Cuaderno de Pedagogía Universitaria

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Material Information

Title:
Cuaderno de Pedagogía Universitaria
Physical Description:
Serial
Language:
Spanish
Creator:
Universidad Católica Madre y Maestra. Programa de Superación del Profesorado.
Publisher:
Pontificia Universidad Católica Madre y Maestra, 2004-
Place of Publication:
Santiago, República Dominicana
Publication Date:

Subjects

Subjects / Keywords:
Caribbean Area   ( lcsh )
Teachers -- Training of -- Dominican Republic -- Periodicals.
Education, Higher -- Dominican Republic -- Periodicals.
Universidad Católica Madre y Maestra -- Periodicals.
Genre:
serial   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Dominican Republic

Notes

General Note:
In Spanish; some abstracts in English and Spanish.
General Note:
Issues also have theme titles.

Record Information

Source Institution:
Pontificia Universidad Católica Madre y Maestra
Holding Location:
Pontificia Universidad Católica Madre y Maestra
Rights Management:
All rights reserved by the source institution.
Resource Identifier:
oclc - 868024666
System ID:
AA00021937:00006


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Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno de Pedagoga Universitaria Cuaderno Pedagoga Universitaria de Pontificia Universidad Catlica Madre y Maestra Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 ISSN 1814-4144 Cuaderno Pedagoga Universitaria de Educar es ms que cumplir horarios o aplicar tcnicas pedaggicas: es lo que hace una persona por otra. Augusto Hortal Alonso, Conferencia tica y Educacin Superior (2006) tica y Valores en la Universidad

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Contenido 1. Editorial 1 2. Voces de nuestros lectores 2 3. Ventanas Abiertas a la Pedagoga Universitaria 3.1. tica y educacin: la originalidad y la autenticidad en perspectiva narrativa 3 por Pablo Mella 3.2. Valores en cuestin: memoria, retrica e informacin 8 por David lvarez Martn 4. Ecos desde las Facultades 4.1. La formacin tica en Ciencias de la Salud: desde lo germinal para ir mas all de las utopas 13 por Maritza Meja 4.2. Desarrollo de una experiencia de interdisciplinariedad: el Grupo de tica Transversal 17 por Mara Irene Danna 4.3.Liderazgo en la gestin universitaria 22 por Roselys Arias Sir 5. Pasos y Huellas 5.1.Ms que una promesa, un compromiso! 25 por Rosario Bison 5.2. Entrevista a Fior Mieses, profesora de Biologa del Recinto Santo Toms de Aquino 27 por Mary Cantisano 6.1 Resumen del libro tica General de las Profesiones de Augusto Hortal Alonso. 30 por Luis Felipe Rodrguez Crditos Cuaderno de Pedagoga Universitaria es una publica Madre y Maestra con el auspicio del Centro de Desa rrollo Profesoral. Los artculos son indizados en la Red Latinoameri cana de Informacin y Documentacin en Educacin Ao 3 Nmero 6 Julio diciembre 2006 2006 Directora General Ana Margarita Hach de Yunn Directora Ejecutiva Marta Vicente de Snchez Consejo Editorial Carmen Prez Valerio Rosario Olivo de Regalado Luz Eneida Rodrguez Consejo Asesor David lvarez Martn Guillermo Vanderlinde Fernando Rojas Meja Impresin Edicin de la Campus Principal, Santiago Autopista Duarte Km. 1 1 / 2 Santiago, Repblica Dominicana Telfono: 580-1962. Extensiones: 315 y 316. http://www.pucmmsti.edu.do/psp E-mail: cuaderno@pucmmsti.edu.do Los artculos no pueden reproducirse total o parcial mente sin autorizacin escrita. Los puntos de vista de los autores no expresan necesariamente la opinin de los Consejos Editorial y Asesor. El Cuaderno de Pedagoga Universitaria es un espacio abierto que pretende colaborar con la formacin permanente de los docentes en el rea de pedagoga, monios que les ayuden a renovarse y actualizarse personal y profesionalmente.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 1 1. Editorial Hoy ms que nunca, la tica adquiere un sitial preponderante en la sociedad. En las en las universidades, ella se hace impres cindible dado su carcter formativo. En efecto, es imposible formar aspticamente a los futuros profesionales en un pas como el nuestro, donde la gran mayora resulta excluida de su propio desarrollo. En nuestra Institucin, la tica profesional como asig natura obligatoria viene ensendose desde prcticamente nuestra fundacin. Es por tica del estudiantado. Como bien aboga el profesor Augusto Hortal esa responsabilidad no es ni puede ser exclusiva de los profesores de tica. Esta misin incumbe a todos los miembros de la comunidad universitaria y trasciende las fronteras de una clase en particular. En este sentido, cabe resaltar la iniciativa de la Facultad de Ciencias y Humanidades con la formacin del Grupo de tica Transversal, cuya trayectoria la relata Mara Irene Danna en esta publicacin. Asumir el compromiso de formar ticamente a los profesionales del maana nos enfrenta a grandes desafos. El primero consiste en plantearnos en qu consiste hacer bien nuestra prctica docente. La tica nos dice que los profesionales deben ser competentes y responsables en el ejercicio de la profe tolgica, los artculos de David lvarez Maritza Meja y Luis Felipe Rodrguez pueden resultar iluminadores. A travs de ellos encontrarn ideas que sacudirn para digmas y tradiciones establecidas, al mismo tiempo, que descubrirn perspectivas espe ranzadoras para nuestro quehacer educa tivo. Otro de los grandes retos que la tica nos plantea lo constituye el peligro de alejarse de las necesidades sociales, construyendo un espacio segregado al margen de lo que la sociedad requiere. Cabe destacar, dentro que sobre la originalidad y la autenticidad nos propone Pablo Mella Sus argumentos quieren cuestionar lo que podra llamarse una idea cartesiana de originalidad, porque atenta contra la dimensin comunitaria o pblica de la educacin. Asimismo quiere que analicemos la idea de autenticidad que frecuentemente tenemos en la academia y que conlleva a que cada persona piense por s misma, desvinculada de sus pertenencias comunitarias. Ante los mltiples retos que la tica conlleva este Cuaderno quiere destacar tambin las consideraciones que se derivan del respeto al derecho de nuestros estudiantes, de la aten cin justa a sus necesidades. Este desafo lo han experimentado y nos lo relatan Rosario Bison y Fior Mieses Para terminar, conviene analizar otro desafo al que nos enfrenta la tica. El profesorado tiene que preguntarse si la funcin social que realizamos es la misma que nuestra sociedad necesita o espera de nosotros. Por un lado, no podemos formar profesionales al margen de lo que nuestra sociedad nece sita y, por otra parte, como dice el padre Hortal tampoco es posible silenciar que hoy hay que ejercer las responsabilidades en contextos en los que la corrupcin y la confusin estn muy extendidas. Es impor tante pues propiciar espacios que contri buyan a la coherencia entre la formacin y la accin educativas. Esto nos lo pide la universidad desde su formativa razn de ser respecto al bien comn y nos lo urge un mundo globalizado que requiere de acciones inclusivas y coherentes con la naturaleza y la humanidad.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 2 Esta nueva seccin ha sido concebida para abrir un espacio ms directo de dilogo con la comu nidad universitaria. Sern incluidos debates a partir de las ideas planteadas por los arti culistas, sugerencias acerca de cmo mejorar aspectos de esta publicacin y opiniones abiertas de los lectores. Para participar en esta seccin contctenos en cuaderno@pucmmsti.edu.do Se han llevado a cabo dos iniciativas ms para fomentar espacios de dilogo: las peas pedaggicas luego de poner en circulacin cada Cuaderno y un sondeo de opinin sobre esta publicacin. Inauguramos la seccin oyendo las voces de nuestros lectores socializando lo que ellos mismos nos han dicho: Pea pedaggica El jueves 19 de octubre se convoc en Santiago en el saln de profesores a las personas interesadas en compartir de manera informal sobre el tema del Cuaderno #5: El Currculum universitario Asistieron unos 12 profesores de distintas reas y se convers sobre la iniciativa de la pea como una va para que los profe sores se conozcan en un ambiente relajado daron algunos aspectos sobre la temtica, haciendo nfasis en la importancia de generar proyectos docentes interdiscipli narios. Sondeo de opinin A continuacin presentamos, agrupadas por semejanza, algunas de las respuestas recogidas en unos 100 formularios comple tados: cambiar la visin de los docentes sobre la enseanza, vino a llenar un espacio oportuna. Ojal siga creciendo, pues el esfuerzo de ustedes va modelando un camino que vale la pena continuar. Mantengan la edicin para que den cabida a que la mayora de los profe sores escriban. Es conveniente que ms profesores vas puede ser que los Departamentos promuevan con ms intensidad la cola boracin de sus profesores. Otra va por las reuniones departamentales para motivar a los profesores a enviar sus artculos. Recomendamos incluir ms participantes, lo cual implica democra tizar la manera de tramitar las colabo raciones. sea visto como un instrumento de creci miento colectivo, nunca como una herra mienta de autoalabanza. La portada luce muy sobria. Podran cambiar el color de la portada, incluir fotos en ella. Dentro de la diagramacin tambin consideren incluir imgenes de manera que los datos se comuniquen de forma ms dinmica y amena. Solicitamos ms temas relacionados con innovacin en las aulas, haciendo nfasis en mostrar casos, transmitir vivencias personales, dar tcnicas para despertar el inters de los estudiantes. En cuanto a temas de didctica, incluir estrategias de integracin con la prctica. Sera impor por las reas del conocimiento. Sobre temas ms abarcadores sugerimos enfo ques pedaggicos actuales en educa cin superior, investigacin educativa e informaciones sobre la educacin supe rior en el pas. 2. Voces de nuestros lectores

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 4 estela de Descartes, de manera romntica. Me explico. La originalidad y la autenticidad se entienden normalmente como algo nico e irrepetible, como lo nunca visto, lo que slo esa persona y nadie ms es capaz de realizar. Por ejemplo, un trabajo original riormente, ni siquiera por asomo. Claro est, tambin se entiende cotidianamente en la academia que un trabajo es original cuando no ha sido copiado o plagiado. implicada la desaprobacin de un acto moralmente condenable, que es el fraude; pero esto no es lo que deseamos problema tizar desde la tica en este momento, pues intelectual aniquila la esencia del acto educa tivo, que es aprender. Queremos ms bien cuestionar lo que bien podra llamarse una idea cartesiana de origi nalidad, porque atenta contra la dimensin comunitaria o pblica de la educacin. Mi intuicin, que debera ser medida por estu dios empricos para tener una idea de su dimensin, es que en la comunidad educa tiva propiciamos la originalidad en estos trminos. La originalidad de una obra o accin se entendera, dentro de esa lgica cartesiana llevada al extremo, como el resultado de una especie de creacin a partir de la nada, ya que aparecera como el resultado de un monlogo de la conciencia individual consigo misma, en un ejercicio solitario y descorporizado. Es en ese sentido restrin se trata de una idea de cuo cartesiano. El/ slo seran verdaderamente originales si realizan algo que nadie ha realizado hasta ese momento, sin ayuda de nadie, sin la participacin de los dems. Me inclino a pensar que esta idea de originalidad no slo es moralmente objetable, sino falsa. El simple hecho de hablar en una lengua concreta, en nuestro caso el castellano, hace que llevemos dentro un mundo de signi remite a las realidades mundanas y a la convivencia, con sus lmites espacio-tempo rales; el trabajo en una disciplina concreta nos inscribe dentro de una tradicin de pensamiento aunque no lo queramos; el mero hecho de pertenecer a una generacin nos condiciona tremendamente en nuestro modo de abordar los asuntos. Por todo esto, podra ser legtimo llegar a decir que todas las originalidades son hijas de su poca. Siempre somos origi nales ante un pblico determinado. tica mente, una concepcin cartesiana de origina lidad sera criticable por dos razones: primero, por crear una actitud de aislamiento, proclive a favorecer de forma exclusiva una relacin de competencia con los dems, bloqueando la posibilidad de relaciones de colabora cin; segundo, por caer en el idealismo, entendido, desde el punto de vista tico, como la valoracin unilateral de lo que se produce en el juego especular de la mente, sin mirar los resultados en la vida de las originalidad sera premiar la excentricidad por ella misma. Sobre esta denuncia del cartesianismo de la originalidad podemos avanzar hacia la crtica al romanticismo de la autenti que realiza y expresa lo que siente en su interior, o la que es capaz de realizar sus Queremos ms bien cues tionar lo que bien podra llamarse una idea cartesiana de originalidad, porque atenta contra la dimensin comunitaria o pblica de la educacin.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 5 propios deseos sin mirar a los dems, aunque con la expectativa de ser admirada por los dems justamente por lograr lo que se propone. Otra manera de expresar el ideal de la autenticidad se hace con la frase lograr la propia autorrealizacin. De acuerdo a Charles Taylor, la tica de la autenticidad es una criatura de la cultura moderna. Anteriormente, el ideal personal estaba asociado a un rol heredado o a la posicin social. La tica de la autenticidad partir de otras formas anteriores de indi vidualismo, entre los que destaca justa mente el racionalismo libre de Descartes, que impone a cada persona a pensar por s misma, desvinculada de sus pertenen cias comunitarias. A esta forma se aade el individualismo poltico de Locke, que otorga prioridad moral a la persona individual y a su voluntad, con respecto a sus obligaciones sociales. Sin embargo, la autenticidad se opone a las formas anteriores de individualismo espritu romntico. El romanticismo condena el racionalismo extremo y la soledad que nace de un pensamiento que dialoga slo consigo mismo. El ncleo de la autenticidad, como tica, consiste en la propuesta de estar en contacto con los propios sentimientos morales. Partiendo de ese ncleo, la moral de la autenticidad, como debate entre el bien y el mal, no va a consistir en un clculo de los efectos o de los castigos que resultan de las propias acciones, sino en la escucha atenta de la propia voz interior. Se trata de un giro subjetivo de la moralidad. Lo que debera cada uno ha de responder esencialmente de acuerdo a su propia medida, que trae como consecuencia, entre otras cosas, la incapacidad de descubrir en los dems modelos a seguir, ni siquiera parcialmente. La autenticidad se une a la originalidad cartesiana en este sentido: ser autntico lidad, entendida como aquello que yo solo soy capaz de decir y de descubrir. La posi bilidad de un lenguaje comn y sometible a la crtica de los dems para crear conoci miento en conjunto se ve amenzado en su misma raz con una autenticidad as enten dida. En otras palabras, se ven imposibili y, con ella, la formacin de una verdadera comunidad educativa. 2. Ampliando el sentido de la originalidad y la autenticidad Sin embargo, hay en la originalidad y la auten ticidad modernas algo que nos convoca y nos seduce. Apuntan a dos elementos que nos humanizan y realizan profundamente: la crea tividad y la unicidad. El objetivo de esta segunda nicin cartesiana de nicin romntica de este objetivo, proponemos comprender la originalidad y la autenticidad en trminos narrativos. La pregunta que nos puede guiar es: qu comunidad educativa, entendida como comunidad de creacin de conocimiento, partiendo de una concepcin narrativa de la identidad personal, y ms concre tamente, del proceso en que se implican tanto estudiantes como profesores cuando participan en el acto educativo? Aqu cabe recuperar el movimiento dise ado por Ricoeur con su nocin de triple y autnticos en la comu nidad educativa, entendida como comunidad de creacin de conocimiento, partiendo de una concepcin narrativa de la identidad personal...?

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 6 mimesis, que desemboc en su idea de identidad narrativa. Ricoeur retoma un sentido particular de la nocin clsica de mimesis en su obra Tiempo y narracin. Inspirado libremente en Aristteles, la mimesis ricoeuriana consiste en un movi miento ternario por el que nos compren demos a nosotros mismos a travs de: previos que nos dan un sentido tiva, construyendo la trama de una vida humana. identidad narrativa muy bien nos podran invitar a que enfoquemos tanto la originalidad como la autenticidad dentro de esta triple mimesis, ya que una persona o individuo no puede ser original ni autntico en solitario, pues necesita de un pblico que lo reconozca como tal y una biografa social coherente que se despliegue en el tiempo. persona que participa a fondo y con su memoria de las narrativas fundacionales de la comunidad en que vive, que en el caso de la accin educativa, sera la disciplina o carrera que estudia. Esta persona estara en contacto con los orgenes del saber que cultiva y se experimentara como parte de una bsqueda que le antecede y que de seguro le sobrevivir. Por eso su saber es original, porque bebe en los orgenes de la Su autenticidad vendra tambin de este contacto primigenio con las narrativas que le precedieron y que marcaron la historia de la disciplina en cuestin, con un autn tico deseo de saber. Concretamente, esto se puede resumir en la conocida frase: se nos descubre hoy es en la economa. Amartya Sen, Premio Nbel de Economa, ha recuperado el componente tico de la economa, una actitud que se encuentra en los orgenes mismos de la disciplina y que se haba olvidado por la creciente mate matizacin que ha padecido. Para Sen est claro que las modelizaciones matemticas, nico lenguaje que parece entender la hegemona neoclsica de la ciencia econ mica actual, deben estar al servicio de la comprensin de los actores econmicos, no al revs. Entre nosotros, el P. Jos Luis Alemn trabaja arduamente en el mismo sentido, releyendo una y otra vez a los as como los del siglo a la luz de la sociologa comprehensiva de Max Weber. pectiva narrativa, y siguiendo con el ejemplo, no se leen los clsicos para repetir autmatamente lo que ellos dijeron, como si de un dogma inmu table se tratara. Se busca ms bien aprender de ellos una actitud inquisitiva, un modo de preguntar que ha generado la tradicin de esa disciplina. La originalidad y la autenti cidad vienen del ejercicio de preguntar, de asombrarse, de no quedarse estticamente conforme con los conocimientos adqui ridos. Se trata, en el fondo, de problema tizar esos conocimientos desde el propio horizonte de preocupaciones. La lectura comprensiva de los textos de una tradicin abre un mundo nuevo para quien realiza tal ejercicio, por la actitud indagativa que introduce. Esto resulta capital en la prc tica educativa. Es verdad que se puede llegar al extremo de querer cuestionarlo La originalidad y la auten ticidad vienen del ejercicio de preguntar, de asom brarse, de no quedarse est ticamente conforme con los conocimientos adquiridos.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 7 sin correr el riesgo de una comprensin actualizada, el conocimiento nunca ser de lectura comprensiva, viene el tercer momento, el de narrar todo el proceso vivido como un encuentro personal y como un elemento novedoso que se ha integrado a la propia biografa. En este tercer momento, original y autntica sera la persona que se ha posicionado sobre lo que ha aprendido, y decide qu aspectos de su vida, de su accin, o de su conoci miento, han de ser redireccionados. As, por ejemplo, un economista estndar que cultive esta narratividad, se ver obligado a reconocer los lmites de sus modeliza ciones, que prescinden de muchas de las caractersticas de la racionalidad humana. Es de sobra conocido en epistemologa de la Economa, que el actor econmico no se mueve exclusivamente por la mera maxi mizacin de utilidades, y se sabe que es mentira que se pueda calcular el compor tamiento econmico con exactitud. Por qu, entonces, y retomando el ejemplo de la Economa, se sigue premiando la origi nalidad de las modelizaciones de econo mistas neoclsicos? Por qu ensear Economa todava en esos trminos, a partir de una teora microeconmica estan cierta voluntad de engao enquistada en la academia, para no preguntarse por nuevas relaciones que podran ser ms justas en el actual de la ciencia econmica, se parte de comportan siempre de la misma manera, es decir, utilitariamente. En semejante situa cin, para ser original y autntico habr de reescribirse creativamente la propia tradi cin, entendiendo por reescribir crea tivamente la elaboracin de una narra cin del proceso cognoscitivo en dilogo con los clsicos de la disciplina, de modo que ayude a comprender la coherencia en la temporalidad de las acciones humanas estudiadas por dicha disciplina, o de las acciones humanas implicadas en el estudio disciplinado de una materia no humana. Estudiantes y profesores que adopten esta perspectiva narrativa se descubrirn al dibles de un sentido compartido. Su origi nalidad y autenticidad consistirn en ser mediadores del sentido que habita en un verdad, en un mundo que es y ha de ser compartido. Como tales, los y las impli cadas en el proceso educativo estarn en realidad aprendiendo a ser y actuar como humanos, que es el objetivo ltimo de la tica. Bibliografa La educa cin como acontecimiento tico: natalidad, narracin y hospitalidad. Barcelona: Paids. Etica y economa. time: stories for humanities educators 244. narrativa dominicana. Por un Nuevo Congreso Extraparlamentario. En: II Congreso Dominicano de Filosofa Santo Domingo. S mismo como otro. En: Historia y narratividad (pp. 215heterogeneity and relevance. En: Social Research 61 La tica de la autenticidad Barcelona: Paids. Fuentes del yo: la cons truccin de la identidad moderna Barce lona: Paids.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 8 Resumen La universidad es entendida por la mayor parte de los tratadistas contemporneos como uno de los motores del cambio social, econmico y tecnolgico de la sociedad. Un valor central de la universidad es ser agente de cambio para la transformacin de la sociedad a travs de la construccin del conocimiento, su correcta el caso dominicano a travs de tres prcticas tpicas de los docentes en nuestro pas, apoyadas en tres aspectos asumidos por el sistema educativo y proponemos el debate para futuras investigaciones sobre el tema. 1. Introduccin La docencia como experiencia profesional demanda constantemente el servicio constantemente dibujan y desdibujan el paradigma del quehacer de profesores y profesoras en todos los niveles y medios de la enseanza sistemtica. Epistemologa, Sociologa, Psicologa, Neurociencia, Antropologa, Tecnologas de la Informacin, Comunicacin, tica, entre otras. Ellas constantemente iluminan nuevos campos y problemas de la enseanza y el aprendizaje, convirtiendo el desarrollo de la profesin docente en un territorio movedizo, siempre desarrollo de los conocimientos sobre la materia y convirtindose en una carga enseanza. El escenario que acabo de describir tiene poco que ver con la prctica de la mayora de los docentes en la Repblica Dominicana. En los hechos encontramos profesores y profesoras inmersos en sus tareas de preparacin de clases, actividades de aulas y tutoras que ejecutan guiados por su sentido comn, una suerte de sntesis de sus experiencias de cuando eran estudiantes. Igualmente, asumen acrticamente valores recibidos en su formacin y un cmulo de experiencias personales como docentes en base al ensayo y error. Estos hechos convierten a la prctica docente en una de las profesiones ms conservadoras en cuanto a la reproduccin de sus prcticas y, cosa curiosa, menos permeable comn con un colega de la Grecia clsica o Edad Media que, comparativamente, con un mdico o ingeniero de pocas semejantes. Hay muchos docentes que constantemente innovan sus estrategias de enseanza basados en los logros de las ciencias. Esto se efecta ms en las etapas de educacin inicial y menos en la educacin superior pero, en cualquiera de los casos, siempre son minora las prcticas aprendidas y siguen patrones de enseanza generalizados. En las prcticas de enseanza intervienen tres elementos centrales en este complejo proceso de pugna entre tradicin e innovacin: memoria en la evaluacin del desempeo de los estudiantes. contenido de enseanza. Voy a dar unas breves pinceladas sobre estos tres aspectos basados en mi prctica personal y de mis compaeros, iluminado con lecturas recientes sobre Neurociencia y Tecnologa de la Informacin. El rea del conocimiento 3.2 Valores en cuestin: memoria, retrica e informacin David lvarez Martn 1

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 9 desde el cual abordo el problema es desde el pensamiento crtico tpico de la Filosofa. 2. Memoria La memoria es paradigmtica en cualquier abordaje del conocimiento y de la enseanza. Antes de que existiera la escritura y entre las poblaciones analfabetas hoy da, la memoria es conocimiento, ya que nicamente se conserva lo que se recuerda. La enseanza formal genera mltiples mecanismos de nemotcnica para toda disciplina existente. Desde las Matemticas hasta las Ciencias Sociales, desde los idiomas a las Ciencias Naturales, se han creado esquemas para recordar frmulas y fechas histricas, listados de trminos y sinnimos, smbolos qumicos y tablas de multiplicar. Textos y manuales ordenan el conocimiento como ayudas a la memoria de los estudiantes y en funcin de exmenes y evaluaciones que demandarn su capacidad de recordarlos. Cada estudiante tendra en su memoria una suerte de almacn de conocimientos que la vida y sus ocupaciones le ira demandando. La escolaridad tendra como meta el incremento y consolidacin de las memorias, el docente fungira como bibliotecario de la mente de sus estudiantes, ordenando volmenes de memoria en anaqueles imaginarios de sus cerebros. Evaluar el trabajo docente se centraba, y en gran medida se sigue centrando, en la memoria de los estudiantes, en determinados del perodo. Los exmenes que se basan en la capacidad de recordar datos, procedimientos y frmulas tienen un enorme peso en todo el sistema escolar. Sobre la memoria, los investigadores de la neurociencia cognitiva en las dos ltimas dcadas -autores como Daniel Coleman o Erick Richard Kandelhan aprendido mucho debido a las nuevas tecnologas que permiten estudiar, de manera activa, las funciones cerebrales, superando las clsicas reducciones del mecanismo estmulo-respuesta. Sabemos, con mayor certeza, lo compleja y dinmica que es la memoria humana, entrelazada existenciales y procesos bioqumicos, incluso en cuestiones tan elementales como la dieta. No es que el cultivo de la memoria porque tal cuestin ocurrira aunque no nos dedicramos a ella sistemticamente, pero s es evidente que la relevancia y metodologa con que la abordamos no se corresponde con lo que es la cognicin humana y los procesos de aprendizaje. Plantear que los exmenes fundamenten en la idea tradicional de memoria que tenemos, removera radicalmente los mecanismos slidamente articulados de lo que llamamos evaluacin objetiva del desempeo de los estudiantes. Los grandes esfuerzos memorsticos que les permiten a muchos estudiantes obtener profesional. En reas como la salud o los idiomas, es necesaria cierta memorizacin de entrada para que el estudiante gane Sin embargo, es la experiencia regular del uso de dichos conceptos o trminos lo que consolida su dominio. Legtimamente, algunos podran introducir la cuestin de que el problema no est en el esfuerzo memorstico como mecanismo de enseanza, No es que el cultivo de la en el proceso educativo... pero s es evidente que la relevancia y metodologa con que la abordamos no se corresponde con lo que es la cognicin humana y los

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 10 sino en la relevancia de los contenidos que se memorizan. 3. Retrica La imagen de Scrates sentado en la litera antes de tomar la cicuta y la del experto en Fsica Atmica impartiendo docencia mediante una video conferencia tienen en comn que los docentes hablan y los discentes oyen; los profesores explicamos y los alumnos atienden. Saber hablar correctamente, organizar las ideas en la mente, con apoyo de tarjetas o una presentacin Power Point, es sinnimo de ser profesor. La oratoria es tan en sus destrezas de esa tcnica, es obstculo casi insalvable para ejercer la profesin. A pesar de la relevancia que le damos a la retrica como prctica docente, su enseanza est ausente en las aulas universitarias dominicanas, excepto algunos casos. Cuando nos referimos a la oratoria como prctica docente, debemos en justicia precisar que sera una suerte de pseudo-oratoria u oratoria emprica, y que el estudio sistemtico de la disciplina que llamamos Oratoria corregira muchos de los defectos que le adjudicamos a para quienes desean acercarse a la oratoria contempornea es el texto de Jorge Osvaldo Fernndez, llamado La expresin oralpersuasin. La ctedra, como sinnimo de un docente capaz de explicar a viva voz sus ideas, leyndolas de unos apuntes personales o con el virtuosismo de una memoria privilegiada, frente a estudiantes que anotan hasta las como las universidades mismas. Muchos textos famosos surgieron de los apuntes de estudiantes de grandes profesores. Hegel es un buen caso. Este modelo de docencia, tpico de las universidades y llevado por algunos docentes universitarios a las escuelas de Educacin Media, ha sido profundamente cuestionado. Que hoy la ctedra tradicional no tenga el prestigio de antes no quita que el docente siga siendo bsicamente un hablador en el aula. En el presente se acostumbra que el profesor siga hablando mucho, con menos rigor que en la ctedra tradicional, aadiendo ms ancdotas y crticas a diversos aspectos de la sociedad, y promoviendo cierto nivel de dilogo con los estudiantes. Pero en todo caso, sigue siendo l la voz cantante y la opinin privilegiada. La pseudo-oratoria, como herramienta de la docencia, contina conservando su gran poder, con sus ventajas y limitaciones. La oratoria nace con la democracia griega del siglo de Pericles y la capacidad de persuasin, por el uso de la palabra, en lugar de recurrir a la imposicin por la fuerza fsica. El orador se entrena en las diversas funciones del lenguaje, el hbil uso de la entonacin y la capacidad de elaborar razonamientos convincentes, no necesariamente verdaderos. La educacin basada en la oratoria supone un proceso de convencimiento de los estudiantes acerca de las verdades enseadas por el catedrtico. Su fuerte est en las disciplinas que se desarrollan de cara a foros y grupos que demandan discursos, siendo el Derecho la disciplina privilegiada. En sociedades como la nuestra, con un fuerte atraso en las ciencias aplicadas, sigue siendo la oratoria, como lo es en Derecho, una de las tcnicas ms preciadas en los medios universitarios, incluso como catapulta para la actividad poltica: medio favorito para el ascenso social. La oratoria es tan esencial al maestro que cualquier de esa tcnica, es obstculo casi insalvable para ejercer la profesin.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 11 El deslumbramiento de la oratoria docente genera la ilusin de que un profesor es de calidad por sus dotes para hablar, sin importar el rigor de sus planteamientos con base al razonamiento riguroso o la experimentacin universidad, en los medios de comunicacin, la publicidad y el discurso poltico, que se fundamenta en hbiles oradores, vicia de raz la bsqueda del conocimiento y bloquea el acceso a la solucin de los problemas sociales y econmicos. La oratoria no necesariamente conduce al engao, pero no puede ser el criterio de la calidad del acceso a la ciencia y su demostracin. En nuestro caso, es un sntoma terrible del escaso desarrollo de nuestras universidades en las llamadas ciencias duras y el poco prestigio social que tiene la ciencia y los investigadores. En cierta medida, la universidad dominicana sigue apostando a la construccin de una donde tribunos, juristas e intelectuales son sus principales productos. 4. Informacin Hasta el surgimiento de las Tecnologas de la principales fuentes de informacin eran las Bibliotecas y las agencias de Prensa. La radio y la televisin contribuyeron a una cierta actualizacin de los acontecimientos globales, colocando un acontecimiento importante en cualquier parte del planeta a pocas horas de el ndice de actualizacin se ha reducido a escasos minutos, brindando simultaneidad a todo acontecimiento relevante, positivo o negativo, en todo el mundo. Hoy, la aldea global profetizada por McLuhan es un hecho indudable. La informacin, patrimonio de las universidades y los gobiernos por siglos, era relativamente minscula si la comparamos con el acervo presente, tanto por las limitaciones de colectar la informacin, como por el ritmo acelerado de la ciencia. Cien aos atrs, cualquier especialista de una disciplina poda recibir las revistas y libros de su tema en las 4 5 lenguas del conocimiento mundial y considerarse razonablemente actualizado. Hoy da es imposible. Esto as, no slo porque el nmero de publicaciones ha crecido de manera exponencial, sino porque la construccin del conocimiento sigue un ritmo tan acelerado que lo acumulado antes en una investigacin durante un ao, en el presente se logra en pocos das. No existe ninguna autoridad en un rea del saber que pueda representar, por algo ms de una semana, la cspide de desarrollo de su disciplina. El incremento en la generacin de conocimiento tiende a volver obsoletas las publicaciones peridicas impresas y con mayor motivo los libros. Dos ejemplos sobresalientes son la anatoma humana y el sistema planetario solar. Estas dos hace dcadas, han visto el descubrimiento de dos nuevos tendones por parte del Cirujano dominicano Dionisio Soldevilla y la degradacin de Plutn a planeta enano. Estos hechos convierten en incorrectos los textos de esas ciencias, impresos hasta el mismo ao 2006. Adems, la participacin activa de millones de fuentes de informacin en los canales de la Web, de diversas y relevante en la cual apoyarnos el proceso investigativo y docente. Si como pas antes carecamos de fuentes de conocimiento actualizadas, hoy carecemos de herramientas informacin que recibimos. Si como pas antes carecamos de fuentes de conocimiento de herramientas que nos informacin que recibimos.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 12 general, y el universitario en particular, es el culto a la informacin por provenir del Internet u otros canales de la Tecnologa de la Informacin. El prestigio de la supuesta actualizacin que le adjudicamos a la informacin proveniente del Internet convierte, en la mayor parte de los casos, el conocimiento riguroso que debe desarrollar la academia en simple divulgacin de datos y conocimientos sin criterios de fuentes. Entre los estudiantes, por la falta de supervisin de los docentes, tanto de la educacin media como superior, se ha generalizado una prctica de reportes acadmicos basados en el cut and paste de textos obtenidos por el Internet. Aparte de promover la actividad ilcita del plagio, la aceptacin de reportes basados en copiar y pegar textos de Internet promueve la cultura del fraude acadmico estudiantes, como profesionales incapaces de evaluar un reporte escrito como parte de sus obligaciones y capacidades profesionales. Cuando un profesor encuentra en algn curso avanzado de la universidad estudiantes que le presentan reportes escritos a partir de textos de Internet, es seguro que detrs hay una historia de muchos otros profesores que le recibieron reportes semejantes sin haberlos evaluarlo adecuadamente. 5. Conclusin No hay forma de analizar las universidades y a los docentes al margen de las sociedades en que existen y se reproducen. En el caso de sociedades como la nuestra, en vas de desarrollo, los modelos dominantes de universidades de los pases en desarrollo operan con fuerza. Frente a ellos nos hacia una plenitud que suponemos que y las prcticas profesionales nos vienen importadas en gran medida. La impronta de los mecanismos globalizadores obliga a reevaluar rpidamente nuestras tradiciones docentes, as como la importancia que le brindamos a la memoria y a la oratoria, de informacin que nos arropa por las TIC. Ni las universidades ni los docentes ni ninguno de los profesionales que forjamos del escenario nacional. En la medida que se diluyen las fronteras, el reto es de carcter mundial y la competencia institucional y personal es a escala planetaria. La prdida de rigor en la construccin del conocimiento y la docencia de calidad los tres aspectos que hemos presentado. la memoria, la docencia como ejercicio aceptacin masiva de informacin con el nico referente de su fuente en las modernas Tecnologas de la Informacin. Esto devela prcticas docentes centradas en la tradicin y la apariencia, sin conexin con un ejercicio responsable de su profesin. Las causas de un medio social como el dominicano con grandes retrasos en su desarrollo econmico, tecnolgico y social. Que las universidades entorno es un indicador de que ellas no son agentes de transformacin, al menos en los aspectos mencionados, sino de retaguardia de los cambios que la sociedad necesita. Si no es la educacin, y la universidad dominicana en particular, quien impulsa los cambios en nuestra sociedad, quin lo har? Bibliografa resin oral-persuasin. Buenos Aires: Lumiere Mente y cerebro Madrid: Sntesis. La inteligencia emocional Buenos Aires: Vergara.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 13 4.1 La formacin tica en Ciencias de la Salud: desde lo germinal para ir mas all de las utopas 4. Ecos desde las Facultades Maritza Meja 1 Santiago. Resumen de formar al estudiantado en teoras ticas y crtica, este artculo aboga por la consolidacin de la conciencia del futuro profesional tambin en el hospital, en la policlnica y en el barrio. La amistad mdica, de la que hablaba Hipcrates, es un sentimiento sin el cual no es posible sustentar la relacin clnica. De esa amistad, se deriva el respeto a la vida y la solidaridad con el sufrimiento y el dolor. Educar es ms que cumplir horarios o aplicar tcnicas pedaggicas: es lo que hace una persona por otra. Augusto Hortal Alonso, Conferencia tica y Educacin Superior La educacin es una construccin continua de conocimientos y aptitudes, unida al desarrollo del juicio y la accin, no slo un est comprometida con un proceso de ense anza de alto contenido tico y compro miso social, ya que los problemas funda mentales que enfrentamos en el pas tienen de trasfondo problemticas sociales con implicaciones ticas. La formacin profesional de mdicos, estomatlogos, enfermeras y terapistas fsicos tiene como objetivo fundamental que el estudiante aprenda que su profesin no es slo dar soluciones prcticas a los problemas de salud, ni encontrar salidas a desde una dimensin tica, de manera tal que puedan distinguir la verdad del lo racional y humano, no slo por los resul tados o por la mera evidencia. Las Ciencias de la Salud, como ciencias y como disciplinas, siempre han girado primordial, que es servir al prjimo, las ha convertido en el prototipo de la profesin humanitaria. Hace veinticinco siglos, en los albores de la llamada medicina tcnica, fueron sus mismos cultores quienes, con un juramento pblico, sentaron las bases de su actuar tico, dando con ello demos tracin de responsabilidad y vocacin de servicio. La Medicina, por ejemplo, ha alcanzado una extensin y una profundidad tcnica y aos. Ese progreso, desafortunadamente, ha contribuido a su deshumanizacin. En algunas ocasiones, los profesionales de la salud parecen carecer de direccin para actuar. En efecto, no basta saber, sino adems hacer bien lo que se sabe. En el hacer bien radica lo tcnico y tambin lo tico. La perfeccin en el quehacer profe sional debe ser una aspiracin. Actuar ticamente es obrar de acuerdo con los avances tcnicos y con los dictados de la conciencia. La Facultad de Ciencias de la Salud forma un profesional multifactico capaz de inser tarse de manera proactiva a los procesos de salud de nuestro pas con una visin clara de su rol social. Por eso, el trabajo es disciplinado e intenso. La integra cin transversal y curricular del anlisis

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 14 tico pretende desarrollar en el estudian tado una conciencia que gue sus acciones futuras, vinculndolas a las necesidades predominantes de la poblacin dominicana y del mundo, pues, a la larga, esas acciones sern sus propias problemticas. De ah que, la formacin acadmica no se sino que toma en consideracin de forma sistemtica el desarrollo del componente tico que transciende lo subjetivo. Se trabaja en los distintos aspectos de la persona de forma tal que la actividad profesional sea algo ms que cumplir con un deber por imposicin exterior, sino hacer lo que se debe como resultado de un proceso Fromm conciencia humanstica (citado por Gonzlez Buelta, mina qu camino se debe escoger al tomar decisiones en las situa ciones ordinarias, tanto de la vida cotidiana como de la profesional. La tica no es slo una cuestin acadmica; la tarea educativa en nuestra Facultad se ocupa de informar sobre teoras ticas la persona en cuanto a sus actitudes, habi lidades e inteligencia, haciendo nfasis es sus relaciones personales. La tica es lo que tiene que ver con las obli gaciones del ser humano y est compuesta por reglas que tienden a conducirlo a su profesional es realizar el ideal hacia el que se orienta su actividad, lo cual lleva a comprender lo interno de cada profe sin. Estos conceptos aplicados a la acti vidad sanitaria no se reducen a procedi mientos sobre buenas maneras o normas de cortesa profesional, sino que implican la totalidad de la persona y conllevan a que el profesional trabaje para hacer el bien de su profesin, que es procurar salud a las personas. En su sentido ms amplio, es tambin procurar salud a la sociedad en su totalidad pasando de una tica individua lista a una tica social y comunitaria. La formacin profesional en salud est basada en una tica de los valores en donde: sus propios valores y los relaciona con su entorno. tiva entre el profesional de la salud con el paciente, entendiendo ste como una persona que sufre y necesita ayuda. Teilhard de Chardin (citado por Gonzlez Buelta, 2002, no es slo centro de pers pectiva del universo, sino tambin centro de construccin. cimiento bsico de la tica como disciplina. Las decisiones ticas son sistemticas y lgicas, convirtindose en un saber actuar, pues no es lo mismo conocer de tica que actuar ticamente. Si bien nuestro horizonte en la Facultad de Ciencias de la Salud siempre apunta hacia la excelencia acadmica, no nos olvidamos de lo ms trascendente, que no puede ni debe ser neutral porque de otra forma se estara decretando su incapa cidad para expresar el mundo del hombre y contribuir a su desarrollo. La profesin, sea la que sea, no es slo una manera de ganarse la vida, sino una aportacin a la sociedad de la que se es parte, un servicio ...la formacin acadmica no se concentra slo en el que toma en consideracin de forma sistemtica el desarrollo del componente tico que transciende lo subjetivo.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 15 para y por todos. Adems, ser un profe sional tico no es slo hacer lo que otros de su profesin ya saben hacer, sino que es innovar, realizar un adelanto y hacer las cosas mejor de lo que ya se hacen. Nuestra oferta curricular forma al estu tica. sta ltima es una crtica a la propia naturaleza humana; se hace radical en la medida que se empodera de los problemas y los desglosa para poder eliminarlos moldear nuevas maneras de pensar y vivir. En este sentido retomamos a Horkheimer a que la crtica es un esfuerzo intelectual por simple hbito los modos de actuar y las relaciones sociales dominantes; es pues la crtica un esfuerzo por armonizar las ideas y metas de la poca y de los sectores aislados de la vida social. Nuestra misin forma dora si bien puede lucir nueva en realidad no lo es. Estudiando la historia y la evolucin de la tica Mdica, vemos que el mdico debe estar dotado de las virtudes necesarias para cumplir su delicada misin, tal como rabe Maimnides. Los principios morales que su invocacin contempla y que, por tanto, se promueven en la Facultad, son los siguientes: Amar al arte y al ser humano Indiferencia por el lucro y la gloria Respeto por la salud y la vida Respeto por la autonoma del paciente. paciente Prudencia y modestia Y, adems, retomando nuestra esencia cristiana: Amar al prjimo como a s mismo. Las ciencias mdicas, en efecto, son ciencia y arte. Son una ciencia pues tratan de un saber humano, con doctrinas metdica mente formadas, producto del pensamiento normas y reglas, virtud y disposicin, indispensables para hacer bien lo que haya que hacer. Estn encaminadas a precaver y curar las enfermedades del cuerpo cin queda demasiado corta porque limita la accin sanitaria al aspecto puramente somtico y prescinde de otros elementos importantes, como el sufrimiento, la exclu sin, la desigualdad y la muerte. Cmo debe ser un profesional de la salud? La primera virtud que debe poseer es la voca cin, entendindola como un llamado inte rior, una voz slo oda por la persona y que le seala el camino que deber recorrer en el transcurso de la vida. Es la misma voz que le alentar y reconfortar cuando el camino sea duro y las fuerzas del cuerpo y del espritu puedan dar muestra de fatiga o desaliento. El profesional sanitario necesita ser fuerte y para serlo requiere de un alma con una fortaleza que slo proporciona la vocacin. La medicina como el matrimonio o el sacerdocio, del cual es muy difcil desmontarse o simple mente deshechar. Qu es lo que nos inspira cada da en el trabajo docente? Crear un profesional ideal. Por ello no slo nos preocupamos por llenar de ciencia al estudiante, que es la parte fra de la profesin, sino tambin de alimentarlo de arte, de humanismo, que es la faceta espiritual. Sumamos conciencia ...ser un profesional tico no es slo hacer lo que otros de su profesin ya saben hacer, un adelanto y hacer las cosas mejor de lo que ya se hacen.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 16 a la ciencia, ya que se requiere formarse por igual en las ciencias biolgicas y en las ciencias humanas. Para un adecuado desempeo profesional en salud se nece sita disponer de amplios conocimientos apoyados en la ciencia y en la tecnologa, pero al mismo tiempo son necesarios cono cimientos humanistas, que exaltan y enri quecen la condicin humana, la dignidad de la persona, su libertad y sus derechos. nicamente la posesin combinada de esas dos modalidades de formacin les permi tir a los futuros profesionales llevar a cabo con buenos resultados el acto mdico, o la amistad mdica, de la que hablaba Hipcrates, que es un sentimiento sin el cual no es posible sustentar la relacin clnica. De esa amistad, se deriva el respeto a la vida y la solidaridad con el sufrimiento y el dolor. Cmo logramos esto? En el aula y en el hospital. Ser educadores implica un esfuerzo de ser personas plenas, lo cual se terse e involucrarse con los estudiantes. El acto de educar jvenes es un acto vital de entrega para construir o rescatar vidas; es formar hombres y mujeres capaces de desarrollar plenamente sus capacidades intelectuales a la vez que viven con respon sabilidad su rol social. Los educamos en procesos de la vida cotidiana, mediante la produccin de conocimientos y soluciones a los problemas que plantea la propia prc tica de la salud, fomentando un quehacer Todo esto se realiza bajo una constante renovacin y actualizacin pedaggica en donde educar y educarse es ser persona que el estudiante desarrolle su propio ser original y se inserte en una vida profesional donde prevalezcan las relaciones basadas en el respeto a la persona sin dominacin ni competencias, evitando las satisfacciones de desigualdad entre las personas. Este modelo educativo integra a lo largo de cin, el servicio y la tica humanstica. Se que el estudiante pueda concretizar desde su propia realidad nuevas alternativas de trabajo y accin comunitaria con rostro de humanidad. Esto se logra no aislndose del mundo sino en medio del mundo de la salud: el hospital, la policlnica, el barrio, el libro. En estos lugares, se expresa y consolida la conciencia del futuro profe sional; all se cuestiona el fundamentalismo mdico, paternalista, atrincherado en sus siglos de creencias, sin dilogo. All se abre una nueva forma de estar en el mundo sin caer en relativismos morales donde todo da lo mismo, nada importa y nada ni nadie merece un compromiso. Producir un profesional de esta categora, comprometido con su realidad desde lo germinal, ha dado como resultado que no nos hayamos quedado estancados en los conceptos de que no hay nada que hacer o que se acabaron las utopas, pues el estu diante emerge como un rbol fuerte que tiene dentro de s todo lo que siente y nece sita este pas. Referencias bibliogrcas Hasta un pueblo de demonios: tica pblica y sociedad Madrid: Taurus. La educacin encierra un tesoro. Espiritualidad: Donde acaba el asfalto. Caracas: Federacin Internacional de Fe y A legra. Los cambios de la tica y la tica del cambio. Madrid: Sal Terrae. La tica Profesional Conferencia conmemorativa del Da del Maestro. Gua de perplejos Madrid: Trotta.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 17 Resumen En el marco de la propuesta integral de cambio para la asignatura tica de las Profesiones, planteada por un grupo de docentes de la PUCMM, se puso en marcha el Grupo de tica busca generar un espacio de dilogo y formacin de docentes que posibilite el proceso de transversalidad de contenidos ticos en las asignaturas a su cargo. Se necesita, adems de ensear tica, hablar de problemas ticos y hablar de la dimensin tica de los problemas; ms an, es necesario dar un sentido tico a todo lo que se hace en la universidad y hablar de ello en trminos ticos; a eso pueden y deben contribuir no slo quienes ensean tica, sino tambin quienes ensean otras materias distintas de la tica y quienes participan en la vida universitaria o la gestionan. Augusto Hortal Alonso, tica General de las Profesiones 1. Introduccin El Grupo de tica Transversal se plantea como eje central la formacin a docentes en temas ticos, con estos objetivos: y plural en la comunidad acadmica, con base a los fundamentos ticos que propor cionan identidad a una universidad cat lica. sobre los problemas ticos en la prctica de los profesionales de nuestro entorno. sobre el tema, como una forma de contar con herramientas intelectuales para afrontar los dilemas ticos que surgen del nuevo orden mundial de la globalizacin. El grupo se constituy durante el semestre sidad Catlica Madre y Maestra, campus Santiago, asumiendo la denominacin de Grupo de tica Transversal. El grupo busca generar un espacio para el la temtica tica y la consecuente produc cin de procesos de transversalizacin de nociones ticas en las asignaturas. Se intenta conformar as, cada vez ms, un ejercicio de valores esenciales a la dignidad La bsqueda objetiva de la verdad por sus verdad y la ciencia. Cada disciplina acadmica se cultivar segn sus propios principios y mtodos a todos sus integrantes la oportunidad de hacer una sntesis armnica de la razn, de la ciencia, de la cultura y de la vida con la fe cristiana, respe 4.2 Desarrollodeunae xperienciadeinterdisciplinariedad: Desarrollo de una e xperiencia de interdisciplinariedad: el Grupo de tica Transversal 1 Licenciada en Filosofa, Maestra en Tecnologa Computacional para la Educacin. Profesora por asignatura de los Departamentos de Humanidades y 2 La primera etapa cont con la presencia de los docentes: Ingenieros: Marino Grulln, Edmundo Pichardo, Daro Jerez, Jos Comprs, Licenciados/as Vctor Brens, Roco Perez, Johanny Gonzlez, Reynaldo Espinal, Ramn Gil Emilio Jquez, Mara Irene Danna de Corral, de manera permanente. En algunas reuniones se integraron los/as profesores: Dra. Maritza Meja, Lic. Felpa Figueroa, Lic. Raquel De Castro, Lic. Rosario Olivo, Lic. Federica Castro, Dra. Adriana Mrquez, Ing. Elvis Checo, Lic. Juan Bartolo Domnguez, Lic. Juan Feliz Alcntara, Ing. Orlando Franco, Lic. Luis Snchez. Mara Irene Danna 2

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 18 tando la libertad religiosa de sus componentes, fomentar la evangelizacin de la cultura y llegar a los intelectuales. El presente artculo resea las razones que fundamentan la experiencia, las caracters ticas y los resultados de la misma. 2. Fundamentos y propsitos de la e xperiencia Amrica Latina, durante la dcada de los 90, no ha arrojado los resultados esperados, al contrario, conforme lo indica Riveros para la Organizacin de Estados Americanos: existe la tendencia, en los pases de la regin, a considerar la formacin en valores, en actitudes ticas y en procesos de pensamiento, de como eje transversal de todos los planes de estudio. Esta caracte rstica, sin embargo, se observ como una debi lidad en la medida en que transversalizar se entendi como diluir los aspectos esenciales que constituyen a la tica. Este aspecto incidi directa mente en la ausencia de una enseanza razonamiento o conocimiento profundo de las principales corrientes del pensamiento humano. Por ello se consider importante que toda recomendacin metodolgica, o competencias por encima de los conte nidos. Tambin se sugiri que cualquier accin se debe acompaar con la conse cuente formacin del profesorado. Atendiendo a todos estos aspectos plan teados y hacindose eco de una demanda Transversal se orient hacia dos aspectos docentes de distintas asignaturas sobre conceptos vinculados a la tica; y el otro de orden prctico, es decir, la relacin que dichos conceptos tienen en procesos concretos de prctica profesional. actuales que plantea la realidad es la capa cidad de abordaje de presentan, especial mente a los/as profe sionales. Como sostiene ...los problemas que hoy desafan nuestro futuro son cotidianos y simultnea mente globales. Pero la infor macin, el conocimiento y la educacin, soportes impres cindibles para la resolucin estratgica de los problemas, se encuentran un una inercia fragmentaria, hiperespecia lizada, descontextualizada y encapsuladora. Su resultado no es la falta de soluciones, sino algo peor, la proliferacin de soluciones impertinentes. Este reconocimiento creciente respecto disciplinarios para comprender y desa rrollar respuestas frente a la complejidad del mundo real, motiva a desarrollar este movimiento interdisciplinario. Buscamos la integracin de las disciplinas as como tambin las estrategias de conocimiento e investigacin que faciliten el abordaje perspectiva tica. En relacin a ello, se ...el Grupo de tica Transversal se orient hacia dos aspectos fundamentales. Uno de orden cognitivo: el conocimiento, anlisis de distintas asignaturas sobre conceptos vinculados a la tica y el otro de orden prctico, es decir, la relacin que dichos conceptos tienen en procesos concretos de prctica profesional.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 19 considera necesario la integracin de los/ as docentes en estos procesos, superando los lmites que los modos de organizacin acadmica fueron imponiendo conforme a modelos anteriores. La propuesta que reseamos se basa en considerar que no hay construccin de cono cimiento donde no hay dilogo. Por ello, se pretende articular dicho espacio entre ramas del saber y desarrollar procesos de bilingismo. Esto quiere decir, generar espacios de dilogo que posibilitan que formacin profesional encuentren puntos de contacto y se favorezcan los planteamientos a los/as estudiantes. Con ello se busca, en pala la formacin de un profesional con compe y social, con mentalidad de servicio abierto a la comunidad, comprome tido con su propia condi cin de ser humano y por ello tambin con el prjimo. Siendo la tica un saber integrador, est llamada a contribuir a la integracin particulares, en una relacin crtica. Por ello, sta es una de las metas del Grupo sostiene en una de las conclusiones: Es necesario trabajar sobre la razn de porqu se hacen las cosas y dicha actividad de revisin debe desarrollarse con permanencia. El dilogo participativo y multidisciplinar permite aclarar nociones desde diversas perspectivas, enriquecer el conocimiento y ayudar a desarrollar mejores 3. Convocatoria y organizacin de la propuesta El Grupo de tica Transversal, se organiz bajo la coordinacin de Lilliam Garca de Decana de la Facultad de Ciencias y Huma nidades al momento de la organizacin, con la colaboracin de quien escribe. La convocatoria se realiz a travs de una invitacin a los Decanos de las respectivas Facultades del campus de Santiago, soli citndoles la designacin de algunos/as docentes que tuvieran inters en la tem tica y que dictaran asig naturas donde pudieran transversalizarse de manera sistemtica los contenidos ticos. La experiencia comenz el 2 de febrero del 2006 y se desarroll durante el semestre enero julio. Se estableci de comn acuerdo la realiza cin de dos reuniones mensuales. Se adopt el modelo de seminario, en funcin de las necesidades del grupo. Los temas abar caron desde el debate de conceptos centrales del discurso tico, hasta la bsqueda de claridades que permitan impregnar las actividades concretas en las que se desa rrollan las profesiones. Surgieron conclu siones como las siguientes: Debemos considerar estos procesos de dilogo interdisciplinario como una fortaleza, ya que uno cultad para entender de una misma manera sus conceptos. Es necesario atender con cuidado la falsa conceptualizacin de objetividad que no explicita los puntos de partida (Grupo de tica La propuesta que reseamos se basa en considerar que no hay construccin de conocimiento donde no hay dilogo. Por ello, se pretende articular dicho espacio entre las distintas ramas del saber y desarrollar procesos de bilingismo.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 20 Esta exigencia de dilogo, es ms deman dante an dado que, como sostiene Adela ha pasado de lo intrasubjetivo a lo inter sostiene en tres aspectos fundamentales: La constatacin de que el obrar indi vidual puede ser correcto, sin embargo, al alcanzar resultados negativos por las consecuencias del mismo, se vincula con el obrar de otros, dando lugar a una construc cin colectiva de lo real. El avance de la conviccin de que slo puede desarrollarse una vida humana libre y justa a travs de nuestra relacin con los dems. La necesidad de considerar en todo proceso racional de construccin cognos citiva de la intersubjeti vidad, que ningn dato puede provenir de un nico captador. 4. Carcter interdisciplinar de la propuesta Entre los mritos de esta propuesta se destaca la apelacin a la libertad y al juicio crtico, al dilogo y a la creatividad, al respeto por los conoci mientos adquiridos, a la autoconciencia de los lmites y a la capacidad de asombro. Adems, permite desarrollar procesos de concertacin, es decir, generar espacios de dilogo interdisciplinario que posibiliten formacin profesional encuentren puntos de contacto con los planteamientos ticos. Si los procesos de transformacin de la realidad se instrumentan en gran medida a travs del trabajo que los/as profesionales desarrollan en el da a da, es la univer sidad como institucin formadora quien debe ir formando acorde a las exigencias de las nuevas pocas. De ah que el trabajo entre docentes se considera como elemento prioritario, ya que son ellos/as quienes deben contribuir a insertar el cambio de paradigmas en la universidad. El modelo de trabajo que plantea el grupo de tica Transversal, se apoya en la interaccin de las personas y sus conocimientos. Esto perspectivas cognitivas a travs del dilogo se pueden reconstruir conceptos nuevos pero con ms fundamentos. El proceso permite tambin el surgimiento de aptitudes de tolerancia y anlisis respe tuoso de otras perspectivas cognoscitivas. Esta interaccin facilita el desarrollo de una conciencia crtica pero responsable y dialgica que permita, en el respeto a las opiniones divergentes, alcanzar puntos de consenso. En sntesis, la propuesta busca construir la sustentabilidad de todo proceso educativo desde una perspectiva conceptual tica, traba jando con los docentes, conociendo, anali zando y desarrollando conocimientos sobre la temtica que posibi liten una real insercin de la misma en el mbito de la formacin universitaria. 4. Metas para el semestre agostodicembre 2006 Hasta la fecha, se ha desarrollado la primera etapa, objeto de la presente resea. La coordinacin del Grupo de tica Trans versal, prevee, adems de continuar con los seminarios quincenalmente, acompaar a los docentes que lo consideren pertinente, en los procesos de transversalizacin de los contenidos de las asignaturas que dictan. Dicho acompaamiento consistir en el asesoramiento de contenidos, meto dologas, bibliografa, procedimientos ...el trabajo entre docentes se considera como elemento prioritario, ya que son ellos/as quienes deben contribuir a insertar el cambio de paradigmas en la universidad.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 21 de evaluacin, etc. Consideramos que el seguimiento es de suma importancia, dado que una de las debilidades de los procesos de transversalizacin de contenidos se basa en las situaciones concretas que durante los procesos viven los docentes respecto a temas que pudieran aparecer durante la marcha del semestre. 5. Conclusin rrollo de la experiencia fue la concilia cin de horarios que permitiera a los/as docentes participar. Entre los principales resultados ha sido la produccin de cono cimiento por los participantes, actividad que se ha sistematizado en un informe. La esencia de un estilo universitario de vida es el empeo de todos cuantos componen esta comunidad que trasciende el espacio y el tiempo en comprenderse los unos a los otros, hacerse cargo de las situaciones que se vive comunitariamente. Si hay confron tacin dialgica es porque se comparte el convencimiento de que hay una verdad objetiva y la esperanza de que pueda alcan zarse la misma mediante el ejercicio de la de las conclusiones alcanzadas por en el grupo: El dilogo participativo y multidisciplinar permite aclarar nociones desde diversas pers pectivas, enriquecer el conocimiento y ayudar a tades. Es necesario pensar como grupo en cues tiones de fundamento y aplicarlas a las distintas carreras en grupos ms pequeos (Grupo de tica Referencias bibliogrcas: El quehacer tico. Madrid: Santillana. tica General de las Profesiones. Bilbao: Descle de Brouwer. Conclusiones Morin, E. Qu es el pensamiento complejo y la complejidad? En: Instituto Internacional para el Pensamiento Complejo. Extrado en agosto 2006, de http:// www.complejidad.org./penscompl. htm Estatutos Santiago: Qu pasa con la enseanza de la Filosofa? En: Servicio informativo iberoamericano de la OEI Bogot: OEI. Extrado en enero 2005, de http://www.rieoei.org

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 22 Resumen Tomando como referencia la concepcin de la Escuela Kennedy de Gobierno de Harvard, el presente artculo relaciona los conceptos el fomento de los valores. Si no tomamos en consideracin las implica ciones axiolgicas de nuestra enseanza y nuestra prctica, alentamos a las personas, quizs incons alto cargo, con independencia de lo que hagan all. Ronald A. Heifetz Toda posicin de responsabilidad, por grande o pequea que sea, trae consigo supuestos y uno de ellos es el liderazgo. No slo se espera que la persona que ocupe una determinada posicin cumpla organizacionales, sino que impregne en sus tareas un estilo que estar caracteri zado, entre otros elementos, por los valores que fundamenten su accionar y que tendr una importancia similar o mayor que sus acciones. El liderazgo es un fenmeno complejo. Muchas veces, el modo en que nos refe rimos a l evidencia una gran confusin, ya que suele utilizarse para designar personas y acciones dignas de mrito, sin tomar en En algunos casos, se utiliza como si estu viese exento de valores; sin embargo, ninguna base neutra sobre la cual puedan erigirse concepciones y teoras del lide razgo, porque los trminos del liderazgo, cargados de contenido emocional, llevan consigo normas y valores implcitos. Es importante considerar esta forma de entender el liderazgo en las distintas posi ciones institucionales de una universidad en las que cada quien asume una gran responsabilidad, pues las acciones que se desarrollan afectan positiva o negativa mente a toda la sociedad y los valores que se vivencian sirven de modelo a toda una generacin. De ese modo, el liderazgo que se ejerce desde la gestin universitaria conlleva una connotacin especial al abordar el trabajo adaptativo que caracteriza nuestro contexto, por la complejidad dinmica y social de todos los actores involucrados. Implica afrontar la brecha que existe entre los valores que se postulan y las circuns tancias cotidianas con cada estudiante o profesor, entre otros, que no se resuelven solamente aplicando los procedimientos 4.3 Liderazgo en la gestin universitaria 1 Roselys Arias Sir 2 1 Este artculo es producto de un proceso participativo logrado a travs del aprendizaje obtenido en el curso-taller Escribir para Publicar, organizado por Vicente por la motivacin y empuje que me ofrecieron para su elaboracin. es profesora por asignatura de los Departamentos de Psicologa y Administracin de Empresa.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 23 que establece el Reglamento Acadmico de dicha institucin. Tomemos como ejemplo el contexto de los Ellos siguen ejerciendo, en la mayora de los casos, sus roles familiares y laborales. En el diseo y ejecucin de cada programa, es necesario tomar en cuenta esta realidad para alinear a todos los involucrados (coordinadores, docentes, personal admi circunstancias implican y que el resultado obtenido ostente la calidad esperada. El propsito no es slo cumplir los estndares internacionales, sino brindar respuesta a las verdaderas necesidades sociales de nuestro pas y Latinoamrica. Desde esta concep cin de liderazgo no se pretende asumir la adaptacin como un estado de conformidad, sino ms bien como una frente a las condiciones del entorno espec implica sustentarse en una serie de valores tales como libertad, igualdad, equidad, bienestar, justicia y soli daridad y mantenerlos con fortaleza desde cualquiera que sea En efecto, el ejercicio de una posicin de ejercer dignamente todo lo que implica este trabajo adaptativo. Recordemos que la palabra autoridad proviene del latn augere aumentar. Por ende, se espera que quienes la ejerzan aseguren el crecimiento y el desarrollo del colectivo, especialmente en estos tiempos de cambio institucional, cumpliendo las funciones sociales de auto ridad, segn lo enunciado por Heifetz Dar direccin y sentido de propsito Orientar roles, estatus y posicin Establecer y mantener normas cohesin Dar proteccin al grupo frente a amenazas externas A modo de ejemplo, dentro del contexto Direccin del Registro. Esta unidad acad mica es responsable, entre otras funciones, de establecer las fechas para el Calendario Acadmico, el cual determina los lmites para los diversos procesos acadmico-admi nistrativos. Orienta los diversos roles (estu diantes, docentes, direc ayuda a mantener las normas en una pobla cin de ms de quince mil estudiantes y dos mil empleados. Generalmente, las funciones sociales de la autoridad en contextos de estabilidad suelen desvanecerse o dismi nuirse, aunque no por completo. Por el contrario, en situaciones de estrs, el colectivo suele estar dispuesto a otorgar poderes extraordinarios en caso de ser necesario. En estos casos, sin embargo, la autoridad que se desempea es otorgada y puede ser retirada. Es conferida slo como parte de un intercambio de doble va: derechosdeberes, recursos-resultados. Esto implica que si en un momento determinado las expectativas de una unidad como Registro no son cumplidas, su autoridad puede ser altamente cuestionada por parte de ...la palabra autoridad proviene del latn augere ayudar a aumentar. Por ende, se espera que quienes miento y el desarrollo del colectivo, especialmente en estos tiempos de cambio institucional, cumpliendo las funciones sociales de autoridad...

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 24 los dems miembros de un determinado equipo que tienen que cumplir con la responsabilidad solidaria de velar por los intereses de la mayora. Para liderar desde una posicin de autoridad hay que saber cmo cuidar y desplegar el poder que acompaa esta posicin. La autoridad puede ser de dos tipos: formal e informal. A la autoridad formal la acompaan los diversos poderes del cargo y a la autoridad informal el poder all de la obediencia. La autoridad formal est basada en el cargo, la importancia que tiene ste dentro de la organizacin corres pondiente. En tanto, la autoridad informal est fundamentada en las dotes personales de quien ejerce dicha posicin. Lo ideal es que quienes desempeen posi ciones de autoridad formal cuenten con eros y que las personas que cuenten con autoridad informal, aunque no ocupen una posicin directiva, sepan cumplir su rol de apoyo para la mejora institucional. Es importante tomar conciencia de que responsabilidad de todos, no de un grupo selecto, en el que el lder y los integrantes del equipo generan una visin tangible que es captada claramente, independiente mente de la posicin de los integrantes. Esto as, porque se requiere una actitud participativa, capaz de producir un proceso continuo de cambio organizacional que responda a los requerimientos de los nuevos tiempos. Tenemos que disminuir la presin que tradicionalmente hemos ejer cido sobre las autoridades formales para que brinden respuestas a nuestras cues tionantes; debemos promover ms bien un proceso de aprendizaje conjunto en el cual los mismos lderes sean capaces de hacer la realidad y a lograr lo mejor de todo el equipo. Se trata de un proceso difcil, pues quienes trabajan en una determinada organizacin generalmente se acostumbran y temen al cambio de su status quo, de su tradicional modo de proceder. Pero es necesario evolu cionar, pues nuestros estudiantes estn en un constante cambio, la sociedad tambin y como institucin de educacin superior debemos dar respuestas de la manera ms Por otro lado, en nuestro contexto univer sitario, la autoridad tiene una connotacin especial: la mayora de nuestra poblacin es joven y no comprende hoy el respeto por la jerarqua que exista aos atrs. Este cambio actitudinal representa un reto mayor, en tanto que se requiere tambin de la autoridad informal para alcanzar la Otorgamos autoridad informal a una persona cuando creemos en ella, la respe tamos, la admiramos precisamente porque ha demostrado un ejercicio de su liderazgo impregnado de valores. Pero no olvidemos que el ejercicio del liderazgo es una acti vidad voluntaria y que puede ser ejercida desde cualquier posicin; podemos ser grandes autoridades formales pero no todos llegamos a ser autoridades infor males. Desde la gestin universitaria consideramos que alcanzar un equilibrio entre ambas dimensiones a travs de un trabajo inspirador, construido sobre la base de la coherencia, la dedicacin y el fomento de los valores, debe representar una aspi racin colectiva. Referencias bibliogrcas fciles: propuestas para un nuevo dilogo social en tiempos difciles Barcelona: Paids. The Work of Leadership Boston: Harvard Business Review.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 26 compaeros de trabajo que hay aqu una persona a quien los conocimientos no le hace esfuerzos conscientes para superar las debilidades, que ha robustecido su voca cin pero sobretodo su voluntad, que ha tomado conciencia de que debe mejorar Esa persona soy yo y a pesar del cansancio de los aos, an creo en la docencia y me quedan bros y e ilusin de entregar lo mejor de m misma a mis estudiantes. Ms que un proyecto acadmico, estoy reescribiendo mi propio proyecto de vida y abriendo senderos para que otros tambin construyan el suyo. As ser porque as lo he decidido, as lo acepto y comparto con aqullos que tienen que ver con esta Espe cialidad. Finalizo con una frase que es una invita cin a poner en prctica lo que estamos aprendiendo a base de esfuerzo y hasta con ciertos matices de moderada resistencia: El conocimiento pedaggico no es algo que se aprende cursando estudios docentes, el sitio donde se aprende a ser maestro es la escuela, el aula. Ensear a aprender (2005

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 27 5.2 Entrevista a Fior Mieses, profesora de Biologa del Recinto Santo Toms de Aquino por Mary Cantisano 1 Fior Mieses Resumen En este nmero del Cuaderno hemos entrevis tado a una profesora cuya vocacin a la docencia durante gran parte de su vida nos muestra que el magisterio es una profesin cargada de valores admirables y grandes retos que superar. MC: Fior, usted me ha dicho que tiene toda una vida dando clases. Qu signica eso? FM: sidad Autnoma de Santo Domingo cuando fui estudiante y le tom amor a la docencia, a ensear a la gente. All tena mis propios estudiantes, los ayudaba en el desarrollo de la parte prctica y segu en esta carrera docente aunque, si quiero ser honesta, mi sueo era ser mdico. En aquella poca, los hijos para la carrera, especialmente en las mujeres. Mi mam quera que yo estudiara Filosofa; sin embargo, romp el patrn y estudi un pensum largo y extenso como era el de la Industria Farmacutica. Ya que no me gusta vender, le tom cario a transmitir lo que yo saba a los dems y en eso he pasado mi vida. Estudi, adems, Biologa y ahora estoy haciendo una maes aos siendo profesora. MC: Cmo sucede que despus de tantos aos en el ejercicio de la docencia, usted haga una maestra en Educacin Superior? FM: Para m ensear es estudiar todos los das, porque yo s siempre lo que voy a decir, pero no s nunca lo que un estu diante me va a preguntar. En una poca donde hay tanto avance, hay muchas veces que el estudiante hace una pregunta y el profesor no tiene la respuesta. Pero esto es porque nadie tiene el conocimiento abso luto de todo lo que ensea y no porque uno ha sido descuidado en su trabajo. MC: Usted entiende que en estos momentos hay estrategias de ense anza diferentes? Usted se dene como una mujer abierta a las innova ciones? FM: Me considero no solamente abierta a las innovaciones de la enseanza sino a los estudiantes que tengo enfrente. Por ejemplo, ayer yo daba una clase y las preguntas que me hacan no se parecan a las que escuchaba hace diez aos. Tengo que entender que el estudiantado de hoy que hace esa pregunta es ms abierto y no tiene los temores de antes sobre sexo, enfer medades, relaciones sexuales y muchas otras cosas sobre las que los jvenes tienen inquietudes. MC: Usted tiene mucho que decirnos sobre las brechas generacionales, porque cuando empez la docencia haba unas condiciones sociales, pol ticas y culturales que inuan en la clase. Toda persona tiene que estar acorde con el cambio de los tiempos y yo he pasado por momentos en que los estudiantes eran pol ticamente fogosos. Yo tena que manejar al estudiante que era activista, que protestaba y le llamaba la atencin sabiendo que su comportamiento no responda a la realidad de la clase en s. Ya esa fogosidad no se ve

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 28 en los estudiantes; ahora mas bien son indi ferentes a lo que est pasando en su pas. MC: Los estudiantes entienden que se estudia para algo, Qu creen ellos que es ese algo, para qu les sirve el conoci miento, la educacin? FM: El estudiante con el que comenc era ms consciente de para qu estudiaba; a veces uno los ve en la universidad como si estuvieran ah slo porque su familia los manda. Es un nmero de estudiantes que habra que tomar en cuenta, porque a m me preocupa para qu se preparan y cmo se apropian del conocimiento. Cuando yo comenc, los estudiantes iban vidos de conocimientos, porque tenan deseo de superacin. En las universidades privadas, ese deseo no es tan fuerte porque tienen otros medios de vida y superarse no es lo bsico para ellos. MC: El componente social juega su papel en trminos de inters, de objetivo ltimo de la educa cin. Entonces Usted piensa que el docente de la educacin superior ha podido reconocer la trans formacin del estudiantado en el trans currir del tiempo? Cmo se e xpresa esto? FM: Yo creo que la satisfaccin ms grande que tenemos los maestros es ver que los estudiantes a quienes les hemos dado clase aparecen con frecuencia en el mbito pblico. Nos hace sentir orgullosos que gente sumamente joven est tomando el control de este pas. Podemos ver estu diantes que fueron exitosos como alumnos, que luego toman cargos de envergadura y quedan bien. Hay mucha gente buscando preparacin, haciendo estudios fuera y dentro del pas. MC: En el Centro de Desarrollo Profe soral trabajamos con docentes y vemos que la mayora son profesio nales, no docentes, que no es el caso suyo. Tenemos profesionales que dan clase porque se les reconoce su trabajo en la sociedad, pero a veces creen que porque son buenos en su rea, son tambin capaces de ensear. FM: Yo pienso que en principio as comenz la mayora de la gente, siendo un buen profesional y por eso enseaba. Hoy en da el buen profesional puede recurrir a ser un buen maestro. En mis tiempos de estudiante tuve maestros que eran exce lentes profesionales sin ser buenos maes tros y viceversa. El ser maestro implica un montn de cosas, no slo el conocimiento, sino el manejo de la parte humana. Si te separaste de eso, nunca podrs ser un buen maestro. MC: Los momentos actuales ameritan cambios, sin embargo, el protagonismo del maestro tradi cional no lo podemos condenar pues uno ve cosas positivas que ese maestro tiene. El no avanzar con los tiempos quizs tenga que ver con la tica. FM: El protagonismo tiene que pasar un tiempo mantenindose. Por ejemplo, si un estudiante no puede comprar un libro de 900 pesos, el profesor tiene que ser la fuente de ese conocimiento. Si ponemos un trabajo para que consulten en la red, puede ser que todava haya un montn de estudiantes que en su casa no tienen una computadora. Nos queda la biblioteca, pero algunos van directamente de su trabajo a la universidad, y por tanto, no pueden dedicarle muchas horas a la biblioteca. No es como el estudiante tradicional que slo El ser maestro implica un montn de cosas, no slo el conocimiento, sino el manejo de la parte humana. Si te separaste de eso, nunca podrs ser un buen maestro.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 29 estudiaba; por eso, el protagonismo va a estar an presente por muchas razones. Con relacin a la tica, tener una conducta adecuada implica transmitir unos valores. Yo no le puedo exigir a un estudiante que apague su celular si el mo est prendido. Hay que educar con el ejemplo, yo les digo a los estudiantes que pueden hacer todo lo que yo hago y decir todo lo que yo digo. Por ejemplo; hay una degradacin muy grande con relacin al idioma, la gente usa malas palabras las 24 horas del da. Y les digo que como yo no digo malas pala bras, ellos tampoco. Ah les estoy trans mitiendo un valor. Otro ejemplo: yo hablo en un tono muy bajo y la gente habla alto; sin embargo, mis estudiantes hablan bajo. Cuando t pasas al lado de un aula donde yo doy clase, no se siente ningn ruido. En la primera semana todo el mundo se pasa dicin dome que no me oyen, la segunda semana ya todos me oyen y hablan en el mismo tono de voz. La tica consiste en que yo eduque con el ejemplo, porque no les puedo exigir algo que no estoy haciendo. Los jvenes adultos de la universidad me responden a ese mtodo. No creo que en mi vida profe sional haya tenido ms de dos estudiantes que me hayan faltado al respeto. El primer da de clase les doy una serie de norma tivas que se deben cumplir. MC: Considera usted que e xisten voces docentes? Tenemos un espacio para dialogar, para presentar innovaciones? Nos sentimos consul tados, participando en reformas? FM: conforme con esta Institucin, pues eso existe. Algunos docentes creamos dichos los dos recintos, tuvimos una reunin con los dos Decanos que fue muy productiva; se ventilaron cosas que antes no salan. Eso Sobre la participacin pblica, esto es ms complejo. Todava el maestro no tiene esa voz. Hay gente que ha sido maestro toda tiva; sale en la prensa, pero no veo que es lo cotidiano. Tenemos que forjarnos nuestro espacio y hacernos or sobre ese tipo de temas. Por ejemplo, con el caso actual de la epidemia del Dengue, la conciencia sobre la enfermedad se cre en las escuelas y los maestros tuvieron la voz cantante, porque no todo el mundo llega a un peridico. Yo creo que las cosas estn cambiando. MC: Qu propondra usted del rol del docente en la etapa universitaria del ser humano? FM: Lo ms impor tante est en que quien est trabajando en el magisterio lo hace por un verdadero deseo de ensear; eso prima sobre todo lo dems. En este trabajo no hay competitividad econ mica; estamos dando lo mejor de nosotros y dejando renglones ms productivos. Despus de que te enganchas de maestro, difcilmente te separas; ves gente que econmicamente tiene ocupaciones muy productivas y como quiera ensean. Pero tambin es cierto que hay gente que tiene que tomar otra opcin porque con el deseo no se va al supermercado. T trabajas el da entero con gran responsabilidad, dando lo mejor de ti misma y no ganas lo que gana tu hijo, que trabaja en una empresa, fuera del mundo educativo. La tica consiste en que yo eduque con el ejemplo, algo que no estoy haciendo.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 30 El libro tica General de las Profesiones de Augusto Hortal no es un texto aislado, sino que forma parte de una iniciativa de ofrecer a los estudiantes y los profesores de los centros jesuitas y otras universidades un conjunto de textos que promuevan el del ejercicio de las profesiones. En un lenguaje claro y ameno, el autor asume que la enseanza de la tica no es un adoctrinamiento moral sobre las prcticas profesionales, sino y orientadora de conductas. El discurso tico se inserta en un dilogo fecundo con los saberes y demandas prcticas de cada profesin. Es a esto que, en este mundo de especializaciones, el autor denomina Torre de Babel de saberes y mtodos. El reto de la tica est en establecer un dilogo interdisciplinar que rompa con el aislamiento y fragmentacin de cada disciplina para integrarlas, en una perspectiva de conjunto, al servicio de incluyan la tica como asignatura en sus planes de estudio y que los estudiantes aprendan sobre las responsabilidades ticas y sociales de sus futuras profesiones. Se necesita, considera el autor, hablar de los problemas ticos y de la dimensin tica de los problemas; introducir y usar el lenguaje de la tica como el leguaje comn para hablar de lo que se hace y se debe hacer en la universidad. Y esto, no con un discurso intimista salvador de la buena conciencia, sino a travs de un discurso pblico, racional e intersubjetivo en el que todos tengan un espacio de participacin y en el que cada tema o problema encuentre un lugar en el quehacer universitario y profesional. En la primera parte del libro, Hortal aborda el sentido de la tica como garanta del buen ejercicio profesional en un mundo laboral cada vez ms especializado y competitivo, en que las habilidades y los conocimientos no estn enraizadas en una cultura moral argumentar racionalmente los temas ticos; una tica realista, que reconoce la primaca a la vida moral sobre la moral pensada, pues tiene en la moral vivida su punto de partida y su marco de incidencia. Hoy, la tica, cualquiera que sea, tiene que ser interdisciplinaria, abierta al dilogo con otras disciplinas y cuestionadora de lo que en ellas se haga o se deje de hacer para contribuir a una vida humana en justicia y libertad. 5.1 Resumen del libro tica General de las Profesiones 1 de Augusto Hortal Alonso por Luis Felipe Rodrguez 2 sidad Catlica Madre y Maestra, Santiago. 5. Notas bibliogrcas El reto de la tica est en establecer un dilogo interdisciplinar que rompa con el aislamiento y fragmentacin de cada disciplina para integrarlas, en una perspectiva de conjunto, al servicio de humana.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Julio Diciembre 2006 Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 31 En la segunda parte del libro, se hace una contextualizacin de las profesiones. A la pregunta inicial, Qu son las profesiones?, no es una profesin. En sentido general, se designa como actividad ocupacional a la que uno se dedica de forma asidua y especializada, y que recibe una retribucin que constituye el medio de vida. Pero obviamente, la consideracin tica de las profesiones impone algo ms que los servicios profesionales y las competencias profesionales. Ella trasciende hacia el compromiso de proporcionar servicios acorde a determinados parmetros de excelencia. Apoyado en algunos autores como Max Weber y Talcott Parsons abunda en el concepto de las profesiones como actividades ocupacionales: institucionalizadas que prestan un servicio a la sociedad. a ellas de forma estable, como su medio de vida. o trata de obtener el control monopolstico del ejercicio de la profesin. terico-prctica, se accede a ellas para lograr acreditacin o licencia y poder ejercerlas. En la tercera parte del libro, el autor se ocupa de los principios, su conceptualizacin y su aplicacin. l los trata por separado para luego mostrarnos cmo se articulan. proponiendo una frmula directa y sencilla: a los dems. El otro es el principio de la autonoma, asumido en la visin kantiana, que considera que mediante la libertad el ser humano no obedece a ninguna instancia externa sino a su propia voluntad racional. Para las relaciones profesionales, este persona, sujeto de derecho. De esta manera, el principio de autonoma se articula con principio. En cualquier actividad existe una cierta correlacin entre hacer el bien y evitar el mal. No obstante, esto no se traduce en completa simetra, ya que para hacer el bien hay que hacer algo; mientras que para hacer el mal, puede nada. Por ltimo, el principio de la justicia, en interrelacin estrecha con una concepcin de la sociedad, obliga a situar el ejercicio profesional en el marco de una tica social articulada a los intereses de los diferentes grupos, en consecuencia con las disponibilidades de recursos en la sociedad. Para Hortal, los principios ticos son aquellos imperativos de tipo general que nos orientan acerca de qu hay de bueno y realizable en unas acciones y qu hay de malo y evitable en otras. Los principios, nos dice, ponen ante los ojos los grandes temas y valores del vivir y del actuar. Es aqu donde procede hacer una distincin entre principios y normas. Los primeros, en trminos generales, enuncian un valor o meta valiosa; las normas, en cambio, dicen cmo debe aplicarse un principio en determinadas situaciones. De este modo, Es aqu donde procede hacer una distincin entre principios y normas. Los primeros, en trminos gene rales, enuncian un valor o meta valiosa; las normas, en cambio, dicen cmo debe aplicarse un principio en determinadas situaciones.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cuaderno de Pedagoga Universitaria Publicacin Semestral Ao 3 Nmero 6 Julio Diciembre 2006 c uestionar las actuaciones humanas. Ella lo hace: elementos constitutivos de la vida moral tica, para iluminar y orientar el proceso Entre ambos niveles estn las llamadas ticas aplicadas o especiales que orientan, los agentes morales en mbitos particulares: tica profesional, de las empresas, sexual, econmica, poltica, educacional Los mbitos en que se mueven estas ticas especiales son aquellos en los que no generales y, por otra parte, no es posible dejarlo todo en manos de las decisiones puntuales y las generalizaciones de la casustica. La singularidad de nuestras actuaciones se marco institucional en el que desempeamos determinado rol, dentro de una tradicin cultural. Aunque las actuaciones son concretas y las situaciones son puntuales, el conocimiento moral no empieza con cada una de ellas. El conocimiento moral aplicado se mueve en diferentes niveles Conocer las situaciones concretas con sus que entraan esas situaciones y las acciones encajar una situacin y sus cursos de En este sentido, Hortal seala que abordar los temas de la tica de las profesiones desde el tratamiento y discusin de casos concretos es un buen antdoto frente a los debates puramente tericos y universales que se abstraen de las situaciones y consecuencias reales. La pretensin de que la tica se atenga a la rgidez de los planteamientos universalistas es alejarse de lo que la tica tiene y debe tener de la praxis humana. En la ltima parte del libro, son tratadas las relaciones entre profesionales. Hortal analiza las relaciones entre los profesionales mismos, entre los profesionales y los voluntarios y entre los profesionales y la sociedad. Las terceras, las relaciones entre los profesionales y la sociedad tienen mucho que ver con la responsabilidad pblica, cuyo horizonte no es la profesin sino la persona que vive con otras personas desempeando determinados roles. La primera forma de responsabilidad es la de ser un buen profesional, que realice el servicio que tiene encomendado, proporcionando de forma competente y responsable los bienes intrnsecos a los que se dedica la correspondiente profesin. Mucho ms, si estn en condiciones de promoverlos y mejorarlos en sus niveles de excelencia. Hortal termina tocando el tema de profesin y vocacin. l reconoce que en la actualidad se insiste poco en los aspectos vocacionales. Sin embargo, cuando el trabajo se vive con vocacin, la labor de una persona se convierte en algo inseparable de su vida. La persona hace profesin de un modo de ser y de vivir; vive para su profesin y no slo de su profesin. 32 La persona hace profesin de un modo de ser y de vivir; vive para su profesin y no slo de su profesin.

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C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n C u a d e r n o d e P e d a g o g a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o C u a d e r n o d e P e d a g o g a o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a C u a d e r n o d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a d e P e d a g o g a U n i v e r s i t a r i a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c P o n t i f i c i a U n i v e P o n t i f i c i a U n i v e r s i d a d C a t l i c a M a d r e y M a e s t r a Cmics para Emilio Juan Lpez 1

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