Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:05042


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Full Text

Anno de 1843.
Sabbado 2
'.-!-
l'udo gor depende de ns meemos; da nos prudencia, mndergao, e enerri> con-
tiuucmos como principiemos, e teremo apuntados com admirarlo entre as Nacoa maia
tai, ( l'roclaniag.io da Aasembleia Geral do BtsiL.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES.
boianna, Parahj-ba, secundas c senas fcirae. Rio Grande doN'irte, quintas feiraa
Bonito e Garanhuns, a 4ll e 24.
Galiu Serinli.tem. Rio Formulo, Cirio Cairo, MaoeiA, e Ala^oas no 1 11 21
Hoaristae Florea j c JS, Santo tallo quintas feiris Olinda todo oj din
DAS D.\ SEMANA.
8 Sen. a. As-ostinho B. Aud. do J de 1. da 2. .
29 l'erg. a. Adolfo K Ral. Aud. do J. de I). da 3. t.
31) Quart. s. RoiadeLima .ud do J. de I), da 1. r.
I Quii, a Harmundo Nuuato Card Aud doj. de D. da 3. r,
i Sea. a. E'jdeo Ab Aud do J. de 1). da 2. w.
2 Sab. a. Ratero rei. Re. And do J. de D. da t.
o t'oaa. Nona Cenliura da Penba,
de Setembro Anno XfX. N. 189.
mrr aaaaaVaaVJ
O Dttllo publica-M Untos > das que n.'lo fnrem Santificados: o pre^o da assijnaura n
detrea mil rea poi quarwl pa'os ailiantidos Oa anannnioi dos miaantes sio inserido.
Rralis eos doa que n.io torea a rulo d -J rei p r linlu As reelamar-i'ies deTem aerdiri-
gid* esta Tip., ru das Cruies N. '-,, ou pra .a da Independencia loja delirroa N. 6eS.
cambiosNo dia 1 de Setembro.
Cambio .obre Londrea 2a. Oco-Moed de 8,400 V.
Pan J. /ca por franco. N
compra
16,8li
lC,il>J
a,-'00
1,920
renda,
17 0o
t6,S0U
l.40
U4
i V4
y4J
Vju.JS\'
-----------------------r .. h ir M
Lieh H por 100 deprimi d 4,000
PBTA-Ptaca
Moeda d. cobr. 2 por canto. ?<>. G.!um:iare
Ideo de l.traa d boa ftrmaa 1 I f .,,, \j,., .,,
PHASES DA LUAJvO HEZ DE SEPTEMBRO.
La Cbeia u 8, sa 4 horase 7 as. da tarde I La or u 23, aa 2 horas a .SO a. da jard;
ing. 16, a Saoraa 53 dti. | ijjurt. cr.se. 1, boraa e 3 da manh,
Preamar de kvjs.
lenla. | 2," ,11 fcor a l'Jm. da tarda.
Quart.
1.a 10 boraa a 54 a. da
INTERIOR
RIO DE JANEIRO.
O Sr. ministro da fazenda apresentou nesta
sso a seguinte proposta :
Augustos e dignissimos so- jhores representan-
tes da nacio.
As tabellas quo tenho a honra do apresentar-
vos moslro a divida a p dos dos annos de 1827, at 0 fim do junho de
18,2 que tem chepudo ao conhocimento do
thesouro nacional at 0 fun de julho doste anno,
terios a que perte ia>.
Urna parto del',a ja f0 contemplada nos cr-
ditos ordinarios e extraordinarios ,' mas nao
paga porque 0s credoros se nao apresentrao
ao thesouro 'din tempo competente habilitados,
e quando o zero nio existiao fundos para seu
pagamento, f por terom sido empregados no do
outros M'./vicos : outra parte nSo foi contempla-
da em d iversos crditos pedidos por nao ter che-
gado ri0 conhocimento do thesouro.
E'ita divida provm parte de deficiencia de
reedito oreada; alguma de insuficiencia dos
" editos abertos para alguns ramos de servico ;
'i principalmente de excessos de despeza as pro-
vincias do Para Cear Piauhy e e Maranhao
em consequencia dos movimentos revoluciona-
rios que abi tiverao lugar, os quaes com es-
pecialidade na ultima destas provincias custa-
trad ao estado sotnmas consideraveis; outra
lina luiente de se haverem feito e pao servidos,
para os quaes nunca ora votados as Icis do
orcamento nem os necessurios crditos, e nem
os fundos correspondentes, posto que fossem
alguns de naturesa permanente e nao podes-
sem deixar de fazer-se por .erem at determina-
dos por Ici.
Para que pois a assembla eral autorise o
pagamento da mencionada divida e habilito o
govcrnocom os iiieins para isso precisos, ve-
nho por ordem de S. M. o Imperador apresen-
ar-vos a seguinte
PROPOSTA.
Artigo Io aberto ao foverno um crdito da
quantia de 2,08;J:o27,f'677 para pasamento da
divida deexercicios findos desde q anno de 1827
al junho de 1842, liquidada at o fim de ju-
lho de 1843, e constante das tabellas annexas
presentelei, a qual ser distribuida pelos diver-
sos ministerios na Corma seguinte:
Pelo ministro do imperio....... 34:931 ^597
dajustica................ 24:242^120
de eslrangeiros........... II :67li 497
da marinha.............. 733.732^590
da guerra.................,09h704g8i6
da lasenda............... 237:248^057
Art. 2. Para ogoverno haver a referida som-
ma, fica autorisado (pertence cmara dos Srs.
depulados iniciar os meios).
Art. 3." O govemo dai conta da despesa au-
torisuda por esta iei, coujunetamente com a
doexercicio conente (1843 1844). sobre a ru-
bricaExercicios lindos, nos termos prescrip-
los pelo decreto de 20 de levereiro de 1840.
Art. 4 O crdito aberto pela prsenle loi se-
r exclusivamente empregado no pagamento da
divida de exercicios lindos, liquidada atjunho
de 1843.
Paco, em 14 de agosto de 1843. Joaquim
Frunciseo Viunna. (J. do C.)
tes infelices, que o filosophismo pagaS degra-
dou, atcontal-osontreos animaesdomos'icos,
mas que o christianismo proclamou como nos-
sos irmaos e filhos do mosmo pai celestial;
sendeerto. queo escravo, medida que for
uiado pelo sentimento religioso, ser mais o-
bedionio, e resignado porque conhece, que
foi Deosquom Ihedestinou esta dura sorte, que
s elle a pode adocar e que o suicidio, a re-
volta, e outros crimes sao condemnados pela
Iei divina e punidos com eternos supplicios.
Na5 se conclua do que pouco observamos,
quo temos porinutil a illustrac.ao ou o desen-
volvimenlo dasfaculdades intellectuaos pelo es-
tudo das lettras e sciencias: ao contrario. Nos
continuamos a formar ardentes votos, para que
a instruccatinaSs so propague, mas que se
torno mais solida o profunda. O quo desejamos
sim he quo a sua acquisiconao seja considera-
da como fim mas como moio de sermos m-
Ihores c mais perfeitos, ou como diz oinimi-j guliio o uso
tavel Autor da FmitagUode Christo, que setn-
pre Ihe prefiramos urna consciencia pura e urna
vida virtuosa. Queremos que a F Christla
seja a reguladora da intelligencia, e como a re-
mora que a embarace delranspiJr os limites,
que Ihe forao marcados. Queremos, que a
Mocidade vida de conhecimentos., n5o os
va beber nesses livrose brochuras luciferinas ,
que, despeito das verdadeiras luzes que as
repellcm consta-Nos ainda serem importa-
das em grande copia o expostas venda on-
de se bebe a longos sorvos o atheismo c a cor-
rupcao e se mette ridiculo o que ha de mais
santo o veneravel os Mysterios os Preceitos,
e as maneas do Culto Catbolico ; nessas pro-
dcenos anti-cbristas onde so proclama a so-
berana da razao, nega-se e ataca-se o Dogma,
e poem-se em duvida a existencia mesmo de Je-
ss Christo! (1) nesses romances voluptuosos,
ou como Ibes chamava um antigohistorias
queensin&o a peccar nao menos olensi
vas do gosto que do pudor e da Moral que
bao dado a mortc muitas almas innocentes.
nhao antes combatido
do de urna vez queremos que a educacao
quo decide do futuro do homem comprehen-
da tarnbem todo o ser do homem o seo espi-
rito pelo onsino, do que ello dever saber, con-
forme o estado ou profisso que se destina ,
o seo coraeao pela regra immutavel dos costu-
ros que he a Lei de Dos, e o corpo pelo re-
gimem ou exercicios que ontretem a saude e
o vigor ou pelas artes, que contribuem sa-
tisfaco das necessidades e commodidades da
vida. He do concurso e reciproco auxilio des-
tes difTerentes ramos de educacao quo resulta
sua benfica influencia A piedade fecunda ,
rectifica e preserva a sciencia para que se nao
corrompa, ou extravio; a sciencia esclarece a
piedade para que nao degenere em fanatismo
e illusao ; ambas e sobretudo a ultima re-
e
dos sentidos o reprimen) os vi-
cios que nascem da intemporanca da ocio-
sidade dos prazeres.
So comtudo fosso preciso escolher entre a e-
ducaro intellectual e a moral, nao se doveria
hesitar um s momento em preferir esta como
a essencial, ou antes nica vordadeira educa-
eiio pois que aquella segundo um celebre
escriptor que j citamos e que deo elle mes-
mo um deploravel cxemplo desta verdade (1) ,
nao he por si s senao um instrumento til,
quando bem dirigido o damnoso quando a-
bandonado s paixes.. .. L'm estado pode pas
sar fcilmente sem academias e universidades ,
mas nenhum pode passar ao menos por mul-
to tempo sem costumes e sem religiao. x A
soaedade ntlo vive stnfio de deveres : o ensino dos
deveres forma pois toda a educacao social.
A' face destas breves consideradles fcil he
de con hacer o dosso pensamento terca dos pre-
ceptores ou instituidores da puericia eda moci-
dade as escolas e casas de educacao publicas
ou particulares, Nao nos occuparemos nem
aul ., II
para dizermos tu- i tificar em seus coraces, conforme o dctame do
' principe dos apostlos, os sentimentos do temor
de Dos e de respeito ao monarcha e final-
mente fazer-lhes contrahir hbitos de subordi-
nadlo amor do trabalho, profunda veneraeo
as cousas santas e exacta idelidade a todos os
seus deveres ; de sorte que o tyrocinio da escola
oucollegio seja como o ensaio das virtudes chris-
tas e sociaes que devem um dia apparecer e
brilhar no theatro do grande mundo.
Esta parte da educacao he boje tanto mais
necessaria quanto a organisaeao poltica di-
vidindo o poder no sou exerccio c chamando
todos os membros do estado a participar da so-
berana, ea intervir nos negocios pblicos, po
em jogo todas as paixfms quo sem as garantas
religiosas convorterao a sociedade em um vas-
to campo de batalha. (1) Ai do paiz, onde a mo-
ho da nossa competencia como pastor, iulaar
()ueremos que a scenc.a se bnse na canda- (|o melho(|o do c.nsin0> (l Ja ^ e |j(Ja dis
de sem a qual ella nao passa de urna vaa os- |aSS(,s 0, edoS esles (1(n (, *
tentacao .enra inflat, caritas ven, a-di- ytdeneinaw pur vario, ri.gula.,.entos, e pola sau-
ficat e que se rostaoeleca e consolide essa '
feliz allianca do genio e do talento rom a F e
a piedade christla, que immortalisou os Des-
cartes osBossuet, os Fenelon Os Carneil-
le os Racino assim como o grande seculo ,
do que elles forao o ornamento allianca ,
que alterada e rota pela impa mao do Filo
davel lei provincial de 25 de maio do anno pas
sadoque a exempio das mais cultas naces da
europa. deu um pobre impulso educat;ao pu-
blica exigindo antes do ludo a inslruceao
moral e religiosa. He sobre este ultimo ponto,
e sobre elle s que de acord com as intenc,es
dos legisladores e em observancia do que nos
sofismo reapparece hoje rom tanto ma.or bn- ln,,lllll)(>m 0 sngrado concilio tri(|entino ni, S(,ss
HlO quanto he mais gloriosa a hon.enagem | .,^ (|(. reforint CH|) 4> e a constituir, o dioce-
Rcl,^0 sananoliv. 1. tit. 2n.fJ, nos cumpre lembrar
a estes preceptores e instituidores, que, collo-
BAHIA.
PASTOR A L.
(Continuado do numero antecedente.)
Jlgai agora, amados fillios, qual destes sys-
temas vosparece mais proprio para conseguir
elicidaiie de vossos Bibos se o da indifferen-
Ca quedeixa sua l.aidade sem nenbuma de-
lesa contra as mil sedueces que em breve os
devem assaltar, eexpr um triste naufragio
sua innocencia e costumes cu o de urna edu-
cacao fundada no temor de Dos, o no conheci-
mento e observancia da sua lei, que conslitue
toda a grandesa do homemDeum time et mn-
dala ejus observa hoc enim omnis homo.
Sendo applicavel aos esclavos tudo o que at
aqui temos ponderado sobre a necessidaae da
instrueco religiosa bastar diser, que o pro-
prio interesse dos Srs. deveria excitar o seu ze-
lo, paca nao privar de ta5 grande beneficio a es-
Jo Crucificado confessando que a nao hos-
tilisarao como inimiga senao porque ainda
inrerlase quasi na infancia ellas nao tinhao co-
ndecido as intimas eurofundas relaroes, que
ligio c harmoniso suas tbeorias e dcscobertas
com as verdades reveladas ,
sua defesa as proprias armas
convertendo em
, com que as ti-
(1) Estas irlas que da celebre escolla dos
livres pensadores da Inglaterra passarao esco-
la sceptica da Frnjanos flus do ultimo seculo,
pareeem querer hoje reviver debaixo do nomede
P/ianthtismo ou Eclectismo, ena Alemanha ex-
iste urna escolla ilosophica, cujo chefeHe-
gellevou suas especulaces at declarar guer-
ra aborta contra os dogmas de qualquer igreja
christaa. A sua Christologia tem por fim desnu-
dar a Jess Christo do seu carcter divino, pro-
var que tudo aquillo queformavu antes a tran-
quilidadc de milhdes de homens, nao he mais
que urna serie de mythosoa allegorias, duvidar
emfim da propria existencia histrica d'aquel-
le, em cujo nome forao baplisados.Assim se
exprime urn Ilustre sabio daquelle paiz ,
nosso amigo, que nos escreveo a este respeito,
accresceotando, que os govemo observas e com-
primem com energa este systcma, que se pode
chamar um culto do genio. E hade consentir-se
no imperio da Santa Cruz, que as obras de um
Dupuis, de um Volncy. o outros. quo profes-
sao iguaes opinioes sejo impunemente lidas
pela nossa mocidade, e que, ao mesmo passo
que se toma medidas sanitarias contra a pes-
te ou para embaracar que se vendo ou distri-
huao vennnns vrementc a impiedade!
vortrlpr f*r**>r,tr
cantlo-se no lugar dos proprios pas de familia,
elles rcebem diz S. Joao Cbrysostomo um
grande e melindroso deposito. Magnum habe-
tisdepositum pueros. Que disvelo, assiduidade
e perseveranca nao deve merecer-lhes o cultivo
destas tenras plantas que fazem as esperances
da patria ? que ideia tao alta nao devem elles
fa/.er da sua honrosa misso vendo como fe-
chadas em suas mos os futuros destinos do seu
paiz ? CJuanto a nao rebaixao aquelles que
longo de verem nella urna verdadoira dedica-
cao, nao enxergao mais do que urna industria
mercenaria ?
Mas esta nobre funecao nao poderia prchen-
cher seus gloriosos fins, se por ventura se limi-
tasse ao mecnico ensino da leitura e escripia ,
ou ainda a outros estudos elementares, despre
sando, ou nao cumprindo senao perfuncto-
riamente a essencialiisima obrigaco de ins-
truir os seus alumnos nos principios e mximas
do christianismo velar sobre seus costumes ,
ensina-los a orar e praticar outros actos religio-
sos proporcionados s suas idades, unir e iden-
1) O abbade de la Mennais, cujos raros ta-
lentos, e ardente zelo pareciao destinal-o a ser
o nracul > n o padre do scculs 19, mas que pe-
lo mais funesto abuso de suas luzes s dcsafiou
os gemidos e anathemas da igreja, por varios es-
rriptos, e sobretudo pelo sedicioso livrinho in-
titulado Palavras de um rente, onde com
tz:zc :e iizc.z, m u tutuinna a uuiiiua de
liata/uf iid linguagem do Izaias.
(I) Esto pensamento he hoje dominante en-
tre os mais eminentes homens da Europa. O
Abbade dvur, professor de eloquencia sagrada
naSorbona no seu discurso d'abertura., de-
senvolvendo admiravelmente esta mesma idea,
o mostrando, que as novas instituices sociaes
podem elevar sem medida um povo religioso,
mas arrastarao a urna ruina certa o povo que
o nao for, exclama entro os applausos do seu
numeroso auditorioSeja religiosa a nova go-
raco que sua grandesa he certa; faltando po-
i'ein ella sua l todo o seu destino Ihe esca-
pa, sua edroa sequebra em suas maos, ea glo-
riosa lilha do passado coineca um futuro de de-
cadencia. Mas como a apologa dos principios
religiosos, quando leita por um ecclesiastico ,
embora hbil, pode ter, diz o conde de Mais-
tie, para homens preocupados o ar de urna de-
lesa da propria causa, parecendo menos suspel-
to o que he dito por um homem do mundo ,
nao duvidamos juntar aqui alguns trechos in-
teressantesdo relatorioapresentado o anno pas-
sado por um membro da commissa do conse-
llio geral de uindos deportamentos da Franca
Keflicta-se bem diz M. de Corcelle, que a edu-
cacodo cidada comoya pelado menino. As
intituiyes livres de que com raso nos ufa-
namos, nao podem durar se esta educacao
nao ligar desdo os prlmeiros annos o exercicio
luluro dos nossos direitos devores invariavel-
mente ensinados. Quanto mais as lois constitu-
cionaes adinittem a generosa participacio dos
cidadaos nos negocios pblicos, tanto mais im-
porta, queelles sejo sem cessar preparados por
una moral superior todos osbalos. Quando
todas as existencias, e opinioes so toma mais
voluveis e movrdiyas, be tarnbem mais neces-
sario reunir e fortalecer tela religiao homens in-
di* idualmente muio flacos, que tantas sug-
gestes de partido- e do interesses diversos po-
dem dividir ou corromper. Sunca nenhum po-
vo consercou os seus direitos fra destas supre-
mas garantas, que parecen quando redusidus
recomiiiendaya'o bajial do legislador, em lugar
da vida continua e da inspirayao unnime dos
costumes nacionaes. He pois aos amigos a-
paixonadosda humanidade eda liberdade, que
competira particularmente elevar nossas esco-
las at s garantas religiosas, sem as quaes o
ensino o mais prodigo nao senaG urna perigosa
instrueco-----Esta prov perleitamente a edu-
cayaoaas intelligencias. So a religiao abraca com
loi ra a educayo das voutades as regula e di-
rige para um fim commum: s ella forma nos
corceos o desejo de um aporfeiyoamento moral
esem limites, que he o mobil do toda a virtude,
e a condiyo de toda a gloria. Tal he o espiri-
to da educacao, que hoje prevalece na Franca e
alguns outros paizes Catholicos da Europa.
Pareco portanto, que nao loi muito exacto um
distincto membro da nossa cmara temporaria,
quando exaltando o florescente estado das escol-
las d'Allemanha protestante attribue principal-
mente este elTeito ao enthusiasmo religioso dos
chefes da reforma e Biblia interpretada seu
modo. Se a este respeito se pode dar crdito ao
quo afumad os proprios escriptores daquella co-
inunha, eu nao vejo que a bandeira da Bi-
blia entregue a discriyo de cada um guias-
se os primeiros sectarios a outra cousa sead
a porigosissiiuos erro evita vagancias, e cru-
eis atrocidades de que dad triste e sobejo tes-
temunho as guerras dos camponeses da Suabia,
dos Anabaptistas do Munster, da liga de Smal-
caldo contra Carlos 5., o outras, donde con-
ciuioomaior Fanaginsta da Reforma M. Vil
lers, queo Imperio foi mudado por ellas nuo
0


cidade nao fr proparada e fortalecida pela fe *. Bergicr he a mascara, debaixo da qual se oc-
~ I_ mma .II. !___1 : il___.......l nvn tf\tn iitiiM winfr-'i ink"i


pelos costu mes, para nao ser agitada, como
verstil cana de todo o vento dudoutrina e
fascinada dos prestigios de una seductora e
mal coinprehendida liberdado Que outro po-
der ser capaz de refrear a I cenca, npOr si-
lencio s ondas embravecidas d'anarchia con-
ter a ambiguo extinguir os odios e rivalidades,
e reunir os nimos no nico sentimento do a-
mor o interesse do bem publico ?
Tratando de religiao, ja se entende que
fallamos della nasua integridade, ou complexo
do dogma, da moral, e do culto, semosquaes
nenhuma religiao se pode conceller. O sen en-
cino deve pois abranger cada urna destas partes
de um modo simples eaccommodado capaci-
dade dos que aprendem.. O plano da sCparacao
do dogma e da moral a que o mesmo protes-
tantismo se vio como arrastailo pelo principio da
inspiracao pessoal ou dojuizo privado que
o dilacera creando ein seu seio urna infinita
multidSo de creneas e symbolos oppostos e con-
tradictorios nao foi mais que urna tctica in-
sidiosa da impiedade para minar pela baso todo
edificio religioso, ou como diz o celebre
_r____7 a
culta a indiflerenca para com nina eoutra cousa.
Que sanecao poderiao ter os mais bollos precei-
pouco ainda os mais rudes a .crer e adorar com
humilde submissao estes insondaveis abysmos
da infinita sabedoria e amor de um Dos ole-
se ellcs nao fossem apoiados. e consagra- vando-se segundo o Apostlo das marav-
-. ______i.___--j. j______ iu j~ rn.in.lA vchaI ao conhecimento uo
vasto cemilerio, onde forilo engolidas duas ger
rages onde as cidades nao erdo senao ruinas
fumegantes, e montoes de cinta, as escolas de-
sertas e sem mestres, a agricultura destruida ,
as manufacturas incendiadas e sobre ludo as
propriedades invalidas e deslocadas. Eis-aqui o
que produsio a Biblia interpretada por Muncer,
Joo de Leyde e outros. Houve mesmo sellas,
que firmadas no litro sagrado eondemnara o
proscrevera assciencias como urna invencao
paga as universidades como seminarios da
impiedade anti-ehrista, e a propria inslruccao
primaria como no-xiva asseverando que, para
ser salvo, ero mister na* saber ler, nem escre-
ver. Este ramo de Anabaptistas conbecidos com
o nome do Abcedurianos estendeo-se segundo
o Abbade Pluquet. por toda a Allemanha Que
dizemos nos ? lorao alguns visionarios na Bi-
blia que David tinha dancao diante da arca,
quo o Santo Pereussor de Jezus Christo saltara
no ventre materno, e que o coixo curado por
S. Pedro dera pulos de alegra ; eis que appa-
rece diz o nosso erudito conego Luiz (loncal-
ves urna seita de Saltadores (Jumper) a dar
saltos e a gritar gloria e amen ; ensinando ,
que, segundo a escriptura, o salto he signal de
presdilinado !! Hoje sao mais raras estas sce-
nas burlescas de enthusias no, ou fanatismo ex-
altado, som duvida porque o protestantismo Pa-
rido da indefferenca religiosa que Ihe vacti-
cinara Bossouot, e levado as derradeiras conse-
cuencias dos seus principios, se acha em dis-
solucSo e quasi sem vida forcado ou a tor-
nar aocatholicismo, com > felizmente vaiacon-
tecendo, ou a resolver-se no puro desmo ou
racionalismo Na sua prolongada agonia elle
Janea ainda mao da bandeira da litblia medi-
ante a empresa de numerosas sociedades Bblicas,
donde tcm sahido para cima de 15 milhcsd'ex-
emplares ; mas osuccesso nao tom correspon-
dido a tantos esforcos e sacrificios, sendo quasi
nenhumo fructo do suos dispendiosas rnissfios,
ou mui limitado o numero dos seus proselytos,
como deinonstrou victoriosamente por factos sem
replica e autoridades irrecusaveis, o sanio I).
AViseman as suas conferencias sobre o protes-
tantismo tomo i.' 6 a conferencia pag. 337.
Assim permitla-nos o cloquente deputado con-
tinuar a crer, que, se existe alguma superio-
ridade as escolas protestantes ou so he taO
admirarel o espectculo, que da ao mundo
ciiilisado o norte d'Alientan lia, Hollando etc.,
elle nao he de ceno devido 6 influencia da Bi-
blia, conforme a regra establecida pelos che-
fes e Antesignanoa da reforma. Outros cousas
enumeradas por Mr. Cousinf Rapport sur letal
de iinstruction publique] sendo as princlpaes a
accao legal do cleio, e urna legislacao apropia-
da e bem executada ba^ta. a nosso ver, pa-
ra explicar essa tao apreiroada differ.nca, sem
ser necessaro recorrer a bandeira dn Biblia, que
no systcma protestante he tao favoravel edu-
cucSo do povo, quanto seria a seguranca e fe-
licidade de um pateo melhor cdigo do mundo
deixado ao senso particular ou interpretarlo de
cada individuo! Mas se he tan saudavel a in-
tervencao do clero protestante com o seu pre-
tendido enthusiasmo religioso, quanto o nao
dever ser a do sacerdocio catooligo com a su-
blime dedicaca5 da candado que faz o seu ca-
rcter e a sua gloria 1 Compare-se urna das me-
lhores escolas de Saxe Weimar ou da Prussia
collocada sob a vigilancia do pastor protestante,
com urna de Franca ou da Blgica, presidida por
um desses humildes irmSos da doulrina chris-
taa procurados hoje de toda a parte para ic-
gerem as escolas e decida o imparcial obser-
vador, qual dellas inspira maor conflanca, ou
promette mais solidas vantagens. Pasemos to-
dava justica s intencoesdo Ilustre deputaoo ,
tanto mais quanto elle mostra desojar, que tarn-
bem entre nos reviva este feliz concurso do cle-
ro com ogoverno, na direeco das escolas,
concurso que o liberalismo da poca destruio ,
secularisando absolutamente a inslruccao pu-
mi*8 annulando a ingerencia que nutr'ora
exercia a autoridade ecclesiastica. A Blgica ja
reconheceo esta grande falta e acaba de repa-
ral-a solemnemente por urna sabia e importan-
te lei; gracas ao movimento religioso, que se
tos ,
dos pela f que nos revela a vontade do supre-
mo legislador? Nao he ao lumedesta f onde
se descobre a natureza divina, e suas adoraveis
relacoes com o homem quo se accendem as
chammas dessa candado celeste que o mundo
nao conhecia antes de Jess Christo e na qual
se resume a sua lei ? He tao obvio o perig.i des-
ta separacSo ou divorcio quo reduziria toda a
moral a um systema puramente humano sem
vida c som forra para ligar as consciencias e
tao vario, como asopiniScs de cada individuo
ou do cada seita que o mesmo ambidextro
Rousseau que banio da primeira educaeao a
a propria ideia do Dos, e sustentou que os de-
veros da moral sao os nicos essenciaes se vio
forcado a confessar que sem f nenhuma ver-
dadeira virtud" pode existir, e que ha dogmas,
que todo o homem he abrigado a crer. Praza ao
(leo que nunca se rompa o sagrado nexo, que
une a regra dos costumes com a regra da f, ou
a moral com o dogma em cuja feliz mistura ,
diz um Ilustre prelado consiste todoosegredo
do ensiiio chrsto.
Nem se diga
mo
Ibas do mundo visivel ao conhecimento do
mundo invisivel, de que aquelle he como a
imagem ou rellexo ?
Observaremos por ultimo que os secta-
rios dessa systemalica afTectoda preferencia da
moral ignoro cortamente o poder queexcr-
cem os dogmas consoladores do christianismo ,
e quanto elles infiuem muito melhor que os
ridos e des amados preceitos dessa pretendida
Moral universal, sobre os sentimento do
corceo humano ennobrecendo todo o nosso
ser o inspirando as mais excellentes virtudes.
E para nao fallarmos senlo do Sacramento
Misterioso da Eucaristia que aflectos e emo-
coes nlo devo elle excitar tornando-nos na
expressao de S. Cyrillo de Jerusalem um
mesmo corpo e um mesmo sangue com o de Je-
ss Christo concorporeus et contanguineu$ ?
O impo que disse sede justo isto basta,
tudo mais he arbitrario nao pode recusar a
mais brilhante homenagem verdade catholica,
confessando em um accesso de ra/So e d'enthu-
siasmo religioso que era impossivel imaginar
um mysterio que retivesse mais fortemente
os homens no dever. (1)
( Continuar-se-.)
PER NAM BUCO.
nue o terror muito concorre para o augmento
das victimas 5 epidemia nao de.xa de ter fet-
tu Hiuitas victimas. Algumas medidas hygi-
enicassohavio ltimamente tomado e pro-
curava-se desinfectar algn lugares da c.dade,
que mais as reclamavao.
Hoied do selembro) falloceo oB.^Sr.Joo,
da SilvaVoncoca Deo da S de Olimt. pelas 3
horas da rnanha e deye ser sepultado na Ca-
thedral hoje mesmo a noite.
COMMERCIO.
ApuracSodis Colhgios do fecife Olinda i
Cabo, Goianna Naxareth Pod'Alhn
Limoeiro, S. Jntao, Bonito, eSerinhaem
Nomes.
Pedro Francisco de Paula Cavalcanti
Sebastiao do Reg Barros
Barao de Suassna
Joo Floripes Dias Barretto
Manoel Francisco de Paula Cavalcanti
Francisco de Paula Cavalcante Lacerda
Jos Thomaz Nabuco dAraujo Jnior
Joao Jos Ferreira de Aguiar
Votos
414
379
358
323
321
312
293
290
quo os dogmas do christianis-
por abstractos e incomprehensiveis nao
podem ser objecto da instruccao elementar, on-
i.e s cumpre ministrar um alimento ligeiro c
proporcionado debilidade das intclligencias ;
por quanto esta reserva sem duvida prudente ,
e observada polo apostlo respeita menos a
natureza da doutrina, do que a forma eordem,
om que ella deve sersuccessivamentedistrihuida,
maneira d'alimentacao do corpo Quibus
lacle opus est, non solido cibo. As santas obs-
curidades e sombras impenetraveis dos nossos
mysterios sao temperadas de tao suaves clari-
dades que ninguem ha que nao possa ver e
contemplar o quadro magnifico do christianis-
mo, embora o nao possa comprehender, assim
como ninguem ha que nao veja, que n3o to -
que com as maos, e nao admire o grande espec-
tculo do mundo material bem que nao possa
penetrar, nem ainda a luz, que nos alumia.ou o
som. que fere nossos ouvidos. Alero disso, que
difliculdades poderia olTereccr superiores
comprehenso do menino a historia tao sim-
ples e ao mesmo lempo to interessanto e
dramtica dos factos que constituem a econo-
ma da Religiao Christaa a saber, a creaco
do homem sua queda que o proprio Vol-
taire reconhoce ser o fundo da Theologia do
todos os povos, a necessidade promessa e
esperanea de um libertador, os vaticinios e
successos que o prenunciarlo sua incarnacSo :
milagros, e sacrificio inefavel da Cruz o tri-
unfo da sua resurreicao a desoda do Espirito
Santo a promulgaco da lei evanglica e
prodigioso estabelecimento da igreja deposi-
tara da verdade at a consummacao dossecu-
los ? Estes admiraveis factos, que prepararlo .
ou consummaro o laclo universal, bullante
o divino da Religiao do Jess Christo oque
exprimem os principaes dogmas, ou artigos
do symbolo nao estao por ventura exposto*
aos nossos olhos, e perpetuados as magestosas
ceremonias do Culto, nos emblemas deco-
racOes e bellesas da arte christaa que na
frase do um erudito escriptor nao he mais do
quo a expressao formulada do catholicisso!
(lomo pois doixar o menino na ignorancia cousas do cuja cronca depende o son eterno
destino que elle devo e pode saber pela
simples explicacao do cathecismo e quo mais
tordo nao lera talvea nem lempo nem vontade
do aprender ? Existo mesmo urna tao patento
harmona ou correspondencia cnlro os myste-
rios do christianismo e os do mundo fsico c
moral, que nao ser diflicil ao babil cathequs-
ta achar imaaens sensveis ou analogas pro-
prias para infundir o conhecimento bem que
imperfoitissimo dos mais altos mysterios em
una idade que s se governa pelos sentidos.
Fazendo-lhevT, porexempo, nasua mesma
alma um transumpto ou como dizia S. A-
gostinho vestigios do incomprehensvel mys-
terio da Trindade Santissima pois que o ser ,
a razao e o amor entre si distinctos nSo
forman seno urna s e mesma alma ; ou no
astro do dh de cuja substancia reflecte a luz 0 paquete ingle/que chogou do Rio de Ja-
e da u/e da substancia procede o calor ; mo ^^ ( 1M ^^.nos jomaos at 12 do
irando-lbe na mesma mysleosa un.ao da al- el r iss0 em nada adanta a. noticias
ma e do corpo o symbolo da inefavel un.ao hy P e lnham (|o G[ob e M ,m08 no
postatica das duas naturezas Divina e humana jorna| se nQS fn lavor emprestar
na possoa do Homem Dos; e no marav Ihoso, v|m|o F{fme%a No com
fenmeno da multiplicacao de un, s^pensa- ^ doMmos transrr to 0 que achamos Jo
monto revestido da palavra por militares de j majs mU^ nQ Jorna| de 16 A escar|atina
pessoas que a ouvem sem se diminuir. ; (7cnAo a, QS na cap,8, do ,,_
nem dividir, urna cscassa sim.lhanca da pas- e cq q convenh0 0s mdicos
mosa leproduccao da carne de Jess Christo ___________ j________________________
Sacramentado multiplicada e incorporada to-
da intoira e sem a menor alteraco em ca-
da um dos quo a recebem : sorvindo-se di-
Alfandega.
Rendimento do dia 1.......... 2:6878196
NSo ha descarga para boje.
llovittiento do Porto.
Navios sabidos no dia 31.
liba do Santa HolJena ; escuna americana Lau-
ra capilo eorge S. Payne com o resto
da carga que trouce. _
Baha ; hate brazileiro Vivo capito Feliz
Madah, carga diversos gneros.
Navios entrados no dia 1.
Aracaty ; 35 dias, patacho brazleiro S. Jos
Vencedor de 90 toneladas capitao Manoel
JosRbero, equipagom 11, carga couros
salgados e algodfio : Monoel de Souza
Couto.
Rio de Janeiro, pela Rabia ; 19 das, trazen-
do 5 do ultimo porto, paque.'e inglez Linnett
commandante o lente Dicken.
NOTICIAS MARTIMAS.
No da 9 de agosto chegou ao R.'o de Janei-
ro obrigue Conceigao; e no da lvO o vapor
Imperador ; tendo o ultimo feito a via'gem re-
donda do Rio ao Para e do Para ao Rio em
43 dias.
O brigue Fiel ficava a sahir em poucos das
Ren^nuto'Au'gusVde MagalhSes Taques 288 daquelle para este porto.
No dia 12 entrou na Baha o bngue bevia, e
Jos Bernardo GalvSo Alcanforado
\ I varo Rarbalho Ucltda Cavalcanti
Antonio Peregrino Maciel Monteiro
.los Bento da Cunha Figueiredo
Francisco de Paula Baptista
Ignacio de Barros Rarrelo
Francisco Domingues da Silva
Jos Telles de Menezes
Jo'o Baptista Pereira Lobo Jnior
Felis Peixoto de Brito e Mello
Francisco Joo Carneiro da Cunha
Alexandre Bernardino dos Reis e Silva
Francisco Xavier Paes Brrelo
RernardoBabello da Silva Pereira
Antonio Baptista C, i ti rana
Joaquim Jos* da Costa
Miguel do Sacramento Lopes Gama
\ntonio Joaquim do Mello
Manoel de Souza Teixeira
Jos Pedro da Silva
Manoel Mondes da Cunha Azevcdo
Custodio Manoel da Silva Guimares
\ntonio AfTonso Ferreira
Manoel Teixeira Peixoto
Manoel Coelho Cintra
Joaquim 'eixeira Peixotode Abreo Lima
Urbano Sabino PessAa de Mello
f/idro Francisco de Paula Mesqnita
Francisco Camello Pessoa de Lacerda
Jomo Mauricio Cavalcanti da Bocha W.
Jos Nicolao Riguoira Costa
Francisco Jos5 de Medeiros
Francisco Ferreira Rarretto
Pedro Alexandrino do Barros Cavalcanti
Joo Antonio de Souza Boltro
Luiz de Carvalho Paes de Andrade
Domingos AfTonso Nery Ferreira
Antonio Jos de Oliveira
Manoel Joaquim Carneiro da Cunha
Laurentino ntono Pereira da Carvalho
Joo Jos Pinto
278
272 no dia 18 o brigue-escuna Virginia.
271
262
261
256
256
252
250
2i5
242
241
2W
235
230
226
223
220
216
213
212
206
205
19K
197
195
193
191
188
186
185
183
182
181
178
174
173
173
172
168
167
DIARIO 1)1 PRYllTO.
C
['.) Quero .usar, exclama elle, quem po-
' der commettor depoisdisto urna s falta, con-
ceber somonte o ponsamonto della ? Era impos-
temos Nos destas, e outras comparaces fami- ,tetf/ sem duvida imaginar um mysterio, que re-
liaros que nos Iransmittirao os Santos Dou-
ivic, Tia sviia pwMVvt euvaimuuai puuvu o
titease mais fortemente os homens na virtude.
Quesvvs fv'uiv a Eu*
Estavo annunciados na Bahia para oste por-
to o patacho Conceigao e o brigue Golfi-
nho.
Edlaes.
O Illm. Sr. inspector da the/.ouraria das
rendas provinciaes cm cumprimento do officio
do Exm. Presidente da Provincia de 25 do
corrente manda fa>er publico que segundo o
regulamentode 11 de julho do presente anno,
sob as clausulas especiaos abaixo transcriptas se
arrematarao no dia 22 de selembro (corrunle)
ao meiodia perante a mesma the/.ouraria os re-
paros da ponte de Goianna oreados na quan>-
lia de 6:0508964 res.
E para que cheguc noticia de todos man-
dou o mesma illustrissimo senhor inspector
aliar o presente e publicar pela imprensa.
Secretaria da thezouraria das rendas provin-
ciaes de Pernambuco 28 de Agosto de 1843.:
O secretario l-uix da Costa P> rtocarreiro*
Reparos da ponte de Goiann-i.
Clausulas especiaes da arrematacao.
I,' Os trahalhos e obras dos ditos reparos se-
ro feitos pela forma e sob as condicoes e
modo indicado no orcamento o as plantas ge-
raes o particulares appresentados a approvaeo
do Exm. Sr. Presidente da Provincia em 12 de
outubrodc 1842. pelo pieco de 6:0508964 rs.
2.1 O arrematante comeear as obras no pra-
so de dous mezes contados em conformidade
do artigo 10 do regulamenlo para as arremata-
coes de 11 de Julho de 1843.
3.* As obras devero ser coucluidas no pra-
co de um anno contados da mesma epocba do
que a precedente.
4.a O pagamento da arrematacao realisar-
se-ha em quatro prestaees do modo e as po-
cas determinadas no artigo 15 do regulamento
para as arrematares de 11 de julho de 1843
5.* Para tudo o mais que nao esta determi-
nado pelas presentes clausulas soguir-se- in-
teiramente o que dispoe o regulamenlo para as
rremalaccs de 11 de Julho do 1843.
Reparticao das obras publicas 21 de Agosto
de 1843.Oengenheiro em chefe L. L.
Wauthior. Approvo. Palacio do Pernam-
buco 25do Agosto de 1843.Baroda Boa-
vista.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Camargo,
Commendador da rdem de Christo, ins-
pector d alfandega c.
Faz saber, que em virtude do artigo 291 do
regulamento se hao de arrematar em basta pu-
blica no dia 2 de selembro na porta d'alfande'
.!, a:.
vv vuujivva MU |nriIU U OlgWMttW,


*
ny ; tracla-sc com os consignatarios Jones Pa-
l?al7m~*?\tl:tUm "**''*"* ocorrrtor Olivera, do grande a maior hrevidade e tem lugar para 500 sac-
arina a100 re hilShn SS". t COf 3S C SOrlu,lenl0 de Pendas francezas allomas, o cas com algod.-to afrete de 7/16 Je un. pen-
-ZLZ 1 Sn Uhra\m l,ur,l0('s Para lns- tanto do a seda, e linho corno de
mente de 5 n Z ceos daP' Fau A TI StT^ ^ ** ""^ *S ,0 ho,M (li' *"* iw^ i =0 coronel F
odot^^ tenve,mente, no seuarmazemda ra da Cru, | I.eao ,a/ puldico que, o Sr. Jos Joaqun,
____, | lie/erra (.avaleanti Ihe hypothccou o seu si-
tio denominado Sitio da Torro na estra-
' da de Belem
$os di lo de tres ponas no valor cada um de 640
res, 21 carnizas para senhora no valor de 640
res cada urna, 11 lencos de caml.raia no valor
de .$.000 res cada um 33 veos de cores no
valor de 3,000 reis cada .un 26 cortes de fa-
zcnda para colotes a 2,000 reis cada um. e 100
charuteiras de couro a 500 reis cada urna ;
mercadera! aprehendidas ao commandante do
brille sardo Eridano ; a arrematado he livre
de direitos e expediente ao arrematante. Alian
legi 29 de agosto de 1843. V. T. Pires de
F. Camargo.
l*ec laracdcs.
Antouio de Sousa
AVISOS (liVtTSOS.
Companhia Brazileira de paquetes de vapor.
A barca de vapor Imperador commandan-
te Jos Mara Paleto, devera chogar a este por-
to, procedente dos do sul, de 5 a 6 do corren-
te ; e a barca Pernambucana commandante
Joao Mi lilao Henriques de 2 a 3 do corrente ,
dos portos do norte : aquellas pessoas, quequi-
erem lomar com anteoipaco as suas passagens
para os porlos, onde as referidas barcas se desti-
nao podero dirigir-se a agencia da compa-
nhia na ra d'Apollo, para inscre\erem os seus
ornes.
O juiz municipal da segunda vara d'ora
emdianle dar audiencia na casa publice, as
quartas feiras esabbados s nove horas da ma-
flh visto que nos outros dias ha o inconveni-
ente de se se encontraren as audiencias dos de-
mais juizos. O escrivo Francisco Ignacio
de Athahyde.
O administrador da meza da recebedoria
das rendas geraes internas tendo de mandar
proceder ao novo lanoamento do escravos do
corrento anno financeiro de 1843 a 1844, avisa
aos propretarios de escravos empregados no
servico de mar de apresentarem nesta repart-
cao at o da 4 desetembro prximo vindouro ,
certidao do arsenal de marinha, que provo acha-
rem-se ditos escravos matriculados no referido
servico sob pena de deixarem de ser iluminados
do lancamento passado e do que vai proceder-
se novamente. Rece'nedoria 28 de Agosto de
1843. Francesco Xavier Cavacanli d'Albu-
querque.
^^* Hoje a tarde sal ir
pi imeiro numero do Perio-
(Jico o CATiiOLico conti-
nua a subserever-se na Pra-
ca da Independencia livraria
n. 6 e 8 po,% duzentos reis
mensa!.
n.i
s
O ART1LHEIRO N.*76.
GABINETE LITTERARIO.
O secretario, servindo de director convida aos
'Srs. socios a se reunirem em scsso no dia 4 do
corrente pelas 5 horas da tarde na ra do Li-
vrainento casan. 27, primeiro andar, parase
proceder ;i cleirao de nova direccao conforme
determina o art. 2. dos estatutos c espera o
comparecimento dos Srs. socios para evitar re-
petir o de convite.
i\HIO hoje e os Senhores assignanles ,
que o recebem na loja de livros da praca da
Independencia n. 6 e 8 podem-no mandar re-
ce her.
OfTerece-se urna ama para casa de ho-
mem solteiro, ou viuvo, a pessoa que o seu
prestimo se quizer utilisar, dirija-se ra do
Fogo n. 34.
=Tirao-se passaportes para dentro e fra
do imperio e folhas corridas com toda pres-
teza e commoidade: na ra do Rangel
n. 34.
Vendem-se 11 duzias de costado de ama-
relio, muito superior ; no Recite ra da Cruz
n. 49.
Furtarao da praca da Roa-vista n. 4 um
papagaio mulo rallador o bonito, tem os
encontros encarnados. o he muito man -o ; a
qncm for ofierecido pode mandar entregar na
mesnia easa a cima, que ser gratificado.
lotera do theatho.
IV o dia 12 do corrente mez
de selenibro, correimpreteri-
velment esta lotera,eoresto
dos billietes acha-se
Avisos uitiifimus.
= Para a Babia,com a maior brevidade possi-
vel, por ji ter parte de seu carregamenlo, sar
o muito veleiro patacho nacional Conceic-o ;
quem no mesmo quizer i arregar, ou ir de pas-
sagem dirija-se ao capitao Joaquim Jos Auto
nio, a bordo ou aos consignatarios Novaos &
Companhia
() hrgue Felis Deslino segu para o
Ass do dia 8 do corrente ; quem nelle qui-
zer curregar para o A^s eTouros dirija-se a
bordo ou ao seu proprietario Pedro Uias dos
v Para o Aracaty segu viagem improle-
ri\elmente no dia 6 de septembro prximo a
sumaca brazileira Hom Sucesso; quem na mes-
nia quizer carregar ou ir de passagem dirija-
se a seu propriotario Jos Manoel Fiu/a ou
a bordo ao capitao da niesma Joao Antonio da
Silva.
Para o Rio de Janeiro pretende breve sa-
bir por ter seu carregamenlo prompto. a vel-
leira sumaca Conceico Navegante ; tem nons
commodos para escravos : quem os livor, o qui-
zer na iiicsina embarcar pode entender-se com
Amorim hLrmaos na ra da Cadeia do Recifo
n. 45.
=Se{flSnW o Rio de Janeiro impreteri-
v <:ido e veleiro brigue-escuna Jozephma lorra-
do de cobre ; para alguma carpa miuda pas-
sagoiros, e eyravos a Irelc dirijo se ao consig-
natario Ga'udino Agostinho de Barros na pra-
cinha do Corlo Sanio casa n. 66, ou ao capitao
a bordojSF
ua
ILeiles.

a ven-
nos lugares j annunci-
ados.
No primeiro andar do sobrado da esqui-
na do hoco da Pol que vira para a ra das
Cruzei fazem-se doces de calda de todas as qua-
lidades, d'ovos, podins, bolos, pastis de nata,
pralos de crome queimado ovos do leite, ban-
dejas de bolinbos de todas as qualidades para
cha e tudo o mais pertenecnto a meza de do-
ces cha ; assim como tambom se prepara prc-
sunlos do fiambre cobertot de ovos e sem ellos;
cozinba-se para fora como muito asseio e da-
se almocos de cafe com futas pao-de-l tor-
radi, c fresco conforme os donos quizerem ,
tudo a vontadedos prelendcntcs, e por preco
commodo.
= O cirurgiao Bernardo Pereira do Carino
acha-se ostabelicido n'esla cidade e por isso
ai|uellas pessoas, que o quizerem consultar ,
poden) dirigir-se ra da Cadeia do bairro de S.
Antonio, no secundo andar da casa n. 13,onde
o achar prompto ; aprese, lar aquellessocorros
que a sua praiica e theoria fornecerem-lhe ,
o supradilo existir em sua casa das 7 horas da
manhaa as 9, prompto a receber a aquelles in-
digentes, que se quizerem receitar, o que Ihes
lar.-'i gratis ; advertindo, que aquelles, que nao
podtrem ir a sua casa podero mandar di/.er ,
qual a sua habitacao pois que l mesmo os
ir vflr.
= Bernardo Pereira do ("armo Jnior ap-
provado cm Mathematicas puras e cm outras
ciencias pula academia respectiva do Rio de Ja-
neiro dedicando-se a onsinar Arithmetica ,
Algebra Geometra, e Trigonometra, ofle-
rece-se a aquellas pessoas que tendo se entre
pela quantia de tres contos e cein
rs como consla da cscriptura do 30 de A-
O | gosto de 1843 no cartorio das hypotbecas.
Precisa-so de um moco que seja hom Ira
b.dliadorde maceira ; na ra do Apollo no
Porto das canoas n 8.
A pessoa, quuannunciou queror um fo-
les para foliar formigas ; se anda precisar, di-
rija-se ra da Cruz n. 62 que se Ihe dir
quem o tem.
Prccsa-se alugar um molequo ; na ra
dos Quarleis n. 12.
Muito se tem fallado do sistema Homeo-
palliico do sistema de Broussais e de outros
muitosmil diflerenles; pouco portanto se tem
dito do mais essencial os evacuantes que
ninguem pode negar seren nos climas clidos-
absolutamente necessaros, e sobretudo quando
existe a diffculdadedc fazer observar aos docn-
tcs a dieta necessaria e rigoroza que pedo a
Homeopathica e pratca regular &c. Somos
geralmentoacostumados a comer muito mais
do que he necessario para o nosso sustento ; o
resultado he flatos, indigestes, e inflama-
ces nos ligados, ic. Para remover impedir
estes incommodos, nada he mais prompto, que
um purgante saudavel que nao constipa os
intestinos, e que augmenta as dierentes sec-
creces.
O publico achara as Pilulas vegetaes do Dr.
Brandreth e na Medicina Popular Americana ,
estas propriedades, que produzem seu eleto ,
sem dores e incommodo algum nao he ne-
cessario dieta alguma e pode-se tractar dos
seus negocios no mesmo dia cm que se tomar.
Aqui vendese somento em casa do nico a-
gente JoaoKeller, ra da Cruz do Recife n.
18, epara maior commodidade dos compra-
dores, na ra da Cadeia do Recife, em casa do
Joao Cardozo Ayres, na ra Nova na de Guerra
Silva & C.*, e atterro da Boa-vista, na de Sal-
les & Chaves.
Precisa-se de urna ama com bom leite pa-
ra criar e que soja de boa coducta: na ra
Nova junto a ponte da Boa-vista casa n. 69.
= O abaixo assignado faz sciente ao respei-
lavel publico que niudou-se do pato do Pa-
raizo sobrado n. 8 para ra do Queimado
obrad. n 2 que fica com a entrada pelo beco
do Peixo frito primeiio andar ; assim como no
mesmo vende-se um cavallo fino, roJado, ana-
tacado o qual vende-se por o dono se retirar
para fra da provincia; quem o pertender, pro-
cure de 1 hora as 3 da tardo ou mesmo para
outro qualquer negocio com o annunciante, so
o acharad as horas quo menciona. Manoel
Jos da Silva.
mensaes: n
jlos de alvenaria por 10 rs.
ra do Queimado n. 57.
- Precisa-se de um Portugue/. maior do
18 anuos, que afiance a sua conducta, para
tomar por bataneo urna venda nesta praca fa-
zendo-so-lhe interesse, ou por ordenado, como
se convencionarem ; na praca da Boa-vista ,
botica do Braulio.
Em um clima tao quente como o Brazil ,
onde as molestias terminao fatalmente as ve-
zes no espaco do poucas horas he misterba-
ver um remedio que possa servir ao mesmo
lempo como preventativo o curador. A e->
decina Popular Americana tem essa proprieda-
de tomada as vezes em quanto ella impede a
accumulacio dos humores, conserva o sangue
puro e consegiiintomente para as pessoas menos
sujeilasa apanharem qualquer molestia, seja,
ella contagiosa ou nao.
Hecommenda-se portanto ao publico em ge-
ral do ensaiar este excellente remedio que,
pelo lado econmico he preferivel a qualquer
oulra medecina de simlhante naturoza tendo
as cawmhas maior numero de purgantes e por
menos preco.
O publico achara ua Medecina Popular A-
mercana as pilulas vegetaes do Dr. Brandreth
estas propriedades que produzem seu efleito
sem dorer ou encommodo algum nao se faz
preciso dieta alguma o pode-se tratar dos
sens negocios nos mesmos das, em que se to-
mar.
Vende-se aqui cm casa do nico agenta
Joo Keller ra da Cruz n. 11, e para maior
commodidade dos compradores na ra da Ca-
deia emeasa do Joao Cardozo Ayres ra Nova
Guerra Silva & C. atierro da Boa-vista Salles
& Chavos.
Deseja-se fallar ao Sr. Joao Baptista Chi-
ossa, capitao e dono da Polaca Sarda Jpiter a,
negocio de seu interesse na ra da Sanzalla
nova n. 7 : na mesma se precisa de um ca-
xeiro para venda, quo tenha 16 annos.
Prccisa-so de um menino de 8 a 9 annos
para caxciro, o quo tenha alguma pratica de
miudezas: na primeira lo|a de fazendas aop
do arco da Conceicao.
A pessoa, que annunciou querer comprar
um jogo de malas de pregara, dirija-se ao ar-
ma /eni da ra Nova n. 67 que achara um
jogo muite bom e por prceo eomuiodo.
= Precisa-so do urna negra ou muleque
que sirva para vender azeite : no Recife ra do
Amorim n. 48.
A Sob.*. L.\ Vfg.'. e Seg.\ convida a to-
osMM.\ para assistirem ao acto funerario, que
deve ler lunar no" dia :< do corrente pelas 10 ho-
ras da manhaa.
Arronda-se o sitio denominado Jaca pr-
ximo Cruz d'Almas tem muito boa casa de
vivenda < avallarice para seis cavallos, casa de
lser larinha com lodosos seus pertences,gran-
de pomar delaranjoiras o muitas outras arvo-
res de (rucios muilo boas baixas para t ida a
qualidado de plantnces por crusarem dentro do
mesmo sitios dous riaxos Jaca e Agoa-fria;
quem o pretender, dirija-se a casa de Jos Joa-
quim de Mosquita no flin da ruada Roda, casa
de dous andares, e so'o anda por acabar.
- Alug-se duas casas em Saoli Auna pro-
prias para se passar a festa, e estilo pintadas c
caiadas do novo podom servir para urna s
familia que seja grande, por serem |untas urna
da outra por preco comtuodo : na ra do Quei-
mado loja n. 4.
Precisa-so de urna canoa de agoa para se
alugar ; quem a tiver e quizer alugar dirija-
se a ruada Gloria n. 93 ou annuncie sua
morada.
Engomma-se ropa com perfeicao o por
proco commodo : na ra do Adique delronte
do sobrado do senhor Jos Mara.
Urna mulbcr de bons costumes, eque d
(ador sua conducta se oerece para ama de
casa de hoincm soltoiro ou de pouca familia ,
a qual sabe cozer com perfeicao cosinha e
engomma ; quem do seu prestimo se quizer
utilisar dirija-so ao beco do Adique n. 20.
Qualquer dos Srs. negociantes, que prec-
gado a esseestudo, necessitarem de cxplicacocs: sar de um rapaz para contabilidade e es-
tao bem pode-se ensinar em algum collegio Icripturacao : annuncie pois ha um rapaz car-
na ra da Cadeia de S. Antonio no segundo an- regado de familia de boa conducta o hbil
que se prope a isto.
Aluga-se um pequeo armazcm com porta
dar da casa n. 13.
= Aluga-so mensalmente um preto, para
a
v..nuttll'l4 v, > ser empregauo cm seivivo ucOiaii; quem o larga na ra uo v_oiiegio : ouiro dito de Ouas
tiver, annuncie para se tratar do ajuste. : portas na travessa da cadeia ambos proprios
= Para Liverpool o superior e veleiro bri- para pequeos estabolecimentos: a fallar na
ue inglez Cicily de primeira classe (A I) ra do Hospicio n. 17.
VMMUV fV VMVWIII

iviri nm I
i
Itrwn f
Q ^V UMIW VMMVM
.1- lo Ae
1 )AA : ------J. _
= Aluga-se um primeiro andar ou segundo
de poucos commodos para um homcm soltoiro ,
sendo na ra do Collegio, ou as ras visinhas
com tamo quo seja bem arranjado : a fallar no
passeio publico armazem do Sr. Nicol.
Lina mullier parda capaz se oflerece
para ama de casa do bomein solteiro ou do
pouca familia para todo o servico interno do
una casa : quem a pertender dirija-se ao beco
do Tambi n. 2.
Quern precisar de urna ama para cosinhar ,
ou engommar, para casa de hoiiiem solteiro ,
ou do pouca familia dirija-se ra Bella
n. 5.
A pessoa, que annunciou querer comprar
nm inclnalo de flauta em bom estado sondo
Ihe convenha comprar tambem urna dita com
o referido procure em a loja, que vende pao,
e bolaxa n. 13 quazc defronto da igreja do
Ro/.ario dos prelos, quo achara com quem
tratar : na mesma se dir quem vende duas a-
gulbas de inariar dous mastros, duas retran-
cas, dous mastaros duas carangudjas al-
gumas vergas duas bombas e sotte vellas '
tudo em bom eslado o s proprio para 'pe-
quena embarcacao como seja hiato &c. &c,
bem como um ptimo braco de halanca con-
xas e pesos de duas arrobas para baixo.
= Aluga-se urna excellente casa terrea na
povoacao do Monteiro para passar a festa, com
quatro quartos grandes cosinba fora quar-
tospara negros, dous quintaes grandes com
portan para o rio, e duas estribaras ; quema
pretender dirija-se Boa-vista travessa do Veras
sobrado de um andar e sotao no beco.
= Aluga seosobrado da ra do Vigaro n. 13,
com grande arma/em, tres andares, e dous mi-
rantes tudo no molbor asseio, proprio para qual-
quer ostabolecimento commercial de grosso
trato : dirija-se ao u esmo sobrado.
= Aluga-se um bom armazem com bastante
capacidade o proprio para recolber, para cou-
ros ou outra qualquer cousa ; bem assim o
I."andar por cima do mesmo com bons com-
modos para qualquer familia, tudo por preco
muito commodo, e junto, ou em separado :
para ver na ra da Boia n. 10 e para tratar
no armazem de Dias Ferrera & C. no caes da
alfandega.
= Aiuga-se o segundo andbr da casa da ra
do Encantamento confronte ao beco que vai
para a ra do \ igario com commodos para
urna familia; na ra da Cadeia Velha loja de fa.-
na
MUTILADO


4

= Alugiio-so criadas forras ou oscravas ;
collegio do Espirito Santo ra dos Coolhos na
Boa-vista.
Compras.
= Comprao-se pellos do onca tigres, porem
grande e muito bollas e pagao-se por botn
proco : na ra da Cruz n. 38 2. andar.
ss Compra-se um escravo pardo, ou prelo ,
olicial de carpina ; na ra da Moeda a fallar
com Santos Braga.
Compra-se um flageolet de 4, ou 5 cha-
ves com o seu competente motnodo ; na ra
da Cadeia do Recie n. 38.
Compra-se um Pope novo, ou usado;
na ra Bella sobrado novo prximo a maro.
Comprao-se as obras completas de Luir
de Camoes sendo as Rimas o as Luziadas ,
com estampas, que estejao ein bom estado ;
quem tiver annuncie.
Comprao-se vasos do barro ou de louca
para flores ; na ra da Moeda n. 7.
Vendas.
Mara Joaquina do S. Thom professora Ideia a pessoa, que nao coz n he em casa ; a
substitua das cadeiras de primeiras lettras de [tractar na loja o mesnio.
meninas ensina particularmente ler, escrever,
contar, aritbmetica e diversas qualidades do
costuras ; tambem recebe em sua casa algumas
meninas de pessoas quo morao fora da cidade,
ou quo morando nella as queiro confiar a
6ua educacao : quem pretender utilisar se de
seu prestimo dirija-sc a ra Direita n. 6i.
se Manoel Carlos Poreira subdito Brasi-
loiro retira-so para o Aracaty.
Aluga-sea coxeira da ra das Flores o.
20 com a frente para a travessa do Carmo, to-
da calcada de pedra, e admite 4 carros ; a fal-
lar com ocommandante geral do corpo de po-
lica.
=S O primoiro secretario da Sociedado Ami-
sade-nos-Une faz sciente a todos os Srs. Socios,
quo Domingo 3 do corrente pelas 4 h ras da
tardo h sesso em assombla geral, a qual de-
vero comparecer naja sabida casa da ra praia.
Aluga-se um neuro moco cozinheiro
e activo ; na ra Bella n. 38.
Responde-se ao Snr. Major Mayer, que
nao foi por culpa do escrivSo da lotera do Roza-
ro queaconteceo adila lotera ficar nulla ;
porque nao fo o dito escrivo quem fez os bi-
Ihetes das urnas e sim urna pessoa que faz
para todas as loteras, por ser experimentado
para isso e quando se contou estavao certos ,
e s o' que so- suppoz era, quo podia baver dous
papelinhosuniJos e isso mesmo se advertio a
quem os leo para no caso de os achar dar a in-
flar; ( isso ja se fez ver ao publico ) porem o
tal sugHito innadevertidamente os dividi o
por isso bouve este transtorno agora a pouco
acontece peior, o S. S. nao se referi a essa, o
sim a, do Ro/ario talvez por ser de pretos e
por justa causa mais peccadores.
= I). There/.a Maria de Jess a/. corto ao
respeitavel publico que um lettra da mesma ,
passada a seu favor por o Sr. Jos Francisco de
Azevedo Lisboa, e o Sr. Major Mayer, da quan-
tia dedouscontos de res com a data de 13
de Fevereiro do corrente anno com o praso
de 3 mezes ; a qual tem as costas um recibo
de um cont de reis por conta em data do 24
de Maio do corrente auno, cujo lettra loi per-
dida vindo do Aflogados, como ja se annun-
ciou por esta folba ; porem boje est paga por
o dito Sr. Azevedo como thesoureiro da Matriz
da Boa-vista da actual lotera para quem
fo o dinbeiro para as obras da mesma ; por is-
so faz certo a todos em geral e quem a achou,
ou tiver a dita lettra que ja foi paga do res-
tante ficando sem effeita a lettra, o extncta
pora si, o para os passadores como consta do
documento, que passou.
No da 25 do p p. furtarao da venda da
esquina da ra Imperial n. 2 urna ccixa de
prata lavrada com uns calungas por cima e
com mais de urna quarta de prata ; quem a
achar leve-a na mesma venda que receber
108000 rs. de gratificado.
Aluga-se um solifadinbo de um andar c
sotao p.ir traz do quartel de polica n 10;
quem o pretender, dirija-se a praca da In-
dependencia ns. <24 e 20
Mr. Kissel relojoeiro da ra da Cruz
mudou-se para ao arco de S. Antonio lado do
norte.
Prccisa-se de um caixeiro Porluguez ,
queentenda de venda ; as o ponas n. 91.
Arrenda-se a olaria da Ponte de Uc-hda,
defronledeS. Arma; a tratar no atierro da
Boa-vista em casa de M. T. R. Campollo.
= Manoel Joaquim Seve embarca para fra
d provincia o seu escravo pardo de nome
Francisco.
Oflerece-se para ama de casa de homcm
solteiro ou de pequea familia urna crioula
forra a qual cozinha compra e fa todo o
servicodeuma casa; quema pretender diri-
ja-se ao beco do \ irginio sobrado do um an-
dar n. 13.
A mulher quo se offerece para deter-
minar urna casa que sabe coser bordar e
marcar annuncie sua morada.
(juem annunciou precisar de 600S rs.
a juros sobre urna casa dirjase a venda de-
fronte da Matriz da Boa-vista n. Si.
Quem tiver para alugar um moleque ,
ou negra fiel que sirva para vender na ra ,
responsabilisando-se pela soa conducta an-
nuncie.
= Roga-se encarecidamente a pessoa que
no dia 30 do p. p. mez de Agosto pelas 8 horas
da manha mandou aocartorio do escrivo Sou-
za na ra das Cruzes por um preto do calcas
e aqueta, pedir os autos de accao de forra com
a sentenca tirada del). Rita de Casse Pessoa
de Mello contra loSo Policarpo do Reg Bar-
ros e mais herdeiros; sendo o pedido em
Dr. Jos Felippe de Sou/a Liao ;
= Vende-se dous methodos modernos para
flauta 1 dito para piano 1 dito para vocali-
aco, 1 dito para accordeao e alguma boa
msica para urna, eduasflautas, sem, ecom
acompanhamento de piano : na ra da Cruz
n. 38 no2."andar.
Vende-se no armazem de Francisco D-
as Ferreira & Companhia no caes da Alfan-
dega saccascomboa farinha de mandioca a
2560 0 farinha de trigo americana, por pre-
co commodo ; a tractar com Firmino J. F. da
Roza.
= Vende-se taboado de pinho da Suecia ,
costado costadnho pollegada e forro de
differentes grossurss, proprio para forro de
rasa e fundos de barricas, dito americano do
differentes larguras e comprimento vergontas
de pinho da Suecia de differentes bitolas tu-
dodesuperiorqualidade e por preco commodo:
no Forte do Mattos armazem do Vianna.
= Vendem-so no armazem novo da ra da
Praia pipas do agoardente de 20 a 21 graos,
e muitoclara.
= Vendc-se urna boa escrava de 18 annos ,
de bonita figura cozinha engomma lava ,
e he muito diligente para o servco de casa ; no
armazem da ra Nova n. 67.
- Vende-se urna escrava de nacSo Ben-
guella de 26 annos, lava e cozinha ; atraz
da Igreja de S. Jos n 19.
Vende-se urna venda na ra Imperial do
atterro n. 35 com os fundos a vontade do
comprador ou s armario o pertences, por
seu dono querer relirar-se; a tractar na ra
a S Cruz n. 28.
Vende-se um casco novo de urna harcaca ,
que carrega de 12 a 15 caixs ; na ra Impe-
aln. 65.
Anda restao urnas saccas com farello ,
que se vendem por preco commodo ; assim co
mo charutos da Havana de qualidade superior;
em casa ce J. O. Elster na ra do Trapiche
n. 19.
Vende-se toucinhode Saniosa 160 a li-
bra vedas de espermacete americano a 720,
dito franeez a 6M), cha isson superior a 2560,
r mais ordinario a 2200 e 2400, caf do Rio a
160, manteiga ingleza a 880, dita franceza
a 800 e todos os mais gneros de venda por
preco commodo na travessa das Cruzes antes
beco da Pol n. 7, esquina do quartel de po-
lica.
Vendcm-se chapeos pretos francezes da
melhor qualidade quo tem vindo e chega-
dos agora no brigue Armorique.
Vendem-se duas pipas de marca de Lis-
boa por preco commodo ; na ra da Paz ,
vendan. 2 confronte ao hospital do Carmo.
= Vende-se vinhodo Porto engarrafado em
1828, ditos da Madeira secca Bordeaux em
caixas e em pipas de diflerentcs qualidades,
Champanhe da marca contienda vinagre de
Framboises azete doce fino emgigos e em
caixas, Cognaca ceneja sardinhas em v-
dros conservas do sardinhas e hervilhas,
sopapa &c. ditas em doces de moranjas, pes-
sngos, e outras fruclas, mostarda franceza ,
biscoitos dcRcimes, cha isson licores fino>
de Bordeaux de todas as qualidades kirsch e
abzinth esponja charutos da Babia em por-
yoca retalho rap rolo massacs, vellas
le espermacete queijog todos estes o outros
muitos gneros chegados ltimamente vende-
se em casa de Fernando de Lucca, na na da
16, e no seu armazem de-
necidos de bicos para enancas a 800 peitilhos
de cambraia para vestidos de sonhoraa 100 rs.
= Vendem-se saccas com arroz pilado mui-
to bom a 8000 a sacca o caP da trra a 120
esaiaspara fingir mais roda nos mesmosa 1280. a libra ; na praca da Boa-vista venda n 15.
golas de cambraia para meninas a 2i0 e bor- = Vende-se urna bagatella em bom estado
dadas em bom fil de linho para senhora a 800, por 16000 rs. 2 balcoes almofadados e sen-
cambraia adamascada para babados e cortina-, do um de 12 palmos e outro de 8 duas
dos a 320 a vara superiores fustoos acolxua- quartolas.e um pipa vas.a. que forao de agoar-
dos para colletes a 560 brim trancado escu-| dente; na ra atraz da Matriz da Boa vista
rodo puro linho a 480 a vara, e do outras n. 29
qualidades por mdicos procos excedentes
ss Vende-se urna tipoa ; na ra do Cres-
po toja n. 7.
guardanaposa 2000 rs. a du/.ia panno atoa- r- t
I hado com 7 palmos de largura a 560 a tara Vende-se por preco commodo um mo-
e de linho por barato preco pannos adamas-' lequecrioulo de 16 annos; na ra larga do
cadoscomS palmos o meio para cobrr mesas Rozario n. 33.
de meo de sala a 3000 e os mais pequeos por j = Vende-se um moleque de nacao do 14
proco a diminuir, largas e lindas franjas a 320 annos ; e urna escrava moca boa lozmheira ,
a vara e mais estreita a '
120 o muito forte
riscado americano a 140, chitas finas de ra-
in ora
eengommadeira ; na ra Direita n. 3
= Vende-se setitn preto de maco dito de
magem a 200 rs. e outras de boa qualidade a cores, pannos finos pretos o de cores de orella
120 e 160 ricos e grandes tapetes a 6000 e i branca a 9000 rs. o covado chales de seda
mais pequeos a 4000 alm destas tem outras adamascados, lencos ditos com franja o sem
militas fazendas por commodos precos; emam-iella, ditos para algbeira sapatos de marro-
bas as lojas da viuva Cunha Guimares na ra qum para homem a 50.0 rs., ditos para senho-
do Crespo ns 10 e 15. ra a 500, 800. o 900 e para meninos a 300 ,
- Vende-se um braco de balanca com con- lo miudezas o ferragens muito baratas; na loja
de fazendas da viuva do Burgos.
= Vendem-se bezerros de lustro para cal-
cado bastante em conta galao de onro fino,
e de prata chapeo de lustro para pagem ; na
na ra Direita' Praea da Independencia loja do Antonio Fe-
! lippe da Silva, n. 11.
Vende-se um moleque de Angola, de 17 | = Vende-se um casco de pipa e duas
annos, cozinha, e nSu tem vicios; na ra quartolas que forao de agoardente em bom
do Cabug toja de fazendas n. 10. estado por preco rasoavel; na ra da Matria
xas, correntos, e doze arrobas de pesos, pro-
pra para armazem de assucar ; na travessa da
Madre de Dos, armazem de Jos Jernimo
Monteiro.
Vende-se um escravo;
n. 8.
nome do Sr.
os queira mano'ar entregar ou mandar polos : Cadeia do nenie n.
em parte que se receba, e promette-se guar- j fronte do passeio publico,
dar segredo e pagar-se-ha generosamente. Vendcm-se as mais modernas cassas pin-
= Aluga-so o sobrado da esquina da ra 'tadas de cores escuras a 200 rs. ditas lecidas
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fXm*m OKA ... o,l..
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MV UU33U
33 Vende-se urna canoa de conduzir agoa ;
um escravo; eduas tipoias ; no atterro dos
Aflogados em casa de Francisco Xavier das
Chagas, na mosma casa precisa-se de um cai-
xeiro para engenho, que d fiador a sua conduta.
Vende-se urna escrava moca, engomma,
cose cozinha faz renda refina assucar e
faz doces, o motivo da venda se dir ao com-
prador ; na ra Direita segundo andar do
sobrado novo junto do da esquina do beco do
Sorigado.
Vende-se urna escrava de nacao de boa
figura ; urna canoa fechada com mais de 60
palmos de comprido ; e a padara da ra das
5 pontas n. 154 com todos os seus pertences,
e tambem se vendem os pertences separados, e
ludo por mdico preco ; a tractar na mesma
ra n. 160.
Vende-so urna parelha de cavallos para
carro bem ensinados ; na coxoira ingleza da
ra das Flores.
Vendem-se por 2:6008 rs. duas casas
com grandes commodos o bons quintaes na
ra dos Pires ns. 23 e 25 ; na ra Augusta
n. 22.
Vendem-se uns calderotes do forro coa-
do antigos, que estSo no areal de Fora de
Portas, a sabida do arco do Botn Jess; .na
ra do Vigario n. 3.
Vende-se um I ote novo com seuspe r-
tonces ; na ra do Farol n. 54.
= Vende-se um terreno com bons alicer-
ees divididos para duas casas., com cordao e
soleiras assentadas o lambem hombreiras, se-
pos e cantos; na ra de S. Theroza venda da
esquina n. 60.
Vende-se para fora da provincia um ne-
gro moco com principios do alfaiate e bom
cozinheiro ; na ra da Cruz n. 5.
= Vende-so urna cabra (hixo) preta e man-
ca com cabrito ; na venda da esquina do be-
co do Peixe frito n. 9.
= Vende-se urna preta moca por preco
commodo ; na ra da Praia n. 32.
se Vende-se urna porcao de cera amarella ;
na ra do Livramento armazem do louca e
mulhados n 20.
Vende-se che isson superior a 2560 e
mais ordinario a 2200 e 2K)0 manteiga in-
gleza a 880 e franceza a 800 rs. ; na venda da
travessa das Cruzes antes beco da Pol es-
quina dos quarteis.
ss Vendem-se bules o cafeteras de metil de
varias qualidades bacas de rame, candiei-
ros escrivaninhas e perfumadores de latao :
na ra Nova loja de ferragens n. 41 : assim
com, urna canoa grande propria para carregar
entulho.
Vende-se Alcxina ou a torro velha do
castello de Holdeim guarda-livros moderno
em dous voluntes ; na ra do Queimado lo-
ja n. 14.
= Vende-so rap areia preta Meron &
Companhia a 1040 a libra bor/eguins in-
glesa para homem, e bichas ltimamente che-
gadas por commodo preco ; na praca da In-
dependencia n. 39.
= Vende-se a casa terrea n. 13 na ra atraz
da Matriz da Boa-vista ; a fallar no atterro da
Boa-vista n. 34 ; assim como tambem se ven-
de urna pipa de agoardente branca.
Vende-se muilo bom milho tanto a reta-
lho como em ponao a 1600 o alqueire ; tjx>
deposito de farinha de mandioca, na ra -'da-'
da Boa-vista n. 29.
= Vende-so urna bagatella com todos os.
pertences em bom estado, por 208000 rs. ;
na ra da Matriz da Boa-vista n. 29.
= Vende-so um mulato de 23annos, com
principios de sapateiro; na ra da Senzala ve-
lha n. 138.
V== Vendem-se sapatos abotinados de urna o
duas solas todos taxiados, botins de bezerro
franeez ede Li- boa, sapatos de palla tanto adi-
anto como atraz ditos de couro de lustro, tu-
llo para homcm e menino, borzeguns gaspia-
dos, e do ponta do lustro de urna e duas solas,
pretos e de cores ditos gaspiados para senhora
a 2400 sapatos de tapete do diversas cores pa-
ra homem e senhora sapatos de couro de lus-
tro para meninos de 8 a 12 annos ditos do
marroquim o couro do lustro com cohetes; sa-
patos de marroquim preto e do cores ditos
de duraque setim e de couro de lustro para
senhora e meninas, tanto francezes como de
Lisboa sapatos de duraque e de cordavao com
tamancos para senhora ditos de bezerro para
homem, botins de couro de lustro, e borze-
guns gaspiados para meninos o outras mui-
inuitas qualidades do calcados por preco com-
modo: no atterro da Boa-vista loja decalca-
do n. 24 de Joaquim Jos Percira.
No deposito de assucar refinado esta-
blecido junto ao arco de S. Antonio, em fren-
te do caes do Collegio ha para vender assucar
refinado segundo o novo systema de fabrica-
cao polo qual se extrae a potassa o cal, dei-
xando-se-o no seu estado de pureza ; sendo o
preco da libra do de primera sorte o em paes
160 rs. e o do segunda e terceira em p ,
a 120, rs.
=Vendem-se corles de chaly de laa e seda ,
dos mais delicados e novos padies e em tu-
do da m-issnperior qualidade ; na ra do Ca-
bug n. 16.
Escravos fgidos.
ju No da 13 do p p. desapparecerSo do en-
genho Conceico em Bebiribo do Major Fe-
lippe Duarte Pereira, a saber; Andr, de naco
Benguela baixo, pernas um tanto encbadas,
representa 60 annos carcunda sem dentes
na frente falla bem explicado levou vestido
camisa e ceroulas de algodozinho e mais um
trouxa de roupa. Maria de i.aco Rebolo al-
ta bastante de 35 annos bem preta cheia
do corpo, cara redonda, psgrossose bastan-
tes grandes, peitos escorridos, falla bem ex-
plicada levou saia de estopa camisa de algo-
daozinha nova ron- la (jue tomaran a estrada
do Bonito para a fazenda das Pelladas ; quem
os pegar leve ao dito engenho
Matriz da Boa-vista n. 26
Fugio no da 25 do m.
que Julio do nacao Bengusj
palmos emeio seccodocon
bigudo, urna orelha lurad|] HB)Utra com
um taquinho tirado, levou'^ Cl8f de brim
branco camisa do mesmo eEflwigas cur-
tas tem urna coroa na rabcu.^Srbolero ,
que venda cangica ; quem o pegar leve a rua
da Guia sobrado'I .'! amun '>'> u M'u
senhor anocl Anterodo Sou^^^H que *e"
rg i ati Picado.
na rna da
andar.
o o mold-
ura de 6
ante em-
"II

I "
TUcrPE: NTir. deM F. i
=1843


Full Text
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