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 Front Cover
 Voz do Planalto
 Governador Geral
 Realizadores
 Voz do Planalto: Vinte e très...
 Nova-lisbôa
 Sôbre a vida, o direito e a descreça...
 O Grémio do Milho
 Ligeiros apontamentos sôbre...
 Modos de ver...
 Telegramas
 Ultima hora
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Group Title: Exposicao Provincial de Benguela, Nova Lisboa, 1935.
Title: Exposiðcäao Provincial de Benguela, Nova Lisboa, 1935
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/UF00072137/00001
 Material Information
Title: Exposiðcäao Provincial de Benguela, Nova Lisboa, 1935
Physical Description: 1 v. : ill. ; 21 cm.
Language: Portuguese
Conference: Exposiðcäao Provincial de Benguela, (1935
Publisher: s.n.
Place of Publication: Nova Lisboa?
Publication Date: 1935?
 Subjects
Subject: Description and travel -- Benguela Province (Angola)   ( lcsh )
Genre: non-fiction   ( marcgt )
 Notes
General Note: Cover title.
 Record Information
Bibliographic ID: UF00072137
Volume ID: VID00001
Source Institution: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
Resource Identifier: oclc - 52506906

Table of Contents
    Front Cover
        Front Cover
    Voz do Planalto
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    Governador Geral
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    Realizadores
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    Voz do Planalto: Vinte e très anos
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    Nova-lisbôa
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    Sôbre a vida, o direito e a descreça o jornalista conversa dois minutos com o leitor
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    O Grémio do Milho
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    Ligeiros apontamentos sôbre o Huambo
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    Modos de ver...
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    Telegramas
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    Ultima hora
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Full Text












































DT
1450
.B45
E96
1935










((VOZ DO PLANALTO,



rende homenagem ao esf6r-
go her6ico do colono do pla-
nalto, sem o qual nao seria
possfvel no XXIII aniversdrio
da fundaado de Nova-Lisb6a,
a I.a Exposipao Provincial de
Benguela e Feira de Amos-
tras no Huambo.


W-


~--=--- -~ipc~i --.
















4- w'-4


41 1.1
'~


S. Ex.8 o Governador Geral
de Angola, Sr. Coronel Ant6-
nio Lopes Mateus




































S. Ex.a o Governador da Provfn-
cia de Benguela, Sr. Capitao
Eurico Nogueira


''
I" ,
,, '"
st
.a4








































































S. Ex.a o Intendente do Distrito,
Sr. Amadeu Bettencourt Regs


r z
-- ::
i.,.
ii
a




























i^; i



iR i















0 Sr. Dr. Josd Maria
Pinto, e Cruz, prestigi0c)
clifico e president da
A'sssmlbleia Oeral da
cMufualidede d.e Angola




























*4 A:.


OSr. Tenente-Coronel Roque Se-
queira VarejAo, Presidente da
Associaqao Comercial do Pla-
nalto de Benguela


-
.~~B~


~.;ru;~-I*~.--.;:-~--~;~..
-Ir. -.-- --.



1,
F+;. ~,










































0 Sr.'Ant6nio de Sousa Neves,
antigo Presidente.da Camara M.u-
nicipal e da Associacao Comer-
cial do Planrlto -de' Benguela,











Governador Geral



Pela segunda vez visit Nova-Lis-
b6a o sr., Coronel Ant6nio Lopes
Mateus, Governador Geral de Angola.

SDistrito do Huambo que ainda con-
serva na lembranga as palavras de
i S.Ex.'i enderega-lhe nste dia,come-
morativo da funda9go, da i dade
S.e :da inaugura9ilo da ...-EXPO:
SI.AO PROVINCIAL DE BENGULE-

LA, os seus cumprimentos, desejan-
dd ao seu governor as maiores fe-
..licidades.




,~ ~ ~ ~~~~~~~~~r ; .\\ ^";,* *-'

























realizadores

u uma realidade a Exposi6ao Provincial de 8enguela e Feira de Amos-
tras no Huambo. O que e o que vale est6 patent. E um brinde do esf6r;o do
colono. Justo, por6m, 6 salientar a actuaqgo de tr6s individualidades. A sua
acqAo permitiu ,o milagre. dSo elas:

O sr. Capitao Eurico Nogueira, Governador da Provfncia de Benguela,
President da Comissio Executhva da Exposiq o, que facilitou, sugeriu, disp6s
de molde a que a ExposiGAo resultasse;

O sr. Amadeu Bettencolrt Reys, Intendente do Distrito do Huambo, o
animqdor, que nao conheceu fadigas-das suas maos-saiu a Exposi9ao;
0 sr. Tenente-Coronel Roque Sequeira Varejio, Presidente da Asso-
ciaclo Comercial do Planalto de Benguela, admirdvel.espirito de decisgo, o
colaborador miximo-dos trabalhos.

A 6stes tr6s realizadores, se deve a primeira- Exposigao Provincial, A
1les, pois, se confessa grata a populacao da Provincia de Benguela.











10Z Be K.N ...
S6Rft ft T ErSar tyq COLOIZAizRCO rMRCrOrIR wl~ N IOLA
':OP RIEDA'E 'DA DI R E C T O P Redacfao, AdminislragRo e
Grifica do Planalto, Limitada GXL ltrb WC MASOciAREHAS Oficinas -AvenidaSd1'OUtubro
PULICA-SE AOS SABADOS VISADO PELA CENSURA NOVA LISBOA


VINTE E TRES AN1OS
Faz hoije vi te -e 'tis :ahos que se 'fundou a citdadte do Huambo. O+ocu-
mento que the diz r esapito 6 assim. concebidce;

Adto da niauguraiao da cidade
Aos vinte e um dias do rn'6sde Setembro-de mil novecentos-e deoe, esaita
ciadee do Huanybo e sala da AdministracAo da Circunscricio, oncdeseencon-
travam reunides Sua ExcelBncia o Governador Geral da Provincia de Angola, Jose
Werrdes Rrbeiro Norton de Mates, Sua SEwxelfcia or Goverrrador do Distrito de
Benguela, Manuel Espregueira Gois Pinto, o Presidente e mais vogais da Co-
missio 'Municipal do Huambo, grande concurso de funciondrios e residents da
cidade, foi por Sua Excelncia o Governador Geral inaugurada a cidade do
Huambo criada pela Pertaria P.~Pvincial de oilo de Agosto de mil novecentos e
doze. E para constar se lavrou 6ste auto que depois de lido vai ser assinado por
Sua Excel6ncia o Governador Geral, por Sua Excelencia o Governador do Dis-
trito, Comissio Municipal e todos os presentss, (aa) J. M. R. de Norton de Ma-
tos, Manuel Espregueira Gois Pinto, Artur Ernesto de Castro Soromenho, Alfredo
da Silva Alcobia, Joio Antunes Varela, Amadeu Bettencourt Reys, Eduardo Fus-
cher.Nofais, Eduardo Robins, J. D. Grejory, Adolfo Pina, Oscar Montsiro Torres,
Francisco Coelho do Amaral Reis, Luis da Cunha e Almeida, A. J. do-Sacramen-
-to Monteiro, Antonio Nogueira Mimoso Guerra, M. de Mesquita, Carlos Roma
Machado, Carlos Augusto dos Santos Peres, Jose Nicolau Goul~o Junior, Ant6-
nio Pereira Correia, Antinio Teixe:ra da Cunha, Joio Nunes de-Sousa, Sebastiao
Eduardo Cesar de Sa, Ant6nio deAbreu Castelbranco, Laurentino Jose de Ma-
cedo, Eduardo Pereira Cardona, Manuel da Silva Freitas, Virgilio Beirio Fialho,
-Joaquim'Soares de Oliveira, Francisco Xavier Ferreira de Castro, Manuel Carva-
Iho Ribeiro Viana, Luls Gomes Sambo, Alfredo Marques de Carvaiho e Abilio
Ribeiro Vaz.
Recordar e viver --. bem uma verdade.-Quem dirnapassados vinte e tr6s ,
anos que o Huambo de 1912 seria a cidade progressive e modern dos nossos dias?
Vinte e tres anosl Que s6rie de modificac6es se ter operado, que aspec-
tos novos se constatam, que rodopio incessante e evoluoes se registaml
Foi Norton de Matos na sua rasgada visio do future que fundou-a cidade e
f.oi Vicente Ferreira que a consagrou capital; Nova-Lisboa mereceutsesa consa-
gracao e hoje vem demonstrd-lo cor essa soberba e indiscutivel mariifestacao
vital -a Exposicio Provincial de Benguela e Feira de Amostras no
Huambo.
Ngo"se constatou at6 agora em t6da a Col6nia manifestacio semelhante.
A que vamnesagora inougurar perdurard,'estames certes, domo umn rasgobpotente,


A no IV-., A.0 149


.No~va-Lisb~s, 9'1 do gotohtbio'.dw IOU


.AV ENADO






memarivet, sfmbolo de f6rCa e audcia. Mas nao se consumou esse esf6ro-
saiba-ooda a gente-sem que se lacerasse o corai;o do intemerato colono
,doplanalto, devotado A luta, As intemperies,'ao sofrimento, mas perseguido, sin-
gularmente perseguido, pela desdita. Pordm, como o gigante da fibula, cheio de
ardor e coragem, lde estriba-se no pr6prio poder, finca o p6 no granite h6stil, re-
teza o arco e a flecha parte.., .
O seu gesto dir-se-ia o de Proretheu agrilhoado despedagando as alge-
mas... Mas nao.
O home indomrvel, de mtsculos de ago, tostado,,virado & terra, seu ber-
Go e esperanra, que canta a nostalgia dos patrios lares, fica-se sem revoltas,.aba-
fte-se ao infortunio quando a desgrapa baixa, e caminha de alma afeita de novo
ao sacriffcio, sem um .murmnrio, uma maldigio.
Que se diga bern alto nas colunas do nosso jornal-foi corn gente desta
que o Alto Comissdrio Norton de Matos contou, foi com gente desta tempera,
d6ste quilate, que se fez o Huambo e foi com gente tam valente, tar denodada,
tam generosa, tam b6a, tam her6ica, que hoje se leva a efeito a 1. EXPOSI-
(AO PROVINCIAL DE BENGUELAI
Honra Ihe seja.
E neste moment que recordamos a data da fundaqgo da cidade nao po-
demos deixar desaudar no autor da iniciativa da Exposicgo, o sr. Dr; Jos& Maria
Pinto e Cruz, fulgurante espirito e um dos obreiros da Nova Angola, a rude gente
do planalto que tam bem compreendeu a iniciativa e asecundou. A Asses bravos, a
muitos dos seus que nestas terras tombaram mordendo o p6, imp6e-se prestar-
-Ihes a devida hom enagem.
Angola ainda nao pagou a sua dfvida de gratidgo ao colono do planalto, 1
mister que ofaga -erguendo-lhe um monument.
Fica a lembranga de pd no dia precise em que Nova-Lisb6a se engrinalda
para festejar o seu aniversario. E nao esquegamos o seu fundador o primeiro
Alto Comissdrio de Angola, sr. General Jose Mendes Ribeiro Norton de Matos









-, .. ; ,-... ,...
,. ..
~~ia
'PP~s: .-a -


Um trecho do.parque da Agricuitura de Nova-Lisb0a














lisboa

O desenvolvimento que nos Oltimos anos adquiriu Nova-Lisb6a e a vasta zona
de que orgulhosamente 6 a capital requere um certo nOmero de melhoramentos in.
dispensaveis tanto a sua base econ6mica como ao bem-estar da sua populaGao-
Nova-Lisb6a 6 a cidade mais progressive de Angola. Os seus habitantes,a
despeito da cruise que tam profundamente afecta asactividades, nem um s6 mo-
mento descuram a defesa dos interesses da capital. A sua energia, vontade e es-
f6rpo, se deve essa potente e soberba realizacgo. Nova-Lisb6a 6 a cidade mais
modern e ao mesmo tempo onde mais se constroi. Tem sensibilidade pr6pria,
timbre,.caracterfstica. Nao sendo a que mais pede -6 a que mais da.
Nova-Lisb6a, o centro mais active da Col6nia, onde se levanta uma mentali-
dade de raiz, carece:
De um liceul
Da instalagdo de uma Alf&ndega,
Da arborisa ao da cidade e suas imediac6es
Corn a m ximra urgencia do abastecimento de agua
S canalizada
De umrmercado municipal
De um stadium municipal
De um parque
Do aumento do nimero das escolas prirnirias
Do funcionamento do Hospital, corn aparelhagem pr6pria
incluindo a montagemnde Raio X.
Da construgcaode um Balneario
Da fundaco de uma Beneficencia para colons inva-
lidos "
De uma casa de Sadde para cura e repouso de doentes
da Col6nia
Nova-Lisb6a exp5e coni desassombro as suas pretens6es, c6nscia de que
.sendo atendida o benelicio nao reverted exclusivamento para si visto que por igual
d6ele t6da a Col6nia yem a compartilhar.


** :*\ ^* *". *'- 1* :'* **''* 1-. .* ** *** .!'... *,


-.~ -.








o 6bre a vida, o direito e a descre a 6

'jornalista converse dois minutes corn
o leitor

Atrav6s das idades o home. para viver, para se adaptar ao amnbiente que,
Svai criando, tem introduzido modificac6es, embora mawOsa arrastadamnente, na
vida dos series que o rodeiam. So nos detivermos por instances, num curto exame,
certificar-nos-emos que essas modificac6es sAo de tal modo absorventes que a
: pr6pria raca -hmana, -nas famllias menos adaptaveis as imposi;6es do Pro-
gresso, tem desaparecido da face da terra. Ha uma evolu;ao que se sente'co-
mandada por freios invisiveis, resultado de um encadeamento met6dico- das
coisas.E.se essa evolugZo se verifica mais no campo da a4ctivid.de cientffica,
industrial, artistica e econdmica, igualmente na arte de governor os.ppvos ela n'&.o
deixa tambem de experimentar-se.
Quando uma obra se constitute corn o esf6rgo visivel de todos n5s, ,drriar-
cando-se, avolumando num praso curto de tempo, os olhos acentuando a di.le-
renca entire o que nao exista na vespera e o realizado puramente no dia seguinte,
todos ocorrem a admirar o facto e a aplaudi-lo. Em Angola temos constatado o
caso. Desde o chefe de p6sto, ao administrator, ao mndico, todos teem cons-
trufdo-- melhorado. Um Armo onde ontem nao existia uma casa, em tres, quatro,
Scinco anos, metamorfoseou-se 6 hoje uma linda aldeia, arejpda, fresca. Um
.lugar in'saiubre, atesta-um padr&o de sanidade. E 6 que nao s.e v6 em Portugal.
.Quem pode all dizer-eu fiz uma aldeia, eu levantei uma cidade?
/ A pdgina do present 6 a p6gina que interessa.os povos--a do ontem
adormece nas salas dos museus. A pdgina dos dias de hoje, 6 a p6giha'dos diias
de amanh~-escrevemo-la no Ultramar. E Angola a guarda-avancada do future.
A luz que nos arremessou para a luta, 6 o farol que nos desvenda o caminho. A
I Col6nia patenteia-se a:vastidao;do horizonte, abrangendo o Mundo inteiro Otil
a sj.e,B MlPerP6tria, seu- bergo. Para- Fe caminhard de asas abartas,,.em v6o
Spossantee altivo seguro; como-um Deus-dguia, de vencer. Os corvos crocitam
A volta. Que importa, por6m, que os corvos crocitem ? Digo: uma Angola active
na indOstria, na agricultira, na pecuaria, no com6rcio, :-a-que vivera. E assim, ss
faz um povo, uma mentalidade. E como dizia Le Bon: Realizar-sed umr grande
progress quando os eleitores elegerem pare 6s representar em vez- d
advogados ou de homes confiados aos livros, industrials agriculto is e
comerciantes, conhecendo as realidades da vida..
. ... ............ .. .. .. ..... .......................... ...... .. ....
Sde Jhering o concerto que a lula que exige o direito para desabrochar
nib 6uma fatalidade mas uma grapa.
Encontra estas.pa lavras ampla justificacgo na sintesede Kant; quem anda
de rastos como os vermes nunca ter& direito a queixar-se de que.foi cal.cad
aosb R6ss.
S" quem anda.de rastos como os vermes, 6 quem nao trabalina,.n0 opera,
nao progride e produz.
.: Os factors que t6em contribuido em Angola para o- direito a quPe J.hering
alude nao se destacar, sao de divers Indole, mas avultam os de uma teimosa
incultura das massas populacionais, os derivados da; crises sucessivas, as da
tradig o, e ainda, s6bretudo, e inegavelmente, o desconhecimento do valor uni-
dade colectiva. A insia, por6m, do portugues em se soldar tenra .6 tam s6- -
frega, vai tam long, sobe tam alto, que se diluem, se esfumam,.is imal; tcnjes
vislumbres de direito, ao qual nao atenderm.os espirito3. No en;sno c;se direito
existe, nascido como nascer todas as coisas de b6a razo naturalmente, como
em um lesim na rocha, brota e desliza, puro e-limpido,.umn fiode agua:
I do tempo de Norton de Matosio despontar dordireito a que alpao. Ao sacu-
dir de neavos do primeiro Alto Comissrnooda Republica, o Mundo angolanoacor-
respondpu, levantando-se a fOrga de pulso, a golpes de energia, desde o loga-







rejo mais humilde e perdido, ate os penhascos e areas do liforal, c6r de oiro -
cheios de Sol. Multiplicou-se a ceastrucAo das estradas, cresceram e cria mr-se
cidades, a r6de dos caminhos de ferro galgou cerros a desceu veies; nos portsr
palpitou uma vida nova e deseonhecida. A pecudria sofreu um forte impulse, a
indistria viu rasgadas as mais ridentes promessas; nos casais 6 ferro fundia-se
na cha uberrima e nos aldeamentos indlgenas acudia-se ao negro levando-IWe:o
amparo da ci6ncia humana. Foi como se uma rajada de febre percorress-e o sub-
solo, estremecesse, fren6tico, na trg e se langasse das montanhas para arrentes-
sar aos ares o seu grito de libertaAo.
Foi o moment precise aqu6le estava lancada a semente. E o direito lateja
nessa f6rga que se fez e se elevou: o trabalho. E este vem ate os dias de hoje comn-
p6r as pedras do xadrez e proclamar alto que a luta que exige-o direito pare
desabroehar n8o 6 uma fatalidade- mas uma graca.
............................................................
Sbenditb, pois, o-esfriro que nos provq que a-.vida s 7dde de uma ftras--
formnrao incessante renova-se e ressurge sempre, victoriosa atlem. Se nao
f6sse assim, o home a semelhanga dos animals que desapaieceram da crosta
terrestre, h6 muito teria sucumbido. Ontem lutandq corn as f6ras, os climas tor-
ridos ou glaciais, depois'fanando-se nbs cortigos modernos das cidades, sem ar
e sem luz. Nao avida 6 uma batalha aspera, sem divida, mas que dia a dia nos
proporciona novos atractivos, novos ensejos de a aprecar. Apetrecha-la, forta-
lecE-la nas suas brechas, nao 6 tarefa initil, Combatamos a descrenca ela: e
para a vida o que uma cultural bacteriana 6 para o meio viciado onde prolifera...
'1orb rto Gonzaga




Turismo de

ANOLA


-'.4


SUma ponte no Bailuntdo






A6bre a poHlica do Grniani do midhj d
aplaudindo a doutrina por n6s expendida
em nossos nilmeros de io e 17 de Agosto
quanto a uma reuniAo nesta cidade de agrn-
cultorese colonos interessads na resoluiao
do problema do milhu, recebemnos do nosso
colaborador sr. Beldemiro Guerra urm on-
go artigo intitulado Os residtados pecos
Sdam sindicato vesgo. Lamentando nao in-
serir na integra o artigo mencionado por
absolute falta de espago, destacamos a sua
parte final, porventura a mais concisa e
que resume em si t6da a ideia do autor. Diz
o seguinte:
: eSeja qual f6r o process a adoptar, por6m
ha que se corrigir o arro, se 6 que aiqda 6
tempo. Outra nao sera a inten9ao de do Planalto P supomos no seu apelo aos
dois Distritos Huambo e Bi6, para
uma reuniao urgente, em Nova Lisb6a.
Perfilhamos a ideia. Urge cuidar-se da de;
fesa dos inter8sses da col6nia, seriamente
em risco. Adiar essa reuniao que seimpoe,
serA motivo para arrependimentos futures,
unindo f6rgas, concentrando energies! A
" defesa da econ6mia agricola e do pequeno
: omercio a sua seguranga, sera o mais
forte esteio ao capital do alto com6rcio a
as finangas da col6nia, por isso que t6dos
dependemos uns dos outros, e porque tudo
S gravita em volta da agriculture.
SAo assentar-se em qualquer coisa a bem
da colectividade, somos de parecer que se
deva tomar pr6viamente qonhecimento do
que o Gr6mioe o governor tero 'resolvido
sSbre as modificag6es a fazerno actual sin-
Sdicato, comd parece se estar tratando, se-
gundo se infere dos jornais. Ap6s o que,
dado que nao satisfaga em absolute, maos
Cole- T*



S*Ale- e

xandre

r fHercu-


0 o




Or mio





do


M


ho


I ano







Sobra.!Embora6 com rcio dispense acoaf
peracao dos hiamildes, a stes cumpre da-
rem provas da mais s. camaradagm, de-.
fendendo por igual todos os ramos .ea
categories em contact. ADefender a tddos
sem atacar ningu6mv eis o lema digno data
S povo ou duma classes que se presa ser lea
S .Ao tratar-se da defesa colectiya, pl.
nham-se ressentimentos de part!
S Nao va!e a pena lembrar responsabiiida 1,
des em s PDenso. reipeitantes A"-derrocad4-r
nas cotagOes da colheita presented. Trate-
mos de remediar dentro do possivel, cwr-
Irigindo quanto se passa as asneias daquilae
S|on fracasso bem intencionado... (?)Ni-
Sverdade, supunbhmos que qualquer em-
preza autonsada, patrocinada, sob a fisca-
Ii.':io do Estado, seria obrigada pelo go-
Svrno, a respunder pelos seus actos.-
Mas pensamos mal... Nem admiral Espe-'
rava-se que o Grtmio respeitasse as cOta-
6 es anunciadas antec;padamentei-hs-co,
Iheitas; como o afirmavam os seus'delega-
Op O dos em Africa, e, quando quizesse recuar,
II |- l1estariao govc rno a lancarmao dotrarz,.
a obrigando n a lasegurar-se on des o to
* da, como- na subtda do. ano findo .o atftori.
:zou na march em prise, em arrecadaFgo
do lucro extra!
Eriamos todos, afinaltl- A fuinCao do .
Gr6mio era.outra.. .
Tratemos pois de salvar os tarecos que.o
restam.Para tanto a imprescendivel a coo-
pera(ao do Estado, intervenalo do go.
| t|c vrno, e a junrgao de for as dispersas, a
Scondensarem.sepelas resoluq6es a tomar
na pr6xima reuniao einmNova-Lisb6a.
Beldemiko Gnurra.


... ...

-9_; &L
r -


'~ tz


660la.:.

primi-'

rna

~C o n-

de de

F I ca


E h 0










que faihou


mas sem ...


nossa culpa

Era nossa .ntenqCo proporcionaraos leitores umaseriedeinfornmaess6- -
bre a vida kd cddade e do distrito que Ihe permitisse aquilatar do seu valor e mo-
vimento. Para 6sse efeito, em tempo devido, devotamos a nQssa-atenqo a um
estJtiltibndcieri-ioso, elatiorando para seu compleniento c6rca de-trezentos quesi-
Stos entreguqs oportunamente as entidades competentes. No dispuzeram:os fa-
do V f'i. roCarlnia dos requisitos indispensdveis, que os nossos detejgs
foriii adtendidds. E o que n&o esperavamos deu-se- falharam na sua qii tt-
talitddb as informai6es pedidas.
E' nds que pretendiamos colocar o lejtor de Angola em situaN Bwde-aValiar
o movinterito econ6mico, cultural, desportivo e artlstico, do Huambo verificamos
cor tristeza, ser culpa nossa, o mal6gro de inteng6es, se bem que modestas,
louvaqeis.
Assim, corn as noasas desculpas, apresentamos o que.nos, fol fanJ 0o
obtr, ti realidkd tibem pouco mas ainda assim suflcient~ttet Mei ob


*mquoiossk t.o .i~v


d' ',al2 ~ ~6~~~ *





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aspects


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:.",g.., ~j~-- .: -.:,"


Um casual da .Misao Rural -- -- --,-- ,^


Qutro casual da mesma Miss5O







-ssumiu a direcFgo efectiva do joral a
S provIncia de Angola, diArio de Luanda, o
nosso colega sr. Ant6nio Correia de Freitas,
seu redactor-principal. NMste moment,
n6s que nos habituAmos a v&r na direcq~o .
de a provlncia a figure do lnsign, jurnalista
que foi Adolfo Pina, nao nos podemos es-
quivar a uma preito de rendida saudade. -
De Adolfo Pina estA tudo dito mas ainda
nada se disse. 0 jornalismo de Angola de
nbssosg dias deve-lhe as suas bases, 0 seu
prAtico sentido de utilidade. Se ponderar-
Smos que de um modo geral os jornais hoje
em Angola correspondem mais a-necessi- ..
dades econ6micas que a interbsses de urn
individuo ou de grupo, veremos confir- .
mada a nossa afirmago.- Mas do talent
de Adolfo Pina muito mais se aguardava.
0 seu senso da realidade, em escala que
nos assombrava, reservava-nos muito ain-
da. Possuiaem alto graua virtude da opor-
tunidade. Operava apenas no momerto
preciso-e surgia sempre uma inovaiao,
um sentido novo, uma directriz. Nao Ihe
faltavam para isso as quaiidddes indispen- ''
Ssaveis, das quals se destacava o equidibrio,
a pondera i., a culture e, em superior per- .
centagem a- faculdades de animadur. E se
Adolio Pina foi tudo'isto nmaior jornalista ::
ainda foi. A sua prosa breve e cintilante, '.
transparent, leave, podia ter feito escola,
mas se o nao logrou 6 hoje recordada com
saudade, no entanto, estdo de p6 os seus
conceitos, a maneira de trabalhar a idea,
de a exp8r corn careza e s'mplicidade, o
que a muitos poderia aproveitar.
Pelo cunho que Ihe imprimiu' Correia de.
Freitas a provlncia de Angola promote se-
guir o trilho rasgado pelo grande jornalista
desaparecido e por isso, n6ste ensejo que
se patenteia, apressamo-nos a.saudar:o
novo director do diario de Luanda, ende-
reanido-lhe ao mesmo tempo os nossos
cumprimentos e desejos de larga vida pr6s-
pera e feliz.










imprensa






0 uiltimo ndmero do Boletim Oflcial in. (
sere o Diploma Legislativo N-o 738 que ,
junto da Repartirao do Gabinete do Go-
vtrno Geral cria a SeccAo de Estudos Eco- -
n6micos e uma Comissao de Estudos Eco-
n6micos cor um president e tres vogais
E de extraordinArio alcance u objetlvo %
que se pretend atingir cor a instalacio
da Secqo de Estudos Econ6micosque sera
elevada h categoria de Reparticao logoque
atinja o desenvolvimento que se espera.
A SecqSo de Estudos Econ6micos ter
por incumbencia tamb6m, por meio do E
Boletim Econ6mico, divulgar pareceres,
relat6rios, dados estatisticos, munografias,
respeitantes aos valores e actividade eco-
n6mica da Cul6nia.
Pelos servlCos que pode representar, 6
nos grato endereqar adS.:Ex.s o Governa-
dor Geral as nossas saudaces pela-sua ini- E
ciativa, tanto mais que ela obteve o me-
Ihor acolhimento de S. Ex.a o Ministro das
SCol6nias.
Consta-nos que em Benguela, junto do.
.Gov6rno Provincial, vai funcionar uma
SocSpk ecn6mica' corn ideaticas fun5es,


;ec, iqo


e


studioss




con 0i


OS


S6bre



as '



pretensoes



as



nossas
$$ ;


colonias


O st. Ministro das Col6nias expediu pa.
rao sr. Governador Geial o seguinte tele-
grama: cEm nome de S. Ex.a o Presidente
da Repiiblica e do Gov6rno, agradeco' '
Col6nia a mensagem e as aclamacqes que
V. Ex.sse dignou transmitir em seus tele-
gramas, queprofundamente sensibilizaram
o Gov6rno e a opiniao pfblica metropoli-
tana. Interprefando o sentir do Gov6rno,
pego transmritr hs colectividades e h p0-
pul-acao, o segu:nte: 0 Go\vrno acolheu
carinhnsament.e a meonagem e as aclama-'
( ;es que ]he dirigistes, por interm6dio'do
alto representante nessa Col6nia, e confia
que, em todos os-momentos, pode contar"
corn o patriotism dos portugueses de An- '
gola. Fortalecido corn o apoio da Naclo,
"constitufda pelos milhdes de portuguees .:
que, nas cinco parties do Mundo, erguem'n
alto a nome de Portugal, o Governo man*
S. ter& firmemente os direitos de soberania
portuguesa; no prosseguimento da poltica
da unidade do Impdrio, que diman" das
mais nobres tradig6es da nossa hist6ria ul-.
- tramarina. Unidos, por tam fortes lagos
Sde solidariedade patri6tica, todos os por-
t ugueses 'devem confiar serenamente no
S tnuturo do noqso Imperio Colonial.
S. (a) linislro,.


*. 9<.


: i







Ligeiros lewfitarffentat stb e

o Huambo



S ESCOLAS PRIMARIES
No Distrito do Huambo funcionam 10 escolas primarias, duas rurais (LLrn"j
e Cuima), 4 das misses catalicas e 2 das misses protestantes. A escola-oficina
instalada em Vila Teix'ir-a da Silva, a Onica existente no distrito, n&o funciona.
Na cidade de Nova-Lisb6a funcionam trbs escolas primirias oficiais.
Escolas em construqao sao quatro, sendo duas na cidade.
O numero de professors e de quatro no distrito, dos quais _dois pretigcn
servico na cidade. As professors slo onze, lecionando quatro em Nova-LiskBa.
: -0 nQmere de alunos das escl'as primaries e rurais encontra-se assim dis-
tribufdo:

DISTRITO CJDADE
Masculino 216 -92
Brancos europeus
S/ -:Femriihino .- 205 .101- .
Masculino 61 13
Euro-africanos
Feminino 55 14
Masculino 55 9 _
Nativos
Feniinino 11 3
,,A.Jpguhgccia escolar aumentou ultimamente em 10 ojo, existindo suscepti-
bilid ., m ,ior ay.lento.
Wifprtapcia .dispendida anualmente em vencimentos corn os quirize pro-
"feqt j~.p&. ofe.ssoras do Distrito do Huambo esta fixada em 314.100,00.
.. ,pe nos reieermos aqui a parte meran ente official dando stes n0mo-
Sroov vg up a estender as nossas informacdes constatarerios a exist&ncdl
dpo Atleaqdr,e Herculano, estabelecimento particular de ensino, o qual
d guaguinte corpo docente: D. Alda da Silva Filipe de Lara, D. Alda Guer-
rae Almeida, Dr. Jose Maria Pinto e Cruz, Tenente Amadeu Cesar Lo-
p pr iP. Ant6nio Costa, Carlos Alves, Ivaro Maximiano de Faria, Vasco VidaJ
e Fera Q de Oliveira Pacheco.
Elf. opl6gio foi fundado em 1933 sendo nesse ano asua frequbncia dq 82
al tma~.m,1934 a frequencia fixou-se em 108alunos tendo passado noano cor-
relii9 p.r E. em virtude da crise pavorosa que a Col6nia atravessa.
frlguncia do ano corrente acusa 46 meninas e 50 rapazes, sendo dos 96%.
al aa )ptfrnos e 74 externos. O ensino e primdrio, secundario, musical, artls-
tic ififura, arts aplicada e lavores) fisica e Ifnguas.

MISSES CAT6LICAS
_ie:wl'ami-se situadas na irea do district cinco misses cat6lics,ia Sater:'
Missao do Cuando
do Sambo
do Quipoio
; do Bailundo
do Bimbe






A Miqsio do Cuando conta 50.000 fiels e possue oficinas de -carpintara,
de serralharia, ge sapataria, de alfaiateria, ceramica, tanoaria e tipograia. A es-
oela internal conta.actualmente 120 educandos. O ensinae rado em
B-gande esoala, porquanto a Misslo do Cuando possue muito extensos.
A Missao do Bailundo dispoe de 80.000 cristgos e tem 150 alunos internos.
Cinco freiras de Sao Jos6 de Cluny dingem um internato de 120 raparigas. As
oficinas sao come as do Cuando, sendo esta 1issio a de maior movimento reli-
gioso.
Na Missao do Sambo temos 15.000 fieis e uma escola corn. 50 alunos in-
ternos, dirigindo 3 freiras de Slo Josd de Clung rm internato de 50 educandos.
As Miss'os do Bimbe e do Quipeio sao Miss6es em principio.

SM MISSES ADVENTISTAS

A Misso- Adventista que opera no Huamb.odisp.e de oito temples, send
de 365 o nimero de fieis e de 350 o de educandos. Ppssue uma oficina. Na mis-
sio principal do Bongo, drea do POsto do Ldpi, ha campos de cultural de milho
feijbo e trigo.

MISSES EVANG6LICAS

-A obra das Miss6es Evangelicas na drea do Distrito acusa progress. He
vinte anos em poucas filiais se realizaya o culto, chegando hoje a encontrarem-se
40.000 fieis nas pregai5es de domii(ngo.
A principarMissao e a do Dondi que possue instala56es modelares.
Em todas as misses d6ste credo o nOmero de alunos inscritos nas clas-
ses elementares atinge 2.000, cor uma assist6ncia regular, seguindo o progra-
ma official.
Todas as Miss6es ministram assist6ncia m6dica, tendo hospitals (i Don-
di, L6pi e Elende e dispensarios no Bailundo e Ebanga. Milhares de tratapientos
sio feitos anualmente, bem como muitas operacies. Em Elende ha uma lepro-
saria.
'Nestas Missies ministra-se ainda o ensino professional, sendoa Missaio
do -Dondi bem equipada para o efeito. dada instru;aio em aulas de carpintaria,
alfaiateria, ceramica, alvenaria, serralharia, dactilQgrafia, tipografia, contabilidade
e ensino prir)rio. D.urante os 6ltimos dez anos 6 ensino'agrlcola tern aumenta-
do. A instrucao 4 dada com relac8o 6 seleccgo de sementes, rotagco de semen-
teiras e criaqco de animals. Centenas de arvores de.fruto.e millWares de cafeei-
ros teem sido plantados.

COMARCA DE NOVA-LISBOA

A existencia de processos na Comarca de Nova-Liksba ,~ ::1 o. .4 slho
do ano corrente indicava o seguirite:
Processos crimes......... 749
Transgressoes ............ 85
Processes civeis.......... 297
Processos comerciais...... 198
frinentArios................ 50
: 61ios..................... -75
0 movirmentojla .Comarca tomr diminuido muito,
Tribunal e Delegacia t6em oito funcion&rios: Juiz, Delegado, escriVlo*
-ajudante de escdiv ,dbis'oficias de dilig6ncias, alanuflUge e carcereiro, su,
.-ndo os vencimenios a 17.010,00 mensilmnte .:
,- Si n e .






BANCO DE ANGOLA
in ereasante destacar do movlmento em Nova-Lisb6% das
S_;atrav6s da Ag6ncia do Banco de Angola nesta cidade (letras 6
-exterior) de 1930 a 1935.


Da Metr6pole
e outras Col6-
nias


1.115.847$22
978.619$06
1.036.282$76
1.469.199$39
1.759.384$55


Do Estran-
geiro .

769.102$28
746.301$60
113.890$45
136.192$52
192.979$95


S. 1935 De)'
Janeiroa .
k Julho) 756.140$94 90 690$80
STotal.......... 7.113,473$92 2.049.157$60
Agora temos as transfer6ncias s6bre o exterior, efectuadas
, Agncia .em igual lapsode tempo:
S mm


Anos

1930
1931
1932
1933
1934
1935 (De
-Janeiro a
Julho)
Total..........
- om-e'


.buure a me--
tr6pole e outras
Col6nias

1.504.475$81
1.244.014$41
1.692.714$39
2.215.790$27
3.772.237$44


S2.646.895$02
13.076.127$34


importag5eg
cobranga do


pela mesma


S/i o Es- l
trangei ro

286.826$91
338.568$80
51.804$48
84.147$28
154.559$37,


188.743$90
1.102.650$74


S evidence que tanto as verbas respeitantes ao movimento de importae6es
como respeitantes ao movimento de transferencias se expressam em escudos.
Temos ainda o auxilio prestado ao com6rcio durante os anos de 1930 a 1935,
bste de Janeiro a Julho, e traduzido em adeantamentos s6bre consignac6es,
'"adeantamentos s6bre cAmbios e letras, empr6stimos caucionados-s6bre merca-
dorias A guard do Banco, empr6stimos caucionados, contas correntes cauciona-
das, cambios, letras descontadas s6bre a praQa, letras descontadas s6bre pracas
diversas, devedores e credores, etc. etc.
Vejamos 6sse movimento:


1930
1931
,1932
1933-
19534 ~s
1985 (7 n4se)


38.224.984$26;'
18.925.789$90
1.447.357$35
3.519.001$54
6.085.011 94!
8.201.138'$90


Anos


1930
1931
1932
1933
1934


,,l *; ,~








CLUBS DESPORTIVOS,- :

SExistem 5 clubs desportivos na cidade: Tennis Club de Nova Lisb6a,
Atl6tico Club de Nova Lisb6a, Sporting Club do Huambo, Ferrovia Sports
Club e Sport Lisb6a e Huambo. Pode compular-se em 500 o nimero dos seus
s6cios. As modalidades que praticam sao o foot-ball, o tennis, o basket
e o atletismo. A modalidade desportiva mais apreciada e o foot ball, seguindo-
-se-lhe depois o atletismo e o tennis.

UNIDADES MILITARES

No distrito ha duas unidades militares: a 10. Companhia Indigena de In-
fantaria (com s6de no Bailundo) e a Companhia Indigena de Metralh'doras, em
Nova Lisb6a. A primeira tern um efectivo de 270 homens e a segunda'de'140.
As duas unidades compete b nOmero total de nove oficiais, .mas pre'seh-
temente so dispoem de quatro.
Em t6do o distrito reside dois oficiais de licenga ilim;tada, dois oficiais
milicianos e cinco reformados.
S A despesa total destas duas unidades e de 900 contos anuais.

CASAS DE ESPETACULOS

Nova Lisb6a possue duas casas de espectacuios, funcionando uma ape-
nas a grandes intervalos. Uma outra encontra-se em construcao, mas as suas
obras estao actualmente paralisadas. A que estA funcionando corn regularidade
e o Cine-Avenida. A sua frequdncia mensai de espectadores indica-nos a
media de 900, a 10 angolares o bilhete. O namero de filmes projectados anda
por cinco.
0 movimento desta casa de espectaculos tern deminuido bastante. A sua
receita bruta e de 64.920.00, satisfazendo ao Estado anuaimente em impostos
5.193,60.
ESTRADAS

S E novel a obra das estradas no Concelho do Huambo. Para viacao acele-
rada estao construidos c&rca de mil quil6metros, sendo a largura da faixa de rola-,
mento de sete metros, 6,5 e 6 e algumas vezes de cinco.
De modo geral pode afirmar-se que as estradas do Concelho sso, em'
algunri pontos, verdadeiras pistas. O terreno 6 argiloso e'revestido ern part de
urna camada de laterite da espessura de 3 a 4 centimetros.
Nao ha vila que nao esteja servida por uma magnifica r6de de estradas li-
gando a sede do Concelho.
SCAMARA MUNICIPAL

Existem inscritos na matriz predial de Nova-Lisb6a 865 pr6dios; sendo 490
na area e 375 fora. '
218 predios s&o isentos de contribuipgo predial.
As receitas cobradas pela Comissao Urbana do Huambo dao bem uma nota
do desenvolvimento adquindo nos Olt;inos anos, tendo n6s uma prova do facto se
hos detivermos num exame ao movimento a partir de 1930.
t 1930131..'...;..; '.. 270.427$48
1931'32............. 347.537$36
193233.. ....... 502.111$36
1933'34......... 541.055$86
1934j35... ......... -597.718$98









ALMEIDA

IRMAOS


Avenida 5 de Outubro


& C A LI
& -______ NOVA LISB6A


A casa que tern sempre mais
NOVIDADES LITERARIAS

LIVROS ESCOLARES

O -


SORTIDO COMPLETE DE
Mercearia, ferragens,
tintas, sementes para
horta, miudezas, cal-
qado, vidros, etc.


T E C ID


O S


Caixa Postal 36 -


Ceramica Nova

A. COELHO DA SILVA







Produtos cerAmicos


Lisboa


para cons-


trug6es
Lougas vidradas para cosinha
Tubagem em grez -
Ornatos para muros e telhados
Mosaicos de cimento em todas
-: as cires -
,, I!I


I








ALMEIDA&IRMAOi

RUA MARIANO MACHADO CAIXA POSTAL N. 62
NOVA LISBOA

IMPOORTADORES E EXPORTADORES


Fazendas, mercearia e artigos para
permuta cor o gentio.

Mantimentos e Generos Colonials


I i


ARMINDO MARTINS
CAIXA POSTAL 41
NOVA LISBOA


CONSUL TO RIO
MIRDICO

consultas e tratamentos
pelo Ex."o Snr.


ANTIGA
FARMACIA PROGRESS

DROGARIA PROGRESS

ARTI6OS DA
ESPECIA LIDADE

ESPECIALIDADES
FARMACEUTICAS


Dr. PINTO


,--------~---~ I


e CRUZ









CORREIOS

O movimento dos Correios respeitanke ao Distrito
ressante de seguir. Vejamos primeiro as receitas postais:
1933................ 69.189$00
1934................ 85 855$00
1935 (1.0 semestre)... 43.772$00
Total... 198.816$00
0 movimento fica assim descriminado:
Avenqas de jornais Venda de selos
1933 1.320$00 58.125$00


Caixas de apartados
8.615$00
1934 1.272$00
Caixas de apartados
8.480$00
1935 (1.0 semestre) 600$00
Caixas de apartados
8.280$00


74.959$00



34.400$00


nao deixa de ser inte-







Pr6mios de vales
1.129$00



1.144$00



492$00


0 rendimento-rddio telegrdfico e ind0strias el6ctricas durante o ano de
1934, administrapco de Angola, acusou ... ........................ 55.354$78
0 mesmo rendimento, outras administrac6es ........................ 36.622$42
Rendimento radio-telegrafico e de Industrias el6ctricas durante o
1.0 semestre de 1935- Administrapco de Angola........................... 23.406$35
0 mesmo rendimento-Outras administracBes........ .......... 15.562$65
Total...... 130.946$20
N&ste period o nOmero de telegramas de transmissio official national e
particular, de recepcpo e trAnsito, foi de, 9.526 e o de transmissao official inter-
nacional e particular, recepcpo e trAnsito, de 858.
O movimento de malas de correspondencia foi o seguinte:


Expedida
1933 775
1934 1.072
1935(1 osemestre) 611
Movimento de encomendas:

Expedidas
933 1.172
934 100
935 (1.. semestre) 30

Movimento de embolsos:

Expedidos
1933 166
1934 139
1935 (1,osemestre) 47


Recebida
1.015
1.681
768


Recebidas
1.637
2.651
760


Recebidos
13
21
7


ImportAncfa
40.077$29
36.140$47
12.227$45





Movimento de vales:
Emftfdos
1933 738
1934 1.041
1935 (1 semestre) 551

Movimento de direitos:

Alfandega do Lobito
1933 90.831 $60
1934 130.643$70
1935 (1.0 se-
mestre) 40.626$90


ImportAncfa
594.693$28
733.888$75
253.913$43


AlfAnd. de Benguela
928$50
2.492$30
1.672$70


A delegacia da Caixa Econ6mica Postal tamb6m teve um movimento digno
de registo. As operaT6es foram as seguintes, em dep6sitos:


Oficiais e judicfais
1933 254
1934 522
1935(1.osemestre) 312
Reembolsos:


Particulares
38
52
9


ImportAncia
108,996$15
339.941 $66
96.304$10


1933
1934
1935 (1.0 semestre)


46.631 $75
103.439$55
90.810$28


MUTUALIDADE DE ANGOLA


A Mutualidade de Angola e uma instituig8o que ter prestado rele-
vantes servigos & causa da benefic6ncia. Como organizacao imp6e-se. A sua
accAo estende-se a tbda Angola. 0 seu nOmero de s6cios 6 hoje de 5 346.
Os subsidies que concede a prestimosa associag o de socorros mutuos
para ambos os sexos, slo os seguintes:

Funeral e luto ............ 3.000$00

Seguro de vida............20,000$00
Invalidez .................20,000$00

Os encargos para o s6cio sao insignificantes ante a soma de beneficios
proporcionada. Resumem'-se a uma joia de 100 angolares paga por uma s6 vez
ou em quatro prestac6es, a aquisilao de um exemplar dos estatutos 10 ango-
lares a uma quota fixa mensal de 10$00 e a uma quota varidvel, por faleci-
mento ou invalidez (exist6ncia de 4001 a 4.500 sdcios) de angolares 5$50.
T6do o sdcio efectivo) decorridos seis meses da sua inscri 8o e apro-
va&ao, estd no g6so dos seus direitos.
A Mutualidade de Angola pagou de subsidies desde Fevereiro de 1934
900.000,00, angolares,









A Real Companhia Vinicola

do Norte de Portugal
(Fornecedora da Presidencia da Repiblica)


Vinhos genuinos e velhos
E' um p r a ze r beb8-Ios
E' uma honra oferece-los
RECOMENDAMOS
VERMOUTH PORTUGUIS
(o finico Vermouth national)
que se vende no estrangeiro
Aperitivo Vig
Aperitivo Vat


Vinhos de
Mesa


Vinhos do
Porto
Espumantes
naturais [
Aguardentes {


brancos




tintos
I


J Feitos
cor excelente
Vinho do Porto


Ermida (seco)
Beira Douro (se.o)
Grandj6 (tto born como Sauterne,
tipo cnado por Mr. Joseph L.borde
Professor da Escol de Oenologia de
Montpellieri. HA tamb6m Grandj6
de 1919, 1918 e 1910.
Alvarelhio
Clarete Normal
Evel (tAo born como Bordeos,tipo criado -
pur Mr. Joseph Laborde, Professor
da Escola de (Jenologia de Munt-
pellier). HA tamb6m Evel de 1921.


Revinor (velho)
W Superior
Exposi9go (velhissimos)
Portugal Velho N.o 2
1890 (Garrafeira)
Assis Brazil (doce e seco)
Primelra Reserva (doce)
Extra Reserva (melo doce)
Old Brandy (velha)
Very Old Brandy (velhissima)
DIRIGIR AO


Agente 6eral no Planalto de Benguela
H. DE lIRA GODINHO
CAIXA POSTAL N.o 63 ENDERECO TELEGRAFICO PPIMPAS,
NOVA LISBOA
i i
~~ i~


!













i .


IP


SCOMIRCIO -AGRICULTURA --PECUARIA
MANTIMENTOS EM GRANDE ESCALA

JOS FERRIO & C.TA
S6de=s6QUE
NOVA LISBO A

FABRICANTES DA MANTEIGA MAIS FINA DO
PLANALTO -







, 4.


--






SERVICES DE SAODE1
Em Nova-Lisboa presta service urn delegado de saude auxiliado por um en-
fermeiro. Isto no que respeita a assistencia do Estado porquanto a particular e
mais de considerar visto existirem uma m6dica e dois medicos, um dos quais do
C. F. B. que exerce tambem como os seus outros colegas clinic exlerna.
Em b6a verdade nao podem considerar-se de perfeita orgamzac o os servi-
pos mrdicos do Estado. Dependem 8les mais da actividade e b6a nntade do
facultativo que desempenhe as funcoes de delegado de saide que propramrente
dos recursos de que disp6e. Assim verificamos que clep6sito de medlica-
. mentos se encontra insuficientemente apetrechado a ponio de escassearem e
Sfaltarem por complete elements essenciais como alcohol e tintura de iodo. Isto
para'citar aqueles mais frequentemente procurados. Mas a grande falta reside
num Hospital. Nova-Lisb6a, s6de de uma zona de movimento intensissimo nio
dispoe de um Hospital -os seus indigentes teem de recorrer aos recursos parti-
culares, muitas vezes utilizando os services das misses, outras os do Hospital-
do C. F. B.. Os casos de gravidade imp6emr Benguela ou Luanda, estando nesta
situacio as operao6es.
0 Hospital projectado, de que se acha construldo apenas um pavilhAo,
:. sem apetrechamento interior, exige um dispendio cie 4 000 contos. sendo a ver-
ba votada 6ste ano de pouco.mais de cem contos para o prosseguimento das
obras.
A assistencia particular estd mais bem organizada,funcionando -uma far-
mcia, mas os medicamentos, s6bretudo as especialidades, sbo de.preco eleva-
dissimo devido ao exagero das pautas alfandegdrias. Verificamos assim no pla-.
nalto, em. cujas povoaSoes de mais baixa latitude nos certificamos da frequen-
cia do paludismo, o complete aband6no do quinino, preventive sempre recomen-
dado ras hoje fora do alcance de qualquer bolsa modest. E sao muitos os ca-
sos fatais por biliosa.
Pensa a C&nara Municipal em tender &s necessidades da cidade, alem
da assistencia corn medicamentos, numa assistencia medica privativa. IE ste um
objective deveras interessante, o qual aindS no logrou realizacio.
Depende da b6a .v6ntade e actividade do delegado de saideo ai odo de
pior ou melhor correrem os services a seu cargo. A 6ste respeito Nova-Lisbba
nao tem razo' para lamentar-se, pois os m&dicos na cidade colocad6s, salvo
raras excio0es, temn cumprido proficientemente o seu ever.
Para se ter uma idea do moviniento da delegacao de Saude de Nova-
Lisb6a, -a qual superintende nos postos e ambulAncias dissiminados pelo distri-
to- bastara verificalmnos os nOmeros abaixo designados, respeitantes apenas a
indigentes:
Janeiro


Consultas, curativos, injecc6es diversase endo-
venosas.................... .........
Fevereiro
Idem, Idem, Idem .. ...... ......................
S Marco
I-dem, idem, idem, revacinaq6es. .... .... ..
Abril
Idem, idem, idem, idem.... ...............
Maio
Idem, idem, idem; idem. ...... ..... .......
Junho
i" dern, idem, idem, idenm
Julho
dem, idem, jdem,, em revacinabes ........


S882

948


4.057

4.9223

3.074


2.001






Agosto
Idem, idem, idem ..... ...... ... ...... ... .778
total e o numero 19.514, o qual, como se ve,6- bastante ilucidativo e
umamnente significativo. Este numero respeita a 6.923 europeus, a 808 euro-afri-
anos e a 11.785 indigenas. .

'AUTOMOVEIS E CAMIONETES
O nomrero de viaturas registadas na 3.a zona de auton6veis at6 31 de
gosto indicava 1 941, send cantelados nessa data 484 registos, o que d6 uma
xistdncia real de 1.507 veiculos. Em dcrcularco no Huambo temos 397 camio-
etes, 293 carros de turismo, 54 carinhas e 87 motocicletas, num total de 831 vei--
ulos.

S..SERVICOS DE PECUARIA
Nova-Lisb6a : s6de da 8.a Delegaggo de Sanidade Pecudria e disp6e de
m Laboratorio de Patologia Veterindria, de umr p6sto de reproducqgo e de umr
anque insecticide. O'p6sto destina-se a melhoramento das espdcies pecudrias.
a re-giao por reproductores selectos fornecidos pelos Servicos, Pecudrios e 6
inda destinado ao alojamento de todas as criag6es para a produ'cco dos ani-
ais necessarnos aos trabalhos tecnicos do Laborat6rio. Este p6sto estd pronto.
receber os reproductores ja propostos & DirecCio'dos Servicos.
Tern a Delegac&o ern construcao um tanque, o qual disp6e de todos os
ecursos para sua conclusgo rApida, e ainda a instalagigo do seu laborat6rio. A
uncionar aqui encontra-se um estibulo para produ;io de soros e outro para
eproducao de cultural pura de peri-pneumonia contagiosa. Tem uma ala do edi-
icio central composta de dois pavimentos sendoo do rez-pe-chdo destinado a
erologia e o do andar superior ao fabric de reproducgo de vacinas, aguardan-,
o-se apenas autorizacao ministerial para uma transfer&ncia de verba que per-
ita a aquisicao das portase janelas metAlicas respectivas para esta ala ser
costa a funcionar.
A restante construpao do ediffcio fica para mais tarde, visto os. recursos
estinados a mesma n.o permitirem a sua conclusao.
O europeu do planalto dedica-se comr particular interbsse A.. indistria dos
acticinios, principalmente nos arredores de Nova-Lisb6a na chamada zona
bastecedora de leite, o qual tern o seu consuimo assegurado, sendo uma indls-:
ra lucrativa e esperancosa. Os colons que tranformam o leite que sobra do
onsumo fabrhcam queijo e manteiga, mas dao prefer&ncia, em maior escala,-,
esta ultima. Nao 6 pois para admirar que os lacticinios tenham uma grande
rocura em virtude desta indostria acompanhar paralelamente o desenvolvimen-.
o.do nucleo populacional de Nova LisbBa.
Na area do disLtrto as maiores e melhores propriedades pecuarias sao.as
os senhores Jose Ferrao e Hon6rio Paiva, na Maiaia e Quissala.
A 8." Delegacqo de Sanidade Pecudria, cujas receitas acusam notavel
rogresso, disp6em ao seu servigo de um Delegado de Sanidade, de dois ajudan-
es de pecudria-estando um em Cassinga-e de um auxiliar indigena. O labora-
orib tern ao seu servigo um preparador analista e dois aspirantes na seciao
administrative.
A assistencia da Delegacao far-se-&sentir prticamentee com maisefici6n-
cia quando melhor apetrechada. O p6sto de reproduccio fornece para melhora-
mento das suas cria6ces ao europeu e ao indigena os respectivos, reproduc-
tores. Um reproductor foi fornecido ja & Coloniza(;o official do L6pi. Os tanques
e. os.banhos carrapaticidas estio permanentemente ao service dos criadores.
Incumbe-se ainda a Delegacio do. fornecimento gratuito de vacinas e
soros aos pequenos colonos e a tbdo o gadq indigena, incluidop o servip da cas-
tranao para a selec9lo das manadas,






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S A Repartiio de Fazenda nesta cidade conta quatro funcionarios comr
categonas seguintes:

um 1.u official .
Su um 2.0 official
S- umr 3. official
Se um aspirante

que vencem mensalmente a quantia de Angolares 8.763$33.
Duma maneira geral os rendimentos mant6em-se, sendo o aumento regl
tado devido ao acr6scimo na balanga do imposto indigena. Esta receita, come
outras antecipou-se, julgamos ever acrescentar, a paralisaAio actual do mov
mento do milho que teve seu infcio em Julho, como se sabe. O movimento glob
tem sido o seguinte a partir de 1930!31:


1930/31
Imposto indigena 1.335.120$00
adicional........ 233.016$00

1933/34
Imposto indigena. 1.341.000$00


Quanto a outras contribui(6es temos:

1930/31
Contribuiclo ind....... 235.727$20
Adicional.............
Idem guias............ -3.455$81
Pred. urbana.......... 75.082$88
Idem especial...... .. 6.287$30
Adicional........ ......


Contr. ind...;......
Adicionaj..........
Idem guias........
Predial urbana......
SId. especial.........
Adicional .........

0 total das receitas foi de:


1930/31
2.479.327$49
1933134
.... 2,358,693$30


1931:32

932.160$00
984$00

1934/35
1.620.000$00



1931/32
203.454$00,
6.192$80
75.057$35
8.688$70


1933/34
222.196$00
110.813$00
11.178$36
115.519$04
45$50
82.525$09


1934/35
210.767$00
105.412$00
6.257$55
115.411$32
81.308$66


1931/32

1.830.948$12

21983463
2,412.698$48


1932/33
1.317.040$00


193/33-
210.615$00
106.079$00
3.725$65
101.653$00
228$00
38.595$00


1932/33
2.268.789$13







AGRICULTURA
Em t6da a drea existem inscritos 302 agricultores, sehdo 270 299 hectarde
ide area demarcada, dla qual sao apenas cultivados 21.766. As cultures predo-
minantes sao: milho,feijao e trigo. As cultural subsididrias sao: hortalicas,
batata, gr&o, etc..
De 1928 a 1935 prestou-se aos colonos a seguinte assist6ncia::;
MAQUINAS E ALFAIAS
Charruas 371; trem de lavoura 11; trem de debulha 11; grades 34; sacha-
dores 12; tararas 12; descaroladores 6; ceifeiras. 17 seleccionadores5; enxa-
idas 10.548; foices 509; debulhadoras 4; pulverisadores 5; semeadores 7; c~l-
tivadores 7; tractores 3; picaretas 35;.pds 66; machados 5; relhas 615; aivecas 18;
rodas de charrua 10; sulfato de cobre 838 quilogramas; barris de desinfecqgo 14.
SEMENTES
Trigo 635.146 quilogramas; centeio 862; milho41.714; feijAo 10.068; arroz
15.701.
O movimento de salda de milho registado na 8.& Delegagao Regional na
drea em que superintende foi o seguinte pela via do caminho de ferro:
1932 31.297.177
1933 .-. .. 53.416.215
1934 .. . 48.860.225
de trigo e centeio pela mesma via:
1932 3.865.250
1933 .. 4.114.565
1934 .. 1.301.491
De batata.
1932 . 1.076.137
1933. .783.051
1934 .. .. .868.926
De feijo: "
1932 . 2.553.782
1933 2.899.901
-1934 .... 3.338.045
curioso agora confrontar o movimento da exporta9ao de cereals pelos
portos de Lobito e Benguela :
FE I J A O 1932 1933 1934
Benguela 777.390 484.900 478.244
Lobito 1.421.580 1.551.444 2,236.444
MILHO
Benguela 19.393.570 16.514.266 22,854.340
Lobito 26.162.056 50,980.214 42.773.607
TRIGO
Benguela 1.710.975 2.204.640 655.200
Lobito 3.617.989 5.874:210 2.698.900
AGRIMENSURA
A area aproximada do perimetro da cidade acusa 4.000 hectares. A area do
perimetro include ,uma pequena parte.onde estio vedadas, por enquanto, algumas
concessoes.
A maioria das ocupaq es de terrenos no distrito 6 feita cpm pr6dios do
character definitive.





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0 capital da COMPANHIA DO CAMINHO DE FERRO DE BENGUELA e
donstituido pot 530.000.000$00 de acq6es e 1.083.365.600$00 de obngac6es. O ca-
pital investido nas instalap6es do Huambo e de 60.000.000$00.
A Companhia possue 136 edificios em Nova-Lisb6a, dos quais 95 destina-
dos a residencia do seu pessoal, 81 para casados e 14 para individuos solteiros.
Destinam-se:-as escrit6rios 4 e ao Hospital urn.
Operam no caminho de ferro 10 engenheiros, sendo de 92 o nOmero de
empregados nos escrit6rios. O pessoal de saude computa-se em 10 irdividuos.
So 236 famflias, corn 462 criancas, as pertencentes aos empregados da
Companhia e operdriQs. O pessoal europeu recruta 103 individuos e o ndigena
200,'destribulndo-se mensallmente a verba de 1.250.000$00 em vencimentos.
SSo tres as instituiqbes desportivas-LOBITO SPORTS CLUB, no Lobito;
FERROVIA SPORTS CLUB, em Nova-Lisboa e LOBITO LUSO SPORTS CLUB
em Vila Luso.
A importAncia cobrada pelo transport de passageiros de Janeiro a Julho
do ano corrente estd assim dividida:

1.a classes 303.965$49
2.a classes 422.695$55.
3.a classes 137.481 $80
Indigenas 266.325$44

Deu 6ste movimento em globo 1.130.468$28 ou seja renos 167.431$91 que
em igual period de 1934.
Pelo servico de bagagens foram cobrados 206.429400 de Janeiro a Julho
de 1935 e em igual period de 1934 293.253$03. Emiste, portanto uma diferenra
de 86.824$03.
Em grande velocidade cobrou o C. F. B. at6 Julho 277.402$40 e em 1934
281.554$50. Em pequena velocidade foi de 12.118.733$77 e de Janeiro a Julho de
193411.515.383$62 ,havendo pois uma diferenca de 603.350$15 a favor do ano cor-
rente ate Julho,








f ft




I..:







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Instalag6es da 6rafica do Planalto, Lda.



':*f~- A
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r-. rc~~uer-r 'R1
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'" '
~~- :ny
;:-~s ?ip j;
i-
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M ODOS DE VERD.E

Reside no apostolado de quem escreve; de quem fala, uma missAo nobi-
lissima a de difundir ideas. O escritor, o fil6sofo, o conferencista, sao meros di-
Sfusores da Humanidade Pensamento. As suas ideias- como o born campones
b faz --sao atiradas a terra generosa, ubdrrima. E nas palavras filhas das ideas
incubam-se a magia das metamorfoses, os altruismos, os sacrificios, as victdrias
cada uma das tapes do Progresso, grao de sonho e ventura, sobrevoando, no
rodilhAo do vento.
Bailando fl6rdos s6culos, na metAfora dos lustros, na enxurrada dos
anos, sao os estadistas que recolhem as ideas, Ihes insuflam viabilidade, as
escovam e as apresentam deslumbrarites na arena da vida.
Uma idea e um val6r. Rel6-la nas paredes do c4rebro e tarefa de crimi-
noso comodismo. A idea nao pertence ao esplrito que a gizou mas ao Homem
t- uum candil de chama viva, dirigindb passes vacilantes, iluminando hesi-
taioes de quern nia sabe. No seu ascender para a perfeiX&o as exig6ncias das
sociedades serAo tamanhas que:um dia; vrd que a barra dos tribunals com-
parecerao aqueles' qe como avarentos guardando o seu tesoiro, guardam as
suas ideas. E n6sse dia se poderio verificar 6s efeitos da soberba ligao de Jean
Jaur6s quando Dos disse:
S-Escutari.ste home I Escutai a sua palavra I Escutai atd o seu sil6nclo I
Conceitos e pensamen'tos, como de um manancial purlssimo, brotavam do
cerebro do grande pensador francs e despertavam sempre ecos viris de mages-
r osa e apote6tica solenidade.

S As naoses de hoje, como os aglomerados e o indivlduo, precavem-se a
fundem a sua volta os recursos que podem movimentar para o combat que pre-
vem proximo. t a maquina, 6 o esf6rco de cada um, 4 a actuai8o do obreiro em
sua casa. E cada um, cada pals livre, procura atingir a meta bastando. as suas
S necessidades. A actividade nacgo e habitantes, nesta prova rude, alcanca o seu
'mdximo pela tensio a que 4 sujeita. Claro que o aperfeicoamento das faculda-
des que tem motivado o desenvolvimento da ciencia, das artes e das industrias,
Sorigina amanha a aproximario das fronteiras, o contact que nos dias correntes
Sno se vislumbra, o conhecimento exacto de cada actividade e em cada' pals a
nis suas minOcias.
Compreede-se que os vencedores nesta luta serio as nai6es que hoje
,molhor se apetrecham e preparam embora dolorosamente para atingir o
S seu maxirmo.
Angola nao pode escapar A regra geral. Se hoje nio demand o objective
q.ue oriental os outros povos amanhi sucumbird facilmente quando f6r chambda
a prestar a sua competiQao. E 6ste pals que n6s estamos formando corn o nogso
sangue, cor a contribui8io da nossa intelig6ncia e do nosso esf6rco, que outros
antes de n6s fecundaram corn o seu suor, o seu sangue, o seu sacriffcio, perder-
;se-, para mios diferentes das nossas, se nio continuar o seu caminho. Insofis-
mbvelmente a n6s, povo colonizador, para o desideratum que se imp6e, com-
pete atrair massas sucessivas de colonos que venham refrescar as mass as exis-
tentes. Nao you melindrar os patri6ticos sentiments dos cidadios afirmando
que g6ta a g6ta aproveitada, nio ter outro destiny a nossa obra em Africa-prolon-
gar as fronteiras de Portugal, transpondo, saltando, o oceano, para fixar definiti-
vamente aqui as novas geragoes.
- Angola para-atingiro grau de desenvolvimento indispensavel carece: ote
:uma populapgo.robustecida. Entre a gente saudvel' das aldeias se recrutariE os
grupos de famllias a cada municipio do pals em Portugal existam mais de tre-
zentas camaras municipals subsidiary um grupo, por tr&s, qaatro, ou cnrico
anos, fornecendo-lhes ainda alfaias'e aparelhagem agricola. Em Angola enson-
trarSo essas families o gado, a terra, as sem'entes. Instalaremos casais ao long
4os caminhos de ferro e por essa via se escoarao os products em demand dos
O 1oades. NAo perderemos de vista. a colonizaGo estrangeira. Mas antdb de,






Maisn. da, notes da vinda de'novos colorios, de n6vas masias- colonizavils, urge
pensar na vida daqudles que ja por aqui mourejam.
Quais sao os alicerces da colonizaq o nestas paragens ? A terra e a famlf-
lia. Pois bem: aqui teem suas propriedades os colonos actuais, aqui constituiu
famllia a maioria. E corn 6stes factors se construiram cidades, aldeias e vilas.
Aos colonos, pois, ja estabelecidos, a primazia. Os outros virio depois met6di-
camente e consoante o apetrechamento.
Mas nao pensemos que colonizar 6 povoar determinadas zonas corn indi-
viduos da raca branca para os preterir depois pelos elements natives julgando
seguir assim uma norma 16gica. Nao. Para o negr o sentido civilizar nao exte-
rnorisa melhoramento ou o aperteicoamento pplo europeu dos seus costumes e
leis. Civilizar, ao nosso node, como algum 0 notou, e adaptar o indigena so
figunno portugu6s. se sao portugueses que o civilizam, francs, se sao franceses.
Aperieicoar-lhe as qualdades, punfica-lo, mas dentro dos seus usos e habitos,
isso 6 que ninguem faz. Mas seja como fbr certo e que mesmo desintegrado
do seu Mundo o indlgena usufrue um beneficio: lucra. Cuidemos do branco,
pensemos nlle, quando afirm6rmos' colonizenos, civilizemos. E consegue-se
em part entregando o indlgena aos cuidados *da laIoura e preferindo o bronco
no exerclcio da missao para que foi preparado. E nao continuemos verificando
esta anomalia: ensinar as artes e oficios ao native, com menos necessidades :
interesses, para como pedreiro, carpinteiro, serralheiro desalojar o europeu. Ciolo,.
nizar 6 civilizar, nao o olvidemos... E a civilizaq o 6 um elo tao forte, impe \
tais direitos, que nao ha f6rca humana capaz de o quebrar.
Manteremos o Ultramar? Evidentemente. Sam Ale o pafs nAo tern condi-
Oces de exist6ncia. Na luta que se esboca tudo indica que as grande naqces
absorvergo na sua esfera de actividade as nac6es mais paquenas, falhas de re-
cursos para uma concorrencia ordenada e exigente. Novas grandes nae6es, de
caracteristicas combativas, despontarao amanha. Surgirao em Africa elnas man-
chas-dos continents hoje pouco povoados, provindo, em principio do derrame
do chOmeur. Sio os paises da Europa e Am6rica e os trusts formidaveis que,
conjugando esforcos, movimentarao massas de individuos, deslocando-os dos
lugaresde origem para a activacao de inexploradas faixas do globo, fontes de
vida, de producclo, de comrrcio e ihdtstria.
Portugal nao 6 um pais pequeno. Se deseja vivere prosperar, nao o pode
fazer alheando-se da vida das provincias ultramarinas. Nelas terd de exercer
uma accqo decisive e forte. Nao'o esquecamos a li~ao de ontem, de hoje, o
uma lilao que se repete todos os dias...

V. ;.... .... ....... ..... ........ ..I ...... ..... ..

SNo 6 uma verdade o exposto? Sem dlvida. Porem nlo me pertence
a prioridade. Mas que pertencesse? Para mim nao existem pianos, ideas arroja-
das. Mais ou menos, consoante o geito do tempo, encontram sempre justificalo.
Nco vamos agora negar o Progresso... De rest o que sirvo nestas cotuns -
borbulha no ar. E ainda bem nEo. fosse afirmar-se, em ar trocista:
-Escutai 6ste Homem Escutai as suas palavras I Escutai at6 o seu si-
I6nciol
e dentro em pouco apontarem-me As masses como rabbi de obscures
doutrinas... E mesmo nao desejo estar no caso do outro que dizia: o crlti6o
nasceu para dizer a verdade, como os. cae para morder na gente, sendo conve-
niente mudar de oficio, caso Ihe falte coragem para afrontar as consequ6acies,;
A mim, se na o me falta coragem, nao quero, contudo, coser-me na pefe do criti-
Co... ..

Norberto 6onzag .-





ALEXANDER iN LOPES

JOSE HORTA, MATOS



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DESPACHANTES

SOFICIAIS


ALFANDEGA


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DESPACHOS
DE QUALQUER
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A COMPANHIA DO CAMINHO DE FERRO DE BENGUELA estabe-
leceitunr servipo especial de comb6ios entire o Bairro do C. F. B., Estaiao de
Passagem de Nivel defronte do estabelecimento de Saares, Irmaos & C.a e a
Exposicto Provincial aos precos para qualquer trajecto de:
Europeus classese tnica):............... 1,50 :


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DTA 21-SABADO


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Bairro C. F. B. 9-54 14-00 20-00
Estacio 9-00 10-00 14-09 20-39
Passagem nfvel 9-05 14-14 20-44
Exposiiaio 9-11 14-20 20-50
:'DIA 22-

Bairro C. F. B. 12-05 14-30 20-30
Estaqgo 12-14 14-39 20-39
Passapermnfvel 12-19 14-44 20-44
Exposiq:6 ,12-25 14-50 20-50

DTA 23 SE

Bairro C. F. B, 10-00 15-30 20-30
Esta9gao 10-07 15-39 20-39
Passagem.-nivel 10-14 15-44 20-44
S Exposicao 1-20 15-50 20-50

DIA 24 -T

Bairro C. F. B. 20-30'
Estaq Ao 8-00 20-39
Psssagem nfvel 8-05 20-44
ExposirAio 8-11 20-50

SDIA 25-Q-iTARTA-FEIRA

Bairro C. F. B. 9-40 14-30 20-30
Estac9o 9-49 14-39 20-39
Passage nivel 9-54 14-44 20-44
Exposicao 10-00 14-50 20-50


Exposil5o
Passagem nivel
Estacgo
Bairro C. F: B.

-DOMINGO

Exposicio
Passagem nivel ,
Estagao
Bairro C. F. B.

GUNDA-FEIRA

Exposiofio
Passagem nfvel
Estacao
Bairro C. F. B, 1

ERQA-FEIRA


9-30 18-30 0-00
9-37 18-37 0-07
9-44 11-00 18-44 0-14
9-50 11-06 18-50 0-20


9-30 18-30 0-00
9-37 18-37 0-07
9-44 18-44 0-14
9-50 18-50 0-20


11750 18-30 0-00
11-57 18-37 0-07
12-04 18-44 0-14
12-10 18-50 0-20.


Exposiclo 11-00 0-00
Passage nivel 11-05 0-07
Estacao 11-11 0,14
Bairro C. F. B. 0-20.

e DIA 26-QOUINTA-FEIRA-I:

Exposicio 11-50 18-30 0-00
Passagem nlvel 11-57 18-37 0-07
EstaCao 12-04 18-44 0-14
Bairro C. F. B., 12-10 18-50 0-20


DTA 27-SEXTA-FEIRA e DIA 28 ABADO

SBairro G. F. B. 15-30 20-30 Exposiglo 18-30 0-00
Estacao 15-39.20-39 Passagem nlvel 18-37 0-07
Passagem nlvel15-44 20-44 Estagto 18-44 0-14
Exposi -o ,15-50 20-50 Bairro C. F. B. 18-50 0-20
N, B.-A 1m destes combdios realisar-se-Ao mais os que a aflyOncia de passageiros)u sliflcar


*- '. ...







Os "stands,, da Exposco

Provincial de Benguela e Fei-

ra de Amostras no Huambo
A EXPOSICAO PROVINCIAL DE BENGUELA e FEIRA DE AMOSTRAS
NO HUAMBO, comporta os seguintes STANDS:
PRIVATIVOS- Robert Hudson & Sons, Ltd.; Sociedade do Com6rcio e
Construc6es; Concelho do Bailundo; Banco de Angola; P6sto Administrativo do
Quipeio; InstruqAo Escolar; Concelho da Caala; Angola Traders; Casa Alema;
Misses Cat61icas; Refrigerantes de Angola; J. Benoliel & Irmao; Casa Ameri-
cana; Sital; A. Coelho da Silva; A. Rodrigues da Silva; Sindicato do Peixe de
Benguela; Companhia Colonial de Navegaqco; Jtlio Cortez Curado; Branco &
Silva; Sport Lisb6a e Huambo; Companhia do Caminho de Ferro; Concelho de
Benguela; Concelho do Lobito; Radio Philips, ropresentado pot Werner Kahn;
Imprensa; Sociedade Belpor; Madame. Garcez; Concelho da Ganda; Miss6es
Protestanies; Agricultura; Pecuaria-; Sandive; Guardado & Sucessores;.Empreza
Agricola do Chimbasse; Fazenda Aurora; Benguela Estates; Concelho do Huambo.
FIRMAS REPRESENTADAS no PSTAND GERAL:
Domingos Cardoso; Jose Luls de Almeida; Manuel Afgnso; Altino Ro-
cha (Representac6es); Tadeus Lychowski (salsicharia); Ant6nio Almeida
Graqa objectss em pedra ,stiateuse); Armindo Martinho (Lacticinios -Sal-
sichara); Jose Leonardo Gouveia; Soceedade Comdrcio Nova-Lisb6a-(cal);
Costa Melo (fotografia Central) e Soares Irmios & C.a

xxxxxxxxXXXXX
XXXXX xxXXXXXX
XXX(XXXXXXXXXX
XXX XXXXXXXXX


Urn treohQ dA Avenido Ngrtgn do@ Matoo






m r .......
P E N s A O LA AR E
E Em frente am, E ESMERAD'O
SES T A, O1 BBE servigo de mesa
do .. F. B. m M e.de ternos.
SNOVA LI S.B O:A ..
,r-- -- -- --.--- '* *


I DOMINGOS CARDOSO, Lda.
R. do COMiRCIO
IMPORT'(AO EXPORTAQAO NO VA TL- SB A

Alerrn de umrn variado sortido de mercado- Louga de ferroq smalta-
rias para permuta cor o indigena e para do da acreditada marca
europeos, acabam.de receber um sortido MINCHIN e os acredi-
deferro em vergalhao e em chapa de diver- tados pulverisadores ;
sas dimens5es, cadinhos para fundi io, HIPOLITQ
travoes para carro boer e sobrecelentes para desinfecg8o.de po-
para charruas, mares.




SAPATARIA- .MARTINS
T DO O QUE HA DE R. Castro Soromenho
FINO E M D ERNO NOVA LISBOA
E M TEM SEMPRE
CALQADO.- Encontra-se VENDA -
JOGO DA
NESTA C A SA Sta, CASA

















AL-STEEL BICYCLE
SOJA D E Z1


Mk11fAZ'' cfl~kO


CONFIANCA ABSOLUTE


DE TO AS


A .ME LHO R


Novow rffV r corn trav-oe' de eipian~ b in'tetrn a
a-travageth not catii,
c. P. N ri ArTTIS PARh ANGOLA
.l&ft C d. 0&
End:Toreg.=.
RALETRUX i R SO S.
Nova Lieboa liEo Le
So.s. -- -A








in stant aneos


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Aspecto
Norton


da Avenida
de Matos


Esta&io, Radio ,
de Nova LisbOa-







actividade

agricola

do panalto


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QUIPEIO -Colheita de trigo na propriedade do
Conde Zamoisky


QUIPE[Q-O Vma ruc 0A 6rinja c10 PFStQ


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A residencia d(
sr. Jose Ferral
d Pe aiPaiva -n(
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::~:~~I-~;I,-.-~7~7~~
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"-~Y
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Can cA o do Ma r

e, da Terra do Am r
SA OSORIO DE OLIVEIRA
ALMA DE ARTIST E
CORACAO DE AMIGO
o FILHO DE VASCO
Toma sentido, 6 sete-estrelo,
Nao \xs perder outras estrelas..

LUSIADA-
I. de luargs seu cabelo,
Deixa-as cair, 6 sete-estrelo,
SEstou aqui p'ra receb6-las, '

O FILHO DE V~SCO :' .'
AlemI... Alemi.. Ansia de gl6rial ..
Prestes as Naus, a Espada, a Cruz...

LUSIADA.
SMeu Povo santo, heroi na Hist6ria,
Ergue epopeias d Vict6ria,
SAo mundcleva Amor e Luzl

0 FILHO DE VASCO
India do so'l, sonho de amor,
Terra do Ceu...JlA foi meu Pai...

LUSIADA
Saudade minha, e minha dor,
Ninguem, ninguem a diz melhtor,
E cabe toda sd num ai I

'' 0 FILHO DE VASCO
Nas.ondas brame a ventania ...
San Rafael..., Horrorl... Naufragiol.

USIADA
la ta 4 esperanCa uina agonial
STurba-me a Alma, triste e fria,
.A ombra negra de'um presaglq.,,:






6 FILHO DE VAkC6
.Aonde estou, Navegadores?...
SNinguem responded! Um eco chora...

LUSIADA
0-. cor.qao, cheio de dores,
Aonde estao os teus amores?
Aonde estgo sonhos de outrora?

: O FILHO.DE VASCO
Tudo perdi ... Valor e.crenga,
Frumo de gl6riaI Alma .s escuras...

LUSIADA
Tolda o meu cau mortailia dens?
Cai no meu peito magua imensa,
Evoco a paz das sepulturas I... ':

0 FILHO DE VASCO
Nasci n'o mar em terpa feira,
Nuridiatreze... Olhai meu fadol. .

LUSIADA
\ Nem uma fl6r de larangeiral .;
Sonhar Amor, 6 v& canseira,
Tenha de ser... Fui desgra(ado.. ';..

SFILHO DE VASCO
Tudo ruiu I Sem horizontes,
0 Mar sem rnaus... La vem meu fimI...

S LUSIADA
MorreuAmorl Canp6es dos montes,
Lirios do vale, dcos das fontes,
Qrai por mim I Oral:por mim I...


AtlAntico -Sul, 26-Agosto-1935



gil de b r a ga na








PARA AMBOSOS S SEXOS


Aprovado por Alvara N. 3


de 1 de Julho de 1933


S6cios inscritos em


31 de


Agosto de 1935


5346


S6de:
NOVA LI SB O A
ANGOLA


SUBSIDIES:
Funeral e Luto
Seguro de Vida.
Invalidez .
Total.


. 3.000,00
.20.000 00
. 20.000,00
. 43.000,00


Correspondentes em todas as
terras da Col6nia.






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Todo o s6cio efectivo, decorridos seis meses
da sua inscricAo e aprovac.o, estA no
goso dos seus direitos

ENCARGOS:
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Um exemplar do Estatuto ........ ... .............: 10,00
Q uota fixa mensal ..... ... ..... ...... .. 10,00


Quota varavel, por falecimento ou invalidez (existencia
,-.: : de 4001 a 4500 socios)....;....... .. ........ .... '5,50



Inscrevei-vos nesta Associaao, para

:':, maior expansion da sua obra

bendita.


SUBSIDIOS PAGOS DESDE FEVEREIRO
DE 1934:

AGS. 900.000,00

----














c ;-i.4,f


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Urn trecho da rua-do Comn~rci6








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Chalet~do sr. Celestino Alves














Um aspect da parte baixa



Pr6dio do Dr. Paulo de Castro


Sciade








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Fdbrica de Tintas d'escrever, colas e lacres CISNE.
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dos diversos. .
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Rolhas"e capachos decortiqa.
M. Ferreira & Cia Lorvao.
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Angelo Portal Oliveira d'Azemeis
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I Fazenda S. FRANCISCO no Dombe
em BENGUELA Fazenda St.a TEREZA no Luacho

Plantar5es de Cana, Sizal e Palmeiras

:Fdbricas de Assucar no Ddmbe Grande e Alto Dande
Fab1ricas de Oleo no Luacho e Alto Dande
S Refiriari em Matozinhos
SOs products das nossas Fazendas e das nossas.Frbricas obtive-
Sram as mais altas recompensas nos certamens em que se teem represen--
tado taes como as Exposi96es Internacionais Sevilha,Anvers e Paris.
Os refinados da nossa Refinaria nao teem rival na Me-
tr6pole e obtiveram na Exposigdo Internacional de Paris Um Hors
Concours Um Grand Prix. E as suas embalagens: Uma medalha. de
SOuro.
Alem destespremios cbteve, a Companhia do Assucar de.Angola:
Grand Prix Oleo de palma, coconote, feijao e milho.
Diplomas de Honra Faoinha de mandioca, Farinha de milho e
Telhas de Barro:
Medalhas de Ouro Algodgo, Cabegas de animaisembalsamadas.
Medalhas de Prata-Cal.
Medalhas de cobre-Frutas, Cestos e Quindas.







FOTOGRAFIA


CENTRAL


A. Costa iMelo l:st casa estc a ieceber muto breve-
mente papeis artisticos para Irabalhos
NOVA LISBOA CIN FILOSA.
Por demais conhecidos os variadissimos trabaihos.deste ATELIER, que
ndo receia.'concorrentes, a seu rroprietdrib chama para'bles a atencao
do Exmo. Piblico, expostos na Exposi(io desta cidade e no seu ATE-
LIER, pr6dio novo na Rua Ant6nio Jose de Alreida.



SFIGUEIREDO


IRMAO, LDA.
LISBOA-BENGUELA HUAMBO.
Importaro Exportaq9o

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EUROPEUS E INDfGENAS

COMPRA DE GENEROUS E MANTIMENT.OS COLONIAIS
AVENIDA 5 DE OUTUBRO CAIXA POSTAL NP, 76




MANUEL AFONSO Trabalhos de olaria, tais co-
mo: estatuetas, caixas para.
S NOVA LISBO,A p6 de arroz, guarda-joias

etc. etc.
ACEITAM-SE ENCOMENDAS PARA REVENDER.


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Sdida marca?
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NALTO s as melho GRAXADORES podeminfor-,
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.. ~.







Uma construcao que se imp6e
Possue a Sr. Ant6nio Pereira, proprietario e comerciante no Cubal, na ave-
nida Castro Soromenho desta cidade, um magnifico edillclo em construcao, culo
acabamento estd para breve. Sem favor 6ste prddio, de linhas modernas, de
apresentacpo destacante, bem delineado, fica sendo uma das melhores e mais
lihdas edifica 6es da cidade e de que esta justamente se vira a orgulhar. Fomos
ha dias ali em visit e admirdmos a perfeipo, a beleza de !Inhas arquictet6nicas,
Se a solidez do edificlo. Nao noS podemos furtar a uma referencia just e das mais
merecidas.
0 construtor da obra, e ao mesmo tempo autor do project 6'o conhe'cido
construtor civil Sr. Carlos J. Lopes, nome que-se firmou na Metr6pole, onde se
impoz depois de largos anos.


Edificios da cidade]


S9sre Irmlos 4 go ;qparihict--,













~.. I



.

- .,~


0 sr. Ant6nio Gomes,


uma figure destacante


d a co'l oniza~a.fo


p o r t u g u e s aF


e do maior prestfgio


Silva P6rto, heroico sertanejo,


exemplo vivo de amor a terra sa-


grada de' Portugal.







TELEGRAMAS

PORTUGAL
Lisboa, 13
: n'Ufna arta sensational de Paiva Couceiro
SEm.reunio do Conselho de Ministros, no dia 12, foi resqlvido
p ''rolbir a resid6ncia em territ6rio national durante 6 meses, a Pai-
va Couceiro, por ter dirigido uma carta ao capitao Mario Pessoa,
na qual acusa o Governo de .rnp tomar provid6ncias militaree e
political nem decidir a obra de colonizaqo necessaria a defesa
d d zoberania e integridad.e ,de Angola, gravemente amgaqada por
ambigqes e conluios internacionais; acusando ainda o Go.yrno
de tibieza e negligencia perante todas as maquinaqoes, manifes-
Stando finalmente nao ter nenhuma confianca no Ex6rcito.
O Governo considerando a avancada idade de Paiv.a,Cou-
ceiro, os servigos por 6le prestados a Provincia de Angola e a
sua natural excitaqao em co.nsequencia de falsas noticias, linitou
o castigo/a proporqoes minimas, a-fim-de salva-guardar respon-
-sabilidadese o patriotism dos-. Ministros, procurando averiguar
as culpas do capitao Mario Pessoa na divulgagao da extensa car-
ta'de Paiva Couceiro, cuja publica9go foi agora facultada pelo
G6ovrno. -
" 'Lisbia, 14
Ap Q rArip do que informou a imprensa, Paiva Couceiro
esta a~E a ~L~46ba. tratando dos seus pap6is, tendo o prazo de
, 3i Rppn Oir dpo Pas
i(twgAdelai~de Cabette
lu a .equfa mdicaD. Adelaide Cabette, conma idade le ,68


A0s NrD.Ite I"JSIRFI7U A EMISSORA DA PAREDE -
Ha.madr4lEaL ,4e 15, urn violent ircendio destruiu a Emissora da Parede,
B0eF Witte ao' R ioaCLube,Portugues. Ignoram-se as causes dosinistro. Os pre-
' WT s .fao tp,..tmgrannde parte cobertos pelo seguro.
,~e" a.dieccab.iastdiRota a reconstruir a Emissora afir de recomegar as
i. (wt s 'no praqo.ce 6 mern es.
C,.IO I-NaERN.ACIONAL DE ZOOLOGIA
A' 1i W qia. Sociedade da Geografia, o congress international de,
Zoo'd Lu 0 Chefe do Estado, corn a presenra de alguns membros
do G qW, omatico e notabilidades cientificas.
A H rirepresentados 25 palses por 400 delegados.


,






MOzUtl-ENp A RMAINHA 0. LEONOti
Nas Caldas da Rainha, o Chefe do Estado inaugurou solene~nt 0 o-i
numento a Rainha Dona Leonor, fundadora das Misericordias.
EPOCA DA CACA
Abriu hoje (15) a epoca de caca, havendo grande animagao.
MARINA DE GUERRA
O contra- orpedeiro Tejo, alcangou 25 milhas d hora durante as primels
experiencias. '.
Lisb6a, 16
O 170 ANIVERSARIO BOCAGEANO
No dia 15 em Setubal corriemorou-se com grande luzimento o 170 aniver-'
sario bocageano.
FUTEBOL
Foi inaiuturada a dpoca do Futebol, tendo o Unilo de Lisboa dfrrotijp o
Sporting por 2 a 1 e o Bemfica venceu o Belenenses por 5 a 4.
PORTUGAL- EI GENEBRA.
O dr. Ca eiro da Mata partiu para Genebra a-fim-de irtomar part nos tirr
balhos da S. D. N.
A CAMINHO DO EXILIQ
Paiva Couceiro seguiu no dia 16 para Espanha.
HITLER ACUSA A S. D. N.
Hitler acusou a S. D. N. por ter sancienado 6 roubo que foi feito A Alt*;
manha, ~i4 regiao de Memel.
Lisbba, 17
MORE DU1 JORNALISTA
Faleceu o jornalista Sim5es Dias, que dirigia o.Cinefilo.
Lisboa, 18
B DElIlTIDO tM ALTO FUNCIONAHIO DE MOQAMIBIQ E
0 Dirio do Gov6rno publicou um despacho do Conselho-:de Miniitros qus
demite a manda aposentar, se tiver direito a aposentaiao, o doutor M6rio Maltei-
ros, director da Administracao Civil da Coldnia de Mocambique, de harmonica
corn o decreto N.o 25.317 de Maio Oltimo.
Lisba, 19
NO0yOS ORGANISMS DE DEFESA NATIONAL
Foraam'publioados decretos criand6onovos organisms' de defesa naciohat
fixando o seu pessoal.
Lisboa, 20
NOTA OFICIOSA DO CHEFE DO GOV~'RNO
0 Dr. Oliveira Salazar forneceu uma extensa nota A imprensa, que ocupa
quasi duas pdginas, sobre o Cltimo movimento revolucion.rio. Analizando-o, diz
nap o surpreender o facto de ser compost por elements heterogeneps, iporque
ambos sao inadapt'veis & discipline social e cada grupo pensav eliminar os
restantes, mas a firmesa do Govrno e a acfio policial irao desfaze~no -d* ca-
sulos revoluciondrios, nEo causando nenhum embaraco o facto dir ntrarpm na
>. .' '' *. '






conjura elements que se diziam partidarios da situagao, porque todos sao c6n-
-.:siderados inimigos da revolucgo Nacional.
Sobre a questao political diz que nao quere iludir o Pals porque detraz dos
assaltantes da Penha de Franca e da agitagco dos ilhtrnos anos, esta certo ni-
mero de oficiais do Exercito descontentes que tomararn sobre si e os seus pro-
curacao de conhecida representacao do Exercito.
Nada existe, ahirma o Dr. Salazar, entire a sua pess6a e esses oficiais, mas
Sa frredutibilidade e baseada em tr6s prncipios fundamentals; primeiro, o con-
flito entire violencia e a l6rca, e ele, Dr. Salazar, ter sido sempre contra a violan-
cia no 6ov&rno; segund6, o conflito entire a political e a administracqo; terceiro,
-div.6rgencias c6rca-da constitucionalizagCo da revolucao national.
Sobre a questAomilitar entende que o Exercito existe para a manutena8o
da ordem e defesa da Patria, e nao toma como representaao do Exercito as
manifestaqces de alguns oficiais, por mais valorosos que sejam.
-* Cor respeito a political externa o Pais mantem as tradiQ6es da sua alianca
corn a Inglaterra cultivando boas rela bes-com a Espanha, e ur dos pontos sa-.
lientes da alianca ingles: ) A reconhecimento, a defesa e integridade das' Cold-
nias. A boa situavco financeira do p-iis e o espirito de ordem nip fornecerri mo-
ios para se efectivarem quaisque. ameacas, e terminal afirmando serem exce-
Slentes as.condiC4es'financeiras do Pals para se levar por diante os pianos que
estlo em estudo sobre a reconstituiggo economic e a defesa national.

M" ESTRANGEIRO

SA IARCHA DO CONFLITO ITALO-ETIOPE
Os passes escandinavos e a Holanda declararain-se partidarios das san-
;9es contra os paises que provoquem a guerra.
I,,. .Os' Estados Unidos declrararam que a sua decisao d manter a letra do
ac6rdo Kellogg, e a Franga inquiriu do gov6rno britinico se mantem a mesma
attitude no caso que a Austria seja atacada.
Laval prop6e que o tratado entire a Itdlia e a Etidpia seja igual ao-tratado
: do Irak corn a Inglaterra.
As operac(es cambiais em Londres cor bancos italianos, sao diflceis.
Aumentam as forpias navais inglesas no Mediterrdneo, havendo obras de
fortifica~io no literal egipcio.
M Iussolini protestou oficialmente contra as dclaracoes de Litvinof na
SS. DI N.
S Laval p.ediu &a Itlia.a retirada de part das tropas da fronteira da Etidpia.
Irara facilitar a&soluioo do conflito.
i~ .".. Falande na Assembleia de Genebra, o dr. Armindo Monteiro definiu a po-,
sicAo de Portugal, declarahdo que o seu Pals mantem fidelidade ao pacto da &
D. N. e.o desejo da seguranga colectiva, considerando a integridade territorial:
como finalidade da paz. r
Laval falou durante 10 minutes declarando que a Frarna esta disposta
estreitar a'colaboracio com a Inglaterra, no sentido de manter a paz mundia.
fazendo cumprir pacto da S. D. N., os pactos assinados portodos os palses -
*..;tarmbbmos acordos de Stresa. A Franga nio quer a guerra e julga possivel ui,
esf6rgo supremo para a conciliac~o.
0 delegado da frica do Sul consider perigosa qualquer nova divis"
da Africa.
Nos meios de Genebra afirma-se que a Franga estd disposta a sacrifice a
amizade com a Itdlia.
dOiscurso de Laval,produziu fortes.reac6es em Roma.
A.Inglaterra chamou os -navios pertencentes as bases das Indias e. ,,s
Antilbas para reforgar as esqyadras do Mediterrr~eo e do Mar Vermelho.
A. iAmprensa italiana protest violentamente contra os preparativos 'hili-
. i; tares ingleses.
S Kellogg declarou que Mussolini ameaga o Mundo a-fim-de impressionar
ps italianos,






No conselho de Ministros italiano reunido hoje, Mussolini admitiu a hipd-
tese do abandon da S. D. N.
0 discurso de Laval encontra a opiniaolitaliana parcialmente favorayeli
e a opiniao inglesa aplaude corn algumas reserves. :.,.:
A comissao das cinco potencias continue tendo series embaracos na su,.
actividade, resolvendo agora enviar um questionario aos governos-de Italia e
Etiopia.
Os meios oficiosos italianos consideram improvavel o resultado feliz da c6-
missao e admitem que a guerra rebente dentro de alguns dias, admitindo igual-'
mente que a Italia seja forcada a sair da S. D. N.
O governor britanico, comecou a enviar tropas e abundante material para 0
Egipto, cor o intent de tomar a sua conta toda a defeza do territorio egipcio.
Consta que sera oferecido 6 Italia um mandate de character economic,
s6bre a Etiopia.
Nos meios internacionais ainda ha esperancas de evitar a guerra,-no en-
tanto na Italia e na Inglaterra prosseguem os preparativos militares, afirmando-se
star esta ultima nacao disposta a defesa military do Egito, no caso de reben-
tar a guerra.
O delegado da Polonia acusou o representante da Russia de, com o seu
discurso, ter causado prejuizos ds boas relaioes internacionais. ... .
Correu em Lisboa o boato da Italia ter iniciado a ofensivaoontra a
Abissinia, aparecendo depois um desmentido official da Legacgo italiana em
Genebra. Tambem ontem a noite chegou a S. D. N. o ioato do inicio da luta
que causou o maior alarm, provocando a reunion urgente da comissao dos
cinco, que esta elaborando as propostas de conciliao, ..
Registou-se ontem na S. D. N. um grave incident entrea Russia e
a Polonia, tendo o delegado deste pais retirado da sala quando comegoo a dis-
cursar o delegado da Russia.
Afirma-se que a Italia nao saira da S. D. N., quer aceite ou nao a proposta
da comissao.
Na reuniao de hoje, a Turquia discordou das imposic6es que se querem
fazer a Eti6pia, e tanto em Genebra como nos meios franceses avoluma-se a'
opiniao pesslmista.
Chegou a Gibraltar uma esquadra inglesa cor 5 navios de que faz parte o
cruzador Hood, o mais potente barco de guerra do Mundo.
No Cairo tomam-se excepcionais medidas de seguranga. Espera-se no
dia 26 nas aguas gregas, uma esquadra inglesa composta de cruzadores, porta-
avi6es, submarines e tries esquadrilhas de contra-torpedeiros, para exerclcios
nas imediacoes de Corfu, formando semi-circulo em redor da-Italia, ,
Nos meios politicos gregos admite-se que venha a estalar um conflito an-
glo-italiano.
Os jorna;s franceses registamr a ultima entrevista de Mussolini, em que
este afirma que Ira ate ao tim, estranhando que a i16laterra, a qual exerce tanto
dominion no Mundo, quaira impedir que a Italiate '-a uma parcela da Africa, di-
zendo mais que a Italia esta preparada com f as de terra, de mar e a6 eas
para responder a qualquer eventualidade, na Europa. Noutra entrevista, Musso-
lini confess que o peor mal da Italia sao as ...iculdades provenientes da falta
de dinheiro.
Aguarda-se cor ansledade a resposta dos gov&rnos italiano e abissinlmo As
propostas da ComissAo dos Cinco.
Afirma-se que as forcas navais inglesas no Mediterrin'eo se dlevam 'a 140
navios de guerra, continuando grande movimnento naval ordenado pelo Almiran-
tado. britanico.
Todas as atenoes se fixam no conflito e na attitude da Inglaterra, que jd '
'oncentrou ns Mediterraneo 187 navios, exercendo rigorosa vigilancia no Estre~to
de Gibraltar. -
Consta que os Estados Unidos vdo transferir para o Atldntico part da sua
Esquadra,
0 Imperador da Abiss[nia repele qualquer sugestio de mandate a ltd!ia e
pargoe que tento 0 Negus c9om Mussolipi p oaceitarao i propo .cognciliddora,





djornal inglis Daily Mailo recolheu as primeiras impresses de Mfisso-
IinFi lizepdo que 6ste recusard a proposta por a considerar inaceitavel e irris6ria,
Iathitlt~tlb' qli 6 o'cbnsid6tem cbleccionador de desertos.
A Itdlia vai adquirir mais navios tanques de petrdleo, pata abastecimento
dAVSW lefatifr&a.
S f6 rnlatm que na Abissinia se esperam os primeiros combates dentro de
poucos dias, havendo grande entusiasmo entire os etiopes.
A irifprensa de Paris manifesta-se pessimista e continue dirigindo a Musso-
liti CohBelhos de moderaiAo.
Informam da UniSo Sul Afrncana gue este dominio estarA ao lado da Inia-
tr't s% aesta fiha'qb entrar numa guerra legal. ,
NOs meios de Genebra e FranCa continue o pessimismo sobre o conflito,
erfibora a Wipre'nsa francesa alimente esperanrias do conflito rno se~ estender a
Europa.
Gohfirma-se que Mussolini recusard a proposta da Coir.issAo.

Europa
Soeledade des NaG es -
A Poldnia foi reeleita para o Conselho da S. N .
0 gov6rno espanhIl pedlua demissoo.
jloeui Cambon, antigo embaixador francs .




Ultima hora

O Mercado dObMilho animou

Nb dia 21 do correnrte a Representaqao do Gr6mio do Milho
testa cidade recebeu o seguinte telegrama da Filial de Benguela,
reproduzindo umr da mesmai data enviado pela S6de do Gr6mio:
A-soluqao do rmilho estA dependent de Sexa Ministro, ha-
vendo esperariqas de que a sugest&o da Associaqo de Angola
ja adoptada mas conviria as Associa96es da Col6nia telegra-
farem ao Ministro pedindo a resolugao rdpida. ,
--. -- mlho no estrangeiro subiu para 0,42 cent, comtendencia
th ielhor preio. Avisaremos semanalmente as cotaq6es e tele-
firfe.m jnformando a quantidade com que poderemos contar para
So.rta9ap.imediata destinada ao estrangeiro.
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