Fertugal a 19500
Gomobta do Hollamda
JT"
OO a caixa.
a, e a 400 rs. a ginafa.
le a estes esubeieci mantos. 0 fjropdeurfo scienfleam qu estes preps id servirn "jira,, aquel-
Isrem aeu oompaiente(import e todo, os denai. fieguezM dalivro taran, de lujai
le Sor.. qunand
tar-a petos nraejea acwunanw, nlvo a^neile da fim de meza
;
n garrafn com 30 garrafas par $9060.
Agiera muito nova a, 19000 fraseo a fraueera a 644) ra. ponv
Alendosganerocima,maaeieandosenaontrar o raspeiUvel DuMieo nmeomi
auto de tudo qa teodeate tjarabadea,
raepeittvel puklieo um comrleto Krtfc;
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
wmr
-------rzr




MARIO tmnWUMOCQ** QUlNTA. FEIIA
1
JOLBO M lie

Os mulhoree
ra d
4* cores que sp-
loja da Vittorie.

"aixinhase
as meninas
nobrajo.
zrmt
Maito linda caixinhaa cabazes fura menina,
dllele al a9MOaa loj dt Victoria, m rea
do Qoejimoda n. 75y-

a
pretas com
e sem elle.
Yl-
Ricoi
con vid
! dO
101
|aim
otee de franjas prelis da cores
a tea He : na loja da Victoria, na
ido a. 75.
45 -Ra Direrli-45
ma declina seaeivelaiente, e o sea
desapparecimento esti preiimo t O
o deata bem aorlM* eatebelecTmente
convida oa seaa numerosoa tregete a aubetrtuir
calcado velho, goe todo eati cholenco, por BO-
TO, que posii reatatir ia mil achotis mazzar-
cas qae vio ser daoaadea am louvor do reetabe-
leoteaento da saude publica. Oa precoa con-
viem:
HOMENS.
Botinai afamada* Milia.
iasde peso verda-
deiras.
Ibm de
140 ria:
gado n. 75.
paao verdadeiras, meadat
na loja da Victoria, na raa
Pho^phoros de seguranc
toroa de aegaranca, por que livra de in-
160 ria a caixa: oa loja da Victoria,
fdo Queimado n. 75. _^______________
*



I
-

,
'leas p^ra vestidos.
as multo grandes o boas a 160 ria orna
da Victoria,aa ra do Queimado n. 75.
,Linha de croxel para la-
byrintho
orea liohaa de croxel para labyrlntho,
onatros a 320 ria iffl : aa lo|a da Vic-
1 Raimado a. 75.
Jwrados para se-
nhoras.
a aiotoa doaradoa pan aenberaa a 29200,
ponta cabida a 49. diloa da fita a 15600:
a Victoria, na ra do Oaaimado n. 75.
a noo-plus-ultra Nantei.........
Nenies 2 bateras..............
a a laaire...............*.
a ioglezea de boies..............
> ba (odores.......................
> a cauro da porco.......
baierro a lustre...............
inglexes pea aelvegens.........
a taxiadoe brasHeiros............
Sapatoes non-plus-ultra................
8 bateriaa e meta..............
a esmaga cobra..................
> Nantea 2 bateras vaqueta.....
a 2 bateriaa bexerro......
a a trabalbadorea..........
a brasileiroa de 3J5O0 a..........
Sapaloa 2 solaa e aalto..................
> traoga portaguezes..........
a a francazei.
SENHORAS.
Botinas dengosas. ........
a salto de-bater.......
a pechiocba de 49500 a. .
a americaoaa 3(500 a
!
os espelhos de
oldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porco de ricoa eapelhoa de varios tamanhos para
f-nimntos de salas, sffiaocando-ae sereno oa
hores em vidros que tem vindo: na loja da
ora, aa ra do Queimado d. 75.
Lia muito'bos de todas aa cores para bordar, a
M a libra : aa loja da Victoria, oa raa do Quei-
raado n. 75.
MENINAS.
Dio se deixa
1000
121000
11|000
10*000
109000
91500
99000
99OOO
79500
5|500
79000
69500
59500
69000
59500
59OOO
29000
59000
29000
19*80
59500
59000
42000
29500
39000
19920
800
500
800
Fonfleipo e vidraceiro.
Grande e nova f
Tres
31Bsijjireiia--31.
Nast rico a afll bjdo eetabeiecimento an-
CMtraraaMfregeaj|a^PB%aa perMta, amasa.
aadoe borato noeeafenero.
ORNAS de todas a qaelidadea.
SANTUARIOS ajan rivaileem com o Jacaranda.
BANHEIBOS da todos os tamanhos.
SEMICUP1A8 Idea Mam.
BALDES idem dem.
BACAS idem dem.
BAHS idem idem.
FOLHA em calzas 4a todaa aa groaMms.
PRATOS imitando em perfeicfta a boa portal-
laaa.
CHALEIRAS da todas as qaaltdades.
PANELLAS Idem ideas.
COCOS, CANDIEIROS a flandras para qaal-
qaer aortimento.
VIDROS em calzaa a a tataib da todoe os ta-
maodaodo-ae manhoa, botar dentro da cidada,
em toda a parta.
Recebem-at ensommendaa de qaalqaer natu-
raza, eoneartos, qaa todo aer deaempenhade a
oonteaU.
C mralas organdys a 280 rs.
Veaata aa aeanarausia argandya com ditieadia-
almaa desmano* a 260 ra. ; aa toja o armaseaa do
Pavio,4 Cama 4 Silva, aa raa da Imperatris
n. IR.-'
Scfl*avao.
Venda-se fioiseimae eeasaa fraacezsa de varia-
dea padtdsa a 244. 260, o 280 re. o covado : na
raa a Imperatrta n.go.-fafl do Pavao da Gama
& Silva.________ H_______________~S
i SdoU 'oa200rs.
i Veode-ae chita airara com dimloato
toqae da mala i 00 re. 4o, a diUa io|le
xaa a 140 ra.: o ra da Imr i n. 60, loja de
Gama & Silva.
Sapatos de sallo (Joly)
> sem elle [idem) .
> tapete: .
a econonicoa. :
> lastre 32 e 33.
MENINOS
Ha de todo em religo e
Habatas.
Um completa sortimento da couro da porco
cordavo, bezerro frencez, couro de luatre, mar-
roquim, aola, coarinhos etc., que lado aa troca
por dinheiro i vootade do comprador. ^^___
aahir
Batatas novas
Terra n. 23.
Batatas .
80 ra. a libra
ao largo do
Batatas a \$ a arroba, chouri-
cas a 400 rs. a libra.
Vendem-aergigoacem ama arroba de batatas a
19, ehoaricu do reino a 400 ra. a libra, a aeTor
em barril ae fari abatimento, toacioho de Saotoa
a 69 a arroba, a 240 a libra : na raa da Impera-
tris 88. defronte da matriz.
Vende o Pavo a 280 ***.
Gorgoreo de lloho que-falto em veatidosqara
aenhora oa roupa paro meninoa parece aedintpi
a 280 ra. o covado, por ter grande porco roa .
da imperetrls o. 60, loja o armaaem 6o Pavo de
Gama & Silva. ,
Tiras ou entremetas bor-
dados.
Vendem-ae tiras oa ntremelos bordados de
liados gosloe, polos baratiaaimos precoa de 19500
a 19500: i no galo vlglUnta. ra doCresp
so nn-
aa*
Tarlatana do Pavo.
Vode-se tirlalana de lia com palmiohas sol'
tas a 320 rs. o covado : ns roa da Imperatris n,
60, loja do Pavao do Gama & Silva.
Fundido Low-Hoor,
Basa da Sen zalla Nova n.4.
Neste astabelesimeoto continua a 'naverom
completo sortimento de moendss e taja Dioen-
Js para engenho, machinas da vs^k a uixas
de farro batido a coado da todo>t 0a tamao
P*ra di, /
Na offlctaa.de carpi,.'
doa Prea o. 28, ha p^,
eat ^
eom
teito .
ofllcioa

O PavoWendea 4^500 rs.
Cortea de barages com fioa de aeda tendo 22 co-
vadoa, com barra1, podando-ae fazer babadoa, pe-
lo baratisaimo Drera de 49500, a na loja do Pa-
ri raa da Impier.tiiz o. 60 de Gama & Silva.
*4 rd.". *Vi ^p0
cabriolet d^ ^ ro4aav
Pte>nder pod
'i com qaem tratar.
yjfma carroca.
Vende-s/ ama earroea em multa bom estado,
com oa cotapaientea arreios novos para om ce-
vallo : ira te* oa ra do Trapiche o. 14, ptimei-
ro ap Machinas americanas.
ipajaaa 4e N. O. Bieber & C., aaceeasoraa,
i b. 4, veodem-ae :
Uacbtna*wa regar borlas a caplm.
, Ditas paraBtaajarecar milho.
/ } Ditas par cOrttr caplm.
/ I Sello com perteaces a 109 o 209.
Obraa de metal principe prateadas.
Alcalriaida #uecia.
Varis ia atettrao para navios.
Salas parrilhade primeira qealidade do
Vinhe Xerez da 1886 m eaixaa da 1 do
Cogaae em caixaa de 1 dezi.
Aradae 'grades.
Brhantea.
Par.
duzia.
caa pasmen aa.
Pota, da Russia.
N.O
Bieber
rus n. 4*
&
Attn?o
SEDAS
Vendem ae-oa aegalntes objectoa, tu do-por pre-
ra maito commodo, aendo am moioho, um tor-
rador, ama balaooa, am ssMaa de peso, todo jA
tendo aso de trabalho: oa raa da Gloria n. 67.
Cambraias
Vandem-aa cambrsiss da cores da bonitos a
alegtntea deaeabos a 280 e 320 ra. o covado: ae
raa da Imperatriz, loja o. 20. ____________
Vestidos de ia.
Vende-s vestidos de lazioha tendo aa aaiaa
j promptas, com malta roda, proprtaa para ba-
lso a 4900, a, Da loja e armazem do Pavo raa
da lmperatrlt n. 60 da Gama & Silva.
Basquioias o Pavo a 4#000
Vende-se Mcaa baaqainaa de fuato ai beso
bordada* e eempre ee vendeu por lff
e I69OO pare acabar : aa loja do Pa-
rlo de Silva, na raa da Imperatris
o. 60. ; _______________ ;
n. feites do Pavo.
VeBde-ae .ico eofeitea turca e Gjribaldi
com ricaa frsMijaa e bolotaa a 5S000, ditos dos
meamos maia|tmpiea a 2J00O rs., e ditos de fitas
cada um em spu eartao : na raa da Imperatris n.
60. loja do P i*ao.
Vende-seemw
C, uccetoret^ ru
Liquidaco -. fe.
zendas.
Na ra do Crespo, loja gi..
Veode-se para acabar, e por lodf progo u.
completo sortimento defazAndasinglIzas, france-
zaa, suissaa a allemes, todas propri/a deata mer-
cado, e alRomaa receotemente fehegadaa.
.a para bordar.
Liiihas do gaz,
Caixinhaa com 50 novellos de liohaa maito D-
s do gaz a 900 ria a caixa, ditas com 30 no-
iloa a 700 ris. ditas com 10 novellos grandes
700 ria, branca. pretaa : na loja da Victoria,
t raaj^Jjgejnado a.jTS.
Candieiro* ae
Cbegou para a loja 4a Victoria os melhon
candiairos de gaz qaa tem vindo ao mercado, por
-uerae eommodoa : oa loja da Victoria, oa raa
Jo Queimado n. 75.
As tiras e iitremeios da
arara.
Vendem-ae tiraa bordadas da largura de 4 e 5
dedos a 19280 e 19600 a peca, ditas de entre-
meioe fleos a tf, 19200, 19400 e lgfiOO a peca,
collarinho de linho para nomem a ouu rs.: na
ruada Imperatriz, loja da araran. 56.
Cinco tustoes.
S na loja do pavo
vendem-ae aedia de qaadroa, ditas de listras so
comprido, e dilaa de listras atrsveeeedae, ditaa
de quadrinhoa, aendo doa melhorea padrdea e de-
llcadiaaimoa goaloa, com largura de cotia inglesa J,
a 500 rs. o covado, pechincba, o do-se ss
amostras aom psnhor : ns rus da Imperatriz n.
60, loja e armazem do pari de Gama & Silva.
Ra da Senzalla Nova n. 42
Neste eitabelecimento vende-ie: ta-
chas de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 r*.
Br,khantina suissa.
hantina aaieaa de quadrinhoa, U-
corpada para vealidoa e maia lar-
Meza a 200 rs. o covsdo : na roa
. 60, loja a armazem do Pavo
ilva.
Arara vende os palitos.
Vendem-se massos de palitos fiaos com 20
massinhos, por 200 rs.; na ra da Imperatriz,
oja da arara n. 56.
Para doces seceos.
Vendam-ae maito bonitas caixinhas redondas,
de madeira, de direrios tamanhos, forradas de
papis de cores, maito Unas, propriaa unica-
msUe para doces seceos de qualquer qualidade,
oelo barato prego d 4, 5 e 63 a duzia : na raa
lo Queimado, na bem conbecida loja da miade-
88 da boa fama n. 35.
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdenaple preto mallo superior pelo dimi-
nuto preco de 29 o covado, panno preto maito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9J o covado, casemira preta
multo fina a 2$, 29500, 3, 39500 e 49. o covado,
mantas pretaa de bloode maito eaperiorea a 129,
manteletes de superiores groadenaplea p-'-- ri-
camente bordadoa a 359, sobracasacas
preto muito fino a 309, caaacaa tambam de panna
rgBfttrTJltg Bn6"l 3%**- Dletota^p,nno preic
fino a 18 e 209, ditos aaemira de cor mea-
clada a 189, etperio. revaliahss estreiUs a
19, dilaa de aolim maca le gorgaro maito sa;
periorea para daaa volta a ^9, ditaa eatreitinhai
com lindos slQnetes a 29, sup5irt.;r %q?ra p'rt
to para colletea a 49 o corte, ricoa eofeitea preloi
a 69, e assim outras maltas fazendaa que sendo a
dinheiro vista, vendem-ae por preras maito ba-
rat : na ra do Queimado n. 22, na bem conbe-
cida loia da boa t.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston
42.
& C ra da Senzalla Nova
a.
Moendas p meias'moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., ate.
RudoBrumn. 38, fundicSo
de D. W. Bouman.
Oliados.
Tasada aa
zeode muito
ga qaa chita
da Imperatrl
de Gama &
i ichas do Pavo.
Vende-a ricaa colchaa de fust&o de linho de
varios tam .boa e diferentes desenhos : na raa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do Pava:)
de Gama & Silva
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-e na loja d'agaia branca mui bonitai
escarradeiras de vidros de cores a 49500, 5 e 69,
assim como palmatorias de vidro lapidado com
mangaa bordadas a 49500 cada um : na ra do
Qaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
Chafes pretos do Pavo.
Venda-sel o maia moderos chales pretos de
ponta redonda com bolota, guarnecidos de bico
de aeda largo em lugar de franja a 69000 : na
rea dalropyratriz o. 60, loja do Paro.
-
Vendem-ae oliadoa pintados de lindas vistas e
palsagene, larguraa de 6,7.8 e 9 palmos, pro-
prios para mesa de jactara Jo covado : na raa]_da
da Imperatriz, loja n. 20. ^ .
Ven
e bico
ditos d
arco
do Pa
Bra
Ac
ci do
ra de i
fazend
laa. c
preco
iles do Payo.
com dusa salas
prco do .69,
'rendes com 6
500: na loja
... ,.^i .....
1 a peca.
* nova por-
eias em quantidade*
Na loja geguia branca acba-ae am completo
sortimento de metas de todas as qaalidadea e
precoa, sendo psra homena, senhoras, meninos
e meninas de 6 meses a 12 annos. Ennumerar
oa difieren les prados confendir o p.etendente ;
aaaim qaem ae quizar con vencer de quo baratas
se est&o ollas venden'do, dirigir-so com dinhei-
ro i dita loja d'agaia branca na roa do Queimado
numero 16.
*
Ao rival sem igual/
Ra larga do Rosario numero 36.
Fitas de vellodo eslreinhae para enfeite a
pee 720 rs.
Sintos doarados a 19600.
Ditos ditos com pootas cshidas a 89000.
Laa para bordar sortidas, libra a 69400.
Eacovas para cabello a lj>.
Duzia de meias cruaa para homem a 29400.
Cartea de alflnetes a 100 rs. -
risa pretas com vidrllho a 820 e 400 rs.
es de retroi com franja a 5$000. >
i meias para aenhora a 29400.
otaa para atar cabello a 500 ra.
tarias para cortar parios a.80 Te,
'- de cores a 400 n.
V-8
itoa.
branca.
Sujerior sebo em velas e em
paes, cavxas de urna
arroba
Vendem Antonio Laiz deOliveira Azevedo &
C, no aeu eacriptorio ru Jacaranda superior.
Tem para veBder Anteoio Laix de Oliveira A-
xevedo & C, no sea eacriptorio raa da Cruz n. 1.
Coraes lapidados.
bao grossos que admira.
A loja d'agaia bronca acaba de receber urna
peqaena quantidade de coraes grossos lapidados,
ia quaes aervem para as voltea qae ltimamente
Tea
Baba.
Franjaa
Bicos preto
Trancas preta.
Eacovas para ul
Carriteis de ratr(
Tranga de seda de
Carreleia de linha a
Linba do gaz Intlrozt
Dita de Pedro Va 30 rs.
Rap Paulo Cordeiro e
Dito Mearon a 1}.
Caixinhas com papel para nanraro a
N. B. O dono deste eilebelecimento pr
fica-ae a mandar am caiieiro com as mina
que qaizetem em caaa das familias que
exigir. _______
H
la.
Manguitos com goinhas.
Veode-ae manguitos com gollinhaa, fazeodt
muito boa, pelo barato prego de 2$000, golliobas
e punhos ultimo gosto a 29000, gollinhaa muito
finaa e bem bordadaa a 1(000 cada ama na raa
do Queimado loja de mtadesas da Boa fama,
a. 35.
Tiras e ntremelos bordados-
Venda-ae ecas Qe tlraa bordad
,w>jt
3,000, 3,500 4,000 ntremelos a 19600 e -2*006
eada pega na ra do Queimado loja de miodezas
da Boa fama, n. 35.
Bonecas fraocezas.
Vende-ae bonecaa franeezas ricamente veatidas
49OOO e 500O, e l|000 bonecaa de cera com os
olboa novedgos a 2(000 0 39000, na ra do Qaei-
mado loja de miudezaa da Boa (ama, n. 35.
ratn- n. v,
loja Oo 'avuo
ua mu & Silva.
Para S, Joo e S. Pedro.
Veddem-ee caixiohas com grande porgao da
amendoaa confeitadaa, e alguns confeitos pro-
prios para o fealejo de S. Jlo e S. Pedro, pelo
barato prego da 800 ra. cada ama : na raa do
Queimado, na bem coahscida loja de miudezaa
da boa fama n. 35.
A Loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16.
Receben pelo ultimo vapor os seguintes ob-
jectos :
Bonitas ligaf de aeda para senhora.
Grandea e bem tecidoe bandees de clina.
Aapas de ac, e fita elstica-psra ces de bsiao.
Bonecas grandea mui bonitas e bom vestidas,
BonijVos bauzinhos com 9 frescos de chelros.
Lindas caixinhas com 6 ditos de ditos.
Tranceliim groaso de cor para guarnecer vestidos.
Luvaa de camuraa brancaa e amarellaa.
Lindos boies de banha para
presentes.
A loja d'aguia branca acaba de receber lindoa
boies de porcellana dourada com fina banha o
maviosaa inscripcas, oa qaaes por suaa delicade-
zas e peifeigdtstoroam-se dignos para preaeo-
lea, e com eapecialidade na actaal quadra, quem
goatar do bom dirlgir-ae com dinheiro raa
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16, que acha-
ra em que bem o empregar.
DCO aO gallo Vi-
gilante, que est quei-
mando.
Luvas de pelica.
As verdsdeiras lavas de Juvin, chegadinhas
no vapor francez; s bo vigilante, ra do Cres-
po ".I._________ __
'ara os festejos de S Antonio
e S. Joo.
Trinas e gal oes.
A superior trina a volante do Porto para ar-
ias, oratorios oa igrejas, que se vende por me-
aos do que em outra qualquer parte: s no Ti-
tilante, ra do Creapo u. 7.
ttoafes Garibaldinos.
Vendj.j, nt lojajlo Pavo, chales de merio
muito gWaodes de liatriohas a Garibaldi, pelo ba-
ratlsaimu pr(r0 de 49600, pechincha : na roa
da Imperante n. go. de Gama 4 Silva.
Vende
3S, ditoa
Impcwt
C res do Pavo.
alea de merino muito grandes s
as deeres s 800 rs. : na ra da
-/. io?> *ppa,vo
usam aa senhoras, e est vendendo cada
29, -29500, 3e 49: na roa do Qeeima'
' i como rece'
IB.
Luvas de Jauvin.
Vende-ae luvaa de pellica de Jouvio brancaa,
para aenhora, ltimamente ebegadaa : na loja do
beija flor, ra do Qaeimado n. 63.______________
Luvas de seda.
Vende-sa lavas da aeda enfeitadaa a 1|600,
29000 e 292OO, ditas lio de Eseoaaia branca a rs.
700. ditaa de cores 800 ria. ditas de algodao a
280 ris ; na loja do beija flor, raa do Queimado
numero 63^________J______________________
Escovas.
Veode-se eacovss psra dentea finas de diversaa
qualidades a 120,160. 320. 400 e 500 rea : na
loja do beija-flor, raa do Queimado o. 63.
Jogo (le domin.
Vende-ae jogo. de domin finos a l2O0 :
loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Cascarrilha
Lindas pegas de cascarrilha de todas as cores,
.pelo baratisaimo prego de 13500 a peca: s no
vigilante, roa do Creapo n. 7. '
na
Chegaram as desejadas rosa
articiaes.
Agora dave ceaaar o desgosto que maitaa se
nboras santiam por nao terem comprado dsspri-,
meirss rosss que a loja d'agaia branca recebeu,
isso porque dita loja acaba de receber am novo e
maia brilbaole aortimento deltas, vindo estas da
maisa mals dalicamenle orvalhsdas. A aenhora
que com a peqaena quantia de 29 comprar ama
deaaaa formoaaa rosa, aentir am effeito alada
maia rpido (relativamente ao caao) do que
aqaelle que produz o promplo allivio em qaal-
qaer molestis. Compre, pois, qua se nao de-
morem em as mandar comprar na raa do Quei-
mado, loja d'aguia branca n.16, pola do contra-
rio flearaoaem ellas para S. Joo, o qaa nao.
convm. Na mesmaloja vendem-se outraarosas
mais baratas.
; Ghapeiinas para senhoras.
Linda chapelinas ricamente enfeitadas, pelea
baraaaimoa prego de 89 e 109000.
Ditoa com pequeo toque de mofo a 6J000: s
no vigilante ra do Crespo n. 7.
Touquinhas ou chapozinhos
para crianzas.
Lindos chapozinhos para menina e menino a
49 e 69OOO, ditos de eltro pelo bsratissimo pre-
go de 35000, bonetes d panno Doo e ligo de fi-
ta a 3JO0O, ditos de veludo fino a 49 e 39500,
ditoa de palhloha a 3|000, touquinhas de seda
muito lindaa a 19500. ditoa de fil a 19000: s
no Titilante, raa do Crespo n. 7.
Manguitos.
Lindos manguitos com golliohs o maia fino
que se pode encontrar, vende-se pelo baratas!
mo pre^o d 79000, ditos sem gollioha a 19500:
a no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Boies para puaho.
Veode-se boies de punho finos de diversaa
qualidadea a 200 rcis o par. que tambem aervem
para manguitos de seohora : na loja do beija flor
raa do Queimado n. 63.
Occulos.
I-
Vende-sa occulos finos de armago de ago, a
29.19. 648 e 400 rls : loja do beija flor, ras do
Queimado n. 63.
Damasco paa^coRase para
ornamentos de igreja.
icos sintos dourados.
Vende-se sintos doarados a 29, ditoa de fita
com fivella dourada a 19500 : loja do beija flor,
ra do Qaeimado o. 63.
Enfeites para cabeca.
Vende-ae requiaaimoa enfeites para cabeeacom
franja, e sem ella pelo baratisaimo preco de 5f
M000, ditoa de vidrilbos a 1*600 ; na loja do
beija flor, ra do Qaeimado o. 63.
Carteiras.
Vende-se ricaa carteiras para guardar diobeiro
de ou o prata a 29000. 28500, 49000, 1J280 e
19500 : na loja do beija flor : raa do Qaeimado
camero 63.
Rosas articiaes para cabello.
A. L. B. F. tendo reoabido um variado sorti-
meoto de benitas rosss qae se esto aseado para
ello, o de pannos com falla de follado, ditas
e papel todas, as msis ricas qaa aa sede aacon-
rar vende-se na raa do Qaeimado su 63, loja
do beija flor.
Sitio venda.
Vende-es am aitio pequeo, porm ptimo de
trras, com maltas larangeiras,. coqaeiraa a maia
arvores.fructiferss, chao proprio. na estrsda de
Joio de Barro, em frente ao portlo do da viaeon- ________________________________
dees de tioianoa ; a tratar aa raa MtrtiU do Bo-1 Vendem-se duaa negrtobaa, com algama
trio a. 38, gando aader, J habilidad; miiu larga til Rosarlo a. 89,
Superiores atoalhados
adamascado.
Superiores atoalhado adamascado com 8 pal-
mos de largara a 1J600 r. a Tara : aa raa
Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Goliinhas de linho.
Lindas gollinhaa eatimpadaa.............. 500
Ditaa de linho maila fioas................. 800
Ditas pretas com vidrilho................. 29000
S no vigilante, raa do Crespo n. 7.
Meias.
Grande sortimento de meias tanto para homem
imo para aenhora, ~ -mam a I98OO
nt\r\ t>
'Vende-se muito aeperior damasco da li da
ama e cor, muito proprio para coliaa a para
ornamentos, com 6 palmos de largura pelo ba-
rato preco de 298OO rs. o covado : na raa do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Verdadeira pechincba.
Vendem-se cortes de superior gorgario da ae-
da para colletea pelo baratisaimo prego de 19,
29 e 39 o corle : na ra do Queimado a. 22, na
bem conheetda loja da boa f.
Para os tabaquistas.
Lencos muitt finos s imllsgao doa de linho de
muito bonitos padroes e de cores fizas muito
proprios para as pesaeaeque tomam tabaco, pelo
barato preco de 49800 e 59500 a duzia: na ras
do Oueimodo d. 22, os bem conheclda loja da
boa f.
Bramante de lialio.
Veode-se mallo aapsrior bramante de lloho
com duaa varas da largara proprio para letedea,
pelo barato preco de 29400 rs. a rara: na bem
conheclda loja da boa f, oa raa do -Qaeimado
n. 22
Um terreno.
Vende-se por preco commodo am terreno na
roa do Hospicio, proprio para ae edificar ama ea-
e, bavendo terreno suficiente para flear eom
am quintal aapaooso : a tratar na iua do Trapi-
che n. 14, primeiro andar.
59OOO a duzia, ditas para menina a 29400, dita
para canino a 29OOO : s no vigilante, roa do
Creapo n. 7.
E'pesjmoc
babados a 2}
cores a 39, oi
superiores a
carociohoa"
eada pee!,
7 1/2 varalS
encontr na
a vista : na
ma & Silv
dos do Pavao,
, corts de cambraia braneoa com
0, ditoa de tarlatana braneoa e de
os com babadas e dass saiaa maito
pegas de cambraia branca com
neos e de cores, tendo 8 i/2 varas
r 49. corles de caaaas de cores com
Idres novos a 29500 ; tudo lato se
ja do Pavio, qaa vende dinheiro
ua da Imperatriz n. 60, loja de Ga-
Alburios de borracha.
Vende-se oaS maia superiores alburnos oa so-
bre-tudos de barracha, proprios para o invern a
129: na raa da\lmoeratru n. 60, loja do Pavo.
C rites de phantasia,
Vende-ae rtcavs ertesjde phantaaiade duaa salas
eom delicados laTorea a 69 cada um : a ra da
Imperatrizn. 60* loja do Pavo.
sem segundo
Na ra do Qaeimado n. 55 loja de miadesaa
de Joa de Azevedo Maia o Silva, esta vendando
todaa aa miudezaa baratieaioaae, a aaber :
Papis de sgalhss a balo mullo supe-
riores a 80
Caixaa com multo fioas obreiss a 40
Cartdes com colchetes, tem algum de-
leito s r 10
Frascos ae macass prola muito fino a *l
Caixinhaa com papel pequeo de diver-
sos gostos s 720
Pscotes dito dito dito smiisde a 720
Novellos de linha de Crux a melhor
que ha a 40
Caixaa com agulhas curtas de separior
qualidade 200
ntremelos, a peca com 3 varaa 1(2 a 12000
Sabonetes muito finos a lio
Papis de sgulhss frsncezss com toque a 10
Pires de botdes para punhos de muitos
modelos a 240
Pares de meias creas para meninos a 160
Ditos de ditas cruaa para pequeo a 16o
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascos com agaa de Lavande ambreada a 800
Ditoa com cheiroa muito fino a 240 e 500
Ditos eom banha muita fina a 240 a 820
Ditoa com auperior banha de urao a 600
Fivelas de ac para sintos. *
Vende-' "velas da ac para sinto a 19500 rs. e
floo"'ln0f -*9 ^ .Qaeimado loja de'miadezee
-v-*0 na ra do
I da Boa fama. n. 35. n
4- Baleias.
D baleias 120 r. cada urna aspa de ac
2 > 160 ra. a vara, baodea a 19500 rs. e
a. 1 roa do Queimado loja de miudezas
n. 35.
-.ascarilhas de seda.
e eode-se catcarrilhaa de aeda para enfeitar
1('stidos a 29000 a peca na ra do Queimado
ftja de miudezaa, n. 35.
ilul
Calunhas do Pavao.
Vende-se calcionas de cambrsia bordadas para
menina a 19 o par : na loja do Parlo raa da Im-
peratriz n. 60.
Goliinhas do Pavao.
Vende-te golinbas de esmbria bordadoa e di-
tas de fil bordadas a 500 ris: na loja do Pavo
ra <* Imperatriz o. 60.
Manguitos com goliinhas.
ode-se manguitos com goliinhas bordadas a
19640 e manguitoa muito fios a ff o par : na
ruafda Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
Tiras e entre meios.
ode-se liras borJada tapadas e transparsn-
assim como entre-meios multo delicados :
na da Imperatris n. 60, loja e armazem do
lio.
_____ NO
Torrador.
23-Largo do Terfo--%$
Hanteita iogleza flor t 800 a 960 rs. a libra,
dita francesa a (40 rs.. banha da poreo a 400 rs.
a liara, masaaa maito finjas para opa a 400 rs. a
libra, queijos do reino a
re,s liera,serv*ja daa mei
garrafa, aardiohas de Na
a 32ra., belacbinha in
sistm como ae venda out
rataimoe, pasea* a 400
novas, e ea atgaem duvi
dor largo do Terco n. 23
.ditoado sarta o a 560
orea mi reas a 500 rs. a
es a 400 rs., toucinho
eza a 320 rs: a libra,
* muitos generoa ha-
libra, sao maito
r venha ver no Torra-
Lencos e iuvas.
nde-se letJios de cambraia de linho com la-
Wv Ss^WfaV| VTfOT w HBltt^QOfjf) IBDTnntnO
a 19 luvas de sedas de todas aa cores a 500 ris,
entejes pretos de vidrilho psra cabeca a lg, lu-
- reros preto abartaa a 500 ris o par ; na
imperatriz n. 60, loja do Pavo de Gama
ffjZxM, anas oa no de _ocia "aj vaa ') reiroz ateto abortas a 500 ris o par ;
tar ;
&s>.
Cambraias do Pavao.
p. is de cambraia 'fiaa eom 101/2 ratea a 69 a
peca ditaa com 8 1/2 varaa a 49, ditaa de 8 peca
39, lila para forro, eom 8 1/2 varaa a 196OO ;
na r 1 da Imperatriz n. 60, loja do Pavio, de
Gata & Silva.
'Vestidinhos a 4jjf500.
ida se Testidinhos de seda enfeitados para
merinas de 2 a 3 anaoa a 49500 : na raa da Im-
per riz Bi 60. loja de Gama & Silva.
Grosdenapies do Pavao.
f ende-ae grosdeaaples preto maito ineorpedo
I90OO o corado : na raa da Imperatriz n. 60,
|a de Gama & Silva.
Meias de borracha.
Veode-ae meiaade borracha para quem padece
a erysipela a 159000 o par, meias de seda preta
ra aenhora a liOOO o par oa raa do Qaeimado
'oja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Gal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Gadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Ra do Crespo n. 7, no
gallo YrgRairte.
Nesta nova loja ha grande porco de caixinhaa
com amendoas proprias para brinquedo de S.
rJoao-qaeae vende pelo barato preco de 800 ra.
cada ama qaem deixari da dar a urna menina
ama caixlnha ; tambem tem grande porco de
caixaa propriaa para doces secos que vende con-
forme seua tamanhos a 69. 59 e a 49 a duzia,
amendoas avulaas a 800 a 640 ia. a libra : s no
vigilante raa do Creapo n. 7>
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-ae palmatorias de vidro a 1 #600 rs., dilaa
a 49500 rs..
com mangas proprias para rapazea
cada urna, escarradeiras de vidro a 49500
e 59OOO o par, na ra do Queimado loja
miudeza da Boa fama, n. 35.
rs.
de
Perfumaras muito unas e
baratas.
Opiata iogleza a 19500 rs, dita franceza a 500
rs., 640, 19000. oleo da sociedade hygisniqae
verdadeiro a 1JJC00 o frasco, oleo babosa de Piver
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balaamiea
para oa dentea a 19000, dita de Botot tambem
para os denles 1 t$000 o frasco, pomada france-
za em poa a 500 rs. e I90OO, 320 rs. sabonetes
maito fino a 640 rs., 800 rs. e 19000 cada um na
ra do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
n. 35.
A 200 rs,,so pavo.
Vende-ae chita franceza eacura de cor fixa a
doua tusldta o covado: na ra da Imperatriz o.
60. loja e armazem do pavao.
Paletots do Pavao.
nde-se palftots da panno preto fino a 69,
de fsnev de corea a 99. calesa da caaemira
prl u a 49500 : a na raa4a Imperatriz n. 60, de
Gdjna & Sil...
Loja do Pavo rila da Impera-
triz numero 60.
DE
iVMV & SIL.V\.
Vende-ae neste estabela fment todas aa fazen-
daa por preces mais bsral >s qae possirel s
com o Om de sparsr dinhi iro, aaaim como ama
grande porco daa dilaa fas odas inteiramente no-
vas, viada* falos ltimos avio : os donos des-
te aatabelacimento rogam al todos os seos fregne-
e. qw s* doem ao trabalho de procramele
annancioa da laja do Pavogporqas
qae lo perda io aeu lampo.
Panmnbos do Pavao.
lende-se pecaa de pannlnho fioisaimo com 10
jas a 68 : na roa da Imperatris n. 60, loja de
& Silva.
Diarxo os
eitto
Chitas em cortes.
ende-ae cortes de chita franceza maito fina,
10 covado t 29400, affiancando-se ser de
IBsfk na ra tiB Imperatris n. 60, loja a r-
eas o Pa vi o.
Predio venda
Vende-se a boa caaa de doas andares n. 28 da
raa daa Crazas, bairro de Santo Antonio, em
choa proprios, e em perfeito eitado de conser-
vaco, visto nio predast de concert algum;
faz-ae esta vende em eonsequencia de sea pro-
prietirio ter-se retirado deata provincia : a tra-
tar na ra do Trapicha n. 14, com Maneel Alvea
Gaerre, que tem os poderes neceeearios para a
dita venda.
Agulhas.
A 2#5U0,s o pavo.
Vendem-ae cortea de cambraia branca com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tarlatana brancose
de cores, com barras e babados a 39: na raa
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pavo da
Gama & Silva._______________________________
A 500 rs., s o pavo.
Vendem-ae aa mais modernas, e finissimas lia-
zinhas de quadrioboa e de flores solas e palmi-
ohas, desembarcadas do ultimo navio viudo do
Havre,pelo baralisaimo preco de quinhentos rls
o covado, e do-se aa amoalraa com penhor : oe
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Cabalas hespannolas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-ae eata nova fasende de padroes delica-
dissimos com 4 1|2 palmos da largura, propria
para vestidos de senhora a 400 rs. o covado : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pa-
vo de Gama & Silva.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfm.
Acabara de chegar para a loja d'agaia branca,
raa do Queimado o. 16.
Cabriolet.
Vende >se um cabriolet de duaa rodas e desce-
barlo, am muito bom eat.do, a pintado de nevo,
com arreioa para um cavallo : para ver, na cal-
cina de Mr. Crosjean, na raa da Florentina, a
para tratar, na raa do Trapiche n. 14, primeiro
andar.
A. L. B. F.tendo recebido agulhas imperaes da,
ando doarado, vende ns loja do beija flor, raa
o Queimado n. 63.
Panno de algodo da Baha.
Veode-ae no eacriptorio da Antonio Lnlz de
Oliveira Aaaved* & C, ne na da Cruz n. 1.
Venda-se ama grande casa da doas anda-
I antlo*, sita na roa da Gala, sem 33 palmos
mitra a 190 dotando, com am pequeo
til, em chao proprio, livre deeembaracada;
Rora n. 18, loja, se dir qaem venda.
Aljfar tino imitando perola.
Veoda-sea 500 rs. a fio da aljfar ioo,>aai>
ando parola : na raa da Qaeimado, loja djgnla*
Escravosfugicto*.
Vende-ae ama erioula da idada de 25 a 30
ennos, ajan lava, engomma a cozinhs, todo eom
petfelcao : trota-se na raa da Madre de Deis
n, 18.
2001 de gratificaco
t qaem pegar o nardo Francisco, de 17 annos
de idade, de bonita figura, com todoa os denles,
cabellos carapinhos e ruivos, este pardo loi do
Sr. Dr. Borges ds Fonseca, o qusl viajoa com a
mesmo senhor lodo o serto a suburbios deata
provincia, necesaailmente quando era aeu es-
cravo, e talves ainds se inculque a servido de
mesmo : qaem o pegar qusira entrega- lo a sen
legitimo dono na raa do Hospicio a. 6.
Ignacio Laix da Bello Taer da.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
---r_; ~ : ;------n- : .



i'
Litteratara.
Jurisprudei
tr Sr. auditor da
projt
guar/e
prohibidla
Tomando agora
e o primeiro capito1
perimento grande petar eni coi
possibilidade abaolata em que
paasar Hafltato o art. if
tor se prqpoi.defloir o crim*
toda acga"o e ti omissoes
no referido cdigo.
Ha muitd queosjarji
dar urna defalco ejg^U
mas qualquer resulta*,
sstiafater ; por isso ni p
laticcto autor do cdigo peni I llvesse a ioeliei-
aaae de deixar urna lecuna la man ha em t br-
bante trabalho.
Attrevo-me a impugnar aredeccao do
artigo do capitulo em q u etilo, pSque
obriga dizer qaa alo dcfia o om se
definir; ,lm. nao deOoe. nern perrea ;
Porque nSo ostrue peltc* agumVtceerdo
que seJa cnme militar, sanio depois quf se hoa^
ver feito urna leitura completa de todo o- co.
ligo ;
Porque pluralisou a segunda maoeira pela qual
!. u- *e pod* tM" criminaos, depois
oe haver empregado a palavra-acgao-uo aingu
Jar dn jo lugar que $or sophisma se iofira i
toncranosensu, que crime praticar-ae aquil-
o que as leu prohiben) debaixo do nome acgio
ngularuado, nio o ser quaDdo se commetter
7a s commissao, talo 6, quando por urna fez
tornete ae driur de fazer aquillo que as leisor-
oenam e sim por doas oa mais fezes em ratao do
termo omissoes,. que devia estar tambera oo aio
guiir. como atosigo criminal commum :
Porque finalmente emprega a coojunr i
Ju K",'-*-T' a .1"l POi da palay- .2
antes da patarra omissoes iodiea, qi- anr* I
cnme dando-te o coocnrso siroolt- "
de maisde ama omisso, valo
roativameatea proposiean a-
se em pregaste a cooi
l sentadoa per todos os criminalistas, ?iato que sio
muito sernelhantes it disposigoes dot codigot pe-
nses do loro commum.
O exercito occupt em espado nao diminuto ao
contrario bem saliente em lodos oa paites, const-
temente antro 96a tambem : elle Impe ea-
tio aprazivele, como herosmo, u-
pouco poder ou quosi nenbam
tor barbaridades bem crois,
ptiouo vio exereeono ~
rea desalmado*.
or interease de qoalquer fuocciooario
blico e com eapectalidade de um militar, o fina
ala caraatariitico de sua alta calhegoria, a toa
oidade mataaolhenlica deve ser na Tardado a
praflipa fiel das leis ; porquanto ella constitue o
teu ma.'i'o real e a aaa importancia social
?'
QUISTA fEIRA t M JULfJO DI 1801.
por a lagialaV*0 oiMar actaal lio iocapat de
u- ,.K.-...4."> fina (uinnitm a* irniltinlicam. el
mae
ser
observada) ,1ue euspeites ss multiplican], como
deelira oe^uor doator auditor de guerra: a o
'militar, juiz pvune'ou condemna, sccusam-oo de
Servil, diiem qu'9. tapindoos desejoi do seu iu-
erijjr.aubaiette
ttrtSi
eseulaa-ovno,
r que pot'm11 t*09** Pr
1. .ocedido
aw >e, tapiando 01 deaejoa do seu su- V*"?*}? ***** ""<" eo**>
?._% i sua vootade quando n}* **\Z;}** na*[ l*UIB **?
par c^^emo. ; e os mais iopvf* H. u" V ?8' "oaP"hJa
Asnina ellendendo ao r-'** Ierra inrade-lhe | orm a cae,
pam-ne, V^rX" drse- todos 01 bens psra do seiulnte ve. iicusim-Do o
'e h-
como fex o legislado
urmacio de ai
T"

1-
0,
ri
1-
^a affir-
ifssaoqae
.Ttoo,
ommum, a af-
dpiivel, constde-
modo ineompatirel
acQ&o sem a omis-
accSo.
.inveniente notado pelo
do que aeja propriaseo-
jT, que ucou indeQoido, occorre-me
proreitoao o que o cooselho de es-
jieceu'm rirtude do decreto da 20 de
de It.
parando eotrelaoto o artigo em analyse
. a definirlo, que di Guoha Mallos, sou for-
ado a contestar a inferioridad deata em perfei-
cao, porque s considera crirne militar a acc^o
que ataca a aeguraoca da disciplina de mar e tr-
ra, qmndo ae sabe que hs muitoa crimes mili-
tares que nao aiacam a seguranca di disciplina
do exercito, oem da armada.
Poder-se-ha tambem diier que a deQnico de
Gunhs Mittos, embora imporfeila, tem a yanta-
gem de abraoger aa acgoes e omissoes dos mera-
iros da marinba; mas antes nao abraogesse, com
anlo que tost completa respeito do exercito
de trra.
1 aos artigo 6 e 7 ainda do cap. 1", co-
mo que obti o brado da razio, retumbando' em
meus oaridos, diztr-me qua, sendo autores de
crlrues militares nao s os militares como tam-
bera os paisaoos que commetterem, mandaren
ou constrangerem alguem i commetter crimea
miliares ; o que, sendo cmplices de crimes mi-
Iitires tambem os paisaoos que directa e aecen-
dsnamenlo concorrarean com tactos ou aetos ae-
cessorloa para a perpetrado de crimes mililarea,
nao pode ser boa a definilo de aotores e cum-
pJices dessa especie de crime, aenio compreben
dendo tambem oa paisanos, de que se oceup
a parte terceirt ; mas o que oao aet nos ar-
tigos6e 7 do capita lo 1?.
Seguem-je_as circamstaoeiaa aggrafantes que'
lazem golelo do capitulo 2*.
A!ia aqui ioMizmente me cabe ^nd'1
mesma confaao, que encontrei no a'
pillo antecedente, porqeantouacla.
ircums'.anciis aggravantea a primei.
aero nog t art. 8 a noute e o
quando devia aer t noute oo o lugar e.
que nao se pente que a non te por ti s ou
bem o lugar ermo de per si Dio constitue
eumstaocia aggravtnte.
Alera do inderido emprego da eonjunecio co-
pulativa pela deajuoctiva noto 00 cdigo militar
do Sr. Dr. auditor de guerra o que tambem ie
aola no cdigo criminal commum, peccando am-
bos por nao exigtrera que a circumatancia da non-
te ou a do lugar ermo aeja procurada; porquan-
to o acaso pode permittir qua um crime aeja pra^ I
ticido com ambaa aa circumatanclaa do 1* ; de"
modo que ser injusta a impoaicio de pena ag-
gravada em til caao.
Conrem pois redigir o Io do art. 8 por forma
que a circumstancia da noute ou do lugar ermo
nao seja sempre invocada para aggravara pena,
primeiro por qe dio-se crimes re'veslidoa de
taea circumstaocias sem haverem sido procura-
da, segundo porque aioda meamo no caso con-
trario, isto dse buscar commetter o crime de
noutt ou em lugar [ermo, estas circumstaocias
aem sempre podem servir para eggravar a pena ;
tal por exemplo crime de injuria verbal ou
por meio de ama offeosa pbysica, com urna bo-
etada, cujos vestigios sao delaveis, podeodo-te
dizer, que, dada um lagar ermo ou de noute, pre-
judica menos o offendido, em cajo favor ha o
anexim de que de noute todos os gatos tio par-
dos.
Pego venia ao illastre autor do projecto de c-
digo penal militer, para declarar, qee nio en-
contr fundamento plaasivel para ae admittlrque
a qualidade de discpulo seja urna circumstancia,
capaz de aggravar o acto do delinquente, por nao
te direm as raiOes, que mililaram i respeito do
aepor exeaapio e do mestre, cujaa autoridades
exigem acatamento e nao podem aer desrespeila-
dos sera grande prejofzo para a aociadade, o que
nao acontece respeito do discpulo offendido.
Estarei em erro ; mas me parece que um co-
ragaocomo o doillustre auditor qae capas de
comprebeoder perfeitamente a lioguagem do ra-
ciocinio, interrogando as consciencias sociaes e
especiaes do exercito, nao hesitar em omittir a
segunda parte do 8 art. 8 do seu scieotifico pro-
jacto de cdigo peoal militar.
Todas aa demaia disposicet do presente capi-
tulo 2" encontram sua justificarlo na justiga e
utilidade publica : todas ellas tendem a sustentar
a ordem, tranqullidade e bem estar da naci :
todat ellas procurara altingir ao flm para o qual
o exercito foi conalituido.
A' excepciode urna ou outrt ex plica m- se ellas
e se justificara com os mesmos argumentos apre-
ji resenli-
itmaoll; descobrem lo opposicao aos
ento iaxltiptosavel para dar jnhelam todos;
w do teperlor, cujas de taxirem o juix
os mais severos veem r .,scipllnado ou re-
ndulgente, ou justo
que.a jtstica militar es-
Bem s meu r- dquidade e docura, tneooa-
quece o prior ^ que Mlio aojeUoi *,ej|a 0 at
presa o dt' murtas vezes a constitueio politice
calca ao -ir
do imr nimento desta triste vefdade, habitao-
cao do Sr. Dr. Jos /Antonio de Maga-
yr j.satro, dictou-lbe a coofeccao deseut doas
.motos cdigos, cajas sanias disposijoes, ape-
jr de ridiculas lacunas que nao os imperfeiQoam,
poderiam j j constituir le do pas ; e aasim a
verdade ea juttica deixariam de aer sacrificadas,
como qutsi sempre acontece nos julgameotos mi-
litares, em que cot corpos de delicio lio reque-
ridos apparecern defeilaosot; as teatemaobas,
aoldados, sao inquiridos na ausencia do reo, por
superiorea seua ;apparecern quaai sempre oa
depotmentos com visos de perjurio em eslylo
ponco natural :fraco, sem recursos, em geral
ignorante, quindo o reo militar comparece anteo
conselho de guerra, mal pode articular.
Sozioho, contra partea officiaea aecutatoriat,
aote offlciaes, seos juizes, i quem aio subordina-
dos, nem sabe a deagra^adoro militar responder
aos interrogatorios qaa a lei manda faier !.,.
lato nio aystema que adopte um piiz eivili-
sade e catbolico.
Recife, 28 de jooho de 1852.
Manoel Jannario Bezerra Montenegro.
{Continuar te ha)
cif-
Cora ou a esclavatura.
E' um drama em cinco actos e sale quadros,
traduzido ijeloSr. Ernesto Biester, e pela primei-
ra vez repreaeutsdo em Lisboa na noute de 22 de
maio, em beneficio do actor portuguez o Sr. Joa-
quina Jos Tasto.
A accio deste drama pasaada em Paris. e na
Luisiana.
A Luisiana urna dessaa vinte e tantas republi-
eaa confederadas, que constituem os Estados-Uoi-
uoa .ce.
Roberto de la Salle, goreroador do Caoadi,
percor rendo em 1680 oitoceolss leguas do rio Mis-
sissipi, dea aqaelle paiz, que as aguaa do dito rio
cortam de porte a sul, o nome porque ficou sen-
do ouhecido, em honra do mona relia francez
Lo! XIV.
E' aabido qee oaquellaa paragens da America
I septentrional existem tres racaa dislioctas de ba-
bilaulea, a indgena, africana e ^ europea : eata
purilaoa raga, de todas a maia numerosa, lanzan-
do nos desertos e mataa a oeste do Hississipi oa
selvageos indgenas, trata com soberano deaprezo
' '"nos de origem, os quaes ae didem.em
e gente livre *------' --
' exclair
veril,.
Este drama aprsenla pois ama feicao caracte-
rstica dorude e inhumano precooceito, que leva
a raca branca naquelle estados democrticos a
sustentar urna artocraoia de cor, (permit-se-
nos a claasiflcagao) muito maie|xaltada etemivel
do qua qualquer daa aristocracias dos estados nio
democrticos da Europa.
Sendo prtenlo ali ulna la a raca africana com
o mais aigoitlcatiro desprezo pelos apostlos da
fralernidade e da egualdade, a formosa e gentil
Cora, filha estremecida de Grard, rico senbor de
eogeobo e colono de origem francesa, nao obs-
tante ter sido educada em Paris desde ot qaatro
annoa de JM fade, vollando ao paiz nats.-tem-)
Ae.Par, na propria casa paterna, pelaa proras
do maia bumilbaote menosprezo dot seas conci-
dadaos.
Cora, filha de ama escravs de Grard, do mes-
mo modo que Prancilia sua mi, eatara subjeita
i trate coodicio deescrava.... de seu pae ; por-
que os f.lhoi dot escravos e ot frlhot dot ani-
man, (diz a legialacio citada no drama) perlencem
por direilo de annexaco aot proprieiariot dat
moca.
Um engenbeiro francez, Jorge Bessiret, ten-
do visto Cora am Paria n'um baile de miatress
Bradley, lio enamorado deada logo ficou de aua
formoaura e attractivot, que nunca maia deixou
ella de aer a querida imagem dosteaapensamen-
los.
Partiodo de Paris mistress Bradley com sua fi-
lha Lucia e sea aobrinbo Curlia para a Luisiana,
onde Johnson, sobrinbo e primo destas persona-
gene da noore raga anglo-taxooia, era senbor de
eoganho e digno negociaole de eacravatura. Co-
ra quiz aproreilar o ensejo de poder pessoalmen-
la saber, de sea pae, de quem afia alguna me-
ses nao recebia noticias, e predispoz-se a par-
tir em compaobia de Lucia, cuja amisade con-
traira n'um coHeglo, em que lioham sido compa-
nheiraa e amigas.
Urna missio scientfiea e humanitaria lerava
qutsi ao meamo ternpi aquellas paragens o en-
genheiro francs Bessirea.
Todos ebegaram pois i Luisiana. Para compa-
obia de Johnson foi aaa lia, e sua prima, pro-
mellida esposa de Crutis, e juntamente eate, tam-
bem prente, e socio dsquella cita. Cora de-
mandou o lar paterno. Bestires foi o ultimo que
ebegou.
Propuoba-se miatress Bradley casar Lucia com
Crutis; mas Lacia amava a Bessiret, ignorando
que no coracio deale mancebo tio somenie baria
aflectos para Cora.
Ao meamo lempo que os negocios de Grard
corriam grande risco, espalhava-se na livr Lui-
siana a noticia da chegada de Cora, denuncian-
do come oriunda da vilittima raga africana, e
como tal tmenle d
dada.
Betsirts.'que a miara aridentemente
donzella, quiz desaffn nta-la,
lo coa Johnson, depc it de a |ve
trajada por Lucia, a [uem o
feilo etquecer a aftiij a reo
toda a infancia. '
Os tranatornos c
bravam sem
ira paga
naon era-Iha'cl B^^ ocoenta mil dol-
lars, e Krsig, rito teW eogeiho, e enge-
oboso traficante, por e fraudt que con-
aeguira armar co erard, Vraeentava-ae pe-
diodo Ihe o do1 1ue pediajohoson Grard
nio tinha ,* _. e:ebido del Nova-York com
qae pagar*?* cre(,ors. porqae/ a cita de eom-
mercio"*"^us orrtpondeneia havia quebra-
j0. imprevista 1 Ittventuria lanca o. infeliz
i^fir na^mals desea tarada coosternago. Joho-
era.
do das jnatigas
-, sequestra-ibe
lodos ot bens para no seguiote/lia serem vendi-
das em hasta publica.
A infelit Cora, seoc o filha d
das propriedades de ajeu pae,
aer tambem arrematada em [
leia democrtica do Dais...
A formoaara deata (donzelli
captivado Johnson, e quere
lio opportuoo ensejo de a po.
do o prejo compra-la ao mer.
ihe emeoenia mil dollars, por,
do proteger o desgranado Grar
ta licitando com pasmosa 1
fazer aubir o producto do leili
o seu amigo careca para poder
res.
Grard realiaa o preciso para si.
dirgese casa de Johnson, o qua
peramenle repellido por Cora em
tentativas, flzera preaenle delia a
a empregaase no aeuservign
No corago de Luda reju>
aentimentos generosos que s
havia auffocado.
Lucia, aabendo que Beasires .
aenao a Cora, torna-ae o aojo de s
aotiga amiga; corre para ella, "
pea pedindo-lhe perdi, abraca-
apresenta-lbe o amante, para
aparte daquella trra seguindo
vio de rea para este fim frotado
treta Bradley.
Quando a casa de Johnson i.hegou Grard
acompaohado de Curts, pedind a entrega de
aua filha em troca do dobro do p ) porqae fra
comprada, J oa dous amantes uiam viagem
com direccio a nma cidade, ao e parece, nao
republicana, para poderem celeb o aeu casa-
mento. Kraig, o mais poderoso, i tor dss des-
gracie de Grard e de Cora, presr a com ani-
mo inquieto toda esta acea, e tan mais quan-
do em virtude de amaa;as, qae o em tremer
de pavor, tem de restituir, a Grard seu ami-
go escravo Toby, |deavelado amigo a da filha da
eacrava Francilia, que muito araral, o que por
suaa mios havia soterrado. Kriiglpassa ainda
pela projragio degradante de ver dea\masorado o
by, caracttrisido pelo Sr. Theodorico; nio poda
ter melhor interprete.
0 Sr. Tssso, detempenhando o papel de Jor-
ge Bastiere!, iwteoti-o em toda a altara da 1111
intelllgtncia arlfstira.
O Sr. Damingoa caracterisando o pae de Cera,
a o Sr. Lacerda, o colono Johnson, aabem exe-
cutar com acertos eet jy^glfldo o Sr.
E' a Sra. Emulad PKuef Ktenta a
formosa e gentil Cora. O aeu peregrao talento
olerece-lhe nio poacoa momentos detuscitar no
animo doa espectadores o mais vivo interesa. A
insinenla vos, a galbardia de aeu aspecto,
aeu datapptrecimeoto acompanhou sempre a -
questratiodotaffectadoa.
Nio revolveremos a Biblia, nem HyppocfaU,
d em Albucatia, oem Averroe para aabarmoa ae
ella era coehecida pelos Jadeas do tempo de
Moyset ou dos Gregos desde o tempo do medi-
co do Coaou dos Arabas na edade media. Itso
poueo no Mstparit atMrca do aeu contagio.
I historias u mais moder-
s^^Kmala v|>dadeiraa, e nellas companbare-
nSJtTI perlo as pbatea desta mofeatis.
fegorfo de Tocers, que vlveu entre os annos
539 e 53, ji falla em um hospital com banhos
destinados a enes doeotes. Sigonius na bisto-
os seus expressivos gestos, s denunciara sempre fia o'Italia nos conla que em 615 a morphea,
escrava era ama
orno tal havia de
ca, em nome daa
tinha aobtemodo
este aproveitar
ir, manda por to-
do. Cora [costa-
Curts, queren-
alli M apresen
aeza, afim de
ao valor lie que
gar aos credo-
atar a filha, e
tendo sido as-
Usa amorosss
vela para que
ide logo
o oiume
de amar
./jo da saa
-li>e aos
seguida
elle se
m, na-
ta mit-
teu nefando crime. Um documento, com que
ae aprsenla, qaquelle momento o asf-capitao pt
greiro Bill, mostra que o tocto de (lrard tinha
pago a Kraig oa cem mil dollars, de une Grard
havia Ceado responsavel. Este pasao'de Bill nio
significa todava ,um rasgo de Virtud
proposito de vinganna contra Kraig,
ta ae julgava c
que Iba guard
de capital, d
para brutal si-
Curtia, pr
conatantemer.
desvarios e
aeu paiz, cn
sua *
mas um
'i bol-
egrodo
grn-
ler-lhe
tpirito
itra oa
na do
ial, a
essara
apres-
;rande
1 Lu-
j n-
*oca
r4"
T
monttrar, porque a a.^. .... ,rat9
raaoifestago do seu amor,, quando Bella
briu aquelle tentimeote nobre e generoso
levou a resgstsr a desdilosa Cora.
A fuga de Cora cora o ammta, o resbale do
mulato Toby, a resolucio do caaamentofde Car
til com Lacia, ea trafteancia de Kraigldetmaa-
carada e escarnecida, constituem o dt todo o entrecbo.
O drama, 010 goril, offereco RUB
aegao : esta aegio porm nio nos
Isr ama divisao sufflclenlemente
Entre varias scenas de excellem., jei
senta algum'aa, que sagradam pol de'
exiejuaa,' outns por mui ligeirame/nte.pr
das, e anda outras, que chegam me smoa
surdaa e repugnantes.
No tercairoquadro, priocipalmen e,jV
que Cora impugna face a faee o p
ver dado o nascimenlo, coosentiod
a aeus pea pedindo-lhe perdi, e
delle com imperiosa obstinago, a'
como o primeiro ornamento da scena drama-
tica.
Mallo bem ae aprsenla egualmente a Sra.
Eralis Adelaide desempenhando o papel de La-
cia ; enao menor louvor cabe i 8ra. Carlota Ta-
iassi no papel de miatreas Bradley.
Pode-ae portanlo afoitamente dizer, que o des-
erapenho deste drama saiistas cabalmente s
meta juslas exigencias.
A distnbuigo dot papeit v-se que foi feila
com aeleccio e acert.
O sceoario aprsenla vistas de primeira or-
dtm : sio novas ai doi 2*, 3, 4o, 5, e.7\ qua-
dros : a do terceiro, principalmente, represen-
tando um longo panorama do Miasissipi, capti-
va as attenedea de um modo ioexpllcavel. A
aisla do T quadro de sorprendente efTeito. Os
Sr. Rambols e Cinatti tem sido muito victoriados
por mais estes bellissimos productos de seu su-
perior merecimento.
A coocorrencia ao Iheetro normal tem sido nu-
merosa em alga mas noutes ; e de esperar que
assim conlinae durante muito lempo.
Felizmente jia aodedade elegante parece que-
rer tomar algum interesse pelo primeiro thea-
tro nacional, at agora eclipsado, multas vezes,
peloa detlumbrante e instructivos espectculos
dos civiliiodore* arlequlos do circo de Price.
Folgue ao menos o iheatro normal durante es-
ta temporaria ausencia dos incliloa palhacos.
(tfago.)
Variedades.
Os lazaros.
na em
e ha-
elhado
flando>s1
surds, iove
Bsvrai
o caatigo
reatituigio
voToby.
i apparecea-
ao lar pater-
ida como es-
mats com-
pito
jritieas ae pres-
to muito ao
humanitario
tudc
roaimil, repugnante, ridicula, imrbdjral.
O acabamanto da aegio nio deixa\verdadeira-
menle aatisfeito o eapectador, flcao
do traficante Kraig limitado forca
a Grard dos cem mil dollars, e do
Se os esbirros de Nova-Orleans i
sem como quando foram arrebata
no a filha de Grard para aer ve
crava, [Icaria a accao moral m
pela.
A maitas outras coosideracea
ta este drama, cuja escola com
ctal, e presidida pelo generlo
peosamento de se acabar com a escravido daa
ragas africanas, tanto maia onde a religiio dq
Crucificado est ensinando aoa homens a obriga-
;io de se amarem como irmos.
Sendo a acgo do drama passado na actuali-
dade, poderiam mesmo ser refutados os arguenas
tos de urna legialacio caduca-, em que ae fand-a
talvez toda a lorga'do seu desenvolv ment. .
Dous caracteres aprsenla este drama, cujo de-
seuho e interprelaco setoroam a um temWdig-
nos de grande louvor. Fallamos de Crufcj que
mui rpidamente j deixamos indicado, e-kue
ainda citamos como typo excelentemente lde-
sempenhado pelo Sr. Santos; e bem asaimt do
Kraig, desse outro typo, a que nos j referir! os.
FOLHCT1M
ORIGINAL 00WRI0 DE PERNIIBUCO.
AC4R\PI]"TdEME11TI0
ou
JECOROACOES de um homem velho
elo
oto
o qual interpretado com apreciave eamero
Sr. Pinto de Campos, Pdese dizer, que
este actor como o Sr. Santos aao irreprebeiisi-
veis no desemperno dos seut dif&cilimos papis
e assz merecedores do aprec.0 com que o pa
co oa lem recebido.
O negreiro Bill geral mente representado
)li-
om
muita inlelligeneia pelo Sr. Cesar, postoque |:ora
alguma exageracio em parle ; e
o mulato iTo-
A morphea esti se propagando de um modo es-
pantoso no Brasil, e principalmente as provin-
ciaa de S. Paulo e atinas. Geote que nio leve,
oem tem parentes ascendentes oa collateraea
atacados desta molestia, te vm de improviso com
ella, tem taber de onde Ibe-vem. Nao hs quem
nao deva tremer della ao ver ettraogeiros, ho-
meoa vindot de seus paizessem esse germen, se-
rem inesperadamente atacados. Donde poli. Ibes
tem vindo elle T Vede quantos lazaros sndam
pelas ruaa ; cootae-oa, e tereis o numero peren-
ne, conatante doa infecciona Jores de todos os diss
e de todas ss horaa.
Nao ser potaivel remover eates focos de infec
gao a fim de preservar aa popttlages deste fla-
gello peior do que a morte ? Certameote pos-
rel. Escodo-o, o governo do paiz aioter obrt-
gagio de preserva-las ? Certameote. E porque
nao arredar tamanba calamidad, qae quando
nio infecciona a populacio a entretem em con-
tinuo susto e terror ? E' muita ineurio, de eerlo.
e muita negligencia.
Os lazaros vivem, sustentam se das etmelas :
maa lirando esmola infeccionam a populacio. O
ar qua exbilam dos pulmdes, a sanie du ulceras
que o ar dissolve, para levar aos oulmdea dos
aiot qae os respiram, o dioheiroque pasaou-lhes
paisa mios e circula oas de todos, a aua promis -
cuidadecom eteravos fgidos que acoutam, outra
promiscuidade de aexoa entre os sios e os affecta-
dos, aio outras tantas sementeiraa de contagio.
Que a caridade publica os sustente : maa que
outras esmolem por elles, e fiquem elles redosos
em lugares donde nio possam infeccionar nin-
guem.
Mdicos ha que tem sustentado, eque saalen-
tam ainda, que eata molestia nio contagiosa.
Perece que eolre oa homeos de talento oa ab-
surdos tem defensores lio desformados, que eates
absurdos iriam aar enthronisados eomo artigos de
, ae o inatincto da razSo, chamado conaciencia,
os nao repudiaste -orno filhot espurios da pata-
rra. -. -
Nio de admirar que a morphea nao aeja ha-
vtda por contagiosa, quando muitoa mdicos pose-
ram em duvida o contagio da besiga, e a acade-
mia de Pars por um triz ia negar contagio da
peste d'oriente, depois de ama discusaao de mui-
toa mezea sobre eale aranma>o,
e porcino se nega 0 Contagio o maia sabido, e
o msia provado f Porque este conlagto oio'affec-
ta todos otexpostos a elle ? Ficam muMos mdi-
cos na duvida, te o doentei sao atacados por
elle, ou ae"deseovo|veram de si espontneamen-
te a molestia como o primeiro a (Tecla Jo.
Nao_oihsm para a filiago dos caaos mrbidos,
9 quando-ielhes mestram, chicanam esta fitiaco
| O que vale a humaoidade que depois- da chi-
can a e do, aophiama a razio retoma o-aeu impe-
rio por direito e por autoridad sua, ordena a
rengaba verdade, e os aophistsa- votiam ao si-
lencio, tendo perdido- oa ouropeis du saae magni-
ficas palavras.
Em these geral se pode dizes qua para haverj
contagio, sio indiapensaveia duaa condicea ;
molestia contagiosa por urna parte, e prediapoai-
gao ao contagio por outra parte. Sem qualquer
urna deltas faaveria immunidade sompleta de con-
tagio de todas as molestias, para todos seres com
ambas ellas, ou smente com a segunda, tslo
com a pradisposlcoes ao contagio para- todos oa
homeos, nio teria podido conservar-se a raga
humana. Se lodo tivessem disposicoes ao cno
lera por ex., oingaem escapara a elle ; mais bo-
je, maia amanbia, o homem perecera do primei-
ro, do segundo, ou do vigsimo ataque. A pre-
diaposicio nos explica a marcha de um contagio;
os individuos maia prediapostoa sio os primeiros
e os mala gravemente atlectados ; os menospre-
dispostossio ataeados em segundo lugar e mala
brsndamente, os ponco predispostos o sio por
ultimo, e mui benignamente, e os nao predispos-
tos oa refractarioa ( que a msioria ) goaam de
immunidade completa.
_ D'aqui vem que urna epidemia taz na sua inva-
sao grandes estragos ; depois abranda, e por ul-
timo nao paasa de urna adisposigao transitoria :
salvo tambem a ser retemperada a prdisposi;aoi
de cada um em novo fermento, ( cujo processo-
escapa a nossa investigado ) e al-revirar de-
pois de extincta.
Ninguam de nos sabe- a prediipoaicio que tem
para a morphea, e bem que teja urna molestia de
um medrocre contagio, devemos, havermo-aoa
por prudencia, como te ella fosse eminentemen-
te contagiosa : devemos fugi-la aequestraaio os
affectados.
A historia desta molestia noa moitra qua- a aua
invaaio foi sempre proporcional ao descuido de
deixa-la andar e fazer a voniade, assim como o
ahamada elephaotiasea, tinha se eapalhado a Ro-
ma, a tinha desfigurado muita gente. Em 643
Retharias VIII, rei dos Loogobardos, qae fez um
cdigo loogebardo, obra prima do seu tempo, fez
leis severas contra os lazaros, com as quaes a mo-
lestia diminua mullo. No VIH scalo Otbmar,
na Allemanhs, e Nicolao, abbade de Corbia em
Franca, construiram as primeiras leprosera pa-
ra squeslra-los*
Hit no tempo du crniidat, em que muilos
gnerreiros vioham com ella Palestina (que eotao
era o oioho da morphea ], e nio eram sujeltoi
ao rigor do aeqoetlro, iofeccionaram a Europa e
a transm'ittirsm por heraoga a seus descendentes.
At crengas do aeculo ajudaram eata propaga;io.
Assim Laiz VII, rei de Frange, chamado o me$o
que peotava com o seu tempo, que esta moles-
tia era mandada do cea para a salvacio das al-
mas, creou urna ordem debaixo da invocagao de
S. Lzaro [ donde o noma a molestia de mal de
Lzaro), cujo grio-meslre devia ser um lamen-
to. Haia gente devota, entre a qaal penonagens
eminentes, ia nos bospitaes curar as feridas dos
enfermos. A molestia foi assim espalhaodo-se
de tal maoeira, que no reinado do aeu successor,
Laiz VIII, em Franja havia nada menos de duas
mil leprosarias, e em toda a Europa cerca de
deseoove mil. *
Visto o seu modo espantoso de propagarlo e
por este desgrasado descui lo, recoohecido o seu
contagio, os lazarentoa (oram depois fgidos com
asco e com horror.As leprosariaa foram postas em
logares ermoa fora daa cidadea e do contacto doa
povoadoa. Reclusos nellas a torca, oa doeotes
perdiam os direitos civia, nio podiam dispor de
aeus bens e o divorcio tornava-se obrigatorio.
Assistism a missa fnebre celebrada para elles,
como te j estivessem morios. Se por urna ne-
cessidade iadeclioavei algum dellet tihit n'uma
estrada, era obrigado a dar aigoal da aua preaeo-
ca, tocando urna compaobia, ou urna matraca, e
deixar ae ficar a distocia do traoeeantet. Por
motivo neobum podiam metter p n'uma casa
qualquer. Em 1321 eccuaadot alguna doeotes em
1- ranga de infeccionar os rio e oa aqueddctos la-
vaodo-ae nelles, os reos foram queimados, e ae
dobrou de rigor contra os outros. Dtsde aquelle
tempo aa damoadaa ttotalivas de infecciooar o
genero humano eram iustioctiva nos lazarentoa.
Deata dats comecou a diminuigao gradual des-
ta enfermtdade.stXViaeculo.emquese afrouxa-
ram um pouao eases rigores. Na Europa est
quaai de todo extiosta, maa a aua semeote anda
ainda espalbada em grande parte da superficie do
globo.
E' molestia que vigora em todos os cumas, en-
tre todas as ragas e no meio de todas as coodi-
Ses bygienicas, bosa ou ms.
Tem recebido o nome delepra doa rabe, d
leonliisis, deaatiyriasia, de elepbanhasi tos gre-
gos, de mal vermelho, e oo Brasil, de morphea,
provavelmeote corrupcao do appellidodehumor
feio.
edade media, -qaando eata molestia eslava effl
honra como am abado feliz para ganhar o cu,
""^eiofeteiooua depois horrivelmen
te a Europa toda, como dos esti agora contaml
nando. -
Estaa ntagadas htdlondas de dasgragados,
Muu semaota da aua enferml
ia cruel i polica saoita
datnc
las

rigoco
O exe
avissri da
, que se espera1
cauges, senio 1
do que a morte T
provincia nio fiear
idadas, e do nosso govern
compoem essaa tdilidadea e eu
Bsmbrarioqae auas proprias pe
familia aatlo expostas a o p
io t
ca da. vsinhe, nao
Je na 'eagrsfea? E
fino de toda! aa pro
-jacio \MJmi po
e-tt dizer aa/fna non
lzaro nenio faqueU qua
por lu* faltar
' predispo-
Qaando
a a-reaiea-
o de utna
m ptfvo
o okeba
do que
a nunca
a oa la-
o erario
volun-
ceie-
e, nem
o i falta
iHjuelle
abundancia
jai Feroe e
no norte,
de Sebe-
I
POR
YOUMALE.
xTvm
[Continuago do n. 128.)
Pois, deixa-lo; que noa importa ino ? eu
nunca me caiarei com elle.
Juras?
Juro-o.
Nem com elle, nem com algum outro, que
aao loreu? inslaU.
Sim. Nio aoueuaua? nio Ihe pertenco,
querido Julio? que mtis exige voc?!.... res-
poodeu-me ella em voz quasl inintelligirel. Ai I
se vot soubeste qua de tristeza, que de angus-
tiosos petares te apoderam ai vezes de mim !
Voc v-me quaai mpr alegra e risonhs.... e.
comiedo, quando me recolho ao meu quarto,
quando todos dormem am can e ea me vejo i
ts no ailencio e qoietagio da noute, a minha al-
ma a aaaruaa ao pautar ota voc.... e choro...
e levo muito tempo i chorar.:.. Heu Deua! meu
Deua l ae eu nio tivesse t no teu amor para co-
ntigo, se su nio tiveaae esperances *m um falaro
melhor, vendo-me para tempre unida A 1
eerlo morria I....
Chara Laura I exclamei pezaroso o affliclo
ao ver as lagrimas qae te Ihe marejivam dos'
formosos olhos. 7
Ah ji Dio lembra.... proieguiu ella,
defiendo para trax os azeviebados cabellos e com
bra da ultima vez qaa noa reunimos, sales de vo-
c partir para o Rio? ji ta esqueceu doa jura-
mentos qae enlio nos fizemoa reciprocamente?
Eram maia de duas horas e voc devia partir as
oilo da manhia. A oouia ainda nao aeabra de
todo e comiedo alguna fracot Itesptjoi j prin-
cipiavam embranqaecer o horiionte; dir-ie-hla
que urna invitivel mi comeeva enrolar, pela
extremidade oppoata, ease negro e estrellado man-
to estendido por cima de nossas cabecas....
E' verdade!.... murmurei, ajoelbaodo-me
junto ao toteo banco em que ella se havia senta-
do e contemplando-a com apaixonada admi-
racio.
Nscontavamoiaiestrelllohiido cu ; con
tinuou Laura com enihusiasmo e sorriodo-ie atre-
ves das ligrimas que aioda Ihe humedeciim o
olhos.... e silenciosos e mudos pela vagt e in-
definlvel tritteza de um apartamento vizlnho, em
p a abragados junto janella, tentavamos com a
nossa frica inlelligeneia dacifrar easa escriptara
brilbante, iragada em caracteres de fogo pela mi
poderota de Deas, e procurtvamos 1er ou antes
adevinner o nosso commum destioo em alguma
das liobas dessa Ilvro immenso aberto aote a ig-
norancia dos homens 1.... Lembra se t
Se me lembrol.... ioterrompi eu, deixao-
do-me arrebatar tambem por tio gratas suaves
recordages. Aqal em beixo ludo eram trovas,
ludo obscuridade; s li em cima que resplan-
decala oa luminosos fenos, accesoa pela previ-
dencia do Eterno I Alterosos coquairoa bs-
loucavaot e*jp$o oa seus flexiveiie verde-ne-
gros pnahoe entre todat estas estrellaa via-ae
aciritillar urna.... grande, bellae fulgurante eomo
ellat que formam a corda da Virgem : era a
Aatralla'alval.... Eu moatrei-l'a ambos nos
i 4 fc/namoi por leitemuoha dot nosees jaramen-
'tosdesmor. Nio foi ai ti a:
Sim t sim I foi asalm mes
me eiqaecidat suai palavras;
~ Ea ditie-le, Laura.... ata
Laura, nos vamos separar-nos pela primeirt
depois que noa conhecemoa. Juremos,
amar-noa sempra e com a mesma ainceri'
ardor; qualquer que saja o lugar para ond
levar o destino, por mais diffiaeis qae saja
circa instancias em que nos acharmos. V
aquella linda estrella azulada, que pela sua
deza e fulgor parece querer offuacar as suasj
panheiras ? E' o astro conaagrade aquell
amara. Cbama-ae Lucifer ou estrella
quando precede o carro do sol, ao deeponl'
aurora ; a Vesper ou estrella da tarde, qd
Iba terve de tequito, ao Andar elle a aua ca]
diurna. Juremoi tmtr-noa tempre o tic
mete e tomemo-la como tettemunha dot
juramentos. Eu nao sei por quinto, lempo
rei agiente d'aqui, ignoro al onde me pode'
duzir o meu fado, ao apartar- me agora
Olha, porm, bem para esta estrella e sempre'
vires, quer a romper do dia, quer ao cabir
sombras, ptnsa e ora por mim, qaa eu lamb m
me lembrarei de ti,
E depois, voc tirn do dedo am ptqu
solitario, presente do aeu tio, e deu-m'o
do-meque em qusnt* eu o amasse o I
constantemente comigd. O annel, que
deu, ainda nio me abandooou um inaiinnT?
cJuiu ella, apreaentando-me a mi, que co
vira eolre aa miobas. Que feito do que eu
bem Ihe dei naquelle momento?!
Ei-lo I reipoodi, mottrtndo-o tam
Uatta la muerte ; fot a diviaa que nelle arar
gravar: exn quanlo eu existir jamis til
abandonar.
Ficamot um instante caladoa eimme
lem piando-nos com amore sorrindo
Ella existe, ilm do Brasil, oo Egypto, aa cos-
a septentrional d'Africa, na Asia, no Malabar, n*
Bengala, oa China, principalmente nat provin-
cial de Cantn, de Kvraogsi, d>e Fekieo, no As-
Ira kan, e no Kerson* no Ja pi, as l has de Java,
de Sumatra, o'Araboioe, d'aiu, naa ilbas Mau-
ricias e da Reuniio, da Madeira, naa Ganariaa, na
Guadelups, na Martinica, na Jamaica, em Santa
azia, etc. '
E' cora mam ras Guyaaaa, e aebreludo C>y-
ie chamadomal vermelho-A Suri-
o... --?er, no Mxico, Nova-Kork, Traca-
bia, Neguae, na .Nova-trunswicitv. a > norte a*
Carolioa. ~- ....."
Na Europa acha-ae
como na isln Jia, na
Irand.
]'*-tifivw(ie.,OP^e foi mui bem asladada por
| Uanielssen a Boect, tem o nome deSpedalskid
" que desde lempos remotos serve na Seandina-
I va a designar as duaa formas da morpbeat. Ella
e mais freqaeote oa provincia de Bergen, onde
existe urna leprosera desde 1476. Na Suecia nio
o a tamo:, maa la-antie na Bothuin Oriental,
^n Eathonia, e at naa regie glida* do Kamts-
Na Europa- central existe na Grecia onde era
desconheeida ao qae parece no tempo de liyppo-
cratei, que descreyendo alias com admiravel fi-
delidad as molestias por elle obsetvadaa, nio
noi deixoa.descripgo delia. Em 180< na Mea-
sema, hivfa aro hospital com 16doeoiea. e i
taparla na Laconia, e emdivriailttus,.Boeck te-
:ve occasiao de ver88>doeotes.
Ae ilbat de- Chy,pre, de Cret, de Rhodes
deSamoa, de Eubea, e al de Malta cootm laza-
rentos.
Ni parte teptentriontl di Italia ha muitot na
regiao circumscripta entre o Piemoole. Nitza e
Liguria, Pigna, i Caalelfranco, Chiavari,
Nizza, Turim, > Varazze, Comachio, o que
obrigou o governo em 1848 a abrir urna leproea-
ria San Remo, entre Nizza e Genova, que ago-
ra nao conla menos de 408 enfermos.
A Hespanba tambem ten os seut na Ci|
talooha, a Reut,. a nos arrabatdes de Tarra-
gona.
Em Portugal os-ha Braga, Serpa no Alem-
tejo e em outros lugares.
N*e margeos francesas do Mediterrneo, con-
eiva-se esta molaatia ainda em elguns pontos do
culo passado; mas, gragas aoa cuidadoa do
>verno, agora cal comipletamoele extincta.
A-lguns casos, que ss tratam nos hospitses frsn-
ezes, sio importa i os de fraKe, cousa aingalar,
um- individuo oriundo da ilha de Bourboo, quan-
do ebegou em, Franca, ds edade de 17 annos aio
como um pero, aem que tivesse entre os setas-as-
cendentes e oollaieraes lazacento algum, seis an-
cos depois da aua chegada foi atacado da-, mor-
phea.
Trazis do.seu paiz o getaxeo da molestia-e eate
germen so hrotava no tira de seis annosi
Maa, como ji dissemoa,.aa Europa existe a se-
ment SJbm a moltstia est quasi exUucta, e no
momento, em qua se poder recolher n'um paiz
numera aafBcenle de nenies para se formar
com ellas um hospital, serio seqaasttados, como
lo foram,em S. Remo. Ella tio pouco eonheci-
Wa, qua-os povos nao s, maa a pluralidad do
medscoa naace vive tonga vida. morra sam ter
jviato.um morpheticow *
lisa negligencia ooass, em deixar solas pelaa
povoagoes estas manadas de antea.asquerosos
perigosos, a nos infeccionar, a lev egual na
nao liver de s-lo
slgao.
Se diz que o erario oio tem dinhai
nio tivesse aenao um vintem, deve
mele gasta-Ioam preservar l popnla
molestia lio hedionda^
A primeira necesidade publica de
a laude a vida social, e psra o lazaren
oem urna, nem oulra.
Na Europa o povo lem menos dinheir
oo Brasil; mas para levantar leprosari
Ihe falta.
O nosso erario nao tem dinhoiro ; m
zaros vivem do dinhekro que reeoihem ;
qae o recolba por elles por contribu;*
tarta ou obrigaloria, ,e preserve st papo
questrando os doentes.
Nao nos faltam meioi, nem boi rentad
aptldio: falta-nos um pouco de reeaUg
quem principie. Ser q benemrito
qae primeiro metter miot' i obra Ur i
laria.
E' tambem todispeosaret que o povo
onde ae auinha o mal qae o pode earpreheade
tio desgranada a inexorovalmonte. E' precis
qae eonhega ot aymptomat danta molestia par
arradar de si o* infeccionado, oa para fagi
dellea..
Urna monographia sobre esta anoh
daa proporgoes de om jornal- como
Commercial: alm difio detde.que
thia geoeralisoo eolre apuro livros
dicas e desde que se tea multiplica
os livros allopathicos de medicina d
symptomatologia dettt nwfetiia eit
lodo.
Todava entra ai monogrspWtra' feitaa \Bri
sileiros, lembramot ama publicada em "I
Dr. i. de Aqaioo Fonaeca, de Peruana ue
julgomos-obra prima em tea genere; -^ae
comotudo-o qae te publica no Brasil i fiu-
gua portugueza, condemoada ao erqu ento,
am quanlo qae o que ae poblicaem fra e em
Parii, (como a thesa inaugural do Dr.. relie,
lobre este argumento, que Ihe dtu na-a ; moci-
dade, urna jarata celebridado oa Europa I -depois
de Instruir correndo o mundo, regitui9do- nos
gloriotoi archivos dt acrencia. '
Fatea livroa e estas monographia tod^via,
preciso confassa-lo) nio Mtiifazem ama iiecesn-
dade aenlida, que a colleecio de signa "exte-
riores que dio a coonecer o Istarenlo ; ije*er
preciso pergunia-lo. Por isso mesmo, quH>s
signaes deata molestia (a na aymplomatolbgtav
como dizera os livros acieulHco) oeet lirri
seguem ordem do seu deserrve-rvimeuto, anda
de enrolla tymptomat externo, e internos, alt'
ragao de funegoes e loffrimento', que Indo for-
ma am ch us. do qual o homem V> povo nio sa-
be segregar estes signaes ou;apeas o separa col4
muito euato.
Se no vulgo ha qaem leona o- inaSinto de c
ohacer a primeira vista marplMiiet, nio
eerlo pelo quo vi e pelo que ae lembr depo?:
ter visto muito.
-
5
No noaesforcaTemoaNjara- "^-er4,5t" !
cuna
. Q* clraorea tratada- desta motvstia a
J*1 dividido em duas especies, eujor symptema
jam periodo avangado ordinariamente se con-
fndeos parar formar urna molaatia verdatleira
mistura da duas. Urna
culbta.
m gesto de Uros sxprobrisio. J se nio Um- io aaU| labios aobrt a sua
o outro; ella meia inclinada para
sobre o seo ruitico asiento ; e eu semp
Ibado tens pt, apertaodo-lbe ambas j
tentlndo-me deafallacer tob a p
tlhos negral, que, aiot
llot
fatcl-
pMfitavam todari com o
JresiftiT|IU?|uor,
lBabebi-
Laura, mlr" eilleeira Laura, per-
Spa-m-"-ssrppuquei-inaemuu.l' t.
andido,
Perdoaro que, Julio?I perguntoa-ron Ha,
como ae desoertaise de um soobo.
O que? 1.... as minhas duvidas de ha pou-
co, Laura. O ter eu suspeitado do tea ceragio,
o ter vacilado um s instante ni teguraoga do
teu amor para comigo. Pordoaa-me, auerMa ?
Sim ; posto que eu nada tenha a perdoar-
Ihe. -
-Oh I abrigado! mil veiet obrigaejo !
- E agora voc est maia socegado?
E como nio o hei de estar, tendo a aerteza
de que aempremeamat; seguro, como ettou, de
que i itmpre a metma para comigo?!
Poia anteo, separemos-nes, porque j um
pouco tarda e mamie coatuma ai vezet vir chi-
mar-me para al moga r, quaado eu me demoro
moilo. Ou voc-vem comigo?
Nio; apparecerei mais tarde; pois meu tio
tambem est a minha espere.
Ento adeusl.... disse-me ella, levantan-
do-se e querendo partir,
Mas.... ento vs-ta assim embora, sem
fazerea ai pares comigo ? qaesiionel-a malicioia-
mtote e rttendo-a pela cinlura.
Poia eu ji nio lbe perdoei tudo o qae voc
quiz que Ihe perdoaua? retorqaiu-me ella com
gentil bioco e sorriodo-se ainda.
Perdoar.... maa nio s perdoar, 6*pre-
ciao fazer tambem a pazet.
E qaem pardoa nao faz necesiariamsnte as
pasas?
Nsdt, nio senhora ; nem tempre. Pode-te
perdoar aem eattr singado, replique! procura
ambaraga-la ; maa quando te ftzem as p
porque houve sgailamento.
' Mas eu nunca ettive zangada con rocql,.,
Nao me importa; tornti atrabQdo*a doce-
mente pira mim e uoiodo o aeus Jabioi aos
na. *
Bil, porm, 4eipreadendo>se-ne qiaai imma-
dialimente doa bracne a reoelliodo-me am pon-
co. deu am grito de suitc, e fagi rpidamente
por balxo daa arvorea.
Fiquai usa momento espantado ; maa um voz,
cujo timbre etganigado, jalgaei rconhecer, tiren-
me logo- em seguida dessa eitupefacgao para me
laofji.i em-oulra muilo maior. Voltei-me e di-
viaei D. Joaephina, que ae diriga pata mim
apreaaada e geetirjuland furiosamente.
XXIX
Como?!.... queisto, VirgeaSanta?!....
Julio abracado com Laurel....
. D. Joaephina !...,
Oh I nio procura negar, meu senbor; eu o
vi I Ha maia de um quarto do aura que eu ot es-
preitava por detrs dsquella pitangueira ; mas
tato urna infamia, ama Iraigo ; oaeohor eslava
tambem aoa ps da minha filha I ande, con-
fiase.
E por que nio, minha senhors ; se ella
ama-me? I .. nenhum inconveniente vejo em
confessa-lo, urna vez que o sabe.
Pois tem o atrevimento de dizer qae minha
filha o ama ? I, sem o mea tonsentimento ...
Julio, o teu paocedimeoto. infame I Voc um
malvado I .
D. JosephUia, a senhors ioinlla-me 1 .. e,
dizeodo iato eu tremi de clera e o meu sem-
blante tornava-se auceesaiva meato a fogueado e
lvido. Dai um paaao para dianle, como ae qui-
taste nganar a valha Megera que teu turno re-
cuou ; porm, nene momelo veia-ma mente
a adoravel imagem de Laura, a, por ama detett
transiges rpidas e diffleeis de explicar, o a
furor fol-se pouco i poaso lereosndo pare dar
lagar ama tria placidas.
. Sisa, prosegu D. loiephint, um poico
traoquillissda ; e como querer o lenhor qui ea
qnilifique o seu procedimeoto ? I ... o nobor
que abusn da minha conftaoca t
Da sua eonflaoca ? 1
deilas- a lepsa tnunr
que o valgo conbeee com o nome d
morphea da torocor, e a outra o oneathetot
que o vulgo chama morphea branca, e qaa- ata
ca de preferencia mos e ps, abriodo alcen-,, a
causando a queda doa dedoa. O Dr. J: de qui-
no Gaapar Ihe acrescenla urna terceira especie,
chamada mal vermelho-de Gayenna,. que e ani
que principia-por mancha vermelbas-oo-rosto e
pe po, <{mo to OcaudO mais levantadas-do
que a pello medida que augmentare em exten-
u, Dahi paasa aar tuberculosa, ou de oet-
rogot,
..A% diitinccao destai tren especie dehesar a-
bida do vulgoj porque no-tea comego ellas tea
caracteres lio dlstioctotr qoe aimultm molestia
bem differentee urna da entra, bem qae para ,
um veoham ordinariamente a confundir esse:
taracteres para formar unta molestia si-
Ha signaos- certoa da morphea, porque sao
exclusivos dalla, e ba sigtraes apeiios- por se-
rem commuBi outrat molestias. Ein todo o
caso convm fugir dos seut portadora*, qat
o partido o maii leguro contra as dnvidas-. ^
Sao signaes crtos da merpba os seguales
Manchas vermelbas peto reato e poto coro
mais elevadas-do que a felle, qnetoroamum
cor lvida no individuo branca, a no preto.e nc
pardo tomara corea difirante da cftr ordinaria da
pelle, sendo sempre maia elevadas do cjae- eita
A msior parte das vezes etfareilar*.
Manchasamarellas ou alvaeentes mais eleva
daa na circumlerencia do-ojue no centro-seroea-
das de boioes que parecem- formados d pequen-
nos tubrculos, ou por um liquido. Estas no-
doas a vaze sao lustrosa, como que oareroiss-
das ; ou sao embacadas.
Carogos su tubrculo- da- afir das manchas,
qae quaado aio numeroso, tornara a feiees-
grossaa. *y
Feigdetgrossaa e lvidas com inchaoao.de otl-
pebra. r
Rachadaraa entre o tubrculos, ulcaraco
deitas, coberta. de uma-cteaU eavesonada, on>
Tuberoulos as cartilageae do nariz, que-o dis-
formam, e o alargam iognalmente ;- ao rede*
doi olhoa, que derrubam as aobraacelhas U-
vanlam aa palpebcas, e dio.ao, olha urna aborta-
ra arredondada descommanal; pelo lbulo daa
orelha que aa tornan compridsa.oaaessaa e gre-
tidal, pelas magnas do rosto qua as tora aaa sa-
liintes, pelos beigos que os lornatn grossos,. pelo
queixo inferior, que Iba fasem aahir a barba
neate estado da face oa foilculpa, sebceos hu.au-
decem pelle de urna aecrecao- oleosa^ fietjda
om ebeiro de :bdek que torna o roste, tuiidio.
/adisemos que estes tubrculos sao. at veze
separados por rachaduraa, que coberto de eros-
(^on*vsr-a-na,)
com toa filba pois qaa eu lh'a pod. ,m Caaa-
.ment, e creto mesmo o a anh*ra ...
". peoaa qae e mea marido commotlB-
rlamos a loucura de dar Umt*l*TtIiZl
um criaocol. como voc. um be^."'"aem 8?c
oembeira. como aa diz? 1 Juina que lumii
trabalho de dar-lh. educac.au.T^-h.'Tto-
dos os mimos e dieveloavpara depois ir da-l,so
primeiro que se nos afcnaa.1., dizendo-oos. qo
e las o .mam ? ... e nio eonVS
forma algama eom o aun nonienliment ??
Pois nada, mea senhors fra eassr coro a kh*
misler agradar baitanta a mi. *"*
E verdade ; ae foto o commendaOoc F1U
cissimo. estou enroj o meu proeedimeoi,
nao sena tachada de inlaa la sen, oeacoJoedo
pela senhors. '*"B
O que quer rost cora isla ? | !ui
ga por ventura .... *' *"
Sim, continaei iDaeero'mpendo-a brusca-
mente ; sei qae se pretenda casar D. Laura con.
ira aaa vontade ; porm jutn-lhe por Deus qua
tal caaamento nunca ae efjettaar. H
Por qae ? ha e aat roc quem o ha. Je
impedir? replicou-me a valha com irona.
Per que? Porque nio julgo capaz da Ir ca.
aar aua filha cem am ... com om altera-
vol coa um amarino, como o aeu atteicoa-
do commendador. ueiWa-
Como! moe ella eom um gesto de se
; pois voc, nio contente do aoa
te i feito. ainda eaeiaa se tanga sobre o pobre
do homem ? ... Por elle ser sea rival, porque
Me rae destruir todos os seas bellos proiectos
toc leyenU-lheUlsot, descompoe-no! Ofi! am
calamni 1 ,. ~
(Continuar- i-na.)
<
perdi. D. Joaphi-l .^
na l seu mando nao lgMraTa do mea amor para IPIRN, 1TP. DI M, F, di r A RA ot FILH0.1852,
MELHOIR EXEMPLAR ENCONTRADO I I Mtl. DO


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