Citation
Primeiros vestigios do periodo Neolithico na Provincia de Angola

Material Information

Title:
Primeiros vestigios do periodo Neolithico na Provincia de Angola
Creator:
Severo, Ricardo, 1869-1940 ( author )
Donald Abraham Collection
Donor:
Abraham, Donald
Language:
Portuguese
Physical Description:
1 leave of plates, 12 pages : illustrations ; 24 cm

Subjects

Subjects / Keywords:
Neolithic period -- Angola ( lcsh )
Genre:
non-fiction ( marcgt )

Notes

General Note:
At head of title: Sociedade Carlos Ribeiro propaganda das Sciencias Naturaes e Sociaes em Portugal.
General Note:
"Extracto da Revista de Sciencias Naturaes e Sociaes, volume I, n.À 4, 1890"-- Title page.
General Note:
Rare Book copy signed by the author.
Funding:
Funding from Title VI grant and UFAFRICANA.
Statement of Responsibility:
Ricardo Severo.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Special Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
034611616 ( ALEPH )
961269219 ( OCLC )
Classification:
GN776.42.A53 P74 1890 ( lcc )

Full Text






17
,JK
SOCIEDADE CARLOS RIBEIRO
DAS SCIENCIAS NATURAES E SOCIAES RM -PORTUGAL
PRIMEIROS VESTIGIOS
DO
PERIOD NEOLITHICO
N A
Provincia de Angola
POR
4
-RICARDO SEVERE
Extract da Revista de Sciencias Naturaes e Sociaes, Volume 1, n-o 4
PORTO
TYPOGRAPHIC OCCIDENTAL 66, Rui da Fabrici, 66 t8go







Urn dos factors notaveis verificados pela Paleocthnologta 6 certarnente a. sernelhanga que liga nos scus tcni-ios simplesas differences civilis dos mais afastados continentes.
Este facto, de resto jA intuitivarnente admittido corno a soluqdo natural'de urn postulado ethnologico, desperta entre os specialists o mais 'vivo inter6ss o n a spa arniudada constatagdo d custa de'materiaes sempre novos, do uma importancia crescent nas analogies que aclaram ou nos contrasts que levantam.
De todos os continents teerh concorrido para 'o p.tudo da Prehistoria com docurnentos valiosos, que, -definindo character sti earn en to as civifisagbes proprias, conser.:-vam n1o entanto um ou outro traco de semelbanqa commum ern que so antev6em circOmstancias i0enticas cle'adaptagdo a necessidades universes do exi'stencia. Ass-im se tein verificado que posta de lado toda a idela de synchronismo e qualquer pretend do a uma chronologia absolute -nos. diffcrentes povos as mesmas civilisacbes se succederarn em serie evolutiva, desde o period eolithico ao actual, caracterisadas em periods e epochs pela material prima da industrial c a felcdo especial dos utensillos, calculadamente adaptados is exigencies impreteviveis do mcio c do progress.




4
Emquanto, por6m, em algLins pales a Prehistoria tern adquirido um desenvolvimento notavel, em. outros reduzse a number insignificant de documents, de que por vezes se desconhecem as condigo-es precises de situagdo e jazida.
Entra n'esta cathegoria, entre outras reg1FDes distantes, a zona central do continent africana. E d'esta Ionga facha de mar a mar, tdo escura ainda de mysteries, especialisarei a region littoral de Oeste, em que predomina pela extensdo do territorio a nossa provincial de Angola.
Sao d'ahi os dois instruments de pedrapolida qu'e veem desenhadosna estampa IV, originals na sua f6rma pouco vulgar, em, collecgbes archeological, e corn o valor particular que Ihes dd, o facto'de pertencerem. ao pequeno number de objects descobertos n'aquella parte da Africa Occidental.
Os esclarecimentos sobre estes obj"tos foram-me enviados com uma photographia pelo meu attencioso amigo o sr. Jos6 Afichieta, como resposta a umas carts cm
Jhe pedia a1gumas observag6es sobre as pr'mitivas civilisag6es d'aquella regido africana. E as unicas indicaqaes que possuo sobre a descoberta dos dois instruments estao-comprehendidas no period da sua carta (9-2-87) em que se referee a elleg: ((Reduz-se unicamente a dois instruments cortantes de petra polida, encontrados' em uma excavacdo, felta ndo sci para. que fim, em, um valle do Quanza, tudo quanto se conhec'e da Prehistoria d'Africa Occidental, na 'Guin& inferior. Ha mais de dous annos que o Dr. Troni me mandou a photograpbia d'estes dois objects, que lhe offerego )). ,
Pouco mais ou rfienos por esta epochal o capital de artilherta Zboinski, enviado em mlssdo ao Congo pelo rc' dos Belgas, cm 1884 e 1885-, observou na margem, esquerda d'este r1o, na region das cataracts junto a Manyanga-SLid, um campo coberto de fragments de quart-




zite, rocha afflorante n'aquejla region Nos cinco specimens que lhe foram aprcsentados ndo hesitou o sr. E'd. Dupont em reconhecer a f6rma do raspador c punqdo,
muito vulgares nas estagces neolithicas europejas. La d6c6uverte de M. Zboinski acerescenta este actor -a une s6rieuse importance ethnographique. Elle ne nous fait pas seulement, connal'tre la presence d'outils on pierre dans cette parties de I'Afrique; il y a en outre licu do croire qu'en ce point du Congo, la pierre 6tait cxtraite et taill6e sur place et non apport6e dos localit6s "plus ou moins lointaines. Cc seralt, en d'autres terms, un ateHer de taille)).
Do Mossamedes troupe o sr. Zbofnski a1gumas peqas de silex cujo trabalho grosseiro as approxima das quartzites de Manyanga. No Cabo da Boa-Esperanga, especialmente em Table-Bay e Graham's-town 2, encontraram'se tambem silex nas mesmas condig6es quo em Manyanga, proximo ao logar de fabricagdo, analogamente ao quo se dA em a1gumas regi6es da bacia do Mediterraneo.
Mat6riaux Pour I'histoire primitive et naturelle de THomme,
i888,.pag. 3o8.
2 Marquis de Nadaillad-Les premiers homes et les temps pr6historiques'- Paris, i8gi-Tome premier, pag. 34.
Em 1868 jA o sr. Busk apresentava, ao Congresso de' Norwich. utensilios de quartzite e jaspe, provenientes do Cabo. D'esta regifio possue tambem o sr. Evans uma collecqdo notavel.
A respeito Xestes silex e quartzites poder-se-hia levanter a questio do lascamento natural, que Weste clima se'podia dar sob o calor ardent do sol dos tropics on o orvalho fresco das manh5s. De facto, esta question fbi levantada por Lepsius a respeito dos silex encontrados no Egypto, corrobbiada corn as observaq6es de Ddsor no Sahara, de Levingstone na Africa Central, de Wetztein junto a Damasco e de Ffaas nas margins do Nilo.
Mas, como faz notar o sr. De Nadaillac, e jd. em 1878 declarava o capit!oBurton d Associaq5o Britanica de Dublin, nio ha tAo grande semelhanqa, de characters entre as pedras trabalhadas pelo homem e as




6
assim temos toscarnente delineados os characters geraes de urna edade da pedra, demons:trando-se em. circum stanciasidenticas, com. a sua feiqdo especial, e ligand points ddstacados de uma region, onde hoje 6 desconhecida uma tal industrial, e onde os costumes como os typos eth'nicos sdo bem, diversos e quasi oppostos.
D'aqui resalta o valor ethnologico d*estas analogies, que novos factors irdo definindo melhor, e que faz d'estes pequenos studios, para muitos de um valor minimo, documentos precios'os nas quest6es primordiaes da anthropologia geral e elements essenciaes As fo-rmulas syntheticas da Sciencia.
Relativamente A industrial da pedra lascad a na regido do Sul d'Africa, se alguns materials se contain I nas condigoes exigidas pelos methods de studio, o mesmo nao acontece com, relagdo A pedra polida. E a par da abundancia de peqas simplesmente lascadas, descobertas na region do littoral, os instruments polidos p6de' considerar-se raros nas reg.i6es at6 hoje exploradas.
Este facto, que alguns auctores jd haviam. notado nos planaltos algerianos e no Sahara, era ndo ha muito verificado na Tunisia pelo doutbr R. Collignon, que considerava constant em toda a region a ausenel'a de I instrumentos polidos, como machad.os, cinzeis, martellos, etc.
As raz6es que present, por6m, bem, applicadas a Gafsa, local estudado pelo actor com. especial minucia,
que de f6rma alguma, poderemos generalisar, a ponto
lascadas por effeito do calor solar ou da frescura da manhi, que possa levanter confuses ou fazer hesitar os archeologos, mesmo os; menos experimentados.
Mat., 1887 Les dges de la pierre en Tunisie pag. 89.'




7'
de se esItenderem A region que agora estudamos, em condigaes actuaes muito diversas 1.
Apesar d'isto, alguns exemplars ha de machados de pedra polida,. trazido s do continent africana. 0 sr. De Mortillet affirm que se teem encontrado nas regi6es do centre, occupadas por selvag6ns conhecendo o ferro, ((ce qui d6montre qu'une industries robenhausienne a dt IA comme ailleurs, pr6c6der la reconnaissance des m6taux)) 2
Os museum de Leyde e Copenhague conservarn machados de pedra polida, provenientes da costa d'Africa, etiquetados com a designagdo depedras de raio e pedras' de Deus '. Do paiz dos Niams-Niams troupe tambern Gordon, o heroe do Sudan, machados polidos de ferro oxydulado amorpho, que, sob o nome de pedras cahidas do c o, cram object de um culto supersticioso entre os indigenas,.os primeiros a desconhecerem-lhes o uso e proveniencia 4
Como 6 sabido a denominagdo de pedra de raio dada ao machado neolithico 6 muito vulgar na Europa, e sdo realmente notaveis as analogies entre as superstig6es que o define' e as designag6es que os aifferentes povos appli'cam a este utensilio robenhausiano, generalisando-se.
As causes attribuidas pelo Dr. Collignon d ausencia de instrumentos polidos sio: i.0, falta no paiz de rochas podendo server de polidores; 2.0,'utilidade menor d'estes instruments em uma region, onde. as arvores sio tio raras, que seria quasi um. sacrilegio a'sua destruiqfio, em que nio ha barcos nem moves a construir, torque a palmeira nfio se presta a este uso, e onde, emfim, as casas s5o ainda actualmente simples cabanas, construidas de terra, cobertas, com ramos de paltneira.
9 Le Prehl*sturzque Paris, i883-pag. 5o3.
8 M. de Nadaillac Loc. cit. Tome i pag.
4 Mat., 1887, pag. 114-Apud: 13ulletin de l'Institut Egyptien n.0 14, x886,




por todos os continents com variants de f6rma raramente discordantes.
D'estas relag6es se teem occupado quasi todos os, es-' pecialistas, e. jA ern outro trabalho multo vagamente apresentei esta questdo, sem comtudo pretender explical-a por quaesquer relag6es mais ou menos intimas de raga ou civilisagdo este facto averiguado nas regimes do Sul d'Africa vem mais uma vez demonstral-o. Deveremos admittir, para determinados phenomenon de um character universal commute, um certo polygenismo, a que de longe me refeti nos primeiros period's d'este pequeno estudo, e que, explicando-os- de uma f6rma rational, estA meIhor de accord com o cyclo evolution que segue a civilisagdo de cada povo. Nas expresses proprias d'estes modos de evoluqdo nota-se claramente a constancia absolute dos seus terms geraes, como realisando-se sob o imperio de certo fatalism, characteristic de todas as leis fundamentaes da Natur=i.
Por considerag6es oppostas a este raciocinio 6 que variegadas theories, fundadas muitas vezes ern longinquas analogies, que s6 a preoccupagdo falsa de urn dogma-tismo the6rico podia approximar, tem lanqado no carnpo da ethnologia um number, grande de hypotheses verdadeiramente gratuitas, que os methods experimenters tender modernamente a eliminar da sciencia.
E 6 na realidade para esperar, com a orientagdo dos actuacs processes de studio, que os problems fundamentaes seJam resolvidos, sendo de um modo definitive havia em muitos caso i de comprovagaopelo menos de urn modo raclonal e mals verosimil.
Como esta, outras quest6es havla tambem a tractor, a1gum tanto relacionadas com o assumpto, mas que, afastando-se qualquer d'ellas do character especial d'este studio, ndo vem para aq.pi desenvolver.




9
Os do'is instruments polio s africanos representados na estampa IV, teem, como ahi se v6, a f6rma cylindrical, de geratrizes sensivelmente parallels.
Esta f6rma, apezar das references que a ella fazem alguns paleoethnologos, p6de considerar-se rarissima, sendo nova, entre os mobiliarios do period neolithico.
0 sr. De Mortillet considera-a ehtre as forms geraes, que classifica de cylindrical, quadrilaterals e triangulares 1. A pag. 542 acrescenta: (cDans'les hatches cylindriques ou en bourrelet, la coupe au milieu d6crit un circle. Mais le circle parfait est une rare exception. Cette coupe forme g6n6ralement un ovale, gallant, deppis Fovale presque rond jusqu'd Fovale le plus 6troit et le plus allong6. (Afus& 15rdhistorique, n,'3 446 A 448)))Apesar d'estas'consideragces, na apparencia perfeitamente de accord coni os exemplars que temos A vista, o facto 6 que, percorrendo o. seu album prelhistorico, ndo se encontra specimen 41gum com a f6rma das fig. I e II.
0 machado francamente cylindrico, ou mesmo o escopro, 'ado apparecem ahi mencionados; s5.o antes solids de natureza geometric muito diverse, cujas secgces variam por gradaq6es successivas da oval ao circulo.
Por uma certa ordem de considerable mechanics e de melhor resistencia ao choque, fol conduzido o fabricante de machados a dar-lhes a f6rma em amendoa e cunha, espalmando para a linha de c6rte. E' esta ainda a f6rn-)a modernamente adoptada que, se a1gumas modifica C)cs tem soffrido, 6 de accord com as propriedades c.,pcciaes 8a material prima, em outras condig6es de dureza e malleabilidade.
. 0 cinzel ou escopro, subjeito em uma das extremidudes ao choque alrecto do percutor, exige uma outra
----- -------Le Prehistorique, pag. 541-




Io
f6rma que a experience reduziu ao prima ou cylinder, disposigdo depois confirmed por considerag6es de ordem theorica. Tendo no outro extreme de mortar em gume acerado como o machado,. naturalmente se Ihe applicou ahi a f6rma d'este, em condigbes superiors de resistencia.
E esta f6rma, perfeitamente rational, que hoje a sciencia demonstrate com a applicagdo de principi6s theoricos e longs' deduc 6es, JA a vimos claramente evidenciada no instrument chelleano, no silex terciario ou'na lasca produzida naturalmente pelo choque de dois geodos no fundo pedregoso de qualquer riacho.
Nas luctas tenebrosas das primeiras civilisag6es, estes facts mos I tram-se, como points luminosos, esvahindo-se no negrume do pass do; e se, guiados pelas indicaqbes da sciencia, acompanharmos a linha representative da evolugao, fatalmente os encontramos, r eduzidos A f6cma simples de unidades e meio perdidos no escuro das primeiras epochs, esses primitives embryacs da,5 monumentosas civilisagbes d'agora.
Ndo, s5o synchronicos estes factors, mas succe*dem-se em, todos os prizes, e nao era para adrnirar que, encontrando-se na Europa a f6rma espe cial de instruments a que me refiro, a vamos agora observer ei Africa, nas regioes por longo tempo desconhecidas ao velho mundo e tanto para al6m das af.amadas columns.
Na grande percentage, por6m, de instruments polidos europeus com as f6rmas geraes, um que apparece da f6rma apresentada na estampa IV, ndo passa de um specimen exotico; e como tal p6de ser classificada entre os mobiliarios neolithicos a f6rma puramente cylindrical.
Em uma interessante memorial que ha pouco recebi do sr. Phillippe Salmon -L'age de la Pierre ci 1'Exposition Universelle de M89-vejo pela primeira vez um cinzel de silex polio sensivelmente cylindrico Abbeville, Plateaux
-collection d'Ault du Mesnil. Por esta razao o dese-




nhei na estampa adjunct a este pequeno trabalho, unico process de tornar bem claras todas as analogies, dispensando ao mest-no tempo uma descripgao minuctosa.
A clasgi6ca do dos instruments africanos 6 alum tanto difficil de se fazer de m modo r1goroso, pola falta de dados relatives As suas dimensbes a photographia que possuo nada p6de dizer a este respeito.
Pela sua f6rma, poderiam ter sido cinzeis, e comc, taes sdo classificados d priineira vista. Co m as reserves, por&m, a que me obri-a a falta de indicag6es precises principalmente no que diz respeito A material. prima chamar-lhes-hei antes machados hatches ) pois que, suppondolhes, como 6 de crer, uma certa massa, superior A que exige o manuseamento especial e bem diverse do cinzel ou escopro, era um pouco forgada, a sua classificaga-o entre esta species de utensilios.
No exemplar da fig. I v6-se bem claro um pequeno conchoide produlzido por percussao sobre a extremidade do utensitio. Este facto poderia servir de base A sua classificagdo como cinzel, considerando-o o efleito do percutor. Ndo havendo, por6m, indicios que comprovem a antiguidade do facto, poder-se-hia tambem attribuir a uma causa. ulterior que occasionalmente o produzisse.
A presenga d'este conchoide, nitido rios seus contornos, mostrando o esquirolamento de percussdo c ligeiras nervures concentricas, p6de, por6m, levar-nos a concluir que este instrument f6i construido de uma rocha dura
- analog d dioritc, em que se produzem fractures semelhantes por percussdo de fracture finamente granulosa com a das rochas dioriticas, quartzosas ou serpentinosas. As mesmas considerable served portanto n'este caso para eliminar da seric dos materials, aptos pela sua natureza mineralogica. a serem aproveitados para instrumentos polidos, o silex, rochas graniticas., porphyricas, jaspoides, etc.




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Considerando estas pequenas irregularidade;, e vestigios de trabalho-, que'se encontram nos dois instrumentos em questdo, devemda mesma f6rma notar-se as que se v6em na fig. 11 proximamente a um ter9c, das extremidades, e que poderiam ser tomadas como devidas a um polio imperfeito ou vestigios do encabamento, e ainda como sendo feita's intencilonalmente com o fim de facilitar a ligaqdc, do utensilio ao cabo.
Al6n d'isto, attendendo ao modo particular de encabamento, tal comc, era usado no perlodo neolithico, ha na f6rma cylindrical dos machados vantagens superiors de seguranqa e maior facilidade de ligagdo, como ndo acontece com os exemplars de f6rma amygdaloide.
RiCARDO SEVERE.




WW,
INSTRUMENTS AFRICANOS DE PEDRA POLIDA
i g
CINZEL DE STLEX POLIO Mbbeville, Plateaux Collection dMult du R. Severe, des.