Ahora!

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Material Information

Title:
Ahora!
Uniform Title:
Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description:
v. : ill. ; 50 cm.
Language:
Spanish
Publisher:
s.n.
Place of Publication:
Holguín, Cuba
Publication Date:

Subjects

Subjects / Keywords:
Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre:
newspaper   ( sobekcm )
newspaper   ( marcgt )
Spatial Coverage:
Cuba -- Holguín

Notes

General Note:
Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).

Record Information

Rights Management:
All applicable rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier:
oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
issn - 0864-1641
Classification:
lcc - Newspaper
System ID:
UF00098942:00303


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Full Text

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www.ahora.cu " R R G G A A N N O O O O F F I I C C I I A A L L D D E E L L C C O O M M I I T T P P R R O O V V I I N N C C I I A A L L D D E E L L P P A A R R T T I I D D O O E E N N H H O O L L G G U U N N H H o o l l g g u u n n , 2 2 5 5 d d e e e e n n e e r r o o d d e e 2 2 0 0 1 1 4 4 A A o o 5 5 6 6 d d e e l l a a R R e e v v o o l l u u c c i i n n A A o o L L I I N N o o . 1 1 0 0 0 0 0 0 4 4 1 1 2 2 0 0 c c e e n n t t a a v v o o s s LISET PREGO / cip223@enet.cu Un poema de los Versos Sencillos, algn relato de La Edad de Oro, su rostro serio y lnguido, o alguna cancin, son los primeros detalles que conocemos de Mart. As me lo recuerda la pequea que me habla del profe que escribi cuentos y poesas para los muchachosŽ. Durante su educacin sabr despus cunto de intenso era su verbo, de su dolor en el presidio, del desarraigo enorme de exiliado, de sus versos insomnes... La forma ms efectiva que se me ocurre para que un joven, a quien la Historia de los libros se le antoje distante, pueda hacer ms suyo a Mart, es realizar un viaje directo hacia el hombre. No verlo como el mrmol inasible sobre el pedestal, sino como el hombre que tambin padeci dud, careci y se enamor, como cualquiera de nosotros. As veo hoy a Mart y espero que lo vean otros. Alguien que sufri y am mucho a su patria, alguien que no acumul riqueza material, pero nos leg una obra inmensa: el insondable caudal de sus ideas, capaces de ajustarse al presente y responder a inquietudes futuras. LUIS MARIO RODRGUEZ SUOL / cip223@enet.cuHoy se celebra en todo el pas el Da del Trabajador de la Industria Alimentaria y por este motivo el Sindicato del sector en Holgun desarrolla un nutrido plan de actividades que concluye con el acto en la Empresa Torrefactora de Caf y el recibimiento de la Bandera del XX Congreso de la CTC en la Cervecera Bucanero. Durante la jornada, que inici el da 20, se realizaron tareas de limpieza y embellecimiento en los centros laborales, donde se efectuaron actos polticos y actividades recreativas, con motivo de la fecha. A la fbrica de galletas Eradio Domnguez y la Dulcera Adely se les entreg el Sello Aniversario 70 de la CTC. Tambin se reconoci a trabajadores internacionalistas del sector y se galardon con la Distincin Pedro Marrero Aispura a aquellos que alcanzan los 20 y 25 aos de labor. Recibe reconocimiento el esfuerzo cotidiano por aumentar la produccin de alimentos y la sustitucin de importaciones, pues constituyen principales premisas de la celebracin del Da del Trabajador del sector, como respuesta a los Lineamientos aprobados por el VI Congreso del Partido Comunista de Cuba. msHOLGUINEROSPODEMOS Holgun premi E E l l P P r r e e m m i i o o d d e e l l a a C C i i u u d d a a d d e e n n P P r r e e n n s s a a P P l l a a n n a a a a l l o o s s p p e e r r i i o o d d i i s s t t a a s s M M a a r r a a J J u u l l i i a a G G u u e e r r r r a a y y A A n n g g e e l l Q Q u u i i n n t t a a n n a a , e e n n t t r r ee g g a a d d o o p p o o r r L L u u i i s s T T o o r r r r e e s s I I r r b b a a r r , m m i i e e m m b b r r o o d d e e l l C C o o m m i i t t C C e e n n t t r r a a l l y y p p r r i i m m e e r r s s e e c c r r e e t t a a r r i i o o d d e e l l P P a a r r t t i i d d o o e e n n e e l l t t e e r r r r i i tt o o r r i i o o , e e s s t t u u v v o o e e n n t t r r e e m m s s d d e e u u n n a a v v e e i i n n t t e e n n a a d d e e g g a a l l a a r r d d o o n n e e s s o o t t o o r r g g a a d d o o s s a a l l o o m m e e j j o o r r d d e e l l a a c c u u l l t t u u r r a a h h o o l l g g u u i i n n e e r r a aFOTO: JPABLO ZOILA LVAREZ FONSECA / cip223@enet.cu FOTO: YUSLEYDIS SOCORRO En Holgun se alistan las unidades para el inicio del Ao de Preparacin para la Defensa, previsto para el prximo 3 de febrero. Los jefes de medianas y pequeas unidades reciben un entrenamiento relacionado con el levantamiento y despliegue de los pelotones hacia las reas de defensa. Se toman en cuenta los recursos por emplear durante el ejercicio tctico, uso del equipamiento militar y dominio de las armas correspondientes ante un posible ataque enemigo. El tema central es la disposicin de los mandos y unidades, con la presentacin de clases instructivas metodolgicas y acciones en el terreno. Una vez concluida la sesin terica, se procede al ejercicio prctico continuo. Esta parte posibilita el acercamiento al lugar de operaciones que cuenta con los espacios destinados a alimentacin, descanso, equipamiento sanitario y otros. Estos militares son testigos de una verdadera clase donde se materializa la preparacin combativa de nuestras fuerzas armadas. Todas las acciones son coordinadas y conectadas con los recursos correspondientes. En medio de los ejercicios se enfatiza en el acondicionamiento de artillera, tanques y aseguramiento logstico. El xito de estas prcticas es visible en el planteamiento de misiones, despliegue de acciones y el enmascaramiento. Entre uniformes verde olivo, estridentes explosiones y enrgicas voces de mando se demuestra, en el teatro de operaciones, que all tambin, con ms holguineros combativos y preparados para la defensa, ms podemos. D D E E F F E E N N S S A A D D E E S S D D E E L L A A P P A A Z Z M M A A R R T T , L L A A S S E E N N C C I I L L L L E E Z Z D D E E L L A A M M O O R R M M A A R R T T , L L A A S S E E N N C C I I L L L L E E Z Z D D E E L L A A M M O O R R 2 D D E E F F I I E E S S T T A A L L A A A A L L I I M M E E N N T T A A R R I I A A

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PG. INFORMATIVA ¡AHORA!ENERO 25, 201402Holgun08:00-12:00 M08:00-12:00 M E E l l 2 2 8 8 d d e e f f e e b b r r e e r r o o c c o o n n c c l l u u y y e e l l a a c c o o n n v v o o c c a a t t o o r r i i a a a a l l o o s s v v e e h h c c u u l l o o s s d d e e l l s s e e c c t t o o r r n n a a t t u u r r a a l l p p a a r r a a r r e e a a l l i i z z a a r r e e l l c c a a m m b b i i o o dd e e c c h h a a p p a a . A A p p a a r r t t i i r r d d e e l l m m e e s s d d e e m m a a r r z z o o h h a a s s t t a a c c i i e e r r r r e e d d e e j j u u n n i i o o s s e e r r n n a a t t e e n n d d i i d d o o s s l l o o s s v v e e h h c c u u l l o o s s p p e e n n d d i i e e n n t t e e s s . L L U U N N E E S S 3 3 D D E E F F E E B B R R E E R R O O M M A A R R T T E E S S 4 4 D D E E F F E E B B R R E E R R O O M M I I R R C C O O L L E E S S 5 5 D D E E F F E E B B R R E E R R O O J J U U E E V V E E S S 6 6 D D E E F F E E B B R R E E R R O O V V I I E E R R N N E E S S 7 7 DD E E F F E E B B R R E E R R O O ODG292 al ODG504 ODG505 al ODG723 ODG724 al ODG903 ODG904 al ODG999 ODF001 al ODF42308:00-12:00 M 08:00-12:00 M 08:00-12:00 M Centro LISET PREGO / cip223@enet.cu FOTO: ELDER LEYVACelestino Garca Garca es un holguinero de 74 aos a quien, segn sus propios compaeros, adorna la modestia. Anda silencioso entre papeles de su oficina, a pesar del revuelo a su alrededor. Es que el sitio donde labora, el Grupo Empresarial de Comercio Holgun, junto al de Santa Clara, ha ganado la Distincin por el 4 de Febrero y todos andan motivados por los preparativos de la celebracin. Los logros de su Empresa se deben a una elevada cifra en la circulacin mercantil minorista que supera los 2 mil millones de pesos, lo cual representa un sobrecumplimiento de alrededor de 75 millones del plan previsto; la eficiencia econmica demostrada tambin contribuy, igual que la minimizacin de los faltantes, los ciclos adecuados de cuentas por cobrar y pagar y la obtencin de utilidades por encima del 120 por ciento en el ltimo ao. Todo ello a pesar del incumplimiento de algunos suministradores. Asimismo se aprecia, no solo en el municipio cabecera, sino tambin en el resto del territorio holguinero, la reparacin de numerosas instalaciones de la gastronoma especializada y popular y del comercio, en las cuales se pretende ganar en confort y belleza, de manera que no existan diferencias entre estas y las que operan en divisa. Tales resultados son consecuencia de un trabajo constante que viene dando similares frutos desde el 2011 y se espera mantener en el ao recin comenzado. Mientras converso con Celestino, muchos vienen hasta l para preguntarle cuestiones de trabajo, como hacemos los periodistas con el diccionario. Es que su experiencia es mucha: "He trabajado en esto toda la vida", afirma. En 1955 se insert en el ramo y ha fungido como dependiente y en trabajos de oficina desde entonces. "Aunque en 2009 me retir, solo aprovech un mes de descanso para luego volverme a incorporar al trabajo a travs de un contrato y me siento en plena disposicin defacultades". Sucede que cuando se habla de los trabajadores del Comercio y la Gastronoma, suele pensarse slo en aquellos directamente vinculados a la atencin al pblico, pero se olvida con frecuencia a quienes, tras bambalinas, hacen que todo funcione, como es el caso de mi interlocutor, que afirma que el sector donde labora ha ganado mucho, a pesar de las carencias y dificultades del momento en que vivimos. Holgun merece el reconocimiento obtenido, pues se ha trabajado bastante y es posible constatarlo en las unidades y trabajadores en quienes se ha producido un cambio para bienŽ. Celestino tiene verdadero sentido de pertenencia al sector en el que se ha desempeado durante casi seis dcadas. Ha sido maestro y afirma que los resultados de la provincia tambin son fruto de la capacitacin a travs de las escuelas dedicadas a formar profesionales del gremio. Todo esto se deriva, adems, del compromiso de la mayora de los trabajadores que, como mi entrevistado, esperan seguir luchando para mantener y mejorar la obra construida, y que este 4 de Febrero, como proclamara el mrtir de su sector, Fernando Chenard Pia, se vestirn de rojo, porque ha triunfado la PatriaŽ y el esfuerzo de todos ellos por hacerla prosperar. C C O O M M E E R R C C I I O O C C U U M M P P L L I I " CLEANEL RICARDO TAMAYO / cip223@enet.cuDurante el ao 2013 el enfrentamiento a las drogas en territorio holguinero fue de bajo perfil, con afectaciones mnimas y buen trabajo operativo, dio a conocer el teniente coronel Antonio Pacho Hidalgo, integrante del Destacamento de Guardafronteras Oriente-Norte. En parte por un cambio de ruta de los narcotraficantes, siempre empeados en evadir a las autoridades en cualquier punto de la tierra donde operen y tambin por la conocida posicin cubana sobre este fenmeno, el territorio holguinero result poco afectado, con apenas cuatro recalos de cocana y marihuana, cuyo peso total no super los 38 kilogramos. El oficial tambin se refiri a las ilegalidades dentro del espacio martimo-portuario, esencialmente en territorio gibareo, como es el caso de la pesca prohibida de especies en peligro de extincin, entre estas los quelonios. Capturados con fines lucrativos, de los quelonios comercializan la carne y, sobre todo, sus conchas, como las del carey, con un alto precio en el mercado informal. Tambin se desarrolla un trabajo para proteger a la cojina, cuyas manifestaciones esenciales coinciden con la etapa de desove, y para evitar la extraccin no autorizada de arena de mar. Pacho Hidalgo inform sobre la localizacin y ocupacin de algo ms de 10 kilmetros lineales de redes ilegales tendidas por las zonas prximas al litoral gibareo y destinadas precisamente a la captura de quelonios. Segn el mayor Juan Carlos Caldern, jefe del Cuerpo de Guardabosques en la provincia, en el 2013 hubo 12 incendios forestales menos que el ao anterior y se registr una disminucin de 170,4 hectreas afectadas, sobre todo a causa de medidas preventivas. Tambin se refiri al trabajo de enfrentamiento a la tala ilegal de algunas especies maderables, detalle de mucha importancia para preservar la flora, en una provincia que presenta, en relacin con su rea total, ndice de boscosidad del 36 por ciento. P P o o r r l l a a l l e e g g a a l l i i d d a a d d LIUDMILA PEA HERRERA liudmila@ahora.cip.cu FOTO: ELDER LEYVALos trabajadores del Poligrfico Jos Mir Argenter recibieron este jueves la Bandera XX Congreso de la CTC, por su labor relevante en la actividad sindical y el cumplimiento de sus producciones. Yakeln Prez, secretaria de la CTC en el municipio de Holgun, resalt entre los principales logros su destacada labor productiva, el cumplimiento del balance de las estructuras de base, la discusin del Anteproyecto del Cdigo de Trabajo, y el anlisis de los Estatutos de la organizacin. Algunos de los principales resultados del Poligrfico son la entrega de 168 millones de unidades fsicas, que incluyen libretas de provincias como Holgun, Ciego de vila, Sancti Spritus y La Habana, adems de libros para las editoriales del MINED, MES, MINSAP y MINTUR. En 2013, lograron certificar el sistema integrado de gestin de la calidad, medio ambiente y seguridad y salud del trabajo. La entrega de la Bandera XX Congreso de la CTC al Poligrfico holguinero forma parte de un recorrido de la ensea que se extender hasta el 28 de este mes por varios centros destacados en el municipio y luego pasar al resto de los territorios de la provincia, previo al cnclave de los trabajadores en la capital del pas. B B a a n n d d e e r r a a X X X X C C o o n n g g r r e e s s o o e e n n P P o o l l i i g g r r f f i i c c o o h h o o l l g g u u i i n n e e r r o o LEANDRO ESTUPIN ZALDVAR / cip223@enet.cuLos Premios de la Ciudad de Holgun fueron el colofn de su Semana de la Cultura. La gala sucedi en el SuolŽ y estuvo dirigida por Isabel Garca Granados. Los primeros lauros anunciados fueron los de Arquitectura e Historia, cuyos ganadores fueron, respectivamente, Ivette Planas Trujillo, con el proyectoCentro Comercial Polo de Pesquero Nuevo, y Yoel Rodrguez, con la investigacin Asociacionismo e imaginarios en la poblacin holguinera de color. El jurado de Artes Plsticas distingui a Ernesto Bruzn Hernndez, por el conjunto de obras presentadas, a Alexnder Vctor Molina por su instalacin No slo de panƒ, a Alejandro Fernndez Cruz por el proyecto de esculturas ambientales La intrascendencia de lo cotidiano, y a Pablo Mndez Guarch, por la serie fotogrfica La suma de mis das. En Radio se premi a la realizadora Mabel Ponce de Len y al equipo de Radio Holgun por el radiodocumental Isla de pasiones: Cacha, mientras que en Televisin se concedieron dos galardones: el de Televisin para el realizador Jaime Johan y su equipo de VSD, por el noticiario De Romeras, y el de Video para Alcides Pereda, por el corto de ficcin Bigger, faster, better more. Comunicacin Promocional, otra de las categoras establecidas, distingui el trabajo de Jaime Yohan (en Televisin) y el de Liuber Gonzlez (en Diseo Grfico), mientras que dejaba desierto el de Radio. Prensa escrita recompens a los periodistas e investigadores Angel Quintana Bermdez y Mara Julia Guerra vila por el reportaje Norte desarm la mentira. Los premios en Msica fueron para las obras Postales inciertas, de Jess Padua Muoz, con orquestacin de Rodolfo Ricardo (Msica Popular), Indagaciones, de Joel Rodrguez Milord (Msica de Concierto), La realidad de mi fantasa, compuesta y orquestada por Gabriel Santiesteban Urquiza y defendida por Thaim Guerrero (Msica Folklrica) y A bailar el son, de lder Granado Asprn y Yasmani Rozable como orquestador (Popular Bailable). Literatura, manifestacin fundadora del certamen y uno de los lauros ms esperados, convoc este ao en dos acpites, de los cuales Cuentos para nios qued desierto, mientras que el lauro de Poesa recay en Hernn Zoilo Quintana lvarez, con el cuaderno Carneperro. Artes Escnicas dividi sus premios entre Teatro y Danza. En Teatro, el Mejor Espectculo fue Ruandy, del dramaturgo Gerardo Fulleda, con puesta en escena de Miguel Santiesteban y Dania Agero, del Guiol. Los Baibramas en Actuacin los merecieron Dania Agero (femenina) y Fermn Lpez Hernndez (masculina), del Proyecto Palabras al Viento, por la puestaEnredos y desenredos del canto de Elisa-garra, obra que sobresali como Mejor Puesta. En Danza, el jurado concedi Premio en Interpretacin a los bailarines de Codanza Vianky Gonzlez Miranda, Lissette Saad Godoy (femenina) y Carlos Carbonel (masculina), por su desempeo en la obra NAda. La Mejor Puesta fue para la obraNAda, del coregrafo Norge Cedeo e interpretada por Codanza. NUEV NUEV O O S B S B AIBR AIBR AMA AMA S S E E s s t t e e 4 4 d d e e f f e e b b r r e e r r o o , H H o o l l g g u u n n e e s s p p e e r r a a e e l l D D a a d d e e l l T T r r a a b b a a j j a a d d o o r r d d e e l l C C o o m m e e r r c c i i o o , l l a a G G a a s s t t r r o o n n o o m m a a y y l l o o s s S S e e r r v v i i c c i i o o ss c c o o n n e e l l s s o o b b r r e e c c u u m m p p l l i i m m i i e e n n t t o o d d e e l l P P l l a a n n d d e e C C i i r r c c u u l l a a c c i i n n M M e e r r c c a a n n t t i i l l M M i i n n o o r r i i s s t t a a , m m s s e e f f i i c c i i e e n n c c i i a a e e c c o o n n m m i i c c a a , y y uu t t i i l l i i d d a a d d e e s s p p o o r r e e n n c c i i m m a a d d e e l l 1 1 2 2 0 0 p p o o r r c c i i e e n n t t o o e e n n e e l l l l t t i i m m o o a a o o

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PG. ¡AHORA! PUNTOS DE VISTAENERO 25, 2014 03 El Holgun que queremos seguir construyendo es una frmula social, atemperada a las realidades de una provincia, donde el reto principal es la conquista de ndices superiores de desarrollo. Esa expresin incluye las exigencias derivadas de una poca, cuya parte esencial descansa en lo que seamos capaces de alcanzar en el orden local, a tenor con el significado de Revolucin y su insustituible premisa de emanciparnos por nosotros mismos y con nuestros propios esfuerzosŽ. La primera equivalencia de tal enunciado sera el buen desempeo en cada uno de los frentes medidos con los parmetros de productividad, eficiencia, eficacia, ahorro, aprovechamiento y rentabilidad. Acompaan la ejecucin de cada cual y su quehacer cualitativo el mrito de la disciplina, civismo, ejemplo personal, incluidos dentro de la abarcadora meta del compromiso, con la mayor unidad entre todos, rodeados de amor y pasin en la misin cotidiana. El avance econmico general depende de las sumas particulares logradas. Si, por ejemplo, supimos que la produccin mercantil alcanza el 96.1 por ciento de lo planificado y 42 entidades no alcanzan las cifras programadas al cierre del 2013, son como bombillos rojos en el 2014. Merecen atencin las empresas de la Agricultura, con comportamientos negativos de no llegar a lo concebido en produccin de huevo, leche, carne avcola y madera aserrada, entre otras. El proceso inversionista, con poco ms del 50 por ciento el ao pasado, debe incluirse en las alertas tempranas. De la misma forma sucede con los dems sectores, cuyas realizaciones desbrozadas en indicadores y porcentajes ilustran los desempeos y la contribucin al llamado territorial de continuar el avance a partir de la mxima generadora de fuerzas de que entre ms holguineros seamos, ms podremos. En relacin con los servicios, importante es incluir el valor de una sonrisa, la amabilidad y el respeto para con el pblico. Para acercarnos, cada vez ms, al enunciado debemos ir disminuyendo la lista de organismos incumplidores, los costos sobregirados y las influencias negativas en cuestin de aportes. Necesitamos, adems, que en los anlisis de los errores, vayamos a las causas y a la puntualizacin de la responsabilidad de cada cual. La oportunidad en los controles es fundamental para conocer las fallas e incumplimientos, siempre con el objetivo de perfeccionar la marcha. Debe originarse una creatividad colectiva, consciente, a partir de la cultura organizacional y la comunicacin difana, para aspirar al progreso en cada centro laboral, estudiantil, y organizacin, con el aporte insustituible de la familia. Una parte esencial deber ser la eliminacin de frenos en el camino como la indisciplina, hurto, desacato, irrespeto, chapucera, indolencia, negligencia o apata. Si ese Holgun que queremos construir todos juntos significa prosperidad, la nica implementacin verdadera comienza por un verbo: accin, y su efectividad por otro vocablo: control. rodo@enet.cu PorRodobaldo Martnez Prez L La celebracin en La Habana de la II Cumbre de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y del Caribe (CELAC), durante los das 28 y 29 de enero, por su dimensin poltica, es uno de los sucesos ms transcendentales ocurrido en este mundo, signado por el poder unipolar y devorador del Imperio frente a la unidad de los pueblos, como gesto de supervivencia y defensa de sus soberanas. Como la CELAC conforma su Presidencia con el sistema de triunvirato o troika, a partir de la representacin de tres mandatarios de los pases miembros, el Estado que ostenta la Presidencia pro tempore, el anterior (Chile) y el sucesor (Costa Rica). Cuba ser sede por conducirla en el 2013. Esta reunin de las 33 naciones del continente y caribeas, miembros de la CELAC, sin la participacin de Estados Unidos y Canad, materializa el sueo inconcluso de Simn Bolvar de ver unidos a los pases de Latinoamrica, como contn al vecino poderosoŽ y una forma de evitar la colonizacin del Norte. Tambin dicho encuentro sintoniza con el ideario martiano de sumar intereses comunes ante el empuje de los forneos, con esa magistral sntesis de su vocacin integracionista de significar las diferencias entre Nuestra Amrica y la Amrica que no es nuestra. Esta vez la agenda temtica prioriza la toma de decisiones en el combate contra el hambre y la pobreza, asunto de alta prioridad, por los ms de 66 y 68 millones de latinoamericanos y caribeos que la padecieron en 2012 y 2013, respectivamente. Por su repercusin en la estabilidad mundial y la continuacin de la vida en el Planeta, se incluye en los debates el desarme nuclear. Afn con ese propsito, Cuba propondr a Amrica Latina como zona de paz. Desde su creacin, en diciembre del 2011, liderada por el entonces presidente venezolano Hugo Chvez, prioriza los anlisis sobre la defensa de la democracia y el orden institucional, con la propuesta concreta de la clusula antigolpeŽ, para evitar situaciones como las que acontecieron en Honduras en 2009; el rechazo al Bloqueo econmico, comercial y financiero impuesto a Cuba por Estados Unidos; la exigencia argentina respecto a las Islas Malvinas, los derechos de los inmigrantes, la solidaridad con Hait y el desarrollo sostenible. Como dijo Chvez, su principal fundador, la CELAC es el proyecto de unin poltica, econmica, cultural y social ms importante de nuestra historia contemporneaŽ y mencion entre sus grandezas la de perfilar una verdadera unin, a pesar de sus disimilitudes, y el importante rumbo de analizar y solucionar las problemticas de la regin. El Comandante en Jefe Fidel Castro, uno de los que ms ha luchado por la unin latinoamericana, la calific como una organizacin orientada sobre la base del respeto, la concertacin y que excluye a quienes tienen cultura e historia diferentes. Pero alrededor del prximo encuentro se manejan los hilos perturbadores del imperialismo yanqui. Nicols Maduro Moros, presidente de Venezuela, denunci que desde Estados Unidos se estn moviendo intrigas para crear un clima hostil entre los pases participantes en la prxima Cumbre de la CELACŽ. Destac: Aunque llueva, truene o relampaguee, ser una cumbre de unin, amor y paz en Amrica Latina y el Caribe; en nombre de Chvez, Bolvar y MartŽ. No es secreto para nadie que con la consolidacin alcanzada por la CELAC, ya la OEA no es la organizacin prominente del Continente y los anhelos bolivarianos y del Maestro dejaron de ser una utopa. Cuba abre sus brazos para dar la bienvenida a Latinoamrica y el Caribe en las instalaciones de Pabexpo, lugar de la cita, con el pedido del Apstol de ponernos en fila, para que no pase el Gigante de las Siete Leguas, y el mandato de Bolvar: Unmonos y seremos invenciblesŽ. No voy a hablar de pelota. Ese zapato me queda grande. Si lo hiciera probablemente ustedes no me lo perdonaran, ni yo tampoco. Eso lo dejo para mis colegas de las deportivasŽ, quienes sin vaso de agua, ni muchas sagradas encomiendas, son capaces de jugarse la vida en predicciones que podran granjearles en unas pocas lneas varios cientos de acrrimos enemigos. Aun cuando deb hacerlo alguna vez, confieso que escribir de deportes no se me da bien, cuestin que achaco, ms que al gusto personal, a mi antideportiva morfologa escolar, que conden mi nombre al destierro definitivo de la nmina de cualquier equipo, a no ser pasando sobre el cadver de mi profesora de Educacin Fsica, quien todava afortunadamente goza de muy buena salud. Precisamente por esa experiencia acumulada desde las gradas, puedo emitir mi profesionalŽ juicio de aficionado, con toda la seriedad que ese cargo implica, al referirme a los comentarios narrativo-televisivos que intentaron convertir a nuestra fiel aficin y al nico y gran Estadio de todos los holguineros, en uno de los agujeros negros del universo beisbolero nacional. Primero, no voy a justificar. Los comentarios que detonaron y se expandieron por todo el pas fueron simplemente la consecuencia de una causa provocada por nosotros mismos, a partir del actuar de unos pocos y la mirada pasiva de otros muchos. Las dichosas lucecitas del centerfield, las intempestivas e innecesarias irrupciones al terreno en medio del juego y los tristemente clebres cartuchitos de man, nos hicieron lucir tal cual no somos en realidad: indisciplinados, aldeanos y mucho menos vanidosos, nada ms y nada menos que frente a Industriales, posiblemente el equipo ms odiadoŽ y a la vez ms aupado de nuestro pas, por razones geogrficas, mediticas, antolgicas, folclricas y hasta viscerales, si se quiere. De eso, slo una enseanza, pues ya se ha hablado demasiado: no olvidar jams que el Estadio es un templo donde se acude a saborear un juego y no a empacharse con l. Si bien es cierto que la pelotaŽ es un espectculo lo suficientemente extenso y lo necesariamente breve, como para hacernos transitar de la euforia al fracaso o del tedio al infarto casi al unsono, tambin lo es que resulta un espacio para socializar, para disfrutar en familia y echar a volar la imaginacin y a ese jodedor cubano que todos llevamos dentro, sin que ello demerite las buenas conductas, la disciplina y el civismo que acompaa cualquier acto social. Para nosotros, -digan lo que digan, y casi siempre es bastanteel bisbol es esa sabrosa entelequia que sana el cuerpo, cura el espritu y anima los nimosŽ. Pues, como dice un crnico y estadiodependienteŽ amigo, a los cubanos, ni Noni, ni Moringa, que nos den pelota, que ese es el mejor de los milagrosŽ. Ahora, hagamos justicia y no slo periodismo. Para nadie es un secreto que si a alguien le hubieran dicho meses atrs que Holgun en esta fecha iba a estar clasificado y dando pelea digna y de la buena, seguramente le hubiesen frito en su cara el ms sonoro, escptico y ridiculizante huevo del milenio. No es que nos faltara fe; al contrario, creemos y queremos tanto a nuestro equipo que quisiramos ayudarlos a batear, fildear, correr y hasta coger por ellos algn doloroso desbolŽ a la hora buena; emociones todas legtimas que se viven por igual en un palco, desde las gradas, o frente al televisorƒ como tambin son parte del espectculo el abucheo para desestabilizar al pitcher contrario, las congas para alentar a nuestro bateador y hasta las sanas iniciativas, tan coloridas como fastidiosas, para el equipo contrario. A todas ellas, abramos la muralla. Pero no permitamos jams que ninguna de ellas sobrepase el lmite que nos conduce irremediablemente a la incivilidad, a la ofensa o al comportamiento indigno, porque entonces las prximas victorias no sabran igual, ni seran del todo verdaderas. Hay quienes no me perdonaran que terminara sin afilar y enfilar mi verbo contra la colega Julita, Modesto o el resto de los comentaristas deportivos nacionales. A ellos, seres tan humanos e imperfectos como nosotros, simplemente mis respetos y mis votos porque sigan procurando esa necesaria imparcialidad que precisa nuestro pueblo y que demanda este oficio, al cual le est negado el conflicto de intereses. Y no digo ms, porque hacerlo me hara caer en el absurdo de obviar lo verdaderamente trascendente: todo cuanto ha hecho y est haciendo este equipo Holgun, que no es perfecto, ms se acerca a lo que yoƒ (Pablo, perdname, por tu vida) simplemente so. jcruz@ahora.cuPorJorgeLuis Cruz Bermdez hildaps@enet.cuHilda Pupo Salazar H H A A B B L L A A R R H H A A B B L L A A R R D D E E P P E E L L O O T T A A D D E E P P E E L L O O T T A A CELA CELA C: C:FUERZA EN LA UNI"N T T R R A A D D U U C C I I R R L L A A F F " R R M M U U L L A A

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PG. R R E E P P O O R R T T A A J J E E S S ¡AHORA!ENERO 25, 20140 0 4 4 MARIBEL FLAMAND SNCHEZ / mflamand@enet.cu FOTOS: GERMN VELOZNo quiero imaginar los sinsabores de los banenses ante un ciclo de distribucin de agua de 32 das. Prefiero percibir los beneficios de tenerla ahora cada nueve, como les permite en estos momentos la puesta en explotacin de una nueva conductora, desde el Sistema Nipe, principal fuente de abasto a esa ciudad, hasta la estacin nmero tres, El Negro, donde concluye el canal redentor. Segn Radel Snchez Hernndez, director de la UEB Acueducto y Alcantarillado-Banes, el estreno de los ltimos 14,5 kilmetros de tubera de polietileno -la rehabilitacin total abarc 23 km-, fue el 24 de diciembre a la 1 y 30 de la madrugada. Cinco das despus, luego de corregidas todas las deficiencias, comenz a llevar el valioso lquido con estabilidad total hasta los 44 mil 768 habitantes de la cabecera municipal. El perodo de distribucin todava es alto. Segn Radel, se prev disminuirlo hasta siete das, pues imposibilitan un ciclo ms beneficioso la falta de la planta potabilizadora y el deterioro de las redes internas, sin fecha para su rehabilitacin. El directivo aclara que an sin planta para tratamiento, el agua que se entrega a la poblacin posee todas las garantas para el consumo, porque recibe procesamiento para la desinfeccin con cloro-gas en las estaciones de bombeo. Qu provoc un perodo de abastecimiento tan descomunalmente alto? El Director de la UEB nos cuenta: El Sistema Nipe-Banes tena un avanzado estado de deterioro. Desde sus comienzos, el 26 de junio de 1998, present problemas por la baja calidad de las tuberas instaladas. El desperfecto progresivo lleg a tal punto que de su concepcin inicial para el suministro de 150 litros de agua por segundo, a inicios del 2013, slo garantizaba la entrada al territorio de 48 litros por segundo. Para paliar tal situacin fue necesario el auxilio de sistemas como el MINAZ, la presa Guerrero y otros, que tambin resultaron insuficientes. La nueva conductora, de conjunto con otros sistemas que alimentan el acueducto de Banes, como El Negro y la presa de Guerrero, posibilitaron duplicar el suministro al territorioŽ, asegur el directivo. De realizar esa maravilla se encargaron la Empresa de Servicios Ingenieros DIP-Trasvase, como inversionistas, y la Constructora de Mantenimiento y Reparacin de Redes Hidrulicas de la provincia. Pascual Rosales, jefe del rea de Inversiones en la DIP-Trasvase, relata que en abril del pasado ao se iniciaron las labores que finalmente dejaron conectados los 14, 5 kilmetros de tuberas de 400 milmetros en el plazo previsto y con la utilizacin de slo 2,7 millones de pesos, de los 3,3 millones previstos, por racionalizaciones en el proceso tcnico y la sustitucin de agregados. Calidad, costo y cronograma cumplido son nuestra BibliaŽ, asegur. Afirman que Adalberto Vzquez Nez, al frente de la brigada constructora, es de mucho hacer y poco hablar; rode el ambiente de orden y disciplina laboral y tcnica que caracterizaron la construccin de esta importante obra. Nos adelantamos un poco al cronograma de terminacin dijo-, aunque el terreno era pantanoso e imposibilitaba avanzar con mayor velocidadŽ. La historia de esta ciudad certifica que sus redes de distribucin datan del ao 1932, con crecimiento en 1946. Cuando se instalaron, la poblacin era de apenas 10 mil habitantes. Es fcil concluir entonces que esas tuberas y sus condiciones dificultan el actual volumen de agua que se bombea. Pero la historia tambin consigna que la pesadilla ante la espera de ms de un mes para servirse del componente, paradjicamente ms abundante de la superficie terrestre, sin tener que cargarlo en cubos desde sitios no siempre cercanos, es agua pas ada. L L a a c c o o n n s s t t r r u u c c c c i i n n d d e e l l a a c c o o n n d d u u c c t t o o r r a a p p o o s s i i b b i i l l i i t t d d u u p p l l i i c c a a r r e e l l a a b b a a s s t t e e c c i i m m i i e e n n t t o o d d e e a a g g u u a a a a l l a a c c i i u u d d a a d d .B B B B A A A A N N N N E E E E S S S S : : : : M M M M S S S S C C C C E E E E R R R R C C C C A A A A D D D D E E E E L L L L A A A A G G G G U U U U A A A A CLEANEL RICARDO TAMAYO / cip223@enet.cu FOTO: YUSLEYDIS SOCORROAl Socialismo hay que construirlo con trabajo poltico y mucho entusiasmo, energa, amor y compromiso; debe ser resultado de un empeo al que es preciso ponerle el corazn, expres Luis Torres Irbar, miembro del Comit Central y primer secretario del Partido en la provincia, al intervenir en la VI Sesin Ordinaria de la Asamblea Provincial del Poder Popular, correspondiente al XI Perodo de Mandato. Cuando se refiri a la presentacin, en la propia sesin, del movimiento Ms Holguineros, ms Podemos, el dirigente dijo que esa campaa no poda caer en el conjunto de lo nulo o vaco, porque tiene que estar llena de contenido. No es asunto, aadi, de consignitas, sino de organizar el trabajo para cumplir los planes, con un cambio en la conducta cvico-ciudadana. Dijo que no se trata de referir metas, sino de argumentar las vas para alcanzarlas, en lucha abierta contra la corrupcin y por el fomento de la decencia y el respeto al prjimo, pues est demostrado que la mayora de las personas desea sentirse siempre en ese ambiente. Agreg que el mayor problema derivado de los trmites que uno debe hacer para muchas cosas no est, precisamente, en el rigor que esas gestiones requieren, sino en el dolor ante tantas inconsistencias que propician maltrato, irrespeto y desconocimiento de los derechos ciudadanos. Al afirmar que el Socialismo es creacin viva, que exige trabajar intensamente, pero para obtener resultados, Torres Iribar destac la necesidad de proyectar los contenidos de manera adecuada, siempre con el apoyo de la espiritualidad ciudadana, todos juntos y en la misma direccin para tener al Holgun que necesitamos. Estos principios abordados por el Primer Secretario del Partido en la provincia contienen la esencia de dicho Movimiento, estrategia de comunicacin social del sistema de gestin poltica y de gobierno en la provincia de Holgun, diseado para desarrollar a lo largo de cinco aos. Conducida adecuadamente, dicha estrategia persigue estimular la motivacin de las personas hacia el trabajo, sentido del deber y de pertenencia, as como el entusiasmo por alcanzar una existencia prspera y sustentable, con la aspiracin de que cada holguinero, consciente de la necesidad de transformar su entorno, se convierta en multiplicador de actitudes favorables a la eficiencia, legalidad y buen comportamiento. Para desarrollar esta labor eficazmente, habr que tener en cuenta al Objetivo 67 de la Primera Conferencia Nacional del Partido, segn el cual debern enfrentarse manifestaciones de formalismo, falta de creatividad y criterios obsoletos que existen en la labor de comunicacin social y propaganda, que no motivan, porque impiden que los mensajes lleguen con efectividad a sus destinatarios. De esta manera se reiter la certeza de que los integrantes de la Asamblea Provincial del Poder Popular se sumarn a la batalla por el Holgun ms apropiado que sus hijos estn necesitando. Susel del Carmen Tellez Tamayo, presidenta de la Asamblea provincial del Poder Popular, dio a conocer el informe de rendicin de cuentas del Consejo de la Administracin Provincial a ese nivel correspondiente al trabajo desarrollado durante el ao 2013, en el que se ratific que el mximo rgano administrativo de la provincia haba trabajado sobre la base de los Lineamientos aprobados por el VI Congreso y los objetivos de la primera Conferencia Nacional de Partido. En su informe la presidenta detall, entre otros aspectos, varias acciones relacionadas con la atencin a los problemas planteados por la poblacin, el comportamiento de la eficiencia energtica con resultados favorables, la ejecucin de un presupuesto que transcurri dentro de los lmites aprobados, el programa de la salud marcado por una tasa de mortalidad infantil que fue slo de 3.29 por cada mil nacidos vivos, la enseanza superior con una promocin del 87 por ciento y una produccin de alimentos con un 109 por ciento en el indicador de las viandas, granos y hortalizas. Segn Tllez Tamayo, el sector azucarero incumpli tres indicadores relacionados: la produccin azucarera, las mieles finales y la produccin de sacharomices (alimento animal), pero sobrepas la tareas con la miel B, alcohol y miel urea, mientras el plan de inversiones de la vivienda llegaba, al concluir noviembre de 2013, al 75.3 por ciento. De acuerdo con la valoracin poltica sobre el ltimo proceso de rendicin de cuentas de los delegados ante sus electores, que concluy en el nivel de provincia con 80.7 por ciento de asistencia, es necesario insistir en que estos encuentros representan el momento ideal para seguir escuchando al pueblo, que qued comprometido con su participacin en la solucin de mltiples problemas planteados por las comunidades, pero con respuestas que competen a ellas precisamente A esta reunin asistieron el general de Cuerpo de Ejrcito Ramn Espinosa Martn, viceministro de las FAR, otros altos oficiales, dirigentes polticos, representantes de las direcciones administrativas e invitados pertenecientes a diferentes organismos e instituciones. EL SOCIALISMO ES CREACI"N VIVA E E n n l l a a e e s s t t a a c c i i n n d d e e b b o o m m b b e e o o , e e l l a a g g u u a a r r e e c c i i b b e e t t r r a a t t a a m m i i e e n n t t o o c c o o n n c c l l o o r r o o g g a a s s .

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PG. ¡AHORA! REPORTAJEENERO 25, 201405 LOURDES PICHS RODRGUEZ / lourdes@ahora.cip.cu FOTOS: ELDER LEYVACmo es posible que de la marcha de unas 40 personas desde una pequea plaza hasta la sede del Gobierno de un municipio, de una provincia oriental de una islita del Caribe se pueda hablar ms en Internet que de cualquier descubrimiento cientfico o acontecimiento poltico de trascendencia mundial? Fcil: esa isla es Cuba. Todava hoy son noticiaŽ los titulares (o tristulares) sensacionalistas, informaciones tergiversadas, fotos y videos tomados casualmenteŽ y subidosŽ tan gilmente como permiten hoy las redes sociales por quienes siempre estn a la espera de lo que les gusta y esperan amplificar a los cuatro vientos sobre Cuba, lo que se quiso que se viera y se conociera de lo sucedido en Holgun. Sin embargo, para los ms de 19 mil 650 trabajadores por cuenta propia y los cientos de holguineros que han seguido recibiendo normalmente los servicios de esa importante fuerza No Estatal en esta semana, resultaran risibles las noticias que hablan sobre:Una fuerte protesta contra el desalojo de cuentapropistas en HolgunŽ, donde aseguraban que Un millar de personas sali a la calle a rebelarse contra el desalojo de cuentapropistas y fueron reprimidos por ms de 150 policas, 15 autos patrulleros y un camin jaula que participaron en la embestida contra los manifestantesŽ; oInspectores y policas desalojaron este martes la plaza La Central, donde centenares de trabajadores privados vendan sus productos con todos los documentos en reglaŽ y otras tantas mentirotas, solo crebles entre aquellos que desconocen o persisten en su obstinada obsesin de querer tergiversar a su antojo nuestra realidad. Pero como la mentira tiene patas cortasŽ, aqu damos cuenta de lo que, para diferenciarla de la informacin manipulada circulante en Internet, pudiramos definir como la verdad verdaderaŽ. Ciertamente hubo una marcha (que deviniera en un lamentable incidente) protagonizada por entre 45 y 50 trabajadores, de los 98 que ejercen sus labores en la plaza La Central, que termin en un desorden pblico bastante criticable y con el cual no estamos acostumbrados ni deseamos estarlo la gran mayora de nuestro pueblo, integrado a la batalla por construir y preservar lo que tanto ha costado. No hubo represin, y s mucho oportunismo por parte de quienes aprovecharon la ocasin para hacer del incidente su propio show represivo a base de provocaciones y de la manipulacin del actuar de la polica en su funcin de preservar el orden; los trabajadores por cuenta propia que realmente estaban interesados en dialogar (22) fueron atendidos individualmente por funcionarios del Gobierno, que recogieron sus inquietudes. En mltiples ocasiones se ha reiterado la validez de esta opcin nueva de trabajo como fuente de empleo y de producciones y servicios para la poblacin, al tiempo que desde el 2010 se inici un proceso de ampliacin de las actividades a ejercer por quienes decidan incorporarse a este sector informal de la economa, pero siempre bajo el principio del cumplimiento estricto de Ley y los tributos, con total enfrentamiento a las ilegalidades. Como en todo el pas, en la provincia y el municipio capital existe voluntad gubernamental de ordenar el trabajo por cuenta propia y hacer corresponder lo establecido en cada una de las actividades con la licencia otorgada. Elaina Morales Prez, vicepresidenta para la Economa del Consejo de la Administracin del municipio de Holgun, explic que como respuesta a este objetivo equipos de trabajos iniciaron un proceso de instruccin con los incorporados a la forma de gestin no estatal desde el tercer trimestre del ao pasado, para explicar sobre cul era el alcance de su actividad de acuerdo con la licencia que posea cada quien. En octubre, se trabaj con los poseedores de patentes de Modista o Sastre y Vendedor Productor de artculos varios de uso del hogar, posteriormente en noviembre se escogieron otras 10 actividades y paulatinamente se fueron incorporando las otras, hasta completar las 158 que ejercen los holguineros, de las 181 autorizadas en la provincia. A partir de ese contacto sostenido con la casi totalidad de los ms de 19 mil cuentapropistas, cada uno qued notificado de hasta dnde poda llegar su desempeo, ratificndoles la ilegalidad en que podran incurrir con la comercializacin minorista de artculos importados o la venta de los adquiridos en la red comercial estatal, entre otros asuntos. El 2 de noviembre sali publicada una nota oficial en medios de comunicacin nacional en la que se aprobaba de manera excepcional extender, hasta el 31 de diciembre del 2013, el plazo de comercializacin de sus inventarios a Modista o Sastre y Productor Vendedor de artculos varios de uso en el hogar, atendiendo al reclamo de muchos trabajadores que necesitaban un plazo para poder salir de renglones al margen de su actividad. Adems, se les ofreci otra prerrogativa. Los que decidieran no seguir ejerciendo esas dos actividades podan devolver la autorizacin otorgada antes del 20 de enero y quedaban eximidos del pago de la cuota mensual impositiva del mes en que causaran bajaŽ. Consecuente con lo previsto, el 3 de enero se inici el control de lo legislado por los organismos competentes, es decir la Direccin de Inspeccin y Supervisin (DIS) y la Polica Nacional Revolucionaria (PNR). En este territorio fueron escogidas para chequear hasta el 30 prximo, 10 actividades que ejercen ms de 2 mil 600 personas. Luis Enrique Camejo Caballero, director de la DIS en el municipio, signific que hasta el da 21 se haba visitado el 58 por ciento de la muestra escogida y, precisamente, las mayores indisciplinas se concentran entre Carretilleros vendedores de productos agrcolas de manera ambulatoria, por mantenerse en puntos o espacios fijos o en reas no autorizadas, como calles principales del casco histrico de la ciudad y expender renglones importados o no autorizados para esa licencia, como arroz, huevo y papa; y los Productores Vendedores de artculosƒ por insistir algunos en la comercializacin de productos de procedencia industrial. En la plaza La Central, el martes 21, se realizaron 11 controles, aplicndose igual nmero multas de 700 pesos a los infractores y retiro de licencia, as como cinco decomisos, amparado todo en el Decreto Ley 315 del 2013 Artculo No. 6, Inciso D; y para reafirmar las muestras de indisciplina, el mircoles y jueves, se vuelve al lugar y ocurre algo similar. Nuevamente sorprenden a varios infraganti, mientras que otros optan por dejar sus pertenencias, las que se ocupan por hallazgo. En total, en estos tres das se recogieron 350 renglones, desde llaves de lavamanos, tomacorrientes, rodamientos de diferentes tipos, gafas, mandos de DVD y TV, mezcladoras, latiguillos, bateras, barrenas, electrodos, mangueras y reguladores de cocina de gas licuado, relojes, sandalias, breakers, llavines y tornillos de diferentes medidas, hasta diversas piezas y partes de los mdulos de coccin vendidos por el Programa de la Revolucin para el ahorro de energaŽ, detall. De visita, en la Plaza La Central, conversamos a raz del incidente con cuentapropistas, poblacin y directivos del lugar. Nidia Castellanos Santana, secretaria del Sindicato del lugar, reconoci que efectivamente, las leyes se hicieron para cumplirse. No son todos los que transgreden lo establecido, pero existen insatisfacciones entre nosotros, primeramente por los pagos que debemos hacer, diarios o mensuales, por el local, taquilla y bao, aunque no se trabaje; adems, no tenemos un proveedor, tienda o almacn mayorista dnde comprar la materia prima para producir ninguno de los artculos de plstico, madera u otros materiales posibles de comercializarŽ. Por su parte, Jorge Rodrguez Abru, con dos aos de labor como cuentapropista, coincide con lo expresado por Nidia y, especficamente sobre lo sucedido el pasado martes, dijo haber participado en la marcha, compulsado por la forma, segn l incorrecta, en que uno de los policas se comport con uno de sus compaeros, pero refiri que nunca tuvo ningn nimo de protestar o manifestarse contra el Gobierno. Yudimir Delgado Gonzlez, licenciado en Derecho y con patente de Productor Vendedor, fue uno de los 22 cuentapropistas que entraron al teatro de la sede del Gobierno municipal a exponersus criterios acerca de la actividad que realizan. Sus insatisfacciones son muy similares: Todos venderamos lo mismo y ganaramos muy poco. Hay una incongruencia al prohibrsenos a nosotros comercializar artculos adquiridos en la red comercial estatal; pues por ejemplo est autorizado el expendio de cigarros, refrescos y cervezas en cafeteras y paladares; en tanto que vendedores de alimentos ambulantes siguen ofertando confituras de las TRD o del mercado en moneda nacionalŽ. Oportunos y esclarecedores son los criterios de Rainel Ochoa Calzadilla, administrador de La CentralŽ. Sobre nuestros servicios es preciso puntualizar que el bao lo cobra una cuentapropista, a razn de cinco pesos al mes por cada uno de los trabajadores; tenemos 10 taquilleros con sus respectivos candados y 14 estantes, cuyo alquiler es de cinco pesos diarios y por la mesa o espacio de expoventa, 10 pesos mensuales; sin embargo, en otros momentos cuando la mayora de estos compaeros estaban en otros lugares sin techo y a la intemperie, desembolsaban sumas superiores de dinero para que vecinos les guardaran sus pertenencias o transportaran diariamente sus cargas, lo que siguen haciendo algunos ahora aqu, en casas particulares de los alrededoresŽ. De igual manera, resulta pertinente la explicacin de Pedro Barriel Garca, director de la oficina municipal de la ONAT, para ganar en mayor claridad acerca de esta actividad. El Productor Vendedorƒ pertenece al rgimen simplificado de tributacin, grupo en el que clasifican los que menos ingresos deben tener, por lo cual no se les fija el impuesto sobre el servicio o las ventas, solamente se les exige el pago sobre los ingresos personales, que en este caso est representado o determinado por la cuota mnima. Su patente es de 70 pesos mensuales y los menores de 60 aos pagan 87,50 de Seguridad Social, trimestralmente. Hasta ah sus obligacionesŽ. Destac que este territorio es el segundo del pas en cantidad de trabajadores por cuenta propia, solo precedido por Santiago de Cuba; no obstante, est entre los de ms indisciplina fiscal, porque hay morosidad en el pago, entre otros aspectos puntuales. Acerca del proceso iniciado el pasado 3 de enero, Yanieyis Espinosa Tamayo, directora de Trabajo y Seguridad Social, significa que a pesar de toda la labor de apercibimiento desarrollada son muchas las infracciones por parte de determinados trabajadores, lo reafirman las 51 licencias retiradas hasta el 22 de enero, concentradas principalmente en la actividad de tiles del hogarŽ. Un botn de muestra de que muchos, como mismo no leen prospectos de medicamentos antes tomarlos ni reparan en fecha de vencimiento de productos adquiridos o leen manuales antes de utilizar un equipo nuevo, no revisan ni se preocupan por pasarles la vista a las resoluciones 41 y 42 del Ministerio de Trabajo y Seguridad Social, referidas al Reglamento y alcance del trabajo por cuenta propia, respectivamente, antes de optar por incorporarse a este sector. Es el caso de Yoel Nieves, joven que en esta misma semana sac una licencia para desempearse como Productor Vendedor de artculosƒ; sin embargo, el mircoles visitaba La CentralŽ para ver qu poda adquirir para comercializarŽ. Ya tena un documento en sus manos que lo autorizaba a ejercer, pero no as la mercanca. De este suceso sale una gran leccin. En sentido general, los patentados deben interiorizar ms el objeto y alcance de la labor que desempean y ante cualquier situacin que imaginen indebida, estn en el derecho de plantearla y discutirla con los organismos correspondientes, con todo el respeto que ampara la ley, sin dejarse alentar ni provocar por aquellos que incitan y se aprovechan del menor disgusto individual o colectivo para inducir al desorden. Para los que pretendieron hacer del lamentable incidente del martes pasado en Holgun todo un show meditico, es necesario reiterar que la mentira tiene patas cortas. E E n n l l a a p p l l a a z z a a L L a a C C e e n n t t r r a a l l , l l a a m m a a y y o o r r a a d d e e l l o o s s t t r r a a b b a a j j a a d d o o r r e e s s c c o o n n t t i i n n a a l l a a b b o o r r a a n n d d o o .   E E l l m m a a r r t t e e s s t t o o d d o o s s e e m m a a n n i i p p u u l l y y , c c i i e e r r t t a a m m e e n n t t e e , l l a a s s l l e e y y e e s s e e s s t t n n p p a a r r a a c c u u m m p p l l i i r r s s e e , a a u u n n q q u u e e h h a a y y q q u u e e a a c c l l a a r r a a r r qq u u e e n n o o t t o o d d o o s s l l o o s s t t r r a a b b a a j j a a d d o o r r e e s s s s o o n n i i n n d d i i s s c c i i p p l l i i n n a a d d o o s s Ž Ž . N N i i d d i i a a , s s e e c c r r e e t t a a r r i i a a d d e e l l S S i i n n d d i i c c a a t t o o d d e e l l o o s s c c u u e e n n t t a a pp r r o o p p i i s s t t a a s s . LA VERDAD DEL MARTES A A p p e e s s a a r r d d e e l l a a t t e e r r g g i i v v e e r r s s a a c c i i n n d d e e l l o o s s h h e e c c h h o o s s e e n n I I n n t t e e r r n n e e t t , m m s s d d e e 1 1 9 9 m m i i l l 6 6 5 5 0 0 t t r r a a b b a a j j a a d d o o r r e e s s p p o o r r c c u u e e n n t t a a pp r r o o p p i i a a s s i i g g u u e e n n o o f f r r e e c c i i e e n n d d o o l l i i b b r r e e m m e e n n t t e e s s u u s s s s e e r r v v i i c c i i o o s s e e n n l l a a p p r r o o v v i i n n c c i i a a . L L a a a a l l t t e e r r n n a a t t i i v v a a l l a a b b o o r r a a l l s s u u p p o o n n e e e e l l c c u u m m p p l l i i m m i i e e n n t t o o e e s s t t r r i i c c t t o o d d e e L L e e y y y y l l o o s s t t r r i i b b u u t t o o s s , c c o o n n t t o o t t a a l l e e n n f f r r e e n n t t a a m m i i e e n n t t o o a a i i l l e e g g a a l l i i d d a a d d e e s s

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PG. VARIEDADES ¡AHORA!ENERO 25, 201406 Como ameritaba la queja de la inspectora popular de Transporte Caridad Manduley Zaldvar fue el tratamiento ofrecido por la Direccin de UEB de Servicios Generales de la Empresa Agropecuaria Nicaragua, municipio de Banes: Al chofer del carro matrcula OSL-916, perteneciente a esa entidad, que no quiso recoger pasajeros en el Punto de Control de Cueto, el pasado 7 de enero, se le amonest pblicamente ante su colectivo, como atenuante para no aplicrsele una medida ms drstica, se tuvo en cuenta sus ms de 30 aos de trabajo y su adecuada aptitud, segn inform Gustavo Arochena Pelayo, director. L L o o s s q q u u e e n n o o h h a a n n c c o o n n t t e e s s t t a a d d o o s s o o n n l l o o s s d d i i r r e e c c t t i i v v o o s s d d e e l l o o s s c c h h o o f f e e r r e e s s d d e e l l o o s s c c a a r r r r o o s s l l a a d d a a s s c c h h a a p p a a s s O O A A F F 2 2 99 1 1 y y B B 0 0 0 0 5 5 8 8 6 6 7 7 , q q u u e e c c o o n n a a s s i i e e n n t t o o s s t t r r a a s s e e r r o o s s v v a a c c o o s s p p a a s s a a r r o o n n c c o o m m o o f f l l e e c c h h a a s s f f r r e e n n t t e e a a l l P P u u n n t t o o d d e e E E m m b b a a r r q q u u e e d d e e C C aa b b a a l l l l e e r r a a e e n n s s i i m m i i l l a a r r f f e e c c h h a a y y n n o o p p a a r r a a r r o o n n a a l l a a s s e e a a l l d d e e l l a a i i n n s s p p e e c c t t o o r r a a . E E s s t t a a q q u u e e j j a a l l a a p p u u b b l l i i c c a a m m o o s s e e l l p p a a s s aa d d o o 1 1 1 1 d d e e e e n n e e r r o o . Rafael Hernndez trabajador estatal y vecino de calle Buenos Aires No. 1, reparto Nuevo Holgun, como una va para mejorar sus ingresos personales, obtuvo una patente para trabajar por cuenta propia como Plastificador, por lo cual en los primeros das de diciembre del pasado ao fue a la oficina de la ONAT en Holgun a solicitar el Vector Fiscal (VF) del ao 2014, pero all le dijeron que deba ir en enero. As lo hice, pero al volver un cartel en la puerta informaba que el documento de marras se comenzara a repartir a partir del da 15. En esa fecha, en el mismo papel estaba escrito con lapicero que se entregara despus del 20 en la nueva sede de la Avenida Cajigal. Hasta all fui y tras una larga cola, cuando me correspondi el turno, la que atenda al pblico me inform que mi VF no estaba y para colmo no supo decirme cunto tiempo ms deba esperar. Sacando mis propias conclusiones y considerando los constantes viajes y largas cola en la ONAT, me pregunto si esta es la respuesta al llamado del Partido sobre la atencin de los organismos a la poblacin. Qu sucede si se me agota la paciencia y, simplemente, ante la imposibilidad de obtener el documento de pago, de ser disciplinado y dedicarle tiempo a la gestin sin resultado alguno, me olvido del trmite y violo lo establecido, obligado por el maltrato a que he sido sometido repetidas veces? A A n n t t e e l l a a a a m m a a r r g g a a e e x x p p e e r r i i e e n n c c i i a a d d e e l l o o s s m m s s d d e e s s e e i i s s m m e e s s e e s s s s i i n n a a g g u u a a p p o o r r l l a a f f a a l l t t a a d d e e u u n n a a pp i i e e z z a a p p a a r r a a l l a a t t u u r r b b i i n n a a , l l o o s s m m s s d d e e 1 1 0 0 0 0 t t r r a a b b a a j j a a d d o o r r e e s s d d e e d d i i f f e e r r e e n n t t e e s s e e n n t t i i d d a a d d e e s s d d e e l l M M I I C C O O N N S S q q u u e e p p e e r r m m a a n n e e c c e e n n a a l l b b e e r r g g a a d d o o s s e e n n e e l l c c a a m m p p a a m m e e n n t t o o 2 2 d d e e D D i i c c i i e e m m b b r r e e , u u b b i i c c a a d d o o e e n n C C a a r r r r e e t t e e r r a a C C e e n n t t r r a a l l V V a a a a B B a a y y a a m m o o , K K m m 7 7 7 7 7 7 , e e s s c c r r i i b b i i e e r r o o n n p p o o r r q q u u e e a a h h o o r r a a s s e e q q u u e e m m e e l l e e q q u u i i p p o o y y v v u u e e l l v v e e n n a a c c a a r r e e c c e e r r d d e e l l p p r r e e c c i i a a d d o o l l q q u u i i d d o o h h a a s s t t a a p p a a r r a a r r e e a a ll i i z z a a r r l l a a s s m m s s e e l l e e m m e e n n t t a a l l e e s s a a c c t t i i v v i i d d a a d d e e s s d d e e a a s s e e o o p p e e r r s s o o n n a a l l . Sobre las indisciplinas de las personas que acuden al Banco Popular de Ahorro, ubicado en el edificio 4 de Abril de la calle Garayalde, esquina a Morales Lemus, se quejan Miroslava Jaime Gutirrez y Raiko Cuenca Villegas en nombre de vecinos del lugar. Los das de cobro de jubilados y asistenciados y de pago de patentes y otras actividades resulta imposible acceder a los apartamentos y son afectadas las reas exteriores del inmueble, pues ese BPA no rene las condiciones para mantener a sus clientes dentro de sus oficinasŽ. H H o o l l g g u u n n e e s s u u n n a a d d e e l l a a s s p p r r o o v v i i n n c c i i a a s s m m s s e e n n vv e e j j e e c c i i d d a a s s d d e e l l p p a a s s , c c o o n n u u n n a a c c i i f f r r a a s s u u p p e e r r i i o o r r a a l l a a s s 1 1 7 7 6 6 m m i i l l p p e e r r s s o o n n a a s s d d e e 6 6 0 0 a a o o s s o o m m s s , c c o o n n u u n n a a e e s s p p e e r r a a n n zz a a d d e e v v i i d d a a a a l l n n a a c c e e r r s s u u p p e e r r i i o o r r a a l l o o s s 7 7 9 9 a a o o s s ; ; d d e e a a h h q q u u e e r r e e s s u u l l t t e e p p o o c c o o t t o o d d o o a a p p o o y y o o y y a a t t e e n n c c i i n n q q u u e e s s e e b b r r ii n n d d e e a a e e s s t t e e g g r r u u p p o o e e t t r r e e o o p p a a r r a a c c o o n n t t r r i i b b u u i i r r a a e e l l e e v v a a r r s s u u c c a a l l i i d d a a d d d d e e v v i i d d a a ; ; s s i i n n e e m m b b a a r r g g o o , l l a a i i n n q q u u i i e e t t u u d d d d e e B B ee r r t t h h a a F F e e r r n n n n d d e e z z B B e e n n a a v v e e n n t t e e , p p r r o o f f e e s s o o r r a a d d e e l l a a U U n n i i v v e e r r s s i i d d a a d d d d e e C C i i e e n n c c i i a a s s M M d d i i c c a a s s , d d i i c c e e t t o o d d o o l l o o c c o o n n t t r r a a r r i i o o .  L L o o s s m m i i e e m m b b r r o o s s d d e e l l c c l l u u b b R R e e c c o o r r d d a a n n d d o o e e l l A A y y e e r r d d i i s s p p o o n n a a m m o o s s d d e e u u n n e e s s p p a a c c i i o o s s e e m m a a n n a a l l , l l o o s s d d o o m m i i n n g g o o s s d d e e d d o o s s d d e e ll a a t t a a r r d d e e a a s s i i e e t t e e d d e e l l a a n n o o c c h h e e , p p r r i i m m e e r r o o e e n n e e l l h h o o t t e e l l P P r r a a g g a a y y l l u u e e g g o o e e n n e e l l r r e e s s t t a a u u r r a a n n t t e e G G u u a a n n t t n n a a m m o o , d d o o n n d d e e l l a a m m a a y y o o r r a a d d e e l l a a s s p p e e r r s s o o n n a a s s q q u u e e i i b b a a n n e e r r a a n n d d e e l l a a t t e e r r c c e e r r a a e e d d a a d d , p p e e r r o o s s e e n n o o s s n n e e g g l l a a c c o o n n c c u u r r r r e e n n c c i i a a a a a a m m bb o o s s l l u u g g a a r r e e s s p p o o r r q q u u e e s s e e g g n n d d i i r r e e c c t t i i v v o o s s d d e e l l a a e e n n t t i i d d a a d d l l a a a a c c t t i i v v i i d d a a d d n n u u e e s s t t r r a a n n o o c c u u m m p p l l e e c c o o n n e e l l o o b b j j e e t t o o s s o o cc i i a a l l d d e e e e s s o o s s c c e e n n t t r r o o s s . S S o o l l i i c c i i t t a a m m o o s s s s e e e e v v a a l l e e m m a a n n t t e e n n e e r r e e s s e e e e s s p p a a c c i i o o e e n n a a l l g g u u n n o o s s d d e e e e s s o o s s l l u u g g a a r r e e s s u u o o t t r r o o e e n n e e l l c c u u a a l l p p o o d d a a m m o o s s c c o o n n f f r r a a t t e e r r n n i i z z a a r r d d e e m m a a n n e e r r a a s s a a n n a a Ž Ž . Desde varios repartos de la ciudad de Holgun recibimos quejas relacionadas con ciclos de abasto de agua extendidos. En Villa Nueva llegan a estar hasta nueve y ms das sin recibir el preciado lquido, a pesar de que la mayora de los edificios no tiene cisterna de reserva y fue eliminado el Punto de Venta, mientras que los vecinos del Edificio 247, sito en calle Agramonte, entre Carb y Avenida Lenin, afrontan serios problemas con la llegada del agua por la red de acueducto. A A c c l l a a r r a a C C o o r r r r e e o o s s d d e e C C u u b b a a q q u u e e l l a a t t a a b b l l a a p p u u b b l l i i c c a a d d aa e e n n e e l l p p e e r r i i d d i i c c o o s s o o b b r r e e c c r r o o n n o o g g r r a a m m a a d d e e f f e e c c h h a a d d e e p p a a g g o o a a j j u u b b i i l l a a d d o o s s y y p p e e n n s s i i o o n n a a d d o o s s c c o o r r r r e e s s p p o o n n d d e e a a l l B B a a n n c c o o P P o o p p u u l l a a r r d d e e A A h h o o r r r r o o . E E l l l l o o s s p p a a r r a a m m i i n n i i m m i i z z a a r r l l o o s s t t r r m m i i t t e e s s a a l l a a p p o o b b l l a a c c i i n n y y p p a a r r a a a a c c e e r r c c a a r r e e l l s s e e r r v v i i c c i i o o aa l l o o s s j j u u b b i i l l a a d d o o s s a a c c o o r r d d a a r r o o n n d d e e c c o o n n j j u u n n t t o o c c o o n n e e l l M M i i n n i i s s t t e e r r i i o o d d e e T T r r a a b b a a j j o o y y S S e e g g u u r r i i d d a a d d S S o o c c i i a a l l , q q u u e e l l a a s s O O f f i i cc i i n n a a s s P P a a g g a a d d o o r r a a s s d d e e C C o o r r r r e e o o s s d d e e C C u u b b a a p p u u e e d d a a n n e e f f e e c c t t u u a a r r e e l l p p a a g g o o d d e e l l a a S S e e g g u u r r i i d d a a d d S S o o c c i i a a l l a a l l o o s s j j u u b b i i l l a a d d o o s s ee l l m m i i r r c c o o l l e e s s a a n n t t e e r r i i o o r r a a l l a a f f e e c c h h a a d d e e i i n n i i c c i i o o , s s e e g g n n c c a a l l e e n n d d a a r r i i o o o o f f i i c c i i a a l l a a p p r r o o b b a a d d o o , l l o o q q u u e e f f u u e e p p u u b b l l i i c c aa d d o o e e n n e e l l p p e e r r i i d d i i c c o o T T r r a a b b a a j j a a d d o o r r e e s s.   L L o o s s j j u u b b i i l l a a d d o o s s q q u u e e c c o o b b r r a a n n e e n n l l o o s s B B a a n n c c o o s s y y s s e e i i n n t t e e r r e e s s e e n n p p o o r r r r e e c c i i b b i i r r l l o o s s b b e e n n e e f f i i c c i i o o s s d d e e l l c c o o b b r r o o a a d d e e l l a a n n tt a a d d o o d d e e s s u u s s c c h h e e q q u u e e r r a a s s e e n n n n u u e e s s t t r r a a s s o o f f i i c c i i n n a a s s , d d e e b b e e n n d d i i r r i i g g i i r r s s e e a a l l a a f f i i l l i i a a l l d d e e l l I I N N A A S S S S d d e e l l m m u u n n i i c c i i p p i i o o d d e e r r e e s s i i d d e e n n c c i i a a a a s s o o l l i i c c i i t t a a r r s s u u a a f f i i l l i i a a c c i i n n a a l l C C o o r r r r e e o o q q u u e e l l e e c c o o r r r r e e s s p p o o n n d d a a . U U n n a a v v e e z z q q u u e e e e l l I I N N A A S S S S a a c c t t u u a a l l i i c c ee s s u u b b a a s s e e d d e e d d a a t t o o s s c c o o n n e e l l c c a a m m b b i i o o , e e l l b b e e n n e e f f i i c c i i a a r r i i o o p p o o d d r r r r e e c c i i b b i i r r n n u u e e s s t t r r o o s s s s e e r r v v i i c c i i o o s s Ž Ž , e e x x p p l l i i c c A A n n a a R R o o s s a a A A l l m m a a g g u u e e r r , e e s s p p e e c c i i a a l l i i s s t t a a e e n n G G e e s s t t i i n n C C o o m m e e r r c c i i a a l l . La cantidad de estircol que hemos visto en esta semana esparcido a lo largo de principales vas de la ciudad de Holgun, como Mximo Gmez, Cuba, Garayalde, Pepe Torres y Mrtires, hacen poner en duda la eficacia o cumplimiento de las medidas adoptadas por la UEB de Atencin al Transporte Terrestre no Estatal y que fueran publicadas en la edicin anterior. I I n n c c r r e e b b l l e e m m e e n n t t e e v v o o l l v v i i e e r r o o n n a a c c o o i i n n c c i i d d i i r r e e l l hh o o r r a a r r i i o o d d e e r r e e s s e e r r v v a a c c i i n n c c o o n n e e l l l l a a b b o o r r a a l l e e n n l l a a T T e e r r m m i i n n a a l l I I n n t t e e r r p p r r o o v v i i n n c c i i a a l l , p p o o r r l l o o c c u u a a l l l l o o s s o o b b r r e e r r o o s s o o f f a a ll t t a a n n a a s s u u p p u u e e s s t t o o o o n n o o a a d d q q u u i i e e r r e e n n t t u u r r n n o o s s p p a a r r a a v v i i a a j j a a r r . Y si de horario se trata, ojo con algunos Puntos de Venta o tiendas recaudadoras de divisa, como Grocery de la calle Frexes esquina a Morales Lemus, El Tano y La Rotonda de calle Cuba, entre otras, que cierran en el horario de almuerzo de 12:00 m a 1:00 pm. P P u u n n t t o o F F i i n n a a l l . AquLa columna de los lectoresLourdes Pichs Rodrguezlourdes@ahora.cip.cu C C A A N N A A L L 6 6 3 3 S S B B A A D D O O 6:27 pm Conmemoraciones 6:30 pm VSD-Imagen Plural D D O O M M I I N N G G O O 6:27 pm Conmemoraciones 6:30 pm VSDƒ Y de Arte L L U U N N E E S S A A V V I I E E R R N N E E S S ( ( M M E E D D I I O O D D A A ) ) 12:00 En Primer Plano 12:30 A Buen Tiempo T T A A R R D D E E 4:27 ANSOC 5:42 Conmemoraciones 5:45 Al Da L L U U N N E E S S ( ( T T A A R R D D E E ) ) 4:30 Agenda Comn 5:00 Visor por Dentro 5:30 El Pintorcillo M M A A R R T T E E S S ( ( T T A A R R D D E E )) 4:30 Lente Deportivo 5:00 Para Tocar el Cielo 5:30 Espiral M M I I R R C C O O L L E E S S ( ( T T A A R R D D E E ) ) 4:30 TV Ms 5:00 Rumores de la Campia 5:30 Noticiero Pioneril J J U U E E V V E E S S ( ( T T A A R R D D E E ) ) 4:30 Mitos de la Salud 5:00 Ksts Pensando T? 5:30 VSD Msica V V I I E E R R N N E E S S ( ( T T A A R R D D E E ) ) 4:30 Confluencia 5:00 Llgate 5:30 La Vida Misma C C A A N N A A L L 6 6 3 3 V V I I E E R R N N E E S S 6:27 pm Conmemoraciones 6:30 pm VSD Imagen Plural E E E E l l l l d d d d e e e e r r r r S S A A L L A A P P R R I I N N C C I I P P A A L L Sbado 25, 9:00 pm: Alito Abad y su grupo en Concierto Ms Pa lanteŽ. Domingo 26, 10:00 am: Fantasa e Ilusiones presenta El CircoŽ. Viernes 31, 8:30pm: Orquesta Sinfnica de Holgun en Concierto. S S A A L L A A A A L L B B E E R R T T O O D D V V A A L L O O S S Viernes 31, 8:00 pm: Cuarteto Feeling presenta su Pea Del Amor y la MsicaŽ. S S A A L L A A I I S S M M A A E E L L I I L L L L O O Domingo 26, 5:00pm: Academia del Ballet Lina Sanz presenta su pea A mi ManeraŽ. Programacin E E N N E E R R O O 2 2 5 5 1 1 9 9 7 7 1 1 Inaugurado el Hogar Materno Tamara Bunke, en la ciudad de Holgun. 2 2 7 7 1 1 8 8 4 4 2 2 Nace ngel Guerra Porro, quien alcanz el grado de General del Ejrcito Mamb. 2 2 7 7 1 1 9 9 8 8 0 0 Fallece en Angola el internacionalista holguinero Jos Testa Silva. 2 2 8 8 1 1 8 8 5 5 3 3 Nace Jos Mart, Hroe Nacional de Cuba. 2 2 9 9 1 1 9 9 8 8 3 3 Otorgada el Hacha de Holgun al historiador y periodista holguinero Francisco Garca Bentez. 3 3 0 0 1 1 9 9 8 8 4 4 Cae en Angola el internacionalista Rafael Quintana Prez, del municipio de Calixto Garca. 3 3 1 1 1 1 9 9 6 6 6 6 Inaugurada la pizzera Roma, en la ciudad de Holgun. Felicidades por cumplir aos para Francisca Urrutia Trujillo, Oscar Santos Rodrguez y Delio Rafael Amador Mas. Y Y A A L L O O S S A A B B E E S S C C a a n n t t a a n n : : A A n n t t o o n n i i o o O O r r o o z z c c o o y y L L u u i i s s F F o o n n s s i i Qu bonito es entender, que no consigo imaginarme sin tu amor, ya ves, qu bonito es. Qu bonito es entender, que cada paso que t des tambin yo lo dar, ya ves, sin preguntarte. Los silencios nunca quieren ser los que guarden tanto que perder. Lo que no se puede ver, ya ves que no lo quieren ser. El destino tiene miedo de saber dnde ir a parar el tren, dnde ir a caer, no lo puedes ver, ya ves quin no lo deja ver.( ( 1 1 ) )Y ya lo sabes, corazn, que no hay ms gritos que esta voz y va tan fuerte que tambin se asusta el aire. Y por el aire te dar, lo ms difcil de tener la confianza que t a m me regalaste. ( ( 2 2 ) )Qu difcil es saber, cmo escapar de cada noche en la que t no ests, qu difcil es. Qu difcil es tener lo ms sencillo y conservarlo bien, ya ves, tambin me lo enseaste. El principio siempre quiere ser el que diga cmo debe ser porque tiene tanta fe, ya ves, el tiempo va al revs. No hay ni un da en que no quiera ser ni un segundo en el que no aprender ni un minuto ms de ayer, minuto que perder.( ( S S e e r r e e p p i i t t e e d d e e s s d d e e 1 1 h h a a s s t t a a 2 2 ) ) El verbo n n o o m m i i n n a a r r significa proponer como candidato para algoŽ, tal como indica el Diccionario Panhispnico de Dudas. En los medios de comunicacin es habitual encontrar frases como Nominados al "scar o, si fuesen valientes, nominaran a la que de verdad ha sido la mejor actriz del ao. Pese a considerarse, inicialmente, este significado de nominar como un calco innecesario del ingls to nominate, los principales diccionarios de referencia, tanto acadmicos como de uso, recogen desde hace aos esta acepcin. Se recuerda, no obstante, que existen expresiones alternativas, como p p r r o o p p o o n n e e r r p p r r e e s s e e n n t t a a r r c c o o m m o o c c a a n n d d i i d d a a t t o o v v o o t t a a r r p p o o s s t t u u l l a a r r segn el contexto. Das en la historia R R e e p p r r o o c c h h a a b b l l e e i i n n d d i i s s c c i i p p l l i i n n a a s s o o c c i i a a l l : : a a c c e e r r a a s s c c o o m m o o p p a a r r q q u u e e o o s s I I n n d d i i g g n n a a n n t t e e r r o o b b o o d d e e t t o o d d a a s s l l a a s s l l u u m m i i n n a a r r i i a a s s d d e e l l P P i i r r i i j j o o t t d d e e H H o o l l g g u u n n A cargo de Yusleydis Socorro C. yuli@ahora.cu Yusleidys Socorro Carballosa yuli@ahora.cip.cu Petra Silva Cruz petra@aldia.cu Y Y a a m m i i l l P P a a l l a a c c i i o o V V i i d d a a l ly y a a m m i i l l e e @ @ a a h h o o r r a a . c c u u P P L L A A Z Z A A S S : : La Empresa Provincial de Conservacin, Rehabilitacin y Servicio a la Vivienda ofrece las siguientes plazas por contrato indeterminado: Auditor B, Asistente y Contador B. Salario $554.00. Requisitos: Graduado de Nivel Superior. Tcnico A en Gestin econmica y Tcnico en abastecimiento tcnico material. Requisitos: Nivel Medio Superior con experiencia en la actividad, por contrato determinado. Salario $450.00. Todas se acogen, adems, al sistema de pago por resultados de hasta el 30 por ciento en MN. Los interesados deben presentarse en Calle Libertad No. 61, entre Cuba y Prado o llamar al 42-5825, ext. 108, a la Subdireccin de Recursos Humanos. ¡ A cargo de Graciela Guerra B. chela@ahora.cu Graciela Guerra Bolmey administracion@ahora.cip.cu

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PG. ¡AHORA! DEPORTEENERO 25, 201407 Holgun mantiene la capacidad de recuperarse inmediatamente tras un resbaln, ya mostrada en la primera parte de la LIII Serie Nacional de Bisbol. La seleccin nororiental haba cado 1-2 en tres partidos reidos en sus enfrentamientos ante Artemisa en el Calixto GarcaŽ y se vislumbraba muy comprometida la subserie siguiente, como visitador, contra el entonces lder Pinar del Ro, sin derrotas en esta fase de ocho equipos (seis triunfos consecutivos). Los atributos de los Cachorros, con sus potencialidades en el pitcheo, bateo y combatividad, pronto salieron a relucir frente a un rival de gran consideracin, para imponerse en los dos primeros partidos, 2-1 y 6-3 (el tercero estaba programado para anoche). Lo del mircoles en el estadio Capitn San Luis result un extraordinario duelo de pitcheo entre Yaisel Sierra y Vladimir Baos, quienes llenaron de ceros la pizarra. Cuando el ptcher holguinero abandon el box en el sptimo (dos outs y un corredor en primera), slo dos hits haba aceptado, mientras el pinareo en ocho entradas permiti seis imparables. Los relevistas Osorio y Pablo Milln se encargaron de mantener en alto la labor monticular, pero el sustituto contrario, Isbel Hernndez tuvo que observar cmo el emergente Yordan Manduley le desapareca la esfride, con Aballe en primera en el dcimo inning. El zurdo Luis ngel Gmez sigui la misma senda un da despus. Permiti el primer hit en el sexto. En ocho captulos le hicieron una carrera con cuatro imparables; para el derrotado Yosvany Torres y el primer relevista Yosviel Vila el panorama fue diferente, pues los holguineros ligaron en el segundo y sptimo captulos con racimos de tres carreras. En cuanto a la subserie precedente, anotar que el terreno caliente que dejaron las porfas Holgun-Industriales se mantuvo con la visita de Artemisa, en cuanto a disputa de los partidos. Los holguineros continuaron con su acometividad ofensiva y en ms de una ocasin borraron desventajas, frente a monticulistas de la categora de Lahera, Yonder Martnez y otros, pero contrariamente tuvieron grietas con sus relevistas, que fallaron una y otra vez, como sucedi por ejemplo con Nolberto Gonzlez, dejado en el montculo ms all de lo adecuado en el octavo captulo, cuando los artemiseos decidieron con tres anotaciones para ganar 8-6 el lunes pasado. En la jornada dominical (doble juego, pues la lluvia no permiti jugar el sbado) los contendientes se repartieron los honores en ambos casos 7-6. Sin incluir lo sucedido ayer, Holgun se ubicaba quinto (30-23). En estos primeros ocho desafos de la segunda fase destaca en el plantel holguinero su pitcheo abridor en los brazos de Yusmel, Yaisel y Luis ngel. El refuerzo Norge Luis Ruiz an no ha podido mostrar en todo esplendor su gran vala y Carlos Olexis Gonzlez no estuvo dominante en su nica aparicin. La ofensiva tiene como gran protagonista, no slo de Holgun, sino de todo el campeonato, a Mikel Cceres: primero en siete departamentos: average (415), hits (85), dobles (22), anotadas (44, compartido), total de bases (114), sluggins (536) y comparecencias al bate (241), sin tener en cuenta la jornada del viernes. A los lanzadores contrarios les cuesta mucho trabajo dominar a ese tro inicial de la alineacin holguinera: Cceres, Manduley (tena problemas de salud) y Paumier, en tanto el cuarto bate Yordanis Samn, con sus batazos decidi dos juegos en el final del noveno; en dos oportunidades ms impuls la ventaja y en una ocasin trajo para home el empate. La defensa se ha comportado muy bien (cuatro errores en ocho partidos), as como la conduccin del juego por parte de la direccin, aunque con algunos cuestionamientos en el uso de los relevistas. La Serie se detiene desde hoy y hasta el 11 de febrero, para dar paso a la preparacin y asistencia del Campen Villa Clara en la Serie del Caribe en Isla Margarita, Venezuela, lo que marcar el regreso de Cuba a esas lides, aunque como invitado en esta ocasin. NELSON RODRGUEZ Y REYNALDO DUHARTE redaccion@cip.ahora.cu FOTO: REYNALDO DUHARTEDe sptimo en 2007 a segundo en 2014, avanz el equipo holguinero de softbol el mircoles pasado, tras doblegar a Ciego de vila, titular de 2013, en la fase final (SistemaPage) del Campeonato Nacional Masculino, y luego discutir el lugar cimero frente a los anfitriones santiagueros, en el estadio Salvador Vias. Holgun ech abajo los pronsticos y dej al campo a los avileos, 3-2, en ocho captulos. Cohete impulsor de Antonio Torres, con un compaero en la intermedia, decret la victoria. Rafael Guerra, de relevo, trabaj satisfactoriamente y se apunt el triunfo, aunque el abridor, Enrique Rodrguez lo hizo muy bien, pues la poderosa ofensiva rival le conect el primer jit a la altura de la quinta entrada. Los discpulos del mentor Julio Rodrguez estuvieron a pocos outs de dar la sorpresa y superar el segundo puesto registrado en 1986 (bajo la direccin de William Delgado), cuando derrotaban a los Indmitos, 2-1, en el final del sexto, pero les anotaron tres y no pisaron la goma en la parte alta del sptimo. Fernando Azahares y el refuerzo pinareo Edward Hernndez les sonaronŽ respectivos cuadrangulares al estelar santiaguero Yusbel Plutn. Guerra fracas esta vez, aunque Jos Cspedes se encarg de la apertura, pero tampoco defraud. Vale apuntar que Julio Rodrguez declar, antes de la partida hacia la provincia santiaguera, que ubicarse entre los cinco primeros planteles era la meta, porque as permaneceran como participantes del torneo de 2015 (posiblemente se desarrolle en tierras de la pia) y evitaran los repechajes. Sin embargo, el combinado fue segundo de la etapa preliminar, cuando dividi versus Ciego de vila y La Habana, les gan el doble a Villa Clara y Granma y cay par de veces (en extraining) contra los reyes de esta justa, marcada por lluvias que interrumpieron el calendario programado. Destacar en lo individual a Mikel Castro, veterano y lder para los restantes atletas; Azahares, excelente primer bate que lucha por embasarse siempre, y Rafael Chacn, ejemplo de valenta, a pesar de recibir un pelotazo en la cara en el segundo da de competencias. Torres estuvo muy defensivo y cumpli su rol, y Hernndez fue una garanta en la receptora y empuado el aluminio. La esquina caliente la custodi Juan Williams, y Luis Ral Domnguez result una llave en el campo corto. El jardinero Anbal Vaillant debut con vuelacercas en eventos nacionales y luego pareca un consagrado, al igual que otros muchachos, como Yaniel Altanez, Yonni Arajo y Reynaldo Bravo. Qu decir de los lanzadores, PapoŽ Rodrguez, corajudo gusta de momentos tensos-, fue la principal figura, y los zurdos Guerra y Cspedes hicieron mucho dao en las alineaciones rivales. Por Calixto Gonzlez B.En esta Serie CALIXTO GONZLEZ BETANCOURT / calixto@ahora.cip.cuEl desempeo de las mujeres, con un oro y un sptimo lugar general result lo ms sobresaliente de esta provincia en los Campeonatos Nacionales de Lucha efectuados en Ciego de vila, donde la estelar holguinera Khaterine Videaux, revalid la corona de los 63 kilos, y el reaparecido Mikel Anache (59), de la modalidad grecorromana, se agenci la presea de plata. Katherine viajar prximamente a Mxico para concurrir al torneo eliminatorio con miras a los Juegos Centroamericanos y del Caribe. Las otras muchachas que representaron a Holgun en el Nacional de lucha libre, Ofelina del Rosario (53 kilos) e Ismary Lamoruth, quedaron quintas. El sptimo lugar por colectivo mejora el octavo de 2013. Ismary fue promovida a la preseleccin nacional ampliada y en los prximos das se trasladar a La Habana para lidiar en unas eliminatorias, previas a la integracin de la representacin cubana a la Olimpiada de la Juventud, que tendr lugar en la Repblica Popular China, segn dio a conocer Osmany Ducca, comisionado provincial de lucha. Los varones holguineros de la lucha grecorromana agregaron, adems, un bronce por intermedio de Jos Miguel Leyva (66 kilogramos), mientras perdieron discutiendo el bronce frente a miembros de la preseleccin nacional los nororientales Antonio Durn (75), Osmaide de la Cruz (98) y Osmel Cisneros (84). En esta modalidad, la provincia igualmente qued en la sptima posicin. Ms modestos se comportaron en el sector varonil de la lucha libre, dcimo por provincia, sin ninguna medalla, de un sexto en el 2013. No obstante esas buenas y plidas actuaciones, esta provincia ocupa el primer lugar en el rango potencial entre los territorios a los que slo les asignan hasta cinco plazas en cada una de las tres modalidades (grecorromana y libre femenina y masculina). Otras provincias, con 10 competidores en cada caso, tienen mayores opciones. LAS MUJERES, LO MEJOR EN LUCHA L L o o s s h h o o l l g g u u i i n n e e r r o o s s f f u u e e r r o o n n l l a a r r e e v v e e l l a a c c i i n n d d e e l l a a l l i i d d s s a a n n t t i i a a g g u u e e r r a a . NELSON RODRGUEZ ROQUE / nelson@ahora.cip.cu / INFOGRAFA: LUIS BARNS DAZ / FOTOS: ELDER LEYVAA la edicin 99 de los Campeonatos Nacionales de Ftbol de Primera Divisin, est llamado el once de Holgun, el cual por segunda ocasin consecutiva confirm pasaje, pues su octavo lugar en el pasado torneo le abri espacio en el rescatado formato de liga. Las Panteras les harn compaa a nueve conjuntos, entre los que se incluyen los otros dueos de trofeos dorados de Cuba: Villa Clara, La Habana, Pinar del Ro, Cienfuegos y Ciego de vila. Juan Carlos Quintana contina al frente de la formacin, constituida por 30 jugadores -15 convocados en cada partidoy reforzada con futbolistas de territorios sin presencia en el evento. Habr accin los sbados, hasta mayo. Hoy se desarrollar la fecha de comienzo y los holguineros debutarn contra los camageyanos, en Minas. El primer da de febrero, la cancha banense Turcios Lima acoger el duelo versus Sancti Spritus. ¡ ¡ a a h h o o r r a a ! nos muestra cmo abrirn Los Felinos esta tarde. MS FTB MS FTB OL POR DE OL POR DE CENA CENA H H O O L L G G U U N N D D E E M M O O L L I I " P P R R O O N N " S S T T I I C C O O S S

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PG.08 ENTREVISTA ¡AHORA!ENERO 25, 2014Fundado el 19 de noviembre de 1962. Director: J J o o r r g g e e L L u u i i s s C C r r u u z z B B e e r r m m d d e e z z.Subdirectora: A A n n i i a a F F e e r r n n n n d d e e z z T T o o r r r r e e s s.Editor: R R u u b b n n R R o o d d r r g g u u e e z z G G o o n n z z l l e e z z . Jefe de Redaccin Digital: N N e e l l s s o o n n A A l l e e j j a a n n d d r r o o R R o o d d r r g g u u e e z z R R o o q q u u e e Diseo y Realizacin: A A n n i i a a A A l l m m a a r r a a l l e e s s G G o o n n z z l l e e z z .Relaciones Pblicas: Y Y a a m m i i l l P P a a l l a a c c i i o o V V i i d d a a l l . Correccin: O O r r l l a a n n d d o o R R o o d d r r g g u u e e z z P P r r e e z z y Y Y u u l l n n T T e e r r u u e e l l D D a a z z.Telfono de la Redaccin: 46-1918. Administracin: 42-3955. Cierre: 42-1281. Calle Mximo Gmez No. 312-Altos, entre Mart y Lu z y Caballero. Apartado 316. Cdigo Postal 80100. ISNN 0864-1641. Internet: w w w w w w . a a h h o o r r a a . c c u u . Correo Electrnico: c c i i p p 2 2 2 2 3 3 @ @ e e n n e e t t . c c u u.Impreso en la Fbrica de Peridicos Jos Mir Argenter. Certif icado NC ISO 9001:2008. Carretera a San Germn y Circunvalacin, Holgun, Cuba. Inscripto en la Direccin de Correos y Telgrafos bajo el nmero 91 4003-328 y acogido a la Tarifa de Impresos de Peridicos. LIUDMILA PEA HERRERA / liudmila@ahora.cip.cu FOTOS: CORTESA DE LA ENTREVISTADAEn el saln todo est listo. El enfermero instila el colirio anestsico y el paciente se mantiene quieto, en silencio. Yaisel se mira las manos temblorosas y respira hondo. Desde hace muchsimo tiempo no le sucede algo as. Sabe bien qu la conmueve tanto, pero se calma y gua con destreza el bistur por la conjuntiva, talla el tnel en el ojo del hombre, que no entiende lo serio de su caso, y se detiene solo cuando extrae la catarata y coloca el lente. Desde el comienzo han pasado apenas quince minutos. -Puede ver algo? -pregunta Yaisel en crole al paciente. -Oscuro -responde el hombre en su dialecto y la doctora siente caer en su alma todo el peso del mundo, mientras recuerda al nio pequeo que gua a su pap en las rutinas diarias de un haitiano muy pobre. Pens un instante y me dije: Voy a tener paciencia, quizs est un poco estresado y no sepa cmo decirloŽ -cuenta la doctora, mientras rememora la ltima operacin que realiz antes de venir de vacaciones a Cuba. Cuando lo sentamos, el paciente dijo: ¡Guao!, y empez a ver los colores. Esa fue la ciruga donde he tenido mayor estrs y ms nerviosa he estado. Nunca tiemblo, gracias a la experiencia de tantas operaciones, pero ah no lo pude evitar. Por suerte, todo sali bienŽ, concluye. P P o o r r q q u u e e r r a a t t a a n n i i m m p p o o r r t t a a n n t t e e y y t t a a n n d d i i f f c c i i l l e e s s a a o o p p e e r r a a c c i i n n ? ? -Yo haba terminado mi trabajo y vena de vacaciones. Me quedaban en Hait apenas unos das de descanso y de pronto me preguntan si haba operado a un paciente diabtico. Ciertamente, haba atendido dos casos, pero no ese que me estaban diciendo. l tena la glicemia en 20 y yo dije que no, que as no poda operar, porque podra ser muy riesgoso por las infecciones. Pero cuando vi al paciente con un nio de siete aos sirvindole de lazarillo, corriendo por el hospital con una mochila donde guardaba todos los papeles mdicos de su padre, como si fuese un hombrecito, cambi de opinin. Fui a ver al equipo quirrgico y dije que ese caso haba que hacerlo, que abriramos el saln solo para l y as lo hicimos. E E n n f f r r e e n n t t a a r r s s e e a a u u n n a a o o p p e e r r a a c c i i n n s s i i e e m m p p r r e e e e s s a a l l g g o o m m u u y y d d i i f f c c i i l l p p a a r r a a l l o o s s p p a a c c i i e e n n t t e e s s ƒ ƒ -Para nosotros tambin es muy estresante, porque esas personas ponen su futuro visual en manos desconocidas. De hecho, muchas veces algunos ni me ven, porque cuando llegan ya estoy en el saln. Para los pacientes estar acostados en una camilla, suponiendo que al otro da van a ver, es algo sper complejo. Por eso les digo a los enfermeros que trabajan conmigo que debemos hacer todo cuanto est a nuestro alcance, porque ellos depositan su confianza en nosotros. Y Y d d i i c c e e n n q q u u e e e e r r e e s s m m u u y y r r p p i i d d a a . . . -No, no. O ms o menos -se re y explica-. Es que ya he adquirido la habilidad. Hait me ha aportado mucho porque estoy sola como oftalmloga-cirujana. Lo que sucede es mi responsabilidad, por eso trato de que todo salga bien. C C u u n n t t a a s s o o p p e e rr a a c c i i o o n n e e s s h h a a c c e e n n e e n n u u n n d d a a e e n n H H a a i i t t ? ? -Diariamente, de 15 a 18 cirugas. La Misin Milagro solo se dedica a la de cataratas y pterigium. La primera, por la calidad visual que el paciente recupera, y la segunda se realiza si est en grado tres o cuatro, porque se hace con fines visuales. El resto de los casos de pterigium los operamos por las molestias, el escozor, el ardor. Hait es un pas donde el calor es tremendo y molestan mucho el polvo y el viento. E E n n q q u u c c o o n n s s i i s s t t e e e e l l p p t t e e r r i i g g i i u u m m ? ? -Es un engrosamiento de la conjuntiva que avanza hacia el limbo y atraviesa la crnea. En el grado cuatro puede llegar al rea visual, que es la pupila, lo que la poblacin llama la nia de los ojosŽ. Cuando llega ah o la sobrepasa, afecta el rea visual. E E s s l l o o q q u u e e s s e e c c o o n n o o c c e e c c o o m m o o c c a a rr n n o o s s i i d d a a d d ? ? -Se conoce en la calle como carnosidad y en Bolivia le llaman carne crecidaŽ. En Hait le dicen cheŽ, quiz por el parecido fontico con la palabra que ellos no consiguen entender. S S e e c c u u e e n n t t a a q q u u e e H H a a i i t t h h a a c c a a m m b b i i a a d d o o m m u u c c h h o o y y a a l l g g u u n n o o s s h h a a s s t t a a d d e e s s c c r r i i b b e e n n d d o o s s r r e e a a l l i i d d a a d d e e s s d d e e n n t t r r o o d d e e u u n n m m i i s s m m o o p p a a s s . L L o o v v e e n n u u s s t t e e d d e e s s d d e e s s d d e e l l a a c c o o n n s s u u l l t t a a ? ? -Al hospital llega mucha gente humilde, pero tambin pacientes que se han operado en Estados Unidos un ojo y vienen con nosotros a atenderse el otro. O que no desaprovechan la oportunidad de la gratuidad: se operan primero y despus se van. Acude mucha poblacin pobre, pero tambin los pudientes. Antes de llegar al hospital La Renaissance, en Puerto Prncipe, donde forma parte de su consejo de direccin, esta banense de solo 31 aos trabaj en lugares ms alejados de la geografa haitiana, como Artibonite, La Grand Anse y el Departamento Sur. Sin embargo, su experiencia como especialista de primer grado en Medicina General Integral y Oftalmologa no la debe solo al trabajo realizado en Cuba y Hait. Bolivia, Pakistn y Venezuela le dieron la seguridad con que hoy operan las manos de esta cirujana oftalmloga. En Bolivia oper por primera vez. Aprend con pterigium. En la casa practicbamos, marcbamos tnel para entrenarnos en la catarata; suturamos en poliespuma para estar seguros frente a los pacientes. All realic cirugas de pterigium sola. Claro, cuando estuve bien entrenadaŽ, cuenta. A A P P a a k k i i s s t t n n l l l l e e g g a a s s t t e e d d e e s s p p u u s s d d e e u u n n t t e e r r r r e e m m o o tt o o . C C u u n n d d i i f f c c i i l l f f u u e e e e n n f f r r e e n n t t a a r r t t e e a a l l t t r r a a b b a a j j o o y y a a l l a a s s n n u u e e v v a a s s c c o o n n d d i i c c i i o o n n e e s s d d e e v v i i d d a a e e n n u u n n p p a a s s t t a a n n l l e e j j a a n n oo ? ? -Pakistn fue una experiencia nica. Tena 24 aos y era recin graduada. Estuve en un hospital ubicado en la Cachemira pakistan. Vivamos y trabajbamos en casas de campaa. All tenamos hasta radiologa y servicios de laboratorio. Cuando lleg el invierno, la nieve empez a tumbar las casas de campaas y tenamos que ayudar a los hombres a arreglar todo aquello. Llegaban muchos pacientes con traumatismos, padecimientos que no estbamos acostumbrados a enfrentar, adems del elevado nmero de pacientes que atendamos diariamente. Lo otro fue el idioma, porque ellos hablan el urdu, dialecto muy difcil. Haba que comunicarse ms o menos en ingls, y entonces un traductor nos ayudaba con el urdu. C C m m o o f f u u e e e e l l c c h h o o q q u u e e c c u u l l t t u u r r a a l l c c o o n n l l o o s s p p a a k k i i s s t t a a n n e e s s ? ? -Ahora me represento esa experiencia como cuando uno llega a un lugar gris, donde todo es oscuro y los hombres y las mujeres se visten de la misma forma. Fue realmente impresionante. Adems de que yo crea que eso de que las mujeres se casan con el hombre que destina la familia era una cosa de libros. Llegamos vestidas con jeans y el pelo suelto. Eso fue inaudito para ellos. Tuvimos que adaptarnos. Las mujeres nos cubramos el pelo. Yo poda parecer pakistan por el color de la piel y las facciones finas, as que casi siempre me cubra el pelo o me pona un gorro para el fro. No usbamos ropa corta ni la tendamos afuera. P P e e r r o o l l l l e e g g a a s s t t e e a a t t e e n n e e r r a a l l g g n n p p r r o o b b l l e e m m a a cc o o n n e e l l l l o o s s ? ? -Recin llegada a Islamabad, fuimos a una tienda. Yo iba con otros doctores cubanos, blancos todos. Cuando un seor mayor me vio, escupi. Creo que pens que yo era pakistan y haba salido con extranjeros. Fue difcil, pero se acostumbraron a nuestra presencia. Quedan algunas otras preguntas, pero no las digo. He llegado en la tarde, ya ha ido oscureciendo mientras hablamos y no quiero molestar. Esta muchacha ha pasado mucho tiempo fuera de Cuba. Lejos de su familia y sus amigos, concentrada en una profesin que le ha regalado grandes momentos de felicidad, como este ltimo diciembre, cuando la seleccionaron como trabajadora vanguardia de la Brigada Mdica Cubana en ese pas caribeo o como cuando debi asumir la direccin de la Operacin Milagro. Pero Yaisel Medina Snchez no duda en responder que la mayor alegra sucede cuando, en el mgico momento de retirar la venda, el paciente le sonre y da gracias a la dokt kibenŽ, por haberle devuelto el milagro de la luz. HILDA PUPO SALAZAR /hildaps@enet.cuEl harakiri era comn entre los samuris, quienes al considerar su vida como una entrega al honor, rechazaban cualquier falta que pudiera deshonrarla y recurran al acto de darse muerte con una daga si perdan el decoro. Hasta nosotros trasciende el harakiri en quienes abren sus ropas y empiezan a enumerar sus errores, a modo de buscar perdn a sus culpas; es como si se sintieran mejor enumerndolos: ¡Yo no hice esto o aquello, me falt control, no lo cheque a tiempo! Y muestran satisfaccin al aparentar hundirse el arma en el abdomen, hasta sacar a flote todas sus falsas justificaciones. La gran diferencia de esa costumbre actual con la prctica japonesa es que el pecadorŽ enumera sus deslices, queda vivito y no alcanza la gloria. Nos cansa con su discurso de arrepentimiento, mientras los deslices continan. Por eso consider esta pregunta exacta para tratar tal problemtica: Y si t sabes en qu se falla, por qu no has hecho lo contrario? No considero mrito ponerse a declarar dificultades en vez de accionar; eso es quedarse en las ramas y no ir a las races. Lo principal est en tocarŽ las causas de las incorrecciones, para conocer por qu nos equivocamos. Lo lamentable ocurre cuando las negligencias de unos pocos influyen negativamente en otros. Si a las personas no se les respeta su lugar en la cola, cuando van a una cafetera les dan un vaso de agua al tiempo porque no hay hielo, en un restaurante les sirven con demora, deben pagar a quienes se dedican a vender turnos o quedan atrapadas en la telaraa de los trmites en las Oficinas de la Direccin de Vivienda, sencillamente recogen los frutos de los que no hacen bien su trabajo. Detrs de las indolencias est la lista de los errores. Hacemos vctimas a las personas, solo porque no realizamos nuestro deber y lo ms triste es cuando hay crmenes sin castigoŽ. Los incumplidores continan con su estela de perjuicios, se sufren los daos y tarda la exigencia para parar la desidia. Haramos perfecto un harakiri moderno si las faltas removidas con la daga vinieran acompaadas de soluciones. Una joven oftalmloga cirujana, Jefa de la Operacin Milagro, fue seleccionada como Vanguardia Nacional de la Brigada Mdica Cubana en Hait, al finalizar 2013. Sobre sus temores, sacrificios y alegras como mdico en ese pas caribeo y en otras regiones del mundo, dialog la holguinera Yaisel Medina Snchez LA DOKTŽ DE LOS MILAGROS