Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05138


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Full Text
Anno XXVII
Sext ta-feira 3
diario m
de Oulubrodel851
N. 223.
PEBI\41MB11C0.
FBI^O IDBOBIPgiO.
PlOuUHTO Aduntado.
por Irlmeaire............
por tcmeatre.............
Por idoo >........
PiOO DEKIHO DOTIINESTaB.
nr ... deSclr. .Minas... 3l de
Yrinbao 7 de dito ,S. Paulo. 3 de
rV.Y... ldedllo. R. de J.. H de
p",hibi. aOdtSetb. jllahla... 18 de
4/000
8/000
15/000
4/500
Agosto
sctbr.
dito
dito.
das DA IJItN.
UDIE.1JC1AI.
Julio de MAlM
!. i-.'i. as 10 horas.
I. varado citel.
3. cG. ao melo-dia.
Fauida.
.ii inl.i. |3. e 6. as 10 horas.
.1 Seat. S.Gaudino m |l 2- tarado eieel.
4 Ssb. S. Francisco, 4. c sbados ao inclo-d.
& Dm.ii. O Sautlsslmoj Relafio.
Rozarlo. [Tercas c sbados.
29 Seg. ; S. Miguel.
30 Tere. S. Jernimo p.
1 Quarr. Ss. Verissimo,
Mximo e Julia.
2 Oiii.it. Os Anjos da
G
imUBlBII.
Crescente i 3, aoi 10 minutes da man.
Chela a 10, as 4 horas e 13 minutos da m.
Mingoante a 17, as 9 horas e 53 minutos da t.
Nova '-'t, aos 50 minutos da tarde,
rUEAMAB DS HOJE
Pritnclra a li horas e 4 minutos da manha.
Segunda s l2horase ti minutos da tarde.
MBTEDAI SO* COBBEIOS.
Goianna t Pirahiba, s segundas c leitai-
fclras.
Rio-Crande-do-Norte, toda as qniotaa-feiraa
ao mel dia.
Garanbunse llonlto, 8 c 23.
Boa-Vista, c Flores, a I3e28.
Victoria, s qulntas-fclras.
Oliml.i, todos os das.
NOTICIAS rSTRANGEIBA.
Portugal,
llespauba
Franca ...
Blgica,..
Italia.. ..
Alemnnlia.
Prussia ...
Dinamarca
l'.lls-i.l. .
Turqua.
13 de Si-tlir.
8 de dito
8 de dito
4 de dito
2 de Agito
1 de s l.r .
3 de dito.
I de dito
38 Je Agosto
ao de dito.
Austria., 31 de Agosto
Sulssa. ... 3 de Selbr.
Suecia... 28 de Agosto
Inglaterra 8 de Selbr.
K.-lhildoi 25 de Agosto
Mxico... 2 de dito,
California 15 de Julho
Chlll. 26 de Abril.
Kuenos-A. 2 de Selb.
Montevideo (ide dito.
CAMBIOS DI 2 DE CTBrtO
Sobre Londres, a 28 '',29 el. p. 1/OO r
t Pars, 340 por fr.
Lisboa, sem trnnsaccfles.
META.
Ouro.Oncas hespanholM....
Moedas de de 6(400 novas. 16#000 a
de4/DC0....... 9/000 a
Prala.Pataco*, brasileirol.. 1)920 a
Pesos columnarlos... 1/920 a
Ditos mexicanos..... 1/750 a
Firme
28/000
16/200
16/200
y/ion
I/M0
imo
1/760
EXTERIOR.
Lisboa m de agosto.
A Marcha do gsbiuete no agrada geral-
mcrite. AiituacSo, que contrahir i obn-
aaces da linio alcance con; o pan. a na-
phumaa lem salisfeito. A energa e dcci-
siln que cumpria estar an Isdo do governo
cclal, nSo apparece. A sollicitude o dea-
velo pelos negocios pblicos nao se presen-
te. Oque he o qtn estamos vendo?
O Diario do Governo tem vindo ormo de
providencias .' Parece aquella magra folhs
dequartodo papel, que penis noliciava,
om boletim, nos lampos do Sr. D. JoSo V,
is visitas da curte s igrejss e convenios '
A miseria publica contrasta com o aban-
dono governjmonlal. As necessidades
c-escem en facida negligencias edesiui-
dos. Os malos sggravam-se ; n o pohro
povo, o povo adulado em lodas as revolu-
cOea, he esquecido, como se fossej um
cadver, repousando sob o tmulo /
Srs. ministros, acordae da lelliar(ia. O
pa ii est enfermo, a'.mcio carece do assidu-
os cuidados, e diligencias. As providen
cas de cemiterios siloum verdadalro epi-
gramma a siiuaclo.
Ocorposocial esta quasi sem alent. Es-
te resto de vitalidade que inda Iha pre-
sents no talvez a agona do pasamento.
Acod-lho, que amia polois lalver salvar
esle pobre Portugal, que tem sido tratido
porcurandelros, como se se estiressom la-
teado experiencias n anima vil.
Afazenda publica a vida d'ura estado
nao seorganisa com promessas. Ocre-
dito no roase, qum lo affluom ocioso
circunstancias queodestroem radicalmen-
te. Se a despesa recrosce, sea reoitsse
esterilisi, a morte he irremidiavel. As na-
rOosacsbam, e perecem. So se pjrsuadom
ilo contrario, enganam-se, o contraran)
a historia.
Ed'oste molo caminhamos para o antu-
nuilarncnto. D'aquia n3o ser naco nflo
dslamuilo. NSo a luamos o poler, para
requeslsr-llie as gracas : nflo o aggrodimos
poracinte, para minal-o, e subirmos depo-
is a um capitolio du ruinas.
O nosso lim he outro. Quoromos o bem
geral. Quem na conjuncturi se cncarre-
gou do lemo do estado deva procurar bom
surgidouro. 0 piloto que mvega sem ru-
mo, sem direcso, eque se deila em descan-
to, faz naufragio. Perde-se asi,eao na-
vio.
Em vorJade o que estamos presenceando
faz desanimar anda os mais couliados, e
que lenham esperanza.
Ilouve urna agitado no paiz, c quando
ha d'estesacontecimenlos extraordinarios,
a ordem publica perlurba-se, as despezss
que ofaz o estado slo ssropreexcessivis. E
uou-se tudu isso d'esta ve/. Cumpria pois
ao governo cimentar a ordem, procurar ele-
mentos para ella, lignido-sea aulhoridade
de prubidade, o saber, e n.lc a individuos
facciosos e partidarios. E n3'i se faz isso.'
Pareccqueo mov monto leve por li n des-
tituir pessoas, embora muitas fosseni pti-
mas aulhoridados para dar entrada a pes-
sots. Augmentaran) se despesas, en3o so
olhou donde devia vir o dinhoiro.'
Ilouve por isso, o ha, esse trsnstorno in-
lerminavel, esse cahos qiioahi se nota.
A situarlo, desprendendo-se das recor-
da<;oes gloriosas, esquecenlo um passado,
ticode feitus, fui dar a m.1o aos demago-
gos ; quiz eleval-o altura do poder, sem
relleclir, que seria, e sera iafalivelmonle es-
nmgada.
Desengme-fe a siluagio, que o caminho
quo segu leva-nos a novos desastres, e a
perdas irremediaveis. Formulou um pro-
gramma que nSo lem cumprido, c por que
faliou, voso desamparada o isolada. Srs,
ministros, olliie para a iiae.i >, consideras
as verdadeiras nocossidades do miz, e sati-
fazei o se podis.
DEM. 22 DE AGOSTO.
A negac^lo de todo o .systema.
Temos olhado com osontimento de una
dr profundi para ludo isso, que ahi se es-
t passan lo em desdouro do governo ropro-
senlalivo. NSo so faz urna prom'ssa que
n3o leve involta om si a intent;So da mon-
tira, e da decepQTo. Mflo se apregoa um ssl-
vaterio, que nSo se resolva na mais requin-
tada burla contra a repblica, contra os
verdadeiros inteosses da sociedada. Nada
osdeten no caminho do maiscynico inle-
resse individual. Sacrilicam icpulafo ,
principio, creness, o bem estar da s>cio-
dade, e a ordem e paz publici conserva-
Qilo de urna pasta, n paixo do dominar
I3n ephemera, como deshonrosa.
E dizem qce querom regenerar o p Engao .' HypocriM*' Mentira !
somos sace.doles da venladi'. N3o sabe-
mos traliir i nossi consciencia A religiSo,
a santa leligio das boas doutrinss cb-iga-
nos a fallar aos amigos, e correligionarios
toda a verdado.
Oucam-i", se n3o s.lo surdos; v.jim bom
o que ditemos, S! n3o s3o c^gos do corpo,
ou do espirito.
SauOmos um programma que rcunia em
si a boa ciencia social, porque o aci edita-
mos sincero.
Tiuliamns vi,i i um combale longo contra
a corrupto poltica ; e ao lo ni irruoj, c >mo
tomamos, assgnalado lugar n'essa guerra
contra o patrn itn, contra a intolerancia, e
contra oulros erros governativos; pireceu-
nosquo a simulacro, e ;i | erlidui, uueii-
Iravam no calculo dos que so abilancavam
a commclter um grande altentado, repir.au-
do-o niein nico de salvacAo.
A nossa boa f ainda desta vez foi illu lid a.
I'rodamou-so guerra ao ministerio do 18
de junho, e de fado o que viraos foi que as
'"sliliJades miis pungentes so dirigirn
co"lr" a carta, e contra o litro io.
_Dopois da usurpado mais odiosa c injus-
lilicavcldos poderes pol.t'Cos, reconhacidus
pola convom3o social, doscarrogou-so sobre
sla o machado do arbit io.
U.ti acaso feliz o imprevislo, intend.u-se
quo tira mato bastante para sa investirem da
ouve oxceaso q SB ao collmel,cs*e da.
l ,1UH "" ";' Cl"o. horror que sa
nao pralicasso.
- O Ihrono f ,i desac.lado as pracas, as
i, e nos Iheatros. v
luradouro, tornou-se varitvcl atalanto do
urna eventualidad'! felis.
A theoria da legalidado onverleu-se
no arbitrio mais monstruoso.
As regras da j i-tic i substituirm-se pe-
las mximas odiosas da mais torpo dupli
cidade. .
Amoraliladc e a tolerancia. Iraduz-
.rTi-se em perseguijSo contra caracteres
Ilustres, probos e dosnleressados do par-
tido moderado, smcnlo porquo ttnham sa-
bido desemponbar os deveres de honra, o
da sua posiQSo.
O nosso caminho n3o era a nem poda ser
esse.
Se a experiencia, cssa fatal exporiencia
.lo lano, annos, nSO toni ahmo os olho.s
ao3 ost-a listas d'agoa doce, que em ci'dims-
lancas dilceis apparccjm do lodos os cin-
tos, carregados do elixir milagroso para
imporem aos crdulos, ou aos parvos, con-
fiamos om Deus, que Ii.i-iK pola sua Intil
ta bondade reservar-nos mui diiTcrente
sorta.
A verdada e a justica, n3o Icom soiito
urna face. Dianle dellas como podis apr:-
sentar-vos puros, fortes o sem m icula ; se
todos os vossos actos vos condemnam no
tribunal da razSo, impassivel e lOQaxirel,
como reos da lesa sinceridadeP
Amor pela cari! Cnio o po Icen invo-
car, vos, que a tan Jes despodacado da alto
abaix'i sem respeito *s suas tradictos glo-
riosas, nem aos sacrilicios exlraorJinario*,
porqu foi reilltuida a osla paiz ?
Hcspnito pela lei '. Como u adduzirois, so
vos alovantasies sobra I lei das lais, e obre
todos os nodere, rxloptindo ns formulas de
um despotismo feroz. o snniqtnlando n-
quallas mesmis lela, quo constitucional-
mente linliam sil') promulgadas l
Inleresso pelo bam ostardopoTO .' Honn
vos alrooreis a (llegar se todas as vossas
maJilas toii.lem a dosminlelar a adminis-
trarlo, a aniquilar a coiidanca, a faxer per-
der o respailo a ititorida lo publica, l un-
gir a confusSo nos principio! sociaes, ca
destruir tilla a esperanza do futuro?
A economa, tao nC-Jsnrii om lodosos
ramos d ) servido publico, para so minora-
rom as dilllculdadcs dasllnancas, o para e-
vitar a realiiac.3o de urna tremenda crise,
acha so transformada na prodigalid ida mais
espantosa oqninilo tolas as vistas do mi-
nisterio, se soubcjsa corrcipondor sua
missao, deviain dirigir-sc a croar, u pro-
parar a abe t'ira da novas fontOS de recoila
para acalmar a aneiedade publica sabr o
triste estado ila nossa fazenda ; be quando
si olT.'ieco o 10)prudente espectculo do
augmanto despera, o da diininuicOo da re-
coila! !.'
Sentimos par amor dcsla larra, em qna
nascemos, que se ecll 'm os ollios a vorda-
le( tan palpavali. Anlige-nos, e muiio, o
ver quo no terreno da estrada em que vos
leudes laocado, nflo v.jies a vossa deshon-
ra, e a desgranada sorta dosta Infeliz nta il
Srs. ministros NSo podis govirnar o
paiz, por que Mgulltei o c.iminlio o posto,
alametriilmente o.iposlo ao da vordade o di
justica nicas que p lem dar frpa os
govarnos. O inleresso das fjcr;as pododi-
zer-vos outra cousa canfor oo su is vistas, e
seuslins; mas us, qua somas da palria,
que nflo queremos letlflo o un bem, nflo
aovamos trahir a nona oonsoleooie, oscre-
von lo o qua nilo sentimos, nem co nos.
Podiois lar foilo mJilo li im ao vosso paiz,
se realisasseis as vossas prometis pompo-
sas: mis quem podera nouliir eui vossos
actos, so o engao comec.au onda .rnenlo
deviam principiar a sinccridade eaverda-
dei' Como podereis exigir onOsnoa, sa
oirendasics tolos os dictara)! delta? Eque
he. ou pode ser um governo sem conliatica ?
E acredite-se que n3o lio santiinanlo do
ndisposito pin coa) OSseuhores minis-
tros, que nos lava a dizer verdades, que pro-
vavelmcnla nito agradarao : hosimacom-
paixilo pela desgranada s alo do un toda, a
qua perlencemos.
Quando em lugar da termos seguir o ca-
minho da Qrganlsaolo geral da administra
tilo, o em palicular o da orgaDlsacSO da
fazenda, encontramos i incuria, quanioa-
quella, o os erros mais palpareis l tramen-
dos quanlo a esla ; quanJo depois do de-
creto de 6 do agosto, percursorda c ise, que
nos amo ci, vemos aggravada a siluar;*io
pelas providencias imprudentes o de mo-
mento, que roo r n o decrc:o do a-
goslo, hojo publicado no n|) ario ,cr-
n'o.i quando vamos porelleS c cado um no-
vo cierno ilo do dascrodo, que, diminuindo
a rcccila publica, ha davarilicar, pala sua
inopportun lade, as proviso'S da sciencia,
earraslar comsigo o precipio a tranquili-
dad.) publica ; nflo nos resta seno goinor
sobra a fatal l,cuidado, com quo s.) impro-
visara semelhantes meios, e regoita.r para
longe de mis, e do nosso pa'tido. a co.npli-
cidado em iflo imprudenta e impoltico re-
curso, s,
Deus conceda os sanho'fS ministros mu-
lliores ideias do quess que C.'em mostrado,
osoguido al aqu. (Hala que possamos
canlar-lbcs hymiios do gloria. Amen.
(EjriiN/rtrfe.)
-cirta foi posta om almoida no ne-
lourmbo das facgOes, K
-Oquaderii soresUvoi, per.naooDt)e
sao os mismos km toda a apaitk
Aqu e na capital Iceiu pela mesilla cartlllia
revolucionaria, que Matcini escrevera para
illii>ira, i.i c guia dos demcratas.
Oissolvcr a lorca publica he um dos trabalbos
mais recommciidtdos pelo fadroio cabecitiia,
para se poder chegar ao i i ni do cstabelccimen-
ta da repblica. Para se conseguir um tal re-
sultado ludoi os dissolventcs silo bous ; o pon-
to est em que alguma cousa se possa corrom-
per, porque a dissoluco completa apparecer
depois.
A'eguindo lielmente as Instruccoes do repu-
1,1 le >n > exilado cm Londres, os nossos dem-
cratas poem cm actio todos os mcios posslve-
ii, c de que poisam tancar mao par Indisci-
plinan corromper, dcsmoraliiar a dcsconcei-
tuar o exercito.
O exercito he o nrar > de brome que nao tc-
cm podi.Io di-ri uli ir: he o elemento de ordem
que nao poden) vencer ; he einftin o sustent-
culo do llirouo e das inslitulccs que nao cou-
seguem destruir.
Ko entrenni" fjiem os maiores eslorcos para
chegarem ao seu lim. lie certo que n'ciles
ltimos lempas leem canseguido alterai cm
um ou nutro corpo do exercito a disciplina,
promovendo desorden*, cranlo a scUo en-
tre eerlos regiinenlos c improvi*audo raacefiea
em corposque cstiverain aempre longe deuin
al roinpimentr..
1 Promovendo na desordens, quebando a disci-
plina lancavau os desleacs demagogos con-
Ita do nobre e generoso partido moderado toda
la rtsponsabllidade oestes negros attcnlados,
qui as Icij punem severamente. Sabido he

donde dimana a accao dissolventc que com-
' promeltc a honra e disciplina do exercito, paia
se conhecer devidamente, que a parda infa-
: inca os revolucionarios sao un cobardes que
i nao oiisaiu de frente levar da espada para com-
bter com lealdade. Desculpainot-os, que
' para assiin procedern) preclsavain de ser um
I parlIJo forte, digno c respcitavcl; e nao so
mais que uinp.rlido pequcnlto e dcsprcsivcl.
llevemos porem alternar seriinenie nos seus
actos, inoralisal os c lirard'cllcs as consequcu-
clas que lites sao naturaes. .
Pira que improvisan) rcaecOcs, para que pro-
io o- ni rixas entre os soldados, e estabcleccm
a ici'o cnlrc alguna corpo) du exercito ? lia
certamcnU um lim a alcancar-sc, c este nao
pode sersennoa dissoluco doexercito.para de-
pois dcdesinoralisadacanniquiladaa forca pu-
blica, vlr a destituirlo do regimem monarebi-
co, derrubar-se o Ihrono, c cxpitriarcm-se
coma rainha todoi os homem que se liverem
nostradn /elosos defensores da corOa c do sys-
tema monarchlco constitucional.
Nada de illuiAns. Nao lia cm Portugal senao
d.ils partidos militares Cm he monarchlco,
outro he demagogo-republicano. Um he dcs-
prcsivcl. o outro lie respcitavcl. F.stc he o
parliilo carlista, aquella he o selcmbriita. Quem
amar o principio monarchlco, quem presar o
thrnno, quem acceilir as iradiccoes d'iimi
inonarchia de 7 secutas, quem odiar os horro-
res da repblica que como Saturno devora os
seus nropriol lillios, he carlista cita com o
partido da ordem c da verdadeira liberdade ;
quem quirera deiorilein, a anarehia, o roubo,
as cxaccdcs, os tributos pesadodo sangue e do
dinheiro, quem acceitar a innovafio da so-
cieilaile, quem prciar a banca-rota, quem
estimar os flagiclos de um estado anarcliico
onde soinenie vigora a demagogia, lie setem-
brista pertence ao pirtiiln demcrata, que se-
gu risc o progamina de Maailol,
SHo cites, os nossos adversarios, que pozc-
ram no campo a linlias divisorias. Impru-
dente), como senipre, julgaram-ic fortes c II-
zerain a declarjco iin|iorlaiite, que o paiz. ac-
eda c rcconhccc para 01 seus legilimos cuel-
los.
Podem pois conspir)r, trazer a sociedade em
conlinuo susto, armar os 1.190 trai(aciros,
que sao demasiadamente labidui os seus pa*
nos, labe-sc donde vccni e pira onde vio.
Eslejain certos que vo s) ; n;io levam nin-
giiinii coinsign, a nao scrcm os proletarios c
os taca chefes de familias, aos qm.es perlcndc-
rm nubilitar cora dircitos elelioraei que nao
possiiiam !
Plcatn o que quizerem, porem inlcndain que
um governo justo pode-sc tornar enrgico, e
cm vista das prjvas que nao lilli.im. tomar es-
trella colitis aos desorh iros, iiilingindo aos
agentes dos clubs demcratas, que por alii an-
da .1 promover as desordens c a aluciar os lol-
dulo), severos castigos que nierecciu.
Me preciso que acabe por 1101.1 vez e.,te es-
tado deiiicerlez.i, c que se trate de dar 1 malot
establlldade ao ihrono da rainlia, a inaior lir-
mesa aos principios monircliieis, e .1 mits du-
rad. iur,i 111 iiiutctie.io s ideas de rdem que fe-
luiuenie se aehini na grande miiorii de nos-
sos eoncldadioi. O pimpier viver fcllt ,i som-
bra .11 piz; decm-llia, que assiin salisl'izein
un grande dever.
Onde os demagogos conspiraren), onde for
encontrado um geme an.irchisti subornando
o toldadas, sol mi fulminadas asmis severas
penas. A repblica franceza fe urna lei con-
tra o) clubs, e persegua os clubistas ; nos, 01
inonircblcof, podemos Imllal-a. porque pug-
namos pela existencia c cstabilid.ulc de um
Ihrono que os demagogo! querem aniquilar.
( Jornal ilo Popo. )
Os nossos Icitores eataraO leiubradoi de que
lia em Londres 11111 club central democtico,
de que sao chefes Lcdru-iiultin, Macz.ini, ele,
rpie tem por objecto revolucionar a Europa.
Parece que a llalia be o priineiro theatro, on-
de apiescntaro as suas fareas, e por isso a
Austria, ahi ai-eumuU grande numero de tro-
pas, c as ues potencias do norte, Russla, Prus-
sia o Austria conservan) em p grandes i'oreas,
para poderem occorrer i) dillercntcs eventua-
lidades que possain appareccr.
Mtalo! de lempo a lempo dirige aos adeptoi
seus manifest!, para os lllualrar acerca dos
trabadlos dos contralles, e coiiliPini-los na le
de que est prxima a geral luiurrelco que ha
de acabar enm o que chama tyraonia reiigiosa
c poltica.
Oeste peridico transcrefcmos o manifest
que Haizlni publicara peladpooa em queie ve-
nticou a revolta do marechal duipie de Salda-
nh.i, c no qual dava eonta dos progressos que
.1 propaganda do* seus principios liavia feito na
Pennsula Ibrica, progressos que se verilicou,
infeliriiienle, scrcm maiores do que ao princi-
pio si cuidava.
Kntre nos nunca houvc ministerio mais asa-
do para d.ir calor oestes principios subversivos
do que o actual; ja linhaprincipiado a cruzada
contra a lyrannia religiosa exclulndo os paro-
dias c curas de almas da reprcsenlafao nacio-
nal, quanJo a oplni.i publica indiguadii o fez
recuar.
He mxima dos rev.diici.mirios, quando an-
.1 un com obra entre unios, mellcrcm a ridicu-
lo os que 1 .11 o., das suas : -piraedes mas
para que o publico conhe9-i que estes projectos
de loiurrelcfocontra as sacicdalcs u.io sao !ili-
to r i .1 s de liruclias nem ite lobishomciis, mas
historia dosperigos mui rcaes que amc.191111 a
socicdailo, aqui Ihc apreseutauos o seguiule
artigo do Times de 14 de agosto :
..ni ..o ha pouco um processo perante o
tribunal marcial da sexta divisao militar en
I 1 1.1, 1, que d.i considcravel luz acerca da vas-
ta organisafao subterrnea dopartido revolu-
cionario naqucllc paiz, c dos meios de .1..; ei
com que cun un os cheles populares 110 seio da
iiicsma assembla nacional.
Cumpre ter cm vista que a cidade de Lyao c
alguusdos departamentos adjaecntcsafuUa es-
to subjeltos s restriegues da lei marcial, pdi
qual, cm vez du proccuo ordinario da justica,
se averiguan) os crimes dcsta uatureza. Em
virtude desta, he pois perante o coronel .1 1 '.
regiment de linha, que se trata desle processo,
mullo intrincado emquanio s provas e leo.
Nao sao nicuos de 51 as pessoas implicadas no
que se chama a grande conspicuo de Lyo.
Muitoa eslao presos, oulros lugiram. Este pro-
cesso he menos inlerossanle pela sorte dos a-
gentes subalternos que podem ser punidos do
que pelas extensas r.-\. 1 o. .es que fjz dus pro-
Jectoi dos republicanos vermelhos cm toda a
l 1 01, .1, c mais dos que se acbam exilados ou 11a
Inglaterra ou na Suissa.
Nao he p.i-sivel que a Franca se es.piee.i, e
por ni. 1 1 dclla as outras 11.1e.ies da Europa, dos
grandes e recentes prrigoi a que a sociedade
em toda a parle citcve exposta, e de que eica-
pou ; e 11 ni. 101 eran abjectoi o houiens que
por conspiraedes noturnai c barrfcada as ras
se propunliam mudar a face do continente cu-
ropeu. A montanhajulgou opportuno lia pou-
co declarar aos seus adeptos que o futuro Ihc
perteneia. Mr. Ledru-Ilollin elr. Maziini, com
seus socios do club democrtico central de Lon-
dres eslao diariamente publicando que he che-
Sado o lempo, em que o imchadoc punhal bao
c trabalhar. Nao deia de ser urna pagina do
glande iusli'iioco na historia da poca actual
o praceno Judicial, que musir com que pre-
arverantae audacia se lorjariio tn-s projectos
no contri de parte do povo Arancel.
Nao havendo lido bem luccedida a insurrcl-
9.1.1 contra o governo, que em l3de junba de
1849 promoveu o partida ultra-repubticano, c
havendo-se disperiado oschefe da ridicula In-
urrci9au de Parii, o vermelhos rcliraram-sc
! MUTILADO
Venho porUnlo, pela minliA parte, dlzer al-; mas a propra le fundamental que eativessc
tainente e tem rodcios, o que pens aobre o infeccionada deite viciu originarlo, te a constl-
projecto de rcvlsao. e bem assiin a raso pea tuicao que tira do fiiQragio universal urna aoli-
qual roto contra elle. dea ioabalavel, como leudes vlsio ha dous an-
Screi levado forcosameule pela necessidade nos, fosse substituida por urna cousiiuii;.n,
do assumpio, a fallar de vossa poltica e de vos- obra de uma soberana mutilada ? M
sosacto*. Fa.lo-hei sem sabir do decoro e sera* Atacada em sua IcgUimldade, nao s por
esquecer o que devo a meus collegas, porm aquelles que sao excluidos, senao anda por
com a lirincia que exige mu grande iuteresse, aquelles que, posto que contados entre o pre-
quelles deparlamentos em que eilste a sua
principal t-irr;.1, iniiinul.t ln e aecusados pila
atliludc do presidente e do general Cliang.ir-
nicr cm Pars As primelras medidas que to-
maran, fui crear um grande numero de associa-
r;rtcs democrticas, que nao erara mais que so-
ciedades secretas desfarcadas cora o pretexto
de instituto de caridade. Ao racsiuo lempo
augmentaram-sc os peridicos socialistas, e es- .
tabelecerain-io era toda a parte em que se en c com a liberdade que esta tribuna deve ga- vitegiados da lei ae Jt de malo, nao aeixamde
COUtrou nnpressor que qui/.csse expor aos raulir-mc. ser soldados do suffraglo universal, esta cons-
riscos de perseguicao c prinio. Dcslas socic- j Nao me proponho cxaraiuar a queslao de re- titlelo sera for^a moral, sera apuio, sem ra/,
dades secretas a maU importante, pelo menos viso em si mesina, nem procurar seu carcter desabaria ao priineiro choque e nos arrastaria
nos departamentos do sul di franca, era a co- e seu lim. nem assignalar suas consequencias c cm sua queda para revolucao das quaes nin-
uhecida pelo norae de Nova Montanha. seus perigos ; port'm, antes de ludo, visto que guem pode prever o carcter, era calcular o
l'resume-sc quo o seu priineiro fundador lo- esta larefa nao foi ainda preheuchida pelos ora> termo.
ra Lrdru-llollin, que continuou a diiigi-la do dores que me precedern., nao posso deixar de Mr. de La ItochejaqxuUin : He a pura ver-
seu retiro de Hrompton ; mal os seus mais ae- deler por alguns instantes vossos espiritos so- dadr.
bre esta sorte de quetao prejudicial que se le- hlr. Grevy :Chamo sobre ei ultima con-
vanta para us no limiar desle debate, e a qual sideraco tao poderosa a meus olhoj, a medi-
deuominarei, sr me permiltis que uzc de uma cao de todos os espihtos que a paixao poltica
expressao da lingoagem do foro, nossa excepcao no subjuga a poni de Ihes tirar toda a liber-
contra toda a peticao de revisio : quero fallar dade e toda a rellcxao. Podis, senhores, nao
desle complexo de leis que lendes levantado inlercssar-voi tintoquanto nos peloa direitos
mu' mis c vs, como uma barreira contra a do povo, podis nao abalar-ros pelos ataques
qual lodosos planos de revisao viao falalmcnlc feito. sua soberana ; mas sendo homens de
quebrar-se. # lauloridaJc, preocupando-ros quasi exclusiva-
Dessas leis, a (|uc assignalarel eni priineiro mente com a estabelidadc do poder e da turca
lugar, todos os que nin eveutam j a nomea- do governo, nao sel como possais pensar em
rain, he a let eleitorat de 3l do maio de 180O, substituir uma constituirn fundada sobre a*
Movimento ,.. f/'go c(iie chegar de novo o largas bises do sull'raglo universal por institui-
momento de disentir esta lei, espero que elle cVs elevadas sobre a base estrella e vacillautc
ChtfgaTtf bieveiueiite, pedir-lhe-hemos couta da restriccao e do previlegio Nao vedes que
de seus elle i los boje c rabeados da situacaocm os antigs fundamentos do poder eslao destrin-
que 1 ni posto o |i i/, c do futuro ameacador dos, (|ue asvelrias erticas polticas cederara o
que Ihc prepara. I'rcdenlcmcnle nao dirci se- lugir iiocaod) dircito, e o espirito de subor-
11.1 > lima palivra necessaria para a continua- dinaco ao sentiraento iudomavel da igualda-
eio deate discurso, < esta palivra, nao temo de? Como he pois que quando, uo mel des te
que algum espirito serio, e qnc se respeite a abalo social, a fortuna das revolucdcs_tem re-
si mismo, ou/.c contradiic-U ; esta palavra he couslituin a auloridade sobre rasao com-
que a lei de 'ti de maio leve por tira c por ef- intiiii, dando-lite por bise o sulfragio univer-
feto fazer sabir das lisias eleiloraes uma parle sal, ea vaga revolucionaria tem levado era
dos cidailaos que coucorreram para ai eleic/>es sen naufragio sobreest rocha inabalavcl, uni-
da 1 mili. 1 cousiituinle, da assembla legis- co e derradeiro fundamento que Ibe resta, pro-
lativa c do presdeme da repblica; isto be, curis arranca-I dabi, para conlia-la de novo
por fra do corpoeleiloral uma parte do poro; aos restos submergidos as velhas Instiluices
cm oulros termos restringir, truncar, etc. por que cahiram com ella I ( Viva approvar.ao a es-
conseguinte destruir o sufragio universal. querda. )
Digo que este foi o lim da le de 31 de maio. Ksta h
A'qui-lles quepodessem te-lo esquecido, bas-
tara lembiar queos autores desia lei ( clles o
lIVOS agentes silo Delescluee, bem coiiliccldo
pelos tumultos de 1848, r Atlonso Oent, que se
tornara conspicuo pela violencia das suas opi-
nn't : revolucionarias na assembla constituin-
te, e que be o principal implicado no actual
prooessos Os Miembros da nova Montaoha di-
videm-se em decurias, cadauuia tle li) hotncns.
coiniiiandadas por um sargento e um cabo.
Paga cada um mensaliuirulc de 1'' i'' rs., tora
Irequeiites subscrproes para as despezas dos
chelV, que vivera dcsla especie dcagitacao.
Cada departamento tem um presidente e eom-
mlSSlfOi que maiitni relaci'S com ascoiumis-
socs directoras de Pars, Lyao e Londres. Os
membros sito iniciados cum as foimalidades
usadas em laes casos o o ueopbyto d punhal oseguinle juramento:
" I' 11 N.| fm 1,cu livre, Juro cm nome raartyres da liberdade, arnur-me coutra a|ij-
ronoa religiosa c poltica, em todos os leiupoi
e tugares; juro trabalhar na propagaban dos
principios democrticos e socialistas Jura au-
[xiliar meui irm.ios lodas as ve/.es que foi ae-
[cesiarlo; juro assassinar o traidor que me COU-
1 ber por borle ; juro nao divulgar ousa algu-
: na do que se disser uu fuer nesla sociedade, c
I resiguo-iuc a uma inorle infame, se Irabir este
juramento.
1 Proferc esle juramento com os olhos tpalos,
c ao lirarcm-llie a venda ve as armas de lodos
apo'ilsdas para elle, syrabolo de que lodoso
bao de defender, se cumprr o que jurot, c de
que o ponirao, se lizer o contrario. Parece bem
averiguado quo esta associac.io iucluc giande confessaram culao e ae gloriaran! depois bas
numero de socialillai era l."> departamentos
As suas rainitlcacdes esteodem-se do Jura ao
longo da corrale ^gcos do rio. Os preparativos qucfa para a in
I surreiciio e guerra civil sao em grande escala ;
. t iIjiic. 1 1 unir lu iiiitiuc plvora, compra ar-
. mas que conserva escondidas, mantm relaees
intimas com os refugiados de ludas as nacdCS,
que por vetea occorrem em grande numera .1*
I frontclras da Sulssa, ?id<> tem pororachcfo
nem plano determinado para a cainpanha,
I Da grande correspondencia ha pouco appre-
heudlda cm Lyo e cldadea rlslnhai pela pol-
1 ca, ve-seque Alfonso ticnt era a pessoa que
I aspirara a dirigir a empresa, c quein actual
senhores, a primeira rasao que nos
iinpcdcdc altcudcr a neuhuina peticao de re-
visio.
Ha tima segunda, sobre a qual pecn-vos me
tanto difso. ) quieraui tirar urna desforra das permitais deter-me anda por um momento.,
dtiai ultimas eleires de l'aris, qui/eram dar Klla tira-se das outras lels polticas que haves
um golpe ousado que, inti'uidando a seus ad- feto, du estado actual dos direitos e das lber-
versarloSi animaste a sena amigos, c pela ex- dades publicas, da sltuacao q^ue acombnafao
Cluiao calculada da freco amis dcmocraii- desiis leis irapc aos cidadaos em geral c au
ca do povo, quucram encidear sua baudeira republicanos em (articular.
a victoriaeleltoral que abandonara. ( Asscnli- Km um estado democrtico todas as liber-
inento esquerda. J dades, lodos os direitos sao solidarios, elle;
Rila nao tic uraa lei concebida pelo legislador combinara se, coinpletain-sc un aos oulros, e
na caima e na sci cuidado de seu espirito. He sustentara-se era um cncadeainento necessa-
uma lei de represalias, de odio e de colera ; he rio. Supnrinii por exeraplo, o direito que lem
como dlsse nesta tribuna um de seus mais co- oscdadaosde commumoarem enue al nubH-
queatcs iiromotores, ura act de desespero. (A camentc seus pensamentos. que o direito de
csqu'lrdaMuiubcui mutlu bem J volar lorna-se cm suas iniios ura luitruiucnto
Lis ahi o lim da lei. ceg c perigoso .
rantetlnha adquirido grande ascendencia nos Oa.uo ao seu effello, elle he alguina cousa Nao u-mo por tanto encontrar sobre este
conspiradores .lestes deparlamentos. lui pelo material e palpavcl. He cello, esla ollieialmeii- bancos um su contradictor, quando disser que
mes de iuiiho de ltf.u que se deu com esla p>- f provado que o resultado d.-Nii ki lie, desde o direito de eselarecer-se, de conferir he tao
tema. Os mouiauhczes de Pars exasperaran. j. excluir das listas perto de J railhues de elel- importante, lao sagrado quanto o direito de vo-
os seus correligionarios das provincias recu- ^^s. Digo desde ja. porque vos o sabis, se- lar, nqiul he a condlcao uidespcnsavel do >uf-
sandu expor-sc ao risco de nova Insurrcico nhores, ca Ki anda nao dase aua ultima na- Iragio universal, a locha que o esclarece, que
depofs de vencida a le eleltoral dc.'li de ui.uo larra ella no teiu, aldo cxecuta.ta por toda a o dirige.
na assembla. G em diaria correspondencia com OS feroies de- Hdadc ; ainda nao se ti.arara delU lodos es exprimir cada qual seu pensaracnto. deste di-
raocratas deAlx, lSines, Avlgnon, promeiiia thesouros de arbitrario que encerra era si. O reilo primordial consagrado por todas as cons-
! aos seus sequaes mais ousadas medidas, mais
'breve triuraplio. O seu plano, como agora se
Icollige da parte das provas, era dar aos depar-
tamento! do sul da Franca uma organlsacio
lio forte e cumlela que se podessein todo in-
surreccionar a umsignal dado : tomar 49 frou-
teiras da Suissi e Aaboia como meius de auxi-
lio 011 reliro ; apoiar o movimciilo fiance com
o auxilio dos refugiados nn Gcncbra ; apode*
rar-sc, sendo pissivcl, dos portes de l'oulun ou
Marselha; daminar por esteineio Argel c a es-
qnadra ; iull miar com esta tusurreicao as pro-
vincias do nascentc a&eoiat ao movlmcnio, c
subaequentcmeute os departamentos orlentaes
que se Ihc supp lavoiavcis; eonseguir assiui
ura levntame Uto geral republicano 110 pau,
especialmente aonde bouvesscm fraoai guarut-
(dei. lodos estes pontos d" plano achau-se
I provadus pelo depoimenii das icstemunlias, c
! as intuas correspondencias interceptadas.
I a'iVfkjuuio de iSJu houvc um congresso
dus delegados dos dillerciites ramos da asso-
iciacaoem Valeuca no Khodan 1, eOent foi no-
meado general ou chele da conspiraeao. Ilou-
ve outra rcuui.o a 3 de selembru em M icou, .1
qual assistiiam alguns membros da assembla
nacional da extrema lcelo republicana. 0 ob-
JeclO da assocacao nesta poca era dar n sigual
1!' luiurrelco, qnaudo a assembla lornasse a
' COtneear os seus trabalbos, c be para notar que
.isto se passava naquelles m*smoi departa-
aientos que liavia pouco tinlia visitado Lula Wa-
poleflo. O signal devia ser dado por lugos de
bivaque nos montes, e Geni iallava coracuu-
,.i:> 1 aos seus correspoudenles do cometo de
' uma lucia decisiva. l*ur 7 de uovciubro cabio
todava as raaos da polica nina lisia da* pea-
, sois mais implicadas na conspiraeao. Furaiu
' presas algumas. Os papis apprehendldos li-
seram novas revelacesi Poi preso o mesmo
Geni, c o resultado de ludo est actualmente
perante o tribunal marcial.
I De laes empresas muilas faltiam antes que
una seja bem succedda, e as revolucoes pe-
( rccciu cem vulgares conspiradores por um que
val em triuoiplio ao captol". Mas a forca de
I tacs avenlureiros nlo esta miles, mas na el as se
de poro a que se dirigcm, sendo bem succedl-
'dos; c nao nos devenios esqueccr deque den-
tro em pouco* mezCS raais dcstai mesmas lac-
9<5es e saeiedailes secretas sern chamad is 111
crise de duas eieieoes, e fe aebarao prepira las,
'como o caso pedir, a violar ou vindicar a lei
conforme seus intentos, nao se abstemio em
qualquer dos casos dos peiores c mais vilen-
los mcios de accao.
i'i "i./.-' io$ Pobres do l'orto J
REPBLICA l'UANCEZV.
ASSEMBLA NACIN vi, LEGISLATIVA.
iteuisSo das propoitas relativas a reviso
da i'uH'iit'iii'ii' '
BtStkQ em l "t Il'LIIO OR 1851-
0$r. Presidente: -- Mr. Grevy tem a palavra.
Mr. Grvtj : Senhores no momento de en
liar por niinha ver, nesle debate, preciso rc-
vcndlcarpara mira aqullo que seraprc estou
dlsposto a pedir para os oulros, aqullo que a
sabia allocuco de nosso honrado presidente
pcrmillo-mc esperar ; Islo he ioteira liber-
dade.
A proposla de rever a constituicao pelo pen-
samento que a Inspirou, pelo tira a que tende,
pclocaracter c pelasignllicacao que seus pro-
prios autores Ihe leem dado, nao heouiracou-
a que ura prolcslo contra a revolucao de fe ve-
resultado nao ser completo senao no anuo titucese que, ante* de ser escripto nellas. to-
vindouro, depois da revisao das listas, prlncl- ra gravado na consciencia humana, nao existe
patnenle se derdesao govtruo a uomeacao dos mais vestigios, uo momento cuaque fallo, bste
maire, complemento iudispensavel da primci
ra medida,
t'onvencei-vosqiieenlao n;io serno .'Imilhoes,
mais 1 ou ) milhucs que sabiramdas listas. Se-
japormoque for, qur sejam 8 qur .r rai-
Ilides de eidadiios, r|iicr o terco uu a metade do
po\o (|ue, se veja despojada do direito de vo-
j lar, qur o suflraglo universal seja redu/.ido ao
terco, qur metade, he evidente que tanto era
tira cas. como 110 outro, o sullragio universal
nao existe mais,
Afr. dente.
Mr. tirii'i,: Est prtanlo averiguado que
a lei de 31 de malo Uve por tim c por etliio
acibaro BUragio universal. He um ponto so-
bre o qual haver simpleza era insistir depois
de lautas diseussoes que o leem illuiuiuado, e
cm presenta dos documentos, dos facios, do
teslemuuho da conscicncii publica.
K he a um corpo eleltoral assiia firmado c
assim mutilado que no aeonselhaes que entre-
guemos a soile da cousliluicao e da rep-
blica !
Queris que facaraos rever por j ou o milhr.es
de elel lores a-obra de 10 niilhes de cidad.ios, c
que appelleraos para uma fracc que foi decretado pelo povo inleiro K que o honrado Mr. Uroglie ca(|Uelles de seus
amigos que assiguaram sua proposla chaman
dar ao povo o pleno cxercicio de sua sobera-
na ( Viva : appruvacao esquerda. ) Senho-
res, nlo temos o direito de lazcr o que us ba-
VClS proposlo.
A soberana do povo be o principio c a funte
de nosso poder ; nao nos recoubemos com di-
reito de aiientar cou.ra ella. (*ue somos nos
para despojarraos de sua parle de soberana a
tantos inillioes de cidad.ios? Ojicm nos fe/, ar-
bitros c dispensa.lores de direitos / Quem ele-
vou-nos cima du povo loberano ? Nao somos
alguraa cousa senao porche ; uau temos pode-
res st u.io apuellei que temporariamente elle
nos ha conliado nao somos seus uiaiidaiarios,
e se uiofora o concurso dos sultragios daquel-
les que sao hoje excluidos, um grande numero
d'entre nos como como d'cntre vs nlo estarla
sentido uestes bancos. ( Approvaco esquer-
da c cm uiuilos bancos da direita. )
Queris que empreguemos contra nossos elei-
lores o poder que recibeinos delles, queris
que ti remas de nosso mandato o direito de des-
tituir nossos mandantes.' Seria isso ura ex-
cesao de poder, um abusa de mandato, una
revolla contra o povo pelo qual aqui estamos e
contra o qual vs c nos nada suiuus. ( A* es-
querda. inuilo bera .')
O que exigisdens, he que reneguemos nos-
sos principios, que traamos nosso mandato e
que nos deshonremos.
Fi/.cmos, senhores, ludo oque eslava cm nos-
so poder contra a le de 31 de maio, nao pode-
mos impedir que fosse frita ; ao menos pode-
mos limitar seus ell'eitose preservar a consll-
tuicao da repblica. Sen.io nos I01 possivcl
conservar ao poro o sulfragio universal, pode-
mos elizmcnle salvar a cousliluicao republi-
cana por elle adoptada; isso he para nos um
dever sagrado, c lodas as manobras, todas as
lireito que tem cada 'pul de dirigir-sea seus
concidadaos, de escrcver-lhes c de fallar-Jhes,
de consulta-Ios, de aooasclha-los, de conferir
cum clles, vos o teodes atacado cm todas as
uaa maniVstacocs, vos o lendes destruido em
todas ai suas lumias. Cora elfelo, para icar-
mos convencidos dlsso, nao ne preciso grande
l.abalho de espritu, basta que cada um de
nos encare a situacao que Ihe lendes feito, c
faca de alguma sorte o inventario das liberda-
des cujo vos Ihe ten les dcixado.
PerinltU-rae que faca peranie vos este Ir aba-
II10, c que lome a mim mesmo para objecto de
aiiulia deuionsiracao.
Son 1 11 1.1 > e sou representante do povo,
ans se como cididao qultcr dlrigir-mc ao pu-
blico, entrar cm cummuncacao com meus
concidadaos, cora os eleitores do dcpartaincn-
Iq cm que voto, se no momento das eleicocd
quiaer faier-lliea conhecer meu pensaraento,
discutir cum ellos as questOes que se agitara ou
as C'iididaluras que se aprcscntim se como
representante do povo, quizer por-me cm rc-
heao cornos elcilures que para aqu rae eu-
viram, dar-lhes conta de raeu mandato ; se
quiser communloaMhes meu sentuneoto ou
interrgalos sobre til queslao, sobre tal acon-
Iceimenlu. nao o poderci (*icr, pois rae leude
lirado lodosos raeiosdeque paia isso podia
servir-ine, tendcs-uic posio na inipossebllida-
de absoluta de o conseguir.
Nao na com elco scoao doui mcios para
cada qual exprimir seu pensaracnto : a palavra
e a escripia.
l'ara que eu possa communicar com meus
'roneidadaos, he preciso portaulo que possa
fatlar-lhcs ou escrevcr-lhes. Nao posso lallar-
Ibcs, porque pira fallar seria necessario rcuni-
los, e vs tendea supprimidn o direito de rcu-
uiao. A le de K) de juuhode 181!) por um resto
de escrpulo, traba exceptuado da prohibicao
as rcunies eleiloraes ; era isto como uraa fen-
da alravec da qual o direito de rcuniao respl-
sava anda ; porra logo no aunosegulnte aca-
hastes de su (loca lo equiparaudo as reunics
eleitoraei de lodas as outras e confundiudo
todas na raesma probiblciio : hoje o direito de
rcuniao esl extincto. Assim dus dous meios
que tem o cidadao de exprimir seu peusaraeo-
10, de entrar em coininuuicacao com o publi-
co, o priineiro rae he interdicto i nao posso
nem como cidadao, era como represeotantc
do povo, cm lempo nlgum, por nenhuuia cau-
sa, reunir meus concidadaos, nem meus eleito-
res para faltar-Ibes em cominum.
I'orvenlura tendes-me dcixado ao menos o
nielo de eicrcvcr-lhcs ? Tambera nao. Posso
be verdade confiar ao papel o que leubo a di-
aer-thes, posso niesino fate-lo iinpriuur, po-
rra n:iu lenho nenhuui uieiodc fate-loebegar
ao seu conheciraento. Ku podia lser aftixar
raeu escripto as esquinas, ou faxe-[o drstrl-
buir i vos pro!ilbltc3 tanto a aHixaeao como a
destribuifo. Resta-rae, he verdade, o recurso
do correio ; porem, sera fallar do que elle tem
de custoso, n.io pode substituir aoa oulros i o
correio nao he ura meio de communicar cora
o publico, nao posso pelo correio enviar meus
scriptos senao aos raeus amigos, seno aos
Sen limo-nos sustentados
pciisainento ; calamos conve
os anda por oulrojsc eu quizer derramar meus criptas entre
.......... ^vencidos 'I^co.n- ineus concidadaos cnire.^ Qg
iiihrr nina nucslSo que toca em acus piimci-'r ialu incontritavcliiiriitc um. K'"""B "" nro,;,a(j ellas nao nertenccni au uso da gc-
roa intcreiica, c sobre a qual o borarlnliclioi jgraea. t:oiitc.ladoi, dricoiiliecido, ji m ror9 Ja|ic Jos c,Uala<. Os peridico, uau sao
daapctlcdes se leen) mostrado mal leloso ciiiIi-mci poderci ios evaraci "< "-"* ,. me|0 de cominuulcar com o publico senao
dsXl Z'T'U' *qu< e,u ^'-,hMKatVCS0^; 'JESSi %S& IS.VW p.". r- >- -
">ar-W


got; elles nao rio um nielo ao alcance doi cl-
dadoa ein | peridicos sao o nico nulo de cmninunicar
com o publico, mas te mel voso tendea in-
terdicto !
fie por consiguite noeicrlnto nao peridi-
co que reside o dtrelto dos cldadaos. As gte-
las, debati de certas rlaces, sao urna Indus-
tria. O eicilplo nao peridico de que fallo lie
Inteiramcnle eslraouo a toda a especulaciu ;
he puramente o exerelcio do direito dos cida-
dus, c vos o tendes suppriiuido
Oeste modo tendes-ntc prohibido a palavra
pela prohlblco da reuniao e a escripia, pela
prohlblcao da alixsc.au e da distribulco. En-
tre tiiim e meus concldados, cutre mlm e
meus eleilores acho sempre voisas leis c a mo
da polica.
Mo resta seno o mel do corrcio, peloqual
nao se chega ao publico c luiprouaa peridi-
ca, que he o previlt-glo do pequeo numero.
Para a generalldade, para a quasi universali-
dade dus cldadaos n.-n, ha ncnhuin nielo catnmunlcar rnlte si publicamente, para es
clarecei-se e conten sobre os uceados pbli-
cos
Els-aqui o balando da primeira de nossas II-
berdades o direito que U't-ui os cidados de
exprimir seu pensameuto pela palavra e pela
escripia, vos o havels supprimido.
Quando digo supprimido, divo que lizrslrs
peior, que o eutregastes ao arbitrarlo c a des-
crico do governo, o qual tom este espirito de
equidade de que s.io investidos todos os seus
actos, prohibe-o sysienialicaineiitc a seus ad-
versarlos c reserva-o, como um inuuopolio,
para seus amigos.
Por mullos motivos, senhores, faco opposlcao
a estas lels ; mas este he o que mal ln rcvol
2
lado o ineu eapirilo e inlnha coiiscicncia. Coln" i publica satisfaz II BiigeDCiU d m .iii.-iiU>
prrhendu a Igualdadc na comprcssiio amt llcess, jade suciau s nascidas do umu uu-
l""" 3RttE5l rovolucaowriw.olacllo de nenbum dos
ll he. venho suhmoller-vo-la. Sinto que adherale!, ouvl, meu caro, collcga ? adhe- aono, obaervando-ie mmeme o dlaposlo no
um discurso tambem principiado, onde a rliui eapllcll.menie i forma repullcana ; ti- art. 84 Ha de 19 de agosto de 1848: JHH
.,, ,i, |i,w,,h,mi, TmnilerarAn das Por- vene, f<< uella. (Hollnenlo) eipfdliaem ai orden conveniente, e le offi-
rtserva da lingoagem, a mnderacno das lor i pcolitoi iiuc oppon- clane ao Enn. preildente para indicar o lugar
mas lliv.am-se tai maravillos.meiite cum dt, 0Te V,l. que no conheelel.. que a da rcunlio do ollegio eleiior.l do circulo Je
a raiSo calma, nao leona sid i acabado el- cr|,, n),|, Deutr,... He ludo oque me he pre- ta cidade. para ie faier publico por editara,
le 0 ser. Permelti-ine, entrelanlo, que clio ; lulgaiie-a bella um Untante, Julga-la-1 Outro do inenno, remetiendo por copla o
VOS oflVreca um fraco ensaio, o qual s le- heianimiempreque for produilda .(aprova- ortelo que Ihe dirigir o preildente 4b cunie-
na alguiii valor ao foaso apresonta lo depoi ci eiquerda.) |lho de aalubrldade, aflin deque a cmara la-
do decurso .ue no ouvistes, e que pela mi- Eii aqu o Ire ponto que nao precliaiu de tliHteite o que elle requinta acerca do eitrau-
nlii nrt nBn nimn reurudusir Meu ami- malidealnvolvlmeiilo. Em franca, orate pa- gefro l.osse Keinont: que e rrspondeaic jS.
nna parle nao posso repruuusir meu am nr.iepali de audacia, oeile pala de Ec. que no archivo nao eiine o rrgiito do
1,0 Grevyler-vos-h.a demons ralo, esluu ^;lo'|"J^'nuuvc\;lista0lerm que ande, titulo do referido liemonl. nrm podi.lstlr,
ceilo aue vos demonstrara anda, que a re- e _eqreoo>, ricos e pobrea : vencedoresc ven-porque nio lein elle Ululo legitimo para eier-
visflo lie un.i omisa uia em si, que ella nflu cMo,, se pode haver vencedorea e vencido cu- cer a arle de curar, pelo que lora multado em
ini-l i mu gran le resp-ilo a pro ira >" a a lre oof| todoa quieraui a repblica. ( .Nova a. 3 de Janeiro dedo anno, acbando-te o termo
ituir'm ao menos em sou espirito,. Ora provaco esquerda. ) da achada de infraeco em |uizu para ser jul-
eu irei um pouco mais longo : e pondo de Eu poderla ciaminar com a raiao da poltica gada.
Outro do mesmo, disendo que para resolver
com ni.,is seguranca aobre a faclura da obra
do inaladouro, cujo urcamenlo Ibe remeneo
-i i cmara em dala de Jli do me rindo, hulla
de ouvlr urna commlsio, de que devlam fa-
zer parte o Dr. Jos J^aqulin de Souza eFran
ciflcoGoncalve de Moraes, uieinbros desta c-
mara, a quem determinava que sr convldasscm
para, com o engeuheiro que deu o plaoo da
obra, compareceretu boje no lugar deilinado
ao referido inatadouro. onde S. Exc. tinha de
procedrr a alguna exaiuea sobre a localidade
eacolhida : inteirada, por ^ ac haverem dado
com antecedencia as convenientes ordens.
O Sr. vrreador Vianna fez o leguiute reque-
rimento, que ficou ptejudicado, por entender
a i mili i que ao administrador do cemeterio
competa rcqueier a la confirmaco, c o aug-
mento do eu ordenado.~n.cquciro que se pe-
ca ao Eam. Sr. presidente da provincia a con-
nnnacao do administrador do cemeterio publi-
co com o ordeuado de l:2i>0^00n rea, em alteo-
cao aos bous servicos que aqucllc cidadao tcm
.... genero ; enq
prcscripcoc da r.zo polilica. l.ulaea con- v0, na C0111,lieMc,ie felicilo-voa por Is-
ira i|uem li mais lorie quo VOS,Jlllgaes nao ,0- tende sido perfellamcnle habel. Com ef-
alacar senao a repblica, e alaCae a socie- (Vito, acliattea ., divisan no aeio do gnvorno
lalc que Im repuilicaiia. provisorio fecundaste-a, e deeenvolvesle-a
Toda a tlise quo quera estabeloer pe- (Sorrisos de aprovaco esquerda.)
ranlo vtis, lie q.io sois republicano san o l,cl'oi* col,, quer que o governo provisorio,
beries.lic provav.dmente sen, oqW.r. -^^^^T^nl^^t^Z
( Itiso omovimenlos diversos.) rc.,rcscnlaa, Depola poieale o po-
Ora o quo he que eonveni para chegar a ,.,,,. BM m3o, dc um homeio que disseste mui-
esla deniouslraijilo :' Cnuvom cslabcl-cer ( ezea, liaba salvado a (Ociedadei einllm
peanlo vos o proprin fado da repblica, quandofol precito coioa-lo, reudcr-lhe hoine-
iuvesligar sua causa,iluer porque illa ems- nagein.e por-voa uui harmona comvosco mes-
o e tiorquo actialmenlo a consorvaes moa, reoominendaile-o ao poyo durante nao
lem ama-la ael quinloa mcici, c oKo'dlM baslarain para
" Ora so pndessomos prov.r-vosquo osla re- jU^>*ttZFjr
r,
he o que noacouipreheudo ;
articular drsias l- s. "f '*lu Mue ha "c -
as apparecar na historia como urna das causis
luals profundas da consIdflracSo da lei. du avil-
tamcutu do poder c da dcsiuoralisaro publi-
ca,
Deixo todas estas raies prejudiciacs, c pas-
so questSo da revlslo.
Se lelratasse realu.eule de rever constilui-
Vo, istn be, dr tocar nella para melhora-lj,
teriamo prlmavo que ludo que propor-uos i
que resolver estas duas qu^sloes :
11 mi sido experimentada a constitul<,ao ?
Pude ella fier julgada
priiict{uus QSSMDCiaOI da socio ladi', qu lo-
riis a rotpootlnr-nofl
Fa-lo-hei r-ii-ida o lamnaritmaolej a ho-
ra mf racommen u qu: s 'ja breva.
Exlata por ventura a repuhhca.3 Slitl,
D'oude vem hJU ? vos o tondas dito muius
vetea : 1^ ralo as palovraaqua pudoram uf-
feuder. Nfio fallo naui de caiastroulie, nam
de aC'Uit'i'imcnt fullalo fsllo tlm pla-
vrasqu^si c'fiis-'KraiIas : ella veio por sor-
Ksuin todo feralmente de accordo sobre os pr(1ia |ai|l0 m^!hor. Muvitnentu Bfl ella
defeiius que da eucerra, sobre as mudanyas ^ ||0 foj CIIC0l,l)a (| ai.le 17)00, se uo lui
''^u^ep'hdeterresolvidoamrmativa.neu- produzida por urna conjur,ea por umaj
u estas duas nuestes, que noderemoi, n ,o- coiwpiragflo, releva dfzennoa don le vem.
moa hoiueoa terlos, adoptar a medida t.io ler- AO / ella vem mu mu, lestuent 'das 60-
rivel que nos he proposla. tr. rih iS ta sooieda li', do pOVo ; ella l'oi ac-i
i"t-ni sido pm ventura bem aspaiiuiantada a clan,* la pelo p<>vo
i.oiisliluic.10 / Respondo misadamenie 1 Nao
A eonsUtulciO nio est anda em vigor senao
adousannoH, suas leis orgnicas. Uto he, IfUI
ineios de applica(3u c de desenvolviinento an-
da na eeiaui frlUHj pelo menos as mal impor
tantes e as mal numerosas.
Anda inesuio qu~ todas rilas tives^em ja si- N,,i
abel pira onde levaitea vosia bouenageui
Apolados e applauoa esquerda )
oeulioreii liscstes mais : a" (brea de habilida-
de, explorando tambeIII as (alias do partido re-
publicauo c as taitas do povo, porque nao ha-
kla aqu o <|ue q lero cstubellecer perante vemos de dlier a yerdade ao povo apod-ras-
ta-VOI do poder, li/eitcs-vo pequenos prnnet-
ramenle, (|Uesirs lu.iuuar vos nos coiisellios
do povo.e o consetjuistes. Depois dehaiso de
una republiea, os deiUOl di lepubllca foram
confiado! as maoa de um pretandei c o gove
,is moi dos nionarcblitaf, Nenhuma couict-
enola pode contradizer-nsa sobre estes faetos,
Oraparguuto a niim inesmoeono nova aiit
de esclarecer meu espirito a para assegurar
miaba caueleocla, porque ra ii'publica *
Perguntei purqueella foi aeclauida. pergun-
te poique 0 lenheis aceito um instante, per
yunto agora poique na uo-|.i lracs? Synios
200, SOll .">' leudes lO, a ."hm. mil lio
Voa$a dUpoiicfioj um orcameiito de mil c qui-
ndenios milhes; 500, mil funccioiiarios, tudo
0 que vlref ludo o que pensa governaineutal
" ente, pertence-\os, laiifai em urna urna o
nonia de todos os funcionarlos publico nao
Mr. mtyuot [rfa fourgest: ro icceh tirareis dalla um que sela republicano. (* es-
peiopovii.. Lieiros rumores a direit-, aturde. Uultobeml mullo!) K a repblica W-
* m biembro ireila : Nflo! I ve! eis aiju m I abas ategnas, inlubaa esperan-
Mr, Vi'jiieliiie iJtmrf/ci', ; Foi aceiti por cas. (Applausos esquerda.)
fina voz 'tircita : Qual povo i"
do publicadas, eu allii inarla sem l- mor de ser
contrallado pelos riomens etclarecldfll que me
ouvem, qne no ha una cou'litii'C.ao, urna
forma poltica qnalquer que do seus trunos
di mo de dius anuos c que se posta julgar
por urna prova t.io cuna, principalmente se
esta le sanio inopinadamente de una revolu-
cao violenta., se loi promulgada no mel da
trise determinada por esta revoliicso. se teni
que lut.ir contra rancore criminosos, contra
luleressrs cuntrariu** c contra a enlisao de lo-
dos os Vflhns partidos.... ( A(|iii o orador,
cuja vuz 1a eiilraqutcendo. para, volta-se para
o >i. presidente e troca com elle algumas pa-
lavra* ]
O Sr PresiVals:U mador pede para des-
campar um Instante (Mm! aim ;
(Mr. (iielv, vlsivel 111 ente Indlsnosto, desee
da tribuna, e reiira-se pita um dos corredo-
res da assembla, onde be Ininaedlataiuenlc
cercado dc um grande numero dc seus cuite-
gas.)
A seso lica suspensa durante um quarto
dc hora.
Sr, PmidtnU : -Mr. de Grcvj n8a poderd
tornar a tallar senfio ainanba: portantoMr.
iMiguel [ de Hourges ) lein a palavra*
h. Mfi/uel de Bourgtt) Senhores, por-
venlura esta tribuna he tao foimldavel como
se tem dito? tila o he sempre pan mlm. po
que desta altura do mundo Intellectual nfio de-
v< 11 mu cahir senao palavra dign.is do povo a
nue.se dtrlgem. Ura quem pude estar certo
de posaulr a verdade ? He por esta r.is;,.* (|ne
abstenho-me de milito boa vuulidr daJi.una
perigosa de l'azer ouvir mlnna vot oesta assem-
bla Hoje nao occultarel meu sen ti ment,
nao estou oommovldo attrcvo-mc a dlxe
que estou seguro da verdade. DefendO a re
publica, be u Intllncto dos povos fAppro-
vaeio esquerda. ',
llontem eommettl urna falta., a qual confes-
o, inierrompi um general que fallara nesla
tribuna em favor di repblica. Tratara do
direilo antigo v do direito das monarchias
Pretenda que nosso principio serla compro-
ineiiido se dallastemos dfscuti-lo. lie a lu-
giiagem da inonarchia, he a hlSloria de nossns
utiiuios Irlnta anuos. Ten lio, tenhores, as
indos s moouineutos de nussa Intolerancia i
todiis vos, em elrcumstaoclas diversas liavci*
sustentado a inestna maxim, que jamis Uin
governo nao pode deixar-se discutir. Ksla 1111-
iiiii, VOS que hoje u s presids, vos que pre-
Idlaa coniuiittfio oque apratent*stes o pro-
jecto de re visito, a leudes sustentado ; o que
prova que n;io tendes i em vosso prluciplu.
laso tem acontecido em lodos os tempus c em
todos os paiics, aluda mesmo as repblicas
antigs. He porque mi credes em vosso pnu-
cfplo que nao perinitiis que srja discutido.
$iu*, porein, republicanos de Uuj<3, de nosKi
lempo, de nossa H' crdade, r|ueremos, pelo
contrario,, que nos disculam.
( A' esquerda. Milito bem .'
Mr, Miguel dc Rourgex] \ Nilo obstanta
ri' b;.i pr.iude fraquezaf n;l 1 o btanla n s-tt
inminia habiiulNde.n'ioob.sLinic noasa qua-
iinulipiade em poln i'a provncamos,perniPt-
f i'iios.sollic li'vos que n s discutan; lomo*
n pretendi de ser a propiia r^zlo. liso-
nicos ilireit:Viva uprov tfo na cairo
na esquer la.)
Mr CarlosMbtilucct .Mr. Hoyor-Collard
.Mr. GuZi L (iissi-iMiu ouLro tanto.
.?//-. Miguel (de liounjes); Q tan lo primi't-
ro con a depurtaco com a morte aquel-
los <]uc vos conieslavam. nao tinhes bch>o
iuiii ao menos a p' i-in;..r dc t-r por vos a
ra/no ?
Muilos Miembros da esquerda : Muilo
boni 1
,1//'. Miguel [de Bourgex) :Tomsi sentido
tuso senflo podemos ser discutidos, nlo so-
mos vcrdadeiius. Somos 05 fllhos da duvi-
da, nflo podemos renegtr nossa niai. o hvra
exanirs, esla lie a Ionio don e vientos o para
a qual queremos sempre remontar (Appro-
vac3o a esquerda.J
i u di-vi.i osla palavra do espkca^fo, do-
vta osla juslilicclo ao apaitn qua d>*i ; el-
le ido era pessoal rxpreoM meu senil-
metilo. looro se he o sentiuienlo do meo*
amiRos..
Vm 'jrande numero de votes a esqttrda :
Sim.'sim
Mr. Miyuellde ilouiges)...... Pois fallo
1:111 meu noine. .Nova upprovagao es-
querda. )
Mr. Armaude{de Ukrtfqe) : Sim sim '
'jisculam a repblica tamo quanto quise-
rem.
Mr. Miguel (de Bourtjes) Principio a CW
3' nitores que eatmi ineis mais urna le. co-
mo em 1793, que oeb i*o dc pena ile mort--
vos probibisse discutir-nos. (Rumores a di-
reitsj Sim .' aim I vos a esLimureis mais (So-
rrisos de pprovac5o a esquerda. -Itumo-
tt$, agiar;ao direiti.;
Pela nossa paite iij queremos urna til
Sel. Senhores a mnoiia do hontem. lor-
nada maioria decircuin>taocia,esculou vos-
sos oradores. Nao quero ofender-vos; no
lonho iniciase em molest-r-vos, quero ro-
coeoiitar-vos com a repblica. (Hisaiss )
2tte terei muito que fazer pira alguns ; n.1 >
farel nunca bastante pora os outros .
rusos de asssantlmento a esquerda.)
iiisaqui tniuhs tose.acauuada oemo el-
Peco aos oradores que tendes escolbldoe que
i xclauacOi-'s Sf u ",lT,,,'"s,i talento recummenda que dirijam
* suaatteucdo sobreests eouslderacdea: dou a
ib-o alguuia Importancia, c crelo que o piiz
mesmo nao ha dc desjireiar urna resposta pe
reinplorla,
tira o fite nunca me IntereSBOU muilo ; le-
11I10 vivido no direilo, tal ve/, ca demasa ? po
na inonarchla precedente devera seguir o exeu
po que deraiu-iue hoinctis briosos, exetnplo
que ibes sgradeco. Kllesdiaaeram leal c sin-
ceramente a repblica, ufl ha multo lempo, I
dous dias: Queremos experimentar a rep-
blica!
Nunca ti\ e esla coragein ou antes csie patrio-
tismo, esta dedtcaco; porque importa que ca-
da um Imniole tudo por seu pas, anda mes-
mo suaa aOeicdtSi sua latelllgeocla
Procuro a eausa des tes tres grandes lacios, e
achoa as concesses que hontem me foram
feilaa por um dos elu(|ueuies dellcnsorcs do
amigo regimem relevem-me a expresado.
Mr.-Ir l'nlloiir : ,Nji>a relevo.
.lir. Ueiiif{rf* /'oiiy; :lloutciu, com gran-
de admiracfto iniuiia, devodise-lo, ouvl aceitar
a revoluedode iTS'J. Se esta acceltacfio he slu
cera, estaes destruidos pela lgica. [Agltacao,
approvaco a esquerda)
I le ver sin breve que rasan que procuro,
appuece-ine repentinamente ello me befor-
necda porvs. .Nao ha mysterio uasclencia
poltica: be o bum scuso applica Jo scuusas
deste iiiuoJo.
Ora, eis ah a causa. .Na verdade 1789 be um
r.irt'1 iiiimurl a| mas nio lie porque est de
posto nao sei em que pagina da historia ; mas
porque deseavoIveuse uu lempo c uu espaco.
Anpl iosos esquerda.J
Sun cJIe falln, fei-se verbo, aatendeu-ae,
deseo volveu-se, marcha, estn de-se, deaeuvol-
be que hontem aijui
da mocidadc aova,
O mesmo mtuibro : Nflo
a aiquerds.J
o ->/*. presidente, ao uufor do aparte : .NiU
iieg-ie a evidencia.
A' esquerda : Muilo bem muilo bem !
OSr. presidente: Altenda 0 Sr. po i*-
coiitesiar um oireito, mais nao pdeilCgar
um facto.
Mr, Beehard \ Niogueni o nega.
OSr. presidende: sim' deratn um
desmentido.
Mr, Miguel de liourges : Talve que
n-'ste bancos s.> encoiilrem cidad.los q'ie
nflotenham jamis atharilo formalnente
a repblica, nem mesmo virlu lmenlo ; po-
rral f.illo .M|ui do grande numero, nflo it-
t mi lo ai BXCQpcO 'S ; procuro fact s SOCat'S,
recios que toquom. q .esej^n argumoitos
por sua general) lado, otir sua universatida-
dc ; a ese. -i r*fl 1 c mli mata a rogM
A' esquerda : Muitc bem muito lien
}r. Miguel {de U.urges) Eleum farUquu
honra o 1 au limito-mea ealabslecer, nflo
ojilgi; indago rom vosco sea repdblica
he social : c nao dig 1 a repblica democr ticaesocial, bem me ontendeis digoque
olla be social, que n*sc udi vi.coiii vos-
co, entre ros, e que vivera comvosco, en-
tre vas. ajudando-vos a seo lo por ro que*
ri la. 1 mu risos a direta *-aipprovaCflo a es-
querda.;
Como lio qu:; S'ndo lime is poli I icos,
pen"x lores [i 1I1I 00S nao p'OCUrai* explicar
,1 vos mesnios osto grande laclo quo mo
Preoccnpal .\.o aJmilto a fatalidade, da|Vc-sei
que lili iu, ha pouco um ora lor aloquen te, prest istes liomenageiu, \
110 qual todava as ido is, assim o pens, nao {rendeste preito a este grande lacio, vos a acet-
leui curso; adimllo a providencia. Qj-ii-, iates. (i esquerda, multo bem 1 muito bem!]
lo SUCCedn um fado Iteste mu lo, elle tom I SL'ri* verdade, senhores, quede l7dVa Ibirf
toa le : procuro esta le :
fe me engaar, rotiUcai-ma
Lrar-vo-la-hei, a se vo-l li
RECEUEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAE4 DE PERNAMBUCO
Hendimenlodo da 2......3:509,27 Valparaso Don Ricard Paraau-*
PROVINCIAL. Horsburg -- Avoca. 8U^
CONSULADO
Rendimentodo da 1.
dem dodia*a
S. Francisco Emily .- Jaoet Porail
Santos Sorens Winkel.
377.595'
420,748.
NOTICIAS COWMEnCIAES.
Havre, 3 dt ttitmbro de 1861.
A Igoddo. Com datada nossa ultima circu-
lar, o uosso mercado eslava animado e os pre-
sos estavaui mu firmes; tanto o negocio com 1 a
espceulacao liohainaccoinuladoos supprlmen-
los,estes erao mas nao demasindament e pesdos
porem desde ento, nao obstante as noticias sa-
liifaclorlas de Liverpool, c os avisos da subida
em Nova-York, a procura afrousou consldera-
vclmeote.devldo, indubitalvelruente.ao aspec-
to Importante das vendas durante o me proil-
inamente acabado, e que or<;avam por34,0O0 sac-
cas. Na quarta-felra receb'iaos os uosos avisos
do Estados Unidos,com data de NovaY >rk, de 13
do un'/, passado. como est annunciado no nos-
so pust irtiptuui, e como embarques alguos mais
remotos foram annunclrdoi para o nosso porto,
a procura foi regular, c 1,500 saccasacharam
cumpradures; na quinla-feira soubemos da
chegada do Pacifico em Liverpool, com dalas
de Nova Yurk de 16 do mei passado, noilclau-
do c 1|8 a de subida do receblment dos avi-
sos mais favoravels da Europa ; porm Isto na-
da influiono mere >do, que coulinuou triste du-
rante o resto da semana, com vendas diarias de
4U0 saccas. c os precos especialmente cm favor
dos compradores na sexla-fcira e no sabbado.
N* scgunda-lVira, a circular dc Liverpool re-
ferio urna semana mu activa com i|8 d. a 1 > d.
de adiautjiueiito, e urna cxcelleule posifo em
Alauchesicr, dcinaueira que comecamos na se-
guuda-feira com pre(os animados, porm a
procura foi tnui pequea, as vendas moutaram
prestado a prol d aquelle cslabeleclinento com! smente -lim saccas, leudo o cunsuuimo tomado
saiisfacan da cmara e do publico, que rcco-;mais do que para as las precise diarias li-
r 111.iu parte na reserva, taoto mais que pelo ul- I
limo vapor soubemos daveudade i ,1.1111 sacc em Nova York paraeste porto,eos comprad'res
cuintudo querem ccrlllicar-se autlcfpadaiiien-
te do que elles lem, provaveliuenteque receber
em pouco lempo da Nova Yurk As vendas de
huute 111 debalxo desta Impressao nao excede-
rn! de 40 saccas, posto que fossemus sabedo-
res, por va de Southampion, da chegada da
/. ,ir 1;. 1 ,:i Liverpool, auuunciaudo una sabi-
da em Nova York, as nossas ultimas datas de
Nova Yrk sao com tudo de 13 do paisado por
meiccimcnto.
nhece o seu zelo, solicitudc
O vereador, l'iaima
Foi approvada a piimeira parle, e regeitada
.1 segunda, do parecer que apresenlaram os
Srs. Vianna, e Mamcdc, iudicaudo o assumpto
em que se devia responder aos cilicios de S.
Exc.
Remesa de 2 c 11 dc agosto ultimo, relativos
.10 cuierrainento, no ceuielerio, do cadver
d'iim belga, que 9. Exc. disse era protes-
tante.
Tcve lugar a terecira praca dos objeelos an-
uuuciados para seren arremxlados, c apenas Niagjr.i.dc iGpeloFacilico, e deludo passado
o foram smenle as duas casas da Soledade,
por Candido de Albuquerque Marauho, sob
ii in : i de Francisco \11toufo Vlera da Silva,
por a quanlia de '10fifi'200 res, e o talho nume-
ro 2U do acnuguc da Itoa-Vista, por Joaquiu
Pinto, pela quanlia dc 22/JOO, paga logo; rc-
snlvcudo a cmara que secontinuaise a annun-
elsr praca para l do corrente, c se pedisse
autorisacio ao guveruo da provincia para mu-
lilicar os alugueis das casiuhas da ribeira da
por turopa, que confirma una subida de c : 1,
c dao noticias mu lavoraveis no que diz res-
pailo a ora sufra, sommando, as vendas da se-
mana montam 3D3U saccas, contra if.io saccas
importadas, que nos deixa com um deposilo
perto 1,7M saccas, diiitiuuiudo as vcudas fei-
Ijs c as expeculaces.
Ctf/ir.X demaudapara este genero reviveuno
tm la semana, e os precos sao lirmes. As vendas
comp-eheudeni Sol saccas do Rio ( nao lavado)
fregueaia ilc San Jos, oceupadas actualmente de f. A\ a 52, I37 saccas ( lavado) le f. 5'J a 50!
com talhos. 110 saccas Pueriu Cabello dc f. 5, 284 saccas
Mandou-se remetter commissao de polica da Havauua a f. 53, e Slu saccas, parte das
o requeriuiento do engeuheiro cordeadur, pe- quaes foi tomada ao desembarcar, dc i*. 5l)i75 a
dindii Ihe atlestasse a cmara o ler elle desem- 5l por 50 Kilogramuias, Sol palavras; 8 barreas
penhado ou nao os seus deveres inherentes a de Martinica a f. 150, c em hasta publica 782
este cargo. saccas do Hailc de f. )7 a 11, e 8l saccas dc
Dspacbaram-se as petices dc Joao da Costa Manilla, tambem avariado, de fr. I"5a 108, por
Dourado, Antonio Pcreba braga, Jos Fernn- &OKilugraiuiiias. pigososdireilos Importamar-
les Eiras: e levantou-sc a sessao.
Eu Mauoel Ferreira ACCloll, secretario inte-
rino, a escrevi. Mveira, presidente. ,Va-
hftic.~'tarrot.C-irnttio Munieiro.Fitjuetrcdo.
se 4t-'l sacca*;dc. Domlogoi por S. Jacqucs,
e II barricas de (iuaileloupe por Eduardo.
Assuear As uoisas iransaci;es foram uiul-
lissiuio limita las coi nossos piejos declinaraui:
I venJeram-se l:i barricas das ludias Occldentaes
franceas dc L 57 a 57 25, e 'i'-'J barricas das
1 nossas manufacturas de fr. 58 a 58175 por 50 Ki-
OLTU- logrammas, pagos os direltos, luiportaram-se:
Silo barricas a barricas dc Guadeloupe, por
dous l tu.mi! ; porem nao temos vendas uenhu
JUV DO KECIKE.
4." SESSA(7 oill.WRlA EM > DI
biiu uk iaoi.
4,^ *."'?' ; uuus tuuaiu i; m imu leillua venua
As do/ o meia horas pa maobaa, felii a cha- .,, nem chegadas i.iac noticiar no a.sucar -
narta, acham-e prnenle, 3S Sr,. Jurado, nnMln.
Sjil lirados a soilc da urna luppleineotar 13
enborea pan prelienchrrrin o nunii apparccmdii porm o Sr. Joo l'reira da bilvci-
N.Tioa i carga em Londres, para
Buenos Ayrea -TaMar.
Lima l.iKishlaiiik.
Montevideo Succours.
Rio Gran le Concordli.
Rio de Janeiro Chevalier.
Al ice Filente.
8. Francisco--Viclor-OriMi l'rmce Chir
lie-SydrorJ. ""
Valoaraiso -- Hulianc.
dem o Lima Warrior Princesa.
Victoria William e Marv.
Navios carga no Clvde, pira
Rio de Janeiro Rnine.
Valparaso Elizabeth Rosa.
Navios c.rga no Havre, pira
Babia Gustavo II -- Joseph.
Buenos Ayres Paran Gil Blas.
Lima -Cmil VingtTrois Nelie Malhilj.
Montevideo Nm 111.1:11.
Rio de J.neiro lm,ior,lrU do Brasil..
Imperador du Br.sil.
S. Francisco Surney --Miloion.
Valparaso Co jnlers de Durharn Ks
peran^a Borneo.
Navios carg, em Brdeos, para
Arica, Islay e Lima -- Arequipa Cvan
Mniiievi nio Bonns Janiiy Velled,.
Ide.m e Buenos Ayres Bunne Amie
Amurique.
S.Francisco I res Succes Elise^
Bengal.
Valparaso Lequellec.
dem e Cobija Bon Pero.
1 Jam c Lima Globe Cores.
I lem e Panam Nostor.
dem o S. Francisco Pacifique Com-
mu ce de Bordeaux.
Navios carga em Marsoillesf para
it 11 ii-ji. Ayres Delfn laly,
Cadix e Rio Grande do Sal ElenaU
Prata Nuovo Stinge.
Mi iu 1 evulii e Buenos Ayres Suznn.
Ilio Grande-- SI Marj.
Rio Grande do Sul Voyageme Redlj.
chk-it.
Ilio do Janeiro Constsnt.
S. Francisco S:ella del Mare.
Y,ilii.ir,iisu Lima e Cilirornia As-
sompcion.
ITAES.
luebavla sido notificado, c complctaiido-sc
assim o numero legal.
O Sr, Presidente abre a sessao.
Sla apresjiua.los pelo Sr. Dr. Costa Mcnezes
'\l''^""'\>^ '>>'^ ^nl'i^' "lases- fallar he d S00 barricas dc Surina de fl
o, tendo S de nos presos tOdc amaneados. a2 \
Apregoado, os rtlaa c leatemunha. prooede-
rangciro
AMSTERDAM.
Ca/c. Os precos s;io iioiiiinac ; nao tivcrain
lugar vendas algumas de qualijocr iinporiancia;
o preco he o 2 a '2t > i para o O0111 ordinario.
Altjodio. Ksla mullo iiiclhtor, c 'JU saccas da
America uiudaram de niao.
Aisiicur. \ nica traosacciio de que ouvimos
21
ilroi que a U
cela o 1 la n'.'
'ii,iiiiiu:il:i.lor il
somiiientaiio espero quo se dessnvolvera
'om o lampo j sim nSu houve obstculo, e
isio 1110 Itsati, porquo erais omoiputeiite.
Mleml'i bum.' n.u) mo esquejo o que I'j-
l"S lliillluili j u que S01 lloj : cien lloiiiem ;
linlieis 11 11 podar do quil querieis e podieis
li.por ; bo| i tendes um poder o qual o in-
servaes sem inquielar-vos n'uito uc u laxer
valer.
Cumoho |uc naa Irai opia<0ei qio me
oombalem [eu deven rallar de duas s'nen-
ie, nflo havia entflu so iiflidua-', coinn hu
quo entro osses hornees de espada, entre es-
sis bomene da triliunn, entre ossos grend s
asta lista, no scliou-sa ueuhu o qui pro-
nzesse a este povo, o qual, segundodizem,
conluzom oemo querem, um meiiiiiro da
i'auiia e'Orle.ns, oconde Je Pars, por ex*
emplo, ou tn es iieurique V..' Tin neis di-
roiio a'a isin ? Sim ; ludo eslava no ni la,
ludo eslava no Cahos j clavarnos ein plena
revoliicflu cada qu 1 luiha o direllJ ilodi-
ie> e quasi da laz-ra que quizesse..,. Eo
aovo iz a repblica .' Viva eprovacflo em
mullos bancos da esq ierda.j
Ora vos nao Ihe proiiosestm faznr outra
cousa. '.\ova ap-ovarjo u esquerda: lie
pouco nflo ler-lhe offereci lo outra cousa,
pniqu' boje o pov 1 vos diz: sois meus
^ui is, sois meus pastores, fareis miulia opi-
nao quimil nOS a.raz ; lelo quando que-
eis, quando nao quureis nSo leiomais...
(Risu deaprovacftoa esquord), fazei-mo os
livrus nos ques devo le, c depois nos
gr n lc> dias dc rcvnlucflo lorceis o co'po,
nflo por medo, p.l.vra que hao lio fran-
ceza....
\'tgiurda i Muilo bem muito bom
,1/r. illiqirl ', ile Bourgti): Quanlo a miin
eslou convencido de que ein lodos os partidos
nos partidos vencido como ein todos os outros
ha hoiiieiis dc animo c de grande ooragem..
( Mu 11.. Imiii : mulo bem .' i i cm tod-.s os par-
tid lomo. Kranceaes, e a Frunva he o velho
sangue romano, be o velho sauguc gaulez, lie
0 vellio sangue dos Franco : tudo lilo nao ge-
raa cobarda e a fraqueza. 'slgnaei c.inuriiiuii-
oide 'i *. -. )
IJui'.era marchar dc pjcsaa maieinfun nao
pnsso ir sean srguindo a ordein dc uiinha
Ideas. Sol benvolo para com soa inocidade,
euinpre tambem que o sejais para com aqucl-
les que ni" sao nial joveo. Hecoiinucndo-
111' .1 va peU>moderacao.... I.igeiro nioviiiieu-
to i esquerda) ; retpeilai uiinha inudciacao e
h.1 veis de ver que chrgo a oneliiaOe. que liao
de Baliafozer-vo a toda. (Movinienlo uiveraos).
Sim, a repblica lui acclaiuada pelo povoem
1 .1111.11 de I84S. V11I1111111 outra Torina du
governo Ibe Tui oBerecido nenhuiu homein
a preieotou-se, nao digo como entre os amigos,
com a corda ao pescoco, para votar-se a uiorle,
nao, quero dizer que por una eaplosiio inge-
nua c espontanea de scullmeoto nacional, niu-
gui'iii apresculou-e ao povo para dizer-ihc :
Porque raio faxei o, Albo rrsponaavela pe-
las fallas do, pal?
Anda mus. nao vo, limitaste a eita altilu-
de negativa, a este desaruiainenlo que nao ci-
ta ik'iii cm voisos uo, nem em vosios guato, ;
mili lo, elle loml sera verdade, senhores, que de l/OVa loisie
su nao a aeliar tinhain passado grandes cousas/ Sera verdade
se sachar mos'-'1'"' i:8J <,,'slru'u u ""'&" rgimen? Oodee,-
(.rc.imo .Lio eoeefW"* do amigo reguiieu. Nenbum
cui cun o 11 >'0,1 la)a|a csUte. II1 porlaniu um lictu novo. Sois
1 existe, fai n a repblica loi
:n/l; ulislunls, COUIO djSS I)
nossa coustiiuic iu, cujo
P'
puis 01 lillius de una ordciu de colisas novas;
eu bem o saba. ion os lilbol de i7&J, nau per-
caes sto de vista.
Pillodespretof aquillo que o preceden, Dos
me llvre
Lin 1 n: a ilireita: Crelo 11111 i lo isso!
.l/i. Mijiul 'de tiinti'i"* --l'Aplic.ir-ine-liei
-e 111 preciso Se Uvessein pratlcado, a uiaal-
1111 de que f.illou hoiiiein u honrado general
Cavalijnac, que uu se pode discutir o prioolplo
1I0 governo, que lerlaill frilu nosso
1110 lerla viudo 1789? .'sabis
BOeonde acaba 88.' Neisa limosa sessao 11a
mancebo, diaeudii-se enviado pela
o (rlelo que lem de julgar .10 reo Mirce-
celmo do Carino, aecusado pelo crinie de uo
armas prohibidas,
abciii sorteado! oiSrs : Jo Maiiauno de
Albuquerque, Juao Perelra da Sllvelra, Anto-
nio rrrrrlra da Anuunclacflo, ioaqulin llodri-
gues l'mheiio. Joo Fraoolaco de i.'habi 1 Ma-
uoel Joanulin Pae, Birrete, Vlrltslmus Anto-
1110 de Mallos, Jos dc narros Correa Selle,
Candido Jos Mtboa, Goncallo Lope Lima,Jo,d
Iboinaz de Lampo, Quareama c Carlos Jos
domes de Oliveira.
Prestado o juramento do cslvlo,
OAV. t'residciU faa au 1 u o seguintc
I.M'KRROGArOlllO.
Juix : Coiiiu se chama /
Uro :-- alarcellioo do Carino
JKfs : Porque foi |irocessado .'
/fo :Porlevar contigo um Ierro, quando
1 |iara miaba casa na Eiiibiribelra.
lu: : (loe ferro era esse?
/Ii-it : -- Kra um putih.it
Jui: 1 Tinba liceiic 1 paia tra/.c-lo .'
/fio : .\;io, Seuhoi .
lui: : Binque lugar fui preso ?
llu : Ku Aterro dos Afogados:
Jais : De dia ou noiie.'
Ilca : -- Erain 3 horas da larde,
lui: :Sabe escrever?
Uo : K;io, si iiiiin.
1111 Iu o lolerrogatorlo, sao lijas as pecas do
processo, c depois das allcgacoei ni c contra
o reo
ANTUERPIA.
Pela subdelegada de S Jos do Recite,
foi apprehendida como fgida da Villa da
Pao d'Albo, a prela cnoula de nome Leo-
nor, que declarou ser escrava de Joflo Alber-
to de Souza Plvora, trazando.a mesma pre-
la, urna mulalinha de nome L de de sete uiozes, que disse ser sna tiln
MU legiiimo Sr. comprreca, que provandt
o dominio, e poss, Ihe ser enlr-gno.
Sudelegacia de S. Jos do Hecife 2 ue ou-
tubro de 1831. O subeleg.do
Francisco Baptitta de Mmclda.
O Mu. Sr, orimeiro escripiurario,ser-
viii.I i de inspector da Ihetouraria da lazan-
da provincial, em cumplimento da orden
Iu IA m. Sr. presidente da provincia de 2}
lo corrente, mana fazer publico que nos
das 7,8 e 9 de oulubro prximo vin louro,
ira a prafa para ser arrematado perante o
tribunal ad uinistrativo, a quem por meaos
lizer, 91 bancos do honra para as aulas da
insiruccuo publica avallado cada um em
5,000 rs.
A arrematadlo; ser feta 'ua rrmido
artigo 21 da loi n. 286 do 17 de maioda
1851.
As pessoas que se propozerem a esta arra-
j milaco, compiieciin na sala das ses.-ej
j do mesmo tribunal nos dias cima niencu-
C/V.= -Nao icmoa altcracanalguma que diter, nados pelo meio dia, onde acnarflo o DO
nos precos. As vendas da semana abrangein
3000 saccas de S. Domingos, u saccas |de San-
tos, e llO saccas dc Java.
Afgmln'o Kit utn'pouco mais subido c I I 2
a 2 ; 5U0 saccas lor.im vendidas.
Aiiurar i procura he limitada; 1,7(0 cai-
xas de II ivaiina amarella foram vciididas aos
precos antecedentes.
Arroz 0000 saccas dc arroz dc. Arracan: mu
daram dc uiaos.
Couroi. Ksioeiu procura'regular; 2000 sec-
eos e 3000 salgados de Bucnos-Ayres aeliaiam
compradores.
HAMIiURGo.
Ca/. No principio da semana a procura pa-
ra o caf eslava mu animada, porem ded< os
ltimos puucos dias o increado lornou-se so-
cegado. Os cuiiipiadores querem esperar para
ver o resultado da basta publica da llollaoda.
Venda da semana: 13,500 saccia do brasil de
s 35|8a4 l|2:2.500 saccas dc S. Douiingoi, s
ll-l a 4 3 8, 1,000 saccas de La Cuayra, a 4718
a U.
estucar. Est mais procurado. 1000 calxas
trigueiro e ainarello de llavauua c 50u cesto da
Haba iiiudavao de inaos
dlo.
F. para conslar so inanlou aflixar o pre-
sento e publicar pelo Diarlo.
Secretaria da Ihcsomaiia Ua l'azenda pro-
vincial de l'crnambuco, 26 de selimbro de
1851. O secretirio. Anfom'o t'trnira da An-
nunciaeito
Deca fucilo.
Corpo pilicial de Ftrnambuco.
O lilm. Sr. lmenle-coronel Cu.nmamlanlo
do corpo de polica, auiorisado pelo artigo
pnmuiro da lei n. 235, de 21 de maioiic
1849, convida aos cidados, que se quiza-
rem engajar como pric.a do mesmo corpa,
a comparecern) na secretaria, mutiilosdoi
competentes alies a los que exige o arl, 101
do regiilamenio do coruo.
Secretaria do corpo de polica, primelro
de outubro de 1851. Osee etarto,
A ajusfo Carlos d l.-mos Pachia
I1USSOS Pus. C id- nn li m i a
d'oude principia ,, "' "" o rclatono da causa c cn-
r.inosa ..ao na "** ""'""
nuil um mancebo, diieudo-te enviado pela i a n ,,t-, i r "
une. dase aaaeuibla eonililuinte que ,e .e- .': ,?'?.,'le"","' ,11"Ca,1," l"ai,couo fac
,,,. i;n,.,o o povo kvanti-sc, epelagr.n- anr,ns";lohibidas? ,em"M*d
de vos de seu grande tribuno, responde! o
novo nos envin \> n ujul, s o povo \>u le ae-
lerar-nos.a Kis-iblsj revolucdu ; els-tnl a mor'
te do aatigo rogiiuem. Viva upptovsffio cs-
querd i i
Port'in a orlgetn da, COUSSS nao tocaiu-me s
tia<) (riiH-iiuiule. lie o desenvolvale
cuuSaia tjue uic hnpressioUaii Uim, qasceu ell
1." Kslstein circuinslancias altcnuautcs a li-
vor ilo reo .'
O jury responde quaato loprlniefra queslto
sim, por 11 votos e quanlo ao segundo tim, iiur
-me se- ,w,M!Miie*ftroriioro a ciroumsUucU
uto das allCDUaole dc Be "citar ao csiado dc embria-
gues 'juando pratlcou o delicio.
OSr, PteseMe avista da declsfiodojurv,
33 dias de prisau siiuplcs,"
t'iao luiiiimo do artigo cm que se acha iu-
ctirto<
cafo da soLlcdade ciu lodos os porlos em 31 de
agosto do preaculc auno tul de 3,800 saccas,
contraM8.7O0 uu mesmo lempo do aono passado
c J'J8,1'0U laceas cm iSl.*. A venda publica an-
nunciado pela cuuipaulua comprelieudc l-.-2S
sac \i vendas uu decurso do mex passado
de i :onsbtiram eui .!'> -lOO saccas. tm
Isiuetaflaa* houve venda alguma que mencio-
nar o reliuadu est frouio! cerca de 8200 sac-
cas l'o rain adi intados pela conipanliia flollaode-
/ i a dan Indias Orientaes-
.lu) de oy a dos aiiiioi que o seguirain, os
quaes mi quero nnmear pira n.io olleuder-
vus? yue tempo esse em que em uina republi-
ca, um orador, f'allaudo ciu nome da repblica,
em nome do povo soberano, nao pos>o fallar
das grandes verdades da repblica seuiuiicu-
der umitas conscieucas !
Ue porque lem lnvido il.;sgraca-, hi: porque
os pillos di poltica sao laboriosos, peiuvcis c
sngrenlos algumas veics ... Sun nasccu de 89 ALFANIiFX
uma ordem de cousas novas, ordem de oousas Uendimpinto do *\\* >
noval em poltica, ordem dc couias novas cui
11 i .i.i i > estado social.
g-.hl os dous aspectos de cousas novas, is- .I^a Inglez* -firn/t-- fer.o
sobe verdade, vos o saben lauto quautO eu, Burea Unncaialate Roger-t
COMMERCIO.
9:113,336
Dtscarrcqam hnjt: 3 d' oulubro.
Consultar vosso, pas, e veris que cada um de
seus pesares explica-ae por cada urna dc nossai
conquistas,
A' csOMurela: Muilo bem! muilo bem '
Concluo iM ni para nao ter-vos aiispeusna
concilio ipie as duas moiiarchias, nao no mes
mercadnrias.
I). C. Wrlght
mellior do que cu. -Nao leudes a facr scna'o Barca americana -- 11'. //
farinha il trigo.
Barca americana IKatt idem.
Escuna norueguensa-- Venias bacalho.
Brigue inglcz Hwiijmeie -- idem.
concluo iiuc as duas moiiarchias, nao no mes-____._____. :'',*.., ,
mo grao, quera deallognt-lo, a juiuciiuiiiio "c ame icanu aFrancis Watts, vtnda
quer. mis que as duas moiiarchias nao poilem O.J llicbmon I. consignada a lleane Youle i
t iii.fater aa neccssi.lades lidias dola revolu9o (o-npanbia, manifislou o seguinle :
dupla na ordem politiaa c na ordem suclal...... 2270 barlicas farinha doliigo; aos con-
(.Nova apiirovav'aa esquerda.) SUIIala IUS
A repblica s abraca esle dous aspectos cm Escuna norueguensc Wontus, vinda de
seu vastos flancos; su ella o ...tislaa, su ella Tron ihj-m, COnsUnadt a Me. Caln.ont &
ii mi n diiil,' -, iuiiiiiiimii i.. .'ll-i tiitils rinimtlir w"" '*" "i*
no otl'eode a nintfueui, sy ella pode respeilar ,-._ 1(1i ___,# ,,
o fa,sado e estabelece.Ise no futuro. l f11"' manifest, u o SCgumle
A" lientot~ Multo bem! multo bem! 1^00 barricas bacalho ; aos c
( <.'MiNnl,iI'-5r>'i'l J
PERNAMBUCO
tarios.
CONSULADO GERAL.
Itendimonto lo t......
Idom do da 2........
CAMvUA MU.MCll'AL.
B.' SESSA'O ORDINARIA. DE 6 DE SETE.M-
liiin ni. I8al,
PrMnfiicia do Sr. Oliveira.
Prsenle o Srs. Mainede, Carncirn Mon- Ideal do dia -2
teiro, \ launa, Pire Ferreira, e Figuelredo,
abriu-se a sessao, e ful lula e approvada a
acia da antecdeme.
Foi lldoo seguinte
UPBDIEHTR
cotisigna-
123.473
561,636
685,108
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia I.....
41.665
n Mli
50,511
i:\|ioi'l;ie:i"
Bucallnna, barca hespanhola Arrogante
Um officio do Rain. Sr ore.ldenle da pro- B m,0' ", j9 355 looelladas, conduzlo O
ocla, dlicndoque,aclcltaodo. membru.da arcononez a 7203 arrobas
ase.nbl. de.ta provincia para a nova legl.l,- segtiliile : -- W ;co? c" m%00 h
tura, que tem decoine^r no auno vlndouro, e 8 libras de algo.iao, 10 latas C00I 300 II-
deve procedcr-se no dia 3 dc deiembro deste bras de oleo de recio.
mi i ti i Ano
De or Ion du lllm. Sr. director geral di
..v^veJdaMrJE2#'re'alT ** *ft f'?,be,' iT' T
giima procura especulativa para u algodao. Fo- | vler. 1"e Por ilellOeracSo de S. KXC sr.
rain vcudidas de s -1 1 !a ,5U0 saccas da Ame-' P'si lente da provincia, esla espacadopara
rica. [o da 30 deste un/., o concurso s caueirts
nOTTKRDAM. di n-ii in'e.ii) primaria do primeiro grlo
As nossas carias eilabelccein que o mercado U'liigazeira, Sena talluda, u passagem do
do cafe eslava mu socegado. O deposito do Juiizei o.
Directora geral 2 de outubro de 1851.
amanuense archivista.
Candido Eustaquio Cesar de Helio.
Olllm. A'r. ullieial maior, serviodods
inspector da tnesuursria da f.ien la provin-
cial, inania fazer publico que do dia 3 do
correnlo mez por diante, pagam-se us orda-
nadns e mais despezas provincises do mei
desolembro prosima passado.
Secretaria da Ibisuuraria da l'azenda pro-
ivincial le i'ern imliuiM, 2 de outubro ds
! 1851.lo impo iiiiunto do secretario, Erao..
cisco de barros KalcSo Cavalcanti de Albu-
querque.
Theatro de S. laabel.
11.' RECITA DA ASSIGNATRA-
nba de trigo ; a Dcaae loull 18 f.ompa-l Sabbado i Je outuliro de I6U.
libia. .epols de uma das melbore ouvenurai, pela
Toira .Nova 37 dias, briguo ingli'Z a Run-loicheilra, acompauhla nacional representar!
nj-nede, dc 200 ton liadas, opilan Sa-1 o muilo interesaantc drama ein acto.
mual l'rowse, equipagem 13. carga, ba- V, \ li< 1 -N.-V.
clllo; a James Crabiree 6 Companlua. OU
'itavios sanidoi no mesmo dia. A cora Ducal de Parma.
RiodeJanelro pelo Assu1--patacho brasi- Nofill, dodrlin.,,Sra. Carmela Lucci canU-
leiro Bos-Soite, capiliiu Josc da bllva I ri uma e,colnlJa cavatina do seu repertorio.
i.iii iii'-in.i, .'-ii I i-Ir i j Terminara o espectculo corn a muilo aplau-
Livcrpuol barca i iglezi I, O, cacUSo dida comedia em 2 acto,.
GeargoTirorf, carga, assocar eaigi.JSo. Qrjfa| PUKF1A MATA CACA.
Seguio para o seu destino o va.ior deguer- >..,rii, 8 hnP.,.
Movimeiiio do porto.
yuvios entrados no dia 2.
Bilt'mmnre 50 dias, barca americana
Douglas, do 218 lonelladas, capitilo
I .lu l-..n-'ll, equi.iagem 10, carga, fari-j
Deane Voull b cot
guiu pa
ra inglcz Sharp Scbooler, cominan Jante
Balejr. _______________
Noticias m i 111 mus.
Navios carg em Liv-rpool, para di-
versos porlos.
Arica & Islay Elinur Cbapmann.
Babia Anne Baidwin Mdium An-
gelina las Moran Emma.
itucnos Ayres Sappho -- Willon Wood.
Cuatemala llupe alonaren.
Guayaquil- Ellersbic
l,imi Rimac Abbols Iteading.
Madoira, Ilio dc Janeiro c Valparaso -
Santiago (s).
.Maraiihao Ilogulus.
Monlovido Alylll.
Panam e realejo Jam HtwarJ.
Para Arrow.
Pernambuco Columbus Willism Rus-
sell llanry & Margaret.
Rio Grande M adunia isabella (.'un mi
llowsger-llaninl Hopo.
Rio da Janeiro Baronet latheriira.
Ewan-- Byron-Pilgrim.
Ileather ell -- Queen of Una Tyne,
Rio di Plata --Elizabeth Buckham.
Coinesaar 8 horas,
Oa bilhelcs acbao-se venda no lugar ao
coitume.___________^__ ""^
THEATHU O APOLLO.
Dcima recita da assigastura.
SAB .DO 4 DE OOTbBvtO.
Subir a seena pela segunda vez o muiW
apnluii lulo tira illa ,../,
O SI1SE1RO DE S. PJUL0
lie mis du que representar-se-ha pela P'1".
meira vez nbsta cidsde, a bellissima come-
ds em um aclo
s qmrtos particulares.
Person agens e actores,
Jacquir.l, fabricante de palitos phospbon-
cos o Sr. Jorge. .
Lefebure, to de Cavet e contrarregra a
Ihaalro ~ o Sr. Sebasti.lo. .
Gavet, sob.ioho de Lefebure oSr. Uoll"
Picho-, caixetro de uma casa que aluga car-
ros--o Sr. Costa. ..
Mario, dono do uma hospedara o rl
guoireJo. .
Uinsugeilo que falla ns cideiras 3r
Telles.


Ouirq que falla em untfaajarote -- o Sr.
Clbe'otV caixeiro da hospedan o Sr.
detallo,
i m criado -- o Sr. Conrado.
E,neSna--.S-a.D.Suled.d..
lijarte Cavet a Sr.. D. Carolina.
"a scena passa-se wn Parlz, na hospedara
d\"?l'c'>media inteiramente original, por
,.,o qe so aff.ala da aenda J mu inllia-
i, he o que ha de bom no a u enero uoi-
le eanecial. O espaciador semerearras-
fado de sorpresa multas tezes duv.dara do
S "o P* em torno ?e ,co",,e,cenu
2"u. Ilusao ficara saliafeilo o despertar do
eu erro.
rnm.ciri asSho'as.
Avisos martimos.
7,,, Lisboa segu com brovidadeo bri-
nuBDOrtuguei ConceicSo de Mara, paracar-
? passaeros Irata-se com Tnomaz d'A-
tSSfSSm e 'no, i rua dp Vig.no n.
19 primeiro andar ou com o capitSo, no pra-
ca do commercio
Cear, iuaranhaoe rara
O novo brigue oscuna Brasileira Qraciotn,
deslin-se a acuelles portos, quem no mes-
mo quizer carreg.r, ou ir de passsgeio, di-
rii.-se o consignatario Jus Uaptista da
Fnsecs Jnior : ra do Vigario n. 23 segun-
do andar, ou ao capitao na praca
-. Vende-se a barca Filis Deiiino da 35
Ciixaa em aaccua de sssucar, ha nuva, mul-
lo bem construida : os pretndanles po-
dem examinar ao pe do trapiche do algo-
dio, aonde se aclia Tundeada : a tratar na
ru. da Cadeia do Recite n. 30.
-- l'araa Baha pret< nde seguir com mui-
li brevidade por ler parle na carga prom-
eta a sumaca Drasileira Fiordo Angetim,(or-
rada e pregada do cobre, mestio iloruardo
de Souza : quem na mesma quizer carregar
ou ir de passagem, pode entender-so com
o mesmo meslre, ou com Luiz Jos de Sa
Araujo, na ra da Cruz n. 33.
Para o Havre
pretende seguir com muita brevi-
datie.por ler parle do seu carre
gsmento pronipto a bem conheci-
da birca frauceza Comle Hoger :
para carga, e passageiros, trata-
se no escriptorio de .1. H. Lasserrc
& C, ruado Trapiche-Novo, n.n.
Leiles.
Kilkmann InnUos, farSo leilSo, por
intorvoiico do correlor Oiivei>a, de gran le
sorlimenlo da armas, presos, faces, espa-
das, estribos, thesoura, cainvetes, espo-
Ihos, lamparinas, IranQ.s o franjas de s 'da.
de lila e de algodao, cariacos, Tilas de taTeta,
de setim lisos e lavra los. de retroz, de laa,
agulhas, alTioeles, palitos de fogo, buceas,
brinquodos. me .s, luvas, retroz, seringas,
csrauucas, botOes, suspensorios pennas,
perfumaras, anzooso animo do pescar, lata
amarella, cordas de rame, obreias, papel
de pesu e almaco, e multas ou'ras miudezas
e ferrageus : sexta fera, 3 docoirente, as
10 horas da manha, no seu armazein, na
ra da Cruz n. IU.
J. J. Tasso Jnior, continua hoja o seu
leilo de vinho9, e queijos : no caes di al-
lun.l _-, o -nncipia is 10 hora di man'iHa.
Feitor. Muita attencao.
Ainda se nrecisa de urna pessoa que en- Os bens que pertenceram ao uado tenen-
lenda de Dlanl.cOea de silo para trabalhar te-coronel. Hanrique Poppe GtrSo, senhor
em un no lugar do Remedio : quem esltver do engeuho denominado d Agua, e situado
tiestas circunstancias, dando pessoa que no termo de lg.iarassu dos quacs lio mt-
sbno. sua boa conducta, entenda-so com nl.aotulher herdena da metade de todos,
oporteiro da alfandega desla cidade; na nflo ae pdem vender, eneni l.ypotecarjpor-
mesma renerticSo das 8 as 4 horaa da larde, quo eslSo indivisos, por anda ae nao ler
- Ainda se precisa para alug.r urna pre- feito parlilha.e por isso piolostoconl'a qual-
ta escrava. soni vicio, o que s.iba hiero qner peasoa. que llzer algum negori. sein
servico interno de urna casa de pouca fami- meu assentin.onto ; faco este annuncio pa-
lia : quem a livor annunoie por este Diario ra prevenir qucsloas juiciarias, e paa
para aerprocu-ada.ou dirija-so aoporleiro acaulelar a heranca de Biaba muliier eli-
da alf.ndega desla cidade, tia tnesma repar- Ihoa; e por ler |usUs r.zes Mita 001ido-
tieflo, das 8 as 4 Horas da tarda, .cumeiilosqueleiiho: limitme por agora
- O juiz o secretario da n mandada de S.; somonte no quo publico.
Craaplm e Creepini.no, erecta no convento mrc.vm oUpa.
n NM8 Senhora do C.rmo, convida a to- -- Offerece-se urna mulher paia ii,a ae
dos os irmSos da mes.na.P8ra urna mesa ge- casa, a qual s.be ***',^''
ralnodia5doc..rreniemez,tr.Urdone- oulrosarranjo eutnacasa. erija.so ru.
........ i ,...Imi,i,i. .. k;i>t..liM da iium:i;i tllitllfl. II. 37
5
gocios ledenles beneticio da mesma.
A tlonrio
benovamenle so pedeaoSr. que leve a
da Gula, n. 37
-- JoSoAlves de Oliveira, retira-so par.
ra do Imperio, e pela bievidaoe de sua
'"-se de
" iui ai u v i... >>w< ** m i'*'" ------ i
nle so pedeaoar. que leves v.gein nflo Ine foi possivol desieJir-sed'
curiosidade de trocar o chapeo oni occasiflo seus a(n,gs 0 quB rz p.|0 proslito, pedin-
em que8orecolhia a iruianialo do Divino l)o 8e jjuclll dosculpa-lo, e llie ulfer. co seu
Espirito Santo, no domingo 28 do mezp. p.. dm|DUiu ,,restimo na cidade do Porto ou
oot>squio ueo ir trocar p lo a. u : na ra iem r va,i(t qU0O destino n condu-
do Cahug, l.'ia n. 1 I). do Connarfles, do za 0 megm0 deixa por 3-us b.slautes pro-
contrario lera do ver seo no.no por exlenco cura,],oj os srs. Luiz Jos de Sa Arauju,
u.i.Um.1 ra. iu mm ajklM n.lH.ll fot O Ctl- i ___ _
Avisos diversos.
-- Da-s; de 100 a 400.009 rs a premio do
2 por cenlo ao mez, sobre penhores de ou-
ro, prata, ou hypolheca em alguma casa li-
vrn quem preteuder dinja-se a ra larga
do Kozario n. 26, loj de miadeMS, quo la
se dir quem da.
Na r .a do Qdimado n. 1, procisi-se de
umi ama de I.-Lie, forra ou captiva, promet-
le-se lr.ta-i. bem, e pagar-lhe melhor :
quem estirer as circumstancias appareca.
A revista.
Sahio o numero terceiro e acha-se a ven-
da na praja da Independencia, luja de cn-
cadernaeflo ti. 12, e na livraria do Sr. ou-
rado.
-- O aljaixo assigna lo, raga ao sr. Jo*o
DiasSimOes, signatario do .nnuncio publi-
cado no Diario n. 220 que declaro primeiro
odia, mez e ann.i, em que o mesmo ab.ixo
assignadoentrou na su. luja, segundo por
cousen iinei.to ou em companhia oe quem
foi li ler, declarando o nomo da pessoa,
terceiro linalmente qual o objeclo impor
tanteque o obaixo assignadu consigo io-
vou.
Francisco Jos Flnroncio.
-- Pergunta-se ao.Sr. Jos (onrj.lves Mal-
vina, ae he cono ja ler reo bido do Sr. Joa-
quim l; iii'ini l'onles, com grando abat-
ment os seus lucros quo em poder do mes-
mu sr. Ponles i nilia sob pena de fcar por
mentiroso, so a tal nflo responder.pois limi-
to deseja saber O Justo.
ova lintoreira franceza, na ra Ve.ln.
n. 74, tinge dlo las aa cores, litupa casa-
os, e tambe... chapeos de p.lha, ditos de
castor e cabello.
Deseja-se fallar com o Sr. Augusto Go-
nuino de Kigueiredo, a negocio de seu in-
teresse : na ra Nova n 5.
Joaquim de Albuquerque e Mello, em-
barca parj o Rio de Janeiro o seu escravo
CreOUlO de li.i ne l.ui/.
-- Caplelo Gabriel Bez embarca para o
Rio de Janeiro as suas escravaa de norae
Pulquera e Sivcnana.
-- Antonio Bernardo Vaz de Ga> valho.em-
barc. para o Rio de Janeiro os seus escra-
vos de iiome Tnereza, parda, e JoBo, cabra.
GuimarSes at Henrique.emba.cam par.
Rio de Janeiro o seu mulato Joaquim.
Roga-se ao Sr. Lo./. Gomes l'ereira de
procurar em casa de Luiz Gomes Ferreira,
urna carta.
Prccisa-se por alugucl um preto, d-se
12,000 rs. por mez, e o sustento, para o ser-
vico ordioano da psdaria, na praca da San-
ta Cruz deb.ixo do sobrado n. 106.
Naiui do itangel, casa terrea n. 22,
lava-se e engomma-se roup de homem e
mulher, com presteza e por proco com-
mudo.
;- Miguel Jos da Molla, avisa aos Srs.
pais de seus alumnos, e a quem mais con-
vier, que n.udou sua residencia para a ra
da Concordia, primeira caaa, ao lado do
'lscente, em ronlinuacflu a tua do Sol. Na
meama casa ae vende doce de todas as qua-
lidadea.
:- Jos Rodrigues Pereira faz leilflo de 30
catxis com queijos novos, no dia 7 do cor-
rete, no caes da alfa.idega.
AlU'tirfi !!!
A tintureira avisa aos seus fregueies que
mudou a sua residencia da ra da Alegra,
pata o sobrado do paleo do Carmo n. 9, se-
gundo andar.
O abaixo asaignado faz publico que
desde o primeiro do correte mez despsr-
lou a suciedade que tinlu com J.c.nlho Au-
gusto do Amaral, na venda da ra do Pillar
autora de Porus n. 82. Ilcandoo mesmo
Amar.l obrigado ao activo e pasaivo.
Joajiiim da Silva tantos.
Aluga-se uui sobrado de um andar com
solSo uiuilu fresco, sito na ra do Amorim
n' V U*Uf "* IU* d* Crul' noRc'fei
neate jornal, pois ja ae sabe quem foi o c- _uu i0,c
rioso, quo levando um velno trouxa um
novo.
-- Jos Fnncisco Das, embarca o seu es-
cravo, pardo, de nomeJoflo, de idadedel
anuos, para o Rio do Janeiro.
da Cosa Amorim, Manuel
O abaixo asaignado avisa aos paes do
seus discpulos, tanto internas, como exter-
nos, que oiudou-se pera o b-i'ro da S. An-
tonio, travessa da ra da Concordia, nico
sobrado u. 5, onde contina a dar lindes de
grammalica portugueza, latina e l'r..n -o/a
para o que se acha legalmente autorisado>
o tambero dar as horas sunsoessivas Iu
eflej de tiiuzica vocal o instrumental.
PaJre Pedro da Silva BrandOo.
Recabe-so de co8Brnisao, compra-se,
e ven ae-se osera vos tanto para dentro como
para lora da provincia, e so adianta ditiiiei-
rosobreos de ommissflo : na ra das La-
rngeiras n. 14 no segando andar.
-- A quem couvier dar um Cunto de res a
premio, de um por cento, cum hypuiheca
om um proJio lvre : aununcio, para ser
procurado.
OSr. JoSo de Allemflo da Cmara Sis-
neiro mando pagara cotila q\ie devedesde
agosto d 1850, na ra do Crespo n 12, ser-
lo de que em quatito nSo o li/..'." lera de ver
o seu nomo nesla tulla.
-- Quo n prec s.r de um caixeiro, para
.|oali|ucr cslaiielecimeirlo, tanto para a pra-
ca, corno para o mano : anuuneie.
;)** 9
u lia-ac roupa a lavar, com tanto quo .>
fci so torne a entregar na tnestna seuia- #
nin 9 """o" ----------------------- ^^
,.',' r na. Aunuucioporesla follia para ser :,
LUIZ Jos da Cosa Amorim, Hanoe. <""'-|S procuraUo. 4
?rlves Pereira, lleurique Mariu loreira ue j^^^^^j^^^^^r*>-4>avaVVaV8 *
M.galhSos. I M.tiui-I do Al.ueioa Lopes, com C.sa
-- Nuuia Sdocorrenla ao moio aia.em jpgonjmnaQj,, para comprar c vender es-
presenca do Sr. li.. j .iz do orplios e ausen-
r ___^_............ .1..* K..n
eos
se acu
que
larUfl...* .-------. ;i, i. i i 11, i,>' \-
do.queir. lera bondad de a entregar ao u fe|og|0 no dia 30 de juli.opor oO 000 r. ^^
ab.lxo .,-n.do. n mtm ^^ ^ ig^^J^tl dous I Na mesma fabrica conc, ta,n-se o cobre-
- Ouem aOOUnOIOU querer dar roupa pa- 'UB ,r| ir tirg.|0 o praso de 3 das, so qnalquer armaofloservida tanto de panno
ra lavar com promptidao, au.wncie sua mu- S~~,tlo 0 ,n,,uucianleo vendo. MIDO de seda e todo isso com o maior
rada --Sr II F C. M. naja de ir nos Quatro asseoe prouipliduo; des.jamos quu os uo-
-Aluea-so o tercolro andar e sotso da I (.,' no prasu ,ie 3 das pagar a quanlia bies habitaulea couconaui paroste esta-
" de 47,760 rs do co.liarlo vera seu lime balecimonto.
publicado por esta Tulla. J-. fcfefce' ? 4 9*
casa n. 13. na rur do Colloio, propria p
de .mili, ten. 4 alcov-s, 8 quarlos,
lozmh ., UlM sala para jantar: a tallar no
senundo atid.r da mesura.
"- precisa-ae de um fornoiro na pada-
ria da ra larga do Hozar io u. 48.
Precisa-so do um feitor o jardineiro,
queseja tnuitoactivo para un sitio uosla
praca : na ra da Cru n. 46, primeiro an-
dar,
o do urna ama para casada ^ ( .
o que suba eiiguiiiinar o co- a) >t'S8-j
rfieao : na ra d. Madre de p o g jj
Precisa-so do
homem solleiro
zinliur em perfieao na ra d.JIaUrede ^
Dos ii. 31, ao lado da alfati lega. ^
Dflu-so ped.rjos de lijollos e enlullio : ^
na ra do Itangel u. 47. t,
precisa se de um molcquecrioulo, que %
Q r3
o -3 n o =
S 3"= S
2 Q g "
o- 3,2 ; = /.
= u. i. "
I
? -
-a ^
1 2
1 a i
2StS3
misil
do boa conducta, com a Idane de 18 aun )S
se nfferece para crxeiro da r| >a quer rstabe-
iecimoni". ran o fiador soa Conducta: na
ruado Queima.lo, n. H, Se dir quem lio.
j.iflo pir.-s doAlmeids Lopes, deixoude
v> nder na sua taberna do paleo do Paraizo,
n 20 todas8 he..i .as es-driluoia* do pro-
riuec.lo brasil-Ira, des la 30 de S t.nnbro om
di tiic, visto ler sidocollcclado no piinci-
u louitrui .,...mu.i uv pi do-te quartel,eno li.n.lo um me/, c
Aquino Perreirafa. tlente oores- oiorecebeuipeoSr ^P'";
1 ... r cipaciiocni tomo nm e.-lrva to el l., eso
peitavel publico que paga nnmeui- f(n _or om uumaro de caadas qu elle ^flo
itam.nlc, SCIlt descont algllin, venda: para dts.neracao so esta 'ei|oereM
' i i do desde 32 do mes no mez de seteui-
logo que cliegdr o vapor do sul, hro
todo e nualouer oremio que sabir Urna mulher Uranos, de mcia idade e
, ,,' ____,. ;, do boa conducta se oHerece para o servico
nos billietes, mcio, quailos, oita- inli,rn0 dl, Ulla c,s, do domen soltiiro,
vos e vifteaimos da 17. lotera <1" ou .lo poma la lilis: quem quizar pode
riiealrode. Pedro de Aleanla- looor.i ... ruado Agoas-Veroes. cas ler-
... 1 1 1 re 'O*-
ra, vendidos na praca da Inuepen- Perciza-te um cont eduzcutos mil rs
dencia ns i3 e i5, oi 1 de calcado por .vis meze, I P' f" J
' J. ,. 1 com bipolhcca em cazas 00 c-crnv.s nvrt:
Teme; sanio com um ristIOO de punta do
ca.ubraiadecor tem um lalho na orellia
esquerda no lugar no b.inco; di/om que
lasa toni visto na ra da Aurora na cocina
do Sr. Ol.veiraj e tem conhecimc.ito na Ci-
dade de Olinda: quem a pega' levo- 1 rui
das Larangeiras, em casa de ClauuioaUu-
beuxquo sera gratificado.
U caulclistu Salnstiaiio de
...
=. 5 o. ~*-3 -
>,> *( $* 4
o
o c
_ i o 6 o.
INDICADOR DOS AUCOUDUS
7IOLA
T<.iria-so este mol .0io, *a "io ai. reco-
men Uv I, quanto elle ha mil, pois que Tu
pnblirado 001 uroveilo daquellas pessoas
que dos 'ja., siber as regraa de ac mp inlia
ment se rr quelenham o lr-.bilhodeprpii-
der a musita: ven la-so m ruadoLivrs
llie rio l.'i 1 I" cal
certo, e que nSo soffra quebra de decimas c
concertos e alsum.s vezes de metterem a
caves por deb.ixo da porta ; por isso o
abaixo asaignado quer vende-lode prompn
1 dlnheiro 8 vista por precuar delle para o
cosleio do seu estabelecimento da fazenlas
lirias l'a-a praca e sertao, 11a ra Nova n.
23, aonde podo ser procurado iodos p 11 a o ajuste. Antonio Gomes Vitar.
Co
tupias.
Preclaa-sa de um peqnouo d 14 a 16
anuos re id.do, para caixeiro de venia
2,800
i,3oo
' 1 (.) Inpoincca emeazaa ou acravus iitim anuos 00 io. .....
do Arantes, e na ra da Lauei 1 do jegembararjadoa t. quem c nvier este ne- na ra do Sol, n. 21, seiira quem quer.
liedle, n. G, loja de miudezas, e gncioanniincie,cu ftleaMircalinoda Silw O.s abaixo aasignados avi-
' t J it.hnirn ruin ven la narra 1 ua do Itangel, 1____
ainda existe por renderum reato SDed?qUeni i. eate negocio. (flam, que cm cona^quencia de nu-
.1....i.. i (ni rapa/, solteiro d.. I.oa conducase nicrosos pedidos tein-se resnlvido
la&^^StSiS^iSS: demorar -rnente o topo preci-
[zonda! emquanlosua conduela daconhe- j,r>, ao qual leen ir-se-ba o CtODe-
cimanto que agrada a quemise^"{''"-lleciinento em annoociar mais, be
Mizardeseu prestnio : na pr.Qa da Iu le-
- Antonio Ricardo do Rogo embarca pendencia, n. 12, loja do encordonado, s: pois a Ultima occnsiao de possui-
nara o Ri > da Janeiro a sua escrava parda dir com quem dOVfl tratar. rcm, 0 mais (icl e perleilo retrato,
donme Folippa. Adverte-se .0 5,Sr. Ui-rnardo de Albii- .1 a. /
- NapCefloCibriel R*z embarca para o qu Fernandos Cama, que o seu correspon-r LailuS U. I leiirichs ot o
Rio do Janeiro os esoravos de nome Francia- denle neats prar;a, nflo tem pago a subscri- ^ &**.> i,***.- j+* + + vv
co, rioulo; e Joaquim pardo. efio do Diario. |4| blciiiciitns il liotnopiluia. *
- Precisa-te de urna ama quo cntenda,' .. Na ra das Trinehoiras n. t, primci- ^ s.lnoaluza pri niera parle d.-sta *
de coziuha, e mes SOrviCO de casa, para casa roanJar, engomma-88 roiina de homem e 0|,",.H ,.,,,imsla ,i,,|0 proi'ossor Iromoo-*
de pone, familia: na ra da C.dcia de Santo do senhora, com toda porfelelJO, por pre- -
de cautelas.
Quarlos
Oitavos
Vige irnos
Antonio, n. 18.
Em a noitedo .lia 30 do selonibro pr-
ximo passa lo furlarflo o telogio de sol quo
eslava collocado em cima .runa dos ollares
do gran'e portflo junto a casa di viuva .lo
* obra com posta pelo prol'ossiir humeo-
* palha CossOt Itnnoiil ; dividida om
I tr.-s partes. Bata pr.mei a r.imp e-
a> h nic, o discurso preliminar, aiuiro- *s
i duerjao, o i-x.'iit; do do ule. a e-co- *
co cjminodo.
Aluga-se um prolo possante, proprto
para servente; assiru como, ven le-se 11.11-- (
hmtiiquemeflo, 3 saceadas de podra ilonto| .... >. pu.i..uju.iiu v-......... Formoao, e aluga-se um nma canos que car- ^ UH)Si regimono osconselbosclini-
falleci.lo Joflo Mana, na ruadoSove: quem reg 14"0 liiolos em bom OaUdJ : na ra c. c.,m a 0pliC.cao dos nomos gre-
deaoobri-lo levando anoliria a sobre.lita ra- de S. Francisco casa apalafada.
... .... iu .nu ... .I.. >..! .On.n'Ti. tn mtror.i A rJilillJVa^ .'##^4.1
uu.rrriliu .... punca t u *u u '.^ ** ^.-
(iid 6 do forma circuanlo marinore brinco,
algarismos pretos gravados nos dous lados,
opontai'0 de metal, que parece bronze, e
assents sobre um pedestal do mes no mar-
more; lia suspeitas do que algum desejando
possoir esta peca em sua proprielado, o
mandara arrancar do lugar onde estiva col-
locado ha quinzo anuos, perpret.n.lo assnn
um furto do qual certanioute nao gosara
pormoitolcm o i.iipuninicnle.
Napoleo (abriel Hez ea.barca para o
Rio de Janeiro, os seus escravos creoulos do
nume Luiz, Joaquim, pardo.
Crocco& Cumpuihia patlicioao ao pu-i
blico, que leudo o socio g< rento o Sr. Vicior |
Lasne de fazer urna viagem, daixSrj durante
a aus-nciado mrsmo, encarroado deseuS
negocios o Sr. Francisco lial uichet.
Depoisda audiencia do Sr. Dr.juiz do |
civel, primu.ra vara esrnvflo Santos, tem
de s-r arrematado por venda, o sitio do Ier-
ras com casa de viveuda bastantes TruClei-
ros.no lugar de Santo Annro, perlencouta
a Elias Coelbo Cintra, por execuco da vin-
va c filbos de Agostinho llenriquos da Silya ;
sendo a ultima praca no dia 3 de outubro
priXtmo futuro.
.- Aluga-se para todo servico interior de
una casa, excepto cosinhar, lavar e engom-
mar, urna parda escora, recolnida, honesta
e de excellantes costumes, oscr.va, a qual
sabo ajudar a visttr urna senhora, preparar
urna mesa de cha, c fazer todo o mais servi-
co proprio de urna aia, de que ja tem bas-
tante uso. Adverto-so que se prefere esa
ingleza : quem q.nzert atardesto negocio,
dirija-so a ra da Saudade, batrro da Boa-
Vista, casa Ierre junto a 10 Sr. Dr. I.ouret-
ro, que ah se dir quem aluga a dita es-
crava.
O abaixo assignado faz sciente a quem
possa inleressar que tem admlllido para so-
cio da sus venda na ra da Cruz n 37ao
S'. Mmool Concalves de Azevedo Ramos,
nvrando d'ora avante a dita venda aobre a
firma social de JoSo Alves de Oliveira &
Comaatilit.1. .
7^ oa A/w di Olwcira.
r.Guilhormo Augusto Rodrigues Selle,
Vnbarca para o Rio de Jauairo, o ou esora-
o Joaquim crioulo, fula.
. qner hora -"i "' casa, na &
< rna larga do Rozarlo, :' *
sesrnndo andar. fe
d'#a9 # '0>4v*"'l**^'?
INa rita do Ranjiel n .. Ijiva-se 00n-
gonima-se, com tola a peifeir;0"
& queso iuizeremconvencer porexpe-
- lieucias da veriade desta doulmia, ?
i por sor ella muiloolsraoa intrlli- t
4) gencia de todos. Ilcciborn-s i assig- *
4V naturas p ira a ul.ra intcir'a a jcOOl) 00 ^ i 11 ui .i | .i .. >-... ....*..-. -- -..-
por mais ja cnn-ultoii homopalnico da ru. das a>
,, Cruces a. s. Detoisda publicafflo *
i das segunda o terca:ra parles, o f
4 precn sera elevlo a 8/000 para aquel- I
ttI'lUllir|-.-V| t-'lill VVJ lia f<~ -^-- I i
commodo precj do quo e n outra qualqu.r
parte.
-- Quem precisar do um rapaz porliiguez, ^ prerjanrawiu >ivw r-.
para caixeiro de venda, no que tem bastante^ \tt qu0 nao liverem assignado. So
pratica, ou mil a qualquer arruinarlo: di-l^j mesmo Consultorio oncarrega so do 41
tija-sea ra Dir.-ita n. 93. \M mamar fornecer qualquer eucom- *
~ Noaterroda Roa vista n. 16, primeiro ^ manda de me.llcamontos homi-Opa-
andar, precisa-sede duas amas para o ser- ^ micos. .No relo : Pathogenesia dos y
vico interno. ;j medicamentos liomeopalliicos brast-
Jos Mara Connives Ramos, faz pu-
blico, que M.noel Joaquim do Nasoinenio,
d'ixou de ser o c .brador de suas dividas,
desde odi. I." do crranla oulubro.
-- Precisa-so do um cixeiro, prefore-sn
dos chegados a pouco do Porto, eqoe leu lia
pralica do venda : na ra da Cruz do lleci-
Te n. 31.
-- Antonio Cancio de Lima, vii ao Rio do
Janeiro.
Frederico Chaves, solicitador dos au-
ditorios da primeira instancia, avisa ao res-
poitavel publico, e com especialidade aos
seus amigos, que solicita, tanto no civel,
como nocrime : as pessoas, que se quize-
rem utilisar do seu presumo, o poderSo pro-
curar na casa da sua residencia no aterro
da Boa Vista, sobrado n. 17, das 6 as 9 ho-
ras da rri.ini.aa, e das3 da tarde em dtanln,
que o acharilo promulo a desempenhar o seu
cargo, com toda a promplidflo eactivrdade.
Um sacerdoto que le.n pralici do en-
sino do primeiras let'as, gramaiatica lati-
na e francaza, gaometria, muzca vocal a
de alguns instrumentos, inclusivamente, de
piano, acceita a capellana de algum enge-
uho prximo a esta praca, subjeilaodo-se
a fazer sua residencia aonde tiver de exer-
cer o ensino das referidas malarias: a pes-
soa que com o mesmo quizer contratar, di-
nja-.e a ra Nora n. 8, onda ser infor-
mado.
-- Pede-se ao Sr. Jos Joaquim Barrozo,
caso exista nesta praca, nu a quem soubar
da sus realdeiicta, que o declare que por
esta folna, porque na ra da Cidela n. 39,
se Ihe deseja fallar a seu negocio.
i, leiros.
-~- -;:-?7 ---S m4??n r-^r^i f& oat :r:.:
Consultorio lioiueo- g
pathico.
nllua do Colegian. 25pri-m
metro andar.
O Dr. I*. A.Lobo Moscoso, 4*
d consultas gratis aos po-
aj bres, todos os dias das 8as o
laboras da manliaa. j
l'ratica qualquer operacao asj
de cimrgia, ou de partos.
Iteeebe escravos doentes ^
pa-a tratar de suas enfernti- ft
* dades.ouf.zer qualquer ope-
a racao, por preco commodo. j
Zmm'mmmmmmmmwimmwi* *w*
F.z publico o abaixo as-ignado qua
comprou ltimamente para seu paga memo,
o dominio de urnas trras cila na freguezia
le Una, e comarca do Rio Fo muso, as
quaes eslflo ciliados os engenhos Oindiahy
qua paga 300,000 ris de furo ; Queimadaa,
OO.000 ris, e Serra d'Agoa 60,000 ris, do
qual o abaixo assignado s possuu metade :
eate poqueoo patrimonio de 530,000 ris
por anno, o pagos em da, p le inlaressar a
qualquer familia que deseje um reudimeulo
Compram-sa escravos e vendem-se de
commisslo, par dentro o fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado u. 11, on-
de morou oSr. vigario do Recite.
-- ( ompra-sc ou aluga-se um preto, que
s.iba tratar de cavallus, e urna preta que
eutanda do servico interno de urna casa: na
ra d. Cruz do Recifa n. 38.
-- Com .ram-aeescravos para dentro e fu-
ra desta provincia, pagBo-se muitu bem.ten-
do bonitos figuras ; ua ra das Larangeiras
n. 14, segundo andar.
-- Compra-so urna escrava moca quese-
ja perfeila ungmomadeira e coziubeira : ua
i i i du Sebo, ii. 19,
Coinprs-IQ un eicravo, sendo crioulo,
o do bonita figura, que nao telilla vicius
nemachaques paga-so km o Becu-Largo,
n. 104, venda du Bernardo Rodrigues Oro-
mozo.
-- Compra-so una chapa para fogflo de
r. lin jc/ro com duas ou tros boceas: quom
livor dirijs-se a ra Nova u. u. ven la.
Compra-se urna casa terrea quo tenba
om gran lo quintal murado, com cacimb
-na em slgU ua das luelliores ru..s da Boa-
Visia, ou nos suburtrios da cidade: quem
livor aiiuuneiti para ser procurado.
C)inpra-se urna carteira | ara escriplo-
rio, p.qoo.ia, o una mesa ue t a i palmus
em lio .i uso : quem livor p.ra vender au-
nuUO', ou du i j i-so a ra larga rio ItOZario,
venda quu Voll para o bocCO do Peixo Frito
II. 9
Vendas.
Ricos espellios.
Vende-se em casa de Av.'ial Frere o: Com-
.rarilria, na ra da Crut n. -20, cspellios de
vi dio Trau.'.'ZS, com neas molduras doura-
las as.in ellas, de 3 alo i pos do altura, pur
precOS muilO o01 cunta.
No atierro da Boa- Vista loja de 4
pot tas n. Go
VenJO-Sfl corles de cassa do 7 varas a
3,000 rs., ditos brancos com barrido cura
1,000 rs chales da Ida e seda, a 3,ono rs., e
2,500, cilitis filias escuras iloco.es seguras,
. I-JO, 160, 200. o -211) rs. n cova lo, ditos em
ca a 1,500 5.500,0 8,000, riscadiiilios de
cimas miuditilios de enrs lisas a 180, e 140
rs. o co rado, i cc.as de slgodfiosinhn.. eri-
r-ano enc.rrp don 1,000, l,6u0, el,*M rs.,
bnm hranco mistura lo a 1,440 rs ocova-
I... cr-loc |iara calca de servico, oscu'os o
bastante forte n ilO OU 900 rs, o corla
lencOS blancos com l.slra encarnada na
eirc rmfereni'ia, a Itiu; rs ditos do luco a
Jl.i rs cassa usa multo lina a 140 ra. vara,
......lapolflo lioo a 3.31)0, 4,003, 4,500, 5,0ti0,
e 7.000 o mais li..... dito de 40 jardas a
13,500, o outras fazo das pe-tencenles a
mesma loja por preijo commodo e mais ba-
rato,
Na ra do Queimado a. i
Vende-se cha prelo mullo superior, ebe-
in.lo uliimamente do Rio do Janeiro, no
brigue Vencedor, em cuja praca tem grando
consumuro om rasSo dos homooo^atas o
ap.diearooi por ser mais SSUdaVOl do iitii
qualquer nutro, vem e.n emb ulhus da mais
do l|2 libra, cus a cala embrulho 1,800 rs. :
esta se acabando.
Silencio c milita attenco !
Francisco Antonio Si i t>, eslalVIeci.io
c mi r<>i. de miudezas, na roa do Cabuga n
12. confronta a ra das l.aranjeiras, ten.lo do
entregar as chavos .la luja, ateo lim do cor-
ente ni-z, por exigencia de sen propriela-
io, le ri res.ilvi.lo vender as f.zandaspor
.(uanlo liie cu>tnm, o i ain la mais barato.
Saber; venilem-se espoas de .(i muitu
linas da moda cjin curioi.s a 2,000 rs o
,.ar, caitas Iran- 'zas muilo li ras para rol la-
rete 8 7,300 rs. a duza, franjas de hellas
iirniic is a de c .res de muilo rico gusto para
.-oriiiiailos com 13 vara.aloiors apee.,
lov.sdo pelici para s inioia mullo novase
nuio frescas com lelo.as e icquilifes a \$'
o a 2 000 rs. 0 par, dilas piolas para homem
s i,4to rs. o par, muas Je liuho do Portea
3,400 rs. a duzia, bababos do panno de li-
mo bordados a li. > rs. a vara, tinta ngto-
..a i .asi rs. a duzia, linhas em oarrit i da
100 jar las a 320 rs e -201) jardas a 880 rs a
iuzia do melhor autor, liuhss noveliosdo
io ias as coros a 1,300 rs. a du/ia, linhas
'.raneas de t idos os nmeros niuito baratas,
b eos de vanas larguras o do palmo, sen lo
minio li o, proprio para talhoi de v.sti lo de
senhora e loquoios de oa Ir a S '0 rs. a va-
ra, reo las do un do lo refrinja lo a N00 rs. a
peca de 10 varas, muas mullo linas para so
iilin;,i a 100rs., e p.ra liomein a lio rs. o
i ar, caix isda colX'tes a .o rs, sus^. nsorios
a 14.1 rs. o par, ditos de CsC olo. a 320 rs ,
lu'ssbrancar e pa'dris muilo eucorpada
proprias para montar a i> rs. o par, canas
cariulillioa 1,880 rs reiimlil's para vesti-
do a loo rs. a vara, bOlddS de Calca a 2011 rs.
a gro.-a, agulua. Trncalas a 2SJ rs. a cixi,
o papel dan. 1 a 7 a :!!> rs., lac s 0 g.rlos
2.00D i, a dUlia, 0 milito linas e crava las
a 2,701), c 3,000 rs a duzia, penles do b.loia
de alisar a 340, o 330 r ciixao de peonas
de CO muilo linas a 800 rs., pares de brin-
cos, lozanos, rendas duuiadis, gsldes, litas
H raso de diversas larguras, boltVsde aber-
tura; ludo o mais barato, pois nao se ulna a
lucros,
Vendo-so urna boa escrava robusta.sem
vicios nem achaques, por preco inuitotom-
rno.lo, vende-80 por nao se precisar dola !
na ra de AgoaS Verdes n. 63.
Na ra do Collfgio n. 17
Acaba ilaseabir um novo deposito de pa
dara, o tem s.mpre para vender excellont-
|.3o de proven?, bolacha, bulafhiuha. bis-
Coito, o bolacbinch'S de araruta, tu lo das
melhoreslarinhas, e fallo com muita lim-
pea, e a orce is muilo commodos.
Vende-se toucinno de sanios a 100 rs
a lihra : na lavern. di ra larga do Itoz.rio
11. 46. sen lo da 4 libra paras cima.
Ven le se um sitio no lugar da Capunga
Nova, com urna grande ciaa do campo taita
a moderna, em um dos melhores lugar por
ser em frente da oslra.la qu < val pa.a o Man-
guinho, prximo a rio, e outra mus peque-
a anexa a mesma com tarrago fr, o dous
quarlos sepa .ailos que servo de sanzilla, a
rozioha, com orna grando caci bi d'agoa
doce, e tanque, co n bstanlo nrvoredos al-
guns novos. eoutros ja dando fructos, todo
cercado de limAo : por preco commodo a
eplcn ler-se com Thomaz Jos da Cosa e S
na ra da Palma.
Vende-se urna escrava do idade de 90
annos. costureira, eiigommadeira e emende
de cosinha, sem vicios, a nem achaques:
quero a pretondorduija sea ra est-eit. do
Rosario n. 43, das 6 as 9 oras da mantilla,
que so dir quem vende.
Vende-e u.na armacSo propna para
loia de funrlairo, sap.teiro ou miuleu,
sondo para arrancar: deronle do forte das
Cinco i'onlas n. 3.
Vende-se por prego commodo.uma por-
a mu grande, com sete baeorinhos; a tra-
tar 00 paleo do ('.armo n. 7, a.gun lo andar. "
Venle-so um bom cavado, Undo tolos
.a andares, muilo manso e g-.iii.ie : na ra
da ConcaicSo da Boa-Vista n. 60.
-- Van le-se urna mora la de casa tfrrea
na ni., .lo T..mli na Boa-Vala, com com-
modos para pouca familia : quem a preten-
le' dinja-se a roa Velha n. 33, quo achara
com qnem tratar.
Vendem-se bois mansos de carro, bois
refeitos, e garrotes ditos, no engenho Juri-
raea : quam os quizar sa enien lera com o
rendeiro do dito engenho, o que branda-
111.-ule faz negocio.
Vende-se urna taberna muilo afregue-
zada e com poucus fundos, e ae faz lodo o
negocio: a tratar na ra da Moeda, taberna
n. 25.
Caz.
Vidros para candinbeiros de gaz, pavios,
e tubos de 4 e 7 buracos para os meamos:
vende-se na fabrica de gaz da travessa da
Concordia.
Vende-se um mo'mho com todos os
sous pnrtences : na praga da Boa-Vista n 9.
Vendem-so os seguinles livros; 1 dic-
cionario latino, 1 -lito de composlgao.t Tito
livio, 2 obras de Horacio, 2 2 Ciceros, 3 Coroehos, 2 fbulas, 1 S.luslio,
1 arilhmetica de Lacroix, c urna algebra do
nesmo e 1 compendio de philosophia por
Geruxer.
Vende-se o sobrado de 3 andares e sotSo
da ra do Vigario, n. 10, confronte o consu-
lado; este sobrado tem bom armazein, pro-
iu i j para nssutiar ou qualquer uuto esta-
beleeimenlo, vonde-s multo em conta quo
podo seu I .gur ronder o premio de 1 por
cento: na ru 1 da Penlia, venda de JoSo Pinto
Reges de .Souza se dir quom vende.
Van le-.so um lion violflo de Jacaranda,
c.nm caita: na na do Hospicio, n. 48, das 4
horas da tarde o 11 diai ta.
Vendem-se resumo deplti-
losopbia para ajudar a memoria
dos esttitl mtes deati disciplina as
vesperal dos seus exames : na ra
larga do liozario, n. 36, b rtica.
Vendem-se meios bilhetesda
I.dI.'m 1 de N. S. do Livrameato,
a qu .1 corre 11 > dia 11 do crrante :
no Aten o da Boa-Vista, loj de
calcado, n. 58.
Lotera do Rio de
Janeiro.
Aos 20 000,?O00.
Na loja de miudezas ni praca da
Independencia, a. 4, vendem-se
belbetcs inteiros, meios, quarlos>
tavos, e vigsimas, a beneficio
do tlicatio de S. Pedro de Alcn-
tara.
CONSERVAS.
Na rus dos Qmrt-is n. 20, recbeu-so pe-
0 hrigue aCuneaifSo de alarias, urna por-
Co ue conservas no p. egos. dama-coa o
guija, as qoaes so vendem muilo o u conta.
Veo ic-sn um sobrado de 2 andaras, com
grande solo, roznilia fra, grande quintal,
o cacimt.a, sita ua ra llireita n. 4'- a lia-
tar 111 mesma rui, casa 11. 6.
-- Veude-se um teneno com 400 e tanto
palmos, no correr da ra da Alogria, pro
prio para edilicai-.e pre lios : a tralar na
ra .Nova 11. C3, tircairo andar
MARFIIi.
Na ra dos Quarleis n. 20, junto a pala
ra do S' .Manuel Antonio de Jess, voo-
dem-so muilo bous penles de ma.llm do
Lisboa, par. tirar bicnos e lende.s ; ditos
para dcserr.baracar cabello ; ditos de tarta-
ruga para Cuc; cspeltios rio augmento de
S vidros; ditos com pe ; ditos linos; caixas
para JOIB8, proprias para sen.iora ; oitas
com muzca; um completo sorlimenlo de
luvas de poltra ; o-i s de tr.n;al; dttss de
lio da escocra, brancas e de cor ; malas pa-
ra meninas; ditas para sannora ; dilas de
la, garraiiihas ne vi Lo, proprias para
espirito; lilas l-.vr.1l.1s, frocos, barretinas
para meninas, n outros minios objactosque
se venderlo por procos mais batatos pos-
sivcn.
Veodo-se urna casa terrea, na ra da
Guia 11. 23 : a tratar na ra da Aurora
II. 32.
He baratissimo.
Vondo-snna ra Nova o. 8, loja de J. Joa-
quim Morcira > o r.|. .nina, lindas romei-
ris de lim do linhn, muito bem guarnecidas
de breo e lila, p. lo baratissimo prego da
4.000 rs.; inangtiuilias de Cambraia, tm-
bem guarnecidas de luco e lita, por 1,500 rs.
o par; Camlzinbaa muito bem borda ias, a
2 0 10 rs., nalgumas fazoudas mais, por di-
minutos procos.
Que peelu'ncha, aa,5oo rs., cada
chale de lia e seda.
Vendem-se chales da lila aseda, grandes o
1I.1 bonitos padros, a 2,500 rs., cJa um ;
ilrlos escoceses sem tor seda, a 1,600 rs.;
ricos lenCOS do cambraia arrendados com
luco om re lor, pan mito da senhora, a 3iO
rs.; risosdinbos l'-ancezos, largos de psdroes
mu los, proprias para roupa do meninos, a
ItiO rs. 0 cova lo; cortes iln raigas de casto-
rinas, para nomo n, dn quadros edelistrav
1 nitan lo lanzinna, a 800 rs. cada cortado
-alcas: 11. 1 ua .Iu (jiieimido n. 8, loja de-
fronteda botica.
Ni lujadas seis portas, om frente do
l.ivramettlo, cont veri ler cortes deina
cassa cilla a 2,000 rs., cassa pintada a 210
rs. o cavado, c.ssa preta para luto a 120 rs.
O covad.i, cuitas a 120, 1(0, 160, (80 e 200
rs cha ..eos no sol pa.a senlioras a 2,000 rs.,
lencos da camb aia para mSo a 24.) r.., lon-
cos de seta pequeos a 210 rs era..eos de
palhinha finos para seuhoras a 1,600 rs., as-
aim corno tolas as mais fazend.s a retalho
o em pessas, mais barato do que em outra
qualquer loja.
CRAX4 ECONMICA EM NASSA.
Di insigne fabricante arn-neno, Jamos
Masson. A sua compoaicSo he Wla do pro-
posito para lustrar com agoa o conservar o
lustro, tanto de invern nomo de varo ; a
gran le r.ntage o que ha neat g'axa be a
cunservacao do calcado, e lustrarem-se OS
s.p.toaou botins ainla mesmo molhados,
o orna pequea lata aturar mais do que tro
bordes, ecustar menos do que un. Vende
se om barricas, ou oorcSo de duzas, no ar-
ma rem de Vicente Ferreira da Costa, na ra
da Madre de Dos.



AGENCIA
da fundido Low-Moor.
IIUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Reste estabeleeimento conti-
vincia como para lora della, para
o que se offerecc mullas garantas
a scus dooos na ra da Cacimba1
11, primeiro andar.
n.
na a harer un completo Sorii- Dcpo8to de cal e potassa.
endas o meias moen- .. *,. *.
No armazem da ra da Cadeia
modo.
ment de moen
das para engenho, machinas de ,
8 ,'r ... doHecife n. ia, lia multo supe-
vapor, e taixas de ferro batido e *
*T_* or cal de Lisboa, em pedia, as-
coado, ae todos os lmannos, pa- .. ', *V .,,:_,
,. e sim como potassa chegada ultima-
"' ., j mente, a preces muito rasoaveis.
Veilde-Se Deposito da fabrica le Tollosos
Fio de diversas cores, para sa- ^J^Tc^Z'til'^* c.,
pateiro. rua ,i, cruz n. *, algodo transado da-
Linhas brancas e de diversas quenaorlo..olto!f"tMt*n*Mto
assucar e roupa de escravos, por pregocoro-
cores.
Tinta de oleo de varias cores.
Cha preto everde.de Inglater-
ra, superior.
Velas de espermacete.
Panno de algodao, para saceos.
Tudo da melhor qualidade e
muito em conta : em casa de A-
lamson Howle & Companhia, na
rua do Trapiche Novo n. 4*-
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. I7,
muito superior ca nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Ligeira.
Vende-se saccas com feijio
molatinho, de superior qualidades
e prximamente chegado do Rio
de Janeiro : no caes da
ga, armazem grande defronle da
rampa.
Agencia de Edvvin 31aw.
Pa rua de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Coilegio, luja do
lin<> azul a synopsis do genoral Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo Exm. presi-
dente da provincia como compendio de 1*1-
tura e historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego em brochura 2,360
Encadernada
Alltnfo.
Vendc-se urna macliina completa, nova c
muito suporior, da forca do qualro cavallos,
alta pressSo, com a sua compelonle moen-
dadeassucar, por prego barato. Advorto-se
que vende-se a machina junto ou sem a
inoenda: dirija-se em casa do Admson Ho-
wle & Companhia : no trapiche novo no Itc-
cife n. 42.
Vende-se cola do iio Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na rua do Vigario n. iq,
segundo andar, cscriploiio de Ma-
chado & l'inlieiro.
- Cimento superior,.o melhor quo lem
Aliando- viudo a esto mercado, vendc-se no arma-
zem de Vicente Fcrreira dn Cosa, rua da
Madre Deus, por prego mais barato que em
outra qualquer parte, lendo-sc em attcng3o
ha
mem ; toda ota fazeuda he propria para
o baile do da 1 deoutubro quo vende-se a
dinheiro a vista na ras No* loja n. 2 A Co-
lombiez.
Pecliiijclta a 160 rs.
Na rua do Crespo n. i4, loja de
Jos Francisco Das.
Vendem-se (inissimas chitos pretas Jo
lustro a iliO rs. o (ovado, ditas francezis
largas do novos padrOes, imitando cassasa
240 rs. ocovado, ditos superiores, pannos
cor devinho e de caf dn miulinhos pa-
drOes, lindos desenhos a 200 rs. o covaJo,
cortes de cambraia pintados de cores com
S varas emeia a 2,240 rs. o corte, cassas
pretas a 240 rs. o covado, riquissimos cortos
de vestidos de barra com riquissimos pa-
drOes a 5,50o rs. o corto, brim trangado cor
de ganga e escuro com urna lisia nnudinha
a t.OOO rs. o corte, superiores longos do se-
da de coros do ricos gostos a 2,000, b-m de
linbo amurcllo muito incorpado que parece
lona com listas miulaa a t,800 rs. o corte,
assim como outras muitas fazendas pelo ba-
rato prego de agradarcm aos Srs. compra-
dores.
/'ruca da Independencia n. 17. 'aj*>
v v. ii i ,:.-.r. i de ouro i-., i .i i < &
3.200 ^r superior qu Iidadc tanto para devisas #
(U como para bonete e cnapeos dn pa- (H>
ja) geni na mesilla loja so vendo toda a fj>
v qualidade de uniformes militares :tu- )
SJ do por prego mais connnodo do quo
aj| em outra parte. r
Milita altenco.
ptimos chales escocozes, proprios para o
iuverno, por seren de dous fcilios, musa
nunca vista, tendo quotorzn gostos, dn pa-
drOes oscuros e claros, pelo prego diminu-
to do 2,000 rs. cada um, hem orno um p-
timo sorlimcnto do fazendas de prim ira
qualidade, proprias para negocio por scrom
o mais baratas possivel : no arma/ern de
lazcndas do GoveilA Leito, na ruado i.iuui-
mado d. 27.
Aviso ao publico.
.Na botica da i na do Coilegio, n. 18, de
Pcixolo & Pinto, he onde se venden) as ver-
dadeiras pillas para bobas, cravos seceos,
o dores venenas, c gouorrheas crnicas, cu-
4
cada em S. Jos n. I, com cmodo* para fa- e presidente da academia Imperial de moJi-
mia pequea, bom afreguezide, quem a cinadeata corte, eos resultados foram o*
pretender dirija-se misma ou i rua da seguinles :
Madre de Deus n. 36, eto comprador se dir ] III m. Sr. Em resposta i sua carta,
o motivo porque so rendo. j pela qual V. S. pede minlia opiniSo aoar-
Ligas de borracha. I" das virtudes medioinaes do xaropo do
Vendem-se ligas do borracha. 200 rs. o^8(,ue'1 ""'mitlo-lhe o resultado de ml-
par: na rua doQueimado n. 16, loj de ""'n,d'?aM sobreo dito remedio no
miudezas. parecer que vem annexo mmha carta. Sou
Him. L. 1.UU jdeV. S.,com dogSodoai, o ltenlo venera-
icos caixosde llores. dore criada
Vendein-so ricos caixo do llores, a 1,500; rtiode Janeiro, 28 de agosto de 1850.
rs.; ditos a 8U0 rs. : na rua do Queimado n. 1 j, Sigaud.
**0Jl,on,iuJ"2a'- ] Hojequee potencia do annunciodomi-
*******S#^^^!,**^*** na soberauamentn, quu olla se Inm tornado
O Cassas e cambraias baratas a> alavanca da industria odo commercio,
9 Na loja do sobrado amarello, nos 8 enBrndecondo o circulo de suas oporagOes
qualro Cantos da rua do Queimado n. # I d.,.ari*8> e I"8 D,ra ,s relacoos dos povos
# 29, vende-se coi tes de cassa decores (u, I efl he urna garanta, assim como urna ne-
9 com 7 varas a 2/; ditos de cambraia A cessidade imperiosa, cumpre, em vez de
de cor abortas imitando lil a 3.81o i
ditos de filo de cores, fazenda esta i
que j s-i. venden a 2/a vara, agora ?
vende-so a 4:/caila corle com 6 varas. jt
^W,~1*^~^ 1^ ?> *a^' W :jj *J91'ff ^
Z5 Vende-so a (averna n. 10, da rua do Co-
dorniz, com poucos fundos o muito afregue-
zada na un da Madre de Deus n. 36.
jefii
Vendem-seseis parelhas de caval-
los de cario, grandes, bonitos e
bom mangos : ha dozo parelhas
as porgOcs
Vendem-se velas de espermacete, em
eaixas, de superior qualidade : em casa do jos bous euoitos confessHo (odosque tem fei-
nioutSi Companhia, acha-se eouaianlcmcnie j. Kellcr *; Companlin : na rua da Cruz nu- t uso dellas : com; osico do pharmacculi-
bons aorlimenlos de uixa de ferro coado c .. I u3i SebMtiflo Jo deOlivcira MacAdo.
balido, lauto rasa como fundas, moendas in- 1, Cnnliima-M a wnder a ailmirawl inm
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c no l'.iodc ruado Queimado o. 31.
para escolhera vontado ; dous ravallos de
cabriolct bons e grandes; um carro muilo
commodo para familia; tudo por prego com-
modo : na rua i\ova, n. 61.
Vende-se, no armuzem de
Dias Ferna.idcs, no caes da AI-
landcga, fumo em follia para cha-
rulos, de i., 2. e 3 sortes ; fa-
milia de mandioca em saccas; e cal
virgem; tudo por preco muito
procurar anniquila- la, dirigi-la o ter com
ella o comporlamento que observa ni os es-
tadistas a respeilo das revolugOes que no
l'o.iem suil'nr ir, porm que sabem dirigir.
O xarope do bosque oceupa entre nos
as cem bocas da fama, quer na capital, quer
as provincias do imperio, o sustenta a sua
reputa^llo desde urna sorie de annos. O cr-
dito de rcmediopeltoral lio baseado sobro re-
pelidas e numerosas curas dn bronchites, I
dn allecgilns catharraes, de aslhmas, e mes-
chegado pela barca Margarida., 0
.es freguezes, que eal.lo acostum.do, .0'
mar a boa pitada, nSo deix.rao de m,ni-
buscar ao largo da Assembla m"*'
Kstojos de navalhas.
Na rua doQueimado n. 16, loia|Rn,
dezas, veodem-se estojo* com m. "'
lili, verdadeiroago ingler, 1600 rs '*"
Capachos baratos.
veodem-se capachos com tres paimn
700 rs; ditos com 4 palmos; a 800 rs n,, *
doQueimado, n. 16, loja de miudezai
| No deposito de Siqueira (^ *
| Companhia, na rita do Vi- '
| gario, n. 2T, ha para ven-
der assucar, caf, e cera-
da.
Vende-se assucar refiua.
f do,caf, c cevadt moida e as-
sucar candi; tudo por menos
f que em outra qualquer par- jj
te, visto as boss qualidades
--ven le-seduas moradas da casis ierT
niesmo do tysica pulmonar nos sous primoi- rM de laipa, com terreno proprio, nov.j
rosperioJos. Kis o quo urna imparcial ave- l'rnbas ladnlhadas, urna com umquir[0i
riguagSo da por corlo, e pala applieagilo duas salas, outra com 3 quartos, duasj|
quo por tres annos seguidos tonho feilo Q/6 cozulia, sao basUntes rescis pira quem
xarope do bosque om casos idnticos, o re quizer passar a feslas, no caminho noviili
medio n.1o tem ilejmenlido a valiosa e beV Solidado por preco commodo ; na rua d,
nelica reputago cm todas as occasiOes que | Cinco-Pontes, n 15.
tivo do o ompregar. Fundado no principio I 'adarla
de quo a uniu dn varias substancias era ne- : v. _- nrt,r;, ,^ ,
cessaria para comror remedio ellicaz S-ftl" "?,'. f?dJV,,Vcom toJ?so '-
contra as numerosas molesliis do pe"o, o ; tencilios prompti a ^balhar; com f.rini,M
autor do xaropo do bosque, ajud.do polo iou 8,em *"u'%? 71-1 %r--con,,er "oc-
pharmacculicoque legalmenlo dirige a sua Pridor;
Virgem; tudo por preco muito plnrmacculico que legalmeto dirige aslurr^.IL^T.i.^'rrfi'Vi- P"Z0S M,B
commodo; a tratar no inesmo ai- o01c". coosogula constituir um, nova pro-' ,b,"Vd0 Amorim n 35 '"""unior.
...... _____m______-____ l'"ragau com boa porgSo de vegotaes de ""' ..^S""'" .U a_____, .
cra* todas de Ierro para animaca, agoa, ele
ditas para armar cm madeira de lodos os l-
mannos c nucidlos o mais moderno, machina
horisoulal para vapor, com forca de 4 cav-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanliado
Sara casa de pulgar, por inenoa preco que oz
e cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto cm barras como cm arcos folhas, c ludo
por baralo;prcro.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de rnunico,
Cimento,
vende-se tudo por pregos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na rua
Amorim n. 35.
familia de mandioca.
A mais nova o mais barala familia
Janeiro, cm caivas de 100 libras] i\a|) l'aillo Coidcil'O
do
de
mandioca que ha no mercado, vendc-se na
.soi tidas, de 1 a 1G cm libra, etam- vendse na loja ds Cuaba & Amorim,
bem de um s tamaito, por me
nos preco do que em outra qual-
quer parle : (rata-se no escripto-
Vigario
&
n.
l'.nli
9>
ciro, na
segundo
rio de Machado
rua do
andar.
Tccido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na rua da Cadeia n. 5?.,
vendcm-se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar e roupa de
cscravos.
-- 1 .ni ciimi alo J. K.eller t Com-
panhii, na ruada Cruz n. 55, nclia-se a ven-
rua daCruzdoUecife, armazem n. 13, dc.ja ooxccllcnto c superior riiiliit Jo3o Carlos Augusto da Silva. \cellnn, em barris de b.', lie muilo recon:-
l'l'illCpios eciaes de economa pu-'mendavcl as casas eslrnngeiras, como cx-
blic.i e industrial. .
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praga da Independencia, livraria n. 6 c8.
Algotlo pura -ecos.
S Vende-so muilo bom algod3o para t;
saceos de assucar, por prego commo- >
do: em casa de llicardo Koyle, na DI
rua da Cadeia n. 37. 1$
y***?<,':'*^^ *,:ai>*,a> 4
farinba de mandioca.
So armazem do Antonio Aunes Jacoine
I'ircs, no caes da Alfandega vende-se fari-
nlia de mandioca em saccas, sendo de pti-
ma qualidado e por prego o mais commodo
do mercado.
Vcndcm-sc relogios de ou-
roeprala, patente inglcz : na rua
da benzallu Nova n. i'
.MnriKlii- superiores.
Na fundigao do C. Starr *i Companhia,';
em S.-Amaro, acliani-sca venda moendas-
eellente vinho para pasto.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assiin como americanos
com cainbSo de sicupira e bracos
de ferro : na fundicSo da rua do
l)ruin lis. (i, 8 e 10.
Vendem-se amarras de fono: na rua
da Senzalla nova n. 42.
Moinhos de vento
eom bombas dn repuchu para regar hurtas
d haixas de capim : vendom-sc na fundigo
do llowman < Me. Cailum, na rua do lirum
ns. 6.8 0 10.
-- Vendc-se gesso em barricas, viudo nu
lUimo navio cliegado de l'ranga, leudo ca-
da barrica 20 arrobas peucu mais ou me-
nos : na rua da Cruz n. j.">, casa de J. lel-
ler Companhia.
Bombas de Ierro.
Vendcm-se bombas de repuxo,
-i kJ. illlldl U| uviioiii-ov a Tbiiua uiubliuaj: .
do canna, todas do lerru. de um modelo c pndulas e picota para cacimba:
construegao muilo suoerior S na rua do JJrtim ns. C, 8 eio,
lu \i- para rimcnlM. i.. .- .
Na fuudicSo de ferro da rua do lirum, lundicao de Ierro.
Vendc-se superior cognac vclho, cm
harns de 12 a 21 calladas : na rua da Cruz
n. 55, casa de J. Keller e Companhia.
Yinho d<: Champagne,
e superior qualidade : vende-so 110 arma-
em Kalkmaou Irmos lua da Cruz, n. 10
Anlig"0 deposito do cal
virgem.
< Na rua dos Torres, armazem n.
12, lia muito supsrior cal nova em
petlras chegada, ltimamente de
Lisboa.
Vende-se a mor parle de um grande
predio de tres andares, o sotSo com trapea-
ras, com iluas frentes guarnecidas do varan-
das de ferro novas, c edificado moderna
com toda a solidez e perlcigSo, cito na mo-
Ihor rua do bairro de S. Anlon/o desta cida-
acaba-se de roceber um completo sorlimcn-
to de taixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com proniplidAo embaicam-sc, ou
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em -S. Amaro,
veodem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Deposito de cal virgem.
No armazem de Pas Ferreira, no caes da
alfandega, veudem-se barris com cal vir-
gem, por prego commodo, viudos do l.isbua
no brigue Cnnccieo dciiaria, entrado em
1.'do crrente : trata-se no inesm* arma-
zem, ou com Novaes & Cumpanbia, na rua
do Trapiche n. 34.
Vendcm-se barris com breu
em lotes a vontade do comprador ;
na rua do Trapiche n. 36, cm ca-
sa de Matheus Austin & Compa-
nhia.
Batatas novas Irancezas.
Ver.detn-se gigos com 16 a 18 libras de
btalas nuvas e do superior quilidade a
10 rs.: no caes da alfandega, defronte das na rua do Trapiche n. 19.
cscadiohas, armazem deCoveia & Ilias
DEVEIIES DOS UOMElNS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio *provdo para
as aulas, em meia encadernaglo, a 500 ra.p
cada um: na livraria 11. 6 e 8, da praga 11,
Independencia.
Vende-so hum escravo ptimo para qual-
quer servigo da praga, ou do campo: na rua
Bella umero 1G
Vende-se oleo cm botijas,
chegado prximo da llollanda da
pura linhaca : alraz do theatro,
armazem de taboas de pinho -, as
sim como barricas com cimento e
tambera ae vende as tinas.
A as'joo
.Na rua do Queimado dclronle do beco
do Peixo Frito, loja n. 3 vendem-se chapeos
de massa franeezes finos polo baralissimo
prego de 2#500 res cada um, s3o rocoiu-
meudiveis nn s por serem a herios a la-
cre como por seren de forma agradavel.
Casa de commissSo de cscravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
na da Cadeia do Hecife.n. 30, esto superior
rap, em botes o muios ditos, icceiileuiente
liegadu, por pceo commomdo.
A 1,000 res o par.
Vendem-ie aipalOe* do Aracaty, com
orelhas, obra bol, a 1,000 res o par: no
Aterro da Boa Vista, loja do calcados, n. 58
junto ao sslleire.
Aos 20:000,000 rs.
Acaba do chegar do Itio de Janeiro pelo
vapor /c;i a loja da rua do Queimado 11. 37
A 1:0 Antonio Jos Itodrigues do Souza J-
nior, us billietes, meius, quarlos, oitavos C
vigsimos da segunda loteria do Itio do Ja-
neiro a beneficio do hospital de caridado de
Santa Calliarina, cuja lisia chega nu primei-
ro vapor, os quacs su vendem pelos baratis-
simus pregos abaixo, e tamben', so troca ni
por bilhelej premiados do lliu c do Livra-
menlo.
Ulllictes 22,000
Meius 11,1)00
Quailus 5,500
llilavos -',800
Vigsimos 1,300
Ci.iicnlo novo da melhor qualidade,
rende Jos Antonio doAraujo, porconu de
quem pertencer, por prego muilo mdico.
Ilicas iiea(;eiis viudas de l.isbua.
Na rua du Queimado n. 16 lojo miudezes
lum ricas imagens viudas de Lisuoa bemeo-
moseja S.Joflo llaptisla, S.AntoniO.S. Fran-
cisco, 8. Ileiilo.s. Benedito,S, Margarida,
S. tligeiia,S.AgUlda,S l.uza e .N. S. da C011-
ceicBo.
txposigo de calungas.
Na rua du Queimado n. 16 l"j 1 de miu lo-
zas tem para se vender por menos prego
u que em outr qualquer parle calungas
para se ter sobro meza o timbcm para en-
fullar presepes;a vista faz l'.
Iticjs bullas para suster i-ai.cl.
y rua uo Queimado 11. 16 luja do miude-
zas vende-so ricas hullas du susier papel ja-a
se ornar musinlias; alianga-so quosau buni-
tas.
Ricos corles de Cambraia
do barra blancos, c de
cor com of|ued'ava-
iia, a 9,560 e 4000
Vendem-se ricos corles 1I0 cambraia de
barra, brancas, c de cjres, cun tnquo d'a-
varia, a 2,560, e 4,(>00: na rua du Crespo loj
da esquina quo vira para a rail 'ia.
i oeiitrt Noyu.
\endc-se sement de coentro muilo
novo, a gnala pelo mdico plugo de200 rs:
110 lleco largo, paana 11. 100, de Joaquim
de Souza l'iutu.
Calcados a2,i00 c 3,000.
!No atearo da Boa-Vista, de-
fronte da boneca.
Chcgou novo sortimonlo de SipatOesde
couro de lustro para hunicm dos inelhorcs
quo tem viudo do Arac'.ly a2,jors., dilos
da Uahia u 3,000 rs., ditos de couro hiMiico
le, ecujosrendimentos prndusem avultadu a 800 e 1,000 rs., dilos de orelba a 1,000 rs.,
juro : os preteudentes dinjam-su ao Corrc-jassim como um compl.-tu sortiinenlo do
tor ttliveira. I calgado frmcez de todas as qualidades, tan-
Cal virgem em psdra
Chegada recenlemente de Lisboa, em anco-
ras muito bem accondieionadas, e por prego
commodo ; no armaiem de, Silva Barroca,
Pechincha para os alfaialcs qtic
qui/erem ganhar dinheiro, e
pessoas particulares, rjuc gostam
do bom e barato.
Vcndem-se na rua do Crespo, loja da es-
quina que volta para a Cadeia, pannos linos
de todas as cores da melhor qualidade pos-
sivel, e muito baratos por terem um peque-
no toque deavaria.
Vende-se farinha de mandio-
ca, por preco muito commodo,
bordo do hiate Amelia, itidiado
no caes do Coilegio; a tratar bor-
do do mesmo hiate, ou com No-
vaes fk Companhia, na rua do Tra-
piche, n. i4
1>
or 300^000
um bom escravo robusto, ain-
Vende so ------ -...... .
d* uiogo, sem virios ; na rua larga dojltuza- nudez
rio, padarja n. 48, se dir com quem sedove
trular.
Luvas de penca branca,
frescas para Sra.,drtasparahomcmesapatos
deselim branco, lensosde cambraia deii-
nbo bordados sapatOes de lustro para ho-
to para humem como para s.nhura o ineni-
nes, curies de tapeto de 13a c aluodio, pa-
ilies mu lindos a 480 rs., o quo tudo ven-
do baralu, aflu de se aburar dnilieiro.
Mu c barato
Na rua do Queimado loj n. 18, vendjin-
se i icos longos de sarja para grvalas, de
campo liso, e do urna sror, sendo cor de
rosa, azul, verde, eamarcllo, assimeomu
curies le eisumiri do cores, as mais moder-
nas, panno lino prclo superior, prova a il-
rno, sutim preto bom, casemira prela lina,
cortes de colete dn setim bordados, ricos
corles de chamaloto para vcslidus, cam-
braias de seda para vestidos, e outras mui-
tas fazendas p >r commodo prego.
Tapetes.
Vcndom-se tapetes do melhor gosto pos-
sivel, para linternas c can li.iros do meio
desata, e igualmente para frascos de chei-
ros, ou outros quaesquer objectos : na rua
dos Quarleis n. 24 loja de Jos Dios Si-
mes.
Meias de laia, para padre.
Vendcm-se superiores meias do laia, pa-
ra padre, pelo baralissimo prego de 2,000 rs.
upar' na rua doQueimado n. 1G, loja de
inazcm, ou com Novaes & Compa-
nhia, na rna do Trapiche, n. 34<
Farinha de 5. Catliarina.
A bordo do pataxo Dous limaos
vende-se larinliade mandioca su-
perior qualidade e rcscntemcntc
chegada por mais barrio preco tk>
que cm outra qualquer parle : a
tratar a bordo do mesmo, ou com
Antonio de Paula Fernandos Fi-
tas, no caes d Alfandega.
ovos c ntes tic chita f
2| Na luja du sobrado amarello, nos
qualro Cantos da rua do Queimado n.
Gi 29, tem para vender um novu sorli- IB
l ment de cortes de clnla com 12 co- ($
m vadus (em um s podago) do padrOes f*
(fb cscuros muilo modernos desenhos, a S>
aj) 2#o corle, assim como so vendo por fj,
v todo o prego, o restante descorts de "*
fll? pedagos que so vendiain a 1:600OS/, m
lendu ain ?'**a*^5.''>ai>8
Vendem-se duas carrogas de sicupira,
mu bem construidas c quasi novas : cm
Fora-de-Portu, rua do Hilar, padaria do
Sr. I'ercira n. 1 22.
Attenc&Oa
i\o-Atcrro-da-lioa-Vista,venda junto a loja
de cora, n. 75, vonde-se tres cavallos car-
nudos com andares; bem como carne do
serillo e queijos ; ludo muilo cm conta.
Aos fabricantes de velas,
Vende-se cera de carnauba de l.sorle,
sebo ile Dolanla cm pilo branquiado e
cuado, proprio pira misturar com a carnau-
ba ; na rua da Cruz, confronte a l.ingoeta,
n. 30.
Admiravel sortiinenlo.
ile louga vldrada do porto para as senhoras
que fa/ein doce, como sejSo : talhas gran-
des e pequeas, cagarolas com cabo, pa-
nellas, llocllas graniles, fregidoirus rasa-
dores, alguidares jarras linas da Psrahiba,
quorlinhas, ooringues, bellos resfriado-
res : tudo do melhor gosto para resfriar
agoa ; bolains para meninos nndarom, di-
tos i'ti custuia, ditos eom timpa i ara
compras, cestas, condena! de todos os ta-
maitos, bal.ios finos para compra-, vasos
para llores, linos e do melhor gostu pussi-
vel: na rua da Cadeia do Itecife n. 28.
Com dinheiro a vista.
Quem quizer poupar vcnlnvrc com-
prar, pos n ganlio de quem vendo lica cm
iTi.ei dos cofi,pradores, c snmpre Le un I i-
grado* o mal servidos scus amos ou Srs.
ama .Nova, n. 71, tabernil da esquina au
pe da pente. vcn.lc-se o scgiiinte : mautei-
ga ingleza da lUillior, a 610, 500 c 180 res ;
banha do porco, a 100 res ; espramaecte de
0 e 7 om libro, a 080 rcsjilitasdo carna-
uba, a 281 res; cha do milhor, a 2,200;
dito, a 1,600 ; dito preto o melhor que ha
ueste mercado, a 1,950 a libra ; tem 3 em-
brulhos ebinezes a libia, cada in embru-
Ihn, a 630; paios novos, a 210; chorigas
a ion rs a libra ; prezunto, a 100 ; lutria, a
200; heivihas ,a 120, cevadinba, a loo;
farinha de aramio, a 120 ; dita do .Mar.i-
iili.li>, a 80 rs ; boli.chinha inglezo, a 200;
ccvulado lisboa, a 100 ; chocolate de Lis-
boa,-o milhor autor, a 3211; tnuciiiho de
Lisboa, a 280 ; dito do Santos, a 120 ; catre,
o 160 ; pilngo, a cuia a 480 ; milho alpista,
* 800 ; feijilo molatinho, a .120; queijos no
vos, a 1,200; vinho de Lisboa, a 210;.lito
da Figoira, a 200; dito moscatel, a 100;
azeile doce, o 4S0 ; vinagre bom, a 80 ; di-
to de L'sboa, a lio ; ccrvcija prela, e bran-
ca, por garrafa enleira, a 100, dcixando o
cseo ; ditos rncias, o 230; o tambem gran-
de sorlimcnto de charutos de muilo boas
marcas o mullo ciiicunla; do tudo isto se
da amostras egualmento se a nanga que os
freguezes serao bem servidos.
Vende-SI um preto de n ig.'o, quo re-
presento ter 33 anuos: na rua do Amorim
ns. 56 e 38, a tratar com Manoel da Silva
Santos.
Alcneilo.
Vende-so cera amarella : ni rua do Hos-
picio, n. I.
Na rua do Hospicio n. 14, vende se, um
cavallo de boas carnes e muilo bom cs-
quipador.
??***.> nffv+mtf <** 4*
(9 .Na luja do sobrado amarello, nos 9*
quatro Cantos da rua do Queimado 4
n. 20, vende-se cortes de caiga do
? meia e.i-e nu .i, padrOes modernos
T pelo baralissimo prego de 1:600, o (
corto; ditos de casemira, as maismo-
** dornas que ha de superiores qualida- (*>
f des a 5,500.
^^^^0a,AAyAA4*/aV#lf *^
Xarope do bosque.
O nico deposito continua a ser na boti-
ca do Jos Mara Gong-alvos Ramos, na rua
12 ao podo quarteldc poli
plantos cotihccidas
juntou outra parte
....., os quaes de ord
Vende-se o sitio denominado di
do a^eie therapeu'.i! i*"". ""* lem se faz neg-
linorio so Z ttLKJT" .fg^ "& W ."
paradamente, porm que desta vez, fel s"u. :Al'rr0v!ir,VuM Mr^dll^'^
reun lo, correspondom ao lim a quo so ero- "no p i n8urd' d>
poz o autor, que ui do preenclier simuUa- 26 a f aDn0S' qUe """' C0,e' B en>-
noomeutc s varios indicacOes oiTore idas ma ilgams mus; na rua Nu., n JO. t,.
au trotimeulo das molestias do pmu, ti- ,tar com ,u3 F8raanilos ,"ret Vianna.
sulla da composigo do xaiopodo llosque A 7,000 l'S. O Ortf
su"gu"f zuror^:0stsimc,r,:ieaomo;, Tvt ,supori,oras W'-PJ
a ser riepois sedativa. O ciTeito exp.c'toriOU ^ '"^"r1 d U",M l.i,.manl,;", ,le ""'to bo-
bo puramente seeundaiio; todava he ce nl'"'< l el. ,,'m,,'u.1? Pode7.00
10, Solt deixa de Valer mullo pea c"a- par: n0 Aterr0 da l,0J-Vls".
tivo de catarrhos chronicos, de bronchites
teimosas, de ceilas especiaes de aslhma, e
para modificar as losOes tuberculosas no I
periodo do sou desenvolvimonlo. Os elogios
que so i i /.'ni ao xaropo do bosque para cu-
ra_ -
d
Escravos fgidos.
de codeina do phellandrium, do melhodo
do l)r. Lalour, das marmeiadas de Tronchin
e da Limlli, e al da gomma elstica ; su
os mosmos que hojo se prodigasSo ao oloo
de ligado de bacalhao. Todos estos reme-
dios valem olg.uma cousa no principio e no
Grallcacio r/tO.noo rs.
Quem pegar o mulequo Manuel, escrivn
ndo
uein,
oseraro
.dg
n! .de poucu maisou menos 23 annos, lim
os signaos s >guntrs : cor fula, dous cientos
ide menos na frente da parte dcima do la-
do esquerdo, fallo de cabellos do lodo os-
querdo, olhos pequeos, beigoj grossos,
r-c'pio e no sotn barba, grossa do corpo, claro, lovou
nuinlnl. JSS2da tberjli.gIlo porcm. vestiJo comisa do madapia'., jaquel d,
quinde a d.athose purulenta esta patente, ,rsc,lo azu(> c.lIca hrtDClt levou urna trou-
amma sem udavia portillar cegamenloa rora, loja de funileiro n 62.
su i rana u* l.uguaein. .) xaropo do bos- .. ,)(!'sappar,c,u no dia 12 do pissido o
que be um poderoso remedio para curor va- mu,ato acabralhado de nome Francisco ; lia
. ios enfermidides agudas o chronicas do pe.- scco d0 corpo.oltura regular, ropresenta te-
to mas o seu pruprio autor mo o quer in- )8 annos de iltA. cor(i cane|la, boei per
culc.,r, como algn* o dizem; remedio um- qUena, beigos rouxos, cabellos estirados
hem rretos.ps b'Sianlos chatos o os dedoa
lloccrto o xaropedo bosque n3o he urna abertos.quando falla afeta querer ser injle-
compnsigto foita i or curiosos ou curandoi- zada, e he muilo pronostico, levou cami-
ros ; he o resultad:) deconhceiinentos pra- za de algo 13o de riscado americinu,c caigas
ticos em Ctlimic* e em materia medico. Sa- Ido casemira azul com lisTrasaolidccIupco
bendu aggregar com hbil escolha substin-!de palinha do Aracaty com fita prota :
cios medicin es, as quaes nSo sSo incornpi- quem o pegar leve o a rua ala Cacimba,
n'veis, o autor nilo perdeu de vista o princi- n ll, quesera recompensado
pi salutar que a uniSo faz a forga, o O preto JoSo, de nagSo Nog, com trn-
entosoubc unir plantas e I ir r parirlo del-
las, nSoquorendo iiitrodurir na confecgilo
do seu xaropo peitoral agenles mineraes ou
corpos activos, cuja acgo fico depois neu-
trolisadn pola fcrmentag3o ou pela mistura
dn qualquer alcoolato.
A analyso do xaropo do bosque demons-
tra quo noda do nocivo entra em sua com-
posig.o
e sel) annos de i lade poueo mais ou menos,
desoppareceu na noito de 21 do correte,
levanto vestido camisa de riscado azul jo
usada, calga.de brim pardo deshelado, t
'chapeo de palha velho;ho feio, e quoinlo
anda pucha alguma causa de urna perna :
oi visto no dia 30 no Forte do Mallo quem o
opprehender leve-o rua da t;ruz nolteci-
e que o auclurseguiu as'Ogros do |fesubrodo n. 13, quo sera recompensado,
urna sensata possologia pira a dostilbulcflo No di* 16 de setembro desapparecen do,
il is substancias medicinaos, fugindo imit.r engenho Coelhos,da freguezia do Serinhaem
cortos ciirandeiros quecarregam as siis re-io escravo crioulo, da nome Cielo, deesta-
ecilas com dses exageradas, e quo n3o sa- tura haixa, cor fula, corpo regular, um
h.'m reconhecer a virludo de corlas pa jtos ipouco espadando, nariz afilado, olhos uta
indgenas que s3o venenosas, e, como laes, ipouco esmorecidos, peitos bem sabidos, pos
und.-mprcjiidir.or muito a saudc publica. Ibero feitos, pernas grossas, falla pouco.e
i Afaslou-seo autor do xaropo do bosque ;toca viola :este esiravo fui encontrado usa-
do emprego de medicamentos alterantes, i la cilaile dizendo que ii para o ongenho
dos quaes os alcalinos oceupao um lugar ,Forno da Cil ondo est o pai, e consta que
13o imporlanto como o do mercurin,do iodo, ,cste o conduzio a corto senhor para o coin-
do orcenico. Os alcalinos exercoin sobre a prar do qual tem-se esperado ovizo alhe
ccononia urna grando influencia do mesmo !a$ori de balde. Iloga-se as aulhoridades
modo quo os cidos : o sangue he natural- 'policiocs, o capilSes de campo a capturo do
incnln.c :!n0, porm al certo ponto, e i reforido escravo, e conduz-loa qualquer
ne Predio ter em vista a sua composigSo Idos dois ongenhos cima ditos que se re-
Pira mo introJuzir em remedios pcitoracs compensar gonero9omento,
aHenteou subslaiici i quo u noutraliss, ou ] i)a-se 30 O00.
qu.lii.de. cliimic.squeosanguol A quemlrouxorna pra'c. aindepedenci.
::' V .?'_!. 'l^.^ri^L^.^gor!
O Iirppe do bosuuo foi le aggeg.r subs- ZZS^^'^''*n7' ^
lauciasqueoporassem sobreo sangue, se- r ', h if"' k,? orior
i-nlo-oinesmo modo que oper3u a! prona- .:?"'6.0" "?,.9".b 8, ft( S
Ollur,
repart! as varias secregOes di) corpo hu- i
mano. 0 lim que i. neionou seguir o autor fl Prel' "iU-nn b.
do xirone do bosuua mi le .., h- !30 nnos. ? na.va'> cou?0' b*
l
:;: n liro mesmo modo que opcrSoas propa
rages do Ierro, c enlo a sua escolha foi fu-
liz, pois os ingredientes salisl'azem a meu
ver o lim proposlo.
Oziropedo bosquo he urna composi-
co pliorinaceulica.cumplexa ; n3o se basea
obre um age-i te nico comocerios ojiros
rcmolios que sa procuram inculcar, encer-
r3o isola.la rento. Kilo nfio pertence cas-
sidosrebugados peitoraos ou das pastilhas
e he bastante ardilosa ; j foi" escrava de
engenho. e ullimamenle era quitindoira de
miudezas, desconlia-se que ande para as
partes do sul, por estar acostumad* a anJar
poi la vondondo, comuma crioula do nomo
Felicldade, deque.n foi escrava, e cons
ter sidavisla, na povoag.lo de S. Amaro ja-
buat3o : esta prel fugio no dn II de abril
de 1850.
Desappareceu no dia 15 do pisado,
leassucar queimado, quo tanto so gib3o:|um moleque crioulo por nome Paulino,
. i i 1 i l\ .ii| i i- i : ii lri>i. I n ^>a_____ ... _____ ,..iii.iiv i.i -i i .- no ll,"-
sen lo o seu valor cuusa trivial, o Xarope
perleuco mais elevad e scicntilici cate-
gora pula sua composigao pharmaccutici,
e naluralmonle pulo se collocir na lista
dos xaropes de re.ulago merecida quo fl-
i.'urom nos lunnularios como os xaropes
peitnresdo l.imouroux, do Desessarty, e o
xaropes depurativos de Lirrcy, de l'orlal,
dollicordedo Devergie, remdios magia-
trars que os nussos facultativos receitno
diariamente sem todava serem inleirados
do sua intima composigila.
a A minho cxponencia clinica dv,clara-se
cm abono do crdito do xaropo do bosque,
depois do baver eu felio uso em multiplica-
do idodo de 10 anuo, pouco mais ou mo-
nos, cramarolada por ter vicio, nariz cha-
to: lovou camisa do IgodAozinho oja, o
caiga deriscido, sem chapeo, esto escravo
he do Sr. Antonio Jaciulho da Silveira de
Unna : quem-o pegar leve-o a rua da Ca-
cimba, o Kecife. n. II, ou a rua do l.lvri-
mento n. 26, segundo andar, que ser re-
compensado.
-- llonlcm 29 de setembro, desappareceu o
moleguo africano de nome Antonio, de idi-
dede 12 annos, levando camisa de chita
roxo francozi de lis tu, calgado rilcaJinho
azul ja desbotado, levava urna bandeja
dentro da qual lu um caix3o de charulus
dos casos de bronchites, coqueluche, a ngi- ,-,,, cartuxos de gomma de emgommar;
nado peito, o as icsii.-s agudas e chronicos leste moleque cosluma a vender todas as tir-
dos polmrtes pelo espago de tres annos con- Jes tapiocas em um tabolciro grande cn-
soculivos. Uesejo quo boje, que o croJito | ve: nizado de encamado : quem o pegar le-
do xarope do bosque esta firmado, o seu ,'vio a ruiAugoat*, n. 33 quesera recoinpen-
autornSo continu por muilo lempo de o sido.
doixir ni categora de romedios secretos, e Desappareceu no da 12 do passado. o
dos Quaileis n.
ca; deixaudo dehojeem diante de serem
agentos nesli provincia os lenhores Novaes
Superiores leuues. I *: Companhia. .,
Vendem-se superiores legues, com espe- IMPHTA.NTF. PARA O VVtiULO.
Iho e plumas, pelo baratsimo freg de Emconsequoncio do continua celebr, lado
si.800n. : na.ua doQueimado n. 10, loj. do xarope do bosquo. os tmprMwlM o
,i miudezas gubmetteram ao exame e experiencias do
- Vendc-se a taberna sita na rua da Cal-! lm. Sr. r. J. F.S.gaud, distincto mcdico.
quo faga ao povo, quo t3o ba acoilag3o 'oz
aosou remedio, um benolicio de gralid3o,
publicnnao a su receta. Eis o meu voto
si neo o, eis a opiniSo que professo om abo-
no das virtudes medicinaos -do xaropedo
bosque. J. Sigan'/.
Garapiieas de la para enancas.
Vendom- se carapugas de 13a para osian-
gas, ulira muito bena feiti, a 800 e 1000 rs.:
na rua do Queimado, n. 16, loja do miude-
zas.
-- Vende-se rap do Lisboa em frascos'
cabra Romualdo, porm hode supporquo
troque o nome, representa ter *5 eiiuo'i
eom alguns cabellos broncos, uo resto mu,
to preto; e estirados, folla descancad*, u:
de barba feila, representa ser corpolcuiei
lovou camisa de algudSusiulio e cal*'i'
brim branco sujas, chapeo de couro e uni
truxinha de roupa: este cabn veio du ';"
quem o pegar leve-o a ru da CacnuD
u. II, que ser recompeusado,
MIITII ADO
I


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