Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05376


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Full Text
>
l
/luna de f #45.
Sabbado
J) DIARIO publca-se todos os das que
nao forem de guarda: o pirco da asstgna-
lura he de Ag rs. por quartel pago$ adianlados.
Os annuncins dos assignantrs sSo inseridos
a mo de 20 n!s por linha, 40 rs. em ypo
ditrerente, e as repetices pela melade.
O que nao forem assignantes pago 80 rs.
por linha, c 160 era, typo dllercntc.
PHASES DA LA NO MEZ DE JUNQO.
I.ua nova a 4 as 10 h. e 48 min. da tarde.
Crescente a 13a 1 hor. c 24 min. da man.
Lua cheia a 19 as 8hor. e 58 min. da tarde. I
Mingoante a 26 a 1 hor. e 7 min. da tardo. I
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna Parahyba, e Rio Grande do Norte
Segundas c Sextas feiras.
Cabo, Serlnhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Maccy, no 1 \ 11 e 21 de cada mes.
Oaranhuns e Honlto a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria Quintas teiras.
Olinda todos os dias.
PREAlrfAR DE BOJE.
Primeira as b. 11 e 42 min. da manha.
Segunda as 12 b. e 6 minutos da tarde.
de Jim lio.
Ai.no XXI N. 140.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda B. F.deltrudes, and. do J. de
' D. da2. v., e do J. M. Ha 2. v.
24 Terca > >( Nasclinenlo de Joao
B.iptistn.
25 Quarta S. (.iiilhrrinr, aud. do J. de D.
da 3. vara.
2U Quinta S. Virgilio, aud. do Juiz de D.
da 2. vara, do J. M. da 1. c 2. v.
27 Sexta S. Ladislao, aud. dn I de 1). da I.
v. do civel, < dos J. dos Peltos.
28 Sabbado S. Argeniiru, aud. do J. de
D. da 2. vara.
29 Domingo S. Pedro.
CAMBIOS NO DA 27DEJUNHO.
Cambio sobre Londres.....25 '/
Pariz 372 ris por franco.
Lisboa 120 por 100 de prem.
Dse, de Ict. de boas tirinas 1 '/, 1 '/a p /
Ouro Onras hespauholas 31*7)00 a ."l^SOO
Mord drOy-lOu vel. I7#500 a 17/B00
. de >{00 nov. 17/300 a 17/500
de 40O0 9/500 a
Prata -, Palacocs .... 1/960 a
i) Pesos Columinres I/.I80 a
Ditos Mexicanos 1/940 a
Moedas de 2 patac. 1/280
9/600
l/MO
2/D0a
1/960
1/300
Acedes da C." do Beberibe de 50/000 ao par
DIARIO DE PERNAMBUCO.
AN NUNCIO.
Adiando ge quaai findo rite quartel, cuja importan
cia, na forma das rundiera' da subscripcin, devin ser
fxiga adiautada; rnga-ae ao Sra assignantes dente jor-
nal, que inda nao ant afueran, tenliao a bondadodc f,i-
xel-o quinto antes.
INTERIOR
RIO DE JANEIRO.
(Continuacdo do discurso do Sr. U. Cavalcanli.)
OSr U. Car alean ti: Lugo nao lio exacto u que di*,
se o nnbre depuladn.
OSr. KuntsMechado :Pois o Sr ministro conhoee
a que parlidu pertrnn-iu o suldadut ?
OSr U. Cavalcanli: Vm nutro motivo do censura.
mi dequcixa do nnbre depuladn fui o ufo terein sido de.
millidos os delegados das firguezias mide se Rieran 110-
vaineuto as rli-icOcs Ora, se ha niato culpa, he dos uu
bres ileputados, porque a respailo da eleices do Per-
nambuco podiAn fazer 11 metmu que e fes a roaprlo das
di Ccara, dcviSn recnmnicndar cjipressamenlo ao go-
veruoque tmuasse todasasmedidas ni-ccssarin para que
s eleices fusaem fbitas eonvenienteinente; o natural
mente n gorcru leria feito o mesinu em Pernimbucn
que mi Ceara O nnbres dopulndna, pui, itn lecm ra
tan na sna censura
Os iinbrca depuladua anda trnuxer rivel cniiineitiilu por um delegado, mas o que mo ad-
miro fui que os nnbre diputado 11A0 fusaem confur-
mea na ilrsrripr.'in i|ue li/.t-i-.'n. desio ntientsdo; o nubre
deputadn 11 Sr Urbanii dase que u delegado de Ignaras
s ntacmi a villa eum nina pnrcflu Je fiicinurnau; que
um humen), entrando na cana do juiz municipal, deu por
este simples faeto prclcxto pira quo nacascol fgo sobre
a unta desle juii Ora. eu Vuu mnatrar que o nieiiuo juit
niunieip.il emita a hislnria do nutra iiianeira : catejuii
nmnieipnl servio por nlgum lempo na eoiuarea dn Rio-
Formnso de promotor, e as infuriiinci-s que tenho del-
lo, dadas por diversas pesuas, Iguuuis das quaes se a
chao noata casa, 3u que elle enmu promntor, longe de
cumprir enm aa obngacca du seu emprego, Biii|ire que
havia jury, se deel.ir.ua duciilc, que n trabalhn que leve
comn pminntor publion fui dar urna denuncia pur cri-
110 de adulterio Disnerau me mais que este promotor
necupava se niaiseom a |irefeilura, quandn a exercia in-
terinamente para saliir pila enmarca a f.ner orccrula-
monto, c que ncaaaa oceusies niaudavn fazer fugo sobre
os rucrutns que fngin Nao sei se he exacto; o quo sei
be quo csse promotor aelia-se boje feito juiz municipal
de Iguarasa. e fui elle quem commetteo o altetitado,
que Imjo so procura faier por todos os mudos reoahir
sobro o delegado Basta siurntc n leitura do ullicio dcs-
sejuiz iniinici. al para que a cmara se convenga desla
verdade. Este he 0 ufllciu que elle dirige no presidente
da provnola.
Illm e Exm. Sr.lie s agora que pnaso comniii-
niear a V Exc os horrorosos atlenlatlos pralicadna 11.1
villa de [gunrnsvli pelo delegatlo supplrnlc Joao Antonio
Cavalcnnti purque s agora lie que me pude salvar dos
nssasainns por quem elle me mandara assnssinar. De
milito quo se noticia a inrailo da villa, todos os das re
1 i-lii.i eu aviso de que o uiajor Joflo Cnvulcanli de Albn-
qiii'iquc, venhor du cngrnho Monjnpe, deelarava a to
dos que se liana dcscritnr du inim toase,romo fuste; mas
cu nao dava o nicnur iissonau a mu milicias, leudo na
cuino ftlltas das intrigas do lempo, c ncm creudo na
P"m i lo Inlade de llio inaudito arrujo.
Depuis das elciees, venda o major JoSo Cavalcan
ti que linha perdido a opiniao publica, nssentou de mas-
sacrar o pnvo, e o scu mellior in>truinculn, o infeliz
Joo Amaneio de Sonsa Rulun, recolbido ao deserto e
crino Cacle, a titulo de plantar enpim, all acoiilavn
quantn faeinoroao apparcoia, e enm t-lles salieava a po
macan de Marieola Os no vos altentados, nggravandoi
reseiitiineiito dus relhnt urmuu o brafu aasaaaiuo que
ia I11. u a vida au infeliz Rohm, e deado entao que 11 de
seufrcio do delegado aii|ipleute nao snrfrco mais limites
O a IimIiih ameacava de mol le ,pura, dula elle, vingar du
sen amigo Rolim. Em a noule du 17 upparecrao os boa
tus de terco na villa, e du ser o, Hm aasasaioar me; an-
da 1I11 % ion. I'i la larde desse da, a pretexto do condunr
de o- presos para a cadeia da villa, os qitncsba dias se a
chavan 110 tronco de Monjnpe, si'ft'rcndn asaim careerc
privado, fienu estaeonndu un grupo de faeinornsos 11
11 1 r .Miente dcscmihceidor; o pi la noute, reei'bemlo avi
o da milla, de que pataavdo uutros muitns de Agua Fra
para Monjnpe, e cuiistaiidii-mo que cura clleto eslava a
villa debaixo de ceieo, san a rondar eom quntro hu
mena, e apenas chegn igrrja dn Misericnrdia, ouvi
inulto tiros, que me ubrignu a retroceder, mas como
era extraordinaria a alonan de assasainos, preciad to-
mar vnltaa, e qiianiin < higuei em miiiba casa, ja ludan
ni tiro cesado ErSn 7 hnrua da limite quando acn
trceu o faeto cima, o qnal asaim so paasuu Correndo
o liMt.) de |ne eu eslava hincado, o advugado Alexan
urina sahm de ua caaa un ra do Afaiiiguc em buacn da
minlia. Irazeiido uhi rlaviiiule. e no pe de iiiiiiha caan
fui acciimiiietlidu por una quadrilha capitaneada por
Alexnndre Vnleliliui. unido famnsus fiiiiiluras dote
tempos, c que cata acnulado pela polica do delegado
Joau CavnlcHUli de Albin|uerque, e llic tumarao o ca
vnole, e querendo o correr, dase elle que n4u; nease
iiioinciiln procuravn soeenrrer me o auvogadn Joao
Paulo, o alten-a de milicias Antonio Alexaudro.seu hlho
c Jnln Tenorio, que morava friuileiro a minlia caaa, e
encontrau a quadrillm, quefusilava o dilo Alexaudriiio,
c a atn respondern :j- iiiurriimus todo o jugaran
rases tims que neiiua refer, salundo iiiorlnlmeole trri-
ilin 11 hlho dn Antonio Alexandre e 11111 uiilru individuo
de aomc Antiiiiio Torormuba, que por acaso all e a-
ehflva, e salvo o Alexaiidiuo, recullirSo se a minlia ca-j
sa. Eia queehego.o comquaiilo o pengo t'nalu itiuuinen- I
le, todava nos oomervmoi trancados at pela ma-
nhaa.
Se achara em frente de minhn casa uina quadrilba
capitaneada pelo dito Alexandre Valentim. e pela parte
de detrnz nutra capitaneada pelo anda mais faeinoroao
Vnlenlim, o mnia misado facinora que tambem eat a-
eoutado em Munjope, viudo de Agna Fria. Abertn una
janella, c npparecrndo nella Franriseo Honorio Bcser-
ra de Meucies Jnior c o ja mencionad JoSu Tenorio,
esto Valentina, queja eslava de alcatea, desfeehou um
lirn, do qunl elle ultimo Rcou inortnlmente ferido; c um
uflieio fui me ento laucado pur drbnixo dn purtn.ataig-
nadu pelo delegado snpplenle Joio Antonio, cni que me
inliiiiava de entregar os humen > que eomiuign eslav.'io.
de entregar me a diacricao. Ento o Honorio fui terenm
o Ju,1u Antonio, o este no meio dn quadrilba, du lnine,
jnqueta, clnviiute e faca dn punta, llie declaren que no
entregnasemua a discrican, que garantira na vidaa; ma
que, sr bonveaso a menor nppoaic.'in. nao garanta a de
ninguein; e frca fui ir o mesmo ilunorio pestualinete
apresen lar o 4 liumens, que tinliSn cummigo rondado
noute, Aletandre, Manuel Forrern, Frsuciico Autn-
ni'i e Jos de tal. NAo aatisfeila a aanha, fui assaltada
ninha casa, e prendido na maja cima referido; o va-
rejadn a mesms minha cntn, d'ondc levarn 10 grnua-
derns iuiitilaadas, nppreliciididas, ha lempo, pur tlif-
fereules rondas mnima, e 11S0 loifrcmos a murte por
ter lomado a danteira da quadrilna o lenlo lien ula-
no Bandeara de Mello, qno os i'ouieve, nao podendu tu
avia prevenir que me roubassem alguna ubjecloa inaig
niRcantes; porein inutu proveitosus a ladroca, como
ronpa. espelho, elo etc.
He aqu precian referir, que, chrgnndo o delegndo
J o Antonio, e aeliandn lias nuca da unirle a Joan Te
hurlo, laucando snngue pela bucea, e aoccorrido de aua
miscravrl mulher o hlha, curo ornis farisaico sorrisu
esse homcm feroz o fez conduiir cin urna re.de para Mon
lape, e mais aua qualro prcaus, c a todos traucoii 110
ronco que he reiio para castigara fabrica do major Julo
Cavalcanli de Aluuqiierqun lato lie illacrcditavcl, e
o nn pude recusar por ser lesieniunba presencial
No numero dos presos, fui o advugado Joio Paulo,
a quem, depois de miiitua ultrajes c du amencas de ruda
du pan t'eiina pelo delegado, e den a liberil.ide, urna vez
que s o que se precisara era ultrujnl-o no meio dn qun-
drlhn infame, que, enm t baeamarles em puntara, pe-
dia lieenen para beber o auguo ao anciao.
Nio he, Exm. Sr a polica quem opera a dcorden>
em Iguarasa, ha um homcm perdido u faccinoroso quo
se cerca de urna quadrillia viuda de Agua Fra, Piada*
ln etc., o cojos mais afamados e uiiivcrsaliurnlc 00-
nhceidos sao os dous referidos Valentir.s, um Careta du
Cariri, um Andic, c entretanto tal ve/, liquem impunes.
< lato su bem deinunslra com o faci das prisoc* 1
prende-sc na villa, e leva-se para 11 tronco de Monjnpe;
c pnrn u que ? Huiilcm, au snhir cu para esaa cidade, ac
dizia lerrin sido j assnssinados Alexaudro u Alanoel
Ferrera, n que tndavia nflo nssevero, bem que, em vis-
ta du desenfreiu e gana da qundrilhr., esleja priqienso a
ercl u Depoi que uqui chegiiei, sunbe que haviftu IB"
Lo mailn a V. Exc. quo, sendo peraeguidos na AlanroUi
don raoinorolOI, c csse rccolheudo 10 em ninlia casa,
derla lugar no intuito que se me fez, do desacato i pii
metra auloridailc du termo, que, apelar du ludo, na..
lein commcllido nina s irregularidadc; e desalo au
incoa adversarios para u apresenlarem. Ha duna legua
de Maricnla villa onde retido : e ja ve V. Exc. a iin
poaaibilidade de dona liomcna so deiundereui de urna es-
colla a Uu tonga diilaucin Tocarei ueste faci, a que
talrez queirao alludir : de muilu lempo o delegado pro-
leudo nsaasainar au lente Antonio Luiz, o o niandou fa
zer.naa mallas do Desterro, por alguna da quadrilba que
me alacuu, e para salvar un vida, 11 lenle recolbeu
e a villa, c j v V. Exc. como issn be minio pelo con
Irario. Agora decida V. Exo o que convier a bem u
publica Iraiiquillidnbe, certo do que, pruiuplo para 0
euiuprinieittii du mena deverea, capero que V. Exc d
as providencia precises para punir se um delicio lio
hm rnriiau. lia eonaideracao de que, nao as dando, sobre
V. Exc. rccaliir luda u responsabiliilade.
a Dos guarde a V. Exc. Kuuifu, 20 de abril de l.Vi.i.
Illm. e Exiu. Sr eoiicelhe.ro Tbumaz Xavier Garca
de Alunada, presidente da provincia de Pernaiubiicii.
Luiz IJuarte Peieira, juiz municipal do termo de lgua-
raaa.
(Uuraiito a Icilura, u orador faz dilcrente observa
cues, mostrandu o escndalo com que case juiz niunici
pul trata de um asiaasiunlo cumiuellido nu diairicto du
aun juridicc.Jo, c cuju aulures elle deviu perseguir, ca-
liiiniiiaiiilu injuriando a vctima, e coiuu quu jiialili-
eandn os aiTihcadure; agravando aasim a dr, e levan-
do o desespero ao icio de uina infeliz familia, a quem,
pelo sen cargo, devia toda a protecf ao ; nula a lingoa
geni inslenle cun que lauca os epillietoa mais affronlu
us tubre o delegado, e n Corea que o accompauhava ucs
a diligencia, au meaiuo passo quo vai se cunlridizendo
obre a circumsUncia* du faeto, ccoufeandi> a ua
culpa.)
Ora, repare se be ni que o juiz municipal diz quo u
queran aaaaasiiiar, e mi entanlo elle clieguu na occaaio
dn conflicto, e ninguem o assasainou ferio 7 horas da
noute quando acontecen o fado); o note Win a enmara
que o juiz municipal, chamando do aasassinu ao delega
do o Sr Joau Antonio, dix elle mesmo quo os seus ami-
gos Corn us que resialirio c hieran tugo.
0 Sr. N. Machado : A ronda era do Alcxandro Va
ieutim.
OSr. U. Cavalcanli:NSo sei de quem era a ronda,
o que quero brotar a cmara he que o juiz municipal
ful que cuiiiiiielii'o o uttentado
O .Sr. Urbano:Entretanto elle eat no Recito, e nao
pode la ir.
O Sr. U. Cavalcanli:Hit vai porque nao quer, ello
diste que o perigo era iinminente, que o queran assas-
sinar, e enm ludo esleve na aua casa at o nutro da, c
nada Ihe acontecco. Note anda a cmara quo he o mea
mu juiz .municipal, que declara que linha granndeirna
na ana caaa, inutlisadna. diz elle; maa tu inililiaada,
que aenbavjo de fazer fugo e de ferr um dua guardas
que errejvo a cata.
;Ha muitns apaitea dos deputados de Pernanilinco
Agora pcrmilt.vmt a cunan que eu lea a rxpoac,In,
que fez o delegado em respostn a este offieio do juiz mu-
nicipal.
Srt. Redactores. Tracaudu catas liulias cuja in-
seran cin sen Diario Ihca rogu, nao tenho pur Km res-
ponder au juiz municipal do termo de Iguarasa, ncm
mesuiu Inr-mc por agnslado pelos rom icios, injuria e
calumnias que case agente do club sanguinario deal.i
provincia tein Vomitado Bnntra mim e minha familia ;
porque emliiu o castigo desse ente dusprczivel esta nu
perteilo conhecituento que hojetem delle lodo o buineni
huneatu ; mas, havendu eu ubrndo cuino auturidade po-
licial em um caso, que'nSu s fui deatguiadu pur aquel-
lo juiz em sna correspondencia com o guvcriio di\prn-
viiicia, mas nimia invertido, e adrede envenenado pela
fullia a que eom sobrada razio cliamnpasqiiim-mr ,
julgo de min dever informar o publicu do acontecido
com aquella exaeldao e verdade que alo dcscuuhecidaa
dos capirilu8 baxos c habitualmcnlc meiitirosus.
o Querendo o delegndo de Ig.inraas por termo nu pe-
rig-iso oostumo em queestnva certa gente de andar ar-
mada ,1 todn a hora pelas runa da villa, e dar lieos a limi-
te, oatabeleceo uina palrulha ron.lmilo, uom urdem de
desarmar e prender a cases avesadus o a tudus quantos
fuasem enconlradoacom nrmaa i perenrria a palrulha as
ras da villa na nuulc de 17 do crrente, quandn, a pe-
quea diataoeia da casa do juiz municipal, cucuiitruu 1
Alexaiidrino Juse du A na ral armado do um clnvinute e
faca du punta, c diiem mnis que enm tima pistola: pro-
rara desarmnl-o, coiisegiiiudo lomar-lhc o chunotc,
mas aquidle lane.i inao d.itaca, resiste a palrulha nao
querendo entrgala : tiesta altercarn acode oalferes Ig-
nacio Fcrreira GuimnrOs, c no mcamo lempo o inspec-
tor Pedro Jos Montenegro VHarim, que esi.ua em ca-
sa do dito Guimaries, niuitu pcrlu do lugar da alterca-
r ni, c incontinente requerem palrulha quu aulle o bo-
inein, o que logo se veriHcou, porein ueste iiiatanlu par-
tem da casa do juiz municipal .tres tima obre anuida
que Cerir ju It-veiurolo a um anidado : aggredida aquella
du una maiieira lo inaolila qunnlo inesperada, f.11 fugo
para a casa du juiz municipal, tere a tres individuos c
pc em cerco a caaa, nfm de sofera presos oa autores do
semellianle altenladu. NSu cslandu o subdelegado na
villa, d-sc parle ao delegado iiociigcnlio Munjope, o
|iu:|, nao estando em casa, cm qunlidade de l.vsupplen-
le part para aulla; ni.indi 1 reCurcar apaliulha, que
OOnilava apenas de S liomcna guardas naciOIMOl), cou-
rvand 1 a casa em ecrcu al Os S huras do da : e que-
rendo esguiar us meins bratulus para atiinal ser auturi-
aado a empregar lucios fullea, ollicici ao juiz municipal
alini de enlregnr-me os criiuiuuaos, armas e cartuxame
que indi.1 cm sua casa ; porein negaudn-sc a isto, maii-
dei anda reforcar a palrulha, disposlu a nao ceder o me-
nor passo no criine. Vendo csse juiz municipal que Ihe
seria iiupnsaivcl ter liom evito de seu arrojo, mandn
pelo Sr. Uonorinlio, quo tambem se achara na casa do
luiz,municipal, propr a entrega da genio e armas; in-
fectivamente enlrcgou qualro guarda-rustas : e estando
j na villa, e o tcnenle coronel Francisco Jaime Caval-
canli Galvu, o major Cosme Jonquim da Folicea Gal-
vio c o subdelegado llerculano Francisco liandcira de
Millo, esle enlr.iu no arsenal daqucllc fuicciuuariu pu-
blico, npprehendco 1S nrmaa, cutre baeamarles egrana-
deirns, e prendeo Alexaudrino Joao doAmaral, que na
oe.raaio du tima lioiuiaiou-se em caaa dn juiz munici-
pal. Joo Paulo Micicl, digno aciu duvida dasaltenroe
daquclle juii iiuuucipal, Aniu..... Alexaudro de Fariaa,
o tcnenle Antonio Luiz Ferrera da Cunha (por auluiio
in.wi.i Bunaparle), Joo Baptiata do Auinral, o ulliciul
de jualica Pedro de Alcntara, Antonio Tururonha c um
tal Damin, morador em JJcatcrro, Joo Teuurio, Vi-
cente Ferrera, Francisco Pedia, Manuel Pereira, Joao
Francisco Al ves O Alexandre de tal (provavelmento o Ale-
xnndre Valentim de que tanto falla o Diario Novo.)
H Tal fui o proccdiuiciilu di polica de Igunr.isa cm
um caan de tanla mua, que dcixou Citar o pardo \ 1-
ccule Fcrreira de banipaio em casa dcs:upai para ser
curado, cmileiitandii-se com a liauc.i de ctdndaos du-
neos: tan despida de (ancor e parcialidade semoslrou
uessa occurrcncia, que deixmi ineanin cm liberdade o
juiz municipal c aijuelea iudividuus subre quem nao llu-
via grande uapcita de cruue; porin furto conserra-
dna em pii~.ni os qualro guarda-costas (sicarios) Alexan-
dre Valtiiiim, Francisco Pedra, Manuel Pereira o Jos
Salves (u papa-niel) e Jii.lo Tenorio de Albuqiierque.
Sin pioiendo esses iiuln idona srrem retidos naeadeada
a por se adiar sem ncnhuiii.i seguranza desdo a fgi-
da de um tal mofo e outru, o correndo o boato deque
viulia reforoo du Pasmado c da una de itjinaraca soltar
oa presos, os tu couduiir*uo ciigcnbo Munjope, ate que
se con.ertaaac a cadeia; o quando istu se Cana, clu-gnu
ordem du chele de polica para srrem 01 presos rcmel-
tidos capital por urna palrulha de polica ; mas havcii-
do-se rriiicliidn smeme os qualro que esta van sem le-
sao, o mesmo Sr. chefo de polica niauduu segunda pa-
lmilla com ordem de conduzr a Joio Tenorio, que ha-
via Bcado por so dizer multo dueme, e clfectivamenlc
foi enviado em una rede que Ihe mandn o scu intimo
amigo Manuel Pereira de Moraea.
Eia, Sr. Hcdaclores, com singla verdade ludo
quautu se paasou 11a tilla de Iguarasa, cujoa acoiileci-
mcntii tceiti oceupadu lio viranienle o publicu, e fcilu
nbjeetii da. n tlcxc da imprcnsa.
< He, inir. lano, de lamentar que o juiz municipal
Luiz Duarte, para apagar as auspeius que sobre ello pe-
sio, e para altenuar o criine de seus ascelas, tcnba nao
s desfigurado os tactos, nao s recorrido mentira quo
degrada u homem. mas anda calumniado, injuriado,
OSOouceado, e mesmo ido revolver a cintas de um enla-
cian honesto, de um pai de numerosa familia, que o sen
baeamarle oti o de seu apaniguados c correligionario*
despcuhoii prematuramente 11.1 sepultura !! Eu podra
aproveilar a nppurliinidade da ncrasia'o para fazer serias
icllexes Milue a elianiadi c convite feitos pur Manuel
Pereira de Murac c Antonia Rorge da Folicea, boje
preso un cadeia desla cidade, amigos dojuiz municipal,
ao preso Francisco Podra, cnnfuriuo este confessou pe-
rmito umitas peaanas fidedignas, para me assassinar; po-
rein, nao deaej.iiidn que casa cabilda sanguinaria inter-
preto cmno temor n que cu linuvcaac de diter, conten-
111 111 c- eom acicutiCieal-a de que a aun inienen boje mo
he conltccidn, c quo ocn todos rSu Bezcrras, Targinis o
Rnlins.
1 Eu pero deiculpn no publico de qiialquer expressio
iiienus comedida que ajusta iiidgnaco leuha arrancado
miiihii peiuia : o mcii fut Cu iiifurmal-u da verdade e
nao occiipar-iiic de nmus vis iiliiuigoa.
Sou Brt. Ileilaetnro- Scu cunataute leilur. Joo
Antonio (aralcanli d'Albuqiierque. -
l'areer-ine, Sr, preaidenlr, que, a vista das dual pecas
que acabo de ler, e quu nlVercc0 conaideracio da c-
mara, n juiz municipal pelo menos be auspelu de ter si-
do o autor, ou pelo menos coiicorrido para csse acoulc-
o monto.
Alguns Srs. de Pernambuco: Nio apoiado.
O Sr. V. Cavalcanli: Niis cm pouco lempo tere-
mus de o saber, puis que o digno chefe de polica inte-
rino est formando competente procesan.
Sr. presidente, os nubres deputadoa, sempre que fal-
lan nesta casa, lembrn-ae de traicr os tristes aconteci-
iiieutus do cngonlio Urnipapu. Eu dcaejarin entrar com
os nobre8 depuladns ncato diseosio ; porem a cmara
sabe que a priuieira victiinn foi um lio uien o infeliz le-
iiente-coroiicl Pedro Cavalcanli do Albuqiierque Ucha,
c alein de que, eu receio nao ler bastante aanguc fri
para eainerilhar caaes acnitecimenlua, nu devo acr cu
quem v revolver odios nial extiuctos, c maguaressas
Cernas mal cicalriadas de duna familias que pur lo de-
plora v.-is sui-cesso,. su veem redolidas 11 viuvez o or-
iandade. Eu mu abalenlio puis do diier cousn algiimn a
eihelluiiile respailo; ae todava os nobrea deputadoa 111-
sisliretn, eu lalvcz me resolva, me veja obrgndo a rn-
liar neate debate, e emo hei demualrnr a inexactido,
011 antes falaidade com que teeili sido relatados esses
Cacto.
O Sr. N. Machado: Falsidadei do quem?
OSr. U Cavalcanli: Noaei; dos quo as inven-
taran.
O Sr N. Machado: Faz bem cm 11S0 entrar uto,
O Sr. li. Cavalcanli: Eu j aprsenle! cmara ot
motivns pur (pie nao quero entrar nesta questio; po-
rem jadiase que tal vez teuha uccasao de entrar nella,
ac me vira islo obrigado, c nao a temo.
Sr. pres denle, os nobres depulados, para provarem,
que nu provincia de l'ernambuco se conspirara, Irouxe-
ro aitida o quo dtziao all as lolhas publicas ; mas eu,
examinanilo-as, s acliei com queaecusar o partido dos
nubres depulados; nao lie d'ugora, que asfolhasdos
nobres depulados continuamenteexcitiu as patioes po-
pular s, nao he il'agora, que aponto os victimas que
devem ser sacrificadas. Os nobres depulados dizem,
que em Pernambuco una Tulla publica, opposta aa
partido driles, |a justificou um assassinalo. Eu nao
tenho lembranca disto, podo ser que assim (osse ; mas
os nobres depulados nao so terao esquecido que urna -
lulha publica do seu lado publicou urna corresponden-
cia a mais insultante contra um cidadBo subdelegado de
uina das fregu< zias do Liinoeiro, e dabi ba poucos dial
esse boniem f ii assassinado Enlao as folba publicas
dos nobres depulados constan temen le ditilo, que era
preciso quo o poro conhecesse ossius direitoi, que era
preciso que elle sabisse do estado de apathia em que se
achara, que era preciso levar-so a ccete, cuspir-se oa
cura, levar-se a chicote, e at a punbal o partido con-
Irario ; diziio, que erao precisas unas vesperal sicilia-
nas. Nem loi s urna vez que isto se disse ou eicapon
no calor da ditcussao.
U Sr Villela Tacmes: Nos diziamos, e el le
praticavao.
OSr. U Cavalcanli: Os nobres depuladoi nio
apuntao um assassinalo no seu partido ; entretanto um
pouecs lecm apparecido no lado opposto. Ai olhas doi
nobres depulados dtzio mais que a sociedade civil be
como o corpo humano, que, cm chegando a certo es-
culo do crise, s se pode .>alvar com urna copiosa san-
gra ; que Pernambuco tmba ebegado a csse estado de
crise. Esta lingoagem anda contina, oeupe(oli-
cenca a cmara para ler alguns trechos, que encontrei
nos ltimos nmeros do Diario novo Je Pcrnibuco.
Em uina dessas loltu.s, depois de se lancar com a mais
audaz infamia ludo quauto ba de mais atroz e mais in-
digno sobre os cidadaos mais honestos, encontrase o
seguinte:
. Sim, ludo veromos, porque tudo temos va-
lo O mao fado nos persegue, e sienas de horror noi
cobrem de injuria e opprobrio. Quem julgou que o
poro Pernambucano, em outru lempo to brioso, hu-
mildemente le curvasseao arbitrio d'um CbicodoRego,
soflrendo desle lodosas pertegutcei e logracdes*, a pon-
to do o leilorisar como a fabrica deseuengenboPQuem
pensara ver entrar de presidente oulra vez em Pernam-
buco o Sr. 1 bomaz Xavier ? (Juem acreJitaria, ^|ue
urna porcao de calut. iros intitulados dalgus quizeue
Usurar como ai priuieuai peuoas do Brasil, e governat-


nos A taia do escravos do ongonbo ? Quem julgaris,
que um Joo Cavalcanti de Monpo, .....u filho ; que
Un Maero, c oulros que loes, tao despejadamente in-
sultassern a un> povo romo este ? 'ludo isto temos vis-
to o presenciado, c he essa n prestigiosa familia de dua-
brus, que quer ser a divitra do norte, suppondo-nos
beslas de corpa.
lio Ico po, po, que despertemos de nosss indo-
lencia, o quo o livres Pernamburanos, recobrando
seo* nligoa brioa, ponhao termo a lana insolencia i
aviia < nto : e que nio desminti o distincto berois-
mo com quo temple os cararteiisou a bravura, o pa-
triotismo, e a propeniBo pora um povo civilisado
viittsoso.
F.9 aqui aindo oulro pedazo, quo mostra o oxcesso a
que tem chegado essse partido :
N> estamos em dissoluco. o governo provincial
nos nao protege, m'-s somos assassinados...... quanto
horror! !! Cumpre-nos reanimarmo-nos. e. despre
zan-'o essa cfila, faicl-a conhecer quo estamos deei-
didamente resolvidos o resistir-lhe, o abandooal- a
sorle ana escolhra porsuas proprias maos- (J Tu
pinamb
O Sr. Lopes ftttto : O que prova isto ?
O Sr. V Caialcantr. Prova que o partido dosno
bres depoiados hoqueru eicita as paisiSes populares; que
sj.iasfblbasdesaopartido me provucio a populacho*
lodus osexre-sos. Mas, Sr. presidente, depois de veros no-
brai deputados descreverem Peroambuco no i stado man
lamentavel, commettendo-se horrores poi leda apar
le, firjuei ofinal ni ij tranquillo quando umdosoobres
deputados concluio dizendo quo '.udo i-so deeappareeo-
ria com meia duzia d: demisafiea Rmbora me incline
a pensar que isso demonstra que toda essa bullase la/
pera cxlorquir essas demHsOea, todava repito i|ue li
qoei mais tranquillo, c mesmo lou gracaS providen-
cia por ver o partido dos oobres depuUdos querer mu
dar de systema no curativo dos males le minlia provin
cia, passamlo do sjsiema allopalbicoda-frictOi! de pi-
tia c soogrms copiosas, p.ra o systema hoinooputbico.
contentando-so com seis pequeos glbulos, seis demis-
sczinbas. Antes assim, pois que o tal systema allo-
pathico nos sai si mo bem fatal.
Os nolires deputados, para mostrarem que o partid.,
cine Ibes foi ppositio em Pernambuco he o partido dr-
sordeiro.se sprcaentto como sustentadoresda ordem em
ludas as occasiOei mas ntrenos um pouco no pessoal
desse partido, sern deseei a individualidades: onde te
aculo ludas as notabilidades turbulentas de Pernninliu
co onde se ai 'nao os cheles da obrilada; de que lodo es-
to osebofesda rusga dasCinco-Pontas para proclamar
a re, ublica, i u federario ? De que lado eslo aquelles
que deilrlo para foro da presidencia o rnuito di^no se-
nador o Sr. Almeida Alhuquerque? de que lado se
acha < aquelles que quitarlo laici o mesmo ao Sr Ma-
noel de Corvadlo pres'dento da provincia ? Srs quein
foi que pr iduzto os moviment si3o da elcicao ? Nao so lembrin os nobres deputados
quem arrebanhou a populacao para os Afogados .
U Sr y. Machado : Ho falso, del ve/os falso.
O Sr. U. < avalcanli : >ao se lembrio os nobres
deputados que nc se da i-scapou de ser assassinodo o
jui'de paz dos Afogados? Nao dissc o nobre deputado
oSr. N Machad em una c rrespondencia que el'e i
tinba livradt. de ser asssssinado ?
O Sr. /V. /Machado : Eu nao disso tal.
O Sr. I'. Cavalcanti. Nao se lembrio os nobres
deputados que esta gente labio pelas runa, e drio ra-
cetadas [no a potados, ? que nena larde se tVcharao as
portas das ras por onda voltou esas gent ? Ms nao di
zemos que os nobres deputados quitetsem apr estes b.talhes ligeiios, oasis nobres depuladus, exil-
iando a populacao desla maneira, nao podenio depoi
evitar qu< se reprodu/.isso essaiircnos do entino bala
II aoligeiro
(ls nol res deputados na < se lembru que ende psse
I .. ,; opresontou armad de enceles se ai bvosoI
rjad< ii h lail 31 de rlilhana e officiacs, batalbiio que
coronel graduado docoipo de engenheiros Fernando
Luiz Fcrreira, cumpre mo levar ao conbecimento d'
V. Exc. que exped nesta data as convenientes ordens
para que lssem exceulados os ditos decretos.
Parece-me caber aqui significar a V. Exc. quchei
tido as inelhores infornaees de condtcla militar dest
ufBoial, de sua tidelidade ao governo, e de que o crp>
que commandava ai rsenla ordem. disciplina e"Subor
dintelo Dos guarde a V Exc. Cidado do Itecife d
Pernan buco, em 8 dejunbn de 1SV4. Hlm. e Kxm
r Jeronymo Francisco Ciclbo. Jaaquim Marcel
lino de Unto.
Coiitinio os apartes.)
O Sr. U Cavalcanti: Senbores, o Sr. Marcel
,,lo e Sania Crux quo pareccm ser horneo, diligentes, en-
[ondcndoqueaqmllo era rebite, tocoraooverd.de.ro,
e d'ahi tocou-so lambem no.c.rpo., ebouye uro al ar-
ma completo. ite o. critico, que esta h.atona fo.
uue.econU.u o .. povo acrodiuu; aa que houre ah
W,U o quer que aeja; por quanto nio he Uo extraordi-
o.r'uq.e ae loque a nu... pai na. ditfcrei.le. malr.xe.
acidada aqualquer hora d.i nnute: que P?> .d"fl "J""
.Uuern tem de por en. aualoa o povo da ..-.dado o de ex-
de ciVar nina exploao, que eouieuha teu.dan.nado. hn.,
1 be de admirar que iev.e o. uea --W--
le ciiaruinaexplo.oo, que coinoun. .---;------ 2 coxotes ignora-se, 1 braco Ue oaianca, i e.nuiu
l a,. he de admirar que levos.e o. taca aaolinaiaca a te. cmbrulbo esmalto ; a ordem.
|- engao erln he que a cou.a nSo ea.a tora da Jn.... toldas ^ ^^
aTUibilid.de I em temp.o, ord.n.r.o b r-K-h. ^ d Ul. > ,. Manoe, Vlncilc0 da S
ca iiaji!tmiiu*1**** w"* --"i'- -----------
ZSri*ti i hc p"r' ittc ,udu rt "T/"!,
_ uuu. panell.nha eojoa neebedure. entenden.-.c n
USr. U Cavalcanti: -Senbores, o Sr. Marcel- ""l"^ '^m."fio-, sera explica^; equaiul
lino de Britohe bem conbecido nesta casa; ella que oglioincM qiiciei0 falo oulra eoutra. tarca, urna d.
avalle e do o peso quo entender a esto ofTicio do dg
no magistrado.
Eu vou Icr sinda um documento pelo qual o mes-
_. I __ _____ .___t. mil. a>
,C r hoZ queTe'infcraO o,.ra e oulra. .rea, urna da.
nuac pode lurnnr-.e em drama.
1 Pedem-me urna, devota, de S. Joao, que Ihe. en con
tu vou Icr inda um aocumenio pe.u qu. u ,u^- ,e un.a In.ton, eeu nao p.u "-" "
mo ofTical quo foi mandado daqui par. comm.nd.r ,a lnanda, pur que bem .aben. Vmi. quanm valor teeu.
....i.*.. J___,:iu..;___.1,,.. mu n.liahili.laile oa- ........in..ni n inanuicu*. Era vcupero de Joao,
o batallio de srtilb.ri. conlessa a sua mbabilidade pa-
ra este fim. Eis aqui urna inloncacio que deo o Sr.
at-lualmcnte o. joanuico.. Era vepera de S. Jo&u
ra esle lim. Lis aqu um. .niormacao que uc -.. devota, liubta a su. fogueira i porta, bem M leHr.loarespeilo do requerimento em que pe brilhante, era uto auui para f* 'ta"caVa,1,
d,aasuadm,ss4Ltene,e-corone. Fernando Lu, acrece um --^.^S ^.!ei. o
emblrrand con. a roguoir. .pitou primeira, aeguiida
tciceiravci, e ppareceo una palrulha, a qual deo.
ua.ordena. J a vUlnh.nC4e.UV. em ...tu., pen.andu
iiue ia lar Blgu.ua BMgraoa, quand.. a patrulha, dmgin-
d-ae a cota em treme la qual e.Uv o fogueira, per-
KuBtou e ora aquella fogueira delln, c ler.do reapoaja
negativa, chamnu un. pretoa para detmaiMbareas to-
Kueiro, e foi enlo que pubre gente re.p.rou, vendo
que .e Bo tratava do ncnhnma de.gn.ca, e que alo neu.
afoRueira era deasaaoobada, porque o. negros, vendo
que .ao trnbalhar para o bi.po, na., quierao e.tor pelo,
auto.. S.Wda. a conla., o ollicaliinho quena ino.lrur
aai.a aulondade, o u.teiitar de ebibai.to, c como nao
depara...' com oulra cou.a no .cu be.lunto, fe aqu.llo.
Pobre rapa.! Outru teera fcito pelor por amor da pa-
bulane.n. ,, ,
Conloa mo um matulo aqui de Teg.pio, que o .ut.
delegado de J.boalo, que elle via e.upro paaaar pela
ua noria con. a .ua pera bem pimpuua, Ihe app.recera
ult.iname.ite con. o beico. li.npo., o que por tal modo
o enioou, que as.entou do ir ao tundo da huloria, e a
her e por acaso seria lgum insolento que bouvee
desperado o horucn, ou cello me.mo por Iguiu uioli
vu dcairoao o lilllia fclu. Tanto indago., o ...cu mal..-
lo, que .uube o final, que a pera bata Ido raspada por
scu i.roprio dono, e a raiflo ero porque viera taxer o
mu. eomprimenlo ao Manuel de Souia, do que.u pro-
leude nao aei o que, nao'ou.tanlc blasonar de eavalean
lala decidido. Ser iato verdade ? So sei, mo. o uiat.i
lo parece ino honieni s direilas.
Fcrreira (P):
.. lilm. e F-xm. Sr.= Fernando l.uiz Ferreira le
nenie-cnionel graduado do imperiul corpo de enge-
nleiros o commondante do segundo batalbao de ar
'.ilharia o p nesta provincia pede no requerimento in-
cluso a S. M. o Imperador a graea de o dispensar des-
le con.inando Pelos motivos, que o supplicanle alle-
ga, e pela informaefu. do commandanle das armas quo
laxverasua inaplidao pora o coinii.ando do corpo,
quererebeo disciplinado e subordinado, o que em
18o curto espato perdeo esls qu..lidedes csscnciacs e
indispensaveis no militar, julgodo rigorosa conveni-
encia do seivico que quanto anies sej.' desonerado de
urna oommissSo que tao mal desempenba o para a
qui I, segundo tem elle a ingenuidad.' de conlessar ,
Dio se acha habilitado. Tamcm pe le o mesmo te-
nente-curonelum annode liccncaconi sold, o pas-
sagem para a provincia do Moranhao. O governo de
8. M. I. delerir* urna o ulra supplica como meia acer-
tado julgarem sua sabedoria. Heos guarde a V. Exc.
Cidade do llccle de Pernambuco. einlCdo setembro
de 184*. lllm c Exm Sr. Jeronymo Francisco
Coelho. Joaquim Marcel lino de BrilO.it
( Ha muitos apartes dos Snrs, deputados do Mara-
n1 ao. )
O Sr. U. Cavalcanti : O Sr. J. M. do Rrito refere-
se > mesmo iequ< rimento de dcmisso pedida por es-
te oflicial.
(JSr. P. de Ruto: He inuilo dislincto o tenen-
te-coronel Fernando l.uiz Ferreira.
O Sr. U. Cvalenti: Eu nao duvido mas elle
mesmo leve a ingenuidade de conlessar que nao
tinha a bobilitaeao necessaria para commandar um
balalbio ; supponbo portanto que Ihe n5o faco inju-
ria dizendoaquillo, que elle disse em um requeri-
mento dirigido ao governo gcral.
Eu linha anda algumas observacoes a fazer ; mas os
iiieus papis acbao-soem tal desordem, eou eslou tao
cansado que nao posso continuar ; por isso reser-
ar-me-he. par duer mais algumacousaquando os no-
res deputados da minha provincia me responderem
A" vista do que tenho dito lio forado duvida que
vol pela resnosta a falla do throno.
(J. do Commcicio.)
RIO (IBAM)E DO NORTE.
COIIBKSI'ONDLNCIA PABTIIXLAn.
Aqui cbegOU H.iru presidente, que tomn pnsse a
8 do paitado, no niejo da mai. viva demontracao de
iil.il.. iiceaiionadii pelo desejo que e.U provincia linha
le te ver livre di. .eu Bllleccor. O no.so presidenta vai
nareliando .em ob.laeulo. apetur di.......a. ineaq.ii.ihn.
iieiini.lanei.il. e do atra.n em que no. aeliaino.. Bggra-
lerijvel lcea que nol flogella de.de vannu
i! tifitii tem arralado: afolla de pao tem foi i
ivr mulla nenie ;i f.mie, en socorro de '200 aeea. de
vado pela
pasando,
i depuUdos diiem quejase ach.ra nsubordi-1 furinlin que ngovcriut imperial n... envin pelo vapor
nado, i quenateid-de firou insubordinado porculp
i).
ni co'mmandaiilu que loi reiuctlido d.qui p. ra Pex-
i Nu se lembra o nohro ch> I de polica qu
do u
I. II ----------------- .--
i va o povo .miado do cceles e punhaes no
i .ue O pros denle de Peinainbuco dizia a Sr.
rb.l .licia que lsse dissolver a sua gente, cquoo
Si. Iii fe de policio n5n achava palavras para desculpar-
H Nao se lembra o nohro chele de polica que o ac-
tual presidente las Alago, e en tao commandanle daa
arma, do Pernambuco, decUrou ao presdeme que o
nobre deputado ero connivente n.quelles movimontos?
Um Sr. deputado: lato nao hecx.cto.
o^r. U Cavalcanti:Nio heoaacloque soacha
So ahi oBciacs do baUbio de artilbaria, e irmio do
nobre deputado ? Eu vou mostrar quem foi quo inu-
bordoou o batallio.
l'm Sr. d'puludi: Foi O nijir Joao I edro de
Aruujo e Agu O Sr. U. Cavalcanti: O que admira be quo o
msjor Joao Pedro, lendo requerido um concilio de
guerra para se lvrar ila mpotacao que se Ihe le na c-
mara, anda au se Ihe mandaise limar esso concelbo
de guerra. Eis-aqu urna paite la orden, do da, pela
qual foi exonerado do commando do batalhio de ili
Iharia o M. Joan Pedro (l) :
ii Dispensado, como tica, do commando do bata-
lliaoo Sr. mejor Agoiar.be do mcu deter votar-Ibo elo
gioso agradec montos pelos valiosos tervicos que pus
tou na organsacao do dito batalbao, o durante o scu
commando, nio smenlo pelo disciplina quo conser-
vou, evisivcl inelboramcnto no scu pessoal, mais an-
da no material, trazendo emdia, c com clare/a, a e-
cripturai o dos diflerentes ramos decontabilidade e ma-
iricilasdo bal Iho. enlomo Pedro deS Ramio,
lominandartedas armas.
(H diflerentes apartes.)
O Sr. U. Cavalcanti : O Sr. Sj Brrelo be pes
BOI milito dislineta e muila honrada para quo se posso
por en. duvide a vcrarij.de do que elle oflirma.
Mas tenho anda oulro documento : he um oflicio di-
rigido pelo Sf. Vlarcellino de Biilo ao governo ge-
a lllm. tExm. Sr. Accusando a recepcao do avi
A.an a* r.*ln ultimo, em uua V. Exc. se dianoi
lim.. **.*..... w.. ------------ .
so de 20 de maio ultimo, em que V. Exc. sedigoou
communcar-me que por decr. tos de 18 do referido mes
bouse S M. O Imperador por bem pistar pira segunda
clasftdo esUdo-mai r JoSo P dro de Arauj e Aguir,
exonerando-o do commando do segundo balalho de
artilbaria a p, e nomer para o substituir ao lenenle-
ui.o cniduiiu o'Rxm. presidente, para .eren, distribu-
la. pelo, mais neceldo. e falle, de meia, nflo pode
evitar luda. ;* lerrivo. oonsequeneiai da fume. S. Ex.
urdelimi, que B di.lribiiicao iles.a f'.iriuha que cnincou
no .li.i 17 .lo correte (maio) fo.se folla semanalmente
por lO'l familias ihisoravcia, dando-.e que consta de
h pcoaa a quaria parte do nina quarta, o que tive-
re.n n.ai. de 4 at S u duplo desta quantid.de. O .li.ta-
iiic.it.> dettas familia. f..i fcito pelo ehefo de polica e
^eiia di legado, e subdelegado.. Mu. de que .ervcm e.-
las 200 .aeea. de farinha, se 4000 nflo serO bailantes?
Niidia 10 iirre.nalro-.e os diiiino. deg ido vuec.iu.
oavall.r, e oulros inipuslo., e (al he n ilesgraea, que nao
appareeeo quem quies.e lancir em globo, lendo por
ooii.equencia de ta.er-.e a arrematacao poreabeca, o
que lio limito nocivo u f.iiei.da provincial, por cou.a dos
Bilmini.tr.dore. que de neeeiaidada .. I.au de iiotnoar
para receberem n que houver, c entregarem ao. arrema-
tante.. De mais u nto lerem apparcoidll licitante, prin-
eiplmente ao iliii.no do gado, que hn O ni..o...aior ra-
mo de rercila, he urna prova irrefragnvel de que a renda
para o anuo naneei.'n de 1840 a 47 aera muiln menor
deque nos anuos anteriores, ncn. de nutra .orle pode
ser, se se alten.Icr a nio. lanil.ide que Un l.avido no ga-
lo. A viitJ disto con.idcrc qual a .orle do pobre Rili-
Gr.iule, que no. bon. auno, icmjire levo omdefloitde
20 nio. d ri,
Aiii.ia >e ni" unrcou o dia para eleica de senador,
mas a cabala, fervoro, e do. 15 a 20 caudidalne, que e
lilao, u lo sei qoaOS Scrfl os mais volados. Indo pro-
ineiie que o no..o presidente se nao ntronietlcr ..ellas.
seja por quem quer que fnr.
PEHU SV3B CO.
C0RRE10.
CBBESroNDE.\CIA UA ClllADE E PROVISCIA.
Escapan.... de boa, esta noute. meus amigo. Ando.,
udo coi boleos, p. Icj para aqui, tropa para acola, que
mngnem aeenlondia lii.Hoqi.ehci.su: pergunlav.
....."curio.... Nao s.i rcsp.uidia-lho O oulro, nao me-
nos seqiiio.o por nolieias. En. fin. fien estal.elee.do,
.ue eran ..s bsroni.U. que eiinliao levantado ahi nio
lei por onde e j.i c.lavo no. Afogados; o modo, de nina
parte, a m vonladc ealeivo.ia de outra denao prndunr
Mo boato. Maa onde Bcrlo ... baroniia.? nfl..c.. u
certa beque Voltario o.exploradore.. man alegre, d..
que tiiihi... partido, c derio o noticia ... d... urreb.ldes
de que ludo por Indormia en* eanla pea, oonlneid.de
que todo o motim proceda dalo : tocar a no.., (mi na
nniriideS Amonio, e diiem que tambera na de S. Jos
pela. 9 horas mai. ou meiio. O os .acri.lie. de 5. Oon-
il vinagre, 6 barricas cavada, 50 ditos semeas, 20bar-
risaicito de oveira; ao consignatario.
g pipas vnhp. 10 diUs vinagre, 1 ca.xs livros im-
pressos; a Mendes & Oliveira.
2 caitas impressos e papel pautado ; a Uaspar da Sil-
va Loyo.
2 barris vinho ; a Angelo Francisco Carneiro.
6 pedras de cantara lavrada, 1 barril vinho, 2 capo-
eiras pombos. 1 gaola rolas. I em! rulho prala n obra.
2 raixotes gnora-se, I braco de halanca, 1 embrulbo
Peuem-mo u.ua uo""-- -i,----- *ut.i-
te urna historia, e eu nio p-s.o furtar-n.e o dar-ll.es o.- ^ Je goux8
_ _._____i.......,!,, \ i.n oonnlo valor leen. __ j,
Commuiiicado.
AO
O PR0VIHENT0 DOS SOLLICITADOItES PERTE.NCB
PRESIIIENTE UA PROVINCIA ?
Parece-no que nao. Pela lei de 3 de outubro de
183*. art 5.' 6., competo aos presidentes das pro-
vincias prover sosempregos, que a lei Ibes incumbe ;
eprovsoamento aquelles cuja nomescio pertence ao
Imperador. Pelo art. 3." da lei n. 10 i do 12 de maio
de 1840, sao empregados piovnciaes de nomeacao dos
presidentes d.s provincias aquelles, cujas funciOes sao
relativas a objeclos. sobre os quaes pdem legislaras
asseinblas provinciaes ; e por maneira nenhuma sao
ompregos provinciaes aquelles, que sao creados por leis
geraes, relativos a ob|octos da competencia do poder le -
islativo eral. Nenhuma lei | rovincial creou o emprc-
gn de sollicitadores do causas, excepto o da laxenda pro-
vincial pois que as (uncios quo toem de exercer os sol-
icitadores sao relativas a negocios do administrarlo da
mlica, objectos determinados poi les geraes, e sohre
us quaes nao pdem legislar as assemblos provinciaes.
como be, ludo que be concernentc ao poder judiciano.
Nenhuma lei gcral consta baver incumbido to presiden-
te da provincia a nomoacao dos sollicitadores ; a ord. I.
I. t. 48 4 incumba aos magistrados o regulamentodas
rela'cesde 3 de Janeiro de 1835 linha concedido aos pre
sidentes dellas a nomeacao do sollicitadores; o o decreto
do 21 de dezembro de 1844doclarou ser privativo dclles
a nompscao dos sollicitadoies, continuos e mais ofliciaes
da juslca das relacoes, precedendo a provanca das suas
babilitaces So pola legislacSo antiga e moderna a no-
meacao dos sollicitadores foi sempro da competencia dos
magistiados, o que he muito vantajoso ; porque esli
b ma pardequantossaonecessarios, e seportSobem;
o n5o consta haver le alguma, incumbindo asua nomea-
cao aos presidentes das provincias; concluimos, que o
provmento dos sollicitadores nao pertence aos presi-
dentes das provincias.
a
1 embrulbo ignora-se; a Manoel francisco da Silva.
52 pedras de esntaria lavradas; a Jos llamos do
Oveira. '
2 barris vinho, 13 gamelas cera branca ; a J. P. do
Lemos & Filbo. .
2 barris vinho, 2 ditos paios a ehouncos; a Luu Jo-
l'ublicago a pedido.
do
lllm. Sr. Conslandii-me, pela gaxeta oflicial, haver
ii, ero oonaeqnenoia da proposta de V. S. ido uomca-
,.o 6.0 .upplenledo si.bdel. gado do. Afogados, apres-
me a pedir a V. S. fin de levar ao eonhccimenlo de
S. Ex. a escusa do lugar, porque ai minha. mole.lia.
e mo ciado de saudo iuc iinpii.ibililao de aeceilcr a
noma.Oan; acore.ccndo haverem motivo, para miiu mili
penderan, que me inhibe. de acceilal-a.
Dens guarde n V. S. Sitio da R. Ila-Visla, na fregoeiia
doaAfugado., 36dcjui.hu de 1843.lllm. Sr. Or. J.ne
Francisco de Arruda Cmara, ebefc de polica interi-
nii. Luiz Antonio Alies Mascarenhas.
(uMVIEiitiO.
Alfandega.
Rendimentodo d
Descarregao hoj 28.
lirigueFlix Destinomeicadoras.
lirinueAragoidem.
li.rcaIttnounidem.
HngueSovo Rom fimdem.
IrigueCicerocarvo.
11:568^895
impotacaS.
Felit Destino, brigue pottuguez, indo de Lisboa,
nirado no corrente mez a consignacao de F. Severi-
luno babciio, manifestou oseguinte :
1 c.ixoto drogas ; a Joao Morcira :IIsrques-
70 barris ateite de obveira, 5 diun loucinbo ; a
boma' de Aquino Fonsecs.
100 barris cal virgem; Manoel Ignacio do Oliveira
55 pipas, 35 barris e 1 caita vinho, 30 pipa e 1 bar-
1 eaixa doce e botas de montar, 1 barrica casUnhaa
pilada. ; a Jo.quim Candido Gomes.
2 barris vinho, 1 ditu vinagre, 1 dito azeite de oli-
veira, 1 ditotoucinho ; a D. Maris Candida de Pina.
I caixa vidr.n, 1 diU conservas, 3 Larris peixe ; a
Policarpo JosLaym.
19 volumes diogas; a Sebastiao Jos de Oliveira
M.cdo. ,. '
10 barris preiuntos e paios.4 ditos azeite do oliveirs;
a Francisco Joso de barros.
100 barris peixe ; a Manoel do Nascimonto Pereira.
1 caixa mercurio doce ; a Jos Antonio bastos.
5 pecas de cabos de linho da bussia, 10 fardos lonas
da dita, 1 ditobrim da dita, 2 barris polassa, 20 pi-
pas e 100 Larris vinho; a Slanool Joaquim Ramos e
Silva.
1 caixa capsulas gilolinosas; a Manoel .viaximianno
Guedes.
I pseote folbelos da propsgsco da l ; ao Exm. his-
po resignatario.
1 caixote I retrato; a Manuel Jo.,quim do Mendouca.
1 dito navalbas ; a Jos Joaquim da Silva Maia.
1 dito impressos; a Jos Joaquim de Froitas Gui-
msiies.
l8caixas barretinas para senhor.s, e chapeos a pos-
tora; a Luis Antonio de Siqueira.
1 barril vinho ; a Clsdio Dubeux.
1 barrica mottarda ; a Jos Maria Gonc.lves Ramos.
1 barril vio o ; a Silvestre Jo.quim do Nascimento.
6 pipas e 20 barris vinho; a Manoel Jos Machado
Malbeiro.
fcninrn, barca ingles, vinda de Liverpool, entrada
no correle me/, consignada a Cbnstophers & Donald-
son, manilestou o scguinte :
120 barricas graxa ; a James Crabtree oi C.
1 caixa chapen! e diflerentes objectos, 1 diia chico-
tes. 5 barricas aveia; a L. G. Perreira & C.
40 barricas salitre, 10 caixas queijos, 1 dita f.sendaa
de aluodao, 13 barricas oleo do linhaca, 1 caixa drogas,
1 embrulbo ign< ra-se ; a Fox brotbers
50 barris alvsiade, 51 ditos tintas e 12 barrilinhos
dila ; a Diogo Cocksbott & C.
100 caixas queijos ; a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
1 caixa carneiras; aJ. Keller.
34 barris vinbo, 4 qusrlolas dilo, 144 barricas cor-
vejs, 6 meias pipas ago'srdenie, 56 caixa dita, 10 bar-
ricas salitre, 10 caixas vinho; a Cbnstopheis & Do-
iiiildsiin.
17 caixas vinho, 8 ditas agoa di colonia, 6 bahus cal
cado, 1 barrica graxa e 1 caixa ignora-se ; a P, Robil-
liard.
743 canos de ferro, 15 fardos cordes decanos; a
Companhia do bcbeiibe.
600 barris plvora ; a A. S. Coibctt.
000 Larris plvora; a \V. E Smilh.
1 caixa roupa, 1 dita livros e 1 dila sellins e chicotes;
ao cnsul ingle/.
Canalla*, escuna himburguczs.vinda do llamburgo,
entrada no crrante mea, consignada 4 K.lkmann Se
Rosemund, manilestou o seguinto :
4 caixss pianos, 2 ditas franjas, 50 ditas vinho, 16 di-
Us laiendasdealgodio, 36 ditas meia?, 31 diUs la/cn-
ilas, 2 ditas pannos, 1 dita brins, 6 ditas lonas. 2 ditss
frasqueiras, 10 ditss vidros, 20 gigjs garrafas vasias,
1050 garrslas vssiss, 420 botijas degenebia, 1 lata do-
ce, 76 barricas genebrs, 1 pacoto amostras, 5 fardos
f.z'end.s de algodo, 35 caixas lerragem, 2ditsmiu-
deas, 1 esdeirs, 8 caixas brinquedos, 150 ditas velas,
20 barris pixe, 21 ditosalcatran, 70 garrafn, orvrhas,
30 ditos fejo, 65 fardos papel de embrulbo, 5 caixas
hcelas, 6 ditas pelles, 3 ditas violos. 23 ditas espe-
dios, 3 ditss lamparin.s, 2 ditas cordas para violas, l
dita botes, 53 ditas armamento, 1 dita agullias, 5 di-
t .stas do algodo, e 150 pecas de cabos ; a K.lk-
mann & Rosemund.
I'elice, barca ssrda, vinda de Genova, entiada no
corrente mez, consignada a L, Riuguiro, manilestou o
seguinte :
1 fardo flor de violeta, 4 caix.solcode palma-chris-
ti, 1 dita alcanfor, I dita crmor trtaro, 12 ditas al-
vaiade. 3 ditas mam, 29 bairicas alpista. 7 fardos lo-
nas, 10 caixas vidros, 16 barricas c lia forte, 10 lardos
coidas ; a Jos Saporiti
259 saccas fejo. 15 ditas grao de bico, 25 fardos
papel, 1 caixa chapeos deso do seda ; a ordem.
2 camas de ferro ; a esne Youle & C
I cama do ferro ; a Edelman fiiho.
57 fardos papel, 200 ditos dito deembiulbo, 300
barricas farinha de trigo, 6 barrio azeite doce, 100
caixas msssas, 120 ditas passas : a Nascimenio & C.
123 caixas ato ; a MoraesA C.
6 caixas gomma-lacca, 1 dita cravos, 2 ditas mana ;
a Ramos 3c C.
Id lardos e 13 caixas papel. 50 caixas enxolre, 5-
ditas sabio, 20 ditas volas de sebo, 16 ditas velas de es-
perm.cete ; a J. P. Adour & C _
299 barricas farinha do trigo, O caixa loucinbo, 6
barris aieite doce, 9 ditos oleo de linhaca, 24 caixas
vinho, 4 ditas gomma-lacca, una porteo de louca prela,
I caixa fa/endas de laa e seda ; a L bru^ui-e
Mosiii.eiito do I'orlo.
y avos ent-ados no 'dia 26.
Ass ; 35 dios, barc nacional Alaria, de 316 tonela-
das, capitao Manuel Pereira da Silva Jnior, rqui-
pagem 18, carga sal epalha; a L. (i. I'irreira &C
liba dos lbeos (Rabia); 6 das, byate nacional S.Jos,



&
do 37 toneladas, capitao Joo Rodriguei dos Santos,
equipagem 7, cargs larinha de mandioca ; a Manuel
Ignacio de Oliveiri.
De' laragao.
9= Oadministiador da recebedoria de rendas inter-
nas geraes convida as pessoas. que quizerern se onoar-
rogar da venda du cirial do jogn, no municipio delta
cidade, e ni) ar.no financeiro prximo futuro, do con
formidade com os arligos 53, 5 e 55 do rogulamonto
de 26 de abril de 1814. a comparecer! emdita repar-
tirlo todos os dial utois al 20 docorronte. Recebedo-
rio, 9 de junio do 1845. Francisco Xaoi-r Caval-
canti de Albuquerque. {9

THF.ATRO PUBLICO.
COMPANHIA ITALIANA.
Aos habitantes de Pemambuco
Cliegados aofim de nosias ripresenticdei.e lembren-
do-nos, siinpre com piazer, do bom acolbimento que
nos tundes prodigalisado durante nossa permanencia
fiesta cidade, cuinpro mostrar-vos nosio mais sincero e
grato n conbeciment'i. Iloje, 28 do crrante, damos
a nosso beneficio, a ultima e brilbante representacao,
que em seguida annunciamos. Temos urna firme con-
flanea quj vos dignareis favorecer-nos nesta noulc com
a vossa presonca ; e, su com nossos traeos estoicos ti ve-
mos a dita de excitar a ab'gria enti'e vos, nos esperamos,
em reciprocidade, que n5o consentiris que planteemos
ao partir desta Ilustre capital.
A companhia italiana.
ORDEH DO ESPECTCULO.
Hoje, 28 do crrente.
Finja a correspondente ouvertura pela orchestra, su
bir i sien i, pula p inieira vez ne.ite tbeatro, o drama
entimental em dous actos U engao felit, com-
posicSo considerada como urna das priocipaes do celebre
mostr Giacchino Rossini
ARGUMENTO.
A belleza de Izabel, duqui'za do Borgonha, esposa do
Hortrando, tendo enlbusiasmado as prmcipaes pessoas
do ducado, foi a causa principal de suas desgravas. Or
mondo, depois de inuteis tentativas para obUr una cor-
respondencia amorosa com I'abel, em vinganca, ac
ousa-a ao duque de faltara f nupciul ; acreditando por
desgraca u duque naquella falsa imputacao. ordena a
scu primeiro ministro que oceultamente mande prender
ua consorte, e a transporte alguin oceulto lugar, on-
de de promplo acabasse o lio de seus das; Batone foi o
escollndo para esta commissio, e por sentimento de
bom corarlo cumprio o decreto at o momento de de-
xal-a sriuha em urna barqumba, a merc das ondas. O
amor que o duque tinlia por sua consorte o doixou con-
tinuamente em urna afflicco oxtraor linaria, tanto pe-
la perda daquell cbaio olijecto, comu pela causa que o
tinba obrigado a tomar aquella resoluco ; so dava al-
gum alhvio as suas saudades, quando, sem ser visto
podia contemplar o retrato de 1 abel, dedicando-lbe
algumas lacrima*. As ondas do mai tinlio levado a bar-
quinha da pobre Izabel para a parte do litoral das minas
de ferro que exislem naquella pai-, e Taraboto, rom-
mandante dos trahalhadures, observando aquella senbo
ra abandonada, de to cruel modo, ao capricho do mar,
lanzase a salval-i, e a conduz sua casa, dando-Ibe o
titulo de sua sobrinha e o nome de Lisa.
Varias combinares fazem conbecer a Taraboto que
sua supposla sobnnba era a mesrna duqueza de Borgo-
nha. de quem so havia espalbado no paiz a noticia de
ter fallecido
Paisado o decurso de seis anuos o duque Bortrando
so >fi obrigado a recorrer us rontoiras de seu paiz, e to-
mar todas as precauci'S de seguranca contra o duque
seu visin o, que l!:e tirilla declarado guerra por etique
tas de estado, etc. lista casualidade tez com que o Ju-
que viuise pura a paito das minas de Ierro, onde, final -
ment, encontru sua chura esposa, que ja suppunha
perdida para tenipre.
Ueste momento pnncipiou Taraboto a emprear to-
dos 01 suus eiorc.01 para fazer privar a innocencia de
Izabel o a infamia de seus calumniadores ; suas astucias
o diligencias p ra este elleilo lorio comidas, como de-
lia esperar-sc: veneeo a virtudc, e foi castigado o crime!
O CONDE L'E BOOREPAIIIK,
ou
Fugitivo da Baitilha.
Findando com a (orea muilo pplaudida.
(J PazFobis.
I PUBLICAQ\0 LIT I ERARA.
JEZUS CUIUSTO,
pirante o secuto.
Obra (raduzida por F. N. Colato, c ntidamente
mpressa polos Srs. Santos & ('."
Os exemplares dessa traduccSo ( a nica completa
que existe detio interesiante escriplo ) acbao se a ven-
da na iivraria da praca da Independencia, n. 6 e 8, e
na da ra da Cruz, numero HJ, pelo preco de 4 000
ris. 10
Avisos nuil Hunos.
3Para a Babia sabira em pouco- diat a sumaca na-
conal .Sania Anna ; quem na mesma quizer carregar,
ou ir de passagem, dirija-tea Novaos &C, na ra do
Trapiche n. 34. 4
I Para Lisboa segu viagein com toda a brevidade,
por ter j. parto do sou carregamento prompto, o bem
conhecido e acreditado bngue portuguezFeliz-Dest:no,
de que be capilo Antonio Joaquim Ito iribes : quem
no mesmo quizer carregar, ou ir de pussagem, dirija-
so uo referido espillo, na piaca do Commercio, ou aos
seus consignatarios. (7
1 Part a Haba segu viagein com umita brevida-
de o biate nacional S. Jote, novo, de primeiru viagem,
emuito bom do vela : |uein no mesmo quizer carro -
gar, ou ir de passagem, dirija-se a .Manuel Ignacio do
Oliveira. na ra do Apollo, n. 18. 5
f Para o Aracaly'sai impreterivelmente.no dia 3
de julbo, o bem conhecido patucho l.aurenUna liasi-
leira ; para passageiros Irata-se com o capitao do mes-
mo, Antonio Germano das Naves, ou com seu proprie-
tario Louienco Jos das Neves, na ra das Cruzes, nu-
mero 64. 6
l.eilo.
Personagens. Actoies.
Bertrando, duque do liorgonba Carlos Ricco.
Ormondo, primeiro ministro A. M. da Costa
Batone, privado da coi te Luigi Guizzoni.
Coros de corte/Sos.
Izabel, debaixo do nome de Lisa ,
considerada comosobrinlia dche-
le dos mineiios, duqu-za de Bor-
gonha AJargarida L mos.
Taraboto, nomem Iraoco, de bom
coratao, e chelo dos mineiros nu-
quelie ducado Giuseppe Galletti.
COios de guardas de palacio e truballiadorcs das minas.
A sconu representa um lugar monianhoso, onde ba
Uilia pequea cabana, residencia de Taraboto, defron-
lo da estrada que condu/. os tr.itialbadores para as dille-
rentes minas.
Segunda parte
S.'guir-so-ha o lindissiuio e inlcressante terceto
Delta Ducheia a i prieghi la opera Lucrecia for
oa, msica do celebre niestro Uonizzetti.
Personagens. Acloies.
Lucrecia Horgia Marganda Lentos.
Iluque de Ferrara Luigi Guiz/oni.
Genaro, capitao de guardas vene-
zianai Carlos Ricco.
Findara o divertimento com urna modinba bespu
nbola, que executara o primeiro tenor Curios Ricco,
em carcter de marinheiro, intitulada O Charrn,
poesia do Sr. Bubi, e msica do meslre Yradier, direc-
tor do Conservatorio da rainba Cbristma, em Madrid.
A ompanhia se despede denle illustre publico, as-
scverando-llieque sompro conservara as saudades que
eslu capital Ibe merece
Direetor da o diestra .Mr Grosdidier.
Procos de camarotes, ele. como os anteriores.
N H Gomo a <.....\< nina lem tudo di>poto, parn
nao demorar sua viagein, o imp Me dos camarotes pas-
sad. so recebem no mesmo Uieatro, em um dos in-
tcrvalloi.
Oe Lillietfs vendem te na ra larga do Rozario n. 30
primeiro andar, enodi, no theatio.
1 Leilao, que faz o correlor Olivoira, de varieda
de do fazendas limpas e avahadas, consistindo em cha-
len pretos, c brancos, vestidos bordados, lencos e man-
tas, tudo de fil, bicos o rendas brancas c pretas, tan-
to de algodao como do linbo puro luvas para hiimem,
romeiras objectos de filo bordados para altares cha
peos de seda para hornem &c. ; assim como de gran-
le- porco de tinta a oleo de varias cualidades, sendo
Jilos artigos provenientes do carregamento da burea
franeezu ucean; os quaes serio vendidos em prosenca
do Sr. Cnsul da Franca porconta o risco do quem
pertencer : Ierra foira primeiro du Jullio as 10 do-
ras da manhaa noarmazem dos Srs Avrial Fren
ra da Cruz. 13
Avisos diversos.
1= O abaixo astignado, liquidatario das dividas da
extincta firma de J. A. M Bastos & C.\ nao so da
nielado de ditas dividas, que Ibe peitencem, comu
tambem encarregado pelos credotes de dita extincta fir-
ma para roceber a outra metade quo aos uiomiios |>er-
tence, tendo encarregado a Lucio Ignacio de Atb&yde,
desta liquidado, como ja lez publico pelo Viarto de
Pemambuco e tendo este adiado immcnsas duvidas da
parte dos devedores, uns com o Irivolo pretexto de le-
roin pago, sem que apresentem recibo ; outros di/en-
do, que toeut enconlros a lazer com o cx-socio da dita
extincta firma ; e outros, emfim demorando ainda mais
ditos pagamentos.
O abtixo assignado, pelo presente declara, que, du
dala do presento a I '< das em diante, dar ordem a di-
to seu encarregado para cobrar judicialmente do todos
aquellos, que nao tiverom pago em dito prazo : decla-
rando mais, que o; o sera levada em conta quulquer
quantia que nao soja entregue a pessoa aulorisada pelo
abaixo litigado, nico autorisado pura dita liquidaeo.
E para que pessoa alguma so chame a ignorancia, lazo
presento annuncio, Hecile, 28 do junho de 1845.
Josii Antonio de Magalhdes Pasto. 23
No cartorio do tabolliao Bezeiru, exislem as es-
crituras scguinles, o tambero os tutos abaixo decla-
rados
Escriptura do venda de urna lorie do Ierras Je sesma
maria, na freguezia da Luz, que faz .Mc.noel d Araujo
Pinheiro, e sua mullier, a Jos d'Araujo Pmbeiro, em
1787, a qual lem meia lee.ua, e par'e da parle do Puen-
te, com trras do engenlio Picho, da parto do Norte,
rom tetras do engonbo Colegi e a propriedado Maca-
co, brutas e lavrudias.
Eloriptura de venda diurna surto do Ierras, chama-
das sialangt, na freguezia da Luz, que fez Manoel
dos Pra/eres da Costa, e sua mull r, a Jos Pedro Ca-
valcanti He/erra, em 15 de nntcmbiu de 1783, com a
exlenso de urna legua em quadro, as quaes conlronlao
pelo scenle, com (erras dos religo sos de S. lenlo de
OlinJa, pelo Poente, com Ierras dos vendedores, li-
cando por divisa da sorto que vende,a estrada que vai do
ongenbo Boiii- Jezus para o da Si rra, pelo Norte, com
terral de Francisco tarnoiro S. Payo, e com as de Me
renciuno du Torres Galino, o com as de Jos Gomos ;
e pela paite do Sul com Ierras do cn^enbo da S< rra,
Efcripluri de rutilicacao de doaeao, que lazem o ca
pilao Antonio Jacob Vicoso, e mus beideiros dos di-
funtos, o ca,iito-rnr Antonio Jacob Vicoso, e sua mu
Iber, do umu propriedado de Ierras, a irn.andade doN
S. do Rosario dos homens pretos. da cidade du Vicio
ria em Santo Anlao, em 1783 ; a qual demarca, e
principia da Laga-do-Barro, no lugar onde foi curral
oo Jos Flix, c deste Jircito ao cu-cinho do Ribeiro
da-Figueira, o por este adianto at o rio Natuba; e por
elle abaixo al a barra do corgo,chamado Lindamnca;
e por este acuna al a estrada que vai para o Recile ; e
por esto abaixo al o mesmo rio Natuba, e por este a-
baixo uto a barra do riacho Agoa-Branca; e por este
cima at a estrada que vai pura o engonbo Cacimbas.
Libello civel do capitao Patricio Jos d'Uliv. ira, e
sua mulbor, contra o capitao Joio Cavalcanti, e suu
mulber, processados no anno de 1781, pdeju'izoda
ouvidoria, eicrivao \ relia ; pedtndo o A. ao II. as
varzettdoHtrradjicoiio perlencenl saoengen o Pira-
pama, de que o dito A. era senhor.e postuidor; que <>
Beneficio d'um (larliouUr, quinU-ftiit 3 d- julbo.JK. eslava de posse, corno senbor do engonbo Malapagi-
rcp.etenlar-ie ba a grande peca | pe, na Ireguezia do Cebo : eitio juntas ai eicripturai
Jo referido engenho Pirapama, feita n primeira em 3 de
julbo do 1764, cu segunda, em 2 I de oulubro do 1586;
consta da extensao ddi trras: ficro parados des-
do 1783.
Libello civel de Julio Pedro Perno, c sua mullier,
contra IManocl Fernando! Antuncs Vilaca, processa-
do no anno de 1787 : puJein a A A. ao 11 n pes-
queira e varios bracas de torra, pertenrrnte ao sitio de-
nominado da Pussagem-du-Janc,uda. Neslel autos exis-
lem a srrertitaco, osrtiptura o mais documentas di
dita propriedado; parrSo desdo 1789, com O ultimo
despacho du se mandar proceder vistoria no sitio du
conlenda O tobelliao, Guilherme Patricio Bezerra
Cavalcanti.
1 Dio-se 600,000 rs. sobre hypolhcca em algn,
sitio perlo da (iraca, quo tenha casa de vivenda, e ar-
vorodos de duelos, ficando os juros do dinheiro pelo
arrendainento do sitio : procure na ra do Cjueimado,
loja n. 57. (5
No dia 23 do correte tirrao dous anneles, u
dous botoes d'aber ura, com diamantes, com tros o i l a
vas de peso, e os dous anneles com seis, uot com dia-
mante e circulo azul, e oulro com o quadro da irm,
sem ella : a quem lr olTerecido por venda, ou empe-
nbo, ruga se por obsequio noticiar na casa daruais-
treita do Hosario, n. 35, que ser recompensado.
Januario Alexanlrino da Silva Rubello Caneca,
emana osa, na ra do l.ivramento, ensina grammati-
ca nacional, em todas as lardos dos dill uteis, e as se-
gundas, quartas, o sextas fciras nnute. geometra pra-
tica, desonho linear, ou perspectiva, e archiletura.
Ninguem coni|ire casi, n. 24, na travesa do
Dique, pertonrente .. Cordolina de S"UZd Lins ; pois
que sobre a mesina cssu ja recobeo cento o tantos mil
rs. com cuja quontia pag rSo-sc dcimas, laudcmios,
foros, esizus, por compra da mesma caa.
I Di-so um ordenado de ^00,000 rs. annuaes.
pagos emquurtol, na lltesouraria rrotincial, pelo alu-
guel d urna casa terrea, ou sobrado d urn andar, no
ua.iro de Santo Anl >no, por lempo certo, e eonten-
cionado, dand i-se 20 por cento, sobre o proco do alu-
guel, pela domora que pona haver DO receliimenlo do
dito ordenado ; dando-so lambem toda a segurunea poi
qualquor incidente quo baja do nao su recabar, quando
bouver do se pagar na Ibetourarii. A quent, convier
osle negocio, diiiju-so i ra do Hurtas, n 28, lObrjdo
d'um andar. 11
1 A viuva D. Thcrosa Goncal\cs do Jezus Azote-
do, como cabeca do casal, o lutora de seus lilbos me-
nores participa as pessoas,que livercrn negocios comasua
casa, que ella est constituida com sulliciciite aulorisa-
oo para continuar no *iro da mesma sua cusa, alea
icri.inacao do inventario do seu casal ; assim como que
lem autorisado uos seus cuixeiros Manoel Luil da \ oi-
ga Jnior, eJofioduCuoba Nevos, para tonlinuarem
as suas coirancas. (0
1 Aluga se urna casa terrea, com bons contmo-
dos, leinquinl.il, o cacimba, edificada na liavossa do
Marisco : (rula-se no sobrado da esquina do Litram< n-
to, o. 1, com o Burgos Pome de Len. (4
1 Pretende-so comprar a cas., n. 4, do beceo do
Calabouco, pertcncenle a I'heresa Maria de Je/us :
quem se julgar com diteiloa mesma casa por qual
quer titulo, enlcnda secom Miguel Joaquim da Costa,
ra da Scnralla Nova, n. 4, neslcs 3 das. (o
1 Alugao-se duas canoas de c inJuzir afoa, pa-
gando-se oaluguil mensalmente ; quem us li\er utt-
nuneie para su as ir ver, c tratar do ajuste. (3
1 f Aluga-se um preto moco o possunto para socar
assucarou oulro quulquer servico, pois que be bom ca-
noeiro, sendo o aluguel pago niensalmcnte ; em 01 in-
da, ra do lialde, caso torrea n. 24. (4
2 Aluga-se o segundo andar do sobrado, n. 143,
na ra do Pilar, em Fora-de-Porlas, com vista paia o
mar, proprio para pequea lamilla ; o arma/em da
mesma cusa com irmaco, e mais utensilios pura ta
tierna ; a casa terrea n. 80, na riicsma ra bastan-
temente alta, dura, muito arejada, com tres portas na
lenle, duassaius, sendo a superior bem espneosa, duas
alcuvas, e um quarto, no meic do corredor, cozinhu
fura, e cacimba no quintal murado : a tratar com Jo
ronymo Jos Fcrreira, nu mesma ra,n. 141 10
2 Um liomem, casado, de bons costumes, se ol
feroce para ensinar om algum engenho, ou povoacao,
ptimoiras leltras, de que (em muila pratica, e alguns
cotihccimenlos de lingoa nacional, e msica : a sua
mulber lambem lo propu a en- mar meninas a primei-
ras leltras, a coser, bordar, Inzer lavurinlos, flores, e
(in-.tr de todas ai cores: quem dos seus prestimos pre-
cisar, annuncio. A
2 Na noite do dia 8 do corrento furlro dosillo
do Pina, diitrieto da Boa-Viagom, um t|uarto custa-
nho, novo, leudo una lerida pequea na sumein, e
no quarto direito o ferro ;! travesso C : quem o pe-
gar, ou delle livor noticia, dirija-so & ruu Imperial,
n. 6, que sera recompensado. 6
2 Arrendase ou vnde-se um sitio na estrada dos
Adlictoi, com casa de podra o Cal, e Solo, esttiharia
para caiullos, loa agua 06 beber, com artoredo de
fruto, etc. : a fallar com Joaquim d'Olivoira, no seu
sillo junio ao o esuio. (5
2= Notabaivoaisignad.il, rendeiroi dos Irapicb. s
dvoomioadoi //efo,All.iiidega-\ elha,Pelourinbo,No-
vo o Cotiipi.nliui, la/emos publico, que doprn> ello de
julbo do correte i nno i if diante, cobrara mil rs. de
peso du itiiia cail i com asiuoar, o duzentos o quareniu
ri. pela descarga. Rccilc em 27 de junio de 1845 -
/'runcisco Fernandes Ihomaz, Jos Francisco Hxbei-
ro de Souia. Antonio Coelho de Mello, Francisco
Auqittto da Costa Guimaies. 0
l PerdCnio-se, do lecife at a Boa Vista, qualro
voltas du contitihas do IIni de Janeiro, e urna ciuz pe-
quena : quem as achar, o quizer restituir, queira fazer
o favor levar a ra do bncantatnoulo, n. 3, que ser
recompensado, levando ao rocolhiuiento da Gloria. 5
Cautellas contra as falsi-
icaces.
Constando a MeRON & C. que em al
i-unias lujas tlesla cidade se vende tini
rap com a falsa dcnomiiiacao de KA PE
AUtA PKrilA e com astuciosa imita-
cao, nao m> dos botes, rtulos e sclios de
sua fabrica, como do pmpiio nome dos
annuncianes, fazem setente aos seus
fregaezefl e ao publico, que, em resguar-
do de sua propriedade e dos .seus direi-
los, lodos os bolea e meins botes de seu
rap levo por extenso a firma dos an-
uunciantcs Meuron & C. : e roglo a seus
fregrrezes nao confundSo sua firma com
os Domes de Moiiro & C. Muihm
Se C, &c. &c., inventados para Iludir
0 publico por este meio, digno de seus
autores, l'orlanlo qualuucr oulro rap
que se aprsenle debaixo dt denominacao
de KAlE' REA LETA be urna fal-
lificafSo dos productis da fabrica de
Mechn & C, inventores, e nicos pro-
prielarios das fabricas de RAPE' REA
PKETA, lano no l\io de Janeiro, como
na Babia e nesia provincia ; e rogo aos
Srs. compradores, c com especialidade
aos do interior da provincia ( para onde
consla aos annuncianes terem-sc fcito
grandes remessas ) se acanlellem contra a
fraude, pois nao trocao, c nem se res-
ponsabilis;*io pela qualdade dos boles que
nao lenbao a sua lirma. t.sooo ris a libra, c nao se vende menos
de 5 libras.
F,ELTKOfc & c-
3Precisa-senlugar urna casa terrea no bairro da
S. Antonio cojo aluguel nao exceda de 8000 rs. para
poura familia ; olrulnr t>a tua do liangel n. 17. -i
3l)ao-sc SOO.rs a premio com pi nitores de ouro,
prala ou bypdtlieea em algum predio; quem preciiar
ennuncie.
:J-,ios Joaquim I.eilo reti'a-ie para o Aracatjr,
levando em sua coutpanhifl o seu criado Sutorio da Sil-
va e um eteravd. ^ _,
Ollerece-se para qualquer emptego em algum
ongenbo, monos feitor.um rapazlolleiro,o queontende
do ludo por ter praiica bailante,principalmente de dcs-
tilacos. o qual di conliociii.ento de sua pessoa ; quem
precisar, annuncie para ser procurado. 5
3=AluSo-se dous andaros de unta casa, na ra da
Cruz do Recite ; os pretendentei dirijao so a ra da
Cadeia Vcllia n. 10. "
3 = Prccisa-se de I:fi00 rs. a juros sobro hypolhece
em urna casa terrea, por espafo de uuionno; na ra
Velha, venda n. (i"),se dir quem he. 3
SsPrecita-ie deum preto |iara servir a urna casa, a
que enlcnda debutar canoa ; quem o tiver, diriji-sc a
ra dosCoihoi n. II, ou annuncie. 3
3 Quem for dono do um corda", com urna cruz de
ter dentro r liquias, procure no Atierro da Boa-Vista
loja iie ourivesn 57, que, dando os s^nses cortos, Uto
sera ntreme; pois (oi lomado a um pardinho, que an-
dava vendendo. por desoonliar-se. o
3=Aluga-eo segundo andar da casa u 51, na ra
a adeia do Recifo. o qunl lem .'i portas de (rente, 2
salas, 2 gabinete!, (iquarlos e cozuil
na mesma ra n. 53, segundo indar.
furo ;
a tratar
4
5 Aos freguezts do bom i barato.
Joo I.ubi't, com loja do chapeos de sol, desfija e
psnninito ost.liclocido na ra d.) Passeio ao pudo arco
deS. Antonio, fa> ter, que lem uat cmplelosortimen-
10 do chapeos do sol de variados gostos, tanto tm seda,
como cmpanninbote hoaiarmacoM.porcommodoi prc-
cos ; i.ssim como os laz o os cobre a contento dos seus
froguezes, e tumbem vendo as lazendas, ludo por me-
nos que oulro qualquer : os pretendentei pdem diri-
girse ao mer.cionudo lugar, quo so ll.es prometa ircm
salisfoilos. *"
3 Precisa-sede dous loilores, um para silio, quo
cntenda de enebettar. e do borla; e oulro para urna
fa/enda no Settao, distante desta praca CO leguis : no
atterto da oa-Visla, n. 43. 4
11 LOTERA DO TIIEATROPUPL1CO.
= Othesoureiro desta lotera, disposto a empenbar
todos os osfoicos para augmentar o crdito de que
tempre ella goscu, pela regulundade de sua extnccao ,
Jeelara que os bilholes du segunda parte da lC* lotera,
cujas rodas deicm ter andamento muilo brevemente, so
a.boa venda unic menle no bairro de S. Antonio,
na botica do Sr. !oao .Moreira na ra do Cabug ;
na rui doCJuoimaJo loja do mesmo thesoureiro n.
39 ; e n ra da Cadeia do Recifo loja de cambio do
Sr. Vieira. 10
MIJITO IMPRTAME PAIU O POYO I)F. PF.RNAMBCO
lio espantoso o numero dos nossos scmelhantec,
que cada anuo succiinibe i molestias que, se fosicm
Haladas siiiiplesiiienle seriao ainda vivos! Entre li
estas molestias tfio geralnientc a plulivsica catharros ,
Indlgesto, dyipepsta apoplexla, lebrel de toda a
especie, asiim coinolntermluciitea, bilis escarlatina,
gotta molestia de ligado picurea!, iiiilammaccs ,
paralisia, hydropetla, becltigai, saraupo, loinbtigas,
ilvMiiit ria crvilpelat, llicnaatoi de pos c peinas,
liemorrhoidas, fra as molestias de senlioras.
.Muilas desias molestias sao radicalmente curadas e
todas aliviadas com aquella celebre medicina popular
do Dr. Sncll c as pillas vegelaos do l)i\ Brandretb.
Rccoinmendamoi a lodos os doentes pois nao re-
quer resguardo algum. Na Inglaterra c nos Estados
Laidos estas pilul.is tceni sido o UBICO remedio de USC?
tas lamilias por longo teuipo, tirando tempre o desoja-
do liui, reilabeloccndo a tade.
Na corlo e uas provincias teein una extracc.ao enorme,
e s;o receltada por muitos dos iiu'dicns ais habis di
llt asi I.
Acaba de cliogar una nova porcao destas invaliia-
vois pillas, aos nicos agentes para Pemambuco J:
Koller SiC. c vondem-se nicamente poratitoritacio do
Jilos agentes, na botica fianccta dos Sis. SalUCt S: C.
na ra da Gnu ii. 22, ao proco de 1/UO rs. cada caixinha
de ambas as qualidadcs, adveitindo-se ao publico que
as nicas verdadeiras pluUt vegetis sao eiulii ulliad.is
no seu rcceituai io, fechado com o sollo em lacre preto
dos nicos agentes pelo Brasil no Rio de Janeiro.
3U abbade do mosteiro de S. Benlo da cidade
de Olioda e o religioso cx-geral Fr. Antonio do Car-
ino va > Babia a negocio da sua coogregacao no
primeiro vtpor que ollar do Norte ; o o D. abba-
de leva em sua companhia um criado que jt foi leu
escravo de nome Martinbo. 6


cusa junto
= Detapparcceo, ha doui mezei ,*um pardinho de
nome Justino com 13 annos ca olios carapinbados,
cor bastante retinta, com urna marca do boclnga sobre
o peito esqorrdo : qaem o encontrar ou ucllo sou
ler, tara o fav.irdo levar ou d .r informagdesa n fu
do ni sino di t-nja cuiiip.uliiii o dtrahirfto no Aller
rodoi Atogado*, em acidado do Olinda
a groja da Boa- Hora
Mara ilaibusaConstanga ombaroa para o Rio do
Janeiro os i utc-i os pardos Joaquim o Joaepha.
c Antonio Fecandes Eiras retira e para fura do
imperio.
1 Aluga so o lereeiro andar d.i sobrado da ra do
Qucima.lo n. : a tratar na toja do mesmo sobrado. (2
i- Aluga se, na ra no Amorim, todo o faqueiro :
a ll lar na ra do Oueimad luja d. 9.
I D.'i-sodinboiro a premio com penllores do ouro.
n. .mo en) pequensi quaotitl ; na ra do Bangel n. 3,
primeiro : ndur 3
1 =. Aluga-se- un sobrado de um andar e solio, mui-
to proprio para pequea familia, e al-uns escravos
por preco milito commodo : na ra da l'raia n. 74. 5
I Compra-te urna papeleira anliga do jicarand,
oudcoulraqualqucr ma n. 29.
I A pessoa, que snnunciou no Diario n. 135, ter
l ra vender 15 contns de rit mait OU menos, em d-
v las obravois, dirija-so a ra do I'ocinbo, casa n.
4, de Laetano Tbeodoro Antunes Villaca i
1= I'urtariio,da casa da esquina do boceo do I'eixe-
Fritu um papagaio na vesp ra de S. Joo; ecomo so
, s bo quem lie tc;;.i se baja do o manda entregar para
litrar sederruestCosjudiciaea, o promete-te guardar
logrado. 5
10 Snr. Domingos Ferreira Uaia queira procu-
rar urna carta, vinda da Parahiba em ni-G de J. J.
. Tasso Jnior. ;j
K 1 0 Sr. Jos Percira Gomes tenba a bondade d
apparecer em casa lo Novaos & Comnanhia na ra do
Trapiche n. 31, a negocio que iba di/ respeito.
1= Alujase o secundo andar da casa da ra do
Amorim n. 1 i no Recite ; a tratar na ra do Quei-
n
>-lo andar
carjjt, im ii m mi i
3
exig ,0 pelos eS-
convocada para o
administrativa de
-un
Nao so haicnd reunido o nuuieii
fatutos pai formar assemblea geral
dia 25 do crranle a commissiio
nov convoca a assombla {eral para o dia primeiro de
Jtiih. prximo declarando, em observancia do art.
17, qu o objocto da convocado bo a reforma dos ri-
talatos em vigor prosposU por um do seus membros.
y\ ses?io ser aborta as 5 bor.s da larde. 8
2 I'rerisa-sc de um bomom idoso, que saiba per-
feljineiili- graiiunatica portugueza, latina e franceza
entenda de toda a qualidade do cscripturacao e tenba
boa conducta para cnsinar meninos e sirva do es-
crevente em um angenbo distante desta cidade : adver-
lo -so que, so fur padr melbor sci, em razao de haver
urna capellana par se I lio dai ; os pretndanles an
nunciemsuas morud.is para serem proeurados ou di
rij-io-se a ra da Boa llora em Olinda n. 6. 8
2= Aluga-se um preto muilo fi.-l epropri para to-
do o seniro ; na ra Oireila n 43. 2
2 Soctrdade theilnil Thalieme
O primeiro secretario avia eos Srs. soi-io, que os
bilhetet para a recita do dia 29 do torrente distri
buem-se nos dia* 28 c 29. em c su do respectivo
tlu-soureiro na ra do Queimado n. 07 : o mesmo
faz sciente aos Srs socios, que domingo pelas 10 bu
raa da man mi o conceibo na casa da socieda-
bonita figura paga se bem ; na ra do Cabug loja n.
9, ou na ra do Araglo n. 5. 4
3 j; Comprio -se por commisso, escravos de ambos
os sexos, do idado do 12 a 24 annos, pagao se bem ; na
ra Direita n 3 3
2 Compra-so um candido na ra do Crespo
i. 9. 2
2Comprao-se dous escravos um pedreiio c ou-
tro carpina para urna encommonda do Rio de Janei-
ro -, pagao so bem ; na ra do Collegio annazom
n. 18. 4
1 Comp'rao-se urnas laboadinhas roquizitas, que
eitojlo em bom uso ; na ra Direita deposito de as-
tuear n. 34. 3
las Ci iiipran-se dous ptetos ofliciaes de carpinlei-
ro e pedreiro ; nu ra da Semalla Vtlha n. 110, pri-
meiro andar. 3
1 Comprao se pennas de ama por bom preco :
nas Cinco Tontas n 71. 2
Comprase um burro bue seja bonito e tenba
bons andares ou nacho que seja propriq de viagem;
na ra da Cruz no Recife n. 63, achara com quem
tratar.
Vendas.
10
AllencHo ao baraltiro I I
\ ende sea 120, 140 o 1(50 rs. o covado de chita ,
ditas finas escuras a 220 rs. o covado dula a 140 rs.
o covado madapolo a 150, lOe 189 rs. a vara, di-
to lino a 200, 220 e 240 rs dita, madraste de superior
qualidade a 280 rs avara pannos linos azues a 2500
rs. o covado do bonita vista parapagem, meios cba
ios de cassa do quadros a 3(i0 rs. cortes de cassa-cbi
las de muito bonitos padres e boa qualidade a 2000
rs. algodao trancado azul mosclado a 210 rs. o cova-
do ruarte azul du vara de laigura a 2G0 rs o covado ,
muito boa fazenda para pretos leos do cassa piola-
iiI juiio liso do muito boa qualidade
2- I
prega o lenba pasl
quem liv r annuncii
aircnJar um sitio quo seja pcrlo du
para 10a I2vacca, patta-sebern:
par so tratai do ajuste. .'i
2- Aluga seo primeiro andar da casa da ra do
Qoeimado n. 14, com bailantes commodos cozmlia
lora acabado di-pinta e preparar ha pourus dias
, a tratar no segundo andar da mcsina casa. 4
2 Precisa-sede um caixeiro para um botiquim e
do um moloque para a lugar : na ra do Queimado
ii- 29. 7,
!J J.,<> Antonio Gomes Guunaraus retira-se para
fura do imperio 2
2 Uernardino do Sena faz scicnte ao respei-
t vi I publico e fntti principalmente a quem convier, quo
le n de retirar-su para lora da provincia : e quem se
julgar sou credor queira -aprcsenl ir suas rontas no ira
zo de 8 dias para seren pagas na ra Direita n 5. (8
2 Pretendo-sc neguciir a casa terrea sita no bair-
ro da Boa- isla boceo do Veras n. 12; quem so jul-
gar com direilo a mesina cass queira declarar no pra-
.odo8 dias da data deste. 2
2 Aluga-so um preto possanle e moco proprio
para todo c qualquer servii'o por mez, ou semana;
na ra das Flores n. 21.
2= Ueseja-solallar com o Sr. Luiz Baptisla Finia
negocio do sou particular interesse e que veio para
Cla provincia ha 6 annos e be natural do Setubal ;
na ra das Larangeiras n. 18. 1
4 MUTA ATTENCA !!!
O abaixo assignado tcm a distincta honra do ai.nun
ciar aorespcitovcl publico delta eidade, e aos habitan-
tes em geral da provincia de Pornamliuco, quo acal a
do Ibe clieg.r de Boston, pelo hiato americano .S/aco-
mut, entrado no con ente mez de junbo, um caixole
rom caixiilhas de pilulas vegolacs do l)r. Brandrelh.
O mesmo abaixoassigoado ufana-so de alTiriiiar, que
sao as nicas, e verdadeiras pilulas vegelues. qoeens
tetn ncsla pia^a.do leu proprio autor, o el prompto
para apresentr a sua veracidade a quem quer que fr ;
por (|uaiilu o mencionado iloutor Brnndrilh o autorisou
em um diploma, legalisado pelo cnsul brasileiro d'a-|
quelia cid,de, para ser o seu agente n.sta provincia.
Us pretendciites uirijao se a la botica na ra da Ca-
deia do Recife n, 36. Vicente Jost de Brilo. 16
ss Precisa-se de urna ama de leilo ; na ra do Ca
bug, loja quo oi do Sr. Ban ieira.
Cumpras.
3= Compra se urna preia de naci de idade d
25 annos, que saiba engouimar e cozmbar sendo de|milia muitos aorados de /ruto trras pa pita-
dos .i 1 lid rs.
KiO rs. avara dito americano a 220 rs. a vara, muito
encorpado cbadrczisdc linbo para jaquetas a 520 o
covado, send fazenda muito grave o do boa qualidade,
casimiras de quadios do bom goslo para calcas e de no-
> o* pao me a 1200 rs. o covado, pecas de brelanba
de r -lo u uito largas o de 10 varas a 1900 rs| ditas es-
tieitasde superior qualidade a 1800 is castores ou
rucauOS ii 2i rs. o covado de bom goslo para calcas ,
brins tian^ados de muito bonitos padres a ~>00 rs o
covado, riaeadiuboa trancados a 200 rs. o covado, mu
lo boa fazenda para meninos cortes do caubraia de
listras brancas admascadiis a/rs o corte lando va-
ras o nioia ditos du ditos do cor de novos padres de
vara e quarta de largura e com 6 varas e meia o corte
a 5/ rs., pecas de madapolo a 2800, 5200 e 3400 rs.,
nito lino a 4000, 4200 e 4600 is. a peca, madraste
lino a 5400 rs. a peca ditas de chitas a 4400 500 ,
5u00 e 6000 rs. oscuras, brelanba de linbo puro, lina a
040 rs esguia j de superior qualidade do verdadoiro
linho a 1500 rs. a vara cassa do quadros para babados
a 5000 rs. s peca cambraia lisa muilu lina de vara e
tinto do largura a 000 e 800 rs. cortes do vestidos de
seda com lloros a 50,000 rs. o corte mui rica fazenda,
dilos de chal de listras de seda do melhor goslo a lGj
rs. o corte chitas Tinas de vara de largura a 440 rs. u
covado sendo Irancezas o de muito bonitos padioes ,
escocez de algodao para vestido a 500 rs o covado ,
brim (raneado branco de puro linbo de muito boa
qualidade e muito encorpado a 1400 rs. a vara pecas
de brelanha de 6 varas, de puro lioboa 3200 rs a vare;
adverle se aos compradores quo todas estas fazendas
sao limpas e do Im qualiuade alm de outras muitas
la/ondas por barato | reto : na ra do Collegio loja
ii I, di' Antonio do Azi-vedo Villarouco & Irmo. (47
2 Vcnde-se urna duzia do cadciras americanas; na
ra Nova loja de ferragens n. 16. 2
2 Vendernse dicciontiios do Constancio, fran-
cez o porlu^uez, e portuguez e Irancez em dous volu
mes por preco commodo; na ra dos Uuaileis
n. 24. 4
2 Vende-so agoa a 30 rs. o caneco no tanque
do Atierro da Boa vista ; a qual esta tempre muito
fresca por eslarem as canoas efleclivamenlo cm um
grande sombro. 3
2\endo-seumsopb de jacarandi, um guarda-
loucade aina-ello envidracado ; um serimonisl mo-
derno da provincia da Arrabida segundo o rito roma-
no ; nas Cinco-Pontas n. 160, se dir quem vendo. (4
6 Vcnduui-se coitos de cassa chitas do padres
novos, com listras e llores, sssentos do todas as cOres,
muilo largas ecftresfixas pelo barato preco e 2000
rs. dita em vara a 400 rs. dita transparente de to-
das as lores a 2500 rs o corte dita em vara a 480 rs.,
finissimos cortea Oe qu.dr-s e de listras a 4200 rs. ,
riqusimos riscadosde padrees muito modernos e de
quadros e listras de (Ores lisas a 240 rs o covado chi-
tas francezas escuras muito largas a 260 rs. o covado ,
ditas do 4 palmos de largura com listras o quadros, de
aisento escuro, e cores lisas a 320 rs. o covado, al
godao mesclado muilo largo proprio para escravos a
240 rs o covado dito a/ul do quadros e listras a 240
rs o covado, brim trancado escuro c cor de ganga to-
do de puro linbo, pelo barato preco do 700 is. a vara,
dito branco a 880 rs. dito de superior qualidade a
1280 is ditos franceses do quadros, muito encorpados
a 328 rs. o covado dito a 400 rs. casia lisa muilo
larga a 100 rs ovara, dita de quadros e listras a 360
's lencos de cambraia de quadros muito grandes a
320 rs ditos de ganga de t das as cores a 320 rs.,
incias pura meninoe meninas a 200 rs ditas pretas
para boiiiem a 160 rs. luvas brancas do algodao a
200 rs. pecas do mai'apolo enfesta ;o muito fino a
5800 rs. manas de linbo grandes a 3000 rs. chales
de laa adamascados muito grandes a-22.iU rs. .chitas
de cubera, de cies lilas a lOUrs o covado, e outras
muitas la/endas por barato preco ; na ra do Crespo,
loja n. 14. de Jos Francisco Dias. 26
8 Vende-se urna casa terrea de pedra e esl, sita
na ra de S. Miguel n. 70 na povoacfio dos Afoga
dos, em chos proprios oitoes meieiros cacimba, o
quintal murado; a tratar na ra atrai da matriz da
Boa-Vista sobrado n. 11. 5
5 Yendo-so muito superior tinta de escreverem
pequenoi boiu. a 120 e a 160 rs.; no pateo do Carmo
1. 22
3= Vende-scum sitio na estrada de S. Amaro pa-
ra Belem com urna excediente casa para grande fa-
lacSea, baixa para hortalica e pasto para ter A vacca
deleite, livre e desembaracado ; a tratar na. ra do
Rangel n. 17. 6
3= Vende-se um cronometro novo chegado lti-
mamente de Liverpool ; na ra da Cruz n 13, pri
meiro andar casa de Ridgway Jamison & Compa-
nliia. 4
3Vcndem-so a posse e betnfeitorias de 200 palmos
de terreno no novo bairro de S. Amaro com frente
para a ra do Hospicio para Olinda, e para a ra do
Canal, que borda o Passeio-Publico, dando se de
fundo ao comprador 300 palmos em grande parte ja
alterrados, o postos fra das mais altas man s; o foro
he de 60 rs. por palmo de frente; o preco das bem-
feitorias sera o em que se combinar o vendedor com
0 comprador : a quem lizer conta pode fallar com Ha-
noel Luir, da Veiga, em sua casa. 10
3= Vendo-se muito boa estopa propria para
locos: na ra do Trapiche-Novo n. 10. 2
3 Vendom-se duas moradas de casas terreas no
Atierro dos Afogados n*. 223 e 225 ; outra na ra
das Larangeiras, de um andar n. 4 ; e um terreno na
Passagem da Magdalena defronte do Cajueiro ; a
tratar na ra das Larangeiras n. 18. 5
3Vende-se urna toalba de lavarinto toda aberta
e obra muilo bem feita por prego commodo ; na ra
ao Cabuga loja n. 9. 3
5Vende-se um carrinho de 4 rodas quasi novo,
com os arreios competentes para dous-cavados ; outro
dito de duas rodas com os arreios pertencentes ; na ra
da Cadeia-Velba n. 16. 4
3= \ eridern-se-i esclava- de nagao de bonitas
figuras, proprias para lodo o servico e mesmo para
quitandeiras ; urna dita de nac'ao, de 26 annos
co/inlu-ira e lavadora do sabio o he muito diligente
para lodo o seivico de urna casa ; um moleeole do 17
annos, ptimo para pagem ; um moleque de 13 an-
nos ptimo para todo o servico ; urna negrota de na-
ci Angola de 16 annos eozinba, lava e serve bem
a urna casa ; na la das Cruzet n. 41 segundo an-
dar. 10
3 Vende se urna venda esa muito bom local, sor-
tida e bem afreguezada no bairro da Boa-visla, com
fundo do 1:400/rs. pouco mais 011 menos; e tam-
bem se troca por urna casa terrea, ou silio pequeo
perto da praca ; voltando-so de parle a paite, u que
e t-justar : a quem convier annuncie para ser procu-
rado. G
5= Vende-se um prelo crioulo bom trabalhador
de cnxada proprio para o servico de campo ; na ra
da Aurora n. 4. 3
2= \ ende-se o eslaboeciuiento da fabrica do lico
res, sita no largo de N S. do Terco n. 10 com todos
os pe lencos da roesma assim como 7 pipas de vina-
gre ludo por preco muito coiriinodoj, bem como em
separado, o que agradar ao comprador; a tratar na
inesma lahrica. 6
2- Vende so um preto moco proprio psra qual-
quer servico e mesmo de campo : na ra da Cadeia de
>. Antonio n. 25. 5
2 \ ende-se um lindo moleque de 18 anoos, oflj-
cial de pedreiro e de ptima conducta: na ra estrei-
ta do Rozario n. 3l, primeiro andar. 3
2Vende-se urna carrocs com seus pertencei; na
praca da Independencia n. 18, loja do Meruz. 2
2= Vende-se um preto bom carreiro trabalha-
dor de enxada trata de gado e tira leile ; urna preta
da Costa boa engommadeira e coainlieira por pre
o commodo ; na ra de Agoas-Nerdes n. 70. 4
2- Vendem-se 12 escravos sendo urna preta en-
gommadeira, cozmheirae cose bem de idade de 20
annos, de bonita figura ; 5 negrinhasdo 12 a 10 an-
nos com habilidades e de boas figuras; urna preta
parida de 2 me/es; 3 pretos mogos, de boas figuras ;
urna preta de meia idade boa cozinheira ; um mole-
que muito lindo de 10 annos; na tua das Flores
n. 21 7
2=Vendem-se 3 facas de ponta apparelbsdas de
prata sendo obra oe muilo bom goslo, leilas em Pas
mado ; na ra do Livramento loja de miudezas
n.14. 4
2Vende-se, por preciso e preco commodo urna
esciava de nagao Angola quitandeira, lavadeira
eozinba o diario de urna casa: na rus da Paz n. 8 (5
2Vende-se urna venda com os fundos que agra-
daren! ao comprador, dando-se um pruio auflicienle, e
sendo a moeda, um vantsjoso rebate; a tratar no largo
de N. S. do Ten/o n. 11. 4
1 = ende-se urna preta moga quitandeira per-
tencenle a urna pessoa que se retira ; na ra da >en-
zalla-Velha n. 110, primeiro andar. 3
1= Vcnde-se urna rededo pescar, nova, de pri-
meira tinta, por muilo commodo prego malba de
'amaran ; no Coelbo n. 5, 3
1 Continuas i vender agoa de tingir os cabellos:
na ra do Cjucimado ns. 31 e 33. 2
1 ^ende sepaIha de carnauba ; na ra da Cruz
n. 64. 2
I Vende-se urna mobilia com pouco uso toda
do Jacaranda, leita pelo marcineiro Joio Biptista ,
contendo 20 cadeiras, un s >pb duas bancas cober-
tas de pedra marmore e urna banca redonda de meio
desala tambem coberla da mesma pedra ; a fallar com
o Sr. Hanoel Jos \ ieira na loja de cambio da ra
da Cadeia. 7
1Vendem-se as admirareis navalbas de eco da Cbi
na, que leem a vantagem de cortar o cabello sem ofTen-
sa da pelle, deixando a cara parecendo estar na sua
brilhanle mocidade : este ico vem exclusivamente da
China eso nello trabalbio dous dos melhores e mais
abalisadoscutelleirosda nunca excedida e rica cidade
de Prkim capital do imperio da ChinaAutor Sbore.
N. B. II recommendado o uso destas navalhas
maravilhosas, por lodas as sociedades das scienciaa me-
dico cirurgicas tanto da Europa como d'America .
Asia e frica nao s para prevenir as moleeliis d
cutis, mas tambem como um meio cosmtico: vendem
se nicamente ni ra do Crespo loja 0. 8, de Cam-
pos & Maia. J2
1 = Vendem-se charutos de regala muito superiores,
ebegados ltimamente da Babia pela sumaca 5. Anna ;
em casa de Novaes & Compaobia na ra do Trapi-
chen. 34. 4
*~~ Fernando Jote Braguez, ao p do arco daCon-
ceicio, tem para vender tarca pirrilhs e colla da
Babia em saetas por preco commodo. 3
1 Vende-te tal do Ais em pequeas e grandes
portet; u ra das Cinco-PonUt n. 82. 2
HafWl--
1 Vende-10 a propriedtde denominada Sitio
doi Coqueirot em Bebiribe-de-Baixo terral pro-
prias com muita extensio para trahalbarom6 captivos,
>m extenso cercado para conservar 6 ou 8 vaccas de
le lo com mais de dous mil pes de coqueiros maltas
e muitas outras arvores do fruto, manguciras da ilha
de Ilamaraca jaquoiraso outros arvoredos; e as tr-
ras produzem mandioca que admira e tendo ptima
baixa para capim ; a tratar com seu propnettrio na
ra da Floronlina n. 16. 8
tVende-te um escravo de necio sadio do boa
estatura bom pateador canoeiro o perito padoiro:
na ra da Cadeia do Recife n. 40. 3
1 Vende-se urna esersva de naglo de bonita fi-
gura robusta e possante para todo o servico princi-
palmente para enxada por ter tido muito uso; eoi
Olinda ra do Balde casa terrea n. 24. 3
1 Vend-se Orna canoa grande aberta propria
para conduzir lijlos, ou para atierro ; na ra de Apol-
lo tanque de agoa da esquina que volta para o Por-
lo-dss-Canas, n. 30. 4
1 Cera airada.
- Vende-te em caixat de 180 librat cada urna, tor-
tidss desde duas at 16 em libra ; ni ruada Senzalla-
Velba armazemn. 110. 4
1Vende-te o bom e afamado toucinbode Minas, a
180 rt. a libra ; defronte da ribeira da Boa-Vista
n 68. 3
1 Bom goslo !
= Vendem-se muito boat < superiores per das da
India iguaes na cor e tamanbo proprias para r-
nalo de senhora conforme o bom gosto ; duas ricas
colchas tambem da India bordadas de retroz, assim
como ricas salvas de prata ltimamente chegadas do
Porlo obra muilo bom trabalhada ; na ra da Gadeia
do Recife casa de cambio n 24. 8
1 Vende se urna cabra (bicho ) com duas clias ,
e com muilo bom leite por prego commodo ; na ra
da Conceico di Boa-vista n 8. 3
Vende-te, ou aluga-te urna canoa do conduzir
agoa, poraluguel de 10/rs. mensaes.e por venda,a vis-
ta dola te fari o preco ; na ra da Concordia o. 16. (3
Vendem-se bengalas de canna da India, verde-
deira .com casl8es mui elegantes, ditas de boracha e
bamb ltimamente chegadas da Franga ; na ra da
Cru/, armazem n. 48.
Vendem-se caitas de tartaruga verdeira para rap,
por prego commodo ; gomana-laes, propria para fabri -
cas de chapeos e dita superior para obras de marci-r
neiro ; na rus da Cruz armazem n 48.
\ endi-rn- se cortes de meios botms fnnceiet ; na
ra Direita n. 64.
Vende-se, psra liquidagao de umt conta bata
preta a 480 rs. o covado velbutina verde a 200 rs. o
covado meias pretas curtas de seda a \ rs. o par; na
ra du Madre de Oeos n. 20
Vende se urna morada de casa na cidade de
Olinda, na ra da Boa-Hora n. 16*: a tratar na ra
da Guia n. 58.
= Vende-te urna cata terrea na ruada fllorii, com
3 quarlot, e em chios propnot; na ra do Crespo
n. 10. '
2Vende-te urna negrinba de idade de 14 annot ,
muilo linda com variat habilidades; urna escrava boa
cozinboira e engommadeira de idade de 30 annos ;
3 escravjs tendo dout molecotet, todot hunt traba-
jadores d enxada; um mulatinho de idade de 18 an-
not bom carreiro ; na ra Direita n. 3. 6
2 -Vende-se, para fra da provincia urna linda
negrinba ptima para mucama de urna casa do 14
a 15 annos de idade, du naci Angola, tngomma li-
to ens boa o determina bem a urna casa ; na ra
do Caldeireiro n. 66. 5
Vende-se um cairo inglez de
patente de quatro rodas por
preco muilo commodo; na ra da Aurora
n. 6a.
Vendem-se coeiros de merino bor-
dados de cores muilo bonitas a 5.sooo
ris cada um lencos blancos bordados
de cambraia de linbo muito fina a 71,000
ris cada um mantas de setim macau
matizadas e franjadas muito ricas a
lsooo ris. dilas brancas de cambraia a-
damascada inas proprias tambem para
cortinudos de cixilbo de alcova a asooo
ris, cortes de oito vaias de cambiaia
transparente de cores muiissimo bo-
nitas a 5sooo ris, ditas blancas com
qu^dios de cotes lamben de bonitos pa-
dres a 4.000 ris ; na ra do Cubiig ,
lojas de fazendas de Fecira & Guedes.
Vende-se farelo pelo mdico pc-
eo de 3/ooo e 5sooo rs. ; na ra da
Senzalla-Vclba n."i38.
Escravos Fgidos.
2Fugio em Agosto do anno psssado um escravo da
Costa de nome Joo Caclano baixo de idade de
23 annos ps grandes lem um lobinho na cara; le-
vou calcas brancas camisa de cbi la cjaqueta de brim
pardo : quem o pegar, leve a ra da Cadeia do' Becife
39 que sera recompensado. 6
50^000 ris de gratiticaco.
9= Desapparcceo no dia 2 de junbo do crrente an-
no um moleque, de nome Ksievao, idade 12 annos,
pouco mais ou menos, bonita (guie, baixo, cbeio do
corpo, rosto redondo, nariz chato, beicos grossos,
pis pequeos, e os dedos curios e aberlos ; lem urna
letlra A em um dos peitos; he muilo ladino, e
parece crioulo : quom o pogar, leve-o & ra do Livra-
mento n. 38, que receber a quanlia a cima. (8
PERN. ; NATYP DE H. F DE FAMA Iq5.


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