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Exposição das vinda a Portugal de Arsenio Pompilio Pompeu de Carpo e sua prisão e processo em Lisboa

Material Information

Title:
Exposição das vinda a Portugal de Arsenio Pompilio Pompeu de Carpo e sua prisão e processo em Lisboa 2. Refutação a's aleivosias e indecencias quevem exarades na Exposição ...
Creator:
Carpo, Arsénio Pompílio Pompeu de, 1792-
Amaral, João Maria Ferreira do, d. 1849
Abraham, Donald ( former owner )
Donald Abraham Collection
Typografia de Manoel de J. Coelho ( printer )
Place of Publication:
Lisboa
Publisher:
Typografia de Manoel de J. Coelho
Publication Date:
Language:
Portuguese
Physical Description:
71 p. : ; 22 cm.

Subjects

Subjects / Keywords:
Slave trade -- Angola ( lcsh )
Loose letter by Amaral -- Portugal -- Lisbon -- 1846
Imprint -- Portugal -- Lisbon -- 1846
Genre:
Loose letter by Amaral
non-fiction ( marcgt )

Notes

General Note:
Rare Book Collection copy from the Donald Abraham Collection.
Funding:
Funding from Title VI grant and UFAFRICANA.
Statement of Responsibility:
por J.M.F. do Amaral. 3. Resposta a' Chamada refutação antecedente, por Arsenio P.P. de Carpo.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Special Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
028037523 ( ALEPH )
25955450 ( OCLC )
Classification:
HT1225 .C37 1846 ( lcc )

Full Text
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LICBMS 'UNrvzp@ITY Of -FL
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Special Collecfions
RAREROOKS




Duas palavras Por despedida ao Sr. 4rcenio.
Escrevetj o Sr. Arcenio- tim folheto, no qua], pertende fa-zer acreditar a-o publico, que eu. recebi mil peCas para o deitar f6ra de Loanda, e que o maltratei durante a sua deten ao a bordo da Charrua Principe Real escreveu mais outro, e o priblico tinha direito a esperar, quenelle viesse'm documents, que provassem, que eu tinba recebido aquelle dinheiro-, ou peto menos, em. que eu o tinba gasto; e ao mesmo tempo certid'ao assignada pelo Commandante da Charrua, oti por outra qualqtier pessoa que tivesse presenciado as barbaridades, de que sou accusado; mas n-ao fbi assim, e o Sr. Arcenio, ou quem eser I eve com, a assignatura do ,,St. Arcenio, apresent&i-se, naAo sei se amigo ou inimigo da causa liberal, quando diz no folheto
o Sr. D. Miguel me confiou uma carta para o Sr. D. Job VI,!!.f
As meias'revela -es do Sr. Arcenio podem ser Mal intrepretadas, ese S. S cavalheiro, como se inculea, serd bom, que publiqtie todas as carts, que Ihe tenho escripto, as quaes ou cont6m, frioleiras, ou constam, de admoestavo-es para se deixar do inflame traffic, como bem se deprebend' das que transcreve no folheto.
Tambem, o Sr. Arcenio deve publicar quanto antes os seus Hysterios de Loanda, mas cumpre-me preveni-lo, de que urn dos meus amigos fica authorisado na minha 'ousencia para o obrigar, na conformidade da Lei, a que, ou se desdiga, oti pr6ve tudo o que avangar contra o meu credit. E como S', S.' publicou uma carta, que eu Ifie rogava que rasorasse (posto que ella nada continha que me deprima) nao se me poderA levar a Mal, que eu para provar, que
-S. S.' era negreiro em Lo-anda, publique uma carta, na qual al6m de ser denunciante dos sews Mal ayisados companheiros no infarrie traffic a si proprio se condemn,
Ahi vai a c6pia da carta na qdal ornitto os nomes dos denunciados Felo 5r. 'Arcenio visto que S. nAo qu e*r que eu me pareca com, elle.
Bom. amigo e college commendador. 0 Pedro pilhou um brigue do P. COM
850 negros na barra do Dande e achou a bordo hyro de carga e toda a correspondence. 0 coixo ja fti(rio, e os carregadores andam ern calQas pandas, e se o Pedro entre(ya o hvro I'
0 0
vai o H. cujo nome esta no I*vro dos infelizes com os seus 20 catamozinbos, o Bf 0 Com
120t D. R. J. Com 150 e outros muitos, podendo affirmer ao meu amigo que os abaixo mcncionados nAo so' nao estao no livro dos carregadores, como nem uma so" carta escreviam por tal
---- -3- 7- -A J- A----:- n 'n A- U







EXPOSICAvO
DAB
eIRCUIPSTANCIAS QUE ACOMPA'XIIARAT, A VINLDA A PORTUGAIL
4twillonio Pompillo -]Potnpeu do Carpo
jjVA PRISON
lK PROOESSO RM LISUOA
ZISIJOA
TYPOQRAPHIA DE.,MANOEL ME J.'COELH40
PR.ua do Pdfo do* Negras N.,' ois
18460







LA0"A"'OSICA6.01
0 homem social deve A'sociedade, e -t sil
dos seus actos ica-1 jus.tificaqao e reivind'
t ao desua boa fit La a quando esta se I he quer 11111,10ular.
Residindo eu em Loan&t hA muitos an'" nos e S-elldo a ininha soffrivel casa o ponto de reuma-o de toda --t gente grave, national ou estranoeira que. alfi tern apparecido contrahiu por isso rela 6es comig' um Official de Marinh,-Ct Por[ugueza, Qbainado-Jodo Alaria Iferre.ira do Amaral e em 1844 escreveu-ine dizendo.
A.auente-se que leva trai-nbolhao- vej a
se arvanja a1guns condos de. r6is, e fuja
para Fran a." A carta exist.e.
Desenvolva-se a meada. Em 1843 separeime da sociedade que tinlia no Rio de Ja e neiro com L-ttl*z A)ztotzio de Carvalko e Cas. tr6j que, esLeve por essa occasion a ponto (fe, .quebrnr naquella praca, e que tern por scu




4
MM90 0 menclonado Feroreffla (16 '-Imarfftl' qtje, estando na Madeir a.', in e es c re v e u pa ra
dr
Loaad;t o seguinte em 1844 07
r pirovavel que na',triinba pn-ssage-m Ao, & hi j' V este'ja B-irflo
Brazil 1)or a, a s e
gun(lo me dlisse- N. e Si V quizer
ir counigo Aar nin"'passejo ate, Lisbor f ver a OS cafnltpheos (suas antig-as ,apa-ixonzadas)
desejare-i -traze^-]o\ na minha companhia.-o Existed a carta.
Em 1844 escreven Ltfirz Antonl*o (le Carvalho e CasIro I rliguem por elle no sr. .1[.,uiz Jos,6 da Silva, Official Alaior graduado da; Secretaria da Jusli a off recendo-lhe 12-.000SOOOrs. pzaiva ni.ep^r f6ra Ae-Loanda,;
este sen.hor wlo s' nada fez:"naquelle sentido mas nem siquer responded a similhante.carta. ,'
No itiestno anno yu 1z Carvalho e Castro P, rear sociedade em --Loanda coin o, sr. tie SA. porom es te,' repel lindo zi proposal, e' asiiociou. coming e logo por -nossa conCm ("Ifflandamos vii- de Iti.mbui-go 600' condos de. fazen(hi a pzatrar enj ce'nfi o in n) a,
e. mais generous do I)aiz. 0 sr.,(, ., quo ljoje existe- ein.'Usboa. sabebei-n que o ViatachoRoi-iiettIevoul, aquella caTgC-t,,, e para
No pri nei pio do corrente c1iegrou Fer.0 refra -do Amaral tao Rio de Janeiro na FnaCrata Diana e I oQ-o Ca.stro e Carvalho escreveU 1110 8 r. Luiz Jose' &I Silv,--i dizendodw 1h.e. que s9breestivesse no object de jne ^r PO




f6fa de Loanda trocaram-se b-,iiles!' entro Carualho eVaslro, e ferreira do Amaral
onde se gasim an zon tos de reis e. ne
_111hufli delles foi convid(ndoo sr. I R. de Sa',
ali's tedo o corpo do Commerej da ,se, ndo-o ZI 0
Pi-aca do -RIO de Janeiro,
j -ne.u socio sr J. B. de Sa escreveu Tara. Loanda dizendo:
,0 V, ara MwOe V'deo e de
al a Di ana
a paraAngofa.- aqui diz-,se asseveisar o :4 Carvalho e Castro (I ue Anzara'I o ha-de
A
xt por a V f6,i-a Wahi e falla-se n'umas
-a Illil pess-Is (esta parte nalo crelo eu) s.-:ilvo a Si uuma bolsa que se rez ha djas, foi para o esse f1m, torque o Carvalho e Castro nada it lem e ate" por bavei- dc-Ado o b1tile bons
lotes tera' a1guem do soffrer elle toda' ,a via propiostica ex(rnordinarios ganhos
Z 1)
&C, &x- ) &c. Sirva-lhe isto de go-verno. w
Cliegou a U' nd, rl MW
41 a Fravata D* fill Ama-rot Visitou-me e tractor por mil rodelos sua'sorios de me, convener a vir coin elle p,ira ..Lisboa ao que me oppuz asseverando-lh& que asslill teDC101-Ittva fazer poref in so d'enta""o a seis unezeo yie era flutindo poderia Aer estabeleeldo as wMhas dlsposi o'es para urwlt ausencia longa :. .,-Inzaral It a1guem mos" ti-ou pat-te d'uu-j-a carta que disse ser do Ex.mj ministry da Marinha (Falca-o) onde se lia o seguinte:
Desep que ficas adiligeancia de, na tua fcpiissogem em Loanda resolveres o Pom"O
pilio" a vir com ti,.).-o na Fralpata ate" Lisbo,-A. v




Insfsfihd ito A ra 6'rn c- *
i o eu no propose e espe,
7es, comeqou .4mm-al-a i-nstar coni o Ex Gove r-nador Possolo, para quc i-ne enviasse
e
Treso Para bordo da Fra-gata ; e S.- E x, r '' sistio a laes suggesto-es pon.derando I.' q-, up If
sem ordeip I de S. Magest'ade tal na'o farit-I
que essas,' viplenciaK e cpacq,oes se na., podiann acerert, d, um bomem
-carecer
..quem elle sabia que estaya tomindo d Is P.0-70 si Oes P--,ira sabir dalli, para Lisboa dentro em poucos i-nezese
Com este desengano., roii)peu,.-4mnraI D 0, desatino de dizer'a S. Ex.'*que midto sentia dizer-lho, lilt yl e7 onde quer que mc-(, .irTas,se co-in gente da, Fragata me' 'Ievar"Ic, zmarrado para baro.
0 Exomo Gene i-,-d ."i-ecordou'-1he -,o seu Ae"O ver, dizendo-lbe-.que 'devia ser coi-ntnedido.,
que si tao. ousad ofen.cia effectuass a prep e,
por certo S. Alagestad'e'lha fulm6ntiria'com severala reprowic,'O ara que,
io arg"iO
levai*ja a effeito quanto' Ia via ;dito, por quo
Minisfro FC11cao a' d'
poria ped,,ra e in ci
flualquer fa c to ,e. -q"'uel em'summa Si SSEx. queria Obsta.,r: 'rocedin)ento
jue IICODSelhasse' o Arsenio, twi er-se ou Ngir.
.0 Ex." General epa lonvi do nome Por fuffijez e doGovern C n 'tit u'ci"o:n af d
0 S 0 DOSSO
P1111Z "Slou de sua' u6torjidade' -inandandowe cerccar a casa por, infiinferia 1111aria c t-irfflberia, e Prot:egendo -ISSIIU-,MiDha pessoa e fazenda.,




7
ie n 4 eu A gente,,dos Depos"itos Britapniccs
ft -06
Ae carv.ao d pedra p. ra os vapors do cru 6gq rilgue de Guerra ;seiro Inglez Yeio I' -o B g4o, nn
ye, para p porto e o se.u Com an" Oan.te Sir Willia in', D aiiiel correu a ininha pasal lotTerecendojoe _seguravyrt a seu -bordc e toda a Dossiv'jel protecylo. Nada. acceitei ,pela honra 4eTor-tupez, que professo,;.- e )aestle mesino senti(Jo me foi -fallar a o sr. Coinwandante do Brigue AudazA*nstan& ,do para qt;e-me etwDePhasse a fim defazeT, .) abir o Brigue, Ing.e'-z, envergonhaiRdo-se do que di ri4 o mundo de precisar umsubdito portugpez na -sua Patria, de recorder a banAeira estranha para se livrar de prepotenv* pias o Brigue, sahiu ao 7.' :41a e Aroltou Para cis P,flipeirinhas.
P.01. esta occ(isiao jcbeo-ou o S. Boaventurq p nelle a Poixjeacao de Gov.ernador Geral a Ped ro Alexandrino da Cunha, Commandan." te da Estayto Naval ; e no di;t,5 de Septein'bro deu, o Ex."' Qener,-d Possolto posse itto seu swcessor tendo J-nandado retirar a -for,Lt y; e me pro(egia. Assisti .6quelle acto por expresso P, foruwd convite indo ab Te Delaw coin os Ai-bitros -c Consul focrIezes foi-i-nedestinada I-IL 1.4 vzua do paleo, e d7allifoinos todos para o corte* de se manifcs4w tou a meu respelto sobeja defferencia.
Seria um-a. h9ra y4ando entire com uns amizos Ingleze "che- e tnandei ans no nieu co
dar.para casa 4 cupporta ao apear-i-ne, U.MI MjpacqSSpvo .(s.pldado dc policia) _iiav, en..




tregou u m. bilhete a lapis do theor""'. q'u"e so segue
cc Acabo de receber.-ordem, Para o. jr pren
-cc der Asua casa 'sein collar direita a nem. para a esquerda os .,T*,,poia's es tao
:mu to estropeados I a' ante'g
''e -nao estaia
a de uma hora.. *7
Os naeus ai-nl*gos'lnr YleZ'es""foratti de'pal*ell* cer que- we subtrahissse, a tal prepotencia
a-o"quizifu gulbiiuos e t r,,,i t e i por em. eu n pr 7, .
de recolher.-nuln1l"'lata aigumas left.-is ino-tezas brilhantes.-." io..coisas de Valor posta a lata sobre banca, esperamos tra n q u I
I a tn e n te q u e 0 Co U-n in a n d a n te d a'forqa de se--p guraD a public fosse prender-me e erjti-e tanto fui lavrando uut protest contra simi Ihante arbitrariedade no clucal assignarat-a como testilDUDhas es melsinos IDglezes e os-..,. rneus caixeirog,
Chegou o coulinan dante da seguranca public-a 0
, parecia estupefcicto por me encontrar etia casa 9. e dis:se-ine que estava prezo a' or,.. dein deS.Alao-estade eque o4coun anhasse
b I p
para bordo da Charrua Princeza Real: ponlp derei-lhe que, sendo eu CorouttI, e elle Te" nente. duvid,-tva de deixar-nie a'ssim prendei-: poreinl Conao nie respondesse qUe DO caes esfava o -.4niaral- rira, etn.,caso.lde inim. sistencia minh.-I ser elle que me conduzisse, dispense a vista e sahi acompanhadek pelos Inglezes.
Ao, cheg.-ir defronte do Trem occorreu-me que a lata com os valores fica'ra iobre a rne,-,
.01




,%"WON*
rog uei ao Arbitro'Britannico o -obs ev quju de chegar a buscar. ma em q uan to ellbe
-corria'' a obsequiar-me fui -caminhando pcara
caes', onde lofro v I 1 0 AmardI com -o sea 'espliao ALIP-'UStO'F. de Figueiredo, qu u :e MIA Alferes inspector' do Trem,
0 defirarite Amaral bradou logo ao comAR mandan.te. da seguranqa increpando-o por
IV
J-D e D. aofazer immediatamente ewbarcar,, e eu (cotu polidez mas- se-m ser.vilismo) ponderei-lhe' que esperavea.-Tor moments o Arbitro Inglez," a quem incumbira de cor-re'r a
a 7 ra-zer-me um we
minha, cas, .e, I a lata, com al
11 a A
gumas, preciost-dades, que afilmeesquecera.-cousas d v Ior 1 (exclaPreciosidad-e' e. a
como, 'um possess 'O Amaral) nada
nada, conisigo nada leva:' nao quiz U COMIO
.Cavalheiro, ira como urn mariolla que
0 ineu anjigo Ingle-z, que chego-u correndo COM a lata- e ouviu estes urbams cumpri-, in e tj tos enviou-ma para bordo por meios o;cultos eu fui para bordo da presigang t e Amaral eDtra-ndo n'um carrinho seguiu camirrho do palacio do Governo.
De-jxei tres navies no porto dois descartegando e um 'a deixei 600 canem fazendas -nos armazens, Das feitori,.-oi, e fa I qu m aS Da Alfand-ef-ra abandoned a imilo I %- 6 7
'11ha casa, -c jo, recheio mcto desce de 40 conUi
tos ]a' ficaram bons 50 condos em praprieidades e navlos e a1guem (eU D a"i0) por que., e para que, se fez esta ruonstrut sa




cowniand,,ante d-apresig' isse
que tinha ordein (do 4nzarcd) para me, env cerrar no..paiol da farinaa, incoi-nmunicavel xvio s6 com a terra, mas, Uai'nheixi coi'n a trim pula .-10, e. que so coin elle pod'a fallar, mas que sobre local da pris4"O Ofliciara 4 4inarall, ponderando-1he qUp DO paiol d(i farina i estava outro prezo_ a farina e afTua. Chegou Tesposta em b.r. eve,' e, despej(ada a dispensa,- fui en habita-la epm duas sentiriellas
iista, do bay oneta calada para mini; p ta""o estreitas orders tinham aquellvs MiseraIu -izendo eu a barba me re7vels, 0 a t6 f,
rehend avalh,'v
erain vor ter tan.to tpiupq
na inao
Desde a priza*vo (dia 5) ate" 7, apen4stive licence Para funiar dois charutos, dados pe I o, commandant por piedade, e esfe no dia 7, achando-me enferwo -v febricitante Oisse,7 we chejo de dcAicadezj que ppr ordein dq Amaral, -a que devia obedipcex, (Inha. de re7 vist(ar-me para ver.ific-ar sJ eu 00lia Ou nalo coming brilhantes., e outros valores eul (14e tudo havia -distribuido ei.n torno (le mi-M. e pelas botas; sew hesiU-ir respond que, Gnh4 cot-nigo os valores, e onde os tinh-a,, 'macs que ja enlregar-lh:'os. 0 honrajissilno commandante, corando (preio qqe de vergonha) disse-me
"C9 Guarde tudu onde estava, ou onde qui, a zer: eu, n5o sou'relles Jorda-o,: o sr.
Ml en aq.-t-se coming. -v
9 .4 11
Ein suguida deLt o honrad-issimo coininan .7




mow**
..Aanle da presiga.rr a parte ,ao 4maral de qu.e
am mn cord'o mui delma(l
so w e ac c III Ir I S U
pendendo -,t minba Itincta; e, pedindo'llic eu dois dias depois, fic.enca pa'ra manda.r tracer roui foi loao --a bordo -d,,-t Di.-ma el ,de volta dis'se--me Va deckarando, e em 'irei escreve ndo. Pedi roupa, livros, charu'tos uj-na caixa uma cadeira A. Voltaire relolylo e leneoes p ara a. cama. lei(o o rol lornou o bom commandant 1A -Diana e 0.
-rn.eu aunigo, 4.nwral glosou a seu sabor, riscmndo a cadell"a 0 relogio e --a roupa da .ca Illa
No di,11 I 'em Junta, propoz o novo Gourna administer A4 f
,vernador -Geral qao a uninha
.casa o Juiz de D.H-elito (o.sr. GuaMado) opPOZ-Se e i,;i (I a i a n d o o crime, de que eu .,,,er;a alg ai,(fo ma Aa I h-e responded o Govermador Geral -e lo Juiz, Pwnclonand-o o iiieu pro tes to, a acima alludido, declarou que all, 01 i n h a casa tmha 4 sua frente o Negociarile FraDeisco Rod rl ties Btarbosa, c.que os (ju.,,,Lfro contos que eu havia endossado em lefras d'e differences Despalchantes, estavam ))a Te'r t,,Aa- e que pam tirilica a TazeDda Dac'ional a minba quinta ilha, or,"*, .cupada- com o Arsenal da Marinha, predlo lue pe o menos valin 5,-OOOSOOO rs.
No dia 8 pedindo eu fic.enq, dar
carts d'ordem, e proculraqa-o ao ineu amigo o sr. Barbosa inclusive' para curn dos deposi to s Britannicas a meu c.11'.go respondeti-WO se-me que pod.ta'.,es.crcvc:r, -sendo cm 1) re, -




do sr., Colllmand'ante 'da 'ptesixcI"L*llL-f e'que tu-do deveria dafli ir 'a' censure dol
't a' Telleslordaol
Amaral, assim como
o-11maral finha revistado toda aroupa e maiseffeitos .1 ::que eu mandara tracer de minhlc*t casa. Foram effectivamente os papers c a,% pessoas -(o sr., commandante c o s.r. Barbosa), para a Ilh-a, comecou Afnaral o seu exame;. e.',- achando a final as palavras cc.perturba-Me, Ver que tenho de est(-ir,.a escrever, e a
A
er,.os.negocios da'primeira casa de Loandit co,'m sentinellas de bayoneta caltAda Vor isso acabo pedin'do-1he, que V. S.' faqa qwanto for a- ,bem de ajecis interessesv.disse Par-a .0 sr. corrmit andante V., S!, a CoUlpromette-me! Pois, o sr. Arsenio esta a em, Asegredo ? c .,.:coui sentinel-las 'a' V ista' '!' w E voltando 'Pa'ra o sr. Barbosa dissedhe : wSr. Barbosa e' favor a nyim destruir essa a carta, po'rque.,o sr-'Arsenio--ita'4a est'I lrl-.! a commumeaveh. PeJo -c6ntrari6- ha-de falkt'r
COID' quem quizer': sl ninguern tern vindo a bordo, e' torque o odelMll, porem queru
quizesse, Ve 10) e. fallar-the, podia.
0. sr. 'Barbosa partitj velozinente, pltra bordo ., dizendo a todos do navio clue eu ja-es,tava cornmunicavel e, assim vejo ate a dig-pensa., onde abracou este presunto vivo, Ire guindo o sr. commandapac da, presigarical-, como author da violenci:i, qu.e eu estava sof fi-endo. Nein eu acreditei 0 meu amigo, ncra o scu des-eng-ano t,-trdou multo as bondades du sr. comi-ijandante da liresiganpexclulailt




13
loda ,a id'&a do' similhante eseandalo: 0 Ste Joa0 Awtonio de Sousa (o coniniandante) caft, lrou.. mi-nutos-depois coun semblance, cat-i-eo-,a.d,() coin Iristeza -i-nanifesta fez arredcar -o sri blai-bosa paxa. a coberia c-, dIqS@:
tw- Depols de o sr B(arbos-a se r etirtar Ja a Diana pedi ao sr. 4maral que me de'sse a por escrij)(o. a sua conti-a-w-dem, visto que A por script& iDe ot-dewira que fivcsse o srj, ig Arsenio Jncom.wuniaavel i e a isto -,respondeu-me o sr. 4 n-ara-l -ts va pai-a bordo I a srcommaiidanfe e cumpra as orders a que IA tem. i J.-i se ve^ por f.anto (accres-C eDIO- 0 Sr. Sousfa) que tudo aquillo foram ,gracejos do sr. Aiaral '''a vista (Io sT. Barbosa.
1. -Barbosa parfiu logo para o pala-c'
"er foi representer quanto con) elle s e pa s s al r a, ,aO novo Governltadc)r Geral qtje flie respondew, empenhan, do sua palavra Wlionra n-ao ter d-ado ordem para eu estar incominunicavel nem com sentinellCis %-' Vista &c., &c. &c,. 0 sr. Barbosa tertninou pi-otesttando contrca (Ir"lo arbiti-arias prepofencItIts di-is quacs, A-uj-na casa cowo a rijinlia, deviam sc,, ,se irreptaraveis pre.)IIISOS. I Desde que entire na presiganga foi ecstft
-sejijpr(-A roticlada por un) escaler da Frao-(ata, Diana o qual Da-o podja -alli permanence senao por oi-dem do Amoral.; noite, amarrLando it poppa da presigancra cassava pacojii a gente do navi*o;,-e, sobre c s fa forma -de priszlo., absoluta.mente. f6ra da lei




7
ainda I)or Ord'em do ,Jmaral: nenhbili bote podia atr(ac' Ztr settafo vindo etn' servivo.
Ped1l, ,to sr. coinniandante da presiga-nwa ZD
q tte recebesse do Amaral 500 pes-'s- -is- eiiroiro, que junta s coin 200 eni letras ino-lezas Hie., mcuni-bira dlej-)ositar no Banco de Lisboa e: que i-esponderia 4ntaral ? o seguinte
1. Qu.-indo o Arsenio Ihe fornar a: faflar% nis-it a-so di%-ra. que ]be esqueceu.
N a. follia dosta Capital d-isse o Am aw 11" que se. recusow a dar o dinlieiro torque flie jjao thandavta os conhecimentos delle. EIS 11 v e r d 'a de qu ( i n d- 01 Antaral Pretendia quct u General Tossollo une eii-viasse prezo ptira bordo, dizia ]he (ahi esta essoutra victim
Uflesm-o Awarat, que o confiri-ne) V.
Ex.' ria-o de ve escrupulf-s--ar e.m niandar a 0.5 -que elle tie"6
Arsenio preso para bord: poi
a ka nao se
Dhut-wa- falica fi z Provine' iifud-a iani'cari-oagern., e fuxo: talvez que
Si vend-er quanto teni para pagar o, que
INO,
dleve the noto s.obreui 4:0008000 reis, Xt Sribendo eu disto por pes-soa de inteirca cou. fi(-IfIca, p.-u-eeeu-nie botn uneio do, o, de-seng*aw ."Ir por elle i-nesi-n.o enviar para o, !Ianco de Lisbof-i 500 Pessas eni oiro, e 200 eni letrag: o tneu Gwirdca-Uvros Jonquii-n Elias, XAvier (Junior) encheu os corthecituentos -e nelles escreveu a cuPA entrega obrigo, uninha pesaw a- soa e bens e a mesima F ragata eindo entregar tudo a Amaral, este recebeu o dinheiro e nos conliceirnentos riscou as; palavras e a tnesma Froyata.=-- 0 sr. Xa--V




-vier Jun-ior poz idgu-ma du'vida em tracer iottonhe'im-entDs riscados.., mas IqiaralinsLou', dize.ndo-lhe
mostrar' ao sr, Xfsen-io' e si e I I d 'fi-ig,,a ifie o- conhecl9 nao quizer ass"Ifri t 8
I I la -a in.
moments, e levar o d'nheiro: d*g. -1he t
*7
bem que nao so" 11he levo o dinheiro, ma Fra,
gata mas tudo quanto elle quizer. .1i
Note-se que ca este terhpo- JA a minha casa estay-a cemada de troops protewendo-me contra a pretenqao de prender- me, que Amaval manifestara.
Recebido aquelle re',-ado, incumbi o sr. 'Xavier Junior de tornar a bordo e fevar a Amaral luma cart.a. e: os conlieciinentos para o Banc4o, ale m do seguinte recado: Diga a --cin sr. Amaral que a adnha questao nada
tem com riscar S. S-. ou nl-lo riscar os conhecimentos quo ahi lh'os devolve p-,Ltrt.I,. t; coin a carta junta os entreaar iio Banco
A
a torque a mirkha ftiten ao so, e por ern stittis
maos qutzintia superior a quatro, condos.
A outra via dos conhecimen(os mand'I'lli:t eu_ pelo Audaz onde tambem- enviei para o Banco mais 300.- pesSas.
ja se, ve que Amarol, quando em LisbOtt escreveu que nao entrety-ttra o dinheiro por
-que sp Ihe na-o reswatava coin os contic-c14 't-Denfos delle, esteve improvisando, torque dinheiro e con-hecititentus tudo estava na suk-A
I%>
mao; e o corolario, obvio a todas as I uzes .F
e q ue elle, conscio do ineu. degredo para Cabo Verde; o tepido-mu negado em Loanda a




"pawl 6 0.9",
Posse do'rneu precio80, querica inclusive". p;"Ida
*ar-me dos. m eios de subsistence, afe' on.de
1. e fusse possivel.
'rendo-.t.e-une feito conslar- na tarde de 10 de'Septembro (decIC-Ir,-rIqaO d',42nayal) que eu ahiria b-trra-6ra d'alli a 15 -u 17 dias fol. no d1a 11 a mjn4a casa um erea(ro do sr.coi-n manclante, com ordein para se me aprorn pfar, mrto a minh-a roupa, pore'm dessa a., que Amarn-I'mencionou in'um rol. Ate' o_-nu-, wero das caxwsas e meWis foi melo de, per-a segujqao que e4waral inventor A's cinco horas dalarde desse-dia (11) ful intimad-a para as oitQ da noite passer para a'Eseunk Cabo Verde-, e isso confirynou as uninhas Suspeltas I' ''ja por mun enunciadas de que Lis boa n-ilo em o ineu destiny mas sia-i al guma parngibUl,' queaTriscasse a minha-vid zk.
0 sr. Tenen-te Tavares, boje a bord6 da Vasco da Gama bem claro rne ouvia fallar ioeste sen-O'do,
Ainda se na""o sabe (mn s suppoem se) para que fiin quando, a Chalupa dava a' v e'la -,, At-naud niandou um escnler com utn Aspiante exigir do sr. coin mand.an te que Hie en-, tregasse t'neu sobt-inho, que alli f6ra despedifl-Sle e levar objectos'para a vingein.
No moi-nento de ser baldeado para a -ES_'_* cun.-i tentei alcanyir do mew verdugo, (Ama2-al) ficen ,a _p,-,tra tracer um escravct., e AmaTO levou o Judibrio a mandar perguntar-me
A & f
dio que cor era o escra.vo ao que p respoa4 fJi sem paciencia que tendo-os brancos




7
levari-a escravo da co4rj I mulAtbs pretOs
que S. S." escolhesse
Sei hoje que a viagem da Escuna, e.& de vi terminada por succeigsivas carts de preg'o designadas por A, Ry, C, D, etc. inasignoiN ro ate' que alturas do alphabet chegavam asindica oks do, que o sr. commandant da Escuna (Ganhado) devia ir successivamente praticando. 'E' todavia, mister que em de7w 8empenho de um dever eu confessed que o Sr. Ganhado -si tolno military tumpriu a' risca as orden"s que reeebgra, como cavaiheiro cum priu tambe m I para coming todas as delicadezas que a e x-i'M ia polidez prescreve a homes de bem. ,
Ja nas proxim idades de 'Cabo .'Verde avisap t-Amos a Fragata Diana, dando or adas, e arriba-das,, e d'hora-s em qua'nto tiros, a Es-w cuna atra*vessoul) eu iulguei-me enf6rcado no lais da verga tendo para isso boas raw z5esi,
Telos annos. Rainha Victoria deu o Conlis sul inglez em Loanda urn jantar a numeros.as pessoas e por.. desgraca minha perten*
%.. Ib
ceu- me logar a' ilharga do Amaral. Nos brindes de tostforam -em' I.' logar saudadas as duas Rainhas de Portugal e Gram-Bretanha, ew 2.' o Governador Geral e em 3.0 fu* eu um. meu a migo single di.vagou em longa, allicu ao engrandecendo, o' servi os, 'que eu. havia, prestado a,N*a aoBritantiica, pois que a mim deviam os inglezes todas as commodiww dades gosadas na Africa onde o bow era




rarigsi al O,,,,-Iova nedo. o ioitbtfsiaswo ,a d:echarar que alli mesmo tudo, que Se achava b6bre a
pr -de gosto, evt do bo'li'taleira
e, SAL e
Arseinio, Oto.- etc. etc* Foi esta a occasion'', que Amartil escolheu ara coDi liber'dade* -.uto tra--pbiAica *vne dizer ao ou'vido vem torn do graeejb Na&t, do qtje- aquelle iDoJez estA w djzerjdo obsta a. que eu.levo o Sn Argenlo
para bordo,,' e bJeDfOr-qu6 no' I a I*& d a ver.ow 3,
ga, sem o IhOhorescrupulo
V0,10 rfum ies'eClIer da Fragrata, o Sr. TC VIC resl culpriiiqe n' toll b -fibsso, ,,cornnizindamte 4e retirou-se;', eu quo ate alli -norava u
destiny vi Aes ap pare cer- !;a Frno-ata, e numa bellatarde achei-ine fundeado nallh,% de So T-Iflzigoi: nao es tando' aAli- govern ador, mas sun wt Boa--V, ista ,,,pa ra: la ilavegainos .o'lanqatnos ferr'o ao. A.' idla IS "ahi soube eu. pel -a' noite, que o tneu ho8pitio serla -o forta do Ilheo', "onde'6 raro ba-viet que-in viva' 15. dias e onde por aque-11a, occabido tiDh(-IITI
I' que, p r a a'
Morrido todo:3 u, ns, 70. inglezes', foram mandados.
Depois de consult's, e movinientos', 0 es colts ein terra para'the cohduz-ir, e It Lt-i t a S outnis COIS,'c-ISI''cuja,-s, ig ,nifica ,7io'eu I ly n Orffl N, it I disse-me,
we Itrazia a Lisboa,
Dao rne podia A1.1i reeciber*.
Com tempo el rnar de assombrO, e n. u in miseravel efaseo encan't1bo's a L'I'l-eudo a mOrtel, que Dos dl,-ts 6*;I e.,,S de Novembro tod( ,s j IU -nos itifitlIjgavai ve Gi q ue, a -c 11, t r -,A w os




a barra de Lisboa osrcommand-,inte fbi a terr,ci a 12, e de, volta declarou-nie com.mu-0 ,D'jC..Ivel por orldem, que me dis.se ter receb'is do de S. Ex. o Ministro da Marinlia FalRecebi a bordo visits e offerechnentos de itinuti-ieraveis pe.ss.oas, (julal. me offertav:& seu valifflento, I.e q.ual, os seus din-heiros..ateonde Suas forces podessem c'lieL:,,,ir mas -no weio de tao salisfator.irt cop cort-enva, tambein nao falt-ou ave -A(r,ourle.i.ra', e e caso.
No dia 1.2, quan.do a Ese u na a n c4oro.u e ni frenfe de Lilsboa atracou um bote coill Uill"
chamado Borba o qatal discurreu pela pr,^a," a various mariInheiros e dopois encaininh'u-sc para mim tractando-mo p6l'o ..meu noine, e dizendo que me conhecia aeloanda d'e a
quarido p Amaral I' eativera Como a -ir de. o v6r bem tra'
pes, jado, reconhe
ci na sua lintru,tigem carta, rusticidadel frateli-o',b'eui, como costume e devo 'porem reo ,servado. a final resolveu-se edlissequetinlia ipuito gos(I-,o eun, ser meupatricio,, q4e se.corif f ,
minha Ina s-orte e. esejp v a ser- i-n e
-util que era. afilhado e credo do sr.. Falcao e que si eu queria da.,rdhe requerimento, Pedindo homewigem na cidade, elle 9 entrezaria ao Ministro tendo bo" as e.speranqas de alcanqarlo -deferimento.
1.0 'bordo,
Pretextei n,.a'o ter papel,,,,,sellado a
mas- obom hometnoffereceut-,se par* o tr 4 ,.,no dia seguitite, para o- ao'duvidou de accceit,-ir ui-n pe e i,-i h i r, voltan'do no dia, 2,'




swoon*
AJ com 0 Papel e' a demasia, que me entrela gou, deduzindo o frete' do bote : ainda pretextei coin a necessidade de, consular utn Advogado, Por'm, o sr. Borb,*t teve a bondade de me explicar conjo se fazia o requerimento tendo, so' duvida (dizia elle) na, maneira de arranjar o cabevalho, pois na"I'o esta va certo, de se dizer -- Senhora!t ou, &nhor n--= Contente ieo dizendo-1he que no di-a seguinte, Ihe mandarin o requerimento.
A 14 fui transferido, para a Nio Vasco fiz effectivamente o requerimento, porem mandei-o pelo sr. Ramparty, meu, amigo, e Tessoa minha familiar :s mas o sr. Borba, nao se esqueceu de iiiii-n chegou por essa occasion a bordo', e'pareceu-me que, a1gum
-poder superior ]he dominava os sentidos: era exigente de mais a impertinencia, com que instav,,,w pelorequerimento: a1guem me *ncitou, a despedi-lo'coin sev6ridade, porem lew-brou-meque era creadodoMinistro, eqUeeni occasiao de *r server or sr. FaIcAo poderia lembrar-se de dizer 0 Arsenio a -bordo, saa bendo que eu era credo de VO Elx0 sultou-me e quem sabe em que hora isto se diria? E quem sahe si o Ministro o acreditaria' ? ,Houve por melhor dizer-lhe que ja era inutil requerer, pois sabia. que ine mandairam paraGiboNlerde: o, hornemBor,ba reti-rou-se, e consta-me que *.-i dilzendo ser culp'.1 minha ,si nao, estava, ja na ruaA'
0 sr. Ram party vol tou com o, requerimento .,p,-LIra eu assignaT mas eu desist delle por




-21
inie co-star que em terra se dizia terem-se -* me pedido 2:000000 rs. para alcan ar aquelle despacho.
. No mesmodia 14foi* a' bordo o sr. Ganhado e expoz-we que Amaral Ihe dissera ser xneu amigo ter-.Ihe recordado o adagio do cordeirinho manso etc. I haver-se quelxado do ,troar das gazetas e ter-lhe dito que nunca abusar-ia de uns doe'umentos que UDha eDI seu Poder: eu que dos taes documenfos nada temo, que para os brados dcas gazetas nao concorri, ne m estou Mal COW Vt MiDha conscien.cia, respond banalidades geraes, e pondered* que com t5o tenaz persegui ao ine parecia ja tempo de -Aindral se dar 1),or satis"M
No, dia 15 appareceu o meu velho amigo 0 Sr. Luiz,.Jose' da Silva deseando que eu empenhasse tudo para calar uns 1)eriodicos por que efle faria ca'lar os outros eu respon4i-Ihe que a u MI'* Ne"ociante com fortune ini.91
lionaria espalh-ad-a e ekn, ri s-os', de certo
iSPA
nao convinba ind or-se cow quem iyoverna, e q u e, logo qu,e sah*sse, iria, viajar pela Hes!W panha,_Fraw a, Italia, e Inglaterra, e que, o depois tornaria., a. Portugal, sejudo a i-Di n ha
A
M.ente Por termo a. este epredo sern graDde
-arruido, por quanto ja' kora sem process e sem culpra m-1-m -sombras della arrancado de Arigola para satisfa.zer os pedidos (ou os cotnprados) do, Carvalho e Castro d-o Rio de Janeiro*
Carvalho e Castro,,- documents, de negreiro-,




2 2
,4marO preto- tos de siatisfa ,,cio a i n gle z es po.r via da es.ravatur'x 'degfcido -para Cabo- ,Verde sem senate a, e process ord'Ido em Lisboa sa""o ent'idades 'ue parecem inconne xas ou quando connoxas, inc:ongruentes a seu tenipo correrenlios o veo ao siintuario d"clt verd,,-Ide sein carec e-r de reservlas mentacs e jesul"ticasi
Que o Carvalho e Castro ofrierecia 12 coh.--tos de rei's parat eu ger firado de Loanda se-l' eu e sabem todos os que teern, visto a sua cArl a : que fui arrebaUido de A.n'gola 1)or Oita modo nun-ca visto e contra toda a legisla".. qao velha e nowa Ao hosso paiz e' incontesta.-, Yel., que 4maral ja d'ha muito vn'aquinava ineste sentido dizem-ino as suas cart-as que conserve qu'e,, elle foi o agent da tiiihha persegui ao sabe-o loda a ge'nt'., q le Aia ein Loanda e nals estac,6es navaes quo
ronrioi Jui-z do' C rreccional
Proc-esso
sr. Amaral e Albbqu'er I que, ignorava, ter eu isido deport'ado dAngola disse-ino elle nas per- guntas- que os documents choveram no u" iso, sem fio, que alli os I trouxesse, e s o". partindo da m5o, do sr. Pro'&ador Regio vi eu inos Autos., E como sera -o' des-fecho d.e lod,v .e sta trawa? Algum dia o veremos a1gum dia saberemo& s* hbuire U". falso denunciantb que entrasse no tnane*o actjvissi*mP.agente j
'h'nesto dirbento
_j e coroasse,'o'geu 0 proce
n0' do depor com" 0 testi* munha na causa eiii jue era author ostensivo. Os,, agents, niai*s OU Illenos cuiibecidos', de Varvallho e Castro




23
tambem b a 'o de surgir ao lume d'agua, Por agora gema o
Ar-renio Pompilio Pompeu de.Carpos







.KE j 7
FUr"ACAfI
A S
ArLEIVOSIAS E INDECE,.NCIA i
VEM EXARADAS N, A,
EXPOSICXO
DAS
1PIRCUMSTANCIAS QUE ACOMPANHARAM
VINDA A PORTUGAL
ID'Arsenio Pompillo Pompea "de- Carpe.
I Sill PRISAO E PROCESS VN LISBQI
Por J. M, F. do, Amaral.,
hom*em social d-eve a' spcied-ade e 'a Ei 1, a ustifica ao dos seus actos e.. reivendicai-I ao de sua boa, fan)a, quaodo esta se Ihe i qu.er macular."
Cowe a a$SIW a citada expos*qa'o,,, e eu come arei, con' iDala ras a minh
.4 as we.smas
respos t.a a fi in de que S. S.aimpute s6 men.
Ou
te a, si o rpal,,, qu!e minhas r.evela oqs




por m e t,
]he possa vior,, ee nrovocado t'o immerecida e tao cavilosamente.
Precise seguir o method de escrever do S. S.a I a fit-n de Poder -,ser deyid amenle aval" liada 1)or todos a' minha' res'posta,' e someonee no que tenholen ao.de'apartar-me) e, em irmo faltar 'a verdade,
No fim do anno de 1838 cheguei a Loanda na Corveta -Urania., levando a meu bordo o Ex." Sr. Vice''Ximirante Noronha 'nomeado Govermidor Geral WAngola, 0 Sr. Arsenio comeqou-desdc .,logo a fazer-memuita festa, e a propor-me certo negoc o de marfim Muito vantajoso 11 torque di-zia S. S.11,1 eu podia co m prar mctrfi tn a. 600 reis e -vende-lo ta 1 0-200
'is aos ameri 0 canos; e orqueeu Ihe disse, qqe.inao tinh-a dinheiro',, para, megociar, S. Sa que arenas me. conhecia.havia,6 dias, queria emprestar-wo para taOo bom negocio EU Dao acceitei, e S.- S,,'-'-ficou dec-iapontadoe
Diligenciou introduzir-se com o Almiran"! te, e domina-lo, como -tinha feito ao Sr. Vidal, 'as S. Ex.a, que ja' o conh.ecia da Madeira, deu-1he de mao, e f0i ontao que o Sr. Arsenio fertile eqn achar alvitres sem Ihe un Portare-m- os mem e que tem'al tzha de ver por f6ra o. que os .Pregos d,6
-sticcesswo tem -Por dentro vio -que o Sr. Malheiros. havia, de succ-eder aoSr. Nltni f1rante,-- e. desde Iogo come ou, a, tra ar-o pla. no do*. inimizar as- duas author dades'; e:i
-quando eti cheguei do Rio, Zaite .;-'- 'sube
-queI.oSr-AImir4nte se.retirami patwLia




27
bo-it, com o mofly'O'de vir to"mar assent no. Senado. S. S.' vstrir 6 lembmdo de q tie., ape.nas a Corveta Urania fundeou, S. S.,a veio .a meu bordo _,coin mais a1gue.m que nilo e" precise nomear, e-perguntou-me muito as,sustado Se eu me oppunha 1' s,,t h (1a d c
eu respondi-flie, q- ne a fore"a do meu eomman'do na-o estav,-t vin Angola para se oppor, ao que fazia o Governadormas que aquelfa pergunta revelav,,,A, que alguma cousla ba via d.,,i parte de a1guern em
a
Loanda, que dmrjostava- S, Ex. e q ue SO S. Ex a eDiendesse., que devia CODtinuar a goverhar, fossem quaesqu er q tie fosselD (-18 ni,-Mifesta oes da gento da tem-a, que eu fipha for.ca Para sustentar a authoridade do Governador.
.S. Ex.a sahio e o Sr. Anenio a4vh1hole Justo, porflue o nome do'Sr. M-1beiros estava dentro do t,-,).l pi-ep que, o Sr. Arsemo Unha -vi.4o por f6ra Um rnez ainda Ylao era passad-0 ja' o Sr, MalheiroS COIDe-.
S. a
-rava a desagradar a torque tanift ,bem S. Ex.'A come ou- a perseomr, quanto
sluas forcas-eabia, o com mercio de es-0 .cravatura. E S. S.a estrim lembr-ido de que
1he disse S'Ubin.do a escada. de sua casa n um. dia., (me ]a' fui jant,-tr Ora Sr. Arsenlo nao sabe, que eu nao duvido
nada que tAntes de 40 djas, V. So seja ..enforcado- no lais' -de v'.ei*ga da, Xranla! .Y. S." ja concorreu pzira- que o Almiranto tornasso a defibera "" de refirar-se ara Li -,




28
boa, e agora ja an ta forjando representt, I oes conti-a Malhpiros oihe que,,este nao
I
e para gra a&.) e teln bigodes., E LS c! a fbi visgar. a represents ao, ue ja- tin.ha forjada, Iq %F
contra o. Sr. -Malheiros e, queria fazer assi-t gnir pelos mettibros da Camarade Loanda*
Ew 1840 'vim para Lisboa e ca' sube que a amizade Ae S. S..4, fez muito mal ao. credit, do. Sr. Rocha fallecido em Loanda. 8. S.4 entreteve sempre corresporidencia, ac, tiva coming umas vezes dizendowme -, que P, -a n qreiro; autras,, que era negrei"
(t 21 do c t -t de outra U
i-o sim, mas que o er, or political
do que certos: e. que por isso, Ra'o, tlnh*i em.. barcad-o- Degros no Cussndor:,- e ate nessa carta S. S." mentionava. o nome de uma pessoa respeitavel, que enta-o estava, em Loan7 Aa, e que S. S.a asseverava ter- eniharcadol.
-20 catam-ozinhos (expressa-o de 9. S.41 a I
Mu tas cw- Aas "crevi a S. S. aconselbando-o,' a que deixasse. o, inflame traffic, e que,
--quando outras razo'es, nAo ho uvesse ml bastaYa o com prom ettim e n.to com a holaterra: e
-.a minha. carta., queS.., S-, 0 a e
c-ita de 1844, q.u'
fV
-inao s.ei'*o i-notivo torque nlo transcreveu toda., era por esse motiv o, bem corno a do mestno ,an.no. datad& d a Mad-eira:: e se assim Ihe es*%
-crevia e o avisava, era torque, eu, sabia ,quo mais tarde oti. mais.,cedo, um minis!Iro, que quizesse mosstra.r. ao- mundo inteiro., que yieria. acabar o traffic da, escravatura em Loanda, havia coiiae ar por fazer sah,,ir i a, st so




2.9
Nao-se', se o St. Caixvalho e Casft o bego. ciante portuguez, offereeeti ao Sr. luiz Jios6 da Silva, Official Maw gkadwado da Secreow taria da Justiyq 12 condos 1)ara o -p6r f6ta de Loanda., mas, se uS''. -CarValho ef-,
los. mostrava nisso serami
finha taes dese go
do seu paiz.
Vstou m-iravilb'do de tie o St. A rsenlo
q
t6desse que mandou busear A Hambur'go 1300 ebntos de fazendas,' e que q, ueira negar, que e negreiro Desta vez, como em:mui tas ob tras, h Vaidade comprometteu S. Sea
Na%'o sei que seja crime de leta' Aeseidoi hilo ter sido convidado o Sr. Jos6 Bernatdino de Sa que nbnOa me visitou para 6 baile que en e, os meus Officiaes demos ho Rio de Janeiro mas o que se nao pode relevar 6 a insinvas'abo per
I paa que
0 Sr.- Atse n io fat apresentar cotitra a miriha honradez ha carta que talvez nuinca esc.rci" Vesse o St. Jose' Bernardino de Sa' qtiand-o
J 611
diz falla-se n umas mil pessas &C. &c 41 0 Sr. Arsenio atreve-se assim, a queer sujar com sua pestilencee baba, o meu bom Dome torque esta prezo 0 0 Se eu- s6u ca4ft ,paz de vender-me, torque me na"Oo coinprou S. S.' ena Loanda? 0 Sr. Carvalho eCastro deu 10 con'tos de, reis, para eu odeitar f6ra. S.S. a que e negociante unillionarj*o ern Loanda e tem 60-0 condos de. fazendas,, para eomptAr cera, torque me nao deu vinte,
-a
para eu o deixar ficar ?
AM Sr. Arsenio! Sr. XrsenioI, quem o




0
a-cons.elhou .4 que Podia impunenieInte C,,c-t r rij e, e un Ms to' ol I a beo d e v e a a ill ii D. U com S' S,' I E pertendera S, S.' fazer. aerele ditar a algue.m ew Lisboa, que eul fosse caPaz de trata.r btirbaramente a ijin -prezo, lendo eu sido eloo-illido Pelo Governo uas Caift maras, pelo meu Porte human, com ,que ainda h je fazetp votos, pelas pil-osper*da' des, do Tell.es-. Jordao da Fr4gata Dialla
0 ST. Arsenio.eni vez de ii.ae fazer hangar
-com taes accusacpes. quiz justi.ficar-iUe perante aquelle.s. a q4em. eu tenho dito, quo, ojuizo Me na-o abunda.
OSr. Arseniomerde. otiando asseve.ra, que,eu most' rei a a1guewutinacarta, de S. Ex,',, Q IVI "inistro d(t Marinha onde se lia o se--& Iguinte: a Desej o, que faqas diligelnei-a de
na tua passage ern LQauda resolveres
0 Po iDpilio a vir corntigo ,,na Fragata at-e.'
-v Lisboa. 31lenle o Sr. Arsenio torque em ne Imi-na, .carla, qve live a honra de reEX.a
.ceber de S. viOatn taeq, expresses.
.Alenfe oSr. Arsenio, quando diz, que: e,,Lt instei com p Ex."" ex.-Governador Po.ssollol pvqa que enviasse.S. prezo. Para bordo,
,daTragata,; mente, porque eu so" aconselhei :t S E x a quo I,Uandas,se o Sr. Colonel do .Bie' apresentar-se na Secretaria d.-l Marinhal para d ar certas inforrna Oes, do district, (le u S, S: a gni
Vq e e' di ssimo Coronel. Mente 0 Sr,
Arsenio, quando diz, que o Ex.'OlSr..Tossollo resistio a faes snfyesto'es fazendo-ine ponderaqous o que ha. de verdade n7este




negocio 6 S. Ex vll em U-ma Doite d *zer-me pois mandarei Arsenio Para Lisbozi, 1MIS n O
T
diga aninguem, que combiniou isso coi-Divo; c ma noite regulate dizer-i-a-e *A n A'10 POSSO mandar-Arsenio homem millioll'.Irio, e d-os
600 contos), torque deve 8 condos de rels
Fazenda, e U guard dos armazacs do car-ft fv
,vao d6 pedra dos i.nglezes-. que
I Se no ca-lor da converse particular ieu tive com ,o EX. KSr. Y'lossollo a S's ell-I pa-lacio eu presented' a id 6ztl de pren(ler coni a minha guarh j a-o o Sr. Arsenio ft)
'D to
el culpa minha o acrvditar ,algu-em quo um Commandant, do uin wi,vio do tyuerra. Portugue se .atrevesse a ir arreba,tar de Loanda um Cidad-clo VIU10-1, OU boin., sem consentimento do Governador legit-imamen&-,l
te CDDStituiJo e-n) aut.-noridade peta'Soberana; e mijito menbs acredilar que uin Alinistro daCor-O"'a podesse tal ordenarle o tpxe ainda e' mais redicalo-7* que fosse pre.Ciso empregar a .guaniicao de uma fr,-Ig,-tt,t Para pr-ende"r -o,.Sr. Ar-senio !' .
,rentio razoves 'Mui-to fortes para- duviditr dos offerecla)entos AD, Comt-iiatidmite do Bi-1-0 gue, de Guerra Ringd-ave, torque, a twisst'to do cruzeirol single ?tent c para se hily-'owettervos tivocios da provin.cia,, lienz X pal'a
de, proteqg
server ao aos negreiros.
0 que ha .de verdade na historic da Nrcl,. ra do palio, 6, que depois que se vio o Sts. Arseiiio chegar-se C-to palio, a todus rau as faces do vergonha por verem' eili




32
_S,-a 'ic1901r. 'A'
uma, festa* piubJi.A- a," u", rindatia, quando o i8r, Coronel estava pro, itunciado pelo crime4edesobediencia, a's or" dens da Sober ana pelia tat-gentilezia. a res- peito do Pi-ego. Foi a palacio,- e ]a e9teve a u m can to x la separado dos seus imil umeravets amigos e n-I Loanda,
Assim que se acabou o eoftejo o Goverhador ichamou o "Commandantoda, segur.ana p-ublita para, o vqo douma,)janella', 60'r"' denolu-lhe, que fosse im-mediatamente a ca' 8a. do Sr. Arsenio que, o-prendesse -a' ordem d.a Rainha e, que o levasse p--ar,,v bordw da; ,Cbai-rua Principe Real, fiCaDdo incomIll U D i-ft cave] -nim deuorde-m que tivesse util
escaler prompt) ,para-,Ievair ;o Sr. Arsenio para.bordo.
0 bilfiete., quie- o St. Arsenio diz ter re' eebido i port, por um Em pacaceiro, e q.u.e da a, engender s er--mandado.,-pelo Com-malwdante da-seguran; ,a public, e'falso; e foi foriado com o, dall) Dad' fim de.comprometter aq uelle Official a queun tem o-dio e talvez torque,, quando elle ]he deu a voz & pre. zo e que S. S.a ia Judo para dentro, par-a .se vestir, o. CommaDdante daseguran a publica, o seguio.; e. S.. S.a -disse-lhe',---* eu.- sou
Commendador, poiso-me vestir s'sinhioi sou homew de bein ijilo &uvidoAisso responded o OfficilIf in,,Vsasordens que teDh'o sa 4o pa-ra
(k, vista. Esta e' que e a. verdade pura, (z,-'o..Conmj-and(-in(e da segurari a
0 '11)
public cumprio betia a sua couimissao as,*




3 3
,fs *omd fazem todos ,que se querem con%* wrvar DOS logares.
0 Sr. Arsenio entente quando dig que no Caes eu mcrepi, ,i, o CowmaftOante da, segu ranqa Por nito o fa ze-r i m mediatamente embarcar ; e o q u:e h a de v e rd 1-1 d e 6 Uinte-: Eu eslav'a no C.-ves e7 o Sr. Arsenio vinha com 0' Cot-nniaodante da seguranqa .-I-e oinglez nomeado Vicu- -Conswl o Sr.' Atsen*6 i, a
chegou-se ao p6 de mttn dizendo-me; cc V*,S4Pode intervoir, com o Sr, Comunandante da, seguranca, publi'c-a para que espere aqu : i PO r u ma lata, qae .,o ineti amigo Edmund n Gabriel me fbi husear a casa I * e a tuinha resposta. fbi e. eu na-o dou ordetis ab sr, Comi. man-dante da seguranq-,a,5 por tanto nada pos$o fazer nis' V. S.' sabe in; ito bem que e
to u LI
sempre. o tratei cavalheivatnente, c quo mostrei desejos de o livrar destes indommodos, agora ja nAo es(A na minha ma""o 0 salva-lo I Esta foi a minba unic'a resposta j e o afirmo debaixo da niiuha palavra de lionrai
Eu Voltei costas, e ao pe do Trom 6i j"-a ea mettido em uin carrion IW, encontrei o Sr.- Edmundj o ual bradei ein ing
lez vd depress que co
seu amigo esta esperancla pot es-sa caixa (e 0 Sr. Edinundo ainda chegou a teinpo de entregar ao Sr. Arsenio a precious lata),
0 Sr. Axseuio d eixou tres navies no porto pode ser. mas entao conte tudoi c diga tamm bem, que deixou a Barca Primave)-a. queima(la ,ap S.,do Ainbriz, endo,-perseguida pela Cor4o veta, Relaulpago, ebtando a",, a. nietter os e6cra-




84
VOS diga t.ambem., que dias antes da'' gda
prison, hi' das bands do..,4mbi-i
sa u a salvo la
-um Si-imaca com batidelra Brazileira, carregadc! de escravos, e -qu-e bavia poucos dias tinha
-entra(lo em Loanda em la,--tm,-e sabido eui laafPIn e COD Signada a S. S.'
Vqlba-pps Veos com o Sr. Ar,-wnio la" tortia
a outra yez a fallar nos 600 condos de faZ ndas nos seus armazens offie que isso comm, pro mette-o- prhno' torque 0", M-eDfira secundo torque se. existisse o valor de. taes condos em faz!ellOas, r)ao podium ser se, na-o para compra 0 lescravos, e fin4lmente cme se vejam nos HIP vros da alfandega de Loandao os direitos que pagou o Sr. Arsenio.
Vamos 'a justificac-o de miubu barbaridae s.
Comecarei por dizer, qtie., quando o Ex." Sr. Pedro Alexandrillo tomou'posse do Governo,, fiqulei encarrep(to, do commando da estacAo,
por consequence to
this as ordens. para a. esquadra dimanavain de mux-,
Recebi ordem por escripto de S.Ex." o Go-M vernador, para couservag, prezo iucommunicavEl 0 Sr. ArseDiO assim'. 0 ordenei ao Sr. Te-; pe.nte'Sousa, Commaindaute da Cbarrua, o qual ClImpriu a risca as ordenf; que recebera, e Como S. S., diz: que, elle o tr(dou bem c-a'hern por si* mesmo, as, accusaO;es (le crueldap" des ordenadas por Twm contra S. S.' was comlo taes mentir4s padem fazer i press publico, que, po-r boTicioso, toma quasi semp.re o partido dos que suppo,c dtsgra ados, for".




35
tbsb' e" que seja difuso 'e refute palavra 'po'r ty'ran-nia pra
alavra-, actusaco'es de ficadas ou
_p
orde-nada'-s por mirn.
-Je m -s ti i p'rezo
Sr. Arsenio por, ot period fo
incommumeavel para bor(lo (]a -Charrua PrinReal,, como J-a' C en que de fia
Tnuito estou ao facto (la-s alicanfWas deste Sr.,,, mandei um escaler de rolida prohibi., q'ue, oq es l calere's' da e-squadra, e quaesq tier einfiarr-a'coes atracassem sem ser em servilco -; proMbi,, P, I "'Officiaes e
que o Sr. Arsen'o fallas-se eom os inarinhagem a exce;pcno xio Commandante: e ii I iiand-b '-eu 'd'eil estas orders ja o Sr. Arseni'o 'esta-va em um 'camarot.e. que chama dispensa-Pt Com sentinella A vista."
a
Mettle porem 'S. SO" q'u'abdo diz que 0 Commandant quiz vAr-Ihe 'os brilhantes por
-ordern mi-nha pri'mo torque e1i mmto bem Sabia que o Sr. ArseDjO n-aOo tem outros britft* 1hantes mais do qu'e aquelles que 0"e- ao, so-I
4k
todos 'os 'dias na priz I o; seengid6 torque a 2ruarrim,50, .,que 'estava a bordo da Charrua tra imapaz 'de se vender; 'tercto torque o Sr. Arsenio prevsa saber mais a1gunia cousa do que. sabe para me illudir no cumprimenIft to ..'de mews deveres, curno empregado. M-m. fe por tanto S. S.' quando poOe na bocca do in ulto subordinad-o Commandante expresses tlue elie na--o disse ric 5 po ao s-4 rque Rao bavia motive para as dizer e amida- "Mals torque o Sr. Sousa sabe, e to-dos os Camaradas, que ,eu teDho fido a hODra de com mandar que eu nio. wu Official Para admittir aes meus




"WON-, 6
mubordinadcs ,--- repairs de tat vatureta em objects (1 1 -slervt o.,,,
%
A relacaI"o, dos objects Mcessarios pam
-is commodidades:de S. S-' a bordo pode': ser que fosse- feita pelo Sr. Commandant verdade que eu risque* acadeira a' Voltai*re', porque tal movel nao cabia no i camarote Idonde S. S.'- na-o tinhta ordein de siihif, mas vendo eu ue, na tal rehi Ao nao vinham-, objectos de cama etc. detei-ininei ao Sr,-, Coinds mandate que- trouxesse por urna vez. a relaylio do, que o 'Sig.. Arsenio precisava porquenr,', ftoera n-compativeV.-com as orders, que finha, a conti.nua Ao'da COIDIDUDiCabili*w dade de S. S.'. Esta e" a verdade istoque we cor.
que p publie'O thece hade acreow
ditar:,. bem cox de, que a -rou pa foi parli bordo da' Charrua sem ser revistada por m i m quc nein -,se, quer -estava, a bordo tiessa, occastao.: e fawbem,,el verda& que eu maitio remw commendava ao Sr..-Colum-andante, que h ho o
se fiasse naslamw-ias de "S. So a que era Mull"
Paz dQ o, comprometter
Tombem 6 verdade, que S. S." teve con-10 essao, para Ii-atar dos negoelos, de sua ciasa. com o, Sr. Marbos.'a was em ptvsen a do Sr Coljlmanda ;- tambel-D 0" verdade i'que o Sr.-Arsewo teve ficenca para esci-ever,.Cofn tanto que tudo fosse vlQit-o pelo Sr. Cointuan-" dante ; , e- que no, dia seguinte I vinido-. 6-Sr. Bai-bosa a vneu bordlol mostrou-me uiwpapet escripto pelo, Sr. Arsenlio, no qual vinham expresses que nada diziam respeito a negelm




3 7
,cis me le bra
c4os da sua casa.-I'lentre 6utr m 11,1-aas, que. diziam, qu.,e havia: sahir triunfanow le 1 :quando cahisse, o governor' etc. etc. como iw-a. prizao do Sr. Arsenio fosse por opinioes political! ou como se.*a oppose ao em Portumw, gal fosse iteg -et*rzv! E.o Sr. Barbosa, disse-me maravilha.do A n-ao sei Como V. S.a deixon pass.-ar is-to e eu respond'i,4he eu na- o vello 0S jwpeis., -que elle escreve, e se deiordem ao Com. vlawdante para os ve'lo 1 6 Porquevreceio que o Sr., Arsepio abuse -.,e da prizaW -mestno man.. de a1gumas or'dens Para embarear neyros,
Mente -o Sr. Arsen-jo qua-ndo diz, que ea
f -S. S.a
,mseveraral ao Sr. Barbosa, 'que n a- o
!estava' incom."unicavel e viente'ainda mals
-im-pudentemente, quando, diz: que -o Ex.m' Goyernador d'-Angola, dissera-. que nao tiph& dado orders para S. S.' o estar ; torque o F-jx..m' Sr. Pedro Alexandrino 6 homenj siSudol DeID por.brineadeira podia dizer tal quando eu tenho em meu poder a sua ordem Para o ter incommunicavel,- se inco-mmunicavel,,se pode djzer de um homem que finha licenqa de fallar -ao seu socio aos seus catxeiros .p sua familiar
Ora para que esta o Sr,. Arsenio a repetir a historic d as, 5W pey,s que talvez nem suas sejaml, 0 Sr. Arsenio inandou 500 pe. a para ieu:entregar no ba as pe as ]a estAo eu paguei-me do frete para que fal. Jar mais nisso ? sera' torque 0 homem million. wario tem pema d-os 2 por cento que o po. bre Cowmandanfe recebeupelo frete ou




sera', ic amo Mai$ aba]XIO para
zer acreditar7. que eu queria, que, S. S.' fosr -se Para Cabo Verde sem. recursosq, Pois enrtao o- Sr. Barbos.a na-o teve ficen a pa-ra- Ihe xnan.d.ar tudo, que S. S.' precisasse para, unia viagem de 3 mezes.? pois enta""o o Sr. Barbo. Sa DaO Ihe levou umas poucas de pe as.,?- determinou-14e alguem o numem? Ora, Sr. Arscuio veja se pode pTovar empizo qAie n ao, e ne e est. salvo : e nao ag
retro qu a grave mais,
a sua sifmcA Ao inven.tanldo perseguiy3es-4. quo.
Ale n te quando diz
mente o Sr. Arsenio
que eu mencionei-n.'umrol o number de meia8, v camizas que devi a +rawr pa.ra a, viagem desde Ja empraz(,j, S,* *ia, apresentar se-. TP11hante rot; e qua. ndo elle appa.re a eu, quero ser. pumdo por ?zcgreiro nologar, de S. S.'. 0 Sr. Ra-rbosa foi- encarregado de arra n--s. jar roupTa e rancho como entendesse; Qsta 6' qtje e a verchde; e,, por es-sa ocezasiao, ett pedi, ao, Sr. Barbos.a,, que Ihe mandasse bom,,, rancho-, torque era natural, yie p. Sr. Com-i-mandant-Q da, Escuna, nao iQslivesse bew pre-w parade par,-t bospede& Isto el que 6.verdade is., to e, o. q u e o, public acreditara,
Ot ipisudio do escravo a pag. 1-6, e" inde c e n te alem de ser des. "do de toda ..q ve'rosum
p
lba.nca pols S. S,.'- disse que tinha escravog brav.cos--! in ul atos e pretos '?! pois em Loan-4 da ba escravos broncos,,! ? em que mu ri-do Se O.ul ga S. S.' 1 mente pois Sip, S.4 porq ue e
u
so mandei saber o nQme d a 0
o es.cravo P;




3 9
mencionar nas orde.hS zio Sr. Co-Mmandante; e I)or tanto ndo, houvos,-,occasiao par.-ti, S. S* a, dar ta-o indecent re8postaOra ainda bem yie o- St. Arseni'o c6nfeg-lm sfr-t, que o Sr.. GaDhado o ttactou CUM, 1.)ol ldez' rb -npriria deste modo o e dellcadeza.l: Dao cm Sr. 'Commandante as ord'ens quo de mixtrecobe'*
A fin I os rerb'orsos atr*oarAm 6 Sr. Ar7 senio fazendo-o confessor' a pag. 17 e eu julgtet-me'e??f'rcad6 no lais da, ver a, telldo pard 4so. boas ruzoeg. 7,
0 Sr,'Arsen1 0 Se e obrigado ou e amigo- dos dois funccionarjos inglezes, devila' paupalos, a' vergonhia.). que ]he resultou da-i quelle jantar,, nAo. go' por terem escolbido,, Ima solemnisar os annos. da sua Soberana os dois, Prin.cipaes negretras em, Loanda I e Justamente, 6s, que estava mal vilstos pelo' nosao.Governo, mas tambent P-or levairem 0 esearneo (supponho, eu. a elogiarew, os dols Srs,, Arsenio e o. outro,, q.ue tambem ja de la" sahio Como, os negociante! ; q-tte ma's t* Mham a peito a prosperidade do. comm-n-erelo de- 1-ioanda e-: PaTa em tudo seir -ex-jaisito aquelle jantar, que devi-a- ser considered d' Plomatico, diz-nos utn.do,,i donos. da casa em u.rn speech cc que alli nles mo tudo o que so
achava sobre a mez-a precious e de, gosto
era do hospitaleiro Arsenio! pp- .
eomv
Bein digo eu que o S-r,,Arsenio e" Perig .
.;,o I ga,
SO como afnig' ; e's-ahi a- pa ue d aos seus: protue tores-I co4rindo-os cow wo ridicul&7




40
iq ueosp('decompromettere,'omoseuGoVernaw
O.Sr, Arsenio mente quando diz:- cluej, 111yesta occasiao -etj ]he di*sse ao ouvido em tom de gracejo Nada doque ;aquelle in-* g I lez esta' -.4i.gendo obsta a que euIeve o Sr, Arsenio para.bordo e O'enforque no lais da verga sem o menor escrupulo.
Slente, torque eu no fim dlosgeech dei'UMA gargalh adadesentoada, eso' coffin dosagrao decirnentps:Ae.,- S. S a 30 seu a,-nigo, e quan -r fjo S, S.* se' sentou ]he d*;sel e'eu corn bastan*.* te seiriedade, e m- esmo acrimonia Ora sar
e$ ta N7,1
be que eu tremendo no
.7 speech,,. de agradecinienio.9 dissesse mal do Governor 0 tfue in 0
e vi! se aquumesmo u*% inecQssidade de, o Jewar prezo para bordo.
S., Sa redargu*Q, mas. eu WO adav ao disse n,
E' verdade mas coino V. S.4 em estanda electrisado p.erde a cabe ,a, e diz improperios,
I
eu estavareceoso Wisto. Tsta o" que e a ver-o, dade, Sr.. Arsenict ., oJorno a repetir, fez iim grande desserviV-o aoij-seus atrugos i ngle-,Zes, em fallar em semelhante kantar; mas Plesta escorregadefla D-o houve maldade da sua parte, 'foi, a vaidadc'. qgetu o levou -a pu-blicar estag miseries .
Apesar do que o Sr. Arsemo -a pag.- 21 confessal q tie o Sr. Ganhado Ihe dissera do,ada0
gio do cordeirbaho manso etc* nem por isso ainda o Sr. z.tsemo se querservir daquedle
mell U I t i 1110 a v i 8 #1 40
Fui Provocado nos jornaes da, Capital. por. .41g4em qtje occultou o seq n-orne p, quo, 4e




41
lCerlo n-'o most-roul ser amigo do Sr:. Arsem(). respond immediatamente que o, Sr. Arsew nio era negreiro etc." 'etc. que tinhadocumealft tos que isso provavarn, e mais outras COU4ft
0 0 TV .
SCIS assIgnei o meu nome porqtie nao coslu fazer a guerra por detraz da cortina foi-me ordenado pelo quarter general quo xne.apresentasse na Boa-hora ao Jtjiz 0 S?-. .4maral..e -Albuquerque; e o que esperava o ,'Sr. Arsenio q,ue eu Ila' dissesse ? Disse a v'er-ft ,id ad e !,q I 11* arssim comoa disse muitas vezes
S. S. a inuitas vezes prevent a S. S." Da- o SO' de Lisboa, mas da Madeira, Como S. S.,k prova transcreyendo parties dasminhas car-ft tas ;. na minha cbegada a Loanda tarnbern S. S.a, confess, q'ue eu o aconselhei a quo sabisse. de Loanda.,
I Eu via,,, qU6 Os jornaes Ae todas as cores estavarn con-tinuamente a filler de S. S."Ll
, e lnglaterra, ein quasi lodQs os relatorios .a respeito de escravatura, que se liao nas Cameras, figurava na fista das prezas-o nome -doSr. Arsenio ja' como domno a como consignatm-io..; eu, que sabia isto, ta-o bem
-Como S. quiz evitar-.1he o, castigo, que
Me estava imminent; e'-S. S*al que na--o se
-quiz aproveitar dos meus, salut.arQs conselhos, e que devia pelo ine-nos callar-se, 'por vergopha ainda em o*ma tem a audacia,, de ser o primeiro mas o unico homeni jue me apresentou em seu mal alin4avado aranzel capaz de receber 10 onto's para perse.ff uir -o Sr. Arsenio,! 41POll




42
,twir ni a o un'
Sr. rsenloo O'P?-i Ic 0"
mena qtte para nao sei que fim inven(ou yie era capaz de m al fi-Atar u m prezo
Uma vez por todas devo dccl-irar; que nao.. fui eu quem prendi S. que foi por ortu
dem- d o Gover'naque- oSr. -P-e'dro Alexandri40 0 m.andou prende'r, nem taopuco eu fu'. o geu catectisador os aceitsa-do-res do Sr. Arseiyio salo os ftictos que o deslustram ;', e por mso esta' entre o-ue ao poder judic-tarw-. ,
N, Jodo Maria Ferreira do JmaraL,
Llsb-al' 15, d.e Peze-mbro. 18-44,




RESPOSTA
C ff A INIA D A R- E F U T-11 r, 4
ANTECEDENTS
Por Arsenio, po P.' de Carpol.,
hora$ da,,maDbi! 'de 2'S (*I e Dezembro,' m e apparecem dois amigos tr.,zendo Urn folbeto. intitulado ,elWa-V&o (,'s aleivosias, que. vem uarttdas qw. Expos d*'o das ch-cumstancias., que acompanharam a vinda a Portugal We A)-svenio P. P. de Ca rpo e sna prison e process, ent Lisboa, por J. M., F. do 4maral-,
Para nAo' pafecer yle o inieu silencio denote, a-equieseencia, ouquo eu naualenho que oppo^r' aoq palavr6es. (lo Sr. Amaral j lanco mao da penna para 'r I es-ponder-lhe, epara isso Suspendo, a confinuac"flo (le, Lima obra (os Ve)-dadeiros Mysterins de Lounda ppressao do reprovado
I ) 0? 1 (1 q?l
tr fllco da escravolunt) que pretend offerecer ao PlIblico impartial, embora ella cause amarA
gores, de buca e tire somn.9 a a1guns do




44
Implicados na atrocissima violemcia, com quofui trazid6. a Lisboa.
0 Sr. Amaral cornea o seu folbeto pelas
4! Ib 40
rninbas palavras no priucipio da Exposivao ; e eu que por nenhum modo'quero com I-* elle pa-, recer-me, comeco velas suaa ultim'#s :pofolheta flefutaVage
11 0 Sr. Amaral terminal dizende, que ese" reve para quem o na-o acceito-lbe a cohms
fiss'ao, torque para'quem o conhece e'scusa da mortificar-se, pois ficou bem marcado,. de cunbo a carimbo. pelo prm eiro servi'lo., que pr6stou a caus& liberal quando 0 1 Dfante D. Miguel' Ihe confiou uma -carlta, para o Sr. D. Jo*o 6.'-0 Sr. Amaral diz que, 'em 1838 cbegou a ILoanda levando, a sep, hordo o Nobre A] migrant' Noronba -que eu, o-obsequiei muito,,, e que ate" The offereci dinheiro Para -commenio licito
ta'Ivez que.isto 'seja refuter a minha Exposi-, .1fts mas a MIMO em quem o juizo nito sobra, parlece quel., a narra ao destes facts n4o passa, de apresentar-me corno homem prestadio,
Ao em qtie- o Sr. A.maral., revolve., paral
Inrbultar, as cinzas do finado Vi4al.
e com, o r4rce seputtis e como, elle =invoca o re'speitavel 'nowe do, Nobra Almiraute Noronba. Para S.'Ex-a appellol, certo
que, a1gum dia .1 e^r 6 folheto, a oda unj dar 4 0 que ]he f6r devido.,
Sobr e o weu domAe adivinhar, ou vir por Ara dos Pre. as o Wes no to rior con1w
teern', respondo-1he que presumir naquellas
nistancias que o Illustre CorouO M, alli-ei




4 5
fos scha uOvernador fica muito a'quetn da peyspicaz- visao no futuro,.. com. que o Sr. Aunalft ral ine disse que con ta va ser encarregado do Govertio e lem-bro-lhe, por esta vez, que o, Sr.' Malbeiros nfto morre'u., como o Sr. Vidai,'cuft jas cinzas- se empestam e que estande vivo, v tendo bodes, m-uito honrados'' s5o estes para co-nsentir am'bi u'dades-, e equivocos, pois quan-' do fa'es absurdos -te avanenim e mister provalm Ips a, I i ."a s * *
Para ao"ficar-impune o a revimento de tanto' instar'com aMiDha babiliq de de ve^r por f6ra dos Pregoao, que estla' de, tro delles, e' neces-0 sario-, watar moralmente, e sepultar o Sr. Ama46 ral.
L& bom Io ngi de nos,, 14 bem no, fu ndo.
Aqui transcrevo Certidao curial de tudo quanto se pas.sou a reslDeit.0 de um Prego, coin o quat
V, feiticiD voltou contra o feiticeiro*
00 ".0 5180
Passe do'que constar. Locinds
-29 de Margo de. 1'8456
POSSOU00
IlLn"' e Ex.'"' Snr.
Diz' 'Arsenio P. P. de Ca rpo, Presidente da Camara Municlipal, que para bem de seu direito e para usar onde Ihe convier procisa que V. EX.a, ]he mande paissar por Certidno 0 theor do Auto que em Camara lavrou o Dele.0 ga(io do' ProcLirador Regio na occasion em qtie a Camara fez, a V, Ex,, entrega da Carta c o in




46
prego qu6 S."Magesta(te bavia remettido co'rft
-a Portaria de 23 de Julho do a nno p. 1) por ISSO
:p a V. Se3 a ser
Lx* R 28 d'e M a No vido assim deferir-lhe,,
1845.
A rsenio P.', P. de Cd E R. 4
N e s ta ecretafla Gera! d a Provincia cl'Angola e suas dependencies existed O anto de que o Supplicant faz metlen-0 o qual vai ser rp-metem t1do no AlInisterlo dos Negoclos da Alarinba e do Ultramay; e e' do tbeor seguinte Anno do Nascimento dtz Nosso Senhor J C 11 r *
d e Tnil oitocento quar nta e cinco., aos vinte e cineo jias- d-o n)t-'z de,'Mzirco do dito annoP inesta Cldade de LoHnda em casas da Camara Municipal desta dita Cidade, aoride velo oGow yernador Gera] da Provincla o (-'/he're de Divisao Louren o Germack Fossollo coming Pe dro de Torres Ribeiroi Deleg'ad'O'd"'OT roe Ur41 dor Regio nesta,,,Comarca'j e as testernunhas presents, o Commlandante da Estac:io Navat Pedro Alexandrino, daCUDba,. o E-icyiva"*;o Deputad6 da" Junta '(16 Fatenda jose Angelo- d'e Barros e o Secretario Gera] do Govettlo Jo5o de Robo'fedo abi SeDdo tambein presented o President da mesma Camara, Arsenio Pom-, p1ho Pompeo de Carp, e os Verea(lores d'elw ]a; foi 11(la pelo dito Governador, a Portaria
L
do Mini stereo da Alatinha e Ultrcimar de de2oito de Janeiro do presented atitio tiumpro mil duzentos e, wto) ern a qual Dc;-wrwina Sua




47
Ala' g- e s t zi d e q ii e por co-star naquelle Minisom terio. que o sobredito Presidente da Carnaraj, inno tendo apre8entado ao Corpo Collectivo a
P" idia, a Portaria de vinte e tres de JuI.ho d-o anno proxitno passado que o mesmo Governador'Geral lbee-ntrega ra para ayielle firn, incluindo -utn Pr"'.ego,'Telo qual Sua Maigestade se servia Provide.nciar para os casos de su'ccessa-o do Governo desta ProViDcia 0 eito hresidetite da Cawara.-a sonegara em si. sem Ihe dar o devido etimprivento,; que pot esta razao o dito Governador Geral finesse in*-* timar o dito ArseDiO, para que eutregasse a ic i t fa (I a Portaria eCarta de Prego, para secum-ab
-prir o que Determina'a Mesma Soberana ein dita Pottaria de dezoito de Janeiro. Fol lido no mesmo iicto tim 'Officio do dito PresideDte
9
da Camara em resposta a' intimacAo que flie Ui f6ta, e err. cuj-a resposta declare que ffie (-ra MTossiivel dar curnprimento 'a Ordem de
porqtie a Carfa de P 6rego corn
de vinte e tres de Julbo!, se acha V;I-im deDtro do- Cofre da Camara Municipal, aonde os havia de.positado"'COM a formalidade compafivel com o segredo que julgou dever guarklar; e que pedia uma reunia-o na casa da
-minad o de Sua .,arnara para srit'sfazer a Detet Ifi Magestade. Em' coiis(',qiwiieia maridou o mestno Governador Geral (Itie se proce(lesse na a-is bertura do (. ,ofre' da' Carnara, o qual f0i pxe.. sente neste acto, e os respectivas Clavicufarlos o abriram, encoutran(lo-se nelle a mesma digo a mcucionadi'a Carta d e. Pro'gq_ com data dc via,*%




c tres dle Julbo da anim proxime pas-nao que senda, examinada pelo dito, Governador Ge.%. xal.., por mim., e pelas tested unbas referidasi a acharam sern vicio aigum ta-rito no sinete,, quanta so todo.do papel,: eiacu-trando-s-e rnzis no, ditio, Ce-fre um Termo de deposit dos ditos doctimeiifos- datado. cinco de Novembrg da anno proxitno passado., assignado pelo referido President e mais cinco Vereadores da Camara' Municipal. E para tudo, co-star na forma quo fica declarado,, depois de tecebiJoa os referidos. documents j, foram fechados e laczados -diante das testemunhas, e, sellades com Armas-Reaes; assignando, o, dito Governador,,, testemunhas a a presi(leiate da Camara, e'ste auto, ,qu-e por m. irn, fo' lldG e eiatregue a'o n esmo, Governad or Geral, PaTa Me dar o desitino que canvier : ea. Pedio", de Torre's Ribeiro.- Delegado do Prociiirador ReLrio Desta -Cornarea, que e. escrevi e assignei. Lourenco Gei-mack Possollo, Govermi nador Getal --,.Pedro de Torres Ribeiro, -,Pe4, droAlexandriino' da Cunba-, Capita-o de Fra.46 gata C'ov mandante'da Estael-fle. Jos6 An-& gelo de Barros. -,Joao de Roboredo.. Arse-& vio Pompilici Pompeo de Carpo.- E nada mals se continba ein o dito aut&, do- qual fiz extra-4' bir a presente.Certida-or em cuinprimento dof Despacho, retro de S. Ex.c." o Gov.eraadorGe" ral da Provincial.
Secretariat Geral da Provin cia, d'A-ngola e suait Dependencias 29 de Marp de, 18450 Joao do. Roboredo.,
Secretario G ral d Provi




49
pe li'do 'a fatvori a expressao de S.
niente a "qual por for a de major a rac,ao tem de feVerter A sua origem so o S. S a sobre o*s tO dias em ava -ol
dlu ra ao d a M' i .'D h i d. a 'Wve terwin4dtl ino, lais da ve:rga da Uf dh'ia que de tal me, nao leixibr-o.. mag a'cc'eJ*toa confissito d e en-f
Orcaao no lazs da V erg'a torque proferida -em
1840, ou e,rn, 1845 Oor pes'soa que pcira tat nunca teve nem pmaig ter A, authorldade''.
t
Ou n e i o dtt
bu e-frialvadez '96th egual" deva .Ca a Ad's 11, ora te I s*
E bem orate se dononstra u- m bomern que' Idiz "ter ficado indisposto icontra. -mikin Oos prirneiros eii6ontr6s,"' que tev e Com lr minha huini I d e", : 'go iera po' *t6
pesSOa le a'Ta's r q ti e rn
A
o obse*'w*ei*, e ffi U itos offerecimen tos ]he fiz mas nao ob'sta,nte essa in'disposjqao, manAeve correspo'ndenejas comigo e a corrlesTondencia-era sobre ser OU nAo negreiro ie -desta ou daquiella c O"'t. Eu na-o se' Vomo 0 OSt. Amaral -quereii concifiar estas antinomias was sei que ]he hei Ae provar" iqual, e'com I o, erd h nossa correspondent, quo se, nao limitavA so' 'a's carta8 e que eth lim i escusado'6 torcer-Se, torque os Verdalift deiros Mystertos de Loanda etc. em brev'ie le,,vlarAoo desengano por esse mu-ndo.
Diz o Sr.' Arna-ral que me escrevell tnuitas Carts ua nuo-me consel-hos: was tao bons oraiwelleii que ainda at' h e oje me nao arrependi de new "Uni ter querido adopter; e, Como COIYIbate o'x extracts de suas in'rtas por nao 41




011-50 --ilo
wrt int
ScA vipja que a parte tractava. (jo
infame'trofico e bom sera q ae in ao v en I i a ,,ont cl a m a n d o q u e o u r as e nap (0, $1 Sam ,as cart- s que- pretend rever pt) r citODSO.
No."r 22 de 184-3,
-ya C cm, m e n dad or.
cl, e te a certeza do Rece'bi a- sua cart fill a
que se 0 a C.Ictarcl III col-no 0 foi Primeira
0
vez Wr4 u, *n c(nwpeao e IT) s u;--t dcf( sa. 111,10 creio que o Menezes na-o se a(revQ a,,18to.
A ostutnado a wr fran-co devo dt.zer-1he que d-eve tQr roulto cui.dado com, lgo, poxqut os scus injmigo em Lisboa, e mes-tuo.d.ahl, Dao clormeu c Por isso si poder aitintar alguna Con tos- 'de reis e i r ga ta-los naf'ran a, digo )he que .,-,t d 'a' em clicio. N"'Oo lhe PO"de[D per-, .doar a ";Rrtle e conj que V. S-4 tein
sabi(lo (lommar e fitzcr JQ yiasi todos cs Go,vernadore'S. tudo oqu tvmquerldo e tanto h 't I-D de fitzer-seus. ipupigos' que mal-gm boa,
f
rre h a o, d, e, uma vez consevair dar-1h tomba..
-III escrevo-14e' "Issim purqui sou s e u, apu g, o, e, D,t'OSQ admire mmi, "w quejra poxesla w-joha franqueztt wzis eu soti aindza o me&.0 n! 0 howill que, commlw-idou a Uraai:t. Esfir
e S"Cia, fr,- ric 0' C'_O R) 0- cy
creva-me,, Por, ue eu,
f--t que quizzes
pa o. qu e rQ U'C. M 'ctlDd se, Jbe.podia fazer n-jal. Raso-Lic esta carta e continue. 4,N Ser atiogo
Do, sett An) i goV. F do d




0 Rd itie &fn Ca)41,.r? que ie aord),a do ler, 6 .nuito galante si era p,,ara Dao reduri v d;ir' e i ii, prejuislo, ineu., a rmi'n com, espeeiafidad'- "tocava.m" esses c jdado's Si era para "I a S, S. m U i to in
dc- ., future nAb' 'pre I*udi(,( r se ente 6detb' t''A e s C' oDCidenetas teitas a urn hornem, de-fluem sedesconCion logg izosPrimeirosleneo?.ifivs. Valha-o Deus, Sr. Aintarat Ahi vaj a 6'u-6-a.-cartai
College e Ani-Igo.
Tenhb recebido as' suas en(yra, ,ad:is cartas, vejo corn prazei- que gosa boin h[JIDOI.- o que eu ,nao poss ol ter torque estou felto Caideew reiro; o q u e. P, am o iiicu ge n i o n' ao e d tas co ii sfils Mais a g ra d -a 16 i s. E' d e c r e r q u e iia ifl i 1*1 Volta (to BrazJI t0que ern Ancr6h', e Si I
es f ve B edis e o1outro 1.1
i arcao cot-no
entao si S. Ex'.' qtjizer veA r os camaP6osl q ue',
ro telDI)O, eStlaii,
train suas ri,-Yja(las eni out'
-D rle'a i iuit6 traze-lo.
Estou corn.'a 0 d s b Captoll 0
pe i e e a er si ja
seu GovefbaJor n'ovo,, 0 se effe ten'ciona pro.Dover a ex'pl I oraqao da pedra ,caicaria., que tan tos progres'sos' ia mostrando no ternpo do
'A
Bressane? D e sauda'des aonosso bom amigo JoseAn'g6llo, dig(a-lhe que morreu o, pai. da stia f0ura' Tenba saude e.,pintos.e escre-6 va t Ig ovid,-ide da chronic escandalosa do bello sexo, que'e' o que mais interests ao Seu velho aimigo
J, All. F, do Amaral,
-Dia'ha do, Marqo 1844.
4




5 2
0 4
ra esta tarta do Sr,, 'A n Aral em q b
j u i s o t a h to a b u n d a in i s t u r a n' do a s 'S tj aas", maguas de earcereirio 0,6m as chrobi as eswi; canda'los"Ag, e os Governadories i apta.dos por for a hoivia de faze'r.' rii aquelles ,em que*
., s o vlo sobra.
*e ilm Allinistro que preteh4sse mostrav 61) m wndointeiro que que)-l"a ac a4bar o', traffic da" escravatura rm Loanda havia comc qar porf4w., zer sahir -dulli, e fazer punir tom a lei os que, della Ve, OccupassMll 6 bc-m de crer,.: I mas que. as mostras dess e bom desejo se hAiriam d e-r dar pie dendo', e degrad,-IDdo 8etb'Proces90 para Cabo-Verde aqu'ell' ''A quie'm s'e Dab',', provou- nem ra provar t --I okorjimais pode
CV00 aqtl,.elle,que a V,
faisamen te f6ra eh ol-1, VA6 em Probes 'so a respeito de tim Piego por te-lo aberto e n Ao o b',aver guardado o n d e d e v e ta s e hd 6 e' I fe e' n dontrado on'de de-via cAstaio, e ceirrado, 'c-o'mO Vetificaram to-i das as -Authoridades da, 'terr'A:, que, para o Pregro fossepuso competetite o dro do'niicifio e Para a escraVatura o-juiso fosse o do 2. Distri-eto de Poli6ia Co--- nal de Lisboa e que no fi rn de tanto abu'so o sad,rlificador' queira z o m bit r d,,-i viclima, is.so equ I e se n ao t o I e, ra no' Auguslo, rribunal dit, probi-da'-, a 0, E' a,
de e da civiliS(111( UfOpe ffinaTUem 6
A
espera de um Afinisteo, dki* Coroa netb' dc'
-011n Govern,-,idorGeral hem ge,vio ho temp6 (le D. Alio i e -qu
-iel aci.o e ficou reservado
NIN
Seu confio'ente da c(-, r,
'It tit pa a o Sr. D. Joa-o




5 3 .....
Ssi houve ,'ou n'o a offer(a de 12,OOOSOOO rs.. para me por f6ra de Loanda, e si o manejador d'esse negocio escrovtz2u Para Lisboa dizendo que ja nao era i-mster nesse empeDhO, ou si a ccarta velo do Rio do Jane.11,0 neste sentido IoLro que osr. A,,ijaral alli chegou, eobjectoprovado corn documents, qa(:)k existed, e a incontestavel detnonstra a-o desdW se, O manejos- vaj ter o seLi devido logar nos Verdadeirm- -1411 %., 10
ysterios de Loanda ne. Por a.o-o ra limito-me' a dizer ao Sr. Amaral clue elle bem e conhece e iflulto bein sabe que si eu assistisse 'ao tal leilao (o- Sr. Amaral e" quem se imaginou em almoeda') eun clue no Rio de Janeiro S'e tractor, da tc-d com pra OU, venda, fazendo-'me o negocio conta, por certo nao serial as cordons da, minfia bolsa os. PrItneiros. a aper-far-se e que o sr. Carvalho. e Castro na-o receberia o, ramo com o seu. unl.co lanc-e d(as mil pesszas.,
De, pouco se rnaravIlh-t ou espanta o Sr. A m aral -q uan do deol aro q ue mandamos vir de Hamburg 600 condos. (le fazenda : nos c4amados salts daimprensa eseciparam as vras e outras, props da Euroj)a e Arnrrica, e si,-, a sua, hermeDeUtica ]he n-ao ch-ega, para reconhecer que all] havia lapso, pelo inenos tendo tanta, abundancia deJulzo, esendo de, Marina parece que devia enten.der pelo. lote d(-,t embarcaqao (um Brigue) que os 600.4, condos dle fazendas nao podium a.Ili accomi-no. dar-se except si a fazenda fossem brilhan-.
logo a omnaissdo abste-a-




tio-se de 'jchiIc,'IDOiI','IMeD'fe queer dcalli hrar, a, rg u ni eDtos quern os posse ta-io fortes colf4110 pelas folfitas dfa capital, feni basofiado. 0 que nao, e ch.icana zotyibar
S.r. Aniaral C'
clas sii(aiR conctusoes n)-indou, i"r 600 ccqitos de fi-lZeDda ergo negrelro!
Rt emprazo. todos os howens de-bem, qua. se ac ao pa. i
brir tm em LoaDda a' ti)jnha pis""'
ra que dig-am por esse i-nundo si o, BrigueRektwpago estava 'a' descarga, e si e.ra OL .Dao, toda- 'daconta de minlia eaz-L: si vira. alli o BrIgue tsp(Aarfe com c trga- toda nil" .ub(-t': st de la sa io- o Bri (Y*e Bella Al anoela a cujo bordo foi, e alta.nienle obsequicado, al guem daamizade deS, S,4 que nem por isso, dei.xou deassoalhar que oBrigue, iacarregar escravos ao Anibriz, qu.1cando aliAs 'oscu, des- tino erca lomar sal en) Cabo Verde COMO", effectivaiveDie, carregoo,- e seguio viagem para o Rio de Janeiro, coiiao ]Dvo.lun-tariasl wenle ful saber quaDdo me levc-iraw, a- Ca's bo Verde Ojnde tambeni soube ter cbegado com perfelta saude o recommended do Sr-.' Aniaral. Eniprazo tarnf)em toda, a guarD i AI'a da Fragata DiaDa para que d*ga si oSr. ArDar411 riA-'o registi-OU Was aguas deB'CD-gUella O.U7 tro flavio carregado, de.trjiD.ba con ta e si 14,S), enconhai w escravos, ou ominimo i n dicio do hj4nie frofico e perguntarei- at6 ao
A marcel si S-. S.' nt-lo soube que estava Da Costa a Barca Americana PODS, carregada de fcazenda-s rnInhqAs, esi avwsar (lacerteza7 quo tinhc-t de ii- Pv
do ser iiegroira,- wio a-1wrwo




"Mot" ANN"%
P
gulo _S& Sy." afincadameDte Ao-porque-ia n-ella quem esvi*a',vrq.fav't'r o seu cora( Cflo
ul".. 110meu), yue e'un face delude isfo- nAo que r que eu possa inane ar 600:wo'R' e qiue
-a por conclus: fv
hi 0s, mcwne.lo,, 'W ao --ergo lqegre11*0- --Porfbryi tet-Dgran(,1.6,8u l,)erabund,,cvn cia de juizo e, augura- uiw excellent con81 ITO, e.awJa wellior Govet' -udor dePro;yincia. 111
0 Sr. Amaral, na"o sabe si' o Sr. Carvalho e- Castro, offered ao nieu, amigo 12.:0004 rs. Para me Por f6ra de Loanda.:- m'ag com, wsua' potenlissima forqa de, logica, ti-ra outra- conclusao supina* offerecou', ergo verdadeiro arnigo do seupaiz-. Ora Sr. A maral escre w ver com tal degpejol (bemdiz S. S.4) e paras quem o nao conhece. P0is;CarValh.o e Castrff
A
ts-acrificava 12-000- Im
Por mero pa-triotis
wo? Vejamos- si, pelo dedo se pode orcar a, in-onstruosidade do g*gaote.
Ao Sr. Carvalho 0 Glstro foi, apresado em M on te, Vfde.u pelo Presidoln-te da: Republica (o, Sr. Orlbj)..'o Brigue .13ara-o do- Rio dzu P a*t'a que o mesulo (--')ar-valho e Castro conduu-" Zia carregado de. es'eravos'= atnj,VO do Seu paiz,
Sr. Carvalho e Caslro viurda na galera Marc ial carre crada d'e estravos de Nloqambique pam. o Rlo-., foi-aj)resado por bill cloll-, zador IDCrICZ levadcj C"to Cabo dQ Boa Eskj)e-4iran crt appareceu a-harr.-i do Ti,* [itinal qu6 jtjlgou,.bo.,,-l pre;'za-, citscapando V110 com, 0 sz Irlo fa v "Olf 0 C I a4k 1) etex.to de- mero' Pas C do p,




5 6.
rA.isso ror uma boa gente', que.anda espa-, lbada por todo o, rnundo = e' amigo, do seu
I
paiz.= na-o quer o infaine traffic --. e a iii ig G, (Jo :Sr. Am aral.
Apenas salvo daqu.ella,,. o Sr. Carvalbo e', Castro foi ao Rio, de Janeiro,,,' I e associou-se, com um, Net ociante, daquefla Prac .a em qua1*dade de Veltor d'eticravos com'. o. salaricv de,4:000 %9 000 rs. de Vada navio, que do rio Zaire sAbisse-, por efle, carregado de n.egros,. c rnais a propina de, 10,4000 rsl. por cabeqw d-os negros, q ue- para aquelle effeito coniprasse., Nesta posica-o -foj o., Sr. Am.aral achar o seui aMigo Carvalho e- Castro quando na corveta do, seu c6mulando, conduzi- o Nobre Alini-.11 TaDte Noronha, e para aquelle bonradissi'mo, General -rippeflo, poisfoi eu que convidei* 'o. Sr, C*arv, lho c Castro para ir -apafacio dar,! a S.,,,Ex a. resposta sobre... cprtas pergunfas. ncerea do rio, Zaire, e iS ( 0 Da occasido, eIII-. que 0 Sr. Cafvalho -e Castro. fa esquipar. a. Escuna Burro, morto que, era de'seu aino :
nnessa occasia'ocarregar d'escravos (ao, Zaire,.,--,e amig do, seu paiz tei-D odlo fi0
gadal acscravatura-.-.--.,e elamigo do sr. A111(.1-.
ral.
Ora como Nobil -e AI'mira 'te NOrOD'h a in:terrogou v:cistarnente o Sr. Carvalho c ITO, e ]be Da'o esqueceu o artigo rniner t.14017 o, o2nigo do seu paiz soube daqui tirar parn,do: o Rrigue de guerra Columbine, Corw-, wa n daDte Flliot, apresou na bocca doZalile'. e BrIgue Relampago (a cujo bordo vMdA,-i q




5 7
,r. (7arvalho e Castro, e tatribeni' a Tscuna ,A ngerona, e o Brig, ue N eptuno 0 C01-rl I-D an.dante Elliot metteu osAois ultitnos a pique e salvou o Belauipago, torque c) Sr. Garva1-ho e ftstro Me mostrou por uin officio pcara o, General Noronhti que thiba a.111 ido em se'rvico I e por ordetn de S. Ex.,4 e taDtO I-ISSIM'' f(A (lue Elliot, dirigindo-se -ao Sr. Ccamaho o'Relarnpago le
stro Ihe disse,-...,Va n' v "Cl r
11 a j -Deiro,
essa resposta. S.- Ex I;ore'ni v( 'a pru
0 que eu fa o a estes naviess e diga em Lozand.a ao GeDcral que vio aqui we I ter a pi_-, que por negreiro d u) navio que de ]a' vel() com passaporte de S. EX.a e isto para que toine as suas unedidas -a fim (le que niDgucin torne a nb'sar da sua b o, a f6
DaquI foi .oarnigo daseu paiz min ufano pa. raLoanda deu por ese6yfto' ao Nobre GeDeAW
Y.el 'exposicao (ko, que presenciara e parece que tarnbein ]be deu o tcal officio, contend relaci-o (1.0s costurn(Is 00S pretus da sernenteira do ar. ros etc.., etc. mas o certo 6 que S. Ex.a nianJGII logo pubfiNir II()r ediuleos que nenhUni navio mals teria passiaporte com escala pot- Am-' I)rIz, Zaire, ueni 0 Sr. Caxvallio c
Ca Ntro revolveu Loanda inteira. para se obter (le S. Lx.' passapoi-te para o Relampapo pelo Zaire, efn wirilia c-Hsa enipenhou elle o Sr. A.
rara alcancar do No6t-e Almirwe essal gxa(;a neni sw si Iba chegou a pedir (no que torno a tornar a fiberdade' de appellar para S ]EX.a) tnas sei que se nio ecincedcu a elle, nem,
inais n"vio a1gui7a,




Desorientado. assim, o Sr. GArvalho e Castro,, f0io ao Zaire a todo o risco, e fez coneitruir uma Escuna, na qual mandou os escravos para o Ri-ol, cle Janeiro, e niudou a feitoria para o Ambriz, dejxando ]a^ urn enciarregado. Eutho vei o, elle. paral Loanda, despio n-a praia a roupeta de feitor, de negros fu poz casa ta;mbelin coq& lwxo a.ziti-o
un
tico. 6s.-aMlli s trechos da v'dado. protortypo dos patri:o-ta-s. do amiga do Sr. Ainaral... do,,, que em 1840 e 184-2 foi Para- o- Rio d-e hneiro.., aln(la cancado da sua negra: vida no Zaire.. e, l."Oll recebou (le. sewamo 5:0008 rs. parauma casaca pelo twyn que se houvera na., persegui-.91, c-7ao do iiil'a.me traffic -. talvez elle no Rio. conta&,-. se eme facto- ao Sr. Amaral e talvez
Nos Ve.r.-da-d'eh-os A ysterios. de Loctnda-, 'etc."
apparecera complete ahistoria, do Sr. Caxvalbo. c Castro, do intimo e chega-do amigo do Sr-... Aniaral que teu(Io e manteudo esleve Qyn, sua c;tsa. Os Srs. Ofliciaes da Diana sahem parta: desta& verdades, eaNobre Alnii:rwate NorODha V I .
para quem appeifo, para, reco-r-dar-se da differen a,., que no seu G-overno aelio u.- en-tre mini, .e o Sr. Carvalho e. Gastm, pois. que. h-a de lernAw brar-se de que ne.m rne fez pro eessar por iiegrei,j-o nem ]he constwi que wn navio nleu fosse uppre sado viain escravors ou prepar-ado- para'. ws.,
Eu pr 1 voco o Sr, AM'aLral, el os Ris. Officiaes.l (las cruzeiros portuguez, e i-ng-lez pra que digam,,, Si me, vixiarn a b.,ordo dt a1gull-1, navio de negrosilsi. nne tomaram algux corn- elles Gu esquip(106--l vara ou aiuda coin papels, :de swvita aiw




tal-respeltoi oSr. Amaral ba (Te radar multo
*ncho-Tome*-Ihe aEscunia Gago.---c euliei.. de redarguir-1he carregada de urzella, e gora4o nia e a seu teippa vera' nos Ve)-dadeiros AIys,* ferios o desenvolvirnento daquelle requinte de iniquidade. 'A Ese-una foi-me restiWida e w Governor condemnado -em pagar-me 1:6003$, 1 S,,, ,que eu nao quiz receber, torque eu sou pre-'U % divial 'a Provincia d'Angola, e o Sr. Carvalho e Castro e.- 4om. patriota, e amigo do Sr. Amu* ral.
Convido egmamente toclos os Membros das commissoes rnixtas para que declared pal fosm. se o navlo met] condemnado inos seus Tribu ww naes por ineg reiro ou a, cujo bordo o. meu no. rne apparecesse implicado em escravatura ronvido tambern o Sr. Amaral para declarar o Otiflo e data dresses jornaes McrIeZeR., onde S,
a
r sabe, que vieram repre-sema v-es,, e, q-twixa-s contra mirn, Sosepe o. Sr. Nniaral, e desewice Ps Ver(ladeh-os jVyslerio& varn patentear W(Ia .a tram dos motives,,
a- da minba perseo-mcao,
torque eu fui posto' f6ra- WAiipla, cauzas ja
-b( je uot.orias ao Governo Inglew, o qual tern eglic"d noticia do de.1-pprezo, coin que o1guent, ba tracta(lo w-n negoeio ciijo corpo% de d-elicto o weswo G-Overilo envious o G-19vew o negreir o foi maij.dado processor em Angola, mas pass-ou n meter medos t"outra parte., e hoje passeia etti, Li'-'-,%I)oa miiitol tifRno, e eDfeita(io e diz o que
Ve,;Wwleiros 31ysslerlos publicar5Lo para j-ew galar o-- Xmaral e' todos os que tO ctai fi,ura(lo ntsta tragi-comedia,
0 sw tom vome que oSk Anial.fal




jPM
de ve-r enxovalhadopela minha pestilente babaJ, ba-de talvez ser um noiDe novo, que elle. va refundir em Macao, torque o norne velho.''quetem ca' em Portugal, ja esta' ta-o col)erto do ver. t4oubosas manchas antigas e inodernas, que u d_011 e possivel pintalgar-se mais.
Jacta-se S.,S." de que niDguem accreditar4 que traetasse mal tim preso', e do muito,,, que tenho, para lhe responder, so' por.agora digo que o bom 1, ou mdo tractame'uto estA, na raz5o direct dos me.10S 0
.0 que para isso s.,e empre-,
6 'Sr. A in
gain 04,* Nos ben-i n"'os entewletnos, ral e S. S.-4, puldia ser utn Tito em Lisl)oa COM uma revolta unilitar no pai7i e' UMNero ein Angola, onde se achava,'coin'o diz o ada-, 100, COM el-rel na barricrra puosos de Lis-t bo-a bem conbeciam a procedencia dos, seus cal., ri nbos naquelle seu t1rociuio de carcereiro S..; S. a diz qu.e. se nao zang u com os meus dittos, e o Telles Jordao tatnbe m se na-o zanAVA COM, ov-,queixmnes dos mal a'unturadus, qiie Ih cahiram--nas miios,
Diz S. S.a que o Arse nio mente quando aselt i;evera ter elle mostrad-o a, algue rii uma carta da Ex."" Ministro da Marinba, '&nde se lia ose*
dese foga s, (i di
gointe jo que igencia e a tua
))assagem ent Lounda iwolveres o Pompilio a vir comti o im, Fragata ate' Lisboa por que em De"buma das cartas., xque-'teve a I bonra de receber de S. Ex.'- taes expressoes exist] am ; e eu, T)em podia aqui responder-1he com as banalidades do mente, e da baba rnas,, coma isso C' Paladio de nescioi), e de qucmxl l cowo oSr- Ama




61
assersoeg'., b
n'; fo'-po de' rovnr- sua
tstou bem muDido de. proia docu' ental trac-A lafei de r'r',a'nifvsta17la nos Mystellos,,
Sobre o dialogo q'ue o Sr. Arnaral te've com b Ex." General Possolo a respeito do Dignis,&," ?Mv COTIOW'e do -Bike' tew po vi ra ern que.
jaialisalgueth ei*tr6,naIiquidacao destas coDtas ,e o -resto daquelle airt. portencera 'a san Intelli.6 gencia Ao Publico desappnixouado oDde For terto n-Ro bu quem, deler Lim Negociante letras a nucer, Ore com logical, amaralina em conelwo a o nao, I s e r AqUelle Negociante hornet de cabedaes.,
Por 11'50 SOr a mim, que ise, dirige o iiisult p I I
'Sr. General POSS0110 exa. A-0 particular com, 0'
bibio.a idea de Ptender- M e corn a guarinl ao fla- Fragata esse al vew que tev6 a fraqueza9
de se I e-rsijadir- e'tal desatino, lberespouderaal
eu so digo a este respoito qoe, tehdo ks. S.& a ft- a g *11 *.d.ad e decon-fessar'pel a. irnpreusa ter-me afnea ado de. iiiforcar-me no lais do seti navio, e multo menos ter firme tenta-o de prender-me
acto pa ka outtem e mas para
ra impossiVe
.o, Sr. Amaral C' andamento normal, ehai'MODiga co'M todos Os Pottos alientes da sua vida.
80 1?0 80 dvixar sern coljectivo ns insolent. tes duvidas doSr. Anjaval subre osofferecimenwtes'do iflustre, Co'M'WilElu'daute do BrIgue de guerra lngle z-RiDgdOve a protee.cao nunut foi offere&C ,.a a ihegreiros was sim ao homem., 'a cup cargo estavam importance futdos pertencenlui ao G overno de, S. Alagebtade Britall'CH- pa,-




62
ra n (to, e tn st a s, m, Ao s com ejcpre.;sa -ap.rovae'd, do Governor daquella Provincia.
84 o acto de tomar en a pritneira vara do PRM ko fiz cabir de vergouba as. bochexas: do-,Sn, Am,-iral, do, que ua-oduv*.dq,,.porque a sua vergonh'a e'_ de typo original aos, otit-ros coneor-,rentes nenliuma facie descarou i e si o acto fo*'
R
'M ao-, como eira filho de urn convite official I
9
fei to, pelo Sr.' Roboredo (Sec'retario do Gover-i no aignadu
e a vara me foi expressamente de' I a Ise aveiabam,
0 bilbete., a que S.. S,4 chana. falso, e diz ser do Corn aiandc-inte dA SegurancaPublica (cu tal nao affirniei) hade apparecer iranscripto (to OrigiDal, que eu guard, cotno preciosos refens'.1
talvez ent5o S. S.' se recorde melhor e at6 se lernbre de queni.a d*ittou, com denunciante jocosidade: dois erarn os quo'se queriam. com'.4 prometter, quem q assignou, e a pesso'a., para, quem'. era., tenha S. S.' paci-encia si Ihe malo--m; grei essas Inten-co-es, ri-ao 'quiz fugir de LoanOa, e tambem. nao quiz fagir da pwiganga, IS, S.a entende-me, e tenha paciencia Pai a minha xesigna ao. vier a incommoda-alo a1gum dia.
I 0-0
a vein outro mente ..sobre asi inerepaqoes que digo feitas pelo Sr. Amaral _ao Comman-4 dante da Seguranca Publica o. a demonstraq-4or Touco tardara em E;abir a lume, e para entao guard a trausaeca'o do mente ]a veremos quetn' le o mentiroso.,
Diz o Sr. Amar al, que en tambem devia de-4 clarar ter deixado a Barea Primavera queimada ao sut wbriz tuido sido perseguida Ve-




In Curveta Relawpaw. Quando ba dias vi n o 'Diario do Governo meucwnar-se a qtwima U Barea, figurada ro tefyi.-o do Governadur Pe-1, lo (i b u ituroAlexandrino, airdaque fjttizo me wt da,, bein per(Tbi acnde ofir-o se eucamlhwava.,v rnas para desmascarkir o embuste basta 10 Iselbe guilite; eu sou.c1da(Mo Portuguez, e -a Barca ..era 13-rasileira a barea a-deu em Julho governoro do 8r. Pedro Alexandrino comecou em
de, Septembro p.-f seguhite, rompeu-se ern ,Loauda que a embareac,5o queimada ura a Ponr-, e logo depois que f6rit -a Pinnavera e o SI". Amaral e' quem me faz presented dental Barea-,, mindaque depois de quelma-da. Muito folerarei
_de ver como oSr. Amaral prova que a Prima,* vera me perte.ucia, ou era por wim esquipada -, Ou metis Os escrOILRVOS que ella (diz o Sr. Auia,*ral) estava recebendo ou por mini mandados embarcar. Nos Vei-dadeh-os Mysterios mostralow
6
rei que nessa commissa-o traLalhou bem o MesmM tre Escolla (Io meu Romance, que eu nakla fiO6 uba na Barca e que ella (por nao ser do sra .Carvalbo e Castro) teve do arder perseguida pur todos os vasos do cruzeiro Portuguez pelo
-espaco de 87 di-as pediDdo os cominandantes messes navies e lanebas aos cruzadores Inglezes que os ajudassem a agarrar a Barea., Barca mys'a teriosa que final ardeu no mesmo dia, ern que nas Paltneii-inbas um navio do Sr. Ccarvalho e Castro (ou nelle inteussado) tomou 350 escravos., e sahio a salvo, estando todos os va.,
0 10
sos da Estaca-o com vigias pelos galopfs, e na." vezando uwas nove milhas wais ao S. o Sr..




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Antiarai-com asua r1fagata Diann, a" 'espera (1Audaz, que(dizia elle) ]be havia delevar asu t Nomea ao de Govermidor Geral de Angola.
A mim, em qnetii ojidzo nfio abunda pare Te-me que si a Primavera devia atdee, entretendo-se nolitoral, ontle naq ha-Authoridades nem bandeira Portugueza 0 Cacador, devia:,, ,pelo menos ser mencionado "hoDiar*o do Go, verno, a que. attingt, torque 'el,16 debaixo dii4 janellws du Patamo d-o Governo insultou mfi Janch;-io- iDglez, e pegou nos escravos ie' abi"L excessit evagit crupit.
0 Srp Amaral tambein parcel queret brInew tlar-me com uniaSurymeai que sahio la das ban das. Oo A mbriz., c fol a salvo aquellas ban-' 41as do Aml)riz mcommodam muito o Sr. Ama. ral e a sun (yetite e I mim s 0" me da' cuid-ido
que se pn ,sou e esta 1),-cissando ca' I)ela,q I)an* tit-is do Dande B ,) rr il d o (" o "' m 1) a p I -ri Pa I me'ri
nhas, Quanza etc. A s'e'u tempo se sabera quenI e o proprietorl.0 (ia Sumaca: e' mister tempo pa 6 ra reforear os Jjysterw o Sr. Amaral pode tomar nota e destle ja Hie, pue.o licenca pa-:4 ra a Macao 1he enviar delles a1guns exem-1. padres.
Multo miseravel e coaretad'a. com qiIe o Sr., A maral torna a erribirra r com os 600 condos de fazenda Tninha em Lwindaffl n-ao os datido os fivros da A!fm(ietT,-i Salhar, quantos aquella wiReramia mispr*a wrom qiie* desde o antio de 1841 sempre, cs me-tiq trii8rd(fli-vfos,- despachivam
(-- c e tti i ,eomo sl tudo
fazendas e i III t ra s'.,
A I o in c u- quea 10' in 4 e fa c' I'
ora sou., esti i ihr o meu




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A
eoThtherwo leva 0 melt cnthtlio(lo
e acto public e n9torlb IA0 so' em Loanda mas em varlas outras fracas e que pol, Ism e tambern' sabido pelo Sr. Amaral-*- tosea e brutalinente quer daqui' (ledu,,-ir com a,8ua bozt logica auiparada do abuudaute j uizo ----;-ergo negreiro
A
Depois de uma boa -tat4a" do, palavras ocas inas quer betu.-joeiradas, podem vater aincla born' oi r-o., diz o Sr. kmaral que nzi mi nha car." ta, que o Sr. Barbosa ein Loanda Ihe foi ]elm var a censure se Iia que eu h(mia de wir friu4aide- quando o govern cahlssc 4*c. Pc. como se a prisao do At-seiziofosse por ophuoe4. poltheas oil, COMO se ts opposivao ent PurtziValfosse wp-elra! E o Sr. Bttrbosa disse-" rne tuaravillw4o iia'o set conto V. S.' (Iei'xozj Tassar isto. Ora rneu rico Sr. Conselheiro por quem e nao continue e a enrolar-se em documentos, coulo os livros da Alfa'Udega. S. S.*quer intriga-r-ine coin o Ministerio, ou com a oppose aof ou com uns e outros,, c 06 com o Sr. Barbosa meu intimo amigo, e a queis entreguci a minha, casa ? Ninguem ha t'o miow pe, que nao entendu essa tranquibernia deMiuisterio eahid'.. e opposi flo negretra. Os' cartistas, e os opposicionistas todos querem e, teem querido dar fam 'a' escravatura_, perseguine do conA a lei os implicados: inas o que nem u.ns nem outros querew. 's-ao perseguicoes Carvalho-Castio-Amaralinas. Neni a uns nem a outros tenho pedido favors, esperando de todos uati a Q quandul, esta, se achar cow 0S




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Tjra ols, desligados, pedirei protect es- aos J)tembil'stas, aos Cartistas e ate" aos A bsofw tistas,, torque em todos os, pz rfidos conto bons 0, Vahosos amigos essas, protecco-es Porem smN flo
i r.' I)a ra o homem Arse.nio, por(I tie, o pseudo'
f
imeo negrei ro nA o as career a sua plena justice ficaca-o esta na monstruosidad-e do', process e na integridade do S.Irs.. Julgadores PortugUe"' zeso
Ora Aiga-m'e o meu conselheito, 10 Com Verdw aade., J'a' alguem que lesse a minba E'POS*-r cao e o seu Follieto Me affirmou (com cara de Since rid ad e) que 'S. S.a estava com pleta mebtd
mficado e disse-Ifie isto a1guem quo ina(y Cnba medo da magia coin que S." saber terminar desaflos por novo metbodo ? 01he que lia tnuito quem cliga colas por derriga : o1he' Oe muita's ve-zes se escarnec coin ca.'ra de pe-a Initencia. fihal, do ult.ioo foi mtiito' 5abido, e n Lisboa,,
ase j lcomaiunicavel se Pode dizer Je U til a 1101nell) ,, qu'e tinha lieen, a de faflar a o setv
socio ao scus caixeiros, e 'a sua fat-Difia
com c-sfaspalavras de, escarneo, que o Sr. Amaral usou nct sua refu(adca Refutaqa-o cfe certo me zan(rava eu si na"o estivesse preso, mas pre.so wto me zanguel torque tenho a-intima 'onvic -Iro deque, solto, nao setatre.,I
A
via aesei-evel-las., B,;i8.fa-me ver queeIJe.'_saIw A aS P' junc.tos por c.ili a
es -na da argui --o do
ler inand(ado azarrar ineusobrinho. 01he Sr. A mara I bo'd dwpresiganga Principe Real Su fui o Sr. 'Barbosa e 0 ST. Ferm, E




*WON* 67
isto 'erdade Quando o Sr. Barbos' ]be pe-M idio ficen a Para me levar a bordo uina crean. .
de 3, anrws-, que -r.,esp-ondeu S. S..'? Os Sr.0 Barboaa- e Ferro n,""o forain Pi ente a a *eviat'n
hordo da Fragatwpura S.. S.a verificar a iden 'fidacle das caras ? Por agora fique'mos aqui ,
Veja S.'S.' si responded, Ace'rea das pesSas e dOS CODbecimeDtOS aJO*UII3*,rt c oisa qqe tenha gei to eu disse que era falsa a asser-M a de S. S.'
pelos periodleos, affirmando nao fer dado o dinbeiro,, torque selbe nao 1.6 v an vain os conbecinlentos, e is to torque S. S '
a
tinha efD si dinheiro e conhecitnen'tos :- S. S. ulga evadirse a imputacio resniungando so'bre os unseraveis 2 por'cento Esta enganaws do ; e olhe que a pena de negreiro com qpq contra si tvaLueja, talvez, tfalvez quando surgir o rol da roupa, ]he devaser.aj)pljcada e Si taes artes tiver que -a illuda, pode ser que nein todos os scus c ollegas seJam
felices: ullf-lo cuspa S. S." Para o 1;tr, torque olivro d-ostempos ttm ded.esellTolar muita pagina interessante coin a ,,tl)pari ao dos Verdadelros Alyste)-ios, essential.-i-Dente llistorico- roman Ocos,
Dig-a-me S. S.a si deu, ou -nao deu ordem a o S; r. Commandant da Pi-esigangca para we intimar a sahida em 15 atef 17 d ias si no Segui nte me fez balder para, a Escuna 'Cabo Yerde. Si Da.""o e capaz de responder a isto Par-a que vem a, ferreirb com ass(tas orders I)ara se inandar bom ratichu ? Valhlt-o DeUS5 Sr do- M u i to ul Z o*




Pois em, Loanda ba -escravos bvincos
Aiz -o Sr. A maral, e ]a vemogeu M.0071-tP : MiO brinflue Sr. A iiaaral onde ha escravaluira JiCI(a sempre se, eDCOYAra abtindancia de es. craves, tAo broncos como!os escmvos', quo teve D.
0 Arsepio,_confessa -(jue oSr,-Ganhado a tra* tou c om polidez e dc-11cadeza diz o Sr. Amaral, ..''-e ",continua, a e nito cumpriria, dieste tDodo o Sr..Commandante as orders, que -do 1-nim recebeu ? 0 Sr.: Ganhado, e tao cava.* heiro e 16(.1spira, iclo delicada educacao
I s quo
inAo ha, no nitindo Arnaraes bastanles parao poderem arredar de swas veredas. Bem ,o galo cRias barbs lambe ao Sr. Ganhado pinguem seriacapaz devestir OSaDdra*os do Telles Jo-rda-o. Oh pores Macalstas Des.. Vra ad(a Provincia 1 ? I
cc A finaf os reworsos. atraicoaram o Arse.
nio fazendoo confessor a pag. 17 eujul-w guej-rne enfereado no lais da verga, tendo para isso bo,-cis razo'es. Aqui se pegou o Sr. Awaral e toi sem duvida nas boas i-agoes; e para provar (Ille Dao so eram boas., porein opfirma CODfess a o al Dea o de enfor.c a r- rn e n o la IS e so negra o local e a data of
1) n 1) 11 co i u haa r ",. o q u e e u (I ev erl a e s. pe ra r tletilo bon) senior. Para flagello de S. S.a resetvj- iip.primir ;ambos os folhetos antes desI Ii re. s postA 111, v3i, tudo por esse niun'do 11' 1",()S fart- justj A, que a cada uni pertencer.
Que o Sr. Amaral e' violent com quem




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]he n5o pode:redarguir e'. verdade axiomatica.: was que elle, com t1into juizo', 'havia de insular ta"I"o atrounente os dols subditos britannicos / Como fez .-n'x sua chamada ReA I ag a- 0 dols (por,.assl;m Aizer) representantes do seu Governo na costa occidental da Africa em CommisseI"o Mixta.coDtra o traffic, da escuavatura isso pareceria H-DIPOSsi.-Vel pas apparece escripto e -por elle assignado Vide a 0 A-rsenioI' si :e' obrigado -ou e amigo
dos dois fun ccionar-ios, inglezes, devia POU pa-los a vergonha, que. lbes resultoudap
antat 0-so
quelled 'I*c jA orlerem escolhido
a pana soleinnisar os aurios da sua Soberana 4W OS dois principles negreiros em Loanda, a e yustainente os, que estavam mal vislos
pelo nosso Governo, mas t nibem por le' u. vtai'em o esetaimeo (supponho eu) a elogia* ts rem a dols Arsenio e o outro. Porque nlqLO nomem o outro? que tambeiiii j*a e I "
S.lhio co.ruo. os negociantes que. inais tinham a peito -a prospexi-idade do Commer44"Cio de Loanda 1! E pai-a em tudo ser exis Aa quisito aquelle jantar', que (levia ser conla siderado diplomatic, diz-nos ui-Ddos dono-4 da casa em um speech que alli mesmo (.udo, que se aclMvil Sobre a meza pl-ecioso e de o-osto era do hospitaleii-o Ai-senio!!"I.I.I.O. E' com oilo pontfm.de ad miraqao que o Sr. Amar,-d fecha o seu artigo, e quantos deveria
si bouvesse de responder-llie-t Os Berjemeri-tos Cominiss;u-los injurmdos 11-le responderao) si quizerem, e delle fizei-em :.c,,-iso,




70,
Fu apesar de saber que os dedos das' 111505 naa sao eauaes tenho Pesar -de ver saliir ta-nt,-t: sordidez do pelto d e um Portuzuez consti-.0 tuido em Authoridade; e para o a8SLIIf*lPlO reservarei um recantimho nos Verdadeiros Mysterious tie Loanda.
Diz o Sr. Aunaral que eu sou perigoso co--vsno amigo, was do certo -airida o nal"'o sahe como arnigo -nem. como inimigo inais tarde poder-a' seu: e-ste artmul como provavelinenoale ba-de tornar a ehamar-4he nao ef do alill* go, nem do inimigo, e' uma necessidade,: us-seus 13ment-es foram vibratos contra quern esta; preso. 1 .,0 apontwado dos mewes insullou urn cavalheiroo A
A deosSr. Am,aral 0 Por agora. quero dizer- ]he umacbarada: S,. S.' sabe que eu sou da 11ha da Madeira, e tenho affei a-o aos ter,"! mos patriots. Si antes ndo-odescobrir-oconeels
-10, dignar-se-lia de enviar-mo-la' de Alacao, para. onde, na sua, posse deinsultar ii npunev mente se, redrara' m. j oucos di'lls, e talvez a v apor
Bells dbrei Ae barri g -a
F'j mais cinC'eD t ("t de toque,;
E 'a's sette, que Chegarani
'% o -Nao Illexi n,utu so b;Aoque.
ain-me uns baluartes, para erigir f6ra da hnli.
Sr. A ma vi I d iz que me escreveu muitat carl(as aconselhando-iii6 q tie deixasse o infant, me traffic, e isto porqtie.sabia que- um Mi-T




Amommm 7 *wow
histro, que, M, IR is tarde, ou mals cedo, flulytesse mostrar ao inundo que deveras pretend dMextinguir o tr-ifico Infaffle, hiivia de cog* tnec,,ar por fazer'-me sfibir dalli ; -e como aqui Se V6 ou o Nfinistro ta governor pelo pensad* ,mento.- do Sr. Amaral ou este a atrai wir [is ir)ten oks daquelle., e a frustrar as suas med.idas, divulgand-o altos segredos, eu na-o
-acredi(o a.primeira Itypothese, abr,,,A o coin o meu po.uco wiso, a segunda, e pergunto a quem quer que f6r ---* qual, de no's e' ptnor para a wiLo
(Irs.r. Amaral -confessa que me queria, prenAs der si eu dissesse mal, do.-Governo, e eu desejo sa-ber, si nas suas in struc oks secrets tem sempre andado arvorado em Jose' Veris. 811,no, ou donde .1he provinha authoridade para tanto.
0 golpe dado ia escravatura com a minha sahida de Lo'anda ja, ptoduzio, uma historlia de negros, que vai dar largo pasto A pbilantropias, mas nAo 6 a do navio,, a quo por ahi falstamente chamam single.
Quando o Sr. Amaral sehospedawa no alvergueAo seu -ami ,Yo Carvalho, e' Castro (eq,tao feitor de '_negro's) dormia Wim extreme do m !smo barracao onde os miseros escr.avos estavam em pilha 'coin garga im ou g'alceta.
Por em qu,,finto basta verenjos quantos mentes o Sr, Am-aral torna a escreve.r.
,4rsewic4 Pompilio Pompen o e Ca ip Olt