Citation
Abordagens e metodologias de monitoramento coloborativo : reflexões e materiais de suporte para o monitoramento colaborativo nas comunidades Apuriná, Novo Ideal, São Miguel, Paz e Progresso, e São Salvador.

Material Information

Title:
Abordagens e metodologias de monitoramento coloborativo : reflexões e materiais de suporte para o monitoramento colaborativo nas comunidades Apuriná, Novo Ideal, São Miguel, Paz e Progresso, e São Salvador.
Creator:
Stone, Samantha S. ( author )
Grupo de Pesquisa e Extensão em Sistemas Agroflorestais do Acre ( issuing body )
Publication Date:
Language:
Portuguese
Physical Description:
31 leaves

Subjects

Subjects / Keywords:
Brazil--Acre ( fast )
Environmental monitoring--Citizen participation ( fast )
Genre:
methodology ( aat )
Spatial Coverage:
South America -- Brazil -- Acre

Notes

Abstract:
Sustainable comminity development projects in Acre, Brazil, under leadership of PESACRE. ( en )
General Note:
Projeto Ford/Cifor

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Full Text
















ABORDAGENS E METODOLOGIAS
DE MONITORAMENTO COLABORATIVO:

Reilexcs e materials de suportc para o monitoramento colaborativo
nas comunidades Apurini5 Novo Ideal, Sio Miguel, Paz c Progresso. c
Sfio Salvador




















Samantha S. Stone
Antrop6loga/Consultora

Outubro 2(101


image:
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INDICE

PART 1: O QUE f 0 MONITORAMENTO COLABORATIVO/PARTICIPATIV0 .3
PARTE 11: CONSTRUINDO UM SISTEMA DE MONITORAMENTO COLABORATIVO
NAS COMUNIDADES AONDE PESACRE TRABALHIA . .6
1 A b o rd a g e n s e e ta p a s . . . 6
2. NWetodologias participativas . 7
2. 1. Metodos para iniciar a discussio sobre o monitoramento colaborativo .7
2.2. Metodologias para identificar o que a comunidade quer acompanhar (tenas/criterios,
etc. e ind icad o res) . . . 9. 9
2.3 Metodologias para a coleta de dados. . 27
2.4 Nletodologias para facilitar a discussio dos dados, informages .27
2 5 Metodologias para avaliar e refletir sobre o prograna de monitorarnento .28
PARTE 1I: CONCLUSAO ALGUMAS LI(OES APRENDIDAS, REFLEXOES, E
S G E S T O E S . . .3. 3 0


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PART 1: 0 QUE l 0 MONITORAMENTo ('OLABORATIVO/PART1I(IPATIVO?




Tabela 1: Difcrengas entre avaliaqio (e monitoramento) coivencional e
Participativa/colaborativo
CONVENCIONAL PARTICIPATIVO/COLABORATIVO1
QUENI Experlos externos Membros da conunidadc. pessoal (tdcnicos)
dos projects. facilitadorcs.

QUE Indicadores predeterminados. pincipalmenic As pessoas (membros das comunidades com
indicadores sobrc custos e produglio. apoio de Icnicos. facilitadores) definam seus
pr6prios indicadores. quc poden incluir
indicadores dc produylio.

COmO Enfoque na "objctividade cientifica-: distancia Auto-avaliangio: melodos simples c adaptados it
mantida cntre aaliador(a)cs c ontros culitura local: os resultados sc compartilham dc
participates (por exciplo. comunidades), mancira transparent c inediata corn a
processos de avaiaqio uniformes c participaq~io dos aores locais nos processos de
complexos: acesso aos resultados e atrasado e avaliango.
limitado.

QUANDO Usnalientc no fin do projeto/programa: de Avaliaqes de pequena escala c freqilentes.
ver em quando amalina6es no meio do
propcto/programa.

PARA QUE Prestaglo do objefivos alcanQados. etc. para Empoderar a comunidade local para iniciar
dcterninar se continue o financiamento do controlar. c tazer aJnustcs.
pro.leto.

(adaptado de Naraxan-Parkcr 1993: 12 em Estrclla e Gaventa 1998: 17)


























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Tabela 2: Niveis de participayio das comunidades

NIVEIS DE PARTICIPACAO DA COMUNIDADET EM PROCESSES
DE AVALIAI(AO E MONITORAMENTO
Baixa participaio Media participavdo Alta participava(o
IntroduiAo (I A&M obrigat6ria (por Avalindor(a) cxtenio invite Pcssoas da comunidade colaboram
avaliadio & exemplo exigido por pessoas da comunidadc para coin maores externos. on utre eles
monitoramento 1inanciadores. paticipar em algumas icsmos. para avatar c refletir
(A&M) certificadores). atividades de A&M (por sobre as agies e atividades do
E fcito para a cumprir exemplo, fornecer projeto (normalmente definidos
obrigagOcs institucionais. informaqes) por instittiiq6es exteirnas).
A&M feito para (c naio
pot) comunidadcs.

Objetiso do P ustifica r o* Obter pcrccpqoes c PromoN er auto-sulicieicia.
A&Mld continuar financiamento c opini6es da comunidadc auto-gcstaio, c independencia
outros tipos dc apoio. Mudar de enfoqu nas da comnidade atraves da
Assegurar prCocupaqocs participagio delCs nos
responsabilidade/imputabi instituciollais para as proccssos de A&M
lidade necessidades c DcsCn\ o Cr processos dc
interesses da tomadas de decisaio que sao
comunidade. relevanics c clicaz. bascados
nas perspcctias. opini(cs. C
recomendagocs da
comunidade.
Fortaleccr a sentimento de ser
dono c responsilvel pelo
sucesso ou naio-succsso do
project.

Quem desenha Coordenadores/chefes de Comunidade c Comunidade com
e/ou ins;ituig6es. administradores, avaliador externo. faciliIador(cs) externo.
implemenlta pessons distanies da Avaliador(a) externo Comunidade mais envolvida
A&M comunidade. que define A&M. na dcfiniio c implementag;io
de A&M.

Exemplo de Planejamento de pesquisa Mistura dc metodos
mtodos predcterminado. qUalitatix c mctodos qua!i ativos c
utilizados Anilises estaticas quantitativos. iiterati 05. mas scm excir
Enfoque Cm m6todos Privilcgiar 0 prOCCsso mitodos quantitativos.
quantitatiN os (C nao Somentc os 0 *produto' o resnilado do
Enfoque nos resultados rcsultados atraN es de A&M c o process (proccssos
(iniforia 6cs coihidas pesquisas. obscrxa~bcs, flxi% cis c continuamuite
at taN es de A&MJ. discuss6es confinnas. mudando de plancqatneno.
MWtodos quc daio 0/, impiciri;Ctaqto. reflex~io,
aos qIc IM~O 1611 \O/" ajustes) C nmio somente as
infor(fmccs colidas.
Criatix idadc e iio\'a~ocs na
adapta*o dc nictodos dd
ql&M rifortido (pao dos
processes dC PiCvlioos C
a(oustcCs).



(nirpos di\arsos dentro da comunidad (Mulhres, homensc agntcs comunitarios. socios. nio-s6cios c.)


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Papel do Avaliador(a) plancja c Aaliador) abaia A alador(a) se tonia mais
avaliador(a) desenha o A&M junto coi a um(a) facililador(a).
versus Desenvolve questionarios conunidadelcm xarlas Faciladorta) e catalisador,
facilitador(a) c Icinas de enfoque sem etapas (1 A& NCssoa de contiaiaa. e
sugcsties da corunidade E un parcciro c colahorador
Avaliador(a) toma uma compailih corn a Contribui dependendo da
postura objetiva. distance, coinuwdade a posiao uccessidade da coiunidadc
c rctutra. de coordinator do (eAs ldrc dracidabl).
A&M. Ten poucaS perguntas o
Encena como fazer i aras dc casfoqiicJA
A&M prpcctcriennaras (sao
dccididaos coi a conuicladc,
c aiustados ao longo do
proccsso)

L Iripactos c Rclal6rios c publicaqOes C noleta dc uCotiriniaadc capa de toinar
1)rod utos internias oU distribuidas informia Ocs/dados reito d-ccis~es sobrc o prqicto
para inSlituj AS. junto (a aliaMor c atraM.s do proccsso de A&M.
pesquisadlores. etc. (flio corniumdadc) ias I n lnorma05/la dos sao a
na conuinidade). coninicadc n o faerto propriedade da conunidade
lnforinaQc~es iitili,.adas enx olvida na ana 'lisc Pnrticipay Io da coitunidadc
para re-plane jar ou aj ustar dlas in forrnayes/dados. na amilise da s
atixidaides c a 6es do Cornunidlade inforaOcs/daos. atra s de
pro~jeto sen a opiii~io ou acompanhla conpo as discusses e renfles. e
siigest~es da cornuidadie. infornies/dlalos s~io findcaoental
utiiadlos para re-
pla*Crbar ode n djustar
atiniesddes e acncs do
projcto.
(cles qnciluor
c*iTcm o s ra to da
pcrccpscs da
codcuniiae sore o

(adaptado d UNDP 1997: 14cio Estrella Gaenta 1998:19)

























ps


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PARTE 11: CONSTRUINDO UM SISTEMA DE IONITORANIENTO
COLABORATIVO NAS COMUNIDADES AONDE PESACRE TRABALFIA



I. Abordagens c etapas

Diagrama X:

O QUE QUEM VAl
L MONITORAR? MONITORAR?










em x


ema






Tabela X: Etapas
ETAPAS IETODOLOGIAS
-PA R! !CIPAIVAS
Iliciadl(1o um1a discuss Io sobre o monitoramento colaborativo:
O que c acompanhiar
Como pode ajidar?

2-Idntif licando lemas para acompanhar

i 3. Identificondo indicadores

4. (Oucm quer?

5. Idcntilicando ieiodos pair a coleta dedados

0. Trenamento como aplicar os intodos para colctar dados

7. Coleta c sistematizaio dos dados

8 Analiss c discussao sobre os dados reflcxaIo c ajustes nas aqbcs

9. Rollecio c ajistcs no sistema de nonitoramento (abordagens &
metodologias)



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2. Metodologias participativas


2,1. MetodosTara iniciar a discussio sobre o monitoramento colaborativo

Os objetivos destas metodologias sio:

. Iniciar uma discusslo con a comunidade sobre monitoranento colaborativo.
. Levantar o interesse da comunidade em acompanhar atividades ou eventos na comunidade
(relacionados ao manejo de ndo-madeireiros, criayao de pequenos afnimais, ou ternas mais
gerais como conflitos internos, etc.).
. Discutir como o acompanhamento de atividades/eventos pode ser Litil para eles.


Algumas sugestoes:

. Antes de iniciar o monitoramento, e importante achar conceitos C palavIas cotdills dCa
comtnidade e substitui-los paUrai asN palaras tecnicas como) "monitorar"e "ildhcclrs".

. As mnciodoogias d/eveiriai ser acdaptadus para refletir a realiddle local. Por exemplo, se a
comunidade n~io viaje muito para o Rio Branco, nio tem sentido utilizar a analogia do
caminho (metodologia 1). Se for uma comunidade ribeirinha, teria mais sentido adaptar esta
metodologia e, em vez do caminho, colocar urm rio,

* E imporlanle lela dlte ocdo chegdar na comniidade con ais nieltoddogias (os csenhols) l todos
jciprontos. Isto da a impressio que tudo ja foi definido pelo tecnico/organizaio. e restoring
a participagio da comunidade na construdo de urm sistenia de monitoranento (assin nao e
mais colahorativo). E melhor chegar corn um desenho incompleto (cono, por exemplo, o
primeiro desenho do caminho veja pagina X), e em quanto a comunidade esta discutindo.
colocar em forma de desenhos o que a comnunidade esta falando Isto e Lima motodologia
piarticipativo (nto so o fato de ter urna inetodologia simples como urn desenho que seja facil
para a comunidade entender). Envolver o maximo possivel a coninnidade nestas discusses.
atraves destas metodologias, cria urn imbito em que o que a comunidade coloca e percebido
como important, onde eles sio parceiros na construQAo de urM sistema de monitoramento e
nio participantes em atividades definidas por tecnicos. 0 tecnico deveria ser s6 urM
facilitador (colocar em forma de desenho o que pessoas falam, fazer perguntas, etc.). Iniciar
assim pode promover a participagio da comunidade nas proximas etapas (defnigo de temas
para monitorar, identiticagio de indicadores, etc.).












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M1ETODOLOGIA 1. "A viagem para a cidade"'

Objeti1o Iniciar urma discussion coin a conunidade sobre monitoramento colaborativo.
Levantar o interesse da comunidade em acompanhar atividades ou eventos na
comunidade
Discutir como o aconpanhanento de atividades/eventos pode ser til para eles

Aaterials Papel madeira, lapis, fita adesiva

Duraiilo 30 minutos

Atividades ANTES DA REUNIAO COM A COMUNIDADE:

1. Num pedago grande de papel madeira, desenha um ramal (BR) quC vai da
comrunidade para a cidade, e urn ramal menor que naio vai para a cidade.


RO RANCO0
















JUNTO CON A COMUNIDADE:

1. Coloca o desenho (acina) na parede e inicia uma discussAo:

)uando voce vuiya por om >)us para o Rio Branco, quais sdo ugares que voce
paissa ao longo da viagem? (pessoas vio indicar lugares que conhecem como
restaurantes, postos de gasoline, parada da policia federal, firvores, etc. Quando
estlo falando, desenha os locals) "Assin voce sabe que voice esta indo no
cominho certo e que vocd val chegar ate Rio Branco.





Adaptado de Mutimulkuru et al. 2004.


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PARADA DA
POLICIA FEDERAL
RESTAURANT
AONDE VOC9
SEMPRE PARA
UMAARVORE PARATOMAR
DISTINTAQUE ALGUMA OIS
SEMPRE PASSA
NO CAMI NHO
PARARIO
BRANCH


CASADO1
FAZENDEiRO













2 No ranal menor, desenha alguns locals imaginares como una ponte ou
restaurante que nao existe, etc.: "Se voce coneua (I ver luga'res que ao
Co11hece, como uma ponte que voce nunca! inih alrvessad(o voce sabe que
voce csl/i ilc) no caminho errado. Voc Win que sakar do eiuiibis e husca a
lugares que VOC0 Co1hCLe. SC 100, voce ique perdido.




RIO BRANCO

PARADA DA
POLICIA FEDERAL

RESTAURANTE
AONDE VOCI
SEMPRE PARA
UMA ARVORE PARA TOMAR
DISTINTA QUE ALGUMA CO1
SEMPRE PASSA
NO CAMINHO UMA PONTE QUE
PARA RIO NUNCA TINHA
BRANCO VISTOANTES


CASADO c RESTAURANTE
FAZENDEIROx QUENAO
CONHECE










3. Relaciona esta analogia do caminho para a cidade com as atividades/projetos
em a comunidade esta envolvida (projeto de manejo de ndo-madeireiros,
organizago social, etc.) e explica como o acompanhamento destas
atividades/projetos pode ajudar ("acnompanhar ajudca vocs saberem se

estejam indo no cminho certo on to, -se voces virem que io estejam




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indo bem, dci tempo para huscar coio me/horar e vol/ar nio cuminiho celo
etc.). E importante deixar claro que sdo eles que vio definir o que significa
"carninho certo" do projeto/atividade e que o acompanhamento e para eles
(em vez de ser um tipo de fiscalizaqdo ou avaliayao por parte da
organizaqio/t&nicos).

('omnidrios Alem do desenho inicial do ranal, esta metodologia necessity pouca
prepatragAo antes da reunido corn a comunidade. Ao longo da discussAo, o
facilitador vai desenhar o que a comunidade fala os desenhos deverio
refletir aspercegpes e conhecimentos da conunidade.

Esta metodologia pode ser adalptada, utilizando outros exemplos do dia-dia da
cornunidade. Por exemplo, em vez de utilizar a analogia do caminho, voce
pode utilizar outras analogias, como urn rio (desenho seria parecido ao do
carninho).






































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METODOLOGIA 2. "Meti feijio esta indo bem?'

Obj etivo Iniciar uma discussAo corn a conunidade sobre monitoramentocolaborativo.
Levantar o interesse da comrunidade em acompanhar atividades ou evetitos na
comunidade.
Discutir como o acompanhamento de atividades/eventos pode ser uitil para eles.

Materiais Papel madeira, lapis, fita adesiva

Duraido 30 minutes

Atividaldes JUNTO COM A COMUNIDADE:
1 Coloca na parede urM grande pedago de papel madeira e inicia una (IiSCuSSdO
sobre a produgho de feijdo:

"Quando vocd pkiutjeio, como voce sabe que a plant val' po)dnzirfij()


2. Enquanto as pessoas estio respondendo a pergunta, o facilitador desenha o
que eles falam. Por exemplo:

















"A IgitnusAo/has, L'nrgLem do,. o/o


image:
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"A planta cresce, com mullas j/ha1s e iimos



















"II /aiaU CoI a ( a (I prodlizIlr us d c/c/ia, que qundo eca m, cid pura co/talr


3. Em outro pedago de papel madeira, facilitar uma discussio sobre: -Como
vocc! sabe que a plata nto vai prochizir feijdo? "

Enquanto as pessoas estio respondendo a pergunta, o facilitador desenha o
que eles falam. Por exemplo:









12J


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"At lanta perde todas suas jo/hias e ofeijIo seca anles de ancuhirecer


4. Pode tambem iniciar ima discussio sobre os fatores que levam a planta nio
produzir: -I) para ver qual eo problema? "

Enquanto as pessoas cstdo respondendo a pergunta, o facilitador desenha o
clue eles falan. Por exemplo:

















II) emhWIU C/ l COml'll p /Ili/

5. Relaciona esta analogia do feijio com as atividades/projetos em a comunidade
esta envolvida (projeto de manejo de nao-madeireiros, organiza o social,
etc.) e explica como o acompanhamento destas atividades/projetos pode
ajudar. Por exemplo: "E isio o que significa acompanhi/ar. Se vocs siatham
que ;do esta iudo ben, voce podJe revolver a problemflu"





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Comentarios Esta metodologia necessitappuca preparagAo antes da reunio com a
comunidade. Ao longo da discussio, o facilitador vai desenhar o que a
comunidade fala os desenhos deverho refletir as percepg6es e
conhecimentos da comunidade.

Esta metodologia tarnbm vode ser adaptada, dependendo do gru po com que o
facilitador esta facilitando a discussao. Por exemplo, se for una discussion
corn urM grupo de mulheres, o feijio pode ser substituido por una planta que
elas cultivarn ou que e de interesse ou importincia para elas (planta medicinal,
planta para artesanato, etc.).












































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METODOLOGIA 3: "Meu filho esta bem?"

Objetivo Iniciar urna discussAo corn a conunidade sobre monitoramento colaborativo.
Levantar o interesse da comunidade em acompanhar atividades ou eventos na
COmLinidade,
Discutir coMo o acompanhanento de atividades/eventos pode ser util para eles.

Materiais Papel madeira, lapis, Fita adesiva

Durado 30 minutes

Atividudes JUNTO COM A COMUNIDADE:
1. Coloca na parede um grande pedago de papel madeira e inicia urna discussio
sobre:

"(ono voce sahe que seus fi/hos estejanm hem, c satke boa e fe/izes?


Como voc~s
sabem se seus
filhos estejam
bem, de saude boa
e felizes?







2. Enquanto as pessoas estio respondendo a pergunta, o facilitador desenha o
que eles falam. Por exemplo:
















"les gOs/am (d solrrIir c rilr



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S Indo sCIo gordinhos ou mainihos de nais! "















"Eles tne dentesforte'.s e lindos

3 Em outro pedago de papel madeira, facilitar uma discusslo sobre: "Cono
vocL sahe que ato estejam bem?

Enquanto as pessoas estdio respondendo a pergunta, o facilitador desenha o
que eles falam. Por exemplo:












'icam Irisles Ficamnl doetles jebre, dor de




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4. Em outro pedago de papel madeira, facilitar uma discussed sobre: "O que
voces~fazem parai qute os-.filhos .ficami me/hor?".

Enquanto as pessoas estio respondendo a pergunta, o facilitador desenhla o
que eles falam. Por exemplo:
















haum ao medico












"aIremn mail amor I"Deixam eles brincar amn pouco com
asv aigos;













Colocam eles na escl/a putr aegqedle/rr a /er c escrever"



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5. Relaciona esta analogia dos filhos com as atividades/projetos em a
comunidade esta envolvida (projeto de manejo de ndo-madeireIros,
organizaqAo social, etc.)

Comeninrios Esta metodologia necessita pouca preparago antes da reunido corn a
comiunidade.
Born para discutir o monitoramento com grupo de mulheres?
A perceppho de que significa "crianga que esta bem" varia muiLto dependendo
da cultura local. Os desenhos acirna refletem urna perceppAo e poderiam
ofender pessoas. Por isto 6 importante deixar a comunidade falar o que eles
nesnos pensam.
A vantage de utilizar a analogia de crianga 6 que voce pode incluir discussion
de sentimentos (isto poderia ajudar na discussion sobre o monitoranento de
ternas mais abstratos, cono organizacao social/associages aonde talvez
surgir temas/indicadores cono "orgulho de ser socio da associaao" etc.)






































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2.2. Metodologias para identificar o cue a comunidade quer acompanhar (temas/criteri etc. e
indicadores)

NIETODOLOGIA 1: "Aonde queremos chegar"
Objetivo Identificar o que a comunidade quer acompanhar

Materials Papel madeira, lapis, taijetas, fita adesiva

Durado 1 -2 horas

Atividades ANTES DA REUNIAO COM A COMUNIDADE

1. Num pedago grande de papel nadeira, desenha un ranal com mnuitos rainais
menores.














JUNTO COM A COMUNIDADE:

2. Coloca o desenho (acirna) na parede e no cornego do ramal principal, coloca
(numa tarjeta) o tema geral que a comunidade identificou cono urn tena de
interesse deles para monitorar (por exemplo, a associagao).















NOSSA ASSOCIA1AO
HOJE



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3. Discuti qual e a situaqio atual da associacdo.

4. 0 firn do ramal principal representa aonde a cornunidade quer chegar corn
associaqio. Isto e unia visio futura da associaqio, uma visto da associagAo
corno eles queirarn que a associagao seja. No desenho na parede, coloca no fin
do ramal principal uia tarjeta em equal esta escrito algo comrio "aonde queremos
chegar corn nossa associaglo" ou "nossa association no future". Conega um1a
discussio sobre esta visito futura da associaqdo

AONDE QUEREMOS
CHEGAR COM
NOSSA
ASSOCIAQAO














NOSSA ASSOCIAQAO
HOJ E


5 Os ramais ienores representarn o que precisa ser alcangado
(objetivos/condiq6es) para chegar ate a visio futura da associaqio. Isto tamberm
deve ser construindo junto corn o grupo em forma de discuss~io aberta, se
aproveitando tanbein de informaq5es que ja existed.

Enquanto as pessoas estio falando, o facilitator escreve em tarjetas o que eles
falam. Por exemplo:


















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image:
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AONDE QUEREMOS
CHEGAR COM
NOSSA
ASSOCIAQAO
















NOSSA
ASSOCIAQ;AO
HOJE


6. Seleglo de obetivos para monitorar: Nlultas tarjetas (objetivos) vilo ser
colocadas. A proxima etapa e para o grupo, com a ajuda do facilitador,
selecionar algumas destes objetivos para monitorar. A ideia e comegar o
monitoramento de forma mais simples possivel, com a selegilo de so urM oiu dois
objetivos para monitorar e, em outro momento, ampliar para incluir outros
objetivos (tarjetas).

7 Identificaglo de "indicadores": A proxima etapa e a identificap.lo de indicadores
ou, em termos mais simples, "informagies que precisamos para saber que
estamos alcangando o objetivo". Isto tambem deve ser construindo junto coi 0
grupo em forma de discussio aberta, com a ajuda do facilitador.

Enquanto as pessoas estio falando, o facilitador escreve em tarjetas o que ees
'alam. Por exemplo:
















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image:
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:oAONDE QUEREMOS
CHEGAR COM
NOSSA
ASSOCIA(;AO






Numero de s6cios
cadastados
Numero de s6cios
que participam
das reunites
NOmero de s6cios
que falami d urante






LNOSSA
ASSOCIAQAO
HOJE


Hi duas opp6es de corno seguir com a identificapao de indicadores: (1) identificar
indicadores para todos os objetivos (tarjetas), e DEPOIS selecionar os objetivos para
monitorar (atividade #6), ou (2) primeiro selecionar os objetivos para monitorar
(atividade #6) e identificar os indicadores somente para os objetivos selecionados.
Os dois tim vantagens e desvantagens.



Comentdrios Todo este processo pode ser feito numa s6 reuniao ou, se for muito cansativo,
dividido em duas partes (una reuniAo para identificar objetivos e urna segunda
reuniko para identificar os indicadores).























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METODO OGIA 2: "A airvore de objetivos"3
Ojetivo Identificar o que a comunidade quer acompanhar.

Aateriah Papel madeira, Ipis, tarjetas, fita adesiva

Dura(ilo 1-2 horas

Ati'idades ANTES DA REUNIAO COM A COMUNIDADE:

1. NuM pedago grande de papel madeira, desenha urna arvore (o tronco e os
galhos) (escolha urna arvore que tem valor cultural para o grupo e.g.
castanheira para seringueiros)









JUNTO COM A COMUNIDADE:

I. Coloca o desenho (acima) na parede e na base do tronco da arvore, coloca
(nurna tarjeta) o terna geral que a conunidade identificou como urn terna de
interesse deles para monitorar (por exenplo, a associaqio). Discuti equal e a
situaqio atual da associaqio e como eles queriarn que mudasse (visio futura).
E parecido a metodologia anterior (os rarnais) so que a tarjeta na base da
arvore deveria refletir aonde eles querern chegar, por exemplo, "associaqio
ben organizada, unida, e com poder para negociar seus interesses",














ASSOCIAQAO BEM ORGANIZADA, UNIDA E COM
PODER DE NEGOCIAR SEUS INTERESSES




Adaptado de SiderskN c Guiji 2003: 73.


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2 Cada galho representa o que precisa ser alcangado (objetivos/condigbes)
para "crescer" esta associa-qo que eles queiram, Isto deve ser construindo
junto com o grupo em forma de discussao aberta, se aproveitando tanbemn
de informagies queja existed.

Enquanto as pessoas estio falando, o facilitador escreve em tarjetas o que
eles falarn. Por exemplo:












GALHO ImIobjetio
ILIC a ioIU1 midadc (JLqur






ARVORE Tina
SOCIAQAO BEM ORGANIZADA, UNIDA, E COM escohildo pela comnuidade
PODER DE NEGOCIAR SEUS INTERESSES le Para



3. Seleio de objetivos para monitorar: Como na metodologia anterior
(ramais), muitas tarjetas (objetivos) vdo ser colocadas. A pr6xina etapa e
para o grupo, com a ajuda do facilitador, selecionar algurnas destes
objetivos para monitorar.

4. Identificagio de "indicadores": A pr6xima etapa e a identificaqio de
indicadores ou, em termos mais simples, "Inforrnages que precisamos
para saber que estamos alcangando o objetivo". Isto tambeim deve ser
construindo junto com o grupo em forma de discussdo aberta, com a ajuda
do facilitador. No desenho da arvore, estes indicadores sio representados
por frutas ou ourigos.

Enquanto as pessoas estio falando, o facilitador escreve em tarietas (em
forma de ourigos ou frutas) o que eles falam. Por exemplo:







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image:
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ASSOCIAQAO~~~I BEM ORAIAADUIAF O
(STANIIA OF
FRI TA QuaiS
K ( '~ J MIOR 2 /In ioi may )cs pi-ccisamos
-ara saber (jile
alcangamos nosso
objctivo? (iindicadores)














ASSOCIA(;AO BEM ORGANIZADA, UNIDA,ECM
PODER DE NEGOCIAR SEUS INTERESSES



Tarnbem como na metodologia anterior, ha duas op;ies de corno seguir com a
identificapio de indicadores: (I) identificar indicadores para todos os objetivos
(taijetas), e DEPOIS selecionar os objetivos para monitorar (atividade H3), ou (2
primeiro selecionar os objetivos para monitorar (atividade #3) e identificar os
indicadores sormente para os objetivos selecionados.

Outro exemplo da netodologia da arvore com outro terna:

























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AUTO-GESTAO NA ADMINISTRACAO E TOMADAS
DE DECIS6)ES SOBRE RECURSOS FINANCEIROS


Comentariios Todo este processo pode ser fleito numa so reumalo ou, se for muito cansati-vo,
dividido em duas partes (uma reunido para identificar objetivos e umia
segunda reunido para identificar os indicadores').

Esta mnetodologia pode ser utilizado para identificar objetivos de curto prazo
(por exemplo, 6 meses ou I ano);- de medio prazo (por exemplo, dlaqui a dois
anos), e de longo prazo (aonde no fmnal querem chega) mvzd ae
exercicio comn uma arvare s6', tris arvares diferentes seriami discutidas
separadamente: a prim-eira sobre objetivos ao curto prazo, seguilda por uima
segundla que identifica objetivos ao medcio prazo, e umia terceira sobre os
objetivos ao longo prazo. Este exercicio seria muito demorado e cansativo.
Mas, em alguns casos, talvez seja util, especialmente para temas que s~o
multo complexos e/ou abstratos. Em estes casos, para "mostrar" resultadlos
do processo de mionitoramiento, tem que ser por pequenas etapas primei ro,
objetivos de curto prazo, e depots de medio e longo prazo)











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2 3. Metodologias para a coleta de dados


2.4. Metodologias para facilitar a discussao dos dads nformas

















































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2.5. Metodologias ara avaliar e refletir sobre a program de monitoramento

NIETODOLOGIA 1: "Estamos indo no caminho certo?"
Objeti'o

Materials

DuraWao

Atividades Criterios para avaliar as metodologias:
NIVEL DE PARTICIPACAO DA Mais-ou -nicnos Alla
COMUNIDADE NA:

Coleta de informa.cs

SistemnatizaqIo d Tas m71for17a11s

Andilises das informiagcs

Dissciinaiaio das infonna6cs c
anldlises



TEMPO QUE GASTA PARA Pouco Ma s on menos Mu to
FAZER:


Coleta de informagics

Sistenaizao dasinformacs

An:iliscs das informaq6cs

Disse maqo das infornag5cs c




NIVEL DE DIFICULDADE Difcil Mais-ou-mcnos FaciI
PARA UTILIZAR AS
METODOLOGIASL
Metodologia I

Mctodologia 2

Metodologia 3




Adaptado de Abbot c Guiji (1998). AS-PTA. CTA-ZM. c lIED (1997) cm Siderskv c Guijt (2003): 75.


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(Si as metodologias estdo sendo aplicadas por tecnicos e outros ndo da conunidade)
POTENCIAL PARA Dificil Mais-ou-mIos Facl
COMUNIDADE .
UTILIZAR AS
METODOLOGIAS:
Metodologia I

Metodologia 2

LEtc.



Seguir por uma discuss io de cono melhorar ou mudar.

Criterios para avaliar os indicadores:

Siml Mais-ou-mCnos Nio


I As infbriiiagcs c dados obtidos
rcflccii o quC realmente esta
acontcccndo

2. As infornagcs c dados sio
interessantes c rclevantcs

3 As informay6cs c dados nos
ajudamni melhorar o project



Setuir por uina discussio de como melhorar on mudar



Comentdrios















Por exeiplo. juntiiido c escrcenvdo as inforiaqes no caderno
Este criterio nwio fbi incluido no Projeto Paraiba.


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PART Ill: CONCLUSAO ALGIMAS LI(IOES APRENDIDAS,
REFLEXOES, E SUGESTOES

I Ja existed no dia-dia da cornunidade, formas de nonitoramento. S~io informais e nio sdio
reconhecidos corno formas de monitoramento. Como no caso do Mafingautsi (Zimbabwe,
Africa) mostra, um sistema de monitoramento baseado nestas formas infornais de
monitoramento tem una possibilidade de sucesso maior. Pessoas de cornunidade tern uma
facilidade maior de entender o que significa monitoramento, e os beneficios de nionitorar, se
o prograna de monitoramento colaborativo for construido em cima de atividades de
nonitoranento locais. E mais facil construir em cirna do que ja existe, introduzindo e
integrar novas atividades e metodologias

2. Urn sistena de monitoranento colaborativo precisa ser relevante e sirmples.para a
coniunidade poder implementar e ajustar, corn minino apolo externo, ao longo de tempo.
Mionitoranento muito complexos e nio baseado nos interesses locals nao slio sustentaveis
(uma vez o facilitador sai, o monitoramento nio anda no pr6prios pes).

3. Durante o processo inicial da introdugho de ionitoramento colaborativo, c importante
construir una define ilo de monitoranento que todos envolvidos entendern e concordam.

4. Em vez de enfocar nos problemsa" ou aspectos negativos, enfoca nas coisas positivas
(CIFOR), tipo "qual e o sonho de voc.s corn este projeto" ou "aonde voces querem chegar e
quais sko as coisas que tern que acontecer para chegar la" Urn enfoque nos problenas cria
una atnosfera negativa e prornovem debates e conflitos.

1 E important dar aos diversos grupos comunitarios a oportunidade de discutir suas
preocupay6es sobre monitoramento.

6. Ter informagiio e poder Isto pode gerar conflitos, crimes E important, com prefer~ncia
antes de escolher pessoas (sejam tecnicos ou rnembros da comunidade)., pensar de maneiras
(reunies? apresentaq~es?) para compartilhar as informaq6es de forma transparente e
continua

7. 0 papel de cada pessoa/grupo envolvido precisa ser bern definido e de cornurn acordo entre
todos para evitar conflitos.

8. As experiencias das comunidades con diferentes tipos de "monitoranento" (ex fiscalizay5o
por INCRA) tem um grande impacto nas perceppies sobre o ionitoranento colahoriaivo,

9. Sempre tem a possibilidade que o monitorarnento colaborativo se torna e fiscalizagAo
(precisa monitorar o monitoranento?)

10. E necessario ser tiexivel (fazer ajustes).






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11. Precisa iniciar com pouca coisa urM ou dois ternas, urn alguns indicadores -- e ampliar
depois so urma vez que estas prinmeiras tentativas tenhamn mostrado os beneficios/vantagens de
nonitorar.

12. Tentar de evitar utilizar palavras e conceitos corno "monitorar" "indicadores" etc. Melhorar
procurar palavras utilizadas no dia-dia .

13 Ndo sempre tern sentindo de ter urn grupo de indicadores para todos. Cada familia, por
exemplo, pode estar fazendo coisas de forma diferentes (mas corn o tim de chegar ao mesmo
tim). Isto tambem se aplica para diferentes grupos (por exemplo, grupo de novos
manejadores versus grupo de manejadores antigos). Para algurnas ages ou tenas, tern
sentindo seguir uma lista de indicadores mas ao longo de mnonitoramento, pode sUrgir que
precisa ter diferentes indicadores para diferentes grupos. Tentar forgar pessoas fazer da
mesa forma, mesmo que facilita o trabalho do tecnico ou da pessoa(s) Cue avaliam, pode
desaninar a pessoa. Tensio entre ago coletiva e individual.

14. Existern diferentes niveis de participagio da cornunidade no morntoramento "colaborativo".
A comunidade nio precisa ser envolvida em todas a atividades.
15. Ter momentos para discutir as informaq6es que fbran coletadas atraves do monitoramento e
tio important corno o processo de coletar inforrnagies
16. A importlincia de moments para compartilhar, refletir, e ajustar. Pensar corno integrar ern
atividades no dia-dia das comunidades (como reuni6es da associagio) para fazer estes
mionentos de avaliaqio e reflexio. Pode incluir visitas nas familias que estAo coletando
infornaqo para o monitoramento, fazer discusses em pequenos grupos (por exemplo, os
agentes comunitarios). Mas e importante tambem repassar para outros na comunidade e
incluir nas reflexbes as opini6es deles. Formas para fazer isto inclui uma apresentaqAo por
agentes comunitarios com ajuda de urn facilitador. Incluir as opinioes de todos nao somente
indica que o tecnico/organizayao valia as opini6es da cornunidade mas tanb6m contribui
para empoderar a comunidade, e animar as pessoas para iniciar isto sozinhos.






















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