Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05307


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Full Text
.
Anno XXVII
Quinta-feira 3
PARTIDAS DOS COBBEIOS.
Goianna e Pa rali iba, ai segundas e sextas fefras.
Rlu-Graade-do-iNorle, todas as quintas feiras ao
rorlo-dia.
Garanhuns e Ronito, a 8 e 9.3.
llua-Vittae Flores, n 13 e ti.
Victoria, s quintas feiras.
Olinda, tudos os dias.
,-... xcsz:aai.attt9aH
EFHZMBalDES.
'Nova, a i, as 4 h. e 3 ra. dala
Pn m ,n. jCresc. a 9. as ih. e 4Sin. da I.
PHAIII DI LOA. Cheii a |5 as gh J ,6ra.dam.
VMing. a 23, s i h. e 38 ni. da m. j
ratAHAB BE HOYE.
Primeira s 6 hora e G minutos da inanha.
Segunda-s 6 horae 30 uiinutoi da tarde.
de Abril de 1851.
N. 7
.
FHEQODA SUBSCIlIP9O.
Por tres meses ("adiantados) 4/000
Por seis metes
I Por uin anno
8j((00
15/000
das da sem ama.
31 Seg.S. Ilalbina. Aud. do J. d'wf.fm. da 1.
1 Tere. S. Macarlo. Aud. da Chae. di J. da se-
11I1 vindic e 1I111 f'iw d fizenda.
I Ouart S. I'heodozia. Aud. do J. da 2. vara.
3 Vulnt. s. Ricardo. Aud. do J. dos orf. edo m
da primeira vara.
4 Sext. S. lildciro. Aud.do J. da l. varado ei-
vcl, e dos feitos da fazenda.
5 Sab. S. Iria. Aud. da CI. e do i. da 2. vara
do civel.
ti oin. 5 da Quaresma. S. Diogenes.
i* -
CAMBIO X 2 OE ABBIK.
Sobre Londres, a 29 '/,29.'/ P- 'Z000 "-60
Pars, 320 pur tr.
Lisboa. 85 a 90 _.
Ouro.-Oocashespanholas--------28/000 a 28/V>n
Moedasdeb\<00velhas. 10/000 a Ibj2li0
> de 6/400 novas 16/000 a Ib*"1'
de4000....... 9/i-OO a 9/I00
Prata.Patacdes brasileirot.... 1/M20 a J/9J0
Pesos columnarios..... 1/920 a 1/940
Ditos mexicanos........ 1/lioO a 1/700
n
< mn.- n Te.'jJ3aBfaMiau&
mmmmammu *v>it.jp.-:*x!K>.-rrj
PARTE CFFIC.tL.
Commando das armas.
Qaarld do commando das ormnt na cidaie do
lleciff, mi 28 de mareo a'e 1851.
OHDF.M DO DA, N. 67.
Km cntnprliiirnlo de ordem do governo de
6. M. o Imperador expedida em aviso do mi-
nisterio da guerra de 14 de fevereiro ultimo,
comnmnicada este commando em olTicio do
Exm. Sr. con'elheiro presidente da provincia
dril do crreme datado, embarca tmje coui
destino a corte do Ko de Janeiro, o balalhao
segundo de artilharia a p.
Os servaos que este balalliSo haviaj pres-
tado a causa publica eiu diversas provincias
do Imperio, e especialmente aquellesque pres-
ton 11.1 guerra ultima desta provincia, sao da
inaior Importancia, e o tornam recoinineiida-
vel o governo, pelas prnvas nao equivocas
que sempre deu de sua lealdade monarcliia,
eas instituices du pais.
Fazendo esta espontanea declararlo dos ser-
vicos do balalhao segundo de artilharia a p,
pago o devido tributo a verdade, e don ao
inesino lempo ao seu commandante interino
o Sr tenente-cornnel graduado Ilygino Jos
llorido, aos seus nfTiciaes, eemgerula todas
as pr. ras de que se elle compite, o Irstctuu-
nlio mais autentico do apreso que faco de to
dignos cantaradas, aos quaes felicito por te-
rem mais nina nuva necasio de se desiiugoi-
rem lora de sua provincia, sobre as immedia
tas vistas do governo imperial.
Convido sus Sis eommandantesdor corpns,
e a sua olncialidade para em despedida aisla*
tirim s o embarque do mrsino balalhao, que
se verificar as 11 horas do dia.
O quarto balalhao de artilliaria a p deitar
obarraco do arsenal de mariulia, e hir alio-
jar-ie no quarlrl da Gloria queuceupa o se-
gundo da luesma arma, e as praeas desle ba-
lalhao que nao embarcaren! firaio addidas ao
referido balalhao quarto Assignadu, Jos l'i-
crnltde Amorim llrserra -Conforme.
Je puldino da Silva e .Isevedo,
Primiro t'.lenle, jinlanle d'orileiis.
INTERIOR.
cobiiespo.ndencus imi diahi de peii-
rahbuco.
Rio, 7 ile marco de l85l.
Os negocios do Rio de Prata enntinuam no
statu quo. No dia ludo passado vio a popula-
cao de Alonlividco completar o oitavo anno de
seu assedio. Quando terminaran para estes
Infellies habitantes tantas privaedrs f
Emquanto em huenos-Ayres existir o san-
guinolenta despola, que lautas vidas lea cei-
lado, que tanto tem sabido avillar o pnvo que
tyramnisa, nenhuina causa patritica alcand-
a victoria. Sou hoinem. son brasileiro ; nao
posso, pois, drlxar de odiar o lyiannio.
Quando vejo a ousvdia de llosas, suas amea-
9as ao Brasil, uo me he possivcl desconheccr
a pciiic.i conveniencia de nosso pacifico pro-
ceder para com esse misrravrl guaucho. De
feito : como respondeu o general Guido aos dr-
sejos manifestados pelo nosso governo de por
un termo s desregradas exigencias do dicta-
dor, entrando para isso em. una discussu
franca, relativa aos verdadriros interesses do
imperio e da confederaciio argentina ? Pedin-
doos seus passap res julgou haver destruido
e cabalmente respondido as argumenlaces do
Sr. Paulino. rVlisuiente para a diplomacia
Americana, quando chegon a Europa a noticia*
desse (wi/ruiu passo d( di plmala de Hozas,che-
garam tambern os motivos que o occasinaiam.
Soube-se que o hbil ministro de csirangriros
do hrasil, procurando chamar a diplomacia
Rosisla aos verdadeiros pontos que iuteressa
vam o bem estar da naco e das repblicas do
Prata, soube-se, digo, que obteve em respusta
a sua nota, urna do diplmala argentino, na
qual pedia'os seus psaaaportes.
Haver algueiu que creia na declara(o de
guerra ao imperio? Quanto a miiu direi, qu-
conbrcendo Rosas de sobejo, uo : nao couhe;
cera o indmito argentino o povo brasileiro e
lian lera noticia da iudigiiaco publica por oc-
casiao das estpidas voierias dammrra na por
ta do nosso digno cnsul ; nao se lembrara do
nosso valoioso exercilo, vido de gloria ?
Rosas su lem perspicacia quando se trata de
assassinatos, de pralicar infaiues traicOes ; nao
o creio, pui i1 ni, locego que desconlii'9a estas
Verdades.
O despotismo desse tyramno parece locara
meta drsejada pela humauidade uncir Sao
hoje coiilieiidas as ilissensdes entre llosas e
lirquiza, governador de Eutre-llios As coinias
teuichegailo a tal ponto, que iiupussivi'l pare
ce un ajosi qualquer. Us inleresaes de Urqui-
xa sao comanos aos do Ruaaa, elles se odea
e poisneiiliuma coiiimunidadc pude entre el-
les existir. Temer-se-ha Uiquiza do governa-
dor de Unenos-Ayret 1 o lempo mostrara.
Carlas de ueuos-Ayrcs referem que se mu
tlplico em Palermu as execuces, que Rosas
procura assiiu couler a grande diseryo, que se
nota em lodos os pontos oude existe tropa iu-
cluludo sua prupria quiuia. Os pers, que
couipoem una parte uuiavrl de seu ourrrii/o
exercilo, fogem iodos os dias. Que imporu :
nao bailar aglorioto uome militar do distiuc-
to 0. Joo Mauuel de Rosas para, veuceudo
todos nsobstculos, elevar a America aos ulhos
do vellio mundo, e esmagar estes degeuerados
filhoa uascidos sb a sombra da arvore exoc-
ticii plantada ua ierra de Cabral ?
Osr. Uuarie de l'oute llibeiro acaba de ser
Horneado enviado extraordinario e luiuilru
plenipoieiiti.u 1 1 do imperio, junio a todas as
repblicas do Pacico. He sabido que llosas
acrciiitouo Guido com" jileuipotenciario em
missao especial, junto aos goveruos do Mxico,
Per, ele,
Quem nao conhecer Rosas que o compre. A
intriga babilmenlc manrjada lie para caracte-
res como o seu a inai- leuivel das armas: pre-
tende elle por lucio de seuex-miulslio uesta
corle levautar nina crutada contra o imperio
Conlia por de mais na capacidade diplomtica
do Guido, ou uenliuin caso faz da iulelligrn
ca c patriotismo dos goveruos, junto aus quaes
acrcdiiou-o.
a it narro,
Oeveni ler sido por ahi lidos unsarligos do
R. B.publicados no jornal, mas to iulc-
ressantes su ces, lana he a loica de al gil-
meutaco do que os escreve, que nao me pos-
to lubtiahir ao desejo de scrciu elies coabeci-
dos por todos fquantns sao verdadeiros ami-
gos dos interesses pblicos. Km snas phrases
se reconhrce urna conviccao profunda de que
o governo monarchico constitucional he n ni-
co, que pode dar ao brasil a verdadeira felici-
d 1 le ; moslra o seu autor os Inconvenientes
dos goveruos electivos, ao passo que bem pa-
tentes drixa firar as conveniencias, que re-
Miii.iin hereditariedade no chrle da nacao.
One dilfereuca entre a experiencia e esludo
doR. H.e os argumentos dos lars campeea
do socialismo em nossa Ierra, dessesescrevi-
nhadores dos apostlos, Arml t Secuto No
primeiro se reconhece o liomem honrado,
amigo do seu pais ; nos segundos miseraveis,
que especlalo coma boa f publica, que pro-
curan! tornar o povo ingovernavel pai.i denois,
com o poder, massacra-lo sua guisa--Uma
queslao pendente entre o asseuiiiiieiuo dado
pelo governo crcajao de um cemiterio pu-
blico em Catuinby. e a popularan desta parle
da capital, tem lomado um carcter serio. As
correspondencias que diariamente apparecem
nojurual, moslram a firme reioluc.au em que
eslao os habitantes de se oiipor por meios le
gaes, que seja tal projeclo realis ido.
Na verdade o negocio est intrincado.
I II, s dizem.que nein.pur ser aqurlle bairro
habitado por pessoas proletarias, deve ser
abaudonado ; que sao to cidados como un-
iros que habilam aristocrticos arrabaldes ;
que devem, pois ser atiendidos quaudo pug-
nan! por direilos lo sagrados.
He necessario coufe&sar que nao he o 1.1-
tuinby o lugar mais propiiopara a creaco de
um cemiterio publico. Nao sou medico, e
nein loe,ni,, teuho a disiiuei 1 honra de fazer
parte da illunliissima, que to zrlosase tem
mostrado no cumplimento de seus diversas
hygicuicns, parcce-ine por^m que sii um ce-
g deixai de recunhecer us lncoiivenienles de
um cemilerio enllocado em um bairro j hoje
l.io povoado. Alm de que a counuisso de sa-
Inii nl.ide publica reunida em deiembro e
composta de mdicos acreditados, votou con- moni demittir-se do caigo de governador d
tra .1 creafSo de eeiniteiios iutra-muros. |/Vuenos-Ayres e fazer-se iioiucar pela honrada
L-se no Juran/ de 6 do crrente : 'salla chele supremo da naco.
Consta-nos que o Sr ministro da fazenda I Una noticia, de todas a mais importante,
acalla de comratir com a casa dos Srs. tloin I porque fas ella conhecer o desespera & Paiva a venda de 4.000 apolices de 1:000,0001 he a de haver Rotas mandado Instaurar pro-
ra, a preco de 86, como venciinenlo de juro eessn contra o general lirquiza, prlo seu fiel
deve guardar mas forcas par" aniquilar oes-
trangeiro, que audaz ousar invadir o sagrado
territorio da patria.
Diz tambern o correspondente que no dia 1
Uvera lugar a abertura daasscmbla previn-
cial.
Nao cnnlieco os membros que enmpe, ou
antes milito poueos sao aquelle^, cujos nomes
tenho novillo nomear; confio, pou-in, n,1
boa escolha feita por seus consumiles, e es-
pero que relevantes servico* prrslaro sua
provincia.
I), p.ii. de tan vilenlas commocie", quaes
aquellas porque iiltiniamentr passou Pern im-
buco, feliz he o hmiirm que lem um ass nto
nos bancos da Meinbla provlnrinl cni
algiiin patriolisuio e detinteresse mullo |idc
faier.
Aqui ehegnu no dia 11 o Tny. um dos vapores
da coinpanhia dos paquetes britnicos.
A pontiOilidade do Terint em sua rheg.ida ,is
aguas do Ilin snrprehendeo .1 popul 19.10, que
hoje se maravilha com a intrcipacSu do Tmj
aqui chegado cinco horas antes das previses
da e-cala.
Nada melhor. na .verdade, do que ahir-se
lo Rio e poder-se dier que a nina hora apra-
ta'a se estar em tal parte da Europa, t-.u,
que nunca desejei deitar as plagas Americanas
lian posso oceultar a v ntade de ir hrje at l,
Fullias de Pnrto-Alegre reerbidas prlo
77>rfni o Snrliin entrado honiem, referrui nada
haver ocrorrido de intrresse na provincia.
Milito arrufado, di/em caitas de Huenos-
Ayres, haver licado o almirante Le Predour
Sr. Devoise, com a demisso do ministerio
La Hule.
Ksperariaiu riles a rnnlirmac.ao do sen tra-
tado ? Muita confianca deposito no patrio*
lismo do governo francez. qualquer que elle
srja, para suppr que tal ia> ul'n .n, m pnssa
ser ohlida.-
liarlas de Huenos-Ayres, vindas pelo B$k
entrado no da 10, afliiinam <|ue Rosas leu-
do l.'de Janeiro passado.
Esta uperacao, su'eniamente ventajosa para
o thesouro, deve realisar-se em 10 meses, que
liiulaiii em de/embro, receben lo os compra-
dores 400 apoliees por inez, e entregando nes-
se acto sua importancia 110 thesouro. O gover-
no obrigou-sca nao euiillir mais apolices du-
rante aquelle periodo.
O |u .; u ele Mi, que obleve o Sr. ministro, he
o mais alto porque se effecluaraiu no uler-
eado as nln.ni. vendas em por(Ys pequeas
--0 .**r. Dr. Jos alaria da Silva Parauhos, len-
te do sexto anno da escola militar, f,u huje
parte da 1 ed.iccan do J01 no/ do Cummercio,
10 de marco.
Copiosas chovas tem cabido sobre S. Paulo,
chis.ni.1 1 alguiis estragos. Na villa de l'arahy-
lniii 1 cresceram to lapida e extraordinaria-
mente as aguas do Parahyba, que grande par-
te da |iu|Hilacao licou tuuudada, cahiudo para
mais de 40 osas.
A ei ule de Jacarehy, to infeliz como a
villa de l'ar.ilij I11111,1, taiubein soll'reu. licando
urna de suas ras, a mais prxima a varsea.
subtnergida.
Cinco pontes forain demolidas pela cn-
ctienle.
Muito he para temer que conlinucm as chu-
vas, nao s porqife seio maiores os esiragos
em S. Paulo, mas tambern porque ter de sof-
frer a llorescente cidade de Campos.
O Sr. Gustavo Adolpho Iteye fui nomeado
para o lugar de secretario interprete da ins-
pei i, ao de saude c de encarregado das vesitas
de polica e mar.
As autoridades parecem coniprehender per-
lel[.iiuenle as vistas C iirdens do gove lio.
AS apprehensesde Africanos iiiulliplicam-
se as costas do Rio de Janeiro.
l3 demarco.
O jornal de hoje irs sob o titulo deeite-
rior-a integra de urna nota, em que o ex-mi-
nistro argeuiino nesla corle, refere ao seu
governo urna unn.....n.i. i|Ue casu ilineule
livera com S. M.o Imperador uo payo da Roa
Vista.
t> jornal nota que esse documento de diplo-
macia argentina Ico dala de l8dedezrinbro
de I8t9. e, porunti, he muito anterior as
einei genei.is entre o governu imperial.
Esta asslgnado um contracto paia a illumi-
nacu de parle da cidade por mel de gaz. O
eiii'prezario he o Sr. ireneo Evaugelitla de
Sonta.
O jornal diz que o circuito da ilin mi na. a o he
o segiiiute: ahrangei o Uolal'ogo, e, viudo pe-
lo eaminho novo, ra do Caietle, caes da (lo-
ria.ra da Lap,de Santa riierea.Mata cavados,
Kornio. 1. Roci da cidade Nova, ra da Prin-
cesa do Vallongo e da Iui|.eratriz, todas as
mase iravessas at o mar.
O empresario obriga-se a fornecer Ilumina-
9.10 superior de Londres, e nunea inferior
de Manchesler. As drspezas de canalisa9.11
gcral e de derivaco, assim cuno dos combus-
lures para as mas e candelaliros para as pia-
9as. correiupor cunta do empresario
O gove no pagar por cada combustor 27 rs.
por hora. .
Os particulares que quizerem luz por mel
de gas, t*la-ho pelo uiesuio precn que o go-
verno, deveodu poim fazer a expensas Suas os
canos de deri v^ao.neccssarios, c os combus-
to res.
O contracto durara 25annos, e a illtimina*
cao ser realisada dentro em qiiatro anuos, de-
vendo nos primriros dias ser rA'ectuada nelo
nenos a dluniinacao de um leico do csjuca
convencin ado.
14 di mareo.
Acabo de ler no Jornal a carta do seu cor-
respondente nesta provincia. O iuterease que
He luspira o bem estar ae todas as provincias
do imperio, com parlicularidade de Pcruaiu-
buco, to nobre e tan infeliz, que pur lautas
vezes tem derramado o seu patritico singue
para manter sua histrica houra, e>se inieres-
se, digo, faz que muito me alegre a noticia
de se adiar este povo em plena paz, gozando
dos dnei iiiihmus e briucadeiras que, diz o
correspondente ter havido pelos arrabaldes da
cidade do Hccife.
IV1 -milla Dees que para sempre acabe essa
diviso da populafo pernambucana, que nun-
ca mais se ache ella devidida em dous campos
iuiuigos. Uuia lao valente parte da uaco
Arana.
O jornal de hoje publica una inensagein
do presidente de Paraguay ao presidente da
repblica l'raneeza
Pede o >r Lopes ao Sr. Luis ftnnaparle o
reroiihecimeiilii da independencia de sua pa-
tria, pelo governo franerz. Nada mais justo,
mais consenlaneo em os principios indeprn-
denles que regein o secuto actual, O governo
de jullio nao se prestou a esse it-coiilieciiiien-
to : 1 im, s deveria ter para assiiu proceder
nm governo, que lanos aervlr.ru prestou
Fiama ; nao me he pnsslvel, poieui, atinar
quaes tenhaiii ellas sido.
Um ingresso. nacional reunido em oiitubro
de IHl3, proclamnu a independencia do Para-
guay, c desde esse momento existe de direito
como iiacan soberana. Sua independencia,
reconhecida por to Ilustradas u n oes, se-lo-
ha, por seni dimd 1, lambeiu pela Traiga,
to nobre e to recta.
Por decreto de 25 do passado foi nomeado
secretario da k(;n......111 Pars o Sr. Dr. Joo
Aives Luiirriro, adido de primeira classe
leg.u.iu de Londres. Este iiiesmo Sr. est
interinamente encarregado dos negocios d'a-
quella Iega9,-iu, por se haver dado demisso ao
Sr. Jone Maria do Aniaral
Parti no dia 16 do correte para a Ingla-
terra, no vapor, Tny, o capito-tenenli' Elisia
rio Antonio dos Sanios, a lomar conla ra (l-
rerco da fragata a vapor de lui'91 de 300 Ca-
vallos, que o governo inandoii alli construir
O Sr. Miliario vai encarregado de visitar os
eslabt'iiciiiientos navaes de Inglaterra e Fran-
ja e de Irater a dila fragata.
S. M. o rei das Ouas-Sicllias. condecorou
0 Sr. ministro dos negocios eslrangeiros com
a gra-cruz da ordem de S Januario, e o Sr.
viscoude de branles com a da ordem de
1 niel iliul.iun.
Hoje. anniversario natalicio de S. M. a Im-
peratriz, concorreo grande numero de pessoas
de todas as elasses da sociedade ao 11.190 da
cidade,
16 de marco.
J disse que o Dr. Prannos faia parte da
regaceando jornal, mas n.lo declare! haver dei-
\ 1.I.1 o Wrir.intil; agora o fajo, diteudo o que
est sb o dominio do publico.
No jornal de do correte sr encontrar
urna correspondencia do mus..... v. Dr, Para-
unos, cujo resumo he pouco mais 011 menos o
srguinie. Agradece a redaejo aclnal do Wer-
rniiii/ allusrs e giacejos com que diz ter sido
mimoseado, diz, que ainda iiiesmu sabeudo
responder-lhe ao p da leitea. o nao laiia; ipi
nunca se baria da lo ao publico com 1 red.clor
do Mtrcanlil, reclinando & responsabilidade
ni nil. I ue se llie (pieria a mitin r exclusiva-
mente; que com um dos accionistas da empre-
sa daquella tull 1 e um dos membros de sua di-
rectora. Conclue o Sr. Parauhoi fazendo a se-
giiiute deel 11.19.1.1. O accionista Jos Mana
da Silva Paraulius perdeu cerca de dez cuntos
daris, e durante o lempo que fez p.rle da
empreza, Irabalhuu quanto em si coube a bem
dos iuleres-es couiinuiis. seiu que pur isso re-
cebesse algum honorario ou gusas.c de alguma
v iiii.igeui especial.
Por decreto de 12 do corrente fol removiil.
o juis dedireiio .1 se Cluislaoo Gai9,1,1 Stock-
lerda comarca du Cabo, para a primeira co-
marca.
17 de murro.
L-se 110 Jornal do Commrrcio de hoje :
" Por decreto de 11 do correte fui nomeadu
director do huspital militar o coronel Antonio
Juaqiiim de Suusa, em substtuijo ao coronel
Jos dos Sanios Oliveira, que pedir demisso
desse emprego.
" Por outro decreto de igual dala foi Hornea-
do leule do ipiiuin auno da escola militar o Dr.
Ignacio da Cimba Calvan, primeiro leneutedo
eiigenheiros, e substituto da meaua escola. ,,
r.si|in eia-ine nuiu 111 -llie a abertura da esca-
la militar.
Nu da 8bo correle, pelas 10 horas da ina-
nhaa, chegou S. II. o Imperador A escola, sen-
do recebido pela eorporacio dos lentes coi
grande uniforme, pelos aluuiaos dos dillereu-
ics anniis, por mullos oilieiaes generaes e su-
periores que iam assislir aquelle aclu toteo-
tilico.
O discuiso de abertura foi confiado ao Sr.
Dr. N'cgreiros. lente dopriuieiroanno.
As repelidas visitas que Ui S, M. durante o
anno escola militar, moslram n aii.-n. a 1 que
Ihe merece essa importante IntlItuleSo.
A maneii.i porque s acha organisada a es-
cola ; os dill'erentjs conhecinienlos theoricos
que uella se adqilirem. sendo secundados prli
pratira, daro em breve ao exercilo una ins-
ii ni ni digna deiie, assegurando-nos para o
futuro habis generaea.
19 re morro.
Nata de novo trm ocrorrido.
Dizem qur algiins casos da febre ainaii II 1
tem appareeidn. Ha prsuias que parr-cnu di-
vrrtir.se, incutindo no animo da populacin
terror.
Noticias de Santos do all o appareciinenlo
da febre. mas sito poneos os casos e siippnnho
.ion que -o se lero dado a boidode alguus
navios.
O'eslad 1 benigno da atmosphera far. acredi-
tar que n vero passai, sem que mu llagrllo.
Como o do auno passado, venlia enlutar lamas
lamillas.
Os cambios le hontein, 18, sao os segninles :
Londres 29 1)8 d. esle 11 pnr 1,000. ParisSIo
rs. por fianco, Lisboa 88 a 90 por rento de pre-
mio. II niihiirgo GlO 1015TI. por marco b meo.
ERNAMBUC?
SESSAO EM 31 DE MAPgO DE 1801
Prnidmci'i do Sr. Pedro 1 uvilcanti.
As on/.e horas da manhaa, feili a chamada
acham-se pn-senles 3l Srs. depulados.
OSr. Vretid-nte: Abre a sesso.
O Sr. 2." Sicrel iro ; l a acta da sesso
anienor, que he tpprovttla.
0 Sr. I." Srrrri'iro > -- Menciona o seguinlc
EXPEDIENTE.
1 ni 1,ni n ilu M-cicl rinda provincia parti-
cipando, que S, Exc. o Sr. presidente lem de-
signado 11 dia 1 de abril pelo inri,, rlia, pa-
ra recrbrr .1 conimis-o rpie trm di' levar
saneen*? olgins aclot legislativos desta assem-
bl.i lii'cir ida.
Un reqoerioienlo da regente do convenio de
N. S. da Soiedade erecto em tioi.iiina, pedlndo
urna esinolla para sustento das reeolliidas d--
quelle convento. A' coiiiuiisso de or9i-
menlo.
tlulro de varios negociantes de grosso trato
desta cidade, pedindo a rcvoga9ao do imposto
sobre Iri'es. A* commisso de orcainenlOi
Outro da innandide de N. S da P>z di fre-
guezii dos A fuglos, pedindo a abollc"n do
art, 32, 33. 34, e 3.1 d> sen cmnproiiiisso, visto
srrem contra os interesses da mesma. A'
Comiiilsssio rlr negocios FCCictlatllGOl,
lie lido e fica adiado por peilr a palavra o
Sr. Olivera, o scguiuie pare\-er.
A eoiuuiliso ile 'petiees rxamiiianilo com
alten9o o requerimeolo da mesa regrdora Ua
iriiiandarle do Sr. I .un Jess ros Passng, em o
rinal pede rinandade do Sr. Ilom Jess d-s
Pollas a importamna das tiedras e mais male-
s imiliantes da dtmollcAo do Passo que se
achavt enllocado ao lado esqnerdo em frenle
ra eaiiella do inesiuo Sr. Ilom iesnsdas Portas,
que foi rlemnlido visto ter esl 1 iriiiaiidaiide re-
erbido 2 MlO.OCO rs em iiidemuisavo de todos
os mileriars que resilllarain da deinolIcSo : he
de parecer que a esla assembla nao compete
a deciso desta queslao, e sim a jn-.ii.-.> civil do
Pili.
o Pa9o d.i assembla legislativa provincial
de Pcriiimliucu, 31 de MaiCO de I85l. /Iris e
Sita O.M. de Aqniar.J 1/0 It. /(arrio Falcan.'
Tambero licou adiado de nutra sesso, por
haver pedido a palavra o Sr. Mello llego, o se-
guinlc parecer.
A commisso de contal C ornamento muni-
cipal depois de haver examinado os relatorios
junios das cominis-oes noittCadtl por trese di-
versas iniiiiiiipaliilades desla provincia tflin de
euiiiprir com o rlisposlo no art. .V.) da lei do Io
de onlilliro de |88, julgando que I MecUfO
das medidas indicadas nesses relatorios. por sua
o iiiiie/i, nao peilenceiid 1 counuisso de
(.mis. quando trata de edilicaces de cidrias,
abertura de rio, etc. : he de parecer que todos
estes documento! sejam remettidos a Comillit-
sao de ninas publicas, pua. propor M provi-
dencias i|iie julgar adequadas.
< Sala das sssiies, 29 de mareo de 1851,,M-
naet Jniquim Curnciro da Cunha.-- Augutlo F. dr
J/inrir'i.s
Tambern he lido e mandado imprimir o pro-
jecto de oreameiltO municipal.
lie luto, julgado ubjeclo de delilierac m o se-
guiute projeclo:
A eiiiiiinissao de estalislica, tomando na de-
vida consldcracao todos os tpicos contidos no
requeriment do vigario da freguezia do P090
da l'inella, que Ihe f .1 prsenle, r avallando u-
iiaaiiiua lodas as rtsOl por elle expendidas
em f ivor do d'reilo que suppe ter a una jus-
ta i-.. ii|.niM,.i> pelos terrenos que em virtude
di lei provincial n. I7 de 20 de uovembru de
IS16, fortn ilesinemlirailos daquella fieguezia.
e eucorpoiados na da VarenCOin detrimento
dos povos e dos seus interesses, alias Isgllimoi
e bem cabidus, segundo a lettra dos sagrados
Caones na paite que ilw respeiio sulisisien-
olt diM parochos, lie de parecer a mesma enm-
nittiu que esta assembla, depois de onvir pi-
los can es compPteotet o Exm, bispo diocesa-
no, cuja audiencia he de grande peso nesta mi
ipria, digne de desligar da frrgueill da lloa-
Vista e unir do P090 da Ptoellao diminuto
terreno designado no projeclo mais adiaulr
exjrado ; por quinlo he leconhecido, e nin-
liiiem mesmo p .de negar que a freguezia da
lloa-Visia malln no mais prngressivo incre-
mento, ipn r no sentido moral, quer no sentid
material, em quintil (|ue a do Poco da Panfila
cha-so ir-lriugila mullo pequeo circuito.
C PtSP mesiit 1 se.11 a possiuilidade de al.irgar-se
uo 6 pela naliireza de seu territorio, cjinopor
que demora 110 centro de outras ti. gn./ia. ,
cujas bali/as j estn lirmadas, e smente a da
loa-Villa Ihe pude ceder, sem daninii d s po-
vos edo seu respectivo parodio, a por9ao de
territorio que a commisso uuve a bem da jus-
n.i consignar no seguiute projeclo.
A assembla legislativa provincial de Pcr-
11 1 ntiiu u. 1 1 snIce :
Artigo nico Fica desligado ds freguezia
da lloa-Vista, e unido a do P090 da Pauella o
territorio coiupiebeudiilo do riacho da apun-
ga ao Manguind com .Iiu'h.i.i a estrada dus
Allictos at cruz de Almas.
Ficaiu revugadas ludas as dispoi9es em
contrario.
Pa9o da assembla legi.lativa provincial de
l'elii 1111.meo. 3l de ni 1190 de lS.'ll. Ju.ii/iii.ii
i'ino de UlBMM. Jof (Jainlinii d Cujlra Leiio.s
A cominisiao de comas e or9ameuio muni-
cipal, a qual por dclibcracio desta casa loma-
da em sesso de 21 do corrente, fol presente o
reipiei iineiiin do br. deputado Francisco J0S0
t.aniriro da Cunha, para que ella declaraste
se acamara municipal desla capital poda ou.
nao construir o mata.ti.uro publico indepen-
denle de eiiipresliino provincial, tendo tomado
na devida coosdeia9o, e pesado conveniente-
mente o ohjeclo do referido requerimenlo ,
t'uii 1 di 11 ao mais ininocloto rame de lodos 01
doeumeulos e dados que se achaniem seu poder
e servem a esclerec-la nesta queslao; edesle
curado exame resultou-lhra eunv \ii.i de que
.1 cmara municipal pode iodependenledeeiii-
prestimo provincial contlruir o seu maladoiiro
com os seus rr'cursos, ltenla a ipianlia de mait
de l(i coulos de reis de que ella pode dispor sen
prettrlr iienhuina das outras verbas 110 pr-
ximo futuro tnnno finanreiro, o que sullicien-
leuieule ser demonslrada no ni v anienio mu-
nicipal, que lem de ser presente a casa.
(i Sala os co mili listel, 28 do nnrin de 1851.
I/...1 ../ ./.i./.11 .a Carneiroda Cunta. Ignacio
Jnnqniin de Soma Leo. -- Auguito Fiedericodt
OtlVriYo,
l) -ir. /; i| ii.t-i requer a urgencia.
Apiada entra em disciissao. 1
O Sr. 'rndenle : Esla em dlsCUItO a ur-
gencia, tem a palavra o Sr. Dr. itaptista.
OSr. /nptulii: Sr. presidente, como me li-
mito smenle a fallar da urgencia, pedirpl
casa que tome ente negocio em 1 un.nl,-r n-au ,
que. unte, mu.- este tem sida um daqnelles que
lem tuacltado mais qneslrs ; eslando porm,
lodos de accordo (|ue he o m itadoiiro una ne-
cessidade palpitante que convm ser remediada
(planto antes, o que por eerlo he inulto con-
veniente depo s de lanas Iris piovineiaes pu-
blicadas ueste semillo e todas ellas sem elli-
10 he poiscoenveniente, repito que a assem-
bla tome nina medida definitiva para que es-
l.i olira se pnnha em execii9a e a provnola co-
mee? a colher as vaniageus, que delta devem
resultar ; Digo, pois, que em circ11.11si.11n al
taes, devenios appriiveilar o lempo, evitar dilla-
CPI, e 11111.1 ve/ (j.ie o parecer est sobre a me-
sa pode ser discutido Sao estas as rasiVsque
me .ua.....a mi para justificar 0 meu requeri-
iiieuln de urgencia ; a asscmlda riSulvci co-
mo entender em sua sabedoria.
O Sr. C'arneiro da t'un'o Sr. presidente,
bem longe de me persuadir que he urgente
discuiir-se j.i o parecer da commisso, que
uaha de sei lido, he mioha npioii que elle
deve ser adiado, al que seja iuipresso p d-do
pata ordem do dia o un, mu um municipal,
que foi apretentado com o mesmo parecer;
porque mal pode ser apreciado sem ser con-
frontado com aquelle, e mesmo discutido e
votado em ultima dteuatno.
Esta assembla approvaudo um requerimen-
lo do Sr. drpinado Francisco Julo, deiermi-
m.ii que a coiniuissau de orcninento municipal
rleelarasse se a cunara municipal desta cida-
le poda 011 nao construir o maladuiiro pu-
blico, iiidependiiiie de Impresllllin feito pr lo
cofres da provincia; e a counuisso, depoiss
de acurado exame, em vista do cuca ment
ipi i-.i'iit idu pela mesma cmara, suas emitas
e BfCettidadet (|ue devem ser saiisfeitas, trou-
xe esta casa, em resultado de seu trabilho,
a ttieveraeSo, que se acha exarada n'aqaelle
parecer, de que a uiuoicipalijade poda em-
prchender aqucll.i obra visto como no fin
desle auno fioaiieeiro devcin-lbe sobrar cerca
de dezeseis cotilos de ris, devendo-se contar
com outro tanto, senao mais, no anno seguin-
lc, sem nrejullO das nutras iucumbeiicias(
i|uc esiam sen caigo, e lalvez atlendendu-at
mesoio com mais ineiol peciiui.iriot. las X
conviccSo que resullou couimisso.
Oa, ueuliiiiii dos nubres membros sendo
obrigado a jurar ( nein a commisso o deseja )
em mal palavrat, r mesmo a dar por certu
0 resultado d'um calculo, em que pode haver
engao, deve mu naturalmente apparecer o
desejo de examinar e verificar cada um de
per si os fundamentos e bases de semelhanle
attevertefio, E onde cstam estes dados? No
inclnenlo municipal. E pois parece indubi-
lavel. que (levemos esperar, que o oriainni-
lo Bpparret Impreito, para, vista delle, po-
der qualquer Sr. d- putado I.u mar juiu de ti -
llltlvo sobre a uiaiena, e avahar a juslica da
opiniao da counuisso Nein he, de nossa
parte, IDUito exigir o pretender que a casa,
antes de volar sobie o parecer, e passar adlan-
tc, comu quer o nobre author da urgencia,
sem nenliuma condescendencia para com nos-
so traba lio, e grande .les.mili un a uo que
damos por averiguado, nao he exigir deinais,
repilu, pedir que a casa uao pronuncie, des-
prezandu o paiecer, sem ao menos lomar co-
nliecinienlo d-s rasors que o mlivaram. se-
p-ocedeudo-se dilerenlemeole 1. 1 dems 1,1-
d.i pressa, precipiltcio mesmo; o que por
cerlu uu he o uielhur nein o mais seguro ca-
iiiiiiho, em caso nenlium, e mesmo na presen-
te uccasio, em .pie. vista da sdiuiroca.
de mullos Srs. e de-eniiii 111^ 1 em al|tuns a res
peito da leu 1.10 du calculo apresenlado,
pai ecc que a commisso nao pode deilar da
esperar que Ihe seiu proporcionados ineiol
de arredar de si a idea, .pie se tem espalhado
de proposito, se ter adiado meius que a cmara
municipal nunca livera uein agora tem.
I'.o 1 mo se as cuusidiuiui'i que venho de
mu 1 se na r su josias e bem cabidas, devem
ellas cuuduziz-uos. uo urgencia proposla
mas a um adiamento.
Osr. taflista. O di'ideratum be este mes-
mo.
O Sr. C'-irnriro da Cunha.Nao percebo bem
oque quer di/.cr o nobre deputido com o seu
apai te.
Vm Sr. deputado Quer dizer que se quer
pi ut, I 11 a discusso.
O Sr Carnriro da tundo.Pelo amor de Dos!
Protelar aditcuiiao! E com que lim? >u
ni.'ai 1 ugue essa injuria, uo iuverta ininjias
loteucdeii nein uw aitnbua prusaiueuioa oc-
eullos, que eu nunea uve nrm leuhu ; poit
vista de i|uanlu acabo de dizer fica elle beyx
descoberlo, e nao precisa de cumeulariua.
1 o.ios percebeiu que cu ueste neguciu o que
teuho querido, e o pelo que forcejo, he para
.pie o parecer srja cousideradu coiu os iuuda-
oieutoa .pie o niolivaran, e desta surte se
pateulee que a commisso proceden em regra,
e uao quiz aprrseutar um calculo illusuriu,
com fat de arredar a ideia tpresentada pelo
uobre deputado eiu sen projeclo.
Proteltr a discusso .' Eu nao uso de tub-
teifugius, nein teuho motivos que me levem
a assiiu comporlar-me. Nesta questo s te-
uho lomado parle, quando a i-so suu chtmt-
do pela discusso, quando me concede a pa-
lavra o Sr. presidente; quaulo teuho dito
be alto t. bom soin para que uiiuba oplalio
MUTILADO


- .-, -------------sarSJS)--
TfcBuL_...ryrr
u iin
.
'
t ,



uo seja Interpetrada diferentemente do que
dizem ininhai expressdes. A casa /ia de fa-
*er-me jisiica en o espero; r Invoco os tes-
temunhos d/ inrus rnmpanheiros para que
dlgara se de ontra orte, que pelo mel da
franca dlscuso, lenho pr'curado insinuar
minha oplnio. se cnin alguin me trnho rn-
trelido a resprilo do negocio que no occtip.
Que ni assim procede merece mal ju-tita da
parle do nobre depntado: nenliiim oulru
motivo deve rile descobrir que no o vrrda-
deiro ejuito. oque assim a cada > m de no*
nenia caa. que he a susirntacao da opiuISo
que tem cada membro dela.
Pode o nnbre depiilado fcar certa que,
ainda cahindo o parecer, nSo me resta mor-
tificarlo alguma por to, nem cuide que
nos persuadiremos que heporgrande defrifn
do calculo que elle nao heattendido; nao,
senhores, anles pelo contrario catolicn vencido
e coinmgo mullos nulros, deque se ha con-
veniencia em matar a o parecer sem Ibe ouvir
a drfez, be poique serve rile ponco para
a sustentaban do prniecto, be porque o ralea-
loapresmtado be verdadeiro, e ex le inlei-
ramente a oplnia dos que querein o mala*
di uro por outro mel que nao teja o feilo
pela muniripalldade do Recife.
Or. Bapliiln: Senhor presidente, eu nao
sei como otTcndi au nobre deputado que Tal-
ln em ultimo lugar, rcpeiindo suas proprlas
palavras, eo seu peiisaiuento. Uisse o hon-
rado deputado, quem me refini, que elle en-
tenda, qtir o projecto de negocios de cnta-
las devia ficar addiado al que se disculisse o
crcamenlo da cmara municipal, isto luesnio
elle escreveo no seu parecer, que ora se dis-
cute, como poia eu poda ofl'eide-lo duendo
que elle quera adiar o projecto da commis-
so e negocios de cmaras? Se nisio b inju-
ria, ful elle que injuriou a si proprio.
Agora devo dizer, que nao obstante estar
em discusso a uigciicia, todo o discurso do
honrada deputado fui subte o mrito do pare-
cer.
SraAor PrciidVnle: F.u entendo quenas
disriisses de urgencia he necessario entrar
alguma cnusa na iiiateria para justificar a
uiesuia urgencia...
Or. bapliiia : Rem ; como isso he per-
tnlttldo, Umbein alguma couza dirci sobre o
parecer.
A commisso disc em seu parecer que, a
cmara municipal podia dispor da renda de
16:000.000 ris, para constiiicco de un maia-
douro : mas nao dignoU-sc dar desenvolv-
ment algum a estaproposlfo.enein ao iue-
mostruudonde, de que lote iiasciam estes
l6:P00.0o0 ris ; he isto um misterio; entretan-
to que a inesma cmara em seu rel.u.i lo, di-
rigido a Presidencia, uiostruii-se falta de niel-
os, e pedio um emprrsiiiiio aos cufies pruvui-
usa es para couslruir o maladuuro.
Maltes Sr#. Deputados :A prova est na or-
cemento.
O Orador :Os orcamenlos existentes sao
contra os nobres depuiados. a cuiitisso, que
fra cmara municipal em seu relaiuiio he
taiubem contra os nobres deput.ados. e al a
opin'uque publicamente se fus das I ...;as
pecuniarias da cmara iniinicipal, be contra
os nobres deputados ; porquaolo nao ha queiu
nao aaiba que fila para construir o ce-
miteriu recebeu por emprei-tiin ds cofres
provlnclaesciiicnrntae lantuscoiitosde res, q'
este dinheito esl gasto e o cemiieno nao est
concluido, que ella nao tem podido pa^ar mi.-
dividas, e que lie tal o seu rsiado Anaucelru, q"
anda ha pnucos das, apprrsenioii se na casa,
Um projecto obrigaodu us pio|>rielaros a cal-
car as ras { hilariitailr) Os honrados di puia-
dos nao acham fundainenlc no que digo ? ig-
noran! aeaso qncuoin das prluc paetlocuiiibeu-
Cladas cmaras miinicipars he o aceio das cida-
deso ralfaii.enii.das mas? F.se acamara inuni.
cipal do llecife nao be pobre, e ao contrario
tem rendas de sobras, se tem lG:U0ll,OIK) ris
dispuniveis; como, rom quedi rito podemos
desunera-la de um dos seus princlpaet deven s,
para iwpnr-inos sobre os proprlelaiini das ca-
sis, e faie'inos pesarsubre elles a obrigaco,
os nnus, que pe teueein a cmara municipal ?
Senhores. he preciso que nos eiitemlam
para construir o maladouro. A commlssil.
poriq, na appresentando este meio, e di-
sendo arcos que a cmara pode fazrr o irra-
tadourn, nada adlantnii, e preirntjf ndo agora
a enntinuacao do .diameiito do projecto ate
entrar em dlscusso o ornamento municipal
onde diz ella mostrar os meio. pretende
por este m-do um adiainenlo Indrunldo.
malor do que aquelle que a assemlila Ihecon-
cdeo. Rui uliimo resudado o sen parecer
nrnhiim alcance tem. nada diz, nada appre-
senta que se possa discutir, he apenas um
parecer com o fim de adiar o projecto, e por
esta raan e ontras que tenho eiposto voto
contra o parecer.
O Sr. Pan Jarreto Pronuncia-se contra a
urgencia, e responde alguma propocises
do precedente orador ao qual declara, que
nao leveem vista talhar-lhrrarapuca, e mul-
lo menos diriglr-lhe sellas invcnenadai.qnan-
do em urna das esses passadas disse. que o
drver .'assembla era drii'ender o intrressr
publico,* nao o paiticnlar: observa que nao
acba rasao em tomar-se tanto calor por esta
discusso, nao so porque Pila nao o merece,
como para que seno diga quena assembla
provincial smenle aparece calor, e enlhusi-
asmo quando se trata de negocios paiticula-
res; com le mostrando o nenliuiii procedi-
mento com que o autor da urgencia lroue pa-
ra a discusso o projecto sobre o calcamenlo
da cidade aprescnlad.., das, por elle orador.
O Sr. Augusto d Oliveira: Senhor presi-
dente, dcarjando acompanhar ao mru nobre
amigo e cullega da couuiiisso de -ontas e or-
namento municipal, no proposita de impug
nar o rcqueriinenlo de urgencia praposta pe
'o Ilustre deputado signatario do projecto so-
bre o maladouro, nao pretendo cun ludo se-
guir o autor do rcqueiuicnlo em todos os de-
vios pilos quaes procura eiiimaraiiliar a dis-
cussio, una vez que elle se julga colocado
em terreno lao favoravei. em o qual nao me
atrevo a pisar, tanto mala que eu estou per-
suadido que as minhai sellas nao Ibe podera
alunen na eidadella em que elle se julgiguar-
dado. Ped pois nicamente a palavra no
Intuito de justificar o parecer da coinmisso
que Macha ''" discusso, e destruir a aecu-
sacode Incompleto, COIUO elle foi qualificado
pelo Ilustre depulailo; para esse liui he bas-
tante que eu chame a alienco da casa para
as prunas palavras cunsignadns no requerl-
ineiito do Sr. Francisco Joo que lu approva-
rio nesta casa em sesso de i do correle.
Eli aqui o rcqueriinenlo tal qual se acba na
acta. (Ii)
a Requi-lro que adiada a discusso seja o pro-
jeclo ii un linio a comuilsso de orvaineulo
municipal para que dentro de 8 dia. inier-
ponha julio seu, acerca da possibilidale ol
impossibilldade, de ser o n.aladouro construi-
do pela cmara municipal, udependentc de
euipn slimo provincial
Oa nergunlo qual era o devrr da coinmis-
so, considerando este re.|Ueriinenlo em todo
o seu desenvolvimenlo? p.irece-me que era
oainiiar lodos os dados, lodos al fincas du
cofre municipal e ver se a cargo da muni-
cipalidad!' podia ser construido u maladouro?
a coinmisso no seu parecer Icmitoii-se nica-
mente a satisf.iser liilormacao esigida no
requeriineiilo approvado pcli casa, islo he
se a i amara podia ou nao construir o leu ma-
ladouro nJepeudriite de empreslimu pro-
vincial, aci rcsceiitando ao iiiesmo tempo que
os meios indicados se achavam consignados
no oicameiilo, no qual se apprrseniava urna
sobrade mal de ili cornos de reuda munici-
pal que podia ser apphcad la essa obra. Me
parece |iois que o illiislie depulado fui dema-
siadainenle injusto quaudo considera o pare-
cer lo Incomplecto.
A CCinmllsSo, Sr. presiden le, para provar o
fundamento da sua lnforn.a{io appella para
discusso do ornamento e aflu de mostrar
lijo leiu desejo em prolilir a dllCUStau
do projecto do illuslre deputailo, trali-u ile
cunfeeiionar o onamnilo miioh i|ial em pou-
cos dial ; appresentando um trabillio imper-
fcilo, P' rque lendo s li comaicas at agora
enviado seus oicamenlos era conveniente
esperar mal alguns das pelos das ontras ca-
, T.ntrou hoje a tarde o vapor IUMa* proce,
dente dos portos do sul. A hora adlanlada
em que recebemos as gazetas e corresponden-
cias do Rio de Janeiro e Rahla no nao-per-
mute dar por agora mais do que a carta do
nosso correspondente do Rio, i qual alies na-
da temoi aeerescentar de extraordinario'.
Da ahla nada h to bem de Interesse.devendo
apenas notar-inos a qiiebra do negociante Joa-
'iiniii Alves da Crut Rios. As dalas da pri-
meira provincia alcanfain a 20 do pastado cas
da segunda a 20 do ineiuio.
Vamos concluir hnje o extracto das noticias
constantes das gazetas que nos troute o va-
por Inglcz Midway chegado hootem a nosso
porto.
Italia.
II l'i.ninnte firra tranquillo, e entre a sua
assembla e o leu goveruo reinava mu b
harmona.
F.rn sessao de 12 de fevereiro o presidente do
ronselbo o Sr. d'Azeglio, expoz na cmara dos
deputados a polilica interior e exterior do mes-
mo nos seguin termo:
Senhores. a polilira bascada sobre a jusli-
ca e boa fe ful aempre a melhor, bem como se-
r por longos annos anda a mais til. Tem-se
fallado muito, oestes ullimoi lempos sobre lu-
do do que ae chama a rasan de estado ; pela
minha parle, creio que nao ha dous cdigos
dillercntes de moral, um para os governo, e
......m para os govci nados ( bravot d tiquirda )
e nao pens que a raso de eslado possa nem
deva dispensar ninguem de seguir a moral
ni.....mu. i/iij.ii.' i. )
O rgimen do bel prazer, o da poltica de ma
f.j terminou o seu lempo ; elle esleve cm
vigor, quando os negocios pblicos cram diri-
gidos por um rci, por alguns miuislros e mul-
tas vezes por um favorito ou una amasia ; mas
neisa poca a impreusa peridica era fraca, al
cominuoicacdci rara, a opiniao publica sem
corpo. Hnje, com a imprema peridica e a
mulilpUcda nao he maispnsslvel, e com elle morreu a po-
lilica desleal. Ilaje.se loco naopinto publica,
ella me reaponue nnmediatamenle em Edem-
burgo e em Moscou com a rapidez do ralo, ou
scqiiizcrdes, do thelegrapho elctrico. ( J/uitu
a
que
-.' ssaivn |-"-> --- i.- .-- -.-- '^...--.. ii ->--------- i-. -
Na conslderaco e apreriaco de militas obras! niaras, mas para salislazer de alguma manei-
' ra o desejo do illuslre depulado, nao quiza
commisso demorar esse projecto de 1.1, pa-
ra islo fez exforcos inulto grandes, porque
o i remenlo mili Iclral volunto*) como he,
foi ropiado em um s dia, sen lu por tanto obri-
gada a coinmisso a rever com toda a pressa
esse trabalho ; lia mais una raso, Sr. presi-
dente, para que o nobre depulado se convenca
da injuslica que irrogou a comiiiissiio quali-
llcandO de locompklo o parecer, porque de
laclo elle lemilou-se a responder a inlerpel.
laco feila no reqiieriinenlo do Sr. Francisco
Joo acerca da poMibilldjde e linpMsibilida-
de dacamaia em cooatrulr o maladouro.
Senhor presidente, eu nao sei o que devo
responder ai. illuslre deplitadocm ludas as
suas proposi(0>< cinillida, com o fim de pro
v.ir que a cmara nao podia construir o
sen maladouro, porque para salisfazer ao no-
bre depulado fura n> cessario que cu eiilrasse
na diseussao do m. menlo, mas agoia anda
nao he occasio, para ah esperemos, uesia
discusso eu darei as explicicoes possiveis a
vista dos documentos que serao prsenle ao
nobre drpuiados; anles dism me periniltra
u nobre deputado que nao Ihc responda....
O Sr. HeMista: K (na discusso do orea-
inenlo tambem nao me hade responder.. .
O ir. Augusto de Ulivrra:-- Respondo, al
abi rhrgam as minhas loicas....
O Sr. Ilop/i'la:-Veja o que ilii. pefo aoSr.
lacbigiapho que tome nona desla proinessa ...
O Orador: Pode tomar; portaulo nao cn-
Irarei ncsle exame, que feto nobre deputado
cere do Ib' contoi, direi apenas que a com
de palpitante necassidadr, que nao temos,
razSo que sempre apaiecc como Josllfli auv.-r
he a pobreza e merino a miseria dos cofres da
munleipalidade ; ella mesma tem allegado es-
te motivo por muilas vetes e nesla convic-
V:io eu eslava, e por isso pretenda volar a fa-
vor do projecto que manda que o calf men-
lo das ra seja felo a custa dos piopriela-
rit-s; na desde que se fai osleulaco em se
cuntr.lii ii esta idea, e se quer de mu momen-
to para outro fazer crer que a cmara mu-
nicipal esl rica, enlo desejarei que as suas
rends sirvam de aeuilir as suas priiueiras
obrigacOes, e por consegu ute vnlarei con-
sienclosaueiile, votando cunta o riferido pro
jecto.
l'm .Sr Diputado : Nao se pode fazer ludo
ao inrsmo lempo.
O Orador i Queconsequencias quer o hon-
rsdo depulado tirar riesse seu dizer.
mor. Hiputailo : Resulta que se deve fazer
oque he mais nrcessario c couvcnienle para
o publico....
OSr. Ilaptiiia : Accreirrnle tambem: o
que fur mais justo; e entao toda a concluzo
he a mesma que meconvm, e oll'ende o Ho-
nre depulado. Pois acba o honrado depulado
que leudo a cmara municipal dinheiro ha de
se obrigar os proprielariosa Calcaren) as ras
a sua custa?
Nao acha que na distribuco das rendas o
calcamento das ras deve ames oceupar um
dos priuiriros.lugares, pois j nao be esta li-
ma obrigaco nipona a cmara pela lei c sua
crcaco?
L'm Sr. Depulado d um aparte.
O Sr. '
as
prosa ment
Senhores, em ludo islo o que ha de verdade
he, que quando o meu projecto entreu em
discusso, ful fortemenle tacado pela raso
de autorlsar presidencia a contratar a cons-
lruc(iu do maladouro, com urna prsaoa certa
e determinada ; na qual occasio se disse en-
tao, que o projecto era monstruoso e prela
ciuuio el- i;i ni seo uleio de empiezas eo prin-
cipada bvre concurrencia. Verdade be que
eu tinlia a meu favor a lei provincial de i2
de maio de l-M.'i, que inandou a cmara mu-
nicipal occorrrr ao meio de emnreas |iara
comtruir um maladouro, e nao haver-ic exe-
culado ella disposico, recorrendo a mesiiia
cmara ao expetiieuie de pedir um uqiresn-
mo aos cofres provinciaes. Mas, aprtar disto,
einosei a Ideia. e diise que abracara urna
emenda neste senlido; e desde que me col-
loquei nesle terreno oa concurrencia livre.
a opposifo ao projecto comecou a ser frita
pela, rasao da cmara poder com suas propias
xeudas construir o maladuuro.
Isto posto, devo dizer que oeste terreno,
ni que me colloqnei, acechando o meio de
empresas, eslou bem drfemtido contra ludas
as accusacOcs de parcaldade e inomlruosi-
dade que quizeiam faier coinmisso, de
que faco parle; aiiluaco me enobrece, inven
elveis muralhas me defeudem, e se nao fvssc
querer evitar susceptibilidades de honra, pe-
dera a quem acensa a commisso, que nao
se eipozesse ao perign de algumas de suas
etias rrverlerrin e Ibe feirem no peilo.
(/Sr. Pan Barreta.- V
mistan acliou renda sufficirnte pir< que a mu-
J Sr. Haptiita:--Senhores, eu confesio que i nIclpalldade posta arudlr a todas as despe-
intrrrupcdes j me lem deiviado do meu zas, iidepeiinrnle drsse saldo de ib conloa,
e nao cntraiei em inaior desenvolvimenlo por-
que esta Jiscussu he exlrinpoianea e s po-
oe ter lugar quando esliver em discusso o or-
i ni i'iitn municipal.....
O or. llaivliiio-.-Lembre-sedocemllerio?!..
O Orador : -- I>o pesio nem devo entrar
nesla queslo por agora ; entenilo soiuenle
que a urgencia nao pode ser volada, por isso
que o paiecer tem r> laco com o oicamento
municipal e que a casa s podei votar euin
conbciimri.lo de causa quando elle vicr pa-
ra a discussu.
( Conitntiar-ie-na.)
UlCII E, 2 SB AB&lL DE 1851.
A assembla oceupou-se hnje com a aprecia-
cao de um requeiiinenlo do Se. Kaptisla, pe-
ilnido que se disculisse de preferencia ao pro-
jei lo sobre s carnes verdrs o dw maladouro.
Depois delerrm fallado sobre a uiateiia o au-
Huir do rrquerimrnlo, c os Srs. Augusto de
OHvelra eCoirla de Britio, procedeu-ae a vo-
tajo, e verificou-sc achar-se ella empa-
lada.
l-.ntrou em prinirira discnsso o projecto so-
bre as carnes verdes, lomando parle uella os
Srs bapllsta e Caiueiro da Lunba, c (cando
uddiada por ler dadu a hora.
O Sr. presdeme deu para ordem do dia da
Interinamente a pasla respectiva ao ministro
do Interior.
A rasao que teve o conde para retlrar-se as-
Im do gabinele, fui ler exigido da cmara que
fuesse cenas reformas na magistratura, cotn
as miaei elle nao concordava.
aplesfiera tranquillo, e leu governo tem-
labido de tal sorie equilibrar a deipez do et-
tado com a receita que aluda nao Ihe foi neces-
arlo recorrer, nema empreiliinos.nemaemis
sao de papel inoeda.
F.is-aqul o que a este respeito se I* no um-
Se eotnpararmos o eslado financeiro denos-
so paiz com o dos outrns estados da F.u ropa,
devenios fellcilai-nnspcla inlelllgencla e nnl.
lldsde dos directores do nosso iheiouro.
. Quando todoi o governoi le tem visto, em
coniequencia doi ullimoi aconteeimentoi po-
liticni, obrigado a contrahir empreslimns e a
recorrer creacao do papel inoeda, elTeitoi fu-
nestos e inevtaves das revolucSes, nosso go-
verno, aprzar dos gastos enormes de lodos os
(eneros que tem pesado sobre nos. tem sabido
equilibrar at denetai do eitado com a receila.
. Devemoi tambem render gracas por Isso ao
rei, o qnal mesmo do selo das dlfficuldade,
lem sabido inspirar os expedienle os mal
uteis para a properidade da fazenda base ei-
senclal da felicidadede um estado.
A Lombardia ficira socrgada. mat os escrlp-
ios incendiarios que ah circulan, sao lao nu-
merosos que o marcchal Radeizky, querendo
prevanir as desgracas que elles podem occasio-
nar, publicara a 21 de levereiro a seguin te pro-
l.lll aran '
Visto s piopagaco inceisanle de procla-
mafdes e escriptos incendiario e revoluciona-
rios, declaro:
I. Q"e proclantacio de 10 de marfo de
1849, a qual pune com a morte por juizo mili-
tar todo o individuo que fot convencido de ter
destribuido e cnminunicado esses escriptos, ei-
t ainda ein vigor;
. 2." Que o individuo postuidor de um s
desiei escriplos Incendiario! e revoluciona-
rlos, qualquer que seja sua form ou redactan,
que nao o entregar inmediatamente a aulori-
dade policial mais vltiuhaou aum pregado,
ainda mesmo a um guarda, indicando iiui
origen) para nao ser coovcncldo de o ler feilo
Uonfesso que o problema dos deslios futu- circular de proposito, ser pelo nico faci da
ros da aociedade be um problema obscuro e | posse deste escrlplo.ou por nao ler denui)ciado
terrivel, e declaro que nao me creio' mais ap-
to que os outros para resolve-lo ; mas sou de
parecer e alTiinio em miiiba alma e conscien-
cia que a SoCledade nao rioder achar repouso
seno em um goveino honesto, qualquer que
rile sej i (6ro'i); do mesmo modo que, ao
meu ver, convin sacrificar una vaiitagem iin-
mediata para procurara vangens maiores Iga-
das a urna repntelo honesta e pura ; e digo
islo, llrontaiidooridiculo ea critica que lalvez
O Orador.-Sr. pretidenir, quaudo o meu maiihaa ( .) leilura de projeclos, pareceres
projecto eslava em discusso. so adiainenlo nddimlot. prirueira discusso dos piojccio os.
que se deo a cmi.m tso, autora do parecer "e l3, segunda do de u. 10, e leicelradode
que te discute, foi por olio dias para que ella ft. cohlinuaco da discu->o addiada sobre o
elle tempo, mudando a materia, apresen- projecto que irada dat carnes verdes.
tatte o mtios que a cmara municipal tintn 1
qnaliliquem laesdoillrlnat de idjllio polilico,
de innocencia pastoril. ( Nao \ Mol ) Na poli-
ca interior e exterior, este tem sido o no-so
pcnsaineiilo doiiiinante.
Lenibrai-vos.senhorei.que quando entramos
para o poder, o paiz abalado pelos raivens
de o o 1.1 degraca recente, inuerlo ilo fu-
turo, agitado pelos partidos, desconfiando de
lodos, uso podia rcslabellecer-se seno pela
couflancae pela concordia. O ministerio es-
foicou-se por merecer a primeira e porcondu-
zir os es|iir losa segunda. Se elle pode alean-
car esse flu, deve-o primeiramenic a Oeos,
depois lealdade do re, prudencia do par-
I menlo, s virtudes da nafo ioleira, porque
o Pienionte he urna Ierra velba de honra e de
piobidade.e porque com laes virtudes os es
lados esto sempie auiparadus. f pplnuioi )
Abr a historia, e veieis que a forca e a dura-
cao dos estados esto sempre na raso direc-
ta de sua inoralidade. llm individuo immoral
pode viver ; um pov i pe verso perece. Depois
de ler rslabrlerldoacoiif.iiica e a concordia,
erado deser do minislerio procurar lodosos
inlhoramriiios possiveis c conformes, Iclra
e ao espirito do estatuto.
" A juslija ca iinparcialidada hosidono1-
sas guias nessa empieza ardua. O ministerio
lem-nc esforzado sempre por dar ao povo
bom exrmplo, porquaulo o povo tem o direit
de espetar de seu gov rnu o bom etemplo.
Silli, as desordens ua socirdade nao piovui
seno deillegalidailes.de injusti(as, de actos
deiufl Um governo desejoso de ler, nao a
forc* material porque elle a tem). masa brea
moral, para iriumphar dessas desordens, deve
ames de ludo r sempre pensar em dar o bom
exeinplo a seus administrados.
tossa polica exterior lem sido igualmente
bascada sobre cssas duas grandes columnas da
ordem social e poltica: a ju-tica ea lealdade.
A primeira dasjusiijas be a independencia, a
honra e a dignidade da nt;io. A Kuropa, que
enirelnha contra mis prevences (pera qnedis-
llliula-lo ?) ennvenceu-se pela nossa buha de
conducta que nao eramos um povo de anar-
cbslas, mas siu um povo que quera e sabia
viver livre e independe ule. ( Applanioi.) Sa-
be-se agora que se procuramos o bem de ou-
trein, estamos decididos a perecer antes do
que a ceder o nosso. ( Applautot ) Nossa di-
plomacia honrada he o r. Il.-xo dessa polilica
pura e verdaderamente nacional.
i- Lord ChesterfieIJ, em urna carta que escre-
vera a seu lillio pelo meiadu do seculo passado,
ilm.i asslin i Quando ebegares a urna cidade,
procura os diplmalas piemonleies, sao sem
pre i.mucos de grande mrito. Queremos
UlIiUca esle snll'iagio lisongeiro de lord Ches-
leilield, e esforyAiuo nos por conservar em nos-
sa diplomacia essas tradieces de honra e de
lealdade. (AporoearAo.)
Seuhores. peruiiitiine dizer mais .-ligninas
palavras. A's pessoas que aecusaram e que ac-
cutim ainda o minislerio de :er feilo poura
cousa, ou de nao ter feilo nada, responder!
que nos limites de nnssas forc-ase de nossa in-
diligencia, temos feilo ludo quaoto eslava ao
nosso alcalice pelo bem do paiz. Deinais ca-
l,i i i citar aqui a i esposla dada por um indivi-
duo a um amigo que o rncoutrra algums das
depois do fim do legiiiieu do terror notempo
de llobespicire. Todo o mundo sabe que eu-
ijo luUiaS pettoat se conservavam oceultas.
Quaudo esse rgimen exprou, dous homeus se
ciicoiilraram c mu dellrs disse para o oulru.
Que Aseste duraiue esse lempo? vivi. res-
pondeu elle; he alguma cousa com i II. un
i/(io ) Podemos dizer do mesmo modo. Te-
mus vivido; e se approuver a Dos, vivemos
ainda iivres, ndepeudentcs e honrados. (Ap-
plauto geral )
N.i cmara dos deputadoi tlnham tido lugar
valias sesses srcietas, motivadas, seguudo
coirla, por urnas nulas desagradaveis envia-
das pela Ausiiia ao governo piemoniei. Na
um n,.i dessas sesses o presidente do conselho,
sendo Inierpelltdo acerca dessas nulas, res-
poudeu que o goveruo do rei nunca obedecerla
a ns anclas que podesseu) ofl'ender, por pouco
que fosse, a liuura e a independencia nacional,
que elle eslava decidido a resistir lodo o cus-
i, e esperava que a cmara nene caso Ihe cou-
cedrria poderese crediloi extraordinario!.
Ellas palavras loraui accolhidas por applau-
sos uuanimet de lodos os partidos.
Na sesso de 19 de fevereiro o ministro do n -
leriur, o Sr. Calvaguo, apresentou cmara
dus deputados um projecto de lei para iut-
liluicu de una fesia uacional ein boura do es-
tatuto consiituciuiial.
tste piojelo consta dos dous arligos se-
guiute-:
I." O segundo domingo do inez de malo de
cada uno lie declarado da de fesia uacional
2." Sobre proposia du ministro du interior, o
pail.iu.eniu lixaia iodos os auiios a suiuma ne-
cessaria i. U in.i.o desia testa.
O i onde Su canil, ministro da juitfa e dos
cultos deu a sua deinisso e o re encarregou
- siiaciisleiicia,"punido, svgundo as clrcumslan-
cias aggravanles ou atenuantes, com um a cin-
co anuos de encere duro
Radeliky, feld-marichal.,,
Suiua.
Em consequencla das reelantacoes incessan-
ei que as potencia da Allemanba tem dirigi-
do a repblica helvtica a reipeitodos emigra-
dos polticos refugiados na nulssa, o conselho
federal lomara ltimamente uuia resolucao lin-
porlante: elle acaba de abolir por um decreto
a obrigaco imposta em julho de 1849 aoscan-
lesdereceber refugiados, maniendo alui dis-
so em vigor os decretos relativos ao iulerra-
mente e a despedida dos mesmos
F.is-aqui o texto de decreto :
Artigo I. A obrigaco imposta em julho de
1849 ao c.mies de receber o refugiadoi po-
lilicoi Mea abolida ;
Arl. 2. Km conequenca diso todo o empe-
nho da confidera9.io para con) o canlei cessa
a partir da poca ein que a retirada doi refu-
giados te tornar pmsivel ;
Arl 9 A reparllcao federal da jiistlca e po-
llcia far relativamente a esa poca, as coin-
municaces ulteriores ao Canlffei;
Arl. 4. Ol decretos anteriores do conselho
federal lobre o internamenlo e a despedida, c.
licamem vigor.
O conselho federal excrptuou deite decreto
o refugiadoi franceses, visto o pequeo nuine-
ru dos mesmos.
A IIrmanliii.
As cmaras bavaras, sendo recenlemente
convocadas, noiuearaui, segundo a nova le,
os seus presidentes e o seus secretarios. A es-
colha recahio sobre ai iiiesmas pessoas que na
sessao panada exerceram estas funcfdes. A c-
mara dos deputados nomeou para seu presi-
dente o conde lleynenberg ; pora vlce-presi-
deote, o Sr Weiss ; para secretarios, Ot! re.
>lax e Meyer. A cmaras dol pare, o baro de
StaulTenbrrg para presdeme ; o conde .-ins-
iri para vlce-presidenle; os Sri. de Nie-
thainmer c )iontgelas para secretarlos
O governo hanoveriano dirigir ltimamente
assembla dos estados urna iiiensagem na
qual expe a marcha por elle seguida relativa-
mente aos negocios da Allemanha :
Depois de ter dito que enviara um ministro
plenipotenciario i atteinhla federal plenaria
convocada a lO de malo do#anno panado em
Fraukforl, e bem assim que comecou a func-
cionar a 2 de selenibro srguinle, elle drelarou
posilivamente que nao fura sua utenco re-
gressar ao amigo citado de cousas, e si.o che-
gar a urna iransformacSo da confederafo que
cilivene em harmona com ai necessidadei
da poca, e assegurar al enlao a dlrec{ao dos
negocios do paiz de maneira que desse plena
garanlia sua dignidade, sua Importancia
im a dlreeco superior do negocios da ASI*.
manlia, d-te Um passo decisivo para a medla-
tico do esudos allemaes de segunda e de
tercelra ordem i mas para que a autonoma do
estados particulares S'j siibmetiida a inflnen.
ca directa do poder federal central, faz-se
p-eclsa urna segunda enndicao sem a qual rada
estado ter um dirello de veto sobre o projec-
toi do poder central federal; Importa ou apar-
tar a unanlmldade necessari do* votos, ou re.
ilii'l-la a um pequen > numero de pnnlot He
ceno que todss estas propoitas tem sido npre-
senlada na conferencia de Dresde, mai he du-
vldoso anda que lejam aceitas: he evldenie-
que ellas lendem em seu todo a assceurar a
Austria urna preponderancia decisiva na Alle-
manha.
Noticias chegadas de Drrsde annunclam que
nina sesso plenaria da confederado nao teve
ainda lugar, o que prova que o principe de
Schwartsenberg eoSr. de Manten fiel nao che-
garain aluda a um aecordn. A conferencias
particulares entre os don ministros continunm
e o Sr. de ManieurtVl llnha entregado ao prin-
cipe de Schvrariienberg, em forma de nota, as
objecedes da Prussia contra ai pretencnVs re-
centes da Austria. A nota fai particularmente
sobrrsahir esse ponto que o assentimento livre
de todos os estados ter nrcessario para todas
a inudsncti que te quizrr entroduzlr na enn-
litulco federal. Ein consequencla dlo exl-
ge-se enrgicamente que todas rtts pretrn-
eiies srjain siibmellidas discusso ein urna
seiso pleoaria.
O principe de Scvrarlienberg convidado pela
Prusiia a vollar para a amiga dieta federal ,
parece pouco disposto a conceder a dilacao pe-
dida para as drliberavdrs. Annunclou-se aqu
que o llinovre se llnha separado da Cusirla;
agora sabemos de outra parte que a llesse-F.lei-
loral e o Nassau se pronuncian) ein favor da
AU't'ia. Nao se sabe ainda quando o Sr. Man-
icltl'cl volttr.
IVr/iii, 28 de fevereiro.
A julgar pelas appareneias. a differeni;* ifi-
brrvindas entre a Austria e a Pmssia parecem
antes cumpllcarem-se do que simplicarem-se.
Ein uina inemnria enviada ao noso gahiue-
tr, o governo austraco contesta ao nnsn o di-
rello de voliar para a amiga dieta. Elle se re-
fere ao fim das ennferencias de Drride. a sa-
ber, a revisan da constituicii federal. A Prus-
sia v-se obrigada agora a considerar como li-
ma concessao extraordinaria oque a principio
Ihe fdra oB'erecido como urna rousa mu natu-
ral- A isto devi-se accrecenlar que as posl-
ces mili lares da Austria sao taet que a Prussia
nao lem nenhua probabilhjade de Ihe resistir
com suecesso, e o gabinete de Vlenna parece
querer fazer senilr aqui de nina maneira mui
amarga a sua superior id ule. He evidente emn
effeiio que o embaisador da Austria, o Sr. ba-
ro de Prokesch. afrontando a etiqueta, sahlo
do ultimo baile da corte antes do rei, e isao
com aS'eetaf o. He verdade que lo Inciden-
tes secundarios, mas quando a coussssao che-
gada ao ponto ein que preienlemeote se a-
chain entre o dous gabinetes, essat Inconve-
niencia diplomticas uo deixam sWler im-
portancia.
As convenedes militares fellas pela Prussia
com diversos estados pequeos allrmes du-
rante os anuos de l84n e i850 iSo irrrcnuvel,
e os estad.. inleressados procuran! de su < p ir-
te deseinbiracar-s-e de suas obrlgai;6>s. Cun
ell'eiio, estas convencdei i3o fellti por vinle
annos, e nao permiltem s partes deniincia-
re.u-iias anirs desle termo ; poresla raSo rec-
correu-e a um subterfugio, considerando-!
como nina emanacan da coostiiuicu da iinl.io
de 26 de marco de 1849, de son queilepnls do
abandono da unlo, uina annullac;o deas
convenedes he uina consequencla natural'
Acaba-se de fazer valer este ponto de vista na
dieta de Merklemburgo. A Austria sempre
cnuili iti-ii esses tratados como uina vinlacao da
coiistiiulco militar federal, e as circumlan-
cias acluars nao he possivel que o gabinete
prussiano pona nunca cuidar ein execula-Ul.
Berln, 4 dt mareo.
Mr. Armand l.efebore. e.nbaixodor ds rep-
blica francesa acaba de rernelier ao nosso ga-
bineteie uina copia da notaque ogoverno fran-
cs ciiuimiiiilc .ii o gabinete de Vlenn, a
qual conlin um protesto contra a entrada da
Auslna na Confederayao germnica cpiu lodos
os s u estados.
Segnndo um despacho Ihelegraphico chega-
do lioiitcni ao minislerio dos negocios eslran-
geiros o Sr. barao de Meyendorff. embsixador
do imperador da Russia, remelleu ao oabinrte
de Vienna urna nota na qual o csar declara
que nao consentir que os interesses da P"1'-
sia sejam lcsados nos arranjamentos qne se h-
sereiu para a reoVganisacau da Confederajao
germnica. Elle insiste sobre a parldade das
dual grande potencial da Allemanha
Ao meu ver, a volia para a aotlga dieta he
na clrcuiuslancia. a nica solucao possivel,
al que a forva dos aconiecimenlos permita
proceder-se a uiua nova 01 ganisaco.
gai
polica na Km opa e a seus inieresses:
Accedendoa resolucao da assembla federal
que abandonou a solucao da queslo s duas
grandes potencias germnicas, o governo ha-
nive i.in.1 reservou formalmente os direito
da Allemanha, segundo os arligos1 da resolucao
federal de l7 de seiembrode 1846.
Quantos queslesque se discuiem em Dres
de. julgamos que as tre carias segulnles es-
cripias de llerlim. juntas ao que no coinrnnl-
cou o nosso correspondente de Ptris ein as
duas cartas que bontein publicamos, bastaran)
para habilitar 01 leitores a fazrr urna idea exac-
ta do estado em que ellas se acham.
Ilerdm, 21 de fevereiro.
A Austria, faiendo entrar todoi 01 trus esta-
dos na confederado germnica, qur adquirir
novas garanlias de ordem e de tranquil lu .ule
no interior, porque em caso de necessidade te-
r a sua disptxieao lodas as forcas da Allema-
nha. Hila qur la-nbein, formando um poder
execulivo, no qual possa contar com a maioria
dos voloi, assegursr o suecesso de seu projec-
los, metro contra a vontade da Pruttla. rl-
11.1 ini'iii reservando para si o poder exclusivo,
ella pretende tomar a dirreco superior de lo-
dos os negocios da Allemanba.
Um paaso mais baslar para que o imperio
da Aiisiria na Allemanha lenha completado a
sua regenerajao. Para comeguir ene Mu, ella
quer primeramente esleoder as attrihuice
do novo poder central federal, e nesse intento
procura assegurar para si urna influencia pre-
ponderante sobre as couslituiedes dos esudoi
particularri. Aitiiu por etemplo, eslabeleccm-
se cerlos principios fundamentaes lobre aileii
eleiloraei pela! aisemlilai dol osla.lo- (porque
a palavra repreienlativaino postar convir ul-
eriormente a enai assemblai), ella procura
laiubem por limitei liberdade da impreusa
ao direito de reuoiei, etc. ecl. Finalmente
ella trata de deieuvolver o syslensa militar fe-
deral, especialmente decompor oexercllo fe-
deral, de modo que os estados pequeos forne-
cain seus conllngentes, noeni bouiens, porm
em dinheiro ; de sorie que para o futuro nao
baja mais do que um exercilo homogneo, 1.
qual seja empregado na realisaco doi fim fe-
derse, e nao dependa leno do poder federal
luperior.
Einfim a Austria aspira tambem a tomar a
direceo luperior dol loteretiet maleriaes, e
em consequencla dlsso. pretende dar ao poder
central Icdcral a iniciativa as quesles de al-
Ijudegai, de couimercio, bem como o penuil
u a disposl9ao etpressa do aclo federal.
F.ngrandeccndo assim as atribules do po-
der federal central, ou anles centrallsando at-
Pulicago a pedido.
RAl.AN.KTE 00 COFRE DA ADMINISTIU-
CA0' I0 PATRIMONIO HOS OHPHAiK
VEHIFICMIO DO !. DE JANEIRO A 5 E
MARCO DE 1851.
RECEITA.
Rendlinento do palrimonio
sobral dai deipezai do colleglo dot
orphos
Dito dito das orpliais
jtr.iordiar Diaria de urna pendonista do colle-
glo das orpbas
6:406,470
80.070
t.0,340
43.2C0
Saldo em 30 de dezembro de 1850
DESPEZA.
/ Ordenado aos empregados
Diarias aos extlnclos congregados
miucertus de predios
Heslitmcoes
Despezasjudiciaes
Ditas iniudas
Collegio dat orphuoi.
Ordenados aos empregados
Jornaei aos serventes
Diarias aos orphaos e empregadoi
Utensis
Concerns
Medicamentos
Collegio dat orphaai.
Ordenado as rmpregadas
Jnrnaei ai lerventet
Diarlas as orphas e einpregada
Alugucl da caa
Medicamento!
Saldo em 31 de dezembro de 1851
C:6i0.080
4H.337
6:669 417
SI..V0
1D8.00*
193.8H0
82.489
158.730
14,200
945.826
472,560
1.-513.H40
I75.S50
37.1,1100
33,485
325 000
201 600
lAV'.OOO
137.500
57,294
6:577.954
91,463
6.869,417
Secretaria da adinlnitrtco do palrlinonit
dus orphos, 31 de Janeiro de 1851.
Joi Francitro de Chaby,
Secretario.
Pomiaynf Afonto Kery Ferreira,
Tbrsoureiru.


1T
v
ALFANREGA.
Rendimontn dn dia 2 ... 11ri*10,814
n^rnrrmam hnje 3 de abril.
Rriene-- Dnnnebrog --merca Joriss.
E^runn Ph'nii dem,
R'iKiie -- fte'ivjni dem.
KriRue -- CnnsiUH'tao farinha.
Rrigne Tthcdabo vinhos e u/cite.
mieuo lopnr ranina.
Brigue ~ Eni/mim taixas.
CONSULADO GERAL.
I!-i! i monto do da 2 ... 4:039 903
Diversas provincias...... 120.555
4:160,548
EXPORTACAO.
Despaches tnarititnrs nn dia _
Trieste, brigue infjlez llurry, de 337 to-
neladas ; ponduz o seguidle : 4,900 sacco.-
com 24. 590 arrollas de assucar.
Crunock, brigue inglez fomdolpho, de
S3 toneladas : conduz o seguidle : 3,900
saceos com 19.500 arrobas de assucar.
RECEBEIKIRIA |)E RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimenlo do dia 2......833 542
CONSULADO PROVINCIAL
Rendlmento .indi 2......1:658,216
RIO-DE-JANF.IRO.
CAMBIOS NO DIA 20 DE HIRCO.
Londres 9 1)4 d. palera, por 1/rs.
Paria. ,'i'lo ra. por franco.
1,isl.ua 88 a 90 por crnio de premio.
Haiubiirgo. BiOab'lors. por marco banco.
MKTAF.S E HJ.VDOS PUilUCOS.
Metaes. (Jncas hesitan lilas .
da patria 281500 a 58G0O
Pecas de 0/400, velhas. 16/000
Modas de 4/1100. 9/000
Pesos lirapaiihes. 1/910
da patria 1/790
Patacrics .... 1/920
Apolices de 6 por cento 87 a 88
proriuciaes ... 85
llnrnol dn Cownmrrin
MoVIlIlClll O do |)OI'lO.
IXaviot entrados no dia 2
Rirhmond 37 di*, brigue americano
Bromdyteani, de 207 toneladas, capililo I.
Cormi.lt, equipagem 10, Carga farinha de
trigo ; a Sin tln-us Austin & Companhia.
MaM'aciliru por California 6 mezes e do
ultimo porln too das, galera americana
Columba*, de 340 toneladas, capililo J.
Chesler. equipagem 14, csrgn azeite de
peixe ; ao capitSo. -- Veio refrescar e se-
gUB para N''\v Condn.
Liverpool ~ 49 dias, barca ingleza Archer,
da 237 toneladas, capililo James Alexan-
der, equipagem 12, carga carvo de po-
dra ; a James C'abtree & Companhia.
Londres 31 dias, brigue dinamarqus
Syltand, de 216 toneladas, C'piln I.au-
ritz W.mman Quit/an, equipagem 14,
carga fazendas e carvSo de pedra a Dea-
ne Youle & Companhia.
S. Miguel --22 dias, escuna ingleza Dnlpliin,
de 94 tonel-das, Capillo E K'antiark,
rq iipagem 7 em lastro ; a Johnstou Pa-
ter & Companllia.
dem 25 das, luger Lady nf the liles, de
101 toneladas, capillo George Coles, e-
quipagm 7, em lastro ; ao capi.lo.
Jersey- 51 dias, escuna Ingleza Eb-nezer,
de 58 tunela las, canilo Abnikam Galll-
cham, iquipugem 7, carga bacalho, ba-
tatas e rarvao.
lo de Janeiro, tendo arribado a Rabia 61
dias, edo ultimo porto 14, patacho na-
cional Curiosa, de 116 toneladas, capiln
Jos Francisco da Costa, equipagein 9
caiga forinhi de mandioca ; a Luiz Jom
de S A-aiijo.
dem e portus intermedios--1-2 dias, e do
ultimo porto 24 horas, vapor llahiana,
commandanto Segundino, eiuipagem 28.
Passrgairos : para esta provincia, o I)r.
CaeUuo Mara de Pava Lopes G 1 criado, Clionhano Pitagaure doAraujo,
Domingos Jos da Silv Couto, Justina-
110 Leal Velloso, I0B0 Ponciano dos San-
tos, o Porluguez Antonio Jos Soares, Jo-
s Fianoisco de Carvalho Nubre, Jos Egy
diodo Oliveira Mendes, Thenfilo Olega-
rio de Andrade e Oliveira, Ameriro de
Suuza Gomvs, Josquim Carneiro de Cam-
pos, Saluslio Pereira de Carvalho, o Fran
cez II. Durand, Joaquim Ferreira Carnei-
ro, o llespanhol Lucas de Velasca com sua
familia, Manuel Vctor da Soum Monlei-
ro, Jos Pedro Werneik Ribeiro de A-
guisr, Jo^ Do Veehy, Jos da Silva Res,
Ildefonso SimOes Lopes, Jos Nunes da
Luz, Antonio Augusto da Silva Cando
com sua familia, l.uiz Raiboza de Madei
ra Azevedo, o pnmeiio cadete EstevSo
Vaz Ferreira, Julo Alves Pitomb, 8 pa
(as do (iiiiii lo balalhflo de arlilharia,
ex-soldados, 3 lilbas e 3 mulheres dos di-
tos. 1 eseravo a entregar, o Dr. Antonio
de Carvalho Rapozo com sua filha e tres
esclavos, o lir. Jos Francisco da Silva
Amaral, o Dr. Adclpho d Rarros Caval-
cante, Manoel Emegdio de Oliveira : pa-
ra o no-te, o Dr. Policaipo Lopes Le/lo
rom sua familia e 3 escravos, o major
Antonio d Reos Costa, o caoitSo Lui/
Estanislao liodiigu'-s Chaves, Jos Au-
gusto de Azevedo, Jo.- Uarbozc, i praea
pailicular, 9 ex-soidados, urna mulher e
O Dr. Antonio Goucalves Das
Navios salados no mesmo dia.
Parahiha 111' t nacional Novo Destino,
nieslre EstevSo Ribeiio, carga bacalho e
mais geneos. I'assag. iros, Marcellino
Jo- de Mello e Jos Ramos.
Genova Galera poilugueza Fiordo Porto,
capUSo Manuel Antonio dos Santos, car-
ga assucar.
Trieste tsi igue inglez Harry, capilao Tho-
, mas II. Rae, carga assucar.
Observa(io.
Fundeou no Lameirao para acabar de
carregar a escuna austiiaca Angeolma.
sesfls da cmara municipal desla cidade,
as 10 horas da manhSa, na coofirmidade
do artigo 44 das instrurcoes n. 722 de 25
le outubro do anno prximo passado, para
a execneflo da lei que deu nova organisa-
elo a guarda nacional, allm de tomar co-
nh'cimento dos recursos que verssrem so-
bre (Ts raso* indicados un rtico 33, e que
forem inlerpostns pela maneira determina-
da no artigo 38 das ditas instniccOes.
E para constar a quem convier man lei
expedir editaes, que serilo allixados nos lu-
gares mais pblicos desta cidade, e publi-
cado. pela imnrensa. Recife, 1 dn abril de
I8JI. Francisco Jacinlho 1'ereiia.
Pela inspectora da alfandeg* se faz
publico, que no dia 3 do crrenle, vSo ser
levados novamente praca 77 courns com
avaria, annunciados pelo eililal de 28 do
me/ passado, visto nao se ter < llertua lo a
arremata(la nodia que foi des'gnado.
Alfandega de Pernambuco, 2 de mar-
50 de 1851. O Inspector interino,
lenlo oi Fernandei Borro
DeclaracOrs.
I oram apprehendiilos pela delegada do
primeiro dislricto, em mSo de urna preta
pserava, que procurava vender, os objec-
tos seguidles : um casliQal de prata, dous
copos de cristal, urna carniza de bretanha
de senlio a com bico e lavarinlo, e urna
trouxa de ron ;ia soja : a pessoa que se jul-
gar com direito a taes objectos, dirija-se a
mesma delegada, que Ihe serSo entregues,
denois de provar.
o dia 4 de abril na porta do Illm. Sr. Dr.
julz dos feitns se bao de arrematar o seguid-
le : urna murada de casa terrea na ra do;
Gnararapea n. 53 avnlada por venda em
800.000 ra. prnliorada por execi^ao ila far.cn-
1I.1 provincial contra Joo Alhanaiio Dias; una
dita de sobrado de dois andares na rui do Pa-
dre Floriauo n. 7l avahada pela renda em
150,000 ra. pentioradn por execocao da mea-
11a la/cnila contra Carlota Joaquina Mnnii
Tavares; tima dita de um andar na ra de
Hurtas 11. 28 avahada por renda em ion oim rs.
Iprnhurada pnr execiifo da mesma faenda
comra Jus Rodrigues dos Passos ; Urna dita
Ierre.' na traveasa da ra Helia n. 10 avahada
por renda em 'J.000 rs. prnhurada pnr exe-
CUcJo da mesma fazedda contra Joanua Hara
do Rotarlo) una dita dita na ra de S. Mi-
guel do bairru do< Affogadns n 8 avahada
pe I renda em 36.00J peuhorada por execucao
da mesma fazenda cuntra os herdciios de Ao
todio Xavier da Silva; una dita dita na mea-
na ra cima e uo inesino bairro n. 10 ava-
hada pela renda em 36,000 rs. peuhorada por
execucao da mesma fuenda contra o mesmo
cima; mu sitio de ierras proprias no lugar
le S. Amaro com bastantes arvoredos de frte-
los, cacimba, viveiro de DCIU casa de vivenda
tarrea, de pedra e cal ciisima fura e um le-
llieiro que serve de 'estribarla avahado por
venda em 5;000.000 rs peiihnrado por execu-
cao da mesma fazenda contra tilias Coelho
Cintra ; una escrava criouia de nome Joan-
na que representa 58 anuos de idade avallada
em IOO.OiiO rs. peuhorada por execurao da
mesma fuida cont a Juao Joaquim de Fi-
gueredo e Jus Mina de Amorini Lima ; urna
dita de mime Juliana tambeiii criuula com 27
anuos de idade avahada por venda cm .'IOn.000
rs. penburada por execu^u da inesiua fazenda
contra o menino cima.
Francisc di Coila .4rruif Solicitador provincial.
As m i-s i|un lleve coiidozir
o vapor Da/nana para os porto*
do noile principiam-si) a fe-
char boje (3 ^as 3 horas da
taris, recebem-se correspondencias com
o porte duplo ale a hora de fechar afc malas :
os jurones devem ser entregues quatro ho-
ras antes.
.5
riles, n prsc* dTommerc o, mi com No-
ves & Compan hia, na ra do Trapiche nu-
mero 34.
Leiles.
Quinla-feira, 3 do corrente, haver no
caes da Alfandega, defronte da eseadinha,
um leil.lo demui boa farinha de mandioca
m grandes saccas, eem lotes de cinco para
ultimar transaecas : approveitem os fre-
guezes em quanto he lempo.
F. II. Luikens far leilo, por interven-
qSo do correlor Oliveira, de um bnm sorii-
ment de listen laso miudezas, consistilo
em faccas de mesa de militas cualidades,
navalhas, limas, enxadas, panchas, chslei-
ras, chumbo de municlo, bacas e rame de
latSo. serrotes, verru-nas, pennas d'aQn,
bandi jas pintadas, hotfies de madreperola
e minios uniros arligos: quintu-feira, 3 de
abril, s 10 ho-as da manhSa, no seu arma-
zem, ra do Trapiche _________
Avisos diversos.
KD11AKH.
Franciaco Jacintho Pereira, dignilaiio das
iinperiae codeos do Cruzeiro e Roza,
Coniaiendador da ieal oidem milnar de
N. S. da ConceicOo da villa Vicusa, por S.
M. Fidelissiina, corooel da exmela se-
gunda liuha, coromaodante superior da
guarda nacional dcste municipio por S.
M o Imperador, e presidente do conselho
de leVi.-ta do uiesino n.uniupio, &c. &c,
Facosaber, que no oilavo uia, contado
da data deste edilal, se reunir o conselho
de revista da guarda naciooai na sala das
Thentro tic Santa-Isabel.
53* RECITA D\ ASSIGNATURA.
SADBtUO, 5 DE ABRIL DR 1851.
Espetaculo variado de canto, dramtico
edanca.
Depols de urna das melhorcs simphonias, a
companhia lyrica execuUr lodo o segundo
acto da excelieota opera, do maestro llclliui :
J. PURITAM.
Em seguida as seuboras Uaderna e Moreaux
dancaro o multo applaudido passo a dous :
Ueile Cwrpe.
Drpnis do que a coiiipanhia nacional repre-
sentar o bello drama em 2 actus :
A l niiuj.u do UU sexo, oh o Ceso
de Chorar
Findo o qual a senhora tandiani e Eckerlin
e.un.n .o. o escellente duelo da opera llor-
gcmaitrodi &'arjrd'i Terminar o espetaculo com o limito applau-
dido primeiro aclu do hade
U Lago das Fadas.
Comecara s 8 horss.
Os hilheles acham-se venda no lugar
do costumo.
Avisos manlimos.
--Para Lisboa sabe com brevidade o ber-
ganlim'portuguex Son Domingos, caplSo
Manoel Conoa I ves Vianna: pas carga ou
passageiros Irats-s com o referido capillo,
u coro o consignatario Joaquim Ferreira
Mendes Ciiimarfies, na ra da Cruz n. 49.
--Para Lisboa She por todo o mez de
abril o brigue porluguez Conceicdo de Ma-
ra : quem nelle quizar canegar ou ir de
passagem. para o que tem excellenles cum-
modos, dirija-se aos consignatarios. Tho-
maz de Aq">o Fonseca & Filho, na ra do
Vicario n! 19, primeiro andar, ou ao capi-
tO na praca.
Par o Porto sslie al o da 1 j do cor- _
rente a veleira e hem conhecida barca iiJt-j crioulo, de nome Luiz, com oflicio du car-
Alnga-sea loja da casa da ra do n-
gel n. 36, pelo mdico preco dn 12,000 rs.
mensaes, muilo propria rara qualqiier es-
labelecimenln, por ser grande e ter resoi-
racSo para o fundo : trata-so na ra llireita
o. 4, segundo andar, das 6 as 10 horas da
manh.la, ou das 2 s 5 da tarde.
-- Roga-s a pessoa que levou .!.- rera'ti-
cHO do sello, no dia 2 do correte, um cha-
peo de sol de seda azul novo de o restituir
a seu dono, na ra do Gollegio n. 8, primei-
ro andar, poissaba-seqiem fui da grapa por
haver qmm visse, ese no o fizer so pu-
blicar su nome para ser condecido pela
boa halnli I a le i|ii ten.
--tiabaixo assinado comproo, interes-
sado com o Sr. Antonio Fernandes da Silva
( da l'arahiba ) o mejn hilhete da lotera do
Monte Pi do Rio de Janeiro, n. 2 3l>3.
Antonio Francisco Coma Cantoso.
L'oinpram-se e vemiem-se
escravos, e recebem-se de tom-
missao, lano para deniro como
para lora da provincia, com pres-
teza emuita .si'oiuaiu; i,
fuga como na boa venda
das Larangeiras n. 14,
andar.
Aluga-si um muhtnho de 16 annos
para todo o lervico de un casa, he mul-
to li-l, p.'i'.-i o qui d->e fiador sua ciii-
di.cl.i, e tamle' n he proprio para pagem l
quem o pretender, dirija-so ra Nova n.
69, que achara com que tratar.
- Precisa-se alugar um primeiro ou se-
gundo an 'ar de urna casa, que lenha com-
iiidIii pa>a nina familia, i raierjndo-se no
bairro de Sanio Antonio, ou mesmo se to-
mar lo los os dous andares, paga se bem :
80Pasarlo Publico, loja n. II.
Pede-se a Sia. Lucinda Joaquina da
ConceQo qua va tirar os seus penhores,
que tem na rus do Aragito n, 19, pota j
cubri o seu valor : isto no pri>zo de oilo
dias ; do contrario se pascar a veiide-los
Recife, 2 de abril de 1851.
i.in iqner senhor logista que quizer en-
tanlo na
: na roa
segundo
carregar a alguem a e livros, quereiido ntilisar-se do prest!mo do'eslad. nesla cidade o nbseq
*-i'Vende's", ou permu'a-se por utii ca-
sa terrea no bairro da R >% Vista, em bis
rus, que tenha bastantes commodos pa a
grande familia, com bom quintil murado a
cacimba cqm hoi agos. por um sobrado da
lona andares esotilo'com trapeira, com bo-
nita vista, toja, repartida, con urna boa ca-
cimba na mesma loja. em ch.loi proprios,
no bairro do Recife, o qual rend-a mensal-
mento3!,000 rs. : na ra do Apollo, arma-
zem n. 84, se dir quem faz este negocio.
Dnsapparecu, no dia 1 de abril, um
(avallo ruco-pombo, pequeo, com Canga-
Iha. bastante godo, bom passeiro.com tres
p.u vs-"'os d.'i.;, i\o da cangalha : quem
o pegaron dell liver noticias, dirijf-se o
pateo da Santa C'uz, venda n. 70, que ser
gratificado.
OSr. J. A. L. P. que'ra, no prazo de
tres dias, vir resliluir, na roa das Aguas
Verdes, a quanlia que mo ignora ; do 6oO-
iraiio, publicar-se-ha por extenso todo o
ccorrido.
Aos artistas.
Na fabrica de ndrarte Si I eal. na roa im-
perial os. Ii8e 120, precisa-se de nlH'-laes de
ferreiros dtr liirgea, e alguna de funileiros, e
tamben! se receben) aprendixes para diversas
oftieii.as que se aebam na mesma fabrica : os
preteikdrntrs, di>ijam-sc a misma, allm de
tratarem ,i respeitu.
~ Precisante de urna ama stcea di> meia
Idade na ma do Cotovello n. 29.
O ahaito assignado, durante a RUS au-
sencia, delta o Sr Dr. Rem incombi lo de
o substituir em todas as nhrig'cfl'.q di Rol
profisso. I i no mi 11 para e.sse efleilo residin-
do no su domicilio, e dr. nosse de ludas as
notas e reaislros que podem facilitar esta
Substitni(;.lo ; deixa por seos procurado-
res para os pagamentos ecohrancas a seus
primos, o* Srs Antonio Manuel de Moraes
da Ueaquits Plmentel a Antonio Luciano de
Moraes da Mosquita Pimental ; ~ e desde ja
pede Jesculpa pornAo pbler cumprro de-
ver das ordinarias despedidas para co-n In-
das as pessoaa, com quem tem relarfles de
alTeiclo, ou dp civilidad?, nfin tanto por ser
bastantemente creseido n n dessaa pessoss,
como por se ver obrigado, hem contra a
sua vnnladp, a conminar com OStrabilhOl
la sua prolissflo al o ultimo momento da
sua partida; e finalmente olferece S"li
fraeo preslimo em Parla e em Lisboa aos
seus amigos O cnihecilos, tuquaei tolos
podeo) diapor da boa vonUde, que tem do
Ibes ser ulil ou agradavel. Recife, 2 de a-
bril de 1851. -- Dr Sarment.
Attencao.
Tem de ir praqa nos dias 5, 9 o 12 do
correte mez, depois da audiencia do juiz
municip le arreo lamento por tres anuos, o predio
le tres an lares, silo na ra da Senzalla Ve-
Iha, COm trapeira, slito O arma/em, cujo
pre lio perlenceu a J .s da Silva Rraga. (I
i' uo no tu preco de 410,000 rs. por que dito
predio vai prC*, ltenlo o bom repaiti-
m'lilo lo mesmo, a Soa I icali lade, que of-
l'en ce linda O espacoMi visla para a nova e
aformOSI cida le de S. Amaio, com Cici'iiha,
pin lo de embarque e desembarque, na po-
de deiner de inleressar a quem desojar,
qui/er esonber concillar os coinmoh'S e
gozos da vi la rom a economa, tilo neces-
>ui ia ao lion.em
Antonio Dima7n Pacheco milito agra-
dece a lodas as peSsoHS, que dolante p sua
iaram, i snndo moc.1 e da boa condoti paga se hem:
ni rus do Amorim n. 25 .,.
Compra-se un eseravo do 21 at 2j an_-
nos.quesejide naQfl). saib cobrar ni
rua,f.i7.erosarvco.lecasa, Untn bu con-
lucia e seja du bonita (ova: na ra do
Amorim n. 25 .' .
-Cnmiira-seum methofo de violan por
Ganily.em bom cstido : no pato do Gol-
legio ii. 6.__
Vendas.
nle-se o engenlm Cangaii n > comarca
eth : quem preiendir ronipra-lo. di-
urna pesaos, quo entendo peifeiament^ do do desciiJpa.de nflo ir pewoalmenta de-pe-
parlHas.qursimples, qur dnlira las, do
que lom bastante pratica, no le dirigir-se
ra larga do Rosario n. 4u, segundo andar,
que aln achara Com quem tratar por mui-
lo commoda gralilica?3o.
l)esenc lo dous moldes de cornija : a pessoa que os
liver, queren do Ilion ii 28, que sera recompensado.
--Furtaram una hacia grande de rame,
quo serve para bauho, que tera de peso 1
112 anoba, euiii din s aigulas dos la beira dobrada se n o rame : a quem for of-
lerecida, p le-a turnar e levar na Rui Vista,
ra do Itozariu, casa defronie a roa do A r.i-
g3o n 54, que sera tecompeosado.
--Traspassa-se urna divida de quatro
contos de rs. vencenooo juros de dous por i
nlo ao mez, com bypotlirra em metade do |
dir-SO, em conse inencia da anlecipada Clie-
gada do \apor inglez ; poiui faz os seos
oOereCimentoS ua cidade do Rio de Janeiro.
M n | l.uiz da Costa, subdito de S. M
Fideli-sinia, retira-se para Portugal a tratar
de sua sade.
AllenQo.
Furtaram do pcscoio de urna menina que
se achava dormindo no eacriptorio dn thea
tro de Sania I'Abel, na noiie do beneficio
da Sra. Raiienia, um eordflo groaso de ou-
ro, feilo no Turto, com 30 oilava pouOo
mais ou menos, tendo andado urna fi,-a de
c ral eiicaslnada. Desconfiarse de um cello
individuo, que tem este bello coslume ; mas
para ulo haver engaes, rnga-se aos Srs
ourives, ou pessoa a quem for offererido,
tenha a bundade ile avisar no me>ni i llica-
Iro a Antonio MaXimiailO da Costa, que gra
que tal io..bo pos."3 des-
Ci
cngeiibo bienio, em Seriniiem ; faz-sel lilicara a pesio
negocio me.sii o com desobngas cm dividas cobrir.
desta jirafa : quem pretender, dirija-se O abaixn assignado, thesonreiro da ir-
Iravessa da Madre de lieos n. 5, ol a ra del mandade do Seubor Rom Jess dos Passos,
Santa Rita n. 85.
Hesappareceu, no dia 30 de marco, um
esersvo de afio Costa, de nome David, al-
to, bem prclo, talhos no rosto, camisa e
calca de algodilu; lem um calo na cobeca
de andar ganbando na ra : rogare aos ca-
pitiles de campo, ou auluiidaoes policiaes,
que o peguem e entreguem-no no sobrado
junto a cadeia, por cima da cocheira, que
so recompensara generosamente.
1- ni ti rain do sitio da Palmeira, na Tor-
re, umqailao, melado, castrado, com a
marca A no quarto direito, com poucos ca-
bellos ua cima e na cauda, e com sixnaes
de arreios de carro nos pellos e uo i escoro:
quemo tomar, queira enlrega-lo no dito
sitio, ou uo ultimo subrado da ra da Ca-
lleja, defronie da torre do convento de San
Francisco.
Roga-seasautoridaJes policiaes e ca-
pilaes de campo da Roa Vista, Soledade,
Manguinho, CapUOga, Rebenbe, Apepicos,
Casa Foi te, POCO ua Paliella, Afogados e ci-
dade de Ulin la, a apprebcns3o de um prelo
pinto Santo, de primeif marcha, forrada e
encaviihada de Cobra : quem na mesma
quizer carregar ou ir de paisagem, para o
que tem expelientes commodos. uinja-se ao
seu consignatario, Fianrisc Alves da Cu-
nta, na ra do Vigano D.\ '. I
andar.
- Para o Para com escala peljo Ceara pre-
tende seguir viagem com muiia brevidade
a escuna nacional Mara Firmin\a, Capillo e
praticoJnfloRernaroo da Roza!: quem na
mesma quizer carregar ou irdif passagem,
Mide enleiider-se com o mesmo c.piiao. ou
com o consignatario da ropsma,- Lun Joe
de S Araujo, na tua da Cruz U>
- A muilo veleira barca oriugueza Bra-
chrense sabe paia o Porlo em .poucos dus,
tem excellenles commodos parv passagei-
ros, e recebe carga a Hele, par- o que Ira-
la-secotuocapitao Rodrigo Jojquim Cor-
ris, na praca do Commercio. .bu com Mo-
nea & Companhia, ra do Tr.|jche n. 34.
- Para o Rio de Janeiro sahe, ,em poucos
dias. o brigue nacional firma : PJ*rr"^ J"V"M
da carga, passageiros eescravos/
ta-se com o capilo Francisco I '
a frete tra-
UoGuinla-
voeiro, que Ihe clianiain por aleunha l.uiz
.MarraUu, ou llat>a )lao ; lem 40 anuos de
idade, baixo, muilo g^so e gordo, bem
barbado, com bastantes cabellos bra neos na
barba e na cabera, e mullas tnaicasde sar-
nas pelas pe.iu.s ; levnU Caiga de algodtio
azul marucado de braiico e carniza de al-
godSo biauco tiaiisado americanu; i;..
bem levou camisa de madapolSo e chapeo
de palhiulia fina braocu, ja us-o : quem o
pegar, niaude-o entregar ua ra do Ran-
gel n. 21, ao seu seubor Jo-e Aillouio de
aouza ijueiiu/, ondo recebera qua quer
pessoa que o trouxer 10,000 rs. de granli-
i ai,,io, ou mais sendo pegado oais longe.
Precisa-se de urna aiua para lavar, eo-
goumiar e cozmhar o diaiioe urna casa de
punca familia : ua ra .Nova u. 39, pnoeiru
ndar.
Atlfiirao.
Precisa-se alugar um prelo bastante ro-
busto paia o sei viiu de -ni vete, pagandu-se
15,000 rs. mensaes : a quem'lato convier
inja-se a ra uo Rozano estrella n. 43,
couleilaria.
roga a lodos os seus irmlos que tivereui
capas em seu poder, bajan) de con pirecer
no da 4 do correle, pelas 3 horas da tarde,
na Igreja matriz da Roa Vista, afim de acom-
paniiaiem a prociss.lo do metmo Senhor
Rom Jess dos l'assos, a ti m de se tornar
oais brilhanle o acto ; bem como aquelles
que tiverem capas em seu poder, e mo po-
derem comparecer, hajam de as entregar
na vespera ua procissSo.
Ilozendo Aires da Silva
(
onipias.
Compra-se um pao d'Angola para ti-
poia : na ra do (joemia.lo n. 14.
Compra-se urna carleira de urna s
face em bom estado : na ra do Rozarlo lar-
ga, loja de miudezas n. 38, de Jos Das da
Silva l.nrdeal.
Coinpia-se ui.) methodo do flauta re-
sumido e urna esUOte pequea para livros :
na praca da Roa Vi-ti u. 6.
Compram-se os cun, nlos de Virgilio e
Horacio: quem tiver, annmieie.
-- Compraan-se duas pelles de onca para
una cnioii.memla, sendo o nirllior posaivel
(auto cm (-inanho cuino n-. lindera do pello,
nao se olhaodo o prre. inaia lilll ao mellior
que ser pnssa : quem liver, dirija-se a ra da
i .ulei.i do Recife o. 44, luja de ferragens.
-- Cou.pra-se uiti casa terrea uo bairro
de Sanio Antonio, ulo sendo em ras es-
quesitas : quem a liver, diiija-se ra No-
va, loja de selleiro deF'ai.cisco Jo> Car*
neiro ii 47, que la achara com quem tratar.
Coi pram-se esciavos de ambos os se-
xos robustos, para dentro e lina da provin-
cia : na la larga do Rozanj n. 48, primei-
ro andar.
-- Cumpram-se lodos os utensilios para
fazer velas de ca nauba, contento tamben)
formas de 6 a 9 em libra : quem tiv- r, an-
nun- le, ou dirija-se a la Nova n. 50, que
se dir quem pretende.
'.un.oa-e um diccionario de Constan-
cio em bom estado : quem o liver para ven-
der, diiija-sea ra da Cruz n. 28, segundo
andar.
Compra-se urna escrava, que saiba bem
engommar, cozmhar e calenda de costura,
Ve
dNa>a
rija-se ao cngenliu Cania/agibe, o i neita ci
da e ao paleo do Paraso ii. 20.
Lotera l matrla Aa Boa Vista.
Aos fotooo9oooe 5:ooo*ooo.
Na ra da Ca loia n. 24, loja de cambio da
ViuvaVieira & FlIhOS, veiidm-se os mili
afortunados bilhelese malos ditos da mes-
ma lotera, que corre impreterivel jioilt 00
dia 2 de junlio prximo vindouro.
Rilhetes inieiros 10.010
Mefoi s.ooo
-. Na ra Nova atrs da matriz, loja n. 2,
vende-se boas fundas forradas de camurfa,
bous candleirol para sala, linleriias de p de
vidro, dilas de p de bronie, lequrs iiu n de
papel baraliohos, escovas para catirllo, ditas
pira roupa, ditas para cbapos, duas para
denles, pelles de eoiiro de Insiio fiancez mul-
lo siiperioies a 3.200 rs. lenco de cambiaia de
linho bordlos linos a S.OOirrs., di loa a 5.000
rs., lisos a duila a 4,800 i., Ic.coa pequeos
para inenin i< a '200 rs., dnoa a 400 rs., dito
de seda a I."200 rs chapees de merm prelo a
(i 000 rs,. ditos brancas a 8.000 rs., espingardas
linas de espoleta, leneoa de cassa para gravi-
ta a Gltl) ra., ditas de flo de seda a i,01)0 rs,,
chapeos de p.llia para senhora a 5.000 rs., di-
tos para meiiiii.i a I.OOOrs ditos para honieni
a 4,"00 rs ca-lie es de vidro. dltoa de brome,
chicle! ingle/es com maneto a 2,010 rs., man-
lis de girca preta, chales deaeda baratos,
luvas de sedi. metal de seda preta para se-
nhora. jarros com hacia de porcelana branca,
proprios para lavatorio a 4.000 is., apparethiM
de porcelana paradla 20.00'' rs., cbavloaf
de porcelana pira caf, veos de linho prelo
bordados de seda, veos brancos para aeohora a
.1,0110 rs dltoa a 4.0 0 rs.. luvas de Al de li-
nho a (00 rs., maulas de lil prato a 4,000 rs.,
mollas para grvalas a 320 rs. : veude-ae a di-
nbeiro vial i.
Vendeni-se ineias de seda preta cumprl-
das, proprias para padrea, milito em conta :
na loja ii. 1 da ra Nova airas di matriz.
Chapeos Irancczei.
A. Colomblez com loja d. 2, oajf oa Novo
atrs da matriz, vende a dinlieiro' vista a
chapcoa fraucezea para lioinem a7,000 e 7,50
rci.
Ven'!e-se a iinheiro rist
lencos de cambraia de linho muilo Anos com
bico em rml i para aa senhoras de bom gos-
lo: na rua Nova l--j ii. 2.
Meia-j prela.
|^- Veiidem-se meias de seda preta cumpridas
para senhora, pelo barato preco de 2,000 rs. :
na rua Mova loj i n 2.
BicoS prelos.
Venden) se bieos de linho preto, ditos dele-
da preta : na rua Nova n. 2.
-- Vende-ae um gu rd.i roupa de amarello,
Sin estado de poder servir, e um tronco de cl-
i: pira milito forte, ludo por preco coininodo V
na na das Vg ns-Vir.les, leuda do nui Llu lio
Joaquim lo" Tavares n. 44.
Vende-se lima pela criuula ninfa para
fura da provincia mi malo, d-se em cunta, e
una dita de naCita por preco commodo : na
rua do Rangel n. 38, segundo andar
Veode-a um iiioeque de nac.lo de 20 a
22 anuos de idade, bonita figura, bom eoli-
nlieiio, cun pi incipiuS de bulieiro e muilo di-
ligente para lodo o servijo : ua rua do Crespo
u. 10.
Bom e barato.
Vendse cera de carnauba primeira sorte
6,1100 rs., sapatos Inancos para homem e me-
ninos, ditos de couto de lustro, couros de ca-
bra, chapeos de p.alha, e pennas de pina:
na rua da Cadeia do Recife n. 4'i, primeiro
andar,
Vende-se um famoso preto milito Ael,
raettre refinador de aasucar, cafiluba odiarlo
lio por ler bastante prallca I quem o preleu-
ii. II
Vende-se um excellente lerrrno na praia
de S. Rila, com (0 palmos de frente e cerca de
.00 de liindo, bom porlo de embarque cerca-
do de cae de pedra, este terreno he proprio
para esiabelecimeolo de fogoa, como pada-
lias. refniaii'S, ele, por ser aquelle lugar
marcad') pela cmara para taes csiabelecl-
menlos : a tratar ua reslillafo de Franca St
limaos junto do mesmo terreno, pelo lado do
norte.
Vendem-sc duas saccadas de cantara :
na rua do Crespo ii. segundo andar.
Vriidciii-ae 5 accoes da companhia de
Rebrribe : na rua da Cadeia casa de cambio de
Viuva Vicha 8t Filtros.
Vemleni-ss escravos baratos,
mocos e de bonitas figuras, como
seji niolecoesj moleqttes, negras
com b ili.lnl .il s e molecas, assim
como 3 mu tinli i.s, que cozem,
engommam e inarcam, e entre es-
tes escravos lia um ptimo carpi-
na, um mestre sjpateiro, um per-
I .tu 1>i1 ciro e um perito c znibi-
to : na rua das Larangeiras n. i.'j,
segundo andar.
Vendem-ae carrinhos de mao, tonta pal-
mos de saccada de pedra da ierra, una mo-
rada de casj lerrea com chaos proprios, na
o Fugo o. 37, c urna meia agoa no becco
ra iiiiii i do Carino n. 2 : na rua da praia de
S Rita, di lno le d.. iuli.iiu do pcixe, deposito
de licores na. 10 c 12.
Vendein-se 16 escravos, sendo um ile ida-
de de 22 anuos, bom oll'n 11 de pedreiro, ouiro
la mesma i I ote rarreirn, umdilo canoeiro, 6 -
lito! de bonita Agura, urna escrava de 'uacao
de ut .d de 20 anuos, que cose e engonuua
bem, dnas lilas de idade de 2 annos, que co-
linham e lavaoi, e 4 ditas de meia Idade : ua rua
Diretla u. 3.
Na rua do Apollo n. 18, vende-se mer-
curio de superior qualidade, por preco coiu-
modo.
--.varua da Senzalla Veiha, padaria n.
100, ven lern-so 200 a 300 formas para o fa-
brico de vellas, por preijo mutto em conta,
metade do seu custo, eato em pouco uso,
e os .-eus lauuaiibos sao de 9, 8 e 6 em libras.
i
Na rua do Crespo, loja amarella
n. 4-
~ Finlssimoi chapeos de seda para homem, a
ti.uno rs ditos de sedadelsboa mellior e de
mata duraco do que os de castor a 5,500 ra

MUTILADO


"L?.1?.1--I-.:" ,.M-'.'>!-'-J-'--^t*'^L'*!^J'-JS----~^~"'' ""- --"
""
*a
Qi
)uem duvidar
Venlia ver e comprar.
Na rui do CfMro loja da -.quina. 0J
volt. nm a cadci, ven-lem-se pannos li-
nos pr&DPfinre; 3.000, 3.500, 4.000.
4 500 o 5.000 ris o covmlo, (lito azul
3 000 4,000. 5.500 rs., dito verde a 2.800,
6.500 rs dito cor de rap a 3.000, 3,500 rs.,
cones de oasnniri preta a 5,f 0)rs., dito*
mais superiores a 8.500 e 10,000 rs., ditos
de roes a 2 800 rs.. corles de collele de
velludo a2,000 rs ditos do setim de core.
a 1,600 rs., ditos d gorgorito''o seda a
1,280 rs ditos de .ustilo a 32, 500. 610 rs.,
d'itos Jebrim paritorio linho para cale a
1,600 e 2.000 rs., ditos trancos a 1,60,
1800 e2 000 rs ditos de cores a 800.1,280
rs., r*cdos de linho a 220 e 320 rs o cova-
do. iWodlO trancado de listra escuro n.ui-
toencorpaJo, proprio para esclavatura de
engenho a 180 rs. o covado, picote a 220
ra ruarte azul de vara de largura a 840 rs.,
dito de furia cores a 200 rs., riscado mons-
troa 220 rs., ditos francezes multo bonitos
para vestidos a 240, 280 rs., cortes de cm-
braia branca de quatiros a 2,000 rs., ditos
de cassas de cores a 3,000 rs., ditos multo
linos a 3,500 rs., ditos pretos a 8,000 rs.
cambraia lisa com 8 varas e mei a 8,7*
rs. a peca, dita de cores para vestidos a 2t>0
rs. o covado, dita prela a 120 rs.. mellDi da
erai para orros a 120 e UOrs., corles de
chitas linas e de cores lisas a 2,000 e S,W
rs., chita para robe, la de rivs lizasa 200
rs. o covado, ditas para vestidos a l*u, ion,
18l) e 200 rs., muios lencos de catea para
grvala a 210 rs., dito rom listiasrie>eda
a 320 rs., sarja llespaiihola muilo superior
a 2,210 e 3,000 rs. o covado, meias para me-
ninos a 1,1)00 rs. a duzia. chapeo* deso de
asteas de baleia a 1.800 rs., midapolo
inuilo supeiiur e largo a 210 rs. a jarJa, c
os acreditados cobertores de tpele para es-
cravosa 720 rs., cambrai-s bordadas pio-
pria para babadas e cortina-Ios com 8 va-
ras e ineia a 4,000 rs. a peca, e oulras mui-
las fazendas que so os fregu! v.nJo acre-
ditarlo os preqos.
Deposito la fabrica le lodosos
Santos lia Bulla.
Vendo-se. eni casa de N. O. BieberoC. ,
na ra da Crux n. 4, algodao transado da-
quella Tabrica, niuilo proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por precocom-
ino io.
CIDADE DE PARS.
Vinho <\o Cliampagne
de uperiore qualidade : vende-se fia casa
deKalkinann Iruios, ra da Cruz n. 10.
eiOSGO^COQOOO :GOOO
O .!.-( .loaiiiiini Moreira O.
* ...... Vmrn *- :
com loju na rua Nova 0
numero 8, acabam de receber um aortimento fj
de candieiros denominados Eco-
0
nomicoi moderadores muilo pro-
prios para quem le o escreve, ou es- -
tuda de noit", tanto pelo aceio da luz &
O
O
o
9
O
J tUUB UC IIUIL" t*W -v --v -- g
& como pela claridade que d3o, acres- V
9 cendo alem disto que o sen preco he Jtf
O o mais mdico possivel, porque nSo V
0 excedo de 4,000 rs cada um. <3
Vinlios finos
de Ifordeaux, vinhodc Herea, vinho do Rhrl-
no, vinlio de Bordeau branco dr idade de loo
anuos : vendem-se ein casa de Kalkinaun tr-
illaos, rua da Crui u. 10.
Charutos de Ilivana
de superiores qualidades : vcndein-se rm ca-
sa de Kaikmann IrmSus, rua da Cruz n. 10.
Vellas de esprmacete
de muito boa qualidade e de (i fin libra : ven-
rtCIU-se pelo diluanlo pregn de 600 rs. a li-
bra, em casa de kalkmauu Irniaos, rua da Cruz
u. 10.
Instrumentos de msica
chegoii novaii.ente um completo sorlimenlo
de instrumentos para msica militar, recoui-
uenda-H principalmente os pisies. praios
verdadeiros da Turqua, flautn., Nautas, bai
O nrm.dio do. owti.Joi Ut* mlicaio domodoqut
ligue.
O doei.te pela inanhs. urna hora pouco
mait ou monos dep.d. de erguer-se. anda em
jejum. far derramar dentro doa ouvido. quil-
tro ou cinco gotlas do liquida, lapando-o dc-
pois co.n algodao em rama ; a noile ao deitar-
\c repetir a mesma operacao. Durante o uso
do remedio evitar epAr. \ ouv.doa princi-
palmente, accao do calor e do vento, ahm de
evitar grande transpirado, havendo cuidado
ein nao molhar os ps f "> "B03 ,rrl 1 Analmen-
te deve obsler-ae de comidas salgadas, azeda e
adubadas.
tales remedios eslao a
Barlholomeu Francisco de Soma, na rua larRa
do osario, n. 36, nico deposito em Pernatn-
buco. pelo preco de 2,240 rs. cadi,vlllro-_-.
Deposito de tecidos da labn- J
ca de Todos os Santos,
tas multo flnaa na. 56, 7, 28,29 e 30, d.ta. cur-
" par alfalate. dita, grossas de coser stecoa.
MfiUea.de metal eferro.dlto. ein caisinhss, a-
racostura, abotuadura.d, .eda. velludo ...a.-
e vidro para casacaa, ditas para mlllttf de
massa. dilo. de retro para polica e guarda
nacional, argollan Usas para cortinados e
relos, aljofares para o peacoco de vanas qua-
lidades, botes de ossof.no e ordinarios para
calta, dito, para essima de llnha cor de le lie
e inadreperola, ditos para bertura de varias
qualidades. ditos para vestidos de .enhora di-
los pretoa para bertura, sfales e condefas
de vLrio. padres, agulheiros de vidro e n.a-
venda na botica de deira. apilo, de chumbo e ".[*
metal, ditos chatos e dito, pretos, canulllho
crespo eli.o.cruze. penuena.egranae.com
crucifixo. vernicas das Dores, ro.ario e mla-
groso. bento. do Carino, Dores e Coracao de
->

>
#
* ves Matheus, na rua u -- ---
f> cife n. 52, p.imeiro andar, algodao ^
na Baha.
Vende-se em casa de Domingos Al-
ves Matheus, na rua da Cruz do Re- 1
transado daquella fabrica, muilo pro-
*" prio para saceos e roupa de escra-
_f vos, assim como lio proprio para re-
S des de pescar e pavios pora vellas,
*- por preco muito commo lo.
Sladama lAosa llardy, modista
brasileira, rua Nova, n. 34,
Annuncia ao publ co, e particularmente aeua
?* Ireeuezes, que tem recebido um bello sorli-
'" .ment de fazendas nova, ricos chapeos de se-
i'ua do Coilegio n. !\.
Neste estahelecnnento e encontrara sem
pre o mesmo sorlimenlo de chpeos de so-
ja annunciados, assim como sedas e pannos
em peca para as armaco s servidas, baleias
para vestidos e esparlilhos de senhoras.
Conc-ila-se toda a qualidade de chapeos de
i riquissiiiios de Jacaranda, claii- crr,_ tlt!tAi rraoXldal e de pregas, dilo. de
xos, cmelas
ves, violara --,
nene, trombones, trompas, calxas de puerra, P(j para iiirniuoa jebaptisareiii.cliapeo.de
nal lia de todas as qualidades, para senhora. e
zabumba. c ares de canipaiuhas : vendciu-se
em cna de halkiuaun lrmao, rua da Cruz
n. 10.
Tintas em oleo
branca e verde i vrndem-se em casa de Kaik-
uiauu Iruios, rua da Cruz. n. 10.
Obras de orno
flirgou um novo e complelo sorlimenlo de to-
das as qualidades, como sejam, correles pa-
ra reoslos, aunis, pukf iras, alfinelcs, ade-
recos, liiineos, vollas, ele. : vendeni-se em
casa de Kalkmanu Irmaos, rua da truz nu-
mero 10.
Livros em branco
grande aortimento proprio para escriplorio e
qualqucr ouiro eslabelecimenlo : vcndein-se
em casa de Kafinann lrmao., ruada l.rua
n. 10.
Cadeiras e sofaes
para meninos: vendem-se cm c^.a de Kaik-
mann limaos, rua da t-rut n. 10.
Cocos liara violto e para agoa
de qualidade mult superior vendem-se em
casa de Kaikiuaiia IriuSoa, roa dat.'rui n. io,
anude t un ii.-iii ha grande sorlimenlo de appa-
rellios de vidro fino para sobre.nesi, para agoa,
pira ponche, ceslos e vasos para llores e para
frutas.
.Iloenla> superiores.
Na lundico de G. btrr 6i Companhia,
nm S-Amaro, acham-se a venda moendas.
de canna, todas de ferro, de um modelo e.
construccilo muito supeiior.
nligo deposito de cal
virgen).
Na rua do Trapiche, n. 17, lia
sol, ludo por menos preco do que em outra muilo superior ca nova en pedra
ltimamente de Lisboa
qualquer parte
Acaba decbegar para a rua Nova
n. 8, loja de Jos Joaquim Mo-
reir & tjompanbia
excellentrs esparlilhos dr linho para senhora,
guarnecido, de baleias e de dillerenles m-|,|uaps s
dellos. cousa papalina e inleirainenie DeTal,|0par(
neste genero, vendein-sc por preco mullo em
conla, chapeos trnceles modernos e de boa
pelucia a 7,000 rs sai ja piea heapanhola,
vtns pretos muito fino, luva. de todas a.qua
lidades quer para hoinem quec para senhora,
I mu -lias de vidro de lodos os tama.ihos e de
iodos o. precos, dlias bromeada., lenco, para
grvala de cores e pretos, un bello soitinien-
tode tordas para violao mullo novas que se
vendern a i'JO rs. cada urna,
AGENCIA
da fondicSo Low-Moor.
RUA DA SK.NZAI.I.A NOVA N. 4.
Neste estaheleeimento conti-
na a ha ver um completo soiti-
tnento de moendas o meias moen-
das para engcnbo, machinas de
e taixas de ferro balido e
vapor,
coado, de todos os tamanbos, pa
ra dito.
Vendem-se superiores livros em bran-
co, de diversos lamaiihos : em cas de Ralk-
11 i 1111 Iri.iu.-, na la da Cruz n. 10.
Venilem-se relogios de 011-
roeprata, patente ingles: nu rua
da Senzalla Nova n. !\i.
Arados de Ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambSo de sicupira e reos
de ferro : na fundicao da rua do
Brum ns, G, 8 e 10.
Deposito de cal virgem e potassa.
Cunha & Amoiim, na ruada Cadeia do
RecifH 11.50, vemleni cal virgem em peJra,
chegado pelo ultimo navio de Lisboa, e po-
tassa de boa qualilade, por menos prec,o do
que em outra qualquer paite.
Por 1.doo,000 ris.
Vende-so um terreno co.n 53 palmos de
frente ( lugsr para edificar 5 muradas de
Casas ) temi de fundo desde a rua da Ai-
ro'a al a rua do Hospicio, o se conviei
tamb'-in te fai negocio com (nitros 53 pil-
Wos junios ao mesmo terreno, os quae
d5.1 lugar para ed.licar-se 15 moradas de ca-
sis : para tratar, na praca da Independen-
cia n. 17.
Teciito de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidades.
roprias para saceos de assucar e roupa di
escravos.
A rados de ferro.
Na fundicio da Aurora, em S. Amaro,
Tendearse arados do ferru do diversos mo-
deles.
cliegada
na barca Ligeira.
.10 publico.
Ein mu crescido numero conlavam os mdi-
cos al agora molestias inciiravels, contra as
s era perinillld an paciente resigna-
a sofirer um mal de queja nao havia
esperances de poder libertadlo, e ao medico
plnlanlropico a dor de ver miiitos de .cus se-
lurlhantea victima, de enfermldades, contra as
ipiaes se declaraba Impotente, poden.io apenas
lamentar a fraqueza da intelligencia humana.
Mas. grafas aos progreso, da medicina, gra-
cas ao irlo de ln.ni. m ineansaveis. que, i.5o
desesperando da perfectibilidad* da scleUCia,
se tem dedicado invesligaca.i de remedios
>iu. 1. > un alliviar a hiiinanidaile de algn,
males que allligein, o numero das molestias
repulidas iocuraveis vai de lia em dia dimi-
niiindo. Assim. achar depols de loncos traba-
Ihos, de profunda mediaco c reiteradas expe-
riencias, luedlcanieutas que nos restltuain <>
usa dos dous malS Importantes sentidos de que
lie dolado o hoineui, quando estes j se acha-
vam no suppostn estado de incurabilidade e
inleiramenle perdidos, he por certo um do.
inaiores servicosque se poda prestar liniiia-
nidade; eis o que eslava rrsrrvado a um ho-
niein philantrupo da cidade de braga, em Por-
ingal, cuja .ciencia, CUJO amor de srus seme-
liiantes se teem feiln geralmente conhecer. Os
remedios que ora ullert crino, ao publico, nao
eulraiii na classe daquelle. que o vido e ousa-
do charlatanismo inculca com louco. e des-
compassados lirados, e que o crdulo vulgo
por ignorancia recebe na boa f r sem dUcer-
iiimeiilo, achando-se depois Iludido; lem, po-
rciu. de oceupar mui dislinelo lugar entre os
medicamento, que inaiores beneficios prestain
ao bonietn; conilam elleadadlasolucaoaqno-
s.i de rtmelos de plantas medicinar., de vir-
tudes mu reconhecidase verificadas. O longo
uso, as continuadas e severas experiencia,
que por loda a parle teem elle, sido .ubiuetli-
dos, sem que una ,6 vez hajaiu faina.lo em
seus lionsejleilos, e desmentido a. e.peranca.
que sobre riles havia fundado o.eu Inventor
Ihe leem grangeado constantes e repetido, elo-
gios dos iiiis sabio, c respeilavei. mdicos
assim da Kuropa.como da America que unise-
nos alin 11 un e proclaman! sua accio seijipre
certa r benigna. Um desles licores lie desti-
nado a combatir a. molestia, de olhos, e telll
iior principal viriudereatituiranaorgaos da vi-
s:io suas funcfdrs ; reanimar e fazer irappare-
cer em sua natural perfeicao a visla, quanda
eta esliver lia, a .11 quasi exlincta; comtanlo,
por.ii, que nao baja ceguei.a absoluta com
desnrgaiiisacao das partes; nao menos, til e
enrgico he para deslaier as calaiatas destruir
as uevoasede promplo debellar qualquer in-
11......>.-.,: ou vermelhido dosolliot. Nao
eausain dr nein rsliinulo na pande.
Ouiro liquido resume a faculdade de ouvir
inveterada una vez que o nial nao seja denas-
cenca, .em causar em lempo alguiii o menor
ncommodo ao doeuie.e sem priva-Io de cui-
dar em seus uegocio..
INSTBOCgURS PARA O USO DOS REMEDIOS.
U A' ulhoi r.;n 1 ija -ir do modo irgui nc |
O dornte p. la luaiilia, em jejum, nina hora
pouco mais ou menos depois que rrguer-.e do
leito, tomar .obre a palma da mo pequea
porco daquella agoa ; e com ella moltiaia
i.in'i os ollios, faiendo que alguinas guitas
calan) sobre o globo oceular : sem os limpar,
os cnnsrrvar mulhados atr que naturalmeiite
enxugiirm: ao deilar-sc noile planeara o
mesmo : durante o lempo que mar do reme-
dio evitar o calor, aeco de fuinaca e o vento;
far ab.lineucia de comida salgadas, azedas t
adubadas com especiarlas.
i.aliia de toda, as q
mininas Um grande aortimento de mante-
letes e capoiinlio. de toda, as core, pretos
de chanialotes e groa de naplra, capolinhos
de fil de linho pelo verdadeiro, ditos para
menina de qualro a oilo anuos; ricas cpelas
de llores de laianja e ramos para enfeilar ves-
tidos, ricas lovas de pelica coniprldas e enfei-
tadas, dilas curias prelas c de seda de lede
para lucilinas e senhora. dilas de pellica cur.
las para senhora e para hoiuein ; camisinlia
senhora, ricas romeira., meias de seda
branca paia bapllsar menino, de qualro me-
zes a ir. anuos, ricos penacho, branco. para
cnfeltar chapeos, e ramo. fino, para ditos;
trancas e franjas de seda preta e de corea;
gro.de naples pelo e furta-cores, com franjas
e trancas da inesina cor para os dito, capoli-
nhos ; se vende vontade do comprador.
Lindas toucas degorguio, viudas de Franca,
paia baplisado. Na Miasma loja faz-se vesll-
dinbos para baptisado, louras para crlancas,
capoiinho, vestido para senhora. chapeos de
crep prelo ; r u.uilas outra fazendas que e
veiieni mais cm tonta que em qualquer outra
I Naioia ile Jos Jon|tiini Mo-9
j reir & Compuiiliiu, na *
* vendem-se manguitas e meias man- fj
* gas de Ri de linlioe cambraia, cou- '<
a rie posto e que n.uito se usa em #
vestidos de cassa, cambraia e seda, *
Gustando o par i.OOO rs. .rnenle;
cabeciles ou romeiras de fil de li-
nho, tanto para senhoras como para
meninas, pelo baratissimo preco de 4
4 000 rs. jcammtih's de Iilo e cam- -
b'raia ; talbos de luco de seda ou
% Iblonde, Unto prelos como brancos ;
- capolinhos de cha matle e setim ma-
I
*
S cao mantas de garca brancas, mui-
: lo proprias para notvas ; capellas e
t> ramos de flor de laranja ; chapeos
ramos _- _
de palha arrendados e lisos para se-
l tihoras e meninas ; e oulras fazendas 4
?' mais, que na misma loja se vendein #
t> nimio em conts.
*?* (>.*? ###:##
Vende-se na distancia de 2 legoas e ineia
da cidade do Rio-r'orniozo, pela margein ci-
ma do rio Serinhaeni do lado do sol, o enge-
nho Caxoeirinha com os seguinles quisitos, e
nhircln. declarados, e sem elle. O eu terre-
no he de trr quailos de legua para aqurin do
sol. e ineia legoa de nascenlea poenle, firma-
dos por marco, a 45 anuo., sem contradiccao
alguma, como consia dos seus titulo. ; o seu
slo he toda barro, quer seja ladeira, quer se-
ja vanea, lem bastante mallas virgense nella
bailante madeira de conslruccio, he bom inoe-
dor com agoa. porque moe com o citado rio ;
os seus edificio, sao, casa de engenho .obre
pilares tapado lodo de paredo, cavdco de cal
e tij lio, tanque de agoa da me.ma forma,
com um forte escorinhotc de ferro, tainbem
1 ica obra e duravel, urna famosa caa de ba-
gaco, com tres thesoiiras e duas tacanicas, rs-
livada obre madf iras lavradas, boa serrad de
agoa prowpta de ludo, ca.a de purgar e en-
raixaiiirnlo, tudo firmado .obre paredocs de
tiollo e pedra ; est remontado com o pre-
ciso para sua mamila, un.1, tudo cm bom ca-
lado, boa capella, urna rica sanzala, firmado
ludo obre tijollo, cun um terrafo na frente
firmado sobre columna, e solirivel ca.a de vi-
venda, sendo metade terrea e inetade sobra-
dada, casa de fazer farinha. estribaiia, ca.a
le cmprrgado, torno de cosinhar obra, de bar-
ro, o i-creado he lodo di vallad., r lu.po. um
,0ln.iilii.il. 1 dentro do rngenho, e mai urna
lislillacu prompla rom tudo. que pede dis-
tillar quarrnta cauada de lirpiido diariamrn-
te, cujos preparos sao, 24 cubas para garapas,
duas pipas, um 10 1 1 que leva 2 pipas'e ineia
le liquido para deposito, canecos, Liras, rei-
I. i.iil.n faz todo o preciso de agoa, deila gara-
pa no alambique, deila as caldas fora .em que
se pegue ni-ll.i, e sem ser tocado por bomba,
40 ion.' mancos, ti carros, 6 burros, 2 quartos.
IG escravos e afra que pode regular 1,500
pies.
Vendc-.e englobado 011 a parle um en-
genho novo denominado Indi pendente, no
fundo do engenho cima, que mne com ani-
lliaes. O seu terreno he de ineia legoa em
quadro, e firmado obre marcos, e quasi co-
berlo todo o .eu terreno ele malla, virgen, e
com elle os objecio. seguiutes, ou sem elle.,
10 bols illancos, 20 cavallo, 4 escravos e safra
que pode regular 1,100 paes : quem pretender
iinija-sr o. si 1 praca, ao Sr. Manoel Goncalve.
la silva, que Ihe espora a forma do negocio, e
no. eiigenhos ao eu proprielarlo e resideule
Pedro de Mello e Silva.
li'/rrio francez a a,800 rs.
No Atierro da Uoa Vista loja dr calcado n.
58. junto ao seleiro, vrndem-.e pelle. de be-
zerro francezde boa qualidade a 2,800 r..
A 3,300 rs. o par.
Sapatfies de couro de lustro, obra brtn felta
a 3,200 r>. o par : quem quizrr de.enganar-.e
v ao Atierro da oa Vi.la loja de calcado n.
58, juuto ao seleiio que achara.
\.i antiga e bem couliecida loja
dos barateiros Victorino & Gui-
inaies, na rua larga do .oza-
rio n. 2a,
amigamente rua do.Ouarleit, vendein-.e o.
soi tmenlos .eguiules abaiio declarado., bom
e barato : agulba. ns. 1 a 12 para costura, di-
esus, rozarlo de vidro e i.o, cora. de pao,
ninas de vidro lapidada, e de core, dita
lisa, niiiidas, dita, de ouro francei. dita, pro-
fumada., carteira de inarroquim pequea, c
grande., de molla e .em molla, bordes, violas
e guitarra., corda, de viola, ditas brancas e
ainarella. marimbo sonido., cordao de ouro
francez, dlln. de algodao para ve.ildo., dilo.
de relroz para debium de colrtr., relojo. e
para chapeleiro., errao e pedraa de fogo fina.,
dila.deatiiolar.diU.de e.crevrr, peonas la-
pe., tainliein inulto fluo., dito, de core., pro-
na, de palo c ac finas, caeta, de caaquinho
e nieial, eaiiinha. detinladc desrnho, ditas
fina., papel almaa.o, dilo de pe.o, dilo de co
res, dilo para capa de livros, dito para en-
feilar eaiiinha e oratorio de ineninn, cruze.
com imagen, e cruae. com pa d'agoa benU,
esprlho. de capa e de gavela, bornes de ina-
dreperola fino., dilo. prelo.. brinco, prew.
de vidro e rame, dito, de corra, e.covas de
denles, dita fina, de cabo de baleia.dila.de
ourive., galo branco e amarello e renda, dita
de espiguilha c volantes, boldea de .amarra
de padre e fila para golla do mesmo, rslojo
de navalhas fina., escova. fina para roupa,
dita, para cabello, dilas para calcado, pincel,
para barba, e.covas para cavallo ou mesa,
carapucas. afiadorr. de navalhas fina., guar-
danapos e toalhas de linho, franjas e tranca,
de rrtroz para vestidos c mantelete., dito, de
algodao proprias para cortinado., panno de
prctas e toalhas, babado de linho largo, e
estrello, corddes de vestidos fino, e muilo
gros.os, tranca de laa de core para ve.tido.,
papel de lixa, lonetas de ver de perto e Ion-
ge, penlcs de alisar fino, e ordinario., Iinte|-
ro de vidro, dilos de rtnbarcadico, fio de a-
paleiro, sedas, ilhozes, brochas, colherr. de
chic opa, trocidas de candieiro ni. 11. i2,
13 e 14, suspensorios fino e ordinario, fivel-
la. dourada. fina, para cus, colele e calca,
estojo, com navalhas fina, para barba, fio de
sapatelro amarello, realejo, de 6 a 16 luros,
cometa de 5. 7 e 9 chaves, relojo. para meni-
nos, inllao branco e amarello, linha.de no-
vello branca soriida ns. 16 a 120, dita de
carrileil de 100 e 200 jardas, ditos dos ines-
mos. dita o. 1 a 15. de miuda sendo 10 a 15
para bretanha fina, dita, muilo fina., dilas de
marca, aiue.s e rncarnada lina e grossat, di-
ta de carriteis de cores, ineia de algodao fi-
na para liomrm, dila prelas para senhoras
liga de .eda para perua de senhora, boneis
de panno, dito francete, didae amarello e
branco fino para enhora. e meninas dilo.
de mai lim, Uta amarilla e branca, dita, de
cobre de varia core, micanga, rozarlos, pa-
litos de fogo e de denles boa, caivete., pen-
nas e 1l1esoura.de varia, qualidade., grava-
la. preta e de cores, cun molla e sem molla
para pe.coco, blcot prelos de 40, l0, 80 e 120
r... ditos branco. efino.de vario, preco., fi-
las de linho brancas, roa, encarnada* de di-
ver.a. largura., dita, de cs, prezilha. de bo-
tina e de .iispensorios, dita, preta., brancas,
de la e de iclroi para debium, rap gas.e fi-
no e grosso, ditos de outras qualidades, filas
.ir velludo larga e e.irrilas, frocos de core.,
fitas de seda, harmnicas com claiinela, da-
do, parajogo, finos e ordinarios, apitos de os-
so muito grandes para inarinha, pentes de co-
r de varias qualidade., couro de lustro, fitas
de eda lisa, de ns. 1 a 9. dita, lavradas de
ns. 4 a 12, ditas de gorgurao para sinleiros,
bahados de linho largo para leiicoes, didais,
niadinhas de linha. prelas e brancas peque-
as, dila. de peso, medidas de inarroquim r
nuinrradas para alfaiale., atacadores para
borzeguins de seubora, luva. prelas de fil pa-
ra meninas, estampas, registros e quadms de
diversas imagens de id, vil, 40.60, 80, (m e
800 rs., pentes de marrafa, dilos de ac, cai-
xas de massa de metal deraiz.buchu c chi-
fle, Iheiourinba. finas, brelas ein caitas, vi-
dro de tinta encarnada, vollas de cora ama-
rello, fivelas para cs ordinarias, bolra dr
osso para sobrecasaca. dilos de vidro cor de
leite, lacre fino para fechar cana, ocolos e po-
tes de (ma
Vendem-se dous Irrrrnos, um no Atlrrro
dos Afogado. do lado da niar pequea, com
peilo de 800 palmo.de frente, e o ouiro em
Santo Amaro, daudo de 11 m lado na rua da Au-
rora r do outro na r.irada de Luiz do llego,
com 200 palmo, de frente : na rua da Cruz ar-
niazein e primeiro andar n. 51, e no Atierro
da una Visla 11. 3 segundo andar.
Loja de Antonio Gomes Villar, na
rua Nova n. a3, quina que val-
la para a Gamboa do Garmo.
Vende-se a venladeira tarja preta he.pa-
iiln.l .. sriiiu prelo de maro, velludo prelo,
merino prelo mullo fino, l. de linho preto,
biens pretos de linho muilo fino, bicosde blon-
des, llore francezas de Inda a. qualidade.,
lequi-s do lili i 111., goslo de 2.1 15 mil ris, luva.
preta. de seda, chapos prrins franceze. para
Lumen., vestidos de cambraia brancos com
babados, e outras inultas fazendas de gosto,
que ae vendern por menos do que em oulra
qualquer parle.
Vendem-se cartas finas para
jogarvoltarete a 1,100 rs. o bara
I lio : no pateo do Coilegio, casa do
Livro Azul.
Venilein-se duas cscravas moca.e sadias,
que co.rm muito bem, engoiMinan, coii-
nh.-iiii e I n un de sala,, ; na rua de S. fran-
cisco casa de um andar defronte o theatro.
-- Vende-se urna ireta de 22 anuos pou-
co mais ou menos, sem vicios liem acha-
ques, parida do pouco lem. u rom amia
cria parda ), a qual preta sabe cozinhar,
engommar e ctiser grosso : nt rua da Cruz
n. 19. ou no Aterro da Boa Visla, do lado
direilo, ultimo sobrado de v.randa de pao
de um sudar.
Vendem-se ps do laranja enxerladas
de embigo e llmSodoce, ditos de lima de embigo, ditos
.I- sspotis, ditos de fruta-pSo, dito de ro-
mfla de tres qualidades, ditos de condeca,
dilos de guiaba, dilos dearac de fra, di
losrielaranjHsdaChinaoria Ierra, tudo por
preso cotninodo : no principio da estrada
dos Afilelos, primeira casa nova, iodo para
la, mSo e'querda.
INa loi i peruambucana, de >
Antonio Luiz dos Santos, |>
run do Crespo n. 11, g
Vende,n-se chapeo, de castor brancos {
2PaveJ,iei0a'a' derradeira moda de Paris. t.
"y^VVV.ia/WVVVff VVVVVVffV
_ Vndese urna canoa descoberia, que d-
se por cnminodo preco : quem quizer com-
prar, dirija-.e ao ealalelro do Sr. J0S0 de Bru-
to, que dir quem-vende.
.. Vendein-.e aaccos novo, de c.tipa com
duas vara, cada um a 320 r.. : na rua larga do
Rotarlo n. 48, primeiro andar.
-- Vende-.e farinha d mandioca de boa
nualidade ein acca de 2.000 r. cada urna :
a rua da Cadeia Velha loja de Joaquim Ribei-
ro Ponie. .
Sarja liespanhola limpa muito lar-
ga a a,000 rs. .
Vende-se sarja hespanhola multo larga e
muito cncorpada a 2,000 r. : na rua larga do
Rozario n. 48, primeiro andar.
-- Vendem-se 250 couro. de cobra pellea
grande. : no Aiterro da Boa Visla n. l4.
Vendem-.e um e.cravo de dO auno, de
idade, offlcial de ourive. : na rua da Laran-
geira. n. 2.
Pecas de chita limpas a l\,00o rs.
Veiidein-se prcas de chita. Ilmpa. escuras
proprias para escravas a 4,000 r., e a 120 a re-
t.iliio, e cortes de bonita, cambraia. para ve-
lido a 2,60o r. : na rua larga do Rozarlo n.
48, primeiro andar.
Calcado.
No Atierro da Boa Vista, defron-
te da bonecra
he chegado pelo ni limo navio l'rancz um no-
vo e completo soi lmenlo de calcado, de lo-
da a. qualidade., tanto para homem tomo
para .enhora e meninos, assim como .apale.
de lustro para hoinrm a 3,00l) r 6.00n r... dito,
de bezerro, chinella. de pele e borseguiu. a
3,50 1 r... sapate de luiiro para .enhora o.
inrlhures que ba a 2.000 r.., d.to. de U.boa a
1,lina rs dilo. de inarroquim e cordava* e
bor.eguins francezes para .senhora .apale.
do Aracaty tanlo para hoiuriu coin.i rapaz a
Mu rs., dilo. de lustro para homem feiios na
Haba a 3.000 rs., pelle. de inarroquim de to-
da, as cores, dilos de lustro e bezerro fran-
cez, vasos para ornar mesa, e condece, de
todos o tamanhoa, ludo a troco de pouco di-
nheiro.
A bordo da escuna Varia Firsiina Tun-
deada na Vi lia do forle lia ainda un 300 al-
queire. de bom sal do Ass, que >e vcndci
un conla por a mesma escuna ter de seguir
viagein : a quem convler comprar, rnteuda-
.e com o capuana bordo, ou com S Araujo
na rua da Crua n. 33.
Na ruado Crespo n. 91, vrndem-.e los
putos de tamaito regular r muilo boa fazrn-
da, pelo barato preco de 3,000 rs. cada um ; di-
lo. grandes, muito .uperior faienda, por 11.04 0
rs. cada um I sarja prela Ilcsjiauhola a ,;'iGu
rs. o covado, fazenda muito boa ; luvas prrta.
de lineal ; e oulra fazendas prela., proprias
para o. actos da semana sania.
Vende-se um moleqne com idade dr 11
auno., com habilidades 1 ua Uoa Vi.la, traves-
a do Veras casa n. 9.
4
m
Escravos futidos.
No da 16 de levereiro desapparec.ua
preta losquina, de nacSo Cassange, que re-
presenta ter W annos, baila, corpo regu-
lar, cor fula, .Hus pequeos e com carne
sobre elles, nariz chalo, com falta de dous
denles na frente, sendo um do cada lado, e
lem de chara, peitos pequenos e murchos ;
lem algumas cicatrizes de retho as cosas,
nadegas um tanto empinadas para tras ; he
bem ladina ; tem sido cozmheira ; quaodo
foge lem por costume andar pelos arrabal-
das desla praca, ora vendendo ora lavando
roupa, e pode ser que esteja a servico de.
alguma pessoa, e sendo assim, e nao vindo
denuncia-la, se usar rio meios que a lei
faculta ; l.von vestido novo de assento azul
com lisiras, e julga-se usar de panno da
Costa. Itoga-se as autoridades policiaes, ca-
pitSes de campo, ou a qualquer pessoa, que
1 prendam ou a facam prender e levar ao
seu senhor, Domingos do Silva Campos, na
rua dasCruzes n. 40, quo ser.lo geiietosa-
mente recompensado.
lina gralificacSo.
No dia 13 de marco do corrente anno des-
appareceu da PsMSgem da Magdalena, do
sitio em que mora 0 Sr. Ilr. Malet, o mole-
que.Marcal. perlencenle aoSr llr.W. May,
o qual moleque lie bem condecido e tem os
seguinles signses : reprsenla ler 20 annos,
baixo, cheio rio corpo e carcundo, cor fula
a sem barba ; lem falta de um dente na
frenle do queixo inferior ehelilbo do ser-
tSo de l'ajr. por isso julga so tara l ter
ido : rrcommenria-se, poilanlo, aos cap-
liles rie campo a captura do dito moleque,
que sri-ao Ii.-iii gralilicarios.
No dia lo do corrente riesappareceu da
rua do Coilegio oesrravo J0S0, de nuriio
Congo, ji idoso, s. ero do corpo, baixo, rOr
fula, pouca barba, escrotos volumosos pro-
cedido de hyrirocelles, costuma beber, e
quando o faz torna-s muito prosista e fal-
la bem claro ; levou calQa de casemira ji
velha, piqueta de merino ou riscado, ve-
lha. ste prelo andava vendendo albos, po-
im da de cheiro e queijo de Minas dentro de
um gigo com lampa; consta que anda ni
cidade de Olinria : roga-sa as aulorldade po-
liciaes a apprehensSo do mesmo, e aos c.i-
pilfles de campo, a quem prometle-se urna
gratilirac.lo, de o pegar e levar na rua ds
Cruz, venda rie Manoel Antonio da Silva.
Dr.sa parecen, 110 dia 9 de
fevereiro prozimo passado, um mu-
lalinbo de nome l.az.iro, natural
da cidade de Sobral, de t snnos,
estatura regular e cabellosum tan-
to crespos. Lste mulatinho cons-
ta que sentou praca na escuna
Lindoia com o supposto nome de
Braz : roga-se a todas as auturiJa-
des policiaes, commanilantes de
embarcatdes de guerra, capilSes
decampo e pessoas particulares o
apprelicntlam e levem-ao rua
do Cotovello n. 135, que se grati-
ficar com 5o,ooo rs.
-- Anda est lugida a prela Mana Joa-
quina, de idade 30 a 40 anuos, nacfin Con-
go, baila, gorda, cor retinta, bizigoss,
olhos vivos, bastarle ardilosa, e sagaz;
talvez ando sua luga encobeila com o nego-
cio de n.iuileyas, pois he no que se empie-
gava antes da sua fuga, nSo sendo esta s
primeira vez que foge, e que se encobre
co.n Isl negocio; tsoibem ji loi esersva de
engenho, e andava vendendo miudezas pelo
mallo, com urna crioula de quem era es-
crava : quem a pegar levea na pr.es ds ln-
dependencis n. 17, quesera recompensado
do seu trabalho.
rcnM. r'A.TVr. ni? M.r.nr: Fauia


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