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Ahora!

Digital Library of the Caribbean
Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/UF00098942/00245
 Material Information
Title: Ahora!
Uniform Title: Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description: v. : ill. ; 50 cm.
Language: Spanish
Publisher: s.n.
Place of Publication: Holguín, Cuba
Publication Date: 06-08-2013
 Subjects
Subjects / Keywords: Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Cuba -- Holguín
 Notes
General Note: Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).
 Record Information
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
issn - 0864-1641
Classification: lcc - Newspaper
System ID: UF00098942:00271

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Title: Ahora!
Uniform Title: Ahora! (Holguín, Cuba)
Physical Description: v. : ill. ; 50 cm.
Language: Spanish
Publisher: s.n.
Place of Publication: Holguín, Cuba
Publication Date: 06-08-2013
 Subjects
Subjects / Keywords: Newspapers -- Holquin (Cuba)   ( lcsh )
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Cuba -- Holguín
 Notes
General Note: Description based on: Año 12, no. 202 (2 sept. 1975).
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Resource Identifier: oclc - 12199619
lccn - sn 85023908
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www.ahora.cu " R R G G A A N N O O O O F F I I C C I I A A L L D D E E L L C C O O M M I I T T P P R R O O V V I I N N C C I I A A L L D D E E L L P P A A R R T T I I D D O O E E N N H H O O L L G G U U N N H H o o l l g g u u n n , 8 8 d d e e j j u u n n i i o o d d e e 2 2 0 0 1 1 3 3 A A o o 5 5 5 5 d d e e l l a a R R e e v v o o l l u u c c i i n n A A o o L L N N o o . 1 1 0 0 0 0 0 0 8 8 2 2 0 0 c c e e n n t t a a v v o o s s Con el propsito de divulgar las investigaciones de las diferentes instituciones de salud, logros docentes, cientficos y asistenciales y propiciar el intercambio entre los miembros de la Sociedad de Gastroenterologa, se desarrollar la III Jornada Provincial, el prximo da 14, en la sede del Consejo de Sociedades Cientficas de aqu, con motivo de cumplirse ms de cuatro aos de la fundacin del captulo holguinero de la Sociedad Cubana de esa especialidad. Entre los principales temas figuran enfermedad por reflujo gastroesofgico y las gastroduodenales, infeccin por helicobacter pylori, cncer y aparato digestivo. / Orlando Rodrguez III JORNAD III JORNAD A DE G A DE G A A S S TR TR OENTER OENTER OL OL OGA OGAA A C C C C I I O O N N E E S S N N E E C C E E S S A A R R I I A A S S H H o o l l g g u u n n t t r r a a b b a a j j a a i i n n t t e e n n s s a a m m e e n n t t e e e e n n e e l l o o r r d d e e n n a a m m i i e e n n t t o o t t e e r r r r i i t t o o r r i i a a l l y y u u r r b b a a n n s s t t i i c c o o . E E l l p p a a s s a a d d o o d d o o m m i i n n g g o o s s e e e e v v a a l l uu a a r r o o n n r r e e s s u u l l t t a a d d o o s s y y p p r r o o p p u u s s i i e e r r o o n n s s o o l l u u c c i i o o n n e e s s a a l l o o s s p p r r o o b b l l e e m m a a s s n n o o r r e e s s u u e e l l t t o o s sP P g g i i n n a a 4 4 FOTO: ELDER LEYVA C C C C O O O O N N N N V V V V O O O O C C C C A A A A T T T T O O O O R R R R I I I I A A A ALa Presidenta de la Asamblea Provincial de Holgun, en uso de las facultades que le estn conferidas en el Artculo No. 9, Inc. a), del Reglamento de las Asambleas Provinciales del Poder Popular, CONVOCA A los delegados a la Asamblea Provincial del Poder Popular, a la II Sesin Ordinaria, del XI Perodo de Mandato, por celebrarse el da 29 de junio, a las 9:00 am, en el Teatro del Recinto Ferial de la ciudad de Holgun, la que se desarrollar de forma pblica. Como temas centrales se proponen: Informacin sobre entrega de subsidios a personas naturales para la construccin y reparacin de viviendas. Informacin sobre el estado de cumplimiento del enfrentamiento a las ilegalidades. Informacin sobre la ejecucin del Presupuesto. Acciones de control realizadas. Valoracin de la Comisin que atiende la actividad de Construccin, Vivienda y Vialidad sobre el comportamiento del programa de abasto de agua a la poblacin y marcha del Programa Hidrulico. Lineamiento 302 y Anlisis de los resultados de la zafra azucarera. Adems, se convoca a los delegados a la Asamblea Provincial, para el da 28, a las 2:00 pm, en el Recinto Ferial, para efectuar reunin de las 7 Comisiones de Trabajo Permanentes de la Asamblea. PODERPOPULAR LIUDMILA PEA HERRERA / liudmila@ahora.cip.cu FOTO: YUSLEYDIS SOCORRODurante el Acto Provincial por el Da del Jurista Cubano, el cual se celebra cada 8 de junio, se dieron a conocer los resultados de la emulacin de ese sector en el pas, donde Holgun se ubic entre las provincias ms destacadas, junto a Camagey, Santiago de Cuba y Granma. Acompaaron a estos profesionales durante la jornada, Jorge Cuevas Ramos, primer secretario del Partido en el territorio; Migdalia Velzquez, presidenta de la Unin de Juristas de Cuba, y Flix Antonio Jardines, presidente de esa organizacin en Holgun. El espacio fue propicio para reconocer a las delegaciones ms destacadas, entre las que sobresalieron el Bufete Colectivo 1, el Tribunal Municipal de Holgun, la Fiscala Provincial, el Tribunal Municipal, la Jefatura de la PNR, las direcciones ejecutivas de Gibara y Moa, as como los juristas cuyo trabajo fue reconocido a nivel nacional. Ellos son Marisel Molina, abogada del Bufete Colectivo 3, de Holgun; Manuel Leyva, profesor de la Facultad de Derecho, y Mariela Lobaina, jueza del Tribunal Municipal de Holgun. Asimismo, recibieron el estmulo de sus colegas los nuevos graduados de la especialidad de Derecho Penal. Adems, el Premio Panchito Frexes fue otorgado a Omni Fajardo, jefe de asesora jurdica de Cubanquel en Moa. El sector en la provincia celebra su Da con resultados destacados en el programa de superacin postgradual, con cerca de 30 cursos durante 2012; ms de 300 profesionales graduados de maestras, especialidades y doctorados; participacin de juristas en eventos internacionales y colaboracin con instituciones y organismos del Estado en el asesoramiento legal, entre otros resultados. Durante el acto de entrega de reconocimientos del Comit Provincial del Partido y de la Unin de Juristas de Cuba, respectivamente, Jorge Cuevas Ramos y Migdalia Velzquez destacaron el papel de los juristas del territorio en la batalla por el rescate de la disciplina social y sealaron los principales retos de estos profesionales en el actual contexto cubano, de actualizacin de nuestro modelo econmico. CELEBR CELEBR A A CI"N DE CI"N DE NUE NUE S S TR TR O O S JURIS S JURIS T T A A S S TAREA CUMPLIDA Atrs quedar el aislamiento que sufran muchos vecinos de Cochico y la zona turstica de Guardalavaca ante lluvias intensas. La construccin del puente de 100 metros de largo por 13,5 de ancho es sorpresa agradable para todos los holguineros. Eficiencia constructiva, validez de contratos, equipos de trabajo competentes, uso racional de los recursos y calidad son virtudes que avalan la obra realizada por trabajadores de la ECOI-17. El empuje de una pequea brigada de 15 hombres y la participacin especializada de otras empresas permitirn que prximamente quede abierto al paso vehicular FOTO: JAVIER MOLA

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PG. INFORMATIVA ¡AHORA!JUNIO 08, 201302 S S e e c c o o n n v v o o c c a a a a l l o o s s p p r r o o p p i i e e t t a a r r i i o o s s d d e e m m o o t t o o s s l l o o s s l l u u n n e e s s , m m i i r r c c o o l l e e s s y y v v i i e e r r n n e e s s a a p p r r e e s s e e n n t t a a r r s s e e e e n n l l a a s s o o f f i i c c i i n n a a s s dd e e R R e e g g i i s s t t r r o o d d e e V V e e h h c c u u l l o o s s a a l l a a s s q q u u e e p p e e r r t t e e n n e e c c e e n n , p p a a r r a a r r e e a a l l i i z z a a r r l l a a r r e e i i n n s s c c r r i i p p c c i i n n g g e e n n e e r r a a l l y y c c a a m m b b i i o o d d e e cc h h a a p p a a d d e e i i d d e e n n t t i i f f i i c c a a c c i i n n , s s e e g g n n c c r r o o n n o o g g r r a a m m a a . L L u u n n e e s s 1 1 7 7 d d e e j j u u n n i i o o M M i i r r c c o o l l e e s s 1 1 9 9 d d e e j j u u n n i i o o V V i i e e r r n n e e s s 2 2 1 1 d d e e j j u u n n i i o o C C e e n n t t r r o o s s 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m 0 0 7 7 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 2 2 : : 0 0 0 0 a a m m 1 1 : : 0 0 0 0 p p m m 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m H H o o l l g g u u n n B B a a n n e e s s M M o o a a M M a a y y a a r r ORB962 al RB199 ORA716 al RA733 ORB835 al RB851 ORB013 al ORB028 ORC156 al ORC323 ORA750 al RA774 ORC617 al ORC 631 ORB038 al RB053 ORC325 al RC380 ORA775 al RA786 ORC632 al ORC641 ORB055 al RB069 ORC390 al ORC521 ORA789 al RA807 ORC642 al ORC659 ORB070 al ORB088 ORC522 al ORC556 ORA808 al ORA819 ORC660 al ORC 678 ORB089 al ORB100 ORB962 al RB998 ORC010 al ORC152 ORA734 al RA749 ORB852 al RB860 ORC424 al ORC614 ORB029 al RB037 C C AMBIO AMBIO S EN C S EN C ALLE ALLE HAB HAB ANA ANAComo parte del reordenamiento de la circulacin vial en la ciudad de Holgun, el Centro Provincial de Ingeniera de Trnsito decidi establecer un solo sentido de circulacin a la calle Habana, con el objetivo de atenuar el problema de la congestin vehicular entre mnibus, camiones y automviles. Segn Carlos Julio Jimnez, jefe de dicho Centro, a partir del prximo da 11, la calle Habana tendr un solo sentido de circulacin, desde la calle Libertad hacia la calle Maceo, para facilitar el transporte pblico urbano en la parte derecha, el parqueo de autos ligeros en la extrema izquierda y destinar el carril central para la circulacin vehicular. / / A A n n i i a a F F e e r r n n n n d d e e z z T T o o r r r r e e s s YANELA RUIZ GONZLEZ / yanela@ahora. cip. cu FOTO: YUSLEYDIS SOCORROLlevar el uniforme es un compromiso con la institucin y el pueblo, que as lo reconoce. De igual modo con la familia, que siempre apoya para cumplir con el deberŽ, afirm la mayor Malka Soria Almira, al recibir la condecoracin Servicio Distinguido,en acto poltico-cultural por el aniversario 52 del MININT, celebrado en la Jefatura Provincial de ese Ministerio. En la cita se entregaron varios reconocimientos a la Institucin, las distinciones por 10, 15 y 20 aos de servicio a varios combatientes y se ascendi a un grupo de oficiales. En todas las unidades de la provincia se celebr la fecha con actos similares. La actividad estuvo presidida por Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central y primer secretario del Partido en la provincia; Sucel del Carmen Tllez, presidenta de la Asamblea Provincial del Poder Popular; el coronel Evelio Martnez Hernndez, primer-segundo jefe del MININT en el territorio; el general de brigada Arnaldo Rabilero Aguilera, jefe de la Regin Militar, y otros dirigentes. Mucho desvelo y trabajo abnegado despliega este rgano para mantener orden y disciplina en la sociedad, salvaguardar las conquistas de la Revolucin, satisfacer las primeras necesidades de los combatientes y conservar, desde el punto de vista tico y moral, el ejemplo en el pueblo, el mayor desafo del da a da. EJEMPL EJEMPL O EN LA S O EN LA S OCIED OCIED AD AD LOURDES PICHS RODRGUEZ/ lourdes@ahora.cip.cuVivimos momentos especiales, porque, adems de las Infecciones Respiratorias Agudas (IRA) estacionales, que normalmente ocurren en esta poca del ao, hay crecimiento significativo de la circulacin viral de la Influenza AH1N1 en el pas. Aunque la transmisin es mayor en el territorio occidental, se deben extremar las medidas para evitar su propagacin. Los sntomas de la Influenza A H1N1 son similares a los de la gripe comn, entre los que se destacan: fiebre mayor de 38 grados, ardor y dolor en la garganta, tos, secrecin nasal, dolor de cabeza y muscular, dificultad para respirar, malestar general incluso con postracin y pueden presentarse nuseas, vmitos o diarrea. Por ello, ante cualquiera de esos malestares debe acudirse inmediatamente al mdico de la familia o centro asistencial ms cercano; sin embargo, lo ms importante es cumplir con las siguientes medidas de precaucin: cubrirse la nariz y la boca con un pauelo, pao o papel higinico al toser o estornudar, lavarse las manos con abundante agua y jabn, especialmente despus de toser y saludar con la mano a otra persona, evitar tocarse ojos, boca y nariz y los socorridos besos al encontrarse con amigos y compaeros de trabajo y estudio. Tambin se recomienda no escupir en el suelo o en otras superficies expuestas al medioambiente, ventilar viviendas y centros laborales, procurar no visitar lugares concurridos, mantener limpios los objetos de uso comn, extremar las medidas de higiene y limpieza en los hogares, pues el jabn, alcohol y cloro son enemigos del virus. Resulta prudente recordar los grupos vulnerables o de riesgo, a partir de la experiencia internacional con esta enfermedad transmisible: las embarazadas presentan mayor peligro, pues por su condicin son ms proclives al ataque del virus de la influenza, que afecta preferentemente a los jvenes. Los datos recopilados demuestran que determinadas dolencias acentan el riesgo de que la enfermedad adquiera gravedad o conduzca a la muerte, entre ellas las cardiovasculares, la diabetes, la inmunodepresin y las respiratorias, especialmente el asma. HIGIENE Y SALUD, RESPONSABILIDAD DE TODOS LISET PREGO/ cip223@enet.cuEl Verano-2013 estar dedicado a la familia y la juventud cubanas. A fin de garantizarles el mximo disfrute en el perodo estival, en Holgun se preparan los aseguramientos. Sobresale el encuentro que recientemente sostuvieron autoridades locales y representantes de diversos sectores econmicos y sociales de la provincia con ngel Arzuaga, vicejefe del Departamento Ideolgico del Comit Central. El encuentro propici el debate sobre las estrategias trazadas en el territorio para garantizar una recreacin sana y diversa que tenga a la comunidad como escenario, objeto y protagonista de cada accin. Se habl, adems, del necesario trabajo multifactorial y armnico, a fin de ofrecer a los vacacionistas un disfrute pleno, que se alcanzar a partir de variadas ofertas gastronmicas, el ejercicio y la actividad fsica, garantas higinicas y de salud y preservacin de la tranquilidad ciudadana. Todas estas iniciativas estn pensadas para satisfacer la pluralidad de intereses de la poblacin. La estrategia mostrada, pese a ser un trabajo en progreso, evidenci la preocupacin estatal por ofrecer a los holguineros y quienes visiten el territorio, un verano pletrico de opciones desde los consejos populares. No obstante, esta preocupacin no es suficiente si sus beneficiarios no asumen actitudes responsables en vas, playas, ros y piscinas y en relacin con los riesgos de contagio de enfermedades. LAUREN CSPEDES HERNNDEZ/ cip223@enet.cuMe gusta hacer bienŽ. Uno hace las cosas sin preguntarse por quŽ. Porque s, para ayudarŽ. Son respuestas breves, comunes y sencillas que supondran sucesos cotidianos o intrascendentes, si las reacciones humanas fueran tan previsibles como las describe la Teora Hipodrmica o el Magic Bullet. Sin embargo, en la vida, como en los fenmenos de naturaleza fsica, existen variables inversamente proporcionales; por ello, grandes obras se pueden simplificar en pocas palabras como las del principio para describir un acto tan bello y humanitario como donar sangre. Con motivo de la Jornada Nacional de Estimulacin al Donante Voluntario, en la semana del 6 al 14 de junio se efectuarn actos municipales donde sern reconocidos quienes, de manera sistemtica, realizaron de tres a cuatro donaciones en el perodo de junio del 2012 a mayo del 2013. En esta ocasin sern 2 mil 200 personas; no obstante, el homenaje incluye a todos aquellos que por humana inspiracin, convidados por su espritu altruista y un halo generoso sin valor de cambio, han salvado discretamente y al azar, el destino de muchas personas. A propsito de la Jornada, se realizarn actividades promovidas por organizaciones polticas y de masas, as como por instituciones que intervienen en el proceso de las donaciones. Se han comenzado a constituir los destacamentos juveniles de donantes de sangre en las residencias estudiantiles de las universidades. El 14 de junio, Da Internacional del Donante, culminar la jornada con el acto provincial. SIN VALOR DE CAMBIO MARIBEL FLAMAND SNCHEZ/ mflamand@enet.cu FOTO: JAVIER MOLALa proyeccin de un material audiovisual que muestra mtodos, procedimientos, sustento cientfico, control y evolucin del Sistema de gestin partidista para el enfrentamiento a las indisciplinas sociales e ilegalidadesŽ, que desde el pasado mes de enero se implementa en Holgun, ocup la atencin de los participantes en la Reunin Preparatoria Provincial del Curso Escolar 2013-2014, que hasta maana sesiona en el Instituto Politcnico Calixto Garca, de esta ciudad. Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central del PCC, primer secretario de la organizacin poltica en Holgun y exponente del material, destac que el sector de la Educacin es un puntal para esta importante batalla por el fortalecimiento de los valores y el regreso al orden y la disciplina y contra los malos hbitos. Inform sobre los resultados obtenidos, las acciones en marcha para la solucin progresiva de los problemas y los temas an por debatir en esta primera etapa. Margarita McPherson, viceministra de Educacin, valor positivamente este mtodo de gestin partidista al subrayar aristas fundamentales, como su sustento cientfico y la participacin popular. En la reunin participan Rafael Aguilera, director provincial de Educacin; metodlogos y profesores de distintas especialidades y enseanzas, quienes analizan el cumplimiento de los objetivos priorizados por el territorio en el actual perodo lectivo y presentan las proyecciones del trabajo para el curso escolar 2013-2014. Conforman los anlisis de las comisiones, temas relacionados con aseguramiento material, perfeccionamiento del trabajo metodolgico, formacin de valores e impacto del sistema de gestin partidista, entre otros. SE ALISTA PR"XIMO CURSO ESCOLAR ESTRATEGIAS POR LA FAMILIA Y LA JUVENTUD ALEXIS ROJAS AGUILERA/ alexis@ahora.cip.cuEl Taller Provincial de Planificacin, organizado por la Asociacin Nacional de Economistas y Contadores de Cuba (ANEC), reuni a los principales actores de esta vital tarea en el territorio, a fin de prepararlos mejor para acometer las actuales transformaciones de la Economa. Se trata de cambiar la concepcin de la planificacin de la economa, enderezar una pirmide que iba de arriba hacia abajo, y generar en lo adelante un plan que vaya de la base a la superestructura, con la inclusin de las necesidades emanadas del inters social desde lo local. La preparacin integral tcnico-metodolgica que se est ofreciendo a los especialistas en Planificacin de la provincia es esencial para alcanzar el horizonte demandado, proceso en el que participan junto a la ANEC la universidad Oscar Lucero Moya y el Consejo de la Administracin, conducidos por el Partido. Idania Ricardo, vicepresidenta del Consejo de Administracin, refiri: Comencemos a pensar y proponer, abrir la mentalidad, buscar elementos diferentes e incluirlos en el sistema, identificar necesidades a partir de lo local, para proyectar estratgicamente el desarrollo que tiene como fuente fundamental el ahorro. Buscar ese ahorro, pasa por cmo se planifica el resto de las actividades y en este sentido el Taller es un punto de partida, un escenario que permiti visualizar, evaluar lo que debemos hacer en materia de superacin con las personas, los directivos, los trabajadores y los tcnicos de los diferentes componentes del plan en cada entidadŽ, asever la dirigente del Gobierno. PLANIFIC PLANIFIC AR DE AR DE SDE L SDE L O L O L OC OC AL AL

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PG. ¡AHORA! PUNTOS DE VISTAJUNIO 08, 2013 L La reciente postura de Colombia es un ejemplo concreto de lo que no quera Mart para Amrica: la desunin. En contra de todos los principios, respeto y tica, el presidente Juan Manuel Santos recibi en la Casa de Nario al lder de la extrema derecha venezolana Henrique Capriles Radonski, personaje que desconoce al Gobierno legtimo de Nicols Maduro y fue responsable de las acciones terroristas ocurridas en esa nacin el pasado 15 de abril, en las cuales murieron 11 civiles y otros resultaron heridos. Esa recepcin al opositor muestra la doble moral de esa Administracin, que por un lado se pronuncia por la paz y por otro se suma a los intereses yanquis y a las oligarquas de la regin. El acto, que yo llamo baile sin caretas, ha sido repudiado por personas honestas de todo el mundo. Jaime Caycedo, secretario general del Partido Comunista Colombiano, afirm que el encuentro en Nario se enmarca en la ofensiva de la ultraderecha continental para revertir los procesos democrticos latinoamericanos. Qu se puede esperar del exministro de Defensa de lvaro Uribe y enemigo de los gobiernos progresistas y de izquierda del continente? La acusacin de Maduro sobre una posible conspiracin para derrotar al chavismo adquiere ms fundamento y a juicio de muchos analistas esta accin se inscribe dentro del objetivo imperial de cambiar el actual orden y destruir a Venezuela, como bastin estratgico del ALBA, UNASUR, MERCOSURy CELAC. Le va a ser muy difcil a Santos querer rectificar ahora y llamar a su indigno gesto un malentendido. Ni venezolanos ni colombianos decentes creen ese cuento, ni puede pensarse que tal encuentro no fue premeditado. Por si fuera poco, por pedidos del Mandatario colombiano se quiere un acercamiento de ese pas a la OTAN, hecho calificado por Evo Morales como una amenaza y provocacin para Latinoamrica. La Organizacin del Tratado del Atlntico Norte (OTAN) indic desde Bruselas que est interesada en impulsar la cooperacin con Colombia y est trabajando para ello, pero aclar que el pas latinoamericano no cumple con los criterios geogrficos para ingresar en un futuro en esa entidad. No fueron pocos los esfuerzos yanquis para promover en Venezuela un caos divisionista, como tampoco son aislados los conflictos, atizados por la Casa Blanca, entre Ecuador y Colombia y entre este ltimo y Venezuela. La fragmentacin de la regin favorece a los fines imperiales en la bsqueda del dominio, por el probado refrn: divide y vencers. Jos Mart, despus de Bolvar, insisti en la obra integradora de la Amrica, como nico freno al desborde imperialista. En 1891, a raz de la Conferencia Monetaria, el Maestro alert: La Amrica ha de promover todo lo que acerque a los pueblos y de abominar todo lo que los aparteŽ. A la figura del Maestro erigida en la Tribuna Antimperialista de La Habana, la acompaa una de sus frases ms certeras sobre la unidad: A un plan obedece nuestro enemigo: el de enconarnos, dispersarnos, dividirnos, ahogarnos. Por eso obedecemos nosotros a otro plan: ensearnos en toda nuestra altura, apretarnos juntarnos, burlarlo. Plan contra planŽ. La unidad es indispensable como elemento de supervivencia para nuestra Amrica ante la codicia del Norte, porque la invitacin a juntar los esfuerzos es efectiva frente a cualquier intento de destruccin. En la unin est la fuerza para defendernos y los enemigos, siempre, intentan dividirnos. L Las transformaciones en la Cuba socialista, planteadas en el VI Congreso del Partido, difieren al ciento por ciento de cuando se pretende hacerle cambios a la Revolucin fuera de ella. Al leer las diferentes plataformas polticas de los grupos adversos al proceso actual, la conclusin ms exacta sera: ¡Cunta ingenuidad! Y no se trata de reclamos que no puedan analizarse, sino hacerlo divorciados del contexto histrico. Hablar de nuestro pas lleva intrnseca la condicin muy especfica de su relacin con Estados Unidos, pero no es antiyanquismo gratuito ni algo parecido, sino la triste realidad de que nada podr planificarse frontera adentro sin valorar los intereses frontera afuera, y me refiero a ese todopoderoso vecino a 90 millas. Poda pensarse en una apetencia iniciada en 1959, pero no, hay hechos de siglos atrs. Desde Benjamn Franklin, uno de los padres fundadores de aquella nacin, se recomend a Inglaterra, en la poca de las Trece Colonias, la toma de la Isla. Thomas Jefferson continu los apetitos gefagos y en 1823, John Quincy Adams, el autor de la Teora de la Fruta Madura, segn la cual por la cercana geogrfica nuestro pas deba caer por s mismoŽ en manos de los EE.UU. El presidente James Monroe afirmaba: Agregar Cuba es lo que necesitan los Estados Unidos, para que la nacin americana alcance el mayor grado de inters... Siempre la mir como la adquisicin ms interesante para nuestro sistema de estadoŽ. Hasta hoy, ninguna Administracin norteamericana ha pensado diferente. Apoderarse de Cuba es una tarea pendiente, se ha recurrido a sabotaje, agresin directa, guerra biolgica, bloqueo y ahora, los deseos de apropiacin se intensifican y se exploran otras vas, como la utilizacin de fuerzas internas asesoradas desde el exterior o la creacin de grupos mercenarios. Con ese antecedente, resulta risible planificar algo para Cuba desde fuera y aclarar que es sin injerencias externasŽ o hablar de cambiosŽ al lado de la palabra soberana, cmo si eso fuera posible. No es difcil imaginar, en caso de aceptar otros partidos dentro de la sociedad, como signo de la democracia soada por algunos, cules competiran con el Partido de la Revolucin. El pas se fragmentara y daramos a los imperialistas estadounidenses la oportunidad, esperada por aos, de crear una organizacin cubano-yanqui, con apoyo financiero sin lmites. As mismo ocurre con la oposicinŽ dentro de la Isla. Alguien puede creer que es autctona? El uso de esas tendencias opuestas, como formas de ataque, es uno de sus ltimos mtodos para destruirnos, para lo cual cada uno de sus soldados recibe una cuota de dinero, de acuerdo con la labor realizada. Tiene precio desorganizar, levantar un cartelito, manifestarse en las calles o hacer propaganda contrarrevolucionaria. Hay quienes se conforman con que les tiren fotos y sean publicadas, porque con eso garantizan la paga. Desde 2007, EE.UU. ha invertido ms de 90 millones de dlares para fomentar la subversin en Cuba y ha entregado ese dinero tanto a mercenarios internos como a personas en Miami. No pocas reyertas ocurren entre estos asalariados, porque muchos han visto en la oposicinŽ un lucrativo negocio y su mximo inters es vivir a costa de eso. Los propios mercenarios radicados en Cuba y vinculados a la Oficina de la Seccin de Intereses en La Habana han presentado quejas porque el dinero que aprueba el Gobierno de los Estados Unidos muchas veces no les llega y se queda en manos de la mafia cubanoamericana radicada en Miami, que lo gasta en intereses privados. Ese ejrcito al servicio yanqui es sui gneris; no puede hablarse de actuacin por conciencia, sino por motivaciones monetarias y como el dinero sobra, los hilos seguirn movindose all y los tteres continuarn bailando en nuestros predios. L L O O S TTERE S TTERE S S SE SE GUIRN GUIRN B B AILANDO AILANDO hilda@ahora.cuColumna a cargo de Hilda Pupo S.Trinchera deIdeas rodo@enet.cu PorRodobaldo Martnez Prez 03 hilda@ahora.cup.cu C Cuentan que Holgun, en 1953, era un gran anillo relleno de casas de diversa arquitectura, la mayora de guano y tabla. El mismo Ral Castro afirma que, despus del Moncada y antes de salir hacia el exilio en Mxico, estuvo aqu para despedirse de la familia y recuerda la estampa de una aldea grande. Imagino la desolacin de aquella poca all en La Cuchilla de San Germn, donde viva mi madre, los duros das del tiempo muerto, sus muequitas hechas de botellas con pelo de tusa de maz, la amargura de permanecer acostada toda la maana para que le lavaran el nico vestido y la pena eterna de su alma de nia, cuando dej la escuela para ayudar en el campo. Supe por mi abuelo Manuel, simpatizante del Partido Ortodoxo de Chibs, lo humillante que fue para l tener que cambiar su cdula de voto por atencin mdica para mi abuela Elba Rosa, grave de una apendicitis. Precisamente esa abuela me ense que no tiene precio vivir tranquilo y no tener que correr a esconderte junto a tus hijos en un hoyo en el patio cada vez que pasa un avin, porque poda ser Sosa Blanco. He pensado muchas veces qu hubiera sido de mis padres si no triunfa la Revolucin, si mi pap seguira, desde el alba hasta la noche, vendiendo galletas en una alforja cargada por un burro medio ciego para ganarse una miseria, con ese mismo estilo triste de la cancin que reza: Si yo vendo la carga, mi Dios querido, un traje a mi viejita voy a comprarŽ. Cmo hubiera pagado el tratamiento contra el cncer de mi madre, las operaciones largas y costosas donde participaron dos de las mejores especialistas del Hospital Lenin; las 36 sesiones de radioterapia, los medicamentos de ltima generacin y los sueros, entre otras cosas como anlisis e imagenologa avanzada? Por eso me indigna que gente como yo, de cuna humilde, hable mal de la Revolucin. Para quienes fueron afectados en comodidad o riqueza, tengo comprensin, pero para hijos de los explotados, negros u otras minoras redimidas por la Revolucin y que deberan agradecer eternamente que hubo una maana de la Santa AnaŽ, solo albergo repudio en mi corazn. Esas son algunas de las razones que argumento cuando alguien me pregunta, de frente o por las redes sociales, por qu me mantengo fiel a mis convicciones, pero no son las nicas. Voy a confesar algo: veo los programas extranjeros de los famosos paquetesŽ, sobre todo los de competencia donde hay cubanas y cubanos. No me importa el premio, sino me gusta ver cmo la mayora de esos paisanos se expresan con educacin, son de los mejores en canto, baile, actuacin, declamacin, supervivencia e incluso relaciones humanas, porque detrs de todos ellos est la inmensa obra de la Revolucin Cubana, lo acepten o no. Nada hubieran podido lograr ni aqu, ni en el Norte, Sur o Alaska, si aquel panorama del 1959 se hubiese mantenido. En Holgun, por ejemplo, la desocupacin era alta en todos los municipios. El 64 por ciento de las familias residentes en la ciudad fue catalogada de extremadamente pobre y el nmero de nios y jvenes que no estudiaban era de 81 mil 754, mientras que en Gibara haba 13 mil 116; en Mayar, 28 mil 143, y en Banes, ms de 16 mil 800. As estaba toda Cuba y peor si hubisemos dejado morir al Maestro en el Ao de su Centenario o hubiesen progresado las ideas de inversionistas americanosŽ de convertir al pas en un gran casino con mucho ron, puros y prostitutas baratas. De la necesidad de cambiar la situacin habl Fidel en La Historia me Absolver, que present al pueblo el Programa del Moncada, cumplido cabalmente en estos aos, en especial lo relacionado con la Ley Primera de nuestra Repblica, que es el culto de todos los cubanos a la dignidad plena del hombre. No quiero el pasado para m y los mos y formo parte de muchos que tampoco quieren eso para su tierra. Prosperidad s y en abundancia, porque Socialismo no es sinnimo de miseria ni conformismo. Soy hija de obreros, que ayer fueron pobres campesinos, que antier fueron mambises o esclavos. Soy mujer, el ms grande proletariado del mundo, as que soy fiel a mi clase, porque para los de mi clase se hizo esta Revolucin, que no es perfecta, porque hasta el sol tiene sus manchas, pero los agradecidos tambin vemos su luz. Por eso las historias de nuestros hroes, las de nuestros padres o las propias, porque hay mucho herosmo cotidiano en quienes soamos con un mundo mejor, hay que contrselas a nuestras hijas e hijos para que sepan, como la Generacin del Centenario, de qu lado estar el combate en el momento histrico de las definiciones. MOMENT MOMENT O DE O DE DEFINICIONE DEFINICIONE S S afernandez@ahora.cu Por Ania Fernndez Torres a a f f e e r r n n a a n n d d e e z z @ @ a a h h o o r r a a . c c i i p p . c c u u VICTORIADELASIDEASANIVERSARIO60DELASALTOALOSCUARTELESMONCADAYCARLOSM.DECSPEDES

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PG. R R E E P P O O R R T T A A J J E E ¡AHORA!JUNIO 08, 2013 KARINA MARR"N GONZLEZ / karina@ahora.cip.cu FOTOS: ELDER LEYVAL Los vientos de Ike y Sandy lo confirmaron: el reordenamiento en la zona costera era urgente no solo para preservar el medio ambiente, sino por la accin del cambio climtico y su incidencia en temporadas ciclnicas cada vez ms intensas. Aprendimos de modo triste y contundente, una leccin que nos sirvi para emprender la difcil tarea de destruir construcciones en un pas donde hacen falta todava muchas casas. Pero era imprescindible. El 29 de mayo de 2011, durante la Asamblea Provincial del Partido, Jos Ramn Machado Ventura, su segundo secretario en el pas, reafirmaba la necesidad de trabajar en este sentido y de enfrentar las ilegalidades que tambin haban proliferado en torno al ordenamiento territorial y urbanstico. Dos aos despus, esas mismas palabras sirvieron como prembulo al debate que sobre estos asuntos se suscit en el Teatro Celia Snchez y que se trasmiti en vivo a toda la provincia a travs de la seal de Radio Angulo, como parte del sistema de gestin partidista para el rescate de la disciplina social. A pesar de todo lo que se ha venido haciendo desde entonces, en este tema todava hay camino por recorrer, seal Jorge Cuevas Ramos, miembro del Comit Central y primer secretario del Partido en Holgun, quien condujo esta sesin de intercambio en la que el pueblo tiene siempre activa participacin. Se trata de un problema que hay que cercar, insisti, y en el que poco a poco, ao tras ao, hay que dar pasos para su solucin. Orlando Garca, director provincial de Planificacin Fsica, comenz la presentacin haciendo alusin a las numerosas normas jurdicas que se relacionan con este asunto, as como a los Lineamientos y Objetivos del Partido. El estudio de las mismas y de las caractersticas de nuestra regin, fueron tomados en cuenta para disear el Plan Provincial de Ordenamiento Territorial, el cual aprob la Asamblea Provincial del Poder Popular el 19 de Diciembre del 2012. Dentro de l estaban contenidos numerosos planes especiales referidos a zonas costeras, de desarrollo turstico o integrales, como el caso del Plan Especial de la Base Econmica Productiva del Municipio Mayar, que actualmente se encuentra a un 34,2 por ciento de ejecucin. Julio Csar Estupin, presidente de la Asamblea municipal del Poder Popular en esa localidad, coment algunos aspectos de este proyecto, entre ellos la produccin de arroz, cultivo del cual para el 15 de agosto habr sembradas 115 hectreas (ha) y en el 2014 se incorporarn otras 120, con el objetivo de sustituir importaciones. En general este ao deben quedar concluidas 52 obras que permitirn nuevas fuentes de empleo y la concrecin de varias acciones contempladas en el plan. Como parte tambin de la implementacin del mismo, fue creado el grupo de enfrentamiento, que integran diferentes organismos encabezados por los consejos de la administracin y Planificacin Fsica, pero donde se encuentran representados Salud, Comunales, Vivienda, el CITMA, la Direccin Integral de Inspeccin y Supervisin (DIS), Economa y Planificacin, entre otros. El trabajo de dicho grupo dio lugar a la identificacin de 10 mil 119 violaciones, con una mayor incidencia de los municipios Holgun y Moa. En esta primera etapa, la eliminacin de las construcciones estatales sobre la duna de la playa y de todas aquellas que infringen las normas establecidas para la franja costera, ha sido una prioridad. Ramn Daz, presidente de la Asamblea de FreyreŽ, se refiri al trabajo desarrollado en ese territorio, especialmente en Playa Blanca, donde haba 63 instalaciones en esa situacin. Hoy all no queda ninguna edificacin del Estado que incumpla los requerimientos y se trabaja en la reforestacin. El Primer Secretario del Partido destac la labor llevada a cabo en este municipio como un ejemplo de rigor, rapidez y de hacer las cosas bien. Coment que, actualmente, muchos turistas alojados en Don Lino van a baarse a Playa Blanca por la calidad de esta y el orden que se ha logrado. Adems, resalt que los escombros fueron reutilizados en la produccin de materiales para la construccin y por este concepto alrededor de 60 mil bloques han sido vendidos a la poblacin a travs de los puntos creados al efecto. Ante las inquietudes de algunos holguineros sobre lo que suceder en este balneario durante el verano, Cuevas Ramos aclar que se prepara uno de los mejores planes vacacionales de los ltimos aos, con mucha organizacin y disciplina y un rea de bao en mejores condiciones. Dijo tambin que se evala la posibilidad de que pasen a Campismo Popular algunas instalaciones de las que permanecieron en el lugar. En la provincia haba 202 inmuebles estatales que violaban lo establecido para las zonas costeras, el domingo quedaba solo uno. El nico que no ha sido demolido se encuentra en el municipio de Gibara y pertenece a Comercio, por lo que tanto el Consejo de la Administracin de ese territorio como el sistema empresarial, fueron criticados por la lentitud con que asumieron una labor impostergable. Pero no basta con demoler, para devolver estas reas a su estado natural hay que retirar hasta el ms mnimo vestigio de las construcciones y reforestar, un proceso que debe certificar el CITMA y debe desarrollarse con mayor celeridad que la que ha tenido hasta ahora. Ms compleja es, sin embargo, la eliminacin de las mil 380 propiedades de personas naturales enclavadas en estos sitios, pues deben reubicarse 871 viviendas, de las cuales hasta el momento solo se ha dado solucin a 52. El programa contempla la accin escalonada, de modo que en un periodo de tres aos quede resuelto este fenmeno, pero es vital que esto se haga poco a poco, sin traumas, con mucho intercambioŽ, como explic el Secretario del Partido, quien enfatiz en la necesidad de hacerlo, debido al cambio climtico y otros problemas ambientales. Justamente por esta razn, el ordenamiento no solo es necesario en las costas; en las cuencas de los ros han sido identificadas violaciones como vertimiento de escombros, de desechos slidos, aceites y drenajes de albaales, tranques y cercas en el cauce, as como en la franja, microvertederos, extraccin de la capa frtil de los suelos para la fabricacin de materiales para la construccin, talas ilegales, construccin de viviendas en las mrgenes, etc. Solo en la cuenca del Cauto, que abarca los municipios de Urbano Noris, Cacocum, Calixto Garca, Holgun y Cueto, fueron detectadas 22 mil 981 ilegalidades, de modo que hay que extremar las medidas para proteger los ecosistemas. Kadir Estrada vicepresidente de la Asamblea municipal de Urbano NorisŽ, hizo alusin a algunas de estas transgresiones y tambin a las acciones que se llevan a cabo, entre ellas la adaptacin de una antigua escuela que se convertir en 85 viviendas, algunas de las cuales estn destinadas a suplir las necesidades del reordenamiento territorial. La ocupacin ilegal del suelo es un asunto que, como dijo el Primer Secretario del Partido, requiere de acciones ordenadas, pero firmes. El municipio ms afectado por este fenmeno es Holgun, donde los barrios ilegales han florecido en reas pertenecientes a la Agricultura, Comunales y otros organismos, segn explic Julio Csar Reyes, mxima autoridad del Gobierno en ese territorio. Las causas que han propiciado que existan en la provincia 40 ncleos poblacionales de estas caractersticas, son fundamentalmente la deficiente estructuracin y jerarquizacin del sistema de asentamientos humanos, as como la falta de enfrentamiento oportuno por las instituciones correspondientes. Otras son el bajo nivel de servicio en las poblaciones rurales concentradas y bajo nivel de desarrollo integral en los municipios. La creacin de fincas forestales ha sido una de las ideas aplicadas con mejores resultados, pues como dijo Raciel Aguilera, subdelegado de la Agricultura encargado del caf y los asuntos forestales, no solo contribuyen al desarrollo forestal que redunda en un beneficio medioambiental y social, sino que el sentido de pertenencia que se logra con el lugar de la finca los lleva a ser celosos guardianes de todo lo que pueda afectarla y dentro de ello los asentamientos ilegales. Otro resultado positivo es que esta etapa de sequa exhibiera menos incendios que en igual periodo del ao anterior. Cuevas reconoci el avance que este programa ha representado e insisti en que en relacin con los barrios ilegales, lo ms importante es evitar que surjan otros nuevos. Los ya existentes constituyen hoy un problema social que habr que solucionar poco a poco, con mucho tacto, porque algunos de ellos existen desde hace mucho tiempo, son el resultado de aos de dejar hacer sin que nadie pusiera coto, aunque se trata de tierras que tienen dueos. El plenario pudo conocer las acciones que ya estn desarrollando los diferentes organismos que tienen implicacin en el orden territorial y urbanstico, y tambin los problemas que no se han resuelto. En el caso de Planificacin Fsica, en la etapa enero-mayo tiene solucionadas 335 ilegalidades de las 566 previstas en el Plan Integral, fueron detectadas mil 923 nuevas obras fuera de la Ley y se logr cambiar el 92,3 por ciento de estas incidencias. El sistema de la Vivienda, por su parte, de un total de 10 mil 399 transgresiones identificadas en el 2010 en los edificios multifamiliares, han podido eliminar 5 mil 833, pero entre enero y abril ha disminuido el ritmo de enfrentamiento, pues solo han llegado al 7 por ciento de las previstas para ese periodo. Los municipios de Moa, Mayar y Holgun son los que mayormente influyen en este saldo negativo. Tambin otras entidades como Vialidad se han sumado a esta batalla por el orden, en el caso de esta ltima a travs de medidas de control sobre la faja de la carretera. No obstante, hay asuntos que todava requieren de mucho trabajo para resolverlos, como el chequeo sistemtico de las acciones y su efectividad, el fortalecimiento de los equipos de supervisin de las entidades encargadas de hacer cumplir la legalidad y el completamiento de las plantillas. Un proyecto que demuestra cunto se puede hacer con organizacin, es el de Holgun como Ciudad Parque. El mismo se ha diseado para contribuir al desarrollo local y el enriquecimiento del patrimonio cultural, mediante la gestin integrada, creativa y eficiente del potencial cultural-social-ambiental y econmico. Para ello, se implementarn diversas excursiones y paquetes con las rutas o itinerarios culturales, circuitos temticos y otros productos y conllevar a un mantenimiento y mejoramiento de los parques existentes. Las opiniones de los holguineros matizaron la jornada, muchas de ellas referidas a la burocracia que existe en la entrega de licencias de construccin y otros trmites relacionados con la Vivienda, lo cual contribuye a estimular las ilegalidades. Adems, salieron a relucir irregularidades en el trabajo de Planificacin Fsica y se denunci el comercio ilegal de arena de las zonas costeras. Residentes en estas localidades llamaron para hacer preguntas y exponer sus inquietudes sobre cmo actuar, lo cual refleja la necesidad de comunicar mejor las decisiones que se toman y el cmo se ponen en prctica las medidas. Precisamente, eso es vital para el xito del reordenamiento territorial y urbanstico, pues como insisti en varias ocasiones el Primer Secretario del Partido, se trata de un asunto complejo que requerir de mucho dilogo, convencimiento y de un actuar responsable.0 0 4 4 Desde hace dos aos, Holgun viene trabajando intensamente en el ordenamiento territorial y urbanstico. El pasado domingo se pas revista a los resultados alcanzados y se retomaron anlisis y accin sobre los problemas no resueltos BATALLA POR EL ORDEN

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PG. ¡AHORA! REPORTAJEJUNIO 08, 2013 ANIA FERNNDEZ TORRES/ afernandez@ahora.cip.cu FOTO: ELDER LEYVAP Pas por esta calle en varias ocasiones a fines de los noventa, mientras buscaba las mejores sombras de portales o rboles para cubrirme del sol en mis idas y regresos del trabajo, cuando viva en el reparto Harlem. Recuerdo el viejo taller desvencijado, unas planchas de zinc pintadas de rojo y la resbalosa grasa negra pegada en el suelo. No s si sern imgenes fotogrficas de esos difciles das que an conservo en la mente, pero para m todo por all era gris, opaco y fro. Por eso valoro en gran medida la construccin de la Plaza La Central, justo en el costado derecho de la Tienda Recaudadora de Divisas de igual nombre, no solo por lo que significa para la ciudad y los trabajadores por cuenta propia, quienes ejercen ahora su funcin social all, sino por el bien hecho a la comunidad cercana, revestida de colores hermosos y cuyos viales dejaron atrs la etapa del hoyo y la piedra. Ms de 30 das laboraron all los trabajadores de la ECOPP, que han ganado fama y prestigio entre los holguineros por su consagracin, pero ms que todo porque se les ve trabajar como hormigas de forma eficiente y coordinada. Armando Arias, director de la Unidad Bsica de dicha entidad en el territorio, asever que esta obra muestra cunto puede hacerse si se labora con entusiasmo y creatividad. Segn el cronograma, debamos entregarla el 30 de junio, pero la terminamos el 16 de mayo, porque trabajamos entre 12 y 14 horas diarias para concluir sin afectar la calidadŽ, expres. Durante las primeras visitas, en la etapa constructiva, vimos a albailes mover cemento y arena para levantar y resanar paredes y fundir el piso de concreto; a los techadores caminar entre vigas peligrosas, a carpinteros, electricistas, soldadores y obreros especializados en la construccin de los viales interiores envueltos en una nube de polvo y sudor que, afortunadamente, rindi sus frutos. Alejandro Javier Ziga Rodrguez, joven cuentapropista, manifiesta: Hace menos de un mes que estamos aqu, realmente ms protegidos, hay ms comodidad y no nos mojamos ni nos castiga el sol. Hay cosas que faltan, pero son las menos; lo preocupante es la disminucin de las ventas en relacin con la etapa cuando estbamos frente al HospitalŽ. Para ngela Prez Figueredo, vendedora, la preocupacin es otra: Realmente estamos mejor en cuanto a condiciones de trabajo, aunque el bao de mujeres tiene dificultades, pero lo estn arreglando. Quisiera pensar que cuando la personas sepan que estamos aqu acudirn con mayor frecuencia, hay das en que nos vamos sin un peso y debemos ganar para mantenernos a nosotros y a la familia y poder cumplir nuestras obligacionesŽ. Similar opinin expresa Leonardo Champay, otro trabajador por cuenta propia: El lugar est bueno; la obra, igual, hay ventajas muy grandes aqu, como la electricidad, la limpieza y la proteccin de las inclemencias del clima, pero no es visible y an las personas se van a los alrededores del Hospital cuando necesitan algoŽ. Segn se conoci en la reunin semanal del chequeo de las inversiones, a esta Plaza se le deben algunas acciones que comenzarn a realizarse prximamente, como habilitar una caja de agua fra y sistema de audio que permita escuchar msica. Al respecto sera muy bueno que pudiera sintonizarse all Radio Holgun, emisora cuyo pblico-meta es fundamentalmente el citadino y tiene una programacin musical e informativa variada. Insisto en lo agradable de lograr equidad en el diseo de mesas, tarimas o stands para poner las mercancas y desterrar, definitivamente, los feos catres. Al momento de nuestra visita algunos vendedores estaban acostados sobre los catres, casi con los pies sobre las mercancas. Una joven sentada sobre las piernas del novio, entre abrazo, beso y pellizco; unos pocos vociferaban de un lado a otro de la Plaza y primaba un ambiente de desorden en algunos espacios. Realmente, en busca de la organizacin, debera existir un reglamento, un cdigo conjunto que se impongan entre ellos mismos y con el arrendador del sitio para no llevar hacia la nueva sede los problemas del lugar donde estaban, que se haba convertido en una venduta locaŽ de lo humano y lo divino. Deben resolverse los problemas del almacn, pues no funciona a plena capacidad y por ello deben llevar y traer los artculos o dejarlos con particulares en los alrededores. Tambin sera vlido revisar los documentos de quienes se quedaron en portales cercanos al Hospital o de las calles Carb y Cuba para determinar la licitud de los arrendamientos y las patentes de venta. No obstante esos pequeos detalles, que no empaan la obra, Holgun necesita y reclama otros lugares como este para organizar a los vendedores que permanecen en aceras y calles y en ocasiones obstruyen el paso de los transentes o afean ciertos espacios de la ciudad. Es tiempo de propiciar soluciones integradoras de los intereses de todos los sectores en esta provincia nuestra, caracterizada por su elegancia y su cultura. UN LUGAR MEJOR CLEANEL RICARDO TAMAYO / cleanel@ahora.cip.cu FOTO: JAVIER MOLAL La palabra Cochico anda por estos das de boca en boca, y no porque sus coordenadas freyrensesŽ terminaran de asaltar al espectro meditico, sino por el nacimiento all de un gran puente que, todava sin la inauguracin oficial, ya va teniendo una lectura muy apropiada para el presente. Desde sus corresponsalas en Holgun, los medios nacionales han hecho una amplia presentacin del tema. El pas lo sabe, incluso en detalles, y por tanto aqu y all se fue a bolina el palo periodstico. Todo va pareciendo tan familiar como se requiere para que nadie ignore de qu se trata. La sorpresa agradable de un puente que tiene 100 metros de largo por 13,5 de ancho, para borrar el aislamiento que sufran muchos vecinos de ese lugar y la zona turstica de Guardalavaca ante lluvias intensas; un calendario de ejecucin achicado por la eficiencia constructiva y otras cosas buenas que a veces otros no hacen tan bien; uso racional de los recursos y calidad constructiva. Sobre eso y mucho ms, no hay que seguir insistiendo. Mas en la bsqueda de los asombros derivados resalt esta vez por derecho propio la mesura del contrato entre inversionista y ejecutor, para que la obra naciera sin deformaciones congnitas, como esas que sobreviven despus de un bombardeo de sutilezas, imprecisiones e irresponsabilidades sumamente costosas para la economa nacional. Segn el ingeniero civil Pvel Rodrguez Rodrguez, director del Centro Provincial de Vialidad e inversionista de la obra (el que firma los papeles finales antes revisados por especialistas integrantes del Comit de ContratacinŽ), todo dependi de un anlisis serio con la ECOI-17, la otra parte firmante en su condicin de ejecutora, representada por la ingeniera Mara Salom Snchez Arvalo, la directora. Se trat, aade, de un gran proceso preparatorio, con ajustes de ambas partes hasta que se lograron las bases finales. Desde la firma estaban claros los detalles sobre suministros, garanta de durabilidad de la obra, calidad en la ejecucin de cada una de sus partes, plazos, valores, formas de pago y muchos otros asuntos tcnicos y legales que pocas veces salen a la luz pblica. La experiencia del equipo de vialidad, constituido hace 14 aos, permiti calcular que el contrato era fiable, con un cronograma racional y sin las improvisaciones que conducen a incumplimientos de los programas o fallas en la calidad. De la otra parte la ECOI-17, tambin con un equipo competente, pudo calcular la posibilidad de garanta para el inversionista en los trminos del pacto. Y no hubo dudas: hasta la apertura del puente al trnsisto, todo se hara en 15 meses. As las cosas, esta obra deba dar paso al primer vehculo el 30 de junio. Era el compromiso. Pero con todo en mano a su debido tiempo (lase, cuando se necesit), el empuje de una pequea brigada de apenas 15 hombres y la participacin especializada de otras empresas, el final baj hasta el 6 de junio (24 das menos), aunque despes la lluvia interrumpiera la colocacin del asfalto y la meta volviera a alejarse algo ms; pero ya est ah, como quien dice, al doblar de la esquina. Y en la bsqueda de esos hombres que hacen historia,¡ ¡ a a h h o o r r a a !pudo llegar hasta El GagoŽ, como dicen en la ECOI-17 que es el nombre verdadero de Alfredo Daz Herrera, suerte de personaje venerado tras 47 aos sin moverse de esa Empresa, donde es el nico ejecutor de puentes que va quedando all y en la provincia completa, segn entendidos en curiosidades y estadsticas. En el portal de su casa, mientras esperaba para partir hacia el trabajo, y por tanto sin los arreos del oficio encima, nos confes que no tiene un solo ttulo. Apenas cursitos, pero sin nada de eso de los ingenierosŽ. Y el apodo? Me lo pusieron en la Empresa hace ya no s cuntos aos, porque cuando quiero hacer una buena obra y no me sale, me pongo bravo y me trancoŽ. Y por qu usted precisamente, cuando solicitamos a un trabajador insignia del puente de Cochico? Ser por el espritu que tiene uno en el trabajo. Cuando me dan una tarea, trato de cumplirla bien, y por tanto no espero a que me sirvan los recursos, sino que salgo a buscarlosŽ. Sobre la que pudiera resultar su ltima obra importante, pues est a unos metros de la jubilacin, dijo: A no ser un diluvio que eche el mar hacia atrs, all el ro no volver a pasar por encima de la carretera. En las condiciones actuales, usted sabe que es complicado hacer un puente como este, pero este, puede decirlo sin miedo, qued buenoŽ. TAREA BIEN CUMPLIDA 05

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PG.VARIEDADES ¡AHORA !JUNIO 08, 201306 Fuerte polmica ha trado la publicacin, en la edicin del 25 de mayo, del precio oficial del refresco gaseado expendido en Puntos de Venta de la red gastronmica del municipio de Holgun. Unos lectores han llamado o llegado a la Redaccin con ejemplares del peridico del 11 y 25 de mayo, pues se sigue cobrando lo que los dependientes estimen conveniente, pero cuando los clientes alegan lo ledo en esta Columna, algunos empleados ofrecen diversas respuestas, desde eso es mentiraŽ hasta la sutil amenaza de que es posible que no tomen ms refrescoŽ. En esta ocasin, hacemos una necesaria aclaracin, pues en la red gastronmica se comercializan dos tipos de refresco gaseado: el envasado en termos grandes, proveniente de la Fbrica, y otro preparado en los propios contenedores, conocidos como refresquerasŽ, donde disponen de botellones de C02. En estos el precio es el siguiente: un vaso de ocho onzas, 60 centavos; un litro, 2.60; un litro y medio, 3.90; dos, 5.20 y cinco, 12.95; sin embargo, el del primero es: un litro, 1.75; litro y medio, 2.60; dos, 3.45 y cinco, 8.75. Por ejemplo, en este ltimo grupo estn los Puntos de Venta de la Plaza Camilo Cienfuegos y el recientemente abierto en El Bosquecito de la Avenida Capitn Urbino. Adems, en la red gastronmica se oferta refresco de sirope a granel, cuyo importe es de 40 centavos el vaso, segn Evelio Chvez Serrano, subdirector general de la Empresa de Gastronoma del municipio de Holgun. S S o o b b r r e e i i r r r r e e g g u u l l a a r r i i d d a a d d e e s s c c o o n n l l a a l l l l e e g g a a d d a a d d e e l l a a p p r r e e n n s s a a a a l l a a c c o o m m u u n n i i d d a a d d E E l l P P a a r r a a s s o o , C C o o n n s s e e j j o o P P o o p p u u l l a a r r A A l l tt u u n n a a , m m u u n n i i c c i i p p i i o o d d e e R R a a f f a a e e l l F F r r e e y y r r e e , C C o o r r r r e e o o s s d d e e C C u u b b a a o o f f r r e e c c e e u u n n a a d d e e t t a a l l l l a a d d a a e e x x p p l l i i c c a a c c i i n n a a c c e e r r c c a a d d e e l l a a p p r r o o b b ll e e m m t t i i c c a a a a f f r r o o n n t t a a d d a a c c o o n n e e l l t t r r a a n n s s p p o o r r t t i i s s t t a a ( ( T T r r a a n n s s p p o o s s t t ) ) e e n n c c a a r r g g a a d d o o d d e e l l a a d d i i s s t t r r i i b b u u c c i i n n y y t t a a m m b b i i n n a a c c l l a a r r a a qq u u e e p p o o r r l l o o d d i i s s t t a a n n t t e e d d e e e e s s e e a a s s e e n n t t a a m m i i e e n n t t o o d d e e z z o o n n a a r r u u r r a a l l , a a l l l l f f u u n n c c i i o o n n a a u u n n A A g g e e n n t t e e P P o o s s t t a a l l , q q u u e e s s o o l l o o l l l l e e v v aa l l a a c c o o r r r r e e s s p p o o n n d d e e n n c c i i a a y y p p u u b b l l i i c c a a c c i i o o n n e e s s t t r r e e s s v v e e c c e e s s a a l l a a s s e e m m a a n n a a .   E E s s t t a a r r u u t t a a p p o o s s t t a a l l s s e e m m o o n n i i t t o o r r e e a a d d i i a a r r i i a a m m ee n n t t e e , p p o o r r s s u u s s i i t t u u a a c c i i n n , y y p p o o d d e e m m o o s s i i n n f f o o r r m m a a r r q q u u e e s s e e h h a a e e s s t t a a b b i i l l i i z z a a d d o o m m o o m m e e n n t t n n e e a a m m e e n n t t e e l l a a l l l l e e g g a a d d a a d d e e l l a a p p r r e e n n s s a a a a e e s s t t e e m m u u n n i i c c i i p p i i o o Ž Ž , d d i i j j o o M M n n i i c c a a R R m m u u l l o o A A c c o o s s t t a a , f f u u n n c c i i o o n n a a r r i i a a d d e e A A t t e e n n c c i i n n a a l l a a P P o o b b l l a a c c i i n n . E E x x aa c c t t a a m m e e n n t t e e , p p o o r r l l a a l l e e j j a a n n a a d d e e   E E l l P P a a r r a a s s o o Ž Ž n n o o p p u u e e d d e e n n i i d d e e b b e e p p e e r r m m i i t t i i r r s s e e q q u u e e l l a a p p r r e e n n s s a a l l l l e e g g u u e e t t r r e e s s v v e e c c ee s s a a l l a a s s e e m m a a n n a a , p p o o r r l l o o q q u u e e r r e e s s u u l l t t a a n n e e c c e e s s a a r r i i o o b b u u s s c c a a r r a a l l t t e e r r n n a a t t i i v v a a s s p p a a r r a a r r e e v v e e r r t t i i r r t t a a l l s s i i t t u u a a c c i i n n . Escribi Dayln, hija de Edilberto Campos Prez, vecino de Guaro, municipio de Mayar, que tras la publicacin de la inquietud de este damnificado por los huracanes Ike y Sandy, la inspectora de la UMIV Milagros Lpez Escalona le inform a su mam que iran a visitar la casa cuando ellos entendieran pertinente y no por haber tramitado el caso a travs de la prensaŽ. Estamos de acuerdo con que no se priorice ningn problema porque haya ocupado lneas en esta Columna, pero nunca entenderemos que haya tanta indolencia por parte de un funcionario al incumplir con el trabajo por el cual le pagan. Cmo explicar que, al cabo de varios aos, un ciudadano cuya vivienda fue afectada doblemente por eventos meteorolgicos deba remitirse a un Medio de Difusin Masiva ante la pasividad del organismo responsabilizado con la atencin de esos casos? E E l l m m n n i i b b u u s s d d e e l l a a R R u u t t a a 5 5 h h a a d d e e j j a a d d o o d d e e c c i i r r c c u u l l a a r r p p o o r r e e l l r r e e p p a a r r t t o o H H a a r r l l e e m m , d d e e b b i i d d o o a a l l a a c c r r t t i i c c a a s s i i t t u u a a c c i i n n d d e e ss u u s s v v i i a a l l e e s s . S S e e g g n n L L o o u u r r d d e e s s H H i i j j u u e e l l o o s s , c c o o n n d d o o m m i i c c i i l l i i o o e e n n c c a a l l l l e e 1 1 0 0 d d e e O O c c t t u u b b r r e e , e e s s q q u u i i n n a a a a 1 1 0 0 , p p r r i i m m e e r r a a m m e e nn t t e e l l e e s s i i n n f f o o r r m m a a r r o o n n q q u u e e n n o o h h a a b b a a p p r r e e s s u u p p u u e e s s t t o o p p a a r r a a r r e e h h a a b b i i l l i i t t a a r r l l a a s s v v a a s s , p p e e r r o o y y a a e e x x i i s s t t e e y y V V i i a a l l e e s s n n o o a a c c oo m m e e t t e e l l a a n n e e c c e e s s a a r r i i a a o o b b r r a a . Carlos Borrego Mndez, director de la Oficina Nacional de Inspeccin Pesquera de Holgun (ONIP), responde sin prdida de tiempo a pescadores de Gibara. Felizmente ya se levant suspensin de otorgamiento de licencia para la pesca submarina, que se entrega a travs del mismo procedimiento del ao anterior. La interrupcin obedeci a estudios realizados en la plataforma marina cubana y sus ecosistemas, en aras de su proteccin y sostenibilidadŽ, apunt. D D e e s s d d e e L L a a V V e e g g a a , m m u u n n i i c c i i p p i i o o d d e e U U r r b b a a n n o o N N o o r r i i s s , e e s s c c r r i i b b i i N N e e l l s s i i s s A A c c o o s s t t a a , p p r r e e o o c c u u p p aa d d a a p p o o r r l l a a i i n n a a c c c c e e s s i i b b i i l l i i d d a a d d d d e e l l c c a a m m i i n n o o h h a a c c i i a a S S a a n n t t i i a a g g o o d d e e C C u u b b a a y y G G r r a a n n m m a a , a a h h o o r r a a e e n n p p e e o o r r e e s s c c o o n n d d i i c c i i o o n n e e s s p p o o r r l l a a l l l l u u v v i i a a . En nombre de pobladores de la cabecera del municipio de Cueto se pronuncia Rosa Mara Fernndez Bonet, con domicilio en calle Maceo No. 163, por las vicisitudes enfrentadas para comprar productos del agro en el mercado de la localidad. Regularmente esa unidad est desabastecida y los sbados de Feria Agroalimentaria es escasa la oferta, porque la mayora de las producciones las adquieren carretilleros para despus comercializar las viandas, hortalizas y especias a altos preciosŽ. D D e e s s d d e e e e s s e e t t e e r r r r i i t t o o r r i i o o t t a a m m b b i i n n e e n n v v a a n n a a g g r r a a d d e e c c i i m m i i e e n n t t o o a a l l o o s s t t c c n n i i c c o o s s Y Y o o e e l l y y A A r r l l e e t t y y , d d ee l l D D e e p p a a r r t t a a m m e e n n t t o o d d e e I I m m a a g g e e n n o o l l o o g g a a d d e e l l h h o o s s p p i i t t a a l l c c l l n n i i c c o o q q u u i i r r r r g g i i c c o o L L u u c c a a i i g g u u e e z z L L a a n n d d n n , p p o o r r l l a a e e f f i i c c i i ee n n c c i i a a e e n n l l o o s s s s e e r r v v i i c c i i o o s s p p r r e e s s t t a a d d o o s s . Como si fuera una ficha de juego se siente Minaelia Esther Montero Cuenca, vecina de la calle Carlos Manuel Cspedes No. 134, entre Otto Parellada y Yebra, Antilla, despus de ver pasar, de un lado hacia otro la prioridad (nmero cinco) que le dieron a su vivienda tras el paso del huracn Ike. Este ao estaba en el plan de Umbrales para el inicio de la construccin de la casa, pero el 25 de marzo mandaron a paralizar la obra, pues el Delegado de la Circunscripcin aleg que yo no era su prioridad; sin embargo, tengo en mi poder todos los papeles que avalan el inicio de los trabajos, adems de 24 sacos de cemento P350 a punto de echarse a perder, ocho cabillas y ocho dados fundidos. En todas las puertas que he tocado me ofrecen una respuesta diferente y por si fuera poco, no aparezco en ningn programa y s otros ciudadanos que estaban detrs de m o vivan en otra zonaŽ. I I n n c c r r e e b b l l e e m m e e n n t t e e , e e l l C C l l u u b b A A t t l l t t i i c c o o d d e e H H o o l l g g u u n n , d d o o n n d d e e m m u u c c h h o o s s h h o o l l g g u u i i nn e e r r o o s s r r e e a a l l i i z z a a n n d d i i f f e e r r e e n n t t e e s s a a c c t t i i v v i i d d a a d d e e s s d d e e p p o o r r t t i i v v a a s s y y r r e e c c r r e e a a t t i i v v a a s s , l l l l e e v v a a m m s s d d e e 1 1 5 5 d d a a s s c c e e r r r r a a d d o o p p o o r r q q u u ee s s e e c c a a y y u u n n a a l l u u m m i i n n a a r r i i a a c c o o n n s s u u r r e e s s p p e e c c t t i i v v o o p p o o s s t t e e y y e e l l D D i i r r e e c c t t o o r r d d e e e e s s e e c c o o m m b b i i n n a a d d o o d d e e p p o o r r t t i i v v o o i i n n f f o o r r m m a a v v aa r r i i a a s s p p e e r r s s o o n n a a s s q q u u e e   n n o o e e s s t t e e n n c c o o n n d d i i c c i i o o n n e e s s d d e e r r e e s s o o l l v v e e r r e e l l a a s s u u n n t t o o , p p u u e e s s e e l l t t r r a a b b a a j j o o l l l l e e v v a a c c e e m m e e n n t t o o , c c aa b b i i l l l l a a y y o o t t r r o o s s m m a a t t e e r r i i a a l l e e s s q q u u e e l l n n o o t t i i e e n n e e Ž Ž , a a f f i i r r m m a a D D i i g g n n o o r r a a D D i i g g u u e e z z . R R e e p p o o r r t t a a r r a a n n e e l l i i n n c c i i d d e e n n t t e e a a l l a a EE m m p p r r e e s s a a E E l l c c t t r r i i c c a a ? ? Comenz esta semana la venta de uniformes escolares en toda la provincia, inform la Direccin Provincial de Comercio. P P u u n n t t o o F F i i n n a a l l . AQULACOLUMNA DELOSLECTORESLourdes Pichs Rodrguezaqui@ahora.cu l l o o u u r r d d e e s s @ @ a a h h o o r r a a . c c i i p p . c c u u A A p p e e s s a a r r d d e e l l o o s s r r e e i i t t e e r r a a d d o o s s p p l l a a n n t t e e a a m m i i e e n n t t o o s s , e e s s t t e e h h u u e e c c o o c c o o n n t t i i n n a a a a m m e e n n a a z z a a n n d d o o l l a a s s e e g g u u r r i i d d a a d d d d e e t t r r a a n n s s e e nn t t e e s s y y v v e e h h c c u u l l o o s s , e e n n c c a a l l l l e e A A r r i i a a s s , e e n n t t r r e e R R a a s s t t r r o o y y D D o o s s i i t t e e o o A A g g u u i i l l e e r r a a . / / F F r r o o i i l l n n P P a a r r r r a a S S u u r r e e z z C C o o n n t t a a m m i i n n a a c c i i n n d d e e p p o o z z o o s s , f f e e t t i i d d e e z z y y o o t t r r a a s s m m o o l l e e s s t t i i a a s s c c a a u u s s a a e e l l d d e e s s b b o o r r d d a a m m i i e e n n t t o o d d e e f f o o s s a a e e n n l l a a s s i i n n m m e e d d i i a a c c i i oo n n e e s s d d e e c c a a l l l l e e C C o o l l n n , e e n n t t r r e e I I n n d d e e p p e e n n d d e e n n c c i i a a y y 1 1 0 0 d d e e O O c c t t u u b b r r e e , V V i i s s t t a a A A l l e e g g r r e e . S S A A L L A A P P R R I I N N C C I I P P A A L L S S b b a a d d o o 8 8 , 9 9 : : 0 0 0 0 p p m m : Espectculo con estudiantes de la Unidad Artstica de Canto y bailarines de Teatro Musical, del Lrico Rodrigo Prats. D D o o m m i i n n g g o o 9 9 , 5 5 : : 0 0 0 0 p p m m : Concierto con estudiantes de la Unidad Artstica de Canto del Teatro Lrico Rodrigo Prats. V V i i e e r r n n e e s s 1 1 4 4 , 8 8 : : 3 3 0 0 p p m m : Orquesta Sinfnica de Holgun en Concierto. S S A A L L A A I I S S M M A A E E L L I I L L L L O O D D o o m m i i n n g g oo 9 9 , 1 1 0 0 : : 0 0 0 0 a a m m : Fantasa e ilusiones presenta su Pea Con la magia de tu sonrisa. J J u u e e v v e e s s 1 1 3 3 , 8 8 : : 3 3 0 0 p p m m : Programa con la Especialidad de Ballet de la Escuela Vocacional de Arte Ral Gmez Garca (EVA). T T e e l l f f o o n n o o s s : : 4 4 5 5 4 4 9 9 3 3 0 0 y y 4 4 5 5 4 4 9 9 3 3 2 2 Programacin La Empresa Comercializadora y Distribuidora de Medicamentos EMCOMED, sita en Va de acceso a la Loma del Fraile Nmero 8 y Carretera Central, en Las Seis Columnas, ofrece plaza de Agente de Seguridad y Proteccin. Salario: 385 pesos, ms el 30 por ciento por resultados, estimulacin en CUC, uniforme y artculos de aseo personal. Requisitos: graduados de noveno grado. Presentarse entre 9:00 am y 4:00 pm. El Instituto Provincial de Medicina Veterinaria brinda cuatro plazas de Especialista Integral en Actividades Pecuarias y Veterinarias, una de Contador B, otra de Auditor y una de Inversionista. La Delegacin Territorial del CITMA posee las siguientes posibilidades: Especialista B en Gestin Ecmomica (Especialista Principal). Salario: 475 pesos. Requisito: graduado de nivel superior en actividades afines. Especialista B en Gestin de Recursos Humanos. Salario: 455 pesos. Requisito: graduado de nivel superior. Dirigirse a: Oficina de Emigdio Rodrguez Hidalgo, director de la Unidad Presupuestada de Apoyo al CITMA, o llamar a los telfonos 47-3142 47-3141. La Asociacin Cubana de Comunicadores Sociales convoca a los cursos de Fotografa Digital, Cortesa y Protocolo, Relaciones Pblicas, Marketing y Postgrado de Investigacin de la Comunicacin. Llamar al telfono 42-7906 La UEB de Logstica, de la Empresa de Acopio y Beneficio del Tabaco, sita en Calle 19 s/n, entre 25 y 27, reparto Peralta, detrs de la Fbrica de Tabaco, necesita dos Albailes A. Salario: 360 pesos; dos Albailes B. Salario: 335 pesos; Tcnico en Obras de Ingeniera, graduado de especialidad afn y con experiencia. Salario: 390 pesos. Hay incremento en MN por resultados finales hasta el 30 por ciento y estmulo en CUC. Llamar al 46-8231, extensiones 103 y 122. C C A A N N A A L L 6 6 3 3 S S B B A A D D O O 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSD Imagen Plural D D O O M M I I N N G G O O 6:27 Conmemoraciones 6:30 VSD y de Arte L L U U N N E E S S A A V V I I E E R R N N E E S S ( M M E E D D I I O O D D A A ) ) 11:58 Apertura 12:00 En Primer Plano 12:30 A Buen Tiempo T T A A R R D D E E 4:27 ANSOC 5:42 Conmemoraciones 5:45 Al Da L L U U N N E E S S 4:30 Economa en Lnea 5:00 Visor por Dentro 5:30 El Pintorcillo M M A A R R T T E E S S 4:30 Lente Deportivo 5:00 Para Tocar el Cielo 5:30 Espiral M M I I R R C C O O L L E E S S 4:30 TV Ms 5:00 Rumores de la Campia 5:30 Noticiero Pioneril J J U U E E VV E E S S 4:30 La Tarde 5:00 Ksts Pensando T? 5:30 Cuarta Dimensin V V I I E E R R N N E E S S 4:30 Confluencia 5:00 Llgate 5:30 La Vida Misma Felicidades para Amelia Igarza Pupo, que recientemente cumpli 100 aos, de Magdalenys y familia. Feliz cumpleaos para Ivn, de sus amigas y amigos. Y Y A A T T E E O O L L V V I I D D C C a a n n t t a a : : Y Y u u r r i i d d i i a a Ya te olvid, vuelvo a ser libre otra vez, vuelvo a volar hacia mi vida, que est lejos y prohibida para ti. Ya te olvid, ya ests muy lejos de m, t lo lograste con herirme, lastimarme y convertirme en no s qu. ( 1 1 ) Me atrapaste, me tuviste entre tus manos me enseaste lo inhumano y lo infeliz que puedes ser, te fingiste exactamente enamorado, aunque nunca me has amado yo lo s. Me dijiste que jams podra olvidarte, que despus ira a rogarte y a pedirte bsame, yo luch contra el amor que te tena y se fue, ahora, ya te olvid. Ya te olvid, ests tan lejos de m, t lo lograste con herirme, lastimarme y convertirme en no s qu. (Se repite del 1 1 al 2 2) Te fingiste exactamente enamorado, aunque nunca me has amado, yo lo s. Me dijiste que jams podra olvidarte, que despus ira a rogarte y a pedirte bsame, yo luch contra el amor que te tena y se fue y, ahora ya te olvid. ¡Asunto PersonalAcargodeGracielaGuerraB. chela@ahora.cu A A c c a a r r g g o o d d e e G G r r a a c c i i e e l l a a G G u u e e r r r r a a administracion@ahora.cip.cu AcargodeYusleydisSocorroC. yuli@ahora.cuClubdela cancin J J U U N N I I O O 8 8 1 1 9 9 8 8 7 7 Miguel ngel Gonzlez Anzardo, natural de Cacocum, cae en Angola en misin internacionalista. 9 9 1 1 9 9 7 7 8 8 Luis Martnez Almaguer, combatiente internacionalista y miembro de las Tropas Guardafronteras, muere en Angola. 1 1 0 0 1 1 9 9 8 8 0 0 Fallece en Angola el internacionalista moense Romualdo Roca Lobaina. 1 1 1 1 1 1 9 9 5 5 8 8 Cae en combate el rebelde Porfirio Hechavarra, en Marcan. 1 1 2 2 1 1 9 9 8 8 7 7 Perecen en Angola los internacionalistas ngel Mrquez Snchez, moense, y el mayaricero Juan Quiala Quiala. 1 1 3 3 1 1 8 8 7 7 0 0 Desembarca la expedicin del Upton por las costas de Holgun. 1 1 4 4 1 1 8 8 4 4 5 5 y y 1 1 9 9 2 2 8 8 Nacen Antonio Maceo y Ernesto Che Guevara. Dasenla historia JosAbruC. MiembrodelaUnin deHistoriadoresdeHolgun P P r r e e s s i i d d e e n n t t e e h h o o n n o o r r a a r r i i o o o o d d e e h h o o n n o o r r mejor que presidente honorfico, formas vlidas de referirse al dirigente de una compaa o institucin con los honores de ese cargo, pero no su poder ejecutivo. De este modo, si bien es cierto que un presidente honorario ostenta un ttulo honorfico, el cargo le confiere honores a su titular, no por ello diremos que la persona que lo ostenta …el presidente… es honorfica,sino honoraria. Palabras A cargo de Yamil Palacio Vidalyamile@ahora.cu A A c c a a r r g g o o d d e e Y Y a a m m i i l l P P a a l l a a c c i i o o V V i i d d a a l lcip223@enet.cu

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PG.07 ¡AHORA! CULTURA-DEPORTE JUNIO 08, 2013 HANOI MARTNEZ PREZ / redaccion@ahora.cip.cu FOTO: ELDER LEYVA Una buena nueva para la Cultura holguinera se dio a conocer esta semana: el Centro Cultural Flix Varona Sicilia, de Velasco, fue declarado Monumento Nacional, por el excepcional valor de su arquitectura, la cual logra una armona entre tcnica, material y solucin volumtrica y formalŽ, aseguraron a ¡ ¡ a a h h o o r r a a !los historiadores Hiram Prez y ngela Pea, de la Oficina de Monumentos de la provincia. Entre los elementos expuestos en el expediente para la declaracin por la Comisin Nacional de Monumentos, los especialistas destacaron la majestuosidad de la obra, enmarcada en el naturalismo orgnico, con la integracin entre el todo, las partes y el medio circundante, verdadero exponente del legado del afamado arquitecto Wlter Betancourt, proyectista del Centro. Mriam Pea Leyva, directora de la institucin cultural, signific la alegra de los trabajadores y el pueblo en general tras conocerse la noticia, la cual significa un incentivo para incrementar la labor en la comunidad y un compromiso para la restauracin de la Casa, como tambin se le conoce, que iniciar el prximo mes, luego de varios aos de espera. Inaugurada por Armando Hart Dvalos, entonces Ministro de Cultura, el 2 de marzo de 1991, tras 27 aos de construccin, la Casa de la Cultura de Velasco fue ideada por el promotor cultural Flix Varona Sicilia, destacado hijo de la localidad y quien realiz ingentes labores de recaudacin de fondos para su construccin, como premio al sobresaliente Movimiento de Aficionados de inicios de los 60 en Velasco. MONUMENT MONUMENT O DE LA C O DE LA C UL UL TUR TUR A A Leandro Estupin / leandro@ahora.cip.cuEl actor Osvaldo Doimeadis present la semana pasada el espectculo Aqucualquier@, en una funcin nica por el aniversario del Suol y por el de El Guayabero. Aunque se siente el paso de los aos sobre buena parte de los chistes (fueron concebidos para una puesta de 2007 y el tiempo es un tren bala), haber disfrutado de Doimeadios produce un goce enorme, y por eso el teatro se llen pese a la lluvia. Diomeadios es un tremendo actor que se desenvuelve con soltura tanto en el drama como en la comedia, as que no me extra que, as como re, al cierre del Aqucualquiera@,casi tuviera ganas de llorar. Del canto al chiste culto. De la gestualidad al murmullo. De un hombre sobrio que entra al escenario a una sucesin de personajes clsicos para el cubano, todos en nuestra mente desde los aos duros del Perodo Especial: Margot, Feliciano, Domingo, el Trovador-Roquero. No por gusto es merecedor del Premio Nacional del Humor. Igualmente ha recibido decenas de lauros importantes. Ostenta una prodigiosa carrera en el cine, la televisin y sobre todo el teatro, donde, segn me confes una vez, gusta de trabajar (y lo prefiere) con Carlos Daz. Recuerdo que en aquella conversacin en el 2007 llegu a la conclusin de que se trataba de un hombre muy serio, pese a que nos hiciera rer. Y, realmente, cuando uno est ante el coterrneo Osvaldo Doimeadios no sabe bien cul ser la consecuencia. Rer o llorar? Pensar o dejar que corra el chiste? No es normal, ciertamente. Y eso lo logran los grandes artistas, aunque tengan momentos poco valorados, como el de la telenovela actual. Digamos, que eso tambin es pasto para su coleccin de chistes. RER E RER E S AL S AL GO MS GO MS LEANDRO ESTUPIN/leandro@ahora.cip.cuLa Asociacin Hermanos Saz (AHS) realiz ayer su Asamblea Provincial previa al II Congreso, y los jvenes artistas, escritores e investigadores expusieron crticamente sus inquietudes respecto al desarrollo de la obra de arte y la construccin y consolidacin de la Cultura cubana en una poca cuando no es poca la avalancha del mal gusto y banalidad. Cuestiones relacionadas con problemas de funcionamiento interno de la Asociacin, promocin de las obras, poltica informativa y cultural, papel de los medios de difusin masiva en la formacin del gusto, as como la funcin de la crtica de arte, fueron algunos de los temas abordados incisivamente por los participantes, y ante los cuales Luis Morlote, presidente nacional, dijo que la AHS tiene una plataforma de discusin envidiableŽ. En el intercambio tambin aflor la preocupacin de los asociados respecto a eventos hoy inexistentes y que antes revitalizaban la vida cultural en algunos municipios. Tambin plantearon la necesidad de rescatar el monto en metlico suprimido en la mayora de los premios y de retomar el trabajo en las comunidades, aspecto que antes estuvo ms presente en la AHS. No falt el problema de las sedes en mal estado o en algunos casos inexistente, como la del grupo Trbol Teatro. La densidad de las intervenciones prolong la Asamblea por ocho horas, tiempo por el que desfilaron asuntos medulares relacionados con la msica tradicional, la plaga del reguetn, y el tan llevado y trado arte de vanguardia. El resumen fue realizado magistralmente por Fernando Rojas, viceministro de Cultura, quien calific el encuentro como el mejor de los cuatro realizados hasta la fecha. Por su parte, Jorge Cuevas Ramos, primer secretario del Partido en Holgun catalog como ocho horas bien empleadasŽ su participacin en el encuentro, al que tambin asistieron los principales directivos del Partido, el Gobierno y las instituciones culturales de la provincia. Se han abordado, desde diferentes ngulos, los problemas que ms les preocupan a los jvenes. Estamos en un momento cuando se dan las condiciones para hacer avanzar a la sociedad holguineraŽ, aadi. En la Asamblea qued electa la nueva directiva de la AHS, encabezada por Karina Pardo, como presidenta; Rubn Ricardo y Yaser Velzquez, como vicepresidentes, de una organizacin que cuenta con 286 asociados en Holgun. De igual forma se despidi a siete miembros con una trayectoria destacada y eligieron a los nueve delegados a la cita nacional del II Congreso de la AHS, por desarrollarse en octubre prximo. REYNALDO DUHARTE GUERRA / cip223@enet.cuYa estn en marcha los penltimos compromisos de la etapa clasificatoria de la XXXVII Serie Provincial de Bisbol. L L o o s s a a f f i i c c i i o o n n a a d d o o s s d d e e l l p p o o b b l l a a d d o o d d e e M M a a c c e e o o , m m u u n n i i c c i i p p i i o o d d e e C C a a c c o o c c u u m m , s s e e a a l l e e g g r r a a r r o o n n e e l l m m i i r r c c o o l l e e s s l l t t i i m m o o pp o o r r l l a a r r e e a a l l i i z z a a c c i i n n d d e e l l J J u u e e g g o o d d e e l l a a s s E E s s t t r r e e l l l l a a s s d d e e l l a a p p r r e e s s e e n n t t e e c c o o n n t t i i e e n n d d a a b b e e i i s s b b o o l l e e r r a a e e n n s s u u r r e e c c u u p p e e r r a a d d o o e e s s t t a a d d i i o o L L u u i i s s F F i i g g u u e e r r e e d d o o : : l l o o s s d d e e l l O O e e s s t t e e t t o o m m a a r r o o n n l l a a v v e e n n t t a a j j a a 2 2 1 1 e e n n e e s s t t o o s s j j u u e e g g o o s s , a a l l i i m m p p o o n n e e r r s s e e 5 5 2 2 ; ; g g a a n n Y Y a a s s m m a a n n i i R R u u b b i i o o ; ; p p e e r r d d i i A A l l e e x x a a n n d d e e r r D D a a n n g g u u i i l l l l e e s s c c o o u u r r ; ; j j o o n n r r o o n n e e J J u u l l i i o o D D a a v v i i d d G G n n g g o o r r a a . E n n l l a a p p r r u u e e b b a a d d e e h h a a b b i i ll i i d d a a d d e e s s g g a a n n a a r r o o n n e e l l p p r r o o p p i i o o J J u u l l i i o o D D a a v v i i d d e e n n e e l l c c o o r r r r i i d d o o d d e e h h o o m m e e a a p p r r i i m m e e r r a a ( ( 3 3 , 7 7 4 4 s s e e g g ) ) , R R e e y y n n a a l l d d o o B B r r a a v v o o ( ( j j r r )) e e n n l l a a v v u u e e l l t t a a a a l l c c u u a a d d r r o o ( ( 1 1 4 4 , 6 6 1 1 s s e e g g ) ) , R R a a u u d d e e l l n n L L e e g g r r e e n n e e l l t t i i r r o o d d e e l l o o s s r r e e c c e e p p t t o o r r e e s s a a l l b b a a r r r r i i l l y y e e l l g g i i g g aa n n t t e e L L z z a a r r o o B B e e n n t t i i m m p p u u s s o o r r c c o o r r d d c c o o n n d d i i e e z z e e n n o o r r m m e e s s v v u u e e l l a a c c e e r r c c a a s s , c c o o m m o o p p a a r r a a t t e e n n e e r r l l o o e e n n c c u u e e n n t t a a p p a a r r a a l l a a p p rr x x i i m m a a p p r r e e s s e e l l e e c c c c i i n n p p r r o o v v i i n n c c i i a a l l . Cacocum (13-6), Holgun (12-7), Calixto GarcaŽ (12-8) y Gibara (11-8) en el Oeste, estn virtualmente clasificados para la postemporada. En el Este, Bguano (12-4), Moa (10-6) y Mayar (118) se preparan prcticamente para los Play Off y Frank PasŽ intenta desplazar a Sagua de Tnamo, que no quiere perderse la fiesta. Provincial deBisb l CALIXTO GONZLEZ BETANCOURT/ calixto@ahora.cip.cuEl progreso sostenido del levantamiento de pesas es una de las gratas revelaciones del deporte holguinero en los ltimos aos. Por eso, el Campeonato Nacional de primera categora, del 18 al 22 prximos, en La Habana, ser otra oportunidad para que nuestros halteristas confirmen a la provincia como una de las potencias de esa disciplina en el pas. Con ese propsito han entrenado los pesistas holguineros, en ambos sexos, y cuando menos, se espera que confirmen el magnfico e indito tercer lugar de 2012, como lo vaticin Andrs Cruz, comisionado provincial de este deporte. No ha estado exenta de contratiempos esta etapa previa a la anunciada competencia. Los directivos de la provincia reclamaron a la Comisin Nacional por la exclusin de dos de sus muchachas, luego de que haban aparecido en las listas oficiales de participantes, teniendo en cuenta las cifras mnimas de levantamientos exigidas. Hubo una respuesta positiva para competir a favor de la preseleccionada nacional Heisel Zamora (ms 75 kilogramos), quien encabeza el grupo de pesistas holguineras para la mencionada lid, pero se mantuvo la decisin en contra de participar para Lorena Rosa Valentn (tambin ms de 75). Lianne Fleitas, Campeona Nacional-2012 (48 kilogramos), no podr lidiar por estar embarazada. Adems de Heisel, de quien se espera un sitio en el podio, otras tres mujeres nororientales estn listas para levantar. Buscarn medallas Iluminada Lobaina (63 kilos, de Mayar) en su segunda incursin en un Torneo Nacional; Mariulis Abru (69; Moa) y la novata en esas justas, Yandira Reyes (69; Urbano NorisŽ), de solo 16 aos; sin embargo, ya se le reconocen facultades que la convierten en aspirante para integrar pronto la Preseleccin Nacional, segn los especialistas. La comitiva varonil la preside Elio Jess Durn (105 kilos, de Sagua de Tnamo), pesista con cierta experiencia y aval medallista en lides escolares, juveniles y de mayores; oro en envin en el anterior Nacional. Lo acompaan otros dos monarcas del 2012: Miguel Antonio Reyes (62; Mayar) y Juan Gabriel Lpez (69; Sagua de Tnamo). Concurrirn igualmente Juan Pablo Jardines (62; Frank PaisŽ), Cristian de Jess Moncada y Alexis Durn (ambos de 77 y de Sagua de Tnamo) y Vctor Manuel Quiones (94; Cacocum). Las mayores opciones de preseas indican a Miguel, Vctor, Elio y Juan Gabriel. Ral Norat y Vctor Romero son los tcnicos encargados de conducir a los halteristas; Holgun tambin estar representada por la rbitro Teresa Prez, excompetidora de gimnasia artstica y luego de levantamientos de pesas. En el 2012, al tercer peldao de adultos Holgun agreg los primeros lugares en escolar y juvenil. Un ao antes tambin fue primero en escolar, tercero en juvenil y adultos. Luego de ocupar estos puestos de privilegio, debe ser un propsito de los tcnicos holguineros no solo mantener esas posiciones, sino, adems, lograr ms perfeccin en el accionar de sus competidores, para que un mayor nmero ingresen en la preseleccin nacional femenina y masculina, con miras a que la halterofilia de esta provincia pueda proyectarse internacionalmente en las comitivas cubanas. A EXAMEN PR A EXAMEN PR OGRE OGRE S S O DE LA O DE LA S PE S PE S S A A S S JOS A. CHAPMAN PREZ/ cip223@enet.cu FOTO: ALEJANDRO GONZLEZ Con combatividad y dominio de la tcnica, la holguinera Yoandra Moreno (68 kilogramos) revalid el ttulo en el Campeonato Nacional Elite de Krate-Do, con sede en la Arena Henry Garca, en la ciudad de Holgun. En ese peso, la plata correspondi a la capitalina Danay de la Caridad Ros y los metales bronceados son de Marian Bar (Matanzas) y Dayana Alarcn (Sancti Spritus). Otro holguinero de loable desempeo en esta fecha es Pedro Fernndez Francis, quien derroch coraje para ganar la plata, en ms de 84 kilos, con oro de Ynder Guillermo Kiril. Los campeones de las restantes divisiones, que entraron en accin en la jornada de apertura, son Doralbis Delgado (50 kilogramos), Karla Pita (55), ambas de La Habana, y el villaclareo Mikel Noriega (60). El c uadro de medallas lo encabeza La Habana con dos preseas doradas y una de plata, seguida por Holgun (una de oro y otra de plata), Guantnamo y Villa Clara (un oro). Este sbado, las competiciones comienzan a las 9 de la maana y la lid concluir cerca de las 2 de la tarde. Por Holgun combatirn, entre otros, Delmis Rodrguez, de los 67 kilos, Jos Antonio Pea (75), Leyan Aguilar (61) y Marian Anache, en 68 kilogramos. Campeonato Nacional de Krate-Do YOANDRA MORENO RATIFICA SU CLASE A A A A H H H H S S S S CAMINO AL CONGRESO

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PG.08 ENTREVISTA ¡AHORA!JUNIO 08, 2013Fundado el 19 de noviembre de 1962. Director:Jorge Luis Cruz Bermdez.Subdirectora: Karina Marrn Gonzlez.Editores: Nelson Alejandro Rodrguez Roque, Rubn Rodrguez Gonzlez.Diseo: Tania Cabrera Pea.Relaciones Pblicas: Yamil Palacio Vidal.Correccin: Orlando Rodrguez Prezy Yulen Teruel Daz.Telfono de la Redaccin: 46-1918; Administracin: 42-3955; Cierre: 42-1281. Calle Mximo Gmez No. 312 Altos, entre Mart y Luz y Caballero. Apartado 316. Cdigo Postal: 80100. ISNN 0864-1641. Internet: http://www.ahora.cu.Correo Electrnico: cip223@enet.cu.Impreso en la Fbrica de Peridicos Jos Mir Argenter. Certificado NC ISO 9001:2008. Carretera a San Germn y Circunvalacin, Holgun, Cuba. Inscripto en la Direccin de Correos y Telg rafos bajo el nmero 91 4003-328 y acogido a la Tarifa de Impresos de Peridicos. LISET PREGO / cip223@enet.cu FOTOS: ELDER LEYVAM Melaneo Maden no revela a todos lo que hoy le muestra a ¡ahora!Lleva una coraza para avanzar entre obstculos y sortearlos sin daarse demasiado, en esa difcil obra de crear conciencia y de hacer mejor el lugar donde se vive. D D e e d d n n d d e e e e r r e e s s ? ? Nac en La Habana, en el Vedado, el 22 de octubre de 1957, pero mi niez transcurri en Marianao. C C u u l l e e s s l l a a g g n n e e s s i i s s d d e e e e s s a a p p e e r r s s o o n n a a l l i i d d a a d d e e n n c c o o n n s s t t a a n n t t e e e e b b u u l l l l i i c c i i n n ? ? Siempre me gust la cultura. Estaba en mi aula mientras me enseaban algo, despus me iba a la de Prescolar a hacerles payasadas a los nios. Los maestros me ensearon a manejar los tteres. Mi inters por la naturaleza viene de la infancia. Recuerdo que bamos a almorzar a la casa de una familia amiga de las personas que me criaron y siempre haba frutas, entonces el dueo de la casa me hablaba de ellas. Me ense a amar a Cuba a travs de sus frutas y la belleza de sus campos. C C m m o o y y c c uu n n d d o o l l l l e e g g a a M M o o a a ? ? Con el tiempo necesit otro horizonte. Tena un miedo terrible a enfrentarme solo a la vida. Precisaba cambiar de espacio, porque era un nio muy bitongoŽ. Una vez me hablaron de Moa. No saba dnde quedaba, pero decid comenzar a estudiar en su Universidad. Llegu a principios de la dcada de los 80. En ese momento ya era Tcnico Geofsico. La gente pensaba que traa mucha ropa en las cajas, pero en realidad eran un montn de libros y sueos. Aqu encontr un espacio virgen para hacer lo que quera. Me recibieron los compaeros de la UJC y me ubicaron en la Construccin. Demor tres aos para adaptarme. Este municipio se vislumbraba como lo que es hoy: un emporio econmico importantsimo para Cuba y yo quera sentirme parte de ese desarrollo, ser til y estudiar Geologa, que cambi para otras carreras, hasta que me gradu de Ingeniera Mecnica. Despus de trabajar en la construccin, pas a la Fbrica Pedro Soto Alba, como ayudante de perforacin. Me traslad a Las Camariocas, donde estuve hasta el 2009, cuando comenc en Cubanquel. All empezamos a trabajar con los nios la cuestin medioambiental. Durante ese periodo, me hice Mster, siempre con el tema ecolgico, con los niosƒ P P o o r r q q u u e e l l l l o o s s ? ? Me encanta trabajar con los nios. Alimento sus espritus, porque el espritu de un nio se alimenta con cualquier cosa. An as, me han dicho que trabajar con ellos no funciona. Pero si quieres un hombre nuevo, que sea como el Che, depende del trabajo en la infancia, de sembrar en ellos la semilla de la transformacin futura. Esos pequeos me han dado muchas satisfacciones. C C m m o o s s u u r r g g e e E E c c o o a a r r t t e e ? ? En 1996, salimos a la luz pblica. Hurn Azuldio a conocer a toda Cuba el nacimiento de este Programa de Educacin Ambiental de nios, adolescentes y jvenes que trabajan en pro de la naturaleza y la proteccin de sus recursos. Hay una generacin que ha crecido con Ecoarte. Los nios que transitan por el proyecto aprenden, intercambian con nios de otros lugares y pintan, cantan, pero adems siembran, limpian las costas, visitan las minas a cielo abierto. Hay una concrecin activa y consciente de la Educacin Ambiental. Ahora nos concentramos ms en la comunidad, para que conozca su fuerza y potencial y sepa que puede transformar su entorno porque es necesario proteger dignamente a Moa. C C u u l l e e s s t t u u m m a a y y o o r r l l o o g g r r o o ? ? Tener a jvenes que pueden ser profesionales o no, pero que adquirieron un conocimiento y recuerdan esta etapa de su vida como algo importante y lo que saben de Moa, lo aprendieron en el Proyecto. Adems, cuenta la actitud que muestran cuando son grandes y el hecho de sentir suyo lo que hacemos. Las personas aqu, sin ser absoluto, tienen una percepcin de la situacin del municipio, aunque nos gustara que fueran ms activos. Por eso, hay que trabajar ms. L L a a s s i i n n c c o o m m p p r r e e n n s s i i o o n n e e s s h h a a n n s s i i d d o o u u n n f f r r e e n n o o e e n n s s u u l l a a b b o o r r ? ? He tenido que enfrentar muchas, pero la mayora son el resultado de la prepotencia, el desconocimiento y la falta de cultura e informacin. Todo eso es malo, pues les impide ver bien el futuro y no les permite desempear ptimamente la responsabilidad que tienen. Pero he tenido personas muy bellas que me ayudan a seguir. El Dr.C. Jorge Ramn Cuevas fue un gran amigo, la Dr.C. Rosa Elena Simen, una gente que me apoy con vehemencia... como goticas de agua que te baaban el cuerpo y formaban un ambiente de compromiso moral con las personas y con lo hecho. Q Q u u i i n n e e s s s s u u p p a a r r a a d d i i g g m m a a ? ? Jos Mart, pues enfrent las dificultades y fue constante en su labor. He diseado para m las trincheras de la cultura y no las voy a abandonar, pues como dice Eusebio Leal: hay cubanos de pensamiento y de sentimiento, y yo soy de los ltimos. C C u u l l e e s s s s o o n n s s u u s s a a m m b b i i c c i i o o n n e e s s ? ? Soy feliz cuando la gente es feliz. No quiere decir que no desee cosas para m. Me gustara tener una casa, que podra dejar a las futuras generaciones y convertirse en patrimonio, donde preservar todas las cosas que he hecho. La labor de un ser humano es dar, compartir, siempre compartir y sumar, no excluir. La gente est necesitada de tantas cosasƒ yo tambin, pero aprend a compartir. Q Q u u h h a a c c e e c c u u a a n n d d o o n n o o e e s s t t t t r r a a b b a a j j a a n n d d o o ? ? Siempre trabajo, busco algo distinto. La gente me llama. El proyecto ms pequeo que tengo lo llevo a lo ms alto. Durante mucho tiempo busqu en otras personas lo que poda hacer como individuo. Desde que vi que poda hacerlo y reinventarme, las hago e involucro a la gente en ellas y me pongo detrs, a ver cmo las conciben. C C m m o o e e s s e e l l M M e e l l a a n n e e o o q q u u e e n n o o s s e e m m u u e e s s t t r r a a a a t t o o d d o o s s ? ? A veces me siento solo, aunque no lo estoy, es que me encierro en m mismo, pero salgo a la calle a ver a las amistades, aqu o all. Nunca lloro; sin embargo, cuando lo hago es terrible, cuando dejo de llorar salgo a la vida con una fuerza increble. No es fcil que alguien destruya tu trabajo. Lo ms difcil para m, es llegar donde estn los nios y decirles, tal actividad se suspendi porque no hay esto o lo otroƒ S S e e s s i i e e n n t t e e r r e e a a l l i i z z a a d d o o ? ? Todava no. Hay mucho por hacer. Sentirme realizado sera recostarme y todos los das busco cmo reinventarme para no perder lo hecho con tanto amor y sacrificio. No pens en trascender ni trabajo con esa intencin. Tengo un deber moral, tico, con mi pas, porque lo que hago en Moa, podra haberlo hecho en cualquier parte de Cuba, pero me toc aqu, en un lugar maravilloso. HILDA PUPO SALAZAR / hilda@ahora.cip.cuL Lo ms lgico es sentirnos agradecidos cuando recibimos un bien. Los auxilios tienen muchas variantes, de ah que hablemos de actos de extenso diapasn. Damos las gracias ante un presente, apoyo o una accin solidaria y desinteresada con repercusin en nuestro bienestar; por eso, si estamos ante gestos con tales caractersticas y no mostramos la mnima gratitud, podemos resultar egostas. El hacer bien a villanos es echar agua en la marŽ, escribi Miguel de Cervantes. En esas posturas caben quienes ponen malas caras y hasta niegan el paso a los fumigadores contra el mosquito Aedes Aegypti, a sabiendas de que lo hacen para protegernos la salud con una actividad profilctica. Al descubrirse un foco en una cuadra, debe realizarse un intensivo higinico en ese contexto y merece ms comprensin si el nmero de visitas de ese personal de Salud Pblica se multiplica, porque el nico fin es ayudarnos. Estamos seguros de que si colocramos en una balanza las molestias ocasionadas por la casa llena de humo, el ruido de la motomochila y personas ajenas invadiendo nuestra privacidad o poseer un familiar enfermo de Dengue, ms las angustias pasadas en un hospital; seguro elegamos el primero. En eso debe pensarse cada vez que toquen a la puerta y anuncien: ¡Vamos a fumigar!, aun cuando estemos muy ocupados. Similar sucede con los cobradores de la electricidad y el agua. Todos sabemos que ellos no son los responsables de las cifras a pagar, el porqu debe hacerse y las faltas del preciado lquido. Entonces, no se justifican los maltratos a esas personas, cuya nica funcin, independientemente del salario retribuido, es facilitarnos la vida y cobrarnos en casa lo debido de desembolsar en una oficina. Una persona encargada de recaudar el pago del servicio de acueducto se quejaba de las manifestaciones groseras y llenas de altanera recibidas de algunos clientes y del alto nmero de veces que los debe visitar para poder cobrarles. Un hombre orgulloso rara vez es agradecido, porque piensa que todo se lo mereceŽ, dijo Henry W. Beecher. Para no resultar ingratos, es necesario medir los favores hechos, porque la primera lectura a los que olvidan dar un simple GraciasŽ, es la de ser personas engredas y petulantes. Si se siente gratitud y no se expresa, es como envolver un regalo y no darloŽ, expres William Arthur Ward. PGINA8 CAUSAS Y AZARES DE UN SOADOR Alimentar el espritu de los nios y cuidar del Medioambiente son objetivos de Ecoarte, programa de Educacin Ambiental de nios, adolescentes y jvenes, que trabajan en pro de la naturaleza y la proteccin de sus recursos. Esa es la obra mayor del promotor Melaneo Madenƒ