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Ahora!

Digital Library of the Caribbean
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/UF00098942/00245
 Material Information
Title: Ahora!
Uniform Title: Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description: v. : ill. ; 50 cm.
Language: Spanish
Publisher: s.n.
Place of Publication: Holguín, Cuba
Publication Date: 06-29-2013
 Subjects
Subjects / Keywords: Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Cuba -- Holguín
 Notes
General Note: Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).
 Record Information
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
issn - 0864-1641
Classification: lcc - Newspaper
System ID: UF00098942:00273

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Title: Ahora!
Uniform Title: Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description: v. : ill. ; 50 cm.
Language: Spanish
Publisher: s.n.
Place of Publication: Holguín, Cuba
Publication Date: 06-29-2013
 Subjects
Subjects / Keywords: Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Cuba -- Holguín
 Notes
General Note: Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).
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Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
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www.ahora.cu " R R G G A A N N O O O O F F I I C C I I A A L L D D E E L L C C O O M M I I T T P P R R O O V V I I N N C C I I A A L L D D E E L L P P A A R R T T I I D D O O E E N N H H O O L L G G U U N N H H o o l l g g u u n n , 2 2 9 9 d d e e j j u u n n i i o o d d e e 2 2 0 0 1 1 3 3 A A o o 5 5 5 5 d d e e l l a a R R e e v v o o l l u u c c i i n n A A o o L L N N o o . 1 1 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 2 2 0 0 c c e e n n t t a a v v o o s s V V e e r r a a n n o o s s e e g g u u r r o oL L a a P P r r o o g g r r a a m m a a c c i i n n p p a a r r a a e e l l V V e e r r a a n n o o y y l l o o s s p p r r i i n n c c i i p p a a l l e e s s a a s s p p e e c c t t o o s s q q u u e e i i n n c c i i d d e e n n e e n n l l a a s s e e g g u u r r i i d d a a d d v v i i a a l l , i i m m p p r r e e s s c c ii n n d d i i b b l l e e p p a a r r a a v v i i v v i i r r a a p p l l e e n n i i t t u u d d e e s s t t a a s s j j o o r r n n a a d d a a s s , f f u u e e r r o o n n d d e e b b a a t t i i d d o o s s e e n n e e l l s s i i s s t t e e m m a a d d e e g g e e s s t t i i n n p p a a r r t t i i d d i i s s t t aa e e n n e e l l t t e e r r r r i i t t o o r r i i o oP P g g i i n n a a 4 4 FOTO: JAVIER MOLA Ms de 13 mil 700 familias, en comunidades rurales y otros asentamientos, mejoraron sus condiciones de vida al recibir los beneficios del Sistema Elctrico Nacional en la provincia de Holgun en los ltimos cuatro aos. A pesar del azote de los huracanes Ike, en el 2008, y Sandy, el ao pasado, 108 asentamientos y barrios obtuvieron por primera vez ese servicio. Enterraron sus candiles los vecinos de Caada Amarilla y Vidalina, en Frank PasŽ; El Zarzal, en Cacocum; Manacal Seis, en Mayar, y Guaramanao, en Calixto GarcaŽ, entre otras zonas de los 14 municipios. Para el actual ao recibirn electricidad 13 asentamientos, en los municipios de Gibara, Frank Pas, Calixto Garca, Sagua de Tnamo, Banes, Mayar, Bguano y Moa, que unidos a la erradicacin de tendederas elctricas, sumarn ms 2 mil 944 viviendas beneficiadas. /R R o o d d o o b b a a l l d d o o M M a a r r t t n n e e z z P P r r e e z z CON MS LUZL L e e g g t t i i m m o o p p a a t t r r i i m m o o n n i i o oR R a a m m n n C C r r u u z z A A l l o o n n s s o o g g u u a a r r d d d d u u r r a a n n t t e e d d c c a a d d a a s s v v a a r r i i a a s s p p i i e e z z a a s s a a r r q q u u e e o o l l g g i i c c a a s s e e n n c c o o n n t t r r a a d d a a s s e e n n l l a a z z o o n n a a d d e e l l C C hh o o r r r r o o d d e e M M a a t t a a , e e n n B B a a n n e e s s , y y q q u u e e s s o o n n m m o o s s t t r r a a d d a a s s a a ¡ahora!p p o o r r s s u u h h i i j j o o , p p a a r r a a r r e e v v e e l l a a r r f f a a c c e e t t a a s s c c a a s s i i d d e e s s c c o o n n o o c c i i d d a a s s d d e e s s u u p p r r o o g g e e n n i i t t o o r r P P g g i i n n a a 8 8 HEIDI VIGUERA FERRAS / cip223@enet.cuLa XI Edicin del Festival Nacional del Audiovisual Por Primera Vez, auspiciada por el Centro Provincial de Cine, inici el pasado martes y se extender hasta maana. Est dedicado al movimiento de cine-clubes en Cuba y a la produccin de dibujos animados. Se presentaron alrededor de 70 obras en representacin de provincias como La Habana, Villa Clara, Cienfuegos, Camagey, Granma y Holgun. Las proyecciones son en el Ateneo Cinematogrfico desde las 10 de la maana hasta las 8 de la noche. De manera paralela, se celebra la II Jornada de la Crtica Cinematogrfica Joven, tambin interesada en el cine de animacin. Auspiciada por la AHS, la Jornada cuenta con la presencia de crticos como Dean Luis Reyes, Justo Planas, Rafael de Jess Ramrez y Arsenio Rodrguez; y entre los animadores sobresalen Ernesto Pia, Karel Ducasse, Alien Ma, Harold Daz, Vctor Alfonso y Marcos Menndez. En el Centro de Desarrollo de Estudios Socioculturales, estudios de animacin (ANIMA) y el caf Las Tres Lucas sesionan mesas de dilogos y talleres sobre los elementos tericos de la animacin y su discurso esttico, panorama del cine contemporneo y del quehacer de los jvenes en la animacin cubana, y apreciacin cinematogrfica, en tanto en el Cine Mart se proyectan interesantes muestras retrospectivas. El evento resulta una verdadera semana del cine donde se debate acerca de las maneras de hacer el sptimo arte a nivel nacional e internacional, evolucin de las tcnicas de produccin desde las tradicionales a las digitales y el poder de la crtica cinemat ogrfica. El jurado del certamen lo integran Antonio Enrique Gonzlez Rojas, periodista y presidente de Asociacin Hermanos Saz (AHS) en Cienfuegos; Adrin Lpez, director de los estudios ANIMA; Humberto Gonzlez, director de la Filial del Instituto Superior de Arte en el territorio, y los realizadores Vctor Alfonso y Miguel Coyula, quien funge como presidente. Entre los invitados se encuentran Johnie Yanes, vicepresidente primero de la Asociacin Nacional de Cine-Clubes y el msico Edesio Alejandro. D D I I L L O O G G O O D D E E G G E E N N E E R R A A C C I I O O N N E E S S ANIA FERNNDEZ TORRES / afernandez@ahora.cip.cu FOTO: YUSLEIDYS SOCORRO C C C Como parte de la jornada de homenaje a combatientes de la Revolucin desarrollada en el pas, prxima a la celebracin del Da de la Rebelda Nacional, durante los das 26 y 27 de este mes, los holguineros recibimos la visita de Gilberto Garca Alonso, expedicionario del Granma, y Alejandro Ferrs Pellicer, asaltante del cuartel Moncada, quienes realizaron visitas a importantes obras de la provincia y dialogaron ampliamente con el Bur Provincial del Partido y el pueblo. En encuentro con jvenes en la Plaza 4 de Abril de esta ciudad, Ferrs Pellicer indag acerca de las opciones de este sitio, que transform completamente el ambiente del lugar. Sobre ello coment: En mi juventud, hace aos ya, porque tengo 92, al venir de Gibara, esto me pareca un fanguero, siempre lleno de churre y ahora veo cmo ha cambiado y las diferencias en un sitio nuevo, pensado para los jvenes. Holgun hoy es un territorio especial para la cultura y la poblacin responde ante las obras buenasŽ. Los combatientes narraron sus experiencias durante la lucha, las diferencias entre la amarga situacin del pasado y las vivencias actuales y hablaron sobre la importancia de conocer la historia y saber contarla. Acerca de las nuevas generaciones, Ferrs refiri: Reconocemos lo que Fidel anunci cuando bamos de la Granjita Siboney para el Moncada, que no luchbamos en vano, aun si no ganbamos. Estoy orgulloso del resultado 60 aos despus. Hoy vemos a la juventud con capacidad y valenta enfrentar las tareas y hacer anlisis profundos, como los recientes debates de la FEU, y sentimos confianzaŽ. Los combatientes estuvieron, adems, en la Avenida Capitn Urbino, el reparto Sanfield y la Loma de la Cruz. Visitaron el Sitio Histrico de Birn para apreciar all la remodelacin de la casa familiar de los Castro Ruz y recorrieron la zona del Polo Productivo de Mayar y la ciudad de Gibara, antes de partir hacia la provincia de Guantnamo. A A U U D D I I O O V V I I S S U U A A L L D D E E F F I I E E S S T T A A VICTORIADELASIDEASANIVERSARIO60DELASALTOALOSCUARTELESMONCADAYCARLOSM.DECSPEDES FOTO: ALEXIS ROJAS

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PG. INFORMATIVA ¡AHORA!JUNIO 29, 201302 C C e e n n t t r r o o s s 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 00 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m H H o o l l g g u u n n B B a a n n e e s s M M o o a a M M a a y y a a r r ORE246 al ORE298 ORC013 al ORC033 ORC911 al ORC716 ORB428 al ORB449 ORE300 al ORE342 ORC034 al ORC045 ORD717 al ORC729 ORC154 al ORC159 ORE343 al ORE485 ORC046 al ORC069 ORD731 al ORD751 ORC160 al ORC178 ORE486 al ORE527 ORC070 al ORC081 ORD752 al ORD761 ORC180 al ORC187 ORE214 al ORE245 ORC001 al ORC012 ORC893 al ORC910 ORB422 al ORB427 ORD730 al ORD976 ORE001 al ORE213 ORB983 al ORB999 ORC875 al ORC892 ORB404 al ORB420 S S e e c c o o n n v v o o c c a a a a l l o o s s p p r r o o p p i i e e t t a a r r i i o o s s d d e e m m o o t t o o s s , a a p p a a r r t t i i r r d d e e l l m m e e s s d d e e j j u u l l i i o o , l l u u n n e e s s , m m i i r r c c o o l l e e s s y y v v i i e e r r n n e e s s , a a p p r r ee s s e e n n t t a a r r s s e e e e n n l l a a s s o o f f i i c c i i n n a a s s d d e e t t r r m m i i t t e e s s d d e e R R e e g g i i s s t t r r o o d d e e V V e e h h c c u u l l o o s s a a l l a a s s q q u u e e p p e e r r t t e e n n e e c c e e n n , p p a a r r a a r r e e a a l l i i z z a a r r l l a a r r e e i i n n s s c c r r i i p p c c i i n n g g e e n n e e r r a a l l y y c c a a m m b b i i o o d d e e c c h h a a p p a a d d e e i i d d e e n n t t i i f f i i c c a a c c i i n n , s s e e g g n n c c r r o o n n o o g g r r a a m m a a . L L u u n n e e s s 8 8 d d e e j j u u l l i i o o M M i i r r c c o o l l e e s s 1 1 0 0 d d e e j j u u l l i i o o V V i i e e r r n n e e s s 1 1 2 2 d d e e j j u u l l i i o o MARIBEL FLAMAND SNCHEZ / mflamand@enet.cuLa ratificacin y demostracin de la utilidad de los Comits de Defensa para defender la Revolucin desde el barrio fue la mayor trascendencia de la Asamblea Provincial VIII Congreso de los CDR, celebrada recientemente en el teatro Celia Snchez Manduley, en la ciudad de Holgun, con la presencia de Carlos Rafael Miranda, miembro del Consejo de Estado y Coordinador Nacional de la organizacin. Uno de los temas debatidos fue la confirmacin de la vigilancia popular revolucionaria como tarea ms importante, pero no vista solo como el tiempo de guardia, sino como instrumento prctico y permanente para la prevencin y el enfrentamiento cotidiano contra lo que perturbe la tranquilidad y seguridad de la comunidad. Se constat tambin que el trabajo con la familia y los jvenes es garanta de continuidad para mantener la unidad y participacin de todos. Los 247 delegados reflexionaron sobre cmo cambiar la organizacin para que se parezca ms a nuestros tiempos. En tal sentido, Jorge Cuevas Ramos, secretario del Partido en Holgun, dijo que expresin de esos cambios es el direccionamiento del quehacer hacia la bsqueda de los resultados deseados, como tener la presencia fsica y motivadora de los jvenes en la comunidad y seal como positivo el hecho de que se tenga ubicacin exacta de hacia dnde conducirnos, dnde estn las dificultades y debilidades y las vas para rectificarlas. Los delegados ratificaron a Orlando Flix Sera Daz como coordinador de los CDR en la provincia, seleccionaron a los candidatos a miembros de la direccin nacional y a los 34 delegados a la cita cederista, prevista del 26 al 28 de septiembre prximo. ALEXIS ROJAS AGUILERA / alexis@ahora.cip.cuLa obtencin de la calificacin de Bien en el recorrido 61 del Grupo Nacional de la Agricultura Urbana, no es razn para demasiada alegra, sino acicate para redoblar esfuerzos y generar mayores volmenes de alimentos, apunt Jorge Cuevas Ramos, secretario del Partido en la provincia, a modo de conclusiones. Porque lo cierto es que el territorio, en el concierto nacional, ocupa el lugar 14, lo cual indica la necesidad de trabajar con mayor eficacia y eficiencia, pues no basta con hacerlo; hay que mejorar e incrementar las producciones para que los resultados se reflejen en la mesa de los holguineros. nfasis demandan los elementos que forman el plan de las nuevas 22 medidas, entre las que destacan la importancia de concluir la Finca Especial de Plantas Medicinales de Montaa, de Pinares de Mayar, con su sistema de riego y la lucha por liberar de marab a 90,3 hectreas pendientes, alcanzar el surtido de plantas medicinales, garantizar entregas al turismo y recuperar 6,5 hectreas del grupo Azcuba. Recurrente en el anlisis de la labor en los 14 municipios result la ausencia de siembras de melocotn y del llamado pltano INIFAT, dos cultivos priorizados por el Grupo Nacional y la introduccin de la achicoria, hortaliza dirigida a los pacientes con diabetes mellitus. Entre los municipios holguineros ms destacados estn Calixto Garca, Banes y Gibara, todos con ms de 100 puntos evaluativos, mientras que Sagua de Tnamo, Antilla y Moa tuvieron los menores saldos, por debajo de Cacocum, Cueto y Mayar, que tambin necesitan levantar calificaciones. Se reconocieron logros como la recuperacin del organopnico de Levisa, en Mayar, la excelencia del trabajo de la Finca Especial de Semillas y del patio El Bonsai, de Edilberto Rodrguez, declarado Triple Corona de la Excelencia, y la recuperacin en Banes tras el cicln Sandy, entre otros. CLEANEL RICARDO TAMAYO / cleanel@ahora.cip.cuUn Domingo de la Defensa territorial y no masivo, tendr lugar maana en la provincia pues solo intervendrn los "rganos de Direccin y Mando, unidades militares regulares, empresas y entidades que actan en el rechazo de las acciones del enemigo durante la etapa inicial de la crisis. Se persigue entrenar a fuerzas y medios para la lucha contra acciones del enemigo en esa etapa, as como a los participantes en el cumplimiento de las medidas para la proteccin de la poblacin y los recursos de la economa en situaciones de guerra u otros desastres, y desarrollar actividades prcticas para el cumplimiento de misiones que aseguren la produccin y los servicios fundamentales a la poblacin bajo situaciones excepcionales. Estn previstos los recorridos itinerarios para ubicar a efectivos, recursos, fuerzas y medios que actan desde la etapa inicial de la crisis, puntualizacin de los planes de aviso, ejercicios de tiro para pequeas unidades de las MTT y BPD, otros ejercicios para la evacuacin de la poblacin y recursos de la economa y liquidacin de consecuencias, ms actividades prcticas para la defensa territorial en Zonas de Defensa de los municipios de Holgun, Rafael Freyre, Bguano, Cacocum, Frank Pas y Urbano Noris. ALEXIS ROJAS AGUILERA / alexis@ahora.cip.cu FOTO: DEL AUTORPor primera vez, doce trabajos de la Ciencia, la Tecnologa y la Innovacin, en la provincia de Holgun, fueron premiados con el Trofeo-2013, instituido por la delegacin del Ministerio de Ciencia, Tecnologa y Medio Ambiente (CITMA) para reconocer los aportes al desarrollo econmico-social del territorio y el pas. La entrega del estmulo tuvo por escenario la Estacin Integral de Investigaciones de la Montaa (EIIM), enclavada en Pinares de Mayar, mbito ideal para rendir homenaje al aniversario 70 del natalicio de la Doctora en Ciencias Rosa Elena Simen Negrn, paradigma de la labor de la ciencia cubana, ante el monumento que all perpeta su memoria. Los premios comprenden las modali dades de Innovacin, Resultados Investigativos, Ejercicio Acadmico, Publicaciones y Utilizacin de la Ciencia en los Procesos de Direccin. En materia de Resultados de Investigaciones, destacaron la Contribucin a la gestin de la calidad en la ECI-DIP Trasvase EsteOeste, de la Doctora en Ciencias Mayra Moreno Pino, de la Universidad Oscar Lucero Moya, de Holgun. Igualmente se premi a Nuevos Biomarcadores de la Ataxia Espinocerebelosa tipo 2, Estudio de los movimientos sacdicos, del licenciado Roberto Rodrguez Labrada, especialista del Centro de Investigaciones y Rehabilitacin de las Ataxias Hereditarias. Tambin reconocieron el Incremento de la eficiencia energtica del proceso de molienda de minerales en la Empresa Comandante Ernesto Che Guevara, del mster Osmani Prez Aballe, del Instituto Superior Minero-Metalrgico Doctor Antonio Nez Jimnez (ISMMM), de Moa, y la Estrategia socio cultural para el mejoramiento de la calidad de vida de los pobladores de la comunidad de Farallones de Moa, de la licenciada Yunisleydis Garca Ramrez, del ISMMM. En el campo de la Innovacin, destacaron Trofin Vital, del Centro de Inmunologa y Biopreparados (CIBHO) de Holgun, del licenciado Walter Gngora Amores, y Determinacin de parmetros racionales de transporte por tuberas del combustible crudo cubano, del Doctor en Ciencias Hctor Laurencio Alfonso, del ISMMM, entre otros premios. S S I I E E M M P P R R E E T T I I L L E E S S S S I I E E M M P P R R E E T T I I L L E E S S Redoblar esfuerzos D D a a d d e e l l a a D D e e f f e e n n s s a a T T e e r r r r i i t t o o r r i i a a l l PREMI" LA CIENCIA HOL PREMI" LA CIENCIA HOL GUINER GUINER A A A partir del 1 de julio de 2013, se modifica la poltica de comercializacin del huevo: -Se mantiene la venta normada de cinco unidades per cpita a 0.15 CUP. -El precio de venta liberada a la poblacin pasa de 1.50 CUP a 1.10 CUP la unidad. -Las cinco unidades de la venta normada a 0.90 pasan a la venta liberada, al precio nico fijado de 1.10 CUP la unidad. -La venta se efectuar en la red en que se comercializa el huevo de la Canasta Familiar Normada y los Mercaditos Ideales. M M i i n n i i s s t t e e r r i i o o d d e e C C o o m m e e r r c c i i o o I I n n t t e e r r i i o o r r I I n n f f o o r r m m a a c c i i n n d d e e C C o o m m e e r r c c i i o o YANELA RUIZ GONZLEZ / yanela@ahora.cu FOTO: ELDER LEYVAPara celebrar el aniversario 20 de su fundacin, la Empresa Productora de Alimentos NUMA, prev importantes actividades de impacto social dirigidas a la mejora de las unidades del sistema y el incremento de la calidad. Esta entidad es la encargada de la produccin y comercializacin de galletas, fideos, dulces, hielo, bebidas, licores, confituras, conservas de frutas y vegetales y el pan de la canasta bsica. Segn Jos Frank Estvez Figueroa, director de la Productora, en estos momentos se potencia el municipio de Cacocum, sede del acto provincial por el 26 de Julio, con el remozamiento y reparacin de unidades. Se procura avanzar en la calidad de los productos y prestar mejor servicio a la poblacin, luego de las crticas recibidas como parte del nuevo sistema de gestin partidista, por el mal estado del pan de la canasta bsica y otras producciones; el empeo est en cambiar el sistema de control, con la realizacin de visitas sorpresivas a las unidades, que ya muestra resultados. Al cierre del primer cuatrimestre del ao, la entidad produjo 17 mil 431 toneladas, que reportan en ventas ms de 38 millones de pesos en moneda nacional. De igual modo, destaca Frank Ledea, comunicador de la institucin, la Empresa trabaja en el cambio de imagen, de ah el nombre comercial NUMA, y en la elaboracin del expediente para aspirar al Perfeccionamiento Empresarial, para lo cual ya est listo su Manual de Comunicacin. NUMA en sus 20 aos M M e e j j o o r r a a c c a a l l i i d d a a d d d d e e l l a a s s p p r r o o d d u u c c c c i i o o n n e e s s d d e e d d u u l l c c e e s s y y c c o o n n f f i i t t u u r r a a s s y y e e n n e e s s p p e e c c i i a a l l l l a a f f o o r r m m a a d d e e p p r r e e s s e e n n t t a a r r l l a a s s .

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PG. ¡AHORA! PUNTOS DE VISTAJUNIO 29, 2013 E E E El vendedor pregona de carretilla sus juntas de ollas Reina, con tanto nfasis que parece hablar de la Reina de Inglaterra. La compradora acude presta, le llama al portal; l regresa, todo sonrisas. El seor pondera su producto, exalta sus virtudes, ensalza hasta el ltimo polmero (en el principio cre Dios los plsticos y vio que eran buenos); elogia su flexibilidad, resistencia, durabilidad. No es una vulgar junta de olla de presin: es el Supercolisionador de Partculas de Ginebra. El Gran Colisionador de Hadrones de la Organizacin Europea para la Investigacin Nuclear. El vendedor dice bajito y guiando un ojo: ¡Es china!Ž. Y solo por sesenta pesosƒ Una ganga. No le gano nadaŽ, confiesa con beatitud de estampita. Ella trae la tapa, le prueba la junta transparente. Por qu transparente? Nueva tecnologaŽ, asegura l. La mujer casi palmotea de contenta: ¡Le sirve! Como Cenicienta cuando el zapato. Paga y el seor musita una frase que es como un ensalmo: Yo la ayudo y usted me ayuda, todos tenemos que ayudarnosŽ. No es un vendedor callejero. Es un misionero de la concordia domstica, el Lama de las cocinas. Atradas por el pregn, las vecinas acuden. Desechan sus viejas juntas de plstico tostadas por el vapor, entorchadas con alambre o empatadas con pedazos de nailon. Esposas desesperadas pagan sus sesenta pesos y danzan rumbo a sus cocinas en una coreografa suburbana; con las juntas plsticas balancendose sobre sus cabezas como halos de santidad. Ella decide estrenarla ya. Escoge frijoles negros, los lava y monta la olla para el potaje inaugural de La Junta. Trajina con las especias para el sofrito, saca para descongelar un pedazo de chorizoƒ Coloca con cuidado el aro de plstico alrededor del platillo plateado, lo fija a la tapa, cubre la cacerola y ajusta con movimiento levgiro, o sea, contrario al sentido de las manecillas de reloj, porque tiene su ciencia. El vendedor le ha dicho que muchas veces la junta se deteriora al ajustar la tapa y que cuando no la est usando, la meta en el refrigerador. Fsica cuntica. Mientras trajina con los dems componentes del potaje, escucha el borboteo del agua al calentarse, un ronroneo lejano como de motor de combustin interna al arrancar, el silbido in crescendoen la panza de su reina recin coronada. El silbido pasa de flautn a fagot, a sirena de barco. Ella piensa que suena feo, pero no hay ni un escape de vapor, como sola suceder con la otra junta; del cuarto sale la voz del hijo: Mami que es eso?Ž. Nada, pipo, la ollaƒ Justo en ese momento, la tapa chasquea y se despega con un barritar de elefante y un chorro horizontal de humeante lquido oscuro empapa la meseta, la pared, las persianas, su bata de casa. El hijo acude para ver el barrido de frijoles negros, en plan balacera de The Matrix. Ella enjuga con un trapo el desastre y jura que en su vida volver a comprar nada. En el vecindario, se escuchan una tras otra las explosiones. Como en Faluya. E E E Ella no sale mucho de su casa. Sus das se van entre el hogar y la escuela, as ha sido desde la Secundaria. Una vez, un muchacho se alarm porque ella prefera quedarse a leer o escuchar msica antes que ir a la Terraza del Pernik, el Saln del Benny o un concierto de Osmani Garca. En las vacaciones, visita a sus familiares, va a la playa por unos das y disfruta de la compaa de sus amigos. Planifica sus actividades como cada joven para el verano y distribuye su tiempo libre en funcin de sus intereses, porque el modo de emplear este intervalo es una cuestin particular. Por eso preferira que en su barrio hubiera ms opciones asequibles, especialmente en cuanto a actividades, horarios y precios, programa que se cumpliera y no quedara en las promesas de lo que pudo ser, como ha sucedido en meses estivales de otros aos. En la recreacin tienen papel preponderante el INDER y Cultura. En muchas ocasiones estas entidades no se implican totalmente en la comunidad y no preparan competencias para nios y jvenes en espacios abiertos, como el Complejo Deportivo Jess Feli Leyva o en las instalaciones del FajardoŽ, por solo citar algunos ejemplos. Cada espacio de recreacin debe organizarse con un objetivo primordial: alejar a la juventud de la banalidad y el mal gusto, con propuestas de acuerdo con las edades, las tradiciones y circunstancias, donde tambin cuenten la iniciativa y la vinculacin del sector no estatal de la economa. Poner msica en una de las famosas pantallasŽ de la ciudad puede ser una opcin, pero no es completa si no intervienen todos los factores, porque al final esos espacios resultan propicios, cada ao, para un mal ambiente que aleja a jvenes deseosos de compartir sin bebidas alcohlicas ni cigarros. En otras etapas veraniegas ha faltado el poder de convocatoria, el utilizar al mximo los medios de difusin o el elaborar, por qu no, campaas publicitarias a favor de determinados espacios o actividades dirigidas especficamente a nios, adolescentes y jvenes. Si cualquiera de nosotros, hoy en la noche, va hacia el Parque Calixto Garca apreciar grupos de adolescentes en un consumo desmedido de bebidas alcohlicas y cigarros, muchos con rostros que demuestran no pasar de los 14 15 aos. Emplear el tiempo en algo til aleja las malas influencias, porque no hay nada ms nocivo que una mente en constante reposo. Mart dijo que la juventud es la edad del crecimiento y del desarrollo, de la actividad y de la viveza, de la imaginacin y el mpetuŽ. Por eso, otra opcin bien recibida por muchos jvenes, podran ser cursos de superacin durante el verano, no solo relacionados con las Ciencias Informticas, los ms comunes, sino tambin con oficios como carpintera, corte y costura, servicios gastronmicos, locucin, artesana, cocina, entre otros que los preparen para la vida. Los meses de julio y agosto no son los nicos para priorizar la recreacin de los jvenes, pues durante el resto del ao ellos tambin necesitan espacios de esparcimiento que deberan desarrollarse al menos los fines de semana, con racionalidad y sin improvisacin. A inicios del mes de junio, Miguel DazCanel Bermdez, miembro del Bur Poltico y primer vicepresidente de los Consejos de Estado y de Ministros, en visita a la provincia de Sancti Spritus, asegur: Defendemos la recreacin sana y culta que sea de buen gusto y enriquezca el acervo de las personasŽ. A todos los implicados nos toca ahora usar talento, experiencia y recursos para lograr mejores opciones en este Verano-2013. A A P P O O S S T T A A R R P P O O R R U U N N M M E E J J O O R R V V E E R R A A N N O O 03 E E E El mundo record al arquitecto Antonio Gaud esta semana, a 161 aos de su nacimiento, sucedido el 25 de junio de 1852. El buscador ms popular de la Internet, Google, hizo del cabezal que le identifica una alegora al estilo, tcnica y esttica que termin convirtindolo en maestro del modernismo cataln, inscrito en la corriente modernista que en nuestros predios se conoce como art nouveau. La principal caracterstica del art nouveau, desarrollado a finales del siglo XIX y principios del XX, es la flexibilizacin de las formas, la recurrencia de smbolos y temas reelaborados por artistas que intentaban romper con el pasado academicista, as como transformar el influjo de la era industrial. Para reconocer sus rasgos, basta ver una portada de la revista Social, ilustrada por nuestro coterrneo Conrado Massaguer. Con el florecimiento modernista, utensilios, prendas y dibujos se tornan movedizos. Los edificios adquieren un nuevo orden y distribucin. En Gaud, la arquitectura imita a la naturaleza, de modo que todo recuerda al mundo primigenio: bvedas como cavernas, columnas y torres que ascienden al infinito, como plantas trepadoras. La secuela de la apresurada imaginacin del maestro, fallecido tambin en junio (10, de 1926) subsiste en La Baslica de La Sagrada Familia. Fue su proyecto ms ambicioso, al punto de que hoy permanece inacabado, aunque sea el sitio nmero doce de los preferidos por el turismo mundial. Quiz su mundo creativo se haya desarrollado en la infancia, mucho antes de matricular en la Escuela de Llotja, donde al graduarse, su director, el arquitecto cataln Elies Rogent, expres que entregaban el ttulo a un loco o a un genio. Qu era l? Era meticulosamente higinico (poda subsistir con una mnima alimentacin, al punto de poner en riesgo su salud). Era un caminador incansable y, sobre todo, un hombre capaz de interpretar el mundo de una manera diferente para hacernos entender que la variacin de la forma es tambin resultado de la variacin de la mente. A Cuba, el art nouveaulleg en pequeas porciones y estrictamente ligado a la burguesa. Se encuentran evidencias en La Habana, donde varias edificaciones lo reprodujeron en los aos treinta. Y an en el 2009, en el reparto Kohly, se inaugur un parque que vuelve sobre dicha corriente, parece inspirado directamente en Gaud. Fue diseado por el artista Eduardo Guerra y parte del trencads, especie de mosaico creado por el cataln y puesto en prctica por su colaborador Josep Maria Jujol. En la apertura de aquel parque estuvo el artista holguinero Alejandro Vargas y su Oriental Quartet, que, de alguna manera, nos hicieron partcipes del suceso. Pero ni Gaud ni el art nouveauson visibles en esta regin de Cuba, donde las edificaciones se han alzado lentamente; segn posibilidades econmicas. En materia de orientacin esttica suele primar el gusto sin educacin. Se trata de un fenmeno que golpea toda Cuba y al cual ya se refiri una vez el arquitecto Mario Coyula, Premio Nacional de Arquitectura, quien afirmaba que se est imponiendo el gusto de quien tiene dinero, pero carece de cultura, de conocimiento esttico en materia arquitectnica. Adems del Teatro Suol y el ITH, ejemplos de otra corriente conocida como art dec, nuestro entorno no es prolfico en edificaciones monumentales. Priman el eclecticismo y la arquitectura colonial, y entre lo moderno (sean construcciones estatales o particulares) persiste actualmente la monotona visual. Recuerdo al arquitecto Luis Felipe Columbi, que comentaba en la revista Diresis: La arquitectura es arte ligado a lo econmicoŽ y si limitas el dinero, ests limitando las soluciones estticasŽ. Probablemente debido a la estructura mental de quienes la habitamos, Holgun no concret majestuosos estilos. Menos aquel esplendorosamente desarrollado por el cataln Antonio Gaud (Sera mucho pedir?), donde apenas existe algo recto o hiertico, sino todo lo contrario: la figura es voluble, dinmica y suave. Salvo excepciones, carecemos de inmuebles pensados para seducir. Seguimos carentes de grandes proyectos, esos que demuestren que el hombre es, adems de un animal de costumbre, uno con imaginacin. G G A A U U D D , G G A A U U D D , R R E E V V O O L L U U C C I I " N N R R E E V V O O L L U U C C I I " N N D D E E S S D D E E L L A A F F O O R R M M A A D D E E S S D D E E L L A A F F O O R R M M A A leandro@ahora.cuLeandro Estupin Zaldvar ruben@ahora.cip.cu estudiante@ahora.cu AnaDelia Infante Fernndez Ania Delia Infante Fernndez

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PG. R R E E P P O O R R T T A A J J E E ¡AHORA!JUNIO 29, 2013 KARINA MARR"N GONZLEZ / karina@ahora.cip.cu FOTO: JAVIER MOLAE E E El sol calienta con intensidad cada nuevo da. Las altas temperaturas son seal de que el Astro Rey ha llegado al punto ms cercano con el hemisferio norte de la Tierra. Para los cubanos es tambin anuncio del comienzo del verano y el periodo vacacional que disfruta toda la familia, aunque no todos estn de descanso. Justamente la programacin que se prev para esta etapa y los diferentes aspectos que inciden en la seguridad vial, imprescindible para vivir a plenitud estas jornadas, formaron parte de la agenda de debates que cada semana promueve el sistema de gestin partidista en el territorio, conducido por Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central y secretario del Partido en la provincia. A travs de la seal de Radio Angulo, los holguineros pudieron unirse al reconocimiento que se les realiz a los peloteros que integraron otros equipos como refuerzo durante la post-temporada de la LII Serie Nacional de Bisbol, momento que dio inicio al encuentro del domingo 23 de junio. Yunior Paumier, Carlos Gonzlez, Mikel Cceres, Yaisel Sierra, Pablo Milln y Yordan Manduley y sus familiares recibieron el aplauso de los presentes. Condiciones de los viales, violaciones e indisciplinas que los afectan o ponen en riesgo la vida de quienes hacen uso de estos, sirvieron como punto de partida para una maana intensa de anlisis. Holgun tiene 771 kilmetros (km) de lneas ferroviarias, mil 181,5 de carreteras, mil 236, 4 de vas urbanas y 4 mil 50, 5 de caminos, dentro de los cuales un porcentaje elevado est catalogado entre regular y mal estados, todo un gran reto para los organismos vinculados a esta actividad. Cuevas Ramos elogi el trabajo que se hizo en la identificacin de las causas que inciden en el deterioro de los viales, algunas de las cuales son la falta de mantenimiento y reparaciones oportunas, envejecimiento de la red (30 aos o ms), indisciplinas sociales, efectos medioambientales, afectaciones por obras y la mala calidad en la ejecucin de las inversiones o reparaciones o de los materiales empleados. La clave para solucionar poco a poco estos problemas, seal el Secretario del Partido, est justamente en la calidad, aspecto en el que, al decir de Pvel Rodrguez Rodrguez, director del Centro Provincial de Vialidad y quien realiz la presentacin del tema, estn enfocados los trabajadores. Desde el 2008 la provincia lleva a cabo un fuerte programa de recuperacin de calles, carreteras y caminos, del cual son resultados la pavimentacin de 241 Km, la construccin de 6 puentes y la reparacin de otros 126, entre otras acciones. Ms de 400 mil toneladas de mezcla asfltica han sido empleadas en estas labores en los ltimos cinco aos, cifra relevante entre los datos histricos del territorio. Mara Salom Snchez, directora de la ECOA-17, una de las entidades ejecutoras de esa actividad, explic que el crecimiento paulatino lleg a su punto mximo en el 2012, cuando el plan era de 88 mil toneladas y terminamos con 89 mil, rcord productivo para el mes de diciembre. En el 2013, Holgun tiene el segundo plan de asfalto ms alto del pas, con 90 mil toneladas, cifra que nunca se ha alcanzado. Cuevas signific el gran esfuerzo realizado para llevar adelante este programa y que se evidencia en obras como las carreteras de Holgun-Moa y Holgun-Guardalavaca, la reparacin del acceso a Guatemala y Maceo, la construccin del puente de Cochico y los trabajos en las avenidas Cajigal y Capitn Urbino, entre otros. Sobre esta ltima, se dio a conocer que actualmente se contina laborando en las aceras y el drenaje pluvial. Julio Csar Reyes, presidente de la Asamblea Municipal del Poder Popular en Holgun, puntualiz que ya se concluye la interseccin entre las calles Mariano de la Torre y la Avenida y se avanza hasta el Viradero, para llegar a la carretera hacia la Loma de la Cruz. El Secretario del Partido destac que el trabajo tuvo el apoyo de la poblacin y no se ha limitado a las acciones en la va, sino que incluy reparacin de viviendas y mejoramiento del entorno en sentido general. Maritza Vzquez, directora municipal de la Vivienda en Holgun, apunt que ms de 250 familias se han beneficiado con las obras y justamente este fue uno de los incentivos para que el pueblo se incorporara a las labores, del mismo modo que ocurri en el reparto Alcides Pino. La provincia cuenta con un plan de inversiones para este 2013 de un monto de 10 millones 823 mil pesos y otros 40 millones destinados a la conservacin. Ejecutarlos con calidad es un reto que, de ser bien cumplido, redundar en beneficios sociales indiscutibles. La carretera Floro Prez-Santa Luca, la pavimentacin de calles en la ciudad de Holgun y la entrada a Mayar se encuentran incluidas entre las tareas previstas para el ao. Cuevas cuestion que a pesar del importante esfuerzo realizado y la cantidad de recursos, continan las indisciplinas que ponen en riesgo la seguridad vial. Ejemplos de ello fueron mostrados en imgenes de ganado suelto en la va. Jos Medina, director provincial del Centro Nacional de Control Pecuario (CENCOP), explic que han recogido ganado e impuesto multas; tambin han aplicado decomisos, pero son insuficientes. El Secretario del Partido critic que lo referido al ganado es lo que menos avanza de los temas analizados. Exhort a las entidades que se relacionan con estos fenmenos a hacer cumplir la Ley y a la Agricultura, a asumir su responsabilidad en este asunto. Llam a no dar soluciones en abstracto y eliminar expresiones como vamos a hacerŽ o cambiar de mentalidadŽ, que se tornan vacas cuando no van acompaadas de acciones concretas. Disminuir las indisciplinas, asegur, es equivalente a disminuir el riesgo de accidentes. Cercas corridas, puntos de recogida fuera de lugar, robos de pretiles en puentes y daos a los separadores por cruces no autorizados, fueron otras de las violaciones representadas en fotografas. Vas afectadas por obras, fundamentalmente llevadas a cabo por Recursos Hidrulicos (INRH), que luego no son restituidas, tambin integraron esta lista. Jess Guerra, delegado del INRH, hizo alusin a que la falta de integralidad en las inversiones y especficamente la rehabilitacin han sido identificadas como problemas y ampliamente discutidas el 8 de junio pasado. No obstante, seal el Secretario del Partido, ha habido morosidad en dar solucin a estas dificultades y otras como salideros de agua y albaales, adems de obstrucciones del drenaje pluvial. Al respecto Frank Carrillo, director de Acueducto en el municipio cabecera, explic que estas situaciones existen por la falta de mantenimiento sistemtico, asunto que tambin enfatiz Cuevas Ramos, quien llam a ser ms constantes en las tareas y no dejarlo todo para la temporada ciclnica. Apunt la necesidad de recuperar las tapas de los registros y gestionar proyectos que rectifiquen errores estructurales en algunas avenidas y calles, que provocan inundaciones en el periodo lluvioso. Positivo ha resultado el incremento de la sealizacin, tanto horizontal como vertical, y la colocacin de nuevos semforos en diferentes puntos de la geografa holguinera. Sin embargo, en lo que va de 2013 han ocurrido cuatro hechos vandlicos, con un costo de ms 430 pesos. Se puso el ejemplo de cuatro jvenes en Calixto GarcaŽ que, al regresar de una fiesta, consideraron divertido destruir varias seales de trnsito. El caso fue llevado a la comunidad y entre las medidas adoptadas, los muchachos fueron incorporados a su recuperacin. El enfrentamiento a estas actitudes previene la ocurrencia de accidentes; de ah que se hayan desarrollado operativos, inspecciones a diferentes entidades y la aplicacin de multas, contravenciones y el retiro de la Licencia de Operaciones del Transporte a infractores. En 2012 ocurrieron 628 accidentes, que costaron la vida a 69 personas y otras 765 resultaron lesionadas. De acuerdo con la informacin presentada por el teniente coronel Julio Carmenate, jefe de la Polica en el territorio, la accidentalidad disminuye en este ao y en lo cual desempea papel fundamental el incremento de las revisiones tcnicas durante la etapa y la mejor distribucin de la fuerza. Entre las principales causas y condiciones que propician los accidentes de trnsito, continan el exceso de pasaje, ingestin de bebidas alcohlicas, presencia de animales sueltos en la va y la transportacin masiva sin licencia operativa. A ello se suman la irregularidad y poca exigencia a los organismos que ms inciden en la accidentalidad por parte de las Comisiones de Seguridad Vial en todas sus instancias. La circulacin sin adecuada iluminacin tambin se aade a la lista de violaciones riesgosas, razn por la cual fueron retenidos 398 vehculos, segn datos ofrecidos por el mayor Julio, jefe de la Unidad de Trnsito. Importante resulta la participacin ciudadana en la seguridad vial, pues el Consejo Popular puede convertirse en un catalizador para el desarrollo de las actividades de conservacin, tanto por parte de las empresas encargadas de esta tarea, como por los beneficiados. Proteccin colectiva a seales, pretiles de puentes y otros elementos, bacheo manual con materiales alternativos, poda de rboles y reparacin de cercas colindantes son algunas de las medidas que puede emprender la comunidad. El disfrute del verano tambin depende de lo que hagamos en conjunto para evitar accidentes, por lo que en esta etapa, tal como explic Pvel Rodrguez, se intensifican acciones de divulgacin de los factores de riesgo, organizacin de la circulacin y de enfrentamiento a las violaciones de mayor peligrosidad. La seguridad vial ser el complemento para las actividades diseadas en el territorio durante esta etapa, presentacin que realiz Yanet Doimeadios, vicepresidenta del Consejo de la Administracin Provincial (CAP). El Consejo Popular ser el escenario fundamental de las opciones recreativas, cuyo centro de atencin ser la familia. Parques, piscinas, playas, pasos de ros, reas de baile y deportivas, pantallas y crculos sociales se llenarn de ofertas, que incluirn las mejores experiencias de veranos anteriores e ideas nuevas en las cuales se vinculan distintos organismos. Resaltan en el calendario de actividades, la inauguracin el prximo 6 de julio de las actividades veraniegas, las celebraciones por el Da de los Nios y de la Rebelda Nacional, el 21 y 26 de julio, respectivamente; el homenaje a nuestro Comandante en Jefe, el 13 de agosto; el Carnaval de Holgun, del 15 al 18 de ese mes, y la clausura del perodo estival, el 31. Hctor Lzaro Surez, director del Grupo Empresarial del Comercio, la Gastronoma y los Servicios, asegur que las piscinas del Parque Turstico Jos Mart estarn abiertas al pblico durante el verano sin dificultades y se trabaja para que en El Mambisito funcionen ocho reas y tengan espacio las actividades culturales y deportivas. En las principales zonas de playa se habilitarn carpas y los restaurantes extendern sus horarios de servicio. Francisco Batista, director provincial de Deportes, confirm que la mayora de las albercas que pertenecen a ese organismo estarn listas para la arrancada del periodo vacacional y explic que en los barrios contarn con la presencia de ms de 7 mil 700 activistas. La UJC tiene un papel relevante en estas jornadas. Nayla Leyva, segunda secretaria de esa organizacin en Holgun, refiri que han diseado actividades para satisfacer la diversidad de preferencias entre los ms de 150 mil nios y jvenes que disfrutan de un periodo de descanso, sin olvidar la identidad cultural, el acercamiento a la Historia, las actividades productivas y culturales, con destaque dentro de estas ltimas para la Guerrilla Aniversario 50, integrada fundamentalmente por miembros de la Asociacin Hermanos Saz y la Brigada Jos Mart de Instructores de Arte, quienes llevan arte a las comunidades ms intrincadas. Cuevas hizo un llamado a respaldar las acciones con un mayor abastecimiento de productos agrcolas y, en general, a que todas las instituciones responsables trabajen para brindar ms ofertas y con mayor calidad, para que los holguineros tengamos un feliz verano en familia y a la altura del aniversario 60 del Moncada. 0 0 4 4 H H o o l l g g u u n n s s e e p p r r e e p p a a r r a a p p a a r r a a l l a a e e t t a a p p a a v v a a c c a a c c i i o o n n a a l l . A A c c t t i i v v i i d d a a d d e e s s p p r r o o g g r r a a m m a a d d a a s s p p a a r r a a e e s s t t e e p p e e r r i i o o d d o o y y a a s s p p e e c c t t o o s s qq u u e e i i n n c c i i d d e e n n e e n n l l a a s s e e g g u u r r i i d d a a d d v v i i a a l l f f u u e e r r o o n n d d e e b b a a t t i i d d o o s s e e n n e e l l e e n n c c u u e e n n t t r r o o d d e e l l s s i i s s t t e e m m a a d d e e g g e e s s t t i i n n p p a a r r t t i i d d i i s s t t aa V V A A S S E E G G U U R R A A P P A A R R A A E E L L V V E E R R A A N N O O

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PG. ¡AHORA! REPORTAJEJUNIO 29, 2013 05 CLEANEL RICARDO TAMAYO / cleanel@ahora.cip.cu FOTOS: ELDER LEYVACon incentivos y novedades algo ms all de las habituales tareas de Gobierno, la II Sesin Ordinaria de la Asamblea Provincial del Poder Popular, correspondiente al XI Perodo de Mandato, devino espacio para reflexiones. Ante delegados e invitados, la presidenta de la Asamblea, Sucel Tllez Tamayo, entreg el Hacha de Holgun, mximo smbolo de la provincia, al Doctor en Ciencias Mdicas Rafael Trinchet Soler, presidente de la Sociedad Cubana de Ciruga Peditrica, eminente investigador holguinero con una obra considerable y cientfico modesto, para quien el yoŽ sera intrascendente sin el concurso del nosotrosŽ. En el punto sobre el enfrentamiento a indisciplinas, ilegalidades y delito, luego de aplicarse el Sistema de Gestin Partidista, Jorge Cuevas Ramos, secretario del Partido en la provincia, dijo que es preciso seguir profundizando en el control y la presencia popular, pero no solo para que el pueblo tenga la posibilidad de opinar, sino tambin de participar en las decisiones, porque eso fortalece la democracia socialista. Aadi que la responsabilidad de resolver los problemas debatidos no es de ningn organismo en particular, porque solo no podra, sino del pueblo holguinero como concepto ms amplio, y dio a conocer los resultados de una investigacin, segn la cual el 95,8 por ciento de los encuestados dijo estar al tanto de lo que se plantea para la formacin de valores, pues se trata de temas interesantes para todos.S S O O B B R R E E L L A A L L T T I I M M A A R R E E N N D D I I C C I I " N N D D E E C C U U E E N N T T A A S SCuevas asegur que haca aos no se vea un proceso como este que concluy el 15 de junio, por la preparacin de los delegados, adecuada convocatoria al pueblo, asistencia y promedio de planteamientos por asamblea, como muestra de confianza. Esta vez se desarrollaron todas las asambleas previstas (6 mil 610 ms cinco que aadi Mayar), hubo 81,8 por ciento de asistencia de los electores, se formularon 34 mil 464 planteamientos, a razn de 5,2 por reunin, y de estos el 45,7 por ciento se resolver con la participacin popular, ya comprometida, en tareas como fortalecimiento de la vigilancia revolucionaria, control y prevencin de indisciplinas sociales, reparacin de salideros en las tuberas del acueducto, eliminacin de vertederos, relleno de baches y otras de similar importancia para las comunidades. ALEXIS ROJAS AGUILERA / alexis@ahora.cip.cu FOTO: DEL AUTORNumerosos beneficios en el orden econmico y social aportaron a la familia campesina holguinera en los ltimos 20 aos los diferentes proyectos de colaboracin desarrollados por la Asociacin Nacional de Agricultores Pequeos con diversos pases. Durante este periodo, iniciado en 1993, se ejecutaron 31 proyectos en 12 municipios, en los que fueron empleados ms de 10,3 millones de pesos convertibles. Esas inversiones permitieron la construccin de 21 acueductos en Cooperativas de Crditos y Servicios (CCS) y de Produccin Agropecuaria (CPA), con beneficio para ms de 15 mil 200 personas, la reparacin de 96 viviendas, el levantamiento de 55 nuevas y la eliminacin de 646 pisos de tierra. Tambin propiciaron la electrificacin de unas mil 214 casas en las que residen 4 mil 800 agricultores y familiares, as como dotar a 12 viviendas campesinas de electricidad mediante paneles solares y a otras de biodigestores para la produccin de metano, dedicado a la coccin de alimentos. Igualmente facilitaron la instalacinde tres paneles solares para el bombeo de agua destinada a la ganadera y de cinco para energizar sistemas de riego por aspersin de una hectrea, as como de 38 molinos de viento y de 431 sistemas de riego elctrico, que benefician a mil 850 hectreas de cultivos. Propiciaron la adquisicin de bombas hidrulicas, construccin o reparacin de unas 100 naves destinadas a microvaqueras, cochiqueras, ovejeras, cebaderos de toros y para aves, creacin de 10 huertos intensivos, nueve organopnicos y ocho viveros, entre otras instalaciones. Resalta la construccin de 391 centros para la produccin de humus de lombriz, con una capacidad estimada en ms de 11 mil toneladas, y de 15 talleres con su equipamiento. No menos importante es la realizacin de 225 talleres de capacitacin, con la participacin de unos 10 mil campesinos, a fin de garantizar el mejor aprovechamiento de recursos, la construccin de locales administrativos y sociales, en especial 21 crculos sociales. Para visualizar el resultado de este esfuerzo de innegable impacto, que tiene como principal protagonista a la fuerza campesina y cooperativista, la Cooperativa de Crdito y Servicios Calixto Garca, del municipio de Holgun, acogi recientemente a representantes de entidades y municipios vinculados a esta labor. La reunin, presidida por Miguel Prez, coordinador nacional de Proyectos de la ANAP, y Emilio Ramrez, presidente de la organizacin campesina en la provincia, pas revista a lo logrado, a lo que es perfectible, a fin de asegurar la sostenibilidad de lo alcanzado, la relevancia de la capacitacin y la necesidad de la integracin entre ANAP, ACPA, ACTAF y Universidad Oscar Lucero. De igual forma, a la trascendencia de adecuadas formulaciones de los proyectos, uso eficiente de los recursos financieros recibidos, necesidad de acelerar la gestin del conocimiento y avances en materia de gnero, cuando ya hoy son 5 mil 782 las fminas asociadas a la ANAP, de las cuales 817 ocupan puestos de direccin, incluidas 33 presidentas de cooperativas. Este ao se trabaja en cuatro proyectos fundamentales, con 39 formas productivas beneficiadas, nueve CPA y 30 CCS, en cuatro municipios, e inversin superior al milln y medio de pesos convertibles. E E n n n n o o m m b b r r e e d d e e l l p p u u e e b b l l o o h h o o l l g g u u i i n n e e r r o o , a a u u t t o o r r i i d d a a d d e e s s d d e e l l a a p p r r o o v v i i n n c c i i a a r r e e c c o o n n o o c c e e n n a a l l D D o o c c t t o o r r R R a a f f a a e e l l T T r r i i n n c c h h e e t t S S o o ll e e r r . R R E E F F L L E E X X I I O O N N E E S S D D E E G G O O B B I I E E R R N N O O B B B B E E E E N N N N E E E E F F F F I I I I C C C C I I I I O O O O S S S S O O O O S S S S P P P P R R R R O O O O Y Y Y Y E E E E C C C C T T T T O O O O S S S S C C C C A A A A M MM M P P P P E E E E S S S S I I I I N N N N O O O O S S S S

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PG.VARIEDADES ¡AHORA !JUNIO 29, 201306 P P e e l l i i g g r r o o s s o o b b a a c c h h e e e e n n l l a a c c a a l l l l e e M M a a r r i i a a n n o o d d e e l l a a T T o o r r r r e e , f f r r e e n n t t e e a a l l M M e e r r c c a a d d o o   L L o o s s C C h h i i n n o o s s Ž Ž , c c i i u u d d a a d d d d e e H H o o l l g g u u n n . F F e e l l i i c c e e s s j j o o r r n n a a d d a a s s d d e e f f i i n n d d e e c c u u r r s s o o p p a a r r a a   l l o o s s q q u u e e s s a a b b e e n n q q u u e e r r e e r r Ž Ž : : C C r r c c u u l l o o I I n n f f a a n n t t i i l l H H e e r r m m a a n n i i t t o o s s d d e e V V i i e e t t N N aa m m . ELDER A pesar de tener casa propia, Misael Argudn Lozada se ha quedado en la calle y sin llavnŽ. Este holguinero, vecino de la calle Narciso Lpez No. 61, entre Cuba y Garayalde, aunque posee documentos legales que lo acreditan como propietario de la vivienda, personas que convivan con l cambiaron el cerrojo de la puerta y no lo dejan entrar en su hogar. He solicitado ayuda en la Direccin de Vivienda y a otros organismos competentes, pero me dicen que no pueden hacer nada, que yo debo entrar y sacarlosŽ. En este caso, como en otros muy similares publicados aqu, es preciso recordar que las instituciones correspondientes tienen el deber de hacer valer el derecho Constitucional de la Propiedad a travs de las vas establecidas.   D D e e p p r r o o c c e e d d e e n n c c i i a a d d u u d d o o s s a a Ž Ž f f u u e e e e l l r r e e f f r r e e s s c c o o s s e e r r v v i i d d o o a a R R u u s s t t e e n n A A g g u u i i l l e e r r a a e e n n l l a a c c a a f f e e t t e e r r a a d d e e l l   P P e e d d i i t t r r i i cc o o Ž Ž , e e l l p p a a s s a a d d o o s s b b a a d d o o a a l l a a s s 1 1 2 2 d d e e l l a a n n o o c c h h e e . A A f f i i r r m m a a q q u u e e s s e e l l o o c c o o b b r r a a r r o o n n c c o o m m o o s s i i f f u u e e r r a a p p r r e e p p a a r r a a d d o o c c o o n n p p o o ll v v o o C C o o r r a a c c n n , p p e e r r o o e e r r a a s s i i r r o o p p e e y y p p a a r r a a c c o o l l m m o o e e s s t t a a b b a a   p p i i r r e e y y Ž Ž ; ; a a n n t t e e s s u u p p r r o o t t e e s s t t a a , l l e e c c o o n n t t e e s s t t a a r r o o n n q q u u e e e e r r a a C C o o r r a a c c n n y y p p u u n n t t o o , p p e e r r o o l l a a i i n n d d o o l l e e n n c c i i a a e e n n e e s s e e e e s s t t a a b b l l e e c c i i m m i i e e n n t t o o g g a a s s t t r r o o n n m m i i c c o o p p a a s s a a d d e e c c a a s s t t a a o o a a o o s s c c u u r r o o , pp u u e e s s   e e l l p p r r o o d d u u c c t t o o n n o o s s e e a a n n u u n n c c i i a a b b a a e e n n l l a a t t a a b b l l i i l l l l a a , p p o o r r q q u u e e l l o o s s d d e e p p e e n n d d i i e e n n t t e e s s n n o o h h a a b b a a n n t t e e n n i i d d o o t t i i e e m m p p o o d d e e h h a a c c e e r r l l o o Ž Ž . Que no exista desde hace algn tiempo el sello de Plan Jaba para identificar a los ncleos beneficiados con ese sistema especial de venta, no quita que los bodegueros y casilleros comprueben en cada despacho si el que hace uso de ese derecho es realmente el propietario o uno de los integrantes de la Libreta en cuestin. Ah, y nunca deben atender a un cliente con ms de una Libreta de Abastecimiento para evitar disgustos entre vecinos, como exhorta Luis Castillo Pupo, con domicilio en la Calle 12, entre Quinta y Sptima, Nuevo Llano, ciudad de Holgun. D D e e s s d d e e B B g g u u a a n n o o , r r e e s s p p o o n n d d e e l l a a D D i i r r e e c c c c i i n n d d e e E E d d u u c c a a c c i i n n .   L L a a a a t t e e n n c c i i n n a a l l o o s s n n i i o o s s d d e e c c i i n n c c o o aa s s e e i i s s a a o o s s p p o o r r e e l l P P r r o o g g r r a a m m a a   E E d d u u c c a a a a t t u u h h i i j j o o Ž Ž e e s s u u n n a a m m o o d d a a l l i i d d a a d d d d e e l l a a E E d d u u c c a a c c i i n n P P r r e e e e s s c c o o l l a a r r u u t t i i l l i i z z a a d d aa e e n n l l a a s s z z o o n n a a s s r r u u r r a a l l e e s s d d o o n n d d e e e e x x i i s s t t e e u u n n a a m m a a t t r r c c u u l l a a e e n n t t r r e e u u n n o o y y t t r r e e s s e e s s c c o o l l a a r r e e s s c c o o m m p p r r e e n n d d i i d d o o s s e e n n e e s s a a s s e e d d aa d d e e s s . E E n n l l a a z z o o n n a a d d e e T T a a c c a a j j V V i i e e j j o o , d d o o n n d d e e r r a a d d i i c c a a l l a a e e s s c c u u e e l l a a R R o o s s e e l l l l C C r r u u z z , c c u u a a n n d d o o s s e e h h a a n n i i n n s s c c r r i i p p t t o o c c u u a a t t r r oo o o m m s s c c h h i i c c o o s s s s e e h h a a a a b b i i e e r r t t o o e e l l a a u u l l a a d d e e p p r r e e s s c c o o l l a a r r . P P a a r r a a e e l l c c u u r r s s o o 2 2 0 0 1 1 3 3 2 2 0 0 1 1 4 4 , e e n n l l a a z z o o n n a a s s o o l l o o v v i i v v e e n n d d o o s s n n i i o o s s d d e e c c i i n n c c o o a a o o s s , q q u u e e s s e e r r n n a a t t e e n n d d i i d d o o s s a a t t r r a a v v s s d d e e l l P P r r o o g g r r a a m m a a   E E d d u u c c a a a a t t u u h h i i j j o o Ž Ž c c o o n n d d o o s s f f r r e e c c u u e e nn c c i i a a s s s s e e m m a a n n a a l l e e s s d d e e a a c c t t i i v v i i d d a a d d c c o o n n j j u u n n t t a a y y u u n n a a d d e e c c o o m m p p u u t t a a c c i i n n , c c o o n n t t o o d d o o s s l l o o s s m m a a t t e e r r i i a a l l e e s s a a s s i i g g n n a a d d o o s s y y l l aa g g a a r r a a n n t t a a d d e e l l p p r r o o c c e e s s o o d d o o c c e e n n t t e e e e d d u u c c a a t t i i v v o o Ž Ž , d d i i j j o o A A r r a a c c e e l l i i s s R R o o j j a a s s S S i i e e r r r r a a , s s u u b b d d i i r r e e c c t t o o r r a a d d e e e e s s a a e e n n s s e e a a n n z z a a ee n n e e l l m m u u n n i i c c i i p p i i o o . Por qu en Felton no hay un centro de Secundaria Bsica? Es la interrogante de varios padres de ese poblado, cuyos hijos al culminar la Primaria en el Seminternado Amistad con los Pueblos, no tienen cobertura en la escuela de Levisa, lo cual ocurre desde hace varios aos. A los nios de aqu les corresponde el centro interno Jorge Herrera Lissabeth, conocido por Yaya 2. Esa instalacin fue prcticamente devastada por el ltimo huracn que nos azot y no tiene las mnimas condicionesŽ, explica Lexis Lpez Sourdt, madre de una de los estudiantes. A A i i m m p p e e d d i i d d o o s s f f s s i i c c o o s s y y e e n n f f e e r r m m o o s s d d e e l l p p o o b b l l a a d d o o d d e e V V e e l l a a s s c c o o n n e e c c e e s s i i t t a a d d o o s s d d e e p p a a s s a a r r p p o o r r l la a c c o o n n s s u u l l t t a a d d e e P P e e r r i i t t a a j j e e M M d d i i c c o o s s e e l l e e s s d d i i f f i i c c u u l l t t a a l l l l e e g g a a r r h h a a s s t t a a e e s s e e l l o o c c a a l l p p o o r r q q u u e e d d e e b b e e n n s s u u b b i i r r h h a a s s t t a a e e l l t t e e rr c c e e r r p p i i s s o o d d e e l l p p o o l l i i c c l l n n i i c c o o d d e e l l a a l l o o c c a a l l i i d d a a d d , d d o o n n d d e e r r a a d d i i c c a a n n l l o o s s e e s s p p e e c c i i a a l l i i s s t t a a s s . Reina Rodrguez, usted tiene toda la razn, pues efectivamente, el nombre correcto de quien fuera mximo jefe del Movimiento 26 de Julio en Holgun es Pedro Miguel Daz Coello y as consta oficialmente, por lo cual en la Oficina del Carn de Identidad de esa rea escriben indebidamente Cuello. E E n n M M a a y y a a r r , i i n n f f o o r r m m a a m m o o ss a a M M a a r r c c i i a a S S e e r r r r a a n n o o B B a a t t i i s s t t a a , t t r r a a b b a a j j a a d d o o r r a a d d e e S S a a l l u u d d P P b b l l i i c c a a , q q u u e e s s u u q q u u e e j j a a s s e e r r a a n n a a l l i i z z a a d d a a d d i i r r e e c c t t a a m m e e n n t t e e c c o o n n l l a a D D i i r r e e c c c c i i n n p p r r o o v v i i n n c c i i a a l l d d e e s s u u s s e e c c t t o o r r . Agradecemos la esclarecedora respuesta de Mara Teresa Cruz Prez, directora provincial de Vivienda, sobre el caso de Edilberto Campos Prez, vecino de Guaro, Mayar, cuya casa fue censada como derrumbe total de techoŽ, pero al revisar el estado tcnico de la vivienda y de sus paredes, se pudo comprobar que no resista la propuesta de cubierta que se estaba asignando, por lo que se decidi por el tcnico de la UMIV controlarla como derrumbe total y la comisin del Consejo Popular de Guaro la ubic en el nmero 50 de las prioridades, lo cual consta en acta del 20 de abril del 2011. Para que la UMIV incluya en el Plan de Inversiones o de Rehabilitacin y Conservacin se tiene en cuenta la prioridad que da el Consejo Popular a cada casa controlada y como se puede apreciar, la de Edilberto Campos Prez est ubicada en el nmero 50. En el municipio de Mayar se tienen registradas 17 mil 977 afectaciones climatolgicas y en el caso de los derrumbes totales todava existen 642 sin solucionar y de ellos, solo 83 pertenecen al Consejo de Guaro. A Edilberto se le explic lo antes relacionado y recomend como propuesta de solucin, dirigirse a Vivienda y realizar el trmite para un subsidio; si se le aprueba, con esfuerzo propio podr reconstruir su inmueble o esperar que sea incluido en el plan estatalŽ. D D e e s s p p u u s s d d e e 2 2 7 7 a a o o s s d d e e g g e e s s t t i i o o n n e e s s d d e e l l o o s s v v e e c c i i n n o o s s d d e e l l e e d d i i f f ii c c i i o o 4 4 d d e e A A b b r r i i l l , u u b b i i c c a a d d o o e e n n l l a a c c a a l l l l e e G G a a r r a a y y a a l l d d e e , e e n n t t r r e e N N a a r r c c i i s s o o L L p p e e z z y y M M o o r r a a l l e e s s L L e e m m u u s s , p p o o r r l l o o g g r r a a r r l l a a ii m m p p e e r r m m e e a a b b i i l l i i z z a a c c i i n n d d e e l l a a c c u u b b i i e e r r t t a a d d e e l l i i n n m m u u e e b b l l e e , f f i i n n a a l l m m e e n n t t e e s s e e l l o o g g r r , p p e e r r o o l l a a s s o o l l u u c c i i n n o o f f r r e e c c i i d d a a p p o o r r U U m m b b r r a a l l e e s s f f u u e e c c u u b b r r i i r r e e l l t t e e c c h h o o c c o o n n v v a a r r i i a a s s m m a a n n t t a a s s q q u u e e y y a a h h a a n n c c o o m m e e n n z z a a d d o o a a d d e e s s p p e e g g a a r r s s e e y y p p e e n n e e t t r r a a l l a a l l ll u u v v i i a a p p o o r r v v a a r r i i o o s s l l u u g g a a r r e e s s ; ; s s i i n n e e m m b b a a r r g g o o , c c a a d d a a p p r r o o p p i i e e t t a a r r i i o o d d e e a a p p a a r r t t a a m m e e n n t t o o d d e e b b e e r r p p a a g g a a r r 5 5 0 0 0 0 p p e e s s o o s s . A A d d e e mm s s , d d e e p p o o s s i i t t a a r r o o n n l l o o s s e e s s c c o o m m b b r r o o s s d d e e l l a a o o b b r r a a c c e e r r c c a a d d e e l l a a e e n n t t r r a a d d a a d d e e l l a a p p r r o o p p i i e e d d a a d d m m u u l l t t i i f f a a m m i i l l i i a a r r d d o o n n d d e e yy a a s s e e a a c c u u m m u u l l a a n n h h u u m m e e d d a a d d y y v v e e c c t t o o r r e e s s . Pensbamos que la prctica de los convoyadosŽ era patrimonio del comercio de productos, pero segn la queja del mdico Dmaso A. Maresma Salomn, el mal se ha extendido a otros sectores, como Transporte: Desde el 1 de mayo pasado, se tom la decisin de que la segunda salida diaria del mnibus Holgun-Moa, en el horario de las 4:00 pm, recogiera primero a 10 pasajeros procedentes de la ciudad de Camagey en la Terminal Interprovincial, para lo cual la guagua con destino Moa, debe esperar la llegada del mnibus procedente de la tierra de Los Tinajones. Los pasajeros van a taquilla, compran un nuevo boleto, pasan por el departamento de equipaje y abordan el carro, que desde ese da no ha salido ms en el horario establecido y resta 10 capacidades para las reservaciones, tambin afecta a los propios choferes en su alimentacin, pues llegan a Moa muy tarde en la nocheŽ. P P u u n n t t o o F F i i n n a a l l . Lourdes Pichs Rodrguezaqui@ahora.cu l l o o u u r r d d e e s s @ @ a a h h o o r r a a . c c i i p p . c c u u J J U U N N I I O O 2 2 9 9 1 1 9 9 6 6 5 5 Muere en Zaire el internacionalista holguinero Wrner Moro Prez, miembro de las fuerzas del Che Guevara, que combatan en ese pas. J J U U L L I I O O 1 1 1 1 9 9 7 7 1 1 A causa del quebrantamiento de su salud, por heridas recibidas en la guerra, se suicida el Comandante Eddy Suol Ricardo, destacada figura de la Revolucin. Naci en Las Cruces de Purnio, Holgun. 2 2 1 1 9 9 6 6 4 4 Se crea el Ministerio del Azcar. 3 3 1 1 9 9 5 5 8 8 Asesinado en Sagua de Tnamo el combatiente Antonio de la Paz Torres. 4 4 1 1 8 8 7 7 2 2 Ataque a Sam, en el actual municipio de Banes, por fuerzas libertadoras. 5 5 1 1 8 8 9 9 6 6 Muere en combate Jos Maceo, jefe del Primer Cuerpo del Ejrcito Libertador, al que pertenecan las fuerzas de Mayar y Sagua de Tnamo. Das en la historia S S A A L L A A P P R R I I N N C C I I P P A A L L : : Sbado 29, 9:00 pm y Domingo 30, 5:00 pm, Compaa Codanza. Presenta: Funcin ConciertoŽ. Invitados: Ballet de Cmara de Holgun y Estudiantes de la Unidad Docente. Jueves 4, 9:00 pm. Teatro Lrico Rodrigo Prats presenta Gala de Fin de Curso de los estudiantes de Nivel Medio de Canto Lrico y Ballet. Sbado 6 y Domingo 7, 11:00 am. Compaa Nen Teatro presenta la obra Amigo del MarŽ. Sbado 6, 9:00 pm y Domingo 7, 5:00 pm. Teatro Alas Buenas presenta la obra Todos los hombres son igualesŽ. S S A A L L A A I I S S M M A A E E L L I I L L L L O O : : Sbado 29, 10:00 am. La Compaa de Teatro Alas Buenas presenta Revista de Variedades. Domingo 30, 5:00 pm. El Ballet Lina Sanz y su Academia presentan la pea A mi maneraŽ. Martes 2 y Mircoles 3, 9:00 pm. Espectculos de transformismo, en el marco de la Jornada Contra la Homofobia. Sbado 6, 8:30 pm y Domingo 7, 5:00 pm. Espectculo diferente cada da. Graduacin de la Compaa infantil de Danza OTIBERODANCE. T T e e l l f f o o n n o o s s : : 4 4 5 5 4 4 9 9 3 3 0 0 , 4 4 5 5 4 4 9 9 3 3 2 2 . Programacin C C A A N N A A L L 6 6 3 3 S S B B A A D D O O 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSD imagen plural D D O O M M I I N N G G O O 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSDy de arte L L U U N N E E S S A A V V I I E E R R N N E E S S ( ( m m e e d d i i o o d d a a ) ) 11:58 Apertura 12:00 En primer plano 12:30 A buen tiempo T T A A R R D D E E 4:27ANSOC 5:42 Conmemoraciones 5:45 Al da L L U U N N E E S S ( ( t t a a r r d d e e ) ) 4:30 Verano en familia 5:00 Visor por dentro 5:30 Cantbile M M A A R R T T E E S S ( ( t t a a r r d d e e ) ) 4:30 Lente deportivo5:00 Para tocar el cielo 5:30 Cuando asalta la memoria M M I I E E R R C C O O L L E E S S ( ( t t a a r r d d e e ) ) 4:30 TVms 5:00 Rumores de la campia 5:30 Noticiero pioneril J J U U E E V V E E S S ( ( t t a a r r d d e e ) ) 4:00 Con todos (programa especial informativo) 4:30 Yo te invito 5:15 Mitos de la salud V V I I E E R R N N E E S S ( ( t t a a r r d d e e ) ) 4:30 Confluencia 5:00 La ronda del pintorcillo 5:30 Enclave de jazz C C A A N N A A L L 6 6 3 3 J J U U E E V V E E S S 6:30 pm con todos (programa especial informativo) V V I I E E R R N N E E S S 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSDimagen plural P P L L A A Z Z A A S S : La Sucursal Artex-Holgun, en calle Lnea No. 49, entre Libertad y Narciso Lpez, ofrece plaza de Gerente Econmico. Salario $ 425,00. Presentarse en la Gerencia de Recursos Humanos o llamar al 46-8577 o al 46-8122, con ngel Manuel Rivera Ramos, gerente de Recursos Humanos y Cuadros, o va email angel@schg.artex.cuLa Empresa Crnica de Holgun posee plaza de Mecnico de Mantenimiento A. Salario $360.00. Requisito: graduado de Tcnico Medio en especialidades afines y conocimiento de instrumentos de medicin. Presentarse en calle Eduardo Prez No. 54, entre Circunvalacin y 42, reparto Alex Urquiola, telfonos 42-2705 y 42-2486, extensin 119. La Consultora Econmica CANEC SA ofrece curso promocional para emprendedores (Cuenta Propia), de pequeos y medianos negocios, sin costo alguno. Se realizar los das 17 y 18 de julio, de 9:00 am a 12:00 m, en el local ubicado en calle Maceo S/N, entre ngel Guerra y Peralejo, ciudad de Holgun. Las matrculas se efectuarn de lunes a viernes, de 8:30 am a 3:00 pm, desde el 1 hasta el 12 de julio. Telfonos: 42-7648, 46-2228 y 45-1840. Correo electrnico: mercadotecnia@canechol.co.cu Estas palabras admiten doble acentuacin, ambas consideradas correctas por la RAE. a a f f r r o o d d i i s s a a c c o o a a f f r r o o d d i i s s i i a a c c o o (a), a a l l v v o o l l o o a a l l v v e e o o l l o o a a m m o o n n a a c c o o a a m m o o n n i i a a c c o o a a t t m m s s f f e e r r a a a a t t m m o o s s f f e e r r a a a a u u s s t t r r a a c c o o a a uu s s t t r r i i a a c c o o l l i i t t e e e e l l i i t t e e b b m m e e r r a a n n b b u u m m e e r r n n c c a a r r d d a a c c o o ( ( a a ) ) c c a a r r d d i i a a c c o o ( ( a a ) ) c c a a r r t t o o m m a a n n c c a a c c a a r r t t o o m m a a n n c c i i a a f f t t b b oo l l f f u u t t b b o o l l c c h h f f e e r r c c h h o o f f e e r r c c c c t t e e l l c c o o c c t t e e l l A cargo de Yamil Palacio Vidalyamile@ahora.cu A A c c a a r r g g o o d d e e Y Y a a m m i i l l P P a a l l a a c c i i o o V V i i d d a a l lcip223@enet.cu V V O O L L A A R R S S I I N N T T I I B B u u e e n n a a F F e e Amaneci y me doli tanto que tuve miedo de perderte y me qued arrodillado en tu cintura, contndole mentiras a tu piel, tengo un corazn tan leal a ti, que duele. Yo me escapaba de un inicio, cuando me empuja el egosmo y suelo ser el que te enfoca sin mirarte, pareja torpe de tu aire, mrame. Tengo un corazn, tan leal a ti, que duele, que duele.... volar, sin ti, sabiendo que voy sin sustentacin, volar, sin ti, surcar el cielo abierto de un error, y volar sin ti, escapando a la ternura de tu rostro ante la luna, y volar, sin ti, destrozando una promesa, saboteando la belleza, mientras yo naufrago en tu lgrima... Mujer, lo cambiara todo, pero me debo al tiempo y su poder, que es navegar hacia adelante, tengo la prisa de un anhelo, que te devuelva la sonrisa, y te devuelva la esperanza, tengo un corazn, tan leal a ti, que busqu razn, casi muriendo, en otro besoƒ volar, sin ti es retroceder, ceder al no tener seguridad sobre mi piel y no caerse, volar, despliegue del s en l, espero tengas tiempo pa otro intento de viajar y no moverse. y volar, sin ti, escapando a la ternura de tu rostro ante la luna, y volar, sin ti, destrozando una promesa, saboteando la belleza, y volar, sin ti, escapando a la ternura de tu rostro ante la luna, y volar sin ti, destrozando una promesa, saboteando la belleza, Mientras yo naufrago en tu lgrima, sin tiƒ A cargo de Yusleydis Socorro C. yuli@ahora.cu ¡ A cargo de Graciela Guerra B. chela@ahora.cu A A c c a a r r g g o o d d e e G G r r a a c c i i e e l l a a G G u u e e r r r r a a administracion@ahora.cip.cu Y Y U U L L I I

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PG.07 ¡AHORA! DEPORTE JUNIO 29, 2013 CALIXTO GONZLEZ B. / calixto@ahora.cip.cu FOTO: JAVIER MOLACriticados por unos y elogiados por otros, los peloteros-refuerzos fueron protagonistas en la recientemente finalizada LII Serie Nacional de Bisbol. No comulgamos con aquello de luchar y ganar batallas beisboleras con soldados prestadosŽ, pero realmente esa novedosa experiencia aport calidad, brind ingredientes para la rivalidad competitiva, result relevante en la mayora de los equipos en la fase lite y hasta decisiva para materializar resultados. Para los holguineros constituy un aliciente disfrutar el accionar de varios de sus peloteros, que fortalecieron a los planteles clasificados, como compensacin a la insatisfaccin de no ver a su equipo entre los ocho primeros. Uno de los eplogos inditos de esos sucesos es que Holgun …dcimo lugar… tiene un pelotero Campen, el torpedero Yordan Manduley, baluarte en la defensa y el bateo con el titular Villa Clara, y al mismo tiempo se consagr, para los que an dudaban, como el mejor paracorto de Cuba. Nunca imagin que llegara a ser Campen de esa manera; me integr magnficamente al colectivo de los villaclareos, pero mi mayor deseo es repetir esa experiencia (jugar la fase lite) con HolgunŽ, afirm con seguridad, como defiende su campo en el infield, el dolo de Buenaventura. Ya jugu con mi equipo de Calixto Garca en esta postemporada provincial, tan pronto regres. Por all comenc y yo nunca olvido mi origen ni a los mos. Con Holgun, lo har cada vez mejor en la prxima Serie Nacional. Espero tener este ao la oportunidad de estar en otra seleccin CubaŽ, coment Manduley poco antes de partir hacia Villa Clara, con el propsito de participar en los agasajos al equipo Campen. El multifactico Mikel Cceres fue otro de los refuerzos holguineros que brill, con soberbia demostracin en el jardn derecho y entre los primeros en la alineacin de Ciego de vila: Al principio extraaba, pero no tard tiempo para sentirme en confianza, pues los avileos me trataron excelentemente, incluso pude tener conmigo a mi esposa en algn momentoŽ, afirm el baguanense Mikel, para quien su incursin por esa provincia result muy provechosa. Aunque generalmente los entrenamientos los hago en el cuadro, en los ltimos tiempos he jugado ms en los jardines y me siento cmodo en la pradera derechaŽ, reconoci Cceres, que lleva seis aos con Holgun como bateador y en varias posiciones. Calific como ejemplar la atencin detallada y sistemtica que Ciego de vila da a sus deportistas y suea con integrar una nmina cubana. Mucho impresion, por su velocidad y buen pitcheo, Yaisel Sierra, el mayaricero de 22 aos y quien se distingui en el rol de relevista con Sancti Spritus. Mejor no pudo serŽ, respondi respecto a cmo lo trataron en ese territorio. Tena dolores y el Director quera cuidarmeŽ, aclar al referirse a la polmica decisin del manager Aragn de sustituirlo en el sptimo partido de la semifinalƒ Sierra padece de espina bfida (malformacin de la columna vertebral), que le produce dolores en la cintura y espalda. Aun as, estaba en disposicin para ayudar a Mayar en los Play Off. Hace un gran esfuerzo para concentrarse en el deporte, pues su pensamiento est fijo en su hijoTa ylor, que lleva cuatro aos, desde que naci, internado en el Peditrico (vino al mundo con el cordn umbilical enredado alrededor del cuello). Muestra agradecimiento infinito por la atencin que le brindan a su nio y esposa, Alinuska, quien permanece todo el tiempo con Taylor. Cuando estoy en Mayar, viajo por ese motivo tres veces a la semana a Holgun y en cada juego y lanzamiento que tiro, pienso en mi niitoŽ, refiri Sierra, quien no se rinde ante los obstculos y persiste para triunfar en el pitcheoƒ Como refuerzos de Matanzas, los lanzadores Pablo Milln Fernndez y Carlos Olexis Gonzlez no tuvieron igual suerte que sus compaeros, y el director Vctor Mesa los mand a casa. Padeca de tendinitis, que no me dejaba lanzar, estoy acostumbrado a desempearme como abridor y me utilizaron de relevistaŽ, seal el mayaricero Carlos Gonzlez, que se propone rendir ms en la prxima temporada como uno de los principales abridores de Holgun y llegar hasta un plantel Cuba. Para Pablo Milln Fernndez, la estancia en Matanzas no result feliz. Los dolores en el codo del brazo de lanzar constituyeron un obstculo infranqueable. Estim que la atencin a los refuerzos en Matanzas no fue tan elogiada como en otras provincias. Ya estoy bien, y el ortopdico recomend comenzar con ejercicios ligeros los entrenamientos. Entren adecuadamente antes de la Serie Nacional; quera hacer todo bien, pero mi velocidad descendi, la lesin se debi al exceso de trabajo y llegu con molestias a MatanzasŽ, explic Pablo. Estoy seguro de que me recuperar totalmente, para contribuir al buen desempeo de Holgun y ganarme otra vez un puesto en el equipo CubaŽ, sentenci este ptcher, el mejor cerrador del pas desde hace dos temporadas. Yunior Paumier dej huellas en Sancti Spritus como defensor del campo corto y bateador oportuno, pero su testimonio para los holguineros lo dir en otra ocasin, pues no se encontraba en la ciudad de Holgun el da del reconocimiento a todos los peloteros que Holgun aport como refuerzos. Guste o no, parece que se mantendr esa modalidad de reforzar a los equipos clasificados con jugadores de los equipos sin cupos. Esperemos, entonces, por la prxima contienda. F F O O R R T T U U N N A A S S Y Y P P E E R R C C A A N N C C E E S S D D E E F F O O R R T T U U N N A A S S Y Y P P E E R R C C A A N N C C E E S S D D E E P P P P E E E E L L L L O O O O T T T T E E E E R R R R O O O O S S S S P P P P R R R R E E EE S S S S T T T T A A A A D D D D O O O O S S S S CALIXTO GONZLEZ B./calixto@ahora.cip.cu FOTO ELDER LEYVALos venezolanos Loryan R omero Marquina, Daniel Fajardo Serpa y Luis Rodolfo Ramrez cruzaron primero, por ese orden, la meta en la carrera de cuatro kilmetros, con la cual dio comienzo el pasado mircoles el VIII Festival Deportivo Limpio y Sobrio, entre pacientes en tratamiento contra las adicciones a las drogas, de las clnicas de la Comunidad Teraputica de las villas El Cocal y El Quinqu, de Holgun. Ese primer evento, que llamaron maratn, tuvo salida en El Cocal y meta en El Quinqu, centro al que pertenecen los dos primeros ganadores. Yordan (17 minutos, un segundo), eufrico por ser el triunfador, expuso que es de Mrida, donde practica ftbol. Se siente muy bien atendido en Holgun. El segundo lugar, Daniel (17.10), procede de Valencia, donde juega bisbol. Asegura que se ha adaptado excelentemente al tratamiento y se van cumpliendo sus expectativas en Cuba, mientras Luis Rodolfo, tercero (18,2) es de Caracas. Expresa que se siente muy motivado y se asombra al comprobar lo mucho que ha avanzado en el mes y dos das que lleva en El Quinqu, el mismo tiempo que los dos anteriores pacientes. El 26 de junio, Da Internacional contra las Drogas, fue escogido para la apertura del certamen, que tendr accin tres das a la semana hasta el prximo 13 de julio. En la primera jornada se iniciaron las lides de tenis de mesa, ajedrez, domin y damas, y este sbado se realizarn los eventos de piscina en El Quinqu, escenario igualmente de la justa de voleibol, mientras el torneo de pelota ser en El Cocal. Jos Manuel Lpez y Mario Portuondo, administradores de las clnicas El Cocal y el Quinqu, respectivamente, destacaron el significativo rol que tiene el deporte-con actividades diarias en la rehabilitacin de los internados, que proceden de varios pases, con predominio de venezolanos. El psiquiatra Pastor Aguilera (El Cocal) explic el programa, mltiple y riguroso, que se aplica a los ingresados, en tanto los especialistas en Cultura Fsica Florencio Surez (El Cocal) y Yoel Pea (El Quinqu) son los encargados de las actividades y eventos del deporte. REYNALDO DUHARTE GUERRA / cip223@enet.cuLa fase semifinal de la XXXVII Serie Provincial de Bisbol est en marcha desde este viernes, cuando los conjuntos de Holgun y Calixto GarcaŽ comenzaron sus enfrentamientos en el estadio Jess Feli Leyva, mientras que en el Melchor AnidoŽ, lo hicieron los equipos de Bguano y Moa. Los holguineros accedieron a esta etapa final del grupo del Oeste, tras eliminar a Cacocum en tres de los cuatro juegos de cuartos de finales, en encuentros celebrados en el estadio Luis Figueredo, del poblado de Maceo. Los de la Ciudad de los Parques ganaron 3-0 y 3-1, victorias para Yunieski Verdecia y Csar Concepcin; cayeron en el primer desafo en el Feli LeyvaŽ, 3-10, dominados por Isidro Rojas, y para clasificar remataron, 10-8, ganado por Yadier Rodrguez. Los de Calixto GarcaŽ eliminaron a los campeones de la edicin 36, al vencerlos 2-1, 4-0 y 1-0, con triunfos para Walnier Osorio, Juan A. Cruz y Guillermo Bertoln; perdieron, 1-2, controlados por Daykel Labrada. La final del Este se juega en el Melchor AnidoŽ y, al igual que en la otra llave, constar de siete juegos. All se miden Bguano, que despach a Frank PasŽ, 3-1, tras caer en el primer encuentro de la fase anterior por nocao de 8-18. Se repusieron y vencieron, 2-1, con jonrn decisivo de Leandro Martnez y crdito para Ynder Prez, 4-3, con Roiln Ramrez, y 9-4, dependiendo de Luis Pupo. Su rival, Moa, fue el nico que pudo barrer, al imponerse a Mayar 3-0, con pitcheo de Maykel Sanz y salvamento para el refuerzo Ronny Corrales, 3-2, en diez entradas, con crditos para Ronny Corrales y 9-0, con demostracin acertada de Orleydis Salazar. Este sbado, desde las 10 de la maana, se celebran los segundos juegos de esta fase; maana se trasladarn para el Orlando Proenza VeraŽ, de Buenaventura, y el ngel RomeroŽ, para jugar tres juegos a partir del lunes a la 1:00 pm. D D E E P P O O R R T T E E L L I I M M P P I I O O Y Y S S O O B B R R I I O O D D E E P P O O R R T T E E L L I I M M P P I I O O Y Y S S O O B B R R I I O O S S e e m m i i f f i i n n a a l l e e n n m m a a r r c c h h a a S S e e m m i i f f i i n n a a l l e e n n m m a a r r c c h h a a E E n n f f a a m m i i l l i i a a , d d e e i i z z q q u u i i e e r r d d a a a a d d e e r r e e c c h h a a , Y Y o o r r d d a a n n M M a a n n d d u u l l e e y y ( ( t t o o r r p p e e d d e e r r o o G G u u a a n n t t e e d d e e O O r r o o y y T T o o d d o o s s E E s s t t r r e e l l l l a a s s O O f f e e n n s s ii v v o o ) ) , M M i i k k e e l l C C c c e e r r e e s s , P P a a b b l l o o M M i i l l l l n n F F e e r r n n n n d d e e z z , Y Y a a i i s s e e l l S S i i e e r r r r a a y y C C a a r r l l o o s s O O l l e e x x i i s s G G o o n n z z l l e e z z .

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PG.08 REPORTAJE ¡AHORA!JUNIO 29, 2013Fundado el 19 de noviembre de 1962. Director:Jorge Luis Cruz Bermdez.Subdirectora: Karina Marrn Gonzlez.Editores: Nelson Alejandro Rodrguez Roque, Rubn Rodrguez Gonzlez.Diseo: Tania Cabrera Peay Ania Almarales Gonzlez.Relaciones Pblicas: Yamil Palacio Vidal.Correccin: Orlando Rodrguez Prezy Yulen Teruel Daz.Telfono de la Redaccin: 46-1918; Administracin: 42-3955; Cierre: 42-1281. Calle Mximo Gmez No. 312 Altos, entre Mart y Luz y Caballero. Apartado 316. Cdigo Postal: 80100. ISNN 0864-1641. Internet: http://www.ahora.cu.Correo Electrnico: cip223@enet.cu.Impreso en la Fbrica de Peridicos Jos Mir Argenter. Certificado NC ISO 9001:2008. Carretera a San Germn y Circunvalacin, Holgun, Cuba. Inscripto en la Direccin de Correos y Te lgrafos bajo el nmero 91 4003-328 y acogido a la Tarifa de Impresos de Peridicos. ALEXIS ROJAS AGUILERA / alexis@ahora.cip.cu FOTOS: DEL AUTORGrande fue la sorpresa. Ante mis ojos, el ginecobstetra-profesor Ramn Cruz Villar despleg sobre la mesa de su hogar, en el reparto Pedro Daz Coello de la ciudad de Holgun, un nmero importante de piezas arqueolgicas celosamente guardadas durante dcadas. Esto es parte del fruto de las investigaciones que empricamente realizaba mi padre, Ramn Cruz Alonso, en el campo de la Espe-leoarqueologa junto a otros interesados, como Jos Antonio Rivern, residente en Caadn, Banes, hombre con conocimientos profundos en esta disciplina cientficaŽ, explic. Esa actividad, seal el galeno que actualmente labora en el Hospital Clnico Quirrgico Luca iguez Landn, de la ciudad de Holgun, la practic su padre con mucho entusiasmo en los aos finales de la dcada del 30, cuando laboraba como contador-pagador de la bananera United Fruit Company, que operaba antes de la II Guerra Mundial en la Baha de Sam. Segn rememora el hijo, su progenitor sola recorrer la zona, hoy famosa por la existencia del cementerio de Chorro de Mata, muy cerca del poblado de Boca de Sam, la cual gozaba de una relativa bonanza econmica por la exportacin del guineo (banano) producido en la regin y que provocaba la cruel explotacin de los campesinos banenses. Ya para esos aos, era evidente que Ramn Cruz Alonso conoca de la importancia arqueolgica del sitio, como testimoni en un artculo publicado en la revista Bohemiaen 1938, titulado Sam, cuna de la ms perfecta organizacin indo-cubanaŽ, dedicado a las investigaciones de su amigo Jos Antonio Rivern. En el texto, conservado junto a las piezas, de cuya aparicin da fe en una nota que dice: Estos objetos arqueolgicos fueron encontrados en residuarios en la zona de Sam en: El Molino, Yaguajay y Chorro de Mata, ao de 1937Ž; Cruz Alonso seala: Exploraciones... realizadas durante aos por el infatigable cubano seor Jos A. Rivern,... prueban que, indiscutiblemente, la zona de Sam, en Oriente, fue habitada hace cientos de aos por una raza de indios de superior cultura a las otras... hasta ahora conocidas o estudiadas en CubaŽ. Apunt que los objetos encontrados, en sus incesantes correras por los asientos indios de Sam, creemos que son nicos en Cuba, ya que no tenemos noticias de descubrimientos similares. Entre estos objetos figuran ms de cien idolillos de una a cuatro pulgadas de altura, que pudieron haber sido usados como adornos colgantes. Agreg Cruz Alonso ms adelante, tras referirse a numerosos hallazgos ms de Rivern, que en la falda de un montculo y a un pie de profundidad, encontr un dolo que puede considerarse joya real de su coleccin. Est tallado en hueso, de unas cinco pulgadas de largo, en forma de cetro; en la parte superior, una cabeza humana. Los ojos son de ncar de concha, incrustados en el hueso; los dientes, formados en una sola pieza, tambin de concha. El viejo era un gran admirador de Don Fernando OrtizŽ, afirma su hijo, el galeno Cruz Villar, y extrae como prueba irrefutable, un artculo del sabio que bajo el epgrafe de Cuba PrimitivaŽ, public tambin la revistaBohemiaen 1966, con el ttulo Las razas indiasŽ. Este extraordinario texto lo guard Cruz Alonso junto a sus cosas ms queridas, cuando todava no pensaba en marcharse. Pero, quin fue Ramn Cruz Alonso, el padre? Ramn Mariano Antonio Enrique Orestes Leocadio Cruz Alonso naci el 13 de diciembre de 1909, en Bocas, barrio de Gibara y fue hasta su muerte, ocurrida el 3 de diciembre de 1986, un hombre de causas justas. Residente en la calle Donato Mrmol nmero 27, hoy 5, en la Villa Blanca de los Cangrejos, el que fuera Contador, Tenedor de Libros, Agente de Aduanas, Mecangrafo, Taqugrafo, Explorador y sobre todo Pedagogo, entre ms oficios, estuvo vinculado a esfuerzos revolucionarios contra las tiranas de Gerardo Machado y Fulgencio Batista y a otros empeos relevantes, como el logro de la enseanza laica en todas las escuelas pblicas cubanas. Estudi y trabaj en los Estados Unidos, y dominaba perfectamente el ingls. Era un lector nato. Con el triunfo de la Revolucin, lleg para l la primavera de sus sueos: fue alfabetizador y jefe de la unidad zona sur de Gibara en la Campaa; profesor y fundador junto a otros abnegados gibareos, de la Escuela Primaria Superior; profesor de la Secundaria Bsica Atanagildo Cajigal y recibi la Orden Brigada Frank Pas, de la CTC. Tambin fue profesor vanguardia del Instituto de Superacin Educacional, director de Educacin en el municipio de Gibara, subdirector de Administracin y Enseanza Tcnico Profesional de la otrora Regin Holgun y dirigente de la seccin de Jubilados del MINED al final de sus das. Igualmente, responsable del Archivo Histrico de Gibara y mereci estmulo del entonces Departamento de Orientacin Revolucionaria (DOR) del Comit Central del Partido, por su investigacin Muralla de MiseriaŽ, en 1975. Ejerci eventualmente el periodismo y dej una huella fundacional en la Espeleologa gibarea, hoy relevante en el grupo de Investigaciones Cientficas de esta rama y sobre todo, leg enseanzas para sus descendientes. El viejo, coment carioso el hijo, era un hombre singular para su tiempo, un hombre con una elevada cultura y amplia visin y esa fue la herencia que tuvimosŽ. HILDA PUPO SALAZAR / hilda@ahora.cip.cuLos hijos discuten con los padres, se fajan las parejas, familiares se acaloran; suceden pleitos entre vecinos, compaeros de trabajo, jefes y subalternos, conocidos y desconocidos; es como una epidemia contagiosa en hogares, comunidad, calles y centros laborales, por un potente virus: el de no entenderse. La falta de comprensin convierte a la comunicacin efectiva en algo deficitario y perturbado e introduce conflictos en los modos de llevarse. Cuando las personas se tratan de manera rspida, se violan los espacios individuales y en vez de dialogar, se grita. La comunicacin eficaz tiene sus principios y es bueno recordarlos, con el fin de hacer armnicos nuestros das. Podr justificarse vivir en constante litigio y desavenencia y hacer ms difcil la compleja cotidianidad, solo porque nos falta voluntad para relacionarnos mejor? Hay tres cosas que debemos aprender: no inmiscuirnos en discusiones con personas intolerantes e irracionales, porque ponerse a discutir con alguien que considera tener la razn siempre y no admite errores, es tiempo perdido. Tampoco es recomendable involucrarse en conversaciones donde se critica o planea el mal contra otro. Es prudente alejarse de estas charlas poco edificantes y destructivas y callarse a tiempo. Cuando se altere por alguna circunstancia, guarde silencio. No imagina la cantidad de personas que, enojadas, dicen cosas de las que luego se arrepienten. Si alguien grita, guarde la calma y conteste en tono bajo. Cuando no respondemos con la misma agresividad, quien discute se percata de su error. Hable despacio, cuide cada palabra, es probable que solucione conflictos. La buena comunicacin tiene algunas caractersticas que todos conocemos: escuchar con atencin, no acaparar la palabra, evitar interrumpir, utilizar un lenguaje moderado, lo cual demuestra educacin y trato delicado hacia las personas. Con facilidad podemos perder de vista que la comunicacin entra en el campo de los valores. Precisamente cuando hay problemas de comunicacin en el trabajo, con la pareja, con los hijos o con los amigos, se comienza a apreciar que una buena comunicacin puede hacer la diferencia entre una vida feliz y el caos. PGINA8 Piezas guardadas celosamente durante dcadas como reliquia familiar, emergieron para revelar facetas casi desconocidas del hombre que las encontr en la zona del Chorro de Mata, en Banes H H E E R R E E N N C C I I A A P P A A T T E E R R N N A A