Citation
Refutação as aleivozias e indecencias que vem exaradas na exposição das circumstancias que acompanharão a vinda a Portugal d'Arsenio Pompilio Pompeo de Carpo e sua prisão e processo em Lisboa

Material Information

Title:
Refutação as aleivozias e indecencias que vem exaradas na exposição das circumstancias que acompanharão a vinda a Portugal d'Arsenio Pompilio Pompeo de Carpo e sua prisão e processo em Lisboa
Creator:
Amaral, João Maria Ferreira do, d. 1849
Abraham, Donald ( former owner )
Donald Abraham Collection
Galhardo ( printer )
Place of Publication:
Lisboa
Publisher:
Galhardo
Publication Date:
Language:
Portuguese
Physical Description:
20 p. : ; 20 cm.

Subjects

Subjects / Keywords:
Slave trade -- Angola ( lcsh )
Slave trade -- Portugal ( lcsh )
Imprint -- Portugal -- Lisbon -- 1845
Genre:
non-fiction ( marcgt )

Notes

General Note:
Rare Book Collection copy from the Donald Abraham Collection.
Funding:
Funding from Title VI grant and UFAFRICANA.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Special Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
028030850 ( ALEPH )
25950684 ( OCLC )
Classification:
HT1225 .A42 1845 ( lcc )

Full Text
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REF- TA AO
AS
ALEIA70ZIAS E INDECENCIES
4UE VE3A EXARADA9
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obIRCUkIsTANCIAS QUE ACOMPANHARA'O
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al v ,oeceol.? go-swoleeyel F012?eo ale Faola
z suA. rRISAO'R PROCESS EM LISBOA
,r% alto Iowceowl6
LISBOA
%A IDIPR23SAO DE GALHARzo,
Rua da PrucisbAo n.' 46.







UTA AOS
-Ohlotheifi iocial J e v e '"A sociiAAe o a sl i a justific'la amo do's seius" actos e reiven-0 J;,dica qA'- de fitia, boa fama quando esta se Ihe quer macular'.
Comeqa,, a8si m a titsida e':,tPoSiqa"o, e 'eu come arei Com asmes'm av Palavras a minha resposta, a fim de'que S S.a impute soment e: A sia 0 m al que de''mi*nbas revelaqbep the possa vir 6 ter provocado t5o M40 inereoi*da,,,,e' tao, cavilosamente.-I
Precigo seguir o metho'do'de' esefevet de S S.a a fitia de poder ser devidamentel Avaliada por todos a minha resposta e soniente no -que tenho tenqao de apartar me I he, e m", nao fcaltar a rdadeNo'-fim -do, -,anna de 1838 cteguei A
4
levando a meu
Llo'anda n" Corvita Urania, bordo o Ex."* Sr. Vice Almirante NoronhA n9ineado: Governador Geral d'Aiigola. 0 kr. Arcenio comeqou deade logo a fazef Mel lbuita festa, eapropor'.me certo ii-egocio' de xhArfitb vantajoso; torque dizia So
S'A =1 ell'pod ia com prar marfim a Coo r is
e Jo' ''
venq a 1",200 r6is aos awe'ricanos; e torque eu Ihe disee' Dha dia'
f que Oo ti ej**




4
,ro para neffociar que arenas me
conhecia havi-a. c) dias, queria emptes.tar-mo
fk$'
para tao bow -negocio I Eu, n ao accei tei e S. S. a ficou desapontado.
0
.-Diligenciou Yntroduzir-se com 'o Almirante e dominal-6 Como tinh-a fefto ao
$r. Vidal, mas Ex.a. que ja 0 conhecia "
da Madeira deu-lhe de w 5*o e foi e n tito
que o Sr. Arcenio fertile em achar -alvitres
gem We. impoIrtarem os meios e que tem
A
a.ma?4'a'''de Or., por iora s Pr f- gos
d ccessao te m por dentro- vjo que'',o Sr.
IVI al h 'ei r o s' ha V i a, de s"uc'ceder 'ab $r.4 A I
ranke, e desde lotro CojreCOU a traqar o., pi "ano, de jnirnjzar a-'s, duas q'fhoridades e
quando eu che'zuei'do Rko.,Zaire sub6',
que o Sr. '. Aliijuanfe. se r6titava vara LIS,"'
boa, c o',:v n-' o motive, de vir to"MarAssento no
S.a.
ta' f lem'br e que,,, ape'Senado.. es ra A,
-s a velo
juas a Correta''Ura'hia f6ndjou
a m66--b-ord.ol corn- mais algueml que'nao, he
prec so... omear e perguntou-me cn d'A6
s
susta 0 0 eu'- -me, o.ppunha a' suhida A e'
X- e, e u', res pon di- I he quo a fo r c, a.
do m'u comwandd nito elstava em Ango a A o Governador'O, para se oppor.. ao q'ue. z j Mas ella riinti'tevel
que aqu perg ava, que a
cou'sa bav'ia _,da paIrte de alg'eln, em, a- _e que, se,
qye,,desgos tav a
Loa d' 'S'EX0
S. V, X e n'' t e.n', d' devia, continuar a,
_q, ue fossem as gQvprn,:ar ossem quaesquer. itiatiifestaqpeg da- d ''t que eu ti, g8nte a erra
nh'a' for, 'a' uth'ridad
-para. suste'ntar"a a o 0- do,
Gqvernaqor.,.




t5
S. EX.a Sr.
sa io,, Arcen;o advinhou,
-h' e,
usto'l torque .o iiome do Sr. .-Malheiros' estava "dontro ao 'tal"'prego, que o. Sr. Arce nio tinha visto por f6ra Hurn mez aihd'a nAo"era"'pAssado, ja o IS r. Nlalhe'iros cowe
a, torque tarnc ''-a Ae Agradar a S. S.', bem 9 Ex.,a comecou a perseguir q u a P. to ew suM;. forqas- cab ; a o commercial de escravatura'. E S.,S.' estara' lembrado de que clu the subindo a eseada de sua casa'
WhuinAia, que la' fui antar. -Ora Sr. A r0 S a 0
on i % V 0 p VI sabe que eu nao duvido nada, que antes de 410 dias V. S. a S e a enf(ircado no lais de ve% a da Urania
a & kj
V a-concorreo para que o Alm-i.rante
toluasse a deliberaqao de, retirar-se para Lisboa, e agora jA anda, forjCindo represenla-, oes contra Malheiros oilie, que este nao h'e'- para, gra as e tem' bi o-odes. -- E S., S
.
fbi rasgar a representaqao q ne a tinha forjaha Con- tra o Sr. Alalheiros', e queriafa-" zer assignar pe-los mewbros da Uaflnara de.,,, Loanda.
E un '1840 vim para Lisboa- e Ca su be que, a amizade de S. S.' ez multo ily
f n I A o'
cred i t o do Sr. Roeba, fallecido ern Loan(la.S. S.a entretleve sempre correspondencia, a c-''' tiva, comigo, bumas'vezes dizendo-ine *.'' que, )a itao era negrezro out.,ras que et-a negretro sim, mas que o era de outra co'r P CI if
Jitica do quecerlos': 'e que por isso nao' tj. f
Dba embarcado negros no Cassaolor:, e a,Ie' nessa carla, S. S.a mencionava o nome e huma pess-oa respellave.1 que entao esta%,a




em Loanda e', que S S* 'asseverava, ter einr arcado 20'c''tamoz1?1'hos (e x ess5o.
ta" ca rtas os S aconse-!',
t S Crevi
asse o 12 me, tra)
1ha'ji'do-6 ue dei ifa
e' q u e q u4 a do- ouCras razoes naohouvessem,bastava o C 0' metimento co" 'm'' a' In' la S S."k 6ta de"
to rra e 4' mi ha afta, que
18464 Ofi nsquIe nio set o in o porque-n o tra Creveu toda era "Po'r 'ess-e motive, be'm 'o wo a d 6' m'es m o anno -Aata'd 'da Madeira 0" e se ass-111i, Ifie, escrevia, e o. avisava :era Orque eu sab* Cirde, OU Mals
r ia que-'wais to.
cedohuva-, m''ihist'' izesse mostrar
A ro que qu
ab'mundo'inteiro, que queria a cabar, o" tra:fico '"Loanda ha' 'iz C()M escravatura em I
.rneqar por f4i'' sah'i dalli a S, S
N
_ei e o S'r' C 1v 1h' &CAstro n' ar a o 'p
rociapte portupiez, oflbreceu ao Rr.' L' 160" da_'Si-1,va Offi6ial Maiot gradu' do". a, Sedrb .tarja da'Jusfiqa, 12 co tos para o ppr f4ra' de Loaada m as Se 0 'S'r. Carvalho Castro tinha taes deseps illostrava'nisso Iser. amigo'' do seu pa i z
Estou m',aravilhado'. do que p S r. 'A r
d buscar a' Han)nio, Confess' que m4n ou bur tos de f4zendas
go 600 Qon que quellra ne g .. a G Ue he negreiro Oti's t a vez, Cpr PIP,
Ino em in u i tcet 9 outras a vaidcidi C'owDro mjete.u -8. "S'O
N A j o 's e 'q 9 o s'eia crime ae teza Arc'enio nlo- ter -sidb, i 'idad o Sr. ose Bernard --' no de Si 'quellnunca me vjz1tOU pa ra obaile que eu e o!s"Ineu''s'Officiaes denies 110 Rio de j.,.t Ae Piro' was o_.quv, sle nao pU71




7
de- .,relevalr he: 'a insinm cd,* perfida 0e. o Sr. ArCeDiO faz apresentar contra a:mlw. nba hoaradez.1% na ca:rta z, nunm
qtie7 talve
escrevesse, 6, Sr. Jose' Bernardino' d:e Sa quando. diz4alla-se WhIlm'as'ni-il pessoas
1 '0 Sr. Arcenio atreve-se assim, a, queer sujar com sna pestilen-te baba o meu bom nome, torquee est -a prezo., Se eu_; sou capaz de vender-me torque me nao. comprou, S-. S.' em Loanda"? 0 Sr. Carva-"Z lho e Castro deu 10 condos de'reis-, paraeu., o deitar f6ra S. S.a, qu e he neo-ociante mil k lionarjo, em Loanda elen) 600 condos de. fazendas para co cera, ,parque tne
a'o deu vinte para eu o de'ixa.r- ficAr Ahl Sr. Arcenio! Sr. Arceni!o! quemco aconselhou, a que podia imptinemente ]an--M" ear-me em rosto o labe'o de ve'nal" mangm," cow S. S.' of E perteDd:eraf S. S., a fazer acre-i. ditar a, alguem eni Lisbod que eu fosse, capaz de tratar barbaramente a hum, prezoi tendo eu: sido elogiado pelo Governo nas Ca-, maras pelo meu porte human-o I COM aquel-, les, que- ainda, hoje fazem votos pelas- pros-,i en*dades do'FellesJordao da Fragafa--D' na!
.0 Sr. Arcenio em vez deme fazer zan"O. gar co.m. taes acusa oves quiz justificar-mio Perante aquelles, a quem eu. tenho, dila.",, que ojitizo Me nclo abunda.
0 Sr Arcenio menle quando assevercl.11 q ue eu mostrei a alguetn- hu ma carta de S Ex. o Ministro da M'a"riDha j onde se jill'3 o. seguinte: Desejo, que, facas, diJig.enc4,




na t0alpalssagem em Loanda res6Ive.,,,,t
Pres opompifio- a vir comfigo na Fragatw
Lisboa,: 11
Mettle -o A'reewo por
-que, em nenhumt-i ,arta' ue t ho n fa
de receber Ae' S. Ex.4 vinhao tae's- express
soes.,
menle 0' r. Arsenio- quand j ue
mo
,eu natei. com Ex. ex
-Gov'4 rnador- Pos S,,a
sollo para, que enviasse S-* prezo prabordo da Fia ata por
9 que eu so aeonselhei E..&
que mandasse'-o -Se.'''C r 0 Ada
rwnel (loBte apresentar-s' na ZSee'reta''I'
Marina .'para dar certas infbrma oes' d 6 :a 'he dig
,distrioW de. q' ue.'S. IIISSIMO co
ne. J' 'S r, krcetiio ,qtiand6'd*
que, o Ex ; Sr, possollo' re'sistio: -a'(46s "ugest5es,* fa endo-me, ponderac6es o q, u e ia''' a
.de ve dad'. n, este negoci o- --he Ex .' em
huma nofte dize'-me:' oirw mandarei Arcemo para Lisbo,'4 mas nA 6' d t g a E4 ninguemIt
,om utnou isso!-,comiga,* nol
que -c fi se- k
e na
gu"inte dizer-me: jA n5o posso m a n (I ar'-A r-,
cenip ...(o homem million"ario c dos,' 6.00, contos ve -,8 condos de reis F,
porq*ua de' a, azen-,
da'I e, he, uarda u a z '**'es de caodo-,
de os in lezes'
p.ed, ra
S
no,,, ca ar da :wn verw pattitula
pul Ove, -C'01 E St. Possollo a- s6s iMpalacio eu presented a idea de'., 6 &
com a minha' 'gqarni' Ao o., Sr. A.'reenio n 50.' 'Pon
a I.g q'u'e
he culpm., m.ifi ha o q..,.re(ut'ai*. uem h4m, coth-m"a 0 d
6 da n te d:e h um navio e 'utrra
9
'portuguez, se, a reverse' a tr, arrebatar' de,
I hdA hum. Cidad;Io. m0o.., ''."ou bom_ Se L11




'6overna-d
p9menl2mento d-o o egiti.' w a m e nt1o cqn.stituldo em auttioridade pela Sobe'rana em muito inepos acrleditar que bum Mibistro da'C9rO4 'podlesse t a I 6r d e n.Ar e '0 Ique, Airida -be ma*s rediculo que fosse p reCiso-empregar a guarniqao de hunia fraiyata Para pret)deup Sr. -Irce?ziol
Te'nho razo'oes Muito fortes, Para dulvir aos offer' e6ime"tos d'Cowinandante do ri ty ue de, Guerra Ringdave, torque a missao do cruzeiro inglez nem he Para se IIItronteter itos ?zegoczw da provincza, ??CM he I p ara servw de p?,-olecS!ao aos 2iegreiros.
0 ha do verdqde na historic, da va.-Ip.
que
ta do 'alio he, que depois qu e se v io o Sr. Arc''eni'o chegar-se ao palio', a todos cahiTao as faces de vergon ha 'por verern em buma- festa publica S. S.a a arrastar a (litruida7ta, quando o Sr. Corowl estava, Prornnciado pe'lo' crihne de de' sobedie'neia a's orden's da Soberana, pela tal gedileza a respeilo do Prego. Foi a pa ]a ci o e ]a' esley"e a hu'in -canto'. lo separado dos seus bzvitmeraveis amigos em Loanda.
Assim que se acabou o corfejo 0 Governador chamou oCoamian da sefru..
I I 1 11 %3 ; .dan te i a- In
raD a public Para o vao de liuma janella e ordenoulh6,, que fosse i in media taii)eDt e a casa do Sr. A rcenio qtie o prendesse 'a' ordem da Rainha, e que o levasse -1 p,ct ra bo rdo &,i Charrua Principe Read fieando *n-' communicavel e a mim deu ordem que tlivesse hum escaler pronipto para levar o Sr.- Arcenio Para bordo,




10 Y
0 bil,,hete Oe o Sr. A ree n io, diz ter remr,,"cebido apbrta por hum Empacaceirq,, e que da'' a engender ser mandado-pelo.C.Omy. I ? I q I la
-ante a seguranqa pubfica hefalso; xnand T d ''
e foi forJado, cow o dainnado fim de, com,-,. prometer aquelle.Offic*al, ,,a,qu'em' tem.odio'o e talvez torque, quando -'Jle, Ihe deu a *q..4 Oe prezo e que livi-pdo. para, 4biitro para se vestir o Commundante dase:AW guran a public o segujo 1". e "S. S.4 dipseMe eu sou Commeudadot's 990i po ine ves
lir a6siizho $Olt. homeln na*'o .duvi-* do disso respondeu,.o Official masas or,..! dens., que tenho''sao, para,, o n5o perder de vista,. Esta he que he averdade t)ura e a, Com mandalnte 'da sezuranca pub I ea c.u m priu bem a sua commissa"o asslin, Como fao zem todos q ue se q u ere-ni con4emir no luz-ares'.
Sr,-Arcenio M10 and.o- ,que nle., au Aiz
epe i,' da se40
140 Cae s eu. iner C wand' o, op Ante
gu ra..n:qa por n9o, o fazer"immedlata m en te, embarcar; e o que balde verdade helo, guinte: Eu estava no Caes e o Sr. A rceinio vinha com o Commandante da seguranita, e o_ i ncy nomeado, -Coxisol o Sr.. Arcenio che pe,
gou se ao de ,ni im;. -, 4 izend erv* Sr. Com"O'
V. Sr.' int ir com o
",niandanle da serf.uran a_ p'umicla, para que,espere aqui por huma lata '_qlue o meu i amigo Eduiund Gabrie'l 'me foi buscar a. ".casa e., A resposta fo i -, e u n 5p,
dou o'd ao Sr C -Dandante da segu.
p, en.s., omi
ra n a por d' o fazer nisto
Unto n ta a poss




S,!' sabe, mu,i. 0 bem. que'' eu, sempre o ,tratei Oavalheiraniente, e que mostrei de sejos de o fiviar deste,;3 -incounwodos agora a nao est4f pa minba mao o salva-lo Esta,
-foi, a min-ba U-nica resposta e o afirmo de-. 6jxp da minha palavra de Ihonra,
EA voltet posts e ao pe' do Trem e, ja elu Mettid.0 hu'm carrinho encontrei, 0 Sr. Tdniund ao qual bradei em single'
Val- depress que o seu anii'go esta espe-,.,. rando por ess.a caixa (e o Sr. Edinund ain4A Ichegpu-a' ten'ipo de e.ntregar ao.Sr. ArAw pen io a precious Jac-ti).
0 Sr. Arcenio deixou tres navies no, Porto pode ser:. mas entao conte Wdo e Oiga lanibeni que deixou a Barca Prima-.
verq,, queima.da ao S. do A.mbriz, sendo. perseguida pe'laCorvetaRelampago, estan-, do ja a matter: os escrayos ;, e.) diga tam-' bein que dias antes da sua prisai"o sahio a salvo la' das bands do _,Imbriz, huina Su. maca coin band' ira Brazile' ra(la
e ira, carreg
de e-scravos, p que bavia poucos dias tinha, entrado. em Loanda en) last ro e sahido eAu astro e c'onsignada a S. S.',
Valha-nos Deos com o Sr. Ar.cenio! I tbrna S. S. outia vez a fallar nos 600 contos de faze'ndas'no's seus arnicnizens .1 o1he que, isso coinproulete-o, print torque he ment; ra secUndo' torque se existisse o valor de teies. c.pntos em fazendas, na-o podja-o ser so nao para compra de escravos, e finalrnen-W que se vejao nos Ii*vros da. alfandega de.fxan da 0#,direiros que pagou.-u Sr. Areen.ju.




P2
-,v4mos a justincaeao,, e. minhas barbati'l
dades,
Come t e 0.
,qarei por d" r. que quand6 Ex." Sr., Pedro' Alexandrino tomou p9sse
do Governor, 0 Com
'fiqqei eu encarregado
mando & "estacdo e po I r consequ,
? 6 encia,
todas as ord a uadra
eils pa ra vs q M- ana
vao de m Im
Re'cebil order por escript,O -;& S, E,.a G'
Governador',', para conservar prezoAh OM-.* Mu"Icavel b S r-.,'A rcenib 4saim 6 ordene'l
ao, Sr. Tenen'te Sou'sa "C' n
40 Charrua 0 qual c u iin tio''af risca as o rden's
que re6eber.4 e como 4fz :,que elle,
tratowbe." 'heiv por si, mesmo, as.
saqoes 'de,, orueldades orden"adas por MIM con t ra S., S'. a m 111 s comO'. ta es 'merftirasPodem'- faze'r impressao no publito q tj e
por bondo'so*, toma quasi sempre 0' partido tv
dos q'ue supoe desgra .ados, for oso he,".. (I ue
sej a d 1 fu so e're fu- t e palavra por,,PalAvra., Aj
acusa oes de 4'' r4ticadas ou ordeal!
yran.nia,
'nadas por mim..'
0 Sr. Arcerlio por ordelp supelrjorl tot,
prezo incommunicavel pa ra. bord o da.. C halr
via 'Principe Real', como j" di 1 0'
ja ase etA
qtje-l dle ba rn u i to 'estou ao fa c. t 6 4-'as 'alicab _tznas dost Sr., mand e f hu'm escaler de ronda, prohi bi, q u e,., os es'-6a.l.e'res da esquadra, e quaes quer embarcaceuoes afracassern sem ser em serviqo proliibi qu,e o Sr. Arcenlo f4fl, asse co m O's Officiaes e marinliagem a
excep ao d 0 Commandante: e quando e u dei estas orders jA o Sr. Areenio estava em




13
6 M- i Aiiliar'bfe que .c4ma disposal,. e- -.com sentinella a vista.
Mente porem S. S.' q wa n d o (I i' que 0 Commandant quiz ve^r-1-he os brilha'ntes- p..or ID rdem, minha ; pr? a mo torque eu ilitlito bem sabia que, o Sr. Arcenip *na-o, lem outros brilhantes mais do que aquefles, que Sol todos os (Iiw gia prizao secundo torque a guarnicito que estava a burdo da Char.0 rua .--era incapaz de se v'ender ; lerci*o porq ue o.. Sr. A reenio precise sabey mais a1guml a cousa que sa para me illudir no ,cumprimento de meus deveres como empregado. Menic por tanto S. S.' quando p5e jh a bocca do muito sobordintado Commandan-.0 te expressoe.s Ique elle nao disse n5o so' pgr que nao havia motive, para as dizer, e
wais, porque o Sr. Sousa sabe, e todos osCamaradas, queeu tenbo ti.do abon ra, de commaridar, que eu n5o sou Official para admitir aos meus subordir)ados-re. paros de tal nattireza em ob.y ctos de servip.
A relaqa-o dos objects necessaries para as 'commod.idades de S. S.' a bordo pode ser que fosse'feilta pelo Sr. Commandant; he verdade' que eu risque a cadeira a Voltairel torque tal movel n5o cabia no cama.
S.a ft
.rote, donde S. nao tinha ordem de sa-. b- ir 1"was vendo eu que na tal relaqao
ft
nao-lvinhAo objects de cama &c. determine. inei Sr. Commandant que trouxesse por.hu"ma vez a relaqaft'o do que o Sr. Ar' terilo precisava, torque na--o era compativel, CDW as orders que tinha a coati.nuacab




Aa comminic'Abilid"'de de' E; R, v-ta be- a verdade 9, e he *sto que o-, public ., que mo tonhe'ee', -ha de 'a dkeditar b'em como do que a rioupa, fbi :pg'ra bordo, da. Charr-ugser revistada por mim que nem se que?4 '-t&1ava a do nesses occa Mp
bor s ao: e tambem
10 t
'M ver:dade-q'-e eu m ui -o recommendava ao, Sr. 'Commandante, que "Ao Se',-fia9se-',h',a'g,.,Iamztrias de S. S.' -que' mui-io.."empa" ,,die o coniprome-ter'O
Tambew, he'.verdade qtte -S,, S"?,,, teV6
pamtratar'dus'negocio del gua casa conj o. Sr. Barbosa',,'mals ern p r'esenqd do* Sr'. Com m'an-da.teO tam-tyeni -he verdade' quelci'Sro Are enio'teve'lite "'n'rapara, ose're ver com taft-to qtie, tudo,-fosse vii;to p'81a
-Sr. Conimandabte e que, no dia sezuir)t-e
7 7
Yindo o Sw,. Barbosa a meu bortlo, mostrouvo nie hum papel escripto pelo, Sr. A r-ce a Ao qual vinhao expresses que nad Aiz At* r6gpeito- ,a. negocios da sua cas'a,;, entre outras 'me lembra hurnaso que di''ia-o, que. ha- via. sAbir'triumfante', quando cahisse o gover'no &C'. &C'* "c' omo se a prizao do Sr. Ar..01
* fv .1
-opimoes po j OU coma
I.cen 6 fosse por I'tim s 't
so a oppoai a'o e"n'i Portugal fosse negrezra 1 1, E, o St. Barb-osa diss'e-me maravilh!do A Sei Como V. S.' deixou passa r isto I e ea": respondi-lhe M i A&
ao VC)O og papers que c1le escrevej e se, d-"ei ordem ao Comwandan-7
A I
fe pat'sa os ver he por(pe receio que o Sr. A rcer, i ol db2i-se e da priza""o, mesmo mande 2dgumas- ,br mb
"dens Ara e arcar negroso Sr.. Arcenio quando, diz qw




-eu ass-everara ao Sr. T3arb(vs'h que 'S., So' n5o estava incommunicavel', e mente, ai6 da mais impudentemente,- qua.ndo'-di; -'que ,v ExmO.Governador d'A-ngola, dissera : qUe .ncio tinha dado orders para S.-S.11 o es-far ; torque, o Ex." Sr. Pedro Alexandriba 'he homem -sisudo, nem -por brincad'eira p&* dia dizer tal,_,quando en tehho em'weu po der a sua ordem para o ter incommunica..W vel se Mcomm7tnicavet se pode dizer d-e .hum homem que tinha licenqa de fallar ,ao, seu socio, aos seus caixeiros, e a sua fa
Ora Para que esta o Sr. Arcenio a. re petir: a bistoria das 500 pecas que talvez neva suas sejao 1 0 Sr. Arcenio mandou boo peqas, para eu entregar no banco, as pe-w
as ]a' estao, eu paguei-me do frete para que fallar mais nisso ? sera torque, o homem ntillionario tem pena dos 2 por cento que o pobre Commandante recebeu pelo frete f ou sera cowo mais abaixo manifesto pava fazer acreditar que eu queria que S. S.' fosse para, Cabo Verde sem recursos! Pois entao o Sr. Barbosa n 51'o teve licenqa- pal"i ra ]he mandar tudo, que S. S.' precisa'sse para, buina viagem de 3 mezes? pois enta"o o Sr. Barbosa. na-o lhe levou- humas poucas de deterwinou-1he a1guem o number? Ora Sr. Arcenio veja se pode provar ein juizo que nao be negreiro que esta salvo e nAo grave mais a sua, situaqao inventano do perseg fu ft fm
uiqoes, que nao existirao,,
Mente mcnic o Sr.' A rcenio quando




d1z que ett pencionei Wfium eol o nume.i. ,;r.p, de meias, 1, P pamtzaa e que devia tracer
. I P, f LE . S a
pam a viagew.; desde ja emprazo S pa"W
ra'apresentar semelhitite rol;' e quando- ellwa le, appare a., e'u" q'uero ser punido "por nc.%*,'
a
gretro- no lug&T de S. Se 0 0 St., Barbosa.. foi, encarregado de arra-n*-ar roupa e rancho como entendesse-,; esta- he Axehf.3,,,a verdade 'eI' por 6ssa occasion, e pedi ao St Ba'rbosa',, que. Ihe mandass, 4am rancho 9porque'., era natural, que 'o St. 'Cowmandante da I'Escuna n1o estives'se' b3m. prep&-, rado para hospedes. Isto he que he 'v e r d de;, ,Iisto he'9"que o. pbblico- a-creditara.
P. sodio do escrAvo a pag.. 1.(; he utdecenfe, a-lem de ser despido de toda' a ve- I
poiS., S.a
rosimil4anq-a disse que. tinha
escravosbi-wicos! mulattos, e pretos? pois' em ',Loanda Ita escravos bra-n'osI?. ein quenip-ndo se jjj ra 'S. S.af mente pbis S' S-" potque, eu so malidei saber o nome do esvravo.,para o mencionar nas orders, ao Sr..'I Cornaniandaoite e por, -Itanto nclo houve ocl.", cas] 1110 para S, ift
S. a d a r t't o ii-idece2ite' res' Posta..
Ora ain4,beiu que o Sr. A rcenio c'o n fess(a q u-e o St G -a n Ita (I o ortratou C0111 P01* lidez e delllicadeva : e ii-,-to cumpriria deste niodo o .-grt, Commapdante as orders que (Ic mini recebeu.?
final os retnorsoa.,atraicoa r'o o S & f .r
cento faz-endo-o confessor. a pafr. 17,-- e cz$ JuIguei-n-ic enforcwlo no Us da (10 -Parp 'ZOes
a ISSO: boas MI-I"i




do, -U'- Ile-0 Sr A reen i o ie he o r' a 0
amigro -dos dofs fanc-cionari-cs ingleze s d eim. via poupal-cs a',, vergonha, 4pe ]he resultou daquclle ianfar nAo so pbr- terem escolhi-do para solieunnisar os anaos da sua Soberana,,, as 4ais principles wgreb-os em LoanIV 1,
4a, *e, justamente, cs que estav,c al vis,fos pelo nosso- Gov.e'rno inas tambem por lei7arein o escarneo (su'ponho eu) a elowi:a-rem cs dots Sr. Arcenio e 'o outto que tambem ja de ]a sahio Como Os' negociaw tes, que mais tiDhao a peito 'a prosperida.de do commercial de Loandta ! e para c"Im tudo cer cxpdsito aquelle jantar, 9*ue de-vic-% ser considered diplomatic diz-,nos hufn, dos d6nos da'' casa --,em hum spcech',cc que, alit, w mesmo tudo o que se athava sobre a m- e" za precious e de gos-to era do hospitalelr6. Arceznio-11.1 .1.1 0191 of of
Bew digo eu que o Sr. Arcenio It& ple rigoso conio anago' e-is- lahi a paga', qqc:,d-,%-. aos sews protectors cubriiido-Os". co ..MI. 11 U'In 21fidiculo quo os pode compromet er c o n seu Governo,
0 SnArcenio mente quando diz: q Ue ftlesta occasion eu 1he disse ao ouvido' e' m toin de gracejo: Nada'do:que a q u e 1, fe-- fn-It. glez esta' dizendo obsta'a -que eu lev6 6-S.i...I. A-rcenio para bordo e o enforque'n6 lais da, verg-a sem o menor escrupolo.Melde, torque eu no fim do speecItde'l bun)a -gargafhada' -de'sento'ada e s& no fim S. S, a
dos agradecimentog de ao u alm I VA
c-quandu S. Sea se sentou ]he dis sc 'bu''COYX




-bastante seried-ade- mesmo acrimoda
Ora sabej, que eu eslava fremendo, q-Ue
ino seu speech IM
dis.
sesse ma.l. do Gover-w, e que n-Ile V*19'j se aqui vnieslliu na ttlade d-e o leva.r preZ40 Pa-ixa-burdo-, e S, S.a,-redarguio mas eu verdade inas..:como vo S*ra
.''em estando electrisado, perde a cabez c,.a ''e, diz.-M "operios eu eslava -.,,receoso'to que he a verdade Sr. A r',
e.- Wkno. a. xepetir fez. lium grande desserv-4 limp
aos seus-a mygos. inglezes, e ',m fa I Jar em semelhante s-ta esjantar; juas n'e.
I cwregadella n 4o houve 'al(lade da sua par
fo i a vaiawk quem. o leyou a publicav estas nnserzas..'
A. pez,,Li r do qu e 0 S'P.- A rcenio'a. pag. e I confess, quo. o Sr. Ganlhadol-lhe disserado, adagio do cordei inho manso
jr &o ne ml por
lp
isso ainda 0 Sr. Arcenio se,,quer server da-we A-U61lemou ultimo l avilso
F. capital
ui rovo.ca-d aes.,--da C
Q "S Orn
por a1guem .ue .OCC.Ultloou o seu-nom.ej. e que de certo nao m6strou, ser- tet-naigo, do, Sr. Area CQAio xespot!4j Im'dixtaipent-e, que o-'Sr. Arcenip era negreiro, &e. &c. que tinha. dolft cumentos quo isso provavilo e ,.tuais ou-0 tra7s Cousas.. -nolne, torque
assigned o meu
00 CosWmo 'fazer a guerra Por detraz da, cortina fbi-m.e ordenado pelo quarter. ene-0
9
q-' u '.e me apresentasse na Boa-liora ao' U i Z, 0 *qn dmarale Albuquei-que;- o o qua es p era v a o sr'. i N d i ssesse P.
Pisse a Y-erda-d AM. assini como a" di s-so




lu*ta-s vezes. a -S. Sol' nluitas- vetes preve w n-I & S. S..a nao. so de Lisboa mas da Ala. deira, como S. Si' prova transcrevendo I-N a r.. tes daa -111 nhas carts na minha. chegad,-t a. Loanda lambem S.- S .,a cchfessa que eu o acouselliei -,a que' sahisse de Loanda.
Eu via que us jornaks do tcdas as c.c--* res estaya'oo ccnti-nua mente a fallar de S. Seat em. Inglaterra' 1, e'm q-uasi todcls cs relatcrics a respeito de escravatura que Ee lia'O- nas Cameras, fi-eurava, na, lista das prezas o, nc-, ine do Sr.,,A rcenio ja como, (10MV0, jA ebtra consignatarto eu que sabia isto, ta"4o bcm Como S& sea quiz evitar 11he o, cai4igo, que ]he estaya, imininente.; e S. SellI' que DC410 se q.uiz aproveitar dcs mcus salulares cc,.nc-e-.* Ilhos, e qme devia pelo menos callar-se Por vergonha ainda em cima, tem a audacia de ser o primetro. mas felimente o tmico homem que, me a-presentou em seu wal alinhavaAo aranzel, capa-z de receber 10 cen, tos para perseguir o Sr. A rcenio !,*1 *11 of 10
He o Sr. Arcenio o.primcii-a mas o wit"Of co liomem que para n6o sei que Ilm inventott que eu erall capaz de.maltratarlium prezo..
Huma vez por toda ar; que
-s d'evodeclar:
n:50 fui eu quem prendi S que foi por ordtm do Governo, -9.ue. o Sr. 'Pedro A lexandrino o mandou render, nem tilo pouco eu fui- o seu acuzador; os actir-m-loi-es. do Sn A r'e n i-o s-,Io I osfactos pte o deslustrao ; e por iss-0 esta entregue ao pcder judiciario.
Ndo queria,, eu responder a cemclharite




to
folheto:- d-'I'vPufar'40n'adez.'cOm 0 Sr., Arce*w nio era huma, cousa-que me parec f a -mu-to abaixo''da tuinha dignid'ade Was os meus amigo4 instarab consintao pois elles, qub eu tenha a vaidade, de dizer o/- m e n te escrevi para. -ser fido por aquelles que Rao conhecem
j do Maria Ferreira do ,4maral.
]Lisboa de Dezembro, 1845*1
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