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Relatorio Annual

HIDE
 Front Cover
 Index
 1. Apresentacao
 2. Trabalhadora rural, "novo jeito...
 3. Atividades realizadas
 4. Nossa participacao
 5. Campanha nacional de docume...
 6. Eventos
 7. Apoio financeiro
 8. Saldos gerais
 Anexos
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00016359/00001

Material Information

Title: Relatorio Annual
Physical Description: Mixed Material
Creator: Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste
Publication Date: 1997

Subjects

Spatial Coverage: Brazil

Record Information

Source Institution: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
System ID: AA00016359:00001

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00016359/00001

Material Information

Title: Relatorio Annual
Physical Description: Mixed Material
Creator: Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste
Publication Date: 1997

Subjects

Spatial Coverage: Brazil

Record Information

Source Institution: University of Florida
Rights Management: All rights reserved by the source institution and holding location.
System ID: AA00016359:00001

Table of Contents
    Front Cover
        Page i
    Index
        Page ii
        Page iii
    1. Apresentacao
        Page 1
    2. Trabalhadora rural, "novo jeito de pensar e agir"
        Page 2
    3. Atividades realizadas
        Page 3
        Page 4
        Page 5
        Page 6
        Page 7
        Page 8
    4. Nossa participacao
        Page 9
        Page 10
    5. Campanha nacional de documentacao
        Page 11
        Page 12
    6. Eventos
        Page 13
        Page 14
    7. Apoio financeiro
        Page 15
    8. Saldos gerais
        Page 16
    Anexos
        Page 17
        Page 18
        Page 19
        Page 20
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        Page 32
    Back Cover
        Page 33
Full Text






RELATORIO












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P11




BA
SMovimento d Muher Trabhodora Rural do Nordeste Bras
P I " Q .4.,S' "

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1^ Movimenio do Mulher Trabaihadora Rural do Nordeste Braisil





INDICE


1. Apresentafgo

2. Trabalhadora Rural, "novo jeito de pensar e agir"

3. Atividades Realizadas

4.. Nossa Participagao

5. Campanha Nacional de Documentagio

6. Eventos

7. Apoio Financeiro

8. Saldos Gerais


9. Anexos

















0











1. APRESENTAgAO








Este e o relat6rio do ano de 1997, onde registramos e divulga-
mos nosso trabalho de organiza dora Rural do Nordeste (MMTR-NE).
Esperamos que ele permit uma maior compreensao das nos-
sas aqoes e intervengoes no campo politico, econ6mico e social.
Tudo que fizemos neste ano fol de fundamental importancla
para todas n6s trabalhadoras rurais do Nordeste do Brasil.
Este relat6-io destina-se as trabalhadoras rurals, aos movimen-
tos socials, aos parceiros, a cooperacAo national e international.


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2. TRABALHADORA RURAL um novo jeito de pensar e agir


Desde a dccada de 80 que n6s trabalhadoras rurais buscamos
nossa participacao e organizagdo, passando por todas as dificuldades e
lutas para ver garantida nossa identidade individual e social.
0 MMTR-NE como ator politico integrado por mulheres traba-
lhadoras rurais passa por todas as consequencias que derivam da nossa
situacgo hist6rica. social e cultural. Apesar de toda nossa partlcipagao
na agriculture, ainda somos vistas como "ajuda na roca" e Isso e tao forte
que vem sendo ponto de discussao para powder conseguirmos sair dessa
posicao que nos colocam fora da product, que reduz nossa capacidade
de trabalhadora na agriculture.
Temos a certeza que conceitos, pensamentos, jeitos de viver
seculares nao se modificam corn 18 anos de organlzaco. Por isso estamos
firmes e conflantes da nossa importancia e das nossas dificuldades neste
novo cenario que ora participamos.
Cada conquista significa avangar para destruir a discrimina-
cao e a desigualdade de valores existentes.
Estamos comprometidas corn a promoqao da democracia, corn
a transformnaco das relacoes de genero, corn a participacao e organiza-
qao da mulher rural a partir da comunidade ate a nivel national e de
Am&rica Latina. Parece simples esses compromissos, mas para no6s que
temos pouca leitura, poucos recursos financeiros e grandes distancias a
enfrentar, eles sao verdadeiramente desaftadores, porcm nossa organiza-
cao a nivel de Nordeste nos fortalece e 6 un dos grandes sustentAculos
para enfrentar esses desaflos.
Estamos conseguindo visualizar as questoes nacionais e regio-
nals. Estamos conseguindo encarA-las corajosamente e conflantemente.
Estamos dando o grande e hist6rico salto que 6 sair do "privado" (minha
casa, minha cozinha, minha roca) e partir para o "ptiblico" (nosso movl-
mento, nossa organlzacao, nosso partido politico, nosso sindicato, nosso
conselho, etc) 6 al que estA nossa contribulcAo como mulher e trabalha-
dora rural que somos.
Estamos lutando por nossa emancipacAo, estamos repensando
as relagoes de genero e a producao conjunta. Como estamos pensando e
agindo diante da invisibilldade de todos os nossos trabalhos e como tornA-
los visivels e reconhecidos para n6s, para nossas famillas e para a socle-
dade.
Estamos dando passes importantes, cada uma no seu local, na
sua realidade diferenciada. Seja se capacitando e reproduzindo essa
capacitaqao, seja participando da campanha de document o que e umrn
grande passo na construcAo da nossa cidadania, seja na luta pela terra.
na preservacao da terra e da agua, ou na luta cotidlana de respelto;
visibilidade, reconhecimento, valorixa;ao e tantas outras para mudar a
situacao de vida e trabalho que nos foi imposta e que tantas vezes nao
nos deixaram opinar e por isso hoje tem tanta dificuldade de nos escu-
tar. Para n6s fica cada vez mais claro nosso papel neste moment que
fala de desenvolvimento e globalizacao e a importancia de nossa influen-
cia em todas as problematicas e disparidades existentes.


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3. ATIVIDADES REALIZADAS


ENCONTROS DA COORDENAQAO

Em 1997 nos reunimos tres vezes comn a finalldade de avaliar e
planejar nossas acoes e temaiticas para o Nordeste, discutir nosso materi-
al didatico e de divulgac&o, analisar o funcionamento instltucional e po-
litico do Movlmento. Esses encontros acontecem um dia antes dos en-
contros ampliados.


3.1 ENCONTROS AMPLIADOS

a) 17 a 19 de abril
Local: Sede do MMTR-NE em Serra Talhada, PE
Tema: Auto-sustentacao / AvaliaAo do 8 de maro / Parceras
Estados Participantes: PE, PI, MA, BA. RN, PB. / (

Resultados
Definico da realizacao da campanha de colaboradoras do
MMTR-NE
Discutir nos Estados a importancia do MMTR-NE, sua situa-
cao financeira e defender a contribuigAo annual para o Movi-
#nento.
Malor compreensao e o assumir das mulheres na tematica
da auto-sustentaCao
Continuar as discusses e pensar em propostas alternate vas
para as despesas instltuclonals.
Ampliar nossas parrcerias nos Estados e no Nordeste.



b) 12 a 14 de setembro
Local: Sede do MMTR-NE em Serra Talhad, PE
Tema: Sustentacao, Auto-sustentacao, Piano Trienal
Estados Participantes: PE, BA, PI. MA, SE, CE, RN, PB. 9

Resultados
Ampliaiao dos conhecimentos sobre a tematica trabalhada.
Inserir outros elements bAsicos como: metas, finalidades.
resultados, saber, conflanga, companheirismo, prazer e de-
saflos.
Definir as acoes a serem t6abalhadas no trienio.
Major entendimento da impossibilidade de funcionamento
da secretaria do MMTR-NE corn uma pessoa.
Maior entendimento sobre cooperacao intemacional e suas
political adotadas.











c) 10 a 12 de dezembro
Local: Sede do MMTR-NE em Serra Talhada, PE
Tema: Avallagao de 1997 e Planejamento 1998.
Estados Participantes: PE, BA. PB, MA. CE, PI. q


Resultados da Avallacao
Este Movimento 6 multo important porque:
Trabalhamos articuladas, corn metodologia diferenciada.
Unificamos as agoes de maior abrangenclia.
Trabalhamos as dificuldades pessoals e political.
Fortalece nossas ages na base e nos Estados.


Desaflos:
Dar condig6es humans e financeira a secretaria do MMTR-
NE e seu melhor desempenho.
Conseguir flnangas para o novo trienlo.
ImplementagAo da Campanha de DocumentaCAo.
Conseguir divulgar melhor nossas lutas e acoes,
Ampliar nossas parcerlas.






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3.2.ENCONTRO NATIONAL DE AVALIAAO 1 ENLAC


Realizamos em Brasilia nos dias 14 a 16 de junho o ENCONTRO DE
AVAUAQAO DA DELEGAQAO BRASILEIRA no 1' ENLAC.
Resgatamos desde nossa partlclpagco na preparagao at6 a realizacAo do
event.

Estados participants Nordeste: PB, BA. CE, PE, PI, RN q-
Sul: RS, SC
Norte: PA
Centro: GO

Movimentos Participantes
* MMTR-NE Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste
* AIMTR-Sul Articulaao de Instandas de Mulheres Tabalhadcras Rurais.
* CETRA Centro de Estudos dos Trabalhadores
* MAB Movlmento dos Assentados nas Barragens
= Movimento Sem Terra
SACTES Servico Alemao de Cooperacao T&cnica e Social
* CONTAG Confederacao Nacional dos Trabalhadores na Agricultura
* MMNEPA Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense



O QUE DISSERAM AS TRABALHADORAS

* Multas dficuldades na preparacao da delegacAo brastleira, n6s nao
estAvamos suflclentemente preparadas. corn os p6s no chao.
* Houve a dificuldade das duas linguas, porem dentro da lingua portu-
guesa (Brasil) teve problems, crelo que por problems politicos, a de-
lega&ao brasileira nAo consegulu se comunicar entire ela mesma, diver-
g6nclas politlcas que nao foram expresses antes. '
* Fol complicado os crit6rios de escolha da delegacao no Brasil. .
* Problems entire Sul e Nordeste, ninguem queria coordenar, ninguen
queria assumir nada.
* Dificuldade de compreender que este nao era um Encontrq do Brasil, e
que a coordenacao international tamb6m nao era o Brasil p Brasil era
s6 mais um pals no meio de tantos..
* Problems de conducAo do Encontro. Multas ansiedades e diversida-
des, diferentes concepgoes political, diferen.as afloradas dentra do
Encontro, diflculdade de sintonia dentro das nossas diferengas geo.
graflcas e political. Falta de respeito da realidade de uma e de outra.
* Fol multo dificil trabalhar mas 6 dentro da diversidade que se di a,
riqueza. ,
* Para n6s do CearA fol uma colsa mylto boa, todo mundo empenhado
para que o Encontro desse certo, 6 muito rico trabalhar diversidade
* 0 respelto as diferencas 6 fundamental.
* A importancia do apolo da CONTAG.
* Foi multo duro perceber a divisdo.
A repercussao deste Encontro dentro das organlzagoes mistas e aut6-










* A repercussao deste Encontro dentro das organizagoes mnstas e aut6- r
nomnas. o a- '1
* A reallza~Ao deste event para as trabalhadoras rurals, o entrosamento e
das delegacoes, o IntercAmblo. o grande esforco para articular para /1S
trazer todas bem Informadas.
* 0 esforco de todas, o local, a Infra estrutura superou nossas expectati-
vas. avangamos.
* 0 multo que se aprendeu por estar participando da coordenacao naclo-
nal e Internacional. o esforgo para ser melhor.


RESULTADOS
,,
* Multo esforgo e empenho na construg o e realizagao deste evento..
* Multo rico trabalhar a diversidade.
* Multo important todos os apolos e parcerias conseguldas.
* 0 encontro fol valioso apartir da divulgagao nas bases ate toda America
Latina.
* Deu malor visibillldade ao movimento e as liderancas.
* Coragem em avaliar a relacao e as dificuldades encontradas no proces-
so dos sels anos de construcao e realizagLo do 1i ENLAC. ..
* Reconheclmento de grande responsabilldade do MMTR-NE Brasil.
* Multa responsabilidade da coordenacao em trabalhar as diferengas.
* A uniao dos palses e Interesses pelas discusses.
* A discussao nesta avaliaqao sobre a secretaria e a construgao da rede. C''
4 *. ..


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.

6 i.











3.3. AUTO-SUSTENTAqAO


Ha 2 anos o MMTR-NE vem trabalhando essa temtUca tanto a
nivel de reglao, quanto dos estados. municiplos e comunidades na pers-
pectiva de melhorarmos a nossa situacao flnanceira e do movimento.
Trabalhar geracao de renda e auto-sustentac&o tern possibili-
tado canals concretos de melhores condigoes de vida, tanto do ponto de
vista econ6mico quanto cultural e social.



AQOES REALIZADAS

Seminarios.
Encontro capacitag o da coordenagao.
AnAlise da realidade financeira do Movimento.
Campanhas de colaboradoras(es)
Discuss&o e deflniloes de taxas nos Estados.
Venda de material didatico, pedag6glco e artesanal.
Rifas, bingos, campanhas...
Parcerias corn outros movimentos de mulheres, movimento sindi-
cal e Universidades.
RoCas e hortas comunltarias.



RESULTADOS

*Visibilidade da contribul~Ao das trabalhadoras (dias de trabalho,
alimentagao de encontros e viagens, ajuda de passagens e outras.
Malor credibilidade em seu pr6prio trabalho.
50% das despesas da sede (aluguel, Agua. energia, telefone, fax.
correios) foram assumidas pelo movimento sem apolo da coopera-
cao international.
Elaboracao e negociacAo do Projeto de Capacitacao em Geragao de
Renda.
Malor clareza do que e sustentabilidade e auto-sustentagao.
Malor compreensao da political da cooperacao national e inte'na
clonal.











3.4. FORMAOAO PARTICIPATIVA


0 program de Formacao Partlcipativa que iniclamos em 1995,
corn a finalidade de capacitar liderangas rurals em metodologlas
participativas, construir uma rede de educadoras do MMTR-NE em pro-
cessos educatlvos tern se dado de forma sistemAtica de acordo corn a
realidade de cada comunidade, municipio ou Estado baseado tamb6m
nas condir6es humans e financeiras.
A cada passo dado novas descobertas sao feitas e novos desafl-
os se apresentam e dentro desse contrato 6 trabalhado a formacAo de
liderancas na perspective de melhorarmos cada vez mais nossas cpnscl-
enclas, nossas intervencoes e entendimentos sobre political puiblicas,
relaq6es de genero e dos problems do desenvolvimento regional do Nor-
deste no context da globalizagao.
Dessa forma estamos potencializando a n6s e o nosso movi-
mento, tornando-se cada vez mais dono de n6s mesmo e de nossa orga-
nizaqAo. A educagao 6 fundamental para o crescimento qualitative do
MMTR-NE: Todo process de globalizaao, as mudancas no mundo, as
ameagas aos direltos socials da classes trabalhadora rural, exige cada vez
mals nossas capacltacAo para o enfrentamento dessa nova realidade que
nos prime no mundo. Cada dia, cada moment sentimos mals
fortalecidas e conflantes na familiar. na comunidade, e organiza(ao. A
formacao contribul at6 para sentirmos mals gente. mals visivel e reco-
nhecidas cAmo mulher, trabalhadora e lideranga.
1997 foi multo dificil para todas n6s. Fol dentro dessas difl-
culdades diversas que buscamos contextualizar cada avango como fruto
de um process trabalhado e sistematizado por todas que participam
direta ou Indiretamente dos cursos, seminarios e oflcinas de capacltacao.











4. NOSSA PARTICIPAgAO


Nossa participacao neste ano foi vivenciada com multo empenho, clare-
za e dedicacao, tanto a nivel das agoes localizadas, quanto as mats am-
plas, estaduals, regionais e nacionais.
Divulgando e reforgando nosso trabalho politico, organization e social,
procuramos participar de diversas atividades.



MUNICIPAL E REGIONAL

* Varias visits as casas das liderangas do movimento para reforgo e
apolo.
* Assembleias dos MMTRs
S pe: 24 a 26 de outubro
Piaui: 28 a 30 de outubro
M1ianhao: 13 a 16 de novembro
Paraiba: 22 e 23 de novembro
* Asseimbleas das Federag-es nos Estados PE/SE/RN/CE.
* Todas as reunites e encontros MMTR-Sertao Central de PE.
* Reunioes corn o SOS Corpo e Casa da Mulher do Nordeste.
* Reuni6es corn o CECOR Centro de Educagao Comunltaria e Rural
de Serra Talhada, PE.
* Reunioetdo Cs daMulher a nivel Municipals, Estaduals e Na-
clonal.
* Reunites e encontros sindlcalp de comlss6es estaduals de mulheres
trabalhadoras rurals RN/PE.CE/SE
* Encontros das Produtoras em Camaragibe, Recife, PE em 30 e 31 de
Julho e 2 de agosto (Casa da Mulher do Nordeste).
* Reuniao corn SACTES e SOS Corpo para avaliacao do nosso trabalho
e preparac&o para vinda de cooperante alema,. local: Serra Talhada
sede do MMTR-NE em 06 de novembro.
* ParticipaoAo nas reunites e assemblilas do SACTES.
25 de julho Dia do Agricultor
* Particlpac o em atos ptiblicos, celebragoes e assembleias do MSTR.
Participacao Latino Americana
* 89 Encontro Internacional Mulher e Safide
Data: 16 a 20 mar;o 97
Local: Rio de Janeiro
* Treinamento de Genero SACTES / MMTR-NE
Data: 26 a 28 setembro 97
Local: Capanema PA










NATIONAL


* Encontros da ANTR (Artlculacao Nacional de Mulheres Trabalhado-
ras Rurais) t encontros todos em Brasilia. DF.
* Primeira Plenarila Nacional de Mulheres do Nordeste Paraense em
Capanema PA de 12 a 14 de setembro.
* Reunioes e audiencia do CNDM (Conselho Naclonal do Direito da
Mulher) todos em Brasilia DF.
* Audiencias corn parlamentares do PT em Brasilia DF, 17 dejulho.
* Curso de formaado de llderan as mulheres promovido pelo IDAC. Rio
de Janeiro, agosto 97
* Encontro Nacional Feminista em Salvador BA, de 28 de outubro a 2
de novembro
* 1a Plenrria de Trabalhadoras Rurals CONTAG 19 a 22 de mairo de
1997




INTERNATIONAL

* II Congresso Latino Americano de Organlzacoes do Campo em Brasilia
de 3 a 17 de novembro (CLOC), Brasilia DF.
* Visita de uma trabalhadora do PI a ItAlia de 01 de abril a 23 de malo
* Reuniao para discutir a secretaria fevereiro a Junho 97.
* Comunlcacao corn paises Latino Americanos.
* Comunichago corn a coordenagao do 11 ENLAC.
Consulta aos paises sobre a secretariat.











5. Campanha Nacional de Documentaa6o
"NENHUMA TRABALHADORA RURAL SEM DOCUMENT"


No Nordeste essa campanha ficou a cargo do MMTR-NE que
participa como cordenaug idaANMTR (Articulagao Nacional de Mulhe-
res Trabalhadoras Rurals) cuja organizacao planejou e deflniu a campa-
nha.
O lancamento regional da Campanha de Documentacao no
Nordeste aconteceu no Recife PE no dia 20/11/97 corn a participacao
de mais de 600 pessoas de 06 Estados do Nordeste (RN / PB / CE / PE
/ SE / MA). Foi multo important para desencadear o process nos
estados, municiplos, comunidades. mostrando a importancia dessa busca
da cidadania e que a documentacao e decisiva para fortalecer o entendi-
mento no que diz respelto aos direitos primnrios.
Consegulmos envolver neste lancamento ONGs, Secretarias do
Governor, Movimento Sindical, Cooperagao Internacional e Nacional.
Desde o principle temos discutido esta campanha nao s6 entire
n6s rurals (coordenagoes regionals, estaduals e municipals), mas tam-
bem corn nossos parceiros(as) nesta luta. 'Tudo isso tern fortalecido o
entendimer4to malor da necessidade de implementacao da campanha e
ampliado nossas relacqes corn outros movimentos. Nas discusses poll-
ticas, organizatlvas e econ6micas temos delxado claro nao s6 a realidade
das trabalhadoras mas tambem do Movimento (MMTR-NE) corn todos e
todas que consideramos parceiros(as)".


a) Langamento da Campanha nos Estados

Maranhao
Romaria da Terra
Data: 08/09/97
Peritor6
Data 13/11/97
Participacao: 100 mulheres

Bahia Salvador
Data 03/10/97
Participagco: 200 mulheres
Neste mesmo dia reallzou audiencia corn o governor do estado, corn
o objetivo de apresentar a campanha de documentacao, discutir os do-
cumentos professionals e responsabilizar o governor frente a essa ques-
tao.

Sergipe Aracaju
Data 24/10/97
Partlcipacao: 60 mulheres

Plaui Teresina
Data: 28/10/97
Participagao: 150 mulheres












Rio Grande do Norte Natal
Data 31/10/97
Participagao: 100 mulheres

Paraiba Reglao do Brejo
Data: 06/12/97
Particlpagao: 80 mulheres



Na campanha Ja foram envolvidas mals de 5000 mulheres tra-
balhadoras rurals, participando dos langamentos, fazendo levantamen-
to da realidade, realizando palestras nas Escolas, Universidades, Sindi-
catos, Pastorals. Transmltlndo e agilizando as informagfes, mostrando
a importAncia e a possibilidade da realizagao da campanha qqe vem
proporclonando o reconhecimento das trabalhadoras e do seu trabalho.
permitindo malor envolvimento corn outros segments e movimentos
socals. Conseguimos espago na imprensa falada e escrita em todos os
Estados do Nordeste e maior visibilidade do Movimento das Trabalhado-
ras Rurals.


foram:


Os apolos financeiros a esta campanha a nivel de Nordeste

- OXFAM
- CESE
- SACTES
- CERIS
IFASE


Prooaio
MMTR NE
Coorderoaio
FETAPE
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Ca da Mklw doNoim0
Apoio lotitufciood
FASE NWcla
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LANAMENTO DA CAANMT PARA A
REGIAO NOROETE
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6. EVENTS



I- 8 DE MARCO



Historicamente o 8 de marco fol e continue sendo um marco
muito forte na luta de organizagao das trabalhadoras rurals do Nordes-
tc.
Alem de ser um moment de fortalecimento das trabalhadoras
apartir de suas bases e considerado como um grande moment de de-
nuncias, Lornando visivel a situacao de discrimlnacao e desigualdade
em que vivem as mulheres coin destaque para as rurals, mesmo em
pleno final de seculo XX. tamnbem 6 um grande moment para apresen-
tar em pfublico as conquistas obUdas ao long da nossa hist6ria e as
diflculdades vividas.
Em 1997, em todos os Estados do Nordeste a tematica aborda-
da foi: CIDADANIA, dentro dela destacamos safude e educafao.
Foram realizadas varias atividades desde reunites preparat6-
rias, articulagoes, divulgapoes faladas e escritas, manifestayges publ-
cas, audiencias, paradas nos INSS, bloquelo de estradas, caminhadas, :
celebracoes, apresentaqces culturais, passeatas e outras ... assim conse-
guimos envolver outros movimentos rurals e urbanos.
Cerca de 20..000trabalhadoras rurals partlclparam dessas
comemoraloes em todo Nordeste. 0 DIA INTERNACIONAL DA MULHER
para o campo continue sendo o moment de maior mobilizacao que
existe. E um dos grandes marcos da nossa caminhada de luta de orga-
nizagao.






''



13,











II 12 DE AGOSTO DIA DA MARGARIDA ALVES


Na cidade de Alagoa Grande, PB fol realizado um ato pfblico
corn a partlclpaao dos Movlmentos Socials da Parafba e do Nordeste,
parlamentares e Igreja.
Fol coordenado pela Artlculagao Nacional de Mulheres Traba-
lhadoras Rurals, corn o objetivo de mals uma vez denunclar a impuni-
dade dos assassinos de Margarida Alves e de tantas outras liderangas do
melo rural que tombaram na luta pela justica social e pela terra. Tam-
bem fol encaminhado campanha de telegramas e abaixo assinado para
as autoridades, exigindo que se aplique a lei para os ricos e poderosos
que assassinam liderangas no nosso pais.
0 DIA DA MARGARIDA ALVES a cada ano cresce e evolve
outros movlmentos de mulheres e movimentos socials tomando cada
vez male conhecida a sua hist6rla como tamb6m a tentativa da conquls-
ta pela punigco aos criminosos deste Nordeste do Brasil.











7 APOIO FINANCEIRO AO MMTR-NE


Cooperaao Intemaclonal
- OXFAM
- SACTES
- THE GLOBALFUND FOR WOMEN

CooperagAo Nacional
- CESE- BA
- CERIS RJ
- FASE RJ

Outros Apolos
- MSTR CONTAG
- CECOR PE
- SOS-CORPO PE
- CASA DA MULHER DO NORDESTE PE


Registramos a Importante colaboragAo das trabalhadoras (ru-
rais) e seus respectivos movimentos nos estados, na dificil fase financel-
ra que atravessamos neste ano de 1997, sem a qual terla sido tmpossivel
continuar nosso trabalho de organizer e a real7zago de todas nossas
atividadee comunlcapao.










8. SALDOS GERAIS


0 MMTR-NE na sua forma de organizarao contribulu para for-
talecer nossa autonomla, auto conflanra e auto estima tao necessarias
nas agOes political e nas nossas vidas de trabalhadoras rurals, dando
cada vez mais visibilldade a forma de organizayAo e reconhecimento da
importancia de luta da mulher rural.
Na nossa avaliagao 97 constatamos varios avangos: 0 reconhe-
cimento da nossa proflssao para n6s mesmas e para a sociedade. A
conquista de nossos direltos prevldenclArios, salArlo maternidade e apo-
sentadorla. 0 acesso ao credlto e ao titulo da terra. Melhor compreensao
da nossa participaCao na agriculture familiar e das relagoes de genero nro
campo .
Fortificamos nossas parcerlas em todos os niveis, desde a base
ate a reglto Nordeste, principalmente corn os sindicatos de trabalhado-
res rurals, ONGs e Pastorals.
E assim estamos construindo nosso reconhecimento ptiblico
na conquista de nossos direitos, at6 entao desconhecidos por n6s mes-
mas e sonegados pela socledade.












ANEXOS

























A ~ a


IaLZ*V~
r ~ ~a
a --
-* -


0







Q










0





U










0.










RESUMO DO
ENCONTRO DE BEIJING

Na maior reuniAo jd realizada pelas Nac6es Uni-
das, 47 mil pessoas passaram a limpo as reivindica-
yoes pela melhoria das condio6es de vida de 2,8 bi-
Ihoes de mulheres, metade da populacqo do planet.
Enqcuanto o F6rum Paralelo, realizado em
Huairou reuniu a maior manifestaogo da diversida-
de feminine, a Conferencia Ofidal conseguiu com-
prometer governor de 181 pauses a combaterem os
obstaculos ao desenvolvimento das mulheres.
Do lado official, dois textos foram aprovados: a
Plataforma de AqAo e a carta de intencoes intitulada
"Declaraqio de Beijing".
A Plataforma de Aqao tern como "*reas critics
de preocupac.o": a pobreza, educacio, satide, paz,
violknca, partilha do poder, participaqAo econ6mi-
ca, direitos humans, meio ambiente, meios de co-
municagio, infincia feminine, mecanismos para o
progress da mulher.
A Plataforma de Acao recomenda: que gover-
nos e institui;6es financeiras analisem, na 6tica de
genero, o impact de seus programs e political, ga-
rantindo maior acesso das mulheres aos recursos;
garantia de educaAo bisica para todos c o desenvol-
vimento de educa4Ao nAo descriminat6ria; recomen-
da, aos governor, programs de saude sensiveis as
necessidades das mulheres; que os governor adotem
medidas para encorajar a presenga de mulheres em
cargos eletivos c nAo-eletiyos, na mesma proporni.o
que 6s homes: que governor e sindicatos devem
implantar ecrcforcar leis que garantam igualdade no
trahalho e que protejam as mulheres idosas de dis-
criminjaido e, entire outras reivindica6es, prop6c-sc
quc os governor orientem todos os ministerios para
que revejamn suas political sob a luz da perspective
de gencro e da Plataforma de As,.o.


"Plantei um p6 de margarida
foi Margarida que me deu.
Gaphei, planted e agoei no jardim
e ela floresceu."








promogao


MMT ASSOCwIAAO DO MOVIMENTO
DE MULHERES TRABALHADORAS DO BREJO






.-~apoio

OXFAM
SEDUP


Dia

International

da Mulher


PROGRAMAQAO
CONCENTRAQAO


DIA 9/3/1997
As 12 H
LOCAL: BANANEIRAS/PB "







Historico do
Dia Internacional da Mulher

C dia 8 de marQo surge no hist6ria o partir do
iuto do classes trabolhaaooora. Especiolmente
do luto dos mulheres trobolhoadoras.
Em 1857 as oper6rias de uma industrio textil de
Nova torque entraram em greve, ocupando a
fabric, em protest contra seus balxos sola ios
e reinvidicando a reduOo do jornada de
trabalho de 16 para 12 horas. Em repres611a, os
donos do f6brica Incendiaram o prddio cou-
sando a more de 129 trabalhodoras.
Em 1910, a socialista Clara Ztkin prop6e oDio
Internaclonal da Mulier para homenagear a
luta daquelas mulheres, vltimas do tiranla do
poder domlnante.
Hoje, n6s do MMT e v6ros movimentos de
mulheres do mundo inteiro coriemoramos
esse diao como um dio de reflexao. alegria,
luto e vtt6io de tantas mulheres que se
organizam.


Historico
da Associapao
"do MMT


A Associacqo do MMT Movi-
mento de Mulheres Trabalhadoras
do Brejo, inicialmente, se constituiu
como nocleo de mulheres do campo
(pequenas produtoras) e, aos pou-
cos, ao movimento foi se aglutinando
vArias categories de trabalhadoras,
tais como: professors, empregadas
domdsticas e assalariadas do campo,
entire outras.
Durante a sua existAncia foram
abordadas questoes relatives ao
mundo do trabalho. Posteriormen-
te, alargando seus horizontes, o
MMT passou a tratar de questbes
especfficas das mulheres, relatives a
saide, sexualidade e educaqAo.
Desde 1994 oficializou-se corn
Associaq o do Movimento de Mulhe-
res Trabalhadoras do Brejo, que estu
se estruturando como uma Direto-
ria Colegiada, composta por 13 mu-
lheres de diferentes municfpios da
regilo. E hoje o MMT expandiu-se
para a discussio de genero e classes,
em 18 munic(pios da regiao do Bre-
jo e Agreste da Parafba.


Reivindicoqoes do MMT


DP Decretar feriado o Dia Inter-
nacional da Mulher.

P Assistencia integral 6 mulhei
nas tres fases da vida.

p Garantia da aposentadoria
aos 55 anos, sem tanta buro-
cracla.

p 0 fim do burocracia para o
saOlrio maternidade.

p No privatizagco dos servigo
pblicos.


















Mulheres
Co.nquistan'do
Con q u i st a nd o
Seu espago,
Ex ercendo o
Sua c-idadania


NATAL/RN
Tel.: (084) 221-5832


MOVIMENTO DE
MULHERE5
TRABALHADORAS
RURAIS DO
RIO GRANDE
DO N ORTE
-MMTR/RN-







HISTORIC

S0 MMTR/RN surgiu nos anos 80, atraves da
presenga marcante da mulher na luta pela -
terra, sendo sinal de Snimo e resistencia.
organizagao das mulhere ,,du seus
primeiros passos atrav6s do trabalho do A o Meio
Rural corn reunites nas Comunidades, discutindo seu
papel na t la terra, os direitos, saide, corn a
estrutura o dos grupos de mulheres, ampliando-se
depois no campo de articulaqAo e formagio atraves de
intercambio de experdncias, encontros de regi6es e
estadual, seminArios e censos.
0 MMTR/RN esta organizado a nivel de Estado
e de Nordeste e se articula corn diversas entidades e
segments da sociedade civil: CETRA, SOS-CORPO,
SFO6RUM DE MULHERES DO RIO GRANDE DO
NORTE, CENTRO DA MULHER 8 DE MARqO,
Entidades Sindicais, Mandatos Populares e participa da
Articulago Nacional das MTR entire outras.
No process organizativo e de formaqgo sjo
priorizadas as quest6es de g.nero e classes, no sentido
de aprofundar a relaao entire homes e mulheres nos
diversos espagos que as mulheres atuam: Famnilia,
Sindicatos, Associag6es Conselhos Comunitarios,
Partidos Politicos, entire outros.
Outras temrnticas sao consideradas: Direitos da
Mulher e Cidadania; Mulher e Politica; Gera~qo de
Emprego e Renda, etc.


OBJETIVO

Ser um espago de articulag5o, formagao,
informag5o e de organizacgo das Mulheres
Trabalhadoras Rurais de forma a propiciar
SO0 resgate da identidade social-politica;
4 0 reconhecimento de suas capacidades
e direitos;
4 Valorizaqo de sua cultural, seus
sonhos e esperangas; *'
4 Construgao e reforgo dos lagos de
amizade e de solidariedade; ajudando-as
a despertar para uma participa go mais
consciente na sociedade, no pleno
exercicio de cidadania.


EIXOS DEAQAO

Formao6 e capacita5o.na 6tica de
genero;
SPoliticas Publicas e Geragao de Emprego
e Renda;
4 Genero e Agricultura Familiar;
4 Direitos da Mulher e Saide Reprodutiva.


-AREA DE
ABRANGENCIA

MMTR/RN est6 present na Zona Rural
do Estado, atingindo 25 Municipios totalizando
40 Grupos de Mulheres Trabalhadoras Rurais.


ESTRUTURA
OR ANI ZATIVA

Grupo de Base;
Subcoordenaq6es Municipaiis;
4 Equipe de Assessoria.











* *a* 0* 0 **O**. S* *0 0 0 0 0 0 0SSOOgSOO gOOO OO6 OOgeO.


P f.uisa


A mulher no sindicalismo rural
0 CMTR-PI realizou no ano de 97 urna pesquisa nos STRs para ver a
realidade da atua io das mulheres, e pensar alternativas para melhorar a
participaio de mulheres e jovens no Sindicato de Trabalhadores Rurais.
A pesquisa confirm que as mulheres ji somam um n6mero grande de
associadas e que slo fi&is no pagamento das assemblias mas que o ndmero cai
quando trata-se das mulheres nos cargos da diregio e quando analisa-se por
idade nioiquase mulberesjovens. Outrodadopreocupante6 que os Sinicatos
quase nio realizam trabalhos pensando a ser trabulbdora mulher.
VEJAMOS OS NMEROS *
Total de s6cias: 165.631
Total de mnlberes: 68.760
TOTAL DE MULHERES NA DIRETORIA:
President: 13 Vice 05
Secretria: 28 Vice 03
Tesourefra: I Vice 06
Conselho Fiscal: 67 Suplentes: 53
Outros cargos: 68


VAMOS EM FREN


PARTICIPA(.AO DAS MULHERES POR IDADE NOS STRS:
20 a 30 anos 7,46%
30 a 50 anos 30.15%
-- 50 a 70 anos 61,33%
TRABALBOS REAIZADOS PELOS STRS PARA COM AS MU-
LHERES:
30% realizam
70% no realizam trabalho nenhum
REGIOES PESQUISADAS:
Teresina: 20 STRs pesquisados
Bom Jesus: 08 STRs
S. Raimnndo Nonato: 07 STRs
* PIcos: 20 STRs
Floriano: 04 STRs
Regiio Norte: 20 STRs
Pesquisadoras: Aparecida, Lina, Vicxacia, Francisca Martins, Antonia,
Carmelita, Francisca Nunes.


S I


yU,


ELTA:NTE












Informe


uulher


PREVIDiNCIA, SAtDE E EDUCACAO


Conquistamos o dircito A aposentadoria desde 1988,
corn a nova constituigao. Entretanto, ainda hoje, nao
estamos conseguindo nos aposentar. Na pratica, o INSS
coloca inumeras dificuldades, como a exigdncia de provas
materials, muitas vezes exageradas. Essas dificuidades
existemporque sempre fomos consideradas dependentse"
de nossos maridos. Temos que lutar por nossa cidadania.
) A saude piblica 6 caso de polfcia, pois nAo beneficia os
trabalhadores rurais, especialmente n6s, mulheres. NAo
) ekistem programs especiais para o campo, aumentando os
jA alarmantes indices de mortalidade de adults e criangas. 0
p6ssimo atendimento e a falta do estrutura, aliados ao descaso
dos govemantes, constituem um grave desrespeito a nossa
cidadania.


0 indices de analfabetismo, que chega a uma m6dia de 60%
na Area rural, professors despreparados, escolas sem
condigues de funcionamento e umrn calendario fora da
realidade, constituem umrn espelho da educaAo no campo.
"Desenvolvimenlo d isso? "
vamos refletir:
1. Como estA nossa participao nos conselhos municipals
dq sai'de e educa*o? Eles sAo urn instrumento que podem
ser eficientes na implantagao de political que nos
beneficiem.
2. Voq6 jA despertou para a importancia de sua
participaqAo no MSTR na luta pelo desenvolvimento
rural?


Esse informed foi produzido especialmente para o Dia Internacional da Mulher.
pela ComissAo Estadual de Mulheres Trabalhadoras Rurais
Secretaria de OrganizagAo e FormaAo Sindical da Fetape








Dia international da mulher!

Tua forga na luta, evitoria da

mulher!











BOLETIM INFORMATIVE DO CMTR PI
ANO Q
JUNHO/JULHO 97


MULHER:
Compromisso
corn a VIDA
Quando ela fala, parece
estar sempre buscando as
melhores palavras.
Quando cala, usa seu
sil6ncio em favor daqueles
que ama.
Talvez nem ela mesma
tenha nopio de seus
dominios.
E e essa simplicidade que
explica sua proximidade
corn a vida e a torna mais
Mulher.
















ANO 1 N 03 fevereiro/maro I9798-

DIA INTERNATIONAL DA MULHER.

tee docamento i ua quest
de acdadanda
o dia 06 de margo, mulheres, homes e criangas do
campo e da cidade, antecipam a comemoraqAo, ao Dia
international da Mulher nas ruas e pragas de Aracaju. A
realizagao e do Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais
de Sergipe MMTR/SE, Federagao dos Trabalhadores Rurais
de Sergipe FETASE, Movimento de Trabalhadores Rurais
Sem Terra MST, Central de Movimentos Populares CMP
corn a assessoria de Centro -- -.- -- --
Dom Jos6 Brandao de Castro iNa'.
- CDJBC.
Aldm de dar-continuidade
a campanha, "Nenhuma
Trabalhadora(o) Rural Semr
Documento, o event tern
tambdm como proposta .
reivindicar a problematica i
das(os) diarittas(os), a

Notas Ao Produtor(a) e
melhoria na derea da Saude.
Durante a manifestaqao do *Mari 4O esa f~Ios ao pNi do INaS.
ano de 1997, foi entregue a Mar,,o 7
Superintend.ncia Estadual do INSS/SE, reivindicagSes dos
direitos previdenciirios e dendrncias da defici&ncia de atuasgo
deste 6rgao. Um ano depois, as trabalhadoras e trabalhadores
rurais continuamn enfrentando as mesmas dificuldades, por conta
do descaso do INSS, que, at6 entao, nAo tomou nenhuma
provid~ncia. Agravando, mais ainda este quadro, com as (6timas
reforms na Lei da Previdancia.
Preocupados corn esta situagao, 6 que virios segments da
sociedade civil organizada, realizam no pr6ximo dia 06 uma
grande passeata, com o objetivo de sensibilizar a populagAo e
respaldar uma comissao que irA entregar documents
reivindicat6rios a Superintenddncia Estadual do INSS/SE e a
Secretaria de Estado da Satide.
A passeata sairA da Praga Princesa Isabel, na avenida Jodo
Ribeiro, is 10:00, em dirego a Praga Fausto Cardoso aonde
estard acontecendo, durante todo o dia, apresentaqges culturais
e uma feira para exposigdo e venda de produtos agricolas e
artesanais.


ff,1 k ,Vi ii~'


EDITORIAL-

Somo4 dierenes,
Arewm temos


Para explicar sobre os
comportamentos de mulheres e
homes em nossa sociedade,
g6nero 6 urn conceito 4til para nos
ajudar a compreender grande
parte dos problems e
dificuldades que as mulheres
enfrentam no trabalho, na vida
political, na sua vida sexual e
reprodutiva na familiar. E 6 por
isso que o movimento de
mulheres discute tanto sobre este
assunto.
O conceito de genero so refere
as rela9ges entree mulheres e
homes. A nossa sociedade cria
virias desigualdades nestas
relaqOes, fazendo corn quo alguns
tenham mais poder, .sendo
considerados mais importantes e
respeitados do que outros.
Um dos elements funda-
mentais de .ransformar o modo
como ha muito tempo vem se
organizando as relagOes entire
homes e mulheres nas
sociedades, nAo 6 simplesmente
trocar os lugares de quer domina
e de quem 6 dominado, nem 6
achar que se vai acabar corn
mulheres e homes o ficar tudo
uma s6 coisa.
O que precisamos acabar
totalmente 6 corn a idgia de que
diferenaas nos corpos, sejamr elas
sexuais, raciais ou de idade, sejarn
justificativas de desigualdades,
opressAo, discriminagao e
injustiga.
Podemos ser bern iferentes, e
na verdade somos, nao hi no
mundo duas pessoas que sejam
identicas, mas o que somos e o
que fazemos term e devem syenpre
ter o mesmo valor.
*FONTE: Cartilha 0 QUE t
GENERO? Urn Novo Desaflo para a
Afdo da Mulheres Trabalhadoras
Rurais MMTR/DED/SOS CORPO
Genero e Cidadania









LA GOA NO VA

Revolta corn a Morosidade
do Poder Judiciatrio e INCRA


Na comunidade Lagoa
Nova, municipio de Pacatuba,
54 families v6m lutando hA
quase sete anos pela
regularizagao da terra, da
Fazenda Santana, medindo
2.812 hectares.
A Area foi desapropriada em
agosto de 1994, depois de
varias presses no INCRA, por
parte dos trabalhadores e da
sociedade civil que se
sensibilizou, principalmente
corn a aqdo violent dos
jagungos da fazenda que fez
vitimas trabalhadores(as) que
ja moravam e produziam na
Area ha mais de 40 anos, junto
a agents de pastorais que
apoiam a luta dos trabalhadores
rurais.




Monitoramento da
GestAo do Pro4etoTrienal

Nos dias 06 e 07 de fevereiro,
em Itaporanga, o CDJBC deu
inicio ao process de
Monitoramento corn o
Planejamento de 98. A assessoria
6 do CENAP/Recife, Alvaro
Pantoja.
O Monitoramento tern como
objetivo contribuir em uma
avaliagao permanent para que
possamos corn nitidez perceber
os impacts que o trabalho do
Centro vai ocasionar nos grupos
trabalhados.

"O0 Gomo Amargo
da Laranja"

Ufa, at6 que enfim!!!
O Video sobre a problemAtica
da RegiAo da Laranja serA
langado no mes de marob.
Com humor, os bonecos
Maricota e Severino, apresentam
a dura realidade desta regiao:
falta de political agricola governa-
mental, exploraqao de trabalho
infantil e a precarizagAo da
Azaldia


ii
n
d
d
q
d
R

f
s

b
ii
d
C

1
e
a


SAcampensnto
pm pressionan
a qlUiacdo
do procuse
de daprepritado.

Ojuiz federal de Sergipe deu Trabalhadores/as tmn investido
missao de posse provis6ria em na area por conta pr6pria e
narcode1995,sendosuspensa apoios conquistados no
e imediato por uma aqAo j u- process de sua organizaqao.
icial da Destilaria Santana 0 que revolta os
ue nao 6 proprietaria atraves trabalhadores e a assessoria 6
o Tribunal Regional de a morosidade do poder
lecife. j udiciArio e a falta de iniciativa
Em janeiro de 1997, o juiz do INCRA em alguns
federal de Sergipe, na ocasiao moments, que alem de causar
ubstituto, nomeia o perito da prejuizo A comunidade, gasta
ustiga para avaliar as dinheiro publico sem
enfeitorias da area que foi necessidade. S6 para
mpugnada pela procuradoria exemplificar, o Engenheiro
ol NCRA, porserEngenheiro Civil, apresentou a sua
2ivil. proposta para pericia de
Essa lentidAo beneficia a avaliagdo da Area, no valor de
)estilaria Santana que cria 24 mil reais.
mpecilhos e emperra mais Imaginemos o montante
inda o process. Contudo, os gasto no decorrer do process.



Amigo(a) Leitor(a)
Esta selAo estA aberta para suas manifestag6es. Escreva
dando noticias de sua comunidade, sua regiao. E se voce
tambdm gosta de fazer versos, poesia, contos... envie
para o Informativo Rural.
Sua carta 6 muito bem-vinda.


INFORMATIVO RURAL 6 uma publicacAo mensal do
Centro Dom Jose Branddo de Castro I CDJBC
Rus Laranjeiras, 450 Salas 01/02 CEP.49.010.000 Aracaju / SE
Telefax: (079) 224-7429 E-mail: cdjbc@infomet.com.br
Equipe Ticoic: Maria la idosSamaiS oaSecrctiria Eecutiva
Mara Qca a dos Samos Ioca Mari Margareoe L locke. Joas Amoo Pries do bAuAsaoria.
Equipe d apoio: Aiuilz de Sd lboa/AwUL Adounistraiva, Mdrc Meae Nairw*a&stwgi&ri
Journalists Repoaavd:Lie Maria raga Guianardes DRT/SE 668.
Designer Grifco: Marcel Gaspr.
IattuiaOa qu ap6iam o CDJBiC: BILANCE(Holanda OXFAM (Recifck CESE (Salvador)
SAAP/FASE (Rio de Janeiro).


p

















Natal Rio Grande do Norte, sexta-feira, 31 de outubro de 1997 1


CIDADANIA


Trabalhadoras rurais fazem

encontro no Centro Pastoral


"Nenhuma trabalha-
dora rural sem documen-
to" Este 6 o tema do d6ci-
mo quarto Encontro Esta-
dual de Mulheres Traba-
lhadoras Rurais, quc:ini-.
ciou ontem no Centro Pas.
toral do Parnamirim.
Muitas mulheres no
campo ainda nao 16cm
nem a certidio de nasci-
mento c isto i um grande
problcma, quando aconto-
cc qualquer acidente ou
quando chega a hora da
aponsentadoria, qyc difi-
culla muito a vida da tra-
balhadora rural, disse a so-
cretLria do Movimento3si
TraFall.adoras Rurais,
Lauridete Santana, 37
anos. qua mora em Riacho
do Sangue, no munic(pio
de Macalba.
A campanha visa ts-
clarecer da necessidade do
ti- irar os documenlos hisicos, como a cer-
tidlo do nascimento, carteira de iden-
lidade, Iftulo de elcitor, carteira de traba-
Iho e CPF, quc nos d5o o Iftulo do cidada-
nia e nos permit lular por nossos dirci-
Ins e terms respeitadas comn cidad5es.
disso Lauridetc.
0 movimento pretend fazer um tra-
balho de parceria corn os sindicatos ru-
rais, associaf~es, conselhos comunitiri-
os para ajudarcm na divulgaqio da cam-
panha. Como suponre idcnico exislc uma
cartilha ilustrativa, qua fala da importin-
cia do cada document, elaborado pela ar-
liculaqao national do movimento. 0 dni-
co problems do divulgaq;o das cartilhas
6 qua class sAi vcndidas a R$ 1,00 c o
movimento no tern dinheiro para
compri-las c distriuii-las junto as traba-
lhadoras rurais.
Esli se tentando convenccr os sindi-
catos da import ncia das cartilhas c da
campanha, para quc cies comprem o ma-
Icrial e fatam sua divulgaq5o.
'0 Movimento lamnbm esti procurqn-
do as prcfcituras do interior para financia-


rem a compra das cartilhas, ji quo os seto-
res pdblicos tamb6m slo afctados pela falla
de documentacio, ji quo at6 para se on-
tregar uma certidlo de 6bito 6 necess4rio
de documents e os stores ptiblicos pcr-
dcm muitn tempo fazendo isto, quando de-
veriam fazer uma campanha para evitar
csle problems, doclarou a secrcttiia. *
E bom so esclarccer quo o objetivo
nao 6 vender as canilhas e sim divulgar a
campanha, para nio pensarem que
estamos ganhando alguma cQis cornm isto,
disse Lauridetc.
0 Encontro Estadual contari corn
mais de 100 trabalhadoras rurais. oriun-
das dos 40 grupos de mulheres cxistentes
no Eslado, permanccendo aid o dia pri-
meiro do novembro, onde tambdm discu-
tirio a question da cidadania e da
descriminaglo da mulhcr no campo, quo
tem uma tripla.jornida do trabalho: Ira-
balha no campo, trabalha fora c traballia
cm casa. Muitas vezes 6 cda quem garance
o sustento da famflia, falo ocasionado.'
principalmenie quando a homcm vai icn-
tar a vida na cidadc, Icmbrou Lauridcte.















CIDADANIA Campanha regulariza profissio de trabalhadora rural em PE



Mulher garante 60% da


agriculture familiar


milhoes de mulheres tra-
balhando no campo, mas
apenas tries milhoes tmr
profissao reconhe-cdiapor docu-
mentos como carteira de trabalho.
Embora nao haja estaisticas para
Pernambuco, sabe-se que no Nor-
. deste sao elas que garantem 60%
da agriculture familiar. Os n6meros
sao da Articulaqau Nacional de
Mulheres Trabalhadoras Rurais
(ANMTR) que em parceria corn a
Federaq o dos Trabalhadures na
Agriculture de Pernambuco
(Fetape) liana amanhli a campa-
nha "Nenhuma trabalhadora rural
sem documents" corn apoio do
SOS Corpo e Casa da Mulher do
Nordeste. 0 encontro serai as 19h
no Centro de ConvenqOes e rei-
nirA cerca de 500 trabalhadoras
rurais. t
"Querenios mobilizar a socie-
dade e o poder p6blico em prol do
reconhecimento da profisso",
informa a trabalhadora rural Maria
Aparecida Souza, da coordenagao
regional da ANMTR. Ela alerta que
o preconceito e, sobretudo, o
machismo no meio rural sao obsti-
culos para que muitas trabalhado-
ras rurais assumam suas profissoes
na hora de adquirir documents
basicos como a certidao de casa-
mento.
"Ao se apresentarem simples-
mente como domdsticas perante
os 6rglos p6blicos, elas perdem
direitos previdenciarios e de
heranqa de terras", revela a coor-
ien-adaora-di-Co iissao Estadual de
Mulheres Trabalhadoras Rurais da
Fetape, Maria Jose Carvalho. Ape-
sar da ANMTR registrar que as
mulheres chefiam tres em cada dez
famflias no meio rural, a legislaVao


Garantem 60% da a rulu famiaeMo 1

ridf a. Urla 0 est6 em home do mulheres
80% das meninas a partir de 10 anon ajudam os adults na roga
.,,',.. -4 ., ,-.
a q ~j, :-ae:


privllegia o humem V
do campo, ao exigir K
que o repasse dos
titulos dos assenta-
mentos s6 seja feito
no nome do pal ou L
do filho mais velho.
Em Pernambuco, JI
segundo a Fetape,
existem sindicatos
rurals onde quase
70% dos associados
slo mulheres. "No
Piaui, 13 dos 88 sin-
dicatos tem uma
mulher na presiden-
cia", revela Apare- .
cida Souza, que tra- AGRICULTO
balha em roqas de AGRIULTOE
Piripiri, cidade do interior piaui-
ense. Langada nacionalmente em
agosto 6ltimo, a campanha vai
distribuir 80 mil cartazes aldm de
panfletos em sindicatos e organi-
zagbes de tnulheres do Estado ori-
entando sobre a aquisiqAo de


AS Direitos da mulher

documents como a idenfidide,
CPF, titulo de eleitor, carteira de
sindicato ou'associaio da classes.
"A meta 6 que no ano 2.000
nenhuma trabalhadora rural esleja
sem documents"
















,. .-- .- ---. . ,.


Mulheres trabalhadoras;.

reivindicam document a)
Uma campanha pela docu- que 2% doe produtos comerai.
mentacAo das mulheres traba. alizados sAo descontados coio
lhadoras sera lancada hoje, As contribuiCAoprevidenciAiUa, no
14h, na sede do Sindiqulmica, Ambito do estado. Tambl^eo
em Nazar6. 0 movimento terA, Ambito federal, no Docum'nto H
pela manhA, audibnoia corn o da Terra emitido pelo Inca, 6
governador Paulo Souto. mulher 6 ignorada ou apenap
Areivindicacaoprincipaldo citada como esposa. "
Movimento das Mulheres Tra- Um doe aliados do MMTR,
balhadoras Rurais 6 o bloco de o deputado federal Jaques
notas de mulher trabalhadoras, Wagner (PT.BA) tern buscado
poisoblocodoprodutorrural 6 soluqoes junto As autoric[ades
traz, atualmente, o nome do para a questao. 0 parlan)eb-
homem como chefe da familiar e tar acompanha a comissao'dps
dificulta a comprovacAo do tra- mulheres na audiencia corM o
balho realizado pelo sexo femi- governador Paulo Souto ae j6
nino. marcou encontro na pr6xirDa
7A documenta~Ao, para n6s, semana corn o president; do
6 um~ instrument de cidada. Incra, MiltonSelligman. do-
nia', assegura a coordenadora cumentagQo das mulherea,,no
national do movimento, Maria caso do Incra, pede uti; to
Madalena dos Santos. JA im. administrative para que'd-t'.
plementado em outros estados b6m seja incluido o nopm io
do Sul e Sudeste, o Bloco de Documento da Terra.. :: *
Notas da Mulher vem a ser o Segundo Wagner, esta.;
(nicocomprovante legal do tra. uma das mais importantek con
balhorealizadopelas mulheres quistas do MMTR, que oJ.tBrh
no campo. 13 anos de existencia. "Pars~xi4
Corn a funQio de registro da ta da dificuldade de compro.al4
comercializa go dos produtos CAo do trabalho rural, muites
gerados na agriculture famili- aposentadorias de mulheies
ar, o document sera avaliado estAohojeengavetadas", dea.'
pela Secretaria da Fazenda, jA ca o deputado. .
i,^ '






Promroiao
MMTR NE

Coordenaq2o
FETAPE *
SOS CORPO Gdnero e Cidadania
Casa da Mulher do Nordeste

Apoio lnsfitucional
FASE Nacional
Cais do Parto
Centro das Mulheres do Cabo


Garantir. a cidadania da mulher
trabalhadora rural 6 resgatar
sua identidade e a sociedade
reconhecer qual o significado
de 50/o% da populagAo passar
a ser agent e sujeito da historia


CAMPANIHA NATIONAL DE DOCUiMENTACAO
DA TRABALHADORA RURAL


C
0'


V


LANgAMENTO DA CAMPANHA PARA A
REGIAO NORDESTE
DATA: 20 de novembro de 1997
HORA: 19hs
LOCAL: Audit6rio Tabocas Centro de ConvenWes-PE
Movimento da Mulher Trabathadora Rural
do Nordeste MMTR/NE





























































Este relat6drio fol felto
Maria Auxlliadora Cabral Secretaria Executiva do MMTR-NE
e Vanete Almeida Assessom dp MMTlR-NE

Projeto Grafico Oficina de Iddias Serra Talhada PE