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Ahora!

Digital Library of the Caribbean
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/UF00098942/00245
 Material Information
Title: Ahora!
Uniform Title: Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description: v. : ill. ; 50 cm.
Language: Spanish
Publisher: s.n.
Place of Publication: Holguín, Cuba
Publication Date: 06-22-2013
 Subjects
Subjects / Keywords: Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Cuba -- Holguín
 Notes
General Note: Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).
 Record Information
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
issn - 0864-1641
Classification: lcc - Newspaper
System ID: UF00098942:00272

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/UF00098942/00245
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Title: Ahora!
Uniform Title: Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description: v. : ill. ; 50 cm.
Language: Spanish
Publisher: s.n.
Place of Publication: Holguín, Cuba
Publication Date: 06-22-2013
 Subjects
Subjects / Keywords: Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Cuba -- Holguín
 Notes
General Note: Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).
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Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
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www.ahora.cu " R R G G A A N N O O O O F F I I C C I I A A L L D D E E L L C C O O M M I I T T P P R R O O V V I I N N C C I I A A L L D D E E L L P P A A R R T T I I D D O O E E N N H H O O L L G G U U N N H H o o l l g g u u n n , 2 2 2 2 d d e e j j u u n n i i o o d d e e 2 2 0 0 1 1 3 3 A A o o 5 5 5 5 d d e e l l a a R R e e v v o o l l u u c c i i n n A A o o L L N N o o . 1 1 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 2 2 0 0 c c e e n n t t a a v v o o s s U U N N A A U U N N A A S S O O C C I I E E D D A A D D S S O O C C I I E E D D A A D D M M E E J J O O R R M M E E J J O O R RL L a a n n e e c c e e s s i i d d a a d d d d e e p p r r o o t t e e g g e e r r e e d d i i f f i i c c a a c c i i o o n n e e s s , l l u u g g a a r r e e s s u u o o b b j j e e t t o o s s c c o o n n v v a a l l o o r r h h i i s s t t r r i i c c o o c c u u l l t t u u r r a a l l y y e e l l a a n n l l i i s s ii s s d d e e l l c c o o m m p p o o r r t t a a m m i i e e n n t t o o s s o o c c i i a a l l e e n n b b a a r r r r i i o o s s y y c c o o m m u u n n i i d d a a d d e e s s f f u u e e r r o o n n d d e e b b a a t t i i d d o o s s d d e e n n t t r r o o d d e e l l s s i i s s t t e e m m a a d d e e g g e e s s t t ii n n p p a a r r t t i i d d i i s s t t a a P P g g i i n n a a 4 4 FOTO: ELDER LEYVA El levantamiento de pesas de Holgun protagoniz otro significativo paso hacia la cima, al lograr este jueves el segundo lugar por provincias (183 puntos) en el Campeonato Nacional efectuado en La Habana. As mejora el magnfico tercer puesto de 2011 y 2012. Entre los medallistas resalta Elio Durn (105 kilos), esta vez con la medalla de plata, igual color de presea para sus coprovincianos Mariulis Abru y Juan Gabriel Lpez, ambos de 69 kilogramos. Se adjudicaron preseas de bronce, por Holgun, Iluminada Lobaina ( 63 kilogramos), Yandira Reyes (69) y Heizel Zamora (ms de 75) y su compaero Alexis Durn (77). Los pesistas escolares y juveniles nororientales igualmente se alistan para buscar uno de los tres primeros puestos en sus Juegos Nacionales. / Calixto Gonzlez Betancourt SE SE GUNDO L GUNDO L UG UG AR EN PE AR EN PE S S A A S SC C A A M M P P E E " N N E E N N C C A A S S A AY Y o o r r d d a a n n M M a a n n d d u u l l e e y y , m m e e j j o o r r t t o o r r p p e e d d e e r r o o d d e e l l a a L L I I I I S S e e r r i i e e N N a a c c i i o o n n a a l l d d e e B B i i s s b b o o l l , l l l l e e g g a a H H o o l l g g u u n n e e n n t t r r e e a a g g a a s s a a j j o o ss , c c o o m m o o e e n n t t r r a a n n l l o o s s g g a a n n a a d d o o r r e e s s , y y l l o o r r e e c c i i b b i i u u n n a a c c i i u u d d a a d d o o r r g g u u l l l l o o s s a a . E E l l C C a a m m p p e e n n d d i i a a l l o o g g a a e e n n e e x x c c l l u u s s i i v v a a c c oo n n¡ ¡ a a h h o o r r a a !P P g g i i n n a a 7 7 LOURDES PICHS/ lourdes@ahora.cip.cu FOTO: TOMADA DE INTERNETEl citadino hotel Pernik, de Holgun, demostr que es posible dejar atrs prdidas, crecerse y tener favorables dividendos econmicos. Despus de tres aos con resultados negativos, en el 2012 alcanz ms de 116 mil 469 pesos de utilidades en moneda total. Tal comportamiento se mantiene en este ao, cuando de enero a mayo obtuvo 136 por ciento de cumplimiento de su plan, al recaudar ms de 174 mil pesos de 127 mil 800 previstos y mantener un promedio de 71 por ciento de ocupacin, segn Roberto Anazco, director econmico de la instalacin, perteneciente a la cadena Islazul. Los ms de 80 trabajadores del PernikŽ, con sus directivos al frente, hicieron que el 2012 pasara a la historia como uno de los mejores del centro recreativo, prximo a cumplir 33 aos de inaugurado. Por ejemplo, sobrecumplieron los ingresos totales al 116 por ciento, las utilidades al 311 y los costos ms gastos al 97. En los resultados influy el programa de recuperacin en la planta hotelera, que posibilit hasta el momento reparar totalmente 100 de sus 200 habitaciones, sustituir los dos ascensores por otros de moderna tecnologa, cambiar el sistema de agua caliente y remodelar los baos pblicos interiores y la panadera-dulcera. El ambicioso programa incluy tambin la eliminacin de barreras arquitectnicas en la entrada y rea de la piscina, adems de la remodelacin general de las 120 plazas y la sala de fiestas. Por esos y otros logros del legendario centro turstico holguinero, inaugurado el 31 de diciembre de 1980, mereci la condicin de Vanguardia Nacional del Sindicato de Trabajadores de la Hotelera y el Turismo, nico centro de Islazul del pas con esa distincin y primero de todo el sector en la provincia con ese reconocimiento. CON NUEVOS RUMBOS CIRUGA DE ALTO NIVEL La ciruga peditrica cubana tiene buen nivel de desarrollo, asegur el Doctor en Ciencias Yann Revilln, Profesor Excepcional de la Universidad Descartes y director del Servicio de Ciruga Peditrica del famoso hospital infantil Necker-Malades, de Pars, durante el Simposio Nacional de Ciruga Peditrica, iniciado el jueves en la ciudad de Holgun y que concluir en la tarde de hoy. Estn presentes especialistas de numerosas disciplinas de la ciruga peditrica del pas, junto a invitados de otras latitudes, en un espacio que permite el conocimiento integrador mediante contactos personales, ms eficaces y enriquecedores. El galeno ponder la creacin, hace cuatro aos en esta provincia, del Centro Regional de Ciruga Neonatal, para atender una poblacin de ms de 4 millones de personas y que reporta una mejora sustancial en los indicadores de salud. Los participantes demuestran que Cuba tiene obras muy importantes para ensear acerca de la proteccin de la niez, como el Programa Materno Infantil y el Pesquisaje Gentico FOTO: FROILN PARRA

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PG. INFORMATIVA ¡AHORA!JUNIO 22, 201302 C C e e n n t t r r o o s s 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m H H o o l l g g u u n n B B a a n n e e s s M M o o a a M M a a y y a a r r ORD348 al RD581 ORB917 al ORB934 ORC811 al ORC827 ORB351 al ORB370 ORD582 al ORD615 ORB6935 al ORB946 ORC828 al ORC844 ORB373 al ORB377 ORD617 al ORD672 ORB948 al ORB968 ORC845 al ORC861 ORB378 al ORB393 ORD673 al ORD725 ORB969 al ORB981 ORC862 al ORC873 ORB395 al ORB402 ORD316 al ORD347 ORB903 al ORB916 ORC798 al ORC810 ORB342 al ORB350 ORD211 al ORD315 ORB615 al ORB901 ORC779 al ORC796 ORB327 al ORB341 S S e e c c o o n n v v o o c c a a a a l l o o s s p p r r o o p p i i e e t t a a r r i i o o s s d d e e m m o o t t o o s s a a p p r r e e s s e e n n t t a a r r s s e e l l u u n n e e s s , m m i i r r c c o o l l e e s s y y v v i i e e r r n n e e s s e e n n l l a a s s O O f f i i c c i i n n a a s s d d e e R R e e g g i i s s t t r r o o d d e e V V e e h h c c u u l l o o s s a a l l a a s s q q u u e e p p e e r r t t e e n n e e c c e e n n , p p a a r r a a r r e e a a l l i i z z a a r r l l a a r r e e i i n n s s c c r r i i p p c c i i n n g g e e n n e e r r a a l l y y e e l l c c a a m m b b ii o o d d e e c c h h a a p p a a d d e e i i d d e e n n t t i i f f i i c c a a c c i i n n , s s e e g g n n c c r r o o n n o o g g r r a a m m a a . D D u u r r a a n n t t e e t t o o d d o o e e l l m m e e s s d d e e j j u u l l i i o o s s e e c c o o n n v v o o c c a a r r n n l l a a s s m m a a tt r r c c u u l l a a s s O O R R B B , O O R R C C , O O R R E E y y O O R R F F . L L u u n n e e s s 1 1 d d e e j j u u l l i i o o M M i i r r c c o o l l e e s s 3 3 d d e e j j u u l l i i o o V V i i e e r r n n e e s s 5 5 d d e e j j u u l l i i o o ALEXIS ROJAS AGUILERA / alexis@ahora.cip.cu FOTO: YUSLEYDIS SOCORROLa ciruga peditrica cubana, incluida la holguinera, tiene buen nivel de desarrollo, asegur el Doctor en Ciencias Yann Revilln, Profesor Excepcional de la Universidad Descartes y director del Servicio de Ciruga Peditrica del famoso hospital infantil Necker-Malades, de Pars, durante el Simposio Nacional de Ciruga Peditrica que tuvo por sede a Holgun. El tambin responsable del rea de Ciruga Peditrica de la ONG La Cadena de la EsperanzaŽ, de Francia, considerado experto mundial en trasplantes hepticos, renales, intestinales y de otros rganos, especialmente en malformaciones de pulmn, razon que en Cuba se hacen cosas muy inteligentes en materia de formacin de capital humano en la disciplina. Precis que su presencia en Holgun focaliza en los jvenes mdicos, a quienes van dirigidas principalmente las exposiciones sobre experiencias en tcnicas especficas, como trasplante de intestinos, que todava no se hace en el pas, pero que est seguro de que pronto ser una realidad. Expres su admiracin por la solidez de la labor del grupo de trasplantes hepatobiliares del Hospital William Soler, de La Habana, encabezado por el holguinero Ramn Villamil Martnez, que realiza ms de seis intervenciones anuales, operaciones muy caras en cualquier pas. Tambin ponder la creacin, hace cuatro aos en Holgun, del Centro Regional de Ciruga Neonatal, para atender una poblacin de ms de 4 millones de personas, el cual reporta una reduccin sustancial en los indicadores de mortalidad. Incluso, sugiri Revilln, sera prudente concentrar en una institucin como esta de Holgun, de alto nivel cientfico, el abordaje quirrgico de algunas malformaciones muy raras, a fin de incrementar las probabilidades de xito del acto quirrgico. Resalt que en este Simposio estn presentes especialistas de numerosas disciplinas de la ciruga peditrica del pas, junto a invitados de otras latitudes, espacio que permite el conocimiento mutuo, aprender los unos de los otros mediante contactos personales, muchos ms eficaces y enriquecedores que la Internet, en un pas que tiene mucho para ensear en materia de proteccin de la niez, como el Programa Materno Infantil y el Pesquisaje Gentico. Reflexion que, a escala mundial, aproximadamente el tres por ciento de los bebs tienen malformaciones, y esas patologas, junto a los tumores y las infecciones, justifican la creacin de instituciones como el Centro Regional de Ciruga Neonatal de Holgun. El Doctor en Ciencias Rafael Trinchet Soler, presidente de la Sociedad Cubana de la Especialidad, en la bienvenida al casi centenar de delegados, record que en el ao 2000 se celebr en la ciudad de Holgun el Primer Encuentro Nacional de Cirujanos de este perfil, evento que marc una secuencia de talleres y reuniones, los cuales dieron paso a otros, con participacin internacional y congresos internacionales. La nueva cita es continuidad de un proyecto dirigido al perfeccionamiento de la atencin mdica. El evento dedic espacios a la ciruga neonatal, hepatobiliar, angliosis intestinal, sustitucin esofgica, cncer infanto-juvenil, urologa peditrica, entre otras, y tuvo momentos de especial altura con el desarrollo del Primer Congreso Virtual de la especialidad y la Convencin Nacional de Residentes. Las sesiones contaron con la presencia, en los invitados, de los doctores Dimas Pern Rodrguez, fundador del Servicio de Ciruga Peditrica en la provincia; Pura Avils Cruz, Herona del Trabajo de la Repblica de Cuba, y Rafael Vzquez Fernndez, gloria del bistur cubano e internacional. S"LID S"LID A LAB A LAB OR CIENTFIC OR CIENTFIC A A LIUDMILA PEA HERRERA / liudmila@ahora.cip.cuSantiago de Cuba, 26 de julio de 1953. Domingo. Tocan a la puerta. Preguntan. No es aquella la casa. Siguen. Con un poco de suerte la encuentran. Abre la prima Teresa, medio somnolienta an, y los hace entrar. A lo lejos se haban escuchado fuegos artificiales. O seran disparos? A poca gente se le ocurre: lo ms natural es que en medio del Carnaval haya colores explotando en el aire, no soldados que se fajen en el MoncadaŽ. Dos de los Ferraz Pellicer explican a la prima algunas cuestiones; no todas, claro. Ella teme y no los deja salir a la calle. Atrs ha quedado Alejandro, el menor de los tres de esa familia gibarea que se enrol en las acciones. Los otros ven cmo cae el hermano bajo el fuego de la ametralladora enemiga, pero la orden es retroceder y despus de varias escaramuzas logran escapar. La prima llora. Santiago hierve. Mientras, Alejandro, quien simplemente se haba arrojado del carro cuando presinti los disparos, ya se aleja del cuartel; sano, mas no salvo an. Mientras camina por la calle Garzn va quitndose poco a poco el uniforme del cuerpo de militares batistianos y lo va arrojando a donde puede. Suerte que aquel le haba quedado grande y la sugerencia de una de las compaeras de accin casi le salvaba la vida: Djate ropa por debajo para que te ajuste mejorŽ, le haba dicho. Solo tena cinco centavos en el bolsillo, no tena con qu irme para la Granjita. Me acord de mi prima, que viva frente al diario Cuba, atrs de la joyera de su propiedad. Iba tranquilo, buscando el parque Cspedes. Vi la casa y toqu. Imagnate la alegraƒŽ, cont Alejandro luego de varios aos, a un periodista de Bohemia. Despus, como antes de los sucesos de 1953, los tres hermanos continuaran la lucha por el mejoramiento de la Patria. Vendran acciones clandestinas, exilio y apoyo a la Revolucin desde el exterior, el regreso a Cuba y la contribucin a su nacimiento y desarrollo como nacin independienteƒ Estaba en su sangre, aporte del padre, Juan Ferrs Gonzlez, mamb de la gesta independentista y luchador de la Guerrita de GibaraŽ, en 1931, la oposicin a la injusticia. Haban formado parte de la Joven Cuba, siguieron los ideales de Guiteras, desde su pueblo natal o desde la capital, donde se haban radicado en busca de mejora. Actuaron a veces siguiendo rdenes y otras por intuicin, pero cuando escucharon los planes de Fidel para una nacin ms justa, decidieron que all estaba el lder que buscaban. Por eso, sin pensar demasiado en la muerte, con la juventud ardindoles en las venas, abandonaron el hogar y se fueron en busca de la libertad. A 60 aos de aquellas heroicas acciones, el reto de los cubanos de hoy es no permitir que la modernidad, el ajetreo y la lucha por el mejoramiento material los suman en el olvido. El reto de los maestros de hoy es mirar en el pasado, buscar en la Historia de la localidad la respuesta a nuestro presente. Porque la Revolucin que tanto conmocion al mundo tambin la debemos a esos hroes modestos que en cada pedacito de Cuba arriesgaron su juventud para devolver el derecho de vivir en igualdad a todos los seres humanos. GIB GIB AR AR A EN EL MONC A EN EL MONC AD AD A A V ICTORIADELASIDEA SA NIVERSARIO60DELASALTOALOSCUARTELESMONCADAYCARLOSM.DECSPEDE S ANIA FERNNDEZ TORRES/ afernandez@ahora.cip.cuFue una buena evaluacin de asuntos vitales, pues todava quedan cosas por hacer y pocos das para que culmine el semestre. Es tiempo de revisar lo pendiente para poder cumplir los compromisos e implusar los planes de produccin y serviciosŽ, asever Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central y primer secretario del Partido en la provincia, en la Reunin de la Economa realizada recientemente. Se analizaron los principales indicadores econmicos al cierre de mayo, con especial nfasis en las cuentas y efectos por pagar y cobrar, aspecto en que la provincia no puede retroceder en lo avanzado hasta la fecha, luego de cuatro aos de desarrollo de una gestin econmica ms detallada y profunda al respecto. Sucel Tllez, presidenta de la Asamblea Provincial del Poder Popular, enfatiz en las potencialidades del territorio para incrementar sus finanzas con las nuevas vas que brinda la actualizacin del modelo econmico, pero sin caer en ingenuidades y excesivos gastos que debiliten la capacidad de la empresa estatal. Actualmente, la provincia tiene un supervit de 80 millones de pesos, es decir, ms ingresos que gastos, situacin muy positiva. No obstante, es vital impulsar tareas como produccin de alimentos, recuperacin del impacto del SandyŽ, construccin de viviendas y reparacin de edificios multifamiliares, entre otras. EV EV AL AL U U A A CI"N OPOR CI"N OPOR TUNA TUNA CLEANEL RICARDO TAMAYO/cleanel@ahora.cip.cuConvertidos en defensores de la respetada organizacin a la que pertenecen, los ciegos y dbiles visuales holguineros comenzaron desde ayer su Asamblea, para seguir mejorando el camino hacia la completa integracin social que el sistema poltico del pas promueve y apoya decididamente. Primeramente por comisiones y despus en una gran plenaria, los miembros de la Asociacin Nacional del Ciego (ANCI) aqu debatirn hasta hoy las medidas para hacer ms efectivas, tanto la rehabilitacin integral como la prctica del deporte, manifestaciones culturales y actividades recreativas, adems de acciones para elevar los niveles educacionales. De cara al VII Congreso de la organizacin, que sesionar en noviembre de este ao, y con el lema, creado precisamente por los holguineros, que sentencia La integracin multiplica la fuerza y la unidad, la ANCI en esta provincia analiza tambin sus tareas de organizacin, procedimientos con los sordo-ciegos, relaciones pblicas, atencin social, relaciones internacionales y otros asuntos del funcionamiento interno. La La A A A A N N N N C C C C I I I I en As en As amble amble a a Los enfrentamientos de la fase de cuartos de finales de la XXXVII Serie Provincial de Bisbol se desarrollan desde el pasado jueves; en la primera fecha, Holgun y Calixto GarcaŽ vencieron (3-0) y (2-1), en el Oeste, a Cacocum y Gibara, respectivamente. En el Este, Frank PasŽ noque (18-8) a Bguano, a pesar de los dos jonrones de Lzaro Bent, que impuls siete; Mikel Sainz blanque (3-0) a Mayar, en triunfo de Moa. Ayer se efectuaban los segundos encuentros. Maana se jugarn los terceros encuentros de cada cotejo en el Feli LeyvaŽ, Orlando ProenzaŽ, Melchor AnidoŽ y Žngel RomeroŽ. Es posible que algunas series se definan este domingo. / / R R e e y y n n a a l l d d o o D D u u h h a a r r t t e e G G u u e e r r r r a a

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PG. ¡AHORA! PUNTOS DE VISTAJUNIO 22, 2013 L L O O S S 1 1 0 0 0 0 D D E E A A N N G G L L I I C C A A Sentada en su balance y tarareando la cancin ¡Cuba, qu linda es Cuba!, causa mucha satisfaccin que Anglica San Nicols cumpliera 100 aos. Su voz no aparenta tener tantos. Ni canas ni verrugas opacan la belleza de sus ojos verdes. A pesar de la edad, le gusta cantar, es apasionada a la lectura y fue tajante con sus familiares: Estoy contenta porque me trajeron muchos regalos, pero brava porque nadie se acord de un libroŽ. Su pasin por la lectura le nace de su profesin como maestra, tarea que ejerci por muchos aos en la Sierra de Banes. Nacida en Santa Luca, cabecera del municipio de Rafael Freyre, el 12 de junio de 1913, tiene su origen en espaoles asentados en esta zona y reside actualmente en Calle 15 nmero 1-Altos, entre 14 y 18, reparto Pedro Daz Coello, ciudad de Holgun. De su unin con Francisco Feria Tllez nacieron dos bellas mujeres que le dieron cuatro nietos y 8 bisnietos. Es una patriota de pura cepa y de sus labios brota con orgullo que Cuba no debe favores a ninguna extraa tierra, en Cuba todo se encierra, Cuba es un jardn de floresŽ. Le gusta comer pltanos maduros, acompaados de mucha ensalada, especialmente de lechuga y aguacate. Al indagar cul es el secreto para llegar a tan avanzada edad, responde sin vacilacin: Ser buena con todo el mundo y patriotaŽ. ¡Muchas felicidades, Anglica, por su centenario!/ ( ( T T e e x x t t o o y y f f o o t t o o s s : : E E l l d d e e r r L L e e y y v v a a ) )S S E E P P A A U U S S T T E E D D Q Q U U E E ƒ ƒ …No existe el Ro de Janeiro, pues cuando los portugueses descubrieron esta regin de Sudamrica, en enero de 1502, creyeron que haban llegado a la desembocadura de un ro, al cual llamaron Ro de Enero (Janeiro en portugus). No se trata de un ro, sino de una baha, llamada actualmente de Guanabara. …Las ratas se multiplican tan rpidamente que, en 18 meses, dos ratas pueden tener ms de un milln de descendientes. …Un solo rbol pierde por evaporacin 265 litros de agua por da. Una hectrea de maz evapora por da ms de 30 mil litros de agua. …Durante un perodo de 100 aos, una molcula de agua pasa 98 aos en el ocano, 20 meses en forma de hielo, 2 semanas en lagos y ros y menos de una semana en la atmsfera. P P A A P P A A G G U U A A N N T T E E Quiz le haga falta un guante al equipo de pelota de Holgun, pero no haya dnde buscarlo. La madre natura le ha dado la posibilidad de adquirirlo en la reciente cosecha de papas tradas del occidente del pas, pues en uno de sus sacos se ha colado esta parecida a uno de los medios que utilizan estos equipos. Caprichos de la naturaleza, verdad?/( ( T T e e x x t t o o y y f f o o t t o o : : E E l l d d e e r r L L e e y y v v a a ) ) P Para nadie es un secreto que la Salud Pblica es uno de los sectores sociales que ms le cuesta al Estado. Sin embargo, ni en los momentos econmicos ms crticos se ha dejado de invertir cuantiosos recursos materiales y humanos, para disponer de la mejor tecnologa mdica, garantizar los servicios, preparar la fuerza profesional y construir y reparar las unidades. De todo ese empeo somos testigos y hasta algunas veces muchos han sido protagonistas, en lo referente a la rehabilitacin de varias obras asistenciales, como policlnicos y hospitales. Unas han dispuesto de un respaldo mayor, de acuerdo con su inclusin en el programa inversionista del sector en la provincia, mientras que otros, con pocos recursos a su disposicin, pero con voluntad de sobra para hacer, han emprendido modestas acciones que ya hoy rinden fruto. El Hospital Clnico Quirrgico Luca iguez es un ejemplo. Prximo a cumplir 15 aos de servicio a toda la poblacin de Holgun y otras provincias vecinas, acomete un modesto plan de mejoramiento de sus reas sin bombo ni platillosŽ, aunque s con resultados palpables. Quienes recientemente han estado all habrn notado el cambio en seis salas de hospitalizacin: Geriatra, Medicina, Ciruga de Mujeres, Urologa, Angiologa y Hematologa, donde la pintura volvi a sus paredes y se cambiaron puertas en mal estado y la cristalera rota de ventanales. Tambin se restituyeron tazas sanitarias con descargue, lavamanos con sus respectivas pilas de agua, las duchas volvieron a disponer de sus aditamentos y el sistema elctrico nuevamente tiene interruptores y luminarias. El empeo por cambiar las condiciones de ese hospital seguir, pero valdra preguntarse a qu costo. An con la pintura fresca en las paredes y algunos de los herrajes con su brillo natural, ya estn las huellas de los depredadores en varios lugares de esas reas. Muchas duchas ya no tienen cebollasŽ, faltan latiguillos, llaves en lavamanos y muchos otros de los recursos dispuestos en esos lugares. Ms all de cunto cuestan una ducha y el herraje completo de un bao sanitario, est el servicio social que prestan esos aditamentos al colectivo o al familiar del hospitalizado que deber cargar con cubos, pomos y otros tiles para garantizar el aseo del enfermo y su mejor permanencia en esos centros asistenciales. El Clnico-Quirgico poco retiene de todas las muchas comodidades con las que abri por esa accin destructiva de algunos y la indiferencia de otros, porque, como escribiera sabiamente Mart: Los hombres van en dos bandos, los que aman y construyen y los que odian y destruyenŽ. Hoy nos toca unirnos ms en ese primer bando en todas las esferas de la vida, resulta un deber, pero an ms en este sector tan sensible y necesario para todos. En el Luca iguezŽ, como en otros centros de salud, los primeros que deben cuidar su pedacito, all donde todos los das labran sus hazaas, muchas veces annimamente, son sus propios trabajadores. Y a pacientes y familiares les toca tambin un alto nivel de responsabilidad, pues en definitiva son los dueos y los ms beneficiados en que ese Hospital o cualquier otra unidad asistencial tenga las mejores condiciones para recibir una atencin de calidad. Nuestro sistema de salud es nico, gratuito y accesible a todos los cubanos, pero no podemos olvidar por un minuto que s cuesta... y mucho. EL C EL C O O S S T T O DE O DE NUE NUE S S TR TR A A S S GR GR A A TUID TUID ADE ADE S S lourdes@ahora.cu Por Lourdes Pichs Rodrguez 03 E En estos das, quienesejercemos como Delegados del Poder Popular andamos con los pelos de punta. An quedan vestigios de las Asambleas de Rendicin de cuentas a los electores, correspondientes al XV Perodo de Mandato. Los debates alteraron hasta a los ms ecunimes. El pueblo pide y no se conforma, lo cual es bueno, porque evidencia su confianza en el Estado cubano. No es secreto que cuando se realizaron tales reuniones por primera vez, all por Matanzas en la dcada del 70, la gente acuda al encuentro con ms entusiasmo y seguridad de que sus problemas seran solucionados, fueran comunitarios o no. Pedan y reciban. Se vivieron tiempos de bonanza en los que el mejor Delegado era quien ms casas ayudaba a construir, pues evidentemente haba con qu. Hoy la realidad es otra, y aunque nuestra funcin ahora no es la de dar, sino la de tramitar, la gente sigue acudiendo a estas reuniones, ya sea a plantear, proponer, apoyar o simplemente a compartir. Y puedo asegurar que la mayora no acude obligada, sino porque sostienen el compromiso y la confianza de que, aunque a veces la falta de inversiones, el escaso presupuesto o las ganasŽ fuera de planificacin no permitan satisfacer todas las necesidades de la poblacin, el Estado se proyecta a atender y solucionar las problemticas con el impulso mancomunado de los organismos y entidades encargados. Tal vez hubo asambleas en las que la gente no entendi al Delegado, alter el tono de voz y hasta quizs amenaz con no asistir ms, pero tal actitud no es tan alarmante, pues responde a la natural exigencia del pueblo ante la necesidad del cambio que el Estado quiere ver en nuestra gestin y en el perfeccionamiento del sistema social cubano, donde la mejor respuesta siempre ser una solucin. No en vano se implementan los Lineamientos de la Poltica Econmica y Social del Partido y la Revolucin y los objetivos de la Primera Conferencia Nacional del Partido. Esta es una etapa de transformacin y evolucin de nuestro Socialismo. Los notables cambios en todos los sectores demuestran avances en aras de mejorar el nivel de vida del pueblo, pero no debemos conformarnos, sino ganar en agilidad de gestin e inyectar adrenalina a quienes tenemos esa responsabilidad. Si no logramos implementar las transformaciones necesarias en esta primera mitad del siglo XXI, esperar por otra etapa podra convertirse en una utopa. Para lograrlo hace falta gente que critique, proponga y exija lo que le toca; se necesitan ms propuestas y soluciones desde la misma comunidad, en su propio beneficio; que las personas confen y asistan con sus demandas; que el Delegado se prepare para rendir cuentas de su trabajo en el periodo y no se escude en que el organismo encargado no asisti a dar respuesta y desterrar el discurso conformista que frena el desarrollo. Hago mas las palabras guevarianas: La construccin terica del poder popular tiene entonces que atender las expectativas, las aspiraciones y los valores presentes en los sectores popularesŽ. Este primer Proceso de Rendicin de Cuentas ha demostrado las expectativas de nuestro pueblo al construir una Cuba mejor. Aprovechemos el impulso para construir juntos tambin un mejor Poder Popular. UN MEJOR UN MEJOR PODER PODER POPULAR POPULAR cip223@enet.cu LuisAlberto Periche l l o o u u r r d d e e s s @ @ a a h h o o r r a a . c c i i p p . c c u u C C o o l l u u m m n n a a a a c c a a r r g g o o d d e e O O r r l l a a n n d d o o R R o o d d r r g g u u e e z z P P r r e e z z c c i i p p 2 2 2 2 3 3 @ @ e e n n e e t t . c c u u

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PG. R R E E P P O O R R T T A A J J E E ¡AHORA!JUNIO 22, 2013 KARINA MARR"N GONZLEZ/ karina@ahora.cip.cu FOTO: ELDER LEYVAC Convivir en armona, respetar a nuestros semejantes y proteger aquellas edificaciones, lugares u objetos con valor histrico-cultural, fueron incentivos para la ms reciente jornada de debates del sistema de gestin partidista, dedicada al comportamiento social en barrios y comunidades y las agresiones al Patrimonio y a instituciones pblicas. Con los Lineamientos de la Poltica Econmica y Social del pas y los Objetivos derivados de la Primera Conferencia Nacional del Partido como guas, los anlisis tuvieron en cuenta las normas jurdicas relacionadas con los temas y se encaminaron a propiciar la reflexin en torno a conductas inadecuadas que daan la sociedad. De esta manera no solo se definieron los conceptos de indisciplina social, ilegalidad, delito y contravencin, sino que se profundiz en asuntos como el papel de la familia ante las acciones de los menores de edad y de todo cuanto sucede en el hogar. Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central y primer secretario del Partido en Holgun, insisti en que se trata del primer eslabn no solo en la educacin, sino tambin en la responsabilidad ante la sociedad y en la defensa de una de las mayores conquistas de la Revolucin: la tranquilidad ciudadana. Resalt, adems, la importancia del conocimiento de las leyes y de fomentar la cultura jurdica. Se explicaron cules son las principales contravenciones que se cometen contra el ornato pblico, entre las que se encuentran la poda sin autorizacin, la reparacin de vehculos en la va y las afectaciones a los muros, paredes, ventanas, fachadas, puertas o cualquier parte exterior de las edificaciones. El Primer Secretario del Partido llam la atencin sobre un grupo de personas inescrupulosas que daan los parques con grafitis en lugares indebidos o mediante el robo de luminarias y la destruccin de los bancos. Esta es una batalla que se ganar solo con la participacin del puebloŽ, dijo y enfatiz en que es una labor que tambin compete a las escuelas, la familia, la comunidad, porque tiene que ver con el comportamiento, la cortesa y el buen trato, imprescindibles para la convivencia y las buenas relaciones humanas. En lo referido a la higiene comunal, son frecuentes violaciones como el derramamiento de aguas y albaales, los escombros depositados en sitios inadecuados y las conexiones ilegales a la red de acueducto y alcantarillado, como se haba planteado durante el debate del tema de los recursos hidrulicos. Flix Abreu Blaya, director provincial de Comunales, se refiri a las indisciplinas que se cometen en lugares diseados para depositar la basura, que van desde tirarla fuera sin necesidad, hasta daar los colectores y supiaderos. Ante esto, Cuevas Ramos sugiri a los directivos de esa entidad que involucraran en el cuidado de estos medios a las instituciones y los CDR del entorno donde se encuentran ubicados, porque estn ah para un servicio que beneficia a todos y por tanto la vigilancia debe ser compartida. A las contravenciones que se reiteran en el trabajo por cuenta propia tambin se les dedic su momento. El ejercicio de diferentes actividades que no han sido aprobadas o de otras sin la debida licencia, la mala procedencia de las materias primas, mercancas y materiales, y el empleo de trabajadores no contratados, son algunas de ellas. Significativo es que en este ao se han sumado 4 mil 638 nuevos contribuyentes, con 8,1 millones de pesos de aporte al presupuesto del Estado, de acuerdo con datos ofrecidos por Rafael Hernndez, director de la ONAT en la provincia. Esta es una muestra de que la sociedad se ordena, como seal el Primer Secretario del Partido, a pesar de que existen personas que se resisten a la modificacin de los hbitos adquiridos durante aos. Entre las infracciones ms frecuentes en torno a las viviendas, se cuentan las construcciones y modificaciones ilcitas, las violaciones de las regulaciones urbanas y el arrendamiento sin autorizacin; mientras que en la Pesca resaltan la captura y comercializacin de especies protegidas y en general la venta ilegal de distintos ejemplares de la flora y la fauna. Otras igualmente usuales en instituciones sociales son el andar sin camisa, la especulacin con entradas y turnos para espectculos culturales, eventos deportivos y el acceso a servicios de alta demanda, la ingestin desmedida de bebidas alcohlicas y los daos causados por reyertas pblicas. Sobre este tema se puso el ejemplo de un ciudadano que caus numerosas prdidas en la Taberna El Cazador y por este motivo deber abonar el valor de los artculos afectados, adems de encontrarse a disposicin de la Fiscala. E E D D U U C C A A C C I I " N N F F O O R R M M A A L L Y Y A A L L G G O O M M S S E E D D U U C C A A C C I I " N N F F O O R R M M A A L L Y Y A A L L G G O O M M S S Si queremos una sociedad mejor, habr que luchar a brazo partido por superar los problemas actuales en la educacin formal. Faltas de respeto y cortesa entre las distintas generaciones que conviven en la familia, la comunidad y las instituciones, problemas en las formas de comunicarse: grosera, vulgaridad, gritar en lugares pblicos y no aceptar la diferencia de criterios; son solo algunas manifestaciones de este fenmeno, como trascendi durante la jornada de debates. En el transporte pblico tambin es evidente el deterioro de algunos valores, es frecuente ver a personas abordar los mnibus por las ventanas, no pagar el pasaje o que el conductor se apropie del mismo, adems de otras acciones como empujar al subir o bajar, no respetar el asiento de embarazadas y discapacitados, daar al medio y la venta ilcita de pasajes. Ren Rodrguez, director provincial de Transporte, se refiri a las acciones desarrolladas para tratar de solucionar las deficiencias que estn en la competencia de esa entidad, como es lo relativo al cuidado de los carros y el trato y la tica de los trabajadores. Muy delicado es cuando se dan estas situaciones en instituciones de Salud. En el Teatro Celia Snchez se expusieron algunas de las ms comunes, tales como el irrespeto a los horarios de visita y atencin a la poblacin, la falta de orientacin, la emisin de recetas, certificados y dietas mdicas por complacencia, la sustraccin de medios, alimentos y medicamentos destinados a los pacientes y la venta de servicios, fundamentalmente en cirugas estticas, cesreas, atenciones estomatolgicas y prestaciones de ptica. Cuevas enfatiz que los mdicos que incurren en estos ltimos, no solo violan principios bsicos de nuestra sociedad, donde la salud es gratuita para todos sin distinciones, sino que violan todos los reglamentos y la tica de un modo inadmisible. D D E E L L A A C C O O N N T T R R A A V V E E N N C C I I " N N A A L L D D E E L L I I T T O O D D E E L L A A C C O O N N T T R R A A V V E E N N C C I I " N N A A L L D D E E L L I I T T O O Muchas de las conductas a las que se les aplican contravenciones, pueden llegar a constituir delitos, de ah que sea relevante el trabajo que se haga en funcin de la prevencin. Con esa ptica deben funcionar los grupos de enfrentamiento en cada municipio y tambin atendiendo a las diferencias entre las zonas y la prioridad que se les otorga. En la provincia existen 159 consejos populares y 22 de ellos concentran el 45 por ciento de los delitos, la mayora del municipio de Holgun, por lo que sin dudas la tarea es ms intensa para esos grupos comunitarios, una estructura esencial en esta batalla. En sentido general, apunt el Primer Secretario del Partido, los delitos han disminuido, solo persisten hechos contra el ganado mayor, razn por la cual hay que replantearse la ofensiva contra el cuatrerismo en los camposŽ. Entre las ilegalidades ms frecuentes en los barrios se encuentran las peleas de perros y gallos, compra-venta de productos de todo tipo, casas almacenes, ruido y carreras de caballos, autos y motos. El teniente coronel Julio Carmenate, jefe de la Polica Nacional Revolucionaria en el territorio, ofreci informacin sobre acciones que han puesto freno a algunos de estos modos de proceder. De esta manera fueron desarticuladas fbricas clandestinas de ron y alimentos, viviendas que se empleaban como almacenes, as como talleres ilegales. Por su parte, Ruberdanis Tamayo, jefe de la Unidad de Medioambiente del CITMA, se refiri a las principales afectaciones que competen a esa entidad. Entre enero y mayo de 2013 hubo casos de contaminacin del aire por emisin de polvo y humo, y por vertimiento de residuales en ros, ruidos, minera ilegal y afectaciones a la zona costera. Un ejemplo de ello es lo sucedido con un trabajador no estatal en Vita, Rafael FreyreŽ, que realiz tala de mangle, cimentacin, construccin de pasarelas y exhibe en cautiverio especies controladas de la biodiversidad (pez len, tortugas y cocodrilo). Las autoridades detuvieron la actividad, multaron al ciudadano y est en la obligacin de restituir la zona a su estado natural. P P R R E E S S E E R R V V A A R R L L A A M M E E M M O O R R I I A A P P R R E E S S E E R R V V A A R R L L A A M M E E M M O O R R I I A A El Patrimonio Cultural es la herencia propia del pasado de una comunidad, con la que esta vive en la actualidad y se transmite a las generaciones presentes y futuras; por eso es imprescindible su preservacin y una razn ms que suficiente para que el tema se haya discutido entre los asuntos ms relevantes de la vida de la provincia. Evelyn Hernndez, directora del Centro Provincial de Patrimonio, hizo la presentacin de esta parte del encuentro y explic a los asistentes las principales regulaciones establecidas desde la Ley. Holgun cuenta con 19 monumentos nacionales, nueve locales, dos zonas de proteccin, 16 locomotoras a vapor y ms de 6 mil inmuebles con cierto grado de proteccin. Entre las afectaciones ms relevantes estn las construcciones ilegales, es decir, sin la debida aprobacin en estos casos, o aquellas que violan los proyectos aprobados y las licencias otorgadas. Tambin son frecuentes el inicio de intervenciones en algunos inmuebles que luego quedan abandonados, cambios en la pintura, la presencia de plantas parsitas, los portales en peligro de derrumbe y los enchapes en fachadas con lajas y otros materiales, que en lugar de proteger de la humedad la esconden e incrementan. Otras dificultades son el robo de bienes patrimoniales y el deterioro en los fondos documentales, particularmente en Banes como consecuencia de la clausura del Archivo Histrico Municipal. Sucel Tllez Tamayo, presidenta de la Asamblea Provincial, reconoci que desde el Gobierno es necesario intensificar el trabajo en la proteccin del Patrimonio, mediante una mayor exigencia a los organismos con responsabilidades en la conservacin y la toma de decisiones diferenciadas que permitan atender cada caso y establecer prioridades, asunto que se incluir en la agenda del Consejo de la Administracin Provincial para su organizacin y seguimiento. Algunos ejemplos de los daos son las ms de 60 inserciones inconsultas en la ciudad de Gibara. Tambin se pudo constatar, mediante fotografas, la transgresin de los proyectos aprobados, como ocurri en el prtico del Cementerio de Holgun y en el snack-barLa Begonia. Asimismo fueron apreciados locales abandonados en el centro histrico, deterioro de monumentos conmemorativos como el Angelote del parque San Jos y el Mural Orgenes y otras infracciones como toldos y aires acondicionados que sobresalen de las fachadas, decoracin de exteriores y el uso de materiales inadecuados en construcciones que no han sido debidamente consultadas y aprobadas. Un aparte se hizo para lo que ocurre en los alrededores de la Plaza de la Revolucin, donde existen microvertederos, tala de rboles, pastan animales y se hacen acampadas sin permiso. De igual modo se llam a eliminar el parqueo frente a La Periquera y la Casa Natal de Calixto Garca. Como buenos ejemplos trascendieron la restauracin al Museo de Historia Natural, la Casa del Teniente Gobernador, la CADECA de la calle Frexes, el Teatro Comandante Eddy SuolŽ, la sede de la UNEAC, la Loma de la Cruz, el Hotel Ordoo, en Gibara, y la Casa de Lidia Doce, en Mir. Hirn Prez, presidente de la Comisin Provincial de Patrimonio, agradeci el apoyo de las autoridades para proteger algo que le pertenece a la sociedad toda y resalt que la labor que realizan las instituciones responsabilizadas directamente, no es la de obstaculizar como muchos creen, pero s es imprescindible velar por los sitios y objetos que forman parte de la memoria colectiva. Afirm que es posible con inteligencia y voluntad salvarlos y mejorar la ciudad, llegar a convertirla en ese lugar que hemos soado, y la aplicacin del sistema de gestin partidista es un avance en el camino al logro de esa aspiracin. Ya en los finales del encuentro el Primer Secretario del Partido exhort a rescatar el Patrimonio donde se haya daado, a protegerlo como direccin principalsima y a rectificar todo lo mal hechoŽ.0 0 4 4 La proteccin al Patrimonio y el comportamiento social fueron llevados a debate como parte del sistema de gestin partidista. Preservar la memoria y los valores, son urgencias para lograr la sociedad que queremos La sociedad que queremos

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PG. ¡AHORA! REPORTAJEJUNIO 22, 2013 LISET PREGO Y LIUDMILA PEA / cip223@enet.cu FOTOS: ELDER LEYVA Esta es la poca de los conectadosŽ, dicen algunos en alusin a las posibilidades que brinda Internet. Tal desarrollo impone retos en la formacin de profesionales de todo el mundo. Por eso, en las universidades cubanas se promueve el conocimiento de la Informtica y se intenta poner a disposicin de los alumnos, los adelantos que sean posibles en funcin de cada profesin. Si asumimos que la prctica es el criterio de la verdadŽ, queda clara la importancia de aulas y laboratorios especializados. A A U U L L A A S S Y Y L L A A B B O O R R A A T T O O R R I I O O S S E E S S P P E E C C I I A A L L I I Z Z A A D D O O S S ? ? Un recorrido por diferentes instituciones universitarias de la provincia permiti vislumbrar el estado actual de aulas especializadas y laboratorios, as como su capacidad real para prestar servicios para los que fueron diseados. En la Universidad Oscar Lucero Moya, Jos Ramn Hechavarra, jefe de Departamento de Ingeniera Mecnica, destac los resultados del laboratorio de Metalografa y Ciencias de los Materiales, el cual posee tcnicas que permiten evaluar materiales, con el fin de constatar la calidad de las piezas bajo determinadas condiciones de trabajoŽ. Sin embargo, estudiantes de primer ao de esa misma carrera aseguraron: Trabajamos en el taller de maquinado, donde nos ensearon a manipular equipos, pero los instrumentos estn obsoletosŽ. Otro alumno manifest: En la asignatura Automvil Contemporneo, lo dimos casi todo terico pero uno tiene que meterse debajo de un carro para aprenderŽ. El Jefe de Departamento asumi que en el rea de Energa y Mecnica de fluidos, existe un laboratorio que precisa reparacin, pues limitamos el servicio por problemas de seguridad con el sistema elctricoŽ. En tanto, la carrera de Ingeniera Informtica posee un aula especializada y seis laboratorios. Uno de ellos es un departamento de hardwarepara que los estudiantes manejen los componentes de las mquinas. Pero no tenemos espacio para poner objetos que nos han llegado de donacin relacionados con la robtica, por lo cual an estn en cajasŽ, asegur Sergio Cleger, jefe de Departamento de la carrera. La aparente disponibilidad de tecnologa y su frecuente divorcio de la accesibilidad a la misma, aqueja a algunos, como ilustra Ral Cuadrado, jefe del Departamento de Lengua Inglesa de la Universidad Oscar Lucero. All existe un Laboratorio comprado a China. Cuando lleg el equipamiento, tuvimos que esperar por los proveedores para que nos explicaran cmo funcionaba. Una vez que se fueron, alguien hizo un procedimiento incorrecto y lo perdimos. Este ao lo volvimos a echar a andar; pero ahora se rompi una fuente, la reportamos y deben arreglarla pronto. No todos los profesores han recibido preparacin para trabajar con esta tecnologa. La han usado en Interpretacin con el quinto ao, y con preparatoria, en Audicin. Estudiantes de cuarto, tercero y segundo no han trabajado nunca en ese laboratorio a pesar de que hay asignaturas como Lengua Inglesa y Francesa que as lo requierenŽ. Otra es la situacin del laboratorio de Fontica de la Universidad de Ciencias Pedaggicas, donde Julio Csar Rodrguez, profesor de Lengua Inglesa, cuenta: Se usa mucho para clases de Audicin. Este posee 16 cabinas, por lo que solo hay capacidad para igual cantidad de alumnos. Primer ao, por ejemplo, tiene 80 estudiantes. Los grupos deben dividirse en dos partes que se alternanŽ. En ese mismo centro se dispusieron laboratorios para especialidades como Qumica, Biologa y Fsica. Acerca de este ltimo y su funcionamiento, comenta Jorge Luis Hernndez, auxiliar tcnico docente del mismo: Aqu no tenemos muchas dificultades. Poseemos una dotacin bastante completa que incluye equipos llegados recientemente y otros que se han conservado durante dcadas. Todava las potencialidades del local y sus materiales no se explotan lo suficiente. Tenemos recursos, pero muchos son frgiles y deben cuidarse para que duren como los anterioresŽ. En la Universidad de Ciencias Mdicas el panorama se mostraba complejo por la extensa matrcula. La Dra. Mildred Labrada, vicedecana docente, explic: Existen dos laboratorios de Anatoma donde se conservan modelos y maquetas. Tienen una sala de conservacin con los cadveres y tambin hay una osteoteca, con un banco de huesos. Poseemos un laboratorio de Histoembriologa, donde se ve la parte microscpica de la clula y los fetos en sus diferentes etapas. El de Bioqumica se divide en dos: en uno no se presta asistencia: es solo para demostraciones. En la otra parte se atiende a los pacientes. O sea, que los estudiantes alternan entre un espacio donde ven la simulacin del proceso y otro en el cual pueden verlo en el paciente vivoŽ. La doctora explic que poseen un laboratorio de Histologa para la formacin de residentes; adems de un nuevo local: un laboratorio de simulacin de parto que se incorporar al proceso de enseanza del cuarto ao. La adquisicin cuenta con una maqueta de goma sincronizada a una computadora que reproduce el mecanismo del partoŽ, aadi. Hoy rescatamos las prcticas de laboratorio tradicionales, pues durante un tiempo la digitalizacin de las asignaturas las haban relegado. Lo que nos afecta es que en los municipios con grandes filiales hay aulas especializadas, pero no tienen la cantidad de medios con que disponemos en la sede centralŽ, seal Mildred Labrada. O O B B S S O O L L E E S S C C E E N N C C I I A A R R E E P P R R O O G G R R A A M M A A D D A A ? ? Pese a que en cada uno de esos centros se estudian carreras diferentes, todos tienen en comn la existencia de espacios para visualizar en la prctica la teora, aunque profesores y estudiantes sealan carencias tecnolgicas. Casi toda la bibliografa que se utiliza est en soporte digital y a gran parte de ella solo puede accederse a travs de la red. Eso genera suficientes problemas, porque es difcil bajar un documento en PDF, adems de otros soportes de tipo didctico como documentales y conferenciasŽ, seal un profesor del departamento de Derecho de la UHO. Encuestas aplicadas en esta investigacin y las visitas a algunos de los laboratorios de informtica, revelaron tambin insuficiencias en la prestacin de servicios, en su mayora vinculados con la cantidad de mquinas disponibles y frecuentes roturas, alto grado de envejecimiento de las mismas, desactualizacin de los antivirus, falta de limpieza de los locales, lentitud de las conexiones, ausencias o llegadas tarde de tcnicos de laboratorio, utilizacin de esos locales para la docencia (lo cual limita otros empleos de tales espacios), uso de la tecnologa para fines ldicos (visualizar fotos familiares, preeminencia del uso del correo electrnico, por encima del trabajo con documentos de las diferentes asignaturas). Sobre el tema, docentes de las diferentes instituciones educacionales brindaron su opinin, segn las condiciones de cada una de ellas. As, la Vicedecana docente de la Universidad de Ciencias Mdicas asegur: Todas las asignaturas estn montadas en soporte digital. Las roturas de las computadoras son frecuentes y la proporcin actual est por encima de seis estudiantes por mquina. Adems, en este ao se repondrn algunas nuevas o las piezas necesarias para las que lo precisenŽ. En cambio, Orestes Coloma, director de tecnologa educativa en la Universidad de Ciencias Pedaggicas, explic: Desde 2011 no recibimos nuevo equipamiento para los laboratorios docentes. Recibimos clientes ligeros que se bloquean, adems de viejas mquinas con obsolescencia. En enero del 2012 se inici el montaje de las aulas virtuales, donde un gran por ciento de las asignaturas del curso regular diurno, de primero a tercer ao, tienen en la Intranet la bibliografa de consulta y pueden acceder a videos, animaciones y otros materiales relacionados con la docenciaŽ. En sentido general, existen problemas similares con la disponibilidad de computadoras en las universidades visitadas, incluso hasta en la carrera de Ingeniera Informtica, donde deberan existir equipos con mayores prestaciones porque la especialidad as lo requiere. Est claro que el pas no puede solventar la presencia, en cada laboratorio, de una mquina por estudiante; pero se hace necesario el cuidado y mantenimiento de las existentes para alargar su vida til. Adems, no se concibe que disponiendo de los recursos, no se les habiliten espacios para que estn a disposicin de los estudiantes. Que las carencias econmicas influyan en el problema, puede entenderse. Que indisciplinas, malos usos y hasta sobreexplotacin de esos medios condicionen los problemas latentes, no tiene justificacin. Formar profesionales que puedan entenderlo es parte de los retos que debe asumir hoy nuestra Educacin Superior.05 Pese a las carencias, en las universidades cubanas se apoya el proceso de enseanza y aprendizaje desde el punto de vista prctico, a travs de laboratorios y aulas especializadas. Sin embargo, esta investigacin, casi al finalizar el actual perodo lectivo, evidencia que no todos los problemas asociados a este importante modo de enseanza son enteramente objetivos. Buscar solucin para los que no lo sean deber ser prioridad estratgica para el nuevo curso AVATARES DE LA TECNOLOGA

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PG.VARIEDADES ¡AHORA !JUNIO 22, 201306 M M o o t t o o c c i i c c l l e e t t a a p p a a r r q q u u e e a a d d a a p p o o r r s s u u d d u u e e o o e e n n m m e e d d i i o o d d e e l l B B u u l l e e v v a a r r . V V e e c c i i n n o o s s s s e e a a p p r r o o p p i i a a n n d d e e p p a a r r t t e e d d e e l l a a a a c c e e r r a a y y t t e e r r r r e e n n o o q q u u e e n n o o l l e e s s p p e e r r t t e e n n e e c c e e e e n n l l a a c c a a l l l l e e n n g g e e l l G G u u e e r r r r a a , e e n n tt r r e e J J o o s s A A n n t t o o n n i i o o C C a a r r d d e e t t y y P P e e p p e e T T o o r r r r e e s s , c c i i u u d d a a d d d d e e H H o o l l g g u u n n . ELDER Siguen llegando quejas de clientes de la Empresa Elctrica de toda la provincia, porque desde hace dos meses no pueden conocer cunto gastaron, segn lectura del metrocontador, lo cual les impide guardar el dinero necesario para el momento del pago; sin embargo, la entidad contina sin ofrecer respuesta. Precisamente, Antonio Lemus Nicolau, vecino de calle Luz y Caballero No. 27, entre General Ricardo Sartorio y Carlos Manuel de Cspedes, Gibara, explica que acudi a la Oficina de su localidad para saber a qu atenerse el da que pasara el cobrador y all un empleado muy amablemente le dijo que eran 371 pesos y 40 centavos, pero el 6 de junio le lleg la factura de 541 pesos. De inmediato fui a la Empresa y me atendi el mismo compaero con similar trato y tras buscar en la computadora de antes, me confirm que eran 541. Cmo se explica esto? Tambin he reportado los problemas afrontados con el breaker de mi metrocontador, que se dispara constantemente, pero la respuesta es que no hay, con la sugerencia de que lo compre en las TRD, donde s existe tal aditamentoŽ. C C o o n n t t i i n n a a n n p p e e r r d d i i n n d d o o s s e e m m i i l l e e s s d d e e l l i i t t r r o o s s d d e e a a g g u u a a d d i i a a r r i i a a m m e e n n t t e e p p o o r r u u n n s s a a l l i i d d e e r r o o d d e e a a g g u u a a d d e e l l a a c c a a l l l l e e G G oo n n z z l l e e z z V V a a l l d d s s , e e n n t t r r e e 1 1 7 7 y y 2 2 1 1 , r r e e p p a a r r t t o o E E l l L L l l a a n n o o ; ; s s i i n n e e m m b b a a r r g g o o , l l a a E E m m p p r r e e s s a a d d e e A A c c u u e e d d u u c c t t o o n n o o s s e e d d a a p p o o r r e e nn t t e e r r a a d d a a , a a p p e e s s a a r r d d e e q q u u e e e e s s t t e e e e s s e e l l t t e e r r c c e e r r l l l l a a m m a a d d o o d d e e a a t t e e n n c c i i n n . Usuarios de la biblioteca pblica de Bguano ven limitado el servicio de esa institucin por situacin que afronta el centro. D D e e l l a a s s m m l l t t i i p p l l e e s s i i r r r r e e g g u u l l a a r r i i d d a a d d e e s s d d e e l l s s e e r r v v i i c c i i o o r r e e c c i i b b i i d d o o e e n n l l a a h h e e l l a a d d e e r r a a G G u u a a m m e e l l p p a a s s a a d d o o d d o o m m i i n n g g o o 2 2 6 6 d d e e m m a a y y o o , a a l l r r e e d d e e d d o o r r d d e e l l a a s s s s i i e e t t e e dd e e l l a a n n o o c c h h e e , e e s s c c r r i i b b i i Y Y a a r r i i t t z z a a R R o o n n d d a a , q q u u i i e e n n , a a c c o o m m p p a a a a d d a a p p o o r r c c u u a a t t r r o o p p e e r r s s o o n n a a s s , s s o o p p o o r r t t q q u u e e n n o o l l e e d d e e s s p p a a c c hh a a r r a a n n l l a a c c a a n n t t i i d d a a d d e e s s t t a a b b l l e e c c i i d d a a n n i i e e l l s s a a b b o o r r d d e e l l h h e e l l a a d d o o e e s s c c o o g g i i d d o o y y d d e e s s d d e e s s u u a a s s i i e e n n t t o o v v i i o o c c m m o o p p e e r r s s o o n n a a s s d d ee a a f f u u e e r r a a d d e e l l a a c c o o l l a a s s a a l l a a n n f f a a v v o o r r e e c c i i d d a a s s c c o o n n e e l l e e x x p p e e n n d d i i o o d d e e c c a a c c h h a a r r r r a a s s d d e e h h e e l l a a d d o o . Solicitamos a la Empresa Mecnica del Nquel de Moa, a la UEB Felton, al Sindicato correspondiente y a la CTC en la provincia que analicen conjuntamente el tratamiento laboral ofrecido a Jos Pupo Cabrera, vecino de Panel 1, Apto. 20, Levisa, Mayar. S S o o b b r r e e q q u u e e j j a a d d e e X X i i oo m m a a r r a a C C a a b b r r e e r r a a D D e e s s d d n n , v v e e c c i i n n a a d d e e N N i i c c a a r r o o , r r e e s s p p o o n n d d e e E E m m p p r r e e s s a a E E l l c c t t r r i i c c a a q q u u e e   e e l l p p o o s s t t e e a a l l q q u u e e h h i i z z o o r r e e f f e e r r ee n n c c i i a a p p r r e e s s e e n n t t a a b b a a d d e e f f e e c c t t o o s s e e n n s s u u e e s s t t r r u u c c t t u u r r a a y y s s e e e e n n c c o o n n t t r r a a b b a a i i n n c c l l i i n n a a d d o o ; ; s s i i n n e e m m b b a a r r g g o o , n n o o c c o o n n s s t t i i t t u u a a p p ee l l i i g g r r o o p p a a r r a a l l o o s s m m o o r r a a d d o o r r e e s s d d e e l l l l u u g g a a r r . L L a a i i n n c c o o n n f f o o r r m m i i d d a a d d d d e e l l a a l l e e c c t t o o r r a a h h a a b b a a s s i i d d o o a a n n a a l l i i z z a a d d a a e e n n e e l l C C oo n n s s e e j j o o d d e e D D i i r r e e c c c c i i n n y y t t e e n n a a e e l l a a c c u u e e r r d d o o d d e e d d a a r r l l e e s s o o l l u u c c i i n n e e l l 1 1 0 0 d d e e m m a a y y o o , f f e e c c h h a a e e n n q q u u e e s s e e r r e e t t i i r r l l a a e e s s tt r r u u c c t t u u r r a a Ž Ž . S S i i n n o o p p r r o o c c e e d d a a , c c m m o o e e n n t t o o n n c c e e s s s s e e c c a a m m b b i i e e l l p p o o s s t t e e ? ? Magalys Prez, vecina de Calle Segunda No. 21, entre Quinta y Carretera Central, reparto Jos Daz, ciudad de Holgun, tuvo dos experiencias contrastantes a finales del mes de mayo en dos unidades de prestacin de servicios. Primeramente, resalta el trabajo del colectivo de la Clnica Estomatolgica Manuel Angulo, del Reparto 26 de Julio, donde, desde la recepcionista, tcnicos, estomatlogos, hasta la directora, hay alta estima y tica en el trato a los pacientes y esa actitud la compara con la desatencin recibida en el restaurante del Hotel Santiago el pasado 27 de mayo, a las 12 del medioda, cuando, desde el centro del saln, la capitana le hizo un gesto con la mano para que pasara, igual que a otros clientes. Aunque haba pollo, no se ofertaba, porque faltaba el gas para cocinarlo, pero inexplicablemente se ofreca cerdo en distintas formas. Ante estas y otras anomalas, solicit hablar con la Administradora, pero esta nunca apareci. U U n n a a a a l l e e c c c c i i o o n n a a d d o o r r a a c c a a r r t t a a e e n n v v i i d d e e ss d d e e l l a a c c o o m m u u n n i i d d a a d d d d e e V V u u e e l l t t a a L L a a r r g g a a ( ( C C r r u u c c e e r r o o d d e e F F e e l l t t o o n n ) ) , M M a a y y a a r r , r r i i c c R R i i v v e e r r a a C C s s p p e e d d e e s s , q q u u i i e e n n r r e e c c l l a a m m a a qq u u e e s s e e r r e e s s t t i i t t u u y y a a , e e n n b b i i e e n n d d e e l l o o s s p p o o b b l l a a d d o o r r e e s s d d e e e e s s e e a a s s e e n n t t a a m m i i e e n n t t o o p p o o b b l l a a c c i i o o n n a a l l , t t r r a a n n s s p p o o r r t t e e d d e e p p a a s s a a j j e e r r oo s s M M a a y y a a r r V V u u e e l l t t a a L L a a r r g g a a , v v a a C C a a s s t t i i l l l l i i t t o o , a a s s c c o o m m o o s s o o l l i i c c i i t t a a m m s s m m i i n n u u t t o o s s p p a a r r a a e e l l n n i i c c o o t t e e l l f f o o n n o o p p b b l l i i cc o o d d e e l l l l u u g g a a r r , p p u u e e s s l l o o s s d d i i s s p p o o n n i i b b l l e e s s a a h h o o r r a a s s o o l l o o a a l l c c a a n n z z a a n n p p a a r r a a s s i i e e t t e e u u o o c c h h o o d d a a s s , o o q q u u e e s s e e i i n n s s t t a a l l e e n n o o t t r r oo s s e e q q u u i i p p o o s s . Dos acertadas interrogantes enva el holguinero Irn Arencibia: Qu impide eliminar las plantas que han nacido de manera silvestre en los altos del inmueble que est al lado del Correo Central y las que ocupan espacio en el centenario edificio La Llave? Por qu no se completan los tramos de acera que faltan al final de la calle Arias? A A n n a a T T . Z Z a a y y a a s s H H e e r r n n n n d d e e z z , v v e e c c i i n n a a d d e e c c a a l l l l e e L L e e y y t t e e V V i i d d a a l l , E E d d i i f f i i c c i i o o 2 2 1 1 7 7 , A A p p t t o o . 4 4 , M M a a y y a a r r , c c o o mm o o o o t t r r a a s s m m a a d d r r e e s s d d e e n n i i o o s s p p e e q q u u e e o o s s , t t i i e e n n e e i i n n q q u u i i e e t t u u d d p p o o r r l l a a c c a a r r e e n n c c i i a a d d e e t t a a l l c c o o y y c c o o l l o o n n i i a a p p a a r r a a b b e e b b i i t t o o s s e e nn l l a a r r e e d d d d e e T T i i e e n n d d a a s s R R e e c c a a u u d d a a d d o o r r a a s s d d e e D D i i v v i i s s a a s s ( ( T T R R D D ) ) , a a l l i i g g u u a a l l q q u u e e p p o o r r l l a a i i n n e e s s t t a a b b i i l l i i d d a a d d e e n n l l a a d d i i s s t t r r i i b b u u c c ii n n d d e e c c o o m m p p o o t t a a s s p p a a r r a a l l o o s s m m e e n n o o r r e e s s d d e e t t r r e e s s a a o o s s . A A f f i i r r m m a a q q u u e e d d e e s s d d e e f f e e b b r r e e r r o o a a s s u u m m u u n n i i c c i i p p i i o o n n o o l l l l e e g g a a e e s s e e pp r r o o d d u u c c t t o o , a a l l t t i i e e m m p p o o q q u u e e p p r r e e g g u u n n t t a a : : C C u u n n t t a a s s v v e e c c e e s s d d e e b b e e e e n n t t r r a a r r e e s s e e a a l l i i m m e e n n t t o o a a l l a a s s t t i i e e n n d d a a s s d d e e a a b b a a s s t t e e c c i i m m ii e e n n t t o o e e n n e e l l a a o o ? ? Desde el pasado 21 de febrero, aproximadamente a las 9:10 am, cuando lleg el vuelo Miami-Holgun, Nancy Blanco Vzquez, con domicilio en calle Pepe Torres No. 150, entre Frexes y Aguilera, reclama el equipaje que le fuera sustrado a su hermana por alguna persona de la estera del Aeropuerto Internacional Frank Pas, de Holgun, donde al parecer no verificaron los tiques de entrega a la salida de los pasajeros de este saln, como est establecido. Inmediatamente hicimos la denuncia (3151), pero hasta ahora nadie se hace cargo de este problema, es decir, de resarcir los daos, a pesar de que la casi la totalidad del contenido del paquete eran tiles necesarios para mi madre postrada, con amputacin y diabticaŽ, explic Nancy. E E n n M M o o a a , s s o o l l i i c c i i t t a a m m o o s s a a M M i i g g u u e e l l n n g g e e l l G G m m e e z z q q u u e e n n o o s s c c o o m m u u n n i i q q u u e e s s i i c c o o n n t t i i n n a a e e l l p p r r o o b b l l ee m m a a q q u u e e l l e e h h i i z z o o e e s s c c r r i i b b i i r r a a e e s s t t a a C C o o l l u u m m n n a a e e n n f f e e b b r r e e r r o o , p p u u e e s s l l a a m m e e n n t t a a b b l l e e m m e e n n t t e e a a h h o o r r a a f f u u e e q q u u e e s s u u c c a a r r t t a a l l l l e e g g a a n n u u e e s s t t r r a a s s m m a a n n o o s s . Punto final. AQULACOLUMNA DELOSLECTORESLourdes Pichs Rodrguezaqui@ahora.cu l l o o u u r r d d e e s s @ @ a a h h o o r r a a . c c i i p p . c c u u J J U U N N I I O O 2 2 3 3 1 1 9 9 8 8 3 3 Perecen en Angola los internacionalistas holguineros Eulcer Mora Gonzlez y Juan Manuel Romero Garca. 2 2 4 4 1 1 8 8 7 7 2 2 Muere en combate el Mayor General Julio Grave de Peralta, en el territorio del actual municipio de Frank Pas. 2 2 5 5 1 1 8 8 3 3 5 5 Nace el General Luis de Feria Garayalde, en Tacaj, Holgun. 2 2 6 6 1 1 9 9 5 5 8 8 Ataque a Moa, donde muere Pedro Sotto Alba. 2 2 7 7 1 1 9 9 6 6 5 5 En Arias y Mximo Gmez, Holgun, se inaugura el primer hospital peditrico del territorio despus del triunfo de la Revolucin. Actualmente es un Politcnico de la Salud. 2 2 8 8 1 1 9 9 8 8 2 2 Inaugurado el Plan Piloto para el estudio de las colas ricas en hierro de Nicaro. Dasenla historia JosAbruC. MiembrodelaUnin deHistoriadoresdeHolgun S S A A L L A A P P R R I I N N C C I I P P A A L L S S A A L L A A P P R R I I N N C C I I P P A A L L S S b b a a d d o o 2 2 2 2 , 9 9 : : 0 0 0 0 p p m m , y y d d o o m m i i n n g g o o 2 2 3 3 , 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m :Presenta las coreografas Happy EndingeInteriores. S S b b a a d d o o 2 2 9 9 , 9 9 : : 0 0 0 0 p p m m , y y d d o o m m i i n n g g o o 3 3 0 0 , 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m : Presenta: Funcin-Concierto. Invitados: Ballet de Cmara de Holgun y estudiantes de la Unidad Docente. S S A A L L A A A A L L B B E E R R T T O O D D V V A A L L O O S S S S b b a a d d o o 2 2 2 2 , 1 1 0 0 : : 0 0 0 0 a a m m : Palabras al Viento presenta El Camarn Encantado. S S A A L L A A I I S S M M A A E E L L I I L L L L O O S S b b a a d d o o 2 2 9 9 , 1 1 0 0 : : 0 0 0 0 a a m m : La Compaa de Teatro Alas Buenas con la obra infantil La Parada. D D o o m m i i n n g g o o 3 3 0 0 , 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m : El Ballet Lina Sanz presenta su Pea A mi Manera. T T e e l l f f o o n n o o s s : 4 4 5 5 4 4 9 9 3 3 0 0 y y 4 4 5 5 4 4 9 9 3 3 2 2 Programacin C C A A N N A A L L 6 6 3 3 S S B B A A D D O O 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSD Imagen Plural D D O O M M I I N N G G O O 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSD y de Arte L L U U N N E E S S A A V V I I E E R R N N E E S S ( M M E E D D I I O O D D A A ) ) 11:58 Apertura 12:00 En Primer Plano 12:30 A Buen Tiempo T T A A R R D D E E 4:27 ANSOC 5:42 Conmemoraciones 5:45 Al Da L L U U N N E E S S 4:30 Economa en Lnea 5:00 Visor por Dentro 5:30 El Pintorcillo M M A A R R T T E E S S 4:30 Lente Deportivo 5:00 Para Tocar el Cielo 5:30 Espiral M M I I R R C C O O L L E E S S 4:30 TV Ms 5:00 Rumores de la Campia 5:30 Noticiero Pioneril J J U U E E VV E E S S 4:30 La Tarde 5:00 Ksts Pensando T? 5:30 Cuarta Dimensin V V I I E E R R N N E E S S 4:30 Confluencia 5:00 Llgate 5:30 La Vida Misma P P L L A A Z Z A A S S : La Unidad de Propaganda, en Mximo Gmez No. 348, entre Luz y Caballero y Aricochea, ofrece plazas de Diseador de Propaganda y Exposiciones. Salario $390.00. Requisito: graduado en la especialidad. Agentes de Seguridad y Proteccim. Salario $300.00. Requisito: Poseer noveno grado. La Empresa Comercializadora y Distribuidora de Medicamentos (ENCOMED), en Va de Acceso al Cerro El Fraile No. 8 y Carretera Central, Seis Columnas, posee plazas de Distribuidor Mayorista de Productos Farmacuticos. Salario $403.00, ms 30 por ciento de pago en MN por resultados, estimulacin en CUC, adems de uniforme y artculos de aseo personal. Requisitos: Poseer noveno grado y licencia de conduccin rehabilitada de cuarta y tercera. La Unidad Bsica de Proyectos e Investigaciones, Carretera Central Km 2 1/2, va a Bayamo, brinda plaza de Especialista en Proyectos e Ingeniera para la especialidad Elctrica. Salario $430.00, estimulacin en MN, adems de artculos de aseo personal y mdulo anual de ropa. Requisito: graduado de nivel superior en la especialidad de Ingeniera Elctrica u otra afn. Llamar al 42-5336 42-8072. Con este listado de frases, que no siempre decimos correctamente, aclaramos dudas de nuestros lectores: S S e e d d i i c c e e … … D D e e b b e e d d e e c c i i r r s s e e A expensas mas…A mis expensas Acceso de entrada…Acceso o entrada Afiliado de la revista…Afiliado a la revista Agendar…Anotar, apuntar, escribir lbunes…lbumes Al centro de la mesa…En el centro de la mesa Alejado a la realidad…Alejado de la realidad Alguien de nosotros…Alguno de nosotros All era que estaba…All era donde estaba (Mucho mejor: All estaba o Estaba all) Al momento de decidir…En el momento de decidir Alta comodidad…Gran comodidad Antibacterial…Antibacteriano Armas de exterminio masivo… Armas de destruccin masiva A tal extremo…Hasta tal extremo Bajo estas circunstancias…En estas circunstancias Buena ortografa…Ortografa (la ortografa siempre es buena) Palabras A cargo de Yamil Palacio Vidalyamile@ahora.cu A A c c a a r r g g o o d d e e Y Y a a m m i i l l P P a a l l a a c c i i o o V V i i d d a a l lcip223@enet.cu A A D D I I " S S J J e e s s s s e e y y J J o o y y ( ( 1 1 ) ) Duele no tenerte cerca, duele no escuchar tu voz, duele respirar tu ausencia, pero duele ms decirte adis. Duele como muerte lenta la memoria de los dos, la sangre arda por mis venas, pero hoy se seca sin tu amor. Miseria vivir rodeado de la melancola, ven, espera de ti y nadie ms, si me llamas voy a tu lado, soy todo por sentir el latir de tu corazn. Si me dices no, yo me parto en dos, prefiero decirte adis. ( 2 2 ) (Se repite desde 1 1 hasta 2 2) A tu lado soy todo, por sentir el latir de tu corazn, si me dices no, yo me parto en dos, prefiero decirte adis ƒ AcargodeYusleydisSocorroC. yuli@ahora.cuClubdela cancin ¡Asunto PersonalAcargodeGracielaGuerraB. chela@ahora.cu A A c c a a r r g g o o d d e e G G r r a a c c i i e e l l a a G G u u e e r r r r a a administracion@ahora.cip.cu

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PG.07 ¡AHORA! CULTURA-DEPORTE JUNIO 22, 2013 JOS ANTONIO CHAPMAN PREZ/ cip223@enet.cu FOTO: JAVIER MOLAEl destacado pelotero holguinero Yordan Manduley, refuerzo del equipo de Villa Clara, campen de la 52 Serie Nacional de bisbol, recibi una clida y emotiva bienvenida. El torpedero de mejor desempeo en la 52 Serie Nacional, fue recibido en el Monumento de las Seis Columnas y desde ah se inici un amplio recorrido por arterias principales de la ciudad de Holgun, vitoreado por el pueblo que agradecido premiaba a su campen. En el trayecto se hizo un alto para que Manduley depositara una ofrenda floral en el monumento al Mayor General Calixto Garca, en el parque de igual nombre. En el Museo Provincial del Deporte, sede del acto oficial, ante un auditorio repleto de aficionados, Manduley, emocionado dijo: Estoy muy agradecido de esta demostracin por lo que representa de estmulo, convencido de que el pueblo holguinero disfrut el triunfo y sigui mi actuacin en cada partidoŽ. Francisco Batista Herrera, director provincial de Deportes, en las conclusiones del agasajo, elogi a Manduley por su impresionante desempeo, modestia, disciplina y entrega en cada partido. Adems, resalt la importancia del accionar de este pelotero por lo que representa de estmulo para las actuales y futuras generaciones de beisbolistas en Holgun. BIENVENID BIENVENID A DE PUEBL A DE PUEBL O O LISET PREGO/ cip223@enet.cu FOTO: JAVIER MOLALleg entre agasajos, como entran los ganadores, y lo recibi una ciudad orgullosa, pues aunque en esta Serie el equipo de Holgun qued en el dcimo puesto, tiene en su nmina a un campen nacional: Yordan Manduley. Ya era de noche cuando, entre ulular de sirenas y estruendo de clxones, lleg hasta su casa en el Reparto Sanfield, y all los vecinos me estaban esperando; cuando pas, mucha gente no saba lo que era, pero otros me conocan y saludaban. Estaba todo el mundo contento porque a la gente de aqu le gusta mucho la pelotaŽ, afirm este joven de notable sencillez. En la maana del jueves, continuaron las felicitaciones. Fue invitado al chequeo semanal de la marcha de las inversiones en el municipio Holgun y all Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central y primer secretario del Partido en la provincia, reconoci la vala y talento del deportista a nombre de las autoridades del territorio y en especial del pueblo holguinero. As surgi la posibilidad de hacer esta entrevista, en la cual el torpedero local cuenta: Jugar con el equipo de Villa Clara fue una experiencia nueva pues este es uno de los equipos tradicionales en nuestra pelota y se cuenta entre los cuatro grandes. En l hay varios peloteros establecidos como Pestano y Borrero; al estar al lado de ellos se te pegan muchas cosas buenas pues han formado parte del equipo Cuba y han puesto en alto el nombre de nuestro pas. Integrar este equipo me dio la posibilidad de estar por primera vez en una final y llegar a ser campen, algo muy grande para m. Tambin me siento contento por el pueblo villaclareo, que me acogi con mucho amor desde el primer daŽ. Acerca de la actitud que asumi Vctor Mesa durante la premiacin, refiri: Hay varias interpretaciones, tal vez la causa fue que como el pueblo se tir para el estadio trataron de evitar encontronazos entre la gente, el equipo de Matanzas y Vctor Mesa, ya que se haban pasado el juego entero arriba de l. No s si l quiso retirarse o que las autoridades del bisbol decidieron que era mejor que no estuviera ahŽ. Aunque ser campen podra representar una presin mayor para l, de regreso a su equipo original, coment: Con mi equipo siempre tengo compromiso porque desde chiquito nunca me gust perder y siempre trato de dar lo mejor de m. Mi responsabilidad es ayudar en todo lo que pueda. Con los muchachos ms jvenes siempre lo hago y les inculco el afn de ganar, para que nuestro equipo salga de los ltimos lugares. Al ser campen, tendr que hacer un trabajo ms arduo para mejorar nuestra posicin, pues si otros lo han hecho, por qu nosotros no; si somos jvenes, con deseos de jugar a la pelota y grandes condiciones, lo que pasa es que algunos no se dan cuenta de que las tienen. Tratar de transmitirles a ellos lo que aprend en Villa ClaraŽ. Casi al tiempo que conclua esta entrevista, Manduley sala para Gibara pues comenzaba all la etapa de los play off de la serie provincial: Cuando llegu a Buenaventura, el pueblo estaba esperndome y me pidieron que los ayudara. Si lo hice por Villa Clara, cmo no hacerlo por Calixto Garca?Ž. Tal actitud refleja la humildad y el arraigo popular de este joven, que asegura trabajar para que en la prxima serie sea Holgun quien reciba refuerzos y no irnos a reforzar a otra provinciaŽ. APLAUSOS PARA UN CAMPE"N LEANDRO ESTUPIN / leandro@ahora.cip.ciuEn junio de 2002 muri Elena Burke, de las grandes voces de la cancin cubana, de las grandes mujeres donde tantas ha habido en todos los gneros y en todas las pocas, incluso aquellas donde pararse en un escenario para una mujer no era precisamente cosa de coser y cantar. Era ms fcil coser, pero no cantar en un bar lleno de hombres, donde las parejas se escurran en la penumbra para amarse. Hubo una Freddy, una Mara Teresa Vera, una Martha Strada, una Lupe, una Celia Cruz. Hay una Omara Portuondo y una Beatriz Mrquez. La manera en que Elena Burke asuma la interpretacin les parece impostada, falsa y grandilocuente a algunos. A otros, les resulta solo una vozŽ que irrumpa con fuerza. Pero Elena Burke era ms que eso, era temperamento, desenfado y bohemia, era una andanada de malas palabras en la madrugada glida y discretamente iluminada, resacada y amarga en el fondo de La Rampa, donde un club. Dicen que ella era la noche habanera de los sesenta, cuando el filin luchaba por imponerse pese a los prejuicios y los muchachosŽ de su generacin se reunan en un callejn para cantarle al amor, al desamor, al delirio y el desencanto. La historia de la Burke, que naci en La Habana en 1928, est fundida con la de Adelaida Diestro, Omara y Hayde Portoundo y Moraima Secada. Porque luego de haber permanecido en los cuartetos de Orlando de la Rosa y Facundo Rivero integr el cuarteto Las DAida. El afecto con el que se relacionaban aquellas mujeres qued inmortalizado por Alberto Vera en una cancin llamadaAmiga, que las nuevas intrpretes cubanas, todas aquellas que quieren probar su clase, casi se ven obligadas a interpretar. Se trata de un tema clsico de la msica cubana que ha cobrado popularidad gracias a la coregrafa Lizt Alfonso, quien estren un espectculo basado en esa amistad y donde el tema musical es eje del espectculo, junto a otro de Juan Formell. Elena poda cantar cualquier cosa, un bolero, un son, una cancin. Se instalaba en el escenario acompaada por alguien que poda ser el pianista Frank Domnguez, autor de temas como T me acostumbraste, y entonces se haca duea. Pas momentos buenos y malos, segn dijera. Vio al pblico aplaudir con pasin y lo vio aptico. Fue reina, seora y esclava cuando perda la voz y quedaba muda delante de todos sin saber qu hacer, pero haciendo lo que alguien de su estirpe hara por tica: escarbar en su garganta, sacar la voz de donde se hubiera escondido, expulsarla de all aunque doliera. Era el siglo XXI cuando muri. Recuerdo que se le vio en silla de ruedas y haba perdido tantas libras que apenas era reconocible. Estaba a punto de morir. Y muri un da, consternando a toda la nacin musical. Amigas, no hay por qu lamentarse, la vida es un contraste de muchas emocionesŽ, haba escrito para ella Vera y la Burque la cant tantas veces que an nos parece escucharla. Y es ms larga su parte en la cancin que ahora no cantaremos porque hay que darle un cierre feliz a este texto. En definitiva, queda su modo de cantar y su voz, que no es la de Ella Fitzgelard ni Nina Simone. Pero como Nina Simone, de haber cantado un tema como Dont let me be misunderstood podra habernos sobrecogido, que no es cogernos doblemente. Y no me mal interpretes. M M M M E E E E M M M M O O O O R R R R I I I I A A A A De madrugada con Elena Burke R R UT UT A DEL T A DEL T AB AB A A C C O OMILENA GARCA GARCA / cip223@enet.cuEn el Centro de Arte se inaugur la expo sobre la cultura del tabaco, auspiciada por la Asociacin Vitolflica de Cuba y la Direccin Provincial de Cultura. Entre los autores que exponen obras relacionadas con la temtica se encuentran Jorge Hidalgo, Isabel Cosano, Graciella Doimeadios, Jos Emilio Leyva, Verena Snchez y creadores de los proyectos comunitarios de corte y costura con trabajos en parche y otros materiales. La exposicin forma parte de la Ruta del Tabaco, que comienza en Cayo Bariay. Fernando Gonzlez, presidente de la Asociacin Vitolflica de Cuba explic que es de gran importancia abrir la Ruta en Holgun por los hechos histricos acontecidos, adems en esa poca se cultivaba mucho tabaco en la regin, aunque la hoja no era de gran calidad en comparacin con el que comenz a desarrollarse en la zona de Vuelta Abajo, en la regin occidental, y las grandes producciones se trasladaron hacia allŽ. La Ruta incluy conferencias sobre coleccionismo, performancesrelacionados con el hbito de fumar y la muestra fotogrfica de Ramn Iglesias Centeno. Las actividades sobre la cultura tabacalera se trasladaron ayer hasta el Hotel Ordoo, en el municipio de Gibara, y la clausura fue en la Sala de Historia del Tabaco, en la Batera Fernando VII. ELDER LEYVA A/cip223@enet.cuLos tecleros son como unos duendesŽ, sola decir el fallecido periodista Guillermo Cabrera lvarez, fundador de estas tertulias. Su columna de todos los jueves en el diario Juventud Rebelde,La Tecla OcurrenteŽ, comenz a denominarse La Tecla del DuendeŽ despus de su deceso y es llevada por el reportero Jess Arencibia. La Tecla holguinera fue fundada por el propio Guillermo y el tambin fallecido Nicols de la Pea Rubio, el 23 de julio de 2005, y est prxima a cumplir su octavo aniversario. Al inicio se incorporaron pocos compaeros, pero con el paso de los aos ha aumentado y en la actualidad son ms de cien. Realizan actividades como visitas a las prisiones, casas de abuelos, secundarias bsicas, hogares de ancianos y encuentros con otras provincias como Pinar del Ro, La Habana y Ciego de vila. Caridad Martnez Milin, coordinadora, dice: Nosotros somos como una gran familia, estamos al tanto de cualquier problema que tenga un miembro y si est a nuestro alcance le damos una solucin inmediataŽ. Guaracabulla, situado en el centro del pas y sitio escogido por Guillermo Cabrera para la reunin de todos los tecleros, los reunir nuevamente en homenaje al fallecimiento de su creador, el 7 de Julio de 2013. L L L L O O O O S S S S D D D D U U U U E E E E N N N N D D D D E E E E S S S S D D D D E E E E L L L L A A A A T T T T E E E E C C C C L L L L A A A A

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PG.08 ENTREVISTA ¡AHORA!JUNIO 22, 2013Fundado el 19 de noviembre de 1962. Director:Jorge Luis Cruz Bermdez.Subdirectora: Karina Marrn Gonzlez.Editores: Nelson Alejandro Rodrguez Roque, Rubn Rodrguez Gonzlez.Diseo: Tania Cabrera Pea.Relaciones Pblicas: Yamil Palacio Vidal.Correccin: Orlando Rodrguez Prezy Yulen Teruel Daz.Telfono de la Redaccin: 46-1918; Administracin: 42-3955; Cierre: 42-1281. Calle Mximo Gmez No. 312 Altos, entre Mart y Luz y Caballero. Apartado 316. Cdigo Postal: 80100. ISNN 0864-1641. Internet: http://www.ahora.cu.Correo Electrnico: cip223@enet.cu.Impreso en la Fbrica de Peridicos Jos Mir Argenter. Certificado NC ISO 9001:2008. Carretera a San Germn y Circunvalacin, Holgun, Cuba. Inscripto en la Direccin de Correos y Telgrafos bajo e l nmero 91 4003-328 y acogido a la Tarifa de Impresos de Peridicos. LEANDRO ESTUPIN / leandro@ahora.cip.cu FOTO: CORTESA DE COMUNICACI"N CULTURALCreativo, persistente y autoritario, as lo veo. Alexis Triana fue director de Cultura por doce aos. Ahora sigue su rumbo profesional en el Consejo Nacional de las Artes Escnicas. Pero hay un pasado y una sensibilidad. En los noventa, en la CMKO, todas las noches, tena un excelente programa de radio llamado Con mayor amistad. Entonces lo conoc. Ya era presidente de la AHS, tenaz promotor cultural y la persona que intentaba poner el nombre de Holgun en cintillos de peridicos extranjeros, gracias a un proyecto que desarroll contra viento y marea: las Romeras de Mayo. Para llegar a ese punto debi vencer a un tribunal en la Facultad de Lenguas Extranjeras que le permitira matricular Periodismo, su principal propsito, profesin a la que debe su libro No nos entendemos(Ediciones Holgun, 2012). En aquella Escuela de Letras donde se estudiaba la carrera, Triana fund peas culturales, espacios para la crtica, publicaciones estudiantiles y mantuvo una radio-base, como primeros sntomas de su pasin por la radio y de su estirpe de fundador. Con l he mantenido polmicas pblicas, suscitadas por diferencias conceptuales. Hemos compartido alguna cerveza y hemos dialogado sobre cultura cubana. Uno puede estar en cualquier escenario si defiende lo que piensa y en lo que creeŽ, dice ahora, doblado en un silln. El parque Calixto Garca le queda frente. Es el mismo parque que lo recibiera a principios de los noventa, cuando todo era un Periodo Especial. Ya, sin embargo, no es el mismo Alexis. Tiene cuarenta y nueve aos y ha engordado un poco. E E n n m m i i p p o o c c a a , e e r r a a s s l l e e y y e e n n d d a a e e n n t t r r e e l l o o s s e e s s t t u u d d i i a a n n t t e e s s d d e e P P e e r r i i o o d d i i s s m m o o d d e e l l a a U U n n i i v v e e r r s s i i d d a a d d d d e e L L a a H H a a b b a a n n a a , p p o o r r l l o o s s u u c c e e d d i i d d o o e e n n u u n n e e n n c c u u e e n n t t r r o o c c o o n n F F i i d d e e l l . …No creo que sea de leyenda. Ese da es un mito por ausencia de informacin, por lagunas que permitimos, y no por el hecho de que la Escuela estableciera un dilogo crtico sobre la realidad cubana. Cuando nosotros habamos terminado de discutir fervorosamente con Carlos Aldana nuestras ideas sobre el papel de la prensa y la realidad cubana, en ese momento entra Fidel, toma su asiento en el debate, y todava me sigue pareciendo un suceso incalculable: en el ao 86 Fidel nos explic, como un orculo adelantado a su tiempo y a sus contrarios, lo que estaba por venir en la Unin Sovitica y en todo el Campo Socialista, y la traicin que se gestaba en algunos de sus principales lderes. Es extraordinario que un jefe de Estado haya dedicado largas horas, en medio de tantas tensiones, a discutir con los jvenes estudiantes los temas ms lgidos de su propio pas. Mejor ejercicio de democracia, no lo he visto nunca. La verdad es tambin que nuestra inmadurez no nos permita darnos cuenta de los peligros, de los cuales nos alertaba un lder de tal grandeza, que sobrevendran sobre la patria y la izquierda mundial. Es muy manipulador hoy decir que me mandaron a Moa por un castigo. Tengo pruebas que demuestran que yo solicit ir all a hacer el servicio social junto a mis tres compaeros dos aos antes; pues de Holgun eran Paquita de Armas, directora entonces de El Caimn Barbudo, y mi maestra de periodismo Mara Julia Guerra, que pueden dar fe de lo que digo. Ellas me inocularon el amor a esta Capital Cultural y a La Voz del Nquel. Incluso Mara Julia haba fundado esta emisora de radio en Moa... All pas los mejores tres aos de mi vida, y entend, por qu La Habana no es el pas. A Fidel lo vera nuevamente casi 15 aos despus, para hablarle en el Primer Congreso de la AHS sobre cmo habamos fundado las Romeras de Mayo, y entonces pude darle el mejor de los abrazos. A A h h d d e e s s p p e e r r t t e e n n s s e e r r i i o o t t u u a a m m o o r r p p o o r r l l a a r r a a d d i i o o ? ? …Aprend lo que puede significar la radio para una comunidad. Vea a un hombre como Pablo Velazco Mir, que haca un peridico en la fbrica de nquel y se iba a las seis de la maana a la radio y comentaba lo que estaba diciendo la BBC de Londres o Radio Nederland. Era un tipo de periodismo que yo desconoca. Aprend de la radio con Carlos Rafael Diguez, con Pablo Velazco. Es casi una devocin por la comunicacin utilizando este medio. En Moa, con Fernando Cabreja, fund la primera Casa del Joven Creador fuera de La Habana, hicimos encuentros de radio joven... C C u u n n d d o o s s e e b b i i f f u u r r c c e e l l c c a a m m i i n n o o e e n n t t r r e e e e l l p p e e r r i i o o d d i i s s t t a a y y e e l l p p r r o o m m o o t t o o r r c c u u l l t t u u r r a a l l f f u u n n c c i i o o n n a a r r i i o o ? ? …No creo que se haya bifurcado. P P e e r r o o n n o o e e s s t t u u v v i i s s t t e e e e n n l l o o s s m m e e d d i i o o s s , d d e e d d i i c c a a s s t t e e t t u u t t i i e e m m p p o o a a o o t t r r o o s s aa s s u u n n t t o o s s . …Cuando llegu a Holgun, not que no haba AHS. La Presidencia de aquella Asociacin haba decidido autodisolverse, sin siquiera tomar en cuenta a otros miembros del ejecutivo provincial. Convoqu a Daer Pozo, en Calixto GarcaŽ, a Rolando Bellido, en Bguano, a Cabreja en Moa, y reunimos de nuevo la Asociacin. Se hicieron elecciones. Gano por voto secreto y comienza todo este proceso en el cual la AHS me obliga a dedicarme a ella en cuerpo entero. Ocurra la fundacin de las Romeras de Mayo y era muy difcil presidir la Asociacin y seguir como periodista en Tele Cristal. En octubre del 2000, fui Presidente del Consejo de las Artes Escnicas. Ya habamos logrado que el Teatro Lrico rompiera el aislamiento de los ltimos quince aos. Viaj a Lima. Despus fuimos con Codanza a una gira por la Pennsula Ibrica. Luego me designan Director Provincial de Cultura, esa es la historia. Q Q u u s s i i g g n n i i f f i i c c p p a a r r a a t t u u d d e e s s a a r r r r o o l l l l o o p p r r o o f f e e s s i i o o n n a a l l r r a a d d i i c c a a r r t t e e e e n n e e s s t t a a p p r r o o v v i i n n c c i i a a ? ? …Creo que Internet nos permite por fin salir de la aldea al mundo. Lo importante es dnde trabajas y lo que haces; es el sentido de la utilidad de la virtud. Lo que trat de hacer, con todos mis defectos, muy mal hecho a ratos, fue demostrar que se puede estar a mil kilmetros de La Habana y ayudar a impulsar un movimiento artstico y literario como no los conozco en otras regiones de Cuba. Holgun tiene una idiosincrasia propia. Tuvo una tradicin de prensa plana y radio. Sent que haba llegado a la tierra prometida. Tena por fin un espacio de trabajo como seguramente en La Habana no lo iba a tener, por miles de razones. Difcilmente hubiera encontrado a los compaeros que me acompaaron: Frank Arias, con La Mi Si Fa; Milln, del Lrico; Marisel Godoy o Csar Hidalgo Torres en la radio, personas tan diversas que estuvieron de acuerdo en una misma idea: fundar las Romeras. Yo no creo que en otra provincia se pudiera llevar un proyecto semejante. P P e e n n s s a a s s tt e e q q u u e e l l a a s s R R o o m m e e r r a a s s l l l l e e g g a a r r a a n n a a l l o o s s v v e e i i n n t t e e a a o o s s ? ? …En realidad, s. Ahora tenemos un reto: cmo haremos la 25? Digo, adems, que solamente cambio de trabajo. Creo que lo ms interesante de las Romeras es su dilogo intergeneracional, esa interaccin entre el comit fundador, las instituciones culturales, tan necesitadas de mayor dinamismo y menos burocracia, y los artistas de la Hermanos Saz; es la nica manera en que se puede mantener vivo el Festival. Hay cuatro patas de una misma mesa que deben estar unidas o en su lugar, porque la mesa no se puede caer: una es el comit fundador, otra la AHS, la tercera es el sistema de instituciones culturales, y la cuarta es para m lo que sigue siendo su apoyo poltico indispensable desde las estructuras del Partido y el Gobierno. H H a a s s d d i i c c h h o o q q u u e e o o d d i i a a s s l l a a s s m m e e s s a a s s c c u u a a d d r r a a d d a a s s y y b b u u r r e e s s . N N o o t t i i e e n n e e s s m m s s q q u u e e m m e e s s a a s s r r e e d d o o n n d d a a s s , c c o o m m o o e e l l r r e e y y A A r r t t u u r r o o . A A d d e e m m s s , v v i i v v e e s s c c o o n n o o t t r r o o s s f f e e t t i i c c h h e e s s ? ? …Tengo la idea de que el color que utilizo en el da tiene mucho que ver con la manera en que peleo la realidad. Tengo a un personaje dialogante, un Pepe Grillo, que me avisa, que me critica, que me discute e incluso me cuestiona. Me gusta tener que imponerme a mi propio yo, decirle: vamos a salir adelante cuando debo hacer un discurso y estoy muy nervioso o cuando debo comunicar una idea en un momento lgido. A veces me dejo llevar por la pasin. Me es difcil ser fro ante la circunstancia; sobre todo, la mediocridad me provoca una especie de furia que no te sabra explicar. E E r r e e s s uu n n f f u u n n c c i i o o n n a a r r i i o o a a t t p p i i c c o o ? ? …Lo nico que he dicho es que un funcionario tiene que funcionar. Creo firmemente que usted puede ser un funcionario y un promotor de la cultura y de todo lo bueno que necesita esta ciudad. Siempre he defendido la idea de tener un tiempo para ir al teatro, leer un buen libro, a pesar de que casi no te quede tiempo. Yo har lo mo bien dondequiera que est, ocupe la responsabilidad que ocupe, aunque sea siendo cuentapropista. He soado con tener un caf cantante con heladera, donde pueda hacer cultura de la misma manera. Creo que uno tiene que hacer cosas. Lo esencial para m es haberle fundado a Holgun nuevos espacios, es haber abierto de par en par la ventana. HILDA PUPO SALAZAR / hilda@ahora.cip.cuE El amiguismo, tambin conocido como sociolismo, est basado en un falso concepto de la amistad y su prctica daa a la sociedad, porque en nombre de l privilegiamos a algunas personas y provocamos alteraciones. Por la utilizacin de tan daino vicio, podemos caer en injusticias, insensibilidad, mal uso del poder, maltrato o falta de solidaridad, adems de ser segura fuente de insatisfacciones y desagrado. Si en una cola, organizada o no, le damos prioridad a quien no est, precisamente, en los primeros lugares y pasa por encima de quienes esperan, irrespetamos a ese pblico y hacemos uso incorrecto de nuestras atribuciones. Con esa tendencia de favorecer a unos, perjudicamos a otros y violamos sus derechos. Aplicar el amiguismo o el favoritismo resulta lesionador hasta en el prestigio del lugar, porque en algunos sitios ya es recurrente y forma parte de sus caractersticas. En la Televisin dos spots lo critican: En el caso del transporte en una guagua local, con la ciudadana que pretendi sentarse en un asiento al lado del chofer y este no la dej y en una consulta de Estomatologa, donde el doctor pidi a una amiga suya que esperara al final y respetara a los pacientes, pero, lamentablemente, ese es un mal extendido hoy en muchos sectores sociales. En un sitio donde se acte con parcialidad es muy negativo y mxime si ello significa renunciar a principios morales. El uso de las influencias y las ventajas es un mtodo deshonesto que nos lastra como sociedad. Lo triste sucede, porque, amparados en esa mala sombra, muchos trapos sucios pueden lavarse o dirimirse fuera de los conductos oficiales, innumerables deficiencias y debilidades institucionales dejan de ser expuestas o denunciadas debidamente, escudados en que los amigos se protegenŽ. Termino con un comentario sobre el tema, publicado enJuventud Rebelde: En un pas en el cual echaron hondas races el culto a la amistad, hasta convertirse en sagrada tradicin, hay que seguir elevando ese sentimiento, que ya sabemos nace y se alimenta de compartir dolores y alegras comunes. Lo peligroso es la distorsin social de sus esencias; trastocar la pureza de su inocencia y la limpieza de sus formas en ingredientes para subvertir los valores ticos y de sensibilidad comunitarios. Porque por ese camino podemos convertirla, parafraseando a Mart, en una amistad funestaŽ. PGINA8 Periodista, promotor cultural, utpico fervoroso... As es Alexis Triana, fundador de la AHS en la provincia, director de Cultura por 12 aos y quien dice haber encontrado en Holgun la tierra prometida Ale Ale xis T xis T riana riana PERSEVERANTE Y FUNDADOR