• TABLE OF CONTENTS
HIDE
 Front Cover
 Preface
 Title Page
 Siglas
 Table of Contents
 Introduction
 Anotacoes referencias correlat...
 Lista setial de metodos
 Lista de contatos
 Back Cover














Title: Guia de pesquisa de genero para os setores da agricultura, mejo ambiente e recursos naturais : uma ferramenta para a selecao de metodos
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Title: Guia de pesquisa de genero para os setores da agricultura, mejo ambiente e recursos naturais : uma ferramenta para a selecao de metodos
Physical Description: Book
Donor: Marianne Schmink ( endowment )
Publisher: Agency for International Development
 Record Information
Bibliographic ID: UF00089985
Volume ID: VID00001
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.

Table of Contents
    Front Cover
        Front Cover
    Preface
        Preface
    Title Page
        Page i
    Siglas
        Page ii
        Page iii
    Table of Contents
        Page iv
    Introduction
        Page 1
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    Anotacoes referencias correlatas
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    Lista setial de metodos
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    Lista de contatos
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    Back Cover
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Full Text




G E N E lSY


SAID
United States Agency for
International Development
Office of Women in Development















PJSFAC1O


0 present conjunto de ferramentas para analise de g8nero cont6m dez ferramentas analiticas projetadas para serem
dispositivos claros de fAcil utilizaqCo para criadores de m6todos e implementadores de projetos na abordagem de quest6es
de genero em seus esforqos para o desenvolvimento. Desenvolveu-o o pessoal do Projeto GENESYS (Gender in Economic
and Social Systems/Genero nos Sistemas Econ6mico e Social). O Projeto GENESYS 6 financiado pela Escrit6rio da
Mulher em Desenvolvimento (WID) da USAID para apoiar os esforgos movidos pela Agdncia no sentido de
institucionalizar consideraqfes sobre genero na assist8ncia ao desenvolvimento do mundo inteiro. O present conjunto
de ferramentas oferece uma abordagem pritica e aplicivel na realizag~o de tal objetivo. As dez ferramentas tem os
seguintestitulos:

Estrutura GCID (GCID Framework)
Estrutura GCID: Ferramenta que avalia as questoes de genero quanto A institucionalizagio nas organizac6es ligadas
ao desenvolvimento.
Ferramentas quantitativas
Quantificacio das Quest6es de G8nero: Ferramenta para emprego de dados quantitativos na analise de genero.
Perfis Nacionais de G8nero: Ferramenta para resumir as quest6es a partir de dados desagregados em sexo.
Genero e Dinimica Dom6stica: Ferramenta para a analise de dados sobre emprego e renda a partir de levantamentos.
Ferramentas de diagn6stico
Genero e Implementaio dePoliticas: Ferramentapara aferir o impact derivado da political sobre mulheres e homes
Sexo e G8nero Qual 6 a diferenga?: Ferramenta para examiner o context s6cio-cultural das diferengas entire os
sexos

Ferramentas de Planejamento e M&E
Condic6es Necessarias e Suficientes para o Desenvolvimento Sustentavel: Ferramenta para o planejamento de
projetos com informa96es de genero
G8nero em Monitorag o e AvaliaFio: Ferramenta para desenvolver pianos de M&E
Documentando o Impacto do Programa de Desenvolvimento: Ferramenta para relatar efeitos diferenciais sobre
homes e mulheres

Referancia
Guiade Pesquisa de G8nero para os Setores da Agricultura, Meio Ambiente, e Recursos Naturais: Ferramenta para
a seleqao de m6todos.






CENIESrS


Gl'a de Pesgujsa de Ge&ero
para as Setlores da Agrkiclura,
hej Ambiene e
Reenrsos Nalurois.
r/md FeJrraimeJa par
a SeJetro de AJ/odos

Elaborado pela Doutora Deborah Caro
e Ame Stormer















Abril/1994
Sob o Projeto GENESYS para USAID/G/R&D/WID/
Contrato: PDC-0100-Z-00-9044-00














SWas


FAO Food and Agriculture
Organization (Organizaqgo de
Alimentos e Agricultura)


ADB Africa Development Bank
(Banco do Desenvolvimento da Africa)

AIDAB Australian International
Development Assistance Bureau
(Agencia Australiana de Assistencia ao
Desenvolvimento Internacional)

AP Action Plan (Piano de A9qo)

CDSS Country Development Strategy
Statement (Declaraqgo da Estratdgia de
Desenvolvimento do Campo)

CGIAR Consultative Group on
International Agricultural Research
(Grupo de Consultores sobre Pesquisa
sobre Agricultura Internacional)

CIDA Canadian International
Development Agency (AgSncia
Canadense de Desenvolvimento
International)

CIAT Centro Internacional de
Agriculture Tropical

DANIDA Danish International
Development Agency (Agencia
Dinamarquesa de Desenvolvimento
International)

DESFIL Development Strategies for
Fragile Lands (Estrategias de
Desenvolvimento para terras frigeis)

DGIS Directorate General for
Development Cooperation (Diretoria
Geral para Cooperayio para o
Desenvolvimento )

DIAND Department of Indian Affairs
and Northern Development (Ministdrio
de Assuntos Indianos e
Desenvolvimento do Norte)

ECOGEN Ecology, Community
Organization and Gender (Ecologia,
Organizacqo Comunitaria e Genero)


FEMNET African Women's
Development and Communication
Network (Desenvolvimento das
Mulheres Africanas e Rede de
Comunicaq~o)

FINNIDA Finnnish International
Development Agency (Agencia
Finlandesa de Desenvolvimento
International)

FSRIE Farming Systems
Research/Extension
(Pesquisa/Extensao de Sistema de
Lavoura

GAD Gender and Development
(GCnero e Desenvolvimento)

GAM Gender Analysis Matrix (Matriz
para Anilise de Genero)

GIF Gender Information Framework
(Estrutura de Informagqes de GCnero)

GTZ Gesellshaft fir Technische
Zuzammenarbeit (Sociedade para
Colaboragio T6cnica)

ICRAF International Center for
Research on Agro-Forestry (Centro
International para Pesquisa sobre
Agro-Silvicultura)

ICRW International Center for
Research on Women (Centro
International para Pesquisa sobre
Mulheres)

IDS Institute of Development Studies
(Instituto de Estudos de
Desenvolvimento )

IFPRI International Food Policy
Research Institute (Instituto
International de Pesquisa para Politica
de Alimentos)


GENESYS

INSTRAW (International Research
and Training Institute for the
Advancement of Women (Instituto
International de Pesquisa e
Treinamento para o Avan9o de
Mulheres)

IRRI International Rice Research
Institute (Instituto Internacional de
Persquisa sobre o Arroz)

IUCN International Union for
Conservation of Nature (Unigo
International para a Conservacqo da
Natureza)

JICA Japanese International
Cooperation Agency (Agencia
Japonesa de Cooperagio Intemacional)

MUCIA/WID Midwestern
Universities Consortium on
International Agriculture/Women in
Development (Cons6rsio das
Universidades do Meio-Oeste sobre
Agriculture Internacional/Mulheres em
Desenvolvimento)

NGO Non-Government Organization
(Organizaq9o Nao Governamental)

NORAD Norwegian Agency for
Development (Agencia Norueguesa
para o Desenvolvimento )

ODA Overseas Development
Administration (Administragio do
Desenvolvimento Ultramarino)

ODG Overseas Development Group
(Grupo de Desenvolvimento
Ultramarino)

OECD/DAC Organization for
Economic Cooperation and
Development/Development Assistance
Committee(Organizaqao para
Cooperacio Econ6mica e
Desenvolvimento /Comit& de
Assistencia ao Desenvolvimento

PP Project Paper (Trabalho do
Projeto)









GENES YS





PID Project Identification Document
(Documento de Identificaqao do
Projeto)

SGA Social and Gender Analysis
(Anilise Social e de Genero)

SIDA Swedish International
Development Agency (Ag6ncia Sueca
para o Desenvolvimento Internacional)

SSA Sub-Saharan Africa (Africa
Subsaarica)

UNCED United Nations Commission
on Economic Development (Comissio
das Naq8es Unidas para o
Desenvolvimento Econ6mico)

UNDP United Nations Development
Program (Programa de
Desenvolvimento das Naq6es Unidas)

UNEP United Nations Environmental
Programme (Programa Ambientalista
das Na95es Unidas)

UNIFEM United Nations
Development Fund for Women (Fundo
de Desenvolvimento para Mulheres das
Naq6es Unidas)

USAID United States Agency for
International Development (Ag&ncia
Americana para o Desenvolvimento
International)

UNFPA United Nations Population
Fund (Fundo das Naq5es Unidas para a
Populaggo)

WHO World Health Organization
(OrganizagIo Mundial de Saide)

WID Women in Development
(Mulheres em Desenvolvimento)

ZAPI Zones d'Action Prioritaire
Integrees de 1'Est (Zonas de Aggo
Prioritaria Integradas do Oriente)










Indice

I. Introduio 1
Exposigdo de Motivos para o Desenvolvimento da Ferramenta 1
Finalidade e Utilidade da Ferramenta 1
PAblico-Alvo 2
Apresenta~go do Documento 2

I. Anotacies e Referencias Correlatas 3
Listas de Refernncia 4
Pesquisa de Sistemas de Lavoura 8
Anilise de Genero, Planejamento e Treinamento 12
Diretrizes 20
Monitoramento e Avaliagio 27
Pesquisa Participativa 32
Alocagao de Tempo 37

III. Lista Setorial de Metodos 40
A. Agriculture 41
B. Meio Ambiente e Manejo de Recursos Naturais 44
C. Political de Desenvolvimento: Organizaoges Multilaterais e
Bilaterais de Desenvolvimento 47


IV. Apendice: Lista de Contatos


















ExposiWao dos Motivos de Desenvolvimento da Ferramenta
Na maturagao de qualquer campo de estudo, chega o moment em que se faz necessario reavaliar sua origem e seu
destiny. Duas tendencias gerais na literature indicam que o campo de Mulheres em Desenvolvimento (WID) e analise
de genero encontra-se no moment em tal conjuntura. A primeira tendencia enfoca a evolucao hist6rica da teoria e da
pratica. Boa parte dessa literature levanta as mudangas nas abordagens ao desenvolvimento que caracterizaram a
evolugao do pensamento desde Mulheres em Desenvolvimento at6 Genero e Desenvolvimento nas duas ultimas d6cadas.
A outra tendencia 6 dispensar mais ateng~o A criagco de m6todos de pesquisa e treinamento e ferramentas para recolher,
analisar e operacionalizar informa56es sobre as diferengas de g8neropara as atividades de desenvolvimento.

A primeira tendenciaremete ao desejo que t8m varios especialistas em Mulher em Desenvolvimento (WID)/g8nero
de reconciliar quest6es political, 6ticas e cientificas e combater a diversidade de perspectives que caracteriza o campo
tanto em terms de abordagem como em teorias. A segunda tend6ncia responded a demands de fora do campo por parte
de um numero cada vez maior de profissionais que tanto sao conscientes das questbes de g6nero como bem informados.
Eles v8m solicitando informagaes sobre como identificar e responder As diferengas de genero na formulag9o,
implementag~oeavaliacaodepoliticas,programas,eprojetosdedesenvolvimento.


Finalidade e Utilidade da Ferramenta

Este guia diz respeito a demand cada vez maior de metodos de execugao por parte de pessoas dos stores da
agriculture, meio ambiente e recursos naturais. Para tanto fizemos a recensao das metodologias e ferramentas publicadas
e indditas de analise de genero, planejamento e pesquisa. O guia da acesso as abordagens metodol6gicas adequadas para
diversos prop6sitos, inclusive a criag~o de escopos de trabalho e terms de referencia, criagAo de programs e projetos
que incluem g6nero, envolvimento de grupos comunitarios em pesquisa participativa e planejamento, alem de
monitorag~o e avaliacao do impact sobre mulheres e homes das atividades de desenvolvimento.

O guia traz anotag6es sobre aproximadamente 30 metodos e cita quase 100 outras fontes. Faz a recensao do que ha, em
que forma e para quem. Cada anotag~o apresenta os objetivos declarados do m6todo, uma descrigao da abordagem e uma
avalia~lo de sua utilidade, que tipos de habilidades e conhecimentos sao necessarios para o 8xito de sua aplicagCo, se
6 adequado para analise de political, program ou projeto e se tem utilidade para a analise de WID (ou seja, focalizando
s6mulheres)ougenero(focalizandohomensemulheres).














Embora o guia apresente materials provenientes de virias instituiqSes, ele nfo 6 exaustivo. Certos crit6rios um
tanto arbitrarios foram aplicados na selegdo de referencias para anotag9o. Alguns metodos tiveram recensao por serem
considerados clAssicos ou pioneiros (por exemplo, algumas abordagens de pesquisa e extensao dos sistemas de lavoura,
analise de genero e manuais de treinamento e diretrizes); outros por servirem especificamente a certos subsetores (por
exemplo, listas de refernncia enfocando pesca e silvicultura, e diretrizes para projetos de pecuaria); outros aindapor suas
qualidades inovadoras, como varias das ferramentas de pesquisa participativa e alguns materials de treinamento para
analisede gnero. Tambm seprocurouincluirreferenciasdediversas instituig6es epartes domundo.

Pfblico-Alvo
Elaborou-se o guia como umaferramenta de refernncia acessivel aos mais diversos usuarios. Antes de mais nada
ele foi criado para funcionarios e administradores rurais e ambientalistas comprometidos com as quest6es de g6nero na
criaqdo, implementagao e avaliaqgo de programs e projetos, mas sem acesso aos melhores m6todos para faz&-lo.
Tambem pretend ser um curso para os consultores e funcionaios do WID/G&nero em posigao de recomendar, dentro
de suas intituiQ6es, que outras pessoa se tornem mais conhecedoras das quest6es de genero. O guia Ihes oferece rapido
acesso a metodos direcionados que eles podem recomendar a especialistas de setor, e diversas abordagens mais gen6rica
para a integragao do g6nero no planejamento estrat6gico. A abrangencia do escopo do guia garante aos criadores de
political que seu compromisso corn a institucionalizagdo de consideragoes de genero dentro de suas organizagoes tenha
o apoio de metodos praticos que viabilizam a implementacgo. Finalmente, ele serve como um recurso para cientistas
sociais que dirigem pesquisa aplicada a quest6es de desenvolvimento parafamiliariza-los com as maneiras de levar em
conta as diferengas de g6nero ao formular problems de pesquisa e selecionar m6todos e estruturas analiticas adequadas.

ApresentaCdo do Documento
As anotaq6es estlo separadas em sete categories metodol6gicas: listas de conferencia, pesquisa de sistemas de
lavoura, analise de g6nero, diretrizes, monitoragAo e avaliacgo, pesquisa participativa de alocagdo de tempo. Estas
categories seguem as denominag6es estabelecidas pelos autores dos metodos. O numero de fontes recenseadas em cada
seg~o nao corresponde exatamente a todo o material que existed. HA, portanto, maior numero de anotac6es nas categories
de analise de g6nero, diretrizes e listas de referncia do que nas de alocagio de tempo ou monitorag~ o e avaliaa5o.

Al6m das anotacoes, o guia enumera referencias correlatas no final de cada seq~o e oferece duas bibliografias
setoriais abrangentes sobre agriculture e meio-ambiente e administra9go de recursos naturais. Na bibliografia final ha
declarag6es de political de WID/Genero e diretrizes de agnncias de cr6dito multilaterais e bilaterais. Elas procuram
complementary as metodologias permitindo aos usuarios acesso as political dos patrocinadores a que muitos destes
metodos se referem..





CENESYS

See o II:
Anotagoes e
Referencias
Correlatas






cA7AS KS


II. Anotagdes e

Referencias

Correlatas



A. Listas de

Referencia


Diretoria Geralpara Cooperacao
para o Desenvolvimento (DGIS)
Ministerio das Relafies Exteriores,
Holanda.
1989.
Women and Agriculture: Policy on
an Operational Footing. Main
Pointings and Checklist. Sector
Papers, Women and Development
No. 1.16pp. (Mulheres e Agricultura:
Politica em Base Operacional Pontos
Principals e Lista de Referencia.
Trabalhos Setoriais, Mulheres e
Desenvolvimento No. 1 16pp.)

DGIS. 1989.
Women, Water and Sanitation:
Policy on an Operational Footing.
Main Points and Checklist. Sector
Papers, Women and Development
No.2. 16pp
(Mulheres, Agua e Urbaniza(co:
Political em base operacional. Pontos
Principals e Lista de Referdncia
Trabalhos Setoriais, Mulheres e
Desenvolvimento no. 2. 16 pp.)

DGIS. 1990.
Women, Energy, Forestry and
Environment: Policy on an
Operational Footing. Main Points
and Checklist. Sector Papers,
Women and Development No.4.
16pp.
(Mulheres, Energia, Silvicultura e
Meio Ambiente: Politica em Base
Operacional. Pontos Principais e
Lista de Conferdncia Trabalhos
Setoriais, Mulheres e
Desenvolvimento No. 4 16 pp.)


Cada um dos trabalhos setoriais
acima corresponde a um dos various
instruments projetados para
aumentar e melhorar a implementagao
da political de mulheres e
desenvolvimento na Holanda. Sua
finalidade 6 servir como guias de
campo para membros das misses de
assistencia tecnica a curto prazo,
guias operacionais para pessoal de
projeto e esbogos para redagao de
terms de referencia. Os objetivos
destes trabalhos sao auxiliar o pessoal
t6cnico de projetos, administradores e
consultores a 1) aumentar o acesso
das mulheres aos fatores de
produgao, servings e instalaqges de
infra-estrutura e seu control sobre os
mesmos; 2) reduzir a carga de
trabalho das mulheres; 3) aumentar o
cumprimento das leis que garantem
igualdade de direitos As mulheres; 4)
aumentar o envolvimento de
mulheres na tomada de decis6es nos
niveis dom6stico, local, national e
international; 5) melhorar a
organizag~o das mulheres em todos
os niveis; 6) incentivar o intercdmbio
de informagqes e comunicag~o entire
mulheres e grupos de mulheres; 7)
melhorar o conhecimento das
mulheres e sua auto-consciencia; e 8)
combater violencia fisica e abuso
sexual.

Cada relat6rio oferece uma estrutura
para identificar questoes critics de
genero e suas conseqiiencias para
intervengoes no desenvolvimento em
dado setor. O format padronizado
combine um capitulo gen6rico
nuclear organizado em torno de uma
s6rie de questoes substanciais e uma
lista de referencia correspondent As
questaes-guia. Ocapitulo Mulheres,
Agua e Saneamento consider a
situaqio geral das mulheres neste
setor e examine t6picos especificos
tais como pontos de entrada para o
envolvimento de mulheres,
construgFo, manutencao,
administraqao e uso de infra-
estrutura; passes para o envolvimento


de mulheres; e precondig6es,
beneficios e incentives. A lista de
referencia, organizada em torno
dessas questoes gerais, traz perguntas
destinadas a por em evidencia
respostas sobre os pontos de vista dos
detentores do poder; se foram
colhidos dados desagregados em
genero; participaqdo e consult de
mulheres; limitagSes de tempo das
mulheres; e os efeitos do projeto
sobre mulheres. O capitulo Mulheres,
Silvicultura e Meio Ambiente com a
respective lista de referencia
organiza-se em torno de um conjunto
diferente de quest6es, incluindo um
apanhado geral sobre o setor;
mulheres, ambiente e Arvores; a crise
energ6tica; participagdo das mulheres
em silvicultura; acesso das mulheres
aos recursos e oportunidades. O
capitulo Mulheres e Agricultura,
acompanhado de sua lista de
conferencia, cobre t6picos similares:
um panorama da situacgo; carga de
trabalho, divisdo de trabalho; acesso
aos meios de produgco de servings e
instalaq6es e control sobre os
mesmos; participagao na tomada de
decis6es; e beneficios e incentives.

Os trabalhos do Setor de Mulheres e

Desenvolvimento sao de fAcil acesso e
sao guias iteis para a compreensao e
identificaago de quest6es de stores
especificos que afetam mulheres. Sao
ferramentas (teis para desenvolver
escopos de trabalho para a elaboragqo
e avaliacAo de projetos, bem como
para monitorar suas atividades. Os
capitulos deste quadro acrescentam
uma dimensao contextual e
explanat6ria raramente presents nas
listas de referencia paraandlise de
genero. Para quem tem interesse mais
amplo nas quest6es de genero, as
perguntas podem ser aplicadas
igualmente a mulheres e homes e ser
suplementadas com uma anAlise de
como as diferencas de genero
condicionam, violam ou apoiam
oportunidades e impacts de
desenvolvimento. Para maximizar os
beneficios das listas de referencia, os






CGNWSAYS


usuarios devem consultar outras
fontes para obter mais informag6es e
empregar outras ferramentas
analiticas e de coleta de dados.

FAO. 1989.
Women in Community Forestry: A
Field Guide for Project Design and
Implementation. Rome, Italy:
FAO. 45pp.
(Mulheres em Silvicultura
Comunitdria: Guia de Campo para
Criaado e Implementacdo de Projeto
Roma, Itdlia: FAO. 45 pp.)

Este guia de campo transp6e questOes
te6ricas de uma publicago FAO
anterior: Restoring the Balance:
Women and Forest Resources
(Restaurando o Equilibrio: Mulheres
e Recursos Florestais), para um
manual operacional para a criacqo e
implementago de projetos florestais.
Destina-se a ser uma ferramenta
pr~tica para facilitar a integracgo de
mulheres em projetos de
desenvolvimento. O objetivo deste
metodo 6 aperfeigoar a criag o e
implementag~o de projetos de
silvicultura comunitAria considerando
mais ativamente as mulheres. Parte
do pressuposto de que o leitor
conhece as ferramentas de coleta de
dados e criaqIo de projetos. Nio 6
um manual de avaliagqo rdpida ou
t6cnicas de formulagao de projetos.

O guia divide-se em cinco seq6es. A
primeira se refere a questoes do
quesignifica silvicultura comunitAria
e qual a necessidade de incluir
mulheres. A silvicultura comunitAria
6 descrita como uma abordagem de
sistema que 6multidisciplinar e
focaliza a interaqio entire pessoas,
arvores e florestas. Defende uma
abordagem e as atividades que'
reconhecem e se desenvolvem sobre o
conhecimento de mulheres e homes
da regido, suas necessidades,
costumes, e beneficios dos recursos
florestais. Em resposta ao porque as
necessidades das mulheres requerem
consideraqio especial, os autores


dizem que: as mulheres sdo usuArias
ativas e manuseadoras de florestas e
arvores, mas seus pap6is geralmente
nio aparecem para os criadores de
projetos e political; as mulheres e os
homes em geral fazem uso dos
recursos florestais de maneira
diferenciada; 3) as mulheres tnm
limitaq6es singulares quanto a
recursos naturais e terra, capazes de
impedir sua participago ativa nas
atividades do projeto.

A segunda segao dirige-se As
maneiras de tornar as preocupag6es e
as atividades da mulher mais visiveis
cor uma sdrie de questoes destinadas
a evidenciar informagces sobre
pap6is, responsabilidades e direitos
das mulheres na cidade, na vila, na
comunidade e em casa com relagao a
gado, vida selvagem, colheitas,
vegetagdo natural e arvores. Tamb6m
resume como as perspectives de
antropologia, nutrigAo, educaqAo e
direito podem ajudar os silvicultores
a por as mulheres mais em evidencia.

A terceira secgo, "Asking Women the
Right Questions", ("Fazendo as
Perguntas Certas As Mulheres "),
oferece uma estrutura contextual para
por em evid6ncia o conhecimento das
mulheres, descreve diversos
exemplos do que as mulheres de
varios paises e ambientes sabem
sobre recursos florestais, eidentifica
limitacqes comuns que as mulheres
enfrentam como tempo, mobilidade,
costumes e terras.

A quarta segao delineia um process
em oito passes para incluir as
mulheres: 1) explorer questoes de
GtNERO; 2) investigar costumes,
tabus e limitaq6es; 3) promover o
papel que as mulheres desempenham
e podem desempenhar; 4) trocar
informacqes com individuos em todos
os niveis; 5) apoiar grupos de
mulheres; 6) trabalhar em conjunto
para dar acesso a arvores e terra; 7)
consultar as mulheres antes de
apresentar novas tecnologias; e 8)


colaborar na colocagio de cr6dito e
renda A disposig~o de mulheres, seja
individualmente, seja atrav6s de
grupos de mulheres.

A seq~o final cont6m dois anexos. O
primeiro enumera sugestOes para
conquistar o apoio das mulheres, e o
outro sugest6es para ganhar o apoio
dos homes. O segundo anexo
associa questoes de planejamento com
base em genero e a necessidade de
informagdo especifica para GENERO
e caracteristicas de projeto que
responded ao GENERO. Estas
questoes sao agrupadas por
subsetores tais como plantag~o de
Arvores e agrossilvicultura,
loteamentos comunitArios e
plantaq6es de floresta, gerenciamento
de vertentes e terrenos baldios,
extensdo e dispositivos aperfeigoados
de queima de madeira. Uma matriz
orienta a obtenIAo das informaaoes
necessarias por subsetor atrav6s das
fontes existentes de dados, rapidos
levantamentos ou estudos especiais..

O Guia de Campo FAO 6 uma
introducqo fitil para planejadores e
pessoal de campo envolvidos na
criagdo e implementacao de projetos
de silvicultura. As diretrizes
oferecem uma s6rie de preocupaq6es
e questoes masnto orientam sobre a
coleta e andlise de dados nem sobre a
criaq~o de projetos. A secqo mais
inovadora 6 o Anexo 2, que busca
relacionar questoes baseadas em
GENERO, respostas e elements de
elaboracgo. Isto ajuda o usuArio a
entender o conhecimento sobre as
limitac6es e oportunidades
diferenciais de mulheres e homes em
estrat6gias para promover o uso
equilibrado em g6nero e eqilitativo
dos recursos.






CENASYS


FAO
1988.
Women in Fishing Communities.
Rome, Italy: FAO. 63 pp.
(Mulheres em Comunidades
Pesqueiras. Roma, ItAlia:)

A finalidade destas diretrizes 6
garantir que os projetos e programs
de pesca da FAO reconhecam
completamente e ap6iem os pap6is e
atividades das mulheres e ajudem-nas
a perceber seu potential econOmico e
human. As diretrizes tamb6m
serve para uso de outras
organizacqes internacionais e
nacionais ligadas ao desenvolvimento
da pesca.

As diretrizes estio divididas em tres
capitulos. O primeiro comenta o
objetivo, aplicaqio e organizagao das
diretrizes. O segundo consider os
objetivos e principios da political, e
enumera diversas ages necessArias,
para atingir a meta de tornar as
mulheres na pesca "parceiras iguais,
e participants produtivas e
autoconfiantes". As aqces incluem
educaqdo e alfabetizagao; alivio do
Onus das tarefas domdsticas; melhoria
nos metodos de preparaqco de
comida; aperfeiqoamento de
tecnologias que dao apoio a
atividades economicas de mulheres;
tornar as mulheres beneficiArias
diretas de atividades de treinamento e
extensdo; aumentar onimero de
treinadoras e extensionistas; garantir
As mulheres direitos iguais em
propriedade e bens; garantir que
mulheres tenham igual acesso a
cr6dito; diversificar oportunidades
economicas; incluir mulheres no
planejamento, implementag~o,
monitoramento e avaliaqao de
projetos; e incentivar as mulheres a
se tornarem participants mais ativas
e tomadoras de decisOes em
organizaqces comunitArias. O restante
do capitulo descreve cada Area de
atividade e prescreve a melhor lista
de conferencia para cada caso.


O terceiro capitulo apresenta uma
list de referencia sumAria e 18 listas
organizadas sob 9 campos de
atividade: producgo pesqueira;
processamento; comercializaq~o;
atividades nao pesqueiras; atividades
comunitarias; serving social; apoio
organizacional, t6cnico e financeiro;
seguranga dos alimentos dom6sticos;
atividades de populaqao. A list
sumAria de conferencia 6 para
avaliaqoes rApidas quando o uso de
listas mais especificas nao for
possivel por falta de recursos, tempo
ou informacqes. HA duas listas para
cada campo de atividade, uma que
evidencia crit6rios para avaliar a
situacio corrente, e a outra que
enfoca os elements de criagio de
projetos.

O maior valor deste m6todo de listas
de referencia 6 sua especificidade
para programs e projetos pesqueiros.
As questOes na lista de referencia da
situago corrente sAo mais titeis do
que as questOes sobre criacao de
projetos. As questOes sobre criagio
de projeto slo, em sua maioria,
diagn6sticos do tipo sim ou nao, e
nZo do tipo que ajude os criadores de
projetos a usar as informac6es postas
em evidencia pela lista de referencia
da situacqo corrente para elaborar
projetos capazes de responder As
necessidades diferenciadas de homes
e mulheres. AsquestOes focalizam
quase que exclusivamente atividades
de mulheres. Portanto, a lista de
referencia de criagio de projetos nio
ajuda o usuArio a compreender como
as atividades e necessidades das
mulheres se relacionam com as dos
homes, nem qual 6 a variagqo entire
as atividades, direitos e
responsabilidades quanto a outras
caracteristicas s6cio-econOmicas
como idade, residencia, eletricidade,
classes ou estrutura familiar.

Geralmente as listas de referencia nao
instruem o usuario quanto a como
analisar ou recolher dados. Elas sAo,
portanto, mais 6teis para


administradores de projetos como
guias para desenvolver escopos de
trabalho e sistemas de
monitoramento e avaliago. Para os
cientistas sociais, treinados em
traduzir as listas descritivas em
questoes que extraiam informagoes
dos participants do projeto, elas
serve como um guia de referencia
de categories de genero diferenciado.

ODA.
Checklist for the Participation of
Women in Development Projects.
London, England: ODA. 5 pp.
(Lista de Referencia para a
Participaido de Mulheres em
Projetos de Desenvolvimento
Londres, Inglaterra.)

Esta lista de referencia foi criada para
ajudar o pessoal da ODA na
preparaqao, monitoramento e
avaliaqao de projetos. O objetivo da
ferramenta 6 auxiliar a equipe da
ODA a saber at6 que ponto os
projetos se voltam
para as necessidades estrat6gicas e
prAticas das mulheres.

A parte I 6 uma lista que ilustra
atividades referentes a
necessidadesprdticas (por exemplo:
reduzir a carga de trabalho das
mulheres, melhorar sua satde, obter
servigos aperfeigoados para suas
families, e aumentar a renda) e
necessidades estrategicas (ou seja,
igualar as oportunidades de educagao,
emprego, control de recursos e
tomada de decisoes). Enumera
tamb6m diversas formas como os
projetos devem afetar adversamente
as mulheres se suas necessidades nAo
forem adequadamente levadas em
conta.

A parte II delineia uma serie de
questOes especificamente da mulher a
serem consideradas na criaqco de
projetos. Um segundo conjunto de
questoes refere-se ao tipo de
informacqes sobre os papeis da
mulher e do home e relaq6es






GENESIS


necessarias para dirigir-se A primeira
bacteria de perguntas. A parte III 6
uma lista de referencia com perguntas
tipo sim ou ndo destinadas a ajudar a
ODA a relatar A OECD/DAC sobre a
maneira como estA pondo em prAtica
sua political de integrar mulheres na
implementag~o e criaqgo de projetos.

A utilidade da lista 6 extremamente
limitada. t geral demais para dar
qualquer orientag o concrete para as
pessoas engajadas na criaqio ou
implementag~o de projetos. O curto
relat6rio vem cor muitas listas de
referencia genericas mas nao comenta
suficientemente quem estA habilitado
a coletar e analisar as informac6es,
como avaliA-las ou como fazer as
alterag6es necessarias na criaao e
implementacgo de projetos. TAo
pouco faz exposicdo de motives
satisfat6ria para relacionar as
quest6es especificas da mulher cor
as preocupaqoes sobre os papeis e
relaqges de genero.






CfS f SF


B. Pesquisa de

Sistemas

de Lavoura

Feldstein, Hilary Sims, e Suzan V.
Poats.
1989.
Working Together: Gender Analysis
in Agriculture Vols. I & 2. West
Hartford, Connecticut: Kumarian
Press. Vol. 1, 271 pp; Vol. 2, 258
pp.
(Trabalhando Juntos: Andlise de
Genero na Agricultura
Volumes 1 & 2.
West Hartford, Connecticut:
Kumarian Press.)

Os objetivos desta obra em dois
volumes sao oferecer uma estrutura
conceitual aos pesquisadores rurais,
planejadores e extensionistas para a
anAlise das questoes de genero em
sistemas de lavoura; estudos de caso
para facilitar a aplicaq~o da estrutura;
notas para facilitadores de estudos
individuals. A estrutura conceitual
fornece diretrizes atrav6s das quais
informaqges sobre papeis de genero e
pap6is intra e inter-domesticos e a
tomada de decisoes podem ser
analisados e aplicados para a
melhoria das tecnologias na
agriculture. Os autores argumentam
que entender os "pap6is sociais
transculturalmente variAveis de
homes e mulheres" requer mais do
que meras listas de refernncia para
orientar coleta de dados. Exige, ao
inves, uma estrutura analitica corn
enfoque em genero para aumentar a
capacidade de Pesquisa e Extensao
de Sistemas Agricolas (FSR/E) a
ponto de: especificar as
caracteristicas desejAveis de novas
variedades e tecnologias; selecionar
quanto a compatibilidade das
mudanqas propostas com as prAticas e
incentives existentes; identificar os
lavradores que serao beneficiados
corn aexperimentagAo; e avaliar as


vantagens relatives de solug~es
alternatives.

Trabalhando Juntos divide-se em tres
seq6es: O primeiro volume contdm a
estrutura conceitual, que une a 16gica
de FSR/E com a andlise de genero;
folhas de trabalho para conduzir a
andlise de g&nero na pesquisa de
campo na fazenda; uma introduco ao
m6todo do estudo de caso; e sete
estudos de caso. O segundo volume
dA notas para orientar o uso de cada
caso.

Segundo os autores, a estrutura
conceitual oferece categoriess para
investigacgo e analise que ajudam os
pesquisadores da Area de agriculture a
identificar informa sobre quem faz o qu6 e que fatores
estao por tras das decisoes dos
lavradores". A estrutura baseia-se
em 4 Areas de analise: atividades ou
trabalho, recursos, beneficios e
incentives e inclusao. "A andlise de
atividades examinea como as tarefas
executadas pelos homes, mulheres e
criangas contribuem para a producgo
da fazenda, producIo dom6stica,
procriaao e criago, e outras
atividades produtivas. A "AnAlise de
Recursos" orienta sobre a maneira de
colher informacies que desagregam
por genero e idade (e outras variaveis
sociais) quem tem acesso ao control
de recursos cruciais. A "Analise de
Beneficios" examine quem ter acesso
Aproduqo ou control sobre ela. A
"AnAlise de Incentivos" fornece um
context analitico para avaliar
preferencias que estao sob os
incentives do fazendeiro para
continuar fazendo o que fazem ou
mudar. Um estagio final da estrutura
analitica, "AnAlise de Inclusao",
investiga quem esta incluido em cada
estagio da pesquisa de sistemas da
agriculture, por quais criterios e
como.

0 capitulo metodol6gico precede
folhas de trabalho que corresponded
a cada estagio da andlise e um


capftulo breve sobre como utilizar
cor eficiencia o estudo de casos para
aprender como se aplica a estrutura
analftica. O restante do livro
apresenta estudos de caso em
Botswana, Burkina Faso, Col6mbia,
Indonesia, Quenia, Filipinas e
Zambia.

A maior forqa desta abordagem estA
em prover um process sistematico
para integrar a andlise de genero
(exame dos pap6is de homes e
mulheres construidos socialmente) na
pesquisa da Area de agriculture. Ter
grande utilidade para cientistas
sociais membros de equipes de
sistema rurais mas nao sao versados
na formulaqao de uma agenda de
pesquisa cor informaq6es de genero.
Como metodologia de treinamento,
Trabalhando Juntos oferece aos
leigos em ciencias sociais conceitos e
ferramentas para compreender como
as relaqces de genero inpingem seus
objetivos de pesquisa. Contudo, nio
dA instrucSes para quem nao 6
cientista social sobre como interpreter
quest6es analiticas em instruments
de coleta de dados. Os autores partem
do pressuposto de que o usuArio
conhece bem vArios metodos de
pesquisa como levantamentos,
observacao de participants, e
tecnicas de avaliaqao rapida. Os
estudos de caso slo particularmente
titeis por salientarem que os
pesquisadores precisam adaptar suas
t6cnicas de coleta de informaq6es ao
context da regiAo. As notas para
estudo individual ajudam os nao-
especialistas a compreender as
limitaq6es da pesquisa que nao leva
em conta o genero, bem como o
proveito de incluir consideraqOes de
genero na geraqAo e implementacio
de pesquisas.










Poats, Suzan V., Marianne Schmink,
e Anita Spring.
1989.
Gender Issues in Farming Systems
Research and Extension. Boulder,
Colorado: Westview Press. 450 pp.
(Quest5es de Genero em Pesquisa e
Extensao de Sistemas de Lavoura.
Boulder, Colorado)

Este livro 6 uma coletAnea de
trabalhos selecionados apresentados
em uma conferencia international
sobre a dinamica intra-dom6stica na
pesquisa e extenso do sistema rural,
(FSE/R) na Universidade da Fl6rida
em 1986. Seu objetivo 6 apresentar
diferentes pontos de vista sobre como
conceitualizar e realizar pesquisas de
sistemas rurais que incluam genero.
Os autores argumentam que em vez
de apresentar a receita para a aqdo, os
relat6rios demonstram que tanto 6
"possivel como viAvel utilizar a
analise de g6nero como uma
ferramenta no trabalho de
desenvolvimento da Area de
agriculture".

A parte 1 do livro cobre uma ampla
gama de t6picos te6ricos e
metodol6gicos que incluem todo o
sistema de fazenda; a dinamica intra-
dom6stica; preocupagqes
institucionais e de political; definiqao
de dominios de pesquisa; pesquisa e
extensao na fazenda; e
monitoramento e avaliaqao. Os
trabalhos foram selecionados com
base em at6 que ponto apresentam
novas abordagens metodol6gicas para
reintegrar o genero na pesquisa de
sistemas agricolas. Sugerem
mudancas especificas no protocolo de
pesquisas de sistema de lavoura e se
referem a quest6es metodol6gicas
especificas da elaboraQao da pesquisa,
implementaq~o, avaliacao e
aperfeigoamento da comunicaqao com
homes e mulheres da lavoura e a
participacgo de ambos. Al6mdisso,
varios capitulos examinam fatores de
political e institucionais que afetam
questoes de genero em FSR/E. Nas


parties 2, 3 e 4, os capitulos
metodol6gicos sio complementados
por estudos de casos na America
Latina, Asia e Africa. Os capitulos
regionais aplicam muitas das questoes
te6ricas e metodol6gicas comentadas
na part 1 a contextos s6cio-culturais
especificos. Estes capitulos
demonstram como a inclus~o de
consideraq6es de g6nero afetam tanto
os processes como os resultados de
FSR/E.

O livro 6 uma leitura important
para os interessados em incorporar
analise de genero aos projetos de
desenvolvimento da Area de
agriculture. E especialmente Yitil
tanto ao pesquisador da Area de
agriculture quanto ao cientista social
membro das FSR/E. Ndo 6 um
manual de como fazer, mas 6
essencial para contextualizar o born
uso de outros m6todos de andlise de
g6nero.

Poats, Susan, Hilary Sims e Cornelia
Butler Flora.
1989.
The Gender Variable in Agricultural
Research: Ontario, Canada:
International Development Research
Center.
(A varidvel Genero na Pesquisa sobre
Agriculture.
Ontario, Canada.
Centro de Pesquisa para o
Desenvolvimento Internacional.)

Este relat6rio sugere a maneira de
incorporar a analise de genero A
pesquisa da Area de agriculture. Ele
oferece quest6es e matrizes de
pesquisa destinados a coletar e
analisar informaqges de genero
desagregado por todo o
planejamento, criaco e teste de
pesquisa da Area de agriculture. Os
autores apresentam diretrizes e
exemplosde diversos tipos de
m6todos para coleta de dados, al6m
de um comentArio das implicates
potenciais e aplicag0es das


descobertas A formulagio e criaqio de
political e programs na agriculture.

A parte 1 do document descreve a
exposiqao de motives para analise de
genero e solicita uma reorientaaio de
enfoque na pesquisa da Area de
agriculture, passando da tecnologia
para o usuArio. Outro elemento-chave
da part 1 6 uma descricgo de cinco
padres gerais de responsabilidade
por g6nero (colheitas separadas para
homes e mulheres, campos
separados, tarefas separadas, tarefas
compartilhadas e fazendas
administradas por mulheres) e suas
implicaqces para a pesquisa da Area
de agriculture.

A parte 2 oferece uma visao geral das
ferramentas de andlise de g6nero
aplicaveis a pesquisas de sistemas
agricolas. Os autores descrevem e
resume em forma tabular vArias
ferramentas para examiner atividades
internal e externas da fazenda por
colheita e estacgo, acesso e control
sobre os recursos para a produgao
rural e quem recebe tanto incentives
como beneficios. A segunda secqo da
parte dois aborda a maneira de aplicar
os recursos da andlise de genero. Os
autores asseguram que a anAlise de
g&nero freqiientemente terminal em
diagn6stico que se limita a descrever
tarefas de homes e mulheres. Eles
argumentam que a "utilidade da
analise de g6nero vem com sua
aplicago A elaboraqao e avaliacao da
pesquisa na fazenda" e que os
responsAveis pela conducAo da andlise
de genero deveriam estar envolvidos
desde o inicio at6 o final da pesquisa.
A terceira secio do capitulo sobre
ferramentas oferece criterios
ilustrativos para a escolha de metodos
apropriados para a andlise de genero.
A quarta secgoapresenta algumas
estrat6gias possiveis para garantir que
as mulheres se integrem e se
beneficiem de experiments na
fazenda. A secao final examine as
implicac6es da pesquisa da Area de
agriculture em context politico e


Cf'fIVA]






CENS YS


institutional mais amplo. Ela levanta
quest6es sobre restriq6es
institucionais para a adocqo de
tecnologia, o que pode ser especifico
para genero, como acesso a cr6dito
ou terra. Alm disto, focaliza a
informacqo e o treinamento de
pessoal como veiculos importantes
para chamar a ateng~o para a questAo
de genero na pesquisa da area de
agriculture. Um apendice fornece
uma lista de recursos para
treinamento e bibliografia.

Trata-se de um conjunto met6dico e
especifico de diretrizes que pode ser
de grande utilidade para equipes de
pesquisadores na area de agriculture.
Ebastante apropriado como guia para
cientistas sociais em equipes de
sistemas agricolas cor boas
habilidades para coleta e andlise de
dados, mas sem conhecimento de
como integrar consideraqoes de
genero na identificaio,
planejamento, criago e avaliaq~o de
pesquisas. Tamb6m 6 fitil na
educago de agricultores e
planejadores de desenvolvimento
sobre o tipo de informag6es
especificas de genero que for precise
colher e analisar para identificar
solucqes adequadas para as limitaq6es
e oportunidades na agriculture,
critics para homes e mulleres. Sua
forga consiste em falar a uma
audiencia dirigida (os pesquisadores
de agriculture) atrav6s de um
process e uma linguagem familiares.






6A/AS FS


A
REFERENCIAS

CORRELATAS



Pesquisa de

Sistemas

Agrncolas

Falch, Marianne. 1991.
Cameroon: Specific Problems and
Constraints of Women Farmers
Towards the Permanent Farming
System. Eschborn, Germany: GTZ.
( CamarOes: Problemas Especificos e
Restriq6es de Lavradoras no Sistemas
de Lavoura Permanente. Eschborn,
Alemanha: GTZ)

Flora, Cornelia Butler. 1987.
Intra-Household Dynamics: The
Need for Whole Farm Monitoring
in Farming Systems Research. The
Rural Sociologist 7, No. 3.
(DinAmica Intra-dom6stica:
Necessidade de Completo
Monitoramento de Lavoura na
Pesquisa dos Sistemas de Lavoura.)

Henderson, Helen K. 1989.
Book Review-Gender Issues in
Farming Systems Research and
Extension. Applied Anthropology
91.
(RecensSo Quest6es de Genero na
Pesquisa de Sistemas de Lavoura e
Extensao.)

International Rice Research Institute.
1987.
Women in Rice Farming Systems:
An Operational Research and
Training Program. Manila,
Philippines: International Rice
Research Institute.
(Instituto Internacional de Pesquisa
do Arroz. 1987. Mulheres nos
Sistemas de Lavoura de Arroz: Uma
Pesquisa Operacional e Programa de
Treinamento. Manilha, Filipinas:


Institute Internacional de Pesquisa do
Arroz.)

Moock, Joyce L. 1986.
Understandind Africa's Rural
Households and Farming Systems.
Boulder, Colorado: Westview
Press.
(Compreendendo as Familias Rurais
Africanas e os Sistemas de Lavoura.)

Paris, Thelma R. 1990.
Incorporating Women's Concerns
in Crop-Animal
Farming Systems Research
Methodology. No. 90-30. Manila,
Philippines: International Press.
(Incorporando Preocupaq6es de
Mulher em Metodologia de Pesquisa
de Sistemas de Producao
AgropecuAria. No. 90-30, Manilha,
Filipinas. Institute Internacional de
Pesquisa do Arroz.)

Poats, S. e J. Gearing. 1989.
Executive Summary of Gender
Issues in Farming Systems
Research and Extension: A Survey
of Current Projects. Washington,
D.C.: SAID.
(Sumario Executivo das QuestOes de
Genero na Pesquisa de Sistemas de
Lavoura e Extensdo: Levantamento
dos Projetos Atuais. )

Rochelau, Diane. 1985.
Criteria for Re-Appraisal and Re-
Design: Intra-household and
Between Household Aspects of
FSRE in Three Kenyan


Agroforestry Projects. Wocester,
Massachusetts: Clark University.
(Critdrios para Reavaliago e
Redesign: Aspectos Intra e Inter-
Dom6sticos de FSRE em Tr8s
Projetos Agroflorestais Quenianos.)

Saunders, Janice. 1991.
Book Review-Poats, Schmink, and
Spring book. "Gender Issues in
Farming Systems Research and
Extension." Rural Sociology 56,
No. 1.
(Recensao Livro de Poats, Schmink
e Spring. "Quest6es de Genero em
Pesquisa de Sistemas de Lavoura e
Extensdo". )

Staudt, Kathleen. 1981.
Women and Household Issues in
Farming Systems Research.
Manhattan, Kansas: Kansas State
University.
( Mulheres e Questoes Domesticas na
Pesquisa de Sistemas de Lavoura.)






Cf71E KS


C. Analise de

Genero,

Planejamento e

Treinamento

Caye, Virginia M.
1989.
The Gender Information
Framework: Gender
Considerations in Design.
Washington, D.C.: USAID. 102 pp.
Estrutura da Informacao de Genero:
Consideraq6es de Genero em Design.

Mayaatech Corporation.
1991.
The Gender Information
Framework. Silver Spring,
Maryland. 90pp.
(A estrutura da Informacio de
G&nero. Preparado para a Seq o de
Mulheres em Desenvolvimento da
Agencia USAID).

Secqo de Mulheres em
Desenvolvimento da USAID.
1991.
The Gender Information
Framework: Pocket Guide. 10pp.
(Estrutura da Informacao de Genero:
Guia de Bolso.)

A Estrutura da Informacqo de Genero
(GIF) 6 uma metodologia destinada a
auxiliar a USAID na incorporaaio de
consideraqces de genero em criaiao,
adaptagao, avaliaqCo e revisio de
programs e projetos. Trata-se de um
conjunto de ferramentas, informag6es
e diretrizes desenvolvido como
referencia e como um guia de
recursos de treinamento. A estrutura
cont6m tres components: 1)
MatrizVariavel de Genero, 2)
Consideraq6es de Genero em Design,
e 3) SumArio das Diretrizes para
Revisao de Documento. Este
conjunto de ferramentas foi projetado
para acompanhar um program de
treinamento sobre quest6es de genero


e servir como um manual de
referencia p6s-treinamento sobre
como incluir quest6es de genero na
criaCio de projetos e programs e
relat6rios da USAID. A estrutura tern
dupla finalidade: 1) reforgar a analise
de quest6es de desenvolvimento de
modo tal que genero se tome uma
consideraco automItica no process
de programaqio, e 2) fomecer
ferramentas que auxiliem a USAID
na incorporagqo das informaq6es
produzidas pela analise na criagdo,
adaptaqao, avaliaqAo e revisao de
programs.

O GIF se encontra a disposigAo no
Escrit6rio da Mulher em
Desenvolvimento da USAID em dois
formats: um guia de bolso (em
forma de panfleto) e um manual de
referencia mais aprofundado. O guia
de bolso na verdade sdo dois, um
guia de andlise de g6nero, que resume
a matriz variavel de genero em dois
passes, e um guia para revisao de
document. O pass 1 do guia de
anAlise de genero enumera 4 Areas
onde o genero pode ser uma variAvel
(alocaqAo de tempo, fontes de renda,
responsabilidades financeiras e acesso
e control sobre recursos) e uma
bacteria de quest6es -chave sobre cada
Area. O pass 2 destina-se a analisar
as implicac6es das diferengas
relevantes de genero para a atividade
de criaago ou adaptacgo de projeto ou
program. O pass 2faz com que o
usuArio identifique e compare as
restric6es e oportunidades para a
participacgo de mulheres e homes
nas atividades de desenvolvimento. O
guia para a revisao de documents
apresenta uma s6rie de aces
necessarias para incorporar quest6es
de gCnero ao projeto da USAID e a
assistencia fora de projeto. Inclui
quatro cart6es separados que
especificam aqces sob media para a
Declaragqo de Estrat6gia de
Desenvolvimento do Pais (CDSS), o
Piano de Aqao (AP), o Documento de
Identificaqo de Projeto (PID), e o
Relat6rio de Projeto (PP).


O manual de referencia GIF apresenta
ambos os guias em um format mais
detalhado acompanhado de
explicag6es e exemplos. Ele inclui
uma descriq o mais complete da
matriz variAvel de genero (tambem
chamada mapa de andlise de genero ).
A matriz ter tres colunas. A
primeira coluna lista as Areas onde o
genero pode ser uma variAvel. A
segunda coluna apresenta questoes
sobre se e como o g6nero afeta as
Areas da coluna 1. Na terceira coluna
hA espagos onde o usuArio anota
informag6es da anAlise. As Diretrizes
para Revisao de Documento, que
seguem os estAgios normais de
CDSS, AP, PID e PP, descrevem e
registram aqoes para incluir quest6es
de genero nestes documentos-chave.
As tabelas se dividem em duas
colunas. O titulo da coluna da
esquerda 6 "consideracges de genero
", que sao uma serie de providencias
a tomar a cada estAgio no process de
criacdo e preparaqHo de document.
Acoluna da direita apresenta
"quest6es-chave" para indicar mais
detalhadamente como se deve
examiner a consideragco. O manual
de referencia tamb6m inclui
apendices que tragam perfis de
empreendimentos em pequena escala
e sistemas de lavoura e projetos de
extensio.

Uma forma abreviada do GIF teve
uma utilizagco extensive no
treinamento Consideracqes de Genero
em Desenvolvimento na USAID. O
manual de referencia GIF nao teve
tanta exposigao quanto o guia de
bolso por causa do seu volume: sao
dezoito paginas s6 de sumArio
executive. A alternative, o guia de
bolso compBe-se de questOes gerais
demais para ser qualquer coisa alum
de um recurso mnemonico para os
que se expuseram Ametodologia
durante o treinamento. O panfleto
delineia components da matriz e
graficos de consideraqao de genero,
mas nao oferece informacqes






CfAIS YS


suficientes sobre como colher e
analisar os dados. O valor real do
GIF 6 para o pessoal da USAID que
revisa relat6rios-chave. Tern menos
serventia para seus redatores.

Coady International Institute.
1991.
A Handbook for Social/Gender
Analysis. Hull, Canada: CIDA. 3
vols. 191 pp.
(Manual para Andlise
Social/Genero.)

O prop6sito deste manual 6apresentar
ao pessoal e consultores da CIDA os
principios da anAlise social e de
genero. (SGA). Ele apresenta
umaestrutura para implementar os
objetivos da CIDA de dirigir os
beneficios do desenvolvimento para
os que se encontram em
desvantagem, e garantir que estes
beneficios sejam sustentaveis
tecnicamente, economicamente e
socialmente. Sua finalidade
6combinar a SGA com abordagens
participativas de desenvolvimento.
Esta abordagem baseia-se no fato de
que a SGA ajuda a identificar os que
estao em desvantagem em uma
sociedade, e explicar as causes
estruturais de sua desvantagem e o
fato de que as mulheres
freqiientemente sao postas em
desvantagem de maneira diferente. O
manual sugere que um process
participation que de poder aos que
estao em desvantagem seja necessArio
para sustentar mudangas iniciadas
pelos esforgos de desenvolvimento.

O manual se organize em torno de
quatro capitulos: 1) Introducio, 2)
Estrutura Conceitual, 3) Aplicacao ao
Process de Desenvolvimento de
Projetos e 4) Ferramentas de
Pesquisa. A introducAo delineia o
prop6sito e o ptblico-alvo do
manual, bem como a relagao entire a
estrat6gia de desenvolvimento da
CIDA e a SGA.


O segundo capitulo define a SGA,
declara seus pressupostos e exposigdo
de motives, e apresenta uma estrutura
analitica. A estrutura analitica da
SGA 6 norteada por quatro questoes-
chave que ajudam a identificar os que
estio em desvantagem: 1) Qual a
natureza da desvantagem? 2) Quais
sao as relac6es sociais (estruturas e
organizac6es) que mant6m sua
desvantagem? 3)Quais sao os padres
e tendencias hist6ricas nas relag6es
sociais? 4) Quais sAo as relagoes entire
os niveis local, national e
international na criag~o e perpetuacAo
da pobreza? Os autores advogam o
exame das respostas a estas quest6es
A luz da mudanca diacr6nica e da
desagregagao das informaq6es em
g&nero e classes.

Um elemento-chave deste capitulo 6
seu foco na participagao, inclusive
discusses de niveis, indicadores, e
formas de mobilizar pessoas.
Finalmente, o capftulo comenta os
principios metodol6gicos da CIDA de
mover-se em direqAo a um process
interativo para criagao,
implementagao e administration de
projeto; aprender a cada pass o que
funciona e fazer ajustes; adotar uma
abordagem interna/externa que
combine o conhecimento dos
participants e consultores locals com
a andlise e as observacOes de
profissionais de desenvolvimento de
fora.

O terceiro capitulo aplica a estrutura
da SGA A identificado,
planejamento, aprovagao,
implementag~o, monitoramento e
avaliagco de projetos. Este capitulo
oferece conjuntos de questoes-chave
criadas especificamente para cada
estagio.

O capitulo final 6 um conjunto de
ferramentas de pesquisa que apresenta
e rev8 de diversos m6todos de
pesquisa. Ele fornece informaqges
sobre quando, onde e como utilizar
cada m6todo. t um livro


extremamente detalhado e itil.
Embora se destine A CIDA,aplica-se
igualmente a outras instituiq6es
bilaterais, multilaterais, nacionais e
nao-governamentais. Apresenta
diversas vantagens sobre diretrizes e
listas de referencia similares. Em
primeiro lugar, dirige-se is
preocupagOes tanto dos
planejadores/administradores como
do pessoal operacional de campo. Em
segundo lugar, o capitulo sobre
ferramentas de pesquisa vai al6m da
apresentagio descritiva avaliando
criticamente como, quando e onde o
m6todo pode ser melhor aplicado.
Em terceiro lugar, combine genero e
anAlise social cor pesquisa de aa5o
participativa, incorporando analise de
ciencia social ao conhecimento local e
tomada de decisoes. Desta maneira,
revela um quadro das relag6es socials
por genero mais dinamico do que
outras abordagens. Em todos os
estAgios do process de
desenvolvimento, esta forma de
andlise requer discussao, entrevistas e
conhecimento da Area de projeto, bem
como participagao ativa e honest dos
grupos-alvo.

Hannan-Anderson, Carolyn
1992.
Gender Planning Methodology:
Three Papers on Incorporating the
Gender Approach in Development
Cooperation Programmes. Lund,
Sweden: SIDA. 50 pp.
(Metodologia de Planejamento de
G&nero: Tres Trabalhos sobre a
Incorporacgo de Abordagem de
Genero a Programas de Cooperagco
para o Desenvolvimento
Lund, Su6cia.)

Este trabalho 6 uma coleiao de tries
estudos que abrangem uma
abordagem de planejamento de
desenvolvimento com informaq6es de
genero. A metodologia procura ir
al6m da maioria das andlises de
g6nero dirigindo-se A questAo de
"como integrar a metodologia de
planejamento de genero dentro de






CAVAS ES


uma organizagio patrocinadora". O
objetivo desta metodologia 6garantir
que tanto mulheres como homes se
integrem ao process de
desenvolvimento. Para consegui-lo, o
autor declara que 6necessaria a
anAlise de grupos socials, e que o
genero 6 apenas uma das variaveis
exigidas. Outras delas sdo: idade,
grupo 6tnico, classes e a filiaqdo
religiosa. Esta abordagem de genero
procura desenvolver uma
metodologia de planejamento capaz
de aplicar os "insights" das pesquisas
aformulado de political e
programacgo no curso principal de
desenvolvimento.

O primeiro trabalho apresenta e
examine o conceito de g6nero e
desenvolvimento, compara-o com a
abordagem de WID, e dirige-se a
algumas das critics e relutincia por
parte dos especialistas de WID e das
agencies de desenvolvimento em
adotar uma abordagem de genero O
author argument que uma abordagem
de genero vai al6m de lidar com
sintomas dos problems de mulheres,
para lidar com suas causes. Isto
implica combater as relag6es sociais
entire homes e mulheres que
condicionam seu acesso diferenciado
ao poder e aos recursos. Ela conclui
que uma abordagem de genero exige
a "reformulacio de toda
ametodologia de planejamento
(desenvolvimento)".

O segundo trabalho 6 sobre como
institucionalizar e operacionalizar
uma abordagem de genero nas
organizaq6es de desenvolvimento.
Este estudo se estrutura em torno de
tr6s elements essencias que incluem
o desenvolvimento de: 1) uma
political de genero (estrutura
ideol6gica); 2) estrat6gia e
metodologia baseadas em genero
(ligadas ao process normal de
planejamento); e 3) ferramentas e
instruments com sensibilidade de
genero. O efetivo desenvolvimento
de todos os tres depend de apoio


institutional de alto nfvel e pressao
political. Hannan-Anderson destaca os
requisitos especificos para
desenvolver cada um destes
elementos-chave de maneira que
homes e mulheres possam com 6xito
ser incorporados como atores e
tomadores de decis6es. Ela tambem
rev6 criticamente por que algumas
das abordagens anteriores nAo
tiveram sucesso. Por exemplo, ela
salienta que muito do material escrito
sobre mulheres em desenvolvimento
nio leva em conta o genero e omite
informacges sobre os homes, al6m
de nao dar as informag6es necessarias
sobre pap6is e relacionamentos de
genero. Da mesma forma, as listas de
referencia, encaradas como via de
expediente para atingir os objetivos
de WID, costumam ser de pouco
valor porque so vagas e inflexiveis
demais para se aplicarem ao espectro
mais amplo dos contextos de
desenvolvimento. Ao contrtrio, ela
defended ferramentas e m6todos
participativos, de context especifico,
e capazes de incluirtodos os membros
da populagio-alvo participate.

No estudo final, Hannan-Anderson
discute o potential da perspective de
genero para aperfeicoar o
planejamento de desenvolvimento.
Em primeiro lugar, aumenta a
consciencia dos pap6is de homes e
mulheres como atores em
desenvolvimento. Em segundo,
focaliza a atenqlo na participacAo de
grupos locais e a necessidade e
potential de se envolverem no
planejamento d o desenvolvimento.
Seu foco principal 6 uma critical as
inadequaq6es das abordagens comuns
ao planejamento de desenvolvimento,
muitas das quais impedem a
integragAo de uma perspective de
genero.

Os tries estudos desta colegao
fornecem uma estrutura para
incorporar uma perspective de genero
ao planejamento de desenvolvimento
que da o que pensar. Eles nao


atingem a meta de apresentar uma
metodologia de como fazer, mas
oferecem a arquitetura conceitual
para se desenvolver tal abordagem.
Tal empenho haveria de exigir
conhecimentos e habilidades
adicionais no levantamento e andlise
dos dados de sexo desagregado,
atingindo e envolvendo homes e
mulheres no process de
planejamento de desenvolvimento,
incorporando descobertas das
pesquisas, e conhecimentos e
preocupagces locais na criagio e
implantago de projetos, e
treinamento de pessoal com eficAcia
em habilidades de genero. Hannan-
Anderson faz uma forte exposigdo de
motives para as agencies
dedesenvolvimento investirem no
process.

As ferramentas ECOGEN (ver pagina
34) e listas de referencia setoriais,
desenvolvidas pelo Minist6rio das
Relag6es Exteriores da Holanda (ver
pagina 4) complementam esta
estrutura fornecendo m6todos mais
dirigidos de "como fazer".


Kabira, Wanjiku Mukabi e Masheti
Masinjila.
1993.
Gender and Development: The
Femnet Modelfor Gender
Responsive Planning, Programming
Advocacy and Sensitization.
Nairobi, Kenya: African Women's
Development and Communication
Network. 12 pp.
(Genero e Desenvolvimento: Modelo
Femnet para Planejamento,
Programado, Defesa e
Sensibilizaqdo a Genero.
Nair6bi, Quenia: Rede de
Desenvolvimento das Mulheres
Africanas.)

Genero e desenvolvimento 6 um
modelo participation desenvolvido
pela organizacgo queniana Femnet
para treinar profissionais de
desenvolvimento a conduzir






CA7AS TS


"planejamento, programaqgo, defesa
e sensibilizacAo a genero ". O modelo
traduz a filosofia de Femnet de
defender "a igualdade de posiq6es de
mulheres e homes na sociedade e
como participants iguais no process
de desenvolvimento" numa
metodologia de treinamento em cinco
passes.

As cinco sess6es do modelo incluem
m6dulos sobre: 1) conceitos de
g6nero e desenvolvimento; 2)
apresentag~o de dados diferenciados
por genero; 3) construqo social de
genero; e 5) aplicagao a andlise de
projetos. A primeira secqo coloca o
conceito de genero e desenvolvimento
em um context hist6rico ajudando
aprendizes a compreender as
diferencas entire sexo e genero,
Mulheres em Desenvolvimento
(WID) e Genero e Desenvolvimento
(GAD). Explica que o valor do GAD
consiste em examiner as causes
primarias da subordinacgo da mulher
em diferentes cenArios s6cio-
culturais.

A secgo 2 comenta a premissa de que
as relag6es desiguais e
freqientemente exploradoras entire
homes e mulheres baseiam-se em
fatores s6cio-culturais e hist6ricos
que se perpetual em ideologias
baseadas no genero. Utilizando a
metodologia de estudo de caso de
Harvard, esta secao do treinamento
exige que os participants analisem
dados sobre atividades de homes,
mulheres, meninos e meninas, e
examine a alocaiao de tarefas em
relagao A distribuicqo de beneffcios.
Os mediadores incentivam os
participants a questioner a
legitimidade de tais disparidades para
analisar e compreender como as
relag6es de poder com base no genero
influenciam a criagao e implantaqao
de projetos de desenvolvimento.

A secao 3 dirige-se A importincia da
cultural e sociedade como moldadores
de pap6is, direitos eresponsabilidades


de genero. Confronta diretamente a
noqio de que as relaago de genero sao
imutAveis. Esta segao explica a
distingao entire sexo e genero de
modo razoavelmente detalhado e
comenta o papel da ideologia na
distribuicAo desigual de bens e poder.
O principal objetivo desta seago 6
ajudar os participants a compreender
que os papeis de genero nio sao
imutaveis e que eles "podem mudar e
estio de fato mudando". O prop6sito
da segao 4 6 oferecer uma estrutura
para identificar e analisar mais
sistematicamente. Seu prop6sito
etambem um exercicio que liga a
identificaqao destas disparidades a
uma avaliagio de como criar projetos
que as possam superar. A secgo 5
complete este process engajando os
participants na aplicaqao de suas
recem adquiridas habilidades
analiticas e seus pr6prios projetos.

O metodo Femnet apresenta uma
seqiilncia de treinamento
extremamente titil para despertar a
consciencia de genero e habilidades
analiticas no planejamento de
desenvolvimento. Contudo, esta
publicacgo nao passa de um esbogo
de ferramenta metodol6gica, e nio
6um conjunto passo-a-passo de
material de instrucao. Portanto, sua
melhor aplicacgo 6tima requer
treinamentos altamente habilitados
em teoria de genero e
desenvolvimento e em m6todos de
andlise de genero. Seu enfoque sobre
genero como uma relagao desigual de
poder e control destaca-o da maioria
dos metodos de treinamento de
genero.


Moffat, Linda, Yande Geadah e
Riekey Stuart.
1991.
Two Halves Make a Whole:
Balancing Gender Relations in
Development. Ottawa, Canada:
Canadian Council for International
Cooperation. 178pp.


(Duas Metades Fazem um Todo:
Equilibrando as Relagdes de Gdnero
em Desenvolvimento.
Ottawa, Canadd.
Conselho Canadense para
Cooperagdo Internacional.)

Este manual 6 um conjunto de tres
manuais interrelacionados: uma visao
geral das ferramentas de genero em
desenvolvimento e andlise de genero;
um manual de treinamento; e dois
conjuntos de estudos de caso. Foi
desenvolvido pelo conselho
Canadense para a Cooperacqo
International, com funds da CIDA,
para ajudar as organizagqes nio
governamentais canadenses a criar e
implantar programs de
desenvolvimento mais eficazes e
equanimes. Escrito a partir de uma
perspective feminist, objetiva
identificar o potential das iniciativas
de desenvolvimento de transformar
relag6es sociais desiguais de genero e
autorizar as mulheres "a atingir o
objetivo a long prazo de
desenvolver uma parceria igual de
mulheres e homes na determinaaio
de seu pr6prio future."

A secqo 1, Genero e
Desenvolvimento, inclui tres
capitulos sobre teoria, ferramentas e
implicaq6es. O primeiro, "Genero e
Desenvolvimento; Uma Abordagem
Alternative", explore a razao porque
a maioria dasabordagens ao
desenvolvimento nao tiveram muito
exito em melhorar as vidas das
mulheres. Focaliza quatro quest6es:
igualdade x eqiiidade, genero como
uma construcqo social; poder; e os
limits do desenvolvimento. A
discussao de igualdade x eqiiidade
contrast igualdade de oportunidade
com equidade de impact,
argumentando que as duas quest6es
nao sao sinonimas e que a igualdade
de oportunidades(objetivo dos
esforgos da WID) nao result, de uma
maneira geral, na eqiidade de
impact para homes e mulheres.






CA7fS KS


O segment sobre a construg~o social
de genero enfatiza a variabilidade
transcultural e o potential de uma
mudanga em relag6es de genero ao
long do tempo. A discussao de
poder levanta quest6es sobre como as
mulheres experimental a
subordinag~ o de maneira diferente do
que os homes, dependendo da idade,
classes, etnia, raqa ou orientagio
sexual. Desafia o pressuposto de que
todas as mulheres tem interesses
singulares ou unificados e reconhece
que as aq6es de desenvolvimento
podem aumentar divisoes e conflitos.
A seqio sobre os limits do
desenvolvimento 6um alerta aos
planejadores de desenvolvimento de
que eles nio podem definir nem
resolver problems de
desenvolvimento isolados das pessoas
cujas vidas eles afetam. Desafia
tamb6m a comunidade de
desenvolvimento a ampliar seu
conceito de desenvolvimento para
al6m de uma perspective
puramenteecon6mica dando 8nfase ao
crescimento e a redistribuicao.

0 segundo capitulo, "Ferramentas
Analiticas GAD. Aplicacges para
Programs, Projetos e Politicas",
apresenta oito ferramentas de anAlise
de g&nero destinadas a aumentar a
atenqao para as quest6es de g6nero
em desenvolvimento. As primeiras
quatro ferramentas baseadas na
Estrutura Analitica de Harvard (ver
Rao, abaixo) procuram analisar
relaqges de g6nero dentro de uma
comunidade. Estas relaqges sao: 1)
Divisdo de Trabalho por
Gdnero/Sexo; 2) Tipos de Trabalho;
3) Acesso aos Recursos e Controle
sobre Estes; 4) Fatores que
Influenciam. 0 segundo grupo de
quatro ferramentas destina-se a
auxiliar as pessoas que trabalham
para o desenvolvimento na anAlise
das implicates de dados de sexo
desagregado. Elas fornecem uma
serie de questoes que focalizam;
melhoria das condicqes de homes e
mulheres e mudanqas em suas


posigqes sociais relatives (ferramenta
no 5); at6 que ponto as atividades de
desenvolvimento atingem as
necessidades praticas e estrat6gicas de
homes e mulheres (ferramenta no
6); natureza, grau e beneficios da
participacgo de homes e mulheres
(ferramenta no 7); e como os
programs contribuem para a
transformaqdo de relag6es entire sexo
e entire os privilegiados e os
desvalidos (ferramenta no 8). O
terceiro capitulo, "Implicag6es e
Estrat6gias para Organizagqes NAo-
Governamentais", discute as
limitag6es do treinamento GAD em
produzir verdadeiras mudangas
institucionais sem um compromisso
paralelo commudanqas estruturais e
conceituais dentro de uma
organizagqo.

A seqao 2, "Genero e Treinamento de
Desenvolvimento" 6 um manual para
desenvolver um program de
treinamento GAD. O manual de
treinamento orienta os treinadores
sobre como apresentar a abordagem
GAD e treinar participants no uso de
ferramentas de andlise de g6nero. A
seq o 3, suplementada pelo adendo
publicado em 1992, fornece materials
para estudo de caso curto e long
para uso no treinamento. Os estudos
de caso oferecem uma ampla gama de
material analitico para pessoas com
variados graus de experiencia em
considerag6es de genero.

Duas Metades Fazem um Todo traz
uma dimensao inteiramente nova para
a andlise e treinamento em g6nero.
Focaliza a posicao relative e o poder
de mulheres e homes para efetuar
mudancas estruturais em suas vidas.
O uso ideal deste manual requer
tempo e estudo por parte do usuArio,
mas sio tempo e esforgo bem
investidos. O tratamento que o
manual dA ao poder e aos limits do
desenvolvimento estAo entire as
discusses mais inovadoras destas
questOes em qualquer estrutura de
andlise de genero. As ferramentas


fornecem um conjunto de questoes
adequado para acompanhar as
quest6es te6ricas levantadas pelos
autores. Elas ajudam os planejadores
de desenvolvimento a ultrapassar o
modelo "colocar mulheres e mexer"
defendidos por vArias outras
abordagens de WID e de anAlise de
genero para iniciar umprocesso de
desenvolvimento que inclui o genero.

Poats, Susan V.
1989.
Invisible Women: Gender and
Household Analysis in Agricultural
Research and Extension.
Gainesville, Florida: Tropical
Research and Development
Program. llpp.
(Mulheres Invisiveis: Andlise de
Genero e Famtlia na Pesquisa
Agrtcola e Extensdo.
Gainsville, Fl6rida: Programa de
Pesquisa Tropical e
Desenvolvimento.)

Apresentacao de slides com script
preparado para auxiliar pesquisadores
da area de agriculture, extensionistas,
administradores de projetos de
pesquisa e extensao a aprender sobre
quest6es de genero como uma
ferramenta descritiva e analitica em
projetos de agriculture. NAo
apresenta uma metodologia de
pesquisa per si, mas articula um
conjunto coerente de genero
relevantes para pesquisa, extensao e
planejamento de projetos de
desenvolvimento da area de
agriculture. A apresentacgo
argument que aprender a ver" as
mulheres na agriculture vai ajudar os
trabalhadores de pesquisa em
desenvolvimento a compreender
melhor os diferentes pap6is que
homes e mulheres desempenham na
produgdo e melhorar a criacgo e
distribuicqo de tecnologia de
assistencia aos lavradores, sejam
homes ou mulheres ".

A apresentagao dos slides levanta
diversas quest6es especificas que tem










impedido pesquisadores e
planejadores de levar em conta os
pap6is das mulheres na agriculture no
mesmo grau em que levam os
pap6ismasculinos. Entre elas: 1)
omitir agricultores capazes de
desempenhar tarefas de agriculture e
controlar recursos das entrevistas
para coleta de informaq6es; 2) noq6es
estereotipadas sobre pap6is de
trabalho de genero que impedem os
pesquisadores de ver os pap6is da
mulher; 3) barreiras de comunicaqgo
e conveng6es s6cio-culturais que
limitam a interag~o entire
pesquisadores homes e as
lavradoras; 4) models econ6micos
que nao acomodam facilmente
informacOes sobre diferentes
membros de families ou casas
poliginas onde mulheres administram
sua pr6pria renda; 5) atencgo
inadequada As necessidades de
mulheres de diferentes faixas etArias
(e.g., mulheres jovens com filhos
pequenos que podem ter necessidades
e limitagbes na area de agriculture
diferentes de mulheres mais velhas,
com filhos adultss.

A apresentacgo tambrm menciona as
mudangas recentes que facilitam a
inclusao de questoes de genero em
pesquisa agricola e desenvolvimento;
1) equipes de pesquisa cor homes e
mulheres que entrevistam lavradores
e lavradoras; 2) membros homes da
equipe de campo mais preparados em
tecnicas de entrevistar mulheres; 3)
diagn6sticos conduzidos ao long de
toda a cadeia alimentar para incluir as
atividades p6s-safra e comerciais das
mulheres 4) cooperatives de mulheres
participando de experiments na
fazenda; e 5) mulheres aprendendo a
usar tecnicas nao-tradicionais para
expandir seu envolvimento na
produgIo.

Embora varias das questoes
levantadas nesta apresentacqo ji nio
tenham a mesma novidade de quando
foram publicadas, ainda serve como
estimulo para discusses nos cursos


detreinamento de genero. Os
funcionArios e consultores de WID
em organizacqes de pesquisa de
desenvolvimento e agriculture
tamb6m vao acha-lo itil para atingir
audiencias t6cnicas ainda nio
familiarizadas com a forma de incluir
consideraq6es de genero em seu
trabalho. HA que se comparar,
entretanto, cor metodologias mais
rigorosas de andlise de genero, como
as ferramentas ECOGEN (ver pigina
34) ou o capitulo metodol6gico de
Trabalhando Juntos (ver pagina 8),
caso haja necessidade dos assistentes
porem em prAtica as sugestoes da
apresentag~o em seu trabalho de
pesquisa, extensao e administragao de
projeto. HA verses em espanhol e
em frances.

Rao, Aruna, Mary B. Anderson, e C.
Overholt.
1991.
Gender Analysis in Development
Planning: A Case Book. West
Hartford, Connecticut: Kumarian
Press. 103 pp.
(Andlise de Genero no Planejamento
de Desenvolvimento Um Livro de
Casos.)

Este livro de casos destina-se
primeiramente a planejadores e
profissionais de desenvolvimento
nacionais, bem como aos
funcionArios das agencias de
desenvolvimento international.
Criado para ser uma ferramenta
pedag6gica para os interessados num
conjunto de conceitos e t6cnicas
analiticas para servi-los ao lidar com
quest6es de genero nas diversas
intervenc6es de desenvolvimento. O
primeiro capitulo 6 uma estrutura
analitica que visa a "construir uma
base de dados de genero diferenciada
sobre atividades e acesso e control
sobre recursos". Osdemais capitulos,
que sAo estudos de caso de diversos
projetos asidticos de
desenvolvimento, fornece mat6ria
prima para os participants de
treinamento analisarem.


A estrutura de andlise de genero,
reproduzida a partir de pap6is de
Gdnero em Projetos de
Desenvolvimento (Overholt, et al.,
1985), foi projetada para facilitar a
integragio de mulheres A andlise de
projetos. A estrutura tem 4
components: 1) perfil de atividades;;
2) perfil de acesso e control; 3)
anAlise dos fatores que influenciam as
atividades econ6micas da populacio
na Area de projeto por idade e genero,
etnia, classes social, e outras variaveis
s6cio-econ6micas. O objetivo do
perfil de acesso e control 6 discernir
quem control que recursos, e
examiner quem se beneficia de um
conjunto particular de atividades. A
andlise dos fatores e recursos de
influencia focaliza os elements
econ6micos e culturais mais amplos
que condicionam a divisio de
trabalho por genero e o control
sobre os recursos e beneficios
relacionados com genero. A anilise
de ciclo de projeto examine as
implicagoes dos dados obtidos a
partir das tr6s andlises iniciais nas
diversas fases do ciclo do projeto.

Os demais capitulos do livro sao
estudos de caso sobre projetos na
Asia que vao desde educacqo para
irrigacgo at6 esquemas de emprego.
Eles n5o seguem sistematicamente a
estrutura de analise de genero, mas
oferecem dados brutos para os
participants de treinamento tentarem
utilizar a estrutura.
Pap6is de Genero nos Projetos de
Desenvolvimento, sobre o qual este
livro se baseia, foi uma das
primeirasestruturas de andlise de
genero. JA estA superada por outras
mais faceis de usar e que tem enfoque
setorial. VArias das metodologias
posteriores, contudo, devem suas
raizes intelectuais a esta abordagem.
t muito fitil para treinadores que
desejam material de estudo de casos
sobre a Asia. Os estudos de caso
oferecem mat6ria prima que pode ser
usada para exercitar uma ampla gama
de ferramentas analiticas.







SCENES YS


A
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CORRELATAS



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CfWAS F]


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Subsadrica: Diretrizes para Integrar
Questoes de Genero a Projetos de
Grupos de Banco com Implicao6es
Ambientais Significativas.
Washington, D.C.: Banco Mundial)

Estas diretrizes enfatizam a necessidade
de "tornar o desenvolvimento um
process de mudanga que preserve a
base de recursos naturais, permit a
concessao de poderes as mulheres e
equilibre objetivos sociais e
econ6micos". Destinam-se constituir
um m6dulo de treinamento de genero e
meio ambiente para a administragCo de
pessoal da Regiao Africana do Banco
Mundial, e a auxiliar os gerentes de
tarefas na criagAo de projetos de maior
resposta aos ambientes natural e
human.

As diretrizes, que sdo para uso de
diversas audiencias, organizam-se de
modo a tender as necessidades dos
diversos usuArios que trabalham com a
Africa Subsadrica (SSA). O capitulo
"Genero e Meio-Ambiente na Africa
SubsaArica: Bases Conceituais A",
6uma versao resumida para a alta
administracqo que apresenta uma
estrutura conceitual e de political e
descreve elos especificos entire g6nero e
quest6es ambientais. O capitulo 3,
"Bases Conceituais B", defended uma
noqCo ampliada de
desenvolvimentosustentAvel que dA
conta das diferengas de genero que
afetam "a presenga humana no
ecossistema". Esta secio 6para leigos.
Ela comenta os principios de genero e
desenvolvimento e da exemplos de
restricOes e conseqiiencias que as


mulheres normalmente enfrentam ao
manejar os ambientes onde vivem. O
capitulo 4, "Bases Conceituais C
(Resumo dos Vinculos-Chave)",
enumera diversas diferengas-chave de
genero que o autor acredita serem
caracteristicas da region.

O capitulo 5 apresenta um conjunto de
diretrizes para integrar quest6es de
genero em projeto de implicaq6es
ambientais significativas. As diretrizes
seguem o ciclo de desenvolvimento de
projetos do Banco Mundial. As
diretrizes para identificacio de projeto
exigem coleta de informaqges sobre
relag6es e pap6is de genero anteriores
ao projeto, e acesso aos recursos e
control sobre eles. O autor tambem
diz para as equipes de identificagIo de
projeto examinarem seus efeitos
potenciais sobre os papeis,
responsabilidades, acesso e control
sobre recursos, alem da participacgo
(diferenciada tambem por classes, etnia
e outras caracteristicas relevantes) de
homes e mulheres. A nfvel de
preparagao de projeto, as diretrizes
declaram a necessidade de coletar
informagoes sobre genero e sobre a
Area de projeto. As diretrizes do nivel
de component do projeto focalizam a
formulacgo de estrat6gias que incluam
genero, garantia de que as mulheres
foram consultadas ou participaram da
fase de planejamento, e verificacgo de
se as mulheres tem igual acesso As
oportunidades de treinamento. As
sugestoes a nivel de avaliaqco do
projeto incluem forecer informaq es
sumarias sobre como as
necessidadesdas mulheres foram
levadas em consideragio, o impact
potential direto e indireto sobre as
mulheres, e a participag~o das
mulheres na fase de implementacao.
Aos niveis de monitoramento,
implementaiao, supervisor e impact
de genero, as diretrizes sugerem
discutir com os governor quest6es de
emprego de mulheres, administracgo,
formaqo de quadros, e oportunidades
de ordenar contratos de aquisigAo.
Seguindo as diretrizes da USAID o


autor defended a complete desagregagAo
de informac6es para monitoramento e
avaliagio.

A seg o final do relat6rio oferece
diversos estudos de caso de projetos
ambientais, sensiveis A questao de
genero com base nas apresentag6es na
Assembl6ia Global de Mulheres e
UNCED. Uma lista de referencia em
um apendice traz uma serie do que o
autor chama "quest6es indicativas" sob
as categories de genero: 1) divisAo de
trabalho; 2) aspects de investimento e
control de recursos; 3) aspects de
provisAo das necessidades familiares; e
4) aspects de genero no control sobre
a produco e a renda. A lista de
referencia tambem inclui perguntas
para tipos especificos de projeto como
os de colheita de alimentos, irrigacAo,
pecuaria, atividades de pesquisa da
area de agriculture, atividades de
extensao agricola, e pesca (dentro de
comunidades pesqueiras tradicionais e
criagdo de peixes). Um segundo
apendice fornece sumarios de projetos
ambientais do Banco Mundial na
Africa SubsaArica que incluem questoes
de g6nero.

O maior valor deste metodo consiste
em ser especifico para as operac;es do
Banco Mundial. Este metodo oferece
aos funcionarios e consultores do
Banco Mundial orientagao
acessivelsobre questbes-chave de
genero e meio ambiente, relevantes
para cada estAgio do ciclo do projeto.
Nao 6, contudo, nem original nem um
'guia pratico' para coleta e anAlise de
informaqges de genero. Embora o
autor o chame de m6dulo de
treinamento, tanto o conteddo como o
process deixam a desejar quando
comparados cor algumas das outras
abordagens de treinamento recenseadas
anteriormente.








cAUf S I'S


Gaesing, Karin, e Carola V. Morstein.
1991. Women in Development and
Animal Production: How to Go About
It. Eschborn, Germany: GTZ. 18pp.
(Mulheres em Desenvolvimento e
Produfdo Animal:
Como Empreender. Eschborn,
Alemanha. GTZ.)

Estas diretrizes apresentam crit6rios
para avaliar a inclusao de mulheres em
projeto de producgo animal. Seu
objetivo 6 ajudar os administradores de
projeto a garantir que mulheres
participem e se beneficiem da producgo
animal e projeto veterintrios. As
diretrizes fornecem listas ilustrativas de
quest6es a serem consideradas no
planejamento, avaliacqo e
implementagao de projeto. Os autores
nao oferecem baterias de perguntas
exaustivas ou focalizadas, e os usuArios
tem que escolher as que sao relevantes
em dada situaqio e completar onde for
necessArio.

As diretrizes se organizam em tres
secoes que coincidem corn o ciclo do
projeto. A primeira seiao focaliza os
diferentes tipos de anAlise apropriados
para colher informaqoes durante a
identificagdo do projeto e sua criaqIo.
A anAlise apresentada nesta
secaofocaliza especialmente os pap6is,
interesses, responsabilidades e
preocupag6es das mulheres com
respeito A produgao de gado.

A segunda segao fornece crit6rios
especificos para criar terms de
referencia para uma equipe de
avaliaqao de projeto. Os autores
concordam quanto A necessidade de
recolher todos os dados e informacqes
por genero para bem tender As
necessidades e problems de toda a
popula~io. Eles distribuem as quest6es
em sete categories: 1) demografia e
estrutura domestica; 2) acesso aos
recursos e control sobre eles; 3)
padres s6cio-econ6micos; 4) trabalho
e responsabilidades das mulheres; 5)
formas de organizaqao de mulheres; 6)
necessidades e expectativas das


mulheres; e 7) abordagens existentes
para a promogao de mulheres.

A terceira secio estabelece terms de
refernncia e oferece quest6es para
monitorar e avaliar o progress e o
impact e incorporar mulheres aos
projetos de produq~o animal. As
quest6es se distribuem por cinco
categories conceituais: 1) divisao e
carga de trabalho; 2) impacts
econ6micos: 3) condiaIo social,
cultural e legal; 4) servings de
extensao; e 5) participagio no
planejamento e implementaqgo e
beneficios.

Mulheres em Desenvolvimento e
Produg o Animal oferece um conjunto
de crit6rios para os administradores de
projeto usarem na criacao de terms de
refernncia para a criado e avaliag~o de
projetos. Sua principal contribuicAo
efornecer uma bacteria de quest6es corn
base em genero, especificas para a
produgao animal. Nao 6, contudo, um
metodo de pesquisa para a coleta
eandlise de informaqces. Parte do
pressuposto de que os gerentes de
projeto ou os membros das equipes de
criaqao e avaliagAo de projetos
possuem a tecnica de avaliar a
integracqo de genero, coletar e analisar
dados de g&nero desagregado e sugerir
como realizar as mudangas propostas.
O titulo 6 um tanto enganoso pois as
diretrizes nao descrevem como
empreender tanto quanto descrevem as
quest6es em pauta. E uma abordagem
de WID e, portanto, nio apresenta
quest6es com enfoque em comparag6es
entire homes e mulheres nos diferentes
estratos s6cio-econ6micos, faixas
etArias, etnia, e estado civil.

Murphy, Josette, 1989. Women and
Agriculture in Africa: A Guide to
Bank Policy and Programs for
Operations Staff. Washington, D.C.:
The World Bank. 10 pp.
(Mulheres e Agricultura na Africa:
Guia para a Politica Bancdria e
Programs para o Pessoal de


OperaCdes. Washington, D.C.: Banco
Mundial.)

Este trabalho foi preparado para as
divisoes de agriculture na Regiao
Africana do Banco Mundial (AFR). Os
objetivos declarados do trabalho sio
"fornecer ao pessoal de agriculture
AFR um resume da political bancAria
atual e programs de mulheres em
desenvolvimento, e considerar
brevemente as quest6es relacionadas a
genero que os gerentes de tarefa podem
ter que levar em conta ao avaliar e
supervisionar operaq6es na Area de
agriculture".

As diretrizes foram apresentadas em
quatro segOes: 1) Introdugao; 2) Seaio
2: Sumirio da Politica do
BancoMundial sobre Mulheres em
Desenvolvimento; 3) Seiao 3; Uma
Revisao das Quest6es-Chave
Enfrentadas pelas Lavradoras
Africanas; e 4) Secio 4: Esbogo das
Provid6ncias que o Pessoal Da Area de
Agriculture AFR Precisa Considerar na
Avaliadao e Supervisao de
Emprdstimos Setoriais e Projetos. O
apendice cont6m uma lista de
publicagqes bancArias sobre questoes
de genero na agriculture. A secio 2
resume a political de WID do Banco e o
apoio institutional disponivel para o
seu quadro incorporar quest6es de
genero no empr6stimo

A secao 3 discute e comenta os
obstaculos enfrentados pelas lavradoras
na Africa por causa de seu acesso
limitado aos recursos produtivos,
inclusive terras, capital, cr6dito, canais
de mercado, tempo e equipamento e
tecnologia adequados. Esta secao
tamb6m comenta a legislaqao restritiva
de posse de terra que impede as
mulheres de serem proprietarias. e
impede seu acesso ao credito rural.

A segco final enumera Areas que
poderiam ser aperfeigoadas ou
transformadas para projetos de reform
agrAria. Sao elas: formalizagao legal do
acesso das mulheres A posse de terras;







Cl'AS Y


tecnologia de economic de trabalho em
todos os tipos de tarefas domesticas e
na area de agriculture; pesquisa que
leve em conta o papel das mulheres A
posse de terras e no sistema agricola;
acesso a credito; incentive e apoio de
grupos de mulheres para disseminagqo
de informaq6es e cr6dito; acesso
Aeducacqo bAsica e desagregagio e
anAlise de dados estatisticos por
genero.

Este trabalho 6 um guia abreviado e
ttil para os que estAo envolvidos no
planejamento de programs rurais na
Africa, especialmente o quadro de
funcionArios e consultores do Banco
Mundial. As diretrizes fornecem
informac6es (teis sobre como reavaliar
o papel das agricultoras tendo em vista
suas miltiplas responsabilidades na
produgco rural, em atividades
produtivas e reprodutivas de outros
tipos. O trabalho di uma contribuigio
important destacando que a carencia
de informaqges gerais para criaqco,
avaliacqo e supervisor de projetos nAo
deve ser vista como uma lista do que
precisamos saber sobre as mulheres,
mas das informaqoes sobre a populacAo
da regiao, sem as quais se opta por
estrat6gias ou cria projetos inutilmente.
Este trabalho enfatiza a importAncia de
compreender a tecnologia de recursos
usados pelos produtores dentro do
context s6cio-cultural e economico da
regiao, mas nIo da informag es sobre
coleta ou anAlise dos dados.

Russo, Sandra, Susan Poats e Jeniffer
Bremer-Fox. 1989. Gender Issues in
Agriculture and Natural Resource
Management. Washington, D.C.:
USAID. 72 pp.
(Questdes de Genero na Agricultura e
Administradao de Recursos Naturais.)

O objetivo deste manual 6 oferecer
m6todos, diretrizes e exemplos para
facilitar a integragao de mulheres na
agriculture e projetos de
desenvolvimento de recursos naturais.
O manual se serve de listas e
questionArios para destacar as questoes-


chave de genero. Ele revisa vArias
tecnicas de avaliacao emonitoramento e
comenta suas vantagens e desvantagens
relatives.

O primeiro capitulo 6 uma introdugao e
uma visao geral sobre o uso do
manual. No segundo capitulo os
autores oferecem diretrizes para
integrar quest6es de genero nos
principals documents de relat6rio para
a USAID, inclusive a Declaraqco de
Estrategia de Desenvolvimento do Pais
(CDSS), Piano de Aqao (AP),
Documento de Identificagao de Projeto
(PID); e Relat6rio de Projeto (PP).
Alem disso, uma secgo do capitulo
focaliza a assistencia extra-projeto,
como iniciativa de reform de political.
O manual enumera dez passes
sugeridos no process de analise de
genero: 1) esclarecer papeis de genero
e suas implicag6es para estrategias de
projeto; 2) analisar a elegibilidade para
receber inputs do projeto; 3) definir os
pr6-requisitos para a participaqco nas
atividades do projeto; 4) examiner as
capacidades extraordinarias de
instituiq6es e sistemas de distribuigAo;
5) avaliar a adequacgo dos pacotes
tecnicos propostos; 6) examiner a
distribuig9o de beneficios e seu efeito
sobre os incentives; 7) considerar a
confiabilidade dos mecanismos de
feedback; antecipar mudangas
provAveis no papel e no status das
mulheres; 9) relacionar as mudangas
nos papeis e status das mulheres ao
impact esperado para o projeto; e 10)
identificar as adaptag6es necessArias. O
capitulo tambem enumera quest6es
para considerag6es de g6nero na
assistencia extra-projeto. O terceiro
capitulo delineia elements a serem
incluidos num escopo de trabalho com
informacges de genero para uma
equipe de criaqco de projeto.

As diretrizes seguem cada pass do
process normal da USAID para
relat6rio de projeto. Elas fixam
questoes especificas e quest6es para
diferentes analises tdcnicas, subsetores
e components, inclusive questOes


relacionadas a cr6dito, pesquisa,
extensao organizaago rural, reform e
posse de terras, pecuAria, irrigagio,
com6rcio, gerencia de projeto,
armazenagem, processamento p6s-
safra, agrossilvicultura, e
gerenciamento de recursos naturais.

O capitulo final do manual oferece
orientagio sobre como incorporar
consideragqes de genero na
implementaqco, monitoramento e
avaliacao de projetos. Este capitulo
inclui criterios de selecao de
organizaqoes, implementagio e
avaliagao de projetos. Este capitulo
inclui criterios de selecio de
organizaqges implementadoras com
informacqes de genero, pessoal tecnico
e sistemas de distribuicao. Ele tamb6m
sugere vArias tecnicas para avaliar a
participagio das mulheres em projetos
de desenvolvimento da Area de
agriculture, inclusive observagio
direta, entrevistas comunitarias,
levantamentos informais, pesquisas de
consume, registro de dados
domesticos; e amostragem Um
parAgrafo descreve cada metodo. A
descrigdo sumdria da amostragem
esuplementada por uma list descritiva
de estrategias de amostragem. Nos
apendices hA uma list de outros
recursos do Escrit6rio de WID da
USAID e uma bibliografia.

O manual oferece diretrizes detalhadas
para identificaqco de questoes baseadas
em genero. EstA bem direcionado aos
procedimentos da USAID e foi
redigido em linguagem acessivel aos
gerentes da Agincia e daMissao, al6m
do pessoal tecnico. Como outras
diretrizes, contudo, ela oferece pouca
orientagdo sobre como realmente
analisar e aplicar os resultados da
pesquisa e a avaliacqo.

Saidu, Sharif, 1992. Report on
Advancement of Women and
Livestock Production: Proceedings
from an International Seminar
November 23, 1991. Eschborn,
Germany: GTZ. 18pp.








Cf Af S YS


(Relat6rio sobre o Avango de Mulheres
e Produdao Animal: Atas de um
Semin4rio Internacional Realizado em
23 de Novembro de 1991. Eschborn,
Alemanha. GTZ)

Estas atas sao o resultado de um
seminrio international sobre a
correlaqio entire mulheres em
desenvolvimento, producqo animal e
quest6es veterinarias. Os principals
objetivos para a conferencia dirigida e
pessoal de campo de projetos de
produqco animal e veterinaria foram:
1) sensibilizar os participants sobre a
importAncia das mulheres na producao
animal; 2) destacar as implicaq6es dos
pap6is das mulheres na produqio
animal para projetos pecudrios; e 3)
expor aos participants as metodologias
para coleta de dados sensiveis a
g&nero.

As seg6es mais titeis do document sao
um capitulo introdut6rio que resume os
resultados da conferencia, sumirios de
projetos que apresentam licges
aprendidas, e uma sessao que inclui
artigos t6picos e metodol6gicos. A
seqCo t6pica e metodol6gica cont6m
dois trabalhos sobre andlise de g6nero
e coleta de dados, um estudo de caso e
um quarto relat6rio que consider os
progresses da integragIo WID/GTZ. O
primeiro trabalho, de Carola
vonMorstein, tem a visao da casa como
uma comunidade de sobreviv&ncia
onde cada individuo cuida de seus
pr6prios assuntos tanto para fins
individuals como comuns ao inv6s do
rateio de recursos, consenso e tomada
de decisoes coletivas. Argumenta ainda
que 6 necessAria "uma andlise de
genero especifica que leve em conta
relacges desiguais entire homes e
mulheres, suas diferentes situaCOes
iniciais, interesses especificos,
problems e necessidades". Aplica esta
perspective a um exame de divisao de
trabalho, tomada de decisoes, acesso
aos meios de produqao e A situaqco
especial de casas chefiadas por
mulheres em comunidades pecuaristas.


O capftulo metodol6gico de Christine
Martins apresenta um quadro de como
coletar e aplicar dados de sexo
desagregado a projetos veterindrios e
de produgao animal. Refere-se a como
colher e utilizar informag6es e por que
elas devem ser especificas de g6nero.
Al6m disso, o trabalho revisa as
vantagens e desvantagens dos
levantamentos formais, t6cnicas de
avaliagdo rural rapida e m6todos de
agao ou participativos. O autor
recomenda m6todos nio formais de
coleta de dados porque exigem menos
recursos e sao flexiveis o bastante para
permitir maior participaCao da
comunidade. O trabalho sugere que se
obtenham informag6es tanto de homes
como de mulheres, de diferentes
classes sociais, faixas etArias (casados e
solteiros) e diferentes grupos 6tnicos.

As atas da confer6ncia GTZ oferecem
algumas diretrizes interessantes para
adaptar a coleta e andlise de dados de
sexo desagregado a projetos de
produgdo pecuAria, lavoura e
sanitArios. Nao 6 um manual passo-a-
passo de como fazer, mas uma lista de
categories e m6todos recomendados.
Embora nao seja um guia operacional,
oferece uma leitura interessante para
especialistas em pecuAria que buscam
soluq6es para integrar consideraoqes de
genero a projetos.

White, Karen, Maria Otero, e
Margaret Lycette. 1986. Integrating
Women into Development Programs:
A Guide for Implementation for Latin
America and the Caribbean.
Washington, D.C.: ICRW. 88 pp.
(Integrando Mulheres nos Programas
de Desenvolvimento: Guia Para
Implementaado na America Latina e
Caribe.)

O relat6rio critical os esforgos da
USAID em cumprir as exigencias da
Emenda Percy. Este relat6rio salienta
onde a USAID nio teve sucesso em
direcionar projetos de mulheres em
desenvolvimento e oferece sugest6es
sobre como melhor integrar questoes


de genero em desenvolvimento. O
objetivo do relat6rio 6 ajudar a equipe
de missao a integrar preocupaq6es
sobre a participaqao econ6mica de
mulheres na criaqao, implementaqao e
avaliac o de projetos. Os autores
argumentam que, se implementarem as
sugest6es do relat6rio, os programs e
projetos da USAID vao ser mais
eficazes em atingir e beneficiary
mulheres.

O guia se organize em quatro series.
A primeira enumera dados estatisticos
sobre a situagao da mulher na America
Latina e Caribe. A segunda enumera
restrigoes A participacio das mulheres e
sugere como elas devem integrar-se A
political e aos procedimentos
operacionais da USAID. Este
guiafornece informag6es especificas
sobre como superar limitaoqes de nivel
politico, institutional, (estrutural ou de
procedimento), de t6cnicas e de
informadao. A terceira segao apresenta
diretrizes gerais para integrar mulheres
em todas as fases do ciclo do projeto.
As diretrizes consisted em um
conjunto de principios gerais e fatores
que devem ser considerados na criagao,
implementacao e avaliaqao de projetos.
A quarta segao cont6m diretrizes
especificas por setor para integrar
mulheres em projetos de
desenvolvimento de microempresa,
agriculture, treinamento vocacional,
participation, e de habitacgo. Esta
secao apresenta um conjunto muito
mais detalhado de restriqoes e
solug6es. Uma matriz de criaqao e
implementacgo de projeto para cada
setor delineia possiveis caracteristicas e
alternatives sensiveis A mulher e
motives para mudangas.

O guia 6 titil para os que fazem as
political, e administradores de projetos
e programs interessados em discutir o
porque 6 important levar em conta as
questOes de genero em
desenvolvimento e quais as questOes
relevantes para quem trabalha na
America Latina. O relat6rio nao
orienta adequadamente sobre como







CGNES YS

implementar as mudangas sugeridas,
nem discute satisfatoriamente como
lidar cor restriq6es s6cio-culturais, em
contrast cor limitag6es econ6micas e
legais. Embora oferega sugest6es
especificas para alcangar mulheres em
todos os estagios do ciclo do projeto,
ele raramente sugere envolver os
participants homess e mulheres) em
trabalhos com profissionais de
desenvolvimento e organizag6es
governamentais e nAo-governamentais
do pafs acolhedor para desenvolver
suas pr6prias soluq6es.







CEAES YS


REFERENCIAS

CORRELATAS


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Nairdbi, Quinia: Robert Nathan
Associates.)

O Manual de AnAlise de Politica
Agricola discute o impact das
political e reforms de political da
USAID sobre as mulheres no setor da
Area de agriculture. O objetivo do
m6todo 6 delinear uma estrat6gia para
avaliagao rApida das political na
agriculture para determinar se elas
beneficial ou prejudicam as lavradoras
e os lavradores de maneira diferente. O
m6todo destaca que as mulheres podem
ser vistas como substitutes para
fazendeiros de poucos recursos e
pequenos empresarios, ja que a maioria
delas sao fazendeiras de poucos
recursos e pequenas empresarias. A
abordagem sugere desagregar todos os
dados de projeto ou pesquisa por sexo,
de modo que os planejadores tenham
informacqes naos6 sobre as diferengas
entire homes e mulheres, mas tambem
sobre os impacts dos programs e
political. Atingindo mulheres
fazendeiras e empresArias, espera-se
que as political que surtirem bons
efeitos sobre as mulheres venham a


beneficiary igualmente os fazendeiros de
baixos recursos e os pequenos
empresarios rurais em geral. Os
autores tamb6m sustentam que os
criadores de political devem considerar
seriamente o impact das political na
agriculture sobre as mulheres pois elas
sao produtoras importantes de
alimentos e outros produtos.

Ao avaliar a political, os autores citam
vArias questies essenciais: 1) Qual 6 a
political? 2) Qual 6 seu principal
prop6sito? 3) Que instituiq6es se
responsabilizam por sua selecgo e
implementaq o? 4) Que impact tem
ela sobre variantes-chave de interesse?
5) Quais slo as explicaq6es para as
political principals e os mecanismos
primarios que afetam as variAveis
econ6micas de interesse? 6) Que
alternatives devem ser consideradas na
elaboraqao e implementagdo de um
program de reform? Os autores
notam que a renda e a produgao das
mulheres formam uma categoria que se
deveria acrescentar a cinco Areas quase
sempre estudadas: agriculture, rendas
do produtor, rendas do consumidor,
comercio e oramentos do governor.

A estrutura para a avaliacqo de political
delineia um process de tres passes
para avaliar o impact das political
sobre mulheres: uma descrigao de suas
atividades; definicgo das political que
afetam estas atividades; e determinacao
do impact destas political sobre as
atividades e rendas das mulheres. O
metodo examine aparticipacqo das
mulheres na agriculture a partir da
perspective de quatro papeis bAsicos:
administradoras de fazendas, operarias,
comerciantes e consumidoras. Os
autores alertam para o fato de que a
boa aplicaao da estrutura fica limitada
pela carencia generalizada de dados
economics sobre a producao agricola
e outras atividades das mulheres.

Os autores do manual sustentam que as
reforms ainda nao se voltaram para as
principals limitacges das mulheres e
fazendeiros de baixos recursos, entire


os quais se inclui pouco acesso a
crddito por causa da falta de titulos
formais de propriedade e acesso
limitado a insumos e tecnologia. Entre
as fontes possiveis de dados para
retificar este problema temos estudos
antropol6gicos sobre a importAncia
relative de glebas administradas por
homes e por mulheres, levantamentos
de Area feitos como parte da criagao de
um projeto ou para outros fins,
relat6rios de extensao e julgamentos
informais feitos por extensionistas e
pesquisadores. Os autores discutem as
implicag6es de tais informacqes na
programaqio de atividades agricolas
para mulheres, bem como para coleta e
analise de dados, projetos do setor
agricola, criaqao de projeto, avaliaqao,
monitoramento e implementagao e
planejamento de projetos.

O manual inclui uma amostra de
objetivos de trabalho para a criaqao de
um inventArio das political relevantes
para genero. A representagao de
Bremer-Fox serve como m6dulo de
treinamento para os interessados em
aprender a metodologia.

O manual de anAlise de political
agricola foi projetado para incentivar e
aperfeiqoar a habilidade dos
criadoresde political e planejadores do
setor agricola da USAID de avaliar o
impact de political agricolas sobre
agricultoras. Pretende ser uma ponte
entire os niveis de projeto e political; no
entanto, nao 6 totalmente eficaz em
relacionar avaliaqOes de impact intra-
domestico com efeitos de reform de
political. A apresentaaio de Bremer-
Fox serve para realcar a consciencia
dos criadores de political sobre a
necessidade de medir os efeitos das
reforms de political sobre os diversos
segments da populacqo. Por6m nem a
apresentagao, nem o manual descreve
uma metodologia especifica para
avaliaqdo de impact. HA uma
necessidade, ainda que o manual de
political nio atenda, de umn m6todo
seqiienciado para medir como as
political agricolas afetam as diferentes








CL7WA7S J7


condiq6es, oportunidades e limitaq6es
enfrentadas por lavradoras e
lavradores.

Baster, Nancy. 1981. The Measurement
of Women's Participation in
Development: The Use of Census
Data. Sussex, England: IDS. 54 pp.
(MediCdo da Participagdo das
Mulheres em Desenvolvimento: 0 uso
de Dados de Censo. Sussex,
Inglaterra: IDS.)

Este document de discussao examine
como os dados de censo podem ser
usados para medir a participacio de
mulheres em desenvolvimento. Os
objetivos do m6todo sao avaliar a
participagao de mulheres em atividades
de desenvolvimento, e avaliar o status
s6cio-econ6mico de mulheres em um
pais atraves da analise de dados de
censo.

A primeira secqo discute como analisar
mudanqas de long prazo naestrutura
de empregos, padres migrat6rios, e
crescimento e estrutura populacional.
Esta secqo lista as medidas e
indicadores da participacgo de
mulheres em desenvolvimento que
estdo disponiveis a partir de dados de
censo.

A segunda secao discute padres e
tendencias na participagao de mulheres,
e destaca estudos que se servem de
dados de censo para rastrear mudangas
na participagdo de mulheres no
desenvolvimento social e econ6mico da
nacao. O document tambem sugere
maneiras de desagregar indicadores
segundo variaveis socio-econOmicas
como idade, sexo, condigio social e
familiar, emprego e ocupagao, renda,
local de residencia e classes.

A abordagem 6 muito itil para analisar
tendencias nacionais e regionais. O
autor corretamente argument que os
dados do censo sao mais adequados
para analisar mudancas estruturais de
long prazo que afetam a participacgo
de mulheres e para desenvolver alguns


indicadores a fim de monitorar sua
participaio. Os dados de censo dio
uma panorimica das grandes
tendencias por sexo. Para compreender
diferencas reals de genero, contudo,
faz-se necessaria uma andlise
contextual complementary. Um segundo
uso dos dados do censo, sugerido pelo
autor, consiste em fornecer indicadores
de mudangas na participagFo de
mulheres, ao long do tempo, para
comparag6es inter-regionais. O uso de
dados de censo que Baster comenta,
parte do pressuposto de que se disp6e
de um conjunto confiavel e complete
de dados, o que raramente 6 o caso nos
pauses em desenvolvimento. Todavia,
este trabalho oferece ao usuario dos
dados de censo varias sugest6es
boassobre como analisar as diferengas
ligadas a sexo na situagdo s6cio-
econ6mica e na participagdo no
desenvolvimento. Este document,
associado a outras ferramentas para
andlise de genero, tamb6m pode ajudar
planejadores de desenvolvimento a
formular questbes especificas de
genero e necessidades para orientar a
formulacgo de political e programs e
avaliaqio de impacts sobre o
desenvolvimento.

Collette, Marilyn Elizabeth. 1986. The
Community Interaction Model in the
Evaluation of the Integration of
Women in Development. Canada
Carleton University. 108pp.
(0 Modelo de Interaa'o Comunitdria
na Avaliaado da Integragdo de
Mulheres em Desenvolvimento.
Canadd: Carleton Universty.)

Esta metodologia adapta o modelo de
interaqao comunitAria criado pelo
Departamento de Assuntos Indianos e
Desenvolvimento do Norte (DIAND)
no CanadA para medir o impact de
projetos de desenvolvimento sobre
instituicqes comunitArias com
particular atencgo a "viabilidade
economic, vitalidade social e eficAcia
political Collette modifica a
abordagem para avaliar mudangas
generalizadas na condicgo das mulheres


e sua habilidade de arbitrar por mais
control sobre os recursos
comunitArios e decisoes political.
Difere da maioria das metodologias de
avaliaqao que coletam e analisam dados
para avaliar se uma serie de objetivos
independents foram atingidos sem
examiner o impact global sobre
comunidades na condicgo de
organiza6oes viAveis capazes de
sustentar esforgos para
odesenvolvimento. Ao defender
crit6rios de avaliaqao que medem se
um projeto contribui para a habilidade
coletiva das mulheres de melhorar sua
posigio no Ambito de suas
comunidades, como lideres e

administradoras de recursos, Collette
busca unir as melhoras na condicao das
mulheres ao desenvolvimento mais
efetivo e sustentAvel.

O modelo fornece diretrizes para
colher informa6es critics sobre os
beneficios agregados e inconveniencias
das intervencqes do projeto para as
mulheres como um grupo. O autor
delineia dez passes na coleta de dados
e dA uma descrig o detalhada do
modelo DIAND e sua adaptacgo. Alem
disso, apresenta um lista detalhada dos
indicadores para avaliar viabilidade
econ6mica. vitalidade social e eficAcia
political. O modelo incorpora
informaqoes etnograficas colhidas de
mulheres da comunidade e de
funcionArios dos projetos, sobre as
posicqes economicas e political das
mulheres, suas percepgqes de melhoras
no seu ambiente social como um todo.
e uma perspective hist6rica sobre as
intervenq6es de projetos. O autor
apresenta um estudo de caso que aplica
o modelo a uma avaliacao de projeto
ZAPI (Zonas de AgAo PrioritAria
Integradas do Oriente) do Banco
Mundial na Reptblica dos Camaries.

O modelo de Collette 6 um primeiro
pass inovador no desenvolvimento de
uma tecnologia para medir
sistematicamente as mudancas na
condicao das mulheres. Seria uma
ferramenta mais poderosa ainda se








Cf71 17S


fornecesse os meios de examiner as
mudancas na condiaio das mulheres em
relaqao As dos homes, eesclarecesse
como a condicao 6 afetada por
diferentes variAveis s6cio-econ6micas
como classes, etnia e idade. Como
m6todo, 6 mais acessivel aos
profissionais cor treinamento em
ciCncias sociais comportamentais,
porque pressup6e conhecimento de
metodologias de pesquisa etnografica e
de enquetes. E, contudo, uma estrutura
conceitual extremamente ttil na criadao
e conduqAo de estudos de linha de base
e avaliagoes. E tamb6m uma
perspective dtil para criadores e
administradores de projetos que
desejam uma estrutura para medir tanto
o impact como a sustentabilidade de
projetos.

Hannan-Anderson, Carolyn. 1990.
The Challenge of Measuring Gender
Issues in Water and Sanitation.
Workshop on Goals and Indicators
for Monitoring and Evaluation for
Water Supply and Sanitation. June
25, 1990. Geneva, Switzerland: SIDA.
30pp.
(0 desafio de Medir Questoes de
Genero em Agua e Saneamento.
Workshop sobre Objetivos e
Indicadores para Monitorar e Avaliar
Abastecimento de Agua e Saneamento.
25 de Junho de 1990. Genebra, Sulfa:
SIDA.)

Este trabalho 6 uma aplicacao da
metodologia de planejamento de
genero Hannan-Anderson A medigao do
impact de projetos de abastecimento
de Agua e saneamento sobre relac6es de
genero. 0 objetivo 6ajudar
planejadores de desenvolvimento a
integrar mulheres como agents e a
tomarem decis6es em projetos de Agua
e saneamento.

Na primeira seqao, a autora especifica
que "integraqao"
significa"envolvimento de mulheres
juntamente com homes nos
programas/projetos 1... como
agentes... ao inv6s de meros


beneficiaries passivos". Os elements
bAsicos da abordagem que, conforme
sua publicaqao Metodologia de
Planejamento de Genero mencionada
anteriormente delineia, sao: 1)
integragao da mulher em projetos de
desenvolvimento de curso principal; 2)
abordagem de genero, em vez de
abordagem WID; 3) identificagao do
pessoal dentro de uma organizagao
responsavel pela integrag~o de g6nero;
4) integragao A rotina de quest6es de
genero nos procedimentos de
planejamento; e 5) exigir que todo o
pessoal, e nAo s6 os especialistas em
genero, desenvolva consciencia e
habilidades de genero. Na segunda
seq~o, Hannan-Anderson relaciona a
necessidade de integraqo de g6nero e
como se obt6m isto atrav6s de
estrat6gias e ferramentas de
desenvolvimento com informag6es de
g&nero.

A terceira segao focaliza o
monitoramento e avaliaqio como um
process ligado ao planejamento,
implementacgo e formulaqlo de
political para projetos e programs. Em
sua tentative de padronizar os
indicadores utilizados pela WHO e
UNDP para medir o impact de
projetos e abastecimento de Agua e
saneamento, Hannan-Anderson enfatiza
tres fatores-chave: uso efetivo,
sustentabilidade e reprodutividade. Ela
porem adverte que a criacqo de tais
indicadores provavelmente nAo 6 o
bastante para que profissionais de
desenvolvimento utilize de fato
informacqes de sexo desagregado. Ela
defended, portanto, programs de
treinamento criadores de habilidades e
consciencia de genero, al6m da
criaqaode outros indicadores
especificos de genero que acompanhem
impacts estrat6gicos de long prazo
sobre mulheres nos niveis dom6stico,
comunitArio e de projeto. Seu m6todo
identifica tries tipos de informacOes:
informag6es de linha de base sobre
quest6es de genero nos niveis
dom6sticos e comunitArio, informacges
sobre abordagens


estrat6gicas/metodol6gicas para
integrar mulheres na implementagao de
projetos, e indicadores especificos de
genero a serem incluidos no
monitoramento e avaliagdo. A todos os
nfveis, o m6todo especifica a coleta de
informag6es sobre o acesso aos
recursos e control sobre eles, control
sobre tomada de decisoes,
desenvolvimento de recursos humans,
estimulo a outras atividades de
desenvolvimento, e desenvolvimento
de habilidades e competencia. Os
indicadores sugeridos nesta abordagem
tambem ajudam a avaliar o impact do
projeto sobre: condigIo de g6nero na
comunidade, auto-percepgao, situacao
de trabalho, saiide e probabilidade de
sustentacqo e reproduqao dos efeitos do
projeto.

Os anexos fornecem guias
suplementares. 0 Anexo 1 apresenta
uma matriz que contrast abordagens
convencionais A integraqao de mulheres
com abordagens alternatives que dao
enfase A coleta de informag6es sobre
mulheres e homes e que focalizam o
envolvimento mais ativo de mulheres
como agentes-chave e tomadoras de
decisOes. O Anexo 2 6uma lista de
quest6es ilustrativas para avaliar o
envolvimento das mulheres, beneficios
potenciais, e suas pr6prias percepQces
sobre a utilidade do projeto de
abastecimento de Agua e saneamento. O
Anexo 3 oferece uma lista de
indicadores para medir
asustentabilidade, reprodutividade e
utilizagao efetiva, juntamente com
aspects sugeridos de genero para
inclusao na avaliaqco destes tres
fatores.

Esta abordagem 6 muito ttil como
ferramenta para despertar a
consciencia. E mais um esboco de
t6picos e questoes a considerar na
avaliaqao do impact de genero nos
projetos de Agua e saneamento do que
um manual sobre como avaliar tais
projetos. O author pressupoe que os
implementadores sabem como coletar e
analisar dados, administrar um sistema







CENES YS
de monitoramento e treinar pessoal.
Embora o m6todo focalize projetos de
Agua e saneamento, muito pouco na
abordagem e especifico para tais
projetos.







6AVAS rS


REFERENCIAS

CORRELATAS





Monitoramento e

Avaliaplo

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and Programming for Women in
Agriculture. AID Nairobi Conference
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1987. Nair6bi, Qudnia.)

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Participaado das Mulheres Rurais no
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Desenvolvimento Rural cor Relacdo a
Mulheres. Sumdrio Parcial do
Relat6rio de Descobertas. Eschborn,
Alemanha: GTZ.)







CENS YS


F. Pesquisa

Participativa

Buenavista, Gladys, e Cornelia Butler
Flora. Participatory Methodologies
for Analyzing Household Activities,
Resources and Benefits. Worcester,
Massachusetts: Clark University. 6
pp. (Metodologias Participativas para
a Andlise de Atividades Domesticas.
Recursos e Beneficios.)

Este breve artigo apresenta uma
aplicaqdo seqilenciada de varias
metodologias de pesquisa participativa
para analisar consideraqbes de genero
no gerenciamento de recursos naturais.
O objetivo da abordagem 6 distinguir
os diferentes pap6is produtivos e
reprodutivos e as responsabilidades de
homes, mulheres e criancas em casa
para compreender como o genero
influencia o acesso aos recursos de
trabalho e control sobre os mesmos.
As autoras selecionaram m6todos de
pesquisa que: 1) focalizaram a coleta
de dados e analise sobre diferengas de
genero na divisdo de trabalho e
control sobre os recursos; 2) eram
participativos e interativos; 3) eram
divertidos, engajadores e (iteis para os
participants.

As autoras sugerem uma seqiiencia de
coleta de dados que primeiramente
segue o m6todo de hierarquizaqgo por
bens de Barbara Grandin (1988) para
definir categories sociais de acordo
cor a percepq~o dos membros da
pr6pria comunidade e nao por
grupamentos impostos pelos
pesquisadores. O artigo descreve como
os pesquisadores aplicaram este m6todo
em uma comunidade nas Filipinas.
Eles complementaram a anAlise de
hierarquizacgo de bens comestudos em
profundidade de diferengas de genero
nas atividades, acesso aos recursos e
control sobre eles, e distribuigqo e
control de beneficios. O estagio final
da seqiiencia implicava na andlise de
tendencias de condicqes de recurso,


solucuo de problems na comunidade,
e respostas a escassez. A finalidade do
uso seqiiencial destas ferramentas de
pesquisa 6 determinar os diferentes
pap6is que mulheres e homes
desempenham no gerenciamento e
administraao do uso dos recursos. As
autoras antecipam que as descobertas
de pesquisa ajudarao a compreender
como o declinio dos recursos afetam
diretamente mulheres e homes e pode
contribuir para a criaqao de estrat6gias
para o uso sustentavel dos recursos.

A seqiiencia de metodologias
apresentadas por Flora e Buenavista
6um conjunto dtil de ferramentas para
as pessoas engajadas em projetos e em
gerenciamento de recursos naturais ao
nivel de comunidade. Fornece uma
gama de informaqges para
planejamento e tem a vantagem extra
de envolver os membros da
comunidade na identificagco e solucgo
de problems desde a concepqao de um
projeto. As informaqges do artigo sao
adequadas para a identificagco de
projeto e para o process de
planejamento. Implementar a pesquisa,
no entanto, requer pessoal treinado nas
metodologias de pesquisa, com as
habilidades adequadas para a anlise
social e familiaridade suficiente cor a
cultural da regiao para uma boa
interaqo com os participants da
comunidade. As cinco metodologias
diferentes de pesquisa descritas no
artigo podem fornecer informac6es
abundantes sobre diferenqas de genero
na alocagAo, uso e control dos
recursos. As autorastamb6m
reconhecem que as experiencias de
g6nero variam de casa para casa
segundo diferengas de classes, etnia,
idade, raca e religiao. Infelizmente,
neste breve artigo, as autoras nio
puderam ir mais al6m e fornecer
orientaSio mais detalhada sobre as
descobertas para melhor compreensao
de como as variacqes de g6nero entire
outras variaveis s6cio-econ6micas
afetam o uso de recursos.


Secretariado da Commonwealth.
1992. Women, Conservation and
Agriculture. London Commonwealth
Secretariat. 199 pp.
(Mulheres, Conservacao e Agricultura.
Londres, Inglaterra: Secretariado da
Commonwealth.)

0 objetivo deste manual 6 dar aos
treinadores e extensionistas as
habilidades e t6cnicas necessarias para
treinar e envolver mulheres em
atividades de conservag~o. Foi
projetado para dar aos usuArios
diversas t6cnicas de pesquisa
participativa que facilitam o
aprendizado entire homes e mulheres
rurais, agricultores e conservacionistas.
O livro se organize de forma a servir
como obra de refer&ncia para
extensionistas ou como manual pratico
para treinadores para workshops sobre
genero e gerenciamento de recursos
naturals.

O manual se divide em quatro seqoes.
A primeira 6 uma introducqo e da o
panorama que estabelece os objetivos,
o apoio, o ptblico alvo, questoes e
conceitos-chave. A segunda segco,
"Aprendendo cor as Mulheres
Rurais", apresenta aos usuarios os
m6todos de pesquisa participativa,
estudos de caso, e exercicios. Orienta
os leitores e treinadores sobre
comoextrair e compreender
informaqies do conhecimento das
mulheres e homes da regiao e
percepgOes de seu ambiente, atividades
e carga de trabalho, al6m de
preferencias no uso dos recursos. Al6m
disso, esta secqo explore maneiras de
aprender sobre conflitos de interesses
no uso dos recursos, mudangas
ambientais e instituiqbes locais. No
final ha notas detalhadas para
treinadores e uma lista de recursos
adicionais. A terceira seq~o,
"OrganizacOes de Mulheres para a
Conservacqo", apresenta estudos de
caso que os autores consideram
tentativas bem sucedidas de mobilizar
mulheres para o desenvolvimento
rural. Cada estudo de caso 6 seguido de








C L7 IV fSS rS


uma lista de crit6rios ou indicadores de
exito. A quarta secao 6 uma visao geral
das diferentes t6cnicas de conservagao
com exemplos ilustrativos de sua
aplicaqdo.

Mulheres, Conservacao e Agricultura 6
um guia exaustivo para planejamento e
aqio de conservacgo por mulheres e
comunidades. Apesar de focalizar a
Africa, com algumas adaptag6es em
consideraq6es political, sociais e
culturais, serve igualmente para outras
parties do mundo. Seu 6nico defeito
6que ao tentar orientar sobre "maneiras
culturalmente adequadas" de conduzir
pesquisa e atividades participativas, faz
certas generalizacges. O usuario deve
reconhecer esta limitag~o e tentar
adaptar estes comentArios ao context
cultural onde estiver trabalhando.
Como guia pratico, o manual 6bastante
itil para membros comunitArios,
treinadores e implementadores de
projetos. Uma das caracteristicas mais
singulares deste manual 6 oferecer
metodos de coleta de informaqoes
sobre perspectives de genero quanto a
conflitos sobre o control e uso dos
recursos naturais, esobre mudangas nas
condicqes ambientais cor o passar do
tempo.

Parker, Rani. 1990. A Gender
Analysis Matrix for Development
Practitioners. Praxis, Somerville,
Massachusetts: The Fletcher School,
Tufts University. 10 pp.
(Matriz de Andlise de Genero para
Profissionais de Desenvolvimento.)

Parker, Rani. 1993. Another Point of
View: A Manual for Gender Analysis
Trainingfor Grassroots Workers.
New York, N.Y.: UNIFEM. 110 pp.
(Outro Ponto de Vista: Manual de
Treinamento de Andlise de Genero
para Trabalhadores de Origem
Popular. Nova lorque, N. Y.:
UNIFEM.)

Este artigo e manual fornece instruq6es
sobre como usar a matriz de anAlise de
genero (GAM), uma ferramenta


rdpida, barata e simples criada pelo
author para profissionais de
desenvolvimento que trabalham no
nivel de comunidade: Os objetivos da
GAM sao: 1) avaliar impact
diferencial de desenvolvimento
resultante de diferencas de pap6is de
g6nero; 2) iniciar um process critic,
mas construtivo, dentro das
comunidades que identifica e desafia
pressupostos sobre pap6is de g6nero.
Pretende servir como ferramenta
suplementar para a criagao,
monitoramento e avaliagao de projetos
no nivel da comunidade. Uma Matriz
de Andlise de Genero para
Profissionais de Desenvolvimento euma
visao panorimica do metodo e suas
aplicag6es. Outro Ponto de Vista 6 um
manual de treinamento que descreve
um process passo-a-passo para
conduzir um workshop de quatrodias
para ensinar, aplicar e avaliar a GAM.

A matriz ter quatro niveis de andlise e
quatro categories. Os quatro niveis sao
mulheres, homes, families e
comunidade. As quatro categories sao
mudangas potenciais no trabalho,
tempo, recursos e fatores s6cio-
culturais para cada nfvel. O m6todo
destina-se ao uso de um representante
de campo ou trabalhador a nivel
comunitArio para facilitar uma reuniio
comunitaria onde tanto homes como
mulheres usem a matriz para rever suas
expectativas de como as atividades de
desenvolvimento vAo afeta-los. Ap6s o
mapeamento das respostas, o mediador
poe em evid6ncia se os resultados
esperados (e posteriormente os
atingidos) sio compativeis com os
objetivos do projeto. A autora
argument que a aplicago bern
sucedida da GAM requer a participagao
de homes e mulheres, bem como a
repetigdo peri6dica da analise da
matriz. Portanto, ela recomenda repetir
pelo menos uma vez por m6s a analise
GAM no primeiro trimestre, e a cada
tres meses daf por diante. A finalidade
de repetir a GAM 6 esclarecer as
quest6es de genero que precise de


esclarecimento e descobrir suposicqes
err6neas sobre pap6is de g&nero.

O real valor desta ferramenta efornecer
uma matriz padronizada para captar as
reai6es de membros da comunidade (
mulheres e homes) As intervengoes de
desenvolvimento propostas e
concretizadas. Sua utilidade e, no
entanto, limitada por dois fatores.
Primeiro, 6 apenas uma ferramenta de
diagn6stico, e nao de solucges. A
autora dA pouca orientacgo sobre como
avaliar as informagoes contidas na
matriz, e especialmenten~o hA
concordAncia entire homes e mulheres.
Segundo, sofre de "subjetividade
insoldvel"(ou seja, 6obscuro tanto no
nivel de familiar como de comunidade,
cujas opinioes prevalecem.) O autor
nio esclarece de quem 6 a opiniao que
determine se a familiar ou a comunidade
serd beneficiada. (marido? mulher?
comum acordo? ou o senso de grupo
do mediador?) A autora alerta para o
fato de que a GAM ainda estA na fase
de teste; assim, muitos destes
problems serio tratados futuramente.
A esta altura, ele garante
experimentaqAo pela mais ampla
audinncia possivel. E uma das poucas
ferramentas interativas de diagn6stico
em nivel de comunidade que enfoca o
g&nero e 6 de fAcil acesso para leigos
em ciencias sociais.

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Wf'fS FS


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(Serie de Estudos de Caso ECOGEN.
Genero, Classe, Decltnio Ecol6gico e
Estrategias de Subsistdncia: Um
Estudo de Caso da Ilha de Siquijor,
Filipinas.)
Juntos esses tres artigos apresentam os
conceitos, ferramentas e aplicagOes da
abordagem ECOGEN a anAlise de
genero e gerenciamento de recursos
naturais. Os objetivos declarados das
ferramentas sao: dar conhecimento de
situagbes locais, fornecer um
conhecimento maior da situagAo da
comunidade e facilitar a criaqo de
programs desenvolvimento mais
efetivos e equAnimes. Os autores
comparam sua abordagem da andlise de
genero com outras que focalizam um
tinico setor e que s6 enfatizam as
diferengas entire homes e mulheres
que sao pertinentes ao planejamento de
programs e projetos. A abordagem
ECOGEN focaliza, ao contrArio, os
aspects interconexos das relac6es de
genero e classes, dando 6nfase a como
diferentes categories de pessoas
cooperam, se complementam,
coexistem, compete e entram em
conflito entire si.

O primeiro artigo 6 um apanhado geral
dos conceitos, questoes e estrutura
te6rica que destaca a interdependancia
de homes, mulheres e os cendrios
ecol6gicos e institucionais em que
vivem. Faz a exposicqo de motives
para andlise de genero
emgerenciamento de recursos naturais


e discute a estrutura ecol6gica e o
context institutional dentro dos quais
os pesquisadores ECOGEN examinam
as relaq6es de genero e gerenciamento
de recursos naturais. A estrutura
ECOGEN para a compreensao de
genero no gerenciamento de recursos
naturais analisa processes interativos
em genero, questoes de recursos
ambientais, elos entire micro e macro
estruturas em sistemas sociais e
ecol6gicos; diversidade entire os
ecossistemas e as comunidades; a
relevancia de instituigces locais fortes e
viAveis; as maneiras como as
organizacqes locais e suas atividades de
gerenciamento de recursos naturais se
estruturam por genero.

O segundo artigo, sobre ferramentas e
analise de genero, e um manual
descritivo de m6todos de coleta de
dados utilizados pelos pesquisadores
ECOGEN. Sua finalidade primaria
6conscientizar os especialistas de
desenvolvimento sobre algumas
"ferramentas simples e baratas para
incorporar preocupag6es de genero
"aqlo de desenvolvimento". As
ferramentas comentadas nesta
publicaao oferecem maneiras de
coletar dados e analisar o genero como
uma variAvel na organizacqo familiar e
comunitAria para gerenciamento de
recursos naturais. Incluem metodos
para conduzir entrevistas individuals e
grupais, hierarquizar families por
posses (ver Buenavista e Flora, acima),
fazer o mapeamento de recursos, a
elaboracao de calendArios sazonais,
conduzir atividades de recursos e
andlise de beneficios e conduzir
pesquisas de confirmagao. HA tambem
uma breve discussao sobre como
aplicar estas e outras tecnicas ao
gerenciamento, monitoramento e
avaliaIao de projetos.

O terceiro artigo 6 um estudo de caso
em duas comunidades da ilha Siquijor,
nas Filipinas, cor base em dados
colhidos cor emprego de vArias
ferramentas ECOGEN.


O pacote de materials ECOGEN
oferece aos planejadores e
pesquisadores de desenvolvimento uma
orientaqco pratica sobre como integrar
preocupaqes de genero ao
planejamento de programs e projetos.
A distingao que os autores fazem entire
suas perspectives em relag6es de
genero e as de abordagens anteriores
eimportante. Examinar estas relacoes
como elos entire classes, etnias, cenario
ecol6gico e assim por diante, e de
fundamental importancia para
compreender-se como as pessoas em
dados contextos de desenvolvimento
agem e tomam decisoes. Materials
futures prometem dar um pass Afrente
e envolver pessoas da regiao no
planejamento e implementaqco de
projetos. Pesquisadores experiences e
especialistas em desenvolvimento de
comunidades acharao estas ferramentas
tteis. Os demais poderao se beneficiary
de sess6es de treinamento conduzidas
por usuArios .







6TYAS I/S


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Honolulu, Havat. Institute Leste-Oeste
de Desenvolvimento e Politica.)

Este artigo discute a aplicaqio de
metodologia de alocacqo de tempo para
examiner o impact diferencial das
atividades de homes, mulheres,
meninos e meninas no desmatamento
no Leste de Calimanta, Born6us.
Colfer adapta um m6todo de uso do
tempo desenvolvido por Allen Johnson
(1975). A abordagem segue visits
aleat6rias (variando de acordo cor a
hora e a estago do ano) a casas
escolhidas ao acaso. Colfer argument
que as visits aleat6rias dAo melhor
acesso ao povo, seus padres de
comportamento e pontos de vista do
que outros m6todos.

O m6todo agrupa homes e mulheres
participants da comunidade em seis
categories de idade para determinar
variacges especificas nas atividades
segundo sexo e idade. Observando o
que cada membro da familiar estava
fazendo na hora da visit, o autor
conseguiu dar provas quantitativas de
que as mulheres a partir de 15 anos
eram mais ativas do que os homes na
producao agricola e hortas. Os homes
dividiam mais por igual seu tempo
entire a agriculture e seus empregos. Na
6poca da pesquisa, no entanto, o acesso
das mulheres aos frutos de seu trabalho
estava decrescendo por causa de
esquemas e political do governor para
recolonizaqio que visavam oshomens
para novas tecnologias e insumos
agricolas, al6m da pressio cada vez
maior de outros grupos 6tnicos da
regido para se adaptarem a seus


sistemas mais hierdrquicos de genero.
t provavel que essa combinaqo de
presses tenha reduzido a tomada de
decis6es das mulheres sobre recursos
florestais e o gerenciamento dos
mesmos, em prejuizo do ambiente.

A metodologia de Colfer fornece dados
extremamente titeis para anAlise de
relaq6es de g6nero com respeito
"agrossilvicultura. E particularmente
incomum pelo fato de desagregar os
dados por sexo e tamb6m por idade,
demonstrando claras diferenqas de
atividade entire homes e mulheres em
suas respectivas faixas etarias. A
riqueza da apresentaqo fica, contudo,
limitada por nao explicitar como os
dados de emprego do tempo estao
vinculados a pesquisas etnograficas,
econOmicas ecol6gicas para mostrar
como ela chegou a suas conclus6es
analiticas. A abordagem, que Colfer
descreve, de fato s6 6 acessivel aos
pesquisadores que sabem conduzir
estudos de emprego do tempo. Ela nio
dA as informaq6es pertinentes para a
criaco deste estudo e nem uma
descricdo dos tipos de questOes
analiticas que se pode fazer sobre os
dados. A verdadeira utilidade do artigo
6 destacar o fato de que os pap6is de
homes e mulheres como tomadores de
decis6es, gerentes ou benfeitores dos
recursos nao sdo uma simples question
de tempo transcorrido em determinadas
atividades.

Kumar, Subh K., e David Hotchkiss.
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Alocaado do Tempo das Mulheres,
Produpdo Agricola e Nutriaio em
Areas Montanhosas do Nepal.)

Esta metodologia pretend medir os
efeitos do desmatamento sobre as
demands concorrentes pelo trabalho
das mulheres e seu impact sobre a
disponibilidade de trabalho dom6stico


para a lavoura. Os autores criaram uma
metodologia de alocaq~o de tempo para
testar a hip6tese de que "o
desmatamento reduz a produgao
agricola das terras cultivadas existentes
e aumenta o tempo gasto na coleta de
produtos florestais essenciais, o que
desvia tempo do cultivo". Informac6es
sobre o tempo de trabalho de mulheres,
homes e criangas foram recolhidas
com a criaio de uma s6rie de
instruments para evocar tipos
especificos de atividade, e foram
analisadas cor f6rmulas logaritmicas
para medir a grandeza da variag o do
tempo gasto na cata de lenha na
lavoura.

Em seu estudo sobre a cata de lenha no
Nepal, os autores conduziram quatro
pesquisas para explicar as diferenqas
sazonais. A principal inconveni6ncia
da abordagem, identificada pelos
autores, 6 que o period de rechamada
para a maioria das atividades de cata
rotineira e processamento de alimentos
(uma semana) nAo corresponde ao ciclo
das tarefas de produgco agricola (um
dia, desagregado por tarefas e por
safra). Os dados de rechamada para
ambos os conjuntos de atividades
foram entao extrapolados para
representar um period de tres meses.
Os autores compararam estes
resultados aos de uma
subamostragemde 12 families com
observagao direta mais intensive e
m6todo de amostragem de tempo, e os
resultados de um estudo em
profundidade, A Condicdo das
Mulheres no Nepal.

A analise descritiva dos dados revelou
que tanto o trabalho dos homes como
o das mulheres aumentava na razao
direta da renda familiar, embora as
diferencgas de renda afetassem menos a
quantidade de trabalho realizado pelas
mulheres do que pelos homes. Para
melhor compreender as implicaqaes
mais amplas do desmatamento sobre o
trabalho, os pesquisadores (atrav6s de
uma anAlise de regressao) examinaram
mudangas nos padres de consume de










combustfvel. Eles se serviram de uma
abordagem semelhante para examiner
as ramificaqOes do desmatamento para
a alocago de tempo de servigo,
produco e consume domestico de
alimentos. Seu pass final na andlise
foi avaliar os resultados provaveis de
varias opoges de political e program.

Esta metodologia, embora altamente
t6cnica, e um bom exemplo de como
realizar uma analise seqiienciada de
mudanqa ambiental, seu impact sobre
relaq6es intra-familiares e as
implicaq6es da political. A aplicaqao do
m6todo pressup6e conhecimentos de
economic, observa~go do participate e
t6cnicas de levantamento e ecologia. O
metodo analisa as atividades de
homes, mulheres e criangas, e oferece
uma estrutura quantitativa para
examiner como as atividades de um
grupo afetam outros. Seria bom se ele
tamb6m desagregasse o trabalho
infantil por sexo e incluisse os idosos,
para melhor explicar as implicac6es do
desmatamento pelas faixas etArias.
Euma ferramenta ftil para se
colherinformaoqes de linha de base e
avaliar alteraq6es peri6dicas.







CfIUVS YKS


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Se ao III:
Lista Setorial
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Segdo IV:
Apendice:
Lista de Contatos










IV Apindice: Lista

de Contatos





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International Labor Organization
CH-1211
Geneva-22 Switzerland.

IUCN
Rue Mauverney,
CH-1196 Gland,
Switzerland
Phone: 4122-999-0001
Fax: 4122-999-0002

JICA
900 19 th Street, MW, Suite 350,
Washington DC, 20006, USA.
Phone: (202) 457-0412

Kansas State University
Dept. of Sociology
204 Waters Hall, Manhattan, KS
66506-4003 USA
Phone: (913) 532 6011

Kumarian Press
630 Oakwood Avenue, Suite 119
West Hartford, CT06110-1529 USA
Phone: (203) 953-0214

Michigan State University Office of
Women in Development
202 International Center
Michigan State University
E. Lansing, MI 48824-1035 USA

Norwegian Agency for Development
(MORAD)
Post boks 8034 Dep. 0030
Oslo 1 Norway
Phone: 47 22 31 4400

Overseas Development Administration
Elizabeth Murphy
94, Victoria St.
London, SW1E5JL, U.K.
Phone: 44 71 9177000
Fax: 44 355 84 4099

Overseas Development Group
University of East Anglia
Alex Lake
Norwich NR4 7TJ,
United Kingdom
Phone: 44 603 592334
Fax: 0630 505262


Swedish International Development
Agency (SIDA)
Carolyn Hannan-Anderson s
-105-25 Stockholm, Sweden
Phone: 46 8728 5377
Fax: 46 8 612 4980

The Population Council
Kirsten Moore
One Dag Hammarskjold Plaza,
New York, NY 1007 USA
Phone: (212) 339-0676

The World Bank
Publications
1818 H Street, N. W.
Washington, DC 20433 USA
Phone: (202) 477-1234
Fax(202) 477-6391

The World Bank Sectoral Library
Phone: (202) 623-7054

Tropical Research And Development
Program
7001 S.W. 24th Ave.
Gainesville, FL 32607 USA
Phone: (904) 331-1886

UNEP
2 UN Plaza Room 803
New York, NY 10017 USA
Phone : (212) 963-8138

UNIPUB
Mary Hendricks,
George Lesser
4611-F Assembly Dr.
Lanham, MD 230706 USA
Phone 1-800-274-4888

University of Florida Farming Systems
Programs
2026 Mc Carty
Gainesville, FL 32611 USA

University of Illinois Office of Women
in Development
320 International Studies Building
910 Fifth Street
Champion, IL USA
Phone: (217) 333-1994
Fax: (217) 333-6270


University of Wisconsin Land Tenure
Center
1357 University Avenue, Madison, WI
53715 USA,
Phone: (608) 262-3657

Upper Midwest Women's History
Center, Hamline University
C-1924,
1536 Hewitt Ave.,
Minneapolis, MN 55104-1284 USA,
Phone: (612) 644-1727
Fax: (612) 926-2958

SAID
Jeff Franklin,
U.S. Department of State,
Room 714 SA-18,
Washington, DC 20523-1816 USA,
Phone:(703) 875-4969

Virginia Polytechnic Institute
Dept. of Sociology
Cornelia Butler Flora,
Blacksburg, VA 24061-0137 USA,
Phone: (703) 231-6878,
Fax: (703) 231-3860

Westview Press
5500 Central Ave,
Boulder, CO 80301-2877 USA, Phone:
(303) 444-3541,
Fax: 449-3356

Winrock International
Agribookstore
1611 North Kent Street,
Arlington, VA 22209-2134 USA

World Resources Institute
1709 New York Avenue, N. W.
Washington, DC 20006 USA,
Phone: (202) 638-6300,
Fax (202) 638-0036

World Wildlife Fund,
1250 24th. Street, N.W.
Washington DC USA,
Phone: (202) 293-4800














A Project of
The Futures Group in
collaboration with
Management s-lemli,
International
Development \Ilei i lii'e Inc.
1050 .lih s,, i. NW, Suite 1000
Washington, DC 20036
Tel: (202). 775-9680
Fax: 'i 775 'i' ,
Telex: 91i _"' Il .I it ri .I ASH
, ,,ll I, k #: PD[)C l .l.ll ,' Ill.-1' Ill
I ilrid slale.s \larne(l for
International Development
Office of Women in
Development
Departinent of State
II 1,.11,t11'1, ,1I ,'20523 i::I,.
Tel: (703) 875-4668
Fax: (703) 875-4633




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