Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05166


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Full Text
r
Anno de M4.
Segunda Felra s
*
:
. '- I dos o dlaa nue nao forero stnt-finadoe o prego da asaignatura
lie i! I'!'-I"!1 II. llUr'qUirifl paf ; n.rirjiKMi-; O linnuncioa doa asaisnnnie f a"io inMrHqa
..,.- i' o toreo) .i raz.io de 80 rail poi India A rei'iamaiNifa devem aer *liri-
- ra im fjrmea n i ou k uriicja 'a Iniii'i'rnilenuia lujl de lirroan. o i 8,
PARTIDA DOS CORREROS TERRESTRES.
GoiiMN .i aegundaa v\iii lenas. Hift Grande do Morte cber, a a 8 e 2 2 e t
le -i lera IVioFonaoM Macer, l'orio Cairo, e Alago**: no 1
. I ''' m ,-r. Garanhuna e llomlo a lUc ik da caa mei-Boa-tista a Hoi
re i ( dito. Cldade da Virtoria quimas fe i ra, Olinda iodo* oa diaa.
Das DA SEMANA.
Sej anlidin And. do J de I', da :. v,
s. T ago Ral ind. doJ. de i) da .1 t.
i.'i.u Caelsnrto Auil do J. del), d* 3.t.
:. *.\ii.do Aud do I da d* 3. v
M Rom iu u i do J de )_ da 2. .
ilr + [.ourenco. !. eui ; > I d* I).da I.T.
. q i rcio a Si
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7
10
11
#I A ffOStO
Anno XX-
N. *?>*-
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L IIIHII ~*
, ludo agora de i.ei- de ne meamos; di ti.m prude-eia. iroderagao' *"*rf'*^ *' ""
*-, "iiiil n, >'a i" i imoa, a rem*i !,.. t '..."* .0:1 a'. mr.,.i.i Mire aa necoea.niai
' .-. !* ....i... I.. ...... areail.
Coi
/' W Lilboa i'" por I0J de i rer na '
CUOint ionii DI AGOSTO, efl:(we *nd*
0.ebrfLorJree-'6. V. J7,00U 7.--00
Paria S7 reia por franco .' N. lfi,70 *n.VW
Lilboa i' por I0J de i
ada ooftr o par.
Ida i'a lalras -ie boei firlIM la!;
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l.8 '
Ditoa nei i I.V69 *.'> **
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PHASES DA LA NO MI 7. DE WOSTO.
I ii batial '4 Of I; rain da ni un ii. I Luanora a J7 aa 10 li. e 1J nin. d* tardl
Mal >U I ni'r : aun awanh. (< i | 56 alante.
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......-; ;' : ..' ^.i
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.
.

Governo da Provineia.
BXPEDIENTB 1)0 IUA 31 1)0 PA8SADO.
einprcgadoi das leparivescxtinctas os venci-
mentos dos respectivos ordenados para si; os nao
privar dos me i os ndsponsaves de proverem h
suasubsistencia-, claro he, (|ue nSoteemei-
les OfflcioAo Presidente da Cmara Munici- teem um novo emprego.
pal df GoiannaIllrn. Sr.Em resposta ao Portara O Presidente da provincia em
olliciode V. S.a, de 27 do correle. CUinpre- vista da representacao que Ihe dirigi o Juiz
me declarar-ihe, deconformidade rom o pare- de 1V/ da fregueziada Boa-vista d'esta cidade ,
cer do Concelheiro Presidente dn Reluci, que em que soqueixa da Cmara Municipal ter de
br&o llegaos as reuniOes feitas tanto por V. S.', clarado, que elle fique lervindo no segundo
como pelo \ ice Presidente dessaCmara, e por dos districtos, em que foi dividida ultimamen
consequeheia estn nullas as delihera^es, to- le a mesma freguezia e de outra no mesmo
inadasem Verea^fio: quanlo a reuniSo, presi- sentido dojui/. de Paz da cidade de Goianna ,
dida por V. S.', porque, leudo o artigo 28 da e mais duvidas que se teem suscitado res
le do Io le utubrode 1828 determinado, que peito resolve, que emiienlium dos districtos,
sduiente sejio chamados os N creadores imme- em que forao divididuKas Freguezias possio ser
diatos em votos, ou quamlo os mais votados conservados os acluaes Juizes de Paz; porquan
nao compare(,'Qo por mais do quinze das, ou lo sondo elles novamente creados e alterados
entao quando a urgencia e importancia dos ne- aquellos, que pertenciio aos ditos Juizes, por
gocios exigirem o numero completo dos Ve- terem sido diminuidos, deve-se em todos pro-
readores, observa-so da acta, em que est lan- ceder eleicao na conformidadedo artigo !$
cada a sessSo, presidida por Vogna Senhoria que do cdigo do processo e artigos 5.*e 7." das ins-
nao s nao comparecrio os Vareadores mais Irucroes do mesmo cdigo e aviso Imperial de
votado, entre 08 quaes se deve computar o 6 do Fevereiro de 1833, que declara nada in-
\ ice Presidente, mas tambem que, sem fluir a morada do Jui/ do Pa'|>ara nao se repu-
se haver verificado o nao compareoioiento lar alterado um dislricto e nem o direito, ad-
d'elles por mais de quinze das, Ionio chamados quirido por elle, impedir a execucao da lei .
outros para os substituir, accrescendo nao ser o que tanto vale no dislricto em que mora, co-
negocio de tanta urgencia, qoe reciamasse a mo nos outros actualmente sujeitos a sua ju-
convoeac/io los qiie nao erfio Vareadores eflec- risdicio. O que participa a mencionada Ca-
tivos, os qiiaes, em todo o caso, deviSo ser de- mar Municipal d'esta cidade para sua intelli-
vidamente convocados, para queentSo em sua gencia eexecu?8o ; ficando de nenhum elleito
falla se podesse verificar a chamada dos raspee- oualquer outra decisao em contrario; e deven-
tivos Supplenles como be expreso no aviso de do-se nesta conformidade mandar proceder
28 de Fevereiro de 1843; pelo que. sendo to- a eleicao em todos os novos districtos; poden-
mada a deliberagSo por membros ineompeten- do a mesma Cmara transleril-a para outrodia,
tes. nao pode a mesma ter vigor. caso ja nao caiba no tempo lazerem-se todas as
Ouanto a reuniSo presidida pelo Vice-Presi- diligencias necessarias para a dita eleicao nodia
deote, tambem he Ilegal, como j disse; por- mareado.Communicou-se aos Juiz de Paz
quanlo, constando da acta d'esta sessSo ler-lhe da l'-oa vista e Goianna; e rcmetteo-sc copia
\ Xa olliciado, que havia cessado o seu impe- d'esta portaria s diversas Cmaras da provin-
dimento de molestia, antes de entrar em delibe- cia iara fa/el aexecutar.
raQfio, devia dar por linda a sessao e esperar Oicio Do Secretario da provincia ao Ins
aviso para comparecer opportunamente, por pector da Thesouraria da farenda, transmit-
competir a V. S ', entao, a direcejo dos traba- lindo para ter execucao a ordem do Trilm-
liios. Porlanto pode V. S convocar a Cmara nal do Thesouro sol) o numero 115.
nao BU para fazer-ihe constar esta resolucao, <&
como para se tratar icgalmcntc da divisao dos
districtos
PiloAo Inspector da Thesouraria das Ren-
das provinciaes, determinando, '|i"' todos os PORItGAL.
me/es, l..,,a entregar a ordem do Chefe de Po- Lisboa 9 deJunho.
liria a quantia de 50g rs. para o sustento e lempo houve e nao multo remoto deste
curativo dos presos pobres da caileia desta eida- nosso em que as alliancas polticas das na-
de e despezas da respectiva enfermara.Com- roes tendioqua-i todas a procurar o apoio ne-
.....cou seso Chefe de Polica. ceisario para urna guerra ou a dilatar ascon-
IDEM DO 1 DO COBBENTB. quistas por uie.o de reciprocas vantagens. A con -
Oicio Ao Subdelegado da reguezia 'la quista, que era a forma violenta de associar
Victoria declarando em resposta ao seu officio os povos
EXTERIO
encentra boje obstculos e diflicul-
L
de jo ,,,i na isado que a Junta qualifb adora dadas fiJhas do sculo e da cultura mtellectu-
crt.a,lapeloderreto Ie4'de Uaiedel8i2. nao tual. Repugnar cvilisacio como todos os mal-
eo ,,,:,:' ni ilificar os cidadaos qu.....vem vo- os que empregSo a forca pan promover os m-
sodosJuizeidePazeVereadoresdas leresses sociaes. Pertencia a urna ordem de
Cmaras unicipaes ; mas somente os que facto* e de principios que se nao restaurto
teem de votar e ser votados as eleic6es para que jcaducarao com o estado social donde se
Eleilores de parocbu ; e que nenhuma dispo- derivavao.
Bico veda que o Jui/ de Paz requasite dos lns- Boje nao se desbaralao os thesouros de um
nectores da quarteiro as releedes dos rogos de | paiz nem se prodigabas o sangue dossaui na-
Ls districtos edorendiu.ento dos respectivos turaes para obter resultados mais solidse du-
. raveis. As alliancas polticas lundao-se tan-
DitoAo Inspector da Thesouraria das Ren-
das Provinciaes, declarando de conformidade
Com o parecer que por copia Ihe remette, do
Procurador da Corda Fa/.enda e Soberana
Nac nal que os empregados provinciaes de
Nomeacao Imperial nao eatio sujeitos ao paga-
mento dos novos e velhos direilos provinciaes.
Dito__Ao Inspector da Thesouraria da l'a
zenda, scentificando-o de haver o Eim Senhor
,istro da Fa/enda approvado por Vvisode 13
de Julbo prximo findo a decisao dada poi a-
quella l'hesouraria sobre a prelencao de Fran-
cisco i'oxan irino de \ asconcellos Cala.
losordei se I be de
. rTscrivao das Conlnb n< oe-> por
|U< ge vista doartig i 1"
Julubro do 1836 soownU se Conseno aos
to na communhao dos principios como as
relaedes commerciaes e de industria. He urna
tendencia geral da poca, que se nao pode ne-
gar e que estahelcce para os governos ohriga-
edesseveras e restrictas de a respeitar e de a
favorecer pelos modos que Ihe estao marcados.
A Inglaterra, com a penetracao e provi-
dencia que a caracteriso, foi das primeiras
potencias que anleviraoesta necessida da poca,
e se applicaiao a ligar os seus interesses, e a
engrajndtoel-oi as diversas regioes da Europa
por meio de alliancas commerciaes. Assim
conseguio tornar se o emporio un versal Nes-
te sculo industrial o lago que une os poros he
o Inglaterra, centro da produco.
A pa/ da Europa que se considera outra gran-
lidade, Proscrevendo a accSo da guerra a-
brio s outras a estrada das riquezas, do tra-
balho e a discussAo das dieses econmicas c
polticas que mais nteressio. Substituio : lu-
la violenta las armas a lula Ilustrada e pacifica
do commercio e da industria que em todos
os pontos da trra traz em continuo giro os
povos productores.
lista prolunda mudanca nenhum facto he
mais evidente para a demonstrar do que com-
pratelo la Prussia lo serillo 10. com a Prus-
sia de lempos mais afastados. Um Governo
essencialrnento militar nascido do embate das
armas que s<> em numerosos exercitos fundava
a sua preponderancia comecou a em pregar
nitros meios, a mular tle carcter.
O pensamento de unidade nacional que des-
de a guerra los Irinta annos he o problema que
a Allemanba Irada de resolver aquella obra
de Napoleao que a sorte tas hatalhas Ihe nao
tlezou continuar ludo amorre para se jul-
gar qu- a l'russia que a emprehendeo le-
var ao seu termo com o lempo e pelos eslor-
cos combinados que ihe temos visto por em
pratica.
Para converler muitos povos n'um sj povo ,
e de interesses difiranles formar um interesse
commum basta supprimr asalfandegas que os
dividem conceder aos interesses um largo
espato onde se augmenten) 8 lorlifiquem. A
associacio prussiana resume n'um svstema i-
dentco dealfandegas a Prussia aSaxonia,
o Wcrtemberg Francfort, Nassau, e o du-
cado de Bade com oulros muitos Estados da
Hiela, ao passo que se a parti e progridem as
negociac/jes para se ohtor o assentimenlo dos
que ainda nao assignarao o pacto. Supprinii-
rao-se as alfandegas intermedias. Inserio-so
no tractado o principio da unidade da moeda ,
e 0 da de pesos e medidas. 0 producto das al-
fandegas divide-e entre os Estados contractan-
les segundo a sua populacfio. (^ue mais se
precisa para crear um interesse commum ? Ho-
niens que falli a mesma lingoa que regulao
a sua industria por ieis iguaes esto mu pro-
\in os tambem da unidade de Governo.
Iractado de commercio que publicamos
as columnas do numero 134 do Otario ce-
lebrado entre S M. El-Rei da Prussia o o
Governo da Rainba de Portugal he um dos
mais vamtaiosoa que se tcm feito. A recipro-
cid..le que se contem em todas as clausulas ; o
lugar qu nos eleva a par das naces mais favo-
recida ; a extensio do mercado que se a bre-
aos notaos productos, e e a extencio que ainda
se pode vir a dar ao tractatlo, applicando as su-
as tlisposicoes ct)in a restriccao consignada,
aquelles dos Estados da associacio dss alfande-
gas alemies, que desejarem estabelecer rela-
edes com Portugal basti para adquirir a es
lima do paiz ao hbil negociador e para tim-
bre o gloria do "enhor ministro ios negocios
estrangeiros que approvou c ratificou a ne-
gociar..o. As reflexdes com que encetamos es-
te artigo applicuias ndole e aos resulta-
dos do presente tratactado mostrio todo o al-
cance que elle comporta. He um mercado lo
quaoi 32 mirhdes de habitantes, seadherirem
todos os Estados ta liga das alfandegas, onde
concorremos com os nossos gneros tao favo-
recidos como os que o sao mais. O (Joverno
oforca-se por facilitar os caminbos ao nosso
commercio e industria. Aquelles a queui is-
lo interessa prximamente cabo seguir a no-
va estrada que se Ihes descobre, e aproveitar
as condicSes vantajosasem que se acbo col-
locados.
(Diario do Governo.)
______H "i--------____.j_
.
Mandaran dar visto :s pnrtes na appellacio
civel, em que he appellsnle Jo? Coelho Nei
e appellado fanoel Pinto de Carvalbo.
Mand&rao desccrao Juizo la i' vara desla ci-
dade para avaliar c ar ou rerbar o impos-
to da dizima a appellacio civel entre partes I*.
Jo/efa le S. Boaventura Covalcanti e Manoel
l.uiz da Silva e sua niulhei.
Beformirio a senlenca da primeira instancia
da appellacio em que he appollanle Manoel Al-
ves Guerra, o appellado a Pazenda Nacional.
Mandrio averbar o imposto da disima, em
atiencao a quantia declarada a constante da sen-
tenca a olbas, conforme o disposto no artigo
to regulamento de de Abril de 1842: na ap-
pnllacioentre partes, appelUnte D. Auna Fe-
licia deMoura, appellado Joo Baptista de Soa-
sa Lan ns.
Mandsir3o dsr vista as parles na appellacio
em que he appellante Joaquim Jos d'Araujo
Lima Rocha, o oppellada a Fazenda Publica.
Despresiro os embargos oppostosao acci r-
tlao proferido na appellacio entro partes Joo
Carlos da Silva Carneiro e Joaquim Jos Ma-
chado Pimental.
Confirmrio a senlenca por algunsdos seus
fundamentos na appellacio em que sao appel-
lantes Jos da Silva liveira e Francisco Jos
tle Frailas, e appellado Manoel Joaquim felia
la Costae outros.
Mandrio dar vista ao I)r. Curador Geral na
appellacio entre partes liento de Barros Falcio
do Lcenla e l'etronilha Florentina da Solidade.
Julgrio nullo lodo o processo, ltenla a
irregularidade das certitloes exaradas a 2,
mandando, que O justificante pagasso as cus-
as na appellaco em que be appellante 9 Jui/.o
e appellado Antonio Jorge.
liendimtnto total da Mesa do (onsulado des-
ta cidade tw mez de Julhu indo.
A saber:
Despachos martimos.
Ancoragens........ 6:557,388
lo p. "o das em barca-
ccs estrangeiras que
passrao a nacionaes. 839,925 7:397,313
Fxportacao.
Direilos do7 por o/... 21,020,695
Ditos do 2 por no dos
objectos exceptuados, ,
Ditos .le 1/tp./odoouro
eprala amoedados.. 38,019
Lxpedienle da capata-
/ia.............. ,
Emolumentos de ccr-

PERMAW.BUCO
Trihunai da Kclaro.
Sesillo do da 3. -
Forio despresados os embargos doaccordio,
1 rolerido na appellacio entre partes Manoel Jo
s (i! ncalves Braga e RodolfoJoio Barata 1 Al-
da nccossidade da poca nao significa immobi- ) incida, como tutor de uns menores
lidoes......... Multas decididas.... Papel de pussaportes. 18,760 94,612 ,200 21:187,886
Interior. Sello do pape! provincial de /"........ i i) y*. 300,776 64,796
do valor tos i-lulos de aretamen- liixo dos docu- 40,197 251,520 657,289
Depsitos.
Consumo..........
Imposto de 5 p. 0 na
compra e venda das
eiuharcacoes......
197,500
Diversas provincias.
Dizimo do assucar da
Parahiba.........
Dito do algodio dita.
Dito do dito do Rio
Grande do Norte.....
Dio do assucar das Ala-
gas..............
29:430,988
2,426 49,239 51,665
2,508
_'07,78 810, "7
29.692,950


\ I
HU
*
Rendimento-provincial.----------------------------
Diz i un do assucar dcsla
provincia .. .TTTTT. 5:0H,74-1
Dito do alizojao dila 8:ft38,3!3
Dito do caf dita..... 1,830
Dito do fumo dita..... 11,820 9.498,704
Tata de40 rs. porsacca
de algodio........ 119,760
PitadeiGOrs. porcaixa
16),^S0
Dita de 40 rs. por Fecho
.so
Dita de20rs. porbarri- >- v
199,740
480,060
Rs. 3!.680,714
Mesa do consulado de Pernombuco 4 de Agos-
to de 1844.
Joo Havitr Carneiro da Cunha, Admnis-
dor.
DUiiii mmwx
Km conformidad^ do que bavia decidido a
Cmara Municipal desta cidade, devia hontem
ter lugar a eleiclo de Jui/. de Paz para a fregue-
zia de S. Jos; e os seus habitantes, conlavSo
ver decidir a hita p 'los meios que a lei faculta.
Engaarlo se porm todos qunnlos conta-
rlo que as cousas se passasscm. lega I mente ou
ao menos salvas as apparencias. Logo mu i lo ce-
doa igreja encbeo-sedos bomens do credo do
D.-noto. de todas as freguozas, capitaneados
pelas sus influencias e com mandados em che fe
pelo Sr. jui' de Direito J. Nunes Machado, de
forte que quando se apresentou a maioria dos
verdadeiros parochianos eslava a mesa formada
to pessoas do partido, recebidas as listas que
Ibes convinhSo, sem ordem, geni regutsndade,
sem se proceder a chamada, sem se examinar
se estaviio assignadas, se os signatarios estavao
no caso de votar, emlim em completa anarchia;
e nao contente a mesa com tudo isto, e com a
assuada, gritara e insultos com que se fazilo
recitar os ruis tmidos,declarou logoconcluida a
recci.(.f>o das listas, excluindo da urna a quasi
totnli de dos habitantes da freguesia. facto
foi 13o escandaloso que revoltou a quantos nao
estavio dominados da vcrligem do partido, e
urna rcpresentaclo se redigio immediatamente
para se levar a presenca do Exm. Sr. Presiden-
te, lao extraordinario abuso: mas de Irezentas
pessoas j a bavi&o assignado antes das o boras
da tarde. A representadlo be a que abaixo se
segu; por ella verlo os nossos lei lores os pontos
de nullnlade dessa burlesca farca, que a pandi-
llia da praia entendeo dar-nos como amostra
do que elles chamSo votacao livre.
Illm. t Exm. Sr. Os abaixo assignados,
cidados moradores na freguezia de S. Jos ,
violentamente espoliados do exercicio de seus
direitos polticos,veem pedir as providencias que
cabem na autoridade de \ Fie. constituida
principalmente para o im de observar e fazer
observar a lei; \ Ex. imparcial, como he, nao
pude deixar de eneber-sede imlignacao.ouvin-
do a exposic&O dos factos occorridos boje na e-
leicaoda freguezia de S. Jos e de proceder,
como cumpre.nesta conjunclura difficil em que
Dieik duzia de individuos impudentes e arroja-
dos querem despotisar a populadlo impondo-
ihe nomi'S que ella decididamente repelle ; \
I-v desvelado nelo Iipih mildirn p znlnso do
i r /
sua reputado, nlo ha deconsentir que a 1.a
eleiiTio, que se procede sob a administradlo
de V. Ex. seja assignalada por altentadus di
que nao ha memoria nesta provincia e que
blode provocar futuras reaccOes e diflculdadcs
para o Governo de \. Ex.
Ex. Sr.; na freguezia de S. Jos nao bou-
verlo eleicoes: forlo preteridas, urna por umi,
todas as formalidades que a lei estabeleco para
validado deste acto importante : icvsc alli-
xou a lista geral dos votantes, conforme o arti-
go da lei do 1 "do Outubro de 1828: o
recebimenlo das cdulas nao foi pela lista ge
ral, sen lo tumultuariamente e contra a dispo-
bicao do artigo 1! das instrucc,5es do Ldc
ezembro do 1828 : allluirao das outras fre-
guezias muitos individuos que ro leil i a me-
sa, cerrarlo-se para impedir o ac radores da freguezia, em hfilo a urna de mas-
sos e massos dcccduhs; e quando ficou ella
pejada.deo-sepor lindo o recebimenlo que durou
10 minutos, sendo que as 10 horas da manhia
eslava esse acto acabado e forlo repellidos
e escarnecidos os supplicantes e a maioria dos
moradores da freguezia : lo i enllo que esses
individuos, entre os quaes se distingua um Juiz
de Direito entre rizos satnicos apregoavio
que tudo era licito; porque de ludo bavia de ob-
ter-se approvacao de V. El.
Sobreleva. Exm. Sr.; que a mesa paroch-
,-i! foi presidida por urna auoridadenulla;porque
o Sr.Joaquim Bernardo de pinuciredo muilo
tempoantes j se havia demittido espontnea-
mente do cargo de Juiz de Paz como V, L.x. se
poder/, informar do Juiz de t*tt Supplente, lerios de tranzo ao dos Srs. Alves Branco e
Domingos A flonso Nery Ferrera. Galvlo; porque lestes a maioria doS seus pro-
Para caracterizar a mesa facciosa de S. Jos i prios correligionarios negou o apoio. Ento
hasta que o,- supplicantes commemorem o lado ; quem defende a lei da interpretacao. quem vo-
nsolito, grave por suas consequencias e a- ta pela lei da reforma e a defendo. quem segu
inda nioacondcido no Brasi ,de prevalecer urna humildemente os Srs, Paulino e Jos Clemen-
denuncia de suborno para serem desl'arte re- te at o principio de 1843, pode arvorar-seem
peludos os votos dos cidados Jlo Arsenio i Aristarco da poltica de 19 deSetemhro ? Quem
Barbosa e Francisco Baptista de Almeida que comeca a sua vida parlamentar de 1838 em di-
seriioos Juizes de Paz se houvessem eleicoes; ante pode citar discursos de 1837 ? Nlo po-
se a fregce/ia de S. Jos votasse seasleis dendo negar vossassympalhias com a anarchia,
lancais sobre a opposiclo eila ao Regente Fei-
j toda a culpa da desobediencia, que se lem
visto no Brasil. Ella data de 1831, e vos a con-
tais de 1836 A opposiclo ao Regente era pa-
ra que elle escolhesse 'bons Ministros, e como
esse bomem emperrado desconhecia, como vos,
as formas do Governo representivo, abdicou por
despeito. para nlo governar com a maioria do
Corpo Legislativo, a qual elle quera sujeitar 1
sua vontade.
Aleivosamento imputis a rebellilo da Ba-
bia *quellesquc, em vez de a terem insuflado,
a supplantrao.
Quem foi senlo o Ministerio de 19 deSe-
temhro, queem quatro mezes acabou com urna
rebellilo que abalava todo o imrerio? Quem
maisque o Bario da Boa-Vista concorro para
supplantal-a. enviando, com a maior prstela,
fossem cumpridas.
(>'eguem-se as assignoturas de mas de 300
cidados. ^
Comnmncados.
REVISTA
D.-NOVO DE ANTE
AGOSTO. (')
NOS RTICOS DO
HONTEM i.' DE
No 1. artigo da-nos o I).-novo a noticia im-
portante de adiar-se concluido o tratado de
commercio com a Inglaterra, e pede Dos
que a dignidade e honra nacional nlo tenhlo
sido postergadas 1 troco de urna rteiproadade
nominal.
Tambem nos annuncia que a vinda do Gene-
ral Paz ao Rio de Janeiro fra com o im de
regular a entrega da praca de Montevideo as
formal brasileiras. Beceia que um passo im-
prudente nos nlo arroje em urna guerra, para
que nlo estamos preparados, e confia que o
(invern, sem um accordo com a Franca ea
Inglaterra, nao poderia aventurar um passo to
precipitado. Permita Dos que teji satis-
feitos os votos do contemporneo; no caso, po-
rem, do Ministerio celebrar um tratado prejudi-
cial com a Inglaterra, e arrastar-nos a guerra,
veremos o que faz o U. novo.
Queixa-se no segundo artigo que o Dia-
rio de Pernambuco esleja intrigando com
o Exm. Presidente os seus amigos das filei
rasiberaes, e nega que tenha feito 1 S. Ex
acerbas censuras e allusts insultantes. Pa-
rece que o D.-novo retira as palavras imbeci-
hdade, paxorra, incapacidade de gobernar,
criminosa condescendencia, escndalo, traifao
ao Governo, sacrificio de um partido generoso
&c. e nisto louvamos a sua doclidade ou
mesmo a contric^lo com que se arrepende do
quetem dilo. Tambem aceitaremos a expli-
cado que di, ao nao presenciaremos quedos o
sacrificio do nosso partido, com que entende-
mos que se ameaiava Presidencia, em razan
de ter isso relaclo intima com as exigencias das
demissoes. Breve teremos explicarlo favora-
vel do at agora lembravamos.huje, porm.exi
girnos as demissoes em nome da Patria, do Go-
verno e dos principios.
Todas essas desculpas serlo aceitas; al na-
da diremos da intriguinba que o D -novo arma
ao communicante e seus correligionarios, os
bomens do partido da ordem, com >. Ex.; por-
que estes nao levlo em mira adular o Sr. Mar-
een i no deliritu, nao o teem importunado, nem
precislo de Ibe pedir desculpas eperdoes; fi-
que isso l paru os amigos das file iras Itberaes.
para os que Ibe tomo todo o tempo em razio
do colleguismo.
O que porem nao pode passar, a negativa
que nlo admittimos, he de nio terem sido cor-
religionarios dos bomens de Setembro os Srs.
Alves Branco, Almeida Torres e Ernesto; be
a nica concessio de o ter sido o Sr. Coelho. O
Se Alv.c Rrnnfl -..:<> ntmm nnlilina '__lo
...u t. 1838 ate 1842. Os Srs. Almeida torres e
Ernesto .t 1843. Ahi i silo os seus discursos,
as suas votaedea e as nomeacoes, que receb-
raodos Ministerios da poltica de 19 de Setem-
bro; o primeiro de Concelbeiro d'Estado, o se-
gundo de Presidente de urna provincia, que
acabava de passar por urna rebellilo, e o ter-
ceiro de Ministro em paiz eslrangeiro; sem lal
larmos na sua candidatura por Minas, quando
a opposiclo dizia que o Governo fuzia os De-
pulados dessa provincia.
Urna negativa miseravel be que os redactores
do D, norofizeraooppus(,ao ao Ministerio de 19
de Setembro de 1837, e aos queda mesma po-
ltica Ibe soccedrio, remetiendo-nos para os
eus discursos de 1837 e seguintes. Ora, um
dos redactores tomou assento em 1838, e disse
logo que o melhor Governo do mundo era o de
19 de Setembro, e veja, se quer, que se impri-1 conforme o seu jui/o e prudencia, como o
mao os tpicos dos seus discursos; o outro to-' deve um Delegado do Imperador.
moa assento na Cmara temporaria em 18r'9,ou ___________
18i0depoisde ter aqu, na Assembla Provin-1 duas palavras sobre ocavaco do n-novo
cial combatido o parecer dos Srs. Paula Caval- de 2 oocouhhnte.
canti e Mendes sobre a representacao, que se ; Bem dissemos no precedente ommunicado .
lez contra a le d~
c
ca
ridade.
essa divislo de bravos Pernamhucanos, que nlli
se colirio de gloria sob o commando do Sr. Bri-
gadeiro Jos Joaquim Coelbo ?
Ingratos! ao partido da ordem, que deveis a-
gradecer a salvaclo do imperio com a derrota
de Sabino, vos attreveis imputar aquella des
astrosa rebellilo ? Ou antes merece olio vosso
despeito por esse triumpho ?
Finalmente, nesse artigo o D.-novo resume
por urna vez as suas p< rtences acerca das elei
(.oes, e quer que a Polica ?1 para mos de um
lerceiro neutro afim de conbecer se quem rece-
be os votos da m8oria livremente, dados. A
ceitamos o partido ; mas bem v o D.-noro que
necessario que elle exija do Governo. em no-
me da Patria e dos principios, a demisslo do
actual Chefe de Polica, porque dizer que se-
rlo terceiros neutros os Subdelegados, c Delega
dos por elle propostos, c que o mesmo Chefe
de Polica, alias uns dos Cbefes do club da
praia, be um terceiro neutro entre o partido da
ordem e a pandilha do I),-novo, he urna irri-
slo.
Tornamos a dizer. aceitamos o partido. Fa-
ca o A-nouocom quese demttaoo actual Che-
le de Polica, os Delegados de Goianna, Limo
eiro, Flores, Bonito e Garanhuns, que sao
praieiio- mais pronunciados; que o mesmo
succeda ao irmlo da Sr. Barbota: que nao
nos escandaliso as demissoes, que se derem
com o im de por a Policia em mos neutras.
Bem vemos que o D.-novo esta gracejando, ou
entlo ficou desorientado na contricelo de seus
peccados, e confundido por ver que os seus ar-
tigos e as exigencias das commissoes tem indis-
posto S. Esa. com os amigos das fileiras libe-
raes. O nosso argumento he ud hominem. Nlo
he nossa intenclo pedir demissoes.
No lerceiro artigo o -novo, se admira do
silencio dos partidistas da poltica seguida pelo
Sr. Bario da Roa-Vista, eos conjura 1 pedi-
rem suas demissoes, j que N. Exa., por exi-
gencias em nome da patria, nlo as tem dado,
como quer o partido generoso Diz que o pla-
no dos amigos da ordem vencer as eleicoes.
e depoi guerrear o Governo, e chama u isio
hypecnsia. Este artigo esta em contradicelo
com outro em que se diz que os do partido da
ordem esto, at pelos peridicos, guerreando o
.Ministerio, e se extranha que a Presidencia
consinla assim na libeidade de imprensa.
O ultimo artigo hu comunnicado em defeza
dos Bullanos. I)<-os conserve os praieiros em
tao boas disposiioes com todos os ISrasilciros,
e lance para longe as mesquinhas ideias de bair-
rismo, que os levarlo a insultar tantas vezes o
Bario da Boa-Vista, e acccusa-lo do estfan-
gerista por estimar e empregar alguns Bahia-
nos. Devenios eta conversao ao Ministerio de
2 de l'evereiro. Parece pois que o D.-r,ovo poz
termo a suas exigencias de demissoes; que es-
ta arrependido do attrcvimento com que que-
ra dar lei a S. Exa. e que o Excellentissi-
moSr. Marcellino de Brito ja p< de governar
dos Srs. Paulino o Jos Clemente em darem
o hastio 6 um lerceiro para acensar poli tica
de 19 de Setembro que elles seguirlo. A-
gora Jicamos "Sabendo, que o autor dos artigos
do D.-novo he um bomem que ja em 8,iG
mililava na Cmara sob as bandeiras da oppo-
siclo e que meada a sesslo de 1837 divorci-
ou-se da poltica de Setembro de 1837. Diga-
mos pois duas palavras sobre a sua defeza.
Assim como a Estrella diz o D.-noro, que hi>
amigo da tranquilizado publica O escriptor,
que apona os erros do Governo, para qLeos.
emende. E quem j.i negou esta verdade '.'
Se o D.-novo se tivesse limittado a censurar
os actos que achasse errados do Exm. Presi-
dente nos que nlo estamos encurregados de
sustentar taes actos jamis o feriamos contra-
riado. O D.-novo nao censurou actos notou
deletos, e exigi, que a Presidencia fi/esse o
que elle em nome da Patria quera para vencer
as eleicoes.
Foi este modo inslito este ataque feito
as attrihuices da Presidencia, que repel irnos,
por ser contrario ao systema de todo o Governo,
salvo o principio, dos que lem em poltica por
litros de.preparatorios dos que ensinao ao
Governo, o que sabem os iem'n!.'S de prepara -
torios.
Nega, que seja heresia em poltica a propoai-
cao aventurada e repetida pelo I), -novo de ser
o procedimento do Imperador sujeito ao jul-
gamento do poro no zn cesso eleitoral ; por-
quanto havendo appello naci be.o Impe-
rador quem appeila, e quem vai sei julgado
A pessoa do Imperador he inviolavel esa-
grada: sao seus Ministros os responsaveis so-
nlo legal ao menos moralrnente pelos actos da
Cora. Os Ministros, que para sustentar se no
poder aconselhao a dissolucao da Cmara em
vez de se retiraren em falla de apoio sao os
queconcorrem no tribunal da opiniao publica ,
com a Cmara dissolvida. Entre o Ministerio e
a Cmara, he que a naci se pronuncia. He
um disparate insistir, em que a nuco pr >tr
a fon te de todos os poderes tem o poder de jui-
jar o Imperador que alias he inviolavel e sa-
grado
Ninguem nega, que o aclo da dissoluiao se-
ja su|eilo ao julganunlo mas esse julgamento
recabe S" sobre os Ministros no processo eleito-
ral assim como s aos Ministros he que se tem
feito censura pela dissolucao intempe-liva, tan-
to porque elles a aconselharao como por se-
rem as pessoas, em que recabo a responsabili-
dede ao menos moral dos actos do Poder Mode-
rador.
Sem sermos Redactores da Estrella podemos
defenders rellexoes, queella, e oulros peri-
dicos da ordem tem leito dissoluclo porque
mui claramente dirigern suas censuras aos Mi-
nistros sem jamis se altreverem a tocar, nem
por allusoes na Sagrada Pessoa a que lodos os
Brasileiros devem render culto.
^ s sabis mui bem que os actos do Poder
Moderador pdem ser censurados para correc-
clo dos Ministros. Se assim nao losse como
vos atlreverieis a dizer que foi amaitinada a
C miara dos Deputados de 1849 pelo acto to
Poder Moderador que a disiolveo? Parece
pois, que s ao Ministerio tenis o arrojo de
chamar assassino.
Vossos principios sao, que a Pessoa Inviola-
vel e Sagrada pode ser expressano rilo atacada e
insultada; porque anda, que fallis no Nomo
Augusto do imperador vossos ataques nao aba-
lan o ihrono, que estl assentndo no coracio dos
Brasileiros; que inmigos do Imperador sao
aquelles que querem vingar esses ataques ,
propalando que assim gasta-se o seu prestigio.
Reparai na contradicelo enl que estis, i.s
querensurao os actos do l'o.ler Moderadercom
relerencia oxpressa ao Ministerio, dizeisvi s.que
oflendem o Imperador ; os (|ue alacio e insul-
llo o Nome do Monarcha esses nlo lem < ri-
me ; porque deve-se entender, que falla dos
Ministros; nloexpoem o prestigio d0 Impe-
rador a ser diminuido
lez contra a le da mterpn taclo do acto addi- que o laboratorio da praia adqu.re novas pen-
lonale la loisempre coherente com a politi- as. Ja nlo esrrevem s os ^agi^trados que
:a de 19de Setembro at em oppor-so maio- o D.-novo de 20 de Junho declarou seus He-
idade. dadores nlo bo com os dous Magistrados ,
Naoduv.damosqueseoppozesseaos Minia- que forlo Deputados na legislatura de 1838a ,
() T,l HA M n...!a ,la *!' iue temos de discutir a poltica. Um an- Constituirlo exigi, queella fsse Sacada e a
(; en, o sido nanceas, o da compagina- cao se aprsenla que apparecn em data mui declarou I n viola vei ? Para que proh.hem os
.. deslocado um periodo do presente artigo, remota que he coevo com as instituicOes libe- : regiment, das Cmaras Ugisativ uc JZ
de novo o publicamos a recia maca o do set,a- raes. Que posiclo eicellente Bom exped- Uo no Recinto Augusto da Reprelenlacao
U lil{- eDte ^nmho os Magistrados Deputados fieis Nacional nao se falle no Nomo do Imperador ?
porque esse prestigio no
irasil esta fundado c;n solidas bazes.
Por ventura o Poder Eterno e Infinito do
Dos soflrer diminuidlo com as palavras, dos
que blaslemao contra a Mageslade Divina? Mo
cortamente. Mas por isso deixa de ser um cri-
mea blasfemia ?
Se a MagesUde Divina, que nada pdesof-
frer da maldade dos bomens deve todava ser
acatada e receher tullo, como nao he necessario,
|" se ponha livre de toda a censura, de todo o
ataque a Mageslade humana, para que seja
acatada por seus subditos para que elle* cada
vez mais se convenci de sua inviolabilidades
Se o Nome do Imperador pode virsempre as
discussoes da imprensa se de sua Pessoa pode
ludo di/er-se sem risco le gaslar-se o prest
gio, indspensavel Monarcbia para que a


r
.A P'iiD lie simples., nem a Consliluicao foi
redigida neoj esses relmenlos adoptados por
"i ilfi nrp n
i
Estadis-
tas, que lem em poli tica por lie rus de prepa-
raron'*
O D.-novo de Sabhado nos quii lar explica-
do de como o gabinete actual be dos seus prin-
cipios,'o depos de nos dizer que segu ludo
quanto he bom, e detesta ludo que be meo
(o que di/.em todos quando se defendem), nfr-
ma que < gabinete de 2 de Feven iro sabio do
6uis fileuas, e considera lodos os Brasileiros
com os mesmos di re i tos.
Com estas vagas assercoes.e nlgumas eviden-
temente falsas, entende o contemporneo que
explicou os seus principise a identidade del-
les com os do Ministerio actual,
Quaes forio as fleiras do I) nono, em que
esliverio antes de subir ao poder os Srs. Al-
inela forres, Coelbo e Ernesto ? At o im de
18*3 nos os vimos com os Ministerios de 23 de
Marco 20 do Janeiro Serio a fleiras da,
maioria, quo apoinu estes dous Ministerio, que
o I) n< vo chama suas P
Muito confia u l> novo na nossa falta de
memoria para assimescarnecer dos leitores n'u
ma questio seria, cm que se trata dos princi-
pios do Minislcrio.
Neua o h. novo qu siga n mxima de
Quem nao he por n$, lie. contra nosPois nao
fui com esta mxima que elle autorisou asexi
gencias de demissSes ? Se nao he sua lha lidi
na, niio sera ao monos ndnpliva 7 Ni o o-l ire-
mos lercthrados de suas palavras nesse mesmo ai
liso, (liando quer explicar? Se nao negu esta
mxima, como beque no mesmo numero de
Sabbade insiste pelas demissSes, o Corea a sua
exigencia com o argumento deHuei nao he
por nos he contra n< s ?
Rcpellindo i, I) -novo de si sornelhanlo m-
xima, diz quo ella he tirada do ou nos ou ros.
que os peridicos da ordem teem proclamado,
como ii'ii manifest de guerra, como a legenda
il> bandeira da opposicao actual.
' ambem nao lia nisto exactidio. Os peri-
dicos dn partido da ordem tem commenladoes
tas palavras. que o Sr. Coelbo Ministro da
Guerra proferio ni ('.amara temporaria quando
ameacou-a com a dissolucio, so ella Ihe nao
desse urna decidida o compacta maioria. Foi o
Ministro da Guerra que deo o gritode Nos,
ou vosTanto essa ii\ isa he da vossa handeira,
que queris a demissio de lodos os empreados,
que pensio diversamente.
Comprometteiso Ministerio emsustentardes
que a poltica do conciliacio quo el o proel ima
est na demissio de todos os empregados, que
esse he o principio do Governo actual, eo co
rollario da poltica de conciliacio, que na de-
missio dos empregados be que o Governo de-
senvolve o seu principio do considerar lodosos
Brasileiros com iguaes direitos.
Pie'.en leis transtornar todas as ideias. Os
homens de sonso dii8o quo as deinigsocs assirri
geraes | or cans d >s opiniSes cunstituem a po-
ltica do reaccio, de exclusivismo : vos susten-
tis que ellas sao o corollario da poltica de
conciliario, e de chamar todos os Brasileiros a
i la do tlirono para gozaren) de seus direitos
Exigs que at os Subdelegados, o Inspecto-
res se dimitlo para poder julgor-se o partido
igual. E para que mios passa a Polica ? Nao
Publicistas depois dos preparatorios, ha do por-
ceber que a Pessoa do Monarcha nao che-,) o
desardesteoa d'aquelle Minist rio, d'amou
d'oulro individuo, que successivamente desee .
ou solio administradlo do lisiado. Compro-
IMPORTJfJO.
Adrien $ Marte ; brigue francez, vindo da
Cette, eiitradu n correte mez( consignauo
N. O. Bieber & C. manifestou o seguinte
2'i-O pipas vinlio ',',{) meias'ditas dito, 20
meltom a Monarchia os Soberanos que tomio a quarlolas dilo, 30 barris dito 6 quartolas vi-
si os actos do seu Governo, quo apresentio sua \ negro 100 caixas vinho *200 ditas sabio ,
pintado em (rente, e assim tomio a responsa- 200 ditas aseite 3 ditas agoa de Colonia, 1
bildade, que nao devo ao seus concelhciros, bah calcado; a N. O. Bieber &C.
ou c mpromettem-na os seus subditos que pro- ----------------
ter par/e de-seu carregamestn prompto; quem
quizer carregar ou ir de pessagem, para o que
tem bois commodos dirija-so a ra da Cadeia
[do Recife loja de fazenda n. 37.
curio inculcar quo o Monarcha. pessoalmente ni
causa de todos esses actos, eosiancio a conta
da propria vontado descoherta deyutra respon-
sabilidade,
-'nrnn1
l^orr'jXHideiic.t.
AO COMMUNICANTE no DIARIO M. 172.
Srs. Redactores. Tendo lido em um com-
municado do Diario&a honiem urna tirada,em
que o seu autor diz que tonta a vallarles:*
lempostonebrOSOS das Presidencias dos Carra
/Ao, Zeferinos dos Santos e Tarares de Lira ,
em nome delta, e doGoierno demittia empregados
probos, suspenda Magistrados, e deprtala
cidadSos pacificase innocentes ; e nao pudendo
ileixar de reconhecer que bem tenebroso era o
lempo em que fui enea regado da Presidencia
ili-Stn provincia pelos anteriores bem recentes,
o desastrosos aeontecimentos que extinguirlo
PIl'.gA 1)0 RECIPE 3 DE AGOSTO DE 1844.
Revista mercantil. .
Cambios Roliverio Iranzacdes ao cambio de
28d.p. rs.
Assucar Pequeas entradas o poucas Iran-
zacdes
Algodao As entradas torio regulares e effec
lurio se vemlasa4i>600 rs. a arrobo.
Couros Sem alteracin.
Agoa raz Venden-se a 200 rs. a libra.
Carne SCCC8 O depozito anda por 21 ,000 ar
robas da do I io Grande, e as vendas
de8300 B2i500rs., e nao hade
Bueiins Avies.
Espingardas lazarinas Vendrio-se de i200
a 4*400 rs.
Earinha de trigo Chegou umearregamentode
050 barricas: o depozito em primei
ra mo anda por (i.000 barricas e
as vendas de |;.> a 18.) rs. a nova e
11. a 1 > rs. a ralba.
is lorcas de (ropa de linha e milicias da oda- Maotega Vendeo-8e a 840 rs a libra da in-
do do Recife ; comludo nio me lembro, nem Jc'8; e d 3:i a3s0 rs- a rranceza
me constou nunca quehouvessetriomviratoquel ^'assas ^j"',ia'
de (littisse empregados probos.suspendesse Ma- uas '^t,m-
estrados, edeportasso cidadios pacficos, an- \PotMM A da America wndeo-se de 16(
lessim me record de nao ter cedido ewcen- Isl>ro. o a da Russia de 2
Ai Ixver os.
00 a
oO
a -J80 rs.
| SabioVendeo-se a 140 rs. o do Mediter-
rneo,
em,Lvida os que teem t implcita m luj0| Sl estrangeiro He olTerecido alHOOrs. o
quanto se publica as tullas, militas vele* s L, j''^8.1^: ,, ,, ,AA
nelo oslo que Ibes causa a maledicencia, e ou ru<"'nho de ILisboa Vendeo-se de 6i .00 a
/^J00 rs a arroba.
lias loueas, que se me (zorao. Preciso he
portanlo que o autor desse communicado ex- j
nonh i todos esses tacto, para que nao fiquem !
ros porque julgao exultarse a si mesmo. ou
i outros abalendo aquellos a quem nao silo
afeicoados. Dignem se pois, Srs. Redactores,
le publicar esta minba exigencia o mais breve
que Ibes for possivel, pelo que Ibes (cara agra-
decido Seu &c.
Manoel Zefer ino dos Santos.
FJM
Publcamelo a pedido
Em cumprimento ao despacho cima cer-
lifico que o theor da Ordem pedida por certidao
he o seguintc =:Manoel Alvos Branco Presi-
dente do Tribunal do Thesouro Publico Na-
cional, om conformidade com o Aviso da Secre-
taria de Estado dos Negocios da Justica do 19
de Janeiro ultimo, e para evitara doplicacio
do pagamento de Ordenado aos Jui/.es de JJi-
reito nos casos de remocao de urna pira oulra
comarca, quando o removido se demora em to
mar posse da nova, ou porque tenba oblido i-
mesmo legtimo i declara ao Sr. Inspector da
Thesouraria de Pemambuoo : 1., que o Juiz
le Direito removido d(e entregar a vara aoseu
uecessor ou substituto loo queliverco-
nhecimento official da remocao e perde o direi-
to a percepcao do ordenado at a posse da no-
a comarca (salvo obtendo do Governo deS.
he para a dos individuos de. vossa eic,8o,propos-
tus pelo Chefe d Polica vosso partidista ? E I Mgtade O Imperador licencacom venc.me
Como assim ilizeis que nao exigs que.a torca j
publica venba em vosso neenrro as eleic5es?
X lo pudendo o l> -novo desi olear a sua he-
resia poltica do ficar o M<>i>aicfia ein posico
diffictl, de arriscar ou compromelter a Monar-
chia se dimitlir os actuaos Ministros e cha-
mar ao poder outros da poltica dos que forin
demillidosem Janeiro, incite ocaso a bulla ,
e refuta com a negativa de loa /, e quenada
tem com isto a invio abilidade do Imperador.
Pois suiba que a inviolabilidade musiste em
nao sel nem ante a opini o publica ou do Par-
lamento responsavel o M< n .riba pelos actos do
Poder Moderador, em ser-1he lvre demitlros
Minisrostiesta, ou d'aquella poltica echa-
mar ao poder siiccessivamenle estes ou aquellos
individuos sem comprometter a sua Pessoa ,
nem a Monarchia. porque todas as consequen-
ciasdestes arlos reflectem somonte sobre os que
se ai bao nos seus concelhos.
A inviolabilidade do Monarcha comiste om
quo elle jamis se ulga estar em antagonismo ,
nem identificado! com os seus subditos ou os de-
nuda, ou os nome para os altos car os.
Assim como nao foi desairoso ao Imperador
nem comprometteo Monarchia a nomeacio
leita em \\ do Ministro da Marinha que foi
demittidoem 1841, da mesma sorle podemser
(llamados ,,o poder tanto os 0Uros ri,helaos que
forSo demillidos em Marco de I84I-. como os
quedeixario o governo em Janeiro de 1843 ,
el8H.
Oiiem entender algum i de politi
do syaleiua represontalivo, quem Uver lido os
to de ordenado ) : 2 o. que salvo esse caso do
lirenca do Governo, nao tem tumbem direito ao
ordenado do novo lunar se a posso d'olle nao
lAr acompanbada de immediata residencia e ef-
fectivo exercico do emprego, nao bastando
para a percepcao do ordenado a posse por pro-
curador: 3 *, que mesmo no caso de licenca de-
ve cessar o vencimento do lugar, que deixa lo-
go, que o successor tome pnsse : 4.*, que os
Juizes Monicpaes. que subslituom os de Di
reilo. nao pdem percebor o ordenado (Pes-
tes senio quando os mesmos Jui/es de Direi
lo tirio privados de o recebar nos casos cima
figurados ou em outros semelhantes, de nia-
neira que nunca baja duplicaciode pagamento
lo mesmo ordenado Thesouro Publico Nacio-
nal em28de Fevereiroda 1814. = Manoel Al
res Urano. Passo a prsenlo por mim smen
te asignada .Secretaria da Thesouraria da Pa-
zendade Pernambuco, 25 de Abril de 1844.=
Joaquim /'raitctsco faslos, Oflicial Maior.
c
Alf andera.
liendimentododia 3....... .. 12:361.)770
flescarref/Qo hoje 5.
Hrjgue Concetco de Mana diversos g-
neros.
Brigue francez A J, Mana dem.
I una inglezaInrincihle carvao.
cricanofrasiliense = farinha.

Yinho dem de 112j 8 1 li'iJ rs. a pipa do
de Plil! de Lisboa: um carrosa men-
t de Cello loi vendido a 70. rs. ,e
exstem por vender 200 pipas do do
Lisboa.
Vellas do Espermacete Vcnderao-se a 760
rs a libra
Entra'rio durante a semana 10 embarcaQoes ,
esabiraoO: exstem no porto 3,'i a saber 1
americana 21 brasileiras. 3 Irancezas 6 in
gle/.as, 3 portuguezas, e 1 sueca.
Movinicnto do Por I o
[Vavios entrados no dia 3
Ass ; 14dias, brigue-escuna nacional llen-
riqueta de 134 toneladas capilao Anto-
nio de Azevedo equipa ge m 12, carga sal:
passageiros. Jos Leocadio l'erreira da Cruz,
Jos AlTonso Macedo Brasileiros.
S. Matheus e Hiode Janeiro ; 12 das hiato
nacional Itom Jess dos Navegantes de 40
toneladas,captio Manoel Eerreira Marques,
equipagem 6 i au; farinha
Porto ; 6o d^as bri uo portuguez Ventura
Flix, de 210 toneladas capilao \nlonio
Francisco dos Santos equipagem 22 car-
ga differentes gneros : passageiros Luz
Jos ourigues Jos Moreira dos SaDtos ,
Antonio Augusto do Amaral Cardo/o Jos
de Fretas Bbeiro Jos de Olveira Por-
tuguezes.
Navios entrados no da 4.
Caravellas; 10 das, sumaca nacional 5. /(o~a.
de i>6 toneladas, capitioJoio Manoel de Pa-
ria equipagem 7 carga farinha.
Pi de Janeiro : 19 dios, sumaca nachnal Pe-
rola de 138 toneladas capilao francisco
da Cunba equipagem 13, carga varios g-
neros: passageiros, l)r. Jos Joaquim Jeme-
nianno de Moraes Navarro e 3 cscravos o
Contador Francisco Ludgeroda Paz. o 1 es
travo, Joaquim Alexandre Carneiro da Cu-
nda Jacntho Jos de Mello Salgado. Bra-
siloiros; Auna, parda (liberta) e o puso Leo-
poldo, crioulo, a disposcio do Chefe de Po-
lica.
Copenhague; 40 dias, brigue dinamarquez Co-
lebri, de 260 toneladas, capilao Houncterg,
equipagem 12 carga lastro.
Navio sahido no mesmo dia.
Rabia com escalla por Una; hiato nacional Ma-
rio capitn Aurelio dos Santos Lopes, car-
ga varios gneros.
Avisos martimos.
1 Pura a Pabia sabir no dia 6docorrente
o brigue americano Prusiliense e lenjexcel-
lontes commodos para passageiros. (3)
l O hiato l'lvT de l.arangeira sai para o
Aracaty com a maior brevidade possivel, por
1 = Continua se a vender toda a quantida
de de bons malcriis lano por milbeiro como
u retalho, lijlos de ladrilho etelhas, alvena-
ria batida, tapamenlo, grelbas; o outras qual-
lidadcs ludo de bom barro o s-1 comprometa
por na obra por preco mais rasoavel do que ou-
tro qualquer ; noarma/.em pordetraz da ra
do Caldereiro; de Francisco de Amorim Lima,
e como tambem no mesmo aeseja-se fallar ou
saber das moradiasdos Srs. abaixo declarados a
negocios de seus interesses; Antonio Coelho da
Silva, Antonio Francisco Carneiro Monteiro ,
Anlanio Alves a.\ Silva. Antonio l'erreira de
Souza, Antonio Manoel Estoves, Antonio Alves
i I.ima, Alejandro (ion,es Das. Anill da Silva
I liego, Andr Acbioles, Vdrianio N asconcelios,
[Candido Vicente Fernandos Cypranno Anto-
nio da Bocha Carlos 'anoel da Silva Campos;
Jnior, omng los 'las Noves, Evaristo
Ferreira de Araujo Francisco Perera Pinto
Cavalcante Francisco 'achoco de S Fran-
cisco Ignacio da silva Francisco vntonioda
Silva Bizarra, Felippo Carneirod'Olinda (.am-
pollo (iorlrudes .Mari da Silva JoSo Rodri-
gues Coelbo Joio Baptista Ceno da Silva ,.
Joaquim Pinto Brasil Joaquim Jos l'erreira,
sem ser o imprensario ; Joaquim Perera dos
Santos, Joaquim de Souza Ferreira, Jos Joa-
quim de Barros JosVieira Rodrigues, .los
Bodrigues Leilio Jos,' do O' -'os Joaquim
do Santa Anca No, Jos (ionios de Mello, Jos
Gomes da Silva Jos de Almeida Lima .los
do llego Gomes Jos Joaquim de Oliveira
Goncalvos, Jos Baptista (jomes, .los Fran-
cisco dos Sanios, Igoacia Mara Bandeira,
Luz de IVIoura Achioles, Manoel do O' Rodri-
gues de \zevedo Manoel Alvos Cavalcante ,
VlanoolJos doFonles Braga, Manoel de Je-
ss Barrlo. 9)
1 Na na do Rangel numero 34, copia-
se sen toncas processos, o todo papel judicial ,
ou qualquer eseripturacao, com muita boa le-
tra, preco commodo, abastante brevidade. (4)
2Na noile dodia 31 do mozp.p., pelas
10 horas, loi encontrado vagando pola
ra do Sebo um cavallo de carga com ranga-
Iha e cassoaes : quem athar-se com direito ao
mesmo dirija se ao Inspector de quarteirfio da
Tiempo. (6)
2 Precisase alugar um sobrado de um an-
dar com commodo para familia e loja para ne-
gocio prga-se bem sendo as seguidles ras:
Dnreita, Livramento, pateo do Terco: quem
tiver anuncie. [o)
2Arrenda-se o segundo sitio que ica a
esquerda ao entrar no hoco que ha na estrada do
Ponibai muito leznho a esta cidade com ca-
za do vivenda copiar alraz hum (|uarto ao la
do boas trras de plantar o com bastantes
arvoredos de Iruclo ; quem o quizer dirija-se
a o mesmo. (7)
2=0 Senhor que se tem oflerecido a tra-
tar do algumas dependencias judiciaes no Rio
Formoso queira annunciarsua morada, ou
dirigir-so a ra Imperial n. 61. (4)
2 Preci-a so de seis a selle contos de ris
a premio de um por eento pagando-se iodos
os me/es o da-so para seguranza predios e es-
cravos; quem quizer annnucie por esta folha.(4)
2 I'urlouse na noile do dia 2 docorronle
nos arreciles lugar onde se lira podras para o
arsenal de marinha sote pcOes duas ala-
vaneas, duas (iinhas um marrao a pessoa
que souber ou Ihe for oferecida dirija-se a
rua do Santa Hita n 20 que ser bom recom-
pensado. (7)
1Joaquim Gomes da Silva subdito portu-
gUO, retira so para o Pi (le Janeiro. (2)
= Tendo desapparecdo urna leltra de 700
is., saciada pelo Sr. Joao Manoel ("oulinho,
[em 30 de Abril contra Paulo Pereira Si-
mos, e vencida em 30 de Julbo do corrente
|anno(comoja o saccador fez ver por esta fo-
; Iba na occasiio quo a pi nleo previne-se a to-
Ica e qualquer pessoa a quem a dita leltra soja
; apresentatla, nao faca com ella negocio algum,
| ois seu pagamento se ai lia ultimado desde o
(lia do seu vencimento bom explcito o auten-
tico, para tomar millo qualquer roubo que se
Ihe queira fazer para o futuro.
I- No dia 31 do passado do Candar da
casa n. 2i do Atierro da Boa-vista,turtrio um
dedal de ouro posando cinco oitavas, com
duas serrillus lingindo zabumbas, entre as
quaes se acha o nome da dona,Clara Pinto de
Sonsa; julga-se que foi furtado por urna preta
que vemleo bao anas: nossa oeoasifio;poilanto pe-
de-se a quem achal-o ou fr oferecido, de
restitul-o. assim de dar qualquer noticia, quo
a respe i to souber na misma casa ou no Alter-
ro da Boa-vistan., 24, 2. andar.



mtmm
4
l^!ar*Wg11-lWiiac.-<.>/Maj;iijM,MJii-jiCH"i,i|P.v^J<[
mrtr.: t*wvrr.i0nmamti >i
Etoga-seao Sr. I). J. V. queira ir pasar to da escrava preta crila-Monodia qne foi de
8 quantia do 4(1/610 rs que ji ha muilo he Joao Jost-,lo Moura a qual vendvu a Jos da
devedor m, |..j*l pnrcn rta Independan ns. "Silva Boteho dosta eidadc por que a dita es-
la 18, isto no praso de 3 dias, do contrario ,. l___.......,.......... ,. V. ^
sori ,, Cll nn......,nl.......J "Jp1, !' "M UCI l iUUUTa 80 ailllUII
ser o seu nomo publicado por extenso. .
- Aluga-se urna casa torrca na rua atrada ^ P<>r escnptura pubhca.este oblando do
lili/ *t\ nt-|.li rmiiindn .,,.- J._- ....,.... ...
matriz da Boa-Visla, a tratar na ra do Ca-
maro n. 7.
1 Aluga-se o terceiro andar da casa do
Atierro da Boa-vista n. 34 e luja do sobra lo
dos Quatro-cantos o. 1; a fallar com M. C S.
Carneiro Monteiro. \
1 Precisa-se para um engenho distante
dosta prarn oito legoas de nina senhora,
maior de 30 annos quo saiba bem escrever,
cootare cose bem que hupara servir de Rios-
tra a una menina ; a quem convier, dirija-se
a rua estreita do K osa rio n. 31, terceiro an-
dar. ;
1 Acaba de sabir a luz a nenella As des-
granas do amor, <>u memorias de urna Austra-
ca traduzida sobre terceira edieo do alie
mo para raocei por madama de Teucin e do
francez para portu'uez por Gaspar da Silva
Fros ornada com urna estampa lithografada
pelo primeiro litographo e retratista do l'er-
namuco o Sr. Antonio J >>: Tenan,les Guima-
res ; vende-se na praca da Independencia ns.
6 e S na ra do Collegio esquina do pateo
de palacio, e na ra das Trincheiras n. 15;
polo preco de uOO rs. (12
Manoel Francisco Coelho laz sciente ao
publico que contina a acceitar alumnos para
sua aula de grammatiea latina e portugueza ;
quem se quizer utilisarde seu prestimo diri-
ja-su a sua aula e casa de sua residencia ; na
ra estreita do Rosario n. 15, primeiro andar.
"Sr. Francisco Casado Lima queira man-
dar receber em casa de Domingos Jos Vieira ,
na praca do Commercio n. 6 una lettra de
101 '3 '7 rs. acceita pelos Srs. Ambrosio Ma-
chado da Cunba e Manuel Cavalcanti de Al-
buquerque visto a nao ter mandado receber
em 11 de Junho do correle, dia em que se ven-
ceo,
Precisa-se de orna mulher para ensinara
urna mulata a engommar em casa de sua se-
nhora ou por todo dia ou as horas que
tratar; na ra do Aguas-verdes, sobrado n. <>t.
Aluga-seo armasem da ra do Amonio
n. U; a tratar na ra da Praia n. 22.
D-se dinheiro a juros com penhores de
ouro o prat.i mesmo em pequeas quantias ;
na ra da Praia n. 22.
1A pessoa que foi a ra do Rangel n. 45
para comprar o descobrimento da America, sen-
do que anda queira pelo que offereceo, pode
ir buscar. ',
1 Aluga-se urna casa na ra da Concordia,
ou troca-se por urna maior as geguiotes ras ;
Uireita.Cruzes, Hurlas, Aguas-verdes, pateo
do Carino e S. Pedro ; a tratar na ra Augusta
n. 14. (5
Aluga-se urna canoa de dous mil lijlos ;
no Atierro da Boa-visla n. 24.
Precisa-se de oito sacadas do pedra de
qualidades, em bruto ; na ra Bella sobrado
n. 37.
Quem precisar de urna crioula moca, com
todas as habilidades para o servico interior de
urna casa, dirija-se a ra da Conceico da lloa-
vista a fallar com Rufino Comes da Fonseoa.
1Precisa-se do dous oficiaos de marcinci-
ro quesejioperitos ; na ra Nova, loja jun-
to a groja da Lonceicao.
Juizdo civeldasegunda vara desta mesma ci-
dade mandado d'aresto para sor leito em a di-
ta escrava o Botellio oceultou a dita escrava. (10
2- A pessoa que annunciou por esta lolha
querer sucia.- em um armazem de molliados,
I dirija-se a ra da Penha no segundo andar
n. 6. (i)
2 ^ luga-se a dous pretos para todo o servi-
do annuindo-se a qualquer condigao ; a tratar
na ra da Madre de Dos n. i. (3)
2Aluga-se o primeiro andar da casa o.'4
no largo do Corpo Santo, pronrio para qual-
quer escripto'io ; (|uem o pretender pode diri-
gir-se a mesma. (4)
2 Madama Lavcssirc modista (ranceza ,
faz sciente ao respeitavol publico que comprou
o estabelecimento de Madamoiselle Debrusse,
na ra estreita do Rozario n. 19, aonde so
acha prompta a lazer todas as qualidades de
modas pelos melliores igurins chogados de
Frange: todas as pessoas que de seu prestimo
precisarem podoro dirigir-se a mesma casa
12 que ser servidas com toda a promptido e
(10)
3
aceto.
2-= O abaixo assignado faz publico que
tem competentemente autorisadoao.SenliorFelis
Bizerra de Mello l.eitao para cobrar as divi-
das de receitoario que tocarn ao abaixo as-
signado na dissoluco da sociedade sob a firma
de Hartholomou & Ramos.
Jos Mara (onealves Hamos. (7)
2Aluga-se urna caza cita na ra do Cutu-
vello n. 81 com duassallas.'dous quartos, co-
zmha fora, quintal murado com sua competente
ca imba de boa agua os pretendentes dirijan
se a ruado Rosario estreita segundo andar n. ;I0
que acharo com quem tratar. (6)
2 Luiza Maria de Mandones fa cente que
no se responsabeliza por qualquer quanlia
que Jos Caetano Tcxeira ten lia leito por seu
nome. (4)
5Johnston Pater & C. teem constantemen-
te fl venda taixas de ferro batido e coado mo-
endas de forea de 4 a 0 ca valles baix e alta
prcsso ludo por proco commodo : na ra da
Made de Dos n. 5. (5)
0 Madama Maria modista Franceza mo-
radora na ra do Rozario-estreita n. 19, ten-
do de relirar-se para fora do imperio avisa
por isso a seus fregue/cs que Madama La ves -
sier desde o dia 8 do crreme fica substituindo
seu lugar de modista; c espera por isso que
seus freguezes Ihe continenla dar aqueile acol-
Ihimento que al aqui davo a dita Madama
Maria, e visto dita Medama Lavessier ser
muilo boa modista como podera mostrar em
quabjuer obra de quoseja incumbida. (11)
8O agrimensor, abaixo assignado, olereco
os seus serviros s pessoas que tiverem proprie-
dades demarcar e afianca a mais escrupulo-
sa exactidao e o maior zelo no deseinpenho da
sua arlo ; devendo todos os que do seu presli
mose quiztrem utilisar,dingirem-.se (porcaria
construido em Baltimore das mais superiores drafa do Commercio n. 6, cpotioa-se a vender
madeiras, forrado o enravilhado de pobre he o precioso vinho do Porto de 2o almos,, em ca-
urna das mais velleiras embarcacoes que dos x'otes de duas duzias de garrafas.
gtadn*-Unidos teem sabido ; a tratar com es Vcndem-se bkhas e superior quulidade
seus consignatarios L. G. Ferreira & Cumpa- por pre?o commodo; ra do Aragao ; botica
nbia. (6 n. tU.
2Vendo-so urna morada de casa de um an- 1 Vendem-so duas escravas urna criou-
dar na ra do Fogo n. 5 ; a tratar na ra da la que engomma bem be perita rosinbeira
Cadeiavellia com Jos Antonio Basto (3 elavadeia ; ea outia parda cosinha, la
2 Vendem-se ricos apparelhos de porcela- cose, dfl 25 anuos, ao comprador se dtr o mo-
na para cha ditos estampados de differeiites tlvo da venda; na rua da Madre de Dos n. 28
cores ditos de mesa os mais ricos possiveis 1Vendem-se superiores caivetes finos d
terrinaslinaseordinarias.de todos os tama- molla, qne em se metiendo a peona sai esta
nhos vasos para llores arteficiaes ou naturaes, peleitamente aparada ; na rua do Cabuga, lo-
ricas carrafas compnteiras copos e clices de ja de miudezas junto da do Bandeira.^ ^
cristal, mangas com peanhas para imagens, de 1 Vendem-se multo bons bezmos rance-
todos os tama nhos, urna porco de vidros do toa, por prejo commodo ; no Atierro da Boa-
Ua a 'i oncas para botica globos e vidros pa- vista n. 2i. 3
ra candieiro de qualquer lamanho e tornos do 1 Vendem-se 3 vaccas sendo urna com
copos de medida ; no Atierro da Boa-vista, lo- cria; duas novilhas e um boi de carro ; no At-
ja de 5 portas n. 02. ierro da Boa-visla n. 24. 3
2Vendem-se borzeguins gaspeados para V1 Vende-se urna negra de 18 anoos, de
homem e senhora sapatos do lustro marro- bonita figura sadia engomma, cosinha, e ho
quim, durnquo e de tapete ditos de urna o boa lavadeira; na rua da Cadeia de S. Antonio
duas palas de bezerro francez para homem, bo- 11. 25. porcima da fabrica de chapeos. 4
tins dito sapatos de tapete para homem, bor- Vende-se os diccionarios grandes de inglej
zeguir^s de cores a 1760 rs. sapatos inglezes por Vieira por 24# rs. ; na praca da Inde-
de entrada baixa ditos de orelha e do costura, pendencia loja de litros.
muito Irescaos e chegados ltimamente pelo Vende-se um rico adereco com 2d brilhan-
ultimo navio : na rija da Cadeia do Recife, lo- les eoutros mais de viversos gostos ; assim
ja de calcado n. 35, defronte do cambio. 10 como lodas as obras pertencenies a orives; na
2 Vende-se arinha de mandioca de su- rua do Cabug n. 3.
Vende-se urna moleca de 14 nnnos por
Aluga-se urna casa terrea na rua do Co- ao mesmo abaixo assignado na Rua-direita
ti!' 1 ..;i. ,'i, .. .1 '. niiAfto *!>(.. 1 1 .**a > __
tovello com duas salas 4 quartoa cosinha
fra quintal, cacimba sendo do lado da som-
bra n. 7; a tratar na casajunto a mesma que
mora osnr. Pereira, ou na ruadoCabug, loja
junto do I'.a 11 I,'ira.
A casa de pasto da rua das Cruzes 11. 33,
acha-se de novo abertae mijnlrtji de um excel-
lenteCOSiobeiro ; na qual alem de comida dia-
na se fara com toda promptido e aceio bons
petisros ; assiin como tambem se encarrega de
mandar comida lora ; nos domingos e dias san-
ios haver mao de vacca com toda a perfei(2o.
Qualquer commandante de embarcacao-,
quetenha de lser viagem para Lisboa, ou Por-
to e precisar de um cosinheiro e hom padei-
ro, dirija-se a rua de tlortas n. (8 pois para
este servico e mesmo trabalhar excepto lardar
e ferrar se offerece um Portuguez quo nao
quer paga maisdo que a passagem gratis.
1 Aluga-seo segundo sitio que fica a di-
reita do beco que ha na estrada do Pombal, mui-
to perlo da praca com casa de vivenda ca-
cimba, com boa agoa de beber, baixa para hor-
ta bastantes arvoredos de fruto cierras pa-
ra plantucoes ; a tratar na rua de S. Rita, so-
brado de um andar n. 18, ^7
Aluga-se o sobrado de 3 andares o soto
da rua do Viga rio n. 15 preparado de novo ,
proprio para residencia de qualquer negociante
por ser prximo da alfandega o dos trapiches,
por preco commodo aluga-se todo, ou cada
andar de per si ; a tratar no Atierro da Boa-vis-
ta n. 42 segundo sudar.
2O Sr. que pretende comprar urna casa
terrea na rua de S. Rento ou na da Boa-hora ,
sendo queira na rua doCoixo, com muito bons
commodos, dirija-se a rua da Cru/. n. 26, ven- ,. ,
da de S Araujo \ Irmaos ou em Olinrla, nos j cl0"a.1'
Quatro-cantos a tallar com Joa Luiz Manada. nur,cle-
2 Aluga-se a casa n. 7 da rua do Palacio
velho defronte do theatro novo ; a lratr na
rua da Cadeia do Becilo n. 40. 3
1 Jos da Silva Morcira annuncia ao publi-
co que iingueui faca negocio algum a respe i-
sobrado n 121. Joaquimda Fomeca Sita-
res de Figuei'edo. (O)
5 M.c-Callum $ Coinpanhia respetosamen-
te avisfio aos senhores de engenho e ao pu-
blico em geral que na nova rua do Brum quo
passa por detraz do Arsenal de Marinba teem
estabelecido urna ferrara ( sendo a ultima do
lado do poente da mesma rua) onde latem
cavilhSes, atracadores, parafuzog de apeitar e
outras fi riagens para engenho, eixos trilhos e
outras ferragens para carros pa rabizos e por-
aas de todos os tamanhos ferragens para na-
vios, varandas, portees, carros de mo o todas
as mais obras de.Jcrreiro; p como os seus appa-
relhos rentemente chegados de Inglaterra sao de
primeira quulidade, promettem agradar as
seus freguezes tanto na qualidade da mo
d'obra como no precoe promptido. (!(j
upras
2 Compro-se dous rees com seus tor-
eados em bom uso ; na rua da Cadeia-velha
D. 48. (3
Compro-se effectivamenle para fra da
provincia mulatinhas crioulas, e mais escra-
vos de 13 a 20 annos pago-so bem sendo
bonitos; na rua larga do Rozario D. 30 pri-
meiro andar.
1Compro-se ellectivamente potesde gra-
xa vasios ; na rua do Queimado n. 61.
^ Compra-se urna escrava quo se garanta
nao ter vicios e que saiba cosinhar o engom-
mar perleramente ; no pateo da Penha n. 4.
1 Compra-se urna farda para guara na-
que esteja em bom uso; quem (ver an-
ta
n
3 Vende-se o briguc americano Brastlien-
y novo, sendo esta a sua primeira viagem ,
perior qualidade chegada da Baha, a 2 i 00
rs. o alqueire da medida velha ; a bordo da
lancha Flor do Mar, fundeada defronte da es-
cadinha do Passeio. fo
2 Vende-se urna casa na rua da Praia n. 17,
travejada ladrilhada com 101 palmos de
fundo e 27 ditos de largo, livres de paredes,
com quintal de perto de -J00 palmos, onde tem
um bom lelheiro sobro pilares, e poco com
boa agoa ; este predio he proprio para qual-
quer estabelecimento que precise de embar-
que a toda hora por ter laes proporces ; a
tratar na mesma ou com Ileiculano Jos de
l'ieitas, na rua do Queimado. ;]()
2 Vende-se, ou aluga-se urna canoa nova ,
que conduz 35 a 'i0 pipas de agoa ; a tratar no
tanque d'agoa do Silva Cardial. 3
Vende-se para fra-da provincia urna ne-
grinha de 15 anuos cose engomma o trata
de urna casa de bonita figura ; na rua da Flo-
rentina n. 2
Vende-se um sellin inglez patento com
pouco uso lendo todos os prepares ; na rua
Augusta n. 5.
Vende-se azeite de coco de superior qua-
lidade a 2240 rs a caada e a 30 rs. a gar-
rafa eurn viveiro proprio para criar canarios;
na rua do l.ivramento venda n. 3.S.
Vende-se um transelim fino com passa-
dor proprio para relogio, um annelao com
um grande diamante um alfinete com dia-
mante para abertura Indo de bom ouro e por
preco commodo ; na Solidado indo pela Trom-
pe n 50.
Vende-se farinha de trigo da marca SSSF ;
no armasem de Antonio Annes no largo da
Alfandega n. o.
Vendse urna negra da Costa, boa qui-
tandeira na rua do Aragao n. 9.
Vendem-se superiores charutos feitos na
lena do melhor fumo da Babia a (40, 720 e
-S00 rs. ; na rua da Cruz n. 20.
Vende-se urna negra de nacao Angola, co-
sinha e he boa lavadeira e quitandeira ; na
rua da Cloria n. OS.
Vende-se um par de casticaes do praia sem
leitio urna gargantilha de bom ouro e de gos-
to moderno ouroeprata en barra transe-
lins, pares de brincos com diamantes e de di-
versos moldes, anneles medalhas com dia-
mantes enlejese figas para cinteiro de me-
ninos cordes de diversas grossuras urna
caixa renlinhas modernas para relogio um relogio
de calza de prata, sabonelo inglez, um resplan-
dor cuma bandeira de prata para menino Dos,
pares de oculos de grao, com arma cao ; as
Cinco-pontas n. 45.
1Nendem-se muito boas thesouras de
Hamburgo grandes para chapeleiro ou al-
fa iate e urna para ourives, ou latueiro um
joco de bancas de Jacaranda e ptimas bichas
de Hamburgo; na rua ireita, loja de barbei-
ro n. 123. (6
Vendem-se as seguintes novelas; Camilla
ou a subterrneo, Paulo e Virginia, eClarade
Alba; na rua estreita do Rozario, loja de cera
n. 3.
1Vendem-se superiores esleirs do Angola,
em porcao por preco commodo ; no armasem
doSr. Bacellar, defronte da escadinha da Al-
fandega. |4
Vendem-se castores de cores a 160 rs. o
covado chitas francezes muito largas e cores
fixas a '260 rs ditas escuras a 80 rs. ganga
azul de cor fixa a 80 rs., piclo para roupa de
escravos a 80 e 100 rs. chales de cassa com
quadros de cores a HO rs. pecas de cassa or-
dinaria com lf varas a 3600 rs., ditas de cam-
braia lisa com 0 varas a 'Ifi rs. pecas de algo-
dio com 18 varas a 2240 rs. duquesas de al-
godo e seda com iamaem a 320 rs. o covado,
v diversos retalhoi do brim escoro o branca por
barato preco ; na rua do Queimado n. 2:1, casi
amarella, deJoio Antonio M. Novaes.
1Vende-se espiro de planta o fei< he a
preco commodo ; na rua Velha 0. 111.
Vende-se um lindo e rico adereco de ouro
com brilhantes obra do melhor gosto que
at aqui iem apparecido; na placada Indepen-
dencia n. 4.
Vende-se urna molecola de l'i annos, de
nacao bem vistosa na rua Bella sobrado
n. 37.
Vende-se azeite de carrapalo em toda
medida a seis patacas; na rua Direita loja
de barbeiro confronte ao beco de S. Pedio
n. 5.
Vende-se um bote novo e bom por pre-
co commodo; em Fra-de-portas ruado Pil-
lar n. 53.
Escravos
* *
Mi
120 rs.; em Olinda sitio de SebastiSu I opes.
Jim casa do Domingos Jos Vieira, na
2 Fugio no dia 1! do passado do engenho
das Maltas freguezia do Cabo um cscravo do
nome Melquades bem preto olhos peque-
os e vermelbos nari' um pouco afilado, ros-
to descrnalo de 2o annos, estatura regular,
grosso, nao tem barba qoando anda parece
manquejar pelo movimento que faz tem os
ps algumacousa (orlos para as bandas o firi-
go-se maluco ; quem o pegar leve ao dito en-
genho, ou nesla praca a rua da Cloria n 73 ,
que ser gratificado. /\\
2 Fugio no dia 28 do p p. urna preta de
nome Theresa de nacao Loanda de 30 a 32
annos, alta, cor bastante preta cara redonda,
denles limados tero para melhor signai as
cosas todas cheias de altas costuras, que pa-
recem ter sido de chicote ; levou vestido de
chita azul com llores amarellas panno da
Costa anda novo ; quem a pegai leve a la
Nova n. ( que ser generosamente recom-
pensado, (jo
Fugio no dia 23 do p. p. urna negrada
Costa lovou camisa de chila azul saia do
chita cor de ganga amarella, panno da Costa
azul ainda novo alta, chela do corpo olhos
grandes e um tanto vermelbos rosto talhado ,
tem urna cicatriz no calcanhar be um tanto
fula, de nome Joaquina he ainda meia bu-
cal ; quem a pegar, leve a rua do Vgario a. 13,
terceiro andar, quesera gratificado.
Roga-se a todas autoridades policiaes ,
capiles de campo e de erobarcacSes e pess as
particulares a spprehencao de um moleque,
que julga-se ter sido furtado, por nunca ter
fgido e nao haver motivos de ausentar-se,
o qual tendo ido a um mandado na tarde do
(lia 27 deJullio p. p, 80 Mondego, nao torno o
mais a voltar; e tem os seguintes signaes, criou-
lo, de nome Jo&quim purero oonhecido pelo
nome de Capuc por causa de nunca usar do
primeiro de 8 para !) annos, baixo bastante
robusto cor fula bem parecido, com as duas
presas de menos na parte superior por estar
em principios de muda, quando riso, apr-
senla urna c iva na face direita he inulto es-
perto e regrisla ; levou calcas, e camisa de es-
topa e bon de panno azul ; quem o ptgar, le-
ve a rua da Aurora casa n. 24 de Augusto
Corbett que ser gratificado com 50^ rs. ; e
se offerece a mesma gra ti Acacio e guardndo-
se segredo a pessoa, que o lenha ero seu po-
der de o ir entregar at o dia 8 do corrente ; as-
siin como a quem denunciar o lugar ero que
elle se acha, linda esta data sendo descoberlo
ero qualquer casa se proceder com todo o ri-
goi da le.
Fugio "o dia 30 do p. p. uro molecole de
nome Andr, de naco baixo nao muito pre-
to, denles agudos o slauma cousa acangulados,
com urna glndula enfartada no quoixn dircito;
levou camisa e calcas de estopa de alg
trancado mo falla muito boro : quero o pegar,
leva ao sitio Muganga, ou no pateo do Terco ,
que ser gratldi ado.

Rkcpb naTp. ou HF- im cama. li


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