Citation
Martí y las religiones

Material Information

Title:
Martí y las religiones
Creator:
Roig de Leuchsenring, Emilio, 1889-1964
Place of Publication:
Habana
Publisher:
Oficina del Historiador de la Habana
Publication Date:
Language:
Spanish
Edition:
3. ed., notablemente aum.
Physical Description:
1 online resource (91 pages) : ;

Subjects

Subjects / Keywords:
Martí, José, 1853-1895 ( fast )

Notes

Bibliography:
Includes bibliographical references.
Statement of Responsibility:
por Emilio Roig de Leuchsenring.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
University of Florida
Rights Management:
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Resource Identifier:
36375200 ( ALEPH )
1050438920 ( OCLC )
Classification:
F1783.M38 R664 1958 ( lcc )

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MART I Y LA S RELIGIONE S

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Comprad o • Jyt+/f ^Qfff Preco : ft£f gA^^Of? fik tacha: ^fr 9 3,, 1 *!N ^

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I So n mucho s lo s trabajo s qu e h e publicad o e n diarios revis tas folleto s y libros y la s conferencia s qu e h e ofrecido a fi n d e esclarece r y divulga r l a personalida d y l a obr a d e Mart y d e fijar precis a y exactamente s u pensamient o acerc a d e lo s problema s d e tod a ndole qu e l estudi y enjuici durant e s u cort a per o intens a y fecund a vid a d e Apsto l d e l a independen ci a y d e la liberta d d e Cub a y d e lo s pueblo s d e l a qu e l consider "Nuestr a Amrica y "Madr e Amrica" procurand o rescatarl o d e la s garra s d e quiene s haba n tergiversad o dolosa ment e su s palabras doctrina s y enseanza s e n benefici o d e su s interese s personale s y sectarios Ant e e l avanc e crecient e e n nuestr o pa s — especialment e entr e lo s elemento s intelectuales l a juventu d y la s masa s tra bajadora s — d e lo s principio s y la s idea s progresista s y e l re chaz o y descrdito asimismo d e la s vieja s doctrina s reaccio narias la Iglesi a Catlic a Roman a y lo s catlico s d e Cuba na cionale s y extranjeros ha n tomad o e l nombr e y la s palabra s d e Mart hipcritament e enarbolado s y utilizados par a libra r s u ltim a batall a po r l a reconquist a d e lo s privilegio s coloniales amenazado s d e tota l prdida tratand o d e sojuzga r d e nuev o la s conciencias y co n ell o domina r a l propi o Estado a trav s d e invocacione s a l a libertad a l a igualda d y a la democracia qu e ante s escarneciero n y pisotearon As l o realizaro n durant e la campa a sostenid a par a impe di r qu e fuese n incorporada s a l a nuev a Constituci n d e 194 0 — com o a l fi n desgraciadament e l o lograro n e n part e — pre cepto s reafirmadore s y garantizadore s d e u n Estad o tota l y absolutament e laico Po r otr a parte alguno s fraile s y clrigo s extranjero s — es paoles desd e lueg o — e n Cub a residentes a l descubri r clar

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8 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G simo s pronunciamiento s anticlericale s e n l a obr a martiana po r ello s desconocid a o incomprendida dejndos e lleva r po r s u fa natism o sectari o poltic o y religioso ha n tenid o la osad a d e volvers e airado s contr a e l Apstol pretendiend o rebaja r ant e l a opini n pblic a naciona l lo s altsimo s quilate s morale s e in telectuale s d e quie n h a sid o mu y justament e proclamad o po r lo s m s insigne s representativo s de l pensamient o espao l e his panoamericano com o u n "genio" com o u n "superhombre grand e y viril posed o de l secret o d e s u excelencia e n comu ni n co n Dio s y co n l a Naturaleza" a l deci r d e Rub n Daro "apsto l d e l a etern a y universa l hispanida d quijotesca", seg n l o vi o Migue l d e Unamuno y par a Fernand o d e lo s Ros "l a personalida d m s conmovedora profund a y pattic a qu e h a producid o hast a ahor a e l alm a hispan a e n Amrica y po r ltimo ant e e l soe z ataqu e a Mart censurand o acrement e o negand o l a veracida d d e s u inquebrantabl e actitu d anticlerical o calificand o st a d e acomodatici a y demaggic a — seg n pre sentar y refutar e n est a obr a — m e h e cred o d e nuev o e n e l debe r d e rescata r a Mart tambin d e toda s esta s otra s ga rras n o meno s profanadora s d e s u nombr e y d e s u obra H e ah l a raz n d e la s varia s conferencia s qu e h e ofrecid o e n est a capita l y e n otra s poblacione s d e l a Repblica presen tand o y exaltand o e l pensamient o d e nuestr o Apsto l sobr e la s religione s e n general y l a Iglesi a Catlica Apostlic a y Ro man a e n particular

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I I Cule s so n la s idea s religiosa s d e Mart ? Cule s s u pensamient o y enjuiciamient o sobr e la s religione s e n genera l y l a Iglesi a Catlic a e n particular ? Cu l s u criteri o sobr e e l laicism o o sectarism o religios o e n la enseanz a pblica ? Despu s d e realiza r detenid o estudi o a trav s d e l a obr a d e Mart asombr a descubri r l a riqueza e n cantida d y e n calidad d e lo s pronunciamiento s d e nuestr o Apsto l acerc a d e lo s pro blema s religiosos d e ta l manera qu e n o s e requier e especula r sobr e s u ideolog a religiosa sin o qu e bast a deja r habla r a l pro pi o Mart par a qu e l contest e toda s y cad a un a d e la s pregun ta s qu e acab o y o d e formula r ant e e l lector E n es a reiteraci n de l tem a religios o e n discursos estudio s poltico s y artculo s periodstico s s e comprueb a cunt o preocu p a a Mart e l problema y la importanci a y trascendenci a extra ordinaria s qu e par a l tiene Y s e explic a perfectamente porqu e Mart poltic o y esta dist a genia l d e Cub a y de l Continente conocedo r profund o d e nuestro s pueblos tant o d e lo s hispanoamericano s com o de l anglosajn n o pod a echa r d e lad o n i deja r d e tene r e n cuent a e n e l desenvolvimient o d e s u labo r revolucionari a y america nista cuesti n com o la religiosa qu e d e mod o ta l afectab a a l a vid a d e la s nacionalidade s americanas E l vi o d e cerca y hast a sufri la s consecuencias d e l a luch a librad a e n varia s d e la s repblica s d e l a Amric a nuestr a y e n lo s Estado s Uni do s po r e l reaccionarism o catlic o roman o contr a e l liberalism o republican o americano e n e l empe o nunc a abandonado d e aqul po r vence r y domina r a ste

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1 0 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G Y a hemo s d e ver m s adelante cm o Mart presenta ana liz a y estudi a es e interesantsim o proces o qu e h a d e contribui r poderosamente e n alguno s pases a retarda r o anula r s u conso lidaci n y s u engrandecimiento Vo y a demostra r inmediatament e qu e Mart e s heterodoxo librepensador antiteocrtico anticlerica l y anticatlico

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II I Y a e n El Presidio Poltico en Cuba (1 ) publicad o e n Madri d e n 1871 cuand o sl o contab a diecioch o ao s d e edad Mart s e coloc a fuer a d e l a Iglesi a Catlic a y d e Rom a a l defini r a Dio s com o l a ide a de l bie n y nega r l a existenci a de l dio s sec tari o y todopoderos o de l catolicismo : "S i existier a — dic e — e l dio s providente" qu e po r l o tanto n o exist e par a l y con sidera e n cambi o qu e "Dio s existe si n embargo e n l a ide a de l bien qu e vel a e l nacimient o d e cad a ser y dej a e n e l alm a qu e s e encarn a e n l un a lgrim a pura" concluyend o co n est a afirmacin : "e l bie n e s Dios" E n e l mism o trabaj o reafirm a y ampl a varia s vece s s u ante rior pensamiento A l increpa r a lo s gobernante s espaole s po r lo s crmene s cometido s e n e l presidi o poltic o d e Cub a y pe dirle s l a reparaci n d e alguno s d e su s m s lamentable s errores l o hac e "e n nombr e de l bien suprem o Dios ; e n nombr e d e l a justicia suprem a verdad" Y m s adelant e present a com o anti ttico s esto s do s conceptos : "presidio Dios : idea s — expres a — par a m ta n cercana s com o e l inmens o sufrimient o y e l etern o bien" E s u n dio s krausist a e l Dio s d e Mart y n o e l dio s catlic o qu e e n e l miti n poltic o clerica l celebrad o e l 2 4 d e febrer o d e 1940 e n est a capital pretendi atribuirle arrimand o e l ascu a a s u sardina e l docto r Artur o Fernndez abogad o de l Arzo bispad o d e L a Habana a l termina r s u peroracin declarand o <2 qu e merece n bie n d e l a patri a lo s colegio s religioso s d e Cub a — eso s mismo s qu e y a veremo s com o Mart rechaz a abierta ment e — "porqu e s u funci n s e inspir a — dic e e l docto r Fernnde z — y s u consign a e s trasunt o fie l de l apotegm a de l (1 ) Obras completas de Mart, Editoria l Trpico 1 Cuba. Poltica y Revolucin, p 33-80 (2 ) Diario de la Marina, L a Habana febrer o 25 1940

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1 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G Apsto l d e la s libertade s cubanas nuestr o — [d e lo s catli cos?] — Mart : ¡A y d e lo s pueblo s si n Dios! N o s d e dnd e e l docto r Fernnde z tomar a es a cita ; n i s i realment e e s d e Mart ; per o n o importa porqu e bie n pud o se r d e Mart y a qu e otra s anloga s s e encuentra n e n s u Presi dio Poltico en Cuba, qu e e s d e todo s su s trabajo s e n dond e mencion a m s vece s a Dios : "¡Cua n desventurado s so n lo s pueblo s cuand o mata n a Dios ¡Cua n descarriado s va n lo s pue blo s cuand o hace n llora r a Dios! A l habla r Mart as d e Dios n o habla seg n hemo s visto de l dio s catlico ; habl a de l bien puest o qu e par a l Dio s exist e e n la ide a de l bien Porqu e as piensa pued e decir : "Y o n o h e venid o aqu a canta r e l poem a ntim o d e mi s lucha s y mi s hora s d e Dios" ; y "e l qu e sufr e po r s u patri a y viv e par a Dios" Repito : N o e s e l dio s d e Mart e l dio s antropomorf o d e lo s catlicos sin o e l Dio s qu e cad a hombr e llev a e n s porqu e pued e realizarl o e n s Y n o s e apart a Mart d e est e concept o d e Dios E n un o d e lo s Boletines, publicado s e n l a Revista Universal, d e Mxico co n e l seudnim o d e Orestes, e n 8 d e juni o d e 1875 declar a (1) : Ha y u n Dios : e l hombre ; — ha y un a fuerz a divina : todo E l hombre s e s u n pedaz o de l cuerp o infinito qu e la creaci n h a enviad o a la tierra vendad o y atado e n busc a d e s u padre cuerp o propio Ao s m s tarde e n octubr e d e 1883 e n artcul o qu e vi o l a lu z e n l a revist a La Amrica, d e Nuev a Yor k (2) consider a qu e as "com o s e ve a e n tiempo s antiguo s po r la s calle s soldado s d e dur o jaez votand o a Dio s y jurand o po r e l rey" e n Bueno s Aire s y e n la poc a e n qu e l escrib e es e artculo s e oye n e n toda s parte s "esta s otra s palabra s d e pas e a otr o mundo y contrase a d e la ciuda d nueva : biblioteca s y escuelas" Y co menta : "Bie n vien e e l modern o grito A Dio s n o e s meneste r defenderlo ; l a Naturalez a l o defiende" N o flaquea n i rectifica n i claudic a Mart e n esta s ideas La s mantiene ntegramente mu y cercan o y a a l a muerte e n (1 ) Obras completas ... 48 Escenas mexicanas, 1 p 82 (2 ) Obras completas..., 20 Nuestra Amrica, 2 p 167

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MART Y LA S RELIGIONE S 1 3 su s Apuntes de un viaje U) de l viaj e emprendid o e l 3 0 d e ener o d e 1895 desd e Nuev a Yor k a Sant o Domingo par a i r a la guerr a d e Cub a co n Mxim o Gmez Y a la s qu e l lla mab a "mi s nias" objet o d e su s m s puro s amores le s habla e n 3 d e marzo de l libr o Les Mres Chrtiennes des Contemporains I Ilustres; libr o de l cua l dic e que a l hojearlo descubr e s u espritu : Co n l a ma a d e la biografa e s u n libr o escrit o po r e l au to r d e L'Acadmie Frangaise au XlXme Sicle, par a fo mentar dndol a com o virtu d suprem a y creatriz l a devo ci n prctic a e n lo s casos : l a confesin e l "bue n cura" e l "sant o abad" e l rezo Y e l libr o e s rico d e pgin a ma yor co n lo s canto s dorados y la cubiert a roj a y oro E l ndice m s qu e de l libro l o e s d e la sociedad y a hueca qu e s e acaba : Las altas esferas de la sociedad. — El mundo de las letras. — El clero. — Las carreras liberales. Y consider a qu e tale s temas personaje s e instituciones d e qu e trat a e l libro n o so n sin o "mer o rest o de l estad o brbaro" d e la "socieda d autoritaria" basad a e n e l concept o sincer o o fingid o d e l a desigualda d humana e n l a qu e s e exig e e l cumplimient o d e lo s debere s sociale s a aquello s a quiene s s e niega n lo s derechos e n benefici o principa l de l pode r y place r d e lo s qu e s e lo s niegan (1 ) Obras completas..., 56 Viajes, 2 p 82

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I V Mart rechaz a toda s la s religione s positiva s y su s dioses acept a s u profesi n mientra s n o s e opong a a l libr e ejercici o d e la democracia y sl o admit e e l predomini o d e l a razn Par a l seg n manifiest a e n s u crnic a La excomunin del Padre Me Glynn (1 ) la s religione s toda s so n iguales : puesta s un a sobr e otra n o s e lleva n u n cod o n i un a punta : s e necesit a se r u n ignorant e cabal com o sale n tanto s d e Universidade s y Academias par a n o reconoce r l a identida d de l mundo Y agrega : La s religione s toda s ha n nacid o d e la s misma s races ha n adorad o la s misma s imgenes ha n prosperad o po r la s mism a virtude s y s e ha n corrompid o po r lo s mismo s vicios Reconoc e qu e par a lo s pueblo s dbile s la s religiones "e n s u prime r estad o so n un a necesidad y "perdura n lueg o com o anticipo e n qu e e l hombr e s e goza de l bienesta r fina l potic o qu e confus a y tenazment e desea" La s ve e n l o qu e tiene n d e durabl e y puro com o reforma s d e la poesa qu e e l hombr e presient e fuer a d e l a vida so n l a poesa de l mund o venidero : ¡po r sueo s y po r ala s lo s mundo s s e enlazan! : gira n lo s mundo s e n e l espa ci o unidos com o u n cor o d e doncellas po r esto s lazo s d e alas (1 ) Obras completas..., 34 Escenas norteamericanas, 8 p 111-132

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1 6 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G L a religi n — termin a — "n o muere sin o s e ensanch a y acrisola s e engrandec e y explic a co n la verda d d e la naturalez a y tiend e a s u estad o definitiv o d e colosa l poesa" A lo s nios a eso s nios "esperanz a de l mundo" a lo s qu e pretend e la Iglesi a Catlic a le s sea n inculcada s e n la s escuela s oficiale s idea s religiosa s sectarias le s descubr e Mart e n l a revist a La Edad de Oro, qu e par a lo s nio s public e n Nuev a York e n 1889 la verda d d e l o qu e lo s dioses lo s sacerdote s y la s religione s positiva s realment e significa n y representa n (1) : So n lo s hombres lo s qu e inventa n lo s diose s a s u seme janza y cad a puebl o imagin a u n ciel o diferente co n divi nidade s qu e vive n y piensa n l o mism o qu e e l puebl o qu e la s h a cread o y la s ador a e n lo s templos : porqu e e l hom br e s e v e peque o ant e la Naturalez a qu e l o cre a y l o mata y sient e la necesida d d e cree r e n alg o poderoso y d e ro garle par a qu e l o trat e bie n e n e l mundo y par a qu e n o l e quit e la vida L a complicida d d e sacerdote s y gobernante s e n engaa r a lo s pueblo s par a mejo r sojuzgarlo s y explotarlos Mart l a ex plic a a lo s nio s d e est a manera ta n sencill a y ta n clara : Com o lo s hombre s so n soberbios y n o quiere n confesa r qu e otr o hombr e se a m s fuert e o m s inteligent e qu e ellos cuand o hab a u n hombr e fuert e o inteligent e qu e s e hac a re y po r s u poder deca n qu e er a hij o d e lo s dioses Y lo s reye s s e alegraba n d e qu e lo s pueblo s creyese n esto ; y lo s sacerdote s deca n qu e er a verdad par a qu e lo s reye s le s estuviera n agradecido s y lo s ayudaran Y as mandaba n junto s lo s sacerdote s y lo s reyes E n materi a d e religiones Mart sl o acept a l a qu e l llam a l a nuev a religin y d e l a qu e habl a e n numeroso s trabajo s d e poca s diversas religi n qu e <2 ) buscar e l hombr e fuer a d e lo s dogma s histrico s y pura ment e humanos armon a de l esprit u d e religi n co n e l juici o libre qu e e s la form a religios a de l mund o moderno (1 ) Obras completas..., 24 La Edad de Oro, Nm 1 La Uvada, de Homero, p 48 (2 ) Obras completas..., 39 Escenas norteamericanas, 13 p 37

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MART Y LA S RELIGIONE S 1 7 a dond e h a d e veni r a parar com o e l r o a l mar la ide a cristiana Est a nuev a religi n est basad a (1 ) e n "l a inconformida d co n la existenci a actua l y la necesidad hallad a e n nosotro s mismos d e alg o qu e realic e l o qu e concebimos" E n ell a <2) n o s e ir a l a virtu d "po r e l castig o y po r e l deber" sin o a "l a virtu d po r e l patriotismo e l convencimient o y e l trabajo" Est a nuev a religi n h a d e se r (3 ) e l resultad o d e lo s cambio s inevitable s y necesario s qu e experimenta n la literatura la filo sof a y l a religin qu e e s un a part e d e ella" "cuand o la s con dicione s d e lo s hombre s cambian" pues n o atribuyend o Mart a la s religione s divinida d alguna afirma e n cambio qu e siempr e fu e l ciel o copi a d e lo s hombres y s e pobl d e imgene s serenas regocijada s o vengativas conform e vi viese n e n paz e n gozo s d e sentidos o e n esclavitu d y tor mento la s nacione s qu e la s crearon Y po r se r as cad a sacudid a e n l a histori a d e u n puebl o alter a s u Olim po ; la entrad a de l hombr e e n l a ventur a y ordenamient o d e la liberta d produce com o un a colosa l florescenci a d e lirios la f e cast a y profund a e n l a utilida d y justici a d e la naturaleza Entonces la s religione s s e funde n e n l a religin ; surg e l a apoteosi s tranquil a y radiant e de l polv o d e la s iglesias ; y a n o cab e e n lo s templos n i e n sto s n i e n aqullos e l hombr e cre cido ; l a salu d d e l a liberta d prepar a a l a dich a d e l a muer te Cuand o s e h a vivid o par a e l hombre qui n no s podr hace r ma l n i quere r mal ? L a vid a s e h a d e lleva r co n bravur a y a l a muert e s e l a h a d e espera r co n u n beso "Religi n nuev a y sacerdote s nuevos predic a e n s u admi rabl e artcul o Maestros ambulantes U) : "¡Nad a meno s vamo s (1 ) Obras completas. .., 49 Escenas mexicanas, 2 p 72 (2 ) Obras completas ... 19 Nuestra Amrica, 1 Guatemala, p 53 (3 ) Obras completas ... 17 Norteamericanos, 3 Henry Ward Beecker, p 163 (4 ) Obras completas ... 22 Nuestra Amrica, 4 p 134-140

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1 8 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G pintand o qu e la s misione s co n qu e comenzar a esparci r pront o s u religi n l a poc a nueva ... Educaci n y educadores Edu cadore s qu e vaya n d e puebl o e n puebl o ensendole s a lo s hom bre s s u propi a naturalez a y dndoles co n e l conocimient o d e la cienci a llan a y prctica l a in dependenci a persona l qu e fortalec e l a bonda d y foment a e l decor o y e l orgull o d e se r criatur a amabl e y cos a vivient e e n e l magn o universo Procur a aparta r a lo s hombre s d e s u tiemp o d e l a irraciona l bsqued a d e l a felicida d e n es e "otr o mundo qu e ofrec e l a Iglesi a Catlic a a quiene s sigue n su s doctrina s y obedece n si n discuti r la s disposicione s y rdene s d e s u jerarc a suprem o y su s sacerdotes Par a Mart sl o lo s necio s habla n d e desdichas o lo s egostas L a fe licida d exist e sobr e l a tierra ; y s e la conquist a co n e l ejer cici o prudent e d e la razn e l conocimient o d e la armon a de l universo y la prctic a constant e d e l a generosidad E l qu e la busqu e e n otr a part e n o l a hallar Proclama : E l mund o est d e cambio ; y la s prpura s y la s casullas necesaria s e n lo s tiempo s mstico s de l hombre est n ten dida s e n e l lech o d e la agona L a religi n n o h a desapa recido sin o qu e s e h a transformado Po r encim a de l des consuel o e n qu e sum e a lo s observadore s e l estudi o d e lo s detalle s y desenvolvimient o despacios o d e l a histori a huma na s e v e qu e lo s hombre s crecen y qu e y a tiene n andad a l a mita d d e la escal a d e Jacob.. y a pesa r de l doloros o desbarajust e y abominabl e egosm o e n qu e l a ausenci a momentne a d e creencia s finale s y f e e n la verda d d e l o etern o tra e a lo s habitante s d e est a poc a transitoria ja m s preocup com o ho y a lo s sere s humano s l a benevolen ci a y e l mpet u d e expansi n qu e ahor a abras a a todo s lo s hombres S e ha n puest o e n pie com o amigo s qu e sa ba n un o d e otro y deseaba n conocerse ; y marcha n todo s mutuament e a u n dichos o encuentro Comprend e Mart la s dificultade s qu e e l hombr e h a d e en contra r e n est a ascensi n haci a un a nuev a religin per o conf a e n e l triunf o fina l y definitivo :

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MART Y LA S RELIGIONE S 1 9 andamo s sobr e la s olas y rebotamo s y rodamo s co n ellas ; po r l o qu e n o vemos n i aturdido s de l golp e no s detenemo s a examinar la s fuerza s qu e la s mueven Per o cuand o s e seren e est e mar pued e asegurars e qu e la s estrella s queda r n m s cerc a d e la tierra E l hombr e envainar a l fi n e n e l so l s u espad a d e batalla E n otr o d e su s artculo s d e l a revist a Amrica (1) Mart a l referi r su s impresione s recogida s e n l a fiest a d e u n colegi o nor teamericano clam a po r l a necesida d d e "un a iglesi a si n cred o dogmtico sin o co n es e grand e y firm e cred o qu e l a majesta d de l Univers o y l a de l alm a buen a e inmorta l inspiran" ; y acota : ¡Qu gra n iglesi a fuera ¡ y cm o dignificar a la religi n desacreditada ¡ y cm o contribuir a a mantene r encendid o e l esprit u e n esto s tiempo s ansioso s y enmonedados ¡ y cm o juntar a a todo s lo s hombre s enamorado s d e l o ma ravillos o y necesitado s d e tratarlo per o qu e n o concibe n qu e pued a habe r cread o e n e l hombr e facultade s inarm nica s la naturalez a qu e e s tod a armona n i quiere n paga r a preci o d e s u raz n y liberta d e l trat o co n l o maravilloso A l recoge r (2 ) e l dese o d e la s Iglesia s Protestante s norte americanas manifestad o e n 1886 d e levantar po r sobr e todo s lo s edificio s metropolitano s [d e Ne w York] un a catedra l qu e desd e mare s y campo s s e divise y domin e lo s atrevido s palacio s d e negocios la s espira s d e piedr a pard a d e la s secta s viejas lo s campana rio s relamido s d e lo s templo s estticos la s do s torre s blan cas a n n o acabadas d e l a catedra l catlica Mart d a un a nuev a prueb a d e s u heterodoxi a y s u desm o y d e qu e s u alejamient o d e toda s la s religione s positiva s n o e s un a postur a exclusivament e anticatlica sin o qu e l o mantien e y reafirma l o mism o qu e a l trata r de l catolicismo cuando com o e n est e caso s e refier e a l protestantismo y as expresa : Catedra l debier a hacerse porqu e lo s edificio s grandioso s entusiasman conserva n y educan ; per o n o catedrale s d e (1 ) Obras completas..., 23 Nuestra Amrica, 5 Distribucin de diplomas en un colegio de los Estados Unidos, p 47 (2 ) Obras completas..., Escenas norteamericanas, 8 El monu mento de la Prensa, p 41

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2 0 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G ritos a qu e lo s hombre s sl o s e apega n par a salva r s u ha ciend a y privilegio s e n est a hor a oscura y son m s qu e catedrales murallas y m s qu e altares parapetos ; sin o un a d e arquitectur a nunc a vista dond e s e consagrar a la redenci n de l pensamiento y fues e e l entra r e n ell a com o e n la majestad y com o sublimars e e n l a compa a d e lo s hroes vaciado s e n bronce ; ¡ y la s puertas siempr e abier tas L a liberta d debier a y a tene r s u arquitectura Padece po r n o tenerla

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V A l colocars e Mart fuer a d e toda s la s religione s dogmticas tesofo s y espiritualista s heterodoxo s l o considera n apsto l ex cels o d e lo s ideale s qu e persiguen M i admirabl e compaer a y amiga Raque l Ctala e n inte resantsim o artcul o — Conceptos Teosficos de Mart — pu blicad o e n la Revista Teosfica Cubana, qu e ell a diriga s e pregunt a (1) : "er a Mart tesofo? Y desd e luego comprend e qu e n o puede co n propiedad considerrsel e tal pue s n o fu miembro d e l a Socieda d Teosfica n i mantuvo n i predic especficamente su s doctrinas ; per o estim a qu e si ahondand o e n e l concepto reconocemo s qu e Teosof a es esencialmente sabidur a divina e s decir conocimient o d e la realida d ocult a baj o e l vel o d e l a ilusin de l Nomen o invariabl e baj o e l cambiant e oleaj e d e lo s fenmenos en tonce s proclamaremo s qu e tod o hombr e qu e mir a haci a l o alto qu e sab e ve r l a llam a de l esprit u entr e la s tinie bla s d e l a materia sab e tambi n sentir co n e l od o de l corazn l a palpitaci n d e la vid a baj o toda s la s coraza s d e l a forma s e es e n la medid a d e s u inteligencia d e s u amor d e s u intuicin m s o meno s aventajad o estudiant e d e teosofa y termin a afirmand o qu e e n est e m s alto m s hondo m s rea l sentido e s inne gabl e qu e fu Mart tesofo Y tesof o avanzado tant o e n ideaci n com o e n aplicacin qu e pued e darno s a todos d e lo s ideale s teosficos a l pa r e l precept o y e l ejemplo (1 ) Revista Teosfica Cubana, L a Habana marz o 1939 p 24-30

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2 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G Y otr o entusiast a defenso r d e la teosof a e n Cuba y a des dichadament e desaparecido e l seo r Federic o J Farias ofre ci hac e ao s un a conferencia e n la Logi a Anni e Besant inti tulad a Mart espiritualista (I ) e n qu e exalt a a Mart com o ta l porqu e am toda s la s razas vivi l o mejo r d e todo s lo s credos fu u n evangeli o vivo.. llevab a despiert o e l talism n de l amo r universa l y pod a acercars e a lo s pueblo s muerto s y decirle s com o Jes s a Lzaro : "¡Levntat e y anda! Y porqu e e l cult o d e Mart e s e l d e la libertad baj o e l pali o de l amo r y sobr e e l pedesta l d e l a justicia (1 ) Revista Teosfica Cubana, cit. agosto 1939 p 9-22

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V I Refirindos e directament e a l Catolicismo Mart l o conden a y rechaz a e n mltiple s pronunciamientos a trav s d e tod a s u vida E n s u crnic a y a citada La Excomunin del Padre Me Glynn, encontramo s est a sentenci a condenatoria inapelabl e y firme contr a la Iglesi a Catlic a y e l Papado : A l fi n s e est librand o l a batalla L a liberta d est frent e a la Iglesia N o combate n a la Iglesi a su s enemigos sin o su s mejore s hijos S e pued e se r hombr e y catlico o par a se r catlic o s e h a d e tene r alm a d e lacayo ? S i e l so l n o pec a co n luci r cm o h e d e peca r y o co n pensar ? Dnd e tiene s t escrita arzobispo : Papa dnd e tiene s t escrita l a credencia l qu e t e d a derech o a u n alma ? Y a n o vestimo s say o d e cut y a leemo s historia y a tene mo s cura s bueno s qu e no s explique n la verdader a teologa y a sabemo s qu e lo s obispo s n o viene n de l cielo y a sabemo s po r qu medio s humanos po r qu conveniencia s d e mer a administracin po r qu liga s culpable s co n lo s prncipes po r qu contrato s inmundo s e indulgencia s vergonzosa s s e h a id o levantando tod o d e mano s d e hombres tod o com o simpl e form a d e gobierno es e edifici o impur o de l Papado A l comenta r e n es a mism a crnic a l a excomuni n lanzad a po r Rom a contr a e l padr e M e Glynn po r e l pecad o enorm e d e habe r defendid o a lo s pobre s d e la tierr a contr a su s poderoso s explotadores ponindos e as l a Iglesi a Catlic a a l lad o y e n y^ j \i defens a d e la s casta s privilegiada s norteamericana s y e n contr a d e la verda d y d e l a justicia Mart encendid o tod o d e sant a ira l qu e quis o echa r s u suert e entr e lo s pobre s d e la tierra pregunt a e n form a admonitori a a l a Iglesi a Catlica : Conqu e e l qu e sirv e a la libertad n o pued e servi r a l a Iglesia ? Conqu e hoy com o hac e och o siglos e l qu e s e ^

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2 4 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G nieg a a retracta r l a verda d qu e ve y qu e la Iglesi a acat a dond e n o pued e vencerla o tien e qu e se r vi l y nega r l o qu e est viendo o e n pag o d e habe r levantad o e n un a dicesi s corrompid a u n templ o si n mancha e s echad o a l estercolero si n agu a bendit a n i suel o sagrad o par a s u ca dver ? Conqu e la Iglesi a s e vuelv e contr a lo s pobre s qu e l a sustenta n y lo s sacerdote s qu e estudia n su s males y ech a e l ciel o e n l a hor a d e l a hi l de l lad o d e lo s ahitos y arremet e co n ellos com o e n lo s tiempo s de l anatem a y la flo r de l Papado contr a lo s qu e n o halla n bie n qu e la s cosa s de l mund o ande n d e mod o qu e u n hombr e vulga r acumul e si n emple o l o qu e bastar a a sustenta r a cincuent a mi l hombres ? Conqu e la Iglesi a n o aprend e historia n o aprend e libertad n o aprend e econom a poltica ? Conqu e cre e qu e est e mund o d e ahor a s e gobiern a a cuchicheo s y villanas d e barragan a hediond a e n re y idiota d e venen o e n cuchillo d e calaboz o e n pica d e chism e e n intriga d e auguri o e n excomunin d e complicida d e n venta com o e n lo s tiempo s d e Estes Esforza s y Gonzagas ? Y e n seguid a Mart afirm a qu e y a "e l mund o h a crecido" y h a pasad o e l tiemp o d e "aquello s emperadore s despavorido s qu e iba n envuelto s e n sayales desmelenado s y descalzos a to ca r e n l a puert a d e hierr o de l Pontfic e prepotente par a qu e le s sacase com o u n mant o d e zarzas la excomuni n divina" y d e "aquella s horda s d e labriego s testudos si n m s vesti r qu e e l sayo supersticioso s y bestiales calzado s d e alpargatas" Y ant e es e cuadr o d e contuma z reaccionarism o qu e ofrec e l a Iglesi a Catlica Mart anunci a qu e "aque l puebl o d e ayer crud o y espantadizo est tomand o asient o delantero y viend o cm o limpi a e l templ o human o d e vbora s y momias" Y e n juici o qu e e s a l mism o tiemp o consej o e incentiv o par a l a ac cin expresa : "d e ve z e n cuand o e s necesari o sacudi r e l mundo par a qu e l o podrid o caig a a tierra" Acoge par a divulgarl o desd e la s pgina s d e La Amrica (l S e l pronunciamient o libera l de l reverend o Newton e n 1884 e n favo r d e la crtic a bblica d e aplica r la raz n a l a Biblia com o "nic o medi o d e salva r todav a a l a religin" ; e n defens a d e l a razn com o "nic a autorida d legtim a y definitiv a par a e l es tablecimient o d e l a verdad" y d e qu e l a f e "deb e se r d e ta l maner a amoldad a a l a inteligencia qu e se a razonable" (1 ) Obras completas ..., 40 Escenas norteamericanas, 14 p 66-67

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MART Y LA S RELIGIONE S 2 5 Nieg a Mart tod a representaci n e inspiraci n divina s a l Pontfic e Romano y sl o reconoc e (1 ) "l a naturalez a merament e human a de l Pontificado" Aunqu e e l trabaj o parec e habers e perdido s e sab e qu e Mart envi a La Opinin Nacional, d e Caracas e n 1881 un a correspondenci a sobr e e l jef e suprem o d e la Iglesi a Catlica a l cua l enjuiciab a e n form a ta n poc o favorabl e qu e n o l e fu posibl e a l directo r d e dich o peridic o Faust o Teodor o d e Aldre y — publicarla pue s e l hij o d e ste e n cart a a Mart d e 2 2 d e septiembr e d e aque l ao l e expres a (2) : La s ltima s [correspondencias ] qu e U no s h a remitido s e ha n publicado meno s l a qu e s e roz a co n e l Papa pue s sta n o convien e e n e l sentid o e n qu e est escrita Pap escrib e a U alg o mu i important e sobr e esto ; y com o n / peridic o deb e ocupars e d e l o qu e pas a e n Roma buen o e s qu e U escrib a e n l o sucesiv o alg o co n sabo r ultramon tano ... Desd e luego qu e Mart jam s escribi n i a n ocultndos e tra s e l seudnim o M. de Z., co n qu e firmab a esa s correspondencias e n ta l sentido qu e pugnab a co n su s conviccione s y co n s u hon rade z intelectual Mu y po r e l contrario a l referirs e a l some timient o d e lo s catlico s a la s disposicione s e imposicione s pa pales dic e e n e l trabaj o ante s citado : N o ha y cuadr o m s mser o qu e e l d e eso s ciego s qu e an da n po r e l mund o d e rodillas cogido s d e l a fimbri a d e un a sotan a com o lo s brahmane s qu e s e asen par a mori r e n gracia d e l a col a de l bue y sagrado Qu dice n frent e a esta s clarsima s verdade s y esto s con tundente s enjuiciamiento s lo s qu e n o ha n tenid o escrpulo s d e hace r catlic o a Mart y sostener com o e l seo r Valent n Are nas otr o orado r de l y a mencionad o miti n poltico-clerica l qu e l3 ) "Mart mientra s estudiab a e n Salamanc a ib a constantement e a l a Iglesia? Mentira y mentir a a sabienda s d e qu e s e est mintiendo porqu e n o puede seg n pretende tergiversand o do losament e concepto s martiano s clarsimos e l seo r Arenas in (1 ) Obras completas..., 34 Escenas norteamericanas, 8 p 111 (2 ) Papeles de Mart. (Archiv o d e Gonzal o d e Quesada) III Mis celnea, L a Habana 1935 p 38 (3 ) Diario de la Marina, L a Habana febrer o 25 1940

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2 6 KMILI O KOI G D E LEUCHSENKIN G terpretars e com o prctic a religios a e l hech o d e qu e Mart visi tar a a vece s lo s templo s espaole s par a admira r su s tesoro s artsticos precisament e e n lo s da s inmediato s a habe r escrit o El Presidio Poltico en Cuba, porqu e e n Mart n o s e concibe n esta s doblece s e hipocresas ta n corriente s e n gente s acostum brada s a vivi r d e hipocresa s y dobleces Y adems porqu e Mart jam s estudi e n Salamanca E n s u follet o d e 1878 sobr e Guatemal a (1 ) ha y la reflexi n siguiente e n qu e Mart s e proclam a fuer a de l catolicismo : y com o la virge n d e la Pieda d tien e e n e l mant o ta n her moso s pliegues ¡quin fuera catlico para e n l a hor a d e l a tribulacin amparars e e n ellos Afortunadamente ha y viva s vrgenes E n s u trabaj o d e 188 4 — Guerra literaria en Colombia — Mart a l pondera r l2 ) l a "grandez a ampli a y sublim e d e lo s va rone s americano s d e 1810" l a compar a co n la grandez a admi rad a e n lo s mrtire s de l cristianismo par a coloca r l a d e aqullo s mu y po r encim a d e la d e stos animado s par a l ta n sl o de l "dese o egost a d e caer tembland o d e gozo e n lo s brazo s d e Dios" e n tant o qu e a nuestro s fundadore s inspir a y exalt a e l enrgic o y generos o dolo r d e ve r abatid o e l decoro estre mecid o y acorralad o e l esprit u y sofrenad o e n s u divin o y libr e vuel o e l pensamient o humano E n s u elogi o postum o d e 188 7 de l formidabl e anticlerica l mexican o Jua n Jos Baz desenmascar a Mart y rechaz a e l mer cantilism o d e l a Iglesi a Catlica e n general y d e mod o especial e n la liturgi a funeraria anticristiana antidemocrtic a y explo tadora mu y distint a a l a form a e n qu e muri y fu sepultad o Ba z (3) : ¡Ha s muert o com o hij o de l pueblo y e l puebl o t e entierra ¡Ningun a pomp a par a t u democracia ; ningun a prctic a religios a par a t u concienci a d e filsofo ; nad a d e terrfic o (1 ) Obras completas..., 19 Nuestra Amrica, 1 p 53 (2 ) Obras completas.. ., 20 Nuestra Amrica, 2 Guerra literaria en Colombia, p 137 (3 ) Obras completas..., 18 Hispanoamericanos, Juan Jos Baz, p 111

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MART Y LA S RELIGIONE S 2 7 par a t u nim o valeroso ; ningun a mentir a par a t u carcte r honrado ; nad a d e inciens o par a t u altive z d e len Baj o est a bved a profan a n o suen a e l rgan o co n la s nota s cl sica s de l De-profundis; l o hicist e calla r hac e treint a aos ; n o ha y cirios ; lo s apag t u sopl o d e reformador ; n o ha y oracione s a pes o la lnea n i s e elev a e l cant o gregorian o medid o po r e l or o d e qu e s e saci a la simona ; nad a d e ceremonia s comprada s .. E n lo s Apuntes inditos de Mart que co n prlog o d e Fli x Lizaso public e l a o 195 1 e l Archiv o Naciona l d e Cub a (p 16-17) figura n esto s rotundo s pronunciamiento s revelado re s de l anticatolicism o d e Mart : Vo y a combati r a u n cuerp o agonizante Vo y a reza r la oraci n d e la s postrimera s po r u n alm a cadver E l catolicism o fu un a raz n social.—Aniquilad a aque ll a sociedad cread a otr a socieda d nueva la raz n socia l h a d e se r distinta e l catolicism o h a d e morir.—H a vivid o y a demasiado h a tenid o l a osad a d e vivi r m s qu e Matu saln Hay si n embargo entr e ello s algun a diferencia. — Matusal n ten a u n alma u n alm a qu e l e h a sobrevivido u n alm a inmortal.— Y a l catolicism o n o l e qued a siquier a est e consuelo.—Duleno s s u suerte qu e e s trist e mori r si n qu e e l air e murmur e algun a ve z a lo s espacio s nuestr o nombre si n qu e un a ardient e lgrim a d e amo r abras e co n s u fueg o a l mser o gusan o qu e carcom e nuestro s huesos E l catolicism o muere com o muri la Mitologa com o muri e l Paganismo com o muer e l o qu e u n geni o human o crea o halla y la raz n d e otr o geni o destruye o reemplaza Un a sol a cos a n o h a d e morir E l Dio s Conciencia l a dualida d sublim e de l amo r y de l honor e l pensamient o inspirado r d e toda s la s religiones e l germe n etern o d e to da s la s creencias la le y irreformable la le y fija siempr e soberan a d e la s almas siempr e obedecid a co n placer siem pr e noble siempr e igual ; — h e aqu la Ide a Poderos a y fecund a qu e n o h a d e perecer porqu e renac e idntic a co n cad a alm a qu e surg e a la luz ; — h e aqu la nic a cos a verdadera porqu e e s l a nic a cos a po r todo s conocida ; — h e aqu e l ej e de l mund o moral ; — h e aqu a nuestr o Dio s Omnipotent e y Sapientsimo E l Dio s Conciencia qu e e s e l hij o de l Dio s qu e Cre qu e e s e l nic o laz o visibl e unnimement e recibido un nimement e adorado qu e un e a la humanida d impulsad a co n la divinida d impulsadora.—Adorado y n o parezc a est o reminiscenci a d e educaci n catlica.—Est e Dios y e l Dio s

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2 8 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G Patria so n e n nuestr a socieda d y e n nuestr a vid a la s nica s cosa s adorables Discutamos Y o n o m e asust o ant e la plvor a d e la s discusiones L a vid a de l combat e e s m i vida E l catolicism o muere L a raz n socia l d e lo s canoso s siglo s d e la Iglesi a dej a s u puest o a l a raz n social de l sigl o d e la Liberta d y d e lo s Cables L a f e cieg a s e quem a e n la hoguer a d e l a razn E l Tenedo r d e Libro s Catlic o s e va y e l Inmens o Causado r ocup a entr e nosotro s s u lugar Lo s fragmentos descubierto s po r Gonzal o d e Quesad a y Mirand a e n e l riqusim o archiv o martian o d e s u padre de l dram a qu e Mart escribi a petici n d e Antoni o Batres sobr e l a independenci a guatemaltec a (1 ) contiene n nuevo s y contun dente s pronunciamiento s anticlericale s de l Apstol formidable s anatema s contr a la s torpe s prctica s y l a dolos a conduct a d e lo s curas a l ampar o de l ejercici o d e s u sagrado ministerio y co n la rea l finalida d d e sojuzga r y explotar e n e l cas o d e Cen tr o Amrica a l a qu e estab a consagrad o e l drama l a ignoranci a y desampar o d e la mas a india Recoger a l azar alguno s verso s d e est a obra : A l darno s e l bautismo e l cur a quema Noble cura y doctor : la s tre s serpiente s Qu e anid e n nuestr o sen o la colonia N o ha y m s cura s Qu e lo s qu e cure n bie n nuestr a deshonra Y cuand o un o d e lo s personaje s de l drama a l qu e calific a d e "fals o cristiano — e l P. Antonio — y s u amig o y cmplic e — e l Doctor — pronuncia n e l nombr e d e "¡Jess!" Martino, e l patriota exclama : (1 ) Obras completas ..., 26 Teatro, Drama indio, p 201-228

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MART Y LA S RELIGIONE S 2 9 E l nombr e de l sublim e Blasfemi a m e parec e e n vuestra s bocas! — E l qu e esclavo s mantiene e l sacerdot e Qu e fingiend o doctrina s religiosa s Desfigur a a Jess e l qu e menguad o U n due o busc a e n apartad a zona ; E l qu e a lo s pobre s tod a le y deniega E l qu e a lo s rico s tod a le y abona ; E l que e n ve z d e mori r e n s u defensa E l sacrifici o d e un a raz a explota Mient e a Jess y a l mans o puebl o ense a Manchad a y crimina l s u fa z radiosa

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Vi l Mart juzg a (1 ) qu e "e l Cristianism o h a muert o a mano s de l Catolicismo" y qu e "par a ama r a Cristo e s necesari o arran carl o a la s mano s torpe s d e su s hijos" y rehacerl o com o fu extrayndol o "d e l a form a groser a e n qu e la ambici n d e lo s pstero s convirti la s apologa s y vaguedade s qu e necesitaro n par a habla r a un a poc a mitolgica Jes s y lo s qu e propagaro n s u doctrina" Presient e <2 ) l a "agon a de l dogm a d e l a cristiandad qu e e n l o qu e tien e d e mora l y universa l persiste y e n l o qu e tien e d e cred o y a n o viv e m s qu e e n la s ala s d e la s lechuzas" Catolicism o contr a Cristianismo : s a e s la gra n tragedi a d e l a Iglesi a Catlica Y a l analiza r y estudia r e l cism a de i lo s catlico s d e Ne w Yor k e n 1887 provocad o po r l a y a citad a excomuni n de l padr e M e Glynn Mart termin a es e notabil sim o trabaj o co n la s siguiente s interrogacione s e n la s qu e esta blec e u n paralel o entr e e l Cristianism o y e l Catolicismo fatal ment e advers o par a est e ltim o l3) : Conqu e la Iglesi a compr a influj o y vend e voto ? Conqu e l a santida d la encoleriza ? Conqu e e s la aliad a d e lo s rico s d e la s secta s enemigas ? Conqu e prohib e a su s p rroco s e l ejercici o d e su s derecho s polticos a n o se r qu e lo s ejerza n e n pr o d e lo s qu e trafica n e n voto s co n l a Igle sia ? Conqu e intent a arruina r y degrad a a lo s qu e ofende n s u poltic a autoritaria y sigue n mansament e l o qu e ense e l dulcsim o Jess ? Conqu e n o s e pued e se r hombr e y catlico ? ¡Vas e cm o s e puede seg n no s l o ensea n esto s nuevo s pecadores ¡O h Jess Dnd e hubiera s es tad o e n est a lucha ? acompaand o a l Canad a l ladr n (1 ) Obras completas. .., 48 Escenas mexicanas, 2 p 73 (2 ) Obras completas .., Escenas norteamericanas, 13 p 48 (3 ) Obras completas ..., Escenas norteamericanas, 7 p 207-208

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3 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G rico o e n la casit a pobr e e n qu e e l Padr e M e Glyn n esper a y sufre ? Y buen o e s deja r establecid o qu e Mart n o reconoc e e n e l Cristianismo com o tampoco seg n y a examinamos e n otr a religi n alguna orige n n i direcci n divinos As comentand o e n u n artcul o d e La Amrica, d e abri l d e 188 4 (1) l a aparici n d e l a obr a Gnesis natural, d e Gerard o Massay dond e dich o auto r seal a lo s orgene s africano s d e l a mitolog a cristiana Mart celebr a es e libr o com o "mu y ric o e n datos e n nim o y e n osada y agreg a qu e l o avalora n "sinceridad bravur a y erudicin" Y d e acuerd o co n l a tesi s mantenid a po r e l autor qu e llam a a l Cristianism o "cristolog a equinoccial" y "alego ra s v e e n l o qu e otro s ve n misterios" Mart sostien e qu e un o e s aque l soberan o esprit u d e Jess y otr o la s leyenda s co n qu e l o representaro n lueg o la imaginaci n popular qu e naturalment e s e adorn co n la s creencia s de l tiempo y m s tard e e l nobl e inter s d e su s apstole s y e l divers o qu e vin o a tene r e n la eternida d y divinida d de l mit o la cast a d e lo s sacerdotes : siempr e lo s sacerdote s diero n muer t e a lo s qu e pusiero n e n vid a lo s apstoles /Queri s sabe r qui n e s Crist o par a Mart ? E n un a pgin a maravillosa d e pu o y letr a d e Mart escrita y qu e guard a com o u n tesor o e l fervoros o martiano m i querid o amig o Gon zal o d e Quesad a y Miranda procedent e de l archiv o d e s u ilus tr e padre e l discpul o predilect o de l Apstol Gonzal o d e Que sad a y Arstegui y qu e e n part e di o a conoce r e n s u libr o Mart, hombre; e n es a pgina a qu e h e d e referirm e amplia ment e despus Mart qu e escrib e par a u n hombr e de l campo l e explic a qui n fu Cristo Crist o fu (2) : u n hombr e sumament e pobre qu e quer a qu e lo s hombre s s e quisiese n entr e s qu e e l qu e tuvier a ayudar a a l qu e n o tuviera qu e lo s hijo s respetase n a lo s padres siem pr e qu e lo s padre s cuidase n a lo s hijos ; qu e cad a un o trabajase porqu e nadi e tien e derech o a l o qu e n o trabaja ; qu e s e hicies e bie n a tod o e l mund o y qu e n o s e quisier a ma l a nadie (1 ) Obras completas..., 40 Escenas norteamericanas, 14 p 74 7 6 y 77 (2 ) Obras completas..., 54 Crtica y Arte, 4 Miscelnea, p 153

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MART Y LA S RELIGIONE S 3 3 Qu deb e se r Jes s par a lo s hombres ? Dic e Mart e n Maestros ambulantes (1) : N o hay pues qu e emprende r ahor a cruzad a par a recon quista r e l Sant o Sepulcro Jes s n o muri e n Palestina sin o qu e est viv o e n cad a hombre L a mayo r part e d e lo s hombr e h a pasad o dormid a sobr e l a tierra Comiero n y bebieron ; per o n o supiero n d e s L a cruzad a s e h a d e emprende r ahor a par a revela r a lo s hombre s s u propi a naturaleza E n e l drama y a mencionado sobr e l a independenci a d e Guatemala e l Apsto l pon e e n boc a de l personaj e Martino, concepto s qu e redescubre n a Jes s y l o sita n e n s u just o campo : co n su s "pobre s d e l a tierra" y frent e y contr a su s falso s discpulos e l Papad o y lo s sacerdote s profanadore s d e s u memori a y s u obr a (2) : S i m i padr e Jes s aqu vinies e Dulc e la fa z e n qu e e l perd n enflora ; S i a l indi o vier a mser o y descalzo Y a l sant o padr e qu e salu d rebosa ; S i d e lo s noble s e n la s arca s vier a Trocad a si n esfuerz o e n rubia s onza s L a carg a rud a qu e a l a espald a traj o Indi a infeli z qu e la fatig a postra ; S i e n la s mano s de l un o e l or o viese Y la llag a e n la man o d e l a otra D e qu partid o t u Jes s sera : D e la llaga o de l arc a poderosa ? .. ¡Responde N o respond e Jes s mismo : T u sentenci a t e h a dich o po r m i boca! — L a condenaci n qu e hemo s vist o hac e Mart d e l a Iglesi a Catlic a n o e s e n realida d contr a st a e n s com o n o l a hac e tampoc o d e ningun a otr a religin sin o contr a la s prctica s y procedimiento s desenvuelto s po r lo s alto s jerarca s romano s de l catolicism o y po r su s subalternos esparcido s po r tod o e l mundo : arzobispos obispos clrigos frailes monja s y curas A l efecto e n El cisma de los catlicos en New York (3) a l comproba r l a (1 ) Obras completas..., 22 Nuestra Amrica, 4 p 134-140 (2 ) Obras completas..., 26 Teatro, Drama indio, p 201-228 (3 ) Obras completas..., 33 Escenas norteamericanas, 7 p 187

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3 4 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G existenci a e n lo s Estado s Unido s d e u n movimient o liberal just o y human o contr a la s imposicione s papales co n motiv o d e la excomuni n de l padr e M e Glynn Mart dice : S e sient e qu e e l Catolicism o n o tien e e n s propi o pode r degradante com o pudier a creers e e n vist a d e tant o com o degrad a y esclaviza ; sin o qu e l o degradant e e n e l Cato licism o e s e l abus o qu e hace n d e s u autorida d lo s jerarca s d e l a Iglesia y l a confusi n e n qu e mezcla n a sabienda s lo s consejo s malicioso s d e su s interese s y lo s mandato s sencillo s d e l a fe

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VII I Quine s fuero n lo s qu e levantaro n entonce s e n lo s Estado s Unido s s u vo z d e protest a y asumiero n un a actitu d d e rebeld a contr a e l Papado ? Lo s catlico s sencillo s y pobres lo s d e lim pi o coraz n y sana s intenciones seg n coment a Mart (1) : ¡ Y so n com o siempr e lo s humildes lo s descalzos lo s des amparados lo s pescadores lo s qu e s e junta n frent e a la iniquida d hombr o a hombro y echa n a volar co n su s ala s d e plat a encendida e l Evangelio L a verda d s e revel a mejo r a lo s pobre s y a lo s qu e padecen ¡U n pedaz o d e pa n y u n vas o d e agu a n o engaa n nunca Confirm a co n esta s palabra s Mart s u predilecci n po r lo s pobres lo s oprimido s y lo s trabajadores predilecci n demos trad a y a e n numeroso s escritos a trav s d e tod a s u obra y refirindos e expresament e a lo s trabajadores lleg a a compa rarlo s co n lo s sacerdotes considerndolo s com o verdaderos com o nico s sacerdotes E n s u artcul o d e la revist a La Am rica, Trabajo manual en las escuelas (febrero 1884) exalt a a lo s trabajadores y v e e n ello s <2 ) a lo s "qu e hace n e l mundo" y confies a qu e ms m s cie n vece s qu e entra r e n u n templo muev e e l alm a e l entrar e n un a madrugadit a d e est e fr o d e febrero e n un o d e lo s carro s qu e lleva n d e lo s barrio s pobre s a la s fbrica s artesano s d e vestido s tiznados rostr o san o y cur tid o y mano s montuosas — donde y a a aquell a hor a brill a u n peridico H e ah u n gra n sacerdote u n sacer dot e vivo : e l trabajador Y po r es o incit a a lo s hombre s a qu e "besand o e n l a frent e a Crist o muert o e n l a cru z po r l a redenci n d e todos haga n d e su s madero s instrumento s de l trabaj o humano (3 > (1 ) Obras completas ..., 33 Escenas norteamericanas, 7 p 190 (2 ) Obras completas..., 22 Nuestra Amrica, 4 p 130 (3 ) Obras completas..., t 29 p 201

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I X Rechaz a Mart igualmente l a teocracia Par a l st a e s "com o e l curare : hinc a e l diente y envenen a e l mundo" Y e n s u formidabl e crnic a El librepensamiento en los Estados Uni dos (1) d a a conoce r Mart la existenci a e n aque l a o d e 188 8 y e n aquell a nacin d e un a actitu d de l Catolicism o y d e la s dem s secta s cristiana s ta n intransigente s com o la d e qu e hace n alard e lo s catlico s cubano s d e nuestro s das : Mu y cerc a d e la parrill a y e l apedre o est n aqu lo s qu e osa n confesa r s u creenci a e n u n mund o si n teologa o e n un a teolog a anticristiana N o s e pued e llama r a un a puert a si n qu e salg a co n e l rodill o encendid o e l reverendo E s pascua l o anapascual hiperdox o o adoxo satanist a o antisatanista ; per o l o qu e tien e la Iglesi a e n pro y a cuent a co n caudal xito socios bufete clientela ; y l o qu e l a tien e e n contra muere E n cuant o s e entr a e n la s grande s co rriente s d e la existencia e n cuant o s e aspir a a boga r e n l o hond o de l pa s y co n su s propia s maderas ha y qu e pedi r veni a par a vivi r a la tirill a y a l levit n negro Hac e suya s Mart la s palabra s de l padr e M e Glynn qu e l e recuerda n "lo s martillazo s co n qu e clav Luter o s u tesi s e n l a puert a d e l a iglesi a d e Wittemberg (2) : L a teolog a mora l catlic a ense a qu e e l qu e sig a a s u conciencia au n cuand o se a errando obedec e la volunta d d e Dios.. Seqens e nuestro s miembro s un o a un o ante s qu e abjurar mndel o quie n l o mande l o qu e no s dic e nuestr a raz n o ve n lo s ojos Cuant o pretend e habla r e n nombr e d e Dio s h a d e trae r d e l a raz n su s credenciales Contr a la raz n n o pued e habe r verdad (1 ) Obras completas..., 17 Norteamericanos, 3 p 73-86 (2 ) Obras completas ..., 34 Escenas norteamericanas, 8 p 124

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X Y a hemo s vist o cm o Mart po r s u heterodoxia s u laicism o y s u anticlericalismo s e coloc desd e mu y joven franc a y abiertament e fuer a y e n contr a d e l a Iglesi a Catlic a Romana po r s u propi a y libr e determinacin Mart adems fu masn y po r serlo s e encontrab a ex comulgado anatematizad o po r l a Iglesi a Catlic a y arrojad o d e ell a hast a tant o n o hubies e abjurad o d e s u militanci a ma snica d e qu e n o abjur nunca. ; Y l a Masoner a cuban a y universa l s e enorgullec e d e habe r unid o e l nombr e d e Mart a l d e otro s centenare s d e esclarecido s libertadore s d e pueblo s qu e a l ampar o d e la s Logia s pudiero n desenvolve r mejo r su s campaa s y labore s independentistas N o cab e dud a algun a qu e Mart milit e n l a masonera inicindose posiblemente durant e s u prime r destierr o e n Es pa a (1871-74 ) e n l a Logi a Armona a l a qu e Ferm n Vald s Domnguez compaer o d e exili o d e Mart e n Madrid dedicab a la s noche s cuand o lo s estudio s s e l o permitan y e n l a qu e er a Mart e l orador Presid a aquell a logi a e l genera l Pierre t o e l msic o Ma x Marchal y e n ell a (1 ) "s e daba n cit a semanal ment e todo s lo s cubano s jvene s qu e estaba n e n Madrid y tambi n iba n mucho s notable s literato s y periodista s espaoles" Er a l a Logia, seg n contin a refiriend o Vald s Domnguez templ o d e amo r y caridad : ell a auxili m s d e un a ve z a lo s cubano s presidiario s d e Ceuta y as com o atend a a la s necesidade s d e lo s pobre s d e cualquie r pas segua a l cuban o a l hospita l o a s u casa Aquell a Logi a fund u n colegi o d e nio s pobres de l qu e er a directo r y nic o maestr o e l espao l — deportad o po r infidenci a — do n Aureli o Lui s y Vel a d e lo s Reyes Visitaba n mucho s her manos d e noche aquell a escuela Mart l o hac a co n fre (1 ) Ofrenda de hermano. E n Ed Quesad a y Arstegui t XII Versos ..., p 24

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X Y a hemo s vist o cm o Mart po r s u heterodoxia s u laicism o y s u anticlericalismo s e coloc desd e mu y joven franc a y abiertament e fuer a y e n contr a d e l a Iglesi a Catlic a Romana po r s u propi a y libr e determinacin Mart adems fu masn y po r serlo s e encontrab a ex comulgado anatematizad o po r l a Iglesi a Catlic a y arrojad o d e ell a hast a tant o n o hubies e abjurad o d e s u militanci a ma snica d e qu e n o abjur nunca. / Y l a Masoner a cuban a y universa l s e enorgullec e d e habe r unid o e l nombr e d e Mart a l d e otro s centenare s d e esclarecido s libertadore s d e pueblo s qu e a l ampar o d e la s Logia s pudiero n desenvolve r mejo r su s campaa s y labore s independentistas N o cab e dud a algun a qu e Mart milit e n la masonera inicindose posiblemente durant e s u prime r destierr o e n Es pa a (1871-74 ) e n l a Logi a Armona a l a qu e Ferm n Vald s Domnguez compaer o d e exili o d e Mart e n Madrid dedicab a la s noche s cuand o lo s estudio s s e l o permitan y e n l a qu e er a Mart e l orador Presid a aquell a logi a e l genera l Pierre t o e l msic o Ma x Marchal y e n ell a (1 ) "s e daba n cit a semanal ment e todo s lo s cubano s jvene s qu e estaba n e n Madrid y tambi n iba n mucho s notable s literato s y periodista s espaoles" Er a la Logia seg n contin a refiriend o Vald s Domnguez templ o d e amo r y caridad : ell a auxili m s d e un a ve z a lo s cubano s presidiario s d e Ceuta y as com o atend a a la s necesidade s d e lo s pobre s d e cualquie r pas segua a l cuban o a l hospita l o a s u casa Aquell a Logi a fund u n colegi o d e nio s pobres de l qu e er a directo r y nic o maestr o e l espao l — deportad o po r infidenci a — do n Aureli o Lui s y Vel a d e lo s Reyes Visitaba n mucho s her manos d e noche aquell a escuela Mart l o hac a co n fre (1 ) Ofrenda de hermano. E n Ed Quesad a y Arstegui t XII Versos ..., p 24

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4 0 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G cuencia : hablab a a lo s nio s co n tod o e l cari o d e s u alm a y le s dejab a dulce s y libros Sobr e l a vid a e ideale s masnico s d e Mart exist e u n estu di o d e Migue l nge l Vald s (1) quie n afirm a qu e "po r la s reliquia s masnica s qu e d e Mart s e conservan parec e se r qu e fu grad o 18 9 Soberan o Prncip e d e Ros a Cruz y lleg a obte ne r e l grad o 30" Esa s reliquia s son : u n collar n de l grad o 30 u n mandi l de l grad o 1 8 y un a insigni a de l grad o d e compaero donada s po r l a viud a d e Ferm n Vald s Domnguez a trav s d e lo s doctore s Doming o y Solan o Ramos qu e s e conserva n actualment e e n e l Muse o de l Gra n Templ o d e l a Gra n Logi a d e Cuba e n est a capital Durant e s u estanci a e n Nuev a Yor k pronunci Mart do s discurso s e n e l Masonic Temple, d e aquell a ciudad e n la s re memoracione s de l inici o d e la Guerr a Grande lo s ao s 188 7 y 1888 E l citad o auto r recog e la noticia ofrecid a po r s u h Joaqu n Navarr o Palomares d e qu e Mart presidi e n Nuev a York com o Venerabl e Maestro la Logi a So l d e Cuba No 39 per tenecient e a l Orient e d e la Gra n Logi a Prncip e Hall E n la Repblic a Dominicana s e sab e qu e pronunci u n discurso e n noviembr e d e 1894 e n l a Logi a Quisqueya d e Montecristi Aunqu e Mart n o frecuent lo s tallere s masnicos e s con siderad o po r su s hermano s masone s com o bue n masn perte necient e a l a categor a d e lo s que seg n enjuiciamient o d e Migue l nge l Valds tocand o a nuestra s puerta s m s rara s veces dedica n s u vid a enter a a un a cristalizaci n d e nuestro s ideales da n co n s u ejempl o l a m s saludabl e lecci n y hace n qu e lo s qu e lo s observan a l admira r su s virtudes admire n tam bi n l a august a instituci n e n cuy o sen o figuran Y agreg a qu e u l a vid a enter a d e Mart fu l a realizaci n d e lo s ideale s masnicos Y e n es e sentido s i e l h Teodor o Roosevel t afirm un a ve z qu e Washingto n fu e l m s grand e mas n (1 ) Migue l nge l Valds Mart, masn, L a Habana 1937 3 0 p

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MART Y LA S RELIGIONE S 4 1 de l mundo y o m e atrev o a sostene r qu e dij o ta l porqu e n o conoci a Mart ; d e haberl o conocid o — quier o decir d e habe r sabid o plenament e qui n fu Mart — a l meno s habr a dicho a pesa r d e s u americanism o cie n po r cien : "Washingto n y Mart fuero n lo s m s grande s masone s de l mundo" Emili o Carranc a Trujillo fervoros o martist a mexicano d a a conoce r e n s u ensay o Mart en la Masonera U) : y o tuv e la fortun a d e encontrar e n investigaci n minu cios a qu e realiz o e n Mxic o desd e hac e nuev e aos la constanci a inequvoc a d e l a activida d masnic a d e Mart L a crtic a situaci n poltic a qu e atravesab a Mxic o a l a llegad a d e Mart — la luch a enconad a entr e lo s elemento s re trgado s catlico s y lo s liberale s y progresista s — llev a Mart a afiliars e e n l a masonera pue s e n la s logia s er a dond e co n mayo r ventaj a podr a propaga r su s idea s d e liberaci n patri a — qu e ostensiblement e era n bie n recibida s po r nuestro s intelectuale s — y trata r d e allega r recurso s econmico s par a lo s qu e e n aque l momen t o expona n s u vid a e n la s "campia s mambisas" Y agreg a Carranca : E n la s Logia s estaba n la s m s alta s tribuna s contr a la vuelt a d e un a opresi n oscurantista ; e n la s Logia s er a dond e mejo r s e pod a labora r po r e l definitiv o aniquila mient o d e lo s privilegio s econmico s y poltico s dado s a l trast e po r obr a y graci a d e la Reforma ; y a la s Logia s fu Mart y e n ella s actu co n e l mism o br o qu e mostrar a e n Madri d entr e lo s querido s hermano s d e l a Logi a Ar mona Transcrib e Carranc a un a crnic a — La fiesta masnica — qu e public e n l a Revista Universal, fiest a e n l a qu e Mart pro nunci u n discurso Poco s da s m s tard e e l seo r Adri n Segura catedrtic o d e Histori a d e la Filosof a e n l a Escuel a Naciona l Preparatoria (1 ) Mart en la Masonera. Conferenci a led a e n l a Resp.' Logi a Amric a e l d a 3 d e juni o d e 1939 L a Habana 1946 p 17-53

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4 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G protest d e qu e Mart hubies e incluid o s u nombr e entr e lo s asistente s a aque l acto po r considera r l e perjudicab a s e l e hicies e aparece r com o masn Mart l e envi un a cart a aclarndol e qu e l s e refer a a otr o Adri n Segura "u n jove n zacatecano bastant e elocuente a quie n aquell a noch e conoc po r primer a vez" Y l e expresaba : "hubier a y o desead o qu e aque l Segur a fuer a uste d porqu e as m e llevar a haci a uste d u n laz o m s d e fraternida d y simpata" El Federalista lanz "duro s reproche s a Mart po r habe r hech o pblico s lo s nombre s d e lo s hermano s masone s oradore s e n l a fiesta" Mart l e replic saliend o e n defens a d e l a Maso nera : L a Masoner a — esclareci — n o pued e se r un a so cieda d secret a e n lo s pase s libres porqu e s u obr a e s l a mism a obr a de l adelant o general ; y par a lo s qu e piensa n cuerd a y ampliamente e l misteri o d e form a e n qu e s e envuelve n o e s ho y m s qu e un a garant a d e lealta d entr e su s miembros y un a sea l d e respet o a la s costumbre s d e tiempo s pasados So n su s vieja s forma s a la masonera com o la s reliquia s d e lo s ascendiente s a lo s hijo s y nieto s cariosos : a se r d e otr o modo un a raz n bie n templad a n o comprender a n i defender a e n un a tierr a libre ame ricana mexicana un a masoner a secreta Tierr a libr e er a Espaa co n grande s y funesto s inter valos e n lo s tiempo s de l re y italian o y la repblica y e n Espa a acompaaro n lo s masones band a a l pech o y co lla r a l cuello e l cadve r d e u n hombr e ilustre de l pro gresist a Carlo s Rubios po r Logia s masnica s ayudad o e n lo s amargo s trance s d e s u muerte y seguid o m s tard e a l cementeri o po r lo s ministro s de l ejecutivo po r la s emi nencia s de l Derecho po r cuant o tien e Madri d d e ilustre po r sei s mi l hombre s de l pueblo Y e n aquello s funerales pblicament e presidido s po r masones lo s masone s habla ro n y lo s oy tod o e l mundo y s e publicaro n su s discurso s porqu e e n u n pa s libr e e s irraciona l y absolutament e il gic o e l secret o e n l a form a d e la masonera Tierr a libr e e s l a gra n repblic a vecina y e n ell a s e hace n mu y frecuentement e procesione s masnicas si n qu e lo s hombre s d e can a cabeller a qu e la s autoriza n y le s da n u n tint e augusto s e cubra n co n disfrace s su s rostros o s e arranque n su s nombre s d e l a frente Lo s conoc e tod o e l qu e lo s ve y tod o e l mund o pued e sabe r quiene s son E l Per e s tierr a libr e y lo s masone s acaba n d e hace r solemnsima s y pblica s honras costeada s po r ciert o po r

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MART Y LA S RELIGIONE S 4 3 e l Estado e n l a ceremoni a fnebr e de l gra n cristian o Fran cisc o Paul a Vigil Y as e n toda s partes dond e l a repblic a y la liberta d ha n hech o s u obra L a masoner a n o e s m s qu e un a form a activ a de l pensamient o liberal Y s i e n toda s la s tierra s libre s l a masoner a obr a p blicament e y hac e fiesta s pblicas y su s miembro s so n conocido s y pronuncia n e n pblic o discursos cm o s e concili a st a co n l a reserv a innecesaria inconducent e y pueril qu e parec e pretende r e l prraf o d e El Federalista? El Federalista contest d e nuev o a Mart y Mart volvi a replicarl e defendiend o un a ve z m s a la Masonera Termin a Carranc a Trujill o s u relat o sobr e l a actuaci n ma snic a d e Mart e n Mxic o co n esta s palabras : N o entr a e n m i propsito porqu e est o ser materi a d e otr o trabajo analiza r la s idea s masnica s transcendentale s expuesta s po r Mart e n est a polmica E s l o ciert o qu e public a s u calida d d e mas n y s u activida d e n un a fiest a masnica Y afirma e n aquello s tiempo s duro s y difcile s par a l a masonera qu e st a n o e s un a socieda d secreta e n lo s pase s libres y qu e s u obr a e s l a mism a obr a de l adelant o general D a est a definici n clar a y precisa : "L a masoner a n o e s m s qu e un a form a activ a de l pensamiento" ; y co n ell o adelant a tod o u n program a qu e defin e e n Mxic o e l carcte r inconfundibl e d e l a Institu ci n Masnica e n s u form a y e n s u esencia program a qu e e n nuestro s tiempo s s e actualiz a d e mod o extraordi nario acreditando com o e n todo l a indiscutibl e genia lida d d e la obr a martiana

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X I Respect o a la enseanza e l laicism o d e Mart e s perfecto : resueltament e s e opon e a qu e s e llev e a la s escuela s l a ense anz a religios a sectaria As e n s u artcul o Guerra literaria en Colombia (1) manifiesta : N i Religi n Catlic a ha y derech o a ensea r e n la s escue las n i religi n anticatlica : o n o e s e l hono r virtu d qu e cuent a entr e la s religiosas o l a educaci n ser bastant e religios a co n qu e se a honrada es o s implacablement e honrada N i e s lcit o a u n maestr o ensea r com o nic a cierta aunqu e l a comparta un a religi n po r la mayor a d e s u pa s puest a e n duda n i ofende r un a religi n qu e desd e qu e e l educand o la acata e n libr e us o d e s u juicio e s y a u n derecho O e s ta n d e hum o y ta n huec a l a Religi n Catlic a qu e co n e l estudi o d e la Naturalez a y la enseanz a d e la s virtude s humana s s e veng a abajo ? o est acaso contr a esta s virtudes qu e tem e d e ellas ? o h a venid o y a a ta n poc o que sobr e se r doctrin a divina y po r tanto eterna com o afirma n lo s qu e la mantienen n i co n e l prestigi o d e la tradicin n i co n e l influj o qu e co n la s iglesia s solemne s y encendida s ejerc e e n l a imaginaci n y sentidos n i co n e l espant o qu e co n l a amenaz a d e l a condenaci n suscit a e n la s almas n i co n la prctic a y re verenci a d e todo s lo s hogares n i co n e l permis o d e ensea r e n la s escuela s d e nio s y nia s s u cult o a todo s aquello s cuyo s padre s l o soliciten pued e est a obr a d e siglo s susten tarse ? Se a libr e e l esprit u de l hombr e y pong a e l od o directament e sobr e la tierra ; que s i n o hubier a debid o se r as n o habr a sid o puest o e n contact o d e l a tierr a e l hombre N o concib e Mart e n lo s tiempo s moderno s la existenci a d e l a enseanz a religios a sectari a e n la s escuela s <2) porqu e con (1 ) Obras completas..., 20 Nuestra Amrica, 2, Guerra literaria en Colombia, p 145 (2 ) Obras completas..., 22 Nuestra Amrica, 4 p 111 V •

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4 6 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G sider a qu e "e s crimina l e l divorci o entr e la educaci n qu e s e recib e e n un a poca y l a poca" Po r ello "e n tiempo s teol gicos universida d teolgica E n tiempo s cientficos universi da d cientfica" ; pues par a l educa r e s deposita r e n cad a hombr e tod a l a obr a human a qu e l e h a antecedido : e s hace r a cad a hombr e resume n de l mund o viviente hast a e l d a e n qu e vive ; e s ponerl o a nive l d e s u tiempo par a qu e flot e sobr e l y n o dejarl o debaj o d e s u tiempo co n l o qu e n o podr sali r a note ; e s prepara r a l hombr e par a l a vida Y n o debe n torpement e lo s pueblo s cerra r su s puerta s a la lu z qu e viene : pueblo s ha y d e mur cilagos y buen a copi a d e murcilago s e n tod o pueblo qu e vive n d e l a sombra y so n reye s d e ella ; ma s a est a lu z hermosa qu e traspas a muros e s van o cerrarl e la s puertas Y a vimo s qu e l a "religi n nueva co n "sacerdote s nuevos" qu e propugn a Mart e s l a d e misione s educativas d e escuela s ambulantes co n maestro s misioneros encargado s d e "abri r un a campa a d e ternur a y d e ciencia.. po r valles monte s y rincones" Esto s artculo s d e La Amrica d e Nuev a Yor k contiene n riqusim a vet a d e opiniones indicacione s y consejo s d e Mart sobr e la enseanz a y contr a e l sectarism o religios o e n sta Transcribir algun a d e esa s elocuentsima s cita s (1) : E n nuestro s pase s h a d e hacers e un a revoluci n radi ca l e n la educacin s i n o s e le s quier e ve r siempre com o a n s e v e ahor a a algunos irregulares atrofiado s y defor me s com o e l monstru o d e Horacio. Contr a teologa fsica Qu e l a enseanz a elementa l se a elementalment e cien tfica : qu e e n ve z d e la histori a d e Josu s e ense e l a d e la formaci n d e la tierra N o bast a ya no par a ensear sabe r da r co n e l pun ter o e n la s ciudade s d e lo s mapa s .. n i ahila r co n fortun a u n romancill o e n escuel a d e sacerdote s escolapios.. Al (1 ) Ibid., p 117-128

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MART Y LA S RELIGIONE S 4 7 cemo s est a bander a y n o l a dejemo s caer : la enseanz a primari a tien e qu e se r cientfica D e toda s parte s s e pid e urgentement e la educaci n cientfica.. y est a demand a e s ho y com o palabr a d e pase y contrase a d e la poca Qu e s e truequ e d e escols tic o e n cientfic o e l esprit u d e la educacin La s Escuela s d e Arte s y Oficio s ayuda n a resolve r e l problem a humano qu e s e establec e ahor a co n dato s nue vos, desd e qu e va n faltand o aquello s rbole s antiguos Monarqu a e Iglesia baj o cuya s rama s tena n cmod a vid a tanto s hombres Ya n i cortesanos n i frailes U n ofici o o u n arte.. e s sost n firmsimo po r cuant o afirm a l a independenci a personal d e la dignida d pblica L a fe licida d genera l d e u n puebl o descans a e n l a independenci a individua l d e su s habitantes E n otr o trabaj o hac e resalta r (1 ) cm o "la s escuela s filos ficas religiosa s o literarias encogulla n a lo s hombres com o a l lacay o l a librea" Propugna e n cambio l a educaci n popula r <2) qu e salv a Francia "mantien e respetad a e n l o exterior y e n l o interio r honrada a la risue a Suiza.. h a dad o a Alemani a s u actua l grand e poder [Mart escrib e e n 1878] ; porqu e par a l "e n lo s pueblo s est l a gra n revolucin y "sabe r lee r e s sabe r an dar sabe r escribi r e s sabe r ascender.. Un a escuel a e s un a fragu a d e espritus ; ¡a y d e lo s pueblo s si n escuela ¡a y d e lo s espritu s si n temple! Preconiza finalmente e l imperi o d e l a bonda d y l a cultu r a (3> : "Se r buen o e s e l nic o mod o d e se r dichoso Se r cult o e s e l nic o mod o d e se r libre" (1 ) Obras completas ... (2 ) Obras completas ... (3 ) Obras completas .. 15 Norteamericanos, 1 p 191 19 Nuestra Amrica, 1 p 123 22 Nuestra Amrica, 4 p 136

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XI I E n su s peregrinacione s patritica s y revolucionaria s po r dis tinto s pase s hispanoamericanos Mart pud o comproba r l a alian z a formidabl e qu e e n todo s ello s mantena n e l Catolicism o y e l reaccionarism o poltico herenci a d e anlog o ma l endmic o padecid o po r Espa a (1) "qu e nunc a falta n — afirm a — e n lo s pueblo s hispnico s iglesi a y castillo" y y a vimo s (2 ) qu e par a l "noble cur a y doctor" era n "la s tre s serpiente s — qu e ani d e n nuestr o sen o l a Colonia" explicando : Mat a l a le y astut a l a justicia Lo s qu e a Jes s predican l o deshonran Y es a raz a d e siervo s co n casac a Co n nuestr a infamia u n pergamin o compran Observ tambi n (3 ) cm o l a Religi n Catlic a tien e do s fase s qu e merece n cad a un a peculia r considera cin E s doctrin a religiosa y e s form a d e gobierno ; s i aqull a e s errnea n o e s necesari o combatirla ; cuand o e l erro r n o est sostenid o po r la fuerz a y l a ignoranci a dominantes e l erro r po r s propi o s e deshac e y cae ; ha y e n e l se r human o un a invisibl e y extraordinari a fuerz a d e secretos bue n sentid o y razn y s i l a Religi n Catlic a desconf a d e s u fuerza a pesa r d e s u sobrenatura l origen ; si a pesa r d e se r divina tien e mied o d e lo s hombres ; s i par a da r a l hombr e la concienci a d e s mismo quier e qui tarl e lo s medio s d e conciencia ; s i la religi n d e la dulzur a s e conviert e e n la cortesan a d e l a ambici n y d e l a fuerza — est e se r propi o d e qu e s e no s quier e desposee r s e le vant a herido est e se r qu e tien e libr e e l pensamient o n o quier e qu e s e hag a hipcrit a s u voluntad ; e l concept o hu man o s e rebela ; la fuerz a com n s e alz a contr a l a fuerz a (1 ) Obras completas..., 18 Hispanoamericanos, p 24 (2 ) Obras completas ..., 26 Teatro, Drama indio, p 201-228 (3 ) Obras completas.. ., 48 Escenas mexicanas, 1 p 81-82

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5 0 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G tirnica ; la pa z d e todo s contr a la insaciabl e ambici n d e algunos ; y la religi n d e la liberta d com n y e l raciona l albedr o propi o contr a la dominaci n absorbent e y la fis calizaci n y e l encadenamient o d e conciencia Anotad o qued a e n otr o luga r d e est e trabaj o la explicaci n qu e Mart di o a lo s nio s d e Amric a (1 ) sobr e e l vergonzos o contubernio a trav s d e toda s la s religiones d e lo s ministro s d e sta s co n lo s gobernantes y cmo po r obr a d e es a unin "mandaba n junto s lo s sacerdote s y lo s reyes" Refirindos e directament e a Hispanoamrica descubr e Mar t < 2 qu e la s autoridade s s e busca n y s e ayudan ; lo s d e alm a d e amo s s e juntan ; la Iglesia qu e beb e Mlag a y s e ech a sobrinos mantien e a lo s volteriano s redomado s qu e e n pblic o funge n d e carmelita s y dominicos par a qu e co n e l consej o a la s alma s le s ayud e e l clero e n premi o de l respet o y la pag a d e la oligarqu a agradecida a pode r y manda r sobr e la s clase s inferiores — qu e y a ser n iguale s y felice s e n la clarida d de l Cielo Lo s hombre s libre s de l continent e d e la liberta d n o puede n tolerar seg n Mart l a continuaci n d e "esta s desvergenzas co n qu e "s e h a estad o gobernand o a la Amrica y e s necesari o cambiar" y qu e lo s gobernante s rescate n s u poder y lo s pue blos frent e a quie n merm e faculta d algun a d e la s qu e pus o e n e l hombr e l a Naturaleza" declare n la guerra "guerr a d e d a y d e noche guerr a hast a qu e qued e limpi o e l camino" Y comentand o l a funest a acci n reaccionari a d e lo s catlico s e n Mxico expres a e n un o d e su s Boletines d e 187 8 (3) : Qui n pued e desconoce r cunta s herida s est n abiertas cunto s male s est n palpitantes cunto s elemento s dao so s ha y e n la constituci n d e nuestr o puebl o po r e l domi ni o y af n absorbente s d e l a doctrin a catlica ? Cuand o lo s pueblo s s e despiertan s e pone n e n pi e y mar cha n haci a la luz l a verda d y e l progreso e s natura l par a Mart (1 ) Obras completas ..., 24, La Edad de Oro, Nm 1 La Ilada, de Homero, p 48-49 (2 ) Obras completas..., 18 Hispanoamericanos, p 214 (3 ) Obras completas..., 49 Escenas mexicanas, 2 p 34

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MART Y LA S RELIGIONE S 5 1 qu e (1 ) "l a doctrin a muerta tem a a l a patri a viva" y quiera aunqu e se a loc o error atrae r a su s altares arrodilla r ant e s u cliz ata r sobr e s u mader o a est a march a incesant e y perpetua crecient e e n fuerz a com o la s marcha s progresivas po r s u propi a fuerz a secret a arrastrad a e impelida qu e and a haci a lo s fine s d e la tierr a si n volve r lo s ojo s atr s par a mira r a l le o atado Y lgicamente n o pued e extraarl e l a imposibilida d e n qu e s e encuentra n lo s catlico s fanatizado s d e acepta r y quere r a s u propi a patria as erguid a e n busc a d e u n futur o esplen doros o (2) : E n van o e s pretende r qu e venga n a camin o d e amo r pa tri o y pa z lo s defensore s d e l a religi n catlica ciego s co m o e l despecho e iracundo s com o lo s dueo s destronados N o e s le y d e todo s lo s humano s l a abnegacin ; per o de bier a se r la le y d e lo s hombre s qu e s e proclama n divinos Elemento s nocivo s d e disociador a actuaci n reaccionari a e n lo s pueblo s hispanoamericano s so n lo s peridico s catlicos se g n Mart pud o observa r reiteradamente y hast a sufri d e al guno s d e ello s calumnia s y ataque s po r la s campaa s progre sista s librada s po r l e n la prens a libera l d e nuestr a Amrica Refirindos e a l solapad o apoy o prestad o po r la s publicacione s catlica s d e Mxic o e l a o 187 5 a l a rebeli n antilibera l enton ce s desencadenad a e n aque l pa s hermano la s conmin a par a qu e defina n clarament e s u actitu d frent e a es a sedici n (3) pue s "s e est co n ell a o contr a ella ; s e condena n lo s crmene s o s e cometen ; s e reprueba n lo s incendio s o s e aceptan" Y apro vech a l a oportunida d par a enjuicia r a la prens a catlic a d e tod a Hispanoamrica l o mism o l a d e s u poc a y poca s ante riore s qu e la d e nuestro s das co n est a aplastant e y justsim a sentencia : "Qu hace n lo s peridico s catlicos?" s e pregunta Y contesta co n la decisi n de l convencid o po r propi a y doloros a experiencia : L o qu e hace n e n todo s lo s tiempos : vestirs e co n e l mant o d e la piedad ; baja r a tierr a esto s ojo s humano s qu e s e (1 ) Obras completas..., 48 Escenas mexicanas, 1 p 80 (2 ) Obras completas ..., 48 Escenas mexicanas, p 93-94 (3 ) Obras completas ..., 48 Escenas mexicanas, p 66-67

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5 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G ha n hech o par a mira r d e frent e a todo ; disimula r baj o su s vestidura s negra s la s iracunda s palpitacione s d e s u cora zn y oculta r co n l a sombr a d e su s hbito s l a sonris a que ant e lo s malvado s qu e desoa n un a comarc a frtilsima s e dibuj a co n regocij o e n su s labio s contrado s po r l a satis facci n y silenciosos — N o bast a e l hbito ; s e v e l a son risa ; la s llama s de l incendi o d e Apatzing n le s ilumina n clarament e e l rostr o Apatzing n quemado ; — ponga n lo s siervo s catlico s u n puad o d e su s ceniza s a l lad o d e cad a un a d e la s custodia s d e su s dioses Fu Mxic o un o d e lo s pueblo s nuestro s dond e m s aguda ment e s e manifest a Mart la influenci a nociv a de l Catolicism o e n la vid a poltic a de l pas y a lo s mexicano s predic l a inelu dibl e necesida d e n qu e s e hallaba n d e comparti r y pone r tr min o a es a intromisi n desorbitad a de l clericalism o mexican o e n lo s asunto s d e la Repblic a (1) : N o e s u n partid o poltic o cubiert o d e vergenz a e l qu e deb e tratars e d e extinguir : su s errore s l o ha n matado y est bie n muerto E s un a ide a fantica e s un a histori a sombra e s u n germe n d e desastre s e l qu e s e ahoga impi diend o la s resurreccione s desesperada s y parciale s d e es a doctrin a funest a qu e e n e l instant e d e l a victori a vend e a la patria y e n lo s da s d e la humillaci n la divide l a detien e y l a ensangrienta Cuand o Mart lleg a a Mxic o e n febrer o d e 1875 despu s d e habe r sufrid o e l presidi o poltic o e n Cub a y d e pasa r dolo ros o per o fecund o destierr o e n Espaa encuentr a calo r d e her mano s e identificaci n d e hombre s libres e n lo s mexicanos y l com o dic e Camil o Carranc a Trujill o (2 ) refirindos e a s u colaboraci n e n la Revista Universal, co n e l seudnim o d e Orestes, no s dej a esto s Boletines com o e l prime r testimoni o viv o y elocuent e d e s u gratitu d espiritual "E n Mxic o e l vivi r n o e s pena" S u entusiasm o po r nuestra s cosa s n o tuv o lmites Y ejemplar e n e l m s alt o grado fu s u lealta d par a e l rgime n poltic o co n cuyo s hombre s prominente s tuv o trat o ntimo y qu e d e mod o ta n interesant e enca (1 ) Obras completas..., 48 Escenas mexicanas, 1 p 201 (2 ) La clara voz de Mxico, po r Jos Mart Recopilaci n y nota s d e Camil o Carranc a y Trujillo Mxico 1933 t I p 10-12

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MART Y LA S RELIGIONE S 5 3 bezab a e l sencill o ciudadan o Sebasti n Lerd o d e Tejada Es e gobiern o er a par a l "e l decor o d e l a patria" Y l o defiende atacand o a la revolucin "fomentada pagad a y azuzad a po r enemigo s constante s d e l a paz la organizaci n libera l y l a honr a de l pas" y a lo s catlico s mexicanos "qu e acuden par a defenderse a esto s bandido s prfugo s d e crceles a esto s hombre s capace s d e tod a vileza a lo s qu e n o comete n u n sol o act o qu e n o pued a condenars e co n arregl o a l a le y comn" Insistentement e Mart culp a a lo s catlico s de l movimient o armad o contr a e l president e Lerdo qu e encabeza n lo s qu e Carranc a y Trujill o ll ) calific a d e "avanzada s d e l a dictadur a de l genera l Porfiri o Daz" aclarand o qu e "desd e entonce s y a estaba n ligado s a l cler o lo s elemento s porfiristas" N o existe n par a Mart cargo s grave s qu e formula r a l a ad ministraci n de l president e Lerdo pue s h a lograd o afirma r la s relacione s exteriores y levanta r e l bue n concept o y estimaci n de l pa s e n e l extranjero garantiz a la s libertade s individuale s y polticas n o hac e us o d e la s facultade s absoluta s qu e l e ha n sid o concedidas y (2 ) "dej a abierto s todo s lo s camino s par a i r contr a ella si n qu e s e alce n par a batirl a censore s razonado s y justicieros" Contr a est e gobiern o e s qu e desencadenaro n (3 ) "la s gavi lla s guerr a nuev a qu e lo s catlico s mexicano s protegen" Y po r s u defens a d e lo s liberale s mexicano s y su s ataque s a lo s reaccionario s catlicos Mart s e vi o forzad o a abandona r aquell a tierra par a l ta n querida es e puebl o qu e (4 ) "funde e n criso l d e s u propi o metal la s civilizacione s qu e s e echaro n sobr e l par a destruirlo" y de l qu e proclama : "Saludamos co n la s alma s e n pie a l puebl o ejempla r y prudent e d e Amri ca.. l a repblic a qu e vien e a se r e n Amric a com o la levadur a d e l a libertad" ; y l e adviert e lo s peligro s interno s y externo s qu e l e amenazan y sufr e morta l congoj a ant e e l temo r d e qu e pued a flaquea r alg n d a e l nim o viri l y e l empe o progresist a d e su s hijo s (5) : (1 ) La clara voz de Mxico..., cit. t I p 205-208 (2 ) Obras completas..., 48 Escenas mexicanas, 1 p 96 (3 ) Obras completas..., 48 Escenas mexicanas, 1 p 113 (4 ) Obras completas. .., 22 Nuestra Amrica, 4 p 7 3 y 77 (5 ) Cubiert a de l t I d e La clara voz de Mxico, ob cit

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5 4 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G ¡O h Mxic o querido ¡O h Mxic o adorado v e lo s peligro s qu e t e cercan ¡Oy e e l clamo r d e u n hij o tuyo qu e n o naci d e ti Po r e l Nort e u n vecin o avies o s e cuaja T t e ordenars t entenders ; t t e guiars ; y o habr muer to o h Mxico po r defendert e y amarte ; per o s i tu s mano s flaquease n y n o fueras dign o d e t u debe r continental y o llorara debaj o d e l a tierra co n lgrima s qu e sera n lueg o vela s d e hierr o par a lanzas com o u n hijo clavad o a s u atad qu e v e qu e u n gusan o l e com e a l a madr e la s entraas E n Guatemala a dond e lleg a despu s d e habers e vist o obli gad o a abandona r l a repblic a mexicana encuentr a anlog a situacin : poderos a influenci a poltic a de l reaccionarism o cat lico empe o d e l a Iglesi a e n abati r lo s triunfo s logrado s po r e l liberalism o progresista E n s u follet o — Guatemala — publicad o e n Mxic o e n 1878 Mart pon e d e manifiest o su s sentimiento s haci a (1 ) "l a tierr a guatemalteca dond e e l trabaj o e s hbito naturalez a l a virtud tradici n e l cario azu l e l cielo frti l l a tierra hermos a l a mu je r y buen o e l hombre" ; y e n ell a pud o contempla r que preci sament e e n lo s da s d e s u visita la s ciudade s dormida s trocaba n s u form a — a esenci a liberal activ a forma — derribaba n claustro s d e la s iglesias "tumba s d e almas" y lo s trocaba n "e n depsit o d e frutos cun a d e riqueza — arrancaba n su s huer ta s a lo s conventos par a convertirlo s e n escuel a politcnica mansi n ahor a d e inteligencia s rica s y vivaces ; paseaba n lo s pacfico s paulino s po r largo s y desierto s corredores y ho y le s sucede n animado s grupo s d e jvene s celosos qu e llevar n lueg o a lo s pueblos n o l a palabr a desconsolador a de l Esprit u Santo sin o la pa labr a d e l a histori a humana lo s reactivo s d e l a qumica l a trillador a y e l arado l a revelaci n d e la s potencia s d e la Naturaleza Cambi o radica l hab a experimentad o Guatemala : "¡Cm o viv a antes oligrquicament e gobernada est a vast a repblica d e extensione s ta n frtiles d e espritu s ta n ricos! Mart s e hac e educador E s nombrad o catedrtic o d e Literatur a fran (1 ) Obras completas..., 19 Nuestra Amrica, 1 Guatemala, p 53

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MAET Y LA S RELIGIONE S 5 5 cesa inglesa italian a y alemana y d e Histori a d e la Filosofa e n la Escuel a Norma l Central ; pronunci a discursos ; escrib e par a peridico s y revista s y hast a s e propon e funda r un a Revista Guatemalteca. A fine s d e 187 7 v a a Mxic o a contrae r matri monio regresand o a Guatemal a a principio s de l siguient e ao E l reaccionarism o catlic o s e h a dejad o senti r y pretend e anu la r lo s progreso s logrados especialment e e n l a enseanza E l liberalism o de l president e Just o Rufin o Barrio s e s m s dema ggic o qu e resultant e d e su s sentimiento s y su s convicciones y encubr e a l dictado r qu e ha y e n l D a odo s a la s mentirosa s acusacione s y vile s calumnia s d e lo s catlicos Destituy e arbi trariament e a l cuban o Jos Mar a Izaguirr e d e s u puest o d e directo r d e l a Escuel a Norma l Central Mart renunci a a la ctedra solidarizndos e co n s u compatriot a y e n actitu d d e protest a contr a l a arbitrarieda d cometida Y com o d e Mxico s e v e tambi n obligad o a sali r d e Guatemala E n Venezuel a est y a e n e l me s d e marz o d e 1881 All pronunci a discurso s e n e l Club del Comercio, escrib e e n La Opi nin Nacional e inici a la publicaci n d e s u Revista Venezolana. Per o la s actividade s d e Mart e n Venezuela s u liberalismo l e levanta n la enemista d d e lo s catlicos d e lo s reaccionario s y de l president e dictado r Antoni o Guzm n Blanco Mart estrech a amista d co n e l gra n rebeld e Cecili o Acosta a l qu e visit a y asist e durant e la grav e enfermeda d qu e l o h a d e lleva r a la muerte ; y e n e l segund o y ltim o nmer o d e la Revista Venezolana public a s u admirabl e estudi o sobr e e l pre clar o pensado r y revolucionario Y l a reacci n catlic a encuentr a e l pretext o par a triunfa r e n su s empeo s antiliberales Guzm n Blanc o fuerz a a Mart a sali r d e Venezuela precipitadamente n o si n deja r estam pad a e n cart a a u n amig o — Faust o Teodor o d e Aldre y — est a definitiv a consagraci n a l a gra n caus a d e la liberta d ameri cana y d e s u amo r a l a patri a d e Bolva r (1) : D e Amric a so y hijo : a ell a m e debo Y d e la Amrica a cuy a revelacin sacudimient o y fundaci n urgent e m e consagro st a e s la cuna ; n i ha y par a labio s dulce s cop a amarga ; n i e l spi d muerd e e n pecho s varoniles ; n i d e s u (1 ) Obras completas ... 20 Nuestra Amrica, 2 Venezuela, Cartas, p 109

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5 6 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G cun a reniega n hijo s fieles Dm e Venezuel a e n qu servir la ; ell a tien e e n m u n hijo Confirm a est a preponderant e influenci a de l Catolicism o reaccionari o e n Venezuela e n la poc a e n qu e Mart vivi e n ella l a cart a y a citad a de l hij o de l directo r d e La Opinin Na cional, d e Caracas a Mart d e 2 2 d e septiembr e d e 188 1 (1) e n l a qu e l e aduc e razone s par a n o publica r e l artcul o sobr e e l Pap a y l e pid e escrib a e n l o sucesiv o alg o co n sabo r ultramontano pue s e s e l carcte r d e la generalida d d e est a tierrit a y lo s tale s cura s dominan, imponen y flagelan, y n o convien e entra r e n choqu e co n ellos qu e indudablement e no s proporciona ra n malo s rato s y fuerte s discusiones qu e a l fi n vence ran : ta l e s e l fanatism o qu e rein a hast a e n lo s hombre s m s encopetados Desd e lejo s sigu e tambi n Mart la s alternativa s d e pro gres o y retroces o qu e experimenta n otro s pueblo s hispanoame ricanos Y cad a ve z qu e la oportunida d d e u n libr o nuev o o u n suces o extraordinari o l e permit e expresa r s u opini n sobr e problema s de l momento s u plum a est prest a a l a difusi n o a l encomi o d e la buen a caus a de l progres o o si l a diatrib a y anatem a contr a lo s elemento s reaccionarios ; as a l recibi r do s libro s colombiano s — El joven Arturo, d e R M e Doual l y La Escuela, d e Santiag o Pre z — escrib e par a La Amrica, d e Nuev a Yor k <2) s u artcul o Guerra literaria en Colombia, e n e l qu e d a a conoce r la s honda s divisione s — e n reaccionario s y liberale s — existente s entr e lo s hijo s d e aque l pas e n l o po ltic o y hast a e n la literatura : And a all la literatur a com o la ment e nacional partid a e n do s bandos ; y lo s unos co n indgen a bro ntrans e anhelante s po r tod o l o modern o y escribe n co n la vehe menci a d e la tierr a la s cosa s d e la Naturaleza d e la His toria d e s u esprit u y d e la patria teniend o po r delit o y contradicci n culpabl e a la le y d e Dio s e l constreir com o pi e d e dam a china e n molde s d e bronc e viejo e l pensa miento ; y otros movido s a vece s de l mied o saludabl e y generos a repulsi n qu e lo s abuso s d e la liberta d inspiran (1 ) Papeles de Mart... t III cit. p 38 (2 ) Ibid., 20 Nuestra Amrica, 2 Guerra literaria en Colombia, p 137

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MART Y LA S RELIGIONE S 5 7 jntans e a levanta r vall a a l esprit u human o y a la gent e humilde co n lo s qu e ve n co n ir a e l crecimient o de l hombr e llan o que com o qu e vien e d e l a Naturaleza tien e man o segur a y hombr o fuerte y lo s sac a de l goc e y poder o qu e po r ao s si n cuent o estuv o e n cierta s familia s vinculado Coment a l a oposici n co n qu e so n recibida s po r e l band o catlic o la s innovacione s implantada s e n l a enseanza : S e dic e qu e l a educaci n d e la s escuela s normale s e s co rruptor a porqu e n o e s catlica ; decimo s qu e catlic a e s l a educaci n d e la s clase s alta s europeas que co n excep cione s raras vive n e n espantos o desconciert o d e espritu goc e discret o y segur o d e la s m s culpable s aficione s y empedernid o desconocimient o d e la s condicione s qu e ha ce n amabl e l a vid a y e l hoga r sabroso Y lanz a entonce s s u formidabl e prdic a — qu e h e transcrit o y a — e n pr o de l laicism o e n l a enseanza y contr a tod o secta rism o religios o e n la s escuelas L a muert e de l "incisiv o periodist a ecuatoriano Federic o Proa o sirv e a Mart par a ofrece r e n Patria u n cuadr o sinttic o d e la luch a mantenid a entr e l a reacci n y e l progres o e n la repblic a de l Ecuador y par a loa r — seg n veremo s m s ade lant e — a l escrito r anticlerical y flagelar a l reaccionarism o ca tlic o (1> : "Todo hast a e l pecado po r e l pensamient o libre Coron a a l a idea n o coronilla" Desd e Mxic o recog e tambin e n e l artcul o necrolgic o de dicad o a otr o anticlerica l — Francisc o d e Paul a Vigi l — la s actividade s reaccionaria s de l Catolicism o e n e l Per (2) : Haca n lo s catlico s vctima s a l Per d e la s "soberbia s ex citadas d e Vigi l e n s u Defensa de los gobiernos contra las prescripciones de la curia romana, libr o e n tod a l a Amric a ledo llen o d e raciocini o vigoroso d e intent o honrado y d e inflexible s deducciones qu e a lo s hombre s d e nim o libera l fortaleciero n e n su s doctrinas y a lo s catlico s hi ciero n duda r y vacilar Y e n es e trabaj o a Vigi l dedicado pronunci a Mart aquell a for midabl e sentencia qu e y a h e dad o a conocer : "e l Cristianism o h a muert o a mano s de l Catolicismo" (1 ) Obras completas ..., 18 Hispanoamericanos, p 211 (2 ) Obras completas..., 49 Escenas mexicanas, 2 p 74

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XII I Mu y especia l atenci n dedic a Mart a l anlisi s y estudi o de l nacimient o y desenvolvimient o de l Catolicism o e n lo s Esta do s Unido s <1> precisament e porqu e h a podid o descubri r qu e n o obstant e encontrars e all e n minora y a qu e pedomina n la s congregacione s protestantes po r impera r e n e l pa s l a liberta d d e culto s y habers e dad o tod a clas e d e facilidade s a l a Iglesi a Catlic a par a arraigars e y crecer st a h a seguid o e n Norte amric a l a mism a conduct a e idntic a actitu d qu e e n lo s pue blo s hispanoamericanos d e intromisi n e n lo s asunto s polticos d e alianz a co n lo s elemento s reaccionario s y d e despreci o y hostilida d a la s masa s populares a lo s desvalido s d e la fortuna a lo s pobre s d e la tierra E n s u correspondenci a a El Partido Liberal, d e 1 6 d e ener o d e 188 7 a qu e acab o d e referirme Mart describ e la luch a qu e e n aquello s tiempo s mantena n la s autoridade s d e la Iglesi a Catlic a y e l puebl o catlic o d e Nuev a York disput a d e ta n singula r importancia qu e lleg a a afirma r qu e nad a d e l o qu e suced e entonce s e n lo s Estado s Unido s e s comparabl e a ell a e n trascendenci a e inters a ta l punt o qu e po r primer a ve z s e pregunt a asombrad o e l observado r leal s i cabr d e vera s l a doctrin a catlic a e n u n puebl o libr e si n daarlo y s i e s tant a la virtu d d e la libertad qu e restablec e e n s u estad o primitiv o d e dog m a potic o e n la s alma s un a iglesi a qu e h a venid o a se i desdichadament e e l instrument o m s efica z d e lo s deten tadore s de l linaj e humano Co n lo s emigrado s irlandese s lleg a lo s Estado s Unido s l a Iglesi a Catlica per o n o l a d e la s claudicaciones intriga s y degradaciones (1 ) Obras completas..., 33 Escenas norteamericanas, 7 El cisma de los catlicos en New York, p 187-208

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6 0 EMILI O ROI G D E LEUCHSENRIN G sin o aquell a otr a religi n d e lo s obispo s caballero s y poe ta s qu e co n e l arp a d e or o bordad a e n s u estandart e verd e com o s u campia haca n atr s a lo s clrigo s hambriento s qu e vena n d e Roma manchado s co n u n faust o inicuo co n todo s lo s vicio s d e un a oligarqu a soberbi a y co n e l compromis o inmora l d e ayuda r contr a su s vasallo s y ene migos mediant e e l influj o d e la fe a lo s prncipe s d e quie ne s haba n recibid o donaciones Y a medid a qu e aumentab a l a inmigraci n irlandesa crec a e n Norteamric a e l Catolicismo favorecid o "co n l a nobl e to leranci a de l pas" Fuero n cimiento s de l Catolicism o e n lo s Estado s Unido s "lo s hombre s d e camis a si n cuell o y d e chaquet a d e estamea la s pobre s mujere s d e labio s belfudo s y d e escaldada s manos" Bie n pront o s e entraro n "po r camp o ta n productiv o lo s esp ritu s audace s y despticos cuy o predomini o lamentabl e y pe renn e e s l a plag a y ruin a d e l a Iglesia" Y la obr a iniciad a po r la fe fu continuad a po r l a vanida d y l a pompa ; y "desdeand o a l a gent e humild e a quie n deb a s u establecimient o y abun dancia levant reale s la Iglesi a e n l a call e d e lo s ricos" y ant e stos alarmado s po r "l a march a temibl e d e lo s pobres" s e present com o e l nic o pode r capa z d e refrena r e l avanc e d e es a fuerz a nueva calorizad a po r lo s ideale s d e liberta d y jus ticia N o tuv o repar o l a Iglesi a Catlic a d e aliars e e n Nuev a Yor k co n e l Protestantismo representant e all d e l a clas e ric a y culta Actu e n poltica ; y trafic e n votos" ; y alcanz posicione s poltica s y puesto s pblicos ; y comenz a tene r representante s interesado s y sumiso s e n lo s ayuntamientos asamblea s y consejo s d e lo s goberna dores y a vende r s u influj o sobr e e l sufragi o a cambi o d e donacione s d e terreno s y d e leye s amigas ; y sintindos e capa z d e elegi r lo s legisladores o impedi r qu e fuese n elec tos quis o qu e hiciese n la s leye s par a e l benefici o exclusiv o d e l a Iglesia y e n nombr e d e l a liberta d fu proponiend o poc o a poc o todo s lo s medio s d e sustituirs e a ella As "creci e n proporcione s enorme s l a fuerz a d e l a Iglesi a e n lo s Estado s Unidos" entr e otra s muchas po r aquell a vi l causa propiament e nacid a e n est e alta r de l dinero d e considera r e l pode r d e l a Iglesi a sobr e la s

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MAET Y LA S RELIGIONE S 6 1 clase s llana s com o e l vallada r m s firm e a su s demanda s d e mejora y e l m s segur o mampuest o d e la fortun a d e lo s ricos E l pulpito e l confesionari o y e l alta r s e convierte n e n cen tro s d e propaganda d e agitaci n y d e explotaci n polticas S e alia n — seg n y a vimo s — a lo s poderosos contr a lo s des graciados : "toda s la s autoridade s s e coligan com o todo s lo s sufrimientos Ha y la fraternida d de l dolor y l a de l despotismo" N o m e e s posibl e ahor a seguir co n Mart tod o est e pro ces o d e expansi n y descomposici n de l catolicism o e n lo s Estado s Unidos A quie n dese e conoce r e n s u amplitu d tota l e l pensamient o d e Mart l o remit o a su s restante s correspon dencia s desd e Nuev a York : Poltica internacional y religin, La excomunin del Padre Me Glynn, La religin en los Estados Unidos, y otra s d e lo s ao s 1887 188 8 y 1889 Per o s quier o llama r l a atenci n d e mi s lectore s sobr e l a preocupaci n e n tod o tiemp o revelad a po r Mart d e da r a co noce r a lo s pueblo s hispanoamericanos a trav s d e su s artculo s y su s correspondencia s periodsticas l a graveda d y l a trascen denci a que tant o e n la Amric a hispan a com o e n la anglosajona tiene n la absorci n y explotacin po r l observada s y compro badas d e l a Iglesi a Catlica unid a a lo s reaccionarismo s pol ticos econmico s y sociale s d e la s nacione s d e un a y otr a Am rica a fi n d e que conociend o es a amenaz a latent e y es e peligr o real trate n d e librars e d e l o d e darl e batall a par a extermi narl o e imposibilita r s u resurreccin

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XI V E s ta n clar a y precis a l a posici n d e Mart frent e a esto s problema s que cad a ve z qu e e n alguno s d e lo s pase s de l Con tinent e surg e u n hombr e qu e s e rebel a contr a es a absorci n y explotaci n catlico-reaccionarias s u plum a l e rind e e l homenaj e d e s u admiraci n y s u reconocimiento presentndol o a l ejem pl o y a l a imitaci n d e todo s lo s hombre s d e Amrica Y a vimo s s u adhesi n a l president e progresist a d e Mxic o Lerd o d e Tejada y l a defens a qu e de l mism o hiz o e n lo s Bole tines d e la Revista Universal. E n vario s trabajo s ponder a y lo a a l benemrit o revolucio nari o y reformado r mexican o Benit o Jurez E l nombr e d e Jure z — declar a (1 ) — "resplandece com o s i fuer a d e acer o bruido ; y as fu e n verdad porqu e e l gra n indi o qu e l o llev er a d e acero y e l tiemp o s e l o brue" Y complet a s u juicio agregando : A Jurez a quie n odiaro n tant o e n vida apena s habr a ahora s i volvies e a vivir quie n n o l e besas e l a man o agra decido Otro s hombre s famosos tod o palabr a y hoja s e evaporan Queda n lo s hombre s d e acto ; y sobr e todo lo s d e act o d e amor E l act o e s l a dignida d d e la grandeza Jure z rompi co n e l pech o la s ola s pujante s qu e echab a encim a d e l a Amric a tod o u n continente ; y s e rompiero n la s olas y n o s e movi Jurez Co n se r ta n exaltadora s esta s palabra s qu e escribi Mart e n 1884 n o basta n a s u admiraci n po r e l gra n mexicano : ao s m s tarde cuand o salud a e n memorabl e discurs o a lo s delega do s qu e asistiero n a la Primer a Conferenci a Internaciona l Ame ricana, celebrad a e n Washingto n e l a o 1889 y establec e u n (1 ) Obras completas .. ., 20 Nuestra Amrica, 2 p 168-169

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6 4 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G paralel o entr e la s do s Amricas la anglosajon a y l a hispana escog e a Jure z com o singula r figur a representativ a d e l a qu e l amorosament e consider a "nuestr a Amrica y "Madr e Am rica" y l a llam a tambi n (1 ) "l a Amric a e n qu e naci Jurez" Po r qu est a preferenci a po r sobr e otro s preclaro s libertadore s y fundadore s hispanoamericanos ? Y a no s l o dej explicad o e n aque l juici o d e 1884 Precisament e porqu e Mart v e e n Jure z "e l guardi n impenetrabl e d e l a Amrica" com o l l o fu tam bi n e n s u poca ; guardianes ambos frent e a l desbordamient o d e lo s imperialismo s europe o y norteamerican o sobr e lo s pase s hispanoamericanos y e n stos frent e a l a influenci a absorbent e y explotador a de l oscurantism o catlico aliad o a otro s reac cionarismo s internos E n ta l sentido Jurez par a Mart llev a cabo triunfalmente e l magn o empe o d e <2 ) "echa r e l cad ve r d e Maximilian o sobr e l a ltim a conspiraci n clerica l contr a l a liberta d e n e l nuev o continente" A otr o "mexican o ilustre — Jua n Jos Ba z ,3 ) — "enemig o formidabl e de l despotism o eclesistico" e n quie n "l a pasi n d e l a justicia.. s e hiz o estandart e y brazo" dedic a enaltecedo r artcul o necrolgico a qu e y a m e h e referido y e n qu e dice : Ve a com o ladrone s a lo s que encubriend o co n la defens a d e l a religi n s u amo r a l poder n o puede n manteners e e n l sin o sobr e lo s despojo s de l hono r humano Par a l era n "picaros todo s lo s enemigo s d e l a libertad Cuand o l a Iglesi a s e neg a entregarle u n Jueve s Santos la s llave s de l templo com o smbol o d e acatamient o de l cult o a l Es tad o e n qu e s e practica entr e n e l templ o a caballo y s e llev la s llaves ; ¡quie n n o escrib e poem a e n Amrica e s porqu e n o conoc e a Amrica Y termin a Mart s u trabajo proclamand o a Ba z "u n gra n ciudadano" cuy a muert e lloraro n "hijo s amantes" y cuy o nom br e "venera n hombre s libres" De l peruan o <4) "mu y grand e y mu y ilustre — Francisc o d e Paul a Vigi l — "perseguid o tenacsimament e po r lo s secuace s d e l a doctrin a ultramontana" a caus a d e su s campaa s perio (1 ) Obras completas..., 21 Nuestra Amrica, 3 p 201 (2 ) Obras completas ..., 18 Hispanoamericanos, p 205 (3 ) Obras completas..., 18 Hispanoamericanos, Juan Jos Baz, p 111 (4 ) Obras completas..., 49 Escenas mexicanas, 2 p 69-75

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MART Y LA S RELIGIONE S 6 5 dstica s y su s libro s anticlericales dij o Mart cuand o l e lleg l a notici a d e s u muerte : co n l vas e d e l a tierr a u n cuerpo ma s n o l a doctrin a d e raz n y d e luce s qu e conoc e y am a s u patri a afortunada E s l a d e Vigi l vid a extrahuman a y mstica viv o qu e tuv o siempr e puesto s lo s ojo s e n e l fond o pur o d e s mismo l a man o caritativ a e n l a man o d e lo s menesterosos l a pre visi n e n la fortun a d e s u patria y e l pensamient o e n la s alteza s presentida s qu e mide n po r nuestr a pequene z l a grandez a y excelenci a post-humana s .. L a Curia e n tan to l o lanzab a d e s u seno y ten a com o ma l hij o d e Dio s a l qu e lo s habitante s d e s u comarc a tena n com o august o enviad o suy o .. Hiz o m s alguie n qu e Vigil ? Termin a Mart s u elogi o d e Vigi l comparand o s u vida s u obr a y s u muert e co n l a d e nuestr o Jos d e la Lu z y Caballero : Muer e ahor a e n Lim a otr o esprit u puro m s asctico n o m s sabio ; m s activo n o m s abnegado Tambi n s u patri a sient e viv o e n s a l ilustr e hombr e qu e h a muerto : tambi n lo s hombre s qu e nace n s e siente n guiado s d e l a man o po r e l qu e acab a d e morir : tambi n oir n lo s nifio s habla r d e u n hombr e salvador : tambi n venera n all l a cas a solitari a d e l a hermos a Tacna dond e e n perpetu o trat o co n e l ciel o adquiri u n just o la s fuerza s y l a luz As s e e s hombre : vertid o e n tod o u n pueblo De l periodist a ecuatorian o Federic o Proao formidabl e azo tado r de l tiran o catlic o Garc a Moren o y de l clericalism o e n s u pas dic e Mart (1) : n o hub o much a pluma po r l o castiz a e intencionada po r l o libera l y fecunda po r l o magistra l y fresca po r l o agu d a y revoloteadora com o la d e Federic o Proa o .. S u pluma fin a y fuerte esbozab a d e u n rasgo iluminab a d e u n revuelo clavab a d e u n picotazo s e abra com o e n do s alas ant e la s majestade s de l hombr e y d e l a Naturaleza Y a lo s pueblo s d e Hispanoamric a incit a a qu e libre n contr a e l clericalismo "guerr a com o l a d e Proao" y peleen "com o Proa o pele,.. qu e par a lo s enemigo s de l albedr o de l hom (1 ) Obras completas .... 18 Hispanoamericanos, p 211

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6 6 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G bre y d e s u franc o emple o e n Amrica n o ten a m s qu e u a y diente" De l cur a rebeld e a lo s dictado s y la s concupiscencia s d e lo s jerarca s d e l a Iglesi a Catlic a — e l padr e M e Glyn n — y a dej expuest o co n cunt o calo r Mart tom s u defensa D e l dic e y d e s u campaa a l fina l d e l a correspondenci a y a citada qu e "s i n o alcanz a a purifica r l a Iglesi a Catlica o a conci liari a co n l a Repblica habr sid o a l meno s un o d e lo s salva dore s d e l a libertad" Y co n igua l entusiasm o tribut a Mart aplauso s a lo s feligrese s de l padr e M e Glynn qu e s e pusiero n a s u lad o e n aquell a gest a po r e l decor o d e s u iglesi a y po r e l patri o decoro Y a l librepensado r norteamerican o (1) a l "millonari o socia tsta" — Courtlan d Palme r — qu e sup o mori r d e acuerd o co n s u vid a ejempla r d e hombr e liberad o d e tod a clas e d e prejuicio s sociale s y religiosos l o exalt a com o "var n fuerte qu e "prefiri afronta r l a burl a y abandon o d e su s amigo s y pariente s a se r traido r a l o que despu s d e busca r la filosofa lleg a tene r po r verdadero" ; y representab a par a Mart e l tip o ejempla r "d e eso s convencido s ardiente s e n cuy o pech o l a ra z qu e lleg a a prende r n o s e arranc a sin o co n l a vida" E s ta n firm e y tena z est a lne a d e conduct a po r Mart ob servad a qu e hast a pon e s u plum a a l a defens a d e u n poet a mexican o — Ignaci o Ramre z (2 > — atacad o po r l a clerec a d e s u pas porqu e h a vist o qu e eso s ataque s ha n sid o movidos n o po r e l san o propsit o d e un a crtic a literaria honest a y justa sin o po r "e l af n d e zaherir.. a u n poet a sever o y res petable" qu e n o militab a e n e l band o clerical Y finalmente d e Lutero po r mxim o rebeld e contr a l a Iglesi a Catlica Mart dij o <3) : M s qu e Cervante s a Espaa h a aprovechad o a Alemani a Lutero Tod o hombr e libr e deb a colga r e n su s muros com o e l d e u n redentor e l retrat o d e Lutero (1 ) Obras completas..., 17 Norteamericanos, Courtland Palmer, p 73 (2 ) Obras completas ..., 48 Escenas mexicanas, 1 p 132 (3 ) Obras completas.. ., 40 Escenas norteamericanas, 14 p 73

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X V N o dej a Mart d e seala r a lo s gobernante s d e Hispanoam rica y a lo s d e todo s lo s pueblo s democrtico s y laicos l a con duct a a segui r frent e a la s intromisione s de l reaccionarism o catlic o e n la vid a pblic a y e n la gobernaci n de l Estad o (1) Reconoc e qu e l a intolerancia ejercid a po r l a liberta d com o po r l a reli gin exalt a tod o nim o justo : per o tambi n merec e su s censura s l a toleranci a qu e pued e teners e com o especia l pre dilecci n y simpata Tolera r e s permiti r qu e s e haga ; per o d e ning n mod o e s hace r l o qu e s e tolera ¡Admirabl e consej o d a e l Apsto l co n esta s palabra s a lo s gobernante s d e s u tiemp o y a lo s d e lo s tiempo s presente s y futuros par a qu e viva n alert a y n o s e deje n doblega r po r lo s hipcrita s clamore s y la s solapada s demanda s d e libertad d e igualda d y d e toleranci a qu e lanza n lo s catlico s reaccionario s cuand o s e siente n e n derrot a o e n minora par a i r logrando a l ampar o d e ideale s y doctrina s qu e so n incapace s d e senti r y d e profesar la reconquist a d e posicione s y d e biene s materiale s perdidos Tambi n Mart determina precisamente l a posici n de l go bernant e d e nuestro s pase s democrtico s y laicos desd e e l moment o mism o qu e ocup a u n puest o pblico Enrgicament e afirma : U n gobernado r pued e tene r simpata s ntima s po r u n cult o determinado ; per o cuand o acept a e l carg o d e gobernador sobrad o difci l par a qu e todo s l o entienda n y l o cumplan acept a co n l l a Constituci n y leye s adicionale s qu e e l carg o representa : prohibe n esta s leye s la contemplaci n (1 ) Obras completas..., 49 Escenas mexicanas, 2 p 3 4 y 53

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6 8 EMILI O EOI G D E LEUCHSENBIN G predilect a a cult o alguno : la le y n o asist e a lo s acto s reli giosos porqu e la le y e s e l Estado ; e l Estad o n o pued e tene r principio s religiosos porqu e n o pued e imponers e a l a con cienci a d e su s miembros y e l funcionari o qu e l o representa qu e e s e l Estad o e n cuant o e s s u funcionario com o e l Es tad o h a d e se r indiferente ; com o l n o pued e expresa r determinad a tendenci a religiosa ; porqu e n o cab e la aten ci n especia l a una e n aqu l qu e tien e e l debe r d e atende r d e igua l maner a a todas Reafirm a esto s principio s — qu e parece n escrito s com o ad monici n a mucho s d e nuestro s gobernante s d e aye r y d e hoy complaciente s servidores desd e lo s puesto s oficiale s qu e ocu pan d e lo s interese s sectario s d e la Iglesi a Catlic a — procla mando : Y e l qu e acept a l a funci n pblica n o pued e aceptarl a par a viola r s u espritu Cre a e n l o ntimo per o n o viol e e n l o externo L a concienci a e s libre : e l act o legal y m s e n s u m s alt o representante deb e esta r perfectament e ajustad o a l a prescripci n terminant e d e l a ley Y refirindos e a aquello s — lo s catlico s oscurantista s — qu e hace n guerra solapad a o abierta a la Repblic a y a su s institucione s y principio s bsicos Mart aconsej a a nuestro s gobernante s decisi n y energ a par a combatirlos si n respet o n i miramientos porqu e (1 ) n o pued e combatirs e co n medio s d e respet o a lo s qu e po r encim a d e tod o respet o salta n y rompen.. n o puede n teners e miramiento s constitucionales par a lo s qu e anida n e n e l sen o d e l a Constituci n co n nim o d e herirl a y devorarla (1 ) Obras completas..., 48 Escenas mexicanas, 1 p 67

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XV I La s actividade s de l clericalism o catlic o e n nuestr a vid a republican a tiende n a destrui r la raz n d e existenci a d e l a Re pblic a qu e e s l a obr a d e l a Revoluci n Libertador a contr a e l desptic o rgime n colonia l d e la Monarqu a Catlic a espaola Y l a defens a desesperad a d e aqul tergiversand o y falseand o l a verda d histrica tien e l a finalida d d e combati r lo s m s no ble s y justo s sentimiento s patritico s d e nuestr o pueblo y pro voca r e l desamo r a la Repblic a y la falt a d e f e y d e confianz a e n e l esfuerz o propi o par a consolidarl a y engrandecerla Espa ole s y cubano s reaccionario s y antidemocrticos consagrado s a es a nefand a labor desempea n ahor a e l mism o maldit o pape l d e lo s voluntario s y guerrillero s d e lo s tiempo s coloniales y debe n se r considerados lo s primeros com o extranjero s perni ciosos merecedore s d e l a expulsi n de l pas y lo s segundos com o traidore s a la patria lo s que com o tales merece n se r juzgado s po r lo s tribunale s d e justicia E n est a execrabl e y disociador a campa a anticubana la clerigall a catlic a h a tenid o la procacida d d e ataca r a Mart e n un a d e la s m s relevante s manifestacione s d e s u genia l per sonalida d com o poltico revolucionari o y estadista : su s doctri na s y principios qu e constituye n u n maravillos o tratad o d e cubanism o y americanismo ejemplo s a imita r y enseanza s a seguir d e inigualabl e proyecci n humana As e l a o 1940 e l frail e espao l Ignaci o Biai n tuv o l a in solenci a d e publicar si n firma e n e l Semanario Catlico San Antonio, editad o e n est a capital e l 7 d e noviembre l a siguient e descocad a diatriba co n e l ttul o d e Mart, injusto y apasionado: Ta l ve z n o s e h a escrit o e n Cub a invectiv a ta n tre mend a y corajuda ta n llen a d e anticlericalism o com o l a qu e no s acaba n d e reedita r lo s comunistas tomndol a d e

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7 0 EMILI O ROI G D E LEUCHSENEIN G la s pgina s olvidada s y dispersa s d e Jos Mart S e es pant a un o d e la audacia d e la inconscienci a pudiramo s decir co n qu e Mart dej corre r s u pluma qu e tien e aqu sabo r d e almagr e y aguarrs D e ta l maner a e s chocant e y desconcertant e est a salid a suya dad a s u habitua l cos tumbr e d e eludi r tema s catlico s y s u fin a delicadez a e n trata r alma s y conductas qu e a l punt o estuvimo s po r ad judica r esta s pgina s negra s un a extra a man o interpola dora Ma s e l estil o peculia r martian o n o enga a a nadie E s l e l Mart d e siempre Hemo s led o mucho s tomo s d e Mart a medid a qu e no s lo s v a entregand o la Editoria l Trpico y nad a parecid o hemo s hallad o hast a ahora Insi nuacione s antieclesisticas contradiccione s interna s e n tor n o a l o religioso afiebrad o af n espiritualista filosofa s incompleta s y a medi o abocetar es o s ; per o est a anda nad a ta n direct a y fulminant e contr a e l Papad o y la "Iglesi a oficial" a f e qu e no s sorprendi Ser a un a gra n torpez a ilusori a d e lo s comunista s s i ha n cred o qu e no s ha n dejad o aliquebrado s o s i piensa n qu e ha n "descatolizado a Mart Nunc a fuero n clara s y precisa s su s definicione s religiosa s y n o ignorbamo s que a pesa r d e lo s fragmento s d e lu z evanglic a qu e hogara n (sic ) s u vid a y su s escritos a rato s ca e e n franc a hetero doxia Fu sencillament e vctim a de l liberalism o laicist a imperante l qu e ten a ven a d e sant o y qu e pud o habe r sid o u n mul o de l tarsense Cre e uno a veces qu e s u pensamient o corr e si n traba s n i extraa s influencias e n amplsim a libertad cuando a l o mejo r e s guiad o po r obs cura s fuerza s ambientales Prraf o a prrafo lne a a lnea s e pued e desbarata r si n much o esfuerz o est e tinglad o anticlerica l martiano Despu s d e todo Mart n o no s dic e ningun a novedad n o declam a ningun a objeci n qu e n o la haya n gritad o otro s ante s qu e l y despu s d e l Mart n o escarb a sin o e n tpico s alimonado s y a d e pur o viejo s y atufados Sl o qu e l l o hac e a la maner a nic a suya : co n ardor co n fer vor co n vehemenci a d e convencido co n noblez a d e equi vocado A tre s punto s cab e reduci r la tesi s d e Mart 1 ) E l cas o de l P M e Glynn Mart crey ve r ah u n act o d e injustici a y un a reprobabl e actitu d e n e l arzobisp o neoyorquin o e n torn o a u n problem a social-religioso A m n o m e extra a qu e s e sulfur e e l esprit u nobl e d e Mart y qu e s e vuelv a ascua s e imprecacione s cuand o l s e imagin a habe r olfatead o un a injusticia E s s u nobilsim o espritu penetrad o tod o l de l sentid o d e justicia e l qu e s e subleva Per o la verda d d e Mart e s mu y posibl e qu e n o se a l a verda d d e la historia E l escuch la versi n de l prroc o

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MART Y LA S RELIGIONE S 7 1 desaforad o contr a su s superiores per o n o l a escuch d e labio s de l arzobispo Se a l o qu e hubier e d e verda d e n e l asunto la conduct a de l P M e Glynn au n suponindol e apertrechad o d e razones n o dej a d e se r reprobabl e e n un a Iglesia un a d e cuya s norma s sustantiva s e s la disciplin a y l a obediencia 2 ) D e ah pas a Mart generalizand o e n exceso a ape drea r si n compasin co n voce s hiriente s y atrevidsima s a lo s jerarca s d e l a Iglesi a Catlica describindolo s com o uno s redomado s fariseos d e idea s turbia s y d e alm a d e rufianes podridos vengativos asido s a la s mesa s pinge s d e lo s ricos Esto dich o as com o l o hac e l e s un a atro z injuria un a repugnant e diatrib a si n ning n apoy o hist rico E l qu e prueb a demasiado n o prueb a nada rez a u n adagi o escolstico Cas i tod o e l panflet o martian o s e re duc e a eso : a echa r sobr e lo s hombro s d e lo s clrigo s tod a l a inmundici a qu e llev a consig o l a hipocres a y e l vicio Per o Mart — y cuanto s sigue n escupitand o com o l — debiera n sabe r l o qu e sab e e l m s lerd o monaguillo : qu e e l element o human o d e qu e est integrad a la Iglesia pue d a da r — • y d a d e hecho m s entr e lo s fiele s qu e entr e lo s clrigo s — fruto s amargo s d e pecad o y deslealta d a la s doctrina s evanglicas Es e e s u n lad o sombr o d e l a Iglesia y a qu e Dio s n o no s constituy impecables ; per o tod o es o palidec e y cas i s e esfum a a l comparrsel o co n lo s innumerable s ejemplo s d e virtud d e abnegacin d e au tntic a santida d d e qu e cotidianament e d a prueba s la Igle sia ; qu e salv a y angeliz a a l hombr e a pesa r de l hombre Dich o esto nad a tenemo s contr a e l Mart patriota ; admiramo s s u contextur a espiritual s u herosmo ; acepta mo s s u maestrazg o y s u apostolado ; per o e n l o catlic o ¡n i "Maestro n i "Apstol" Observ e e l lecto r cm o est e frailuc o espaol descubriend o s u politiquer o clericalismo ech a mano par a ataca r m s agu dament e a Mart de l canallesc o recurso ta n utilizad o e n nues tr a poca po r lo s elemento s dictatoriale s y ultrareaccionarios par a denigra r a lo s qu e profesa n y sostiene n principio s y doc trina s liberale s y progresistas : e l calificarl o d e comunista s o d e filocomunistas Est a tctica cobard e y rastrera acab a d e se r valientement e anatematizad a po r e l ilustr e repblic o colombian o Eduard o Santos expresident e d e s u patri a y directo r de l gra n diari o d e Bogot El Tiempo, e n e l discurs o qu e pronunci ltimament e

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7 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENKIN G sobr e La defensa de la libertad en Nuestra Amrica, e n l a "Con ferenci a sobr e l a liberta d responsabl e e n la s Amricas" auspi ciad a po r l a Universida d d e Columbi a e n e l bicentenari o d e s u fundacin : Un o d e lo s espectro s qu e s e levanta n e n nuestr a Am ric a a l frent e d e la libertad y perdone n s i vo y a habla r co n un a franqueza quizs excesiva e s la bander a de l anti comunismo L a bander a de l anticomunism o e n la Amric a Latin a s e est convirtiend o e n un a d e esa s bandera s pirata s qu e cubra n tod a clas e d e mercancas au n la s m s peligrosas au n la s m s abominables Lo s peore s enemigo s d e la liber ta d levanta n la bander a de l anticomunism o y s e escuda n detr s d e ella Lo s m s leale s amigo s d e l a democracia lo s m s constante s enemigo s de l comunismo so n acusado s d e comunism o inmediatament e qu e as convien e a alguno s d e lo s transitorio s dictadores Y desgraciadament e es a ma niobr a ta n transparente ta n detestable encuentr a e n lo s Estado s Unido s d e Amric a u n ec o qu e dolorosament e te nemo s qu e reconocer Lo s liberale s d e Amrica d e la Am ric a Latina est n cubierto s d e ciert a vag a sospecha Y o le co n horro r u n peridic o d e est a ilustr e ciudad hac e un o o do s meses qu e a l referirs e a la s cercana s eleccione s e n u n peque o pa s d e nuestr o continente dec a qu e er a precis o desconfia r d e lo s liberale s — cuy a mayor a reco noc a — porqu e era n l a vanguardi a d e lo s comunistas ; qu e er a precis o qu e e l Departament o d e Estad o abrier a lo s ojo s par a cerra r e l pas o a eso s liberale s peligrosos qu e estaba n enfrentado s a tpica s tendencia s dictatoriales E n defens a d e Mart l a Socieda d Cuban a d e Estudio s His trico s e Internacionales adopt e hiz o pblic a l a siguient e resolucin : Co n motiv o d e la s manifestacione s contenida s e n e l artcul o publicad o e n e l semanari o catlic o San Antonio, d e est a ciudad y d e fech a tre s d e noviembr e ltimo baj o e l ttul o d e Mart, injusto y apasionado, cuy o autor seg n afirm a e l P Chaurrond o e n El Mundo, noviembr e 17 e s e l P Biain O F.M. l a Socieda d Cuban a d e Estudio s His trico s e Internacionales obligada e n cumplimient o d e su s fine s expresos a "vela r porqu e l a histori a n o se a ter giversad a o falseada e n publicacione s y disertaciones" e inspirad a po r e l m s ardient e propsit o d e defender con juntament e co n la verda d histrica e l prestigi o d e nes

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MART Y LA S RELIGIONE S 7 3 tra s alta s figura s representativa s nacionales y d e exigi r par a ella s e l respet o qu e le s debe n cubano s y extranjeros declara : Primero : Qu e e s absolutament e fals o qu e la s corres pondencia s titulada s El cisma de los catlicos en New York y La excomunin del padre Me Glynn, enviada s po r Jos Mart a l peridic o El Partido Liberal, d e Mxico e n 1 6 d e ener o y veint e d e julio respectivamente constituya n "pgina s olvidada s y dispersas d e la obr a martiana y a qu e figura n e n e l volume n cuart o d e la primer a y famos a colecci n d e obra s d e Mart publicad a po r Gonzal o d e Que sad a y Arstegui y adem s d e habe r sid o reproducido s mucha s vece s e n peridico s y revistas s e ha n publicad o tambi n e n compilacione s editada s fuer a d e Cuba tale s com o Flor y Lava d e l a cas a editor a Ollendorff d e Pars ; y Los Estados Unidos, d e la bibliotec a Andr s Bello d e Madrid Segundo : Qu e e s igualment e fals o qu e fues e "chocan t e y desconcertant e es a salid a suya — s e refier e a la s declaracione s anticlericale s d e Mart contenida s e n aque lla s correspondencia s — "dad a s u habitua l costumbr e d e eludi r tema s catlicos" y a qu e bast a examina r l a obr a d e Mart y a recogid a e n libros y po r l o tanto a l alcanc e d e tod o investigador par a descubri r la abundanci a d e lo s pronunciamiento s d e nuestr o Apsto l acerc a d e lo s proble ma s religioso s e n genera l y sobr e l a Iglesi a Catlic a e n particular Puede n sealarse entr e otro s muchos esto s trabajo s d e Mart : Librepensamiento en los Estados Uni~ dos, Poltica Internacional y religin, Guerra literaria en Colombia, Federico Proao, periodista; su s crnica s reco pilada s e n lo s do s volmene s d e La clara voz de Mxico, y la s publicada s e n la revist a La Amrica, qu e Fli x Li zas o recopil e n u n volumen baj o e l ttul o d e Artculos desconocidos de Mart. Es a reiteraci n de l tem a religioso, qu e s e observ a e n diverso s aspecto s d e la obr a martian a — discursos estudio s poltico s y artculo s periodstico s — comprueba n cunt o preocupab a a Mart est e problem a y l a importanci a y trascendenci a extraordinaria s qu e l e con ceda Parceno s innecesari o aadi r que se a cua l fuer e sobr e cualquier a d e la s opinione s sostenida s po r Mart l o qu e s est po r encim a d e tod a polmica e s qu e e l Apsto l y Maestr o d e lo s cubano s trat d e lo s asunto s religiosos com o d e todo s lo s dems co n absolut a honrade z intelectual Tercero : Qu e tampoc o result a conform e a l a verda d histric a afirma r qu e Mart e n s u criteri o religioso fues e "sencillament e vctim a de l liberalism o laicist a imperante" "n i guiad o po r oscura s fuerza s ambientales" y a qu e e l

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EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G estudi o d e s u vid a prueb a que adem s d e se r s u desm o heterodoxo posici n menta l firmement e mantenid a desd e lo s diecioch o ao s — com o l o demuestr a s u obr a El pre sidio poltico en Cuba — hast a e l fi n d e s u vida cuand o escribier a lo s Apuntes de un viaje, Mart tuv o experienci a direct a d e la luch a qu e librab a e n diverso s pase s d e Am ric a e l cler o catlico cas i tod o l espaol contr a e l libe ralism o republicano y a qu e eso s elemento s influyero n po derosament e e n qu e s e vies e obligad o a sali r d e Mxico d e Guatemal a y d e Venezuela S u actitud pues frent e a lo s problema s religioso s y a la intervenci n eclesistic a e n lo s polticos pued e discutirs e y a n impugnarse a nuestr o juicio pue s est a socieda d mantien e inquebranta blement e e l m s firm e respet o a l a libr e discusi n demo crtic a d e todo s lo s hechos d e todo s lo s hombre s y d e toda s la s ideas ; per o deb e reconocerse po r respet o a l a verda d histrica qu e fu actitu d firme invariable meditada y product o d e l a experienci a d e s u vida Cuarto : Qu e e n e l artcul o a qu e no s referimo s apare ce n diversa s apreciacione s sobr e Mart hecha s e n ton o fran cament e despectivo qu e e s d e tod o punt o imposibl e ad mitir porqu e as com o reconocemo s e l derech o a l a libr e discusi n d e la personalida d d e nuestro s hombre s repre sentativos e n san a crtic a d e su s acto s y d e su s ideas consideramo s com o ofens a a Cub a y a s u puebl o qu e s e califiqu e a l a mxim a figur a cuban a co n frase s qu e alcan za n cas i lo s lmite s d e l a injuria porqu e n o s e content a e l articulist a co n habla r d e "l a audacia d e l a inconsciencia pudiramo s decir co n qu e Mart dej corre r s u pluma qu e tien e aqu sabo r d e almagr e y aguarrs" com o afirma r qu e "Mart n o escarb a sin o e n tpico s alimonado s ya d e pur o viejo s y atufados" ; y qu e emple a "voce s hiriente s y atrevidsimas contr a lo s jerarca s d e l a Iglesia y qu e ell o "dich o as com o l o hac e l e s un a atro z injuria un a re pugnant e diatrib a si n ning n apoy o histrico (tod o ell o e n contradicci n co n otra s frase s e n qu e e l auto r mencion a "l a fin a delicadeza d e Mart s u "nobilsim o espritu penetrad o tod o l de l sentid o d e justicia" "s u contextur a espiritual s u herosmo" y afirm a qu e "ten a ven a d e san to") ; sin o qu e lleg a a estampa r esta s palabras : "Per o Mart — y cuanto s sigue n escupitando com o l — debiera n sabe r l o qu e sab e hast a e l m s lerd o monaguillo" Est a frase apart e d e encerrar com o toda s la s anterior ment e citadas patent e falsedad y a qu e e s d e todo s reco nocid a l a calida d evanglic a d e l a palabr a d e Mart y l a altsim a noblez a co n qu e invariablement e trat au n a su s m s encarnizado s enemigos hast a e l punt o d e merece r e l

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MART Y LA S RELIGIONE S 7 5 eptet o d e "e l luchado r si n odio" constituy e gravsim a falt a d e respet o contr a la memori a de l Apsto l d e nues tra s libertades d e la qu e protestamo s co n la mayo r ener ga y qu e sealamo s a sanci n d e la opini n pblica por qu e consideramo s inadmisibl e par a l a dignida d cuban a ta l injuri a contr a e l qu e e s dign o objet o d e veneraci n d e todo s lo s nacido s e n est a patri a qu e l cre co n s u geni o y s u sacrificio Finalmente tambi n protestamo s d e l a suti l distincin contenid a e n e l ltim o prraf o d e s u artculo qu e intent a establece r e l padr e Biai n entr e lo s debere s de l cuban o com o ciudadan o y com o catlico Adems personalmente y o publiqu e n e l diari o habaner o Pueblo, d e 6 d e diciembr e d e 1940 est a protesta qu e intitul : Contra Mart?: contra Cuba: Co n e l ttul o d e Mart injusto y apasionado, h a publi cad o e l Semanario Catlico San Antonio, d e L a Habana e n s u nmer o d e 3 d e noviembr e ltimo u n artcul o si n firma per o de l qu e e l P Chaurrondo e n s u secci n El Catolicismo, d e El Mundo, d e noviembr e 17 descubr e com o auto r a l frail e espao l P Biai n O F M E n es e trabaj o s e comenta n la s do s correspondencia s — El cisma de los catlicos en New York y La excomunin del Padre Me Glynn — enviada s po r Mart desd e aquell a ciuda d norteamerican a a l peridic o El Partido Liberal, d e Mxico e n 1 6 d e ener o y 2 0 d e juli o d e 1887 respectiva mente la s cuale s acaba n d e se r recogida s — po r ciert o e n orde n d e fecha s trastrocad o — e n u n follet o — Mart y la Iglesia Catlica — impres o po r l a Editoria l Pginas, d e L a Habana Porqu e e n es e trabaj o — debido po r un a part e a l des conocimient o absolut o y a la consecuent e incomprensi n tota l qu e s u auto r tien e d e l a vid a y l a obr a martiana y po r otra a l fanatism o sectarista poltic o y religios o qu e l o inspir a — s e present a ant e e l puebl o cuban o y lo s espa ole s e n est a Repblic a residentes a u n Mart capa z d e doblega r s u pensamient o y s u plum a po r urgencia s d e s u labo r poltico-revolucionaria y dejars e lleva r d e novelera s filosfica s o d e demagogia s polticas echand o mano par a sali r de l paso d e "tpico s alimonado s y a d e pur o viejo s y atufados" hemo s cred o necesari o sali r un a ve z m s e n defens a de l autntic o Mart desenmascarand o a lo s malan drine s d e sotana qu e par a mejo r lleva r adelant e su s torpe s propsito s d e reconquist a materia l d e est a tierra tergiver

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7 6 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G sa n dolosament e l a verda d histric a y pretende n denigrar rebaja r y ridiculizar convirtindol o e n mediocr e agitado r o e n periodist a vulgar a quie n h a sid o mu y justament e proclamad o po r la s m s preclara s figuras genuinament e representativa s de l pensamient o espao l e hispanoameri cano com o u n "genio" com o u n "superhombre grand e y viril posed o de l secret o d e s u excelencia e n comuni n co n Dio s y co n l a naturaleza" a l deci r d e Daro "Apsto l d e l a etern a y universa l hispanida d quijotesca" seg n l o vi o Unamuno y par a Fernand o d e lo s Rios "l a persona lida d m s conmovedora profund a y pattic a qu e h a pro ducid o hast a ahor a e l alm a hispan a e n Amrica" Desd e la s primera s lnea s de l artcul o Mart, injusto y apasionado, encontramo s volcado s sobr e e l pape l d e l a bea ton a revistill a e l apasionamiento l a injustici a y l a ignoran ci a qu e ha n movid o l a plum a de l pater-periodista quie n n i siquier a asume autorizndol a co n s u firma la respon sabilida d d e s u adefesi o literario Cayndos e d e l a estratosfer a de l analfabetism o e n asun to s histrico s cubanos e n qu e vive s e espant a e l P Biai n a l descubri r po r es e follet o y a citado qu e Mart hubies e escrit o sobr e problema s religioso s e n genera l y acerc a d e la Iglesi a Catlic a e n particular y declara co n es a fres cur a sl o posed a po r lo s ignorantes qu e adem s peca n d e audaces qu e "e s chocant e y desconcertant e est a salid a suy a — su s do s mencionada s correspondencia s — dad a s u habitua l costumbr e d e eludi r tema s catlicos" Y lleg a a duda r qu e fuera n d e Mart esa s "pgina s olvidada s y dispersas" e n la s que co n "inconsciencia. Mart dej corre r s u pluma qu e tien e aqu sabo r d e almagr e y aguarrs" Esa s pgina s — "pater — n o so n n i olvidada s n i dis persas aunqu e uste d n o la s hubier a led o ante s d e ahora Son precisamente trabajo s conocidsimo s de l Apstol qu e recogi Gonzal o d e Quesad a y Arstegu i e n e l volume n I V d e s u mu y famos a colecci n martiana y qu e ha n sid o reproducida s centenare s d e vece s e n diario s y revistas y tambi n e n libros alguno s d e ello s editado s fuer a d e Cuba com o la s compilacione s Flor y Lava, d e l a Librer a P Ollendorff d e Pars y Los Estados Unidos, d e l a Biblio tec a Andr s Bello d e Madrid Cm o s e atrev e e l P Biai n a habla r d e Mart co n l a despreocupaci n co n qu e podr a chismea r d e alg n her man o d e Orden riva l e n dignidade s o canongas ? Sep a uste d — "pater — qu e lejo s d e se r "habitua l costumbre e n Mart "eludi r tema s catlicos" com o uste d desfacha tadament e sostiene quie n realic e detenid o estudi o a trav s

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MABT Y LA S RELIGIONE S 7 7 d e l a obr a — n o l a olvidad a y dispersa sin o l a recogid a e n libros a l alcanc e d e lo s investigadore s serio s y honrado s — descubrir e n seguid a l a riqueza e n cantida d y e n calidad d e lo s pronunciamiento s d e nuestr o Apsto l acerc a d e lo s problema s religiosos d e ta l manera qu e n o s e requier e especula r sobr e s u ideolog a religiosa sin o qu e basta com o nosotro s l o hicimo s e n conferenci a led a e l 1 7 d e may o pasad o e n l a Instituci n Hispanocuban a d e Cultura deja r habla r a l propi o Mart par a qu e l contest e toda s la s duda s o satisfag a tod a l a curiosida d qu e pudiramo s tene r acerc a d e su s idea s religiosas d e s u pensamient o y enjuiciamient o sobr e la s religione s e n genera l y l a Iglesi a Catlic a e n par ticular y s u criteri o sobr e e l laicism o o e l sectarism o reli gios o e n l a enseanz a pblica E n es a reiteraci n de l tem a religios o e n discursos es tudio s poltico s y artculo s periodstico s s e comprueb a cun t o preocup a a Mart e l problema y l a importanci a y tras cendenci a extraordinaria s qu e par a l tien e e l mismo y d e qu maner a ahond e n e l estudi o d e esta s cuestiones y co n cunt a honrade z intelectua l escribi sobr e ellas sl o cuand o posea conocimient o perfect o de l asunt o qu e desa rrollab a o de l hech o a qu e s e refera L a nic a verda d qu e h a dich o e l P Biai n e n s u arti culej o plagad o d e mentiras e s que "ta l ve z n o s e h a escrit o e n Cub a invectiv a ta n tremend a y corajuda ta n llen a d e anticlericalismo" com o esa s do s correspondencia s neoyor quinas aunqu e n o sean n i muchsim o menos la s nica s pgina s martiana s anticlericalment e tremenda s y coraju das sin o qu e deb e busca r tambi n e l P Biain adems entr e otro s muchos esto s trabajo s d e Mart : Librepensa miento en los Estados Unidos, Poltica Internacional y Religin, Guerra literaria en Colombia, Federico Proao, periodista; su s crnica s recopilada s e n lo s do s volmene s d e La clara voz de Mxico, y la s publicada s e n l a revist a La Amrica, qu e Fli x Lizas o reproduj o e n u n volumen co n e l ttul o d e Artculos desconocidos d e Jos Mart e l a o 1930 Mart n o fu com o e l P Biai n l o calific a desdeosa mente "vctim a de l liberalism o laicist a imperante l qu e ten a ven a d e sant o y qu e pud o habe r sid o u n mul o de l tarsense" n i fu "guiad o po r oscura s fuerza s ambientales" sin o que y a e n 1871 contand o sl o 1 8 ao s d e edad Mar t e n El Presidio Poltico en Cuba, s e coloc a fuer a d e l a Iglesi a Catlic a y d e Roma manifestndos e clarament e heterodox o y desta desd e entonce s hast a lo s da s cercano s a s u muerte e n su s Apuntes de un viaje, de l viaj e empren

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7 8 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G did o e l 3 0 d e ener o d e 1895 desd e Nuev a Yor k a Sant o Doming o par a i r a l a guerr a d e Cub a co n Mxim o Gmez Continuab a m i refutaci n a esa s mendace s aseveracione s de l P Biai n sealndol e e l severo per o exact o enjuiciamient o d e Mart sobr e e l catolicism o y e l Papado ; la estrech a unin mantenid a e n mucho s pase s hispanoamericano s y e n lo s Esta do s Unido s de l catolicism o y e l reaccionarism o poltico y cm o sufri e n vid a lo s ataque s d e l a Iglesi a Catlica ; sobr e s u per fect o laicismo.. tod o l o cua l y a h e dad o a conoce r e n est a obra Y terminab a yo as rebatiend o a l P Biain : Aunqu e injusto ignorant e y apasionado e l P Biai n h a prestad o a lo s cubano s co n est e artcul o qu e criticamo s u n inapreciabl e servicio pue s despu s d e s u descubrimient o — qu e nosotro s ahor a l e ratificamo s y ampliamo s — d e u n Mart heterodoxo librepensador laico antiteocrtic o y anticlerical y a n i l n i tod a la clerigall a extranjer a qu e h a venid o medrand o e n nuestr a Repblic a a l ampar o de l nombre la efigi e y la s palabra s d e Mart — hipcrita ment e enarbolado s y utilizados par a libra r s u ltim a ba tall a po r la reconquist a d e lo s privilegio s coloniale s per didos tratand o d e sojuzga r d e nuev o la s conciencias y co n ell o domina r a l propi o Estado a trav s d e invocacione s a la libertad a la igualda d y a la democracia qu e ante s escarneciero n y pisotearo n — d e aqu e n adelant e n o le s h a d e se r posibl e continua r manteniend o es a hipcrit a y lucrativ a postura camouflageado s d e discpulo s y d e ad miradore s d e Mart sin o qu e est n forzado s a declararse com o e l P Biai n l o insin a e n s u artculo enemigo s d e nuestr o Apsto l y Maestro qu e n o pued e se r par a ello s n i Maestr o n i Apstol Ahor a bien l a Iglesi a Catlic a y lo s clrigo s catlico s qu e d e ta l maner a s e pronuncie n contr a Mart sobr e toa o lo s extranjeros debe n tene r mu y e n cuent a l o qu e Mart signific a y represent a par a Cub a y par a lo s cubanos y atenerse po r tanto a la s consecuencia s d e l o qu e n o puefl e calificars e d e otr a maner a qu e d e anticubanismo

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XVI I Ta n nociv a estimab a Mart l a dominador a influenci a cleri ca l e n lo s pueblo s d e nuestr a Amrica qu e pens escribi r u n libr o dedicad o a lo s campesinos y e n e l cua l echab a po r tierr a mentiras convencionalismos prejuicio s y errores y levantab a haci a l o m s alt o d e l a admiraci n y la comprensi n populare s l a verda d y l a justicia sobr e la s cosa s qu e s e quiere n aparece r divina s par a mejo r domina r y explota r a lo s hombres D e es e libr o sl o ha n llegad o hast a nosotro s una s pgina s manuscritas d e pu o y letr a indubitable s de l Apstol titulada s Hombre del campo, conservada s entr e lo s papele s qu e guardab a Gonzal o d e Quesad a y Arstegui y qu e s u hijo Gonzal o d e Quesad a y Miranda tuv o l a generosida d d e ofrecerm e par a qu e y o la s pu blicara po r primer a vez e l a o 1941 e n m i conferenci a Mart y las religiones. Desd e entonce s esa s pgina s magnfica s ha n sid o reprodu cida s y divulgada s e n peridicos folletos libro s y hoja s sueltas millare s d e veces Dice n as : N o vaya s a ensea r est e libr o a l cur a d e t u pueblo : por qu e a l l e interes a mantenert e e n la oscuridad ; par a qu e tod o tenga s au e i r a preguntrsel o a l Y com o l t e cobr a po r echa r agu a e n la cabez a d e t u hijo po r deci r qu e ere s e l marid o d e t u mujer cos a qu e y a t sabe s desd e qu e la quiere s y t e quier e ella ; com o l t e cobr a po r nacer po r dart e la uncin po r casarte po r roga r po r t u alma po r morir ; com o t e nieg a hast a e l dere ch o d e sepultur a s i n o l e da s diner o po r l l n o querr nunc a qu e t sepa s qu e tod o es o qu e ha s hech o hast a aqu e s innecesario porqu e es e d a dejar l d e cobra r diner o po r tod o eso Y com o e s un a injustici a qu e s e explot e as t u igno rancia yo qu e n o t e cobr o nad a po r m i libro quiero hom br e de l campo habla r contig o par a decirt e la verdad

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EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G N o t e exij o qu e crea s com o y o creo Le e l o qu e digo y crel o s i t e parec e justo E l prime r debe r d e u n hombr e e s pensa r po r s mismo Po r es o n o quier o qu e quiera s a l cura ; porqu e l n o dej a pensar Vamos pues bue n campesino : ren e a t u muje r y a tu s hijos y lele s despaci o y claro y mucha s veces l o qu e aqu dig o d e buen a voluntad Par a qu lleva s a bautiza r a t u hijo ? T m e respondes : "Par a qu e se a cristiano" Cristian o quier e deci r semejant e a Cristo Y o t e vo y a deci r qui n fu Cristo Fu u n hombr e sumament e pobre qu e quer a qu e lo s hombre s s e quisiese n entr e s qu e e l qu e tuvier a ayudar a a l qu e n o tuviera qu e lo s hijo s respetase n a lo s padres siempr e qu e lo s padre s cuidase n a lo s hijos ; qu e cad a un o trabajase porqu e nadi e tien e derech o a l o qu e n o trabaja ; qu e s e hicies e bie n a tod o e l mund o y qu e n o s e quisier a ma l a nadie Crist o estab a llen o d e amor par a lo s hombres Y com o l ven a a deci r a lo s esclavo s qu e n o deba n se r m s qu e esclavo s d e Dios y com o lo s pueblo s l e tomaro n u n gra n cario y po r dond e ib a diciend o esta s cosas s e iba n tra s l lo s dspota s qu e gobernaba n entonce s l e tuviero n mied o y l o hiciero n mori r e n un a cruz — D e manera bue n campesino qu e e l act o d e bautiza r a t u hij o quier e deci r t u volunta d d e hacerl o semejant e a aque l gra n hombre E s clar o qu e t ha s d e quere r qu e l l o sea porqu e Crist o fu u n hombr e admirable Per o dime amig o s e consigu e tod o es o co n qu e eche n agu a e n la cabez a d e t u hijo ? S i s e consiguier a tod o es o co n es e poc o d e agua todo s lo s qu e s e ha n bautizad o sera n buenos T ve s qu e n o l o son Adem s d e esto aunqu e es a virtu d de l agu a fues e ver da d po r qu confa s a mano s extraa s la cabez a d e t u hijo ? Po r qu n o l e echa s e l agu a t mismo ? E l agu a qu e ech e e n l a cabez a d e s u hij o u n hombr e honrado ser peo r qu e la qu e ech e u n cas i siempr e vicioso qu e t e oblig a a tene r muje r teniend o l querida qu e quier e qu e tu s hijo s sea n legtimo s tenindolo s l naturales qu e t e dic e qu e debe s da r t u nombr e a tu s hijo s y n o d a l s u nom br e a lo s suyos ? N o hace s bie n s i cree s qu e u n hombr e semejant e e s superio r a ti E l hombr e qu e val e m s n o e s e l qu e sab e m s latn n i e l qu e tien e un a coronill a e n la cabeza Porqu e s i u n ladr n s e hac e coronilla val e siempr e meno s qu e

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MART Y LA S RELIGIONE S 8 1 u n hombr e honrad o qu e n o s e la haga E l qu e val e m s e s e l m s honrado lueg o l a coronill a n o d a vale r ninguno E l qu e m s trabaja e l qu e e s meno s vicioso e l qu e viv e amorosament e co n s u muje r y su s hijos Porqu e u n hom br e n o e s un a besti a hech a par a gozar com o e l tor o y e l cerdo ; sin o un a criatur a d e naturalez a superior qu e s i n o cultiv a la tierra am a a s u esposa y educ a a su s hijuelos volver a vivi r indudablement e com o e l cerd o y com o e l toro Aunqu e t sea s u n criminal cuand o tiene s u n hij o t e hace s bueno Po r l t e arrepientes ; po r l siente s habe r sid o malo ; po r l t e promete s a t i mism o segui r siend o honrado : n o t e acuerda s d e l o qu e sucedi e n t u alm a cuand o tuvist e e l prime r hijo ? Estaba s mu y contento ; en traba s y sala s precipitadamente ; temblaba s po r l a vid a d e t u mujer ; hablaba s poco porqu e n o t e ha n ensead o a habla r much o y e s necesari o qu e aprendas ; per o t e mo ra s d e alegr a y d e angustia.— Y cuand o l o vist e sali r viv o de l sen o d e s u madre sentist e qu e s e t e llenaba n d e l grima s lo s ojos abrazast e a t u mujer y t e crest e po r alguno s instante s clar o com o u n so l y fuert e com o u n mundo U n hij o e s e l mejo r premi o qu e u n hombr e pued e recibi r sobr e l a tierra Y dime amigo u n cur a pued e quere r a t u hij o m s qu e a ti ? Po r qu l o h a d e quere r m s qu e t ? S i alguie n h a d e desearl e bie n a l hij o d e t u sangr e y d e t u amor qui n s e l o desear mejo r qu e t ? S i e l bautism o n o quier e deci r m s qu e t u dese o d e qu e t u hij o s e parezc a a Cristo par a est o ha s d e exponerl o a un a enfermedad robndol o algu na s hora s a s u madre monta r a caball o y llevarl o a qu e l o bendig a u n hombr e extrao ? Bendcel o t qu e l o har s mejo r qu e l puest o qu e l o quiere s m s qu e l Dal e u n bes o y abrzalo U n bes o fuerte : u n abraz o fuerte Y s e e s e l bautismo — E l cur a dic e tambi n qu e t e l o bautiz a par a qu e entr e e n e l rein o d e lo s cielos Per o l bautiz a a l reci n nacid o s i l e paga s dinero o granos o huevos o animales : s i n o l e pagas s i n o l e regalas n o t e l o bautiza D e maner a qu e es e rein o d e lo s cielo s d e qu e l t e habl a val e uno s cuanto s reales o granos o huevos o palomas Qu necesida d hay n i qu inter s puede s t tene r e n qu e t u hij o entr e e n u n rein o semejante ? Qu juici o de be s d e forma r d e u n hombr e qu e dic e qu e t e v a a hace r u n gra n bien qu e l o tien e e n s u mano qu e si n l t e condenas qu e d e l depend e t u salvacin y po r una s moneda s d e plat a t e nieg a es e inmens o beneficio ? N o e s es e hombr e

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8 2 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G u n malvado u n egosta u n avaricioso ? Qu ide a t e hace s d e Dios s i fuer a Dio s d e vera s quie n envias e semejant e mensajero ? Es e Dio s qu e regatea qu e vend e la salvacin qu e tod o l o hac e e n cambi o d e dinero qu e mand a la s gente s a l in fierno s i n o l e pagan y s i l e paga n la s mand a a l cielo es e Dio s e s un a especi e d e prestamista d e usurero d e tendero No amig o mo ha y otr o Dios Co n es e libro de l qu e sl o s e conoce n la s luminosa s pgina s qu e l e servira n d e prlogo quer a Mart liberta r a l hombr e de l campo a l hombr e de l pueblo de l yug o explotado r de l cle ricalismo. Ant e ta n formidabl e repuls a y ta n condenatori a e inapelabl e sentenci a contr a e l clericalismo st e s e volvi airad o par a re pelerl a y trata r d e destruirla N o s e atrevi a lanza r directament e contr a Mart su s ata que s y acudi entonce s a l manid o recurs o d e nega r la auten ticida d d e esa s pginas Com o a l publicarla s y o — seg n h e expresad o — e n m i conferenci a d e 194 1 Mart y las religiones, l o hic e transcri biendo a l pi e d e l a letra la s pgina s de l origina l qu e s e con serv a e n e l archiv o d e Gonzal o d e Quesad a y Arstegui e l dis cpul o y colaborado r bie n amad o d e Mart n o tuv e dud a al guna com o n o la pued e tene r quie n est familiarizad o co n l a letr a de l Apstol qu e esa s pgina s haba n sid o escrita s po r ste As l o corrobora adems e l hech o d e forma r part e d e aque l archivo conservad o fidelsimament e po r Gonzal o d e Quesad a y Miranda Y ta n n o poda n teners e duda s sobr e s u autenticidad qu e Hombre del campo fu incluido com o genuin a producci n martiana e n e l tom o 54 publicad o e l a o 1944 d e la s Obras Completas de Mart, d e l a Editoria l Trpico dirigida s po r Gonzal o d e Quesad a y Miranda Y d e es e nobilsim o empe o editoria l formaro n part e martiano s ta n destacado s com o Eme te o S Santoveni a y Fli x Lizas o y er a Secretari o e l distin guid o historiado r Panfil o Camacho E l a o 194 5 e l seo r Juli o Reye s Cair o someti a l a Aca demi a d e l a Histori a d e Cuba seg n s e di o cuent a e n la sesi n d e 1 8 d e octubre

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MART Y LA S RELIGIONE S 8 3 l a autenticida d de l escrit o d e Jos Mart titulad o Hombre del campo; y la Academi a acuerd a pasa r a inform e d e lo s seore s Joaqu n Llavera s y Gonzal o d e Quesada acad mico s d e nmero e l escrit o aludid o d e Jos Mart a l obje t o d e qu e s e sirva n informa r s i dich o trabaj o e s e n toda s su s parte s ta l com o s e h a reproducid o autntico y acom paand o a l inform e qu e est a Corporaci n solicit a d e ello s copi a fotosttic a de l origina l qu e escribier a Jos Mart E n l a sesi n d e 1 5 d e noviembr e de l mism o ao presidid a po r e l docto r Emeteri o S Santovenia s e di o cuent a co n e l inform e d e lo s seore s Llavera s y Quesada aprobndos e la autenticida d de l escrit o d e Mart titulad o Hombre del campo. Qu h a hecho adems e l clericalismo ? Trata r d e anula r l a prdic a anticlerica l martian a co n otr o document o de l Aps tol All e n l a iglesi a d e Monserrate d e L a Habana exist e la partid a bautisma l de l nic o hij o var n d e Mart s u Ismaelillo, Jos Francisc o Mart y Zaya s Bazn ¡Hallazg o precio ssimo ¡Mart bautiz a s u hijo Per o n o sl o l o bautiz sin o qu e firm tambi n l a planill a impres a pidiend o a l cur a prroc o d e Monserrat e l e administrar a e l bautismo Quiene s descubrie ro n y divulgaro n eso s documento s n o s e atreviero n a declarar atacand o abiertament e a Mart : "Ve n ustedes ? Pur a pala brer a demaggic a d e Mart s u Hombre del campo". Y s e con formaro n co n manifesta r qu e s i Mart cuand o escribi esta s pgina s estab a e n plen a madurez m s madur o s e hallab a cuan d o bautiz a s u hijo Co n motiv o de l develamiento e l 2 8 d e ener o d e 1949 ani versari o de l nacimient o d e Mart d e un a tarj a qu e coloc e n l a Iglesi a de l ngel d e L a Habana l a Asociaci n Caballero s Catlico s d e Cuba rememorand o e l hech o d e qu e e n es e tem pl o fu bautizad o nuestr o Apstol e l 1 2 d e febrer o d e 1853 lo s elemento s clericale s ha n tratad o d e tergiversa r l a signi ficacin qu e tien e ta l bautizo as com o e l qu e Mart propici e l d e s u hij o co n l a seor a Carme n Zaya s Bazn e n cuant o a l a ideolog a y pronunciamiento s martiano s sobr e problema s reli giosos E l hech o d e habe r llevad o su s padre s a bautiza r a Mart n o tien e significaci n algun a e n cuant o a l a ideolog a religios a de l Maestro dad o qu e st e sl o contab a entonce s quinc e da s

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8 4 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G d e nacido Fu Mart acto r pasiv o d e es e acto E n nad a inter vin o s u voluntad y a qu e carec a d e discernimient o par a esco ge r y profesa r religi n determinada Pero e s necesari o esclarece r e l sentid o rea l d e la s siguiente s palabra s pronunciada s e n e l act o de l develamient o d e l a men cionad a tarj a po r S E e l Cardena l Arzobisp o d e L a Habana Monseo r Manue l Arteaga seg n fuero n reproducida s e n la secci n Vida Catlica de l diari o Informacin, e n qu e s e rese dich a ceremonia : Despu s d e exalta r a l fundado r d e l a nacionalida d cu bana e l Cardena l Arteag a agreg qu e Mart naci d e fa mili a catlic a y qu e hab a puest o d e manifiest o s u esprit u religios o e n mucho s d e lo s acto s d e s u vida Com o u n indi ci o evident e d e qu e Mart estab a mu y lejo s de l atesmo l o prueb a e l hech o d e qu e e n l a Iglesi a d e Monserrat e s e person par a expresa r po r escrit o qu e fuer a bautizad o s u hijo existiend o com o prueb a evident e d e l o qu e afirmamo s un a copi a fotosttic a de l mism o e n nuestr o Muse o Ecle sistico Co n perd n d e Monseo r Arteaga afirm o qu e la solicitu d hech a po r Mart a l cur a prroc o d e Monserrate e l 6 d e abri l d e 1879 par a qu e administrar a e l bautism o a s u hij o Jos Fran cisco llenand o a l efect o un a planill a impres a d e la s d e us o corrient e e n es a parroquia y e l bautiz o consecuente fuero n acto s si n trascendenci a ideolgic a d e ningun a clase sin o obli gad o formulism o d e l a poca e n nuestr o pas par a dejar con signad o legalment e e l nacimient o d e u n hijo nic o medi o qu e entonce s exist a d e demostra r ant e l a Ley l a existenci a d e u n se r humano y a qu e n o fu hast a l 9 d e ener o d e 188 5 qu e em pez a regi r e n Cub a e l Rea l Decret o d e 8 d e ener o d e 1884 promulgado r d e l a Le y de l Registr o Civil po r cuy o artcul o primer o s e estableciero n e n nuestr a Isl a la s Oficina s de l Regis tr o d e Estad o Civil y po r e l artcul o cuart o s e dispus o qu e "lo s acto s concerniente s a l estad o civi l d e la s persona s s e pro bar n co n la s certificacione s d e lo s asiento s de l Registr o de l Estad o Civil y "lo s qu e hubiese n ocurrid o co n anterioridad" s e demostrara n "po r lo s medio s establecido s e n l a legislaci n vigent e hast a la fecha"

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MART Y LA S RELIGIONE S 8 5 Ante s d e 1885 o sea e n 1879 e n qu e Mart bautiz a a s u hijo n o hab a m s medi o d e proba r la existenci a d e un a per son a qu e l a partid a d e bautismo y tant o e s as qu e ho y s e admit e com o prueb a par a lo s nacido s ante s d e 1885 es a par tid a d e bautismo po r carecers e d e otro s documento s probato rio s legales Po r eso sl o po r eso par a pode r incorporarl o legalment e a l a socieda d e n qu e viv a y hab a d e desenvolverse par a deja r constanci a d e s u existencia bautiz Mart a s u hijo si n qu e a l procede r as e l Apsto l abjurar a o rectificar a d e s u firm e y arraigad o anticlericalismo proclamad o y ratificad o po r l e n tod a oportunidad ante s y despu s d e 1879 mi l y un a veces seg n h e demostrad o plenament e e n m i conferencia editad a e n follet o e l a o 1941 Mart y las religiones, y e n l a present e obra Pero e l propi o Mart adems h a dad o a conoce r clara ment e l a significaci n qu e par a l tena n esto s trmite s reli gioso-legale s d e l a poca Y as encontramo s qu e cuand o s e dispon e a contrae r matrimoni o co n Carme n Zaya s Bazn l e escrib e desd e Guatemal a a s u fraterna l amig o mexican o Ma nue l Mercado e l 2 1 d e septiembr e d e 1877 rogndol e l a ges ti n d e lo s documento s necesario s par a l a bod a — bod a reli gios a com o nicament e s e pod a celebra r entonce s — y l e dice : "Par a l o mo s e necesitar partid a d e bautismo — N i a Ferm n escribo : hgal o po r m y pdal e l o qu e est e n e l ngel Po r m firm e y solicite" E n otr a cart a de l d a 2 1 d e octubr e l e reiter a a Mercad o s u anterio r encomienda y e n ella co n un a simpl e exclamaci n d a a conoce r s u enjuiciamient o de l matrimoni o religioso e l mer o valo r d e forzos o trmit e lega l a qu e tien e qu e someterse per o contr a e l cua l dej a formulad a s u protest a e n es a excla macin qu e constituy e rebeld a y condena Lea n ustede s la s palabra s d e Mart qu e quie n l o dese e pued e confrontarla s co n su s originales pue s e n e l Archiv o Histric o Municipal a m i cargo s e guarda n lo s manuscrito s d e esa s cartas : Y a n o tendr respuest a d e U a es a cart a qu e l e escribo porqu e viv o o muerto e n Noviembr e o Diciembre estar e n Mxico.—Hag o mi s ltimo s preparativos y l e rueg o qu e

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^ 8 6 EMILI O EOI G D E LEUCHSENEIN G m e anticip e cuant a diligenci a d e curi a y vicar a — ¡a n d e vicara — pudier a lueg o hace r m s lent a m i ventura Y e n cart a d e 2 8 d e octubre insiste e n s u crtica : "Agencemel o todo : papeles firmas espinas" Pero a medid a qu e fuero n divulgada s esa s pgina s e n li bros folleto s y hoja s sueltas lo s elemento s clericale s o a l ser vici o de l clericalismo ha n insistido un a y otr a vez e n nega r s u autenticida d o e n hace r resalta r qu e nunc a la s firm n i public ; y hast a n o s e h a tenid o escrpul o e n aplica r soece s adjetivo s a la calida d literari a o filosfic a d e es a sentenci a con denatori a qu e Mart fulmin a contr a e l clericalism o d e l a Iglesi a Catlica Apostlic a y Roman a y e l agud o mercantilism o d e l a clerigalla verdader a y justsim a finalida d qu e inspir a l Apsto l a escribi r s u Hombre del campo, mu y d e acuerd o co n s u inalterabl e actitu d y pronunciamiento s anticlericale s qu e e l lecto r h a podid o comprobar un a y mi l veces e n est a obra Co n motiv o d e u n desafortunad o artcul o — Daa ms que beneficia — publicad o e n e l diari o habaner o El Mundo, d e I marz o 2 2 d e 1957 po r Antoni o Iraizoz e l clrig o espaol y a mencionado Ignaci o Biain aprovech la esplndid a oportuni da d qu e aqu l l e ofreca par a glosar regocijado la s manifes tacione s de l exembajado r e n la Espa a d e Franco n o olvidn dos e d e seala r s u militanci a masnica : De l mensaj e d e Mart a l "Hombr e de l Campo qu e co n ta n malign a diligenci a h a sid o divulgad o po r comu nista s y anticlericale s h a escrit o Iraizo z qu e "da a m s qu e beneficia" Calific a d e "deplorabl e y pedestre es a pros a de l mensaje Afirma otros e l periodista-mas n qu e eso s papele s martiano s qu e recogi Gonzal o d e Quesada "nunc a firm n i public e l Apstol "N i po r l a calida d d e lo s concepto s n i po r e l estil o conviene n co n e l pensa mient o y l a eleganci a espiritual d e Mart E l Apsto l n o necesitab a "prohija r la s idioteces contenida s e n e l men saje Y au n suponiend o qu e Mart escribier a eso s dis lates estamo s seguro s qu e nunc a lo s hubier a publicado" (La Quincena, Sa n Antonio Fundad a e n 1910 Revist a quincenal Director P Ignaci o Biain L a Habana abri l 19 1957 p 13)

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MART Y LA S RELIGIONE S 8 7 Co n e l propsit o d e disipa r tod a dud a o negativ a sobr e l a autenticida d d e la s pgina s de l Hombre del campo, escrita s d e pu o y letr a d e Mart envi a l distinguid o perit o calgraf o y examinado r d e documento s dubitados Dr Rafae l Fernnde z Ruenes la siguient e carta : May o 23 1957 Dr Rafae l Fernnde z Ruenes Presente M i querid o amigo : Inconsult a o malvolament e s e h a pretendid o po r al guno s seudomartiano s nega r la autenticida d d e la s mara villosa s pgina s qu e escribi Mart co n e l ttul o d e Hom bre del campo, cuyo s originale s s e conserva n e n e l archiv o d e Gonzal o d e Quesad a y Arstegui actualment e e n pode r d e s u hij o Gonzal o d e Quesad a y Miranda Par a esclarece r debidament e la autenticida d martian a d e dicha s pgina s desear a qu e t la s examinara s y m e diera s t u opini n com o perit o calgraf o y examinado r d e documento s dubitados porqu e e l juici o tuyo dad o t u su perlativ o conocimient o y autorida d sobr e la materia pon dr a punt o fina l a tod a dud a sobr e e l particular Much o t e agradecer a viniera s po r est a Oficin a par a trata r sobr e e l asunto Mucha s gracia s anticipada s d e t u siempr e afmo amigo Emili o Roi g d e Leuchsenring Y e l Dr Fernnde z Ruene s h a emitid o e l juici o conclu yent e qu e transcribo : May o 2 4 d e 1957 Dr Emili o Roi g d e Leuchsenring Presente M i querid o amigo : H e led o t u cart a y e n seguida com o sabes m e tras lad a t u Oficina y co n much o gust o acced o a lleva r a cab o la prueb a d e cotej o qu e m e pides L a letr a de l Apsto l e s par a m ta n conocid a qu e n o teng o l a meno r duda a l ve r la s reproduccione s de l docu ment o d e och o pginas qu e comienz a diciendo : "Hombr e de l campo N o vaya s a ensea r est e libr o a l cur a d e t u

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8 8 EMILI O EOI G D E LEUCHSENRIN G puebl o .. y termina : "No amig o mo ha y otr o Dios" qu e fu escrit o d e pu o y letr a po r Jos Mart M e dec a recientement e u n abogad o ilustre : "Cuand o recibimo s un a cart a d e u n herman o o d e u n amigo o e n m i cas o d e u n hijo n o tenemo s qu e pregunta r a ning n perit o s i e s letr a d e es a person a d e quie n s e est acostum brad o a ve r s u escritura Hacemo s u n peritaj e menta l y sl o a ustede s lo s perito s le s toc a encontra r la s caracters tica s individuale s qu e inconscientement e hemo s vist o a l decidi r qu e la cart a vien e d e la man o d e u n hermano u n amig o o u n hijo" Y o podr a lleva r a cab o e l peritaj e qu e demostrara cm o n o teng o duda s d e qu e esta s pgina s ha n sid o escrita s d e pu o y letr a d e Mart ; pue s l a form a d e la escritura la inclinacin e l hil o de l trazad o e n general l a presin velo cidad disposici n d e lo s renglones uni n d e la s letra s y conexi n d e trazos tachaduras estilo finale s d e lo s trazos proporci n d e letra s mayscula s y minsculas e n suma todo, e s indudabl e d e la escritur a qu e hac e mucho s ao s reconozc o com o l a de l Apsto l d e nuestra s libertades y d e l o qu e n o teng o l a meno r duda L a mejo r prueb a qu e s e pued e hace r d e qu e est a escri tur a e s l a d e Mart e s toma r u n grafism o indubitad o de l qu e n o s e teng a la meno r dud a d e qu e fu hech o po r l y colocarl o sobr e e l document o qu e no s ocupa y veremo s qu e — com o hic e e n t u Oficin a co n la s numerosa s carta s originale s qu e conserva s d e Mart a Manue l Mercad o — n o s e not a la meno r diferenci a d e conjunto Finalmente t e dig o qu e e s ta n evident e qu e est a letr a e s d e Mart que com o toda s la s cosa s ciertas n o justifica n qu e s e hag a un a comparaci n d e letr a a letra pue s l o qu e e s verdad com o e n est e caso l a demostraci n e s innece saria Esto y dispuesto si n embargo a lleva r a cab o e l cotej o d e est e documento s i l o creyese s necesario ant e cualquie r persona confirmand o tod o l o ante s dicho Tuy o afmo amigo Rafae l Fernnde z Ruenes Finalmente l a Socieda d Cuban a d e Estudio s Histrico s e Internacionales alert a siempr e a l esclarecimient o d e l a verda d histric a sobr e acontecimiento s y personaje s d e nuestr o pasad o colonial revolucionari o libertado r y republicano y jam s re mis a e n rompe r lanza s e n defens a de l prestigi o d e lo s funda

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MART Y LA S RELIGIONE S 8 9 dore s d e l a nacionalidad much o m s tratndos e d e quien com o Mart e s justsimament e considerad o com o e l mxim o Apsto l d e la s libertade s cubana s y americana s y e l m s grand e d e lo s americano s d e todo s lo s tiempos consider ineludibl e e l hace r pblic o s u criteri o sobr e l a autenticida d — materia l e ideolgic a — d e la s pgina s d e Mart Hombre del campo, y a es a finalida d s e reuniero n su s socio s titulare s e l jueve s 2 7 d e junio baj o la presidenci a d e Emili o Roi g d e Leuchsenrin g y actuand o d e directo r quie n l o e s e n propieda d Enriqu e Gay Calb y l a asistenci a d e lo s siguiente s miembro s titulares : Jos Lucian o Franco Raque l Ctala M Isidr o Mndez Sal vado r Massip Manue l I Mes a Rodrguez Hermini o Portel l Vil Fernand o Portuondo Gonzal o d e Quesada Mar a Josef a Arrojo Hortensi a Pichardo Mar a Bente z Criad o y Francisc o J Pont e Domnguez adoptndos e lo s acuerdo s qu e a conti nuaci n s e transcriben : A fi n d e deja r totalment e esclarecid a la autenticida d d e la s pgina s d e Mart titulada s Hombre del campo, cuyo s originale s s e conserva n e n e l archiv o martian o d e Gonzal o d e Quesad a y Arstegu i y fuero n publicada s po r ve z primera e l a o 1941 e n l a conferenci a d e Emili o Roi g d e Leuchsenring Mart y las religiones, la Socieda d Cuban a d e Estudio s Histrico s e Internacionales e n sesi n extra ordinari a celebrad a a l efect o e l 2 7 d e juni o d e 1957 aprob l a siguient e resolucin : Primero.—Qu e familiarizado s todo s lo s presente s co n la letr a d e Mart y teniend o a la vist a e l origina l d e dicha s pgina s qu e exhib e Gonzal o d e Quesad a y Mirand a e n est e act o y qu e obra n e n e l archiv o d e Gonzal o d e Que sad a y Arstegu i a foja s 245 246 24 7 y 248 afirman d e mod o rotundo qu e esa s pgina s fuero n escrita s d e pu o y letr a d e nuestr o Apstol Segundo.—Qu e confirma adems es a autenticidad e l hech o d e encontrars e e l manuscrit o origina l entr e lo s nu merossimo s trabajo s d e Mart qu e st e dej par a s u con servaci n y publicaci n a s u discpul o bie n amad o Gon zal o d e Quesad a y Arstegui y hered s u hij o Gonzal o d e Quesad a y Miranda Tercero.—Qu e po r n o teners e dud a algun a d e s u au tenticida d fuero n incluidas com o genuin a producci n mar tiana e n e l tom o 54 p 163-168 publicad o e l a o 1944 d e la s Obras Completas de Mart, d e la Editoria l Trpico dirigida s po r Gonzal o d e Quesad a y Miranda y formand o

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9 0 EMILI O ROI G D E LEUCHSENIUN G part e d e es e nobilsim o empe o editoria l martiano s ta n destacado s com o Emeteri o S Santoveni a y Fli x Lizaso Cuarto.—Qu e e l a o 194 5 e l Sr Juli o Reye s Cair o someti a l a Academi a d e l a Histori a d e Cuba seg n s e di o cuent a e n la sesi n d e 1 8 d e octubre "l a autenticida d de l escrit o d e Jos Mart titulad o Hombre del camp"; y la Academi a acord "pasa r a inform e d e lo s seore s Joa qu n Llavera s y Gonzal o d e Quesada acadmico s d e n mero e l escrit o aludid o d e Jos Mart a l objet o d e qu e s e sirva n informa r s i dich o trabaj o e s e n toda s su s parte s ta l com o s e h a reproducid o autntico y acompaand o a l in form e qu e est a Corporaci n solicit a d e ello s copi a fotos ttic a de l origina l qu e escribier a Jos Mart" E n la se si n d e 1 5 d e noviembr e de l mism o ao presidid a po r e l Dr Emeteri o S Santovenia y a la qu e asistiero n lo s aca dmico s seore s Cosm e d e l a Tmente Tom s d e Jstiz Jos M Pre z Cabrera Jua n Migue l Dihigo Gonzal o d e Quesada Jos M Chac n y Calv o y Federic o d e Crdova s e di o cuent a co n e l inform e d e lo s seore s Llavera s y Quesada aprobndos e la autenticida d de l escrit o d e Mart titulad o Hombre del campo. Quinto.—Qu e carec e d e tod o fundament o l o alegad o malvolament e po r alguna s personas qu e lo s pronuncia miento s hecho s po r Mart e n esa s pgina s d e Hombre del campo quedaba n anulado s po r e l hech o d e habe r llevad o a s u hij o Jos Francisco e l 6 d e abri l d e 1879 a la Iglesi a d e Monserrat e d e est a ciudad par a qu e s e l e administrar a e l bautismo llenand o a l efect o un a planill a impres a d e la s d e us o corrient e e n aquell a parroquia ; pue s tant o es a solici tu d com o e l bautiz o consecuente fuero n acto s si n trascen denci a ideolgic a d e ningun a clase sin o obligad o formu lism o d e la poc a e n nuestr o pas par a deja r consignad o legalment e e l nacimient o d e s u hijo nic o medi o qu e en tonce s hab a d e demostra r ant e la Ley la existenci a d e u n se r humano y a qu e n o fu hast a e l 1 d e ener o d e 188 5 qu e empez a regi r e n Cub a e l Rea l Decret o d e 8 d e ener o d e 1884 promulgado r d e la Le y de l Registr o Civil Sexto.—Qu e eso s pronunciamiento s anticlericale s d e Mart e n la s pgina s d e Hombre del campo, n o constituye n manifestacione s aislada s o eventuale s e n la copiossim a producci n martiana sin o qu e a trav s d e tod a s u obra d e mod o reiterad o y constante aparec e s u enjuiciamient o y conden a de l clericalismo com o plenament e l o ha n de mostrad o Migue l nge l Valds e n Mart masn, d e 1937 ; Emili o Roi g d e Leuchsenring e n Mart y las religiones, d e 1941 ; Jes s Fernnde z Lamas e n Mart el anticlerical, id e 1948 ; Ra l Jos Fajardo e n La conciencia universal y

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MART Y LA S RELIGIONE S 9 1 Mart, d e 1952 ; Ricard o Franc o Soto e n El pensamiento masnico de Jos Mart, d e 1953 ; Manue l Pedr o Gonzlez e n Jos Mart, anticlerical irreductible, d e 1954 ; Francisc o J Pont e Domnguez e n Pensamiento laico de Jos Mart, d e 1956 ; y An a Mar a Garasino e n Trayectoria laicista de Jos Mart, d e 1957 Sptimo.—Desd e El Presidio Poltico en Cuba, publi cad o e n Madri d e n 1871 cuand o sl o contab a die z y och o ao s d e edad y durant e tod a s u vid a y a trav s d e tod a s u obra Mart s e revela clar a y abiertamente com o hete rodoxo librepensador antiteocrtic o y anticlerical

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PRSTAM O INTERN O No / -£>5* > COD (l* FECH A DEV c? ^ ^.*J/ • OP 0 ^ J

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¡si ;

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