Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:00549


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Full Text


AMO XX1.I. N. 244.

.
Por 3 mios atantadot 4,000.
Por S meim vaneados 4,500.
SEGUNDA FEIRA 22 E OUTUBRO DE 1855.
Por auno adiantado 15,000.
Porte franco para o snbscriptoi.
ARIO DE PERNAMBUGO
ENCAR.BEGADOS DA SCBSCRIPC-VO'-
CAMBIOS.
\
naci Pet-eira Jnior; Rio de Janeiro, 1 1/2 por 0/0 de rebte.
ames Brega Cear, o St. Acces do banco 30 0/0 de premio.
Maranhio Sr. Joa- __.,;. j. Reherir* *n ntr
> tPfauhy.cSr. Dominga di rompanma de neente ao par.
rence;Par,oSr.Jut- da companhia de seguros ao par.
, o Sr. Jeroo) mo da Coala. I Diseonlo de letlras de 7 a 9 por 0/0.
METAES.
Oro.On{ai hespanholas* "... 2900
Modas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
* de 49000. 99000
Prala.PaiacSes brasileiros. 19940
Pesos columnarios, 19940
mexicanos. .... 19860
, PARTIDA DOS CORRCIOS.
Olinda, lodos os das
Caruar, Bonito e Garanhuns nos das 1 e 15
Valla-Bella, Boa-Vista, ExeOiiricury, a 13 e 28
Goianna e Parahiba, segundas e sexlas-feiras
Victoria e fyial, as quintas-feiras
, PREAMAR DE HOJE.
Pnraeira 1 hura 18 minutos da larde
Segunda 1 hora 42 minutos da manha
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, quartas e sabbados
Relacao, tercas-feiras e sabbados
Fazenda, quartas e sabbados s 10 horas
Juiz do commercio, segundas as 10 horas e as
quintas ao meio-dia.
Juizo de orpliaos, segundas e quintas s 10 horas
1* varado civel, segundas e sextas ao meio dia
2' vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia
EPHEHERIDES.
Oulubro 2 Quario mingoanleas9 boras 24 mi-
nutos e 44 segundos d larde.
11 Liia nova a 1 hora, 3 minutos e
47 segundos da matilia.
18 Quartocresceniea 1 hora, 17 mi-
nutos e 49 segundos da tarde.
25 La cheia as 5 horas, 6 minutos a
49 segundos da inanhaa.
DAS DA SEMANA.
22 Segunda. S. Ladislau f ; S-' il '
23 Terca. S. Joo Ca prista no f. :
24 Quera. S. Rafael Arcbanjo ; S.
25 Quinta.Ss. Clirispim eCbrispinianoirs. mm.
26 Sexta. S. Evaristo p. m. S. Rogciano.
27 Sabbado. S. El'ubao imperador.
28 Domingo. 22." Ss. Simio e Judas Tliailu, ap.
S. Cyrilla v.; S. Florencia m.; S. Gaudioso.
<
8L,
PaMI IFF1CHJ.
MINISTERIO DA JUSTINA.
da J9 da utiaibro de IS6S.
'rancia as 3." i.* (. amarras
mili aa provincia da Parmiba.
declarar de primer eolranda as
tarca, creadas por ei da atsem-
I provincia da Vanilina de 6 de
mi pasudo.
afcuca da Araujo, do roeu conse-
ctario de calado doi negocio da
^entendido e fija executar.
'o, en 29 de seleuihrn de
e do impsrio.Com a
tador. Jos Thamaz Na-
I. da 38 de aataa.br* de IHS6.
lo ato earcereiro Aa cadeia a
Fetelit, na provincia (la Rio de Ja-
neiro.
ir ao eareeroira da cadeia da
IM, M provincia da Rio de Janeiro,
-da dtenles e cincoenla mil
ladoart. 8. da lei de 3 de dezem-
Nabuco da Araujo, do meu conse-
terretario de estado din negocio* da
tnt enleudidu a inca execular.
ana 0 d|> setemhro de
itependeode e<*o imperio.Com a
0 Imperador.Joti Tkorna; .Vu-
kfO~DA>5EM)A. k.
le do dia 06 detHtmbro. ~
! Paran, coajinaacando que Coi
Palma, em Gn-vaz, para a de
";eilo Emilio Fagundes Va-
Par. para n fe Castro, o
Pcrreira da S'.va Dueo ; e
d* Pinliny, era S. Pedro,
Fraaciwo re Azuvedo. ,
utui* de (ieyai a remo-
,rella.
Uta, cosdmuulcnndo haver-se
WopriacAo, decretada pela lei pro>-
6 de decembro de 1.85*, de um<
respectivos terreno pertem-enles ao con-
1 le Sanio Amonio da Para, por
rpatuo do lerr no que os re-
npanhhi de navegarn
na*, mediante a qnanlia de
lie 5* acha recolhida apa
, com a ctajsula de que
> em plice da divida
declarando que os 0:0009
deS. M/o f operador, rle-
S:0O como leiueisn a Ihe-
iOOtto do Para,' as quaes se
* tespertv is presidencias
MM for indicada pelo
piariai do Par e da
monden
enlo
WTrucce
L'l. i
1
am i
HaissssHli*
odifBcoll
J
i
I
*.Illrn. e Ezm. Sr.
[aciment, com o ollicio
|. Ihesoiimria deila pro-
fax proxi no paasado, as
fiacaila entre esaa viee-
lanureria e o thesouro pro-
ipailo da reqanicao que lal o dito im-
r aasar das cofres do muamo lliesouro
sonrarta a qnanlia ds 30: lia reparlirJo em pasamento
Mtaaa a vanear pea acoeto ou aete
aaaa qoaolia podapBtaalL
^^^Blentea, vistoque se chava exliau<-
ii conequen* dos lorie* suppri-
lein feno para aqpcorroa publico*, e da
I loas candas ;aiAo p>s deitar sem
umao^iaaii"-'itoa, quando
de se pretram heue-
a ihetouraria pata sabir doa
e ai'.bava, ao passo
rovinciali atittiam acco-
erTereceMe asa re-
ai aatlacao da requi-
a ikesou.raria ; duvid.1
fum-ionario i deais
que nli lendo ea vi-
adei em aulorisarpar
ideipezas exUaoaaMfnas
para altender aos aoccor-
uTe sabemlii que era es lafbdjracos emque te via e,a
lae ardeiar immediatamenle a exe-
|*t*b proposvU pelo referido inspector,
le evHtenle, flaeiiban prejnito retal-
prorinci.1: pirtcjs) que a quantia
i conlinuaria a ser>saila em
rbrrbeles da aHantfeca', Je?-uaJra "^?^ 1^,
iada-aeredile, seriain resgatadosde^i, .--", ?"
tn
do Para, autorisnndo-a a extin-
iaspectar da* fazendiis nacionaei de
i. tooraago, na illi? de Marsj, e a
panto da* administradores da rten-
le a qdadtia qae jnlgar suflicienle,
ir pgar-Hie desate loso nesea razilo,
bi(rmenlo qae fizer dependente de
^MPyo Maanrial.
neocim eslrangeirot,Illm
r-nte com a IraduccSai da uota
S. M. Britunnica ne*ta corte o
L'sjne a acompanliou, dritido n
que o consal ingle fo-
;a ali nowrcio britnico dr .mes
tata peaamp w.-evrtO da epi-
demia raqislt>--S 1 i \. esto miaisterio habilitado
\f oonveniantemenlii responder aquel-
tarlta Tas alfandesas, no devendo jamis aer exer
eida sen.in por meio de disposir;oes ceraes e perma-
nenten. nao o aulorisa por certo a suspender leinpo-
rariami-nle. e em beneficio de algumas clasaei, a ar-
racadafilo de quaesquer imposlos, aoorpsccndo que
nem mesmo a presente situadlo cuminercia! da pro-
vinria da Babia he lal que po a asMiinir a responaabilidada de ama medida, de que
nAo ha procedencia em nosso paix, e de que nao se
encontra exemplo aa propria Inglaterra, ainda no
meio de circmstaocias milito mais graves para o
commercio.
Sesundn os documentos exislentes no Ihesonro, o
termo medio oa diraitoa da mercaduras despacha-
das para consumo na alfandega da Baha nos metes
de julhn e agosto alttmos, em que comedn a gna-
ar all o Tl.gello epidmico, foi de laO MWfMeV
O termo medio mensa! da menina renda nos seis
mezes anteriores foi de 29.KK259GU, o que corres-
ponde a um accrescimo no movimento de consumo,
nos roete meno salubres, de 2s.i60s)745, ou 8,2
por cento. >
Qaando meimii porm fosse de receiar que o pro-
gresao da molestia viesse a exercer sobre a Iransac-
cies commerciaes urna influeneia mais nociva, ainda
assim a medida proposUi nao seria eflicaz para mino-
ra-la deum modo senaivel. O termo medio mental
da armazenagem na alfandega em quclao no I. >e-
mestre dele anuo he calculado em 1:1749389, e o
do premio dos auignados em t:1~9&38f. Nos meze
de julhoe agosto o mesmo termo medio fui l:.j276t
pa'a armazenagem, a 1:36i|606 para o premio dos a-
signadoa.
. Estes algaritmos que. combinados com os des-
pacho de cuiKumo cima mencionados, mostram
qe a mercadoria se nlo aeham demorada* nos
armazens da alfandega da Balda, aervir lamben)
para demonstrar pela soa exigaidade, que de ne-
nhuma importancia real sera a soa suppresso tem-
poraria como meio de indemnitar o commercio das
pardas KuTrinTenlos que por ventura viesse a eauur
a epidemia, paralysando as transaeraies, e redazindo
cousideravelmente o contumo.
O imposto .e premio em qoesljlo, no imperio ja
to moderados quanto era possivel s-lo ; nio" es-
cedeodo o premio da um por rento do valor dos di-
reilos no semestre suhsequente aos prazos livres, e
o segando de ,'.; por cento ao met. Ambos nio
compcnsain, seuo iiicomplelameute, o estado das
despetas e retponsa. -lidade da guarda das mercado-
ria, e da mora na pagamento dos direitos.
^l A estas con*idera(6es aecresce que o favor feilo
s; casas importadora dos subditos britnicos de e
4he preslar gratoilamente es depsitos publico, nao
serba, applicavel aa pequen cuuimercio, que, dada a
bj | lbete da diminuido gcral Asa lransacc,oes, con-
tinuaria a pagar do mesmo modo o aluguel das lujas,
ou Mtabelecimentos particulares, em que vende ou
deposita as soas mercadoras.
Eis quanto lenlio adizer V. Ex. em resposta ao
seu re/elido aviso.
Dos) guarde a V. ExcMrquez dt Paran.
Sr. Jode Mara da Silva Parando.
lirecloria geral do contencioso.Em solu-
cao SuVd. proposta pelo procurador (i-cal do
Piautij, ernVnicio de 3 do mez findo, se o arl. I8i
do iiuvo regirlpenlo de costas de algum modo preju-
dica as disposiN^es do regolamento de 2S de abril de
1851, na parte J{rn que manda pagar aos juizes, es-
crivaes e o(liciaeT\ttoguizo^dos feilo que iho ven-
cem ordenados, os salario,
que Ibes forero devidoa, m
por parte da fazenda naciona
liliaencias de seu ollicios, la
ollicio, como no conlencioio
za, conven que Vmc. Ihed
disposico da segouda parle do
cusas de 3 de, marrn
rffinde '
__._ ...slruc^des deffelarara, e emqnanto
e nAo loin.irem oulras provid 'enra ; em que to-
dava por este facto possam os', escrives e temis
olliciaes do* juizos e tribunae-a jolgar-se auturisados
a ilemorarem a expedido d os aulos, termos, tras-
lados e quae-qner diligencias ex-oflicio ou a re-
qoerimento dos licaes da f fazenda publica, no caso
de falta de immedialo pasamento dos salarios mar-
cado no referido regimentui.
A' directora geral das\rendas.Ero solaceo i
eguinle duvida proposta pertp administrador da me-
sa de renda de Cabo Fro, ean ollicio do I." do roez
* findo, se esta sojeito ao iinpto de sello proporcio-
calculada pelo mnimo, abonando se-lhes tambem a
srHiilicatAo addicional, a etape e mais vantagen
estabelecidas nos avisos circulares de 18 a 25 do ju-
Iho do corrente anuo, na razio do tempo de dura-
can da marcha, e quando tenham de ir embarcados
que se Ibes de passtgem integral, cessando porem
em qualquer dos caso o abono de tre. mezes de
sold de que trata o aviso de 11 de agosto de 1818.
Dos guarde a V. Exc. Mrquez ate Caxiat.
Sr. presidente da provincia de ..
maturas e hracagens
ida que, requeridos
'mor
provisoriamente, t
GOVERNO DA PROVINCIA
Expedienta de dia 17 da catabro.
OfllcioAo Exm. marechal commaodanle das ar-
mas, inteirando o de haver aulorisa lo ao inspector
da thesouraria de fazenda, a mandar pagar ao altere.
Aurelio Joaquim Piulo, a quautia de 1999200 rs.
em qoe segundo os documentos que S. Exc. remel-
len importa a despeza f-ila poraquelle ofllcinl com
alngueis de cavallos durante o lempo em .que es-
teve destacado na somarca de Flores.Ofliciou-se
neste sentido ao referido inspector.
DitoAo chefe de polica, remetiendo a nota dos
ignaescaractersticos do sentenciado Joo da Cruz,
qui deappareceu do presidia de Fernando em 26
dejando ultimo, alim de que expeca soat arden
para que teja elle capturado, se por ventura appa-
recer no territorio dasta provincia.
DitoAo inspector da Ihetooraria de fazenda, au-
lorisan lo a vista do papis que devolve a pagar pe-
la rubricaCapilaniado ministerio da marinha o
augmento de veneimentos que te est a dever ao pa-
trio da lancha de socorro Joaquim Jos da Silva, e
bem assim a qoe for elle vencendo de semelhanle
augmento.Commnnicou-se ao impector do arsenal
de marinha.
DitoAo mesmo, transmiltimlo, para os con ve-
nienlas exames, copia da acta do conselho admi-
nistrativo, jiara forneclmenlo da arsenal de guerra,
datada de do corrate.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, re-
coinmendando a expedirlo de suas ordens, para que
o commaudanle do transporte Legalidade, nao so
entregue a directora das obra publica, o lastro de
pedra que trouxe a eu bordo do presidio de Fer-
nando, mas tambem pooha disposicSo do juiz mu-
nicipal da t. vara desla cidade, qualro presos que
vieram do mesmo presidio, por luverem finalisado
ai penas a que foram eondemnados, e a do chefe d
polica, o sentenciado Izidro Pereira da Silva.Fi-
zeram-se a necesarias communicate.
DitoAo capitao do porto, dizendo ficar sciente
de haver Smc. mandado considerar, a Manoe! Esta-
nislao da Costa, como pmeiro pralico da associaco
eslabelecida pelo regulamento de 28 de fevereiro
do auno paseado.
DitoAo commandante do presidio de Fernan-
do, dizendo ficar inleirado de nao terem chegado
aquel le presidio os sentenciados Leandro Vieira da
Silva, Joaquim Beterra de Sania Anna e Muooel
Antonio da Silva, e declarando qae deu scieuca de
semelhanle falta ao juiz municipal da primeira va-
ra desla cidade.Officioa-te a eate.
HiloAo Juiz municipal da primeira vara, trans-
miltindo para o lins convenientes os autos de ves-
loria a identidade de pessot dos sentenciados de
jusnea Cand'/lo Jos de Mello e Elias, escravo, que
fhlteceram ao presidio de Fernando.
j DiloAo mesmo, inteirando de haver designado
a_Smc.j para no dia 20 do correte presidir a ex-
IrarrAo da lerreira parte da segunda lotera do
\ mnasio l'ernambucanoCommuncou-se ao res-
rlivo Ihesoureiro.
DitoA cmara municipal de Caruar
uejiisaaBiajaSiajtova s arremata^ "
tambem
>or novamente e
Jilo rom o abale
iraro ullimamenle ar
PortaraMandando
cito, como voluntario,
oflcio de 5 do corrente, e do parecer da congrega-
do du Gymnasio, cumpre que o profrssnr da -2' ca-
deira de sciencias naturaes Mr.Brunel entre logp em
exercicio para o fm de delenear, semear e cultivar
hum orlo lilanico,e tambem de prepararos animaes
e esqueletos das ordens e genero mai indispema-
veis p ir,i o esludo dos elementos de Zoologa, e fi
nalmenle de ir_coordenando as amostras le minera-
loga que ja exislem e os mais ohjectos que forero
preparados por elle ou encommendados de fora.
E que quanto aos compendios que a rnesma con-
gresacAo adoptou, hera/.oavel a medida de publi-
car-se o calhalago delles para qae os livreros os
possam mandar vir em tempo.
Dito Ao r.oui'iiaii lame do corpo de polica, re-
commendando que f*ra postar amauhAa pelas i ho-
ras da tarde em frente do grande hospital da Cari
dade urna guarda de honra tirada de pra;a< daqoelle
corpn, afimde assistir a >olemnisac3o do anni versa -
rio daquelle astabelecmenlo.
Dita A cmara municipal da cidade da Victo-
ria, approvando a arrematado dos imposto cons-
tantes da relajo que remelleo a mesma -cmara.
Igual a cmara da Escuda.
Portara Ao director do arsenal de guerra, ra-
commendaodo que fara carga ao major coinmanda-
le inlerino do 3'. balalhAo da guarda nacional deste
municipio, de 18 aspadas que'lhe foram emprestodas
para os msicos do mesmo bnialhao, pelo lente
coronel reformado Antonio Carlos de Pinho Borgc,
hirem dos armazens de deposito, declarando a or-
dem de quem.
3. Etecutr os trabalho de que for encarre-
gado.
l.3 Verificar e ooiar em ponto especial que en-
tregan! diariamente ao commandante dacon.panhia
o numero de pracas qae pernoilam no quarlela-
mentn.
5. Notar em cadernetas as penas que fomm
impostas a qualquer praca, c o motivo que ellas
houverem dado lugar, bem como Indas as novidades
diarias relativas as pracas. Taes cadernetas depoit
le encerradas serAo guardadas no archivo da com-
panhia. .
6." Organizar o mappa diario de que trata o 3
do art. 3 desle capitulo.
Arl. K.' As pracas da companhia lra.balhar.io iso-
ladamente ou reunidas na capital, ou em qualquer
ponto du provincia que Ihe for determinado pelo
director da obras publicas, e sob as ordens de qual-
quer engenheiro ou ajodante, > qutl em tal caso su-
prlr o commandante em tudo quanto for relativo as
ditas pracas. .
Arl. 9.a Em regra a companhia nao ser obrige-
do a Irabalhar no domingo e da' santo de guarda ;
salvo b caso de urgencia designado peto cominan-
danleou engenheiro sob cuja ordem esiiver qualquer
pra;a.
Arl. l'l.- Os me-lres e os otTiriaes da companhia
devero comprar a sua cusa a ferramenta mais
exonerando a este da responsabitidado em qae- se- asnal e necessarij a seus trabalhoa, e teraoobrga-
achavn pelas referidas espadas. Commouicou-se
ao respectivo commaodanle superior.
Dita O presidente da provincia lendo em vila
o aviso da repartiran da marinha datado de 16 |de
julho ultimo, pelo qual se concedau licenni a Ma-
noel Figueiroa de Faria para tirar da* maltas desla
provincia ou das Alagoas vinte dnzia de pranchet
de vinhalico ou de outia qoalquer madeira propria
para a construccjlo da casa em que pretende elle
eat.ibelecer a sua typographia recommenda a auto-
ridade locaet desla provincia, que nio ponham im-
pedimento algara ao corle a condcelo dot ditos
pranclies, lendo porem todo o cuidado afim de que
se nao commettam abusos por occasiAo de seme-
lhanle liceoca. Communicou-se ao inspector do
arsenal do marinha."
mo,abonando-e-Ibes larnbem a arallicacao addicio-
nal a elapee mais vantagen* eslabelecidss nos avi-
sos circulares de 18 e 1> de julho lo corrente anno.
na razA i do tempo de dnrflo da marcha, e, quando
Icnham de ir embarcados, qoe se Ibes d pastagem
integral, cessuudo porem em qualquer dos caso* o
abono le tres meze de sold de que tral* o avito de
11 de agoslo de I sis.
Daos guarde a V. Exc. Mrquez de Caxias.Sr.
presidente da provincia de l'eriiambtico.Compra- .fallar, para oavirem cantores iti
ual um lesll
presentado
nflo foi car
que uso
pessoa,
e litlo
vem que
pod ser
sedeve
loaue
o nio de mandar
rreguezia do Alu-
no valor porque
O presidente da provincia usando d'aolorisarjo
que Ihe foi concedida pelo art. 15 da lei provincial
n. 364 de 9 de maio je 1855, resolve criar orna
companhia de Irahalliadores das obras publicas, que
se reger pelo presente
REGULAMENTO,
CAPITULO 1.
Da organisariio da companhia e engajamiiito da
prora.
Artigo l. A companhia de Irabalhadore he es-
pecialmente criada para ser empresa la na obras
execuladas por adminislracAo denlro ou fora desta
capital, e compor-se-ha deselenta pracas deslribui-
das pelo modo seguinle :
1. Apuntador geral 1 *.
2IM
eslre cauleiro
Ofliciaes
i I Meslre pedreiro
** \Ol1iciaes
! Mostr carpina
Oniciaet
Ditos i
1
i
I
(i
dos a le-la em hom estado, sob pena de Ihe ser subs-
tituida a sua cusa.
CAPITULO H.
Do uniforme, cencimenlo e pagamento da prnra.
Arl. II.* O director marcara o uniforme deque
devcrlo usar os Irabalhadcresda companhia nos dits
em que tiverem de reunir'-se por ordem superior.
Art. 12." As pracas da companhia terAo os ven-
eimentos diarios regulados segundo aa suas babilita-
rfte e pelo modo seguinle '.
Meslre.
(Hlicial de pedreiro,
ro ,
Oflicial de caoteiro .
Feilor de primeira cas
Dito de segunda dita
Viga.....
Srvenles ....
230011 S000.
carpina, carpinteiro e ferrei-
. 19600 i seno.
. IdOUO a -29100
ia I.-Joii
...... 1S0IW
...... 800
6i0
rrire
como tal a aToridade eompelenlii-
prido, nem produzio effeilj algum, mas
ilanle he levado ao juizo por tercaira
o documento probatorio de urna arcan
co da divida; nessa arcAo pedida con-
S. Ifve declare que tal testamento nSo
mprehendido nos ttulos e papis de que
proporcional, conforme o arl. I." do
reculamente, de 10 de julho de I8>0, estando ape-
nas tujeitujijsello fixo de 160 r*., conforme o art.
35 do ingmo retvWlamento.
Ifamleg^Vda corte, communican lo que o
thesouro inasnu provimento ao recurso
de Hogg Adam e C, eotisigiiatatios (Ja barca norte-
americana J. R. Mora, jj-ulgando que bem imposta
foi ao capiAo da dita barcia a mulla de que trata o
arl. t. do decreto de 1*6 de abril de 18*>i, por-
qoantra simples lisia da c ,'arga do navio que apre-
senlou n\o podia ser ntwnsiderada e aceita como
manifest, por Ihe faltfarera todas as formalidades
exigidas pela legislara o fical em semelhanle docu-
mento.
1
tan
eer
pis desta reqaisii-Ao, pasto a expor
'. Exc. as mzoes que fundamen-
lenho de que gao podem mere-
ia do governo imperial as medidas
la noli e offlclo sapra-rneocions-
esumem na tnspensau provisoria do
enagem das mercadoria, e du prc-
as assignados ou blheles da alfan-
dega.
i e premio de que se trola acham-se com-
90 oreamento da receita decretada e ap-
is toa servicns do correte ejercicio pelo corpo
v V. Exc. que, sem ullrapasssr o
* altribuic5e, nio pedera a autoridade
iva facer alleraeAo lguma nesta lei
A facnldade da qae o governo imperial continua
a estar itvettido, de modillear oa regulamento e a
A' thesaasuTaria de Mina, para qae informe
qual a *ie**ucl 1UC tem dado ,i ordem de 13 de Ja-
neiro y"o corrente anuo, acerca da liquidacto da
coutfras la adminislracAo dos diamantea ; que, caso
U Ihe (culis dadu o devido camprimenlo, trale de
faze-lo, para que a lomada dessas comas nao fique
perpetuamente adiada.
A' alfandega da corle', communican lo que o
tribunal do thesouro resalveo indeferir o recorra do
capitn da barca portuguesa -Vooo Sublil, Vicente
Jos Goncalves Souza, e Confirmar a deciso pela
qoal, em vista do arts. 28i e '292 do regolamento
de 22 de junho de 1836, Ihe foi imposta a molla em
coosequeucia da apprehenslo verificada em merca-
dorias desembarcadas da mencionada barca; adver-
tindo porem que a dita malla, nos termo do art.
177 do codito criminal, nAo deve comprehender o
bote conductor da mercadoras ou gneros extravia-
dos aos direitos, mas ser nicamente calculada so-
bre o valor destes.
FOLKSTIffl.
ORISINAL 00 DIARIO DE PERNAMBUCO.

ardas leas azas metlicas in-
das pala forca dos teos duze tos cavallos, apezar
da toda A toa vigilancia, sempre foste Iludido ; mas
io do tracanlt Tni agarrado (telas
tuloridide braslleiras, e cento e esscnla Africanos,
que virliin servir de gado hum: no, naoserAo ven-
didos, arados, nem mililados tomo urna
essisa Inanimada, fiarao livres como nasceram, e,
Bmot pata nos, que o Iransgrossor da lei, mal cedo
en man. larde, sera punido pelo seo egosmo.
Pobre Albion, **auda aqnl tu es contrariada.
Dhara ss loas tnimigos qoe a lu elrella comeca a
cmpalleilaeer ; qae no Mar-Negro, aa Bellico, no
leu proprlo w\-> lena affrido de -rolas, deefpfOes, e
rtputam isto syikptomas da toa decadencia ; mas
a* le aftlijas, tu nao es Alhena nem E qoe f >ram grande*, a boje oto na maii qae o echo
qus exlincto le am p. ioso.
Por iiotro lado,' todo no momio est sojeito lei
^^ta do crescimentn a decrescimenlo, a as nacoes
^^id < >mo o* individuos, chegudos ao seu apoge
de grandeza, team um momenlu estacionarios, e
depols decem sem poder retrogradar.
i lio de cysnes ao meio das aguas,
o leu inaior po a. e em cojo crvs-
la! do-, seus verso e rairam hoj bevicilo* Se tens grandes crimes, tambem ten
grandes virtode.
icla adestra, se pela toa audacia admiravel
aecaroalado ricoezst fabulosas, se
ten* ru:is di tolendidc, se lent grandezas
que lintemunham i realidade das conloado fadas. o
^lo por orilro lado le exprobra n a miseria suprema
^^E||s ebuse pobre* ; Uitastai lens no leu gremio
-^aWesVassociartesJ
MINISTERIO DA GUERRA. .
Circular! Rio de Janeiro. Ministerio dos nego-
cios ds guerra, em l.deontabro de 1855.Illm.
e Exm. Sr.Coaviado designar qual a ajada le
casia que se deve abonar ao olciaes do etercito
que tegoem por Ierra de amas para outraa provin-
cias, cojo pastagem para algum dos corpos, determi-
na S. M. o Imperador que esta ajada de custo seja
desigaaldailessociaese da natureta. Om os produc-
t*JLpas tais fabricas lens levado a civilisactlo a to-
JvJlos cantos do universo. Algumas vetes leas abu-
sado do te poder, mas he urna verdade histrica
que, quando om povo se qner toroar livre, lu u
coadjuvas com os meios da que podes dispr.
Ei um ai) lo sagrado para todos os proscriptos da
poltica, desde o mais lerrenho repreenlan(e do
direlo divnervl o mais frentico demcrata. Tens
ensinado aos oolros Estados a respellar a soberana
das nacoes; e posto que tribalesumt veneradoqua-
si divina s prescripijes da la legislado a aos eos-
lames do leus maiores, entinaste aos oolros povos
que a caheca de um re pode cahir aos ps de um
carrasco, como a cabeca de um simple* mortal.
Algumas nace las rivaes em grandeza e cvili-
saro' le negam o carcter da oftVinalidade, mas o
que he inconteslavel he que varas pralicas moder-
nas, que tem melhorado o bem-eslar dos povos, te
pertencero exclusivamenlc. Com os caminhos de fer-
ro, com a telegraphia elctrica, om navegaran a
vapor tens contribuido para o desmoronamento des-
sas barrairas, que fazitm das nafoes inimigas irre-
conciliavei, que faziam das descoberlaa e inventos
cienficos e industria* um monopolio exclusivo de
am povo, e s vezes da um individuo ; e hoje os
leu capitaes amontoados j comecam a transpor os
limites nachinaes, e vSo encarnar-se em factos atis
e necesarios em paizes estrangeiros.
Moli embora te calumnie o contribandista de
carne humana, a ti cabe a gloria de ter acabado es-
te trafico infamante de creativas de Daos, etsa ta-
beo vergonhoto da cvilisaco chrislaa. Attocitroes
generosas e phllantroplcas, composlas de ministros
dCbrilo de todat as cathegoriat, de homense de
mulheres rica* e veneravais pelas'suas virtudes hu-
manilarias, te formaram em leo gremio, a tomaram
a paito acabar com etse resto de barbaria dos pri-
inelru lempos liislorieo, e prolestaram regenerar
estes infelices, a quem se linbam interdicto a pro-
priedade, a familia, casamento 1 que linbam sido
conservados, e ainda boje se conservara abaxo da
dir.io do hornera para ler-seU direito de irata-lo*
brutos, para seren vendado separadamente
cogdir
(iiimiir ao servico do exer-
por tempo le sei anuos, u
paisano Pedro (,onclves de Santa Anna, qoe per-
celier, alm dos veneimentos que por lei Ihe com-
pelirem o premio de 300.Fizerara-se s necessa-
ra* coininunicaces.
.18
OllicioAo Exm. marechal commandante das ar-
mas, recommendaodo a expedcao de suas ordens,
para que deslaqoem dos corpot de 1 India para a co-
tona militar de Pimenlairas qualro pracas de pret qae
.mibam.ilous o ollicio de carapioa e as oulras duas o
_j pedreiro,alim de terem emprrgadas as obra da-
qoelle eslabelecmenle.Communicou-se ao direc-
tor daquella colonia.
DitoAo mesmo. para maddar pdr a dspoiir^lo
do provedor da sade no lazareto do Pina, um des-
tacamento de 1> linha igual aoque j alli se acha.
Inteirou-se ao referido provedor.
DiloAo inspector da thesouraria de fazeod,
communicaudo afim de que o f*a constar ao" ins-
pector da alfandega e ao administrador da mesa do
consulado que segando coastoo de aviso do minisle-'
rio dos negocios eslrangeiros de 30 de julho ultimo
concedeu-se o imperial beneplcito, a nomeacao
que o ministro residente de S. M. I. e Real Apoa-
Serve_.
Art. >. A companliia-Je ^^TaThadorcs ter com-
mandada pelo ajudante de engenheiro designado
pelo director das obraa publicas.
Arl. 3. Ao commandante da companhia in-
cumbe :
1. Assignar ai folhas meosaes do pagamento
organisada pelo aponlador, e assistir aos pagamen-
tos sempre qae Ihe for possivel.
2." Reclamar ao director das obras publicas to-
das as medidas, providencias ou objectos que forem
nccessaios, quer ao pessoal quer ao material da
companhia.
3. Ecercilar as pracas no Irabalho e mauejo
das bombas de incendies, fazendo exercicio pelo me-
no* urna vez por mez, era quanto as pracas nao ti-
verem a pratica precisa.
Jf *" Dirigir trimestralmente ao direclordas obras
paldiras, iiirnrnuces retervtdat acerca da aplidao
e comporlamento de cada urna das praras.
5. Dar parte liariamenle ao director de lodo
qoanto se passar na companhia. apresentando um
mappa numrico de todo o pessoal da companhia,
eor indcatelo dos Irabalhos em que se acham oc-
eupados.
6. Responder pelas omssoes e fallas eommet-
tolica na corte, conferio a J. 11. II. Holm para lhlas ni eiecuco de qualquer trabalho pela compa-
exercrr interinamente as runeces de cnsul da I nhia.
necessa-
Austria nesta provincia. Fizeram-se as
ras commooica;0M.
Dito Ao mesmo, declarando afim de qae o faca
conslar ao inspector da alfandega e ao admioidra-
dor do consulado qae segando constoo de aviso do
ministerio dos negocios eslraogeiroi de 2 de julho ul-
timle conceden o imperirl beneplcito a nomeacao
conferida pela coniul geral de Hamburgo a J. H. II.
II dm para exercer i merina mente as fuciVies de vi-
ce-coustil de Hamburgo nesta piovincis. Fize-
ram-se as entras cnmmunicage.
Dilo Ao chefe de polica, inleiraado-o de ha-
ver expedido ordem a thesouraria provincial, para
mandar pagar, estando nos termos legaes, as contas
qoe S S. remetleu das despezas feila* com o susten-
to dos presos pobres das eadeias do Bonilo, Naza-
reth e Garauhuns, nos mezes de junho a sel tmbro
desle anno.
Dito Ao inspector do arsenal de marinha, ap-
provando a deliberadlo qae tomou de appreheader
os dous barrs e botija cora agurdente, que /orara
embarcados sem licenca no transporte nacional, l,e-
galidade, comjleslino ao presidio de Fernando.
Dito Ao provedor da saude. Ficando inlei-
rado do conleudo doseu ollicio de 16 do corrente,le-
nho a dizer em resposta qae acabo de Iransmillir
por copia ao Exm. Sr. ministro do imperio afim de
que o* tome na devida considerarlo, cumprindo que
Vmc. sempre quechegar vapores procedentes dos
portos arreciados pela epidemia reinante continu a
tomar Indas at medida no sentido de se evitar a en-
trada de semelhanles vapores no porto desta cidade
at que depnis de lida a correspondencia se possa
ler certeza de que nio ha nisso pergo algum.
Dito Ao regedor interino do Gymnasio pro-
vincial. Em vista do que rae ponderoa en sea
la eos da nal ure/.a, violacAo execravel das adhe-
i6es com que Dos formou a cadeia das ympalhias
da humanidade.
Foste tu, Wilberforce, anciao veneravel, o pri-
meiro que em 1742 levantaste a tua voz generosa,
no parlamento britnico, contra esse crme em mas-
a, contra esse embrutecimiento systematico ; c co-
mo um aposlulo inspirado da philosophia proclama-
do pelos marlyresda Franca, quarenta e lanos an-
uos depois, sustentaste denodadamente a tna idea
al o ten ultimo suspiro. Nao viste o triumpho de-
finitivo dos teui esforcos, mas os herdeiros das las
fadigas, era favor dess* fraccAo da humanidade, go-
zaram da gloria poslhuma da loa inspirarlo.
Qualquer inquidade que nm Estado livre per-
miti subsistir em proveilo dos oppressores, he om
instrumento com que elle proprio arma os opprimi-
dos. O direito he a mais perigosa, de toda as armas,
e infeliz daquelle que a deixa oasmos dosseus ini-
migos! Eita magnifica Helo da experiencia nao foi
desprezada pelo governo do nosso paiz, e, em 1827,
lavrou-se o acto solemne pelo qoal o Brasil, nac,o
livre e independrnle, se obrigou para com o gover-
no britnico acabar cora o trafico dos horneo* da
Cosa d'Africa.
Entretanto esta obrigacao magnnima, cootrahida
peranle todas as nar,0es do mundo, e inspirada pela
philosophia e pelo christianismn, foi violada duran-
te algn annos pela cobira e pelo desejo de algn*
individuos sdenlos de ouro. A tolerando pernicio-
sa e a ignorancia do* nossos verdadeiro* inters*e*
fizeram qoe a autoridade, poralgam lempo, fechas-
te os olhos aos abura* de alguns homens, que eram
com medido* emaioine do interesses da coramunhao.
Mas felizmente para honra do carcter naeiooal, e
como um teslemunl de vcneracAo humanitaria s
verdades enunciadas do alto do Golaolha, os iiokos
convenios ptraa abolicAo definitiva do trafico se tor-
narsm ama realidade depoi de 1850 em diaHte, e
hoje a sinceridade do governo se tem manifestado
com loda a energa na repressio desta erlme ; e elle
tem dado prnvas evidente ao governo inglez de qoe
por i so pode eamprir as obrigace que conlraaio
pertnte o mando, e qae os seus delegados, interpre-
octogeJeoeficealei, qsw supprem a* f^pnalheres e dos fllbos, sem rtspeito algum aot| tes fiis dts suas puras intencOes, sempre que for
Art. i Os serventes da companhia de Irabalha-
dores bem como os meslre, feilores e ofliciaes, se-
rAo engajados por espaco de 3 annos, e deverao ler
a robustez precisa, boa moral, idade de 18 a i0 an-
nos para os srvenles, e do 18 a 50 para as demais
praca.
Servir-Ibes-ha de ttulo de engajamento acopia
do termo extrahida do respectivo livro pelo secre-
tario da reparlie.an das obras publicas.
Arl. 5. Serio preferidos paca ofliciaes o qae li-
verem ttulos de approvacSo pela sociedade dos ar-
tistas, e para serventes os nacionaes, os solleiros e ot
qae soaberem li?r e escrever.
Art. 6. llavera no archivo da repartirlo das
ultras publicas um livro especial de registro em que
serio fancudos em vista dos ltalos dos engajamentos,
os nomes das pracas, suas naturalidades, idade, of-
lcio, estado, cor, ele. Esse livro ser escriplorado
pelo commandante da companhia devendo os enga-
jamentos serem contados da data do lamntenlo
nelle feilo. '
lie concedido a cada praca o prazo de 7 dias de-
pois. de lavrado o termo, para denlro delle le a pre-
sentar na companhia, sob pena de ficar o engaja-
mento sem effeilo.
Art. 7.o O aponlador geral ser nomeado de con-
formidade com o disposto na segunda parte do arti-
go da lei n.-286.
A elle incumbe :
1.* Organizar no fim de cada roez,quinzena,|ou
o prazo qae for determinado pelo director, as folhas
de pagamento, notando as altrateos qoe se hajam
dado na companhia,mencionando os destacados,onde
e com que engenheiro ettejam servlndo.
5 2. Laucar em livro especial pela repartirlo das
obras publicas todos os objectos que entraren) ou sa-
necessaro, bao de pralicar como praticou na Iba de
Santo-Attiioa autoridade policial do lugar.
Mas nao basta que o governo pare neste ponto ;
cumpre qoe proporcione os meios de substituir o tra-
balho escravo pelo trabalho livre, que procuro ex-
tinguir essas reliquias vergonhosas da escravid.io,
esselabeo da civileacao moderna, e trate de soavi-
sar, por meio de leis justas, os rigores de qae nSo
victimas esses infelizes, prescrevendo as obrigai;Oes
reciprocas entre o seohor e o escravo.
Agora, amigo leitor, mudemos de assampto, e di-
gamos algumas palavras sobre as Paginatnoltat.
I'omos dotados com una natufeza, que, sendo es-
ludada e interjreJada-fielmenTe, dara todas as gran-
des inspiracoes necessarias para a crearao de im-
morlues obras-primas ; mas por um lado o desprezo
e abandono do esludo da natoreta, foco real la ar-
le e da poesa, e por oolro a imilaeao servil dos que
nos procedern! e dos contemporneos, que jolga-
mos superiores a ns, tem desvairado o tesenvolvi-
menlo legitimo do talento que Dos concedeu aos
filbos das regies tropieaes.
Um poeta, um artista deve interrogar aos seo*
predeceisores, mat tmenle fiara aprender dellet
com qae niAo deve vollar as folhas do livro sublime,
com qoe olhos deve le- nesle livro, com que senli-
menlo deve rrceber as suas lindes ; porm nao Ihes
deve pedir nada mais ; e depoi*com os seos proprio*
maleriaes procure elevar o monumento do seu pen-
saraenlo, mas de ama maneira franca e independen-
te, o sempre segundo a tempera do seu carcter.
Com effeilo, cada scalo, cada hemem tem a tua
physionomia particular, e a litteratura deve ser a
reprodcelo fiel do carcter do bomem e do saclo
* qae perteuce. Aqaelle qoe se contenta com co-
piar os seus predecessoret, nao he mais que um echo
e um paludo reflexo, e os seas Irabalhos sao eon-
demnados por ti proprio a orna existencia transito-
ria. Em materia d'arle e de poesa s a originali-'
dade tem direito de viver.
Cada urna dat grandes gloras do paseado tem o seo
logar dislincio na historia do espirito humano, cada
urna lem diraito a urna veneraran qoe Ihe propria.
as letlras Homero nao etelue a Virgilio nem a Ho-
racio, assim como Danto nao exelue o escrlptores do
Esta tabella poder ter alterada quando as cir-
eumslancias o exigirem.
O aponlador lera o vencimenlo de seis centos mil
res aunuacs e mais a gralificaco mensal de dez
mil res para expediente, que ser percebida por
quem soas vezes fizer, durante qualquer impedimen-
to seu.
Art. 13. Os pagamentos serao feitos de conformi-
dade com o $ 1 do art. 7 do cap. t pelo Ihesoureiro
das obras publicas, ou seu* agentes, avista das folhas
rubricadas pelo comraaudanle da companhia, de-
vendo o pagamento das praras destacadas serem
feitos segando ot meios ordinarios estabelecidoslpela
lei n. 286.
Art 14. Se na eiecucao de alguma obra qualquer
praca for victima de algum sinistro sera, soccorrida
no hospital de raridade pelo cofres da provincia.
Se d'.ihi resollar a perita de qualquer membro do
corpo ou inhabiltatelo phyica, (rara a mesma prn-
(a perlenceudo A compauliia como extranumerario,
perrebendo melado dos vencimenlo qoe tinha, |<
fazendo o servico que IW" compalivel com o sea es-
tado.
CAPITULO III.
ar Mmenlo Aa praras e arma zent. ie
depotito.
O governo lera ;aa apropriada e con-
t preparada, onde sejam aqiisrteladas
companhia que n tervico exigir,
o. aqoartelanienlo haver* um oo mal*
[nde serao recolhidos lodo os inlrumeu-
a companhia, e de mais
. a repurlirau i,,.
Esses arunPfens ticarao a carmTu
traa jj 6 arl. 2 da lei provincial n?^
immedialsmente subordinado ao
companhia.
Arl. 17. Ilaven no aquarlclamento om qnarto
seguro com xadrez destinado prisilo correccional ds*
pravas
CAPITULO IV.
Das fllale eo'reccoes.
Art. 18. Considera-te falla.
8 1 Nao comparecer a chamada do poni as t
horas da mauhaa.
$ 2. Nao comparecer a chamada do recolhi-
roenlo at (i horas da noile, para aa que devciu ficar
aquarteladas.
S 'M Pernoilar fora do aqoartelamenlo ou ausen-
Isr-ae d'elle tem licenca.
4o Deitar de cumprir qualquer ordem qoe Ihe
seja dada pelot superiores relativamente ao stvico.
S 5 Faltar ao respeito devido aos seus superi-
ores.
Arl. 19. Ser considerada ausencia o nio compa-
recmenlo a chamada por mais|de 3 dias ; e desercao
por mais de 7 dias..
A ausencia ser ponida com 3 ou 8 dias de prisjlo
no xadrez do aqoarlelameolo ; a desercao com 10 a
20 diai. r
Arl. 20. A praca no xadrez do aqoartelamenln
perceber melaile dos seu veocimentos.
Art. 21. As faltas dos $5 3, 4 e 5 do arl. 18 se-
rao punidat cora 1 a 3dias de pristo,a ordem do di-
rector, segundo a gravidade la falta.
As dos S 1 e 2 do mesmo arl. com 6 a 24 horas
de prisAo, pelo commandante ou adoptador a ordem
do director. ,
Art. 22. O aponlador poder prender qualquer
praca al a chegada do commandante ao quarlel ; o
commandanle al 2 dias, e o director al 8.
CAPITULO V.
Dispasires gerae
Art. 23. Antes de lavrai e o termo de engaja-
mento de qualquer praca da companhia o secretario
peranle o director ler* ao pretndeme todo este re-
gulamenlo, pergonlando-se-lhe se se sujeitn as dis-
pusicOes delle, mencionara a respotla no termo.
Art. 24. O director com approvacAo do governo
poder licenciar era veneimentos as praras da com-
panhia por lempo determinado, a requerimrnto e
por conveniencia d'ellatdevendo-se apresentar quan-
do forem chamada'.
Art. 25. Quaesquer duvidas qne se suscitar na ex-
ecudo presente rogulamenlo serao resolvidas pel*
presidente da provincia.
Palacio do governo de Pernambaco 16 de oalu-
bro de 1855.Jotipento da Cunhae Figueirtdo.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra em I de oulnbro de 1835.Illm. Exm. Sr. C^n-
vndo designar qual a ajada de cusi qoe se deve
abonar aos ofliciaes do exercilo, que seguem por
Ierra de urnas para oulras provincias com passagem
para algum dos corpos, determina S. M. o Impera-
dor qoe essa ajada decuslo seja calculada pelo mini-
seu secuto, nem Shakespeare aos que o precedern!,
bem como as arles Phidias nao exelue a Migue!
Angelo, nem Raphael a Corregi e a Ticiano. Cada
uro se explica e te satisfaz a i proprio.
O poeL, o artista, o lilleralo qoe nao lie ama ver-
dadera encamralo destes principios, nunca se apto-
venar do deposito das grandes inspiracoes que Dos
collocoa emeada um delles, e representar um pa-
pel secundario entre os grandes meslres que com-
poem a pleiuda illoslre dos artistas immorlaes.
Em consequenciu do dbsprezo desta verdades,
pouco ou nada se lem feilo al hoje, entre mi, no
dominio da arte e das letlras, qoe mereja as sauda-
rOes de um futuro longinquo. Felizmente inda he
mui cedo, e temos f que o porvir ser mais lison-
geiro, e que os ricos dominios da arteque possoimos
serAo explorados por eperarios mais corajosos.
Se passqrmos da poesa prosa, enl.lo veremos de-
feitos inloleraveis e sem qualilirac.io. Ausencia
completa de naturalidade, de simplicidade e de cla-
reza he o carcter desle genero de escriptos ; e entre
a producirle* desta especie obtervam-se urnas cele-
bre msticas qae temos lido em alguns jornae.
Sao a quinta esseuria do marinismo e do gongoris-
mo, em que ahundam imagens de pessimo goslo,
burlescas e nauseabundas.
Sabemos que ha mil especies de estyles, que-elle
nao se aprende, he aro dom, he o lalnlo v que s
se vive pelo eslylo ; qae a obra melhor composta, or-
nada de retratos de boa semellianra, cheia de mil
oulras perfeicec, morre ao nascer, te Ihe falla o es-
lylo. Mas quem nAo possue esse dom de immorta-
litar a su* crearoe, contenle-se com os meios de
que pode dispar ; e todo o bomem em materia de
escriptos, pode ser singello, simples e claro. Certa-
mente, o oso desla regra giaugeara mais afleiejo pa-
ra os auloret dat taet mitaivas.
EslasobservacOes gertes nos foram mggerdat pa-
la leiturt de una rolleceao de poesa* ai Pagi-
na Snltat do Sr. Pedro de Calasans, que casual-
mente nos cabio as mAos.
He o producto de orna intpiracjlo infantil, livre,
independente e dainleresaada, como a juventade.
Desprezo pelas vaidadsjfjmundssM, sympalhia e ter-
se.Palacio do governo de l'ernambuco, 19 de ou-
lubro de 1855.Figueirtdo.
COMBANDO DAS ARMAS.
Qaartal-geoeral do commando da* arma* de
Pernambaco na cidade do Recite, ea 20 de
rmtabro de IS55.
ORDEM DO DIA N. L12.
O marechal commandante das armas, d pobli-
cidade para conhecimentoda guarnico edevida ob-
servancia dos aviso* circulare do ministerio dos ne-
gocios da guerra de 29 de slembro prximo findo e
primeiro do raez em andamento, aquelle mandando
substituir por camas de madeiras com ps de ferro,
as larimbas enllocadas nos quarlel, guarda!, prisoes
fortalezas, como prejudiciaes a taade da tropa
que as mesmas larimbas dormein ; e este desig-
nando qual ajuda de cusi, que se deve abonar ao*
ofliciaes do exercilo qae leguem, por Ierra de amas
para oulras provincias, com passagem para alguns
dos corpo. ,
Determina por lano que os.Srs. conimaudantes de
corpo, e fortalezas fajara quanto aules os pedidos
las camas qae lera de substituir a- larimbas e os. re-
melam ao quarlel general para terem o necesaaro
andamento.
F'inalmenle o mesmo marechal de campo coro-
mandante das armas, nomeia aos Srs. major refor-
mado chefe do estado-maor da guarda nacional do
municipio do Recife, Sebaslio Lope* Uuimaraes,
major do corpo lo estado maior de segunda claete,
Sebastian Antonio do Reg Barros e capitao Leopol-
do Augusto Ferreira, par* a commisso que lem de
examinar pralicamenl* as materia*cUssi&eaitas nos
*rtigo$28e29 do regulamento de 31 de mareo de
1851. os individuos qae se propazerem a fazer exa-
me n'arma de cavallaria, sendo a mesma commisso
presidida pelo Sr. coronel Manoel Muniz Tava-
res.
Circular.
Ro de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra em 29 de setembro de 1855.Illm. e Exm. Sr.
Sendo muilo prejudidal a saude los soldados dor-
tnirem em larimbas como esl qua-i geralmenle m
o*o e cumprindo qne esta ejam ubslituidas porea-
ina de madeira* com ps de ferro em lodosoaquar-
leis. guarda*, priso e fortaleza, de ordesn de S.
-M. o I. ; as*im o communico a V. Exc. afim deque
expeca as conveniente* ordens para qae esta subt-
(ituicao se fa;a com a possivel brevidade.
Deo guarde a V. Etc.Mrquez de Caaiat.
Sr. presidente da provincia de Prnambuco,
Ci'reutor.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da goer-
ra1 deootohrode 18.Illm. e Ex*. Sr. Con-
vindo designar qoal ajuda de cusi qoe e deve abo-
nar ao ofliciaes do exercilo que segoem por Ierra
de urnas para oetra* provincias, determina S. M. o
Imperador, que essa ajuda de cuito seja calculada
pelo mnimo, abonando-^e-lhes tambem a gralili-
cac.lo nddiciuoal, a etape e mais vantagen elabe~
tetida nos avisos rircolarc de 18 e 23 de julho do
corrente anuo, na razan .do lempo de durac,Ao da
marcha, e quando lenbAo de ir embarcado que
se Me* di-passagem integral, cessando porm em
qualquer do casos o abono de tres mezes desold
le que tral* o avio de 11 de acanto de 1848. '
^^Mt guarde a V. ExcMrquez de Caxias.
provincia de Prruambaeo.
Joaquim Coelho.
w lo mgl F'.rreira, ajudante do
orden encarfraadoK0''"'
da para molrarem o*seu* vestido*, para crilicarem,
para dbtrahirem-se para.... basta.
Muitos vAo de holl miasas do Natal, d* Paschoa
e do Espirito Sanio, masdepoi do biile. do theatro,
de um diverliineulo qualquer. para e* mesmo Sos
j apontdos, para esperarrm pelo sarrafruiAo, aa
paia fuerera hora* da partida para o campo. ,
Muilo vAo s fetlas, para inoslrarem os seos cus-
loto* vestidos, patj galantearen!, para terem de que
''' TWHl'NALDOCO
Ses,Oojudiciaria em 20 de outbro de
Preaidencia do Exm. Sr. de.embargador Firraioo
Antonio de Souza.
As II horas da maohaa, prsenles os Srs. deem-
bargadores Leao ,'fiscal!, e Valle, fallando com cau-
sa o*^rs. Santiago e Uitirana, c os Srt. depolados
Kego, Lemos, Balo, e Overa. ipplenle lida e
approvada a acia da anlecedenle. abri- a sessao.
Paiwaram do Sr. desembargador Leao ao Sr. de^
sembargador\alle os embargos, em qaetaoi
Embrgame, Manoel Jos dos Sanios;
Embargado, Emilio Bidoolach.
ProseKnindoojulg.menlo, adiado da sessao ante-
cedente, da app*lla{j|o entre parles t*
Appellanle, Francisco Poirfer ;
Appellado, o consal Francez
Foi confirmada a senlencaappellada.
I-oram distribuidas:
Ao Sr. desembargador Leao a appellacao entre
parles : "r v
Appellanle, Loiz Anlonio Vieira ;
Appellados, os administradores da
de Ricardo Roy le.
Ao Sr. desembargador Valle
parle :
Appellanle, Maria Dorolhea Joaquina
Appellado. Manoel Pereira Mgalliaes.
Levanlou-se a sessao a l|2 hora da tarde.
massa fallida
a appellacao entre
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO.
As procittes de penitencia na corle.
Nao vamos fazer um serntua*. nAo somos padre ;
nao queremos fazer ama rensnrt, nao nos arrojamos
a lano : apenas desejamos registrar um facto, era
verdade bem lamentavel.
Temo* viajado meio Brasil, lemos visitado, metal
rao habitado e por vezes, sete de soas provincias, e*
ainda nao vimos um povo lao irreligioso. lAo des-
cri.lo, t.lo fallo de devoran como o desla edrte.
Nao somos carota, ma* somos chrsiao, e como tal
conlrbrfa-nos sobremaneira a verdade qoe acabamos
de aflirmar.
:vo lemos o dom de adevnhar, nAo podemos sa-
ber o qoe sepassaa respeito de rcligiaonas.eonscien-
cia dos habitante desla capital; Mo temos o privi-
legio do Asmodo da novclla para ver tt pralicas re-
ligiosa que lem lugar de noite ou de dia no teio
de todas as familias: o nosso juizo apenas se bas*
(e a base he a mai* solida possivel) em actos pbli-
cos pralicdos as oecasies as mis criticas e so-
lemnes, su.
I'ois os habitaolatfltsta capital nAo frequentam os
templo-, uAo assitem aos aclos religiosos? Sim; mas
quiiKln, c**e e para que ?
Alguns vao raitta no* domingos e dias de guar-
periacos da Sorma ou do Fra Diacola, e para par-
liciparem das lautas mesas do consistorio !
Oaasi lodos concorrera mo* ollicio da semana san-
ia ; as senhoras pira mostraren, radiante* de ale-
gra, os seus vestidos de sarja, de setim i
ludo, as soa* rendas, os seo* aderen,
seus toncados, parn trocaren) otilares profanos, pisa
notaren) e mesmo para eommelterem ludo quaoto te
pasia na reeniao ; os homens, para adon
deesas, para Ihes aperlarem s roaos na entra
oo escuro, ou para te rrera cotia do
(antes. Quaodo por esse lempo cOmerava a vi
era em algumas dts igrejas, apeoss licam alguma
mulhere de manlilh*.
Na quii* feira de Endoemas ainda be maior o
escndalo: aogmeniam de -grao o astaoharaetii
garrediee, as conversac
SAo visitados de preferencia aquel les templos en.
que ha mal luze*, mai* flores, i
esguicho d'agua e figuras de papelao. E i
mais frequenlada* alo aa conf
Todos coocorrem s prociitdc a qaares
ci plmenle aquellas qne lem
nhos de todas as core*. carrtt^^^H
sa marchando aotpaHt^^^H
pelo regosijo publico. as re
san, recebem-se visitas, ha la
piano, canta-se, naite ha
do o diabo quer, ha valsaaB^^^Bio^as I
Ei, em geral, como, qnando
parte dos habitante* desta capital fr
pos e astittem ao* acto* religiosos.
Nunca viste passar o Viatico por vos* cas,
ranle a uoilo? lima mullic
o acompaohun cantando oberoditooo tora o mais
rouco. desafinado e irrevereale qne
giiur-se. Nanea o acompanhattes ? Enlo verieis,
como lemos visto, qae qaando elle chaga ao sea
deslioo, e. m qoanto o enferi
expirar, cercado de teas prenle* e amigo ejoelha-
do e lacrimoso, recebe a hostia consagrada, o* ne-
gros e raoleqoes, formando daa
f7.em urna algazarra infernal, di
cando, ataoviando, proVf^^^H
apupando as pssoat qae piarn ritan) de tirar
' o chapeo! Qoe idea tar de n igeiro qoe
presencia isso? Qae vergoas qae borrar E en-
tretanto nao nos consla que providencia alguma
nba silo tomada a esse respeito.
Facamos um parallelo entre esh
de nina provincia do imperio. Tmenlos
po a capital da provine i ibuco. Nio
taremos de missas, fesl la semana una.
proclsses daquaresma ; porque queremos argumen-
tar de modo a ser impotsive! qoalquer contestafao
razoavel, Fallaremos sement das procissoes de pe-
nlle ncia ; porque este be o nosso fim escrevendo es- .
le artigo, como prova rseu tilal
Quando em 18U* provincia de Pernambaco era
victima do flagello da cea, cidade do
Recife. urna procisso de pendencia. A'*9 horas da
noile marcada para esse actoj^^^H as roa cora o
simples proposita de prettJj^^^H analisa-lo.
Quai era lodas s casa c
Nossa Senhor, proslra las anle oratorio illuraina-
dos, e com a maior devocfto, mulheres e crianzas
com os seus fmulos. Parecia-nos ama deuas noi-
te* de horroroia procella era que assim te mauifesta
o senlimenlo religioso daquella heroica populadlo.
Mas o firmamanlo aprezenla nm azul ero mancha,
e a la eslava a pino no sen maior fulgor.
Ao clarAo do loar vamos, percorrereen as roas a
a'.ravessarem a* praca, quae phantasmas ou alma*
de outm mundo, innmeras figuras araorlalhada*
de branca, cora una, lita prela am roda da cali
descalfOt^jV''^
(irocis/ao ia *ahir da matr
alraaguaf a duas pontos, cf: scm|
linha recta e formando apenfs um ngulo ao termi-
nar a sua carreira no Corpo Santo, malr
do Itecife, lendo percorrido a eilensAo de qaat
qnarto de legua.
Vimos realisar-se e ainda hoje ao lembrartuo-nos
disso fleamos com o* cabellos birlos. Quando tlia
comecoo a desfilar, a lea escondeu-se. e o cea flcou
completamente escur. Mal distingaiamos luz
morluarla deiampee* de aaeile o sublime espect-
culo que vamos esborjar.
au comparecen nem urna nica mulher ; todas
fie.iram em casa a resar com seos filhos e fimalos.
Todos os penitentes se apresenlaram amorlalhados
do modo que ja dissemos. Nao nos I lo poe-
sivet calcular quantos rail homen e apresenl
nr/enas diremos qoe a ernx e o
Irado da igreja a que se dirigan), e
po Santo, exlcnsao de quasi umquarlode le
e a pra;a da Boa-Vista ainda eslava)
penitentes; de locteque s algum tempo depeis fui
que o bispo, amortalbado como o pavo, no qae 1
imitado pelo clero e pelat principaes autoridades
pode sabir du templo, fechando o prestito a condu-
zir a imagem do R-demptor do mando.
Agora figurai ver era ama noile cacara e fora de
horas desfilar a passo lentos, aps om* grande
cruz e era tas grande exlentao, lyda esta multdAo
amorlalhada de branco, uos carregand
deiros ou enorme* podras,'outra
sem piedsde ou deitando-se pelas c
rem pisados, todos a exclamaren) era-pro nobil em
altas voz**, ouvir-se na distancia de roca legoa, po-
rem com a maior con a idea do que
he urna procisso de penHencie aaa
Se at preces, se os ro- es s3o uu-
vidos pela Providencia, I ate quando
exprimidos por esse modo. E de facto, as preces,
os rogo* da populacho pernambocana foram ei
ouvidos por Deoa.: antes de a procisso
ja chaviscava e pouco depeis chovia a cantaros.
Desse dia em diante deixou de haver seeca.
Era raeia noite qaando dispersaram-se os peni-
lentes. Reeolhemo-net enUo possuidos do maior
terror ; a cada passo eneontravamos com algumas
dessai figuras lgubres : e ainda ouvimos que ero
qoasl lodas as cisas psalmodiavam a ladaroha.
Agora vejimos o que sSo as procissoes de peniten-
cia nesta corle.
Qaando em 1850 a febrfl amarella fazia maiores
estragos do que est fazendo o cholera morbus, en-
contramos ama procisso de penitencia na roa da
nura pelo fraco e opprimido san os caracteres princi-
paes, as cores dislincla qoe assignalam essas tmidas
tentativas do joven artista. Entre a* suas producOes
no(am-se alguma qne revelan) tlenlo lecundo : O
Poefa, a Morle de Garret, o Canto do Alejado, sao
inspirarle felizes, qoe attestam om espirito vigoro-
so e apsixonado.
Entretanto, se podessemos ser atlehdidos pelo Sr.
Ci.lasan, Ihe peiliramos que naoimilisse a nin-
guem, que abrisse urna estrada para si e por si, qoe
eslodassee procuraste interpretara natereza em si
e em lomo de si, poi. pralicando desla sorte, ha de
le um fulurolisongeiro cerno artisla, visto qoe a
natureta o dotou com alguns requisitos convenien-
tes. j3
linpoi* da poesa, a msica.
N'nm dos dias passados fomos a urna das hospeda-
r at desla cidade fallar com algaem qae nos interes-
s:tva,-e l encontramos casualmente o Sr. Jos ligue-
coni e seu dous filhos, don joven artistas, oi
qntcs, qnando aqai esliveram pela primeira vez em
1847, linha o mais mo(o 6 anno* de idade, e o mais
vcllio 9 ; de aorle qne hoje nm lem leo oolro
17 ; ambos tocam rahece, dislinguindo-se cora es-
pecialidade o mais moco.
Naqaella poca este ultimo foi applaudido na nos-
so theatro, oo lano pelo desempenho do inslro-
menlo, como pelos poneos annos que conlava ; hoje
lem jem seu favores recomiiiendaijOes que dio t-
li'iilo cultivado pelo .estado e fortificado pelo
li-mpa.
Em consequencia do conhedmenlo que j Imita-
mos como Sr. Ugaccioni, conversamossobreopasia-
do,fallamos na* soas viagent e no* diflerenles paizes
por onde andarn), nos theatro em que represenla-
nim ; pronunciaram-se inultos nomes de artistas dis-
linclnt, e como era natural o lo inmortal Paganini,
a qoem duasddades da Italia, Genova e Pisa, assim
cuno outr'ora loda a Grecia acerca de Homero, dis-
putan) a honra de ler dado naacimento.
Entretanto, manifestamos desejo* de ouvir os dous
jovens artista*. Ilouve algara* hesitarlo da parle
dolle, mas afinal se resotveram a satisfnzer o nosso
pudidk.
(*) A procisso de penitencia qoe menciona aulor
teve lugar em marc,o. de 1816por oceasiRo das
missoes, pelos reverendos capuchohos do Hespido
de Nossa Senhor* da Penha desla cidade.
O RR,
Eolio o joven Alejandre ae* oh*eqa phantasia desoaeompnslcao, qoe reputamos digna
de apreso peto* trinados, pelo* ton* nersoooicos, o-
lava* e dcima*, o qae lado forma um complexo de
grandes diffteoldades. Depds ouvimos amas varia-
c6e, intituladas o Carnaval de Ve posi-
io feliz do artisla Erntt sobre caprichos de
'aganini. O andante he de grande upreeeain e
sensibilidad. Cada vanadio encerra diflieoldades
ineipriiniveis, lodas em sentido barleseoe jocoo, js-
semelhondo-se a um dialogo entre um bomem e ama
mulher, e de execui.ao mui traballieaa.
Eieculou igualmeule um pega
militar, com variacOe* escripias pei
me, msica de effeito admiravel; cometa por um
andante pgthelico, ncia
propiamente mili ecutado na quer-
a corda da rabeca cea: icio, gilidede e
exprestio, seguindo-te que
sAode um goslo i e um
pensamentoelevado, senstvele verdadeiramenle po-
tico, pro.tuzindo i luvissimo,pastando ino-
jjpinadamenle para a segunda com grande estrepito,
execnlada com grande forca e vigor na qiiarla cor-
da, em notas agudas, modoladat em duas cordas. A
lerceira e qasrta variaees sao igualmente execula-
das em nm s'corda, de om effeito grandioso, e de
om pensamento extravagante. O andante menor
nSohe menos delicado mimoso, mu na entrada da
ultima variacSo praticoo oartitta diflir.uidadts inau-
ditas, pastando com admiravel rapidez de um* para
outra corda. Coucloio tocaadooutras peras de au-
tor de raerecimento reconhec
, O joven Alejandre lie dotado de (alelo uto com-
mam. lem cultivado a *ua vacada), entregando--*
apaixouadamenleao estado doinslrumenlo que es-
col heu ; e posto qae a rebeca exija urna cviliaa-
clio mui adianlada para ser geralmenle apreciada,
temo para os qae ura dia elle vira a aer um ar-
tista tfulinclo. Tem de dar no Santa Isabel om
espectculo en seu beneficio, e nesla occasiao, amigo
leitor, poderijolga-loe apreda-lo por li proprio.
^Maldn-#-*rrlf/'.;


V
\

X
Misericordia. Erara 7 ou8 horas da noile. .V pro-
cissao coaiiiuuha-se de urna irmandade, u,n padre
com crucifixo, e algum povo, islo fe, negro!, mole-
qaese raiilhereeque servan, de di>.rtimento a c-
padocios de charolo ao queixo. He verdade que
lam doustndividuosdscipiinando-ie; mas diana-
nos que pira ene Ora eram pagos, nao seberao por
Etcrevtrae esle artigo impretstoada peo que
acabamos do presenciar. O eholin morbua est
airando diariamente grande numero de petioas.
Por este motivo tem (ido logar tres procissoes de
pouitenoiti. Nao sabemos como fcram feltaa as do
Eugeobo Velho, nao eetivemo U. Vamos fallar
da que liontem passou por nosaa casa.
'lo a iKjdetnos ver perfei lamen le ; chovucava ;
a uoite asiava eomplelamenle hora da, e todos sa-
bero quac.lo a bumi.lade predispoe para a molestia
reman : livemos muita pena daspessoas que des-
cubertas tretaato podemos observar pela vidraca o que pas-
tamos a descrever.
Id uraa irmandande de pretos cora lampados em
lugar de trando. as alas da iimRiidaae, alm
da uulras pessoas do povo, viant.ee algn,,, mulhe-
res descaas com lencos brancas pela cabera. En-
tre aa alas (ara tresou quatro senhoras traiindo pe-
sado lulo, de pes descaas e laropeiies na mo. Se-
guia-se- um andar com a imagera du Nossa Senhora
ore; dopois um ou mais pudres enloando a
tadaulia ; e liualmente urna prodssao de negros,
egra. maleqnes, e alguna individuos mandando
ao ar caloradas de fumo de squs crepitantes cliaru-
10.. wao sabemos se alm dos charutos houve mais
alguma icdecencia em um acto lio solemne ; o que
uuvimo fji levantar- de repente ama grande vo-
teru, erji urna tremenda vaia depeo peo!em
um estrangeiro que eslava com o chapeo na ca-
Eis como jio a., procissoes de penitencia de urna
popalajao catholica de 300,000 Imas. E 4 vista
Je tacs lautos em pocas lao criticas, tao desgrana-
das, nao leamos razau quando disemos que anda
nao viraoi um povo lao irreligioso, lao descrido, lie
falto de davocas como o Uesta corle ? Oala que nos
eogaueinos.
______ L. A.
11
Seguio hontera para o Para o vapor Tabalinga.
da companhia de Navegaco e Commereio do Ama-
joas, so> ocommando do 1. tenante da armada,
Nuno AWares Pareara de Mello Cardoso. Esle na-
nsliuido uoeslaleiro da Pinta d. rea, he
e Ierro, tem 138 pea de tomprimenlo de roda
a roa, la do bocea, 8 de ponlal, e cala 5 es-
wregado. He do porte de 170 toneladas, de
e jO cavallns, e marcha de SI milhas por hu-
tem doas caiuraj, a de r sobre o convez, com
iraoda{6es para 20 passageir, e a de proa
! o !,exto vapor que a companhia manda para
|irovincia, onde ja navegam de ha muo
Yaiiro, o Manij, o Monarcha, o Camela e
Tapaji, sendo este ultimo de grandes dimeusoes.
Para asta navegacao e para fundar eslabelecimentos
de cotones na* margena do grandes rios do Grao-
Para percebe do governo a mearos companhia urna
subven;) passanle de 400:000.
obvio oquauto emprezas dusla nalureza po-
nera concorrer para a prosperidad das provincias ;
umpaobia do Amxonas, se nao for parle ra-
dala no extraordinario augmento das raudas do
Kara, coincidi feliimenle com elle.
cerca de duzenlos anoos escr>!via o padre Ao-
neira que. pobreza o penuria de alimentos
que sotna a cidade de Belro proi iolia em grande
parle de ter o territorio vizinho lodo cortado de rios
i ir Ia* eireumslaocie "que, segundo elle, muilo
illicullara o commereio e as commuuicac,oes: Pa-
rece que hoje se penas om pouco iliversamenle, ou
o menos os vapores fazeni desapparecer os
emitrseos que tantoconlristavam o famoso jesu,la.
Molestia reinante. Temos noticias de Paraty,
I irahy e Itaguaby, com datas di 5, G e 8 do cor-
rele, lira satisfactorio o eslado sanitario daquel-
te municipios.
7 desle mez deram-se dous"casos de
citolera om Pelropolis, ambos em colonos morado-
res no qutrteirad denominado Caiitellania, que he
o mais prximo fabrica da plvora, onde, como
lie sabido, appareceu ha das o cholera.
O prin eiro caso deu-se em urna pobre mullier de
mos le idade, que l)a oilo das linda ido des-
i corte ; fleava sera esperanza alguma de salvaras
no estado lgido.
O segundo atacado foi om hoinem que nao vi-
nha a ciirle ha muilo, e que morava defronte da-
quella mullier. Snccumbio as 11 oras da noile de
8 do crrente.
Por ptirlicipaces recebidae hontem sabe-se que
i'oulinua a ser satisfactorio o estad sauilario da po-
pularlo do Brejo, e qae nenhum caso se deu aluda
de chulea do esUbelecimento dos Sr. Carvallio e
Bocha, inde existe um pessoal cima de 1W indi-
viduo enuu escravos e empregados.
DIARIO CE PERIUI8UC0 SGUNO* FIRI DE OUTUBRO DE :855
o/e/>n do Chotera.^ l'alleceram do cholera
no da 8 ,1o corrente til pessoas, sendo livres 29
ihomens 18, mullieres 11, escravot 32, dos quaes 26
horneas n 6 mullieres.)
Mortaliaade total dos cholencos at anle-lionlora,
1831, acode
!;'""......869; homens 5..1, mullieres 315
Z*';.....; fit, 263
Undiclo inceru 18; 17, 1
1831
lS!52
579
Soccvrro aot pobret. Domingo 7 do corrn-
as educandas to collegio de Nossa Senhora da
iedade, da ra do Principe n. 71, acoinpanhadas
pela sua professora a Sra. O. Joai|uiua Rosa Braga
>arraoo por onlras pessoas, andarimesmolando pe-
la roa c praia do Sacco, Gamboa e Saudc, e obti-
veram a quantia de 79J720, que foi immedialaineu-
ie estregu ao reverendo vignrio para repartir pelos
pobres di freguezia de Santa Anoj.
o agenciada na fn.-guezia da Gloria
pelas Ei.ms. Sras. marque/a de .branles, marque-
za d. Mtinle Alegre, l>. Mana Ela Pereira da Sil-
va e D. ;aria Antonia de Bulh6e; Hibeiru, subi a
?:>*816ll. A agenciada petos Su. Dr. Pereira da
ndrew, coadjoctor padre Monte, Jo-
io Macludo Coelho e Antonio Ferreira Nev, el-
le a 3:001*8. Consla que desta somma ja recelan
a commssao dUIribuidora a quaitia de 4:000 pa-
ccoitos ero domicilios dos pobres da freguezia,
e que o saldo esta a render em um dos bancos.
A coirruntao das senhoras agradecen aoi Srs. con-
tribuiott.
A ciii'erroaria da ra das Lanngeiras, no Jar-
a funecionar no 1. do corrente, sob
a direccilo dos Srs. Galdino Emiliano das Neves e
Barbota da Cunha, que offereceraio
gratoilaiiieote.
xs.oram condecorados por cl-rei
> Portugal com a commeuda Je Nossa Se-
i da Conceirao de Villa Viccsa os Sr. Manuel
Pinto lorre Neves, Antonio Joaquim Das Braga,
i-randsi Angosto Mendes Monleiro e Francisco
Aolonic de Carvallio Kibeiro.
12
O paquete ioglez Camilla traz datas de Montevi-
deo ale je de Beenos-Ayres at -i do correle.
Sr. vlsconde de Abael cliegoo a Montevideo no
ilia 21 r* paseado, mas desembanou no da 27 por
(er esliilo quatro dias de quarenlena. S. Exc. fui
logo eniopTimenUdo ero nome do presidente da re-
pblica ])etoolliciai-maior da secretaiia de estado
dos negnos eslrangelros e por nm ajudante de eam-
po do gi.verno, e retribuio esle acto de urbanidade
Umgmdo.se ao palacio presidencial para presentar
os seos roepcllos pessoaes prime ira autoridade do
IVL i? vf m"5ad0 5 parn a receP5ao offlei-
ai do Sr. Visconde.
Pelo lado linanceiro conlinuav.i a repblica n0,
maiore apuros, e o governo resolver alienar por
qualro meieymelade das reas da alfandega de
Montevideo e de todas Mtecebediria..
Ja ar iiuuclamoa que o ministerio licra organisa-
do no (lia 21 do paseado e se compunlia dos Sr. Mar-
tnez, Illay Viamonl e Brito del Pino. O Sr Mac-
Imez, <|ie fra o primeiro a aceilir um logar no ca-
blele nao se formava a adminislrasao, declarou, porero
apenas leve ollegas, qne a sua iceitar,ao iiha sido
proviso la e uue se relir.iva.
No dii 28 foi sabstituidoipelo ir. Dr. D. Adolph
Rodrguez, olllcial-muior da reparticao de estransei-
ros, mai ate ultima data, 5 do :orrente, nenhum
medida havla tomado o governo que indicassc aual
sena a sua polilica. ^
"cao olclal, em presar ra do cslado pouco
o .la caropanha, (razia os espirito inquielo..
iiuia-si! desde o .lia 1. que o general Flores nao ti-
nna rennnciado do nm mudo imcogavel, como de-
clarara .i candidatura presidencial ; e carias dos de-
partamentos, reecbida em Montevideo uo dia 4, da-
> provados os boatos que corriam de estar
aquelle general agitando a campanha por meio de
Uguns kis sena agentes predilecios.O que he ceno he
que o e\-presiaenle se dirigir pura o Rio Negro em
vezeieeolner-seasnatasa.eoino era natural se
qsnzasse lomar urna posiclo inoQensiva.
O Comercio del Plata, annuocianrio a checad do
Sr. vi*!iinde de Abael a Moulevido, diz que o ob-
jeeto di miss*. de Um dos homens de estado mais
coiwptafos do Brasil nao era ain la conhecido d> pu-
hlieo,a que havi fundados motivos para crer que
era essjncialment pacifico, e que aso mesino ma-
uifestrn S. Exc ao presidente fia repblica ua visi-
ta ptrticolar que Ihe fisera. Entende-se geral-
ineut, acereacenla o Comercio del fala, qne u
principal asaumpto da missao especial diz respeite n
lliraJa da intcrvenc.io armada.
O Smioual, referindo-so tambera misslo do Sr.
Abael, diz que ella deve por termo i inlervenrau,
.irmatls, sob pena de ver augmentadas as complica-
',oe da actualidad, e accrescenlj
a (|uem suppsnha, lalvez pela triste experien-
cia que temos ja adquirido, que Brasil, com a mis-
sao do Sr. I.impo de Abren, se lUspe u adiar um
remenili a sua obva dedesorganisacao, offerecendo-
nostalvez algn milhares de pesos, quere'ndo desle
modo levar lodaia adiante soa ingerencia eos nos-
sos negocios, para o que Iralaria de fazer extensiva
sua w lorvensao armada por algum lempo isais na
repuMi ;a.
lo Brasil Indo eremos posiivel, ese esta fora a
menl.! da missao especial do vis:ondo de Abael, se
a isas novas proposites adheriste o uosso goveruo,
luao se iiavena comprometlidu, e no duvidamos de
que a repblica tena, como assegura e o er ioevi-
avel o Dr. Gmez de terminar a allianca de fac-
i, islo he, que nem o Brasil neme governo da re-
publica leara poder bstanle para evitar a guerra
nacional. r
Se desgracadamenle fotsemos lavados a esta si-
lussao extrema, nao nos haviamos de adiar a sos na
aeiez do nosso solo. Inlerestes recprocos nos ligam
s repblicas americanas, qae desde muilo lempo
nao se explican] a intervenco armada na repblica,
jem consideram esse fado digno dos nossos anleca-
denlea e dos nossos timbres, adquiridos em defeza da
independencia, j* contra o mesmo Brasil, ja coulra
ps oulros poderes que hao qu/rido sujsitar-nos a sua
le. i)
Nealas palavras parece-nos ver onlra vez a eiplo-
s36 da colera do general Flores, quo sentimos nao
leoha reeonhecido anda a imprudencia e injuitica
do sen procedimenlo nos ltimos aclos eom que sel-
lou a sua adminislraco. '
Para responder cabalmente ao Sr. general Flores,
se, como suppomos, o Sational continua a ser argSe
da sua parcialidade, fora preciso que o nosso gover-
no uos miiiistrasse os documentos que deve possnir
das niaiiifestatea nteirameulecontrarias a estas que
por vezas recebcu do ex-presidenle, e de que esle ra-
zia alarda nosaempos em que a ambirao do mendo
o nao ha va cegado.
Na iinpossibilidade em que estamos de emprehen-
.ier essa larefa remelteremos o Sacional para as
mensagens do Sr. Flores e para a sua ultima procla-
ma'-, dirigida a divis-lo imperial eslaciouada em
Montevideo. Nao concluiremos, porem, sem por
nossa parle manifestar ao Sacional que tambem fa-
zemos votos para que tropa do Brasil regresse
quanto antes ao seu paiz, onde os .seus.|servicos sao
mais ulcis e menos custosos ao governo imperial.
As intensos benficas do imperio eslo mais que
provadas. Seos servijos n repblica nao podem ser
descouhecidos, diga o que quizer o despeito de uos e
a ignorancia de oulros.
De Buenos-Ayresj dissemos que alcancavam as
dalas a 2 do corrente. No seguinle extracto do relros-
peclo raensal do Nacional encontrarO os leitores
ludo o que lia deinlsresse:
Em 13 de setembro, eraquanlo o paiz jazia na
niais profunda calma, appareceu repentinamente no
honsonte o primeiro symptoma precursor de urna
mudaiic* atmosplierica, e appareceu debaixo da
forma de um pasquim que circuios com profusflo,
no qual se incitava o povo a assislir s sestees do
senado, porque, dizia o pasquim, devia manifestar-ve
ao poder execnlivo qOaes as urgencias publicas, as-
sigualando o mal e indicando o remedio.
Neuhama impressao prodozio no animo publico
aapparijau devle imjiresso, mas o alarma se fez sen-
tir logo que couslou qus alguns Srs. senadores esta-
vam dispostos a fazr opposicao ao governo a lodo o
transe, e se preparavam para negar-lhe os recursos
de que careca, com o que impossibililariam a sua
marcha, assegurando-se que conlavam com um nu-
mero de votos que dara um (riiimpho cerlb oppo-
sicao.
"Opoio ea imprensa em gerel se pronunciaran]
desde lugo pelo goveroo, e al esle momelo nao o
abandonaran,.
Neslas circumslancias recebeu-se urna noticia
desgracada que veio dar oulra face s annunciads
hscussoes do enado. Os indios acabavam de inva-
dir a nos.a fronieira do Sul, e os boatos tomando
yullo oo desfigarando-se, pela excitado de alguns
indiviiluos,conlribuiram em grande parle para com-
plicar aimld masasituarao, e para levar o alarma a
tqdos os nimos.
Entao o governo foi inlerpelladn no senado so-
bre o estado das nosss fronleiras, e sobre os meios
com que conlava para garantir nossas propriedades
da campanha e a vida dos nossos concidadaos contra
as depredares dos indios selvagens.
Esla intersame sessao leve lugar a 19, peranle
nm numeroso concurso de espectadores. Nella o
minislroda guerra expoz detalladamente os traba-
Ihos do ministerio, declarou que o paiz tinlia nm
exercilo de cinco mil e tantos homens, e cerca de
quatorze mil cavados, forra que al cnl.io jamis
navia lido, e adduzio uulras razoes muilo ponde-
rosas, com as quaes demonstrou terse feilo quanto
humanamente era possirel as acluaes circumslau-
cia.
Dcpuis de una larga discussao, o senado deler-
minou uoinear, nao sem 1er soflrido grande oppo-J
sico, urna commisso do seu seio para que invest-'
gasse as causa dos males que o paiz deplorava, por
motivo das continuas correras dos indios, e propu-
zesso os meos de extirpa-las.
A \oiarao ficou tluas vezss empalad,decdindo
a lina I o presidente, votando pela uomeaejio da com-
misso invesliuadora, que ficou composta dos gene-
raes Piran, /apiola e Espinosa, e dos Srs. Marmol e
Olivera.
A coinmissao, collccando-se logo em um terre-
no falso, dirigio-se directamente, e sem se importar
com o governo ou com os seus ministros, as repar-
(iroes subalternas, pedindo os dados qne julgou ne-
cossarios. /
Esle procedimenlo exlraordinarip e irregular
Tez que o governo, em ola do 21. reclamasse ante
o senado contra o procedimenlo da commisso, e que
esta, uo podendo dar ura pasto,, informasse a c-
mara na sessao de 26 lerem-lhe sido negados os da-
do que iulgara neceasarios, fazando presente a po-
si(Ao desairada em que se achava, e pedindo que se
lomasse alguma resoluto a esle respeilo,
o O senado resolveu adiar a disco"1'
As provincias do iulerior cooserv; \ Oh.
Poraciodocoogreiso <^ Santos. V^couhec
do como divida publica empreslimo Teilo pelo go-
verno imperial ao genual Urqttfza na guerra conira
Rosa. ,m,
"" OiJralado de ominercio, nnvesac.'ioc limite ce-
lebrado pelo Sr."Derqui, negociador por parte da
Confederado Argentina, com o 'governo do Para-
guay, foi rejeilado pelo cougressu de Sania F.
L-se no Monitor Campitta de 4 desle mez:
a A nossa almosphera tem por dias se manifesta-
do pesada, e a luz solar embaeada. As chuvas lem-
sc tornado lao escassas que anda regulando um dia
de chava por mez.
O estado sanitario oao he o melhor. Alguns
casos de choleriua comerao j a divolgar-se pelos
sitios mesmo mais salubres da cidade: e segando
nos asseveram alguns mdicos do paiz, tem cedido
a os primeirormedcimeotos com que se cosloma a
debellaresln molestia.
fizessem fogueiras, cada noile em lugares differen-
ls, A experiencia moslrnn, na cidade da Babia,
ler-se por iheio dos fogos allenuado em grande parte
os progressos'da epidemia.
A refrigeraro do ar, em dias de gr.-n.le calor,
por meio da irrgarao das ras, poderia sem du-
vida eoncorrer tambem para ir modificando os to-
mos mephilicos de que o ar ambiente esteja impre-
gnado.
Bolelim do choleraFallecern! do cholera no
dia 10 do corrente .">"> pessoas, sendo livres 29 'he
mena 23. mullieres 6), escravos 26, dos quaes 20 ho-
mens e 6 mullieres.
Mortaldade tolal dos cholencos al anlc-hoilem
1,886, sendo:
l.ivres.....896; homens 509, mullieres 327
/O a
80 a
80
90
2
2
32
Consta-nos que o Sr.Dr.Cyrillo Jos Pereira de Al-
buqoerque lam quasi desamparado o arrayando Cat,
onde ha rauilos lugares necesiltados de soccorroi,
como seja o 6. dislricto da mesma freguezia. Nesle
lempo quem est incumbido de laes commisaOes de-
ve ser o mais solicito possivel.
Em S. Amaro da Ipilanga a epidemia vai fazoodo
alguns estragos, de modo que j se orenou ao Sr.
Dr. Malinas Moreira Sampaio, que osla na llapoao,
que elle ou seu ajudanle visite aquella rregoezia de
lntelhgeucia coro o Dr. Manoel Maria do Amaral,
sobrinho qne a sua casta U eslabeloceu um posto sa-
nitario.
Para a Purificaco, onda roanifeslou-se a epide-
mia, segnem hoje no vapor de S. Amaro dous aca-
dmicos Luiz Viclor Hornera de Carvalho e Jos Se-
rapiao de Souza, levando urna ambulancia bem sor-
lida.
Falleceram nosta capilsl no dia 13 29 individuos,
lano da epidemia que ainda nos persegue, como de
oulras molestias.
Naqoelle numero esto comprehendidos 4 meni-
nos(desles 1 de mezes o i do 2 annos,) 5 iudviduos
maiorcs de 60 annos e I de 80.
Sexo.
Homens. . 13
Mullieres. . 16
Somma. . 29.
Salttraliiade.
Naciouaes . 21
Africanos . J
Somma. , 29
tjualidait don nacionae.
Braucos. . 5
Pardos . 11
Escuros. . 2
Crioulos . 6
Somma. . 2
Idades.
i mez a 1 anuo 1
1 a 10 3
ItT i) a 20 i
ni o a30 7
30 all 1
40 a 50 1
.i0 u a 60 o 3
60 A s70
80 a 90 1
39
Em Ntzarclli a epidemia nao tem augmentado,
mas declina morosamente ; leude a exlnguir-se.
Na freguezia do Bom Jardim e epidemia lem se
concentrado no engenlio S. Philipe, porm muilo
benigna ; em poucs dias restabelem-se integra-
mente os aflecladcs. Tem apparecido alguns casos
de morle em pessoas do lugar qae lem ido a S.
Amaro, as quaes morrem apenas voltam. Nos
oulros dislriclos ssli quasi extincta.
Em Joaguuripe esl inteiramenle cxlincla a epi-
demia.
( Jornal da Bata.)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERTAMBUGO.
AI.AGOAS.,
. Maceio 19 de uuluhro.
Anda (enho a salisfa;ao de communicar-lhe que
ahjgiene publica continua sem notavcl allerasao.
Ueos em sua misericordia tem-sc amerceado de nos,
ansiando denla provincia o lerrivel mal, que tanto
em assolado o Par e Baha, e agora lageUa a cor-
le : o lazarelo erigido no porto do I'ranee/, pelo pr-
ndenle e Ilustrado presidente S e Albuqoerque,
acha-se funecionando desde 16 do mez passado,
sendo os passageiros do vapor Sania Cruz da com-
panhia do mesmo mima os prmeiros que foram all
recolIndos : entre clles vinlia um dnenie que, me-
diante os desvelos e iratamento do hbil l)r. Gons-
lanlnio Teneira Machado, ficou completamente
reslahelecido: os passageiros do Paran, que se
desiuiavam a esla provincia foram tambem reco-
s ao lazarelo ; vinham enlrc elles os deputa-
Esrravos. ... 972; a 708. a 26t
C.ondieo incerla. 18; 17, |
l,88ol 1,294. .92
(Jornal do Commereio do Rio.)
BAHA
18 do oulubro.
Falleceram nesla capital uo dia 13 29 individuos,
tanto da epidemia, como de oulras molestias.
N'aquelle numero estao comprehendidos i meni-
nos ( "estes um recemnascido,) 12 africanos, 2 indi-
viduos inaiores de 60 annos e 1 de 70.
Sexo.
Homens ... 16
Mullieres... 13
Somma. .
SMuralidade,
Eslrangeiros .
Naciouaes. .^_
Africanos. .(|
M
t
16
12
Somma. .* 29
(Jualidadc dos nacionac.
Braucos
Pardus.
Crioulos
Somma i
Idades.
dia a I auno .
I
1
10
20 u
30 .
40
50 o
60 a
70 o
10
20
40
40
50
60
70
80
A
10
16
1
3
I
*
I
7
6
'
1
29
A mortalidade no dia 14 foi de 32 iudviduos lau-
to da epidemia como das diversas oulras molestias.
N'aquelle numero estilo cumprehendidos 10 meni-
nos d'estes 1 de (I mezes e 1 exposto da Santa casa da
Misericordia, 1 soldado da companhiu de invlidos,
3 maiorcs de 60 annos, 2 de 70 e 2 de 80.
Se.co.
Homens .... 11
Mullieres.....21
Somm,..... -3
Natura lidaile.
Naciouaes ... 26
Africanos. ... 6
Somma .... :fc>
Qualiiade do nacionaes.
Braucos
Pardos.
Crioulos
Somma .
Idades.
.10 annos
30
40 B
00
ft> i.
70
1 a
20 a
30 a
40 a
50 a
60 a
4
12
10
.,0
4
2
5
4
3
, ~r. ; ;'' ruri.rm entie ene- es ,1 enula-
dos litara, Silverio, Sbrale Manoel Joaquim com
ua fcxm. consorte : numerosos amigos deste
iltuslrado alagoano preparavam-se para fazer-llie
aqu nina brilhante receprao ; foram porm malo-
grados pela maldita quarenlena, vislo que o vapor
Jfi*J lido communicarao com a Bahia ; lindos os
10 das impostos pela provedoria do porto, foram os
quarenlenados desinfectados, e os amigos do l)r.
Manoel Joaqnim foram busca-lo no lazarelo, eilie
ofTereceramuncerred'eau na Pona Grossa ei
negociante I.eao. Demorou-seo l)r. Manoel
na capital uus oito dias sendo cumpriineiV*
sitado por numeras pessoas ; na raau
dia 10 seguio para sua comarca do Porto
do acompanha-lo al. o rio de Jacarecica
gos : a aiuabilidade, graca o alTablidado
esposa do integro magistrado deixaram
In.l^^i^t^os a forain.j^imprient^
No aqu (OCOU, VlfW^^s^tos do sul 0
Tocantins, Irazcndo ptimas noticias para uus e
pessimas para outros: as noticias boas foram as
nomeaces de dous juizes de direilo. filhos desla
provincia, os Srs. J>rs. Ignacio Jos de Mendonca
txoa. e Antonio Bnarque de Na/areUi : o primeiro
servia actualmente o lugar de inspeclor da Ihesou-
rana provincial, he homem que gosa de bom con-
ceito, lem lloslrarao e longa praliea de judicatura
onde servio oilo aiiuos ; o segundo conla o mesmo
tirocinio o lem boa reputado : entre ptimas no-
ticias deve ser enumerada a escolha do Dr. Gaman-
sao do Siiiirobu' para o imporlanlissimo lugar de
chefe de polica de corte ; parece que os filhos das
Alagoas ja vao servindo para alguma cousa Nao
sei se deva considerar boaou m a noticia da no-
meacao do Dr. F. de Araojo Barros, para o lugar
de secretario do governo do Cear : o Dr. Barros ja
se achava relacionado nesta provincia, onde oran-
geou logo sinceras allegues e sympalhias: a grande
votacao que acaba de ter para memoro da assera-
HH provincial he manifesta prov do que avanco ;
assirapoisuaosei se olhaudo para a conveniencia
laquelle hbil bacl.arel, devo qualificar boa sua re-
tirada desta provincia : as noticias ms foram a da
morte do senador por esta provincia visconde de
sepetiba e a da moleslia reinanle na corle.
i !i?s aclualmenl "o mare magnum das in-
irigas-e desavencas eleloraes : procedeu-se no dia
Ij ueste collegio a elciro dos membros da assem-
uiea provincial na forma do costme apresenta-
ram-se parlo do 100 candidalos, sendo tmente 28
as ca.leiras. bem ve Vine, que boa poroto ha de
iicar em pe : dizem as mas tingaas ( porm en nao
creio i que uns S candidatos procuravam o valiosis-
smio apoio do nosso chefe de polica, os oulros des-
pe lados os chnsmaram logo de pedestres ; o certo
ie que anda nao vi lao nobres e Ilustrados pedos-
res, e se eu fosse candidato muilo desejaria assen-
(ar ores naquella illuslre companhia ; mesmo por-
que ha Inda a prohabilidade de serem elles eleitos,
Dem como outro candidato ( cojo nome Ihe nao di-
go que anda poudo achar urna eside mais forte.
Meu amigu, reina a discordia nos campos de Agr-
mame, lia nm ferlet opus de intrigas, supplicas, o
descomposturas que mettem medo. Ja chegaram 5
cas ; pois apezar disso ainda correm portadores
os coiiegios, levando aos capiUes eleloraes inno-
centes carimbas e recommendacocs : ha candidato
tal que, daudodemaoa ludo, bifusca-se n'umgi-
nete, e qnando Vmc. julga que elle esla no Penedo
surde na Imperalriz, quando se o prsame em S.
Miguel, apparece. no norte, qoando so o snppoem
alh. ei-lo em Pona de Pedros !
Jla outros quo qual o conde do Monte Christo sa-
be, ju.ia e precisamente a hora em que Ihe devem
chegar seus portadores: ha oulros que com um map-
pa namaolevam horas esquecidas e mesmo urna
noile iiileira calculando e no fim declaram que lia
naquellemappa problemas mais difliceis de resolver
que os de huclides, quem pagam s favas sao os po-
bres cayallos: oh se estossoubessem ler dariara um
t>aiqueienodiaemqHe|assou a lei dos circuios,
pelo alivio que esla Ihes veio dar : acaharam-se tam-
bera os amaveis dicidendos { nao ei se couhecea por
l.iesso bicho ,",*J,' propor-mu na priincira occasiao opporlu-
naqcseapresenlar, estoucom doseios de lornar-
mmr.,rcular-, fui lauto lempo quairado Dizia-me
u das om amigo bastante espirituoso que de duas
consas tinha elle moilo modo ; urna era de meninos
JUtra de eleiroes: achei-lhe razao.
Anda se nao sabe com certeza o resultado de 5
collegios ; mas aquelle augeito calculista, de que i
cima Ihe fallei, assegurou-me que dos 32 indv-duos
cajo nomos se seguem 28 seriara deputados provin-
ciaes, seSundo seus infalliveis clculos:
Cominciidador Jacinlho Paes de Mendonca.
Padre Gelnlio Vespasiauo Augusto da tla.
)r. Ambrosio Machado da Cunha Cavalcanli.
Ur. lermelindo Accoli de Barros Wanderlev.
JJr. Rodrigo Ncilo lirmiano de Morac.
Gommendador Manoel Comes Ribeiro Jnior
lenle-coronel Theolouio Ribeiro e Silva.
Coronel Manoel da Gosla Moraes.
Dr. Salvador Corroa de S.i e Benevides.
Dr. Francisco de Aranjn Barros.
Uelegado Manoel Jos Teixeira de Ollveira.
I>r. Jos Antonio Bahia da Cuuha.
Advogado Francisco Fernandos dos Sanios
leuente-coroiiol Vicente de Paula Carvallio.
Major Ajaras Carlos de Carvalho Gama.
,lTr ''"k'Ko Antonio de Souza Pinto.
Ollicial-maior Nicolo lolehliiio da Cusa.
Ur. Ignacio Jos de Mendonca Ucha. .
Inspector Antonio da Silva Lisboa,
lente-coronel Joaquim Themoteo llomeiro.
r. Jos Prospero Jeovah da Silva Coroala.
Major Paulo Joaquim Telles Jnior.
I)r. Podro Antonio da Cosa Moreira.
Tenente-coronel Francisco de Paula Mesqnta Cor-
qntlra.
Dr. Lourenco Accioli Wailderley Canavarro.
Dr. Ricardo Pereira da Rosa Lins.
Dr. Adonso Jos de Mendonca.
Jos Bernardo de Arroxellas GalvSo.
Capitn Manoel Claudno de Arroiellas Jaime.
Padre JacirKho de Mendonca.
Professor Francisco Csrneiro da Cnnha.
Dr. JosSesinandeXyelino Pinho.
Muilo de proposito o caso pensado nao Ihe qnii
dizer quaes eram os seis pedestres ; fique, porm,
certo qae esto incluidos nesla lista.
No meio da effervecencia eleiloral dos candidalos
i provincial, chegou a noticia da vaga senatorial:
escusado he dizer-lhe que ha bom numero de pre-
tendentes a tao bom uaco : at agorcont sote, que
sao os Srs. Tilara, Casado, couogo Alfonso, Sobral,
Aguiar, VieiraoeCsnsansSo; o povo, porm, que
lem nm dedinho que adevinht, diz que os primei-
ros se eancarSo debalde, pos o futuro sonador rr o
Sr. Cansauso do Sioimb .' Estamos, pos em qua-
dra eleiloral, acabada a provincial vira a senatorial,
e finda esta leremos a circular.
Esperamos que chegue aqu hoje o Exal. Sr. S o
Albuquerque, te he exacta a noticia de qne partida
honum desse porto no brigne de guerra Cearense.
O Exm. vice-protidente preparava-se para receber
o seu illustre amigo, e entregar-lhe sua onerosa car-
ga. O Exm. Sr. Dr. Roberto demonstrou nesla tus
segunda adminislraco de quasi seis mezes, que nao
ei a f il-o o valioso conceilo que delle fazemos: na
dillicil quadra em que nos adiamos tomou as mais
acertadas providencias para prevenir a invasao ou
desenvolvimenlo do lerrivel cholera, conservon a
provincia em perfeila Irauquillidade, deu notavel
incremento as obras publicas, e mauleve com o va-
lioso apoio do mui digno chefe de polica a segu-
ranza individual e de propriedade noeslado lison-
geiro em quo a deiiou o adininislrador da provincia.
Nao posso deixar por ultimo de protestar moi so-
lemnemente conira a manifesta injuslica que Vmc.
nos fez em sea Otario de 8 do corrente, quando no
felrospeclo Semanal declara que alguns passa-
geiros do vapor Tocantins desembarcaran! em Ma-
ceio, donde devem seguir para iqui, evitando assim
a quarenlena. Asseguro Ihe que he inexacla a in-
formarao : nenhum passageiro do Tocantins desem-
barcou nesle porto ; lodo o lempo que o vapor aqu
se demorou estove incommunicavcl, c os passageiros
que se destinavara a esla proviucia (que eram seto)
foram lodos transportados do bordo do vapor para o
lazarelo do Francez, onde se conservaran] sob a
guarda e vigilancia de um destacamento. Ha algum
lempo a esla parte tenho nolado um certo desejo de
censura da parte dessa provincia para com a uossa
relalvamenlea medidas preventivas: () he orna in-
jostifa manifesta : por c tambem lomamos todas as
medidas compativeis cum os recursos de que dispe
a provincia, porm nao se laz alarde nem ostenta-
cao ; a prova do que avaujo he que, grasas a Provi-
dencia Divina e mediante essas medidas, aiuda nao
appareceu aqu um so caso da fatal moleslia.
Vale.
MARANUO.
S. l.uiz 11 deoulubro.
Nao me foi possivel escrever-Ihe segando o meu
louvavcl costume, pelo ultimo vapor o Paran.
Achava-me em um bello sitio, gozando famoso pa-
godo dado em festejo aos annos de um amigo, quan-
do all inesperadamente sube da chegada do S.
Saltador, do non, e a sabida d'aquelle vapor d'ahi
a 10 horas, para o sul. Nao ha occasiao pessima pa-
ra a sabida do um vapor, senao quando cabe
emum domiogo ou da santo, como succedeu agora
com o Paran. E para Vmc. fazer idea do meu
desespero, vendo ralbar a remessa om que sempre
cocho um cantinho das tongas columnas do seu im-
porlaure jornal, basla diterlhe que do sitio, aoede
me achava situado a margera do nosso Bacanga, que
pude passar por om rival do sea Uo sbado Capt-
barbe, va eu partir o vapor sem ao "menos levar-
Ine urna saudaco, urna noticia, anda que resumi-
da, dessa reysteriosa entidade que se chama o seu
correspondente de S. Luiz do Maranhao. O que
porem Ihe posso assegurar he que esse pensamento
foi urna pequeua nuvem, que naquella occasiao veio
por momelos oscurecer a ampia alegra em qae me
achava envollo. Sirva isso ao menos de lalsfacao a
Vmc. o de magro consolo aos seus leitores; pois quan-
to a raim, apenas servir com que forjar algomas
unas era guiza de exordio ao enchimento das pou-
cas noticias que lenho a dar-lhe.
Cumpre porm advcrlir-lheque para a somma das
minlias mssivas monsaes, a falla d'aquella, nada in-
flue por issojque esta Ihe escrevo pelo Amazonas,
que leva de alrazo ao Paran a bagatella de 4 dias
de viagera.
Comcarci por aqullo que actualmente lodos in-
leressa, muilo mais do que a propria polilica, que
pelo menos ca por estes paizes do atroz cada vez
marcha com mais frieza. De factoj quasi que nao
01150 fallar as iofuses de partidos e nem mesmo
se sent o clieiro nauseabundo, que ao principio el-
la de si exalou.Tudo he silencio, e apeuas se
persenle urna lal ou qual anciedade, produ/.ida pu
pela prxima tomada das redeas da adminislraco
pelo Angelo Muniz, que la na Pona d'Areia esta
a concluir quarenleua,ou pelo liado do Tury-ass
que segundo ouvi dizer, esla quasi reslahelecido dos
iucommodos que n assallaram. Porm, deixando a
polilica para melhor occasiao conlinuarc com aquil-
lo que apenas priucipiei a indicar : quero fallar do
cholera, ao aspecto de cujo flagello todos tremem
esquecendo-se de que esso terror he ainda muilo
nais teujivcl Uoque o proprio flagello.Apezar das
t*,sV9fcs frequenles com o Para, anda
injer '"*' 'vrea da tal peste, quo absolu-
Vj \ nfto se lem queridu desarrai
All, a mortandade darianpi*"t.iie
jr 4 ou 6 pessoas, scriddgfflf/algumas
2 p 3 dias sem sp.^/Ka nico caso
do S. Salcador, ,1
conseguinte entrar
porto a dentro.
, assou a lal caria
que bem podia ler sido^um passaporle da peste
combinada com as noticias dadas pelos jornaes e
carias particulares, que afliancam autnticamente
ainda a existencia do mal naquella provincia, por
cujo motivo resolveu a nossa junta de hygiene pu-
blica daqui avante, pouco crdito so desse as
laes cartas do porto do Par, nao coosentindo-se li-
vre praliea s embarcdcf.es d'alll viudas, sem fazer a
rigorosa quarenlena dos 15 dias. O seguro, dizem
os aotjgos, morreu de velho; e por conseguinle toda
e qualquer piecaui;,lo he pouca, aiuda mesmo que
com ella se sacrifique esle ou aquelle inleresse par-
ticular, vindo era ultimo resultado a salvar a saude
publica, que nesle mundo como sabe he o primeiro
de lodos os bens.
Na forma do velho costume todos os hospedes do
nosso lazarelo gritara conira o director por canoa
das fomigaces que gramam, o a falta dos commo-
dos que desejam. Estes meussenhores querem en-
contrar om tal lazarelo, quasi que improvisado
onlre as qualro ou cinco paredes deuraa velha e,aca-
nhada fortaleza, os mesmos arranjos que para esse
fim poisuem na Europa semelhanlcs eslabeleci-
mentos ; ou entao queriam que elles fossem oulros
lautos botis Pharoux Conira os lazaretos dessa
provincia, contra os da Babia e Ro. lenho eu ouvi-
do a mesma celeuma: e por isso deve o governo ero
falta de meios continuar como vai, salvando a po-
pulacho do contagio lerrivel,que nos esLiimmiueute,
o applicando aus recemchegados I dose dos 15 dias
de bom fresco na Pona a'Areia, que ainda mais
saudaveisse tornara, quando temperados pela ara-
gera da resignado, que sempre acorapnnhar nos de-
ve, todas as vezes que nao temos outro remedio com
que enmbater o mal de que nos queixamos.
'A' um compadre meu que ullimamente graroou a
(al quarenlena, ouvi dizer.que all se tinhadado per-
feilainenle, gabou-me os excellenles bauhos do mar,
o bello passeio pela potica praia de S. Marcos; o
bom peixe quo pescara, e a lamosa vista que gozara
com o panoramatco aspecto da cidade! Pelo me-
nos achei o Ul meu amigo muilo mais gordo e. rosa-
do do que quando ha mezes d'aqui sahio para o
Cear. *
Avista de tudo isso, vejam l como se pode ser
juiz com laes mordomos. Como entre nos, tudo
quanto se diz ou faz-sc he mais ou menos invene-
nado pelo maldito espirito de pirlido, be por essa
razao que a sucia do /oe dos boizinhoi lem latido
inslita e desabridamente, na forma do seu enligo
costume, contra o governo. Mal sabe o cholera, que
em lal sucia eslrelada lera elle aqu nina digna pro-
curadoura, que eraprega lodos os meios a ver se
quebra essa muralha sanitaria, que a nossa fortaleza
ora nos ol crece conira a invasao do pestfero io-
raigo.
Como Ihe diss, segu hoje para o sul o vapor
Amazonas, que aqu veio coucertar-se. Tcndo elle
chande a 30 de agoslo, preparou para encalhar na
praia do arsenal do raarinha no dia 10 do prximo
p. mez, que era occasiao das aguas grandes da la
nova : porm nao subimlo estas, como se conlava.
esperou-se pelas de > do mesmo mez. EnUo en-
caMinu o vapor, e em 3 dias.coiicluio-se o fabrco.vis-
(0 que apenas tinha algum cobre de ineoos'na qui-
llia prximo ao talha-niar e do cadasio. Algumas
escavanes fizeram-se no terreno, para descubrir a
quilha, e pouco leve ella do repero; porque eslava
o cobre em muto bom eslado. O navio nada sof-
freu, porque u> qualidade do terreno da praia do
arsenal lio Uo propria, que o navio quando encalha-
do licava em urna superficie perfeilamente pluua.
Foram empregados nesse activo servido 40 e lanos
carpinteiro., muilosserventes prelos e os seolencia-
dos a trabalhos pblicos. Na vigilancia e directo
daubra, leve tuda a parto o respectivo coramandan-
te, o Sr. Secuiidinovque comosabc,he um dos mais
activos e intelligenles officiae* da-nnssa armada. A-
quelle vapor, o mais importante entre os poocos
que temos, nao poda estar confiado raaos mais ha-
bis.
Toda a mTo d'obra d'aquelle concert, importou
cm menos que a ridicula qnanlia de snfljjOOO e o
material empregado. andou por 3:0009000...
Se esle coucerlo fosso feilo em oalra qoatqucr
parle, que nao squi, importada, lalve, smen-
le a m3o d'obra, em 20 i 25 conloa de t,ei! Ter-se-
hia o trabadlo de dcsmonlrar a machina, a operado
de virar de ciea, que iiifallivelmenle haz quas
sempre grandes males sadde do uavio. He na ver-
dade para lamentar o pouco caso, que presta o go-
verno a obra do oosso dique, faxendo com que, para
ella, se votem quautias Uo nsiguificaules, quaudo
l, em que ellas sobera al 50 pt.e Cheplow, cidade
00 condado de Monrnouih, em que chegam al 70 I..
Temos nozes, mas nao lemas denles 11!
Depois de concluido o concorlo o Amazonas, des-
eobrio-se, que em certa loja na Prai Grande se
achavam algumas chapas de cobre, que foram com-
pradas a nao sei quem, qne a. haviam roubido do
arsenal, lodas ella foram paprehendidas, e me pa-
rece que seguem para corle, como sobeio das que fo-
ram pregadas no costado d'aquelle navio.
Corra por aqoi, senilmente, qae vem tomar conta
da adminislraco desta provincia o actual Sr. mi-
nistro do imperio, conselheiro Podrera. Dos o
traga, pos que a demora do Sr. Croz Machado faz-
nos crer, que elle de certo nao largar o seu ameno
Goyaz, pelo nosso Maranhao, actualmente) Uo ex-
posto ao cholera.
Foi muita applaudida entre nos a escolha do Sr.
Di. Jos Pedro Dias Vieira, para presidente do Ama-
zonas. S. Exc. quo he nm dos nossos mais talmo-
sos patricios, potsue alm de urna variada inslrnc-
cao qualidades eminentes, que necessariamente
han de fazer delle>um excedente administrador.
Desde o dia 20 do prximo passa Jo que o Globo
fiindio.se em Diario do Maranhao. Por ora va
indosoDrivelmente: e Dos Ihe venha a dar urna
vida robusta e tao longa como a que lem lido o seu
importante jornal.
Os monopolistas da carne verde acabara de el-
vanlar-lhe o preco de 100 res a libra para i 20 reis:
Isso lem justamente indignado o povo, qae alm de
oulros tributos, que paga, nao conlava com mais es-
te, laucado no bolso dos laes estola lores. Julgo
que o governo vai sobre isso tomar algomas provi-
dencias. De sua parle, os liscaes Irabalhem vigi-
lantes; pois ainda antes d'hontem, urna boa porcao
de carne, queso achava no talho do Sr. Vasconcel-
os, foi laucada ao mar, por achar-se em comero de
corrupro. Isso be na verdade para desesperar, es-
lar a carn mais cara e podre!..
Malou-se durante o mez prximo findo, no mata-
douro publico, 914 rezes.
Falleceram, duranle o diado mes 90 pessoas, seu-
do 50 do sexo feminino e 10 do masculino. Nesla
lolalidlde, conla-se 46 escravos, 22 enancas meno-
res do o annus. De bexigas morcram enfre lodos,
14 pessoas d'ambos os sexos.
Segundo o Diario do Maranhao. Nenhum in-
dicio lem apparecido, por ora, da epidemia reinanle
em oulras provincias do imperio. Ccssarara com-
pletamente as febres lyphoides, e tem predominado,
ltimamente, dfluxos com anginas, dysenlerias
com cmaras de sangue e fortes puxos, porm beni-
gnas.
Tempo eccn e muilo ventoso.
Basta por boje; e veja o pode bem decifrar estas
lelnuhas de verdadeira encommenda.
sos, (mire os quaes algont criminosos j condemna-i
dos morle, o a gales perpetoas.
A carta do nosso correspondente do Maranhao,
qae ueste mesmo numero traoscrevemos, dispnsa-
nos do dizermos alguma coma acerca dessa pro-
vincia.
O mesmo acontece com a de Alagoas. Quanlo po
rm, ao Amazonas, Para, Pianhy o Rio Grande, nao
recebemos gazetas nem correspondencia algum.
Entre os muilos servcos que tem prestado ao
paiz o Exm. actual ministro da jusli;a o Sr. Nabnco,
accresce mais uomear para juiz municipal da pri-
raeir.i vara desta capital o Illm. Sr. Dr. Silvino Ca-
valcanli de Albuquerque. moco de um carcter pro-
bo e independenle; continu pois o Sr. ministro a
fazer deslas escolhas, qoe sempre recebera ie lodos
os Brasileiros aquellas ovacoes que de direilo se Ihe
devem prostar.
O CONTRABANDO DE ESCBAVOS EM SEKI-
NHAEM.
O jornal opposicionisla aecusa sempre de um rao-
do fulmioante a gerencia do actual presidente. Que-
rem saber ? Fez-se um ou outro nmbo. Culpado o
governo que nao arrancou do espirito de alguns in-
iiVI T,- cr'minoso inlenlo de se apropriar do
alheio |jni assassino faz urna morte nesla cidade
era circumstancias as mais inesperadas. Infame a-
rocidade do Sr. Jos Bento Porque nao vio de an-
lemao 00 rosto do malvado o seu damnado projecto.
para o prender priori, e salvar assim'o infeliz que
foi victima delle '. o governo he responsavel das
milsimas cousas roteas, que leem lugar por esla
vasta e populosa provincia. Doe-me um callo, aecu-
so o goveroo : sinlo clor, aecuso o governo: adueo,
acenso a presidencia
Fiel a esla forma de raciocinar, o Liberal Pemam-
bucano, apenas leve conliecimeiilo do contrabando
de escravos, qne foram apprehendidos em Seri-
nhaem, aecusou logo o presdeme como causa desse
nerando allenlado. Se os conlraban'dislas, acossa-
dos pelos cruzeiros inglez e brasileiro, e mais que lu-
po-
----- as provin-
cias do sul, onde depois de 1850 primeiro apparece-
ram, se lerobraram afina! de tentar fortuna em Per-
nambuco, quem senao o Sr. Jos Bento Ihes poda
do pela vigilancia do governo e das autoridaa
liciaes do imperio, perseguidos em ludas as p
cas do sul, onde depois de 1850 primeiro app
rara, se lerobraram alinal de tentar fortuna eu
nambaco, qaera senao o Sr. Jos Bento Ihes ,.
suggerir Uo feio crme, inspirando -Ibes conliaiu-.i'.'
Vivamente penetrados da lgica de semelhante'ar-
gumentacao, nao cogitavaraospor mancira alguma
em refula-la, e smenle esperavamos da laldade
que se deve guardar u'uma discussao, o reconbeci-
menlo idntico, por parte do Liberal Pernainbucano,
de que, se o cholera-raorbus, tcndo assolado nutras
provincias, ainda nos nao houroa cora a sua visita,
o culpado he sem duvida o Sr. Jos Benlo, pois, ins-
pirando lanta conlianea aos traficantes de escravos,
qae s3o apprehendidos, inspira Uo pouca ao respei-
lavel viajante asitico !
Mas, iiifelizmcnle para o Liberal, desla vez o cr-
me havia sido previsto, e o presidente que inspirava
lanta conlianea aos contrabandistas de carne huma-
na, tinha expedido as ordens mais terminantes ao
commandante da eslacao naval, 10 chefe de polica,
e esle aos seus agentes, afim de o contrabando se-
erabargado e os seus autores punidos.A' vista dur
to, na primeira impressao da milicia dos aconteci-
menlos de Serinhaein (1 Sr. chefe de polica quo di-
visa nelles a realsacao do que a presidencia Unto
recommendra, felicila-a pur haverom sido executa-
das as soas ordens e os seas ardentes desejos.
Outro qualquer ficari inteiramenle desapontado
com scmelhanle revelacao. menos um jornal opposi-
cionisla. Elle v-so obrigado a confessar que a pre-
sidencia expedir as ordens convenientes, apenas
suspeitra do projecto do contrabando. Mas deu-se
o caso de, no momento da apprehcnsao, acbarem-se
em inlerinidade alauus cargos da comarca do Rio
Formoso; I.ogo, segundo o Liberal, se o juiz de di-
reilo, sendo despachado pelo eoverno imperial, leve
de seguir para a provincia do Par e foi substituido
pelo juiz municipal de Barreiros, o culpado be Vf
Sr. Jos Benlo que quiz deste modo proteger a irf.
Irouucco de Africanos Se o juiz municipal do It/0
Formse obteve urna liecnca de alguns dias, sla
vista que ella Ihe foi concedida com o fim de facili-
tar esse crime, que tendo sido suspeitado.ha mait de
Ires mezes j pareca ter-se desvanecido !Se o fluin-
rado agricollor primeiro supplenle da delegarifS de
Serinham passou o exercicio ao seu iiumeJia>a0 por
ler de trat?r alguns negocios 110 Recife, he evidente
que foi por ordem da presidencia, para favjoreeer
esse [remend delicio Se o Sr. coronel afenezes
cumprio nobremenlo o sen dever, unido desiia vez
com interesses muilo legaes, smenle ellejdeve ser
elogiado, o por mancira nenhuma a prr!ijenca ai
provincia que, nao obstante as suas cht^icas e gra-
ves enfermidades, o tem conservado^em um cargo
que uo exerce ha uns poucos de ar,n03, reservau-
10-0 sem duvida para essas ciriSjancUs criticas 1
^S^iTesTacamenlo, recebendo o
Importaca o.
Rarca americana Mtrian, vinda de Pliiladelphia,
contignada a Milheus Auslki & Companhia, roa-
oiretlon oiegulnte :
hia?h?ib,rrr*!? faril,h' de ln0' W'barriqninba
^.Ii,a,,.5d'l?*farinI' domilho, 10 diUtgr.xa.
SI.' e"" chl'- 9 oadoira, 2 mastro, 78
n : ao* c,gualaria.
Soto? B"' Um*> "lto*Hi o
2 caixas charope, 80 pipas vasia; ordeB)
Palacho amencauo Martah Kulutnii T 1 j
Philadelphia.cootign.do a J.hnsKuV I,Drdo*-
nilesloo o seguale : 4b.,Ba-
1,500 barricafarinha de Irigo, 41 caixas cha nn
barriquinhas bolachiulia, 40 taceos pimento lo'eai
xas caoeUa, 1 carro o pertencet; aos cousignata-
CONSULADO GERAL.
Reudimenlo do dia 1 a 19 19(Vi:sqi
dem do dia 20 8jj
2O--5019595
DIVERSAS PKOVINCIAS.
Reudimenlo do dia 1 a 19 .
dem do di 20.......
78IS978
35430
785JH0S
Exportaoao'.
Aracaly, hiale brasileiro Capibnribe, de 39 lo-
Idera, biale brasileiro Corroio do Norlen, de 37
toneladas, conduzio o seguinle : 273 volamos g-
neros eslrangeiros, 800 sebulas, 24 barricas com 119
arrobas e 30 libras de assucar, 79caixoes doce, 100
caixas charutos, 4 saccas caf, 2 qoarlola e 6 barris
niel, 14 ditos vinagre.
ttECKBEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBCO.
29:3898237
3:057*943
Kendmenlo do da 1 a 19.
dem do dia 20 ,
32-.M7J180
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudtinento do dia 1 a 19.....
dem do dia 20.......
24:5!5f663
KECIFE20 DE OUTUBRO DE 1853.
AS 6 HORAS DA TARDE.
KETROSPECTO SEMANAL
A noticia mais importante que tivemos esta sema-
na foi a que nos trausmitlio o nos.su correspondente
de Seriohaem, em sua carta publicada em o n. 240
do nosso Diario, noticia relativa apprelieu-.io de
162 Africaoos.eflecluada pelo Sr. coronel Dramraond,
delegado da comarca do Rio Formoso no dia 13 do
corrente.
O rigor desenvolvido pela lei de 4 do setembro de
1830, o patriotismo e constante vigilancia do gover-
no em obslsr a contiuuarao do infame trafico da cs-
cravalura, enchendo a todos de conlianea, fa/ia ge-
ralmeute presumir que por urna vez sa achava ex-
tincta a paixao ignobil, d'onde lirava orjgem aquel-
le trafico, e que ninguem mais misara contrariar a
opiado publica do paiz, procurando iulerromper os
felizes resultados al o prsenle obtidos pelos eslor-
cos do governo. Mas assm nao succedeu ; c nlguem
houve baslanlemente onsado e infame, que lentasse
cevar anda a sua torpe cobira no Iralico'de carne
humana, cumpromellendo a honra do Brasil e parti-
cularmente os brios da nossa provincia. Quid non
morlalia peclora cogis, auri sacra fametl!
Felizmente para nos urna autondadu brasileira
salvou a nossa honra compromellida, frustrando os
planos do miseravel introductor, o o biale qne con-
duzia os Africanos para desembarci-los na ilha de
Sanio Aleiio.visiulia da sobre lila villa de Serinhaein
foi com elles apprehendidu pela maueira referida na
caria de nosso correspondente, que cima menciona-
mos. Agora resta smente que o governo tomando
este acoutecimenlo ni devida consideradlo (e esta-
mos firmemente convencidos de que o lomar) pro-
raova por todos os meios ao seu alcance a descuberta
e a punirn do seu autor ou autores e dos seos cm-
plices. He esla a occasiao de dar om grande exem-
plo e uina proveilosa I5J0. vislo qae s a esperan;,]
da impunidade, baseada no dinbeiro e as prole':
toes que elle alculca, poderia fazer brotar uina pai-
xao por tanto lempo sopiluda.
No dia 15 do correle encerraram-se as aulas da
Faculdade de Direilo desU cidade, e 03 respectivos
estudantes, na forma do costume. nao deixaram de j,zri,
festejar o ponto de 1855 com as competentes gvran- ,, lo correspondente do Liberal)
dolase bauda de msica militar. Os esludanle do IL-f J P"Cas que Irouxe fez ludo
1 dosejar-se, porque apresou o
~.ti cenlo e sessema e dous Africa-
.vou com a maior vigilancia possi-
xlo coronel Mcnezes tudo islo foi
camelia -.or caujuilo aviso dadd
Menezes. e ni^S^y^^Lm^^^m -adacoEr
mu positivas que oWefe de j^lic^BsWavia en-
viado, por ordem daTpresideilca ^0 here de
polica logo com o re&.ebimenlo n, nolicia fellcila 0
presideole pela eiecula0 dessas ordens, esta claro
que foi.por irona, poitelle bem sabia que o presi-
dente protega o crime S, ouenUo, se o Sr. chefe de
polica nao lanca irouias.1 prCsidenle. diz o .f6e-
rafbe provado que n^io lera a aplidao necessara
para o desempenbo do se a a|(0 car, |
Como se o Sr. Jo B/i0 ou 0 sr. ciiefe de poli-
ca nao houvessem feilo,' 11&lle negocin ladn quB Geltes
dependa, como se os sti lppientes nao fossem os subs-
ulos legaes de lodos o ,s c(Ieclivos, inclusive do Sr.
Baci
Cjiliut
Se o commandante
aviso do delegado
reio com a vclocidade do rao
esjo das artes, segundo nos dizera, acompanha-''|^!',"10 er" ?ossi
n lu fr I ii" \m iln runi.__
ncia, ce mas uio Ibes sa,
s aulas do collegie.
sao do Exm. directi
xado pelos antigos esti
-. quaud.
para oulrat cousas de menos ulilidade, se escoamos
conloa de reis !!.' Qnando lera a nossa raarinha um
dique, nesle porto do Maranhao, que.hu o nico qi-
paz para lal fim, o nico em que as grandes mares
snbem as aguas, segundo cre, n 30 ps de altura !
Propriedade esla, que como nos, goza, creio, que
entre poucos lugares a embocadura do Indo; Sau Ma-
( ) NSo ha duvida que lemos ouvido queixas moi
amargas, relativas a folla de quarenlena as Alagoas,
e muilo estimamos ter occasiao de certificar o con-
trario pela certeza que nos da o Sr. correspondente,
Nao duvidamos lamhem no qoe diz a respeilo do
7acanitas, porm outro lano nao podemos, nem
pode o nosso Ilustre collega assegurar a reipeto doi
anteetdente.Ot RR.
esperando que la",^
tambem os seus tran
hio a cousa como pe
liveram de cooln
da Faculdade, at
lutos.
Foi afinal capturado no lugar do Arapun, do ter-
mo do Biejo da Madre do Dos, Bebirmno Alves de
Carvalho, pronunciado pelo Sr. chefe de polica pe-
lo roubo com incendio, pralicado em Janeiro do cor-
rele auno, na casa da ra do Livramcnto desla ci-
dade, perlencente a D. Joaquina Mara Pereira Vian-
na. Damos os parabens ao Sr. chefe de polica por
essa impelanle diligencia, que he mais urna prova
da aclividade qne reina em soa reparticao.
No da 8 do corrente, pelas 9 horas"da noile, foi
assassinado no termo de Caruar com um tiro, Jo3J
Francisco Baplisla por Jos Rodrigues Miigalhae;
que foi preso em flagrante. Dizia-se qaedera motivo
a este allenlado ollnsas feilas a honra da familia do
delnqueme.
No dia 18 chegou do Rio de Janeiro o vapor D.
Pedro II, Irazendo urna quanldade soflrivel do des-
pachos publicados pelo ministerio do mujero e us-
lica, dos quaes ja esUo inleirados os leitores; e
quanto is noticias do cholera, ainda foram ellas bem
desfavoraveis, pos que o mal srassavu com Ininsi-
dado, qar na corte o seus suburbios, qur na pro-
viocia do Rio de Janeiro.
O vapor Uuanabara que acaba de entrar igual-
mente dos portos do sol, Irouxe-nos idnticas noti-
cias, como verao os leitores los exlralcos qae em la-
garcompclenle \3o publicados. Felizmente porm
na Babia acha-se a pesie quasi extincta na capital,
bem como em oulros lugares mais, continuando to-
dava a invadir diversos pontos do interior da pro-
vincia.
Acaba tambera de chegar dos portos do norte o va-
por Amazonas, ir.izendo-nos as poacas noticias que
em oulra parle vao transcriptas.
Estamos na safra do assucar, e por conseguinle
baldos inleiramente de Irocos roiudos, pois que as
notas c as raoedas de praia de menor valor sAo leva-
das pelos malulos para fra do mercado, o cada din
leremos d ver augmentar as (Jilllculdades que por
essa causa so encontrara as pequeas IransaccSes
da vida. Muilo lia que este mal he sentido entro ns,
ordinariamente de nulubro a mareo, e longe de ser
elle remediado, vai cada vez mais augmentando, por-
que sendo as olas de I, 2 o .5 as que mais se dila-
cerara por sua mais rpida circularilo, nao se lem
todava realisado a -ub-liluirao dellas de um modo
equivalente s necessidades dn consumo. Rogamos
paranlo ao Sr. inspeclor da Ihesooraria baja de ro-
quisilar instantemente do llicsouro publico a remes-
sa de notas pequeas, em quanlidadjsnflicienle, a-
fim de remediar-se um mal Uo sensivel a lodos.
Rendeu a alfandega 111:1135947.
Falleceram 30 pessoas: 4 homens, 9 mullieres e
13 prvulos, livres; 2 humens, 1 mullier o I prvu-
lo, escravos.
(nos
vel
apprelu
BEPARTI^AO DA POLICA.
Parle do dia 20 de onlubro.
Illm. Exm. Sr.Levo ao conbecimentn de V.
Exc. que das dilTcrenles participacocs hoje recebi-
das nesla repartir.) consta qrfe so deram as segua-
les oceurrencias:
Pela subdelegada da freguezia do Recife, foram
presos, Ignacio Ventora Braga, por injurias, e Ma-
na da Penha da Cosa Corlez, por indiciada em cri-
me de morle.
E pela subdelegada da freguezia de Sanio Amo-
nio, Marcellino Jos de Sanl'Anna, par suspeto cm
crime de furlo.
Pelo deleitado do primeiro distrcto desle termo,
me foi participado por ofiicio desla dala, que as 10
horas da imita do dia 18 do correle apparecera na
praia de S. Jos d'aquella freguezia o cadver de
um recemnascido de cr parda, e que procedendo-se
.1 vcslonajulgaramos facultativos ler sido a mor-
le natural.
Deosguarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 20 de oulubro de 1855.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cuuha e Figueredo.
presdeme da provincia.O chefe de polica, Luiz
Carlos de Patea Teixeira.
' "' """"""^ "lilil 'ni lll s_ll|||||illllll l[J
-.15 a mesma, nao obslaule os seus div
fosse
------------ .. /ersos agen-
ios, e como se as ordens que sao riadas ao < emprega-
dos nao devessem por elles ser transmilli das aos seus
substituios !
Ouanlo ao Sr. chefe de polica, elle leni a infeli-
cidade de achar-se cullocado nesle negocii ) enlre o
prurido de aecusacao do Liberal, e a presl Jencia de
quem be bel subordinado. A nao ser ap>im, julga-
raos que o orgao opposicionisla seria iconsequeule
com a imparcialidade honrosa com quj#Vmpre lem
IraUdo este digno magistrado. E u*!lver5,de o Sr.
Dr. Pava Teixeira lem sido credjWr dessas kUenrSrsi*
delicadas. Pura e smplesmeJTle chefe de plicia,
dedicado como lal i presiden-Jcia, zeloso o ulelligenle
no cun pri ment dos seus ti" veres, estranho aos cor-
duras e conventculos, aD fieio, mas nao infenso, aos
partidos, allavel e corlez | iara com todos, o Sr. Luiz
Carlos de Paiva Teixeira i parece o ideal de chefo de
polica que ha muilo esla'. rovinca desejava, e nella
lam lido a felicidadinaudTi i de at boje nao contar
um s inmigo. He por issoN_tambem que desecara-
mos que elle nanea se retirasteinB)|jiiis, o seu mere-
cimento superior o nao chamasse JimiWetcrivelmeule
a mais alias posi(oes.
Nesle uegocio, pois, dos Africano apprehtV adidos,
cujas circunstancias anda nao sao inleiramente. co-
nhecidas, est claro que os Srs. presidente e
de polica desempenbaraiu e bao do desempenhar os
seus deveres com lodo zelo c excesslva prudencia
Me laes casos requeren!. O que porm nao be mui-
lo claro he como talentos da dislincc,ao do redactor
do Liberal Pernambucuno e lautos oulros jornal-
las se deixam arraslar de lal sorle pelo espirito de
opposicao systemalica, e recorren) a espedientes Uo
melbcazes.
PRACA DO RECIFE 20 DE Ql TUBIM DE 1855,
AS 3 HORAS DjVTARDETS
Recista semanal.
Cambios---------<)j saques euVcluado eitaStOiana
variaran), porqosnto sacon-ie-ai 27
"I*, 27 7|8 e 28 d. por IJ sobre
Londres, e de 316 a 348 rs por fr.
obre Paris.
Algodao---------Enlrarm 610 saces.- lene
vendido a 54200 por amiba do re-
gular, jjtfOO do eulrelino, e 5J>600
do fino. Dizem qne hoave vendas
do ltimo a preco mal* tbido,
, florera que ficou oculta.
Assucar------. Vendeu-sa o mascavado a 2 100
por arrob, o os bronco conlinna-
rara a obler os precos exorbitan-
tes de 25)800 a 43, que nao permit- .
lem ser exportados, sonde este
.. procos obtidos pelos conductores.
umros- -,-------t;ontinuaram a 191 rs. por libra
dos seceos salgados.
Azcile-iloco------Vendeu-se de 2CIO0 a g
l>ur saiao do de Portugal.
-.- O ulliruo carregaineulo I n veodi-
do para a Bahia a 14S900por bar-
rica. Hetalhon-se de 14J800 a 169,
e ha em ser8,000 barricas. O mer-
cado foi mais desanimado por le-
rem cbegailo doos carregomenlos
do carne secca.
Bolchulia- Vendeu-se de 6 a 64500 por bar-
rica.
Carne secca- O mercado foi suprido com
car regara en tos, com o quaes o de-
posito monu a 32.000 arrobas do
Kio Grande, da qual veodeu-e de
4800 a 59700 por arroba. Nao ha
nenhuma de Buenos A
Canda- -,- Vendea-se a 850irs. por libra da
da India.
Gravo---------- dem a 320 rs. por libra.
1 arinha de trigo- livemos tres carregamenlns esta
semana, dos quaes nm seguio pa-'
ra os portdS do snl. o dous de Phi-
ladelphia com 3,800 barricas, qae
licararo aqu. Vendeu-se a 2* da
de Baltimore e Valparaizo, k 289
das de oulras provincias, a 30 da
de Philadelpha, New-*k, Ri-
chmond a Hespaoha, oHila de
Fontana SSSF. Ficaram em ser
Ii,7."i0 barricas inclusivo os dous
ea 1 regaraenlosmencionados o 2000
saceos de seis arroba do Valparai-
zo. Os compradores esto desani-
mados.
- Vendeu-se de 310 a 320 rs. por
a pequea, o do 370 a 380 por
regular.
Manleiga--------A trtanceza negocou-se a 570 r. e
a ingiera a 580 rs. por libra.
Pimenla Vendeu-sc a 280 rs. por libra da
da India.
Velas dem'a 620 rs. das de composicJo.
Viubos----------O da Figueira vendeu-s* a
por pipa, e o de Lisboa matea
Sangivial a 2509.
Descont Sem sllerncSo.
Fretes ------ dem.
Tocaram nesle porto: .5 vapores, 1 brigae degue
ra trance*, 2 navios eslrangeiros quo seguirn) ci
carca para oulros portos.
Entra rara 5 das provincias, 1 de portos eslrangei-
ros e 4 eslrngeiras vinda.s das ditas em lastro.
Sahirara 4 para portos eslrangeiros, 9 paisa* pro*
vincias, 5 para lomar cairga nos outros portos ro
Brasil, e 1 de guerra em commisso.
1 icarara no porto 42 eflibarcicoes a saber 5 ame-
ricanas. 2i brasileiras, 1 diiiamarqaeta, 1'franceza
2 Iiamburguezasj^-Wspanholas, 4 ingieras, 3 prlu-
gueztisj
Y.
PUBLIG.4fi.lO A PEDIDO.
DIARIO DE PEKfAIBUGO.
bnlraram anle-honlein em noiso porto os vapotes
Cuanabra e Amazonas, aquelle procedente do sul,
e este do norte do imperio. O primeiro trou\e-uos
gazelas do Rio de Janeiro que alcancam a 12 do cor-
renle, da Babia e Macotes 17 ; o segundo Irouxe-nos
datas do Marauho al 10, o do Ceara at 13;
A epidemia conlinuava ua mesm escala, tanto no
municipio neutro, como ua provincia do Kio de Ja-
ueiro. como -verao os leitores dos boletins do Jor-
nal do Commereio qua era ontro lugar vJo trant -
criplos. Era Pelropolea Umbem j se havia mani-
festado o mal.
O Exm. Sr. presdeme do conselho de ministros,
marque do Paran, tinha sido atacado da molestia
reinante, mas felizmente acbava-se fra de no-
rbzo.
Quanto^ Baha, s noticias sao ainda as mesmas
que ntfi Irouxe o vapor D. Pedro ir, conforme se
collige dos estrados do respeclivo Jornal, que em
lugar competente vio transcriptos.
No dia 13 do eorrenle tomou poste da presidencia
da provincia do Cear o Exm. Sr. Dr. Francisco Xa-
vier Paes Brrelo.
Eslatotot para linha de mnibus dos .arrabaldes da
cidade do Recife, mandados fazer pelo proprie'ta-
tio dos mesmos para lerem vigor depois de appro-
vados pelo Illm. Sr. Dr. chee de polica.-.
Artigo. 1." As assignaluras por mez, sero esli-
pu adas conforme coimeras pactes cuiilralanles, e
pagas adiantadas lodos os mzees. atsiin como as via-
geus avulsas scrao pagas a entrada dos mnibus.
l. O assigoaute logo que pague a inensalidade,
nac lera diieilonrotira-la, anda que dcixe de an-
dat no omutbus, scudo todava permellido passa-la
a cutrem ate completar a data do pasamento.
.1. Os menores de 10 anuos para" baixo pagarao
metadedo valor da assiguatura que pagarem os
adultos, e meUdc as vlagens avulsas.
i. Os assignaules de qualquer mnibus nao po-
deao ler mgresso senao no mnibus que conlrala-
ren) segundo as horas marcadas, e se lzerem via-
gera era algum dos oulros mnibus, ser.lo obrigados
a pagar a razAo de viagera avalas, j
.i." So aorao adraetlidas nos oranious cuino assig-
pa'ilos as pessoas quo apreseiitarcm o recibo aos
boheiros, do contrario serao ubrigadas a pagar por
viagem a razao de 1;000 para Apipucos c 500 rs.
para a Passagem.
6. Nao be alleudivel reclamadlo de pessoa algu-
ma que nao eslivers horas marcadas para as parti-
das.
7. He expressameule prohibido fumar-se dentro
dos mnibus, beroScorao razea-se alarido que en-
cominode aos mais passageiros c proferir-se palavras
obscenas.
H. Qualquer petaos, qne infringir algum dos arti-
gas precedentes seos -expulsa dos mnibus som ter
direilo reclaraacao alguma.
l'eroambuco 18 de setembro de 1855. Claudio
Dubeux.
Visto. Secretaria da polica do Pernambuco aos
lt> de setembro de 1855.--P. Teixeira.

4
s
BLENOS-AVRES 1 DE OUTUBRO.
A falla de assucar do Brasil continua; nao
cxjslencias. Pagou-se urna porcao da Babia bramo
a 50 9 e mascavado a 40 9, presos queaioda uao se
tinham pago por essas qualidades.
Augmenta lamben) a procura para a agurdenle
do Brasil, e pela falla que ha he provavel que as
priraeiras entradas obtero precos mais favoraveis,
pois que pela do Havana se pagoa 5J9 por pipa mais
do que as Vendas anteriores.
A carga de mate pelo Plata realisou 9. 9 arroba.
Eslamus sorlidos de fatioha, arroz, fama e caf.
Os precos dos genero de exportadlo esto firmes.
Nao existencias de couros, e quanto as carnes
na- m -os compradores pagar mais do que os
OB*' ecos.
A?J^ no dia 2 cota varo-se a. 350. Cambio
sobre LoTOresT' *"',' "'
MONTEVIDEO .' B OUTUBRO.
Como era de esperar, os A.! "'erimealo* polilicos
paralvsaram as operacOes da nossapra^tstfttBij^i^'" *
nosso mercado olferece venda fcil e vaulai
os producios do Brasil.
I
*
As principaes vendas dos goneros do Brasil foram
Agurdente. 162 pipas e 247 barris da Bahia -
-. $ wa0' ,"|)is e8'""'' do Rio do Janeiro a
7b 9 a bordo.
i A.rr";^T380?cco' de Sania Catbarioa a13 3|4a
bordo, J02 deParanagua ao mesmo proco, 300,
Rio a lo rls. o superior e a 13 3|1 o reslo. Muilo
procurado.
Assucar 268 barricas branco ordinario do Rio
?.,..' rls- a bof,|o. 1~4 de mascavado dito a 14 rls. e
80 braueo a 16 1[. Ha grande falla.
Oif. Continua paralys.do, e temos existencias,
stillicienles para as nossas necessidades. Venderam-
se no mez 60 saccas do Rio bom a 11 Ja bordo e 5l
a 109.
Farinha.115 saceos do Ro de Janeiro alcam-a-
ram 1|4rls como lambem 10,198, alqueircs'de
Santa Calhariua.
Fumo-711 rolos entrados do Rio, no docdrso do
mei reabsarain maior parle do bom 4 S 6 arroba
em deposito, o regular 1 9 |, c a superior at 5
As existencias sao mullo limiladas.
m'n^flfn'-V' "<"'?* nlrd'dom-r"1**
m .U rls. a bordo. Colamos 1,400. preco que I
COMMERGIO.
PRACA DO RECIFE 20 DE OUTUBRO AS3
HORAS DA TABDE.
Cotacics olllciacs.
Assucar mascavado escolirido29I0O por arroba.
aLFANDEOA.
Rendimenlo do dia 1 a 19.....34l:50182->
dem do dia 20.......18:6309787
360:1329609
rain
las-
de obter o priiiieiroque"cligar.''A7arim.Vd esla se vendendo pouco a pouco, a nferi.r al I ? e
a i>oaal3 9 4, e139160.
i:.rportaco.
Carne. Nao sabemos do'venda quiootsa sefvir
de colarao.
Sebo e grasa. Venderam-se 280 barricas de Se-
bo era rama pisado a 21 e 21 1|2 rls., e urna pequea
porcao da derretido a 28 rls.; 93 pipas de graxa de
vapor realisaram 23 rls. :p; o 130 pipas de araxa do
egua a 12 i|3 e 12 314 rls. Ha offerla de 13 rls. por
una pequea porcao em ser.
Cambios.Londres : 401|2. Rio de Janeiro: M
I 0|o do premio.
RIO DE JANEIRO II 00OUTUBRO.
Cambios.
Londres 27 3|8, 27 1|2 a 90 dias. *
Paris 355 a 358 60 dias.
Lisboa 99 a 98 Osn a 30 e 60 dias.
Ilainburgo 652 a 655 a 90dias.
FRETES.
Aulucrpia 65|.
Canal.....50( a 55]
Liverpuol 4.5| nominal.
Londres 45j.
Marselha 55|.
Medilorraueo 55(
Trieste 55 a 60|.
a70|.
EsUdos-Unidos nominal,
llamburgo 55| a 57f6.
Havre. 80 fr. e 10 r
MlAbS. Uncas da palna. 28a(joo
" r. !'P'",I 299000 299500.
Pecas do 694OO vell.as. 11^000 ^^
Dsscarregam hoje 22 de nulubro.
Barca americanaMtriannafarinha eboluchinha.
Patacho americano Mariha KcuUatcha,
chinba e cauella.
o dia 12 fagtram all da cideii da capijjy^jwo- Brigue.hamhprgufO^-xii/ujiomercadoriaj.
una.
Mocdas de 4J.
Soberanos.....
Pesos hespanhes.
da patria .
Petacoes.....
Apoliccs de 6 ;........
provnciao. ....... 101 a 102
(Jornal io Commereio d **"
99OOII
89700 a
19940 a
.1-020 a
N-mnal.
lua 105
89900
29000
1-960



MOVIMENTO DO PORTO.
DUmo DE PEBM1BUC0 SEGUNDA FEIRA 22 DE OUTUBRO DE 1855
u
Namot entrados no dia 20.
Rio di-anda do :sul 2(i dias, brigue brasileiro Ca-
rnaeuan. de 183 toneladas, capillo Joaquina Mon-
leii-o de JleimlU, equipagera 12, carga 8,800 ar-
robasde carne secca ; a Amnriin IrreSos.
Rio da Janeiro p porlos intermedios8das, vapor
braleiro aanabarsli, commsndaut'i u I.- l-
enle Joaquini Salom Ramos. Paisaeiros para
esta provincia, a eecriviio da armada Joflo Alves
Uol.ifogo, Diojo Baplisla Fernanda*, o cadete Ma-
noe. Peraandn do Santo Franco, 4 ki-pracas do
exei cito, 1 de marinda, 3 desertores e l escravo a
eutregar i cj-a de Piovaes & Companhia. Segu
pan o uorlt, Ur. Aulooio 1. Salles e]l escravo,
capitao Virmino Jote de Oliveira, su* scnhora e
i lilhos, capilla Joaquim Cavalcauli Bollioino, sui
sen lora e 7 fillios, cadole Aoreliauo Xavier Has-
los, Jalo Miranda Vianu.i, 19 pracas d> exercilo,
8 et-pracas do eiercito e 1 de raaiiulia. Ficou de
qtu remana.
Marauhlo pelo Cenr9 diat e 4 horas, fragata a
vapor brasilea Amazonas, coromaulante Jos
Segundino Iomeusoro. Passageiros a familia
do mesmo e a do 2.- tenenle Aurelio Garindo
Fernandes, Manoal de Moura Rolim, Jos Ma-
Doel (jarcia, Ir. Francisco de Santa Rosa de Vi-
tarlo, Candido Jos Pereira, Jo l.eurino de
la* (ion, Antonio Pinto da Veiga, Josc Ali es de Oli-
S- -J Manuel dos Sanios Villam, Joaquim dos
lo), Haymundo dos Prazcres Rocha,
ISamlco Segando, Sebastian Jas Caval-
Vdolpho Cevaleanli de Oliveira Maciel,
Machado Sorra, Joaquim (iilreno de
Mosquita, Joifqaim Antonio do Valle tiuimarSes,
Julio Lalenf, tieorgeSborey, Charles A vis, VV1-
liaai reiphton, Frederict. ileler, cm servido o
!. sngenheirr director da ofHciiia de machiinslas
da corte Rob-rt Groondy, o I.- constructor do
mes-no arsenal Mapolean Joao R.plisti Levcl e
1 "arailia, o operario Antonio Fernandes aeiredo, re.-rulas para a marinha, 5 para o ex-
y- ercilo, 14 presas sentenciados, 5 mulheies e lilhos
o* mesraos, e varios criado; e escr^vos dos pas-
. sagniros.
Vat*w taliidos no mesmo da.
lliale brasileiro oConceico de Minia,
medre Seven no da Costa e Silva, carga fazcndas
genero!. Passageiros, Jos da Costa e Sil-
icisco Jos, TJiomaz, Claudino Jos l'c-
, reiri.
I hnspanhol a-Angela, capilao Jayme
, carga 50 toneladas de podra. I'assagei-
ao Anglida Jnior e o pralico da costa l'e-
9. dea Grande.
i bnitilaiiw a Venas, meslre Florencio
oNaoines, carga bacalho.
ranhaOBrig a escuna brasileiro al.aura, ra-
Manoel c a Silva Santos, carga assucarc mais
ros. Pusiugeiros, o commendador Antonio
de Meiiezet. Bartbolomeu Francisco de
i;:a, Joaqun da Silva Santos, Frede-ick Sem-
redenck Hagedorm, Joao Ferreira da Silva
i, San
^a> HavreGalera fienceza ((Imperador do Brasil, ca-
aziotie, carga a metma que Irouii). Conduz
17 passaizeires, Seguio debati de quaienlena
do limeirao..
1 d) norteVapor brasileiro lluana-
nmaudauleo 1.- lenle Salom. Passa-
la provincia, i)r. Epiphanio de Souza Pi-
tanua.
1
-1
;

EDITAES.
t
*
,m arrem
Lunfa

kaprDtoj da Ihesourmia provincial, em
daordem do Eim. Sr.presidunle de 15
na ida fazer publico que no dia :t() do
mei ma a junta da fazcuda da musina llie-
10 ha d) arrematar a qoem por menos fi-
lervardo permanente da estrada do sul, ra-
ido Cal 1, Remedios, aterro e povoar^o dos
alampo de riez mezes a conlar do dia
inbro prximo futuro, avaliada em........
.>:4OQ5O0O ri.
imalacili ser feila ua forma da I-i provin-
9 1," de maiu do auno lido, e sob as
azulas especia es abaixo copiadas.
|iessoasquc se propozerem a esta arrematacao
iparer.aia na sala das tesses da mesraa junla no
a declando pelo meio dia compeleutemeli-
te habilitadas.
conslur se mandn all'uar o nresente c
-lo Di trio.
a.I hesouraria provincial de Pernam-
utu iro de IHj. O secretario, ./. /'.
HWiiaes para arrematarlo:
K-i-ba diljs Irabalhos de conformi-
rca nento apurotddo pela directora
e .ipiecenlado a aprovado do E\m.
%i provincia na importancia de.......
5:WaO
lamento verilicar-se-ha em dez prestaroes
mensa os
rrem itante liver cumprido todo o lempo
is obnjaces, edeixara estrada em me-
iue a lomara, recebera titulo da grali-
Hn por cenlo da importancia total i\i
lagao.
ido (1 que uitn se achar previsto as pre-
LM tas,' mesmo no nrramento, se;uir-se^lia
0 a espeilo a le provincial 11. -28ti.
Dsecretario, A. F. W.lnnuwiarCio.
lm. Sr. inspector da thesouraria de fazen-
I provinca, manda fazer publico quenosdiai
nreale mez e ti de oovembro vindouro,
i|ii quem mais der, as Ierras, ma-
1 brns abaixo declarados, pertencentcs
iell.i de N. S. do Soccorro, as pessoas
rtila arrematacno deverao comoare-
r< partidlo a 1 hora da lard 1 dos refe-
lias.
1 da lliesoararia de fazenda de Pernam-
liucoc m 18 de uulnbro de 18..
le pralal avali.ido em 69OOO
neanidem. 3O9000
riaes remtanles da demulirao da
este desta, idem. 3U090U0
t-rra em redor da capelli
308O00
. 8691100
licial muior, Emilio Xaeier Scbrcira de
Acamara municipal desia cidade rianda pu-
le qoe seja estrictamente ol servada a
cional abaixo transcripta, approvada
resiliente da proviucia em dala de 15
rrente.
cmara municipal do Recife em sessao
'deouluhri.de ISTi.Bario de Capibaribe,
noel Ferreira Accioli, secrelario.
POlsTURA AODICIO.NAJ,.
oprietarios de terrenos particulares,
em que icareni represadas aguas proveniente das
mir.uu pluviaes sao obrigados a aler-
>ta los de modo que as aguas nao fi-
idas; os infractores scro mullidos em
adra disso obrigados a paga.- as despe-
lar fizercom o esgolamentc das aguas.
ca revogado o arl. titulo 3 das pos-
tura: de 30 de jinho de 1819.
Pato da cama a municipal do Racifg, ^rm sessao
rp) de 1855Bario de Cpibaribe,presi-
>do Reto.Francisco Mamede
la.Jos Mara Freir Gamciro.Sim-
; de Mello.
-O secrelario. Manoel Ferreira Ac-
ciofl. v
ro pro- isoriameate. Palacio do governo de
io 1. de oulubro de 1853.Figueiredu.
Conforme.Antonio Leite de Pinlio.
Conforme.U secretario. Manoel Ferreira Ac-
cwli,
lui nlino da Castro Lelo, jui. municipal
e de orphaos do lermo de Olinda, poi S. M. I. e
C i que Dees guarde, etc.
iber sos que o presente edilal virem, que
f acbando-se vaio o oflicio de contador ilesle juizo,
le os pret ndenles na forma do disf oslo no arl.
(fccrelo i. 817 de 30 de agosto de 1851 e 16
zembro de 1863", a apresenlarem snus requer-
enlot no prato <\e 60 d^as, a conlar da data deste,
>(art. '-2) seren a presen lados o este juizo
part faze
E para qne chegue noticia aos licitantes mandei
passar o presente que de isual iheor saraa affixados
um na praca do Coramercio. outro na sala das au-
diencias e outro para ser publicado pela imprensa.
Dado e paseado nesta cidade do Recife aos 11 de
oulubro de 1855. Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, esarivao interino osubserevi.
Anselmo Francisco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador
da imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo es-
pecial do commercio uestn cidade do Reoife e
provincia de Pernambuco, por S. M. o Imperador
que lieos guarde etc.
F5o saber em tomo os negociantes desta praca
Adamsou Howie & C. e James Ryder & C, me di-
rigirn! sua pelicao requeremlo-me houvesse decla-
rar anerta a falleucia do seu devedor Joaquim Ae-
vedo de Andradecom loja de fazeudas na ra do
Crespo por falta da pagamentos constantes de raas
letlras que apresentaiain.e subindo os autos a minha
conclusao profer nelles a miuha scnlein-a do theor
seguinte:
A vista do que os negociantes Adamson Howie &
C., James Ki u-r A C, expendem^em sua pelirao a
folhas -2, coin referencia as letlras'de folhas 3,4, 5,
o, 7 e 8, atledendo que o commercianle Joaquim
Azevcdo de Andrade cstabelecido com loja de fazeu-
das na ra do Crespo desta cidade 11..... icm cessado
os seus pagamentos declaro o meslo commercianle
Andrade em estado de quebra. e fixo o termo lesal
da exisleuria desta a contar do dia 29 i|e setembro
ultimo. Nomeio para curadores fiscaes, os sobre-
ditos negociantas Adamson Howie & C.. a prestado
por este o juramento exigido pelo arl. 809 do cdigo
commercial, mando que sem demora se proceda ao
desempenho das medidas proscriptas nos irts. 9|->
do referido cdigo, 129 e 157 S 1 do regulament
n. 738; depon do que e cumprindo o disposlo no
arl. Hj deste sarao dadas as subsequenles providen-
cias determinadas pelo cdigo e regulamenlo ci-
tados.
Recife 8 de oulubro de 1855.Anselmo Francis-
co Peretti.
E mais se nao continlia era dita minha senlenra.
depois da qul dirigj-am-me os inesinos suopii-
canles oulra sua pelicAo requereudo-me que na
quahdnde do curadores liscaes da massa fallida do
supphcado Joaquim Azevedo de Andrade houvesse
de dar publicidade por edilaes r senlenra que jol-
gou fallido o dito supplicado, salas como de proce-
der-se a reuniao dos credores para nomcacao de de-
positario na forma do arl. 812 do cdigo do com-
mercio com designarlo de dia e hora para a m tilla I
reuniiio, cuja pelitao sendo-me apresenlada profer
nella o meu despacho do llieorseguinle :
llesiguo o dia 21 do correule para a reoniao re-
quenda.a qual ter lugar na casa de minha residen-
cia paleo da Santa Cruz n. 70) as 10 horas da raa-
nhaa do mencionado dia.
Recife 16 de oulubro de 1855.A. F. Peretti.
E mais se nao continha em dito meu despacho,
em cumprimeulo do qual o escriv.lo interino desle
meu juizo fez passar o presente edital pelo theor do
qual cito, chamo e convido a todos os credores de
Joaquim Azevedo de Andrade para que cumpa re-
can no dia 24 do correule pelas 10 horas da manlnla
na casa de minha residencia para o fim de nomca-
rem depositario ios bens do supplicado Joaquim
Azevedo de Andrade jfilgado fallido por minha sen-
tenca cima transcripta.
E para que cheguo a noticia de todos mandei pas-
sar o presente que ser publicado pela imprena e
dous de igual Iheor que sertlo atusados um na sala
das audiencias e outro na praja do commercio."
Dado c passado nesta cidade do Kecife aos 19 de
oulubro de 185).Eu Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivlo interino o subsrrevi.
.mclmo Francisco Perelli.
O Ur. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Roza, juiz de direito especial
do rommercio por S. M. I. e C'. i\c.
Faro saber aos, queo presente edilal virem, que no
dia 22 de oulubro proiimo futuro se ha de arrematar
por venda a que mais der depuis da audiencia deste
juizo na casa das mesmna o cscravo de mue Antonio
de narlo de idado que representa iS aunos -pouco
mais ou menos avaliado por 3503 rs. cujo escravo
vai a prara por eiecurao de Manoel Joaquim Seve,
contra Francisco de Paula Lopes Rcs.
E para que chegue ao conliecimenlo da todos
mandei passar os edilaes, qua sern publicados pala
imprema e litados nos lugares designados no cdigo
commercial. Dado e passado nesta cidade do Reci-
fs aos 10 de oulubro de 1855.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira, csciivo
interino o fiz e-crevi.
mtelmo Francisco Perelli.
apndice importante, contendo 9 leda
ferias ealeadas dos tribunaes de ju.tica, e
o novo Regiment deCustas, para uso dos
juizes.escrivaes, empregados dejustica, e
acuelles que freqnentam os estudos d di-
reito, pelo preqo de $000 cada exem-
piar; na loja do Sr. padre Ignacio, ra
da Cadeia n. 56 ; loja de encadernacao e
ivros, ra do Collegio n. 8; pateo do Col-
legio, hvraria classica n. 2 e na praca da
Independencia n. b" e8.
DUB
8. ISABEL.
' 1 r.1111e e extraordinaria representacao de exerci-
lio- g\ ranaslicos pela familia de
SILVAIN IIKNAULT.
Concedido por S. Exc. o Sr. conselheiro presiden-
te da provincia.
Silvain Henault summamcnle penhorado pela ob-
sequiosa concessao que Ihe fez S. Etc. o Sr. conse-
lheiro presidenta da provincia, vem humildemente
agradecer 13o grande prava de bondade e prolecrao
da parte de S. Exc.
QUARTA-FEIRA 24 DE QUTUBRO.
Depnis de execulada urna bella averiara, a fami-
lia Henault principiara os seus Irabalhos da mauei-
ra seguinlc :
!. parle.
O joven Ernesto dansar um passo gracioso.
2.'' parre.
ti joven Affonso dansar um diflicil passo de sua
InvencAo.
_ 1
[1.a parle.
O Sr. Flix dansar urna grande danta cstrava-
ganle, c terminara com o grando sallo mortal.
4.' parte.
X joven peruamburaua dansar um passo gracioso.
5." parle.
Mr. Henaull dansar um passo cmico pela pri-
meira vez visto ueste Ihcalro.
6." parte.
Dansa de corda sem maromba pelo Sr. Flix, na
qual execular moitos excrcicios novos e aiuda nao
vi>los uesla cidade.
7. parte.
Polka dansada pelo Sr. Flix e a bella
bucaua.
pernera
O Dr. Anselmo Francisco Perectei commendador
* imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo espe-
cial do comuicrcio nesla cidade do Recife, e provin-
cia de Pernambuco, por S. M. o Imperador que
Heos guarde A;.
Faco saber aos que o presente edilal virem, e ilel-
le noticia liverem, que no dia 8 de novembro pr-
ximo rbtuio.sc ha de arrematar por venda em prara
publica desle juizo, a quem mais der que lera lugar
na rasa das audiencias, a lerca parle de um sobrado
de 3 andares na ra do Cordnniz 11. 2. ava
do o sobrado em 7.0009000 de reis, cuja t
importa na quantia de 2:33:i|>333 r. pen"
execuro de Mauoal Pereira MagajAacw
alo commendador Jo3o Pereira de/^ndrade, conlra^i. a
Manoel l.uiflrfeUio de Almeida esuimullirr. j 1 'bJ
E para que chegue a noticia de lodos mandei pas-, *\J M. Cl S
sar o presente que ser publicado pela imprensu,
e 2 de igual Iheur, que serlo aflixados um na praca
do commercio e oulro na salla das audiencias. Da-
do e passado nesta cidade do Recife de Pernambuco
aos 19 de ontabro de 185,5.
Eu Francisco Ignacio de Torres Bandeira escrivlo
interino o subscrevi.
Antclmo Francisco Peretti.
H.' parle.
A viagem aos antpodas, exercicio muilo diflicil,
executado pelo Sr. Flix.
9." parle.
O Bull-dogue-inglez subir ule o lelo do thcalro
em um fogo artificial.
10. parte.
A corda bamba execulada pelo Sr. Henault, na
goal far diversos jogos de torca e d% gvmnaslica. e
terminara os seus excrcicius com a eol'larao de co-
mer c beber com a rabera para baixo, segurando a
mesa, e sempre a grande lauco da corda bamba.
ll. parte.
Ascencao pelo Sr. Flix sobre um barril, que faz
rodar para cima e para baixo por urna taboa collo-
cadj diagonalmente n'uina altura rija 5.varas e 30
pes, a qual apenas lem um terco de largura, exer-
cicio inleiramcule novo e nunca vislo nesla eidade.
I'osiciio acadmica
lirada dos museos de Roma e Pars : 1.a parte, a
niorte d'Abel-2... a fuga de Cai.n3.-. Marte c
Venus-----i.a. ero assuslado com a sombra de sua
mai .>. -. Hercules lanrainlo Lvohas ao mar6.*, o
juraincnlo dos Horacios7.", Tacius e Romulus no
combate dos Sabinos.
Principiara as 8 horas.
Vendem-se os bilhele, no Holel da Barra ale Do-
mingo,, e segunda-feira no thealro.
S0GIED.4DE DRAMTICA EHPREZAIM.
Recita concedida pelo Exm. Sr. pre-
sidente da provincia,
EM BENEFICIO DO JOVEN RABEQUISTA
ITALIANO
AUxQLndve Ugucc'um.
Olinrilit t DE OUTUBRO.
1. PARTE.
para passageiros, conimandante Antonio
Silveira Maciel Jnior, deve tocar nete
porto por estes dias, e depoisde 24 horas
seguir' para o Rio de Janeiro com escala
para Baha : para passageiros, trata-se no
escriptorio da gerencia, ou no dos Srs.
Rostron Rooker & C, na praca do Corpo
Santo.
a BAHA.
No da 18 do crreme segu o palliabole Pcnus
su recebe passageiros: irala-se cora Caetano Cyria-
co da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
CEARA' E MARANHAO'.
O patacho Santa Cru:, capitao Marcos Jos da
Silva, segu no dia 30 do correule ; recebe carga e
passaaeiros: trata-se com Caetano Cyriaco da C. M.,
ao lado do Corpo Santo u. 25.
Araeaty
segu com hrevidado o liiule Correio do Norte, re-
cebo carga : a tralar com Caetano Cvriaco da C. M.,
ao ladu du Corpo Sanio n. 25.
Para o Rio do Jaueiro sabe com brevidado o
tingue brasileiro Marianna, capilao Jos da Cunda
Jnior ; recebe carga miada, escravos e passaaeiros;
a quem convier, procure Manoel Ignacio de Olivei-
ra, 11a praca do Corpo Sanio n. ( cscriploriu, ou ao
capilao na praca.
Par l Baha segne com hrevidado a polaca
aelosaw ; para frele, Irala-se com Isaac, Curio &
l.ompanhia, na ra da Cruz n. 49.
CONSULTORIO DOS POBRES
o aA jxova 1 *.tma>M o.
O Dr. P. A. Lobo Moscozo d consultas homeopathicas todos os dias aos pobres, desde 9 horas da
maoiiaa ateo meio dia, e emasasos extraordinarios a qualqoer hora do dia ou nulle.
oaerece-se igualmente para pralicar qualquer operacSo de cirnrgia, e acudir promplamente a qual-
quer mulberque esteja mal de parlo, e cujascirconutanciasnaopermilUm pagar ao medico.
NO CONSULTORIO DO Dit. P. A. LOBO I0SC0Z0.
50 RA NOVA
LEILOES.
O agente Oliveira tara liiilao, por conta de
quem perleucer, de porran de mobilia de Jacaranda,
consistindo em sofas, mesas redoudas e consolos com
lampo de pedra, cadeiras, bancas de jogo, mesa de
janlar, um ptimo piano moderno de superiores vo-
/.cs ele, e de muitas obras de ouro de lei e de prata,
como sejam, cordes, Iranrelins, correles, brincos,
allnetes, um rico faqueirode caia, moderno, cas-
ii'.-.H--. (-i-in.iiniihas. a muitos oulros objectos : se-
gunda-feira, 22 do correule, as 10 doras da mandaa,
no escriptorio do referido agente, ra da Cadeia do
Recife
O agente Borja far leilao quinta-reir, 25 do
correnle, as II doras da mandaa, em sea urmaiera,
na ra do Collegio 11. 15, de um grande e variado
sorlimento de obras de marciueria, novas e usadas,
de differenlcs qualidades, varios pianos, obras de
ouro e prata, rclogios para algibera, qbras de vidro,
quinquilharias, uniformes cothplelos de seda para
menina, ditos para menino, romeiras de fil de seda,
-corles de colletes de gurgurao de seda, ele. etc., e
oulros muitos objectos que fra impossivei mencio-
nar, os quaes- se aedarao patentes no mesmo arma-
zem, e se antregarao peto maior preco offerecido ;
assim como no mesmo dia tambera irao a leilao va-
rios escravos mocos de ambos os sexos, proprios pa-
ra todo o servico.
Henrique llrunn far leilao, por intervenciio
do agente Oliveira, do mais completo sorlimento de
ratendas de algodao, lindo, laa c de seda, as mais
propras do mercado : terca-feira, 23 do correuto,
as 1(1 horas da mauhaa, no seu armazem. ra da
Cruz.
VNDESE O SEGUINTE:
Manual completo de meddiciua homeopalhica do Dr. G. H. Jalir, traduzidoem por
luguez |ielo Dr. Moscozo, qualro volumes encadernados cm dous e acompauhadode
um diccionario dos termos de medicina, cirnrgia, anatoma, etc., etc...... 2O000
por'ser a nica
DOSMEDICA-
.... podem dispensar as pes-
soas que se qiierem dedicar a pralica da verdadeira medicina, inlcressa a todos os mdicos qoe quiercui
experimentar a oulrina de Halincmanii, e por s mesmos se eonvencercm da verdade d'ella: a lodos os
a zcndeiros e senbores de engenho que esto longe dos recursos do* med icos: a lodos os eapiles de navio,
que urna ou oulra vez nao podem deixar de acudir a qualquer incommodo sea ou de seus tripulantes :
a todos os pas de familia que por eircumslancias, que nem sempre podem ser prevenidas, saojobriga-
dos a prostar incontinenti os pr.meiros soccorros em suas enfermidades.
O vade-rnecum do homeopalha ou trsduccao da medicina domestica do Dr. Hering,
obra tambera til as peasoas que so dedicara ao eslado da domeopalhia, um voln-
me grande, acompandado do diccionario dos termos de medicina ...... 105000
O diccionario dos termos de medicina, cirurga, anatoma, etc., etc., encardenado. 35000
ro na praticada
untado ponjvel e
nooo
.___sera >erdadeiros e bem preparados medicamentos nao so pode dar om passo seguro
homeopathia, o o propnelar.o leste cstabelecimeuto se lisongeia de te-lo o-niais bem mon
ungueal duvida doje da grande supenoridade dos seus medicamentos.
Boticas a 12 tubos graudcs..........
BoUcas de 2| medicamentos cm glbulos, a 10, 29 e 159000 rs......
Deptfis de urna lirilhante ouvcrlura execulada
fiula orcdeslra, o joven bencliciado executarn na
abeca urna lindissima pdanlasia de sua
cao.
sua
enmpo-
.2.- PARIE.
acto prime.ir
comedia em 3
DECLARAGO'ES.
pela companhia dramtica.
3.' PARTE.
Carlas seguras vindas do sul para os Srs.
Ionio Airierico de fr/H<> .Inniiir tanilidn J
diado, (aspar de Menezes Vasconcallos de .
inond, Joao dos Santos Neves Jiinior, Josepha Joa~
quina, de Vascnnccllos, Jos da Cunda Teixeira, l.uiz
deCerqueira Lima.
Pela delegacia da comarca do l.imoeiro se faz
publico, qae fura recolhido cadeia da roesma co-
marca, por andar fgido, o pardo Antonio, qae diz
ser escravo-de Jos Aalooio de Figaeiredo, morador
em Pona de Aras da provincia da Parahiba, e re-
tirado da cidatle 5 legoas, no engenho Puxim, seu
senhor comparara peranle esta delegacia. Villa do
Limoeiro Itide uulbbro de 1855.O delegado,
Francisco AnJonio de Souza Camlso.
BANCO UE PERNAMBUCO.
O Banco pe Pernarrbuco continua a to-
mar lettras sobre o Rio de Janeiro, ea
sacar contra a mesma piara. Banco de
Pernambuco 10 deutubro de 185o.O
secretario da rreccSo, Joao Ignacio de
Medeiros Regc.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O consllm administrativo, em cumprimeulo do
arf. 22 do reg. de 14 de dezembro de 1852, faz pu-
blico, que foram aceitas as propostas de Domingos'
Francisco Ramalho, Timm Momsen&Vinassa, lien-'
ry Gibson, Guilherme da Silva Gumaraes, Souza &
Irmao, Fox Brothers, Manoel Figueira de Faria,
heller 4 C, Joao Pinto de Lemos Jiiuior. Joao Fer-
nandes Prenlo Vianna, Francisco Maciel de Souza,
Antouio Ferreira da Costa Braga, Antonio Pereira
de Oliveira Ramos, Jos Rodrigues da Silva Rocha
e Ricardo de Freilas t\- C. para foniecerem :
O 1.", 348 biinoles para o 4. balalhode artilha-
na, a 13600 ; 506 dilos para u 2. de inranlaria, a
>.O; 8 para a companhia de artfices, a 13550 ;
oO dilos para o 10. de eavallaria, a 1:I80, 55 dilos
para a companhia de eavallaria, a 15650 ; 24 ditos
para os msicos do 4.balalhao de arlilllaria, a
O 2., 4,118 covados de hollanda de forro, a 100
rs.; 2,600 dilos de panno azul, a 23550; 1,312 va-
ras de brim branco lizo, a MO rs.
O 3., 300 covados de panno azul, a 23240 ; 660
dilos de dito para capotes, a 13360 ; 1,450 varas de
brim branco lizo, a 400 rs.; 3,356 ditas de algodao-
zinho, a 200 rs.
Jfr i-- J7i3 covadosde panno azul, a 23250 : 320
ditos de dito prelo, a 13900.
O grande
CARHAYAL DE YENEZA.
Vanaroes burlescas exceuladas na rabeca polo
joven arlula beneficiado,do meslre allemao Ernsl.
PARTE,
da Comedia.
PARTE.
bnlhaule
ARIA MILITAR
com vanacocs pelo beneficiado, composrdo do gran-
de meslre allemao Francisco Prume.
6." l'ARTE.
O icrccir dclo da lindissima comedia.
7." PARTE.
O beneficiado finalizar o espectculo com a en-
granada vaUa do BEMTEVT imitando o passaro coi
a sua rabeca.
. Eis o espectculo, que o joven beneficiado pela
pnmeira vez lem a huma de ofierecer au illus-
irado publico Pernambucauo, de quem espera sua
valiosa prolecrao a benevolencia.
Os eutre-aclus sero preeuchidos por escoldidas
pegas de msica pela orcdeslra.
Os bildetes de camarotes e cadeiras vendcm-sexim
casa do beuedciado, Holel Francisco, jio Recife, e
no dia do espectculo 110 mesmo Idealro.
P. I).Em um dos inlervallos o beneficiado ir
receber as esporlulas dos respeclivos camarotes e
agradecer aos seui protectores.
Principiar as 8 hora.-
AVISOS MARTIMOS.
e-tos a-ampanhar de informacoes sobre a ,"" .
mereclmenlo de cada" um delles. WJ^.a i^ e panno "uU 800-'' 106 e
...... ', "rnZ.l* IP hu llfi lirriiii-i,-- ,1,... .......ni 1
}
J
que i-,legue a nulicia de todos so passou o
C.iblicado pela imprsnsa, o ou-
mo tlieor. sendo aflixados na casa
i) nos lugares mais publicas desle ter-
mo na forma di citado arl. II.
1 e dado de Olinda em 20 de outubro de.
1853. 1 Filipp do Nascimeuto de t'aria, escri-
vlo subscrevi.
Jos Qaintino de Castr> Leao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cump ment da resoloro da .unta da fa-
zeud.i, inanda'fazer publico que a arr'emalarao da
obra do lapamrntndo pantano de Olinda, (ui'lians-
ferec'a para o ilia 25 do correule.
E para conslarse mandou afllxaro prsenle c pu-
Sicretariada thesouraria provincial o Pernam-
bao 19 de 011 ubro de 1855. O secrelario,'^. F.
d'
O l>. Anselmo Fraucisco Perelli. comrrendador da
"nperial ordiim da. llosa, juiz de direilo especial
docommerct), nesta cidade e provincia de Pcr-
nimhuco, por S. M. o Imperador qau Dos guar-
de, etc.
ibar ana que o presente edital virem e delie
noticia liverem, em como no (lia 29 dj corrate se
ha d! arrematar por vena .1 qacm mais der, em pra-
p iblica desta juizo, os bens penhorados por exe-
rucaa detentuiica do exequente Benlo Fcruaudes
do Passo coiHia leo devedor o execulaJo Jos Go-
mes Moreira, os qaaes pelos avaliadores desle juizo
foram avahado-peta maneica seguinle: umaetera-
va crionla de nolne Marianna com ida te de anco
anuos pan, menos, por 350 j ama canoa
de (arreira par 50* ; dous pares de caslicaese urna
1 salta de prata le lei coniraslada com o peso de (26
otl.-vas a 900 n. iix&OO ; ama collitr de terrina
tan-bem de pr ila, 12 ditas para sopa, 7 ditas pera
cha, 1 par de velos para suspensorios, (uo com
pes,> a 258 ai ivas n 100 rs. 2SJ800. Obras de ou-
rauelim, om dllo cora medilha.nm d-
dal, um tj rajees, urna cruz com ma-
*' <>,ra '''a em imagen), om ancl
com imSnffiet, lodo comopeso de 1!) oilavas c
i MHtt-*&9500' 489t5' UD1 an0> d* erisolila.
.-----._-------------------^ h,..,.,., r.,,, _,;_uv/., IUUC
i grozas de bulOes brancos de osso, a 210 rs. ; 147
ditas deditos prelos, a 210 rs. ; 115 pares de luvas
brancas, a 210 rs.
O 6.", 420 cavados de pauno azul, a 23390 ; 1,000
varas de brim branco liso u. 1, a 400 rs". ; 450 ditas
de dito n. 2, a 400rs.
<>' 1,000 alias, por 103000 ; 1,000 baixas, por
103000 rs. ; 1,00 papeletas, por 209OOO : 1,000
mappas meusaea,por 2O3OOO ; 1,000 ditos semanaes,
por 2O9OOO ; 1,000 ditos diarios, por 203000; 10
exemplares dos Deveres do Hornera J por Sivio Pel-
lico, a 500 rs. ; 40 ditos da Economa da Vida Hu-
mana, a 280 rs. ; 40 difos do resumo da Doulrina
Cbrisiaa, a 60 rs.; 100 cartas de a, b, c, a 100 rs. ;
100 (aboadas, a .50 rs. ; 100 traslados sortidos, a 40
rs. ; sendo, 8.1 de a, b, c, 30 de bastardo e 20 de
bastardiuho.
O 8., 150 aovados de panno verde escuro.a 23600.
O 9., 2,000 varas de brim branco liso a 370 rs.
O 10.", 106 'i grosas de botiias]pequenos brancos
de osso a 240; 64 X duzias da dilos grandes para
capotgs a 200 rs. ;150 meios de sola curtida a33500
l,0(ii>ares de colxeles prelos grandes, a 20 rs.
O 11., 61 pares de boln para a companhia de
eavallaria, a 13000.
O 12., t> grvalas de sola do lustre a 360 rs.
O 13., 506 pares de cbouriras de laa branca a 480
rs.; 200 vara, de cordao de la preta a 60 rs., 23
bandas de laa para inferiores, a 3J50 ; 700 boles
graudes convexos de metal bouzeado e com o n. 10
de metal amara lio a 140 rs.; 500 ditos pequeos a
O 14., 20 covados de oleada a I328O.
O 15., 6 duzias de lapia a 320 rs. e 4 niveles
de 2 folhas a 800 rs..
E avisa aos referidos vendedores qua deverao re-
cnllier os supradilos objectos ao arsenal da guerra
no dia 24 do correte mez.
Secretaria do conselhoadminisIrHvo para torne-
cimento do arsenal de guerra to deutubro de 1855
Benardo Pereira 4o Carmo Jnior, vogal a
secrelario.
PUBLICAQA'O LITTERARIA.
-Coptina a vender-se a obra de di-
reitoo Advocado dos Or
RIO DE
JANEIRO.
Obrigueiu,cional MARA LUZ I A, ca-
pitao Pedro Valette Filliocom brevidade
vai seguir ao porto indicado, tem grande
parte do sencarregamentotratado: para
o resto, passageiros e escravos a frete,
(aos quaes da' as melhores. accommoda-
coes) trata-se coin os consignatarios An-
tonio de Abneida Comes & Q., na rua do
Trapichen, l,segundo andar.
Segu brevemente a es-
cuna nacional JOS, ca-
pilao Jos Joaquim Al\vs
das Neves: para o resto do
seu carregamento, trata-
se com os consignaU rios Antonio de A1-
rneida (ornes & C-, na roa do Trapiche n.
1 (i, segundo andar. (Este navio s toca no
Maranhao a receber pratico.)
Para o Aracaty segu em poneos dias o bem
condecido lliale Capibaribe ; para o resto da carga
e passageiros, Irala-se na rua do Vigario 11. 5.
Real Companhia de Paquetes Inglezes a
Vapor.
No dia 22
desle mez espe-
ra-se do sal o
vapor AVON,
roinraaodante
Itevell, o qual
depois da de-
mora do coslu-
me seguir pa-
ra Southamn-
portes de S. Vicente, Teneriff,
para passageiros, etc., trata-se
com os agentas Adamson Howie & C,, rua do tra-
piche-Novo n. 42.
N. II. Os volumes que pretenderen! mandar
para Southnrapton, deverflo estar na agencia 2 ho-
ras antes de se fecbarem as malas, e depois desta
hora njo se recebara volume algum.
Ion, locando nos
Madeira e Lisboa:
Fugio no dia 14 de outubro o prelo Joao, de
nacao Angola, idade 22 annos, ;om principio de bu-
co de barba j crescido, eos urna mudar o falo
quando sade para fura, continuadamente a.ida em-
briagado, tem os ps grandes e o calcanhar puxado
para Ira*, o os dedos dos rsesmo ps aberlos: roga-
se a lodas as autoridadespoliciaes queoencoutrarem,
os rnmnm .irW,. rf mllente* aommmAHmt "JfZ'^Zl^ tHS^l'Vttnimt'
COMPAKHU rERN.Wl:GAlU.
ESCRIPTORIO DA GERENCIA NO
Largo da Assembla n. 10, 1 andar.
_ O vapor Pernambucauo Mrquez de
AVISOS DIVERSOS.
D. Kosa Candida Uon;alves Ferroira, viuva do
Tallecido Jos (encalves Ferreira e Silva, avisa aos
herdeiros do sen casal, que est dando principio a
inventario, por isso pedo que apresentoin as suas
cuntas na roa da Cadeia do Kecife n. 43, aflm de
-crein allcndidas no inventario.
Urna pessoa bstanle habilitada para o com-
mercio, se 1.Merece para caixeiro de loja ou de co-
branras, para o que esta prompto a dar fiador :
quem precisar, dirija-sea rua do Cab.ig. loja n. 16.
Salustiano de Aquino Ferreira avisa
ao commercio que o Sr. Joo Miguel da
Costa Jnior deixou de ser seu caixeiro,
desde o dia 19 de outubro do presente au-
no. Pernambuco de outubro de 18."i5,
Salustiano de Aquino Ferreira.
LOTERAS da provincia.
Os cautelistas Oliveira Junior & Com-
panhia, venderaua sortedos 2:500-000
reis, em i-qurtos, no numero ,545, e a
de ."iOOsOOO -s. em 20 vigsimos, no nu-
mero ,88., e outra6 de 250,s00() c
I OO.sOO reis. Ospossuidores de ditas cau-
tellas podem vii
dos mesmos, 1
JO, pri
iiuii- a
Ditas 36
Hilas 48
Ditas 60
Pilas 144
dilos
dilos
ditos
ditos
a.
a
Tubos avulsos
Frascos do roeia onca tic lindura. .
Ditos de verdadeira lindura a rnica.
209000
259000
308000
609000
I9OOO
2000
21-000
vidros 1
de e po
IJL'22 l,a,"mPr os para mcd.camen os, e aprompl.-sc qaalqner encommenda de mediraraeuloscom toda a hrevida^
1 por procos muilo rommodos. =
TRATAIENTO HOIEOFATHICO.
Preservatico e curativo
DQ CHOLERAMORBUS,
PELOS DRS.
ou iusIrucQo ao povo para se poder curar desta eufermidade, adminstrandu os remedios mais cllica/es
para ata fha-la, emquautosc recurre ao medico, ou mesmo para cura-la independente desles nos lugares
em que nao os da.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO..
Estas ilnos opsculos contenas indicaces mais claras c precisas, so pela sua simples econcisaax pesi-
ro esta ao alcance de lodas as inlcllicnria., nao s pelo qne diz respeilo aos meios curativos, como prin-
cipalmente aos preservativos que lem dado os mais satisfactorios resultados em toda a parte em que
el les lem sido poslosem pralica.
Sendo o tralamento domeopathiro o nico qoe tem dado grandes resultados no curativo desta horri-
velenfermidade, julsamosa proposito traduiir esles dous importantes opsculos em lingua verncu-
la, para desl'arte facilitar a sua leilura a quem ignore o franecr.
Vende-se unicameiile no Consultorio do Iradudor, rua Nova n. 52. por 23000 rs.
Precisase de orna ama para casa de pouca fa- | Precisa-se de um domem para feilor, que tra-
milla : na rua de Apollo, arma/.em n. 32 ; prefe-; dalde de ensada e saiba tratar de jardim e parreiras:
rindo-se urna escrava ou urna mulher de idade.
Na,loja azul, sila no paleo da malriz da cidade
da Victoria, achar-se-ha ludo o que diz.respeilo a
armares. tanto festivas como fnebres ; aluga-se c
veiyle-sa cera pelo mesmo preco do Kecife : quem
precisar de algum desles objectos, nu lem mais do
que dincir-se a mesma loja, a Iratar com Alejandre
Jos de tlollanda Cavalcauli, que far bou accom-
modar.lo com todos.
Xa travessa de S. Josen. 2!(, da'-se
dinlieiro a premio em todas as quantias,
sobre penboies de ouro e prata, com ju-
ros accommodados.
Na larde de IS do crrente perdeu-se do Poro
al a Casa Forte- urna carteira com bastantes papis,
entre elles urna Icllra de 1:2109 a vencer-se, oulra
de 4679 vencida em 30 de setembro de 1854, e paga
hontcm,um val de 4009 aceilo por Jos Antonio Piu-
lo, e muitos oulros documentos de valor, mas que
s servem para o dono, 3 sedulas de 39000. e sup-
pnnlio que 1 ou 29, cuja quantia de d a pessea que
a levar a seo proprielario Joao da Cunda Res.
O abaixo assigoado faz sciente ao respeilavel
publico, que drivnu de ser seu caixeiro Joao Ignacio
dos Sai/os Coeldo desde d dia 10 do coirente.
Francisco Jos da ('osla llibeiro.
ses
ro na tbesoma-
da Praia, n. 27,
O lllm Si:
manda fazer pub
venda os bilheteSsdaji
guudu lotera do (jyun.
ria das loteras, na rua
cujas rodos andaiq impretervelmente no
dia do mez. de novembro. Tliesouraria
das loteras, 22 de novembro de 1855.
Lui/. Antonio Rodrigues d'Almeida, escri-
vo das loteras.
LOTERA da provincia.
O catitclista Antonio Jos Rodrigues
de^Souza Jnior venden da terceiraparte
da segunda lotera doGymnasio.o bilbete
inteiro n. 589, com asorte de 5:000s000
r., e muitas outras sortes de 250s00 a.,
lOO.sOOO, 50x000 e de25^600 rs. Os pos-
suidoicsqueiram vir receber (conforme
seusannurrco8) logo que se distribuamas
listas.
Casa da Fama.
O cautelisla Antonio da Silva Guma-
raes, vendeu os segu i n tes premios da ter-
ceira parte da segunda lotera ilo Gym-
nasio, a saber:
4220 bilbete inteiro garantido. I:0OO#
55i dous meios......... 250,s
Gol bilbete inteiro...... 250.1
5515 MI lele iUeiro...... 250$
1105 dous meios........ 100.1
5225 <|uatro quartos...... 100.1
5510 quatro qiiartos...... 100$
Assim como muitos premios de 50.1 e
25.1000: o possuidor do bilbete inteiro
n. 4220, pode vir receber a" garanta, no
aterro da Boa-Vista n. 48.
Perdeu-se (a noite do dia 10 do crrante no
caes do Collegio, urna carleira de marroqaim, com
I344OOO em sedulas, um par de rselas de ouro de
menina, urna lellra de 1003300 passada pelo Sr. Jo-
s Matdias. um val ile49000 passado por Joao Lo-
pes, nina lellra de 229000 do Sr. Cesar, urna'dita de
12^)00 e algans oulros papis e roes de enrommen-
das i quem a achou dirija-se rua de San Francis-
co n. i, que ser gralilirado generosamente.
FURTO.
Furlaramaoabaiso assignado na notcdodia 20
docorrenteda rua do Brum, derronle du chafariz,
'urna canoa, nova, anda Mcala aberla, lera na boi-
ra junio a popa ura rombo de dous palmos do com-
prido, he bastante grando : rogase as autoridades
011 a qualquer pessoa aapprehensao da mesma.Jo-
s Goncalvcs Torres.
Precisa-e de um caixeiro pira tabernil: na
rua vellra ni, i.
Precisa-sede urna ama que tenha bstanle Iei-
le, para acabar de criar urna cria, que ji lem ."1 me-
zc.s, paga-sc bem : a tratar na rua da,Cadcia do Ke-
cife 11. 2."), defronfn do becco Largo.
LOTERA DA PROVINCIA.
Manoel Uomingaas da Silva faz publico, que mu-
dou a sua loja de bilheles e caulclas da rua do Ca-
linga n. 2 B, para a rua du Collegio, loja Nova Fe-
liz n. 0,'aoude piincipia a pagaa os premios quu li-
verem sabido nos bildclcs o caulclas do cautelisla
Viconle Tiburcio Cornelin Ferreira.
Pergunla-se, se lendo sido removido o mala-
douro para a Cabanga a bem da salubridade publica,
se se deve ennservar na rua do Range] um grande
deposito de porcos, onde sao morios quasi diaria-
mente '.'
Precisase do urna mulher forra ou cscrava,
quesaiba cozinhar c engommnr perfeilamenle, pelo
que se pagara a contento e cora gencrosdade : na
rua Nova n. 4, loja de ourives.
Precisase de urna ama foira ou captiva, para
servico interno bu externo de ama casa de pouca
familia, prefere-se sendo velha : dirija-se ao segun-
do andar do sobrado u. 23 da roa larga do Rosario,
defrouteda botica do Sr. Bartholomeu Fraucisco de
Souza.
Pelo juizo de orphaos da cidade.de Olinda se
ha de arrematar por venda, no dia 22 do rorrete,
depois da audiencia do mesmo juizo, orna cscrava
parda, por nome Faustins, com idade de 2t anno,
por quem mais der, sobre a avaliacan de 0003, cuja
escrava vai priea requjniientu de seos cons-
nhores Antonia do Rosario e oulros.
TE PORTUGUEZ
LEITURA.
quem quizer ajustar-se; procure na rua da Aurora,
casa 11. 34, que achara com quem tratar.
ie do (abinet.
;ao tomada eni^irlat-UCI_
ipic'.lrll Rljoelles dos Sa^Tsessao
....o saIislizeraatdisposlo nv'^?.9*,:
I." do arl. I i dos respectivos Ututos,
do corren
que ain
nao puJu
pu
gozar as rcgaliscouccdidas pelos ss do arl. 12, sem
previamente cumprirem aquellas disposijes, a que
se faz publico para seu conliecimenlo. Hecife 19
de oulubro de 1855. Joao Carlos Coeldo da Silva,
I.- secrelario.
Cdegaram, muilo em conla, urna porcao de pul-
cciras para meninas : na roa do Cabugn, loja de
ourives 11. II, de Serapdim & Irmao.
Atteneao.
Faro saber ao respeilavel publico "que sendo ou
ualural dcsla comarca de tiaranhuiis e condecido
pelo meu proprio nome d Pedro Correa da Rocda,
mas como ha oulro que lem o mesmo nmue, por
caus de duvidas, assignar-me-hei de ora cm diau-
le por -Pedro Correa da Rocha 1 iririca, nrto causan-
do por islo censura ou duvida alguma a meu respei-
lo, pois s o tarjo pela causa cima dita.
509000.
llesapparcceu no dia 10 do correule do engenho
lliini Jess na freguezia do Cabo, o cabra do uorae
Vicente, distillador do mesmo engenho, da idade de
36 anuos, alto, espadaudo.cara comprida esem bar-
ba, cabello corrido e encrespado, peruas arqueadas;
ps compridos e chatos, levou ca'-sa c camisa, de
azulan, e chapeo de massa pardo com abas largas,
toca rabeca e gaita, he muilo tallador e he lillio do
serlao da Serra do Marlins para onde costuma fu-
gir:quem a apprshendere levar ao referido eage-
uho a casado commendador l.uiz lioracs Ferreira
no Mondego, recebera a sralificar.io de O&OOO.
Aluga-se um armazem ua rua da Moeda de-
l'rontc do de T'asso lrniaos, o qual foi occii|iado pe-
lo Sr. Antonio Fernandes Duarte : a Iratar na rua
do Queimado n. 2K, terceiro andar.
Aluga-se pelo lempo da fesla o sitio da Torre,
do Victorino Antonio Marlins, margem do rio,
com boa casa, com 7 quartos, cozinha, urna grande
cacimba de boa agua, arvoredns e baixa de capim :
quem.o prelender, dirija-se i rua da Sania Cruz
u. 71.
Francisco Lucio
na rua du Col-
Descja-sc fallar com o Sr.
Cuelho a negocio de seu interesse
legio n. 25, terceiro andar.
Procisa-sc de ama ama para cozinhar : na rua
do Queimado n. 0.
Urna einpreza
til.
Adiarse no lugar denominadoPalacio vclho-^to
lado do sul do thealro de Santa-Izabel. urna elegante
barca 011 canoa para dar passagem para o oulro lado
do rio, desde as (i horas da manliaa al as (i da larda.
as noiles em que liouvcr thealro daver passagem
at findar-sc o espectculo. Do oulro lado do rio
existe dulra canoa destinada para o mesmo lim, e as
mesinas horas, para que os passageiros n.lo liquem
demorados uns com a viagem dos oulros. Os pontos
de desembarque sao no caes defroole do templo dos
Inglezes, da casa doEsm. Sr. Mani da Moa-Vi.la.
do ediliciu do tiymnasio, e ponte junta da fundirao
do Slarr, quando ah houver mar. O frele para
cada pessoa he para o 1.", 2." e 3." pontos 8D rs., e
para o 1." c ultimo 160 rs. Para facilidade de troco
averio cartta, e deverao entenderse com o mora-
dor da casa da esquina da rua da F|orenlina,'que fi-
a defrouledo thealro.
Acaba de chegar nova pimenla da Jamaica,
excellenle para (empero, assim.como sag', cevadi-
uha e ervilhas: no armazem de Paula & Sanios, roa
do Amorira 11. 48.
Attenqao.
Rogi-se a lodosos devedores da taberna da rua da
Cadeia do Recife 11. 25, derronle do becco Largo,
qua eslo alrazados em seus pagamentos, lauto de
letlras vencidas como de conla de livro, que quei-
ram realisar seus pagamentos ato o fin do crrente
mez de outubro. e aquellesque u nao tizer, passarao
a ser exetulados, e seus nomes publicados, islo para
evitar a prescriprao.
($ O Dr. Ribeiro, medico, mudou
M| sua residencia para a casacinzen-
ta de quatro andares, na rua da
I Cruz n. 13, onde pode ser pro-
curado a qualquer bora.
J. Falque.
,i!l\ DO COLIEGIO Y 4. I
Recebeu pelos ollimosnavios vindosde Fran- ]
ca um grande sorlimento dos objectos abaixo ,
declarados:
l'a 11 los de panno forrados de seda c Ifla, go-
las de velludo e seda, do 123000 para cima.
Dilos de seda dedil'ereules cores de 103000
para cima.
Hilos de alpaka prela e do cores, forrados
de seda,' e de laa com golla de seda e oulras.j
de 63000 para cima.
Uitos de laa o laa e seda, de djOereiiles
cores e preces. ^^^
Ditos de brim branco e de cores, sendo os
de cores de 23500 para cima.
Dilos de canga superior'.
Cairas de casemira prela muilo boas a
1000<>.
Ditas de cores de di Hrcules preco*.
Pali's, calcas e colletes de eaiemim mes-
ciada, dilas do brim brancas a de cores de
diflerenles prer.os.
Grande sorlimento de perfumaras finas e
extractus.
LUVAS DE PELLICA DE JOVJVIN, bran-
cas, cor de canna, pelas e entras cores, lan-
domem como para sendoras, enfeites
Je palha aborta e tn-
retados'ciiTi^l^vjf uuV" plumas, para me-
nino* e rjieniia^^pnisartfaucezasjje dilt-
rciiia qualidades, grvalas pTClaj^e ce^tiaes,
gorros veludados escossozes pira homeiisl
meninos, bonetes ile gorgarao e dina para
homens, ricas carie iras e charuteir.is de dif-
fercnles presos, ricos laques ile madreperola,
lmelo- de tai taruga, pentes redondos para
meninas, cinto de borracha do diflerenles ]
cores para domem e meninos, malas e saceos
de tapete e de laa para viagem; o oulros
minios nrligos que se vendem por prei-os
B muilo razoaveis.
ANNUNCIO.
Loja e armazem de fazeudas baralissimas, na ri
da Cadeia do Recife o. 50, defronte da rua da Ma-
dre de Dos, quina do segando becco vindo da pon-
te, lado esquerda. Ncsle eslabelecimento acharao us
Srs. fazendeiros, comnierciantes do centro, e o pu-
blico cm gcral, ara completo sorlimento de fazeudas
finas e grossas, todas de bo-aqualidado e sem avaria,
que a dinheiro visla, se veudeni por preros bara-
tissimos ; assim como boa disposirao para bem ser-
vir eagradar a todos os fregoezes "que se diguarem
honrar o eslabelecimento.
.. AULA DE LATIM.
O padre Vicente Ferrer. de Albuquer-
que mudou a sua aula para a rua do Ran-
gel n. 11, onde continua a receber alum-
nos internos eexternos desde ja' por m-
dico preco como lie publico: quem se
qizer utilsar deseu pequeo presumo o,
pode procurar no segundo andar da refe-
rida casa a' qualquer bora dos dias uteis.
Est a sabir a luz he Ro de Janeiro o
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
LXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alpliabelica, com a descripcio
abreviada de todas as molestias, a indicarlo physio-
logica c llierapeulica de todos os medicamentos do-
meopalbiros, seu lampo de' aecao e concordancia,
seguido de um diccionario da siguificaclk) de lodos
os termos de medicina e cirnrgia, e |iosto ao alcance
das pessoa do povo, j^
DR. A. J. DMELO MORAES.
Sub-croc-se para esta obra no consnllerio homco-
pathico do Dr. LOBO MOSCOZO, rua llora n. 500
primeiro andar, por 59000 em brochura, e 6J00,
cncadernado.
I CONSULTORIO CENTRAL
SEGUROS,
A companhia Indemnisadora tendo
principiado suas operac/*>et, toma seguro*
martimos a premios razoaTei: seu es-
criptorio, na rua do Vigario n. 4, estar'
aberto todos os dias uteis, das 10 horas da
manliaa, a's 2 da tarde.
: J. JANE, DENTISTA, S
coulina a residir ua roa Nava n. 19, primei- #
8ro andar. m
Oa Srs. accionistas da sociedad*- Eraprezaria da
edificacao da casa de baile desta provincia, alo con-
vidados realisarem a primeira prestado de 15 per
cento sobre o capital de suas aeces, no prazn de 20
dias de data desle, no escriptorio do thesooreiro ao
Sr. tieorge Palchall, uo largo do Corpo Sanio, con-
forme a resolacio tomada pela direccjlo.da mesma
corapauhia oa conformidade do arl. 6 do* estatutos.
Hecife U de outubro de 1855. O secretario, Cy-
priano Fenelon Guedes Alcoforaio.
O Dr. Jeronymo Vilella de Castro lavares, ad-
vogado nos auditorios desta cidade, mudou a sua ro-
sidencia para a roa das Cruzes, sobrada n. 11, pri-
meiro andar, e tem o seu escrjptorio de advogacia
na rua do Passeio, casa terrea n. 13, contigua ao aa-
labelecimenlo do Sr. Marcoliuo de Borja Geraldes,
podeodo as parles entrar tamben) pela roa do Col-
legio, casa n. 15, para o qua o annuociante oble ve
permisso. As pessoas que tiverem negocios a tratar
coro o annunciante, poderlo procnra-lo no referido
escripiorio, das 10 horas da mandila as 4 da larde, a
dad) por diante na sua casi, roa das Crozas, sendo
qae o Dr. Antonio Aunes Jacorae Piras, socio do an-
nunciante, estar no escriptorio das 9 bora* da ma-
ndaa at as 3 da larde.
A casa da detencao precisa comprar 22 baldes
a 2t linas de boa madeira: quem tiver oa quizar fa-
zer, deve comparecer ua mesma casa, da 9 horas as
o da larde, para tratar de seu ajuste.
O curador fiscal da massa fallida de Auluuiu
Augusto de Carvaiho Marioho, de nevo convoca os
credores da mesma, para se reaoireo do da 23, pe-
las doras da mandaa, na casa da residencia do
fcxni. Sr. Dr. jais do commercio, alim da aa prece-
der a nomearuo de depositario da mesma massa, Tra-
to que nao se reuni numero suflicieote para scon-
vocarnos anteriores.
Alusa-se o terceiro andar da casa da na Nova
n. H, a qual tem commodos para grande familia :
a tratar no segundo andar da mesma.
Ao amandecer do dia 16 desencaininbou-se om
batelao do biale Flor do Brasil, ancorado nesta por-
to, que eslava ao lado do mesmo navio; este bate-
lao era forrado no fundo com 2 fulhaa da lineo den-
tro em cada eslremidade Haba 1 caverna com 1 ar-
gano : quem o aclioo e qaizer entregar a asa
dono, pode levar na Forte do Halla* a Vicente Fer-
reira da Costa, que ser recompensado.
COMPRAS.
Comprronse palaces brasileiros bespa-
nhoes: na roa da Cadeia do Heeife n. 51.
Coir.pra-se
um molecola de 17 a 20 aunos da dada, que sirva
para pagem, preere-se que seja aapaUiro : na praca
da Independencia n.6e8.
Compra-se urna selecta por Keqaelt,. nova
ediccao, anida mesmo servida : na ruadas Croles,
t) pographia do Diario de Pernambuco.
Comprnm-se patacr.es brasileiros e
liespanlioes a l deia do liecie, loja de cambio n. 38.
i -rCompra"*e um """leqoe on eabrinba, de idade
de 10 a 12 anuos, que seja bonita figura, pois ha pa-
ra pagem : na travessa da roa Bella a. 6.
Compra-se ama prata qoe saina cozinhar, en-
gomtnar, e que nao leuda vicio nem achaques: uo
alarro da Boa-Vista n. 7J, se dir qoem compra.
Compram-se dous cavallos com habilidades,
nao sendo castatihos nem gaseos: qoem os liver diri-
ja-se ao sobrado nu oilao da malriz de Santo Anto-
nio a. 14.
VENDAS.
Aluga-se ama negra, que cozioha, rngomma e
faz todo 6 servico, a nflo lem vicio : Irala-se em
casa do Sr. Antonio Ricardo, na rna do Collegio
n
(Gratuito para os pobres.)
Ba de Santo Amaro, (Mundo-Noto) n. 6.
O Dr. Sabino Olegario Ludgcro Pinlio di
consultas lodos os dias desde as 8 horas da
nianh.i.i al as 2 da tarde.
Visita os enfermos em seus domicilios, das
2 horas em diante ; mas em casos repentinos
e do molestias agudas e graves as visitas serao
feas era qualquer hura.
As molestias nervosas merecen) (ralamente
especial segundo meios boje aconselhados ...
pelos pralicos modernos. Estes meios azis- M
tem no consultorio central.
aHEBBaeaaa
Massa adamantina,
lie gerlrucote reconhecida a eicellencia' desla
preparadlo para chumbar denles, porque saut resul-
tados sempre felizes sao j do dominio do publico.
Sebasliao Jos de Oliveira fa uso desta preciosa
massa, para o fim indicada, e as pessoas que qoize-
iciii donra-lo dispondo de seus servicos, podem pro-
cura-lo na Ira-essa do Vigario n. 1,-Joja de bar-
beiro.
! DETim FRASCEZ. I
i* Paulo Oaignoui, deiitisla, cstabelecido na 9
0 ra larga do Kosario n. 36, segando andar,
V colloca denlescom a pressaodo ar, a chamba 0
(0 dantos com a massa adamantina e oulros me-
O (aes. tm
'9SSS9 #*
Os Srs. Manoel Nicolao Regueira, Domingos
Theodoro Uegueira e Jos Jnliao" Regaeira, quei-
ram lera bondade de concluir o negocio na rua do
Crespo n. 15. SI t,
Prezisafse lugar ama ama forra eu escrava,
para cosa de familia : a tratar na rua do Queimado
Oracao contra a peste e o cholera-
morbus
Acha-se venda na livraria n. 6 c 8 da praca da
Independencia um follielinlio com. diucrentea ora-
Ces cunta o clndera-morbo, e qoalquer oulra pea
le, a 80 rs. cada ara*.
Veiidem-se2jn3pretas sendo 5 muala da
18 annos do MadNl prela de 20 e tanto* anuos,
que cozinha, cose chao e he rauito sadia, 1 oegrioha
de 12 annos com principio de costara, aa rara alo
recolhidas e servem para lora oa para a trra : na
rua da Cadeia do Kecifa raja o. 54.
No armazem do largo do arsenal por baixo do
sobrado encarnado, vendem-se saccas de feriaba da
Ierra bem torrada 2$240.
SANTO M1I.ARE
em que sa mauifesta.ao publico o horroroso altenU-
doe-iecolado por um tecelao no roino da Valeuca,
contra a semelbanra da Wosso Senhor Jesas Christo,
e o castigo que Dos llre dea, como ver o carioso
eitor: vende-se pelo preco de 100 rs., na ro do
Crespo n. M, loja do barateiro.
Vende-se no sitio do Chora-menino,
fabrica do rape Metiron, una porco de
quatlolasebaiTsem muit. bom estado,
que foram de vinho ; assim como urna
cabra(bxo) com mnito borne abundante
lete : tudo por preco baratissimo.
Na rua da Cru/. u. 26, primeiro an-
dar, existem aVenda'assegumtesmercado-
rias ltimamente ebegadas, e por muito
commodo preco:
Cliampajne o melhor jxjssvel, emcaixas.
Cha' preto muito novo eiupei.or, em li-
bras.
Chocolate o melhor que tem apparecido,
em libras.
Licor de Kirsch, em caixas.
lentos paia vo|tarete ou outro qualquer
joijo, em caixinhas envernisadas muito
delicadas.
Espingardas de dous canos, milito boas
para caca.
fiudezas bara-
tas para aca-
bar com a loja.
Na rna dos Quarteii, loja de miadezas n. 20, jun-
to a padaria do Sr. Manoel Antonio de Jezus, ven-
dem-se miudezas por preces qoe realmente faz ad-
mirar, a saber : fiabas de novello brantas e de co-
res a 6*0 a libra, peales de alisar a 240 a duzia,
boloes braceos para camisa a 140 a grasa, leaoara-
para coalara a ls a duzia, meias braucaa para scnho-
ra a 240 o par, lindas brancas de carriteis de 200
jardas a 60 rs. o carrito!, ditas de 100 jardas a JO rs.,
pecas de lita branca de lindo con 6 varas a 40 rs.,
ditas de cores a-60 rs.. penoas ge palo muito boas a
80rs. o quarteirao. ditas de ajo muito finas a 640 a
grosa, franja de algodao largo a' 160 avara, pecas
com 10 varas de tuco eslreito a 640, bete de val-
bulina para meninos a 240, sapaliubos de lia para
crianra a 200 rs o par, oculos da armacao a 320,
suspensorios a 40 rs. o par, caixas com colxeles a "0
rs., pecas de fitas de tfla com 16 varas a 160, boloes
para calcas a 120 rs. a grosa, podras para eserevera
100 rs.,- livelas para sapatos a 500-rs. a grosa, gar-
ganlilhas de aljofares maito bonitas a 160, dilas pre-
las a 200 rs., alfinets dourados maifo ricos a 160.
eacovas para edapeos a 320, argolindas douradas pa-
ra orelha a 40 rs. a duzia, brincos mnito bonitos a
400 rs. a duzia de pares, puleeiras encarnadas das
que rtfoilo se usam a 210. penles aberlos para atar
cabello a 2s a duzia, peras de fila de relroz com 15
varas a 300 rs., lesoura* maito finas para costura
com pequeo toque de ferrugem a 160, dilas gran-
des para alfaiale muilo finas a 500 nfc, lacre fino en-
carnado a 1 a libra, pares de esporas a 320, caixas
para rap a 120, tranca de seda preta a 80 a a 190
rs. a, vara, macinhos de ara rapas a 60 r., fitas da
seda lavrndas e lisas, o outras martas causas que nao
he pnssive! annanciar se. Nesla loja todo se vende
muilo barato porque se qner acabar, e toda as miu-
dezas foram compradas em leilo e a dinheiro i va-
le ; a ellas, amigainhos, que o bura e barato depres-
sa se acaba.
Novas joias de
ouro.
Na loja de Olireira A tiunralves, rua do Cabue
n. 12, ha um lindo, variado e ruodernissiino sorli-
mento de obras de ouro. tamo de 14 como de 18
quilate*, consistindo em adere***, meios dilos, roae-
las, correates e oulros obiectos de goito : lroca-e
lodo por sedulas, ainda qoe sajam velhis. Os pre-
ces alo mais commodos do qne em qualquer oulra
laja.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companliia
em Sonto Amaro, acha-se para vender
nioendasdecannas todas de ferro,' de um
mriHplIn f pnnstrnrrr, muitn aunprinro


aifiRlO DE PftNAIBUCO SEGUNDA FEIFA ii OE OUTUBRO DE 1855
ilgnauo vende a armadlo da tu*
e Mividiac.ada, por |>reco que faz
cotila a qu estabelecer loja da fazendas
ou miudeaa ; dverte-se que he feila da roaneira
qu;pode ser mudada para soalquer parte, cara n.lo
ag-ade o lagar : a (ralar na ra do Lii ramelo, so-
br ln de um indar n. 30, rom o propri alario.
^p^p^pho Mavunino de Carralho.
ida de caaa, em
rh n. prot no fundos
de. y,- I ita Cmaoaeo Velho : quem a
riih) n. (i,
ila os Pora n i restias, viu-
da no iwigue 5. Munnf, vende-se m, armazem de
loio Marns de-Barros, oa Iravessa da Madre de
Di sos n. 21.
Vender i-sa Jcadettas de bal.inco americanas,
rulo proco d 10 cada urna : na rui da Cruz n.
13, primairo. indar.
Vendeii-se machinas dedebulhir e moer mi-
Iho, earrinhc* de mo amito leves, piego anierica-
ni* de n. 2 n 12, e esUnho da muito boa qualida-
d< : na ra :a Cruz u. 13, primeiro and.r.
Atten^ao.
ilein-s' dua luoleca. sendo una de idade de
3 anuo entra de 8 a 10 : >a ra Direita
RAPE' DE LISBOA.
emle-ss -ap da Lisboa em libras e oilavas : na
pi ac da lu epeudencia loja n. 3.
Vendein-ae 25 (raves de qoalidide com 35 a
I palmos dn comprmanlo, desembarcadas no Ira-
nos : a tratar na ra doQueimado n. 6.
me-se babado do Pdrto de todas
oto lizo como bordado, mais
em outra quulquer parte :
labuga', loja dij miudezas
l-te meias de laa de carneiro
omem como para senliora,
iodo: a ra doCabuga',
zas n. 4.
Batatas
10 rs a arroba
, em muilo bom enlajo, chegadas
ll de mandioca di mais nova no
i: na Iravessa da Madre
marero de Agoslinl Ferreira Sen-
> turnarles.
eu de sacias com muilo
na roa de Sania H la, taberna n.5.
it desee berlo, cora ar-
>nilo, por preco commo-
vi, cocheira porbaiin di cmara.
riores a hem acreditados re-
casa de Souiliall
ellor ftCompanh Cadeia do Recieu. 36.
Yene >m com 2 caadas de vinbo
de 6 u garra fn : na
i Santal. segunde andar.
ii de balando, 2 mesas re-
Bous gostos e de
boas qualida-
des.
Na ra do Oueimado, nosqualro cautos, na segun-
da loja de fez* i idas o. 22, itr fronte do sobrado ama-
rello, vrnden-sa as seuuiites fazendas, por preco
que realmente fazem admirar:
Casimira preta de superior qualidade pelo bara-
lisimo preco de 2 e 29600 o covadn, eicellenle
ianno prelo fino, prova de limito, para casara e pa-
it a 29500, 39 e 5a, alpaca preta muilo Tina a 400,
500 e 000 rs. o covado, corles de eolleles de usllo de
bea qoalidadu c boiiilos padroes a 700 e 900 rs., bo-
nitas cassa francezai e muilo linas a 300 rs. o cova-
do, cambraia muito fina de salpico, propria para
vestidos e roupa de crianza a 1 a vara, camisas
francezas mo:to Tinas com peilos de essuilio para ho-
rnera a 2(800, corles de cassas para vestidos de bo-
nitos padroes a 29, lencos brancos de cambraia de
linho muilo linos e grandes a 69 a duzia, meias linas
para senhora a 240, 300 e 400 rs. o par, ricos chales
de chally com listra de seda e bstanles grandes a
99, ditos de merino muito Anos e lisos a 6,1ufas de
seda de cure para homem e senhora a 19 o par. di-
las prelas de lorcal, fazenda superior, viudas de Lis-
boa a I9I2O, ricos corles de seda para vestido, pelo
liaralissimo preco de 209, ditos de cambraia de seda
de lindos padr&es a C, chally verde e amarello,
muilo superior fazenda, e que muilo se usa para ves-
tido a 800 rs. o covado, romeiras de cambraia e fil
com lcos de ricas Tilas d* soda a 19280, grvalas de
seda de bonilos padroes a 640, meias de laia para
fldres a 29 o par, corles de casemira Tinas e de bo-
llos padr&es para calcas a 55, brinzinhos de poro
linho a 240 o covado, ricas colzas de damasco e mui-
lo grandes, pelo baralissimo prero de 109, brins (ran-
eados de puro linho e de bonitos goslos para calcas a
800 rs. a vara, roelas cruas para homem a 200rs. o
par, chales de tarlatana de bonilos padrOesa 19, cr-
dei de calcas de caserairas de algoihlo a 19, merino
Irelo, fazenda muito boa a 19500 o covado, lapim
prelo o fiis fino que he possivel encuutrar-se, pro-
prio para vestidos e balioas de padre, pelo baralis-
simo preco de 1,280 o covado, riscadmhos francezes
muito Tinos e de bonitos padroes a 210 o covado,
meios lencos prelos para grvala, fazenda superior,
a 19, lencos brancos com lislras, de cambraia, mui-
lo linos a 300 rs., brim branro trancado de poro li-
nho a 19200 a vara, e tem de todas estas fazendas
onlras multas que s I visla das boas qnalidades he
que se pode ver o qnanto silo baratas, afiancando-se
aos senhores compradores que nesle eslabelecimeula
nao ha fazenda algoma qne srja (variada, e sim Indo
sem avaria, de bous goslos e boas qualidades.
He fazenda mui-
to linda, os me-
lindres.
Barato que ad-
mira.
Gmlinu.i-se I vender inanleiga ingleza superior a
800, 720 e640rs., dita pura tempero a 400 rs., e on-
Iros mais gneros por menos do que em nutra qual-
qner parle : na ra larga do Rosario, taberna pia-
lada de azul n. 37.
FLOR DE FLOR.
A Farinba de Santander Hr de Flor,
lie h mellior farinba de trigo que existe em
todo o mundo, poVisso sempre licqualifi-
cada a mais superior em todos os merca
dos, aondete'm sido importada ; hestaa
primeiravez que vem a este mercado,
pore'm garante-se a veracidade da nior-
macao: vende-se tnicamente no arma-
zem de Tassn I rmaos.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se verdadeiro cognac, lano em garrafas
como em garrafoes : na ra da Cruz n. 10.
Cobertas de seda e lita.
Na ra do Crespo n. 5, vendem-se por mdico
preco coberias de seda e lila,lures,dos mais bellissi-
mos e variados gosloi que. tero apparerido nesle ge-
nero.
Cortes de meia casemira a -i.stmi).
Na loja de liuimarars & llenriqnes, ra do Cres-
po n. 5, vendem-se meias casemiras de superior
qualidade, pelo baralissimo preco de 29000 o corte
de caiga.
A boa fama
A boa fama
Na ra do Oueimado nos quiltro cantos na bem
conliecida loja da miudezas da boa fama n. 33 en-
coiilra-si semp" um completo srrtimtuto de miu-
dezas de todas as qualidade* e de diversos goslos e
que tudose vende por 19o baiatoa presos que aos
propri os compradores cau adiniracSo :
Libras de linha de| novelu, brancas n. 50,
. 60, a 70 a 19100'
Libras da linha, ditas n. 80, 100, 120 a 19280
Ouzia de tesoura para costura Ijiiki
Duzia de lesourisTinas paraeiistura a i
Pecas com 11 vnmsde lila de la lavrada |200
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinba de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por ojJOOO reis : nos armazens ns.
o, 5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar no eicriptotio dfl
Novaes Companliia na ruado Ta piche
n. 3t, primeiroanclar.

POTASSA BRAS1LEIRA.
<
Mar.os com 40, 50, (0 e 70 poca de rordo
para vestido 400'
Pecas com 10 varas de luco c.licito 560'
Duzia de dedaes para senhora 100
Caixinhas com agulhas francezas 160
Caizas com 16 novellos de lindas da marcar 280
Pulceiras encarnadas para meninas 240
Crozas de bolSes para carniza 160
Pares de meias Tinas para senhora a 240,300 e 360
Meadas de linhas muilo fnah para bordar 160
Meadas de lindas de peso 100
Crozas de boldes muilo Tinos para calcas 280
Agulheiros finos com agulhas sorlidas 200
Hallados aberlosde linho lisos e bordados, a _
vara a 120e 240
Lapis finos envernisados a duzia 120
Carleiras de marroquim para algiheira 60D
l-'ivelas douradas para calcas n eollele 120
Trancelins prelos de borracha para relogios
a 100 e 160
Tinleirose areeiros de porcelana o par 500
Charuleiras entre linas 120
Duzjas de lapis sem ser envernisados 80
Dozias de trridas para cainlleiro n. 14 80
l'ciilc. finos de bfalo para alisar a.300 e 400
Pecas com 6 112 varas de fila branca de linho 50
Caizas com clcheles 60
Carrileis de linhas de 200 jar-las de bea qua-
lidade 70
Macinbos com 25, 30 e 40 trampas 50
Suspensorios, o par 40
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, tem
i venda a superior flanella para forro de sellins,
ebegada recentemenle da America.
Vende-se superior potassa, 'a- ^
bricada no Rio de Janeiro, che- A
gada receutemente, recommen- jfc
da-se aos senbore de engenbos os
seus bo
tados: na ra da Crozn. 20, ar-
M ua-M
r-taeus bons ell'eitos ja' e\pertmen-
P tados: na 1
w mazem de L. Leconte Feron &
0) Companbia.
Sel
Ella fitendi he nleiramcnle nova, chegadi no
ultimo navio francez, e de lodas as que se usim pa-
ra vestidos, he a mais bella, he de lia e seda, e de
largura regular, rada corle lem 13 corados e meio,
evende-se pelo baralissimo preco de 69500, sabe o
covado a 500 rs. : na ra do Queimado. nos qoatro
cantos, na segunda loja de fazendas n. 22, defronle
do sobrado amarello.
Vende-se urna escrava de 20 a a2 annos, de
bonita figura, e ptima conduela, a qual se acha gr-
vida de 5 a 6 mezes. sabe cozirthar, engommar, en-
salmar perfeilamenle, e nlo lem vicios nem acha-
ques ; so he vendida por cerlo motivo, que,se dir
a o comprador : na ra da Roda r. 52.
Vendezurse 3 escravos, sendo 2 prelos mocos
de bonitas figuras, e 1 preta boa rozinheira : na ra
Direita n. 3.
Vende-se um bom carro novo] de|4
rodas e de 4 assenlos, muitn leve, e oe
cunsIrurcAo moderna, por preco coni-
miido: na ra Nova, cocheira de Adol-
pbo fleurgonis.
Vendem-se chapeos ilc seda para senhora : na
rus Nova n. 11, pelo diminuto preco de 13-3000 rs.,
sao muilo ricos e da ultima moda.
o sobrado de dous andares da praja
1 n. 5, a (ralar na ra dos Prazere com
Francisco Martius llanoso.
Ao senhores de engenho.
No Itecife, primeiro armazem de farinba da tri-
go, no liec:u do tionralves, vende-se a verdadeira
farinha gallega, em mena barricas, e das melhores
seillo4gBI em porcao co-i qualidade de Lisboa, e stros das marcas mais acre-
1 roa da Cuia, taberna u. 'J. I ditadas do Ctiile, que lem vindo a esle mercado.
ondas de neio de sala, e 1 cama de vento de arma-,
relio : na ra di Senzala Velha
segu ndo andar.
3 um mollete com 20 annos, de urna
ionio : na rus da Senzala Ve-
70, s*fsda> andar.
armazem d 3 James Hal-
na ra da Cruz n. 2, c seguinU
ebg 1 e prata patente inglez.
Mim inrrle/es.
le patente.
montara de nenbora.
tente para carros.
ias para ditos,
rentes nodelos para
oberta de
tos para sapaten o.
d^^^BCEi t as
Aicos penles de lurtaruga para alar cabellos a i,-'i00
Ditos de alisar tambem de tartaruga 3s00
Ditos de marfim tambem para alisar 19400
Ditos prelos de verdadeiro bfalo para atar
cabellos I928O
Luvas prelas de torral com bololas, fazenda
boa 00
Luvas de seda decores para homem senhora 19000
Lindas meias de seda de cores para criaocas I38OO
Meias piuladas fio da Escocia para crianzas 240e 400
Bandeijas grandes e de pinturas finas39O00 e 49000
Papel almajo greve e pautado, resma 49000
Papel de peso paulado muilo superior 39600
Penas finissimas bico de lauca, groza I200
Ditas mallo boas, groza 640
Canelas finissimas de marfim 3iO
Oculosdearmacao de ajo delodaaas graduacocs 800
Lunetas com armario de tartaruga 1
'roncadores de jacarando com bomespelho
Meias de laia muilo superiores para padrea 29OOO
Kicas bengalas de cauna com lindos casloes 29 e 39000
Chicotes linos para homem e senhora a 19 s 2aO80
Meias prelas de alsjodao para padrea 600
Grvalas de seda de lodas as cores 19000
Filas de velludo estrellas e de lodas as cores,
a vara 160
Atacadores da cornalina para casara 400
Ricos reloginhes para cima de mesa 49010
Escovas finissimas para cbelo e roupa, mivalhas fi-
nissimas para barba, meias pintadas e cruas de msi-
lo boas qualidade*, trancas de seda de lodas as co-
res e larguras e de bonilos padroes, filas finissimas "o*** ineUmmenesdequadtos de cores a 640, 720 e
Vende-se urna balanca romana com lodos o
leus pertences.em bom uso e de 2,000 libras : quem
pretender, dirija-se i ra da.Cruz, armazem 11. 4.
Fazendas baratas.
Cufies de casemira de pura lila e bonilos padroes
a 5950O rs. o corte, alpaca de eordlo muito lina a
500 rs. o covado, dita muito larga'propria para man-
i a 640 o covado, corles de brim pi.rdo de puro II-
nlio a 19600 o corte, ditos cor de palha a I96OO o
corte, corles de rase mira de bom goslo a 29500 o cor-
le, sarja de laa de duas larguras propria para vesti-
do de quem est de lulo a 480 o covado, corles de
fusiao de bonilos gostos a 720 e 19400 o corle, brim
trancado de linho a 19 a 1*200, riscados proprios
para jaquelasc palitos a 280 o covado, curtes de col-
leles de gorgurSo a 39500 : na loja da rna do Cres-
po n. 6.
Rrins de vella : no armazem de N. O.
Bieber & C., ra da Cruz n. 4.
Vendem-se lonas largas e estrellas, por prego
comroddo : em casa de r'oa Bmllitn, na ra da Ca-
deia do Kecife 11. 62.
POTASSA E CAL VIRGEM.
No antigo c ja' bem couhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Kecife, eteriptorio
n. 12,' ba para vender >muito- superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
le ca virgetn de Lisboa em pedia, ludo a
precos milito favoraveis, com os quaes fi-
carao os compra dore? satuleitos.
Attencao ao novo sortimento de fazendas
baratsimas.
Novas chilas rl ores seguras algumas de pa-
droes novos, a 180,180, 210, 220 e 210 o covado,
corles de chita de bonilos desenlio*, padroes inleira-
mante novios, com 13 covaiftw por 39, riscados fran-
oezes fino a 2(0* 280 o corado, cassas francezas de
cores, padroes. bonitos e delicados a 800 rs. a vara,
lavradas e de todas as larguras e cores, bicos Itiiissi-
mos de linho de bonitos padroes ede diversas lar-
guras, lesourat as mais finas que he possivel enrnn-
Irar-ae e de lodas as qualidades, riquissims franjas
brancas e de cores com bololas proprias para cor-
tinados; e atm de tinto isto oulras muilissimns coo-
sasque a vista desval atoas qualidades e o baralis-
simo|precn porque se vrndem. nSo he possivel hiver
quem deive de comprar na roa do |}ueimado nos
quiltro cantos na bem conliecida loja da toa fama
D. 3.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglez, e da mellior qualidade que
tem vindo a esie mercado: no armazem
de Adamson HowieiiC. ra do Trapi-
che n. i2.
ST CORTES TURCOS.
Vendem-se esles delicados corles de cassa preta
com pintas carroezins a lislrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padriies, e s se veudem
nas loja dos Srs. Campos & Lima, ra do Crespo ;
Manuel Jos Leile, roa do Oueimado ; Narciso Ma-
ri Carneiro, ra da Cadeia, por preco muilo em
con la.
Vendem-se no armazem n. 60, da rna
deia do Kecife, de Henry Gibsnn, os mais
res relogios fabricados em Inglaterra,
mdicos.
800 rs. o cajeado,, haraborgu fino,' de boa qualidade,
para lenroe. ceroalts e loalhasa 99, 99600 e 109 a
pee; de 20 varas, hayo panno fino para lenrYies.com
mais de 2 varas de Inrgnra a 29240, chales de lia
grandes decores eoro barra a 59500, ditos de case-
mira finse muito bonitos de cores com barra por
89. sclim prelo maciio superior, proprio para vesti-
dos e eolleles, por pre;o que em ptrculirse dir,
chales de sed grandes e pequenos, e ontras mullas
fazendas, que, a dinbeiro a vial* se veodem por ba-
ralissimos precos : na ra da Cadeia do Recife, loja
n. 50, defronls da ra da Madre de Deos.#
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se napra*
9a do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron Ro-
oker *^C.
1 Vende-se alvo em'eunheles de um quintil, por
preco muilo commodo : uo armazem de Me. Cal-
monvvjlii^mpaaaalaajjjja^ do Corpo Sanio n. 11.
meiro andar, ven-
, pelo brigue<-
Attencao ao seguinte.
Cambraia franceza de cores de muilo bom goslo a
600 rs. a vara, corles de cassa pretos de muilo bom
gosto a 29OOO o corle, ditos de cores com bons pa-
droes a 292OO, alpaca de seda com quadros a 720 o
covado, corles de lato muilo finos com 14 covado ca-
da corle, de muito bom goslo, a 49500, lencos de
bico com palmas a 320 cada um, dilos de cambraia
de linho grandes, proprios para eabeca a 560 cada
um. chales imperiaesa 800 rs., Is a 19200 : na loja
da ra do Crespo u. 6.
Esgiiiao de linho
e algodao,
muilo superior, com 11 varas a peca, por 39500:
vende-se na ruado Crespo, loja da esquina que vol-
tii para a roa drCadeia.
A3S500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na prara do
Corpo Sanie n. 11.
Chales de merino'de cores, d moho
bom gotto.
Vendem-se na rna do Crespo, loja di esquiui que
volta para a cadeia.
Moinhostde vento
osabombasderepuxopara regar borlase baizi,
decapim.nafundicaodeO. W. Bowmaa : nars!
do Brunai. 6. 8e 10.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Redundo de 640 para 500 r. a libra
Do arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonial inglezas e hollndezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas de 10
libras, junto com o metliodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber#4 Companhia, na ruada
Cruz. n. 4.
CAL DE LISBOA A 49000.
Vendem-se barra com cal virgem de Lisboa, para
fechar cotilas, pelo iliminulo preco de 49000 o bar-
ril : na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, defron-
le da ra da Madre de Dos.
Vende-se encllenle tiboado de pluho, recen-
temenle chegado da America : oa rui de Apollo
trapiche do Ferreira, a entender-se com oadroinis
ador do mesmo.
Na ra do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e flauta, como
acjam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinlias tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Jpteiro.
Na roa do Vigario n. 10, primeiro andar, ha
para vender superior relroz de primeifa qualidade,
do fabricanteSiqueiralinhas de roria e de nume-
ro, e fio porrele, ludo chegado pelo ullimo navio vin-
do de Porto, e juntamente vinho superior, feiloria
em pequeo barris de dcimo.
\endem-se|velas de carnauba para, lano em
porc,es como a relalho, de 6,7, 9, 11, 12, em libra,
pelo preco mais commodn do que em oulra qualqoer
parle, e lambem aprompla-se qualquer encoinmen-
da com toda a promptidio e asseio: oa ra da Praia
NA RA DO CRESPO
toja n. 6 !! !
Vendem-se peca de esguilo de algodao, muilo
boa fazenda, pelo prec,o de 39500 a peca, corte de
rambiaia de barra, bonilos padroes e muilo boa fa-
zenda, pelo preco de 39000 o corle, manta para
grvala a 19200 cada urna.
ton & C, na rna d>
Sellini ingieres.
Relogio patente ingle-
Chicotes de carro e de montara.
Candieiic aes bron,
Lonas ngi
Fio de sapatei
Vaquetas de lustre para
Barris de graxas. 97.
Vinho Clierry em barris.
Camas de ferro.
Taixaa para engenhos
Na fundcao' de D. W.
Bowmann, na ra do Brtim, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 3 a.8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a1
preco commodo e com f
embarcam-se ou carregam-se 1
sem despeza ao comprador,
CASEMIRA PRETA i
0 eOBTE DE
Vendem-se nato da Graspo,*
volta para a ra da Cadeia.
ARADOS DE FRH
Na fundicao' de C. Sfc>
Santo Amaro acba-se para vend.
dos ferro de *rir-uiialdade
a
asina que
1
C^heguero ao ba-
rato !
Caizas para rap imilando a tartaruga, pelo bara-
lissimo preco de 19280 cada urna : oa roa do Cres-
po o. 6.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a h^
ver um completo sortimento de moep
das eheias moendas para enafenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os'tamauhos, para
dito. ,
Riscado de listras de cores, proprio
para palitos, calcase jaquetas, a 16%
o covado.
Vende-se na ra do Crespo, loia di esquina qn>
"uaijai cadeia.
Deposito de vinho de cham-
pagne Chateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do conde
de Harcuil, ra da Crui do Re-
cife n. 20: este vinho, o mellior
de toda a Champagne, vende-se
a 56S000 rs. cada caixa, acba-se
nicamente-em casa de L. Le-
comte Feron & Companhia. N.
B.-As ca xas sao marcadas a fo-
goConde de.Marcuile os r-
tulos das garrafas sao azues.
$*
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excedente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nlia, 2 volumes por 1 ,s0()0 rs., na livrria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal cm pedra chegada no u|-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Bastos
Companhia. *
FAZENDAS DE GOSTO
PARA VESTIDOS DE SENHORA.
Indiana de quadros muilo fina e padreatnovus ;
cortes de lila de quadros e flores por preco commo-
do : vende-se na ra do Crespo loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
endem-se em casa de S. P. Johns-
talidade.
ESCRAVOS FUOIDOfl
-------------------------------------------------------------------._________________: _.
Desappareeeu no dia 13 de elembro do eor-
renle auno, orna escrava, ponime M
la, Tula, de idade punco mais ou meas
annos, com falla de denles na fr*ol, I
zo como em cima ; lem urna das orelhai
levou verlidode chita com lislras amar
da Cosa, con um liendres'de azeile <
qualqoer auloridade policial oa cap
a poderao prender e leva-la roa di
ser, bem recompensado.
Conlin a sedar ausente da
majur Antonio da Silva GuaaaJIs,
naci, criuule, cor prsta, lh> nj
auno, poseo mais ou menos, pstsj
queadas, olhos grande e vernal ^T
srande cautos, com umaignal aella
S, um dedo de um dea ees partido,
he muilo contador de peta, auda
apprehnde-lo ser ganerouuneula
levando-o a rna Imperial n. 64, casa
de sen senhor.
leste
10080001-
Fugio no dia 2 do correle, do en
Ireguezia do Cabo, um escra'
nnenfcslirhajlii.
^1
Caiu, altura regular, caroval.
lu e com marea de amlico do I
ios o curios, pernas finas, e he renj
do lado direo : quem o prender e |
engenho, ou casa do commendad]
Ferreira, na Mndelo, receber a
1009000.
Fugio so sabbado 6 se sal
na BengueU, escrava de Krai
boa e sua mulher, levos vetiidv
um laboleiro com roldes, ten o
pea lorio para den Ir* : iotilsU-i
concedemos essa grac por morle 1
pessoa conliecida diz que .vira o ,
caiador e vendedor de miiiflezat, aaj
mo sabbado noila os eteada do
Leile na ra do Uenrio, a diU I
para que' nlo fosse para casa de]
preto Joaqoim foi escravn cbj ji.
Fonseca: presume-*
que ja de oulra fugill
foi interceder por ella.
a vender miudezas para 1
rosa a lodas ai auloridal
pessoassaas coonecidiiri
va, que se rwpouMJelisaif
/yairesaJI^H
100^000 degrati
Deiapparecea no dia 17 de*
do, pelas 7 horas da noite
cao Angola, de idade 35 a iOJ
menos, com os signaes seguinte :
direita inchado, magra, lem marJ
pernas; levou camisa de algod
chita roza, panno lino, e mais nm
roga-se a todas as auloridade pol
de campo que a apprehendan e leve]
Joilo Leile de Azevedo. na praca doj
17, que receber a gratificado acim
ton \3SmJ.
Sanio 11."
De^PBEig^JM mCElM PARTE DA SEGDSDA LOTERA A BEHEFC^DO GTMASIO PEBNABBDCABO, EXTRAHIBA1 20 DE ODTBEODE 1855
59
NS. PKEMS. SS. PREMS.
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39 94 5 76 259 12
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