Title: Memorias do Marquez de Santa Cruz, Arcebispo da Bahia Romualdo Antonio de Seixas
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 Material Information
Title: Memorias do Marquez de Santa Cruz, Arcebispo da Bahia Romualdo Antonio de Seixas
Physical Description: xx, 184, 4 p. : ; 22 cm.
Language: Portuguese
Creator: Seixas, Romualdo Antônio de, 1787-1860
Publisher: Typ. Nacional,
Typ. Nacional
Place of Publication: Rio de Janeiro
Publication Date: 1861
Copyright Date: 1861
 Subjects
Subject: Biografias   ( larpcal )
Genre: non-fiction   ( marcgt )
Spatial Coverage: Brazil
 Record Information
Bibliographic ID: UF00084107
Volume ID: VID00001
Source Institution: University of Florida
Holding Location: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 03460091
alephbibnum - 000189029

Full Text




senio da Natividade Moura, honra e ornamento da
Religio Benedictina, apostolo do mais fervoroso zelo
pela salvao -das almas.


Soou emfim a hora da recompensa: mas antes que
o corao se me aperte," e a dor da recordao desse
moment funesto para mim como para muitos, para a
Egreja como para a sociedade, me faa cahir a penna,
forcejarei por demora-la sobre as circumstancias que
o precederam.
Um presentimento, tantas vezes por elle manifestado,
nos autorisa a crer que o Sr. D. Romualdo ouvira,
como soe acontecer aos justos, a voz do Co que o cha-
mava. No dia 28 de Outubro de 1860, 32. anniversario
de sua sagrao, respondia elle a varias pessoas, que o
foro felicitar, essas propheticas palavras, repassadas de&
resignada convico-He a ultima vez que nos reunire-
snos neste dia.-Dando pesames um amigo elle es-
creveu a 5 de Novembro do mesmo anno-A imagem
da morte, sobretudo nestas occurrencias, que eu reputo
como outros tantos avisos do Cdo, est present sempre ao
meu espirito-. Depois disto se lhe ouvio sempre dizer-
sinto que este*corpo se vai dissolvendo-. Elle podia ter
dito tambem, como o Apostolo, cupio dissolvi et esse cumn
Christo (5).
Posto que habitualmenle valetudinario e j cedendo a
natureza physical ao peso dos annos, o seu espirito pare-
cia remoar-se cada dia na viveza da intelligencia, e na
frescura da imaginao. A ultima Pastoral, publicada
pouco antes de sua morte, ostenta ainda todo esse vigor


(5) Ad Philip. 1, 23.-







XVI


de pensamento, belleza de imagens, elegancia de phrase,
correco de linguagem, encanto e amenidade de'estylo,
que enobrecem e perfumo. todos os seus escriptos.
Thesouro j de variados e profundos conhecimentos,
todavia entregue sempre mais assidua leitura, quanto
lhe permittio as importantes occupaes do officio
Pastoral e os seus incommodes, buscava adquirir todo
o dia uma nova ida para o seu peculio, como elle se
exprimia.


Quando S. M. O Imperador, A impulso do interesse
e do amor, que tem por, seus subditos, honrou com sua
Augusta Presena a Provincia da Bahia, encontrou nesse
estado o Ancio respeitavel, Pontilice venerando, que,
como Samuel, havia ungido a David. ,Por entire os
assignalados e extraordinarios testemunhos da alta con.
siderao, com.que o Magnanimo Monarcha distinguio-o,
dignando-se at visitaola com a excelsa e virtuosa Impe-
ratriz, alm de outras palavras de subido apreo e bene-
volencia, aconselhou-lhe algum desoano, que poupasse
sua existencia; ao que elle profundamente agradecido
respondQu como outr'ora um distinct Romano ao Imr
perador Adriano-os homes, que governo, devem morrer
trabalhando (6).


Em Novembro de 1860 retirou-se ao seu Palacio
da Penha passar o vero e refazer nos ares livres do
campo suas foras abatidas. Ahi soffreu o seu incom-
modo-habitual, que todavia no o privoutde occupar-se


(6) Imit. da V. Christ, por Hector Pinto.







- 39 -


se fazem para os obter, salvas a honra e dignidade, que nunca
profanei ou aviltei por nenhum interesse ou considerao
humana. O Presidente, que era meu patricio e amigo, es-
tava de acordo, porque desejava que eu ficasse para o au-
xiliar na Administrao, e conviemos em desviar toda a vo-
tao, que eu pudesse conseguir em favor do nosso commum
Amigo Secretario do Governo Jos Thomaz Nabuco de Araujo,
que depois foi Senador. Neste intuito escrevi aos meus Ami-
gos eleitores do interior da Provincia, e me entendi com
os da Capital, de cujo Collegio tambem eu fazia parte, e
fui no dia da sua reunio eleito Presidente.
Nao obstante, porm, este bem concertado plano, tive al-
guma votao na Capital, e outros lugares, mas o que
decidio foi a maioria dos votos na Comarca do Rio Negro,
aonde no tinho chegado a tempo as minhas recommen-
daes, e assim feita a apurao, cujo acto assist, vi-mo
no s constituido 3. Deputado, mas tambem com suffi-
ciente votao para ser incluido na list triplice para Se-
nador. Eu ainda no tinha a idade exigida pela Constituio
para este ultimo cargo, contando ento pouco mais de trinta
e oito annos, e o declare Camara, pedindo que riscassemn
da lista o meu nome. Talvez parea isto demasiado escru-
pulo, sobretudo se he verdade que j tem havido exemplos
do contrario em o nosso Parlamento, e realmente parece
ser esta a unica circumstancia, em que a vaidade humana,
to milindrosa e sensivel respeito de idade, no se im-
porta de augmenta-la e inculcar-se mais velha. Apenas os
eleitores da Villa de Camut, que s por satisfazer as minhas
rogativas tinho deixado de dar-me os seus suffragios,. tivero
a noticia deste resultado julgaram de sua honra e delicadeza ex-
plicar o motivo do seuprocedimento, e o fizerao por uma carta,
que me dirigiram dizendo que, se no tinhao votado em mim,
fra por entenderem que eu seria mais util, e poderia prestar
maiores servios, ficando na Provincia, e no porque me repu-
tassem menos digno de a representar nas Camaras Legislativas.







- 40 -


N'uma poca em que o Povo usava livremente do direito
de eleger, e em que a sua escolha podia ser considerada como
fiel e genuine expresso da sua vontade, pde-se. afirmar
sem receio que uma eleio to extraordinaria, espontanea
e universal para eleitor, Presidente do Collegio. eleitoral,
Membro dos Concelhos Geral e Presidencial, Deputado e Se-
nador, era como um protest da Provincia em favor da minha
inaocencia, ou uma especie de solemne reparao da affron-
ta, que em seu nome se me havia irrogado com uma to
iniqua e deshumana priso. Este bom espirito e favoravel
disposio dos meus Patricios no acabou com a minha au-
sencia, e adiante se ver como nas mais importantes occur-
rencias elles tem continuado a patentear o alto, bem que
no merecido conceito, com que sempre me honraram. Res-
tava s, pois, dispr a minha partida para o Jjo, quese seri-
ficou primeiramente em uma ruim embarcao, que no pde
resistir ao mo tempo, sendo foroso arribar poucos dias depois,
e ultimamente no Brigue Providencia commandado por um
habil official Francez, no dia 8 de Maio de 1825, levando no
corao com as saudades da Patria, que nunca mais tornarei
'a ver, as lugubres apprehenses de um triste future, que mais
que muito se realizaram nos annos seguintes. :Tinha-sQ er
meado vento, e era inevitavel colher tempestade..










bilidade da miaha nomeao, foi ao. honrado Marquez de
Caraveilas, ento Ministro dos Negocios da Justia, cuja pro-
posta foi unanimemente approvada pelos seus Collegas, e
acolhida pelo Imperador, taWvez porque, sabendo que eu ti-
nha j governado a Diocese do Par, e merecido a con-
fiana de doas Prelados e a geral affeio dos meus patri-
cios, e tendo mesmo patenteado j alguma aptido como
Deputado, seria cape' de exercer o alta Empreg&, que.me
conferio. Foi o proprio. Marquez de Caravellas que, mui-
tos tempos depois, me commuonicon em confiaa .o que
esse respeito se tinha passado, e que eu inteiramente igno-
rava. Referio-me que, contend a sua proposta o meu nome
para Arcebispo da Baha, o do Pade Marce, Vigario da
Victoria, para Bispo de S. Paulo, e o: de um Religioso Be-
nedietino (que suspeito ser o padre Mestre Fr. Jos, de
Santa. Escolastica, seu partieu.lr amigo) para Maranho, iri
eneontrou da part do Imperador, quanto aos. dous primei-
ros, a menor opposio; mas, quanto ao tereeiro, no quir
de maneira alguma admitti-lo, com qua.nto no duvidaese da
sua capacidade, substiluindo-o pelo Vigario Capiitulai de S.
Paulo, protegido da, Marqueza de Saatos, em recouhecimento
dos beneficios, que o dito Vigprio Capitular havia feito
sui fAmilia, quando reduzida estado de pobreza. Debal-
4de precurou o Ministro que no fosse alterada sua propos-
ta, mas foroso foi oewfbrmar-se coma ..vontade do Impe-
rFdor, porque a sua resisteneia, accresoentou elle, podia,
miaHograr a nomeaio do dous primeiros; determinando
consegnintelmele o Imperador que o Padre Marcos f sse
para Maranha, e icasse. er S. Palto o supradito Vigaria
b~pihldr. IMgNi-se porte nf que, o Imperador e. os Ministres
trFi am- idfelic~ef doe enganar-se a meu respeito; eu
soa 0-. primeiro a reconhec-lo e confessa-lo, mas no -se
me faa rsime nji jtia de crer que eu empregasse meios
tf abomiinaveis, para conseguir to. eminente dignidade.


- g0 -














JAPLtWULO li.


Process da Habilitao do Arcebispo eleito.-Morte da primeira Impera-
trit e sua &raCao funebre peto mesmo Arcebispo.: Segiuda sesso do Ca-
inaa dos Deputados. Indicaao para o pagamento das dividas da fina-
da Imperatriz e debates sobre outros importantes objects. Che~sedae
Bulila de Confirmaao.-Sagraa do Arcebispe.



Em virtue da nutorisao, que o Governo havia impe-
trado de Roma, para que o Bispo do Rio de Janeiro, na
falta de Internuncio, formasse o Processo de Iabilitao
dos novos Bispos, offereci testemunhas idoneas, e os titu-
los que provavo a minha tal qual sufficiencia no exerci-
cio- no s de diversos Magislerios, como tambem dos j
mencionados cargo que eu havia occupado na Igrjea; e,
concluido o Processo, foi pelo Governo enviado para Roma,
afim de seguir os tramites que, segundo os cauones, de-
-em preceder a confirmaao.
Entretanto partira o Itperador para visitar -a Provincia
do Rio Grande do Sul, o durante sua ausencia tinhaa aDi-
vina Justia decretado punir o Brasil com o golpe mais
sensivel e doloroso, que podia cahir sobre o nascente Im-
perio, arrebatando do Throno da terra para o do Co a
virtuosa e amavel Imperatriz D, Maria Leopoldina Josepha
Carolina, Archidoqueza de Austria, que em poucos dias
fallecra, victima de um mo success, para o qual muito
havio concorrido desgostos e amarguras, que ella suppor-
tavy em .silencio com uma resignao e magnanimidade
verdadeiramente christ8as. Ao primeiro boletim da enfer-
midade agitou-se a populao da Capital do Imperio, pre-
sentindo a calamidade, que o ameaava; innumeraveis pes-













CAPITULO XVI.


Seminarios.-Collegios das Irmaas da Caridade.-Conventos e Recolhimentos.


Passando a fallar da organisao dos Scminarios, sinto a
mesma sorpreza, que j manifested cerca da Visitao Pas-
toral, maravilhando-me de que nenhum dos meus antigos
Antecessores, to doutos e zelosos da educao do seu Clero,
e do bem spiritual dos seus Diocesanos puzesse em pratica
esta sabia instituio, que mereceu universal applause aos
Padres de Trento, e que adoptada em todos os Paizes Ca-
tholicos tem eflicazmente concorrido para former o Clero na
sciencia e na piedade. No lhes faltou de certo a melhor
vontade e diligencia para o conseguir; mas faltou-lhes o apoio
sincero e perseverante do Governo, que fazendo algumas apa-
ratosas tentativas para a creao desse Estabelecimento desde
os fins do seculo XVI, deixou de os continuar, no sei porque
fatalidade, no long espao de mais de dous seculos, como
se pde ver largamente expendido no tomo 4. das Memorias
Historicas da Bahia pelo benemerito Ignacio Accioli. O Sr.
D. Fr. Francisco de S. Damaso, meu penultimo Antecessor,
de saudosa memorial, foi o primeiro, que nesta Diocese, com
os poucos meios que tinha sua disposio, fundou um Se-
minario em uma casa, que lhe fra doada pelo Conego The-
sbureiro Mr da Cathedral Jos Telles de Menezes, deu-lhe
Estatutos cheios de sabedoria, um bom Reitor, e habeis Lentes;i
mas esta fundao, que offerecia uma lisongeira perspective
nao teve mais durao do que a vida to curta do seu i!lustre
fundador. Durante a vacancia da S apagaram-se todos os
vestigios desta important obra, que tantas vantagens pro-







- 160 -


mettia Igreja Bahiana, e a instruco do Clero secular ficou
Sreduzida simple lies de Theologia casuistica dadas por
um Lente pago pelo Estado, que favorecendo com successivos
Estabelecimentos o ensino de todas as outras classes da So-
ciedade, esqueceu-se do Clero, abandonando-o sem quasi
soccorro algum na sua triste ignorancia, que no system colo-
nial podia achar alguma escusa, mas nenhuma no que ora
I nos rege, e que to favoravel se ostenta cultural das Letras
e desenvolvimento da intelligencia. Felizmente, porm, nestes
ultimos tempos, graas aos progressos das luzes e reaco
religiosa, operada em today a Europa, o esclarecido Minis-
- terio dos Euzebios e Nabucos fez raiar nos horisontes da Igreja
Brasileira a aurora de uma nova e esperanosa era, dotando
o Paiz com providentes medidas em favor dos Seminarios
Episcopaes, e creao, posto que ainda no realizada, de duas
Faculdades de Theologia. Os poucos Sacerdotes, que ento
c antes se distinguiram nas sciencias Ecclesiasticas deveram-n'o
ou seus proprios talents e atura la applicaao, ou alguns
dos Conventos de Regulares desta Proviicia, onde floreceram
os estudos, como tambem Universidade de Coimbra e outras
Escolas de Portugal. No he por estes, portanto, que se pde bem
ajuizar dos meios conducentes illustrao do Clero nessa poca.
He verdade que no faltaram pomposas promessas, e mui
sabias leis, recommendando aos Bispos semelhantes Estabe-
lecimentos, e effectivamente um dos primeiros actos do Governo
Imperial, depois da emancipao political foi a doao, por
Carta Imperial de 31 de Maio de 1824, do Hospicio da Palma,
Sque havia pertencido aos Religiosos de Santo Agostinho, para
ahi ser instaurado o antigo Seminario, e o subsidio de um
conto de ris para a sua manuteno; mas, ou fosse pelas
inevitaveis interrupes causadas pela luta da Independencia
nesta Provincia, ou porque os Vigarios Capitulares no tinhao
bastante influencia e prestigio para vencerem os immensos
obstaculos, que necessariamente devia encontrar, como de
facto depois encontrou,- a realizao desta obra, ella no teve










INDICE.


PAGS.


AO LEITOR ................ ...................
INTRODUCO .......... .. .....................


Primeiro periodos


CAPITULO IL-Meus primeiros annos, estudos, e pri-
meira viagem Portugal...........
CAPITULO II.-Volta de Lisboa ao Par.-Magisterio
do Seminario Episcopal.-Primeira via-
gem em Commisso ao Riq de Janeiro.
CAPITULO III.--Volta da viagem ao Rio de Janeiro.-
Posse do Canonicato, e recepo da
ordem de Presbytero.-Encommen-
dao da Freguezia deCamul.-Cargo
de Provisor e Vigario Geral na ausencia
do Proprietario. -Eleio deste para
Vigario Capitular por morte do Bispo,
e sua nomeao para succeder-lhe.-
Serventia do mesmo cargo de Vigario
Capitular at a revoluo de 1821...
CAPITULO, 1V.-RRevoluo da tropa.-Nomeao de
uma junta provisoria.-Servios que
ella prestou.-Alarma causada pelas
salvas de uma embarcao da Bahia.-
Chegada do novo Bispo e sua ida para
Lisboa como Deputado das Crtes.-
Nomeao do Governador do Bispado.
CAPITULO: V.-Nomeao de uma nova junta.-Vi-
sita Villa deCamut.-Revoluo do
1." de Maro de 1823, e nomeao de
outra Junta.-Revolta Militar de 14
de Abril.-Prisso, process e sentena
de morte contra os Chefes de Revolta.-
Adiamento da execuo ...........


T









-2
PAGS.
CAPITULO ,VI.-Segunda viagem Portugal.-Apri-
sionamento pela Fragata Brasileira Nic-
theroy.-Volta de Lisboa com os que
tinho sido sentenciados morte.-
Priso na Fortaleza da Barra.-Chegada
do primeiro Presidente da Provincia.-
Eleio para Deputados-c ida para o
Mio de Janeiro ................... 33 4


Seguindo period.

CAPITULO L.-Viagem e chegada ao Rio de Ja-
neiro. -Audiencia do Imperador. -
Sermo na Igreja de Nossoa Senhora
da Gloria na Ceremonia da Apresen-
tao do Recem-nascido Principe In-
perial, hoje Imperador. Aberlura da
primeira Sesso da Assembla Geral.-
Notneao de Arcebispo da Bahia... 41
CAPITULO II.-Processo da Habilitao do Arcebispo
cleito.-Morte da primeira Imperatriz
e sua orao funebre pelo mesmo Arce-
bispo.-Segunda sesso da Camara dos
Deputados. -Indicao para o paga-
meqto das dividas da'finada Imperatriz
e debates sobre outros importantes ob-
jectos.-Chegada da Bulia de Confir-
maao.-Sagrao do Arcebispo..... 51
CAPITULO IILI-Posse do ArceBtispado, o nomeao
do Governador do mesmo durante o
impedimento do Arcebispo.-Sesso de
1828.- Presidencia da Camara Elec-
tiva.-Primeira viagem ABahia, e en-
trada solemne.-Volta ao Rio de Janeiro
em Maro para a sesso extraordniaria
e ordinaria de 1829 ............. 57
CAPITULO IV.-Discursos da sesso de 1829.-Accu-
sao do Ministro da Guerra.-Secre-
taria Archiepiscopal.-Chegada da nova
Imperatriz.-Volta para a Bahia..... 63
CAPITULO V.-Aces de Graas pelo restabeleci-
mento da saude do Imperador.-Fes-
tividade de Dous de Julho.-Nomeao
do Vigario Capitular de Pernambuco.-
Abdicao do Imperador e commoes
na Bahia.......................... 69




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