Title: Field notes from the Gurupa Project, 1948, compiled by Charles Wagley
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Title: Field notes from the Gurupa Project, 1948, compiled by Charles Wagley
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Bibliographic ID: UF00103047
Volume ID: VID00032
Source Institution: University of Florida
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Sobrenaturiai
Bichus visagenbeom









'* "" *; ' . ' *. *' '


- /


I -







SMacaco da noite (C. p.2b) M.Profeta

Fas mal a- mulher. Tinha Aaa mulher que morava so na mata, A tarde o
macaco o megava a cantar i i 1, Uma noite ela mexeu com
ele e o 1 de deitar. Quando acordou vAu o macaco aentado na r-de
dela e levantando a saia a aassando a mao nas pernas. Ela Comegou
a gritar e o visinho veiu e matou o macaco e outrso que estbvam
por perto fugiram. 0 lugar onde Se encostou ficou con cooeira.



""


- -- I







Urutal (C. p.29) - M.ProfQrta

Pbssaro pedrez 4ue encosta na amoTe e no posa no galho. 0 filhote
morto e seco no fundo da mala'traz felicidade.
Urua~l encuntado Uma noite o .M1boel Chaves viu um urutal cantando
e ja amolado disse .ara ale : Se tu fosse moga nao havia de star gri-
taindo e vinha dormir comigo. Ele foi dormir mas acordou e viu o
urutA em baixo da cama dele., o que significa que era imona iesmo, en-
cantada no passaro.


. ~ .... I








P~sstro qqe adivinha (C. p.30)

Chicoan quanldo canta fidivinhaio


_ II I I ~


- -- -- - I - --- -- --- ---







Guariba (C. p.35) M.Profeta

Historia de tirar sombwa 0 Antonio, sobrinho de Cooimbra que
trabalha na roga tinha o habito de perjurer i.e. chamar pelo nome
do'diabo (M.X. profeta dis chamar pelo nome do inimlgo). Um dia
ele foi cortar seringa juando ouviu alguem chamanrdo: Antonio -le
ficou escutundo e como nao visse ninguem perto os cabelos se ar-
repiarum e crosceram escondendo ele por baixo. Ouviu a 2a. vez
chamarem : intonio, e quando ouviu a 3a. vez viu umn uariba grande
descer da arvore e correr pura ele. Ele correu e fu6iu. Se o gua-
riba o tivesse pegado iria maliniar com ele e Ihe tirar a sombrta.


I I
~ .. ~ r~ r, ' '


IIIII- M 11 . .... ..-- II- I ... II I III







'Jaga (a. P050i .l.Prof eta
Quaido puzern. DDT na-acase do MProfeta matr!ram todos os
bichos a fe~ / "us~a (lagtarta grande), que qmndo ferr(A a Vgen'te, so .se
cura comn miiolo de eriancra "rmas quem vae initar o fillho -rra se curbr?"
Diz.que cantu a. note, agora a cabou,, as arenh-~as tambem morreram,






















4.




r 'i ' ' -


Sucuriju e a Jiboia ( C. p.51)
para matar.
~ de "mundiat"; atrae gente, 0 Daniel frofeta uma vez sentou em
Oiima de urea iboia jcls-n.lo que era ur tronco velho.,.. ez um cit.rro
ti-~i.dou passou urna cotia que foi embora e dep ui voltou, deu 5 voltass
e na ia. vez a giboia abriu a boca e a cotia entrou, ele levLanou-se
e 4a que viu que era a giboia e nao o pau, I fugiu.e levou ur ho-
mem para ver e la estava ela no mesmo luar, coberta de urIpe, vol-
taram para buscar outros homes iara mata-la a rifle ou enpingarda
boa; ela tinha fugldo, no lugar havla um rego Zrande que *)irecia um
rio. 0 bafo dela atrae oente. A f erigosa.






*2 VisaedI'(G. p. 129)

Smsca.cos 0 barrigudo a bonito os outros sao felos.

abtinca Peruira assombra 6entie.

Visagem .i.Profeta diz que so viu uma vez. Tinha uma roga de ilhc e
melancia e dormIlam reocuudosu con medo do boi que podia vir comer o
milho, Uma nuite o Joao ouviu ur barulho e acordou ela e foram cercar
o boi. Nisso o Joao mandou ela entrar entrar poruue disse que viu um
home comr un saco nas costas que batia o pe no chao e ja estava bufando
a is em dire'6a do ce:arierio. liao roubou inod, era visagemn. MIP. diz
que amedronta-se crian.as coia visagemr,
Lobishomu t ente dst "qua ten fado que larga a cabeqa. nao
a mesma coia que M sa ereira. As pessoas ue term relagao sexual
pae e fiiha, iriao, Armar, compadcre com corisdre, afilhado e padrlnno,
viram .natinta ?ereira "e falta de resp-to e que viam iMatinta Perei.
ra. IUma vez o )Dariel Profeta morava em Santa hosa no jhpereira (no
atual lugar do 4orge, a iNcota herdou e venueu para o Catunda e eate pa.
ra o Joro. e a noite estava sentado e ouviu um barulho "fiau, fiau -
.atbints Pereira" mas so a voz e n o viu nada. Ele entao prometeu a e
la que viesse ouscur no aia se6uilnte ura pedago de tabaco qua e o modo
de apanhar a Matinta Pereira, e ela desap&reccu. No dia seguinte cedo
apareceu uma preta velha uue tinha fama de r.atintla Pereira e foi en-
trando. Depois dos cumprimentos, pedindo a benQo, a mulher do D niel
mandou que ela se sentasse mas ela disse que nao, que vinha so buscar
o que ele tinha pronetido "o peda~ o de tabaco"'. 0 Daniel ja havia





EF8


Visagem G.( p.129 e ss.) -2-

preparado uma vara de peao e deu ula surra na velhfa (o meio de acabar
cor a lae surr-ar coiu pso) e ela nunca mais la voltou.
M.Profeta diz ue nunca viu lobishomem nem :i .inta Pereira, so
sab e qu tem viLsagi ,jlo buraco da porta (da atual casF do An&.ctacio)
um home baixo de ban.ala, chapeu de masss" (de reltro) e uuma calya
arrecqadc... e outra oaixa pisando no chao comr tanta forqa e que parecia
que ia furar o cchao. Ela levou tantc susto que ricou ali na porta e
sem saber como foi parar na rede.


-- ---- -- - -- --- ~ -- ----





Erq

AyangakCW. b.4 p.52)

This is the ianhnha" (forest towl according to D.Annaj. It
whistle near one ard one cannot see it.'It is invisible", she is sfrrid
of it. Whistles near her garden and she iss .fraid to go there in late
evening. Brothers hunters, they hear the whistle and soon find they
have lost their way and returned to same spot. In order to leave this
spot and find one's direction, hunter weaves a cross of bacaba or of
"cipo" and hangs this on a stick, thus he will not be attractedd to same
spot agAin.


-







Cururira (CL'. b.-4 P-c52)

Curupirp also attrscts hun!-hnr bacI: to the sa:.:e spot as well as deep
into t~le forest. According to D.inn&, (urupira is k small r '"cboclinho"- v
very silall with sroorh hair. Onmiday her gradrnother, t'rpmcisca &wL
smei1ll wtorin in the garden. 2he was col.-cting pimioJento &nci when lrerncisc
c.ime near to talk to her she ran away into the Lorest.









See story o7' :II'iU1c-- epU ;..n or bwci,, ikun is iri a coffin
acdordin6 to D.-nx. his 22ot:1sor Q r. ting s,_,iek,
qoz~i { vi 3rgn!s in toviii tbL*n iL i sytic2. L" m4ui in
(iuri th: a t oni could i1.x;dly N- w- 1'r. raIt g!"


r .;. .. ; ....






Cobra ua-ande LC'', b.4 p.65) E'

Three times in tne last week cobra grnde (boi 8ssu). 'irst to nas-
tacio who was fishing just off of ourupc, follow.rdi him ;s fI'r as the shore
He was deathly afraid. He saw two yes (like the light of two :flshlightsj
came to call others who were fishing and they ca to Veiga's for coffee '.t
midnight. Second time, cobra grande si:paly passed over the fishline of
Jo-o Veiga. ie did not see it but .felt the long iody as -it pas ed by pres-
sure on his line. Lat night, ..enedito Veiga -nd P'Yrncisco Rodrigues, saw
the eyes as they started outto fish. ,"'.rnod other fishermen. Uhey were so
frightened that they forgot to tie canoe. It escaped and the current took
it awayi
Veiga says that Cobra Urande is a real aniiml, It is a giboia which
becomes so large that it cannot live on land ;nd it enters the water.
May also be an extremely large sucuriju. When it is small eats small
animals but when it is large it oa.e &hout at night and will stck men. he
tells the story of a yo ng mi n who shot a ccbra grande five ti..es with
a rifle and 5 ties with a mausser. ,tveral days iter it appeared on the
surface. Calculated tnht it was 50 meters loig. Veigh aid not see it out
they hold him the story.
Now during the summeri" when fish ar o oin6 up rivir (ramp ra movemeri
of fish upriver and it is attracted by the noise of fishermen-a good fish
ermen does not tslk but the young men who fish nowd..ys tflk and laugh
attracting Cobra r ,-.nde. This cuts into the lirder for everyone is frigh-
ten:d now and rew dare fish at night so people e- t less fish during eoc6.
fishing season.


---1- Y~.




* * -. . P

EF 13'
Passaro vis~~g! I CW. b.4 p.b6)

A small bird which lives in "centv-os" white feathers ,nd red
head, cries out almost like a pan. One person alone will back ur&ck when
one hears the cry, if it arrives near, it will give hnadaches and fever.

Curupere small bird, whistles very loud, color is "parao" with a white
ringgaround neck. he gives "fever -nd headache" ind then loses conscious-
ness runs, about "variado" caused by hearing the whistle. One can s rcnd
the bird away by building a fire with much smoke. bird is -ariaid of smnoke
;n 6oes .v ry.


~__1







Ntntints Pereira (CW. b.4 p.6d)

V. verifies details of calling out offering tobacco to Matinta Peroir.
plus boating the first person who corms *ith peao", then :I-tinta Pereira
will never return (see notes Cecilia).


z







Ahangak (CW. b.4 p.'*O;

Veiga says that this smill bird, not inha-mbu, blue oody and r*d
head, gives head ache and 'ever one becomes "variado" by hearing the
whistle. Burn casco de j-aboti" or deer horn or bridee cunawaru"
to send the bird away. bird is .1'rr iri of rhe smoke of these animals.


- -~ a'--- -- ---- ----- -- -- --;cS---- - -- --e -~----~ ---





EFi5


jucurubu (owl) (C'!. b.4 p./7)

Jo&o -o.,jabra s.id that "jucurutu" c-rlchar. o into a min viruss gentle)
and he explained that one is afraid of th J'ucuruitu. It has large eyes
it hoot "jucurutu, jucurutu Y in a deep voice and the genuine answers
in a higher voice grom a distance. It is weird and owl itself is weird.
Larg6 eyes and when it is approached theefezthers on the back of the
head stand on end as if it were angry with thie person passing by. Joao
told the following story as a case:
Somn years ago a mvnn was harpooning pir&rucu in a baixada (sha-
llow) of the river. ne was stationed near the shore and a jucurutu came
to sit on a dead tree nearby. it began to hoot and the fisherman was
afraid but he did not move away because it wis a goo plDace to w.it for
pirarucu. lie was irritated and shouted .t the owl."Go awvy diabo J befo-
re I shoot you ". T'im owl was 'rightening away the fish. The owl rlew
away and a few hours later tho fisherman looiced up to sEe a strang6 mxan
standing on the bank. 'ihe stranger sjc for passaKe bfck to the nearby
town. The fisherman w;as af -aid but he p ddled,.ne~,r the bWnk to t lk with
the stranger. Then, suddenly the stranger sprang into the c&enoe ,nd be-
gan to beat the fishermitn.
"This is your day to bQ beaten said the stranger. *Qver rtin
will you thxleatenxkxe to kill a jucurutu" and he beat the noor fisherman
over the back and head. The fisherman wes saved only by the arrival of
other fishermen whoheard his cries and icme to help nim. The "jucurutu-
man" esc-ped into the forest and they hnard him cry "jucurutu ." at *
distance.







Lusriba (CW. 0.4 p.Y)

uuariba changes to man. Joao Coiabra ana iMerie rofet.F remarked that
many animals change into a.n. "M-ny animals uffore were men"'. he "cape-
lao was a n gro, ti.e "i aco"prego" was a "tapuya" (indian). They ex-
plainad that the "capelo" took like a- "old negro mran". His hair is cris
py and he is low and heavy built while the "maclco do orsgo" h;u straidi
hair which stands mn end like taht of a Tapuyp-".

Child ofGuariba (Jozo Qoinbra)
[.'lria P.-of'-ta ex'lDined thrft she hed seen "e chila of the gu~riba"
which w-s born of a wom~a. The child w-s hairy; it hes e mornkey-like
face; it moved about on all fours (crowled) in never learned to tlk
snd only mdea 'd~3e-p sounds someth ing likce.-the grunts of the guariba.
(obviously a mongolian idiot). It only livod three years and each day
it looked more and inore.Llike the guariba. People s;id that this w&s cus-
ed by the mother eating gusriba meat very often while she' wa; pregnant
and bscause the father killed imkny gulriba s. But others sicia that the
woman had been unfaithful to her husband and hmd ham sexual relations
| -with a guariba "changed to a man" (Cnel- ei-o viraco gento).

Quviba an the widow There was a widow whoxrx3inherited a house in tower
and a ll "sitio" across the river from her husband ohe had three
daughters who hel,)ed har work and from time to t ~e who went'to stay in
Sthe "sitio" to make frinha. Une time when she wVs livn i ito"
making farinha with her daughters, they heard ta guaris


I


iLF' /6





EFI -
1 usriba (CW. b.1l p.9)) -2-

in the forest. Ti2 widow sid "shut up" or 1 shsil eft a slice of gurriba
meat. ier daughters were frightened nd s:..id "Miother, be qu ot or the
guaribas will come". They wero alone without a mnn to protect them.
The family was prep&ring their sail canoe to return to the town when
an old negro .p)ared in the house. The wiuow rrcoLizeca &t once that it w
was a guvriba turned into ; man but she remained calm ana collected. The
guariba-imn entered her house and said "Com nde herc is your order" (en-
com~ndc) showing her a lur.e bskad which he was carrying on his shoulders
The widow said "Coie in conpsdre, piece your btske. t in tr..e other room. T
Then she offered him biju. hil he was eating the dugiterr slipped into th
the other r room and peeked into the basket. There were m&sny "gusribas" in
the basket. All taughdI together and packed tigi tly (Tinh. rimis de con)
and they told their mother what they hid seen. The old ldcy was frighte-
ned and began to form r nlan of escape.
She called the girls together and told them her plpn. bhe would send
one to che boat to get coffee in pretense of offering cafezinho" to
the guariba-man, This daughter wvas to stay aboard and not return. Then she
would eend a second daughter to fetch the first a-cid she was not to re-
turn. Then the widow would urotond to be angry ~nd send the third to call
the second and third. When the aughtors had the canoe redy to ceat off.
Then she herself would n-. tend to be very .ngry. bhe would but a s ick
and ask to .be excuse to punish the girls who hacd forgotteBni their errand.
ahe would then come aboard and they would quickly gain the middle of the
river. The daughter agree and her planned worea. bho s~nt one ad them ,
another of the girls and finally, *I sa id- ":jy ad t:.-rs this time will
not forget" and the old negro guirl-man 6elv r t.l








uuariba kCW. b.4 p.99) --

She left with a clean stick shouting the namesof the daughters and
telling them that they would now be beaten. she jumped aboard. The dau-
ghters pushed off and when the guariba-man heard the sound of the sails
being raised, it was too l-te. The widow and her daughters were well out
into the stream. When they looked back, they saw hundreds of negro-men-
guaribas on the bank. if the widow had not been so smart, she ana her
dauhterrs would have been beaten and "who knows", the "guaribas" might h
have carried off her virgin daughters. The widow never returned to her
"sitio"; she sold it soon afterwards.

Guariba&the Hunter A hunter, a friedn of Joso Cimbrk, who lived on
the Islands was well known for his use of profanity. he walked thru
the forest on his bubbertrail or hunting and at elch small difficulty,
he let go with numerous oaths? Finslly,oned day just as he uttered se-
veral rather violent words, he heard someone call out his name "Anto-
nio Antonio z" and the voice came nearer. The, the hunter looked into
a thicket arid saw a large nmale guari-ba. /s it approached hira, it kept
saying "Antonio, Antonio '" Antonio was frightened and ran. Nevgr'again
did he use profanity for he believes that it will cill the.guaribas
to attack him.


I-. I .- ~I ~----







Hawks (CW. b.4 p.105)

MYFria Profeta told of her great dislicd of hawks which eat her chi
ckens. She told that once she caught a hawk with her hands. It entered 7
into a thicket of grass to catch one of her chickens and shQ fell on it.
Whe was scratched and cut by its talons but hhe killed it "slowly with
a dull knife" and sh remarked that if she catches another "I will kill
it slowly xk xxxaitm. over a fire". But i.ria is &fr id. Often she cau)h
the hawk she had a badra headache. The howk looked straight into my eyes
and I began to feel "remorso" at onca" (Kemorso- chills, heada&ches, bo-
dy aches in this use).


-






SAnimals Theft of shadow Assoibrado- de bicho (CW. b.5 p.47)

Vaiga says that any. niimnl may rot one's shadow. If one persecutes
(persegue ) on- animal too Llueh. That is, kills too many gambas or
deer. antonio, in :;!arajol, who was I will known hunter, hunted guEriba
all the time. Finally, the guariba began to adv.nrce on him to steal
his shadow. If they hid been successful, he would have gone crazy,
k saying "coisas atoa", gives "dor no copo" and "fevers". The way to
project oneself is tosay an "oraqo" to protect himself. Veiga does
not know an "oragao" for-this. .ut, one may also make a ball of "cera
bernta" (wax from the church) and. shoor it at the nriirinl as it approach-
es. Also, one may protect oneself with a cross made of "cera benta"'
having around one's neck. Whenever, Benedito Capmla kills three of
four oucas the ishunter of oacas). fie then avoids killing pacas but
hunts an ta'ir or agouti, etc. Most animals are able to do this to a
person. Once Veiga was hunting and uuarioas began to aovence on him. B
Both barrel of his rifle were empty,he tried to lead his gun but
made the mistake of placing back load in one barrl. ie hid being a
tree and ran. Again, a monkey shook his fist at him, he was afraid.
S ivost-animals are dangerous but "sobretudo o macaco".
Fish, also, a&e' able to rob ones shadow. If one kills too many
of one species (i.e. dourada or only s urubim), then they steal one's
shadow and take para o.fundo", one becomes sick, sometimes crazy,
one has, fever, headaches and says crazy things. The "cera.benta"
cross helps protect one also a defumagao also cures or prevents.
Defumneqo of breu de canawaru", a bit of cera benta" one dried
msalgueta (pep-per, and*shavings of a deer s horn. Burns this on top


- -- -- -- -- --- -- ~- --" I ~'-- -- -- ----




EF

'; Animals Theft of shadow Assombredo de bicho CW. b.2 p.i-7j -2-

of coals in t fire on a piece of ceramic. This is placed under a hamma
mock, sometimes it its crossed 3 times under a hartunock forming each tl
me a cross. This is to remove the "assombrado de bicho". 7ust people
call a pag_ but Veiga does not generally call a page. "When I see a
child sleeping badly, he prepares a "Defumaqao" to treat child".
"Assombrado de dhkn bicho" is more'dangerous for children than for
-adulsts, because children are always fooling with animals and adults
know how to protect themselves.







---"' Curupira tCW. b.5 p.49)

Veiga says that Curupira is owner of aniijilis of the forest.
He has heard that Curupira is angry and sends the animal to steal ones
shadow, he has heard 'urupira in the forest but he has never seen.one,
There a.e many. Each "center" has a pair. There is a female and a maA
le curupira, but he did see one aboard a boat which was captured near
.ionte Alegre and taken down river to Belem.


Veiga's father told story of a man, his friend who actually fought
with Curupirk&. At this time the tg.rape Arinoa was not inhabited and
Curupira lived in the centro".'Hunters avoided to hunt there because
they often met curupira. Once Veiga*s father met a solitary canoemai
coming out of arinof. The canoeman had a broken leg, he stopped and
purchased some fish from the man. This man told the fiblowing story of
a fight with Curupira. Tho man decided to face Curunir& so he travell-
ed up the Igarape a r.med with a rifle, a- cross made of "cera benta"
hung around his neck, ,nd cora benta" in his "patrona"tamunition ca
se). When he arrived he saw Curupira. i-e was small "" no bigger thbn
a child" Curupira asked if he had not heard that,he did not want
hunters in this region but the man said he came to challenge Curupira.
So he came to shere and they prepared to fight. Curupira approaching
and then moved away. He said that he cold not come near the mf n un-
less the u-.in put his patrona v.k aside (cera benta kept Curupil
away). The man brinc his "u atrona". in Curupira tried to ap roach
the man but was unable to dt so. iHe touu the maI to remove the- ross


-`--~- a --





-'* 9 -

Curupira (Cw. B.3 p.49 e ss.j -2-

from his chest. This he did and the two began to fight. The man
lift Curupira and threw him to the ground. Then, Curupira threw the
man touthe ground and broke his leg. He would have killed t.16 man
but the man graobed his cross and it protected him .Curupirs said in
place of your broken leg I shall give you an arrow. The, he placed a
strong smell catinga' over the man and the man became unconscious.
When he gained his senses he was floating down the Arinua in his ca-,
noe. 'nere was an arrow with him in the canoe and this arrow always
shot true. He killed deer, fish, paca. The arrow never missed.


I







Urutaf (CW. b.5 p.51)

Night bird (A. :.a:toes Vbcabulario Arazcnas k Urutan says
that bushing under hammock of virgin with feathers will protect virgin
ity and will protect married women from "tentacoes do mundo". UrutauT
P.Le Cointe (Nyctibias grandis) if in doubt of honesty of future wi:
fe sweep under her hammock with a broom mpde of Urutaul feathers".

Veiga says that the Urutaf brings luck to a gambler. le brought "b
back a "filhote" and gave it to his son-in-law M!.l-io Carvalho. Morio
was delighted. Whenever he went to play cards, he rubbed his hands
over the feathers of the urutal. He w&s always lucky. One night after
he won, Rafael tried to buy the bird from viario. ,;.said that he would
*give his answer next d4y and next day the bird was dead.
Veiga says thht Urutal sits on dead trunk or branch. It eats
roaches. it fliesat night. During day it looks into the .sun., follows
the sun tith its head looking into the sun. Ever has but one e6g.





SFr25


Ilha Rmdonda kCW cad.2 p.43)

The Island which is situated about 1 1/2 kilometers above tiurpa- .
called Ilha Redonda once was enchanted kencantada) according to -
legend. At night the Island would move and at dawn it would settle'-"
it was at that moment4 It moved upriver almost to Carrazedo; it Licved di
down river almost in front of uurupai. Those who passed near the Island'
could hear samb.s ueing beaten out on drums down below; dogs barked,
chickens crowed and they heard the voices of many people. These were
"gente de fund" (companheiros dos pEF;es). Finally, two pFdres who
lived in uruupa baptized the Island-thus disenchanting it., It has
remained until the present in the location it was baptized. note:
there are now two families living on Ilha R donda but many people would
not live there even today).


__ _I 1_1 ____ (__I _ _








Norato and Airia Twin snakes(CW. cad.2 p.44)

.Once sometime ago, a woman who lived near Carrazedo gave birth
totwp snakes, ier fusband was angry and wished to kill them at once bel-
ieving that his wife had become pregnant by a Cobra grande (irekt snake)
The wife, however, wanted to keep her sn he-children and dispite her hus
band she began to feed th1m by squeezing milk from her breast into a
large bowl. ';The placed the snake-Children in the bowl and thus they. ,
were fed. They grew rapidly, one was male and.the other was female. Tihe
mother name them jorato and liiria respectively. They grew to become eno
enormous snakes arnd finally they entered the water and left.
One day they returned to see their m-other:. Th.?n they arrived at
the port, they removed their snake skins and Norato appeared as a hand-
some yound man; :'iria as a beautiful youn6 g1rls They were human but en-
chanued. Norato explained that if someone would burn their snake skins
they would become disenchanted. No one would try because each time
anyone cme near the great pile of skin which each left they Vould be so
frightened that they would run. Norato and iMaria appeared often in
human form at eveningg ut each dawn they returned to the water in the
form of a snake. r1orato attended many festivals. ne danced with many
young 6irls. ie was handsome and for a time, ne had a long affair with
a yo.un6 gi-l. One nignt he went uo sleep in her hammock and waked to
hear the "rooite~ crow" He knew that he must return to the water at
onde -and he left her house in a rush tranversing the Island leaving a
narrow cut in the earth as he passed. Today the ditch has become a
canal cutting across the Island and it is known as the "Fnro de Norato"


1 __ ` -~ -







$ '" Nortito end Haria Twin snakes (CW. cad.2 p.44) -2-

Norato was very mcuh liked by ev2ryox:e. He never appeared in his
gigantic snake form close enough to fri:,hten people but Maria delighted
in appearing suddenly underneath a canoe to upset it and delighted in
frightening people. '!.ria was courted by a gigantic puranke (electric
eel) and she wanted to marry (juntar) her suitor. Norato forbid it.
He did not like the puraqhi and he was angry. Forato warned all the
people who lived near on the banks of the river to carry drinking water
for two days and for two days not to travel on the water, lhe planned to
engage the purOiue in battle. They fought and waves and-whirlpools ras-
oed for two full days. Finally, Norato killed the puraque. Norato
killed Maria also for she tried to help her suitor.
Norato came to the surface only when he smelled oranges and every-
one kenw that they should throw oranges in the water to satisfy him.
Finally it became very dry in the XLmaa n and the water wastoo
shallow for Nurato. He decided to move down river out into the ocean.
There he met the "Arraia grande" giganticc Kayj, the only animal Norato
was afraid of.. For two days he saw the shadow of the Arraia passing
and he did not offer to fight. When Norato came to Baia he decided to s
surface and look about. A steamer wae disenbarkin6 soldiers and when
they saw the great srinke they shot. Several bullets entered Norato
and as soon a his blood spread over the water, he was disenchanted. He
walked ashore in Baaia, a handsome young man and there he told his entire
story.


'' ":'~"







Enchanted steamer Navio encantado CW. cad.2 p.40)

(see notes of 1945) Nhundua says that many people have seen the "Na-
vio encantado". ie himself has seen it and Velho :i~rinho, the 1d "Tr.a
picheiro" has seen it numerous times, one sees the lights on deck, the
windows of cabins, the Tred lights on the bridge. One hears the beat of
the engines. The boat appears going down river on the other side wx
on dark nights. It turns and moves back up stream and desappears.


- ~e '~-'" ~"`~-'~~-~- r--~~-~~-- L- ~C _I-I. ___






Lobi'honmm (Cw. b.4 p.52)'

Yeaf's ago, D..'nna knew him, there was a Negro who people ssid chang
ed into.pig at night. One nigit & soldier caught the. pig and ueet it. Fe
Next day the e iro' waked up with bruises as if he had been beaten. Eve-
typne was certain then, that he was a Lobishomen.
Lobishomrem is a"corpo semi cabea" goes around in scircls if one
knows who it is one may find the head in the. 4amknock, if one is coura-
geous one tumns the head around in the haia. ock. When ioCbishomem returns
he sits his head back on his body turned about,.facing backwards, then;
only the person who made the cinge can repair the damage, change the
head back to-normal position.


_ .~. 1. i - : L__-~--L~






Visagem (C' b.4 P-53)

Se. story of !I h.n, ca and aan on back, dni' is flying in a coffin
according to D.Anna. His mother p rayed "tergos! to keep him f'r.!, get-
ting s 3ck.,
There wearerore visagens" in town than in sitio"'. So many. in
iurupF that one could hardly ,walk at night" .








Tatu assu (CW. cad.2 p.71) Elias Veiga

Veiga says that formerly uhe land on which uurupi is situated exter
ded farther to the north where the river now has cut in. ie has seen
great cave-ins of earth and he was told that there was formerly ano-
ther street in front.The story is that a giant armadilha (tatu assuUi)
lives under the.bluff and that it bores into the earth allowing the
water to filter under the bluff. Veiga nor any of his immediate
friends have ever seen the uatu assu but and old man (10 yeras ago)
Reported having seen a l.rge tatu (2 meters in length) turhing itself
under the cliff.

\ *












*-


II I I I 1 -' a







Cobr' .jrenr~'d CCw. cad2 p.74) Nhunduca

-Many people have seen a "cobra grande". ihun' i ca himself, aw one.
One lives near Ponta Tegra (down river). Once he was fishing there la-
te in evening and he saw something approaching. It was only the back
and the head of Cobra Grande. It was the size of a small canoe. Cobra
Grande always appeals when there is lightning and thunder. Generally
it appears after dusk, two bright eyes shinning in -the dark. -,ont
peo ;le stay wway from "Ponta Negra". Nhunduca would not fish then in
late evening "a gebte sae de la correndo".


ia~ I;. ~ L -;1V ----r.- .r _----~-- -r_ --I I -- --"~ -'YC ~-- I-I--






Mal assombrado (CW. cad.2 p.75) Nhunduca

SOne night Nhunduca was walking home in the rain after working as
Scarregador" for Liberato Borrklho. he was tired and it was a black
night. Suddenly a flash o, lightning illuminated the street and he saw
a nMan stretched out on his back. He was'white and dressed in white.
Nhuduca was frightened he did not stop; that night he R dreamed only of
the miin. Nex t morning he had fever and he was sick, as a result, for
o days.
Another time he saw a "mal assombrado" when he was defecating af-
ter returning foom a dance, ie could not run and the man (white and
floating) passed near him, soon he had fever and had to call a "benze-
dor" to cure him.


- --- -- -- .- .-.1. ~.--, --i ;- --- --







Currupira kC0. cad.1 p-73)

Uma sapupema de cerca de o metros de diametro, foi.nos apontada
por um menino, all 6 que moa o Currupira. Eu nunca vi disse ble mas
todo murido fala. Currupira gosta muito ae tabaco e cachaga, muia
gente poe la para ele. d.Pombo dissexq~ que nunca viu mas que ja viu
os estraeos dele na floresta.







a.btlnLt Pereira (0l.cad.1 p.7


Uma noite e m que suiaafos
wque d!sse )ro.ra Seu &1ivero
um passaEio. "Isso e gente


ae um sereno de festa, encontraaos uma garoto
" Ouve so, MutintE Pereiran, era o piadu de
.ue j i.aorreu" disse ogarbto muito-assustado..


It


I I momi I Md







Nivio encantado (1l. cad.2 p.36)

D.Bent.. disse ,ue term rm navio que vemt viLdo e se ve todo alumi-
-do bonito, chega at6 a ilha e depois debsaparece, o navio encan-
tado.


_ __r








Quariba (Ul.,ad.2 p.65) M.Proreta
iarla Pro~eta diz que um (kuariba falou comn ;eu Antonio (?), dizia
.nultos nomes.


I _. --~ . ~


- --~- .r~lI ----------- -- -:- ~. -~-LL._ --- --I -i --Y --C L- -YIYILYIILIIYI






/

Macaco danoitb (l1.c ad.2 p.64) M.frofeta

Atacuu uma mulher que mexia muito con um macaco. De noite ela
acordou com um peso nax beira da rede e oiuou viu o macaco levantan-
do o vestido dela. site qe ela-gritou muito e veio o vil#nho e ma-
tou muito macaco. Deu urna febre nela e onde o macaco jegou deu uma
cuceira.


-,- .---r-- ------ -- -------- -------------- -- -- -- --- -- -- ---- --






F-3


Matinta Pereira (U1. cad.2 p.68) D.Beija

D.Beija disse:que Matinta Pereira e desses bichog de fado, as
pessoas se transformam em bicho A Matiita Pereirae unia mulher
que se transforma em passaro. 5 muito dificil da ,,ente-enxergar me s
m o tim-ti: (o passarinho), a gente olha olhai e nada vB.
Dizem que so se ve bem quando se emibrulha as maos com pano preto para
eaconder as unhas porque ela avista do long as unhas brilhando.
No -talgado onde D.beija murava muito comum. Havia um velho la q
que sabia pegar muito bemn a iatinta. Quando-ele via passer umamu-
Iher que 'ele desconfiava ele apanhava uma faca nova e comn oracoes
a mulher ficava dura parade dutante quanto tempo ele quizesse, quando
ele queri a ia l para soltar,
D.Beija fol dormir com o Zeca no trapiche, ele estava doente e
nao tinha ninguem para ficar la. Quando voltaram kij de madru6ada,
o tim-tili comegou a ficar perto deles bem long ainda da casa e veiu
acomoanhando-os atea casa delesa entrou no jardim. 0 ZeO, que*ta
ir la ver o que era ras D.Beijanao-deixou.

M;a a 89 am tim-tim que as pessoas se transformam, muita gente
vita porco paeO va. Eouve aquf um pato que botava todo mundo
para correr em Gurupa. Que gosto deasa gent e s virar em poco disse
l.Beija. Bibi disse que eles viram porque querem.


^ _


" r~.-.--r- .. ~--L -- ------ -2- ------------ --







,Assombraq~ E (C1. bloco p.,( O 1Ica

Ernesto o b ,:rbeiro, ja foguista ia usina. O anrtioo -too ...ta morreu hk
6 ineses tuberculoso. .:rnesto stava outro dia nr usixa quandoo viu
aparecer o anti-o foguista. Ern. sto poude ver direitiiho as felons
dele :raar,, ncov.o,... to feio, .rneto alu. da usina j coii febre
qu:-n.co che:,ocu em casa tornou a ver novumente, la quasi nao distlnb.la
as fei(oes,'ia s ;jioude reconleucer o tamanco, c- i;i que o fctuiLtsta usa
va. -.1e per4untou pelo filho, ~e ; u.: tinha ,uebrado a aerna recente-
mente e tinha Ido par -o ho- jiLUl em ,i.Lu'ovs. Lr.-iesto ficou t0o nenvoso
que se enoanou no .lugbr e disu.e : Foi pirtuPc.rto de 1.ioz. .Lede esso
tempo k2 so.i.-n.rA .ai3 ou rmenos antes da histuria ser cont1ti-da) r-nesto
ardacom febre, ,aito. doenter k ors esta me-hor mra ainda multo palido
l ca ouviu contar esta historia e o arido per.untou ciritamente so
* Ernesto ,ue cori'irnou., D.binha. mae de oega diz que o Ernesto esti
queretdo se ~jura-cer com o anti fc~uista.





Currujira (C-, cud.1 .)21) u.-ho

opra O S-p.j J e ...Liaia.. Oi. o C cLCA.LL e t-.b co. Oli.ibo
nunca ex.g aiien..ou mas os oL'.t- tc flo.
._iJD IJ0 LLam bLem a c. j ..-1.. ;0 gaZrrF ds,
t~tinta r eireta e 3 ent. 6 Le so transforla em b-tj c.. u. -oucos dias
l.~ u.c.o uiaalaos -0 iou- bileo un---s ,let. i ,s v.Israin f- lc-r ao Alvz-ro dizondo
.ij er&a Mu ,inta Pta.3i a que estava piLa-.d. na .Lata, 1L.r.cia lun cass-.ro.


- --- ----- ------ --- --- ---~




. ." .. - -


i.s.ir-to (c-.c.d.1 p,24 v.) Julho 2

D.Jarncc.. coi..3igou a .'.itr .I,',p .r 1X- I da !_....i.t, ..-i aeu ).Qoui etc.
Sili. a j .via dit ;.' cla so-I:e dos s airit;os, i c' o.s.o Comava cai&
cliaa ficva a;3i.. o e )or iS leanentia*:.- a CcLh.aa ajudu oss
Spirit 'r i;U d .s~:onee oa a 9.o e ateO os fl .hua f-:. :-'- ci.la,
,ue'. baert en t ouo 2u.-.O ^ Ato 0 iourL- 3eraia(.. la cf-i 0 eola r(Ise
"e:raa ar- v:3i se eu r1.o .o arvoro cuL.nI o., Co '.,.sou ha -.rc de
6 imess,. ;icse qcue ela la na.ssanido po2 um eojAiterio -'".:U ,o J.-aui e
topou coiil ;.AS. iIS .uel Ih e of.eac3u um ro.> a a o- i.nlis bonitu
cque j.oi-o viu, ni I l- disse para ela coLO rEsu ato ie. 9 uxa pe-
t JL:Ci:Rc CC.i.Lou e di8sse ::r o filho, corro Teu .' ~;.o ja cat'u ro"
lar:l. co..- um' a'u -.. ?ic.u 5 mses- ruim a rora t bobe -io. aasi.j,
A *ul;.': quz deu a rosaa r o *a e e _::-'c-. .lia, i-.--a c(i lr so
ci ...r.'.'-. 1A Ocurador. -M '"o foi' trati' o- ..L.Letl oc- t .al -e 6us
-"se. S t 1 .
J6-- Lstia. : iLL j .3 jia .i.ll.'to'es tTa-C! & '. VUd. '. iL de .,; e ui;tra d .o
S.;.) 3...L sujaetas a ata a dac' es-ca ea ta;.-' Iexe comn
,as ou2trIas t .. ..~3 ji?-aLve ua outro casu dede l6 anos .,e tuifbeL
8osoria do a i.L uo, .. sta sofi.a dos Lr ;..r:.- T 3.' .. .:c..: a ,a,3 sL
sofre mas 2il "a9 de nnI.umi L ui. .
0 aar-i- do Janoca j 'ur.'u o001 JcTa.l-C; t,-i.: i.., vco'ri ~i .4is ca-
cha a para .-uhIar 2, ele .c..,' ::. O Io.nrG .. o v.u-, dia ula bebju
u:- c aroca cco-o se bobe ajua ao I tc.. /-.; o ciilc. do esteve am
s.,a do D., anuc ..a- '.i.re eauCc.c.a cA ya,ruu oi ;..G cu. u.






Latinnta PF reira (a ,. c.l pC5,v.)

Fliticoira se transforma em vi.io. .e. n a- fao de muhllhc:-
Chega do noite de.-, a gabacJ na redo e ani 85 o cor0o, ..'ri uu
-eassaanin-io qu.e as,:.oblia e o cheri bnbo del., "fi.i-.til" (rabo cori
pnlido), .I':1 iate no c>oio,0 S, Gaetano e checoso de UE. A scnho~?a
do P?, cuniu que estav i .1a qua do IpCLrccUia Urla note dt-e aissou
pPla i)orta bateu, E so vilar a ca-2' na foch.d-:.ura e E,.P. fica
p re'zi na col-ij;-ra Lo di-a zeuinto ancontraram uma 2.oga hluranndo,
.u~nlto alida o de cor 'ela, Levaram o caso para a ,olicia,. i o
fado. Qruando, a peasoa sabo de usa outr ciue teem esse fado, val
na rede e vira a cabeo ara a iia cima (u-.'.u a i.P i, -.ol'Li ajwl.ri
a cabeca ao contr.rio, D DIzoL tuo ela usaj. ibrr, -.. Al o outro dia
o chertifoao d ela ostava .iand., feuta de Chiqui-.liLo, 0 dia dolh
..sparecce e quinta ou sexta foira, Fic an..indo ate trua hora da
ilanYha,


__.-_._ll,~__c .._--,_ 1--.-~-- -,~--11-----1,- .,~_ 1~__., _ __._ ~x _I ____





AlLi (UG< cCa 1 a.).v. )
AquL a"-'a- n o .te(:. --r a o la.:o o :'u'.n e n..i temr !.ilto.
?a z dntb pai'der o rumIo0. -. -cro rear in c..?..., deILar L'.lco
S... la odinlha .itio beiN feita co.r ci t cluS, ?on. latO eta
c:.c -' ..u..-::. ilC .:.'.'.o a a ,.,.' ganh o ua to. ..a.'ido a ....
,-er.., szai de um ".'o 2 o '\, a d-.. g ol:ra., adate voltar ao
esmuo lo ri, : "'.C bem o -:__'.:L., .as lnao ad.i:. volta .;i 'jie ao
issamno 'gr.r v ,u- -'ir a, proto b l In, con oa cs v..elc. o';lr'
traz e os olhoes gO.-' l:3,






LuruokuA (0. c:c,2 pal5l-)
L njLJ. fllL CsL1 pa~ ras :n.:ttt B d alto X3.nr~_Iu


-r, .., _,... I~. ---s------- --11-4-- -YI-l.'- .. .I _L_-L.- -^. -- -~-l-L.-- i-r-. L -- Y- -- -~--




P"C .


LL'bisLomeLi (G, ccd.i p.34)

0 finado .'elicio, preto velho, vil.av. lobi: h ~o .1 aq~A ei
G.ur.ua. Pol do t'eo.)o em que i o3i;-. c..nLI:.. Se 'i--' Q ormou
n umi '..a ~ri hela dei filhos e tocava-se a corr.:.x, a.braz da njibe.
!.i dia cerearami a porca e cafram ds p)u em ci::l dela. "u' dia
se;~.unbe o .)'rco ?Glic.io essava jque .uo -od:-i ancar de todo qua
brado,


"I






Ku, loo 1G.LcLLd.4. p.3Lv,)

Urn rar~a~ 1 n v,i crwcxx. diz "c L1 ptr- o !-.(-o do
"Ilto ,in-A. Os ilidiL:AeL1O 0. con~&~i k: U.vihccen~ gs PIOs
-Ic G'l.oz nni lwr&! h: 5.1a .zcr ta.olc A 2 z, e C-z, c c que 0o
4,,~21; lu,- 0 I:o diiz (el?3 je






fogo to mar (Go cad.1 p*36v*
Apgrece no mar, qarndo 'ld e a aus do barco vein dareto (Cogo'-
latero).




^*'w.---* *1-*-1^'------,-


Cobra grande (G. cad.1 p*.36v.)

,.uando a aucuriji ou a giboia estto muito 5rci;des doixam
a terra fire e vio para dentro dai&a. Por owde vto oassando
vao dei..ando Lun oasal, Lquilo procuraum igarapo. Aporece mais
de Inverno, dua& tochas 6r.ndms i0al a rol do navio, L-,
na boca do Iloju tOLn deles, pc'aosas, nso sober sinro navio.
A pericoso atrt-vos.r, J1 tea posso uns pouccs iarG coIrier. A
Atirim nela murs a bala rco :p.etr"., por.-ue ela tem a csna
muito groasa, Mas ninuem ai timra porque tam iuedo delay. Tinha urm
curador a ui neai- ilha que se virava em cobra mrLr.n(e. Atravee-
aav- o rio cheugva gm quuil~uei porto e a!a cda cobra e dei_.va
un monte de dasca. Os -ntigos viam e era coisa mais comui ele
desecib.rcar nunm beira, nu.fL caL. EIle nio mexia em c&.noa, Pas
o pes..oal nfu sibi so era le e corria. Vinha quando era cha-
.ado ou entfo ficava passeurdo,


I






ComapiErhleivos (G. cdtl p.$7v.)

So esa s pesso303 (.ue o boto atrl'teue ficam morL-ny no
fund. Toman si:ipatia por um curtdor a ueii tratam de -re.

Corvenbe do fundo compLrlhoirso qua'ccfo tnm muii.,L~ co.ipunheircs
dizem que a corrente do fr..do e forte.

Corrento do S.r So os espiritos so os espiritL o qun.n stbem.
..s te, clra que tr-balham orn as ducs corrents. A corrente
do funi.-o .'... s atitl-. iP,.. sacca so St~.- alhav co-i a corren-
te do fuiwd:i. Psra corrente do ar nao usL o t,'-...r~, :-, maraca,
neam ec. So u bouqu.ot de floor, t,;L. um cc- Ic. ie
o~-as coisas f Ydc:rentas. Passe iu..n- r o es;lrito baixa iedio
OU l -dlr, .
ele vidLr- on ', e f.l corn o ss:,ri to. AUl t,.l:. 'ui.
..ari'o ~.r;vli.o, coletor, Nao era uaqui, ficou -os ate 4.
Modio l corridorir o esuirito entra nele.
.asL L.o-, Lo-^c L i .. cou, c-.... -eiro.

0 e Oaj .ri'C -uC eatf i Onvoc- nu c- Ue.: .e ,. :..-. cauioo
pF._, O ..;, y O so o c -0 u: *- -.--1'


_





N; EF"5/

Karuar-1 (U* cad.I p.3tiv.)

Ralmundo desconhece,




/


III






Mae do Porto (0. cad.1 p,38v.)

Teo casa que nao delxam-as crianaas iraLn na b.Ira. dabua por-
que a mae do porto (ou do jogo) esta zangada. .ampre val um ve-
iho. S8 fazendo zoads a a e vae# pulc-r nabua, -ritar. Cui'da l16o
de tirar a sombra, Se nao chamar curador a crianq. more e val
para o fundo. "Minha filha esta assombrad-, flcho do fund ba-
teu nela *

WVira dda" no ho:ioem que esta bhelo de cana (embriagado). ,uann
do o motorist do SESP estava embriagad&, diiam que ele estava
com a Ulara. Picava doido. Tinha que ser &bar ado ;pr dois ou trees
homes e tratado com coisa fedorenta (alho) para se livrar da Uiara,
Depois q-e deixou de bbber passou a dodice.

Caso de fundo A mie e irma de Raimundo foram a Louzel acsiatir
Suna mesada (seJsso), 0 curador pediu que a mae delxasse Irene
ir comn os compainheiros de fundo para cantar para eles. Iial tar
de ela morreu mas nao de "doezoga de fund" foi uma vela que arre
bentou. Irene depois que morreu aparecia em muitas mesadas cantbn.do


I






/ Porta do bicho do fundo (G. cad.l p.3Gv.)

Aqui am Gurupa nro conhece, masno J'ing tem a porta, proximo
do VilArinho (povoado dentro do Xingu), a gente pass silencloso.
Se fizer muita zoada os bichos do fundo assomnbram, (i)oerde cabetea,
bbear, .ucrer pular nagua),


r I







Apariqao (0. cad.1 p.40v.) iilia

Uente velha se transfor-im eia visagem. AquI na 5a.rua tem
duas velhas que saem de noite, noite de quinta e sexta e peri6oso.
Itamar ja viu uma das velhas se transformer em aparigao.
A Velha mora no fim da rua, e mae de uma r.paria que Itianr andou
vadiando e tem um filho. A velha tem raiva dele por causa disso.
itamar desconfiava da velha e foi espiar. Escondeu-se num quintal
>visinho e fi-ou na espreita. La pelas tantas a velha comeqou a dis-
cutir con a filha.-"iMas filha val te deitar, fecha essa luz". A
filha custou e a velha ralhava corn ela ate que as luzes se apagaram.
Passado um puco v-iu saindo a velha, Itamar assustou-se corn a visa-
gem, tinha uns cabelos comoridos e estava Mia como que. Veiu andan-
do no rumo de Imar que daiu correndo ate cair num buraco onde ficou
quiet.
Esse caso velo a proposed to da Matinta Pereira, hEmilia disse
que nao dormiu a note com medo.


- r-- ------ --- -- --- ~-~~-~---- ----






!iatinta Pereira (0. cad.l p.41)

Emilia nao dormiu a npite corn ied o aa ijatinta Pereira.
u tim-tim cherimbabo estuva piando perto de sua casa. I.o sabe
descrever a oiatinta Pereira, acredita quee e ente que se transfor-
ma num bicho, numa aparigao. Kefere-se ao passarinho como se fosse a
propria Ii.Pereira, mas diz que ele e cherinibabo.


- -- 1












.-ritrada do Ainj..l. DiZem : tem wUnl& pirtTra dco de
,ua buleia. lutas ClAlo&5 tlc aasd4d


_ __ __ ____~__ ~ _ _~~___









Cobra encantadatG. cad.2 p.10) D.Versasima

Pogao da Atil (no Pucurf). Um cearense tinha uma ctasa na
beira do pocao. Tinha ua filho pequeno. De tbrde o menino la
para a ribanceira e ficava remando. Amae botava ele para traz.
Quando ca mare estava grande o menino is com o reminho para a
beira dagua. Um dia foi apanhar assau, o homem.se desculdou,
o menino 6anhou a ribanceira e foi remar. Botava uma baboinha,
o pal nao se incomodou. Quando a mulher se lembrou, gritou. 0
menino desaoarecer. Nem o reminho encontraram. So estava a taboa.
Procuraram oito dias, nada. Desiderio um surijao de carta em Be-
lem. Manoel Moura aconselhou-a a ir a belem saber de Besiderio,
Este disse que o menino estava *ivo, no fundo. No dia de .Joso'
jogue uma garrafa do tte, nao va com o marido sinao ele atira
na cobra. -No tia foi para la 3 vezes ate que jogou e a agua to-
pou. 0 rolo da bicha amarelou em ci a dagua, o menino bem sen-
tado em cima do remo. U rolo da bicha velo eoegando. Desiderio
recomendou que hogasse o leite a passasse a mao no menio e corres-
se. 0 menino 4a estava perto quando o marido chegou e disse:
A| cobra que ja to pass fool A cobra afastou e foi embora.
DsVerissima era menina. A mulher brigou corn o marido; o menino
nao apareceu mais ficou encantado.


_ ~r
__ ':a~ ', ---~-r- -_.;;__~____


YII~ - ;





E rl It


-, ^ Matinta Pereira (G. cad.2 p.14v.) Bibi

Dizem jue o tim-tim e cherimbabo da Matirlta Pereira. Esta
e uma pessoa que se transforma em visao. & invisivel mas se a
gente usar ooulos escuros ou enrrolar as maos num pano, pode en-
xerba=la e toca-la. iMatinta Pereira ter medo das unhas da gen-
te, sao como fogo para ela, por isso nao encosta, mem a 6ente
pode pegar.
Teve aqui em Gurupa um preto que se 'virava em porco. Quan-
do o pessoal passava para embarcar noa navios, o porco vinha da-
nado em ciaa. Nesse"tempo o destacamento era de xix quine pra-
gas. Esconderam-se em uma casa velha e esperaram a passasem
do porco. Cairam em cima de espada e surraram o porco ate quasi
matar. Ai o porco falou pedindo gara que nad o matassem. Leva-
ram o porco a pandada para o xadrez, no dia seguinte, em seu lu-
A gar la estava o preto Feliciano nu (porque para virar em bicho
tem que tirar a roupa) e corn os lanhos das espadeiradas. Bibi
ainda o conlieceu,tinha uma cicatriz na test, marca da surra que
levou.
Zeea dormia no trapiche, era fiscal. Como estivesse doente
D.Beija passava a noite cor ele, 'Certa madrugada quando volta-
vam para casa, ouviram o assubio do tik-tim. Zeca disse que
era Matinta Pereira e quiz espiar, D.Beija nao deixou porque
teve medp. 0 tim-tim foi acompanhando ate em ease, deade o tra-
piche. Zeca entrou em casa, deu a volta e foi espiar mas nada
viu.
En S..C-etunu havia um home que sabia prender Matinta Pe-
reira, fazia uma orag9o e faca nova. D.Beija viu um caso





F


A Matinta Pereira (G. c ad.2 p.13, 15) Bibi 2-

Ele desounfiav'i. uando via gente palida e fazia oratqo no tri-
1ho que apessoa ia passer.
Bibi conta que numa feata estava meio cogado e ouviu a Ma-
tinta Pereira, degidiu leva-la ate o ceminterio, sosinho. For
trees vezes foi ate o ceaniterio e a ji.atinta Pereira o acompani.ou.
iaas quanuo voltava para festa 1a vinha eLa atraz. D.beija e u8
tanto descrentena possibilidadce de transformaitb-u, mas tem medo.
Dibi acha que e possivel.






Anhinga (iG. cad.2 p.48v.) J.Coimbra e J.ralheta

Invisivel so se escuta o assobio. A"bicho" que anda no mato.
Assobia no primeiro dia parece que dentro do tapiri. Da um engasgo
na pessoa que nao pode gritar nem chamar os companheiros. A pessoa
para se livrar kem que ficar quiet, nao ligar para o assobio. No
dia seguinte o assobio vae para mais long a e assim ate desaparecer.
0 Anhanga "assombra" a pessoa. Joao e Jorge ja tiveram uma experien-
cia com anhanga. Estavam no trabalho da madeira para o lado do Pucu-
rui. Era de noite quando ouvriram o assooio, ficaram sem aqao, engas-
gados. A valencia foi Joao ter levado uma garrafa de agua benta,
(ja para prevenir-se). Meio tonto comeqou a borrifar os companheiros
com agua uenta e a dizer nomes de santos, Q assobio desapareceu
"Eu tenho medo desse bicho" foi aafirmagao de-JprgeePalheta.


-----~- -------l--r -~_1LL I--- --- --~ _--~L -- I,




------



Matinta Pereira (G. cad.2 p.49) J.Coimbra e J.Palheta

Joao Coimbra perguntou pelo tim-tim que costuma ficar todas as -
noites na castanheira al lado de nossa casa. Diz que deve ser a
mesma que ha mais de um mes passou tempo piando ao lado de sua casa, i
Uma note nao se conteve e disse "Vae embora que tua companheira nao
esta aqui". U tim-tim desapareceu para vir para Liurupa.
Conta o caso de um.cearense que virava em porco 0 cearense
era visinho de uma familiar sua conhecida. Um sujeito palido amarglo,
parecia doente. Todas as noites era aqula zoada de porco no quintal
da casa. Acordava todos. A familiar reclamava. 0 cearense, ele pro--,
prio, dizia que se topasse com o porco paasava chumbo. 0 chefe da fa-"
milia comegou a desConfiar do cearense. Era capaz de ser ele que vi- '
rava #m porco. Combinou eoi a familiar esperar uma noite. Quando
veio o porco da noite, cercaram e passaram o pau. 0 poaco quiz avan-
gar mas nao poude, era cacetada de todo o lado. ACAbou fugindo.
No dia seguinte o cearense nao apareceu. u visinho foi pergun-
tar por' ele. Disseram que estava doente. 0 visinho foi entrando
e encontrou o cearense estendido ha rede com a cabega toda ferida.
Parecia que estava todo quebrado. Nunca mais apareceu porco para aten-
tar de noite. 0 cearense engordou e ficou corado,
Diz Joao que nao e sina, e mesmo a pessoa que vae aprender para
fazer mal aos outros.


1







Visagem (c. cad.2 p. I v. ) 1i.Alice Palheta

Li i -rndo ao caso da ilatinta-"lerrlla, 'i.,Alice mulher de Palheta
Coufntci ue ja ihe ap'recou a3ta vi'e- -,:. No sabe se era viatinta
Fereira, sabe so que era .ma velhli. iioravaim em Gurupa, porem num
sitio nuitu distance, ::ai de r.oia hora. U~ tarde desobbriram
que estavam sem fosfcros. la ea a irmn sairam para buscar fosfo-
ros em Uurupa. &uarno voltovaa para casa ja estava escurecendo.Yas-
sando a"vala" (i~LrapIe) proxilmo do cemsiterio toparam coniuma velha des-
conhecida. Ti'verai medo. Ela as estavL chabiando, U| UJ voces nao
tomam bo.;ao. -A v.elha perguntou onde i&mn. hReponderam que para'
casa orInce a mae lhess esnerava. "r1Esta" -esperando nuda, tua mae esta
por a", Pic: 1.;-. con eedo e correram. ?,.Alice invocou todos os
santos u~ue oude se lenrbrar. A velha as perseguiu ete a beira da
case. Pj passou e ihes gritou. bi voces nao tivesser, se lembrido de
tanto nome de santo voices L'o tiiham chegado ea casa. M.i~lico diz
que ate aeora aind- tern medo quando se lembra dt caso.


~. -----I ----------~- --- -- -- ----- -







Anhanga (caso) (u. cad.2 p.50) .ibi.

uia un sa .ro"inambDu"ue faz visasensr. Um comerciante riora-
dor no Imjbouba ia todaya a tarde cac&r inanbu, uria tarde ouviu o
pio perto e foi para la. U inambu estava no galho do pau. Pbs-
sou fogo o inanbu arrlou. Foi buscar encontrou uma casa de cupi,a.
Ficou corm nedo foi embora. No dia zsei:nte resolveu voltar para
ver, nao encontrou- :-!da. Deixou de ca&ar,
Nhuduca atirou num inamou, o p~isaro eaiu m&s tomfbou como rm
peso .e velo para cima dele. i'ormu um susto danado. Deixou de ca-
qar. :,:.:i.!re sala 5 1/2 6 horas, ,uando o pessoal estana reta
faz visagens e arre-meda o pes &1 a: j.bu ii.aing. Outras variede-,
des de inambu "relogio, Tuira, ai;u, nao fazem mal. i'em pessoea
que se curam pti r m~etr inamnbu. Nhoduca era err&do.


_


Y








Tapiauara (G. cad.2 p.50)

Onga preta que da nos ca.ipos, andam de par. Frz a pessoa
subir no pau e fica iuma de guard. Um velho no Paru ficou dois
dias trapado, Ele tirou aroupa e jogou para elas se entreteram
cortou o cipo. Elas perderam o faro. Ele foi passanda degalho em
galho ate que conseguiu escapar. Tem a cara de onga e o pe parece
de cavalo, redondo. Nao e visagenta.


--- -- ---








Veado remoso e visagento (G. cad.2 p.50v.)

Veado de capoeira "cariacu", tem o chifre encoberto, nao
se pode comerv quando se esta doente. Quem tem ferida, erise-
pela, e muito remosc. De todos os uichos o veado e o mais
visagento.


Im


___ ~ _IL_








Ultra (*. cad.2 p.51)

Do fund, assombra, gosta.muito da pessoa quando esta porre.
Incorpora-se na pessoa quando ela esta na cana. Faz estropioio.
Querecorrer para agua. Como aconteceu com Maria Joana que se joga-
va qaterra, suspendia o vestido e queria ir araa a agua (ver nota
Clara). Canta de noite. A peasoa quando esta co9ada (embfiagada)
canta coisa que ninguem entende. Dizem que e ela. Os pages sabem
,; \chama-la. As vezes e preciso chamar um benzedor. Outras vezes ela
deixa a vitima por si mesa (Bibi consider a uiana como de fund
Raimundo acredita que aeja da terra mesmo).


__ r I. --e --








Guaribamboia (G. cad2. p.51)

Guariba tem os bragos de guariba e o corpo de cobra, cabega
de guariba, & visaenta, 0a apareceu em Monte Alegre. Botava o
povo para correr. Tm um grito felo. So pegar, mata a pessoa,










/


__ 2_ __ ~






j de.- bichbQ (a, cad.2 p. Lv.) Bibi

Ua. ca.adores acredlit&a que todos os bichostecz l mae, veado,
pcr-co, "acauo, etc. Peixes taubon-, mae do 'Lrae.o Passaa que
'od. .noite, toio di, esta posc ao pesta porue a nae do
iIrapS assorabra. Coni o cacurl nao teg iLootenci, acredita
.ibi-porquo-esteja meis no lhrgo. No i(rne e te ins a
.busao.






Inambu anhanga ((i. ad.2 p.51v.) D.Felicia

FaBo Lue so deu com o cunhado. Morava no e.juf, o pai era
comerci&nte. forte. Antonio dos Santos. Vieram ele e uma irma
do estqdo em Belem., A tarde cantava c In)ambu. Perguntaram so
pal o que era, inlambu anhaigu ruspundeu o pai. Um tarde decidu
matar o inambu. Matava e trazia para casa. Quandu foi uma note
o inambu cantou I Vou ja to buacar, Chegou la o inambu cantou per-
to dele. Preparou a espingarda. itirou e o inambu caiu. Voi ver
o que era, era ut cupim, voltou abismado. u pal lhe disse que to-
desnoites niatava inambu g isso ja era o bichoque por vinganga es-
tava mallnando. Na manha seguinte foi.ver. Nao encontrou nam cu-
pim mem inambu. Deixou de cagar.


I_...
. . ; i . '--- .r '


_~__ ___ ~_~_ _,.., --








Veado (4s. caid. 2 p.52).- DYelicia


(Caso de matar muito veado.).
Um compare aeu tinha uma roga na It&perera (antigamente era
muito povoado). Todb a noite o veado ia comer mandioca, batata.
Ele deu de fazer um "andaimi" (espera). Toda noite ia esperar
o veado. U veado aparecia, ele atirava, era atirar e o veado
cair. Isso decorreu masses. Num dia de Bertolomeu (dois dias -
la.segunda feira de Agosto e o dia de S.B artolomreu), ele nao
sabia, saiu numa nuite de luar. Trepou no andaime; com pouca
demora chegou um veado. Caiu. Uomegou a chegar veado galheiro
preto e davam marradas. Viravam,para a arvore e davam marrada no
pau. Ele ficou esmoreoido que nao podia atirar. Vs olhos dos
veados pereciam tochas de fogo.
Ja dava mela noite e seu Mendes nao aparecia. Us filhos e
outros rapazes decidiram procura-lo. ~cenderam os fechos, quando
os veados viram os rapazes djsapareceram. u velho nem podia ralar.
Deram com ele com muito custo. Levaram para casa. v veiho ricou com-
pletamente gelado. Uoi pLra rede deu uma febre que quasi morreu.
Salvou-be com muito remedio, agua benta. Nunca mais foi no mato so-
sinho, nem para a roga. Tambem nao mutou mais veado.


... .:.. .i ;:-1~ , 1 3


_ r --- -- -- ~~-~--~~--~ I




.I s 1 I I



nhanda ICad. 3 u, po10)
podosio e Tolentino ja teem enuontrado multo "anhanga". Da una
assobios tristes, fica rodeando o taRirl, paroce invisivel. A gente
que nao tem medo porquo ja conhece nao faz barul.io. ALas comeganoo a
arremedar ou ficando com medo ele "malina". Nu sabe se e inhambu.
"' invisivel, assobia Xx perto mas-nao se ve dua, ". assobiador de
noite. Rapazlada que nao sabe rdcia arremreda holes veem *. Io enLra
no 'apiri porque as luzes e stwo acesas. Dizem que e"remorso" do mato.
Tinhaum rapaz que tinha uma flauta, arremedou. Ale veio, espantou tudo
ficou feio, lJos acalmaram.
Chicuam .,.ssarinho vermelho menor que um japiin (pass rinho), tern
urm grito que da iedo. Diz que a igual ao do Juruparl,.
0 anhahg a assombra, da febre. Nao aparece por aqui, se para o
centro. Nas cabeceiras-ja apareceu, mas o O16ar dele mesmo e la por
Ipixuna.
Curruolra Nao aprece por aquf, mas no ano passado Philadalpho vinha
do Aragao quando topou na encruzilh.hda com urn pretinho. Pediu um gole
para ele. Ele foi apanhar a garrafa no panoiro, o bicho The deu uma
bofetada que fol parar no chao. Se apru !ou., o bicho veio em cims.
Philadelpho la m6io "cogado" topou e acabou potr certar uma bofetada
ne bieho que rolou no chao. Ai desapareceu., khii delpho chegou aqui C(
com medo. No dia seiia nte form fazer procuraaou encontraram a garrafa
ce cachaga vasia.
iMatinza Pereira No Garrazedo, 'olentino diq que tem aparecido muita
visaaem, transforii xem galinha, :aclhuro, um fado "umr pessoa ptr-
dida (olentino). Em Gurupa figuram dois. (cad.2)'
EmVrt)E lJ r~ o~ a,1







A8fihn-a (Cad.3 p.lo e ss) -2-

Outro caso foi do Idalino quo se trt.asformava numa halinca. Depois;
disso foi o Aateus que so transformava em pato que erindva correndo
atras de todo uLia Comegaruia a fair que inm dar uma surra no pato
Mateus nmdou de la. Era um parto enorme..Botou o ii. ao para correr uma
noite. ;.'ateus era um caboclo amarelot cara ilncLc.ia, cor feia. Zeca
um dia disse que "O1ha ~ateus o pato e tu5 nao me venha na besteira
de apo~'ecer corn teu fado que eu to passo e bala" Outros tambem amea-
caram ele mudou.
Bibi chegou ur dia tarde para o jantar. uuviu um pinto piando.
.rrocurou com um farol, nao oncontrou. Pogou uT Lcrqodo saiu atraz,
deu a volta na -greja foi ate a estrada de 6.oebastiao, o piado ficou
felo, ficou corn iaedo deu para traz. Uuviu piar outras notes, mas rao
foi mals maoeer
"Pinto ?iroca" da note ( diz TeodosioQ devex ser o que Bibi viu. )lDzem
que a cherimbabo de feiticeira.
Vidagem Sebastiao apanhou uiua surra em frente a iwiqoujira do EESP,
Deu boa noile o houem nao respouidou. Deu outra ve, sew, resposta. Foi
ver quanao aeu de cara con avisazei. foi um uGapa na cara. Apanhou tan-
to que foi pedir socorro a u.Dina. :icou doente deasa surra que morreu.
Oura visauem foi vista por ii oaULL., urma pcs a coi umn pano &.iantalhado
(Ver VWaGicy).


M







"Pinto i~roca" (u. cad.5 p.19v.)

Cherimbabo de felticeira. Dizem que ela manda visitar sous doenLes.
Sae para corriir o mundo. A a feiticeira que prep-ra o bichc. Ainda
ninguem viu, so se ouve o ipo. A gente ja sabe, nEo causa Ldmiraqao.
Diz que e piroca mnia ninguem sabe, a 8ento ouve os psis falarem e vai
dizendo tambem. Se malina se Lmoxer co. ele, fora disso nao faz mal. Apa
rece aqul sem Jocojo costume aparecer qur.do vai formando tempo.


:,._._.. -,~ .--.- L --







Carmltzriu ti.cacd. p.20J

N~'o e lo4c-r o2de faz visuibtLrm. mils faci bpuaecer na -port& do
tuna eveja,


_ -- ..--.Y.. ~ L--- I







Cantl'ra (}. cad.3 p.20)
I
Zoads qua se ouve munimo esta fur:!nclo tempo. U n trovao e aluela zoa-
da cengu:ira),mas nao chLove. roodosic j* ouvlu multo quando eriL cri-
&nc,, Seus avos diziam que oram os anJos tomando banho no ceu. f signal
de verao forte. f bom semear cinza nas plantas (fruteiras e roprs),
"cura da oiflnta1' dti fruta. Apaurecia muito em Noveibro. iinguem sabe
b,em o ie-. e. 'c).-ntilno acr~edita que a curm da plarta seja verdade nor-
luOe Ivavuaw canoes de b-,cqbe daquf mr-2s 9,ra ja faz tempo que nuo
da abacate, Ultimamente nao tem aparecido.








Karuana t(. cad.3 p,20v.

Palavra iSada em Belem s lniflca;Ln cu;::iialiciro8 de fundo". To-
lentino diz que nao ae usa por, aqui.

Ra Pedreira term uma batucada
Oxide a ner'ada
Vie se divertir
Tem uma negra conhecid& por buzana
0 quo chama os Karuana
Sque fuua o tawari
Iu si falo porque vl ...

Cantavara muito .,or auui. Suzana era mae de Santo em Belem. Bibi
diz que o auuor do ssa chula morreu de feitigar'a feita por ela.


-- ,r ------ I._.-r,~L .. ----- --I - - r, --- --r. -- ~-.1 --. ----21-C --- ~ -_r-- __. _






Sobronaturaia .G, cad.5-p.25)

Currugira e outros bichos "visagentos", a excegao de Natinta Pereira, aes-i
pre sao dados como existindo nos "eentros". l mmGurupa e comum o informant
se referir as matas do Xingu como logar de currupira e anhanga. Em Jocoj i
Tolentino a Teodosio dizem que nao existed currupira nem anhanga, "so muite-
dentro, no Ipixuna". Contudo, lembraram-se de um caso acontecido no ane pi
sado, que supoeter sido uma aparigao de currupira., Lembtam tambem que
numa enorme somaumeira de Maria Ribeira, a gentle ja sentiu o"remorso" de
uma visagem. lode ser currupira mas ninguem viu dinda. A attitude para com
easas "visagans" e de evita-la quanto possivel. Somente so tornam perigoso
ou malignos quando provocados. E frequent os casos se referirem a rapazai
inexperiente eomo provocado.a e vitimas. isso se verlfica tanto em Gurupa
como em Jocojo. 0


b





g elado4 F
Chicua (.;cu-.)- ai bird c lives o. tu e o:c t fror
what ,,.,ur luck will be in jiii ins or .-_'. -: ,., it lie
ov3r you : ri .dl. m, J ke .ha l .., Qois.s then luc i ..L11 b bad.
C. it is angry then you wil havo. oo d lc .uc l uct i. :onL-." .tu.Cu
wihat he i..vlises.

;.... ga ..irtalh:- (ortal-ha cover of co-.-._ .) .- ,. one seeas tat bird
it means bad luc:k.'

i__.d. '- this small bird is :- for foitico ,ird is dri ... ..-.n
"f'ai -.o" is u:, :l.:id a of it. ODid n'.,. : .....- v ut wat put i: ...l. .e' -
6Said tbi t oa l (oanCtre(-i. and A.ro) Ikow lhat jcos ..-ido.

Sc^' C, .. r b- nii.o OSa .s sul-iri;. e a7. .:'-. to ,::;.t bhlo thr'o
.. i o -;._ i-e went to s. ia .. s i i e your .' it
will .-, it to the coll 3a. 3 bi did not want So td.o ,, L I(t
rsposa siid, that he would clli- the tree t tce ;i11 so
Sabl ave .1, first child. : '- ne:t r eu )oQ c i-eo aLi .iot
the sec. '_ .
C... C lto. t'd th s. bi u c .. e abit., -. ur ou
so si;t( Ooardre Ca. ;o, ra)osa wants :y ..' child. c. O
told .usabia th:.:t ra Lo :as' e :.tin. 1 to .child rnand 'U:- c. .o
cou Li not clii.a . en x: ...... :..:---. osa C.u'o sabia
ref,.. ... u.-.. r aos .. j': ce d ju. d to o.c t ne t lt e
was .k.:. t- .,.::-.- "-.a : *- and w:-- bi iuVf SOle kn]ex; ti t lhe col


- -- -- --- -- -- --







(c n-t.;)


V


not climb. 6he said Coomadre 7..Co told oe. m a e osa ';. .ed to catch'
Cao b o ..ubd .0 flew aLIay. 1. r O decided(1 o i t at the
only bebedor, in the regio-n % 0hen aill ani~:ils had to udri:~. Cuaoo
got ,_lirsty. l-. over a bobble of honey xvhich so.-e men .e.-._
c:irr;,'in,. Ca -Jo rolled in the honeuy ithin i l.avU '. o
catL. to:the "bebodor" told rapos 'K ali bicho fo'.- i:r". It
drink only once a- ear -
rthus .-....o n-uu hen s" drunk u
she went a:iay t: kl.ay, ivater to xwasl off the honey and tiho leaves.
i) osa jAaitd andan ;taite but C -:to did cou..e scoring.


I ------- ~- -- -


.1
.:


C .'. j I O__0 "





Chicus (Xtcurs) ^ F 9l
Small a which lives on the beach.






Cu.Lj r'r Jsruo..ri-_:s-ru -.. 1 eJI .

.. -*1.: .itcto tells story of 'c'umunion of his who saw
Su .ui' i. upper Acre. CuruLjira appeared as "smll boy"
aoclin:-o" each time the; man caim near the boy disappeared
i..to serirn-ueiro tree.
this ,ouion curupira and Jurupuri do nut .upoLe.r 1-
thoubh people in the 'Is-nds have often .eard the 'gritU" -
two people told us of lone shrill "grito deeb in the o. -Z
. Benedio u ;. ,s thaet Jurup:ri and curupli'.-r'ill not go across
S ,wter -'but are more Oroperly found in hiGh dry forest thus not
often found in lihzas.









Ayanga appears in matto in form of anta, paca or ever cachurro,
S1rMie hunter fires but the a Imal goes away and then the hunter knows
that it was Ayanga,
( Once near Iuixuna(several hours by canoe from iurupa) Luis
brother-in-law, Filogono was hunting and he waw a saall chick far in
' ~the forest. First he heard'the chrep-cherp noise but when he got
near it ran into brush, There were no houses near so he knew it was
not a chick so it appeared as a paca, then as a large anta crashing
through the brush 6hen an


- I




-. ' <



e Passuro Mau *r "
Euis has heard this supernatural (encantado) bird screen in the
forest. He aays it is about the size of a tucano and sit on a branch
going around and around sometimes head down, sometimes head up.


I







Ilha encanbada L, '. J

) Ilha Redonda which is situated in 2oz de i ..j.n,u soie years L.o,
was "encantado" udLI travel e at ;i`-to -;t ti- es it .aS situated hLre
in of h.It of Uura.p and often down river couie klloietors.. ran6od from
SFo do Xingu to abu:- .'t: 1 raiso o..i years go, a padre baptized the
Isla-.d jhile it was siauLted in present location since that ti;.e.it
was re.-:ained fixeo iHowuevr, when -,ss2Ini its love iip one can still
hear gogs bankin, and chickens cac:ling far down below the earth.
2oriaily no one would live on te slalznd now it has "moradoros",








Story of the botf~ and. opnca tola in aIi-ost exact for:. as told11 b
J-unajjara Jaboti .ef t in tree by i acacos while eiriinC inani. .e .3
onga to close his ss and I i- i l birovw ovn soime ri-,ut aJiL jabotc. :_
on onga who died. 1.21 flute out o- ofwL r e, of oI a and wt a.-
b playing on this flut o stopping now and iu 9, o say .astou as-
oorandoo 0 OSSO de onga que eu iLtel"- .ih another on c -alt hin he
swore that he w--s singing i ., J... escou as I ;rc3.?.i osso Ce ifnaoibu que
eu mtei' jabc eners hole tricks onc into i le 1 ;io o o0 i is leg
because it is a rout throws Jirt in t;e s of urubu .:r.C., threaten
to eat urub u w1ho esc-jaes.




I. -;11


r


I :


vr~i. UI C u;L~~


w
UF. .


D ,


S". .- ... t j- .-i 3 -, s bhat .ivii oiO --t :l3
.. r o '. -- .1-- ; "


For ..j' yeracs late ~t night a :A j appears" below; cip
Sof I..--.:. ijl.j. It is clearly visible. with 1 ijtz in-'r Ti',nt
and lI .ts in cabins. it jto0)a for hours .in iou'i. of .oju-
onoie say that one c i hear the ship I.uj.dl.;, wood bu or. :,ri-
nhio .=;; th-t hear notlhii,, all say th1.t it ...keC no .ij -
one cL.a i!~ heor noiue of motorss it cie-es up chanrinl to
Aio 6iara. )uL and stops.3 n. -r. .arinio says thi t it cr .
channel to this side returns.
It can be seen most often in dark ioj .i or-ts of
march :-,nd april ,any people have seen it. Dr. iriarinho "there
are so.e who .don't believe in it" but several people, tell uf
. i, I t.
One niil .,t ;,ari-io -.. refoito '..er retu rned fro a i.su-G
clminont in -..outh 1,' XI,, thl.. sa a navio coing up riv..'--
..d ~lnly it turned and corn toward them a:nd :then when li. 1.,
shown on heir crunch it camea down river Al-l saw it.
Do'/n river near ttib oroooeo two iI. wen in a cau-o,
were R :.'i.,.3 dain. ,r on the far side of the river froai an
abandoned ,'b.or irncaJ) e .vio" pulled un at the dock.
tien it c.'L. :0 them ard they ... no. one on o.aud except a .'...,
with so rl'&t costume from head co foot ..id with scarlet c .p,
lheir c-i .-,.. b 'l.nced in the wash of the boat.






Fogo d,- a (..Ill o the .Vi.s) (p.0) 1 0

Sr. ..,a.rinho has s en o,,lo L. u (which he. thinks il-Ay lsok
oe "cobr- crinCi") One nijht J he e:. returning froio d-,..nr river
no meet a shio, He was fLscal L.d as to f iscalize a cL..i.ir.:in. of
product in delemn. suddenlyy his ,od son who vJwas 1jddlli. c :.lli: 1
.hi s attention, of a lights in fia.int of them. _-y Lh uj-t it was
the navio. tl.e lih turned into i,o .ju. I -y stu,:i-c- to oitoc
enter so iiarinho could catch th.c boat, ahen, ti-e lil-ht came oit
of 'the .Iio i;ioju. i'ihen he saw It vas not the Lboat but a yellow ba'i
. ball of fire which danced over vater, w clo i n oVw _I-i...
Th<' thou Jit was "'cobra gr.I-id-l. but cu c r-i te~ t io strong 1
*.. lts as ;j3 h ight c .." nsar t he3 and them sent. ui _doi1
river


---~






Cobr- ..raLnde p.199 1 eAl ,

ihoducc saw Cobra Grande one niht short distance up the
river. It Ai tywo eyes abbut 2 feet apart, approached his
canoe but did not bother him. l- says that often "coora
grande" app3j.ars which has horns. Places like "foz do LinOu"
yhere thero are many r!ooxos (wh ic.i pools) are places when
"cobra r_.n.i- ) ..j a;'2s.


__


__





E-F 5E
Navio encantadd p.11 -l ( .. ;(r

'Tre nilgt and several nlts a.tor the navio J'ioacyr went
do:.vn tne "n.-.viu enicanncado" appear, bou Miarinhuo iamicf doesn't
..no. whjy I




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