Citation
Voz da religiao no Cariry

Material Information

Title:
Voz da religiao no Cariry
Creator:
unknown
Creation Date:
January 3, 1868
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( sobekcm )

Notes

General Note:
Newspaper issues from the personal collection of Pe. Cicero Coutinho, Juazeiro do Norte, featuring articles on Padre Cicero.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
University of Florida
Rights Management:
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Full Text







nA D I I DRING. 12. I I1 iF I..
A VOZ DA RELIG 1AO NO Cll ARI.


ASSIGNATURAS.
C ATO. 50000
OUTROS PONTOS 6000
*IUMERO AVULSO 120
PUBLICA-SE AOS DOMINGOS


-ITE ET DOCETE OMNES GENTES.--
Ide em todos os pontos, ensinae a todos os povos.

SOB os AUSPICIOS DO
PADRE JOSI ANTONIO DE MARIA IBIAPINA
E REDACQ10 DE
Jost JOAQUIM TELIUS MARROCOS.


SANCTOS DA SEMANA.

24 D. Septuag. N S. da Paz
25 Seg. Convers. dAS. Paulo
26 Tercr'. Polyarpo.
27 Qua), JoAo thrysostomo
28 Quifis. S. Antau.
29 Stf. S. Francisco de Sales
30 Sabb. S. Martinha.


A VOZ DA RELIGIAO NO CARIRI.,


AuZiNCIA DA TnEOLOGIA tN POLiTICAL.

Repitirei atd ao fim a aquelles que desejam sal-
var a civilisalao modern.
-Todopoder a.todia obadienciaprovem de DEUSo
porem a morte, corno o orgulho vein do home.
V6s sabeis que elle 6 um espirito e que Iha 6
precizo uma logica.-
A desobediencia continda-se todos os dias.
0 home abandonado A si mesmo volta para 0
estado selvagem, para o estado natural do home
quo a queda preciptou do estado sobre-natural.
E' assim quo o home formrado para o esta-
do sobreonatural, ndo tern sido natural n'este mun-
do!
De desobediencia em desobediencia, nao respeitao
mais as duas forgas do Ceu- a Graoa e a Autoridade.
Agora observemos o effeito desta desordem!
Corn sanctos e barbaros funda-se uma civilisagIo.



FOLHETIN.


TRACOS BIOGRAPHICOS
DE
JOSEPHA DEK SANCT'ANNA
IRMX DO CARMO, E PROFESSOR NA
GAZA DE CARIDADE DAS
POMBAS
hA PROVINCIA DA PARAHIBA DO NORTI.,
( Continuanio do n." antecedente.)
Passa-se o tempo e a predicao so realize.
A Virgem do Senhor adoece gravemente. e surri


I


~


-4


U.


corn santos e populagoes quo perderam a simpli-
cidade ao mesmo tempo que a fd, nao so produz
sinao martyrs no seio da dispersoo final.
As ragas quo peccaram tanto tempo contra o Es-
pirito Sancto nunca mais remontarao ao throno da
civilisgaao!
As nag6es forlo educadas pelas suas religioes co-
mo os tilhos por suas maes.
Dopois a energia dos prtncipios fez as epochs e
os homens.
As religiOes formlo a substancia da vida' dos po-
vos e tern urma visibilidade igual A sua profundesa.,
Todas ellas tiveram padres para inoculal-as nos co-
ragdes. para transmittil-as e sustental-as.
Como pois os poderfa dispenser a religiao quo con.
tern a verdade completa?....
Sem a Igreja, o Christianisme series, a mais bella
idea da terramas se offuscaria por si mesmo, como
todos os dias so offuscava entire os Judeos a idea
da unidadede DEUS.
Si o Christianismo 6 a mais esplendida das ma-
ravilbas, a Igreja 4 a mais preciosa por havel-o con-
servado.



corn um praser inexplicavel
A vida penitente a mortificada parece explicar as
causes e os symptoms da molestia.
A medicine emprega todos os seus recursos, mas
a molestia continhta ampassivel e progressivamente.
A doente sent augmenter todos os dias a sua
debilidade, o corpo definhar-se consideravelmente, a
final torna-se um cadaver que march a urns to-
tal consumprfio.
Neste estado perde se a ultima esperangs de res-
tabelicimento.
A communidade se entristece, as orphans e alum-
nas se agrapao em derrddor da enferma, regAo seo
leito de laprimas, e clamlo A Deus pela vida do sua
amiga e preceptora....
Este espectaculo podia causar, a enferma a mais san-


-4 ---------


- I I


'I


DOMINGO 24 DE JANEIRO DE 1868.,


K 8


ANNO I.o


---~-~c






2 A VOZ DA RELIGIAO NO CARIRI.


LOUVADO SEJA NOSSO SENtIOR JESUS CHRISTO.

Para a estrella que aos Magos vai gu.aado,.
S,'bre as pobres cabanas de Bolem,
orn a luz, outra Luz, ellas procurando,
Adoram sobre palba o Sirmmaa Bern,
Com ouro, in*.renio e mirrha confessando
Ser o DEtUS que de DEUS ao Mundo vein:
iN" ssa estr6la que o Eterno assim dristinaa
Rlefledtio do Presepe a Luz Divina.

Quando a terra trarava o trista d6,
Os povos enluctando a escuridade,
0 D)EUS de A'3rao de Izac, e ,de Jacob
Condoido reveste a humranidade:
Em propria carrme como disse J.ob
Termos hoje presence a Divindade;
Pastores ao Divino Sol nascente
0 adorao coinm s Magns do Oriente.

Da terra, mar, e ceos o Creador
iassido na indecerite manged6ra,
A sec'los, que a sua d6ce Lei de amor
Do bramido infernal he venceidora,
Do Forts de Israel, o Salvador
Da nossa rata humana peccadora;f
Quanto o Libano tem, e Madian,,
Muito inais nos outurga a Fe Ch4ristan..


A wo theirs r vt a Siamncta Tgreja
No explendor do Natal corn alegia,
Por toda humanidade. que festeja,
Novo cantico,, nova era principia.
Pelos Reis quer Deus queo muudo veja
Dispontar a brilhante Epiphania
Do que vem do Edom, que traz a lei
Pae do future sec.ulo, Immenso Rei..
Crato 6 de Janeiro 1869.


7

-'a


OCCURRENCIAS DO TEMPO.


OSTK YANEIR).-Ne stlo dia se iiO ainda no pull-


Passa-se umn anno..
rE7m I8 FA ndrn,- a,-. 'T ,,,t. i _,*.


Spito de nossa Matriz. o Veneravel Missionario Apos-
tolico, tndre ,bapina.
0 orador venim xpor o estado de sua grande em-
presa-a C.sa de Caridade nesta Cidade e oizer adeus
ao pevo do Crato.
Por estas circunstancias que interesslo-nos tanio
foi imninsa a ccncurr ncia.
A Igreja estava littoralmote cheia, muitos volin-
rao por nAe -achar mais um lugar: outros fivarao de
parte de o6ra e quase ,ia se ccnf.,icto ptara con-
seguir- s ingse so no recio do templo.

PARTI!PA.-No d !: 2 d> gente retirou se desta ci-
dade o ni, l)r ibib pIina.
A multiiJo que o accompanhou era aon numerosa
quo rnal se pode caiicuiar.
A sau iJde foi geral, in iiPm houve qua no pa-
gasse um tribute. A seisib.lidade (do cora(,a o urna-
no vertendo ur)e igrma no acto da despedida.
0 Sancto Apostolo do Se.!hor tern (le demorar-se
pouco tempo na Barbaliha, dunde seguiri novo des-
tino.

'A CAPELLA DE S. VICFNTE.-C Sr. Cap". Antonio
Comes de Carn'os Pe'ico continia a mand~ fazer
os services que fal'.iao neste edificio.
Todo o capital de qua diipoi nesta empresa 4
,f PA Aixf" % 1 ..-, -_ -I. I. %.* t--


151 0000 que o povo deo ue esmnoa ,pia iMissa do

Emn bnnifih;o do npaz e da rpgiao n0i esperamos
que todos secundem os exforgos do digno direcLor
da obra.

MISSA 1OVA. Em Miss1 o ve'.hs celTbrou a primnira Missa
Bo rn. Francisco Csimiro "de Souza, no din 6 deste.
0 acto foi muio solrmne e bem conicorrid,.
0 novf)o sdre (sse bern sun missa, inspire gran-
de conflid'a e prormeUe nmuilo no future: graas a

c1(z annos ie luctgs e de sacrifleios em que elie
se viu empe adco para resaisar sua voca ao servem
die garant~a nossa expeclativa.

ARBAI..:'A.-C veneravel Missionario Apohtolico ce-



.p.ra s a ed.o ca.-o.


jil* JOU- v u ,v, uas- V iertentes recebidi a I ~i'sta '
do Apostolo do Senhor. A u, ea pr ds virtues C ns
preeanchem temo da vida religiosa e conduzem &
Zosepha de Sqnct'Anna se apressa em avistar-se corin sanlede.
C Rm'. Missionario
N ,. t o tess' eo" ;s se achavA Josephn de Sanct' An-
E.. face dis proves de dois annos successivos, elle em :33G alrldo foi cLarnada par a casa de Cari-
ju-ga por demris evidence a vocacao da jovem aspi- d :e des ,ob, s
rante ao estado religioso. d
C'ora de alegria, por que ve satisfeito seu utimo de-
E' nesta occasiao que ella recebe o habito do Carmo eo.l.
que a tanto tempo e corn tanto empenho desejava.. s orr a vez quando ella
Su s grimess correm tinda nma vez quan
Ak novadrman visa- por orde.m superior uma es- tra o limiar do e.ificio.
phera mais ample e mais elevada, que se formava, por. de corn a-
assir di'r, dstes do.is circuls--.virtude a sciencia.. LCI.h a e r1 o be dar asO or-
s r mes e pootmp 7. ra ernidade que s a rehgio sabe da, as or-
Eetrega-se comu ardini ao estudo e eMn pouco tempo t hans ccr'en.es cerco-na de caricias. e aquelee Caustro
consegau,,aperfeiroar os coneeimerntosrudimentaes que ITi eresenta', paz do espir'ito, o amor de .eus e do
recebera na puericia, e depois il!ustra sua intiligencia e pr~cx:.ro, e abnegag&o de bi mesmo. (C.Artn!a.)







1 _AA VC7 PA nE.IGAO NOC iit.


Segue-se depois o bea-mo.
E a sagrada matio qe" em n me de Deus 0 povo, recebe ent.o 0 Csculo de seus tilhos e se
orva.lha de lagrimas.
Termina-se est'a sc:na: ,.]deo.rprece o sol, e
em p"r. ,a o ris0 e ,occso
5"os a "' F .e ,,s de ... e. e,.

.,'gu(t a po Ch'v :t.Q
Aindn ho> o Ovo ( -l (V 4-
m o e e.d a i .o ,n c o m m o n, o ( -
f C i t o r e dPe l i -,s (zM;
oi'o S v's re Cir' cI

De ., o u ?yr .hs.
^e tC, .uS 2 :!. .. ",r~ c,,:c.:


fm am s6
os moraes d(
amen .to dest


!ao prende ns in'.e-sses r7:atraes cnm
o pa:., Z.o co:or'.,io par ao :frmose-
ta Lado, p'o" a e ":: esmo W",aO Ce


o e:n'?rno,


Plro ('wigo part
;bo so dpbFteri),y



Cario a a sra


i Inae nro t'' ;L a V.m'. .


canTR s;


V )' S i
" k*tluA


,is '! *a? ss 'en.> .. n vv e
. -ir. a V. 'r c.;.a i'
c .en. ,c t al Ad) I S l (i 0 CO-

e ; ,'* '' ,,r!( '". :'. i .. 0 -0 ", S, -
SvYe:;"rr:c'' r-unk :--':^[o que
, o i.'''" '"' .' ""::: < "' Lvoro/ 0 s
o0 Cc.,S 'ro7. C i .2o CL..rg ueni dj-
A'b ...0 ,.
ssgn:dos


Afecthsos V c.. r.... rve'3itr-,s "eados.
dn !o o ;cur da Cu:.':bI.

tconem ones (: .nt^c.
... ,-, "T C ., -
( r' ,' 7 -, .7-77
3 i .
,, L;: :.:. Tc X;e
.... C. .. .. -, :=y^ ,, ,,? .. ,, .
^.^J ^J1^;.^^ .'>^ ^; ^1


Aqui cmos et to
que a Can 'an i dcv',a c .i *,::- :
nario, serva;:o "!rc o :'7222'0
assignado da poclioo o ;j.


c rs gr decmen
i r !


0

X0


.J .i ., -i .
A Camara pnic "' <2 CY o >cr'o vem cu&-
prr o grato ever d. a-., -: :;2 3 cos s,':s mu-
rKc'pes testomenb": ^ -. l o '-n recodlcimrnto
e admirang o p?!a:s :::':: r -. .' cl.' :Cos cue V. O i.

dejxt o 3C.;_, :.t .: -.
t -pro e: -- A: .': :.r..' .o ,i-
ina Providecci ,caba ; c :;;l: 3a r oo-)'z'ato



dexa gravada no ro vo o0 Cre. 1
a convicio de cc c ',-s :"' e c.s "- os
hristaes -a r -
,, ,* '.... .. ^... ,. '-,. ,J
cu'to e c o v ec s cu c


'f-o. r ... 1. a .. ^/ .: .; f'. ,.^ ',.,*

ae q e -a a- a:,uLs :. ;
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i.iter.c, ": e r : : s ::,a -
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s c utos c".(s o r ns c s do ol1,.0


| 0rL2' Y A co. scp( io (: agas da gra.a 0 de-
'a .,',ecf: ,:et' o da er('ACl ,('
US' 'nh dc ste S( nbor 7 0 :m aleij^o pro-
.-' das o r ....o se. .ac, e,, deixou
0 ... 0 "C- A,- "-

j: 's pecrr1o J 'h C cave, i nora

1 :1? o' s pe;. ( d.... r', tom ou
Irk M 1 0 rEe o. c :c ':,s.*a a.
'.. A. .. :.o ') ( IAe Yr" msa o, mor0 -

,":2 2 .0 :r ...:'^, qu ... e.:0 ":; : cb s j,1,.os
('' o -,V



A *'S A"'ls, f'o de C"pmA. Antonio
'"" : 0 Ie? 'r'- [; 0el S S, "leij do;





s ': : : io ed tdos C. Gas s

S( ..'r ; sa prez a dea


0m'' 11n *or 1- hi d! S1Y'. RaImaeCndA
!s r b o- i a bn s, e con-
u.. "': c br teb a ( gu1 d,., [,.te.

SI ando a (orl p so f r 'i.rp" L' d'ansl"

a s eIo Ao qa"e doei"' a 02' l'"cou r" sa-
.. .....q. .. ,,
)2bO J ,.


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S---- o ....... c., i a pelo Sr. Alferes IsidrO
"-ntre n6s coincide cm o 0da Circumsi.io i vd- '".
.sso Se:,.r 'ESUS CSinSl0. A--
,,o ,,,* q r noiss redeamptss '- o- Em Gonsanha falleceo no
ceo o0 Si v aAr, e qcer;a urea lic.a o .... u-m L Sa ., r ,m de seo amor v:erdo M.l Rodrigue Li-

GA d0cu', : ,n cdeDeusfoi o pecceo pr vo -, e da um vauo di-

do genero huno. 'r-e etre os cddes cons
AC0 m i Slil1a si e 4 sea dec :n .
S,, ..... .c..... .... .' om o 'to --


A C, c,.:*c... 5 ^ ( i<^ .^ ; -, ^-- .. ... c... .. .
datl i e.. p rG el I a s fo:,s.
. No (ia oi vo <:: ,s a, s, rse9ento e,,e se






s s sb se cue
,e r.mcr; &a K. :o S 2' 3 c5 igem, e ve0 os os ,
cuLs gra es ii.j .LTs q, 0 ella "os prsga a0s0-7


o o f o, f
mos a noss, v.:..;ra no t.po G na eternii ce. "
Is ar a. rn do sun: bo,, ns d" as gru -1'


As do 44 ,c,..so u cs .. rou gm den o: o ssa voa-



J&.


,!SS, SOL..cNS- Ccrno, not:cmos, teve ht- ,


0 ce,.branc ,, .: .d. p.s R 1 0. vigerio Me-
noe1, ,O,"sC '- ''Ayre, (,:o ".ssei; e'"io, que cento" :
o Evneho e e.o CFo.'.me,' o:r ignacio de Sou-
"a Rild, sub ao,10o na rm s .



dTvin"ade C 'ESUS CRS 2t ., j
E quem r, s arre:': -:'ia de nto ter logo
a do a D S so fe" erm si mesm0o vi -
so a d o' 'ao i sw ;:':\? !



csopT tb e (., ... -se en1., corn for-
n, pois o;,it.-se soub a couvico (do que ouvi-
ra. |
Conside.ra o ,r'ino, romo o An.o eo sua
salvaciO, conQfssa-o o esA.,0o de sue aIm e
empenha-s9 p ara viver cd ),ixo de sua direct. j
E assUii. c so co:veertu Uima niova creaturia,
na exples':70 sH',iW:e cc S. !'Thto.
0 seu director da g'...s a DL'S pelo fructo qcue
vinh a4de couher io sEu Apcasto edo.
Uitima-so e lisso, avbs flc.o permnientes os


,-,e R Anteio G(Tes d
.Ar,, VA 0 scti.'hor (rp Mn io f:c1 -
r ;o ... .: C (c, ff:eneceo a8 P',0 r. !:piiaa urn
..O to .,c'C o c! m f.estl'o t u &
r~e,,go g ,(1, de ,(,,a lilya
des asI ar a Ca de

,O. oue sua necessde era miS ur-

OSV. Cap'. ?t;co, cpr ,s do vuma vez tem
SC ,- "'L- e tB ,t
S0 da ( ca i:5,c 6d (,.,i, S. V ( ,,(e Fer-

'a"( o det_. CidadC e.
,,cioulr as boas obras e fazer o elogio dos
seus "gces.


( v8 .u... d '. ,;i.; r .cot r. i. ( e, a pU ( it, ca

d- ,u s s F' eaC c i o r, e "g s, e nca-
rec, a ,r e :;--;Jt v:, :' 3 devo0-a qu, IBi tra-
cava u a nvh ca, de co auc,.z b
0 I,. s hcnario (e, .n:n da outros ," m" vam i utra-
car ou,.'os 1i0o0, acu ir orde o chamio outra
necm 1'i3 de chega am p6cinhos, que disd

a d)e Vabceiras crca de 0 le utinuar-s-.


In
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2AVO7 A ILGtO


g

1


I


I II I I LII III 1 I


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I

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3


F TQ YI DATE" LiGICSA. m UrCges rele-
re a-e --n-t' --de-4i4 a teAom_ da K-

0 o y a Ces o :.c2iano Vd O(livoira Ara-
o ,i a cda o ,rom ccr c.ts sole3mridadP, o
coo:,o c(.om se,, fi ue,, e :n eni6 s y' s c'r
5 cto todo eU sp.. to.
so tim a ( o" trez d o ,l2s e excetlle

ourosto pelo d sl:^cto .a ,.c
a.rceb cV: s C os:.,s C ,bSrs peoos servaios


07,.0 o i 20 c DCzemobro s uou-se no
,sa- 9 *tonio 'er-
' 3a 0: v, ': X 3 n .^ 0 ,.^ .... C(v




do-r o hb "o (I S (ira d o n
E"a um d airo i" po :, nt, e dis,.,.o pe as su-





ea riaom rcg: o a 1irZ r i:e a 0 ic:
ee',.rEs q'e ; ? ro e ir ,op I:e ont ep-
d, o b ab i. o d s I,,. .S S e -,, a nio ( ,, o, Ou

desjl9 e no .. s, .o a no..o 1802


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*-_..-A vr '. A %  \IRl. S AVfZ n BEUGIO NOCAim. •**m S?2ue-se 'JoDf'c; o h^'a-mln ... *' '-" r m um su ac nronrp es : n'f-p!oq *Y>iPrap: auasa' ..:o s!) debaterfo as ¡zarras c.-' f me o fa miseria. ermma-se esta suena: desapoerece o so! e Era oartKha o triste occaso l Na effusao pois (lestes % %  : irx nios o vvazo, i esta famara pode peru.issSn VR.-ri" crna modestia na. pretende ofTeri li r, ; '.; %  .: %  ha por si o como ¡i'.eno-rc do pem rr.m % % %  : %  '.ubco tosK' o ou0 temos :"' prezente* Nossa ESTRILA d • ¡spoittaf Segu as ; : %  ..-. r .: % % %  Anda ho-e o novo do Clrs'n na < vnr*n ,'n Lorrbrsi-vos dess Cidace, -•' des pobres !"! rs seus; ]> >cebti m • %  •: ?a !rc STestre ^ : m -'•"• %  ":: U6 A;;::.':, Car.da r %  • T • • w oiquim !Jel5no Teixeira CGLLABCiUCO. A Cama-a Municba' •": "'.'-•"^oCratovem cumprir o grato dever da ?rs sen ¡ ir.?e os S.US muKiC'pes testemunsar •: V llm" o s u rcconiipeim^ri'.o e admiracSo polos imincm os '• %  •: %  ios que Km a co,m prediga Kta e sob n %  rnipn^ Ai W= ] V nltamos 5 o eggpr^fp ^^ ^ Pro ^„ S. rH?^ UCia S aDa C • '" : -' ;::;: ""' :: !i '"bm0S %  sa" re^ihi "seb n f" do (io-. fW m ernrete dos prcaeCo, Ce Swn^bo, eria^ >, dos curativos o n a.cas o Cal/as ?: ro iotrantiento = am .:::%  c bendada, V Rns\ | /.-..-o ?e rreira da Rocha rt n U reonvK d l^ %  '"•'' %  : : p f d0Cr f' ^ ii!¡hfl %  Pnde tenr r'aci, dos pri ios,V Lhnstaes-a Carrcacere: : ms:s fervoroso j sa-nsreciment da etlermidac'e 32^ 6 C "" C %  V "' C f. ??? irHc8 r ?? I K '" ^P !lhi este S i v io ::m ajenado orotZ^Jf** !" f; ." 8( r 3 ^ I ^rar r.o a:das o remedio le seu mai, o deis pretende c.a .: %  • %  .. % %  • %  • • %  •^rta.ecei-a na 'a mu.?ta. verdadeira fe e ^G c-3 o \ /.' %  ::.' %  %  > pedreiro Joaqnim Cascave!, morac 3: '_ "'' '• rlBi, sria d : %  • %  pos grandes incom%  '"''" %  ; : : :: 'os pi %  '• %  •'' da madre, tomou "" G ha-M boa de SLI' .: ::o ce ''enoel ¡-erreira r .arrasqn¡nho, moroi ; "os oC • ;•: : % %  ;• %  ,:' an! d r.as"•" : -" : %  •''_ i ra cu : ; -. s jneos -"::-:, avo-sg as ;y miracuiosas e {icn ^ que BS vd: s -> r 7. Ilm 8 ¡ ::• :• %  :, ras %  '•: ribura sagraa .' m ?or !m • : :":: : ": e s interesses da v • ." i : |g ds nrczente, r ,-,.'. ,.,„„ o tt'oria ':• !" '• -'-•• •: • %  f ... ID ora i sr ,: :'! a ¡onselha. E : ••') n ."; i¡y que, Bnraz i e ta .'a : %  • : • %  i ,.< r i j .v r ..... .. rndando o inelvto : me "' %  %  %  '..•-'.:•' %  %  %  viva gra: '-' % %  %  %  %  ':(• V'V \ %  %  • : %  ". '.• sta Camar r r a !'; Icccs '"' r i uii', acaba ';'•::.' % %  ^ %  .... .. ,.^. ,-,..._ to '. '. "'' ''. d( : ;-;' ¡ .. ... : ,' "','' f.< arnes, f:!ho do Cap". Antonio •• \ ha lempos, "'o:j::do; %  %  : ". deitadn no r do %  u na carga P c -"a "ornar barbos, c I % %  i depois dces ficou perbi'.amfm/.c bora. O : %  r .!• s Qnesado Fi'.aaeiras. nfsrmo :cm? cs '"' '• es raido l )dos %  das ?eu ¡ / %  % %  • .-; raido todos os das seu 0 ; ; '\:' : : "' "'• cls;ia •---: %  • re-erre ES aguaa d Caldas, hoio an a %  '• d V n: :;; %  '. %  •i cave: i % %  Mrte; e sua prezc -'.a demonstra 538 qusn o enearna ;: • m .:•:. %  u %  :: % %  • %  •;. ?03 ventee? trme e : %  '. cue !¡ %  • : g r ; -.-o :: raundo e: e '•'. ; SP3c mo-a-Jor no ''' ,: do S r Raimundo r \<'i rite, i iu bom rom o banhos, e con' : % %  ; urna %  •' a ra r.¡ a ': gue da !' inte. E'.G bcrr era ebegaudo e ?ua casa no Breio-fecco A : "•, ,"•. •' %  %  '-' %  %  % % %  % % %  .-:.':< .. Fu cosa no Breo-fC-cco .f" s n q ? e %  :: •' -' %  ; : : ^ : : crerCGeu d esa c oa li '^ que'alli estava grada pdavra de :,-:.,., i .p err .esperando a norte • ¡ Mo d'ambas ef S e ;? !ia,i0S ;! T ^ %  "T'w^go que o doedta a bebeo, cou restaao coo(?mpiar a conc:us5j dest c _..J > 02:!cid.



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?*uu, ANNO I. DOMINGO 24 DE JANEIRO DI 1868. N 8 A V&W, DA RELIG1AO NO CAR1RI. ASSIGNATTJRAS. CRATO 5 0000 OUTROS PONTOS 60000 MJMERO AVULSO 120 PUBLICASE AOS DOMINGOS — ITE ET DOCETE OMNES GENTES. — Ide em todos os pontos, ensinne a todos os porosSon OS AUSPICIOS DO PADRE JOS ANTONIO DE MARA IBIAPINA E REtHCCO OE JOS JOAQUIM TELLIS MARROCOS. SANCTOS DA SEMANA. 24 D. Septuag. N S. da Paz 25 Seg. Convers. dS. Paulo 26 Terc'.S. I'oly.arpo. 27 Que; / Joao chrysostomo 28 Quhi. s. Amito. 29 Sel. S. Francisco de Sales 30 Subb. 8. Marlinha. A VOZ DA REUGIA0 NO CARIRI. AZENCIA DA TlIEOLOGIA NA PoLITICA. Repitirei at ao fim aquellos que desejam saltar a civilisacio moderna; —Todo poder e toda obediencia protem de DEUS; porem a morte, como o orgulho vem do homem. Vos sabis que elle um espirito e que Ihe precizo urna lgica.— A desobediencia continas o todos os diai. O homem abandonado si mesmo volta para o estado selvagem, para o estado natural do hornea que a queda preciptuu do estado sobre-natural. E' assim que o homem formado para o estado sobrenatural, n3o tena sido natural n'este mundo! De desobediencia em desobediencia, nSo respeitao mais as duas forjas do Ceu— a Graca e a Autoridade. Agora observemos o effeito desta desordem! Com sanctos e barbaros funda-se urna civilisacSo. H FOLHETIN. TRACOS BIOGRAPIIICOS DE JOSEPHA DE SANCT'ANNA IRMA DO CARMO, E PROFESSORA NA CAZA DE CAR1DADE DAS POMBAS HA PROVINCIA DA PARAHIBA DO NORTE. (Continuado don. 0 antecedente.) Passa-se o tempo e a predicgo se realiza. A Virgen do Senhor adoce gravemente, e surri com santos e populacOes que perderam a simplicidade ao mesmo tempo que a f, nao se produz sinao martyres no seio da dispersflo final. As rac.9* que peccaram tanto tempo contra o Espirito Sancto nunca mais remontaro ao throno da civilisacfio! As nacdes torio educadas pelas suas religies como os liihos por suas mes. Depois a energa dos principios fez as epochas e OS humens. As religies formo a substancia da vida dos povos e tem urna visibilidade igual sua profundesa Todas ellas tiveram padres para inoeulal-as nos oorages. para transmittil-as e sustental-as. Como pois os podera dispensar a religio que conten a verdade complea?.... Sem a Igreja, o Chrintianisma seria, a mais bella idea da tcrramas se offuscaria por si mesmo, como todos os das s* offuscava entre os Judeos a idea da unidadede DEUS. Si o Christianismo a mais esplendida das maravilhas, a Igreja a mais preciosa por havel-o conservado. com um praser ineiplicavel A vida penitente e mortificada parece explicar as causas eos symptomas da molestia. A medicina em prega todos os seua recursos, mas a molestia continua impassivel e progressivamente. A doente sent augmentar todos os das a sua debWdade, o corpo definhar-se consideravelmente, e afinal torna-se um cadver que marcha a urna total consumpQo. Neste estado perde se a ultima esperanza de reitabelci ment. A rommundade se entristece, as orphans e alumnas se agrupao em derredor da enferma, regSo seo leitn de lagrimas, e clamao Deus pela vida de sua amiga e preceptora.... Este espectculo poda causar, enferma a ais san



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2 A VO l U BIUGUO SO CABiM. = — "T ; -,, foi dirigida pelo Sf. ASeres Isidro Entre nos este dia coincide cara o da dren, !" i -. K'vSso Senbor JfcbJS (..II^-O^* i Ef" '• ,... MT nnssa redempQae ,. T r rrMTX^o. Em Goyannlnba felleceo no ju primns ¡UNO que por mi I ^ -—%  rQ 5eal f or 3os Ferre ¡ra da oeo o Sa;vsir, oncena un.a noy-" 5t < <* -%  • --• %  • •„-.„„! Roiiiimei Limora!, e urna prova inmensa de %  !" v | Sr:vs. tic i Reverendo Manoel Rodrigues A desobo iencialci de Deusfoi o peccado primevo ar ^ ^^ e ^ ^ ^ dico genero bi o._ ^ • r „ a „ f u 0 r. 6e entre 03 acaeces conifiAdara ¡nV.icitoa a al e o sua descendencia. •" • %  • •; %  /_ ;:s;;s Cbristo estrs sva vio pela obediencia. j w Mce8 "„,' pa j o Sennor .Aren. \ Cif n i*3o que e::rr?::n ser abolida cora o rito da le: aatiga 'ten para ella loda sua forca. ] i) A D]VA. O saibor Cap-. Aniemo Gcwt fle No dia oitavo Lis de sen nascimento eUe se j Can ico, £, ^ ^TiSS Asim abre, a porta do novo lempo, s^.:z comas pri:n;cia d sen ;;ue a de suas lagrimas a escr:-:tui i -o seu amor o genero humano. Lineemos nossas vistas sobre esta sceoa, que ricje se recorda na solemnidad* da Igreja, e vejrnosos cois grandes prcritos que ella nos prega 3SDIK NCI.V E AMOR. pora a Cjt %  ^sVvelb, onde sua necessidade era mais ur|e O S r Cap. Pt tico, rcr rrais do urna vez te* r?J 0 Drcvas de wa piddade e rrl-gilo m inyoho 7. Sclctfo daVapella de S. ^^ rr e na presido da sc;; S sendos Ua de Caridade esia Mide. a 8lle! sonmentoa, M somos Cbristaos dm] Mencionar as boas cas nm o b ; *-..c* pois nossss aspirarSes para c futuro, e fac,aj seus agentes. mus a ossa venlura no lempo e na elertidcde. g o :;::;;> ;;;.c %  %  : \ < %  : m isprienrdia noi eir xou sobrevive: J:>S*,OS irmas c:u^ u8o vir^o mas r; : lsr s aurora do armo bom, nos d ss grsgas de cua nectisamos na romagem da nossa vida. WSTlYDATER'.LtGlCfiA. T 'rr. Mi>grts rrlebrat&u-at =ova Padrccir a aun to d a y w pE C R mfl V:ga:io CesarloCiaudiano de (iveira Aragjf.ir3 tng :n giw. g :r^r-t y? -r-"T-J^--* / .%  vi a IV) TVMPfl n i 0 r 0 i a ; "da o promotor drsia sol¡mnidad^, o a ordo cir: seus Haguma ^ err. f e nbnva \m car %  r^-a. i te 6Clo todo esplendor. ,, No fim ca Novena trez donzoas ce excedente yti cantSo un: beo e locante hymno R. M • composto pelo isiinc'c L'arecho. Aeceba elia" es nossoa emboras pelos serreos i upcphn -''• %  os nossoa emboras pe.os M!SSA SOL.SMJSComo ; noticiamos, ^• tf L i e e ntea que enehem o se, ministerio. o „r r. pritneira -.^c do llevereudo Jaanoel Lar%  ios da SViva Peitoio. rr^"'0 Ko d'a ^ r c1 Resembr sepuliou-se r.o O celebraniofoi ajuda pelo R~. vigario MaJ;".; ub : !fl d 5Sla Cidade, o 'i?. Aaioni Feri Joaqun Avres do naacmento, quo eantoc : 3a f* r u r no! ji.''. % %  %  • •• %  •,' %  %  ''-' "...n,i >.v>'*w, .. uw %  -•* o Evangelho e pe'.o Commendador Ignacio de Scuss Ruliin, si 10 na rnissa. ¡v'.ncade ue Jts IRIMU.I E quera nn se arrependeria de r.cc er ¡ogo ¡ amado a DEU3, ss entrando eoi si mesnio visso a desolaQSo s;'ia alma? Ah! exclhama Jerimias, ch! a trra ioca se v6 coberta de to-Jss as desolares, porque nfio h quem e:¡tr>; e ; n ,: <".. io — Jcsopha da Sanct'anna, sente-se ent8, com Corr para dar o passn u'arena de urna nova vida, pjis egila-se su!; a conviccio do que ouvira. t; ra u!i i cidado iaaportante e diali.-.o pelas suMQRIMnMW ~" v JM %  %  W -M""' efeitos que ella produzia em Josepba de Sant'A T 8 ;; r gem nrogride na virtude 'eseja docSU ce-se' a DEbb mteira e Irwicgavelnente, e pede o babiio d3 Kossa Senhora do" (.armo. c ....... ;,-„: ;,:;, sa:::.f:.z ^ parte o sea desujo, • no nesna anno (t8G2) da-tbe ornan'NQsta occaziSo dirige jovem urna aiiocuc.fio tocan te ella ouvira res?assadn do unecao, o Grva l h gri a lagrimas, recoir.raerda Ihe a ptica de todas rs virtudes sociaes e n^.v^, c encala e ra 8 (Jetudas rs vinuacs bwn ^ >>>••• -faConsidera o Kiwionario romo o Airo de ana rece a perseveran^ na v:^a tevota que ^ iWaclo, cenfasia-lbe o lado de ana alma, a cava um, nova buba -*• ^^ vaijlbra mF ? „ba : se para viver debaixo de sua Jtrecc* ? O k.no4 m ;;; o-T ^ >|na0 oulrE9 asii:n V..'" su converto urna nova crealurc, ?ar outros lilnos, acudir oi.uo o cno exoresso sublime e S. Paulo. uecessidad< [3 CAj'iws.-'.w "• %  '-' O sea director d garbos s DEUS p'' ; > .rucio que vinlifl de colber no seu Apostolado. Ultima-se c Miaso, mas i


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KOI A VOZ DA RF.I.IGIAO NO CARIR. LOUYADO SIMA N"SSO SENHOR JESS CHRISTO, Para a estrella que sos Magos vai guiando ¡* f! Dre as pobres cabanas de Relem, %  m a luz, nutra Lux, ollas procurando, itooram sobre palha o Summo Rem, r.om. ouro, in •en, ; o e mirrha cmifessando br o DEUS que do DES o Mundo vem: IN essa eslr.la q Ut 0 Eterno assim distina RellBLUu do Presepe a Luz Divina. Quanrio a torra tracavs o trista d Os fiovos enluctando a escurdade, O DES de A'>r"o do !zac, e