Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20095


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Full Text
mmmttamatummmmmmiaummmmm
AMO iJlXI
Qniata-feira de Setembro de 1995
|\UllERO ''O
1
PB6PSI1BASB BE M&R0IL Fie^ll&eik Bl F&B5A & FILEOS
REDACTORES AXTOXIO [WITRUVIO PEVTO BAXDEIRA1 E ACCIOU DE VASCOXCELEOS,; e MAIVOELJ.ARA
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLSIVOS^E PBLlGAgOES NA FRAN- PARA OS LUGARES ONDE^E PAGA PORTE
Por tres mezes achantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo dia -.
>
k.
85000
i5#000
30000
QA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batere
-j<
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .;
Por trimestre vencido.
Numero avulso de, das anteriores.
161500
33^000
9&000
1200
Telegramas
Rio de Janeiro, 85 de Setetibo,
as 5 horas c 35 minutos da tarde (recc-
bido na estacao s 8 horas e 13 minutos
da noite e entregue s 8 horas e 50 miriu-
tos).
Na Cmara, depois de orarcm o Sr.
Zaina contra e o Sr. Luiz Domiriguas a
favor, foi hoje regeitada a resolugao da
amnista geral vinda do Senado.
A votaeo pronunciou-se por ii-j ve-
tos contra 59 a favor.
Foi reconhecido tambm hoje depu-
tado pelo 4." districto eleitoral d'esse Es-
tado o Dr. Herculano Bandeira.
A taxa cambial (echou a 10 *|8.
Rio Foi regeitada a amnista por 16 votos.
Orou o Sr. Glice. o, e o Sr. Medeiros
e Albuquerque prolerio urna brilhante
oracao. sendo acclamado com palmas as
galeras e no recinto da Cmara.
Foi saudado pelo povo o Sr. Hercu-
lano Bandeira, reconhecido deputado
por 114 votos contra 20.
O Sr. Jos Marianno, humilhado por
votaco tao estrondosa, foi chamada
ordem.
Augmenij o desprestigio d'este chele.
Foi eleito o Dr. Cornelio da Fonse-
ca, presidente da commisso, incumbido
de rever a lei Torrcns.
INSTRUCCAO POPULAR
AS!aETDA SCIEHC.A
POR
Gastao Tissandier
CAPULLO IX
BARCOS A VAPOR ECAMIXHOS
DE FERRO
DINIZ PAPIXJOHN FITCH ROBERTO
FULTOX CHARLES DALLERY -FRE-
DBRICO SAUVAGE JOSEPH CDGNOT.
(Continuato)
Tendo recebido e>ta caria, Leibnitz empe-
nh-.u-?e Pin obier aqu-lla auiorisagio do eleitor
de llanover; mas, apezar da sua influencia,
Bada coosegaio.
Eolrelanio, fapin conlinuava as experiencia
do seu turco a vapor, com um resultado hdroi-
ravel : V for?n da corrente era lao insigniti-
cant; comparada cora a forg da minha macnina
escr-via elle n'uma segunda carta a Leibmiz,
que cosan cmtiecer fe o barco CMBiOhava
ruis 'lepressa subrado se descendo a corren e.
O inventor dispunlia-se a embarcar d'a'i a
poucu com sua fa tilia, quan lo souDe que o pre-
si lente do bailiado de Munden Ihe recusava
terminant m-nte a passigein Vejo- ue rm
gran lu riscos, diz l'apin, de ao cabo de tanto
traballio e despezas. qui me custou o meu barco,
ter de abandonar esta tentativa, privando assim
o publico das vantagens, que, com a ajuda de
Deus, lbe oo"ena proporcioar este meio de
navegacao. O que rae consola a idea de que
a culpa nao minha, pon que nun a me pas-iou
pela mente que um empreiiendimeolo d'cstes
puiesse malograr e por falla de urna licenga
Ao cabo de mais algu s das de diligencias
baldadas, Dlniz Papin, impaciente, resolveu
empree .d-r a viagem, apesar da fala da li-
cenga. A 21 iie Setembro de 1707, metteu:se
a bordo do seu barco a vapor, leva: do comsigo
a mulher e os nlhos o loda a sua modesta for-
tuna, que con'istia era al;uraa bagagem e al-
guns utensilios de casa. Papm e quem dirige
o barco. Larga da ra-irg m, e navega no no,
senhor das aguas e do vento. D'ab a pouco
Cbegava Loch, na confluencia do Wser.
Era ah que comegava a fa'al jurisdigo da
corporagao Foram inmediata 1 ente prevenir o
presidente do bailiado de Zeune, que acode a
.ida a presa, e excitado pela cunosidadP, vi-
iia u iiiicj de Dmix Hapm pedindo a este Ihe
explique quelle eilranho machlnismo por
meio Jo qual ae pode fazsr manobrar um barro
aera a astros era a velas ; mas c mo limido
e prudente que era, retira e d'ahi a pouco sem
se atrever a pr teger o inventor coutra ama
vontade e o furor dos barqueiros.
No da inmediatamente, Papin vio chegar
umagrarde quavtidade de barqueros que Ihe
declarara que a erabarcago d'elle tinha feito
aquella viagem sem para isso ter permissao, e
que por is o Ihes pertencia, em virtud- dos pri-
vilegios qu- tinhara, e que vao tiral a para ierra,
para ser arrea-atada em publico.
Contina).
horisontes vermelhos do sangue brasilero em
profuo derrama lo, anda tentara eslender o
pu mani impenelrav 1 e deler a marcha iro.
pavida da reconslrucgao nacional, sob as bises
da piz, e dr ccnciliaguo da familia brasileira,
implantando os marees que devam formaros
limites necessarios irrupgo da anar.la e
.:o ant-igonismo fraticido.
E- sob a irnpressao destas trslezas, que df-
vem abater o anima de todos, que \6m na con-
solidagao da paz o meio nico da soluco deste
grande problema da organisagao do paz por
lodos os elemenlos indisp nsaveis manuien-
go da crdem, e ao esiabfleciinenlo de urna
harmona universal, da qual possa resultar a
firmeza da ordem jurdica e o imperio da cons-
ti'uiao e da3 leis ; que escreveraos estas linhas,
em lace da altilud-i tomada pela Camar? dos
Diputados, em relacao quetao verten'
O projecto approvido pelo Senado esiab-le-
cenlJ a amnista plena era favor dos revolto-
sos que depoerara as armas e procurara no lar
do povj brazileiro goiar da pleniude dos seus
direitos era relacao aos i teresses da coramu-
nlio nacional, nao emontrou appoio na roiioriu
da commisso da cmara dos deputado.', o-
ra? la para esludal o, cora esia o publico in
formado pelos ltimos telegramma3. D'ahi rj
sulti, que ni seio daquella casa do parlamento
brazileiro, os adversarios da paz r o-grandeose
arregimentara-se e procuram crear ao gover-
no todos os etnharacos que possara sustar-lhe
a marcha e neutralisar, os ntuit>s patriticos
que t:ra era vista, e cuja realisagao forraam o
seu inaior empenho.
E-sabido, que o preclaro cidada) que dirige
os -iestinos da repblica cora a grave sereni-
dade de priraeiro magistrado da nacao, quer
Collocar-3e na altura de sua elevada roissao,
procurando cora calma e pru loncia atfj-lar as
grandes itiiculda les que tem encontrado para
a soluco de problemas da maior importancia,
e ligados com o real funecionameoto das insti-
luiges nacin es. Eotretaoio, as sugge3tes
d'um partiiiarismo exaltado que siiia as aitu-
| ras do poder, e pretende conqustalo para rea-
lisar a Hysthematisaco dos seus profundos e
enraizados vicio3, e objectival os na nossa vi-
da poltica, amparando o exclusivismo, o secta-
rismo intransigente, em norae d'um patriotismo
e d'uma amencia mal comprehendidos, arrigi-
menta-se, e faz o seu echo no Parlamento N-
conai, n'um grande orgao da imprensa do su',
que d umi orienlag5o tao Um u'.avel aos que
se atiliam ssuas doctrina1, e ouvem o seu bra-
do de descon entaraento explorando to los os
elemento1 que foram dominados, pelas circum-
stan las, de odios contra os revoltosos, que tro-
blico devera ser radicaos e to extensas quanto
a consarvacao da ordem pola permitiir.
Para que alT.istar da communhao bra/.ileiro,
privar de direitos polticos, a ura grande nume
ro de brazileiro?, que n'um momento de exci-
tagao poltica, determinada por circum tanciai
especiae', atirarara-s-i voragera sinis'ra da re-
volla que incendiou tolo o paiz e percorreu
pliase- lo delorosas?
Para que conservar elpmentoj descont nte,
principalmente ligados s classes arma tas, ao
exercito e marinha, que se degladiaram em
era urna lucia lao t-rrvel ?
Para que reduzir-se o paiz aun conflicto in-
soUYel enlre duas lendencias que se comba'ern
e e fxcluer, dominadas por um odio interrai-
navel.quc impede o restabeleciTiento da ordem
legal, aexecugao das leis em geral, e o funecio-
aara nlo perfeito e livre de perturbarles, do
organismo poltico ?
Se licarem firmadas incompatibilidades abso-
lutas, se a errnca gerar-se de qu a regularida-
de jacais voliar aos fados da nossa vida po-
ltica, tereraos de licarreduzios ao ?batimenlo,
dominados pela per.-pecliva afilictiva de lucias
mee sanies, vendo para ferapre desapparecido
o r gimen da lei e a,ordem jurdica 1 upplan'ada
por urna vez n'um chios, d'o;de nao pode mais
descorti'ar se o floresciraenti do paiz asphy
xiado, no atrophiamento total das suas institu
coa .
Serio e bem serio o problema cuja solucao
agora aventada, muito elle implica com es
destinos grandiosos da patria brazileira.
Nao rrpirta a queda da monarchia a iapos-
sihilidade do resiubilecimento do urna ordem
regular de cousas.
Decahi 'as as insliluisOes anteriores para se-
ren substituidas pela Repblica, saja esta urna
realidade, banindo lodos os fados contrarios
sua indo'p, e sua razio de existir.
Um estilo revolucionario permanei.ti 6 o
que convern desapparecer.
as ludas ntesiioa", as guerras civis pro
longadis ludo lica suppnmido, a lei e o direi
to, a probidade e ajunca suecumbem ao im-
perio das circunstancias, todas as violacOes dos
principios os mais elevados sa> comraetiidas,
1) los os horrores e iniquidades manchara os
governos que procuram coupnmil as em nome
da s Ivacao publica. E' mposvel evitar os
excessos no desencaieamento das paix6s dos
contendores exaltados pela colera, no deEi'jo
de produzirera mutuo anniquilamento.
A guerra civil terminou com a derrota da
esquadra revoltada 6 de Setembro de 1&>3.
e o enfraquecimento das forcas revoluciona-
rias do K10 Grande do Sul, que anda ag ra,
entregues ao desespero, esperando apenas que
Stlve-t e Pereira da Silveira Guima-
rea, apres--ntaudo certid&o do protesto
feito contra a demarcaco, que fez o co-
ronel Salviauo Moreira Cavalcante, no
enganho Pao Sangue dj| municipio de
Gameeira.Junte-se ao r^querimeuto
de Moreira &. Rng 1 informe a Secreo
Uria.
Entalia Ismenia de Mattos Lima pro-
prietaria dos engenhos Droma ario e
Jerusalam do municipio da aseada re-
querido os auxilios de que t atam os de-
c etogjde 15 de Outubro de 1890 a 31 de
JaaeBbde 1891 e Lei d. 25 de 9 de
Dezembro deste ultimo 8Dno. Indefe-
rido.
Dia 24
Dr. Joaquim Jos Coimbra, pioprietario
das usinssCatando a Pirangryas^ si-
tuado no municipio de Palmares reque-
rendo o auxilio de que trata a lei n. 113,
de 25 de Junho ultimo, para dsenvol-
vimen o das mesmas usinas.Defer do,
nos termos do decreto de hoje, a vista
das informacis prestad-s por esa Se-
cretan e p la da Fnz;nda, e do parecer
ministrado pelo Dr. engenheiro fiscal-
Silva Borges & C.1 concessionario da
Usina Cachoeira Lisa, situada no mu-
nicipio de Gamelleira, requerendo o
augmento da auxilio de que trata a
lei n. 113, de 25 de Junho ulti lo, para
desenvolvimiento da mesma usina.Da-
ferido, nos termos do Dec eto de hoje a
vUta aa informacjs prestadas por esta
Secretaria, e pela "da Fazenda e do pare-
cer ministrad pelo Dr. engenheiro fiscal.
Dr. Joo Zeferioo Pires de Lyra pro-
prieUri> do engenho Central 13 de Maio,
situido no municipio de Palmares reque-
rendo o auxilio de que trata a Lei n.
113 de 25 de Junho ultimo para desen-
volvimento do mesmo. Como requer,
nos termos do Decreto desta data, a visu
das infurmaeoes prestadas pelas Secre
tanas do Negocio da Fazenda e da Indus-
tria e do pare er ministrado pelo Dr. en-
genhei o fiscal.
Companhia Progresso Colonial, pro-
pr-etaria da Uzina de igual nome, situa-
do na Colonia SuHssuna, do municipio
de Jaboatao reverendo o auxdio de que
trata a lei n. 113 de 25 de Junho ul-
timo Como requer nos termos do De-
creto d> h je, A vista das informacOes
pr.^tadaa e do parecer ministrado pelo
Dr. engenheiro fiscal.
O porteiro,
Arduas Maira.
manda' examinar o 1. andar do predio
n. 9 do pateo de S. Pedro.Ao Dr.
Commissario de 1. districto para exa-
minar.
O mesmo pedindo para mandar e:cami-
uar o pradio n. 3! da ra do Visuonde
dedyanna.Ao D cmnissario do 3'
districto para examinar.
Jos dos Santos Oliveira, ped ndo par*
ser augmentado por mais um iez o
praso m rcado pelo Dr. Commissar.o do
3 districto, para collocar um apparelho
as casinhas n 17 da ra Sete c\e Se?
tembro. Informe o mesmo Dr. Commis-
sario.
Foram considerads em cendicde* hy-
gie:.icas para ser m habitados :
Pelo Dr. Cjmmissario do 4.' districto,
o predio n. 1 do pateo de S. Pedro.
Pelo D.\ Commissario do 1." districto,
os predi s ns. 2S da ra da Praia ; ,'!2 da
ra da Restauracao e 25 da ra de 1 tapa-
nca.
Pelo De Commissario do 3' districto,
os predios ns. 49 da ra da Impe'atriz
(loja) ; 32 da ra do Visconde de Goyan-
ua e 27 da ra de Pay^aad.
D.a 25
Foram considerados em condicoes hy-
gienicaa para serem habitados :
Pelo Dr. Commissario do 4* districto,
o predio n. 292 da raa Imperial.
Palo Dr. Commissario do 2- dislricto.
os predios ns. 122 da ra da Concordia ;
21 da ra de Antonio Henriques ; 25 e
34 da ra do Padre Nobrega.
Pelo Dr. Gommissario do 1 dist'icto,
os predios ns. 9 do Pateo de S. Pedro e
68 da ra di Palma; e o 2* andar do
predio n. 20 da Travesea do Livramento.
Jos Cordeiro.
Secretanj interino.
caram hoje a bandeira verraelha da guerra pelo a eqU|da(i9 <)0 governo da nacao ioterviesse
symbolo siogello da paz. '.dominando os odios locaes. offerecendo Ihes as
A necessidade da cr^ar uraa nova situigao bases da pacificagao ; a consolidajao desta s
DIARIO DE PERHAIBUCO
RECIFE, 26 DE SETEMBRO DE 1895
X. Cmara do* Depatad seo pro-
jecto de amnista
As consderacOes leitas em n?sso anterior
artigo referente esteassumpto de tanta magni.
lude e que envolve os oleresses os mais fon*
dameniaes do par, forara determinadas pelos
sentitnenlos generosos e humanitarios que do-
minara em geral o coraco dos brasileirc?, por
este santo clamor da patria que se esforca para
arrancar o luctuoso veo que Ihe cobre a face nos
transes da agona prolongada, e dos lerrives
8ofTrmentos que tcm-na abatida por um modo
doloroso.
K quaado.esperancosos batamos palmas aos
actos do magnnimo Presidente da Repblica,
que prosegua a estrada franca das aspiragOes
patriticas e dos reclamos da humanidad?, vemos
que ttricas sombras, j espaocadas pela luz
radiante de orna aurora que levantava-se dos
poltica, caracersada por semelhante physio-
ooraia, d lugar as investidas distantes destes,
que zeram da elirainaco absoluta da harmona
e das garantas poli! cas dos brazileiros em ge-
ral, o seu grandioso programmn, desprendilo
das suas tubas de guerra estridulos e rouque-
nhos clangjres, que fazem estremecer a psz
nacional.
Este grupo que assira opina, e que vibra
desde muito os seus golpes no actual Presiden-
te la Repblica, fe da paz rio-grandense a
magna e transcendente questao, subordinan-
do a urna deshumana e antipatr >lica expo
rag&o, alim de aventar crises polticas tenebro
ss, conh til pelo o oo-ce de partido jaco-
bino.
Nao sabemos como nos oliiraos annos do
grande seculo XIX, que vae passando para o
immen?o dominio da historia, possa-se levau-
tar a paluda e sinistr figura d'um Robespier-
rc, impassive, como a indififerenQa do incons-
ciente, lerrivel, como a fria pona do punhal
que assassna.
Parece incrivel, que ura tal systraa possa
ser exhumado das lousas seculares em que
era darm do, para acordar sob a luz do bello
sol americano, e em trra brazileira, serapre
banbada pelas auras da liberdade, esleoder o
seu lgubre dominio.
Nao eremos que tao exotci planta possa
encontrar, no meio em que querem fecun-
dal-?, favoravel reaccio para o seu desenvolvi-
ment e a producc&o dos seus amargosos truc
tos. Creraos que ha de esterilsar-se sobre as
expaosOes grandiosas do sentiraento nacional,
que tend eliminar todas as excrescencias
iouteis e perigosas ao organismo poltico e ao
desenvolvimento cultural da sociedade brazi-
leira.
O sangu<*, o fumo negro dos combate1, das
guerras civis pro'uzidas por causas arbitrarias
e desvairaraentos polticos, com todos os seus
cortejos de horrores, 6 um espelaculo que j no-
entristecen muito, e m rece a geral repul-So,
encontrando apena3 apoio no Jacobinismo que
Yive dss chammaB fnebres d'esta cruenta e ter-
rivel d solacio.
E' preciso a paz, e o seu corollario irxmediato
e que se impa a amnista pleoa, sem a qual
fica aberra um inmenso terreno para o desen-
cadeamento de futuras e tremendas calastrophes
Veio a paz, raister que ella seja duradoura,
ioquebrantavel, seja um eterno esquecimento
do passado, urna columna de luz rompen lo ai
Irevas pesadas do firman ento nacional ; e nlo
una rpido clarSo, um passageiro relmpago
peder lirmar-se pela amnista geral, gara li-
mites e restriegues.
O corabat-, que se est ferindo no Parlamen-
to Nacional sobre a solugao deste assumpto de
tinta raagnitude.demoas ra que a causa do bem
publico, a causa da regenerarlo nacional anda
nao est to alente tiiuip.pb.inte. Oxal que
nao veuha semelhante quesio desenrolar uraa
grande catastrophe, quando apenas comegava-
raos o repouso das nossas angust-as. A explo-
rago partidaria desenvolve tolas as suas
forgas, e a patria brazileira lem neste momento
o penetrante punhal do anarchismo sangrento
apontado para o seu heroico corago, que pulsa
sob a impuUo da esperanga da sua salvago,
ou do temor do desastre.
Confiamos em que a causa do bem publico
ser completamente triurnpliante.
PARTE OFFICIAL
Goverao do Estado de Per-
nanibuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTKJA,
NtGOCIOS INTERIORES E INSTRUCgO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBU-
CO, DO DIA 24 DE SETEMBRO DE 1895
V. P. Boulitreau, pedindo pagamento
de objectoa fornacidos p ra o expedien e
da Casa de De.eDQao.Deferido, nos ter-
mos do officio ao Dr. Secretario da Fa-
zenda.
Honorio Eleodoro de Sant'Anua, sen.
tenciado, pedindo certid&o. Ao Sr. Dr-
Juiz de direito do municipio de Jaboatao
para attender.
Pedro Jos dos Santos: sentenciado,
pedindo certidao. Ao T)r. Questor Poli-
cial interino para manda entregar ao pe-
ticionario a certidao junta
EM ADDITAMENTO DOS DESPACHOS aO
DIA 20
Martinho Jos de Jess, profe.-sor ju
hilado, pedindo gratificasao de bons ser-
vicos. Nlo tem lug-r oque requer o
suopUcante.
O porteiro iot rino,^
Hermenegildo deS\ueira.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despacho do dia 25 de Setembro de l8g$
Izab=l Mara do* Prazeres.Deferido
sfim de ser considerada isempta de de-
cimas a sua casa n. 120 Estrada do
Gequi a Jaboaiao, freguezia de Afoga-
dos, com re gao aos exercicios de 1891
1 ftQO
Fr. Jo.- de Santa Julia Botelho.-De-
ferido, afim de ser considerad > irrespoa-
aavel, pelos dbitos dos anterior s inqui-
linoe ao predio n. 4 pertencente ao Mos-
te'ro de S. Bento e sito a ra de Thom
de Souza, freguezia de S Fre Pedro
G-ongalves do Recife, aquella que no
maamo predio vier a estabelecer-se.menos
porm com relagao aos impostos de bom-
ber0>- r 1
Maria do Carmo Pereira de Macedo.
Deferilo, ahrn de ser dada baixa de todos
os impostos, custas e multas at o pri-
meiro semestre do exercicio co rente, re-
lativos ao seu estabalecimento de vender
cera a ra do Livramento n. 36, deven-
do cssar qualquer cobranca que porven
tura se promova contra o peticionario de
conformidade com a lei n. 146 de 12 de
Julha ultimo.
Juliao Nogueira de Carvalho.Defe 1-
do afioa de ser tomada por termo a
fianc*
Ildefonso Franciso Gomes. Besti-
iua-se.
O protocolista,
Francisco Militino Ferreir.
SECRETARIA DA INDUSTRIA 2a. DI-
RECTORA
Inspectora Ceral de Hygiene
Expediente do dia 23 de Setembro de
v 1895
Anacleto Alvos da Silva, pedindo para
ser examinado afim de obter'autoiisaco
para abrir phftrmtfcia no interior.Sim,
ficando marcado o dia 27 do corrente s
10 horas da manha para que o peticiona-
rio b-ja subnaetlido a exame.
Alfredo de Olivara Basto, pedindo
n> a mandar examinar o predio n. 82 da
ra do Ce ,de da Boa-Vista. Ao Dr.
Commissario do 3.- districto para exa-
minar.
Fernando de Siqueira Cavalcanti, pe-
dindo para registrar a formula do prepa-
rado tRegulador da Meostruacao.Re-
giit e-so lpoia de satisfaz r as exigen-
cias do regulamento vigente.
Foram considerados em condigoas hy-
gienicas para serem habitado :
Pelo Dr. Commissario de 2.- distri-
cto, o p-edio n. 157 da ra de S. Jo&o.
P!o Ur. Commissario do 3." district
os predios ne. I H da ra das Nymphas;
11 da ra da Princeza Ieabel; 82 da ra
do Conde da Boa-Vista.
Peo Dr. Commissario do 1.' districto,
Usina que aquella pretende fundar.
Junte-se ao requerimento de Sou:
n Leao Irmios e informe a Secretaria
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 23 de Setembro de
1895
Ant ni o de Souzi Leao replicando da
pe ti gao de Ramos & Geppert, em que
estes declaram-lhe estarem peuhorados
as safr-a do engenho Bom Dia contrata- O L* andar do predio n. 1 do pateo -
do para o forneoimento de esnnas S. Pedro: eos predios ns. 15 do pateo
de S. Pedro e 29 da ra Direita.
Dia 24
BECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despaclws do dia 25 de Setembro de 189$
Josepha Maria de Oliveira, Thomaz
Bezerra C.valcante, Barros & Schuler,
Jos de Maccio, Manoel dos Santos
Araujo, Clara Mar.'a da Silva, Miguel
Antonio de Figueired>, Oiympia da Fon-
seca Gomes, Jos Cursino de Paula Fer-
reir, Maria Jos da Annuncao, Joao
Rufin> Pessoa de Mello, Francisco do
Reg Bapt sta, Am rico Martins Ma-
cedo.Informe a l.*S:c$a>.
Joao B iptista Pinheiro & C.Nao tem
lugar o quer requer.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
Questura Policial
SecgSo 2.' N. 212 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 23 de Setem-
bro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, di-
gno Sicretano da Justig e N-gocios Interio-
res.
Parlicipa-vosque foi hontera apenas recomido
Casa de DelengSo, ordem do rubdelegado da
freguevii de Santo Antonio, Antonio Jos Rodri-
gues, por offensas a moral publica e uso de ar-
mas protiit i las.
O delegado de polica do municipio do
Brejo, conirauicoume por officio de 20 do cor-
rente, que. acompaohado do Dr. promotor pu-
blico respectivo, visilou a cadea d'aquelle mu-
nicipio, encostrando n'ella 2 presos sentencia-
dos 1 appellado, 3 pronunciados, 2 denunciados
e 1 para correcg&o, sendo que n3o houve recia-
inacSo alguraa por parte dos ditos presos.
Nesla data reraetto ao Or. 1. promotor pu-
b ico da capitil, as oiligenriis proced las con-
tra Manoel'de til, autor dos ferimer.tjs feitos
em Ulysfes Mariel de Olivrira e Demetrio An-
toi i) Kynt'tis, era a madrugada de 13 do cor-
re' le.
O cidadao Hermiah Egydi) de Figueiredo,
assmmio hontem o exenicio do carg de sub-
delegado do 1 di-tricto da freguezt da Boa-
Vina.
Sade e fraternidade.
O Qoegtor,
Jos Felippe Nery da Silva F1/10.
nuTe-o daquelles. que nao crean no dogma da
Trindade cresee sempre (6) II...
Duei-me ama, honrado Ministro, nao poden*
lo ';h-l8to estar dividido, a qaem devo crer?
Nlo qoereria de modo algum abosar da vossa
cenevolencl, j por demais condescendeol
commigo : lodavia, arai-io Pastor, vos pego anda
mais um pouco de paciencia em me oavir, por-
que me restam aloda coasas para dizer, que, se
tivesse de lica- sem ama vossa resposta, nao me
seria possivel socegar o meo espirito.
O nobre e piedoso Melaoctoo em ra TGeolo-
Kia, qoe o no?so Sanio Patriarcba Lotbero exalta
com icda razio sob e os mesaos Doutores dos
primeiros seculo, nos deixon es'ripta esta prs-
closa ser tenga como regra de fe :
A rlara donirina da Sagrada Escriptora, que
despe a aossa vontade de foda a liberdade, nao
pdi nem deve ser desfigurada (7); e o Con*
se neiro Consistorial Dr. Scnolz escreve tetl-
meme todo o contra io dixendo: quem du nao
ter re:ebide de Dea3 aquello precioso dom que
o livre arbitrio, acuelle servo malvado e
Indoleaie que enterra o talento recebido (8)
Hcn'ado Minirtro, lecho o mximo teresae
em saoer com toda a certeza se a miona vonti*
de ou oSo livre ; porque se realmente nao te-
ano liberdade, como ensioa Melaoeion, nao ha
crime, cuja cu pa ou malicia se me pos-a impu-
tar; nSo posso por conegointe ser condemoado
por om Deas lao justo como o oosso.
Coodemria-8e por ventura urna cadeHa, que nc
me.o da roa satisfaz os seas luetrados?
NSo; pela nica razo de nSo ter liberdade.
Ditei -me pois, a quem nevo crer .'
O sabio Prsador Dr. C. E. Anomoo, recopi-
lando em poocas palavras a crenga dos nossos
Santos Fundadores com relagSo ao oosso Divino
Redempt;r Jesns Chrislo, formula a aegniote
seolenga :
Se r.aristo pela sua intima una i cim o Pai
e comnosco, o nico e ezcelleote Medianeiro
do novo pacto, a douinoa da sua pessoa p-rtence
esseocialmeota verdade do Cbnatianismo ;9).
Porm od peosa deste modo o Soperiotea-
dente G H. Claudios, o qual escreve afouta-
mente:
Qub a aeligISo de Jesca Crlito nao ten
que ver conza algami com a soa Pessoa e coro
a soa historia; e que Jes^s Christo oanca se
rieclaroo mais do que um simples Etriado
D'oa (10).
Prof-ss. ra outrcsim a mesma doutrloa a*r
Egrejas protesUnt saos Anabaptistas edos Car
tarios, e muios meaibros tlloatrea das ou.ras
conQssOes, asseverando-oos o Jo-nal Scienti-
flco de Basilt quetodas as paseaeeos do
Novo Testamento, que designara Cbristo como
ueus, esiSo sendo conte.-tada ou pelo lado cri-
tico, ou pelo lado exa -etico ((I).
"'.No meu raco entender, me parece que a di-
viadade de Jess Cbrista, pelo menos, deveria
er da mxima importancia, e at o (andamento
D'incipal do CbrlstlanWmo ; porqoe ae JeBua
Chrt-to nosso Bedemptor, nao fosse Deus, nao
seria Divina a soa Rellgio.
Isto o Cinstiaoismo, o qnal por isso mesmo,
tena um valor igoal s oatras rellgiOes, qne os
nomens nventa-am ; por consegointe a vossa
mesma mssao, lo santa e t? sublime, nao
pasear.a de om embose e de urna ve-goobosa
impostora.
Dlzei-me por?, nao estando Christo dividido a
qaem devo crer ?
Honrado Ministro I
Campre-vos responder leal, franca e cathego*
ricameote.
A vossa honrade-z. o vosso carcter, a vossa
posigo, e foorenda a vos>a conscieneja vo
obrigam a dar urna resposia 1*1, qoe moEtre com
toda a evidenca baver realmente onao no meio
da diviso deforme de creogas e opioiOes sobre
pontos da mais alta importancia religiosa, qne
se desenvolve espantosamente no seio d--s Egre-
jas p-c le#t intes ; a ponto de dos fazer crer. qne
j esto verificadas as palavras do SaperiDten.
d-nte Martens, que cima clUl, e que nos dizem
pode'em-se escrever sobre a onha de um dedo
as doit'inao, que os protestantes geralmente
profes.-am.
BELIGIIO
Per^untas respeitosas a um
ministro da Enreja Evang-
lica por 11111 neophito da mes-
ma Enreja.
(Coniinotgao)
PKRGUNTA TERCEIRA
Existindo umitas religues protestan-
tes, sao todas ellas igualmente
boas, verdadeiras e divinas ? _^_
Jesns Christo nos diz em S. Matheos Carj
XXV que:os reprobos irao pua as penas
eterna; -e desta e outras 1 assageos idnticas
os nossos Foadadores dedaziram > existeocia
real da penas eternas com tanta certeza, qoe o
professor G. G Walch formoloo esta aenteng.
A eteroidade das penas fundada na Sa-
gradas B8criptarB3, oaa qoaes se encootram
passagecs. qoe Uto provam com evidencia ().
Nao obstante todo isto, moitoe m>mb'oa coos-
Di' nos do corpo docente da nossa Reforma, como
1 jara Moro, Storr, Keinbard e ootros qaerem
ama ttarotdade bypothetlca, diz o profrssor
guenschallt (*) .-_.
Ootros n, cumo o prgalor Hasenlump, qoe
negara re ion lmeme a existencia destas pe-
nas (3) ; e est dontioa professada poblica-
menie pela3 doas Egrejas protsstautes dos Ao-.-
napiitt.s e doj SbaKers 1
Mo estando Chrislo dividido, a quem devo
O dogma da Tnodade dniot foi ccello sem
cootestaco pelosoos is Fundadores roe achar
expte^Smente ensinado as Sagradas Ecriptu-
ras, de manelra qae o cltido professor w.lcu
ui trepidoo em fo-mular a seguate regr:
N6s consideramos o dogma la Trradace
irtlgo fondamenll da f que todos deven
crer, qoerendo se salva' (V)
Entretanto o Superintendente Canoabich es-
creve com afootea oo :-se pode regerar o
dogai da Trtniade como novo, sem fondamento
e coalrsno I rizao .5): segurado aislo a don-
trio da Egreja protestante dos ll ro.
(i) Int'oducgi Taeologia Polmica do
Prolessor G. G. Walch, edi. de 1754, pag. 4S8.
(t) Di differenga entre a E-eja Cathohca
Romana, e a Egreja Eangelica Protstame, pele
Profesor L. M. Eisen?< hmidt. edl. de 1828.
(3) Vid.A verdadeira Piedadp, pelo Prega-
do Hasenkamp.
,4) Walcb. 1. cit. pag. 350.
(5) Vid,Critica dos Aotigos e Novo Mes*
tres da Doutrioa Chrls, edi. de 1799.
(6) Vid. os erros da Tueologia Protestant,
pelo Professor Dr. K. de Langsdorf edi. de 1830.
p g. 438 e o Professor G. K. A. Pedente, Auxi-
lio Defezi dos Caooones da S. Escriptara, etc.
ed*. 1775, pag. 83.
(7) MelanctonL'ig. Tneol., edi. de 1511.
(8) D-. Schulz,Qoe quer dizer cer T edi. de
1830. pag. 147.
(9) A Immutavel unidade. pelo Prgador D**
C. F. Ammon, edi. de 1827, T. III. pag. 31.
(40) Vid. as Ideas primitivas do cristianis-
mo, dp!o Superintendente G II Claudia?, edi.
de 1808.
(II) Jornal Scien'.ico de Basila, 1825.
A proposito de critica e exegose, sagradas,
na logia trra e ucs Estados Uaidos ci reala
actualmente um pampbleto intitulado :a critica
Sagrada. Este pampbleto tem fet) grande Di-
miti por entre os prestantes.
E' urna vehemente pbijipplca contra os ese*
getas; pbillopica que nSo deixa de atacar e fe-
rir de mors toda a Biblia do velba e novo Tes*
timento.
O Sor. B. L. Hiitiog?, protestante e autor da
Critica S igra Ja, peosa qoe a exegese de to-
das as ciencias, a mala mce-ta, osis incohe-
rente e mais contradictorias; e para demon-
stra!-o aprsenla aos eeos adversarlos omaei*
talistica verdadeirameote formldav I.
(Cootinoa).
HEVISTA DIARIA
Autoridades polleiaes-0 Sr. Dr. Se-
cretario da Justiga, por acto de i4 do correte e
de acco-do com a propoita do D Quesio- Poli-
cial ioteioo, oomeoa para o lugar da < sop-
pente do soodelegado do districto de Mayaral.
do Municipio de Palmares, o cidadio Jjo Jos
Pereira, sendo exonerado o actual.
Por acto de 30 do mes Bndo, foi exonerado
do cargo de Dele;a *o do Municipio da Pedn, o
ci'iano Jas Dioiz de Almeida.
Tribunal do Jury Fuacrijnoo boolenr
este T-ioooai, soo a presidencia do Dr. Jlo
J laqnim de Freitas Henriques, juz de direlto de
4 districto crlminel, occopando a Ir baa da
aci un gao o Dr. Manoel Nones Corris, 1* pro.
motor publico.
Comparecern) 27 jurados.
Foi sobmettido a jnlgamento o >o J0S0
Alexandrino dos Santos, pronunciado como ia.
corso naa penas do ar'. 304 nico do Cdigo
Penal e autor dos fe-lmen os de na 11 eza g-ave
qoe. a 2) de Jaoelro do corrente aouo, 00 Urge-
do Me u do de 3. Jjr-, soffreu Eoieblo Manoel
d'A sumpglo.
O jurv de seolenga compot-se dos jurados
Maooel Cavalcante de Mello Filho, Alfredo da
Costa Cu vlho, Jorge da Paz Te xeira I/m, D-
"^^y "** ^m^WSSL ^.TJ^nfc fu* "I Jos Rodrigue?^., priado para ?^^
MUIUAOO 1





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%
Diario de Peinambuco Quiita-feira 26 de Setembro de 1895
d Mallos Partir, Ludgero Rodrigues Nogaeira
Lima, Francisco Amancio da Silva, Tnomax de
Aquioo MeieiroB e Antsio Telles de Souxi.
Fex a defea o Dr. Laz Buyglio Rodrigues
Viaona, advogalo aoi oreaos poDres.
Em face da deciso do consalbo de sentenci.
Dr. juii de diretto coolemaou o reo a peaa de
tres mexes e quiote das de p iso simples,
grao miaimo do art. 303 do Coligo Panal, e
-iscdou expedir alvara atim de ser posto em li.
berde, visio ter cump-ido a peoa de coofor-
midade Coa o dispo-do no ari. 60 do dito C-
digo.
Termiaoo o julgamento s 2 e meia horas da
Urde. .
Hoja serlo jolgado3 os rjs Bellarmino Henrl.
que aa Silva e Severioo Nery da Silva.
BoletimMensa de Estatstlca Mu
Blctpal Receoemos o o. 1 no auno Io deste
Boleara que orgaoisado pela pre'e;t*ra muni-
cipal desia cidade.
Acharaos um bom e ulil trabalho.
OorgadoB.
Curlosldade O camello o animal que
lem a nonra de ser citado o mais das vezea como
exemplo de polar soppoflar a sede por mais
tempo ,
M. Gasman, de Cimaragibe, escreve ao Jornal
Nalure que -e encontrara casos mais notaveis
teste mesmo seotido entre gran le nume-o de
pequeos roedores que babitam aa planicies qu*
avisinbam as montunas Rochoea?.
Estes animaes vivem semanas e mexes sera
eDCooirar urna e golta d'aeoa ; as areus sao
trridas, toda a vegetago esta queimada e eo.
etarito elle* reaistem.
lito nio smenle resltalo da observagao :
a experiencia directa veio igualmente compro-
var bsle lacio.
Ralinbos commons forano poaios de lado, no
dia 1 de utobro do anoo passado, em gaio'as
ande e6 recebiam alimentos perfeiamente sec.
eos como tnilbo e graos de gramneas; no da
17 de Janeiro deste aano, passavam admtravel.
mente bem e promeitiam poder coitinuar aasim
por moito lempo, sem baverem receido urna e
zotta n'-cua oo de qoal ouiro liquido.
l/uio Typoraphica A presidencia
essa sociedade acaoa de cassar differeotes pro-
posias apreseatadas, indicando para inciuso no
ooadro de eocics fVctivos a 3S teohorea.
Eese acio da presidencia da refer a sociedade
toi determinado e praticado de accordo com o
esolvido na oltiroa sesfo da mesma sociedade.
Aova descoberta O Pau noticia o
segrale : ,
Faxem se actual nene na eslagao de de'eza
5xa de B-amsaa?, por ordam do ministro da ma.
.inba dinamarqut, experiencias com um novo
pparelho destinado a cortar as teles para tor.
pedos. ,
As thesou-as de torpedo, como se denomina
este aaparelbo, sao ioveogo de um official da
aarinha dinamarqu^za.
Eslao fixadas na parte anterior do torpedo e
?ua accao depende de sua velocidade. Dipois
Je baver feio brecha na iie, as thesouras
taem e permitiera ao torpedo de cbegar at o
savia.
0 Times dix que a' agora as experiencias
*eem provado bem e qaa esta invtngao cons;.
derada como muilo fnlu'osa.
Monte Pi loiu Successo-No da i3
de uiuoro prximo, essa digna sociedade s: -
eanoisa o 18* anniversario de sua fundsgao, para
o que realiear orna se?eao magna que 'e-a logar
a 11 boras do dia, tu sua respectiva fie.
Somos moito gratos pelo delicado convite que
dos foi eoderegado para assistir a mesma festa.
Festlvidade religiosa -Da c dade do
Zibo nos communicam que as novenas qoe alli
se bao realisado em louvor a N. S. doLivramen
lo, lem tido muta concurrencia, sen o a orcbes-
j regida pelo profestor Americo e os verses
cantados pelo professor Bruto.
No dia da festa tocar alli a banda do Clcb
Sabias L'.ma.
Haver um trem especial que partir d esta
aade 10 boras da m.-nna e regresear s 10
di noute-
Jurisprudencia-Temos sobre a mesa o
3. i4, auno II, d'etaa revisia que se publica em
Macei, sob a direccio do Dr. Miguel Weeces
o de Omena
Aeradecidos.
Centro Litterarlo e Becreativo
nazareno A at-ectoria d'essa soiiedadH
commemora no da 88 do correte, o 13" aooi-
?ersario da fundacao da sua Biblioiheca.
Para 8 referido acio, a mesma directora nos
envin delicado convite qoe penborados agrade-
:emos.
tremi Tobias BarrettoFnnccionoo
arle noutem em seasao rdioana, esse gremi-
.iUerario.
A sessao fai aberta porIManoel Arao, aecre-
ariado pelos Srs. Artbu' Babia e Eduardo de
Albuqoerque.
No exponente foi proposto e acceito socio o
3r.*Joe. Pinio Mendes.
Esgotado o expediente, o Sr. presidente de-
ciaron qoe ia preceder a eleica. da Dova direc-
Mria, de ancor lo com a Cfeottitoifio Social de qoe
eo os artigos referentes ao cso. u'um dos quaes
era decla-ada a enegiblildade para os meamos
rsrgos, dos meu'uros da directora
Foi o seguiot* o resoltado da eie' PresidenteErnesto Paol Sames.
Vice-diteO'jmpio GalvSo.
1 Secretario -Honorio Carrilho.
2.' DitoEluardo de Alboquerqoe.
Adjunto dos secretariosJos Roqoe Das da
iilva.
OradorArthur Babia.
Vicedit; ?erei'a da Cofta Filbo.
Tbeou-e;roJunas Barretto.
O Sr. presidente convilou Immeliatamente o
3r. Ernesto Paula Santos, p-esldeote eleitJ. para
:oiar posse do seo cargo, e e'ie assoraiado a
presidencia, emponeou os demais membros da
lirert>ria, presentes.
Pedmdo a palavra, falln o Sr. Olympto G I
rao, em oome do Gremio, e desse agradecen o?
servicos prestado?, ua cadeira presidencial, oelo
oreideate qoe acabava de deixal-a. Tamnem
.'allou ube o aeumpto, en sen nome. o socio
Jos Rique Dias da Silva qoe propoz fosse iose-
r;do na acia um voto de loovor ao tnesaio ex-
presidente, o qoe foi onanimemen'e approvado.
Manoel Ario falln em seguida ag-ade:eodo
>sas dmonlraciei da parte do Gremio ao
qnal novament^ tiypotnecon os seus servifios,
;omo simples socio que voliava a ser.
O S'. pre idete, agradecen em breve alloco-
f.So o cargo qus ihs nba sido CJDliado, e de-.la-
ou qiea eleico das comajissfies Bcava marca
ji pn ierca feira que o dia da prxima ees-
rio ordinaria.
y> final da ses^o foi dtsMbnido aos socios
pm avulsos o conlo Ctorit da lavra do Dr.
]-io n Joffily e qoe fora ofTarta da Empresa da
i Revista Mo"de-na.
Snsnen leo e a sfo s 9 horas da ooute.
S l:io de eabellereiroO Sr. Agripino
Branco. estabelecido roa da Imoeratrii n. 11.
acaba de faxer pissar por urna eraade reforma
d sen importiute e vasto estabelecimanto de
barbearla.
Cabclleir s para senhoras e Imagens, grande
ortim-'Qto de perfumara*, thesonr, peutm,
te, eao encontrados a venda em casa do S
Aeripioo Branco.
E' de esperar qoe o publico bon-e com a sua
presenta o referido sali.
Casa de Detencao Movlmento dos
presos da Casa de Detencao do Recife, Estad
ia Pernambuco, em 24 de Setembro de 1895.
Existiam 426, entraram 1, sahiram 11, ex
jtem 426.
A saber: naclonaes 377, mulheres 13, estran
jeiios 20, muliieres O, toial 416.
Arracoadoti 406
Bons 384 doentes 17, louco 1, louca 4,
uital 40 i
Movimenio da enfermarla -Teve baixa : Jos
Bexerra de Olivena. Tlveram alta, Graciano
Antonio dos Santos, Maximino Rodrigues San-
:iaao e Domiogos Meutor.
Hospital de Santa Agueda-0 mo-
. imenio deste hospital no da 21 je Setembro foi
a seguiote:
Natadouro Publico Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 91 rezes
para o consumo de ho;e.
Cenaiterio publicoObituario do dia 21
o correte :
Augusto Pater Cejar, Pernambuco, 70 annos,
casado, Graca.
Joo Alves da Silva Maia, Alagoas, 17 annos,
sol te i ro, S. Jos.
Joaquina Jos das Nevas, Ternambuco, 75
annos, casado, S. Jos.
Jos Vieira de Mullo, Pernambuco, 43 annos,
casado, Boa Vista.
Joao Caetano da Costa, Pernambuco, 24 an-
uos, aolttro, Graga.
Jos Vuente Alves do Amaral, Pernambuco,
3) innos. solieiro B>i Vista.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, S.
Jos.
Jaauario, Pernambuco, 8 dias, Recife.
Francisco Autonio de Amorim, Pernambuco,
8 das, Recife.
Maria das Merces, Pernambuco, 2 boras, Re-
cife.
Maria Rosa dos Passos, Pernambuco, 2 annos,
Santo Antonio.
Anna Maria di .Cjuceifao, Alagoas, 16 annos,
solteira, S. Jos.
Jos Monleiro, Alagoas 25 auios, solleiro,
Boa Vista.
Antonio Martin3 Barros, PernamDuco, 24 an*
nos, solte.ro, Boa Vis'a.
Jo quina Alice Lima,
solteira, Boa Visu.
Joo Francelino dos
annos, Boa Vista.
Beoeiicta Maiia d) Espirito Santo,
buco, 62 anoos, s Ileira, Boa Vista.
Um feto do sexo femin no, Pernambuco, S.
Jos.
Pa<*s seiros='Jhegados do norte no va-
por nacional Beberibe:
J. Bossback-i B. Wen Sandy, H. Folch, Ma-
noel Arroda sua mai, 2 irmls, Epaminondas
Lins Caldas e 2 lillias, Theodoro Ribeiro, D.
Anna Francisca Cavalcante, Manoel Gustavo
Moreira, Jos Barbosa M-ideiros, D. Mrria da
M. Bocha, Anglica P. do Nascimento, Manoel
I. deSouza, Tranquilino Antunes.
Chegados do norte no vapor nac onal
Una :
Rosa Amelia e 1 lilho, Pompllio G. Minteiro,
D. Narciso C Ferreira, 2 fllhos, 1 nelo e um
criado, Felippe Duarle Pereira, sua senhora e
1 filh\ Coroujl Jos F. Varella, C Joaquim
Ofracio, Alexandre Ferreira, Fabncio Pe-lrosa
Maria, Antonia, Pereira.
Telegramuias retidos Acham-se re-
tidos na estacao po Telegrapho Nacional os se-
guintes telegramma8:
De G -y-mna, para Getolio L ma.
Do Rio Grande, p ra Figueira.
De Theresina, para Olympio Coat.
De ncelo, p -a Al in.
De Maceio, pn.ra Circo.
De Ma'ei, pa'a Minoel.
De M>ma.-)KU'ipe ara Antonio do Nascimento.
D Hilar. Paa Mala.
Da Paraliyba, para Jenco.
Lmhas funeconando regularmente para Sul,
Norte e centro do Estado.
Pernambuco, 40 annos,
Santo?, Parahyba, 30
Pernam'
Variolat
Existiam......
Entraram......
Sah ram curados ....
Fallecern).
Existem em Iratamento. .
Lazareto da Una do Pina-Eis o mo
vimeio desse lazareto no dia 24 de Setembro:
Existiam ^
Sahiram restabeiecidos.
Entraram
Existem em traiamento- i
180
2
1
2
179
ASSOCIACOES
Instituto Arebeologieo e Geo
grapkico Pernaubucano
O MONUMENTO DE 2 DE JULIIO PERANTE
A HISTORIA DA INDEPENDENCIA NA-
CIONAL DO BRAZIL.
(Concliisdo)
Estes fados occorrid. s durante aquella guer-
ra, acliao ae provados com documentos irrecu-
savei* pela sua authentici lada por serena passa-
dos pelos seus chefes e companlieiros de ar-
mas, entre os quaes tgura o oome de distin-
ctos baliianos; sendo que em nenhum d'elles
se enconlra essa far^a do cornet?, somente in-
ventada pela calumnia com o m de justificar
a mais negra iogratidao; como praieodram
faxer com o bravo treneral Labattm, preso pelo
coronel Felisberto Gomes Caldeira, comman-
dante da Brigada da esquerda, a 21 de Maio de
1823, com o fim de nao ihe cab^r a gloria de
ser o general victorioso que entrasse na cida
de ; gloria que s levia perlencer a um brazi-
leiro, acto para o qual de modo algurn concor-
reu o dis'incto pern-ambucano.
Desta lenda popular, que anda ouvi repetir
alguns bahiaoos, nao se oceupou o illuetre Ba-
raj, que apenas contenta-se de a laixar de n-
gratlde Na verdade que os babianos sao
muita ingratos!
Nao v o illustre Barao que, a ser verdadeira
essa lenda do corneta, o lente coron-jl Jos
de Barros estara impossibilitado por esse fa-
ci de continuar no commando da Brigada, des-
de que ten lo sido desobedecido pelo seu cor
neta, nao o fex punir severamente? !
E se coo'inuou oesse commando, como aflir-
mam as partes olticiaes, a coosequencia lgica
e mathematica obriga a crer que esse facto nao
se deu, salvo ss admitte que elle se por as or
dens do seu corneta e cumprio as suas ordeos,
o que um absurdo.
Nao v alada que repugna ao simples bnm
senso, embora nao 3eja S. Exc. militar, que
deveodo nessa occasiao, estar o general inmigo
em ponto culminante de obsetvaco ao mov
ment do nosso esvrdta, ouvindo ^sses dous
toques se acobardasse ao ponto de n5o ver que
ellas nao correspondiam ao movimenlo do nos
so exercito, que nao liana cavallaria de reforjo
em m realidade, esse general teria o cuidado de a es-
perar, formando para essa t: n quadrados, e a
cestando a sua artilharia de tnoio que nos var-
resse a m-lraltia, antes qu. uos approximas-
semos dos quadrados '
E quesera, nio urna impericia militar, e sim
um crim! de leza tatca, or Tiar nessa occa
sio urna retirada precipitad i, que darla lugar
a serem picados pjla cavall ria, e postos era
debaodada os seus soldado-, o qua seria um
completo aniquillameuU) pa i o seuexercilo?
E' qua S Exc entende que a resistencia de
um quadrado e as metralhas la artilharia, sao
impotentes diante de um toque de avangare le
degola: na verdade S. Exc. de urna inno
cenca infantil :
J v o illustre Barao que a lenda popular
desse corneta nao passa de urna farrja redicu-
la, e erve somente para provar que os bahia-
nos nao foram somente ingratos com o general
Labatlut, como S. Exc, diz preso e demitti lo
com tanta iogratidao tambem o foram com o
tenenle coronel Jos do Barros e com lodos
aqu-lles irmos que para alli foram em seu soc
corro.
Est por lano provado que S. Exc nao es
creveu a historia deesa lula pela libardade e
independencia nacional em sua trra natal,
apenas servio-se d'ella para escrever um ro
manee com o flm de provar que a victoria do
da 2 de Jultio de 1823 cabe exclusivamente
aos seus patricios os bahiaoos, e por isso que
nao se esqueceu da voluntara babiana Mana
Quiteria de Jess referindo que entrou as
mais arduas pelejas, fazendo prodigios de
bravura quando o seu nome inteiramen'e
lesconhecido as partes otBciaes e por tanto
tena sido conveniente que S. Ex*, tivesse exr
bido a f de officio dessa joven babana s as*
sim se poderia avaliar o seu mrito militar:
tambera na guerra do Paraguay figurn a vo
luntana Jevita como urna herona.
N> pedestal desse grande monumento figurara
nora-s de indivi luos que nessa guerra nao
quemaram urna escorva, anies se co servaram
a grande distancia d'ella, limitando-sa a faze*
ram descursos patriticos, como fizaram as
nossas pracas publicas es que exaltavam os
aoimos dos voluntarios que d'aqui raarchavam
p.ra o Paraguay; entretanto que foram enlu-
cidos com a maior ingratidao os nomes daquel*
les que exposeram as suas vidas e derrama*
ram o seu sangue em defez* da cauza nacional,
como o do teneote coronel Jos de Barros Fl*
cao de Lacerda, a quem se deve em grande
parte o tnumpbo de nossas armas nessa luta
pela libardade na provincia da Babia.
Pelos servicos prestados a essa nobie causa,
coof>rme se acba provado, o seu nome naos-i
devia lmente limitar a urna simples transcri-
devia ser
p^ao nesse pedestal: a sua memoria
perpetuada com o seu busto collocado no cuno
desse grande monumento, como representan lo I
emblema do aojo da victoria; s assira c.r- taleza das Cinco Puntas.
respondera ao que se acba registrado nos an-
naes da historia desse grande fuito das nossas
armas naquella Provincia.
Entretanto, para vergonha nossa, o seu nome
foi esqueci lo, com a mais negra ingralilao,
pela nobre commissao ; e o seu logar se acba
prehenchido pelo seu corneta, como sendo o lie-
!'' do dia 8 da Noverabro : :
Fazenlo alli a mesma figura, qua por por es-
paco de mais da dous seculos representou nesta
Estado, como emblema da antiga Capitana de
Pernambuco, essa estatua de pedra da figura
de Jacob, collocada na frenta da casa n. 61 da
antiga ra da Cruz : Tacto de que me oceupei
em urna das nossas passadas sesses. Isto
triste, mesmo muilo tris e, Srs. da commis-
sao i
Tenho por tanto provado a lo la Juz da evi-
dencia, que as inscripi,e3 feitas no pedestal
desse grande e inagestoso monumento qui' se
ostenta em urna das pracas da Capital da Baha,
nao est de a'-cordo com a verdade histrica
desse grande feilo das nossas armas; portan-
lo urna moeda falsa, cndala elegantemente
para ser pasala como verdadeira aos incautos
inespar entes ; o que jamis cooseguiro ;
porque aqui estamos nos raembros delte patri-
tico Instituto, para nao consentir, que ini sa-
crilega, ousa profanar essa Arca sania, qua em
boa hora foi confiada a nossa guarda, onde exis-
te encerra las as glorias e Iradices dos nossos
antepassalos ; como um leg ido sgralo, que
intacto sera passado poatemla le.
Pernambuco se ufana de ter urna historia sua ;
al hoje ainda nao precisou do auxilio de ne-
nhum dos seus irmQos ; mas as occasi-s de
maior perigo somante por si se lera susleniado ;
anles o Brazil Ule devedor da manutengo
sle vasto lirritono, que se estn le da Baha
al o Amazonas.
Quand > no principio do ssculo lr. o hbil
otHcial da msrinha franc-aza Daniel d : la Toux*'
senhor de la It4vardire aportava aa Mirantiao
e si apossava laquelle Estado em nome do s>'U
soberano, dando aquella cidade o n>me ile S
Luiz, era honra ao seu principe Regente Luiz 13.',
(orara os pernambucaoos os nicos qua marcha-
rara a conquistar aqueile Estado, co.n o seu va-
lor e cusa do seusanue : O pernaubucano
Jeronymo de Albuquerque, foi o priraeiro ge
neral brazilairo que no solo nericano desem-
banhou a sua espada em defcsa da integrdade
de sua patria ; marchando deste Estado com um
punhado de bravos, levando era sua corapanhia
seus dous fillios Antonio de Albuquerque e Ma
thias de Albuquerque, estes dous penhores sa-
grados de sua existencia.
Foram esses dignos tiln s do soberbo e altivo
Leao do Norte que esmagarara era suas garras
o insolente c auiaz galo que ousou ol ni :r a
sna nacionalidada e mlegrida le do sua patria !
A nao ser o valor e herosmo dos pernambu
canos o Maranho, o Para e Amazonas leara
sido presas da Franca, nao pertencinam boje
ao Brazil.
Foi ainda devido ao valor e herosmo dos
pernambucano?, que nesse mesmo secuto sendo
este Estado invadido por una forca numerosa
de li.itavo-, elle soube se oppr cora tenaz re-
ssienc a a essa invasao por espago de 24 anuos,
s, sem soccorro de nenhum dos dous irmaos, a
abandonado da Metropele, soCfrendo as raaiores
privages e sacrificios, levanno o seu civismo
ao ponto da com a poma de -uas espadas escre-
ver com o seu san jue as paginas mais brillan-
tes da historia braztleira!
Lulavara anda os pernarabucanos, corpo a
corpo e brago a brago cora o insciente invasor,
quando o Conde Mauricio se armava e despu
nha se a conquistar a Capital da B ihia pira de
urna vez firmar o seu dominio no Brazil. Foram
anda os pernarabucanos qu> alli com o seu va
lor e herosmo salvarara aquella Capital das gar-
ras dos Hollandezes. Alli se imraortalisaram
Luiz Barbalho Bezerra, cujo nome, se ja nao foi
mudado pela ingratidao, alli ainda se conserva
em um forte por elle levantado, o Bravo Itabo I -
linho que all raorreu era combate, Camarao,
Henrique Da?, Vidal da Negreiros e oulros que
seb o commando do Conde Bagnujlo alli s- ra-
morialisaram.
Nao fosse o valor e hroismo dos p?rnambu-
canos a Babia e o?. Jemais Estaloi do Nirle te-
r;ara sido presas da Hollanda ; nao faziain hoje
parle da grande Uniao brazileira.
J v Sr. Baro e os Srs. do monumento que
nos naa reclamamos glorias porqua a* temos de
sobra, nao precisamos da monumentos porque
e!les existem as paginas da nossa historia a
gravados nos coragas pernarabucanos : recla-
mamos apenas a verdad histrica dos facios
como elles so passaram, nao qaereoios e era
consentimos que a mentira impere a ponto de
se pretender qaa ella passe posterida le como
urna verdade.
Preciso confessar, em vista da nossa liis'o-
ria escripia, que, comquanto a digna primog-
nita de Cabral, que alias nos t ra legado to
bons estadistas e disiinctoa magistrados, e at
mesmo valenies militares, todava os seus fllhos
nunca poderam dispensar o auxilio dos seus ir-
mos pernarabucanos as occasies de maior
perigo, para resistirem a tyrannia dos seus op-
pressores, era mes-no era suas lucias intestinas,
como essa, denominada Sobinad* da nossos
dias; que a nao ser o prompio soccoto que
d'esta estado Ihe enviou o fina lo Conde da Boa-
Vista, que entilo presidia os seus destinos, en-
viando urna brigada sob o commando do valente
general Jos Juaquim Leite, n capital d'aquelle
Estado sa teria looverido em ura raonio de
ruinas, devasta la pelo roubo e racen lio dos ini-
raigos da ordera e tranquilidad-i publicas ; acto
que deu logar o ser distinguido aqueile bena
mrito pernambu'ano com a espada de hoora de
que Ihe fez presente o commercio d'aquella ca
pi tal.
S a nos os pernabucanos perlencara a gloria
de nao ter pr cisado do auxilio dos nossos ir-
mos, inda mesmo oas occasies de maior pe-
rigo.
Quando o faganhudo general Luiz do Reg se
praparava, como fex o M itera, para a resisten
ca, concentrando tambera em suas raaos todo o
poder para se tornar absoluto; ogaaisava se
na heroica cidade da Qoyaona urna junta go-
vernaliva, cranosla de distmeto cidadaos a 29
de Agost i de 1821, que lbe ma'' va intimar que
se retlra333 para Portugal t> u'os seus solda-
dos.
O general porluguez, liado na sua incontesta
vel bravura, e na forga luzitana de qua despu-
nha, e bem assim nosjeorpos que havia orgamsa-
do e disciplinado, se preparava' zombar da in-
timaco. quando teve a prova da sua realidade,
as continuadas deserges de suas fileras, de
quisi todos esses corpos cora quem con ava
para a sudefeza, que raarchavam por Goyanna
a unirem-se aos seus patricios contra esse lyran-
no que os quera opprirair.
Desengaado de que nao podia contar com o
auxilio dos pernarabucanos, recorreu a D. Pe
dro I no Rio da Janeiro e ao governo ostallado
na Ba'ua ; da corta Ihe nspondeu Pedro I, que
para Ihe mandar portuguezas, estes lbe faziam
falta, porque precisava d'elles para a sua defe
za, e os biazileiros diziam^u nao eslavam dts-
poslos a combater contra os seus iran *, assira
procederara os distinctos fluminenses; quando
o governo da B-ibia Iha reraetlia urna forga da
350 bomens entre portuguezes e bahiaoos, se-
gundo se v da carta que D. Pedro I dirigi ao
sau pai, datada da 21 de Outubro de 181, for
ga que aqu deserabarcou a 30 da Setembro,
f-z mais anda : ordenou aos emissarios do ge-
T-rno da Goyanna, que alli foram solicitar
d'quelle governo a sua neutralidade, nao auxi-
liando ao gen ral Luiz do Reg, e |deixanlo
qu' elle somente por si se houvesse cornos per-
nambucaoos, para que dentro do prazo de 3
das se reiiris-em d'aqu-lla cidade conforme a
ratiraagao que Ins fra feita.
Achando-se j preparado o governo de Goyan
na para lomar part; ofiTensiva na lucia, por isto
que ja cootava com um exercito de 2 a 3 mil bo-
mens ara armas, se dispoz a atacar a cidade de
Olmda, vindo estabelecer o s u quartel general
a las leguas de distancia, marchando ao mes-
mo tempo forgas do sul e do norte contra a cida.
de do Racife.
No da 21 de Setembro, pelas 7 boras da ma-
nila, foi vigorosamente atacada a ciiade de
Olinda sob a direcgfio do comraandanle das ar-
roi'.o major de mlicas Jos Camello Pessoa
de Mello, auxiliado pelo lente coronal .leixo
Jos d'Ohveira, e em Maria Simplicia plo l-
ente Jos Maria Ildefonso Jacorae da Veiga
essoa, e nos Afogados pelos majores Manoel de
Azevedo lo Nascimento e Manoel do Naeciraeu-
to da Costa Mon eiro ; destacando se d -ssa for-
g-i, com tanta ufana, urna p >rte, que sa avisi-
nbou a urna batera de 4 canhoes, que defenda
a entrada da cidade a mel tire de pega da for-
N'easa occaiao a Po.
voagao dos Afogalos solfreu um >aqui e ou'ras
devaslagas e ullragas da tropa do general Luiz
do R'go, da qual fazia parte a que tinha vlndo
da Babia, coinposta de porlugueze3 e biliia-
nos.
Do resultado d'esses ataques, d03 quaes eu3'
tou vidas o feridos de arabas as parles, seguir
sa a coovengoda Beberibe, assigmda por ara-
bas as partes, e logo depois a retirada do gene
ral Luiz do Reg para Portugal com a sua tropa
luzitana.
O sabio sena lor Visconde de Cayr na hislo-
toria Jos priocpaes successos polticos do Brat
Sil, a pag. 83 do (t. 3., apreciando com criterio
as ordeos que dava o principe regente D. Pe
dro para as provincias, para nfio desembarcar
tropa de Portugal, disie : Foriuna e honra
foi d03 pernarabucanos o lerem, anda antes de
recebirem eslas ordena, j expedido a viv fr
ga da cidade ao seu governador Luiz do Reg e
ao faganhoso ^balalliao do Algarve, que havia
causado tantas violencias e desordena, reconhe-
cidas as corles .
Diversos m>vira>ntos ravo'ucioiarios le:no3
tillo em nosso Estado sen que t->'ihi sido pra
cso o auxi) dos nossas irraos, porque nos
meemos taraos conseguido o restabeL-cimrato
da ori:ra publica.
Era soccorro de Pernambuco somante te n
violo os nosso3 Irm&os paraaaxi'iar o no 3js
tyranno?, e algozes e levar ao Cidafalso e ao
fuzil os nossos patrilas, como era 1317 e 1-524,
s para que elles tira serv lo de auxilio, aju-
dando-os a irocidar-nos.
Nao podendo acorapanhar o Ilustra barao em
todos os pontos do suu trabalho, limi'o ice a-
que tenho dito, por s;r o quinto basta para
provar qua a exposigfio dos factos narrados por
S. Exc. nao sSo fiis, carecein de correcglo, tra-
balho que ae rae quizesseencarregar delle dara
assurapto para ura grosso voluine, e eu achn
U-rai- atarefado cora 03 trabilhos da vida labo-
riosa que tenho, velbo, lente, o s ibre tu I >,
ain la sangrando-rae o corago da dor co n a
perda do raeu querido irmao, o mu ra-lhor
amigo e coostanie companheiro desde a infan-
cia ; acho-rae impos3ibiliado de eraprehender
essa tarafa ; entretanto a raasraa falla ser van-
t-ijosamente supprida pelo nosso digno confrade
o l)r. PrancffCO Augusto Pereira da Cosa, qu;
d'ella se quiz incumbir, e por cerlo a desempe-
nhar satisfactoriamente. Aguarde S. lixe.
resposta que era breve salnr a luz da pub
dade.
S. Exc. narrando a entrada triuraphal do ex-
ere lo na cidade, fel o de modo que nao se co-
nhece quaes foram os chefes victoria los palo
povo, fazendo crer que essas ovagOes erara so-
raenie feitas aos babianos. Nao quiz s-guir ao
menos oque seacha descriplo por Acinolles era
suas m'moras; venho portanio completar este
quadro interessanle, servin^lo-me das proprias
palavras do escriptir contemporneo no seu
opsculo-: Nao podendo, porm, o iniuigo
conservar-sa por raais terapo era suas posi
ges, em consequencia das retiradas prdas
que soffna, e do rigoroso assdio em que se
a cha va ; forgoso Ihe foi ceder emiim do seu
proposito, evacuando a cidade no sempre
faustissiiuo lia 2 de Juiho de 1323.
Nesse mesmo da a brava diviso de Piraj
ao mando do tauente-coronel Barros, forman-
do a vanguarda do exercito pacifica lor era
sua marcha para a cidade, foi a pnmaira qu
leve a gloria de sau lar essa nobre u an iga
capitil da Ierra da Sania Crac
Enirando pelo lado da Soledale, foi a divi-
so receb i pelas freirs a porla do convento
cora repiques de sinos, gyandolas e capellas
de flores que flzerara distribuir pel03 raspe
ctivos officiaes.
Por toda a parte foram iguaes aa demons-
tragos de vivo entliusiasmo publico regoijo :
das varandas, 'que estavam apinhadaa de fa-
milias, se langavain flores; e os esterpitos
gritos devivara os libertadoras da Beba,
que dellas partiam, eram logo ro-r;sp-"\ I idos
cora efFuso pelo iramenso p ivo qa- nlllo a era
multido, e obstrua as ras, obngando assira
a divisao a fazer urna marcha lenta at o lu
gar do seu destino.
'.hegando ao largo da Palacio, ella fez alto,
e o seu coraraindante o tenante coronel Bar-
rus, se aciou entao em frente da cadeia ; des-
sa cadeia, onde dous anoos antes jazera en
carcerado e opprimido em firros por amor da
libardade. Rodeado de seus antigos amigos
da Bahia, que a profla o abracavara, recebeu
dalles signaes tocantes de gratido pelos ser-
vigos, qua a sua patria acabava de prestar.
Se o reconcavo da Baha teslemunhou os
relevantes servigos do lenanta-corooel Barros,
era prl da independencia e mtegridada do
Imperio, nao deixou a capital de sentir lora-
bera a aegao 4o seu patriotismo, e infatiga
vel zelo pela seguranga prosperldade da seus
habitantes. O commercio, sobre ludo, Ihe foi
por vezes devedor da importantes servigos
naquellea dias de perturbago e terror em qu-s
o mesmo tenente coronel teve a gloria de sal-
var a capital dos horrores da anarchU, cha-
mando aos seotlmentos de ordem, e da pro-
pri i ligni iade urna parte da populago, que
exaltada pela recordado dos males aue aca-
bava de soffrer da dominagSo estrangeira, pre-
tenda no delirio de suas paixes, vogar-se
d'antigos sentiment>s .
Em vista do que tenho exposto, e dos docu-
mentos que aqu ticara registrados, tenho pro-
vado eviden emente que o Exm Sr. Baro de
Loure'o nao foi fiel na narrago histrica que
fez desse ootavel aconieciraen'.o que teve lugar
na sua trra natal; e que a illustre commissao
encarregada da creago desse raage3toao raovi
ment, nao se houve com a jualiga e iraparcia
lidade que devia, quando fez inscrever no pe*
destal desse raonura nto, nomes de individuos,
que embora muito respeitaveis pelas suas llus-
trages e patnoism ; todava, nessa luta, nao
quemaram urna s escorva; ao p-isso que
aquellos que mais se distingutram sacrificando
e expondo as suas vidas e derramando o seu
sangue em defesa dassa nobre causa, foram es-
queci los com a mais negra ingratidao, como,
entre oulros, principalmente o Tenente Coronel
Jos de Barros Falco de Lacerda cuja li bada
leputago de broso e valente soldado, se pro-
curou manetar ao ponto de se inscrever, com o
escarneo ao bom senso, o n me do seu corneta
como hroe do combate do d a 8 de Novera-
bro Quando em sua vida o deixaram morrer
a mizena as ras daque la cidade 1
Muito melhor teria procedido a illustre com-
missao se nao tivesse feito essas inscripges, e
se limitasse a urna simples declarago de que
os nomes desses hroes se achara registrados
as paginas da nossa historia, dando a cada ura
delles a gloria que poi just ga Ihes pertence :
s assira teria procedido com imparcialidade e
jusliga.
Fica portanto lavralo este meu solemne pro-
testo, registrado nes annaes desta patritica as-
sociaco, atim de que nao passe a posteneade
moeda fa sa que a illustre commissao poz em
circulagao como sendo verdadeira, e es posteros
onhegara qua essas inacripg -s nao correspon-
dem a gloria que exprime o inagestoso monu-
mento.
Se me fosse possivel dirigira a toda lmpren.
sa brasileira, principalmente a deste heroico
Estado para qua este meu protesto fosse trans-
cript i as paginas de seus jornaes.
Recife, 18 de Julbo de 18J5.Jos Domingues
Codeceira.
PERNAMBUCO
Acta da Ansenibla geral extra-
ordinaria da Coinpanlila de VI
dro* de Pernambuco.
Presidencia do Dr. Jos Eustaquio Ferreira
Jacobina
Aos vinte e nove dias do mez de Agos o do
anno de 1895. presen es os Srs. accionis as Dr.
Jos Eustaqu o Farre ra Jacobino, Ortulano
Fonseca, Manoel de Oliveira Faneco, Dr. Cor-
bimano d-> Aquioo Fonseca Filho, Joaquim Cle-
ment no Rbeiro de Bri to, Horacio de Aquino
Fonseca, Hermenegildo Banda.ra, Augusto Mar-
tina de Barros e Dr. Antonio M nervino de
Moura Soares F,luo, o Sr. Presidente declarou
que tendo sido na forma da le pela terceira
vez convocados i;or annunclo no Diario de
Pernambuco, os Srs. accionistas para a pre
senie reuoio, em qua se deve tratar da reforma
dos Esta utos da Corapan ia, conforme a pro-
posta la Directora, esteva a assembla geral
extraordinaria legalmeote constituida palo que
abra a sessao.
Em seguida o Sr. presidente mandn ler a
acia da anterior reumo, quo posta a votos fo
approvada.
O Sr. secretario leu a proposta da directora
sobre a reforma da estatutos da Corapanhia,
qua do theor seguale.
A directora era sessSo extraordinaria de 10
de Agosto do correte aano resalveo convocar a
preseite reunio da asseinb a geral o lira de
surera refrmalos os aciuaes esta ulos da cora-
panhia e para esclarecer os Sra. accionistas
raostra na proposta infra os artigos quo enten-
de curecerem de reforma.
Srs. accionistas, nenhum de vos ignora as
difficuldades porque em passado a corapanna,
:iao poiindo funcionar at Mojo por falta de di-
nheiro-
Muitos lem sido as teniativas que a directora
lem feilo para e3te fim, todas infructfera?, pe
las rases j por vos condecidas, urna porm
ain la nao c h-g.iu ao vosso conieciraento, e
que, alguas capitalistas tira se mostrado pro-
p-iiiso3 a fazerem einprestinios a E apresa, po-
rm tera recuad> anie o disposto no art. 11
dos aciuaes estatuios Caaa del aeges do di*
reilosa ura voto ndiliu damenle qua torna a
Empresa dep.-ndente da von.a.p, por ventura,
de ura s accionista.
As adrarais rages em taes corapanhias, sen*
do aera laleoc aadas e encontrando negocio
vantajoso,cuja reali-agio deprata da assera-
bla geral, nao o poderlo realisar sera o coa*
seniiraen o le tal accionista, oa, nes'.as c n-
dig-s mngueiu po era ler seguranga em neg-
c o feilo por s-mellian'e adiniiiistrago.
Nestas circuiistancias est ac ualraenle a nos-
sa empresa ; epir estas rasis props a direc-
lona a reforrai do art. 11 dos estatuios e rato*
que era ou'ros.
Propos a :
Art II Cada cinco aegoes dio direito a ura
vo'o at de/., e dahi pir diante cada cera ac-
g.s mais ura voto at cinco, prefasendo ao ra-
llo qu oze votos, mximo a que pode atingir o
maior accionista.
Art. 13 a eslear u accrescente raais dous
paragrapnos que toraaro a designago de 4.*
5
4. Todo accionista lem direito de tomar
pare as liscuss;s d i assembla geral, ain la
que nao possua cinco acgn.
S 5.- N'o poiera oraar parte oa3 discussaa
o deliberages os accionist is ou seus procura-
dores, cujas aeges nao lenlio sido registradas
no complente registro da corapanhia, Imita
das aotes do dia da convocago da aasemblas
leraes.
Art. 18 substitua-se a palavra Janeiro por
uino a Setembro. Subsli ua-.sa o 6.- do
ar 19 pelo segura e : aclamar o presiden e
que cscol >er dcatre 03 accionistas prese iles o
secre ario que leoha de funecionar na reunio
da a3sembla geral.
Art. 22 accresjin'.e-se depois das palavras
dous mezes, salvo a servfgo da corapanhia.
Ao ar 26 "j 3.- accrescenle-se e o ca xa
Ao ar 2i sra lugar de viute, dez aeges.
Ao ar :-0 subsliiua-su a palavra capital, pela
material.
O art 31 fique ass ra redigido :
Neo ura div den lo se [ara emquanto a cora-
panhia estirar onerada por dividas
SuDstitua-se o art 3( pelo seguiote :
O anno flnanceiro da companbia ser conta-
do de Jtiltio a Ju.i o.
Uepjis de li la a propos a, o Sr. presiden e
pol-a em discusso, e nao navendo quem pedie-
se a palavra foi posta a vo o cali urna das al*
taragis, qm separadaraen e foram approva-
Jas,
OS*, pres'dente declarou approvada a propos-
ta e consequentementi reformados os Estatu-
tos da cerapanhia
O Sr. Dr. Moerviao director secretario pe-
dio a pilavra e referi que a direct-na era
sua reunio da 5 do correntc miz tinha resol-
vido convidar o S*. Dr Jos E. Ferreira Jaco-
bina para oceupar o cargo de director caixa
raga pela morte do Sr. Carlos Pireti de Leraos
e que assira o linha fei'O attendenlo aos rele-
vantes servigcs que o Dr. Jacob na tera presta*
do a compaa a ; que apesar da assira ler r r
cel d 1 era observancia ao disposto no art 23
dos Es atutos, entender que estando prxima
urna reun o a assembli geral devana sub'
melteresti resolugo a sua approvago.
0 Sr. Dr. Jacobi >a convidou ao secretar o a
oceupar a presideucia urna vez que se tratava
do sua pi'Sioa.
Posto era discusso e a votos a resolugo da
directojio. foi unaairaamente approva la a es.
colba do Sr. Dr. Joss Eustaquio F. Jacobina
pura o carg) de director.caita da Corapanhia.
Deixou a cadeira da presidencia o '3r. sacra,
tario, e a assurando o Sr presidente encerrou
a presen e reunio, e eu secretario da assem-
bla geral a escrevi e assigno.
Corbinano de Aqu no Fonseca.
Estatutos da Companhia Fabrica
de Vldros de Pernambuco
CAPTC LO I
DA E M 1 R E Z A
Art. 1.* Fica constituida 111 cida le do Reci-
fe urna Corapanhia com-a denorainagode Cora*
nhia Fabrica de Vidros de Pernambuco.
Art. 2." Fica p rtencendo Companhia Fa-
brica de Vi iros de Pernambuco, todos os bens,
machinisraos, direitos, privilegios e concesses
firmadas pelo contracto de 13 de Novembro de
1832 cora o Governo dasle Estado e os cessio-
narios Thomaz de Aquino Pereira e Ortulano
de Aquino Fonseca, finalmente tu lo qu-into
perteacia a extincta Corapanhia The Glas3
Faclory of Pernambuco.
Art. 3.' A sede da '."ornpaohia continuar a
ser na cidade do Recife, onde ter o foro para
lodos os seus contractos e acgis judciaes que
delles se originaren].
Art. 4. A sua durago ser ae 39 anoos a
contar da data dos pres-ntes Estatutos, e s
poder ser dissolvida antes deste prazo por de-
liberago da asserabla geral dos accionistas
para este fim co avocada, ou nos casos previstos
por lei.
Art. 5. A corapanhia continuar a explorar
a fabrica existente, padendo mentar oulras
conforme as necessidades.
CAPITULO II
CAPITAL E FIM
Art 6. O capital da Companhia ser de___
603:0008000, dividido em 6.0DO aeges.
1." O capital da Companhia s poder ser
elevado quando a assembla geral dos accionis.
tas assira o delibere.
2." Para pagamento e resgate das aeges dos
antigos accionistas da extincta Tbe Glass Fac.
tory of Pe-narabuco, se considerar logo sub.
scriplo e realizado cora 50 Vo, parle do capital
da Companhia no valor de 14r:000j}003 ou 1,470
aeges de lOOfOOO, cada urna, que ser) distri.
huidas na proporgo dos capitaes dos possui.
dores dos antigos ttulos.
3. O restante do capital em 453:090(1000, di.
vidido em 4,530 aeges de 1003030, ser sub-
scripto da seguiote forma : 10 ,0 I >go no acto
da subscrpgo, e 10 |a quando a directora en.
tender.
4.' Logo que se ache realizado 50 -| do ca.
pltal da Companhia, cabera directora marcar
prazo para as novas chamadas que aSo serio
superiores a 10 "jo por aego.
Art. 7 O fim da Companhia o fabrico de
vidros de todas as especies a qualidades, e a
explorago de todos os osgocios inherentes
mesma industria.
CAPITULO III
DAS ACCOES E DOS ACCIONISTAS
Art. 8 As aeges sero do valor de OOSOOO,
cada urna.
Art. 9'As aegoes sero nominativas, e a
transferencia se far por termo lavrado no Re
gistro da Corapanhia e assignado pelo cadente
a cessionario ou por seus legtimos procurado
res.
Art 10. E' accionista toda a pessoa que pos-
suir urna ou mais aeges da Companhia.
Art. 11. Cada cinco aeges do direito a um
voto at dez, e d'ahi por diante por cada cera
aeges mais um vote at cinco, profazando ao
todo quinze votes, mximo a que pode attingir
o maior accionista.
Art. 12. A responsabilidade do accionista
limitada 00 valor de suas aeges.
Art. 13. Sao direitos do aecionista :
1." Receber os dividendos que Ihe tocarem
1 2." Poder ser eleito ou nomeado para qual-
quer dos cargos da Sociedade, com as restric-
tos dos presentes Estatutos.
3." Fazer-se rep asentar as Assemblas
Gera es por procuradores, com tanto que o man-
datario seja accionieta.
Os mandatarios devero depositar as procu-
ragas perante a Directora tres dias aotes de
reunio da Assembla Geral.
parte as discusses em Assembla Geral, ainda
que n > possua cinco aeges.
5 Nao podem lomar parte as discussea
e delibarages, os accionistas ou seu3 procura-
dore?, cujas aeges nao tenham silo registradas
no livro de registro da compavhia pelo menos
trala das antea do dia da convocago de As
semblas Geraes.
CAPITULO IV
DA ASSEMBLA GERAL
Art. 14. A Asserabla Geral a reunio de
lodos os possuidores de acgjs descriptas no
Reg-tro da Companhia.
Art. 15. A asserabla geral julgar-se-ha con-
stituida cora o numero de accionistas represen-
tando ura quarlo do capital social.
Arl. lb\ No caso de nao se reunir o numero
de accionistas pira se constituir assembla ge-
ral obsorvar-se-ba o disposto na lei vig-raie.
Art. 17. A convocago da assembla geral or-
didaria se far por annuncios nos jornae3 com
antecedencia de 15 dias, e das extraordinarias
com aoteeipagio nunca inferior a 5 lias.
Art. 18. Haver annualmenle urna sesso or-
dinaria que dever ter logar do mez de Jullio a
Setembro de cada acoo.
As assemblas geraes extraordinarias tero
logar todas as vzea que o caso exigir, mas aa
delibarages a loraar-se versaro sobre smenle
assurapto para que tiverem sida convocadas.
Arl. 19. Sao altribuiges da asserabla geral :
1." Eleger a directora coraposla de ura dire-
ctor gerente, director secretario e director cai-
xa.
2." Elegir a commissao fical e supplentes.
3." Marcar os vencimentos dos directores e
fiscaes.
4. Julgar a3 contas annuaes e dar ou negar
quitago aos mandatarios.
5." Delioerar sobra reforma dos Estalulos,
augmento ou dimiauico do capital e liquidago
da Comp rabia, observando as leis em vigor.
G. Aeclamar o presidente que escolner den-
tre os accionistas presentes os secretarios que
devem funecionar oa reunio da assembla ga-
ral.
7. Tomar quae3quer medidas que forera a
bem da Companhia e que nao estejara preveni-
das uestes Estatutos, nem na contrarelo
CAPITULO V
DA ADMINISTRACAO
Art. \Q. A Corapanhia sera a lministrada por
um cooselhode tres direciores eleitos de qualro
era quaiio aonos era asserabla geral, por escru-
tinio secreto a maioria de vol03.
Arl. 21. Os directores, gerente e caixa logo
que toraarera p:sse, caucionaro cada ura 203
aeges, p^la responsabilidade de sua g^slo, as
quaes sero averbalas no rp^istra competente e
lualienaveis durante o minalo.
O director secretario caucionar 50 acgas.
Art. 2. Considarar-se-ha ter resignado o man-
dato o director que sem causa justificada deixar
de exercer as funegas de seu cargo por tempo
excedente a dous mezes, salvo a servico da
Companhia.
Art 23. Quando por motivo Je fdlleciranlo,
impedimento e resignaco se verificar alguraa
vaga de director, a i'irectoria poier preenchel a
ora -ando ura accionista que tiver a qualificaro
oecessaria.
nico. O accionista chamado a p-eancher a
vaga exerc r o manalo pelo terapo que resta va
ao director qu deixou o cargo.
Art. 24. Sao atlribuiges do conselho :
1." Reunu-se ordinariamente urna vez por
mez e extraordinariamente quanlo o gerenta ou
dou3 directores e convocar.
2. Fixar 03 dividendos a seren distribuidos.
^ 3." Deliberar sobre tolos os interesses da
Corapanhia, prtenlo al tomar empresiirao (De-
b-ntures), ou fazer operagjs de crdito para o
bora andamento da fabrica.
4. Fazer acquisigo de bms movis e immo-
veis necessarios ao bom funecionamento, aug-
mento, e desenvolvimiento da industria qoe a
Corapanhia explorar.
5. Marca- os vencimentos dos empreados
da Companhia.
Art. 25. Sai attnbuges do director ga*
ren e :
1.* Presidir e dirigir os Irabalhos do Con*
srl.10 director.
2. Coavocar as renoias do Conse h>.
3. Represeniar orfieialmente a Companhia
em todas as suas relages, podendo para este
fim nomear delegados.
4. Assignar com os raais directores asac-
6ea da Corapanhia e todos os raais ttulos de
responsabilidade da mesma.
5.* Apreseotar annualmenta o relalorio dos
Irabalhos da Empresa, e a-signar os balan*
gos.
6." Nomear, suspender e demittir todos 03
empregados da Corapanhia.
7.a Coolratar artistas estraogeiros e nacionae3
necessarios ('ompanhia, e despedil os quan*
do julgar a bem da Empresa
8." Determioar todos os pagamentos e pro-
mover a cobranga da Compaa.
Art. 26. Sao allnbuiges do director secre-
tario :
1.a Lavrar as actas das reunias da dire-
ctora.
2." Firmar as acgas e ttulos de responsa-
bilidade da Companhia.
S 3. Convocar as reunies das Assemblas
Geraes.
4 Substilur no impedimento ao director
gerente e caixa.
Art. 27. Sao altribuiges do director caixa :
I. Ter oh ua guarda e responsabilidade
os dinb"i 1 Lompanhia.
2.a Efi'ectuar todos os pagamentos determina-
dos cu visados pelo director gerente.
3.a Fazer recolher a ura Banco o excesso da
receta que nao teoba de ser cosumida com o
custeio quincenal da Companhia.
4.a Retirar do Banco com o director getente
as sommas ahi depositadas.
5.a Assignar as aeges e mais ttulos de rea*
ponsaoilidade da Companhia.
6.a Substituir no impedimento ao direct ir
secretario.
CAPITULO VI
CONSELHO FISCAL
Arl. 28. O Conseibo fiscal ser composlo de
3 accionistas possuidores de 10 aeges pelos
mano-, e de 3 supplentes tambem accionistas
elaitos annualmente.
Art. 29. Convocar as Assemblas Geraes
que julgar convenientes e a directora recuse.
2.a Exam nar as fabricas e seus pertences.
3.a Examinar o estado da Caixa, e os livros
da Ci mpanliia.
4. Formular seu parecer.
CAPITULO VII
DO FCXDO DE RESERVA E DIVIDENDO
Art. 30. O fundo de reserva destinado a
reparar as perdas que possam verflear-se no
material com 5 % dos lucros lquidos verifica-
dos semestralmente.
Art. 31 Nenhum dividendo se far emquanto
a Companhia estiver o onerada por dividas.
Art. 32. Oa dividendos sero dist-ibuidos
semestralmente.
Art. 33. Quando os lucros lquidos, deduzida
a quota do fundo de reserva, derera dividendos
alm de 20 /., o excesso ser applicado a um
fundo especial para integralisago do capital.
CAPITULOVIU
DISPOSICOES GERAES
Art. 34. A reforma dos presentes Estatutos
s poder ser feita por propesta da Directora
ou deliberago da Ass-rnbla Geral.
Art 3o. Dada a segunde bypothese do art!.
go antecedente ser convocada urna Assem-
bla Geral especial para definitivamente resol-
ver sobre o assumpto.
Art. 36. Do saldo liquido verificado em ca-
da semestre e depois de deduzido o fundo de
reserva cabe Directora 5 /. pro.lab.re, sen-
do distribuido ao Director Gerente 3 ./-, aos
dernais directores 1 -/. para cada um.
Art. 37. A primeira Dire.toria ter durago
de seis annos.
Art. 38 O anno financeiroda Companhia 3
r contado do 1- de Juiho a 30 de Junho
l'ecife, 29 da Agosto de 1995.
Directores
Gerete -Ortulano Fonseca, ra DeiSo Faria
n 57.
Secretario-Dr Antonio Minervlno de U. Soaa
rea Filho, Caldereiro
Caixa-Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina,
ra das Pernambucanas Capunga.
Certifico, em virtude da lei e por me ser pe*
1



S 4.a Todo accionista lem direito de tami fd'do, que a acta da assembla geral da Com;
X.



Mi
*



3
.--
Gurgel
panhia Fabrica de Visita de Pernambuco, rea*
Usada em vinte e nove de Agosto nltimo e os
Estatutos da mesme Companhia ficam archiva-
jos nula Secretarte, eub o numero cent) e
qutro, netta data.
Secretaria da Junta Ccmmercial rio Recife,
25deSitembro de 1895. O offlcial maior.-
Jos Alves Lima. IU1_
mi\(m k pebibo_
A cleitorado lo municipio d
Recife
O partido republicano federal, se-
guindo o plano tracado para a defeza
ae suas ideas, e por cuja victoria todos
os pernambucanos se devem empe-
nhar, apresenta ao e'eitorado desta
capital os noroes dos cidados abaixo
nomcados para candidatos prxima
eleico de 30 do corrente.
o systema federativo que actual-
mente nos rege, escolha dos represen-
tantes do governo do municipio o
facto mais importante na vida dos par-
tidos.
E' assim que para completa execu-
cao do nosso programma poltico urge
que todos os correligionarios e em geral
o cleitorado desta capital suffrague a
chapa que apresentmos, afim do que
se continu a serie de melhoramentos
encetados pelo governo que vai findar.
Entre muitos cidados e correligio-
naros prestrnosos, amantes de nossa
trra natal, designamos aquelles que,
pelas circunstancias do momento e
bons servicos causa publica, podem
reunir a maior somma de suffragios po-
pulares e sympathias do eleitorado.
Estamos convencidos, pois, que a
designaco por nos foita merecer a
approvago de todos os correligionarios
e bons cidados, e o partido republi-
cano federal o itera completo triumpho
no pleito que vai ferir-se, elegendo os
candidatos apresentados e de que de
pendom a ordem e progreso do futuroso
muncipio do Recife.
Eis a chapa :
Prefeito
Dr. Jos de Cupcrtino Coellio Cin-
tra.
SUB-PREFEITO
Dr Bianor de Medeiros.
COXCELHEIROS
Tenente-Coronel Joaquim Alves da
Fonscca.
Tenente-Coronel Francisco
do Amaral
Commendador Luz da Veiga Pessoa
Tenante-Coronel Alexandre dos San-
tos Selva.
Francisco Carlas da Silva Fragoso.
Miguel de Abreu Macedo.
Herminio Egydio de Figueircdo.
Tenente-Coronel Bernardo Damiao
Cavalcante Pessoa.
Major Manoel Thomaz de Souza.
Manoel Joaquim da Costa Ramos.
Recife, 22 de Setembro de 1895.
Francisco Teixeira de S.
y ose Marcelino da Rosa e Silva.
I'jleicito lluiiicipiil
Ilustres cidados editores :
Coube-me a honra de ser apresenfa-
do candidato ao lugar de Concelheiro
d'este Mun cipio pelo Partido Republi-
cano Federal. Republicano, aspiro o
governo do povo pelo povo, tal qual se
acha estabelecido em todos os cdigos
polticos; cidado, amo, minha trra
natal, prompto concorrer com os
meus servicos para engrandecel-a.
Yenho do povo sem titulos outros,
que os adquiridos em minha vida pu-
blica e particular. A nenhum de vos
desconhecido a somma de melhora-
mentos operados n'este bello Munici-
pio, pelos seus ltimos administrado-
res. Pos bem ; se me desgnardes
para o posto que fui indicado, tereis em
mim um auxiliar dos que pretenderem
fazer bem ao Municipio.
Assim, empenho-me com todos os
esforcos, para merecer de vos a maior
prova de considerago, que vem a ser
ao mesmo tempo, o julgamento mi-
nha individualidade.
Grande o valor do pleito que se vai
ferir 30 de Setembro, e por isso mais
vale o vosso voto. Do povo, livre do'
suborno, lora do terror, podendo exer-
cer francamente seu direito, sem itn-
portar-se com o podero dos magnatas
de outros tempos, depende a victoria
de toda a chapa apresentada pelo Par-
tido Republicano Federal ; por isso,
eu appello especialmente para vos, em
quem folgo de reconhecer grande forca
eleitoral. Sem desviar-me do program-
ma tracado pelo Partido Republicano
Federal, sendo eleito, me tereis ao
vosso lado defendendo vossos direitos ;
este meu compromisso.
Recife, 24 de Setembro de 1895.
De Vv. Ss.
Respeitador criado e obrigado.
Manoel Tliomaz de Souza.
Diario de Pernambuco Qninta-felra <6 ile Setembro de i SOS
. constipacSes
gl| Parabcns
^ Aofhonrado ccmmerciante desta pra-
ca Manoel Pereira [Rosende pelo seu
anniversario hoje.
26 de Setembrojde 1895.
Um amigo.
Festa doPatriarelaa *io lia 11.
cisca d Assis
A igreja com suas pompas, o hosanna
unido aspiracao da ter.a ; a orag&o
exhalando-se dos corajes dos fiis ; a
palavra evanglica irrompendo cheia de
uncc&o dos labios do sacerdote nos das de
suas solemnidades.
0 culto dee Deus a immTtalidade
nos jbilos anticipados da f.
C0K.0 foi annunciada, celebrou-se n
dia 17 do corrente, a fes'a do Seraphico
Padre Sao Francisco em honra impressao
dasChagas do Senhor Crucificado.
Tendo ido rssistil-a, na qualidade de
irm.1o da Ordem Ter:eira, venho hoje
com o espirito influenciado pelas ma s
gratas inapreseoes, dar os meus sinceros
parabens ao illus'res irmao ministro
Francisco Jos da Silva Guimares pelo
feliz xito com que soube toroar seus
esforcos, conseguindo que a festa do
nosso Santo Padroeiro se realizasse com
todo realce e esplendor devdo.
Os traeos que honram a humanidade,
devem ser sempre re- mbrados, urna
compeneago que consola o coraco nesses
tempos de p"Stivismo que atraves-
samos,
O illustrissimo Francisco Jos da Silva
Gaimaraea um cavalheiro de senti-
mentes nimiamente religiosos e benefi-
centes.
Sua vida tem sido urna serie de bene-
ficios prestados aos deivallidos.
Verdadeiro catholico, comprehende que
nao se tem sinSo o que se da, tudo o mis
se gasta, se altera e morre na trra, s
os beneficios sao impereciveis.
Sua collocagao bo espinhosissimo cargo
de ministro, urna confissao expressa
de qce rene em si tedas as qualidades e
habilitares que o tornam dislincto e
recommeudavel entre os que es qne mais
os sao.
Da inesma sorte, fago inteira justica
ao ex-ministro o Exm. Birao de Casa
Forte, e ao charissimo irmao Jos de
Amonro, que sempre souberam comabne
gaco assignallar os seus actos em prol
d s interesses da Ordem.
Dignarara-se tambem de assistir a festa
do nosso grande Patriarcha, abrilhao-
tando-a com suas presengas, o nosso vir-
tuoso prelado o Exm. Sr. D. Manoel dos
Santos Pereira, e o Revdm Vigario Au-
gusto Francklim Moreira da Silva.
A' estes, beijo as mos reconhecido, e
aquelles dirijo minhas felicitagOes e os
meus sinc?ros cumprimentos.
Onda, 23 de Setembro da 189").
Marcelino Santiago Vasconcellos Leitao
de Albuquerque.
Advocado
O bachanl Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio u Praga 17 n. 79, dar
10 horas da manhS s 4 da tardn.
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da raanhs. Chamados (por escripto)
qualqure hora, telephone n. 226
< irur lo dentista
Jos Hygino ue Miranda, cirurgio
dentista, "abri seu consultorio
Nova n. 19. Io andar.
na ra
Peitoral Catharinense
DE RAULIVEIRA
DRO SABIA. BRAGA
Peitoral de Cambar
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmace utico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermidades das vas respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares
O agente Companhia de Drogas.
Dr. JoSo Paulo, espe:ialista em partos,
molestias de senhoras e de creanca com'
hmga pratica nos h spitaes de Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n
19, l. andar e remide na ra de Henrique
Das n. 2.
Teleph nesns. 199 no consultorio e 467
na residencia.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Consultorio : Ra da Imperatriz D.
. andar.
Consultas : de 1 s 3 da tarde.
PARA DOENTe
Vinho Mara
FA6BIC& Cil'AS
Os abaixo assignados
previnem a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excid. Sr. Dr. juiz
do commercio para fazerem
appiehender onde fjrem
achadts cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imifadadoBseue ci-
garrop, tanto na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito.-
cigarros venda, com todo
o rigor, de conformidade
c- m as penas decretadas
por le.
Recife, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4" C
PARA bOBTE
Vinho Mara
:
Clnica niedico-cirursca
Medico, parteiro e operador]
Dr. Manoel Carlos de Gouva,v
.'de volta de sua viagem, previne!
|aos seus c'iontes que reside e,
tem seu consultorio aberto
l&ruaBaro da Victoria n. 61, l."|
| andar.
% D consultas de 1 s 3 horas'
da tarde.
Acceita chamados a qualquer
Phora para dentro e para fra da^
cidade. J
Peitoral de Cambar
Urna filhinha do intelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettda de forte coqueluche, restabele-
ceu-se promotamente com o uso de
Peitoralde Cambar de Souza Soares.
0 ageste Companhia de Drogas.
Dr. a Ilvi-ino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, cr
nrgio parteiro, abri provisoriamente
seu consultorio na ra Nova n. 19, 1-*
andar. Consultas das 1 s 3. Espe-
cialidades : partos, molestias das senho-
ras e dos orgo< genito-urinarios. Re-
sidencia: ra do Barao de S. Borja 30.
Capas impermeaveis
Para homem recebeu o
Au Pdradis des Dames
PAKA DONTB
Vinho Mara
STE
O abaixo assignados eleitores do par-
tido fjderal do 3 districto de Afoga-
dos resolverara votar no cidado Antonio
Jos da Costa, para conselheiro municipal
na eieico de 30 do cor ente, e sobre a
candidat ra do mesmo cidadSo fazem os
memos abaixo assignados um appallo ao
brioso eleitorado federal, desta capital
em pr 1 da mesma candidatura.
Peres, 25 de Setembro de 1895.
Man el Angusto Cavalcante de Albu-
querque.
Julio Cezar Pimentel.
Emygdio Cav lcanti de] Albuquerque
Lao.
Manoel Ribei o da Silva.
Pedro Soares da Silva.
Jos Ignacio da Silveira Lobo.
Jos Thomaz da Silva.
Manoel Joaquim Lopes.
Pedio Jos Coelho.
Jos Antn o d'Assumpcao.
Jos Gregorio da-'Cfs.
Manoel de Mello Falcio.
Manoel Jos de Lumia.
Manoel Cleto de Castro.
Manoel Ferreira 4a Castro.
Izaias Pereira da Silva.
Jos Idelfonso de Souza Raogel.
Francisco Thom Bizerra.
An'.onio Gome da Silva.
Antonio Teixeira de Lima.
Manoel Triumpko *>e Fastos.
documento prova, que
o Cognac Brazileiro
mais vtlho que a Rep-
blica.
iii:iii'HLiQi i: iBA\ni*i;
Ministcrc du Commerce de
I'lnduatrie ct des Colonies
:kxl'osition universale de
Ef 1889
La Jury Intentional des Recompens
Decerne un deplome de
II F > T O \ ill O \ O A B 1. E
A Mrs. A. M. Vbras et C.
BREZIL
Par leurs prodnits COG\U
Hit \ All IIHO et AblMHDEV
TE de ri\Ai
DA :
OBOdP Vil
Garrafa
Duzia
IIKNl\Fi:CT
CL498E 93.
" 2v*500
25^000
Faz-se deecanto ua proporc&o
portancia do pedido.
da im-
Peitoral de Cambar
Confirmando a poderosa eficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a &fiWgm.7oaqutm Jo Rodri-
gues -(Firma reconhecida).
O agente Companhia de Dregas.
Clnica medica cirur-
gica
Do Dr. ominsue da Silva
Especialidades : oieleeiUs de seoboros, crian
ca, de apparelDo resoirattrio eoi.eauvo
Da consulta oas 10 a t d urde em eua resl-
ei.cia e paleo doTVrco n 31.
Allende a chamados nara Un da cid de.
Peitoral de Cambar
Tenho a satisfar;o de declarar que
soffrend ha 4 annos de urna bronchite,
que me trazia a maior parte do tem-
po no leito, e, usando o abencoado
Peitoral de Cambar de Souza Soares,
apenas com meia duzia de frasco fiquei
completamente curado (Firma reco-
nhecida) Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Nacional do Rio do Janeiro.)
O agente -Companhia de Drogas.^
Francisco Pedro da Cnnlia
Presbytero Secular, Caval/ieiro da Ordem
de CArista e V'1gario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao ose desta pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes o que lendo usado por vezes o Peitoral
Cnlharinense de Raoliveira XAROPE DE AN-
Gl 0 COMPi'STO LOM TOLU" E GUACO, pre
pnrac&o dos Ulms. Srs pbarmaceuliccs Rauli-
noHorn & Oliveira, acbei que esse x rope de
benfico e prompto effeito as affecsOes dos or-
g5o9 respiratorios o que affirmo in verbo sa-
cerdote.
CMade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cuaba.
Mais de 50 rail pessoas residentes em diver*
sos Eslados do razil attes am a efflcacia deste
grande m^iiearaeoto.
Deposito
Drogara Braga
Para doente
VINHO MABU
A-U Paradis desDamet
Especialidade em ssdas, brancas, preta
de efires, fitas, surahs, para casamen-
tos, bailes e passeios, para grande ^escos
.ha.
38 Ra B. da Victoih 38
Tclphone S9
r. Francisco Lcopoltlino
FspecialidHdes : Febres, molestas de
criancas, syphihticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tade
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1/
andar.
Residencia-Ra da Santa Cruz n. 72
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
MEDICO
Dr. maro Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ruado Bom Jess n. 24.
Residencia Ra Direita n. 10 em
Afogados.
_------------ ------------
Dr. Nunes Coimbra Clnica Me-
dico Cirurgica Consultorio, a ra Mr-
quez de Olinda n. 64, 1." andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
EspecialidadesFebres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
Au Paradis des Dames
Casa especial de artigos para
Novas
Bus Baro da Victoria 38
Telephone 59
------------^-------------
Peitoral ce Camuar
Em casa do Sr. Gileno Goncalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
fecao pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, a qual, depois de tomar intil-
mente um sem numero de remedios,
curou-se radicalmente com o uso do
Peitoral de Cambar de Souza Soare.s
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem i
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
n. 287.
,------------a-----------'
Elixir 11. llralo
Ha quatro annos que estava entrevado
sem poder ir na roga nem cuidar na
minha vida, com forte rheumatismo a
?ne ninguem dav remedio. Tomei seis
rase b de Elixir M. Morato, e estou
completamente curado. Ajudado de Deus
eeja quem descobrio este remedio.
Villa de Lencea.
Wenceslau P/reira Bonil/uz.
Deposito em Pernambuco : Companiaa
de Drogas, ra Mrquez de lidan
n. 24.
O Rauliveira
Peitoral
o medicamento mais eBca, mais barato e de
gosto agradabilsimo na drogara Braga e em
odas as Puarraacias.
4 Braga, 12 de M*io de 1886.
Illms. Srs. Scnt e Bowae,
Na a inha clioie, tenho empregsdo com
admiravel multado as affecc8a dos or-
pbthiiica pulmonar confunaptisa, e bem
Bsim no eacr' pholiamo e lymphatiimo, a
EmaUSo Scttt preparada com oleo de fi
gado^ de baoalbao e hypophospbito de
cal e oda.
Jote Joaquim Lopes Cardore.
Cjmmendador da Ordem da ConeigSo
professor do Ljcsa Nacional de Braga,
Modico-Cirurgio pe'a Escola Medico-Ci,
rurgca do Porto, etc.
RAULIVEIRA
TO&OI os mdicos receito o Peitoral
Catharinenie como o nico medicamSnto
contra Tosses e Bronchites
drogara rraga
tDITAES
Edltal
MESAS ELElTORAES
A commisao designadora das m^sas eleito-
raes incumbidas do recebimento, apuraco e
mais trabalhos das eleij^s para prefeito, sube
nref>-iio e membro.j do Conce'ho Municipal d-
Recife. proceder-se no dia 30 de Setembro do
1895, ekgeu oseguiotes:
1. seccao
PresidenteJos Joaquim ao Nascimecio.
Euzebio Alves da Costa.
Jos Oomes de Maltos e Silva.
Josioo Pereira da Silva Brilo.
Francisco de Paula Fragoso de Albuquerque.
2 *. seccao
Presidente-Franc80o da Albayde Martins Ri-
beiro.
Sabino Olegario de Aasis Bulbes.
Manoel Antonio de Oliveira Reg.
Manoel Pecho Tavares de Mello.
Maaoel Jos Pereira.
3* sEcgXo
Presidente-Capilao Eustaquio Antonio Gomes
Manoel da Palxao Yleira.
Jlo Gomes da Costa.
Julio Pimentel de Amorim.
Eleodoro Gjngalvrts de Azevedo.
4." sEcgo
PresidenteMarianno de t-'i^ueiroa Faria.
Antonio Marinho Falco.
L'lysses da Silva Cabrnl.
Wenceslao Pinio de Paiva.
Joo Jos de Oliveira.
5* SECCAO
PresidenteCoronel Heiuxterio Maciel da Silva.
Augusto Adrao Paulino da Silva.
Antonio Jos Leal liis.
Anlomo Gnraes Leal.
Manoel do Nascimenlo da Silva Castro.
6/ SECCAO
Presidente Gustavo Alberio de Brito.
Manoel CitAaoo de Miran a Hunriques.'
'."amill i Lclis da Silva.
Manoel Alv^s Cordeiro.
Francisco Mchalo Nuneu.
7.' SECCAO
Presiden eDr. Celso Tertuliano Fernandes
Quiste) la.
Antonio Adolpln Lurges Leal.
Genciaio dos Sanios Selva.
Custodio Barbosa da Silva GuimarSes.
jberto Goncalves Ferreira.
8." SECCAO
PresidenteAlfredo Rodrigues do3 Santos.
Eduardo Francisco Pereira Freir.
Arsenio Antonio Bi rges
Adolptio Miguel d i osla.
Antonio J aquim Fernandes da Silva.
9.* SECCAO
Prepdunte-Anacleto da Silva Ramos.
Alfonso Frcilaa das Criagas.
Antonio Luiz do Reg Barreto.
Adolpho Coelho Pinbeiro.
11 lefonso Alfredo de Carvalho.
10
PresidenteManoel W.-ildoaldo Soares.
Manoel Epiphanio de Oliveira.
Francisco Jorge da Silva Freitas.
Jola Augusto de Siquera.
Herminio Antonio Leao.
11 SECCAO
i'resi ente Manoel Rodrigues Nogue ra Lima.
Luiz Correia de Araujo Mello.
Francico Flix ValoM,
Hermenegildo Luiz de Siquera.
Jos Augusto Carneiro de Mesquta.
12." SECCAO
Presidente -Ernesto Xavier dos Santos.
Germino Motta.
Ju io Coriolano Das.
Francisco de Siuza Medeir s.
Antonio Ifredo de Carvalho.
13.a SECCAO
Presidone- Joa Geraldo Xavier da Cruz.
Jos Antonio Lordelo.
Antonio Alfredo Moreira de Mendonga.
Antonio Pereira de Sou/a.
Panzio de Valladares.
14." SEcgo
PresidenteManoel Theophilo da Silva Guima-
res.
Emigdio de Assis Campos Cordeiro.
Laurentino O lonco de Freitas.
Jos Hygino de Oliveira.
Viviano da Costa Palmelra.
15." SECCAO
PresidenteAlfredo Gibson.
Alfredo Rodrigues dos Aojos.
Dr. Mannel Turianno dos Res Campello.
Antonio Jos L-mos.
A3sencio Minervino Meira de Vasconcellos.
16 SECCAO
PresidenteDr. Alfonso de Albuquerque Mello
Jnior.
Antonio Augusto Borges L-al.
Candido Jos da Silva Guimares.
Luiz Alfonso Ferreira.
Julio Soares de Azeveio
17.* seccao
Presidente-Dr. Augusto C'jellio Leile.
Pedro Jos* Mendes.
Francisco Antonio de Oliveira Santos.
Rayrnundo Mara Moreira.
Ernesto de Paula Santos.
18." secqXo
Presidente-Artbur Machado Freir Pereira da
Silva.
Francisco Jos de Araujo Mello.
Julio Cesar Cardoso Ayres.
Alfredo Lucio de Castro.
Joao Lyra Cabral de Vascooceilos.
19." SECCAO
PresidenteDr. JoSo Augusto Ferreira.
Fernando ('aval ante de Albuquerque Lina.
Manoel Joaquim Silveira.
Joaquim Antonio Soares de Avellar^Junior.
Henrique de Hollanda Cavalcante.
20." SECCAO
PresidenteFrancisco Canos da Silva Fragoso.
Herminio EgiJio de Figueiredo Filho.
Joaquim Elias de Albuquerque Reg Barros.
Godofredo de Abreu Lima.
JoSo Pinto Accioli de Vasconcellos.
21." SECCAO
PresidenteDr. Alfonso de Barros Cavalcante
de Albuquerque.
Joaquim Teixeira Peixoto.
Paulo Pereira SimOes.
Herculano da Silveira Bessone.
Joaquim Nepomnceno de Siqueira.
22." SECCAO
PresidenteDr. Sebastiao de Vaconcellos Gal-
vao.
Alvaro Affonao de Oliveira.
Delmiro Sergio de Farias.
Guilherme Avelino do Reg Barros.
Joaquim do Lago Rab -lio.
23.* secqo
PresidenteDr. Manoel doa Santos Moreira.
Henrique Palmelra.
Henrique Magalhaeg da Silva.
Jos Caetanu de Medeiros.
Jos Candido de Miranda l.eiio.
24.* seccao
PrsidenteAugusto Cesar da Cunha.
Joao de Albuquerque Ucha Calateante.
Thomaz Eugenios de Oliveira.
Ele-bao Capilulino Ribeiro.
Elisio des Santos Lages.
25.* SEcgXo
PresidenteFrancisco Geraldo da Silva Barroso.
Jos Homfacio de MenJonca Ribeiro.
Jos Joaquim Borges Ucha.
Joao Brindsly Fox.
Antonio Marques de Oliveira Ramos.
26.* seccao
PresidenteCapito Luiz Machado Botelbo.
Manoel Nivardo Ferreira Gomes.
Arlhur Rtgadas.
Pedro Ivo de Campo?,
Jos Gregorio de S Esleves.
27.* seccao
PresidenteA chias Lmdolpho da Silva Mafra.
Antonio Assendlno da Cruz Castro.
Ignacio Paulino da Cunda Souio-Maior.
Antonio Gomes Cesar de Mello.
Hrrmin o Evangelista da Silva Fraga.
28." SECQO
PresidenteBarao de Nazarelh.
Izidoro Theodulo Maitos Ferreira.
Jos da Costa de Albuquerque Mello.
Henrique Francisco de Moraes.
Joao Gongalves da Luz.
29." seccao
PreaidenteTenente-coronel Francisco Damiao
Cavalcante Pessoa.
Joao Ignacio Cabral de Vasconcllos.
Jos Elesbao Borges Ucha Jnior.
Joaquim Honorio de Souza Raugel.
Jos de Carvalho GusmSo.
30." seccao
PresidenteCapitSo Antonio Jos da Costa.
Innocencio Aniunea de Fariaa Torres.
Joao Anteportara de Salles Menezes.
Manoel Augusto Cavalcante de Alququerqua.
Emigdio Antonio de Albuquerque Leitao.
31.* seccao
PresidenteDr. Julio Clemente de Fariaa.
Henrique Cesario de Mello.
Augusto di Rocha Wan Serlav Los.
Jad tho da Rocha Barboa."
Henrique Ladislao da Silva Araujo.
32 seccao
PresidentaFlix Nogueira fabril.
Irino Henrique Cardn.
Joaqmm Theodoro Brazileiro.
Alberto de Siqueira Cavalcante de Alboqor-
que.
Gasto da Si va Guimares.
33.' secco
Presidente-Dr. Manoel Henrique CardlIB.
Joaquim Ignacio da Silva Sanios.
Tiburcio-Firmino da Silva Tavares.
Joa Antonio Pereira da Silva;
Joao Maoosl da Siqueira.
34.* seccIo .
PresidentLeopoldo Gutdes AIcofor.
Adolpho Cabral Raposo da Cmara.
Manoel Jos da Silva.
Adelno Juveniaoo de Souza.
Antonio Hen ique de Miranda.
35.' seccao
lresidente~Dr. Francisco Altino Correia it
Araujo.
Luiz Felppe de Carvalho.
Manoel Olyrapio Ferreira
Celerino Pedro de Araojo.
Pedro Francisco de Paula Baptiata.
. 36." seccao
PresidenteDr. Joaquim Cavalca :li Leal da
Barros.
Aprigo Alves de Sauza Magalhaes.
Urbano Fraso da Silva.
Antonio Joaquim Correia de Aranjo.
Pompilio Clodoaldo de Assis Gomes.
Sala das sesses do Concilio Municipal de
Recife, 20 de Setembro de 1895
Alfonso Coila,
Prefeilo.
Jos Marcelino da Rosa e Silva,
Sub Prefeilo.
Dr. A ajusto da Cusa Gomes,
Concelheiro Municipal.
O Dr. trefeito do municipio do Recife mas
dou fazer publico que, por forca do disposto no
arl. 3. da le n. 123, de 3 de Julho de 1895,
dividi o munilpi) em 36 secies eleitoraea,
para as eleicOes de Prefeito, Sub-prefeile e
membros do Con elho Municipal, que S' tem
de proceder no dia 30 do corren e mez, fuac-
donando as respectivas commasOes as casas
abaixo designadas, oude votarao oa eleitores
incluidos no aliaiamento qu o'ganisou e fes
publicar, de conformidade com o art 4. da le
n. 99, de 10 de Juuho deste anno :
RECIFE
i.' aec^o
Arsenal de Yarin'ia
VotarSo 08 cleilores da lelra A at I inclu-
sive.
2.* seccao
Roa da Cruz n. 21
Vutaro os eleitores da luraJatZ
inclusive.
SAN'TO ANTONIO
3.' seccao
Andar terreo Ja Prefeitura Municipal
VotarSe oa eleitores da letraAeBia-
clusive.
4' seccao
Theatro Sania Izabel
Votarao os eleitores da letra-C atF
inclusive.
5* seccao
Lyco d'Arte.s e Oficios
VotarSo os eleitores da letraG-at Jos
de Oliveira Mello.
6.' seccao
Escola da ra do Calabouco
Votarao os eleitores a comecar de Josj Bo-
llicio doa Sanloa at o fim da letraJ.
7.* seccao
Sala do Jury
VotarSo os eleitores da letra-LatM
inclusive.
8.' seccao
Escola da ra da Palma o. 53 da nrofessora 0.
Luiza Amelia de Drummoad
VotarSo os eleitores da lelra-N atZ
incluive.
s. JOS
9.' seccao
Escola da ra Vidal de Negreiros n. 16
VotarSo lodos os eleitores da letra-A.
10 seccao
EslagSo das Cinco Ponas
VotarSo os eleitorts da letra B -al F
inclusive.
i.' seccao
Escola da roa de Santa'Rita Velha n. 92
Votado os elellores da leira-Gat Jos
Felicio Nctto.
i2.* seccao
EstacSo de Caruar Nora
VotarSo os eleitores a comecar do nome Joao
Jos de Vasconcellos at o fim da letraJ.
13.' sec ao
Escola a ra do coro el Suassuna n. 211
VotarSo os eleitores das letrasL e M at Ma-
noel Mariins Prea.
I .' seccao
Escola a ra 89 o. 107
VotarSo os eleitores a comecar de Manoel da
Costa Ayres Velloso a Z inclusive.
BOA VISTA
15." seccao
Assemba
VotarSo os eleitores da letraAal Aniceto
Fortunato GalvSo.
16.* seccao
G y m h a s i o
VotarSo os eleitore3de Antonio Pereirade
Que;re zat Francisco Moreira Das Sobrinno-
17.* seccao
Escola Propagadora-Ra da Hospicio
VolarSo os eleitoresde Francisco Flix Gon-
calves al Joaquim Silviano dos Prazeres.
18.' seccao
Escola da ra do AragSo n. 22
VotarSo oa eleitores-do nome Jos Rgoerio
Nunes da Silva al Joaquim Jacintho Alves de
Mello.
19.' seccao
Riacbollo n. 28-Escjla da professora
VotarSo os eleitoresdo ooma Jos d'Avila
Biuencourt al a lelraLinclusive.
20.* seccao
Escola da Ponte' Velha n. 5
VotarSo os eleilorea da letra M-al Jiinclu-
sive.
SI.* seccao
Caminho Novo-Escola da professora D. Flori-
meua Montenegro
Votarao os eleitores da letra0 atZin-
clusive.
SANTO AMARO
22.* seccao
Eaceta ra do Lima n. 19
VotarSo os eleitores da letra Aal Jos Aa-
tonio Vieira da Cunhn.
23.* seccao
Escola ra da Aurora n. 109 G
VotarSo oa eleitores deJerenymo Joaquia
da Silva atZ -inclusive.
GRASA1. DISTRICTO
24.* seccao
Escola do professor Braga'-Travessa da Bait*
Verde u. 13
VotarSo os eleitores da letra-A atIia-
clusive.
25.* seccao
Escola da roa das Crelas n. 4 C
VotarSo os eleilorea da letra J-at Zinclu-
sive.
2." DISTRICTO
26.* seccao
HyppodromoCampo Graod
VotarSo oa ele torea da letra-A atZ-iu-
clusive.
AFOGADOS1." DISTRICTO
27.* seccao
Eacola da ra do Motocolomb n. 5Professort
D. Maria Brandao
VotarSo os eleitores da leira-A at-Zia-
clusive.
2." DISTRICTO DE AFOGADOS
28.* seccao
Magdalena, estrada dos Remedios n. S3
VotarSo os eleitores da letra A-at JoSo Wr
mes.
29.* seccao
Sobrado Grande, ra do Leoncio n. 1
VotarSo os eleilorea de JoSo Gongalves Tor-
rea alZ iocloaive
3.' DISTRICTO PERES
30.* seccao
Escola do professor Beda Caaa a. 37
VotarSo os eieitores da letraA-aZ inclu-
sive-
31.' seccao
Poco da Panella, ra da Casa Forte n. 57
profeaeora D. Runo
VotarSo 08 eleilorea da letraAatD iu-
clusive. __
52 HCCOQ
Arraial, eacola da professora D- Roaalma -
Votarao.os eleitore da letta-E-a-I-
lusive.
33.* seccao
Monteiro, eacola de- D. Izabel avalcan'o
VotarSo os eleitores da letra5j.
34.* seccao
Api pucos, escola do profeBsor Jotiniane
Josa Siso
Votarao aa elettore da tetra-L-a Z-inelu.
ve.
3Wi* teceo
Varee*, escola publica roa de 9. loao o- 7
Votarao os eleitons da letraAal*-J tu-
cluilve.




.




. .......* *
^li"tS<
Diario de Pernambuco Qninta-feira %6 de Setembro de 1S5
-.


3." ccao
1 pDtioga. escola do professorJoaquim Claudio
Volarao os eleores da lelra-J-at-Z a-
* Secretaria da Prefeilura Muaicipal do Recite
10 de Stembro de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos ferreira da Rocha.
Secretarla da Industria
3 DIRECTORA
Escolas publicas
Par conhe;imeuio dos Oieressados taco pu-
blico que qo di.i 17 de Setemoro prximo i 1
hora da tarde, recebem-je oesta directora pro-
postas para coosirocco de edificios destioado
s escolas ooblicas, as srgaioies locali artes :
Jboaio, Pao d'A.!bo, Nazarelb, Tmbaoba,
Otinda, Caroar, Peeqoeira, Btrreiro. Gar-
nbuos e Bonito, oreados cada un em J5:2aj#uj*
podeodo cada proponerte coocorrer a mais
de ama daquellas obras, desde que teoba a do-
oeidale exigida.
As propostas deven ser escrlptas por exieo-
bo, sem rasura, emeoda ou vi:io de qualquer es-
pecie, Beodo regeltadas as que se reseotlrem d.s
seguiotes faltas : ____.
1. As que excedern os pregas do orcamea-
I." As que oSo foren organisadas de accordo
com o presente ediial;
3." As qoe ee basearem em precos de out o
CT0A?firm,d.. por Pe.. qae ,a leabam
deixado de cumprir contracto com esta repar-
as-'as qae nao otferece'em as ga-aaas-
nualidades exigidas oeste edital. .___.^
Havendo doas ou mais propoatas em igua da-
de de condlcoes, sera preferida a do coctraciao-
e aue melbor prova de tdoneidade apreeentar.
proponeotea deverSo iDdicaro logar de sua
residencia, provar a suaitooeldade para dirig-
<-em e execularem as obras. ,
Neo&oa propooeote ser admittido a conr-ur-
reocta sem qoe prove ter depositado na inesoo-
ria desia RapariieSo a qaao.l de um costo de
-eis (lOOOXOuO) importancia qae perlera se,
escolmda i ana oroposia e convdalo para a,,
igoa- o respectivo coolracto, lato se recusar.
Para boa garanta da exccncio do contracto,
depositar o contraciaole oo Toeioiro do Esta-
do,uoaa cauco que eer previameote arbitrada
r>of esia D re-iona.
Os orCamentos e plantas relat.vos a essas
obras estaro diariamente das 10 da manba as
4 horas da tarde ao exame dos concurrentes
aesta Repartic&o.
. Recite, 12 de Setembro de 189a.
A. U. PessoaMontenfg-o,
Director geral Interino.
Secretaria da In ius-
tria
1* Directora
Epj 25 de Setemoro de 1895
E D I T A I.
Da ordem do Dr. secretarlo hterino e de con-
lormidade com o disputo no art. 9 do regola-
ment expedido em 5 de Agosto fliJo para ex-
ecuco da le a, 113, de 25 de Jonho do correo
te aooo, fago publico, a quern ioteressar posa,
o tbeor da pelico dirigida a esta Secretara pela
soeiedade em cummaodita por accoes. reoreseo-
tada poli razo eo:ial Ca-valbo Ramos & C. so-
ticitaiido auxilio Jo Estado para a fondea) de
ama asina qoe se denominarU'ioa doEspr
rito SiQiono rxuoic'pio de Pao a'Albo e o ex-
tracto dos dccamen'oi queacompanbam a mes-
as pelico.
gg O director geral,
Joo Diniz R.beiro da Cunba.
K*rtii;o a qae se refere o e di tul
supr*
[llm. e E-m. Sr. r. Governador do E-udo.
A socie iaie em comman lita por acgOes son a
firma Carvalho Ramos & C-, (Diano jante) pro-
prietaria dos engenbos Condado, Vidrag) e Li-
vagero, e das propriedadea Agougoe VelDo e
lOMMERClO
Solra Commercial de Pernuai-
baeo
COTAt;5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COKRETORES
Pracado Recife, 9$ de Setembro de l8gs.
Cambio too.e Landres a vwti 10 3)8 a por
tS da Banco.
Camtio sore Londres a 93 div 10 1|I d por
Lfi do Banco.
O presidente
Antonio Marques de Araorim.
O secretario
Miotel 6. da Silva Pialo.
Cambio
Os bancos abriram com laxa de 10 1|2 "Obre
Londres a 90 diap, dando mais larde 10 9,16.
O mercado fecboo fl.-me a esta ltima laxa
eem tomadores.
Em letras oarticulares coqbIoo alguas negnos
3 0 0,10 e 10 8,8.
Cotaces de genero
fura o agrtcttlior
Assucar
Janas por loxllos. ... a 6*000
Branco. por 15 kilos 4*100 a MJOO
Smenos, llem. dem 3'S00 a 3*5X)
lascavado dem. idem. 2*000 a 243 io
3rutos secco-, idt m, idera. # a 2/000
Roame, dem idem 1*300 a 1*590
AlgodSo
Foi vendido a 12* por 15 kilos.
Aleaol
Por pira da 480 litros 210* nominal.
Aguardante
eot pipi do 480 litros 12'J* venda.
ros'
Soceos salgados Da base de 12 kilos 1*100 ris
asada.
Verdes C30 ri?, nominal.
Carnanba
Cota-se de 23* a 35*000 por 15 kiios.
el
?orlU0*0O0 nominal.
Im^ertaco
Havre e Lisboa vapor loglez Iaventor en-
trado em i) do correte e consignado a Black-
wro & C.
Carga de Li verpool
Agua mineral 8 barrisa Abraocbes fc C, 50
a Joaqum Ferreira de Carvalho & C.
Amostras 3 7olcmes a diversos.
ArmsgOes para sellios3 caixas ordem.
Brinque ios 2 caixas a A. C. R. Campos,
fiombas 2 caixas ordem.
Blseoatoe 3 caixas a M. Footes fc C, a I.
Silva ft C, 30 a Compaobia de Estiva, 3 a J.
de Uacedo, 5 a O. de Gosraao.
Barras de ferro 130 teixes ao L zirelo, 651
ordoiB.
Caaos de chumbo 4 barricas a Silva Santos
ft C
Cha 2 vo'.umes ordem.
Chapaos 2 caixas a A. Feroandes & C, 2 a
A. de C. e Silva & C. 1 a B. da Peroambaco, I
A. Mello e Aievedo.
Cobre 118 ulmoi a L. de C. Mosquita. 178
Villaga a 1-mao.
Carvao 203 toneladas a Empresa do Gaz.
salgados 1 caix* a J L de Oliveira.
Cognac 59 caixdS aComparibia de Esilva.
Chapas pa'a fogfto 40 a a. R. de Sonsa.
Cidra SO caixas a ordem.
Canos 4 calzas a Comoanbla de Helboramen-
. o, 30 a Silva & Santos, 143 ordem.
C'ervf ji 20 caixas a Caldas & C, 20 a J. Silva
* C, 20 a Pereira de Parias 4 C, 10 a O. do
Goamao, 55 ordem.
Conservas 20 caixas a Ferreira Rodrigues &
C, 15 a DUe Feroandee C.
Cabos 33 volme* a J. Footes.
3 ,eas 3 volomes a H. Rooqoayolr
listo', a 2 fardos a Joaqoim Jo Manas de C,
* PoblmaiiO & C, 05 ordem.
R raos, situad s oo municipio de Pao d'A ho
("ocumenios os. 1,2,3 4.5 e 6), sendo os
seus eogeobos e pr>pnedalts roadla pelos
rijb Capibaribe e Corgaby, necessitano coa-
S'rtlr e explorar orna usina na propriedade Ra-
mos, a qoal se deoomioar do Espirito So o o e
se-vira pa a o fabrico de assacar e aleo!, flean-
do m rgem da estrada de ferro do R efe a
Tiu,b n e Lmoe r.', preci-a para levar a ef
teito o seo intente, de auxilio do gove-no, de
cjo'orm dade com a lei u. 113 de 15 de Junbo
deae aooo e regolameoto de 5 de Agosto ulti-
mo ; por sso vem a sappli.'ate solicitar de V.
Exc. a grag de enejante coocesio, visti
acrur se bablliada dos termos da referida le e
re ixeoto.
A usina deve' ser taala na propriedide
Ramos, me pass^m os no> Cipiba lie e Cor-
g.hyeesl margera da referida es raCa de
fer o, conforme se v di planta junta.
A suppcante com os documentos juntos pra-
va ;
I." Qus os seos engebos, propMeiaies e
mala beos acOam-se livre de qoa>sqa r n->u8
bjpo becario, quer lonmercia1, qaer legal. (I)
cu DeolO o.7.)
l.o Qae nada d"e Faienda do Estilo ou
Mmiripal. (3o umeitos os. 8. 9 e 10 i
3 Qie os refeidos eogenno e propiedales
nj e.-uo obngaioa paroejlmi peo^ora oo
omba-go oo por qnalqnp- divida particular, (D>-
CU Demos 08. II, 12 e 13)
4. Qie tem cooiraoo com os propneiarlos
Visiobo< ts na, os qua*p, cam js pro riedales
dj ooplicaote fo'neaer) i-aiu s para o fabn:o
de 300 saceos e 10 oi3'
cume t>s ns. 14 e 15-)
5 Q ie tem coa ractj para (j-nrciminto de
Imn para tres mil toa*-ladai (Documealo n.
A auppl.CiDle offerece constderagSo de V.
Ex a plasta do lo al das ob-as da U'ina, e
por capu, o co itracio de foroeclmento dos ap-
parelbos. macbnlsmo da usoa, estradas de fer-
ro com 10 kilmetros de liabas farreas e rmie-
rio I rol ai. le
E 'i v s a do exoo8ta a supplicanie requsr a
V. Etc. q e pe oig le conceder le o aoxno ja
ailudido de 800 comas de is e apollces ao
joro de TU a i anuo.
A eupphcame, teodo .es seus eogenhos oo-
dado e Vi-ragio, e as p-opr.eiades Rimos e
Acouue Veino limitado', co-ifo-rre e- verifica
los d&cumea.s os. 17,18, 19 20, os off-rece
em Ojpo beca pa>a garana da uu io p.dilo.
Aeuppicaite, nes es termo.
Pele desrimeoto
E R M%
Po d'Albo, 2 de Sj embro de 895.
Ca-vjlbo Ramos k C.
Extraeto dos documentos que
acompanhara a pelico supra
Escnp u.d de coDiraco a* Sjcirdaue emeom.
aaolita po- acgOes coiiposta coi cid .iios tollo
Emilio de Cirvalno, Jos Frauc bm P.nb^iro Ra.
xoa, Maocel Ha-bosi Camello, S, tero Marques
d<; Araojo Pinbeiro e Praocisco de Barros Silva
Castro para ezploragan de orna miaa de fib i.
car assu:ai-, seo a r^iij satil de Carvalbo Ra.
mos & C.
Doc. n. 1
B'eriotara de venia que ftem Paolioo Soa.
res Ribeiro n soa molber D. Mana Ccralloa
Cavalcante R beiro da propriedade e obras do
engrii'.o Condado situado no municioio oe
Peo a'Alno, a soeiedade em commandita por ar.
i Oes, eob a -mb de Carvalho Ramos e C.
Doc. o. 2
Eciitira de venda que fazem o tsaeote.co.
moel Maaoel Rjrbosa Camello e sua uiulber L).
A na Mirla do lesos Birooa do engeano Vi.
irgo com todos os teas t rrboe, o rase
bemfenoria8 situado no nonicMo dePjd'A.
Ino a socieade em comman nti por acgOas sob
i tirma social de Ca>-valbo Ramos 4t C
Djc. d.3 I
\Es:riptjra de veoda qoe fazem o Dr. Luiz
Margues de Albuqoerque Maranbo e fui mu.
iber O. Man e u Doorado de Albuquerque Ha.
rachSo de una parle do eog_nno Livagem.
a t:ado do mon'cip o de Pao o'A'hu a soeiedade
em rommaodita, por acgOes soba firm sjcuI
le Carv?lho Riiros A C.
Peltro 1 volme Companbia de Sarvlcos M -
rilimos.
Fozis 2 barra a C. Hallid y&C.
Ferragene 6 valumosa Carnoco & 1-nTo 92
a R-is& Santos, la 8. A. W. Featoo, 2 a A-
Bas os, 11 a A. R. de Sooza, 44 a Kir*nia &
Sonti, 4 a viuva de Mai. el dos Saotos V llag,
6aJ e Aievedo, 4 a L-lto & C bilvj &C, 1 aoa ber eiros d-> Maaoel Cardoso
Ajre', 4 a L-l-ro & Cosa, 47 o- em, 10 a A.
de Carvalbo & C. 71 a A. Plu o da Silva A C-,
3 a J. dos Santos & Silva, la G. de Soma Peix-,
12 a Silva & Sanios 38 a Prente Vianna & C-,
74 a C. Ualliday & C
Formas para assucar 49 volumes aos berdei
ro' B.wmann.
Fogareirun 10) o dem, 147 a J. dos Sanloa
Silva, 60 a Prente Vianoz & C.
Farinba de trigo 1,0)0 barricas a Companbla
de PaoiOcagao.
Fjihas de Fiaodres 203 caixas a Antoao Pin
to da Silva A C.
Lene coodensado 10 caix a a Caldas & C, 15
i Ferreira Ridngues & C, lO a Peeira de Pa-
rias & J 1U a D>as Fernandes & C, 0 a Com-
panbla oe E Lcuga 2 gigos a Reis & SaLt:, 83 a F. Cut
& G
Lr.ha 26 caixas a T. M. Uoof, 5 a J. R. da
Ponser?, 10 a A. Campos Irmos, 30 a Miuoel
Colijg & C, 15 i Gu maraes C .rJoso & C.
Macninismo 8 caixas ao Bario de Su.
Minteiga 4 caixas orJem.
Mercado-ias 3 volomes a Maooel Collago & C
24 ao baro de Frixeiras, 3 a Compaobia G ra'
de Melhoiamento, 1 a Maooel J. Rinei-o & C,
6 a J Coelbo, 41 a Gomes d Malios Irosa-, 4 a
A. Pereira de Aievedo, 10 a Campannia de Dro-
gas, la A. Campos 1,-miop, 2 a Prente Vianni
v ;., 1 a Braga & S., 2 a Guima'es t'.irdnso &
C, 33 ordem, 15 a Torres Irmos, 35 a Com-
paobia Maoofactora de Pbospboros, 3 a H. J
Pe-raso, 2 a J. de S uta Aguta-, 2 a C. Lopes &
C, 1 a A. dos Res & C 7 a P.blmaa.
Mate-i es 1 caixa a Pootoal Irmos, 235 a B'az
Silva, 19 aa Dr. Paulo M. Pereira Monteiro, 9"
ao D.\ F- L. G. de A'aojo, 55 a A. A. de Soc-
za, 1.221 a Das Pouual & C, 9 a B. Siqueira
& Basto', 26 aos herdelns B.wmann, 11 a Au-
relio & Irmfto, 29 a Cardos > & Irmcs, 6 ao II -
rao de Frexeiras, 62 ordem, 11 a Compaobia
;e Trubos Urbanos, 84 a G eat Wasle-Q of Bra-
sil Compaoy, 73 a Compaubia laJusi-ial de Me-
lOoramentos.
Oleo 15 barra a Altiiuo Silva & C 10 a Gui-
mares Braga & C., 10 a A. Pinto da Silva & u,
3 a Res & Santos.
Papel 1 caixa aos herdeiros de Manoel Ca-doio
Ayrts.
Pipas 100 ordem.
Piegos 1 barricaa a i. Fjn'eg.,
Piaoo 1 caixa a J. S. Amaral!
Presuntos 7 caixas a Saizer K.ulTnano & C.
Paseas 5 caixas a Ferreira Rjd-igues & C.
Psrfomaria 2 caixas a M. L. M. Ramos.
Saceos 9 fardos a Jallo & C. 47 ordem.
Tintas 10 barricas a Reis e Sao os.
Ti ita 2 caixas a Hago & C.
T re & C-, 25 a Joo Silva A C.
Tans de ferro 30 a Cardlo & Irmos, 5 acs
oer^eiros Bowjnano.
Tecidos 1 volme a F. de Azevelo & C, 21a
L M la 4 C., 10 3 A. Santos & C, 6 a Affoosu
Mala & C, 3 a M- J. de Aodrade, 3 a J. Con-
ga vea & C, 5 a S. N -gera & C, 2 a Man el
Collago & C, 18 a ordem, 36 a N. Man A C.. 37
a Rodrigues Lina C, 4 a A. Amcrim & C, 21 a A. deBritto C,
19 a Machado & P-reira, i a 0. Campos A C, 1
o Dr. Coelbo & Saare', 1 a Guimares Bastos
& C. 1 a M. Borges & C, 11 a Guigalves Ca-
oba & C, 3 a A. Visira A C, 8 a A. Lope-
& C-, la Mj-eira & C, la Alfredo e Fernan-
des & C 1 a viuva de Eugenio Googalves Cal-
cio. 29 a Beroet & C, 3 a S L. M Ramos, 5
a J. F. S. Pinto, 1 a M t.os Caminba & C.
TouclDbo 1 caixa a Sulzer Kioffmann.
Vinbo 29 caixas a Dallas & C 40 barra a C.
Lima A C., 24 a Compaobia de Estiva, 16 a Per
rei a Rodrigues & C 8 a Joo F. de Almeida.
Vidros 10 grades a Joo Das Morela A C., 3 a
ordern.
Zirco 40 barris a M rauda & Souza.
Wn R'y 13 cuxae a Di.s Ferosndes & C-
Csrga de Lisboa
Alh 55 camastra Paulino de Oliveira M.ia'
Doc. d. 4 iMirqas Bicaloo. Pedro Cemele Pesnoa de
E :riptnra de veoda qui fszem o teneite.^c.' M-no, Ji Fraonico Correii de Vaseoncellos,
raoel J i Frn:ieco Ciohelro Rimas e aja mu.' Viceoie Aotoob Novelloo. Fraoclsco G > calves
iher O. aq.B Gongalvea CoudDo Rimosdoen- Cirne.iro de Aloaqoerqoe, Fi-aocisco da Slva
ireobo Lava^euD Situado do municipio de P)
d'Aluo cam tadaa aa suas trras, maltas, obras,
lograiou os e o mfeitorias. macblaimo a vapor
a eoclllo, destillago e o mais qae ao mt-iimo
exist-h soeiedade eob a rma social de Carvalho Rimos AC
Doc.o. 5
Escrlptara de veoda qus fazem o lenle or\
ronel Maaoel Birbosa Camello e soa nnlber D.
Aona Mirla de Jetus B.rboBi de orna propne.
aad) aenomlnada Ay-'Ugoe Velno eioada ao
muaicipia de Po a'Altia a soeiedade emeom.
minuta p>r ae^fj soo a Bmi eonal da Cirvi.
Iho Ramos & C.
Dac o 6
Ei:ripiura de veo la que fazem .0. Mirii Ao.
tooia do R^go Mello, sui ti i> do igual oom9.
seus Qlhos e ooras, i:api 4) Fra'Cisco doRegj
MU > e soa molber D R i-al >n < F loci za Mallo, D-. Pedro Veoo do R)ga M lio e ui
iDOlOer D. Mariana Engeaia Toaoaoo de Mella e
D\ Manoel da Reg Millo e so rrulb-r D. Ma-
r.a di C nceiglo Ca neiro de Mein de um tsr.
reao desmembrado do eogenno .Rimosa fl ma
sosikl de Carvalno R irnos & C.
Doc. n- 7
CertHodo offi:i.Ida registro ehyjihvas
de Pao d'AlOo a tistaido nao consta aos livros
oamptti.t-s acbar. nyplbeca alguna comneclal ou esp c al so.
De oj enmenias Liva^em, Condado Vil,
gj* e propriedadea A>ugoe Velno e R roos da
sesmo muaicipia perienJantes a soeiedade em
comnandna por a.-ges sjD a trun social oe
Ca-vaibo Rioaos e C e oem pesar tooreeil-s
osas algutc do q al resalte bypotDeca legit em
f.vur do Estado, do muauipio, do orpnas, la
terdi.los e aaseales.
Do:, d. 8
Ceritdo do as:riva da i ollectoria das reodas
esiadoaes de P^ a'Aino, atiestan lo olo con ttr
dos nvros sompeteoies ser a icrdade em co .
maoditt por acgOes Crvalbo Rixose C, deve.
dora a roei-ma coliectona de impostos, -i.uti-
el!., acruolo.se as m Iirea deqaaia.u-r onos
os eugenDo Lva.em, Collada e Vi iago e
as prop-iejadea Agougoe Velno e Ranos a mes.
ma perienceu.es.
Dar. n. 9
Ce-tll&o do cffi:UI da soo.directoria do Coo.
(eacioso do Toesou-o do Bttido atiestan la o"
CJOUr dos livros coaaoeieat s estar a firma
Carvalba Ramos e C, sujeita a onus alguna re.
rUltaate de fl.ng pretlida pela mesas em seo
favor ou da lerceiro*.
Doc a. 10
CertidSo do secretario da prefeitora de Pao
d'Alno aue-i indo que a soeiedade em caminan,
una por a\0 s Carvalho Ramos e C, nala nev
ao Caocelbo io mesmo mun^ipia e oem fia.
lora de cuotratanie algau.
D'cs. os. II, 12 e 13
Cinco certidOes dos esc ives compeieates de
juito de dire'io de Pao d'Albo, at'.el.odo oto
caastar de seus c r.o .s :
1 a gao aluoma oo tx-cugao coot-a a socie.
lade em commaouti por acjOas s.b a tima
Carvalbo Ramos e C, em vnole Ja qual ti.
nbam sido < enborado< oo embrgalos os i-cu-.
eogeoSus Lavag m. Coidado e v"Hri.g5j o as
suas propriedadea Ag ogue Vlno ham o si.
ua ios na m-'smo '.uuu.cipio de Pao n'.a, n ;
1' itti-em os meamos eugennos e propriela.
des sujeitos a compromiso algom resoltante de
.egaoos ou de her.uga em favor de leni-i-o ;
3* ser a meociioada socieade devddura t-or
quaiquer mulo ou peader con-ra ella acgsoal.
gurua ou tx.-ou.S .
Da~. n. 14
Eicrlptara de contracta fa-a forne:imen!o de
cauoa a projectadn Usina do Espirito Sanio
que fazem Carvalho Ranos e C, represe ila He
da soeiedade em commandita por acgOes par.
explorago 'a mesmi com o maj
Ao o.i'u do R -0 Cavalcante, Miooel Tnomaz de
A1 uiuerqae yaraonr-, D-. Pedro Velno no R--.
> Meii\ Au ooia de Aareu Mirqaes Bicalb',
Dogo Stares Ciroeiro de Aiboquerque, Jo-e
Elyiio Cavair- t ne Alboquerque, Iiomiba
Saaaico de LyaeM-lio, Leodoldino Aureliauo
10 a Santos da Figneira & C, 19 a C. Una & C.
g a o oem, 17 a Gaedes ae Araajo & Filao.-.
Batoques 17 sac;os aos mesmos.
B.lilas 57 caixas ordem. 50 a Guedes de
Araujo & Filboi>, 15 a Santos da F gati-a.
B..a- 7 caix Piuio & C., 21 a Gaedes de Ar: uto A 9 Ibo-, 3 a
1. S. do Amaral, 2 a C. Lima & C, 10 a Toa-
res Lipa A C.
Ceb.las i> caixas a Santas da Figoelra A ;.
Pulnas d loaro y siccos a Costa Lima & C-
Kerrageas 2caixis a C. Hailiday & C, 6 a Sil-
va & Saoto?, 5 a Aidaae Lopes & C
Magas 4) caixas a Paol.oo de Oliveira Mala.
Paiuos 1 caixa ao mesmo.
Peae.ras 2 lardos a C Hilliday & C.
Ras nos 1 caixi a Miooel Coliago & C, 1
Silva & Santos.
Koines la saceos ordem.
Te.i les 1 caixa a A. de Bastos &. C.
Viobo 2 pipas e 10 o a J. R. Uacieira, 25 a J. R. N. di S'lTe, 1 a A.
Lapes A C. 11 a J. Vax Gaiterre, 20 a Goeaes
de Araujo & Filo.s, 100 caixas a Paolioo de i-
veira Maia.
BsDrsei
Recife, 25 de Setembro de 1895
rara o- ezienor
Na vaooriagley >Leiboi z para ftew-York,
carreca'aua :
D. Gaavea, 4,950 pellas de cabra.
R. Bobers, 1.8)0 pelles de caora e 13,830
ditas de earoet.o.
Na barca porioguexa Claudio:, pira o
Pari, cirregsram :
A- I-aos A C, 276 coaros sslgados pesando
3,312 kilos.
Para o interior
Na vapo' oaciooal itaqul, para Rio de
Jaoeiro, carregaram :
P. de O.iveira Maia, 10 pipas com 5,500 litros
de alcool.
C. de Melboramectos, 3 pipas com 4,0.0 litros
le alcool.
Para Rabia, carrazoo :
1- T. Braga, 12 caixas con 2.0 kilos de
doce.
No vapor nacooal Ufane, para Babia,
carregar m :
S. oa Figaeira & C., 5 caixas com 165 k-los
de do:e.
Para Vi-loria, carregou :
J. T. Carreiro, 100 saceos com 6.000 kilos
de asacar mascavado e 100 ditos com 601)0
d.tos de milbo.
Pa-a Santos, carreg ram :
II. Borle A C-, saceos com 103.00) kilos de
a>sacar mascavado e 1,000 ditos com 69,000
ditos de dito brtnco.
E. Slva, 170JJ ca:cs fract?.
Ni vapor mglez Braaswick, para Rio de
Janeiro, carregaram:
A. Feroaaies & C, 15 pipas com 8,175 litros
de alcool.
No vapor mcoal Aguamare, pira Para,
carreg ram :
P. Carneiro &C, 150 barricas com 11,900
kilos de assacar branco.
A. O. de Souza, 400 barricas com 29,342 kilos
de sj a~ branco.
na vapor nacional S. Salvador, para Ma*
naos, carregaram :
P. de Oliveira Mala, 30 barricas com i,S4Q
klos de assnrar braoco.
C. Pinto & C, 5 barris cem 440 litros d
al:o,l, 40 ditas com 3,520 ditos de agurdente.
10 barris com 450 dos de vinagre, 5 caixas
cam 60 ditos de genebr, 5 ditas com 50 ditos
de cidra e 2 ditas com 130 klos de doce.
No Date Jens te Gois, para Aracaty,
carregaram :
C. Pioto A C, 48 caixas com 298 litros de
geaebra.
Na ba-caga Conceig) Parablbano, para
Parchiba, carregou :
Ado'pba Costa, 10 barra com 420 litros de
viobo de Iradas e 7 caixas com 30 kilos de
masaa de tomate
Na barcaca Pheoes, para Pene lo, carre.
garam :
J. S. do Amaral A C, 60 barris com 2,000
litros de vicha de troclas e 20 caixas com 480
Utos da cerveja.
D. Auna, para Villa da Pe
Gsarif Taomas lavare* de Me lo Palco. Jos
renlo de Araojo Pinbelrr, Hedro Baoaelra de
Carvalnn, Jos Carneiro da Mana S.lvelra e G.l.
dioo Bao Jeira de Carvalbo, todos aricu.l ji-cj,
moradores no mu i.cioiode r) d'Albo.
MUNICIPI) DR PA'i D'ALHJ
Dacumenioa os. 15 e 15 A
DjUS alies alas du vice-p-tsi lenta do cooce-
Ibu municipal de Pao u'Aiho declaran to que os
eagenDas perleocej dita po-acgO'S Carvalno Ramos & e he"
assim os demaia peieoceies a as agncu tares
en ir tnnes do fo-necicne 11 de canoa usina
qud se pretende fu dar, eii aprop iidas la-
vonra de carina1, psla su< oae sal padeado
as.-ega-ar om rasoiiaao de 30 uall aa-coa de as-
sucar de ti i kii gramiu b, e que os ditas eage-
nias e prapnedi les pdriuaoctit'B a nacncui so-
cieade nosisciam Li.c.-dvaijs entre pro-
p iedaj.es es raimas.
Dacunea o n. 16
Contracto pa-a o foruecimealj de ieaha so*
ciedule em caoinabdiu pur ai g-a pob'0 a r-
ma uarvaloi Rimos & C, qie fisen Mananna
A iionu Buieueourt Fratcis-jo Pe eir Cval-
caole.
D comed s 08. 17, 18. 19, 10 e II
Ac los devidameole legalisiioa, ceebr^do
eot-e a tirm Carvalno Ramas *G- represo i-
inie da Hueiedade eui couminii a pir acgOes
para exploragio da us-.na Espin o aao. pro-
arietana dos engeobas Con a iu. Vi iragao e La-
vigem e daa propriedadea Agou{o Valu e 111
mos, e propriearios coutioaut-*'
Ujumeoto o. 2!
O.-cmeato de um appa-elba de va:us e tri-
plj,!- effeito para fazsr 300 saccoi de assucar
da 73 I .sem 14 tiaras.
Dicumeutas 04 21 e 2
Piaaias da usi. a a ser fuudila e da lor-tl eaa
'ju- deven ter cjnuraida.
Djcuoeotaj os. 25 e 23
Es'ripiuras de venda que (ze n Piulino Si<*
rea Hioeiro e sua milner D. Uan Ca-oliu* Ci-
valcautc RiDeiru, ue doas pequeas propriela
Jes denoniU'idasSalvago e Esal jnelrosi-
talas neie mjnicipio, e o coronel Pelro Oza-
io Ue Ce queira, de am terrena desmemb-ado
do eogeuna Co idada, no mesmo moaicipio.
soeiedade em couam lada pela firma social Carvalno Riho* & '
O D-. Diomedes Goaga vss da Silva, juii uDi
l.tuto parcial ue direito das fti'.os da fazeoda
deste Estado de PernamDoco, e'C.
Fz eaoer aos qae o preseole virem qoe em
praga publica desie jaizo do du 27 do corr.nte
eotraro to p-a,-a pela segunda vtz e com o
abate de 10 % a predios seguintes :
O p-e no o. 73 de pedra e cal, 8i:o a ra da
Aurora oa Bua-Viageru, fregoezi-t ie Afog d)s,
mediado 1e freule 7 meiros e 60 :eni;metro8 e
d-- fuodo 9 mel* e (0 cen im-lrof, 2 janeil is e
t porta de frente, 3 iauellasem cada oiio, 2 s .-
las, 6 quiri'jc, cus una 'Ora, i clela, 4 quaros,
orna dependen.i', cocDe ra, bannei-o, gailiubel-
ro, muitas .'rae eiras quintal roo'ado com par-
ti oe [ iLecla do q le devj a Fazeoda do E tado Felicia-
uo de Aravja.
O prelia o. 4 de oeJn e cal sito a roa do Soc-
cego, fregaeiia d< B >a V-ta, meiiido de frente
4 m-l os e 40 ceonmelroa e de laudo 13 meiro-
e 60 -emimei'os, pona e jaaea de frenie, 2 *
las, 2 quaitas n-iciu lora e qaini.1 cu-nl)
avallado por 45)t para p^gimenio do qae deve
a mesmi fazead Luiz Moreira da Silva.
O predio o. 6 le pedra Cal silo a Prala d
Saoia Ria, freguezia de S. Jet ledo 3 pata-
de fr-ni-, I guari, sem ladnob > os oiles em
estado de roiu.s, aiaado em <80i p ra paga-
men.o do qae deve a mvuaa FateuJa M<-oei
Pereira Lemos.
A meia agua o. 1 D sita na roa do Brum, fre-
gu-zia da Varzea, meaino ne freuie 8 meiros e
30 centmetros e de fuodo 5 metros b 80 cenii-
uietrop, 2 jaoellas e i pona de frente, 2 salas eui
estado de romas, avallado em 4>x pa pagamen-
to do que deve a mesma Fazeaua Peora Fran-
cisco de Paulo Baptisti.
O predio o. 1 so e Giyaz, pira CsmaragiDe,
15 caixaa com 330 kilos de
Siobe, para Macan ba,
Na larcaca
carregaram :
P. Carueiro & C,
sabao.
Na aarcaga D.
carregaram :
J. Piobeiro & i;.. 1 caixa com ca'gado'.
N. barcaga I-ajaby, para P.raoiba, ca:
egarain :
Gal nares A Valeote. 1 molaos de visfou-ss
N. biate Daos te Gaie. para Maco, car-
regaram :
C Lemos A C, 4 barricas com 2*0 kilos de
assucar b-anca.
A. dos Res A C, 1 cha com calcados.
G de Mallos Iroaio. 1 calza com 4> ti os de
doce. 1 dita com 30 000 cigarros e 4 ditas com
6) kilos de cera em velas.
Na ute Tentadora, para Camosiim, car-
regaram :
A. F-roandes C 180 barrida com 12.(00
kilos de assucar retinado.
G. Corris & C, 2 barris com 176 litros de
agurdente.
F. Irrxa & C, 200 caixas com 4.600 kilos de
sabio.
raa barcaga D. Siab pira Natal, carre-
garam :
Baocks A C, 25 volumes com 1,748 kilos de
tamo erm fainas.
Para Macabiba, carregaram :
J. A- Fuases, 100 caixas com 2,400 kilos de
sabia.
C. Campos A'.'., 3 caixas com calgados.
Na barcaga Uaia Socirl, para S. Mi-
guel, carregou :
J. S. Seixar, 90 calas com 1,930 kilos de
sabao.
Na barcaga D. Ano3, para Villa da Pe-
oha carrecaram :
gjulio & C, 2 barricas com 110 k los de assu-
car braaco.
No vapor nacooal S. Fraocisco, para
ilico carregaram :
J. Salgaeiral & C, 17 birrlcas com 1 37
i los de arsucar braoco e 3 ditas com 230 ditos
da dito retinado.
Para Aracaty. carregaram :
P. A' ves A C, 13 barricas com 650 kilos de
de assocar refiaado.
Para Natal, carregaram :
J. Silgoeiral & C, 6i barricas com 3,750
kilos de assacar refiaado e 17 ditas com liO
ditos de dito branco.
G. Crrela & C, 6 barricas com 36) di'os de
assacar refiaado.
Para Mj-so., carregaram :
M. Viegas & Fiibos, 10 calas com 80 litro*
de cidra, 5 ditas com 35 ditos de capil, 17
ditas com 119 dito de genebra, 3 barra com
135 ditos de vinagre e 6 caias com 60 ditos de
cognac
Para Santos, carregaram :
Araojo & C, 110 caixas com 2,530 kisal de
sabio.
A- Costa, 4 calas com 3) litros de cogote.
Para Cetra, Icarregaram:
P. Aives & C 45 oanicas com 2 340 kilos
de aassncar retinado.
A. Costa, 3 calas com 180 litros de massa
de tomate.
J. T. Carreiro, 30 barricas -com 1,500 kilos
de aesuoar refinado.
J. Salzaeiral A C, 6 barricas com 339 kilos
de ascucar refinado.
Iteadlmeatot pblicos
Mes ue Selembro de 1895
Alfaniega
sia do Pogo, mediado de frente 3 me rus e 70
centmetros e de fundo 6 metro e 80 entime-
tres, porta e jaoellas ds (rente, 1 -aL?, 1 qua -
t>, cosioba mena, em es:ad> til em abe'io, avahado em 174 oara pagamento
do que deve a mesma F.zeoaa Maooel Cbrwp -
niano Ce A-roda.
O p edio r\ 3, sito ra do' pescadores, fre-
guesa de S Jos, medio io de fren e 3 mei-o* e
60 centlmtt os e de foadu 9 cet'os e 60 ceuii-
metros, pona e janella de (reuti. 1 Silas, '2 iair
tos, costana interna e quintal mu-aic iviiiilo
en 6)04 para pieamenio do qoe nev Fazeoda
do Estado Antonio da Silva Castellar pur Mani
nbo Jo- de Soizi R*go.
O pr-dio o. 17, si'o 4 estrrta do Giqi"4 a Ja-
boato, medndo da freole 6 aetros e 10 ceal
metros e de fjado 10 metros, 2 janelus e 1 poria
de Teule, 2 si las, lauariOJ, cnliiihi (Ora e qu n
til em abe-io, ata'i do eui l0i pa-a pagameaio
do qae deve mesuaa Fazeuu* Seohonona Fio
reot na de. Lima.
O predio n. 3>, ri o a ros -Its Pernambacanas,
freguezia da Graga, me I' iJo frent-- 4 ro-iro<
e "0 ceniimet-os de lun lo 7 metros e tO jeo-
nme.ro?, po ia e janelia se lrenlj, 2 *->'a.-< 3 quar
ios, co luna 1 lio-aa, avallada ib 3604 p .en': .to do aue deve a oiudma Fazeuda G acu-
do Jaaqaim N-<" en.
O predio n. 6 f, ao l-i'go de Sinia Amiro,
f-eguetu d^ Baa-Vi?, medido de frrnie4 mi--
i-o e 8 ceiiumetros e de fuo 'o 8 m t'os e 55
ce ilimeiro?, 2 aorias de f.-ent--, 1 no oii-, 2 sa-
las 1 qunl cusioni f.-s e q'ii.lai cercad', ava-
hado em 2234 pa-a pagamento uo qoe de e
a mesma lazenla B.-ll ru.ua Mara do Naeci-
m-Dto.
O predio o. 20, de pe ra e cal, s ti rui dos
Pi\o-\ freguezia de A'ogados, medilo de f e te
3 ue -o* e 40 ce umt i os e >e ion lo 1 u> tros,
uurta e jioeiia Ce frente, 1 porta oo oia i, 2 s .-
iae. i-uhiba imerua e .oinial, i vi a i > em.....
2704 pa-a pagamento do qae deve > me.-ms F-
z-o.ia Mar.oel Perreira X.vier.
O p elio a roa do Meo uiiga freg S!a ie Af-
togados, medin lo de f.-ente i u et-. s 9) sent
lue.rot e de fondo 10 uaetroi e 70 jeunuetros,
p >rta e jac-ella ce f ente, 2 iioelus na o'.to ao
No-ie e do Sal, 2 taita*, 2 qua Ijb, i-o liba m-
una e quinal cercad,-, avhalo em 1804 ore
i>ag iioe'ii do qce deve a me ma F mu d i Jas d Aracj.
O p ello o. 3 a ra da Arrnyil fregu a do
Pogo m-dio io ue f eu e 4 roel-os e tO ceulT.e-
t os e de fondo 8 metros, com 2 jiue I j de feo-
te, 1 puna oo all i. 2 salas 2 uo ros, co iina
externa e qalii'al c.-iuado, avilado em ir.4ps'a
pcame tj uo qae deve a nesiia f.z-uJa Mara
a a Paixio.
O predio o. 161 E a ras Imperial fregn- zia de
. Jos mediodo de fren e 3 metras e 40 cent!
me'.'os e ue torda 9 neiros e 5 ceulimei'os, p^r-
ta e jao. II i de (retif 2 Sjiia, 2 qiail'-s, cosinna
lulirn eqciital en anorto avllalo e>u fOj
para !gaa.nlo "o que d ;vo a mesu.a Fozeuua
lose A iiaoio ou iiva.
O pre i|u ti. 26, F a rea Ino'ri*! fregoesl* de
S. J ir5, neiiuim de f-eue, 4 uel os e de fuo lo
7, av linr. em 544 p ra paKa.ueDto i'o q>e dve
a iieuaa Fazeuaa F.aou.sco Games Winuer-
IrV.
o p-edin r. 5 so s T avpssa da Matir.n, f-
guezia da G.-. g>, m-din jo de frente 4 met os, 25
ceolimeirae e de faodo 9 jie'raa e 70 ceuuae-
ir. p, co u 2 port* de (:eu e, I no oi'a", .ia
oc< u lad j por orna taverna avallado em o'Mi P ir-
paganecito in jju.i deve a mesma Fazeuaa Disr
de-io Basilio de Lima.
O or. dio i. 10 le p :dra e ca', so traVMBS
do Giz. frp?u-zia de S. J f. mediado e fre-'
3 Leiros 36 cent metros de foado, 7 met-os e 70
centmetro*, iota e jaoelia de freule. 2 sala--, I
quarto, cosiuha f a e quintal mu-sdo, ava'iado
e d 36 i pira pagameuiG do que de.e a uaesma
F. zeoJa Mmoel ue Souza Pe eir.
O predio o. 3 A, sito a roa di Pedro Alalo,
fre 83 cen imetros, e ne fuado 10 anUos e 0 ceo.i-
uietos, 4 jantllas de treme, pona e janeila no
Ollo, 3 qai lo 1 'a3, "iiz'nna a e quintal
car. a ip, avaliaao em 9)04, -Ti pa^am-uto
d que deie a mesmi lateula An'.un'o Jorge
Tivares Paiteco.
Osibadon 63 a ra do Coronel Soa'suna.
freguezia de S. Joe. me lindo ds frente 4 x elrcs,
e 5) ci-n'iraet-os e de fonda 10 mi tros e 0 ceo -
limelro?, tendo o pavlrcento terreo 1 janell' e t
norias ae f'ei.t'.. sendo I ca escuda, l qaarlo,
2 salas, roz'oba fra, lacimba e qjioUI murado.
U p-imeiro andar, 2 j mell-eo de f-eute ctm va-
raoda-< de Ierro. I quarto, 2 a a', cmiiba fra
e soli em ealao, avallado em 2:70'4 rara,
pagamente do aoe deve a mesma fazeaaa Ber-
na-do Parear, R oti o.
E para que cneeue bo conbecimeoto de tados
ra^ndel passar o p'is;nie, que ser publicado o
atcado oo Irgar do cosiurue.
Dada e mesado nesu cidade do Rscife do Es-
ti'o de Pero^mboco, aos 11 ce Selembro de
Eu. Jas Luiz da'.'osla Rj-ha escrlvo o sub-
Ecrivi.
Deomeaes Gngalves da Slva.
Alandeg'adePernam-
tiuco
ED'TAL N 9
Pea iosp"to-ia da Alfaniega se faz publico
qoe no da 26 da mez de Oulu'j-j viadouro t-
'o vend las en bast puohea as 11 Dirs, a
pura is'.i reparlgm, as rtercidorias abexo
mea'iondas qae na> forana desra hadas oo
praso legal por reos dones tu consignata-ius, aos
qiaes lica marcado o pranu d: 30 das para ;s
lelrarem son p-na de, re-l^ada a venda, nao
se aile.'ider a .-eclamagao algunas.
Armiien n. 3
Mirra OFFB, oto calzas n 1,0"9 I.OI.
viod8 de Fiume oa vapor ri uiaro S. Sievam
eu ir de [', vereiro de Ih9>, conteni typos
pira lyoog-apbi*, pesando 352 k :os e caasigaa-
d.is a Doreaa Jornaiia le.
Mwea C?&. auas caix.s n?. I,t7 1,679.
viodas de ilimn-rg no Vjpur Saulos em 13
du Margo ue 1893 c Oteado preio e-oa p, pee^U-
da 150 k!l:s e i^aslgeajas ordeoj.
Uxa ralxa ton a mesma marca, o. l,G3i\dem
i em, comalo obras Je Ierro batid psea.do
210 kilos i.iem.
reai ')ll e M em cima, tres fardes os.......
16675/77, llena mea enn'enda papel para en-
ea :ernjca, p-sioda 38i kilos, cea igaadas a
Briwns c.
Marca C-'o!, o r.a caixa, ide-n idjc, cenleoda
l.U KHoa de Obras dt- (erro tatiJc, laem.
Iiem una illa o. 8. ilem ideen, conteni pe-
gas de ma biuaa e .oras lo ciassiQcaoas ce
i-rro fon ino p?8iodo 52i kilos, coaslgoada a
U- wjs A C.
Ueua orna gade r. 9, iiem dem, ccDtenlo
una roda de mulera piola a, consignada a
Bn-wjs C
liemuma caixa b. 1P, dem iiem cooleado
feg.s -te iDa?-hi(ia?, oirfl de fe ro loodido, pe-
sando 4)3 kilos, r.-nsignaua aos mes.xo--.
M.rc TJ e FL un naixr, umi caixa o. 83,
dem i lena, coaieodi tjirralas de vldro quebra-
ila", conig( ala a T> eu. Jas'.
Marca diau.a ii BC to centro urna di'a 0.
.5. viuda de \ w Y .re no vipor Cjrll* eaa 3
de Janto do uno auno, centeodo aununcias, coa-
nana la a Co npa'rhia de I) o ;as e P. Ch mico'.
Marca US. ama ona o. 9 con e.ido 4'J kilos de
poxado-ea de fe.-ro om msganetas de looga e
M He par..fi,s s de larro roosU-nadn a Re'B &
Saoioa, v.ada no v por Jaskelini ej 19 de
iOlno do dita anno.
Iieui u i\a din n. 11, cootendo 7o k Ijs de
upraa de coDre e s'.-.-s liara))*, ideoa dem dem.
Iiem orna dita n. 14 cunando oaras de ferro
e rip cobre, Mem i j-m uei.
Mi-ci AKSP, una caixa p. 2,2!5, caolendo 5
OKChiBus, oteo-ii', consignada a A torno R. da
iilva Pigoeire lo, i irm iden.
Marca SC, orna dita o. 2,468, vina de Liver-
oool oa vapor A-c"|tect ej; 6 le Djzemtro ie
1893, coo endo onras de fe-'O Datid". consigna-
la a Aitomo G. da Silva C couteida mais
lo .s dozias je aavulba de duas Uminas, caba
de madeira.
Mi' a VJC. tres dilas n. 104 106, vindas de
N wT-k ao vano- beUa Wordanorin em
uo-l daia, cjnteodo obras d<> vidro n. 1, pesan-
do 303 KHnn e consignadas a M. J Campo?.
Mar a GLA Z. t. ra-.ote e/n, do Rio de Janet-
Oa da dem Ht.tbK' 2 a 4 de 25 HU.. Li i tal a;"! 27 80<76 13.8J2400J
289.63'<4I76
RECirE A INAGB
Do da 2 a 24 dem de 25 38:773*170 407.48 7
Na barcaga
nba, carregou :
J. A. FoUSCd,
tillo.
30 caixas com 730 kilos de
Renda geral
Uo da 2 a 24
dem de 25
1.164:1364944
52:7184667
Renda do Estado :
Do da 2 a 24 120.0984256
dem de 25 3:6044763
1.216:8554611
Somma total
121:7034019
1,340:5584830
1. Becgao ds Alfsndega de Peroambcco 25
d So embro de 1895. *
O ebefe da seccSo
L. F. Codecera.
O iliesoureiro
Luiz Manoel R. Valenca.
4:8i"4l77
llovlmenio do porto
Navu entrado uo da 2t le Selembro
Jlirai bio e e-mUII du', vapor oaciooal Be-
herine. de 81 tonelada', qoipagem 30, com-
mandante lesete Pabio ttioo, carga va. ios te-
neros; a Coaapanhia Peraambucana.
Observago
Nao bou>e sibida.
Ni nos eairadus oo dia 23
Cear e esca a7 da?, vapor nacooal Uaa,
de 382 tou.ladus, eqaipagem 30, commao-iai.-
te J. Carva>bo, carga varios geoeros; a .rn-
pana PercambucaDa.
Caroiff-42 diap, oarca Doruegaease S'gne,
de 671 tmela^a9, eqaipagem 13. comman ante
C. Laog ie, carga carvao; a Compionia Per-
aambocaoa.
Cardilf 4i diap, barca noruegnense Tari.-t,
de 733 tonelada?, eq ipagem 13, c nixun laute
K. Ga:i k-en, carvao; a Lopes Gumares &
Imof.
Uelfast51 das, lar ioglez Darwia, de
497 touticda', equipa?^ 12, commandacte
A. Tnoma', em lastro; ordem.
Terra N iva43 das, i de 183 te teladas, eqaipagem 9. rommandame
R. i'aifr. v, carga b:Calhio : a BUckOuro
A C.
Macelo-1 dia, vapor ioglez Mercbao', de 853
tunela las, eqaipagem 26 commaodanie G-
Goidmar, carga vares geoeros; a Black uro
A C.
N vios salidos oo mesmo dia
Para e escalaVai-or ingles Jnstlo a comman-
dame E.w.rd Bisson ; carga varios geje-
ros.
Pa- e MaranhsoVapor oaciooal iguamare,
commaadanie Pu o Gaer.a ; carga varios ge*
seros.
Mootevlio e es:alaVapor Dcruegoeuse Ar-
go.commandanie L. Boaleiie; carga vanos
geoeros.
SidoeyPatacho ioglez Trusly, commaodanie
Joseph Alziden ; ca ga varios" gneros.
MxicoBarca norueguense Li?, ccmraandan-
te 0. Joeiea ; em lastro.
JamaicaBarca norueguense aVig. commao-
danie Cari Doas; em lastro.
Mercado Hanlcipal de S- Sose
O moviuaeoio deste morcado no da 24 ie S ..en
bro fel o segointa -
Entrsram :
43 bois pesando 9.256 kilos
293 kilos de peixe a 20 n, ;,,:mi
1 compart. com mariscosa 100 -8. 4100
5 ditos com camares ? 100 rs. 4500
26 1/2 columnas a 600 rs. 154600
1 cargas com gallinbas a 500 rs. 4500
6 cassoaes coto gallinbas a 300 rs. 1*8
1 carga com amenJoim a 300 43D0
7 cargas com batatas a 300 rs. 24100
2 carga com macacbeiras a 300 rs. 4609
2 cargas com cebolinho a 300 rs. 4600
4 cargas com gerimnos a 300 rs. 1420
16 cargas com verduras a 300 rs. 44800
3 carga com canoa a 300 rs. 4900
2 cargas com laraojas a 300 rs. 4600
4 cirgas com tbame a 300 it>)
35 cargas com farinba a 200 rs. 74000
12 cargas com milbo secco a 200 rs. 2*400
10 cargas cem feio a 200 rs. 24ono
74 lugares a 200 rs. 144800
16 Suinos a SOO rs. 3*200
12 corap. com suineiros a 14000 124000
8 comp. com salnti-o: a 700 rs. 546J0
8 comp. com fressurasa >00 -s. 44800
34 comp. com comidas a 70o rs. 234800
75 comp. com faseodas a 600 rs. 434000
49 comn. com verduras a 300 r 144700
97 comp. com farioba a 400 rs. 384800
54 comp. com talbos a 24000 1084000
Raodimento do dia 1 a 23
3184800
7.4134800
7.73460U
.'regoa do da :
Carne verde de 2 M) a 14000 rs. o kilo.
Suinos de 14 a 14200 idem.
Ca-neiro de 14200 a 14300 idem.
Pancha de 8'H) a t i Vi J rs. a coia.
Milho de '00 > 14000 rs. a coia.
Peo ce 14 i > a 111 0 a caa.
svloa esi>rrado&
Di> Hiode J-Deif0
Patacho osciooal Oidr.
Barca porlugotzi Alliaogi.
De f'eoijg
Patrcbo aoruegueose Ein>.
DJ Porf:
Brigae portagaez Vareiro.
De Carj| B rea fraocesa A-sompit;
Barca Gar- goet.fe Sala. '
Barca norueguense Au-i
aarca aoruegueose Aag^ Te,kp#?0
larca DoruegaeD2; Orioo.
Birca ooruogueose Ligoe.
De ilamourgo
Brigue sllemo 0. o Grat zu Stalberg.
Bircaaiieoa Aibaiross.
B.-igue allemo Johaoa.
Patacho sllemo Marte voo Oldeodorp
De Memel.
Barca allema T. C. Bery.
Barca noruegoense 41er'.
Barca ocruegoeose .raapj.
Barca ooru^gieuie k'iutor.
De Terra Nova
Lugar inglez Emolator.
De New-Po.*t
Barca iagleza Pelioaoa.
De Londres
Brigue sueco Frid.
Lugar iegiea Fauoy.
New Yo k
Bica nacional V:Cori?.
De Liverpool
Brigue ioglez Micbd Buzealsen.
B:ci ule:a CurJefia.
De Beltat
Log.- r^lez Darwio.
De Swansea
Bwj. uaraegoense Gu ru.
Vapores a entrar
Mezde Setembro
Aymori5, do aul. a 2'.
TruniW.ob, do oorte, a 26.
Leibni z, do sal, a 26.
G.-af Bi. Urazii. do sol. a 26.
Las Palmas, da Europa, a 26.
Creoie Pria.e,de N Argeolloa, da Europa, a 27.
Oropesa, ua Europa, a 28.
inleridge, de N w Yaik, a 28.
Uaa, do oorie. a 28.
Ase, do4]i, a 28.
Nile, do sui, a 29.
O.inda, o norte, a 29.
rigores a ahlr
Mez de Setembro
N-w York e ose. L'iboiti. 26, as 2 hora?.
R ds Ja leiro, B-uoeWic 26, s 3 horas.
Cear e Pa a, Justin, :6 s 3 hores.
MarangS) e esc, S. Frauclsco, 2i, i 4 horas.
Sarrios e esc Las Palmar, 27, s 3 bo.'ac.
Maca s e etc., Brasil, 27, as 4 horas.
Valparaso e esc, Orooeaa, 28, s 2 borase
Soutbampioo e esc. Nile, 29, aa 12 horas.
Sal e es:,- Guada, 29. s 4 horas.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA J70GO
NOlVVHfclVN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.006
D*> juros 155.000
Agente em Pernambuco,
J3xwel William 4c t>
\
i
, i- n


m
.14.
?%.
*
***&Kf*mfmi^*
Diario de Pernambnco 5
-
ro no vapor M. de &*xtef,coa:taio papel pan le, porquanto nao e tem capacidade
>
cigarros, esanao 4 k loa, uo macra alo.
M<-ca JG>*J e R-uiujixo, um'faixi D. 1,053,
de IiihjTo no vano; llemio Itipt.nea* em
Jaaeiro le 1894, co ten >u bn h slgodijlran
jado, eons'goala a J. G Guoha & C.
Marca R&i, o na d ta n 35, de HiM' do
vapor Ungoaj em Rever! u de 18'i, comeado
7 kilos de obra* de f jlna de Flaodrea e tres dc-
zias de escovas de caoelio com coU de madera
pa'a umpar mes s, Ci>i4igna a a R' a 4 Sictoi.
I lem una (ano. 37, oe N w Y 'k no vai.o
ingles Moial em Feereiro de 1894, cociendo
obr. s te faina de Fiandrea sie pies, pesando 38
kilos, dem.
lieao, orna tu n 38, i leca dem cuo kilos je oirs de farro bulo eji. na iu e 16
"lio* de oaras de folii de Fuodre*, ueaj.
'lem, urna diti o. 39, ti m dem, oafinlo 21
j e cb a< de ferro e 8 ditos de folba de
yiifet, dem.
arca aaaaraio, dUnaao'e e S noceot-o. um
a b 16 i em i le r, co meo lo couroa pr.pra-
-^ .'oa i o e'p ciliado peiando 40 k loi e nao
T nianifeelada.
lien, o na d.ti o 31, Hen nen, conloado
oorai oe con'.i i-jo, na) ra'mf sala.
Marca AB&" ana dita n. 18S. do Hinno'o
no vapor aiirmlj A iHOnn* eaa Aiorll de tM,
con eodo 2 fe-Ios le CO-rtJias de eouro Pin uaa-
cbinis e 1/2 k loa dt) chitas e 5 'litof de ma-
chn.! ulen-is, nn ligua la a A-ves Bruto & C.
Mirca damnte e 8 oo cenl'O, irea ditas n?. I
a 3, de N.w Y> k no van.or ingles D-laubri.
eaa 23 de Keverero do 189i, coiie.odj ambla?*
para desea -ocar a!0 a ). u\> ral! ifesu U'.
Marca MJM quii- fMoa n>. 5 271/83. de
H.uisur.-o iw vaoor tltexi Ainaiana*. eiu J .-
nba Je 1891 & n pecando 3,66i kilos, ccosi'>auos o dea?.
Marca v, urna caixa n. 500 iden ii na, coo-
teodo 9! Liles d fecflos prete* de ferr, Con-
signan* a Re ft Saol B.
Iiim, oo- d; a o. 501. roolendo 33 k o.i de
frenos pedreree de f.jrro i- 6 ditos ue Icrramn
las, i oiisignada a rteie Santos.
1 em, orna nit> n Ci, ieui idem, coottndo
106 k Icj de crreme* de ferro par. aui nar-h,
dem.
liem, urna ii i;. 503, i lena 'detu, cooter d
155 kilos de fecbaJuras oe fe'io de oaaa
yti a d m.
Ilea, uxa dita n. 50i, i'em den. ronenl..
1 3 kilos de rebiu*. de f-rro e 16 ji-os de
anas oe cob eJ'u na 6 o t l-m.
I ie ii, ama di i o. 503, i-ieui il-m, contendo
136 k los .ie fe lulo a< d- brro, TO J'ios de fe--
rameoios e 8 anas Je fe:nnuras de c.b-e.idern.
Ile-ii. una tita iletn dem, o >teaJo ama dn-
xi da in-Miom gran es p*ra |*rJi0J com cano
de jai e 21 ditos de frrramen as nao cla?8 lira-
da, :d -m.
Mirea K5C, iriii d,t> u l.i'emil'm comea-
do um ki'o de tDamiti de vluo branco n. i,
naj m.< I t.Ja.
Marc. MU, !l f>' lo D. 18i, d- II .naaovo no
vapor T-jur;. im 25 do dito mea e auno, con-
tendo o^ieaa nao especificado, consignado a
Manotl J. de MiM.nl;.
I-em. c ar.j Urio* iw. 187 191, ide iderr,
coniendj pa eiao t5o eipeaiticado, pesando
1,310 k os, dem.
dem, qoaone dros os. 193/206, i lem Mtp,
remend piptlao i ns.jtcirioaao, peetn.o3 687
,\ k s, i lem.
M.rcaCNS, umi d la 4,80 de Htmbr:ro,
DO vapor cAmatonar en AOni de 1894. conten-
do Gj kilo- le baeras, 5 d;tos de oD]ect) ne
loaja o. 6, 2 diloa de boleas de te:ido de algo-
dco e 6 dito* da canoa* elctricas, objetos
pbisi-os, ele. e'e., ceangoada a Camillo Wn.es
da Silva.
Marca IU3, orna dita d. 12,531 e 5 em baixo,
de Hixbu-ga oo vapor OragoaJ*. 'o!itenlo48
k loe de esmeril em ,,6, c iii^Lala a Beis &
Sanies.
Uarca diamaale e CTP no centro om fardo n.
72 de Liverpool r.ovapo' S-'holar em Jolho ce
1894, con endo alo-.ao en lio b nnples,
pesando i08 kilo eootl^oado W. H.Uld>y.
A'faadega <;e Peroamr u o 25 oe SeeiuD.o de
1899.
O loirecto ,
Altxaci're de Scuia Peeira do Carno.
provavel para produzir diariamente
200 saceos de assucar de 75 kilogram-
mascada um e 6 pipas de alcool de 480
litros cada urna, como tambem preci-
sa de mais de 10 kilmetros de ostrada
de ferro para o seu servico, como
tudo se verifica dos documentos ora
apresentados, que provam exube-
rantemente a excellente situar;o
dos mencionadosengenhos, amenos
de meio kilmetro da estac;ao de Mo-
renos da Estrada de Ferro Central de
Pernambuco o subido valor que tem
dilas propriedades, garantindo, por-
tanto, perfeitamento o emprestimo
pedido, o a sua capacidade para pro-
duzir dez mil saceos de assucar por
safra e mais o fornecimento de can-
nas dos engenhos Bom Dia, Pitimt,
Carnij o Xixaim, que produzem
francamente onze mil saceos, som
prejuizo das Us as j concedidas,
porquanto todas essas propriedades,
alom de annexas, portencein a mem-
bros da mesma familia
Os supplicantes esto, portanto,
habilitados aos favoros dos arts. 1 e 2
da referida le, por isso que pelo
primeiro dos mencionados artigos
poder o auxilio de que tratam os
Decretos j citados, quando as Usinas
tiverem capacidade para produzir
100 a 150 saceos de asuear de 75 ki-
logrammas cada um e 4 pipas de al-
cool de 4S0 litros cada urna e preci-
sarem para o seu servido do mais de
10 kilmetros do estrada de ferro,
ser augmentado pelo Govorno do Es-
tado at quinhentos contos, (res
500:0005000, quando o cambio estivor
abaixo de 13 dinheiros sterlinos por
mil res como succedo actualmente ;
pelo art. 2.", este auxilio ser aug.
montado na razo de cem contos,
reis 100:0005000 por 50 saceos de as-
sucar que accrescerem.
A vista do exposto o mais ainda
attendendo-se a capacidade dos ap-
parelhos encommendados, documen-
to numero, de esperar que V. Exc
so digne conceder aos supplicantes o
auxilio pedido de ris (600"000fl000)
sois centos de reis com as clausulas
e cjndir;es legaes e por isto
Pedem deferimento
E. R. Merc.
Engenho Catende, 24 de Julho de
1805.
Por si e como procurador do Dr. I
Joaquina deSouza LeoAntonio do
Sonza Leo.
Djc. o. 3 i
O'Cmento para orna estrada de ferro com 10
k lemeiros. biioia de 75, com locomotivas, car.
ros, desvos, ir.Ih:p, oc.
Doc. o 3 b
O'Cimrot) d'nm aoparrloo para a desllllat&o
e recii/ieicao do I-ool pa-a orna nsloa traba.
Ibaado 200 (ouela 1 is de canoas a 10 icaos Ba-.
me por 24 no'* de uabalpo e esl abindo 9 %
1e atracar em 3 |.ct>s.
lMllal
De ordem do Sr. capito de Fragata
Jos Pereira Guimares, capito de
Porto deste Estado fago publico, a
3uem interessar possa, que ein virtu-
e do disposto no Aviso Circular do
Ministerio la Marinha de 7 de Margo
ultimo, sob n. 424, contrata-se, nesta
repartico voluntarios para os corpos
de Marinheiros Nacionaes o de Infan-
tera de Marinha ; os quies gozaro
das vantagens que Ihes sao conferidas
pela lei de fixago de torgas o decre-
to de 15 de Dezembro de 1894.
S sero acceitos voluntarios,
aquellos cujas idades nao sejam me-
nores de G era maiores de 25
annos.
Aos que forem julgados aptos para
o servigo da Armada, gozaro dasse-
guintes vantagens :
Abono mensal de mais motade do
sold que ora percebom os Marinhei-
ros Nacionaes ou sol lados, devendo
o prazo do engajamento ser pelo me-
nos do tres annos.
Os voluntarios percebero emquan-
to estiverem nesta qualidado de pra-
g^s, urna gratificaco diaria de cento
e vinto e cinco reis.
de 14 de Novembro de 1891, que se
acha vago o lugar de Juiz de Direito
do Municipio de Belmonte, em conse-
quencia da remocao do magistrado que
o oceupava, Bacharel Sergio Nunes de
Magalhes, para o de Ingazeira.
A vaga de que se trata ser preen-
chida pelo Juiz de Direito mais antigo
dentre os que requererem remogo no
praso de 60 dias, a contar da data da
publicafo de presente edital; si ne-
nhum a requerer, o provimento ser
feito pela forma determinda no art. 24
de Regulamento citado e de aecrd
com o acto e instrueces de 12 de
Agosto do mesmo anno.
O Director,
Affonso V. de Medeircs.
EDITAL
O Doutor Francisco Altino Cor:-a de Araujo, Juiz de Direito do 5.
Districto Criminal da Cidadedo Recihe etc.
Fago saber que tendo designado o dia 15 de Outubro prximo vn-
douro, as 10 horas da manh para abrir a 5. sesso ordinaria do Jury, que
trabalhar em dias consecutivos, e havendo procedido o sorteio dos 36 ju-
rados que tem de servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da lei n.
15 de 14 de Novembro de 1891, sahirain sorteados os seguintes :
ojselho Econmico da repar-
tico de marEaha
Do crdaoi do 8r. Capillo de Fragata
Jos Pereira (iaimarSes, Iorpsc'or deite
Arsenal, fago publico qoe, reoebe-ao pro-
poaHs om cartas fechadas uo dia 3 de
Oatalrj prximo futuro, i Jl hora da
manbS, em amadas salas da Secretaria ur>
inspaccSo psra o fornecimen'o ds vveres
este Ars nal soas dereadenoiaa e ao<
navios d.i Armad* nacional estacionados
10 porto deste Estado, dorante o futuro
ezerci io di 1896, observadas as disposi-
c8es d s arts. 176 e 178 e aeaa paragra-
phos do regola uento que baixoa com o
Decreto n. 745 de 12 de Sotambro de
1890, os quaes v&o abaizo trsmciiptas :
Ai. 176. Sa daveres dos propo-
nentea :
1. Eocher om precoa or extaoso
o em algarismo a propoata jm re sa que
lbe .'era for.iecid pelo Sacrotario do Ar
Abono de urna gratificago mensal sena1, a qual datar e aaiignai pata s sr
tos Mrs. conlractantes de fa-
bricas
Do ordom do Exm. Sr Dr. Secre-
tario da Fazenda deste Estado sao de
novo convidados os Srs. contractan-
tes de fabricas, que gosam de isen-
gao do impostes a comparecer nesta
Secco do Contencioso dentro do pra-
so de 8 dias conlardesta data.Jpara
declararem onde as mesmas achara-
se funecionando, sob pena das ditas
isengOes serem susponsas at que seja
satisfeita esta exigencia, que tem por
fina a liscalisago das mesmas fabri-
cas.
Secco da Sub-Directoria do Con-
tencioso, 23 de Sotembro de 1805.
O. ollicialservindo de chefe.
A11 gusto Paulino da Silva.
Thesouro do Estado
1 de Pernambuco
Para c anise ementa dos int< roseados e
de ordena do Sr Dr. Director Geral da
Secetria de Foseada, taco publico qu 1
o concursa psra pr-ienchimecto dos loga-
re! de tirceiros tffi 'aei da mesma Secre-
taria prii.c piar no dia seto do mes pr-
ximo n'.uro, as 10 horas da naohS, na
Stcetaria deste Thessuro.
Secrtara do Thts-oro do Estado de
Peraambuc ,em 23 da etembro de 18?5.
O chefe,
Mti'ianco A. de Medeir. s.
Relaoo dos doeommlos que
ucuiupauliaiu a petieo supra :
D.-. o. l
Contracto social que lazem o \)r. Joaqoim de
S tuza Lea 1 n-.pnn.rio do togeobo M >reocs e
Antonio df Sania L-u, rroprieiaro do engenho
Cate" e ambos ti a>dus oo mcnicioio de Jaboa-
:, para tob a ti mi Solzi L-ao e lai food.-
rem ama osina de faoncar a-nu^-ar a alcool que
se dt nominara nu Ba-ao de llrenos.
Edital
Secretaria dal/idcutria
Ia Direc oria
EM 14 D SETEMBRO DE 1805
De ordem do Dr. Secretario interino
e de accordo cora a disposigo do art.
9 do Regulamento de 5 de Agosto do
corren te anno, fago publico para co-
nhecimonto dos interessados, o theor
da petigo dirigida a esta Secretaria
pelo Dr. Joaquina de Souza Leo o
Antonio de Souza Leo, solicitando
uxilio do Estado para a fundago de
urna usina nos engenhos; Morenos e
Catende de sua propriedade o o e x
tracto de todos os documentos que
instruirn! a mesma petigo.
O director geral,
Joo Diniz Ribeiro da Cunha.
Illm. Exm. Dr. Secretario dos Ne-
gocios da Industria do Estado de
Pernambuco. O Dr. Joaquina de
Souza Leo e Antonio de Souza Leo,
ciiados brazileiros, residentes no
municipio de Jaboato, usando do
faculdade conferida pelos Decretos
de 15 de Outubro de 1890 e 31 de Ja-
neiro de 1835 veem requerer a V. Exc.
que se digne conceder-lhes o auxilio
de que tratam os mesmos Decretos
com o augmento da Lei de 22 de Ju-
nho do corrente anno, para que pos-
sam fundar urna Usina de fabricar,
assucar e alcool no engenho Catende
ou no engenho Morenos, deste muni-
cipio, urna vez que a Usina projecta-
da est as condiges daquella ultima
Doc os. 4 e 5
Doas cr!id6'S do isTiva 1 de nrpbaas de Ja-
boato, beos que ficaram por fall-cimeoie do Ha-So de
Morenos ans reos beroeres Dr. Joaquina de
Sosjga L o e Arromo ? SjosaLeio dos qcaes
constam os eogeobos Morenos e Calendo.
Djc. n. 14
Accordo, devjdamaote legalisado, celebrado
eatre o D-. Josqom de Socan Leao e A .ionio de
Siuza Liao, p-oprielarias dos eogenoos More-
nos e Calende como etos bereos coofloantes.
Djc. n. 15
Planta da U.-ioa em projecto.
Doc, o. 6
Certidaodo esctiiio da provedoria e orihaos
jaboato aitee'.dQio nao Coostar ce seu callona
ser o cidadao Ai.tonio de Soma Leao, lestameo-
teiro oo ibesoorelro de algnma i-maudade lot r
00 carador de orpbaos interdicto'', aoseates 00
be'aocjas jacenUs nem se echar rojeiio a na-
Lboma obrigac; resalante deste. eccargos.
Dor. n. 7
Daas certldes des esemaes do civtl e com-
m-rcio de Jaboaiao at>tatando oso constar de
secs carlorijs neoboma a-.-i.o execacSo, pendo-
ra, emrargo cu eeqaesir.- qoe leobam paro-
jec o os ei genbos Morenos e Cateade.
Do". 0. 8
Certido do esenvoda Collectoria das Reo-
das Gertes e Estadoaes de Jaboalao, attestaodo
qne do arcuivo da mesma Collectoria nao coiet-
serem o Dr. Joaquim de Sooza e amonio oe S >u-
za Leo arrematantes oe imposios oem te-em se
obngado coxo fiadores de lerceiros e bem asa m
lao se achsrrm os engenbos Moreno e atende
e sua propried?de respoo^avel8 nem deverem
imposioi a [leuda ceral e esiadoal.
Doc. n. 9
CerlidSo o otScial do Registro de Hypotbecas
de Jaboato atiesiando nao cooslar do. I vro-
competentes a iransrripc&o d qoalquer ltalo
de alienacao ca osr.to'ta) decnasreal, ioscrip-
Co ou oo'acao de t.y ctaeca de qualqaer na-
lareza de peuhor adrcela on resDonabilidade
legal de quaiquar especie relativa aos engenbos
Morenos e Catende perieocentes ao Dr. Joaquina
de Sooza Leaj e Amonto de Sooza Liao.
Doc. n. 2
Conrado de roraecim oto de canoa; qu1 f 1-
sem c D-. Joaqoim le Sooia Leao e Antonio de
Sooza L a\ coacsilonanos da Usioa Ba.-So de
Morenos qoe |.'e eodem fundar nos etgenhos
Morenos e Ctenle de soa propriedade com a
Birontza te MoreBas, ADdr de Scoza Leao,
Tnorcaz Ccelho de Almeida Sobrinho, Mar
Candida Coelbo de Alu.eiia e Rita de Sooza L>a .
Mariins, nrop-ietirios e ri-nieiros dos engenbo.'
Xixaim, B joj Dia e Carnij a.
Doc. o. 13
Alteetado do prefeito de JaboatSo declarando :
1 qu os engennos Moreno? e Catende rom oi>
fonerirxen os dos engenhos X-xaim, Bom Da,
Caraaoa e ooiros tem a capseidade necessana
pa-a em qualque- dtlteg collocar se ama asina
qoe prodosa mais de zOJ saceos de aesacar dia-
riazente e 6 r ipas de alcool. 2 qoe os terrenos
dos mesmos engenhos se prestar ao planto da
canoa, ix s indo nelies matias e agua i-uffi ien.
le. 3 qoe a collocagio 'a. osioa em projecto
naqoea zona nao prejodica a qoalqoer out a
j existen e oa concedida pelo Goveao do ti.
tado.
Doc. 0. 10
Drlarscaa do rgimen de casamento 10 D-.
Jn.qaim de Sooa Lelo e soa malber D. Mara
Carel.na Ai Scoza Leao.
Doc. o. 11
Declarac&o de rgimen de casamento de Aota.
nto de Souza Leao a ena malber D. Leopoldina
Mequi a de Sotzj L ao.
Doc. n. 12
P ocoracao bastante passads pelo Dr. Joaquim
de Soasa Leao a sen irmao Antonio de Sodzd
Leao para reqaerer so Qoverno do Esiado o so.
xii'o para a coost-u'cao de ama asina no eoge-
oho Morenos de soa propriedade.
Doc. n. 3
Ogarxer.to approxmaliTo de orna osioa po.
dendo trabalbar diariamente 2H0 toneladas de
eanoes p^r 24 horas 00 fazer 200 saceos de s.
;ui*r de 75 kilos rada urx.
Crrespondente a metade do sold de
sua elasse, as pracas do corpo de Ma-
rinheiros Nacionaes que completarem
o tempe legal de servido e continu-
ronla servir som engajamentos.
As prcas que, lindo o seu tempo
do servico continuarcm as fileiras
com ou sem engajamento, percebe-
rao mais urna gralificago diaria de
duzentose cinconta reis,
Capitania do Porto do Estado de
Pernambuco, 1G de Setembro de
1895
O secretario interino,
Felippe Murillo Ferreira.
Secretaria da Industria
em 13 de Ag> stu de 1895.
Ia direcToa
apreeen'adu ao Conselho Econmico.
2.4 Entregar peaiotdineate oa por
ea legitimo represntame, d rectamente
a C i.ie ho Econmico, no lagar, da e
hora aacuaciados, nao t as anas prapos-
las como as amostras orrespoudeatts.
3" Exhibir il-.-m da certido do
respectivo ooatracto acial, quaodo nao
fdr firna iadivid-ial, es documentos que
pro7em ser neg-c aate matriculado e ha-
v rslativo ao nltimo semsst.e.
4. Sio dispensados de apresenta95o !
a matriaala na Junta Gomm-irci-l as f-
bricas e estabelecimeato industiaea da
Repblica, terSo eet s e aqueles a prefe-
rencia sobre os ooiros concarentes em
igualdade ie condi\oss e ci.cj.natancias,
devidamente p-ovadas.
Art. 178. Paragrapho nico, A'em do
iraio es.ipulado, oa foroecedorea caoti-
uoaro a suppnr par m if 60 cas as
Santo Antonio
Manoel Licio Marques.
Raymundo Mario Moreira.
Joaquim Jos da Cos^a Valeute.
Joaquiu Gongalvos d'Azovedo.
Gratuliauo Patricio de Moura Caz.
Heraclito Elias doCarvalho.
Dr. Tarquato Leao.
Gustavo Krauso.
Conrado da Silva Castro.
S. Jos
Mauool Liberata Accacio Rangel.
Jos Soares Seixas.
Ernesto Poroira do Fariaa.
Afogados
Cactano Francisco Duraos.
Boa Y isla
Antonio Alberto da Silva Aguiar Jnior.
Jos Maria Breckonfield Vieira da Silva.
Dr. Francisco Gomos Paronto.
Mansalino Jos Baptista.
Joaquina Francisca Diniz Jnior.
Joo Capistrano de Leaos Fiuza.
Leocadio Aloxandriuo Bello.
Jeronymo Gomes da Fonseca.
Dr. Rodolpho Alborto da Silvoira.
Vicente Forreira Nobre Pelinca. \
Antonio Jos Gestoira.
Manoel Sabino da Cesta Maia.
Grata
Dr. Alberto do Olivcira Cclho.
Alfredo dos Santos Araujo.
Fofo
Hometori.a Maciel da Silva.
Manoel Thoinaz do Sauza.
Yarsea
Joaquim Ernesto da Gama.
Joaquim Jorgo Dias Pereira.
Antonio Pedro da Costa.
Jo5 a Alvos do Carvalho.
Jos Cursino do Paula Ferreira.
Jos Casta de Albuquorquo Maranhao.
Joo de Miranda Fragoso.
EDIAL
Dr. Secre'ario interino mesm-s condmcSes aa assim fer julg;alo
necessario, e som que isto ooustitua diraito
para prorcgjSo do oontrscto.
Os prrpaoeotes dererSo apreaentar os
documeotos de habilitag&o at a vespera
do conselho afm de se verificar ti as
De ordem da
fajo pnblico, para conhecimento dos in-
teressados. que, de conformidade com o
decreto desta data, serio recebidas nesta
Secretaria, at o dia 30 de Seteoibro pr-
ximo vi.adouro, proposta8 em carta fechada
para comp a das fazendas de enaguo em formilidades exigidas forana satisfaitas.
Sao Bento, Altinbo e Panellas, e da pro-
priedade S. B-medito, peitencentes Es-
cola Industri 1 Fre Caneca.
Os respectivos ttulos de posse acham-se
no archivo da Escola, com o director da
qual se devero enender os interessados.
O director ge al,
Joao Dinis Ribeiro da Cunha.
Secretaria da lospeocSo do Arce lal da
Marinha de Pernambuco, 23 de Setembro
ds 1895.
O secretario,
Antonio da Silva Azeradc.
Recebedoria do Estado
EDITAL N. 22
O administrador faz publico a quem
interessar possa que, no prazo de 8
dias improrogaveis contados da data
Secretaria da Industiia
Directora
EDITAL
Para conhecimento dos interesaados, fa-1 da pubhcaco do presente edital, se-
90 publico qu. no da 27 do corrente, ao r0 arrecadados bocea do cofre os
meio da, reeebem-se nesta Directora ; impostos abaixo declarados relativos
propostas para a construcS3o do pnnti- ao^ SQmestrQ dJ exorcicio de 18D3
lhao do K'.ach Duas l'edras, orgada em at,i|(
6-.682545-J.
Recebedoria do Estado de Pernam-
As propostas davem ser conveniente- buc0j l9de Setembro de 1895.
mente selladas, entregesela carta fecha-
da e conter em termos claros :
1.* O prego pelo qual se propSena exe-
cut&r as obras oa licitantes ;
2.' O lugar em que residena os propo-
nentes ;
3.* Provas de idoneidade precisa para
dirigir e executat as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condignos, ser preferidu a
do concurrente que melhores proras de
idoneidade offerecer.
Sero regeitadas as propostas que se
ae-entirena das seguintos faltas :
1.a As que excederem os prefos do cr
gameoto ;
O administrador.
Affonso d'Albuquerqne Helio Jnior.
Impostos a que so refero o odital su-
pra :
Classe n. 7Armazem de xarque em
grosso e a retalho.
Classe n. 10Armazem ou escripto-
rio de commisses o consigna-
res e commisso e consigna-
co.
Classe n. 43 -Agente de frelamento
de navios.
Clnsso n. 3Armazens ou lojas de
ferragens, miudezas, quinqui-
lharias, machinas de costura.
2/ As que nao forem organUada de, a -rmazem de vender ge-
accordo com o presente ed tal ; nerQs dQ esva Qm gVQSSQ^
3.* As que se basearem em precos offe-
recidos por outro concurrente ;
4.a As que forem firmadas por pessoas
que j tenham deixado de cumprir con-
tracto com esta Repartigo ;
5.a As de concurrente que cao offere-
cer as garantas exigidas neste edital.
Cada proposta versar sobre urna da-
quellas obras ; podendo, porm, um s
proponente cancorrer a mais de urna ou
a todas ellas, urna vez que tenha a ido-
neidade exigida.
Kenhuma proposta ser aceita sem que
o proponente prova ter depositado n
Thesouraria desta Repartigo urna caugao
orrespandonta a 5 /. sobre o valor da
bra que se propuzer executar, quantia
que penUr se, aceita sua propostae
convidado para assignar o contracto res-
pectivo a isto se reeusar.
Para a boa garantia da exeiugo do
contracto, depositar o contractante. no
Thesouro do Estado urna caugao qua ser
previamente arbitrada por esta Repar-
tigo.
Os orgamentos e plantas relativos a
essas obras, a.-ham-sa nesta Directora a
disposigo dos interessados das 10 aB 4
horas da tarde.
Esta Directora n3o reconhece^, no
oaso de faliecknento do contractante, di-
re'to de reversas do contracto a her-
deiros.
Recife, 12 de Siembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-Geral-interino.
Secretaria da Justina, Negocios
Interiores e Intrucco Publica do Es-
tado de Pernambuco. Directora da
Justica i*. Secco. Em io de Se-
tembro de 1895,
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Justica, Ne-
gocios Interiores e lnstrucco Publica
manda fazer publico para os devidos ef-
leitos e em observancia do art. 25 do
Regulamento expedido em 23 de Janei-
ro de 1893 para execuco da Lei n. 15 <
Classe n. 31Lojas de loucas e vi-
dros.
Secretaria da Indus-
tria
3* directora
Fago rubliro, para conhecimento dos inters*
sadaa, qoe e--.a directora receoe, no dia 27 do
cirrente nsez, proroitas para a* con:ertos a fa-
v-s- ra rarteiada cidade ca Victorl?, orgaoa
ein 3:393*018.
As propostas devem, ser convenieGtame Rte
selladas, eairegoes em cartas fechadas e con-
terem era lermos ciaras :
1: O p.-tgi pe o qual se propOem os licitan-
tes a execoiar os reparos ;
2 o O* lucaes de ecas residencias ;
3.* Prova de idaneidide p osiioaal para dr
riei em e execotarem os traoaihos.
Htveodo i.ui- ou mais proi.o las em ieoalda-
deoe cood (Oes, ser preferido o cornu'reole
qu-! 1 ciliares provas de idoneidade offerecer.
N serio aceitas as propoilas qu; s^reieati*
rem das segalotes fali.s :
1.a Ai que excederem os pregas do orga-
menta;
2.* As que nao forem organiadts de accordo
com o presante edital;
3 As qoe se batea em sobra pregas de pro-
postas d 1 outo concorrente;
i.* A- qu firem firmadas por peesoas que
tlvtrem j deixaio de comprir coat-actos cele*
bradas cam a exttacta Repirlicao das Obras Pa-
blicasj;
5.* as de concurrentes qie aa oaerecaaa as
garantas e quaiidades exigidas no premie
edital.
Nenboma proposta ser aceita sem qae o pra.
ponente aprsente recibo qus prova haver depo.
sitada oa h6oararU desta repartigo a qoaotia
de SOOOOO.
O p'opouente que liver prapasta rscolbidae
se tecosar a assignar o termo de contra :to de |
tro de seis das ais pisia avlo, perder o
direito a caugao cima.
Para boa garuoiia da execoco do contrallo,
depes tara u coolraclaate no Tbesonro do Estado
nm cau.a que ee a previamente arbitrada por
esta Secre.aiii.
O orgimeoto acba-3e ft dioposico das Sr?.
coacorreoUs, di ra ente, "as 10 nora3 da nao-
nb s 3 da tarde, cesta Repwt gao.
Rtc fe, 9 de S-.tembro de 1895.
Aloano P. Mootecegro,
Directo: geral interno.
E quo nesta sesso soro julgados os seguintes ros afianzados :
Torquato Mafaldo de Souza Mage.lhes, Jo5o Paulino Rodrigues, Anto-
nio dos Santos Mazombo, Eduardo Tavarcs Muniz, Vicente Ferreira Baptis-
ta, Joo Sebastio Lins Carneiro, Jcs Francisco dos Santos, Lourenco
Campello Bandeira, Manoel Juvenoio Correa de Menezes e Lino d'A.
Cerqueira.
A todos os quaes o a cada um do per si. bem como a todos os interes-
sados em geral, si convida para que comparecam na Salado Tribunal do
Jury ra 15 de Novembro, tanto no referido dia e hora, como nos demais
dias seguintes, sob as penas da lei.
E para que chegue ao conhecimento do todos si, passou o presente
Edital quesera affixado no lugar do costumo e publicado pela imprensa.
Tambem se remettero iguaes aos juizesdo Districtos o subdelegados
respectivos para publical-os e mandar fazer as intimaces aos jurados, aos
culpados e as testemunhas que se acliam em seus districtos.
Recife, 11 de Setembro de 1895
Eu Manoel Bernardino Viena Cavalcanto, 2." escrivo do Jury,
o escrevi.
Francisco A llino Crrela de A raujo.
Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria em
9 de Setembro de 1895.
1/ DIRECTORA
trreudampiito de lotes de trra
no Jkrchlpelago de Fernando
de \oroaha.
Para conhecimento dos interesa'dos,
fago pub'ico que, es'ando o Sr. Goveraa-
dor do Estado autorisado, pala lei n. 124,
ie3 e Ju'ho ultimo, a arrendar, a quem
melhorea vantagens offirtcer, p'qain-'S
'otes de torra, no archipslego ds Feman-
io de Nonatas, de novo rebeben.-ss nes-
ta Secretan, at o dia 12 do mes
de Outubro vindouro, 1 hora da
tarde, propestas para o referido arreada
meoto, mediante as clausulas em seguida
estipaladas.
As propestas deve ser conveniente-
mente selladas, cnt-eguea em carta fecha-
da, e cooter em termos claros :
1-O prego de arrendamento de cada
um lote de trras.
2'Iudicacao da residencia dos concar-
rentas.
3*ComprovagSo de idoneidade para
sxecu arena estrictamente os contractos.
Nao serSo acceitaa ts propostas :
1Que ao referirem fundagSo da om
deposito de earvSo de pedra.
II Org; nisadas em desaccorda com o
preasote edital.
IIIBascadas em precos d'ontros con-
currentes.
IVFirmadaa por quem quer que te-
nha deizado de cumprir contractos oa pro-
cessos de contraotos celebrados com qual-
qaer das extinctis ou das actuaes Repar-
tiera do Estado.
VQae nao offerecerem as garantas a
qualidadea exigidas oo presente edital.
4*Nenhuma proposta ser aceita sem
que o concorrente apresoote recibo pre-
valida haver depositado no Taoaoura Es-
tadoal, at, vespera do dia designado
para a abertura das propostas, a quantia
de dons contos daris (2.000-31000), que
perder em beneficio des cofres di Estado,
si, preterida sua froposta, reoastr-ce o
proponente a es.ignar o contracto respec-
tivo*
5aOs conoarrentej observarSo, como
lhes cumpre, as clausulas, da Decreto
abaizo transcripto, bem como as demais
dispssicSes Ieeraes vigentes, relativas a
arrendamento de proprios estadoaes.
Havendo duas ou mais de duas propos-
tes em peifeita igaaidsda de condicSes,
ser preterido o concurrente que melhores
provas de idonaid-tdo offerecer.
(Dee-eto de 27 de Julho de 1895.)
c Palacio do Governo do Estodo de
Pernambuco, em 27 de Ja ho de 1895.
O Oovernador do Estado :
Considcraudo que ao Qoverno t ai sido
apreaentadas varias propostas de arrenda-
mento,amas, de todo o territorio do
arebipelago de Fernando de Noronha,
oalras, da reas varia ve .'s, no mesmo ar-
ohipela^c, para o nm de servirem de de-
posito de oarvSo de podra, oa estacSo de
pesca;
'a'cns'deraado que a ioatallacSo o conse-
qaentemeate esploraco de qoalqoer das
referidas iadastrias o de entras, qae por
ventura taaham de ser all fondadas, com
incontestado proveito n8o ( (.ara o Esta-
do, mas tambem para as passca qoe a
8)0 sa propasaren), exigem o dispendio
ConseJho econmico da re-
parti^ao de marmia
De ordem rio Sr. capi So de fragata Jos Pe-
reira 6aimaraei>, ia^pecior de.-ta Arseaal, taco
pnblico qae r cebe-se propostas em cartas l-
chalas no dia 4 de Ooiubro prximo fu uro, as
II noraa da mam-a, em orxa dan salas da Secre-
taria dpsta inspecQo, para o f.rnecimen'o de
expeJien e a e*ie A'senal e snas dependenc a*,
lavaeem e engoxmado de ronpa da enfermara
de marinha e lardameolo para os menores da
escola de apreodizes n a-iobeiros do Espado, du-
rante o exerticio de 836 ; observadas a* d spo
eicSea dos artf. 176 e 178 e seo- paragrapbos do
rreolame'ito que baixoa com o decreto o. 745
4e 11 de Setembro de 1890.
Art. 17o. SSo deieres dos proponentes :
i Eacber com presos por extenso e em al
gansmo a propoeta oapressa qae lbe ser (orne
rida pelo secretario do Arseoa1, a qual datar
e asignar, para ser apreseoiada ao conselho
econmico.
2 fiatrega- pearoalmente ou por seo legiti-
mo representante, directamente ao conselho eco-
nmico, co lua\ da 3 bora tnooociados, nSo
as suas propostas como as amos'.ras corres-
pon d otes.
3o Exolbir alm da certido do respectivo
contracio social, quando nao Idr firma io iividu
os docomeoio) qoe proMn ser negociante ma-
triculado e haver psgo o imposto de casa com-
m-rri il, relativo ao oltimo semestre.
4" Siio dispnsalos da apreaeotsgSo da ma-
incuia na joma commercial aa fabricas e estace-
lecimenios indostriaesda repblica e teao estes
e aqaelles a pn frnela sobra os cutres concor
rentes em igoaluade de condifiOes e circo- atara
ciai devidameote provadas.
Art. 178 paragrspao nico. Alen do p'aso
estipulado os foroecedorea contlnaario a sopprir
por mais 60 das Mas usnas coodi(0es se aseim
fdr ulgado necessario, e sem que lato coostUaa
direito para prorogaco do conta"to.
0< propooeotes deverio aoresentir oaCou-
ment- de babilitac&o al a vespera do coostIbo,
am de se veriQsar se as formalidades exiidas
foram satisfeitar.
Secretarla do Arsenal de Mirinha de Pernam-
bnco, 24 de Se embro de 1895.
O secretaria,
Astooio da Silva Aieveio.
Secretaria da Indus-
tria
3.* DIRECTORA
Edital
Fago pnb ico, paia coonecimento des inters
sados, qae no da de Outob-o prox mo, at 1
hora aa tarde, recebex-se oeata directora pro
postas para os coocertos de qae necesf Ha o edi-
ficio do I isinaio beojania Coastaot, oreados em
(:i84993.
As proposlas devem ser convenientemente sl-
lalas, entregues em carias fecbadas e comer em
termos claros:
i.* O preco pelo qual se propem os licitantes
a xecutar os regaros;
2. Os locae* de eoas residencias;
3.* Prova de idoneidade profesional para di-
riguem e execotarem os trabamos.
H vendo doas on mais propestes em igualda-
de de coodices, Beri preferido o concorrente
que oielbores provas de idoneidade offerecer.
>ao -ero acceitas as propostas qoe 38 rssen
ir m das seguales faltas :
i. Aa que ex.ederem 03 pregos do orgamen-
to;
2.a As que cao forem organisadas de accordo
coaa o pre-ente edital;
3.a As que ee basearem sobre pregos de prc-
pes-aa de outro concorrente ;
4 As que forem Armadas par pessoas que ja
bouvtrem deixado de cumorir contratos cele-
brados com a entnela Repartigo de Obras Pu-
blicas ;
, 5.' As de concorrentes qne nao cffaregara as
garanilas e qualidales exigidas co presente
edital.
Nen&oma p-oposa sera icceita sem que o pro
ponente aprsente recibo que prove hsver depo-
sitado ni Tnesoararu desta Repartigo a quan'ia
de 7*O0O.
O proponente qne liver proposta escclbldi e de espitaos avnitados :
se recusar a assigaar o termo de contracto den
tro de quaro das sp> previo aviso, perder o
direito caugao cima.
Para boa garanta da exeogSo do coalracto,
depositara o contractante no Tnesouio do Estado
orna cango qoe ser previ myjle arb rada por
esta directora.
O orgamento acha- e A disposigo des Srs.
concorreoies. diariamenle, das 10 horas da ma-
nh a 3 da tarde, nesta Repartgo.
Re:if", 24 de Siembro de 1895.
A. Urbano P. Mootenegro,
Di.ector geral Interino.
Considerando ainda, qae aos particula-
res, pessoal o directamente intwessados
na exploracBo de taca industrias, garantem
as leis do pais lucros lcitos, compensado-
res dos esforyos e despesas qoe laa de ir
por ellos empregados ; e
Daado eseoucSo a la; o. 124, de 3 do
corrente, resolve determinar qae, por
eiital o com o prtzo de 30 dias, ssjam
eonvidadoi nesta capital o na fedeial,




II

1
| MUTILADA 1
---------------------- -------------------------------------

.....ii i






oorcjrrente ao arrendamento de lotes do
trra na rea correspondente a metade
do archipilago de Fernando de Noronha,
para a fundacSo de um deposito de car-
rao de pedra, do una estac&o de pesca,
de salga ou osservac&o de peixe para ex
portacSo, hem como a exoloracSo de
phospbato de cal, a pesca de esponjas
e ootros productos m8rinb.es, e de estabe-
lecimco'oj para a cultora de cereaes e
qnaiquer outras plantas otis, mediante as
clausulas aqu estipuladas e as domis c,ne
de estylo comigoar em casos analagos,
para a garanta reciproca dos interesaos
da Fazenda Eatadual e dos arrema
tantea.
1*As prcp s'.as verBirao exclosiva-
mdnte sobre cada urna das industrias aqui
aspdc-.ficidaa, sendo, poreio, livre a oon-
correncia exploracko de urna, nica-
mente, on ruis de ui-.a das mesmas iu-
dastriae.
2aA oda arrematante ficam plena-
mente gr n'idiS :
a) o diraito exclusivo de explorar a
industria que contr-tar, e por todo o
prszo ce arrendamento da rea, o anal
nao exceder em caso algum de 15 annos,
contad.s do dia da inatelUcZo do ser-
vijo;
b)o direito de preferencia, era igual
dade de ccndic.o'es, caso tenbo de ser nc-
vaxeDte p. ato em concurrencia o arren
dameute (Le n. 124 art. 2-)
3-tsgotado o p-aso de que trata a
clausula precedente, todos ts edificios,
obras, m .chinas e quaesquer bttBieitoriai
effectuadas pelos arrematantes revertero
para o Estado, sem ind. mn8ac,a> al-
guma.
4* -A superficie de cada um dos lites
de '.erre, cojo tamanbo, medicSo o derrar-
cajao eero feitas custa dos arrematan
tes, ttr o numero do metros quadrados
que f cec:sario, segundo o genero de
trabalhos exigidos para cada explo-
racSe.
5* Fica conBtituindo um lote de trra,
para es tffeit s deste Decreto, o grupo
des ilbas, tt.mbem pertencentes eo areni-
pelago da Fernando do Noronha, denemi-
oadfcs Rata, DoMe.o, Sella Qineta,
Raza, SSo Joe e os ilbos all X:-
tectes.
6aPor conta dos arrematantes corre
ro tudt8 as de-patas Cim o seivigo qoe
o Governo instituir para fiscalisfr a exe-
cucSo des contractos de arrendamento,
quer em Fernando quer no continente.
7'_(Js arrendamentos serSo intraLsfc-
rivei?.
8Tambem nao serao aceitas as pro-
posts firmadas por estrangeiros, s poder. -
do concorrer, a este trrendimanto cida-
Sea brarileiros natos ou naturalizados ha
Uiis de 5 annos, ficando entendido que
todas ts quostSes suscitadas quer na es-
colba das propestas, quer na eseoucSo do
contracto, serSo resolvidas em definitiva
pelas i utoridades brsiilairas, importando
c-ducidado do contrfeto, sjm direito
iedem. sicSode especie alguma, o appello
feito per qua quer forma intervenoo di-
lomatica oa aos bocs eflicios de autori-
dades estrangeiras, bam como qualquer
aes-.citBo dos cencessionarioa com cida-
dSos ou iustitoicSiS ettrangeiras por
instronsnto publico ou particular.
O Dr. Julio de Mello, Secretario inte-
no des Negocies da Iontria, ssim o te-
nha entendido e faca executar.Alexan-
dre Joi Barbos* Lima.Julio de Moli
Filho.
Odirector-geral,
Joao Din z Ribeiro da Cnnha.
Alfandega de Per-
nambuco
Arroiiitv':4 de "a*er,aes ,
De oraein uo .l:o=tre Sr. l)r. inspector, taco
rob ico que al o di* 28 do correDte, peUs 11
toras da mar.b, receber-se-bo oesta aifande-
ga prof03tas em cartas selladas e fechadas para
a arreai.Uyio do maierial solt das minas do
aTgo cooeuto de Nossa Seobora do Garmo de
Oinda, servindo de base a avaliacao feta pelo
Sr. collector daquella bcaiidade Da importancia
de 1:000*000.
O referido matrrial ser entregue a qnem
maior prego cBerecer.
3a seccao da Alfaodega de Ptroambuco, em 13
de Salembro de 1895.
O chffe,
Macoel Leite Pereira Bastos.
Diario de Pernambnco Qaiiita-fVira 90 nc ^elemliro de 1SQ5
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
ualquer communica-
cao ou reclamacao, se-
aestafeitano escrip->
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambemsere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os *Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodriguen
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibos
VlV. .1 Llk


rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
iem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
DECLARARES
Coaapanbia Sonta Tbcresa
As>fc.MbLKA GE^AL
Parecer e coLtas
No es'riptorio da comcanbia ao caes da Com
PuObia Per ambucana o. I, eatao a dispcBcSo
dos S-s. acciooi.-tas al o dia 13 do mez prxi-
mo vindouro, o bataneo e coola, e bem asaim o
pa'ecer da comaiigsao Bical, para que ge babl-
litem a fazer juizj sobre o estado da mesma e
poderem resolver a proposta qoe Ibes ser feita
ca proxixa asaen bla g-ral.
Recife, li de Setembro de 1895.
dlrectcr nresidenle
A. Pereira Smoea,
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidado capi'So director Interino
deete Arsenal, distriboem se coaturas nos d:as
Si, 15 e 26 do corrente mez, rom a coitorelras
possoidoras dai guias de ns. 551 a 650, de con
fermidade com as ordens eai vigor.
aeccao das costuras do Arsenal de Guerra do
Eaiado de Pernambnco, 23 de Setembro de 1895
Manoel Accioly d- Ucura Goodlm,
CapiUo sdjonlo interloo.
COMPANHIA TtTHYS DE SEGUROS
MARTIMOS a TERRESTSES
BOA DO AIGVIIO N. 1, 1. ANDAB
Directores;
Bario de Souza Le&o
Thomaa Comber.
julio Cesar faes Barrite.
Club oternacional do
Recife
S3o convidado; os S-?. tocios e euae Exma;.
/amilidS pa-a sarao menral que se realisar no
da 28 to correte, muito agradecido te coofee-
sara aos que aueoderam ao ron -ue.
Recife, 23 de Setembro de .855-
O director de m-s
_________________H. da Silva Lovo.
De o'dem do oosso iraiojuiz, convido a
iodos os irmaos para se raalrem no consistorio
da ujatrii da Corpo danto, no da 26 do correte,
p -las 3 boras da tarde, aflm de proceder se a
>-!e cao para a mesa qoe tem de dirigir a meema
do anco de 1896. de accordo com o noso com*
promlaso.
^Secrdaria da irman4i.de dr> N. S. do Rosario
oa matriz do orpo Sacio, 14 de Setembro de
1895.O esciivSo
_________Silviao Jorge da Silveir.
Companhia Serrara
Pernambucana
Acham te i disposicao des Srs. accionistas na
rede desta compaobia as documentos exigidos
pela le das eociedades aiooymas relativos 10
aono flodo em 3t de Agosto prximo paesado.
Recite, 24 de Selemnro de t895
Joao Cardoao Avres
Secretario.
mmiLi insumes wmmi
am
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital i.too.ooo
(Rs 2 1,000;004>OOO)
SEGL'EA EDIFICIOS B MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7 AI XAS B A I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PBBJIZO
Sem descont
Agentes
UfUIWXS c.
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL ,000,000 O, Od.
Fundos accutanadbs f 8,274'9/S,19\0d.
AGENTE
___ POLHMANN & C
""SEGUROS MAlUTiMOS contra
FOGO
Companhia Pbenix Pernaaba>
cana
RA O COMMEBCIO
SEGURO CONTRA !FOGO
JjUgJTOjjPS
Gompaobia Pernambncana de
Navegado
PORTOS DO SL
Maceio, Penedo, Aracaj
e Baha
0 paquete Beberibe
Commandante 1* teoente Fabio Rio
Segu no d!a 99 do cor-
rete s 4 boras da tarde.
Recebe encommendas, paseagens e dioheiros
a (rete at s 11 boras da maoba do dia da par-
tida.
Cbama-se a attencao dos Srs' carregadores
para a clausula 10.a dos conbecimentos que a
segointe :
No caso de baver alguma reclamacao con-
tra a Companbia, por avaria ru perda, teva ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres das depois de rina-
lisada.
Nao preceden-io esa forrualldade, a Compa-
nbia flea isenta de toda a reepoosabllidade.
ES3RIPT0R1O
Ao Caea da Companhia Pernambaoana
o, 12
Boot Lino or stsaiors
O vapor inglez
Justin
Presentemente ancorado
nete porto, seguir para o
Cear e Para
Para cargas e passagens trata-s* com os
CONSIGNATARIOS
Johnston Pater & G.
Rna do Commercio n. 15
Prnce Une or Sleamers
James Kuott, Newcastle-
cn-T^nti
LINHA REGULAR ENTRE CS
Eslados-lnidcs e o Brazil e Rio
da Prata
E' esnerado de New-York at
,o ola *> do corrente, e eabr
idepois da demora oecea3arla
'para a
Baha, Rio de Janeiro
e Santos
O VAPOR INGLEZ
Crele Prince
Ente vapor Iluminado luz electrice
e offerece ptimas eccommcdsc^es aoi
Srs. p3ssageire5.
Para carga e pasEagens trata se com os
CccaignatarioB
Jfohnston Pater e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Hambu?g- SuedamerikaDsi-
c h e Damplschififahits-
Gesellscbaft.
O VAPOR
Argentina
Ccmmandante A. E. Bell
E'esperado dos portos da Eo-
roi'a at o da do corrente,
^,e p-egoir depois ta oemora re-
vjd Kceeearia para
Rio de Janeiro e Santcs
Qoaeequer reclatracoes f perao attendidss 2i
fio as depois da cltima descaiga do vapor na
Alfanega.
Entrar no porto
Para passagens, carga, frete e etc., tata-sa
COK) os
Consignatarios
Borstelmann jf C.
Ra do Commercio n. 18
1* andar
Hamburg Suedamerikanis*
che Dampfschffahrts-Ge-
elschaft.
O vapor
Buenos-Avres
E' esperado dos portu da Eu-
ropa at o da 9 de Ootobro,
segolodu depois da demora iu-
dispeni.vei_para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Hamburg Suedamerikaois-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
8eilschaft.
0 VAPOR
Guahyba
E'esperado dos
portes do sol
at l& de Cutu-
bro e seguir de-
pois da demora
oecesa-ia para o
Lisboa e Hamburgo
Para passageDS, carga, freie e etc., lrata-3e
com os
Consignatarios
Borstelmann & C.
18Ra do Commercio18
1 andar
Companhia Pernambncana de Na-
vegado
Fernando de Noronha
e Rocas
PAQUETE
O paquete Una
Commandante Carvalbo
Segoe no dia do corrate
s 4 boruS aa tarde.
Recebe carga, encom cendas, passpgens e di-
uhi-iro frete, al s 11 boras da mauD do du
da partida.
Ciiarna re a ritengo dos Srs. carregadores
para a clausula 10.' aos coobecimento.' que a
segointe :
No caso de baver al.oma reclaa ai9o contra a
Companhia, per aaria oo derda, deve eer feita
por escrlpto no agente respectivo do porto da
ds arga, dectro de tres das depois de uali-
sada.
Nao precedendo esta formalidad?, a Compa-
cb'a lica iseota de toda a responsabilidade
ESCRIPTORIO
Ao caes da Le ipanbia Pernambncana
d. 12
Leilo
Fm rontlauaclo
De rropa fe'la, nc/a, costumos decasemirs,
li e !i lio, meiae, grvalas e collariobos. cmi
sas de lobo p>ra borneas, 9 outras merca'cnas.
Quinta-feira, 26 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
BA DO BOM JESS N 45
Ama
P ecisa-se de ama ama qae saiba (O:iobar
tata- na rna da Aorora o. 1(9 l.
Taverna
Agente Pinto
Leilao
Vende- e nma laveroa em ama boa localida-
de, proprla para principante por ser pequeo
capital : a ira'ar na roa Mrquez do Hcrvil Da-
mero 165.
Pa-a
com es
passagens, carga, frete, etc., trata-Be
Consignatarios
Borstelman & C
RUi DO COMMERCIO N. 18
1." andar
Lloyd BrazileiFo
O VAPOR
S. Salvador
Commandaiite J. M. Possoa
E' esperado do
buI no dia te
do correte, se-
goindo para os
portos do norte
ao da segoiu e.
OVAPOR
Olinda
Commandante R. Riprer
E' esperado dos
portos do norte at
dia 30 do corre-
te, e seguir para
os portos do sol
no mesmo dia.
As encommendas serio receidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companhia Pernambncana n. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a sna attencao
para a clausula 10a dos conbecimentos qae
segoio'e: *2
No caso de baver alguma reclamacao contra a
companbia por avarlzs oa p< rdas, deve ser feita
per escripio ao agente respactivo do porto da
descarga, dentro de tres dios depois de tinali-
sada.
Nao precedendo es'a formaiidade a comp
obta tica isenta de toda a responsabilidade.
As passagens eSo tiradas no mesmo escripto-
rio, at s 21/2 horas da tarde do dia da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15/o
Para carga, passagens, encommendas e valo-
res trats-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO-G
1 andar
Prince Line of Steamers
James Knott New-Castle-on-
Tyae
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-1nidos e o Brazil e Rio da
Prata
E' esperado de New York
leo dia 1S de Oatobro, e
sabiri depois da demora ne-
cesaria para a
Baha. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Kaffir Prmce
Para cargas e pasageos trata-se com os
Consignatario*
Johnston Patr Sf O.
Roa do Commercio n. 15
CHAEtiEliaS REUNS
Companhia Franceza
aregiifo a vapor
Licha regalar entre o Havre, Lisbou,
Percambaco, Mucei, Bahia, Rio de
Jcceiro e Santos.
O vapor
Ville de Slontevido
Commandante Lois
L' esperado da Europa
al o da S de culebro e
segni' depois da demora
necessaria para a
Baha, Rio 4e Janeiro e
Santos
Bogi-se aos Srs. importadores de carga pelos
vapores desta liaba, qoeiram aoresentar dep
o de 6 das, a contar do da descarga das al
varengas qualquer reclamacao concercente a ve
lames qoe por ventora lenbam secoido para os
portos do sal, a.im de se poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Ei pirado o referido prazo a companhia nio 8t
spjossbllisB por extravos
Recebe carca: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commercio 9
OBI Fermina Na-
?8g?;lo
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mosot, Ara-
caty, Cear, Camocint e Maranlido
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segoe no dia 9A do cor
rente s 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
nheiro frete at s 11 borss da manb do dia
da partida.
Cbama-fe a attencao dos Srs. carreeadores
para a clamla |( dos cochecimentos qoe 8
seguinte :
ino caso de baver alguma reclamacao con-
tra a Companbia, por avaria oa pe-da, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
d a descarga, dentro de tres dias depoi? de Bna-
sada : ..... 'IjCMSHI '
Nio precedendo! esta formalidade, a u>mpa-
?bia fica Isenta de toda a responsabilidaae.
ESCRIPTJRIO
Ao Cae da Comoanhia Pernambucana
n. 12
De ama estante envidmeada e nma ccllecco
de livros de direi'o e liiteatora, em ptimo es-
tado e em lote?.
Quinta-feira, 26 do corrente
A'j 11 hoto
Por lnterverc> do ag-'nte a'ia.a
RA DO BOM JESS NUMERO 45
Agente Pestaa
Leilo
De nma importarte machina a vapo*, em pe'-
frilto estaje, com todos os seas pertenece, 1 t >.
armacSo de amarello para (juvquer rjtgocio,
graudis depsitos para assocar oa bclax?, enea
oamento eregietro de g. i, dito para igua, mei-
Ebcs de pe-ra para qu-i>'a- milbo, ditos de
ferro com pollas para c.f cu milbo e outros
otij -ctos que eslaro presente* : o le lj e que
se-a j vendidos a qtem ma;s cr do dia
TVr AO MEIO DIA
No arroaaei) rna Mircilio Das n. 30
O ageole Pestaa ven itr por conta e risco de
qutm perteneer os ot-je tos cima meucionad es
os quaea podem ser vis'ns e examinados, em
qujlqusr occasio. por aihirem-se as chavps do
mesmo estabelecimento mesma roa o. 28, at
o da do leilo._________________________
Agente Silveira
Leilao
DE PREDIOS
Quarta-feira, 2 dts Outubro
A'S 11 li2 HORAS DA MANHA
.\'o armazem ra 15 de lo-
vembro n -11
0 agente cima por mcndat'o e com asis en-
ca do Exm Sr. Dr. jaiz de O'phSos a requeri-
mento do tutor do3 menores t'.lbos do finado An-
tonio Feroandes de Birros, levars leilo a casa
terrea o. 109 ra Marcilio Dias, aDtiga Direia,
fregoena de S. Jo medilo de fenle cinco
mer.se de fondo 16 metros, tendo doai ja-
nellas e ama por a de frente, duas salas, tres
quarlo8, connha externa, 1 quario para bahe:-
ro, um outro occopado com appaielbo, agua en-
canada, quintal murado, enm om sobradlobo,
ten .o 3 qu-'tos, tndo em bom estado.
Oa Srs. pretendenles podem examinar.
AVISOS DIVERSOS
Ven .e-se um sitio na Fmbiribeira. vi-|jpo
doSr. Motia, terreno prorMo, rom 2.0UO e tin-
tos pal j os de fundo e 150 de frente, 1 casa de
talpr, 1 dita pan venta, 1 ditj com 40 pal'
moa, propria para ama cocbeira, obra rara, 1
importante balxa de cpim, mona roc, coquei
ros gaides e pequeaos, bmaneiras e mais oo-
t as frncfiras: a tratar na ra Coronel Suas*
lU= n. 297.
Vendd-e a casa u. 212 da roa Coronel
Soaesona ; a tratar na roa Ba.-o da Victoria n.
37, 1- andar.___________________________
Precisa-se de om bom cosinbelro e de aro
copeiro ; a tratar uo caea de U .ioaribe ns. 30
e 32, Serrana Percambocana.______________
Veodf se o preiu o. 61 a roa do Padre
Floriano. E' urna rasa terrea com hons commo
dos para urna familia. Sobre o a-ecrupto da ven-
dae mais cformace--, acbaio com qaem tratar
roa dos Pegcadores n. 29_______________
Precta-se ue om ciado : na rta do Hos-
picio n. 3, atiancando -ua condacta.
Attengo
Precise-a; fallar com urgencia cora o Sr. Fa*
bricio fe Alboquerque Cardoso. do eagenho
Caoi Grand-, comarca do H o Foraoao. na ra
Larga do Rosario o. 3J, f.egcezia Je Santo An-
tonio, oa f.ltj pubcar-se-na o motivo deese
chamado ___________________
Fabrica Lafayette
S;len ih"ramP8 aos Ostos ffegceies ene em
vista dos grandes irrp -ios cora que fomos so-
bracarre^ad ?. reaclveuios de?ta da'a em danle
elevar coala 500 rs. em milbeiro ae cigarros de
oepta fdbrica.
Ricfe, 21 deSelebro de 1893.
_______________Mnei a &C._________
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Recebeu a Relojoaria David ra do
Cabug n. 14 desde 1500000 a 4008000.
Grande soitimento
(oa! padre
Compadre V. diga tr.e oede compra gneros
para eua despensa ?
Eo Ibe digo: ha ccni'.os annes q-e compro
m om armazem. e rao me consta qr.e ninraem
e jamis b-m servido em ootra part" ; compro
all,p orqot; encontr o que p'eciso, r< narota
e mamiam-cLe tudo a aeu gesto, ja \>5 oeeta
ccodicT e?tr,u paiisfeito.
Em preeos oSo ha qoom venda mai^ barato e
todos os gneros fSo Ce pnm-ira qualidade ; a
boa roanteig i, o bom cb, o bom qoeijo de di-
versas qnaluiides, o bom viaio de mesa da Ser-
rada Estrella, o bom vi: ho do Por.o da mais
baixa mais alta qcalidade, os boos licores, o
Dom charxpattn, fio.lmeQie tudo quactoee pode
de;ejar para urna bi despensa;
E teem tamhem um cern lelo sortimeoto de
obras de vimes*, come s^jam aestas para com-
pras, balaios para papel, toupeiros, tercos e
lindas radeiras.
Obrigado compadre pelo ine me di, porque a
vida est muio cara, vea mandar comprar o qna
precuar nes^e armazem. Po;s mande compadra
que ha-de hcar falisfeno.
Olbe o amigo armazem de
- Pocas Heniles & C
BA ESTRE1TA Di) HUSAhlO (JUNTO A
IGREJA)
Sei onde compadre.
SEMENTES co'as de hortaligas.
Completo sorum-nii.
RA ESTREITA'DO ROSARIO (JUNTO A
J1GREJA)
Fofas Hendes & C.
~ PARA BETF-
Vinho Mara
AMAS Precisa-te de otea oe cosinna
ootra pa-a andar com nina criauga ; na rna Joa-
qnm Nabuco n. 34.
ALUGA-SE a caita com ote< ana a n
Jjaquim Sabuco o. 22, (.'a: unea), com excel-
lentes commodos para familia, tratar na roa
Baraode S. Bjrja n. 41,
Precisa se de orna eogommaaeira, soman-
te para ronpa de seobora e enancas; a traa-
no caes de Capibaribe ns. 30 e 32, Serrara Per-
nambucana.
LEILOES
Quloia-feira, 26, deve ter lagar o leilao de
bons livros de di eito e lltteratora, bem como
uiaetante en*idracada, existentes no armazem
da rui do Bom Jess n. 45.
Agente Silveira
Leilo
De predios
Quinta-feira, 26 do corrente
No
A'3 11 E 1/1 HORAS
armazem ra 15 de So
vembro a.41
O asen'e cima, por autor ea.j e rom as-is
tencia do Exm. Sr. Dr. juiz sansiltoto dos feitos
da fazenda, a rcqae-imemo do lnveotariante e
herdetroe do Bnaao Dr. Felippa Neiy Coliseo,
levar* a leilao a caea o. 44 na estrada do Ar-
raial, perto da estagfo da Casa Amarell?, s6m
de que com o seo producto serem pagas a axa
da heranca e mais desodas do rnpecuvo Inven-
tarlo, tendo dita casa 3 Janelles de f ente, 2 por-
tas no ol'ao, 2 talas, 4 quartos cosinba exieroa,
quintal cercado com madeira e a f ente morada
ponto de madeira ao lado, cscimbs meitlra,
mediodo de fren e 6 metros e 70 centmetros e
de fundo 11 tttros'e 80 centmetros.
Os pretendenles podem examinar.
Leilo
De 20 saceos com irros cem toque de avaria
Quinta-ieiray 26 do corrente
A'S 11 HORAS
Por lntervenclo de gente cima
?' ROA DO OM 5BSU9 M. 45
Msicas novas
Na loja do Paiva
ValsasCarmen, Venella, Joyeose, Marianos,
Est-elliana, Chova fe Ou'O. Pomooa,
Depois do Baile, Onro Sobre Azol, Amor
de ftlai.Esperancas Perdidas, etc. etc.
PolUas-Peqaeoita, Rosa dos Alp-s, Traque
de Bimba, Boni' eiroj, Filiona, Bom
brdelo, etc. etc.
Pbantasias-Pagliaccl, Civalleira Rustica-
na, Serenatas, Noctoros, etc. etc.
Marehas e dobradoaD.Carlos, Albar-
atro, Cadir, Diana, etc. etc.
NA LOJA DS
Msica? e instrumentos de
Eduardo Paiva
Ra Kurito da Victoria n. 13
Ama
Precisa-re de nma para cosinhar e faier com
praa : trata-se na roa MatMi da Bja-VIsta n. 5.
Ama
Precisa se de orna ama. a tratar ra Barao
da Victoria o. 65, 2* andar.
Piano
Na roa veiba Santa R la n. 89 vende se
nm piano rom cadeira em perfei o estado, t
mais aleaos movis. Ni mesmi casa tem orna
pe-sou habilitada qae di icocs de piano, pri-
meiraa letras e geographia, na cidade e arrabal-
des peito ; tratar de m3 dia al 3 horas.
Mudou-se o tempo
Pedro Aniones & C, receberam orna grande
reme sa de bicos de todas as qaalidades e bor-
dados bracese decores, pegos de admirar-se
ver paca crer, (6 a N >va Ejperanca
63Roa Duque de Cmlas-63
Farinha de Rosca
a 1^000 reis o kilo
Z. MBL 0 B18ET
Ra Larga do Rosario n, 40
Criado
Fianoe IVloveis
Vende-se um ptimo plico alleml urna mo-
bili de jacaraodl, om grande espelbo oval e
om toilet. A tratar a oa da Malre da Deas
n. 10._________________________________
Ao publico
Jcsquim 6. dos Heis & C. Saccessores, deca
ram a clas.-e commercial qoe o seo parlicolar
amigo Joaqoim Bernardo des Reis, can fax parte
daqnellt firma desde o 1" de Jalao de 1890
ficando nices solidarios e responsavels da mes-
ma Irma C ndldo T. dos Reis e J. B. de Athay-
de, cenforme a clrcalar pobllcada oo 1* de Jolbo
de 1890. I
Recite, 23 de Setembro de 1895.
Joaquim B. doa Res da C. Successorea.
Precisase de om criado de 14 a 18 annnv para
casa de pooca familia: i datar oa roa Forme sa
3.37.___________________________
Vende-se
Urna cama franceza, orna commoda e om es-
pelbo. iodc asido: tratar no caes do Ramos o.
24, das 9 4 da tarde.____________________
Vende-se para acabar
Algumas vaccas pandas e prerbes,todas mis-
ligas e acostuosadas ni parto. Qaem pretender
compral-as drijs-se ao sino qne tica defronte da
czina Bell ai, no Campo Grande, das 6 s 9 bo-
ras da maoba e das 4 as 7 oa tarde, que acha-
la com qoem tratar.
Cal Kranea jsrem de #1 asrna-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem saecursaes nem
agencias, n'est cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
Dentes
Termina a horrivel dor do dentes asan-
do o excelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circulacSo, attas-
tam a eficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
rack C., ra do Marquea de Olinda
Pkarmacia Martins, ra Duque do
axiaa n. 88. #
Pharmacia Oriental, & ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, a rna do
j i&o da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Larga
do Rosario n. 13.
Bom negocio
Vende se orna importa-.t- machina para a fa*
bricaco de chocolate, podendo fabricar 10 a 15
arrobas de chocolate diariamente, gmente com
o auxilio de doos operarios, ilegolador da ma-
rieha, roa Larga do Rosario ns. 9 e 11, paleo co
Parado ,
Fabrica Casias
A partir de hoje em dian-
te os cigarros da nossa fa*
brica custa m mais 500 reis
por millier.
Recife, 20 de Stembrc de
1895.
Aezevedo |r C
\
MU1I1M0J





Diario de PernamSi neo ftuinta-feira %C de Setembro de 1105
t
Consellselro Tbomai loa Coelito de
Asme Usa
Pereira Carneiro &, C. maudam retar minas
pela alma de seo am'RO o conselDei'O Tbomai
ot Doelho de A'meida, Da matri da Boa-Vista
pelas 8 horas da tnanba (0 sexia-feira 37 do
crreme, 7Q diado eu ia'.a-to passameato e
para asaistil-as convidim sos seos amigos e aos
do tinado; agradeceodo desde ja aos que corx-
paiorem a eaie acio de religiao e caridade.
t
Mu oel 'os le 4[incida Soarea
Francisco J f da Cos'.a e Silva, si a espopa,
ti nos georos. ora e teta., kaqoim Goncalves
Coelbo, soa estofa, ulnup, Kenros e netos peobo-
'adoa sgride-:em a todss us pesaras qoe ee dig-
?aram acctnpanfca- a soa o'tima morada os res-
tos roortees de seo nenca equcido pai, sogro,
at e bieavO, Maooel J t de Almeida Bosres e
df novo convidan aos sr-ua carentes e aroigis e
os do finado a assistirem as missas qae pelo re-
poaso ttemo de saa al" a mandan? resar na ma-
trix da Va: zea, nc dia 7 do correnle, seila-fefa,
s 7 1/2 tioras da m-nl a, pelo que aoteilpara >s
seos cor JiPB aaradecimentos.
Commendador Jos Antonio de
lia gal hites Bastos
ANNI ErtSARIO
Ajonta aminittra.iva do Hospital Portuguet,
tendo de mandar celebrar un.a missa pela alma
do socio temfeiior cinimendador Amonio Jos
de M?galh es Basios. oo dia 26 do correte,
pelas 8 do-as da rxai ha; erx oossa capella, con-
vida os Srs membros da jnnia, parentta e aml-
ges do finar'o para assistl en a esie .co de re-
ligiao e caridade.
S;cretara du Hospital Per oguex de Benefi-
cencia em Pernambuco, 23 de Setembro de
1893. m ,
O i.* Secre'arlo,
An'onio ]o

f
Airara Uchoa cawaleanle Fllho
Alvro l'cOoi Cavalcante. eua inulher e n Loe
mandam reiar mi sas peo eterno reponeo de
sea sempre lembrado flbo e irmao. Alvaro
"J:boa Givalcadie Filno, no stimo da de ten
passameoto, sexta feira 27 correte, at 8 borae
da manb. Da igreja da Peana, e para assislir a
este acto coowl.m i 8-us parentes e amigos
prolestando-lnes desde imperecivel gratidao
f
Manuel Jote de almelda Soarea
ClaodiDa de Almeida Soa'e?, fuas tilbaa vin-
cas e netos, o lente Cirios Soarea e Boa fami-
lia, Antonio Artbor de A meida S.are e soa fa-
milia, agradecem do intimo a'alma as pes?oas
que se digta am acorxpaubar os restos mortaes
do seo presado esposo, pal, aogro e av6, Maooel
Jos de Almelda Soares o oe novo es convidara
fiem como a todos ca prente?, compaobelios e
amigos sfus e do tinado rara assistirem as roa
gas que mandam celebrar na eena-felra 27 do
corrente, s S bo as da manba as igrejas da
Santa C.m e santo Amaro Jaboitlo, aotecipaooo
a todos soa eterna gratidio.
Josiiaim .\osneira da silva Sobri
abo
JosNogo ira da S iva e Agostlnho Nogoeira
da Silva tendo recebido de Manos noticia da
morte de seo pingado trmao Jo qoim Nogoeira
da Si'.v* Sobrinbo, raaociam reiar orna mise
no dia de Outobro U 8 boraa oo dia na igre-
ia da Pecha, trigsimo da do seo passameoto ;
e para este arlo de religiao e caridade convidara
aos seui parentes e amigos e amigos do fal-
lecido e desde ja antecipam os seos eternos re-
conbecimeetos.________ ____
Terreno em Beberibe
Vende ee om terreoo na estrada do Pono d i
Madeira, jooto a casa te D. Mara Carolina ; a
tratir na Estrada de Joao de Barros n. 33.
Precisa-se de urna para cosinhar peqoena familia : a tratar na roa do Imperador
o. 81, loja.
Precifa sa de orna ama qu saiba coslnbar
bem ; na roa ie Aortas n. 17, tave-oa.
Precisa-Sd de urna am, paca easa de om bo*
mera viovo e sem Sinos ; a tratar ca ra d
Aguas Verdes n 21, taverna,
utaum cazias
DE
Campos & C
N. 35-RUA DUQUE DE C *Xl iS-N. 35
Em freotr do Diario
Os propietarios destn btm montado estabele-
cimento p-evintir au lesr-e.t.vrl publico qoe
nara bero servir acs feos f-egueaes tecm do re-
ferido estabeleciaienio om esplendioo e variado
sortimento tiecasemiras petas e lie cores, o que
ha de rxelhrr em la, b ios de puro liobo de to-
dos os padrOes, e por preces rasoaveia.
Possoem bon^ artistas, pelo que se julgam
habiltalos a saiisfaxer cora todo gotlo, eemtro
e norf^igo ao freguez ma;s ex'genie.
Ni mesma alfaia'arla alog&m-ee casacas e
cl-fte, etc., etc.
ALFA1ATAHA"
Ra Baro da Victoria
n. 46
T e m esplendido
sortimento de casacas,
coletes e clak? novos,
assim como outrs em
perfeito e&tado9 para
aluguel.
Aos Agricultores de caf
Na fabrica i vapor i e f; rinha de milbo, do
Pombal. ptiia-e e benecia se caf, por pre^o a
con^encionar, garante se a prompile e per-
fei{ao.
Jote Pinto C.
Telepbooe o. 296
Ccsioheiro
De om perito orecisaae- roa do Commercic
4i, ou Payssanol9.
Para deente
Viuho Maria
i
Iiu'a Hermenegildo Borges
Diniz
Maria Goilbermioa Borgea Dinix, eoas IrmSs,
;onhada eaobrinnos, p^naliaadoa relo fallec-
ment de seo sempre lembrado irm&o, conbado
etio LoixHirmeoegildoBrges Dinix. conv-
danos domis parentes e aos amigos do finado
para assistirem as missas qoe por ana alma
mandam rexar na mamx da Boa Vista, pelas 8
Doras da tnanha do da 28, stimo do seo falle-
cimenro.
t
Jwaquim de Soasa Monteiro
Znlmira de Sooza Mooteiro, Geroncio doa
S3Dtos Telxeira, soa molber e Albos, Leonor
Porto (ausente) sem Ribos e genros (tosentes e
presentes), Joaqoim Jorge Bastos e avia mulber,
profondameoto oenalisados pela perda lrrepa-
ravel de seo nonca esqoecido marido, Ir mo,
conbado e tio, Joaquina de Sooxa Monteiro,
agradecem do intimo o'aima s pesseas de soa
Bmnade qoe se digoaram a omoaobar soa ol
tima morada, e de novo Ibes pede o caridoso
obseqoio de acsistireiu as missas qoe pelo seo
eterno desesnso mandm rttw na ordem 3* de
S. Francisco, segunda feira 30 do corrente, as 8
boras da manb. aotecipando desde ja os aeos
inceros agrarJe:imeot s. .._______^_
Casa na Varzea
Aloga-se urna casa em frente a estacio da
Varzea ; a tratar na roa Doqoe de Gixlaa nome-
ro 59. _________________
Criado ou copeiro
Precisa-fe de om ; na roa de Paysancn" nume.
ro 9.____________________________________
Ohegaram I!
E vendem-se a metro
bordados o que se pode en-
contrar de melhor qualidade
de 400 reis at 3^000, a me-
tros proprios para enfiar
comAta1.
LojadaPerola
Itua da Impera-
triz ii. ?n
Domingos Fernandes.
CHB6AM
BREVEMENTE
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Torres
Vedras
(PorlDgal)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUC0
Jola Fernandes de Almeiia
Traves- da Madre Deas n. ti
Para doente
VNHO MARA
Explendida morada
Vende se orna expeliente casa n'uma das me
bores roas da cidade de Olioda, com ptimas
accommoiac6es para granee familia, com agoa
encanada, jardim ao lado e sitio : trata-se o
ra do Cotovello d. 85.
Chapeos!!!
De sol averiados, om por U030, aproveitem a
pech'ncba ; vende-fe na
LojadaPerola
Domingos Kernandes.
Plvora
De todas as qualidades
em bams e em latinhas ven-
de-se no epcriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
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'ftiT E VFT ATTflTft U < CXITOi EXIJIR O ftPIOt. a.tB"lJQRE1 a HOMO H.E ?.

I
WOL.'f JORET^HOMOLLE
RECULRBI1AM AS REGRR$
EVITAM Bi DOREJ.OS ATRRJOJ
P P J P_M A R M A CA____B .R JJ*MT 150 RRIVOH TOPA PHRUHftClAt PKQQARIA3
PH08PHO-GLYCERATO DE CAL PURO
Esta pfeparac&o quo se ptxle tomar sera nenrium
o embora que Inventad ha pouco lanpo, deu ja resultados raaravilhosos como o certlcam mllhares de atiesta ;es.
Doiioiilto geni : CHASSAINO e O",, avonn VlaiortA, FuU. Depc*!too m PtrutnbMO: C" di DE081S & FMBC1S CHIM1C0S e em t*lM Fmrmaetai.^
ASTHMA & CATARRHO
Curados pelos
ClOABROS
JfO
BSPIG
l
TOSSE PERSISTENTE, BRONCHITES. CATARRHOS
DOENCAS DO PEITO
\CBA certa petas1,
CAPSULAS COGNET
De Eucalyptol absoluto loaoiormo-creosotado
PARS 4. Ru de Charonne -PARS
Deposito em Pernambuco : Franco M. da Silva & C'a
Licenciado pela ZnspoctorU do Ey?ie&e d.o Imperio do BrazlL
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VINdeMOITIER
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DIGESTIVO, l, FEBRFUGO
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>OLioumFt rao poi preconizado por toda a imprjwsa medica
COMO SENDO O MAIS PODEROSO
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houyvet, Pliarmaceac "TTciasse, thompson Sncc"
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Depsitos em pchhah3UC9 i 0 de DB0SA8 PRODUCTOS CHIMItOS
E AS PRINCIPAES PHARMACIAS
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Cores Paludas ^ ^ i f1 Consumpgao
CURA RPIDA E ACERTADA PELO
S LICOR DE LAPRADE^
COM ALBUMINATO DE FERRO
Empregado em todos os Mospit&es. E o melhor ferruginoso para a
Cura das Molestias da Pobreza do Qangue. N5o enegrece os dente
pahiz. collin c 49, Ra de Uaabeuae, e em as parmaclas
ALIMENTO DAS CRIANCAS E DOS CONVAL.E8CENT(I8 .MK<1I,._.
Para substituir o chocolate, de digestao multas vezes difcll, c o care com leitu cujos effeltos aeDilitaniai
e-ejiiillcain em extremo a sade das Seohoras, os Mdicos recor&mendam oxacanont do ara"
te Selangrenler, por ser um aumento leve, agradavel e multo substancial; recellam-no tarnDeui m
arlaucas, i e*soas ldsas ou anmicas, puma palavra a todas as pessoa3 que carecem de rortican
JpJUFUS SS. ni* Viritaa. BM-OSITOS KM TQMi A PHtPMtOI DO MUNDO Ui'IM** -*
POR
PARA
RECONSTITUIR O ORGANISMO ARRUINADO
NATUREZA DO CLIMA FEBRES
CHLOROSE POBREZA do SANGUE
FLUXO BRANCO
do
Doutor
DEBILIDADE, etc.
EXTRACTO de CARNE HYPOPHOSPHITO
O VINHO JOHANNO tem por base o vinho de MARSALA
dos PRINCIPES .
Sas prineipea iharmacias. PARIZ, Ru ra/aytte, 186
SNDALO MIDY

nico preparado com o celebre Sndalo de Mysore
Inoffensivo, supprime a Copahiba, as Cubebas e at
InjeCQe8, e cura em 48 horas todos os corrimentos.
Sua efficacia universalmente reconhecida nao affec^es
dabexiga, na cystite do clo, no catarro o vesical, na
hematuna, sem causar dores dos rins, que produzem os
sndalos impuros ou associados a outros medicamentos.
Cada Capsula \?m impresso com Ifula prci2 o nome (AUDY/
Pliarmaclas
"-^ toaas
_ lestrc o mlcrotlo e=pfic"lco, o
cura com mals segurauca e promp-
dao que OUtro qual |ucr. j
Faz se uso s ou JUSUu cute com o $
\ MATICO-SANTAL /
T Exltir a Asal-iitun ct Fi.ricantt: J(
% DUPEBSOrj, i'i.-.:----."el. ^f
"** 3 Mr, roe des Rssiors. ?
*.A PARS aS
do
EiaAUD e Cta tf
Perfumistas ^4r
8, Rne Tintino, 8
PARS
gw de a mais refrigerante, a que mais vigor
d pelle, e que mais branquea a
cutis, perfumando-a delicadamente.
(ExtractOdl(ganangar
e aristocrtico perfume para o lenco.
@leod,@anangalXs0l
abrilhanta, faz crescer e impide de caii-.
abontede(Kananga,0
davel e macio, conserva cutis sua
nacarada transparencia.
elegante cor mate e a preservao
de sardas.
n
As nnicas Verdadeiras Pastilhas de
VICHY
PASTILHAS YICHY-ETAT
Vendidas em caixinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de Maio 30 de Setembro
Carne verde a 700 re. o kilo
VeDdem os abaixo &sigoa'los, carne df pn
metra qoalMate, nos lattins da ro MaruiKZ du
H.-ral 17 e 2, e Curchoa do Carino n I.
Este prreo ptffrer aeracao par ma>s oc
para meos, efmpre 'e a'cordo com 03 prtcof
do gado djr fei'a-.
Recie, i8eaiodf 1895.
Fiura L'ma & C
PARA D0EN1E
Vinho Maria
Grande ofneica de serralhsi
ro e ferreiro
Hoa do Pad.e Maniz
*ulig de Santa Bita Notan. 63
Os proprietari'b desia otbcica se eocarreeam
de qcalquar tab^lno com teja : asaeotameoto
de macbins, a?Bt-oiamenios de eogei bus de
ijzioas e de ootaa fabricas, calierai ce fo^o,
de aMeitsreotj e ct'as especi'f, (haminels,
aftaeo. crt?a'.6?s batidas, porloep, hasdems,
varandas de (DfJereQ'es siste a*, ferragena para
moendas, ecpetlalidadeem t-asalos martimo e
pootaalidaiie em seos tratos, para ieto tem so?s
.0iclQB8 bfm montadas e om peMoal h?billU-
dielmo e bem conbecido oeste Estado.
Cbatramos a attencSo dos Srs. p'eteDdeotes a
virem visit r a oova fabrica eux liad3:a da agri-
coltora. _
Be-Dirdc des Santcs & C.
Te'erbone c. 668_____________
Bichas de Hamburgo
Ven*le-se em grandes 8 pequea,
porces applca-se ventosas seccase
sirjada; na ra das Larangeiras n. 14
LOJA Dl POVO
19 Ra I. de Marco19
Este acreditado estabelecimento
continua a venderporprec,os sein competidor
os artigos para os quaes
pedimos a attencjo das Exmas Familias :
ColcbSes franceses a 15t?C03 am.
Bramai tes para lecces de 4 larguras a 25000 o metro.
Atoalbado branco e lavrado para mesa a 25500 e 3000 o metro.
Cachemira de 2 larguras para vestitido a 1)5200 o aovada.
Casemira preta do agooal para roupa de homem a 21000 o covado.
Jbeviote preto ptra roupa de Lomeo, fazenda de 9S003 o covaio por 6/J0G0.
Flanella asul para costame de 35500 a 55000 o cevado. *
L'&chemire de 1S eom 1 slrus du seda a 1$200 o corado*
Lndos chamalotea de varios padroes a 15000 o corado.
Qraode sortimento de chiffooetes a 800 rs. o covado.
Meia de IS para senboras a 405000 a duza.
Ditas de algodSo dem a 125000 a dasia.
Dites de c-r para bomem a 12c00 a doza.
Ditas cruas com os ia s^da pora bomem a 125000 a dasia.
Setinetas de todas as cores a 600 o covado.
Seda bracea Uvrada para coiva a 25500j covado.
Cretonesde cores 2 barras para ooberta e reposteiro,foseada de 1$200 o eovalo por
700 rs. (E' barato !)
Etamines arrendados a 500 o rs. covado.
Cretonas claros a 320 rs. o covado.
Ditos escaros mnito largos a 400 rf. o covado.
Lindos cortes de cachemira para vestido de 808000 por 405000.
MadapolSo americaoo de 83000 e 105000 a pees.
Dito francs para camisa, pannos e coliarinbos a 135XKD a pega.
Dito para noivaa de 24 jardas a 115000.
Cortioadoa de crochet e cambroia bordados para cama e janellas a 10)5000 o par.
Ditos de cores para sala a 245000 o par.
Ditot finos de crocket para cama de casal, do preco de 50$000 a 358000.
Capellas com veo para noiva a 10*5000 e 12<5000.
Orando sortimento de espartilboa de 85000, a 165000.
Peitilhos para Senhoras a 15500 om.
Camisas de dormir para bomem a 68000 urna.
Ditas para Senhora a 65000 amo.
Finos cortes de casemira ioglesa para ca^a a 85000 e 105000.
Camisas de malha de IS para homem e teohora a 65000.
Vestuarios de Jercey para meninos a 155000.
Cuberas de cretone para cama de casal a 5000.
CasLetas para roopa de homem e creaoca a 500 rs. o covado.
Brim braceo n. 6 a 35000 a vara (fino liobo !)
Dito preto a 15800 a vsra.
Qraode sortimento de creps mes3>adop, do pre;o de 15500 por 800 rs. o covado.
Fich, de todas as cores de 38000 a 105000,
Brios de poro linho para ceroolas a 25CC0 a vara:
Sobretodos com ama e daas vistas, cobertores, colchas, ceroulas, mantilhas, todo por
preces baratis8mos >
S na
LOJA DO POVO
Depsitos em Pernambuco- AUG. LABILLE; MAR
SILVA JNIOR ( uas kucmos fiuMiacii e Drrsania-
ELIXIR ANTINERYOSO jj
POLYBROMURADO
d. BAUDRT, Paanucutieo d. 1* Claaae
Approvada pela
Jcnta de Hygine do Rio-de-Janeiro
Numerosas experiencias tem con-
firmado a immensa efficacia desteC
Elixir, preconisadopelo Dr Charcot
contra as Enchaquecas, as Agita- >
1 ?6es nocturnas e as Palpitaces,
I calmando immediatemente a excita-
l bilidade nervosa as senboras que
soffrem d'espasmos, desmaios e at-
l taques nervosos.
Este Elixir um auxiliar pode-
roso da medicina contra o hyste-
1 rismo, a epilepsia e a chorea ou
I dansa de Sao Guido.
PARS, 8, ru Vivienne
* em toda* i pharmaoUu.
Liquidado
A loja Parlz n iiicrlc-a ten-
do de liquidar diversas fa-
sendas de modas chama at-
tencao de sea fregueses para
grandes abatimentosde preeos.
Itua do B. da Victoria 16
Pernambuco
(Antiga do Crespo)
19
di ii i msm
Salsa Caroba e Cabaciuho iodorado
DE
F. Athelano
Approvado pela filustre Inspectora de Hvglene Publica
0 mais enrgico dos depurativos recoohecidos, aconselbado e presenptos no tratamento
dos males que tem sua origem na impureza do sangue, n5o s pala erScacia iocontestavel dos
vpgetaesquen'ellaencerra, como pela junceao do Ioduretode Potassio, nico agente tner peutico
capaz de neutralisar e expellr do sangue o principio impuro, tendo a graode vantagetu e pM
alterar as funeces digestivas. Este poderoso medicamento produz cura admtravel as molestias
seguiotes : Erysipella, cancro, bubons, ulcera, gema, dartros em geral e rheumatismo. guaoto
ao modo de usar e diela cnsulta-se ao prospecto.
ELIXIR SEDATIVO DE CABEQA DE NEGRO
Approvado pela Ilustre Inspectora de Hjgene Publica
Preparado de F. Athelano
Nao sendo este medicamento novo, que o publico desconbeca sua virtude tberapautica, nao
precisamos mais commantarios na explicacao de sua propriedade medicinal; apaas nos restrin-
gimos a declarar que a sua preparagao de urna formula especial adoptada pelo seu autor.
Elixir ante-rheumatico de caninana
FLORA BRAZILEIRA
Preparado de Francisco Attrelano
Approvado pela Illust e insp ctoria de Hygiene Publica
E' um novo agente medicinal de urna forca dupla para o curativo de todos os mal s que m-
feccionam o sangue, e que se tornera rebeldes a applica5es de outros medicamentos como se-
ja: Rbeumatismo syphilitico, articular agudo ou ebronico. muscular gotoso, ulceragao da laryn-
' Todos esles medicamentos se preparam na Pbarmaria Athelano, cidade do Limoeiro, ra da
Matriz n. 83.
DEPOSITO RECIFE
Drogaria GuimarSes Braga & C, ra Mrquez de Olioda n. 60. Vende-se em todas as pbar-
TeinoB em nosso poder altestados comprobatorios da efficacia d'este medicamento, os quaes
pportanamenta publicaremos._________________________________________________________
PEITORAL CATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TUL E GOACO
COMPONlOiO DE RAULIVEIBA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Brazil
premiado com a medalha de I. classe em diversas exposicoes.
Recommendado na clnica medica do distiactos facultativos como grande
medicamento para combater tosses., brouchites, asthma tsica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas as mo'ostias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoa residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a efficacia deste graode preparad '. .
RALINO HORN &c OLIVEIRA, nicos proprietarioa e fabricantes.
Santa Cathanna.
A' venda em todas as pharmacias e drogaras
DEPOSITAR 10 NO ESTADO DE PERNAMBUCO ,
Guimaraes Bra^a &C.
Boa do Mrquez de Oliuda n. O


i
MUTILA I


Basa

lli.uio de Pernainbueo Qninta-fefra *< de Selembro de 1M5
-


Sllllllil^lliiiiiiiilllllC
L0J..V E aRMAZEM
DAS
ESTRELLAS
seguintes ertjgos:
3
1
2
LUZ I
DIAMANTE,!

LONGMAN & MARTNEZ.
NEW YORK.
rj Livie de Explosao, Fnmaea ; Mo Cb eiro
3 A venda em loe" -s os
m arraazems de seceos
'4mi.J18.llg.llj
VasFouras de Ti ubi/
VeDde Jasa k\i*t da Si! M.ia. em srrggo e a
retlbo, i ro D-'mlD^C8 Tbeolo.io D. 2, antiga
d.s Ca'cada.______________________________
Pr<"iss-se d^hm ron prM'cs de orinados na
rn Blrn'a dr R ?a io n 18. ___________
Caixeiro
Precisa fe de om cot bastante p s'ica de
molfjadoa para toma- cena ne urna das melho-
es cisas da fi-gteiia da B a-V'g a, cao fe fai
aoes:Sc de ordfnado oo interesee : a l'.Ur cem
os Srp. Lepes Albei-o & C traveesa da tfadre
c Dos o. 12.
luga-se a 2.^000 por
Lo'.es de trra con 50 r-Mmo de frente e 3C0
de fondo, no sltj da tflirinas d Limcelro : a
tratar com Pedro Allair, na Balita Verle n.ia A
CD na roa Drqce de CaxUs o. 56 ou 58 I ?6o
mm m
fu r II II i i' 'i' i
NEM MODIFICACAO DE COSTMES
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especficos de
Eugenio Marques de ollanda
Salsa, earoba e manac -Cura to-
das as molestias da pelle. rheuraalismos agudos
ou chronicos, todas as aiT(.rcoes de origem sy-
pbilitica, escrfula?, ulceras, bobas, darlhros e
n:pgens.
pimas de veamina-Com baetmS
prises do ventre, as ench->quecas e sao depura
Uvas e reguladoras.
Elixir de imberiblna-Restabelece os
dvspeplicos, facilita as digestes e promove
defecacao.
Vinbo de annaz ferruginoso e
quinado Para os ctilcro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconslitue os bydropi-
cos, benbericos e convnlcscentes.
Xanipc de flor de arnelra e ma-
tamba- Muito recommendado na bronchile,
na heraoptise e as tos es agudas ou chronicas,
na influenza e aslhmn.
Viiniir de niuIiinii e flores de
larangeiras ontra insomnias, nevrose
cardiaca, histerismos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asthma, coqueluche e convulsoes das
crianzas.
Vinbo de cacao, pepfona e laeto
pbosphato de cal, quinado Contra o
rachilismo das enancas, d'seovotvendo-ns, rea-
nimando o organismo ; faz recuperar as forjas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do Ilustre chimico
continan) a ser fabricados somente no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as imitaces
Vendem-se as Pharmacias e Urogarias deste
Estado e no Deposilo geral ao Largo da Compa-
nbia Pernambucana n. 6, 1. andar, .Escriptorio
Jos de Musumbo.
Pao Centeio
Z. Mello Biset avisa dos seos fregueie? qne
tendo recebido f. conmina
fabricar este i ao todas as tercas e sextas feras.
Ra Larga ro Rcaario o. 10.
gQLHEYIM **
0 GASAH6NT0 DE DI FOSADO
POR
ALEXIS BOVIER
. ~AWyw
TERCE1RA PARTE
DPAS'2 ID D
CAPITULO VI
PASSEIO NO MAR
(Csntinuacao)
Ao dizer estas palavras, o homem deu
o brac a Losemeofc dirigto-se para a
parta, dizendo:
V, eu nao vioba s ; se qnizesso
fugir seria immediatamenta recapturado,
a ver-me-hia eatao obrigado a usar de
mais rigor.
Nada recele, senbor, respondeu Lo-
semoni eom abatimento ; estou sem forja
mal me sosten ho em p.
O homem, doua individuos e Loaemond
antraram para o trera... outro individuo
bio para a almofada, e, seguida pelos
gritos d-oa cariosos deeapontados, a car
roagem tomou pela estrada de Morlaix.
L'rande quida^aD de fazendas para acatar
Si
A saber:
oitSii inliisimti ci-ei d* \%2 09i 4^0 ris o crate .
Madspolo americano muito largo de 18|>000 a pega pjrSiJCOO.
Dito para nc iva a 4#5C0 a peca.
Aleodaoainho americano a 5S C0, 7)5' 00 e 85CC0 a pee.
Cretones icg'eze claros e ejcoroi a 300, 400 e 600 rs.
Brins de cores lindos padrSos a 600 e 800 rs. o covado.
Setim decores a 800 rs o covido.
Sedas clatk.ilo'tdas litdoi de,3enbos de 48530 e 1J500.
L^qasa da g&se e da ..etim a 58000, 6d003 e 80 0.
Maias cruas para hemem a 76000 e 108000.
Ditas cru.s pa a senbora a 125OC0 e 158009.
Cillarirhoi e linh diversos for-aatos a 6j$000 a duaia.
Etansites brancos reidados com toque ce mefo a 600 e 800 rs. o covado,
Bret^nlia de linho, fina a l)53CO .- v^ra-
Merinos pre'os lia os e de eoiM a 1S4 0, 16,500 e 2^000.
Ditos de co e? de 1)5200 a 240 rs. o covato.
Orear dy8 P.ff padour a 400 e 500 rs.
Cortes de catinsirss para c+Iqbs o 6)>00'^ e 10,5000.
\ amisfs fara torxeni a 48000 a di z^a.
Escartilhos finos a 7,50(0, 'OOO e 9|'J0O um.
Sergtlim de tod-s ai corrs a 240 rs. o covado.
OaeemiM preta diagonal de 85033 a 10*000 o 3*000 e4#)'
Cheviot preto pura Ja de 78000 a 3)5500 rs. o covado.
Mntilhss e seda reme com toque ds mct> a 1*000 um
Guardaof pos de tlgodSo para cb a 3*0' 0 a dusia-
Cfsemirrs de coree a 480O e 550G0 o covado.
Luvas de seda, cores di veras a 00 re. o par.
PJic a 200 rs. o matro
Robs da detones de cores a 6JCC0 um.
Crepons Ucdissimas cotes de 28C0 a 1850 2 ltrgurns.
Sedas escossesas finissimas de 5*000 a 2*000 o cov.de.
Ditas rre'as lavradas a 1*500 c covado.
Hurkh de cores a 18500 o covador
Coberlores americanos a 18500 am.
Lencos brancos c m bordados de cores a 58000 A dus a.
Brim brinco puro linhon. 5 e 6 a 3jC00 e 3*2C0 a vara.
Voile fianceiei a 200 N. o covado.
Caminas de m*ias para homem a 1*000 umi.
Gunga adamascada a 2C0 ia. o covado.
Uall. rinhos celluloid a 300 rs. um.
Ditos de buho boidaJoa para senboras a 5C0.
Cortes c*e Lin> n p-ra vestido finita mos de 45S000 a 15$000 !!
D tes re cachemira bor'aio a e a de 80*000 a 258000 e 305000.
LSs eicosBezas e outros padrSes a 320 e 400 rs. o covado.
Plumas e aigretes a 18500 > 2|CO0.
Brim americano bonitos pa.roes a 500 e 600 rs. o covt do.
Dito p>rdo de 18200 a 500 s. o covaoo,
Cachemira ce la ptra invern de 48000 a 18 0( o covado.
Ctlchas brances e de cores a 3*000
Flsn'l as encarnada* com deteobos pretos a 50 rs. o covado.
Fic'ous, snhidas de oailes a 1*000 om.
FostSes brancas com desenhos de cores de 18500 a 800 rs. o covado.
Lencos de setmetes de cores a 200 rs.
Caetones fi&ncez s clarse escuros de 18000 a 600 is. o covado.
Tapecana
Tapetfsde coco psra forro de sala a 48800 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem de ale.tifa a 2*100.
Esteiras brancas finas a 2*500.
dem de cores tinas a 38000.
Capachos de coco para entrada de salla de 68000 a 12*000.
Grande qoantidade de retalho 'e IS, seda, cretone, etc, e.c.
56 e 58 Roa Duque de Caxias 56 e
do*
58
mium i m
mMCM) DO BOWNAN
c
Contina a raanter em seus depsitos completo sorlimento de utensilios para usinas ven.
endo si-mpre por precos mdicos.
MACHINAS A VAPOR cantes e de 2 a 12 cvallos.
CADEIRAS A Va POR moltitubulares de FIcLher para funecionur com o fogo das Torna-
Ibas d?.s lachas.
CALUE1RA3 A VaPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar com lenba e bagaco-
RODAS para agua.
BOMBAS de moton-'ontinuo.
MOENDASe meas mosndas, garntidas.
TACHAS de ferro funoido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diff-rentes systemas.
CRIVaCOES pura fornalhas.
MACHN S para descarocar algodo de 14 a50 serras com alimentidores e empastado-
res a vontade dos agricultores.
Pozendo parle da direccao de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajosamen-
te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero de
Usinas funrcionan lo deste Estado, incumbeinse de mandar vir e erigir garanliodo a prodoc^ao
e qualidade do assu ar.
APPARELHOS e meios aoparelhos de vacuo.
DESTILLaCOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grandes e
pequeas fnbr.ca".
52, RA BAR0 DO TR1UMPH0. 52
CAPITULO V
SIGNAES DE TEMPESTADE
O destino, dizem os crdulos, poe ua
testa daquelles que quer ferir um signai.
O que n3o podemos negar, que, s ve-
zes, a nossa natureza curva-se parante
certas influencias parece-nos que tudo
que nos rodaia se une para nos dizer:
E' a desgrac,a acautela-te I
Estava um dia lindo, e s.-inho n'um
barco. Berard tinha ido passeiar para o
mar... duas horas depois o tempo estova
mudado, e noiU um acaso providencial
arremecava praia e barco em que elle
Tinha.
No dia .eguinte o sol fazia outra vez
scimillar as endas verdes do Ocano...
tinha tornado a sabir certo do tempo ;
foi ilba de Basurna ilba onde as mu-
lheres usam uns capuzes, que vinha gen-
te de urnas dez leguas distante do littural
para as ver, no tempo em que as pari-
zienses ainda nao os tioham tomado para
modelos de sabidas do baileelle ia la
passar o dia; o pescador, para cuja casa
elle tinha ido, dse-lhe :
Esta o tempo bom, nos temos de ir
pescar I
Levem-me, tinha dito Jacquea...
A'e suas ordens, senhor parisiense,
tinha respondida o capit3o, estaremos em
Roscoff pelas tres horas...
D'aqoi a tres horas... bom 1 a
hora do jaotar... mais tarde nao, fica-
ram inquietos...
part ram...
A's tres horas da manb&, Barard, que-
brado, moido, com a alma triste, afrlicto,
com o quadro que tinba visto durante o
dia, bata porta da hospedara do Pi-
geon-Blanc, admirado por sua mulher nao
estar a espera d'alle, apezar de aer muito
tarda !... O criada veia abrir.
A senhora est deitada ? perguntou
elle.
A senhora ezclamou o rapaz, par-
ti para Pariz.
Para Pariz! repetio Berard, encos-
tndose porta para nSo cahir.
N3o querendo que o rapaz fosse testa-
mu nha da sua f aqueza, Berard endirei-
tou-ae e dhae :
Venha alluru'ar...
Subi para o quarto, acompanhado pelo
criado da hospedara.
Assim que la chegou, pe*gunton :
A que ho-as pirtio a senhora?
Pa-tio as cinco horas, para ir no
comboio das onze.
N&o disse nada ?
Nada... alm disso, como o senbor
sabe, a senhora pareca doida.
Como, doida ?...
Sim, quando a trouzeram, a senhora
dizia cousas qne nao se entendiam.
Quando trouxeram a senhora ? per
gunteu Berard, que nao eumprehendia...
Agitado, febril, como cerebro earrega-
do pelo tom lgubre que o dia paseado
oo in r lhe tinha deixado, Berard passeia-
va oo quarto, perguntando a si mesmo o
que significava esta sbita mudsnca...
porque razSo sua mulher tioba sabido de
R sesff tSo rpidamente? que quera ia o
rapaz dizer, contando que a tinham t azi-
do como louca ? O infeliz apertoo por al-
guns minutos a cabeca, qne arda como
se quizesse agarrar nos milos e obrgal-os
adar-lhe um peasamento claro... Mais
socegado,pelo menos elle assim julgiva
parou diante do rapaz e perguaUu-lhe :
A que horas voltou a senhora para
casa?
As quatro.
Ssiqba ?
Nao, senhor, trouxeram-aa.
Nao comprobando nada; expli-
que-ae.
EMULSAO DE
DE OLEO DE FICADO DE BACALHAO
Com Hypopliosphitos Approvada pela Junta Central de Hyglene Publica c autorisada pelo goverao ilc lrazit
Os mais afamados mdicos do mundo reccitam constante-
.nente esta preparaco. Leia-se o seguinte testcmunho :
O abaixo assignado, Doutor em Medi
cia pela Faculdade Medica da Bahia,
Estados Unidos do Brazii, Delegado df
Hygiene d'esta Cidade, etc. Attesto soto
f de meu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado Emulsao de Scott" ros escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam em sua
tenrw'nacao um depauperamento das for-
cas. Alem do bom resultado em seu em-
prego, 6, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas enancas as mais rebeldes
medicaco. Poderao fazer d'este o uso
f^SP que lhes convier. De V. V. S. S.
^, Dr. Antonio Munz Ferreira,
O Dr. Muniz Ferreira s-vo ,,ULOj BrtL Kat&a.
A EmulsSo Scott uma preparaeo d'Oleode Figado
de Bacalhao. de uma apparencia agradavel e fcil a to-
mar. Nao tem o gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este de fcil digestao e assimilacao. Os
hypophosphitos, cujas qualidades tnicas inluem tanto
sobre s ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta
prepara^ao, augmentam as virtudes j reconhecidas, do
oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, Rachitismo, Affecgoes da Gar-
ganta e Pulmes, a medicina nao encontrou ainda
nada que iguale Emulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott & Bowne, Ch i micos, New York.
GRANDE
HOTEL COMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Esta importante e#tabelecimento, sob a direccao d seo hbil proprietario MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua arehitectura e
altura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja tar r
bem pela posicao hygienica do'seo edificio.
Depois de innmeras transformacSes por que tem passado este Hotel, consegaK
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje orna hospedagem que deve sei
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dob Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
A3PEMTSS
POUR SE MANGER. Salpic5es, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
vi>i:Cs v
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Birdaaux, Porto, Veranut
ognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, oios recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas da sua importacao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores conds5es do marcado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMaRCLAL
rUNUiCAG GSRli
ALLAN PAT&RSON S C
44--RUA 1)1) BAR0 0 DTR1UMPH0-44
Mchicas a vapor.
Me endas.
Rodas d'agua.
Taix*8 tunJidas e batidas.
Tdxas b .tidas sem cravaijao.
Arados.
Eatao o senbor n&o estova em Ros.
coflt?
Porque razSo me pergunta isso ?
E' porque toda a gente vio o que se
passou... ficou tudo alvorocado.
Que esta a dizer... disse Berard
inquieto. N&o, eu n&o estova em Ros-
coff.
Ah 1 bem I isso, senhor, encon-
traran] a senhora meia morta...
Meia morta ?
Siaj, senhor, ao p da capella ; trsu-
xtram-na para aqui sem sentidos...
Mas ent&o, que esto a dizer ?... o
que succedeu? perguntou Jacqoes, coma
cabeca perdida. ..Eos meninos ?
Os meninos estavam com a criada.
Quando ellas viram a mam& naquelle es-
tado, sempre fizerara um barulho...
Mas afinal o que aconteceu ?
Eu n&o sei, senhor... eu cont o
que vi.
Para que fosse preciso trazel-a,
porque lhe succedeu alguma eousa !.....
uma desgraca qua est, a occultar. A
Sra. Birard nao parti para Pariz... mor-
rea tal vez.
E ao dizer estas palavras, a voz do in-
feliz trema... depois os olhos encheram-
se-Ihe da lagrimas; suecumbiodo ao re-
ceio, ao medo, dominado pelos present-
mentos do dia... chorou..... O rapaz,
commovido, disse :
Mas, senhor, n&o o engao ; joro-
lhe que estou a dizer a verdade.
Obi n&o 1 tu ests a mentir.....
tens medo de ms afnigir muito...
NSo, senhor, escute-me um minuto,
e eu conto-lhe tudo o que se passou...
Escuto 1 escuto I... falla I
O rapaz continuou :
Pelas quatro horas trouxeram... o
tempo estova mo a tinha sabido gent*
aos penados para ver aa nao haveria bar-
cos vista... foi M8M ocoMlio qa en-partir
contraram a senhora, diante da capella
de Santo Barbara, deitada, sem sentidos.
Os velhos dizem que fui alguma faisca
que a assombrou.
A pro va que a trouxeram para c, e
que durante todo o caminbo ella s dizia
disparates; tem com certeza alguma
cousa.
Veio o medico vel-a, j ella estova me-
lhor, pelo menos elle assim disse (mas
um velho tonto, que n&o sabe nada), po-
rm foi elle que a fez voltar a si. A se-
nhora chamou logo os meninos, beijou-os
com tanta forra que pareca que os quera
morder...
Depois levautou-se, disse s criadas que
fechassem as malas e que reservassem lo-
gares no carro... Dus.eram-lhe qne n&o
bavia carro para a noite; responden que
quera um por todo o preco..... Estova
doida, pois se ella deu cincoenta francos
para a levarem a Sant-Pol, onde devia
encontrar uma dilig ncia...
Com as criancae ?
Com o meninos, as criadas, as ma-
las, tudo.. pagou todas as contas...
Nada disse para mim ?...
Pelo contrario, quando lhe disseram
que o senhor estova na ilha de Bas, que
naturalmente n&o vdltava se nao noite,
depois de ter passado o" temporal, ella
disse : f E' melhor assim. Depressa, de-
pressa, vamo-nos embora antes que elle
volee ..
Berard passava a m?o pela testa, lim-
pando o suur que lhe corra pelas fontes...
e disse, ou antes solacou :
A senbora disse : Vamo-nos embo-
ra antes que elle volta ?
Sim, senbor; mas pense o senbor
doutor como quizer, todos dziam :
Que desgraca o Sr. Berard nSo estar
em casa... est doida t... Que se havia
da fazer, nos nSo podamos impodil-a de
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A TOSSE E
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
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PREPARADO POS
LANMAN E KEMP
NKW YORK
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PBOOUZ CUBAS OMIRAVOS E TEM
TPIUKPHADO EU KUITO CASOS DE.
fhthis.CA INCIPIENTE.
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NFALLIVEL
Prfcisa-se de om oo necea "'oo Tzdr d. 28,
toifl.
Marinha
Regulador
Concerta-se rjalos de algib ira, pn-
dulas de torre #leigreja cbronme*ro de
marinha, caixa de musicca, aparelhoso
elctricos, ocuhs, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qutlquer objtscto
tendente a arte mechanica.
9~Rua Larg-a do Rofario 9
Caixeiro
Preciea-se de om cm'iro com baptanie Dra-
tira de merceara ; na roa Fernacdes Vieira
norxero?4.

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8


1
8
Madeiras de construegao e
n atera es para edificacao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em sea armaxem oo caes do Apel-
lo n. 73 :
Madeiras para coDSt'nccao.
Cal branca de jagoaribe.
Cal preta.
Cal Tirgem para assocar.
Tijollos de iadrilbo e commaor.
Tijrllos refractarlos
Podras de caotaria para soleiras, etc.
Ama
Precisa-se de uma; na para o servico dom es*
COli rasa de pequ'oa familia : a tratar na
eo..-ua do Madoro, travessa do Olivira. sitio
deoomioado Senaosiobo, das 6 as 8 uoras da
marina oo das 5 da tarde em diante.
Mercearia
Veode-se orna mercearia bem afregoesada,
roa da Casa Porte r. 15 : a tratar na meems cem
seo proprietario.
Empregado para fabrica de
eos de sol
chape
Enrico Turri, ao Par, pecisa para soa fabri-
ca de cbapos de sol, de um un prega do banili-
tado a cortar seda e fazer roocertos. Icuil
spresentar-9e sem boas referencias : a trinar na
casa do Sr. Draga & S, rna do Livramrn'o cu-
aero 2*.
Mas sabe, senhor, que succede muitsa
vezes s pessoas assombradas por um raio
ficarem doidas de repente...
Berard, com os olhos espantados, os la3
bios comprimidos, passeiava no quarto,
esbarrando em tudo.
Afinal.. ella foi-se embora ? pergun-
tou elle com uma voz secca.
Sim, senhor, e na verdade era pre-
ciso ter moita vontade de partir, pois es-
tova um tempo dos demonios ; foi na oc-
casio em que chuvia e o mar fazia um
ruido infernal.
Nfto disse nada ?...
Nao, senhor I
N&o escreveu ?
N&o, senhor.
Berard deu duas voltas no quarto, e,
abotoando febrilmente o casaco, impondo
socego a si mesmo, veio collocar-se dian-
te do rapaz e disse-lbe :
Meu amigo, vai arranjar-me imme-
diatamenta um cavallo e um carro...
A esta hora ?
A esta hora 1
Mas impaasivel!
E' preciso...
Jorp-lhe que desejava muito obede-
cer, mat impossivel, senhor. J
Ent&o dase Berard ezaltando-se,
bei de ficar aqui... quando sobre elles
paira a desgraca... Ficar aqui I Mas
impossivel 1
Escute, senbor, disse o rapaz... eu
comprometto-me a que, d'aqui a duas
horas... s&o tres e meia, uma carrua-
gem!
{Contino).
Tjp. do Diario, nsa Daa.ae da Oaxis73
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Full Text
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