Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05460


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Full Text
O aJ/4'?f,i>*bu'iliv<-se todos os dias cf oo
ire-n 'le goarda i o prego da kisigfjtfijra he de
4X000 rs.poi ftinrtel, pa'Titi adianladnt, O; an-
uuneios do* assi(iintess:io inseridos ruso de
70 n. pnrlinlia, 40 rs. e n typo diliereate, e ai
epstifdes pala metade. Os que tilo f&reui sstjg-
inntes pniprSo'lD rs. por lio ha, e 100 en lypo
liflereote, toreada publicacao'.
PIIASES DA LA. NO MEZ, DE ABRIL.
I.ua or, a J, 8 hoiai e 41 min. da Urde.
desente a 10, aos 30 min. da (arde.
Luacheia a IT, aos 1 mo. da tarde.
Mmuoaiite a 26, aos 2 mo. da Urde.
ioianna e Pa rali iba ssegundas e sextas feiras
nuo-lraftde-dn- *9 o r te quinta fe ira sao meio-dia
Cabo, Sennli'.em. Ilio-Kormoso, i'oito-Calvoe
Haceid, no I .*, a I i e 21 de cad.i me.
Kara ihnnl e Bonito, a 8 e 21.
BaVVf'U e Flores, a U e 28.
Victoria, s quiitas-feita*.
Oliiida, iodos os dias.
PI'.EAMArt DE IlOJE.
I'riiiieir, s 10/horas e 64 minutos da manliia
Seguuda, s II horas e 11 luiuutM ds Urde.
n.jw:
10 Segunda. S. Erequiel. Aud. do J. dos orph.
cdo J.do c. la 2 e do J. M. da2 .
11 Teres. ?. Le'o Magno. Aud. doJ. doeiv.
da I. v. edo I. de pat do 2 dist. de t.
12 Quara S, Vctor. Aud. do J. do civ. da
2 r. e do J. de pat do 2 ihst. de I.
13 Quint. S. Hermenegildo. Aud. do i. de
orph. e do J. municipal da I. r.
14 Setta. S. Lamberto. Aud. do J. do civ. da
'.. y., edoJ.de paz do i. dist. de t.
16 Sdtiado. S. Basiliss. Aud. do J. du civ. da
I. v. e do I. de pai do I. dist. de t.
iG Domingo. S. Engracia.
CAMBIOS NO DA 10 DE ABftlL.
Sohre Londres a 2T/4e22>/,d. por l|rs.i0 d.
Pars 180 rs. por franco.
Lisboa 100 por 100 de premio.
Dcsc. da ledras de boas firmas a I 1|S */s *"
O uroOncas hespenholas.... JSJtt.in a SBfnos
MoedasdaO 100 velh ISfSOO a If00
* de 1400 no.. Ili/Oad a l|l
a de ifOOA..... 9{0fl0 a IJI00
Pra Pataeoes.......... I|940 a lfSO
Pesos columna res... 1JIU0 a l|44)
Ditos mexicanos..... IfMO 11820
>. Minda............. I|v20a 1#l
Aooes daeoiap.do Beberih de SOfMO rs, a psj
PARTE OFFICIAL. J
EXTERIOR.
MINISTERIO DO IMPERIO.
Illm. i Exm. Sr Cojn o officio de V. Ex., de 17 de fe-
creiro prximo flndo, foi presente aS. M. o Imperador
o que V. Ex. recebra do Juiz de pat presidente da junta
di qualificocRo da parecida da villa de Jacnhy, partici-
pando-Ib. o que marcara o da 30 domes de Janeiro do
crrente anno para a reunan da dita Junta, por uso que
inadvertidamente havla chamado para faser parte della
no da designado na le os eleitores ltiniaineate nonica-
dus, e nao os clellos ein 1844; c que deixra de incluir
nos edflaes os eleitores residentes no dlslricto do Atter-
radp,, ein coniequencia de, pela lei provincial n. 334, ler
silfo desmembrado daquella fre gueziLe incorporado
^ do Senhor Uom-Jezus-dos-Passos. E oThesmo augusto
Senhor houve_ por bem declarar que V. Ex. deliberou
coin acert, sao s appvovando adesignaefio do referido
dia 30 de Janeiro para a rcuniao da mencionada junta,
c -EJrst.sjs r:r, CG:qicacia ao respeciivoiuiz mu-
nicipal que procedesse na forma do aviso de 23de abril
de 1847, convocando extraordinariamente o eoncelho d
recurso para tomar conhecimento das decisoes da Junta,
se porventura contra ellas apparecerem rrclaniaccs ;
mas fambein respondendo aosobredito juiz de paz que
roccdeu era regra quaudo dcixou de convocar para a
unta os eleitores, que hoje residein no diste icio do At-
terrado ; por issoque, ua forma do aviso de 5 d dczeni-
bro de 1840, taes eleitores nao deviam fazer parte da
mesnia junta. O que communico a V. Kx., para sua lulel-
ligeucfa.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do Rio-de-Janeiro, em 7
de marco d 1848. Jfanoei Alve raneo. Sr. vice-
presidente da provincia de Minas-Gcraes.
I
PARLAMENTO PRTUGUEZ.
*
Illm. i ExHst. Sr. Coni a copla do rnelo que a V.
Ex. dirigi o Juiz de.paz presidente dajunta de qualifi.
cacao da freguezia do Bom-Despacho, participando que
us habitantes do disuicto daAbbadia nao tiveram no;i-
cia da lista parcial dos cidad.os nelle qualilicados, para
3ue podssein fazer suas rrclaniaces ; por isio que, sen-
upara all remedida dcixou todava de ser publicada
por'(alta de un Juiz de paz juramentado, foi presente a
S. M. o Imperador o oftcio de V. Ex. n. 16, coiii data
de JTde fevereiio prosiiiio flndo, ccmiuunicando uos
ter declarado ao dito juiz de paz que taes habitantes p-
deni inda recorrer para o eoncelho municipal, na for-
ma do reculamente de 10 de fevereiro de 1847, a-que se
n ferc o decreto n. 500 da mesm.-i data, mas tambem que,
ein conformidade do aviso de 23 de abril ultimo, Ihe de-
iiriniura que, dada a hypothese de haveiein reclama-
file contra as decisoes da |unta, o fizesse constar a V.
Ex. para marcar urna reuniao extraordinaria do eonce-
lho de recurso aflin de que tome conhecimento dellas.
1' o intimo augustoSenhor, de tudo inteirado, manda
responder a V. Ex. que- ha por bem approvar a mancira
porque decidi aquella materia; cora a declarac.ro, po-
rm, deque os recursos, que tiverem de ser levados ao
eoncelho municipal, uo poderao ser considerados com-
petentes, sem que precedam reclaniacdes ante apropria
junta revlsora, como determina oai'ligo 35 da lei, eo
artigo 9. do citado decreto de 16 de fevereiro, e como
esta explicado as decisoes do governo imperial. E pnls,
se taes rcclamacdes, pelo motivo que occorrra, nao che-
(,'areiD ao conheciuierfto da junta, quando de novo- s
reunir na forma doartigo 22 da mesnia lei, combinado
cun o artigo 27, cumprir que V. Ex. a convoque ex-
traordinariamente para esse liin especial. Oque parti-
cipo a V. Ex., para sua iutelligencia c execuco.
Dos guardo a V. Ex. Palacio do Rio-de-Janeiro, em7
de marco d 848. Ithnoil lvu raneo. Sr. vice-
iresidente da provincia de Minaa-Geraes.
-'1W presente a S. M. o Imperador o ofllcio de 29 do
inezpassado, em que V. Me. participa haver suspendido
os trabalhos dajunta de qualiticncau, em consqueucla
do occorrido com o inembro Juo Coclho da Silva, que,
tendease retirado, drpols della instalkid.i, sem motivo
justificado, se apresentra no iim de3(1 das para func-
i iunar como tal, ao que a referida junta nao quiz an-
nulr por ter j Horneado outro cidado para substituir
aquell membro, a quein multara na quantia de cin-
cueuta mil ruis': eo mesmo augusto Senhor manda de-
clarar a V. Me. que, tehdo o mencionado cidadao Juo
Coclho da Silva entrado no numero dus eleitores que
deviam compdr a junta, (ornado assento e posse, c nella
olflciado, comoum de scus membros, nao pile liclla-
uchte ser da iesina junta excluido, nrm considerado
demittldopor si mesmo, como V. Me. suppde ; purquan-
[||, fessem quaes fossem as rases por que se ausentara,
s couipelia junta em semelhaiile caso faze-lu sujisli-
liiir em toa falta, nos termos do artigo 29 da lei r.-gu-
luinenlar das elei;oes, e mulia-lo segundo o artigo 126,
e nunca exceder esses limites, a ponto de Ihc iinpor urna
unir pena para a qual nao etli autorisada, isto he Jul-
gar caduca a sua comuiisso, c rcpelli-lo do assento e
ixeicico que Ihe compete ler na sobiedia juma, com-
iiiUso sta que elle recebra por virtudc iminediata da
lei, e nao por noineacao ou delegaco de alguma au-
(oiidadejiubliea. Oque communico a V. Me, para sua
Iiitellle0e1a c governo.
Dos guarde a V. Me. Pafo em 9 ce marco de 1848.
Icuonde itMacah. Sr. juiz de paz, presidente da
junta c qualilicacao da fregue/.ia da ilba do (Jover-
nador..
Itrn: $ Exm. Sr. Com o ollicio d V. Ex., do 1.
docorreau, foi presente a S. M. o Imperador o do Juiz
SJBSIO DA CMARA DOS FASES, IK IIIT1K-
BEIBO DS IMS. []
O Sr. Conde de Thomar : (continuando )
I'nieco impossivel quo so escrevesso ludo isto,
mas escreveu-se, c sor conservado esto documen-
to para vergonha dos nossos contrarios! Accusa-
ram-nos da havormos violado a indepomlencia do
poder judicial, elles dostruiral-na pela base, o para
que? Para'collocar Trente das comarcas mais ren-
dtisas e mus iinporlaiilos osjuize qno, ou fram
membros das juntas revolucionarias, ou chefos do
guorrilhas! (Sentagilo profunda. Prolongado apoi'a-
dot).
Qc bcosjuizas para jiilgsrem da honra, vi-
da e da propriodailo do ciilailflo !! ( Anotado. Apota-
do). Eestcsjuizos, sim, estes nao silo tbnoxioi, silo
estes os que convem ao ministerio da legalidado,
sflo osles a favor dos quaes so publicou o decreto do
3 de agosto I ( Muilos e prolongados apozados}.
Quo me respondem agora os nossos aecusadores ?
Seosdiplomataseslrangeiros, ao passo que nos ac-
cusaram peln publicacHododocreto do primeiro de
agosto, tivessem levado ao conhecimento dos seus
respectivos governos o decreto eminentemente re-
voluciooario que acabo do mencionar, nSo teria si-
do otilro o modo por que foi avallada e julgada no
estrangeiro a quesillo portugueza ?
O ministerio da logalidade, o ministerio dos prin-
cipios, estando ainda presntese abertas as cortes,
aboli ama lei. Este insulto feito representacHo
nacional talvez nflo tenha oxemplo! Mus tarde, con-
tra o artigo 75 11 da carta constitucional, concedeu
e mandn i ni med ata mente pagar pensos pecunia-
rias, dispondo assim arbitrariamente da bolea do
povo, e violando urna das ntals importantes prero-
galivas do corpo legislativo. N2o deixaria cu do ap-
provar a competente proposta para so dar poDsilo o
una das viuvos contempladlas. Nilo hesitarci em vo-
tar favoravelmento quaudo esse negocio for piesijii-
leas cmaras, mas a quest3o riSo he cssa, a carta
constitucional foioTondida, eo ministerio usurpou
lltribuicOes quo Ihe nBo compeliam.
Aboli por um simples decreto a lei das con-
tribuicOesdirectas, e com tanta precipitagflo andou
nestoiinportantenegocioque,se bom me lenibro,
nem sequr deelarou qual era a legislac.to tributa-
ria, que licava em vigor: E'nlose pense quo isto foi
csquecrmenlo- Aquello ministerio propunlia-so vi-
ver n'um perfeilo estado dejdeeepcflo, o abolindo urna
lei de imposlos para ganhar as sy mpatliias populares,
nSo quera naquclle momonto perder essas sympa-
Ihias, fazendosubstiluiressalei por outra {apoiadoi).
Fez ponto nos pagamentos dos servidores do es-
tado do cinco mezes, es.lando, como so sabe, tres
dcstes geralmonto rebatidos pelos ompregados;
maior gravidade inda, o tambem mcreco maior
censura. [Prolongado t vivos apoiadoi.]
Km prova da nacionalidade e da espontaneidade
da rovoluco, podoroi ainda aprosentar um docu-
mento de um diplmala estrangeiro, quo bom propi-
cio se niostrou sempre ao partido revolucionario otn
lodas as communicaertos ao scu governo. Eis-aqui
como se explica M. Southern, fallando de alguns dos
denominailns corpos populares : 0 commandatite
nominal dos Serranos, Sr. Ignacio do liarros, he um
enralheiro iiuo possuo urna casa do campo perto de
Cintra, fugio duranto o combato. Os verdadeiros
mada le se dcstrulo o principio da eleico Indirecte '
consignado na carta, ese fez substituir pelo principio
da elei,5o directa, exeluludo ao mesmo teinpo do dlrel-
to de votar a quein est garantido pela le fundamental.
Nao he para aqui discutir qual dos dous systcmas he o
preferivel, mas ninguemdeixardeconvecer-se de que
o'governo commetteu um grande attenlado contra a
carta, e pralicou urna grande usurparn de attriiiuifes
alheias.
Sil' H. Pcel examinou, como elle nos dlsse, no seu uo-
tavcl discurso cssa lei, c nao achou nella fuodamento
para ceusura alguma. lie para lamentar quette emi-
nente estadista nao livesse a houdade de dar-se ao tra-
badlo de coul'i untar a dita lei Com o respectivo artigo da
chefos Silo honions do tullronles classos, asMfari'a-jcarta, contentando-se nicamente em observar que a-
dos pela convnisio revolucionaria d* f.isbt}a.\_Vo3Ci:--liiv.i referendado pelo seu amigo o Sr. duque de Pal-
Bcm, bem -He verdado, he verdado.]
Agora 4a cmara so ou tivo rasSo quando assu-
verei quo a sublevadlo popular era resultado dos
trabalhos dessa conspirac/io permanente,-a respoito
da qual, o para deslrui-la, he necessario que o cor-
po legislativo lome us eonvenienUH medidas.
Oreou osso minislerio o cargo do supremos chefes
administrativos, dcsconliccidns pola lei, e, sendo es-
sas autoridades repellidas pelos revolucionarios, nilo
levo Ion; i de as sustentar, o do fazer cumprir sotis
derruios, applauditido-so quasi da desobediencia
pralicada pelos rebeldes, 0 da offonsa atroz dirigida
contra esses chefs supremos.
Contra a oxpressa dotnrminaQflo da lei, dispondo
c abusando da fortuna dos particulares, concodeu in-
corisideradamento moratorias a differentes ostabele-
cimentos c cotnpanhias. Que dircito tinli.i o|governo
para dispor arbitrariamente dos dinheiros que os
particulares liaviam entregado aquellas companhias,
recebendo lettras sobre ollas, a pagar em prazo cer-
to?
mella.
INinguem piidc levar a mal que o illiisirc baronet pa-
gasse um tributo i amizade do uobre duque de Paitad-
la, mas nao he justo que se diga que os actos pratica-
dos contra o Sr. duque de Palmclla procederam unlca-
nienie de elle querer governar constitucionalmcntc c
porque as suas relaedes com os homens pblicos e com
os estadistas da Europa apremien talvez melhorcs prin-
cipios para a direceau do'governo constitucional, do
que todos os que teem sido ministros dos soberanos de
Portugal. Sir R. Peel falln seguramente do autigo
ministro dos soberanos de Portugal, mas au quiz fallar
do ministro da rcvoluciio!.....
Os factos que acabe! de enumerar c muros mullos
de que poderia aluda dar coiibcciinenlo cmara, se
houvessem convenientemente ehegado ao conhecimeu-
to de slrR. Peel, outro haveria sido o juixo que S.. Exc.
formou da questao porliigue/.a.
Tambem lomos aecusados de intolerantes e exclusivis-
tas, eu passo a dar conhecimento cmara de alguns ac-
tos que bem provam a tolerancia e a moderacao do mi-
nisterio que se proclamou o ministerio da unio da fa-
milia portugueza. A aecusacao que nos foi dirigida he
forte, e se ella fosse acompanhada dos factos odas pra-
vas enllocara seguramente os aecusados em m posicau;
mas, se ella he desacompaada das pmvas, e seus aecu-
sadores teem commettido osexcessos deque pretendem
acensar os scus contrarios, cnlo aaccasafao cabe por
trra c o sligma se devolye com justija.
Se a administaacao de que Uve a honra de fuer parte
era exclusivista, prova-se pela cstatistica dos cinprega-
dos das diflerenles repartieses. Em todas ellas existia
um grande numero de empregados de opinides coutra-
- as s do ministerio. Attenda-se mesmo cmara dos
deputados dissolvida, cuja opposico, se bem uie lem-
Sem a menor refloxio. e com urna improvidencia
sem cxcmplo, deu curso forcado s notas do banco,
o ilahfresultou, no met entender, a ruina daqdclle
eslabelccimonlo, e o estado desgranado do quo todos
so resentem pelo agio das notas, mal esto quo choga
a todos, quo ha de remediar-se, mas com difUculda-
do. Vem a proposito fazer urna poquona reflexo so-
bro urna aecusaciio que os nossos contrarios estro
constantemente dirigindo ao partido carlista. Por-
que nilo doslruis o agio das notas? Pergunlam el-
los. Porque destruistes a prosporidade de que goza- bro, era toda composta de empregados pblicos
va o paiz, e porque desles causa a esse agio ? Per-1 Ainda nao r6raw "'""os a cmara os .
guntoeti [apoiadoi].
lio bom fcil destruir, mas reedificar he mais dif-
ficil.
Itifringindo o cdigo administrativo e mostrando
um espirito verdaderamente revolucionario, dou
autoiisacilo amplissima aos govemadoreS civis para
dissolverem qualquer corpo electivo, o para demit-
tiieni qualquer empregado administrativo, fazendo-o
substituir, como effectivamente fram substituidos,
nilo pelas pcssas que a lei chamava, masar6 mrnie pelas da sua conliunce, quera dizer, pelas
afTcctus a rcvoluQ.lo. Desta geulc, Horneada assim ar-
bitrariamente, cram corapostasas commissOes mu-
nieipa'es, encarregadas de confeccionar os recon-
por esta forma doslruio completamento o crdito do .sea montos, pelos quaes dovia ser elcita a cmara de
governo, o collocou esses pobres omjirogados na deputados limante o ministerio Palmclla. .\o pas-
'!' paz presidente dajunta de qualilicacao da freguezia
u' San-Ca,iano, do termo da cidade de iMariainia, con-
soltando a V. Ex.'suhre oembaraco em que se acha, a
i u de di Horca que deve dar a dita fre-
i liado ijuatro eleitores ein 1842, e ciu-
stei omente augmentado a p-
senle que hoje sobe a 202 o uu-
luaiificados volantes. E tendo o mes-
ir approvadu a deciso de V. Ex., d
ui de paz que, nao obstante a fregue-
numero de votantes para dar sete clei-
adoutrina do artigo 52 da lei rcgula-
pdc comtudo dar mais de
.... o ado artigo, c por ler
udoetn 1842 quatrn eleitores, kujo numero nao adinit-
'e o augmento da 5.' pane, nico permlttldo pela refc-
I rnla lei: assim o communico a V. Ex.,para seuconheci-
I meuto.
I Dos guarde V. Ex. Palacio do Rio-de-Jnciro, em 13
\t. marco de 1848. Fiieoiuf de Uacahi. Sh'vlc-pre-
*1'ente da provincia de Minas Geraes.
mais triste posic.3o, porque o rebule do seus ordena-
dos desdo entilojiara c tem sempre ido em augmen-
to [apoiadoi].
Doloroso he confessa-l, mas esses empregados
alii estilosolTiendo cxtraordinariainento, ea que he
devido ludo isso? A esta o outr^s medidas desse
minislerio [ prolongado! e geraei apoiadoi],
Nflo tendo pensamonto proprio, nem for<;a para
fazer-se respeitar o obedecer, creou comits de segu-
lanra publica, maudando conservaras juntas revo-
lucionarias, para coadjuvarcm e darem protecQaos
autoridades. Faz vcrgonliu ler os decretos polos
quaes esse governo mandn por as supremas auto-
ridades administrativas dehaixo da tulolla desses
corpos ascefalos, illijgaes, sem missfio, e ominenl4v-
mento revolucionarios. O governo com scuiulliaulo
acto sanlificoii esses corpos revolucionarios, e lu-
dibri'ou a suprema autoiidade."
A rcvolugflo, dizia esse ministerio, tinlia sido foita
por toda a nacflo, c, ao passo que o governo cm al-
guns documentas ofliciaos osteulava que o paiz go-
za va d tranquillade, publicava por outro lado de-
cretos confessando quo us autoridades nflo podiam
fuuccioiiar sem o apoio e prolcccflo dos que gover-
navam scni lei,o somonte por arbitrio; queseras con-
siderares nao resultam desle contradictorio proce-
dimeiito em prova da nacionalidade dossa revolu-
efloi11 Aln leudes o procedimeuto dos habitantes da
capital, quando frum chamados a alistar-so na
guarda nacional. Essa guarda nacional que se dizia
ser pedida pelo povo de Lisboa, e quo so ora deso-
jada pelos marca, que eu me gloro de ter desar-
mado em 1838, quo lancavam um pesado imposto so-
bro os.habitantes da capital, e que em 1846 cram
movidos por excitacoes secretas como todos sabem
[ apoiadoi Ut verdade Be verdado ].
Em prova da ftea do governo poderiamosaddu-
ziro fado da alllxaclo do urna carta do ministro da
guerra, foita as esquinas da Capital pelo comman-
danto da divisflo militar,-pura socegar os pe turbado-
res, na maior parte proletarios. I'odcria tambem ser-
vir-uio do apedrejamonlo, as ras de Lisboa, de um
dos mais valentos reg (lientos do exercilo portu-
gus !
O Sr. Conde de Stmodes E com um general
frente '. 1
O Orador Ou,co dizer dos bancos inferiores que
esso valonle regiment foi pedrejado, tendo um ge-
neral a sua frento .'I ti se esse general eslivesse re-
vestido do autoridad, ese esse general fsse o cotn-
niandaute da divisflo militar, entao o caso he do
(*; Vlde Diario n. 81,
sarei adianto sem "observar que a respeilo dos em-
pregados ailmin islrativos dos corpos electivos, nios-
trou o governo at quo ponto levava a sua toleran-
cia, a sua moderaQflo, C o espirito de uuiflo da fami-
lia portugueza. Quantoa goyernadores civis, tlemit-
lio todos; quanlo u administradores do eoncelho
poneos restaiam quo nflo fssem domiltidos ; con-
celhos dodislrictos e cmaras municipaes, quasi to-
das fram dissolvidas [sensaeio],
A cmara mostra-so admirada de ludo o quo aca-
bo de referir ; he que os nossos contrarios polticos,
einquanto opposico sflo uns aojos, o quando go-
verno silo uns diabos [Hilaridade geral.]
0 Sr. Conde de lMvradio:Sr. presidente, eu requei-
ro quo so ndmoeslem as galeras, nflo porque me in-
timiden* ou assuslom, mas pelo dignidado dosla cu-
mar ho que cu poco isto; porque estou vendo quo
quando o orador olha para l riem-sc os espectado-
res. [Susurro e votesnao ha tal, uo ha tal.)
O Orador :Ein primeiro lugar, invoco o t es le mu-
olio de loda a cmara, so cu me lenho dirigido algu-
ma vez s galeras. [Votes : nao, nao], Em segundo
lugar pergunto, se a cmara presenceou algum acto
quo detnandassi: tilo severa roprehensflo da parto do
I, par. (Yosts: nenlmm.ncnhum.) O pequeo susur-
ro quo se notou tanto na cmara, como as galenas,
ao ouvir uina expressflo pouco usual, devia passar
sum reparo, alom do que, oslando V. Km.' uossa ca-
tleira, he impossivel que alguem falte ao respeito de-
vido (apoiadas geraes e jprolongados.)
Por simples deryotos deslruo o ministerio da rc-
voluc/io varias Icis do impostos antgose inipoz ou-
Iros novos. E nisto fez consislir todo o seu systoma
linaiiceiro, e para isto fez appar.to de grandes com -
missOesde fazenda. Esse ministerio entondeu quo o
mellior niododo .orguuisar a fazenda ora faltar as
oiirigar;Ocs para como crodor publico, supprimiro
libulo volado para as estradas, abolir-a lei donde
devia resultara igualdade das conlribuices, o du-
plicara decima sobro o empregados pblicos. He
syslema digno de um caixeiro liUilaridade.geraei
apoiadoi].
Dominado do mesquioho espirito de vingauca, deinil-
to dous conrelheiros de estado, usurpando assim as at-
Irlbuicdes allirias e iinpondo urna pena que s devia ser
resultado de una senrenca. Fu fui unidos desgiacados
sobre quein se exercen esa mesquinha vinganja ; abs-
tenbome, portauto, de fallar maisneste allentado. (Vo-
sei, bem, bem.)
Ilcvogaudn um artigo da carta constitucional publi-
cou urna chamada le de eleioes.
O Sr. V. de Ponte Arcada: Oh Chamada I
O Orador : Sim '. Chamada! Pois pode dizer-se lei
iiin deceto do execiuivo que revoga um artigo da lei.
fundamental do estado ? (A/ui(o apoiadoi.) Por essu cha
esclareci-
ineiiios que pedi, mas posso desde j asseverar, que, em
vista do cscla reclinen los verdadeiros que le ib o podido
obter, o systeina demUsorio foi exrrcido. com demssia
pela administrara.) Palmclla. Quanlo aos empregados
administrativos, j. dei una idtia exacta acamara de
qual foi o procedimeuto do governo, farei o mesmo ago-
ra a respeito dos empregados dependentes do ministe-
rio das justicas.
Neste ministerio moslrou-se realmente grande aciivi-
dade no artigo deinissOes. Escrvaes, por exempio,
fram demiuldos 235 Mas nao foi Isto o pcior ; o prin-
cipio adoptado para essas demissnes nao posso delxarde
o qualiflcar como altamente escandaloso. I lei de pro-
var o que digo com um documento de uina aatoridade
superior revolucionaria. Vou dar conhecimento c-
mara desse documento, que, mostrando at que pomo
chegou o furor demissorio daquelle ministerio, provar
ao mesmo lempo a asscrciio que j Us, de que esse mi-
nisterio s viva pela decepcao.
tis-aqui o documento a que alludi :
Illm. e Exm. Sr. Tenbo a honra de acensar a te-
eeprao da portara desse inini- rcpriicau da justica, e [eco a V. Exc. me permita ob-
servar que a exonerado dos tres seriviies de direito
desta comarca ha de lazer suppr me eu os propuz pa-
ra isso, quando no nieii ollicio de 23 de juulio passado
cu nao propuz seuuo para transferencia por isso mesmo
que Ihcs nao sei erro d'ollicio (boa prova di tolerancia I)
o dcsciiipenho dos scus cargos, e por este ladB no es-
lado actual das cousas estas demissea pdeni ter ms
consequencias, e tambem a nomcacSo de Carlos da Silva
Segdicr nao ser ulil por ser estranho trra, c porque
para applacar a irritadlo e satisfazer a poltica e as es-
peran.; as couveni que O quarto cse ivao nomeado Seja
um honiem honrado c segurod cor poltica do antigo
partido realista; esta he a verdade das conveniencias
iocaes........................... .
Dos guarde a V. Exc. Braga, 8 de julho de 1840.
Illm. c Exm. Sr, ministro e secretario de estado dos ne-
?ocios ecelcsiaslicos c de justica. O governador civil,
ranciico Lope de Ascvedo reino da Ponieca.
-A cmara tero observado que o governador civil de
Draga nu havia proposto a dcmisso dos tres escrvaes
daquella comarca, porque Ihe nao conhecia erro d'ofli-
cio no desempenho dos seus cargos, mas oSr. ministro
das justicas entendeu qOe o nao ter erro d'offlclo se nao
era motivo bstanle para ser transferido conforme a
opiniao do governador civil, era motivo mais que bas-
tante para ser dimittido, segundo os principios de tole-
rancia e de unio, adoptados pelo ministerio.
[foses, he horroroso.)
He borroso, ouco dizer, mas isto ainda nflo ho lu-
do : a cmara teca observado pela leilura do docu-
mento quo para salisfazer a poltica o as esperancas,
era necessario que o quarto ofllcio fosse dado a urh
realista Eu bum sabia que a un o entro dous par-
t.los iflo opposlos havia do existir somonte at o
momento da victoria, mas eu nunca pude conven-
cer-me do que antes de chegar esse momento lia-
viam de apparecer documentos escriplos, que pro-
vassem o intento de so enganarem reciprocamente.
Nflo posso tambem deixar de dar conhecimento
i-amaru de um laclo talvez nico na historia das
perst'guices. Dous homens polticos residan! fra
do seu paiz, sem darem o menor pretexto a rigoro-
sos proCedimcnlos contra elles, so oceupavam ex-
clusivamente dos interesses o bem-estar de suas fa-
milias. Quein podora acreditar que procedmentos
os mais violentos se pozessom ein pratica contra es-
ses dous homens ? Esse governo, que se jactavn de
tolerante o moderado, nflo levo pojo do declarar que
depois de ler lomado previamente as ordens da sua
soberana ordeuava ao representante da mesma au-
gusta sen-hora na cile vizinha quo reclamassca'ex-
I ubiio do um desses hoinons de Madrid, o d'outro

WWwJm
NUMERACO INCORRETA
aaaaaaM




-.
4 >
de Cdiz para lugar d'onde livessem pouco contacto
com Portugal [Snuacu].
Aindamis, ossu governo, que se dizia tolerante
o modorado, julgou ter dircilo para dispr dassym-
pathias e a(Teic.es particulares dos sens emproga-
dos, o nSo leve igualmente pejo de ordenar ao mi-
nistro de S. M e a todos os empregados do legaco,
que nfio tralasscm, nem como homens publicos,nem
como liomcns particulares, com esses dous persegui-
dos !! [Profunda sensuca).
Pouco importava que entre esses individuos hou-
vesser antigs relac&es de amizade e motivos de
reciproca gratidilo, o governo da moderacSo, o go-
vtiio da uno ludo isso dosprezava, e com a maior
ferocidade tornava-se arbitro desMi ympathias.'
E quera cmara saber que motivo existirn) para
esta inslita perseguiclo ? O administrador do con-
celhodeMertola, se bom me lembro, participou ao
governador civil do districto que os Cabraes estive-
ram em Xeru-de-la-Frontera chflgando militas vezes
at Htulba; (a esto ultimo ponto nunca foram os Ca-
braes) o governador civil participou i inmediatamen-
te esto notavel acontecioietito ao ministro do reino,
o paraadiantardeu Lambem conheci ment del le ao
representante de S. M. em Madrid, Pelo ministerio
do reino se deu i m mediata mente conheclmento ao
ministerio dos negocios cstrangeiros o da guerra,
por aquella ministerio so inandaram fazer as recla-
iiinqes junto ao governo de S. M. Catholica, das
quaes j dei conheclmento cmara, por este minis-
terio se expediram ordena ao commandanle da 7.a
c 8 dvisao militar para que por todos os meios ao
MU alcanco indagasse qual oconceito que esta no-
ticia mereca, e informasse logo pelo ministerio da
guerra com o resultado das suas investigaefles (Hi-
laridad* ytral) V. no lim de ludo esses dous honiens
er.im dous paisanos, e no lim de tudo esses dous ho-
mens nfio liiiham nunca ido a lluelba, nem baviam
dudo o menor pretexto para suspeilar-se da sua
conducta.
Ksqtieceii-modar conhecimento cmara dos a-
gcnles do ministerio publico que fram domittidos
com toda a moderado {riso). No artigo delegados
fornni demiltidos 68 I quer dizer mais do metade do
numero legal. Os agentes de categora superior
fnram lodos demiltidos, edeseja a cmara sabor co-
mo foi sustentada a independencia do poder judicial
na forma do decreto de 3 de agosto ? Fo transferin-
do 69 juizes de primcira instancia !!!
Sr. presidente, estou cansado e nlo me he possi
vcl continuar. Concluirci fazendo urna pequen
observado. Nao me liz cargo do responder As vi-
n//*ncfl,epermitta-sc-me dzo-lo os grosserias que
alguna individuos no estrangeiro empregaram con-
tra a rainha de Portugal,porque esta objecto, por di-
zer respeito a tilo alta e a 13o augusta personagem,
demandara maoros frgas que as minhas; ou an-
tes nlo me fiz cargo de responder a essos violencias
ogrosserias, porque as excelsas virtudes quo adornam
a rainlla de Portugal, e o amor que llio consagrara os
seus subdito aSo a melhor rosposla que pode dar-
se aos seus detractores.
Tiros e prolongados apoiados~*Muito bem, muilo
bem.
( O orador foi cumprmentado no seu lugar por
todos os seus amigos da cmara, e porta da sala
oesperavam para o mesmo lim muitos deputados
que o haviam escutado).
as vicis.litados do tempo; viva do $cu sold sem ser peta-
do a sociedade; e, ae com os poucos recursos que tinba
nao promoveu a felicidade de alguein, tainbein mal nao
causn a peisoa alguma- Mu poucos bens da fortunan
na verdade, deixou a sua familia ; porm legou-lhe o
inelhnr dclles, urna educado religiosa e temente a Dos,
principal inovel para a felicidade do hoinem. Aceita,
pola, ineu amigo, na mansito dos justos, o ultimo adeo*
do teu lid e grato cainarada. Adeos.
A trra te seja leve I
Herir, II (le abril de 1848.
COMfflERCIO.
Alfandega.
RENUIME.NTO DO DA 10........... 14:955,701
Descarrega hoje, 11 de abril.
Brigue Sociedade raercadorlas.
cral .
Diversas
CONSULADO fiBAl,.
RENDIUENTU DO DA 10.
provincias
3:113,577
86,411
3:199,988
CONSULADO PBOVINC1AL.
I1EN0IMKNTO 1)0 DA 10...........1:505,77*
antes; certas de q ue' aVdministrngao val dar cum-
primento ao artigo 9 dos estatuJos.
O secretario,
t. J. Fernanda Sarros.
MovimciKo do Porto,
Navio entrado no da 10.
Rio-de-Janeiro ; 27 dias, brigue brasileiro Sociedade, de
195toneladas, capitn .1. Jos Tollos,equipagem 12,car-
ga varios gneros ; a Jos Francisco Colares, Passa-
geiros, Antonio Joaquim Dias Medronho, o alfcres Vi
ceute de Puula Briss com sua senhora, Brasileiros,
l.vii/. Antonio Pinto, Portuguez.
Navios sahidos no mesmo dia.
Lisboa por San-Miguel ; brigue portuguez Oliveira, ca-
pitao Antonio Francisco Rczcndc, carga assucar e so-
la. Alcui dos passageiros que trouxe do Rio leva a
seu bordo : para San-Miguel, Miguel Thoin do Bego,
Manuel lonvia dos Santos, Manool ChavesSanra, Jos
Jacinlho dos Res, Jos de Carvalho Oliveira, Vicente
Jacintho de Souza, Jos da Costa, Francisco C'ordeiro
do Bego, Joao da Costa Potrillo, Julio Jos Ferreira.
Lisboa ; brigue portuguez Sublime, cajiito Joao Fran-
cisco de Amar, carga assucar.
Maranhao c Acaracu ; patacho brasileiro Etnulaco, ca-
pitao Antonio lio oral ves Pereira, carga assucar o mais
gneros. Passageiros, Manuel Antonio dos Passos e Sil-
va com dous cscravos, Antonio Goncalves de Moraes
com mu esc ravo, Guilherme Antonio Saborfdo, Jos
Antonio Branco, Domingos Jos de Saboia e Silva,
Brasileiros.
Cows ; barca inglcza CumtVrfand, capito James Aiiken,
carga assucar.
Grandeeosmorama
Hoje estarS6expostas, das 6 horas da lardo em
liante, no salflo do Collegio, junto Congregacfio,
as segtiintes vistas:
1.* Pernambuco, pelo lado da fortaloza do llrum.
3.' Alagoa do Itodrigues, no l:io-de-Janeiro.
3.' A columna do Alexandro em S.-Petersburgo.
4.a Os arcos das agoas-livres em Lisboa.
5.' O arsenal de guerra om Kremel de Moscovv, na
Russia.
6.* O enterro d*0' Conjiell em Dublin, na Irlanda.
7.' A cidade de Gothumberg, naSuecia.
8.* A cidade de Thun pelo ludo docomiterio, na
Suissa.
9.* O interior da matriz de S.-Jos, que aqui se es-
t eiilicando.
10. O interior de urna casa de banlio e escola de
nad,ir, em Vienna.
11. Acidado de aples.
12. A praca d'El-Ppolo [do povo].cm Roma.
13. Os tmulos de D. Pedro I e de D. Ignez de Cas-
tro, na igreja de S.-Vcento-de-Fra, em l.isba.
14. O naufragio da galera francoza Medusa, em 2
de julhoilc 1816.
15. Urna cascata em Tyrol, na Austria.
Adverle-se que os ruihetes vondem-so na porta da
entrada a 500 rs. goralmente, seudo gratis para os
meninos de 6 annos para baixo.
O director do CHANDE COSMORAMA tendo
annunciado fazer as oxposicfJes das vistas em t se-
manas; agora, por pedido de muitas pessoas, se v
ohrigado a dilatar por mais um mez, ("nulas as 6
semanas, e por isso modificou o preco da entrada
para quo o rcspeitavel pu buco fique de todo satisfei-
lo ; assim como pela mesma orderh tem de ir repo-
lludo as vistas da primcira expositao, porquo mui-
lo agradaram, e elle deseja que todos as vejam.
-1- "" *. '
Para o'Porto pretende sabir, no dia 18 do cr-
lenlo, a.barca porttig'u'ba teul', eapiWo ManuelAI- *
ves da Cunba : quem nella quizer carregar ou Ir
de passagem, para o qoe ,em exccllonlea commo-
Tlos, diija-sea seu eonsignatario, Mano'C! Joaquim
Ramos oSilva.
Para o Porlo pretende sabir com mnita brevi-
dado a barca porugueza Flor-da-Maijif. quem na
mesma quizer carrejar ou ir do passagem, para o
quo tem excellentes commodos, dirija.se a setf con-
signatario, Manocl Joaquim Ramos e Silv.a.
Para Liverpool sabe impreterivelmento a gale-
ra ingleza Suwd-Fish, capito R. Creen, al o da |g
a 20 do corrorife mez, offerecendo para passageiros
as eonhecida vanlagens do commodo c de superior
marcha da mesma embarcado: os pretendentes di-
rijam-so aos consignatarios, Me. Calmont & C.
ll lll'
m
Leijot s.
PERNAMBUCO.
KD1TA L.
TRIBUNAL DA UELACAO'.
JLGAMENTO NO DIA 8 DE ABRIL DE 1848.
Deiembargador de semana o Sr. Villares.
Ttaappellacao cfvel entre Me. Calmont 8c Companhia
e Manocl Elias de Moura, confirmaran! a seiitcii;a re-
corrida.
Na dita dita entre Thomai Cavalcanteda Silvelra Lins
e Antonio da Silva 8t Companbia, desprczaran os em-
bargos.
Na dita dita entre o juizo e D. Antonia Vieira, inanda-
ram dar vista ao doulor curador geral dosorpbaes e
ausentes, e depois ao desembargador procurador da
cora. .
Na dita dita entre Francisco de Carvalho Paes deAn-
drade e a fazenda nacional, inandaram dar vista ao des-
embargador procurador da corda.
Na dita dita entre Jos Francisco c Domingos Percira
Ferreira, confirinaram a sentcnca.
Nadita dita entre o juizo, Bcnto Jos da Silva Maga-
JJies e outros e o doutor procurador geral e outros,
inandaram dar vista ao curador da heranca jaceute, ao
doutor curador geral dos orphaos e ao desembargador
procurador da cora.
Na dita dita entre Jos Joaquim do Espirito Santo e
.l.i.in Filippc de Souza, por si e como administrador de
sua mallier, fi i ti os e de nina cunhada c outros, recebe-
ain os artigos de liabiliiavo.
Nadita dita entre os herdeiros dcD. Viccncia Joaqui-
na daConccicao e Francisco Joanjuim Cardoio, indeferi
rain a embargante.
Na dita criino em que sao partes o julio e oreo preso
Manoel Jos, julgaram procedente a appellaco c man
daramsubjeitara causa a novo julgamento.
a dita dita em que sao parles p julio e Francisco Bcn-
to da Silva, julgaram procedente o recurso da appel
layo.
Mandaram dar vista as partes as seguimos appclla-
edes elveis:
NadeJozu de Jezus Jardim c Silvestre Joaquim do
Naacimento;
Na Me I.ourenco Jos d.is Nevcs cMc. Calmont & Com-
panhia ;
Na do juizo c Antonio Jos da Rocha
Na de Antonio Pereira de Mello e sua nuillu-i c Joa-
quim Jos Ferreira e outros;
Na de Helena Maria de Jess e Jos Ferreira Rodova-
lho esua mulher c outros;
Na de Joaquim Antonio esua mulher e outros e Cliu
dio Pereira da Costa esua mulher.
Confinnaram o despacho de que se requereu n
guintca recurso* crimes :
No do juizo e Manoel Alvos c outros;
Nodo dito e Manoel Ignacio Dias Jnior-
Julgaram improcedente o recurso do reo Manoe'Al-
ves dosSantos eajustica.
Comintiiiicailo.
A companhia do Ueberibe faz saber quo no dial.0
de maio prximo vindouro entrar no gozo do pri-
vilegio exclusivo de vender agoa ao novo, que lhe
foi concedido pela lei n. 46, de 14 de junho de 1837,
o contrato de 11 de deeeuibro de 1838 e de 31 de
marco de 1841.
E, para constar, manda publicar o presente, e bem
assim o oMlcio o os artigos da lei do contrato, aliaixo
transcriptos.
Esqriptorio da companhia do Beberibc em sessiio
do 3 de abril do 1848.
Francisco Antonio de Oliveira,
Presidente.
Benlo hsi Fernandes Vatros,
Secretario.
Ofll co de S. hxc. o Sr. presidente da provincia.
Em resposU aos ofliciosde Vmcs., de 27 de Janei-
ro e 31 de marco do correntn auno, tenho a dizer-
Ihes quo podo casa companhia entrar no goso do
privilegio exclusivo de vender agoa ao povo, nos
termos da le n. 46, de 14 de junho de 1837, o con-
tratos de 11 de dezembro de 1838, c 31 de marco
de 1841 Dcos guarde a Vmcs. Palacio de Pernam-
buco, 1. de abril de 1848.Antonio finio Chicharro
da Gama.Srs. presidente e membrosda companhia
de Ueberibe.
5." do artigo 2. da citada lei n. 46.
Depois do concluidas as obras lera a companhia o
privilegio exclusivo de vender agoa.ao povo por
espato ile. anuos, contados do dia em que a
furnecer na cidade do Recifo, por moio dos aque-
ductos o chafarizes por ella construidos, annuncian-
do-o por edilaes e as folhas publicas......
Art. 3." do contracto de 11 de dezembro.
Publicacoes Liiteraras.
GRAMMATICA LATINA.
Brevemente, sahir luz o Manual novissimo
dos esttidantes de la lim oxlrahido dos melhnres
compendios do grammatica latina, at agora publi-
cados o brganisado do modo mais conveniento pa-
ra se cnsinar. Contm, om menor espaco do que a
arte do padre Antonio Pereira, quanlo he essencial
sabor-se de cor, sendo acompanhado em cada pa-
gina de copiosas notas explicativas das regras o ex-
cepcoes mais precisas que se mo usam dar de cor.
As qualro partes da grammatica sao tratadas com
ordem e clareza ; a syntaxe he seguida de modelos
deanalyse grammatical, para guiar a fraca com-
prehensSo dos principiantes. Contm. alm disso ,
a arte mtrica, a mythologia o um bravo tratado
dos costumes e ceremonias, tanto civis com religio-
sas dos antigos Romanos, malaria utilissima para a
ntelligencia dos classicos latinos. O sobredi lo ma-
nual formar um volume do cerca de 300 paginas
em oitavo. O preco para os assignanles he 3,000 rs.
cada exnmplar ; depois da dislribuicn ser elevado
a 5,000 rs. A subscripto est aberta na ra do Quei-
mado, toja n. 17 o no tereeiro andar por cima da
dita lojii e as lojas de livros da praca da Inde-
pendencia e da ra da Cruz, no Recife.
Henry Forstr & C. farflo leilflo, por ntorvanc.lo
do corrcto'r Oliveira, de 3 botes, 3 quartotas de bola-
cha americana, 1 dita com farinha do trigo, e ou-
Iras sobreslentes, guillas de marear, e mais ou.
tros pequeos objootos salvados da galera Pacifie,
naufragada nos arrecifes desto porto: quarta-feiru,
\ do correte, ao meio-ilia om ponto, no trapujo '
do Ramos, bairro de S.-Antonio.
Richard Royle far leilflo, por inlervcnco do
correlorOliveira de um inleiro sortimonto de fa-
zendasinglezas asmis proprias do mercado: ne-
je 11 do crrante as 10 horas da manha, no
seu armazem da ra da Alfandega-Velha.
G. F. Fox, estando prximo a rctirar-se cotn sui
familia para Inglaterra, far leilo, por intervenclo
do correlor Oliveira, do toda a mobilia de sua casa,
feila a moderna, e lano monta nova por ter sido ha
pouco tempo comprada, o parlo mandada vir de fu-
ra consistndo em lindas cadeiras de todas as cua-
lidades inclusivo de balanco, mesas redondasocem-
pridas para nwlo de sala sophs, consolos, mesas'|
dejogn eoutras pequeas, marquozas, guarda-ro-
pa toucadores, commodas, urna ptima mesa els-
tica de janlar, aparadoros, lindos leitos grandes o
pequeos, de ferro e com cortinados do melhor,
goslo tapetes, lanternas, lampeOs de globo ricos
annarolhos do louca para mesa e para cha, facas e
garfos, colheros, trem do cozinha utensilios de
agricultura, um cavallo do sella, sellins, etc.,
primorosos vinhos do Porto, Xerez o Bucellas en-
garrafados, e de muitas outras qualidades, o ou-
tros muitos e valiosos artigos, tanto uteis como
necessarios, aqui n.lo annunefados, para evitar
maior exlcncflo desto annuncio : Quinta-feira, 13 do
crrante, as 10 horas da manhfla, na Magdalena,
segunda casa do dous andaras, a esquerda passan-
do a ponte.
Avisos diversos^
IRIS,
jornal de sciencias, letlras, conhecmentos uleis,
noticiase variedades, publicado no Rio-de-Janeiro,
e redigido pelo Sr. Jos Feliciano de Castilho Dar-
reto e Norooba.
Esta pullucata tem por lim a iustrucc^o, recreio
e interesse dasduas nacOes brasileira o porugue-
za, vulgarisando com especialdado nocOes donde a
nina ou a mitra possa resultar proveito, esforcan-
do-se por tornar ainda mais conhcidos na Europa
a natureza e o progresso do Brasil, mais condecidos
anda no Brasil os adiantamentos da sociedade eu-
ropea. O Iris sabe a luz nos dias 1. e 15 de cada
mez, cm folio, cada numero contera 32 paginas de
impres.No. Nao se loniam assiguaturas senio por
semestre o auno; porm, o primeiro semestre de
1848 encona nove nmeros. A assignatura he paga
adianlada, por semestre 8,000 rs. o por anno 16,000
rs, na ra da Cadeia do Recife, luja de livros de
Cardozo Ayres, oirde os Srs. que j assignaram,
podem ir buscar o 1." numero. .
Que depois de principiado o privilegio ninguem
mais poder vender agoa ao povo, sb peua de pa-
gar companhia urna multa igual ao dobrp do va-
lor d'agoa que trouxcr a canoa ou lancha, podendo,
pnrui, ::s emba cai;oes ma mi a-las buscar a pro pria
fonte com lanchas tripuladas por marinheiros.
Chronica Iliteraria, jornal Je inslruccHoe recreio,
publicado no Rio-de-Janeiro, semanalmento, poru-
ma associacflode ltteralos brasileiros. O preco da as-
JT-igmitur.-i be de 6,000 rs. por anno, pagos adianta-
dos por 52 nmeros. Recebetn-se assiguaturas, para
este interessante jornal, na ra da Cadeia do Recita,
lojade Joo da Cimba Magalties, aonde j se en-
contrarSo os ns. 1 a 8.
Na mesma loja se vendem as poesas de Joilo de Le.-
mos de Scixas Castol branco, 1 volume por 1,500 rs.
Revista Universal Brasileira, jornal de instruc-
cSo e reeroo, 1 volume, 5,000 rs.
Occlara^oes.
= Tendo esta reparticao de contratar o foruecimento
de pao e bolacha para as embarcares da armada e en-
fermara de marinha, pelo tempo de tres inezes ou mais,
se o proco a isto convidar, manda o I lim. Sr. inspector
convidar a quem o queira fazer apresentar sua propos-
ta nesta secretaria, no dia 12 do corren le, at s 11 ho-
ras da manhaa, em carta fechada.
Secretaria da inspeccao do arsenal de mariuba de Per-
nambuco, 10 de abril de 1818.
Alexandre Rodrigues dos Anjos,
Secretario.
,*JL JK J I%r
**
J nao etlstc o Sr. Antonio de Santiago dos Santos
Lessa, inajor reformado do entnelo regimeuto de infaii-
taria de primcira linlia desta cidade. Nascido de pas
illusires e abastados, dedicou-so s armas cm 1771, na
idade de 20 annos, cm cuja carreira pcrinanecou em ef-
fc eiivo sorvicn al jnlbo de 1821 em cjuo, lindo pedido
reforma, loi-lhe esta concedida no posto do. major em o
mez do jnnlio do dito anno com ,o sold de 45^000 rs.,
de cujo beneficio go/ou at 21 de marco do crtente an-
no em qu fallecen com todos OS soccorros da sania
igreja. Tendo casado na Idade de 46 asnos com unta
senhora digna de sua pessoa, c que ainda existo, leve
satisfacao de deixar smenle qualro lilhos, entre os
quas duas senhoras, que leve o cuidado de as casar a-J Os Sis. accionistas que ainda nSo realisaram a
cenadamente em sua vida, para n5o as dclxaraubjeitasjpreslacflo do 4 por cento ^queirarn fa2e-lo, quanto
BBBEBDtDBn
Publicaf;o jurdica.
Acha-se sb o prlo o 2o e 3a vol mes do Direito ci-
vil lusitano, por Mello Freir, augmentado com notas
tos melhorcs praxslas e icios, o legislaciio brasi-
leira, at o presente publicada. Subscrove-se para
este volume na pra;a da Independencia, livrara, ns.
6 c 8, onde se i rilo entregando aos Srs. acadmicos
as fulhas que se frem publicando.
Avisos martimos.
Para Baha sabe com brevidade a sumaca Car-
lota, por ter a maior parle da carga prompta -. para
o restante e passageiros, trata-se edm o mestre, Jos
Concalvcs Simas, ou com Luiz Jos de S Araujo, na
ra da Cruz, n. 26.
Para Lisboa sane, com a maior brevidade pos-
sivel, a barca portugueza Tcjo, capito Silverio Ma-
noel dos Res por teracu carregamonto prompto :
quem no mesmo quizer carregar, ouir de passa-
gem para o que tem excellontos cummodos, diri-
ja-se ao referido capillo, ou aos consignatarios ,
Oliveira Irmos & Companbia na ra da Cruz, n. 9.
Roga-se s autoridades do Htm. Sr. chefede
polica que deem providencias respailo do tantos
corretores que andam pelas ras tiesta praca illu-
dindo os matulos quo Irazem cargas de gneros de
primcira necessidade, pois por esta Corma fazem-sc
os ditos gneros muilo mais caros.
Precsa-se alugar um sobrado de um andar,
ou um primeiro andar, no bairro do Recifo nu da \
Santo-Antonio, sendo mis principaes ras '. quom
liver annuncie, ou dirija-so ao Iheatro novo.
Roth & Bidoulac consliluem para seu bastantes
procuradores aos Srs. "F II. Lutckens r". A. Dose.
Emilio Bidoulac vai fazer urna viagem Eu-
ropa.
Offerece-se um caixeiro para urna venda, que
lambem tomar conta dessa por balanco, pois para
isso tem pratica: quem quizer fallar com o dito, di-
rija-se a ra Nova, na venda da esquina, aondo so a-
char desde as 9 horas al urna hora da larde.'
Hoje, depois da audiencia do jui-
zo do ciyel, na respectiva sala, teem de
se arrematar as fazendas penioradas a
Pereira & Guedes, por execuco d seus
credores.
Jos de Barros l'imenlel, natural da provincia
das Alagas, onde reside, sabendd que ha nutra
pessoa do igual iiomr, scientiflca ao publico que ds-1
qui por (liante assignar-se-ba Jos de Barros l'i-
menlel do llego Falclo.
Quom precisar do urna ana para.pouca familiaI
dirija-se ao paleo da Pmtha, sobrado de um andarj
n, 4: a dita ama he parda, lava, engomma, coziiiln j
e encarrega-so da direccSo de urna casa.
Quem precisar comprar um sextante nova, nun-1
ca servido, dirija-se a Fra-de-Portas, na ra dos I
Guararapes, a fallar com Bornardino Rodrigues Pi-1
nbeiro, ou falle com o.caixeiro doSr. J. J. Montciro,,|
no Recife.
Manoel Caetano Pereira de Hendonca relira-|
para a Europa.
Quem annunciou querer alugar um sitio d'*l
ja-so a praca da Independencia, n 12.
-Guilherme Howie, subdito Inglez, relira-sep-1
ra a Inglaterra.
Precisa-se alugar um sitio com casa de sobrs-1
do, baila para capim, ar.voredos, estribara para SI
ou 3 cavallos e cocheira, para tomar conta no fiml
corrento mez, as iinmediacOea. do SantO-Aniato,l
Mondego, Caponga ou Pontc-de-Ucha : trata-so om|
Fra-de-Portas, na do Pilar, n. 63.'
Precisa-so alugar urna preta, ou moleque qual
seja fiel e esperto, para vender na ra : na ra Di-|
reita, n. 78.
Kecebem-se escravos de ambos osl
sexos para se venderem de-coininisao,j
para qulquer parte que os seus do.nos de
terminare!, com a maior brevidade pos-1
sive) j e u vista da boa ou m yenda se
lhc gratificar ; olFereceudo-se toda e
qulquer seguranca a respeito dos mes-
mos : na ra das tarangeiras, r.. 14, se-
gundo andar.
Cutilaria.
Jos Pradines, culileiro francez, morador na rvl
larga do Rosario, n. 14, participa ao rcspeitavel l'M
bl'ico, quoalli suncha sempre prompto a execulirj
qulquer obra, por dilflcil que seja, pertencente i!
seu olUco, com a maior p'crfeico, e por preco cotn-l
modo. O mesniu contina a amolar, polir e Bliari
qulquer instrumento, as tercas, quintas o si
badoa. /%
MUTILADO




B"H"""T*"^(S
*3
AO PUBLICO.
Km mu croscido numero contavam os mdicos
at agora molestias incuraveis, contra as quaess
era perraittido ao paciente resignagao.para soffter
[i cu mal de queja nQo liavia esperanzas d poiTr li-
borta-lo, c ao medico pliilantropico a dr de ver
niuitoi de sous scmelhantes victimas do enfermida-
des, contra as quaes se declarava impotente, po-
dendoapenas lamentar a fraqueza da inteligencia
humana. Mas, gragas as progressos da medicina,
gracas ao zelo de homens incansaveis, que, nao des-
esperando da perfcctibildade da sciencia, so teem
dedicados invosligaciio de remedios quo possam
illiviar humanidado doalguns males que a aflli-
{,0111, o numero das molestias reputadas incuraveis
vai dedia em dia diminuindo. Assim, achar depois
fe longos trabalhos, de profunda ineditagflo e reite-
radas experiencias, medicamentos que nos restituam
o uso dos dous mais importantes sentidos de que
he dotado o homom, quando estes j se achavain no
para commodidade dos freguezes, ser conservado /evorando ser de superior qualidade, por j se ler
- experimentado : na ruada Cadea do Hecife, n. jO.
naantiga casa, junto a greja dos lnglez.es, um es-
criptorio onde se receberfo todas as ncommendas
e ordens respeito tendoa toda hora urna barcada
forro enSpregada exclusivamente no transporte das
obras de escriptorio fundic&o.
C\SA t) UOQjijUUiN-
CEZAS.
M. M1LL0CHAU,
no Atcrro-da Boa-Vista, n. 1,
prraciro andar,
com a entrada pelo portio do oitao .acaba de rece-
ber, pelo ultimo navio vindo do Franca, um rico
sortimento do modas e de objectos para a Quarasma,
a saber: lindse escolhidos chapos de senhora,
de todas as cores e do ultimo gusto: sedas pretas
achamalotadas, para vestidos e manteletas; grs de
supposto estado de incurabilidado e inteiramente aple proto eeheorpado, para os dito; trancase
franjas prefas, muito ricas, para enfeites de ves-
tidos e mautelotas ; ricos baroges pretos, sem mis-
^
perdidos, he por corto um dos maiores servicos, que
se poda prestar humanidade; eis o que eslava re-
servado a um homom philantropo da cidado de Bra-
ga, em Portugaf, cuja sciencia, cujo amor de seus
semelhantes se tem feito geralmente conhecer. Os
remedios quo ora ofTerecemos ao publico, nflo en-
*xm na classe daquelles que o vido e ousado char-
latanismo inculca com roucos e dcscompassados
lirados, e que o crdulo vulgo, por ignorancia, rece-
be na boa f e sem diseerninenlo, chando-so de-
pois Iludido; tem, porm, de oc upar mui distincto
lugar ontru os medicamentos,*que maiores benefi-
cios prestam ao homem : consta ni cites da dissolu-
g3o aquosa de extractos de plantas medicinaos, de
virtudes mui reconhecidas c verificadas. O longo u-
so, as continuadas o severas experiencias, a quo por
toda a parte teer ellcs sido submetlidos, sem que
urnaso vez hajamfaMiado em seus bous effeitos, o
, desmentido as esperancas que sobre ellcs liavia fun-
ado o sau inventor, lhe teem grangoado constan-
tes c repelidos elogios dos mais sabios e respeita-
veis mdicos, assim da Europa, como da America,
que unsonos abonnm e proclamam sua aceito sem-
pre certaebenigna, lm desles licores Ite destinado
ii combater as molestias de olhos, etom por princi-
pal virtudc restituir aos orgflos da visflo suas fuuc-
go>s; reanimar e fazor rappareccr em sua natural
perfeigSo a vista, quando esta cstiver frac ou quasi
extincta, com tanto, porm, que nflo haja coguelra
absoluta com desorganisagio das parles ; nflo mo-
nos til e enrgico be para dcSfnzcr as cataratas,
destruir as nevoas o de prompto debelar qualquer
iiillammagilo ou vermolhidflo dos olhos. Nflo causa
dar, nem estimulo na parte.,
outro liquido restitue a faculdado do ouvir os
-aorta ao oitvldo tocado de surdez, ainda que invete-
rada, urna vez quo o mal nflo seja de nascenca, sem.|
causar em lempo algum o menor incommodo ao (l-
enlo, e sem priva-lo de cuidar em seus negocios.
asTnuccOE6 pab o uso oos aunamos.
Odutolhos emprega-se do modo leguinte:
O doenle, pela manhfla, em jejum, urna hora pen-
co mais ou menos depois que erguer-se do luilo,
tomar sobre a palma da nulo pequen porgflo da-
quclla agoa ; o com ella molhar bem os olhos, fa-
zeirdo que algumas gottas caiam sobre o globo oc-
cular: sem os limpar os conservar molhados at
quo naturalmente enxuguem : ao deitar-se noite
pralicar o mesmo : durante o lempo que usar do
remedio evitar o calor, acg3o de fu maga eo vento ;
far abstinencia de comidas salgadas, a zedas e adu-
ladas com especiaras.
Oremedio do ouvidoi serppplicado do modo que legue:
Odoente, pela manhfla, urna hora pouco mais ou
menos depois do erguer-se, ainda em jejum, far
derramar dentro dos ouvidos quatro ou cinco got-
tas do liquido, tapando-os depois com algodBo em
rama ; a noite ao deitar-so repetir a mesma ope-
raco. Durante o uso do remedio evitar expr, os
onvides principalmente, acg.lo do calor e do ven-
to, afim de evitar grande tiansprragao, havendo cui-
dado em n3o molhar os ps em agoa fria ; finalmente
deve abster-sc de comidas salgadas, azedas e adu-
nadas.
Estes remedios esto a venda na botica de Bar-
Iholameo francisco de Souza, na ra larga do llo-
zario,.n. 36, nico deposito em. Peina mbuto, pelo
prego de 2,240 rs. cada vidro.
Atlencao !
Na loja da ra do Qunimado, n. 30, de Jos Joa-
quim de Novucs, contina a haver um sortimento
de obras feitas ; chapeos do ludas as-quajidades ;
ditos para meninos e meninas; ricos chales de seda;
mantas de seda ; longos de todas as qualidades; c
oulros muilbsobjeclosquoha para vender.
Na cua do Arag3o, n., 4, bairro da Boa-Vista,
fazem -se quaesquor coi finados, tanto do cama co-
mo para janellas, com a maior perfeigilo possivel.
Um cstrangeiro propfjc-sea dar ligues particu-
lares de inglez o portuguez correctamente, tanto no
fallar como no traduzir : porm adverte que nflo
he fundado sobre o lal novo methodo j annunciado
por um outro concurrente. Queni do seu prcslinio
o quizer lilisar, dirlja-se a ra da Gloria, n. 86.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio, n. iO, e no Aierro-da-Boa-
Vista, n. 48, continuam-se a tirar passaportes tan-
to para dentro, como parafra do imperio; assim
como despacham-se cscravos: tudo com brevidade.
MMNCA
DA
FUNDICAO
r
DAunonjj.
Este mitigo c'stabeleci mrito aCnba de ser mudado
paraos muito espagosos edificios construidos de
proposito na cidade nova de S.-Amaro, fondo exis-
loin todas as proporgOes para a factura d qualquer
uiachiiiisnio, com a maior presteza e perfeigao : e
tura dealgodSo e com listras assetinadas ; mantas foi desmentido tal titulo.
o manlilhas para a cabega de rico bico proto, para
snhora o meninas ; veos ; bicos pretos vordadeiros,
de muito lindos desenhos o do todas as larguras;
filos de bico prto; dito de linho preto, muito lar-
go ; luvas pretas com dedos e sem clles, compridas
ecur-lag, lisas e. bordadas, de todas as qualidades ;
leucinliQS de gaiga para gravalinhas du senhora ;
ditos do rede de retro/.; ricas filas pretas largase
eslreitas; um lindo sortimento do camisinbas, col-
larinhos c bordados ; ganitiraia de linho ; longos de
inflo etc Fazem-se sempro na mesma casa vesti-
dos para casamentse para a Quaresma, mantelo-
tas, chapeos, toncas, e, em geral, tudo o mais do
toilette das senhoras: tudo por prego muito em
corita o com promptidflo.
Aluga-sourna preta, ou parda, de dado, que
queira servir em urna casa do portas fra e ensa-
boar e coser alguma roupa grossa de escravoi: quem
esliver neslas circunstancias, dirija-se a Fra-de-
Portas, n. 145.
M. S. Mawson, dentista, rccentemenle ebegado da
Europa, acha-se residindo no Hecife, ra do Tra-
piche-Novo, n. 8, segundo andar, aonde contina a
por dentes minoraos, licando incorrupliveis, o ap-
parecendo inteiramenlo como naturaes : tambem
lira a pedra, a qual, nflo sendo exlrahida, om pou-
co tompo tanto arruina os denles ; chumba com ou-
ro ou prata, para privar do augmentar acorrupgflo;
tambem lira, lima o faz todas as operages denticaes
coma maior delicadeza possivel. Elle espera que
os elogios, e o muito patrocinio que tem recebido
pelos beneficios que tem produzido na sua pralica,
durante 7 annos de residencia nosta cidade, serflo
garantas suficientes para as pessoas que, precisan-
do de seu prestimo, nao o deixcm de procurar.
Para as pessoas que tencio
nain seguir viagem.
Na ra do Hangel, n. 9, continuam-se a tirar pas-
saportes para dentro e fra do imperio, despacham-
se cscravos e correm-so folhas tudo com brevida-
de,,e por prego muito e muito conunodo, do que
j so" tem dado exuberante prova no decurso de oito
annos.
SOdEDADi:
PHILO-DRAMATK A
O primeiro secretario avisa aos Srs. socios, que
boje, pelas 6 i\-> horas da tarde, ha sessflo da sscie-
dade.
Iloje, depois da audiencia do Sr. Dr. juiz do
civel.se ha de arrematar una morada de casa, na
ra de San-Jos, com 4 quarlos, cozinha e bom
quintal, avahada por 600,000 rs. por cxecugyo de
Manoela Francisca Monteiro llegada contra Joflo Ig-
nacio de Avila.
Pelo juizo do civil, escrivflo Molla, vai a praga
Ba leas
para espartilhos e para vestidos : vendem-sc na fa-
brica de chapos do sol no Passeio-I'ublico, n. 5.
Veudo-se superior cal branca de Jaguaribc a
retalho e em poigcs grandes, por prego commodo :
na Boa-Vista venda da Ponte-Velha, n. 33.
MEDICINA UNIVERSAL.
lulas vegetaes de James
Morison.
A mediema vegetal universal he o resultado de 20
annos de investigagOes do clebre James Morison.
Por meio dostas pilulas consogio seu autor inn-
meras eadmiraveis curas desdo as afTecgOes que
atacam as criangasdo peito at as molostias chroni-
cas doanciao.
A Europa saudou este remedio como remedio uni-
versal para todas as doongas, e al boje ainda n3o
Esta medicina vom acompanhada de urna receila
que ensina o lacillita a sua applicgflo. Consiste em
tres preparagOes, a saber :duas qualidades do pilu-
las dislinctas por nmeros, eum p : cada qual goza
de modos e aeges diversas.
As pilulas n. 1 sflo aperitivas ; purgam som abalo
os humores biliosos o vicosos, o os expulsam com
eflicacia.
As do n. 2 expulsam com esses humores, .igual-
mente com grande frca os humores serosos, acres
ptridos, de que o sangue se acha a miudo infecta-
do ; percorrem todas as partos do corpo, os ces-
saiu de obrar quando teem expulsado todas as im-
purezas.
A lorceira preparag3o consisto em urna limonada
vegetal sedativa : he aperativa temperante o ado-
ganto : lorna-se em commum com as pilulas o facil-
ta-lhcs os melhores efleitos.
A posgflosocial doSr. Morison, a sua fortuna in-
dependente, repcllem loJa a ideia do charlatanis-
mo ; cas admiraveis curas, operadas com o sen
syslcma nocollegio dosadede Londres, sao mais
quo gaiaulos da elficacia do seu remedio.
liceo nimenda-so esta medicina, que nao pede nem
resguardo de lempo, nem do posigflo da parlo do
doenle a lodosos que, atacados do molestias jul-
gadas incuraveis, se quizerem deseagar da sua
virlude.
Oxala que a humanidade feche os ouvidos aos in-
teressadoscm desacreditar estes reme,dios tflo sim-
gles ISocoinmodos o to verdadeiros.
Vende-se somonte em casa do nico o verdadoiro
agente J. U. Elster, na ra da Cadea-Velha, n. 29.
Vendem-se elementos de msica, pelo systc-
ma moderno, explicados com precisflo o clareza :
as lojas dos Srs. Santos & Cumpanhia e viuva Car-
dozo Ayrcs no Rccifo ; Figueira e Guerra & Silva,
em S.-Antonio; Jos Ignacio du Monte, na Boa-Vis-
ta. Este opsculo he dos do seu genero 'venda o
nico que conten o preciso em poucas regras.
Vende-se um sitio na estrada dos
Afilelos, com boa casa de vivenda, de
pedra ecal, com sotao, cozinha fra es-
tribara para um cavallo, bom poco, o
qual admilte ora, todo cheio de ai vo-
redo. novo: na mesma estrada, a laliur
com Joaquim de liveira e Souza.
Fl'MllvA' DE PEIIRU.
Na fabrica do M. Callum & Companhia engo-
nheirosmachinista.se fundidores do ferro, na ra
do Brum, no Becife, contina haver umgrando sor-
timento do moendas de canna de lodos os tama-
uhos o dos modelos os mais modernos e approvados.
Na mesma fabrica contina-se a construir de cn-
commenda machinas de vapor, rodas d'agoa, rodas
denudase lodosos mais objectos de machinismo
comaperfeigaojconhecda, por prego commodo.
SAI.SA-PABB1I.HADESANDS.
Este cxcellcnte remedio cura todas as enfermi-
dades, as quaes sao originadas pela impureza do
sangue, ou do systema ; a saber :
Escrfulas, rheumatismo crupgOes cutneas,
brebuthas na cara, hemorrhoides, doengas chroni-
a casa torrea da ra da Guia, n. 51, por execuges cas, brebulhas, bertoeija, linha, inchages, dores
reunidas de Joaquim Antonio Vicira Martins o ou- nos ossos ejnnlas, ulcar, doengas venreas, citica,
enfermidades que atacam pelo grande uso do mer-
curio, hidropesa exposlos a urna vida extrava-
gante. Assim como chronicas desordens da cons-
tiluigao ser3o curadas por esta tSo ulil appro-
vada medicina.
Oextactoseguinle he de una carta recehida do
Sr. Maco, poissua miilher foi atacada de escrfu-
las no nariz, das quaes os melhores doutores em
Franga a nflo podorflo tralar.
tros contra Paulo Miguel e sua mulher": estilo cor-
rendo as pragas, boje Fio a segunda.
Precisa-se alugar um preto, ou um molcque,
para o servigo de unta casa de homem solteiro mas
que seja fiel: no pateo do Tergo, venda n. 7.
lloga-se a pessoa que cimo urna grampa de
prata, com urna borboleta em cima cravada de
pedias de grisolta que haja do levar a ra Velha,
da Boa-Vista no segundo andar do sobrado da viu-
va do Jos Joaquim do Espirito-Santo quo ser re-
compensado.,
I Itennes, departamento do Ule e Vilain.
| Franga, julho 17 de 1844.
Vendas.
-.juaiMi
Deposito de vinagre da fabrica
da ra Imperial, n. 7.
na fabrica do licores, de Frederico Chaves, no Atcr-
ro-da-Boa-Vsta, n. 17, onde se achara sempro
grando porcflo'e por prego commodo.
A ^/iOO rs:
Vendem-se cortos do cassas do cores, pannos fi-
nos de tintas lixas, pelo barato prego do solo pata-
cas e meia ao corto, sendo de seto varas ; assim co-
mo um bom sortimento do fazendas, que se vendem
atacado o a relalho pelos mais commodos pregos ;
cortes de fustflo, a C40, 800 o 1,120 rs. do boa
qualidade ; chitas boas, a 140, 150, 160, 180 e 200
rs. aocovado; ditas superiores, a 220 e 2*0 is. ao
covado; ditas em prga, a 5,200, 5,500, 6,000, 6,400
e 7,000 icis; madapolOes boas, n 3,000, 3,200,
3 600, 3,800 e 4,000 rs. ; ditos superiores, do *,500 a
5*500 rs a peca ; o outrns muitas azendas que serflo
patentes aos rieguozos : na ra da Cadei, Joja n.
50, deCunha&Amorim.
Cal virgeui.
Cunha A mor m vendem ancoras com 4 arrobas do
cal virgoui, viuda ao ultimo navio de Lisboa, as-
Si$. Sandi. A salsa-parrilha mandada por Vm.
foi recebida com a maior satisfagflo possivel, mmha
mulher a lomou, eem pouco lempo se achou me
Ihor; pelos grandes beneficios que recebeu desta
medicina, a considera como urna das melhores me-
dicinas do mundo para laes doengas pois dou-
tores. de alta sabedoria nunca a poderam tratar. Mi-
nha mulher a contina a tomar, at se achar in-
teiramenlo boa. Por favor nos queira obsequiar com
algumas garrafas o mais depressa possivel. Srs.,
nos teremosogostodefazer conhecer a sua medi-
cina entros nossos amigos, assim como entro o
povo: semduvida ser usada aqui, bemeomoem
todo o mundo como efllcaz medicina para alliviar
e tralar o corpo humano.Tenbo a honra de ser o
mais atiento venerador.
/. Mace.
N.1, ru LouisPhilippe.
) LcgacSo dos Estados-Unidos,
/ Berln, Prussa, abril 8 do 18t6.
Sri.A. B. & D. Sonds. Sr., lendo-se a sua sal-
sa-parrilha usado nesta cidade, com grande cffeilo,
em casos mui severos de escrfulas, me pedem tros
duzias de garrafas da sua medicina as quaes as es-
pero sem falta que para isso remello o pagamen-
to Espero quo Vms. fiquem de toda a certeza que
a composigao de salsa-parrilha ho urna das melho-
res medicinas do mundo, assim como so vai in-
troduzindo muito entre opovo Sou o mais atiento
TkeodortS. Fay.
Proparada e vendida por junto e a retalbo, assim
como so exporta, por A. B Y. D Sands, chmieos
droguistas, n. 100.Fulton-Strcet, esquina de yvim
"TcidSi^bolie. do agente. Vicente Jos do
Brito, na ra da Cadea-Velha, n. 61. M..lre.
Vende-se o sobrado n. 7 na travessa da Madre-
dc-neos,de dous andares o sotao com varandaa
de ierro a tratar na ra da Cruz, n. 50.
-- Vendem-se pedras brancas deamorai, da me-
Ihor qualidade que tem vindo do no JoS.-W;
cisco em porgOo e a retalho, por prego commodo .
na ra da Praia armazem n. t8. -
_ Vende-se sal do Lisboa, fino e alvo, a 1,60
rs. o alqueire da medida velha : na ra da 1 raa .
armazem a. 18. uM.
AGHNCIA DA FUNDICAO' DE LOW-MOOR.
Na ra delSonzalla-Nova ,', n. 42. continua haver
um completo sortimento do moondase machinas oe
vapor, para engenho de assucar : bem como laixaa
do ferro batido eoado de todos os tamaiuO : lu-
do por prego commodo.
Vende-se um carro de 4 rodas om meio uso ,
com urna boa parolha do cavallos: na ra d ben-
zalla-Nova, n. 42. ,
___Vendem-se relogios do ouro, (patente ingiez .
na ra da Senzalla-Nova, n. 42.
-- Vende-so um preto perito- olucial do sapatoiro ,
do20 annos, sem vicios nem achaques; urna preta
engommadcia, cozinheira, lavadoira, cusiureira ,
faz grade para lavarinto, o renda, muito despacha-
da em todo o setvigo de 24annos som vicios nem
achaques : urna dita para o servigo do campo por
ser de engenho, de 20 anuos, sem vicios nem acha-
que : na ra eslreia do Bozario, n. 43, segundo
andsr, at as 10 horas do dia.
Bonetes para meninos.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja 78, vendem-se bo-
netes do velludo e de panno, o 800 rs. ; ditos do
merino obra muito dolicada a 4,000 rs. cada um.
Bonele* di' marroquiin.
NoAterro-da-Boa-Vsta, loja n. 78, vendem-se
bonetes do muito bom goslo o duragao, para ho-
mom a 3,500 rs. cada uin.
Chapeos de sol.
Vende-so a obra de diroito natural, por Felice,
4 v.: e a de economa poltica de J. B. Say, 6 v. por
prego commodo : em (llinda loja da esquinada
ra do Bom-Sucesso sulnado do dous andaros.
-- Vende-se. doce do guiaba e dcarag muito li-
no om porgflo o a retalho : no paleo do Tergo, ven-
da n. 139. ,
Vende-se mu relogio muito bom regulador ,
patente inglez o todo do ouro por prego commo-
do : na ruaDireita, n. 78.
Vende-se una scrava crioula, de 16 anuos ,
de bonita figura sem vicios por prego commodo:
na ra Direla confronte ao oilflo da groja do l.i-
vramenlo venda n. 4.
lieceberam-se ordens para
se vender* moito em conta, 10
escravos tuieexistem na ra das
Larangeiras, n. 14, 2. andar, a
saber : um mulalinho de 13 annos, com um peque-
o principio de frialdado; um dito muito esperto e
sadio de 10 annos; um dito de 8 annos, muito lin-
do ; um moleque muito fortoe sadio, de bonita fi-
gura, de 8 anuos; um pardo de 28 annos, de pti-
ma conducta ; um dito de 22annos, muito forte e
sadio c que he proprio para o campo ; um dito do
35 anuos, com urna pequea molestia que he mul-
lo fcil do curar-so por 290,000 rs.; duas pretas
do 20 annos; urna dita do 19 annos, do bonita figu-
ra que cozinha e engomma-com perfeigflo esta s
se vende para fra da provincia.
rdenae-es di reino,
nova edigflo de 1847, muito bem improssas em bom
papel por prego baixo : na livraria da esquina do
Collegio : aonde tambem se vende Ahrens diroito
natural. \
Vemlo-se um sitio na Torro, com 600 palmos
de frente o 1,200 ditos de fundo pouco mais ou me-
nos, na margem do Capibaribo, com alguns ps do
coqueiros : alm dos ditos, ha urna grande baixa
para capim, ou viveiros : na ra da Cadeia de S.
Antonio, armazem n. 17.
Vende-se capim do planta, muito novo, aunual-
mente, ou inensalmenle mandando-se cortar em
um sitio peiio desta praga, pelo prego o mais rasoa-
vel possivel : a tratar no pateo do Tergo n. 13.
Vendem-se esleirs do palha do carnauba em
lia chegado, pelo ultimo navio francez, um comple-
to soi lmenlo du calcado de todas as qualidades ,
lano para homem como para senhora, meninos o
meninas, que so vender por prego mais commo-
do do que em oulra qualq'ner liarle.
Vende-se umcabriolet de muito bom gosto,
pintado de i.ovo o com bous ai reos : na ra do
Collegio, n. 14, primeiro andar.
Vende-se, por commodo prego, urna armagSo
toda euvidragada propria para loja de miudezas:
na praga da Independencia, n. 17.
No Alerro-da-Boa-Vista, loja n. 78, vendem-so
chapos do sol, de seda, para senhora, a 4,000 rs.;
ditos de panninhoque imitam seda, para homem,
por mais barato progo do quo em outra qualquer
Sapa toes.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 78, vendem-se sa-
pates pelo baixo prego de 1,200 rs. o par.
Vende-se a venda da ra da Cruz, n. 66, a di-
nhoiro ou a prazo : a tratar na mesma venda.
Vende-se na loja de miudezas, de quatro por-
tas na ra do Cabuya, de Francisco Joaquim Duar-
te, um sortimento de bicos largos o eslreitos; fitas
ordinarias, a80 rs. a vara; luvas de pellica para
senhora, enfeitadase bordadas de seda; ditas pre-
tas de divorsas qualidades; ditas ordinarias a 320
rs. o par ; lengos de garga, de bonitas cores, a 1/
rs. ; meiasdealgodao, proprias para padres a 800
rs. o par ; caivetes finos da cabo de viade e madre-
perla de urna e 3 folhas, pjra pennas ; castigaos .
de vidro, de bonitos padrOes a 2,600 rs. o par;
frocos do todas as cores; Gtas de velludo, a 12
rs.; bengalas linas a 320 rs.; chicotes do cabo de
piala a 3,500 rs.; ditos ordinarios, a 800 rs.; es-
pelhos redondos de augmento a 640 rs.; linteiros
de porcellana, a 960 rs. ; e outras muitas miudezas,
por prego mais commodo do que em oulra qualquer
parte.
Vende-se sem feitio, urna colher grande para
sopa um copo e urna salva : ludo de prata de lei:
na ra liueita. n. 122.
Vendem-se pipa abatidas, por pre-
90 muito commodo ; na ra do Crespo ,
tloja. a a.

Mtf.
*jL
mmm



w
. Casimira elstica, a 7120 rs.
covado.
.Na loja da esquina que volta para a ra do Colle-
gio n 5, vende-se casimira clstica de 12a o algo-
so de lindos padrOes e muito encorpada pelo
tiai ato prendo 720 rs. o covado, e que se torna
recommendavel para a ostac3o presento.
Ricos tapetes
Fi^sOn^ala\me8aSlJca,ldieir03' 'ntoruas, cas-
tres e.campainhas, redondos, quadrados o trian-
h iV ? h os a de oleado' com lindas franjas
de la. de toda a cores; luvas de toreal. pro pros
para a Qu.resma ao ultimo gosto de Pars, pretas e
brancas, com dedos o sem afls, a 1,600 rs o par
alpaca do linho, a 640e 800 rs. o covado : na ra d
R,.?Ar,-,27',nV0 nB8em d0 fewndasfde
h.i\ mundo Carlos Leite.
Ao desengao do bom e
barato.
Vende-se superior sarja preta hespanhola, pelo
barato prego de 2,000 rs. o covado: a sua qualida-
de He tao excellente que nao precisa de elogio al-
gun: na ra doCollegio, na nova loja da estrella,
.ft
Pannos Qtos.
Vcndem-sesuperiores pannos finos, prova de li-
mito, pretoe azul, a 3,000 rs. o covado: dito fino
azulcpreto o 4,500 rs.; dito preto de superior qua-
li.Iade o j bem conhecido pela sua barateza.a 5,000,
5.500, C.SOOe 7,000 rs.; casimira preta Imiiste da
melhor qualldade.largusa de panno, muito fina ,a
il.oooe 12,000 rs. o corte de calca : na ra do Col-
legio, loja nova da estrella, n.'l.
('hilas pretas assetinadas
Vcndem-so as j bom acreditadas o superiores
chitas pretas assetinadas, do ultimo gosto a 2*0
rs. o covado : na ra doCollegio, loja nova n.'l.
- Vendem-se aeces da ex-
mela companliiadePernambuco
e Parakiba: no scriptorio de O-
liveira Irmos & C, ra da Cruz,
n. 9.
PamiO'Couro.
Vendem-se superiores cortes do caigas da fazenda
panno-couro, par ser de durado extraordinaria, e
de padrOes escuros, proprios para o trafico, pelo
diminuto prego de 1,600 rs. o corte : na ra do Col-
legio,loja nova da estrella, n. 1.
Casimiras finas e elsticas.
Vendem-se superiores casimiras finase elaslicas,
a 1,000 rs. o covado; cortes de ditas do cOres, muito
finas, a 6,0001 rs ; superiores casimiras pretas da
Co/Kojnva S %W Crte "' rUa do
IVovo bramante,
de 11 palmos de largura.
tina a haver deposito da verdadeira cal
virgcm de Lisboa, chegada prximamen-
te 8dvertindo-.se oos compradores des-
te genero que o deposito he j muito pe-
queo, e que da nova nao ha mais em
parte alguma.
5?-Vende-se urna preta de 18 annos, de elegante
ligura, que cozinha o diario de'tuna casa, lava e en-
gomla liso : na ra do AmorWv n. 13], segundo
fiflUBT,
KM Vendem-se chapeos de superior
^^castor, hrancose pelos, por preco
muito barato : na ra do Crespo, n. ia,
loja de Jos Joaquim da Silva JUaya.
Na nova loja da ruada Cadeia
do Recife, n. 32, de Claudi
KVonde-seuma escraVa de nagao da Costa, de
30annos pouco mais ou menos, que engomma mui-
to bem e faz o mais servigo de urna Casa, .com urna
cria de 8 annos: na cua Nova, n. 8.
parte.
www
') Vendem-se corles de chitas finas, com 13
i; covados pelo haralissimo prego de 2,240
** rs.; cassas de cOres fitas e de bonitos pa-
H drOes, a 240 rs. o Covado ; cortes, de cal
n gas de meia-casimira, padrOes escuros-, ,.
t) proprios para o invern, a 3*000 rs. cada (fi
i, corte ;e outras inuitas fazenafs muito em
V couta : na loja de Jos Morelra l.opes &
j Companhia, na ra do Queimado, quatro-
^canlos, casa amarella, n. 20.
WM%\
vende-se casimira oncamada fina e onfostada, pura
capas dos irm3os doSS. Sacramento a 2,000 rs. o
covado.
Vendein-.se ricas colchas
ricas
pe seda por commodo preco :
na ra do Queimado, loja
ii. 17.
Vunde-se a venda defronto da matriz da Boa-
Vista n. 88. As pessoas que teem estado em nego-
cio com ella, dirijam-se a mesma, quo so far qual-
quer trato que melhor Ibes couvenha; bem co-
mo outra qualquerpessoaquea queira cumprar.
'Vende-se muito bom
ronymo; Promptuanofde theologia moral de Larra
ga ; Salustio ; Stira de Sulpicia, matrona romana
Doducgao chronologica aonde se v6em os motivo
por quo os jesutas fram expulSos de Portucal-
Actas da todos os concilios geraes e particulares ce-
lebrados desde o tempo dos apostolps al nosso tem"
po, 2 v.; Burrff de Virgilio, 2 v.; Arto explicada do
Midureira, 2 v.; os 3 livrosde Cicoro sobre as obri
gagdes civis, traduzidos em portuguoz; Vida d
Marco ;Brulo; Bosumodas nogfies preliminares d
arithmetica pelo professor de primeifas letlras do
Olirtda; certezas da religilo, 1 v.; Biblia sagrada
traduzida por Sarment com texto latino em fren'
te, o ptimas notas; Discordin concors. aonde s
combinam difTerentes Ingares dos Evangelistas aun
parecem oppostos; Pratica criminal do foro militar
para os concelhos de guerra; Estudo curioso |vrn
de theologia moral;Tribunal de ordenandos'- ifB
thaphysica de C.enuensc ; Thesouro de (regadores
3 v.; Tratado dos maleficios, etc. Burro deSalus'
tio ; Arte explicada por Maduroira 1 v. ; Contos
[moraes; Etica de Heineceo, traduzida em poVtuguoz-
capim pelo diminuto'Telomano com estampas; Promptuario do IheoToiria'
um preto carregar moral, por Larraga; Cedernos de Santos novos Pa
rW
Na loja da esquina que volta para a ra do Collc-
gio, n. 5, vende-se o novo bramante de puro linho
LU Pa,mosdo largura, pelo barato prego d
2,800 rs. a vara. v v
-Vendem-sc, na ra do Queimado, loja do miu-
dezas n. 24, luvas de pellica, para senhora e homcm:
litas de seda compridaa pretas e de cores ; los de
seda preta muito linos ;couro de lustro muito bom
e barato; marroquim do cores; lengos de setim
preto dilQi.de cores, de ricos padrOes ; chapeos de
jJltia finada Italia, para homcm e meninos; cortes
de collete de gorgurflo do seda ; bengalas finas ; co-
meres de casquinha; caixas de massa de tartaruga ;
u.ems de seda preta para senhora ludo por prec
mais barato do que em outra qualquer parte
A 1^600 rs o covado.
Vende-se merino preto de 7 palmos de largura,,
pelo barato prego de 1,600 rs. o covado : na loja da
esquina quo volta para a ra do Collogio, n. 5, de
Guimaries & Companhia.
90fr
VELAS DE CERA.
Vende-se, na ra da Ca.
deia'do Recife, n. 37, cera
em velas, de superior qua-
lidade, fabricada em Lis-
boa e no Riode-Janeiro,
em caixas pequemse sor-
tijas ao gosto do compra-
dor : tambem se vendeni
barandoes, por prego mais
barato do que em oulra
qualquer parte.
m
trras da mesma, do lado diroi to, com casa na bei-
ra da estrada, com quatro pilares na frente.
Vendc-se um cannap o 6 cadniras de Jacaranda,
em muito bom uso: na ra cstroit'a do Rozario, n.
10, terceiro andar.
Vende-se um molequo de 19annos, sadio e de
bonita figura : na.rua Direita, n. 36, primeiro andar.
A 400 rs. o par.
Na loja do GuimarSes & Companhia confronte ao
co
- -----i ----------------------- eiiiiB-so muito Dom ca|
IH) Sal* adoi* l'erera Braa preco de 240 rs., o regular de um
,n,IP^,,imir ncr,,,.,.,, o,.. Bf^,..i.*l f "b"w l*? boB v?rd"ra : .f. ontr" d* ,Pas- W^o recDiltdo do imlhore autoros. 3' yT
sageai para a Torre, primeiro sitio pertencente as ueographia histrica, 8 v.; Cornello Nep6tis,lv
m .AO...I..II.L Baptisterium et ceroroonialecacramenlprumsanto'
Romanmjecclisias et ritualiPaulequinto, t v.; Biblia'
saera, 5 v.; SermOes panageryeos de la Tou'rdenin
terceiro v.; tleiuecii fundamenta gtili, 1 v. |nsljJ
lutiones thoologiae a Gaspar Juenin, 7 v.; Instulio"
nesphilosophictea Francisco Jccquier, 4 v.; Ofllci
dos 9antos Conegos Begutres, l v.
lreiana.
Vendem-se suporiores cortes da fazend denomi-
nadaMarciana, assentada em chitas os padrfles
os mais bonitos e dej melhor gosto que tem appa-
recid, pelo diminuto prego de 4,500 rs,, coii "
covados: na ra do Collegio, loja n. 1.
--Vendem-so duas escravas do 20 annos ^boas
cozinlieiras ', e que tanibem ongommam ; una* par
diulia de 15 anuo, que case bem e cozinha : no bec-
co do Sarapatel, sobrado n. 12.
Vende-se, 011 arrenda-so um grande sitio na ra
Imperial, com duas moradas do casas, urna para
grande familia, na frente da ra outra mais pe-
quena dentro do mesmo silio com bons parreiracs
o maitas fruteiras do boas qualidados todas novas
e j dando fruto, com um grande viveiro no lundo :
na ra Direita, n. 135, loja do cera onde se far
qualquer dos nogocios, por sou dono ter de retirar-
se por molestia.
Polassa e cal virgem.
Vende-se muito superior polassa, a
poucos das desembarcada, e cal d Lis-
boa : no armazem de Bailar & Uliveira,
na 1111 da Cadeia no Recife, n. 11.
Vendem-se espadas ricas para offlciaesda guar-
da nacional : na ra Nova, loja de ferragnl. n. 16.
Chpguem, freguez do bom c
barato,
lillio.
Vende-se milho, a 2,000 rs. a sacca : no caes
Alfandega, armazem do Antonio Anncs.
Ja
Vendem-se corles de vestidos de seda
prela lavrada ; verdadeira sarja de se-
da hospaubola; los do lindo preto, bor-
dados de seda ; cortos do colletes de
velludo lavrado, pretosc brancos de
ricos gostos; superior setim preto do
Macu, para vestido ; chomalolo de
Iistras e ondeado ; merino p/elo muito
fino, a 3,500 rs. o covado; chapeos de
massafraneezes os mais modernos*
superiores diales a mantas do seda'
meias do seda.de poso, brancas o pro-
tas ; lencos de seda para' grvala do
Imni guato ; ciscados franeezes pa-
drOes novas o muito finos para vesti-
dos; pannos de cores e prelos, do todas
as qualidades;e outras muitas fazen-
das de gosto por menos prego do que
em outra qualquer parte : na ra do
Queimado, loja do Jos Moreira Lo-
pes* Cnmpxfthia quatro-cantos, ca-
sa amarella, n. 29.
Vendem-se presuntos, baldoso tinas proprias
para lavar roupa; vassoura para varrer salas e ta-
petes : ludo ltimamente chogado dos Estados-Uni-
dos : na ra da Cruz, n. 7, armazem do Davis & C.
i\ovos riscados
tuonstros.
Na loja confronte ao arco'de S.-AntOnio, n. 5,
chegou um novo sortimento de riscados monstros,
de cores fixas e lindos padrOes com urna vara de
largura, pelo barato prego do 320 rs. cada um co-
vado
Vende-se, ou permula-se urna casa terrea si-
ta na ra do llom-Sucesso em Olinda, toda recti-
ficada de novo, com um sitio ,em chfios proprios,
por barato prego : na praga da Boa-Vista, n. 6, ou na
ra de S.-Francisco casa da esquina que volta para
a ra da Florentina.
AO BELLO SEXO.
Vendem-se lengos de cambraia
de linho bordados com ricos bi-
cosroda, a melhor fazenda que
tem apparecido, e o mais barato
que pode haver: na loja nova.de
Domingos Antonio deOliveira, na
ra Nova, n, 30.
-- Vende-se um preto bom carreiro ; 1 pardo do
20 annos, proprio para pagem ; urna parda de bo-
nita bgura; 2 pretas com habilidades; 1 dita boa
no pateo a matriz de S.-Antonio, sobra-
arco de S.-Anlonio, n. 5, vendem-se meias de seda
preta curtas, pelo barato progo de 400 rs. o par.
Vende-se milho muito bom, a 3,200 rs. pela
medida velha em porgSo do alquoire, emesmo a
retalho de quarta para cima ; farinha da trra mui-
to fina, por prego commodo na ra da Praia, ven-
da n. 27.
-- Vende-se um preto de nagfo, proprio para to-
do o servigo: na ra da Cadeia de S.-Anlonio,
- Vende-se. ou permuta-se par, am ou escra-
vos.um grande sitio porto da pra<, com boacasa,
muitas (rucias. com mais de Mo fa fa mangaboi-
ras, coqueiros o urna malta to deBdezeiros, urna
gra-ido planta de capim e grandes bajas para con-
tinuagoda mesma planta, um cercado que sus-
tenta 30 vaccas de le te na maior frga do verao ,
urna boa malta com boas madeiras para cercase!
boas lenhas para padarias e olarias, torras para
plantagfles de mandioca, que regulam 102alqueires
o meio do Tarinha : a tratar com o proprietario da
padariadoManguinho.
Vcndem-se 2 moh3tjes ae boas figuras, de 18
a oannos;3 pretos, sendo um ptimo sapateiro
e os outros proprios para todo o servigo; 2 pardos
de 16 a 24 annos sendo um dalles bom carreiro ;
urna mulatinhae umanegrinha de 13 annos ; urna
negnnha de 10 annos, Cora principios do habilida-
des ; 3 pretas do 20 a 25 annos, entre as quaes al-
gumastfom habilidades; urna preta de idade oor
180,000 rs.: na ra doCollegio, n. 3, segund an-
dar, so dir quem vende.
-Vende-se urna escrava boa engomniadeira, cos-
turera e cozmheira, de bonita figura e muito mo-
ga : na ra do Queimado, loja de Gusmflo Jnior &
iniiuo.
- Vende-se ummoleque de 16 annos; 3 mulati-
uhas do 15 annos; 4 escravas mogas; 3 pardos mo-
gos ; 2 escravos mogos : na ra Direita, i3
Vendem-so superiores bichas, a 10,000 rs. o cen-
a? id 80al.uan1' J,r Preco commode : no!
Aterro-da-lloa-Vista venda quo foi do Maya.
Pannos para lences.
Vende-se superior bretanhtf de Irlanda, de paro
linho, com duas arase meiade largura fazenda
ue milita utilidade para lengcs a 3,000 rs. a vara
zuarte azul de vara de largura, a 240 rs. o covado'
eambraias lisas, a 640, 800 e 1,000 rs. a vara ; len-
gos do seda dos mais modornos a muito finos do
melhor gosto a 2,500 rs.; rolos de bretanha a
1,800 o 2,000 rs.; dita de linho muito fina a 720
c800 rs. ; cassa para baados, n 2,600 e 2,800 rs. a
pega; chales de lila, grandes e de muito bom gosto
a 2,000 o 2,500 rs. ; riscados trangados, de muito
boa quahdado para escravos, por serem escurse
de muita duragilo a 200 e 220 rs. o covado; e ou-
iras muitas fazondas por prego muito commodo : na
ra do Collegio, loja nova da estrella, n.1.
Tesouras de Lisboa, para
alfaiatc,
vendem-se na ra da Cadoia do Recife, n. 56.
Na na do Sol, n. 13, vondem-s os seguintes |-
vros muito em conta lo los juntos, ou separados:
hscola palhcographica, ou de lerloltras antigs des-
de a entrada dos Godos em Hespanha at os nossos
das obra indispcnsavel para quepa tem a seu car-
go carinos do conventos, irmandades, etc.; Geo-
graphia da Europa, prM. V. Parisot, 1 v. ; Revo-
lugoes de Portugal, por Verlot; Estmulos do amor
de Mana ; Smtaxe latina do padre Dantas ; Historia
da condessa de Bregi; Flores dellespanba e esccl-
lencias de Portugal, em que brevemonto se trata do
melhor de suas historias, e as do todo o mundo
as lojasdo Passeio-I'ublico ns 9 e 11, de Firmia-
no Jos Rodrigues Forre ira a verem os baratos
cortes de chita-cassa do cores fixas, a 2,400 rs. cadu
corte isto antes queso acabom.
No Alerro-ila-Boa-Vista, n 1, primeiro andar,
defronte do chafariz ha para vender cabegfles do
bico preto para talhos de vestidos ; ricas mantas du
bico preto, para cabega e para hombros; luvas mui-
to finas pretas c ue maias abortas, curtas o com-
pridss; bicos protos verdadeirus, de todas aslargu-
ras ; cortes de vostidos de seda preta*, do 1.1a e seda,
o de lila pura, muito proprios para luto; mantas
pretas do lila e seda ; o outras muilas fazondas pre-
tas por prego muito barato.
Escravos Fgidos.
Sarja hespanhola.
No novo armazem de fazendas, do Raymundo Car-
los Lcile, na ra do Queimado, n. 27, ha cheaado
um ptimo sortimento da verdadeira sarja hospu-
nhola, a 3,200 rs. o Covado ; timbeen ha do a ano
2'5,00 2^le3'000rs-; Pnno lino, provS dVft
mflo, a 3,800, 5,000 7,000,8.000, 9,000 e 10,000 rs
chapeos Ir.neezes linos, do ultimo gosto d Paris
8n^ar!KL'.0.'' conformo "va moda, a 7,000 e
8,000 rs. ^este armazem tambem se venden) fazen-
das por atacado o mais barato possivel.
- JN ra do Trapiche, n. 17, coh-
doceira
do n. 4.
Cheguem as novas pechin
chas.
Na ra doi.ivrsmento, n. 14, vendem-se chitas de
cobcrla a 160 rs. o covado, e a pega a 5,400 rs.; di-
tas para vestido, roas e de cores, a 160 rs.; mada-
.-._.... w.....^.ia3|C os uo iouo o mundo
desde o seu principio ata nossos lempos ; Theologia
de Cun iat.,2 v.; ConslituigOes do bispaiio do Coi.n-
bra; Alias elementar com 33 mappas Iluminados,
aonde se1 vi1 a prodigiosa grandeza da Franca n
tempo de Napoleflo, rica eucadernagOo ; Meibodo
B<-ograoh.co.2v.;Quntl,ano em latim ; Historia
da rcvolugaolranceza, por Minhi; I). Miguel suas
aventuras escandalosas etc.; AriihmetTca de La-
croix; Decrotos do concilio de Trento, quo se devem
publicar em as pa.ochias; 2 Ureviarios; 2cadcrnos
de Sanios novos ; Quinliliaiip traduzido por Jeronv
(lili SfilirflC ,luicn i..irt,.tflv.., ...1___ r. .
polio fino, a 4,000 rs. a pega ; casimira prota supe- mo Soares; Avisos e redoxOes sobre o oslado r
or; sarja hespanhola, a 2,500 rs. o covado; len- oso.; Virgilio'; Sintaxe explicada- Exime da
gos brancos, a 240rs ;e outras muitas azendas ba- confesores; Historia ecclesiastica de'Gmeiner 12
tomos dos sermOes do grande padre Antonio Viei'ra :
Directorios de parochos; Sol nascido 110 occidente ,
e c ou vida do S. AQtonio;|onicio da semana-santa
vulgo r.pansQ ; OragOes de Cicero; Arte de pregar
llioologia do Larraga com Ilustrages, 4 v.; Ele-
iiicntos de historia, geographia, bchronologia, bra-
zo, historia universal, ele, 2 tomos cada um;
SermOes escolliidos dos melhoros autores julianos
o rraneczes, 3 tomos ; Noticia succinta dos monu-
mentos anligos da liugoa e dos subsidios necessarios
para o estudo da mosuu, por Jos Vicenta de Mou-
ra, obra rara e indispensalvel aos professores do la-
ratas.
.... Vendem-se ancoretas de
diversos tamanhos, com vinho da
Madeira, tinto e branco. de supe-
rior qualidade : no escriptorio de
Olivera Irmos & G., na ra da
Cruz, n. 9.
r77VH'!.0.nl".8? saccos .fari,,ha'ditos rje mil,,e
roz de casca ; na ra da Cadeia do Recifo o, 8.
arroz
Fugio, no dia 18 do Janeiro, um cabla, de nomo
Joaquim, alto, reforgado, de idade, coma barba
branca .cabellos corrjdos o bom protos; levou um
surrflo de pella de carueiro chapeo do bata usa-
do, caigas do algodilo de listras rotas no aasonto ;
tem os tornozollos dos ps um tanto inchados. Es-
to escravo ja foi preso em S.-l.ourngo-da-Matta ,e
tornou a fuglr junto aos Ri-medios, do poder de
urna pessoa que o conduzia para esta cidado j veio
do Martnhilo e diz ser de Caxias : quem o pegar le-
ve-o a ra do Vigario, n. 24, que ser recompen-
sado.
-- Fugio, no dia 5 do cqrrente, urna moleca de 9
a 10 annos, crioula.de nomo Theodora; lvou ves-
lode chita, com campo rflxo ;julga-so ter sido se-
duzida por urna crioula forra, que seguio para a ci-
dade doGoianna : quem a pegar leve.a ra do Li-
vramento.n. 32, quo ser bm recompensado.
- Fugio do bordo do brigiio Victoria na noite de
31 de margo o escravo marinheiro de nome Pa-
tricio crioulo e.natural da Parahiba cor preta,
sem barba, de estatura regular, cheio du enrpo;
representa 28 anuos pouco mais ou menos; levbu
caigas o camisa branca chapeo de palha com urna
corrente de ferro no p direito : rocomraenda-so
acaptura do mesmo, e qnem o levara bordo do di-
to briguo 011 a casa de AmOrim Irm.los na rtia di
Cadeia n. 45, quo dar boa graliflcagSo.
Fugio,do cngenlio S.-Annii, no dia sabbado ,
primeiro do correite o molecoto Eufrazio da na-
gioMogambiquo do marca pequea bonito cos-
tuma, as vozes, fumar charutos, amia um pouco em-
pinado pos pequeos ; tem em cada urna das ca-
ndas feridas pequeas: quem o pegar leve-o ao
dito ongeuho, ou ao Cocino, olaria de Miguel Car-
oeiro a Sara.'D. Mara do Carvalho l'aes do Andra-
de, que recompensar.
Fugio, no dia 8 do crrante, o preto lia noel,
crioulo, de 45 anuos de idade, alto, rosto poqueno e
um pouco comprido; lom um lonbinho na junta do
brago esquordo e outro 110 quarte do mesmo lado,
pernasbastante grossas e cojn algumaa cicatrizos
do forijas; 4evou ceroula e camisa da algodilo c por
cima dessa urna oulra camisa do huela verde : ro-
ga-se a todos os capiles de campo o pessoas pa
ticularoa o pprcheiidam o o entreguen) n ri larga
do Rozario, padaria de Manoel Antonio do Jess, que
se gratificar com gciicrosidadc.
lim, a v.; Biblia sagrada, por Joflo Baptista Homel,,,
a.4 Julwobntao,ouepist)t*saetetsde s. Je-lreaM. : na tp. om. r. defama; 1848
>
MUTILADO 1
.^ afl
..


Full Text
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