Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20087


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Full Text
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AWO LWI
jrer \IMERO 21
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te
DE PERNAMBGO.
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
A
Por tres mezes adiantados. 85000
Por seis mezes adiantados. ,. (5&000
Por um auno adiantado .... 3000
Numero avulso do mesmo dia..
PaOPBIlB&BB BE M&N0ES. flGBBIReA BE FBi & FILH0S
REDACTORES ANTONIO WITRVIO PINTO RA1XDEIRA1 E ACCIOEI DE VASCONCFX.L.OS e MANOEL^ARAO
imti .,t n _...*. i nnnfim OiAMAOCnO l PI7MTPC IJV/1I t!Cllf ni Dtmr m I nApP MI CD1U I DilJi r\C T TTP k D
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACES NA FRAN- !
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C/f residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE |SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados-. 16&50O
Por nm anno adiantado .... 33OO0
Por trimestre vencido..... 9$000
Numero avulso de dias anteriores. |200
Telegrammas
Ha muitas fabricas em Prunga e na Amrica,
SSr.VIfO PASTILLAS BO SIASI3
Ri do Jaucii-o; 14 de Setembro, s
7 horas e 2o minutos da noitc, [recebido
na Estacao s 10 horas e ij minutas da
noitc).
Rcgcitou o Senado o projecto por 4O
votos contra iS, e o respectivo substituti-
vo por -28 contra 25, relerentes a creacao
do quadro de reserva especial, de appli
cacao aos otliciaes revoltosos amnistia-
dos.
Na Cmara o Sr. Serzeddlo Correia
reclamou pela demora havida na apre-
seiHacao do parecer relativo a amnista
que foi votada no Senado.
Corre que ser approvada a amnista
geral.
A commissao de orcamento da C-
mara visitou hoje as repartieres dos cor-
reios e telegraphos, assentando em reali-
sar n'aquella primeira indicada diversos
melhuramentos materiaes, como installa-
530 mais conveniente, e n'este proposito
a retirada da Caixa de Amortisacao, que
ser situada em outro edificio.
O Sr. Rangel Pestaa demittio-se
do cargo de presidente do Banco ua Re-
publica, passando o exercicio ao respe-
ctivo vico-presidente.
Consta que este com o director Castel-
lo Branco tambem demittir-se-ho.
O Supremo Tribunal annullou o
processo instaurado ao tv tenente da ar-
mada Arthur Alvim.
Dcscobrio-se aqui um crime que in-
diana por suas circunstancias.
Por occasio do fallecimento de urna
menina de nomelsaltina, residente ra
de S. Podro n. 146, smdo chamado o
medico para passar o attestado de bito,
e vertacando a existencia de echimoses
no corpo da finada, interveio a polica,
que pelo exame c autopsia procedidos no
cadver chegou conclusao de haver a
menina suecumbido mos tratos.
- Parece que o paquete Britannia
ser salvo, estando tudo j preparado
para safar o navio na mar de 18 do cor-
rente.
A taxa cambial fechou frouxa a 10
31 *-
Porto Alegre, 14 de Setembro.
Na segunda-feira prxima, 16 do cor-
rente, segu o coronel Carlos Telles
com a sua divisao para D. Pedrito, afim
de desarmar Apparico Saraiva.
Para, 14 de Setembro.
Veri-a-se na AUandega de Manos
um desfalque de 935x0050000.
O thesoureiro .que ausentou-se, ainda
nao appareceu.
N'aquella capital falleceu o tenente-co
ronel Wilkens de Mattos, e. n'esta cidade
o commendador Pontes de Souza.
Lisboa, 14 de Setembro.
Os indgenas da Costa da Mocambique
acabam de ser derrotados, tendo 3OO
mortos.
De parte de nossa gente houve 6 mor-
tos e 3o feridos.
de costura aos mi-
por tudas as partes
Bortlcaux, 14 de Setembro.
Foi hoje aberto o Congresso da im-
prensa n'esta cidade.
Do grupo ibero-americano foi eleito se-
cretario o Sr. Xavier Carvalho, corres-
pondente do Paiz.
INSTRUCCAO POPULAR
Ts umm da sciehci
TOR
Gastan Tissandier
CAPITULO TII "*
A INDUSTRIA E AS MACHINAS
NICOLAU LEBLANCFHILIFPB LEBON
RICHARD-LENOIR JACQUARDPHI-
LIPPE DB GIRARDJOSUB KEILMANN
BARTHOLOMEU THIMONNIERLBI2
FAVRE.
(Cenlinuaco)
fJOcioso ser* relembrar 08 servigos que j boje
preita esse maravilhoso pparellio : a sua ap-
licago esteode se a muitos ramos de coatora,
esde a de vestuario st do calcado, da cha-
nelara, dos arligoa de viagem, etc.
(que coDstruem as machinas
litares, e que as espalbam
do mundo.
Pode-se prever a epocha em que esse appare-
Iho, fabricado en condiges de barateza, que
hoje nao tem, hade oceupar o seu lugar ji todas
as casas de taradla. P ie-se cacular ahora
em que esse trabalbo lento, penoso e fatigante
de coser mao, no se applicar senao s obra*
que sejam para compor ou concertar. A machi-
na hade oceupar essas iongas horas em que a
co8lureira gasta a vista, a saude e a xtsteucia.
E esse grande resulta lo dever-se-ha ioleira-
mente ao malaventurado Thimooier. (1).
Se a tnvaag das machinas s se realisou
rusta le lanos infortunios e de tanta' vidas la-
boriosas, a execugo dos grandes trabalhos p-
blicos nao cede em nada, sob este ponto de
vista, descoberta do* orgoa da industria, e
d'isso encontramos ura exemplo ua lii-lona do
tnel de Sao Gothardo.
Luz Favre que foi encarregado d'aquelle tra-
balho gigantesco, e qui morreu repentinamente
da ruptura d'utna aueurisma, em conseque;>m
das ladigHS e innumros trabalhos que passara,
era un horneo) de genio na cu > pro.-so, e que
a si devia a tmpjr ante posigo que occu-
pava.
Filho de um carp n'eiro de Chne, pequea
aldeia do canto de Genebra, Favre sahira da
sua Ierra aos deze-ete annos, de sacco seoslas
e com algoos escudo; no bolso, para ir como
um Hilas operario percorrar a Fraoga pro-
Cura solver da maoeira mais simples om problema
exclusivam ote practi o e cuja solugo apre-
semada pelos eagenfceiros importara despezas
enormes.
O bello xi!o que Favre obteve encarregaoio-
se d'aquelle trabalho, foi por assim oizer o
ponto de partida da sua bnlbaute carreira. pois
a partir d'aquelle momelo, foi successivamente
encarregado de trabalhos cada vez mais impor
taut- e relacinalos com a construego dos ca-
ucnos de ferro.
Favre 1 o linha feito estuiios especiae, pois
que apenas cursara a escola pr t aria, e senta-
se falho de coohecim-ntos scientilicos propria-
mente ditos; mas suppna es-a falta um tiflo
practico admiravel, um talento dn organi-ago
maravilho o, e u ta energa 1 adotuavel para veo-
c r tude, e chegar ao m.
Contina).
no Taesooro Nacional quaodo coaaegoo a funecio-
oar.
Art. 10. Ogoveroo expedir regulamento para
a boiexecogao desta lei.
Cpital Federal, o de Selembro de 1895, 7' da
riepablica.
Prodente J. de Moraes Barros.
Francia o de Pauta Rodrigues Alves.
Actos do Poder Exeeutivo
O presiaeote ua Kepunli a dos EsU'dos.Ojidqs
'o Brasil, teodo em aua cao o lempo ae prisita
ja soffrida pelo caplto Padro Carolioo Piolo de
Altetda e alferes AHaoio Rodrigos Portugal,
ambos-do 39' oatilb&u de infaoUria, resolve,
para com memorar o dia de ht>|e, annive-s-rio
da nossa indepeodencta politca, perdoar-lbes
o resto dio lempo que falta para camprmeoto
da penna de sete mezes de pri.-io simples a
qoe fnam, em g'ao de recurso, condemoados
por seoteoca do Supremo Tribunal Militar, de
10 de Jlbodo corre-te lonuo.
Cjpiui Federal, 7 de Seteabro de 1893, Vil
Ja R-poblica.
Prudente J. de Moraea Barros. Barnardo
Visques.
Ministerio
da Justina e
Interiores
Negocios
(1) Evidentemente a machina Thimonier Sf r-
vio de 1 vpo a lodas hs machinhas de costura mo-
dernas. ^Relatorio do Jory da Exposico uoi-
versal de Par.s, 183, pag. 392).
PARTE OFFIC1AL
Actos do Poder Legislativo
&DECRTO n. 2r4 de S e S-tembro de 1895
Dispe sobre aicompannias estrangelrss de se.
gar de vida que foocciooaa. 00 territorio do
Brasil,
O presidente da R 'publica dos Eslads Uol.
dos do B'aiil :
F.50 saber qoe o Congrejso N.conal decre.
too e eu sancciooo a 1 1 ceguiute :
S.rt. i' Ai companhias de segaros de vida ao.
tomadas a fuo .icionar 00 Brazil e coja sede so.
cal est em paix esiraugeiro, deverao apresen,
tar a goverou e podIict pela impreosa deoi-o
ua 60 oas da promulgac&o oesta lei, urna ela.
cao miooci08a de todos os seboros por ellas .a.
raotidos e em vigor 00 territorio da Repblica,
lOdicaodo rom o numero de caa apo i e, o 00.
rueda pedsoa s^vurada, bem como o capital a'.
segQ'aio, o premio ou pres'aco aonoal, e a
qu.uio moot a re-erva referente a dita apolice,
ou i' de Jaoeiro de 1894.
Art. 3 O tital das reservas de todas as apo.
lices videntes oo Brazil oaqaella data, devera
ser empregado em valores oaciooaes Ues como
beofl immovea 00 territorio da Repobhca, ny
poinecas sobre proprledades e imxcveis, ac.
(Oes de camiobo de ferre, bancos, emprezas in.
dastrues oo outros estabelecidos oo crasil, oo
m depsitos a praso de om anoo, pelo menos.
em estabeleclmeotos baocarios qoe [uccsiooem
oo Brazi1.
Art. 3 Aquellas companbias de segaros de
vida deverao jutlitiiar perante o goveroo, den.
tro de fO das da p>omu gagao desta le, qoe o
total das reservas de qoe irata o artigo prece.
dente est empregado ds cooformidade como
exigido oo mesmo artigo, publicando pela m.
preosa a mesma jastiflcacao, em ordem ag.
raotir a iosoeegao dos ioteressados.
Art. 4- Desde a data da promoigac&o des a
lei, depols de deduzida do total dos premios 00
prestacOes receidas 00 Brazil por es-as coD.
paubias a quaotia precisa para deopez.s geraes.
noistros, dividendos e ostros pagamentos aos
segoraios, devet o restante ser totalmente coa,
vertido na forma do citado art. J\
An. 5- As ditas compaobiaa de segoroi fi
cam "brigadas a fazer decidir pela agencia
principal que llverem oo Brazil todas as pro.
postas de seguros iqui fetas, recos?odo 00 ac.
ceitaodo.as s, oeste caso, emiuiodo as spulices
defjoitlvaa.
Pararapbo nico. SI dentro de quiazedlas
do receoi'ii-Bto da propos a pela ageoc'a prio.
cpal Do boover recusa e ella embolsar a quso
ta correspondente a primeira presta^So feta
pelo p'opooente. ter o seguro pleno etTeit 1,
coaio se apolice boovesse silo emiltida, nao po.
deodo maia a compaobla recosal.o.
An. 6~ O recoobect emo e itqodajao dos si.
ntatros e das reclamacOes dos egorados, deve
tambem ser coosiderado e definido em ultima
iostaocia pela ageDCia prlocipal do Brazil.
Art. 7' Dver3u ellas, no fim de cada semes-
tre e deotro dos doas mezes segalotes, apresen*
lar ao goveroo e publicar pela imp-ensa om re-
iatono minucioso de todas se prestares em-
bolsadas correspondentes aos se joros de vida
cootra'ados a datar de 60 dias da promulgado
desta lei.
Art. 8 Dantro dos 60 dias da promulgado
desta le, aa compaunias a qae ella se refere de-
verao commooicar officialmeote ao miolatro das
finjngas qoe acceitam o compromisso das obrr
gacOes nella prescriptas.
Paragrapbo uoico. A' que o nao Hzer, aera sus-
pensa a permissao de faxer novos contractos ae
sego'os oo Brazil. limitaodo-se, de ent&o eoa
deaote, a embolsar as presUgSes dos seguros vi-
gentes, at essa dacta, e a ezeeotar os cempro*
missos tom dos confrmeos respectivos con-
tractos.
Arf 9' Dada esta bypoth se, si mais tarde a
compannia resolver acceltar as obMgacfieB da
presente le*, dever pedir ao govereo aolorlsa-
C&0, como pelas leis vigentes devem fazel-o as
companbias estrangeiras que des-jam fuocciooar
00 territorio da Repoblica, e coocedida a aotori-
saco, dever fazer no Tnesouro Nacional aovo
deprsito de ga antia.
Paragrapbo uoico. A companbla que sem essa
autorisa(ao e dada a bypotbese do an. 8a e seo
paragrapbo acceitar novos contractos de seguro,
ter de recolber ao Tnesouro 10 */. rfas presta-
cOes que por iso baja embolsado, al que sol*
cite a obtenha a referida aatorisacio.
Eji caso de nao pagamento deotro de lo dias
de intimada pela repartico fls:al, aera a qoan-
ta de Ttda cobrada do deposito que, como ga-
ranta ern vlrtude da lei, teobi a compaobla feito
Por decretos de 4 do correte forana oomea1
dos para a guarda nacional do Estado de Per-
nambaco :
Municipio de Jahoato
17o bauluao ue lofaolaria
Tr Souza Leo.
E-taoo maiorM.jor fl sal, Francisco Vieira
de Lima-
Capitao ajudante, Aotoaio Artbir de Alme da
Soarea,
T-nente secelario, Galdino Borges da Silveira
Ranos.
T'neote qaartel-meelre, Maooel Igoaslo da
Silva.
Cap lai'drorgiao, Ramo Pbilomeuo Veras.
1* compaobiioapito, Jo^ Lopes de Oh -
veira.
Teueotei, Manoel Vie oriro de Ollveira e Da-
niel Alferes, AoluQio Domiogues Correia, Jos
Ig mcio Ribelro Rias e Jo Mana da Silva.
2* co'iipann a .apitao, Francisco Cavalcate
de Albuquerque S.
T-nenie--, Joaqaim Cavalcaole de Albuqoer
que e Jos Joaquim Barbosa.
Alf-res, Manoel Espendiao de San.'Anna
Joau Frhx ue Sooza ,Jiich.do e Dintel Bjrges
Meirelles.
3* ec 1 paihiaCapi'.o, SebastiSoCarueiro de
Barros C inpeilo-
Teneote, Fransisco Ca'eiro de Madeiros F-
Ibo e Francisco do Hego Birroa.
Alferes. Francisco M.god Jaldas, M reir da Caoba e Alfredo Gabriel da Paolo Li-
ma.
4'compiobiaCapit&o Eiodio Jos de-M lio.
Teen tes, Pedro Hypolito Cavalcaole Waoa
dertey e Cesioo Vleir..' da Silva.
AKeres, Amaro Bazillaoa de SanfAoni, J)s
Augaalo de Olivera Soares e Manoel Espe i.
dio.
5* batalba de artilbaria de posigo
Teneulr-:o'uuel commaodaote. Jas Ma-imi-
no Pe eir Vianna.
Esudo-maior M.jor fiscal, Manoel Pereira
Braudo Filbo.
Capnao ajodaote, Pedro Fontes 8olha
Teoente secretario. Licioio Pe-eira Braodao.
Tenente qaartel-meelre, Arthur Angosto do
Amaral.
Cptiao-cirorgiaj, Jos Francisco do Reg
Bar'eto.
i* baleraCapitSo, Joio Horoncio Fraoro.
Prirociros teoeotes. Aotcoto Jos Affjoso e
Jos Faaocisco de Sooza Gaede*.
Ueguodos en ote, Manoel Jojqu.m de Lya
Manoel Pedroso Crrela e Maooei de Frenas
Barbosa.
2a pa'.eriaCapitao, Francisco de Asis Si
Brrelo.
Primeiros leneotei*, Abdisio Caldas de S
Brrelo e Uartiobo Garcez de Caldas Biareto.
Seguados tre-iut-s, Jlo Cbryaosto-no Mar-
ques da Cooha, Joo Mana de Sooza e Jaclotbo
A'co-lres Correia.
3" Dateria Capillo, Baoto Correia de S
Birrelo.
Pr'.meuos teoentes, Javeocio Marques da Silva
e Enesto de Sooxa Leo.
Seguodos teaeutes, Mioo-I do Reg Barros,
Manoel Jos de Almena f Pedro Ribeiro de Ao
drade.
4* bateraCap;tSo, Aolooio Pereira da Bri-
to.
Primeiros tenentes, Maooei Caldas de S Bar-
reto e Jote de Aquino Machado.
Seg-n.ios teoeotes. Lau-indo Jos Flix de
Oliveira, Jote Viceote ae Canaluo e Miooel Ri-
beiro P.meritel.
6* batalbao de ravallaria
Teneote-coroiel commandaoie, Augusto Cal-
das de Sa Brrelo.
EstadcmalorMajor Bacal, Silvano Tbomaz
de Sooza.
Capitao ajudante. Mmoel Ca-neiro de Albo-
querqoe.
T.-uente secretario. Francisco Solano de Sa.
Teneote quartel-'mestre, Francisco Antonio da
Costa Prazeres.
1 esqoadroCapitSo, Luiz Jos da Silva
Cajazeira.
Teoeotes, Maooei Marcelllno dos Prazeres e
Jofto Aoaslacio doa Prazeres.
Alferes, N lo Caldas de S Brrelo, Antonio
Seoodioo de Car val no e Antonio da Costa No-
guaira.
2 esqaadrSoCapitSo, Francisco Rodrigues
da Silva Mogo.
leseotes, Antonio Alvaro Barbosa de Aquino
e Manoel de Sooza Baodeira.
Alferes, Melanio Carlas de Souza Pereira,
Maooei Aoacleto de Souza Pereira e Joo Bap-
tista da Fooseca Pina.
3 esquadroCapitSo, Raymuudo de Ollveira
Lima.
Teoentes, Jos Aotonlo dos Sanios e Manoel
Carueiro ae S Brrelo.
Alferes, Joaqutm Cddas da Gosta Ho6aeira,
Virgiuio Carneiro deS Banal e Maooei Fir
mino Malaquias da Las.
4 esquaaroCapuo, Alfredo Jos de Car
viino.
Teoentes, Aatooio Carneiro oe S Brrelo 1
Daarie Coelbo de S e Alboqaerqoe.
Alfares, Pedro Soiree da Silva, Jos Fe lia de
Oliveira e Silverlo J.s Manas.
Por decretos de S7 de Agosto ultimo, fo-
rana nomeaos para a guarda nacional, fleando
assim implicadas os decretos de II de Julbo e
n de Agosto do correte anno : ,
Munioipio de Petrolina
Commando superler
Teiente-corooelcbefe do estado-maior. Eduar
do Rodrlguea Coelbo de Amorim.
Mejor 88creIario geral, o capitao Bsrtbo'.iao
Rodrigaes de Macedo.
Mejores ajudantes de ordens, tenente Zeferino
Rodrigues Coelbo e Jos Lnlz Gomes.
Major quartel meatre, Arthur Bvarlito Bacei-
lar
135* batalbfto de infamarla
Teoente-corooet commandante. Joaqolm Amao
ci Rodrigues Coelbo.
28 regiment ,de cavailarla
Tecente-coronil comoiandaate, Antonio Ro-
digoes do Bomtlm.
Por onro de 31 do referido mez foi refor-
rflado no posto de coronel o tenentf."-orooel da
aollga guardanjclcnal do municipio de Pelro-
m*. no B-uo de PernamDoco. Aotonlo Manoel
de Amorim.
Gaveruo do Estado de Pernam-
buco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA jlTSTI-
f\, NEGOCIOS INTERIORES B IX-
STRUC^O PUBLICA DO ESTADO DE
TERNAMBUCO, DO DIA 11 DE 8ETEM-
BRO DE 1895.
"ADH10 Gomes oe S, capitSo do i- bataln&o es.
tadoalInforme o c mmaadanle 00 3' bata4bo
de lnfantaria estadrai.
Antonio Soares Rapos, rjedindo pagamento
de gneros que forneceu pa-a o presidio de Fer.
oaodods Narooha.Defer dn, com ofBcio de.la
data ao Dr. se retarlo da lateada.
Antn o Fcrnand-s Teixeira, pediodo paga,
ment de gneros fornecidos para o presidio de
FerDiDdo de Norotiba. Deferido, cem oifi'io
desta data ao Dr. secretario da fazeuda.
Antonio Soares Raposo, pediodo pagamento
de gneros foroec.dos para o presidio de Fer.
oaodo da Noronba. Selle a coota e volle.
Bell arlo Cordeiro Falco. cabo de erqaadra
desertor, pediodo baixa Ioforme o commao.
dante do 2- batalbo ue infamara estadoal.
Dionisio Feroanoes da Silva, sentenciado pe.
diodo ce-tido. -Declare o fim para que requer
a certido.
Eduardo Mjnleiro de Moura, professor pablico
pediodo pagamento de veocimeotos.Atendido,
com oulvio desta data ao Dr. sec.etar.o da fa.
senda.
Jos S*verioo da Silva, senleaciadi, pediodo
perdi.Ao Dr. joiz de dire.t do mueicipio da
Giuria deGoyta, para ioformar. maodaodo |uo.
lar os do(-ameu'o a qae se refera o art. 2- do
dec. n. 2,5f6 de 28 de M-co de 1660
-II-
Abaixo assigna loe, eienores do monicip Timba a.Infirme com ureeocta o Sr. prefei
o do municipio de Timo ia.
Aitou.o la Cosa e Sa, sentenciado, pediodo
ceriiao.Ao uirectnr do presidio de Fernando
oe Nonnba, na-a mandar en regar ao peticio.
oario a certdSo junta.
Antonio Pedro Celestino sentenciado, peliodo
ceriiuu.Ao S:. Dr. quasior policial me i 10
para mandar eolregar ao pellcionirio a certi.
do junta.
Jao GaldiooSoa-e, praga do 1- batalb&o de
tofaU'aria eeladoal, pediodo baixa. Seja sob.
roetudo a intDecco medica militar nos termos
das rrdeos em vigor.
Jote H-nrique oa S Iva. sentenciarlo, pediodo
perd-.Ao Sr. Dr. substituto do procurador
geral do cs.aJo, para que se dtgO; de l.ifor.
mar.
Jja Ignacio de Oliveira, sed ociado, pedio,
lo pera>.Ao S Dr. jan de direi o do moni,
cip d Ipojaca, para inormr, mao \*r odpr-omentos a qae se refere o art. 2 do
Jec. '.' 563, de 28 de Marco de 1860.
M.uuei Joaqu>m da Silva, sent -ciado, pedln
do perdi.Ao S". Dr. juta de diretto do rnurr
cipio de SeriDhem, para ioformar e maodar
tatuar os doconeotos a qae se refere o art. 2-
do dec n. 2.S66, de 28 de Mi-co de 1850.
Mana Zu mira ae Birros Lima, professora
joblica, reqoerendo disponibilidaae.Passe.se
p>rtarta declarando a peticiooaru em aispoD).
bilidade.
Maooei J:5) de Siqu-'ira, sentenciado, pedio.
i do copia de sea processo.Ao director do pre
sidio de Femando de Noronba, para mandar en.
fregar ao peticionario o documento junto.
Es additamento aos despachos do dia 10
Bacharel Sergio Naces de MagalbSes, ja z de
direito do municipio de Blmonte, pediodo re.
mu(o para igual carvo 10 de A logados de In.
gazeira.Atteodido, por decreto de boje.
-si 13
Joo Maooei de Oliveira, sentenciado, pedindo
perd .--Ao S-. Dr. Joiz de D re o do Municipio
de Ipojuca p-ra informar e mandar juntar os
documentos mencionados no art. 2* do Decreto
0. 2.565 de 29 de Margo de 1860.
Joo Crrela e Lima, sentenciado, pediodo
perdo.Ao Sr. Dr. Juiz ue Dreno do Municipio
de Bonito para informar e mandar juntar os
documentos a que se refere o art. 2 do Decreto
n. 2,566 de 28 de Margo de 1860.
' Jos Alves Peitasa. sentencia 10, pedindo, per.
do.Ao Sr. Dr. Joiz de Direito do Municipio
de Bom Coosetbo para laformar e maodar juntar
os documentos a qua se refere o art. 2 oo De.
creto u. 2,566 de 28 de Margo de 1860.
Jos Soarea de Figoeiredo, sentencalo, pe.
dindo perdo.Ao Sr. D. Jus de Direito do
Maaicipio de Booito para ioformar e maodar
juntar os documentos a que se refere o rl. 2
do Decreto n. 2,566 de 28 de Margo de 1860.
1 Pereira Carneiro & C pedindo pagamento d
passageDb concedidas por coala do Estado.
Nesta data solicito do Dr. Secretario da Fazeoda
a expedigo de ordeos 00 sen 110 de ser escrip.
turada a importancia aliodida.
14 -
Antonio Jos dos santos, sentenciado, pediodo
perdo.Volte ao Sr. Dr. Juiz de Direito do Mu.
oictpio oe Bou Jadim para ioformar.
Pioriaoo Miuervioo ue Sooza, seoteociado, pe-
diodo perdo.Iodeferldo.
Empresa do "Diario de Peroambaco*. Defe.
rido com cilicio dests data aa Dr. Secretarlo da
Kazenda.
Zulmra Nympha da Silva Rocha. Deferido
oos termos ao ulicto deeta data ao Dr. Sec ta.
rio da Paseada.
O porteiro interino,
H. de Siqueira.
Qurstura Policial
Secgo 2> N. 203. Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 14 de Se-
tembro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, digno
Secretario da Justiga e Negocios Interiores.
Participo*vos que foraiu bontem recolbidos a
Casa de Deteoco os seguintes individuos:
A' miooa urdetu, Faust.ou Siqueira Sintos,
vlodo do municipio de Rio Farmoso, como con-
demaado, Emiliano Nuoes Baodeira, para ave
rigu ooei Ribeiro do Naa:imen'.o, couhscldo por Per
dido e Saverioo D ana, viudos da Victoria, re
mettidos pelo respectivo juis ae direito, ai que
sejam pelo mesmo requisitadoa.
I A' ordem do subdelegado da fregoezia do He
cife, Joo Brislo de Araajo e Hamasio Belmiro
dos Santos, por disturbios.
' A' ordem do subdelegado da fregoezia de San
to Antonio, Francolino de tal, como gatuno.
K ordem do subdelegado do 1* dislncto da
fregoezia de S. Jos, Genuino Borges, como ga-
tuno e Amella Mara aa Conueico, como aliena-
da, at qoe posea lar o conveniente destino.
Por officio de nootem dtalo commonicou-ii
subdelegado do Recite qoe e cldado Demetrio
ntonio Rijortataa, negociante e morador roa
Toom de Sooz, daqoalla fregoexia, fora aggre-
lido peio IndiviQuo de neme Miooel
ete com diversos golpes de navalba e bem assim
Eliseu Maciel de Oliveira qu' aos g ilos da vi -
tima all comparecer.
Coo'.ra o oelir.qoeote que ve evadi, pro-evo-
a mesma amoi-i 'ale nos termos oa le.
sanie e f-aterniiade.
O Questor,
Jos Felippe Nery da Silva Filho.
--------------?--------------
SECRETARIA DA INDUSTRIA 2.a DI-
RECTORA
Inspectora (ieral de Hygiene
Expediente do da 14 de Setembro de 95
Julio Aulero de Medfiro* Faado, peiio.i.
para maodar examinar o 1 andar do predio o.
VI a ra Visconle de Iohaoma. Ao Dr. com-
missario do i* oi-t-ic'o para examioar.
Luiz A. de Figueiredo. pello 10 para mandar
examioar o predio d. 4 da roa da Alegra. V
Dr. commissario do 3o distri to para examm >r
Labatol & C, pediodo app.-ovago pa a as Fu-
mlas das seguintes beoidas : Vermouth, Viuno
de Gen-papo, Cognai, Genebra Nacional, Vmhi
de Cij, Ganebra de Laranja, Xirope de Capil
Hesper-dina, Vit>h3 Tmto e Viuno BraECo.-
A"nrovo, excepto o dois Diurnos, Vior-o Tmt
c Vinbo Braaco, es quaes coasidero produ'-t'.s
aruticiaes mal conf-cciooados.
Pelo Dr. rommi 8.no do 3o districto, fot inti-
mado o D*. R'mires, p-ira 00 praso de 3 oa^
exhibir seo Ululo n 8' Inspectora d> Hygietie
Foram coes'derados em condtges hy^ieoi-a^
para sjreiu Dabllados :
Pelo Dr. commissano 4o 1 disiricto, o predio
o. 25 da roa J laqaim Nanaco.
Pelo Dr. ajudante do inspector O p-edio 0. 10
da roa do Jardim.
Servindo de secretario,
Jos Cordeiro-
lar a competencia
coa 33
cutivo.-No estamos pois de accorio.-Maa
al 6 a forga dos principios, que o h nraln m#-'
nador hontem declaroa ce
lo Exeru'ivo para intervir, prest
opporlunamente ao Poder Legislativo
Antes mesmo dessa declarago, n pronrio
parecer que precede o projecto, S Exc escre-
veu o seguinte : c- e3Cfe-
. Esse direito (o de intarvenco) cabp aos no.
deres easenc.almeot Polticos, orgioariumeSt-
a representado nacional, o mafa Intimo l
...ais natural e corapeten.e' orgao in, Uuctooal
para decidir dos intereses ucioi ..' SKl
W, slo com a c<(fticipaSao convtituriSn
do executivo, ou por urna resolucao q !f
peode da sanego, era todas as em.Wcia L
que o Executivo sob a presso de ircumatan
otas gravias.mas e negantes deve ter aTo ca"
uva provisoria da lotervenco, sujei an to m
mulatamente o aclo approvacao L"Gn
Nacional.
O parecer reconhece
gir circumslancias as
ugresso
Pois, que podem emer-
r Executivo ^\e^niS^^
apesar d, competencia originaria J" W o'
gialativo. Circumstancias Sravi,sim 1 / ..r
gentes podem, segundo o pa?eeer^mrikJL
Poder Exerut.vouma MKT'ietf.E
sidera originaria do Isgialatlvo dImln in ,?*
poder a iniciativa prov-fs ra' Dd dquel,a
O Sr Goncalves Chaves-Di ura aparte
^^.H 1.0 -Quando a-tribuimos
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 14 de Setembro de py
Marcoa Jase da Silva, aespacuaoie aa An .0
de*a, pedindo p^gimeoto de aespacnos e cor.
ducg> da voluues Importador para a Esio-i
Fre Caoeca e Laboratorio de Hy tido. Sim. nos te-cnos desta dala ao Dr. Se.
creta'io da Fazenda,
Jo Joaquim de Veras reqoereodo pagamento
de ljalos for.iectdos para rtoaro* da pote dos
Maos sua noMaoiclplo da Victoria D.nja-s.
ti D-. Sec-etario da Fazenda a quem cabe ai.
leoder.
O porteiro,
Archias Malra.
a um poder a f,cuidada
o cto, excluimos t
seraelhaiile faculdade
\ZSXSS2^tttt
faculdade de i^r'. do^eri ."5,2?^
que urna exerce orij-inanmenle "red,to atl
oo se quiz diwr privativamente 1 llf
me.ro ,ar. antes do outro fTrocZ ^J^
aparte., ,,ue ndo deixam 0(U.(> g oraior}_
> de palav
--,So, deprel
rJb^5.!.'.d"c"'"L0 eatad1; de sitio partence
Nao tacamos questo de nalavr. t\J
?fi^.^^,p^ooqraes
a o
,c:rx^^^--?r;er.
conanlo. Desde
^^"oesSo9^^0^'
odemos dizer -...?.". !"10' noi nao
CONGKgSSO 1CWNVL
DISCURSO PRONUNCIADO NA SESSAO DE
13 DE AGOSTO DE 1895
( .oncluso)
O Sr. Correa de Araujo -{Continuando)
Li. ha algum tempo o cotumeniario cons-
tituig) da Su>ssa de Sally; lembro-me de que
elle falla em inurveuco ao Teasino, mas, uao
tamai oota ulguma e uMimamente uo o pude
ler. O caso que eu conhego o que refer.
O Sr. Gougalves ChavesMas os outros casos
sao perfeilos.
O Sr Cort de Araujo -Adam apeoas refere-
sa ao de que acabo de fallar.
O Sr. Campos Salles E-ta caracterstico.
O Sr. Gongalves Chaves-Mas o outro mais
perfeito.
O Sr. Corra de AraujoAdam, depois de
relatar o caso de que fall-i, poatera que o
conselho Federal (Poder Executivo) exerce
grande iooeneia sobre os canlOes, faz-se res-
peitado e e por elles obedecido, ameagando nao
entregar-Ibes o auxilio pecuniario que Ihea foi
concedido, as conirbuig-s votadas para elles
e mandar batalhes de um para outro canio ;
as despezas correm por conta do canto refrac-
tario.
O Sr. Gongalves ChavesV. Exc. d licenga
para um aparte ?
O Sr. t-orrla de AraujoPois nao.
O Sr. Gongalves Chaves- V. Exc. sabe que
na Suissa a intervengo esta resolvida por um
meio fcil, o do art. 85.
O Sr. Corra de AraujoPois apesar do art.
85..
O Sr. Goncalves Ctiaves-P roe-rae, tive
permiasSs para o aparle. O art. 85 confere
esta faculdade ao Coogresso privatvameote e
oa ausencia do Congresso o art. 102 a d ao
Poder Executivo, com a obrgaco de commu-
nicar ao congresso e prestar ibe contas.
Eis a dtsposigo textual da constiluco Su-
issa de 1874.
O Sr. correa de AraujoApesar do art. 85,
o que eu sei que no caso referido o Poder
Executivo interveio sem auiorisaco do con-
gresso, que lalvrz oaa esHvesse fuocciooando.
Sr. presiden!, examinados os casos de inter-
venga 1 verificados dos Estados Unidos e aa
Suissa. v-se que elles nao faverecem, nao
prestara argumentos aos que pretendem que a
atmbuigo de intervir nos negocios peculiares
aos Estados, dave ser confiada ong naria,
quem sabe sa privativamente, ao Podar Legis-
lativo.
Os arestos constituciooaes invocados longe
de caadamnarem, faverecem a opnao que
sustento, de que ao Poder Executivo deve ser
commetlida aquella attribuigo.
O facto da tentar o Poder Executivo, por meio
de menaagem dirigida ao povo do astado em
que se manifoata a insurreigo, conseguir aba-
fal a, dominal-a nao tem alcance algum.
Nos E'tados Unidos, como em todos os paizas
federados de boa poltica que antes da intar-
veogo armada, se procure restabelecer a ordem
publica, empregando meios pacificos como a
mensagem na quil se aconsalha a paz, o res-
peito s leis da Uu ao e se declara que a fede-
rago empregar, caso ne seja attendida, a
a forja publica para chegar aquella resultado.
No caso da Carolina do sul e provavelmen e
em outros urna simples mensagem do Pres-
dante da Repblica, fo bastante para que os
que se insurgiram contra as tarifas aduanetraa
e racusaram pagar os impostos, ss sujeitassam
s mesillas tarifas.
A tentativa da paz, antas da intervengan
armada, tambem, nao autorisa, porlanto,
pretengo de que o Poder Legisla!vo o c.ra-
petenlte.
Dase, ha pouco, Sr. presidente, que peranta
a commissao sempre rae pronunciei 00 sentiao
de que ao Poder Executivo e nao ao Legislativo
dev,a competir o direito de iatervir, cumprindo
ao Poder Executivo tr..zar ao conhecimen o do
Congresso as causas qua determinarlo a in er-
veogo e as providencias por alie adoptadas.
Foi esta, segundo deu testemunho o Ilus-
trado relator da commissao, a dou'.rina que
sustentei a a que anda boje sustento, por-
que os argumentos contra ella invocados oo
me convenceram de que a devia abandonar.
Muito ao contrario, ainda bontem todos nos
ouvimos o Ilustrado relator da commissao, de-
fensor apaixonado da competencia originaria
do Poder Exeuutivo, dsclarar que...
O Sr. Coelbo Campes : D um aparta.
O Sr. Correa de Araujo .-Mas attanda V
Exc: elle dix que originariamente a interven
gao partence ao Poder Legislativo o o d go
usuj pon aecreiar o estado de sitio nos n
rodamos- d.zer que eS3a attr.buicSo nnv.S
i?""1!!*. 1e ""-Poder, nao Pde ser ao mi
va
que
mo lempo coramum a dous." P "" me8"
O Sr. Goncalves Chaves\fa > r-. .
Coquediz. Maa aConstitut-
0 Sr CorrO* de Araujo-ma ve/ qn, faii..
ato em esta o de sitio, pego a atlVnC& do Se
nado para o argument que se deduz jas d,f"
ES?? ^ *">**** regu.addeoraZsddodl*
O 15 do art. 48, menciona entre as attnbui-
goes do Poder Executivo, declarar p0r
s.us agenta responsaveis o estado de
qualqner ponto do territorio
sos oe aggresso
raogo miestoa.
si ou
silio em
nacional, nos ca-
etrangeira ou grave com-
ta^--8"" "?08^30- ncontra-sa.no fr
tado & lo e reraisso ao an 6 n 3
Qu significara sta reiniasa, gratando se'
do sitio como attribuigo do Poder Exeeutv
si este poder nao tivesse a faculdade daSS
tar ^wt-rs^ao .0 menos 00 cao du | 3 "iC
Parace-rne qoe da reraisso f-ita pelo le3-
lador no 15. do art. 48 ao 8 3. do ar 6 L
deduz argumento valiosa no Sotido de que ao
Poder Executivo co.-nn-t- direit, de owvir
Note-a. que no a,t. 80 bem rw 2ldo
art 34 oode o legialado-trati do ft .do de
Klo, nao se encontra aquella reraisso aua
nada significara, qUe neohum ,lcance \Z
rt.L,o 6r L"cutlv lia 'ivesse a faculdade de
decretar a intervengo no caso do 3. do art.
O Sr. Coe'ho Campos d um aparte
O Sr. Correa de Araujo -t' verdad?, como
diz V. Exc, que o 15 do art. 48 tambem
PnTT a,0,a^, 34 Q- -1' 0Qde 3 aunbue a"
Poder Legislativo o direito d decretar o esta-
do de si 10; mas, o que aigo que si o legisla-
dor oao tivesse conferido ao Exe uhvo a a tri-
buigo de decretar a intervengan, pelo menos
no caso do 3- do art. 6, nao far.a 110 15
daaro 4i a rem.sso que ah fez aquella para-
O Ilustrado relator da commissao dissp-nr
difTereiuea vezes que a attribuigo de decretar
a raterveogo deve competir ao Poder Legisla-
tivo e naoaoEx cutlvo, porque aquelle podtr
offerece mais garaotias a lber lade do que es-
le ; S. Exc. perguntou-nos porque razan, por-
que motivos consideramos o Poder Legislativo
suspeito liberdade ? s '"'
Sr. Presideot-, Do coosideramos o Con^res-
ao suspeito iiberJad-, de modo algum auto-
nsamjs seraelhante proposigo. Nos a<-redi a
mos que todos os poderes polticos da UuiSo o
Legislal.v., o Executivo e o Judciano sao to-
dos defensores, gar^nli^s da l.berdadade por
amor a qu il foram insumidos.
O Sr. 1 osla Azevedo, d ura aparte
0' Sr. Correa de Araujo Qualquer delles po-
de desviar-se de sua mtsso.
O Sr. Costa Azevedo Os outros,
mente.
mais di:HciI-
OSr. Correa de Araujo--Qualquer delles Do-
de desviar *= de sua misso e atientar contra a
liberdade para cuja garanta foram todos
luidos.
QSti-
de tl, em m
cajacua pernoiira aquelle cididlo, iibiod g^ue orgiuariameate parteaca ao Poder Exe.^iciario
Si o attentado partir do Poder Legislativo s-
mente pode encontrar om correctivo efficazo
Veto-; si partir de qualquer dos cutros pode-
res, a re8ponsibilidade criraioal a garautia
que a lei offere e causa da liberdade.
Mas, diz o Ilustre relator da Commissao a
respousabilidade urna completa burla em to-
dos os governos de forma idntica i nossa ella
anda nao se faz effectiva, oeru se far ainda
oenhum ebefe do Poder Executivo foi condem-
nado.
Confesso, Sr. Presidente, que sorprehenJe-
me este argumento, pois que, ha poucos dias
quando defenda o projecto que reduza o prazo
das incompatibilidades de seis a tres mez-s S,-
Exc. bonrou me com um aparte Doseotid'd
qoe deviam os legislar sem vollar as nossas vis-
tas para o abuso.
Pois ne ser por abuso que o Poder Legisla-
tivo delxa de promover e de decretar a respon-
sablidade do Executivo, quamo este, afastant
do-se do circulo de suas|attribuigOes, esqueceo*
do os saus deveres, atleota contra a liberdads
docidado?
A falla exclusivamente nossa e me pan ce
que nao a podem os invocar para tirar d r-
ti do. y
SI nos falta a coragem precisa para em def^sa
da liberdade, responsabilisar o Poder Executivo
que a opprime, como nos podemos considerar
os meihores os mais legtimos defensores dessa
tuesma liberdada ?
O Sr. Leite e Oiticica, d um aparte.
O Sr. Correa de Arauje=Cooflo a'defesa da
liberdade NagSo aos poderes por ella consti-
tuidos e nao somente a um desses poderes.
Nao defendo a supremaca de oenhum, nao
julgo um amigo e outro suspeito, para nao dizer
inimigo, causa da liberdada.
Pela Coostnulgo todos os poleres poli'icoa
dimanara da mesma fontaa soberana naci
nal ; elles sao orgos, manifestagoes dessa so-
berana.
A Nago ne soberana porque exerce qual-
quer dos Poderes Legislativo, Exei ut vo o Ju-
nio ; o porque exerce todos,





Diario de PernambHeo Terga-feira 11 de {ietembro de 18t&5

E' qo exercicio daaacs tres poderes que resi-
da a soberana nacional; por ara r 11 nenia-
da "para garantil-a naa saas mltiplas manilas-
tac'oes que se rastituem os podares polticos.
Como pois, dizer que smente ura dos ramos
do p 'der soberao > tira a s; u cargo a defeza da
liberdade ?
Ou tedas os pod ras sao accordes no dever de
"arantir a liberdade ou, si qualquer dalles foge
ao cumpnmento desse dever, ella penga, a si-
tuago sera anormal.
Devenios legislar, tendo deante dos olhos o
direit's a li e nao o abuso, o crime ; si est i
vera perturbar a marcha do paiz, atacando a
liberdade. fagamos effectivaa responaabilidade
legal, sera o que n inhuma garanta ser eilicaz
seraoillusonas todas as segurangas offerec das
liberdade.
Sr. President o honrado relator da corarais-
sao disseque ao Congrego a nao ao Poder Ej-
ecutivo devia coinpet.r o dir Ito de intirvir nos
negocios peculiares aos Est id is, porque nos
somos o sena reatesentant -s, porqaa qs iii
cumbe a defeza dos Estados opprimidos, por
que nos somos os Interesas los, porque somos
as partes entre as quaes se raove o pleito.
Si ventada que t i ios us som s nteressa-
dados, si somos asparte Irttgantas, a nossa
suspeig i nai ira!, nao devenios ser juizos em.
causa propria.
O Sr. Gongalves Clares-rA prova de que po-
demos resolver a qu.-s.tao que o Senado, recoi
nhpcfiido a ana isanco de espirito, Domaoa-a
liara n<6r parta da cosnm arta mixta que liuha
de tratar da que -tao de l'.rnamliuco.
O Sr. Correa de AraujoPaiere-rae que c la
prova U*0 e concludtiit.'. V. Exc. >ube qual
loi at lioje o ineu procedimento ac- rea do data
de Pernambueo ; eulnguei a V. Bxe. a consti-
tuigo e a le votada ul'iuianie.nte sobre a qn >
to e nenhuraa palavra iroquei sobr o assura-
pto com V*. Exc
O Sr. Gongalves Chaves-Sai duvidn, venho
em auxilio de V.Exc ; maso qu; eu dig->...
0 Sr. Correa da Araujo -Agradece a >. Exc.
oservigo que prestou-me cora o seu aparte que
me proporciona occasiao de declarar o que ae-
sejo que todos saiba u, Uto que nao pracorei,
nem procuro de nulo algosa iutervir, pirante a
commisso, na .- Inc&o ao caso4a Peruambuco.
gi esaa qn**slao tr disentida, si sobro ella for
aprsenla lo um parecer, nossa oceasiio dire o
que pauso, d tf tur. i o parecer, como meu di-
reit < e ni- u (lew
1 na Vea que S. Exc. me honra com a sua pre
sengi. a| r v litarai a orca.-io para invocar um
seu o un. tu qu?, acredito, Cavo ece a opimo
que defendo.
FaHando dos tiabalboi da coramissao, disaa
S. Ex .N M proeankOMS resolver aquestiodo
je, nao anisemos desear s liy
poli; uc-iurcil'es ; elFeClivam ra-
ta fo proposito, spraseoUr um pro-
j i "i lerm s g raes, dest-uvolvendo o art.
6., sera alteoder s c vumstanc is especiaes
des.su o 'i u (He Estado, sera attender asquea
luis pcli'icaa ensenadas aqu ou all. Km em
dov la alguma este o peosamento da commis-
so.
Ma-, p*e< iao na> eequecer, urna das ratoea
invoca las para justificar o nosso prj redimeute
loi i guma : se proeurassemos ostabelecer
prioripios mediante os qu es po-lessam *n re
olvidas as qu-.-sloas qe so agi;oin actnalmaole
em alguna listo os. nala conseguiramos, por
que ii t rease p> 1 tico, a dediragao part lar i i
e ca la n i da nos, sena um embarace inveeat-
vel paro i do projecto e assiiu nao se
podena obler a apprdvagao de una m idida qu-'
se considera necessar.a para a Bel execoc&o do
art. 6.". .
O honrado relator da roraraissao, como lo-.l is
os out >a qae a compuuliara, mo.-trou-se recela
-o. I meo oinlereese p< Utico, a paixio pa-ti la-
ra : pois l -ni, esse inieresse politico, easa pai-
xao patti lana, capaz de impelir a adopeo do
proj o que se preleodia forma ar, eos
impedir de co-.ttar a sulug-io 'las qoastd>s
.ie intervengto, eaclnsianne,ao Poder Legis-
lativo .
Si hoja ra raos a i- fluencia que a poltica
a paixo partidaria poda exercer, dev-mos te
mer q'in essa mesiaa nfloeaea se manifest
manha, disentindo, aprecaado urna ou outa
questo que agite...
O Sr s Chaves dum aparte.
O Sr. "i ie Araujo ?> V.Exc. qurai
m s proaoncioa: u pens qu o Poder Ju-
diciar.o lambem um poder ponlico, u m B-
nifesi-iciio da soberana n >ci nal.
O Sr. UoosaiTJS Chaves -A esph.-ra do Poder
JudlClafl i >' mullo diversa daqu-dla em que gy-
ram os oulros poderes .. o l'oer Ju4iciano nao
coobece de qneaiOes poilicaa. .
O Sr. Pin ir Ma 'do -O Mder Jul ca io
nm poder poltico, lera fuicgis poluxis.
Ira Sr Sonador Nao resolve as questues
propnaiii.'iite polticas.
Sr. .Jorreo de aranio P nso quo na> po-
demos diuf que um dos poderea polinc w
cuida te de intervir nos negocios peculiaras aos
esiados era todo os casos Jo art. 6, salvo a> raas
o do n. 2. lera esse poder a attribuigao origi-
naria.
O Sr. Gongalves ChavesNao apoiado.
O Sr. Corraia de AraujoDigo originioaria,
porque me parece que esta quahzativo fui
erapregado pelo parecer para significar em pri-
meiro lugar, antes do Poder Legislativo-
O Sr. ongalves Chaves -V. Exc. hootem
fez questo de palavras.
O Sr. Correa de Araujo-Enpragoei a pala-
vra na accapc&o em que me pareceu ler sido
empregada por V. Exc, dando-lbo o sentido
de privativa ?
O Sr. Gongalves Chiv-s-Sira.senhor.
O Sr. Correa de AraujoAcreditet que ella
tivesse sido empregada para significar o poder
que d libera em priraeiro lugar, pois que nao
sei como se pode duer privativa de um poler
a faculoade que se conferc a dous.
Mas, nao lago quesiao da pulavra originan!
que eoc nire no parecer e qual ligua! o sen-
tido era que me parecen linha sido empregada
Segundo a raodicago feiu na douirma do
projecto, o Poler Executivo con acera era prr
iiidiro lugar dos casos de uitervaoco a sul^iuet
lera os actos qui prat car approvago dj
ongreasa, na poca da sua reunido.
O Sr Qonealfea Ulayea E o 'Oder Legs
latlfo pode desfazer tudo quauto fez o Bteeotl'
vo
O Sr. Correa de AraujoNao ha duvida.
O Sr. Guiicalves C-aves d nm aparte.
O Sr. Lorra de Araujo Nao posso contentar
rae cora a sango.
O Sr. Gongalves C aves=0 pr jecto da a
sanego.
O Sr. Correa de Araujo-V. Exc. nao me
conceie oque eu quero, istoe, nao reconhace no
Poder Exe ulivoo oircito de decidir a nter
vengSo e para consolar-me dil: veja que o Po-
der Execulivo intei vera na le que decreta a
intervengan, sane: ioiiamio-a.
i'al ament V. Exc -eje, salvo o caso do 5
2 nao exige uiais urna le para que se venfi
que a ntervengao, pois reconnece que O 'ove
Execulivo deve ailervir era prime ro lugar a
subraetter o seu seto a approvacao do Coi;gr-s-
so ; logo, antes -le qaalquer le independ ote-
menta de qualquer auionsago, o Poder Execu
Uve deve agir.
Sr. Gongalves Chives -Mas est sujeiio ao
Congres so.
O Sr. Correa de AraujoNa contesto, o que
:ilrmu 6 que, segundo a doutrina que V. Exc.
hoje adopta, anies do Coogreseo deliberar, an-
tes de ser votada urna I-', o Poder Execulivo
tem a faculdade de intervir.
Sr. Gongalves chaves Porque abre-se urna
nica excepgo a n-sp -ito do ari. 2."'! E* por-
que ueste caso o Poder Execulivo nao polo
saoccionar, visio que pane que leu) de ser
jul.aiia ; o Coun'resso lera ou nao de approvar o
mu aclo.
O Poder Ex:CUlivo submo'te o seu acto ao
.'ongresso que tein de approvar uu reprovar,
por isso nao depende legrado .
O Sr. i oira de Araujo V. Exc. nao faz
mais depender a intervengan de urna I i.
OSr. Gongalves ChavesFajo depender sem-
pre de atoa le, salvo qnarndo o Coogresso nao
: reunida o com atcepc&o do o. i.
O Sr. arrea Araujo ile Nao faz.
U Sr. Gong.Ivs ciuvesSin tetaos o misino
inacmni.-iuio na Suissa.
O Sr. Co r i la AraujoNi Sais-a nao se faz
B IBlerVeOCfto depender de urna I-., le ieque
permita ao Poder Exocntivo decretal-a,
lobmetteado ao conoeciuMato do Coogresso o
acto.
O Sr. Gongalves Chaves -Desculpe-me, V-
Vxc. est so tornando argucioso.
O Sr. Pinneiro Macu loEsta argumentando
muito i m ; esta d isaaendo as argucias.
U 8 C irri de AraujoEstou argumentando
de bia f ; eslou fallando hoja no inesino sau-
do em que falle! pe* priraeira ve/, que discuti-
mos a queslio era commisso.
Sr. Gong al ves CiiavesV. Esc. sustentou 3em-
pre a opiniao la commisso.
OSr. o la i Caiiipus < quj onobre S.-nalor
quer duer que nao produx etfeilos jurdicos
sem uina le.
O Sr. Correa le AraujoEitabelecida a com-
petencia do Pod r Execotivo para coobeeer la
mlervHngao em todos os casos do art. 8, salvo o
no 2, pass > a iraiar deate a espero que alo la
ah o illus ra lo relator da commisso conco: I .-
ri commigo. En estafa is.i.lo, mas creio qoe
pos U Poder Execulivo p le e d v i, nrgl lo p das
ciriunsioncias, inierrir nos negocios p-.culiares
aos estad *i suDiu:it udo si U aclo a approvago
do i longreaso
Conseguiiiieraente a iniervengao ple ven-
car-se sein que o Po ler Legisla ivo a lotiha
julga lo necessana, sera que Beja decretada pelo
Congres
O Sr. ongalves Chavesiem Juvida.
mala alia expressan nacional ; iodos ellas ito Q Conit de Araujo-Logo V. Exc. reconhece
expressoes da sob ranU nacional, entre eea que Po(ltr Ex,cllllV pult jocretar a inter-
pras.
O Sr. G iK-.lv s Cn-ives la u n aparie.
Sr. Correada A ujo O qu> eu disse foi
que os -.-cripi r.-a americanos considerara a at
tnbuicao deoio applicar a lei sob o fuudainen-
ode sua nconstiiucionalidale, a g.rantiadas
garanlias constituciooaes, e qu pjrtanlo.sia
algum -los podere polticos se podessa attribuir
suprem ic a, devia ella ser attnbui la ao Poder
Judie ano. (Ha diversos apar es.)
Senhoies. Vv. Exc. devatn leinbrar-se de que,
quando d.scuti aa razis do ueloopp st pelo
Prefe lo a uraaresolugo do'.onselho Municipal,
iraado uulia a portana do Prefeito e rein-
tegrando os corara i ssarios de hygiene que ha-
viam sida aposen ados, eu disse que nao consi-
deran o Po ier Legislativo superior ao Execu
tivo,qoe n...) .-mli-cia le que Ihe aitnbuisse
competencia pira annul:ar os a tos desia, quer
se aratasse do P.-der Municipal, quer se trata s
do Poler Eo eral ; que esses poleres tinhara
suas aitnbuisOas definidas era le que nenhura
era juu dos actos platicados pelo outro no ex-
ercicio de suas fsnecoes.
Pcns boje como penaava nonUm ; estou me
pronuncias lo uo mesrao sentido em que ja m-
pronuncie) p raole o Senado. .
Oa Podares Legislativo e Executivos aotn-
depeu lomes e soberanos no circulo da suas at
tribuno;s ; .s actos ue o:n n&o polera ser nul-
lificaaoa pelo outro. Sraeute ao Poder Jadi-
ciar o confer) o legislador a atiribuigo de co-
nheter da a los ios poderes polticos que otfeii-
dera direKaa n tivi la s.
O Sr. Costa Az-vedo-0 Poder Legslalivo da
DOrmas pora oa oulros poderes.
U -Sr. rn*a de AraujoO Poder Legislativo
decreta normas, nSo para osouiros poderes poli-
1 mas para os cidados, para a Nagao as
normas para os poderes polticos eslo tragadas
silla cao. ,
O Sr. Gongal.es ChavesEstabelece normas
para a execugao das .ttribuiges
O Sr Correa de Araujoa Consiiiuicao con
fere ao Poder Legislativo a facaidade de decre-
tar bis reglamentares...
O Sr. Gil Goulirl Leis reguladoras da com-
peienein.
O Sr. Correa de Araujo-Reguladoras da com-
petencia.
O Sr. Gongalves Chaves Para a execugao
conoide a da coosiitugao.
O Sr. Cor ea de Ara1 joNao a duvida, Leis
DtacessarM para execugao completa da Consii-
tuig) ; masas normas reguladoras das attn-
buig:s ios poderes polticos esli oa Constitu
g5o. As normas que o Poder Legislativo pode
decretar, de accordo com a onitituigao, sao
para todo o paz, pira a Naco Digo de ac-
corlo c m a ConstilUigo, porque si forem con-
trarias a alia, nao obngem ao Peder Judiciario.
O Sr. Gongalves Chaves E' preciso que na
ja um direito otfeudido.
O Sr. Correa de AraujoSi nao nouver um
direit offendido, si na se promover a execu-
gSo da le, ella ser lettra morta.
Quando digo que o Poder Judiciaro nao est
obngaio a cbservar a lei contraria a Const-
luigo, que elle deve mesmo denar de appli-
cala, aupponho que ha um direito offenaido,
Jue se promove a execugao da lei, que se trata
e um caso concreto, porque aquello poder nao
age ex iroprlo Mirle, sem urna provocacao.
S presidente-eliao insistir, na dealaraco
ue ontem fax o iliustre relator do prujecio,
de qae prescinda da coovucago extraordinaria
do Coi grasso para delaruoinar a inlerrengio,
contentndose com a parucipagao de tu o
qnauU) occorrer, quaolo elle se reunir em ses-
saoor linaria.
Com a taodificago feita na.doutrlna do pro-
que o Puder Kxecutivo po
vengo. E' o que t-u dizia.
i'asso ao u. 2 do art. 6.* e p:go rauto paitieu-
larm-.ule a alleng > de /. Exc. par esto pon
lo, porque, como disse, estive s, mas boje
creio que tenho a honra d ver V. Exc ao ineu
lad".
Di o n. 2. <. 'ara iuan:er a forma Republica-
na Eednraliva.
Seja-rae perraittido defender a comuisso.
expon lo o que se passou a respeiti do ari. 2.
i projecto, MMMOM, mas posso aflirraar qu-i
elle foi redigido sera malicia algum*, sans ar-
rters pens*.
U Sr. G iiigalvesChave; Vpoi lo.
O Sr. Pmiieiro MachadoNos nao disseraos
que h-iuv -sse iuienco maliciosa mas que o
artiga polla ter este resulta lo.
Sr. Ramiro BarcellosA rouia que o frade
irouxe e que nos fez desconfiar. (Riso).
O Sr. Correa de AraujoEstou sinceramente
convencido de que nao oouve malicia.
O projeclo elaborado pela commisso teve po<-
ba.-e um projecto redigdo pelo nobre Senador
p -r Minas que contra a a segrale disposigo :
art. '- a forma republicana federativa, ais ier-
ra a don. 2 io ari. 6-da Ciostiiuig>, eonaa-
g a a umo perpetua e lndisseluvel dos Bala
oos Federaos sob o rgimen representa ivo de-
mocrtico, estaraido na mesraa Coastuuigo
(art. V); o livre e regular exercicio das instttui-
gesque BesSa coaf rmidade os Eslados hou-
verem adoptado (art. 63 e 68), e a seguranga
dos direitos a garantas que a Consiitnigo Fe-
deral proclama. (Til. IV secc. 2-)
A proposito d' sse artigo do projecto, eu dis-
se, per me a commisso que a ul ima parte oc-
fasionaria innmeras questis, pois que todos
os que sejulgassera otfeudidos en soudireito
garantido pela Constituigo Federal reclaraa-
i'ihiii a io ervengao ; nao era este cerlamente o
pea amento do proj"Cto.
O Sr. Gongalves Chaves d uraaparte.
O Sr. Correa de Araujo Conhego e compre-
hendo parfeitamente o pensamento de V. Ex. ;
mas, como a ultima parte po lia suscitar duvi-
das graves, todos coucordaram em eiiminal a.
Quaut i as duas pr m iras parles do ar igo, eu
disse que votiva contra, porque nao deviamos
querer ser mais sabios do que o legislador coa-
sinuinte, que nao tendo este dito o que a forma
Republicana Federativa consagrava, rae pareca
que nos nao deviamos tambera lizel-o ; qua a
dednigo, corngindo urna omisso, poda acar-
reiar coosequeucias mais graves do que as da
falta,que sa procurava corngir. Era concluso,
vote para que fosae eliminado todo o art- % do
projeclo.
Ura dos merabros da Commisso, o illu9lra-
do deputado Paulino de Sou^a, acceitaado oslas
consideragoes, accrescentou arada que, sendo
oecessano no cas, do n. 2 urna le que regulasse
a intervengan, oo devia o Poder Legislativo
ordinario crear, com detniges que nao esto
n Constituigo, embaragos, dimeuldades para
si propro.
Todos os ontros membros da Cornmsao ac-
ceiiaram o art. 2- do projecto, raasdesejavam
alterar a sua redaego. No intuito de conciliar
asopini6es qne foran por ellas einitti tas, offe-
reci a redaego que hoje tem o art. 2, deca*
rando sempre que volara canlra elle.
Eis porque posso alarmar qua nao houve
0rrursi7n.
OSr. -inneiro Machado-A redaego que
V. Ex. deu, fot alterada dep is ?
O Sr Correa de Araujo-Nao rol, 6 a mesma.
O Sr. Ramiro BarcellosV. Ex ;. embaadei-
rou a frota, mas nao embarcou nella (riso).
OSr. Correada Araujo Offereci nina redae-
go que conciliava as opinioes emillidaa mas,
gom a amoincagao laiia u* oairraa uo pro eixaodo bam claro o -proposito de rotar coa-
jecto, isto dandose ao poder executivo a fa- rai r
Ua-ia esta explicago, vejamos o caso do D-
2. -para mantar a forma republicana federa-
tiva.
Opina-ara todos os membros da commisso
que neste caso a iniervengao somonte se deveria
verificar aps a sua decrelago por lei, por aclo
4o poder legislativ >.
Pronuncie)- ne no sentido de que mes rao nes-
te caso o poder execulivo devia intervir, n ie-
pjndentemente de lei.
Admitamos que ura estado declan-se sepa
rado e indepeudent da Umo e diz aos agan-
tes, aos funcciona'ios lesto, aos edraregad >s la
alfan lega, por exeraplo, retirera-'se.'eu nao os
quero mais aqui; eu est u independenle. Va-
nlicado o Tacto, o que deve fazer ocecutivo
federal ? Cruzar os bragos a esperar impassivel
os aconteciraeutos al que a lei o auctorse a
a^ir ? Nao, por cario.
Disse hornera o Honrado relatar da Comrais-
aao, que se isto se dr, ha desordera no estado
e nesle caso o Poder Execulivo deve ntervir,
porquo vi*riflea-se a hvpoiiieae do o. 3 do art.
6a necessidade do resiabelecer a ordem e a
iranquilidade nos 3-tulos.
Sr. G-oocalvea Chavea-Si houver pertur-
bago
O Sr Ramiro Rarcellos-E si nao houver per-
turbago ?
O Sr. Gongalves ChavasEu servi-me do ar-
gumento do Sr Quintando.
O Sr. Correa de Araujo-eixemos por era-
quanto de parle o Sr. Qumtanda e todas a* ou-
iras eotoridoes; raciocinemos nos.
A preteocS le ura Estado de separar-se da
Unio, a sua d^olaracao neste SiOtido, aiaca ou
nao a forma republicana federativa? Ataca, aera
duvida slgnnia, pois a Con-ltuigo iiz-nos no
arl. 1." que a nago brazileiru consii'ue se pela
Umo perpetua e indssoluvel aas suas antigs
provt 'Cas
O Sr. Ramiro BarcellosE suppon^a-s^que
isin ge da sen: desordein
O Sr. Corra de AraujoQuero raesrao que
luja d isord n, quero condescender, quero co(-
locar-me na peior po*igo.
O Sr Gongalves Chaves -V. Exc. adradle que
islo se p isse pial micameal i:'
OSr.Correa de Araujo-Pois nao Para ex-
omplo do possivel plaionisrao era casos saine-
Ibanies ah eati o 15 da Noveindro de 18S9
O Sr. Gongalves .llaves-Houve un raovi-
nento armado, urna revulugo perfeita.
O Sr. Correa de Araujo -Eu secottai e accedo
a peior hypoibose ; a declarago da sepuago
seguida de desordera; pergunto a V. Exc: o
Bala lo que pretente separar-se da Umo ataca
ou nao a forma republicana federativa ? Ataca,
logo a inerve igo faz-se precisa, porque se ve
riflca o caso previsto no n. 2 do nri. 6.
Mas, diz V. Exc.; ventica-se all o Caso do 0.
3 perojwe ha desordem.
0 Sr Gongalves ChaveaSi ha desordem...
OSr. Correa de Araujo -D-ina liceng. para
concluir. Para repellir invaso estrangeira ou
de ura estado em outro (hypothese n. 1) t unb ::n
ha desordera, porque, uo se coinpreheode a
inva^o s-m perturbago da orde.n.
O Sr. Goncalvas CnavesS-ra duvi la.
O Sr. Correa de Ar.ujoPara asseguaraex
ecugo ilos leis e sentencas federaes (iiypolhas;
do n. 4 do art. 6.), isto quando ha resisten
Ca, opposi(0 formal a execug > da lei ou da
leaianca f ueral, ta;nb*m na desordera ; redu-
-.n- de ir iem previsto no n. 3 do oit. artigo.
O Sr. Googalves ChavasSao casos le altera-
go da orde n.
O Sr. Carrea de Arau|o-V. Exc. para ser
eohereMe deve rednxir todos os casos de inter-
vengan ao d: desordem
Si V. Exc. diz nos que, no caso da pretender
ura estado separar se da Cnio, o que nao se
faz pl .lomeararale, mis cera perturbago ka
ordem publica, venSca-se a hypothe-sa do n 3
nao a do n. 2, enlo auppnraamos todoi os
ns. do art. 6., deixan lo sotueote o 3 o.
Mea illastrado callega, ou V. Exc. convara
O imtnfgo era que qu indo uiu Eslado.se declara
separado da Uuio ha ura ataque forma repu-
blicana federativa e verilica-sa a hjpo bese do
n. 2 cu convera en que sai motis lodas os n-
meros do ctalo arl. 6." salvo so mente o 3"
O Sr. ongalves .naves A concluso nao
lagea, porque nao sao verdadeirasas premissas.
O Sr. Correa que nao estiva ra-tis isolado, que o iliustrado
relator da commisso tambera eslava commigo.
O Br. Piiiuiro MachadoMais do que -sso,
:?l a lgica.
OSr Gonga'ves Chaves-Ha ura abysino en-
tro nos.
O Sr. Corro de AraujoO qu ha de fazer o
i le do Poder Executivo deauta da preteng)
de u ii Esta lo de leclarar-se indepen Uns oo. a
i i orago seja pacifica ou pola dentar de fazer enmprir a Codsiuigo e
as leis fodaraes nao poda consentir que no
Estalo a anarchia e a desordem p;r.lurein, fa-
zen lo sentir tolos os sras funestos erTeitos ;
nao pode cruzar os bragos, olhar cora n inferen-
ga paia semelnant; movimento. E, pois, ou
elle decreta unraediaturaente a intervengo ou
ver a nago decretar a sua ncapacidade para
tao elevado cargj ; nao i.a para onde fugir.
11 Sr. 'amos Salles *po a lo, muilo bera.
O Sr. Correa de Araujo -O iliustre relator da
Commisso fallou-uo3 era ultimo logar da inter-
v.-ngao aulorisaila pelo n. 4 do arl. 6, para exe-
cugao das leis e entongas federaes.
Diz S. Exc. que o Poder Judiciario carece de
. ompetencia para intervir, ineamo n'este caao,
poia que nao trata sede ura caso ordinario, mas
extraordinario, sendo pre;iso que veri(ique-se
resistencia, opposico lei ou senteoga para
iiu surja a necessidade da intervrago.
A appncago da lei, a execugao da sentenga,
nos caaos i-r-linarios, fiz-se segundo as nirmas
proscriptas pela Constituigo, pois, apenas tra-
la-se da exeeular urna le ou urna sentenga de-
cretada pelo poder competente, cuja autondade
respailada e obedecida aas relagoes so-
ciaea.
Nao leste, som duvida alguraa, o caao deque
cognou o legislador no n 4 d j arl. 6 ; para que
se ve'iflque a intervengan ah facultada in us-
pensavel que o Estado se opponhi, olTer ga re-
sistencia applicago da le ou execugao da
sentenga.
O Sr. ongalves ChavesOppisigo armada
i< ura e-i ido execugao do urna lei, ao cura-
prunenio de uraa sentenga.
O Sr. Cerride AraujoArmada ou pacifica;
raas, a-linitti que a opposigo seja armada, que
a or era publica leoha sido periuroad i.
Ainda n'este caso, pens que o Podar Execu-
tivo nao pode, sera quebra do dever da velar
pelo cumprraeoto da* leis, cruzar os bragis,
consentir que a le votada pilo Coagresso Fe-
ioral ou a sentenga proferida palo Iriounal, sa-
jam desprestigiadas, sejam desrespeila las, dei-
xera de ser executadas ara coosequeoca da op
posigo do E-tado.
Convir no desrespeito a lei, deixar drpugnar
pela aua observancia, iuiporla favorecer a des-
ordem, consentir qua a anarchia se desenvolva ;
preferivel incontestavelmeote evitar as conse-
quencias de semeloanle siluago, providencian-
do la promple para que a au orida le da le nao
aoffra.
Deve o Poder Execulivo consealir que o mal
se propague, qua a desordara a revolu.o pro-
duza no paiz todos os seus funestos eTeitos 1
Infelizmente na sabemos quaes sao as con
aequencias das lucias intestinas, das guerras
aivis; a eeoarago que ellas eatabelecera, os
od.os qu ellas acarreiam, quasi que nao se ax-
tt .guem, passam de gerago a gerago.
E 0 Poder Exeutivo nao tem o imperioso de-
var de evitar tudo ito, interv ndo, fazendo ap-
pii'-ar a lei ou exeeular a seotanga federal, la-
dependentemente de ura acto do Podar Legisla-
tivo ?!
Disse bontem, Sr. Presidenta, que a interven-
gao nao rompa o equilibrio, a'.harmonia entre as
soberanas da Unio e dos Esladoa. O direito
de intervir fot confiado Unio para que se
maolenba o equilibrio, para que ne s* altere a
harmona que deve existir entre alia e os Esta-
dos.
A intervengo nao so um direito como um
dever; a Unio nao deve consentir que a ordem
publica soja perturbada nos Estados, nem qua
estas sa separem, se desliguem da obngago
que coulranram.
Quando as torcas locaes nao forem sufficien-
tes para dominar a insurreigko que se manifes-
tar em qualquer Estado, a Federago tem o da-
ver da ir era seu auxilio, de prestar as suas for
gas causa da ordem; quando um Estado lu-
cia com outro, a Federago tea o dever de in-
tervir em favor d'aquelle que tivar por si o di-
reito, cuja causa deve sempre triumphar.
Deixar que a iusurreco se propague, qne a
luc a entre oa Esta los se prolongue, seria faltar
ao cumprimento de deveras, seria esquecer o
patriotismo.
Si e um direito da Unio estreilar os lagos
que a preud -ni aos Estados, tarabem um de-
ver virem auxilio d'elles sempre que a inter-
vengo r solicitada, e ai esse dever nao for sa-
tisfeit ser impossivel impedir que aquelles
lagos se roinpain.
Antea de concluir, Sr Presidente, devo pon-
derar ao Sead ) que tambera- diverg da nuci-
ra daCoraniiaao quanto ao art* 3." do projecti,
onde su diz qu- a requisigo a que se refere o
n. 8 do art. 6 da Constituigo, pode ser falla
pelas Aasemblas Legislativas ou palo Poder
Executivo.
A Constituigo diz: requisigo dos respe-
ctivos Governos.Enten leu a maioria da Cora
miaso que a locugorespectivos governos
comprehende os Poderes L-gislativo e Execu-
tivo.
K expresao-Governoem sentido lato com-
prehende os tres poderes; era sentido restricto
comprehende gmente O executivo.
No S 3." no art. 5." do projecto da ConslitOi-
co, se dizia requisigo dos podereslocaes.
Eata expresso mais comprehensiva do qne a
deque sa servio o legislador -do respr.clivj go-
<$r%0. Parece, pois, qua o legislador quiz r is
triogir, concedendo sraenta ao Poder Execuli-
vo o direito de requisilar a iniervengao
O Sr. Coelho CamposA differenga foi so na
redaego.
O Sr. Corra de Araujo -Parece que nao foi
arbitrariamente t\ua se tez a alterago : ao me-
nos nao devia ter sido, pois que ella occasiena
a duvida que rae fez divergir da maiona da
Commisso.
Erara estas, Sr Pr sid-nte, as explicagOes que
eu tiii'.a o dever de dar ao Senado a respeilo
do projaclo em discuaso. (Uuilo bem, nulo
bem).
ES40S 04 ...ll
Espirito santo
CO'ie;*ram a .> .8 tes Oes preoarator os do
Cii'ig aeo, comojr-cen >e seie .'epuia io-.
- Na villa do Alegre foi metalada ama so*
ci-Jai'- oronotora -s ira. igracd ll de 40.I.00
E' a segonaa faaaada ult msente no sol do
B lado.
No Ve.o. o cipito li-rcuiana Cirvalh^,
coaeeltea'lo (asensMrs), es osa marte em I
t:rao d fesa, s-gondo dtiem ni lelegrascmaj re-
ceidas de Cacboei-a d Itapeainm.
Coutioui o iem o cOuvosj : a tempera u-
n b.lxou seasivelssaote, e a varila qa^ gra-
v* ni capital e euo oulros ponto) do Bsi o
oare i ei ler a d-cluuo de sna miensidade.
As pro^d-.ncia3 t0J>das plai autondodea,
eua cooinooidJ para ejs^ moom^ai .
A notl'ts da pacilicago do Rto-O-ande de
Sai foi receOlda pela pa^oiago co a graaae con-
teniamen'O.
A* r-prtijOes pnblieas, aUnraaa easas parti-
inuraa : *;.:eg-'s igarm baalelras.
O Presi .eat-- io C- ::' >i o rip-tme talo -m
I a C-te de JastlQS, ehefes ue raSMC
,,5'S e oiido-, cavalttairos.
s-'U:iu se ^-im enera age a pat da f*'Uli
rio urandense e o petrleilsaw do D-. Proiea'.-.
de SI '. nue i o o-.u-'V-a.
N.-n-1.- : I a poaoa -iuj os omi-:' i
tea B-ara all deadoados esiSi iodos loCilii
iateHoa -o o o ira- n-a-o reo-odo a a espt*
el Se trabaiha a qoe sj entreearam.
Pur sui tes os agriealtoras ^. accalUo s-.a
cotea-ama d". ve io amparada .. ^erviga da !
voura a pedem Boosuniea len-^iaai dess-s le-
gionarios do trabaino.
i) i .i o mez de Aeooio, en rj-am neste
poto 39 a lores e 2 uivus, teido 30 nacioaaes
e 11 eatraoeei'os.
S-i.-ara 36,3endo 29 na-.raais. T-onxenra
1,188 ...- ..eiroi : levarora 718. Passc.-aoa era
transita 1,171.
Baha
Es' ie r-gresao de sai vuge-n a Rom* o ve-
.i.r.'i... i'ce i-p i la aoaidi lees-f oauan-, S.
xc 11 vd o. foi rieeo, .o por rrescido ourae-o
io pfsso-r, oeMdo, clero e semraarisias sendo
;.i ;ado na c^ineiral Te-Deum .
Ua'idjs d9 msica tocarara aj ea deserabir-
qoe.
-~ Sobre a oaiifiagaa do lt:c-S:mde, o Cor-
reto de Noticias paouua un iraponante aru *jt> a epi^rapne Salve, Paz! coocraia io com
es;as pal .vras :
Bem najara aqael'.ea sobre os espiobos hcp-
ran.es a reoUa e po-- eoire aa ca-aoa das dis-
cordes iDriram essa irilna Honda por enae pas-
sa ovau.e a patria eograode:ida pela coifraie--
aisago doa Estados e traoetigorada as rra-
liscea de uaa aonistta que perfuma e rejubila
os coragrs de seos filboa.
,Saive, regeneradora paz
Refe-inlo-sa ao general Gilo, diz a aesaa
(ulna :
Nos 6 grato saheutaraoa catre os ruilos di
ajersl aUjtris o valto desse nosso am'go e cor-
religionario, qneajat no recinto o Sealo e oo
o n aan io do distnco milii-ir deu as man oe-
quivocis provjs ao sea caraetr uor;ealo pera
dever e aagid'j nj civisne.
Aa ler eonoecimeaio d auspiciosa noticia,
i Cerris fez dlsrrifeOr um boleim comnu-
iieandc-i ao pab ico era lermos elev.d p.
O (invernador !oi multo cumpriineatidi em
palacio e rec.'beo por telegraramaa nnmeroaaa
(eiicitagoea. Diversos eliacraa pnolicus e par-
i -mares eobandeiraram.
O -omma raante do dis.ricto militar dirigi ao
gmiral Galvo o seguale telegramma :
Ao S-. general GalvSo.-Pelotas. A:etii
dos e.maradis 3- districto sinceras coagratnla-
g5 s pa:itieagi Rio-G'anle a uj vosso nome
es non'osameaie ligado. Bihia exolla coa-
te lUmento pn familia brazileira e conseqaeme
e igrandeclmeato Repblica. Sado-vos.Joro-
nel SiioroiQO.
Ao neputado Milln foi dirigido a cidae da
Qicboeia o segura e telegramma :
A' omnissao popular encirregada de rea
iinr festejos pela paetteago do Sul felicita em
nome desia heroica cldada, de onde acia llostre
aiho, o honrado Presidente da Republsja.Jos
Joraura V lUsboas.Joio Rabello. Joao do
Cirmo Pereira de Caalro.
A commisso xecutivado parllio rapubli-
:-mo fede-al neste Estodo, reaaio-sa e oomeon
delegados para represeatar o mesmo partido na
oovengao, qae deve realis:r-se abi no dia 15,
aoi depatados 0-s. Antonio Rodrigues de Lira,
e Fraacisco de Paula Gnimares.
OGoveroador mandn bascar por eraissi-
rio esoecial amosira das celeores aris da Pa-
do para maodal-as submetter a exame na Fa-
caidade a'aqu e na casa da moea
Sobre estas areias lem.se suscitado maltas
iuj3'.es, occapando.se a'ellas ba mudo a irr.
prensa, lendo na presente legislat.ra, o senador
Angosto Fraoga chamado a altengo do poder
execotivo.
. A casa Basquet expde na vitrina amostras oo.
de se diz contar metaes preciosos, entre os qoaes
platiaa palladium, ele.
A exportaco destaa a-eias Iem sido grande.
Uiomamente carregaram, segundo informara.
dous oavios para os Estados U unos.
Os exportadores das mesmas areias teem con*
ira to c, m a intendencia a'aquella locaiiJade
aa orisaodo a sabida.
Logo que aqm appareceram noticias da expor
tago, o Governador mandoo bascar ..mostms,
sabDeitendo-as a analjse no laooraiono mam.
cp'l, qae recoabeceu conterem ferro, prstamo,
se sOuente para o fabrico do vidro, apphcago
qae, d.sem.nos, ibes dada no eslraogeiro.
Por este motivo foram exclmdas da panla de
exportigo devido ao sea baixo valor.
Nada iem occorrido uliimameaie de impar.
ote.
Continua em grve cerca de 400 operarios
d fabrica Unio Fabril, devido i maiona de
*eus directores nao attender s reclamages qoe
Qeram os paredisias.
Timn posse e entrn em exercicio do car.
de laapeclor da AKandega o Sr. Feroaades
va.
__ A propisito da sanego da let do eosrao
publico l-se ao Crrelo de Noticias* :
Em p-eseofi* do direuor da loatrn-gSo P".
blic, pofesssores primarios e do Instituto Offi.
cul e das escolas oormaes, representan es da
imprenaa, faocdonanos poblicos e diversas pes
8oas gradas, foi aancciooada boje, na Secretaria
Governo, a lei ao eosino.
O Dr. atjro Das, prenunciando algomas pa.
ras a respeito, enlregou ao Exm. Sr. Dr. Go
tai
la
go
Sih
du
Ua
vernador do Estado orna penoa de oaro, com a
qaal aasigaara oo Cear o acto da lioenaco dos
es Tsv s, para qae com tdia fo^aa lavrada a
anego d lei de orRani^go do eoiao no E-
t. -o do Hol'.la.
O Governador empanhandc.a disae:
' justo que a penoa, qoe oo Cear servio
oara o acto da redempgao ao eacravoa, sirva na
Babia para a lei da reaempea ios e'piriioi.
rajo advento se inicia aoo os a-ispiclos felizes ia
psiifleago da patria.
R, enlo eanecionoo a lai. trocaodc.ie entre os
presen es mufUs comp'irrjentos.
A mus a de polica fez se ouvir naa harmoni il
emocionantes io hymno n-i-ional.
Os nosso* paranoia Bahia repablieaoi', a
cojo foto'0 vzi a loidoens.no cerv gran'.e-
m-uie, nluot ando o eapi-itod- seos liinoa para
-s cenqnis'.-s giono.-as do tr Cares de 30 p-e-os da casa de prio com
traoalno coacerursm ara plano d eaao iu
foi fru-tado em viriade. do denuncia dada por
ura dalle.
Felizmente o alnyni'tr-id- 61$ pravideacar
anda a erupo, evitaato asslm laraeutavels ac*'.
aa'.
O plano e-a divi'r-8o o'tirapo era dou?, uta.
i ido 'ImaUaDeamea.e, a hora no aimogj, a
sec-earia e a goerda.
AistyjrosM
A r-ce'ta *o E .-.- !a pira o anno
de 189r> mb 2 010:I80!06, e a despeza em .. .
1.932:923.9.
AtTocanol iai foi fizada em 507' pracssde
pret e 23 olciaes.
Cora esse .--rv ; > '"-i o Estado o diapeodio
sanas d- 02:i6U380
- O V'C'io. --lo E3tido saccionDa <
si oo Cooaresso, regalando a eonewala de w.
iradas oe lan
Se*r. i pab
pela Gssea da Alageos*, a forca policial tetu
Ij aesaliaos e.n sansa loiandades oo
>'.
Diz o Ga'.errb''rg. :
Piooova .e-;. [i tima de ama
i, o Sr. D. Jos Torquaio ae Araujo
Barror.
ti i'.vl u r i i : -: i n ,
, e fft's edrogado
no hV e, no .rgimen monarcniro
; Mei'as do p ir.
tido iiceral, -> o r
toral m M di .,uu'..f. Pronocia, b:.
.ido la a i r.ado proTinstal e^j
Se-g p-.
Niqo.lidr.de <-2" Vice-P'aidene da ent.o
Proi.cii.gi7e- 1878, psodo se3.
pe os cargas pOHCW i a pe gc .
CAPITAL l'EDSRAL
Ainda naa sc^3ae maresdo o dia para abe"
tara -'r. Bsposioo 11 : it-i I -ji- lera io-'.
Cipnai Pe-iersi ; ni lom'seqaenSopaesart te
i i N iveaiO'o proj:;r;:o.
a i ia axbi m nema Capital o grande no-
mero de pro-in:. i iaa i i objee*o da inda*-
tria ii'.-.zo-ro. oaseaa -ra nB ds resiaioea d
Jo .i a i 'Sa ixt-i do Coogresso, nomeada para
trato- aa revido oa-" laof.s o as .ones a-si?tio
i lastriaas leste Capital.
A'-eit asta idea qui foi ;e ioe3om-
.-.l ..- : para ce: o da nosa
lou > sil la, traioa'se
da taraal'a rehdade, sendo loao iraneaoa ama
com ra lineircs irabalbos des-.e ecr-
Icou composta dos re-
gaiot-'s s- in "08 :
Presidenta -. Hiooel Yicurina Pe-em, t"
cea*dor Gi Dialz Gsatart; se-
cretario-, sen< n- Otli A'.stl ei
Saltan ae Qo Irox; ..lesooreiro, Dr. Casi-li..
Br'o ".
H-mi-os sin, D". Frneisso We-
oe-1; Ktviarda -a Le>tao. R > l"
pb -i Ao---o,.;. is Fo-m-i-eJo, Hi^ei Pe-
ana, Ei)-^ i j.^ J Carlos de
Ca^valb Ai.o'.i L i orrs, JoSo
Pe'ipp*, Lniz Tarqaiaio, Fsroaades Piabeiro,
\1. oijirii... la-ge H.:c, C-ar de S-uia,
Araos I-.&Sjs Aieiirta & J., RaffitS Pa-a, Esne-
rard Bagaani< M.y Peas L.'ra?, Bu*r.ja-
de M'cedo, Vie-a >udto, Baplists te Ca>tro,
Fr.oeracn ?ori-il*,SilS Jai. ->-*ndo, Jj"
uttooi. 111- > Gaiaw-&es unaae Lebot,
j.5J OUvoira Ca*t a, ili-io nsaarain. Roso de
Ridnga-8, iaaqaim Das, Cosiodi' de Oliero
Franci-ca Peto, Babtaa i. Vicente Weraec, F-*-
lie j o o Sot s, sonsa Gairaa--s, Eduaroo P.-
mental, Mtgnal Ma heas Ferreira, Plraio, Soa-e?,
Eto-s de ouza, caoius de Fragua Garcez Pa-
lm, Pau a Pretias e oatrea.
A corara ssi te i ae reunido diversas veza* e
i4 os trabalhes ^o bastante adamados, lendo
ellaobti'.o no D.-. Prefeito e do ConsaUlO Muir
cioit acessSi io edificio da E^oia de S. Joa.
que sera de-L.aia i Bxposifiia do3 diveros
proJac.os e ai qial tem la^ar ralas as no.tas
oa t-aoilhos de-.sa commis-o e ende pode ella
ser procurada pelo3 Indaatriae3 qaa deaejareai
qj loe- informagio.
Pelo p-og.-amaij sero os p-olac'os diatriba-
do3 secges, pa-a cuja di.-eg5i fo'o oomeadas
aa 8 5guiotes corams8533 espaciaes. qae se en-
car-e^ro da claseiQcago e iostillago :
Mibi.iis. la peanas e decoragOea arusticae;
o -qua -l-.s
Cjramissarlo3: Senador Gil D niz Gralart.
Sera.o- Leopoldo CnlbOea Jardtra, D-. Vlsira
Soulo.
Realas e bo-diio3; tecidos de malba ; ps-
samanaria ; seda; algodo; ago e tecidos ;
linnas, pasloa, etc., tecidos de fibras diversas ;
tecidos de jota; co-doalha
Cammisaanoa : Sanador Lei'-e e Oiticica, De-
purado Aareliano Barbos i, Piiuio S.ares, Baar*
qae de Mcelo. .
Vestimentas e raupaa; onrivsam e reloj oa-
rla;arugn3 para viageis; briuiuelos e arte-
factos de fao'aiia ; aelhos e arrelos; instrumen-
tos de paysici, astronom e engenaa-ia ; appa-
ralbos e instrumentos ciru-graos; instrumentos
de msica; 20es artiticiaes; pentes, botoea,
etj.; pa-.pel. prpelo, lmpreasos, etc., orodactoa
inimicjs e paarmacemios; velas; ol:oa; sa
bOi resinse saDUancias Dar uminagio e
lob iflago; nerfnmirms; pbjspboro?, _mechas
e pallios pbospaoricos; lomos- dIjoos ebebl-
alcoolicas; conservas aiim-ntares; materias co-
rantes, tintas e veraizes.
Cimmissarios : Senador Jao Cardeiro. depu-
tado Jo.- Carlos de Carva.2o, Vicente Wernek,
Julio Ottoal.
ArtefaJ os de vidro, prodoctos cermicos e
seraelOiotes, Tiarraores e granitos em obras.
Coramiasarios: Senador Eitevei, Antonio Pan-
la FreiUa e iliguel Lisb02,
Brochas, es rasas e vassouras, artefactos de
rame e envos, productos de chnmoo, appa e
inos de cosinna, artefctos de ferro laminado e
oatido. artefactos de Ierro forj.do, artigcs de
ferro faadido, cofre, fe:badnrus e entelarla, ar-
tefactos de cobre e laio, artefactos de bronze.
Commisaanos: depulados Arislldes GalvJ de
Qneiroz, Enaes de Souza e Miguel Lisboa.
Maten. 1 de transpone, macninas e machima
m.s diversos.
Commiaaarios : senador J. J. de Almelda fer-
oamouco, oeputado Americo de Mallos, mare-
chal J. de M?raes Jaraim e Maooel Baarqae de
Mic-do.
Productos de con'irocgo naval.
Coraraisaanos : daoolado I. Serzedelio Correa,
con8elbeiro Minoe! F.acci co Cirrela, Antonio
uage, capito de fragala Garcez Palna e Maaoel
Bn^rque de Micedo.
Dos Eatado tsm recebtdo a Commisso tran-
ca adb?sao e se a abe-tara da Expasigo nao for
marcada para a epocha prxima demais, e mul-
to p'ovavel que os odaatriaes dos Estados se
facam representar condignamente.
O D'. M noel Victorino Pereira, Presidente da
onmlssao tem moatrado o maior empenno no
le iz xito da Esposigo. nao deixando de CDm-
parecer a todas as reuoioes da Comnia8o, o
qae moatra quaa.o o iliustre Vxe-Preaidente se
nteressa pela proaperidale da Industria na-
cional.
O Dr. Prefeilo, iem demnnatrado tambem a
sua jrapathia pala Idea da Exposigo, coja fal-
ta j era sentida e j bonroo com a soa presen-
ca os trabaibos da Comausso,
Ao presidente do Eata :o do Rio Grande do
Sal Dr. Jaira de Castllbos foi dirigido o segua-
te telegramma:
O conseibo municipal do Dtstncio Federal,
exultando pela paciucagao do vosso glorioso Es-
Uo, coofla em vosso alevaotado painotiamo.
Cerca de 8 oras da noute de i do corren
te a eidade foi despertada por seguidos tiros de
"aobo, que evidentemente aaouociavam alga-
ras coaaa de anormal qne se passava no nosso
porto ; e aasim era, por qoe o forte canhoneioj
era um pedido instante de soccorro para o va-1
por ingles Britannia. qae antes EOltara varios
fognetej de signaes.
Es-e paquete navia entrado no mesmo d:a de
Liverpool com essala par Sao Vreme, trazendo
IOS pissa^eiros de 3" claase e 252 em transito ;
e aepois de desemoaraa<.o pela alfandega e de-
sembarcados aiguns .ios pi-ssiigeiros que se des-
Unavaro a capital federal, o Bniannia promp'.j-
ficoa-ae para segnir viagera para Valparaso,
ponto terminal do sen desiino.
P uro dernis das 7 craa o navio suapendeu
ferro e ap-oou barr. JoPhsioi r'a Riga
Ulamioasa i sstatda, ifferecendo oseto de pir-
tlda ao Brltaunia qu.nlo, per tnouvo d.lcll
de averit'Ubr proosptameoie. foi ba er o paquete
oas pe-iras denominadas F--it ceiras; e ao sig-
nal de ularm i pslo hoque e eocaibe do navio,
8oiresallaram-se os rtasaageir^a, como de raio.
Oa iiroa e caobas qo eotaato l--':ioraram io os aoecor.-os tas repartigO < competeoies, 4 53.
de logo inicioo-4e o i.-abalbo d- salvage ooa
pjsaigeiros, ni demorand) <: Arsenal da Mi-
rinha e a guarna mona o* seos soeoc-rros, e pan-
do-se a es oa navai, gusmatlda pelos j .veis
aspi-anle-, e.n rpido raivun-oio e d-lla parll-
r ra '.ooas as err"h.rc;i'.Or dispoolveis.
A mociiade densa es-aoele ra-'uio pres ou ns
raalhorea aervigo, e aalvoa mallos pass^g^ro
qne para a escala foram con 0.11< s, .io h ?33-
ig I-i,:, i.-me, nennuraa pe.-da de \ida a laaien-
Ur todos os passagelro forsm salvo, e via-
das para i-rra, bospedaram-se arjn a all, em
DOiai*, bosnedarias e casss particulares.
(i "i it-innia p-ri-nee compon < a 00 Paci-
ica, eoo pelo as ilifi 1 B-o 'se e -ece-
: 1 :r-ros o commeoda-
dar D.ra ag is F. de Anaiale Joa o-, ')-. <. Tor-
res. Aoionio Paaior, a u Ber e Ltt|D0i,03
loglezes F.isj t a o. n i> Blanda Ldk a;
rgenlioos J. Lassaa onle e i. a. -.
A* mela noria Ire sd.easa
W.lo 1 |.a .- .:-
rar o r a 1 le p >qaete.
A B.iada de honra qae a colonia i ...ta
de S. Panto i 1 si ir ao general Saratieri iem
ins-ru-g 1 :
A -. >rea B rali I e 1 II sal re e'le
..1 :;e : ff I t, a
ui- pete a
Cl-iK eo '. .-''-;" -'ia ~ -' 'i
- o ,. trii o -o n; .-1
-i-u.. -. i-'i o -s >'.-ti ..lT,-.'ie gu -..: Uo
S tu d Sa o.
A cu 1 italiana organizi ora
la 1 f immeai s 1 ote,
adapto., o airre p '- '
San .-.,.,-.. pnciei-a au'orids-
da-i* italiana ; re-
pabltca e eoav.te para o graod uizalo pe. ) '.a 1 biaro e para a faae-
cSo de gal 1 e^i ara doa nos-os ie. --!-
la cvica ea 70 aros o J stanaanes das
pro-i I US itaiil Ucial dO DT SlO-
toto 1 iei-fop e.'. d rail lisas a Com-
mis-i C a ral d ) Tiro co o sede en Rom^ Dar
tr premiuS, o ri ne qj .ii' nos, un a-' -fen-
los e ura ie duzea' :rammi > A -ano
Leaocl ?.ro comma iear austro membros Ta-
nta a caioau do B'.o da Janeiro t>?lai:-am-
S. :. o l!-: eaoa 8r Crt ni e Ua e '-sta
pjroie.hni.- em o 1 qoe foi concedida
p.-h ce noe e lie aal 1 -1 1 -en-
sa do d aommisrt to-
doaos jo'n.tisUses j paraesliai o-, rem
n'om-s pulY*ntbea ^lenonitnaoiUi qu-
seclo.
11 ns- orden p .ra ane se rveoloa ai
do de S. P al > -. la laalbfto ie
h. Rctd E ige 1 E .
S. Calda ioa.
_ t?oi 1 arel Jos AU ira
Micha o 1-O -o .;-de leo.e-ios-
ututo da 6* *occ,id do faCttllade de direiio la S.
Paaio.
Nao id -i 2 So canse Sr.
i i-oraior eral
.G-tar e seanisfd :
... .: : 1 a ..u s i :laea .'a a' a a
dasees an looilcar arugos -em soc i-a-
. Isii 1, forero d'ora em ;.aa-
ie a a-josoestal-oa pablicaoeola era oraez do
..--.:;.. ti -odasim estas 'alias
,l ,-jjM ;!.i|!'.
Coe.e.-.u-se permis-2o para ostia r a
eooirionir ps'> o monte*po dos emp-ego -: do
m-nisterio aa ndaratm .1J 6 Aioloit de y. -an*
da,ex--del do ra8soare:*o da aim, los
COrremS o p-'iia'BOa o.
i'o- na. se terera haDilit o em co ";-so
(orara exone-aio3 os pr '.io^n;es co> C -eios
10 Kstsdo las Alagoas : Ifincel Benigno Cima*
r&o. Jo- Cor-e'a Sllsa e Jos S>.--- dos
Prjz-'res e es cartetroa Fe-r.a .des d^ S loza Li*
na, Sanaitlao L ni Jaraeirs e Jos ie j.oza
F eas os oa tjiroi os crrelos ^.'o Mar :o
Pedro AldXnirino de Ma.naga e R. ..ira
Poitirio de arvaino.
Fo-ara nameados para a mssmi repir'. .. ao
ditoEsaio. orticat's lustiua de Sonsa Rj
dr.gues, OrUndo de Moraea Cabet e J, joim
Mahido da Lnotio ?a-orra s, earleiros isc
Soarea dos P azerea,.Odilon da Silva H_c -io e
o-ne-to B.ndeira da COsts.
irto di
Sitt"
ila-
l ce
aEVISTA DIARIA
Exoaera^o O Sr. Dr. Secretario da
Justiga, Negocioa, Interiores e laatrucg;- Pu-
blica, por despacho de 14 do correte, ^ac-
cordo com a proposta do Dr. Questor .-Vidal
interino, exonerou Augualo Cesarlo de isllo,
de carg 1 de subdelegado do 2." districlo o Pogo
du Panella.
Escola* publicas primarlas Do-
miago foram laogadas as pedras fundoin? :aes
das escolas pr nanas mixtas dos arrabaldes da
Santo Amaro e Boa-Vista.
Estas escolas sao as prmeiras das n:v; que
o Governo do Estado coatractou em concurren-
cia publica com o eagenbe-.ro Antonic Pereira
Simoes. Tem capacidade para 60 alum::;i de
ambo3 03 3exos e as seguintes dimensO. ,
Largura 6,rarO;
Comprimentoll,m:0;
Superficie media do salo por alumno 1 O ;
Cubaturi media do salo por alumno &X>;
Luz unilateral de cima para baixo 19
Alm do salo para os alumnos tem r_i.s o
edificie 2 gabinetes para o professor e la rmas.
Os terrenos para a coastruego desses edifi-
cios foram cedidos pelo Dr. Alfonso Cosa digno
prefeito municipal.
Ao aclo comparecern! os Exms. Srs Gover-
nador do Estado, presidente do Senado Drs.
Preeto, Secretario da Industria, Inape: :r da
Alfandega, Director das Obras Publicas e raui-
tas pessoas gradas.
Por mai3 este melhoraraento felic.tarros o
Estado de Peraambuco e especialmea'.e a ei-
dade do Recife.
Em Santo Amaro o Dr. Aflonso Costa o-iere-
ceu gentilmente urna taga de champagre s
pessoas presentes sendo levantados eathusiesti-
cos brindas.
Frneeimenos ao governo Tem
oeste Kst.do o goverao federl carencia de for-
necimentos de varias naturezas, que centrada
eam particulares, como se sabe.
Noa coairacios esiipula-se a obrigago ca en-
trega nos lempos marcados sob molas crmrai-
ua tas, e lhe f- eos elaia a do pagamento prorapto-
No entretanto, sao entregues oa artigos :cm a
precisa) do contracto, mas o pagamento raro
co responde ao cumprimento dessa clausula.
Ago.a mesmo, nao fallando em falta de paga-
mentos de3sa natareza em atraso de amos e
qoe ,-ubmereem-se em exercicios ndoa, da-se
qae desoe Ma-go esro suspensos os pagax ;r;os,
ao paaao qae os foraecimentas foram oppo.tn-
namente realisa os.
Ora, comprebeade-se que isto erige pa-a es
fornecelores urna siioago de grandes prejaizoa,
vendo se eli-3 obrigadoa entregas mpo-tames
sem a etfectivliade do pagamento promplo. qae
tamo condigJ dn contracto como a de oo re-
cusar a entrada dos artigos a horada requisigo,
unto mais q jando oo se comoutam nos pregos,
que sao os correles da praca, senfio cce .ores
mesmo, os prejnizoa qae advm da impontuali-
dade uos pagamentos.
Anda somos informados que neasaa dei.ragas
nao va: cora^licidade das reparticOes neste Esta-
do, qoe sao solicitas no proceaso qne idee in-
camoe na materia. Fazem o qoe entera, e
agaa-dam ordene; e nesse transito qae e=U a
difficollade.
E porqae T Nao ama obrigago liquida? Si
a verba esta exgolada, nao ba a facaidade di
creditoa eupplementarea?
Crge, pois, qae aeja a respelln protider.:.eilo,
como o caso exige.

s
imE 1

4



**t<0> m
,____S *"*** **
*"*
j|Wt4n
3
Diario de Pernamboco Ter^a-feira 1? de Setembro de I>95
A procrasimsgao em providencias destsor-
cku. e scbre BBumptos $oe entender com ai-'
reiu s e lntereeses, qoe riao sao some ios aos do
govemo, nao deve ser tolerada sendo de espe-
rar po-t?nto que se atteada as r.eclamat.es dos
! tjudi'adoB, aoa qaaes o governo Bao tena itt-
jti*e en sustertir n'aaia 8i;u3<.&9 orejodieial.
N-fta pendi varios Srs. coMimerciaotes diri-
gir -nos ama carta, qo* i-oomosi.nciamos o*"-
tas lioQa*. asguciando-Dos as eus reclamagoes.
qci Rao cortamente procedente.
Honroso-O Sr. Dr. Secretario da Justiga,
Kegoc.os Interiores e Insirucgo Publica dirigi
ao Dr. director da Escola Normal o seguinte o
honroso offlcoquedeve echar de justo orgu-
;ho o runccionano a qu-m elle se retere :
3" Directora, m 31) de Agosto de 189o.
Sr. Dr. d rector da Escola Normal.Tendo sido
aposentado, por decreto d U data, o prof-ssor
do esiabeleclownto sob vossa direcgao, Fran-
cisco rio- da Silva Fragoso quo mullos e re-
levantes servias prestou ao Estado, especial
mente Inslruccao Publica, necessano que
Ihe iraosmillaes os sinceros agradecimeotos
que per mim e polo Dr. Governador Ihe sigai
&co.-Julio de Helio Filhx
Lixo-Moradores d. ra 80 (outr ora impe
nal) "pedem-noi para que chamemos a attencao
da diana inspectora de hygiena sobre o aterro
que eslao farnido eiu um terreno murado de-
fronle do 2. cbafariz, com lixo da Compamna
Recife Drainage.
Diz o nosso informante <|ue com scmelhante
alerro lem-se dado mullos casos de. febres na
populacSo de sua circumvisinlianga, e 6 de pre-
sumir "que o mal progrida si a digna oepecto-
ria nao vier em auxilio da mesma populagai.
Diccionario de Pernambuco O Sr.
superintendente do *-nsmo pubmw municipal,
Dr Sebastiao de Vascoucellos Galvac. breve-
mente val mandar pub'ic^r em lasciculos urna
obra de grande utihdade para os que se dao ao
cul'-ivo dns lellras. ,
Denoniina-seDiccionario corogro piuco, ntsio-
c a. tislico de l'ernambuco.
Segundo o suiumario que abaixo publicamos,
ve se que um trabaltio de lolego, O que pro.a
exuberantemente o esforco, paciencia e acura-
do esiudo com que o Sr. Dr. Sebaslio Galvao, co-
lhendo as memores notas, pz em pratica para
bem sntistuer aos leiiores n'uiua obra cujo
ment incontestavel.
Estamos certos, pois, de que o publico legen-
le eoadjuvara oseu talentoso autor.
Eis o fuaiuiano a que nos referimos :
l-'uodagao, desenvolvimento, papel que re-
I seota na Instara p.itna, lilhos llustres, com-
ruercio, industria, nslrucgao publica, adiam-
ntenlo moral e posigo astronmica das localida
Origen) da denominado de cada logar e a
Ticucao >os vocabulos in.ligena.
Extenso do territorio das municipios e .e-
euszias.
~ L miles, assignalando a linha divisoria com
as cirrumscripiOes continantes. Divi>o polilt-
Esiatistica.
Topograplua das povoate?, compreh nden-
dc a dala e o fundador dos edificios pblicos,
serras, rics, lagoas, mineraos, vegetaes, ani-
is, cu ;oa ludes ualuraes, clima e salubri-
dade.
Dislancias para a capital e para as localida
de* das quaes oceupa o centro. Viaco .
Theatro Manta Isabel-A cumpaohia
Y reir & Vascoucellos levou a scena no sab-
j e domingo a grandiosa revista de acoDle-
. utos do sol, inliiulada > Os revoltosos
I i :a de forja que tem collocado a companhia
i: urna gloriosa altura.
Em ambas as nautas o tlieatro estere ioteira-
meu'.e cheio.
Todos us artistas forara deliranemeote ap-
p audidos.
as duas apotheoses foram sobarbas.
Concert no club Internacional
Houve no sahbado ul uno urna b mita fes'a em
ra do seu digno e incansavel presidente o
Si li-irao de asa Forte.
A me ma festa havia sido promovida peios
Bt :us do Club e realisada por urna coramissao
coruposta do maestro Tito de Miranda e os Srs.
He-menegildo da Silva Loyo e Pedro Jos
tinto.
's 9 horas da noite teve com-^go um concer-
t cm que s tomiram pane socios do reier.do
Club e [lessoas das familias d03 mesaos, e ot-
Eado com apurado gosto pelo prolicienie
maestro Tito de Miranda.
jgiamma fot executado entre os mais ca
lorocs appiatisos, salentan 'o-se o naestro
T.-) de Miranda, o Sr. Rubn de Miranda que
u admira elnente o ultimo trecho do pro
gramma : eas Exilias. Sras. DD. Philomena de
Amorim eDma de Miranda.
Merecer.m tambem appiausos as Exma.
Sras. DD AJela de e Ar elina de Aaiorim,
Al L'Hina Loyo e Julieta Loyo que exe Dtaram
uiuTu reguliirmeit os trechos que Ihes esti-
van '.-ontiado8 no pregramma.
Aps o lor.ceitj se fe ouviro eximio tenor
portugoex, Sr. Gaspar Nascmeoto eco a om-
paohamefito do maestro Eucbdes Fonseca,
merecendo por stj os mis justos e trancos
a| |l,.usos.
Ao ctferecerse aos cirru nstintos uina taga
de champagne foram tro-ados diversos bro,
des. entre os quaes sal-nt.remos o do Barao.
d> Casa Foits ao maestro T t > de Miranda, em
agrade imento i mamfest *0 que Ihe fora
frita, e um GUtro erguidoa impreusa pernam-
bu cana.
Foi, em summa, urna feata qne deixon as
mais agradareis impressOes u i animo dos que
assistiran a ella.
Hotel CouimercialNe>te grande lio
tel. propriedade do Sr. Monoel Gar ia, teve lu
gar ante-hont.-m a oauguragao da illuminagDo
a Inz electria. Por motivos imperiosos niio
podemos comparecer a eite acto para o qual
tivemos um delicado cenvite.
As 7 horas da noite estava o Hctel Commer
mgrcial lindamente illumn^do por grande
quaiitidade de phocos.
Mu toa einvidados, entre os quaes reprsen-
os de alguns jornaes da time, foram ser
08 de um opulento lunch, sendo trocados
. :ns blindes ao estoirar o champagne.
Farabens ao Sr. Garca.
Tribunal do Jury do RecifeFanc-
cioo-ju hontem este tribunal sob a presidencia
d Dr. Joao Joaquim de Freilas II mriques, jou
ce ireito do 4." districto criminal.
Comparecern) 28 jurados.
Foi submettido a julgameoto o to Marcos
! da Silva Carvalho. pronunci.d i cuno in-
-o as penas do art. 294 2" do :..'<> ligo i'e
nal e aecusado de haver no da 24 d-. Pevereira
de 1892, na Casa de Detengao esla c
ticado na p-ssoa de Jovioo Duarte de ') ;.-, <:i
companhsiro de pns.'o, ura fenrne lo hi qual
r-suliou a morle do offendido dias depois,
O caoselho de senleuga cmpoz-se d..
des:
AnizioTelles de Souza.
Fraccisco AmiDCio da Silva.
Lud.-ero Rodrigues Nogoeira Lima.
s Baudera de Mello.
F-ancisco Demetrio Paea Barrete
Dr. Domingos Neves Teixera Bastos.
Caroeiro Lins Sorianno.
H.'iiriqui da Costi Uarvalho.
lidetooso de Freias Pinheiro.
P:oduzio a aecusagao o Dr. Maaoel Nunes Cor
I a, 1." promo.o publico.
Fez a defeza o Br. Luiz Emygdio Rodrigues
Vianna, advogado dos presos pubres.
O conseluonegou por unaniraidade de votos,
ter ;i lo o roo o autor do crime, pelo que o Dr
juiz de direito o absolveu da aecusagao e coo-
demnou a in eodencia municipal as custis do
p rocesso.
O reo detxou de ser posto em Iibsrdade por
achar-se cumpnndo sentenga.
Trminou o julgameoto s 3 boras da tarda
Deve ser julgado hoje o reo Manoel Francisco
f ublicaeesRecebemos as seguidlas :
*Ou.4 ,ia Revista Agrcola, orgao da socie-
dade pastoril e agrcola de S. Paulo :
O n. 33, aono 9 do Brazil Medico, re-
Tisla semanal de medicina e cirurgia que se
nubliea no Ro de Janeiro ;
- O n. 8 da Tribuna Medica;
O n. 17 aono 2.' da Revista Contempora-
ia. que Publicada n'esta caoital.
Agradec d)3.
Aguas nacidlaa.esOs Srs M. Buarque
de Macedo & C nos offereceram algumas gar-
rafas das aguas mneraes de LemDarg e Cara-
buquira.
Essas aguas so de both eflaito para as rao*
lestias do estomago edo-figado, e sSorecom-
meniadas como ui meliiores aguas de mesa.
Somos gratos pelo ofFerecimento que nos fo
feilo das referidas garrafas.
Mtssas e memento -Amanha, no con-
venio do Carino, celebrar-se lito missas e me-
mento por alma da Exma. Sra. D. Senhorlnha
Villela de Gusmo Lobo, esp >sa d nosso ami-
go tenante-coronel Antoaio Gracindo de Gus-
mo Lobo.
O acto lera comogo s 7 1/2 horas d raaiha.
Novo almanack de lembrancas
A Agencia Luterana, ue ana digno gerente o
Sr. Leopoldo A. da Silveir'a, teve a bondade da
offrecer-nos um exeraplar le3S acreditada pu-
blicagSo de Lisboa, dirigida pelo Sr. Antouio
Xavir Rodrigues Cordeiro.
A presente edigao que corresponde ao prxi-
mo anoo, adoroada de muitas gravuras, tra-
zando, a.orapanhados das respectivas biogra-
puia, os retractos dos fallecidos homens de
lettras, Oliveira Martms e Pioheiro Chagas.
A aoa parte litteraria, como sempre, exten-
sa e primorosa.
Somos muito agradecidos pela remossa de um
exemplar do Almanack de Lembrangas.
A VictoriaTemos vista o n 33, anuo 2o
desse peridico que se publica na cidade da Vi-
ctoria.
Agradecidos.
Sesso fnebreA sociedade Monte-Pi
Popular Pernmnbucaiio realisa hoje, s 7 horas
da noute, urna sesso luaebre em Domei>agem
memoria do seu < onsocio coruin-mdador Fran-
cisco Jos dos P-sses Guimar&es.
Agradecemos o convite que nos foi enviado
para assislir esse arto.
tremi Tobas BarrettoReuoe-se
boje es-e esse gremio em ses o ordinaria.
'Vr logar a eleig&o da nova diractoria.
Operaces eirurgieos-Fo-am prati-
cadas no Hi'Spal Pedro II as s guiles :
Peio Ur. Arthur Cavalcante :
Ampulagao da cxa direla, na uni> tergo
ui -dio com inferior, reclamada por ulcera gao
grenosa.
Exiirpag.o de polypos.
Palo ur. Alfredo Costa :
Extracgo de um fragui nto da bala na regiao
temporal.
IncisSo e exciso da tnica vaginal pelo pro-
cesso de Wolkmau, reclamada por hydrocele
vaginal.
I'osin tomia, reclamada por phimose* inflam-
matoria.
Amputagao parcial do penis, pelo processo
Guyou e Arroki, reclamada por epthelioma do
penis.
Pelo Dr. Vieira da Cunha :
Ovanotomia, reclamada porxlsto seroso mu-
tilocular do ovario esquerdo.
Excisao i. thermo c uierio, reclamada porve-
getag i do grande labio esquerdo.
Excis&o tliermo-cauter-> dos grandes labios,
redamada por eleplimtiusis.
Pelo Dr. Berardo :
Indiciomla ptica, reclamada p r mancha cen-
tral da cornea.
Extracgo de ctamela pelo melhodo a reta-
Iho periphenico, orocesso W-cher.
Bruzileiros llustresE' asim que se
intnula um hvriuho 1," de urna serie que vai
publicar, o nosso Ilustre compatriota, actual-
mente com residencia em Portugal, o Dr, Osear
Leal.
Coma o proprio titulo o indica, esses livros
desiinam se a (ornar familiares uo estrang;iro
es noiues dos njssos contemporneos que mais
se li&o distinguido as lellras.
O 1." rolunie que temos visia, ntidamente
impresso n-i Empreza Luieraria eTypographica,
oceupa se em largos tragos do coivgo lysses
Pennaforie, autor de diversas obras scleolilicas
e litteranas.
Inconteslavelmente este um graude servigo
que s leitras patrias, presta o nosso compatrio-
ta a qu'.-m muito agradecemos a remessa de um
exemplar do alludido trabalho.
O romance conforme a litteratura
Dessa anouuciada obra do nosso talentoso
conterrneo Silva Oliveira, acaba de nos chegar
s m s um exemplar, luxuosamente impresso
na Livrana Dous Mundos, da Baha.
Nao nos sendo possivel desde j fallar detida-
menle sobre a mesuia obra, fal-o emos em bre-
ve.
GovannaEscrevem-nos dessa localida-
de :
Tendo sido convocada a 3." sesso do Jury
do corren e an .o para o da 2 de Setembro,
foi a tresma sessa abarla lo da 4 e encerra-
da no dia 15.
Foram iniciados os trabalhos do Jury, tendo
comparecido um numero de jurados superior
espeaativa, send.. apresentados e julgados di-
lersos processos, em numero de 12 :
Occup iram a cadeira da defeza os Drs. Arau
jo Fiho, Amonio Joaquim, e os professores
Maaoel F.gueira, Candido Duarte, e Trinda-
de.
A sesso foi presidida pelo juiz de direito
desle municip o, Manoel Tobas do Reg Albu-
querque, que durante o lempo da mesma, sou-
be com a sua longa pratica abreviar o fasti-
dioso trabalho de julgar os referidos processos
sera preiengo da mais insignificante formali
dade.
Desde que o mucicipio de Goyanna se sepa-
rou dos municipios visinhos, como Itamb,
Timbaba, e outros, com os quaes constitua,
ouir'ora urna s comarca, fot esta a sesso mais
impoitanle, longa, e solemne.
E devemos fazer nolar, que rouitos dos pro-
cesaos submettidos julgameoto eram aotigos,
muitos e multos dos reos, que comparecern) a
barra do Tribu al, se acharara ausentes, em
logares d stantes. e lodos estes embaragos e
ditHculdades foram vencidos pelos esforgos,
diligencias, e aclividade do referido ju'z.
Ao terminar a ses.o do Jury o Dr._Manoel
Tobas proferto, no meio de grande e selecto,
auditorio um discurso bnlhante, no qual agr-
leceu aos jurados os seus relevantes servigos
causa da Justiga, elevndose de modo digno e
honroso ao cumpnmento de t>eus deveres, a
-ua frequeocia e assidudade; e emocionou
vivamente o audilorio, que sentio e mostrou
sentir agradabilsimas impressSes a to dis-
tmeta aprecijgo.
A' convite que et.to digi) aos seu3 compa-
i:h- i >s o juii de facto, Dr. Barros Andrade,
fi i d'ferilo juiz acompaiihado sua resitencia
por grande numero de jurados, advogados, e
prora, t ir publico, manifettdodo espoutaoea-
mot; a satisfago intima, de que se acbavam
t.idi.s pussuidos ; e ani foram obsequiados pelo
Or. Tobiis e sua Exma. fami j, sendo-lhes na
occa-iio servido um copo de cerveja.
l-uranta a sesso do Jury oceupou a cadeira
da aecusagao o Dr. Alfredo Ameiico CarDtiro
da Cunha, promotor publico do municipio, que
satiio-se bem.
Instituto Vaccinieo Municipal.-
Haver hoje 17do corrate das 10 eras as l
do dia n'esse Iustiluto vaccioago animal directi
Raymundo Valeotim, Pernambuco, 2." annos,
solleiro, B >a-Vi8ta.
Mara Rita do Carino, Pernambuco, 30 aonos,
solleira, Boa-Vista.
Tbomaz Pereira Lima, Pernambuco, 24. annos,
soltaira, Boa Vista.
Joanna Maria da Couceigo, Pernambuco, 70
anuos, viuva, Boa-Vista.
Calharina Mara da Conceiglo, frica, 90 an-
nos. viuva, Jos Jos.
Elvira Barbosa da Lima, Pernambuco, 14 an-
nos, sollira, Boa-Vista.
14
Galdmo de tal, Santo Antonio.
Benedicta Mara d'Assumpgo, Pernambuco,
51 annos, casada, Varzea.
Mana do Ca rao A. Lins, Pernambuco, 70 an-
no-, viuva, Boa-Vista.
Paulina Mana da Porciuncula, Pernambuco,
40 annos, solleira, Boa-Vista.
Maria Ursulina de Oliveira, Pernambuco, 40
aonos, casado, Santo Antonio.
Pedro Suuo da Silva Braga, Pernambuco, 76'
annos, solleira, Olinda.
Mana Guedes C. L:ma, Parahyba, 23 snnos,
solleira, Santo Antonio.
Manoel Flix Pereira, Pernambuco, 7 mezes,
Red fe.
Elvira de Oliveira, Pernambuco, 3 annos
Graga.
Um feto do sexo feminino, Pernambuco, Boa-^
Vista.
Felismina Maria da Concsigo, Pernambuco,
5(i annos, solleira, Boa-Yista.
Jos Vi ira, Rio Grande do Norte, 18 annos,
solleiro, Boa-Vista.
Ignacio Vieira, Pernambuco, 50 annos, viuvo,
B.a-Vista.
Lazareto do PinaE' este o moviinen
lo oo hospital de febre amarella no Lazareto
da liba du Pina.
Resumo
Da 15 de Setembro.
Exstiam 23
Faieceram 1
Existem 22
Observago
A'sil horas e 50 minutos da noite falleceu
de febre amarella o tnpolanle da barca noruo-
gueDse Vig. Caris Ulsse, norueguense de 2-1
aonos do idade, solleiro e de cor branca.
Telegrammas retidos -Acham'se re-
dos ua estago dos telegraphos os seguales
despachos :
De Macei para Mendes & C.
De Boa Vista para Dr. ^aes Barretto.
De Penedo para Maaoel Marlins.
De Porto Calvo para Tubaro.
De Victoria para Fnsosi.
Do hranhas para Bemvindo.
De Pilar para mestre barcada Formosa Ju-
ina.
De S. Luiz Miranho para Joo Motta.
A dona d' cas, vol. broc.
A. CelsoNotas e fecgOes, 1 rol. broc.
O Imperaaor no Exilio. 1 vol.
broc.
A. Ribas-A Csrttal Federal, 1 vol. broc
O Eructo Prohibido, 1 vol. broc.
T. RibeiroD. Jayme, 1 vol. broc.
EscrichPromessa Sagrada, 3 vols broc.
Formosu a d'alma, 5 vols. broc.
aii'inho d Bem, 4 vols. broc.
Os Predestinados, 4 vols. broc.
A Felicidade, 4 vols. broc.
Ultimo Beijo, 4 vols. broc.
raordo8 Amores, 3 vols. broc.
0 Cora da Aldeia, 3 vols, broc.
Franja Jnior-Folhetins.
Peitoral de Cambara'
rarao que o baixo assignado, por si, e
em noite de muitos cidaiaes t ibutam ao
mesrno illaslre tenente-coronel Souto. Gravemente atacado da urna tosse
Angelim de Garanhuns, 10 de Satem- .com escarros de sangue, com carcter
bro de 1895.
Manoel Vicente da Cunha.
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos da scien-
,cia, ao Peitoral de Cambar, de Souza
meda.
Direito por Linhas Tortas, co-
Amor rom amor se paga, dem
Lomse fa ia ura deputado
dem.
Meiahora de rynismo, dem
Lotago dos Bonds dem.
* Typo Brazilero, 'era.
Grande e variadissinia col-
IccSo de comedas, scenas
micas, farcas, qniprocnot, la-
rachas, burleta*, etc., etc.
Sallen-O Jardmeiro, 1 vol.
Leis Orgnicas.
*. azevedo Obras completas, 2 vols ene.
F- VarellaObras completas, 3 vols.
ene.
T. BarrettoDias e Noites, 1 vol. ene
c. brea -Obras completas, 1 vol. ene,.
C Crespo Nocturnos, 1 vol. ene.
Miniaturas, 1 vol. ene.
LIVRAtU \ BSCUba UO POVO
i)K
SOUI, '. iVH 81 RUADO IMIfcKADORfci
Compra e vende iivros aovos e visados
proceder eleiS5o para membros do Oose' restituio-lhe em pouco tempo
celho Municipal, no muuicipio do Recif perdida.
O AGENTECompanhia de Drogas.
L'BLfi%(0K 4 PEDIDO
Lionas funecionam regularmente.
Casa de Detenyao Movtmento dos
presos da Casa de Detengao do Recife, Estad'
i* Pernambucn, em 13 de Setembro de 1895.
Blindan 120, eatraram 5, sahirara 4, ex
isem 42L
a saber: naclonaes 3S3, raulh^res 12, astran-
Reitos 26, m'iH'eres 0, tjtai 421.
Arrajoa<<<. 407
Boas 388 uoentes 17, louco 1, louca 1,
total 107
Muc'imenloda enfermarla -Teve alta : Bellar
mino Hennque oa Silva, Jos Francisco de
Treitas.
Katadouro Publico Foram abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 94 rezes
para o consumo de hoje.
Hospital de Santa guedaO rao
vimento desle hospital no da 15 ue Setembro foi
Eleico municipal
Muitos elcilores do Partido Repu-
blicano Federal lembrara os seguinti
nomespara candidatos na prxima elei-
co municipal..
Para Prefeito
Dr. Jos de Cupertino t'oelho Cintra.
Para Sub-Prefeito
Dr. Antonio Jos de Almeida Pernam-
buco.
Para Concelheiros Municipaes
Dr. Celso Florentino flehriques de
Souza.
Commendador Joaquim Alves da Fjn-'
seca.
Tenente-coronel Alfredo dos Santos
Almeida.
e sendo de grande necessidade e interos
goral da classe term s all quera nos re -
pr sent e zal-' os nossos mteresaes, pois
como todos sabina >. nossa classe a que
maior somma de contribuicoes paga rela-
tivamente a soiatras, r solvemos pedir aos
nossos collegas meraieiros do municipio
para trabalharem afim de elegermos
um cidado que ali zele os noasos inte-
resses.
Para tal fim appresenta-mos ao Se.
Manoel Joaquim da Costa Ramos o qual
all nos representou. Os servaos deste
nosso collega pr stados claase sao de
todos na conhecidos, os quaes o tornam
m> recedor de todos o? no^soa esfor9os.
Recife, 13 de Setembro da 1895.
J. F. Alves.
y os C. G. de Mello.
Francisco N. Saldanha.
Manoel Joaquim Pereira. dos Res.
assignados
FABRICA CAIIAS
Os abaixo
previne m a quem convier
que estao munidos de man-
dado do Excm. Sr.Dr
do corcmercio para faz
apprehender onde
achadog cigarros de
Vi
ara mmm
Vinho
JUIZ
rem
fjrem
outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros., tanto na mo.talha
orno no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
costra quem expozer dilos
Aviso ao com Hercio
Francisco los da Silva deixou de
ser empregado dos h rdoiros Bowman.
Recife, 12 de Setembro de 1895.
cigarros
O Ti
a venca, com todo
de coiiforrcidade
penas decretadas
i irur;;iao dentista
Jos Hygino de Miranda, cirurgio
dentista, abri seu consultorio na ra
Nova n. 19, Io andar.
Capas impermeaveis
Para hornero recebeu o
n Parad 8 d?s Dams
c m as
por le.
Recfe, 31 de Agosto de
1895.
Azeve Jo 9* C.
PABlBOiHTa
Vinho Maria
Commendador Luiz da Veiga Pessoa. guindo hoje no paquete 7/uvnes para
Peitoral de Cambar
Em proveito das mes de familia,
Despedida j declaro que dous dos meus netinhos,
Manoel Gongalves de Barros se- tendo sido accommettidos de coquelu-
Variolas
Esistiam
Entraram
Existem
169
6
175
GALEPINO
nao a lynipta tra.lo do animal para as pea-
*0i3 que se apresentarem para esse lim.
Sociedade CJoii^alves DasReunio-
-! ante-: t.niein essa eorpora{8o sob a presi-
1 -ncia do ..cidemico Honorio arrilbo.
Na hora do expediente foi iido um officio
nte da Sociedade Monte Pi Popular para
u:n-i s's>o fonbre em horaenagera a memoria
de ura seu socio fallecido, sendo pira corres-
pomier o convite nomeada a commissao : Dr
Luiz bornes, Joo Morisson e Sonaoo d'Albu-
querque.
Tr-i minado o expedinte foram impossados es
novos socios eff->ctivos Elviro Dantas e N:wlou
Borlamarqui, que agrndeceram a saudacao que
Ihes dirigi o orador da soci dtde.
Na palestra Iliteraria usa am da patarra es
Srs. Joo Morisson, Honorio Carnlbo e Luiz Go-
mes, discunndo sobre a Iustitaigaodo divorqio ;
Suriano d'AItmquerque, discnrsanlo sobre a
Sociologa ; e Augurio Aranha, recitindo os so-
H-iios de sua lavraVer-te, Desejar-te, ^mar-te
e Odiar- e.
Depois fot encerrala a ses3o e conrocada ou-
Ira pan o prximo aomingu.
Cemlterio pabllcuObituario do dia 13
do corren le :
Um feto do sexo femioino, Pernambuco, S.
Jos.
Manoel de Paula Vctor, Pernambuco, 74 an-
nos, casado, Graca.
Manoel Theotonio da Silva, Pernambuco, 25
aono--, casado, Boa-Vista.
Felicirlade de Africana dos Santos, frica, 90
annos, viuva, S. Jos.
ConStanca, Pernambuco, 1 an.no, Afogados.
Um flo do sexo masculino, Pernambuco,
Santo Antonio.
Maaoel, Peraambuco, 1 hora, Recife.
D... n4i Uadii V m o i Dnrnimhu
Branttina Maria Vieira, Pernambuco, 4 diae,
Bo-V)Bta,
^ovid des I^ovidades !
V. Duvrey-Historia Ue Roma, traduego de
P. Cbagas, 4 vols. eocadernado.
Souza PiuloDiccionario de Legislado Com
mercial Brazileira, 2 vols. ene.
Luiz dos Santos- Conlabilidade Commercia',
1 vol. ene.
GoelheFausto. 1 vol. ene.
Maria AmaliaAlguns homens do mea tempo,
1 rol. ene.
C. LombrosoL'home Di Genio, 1 rol. ene.
E. l'ierre-Druil Poliliqus Electoral El Parla
mentarle, 1 rol.
R. Dareste Les Constitulions Moderne, 2
rols. ene.
AlexaoderGrammalica Allem, 1 vol. ene.
Charles GideEconomie Poluique, 1 rol.
Cons ituig&o Federal e as Ccusituces dos
Estados, 1 vol. eoc.
Lafayette Direito de Familia, 1 rol. eac.
T. ii"e Freitas Loasolidagao das leis civis, 1
vol. ene.
Ph. Gauckler-Le Beau et son bistore, 1 rol
ene.
A. CelsoDm Inrejalo, 2 rols. broc.
R. FernandesScieucias Naluraes e Pbysicas,
1 rol- ene.
O. FreirPrimeiras Noges de Geometra
Pratica, 1 rol. anc.
M. Nordau-Mentiras Conrencionaes, 1 vol.
broc.
F. PimentelUm Canalha, 1 rol. broc
V. CastroAlternados ao Pudor, 1 rol. broc.
G. BarbosaOs Segredos de Cupido, 1 vol.
bree.
M. Vieira anticoj Infantis, 1 vol. ene.
F. Carralho -Quarto e Quinto Lifro3 de Lei-
tura, 1 rol. ene.
S- DiarteCo e Trras do Brazil, 1 rol.
roe.
S. Freitas ObserracOes Criticas e Descrip-
cOeS de riagens.
LIVROS RECEMCHEGAD03
S. Romero Parlamentarismo, 1 rol. broc.
< Etnographia, 1 rol. broc.
FernraVida Pratica, 1 rol. ene.
P. Carvalho-Praxe Forense, 1 rol. ene.
P. Pessoa Cdigo do Proceso, 1 rol. ene.
".NabucoManual do Advogado, 1 vol, ene.
"* Mi I ter Maier Tratado da Prova, 2 rols-
ene.
LevinioReforma Judiciana, 2 rols. ene.
GarofaloCriminaloga, 1 rol ene.
R. OctarioUemarcacoes de Trras, 1 ro|.
eoc.
C. Ferdnand-Orador Familiar, 1 rol. ene.
J. Allibert-Physiologia das faixOes, 1 rol.
brje.
Trovador Brazilero, 1 vol. broc.
Guerra do Paraguay ou o imposlo do violero
500 res,
Poesa do Russinho, 500 reis.
0 Livro dos Smhos, 500 res.
Lyra Popular ou o Poeta dos Saies, 1 rol.
broc.
F. Fre tasAssessor Commercial. 1 vol. ene.
Nabuco Assessor Criminal, 1 rol. ene.
V, CastroA ora escola penal, 1 rol. broc.
Ensaios Jurdicos, 1 vol. broc.
Dutra0 Livro do Lavrador, 1 vol, ene
O Lirro do Creador, 1 rol. ene.
O Livro do Industrial, 1 vol. ene.
F. Pimentel -Conlos da Caro hinha, 1 ro
ene.
A. Demathenes-Orador do Poro, 1 rol.
broc.
Ruy BarbosaLices de Cousas, 1 rol. broc.
P. ChagasHorgainba de Val-Flor, 1 vol
ene.
Thesouro de Meninos. 1 vol. ene.
Thesouro de Meninas, 2 vols. ene.
Ar:e de Dansa, l vol. ene.
Cmquinha Mascotte, 1 vol. broc.
C. JanseoViageus de Gulliver, 1 rol.
ene.
Mil e Urna Noiieg, I rol. ene.
D, Quixote, 1 vcl. ene
Robinson Crpuso, 1 rol. ene.
ResDice. Homeopa leo, 3 rols. euc.
LstarriaFolitica Positiva, l rol. ene.
Ecyclopedia do Riso e da Galhofa, 2 rols.
eoc.
Mensageiro dos amantes, 1 rol. ene.
Manual Esptstolar. 1 voi. ene.
Carteira do advogado, 1 rol. ene.
O Lirro de S. Sypriaoo, 3 rols. broc.
J. RibeiroA Carne, 1 rol. broc.
C. NettoBalladilnas, 1 rol. broc.
do
Dr. Antonio Justino de Souza.
Maaoel Joaquim da Costa Ramos,
enente-coronel Francisco Gurge
Amaral.
Profcssor Francisco Carlos da Silva
Fragoso.
Gabriel de Mosquita Cardoso.
Major Manoel Tliomz de Souza.
Major Hcrmino Egydio de Figueiredo-
Tenente-coronel Bernardo Damiao Ca-
valcanti Pessoa.
Capilao Miguel de Abrcu Macedo.
Coronel Manoel Goncdves Ferrreira
Costa.
Gustavo Alberto de Brilo.
Joaquim Jos de Abreu.
Francisco de Assis Fernandes Vianna.
Garanhnns, 3tO de Setembro
No da 30 de Setemb.o vindouro, de-
vero ser eleitos no Estado os dudaos que
ho da succeder as que actualmente go-
rernain os municipios ; tempo, poetan-
to, de d.r-se Cesar o que de Cesar.
Fazemos votos para que o nosso elei-
torado inspirando-sa nos principios de
justica, acert na escelha que vai fazer
de seus representantes, com a mesma in-
dependencia com que elegeu para prefei-
to o tenente-coronel Autonio da Silva
Souto, que vai deixar o importante cargo
com que foi distinguido sem urna censura
na imprensa ou em particular.
]')' to incontestavel a sua competencia
em negocios fuanc'iros e de administra-
cao, como o seu patriotismo naa euas in
diccoss do concelho, e na distnbuic&o d*
justiga.
Solicito na execuco das leis munici-
paes, nunca poupou eafoicos para que as
respectivas rendas tivessem a devida appli-
cajao.
i'este modo coocluiram-se as obas e
imlhoramentos que reclamaran) o esiado
em que sa acbara o cemiierio e o das
duas fontes onde a populaco da cidade
se abastece de agua potarel; e alem
deste imp r:aantes servicos, outros pres-
tou de igual merecimentu.
Urna das cadeiras de instrucc&o p i-
marias teria sido abandonada, si o tanrn-
te-co'onel Souto nao usasse da attribui-
co que lbe confere o art. 105 da Coosti-
tuiyao do Estado, por baver o conceibo
municipal votado na lei orgaroentaria dn
corrente anno, o ordenado de quinbentos
mil reis, em um tempo em que a baixa do
cambio tem augmentado as difficu dades
dos empregados publ eos, principalmente
dos que silo honestos e cumpridores de
seus deveres.
Estes e ouiros servaos que deixamos
de enumerar, para evitarmos a prolixida-
de, b5o inolridaveis ; por bso pedimos ao
eleito-ado deste municipio toda a cir-
ctimspecco n* escolha do cidado que ha
de succeder ao digno prefeito attual, cuja
probidade, nao precisa mais ser posta
prova.
Os relevantes servios prestado ao mu-
nicipio de Garanhuns, pelo distincto teen-
te-coronel Souto, em tempo algum, pelo
poderZo ser obliterados, ainda mesmo
maia obcecado parlidarismo ; e cumpro
um de ver declarando alta e solemnemente
que, se todas as partes componentes do
Estado de Pernambuco, pautarem com i
norma de conducta a administra^o do
prefeito do municipio rio G-aranhans, mar-
char elle progressivamente.
Si nto nao ter inteligencia bastante a
par de elerado grao de Mstruccfta para
externar em termos bem concisos, o pr"-
cedimento honroso quem tem tido o Sr.
tenente-coronel Sou'.e no xereicio de sua'
afanosa miaso.
Sirva, pois estas toscas linhas como
um protesto de apreso e elevada conside-
Pari, despede-sa de todas as pessoas
de sua amisade, nao o fazendo pes-
soalmente por nao Ihe permittir o seu
estado de sade.
Recife, 15 ds Setembro de 1895.
Manoel Goncalves de Barros.
4' classe de emp ezarios de
padarias
Acb>nd:-fe prximo o dia em qne pe -eri de
proceder a electo para mem ros do cowe'Do
monicipa! do Recife e necessiu-edo ntatto a nos-
a rlase qne om colleja a retires nte all zeiar-
lo os iaieressfS a rDfsaia, tomamos a I b'Ma-
rte de apretentar o noae do ilustre ci lifljp, a -
-onel Alf-erJo c.cs Saoios A'mfM?, o qaai r-nne
tiibejamentt' tonas as cooaic5as de JegibuiJade;
pelo qoe pniiB08 ft '.'-ion oh nr--o- colleja do
municipio, para tr-ii-liana afim de c det- -
IDOS.
Befifi-, 13 d' S'!em^-.) 'e -'895.
Joo J\ lJDoel Jos d> Caoba Sampaio.
Marcelino at B^pngl.
Jos Eoiy/iio Pxrrira LitLa.
---------------^--------------
Comprimento ao illuetre Ministro a
Justica pela feliz esc lha q>ie fez o par-
tido Republicano Federal, apes-ntando-o
segundo diz o telegramma do Diario de
15 do corren-e para Governador deste
Estadf, isto um ac ntecm nto que deve
enthusiasmar a todo pernambucano que
tem a sensatez de adherir o prospero
governo do illnstre e benemrito Gover-
nador D-. Barbosa Lima ; nao ser feliz-
mente interromp do este felz periodo;
nem soffrer interrupSo, o progreso qne
g zamos porque a identificafao do go-
verno actual com o gaveras futuro
constitui' a forca pjlitica e social desta
heroico Eatado.
Tigipi, 16 de Setembro de 95.
jfose Eduardo da Silva Guimardes.
che, e, nao colhendo meihoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar de Souza oares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente.alaria Jos Rodrigues Bar-
cellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
PALIA 0NTE
Vinho Maria
ira bnete dentario
O cirurgao dentista
Jos Basilisco de volta
de sua \iagem a Pariz e
America do Norte conti-
nua a disposicao dos
seus amigos clientes a
ra da Iuip. Jtriz n I.
i Peitoral de Cambar
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmace utico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza- fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outra6 enfermidades das vias respira-
torias, do Peitoral d Cambar, de
Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
T)r. Jo5o Paulo, especialista em partos,
molestias de senboras e de creanca* com'
longa pratica nos h'pitaes de Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n.
19, I .* andar e reride ca ra de Henriqi 9
Dias n. 2.
TelephuBes ns0. 190 no consultorio e 467
na residencia.
EJeicao municipal
MMos eleores do Rraode partioo republicano
rrt-rai, Irmbramos os nornts dos cidadaos abai-
xo dearriffi-n.id.08. para ran,-id?to3 oa prxima
ele^cao, cejn pie.t0 tem de se ferir no dia 30 do
correle mei.
Para prefeito
Or. Jos de l npertn.o Coeltio Cintra.
Para sob-pref -i o
Dr. Antonio Jo de Aiffieia Pernambuco.
Para oon^-lhelrcs
0-. Celso Florentino eririqnede Soma
Co-onei Miocel Googalves Perreira da Costa.
Toaeme corone! Al x n ie des Saotos Selra-
Coaij Caoiio Miguel de Aoreo Maredo.
Ten.oie- orouel Francisco Gargel do Anartf.
Mcocl hnqaicD da Costa Bamos
P of-880- Prancisro Calos da S Ua Fragoso.
Major Herminio Egydio de Fi/ue.reao
<=jor Manoel Tbecaax de Soma.
Companhia Equitativa dos
EstadoSfUnidos (Seguros
de Vi,ia).
E.D vutode das oideos ercansdae d< Filial da
E u.ilaiiva no R o ae J-neiro. declaro ao respei
lael po. leo em geral qo^, a partir desta data,
>sta Beciedade nao acreitara mais secaros novos,
canoo asimi-a.tadaresioMaMiMaiedeqoal-
qwr cint^acio feilo depew aetta poblicagao.
O se.uos ffectodo8 fi-acSo em vigor, res-
ooi sid Itsaodo-Be por elles a respectiva socie-
Jade.
kSetembroH, de 895.
A olpho de Lemos,
Iispeclor das ajrencias do norte.
Declaracao
Pela segn vea, visto qoe o oSo fe na pi-
tceira, pego ao Sr. Joo.Ferreira de Carvalbo ptra
me vir dac coolas de urna mob'ba completa, de
jacarano, e bem assim irte apparadores de que
tfbte Hr. se encarregeo de veo-i^r, P eu instada
por elle a lsic c i na melber boa f e confianca
uelle deuosnaoa; como al agora elle nao me
teiib dado coutas do qoclhe foi entregue, espe-
ro o faga cono deve, pois itm&o disto docnmeE-
os e lestemoobuR.
Emilia de Barros Lobo.
Peitoral de Cambar
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido.
Carlos de Alencar, major-fiscal do I* regi-
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas,
Pensamento
As delicias de am s da
Succedem logo a ri>teza
Aos sorrisos, segoero pranlos
E- e mondo sen firmeta-
FerBaodes uoerra.
Elixir II. llorato
Tomei o El xir M. Mor ai o preparado
dor D. Carlos, e estuu boni completamente
daa empigens que me perseguiam. Agra-
deciendo.
Sou etc. etc.
8. Paulo.
3os Alves Mttrquee.
Deposito em Pernambuco Comp. da
Dragas e ProductoB Chimicos.
Clnica medica cirur-
PARA DOENTE
Vinho Maria
gica
i o Dr. OuaiMsM ttlvM
Especialidades: melewlaa ue teuorm, crian-
gas, te apyarelbo resDiratcno .digestivo
DA consallas das 10 i da larde em sos resi-
dencia patee do Terco n. 31-
Allende a chamado- para lera da cidade.
'*>
T
I ILEGffl
A classe dos mercieiros
t^ZT-J* f Tw!JVe,m 1*S+ e este"im;oruTteamdrcCamenU?o

F



Diario de Pernambuco Trc*a-feira 11 de Setembro de MSQ5
IIGO
-v*
AVOHA.
I Os nossos cumprimentoa a esse bo-
raem Ilustre que em Botucat, gosa de
. $eral sympatbia e ao qual dejarnos
rio natalicio, muios de teus amigos *"- negcl0S- y______
preparam-se para te fazerem uma,-r^
manifestagao de regosijo por tao k'Q'f'C)
faustoso dia, nao querendo, porm, JL I>X (A
fazer-te sorpreza, avisam-te que hoje
a noute deve sahir cinza, e o cognac
rasileiro do Veras ver-se-ha doido.
Au rcvolr.
Salve 1 de Setembre
QfMeu querido irmaosinbo Franeisquinbo
hoje dia que completas o teu primeiro an-
niversario natalicio, acceita de tua que-
rida irma que te estima, um beijinho por
to faustoso acontecimento, e que possuida
do mais vivo contentamento, faz votos ao
Omnipotente, para que os nossos queri-
dos p is Theodoro Ramos e Francisca
Ramos, tenham serapre a satisfacao de
verem datas como esta se reproduzirem.
Osminda Ramos.
Botucat
Deve ser lida com interesse a seguinte
noticia, que a Fanfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazl, especialmente este
florescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaos do Sr. M. Morato, mas nem
todos conbecem o alto mrito, a bonda-
de, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Carlos,
que um joven cheio de intelligencia
ce estudos, que com o seu h-bor incan
cavel soube ganbar os elogios da varias
celebridades medicas e tantos atteatados
de benemerencia por parta de numerosos
doentes, hoje perfeitamente curados pelo
maravilhoso Elixir.
E visto abordamos este sssumpto, de-
venios dizer, por amor a verdade, que
tanto as pilulas de Tayuya como o Eli-
xir M. Moratj sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeir e que a sua
yenda foi autorisada >elo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depois.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que = se encontram na flora de
nossos serioes, s serve para a cara mi-
racub.sa da asthma, do cancro das do-
res rbeumaticas, da syphiles da terrivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, palo chele de urna tribu de in-
dios, cujo nome agora nos escapa, ir_as
aue opportunamente designaremo1, por
que este facto se prende urna interessante
historieta, que vale a pena sar narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
em urna importancia excepcional e pode
competir com os melhores desse genero,
que se achara as demais partes do
mundo.
Asistimos ha alguns dias, prepara-
do deste Elixir, acompanhando atenta-
mente tod> 8 o* trabalhos, desde a tritura-
co d 8 vegetaes at ao eacaxotamente,
ao qual se segu a expedicao para a?
mais importantes pharmacis8 da Europa.
* Alm do curioso processo, sao dignos
de admirar a fiscaiisagao, ordem, disci-
plina qne reinam no ampio laboratorio,
do qual s hoje o Sr. D. Carlos coraeca a
colher os fructos, alias altamente lison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo
pecuuiario*
O Sr. D. Carlos nao se deixa, porm,
dormir sobre os louns, cogitando sem-
pre em ampliar nuis o seu estabolaci-
mento, estudando o processo para fa-
brico de outros productos medicinaes que
serio, antes de tudo, submettidos a analy-
se dos mais notaveis e intelligentes uie-
dicos.
doente
VINHO MABIA
Advocado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, dar
10 horas da manhS as 4 da tardn.
Dr. \unrs Coiinbra Clnica M)
ateo Cirurgica Consultorio, a ra Mr-
quez deOlinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 d 2 horas da tarde.
EspecialidadesFebres, partos, moles-
tias de senhoras e criancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
?---------------
Elixir depura-
tivo vegetal
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
ipprovadr. pela Inspectora Geral de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 21
de Julho de 1887.
EslJ depurativo de grande eficacia as mo-
estiaa sypbilitica pe irr.oreza do saogue; assim
como em todas as molestias das senhoras.
Tem curado radicalmente maitas pessoas ac
commettidas da terrivel moles bariberi.
Rheumatismo avpbilitico ou gotozo, dr scla
tica erupc6e8 de peiie, cancros, e cancros ve-
nreos, flores brancas, byaterismo. frouxidSo de
ervos, irites e outras inflammaces dos olao
molestas do ligado, escronboias, esccrbntoe
soffnmentcs de estomago, ulcerae, gommas, lis
olas, empwge dens, altros, pannos e manchat
da pelle, booas e bones, samas, atarrbos e
quaesquer moldstias da bexiga, entre outras
albuiouna, ourinas doces e sanguinolentas
aaemia, paralysia, erysipelas, e inflammacle
pas percas hemorrboidas, ma, s bor^oe
melles, mmeres, nevralgias, e elepbantlais da
morpha, as irregularidades da menstruaco.
Prova-se com aqnelle numero de atistalos
publicados e os que existen; em nosso poder
sfticac: deste elixir as molestias indica?.
HnroDtra se a venda na Botica
do Rosarlo n. 35
A'rna Baro da Vitoria i. 37 se dar todi
qoalqoer explicac&o que for precisoocerca desti
Separado.
Colado coa fauif4es
Modo de usar
Os adultos tomaro quatro eolhere das a
?opa pe maob e quatro noite.
As criabas de \ a 4 annos lomaro'uma ce
Iber pela m mh e outra a noite e as de 5 a
idoos turnar ao duas colheres pela manh aaa.-
oite
WIIERGIO
Bolea Commerclal de Peruum-
fouco
COTACOES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COERETORES
Prafa do Recife, 16 de Settmbro de i8g$.
Nao boQve cotacao
O presidente
Antonio Marqoes deAmorim.
O secretarlo
Mancel G. da Silva Pi lo.
Cambio
' O* bancos ahriram com a taxa de 10 5,8 so-
bre Lonlres a 90 das, sob ndo depois para 10
3|i, ao Techar o mercado mostrou-se meaos Or*
me e os Bamcos recu-avam saccar a esta taxa.
Em letras particulares dSo constou negocio.
Cotaces de gneros
Jttra o agricultor
Assucar
Brinco, por 15 kilos 3/500 a 44830
Surxeooa.llem, dem 248J a 34200
Mascavado dem, dem. 1*980 a 24100
Keame, dem dem 14300 a 14560
Ais o da o
Foi vendido a 114500 por 15 kiioa.
alcool
Por pipa de 480 litros 2054 nominal.
Agurdente
Por pipa de 180 lutos 1154 venda.
cores
Seceos salgados na base da 11 kilos 14050 ris
venda.
Verdes 630 ris, nominal.
Carnauba
Cota-ee de 234 a 354000 por 15 kiios.
el
Por 1104000 nominal.
laportaeo
Himburgo e Lisboa, vapor allemSo Sanio9,
entrado lo da 8 do correte e coasignado a Bo
rstelman &C, mam festn :
Carga de HambO'go
Amostras 25 volomes a diversos.
Agua mineral 1 calxa a A. R. Soares-
Artigos para chapeos de sol 18 caix*s a Leite
Bastos A C-, 1 a Tavares e Freir, i a A. F.
Areiaa.
Balanzas 2 caixas a Gomes & Fonseca.
Catalogo 1 caixa a J. K-anse & C.
Chapeos 6 caixas a Raphael Dias &C. 1 a
Compaobia de Chapeos, 1 a T. Just, 3 a Scares
fc C., 8 a Samarcos & C-, 12 a Adolpho de Cas-
tro & Silva, J A. Dids & C. 2 a Macoel da
Silva Carvalbo, 1 ordem, 8 a A. Fertandes &
C., i a Cristiaoi & C
Cosros 1 calxa a Braga ft Castro, 1 a J. N. da
Fooseca, 1 a A. Fernandos C.
Colla 2 caixas a I. R- da Costa, i a G. Halli-
day & C
Chapeos de sol 1 raiza a Tavares & Freir, 1 a
Leite Bastos & C
{ clitica :::::: ::::::::
i O DR. CORREA DE SA'. tem
o seu consultorio medico-cirur-
gico na ra do Rangel n. 8, I.*
andar, d consultas todos os dias
de i IJ.2 s 3 ii2 da tarde.
Residencia ra da Imperatriz
n. 5, 2.' andar.
Especialidades :
Molestias e operagoes de olhos.
Conservas 2 raixas a Cnrlsiianl & C.
Cachimbos 1 rana a Alfredo Pinto.
Clcanos 3 caixOea a ordem.
Cerveia 10 caixas a Abranies & C. 2 a Uedei
ros I maos 4 C, 5 a Jos Ferr.ra, 40 a Maia &
Silva.
Frascos 2 caixas a Tavares Lapa.
Ferragens 5 vo ornes a Albioo Silva & C, 64
a Silva & Santos. 1 a J. N. da Fonseca. 10 a A.
Pinto da Silva & C. 2 a C. Halilday & C, 1 a
A- Fernandes k C, 6 a Parete Viaona & C, 3
a A. de Carvalbo & C, 6 a Viaana Castro & C,
11 a Mraoda & Souza, 1 a Maoael Coliseo &. C-,
4 a A. de Carvalbo & C.
G-.val;s 1 caixa a A- ionio Domicg s de Lima
& C, 1 a Villea & C, 1 a B. de Aievedo & C.
Farioba de veia 2 barricas a Mello & Bisel.
Harmnicos 1 caixa a Ma.oel Collado & C.
Machinas 6 m times ordem.
Ditas de costura 12 volomes a cavile Vianoa
& C, 16 a A. D. de Lima & C, 14 a Miranda
& Soma.
Movis 18 volomes ordem,",! a J. N. Fonse-
ca, 1 a J. Ferreira.
Mercaderas 5 volumes a T. Just, 13 ordem,
1 a N. Ponsec & C, 2 a Rodrigues Sruia Ir-
maos, 4 a G. de Muios Irmaos, 11 a Prente
Vianoa & C, 3 a Rodolpbo Antones dtC, 3 a
Prdro Antones & C, < A. R. C. Campos, 3 a
Cbnsttaoi & Fer.-eira, 1 a Raaaire M. da Costa &
C 1 a B. Lopes, 4 a Max Drecbsier, 6 a Braga
& Castro, 4 a Manoel V. Neves, 3 a J N. Fonse-
ca, 1 a Gjucalves Cuna & C, 5 a C. Halliday
& C., 1 a Samircos & C, 1 a A. Fernandes &
C, 45 a J. R. da Fonseca, 3 a Gomes de Mallos
Irmaos, 1 a Mello Ai'vedo, 2 a Cattro & Medei-
res, 3 a B. Ferreira & C 4 a Joao Das Morelra
& C-, 1 a C. Baria, 1 a T. Lapa, 1 a Villeia &
C, 1 a Barbosa Lima & C, 3 a Manoel Joaqom
Ribeiro & C 4 a M. S. Franco, 1 a A. O. de
Lima & C, 6 a O- Bastos & C, 6 a Francisco
Laoria & C, 1 a Ribeiro & Almeiua, 1 a viuva de
B. Googalves Cascie, 1 a G. Porto. 1 a J. R. da
Costa.
Matertaes 75 volomes a Das Por.tual & C.
Maoteiga 1 caixa a C. Barza.
Pimenta 30 saceos a Joo F. de Almeida.
Papel 38 fardos e 2 caixas ordem, 3 fardos
a Olivera Bastos A C. 4 a J. E Porcell, 3 a Go-
mes de Mallos Irmaos, 10 a Vicka & Silva, 15
coixas a Manoel lo aj & C, 3 a Ramiro M. da
Costa & C, 1 a N. Maciel, 3 a Gomes de Mattos
Irmao.', 1 a C. Medeiros, 1 a C. Fernandes & C.
Pesos 1 barrica e 10 a Gomes & Fonseca.
Papel de impreseao 12 fardos a Manoel Figuii-
roa de Farla b Fil os.
Porcellaaa 4 barricas a O. de GasmSo, 1 a J.
Almeida.
Plano 1 caixa a Nones Fonseca & C, 2 a N.
Maia, 1 a Maria G. de Mattos, 1 a A. Soaraa & C.
Paraoa 14 caixas a C. Fernandes & C.
^P,urnas 1 caixa a A. Fernandes & C.
Qneijos 19 caixas a Alfonso Tabords, 20 a C.
B ra, 48 a Joaquim Ferreira de Carvalbo & C.
Tecidos 1 volume a Joaquim GoDC/ilves 4jO,
3 a Rcdrgaes Lima & C, 9 a A. ae Brillo & r. ,
I a S.nta Casa de Misericordia, 1 a Mattos Ca
mioba & C, a Olinto Ja'dim & C, 2 a R. de
Carvalbo & C-, 1 a D. Loureiro & C-, 2 a N.
Mala 4 C, 7 a Machado & Pereira, 4 a Alfonso
Mala & C-, 3 a L- Maia & C, 1 a Manoel C< n ,-
co 4 C, 5 rame.- Frey & (j-, 1 a A. Mala 4
C.. 3 a Men ooca Prime 4 C, 1 a B. de Aieve-
do 4 C, 1 a Goncalves Conoa &.C., 3 a N. Fon-
se:a dsC, 1 a Viliela &, C., QaBenei &C, 3 a
Mullera C.. 23 i ordem, 1 a Tavares 4 Freir, 2
1.
Vianna do Castello, 15 de Maio de 1886.
Illms. Srs. Scott e-Bowae.
Techo empregadu a KmuUSo da Scot
com grande resaltado e nSo menos vaota-
getn sabr os outros preparados d'oleo d-
riga-.o de bacalhau ao8 individuos de con-
stitoigSo fraca e temperamento ljmphati-
co e eapecialmente as enancas affectadas
de rachitisrxo, osteomatocia e escrophos
lismo.
Jos Mendes Norteo.
Bauharel formado em Philoiopbia e em
Mcdicio, e CirurgiSo pe Uaiversidade
da C imbr, Socio Correspondente do Ij-
ututo de Coimbrs, do Ketiro Litterario
Portaguei do Rio de Janeiro. Associado
Provincial da Acdemia Real das Soien-
cias de Lisboa, Profesaor do L?cea Nacio-
nal de Vianna do Castello, Cjmmendador
da Orden de Nossa Seohora da ConceieJo
de Villa Viyoa, F.da'go Cavalleiro e
MocoFidalgo da Caaa Real, com Kxerc
co no Pago, Delegado de Saude do Dis-
tricro de Viaona de Castello, Medico de
partido da Cmara Municipal e do Hospi-
tal da Santa Casa de Misericordia mata
Cidade.
------------ m-------------
Au Paradis des Dames
Casa especial de artigos para
Noivas
Ba Bardo da Victoria 38
Telephone 59
^
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de &e-
nhoras e creancas. Consultas de 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto)
qualqure hora, tblephonb n. 226
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendonqa
Consultorio: Ra da Imperatriz n- ,
1-. andar.
Consulta : de 1 as 3 da tarde.
a Joaqoim Luli Telxeira, 1 a A. Martios & C, 1
a Veoiura M.iQtU & C, 2 a Vieira & C.
Ti: tan 20 barricas Companbia de Drogas, 8
caixas a A. B. de Soma.
Vldros 3 volumes a Barbosa Lima & C, 2 a
IJ-ai'a & Castro, i a J. Das Morelra, 6 ordem,
1 a C Medeiros, 1 a A. D. de Lima & C, 1 a M.
I maos & C.
Viobo 10 caixas a C. Pa-ia.
Carga de Lisboa
Cebb'as SO cilxas a Campaohia de Estiva. 50 a
Fe'retra Roa iaues <*C.
Cimnas 1 caixa a A. dos Santos & C.
Livros 1 caixa a Ramiro M. da Costa &. C. 1
a F. N. Irmios, 1 a L. A da Stlveira, 1 a F. P.
Boolureao, 1 a M- Lavme.
Sardiobas 30 caixas a ordem, 10 a J. R. N. da
Silva.
Viobo 35 caixas a J. F. Lima.
KiDorfveo
Reelfe, 16 de Setembrode 1805
rara o exterior
No vapor iogles Mercbaot*, pira Liver-
pool, cirreearam :
B. Williams 4 C, 400 fardos com 70,835 kilca
de algodao.
Blackburn fcC, 1,940 Kilos de borracha.
Para o interior
No vapor nacional luquu, para Ric Graa-
de do Sul, carreearam :
S. Goimar&es & C, 300 barricas com 33,636
kilos ae assocar ortico
Para Pslolas, carretn :
C F. Caitaj, 120 barricas com 13,833 kilos
de assucar mascavado.
No vapor Irancez Corsica, para Santos,
carregiram :
S. Goimares de C. 500 saceos com 30,000
kilos ae assacar braoco.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
C. F. aacj, 603 saceos com 36.300 kilos de
aesucar mascavado e 395 ditos com 23,700 ditos
de dio b anco.
H. S. Lojo & C, 100 saceos com 6000 kilos
de assucar Draoco.
No vapor nacional Espirito Santo, para
Babia, carregaram :
a. 4 cardoso, 20 barrio 8 com 2,285 kilos de
assucar retinado.
Para Rio de Janeiro, carregou :
L. A. da Co la, 250JO cocos frusta.
No vapor nacional Jaboai&o, para Babia
carregaram:
J. Salitoeiral &C, 32 barricas com 1.760 kilos
de assucar reoado.
Para Aracaja, carregaram:
J. S. do Amarai & C, 5 narria com 200 litros
de viobo de froci. s.
Para Penedo, carregaram :
J. S. do Amaral 4 C, 40 barris com 1,600
litros de vinbo de (rucias e 19 garraOes com 160
ditos de gecebra.
No vapor nacional Maranbao, para Cear,
carrega:
M. Bandelra de Mello, 2 barricas com US
kilos de carvo animal e 35 ditas com 2,750 duos
de aasocar refinado.
Para Maranbao, carreearam:
p. R. da Silva 4 C, 1 caixa com calcados.
Para Mandos, carregaram :
P. Carneiro & C, 10 barris com 1.024 kilos
de sebo e 80 ditos con 7,200 litros de aguar-'
d?oie.
tDITES
Secretaria da Indus-
tria
Ia directora
Em 13 deSetembro de 1895
De ordem do Dr. Secretario interino e
de ccnformidade com o diiposto no art. 9
do Regulamento expedido em 5 de Agosto
fiado, fco publico, a qoem interetsr
po(8, o theor da petizo dirigida a eata
Secretaria pela firma social Moreira 6c
Rangel solicitando auxilio do Estado
para fandacao de ama Usina no Engenho
Pan Singue de aoa propridade e o extrae
to de todos os documento! que iostruiram
a mesma petic&o.
O director-geral,
Joao Dinia Ribeiro da Cucha.
Illm. Kxm. Dr. Secretario dos Nego-
cios da Iddustria do Estado d Poraam-
buco.
A firma social Moreira & Rangel, com-
posta do coronel Silviaoo Moreira Cavel
caoti e do Dr. JoSo Jerooymo Pontual
Rangel, legilmente comtituida como prava
coc o documento junto n. 1, pretenden-
do fnodar no Engenbo Pau Saogue do
muaicipio de Qamelleira, unta Urina de
fabricar assucar e alcool, d-s oaonas fjr
needas pelo mencionado engeabo e mais
pelos seguintes :
fBom Succe-so, Varzea Grande,
iJofio Gomes e cPereira Grande, cujos
psopriet rioa j frmaram contracto de for-
necimento de cano com a supplica te,
ooa.0 ve-se do documento n. 2, o mais
ainda os dos engenbo Bello Piad, Ca
racubype, outros cojos proprietarios
querem firmar contracto de foroecimentv.
de caorjks que ainda nao foi lavrado or
ter a supplicante duvidas, se a Usina, qne
prentendem mootar c-m expacidade para
fabricar em 24 horae, 250 sacos enn
saucar de 75 ^ilogrrammas oadt um e
6 pipas de a'cool de 480 litros cada urna
dr-ntro do tempo sprc priado para a colhei-
ta da s-fra, poder colber conveniente-
mente as cannaa de todos eiles, visto S'-
rem todos muito exteesrs ferte s ; vem
requerer a V. Exc. que de accordo com
aa leiB n. 113 de 25 de Junho deste aono
e o. 25 de Desembro e.o anno prximo
p^ssado, camLioados cim os Decret s d
15 de utubro de 1890 e de 31 de Janei-
ro de 1891, se digne de d.nceder-lhe o
auxilio de oito tintos oontoa de reia,
rs. 800.000S00O, em apolices ao juro .e
7 T ao anno, para aquella tico,
ffereoe a supplicante em garantia d<
Estado bypotbeca do sopra menciooado
eugeubo Pau Saogue de prcpndude ex-
clusiva come prova com os documentos
jomes de ns. 19, 20, 21, 22 e 1.
Prova maia a supplicante qne este en-
genho nao esli euje'to a onns de especie
alguma, documentos ns 4, 8, 12, 14 e
15, de maneira que a hypotheca que pre*
tende t'- ser em tavor do Estado, fica em
primeirc logar e srm coocurrencia, c'^mo
exige o art. 3- do Decreto citado de 15
de utubro ; que o aeus terrenos estSo
devidamente demarcadas, documento n.
18 como ex>ge o menmo artigo acitra ci-
tado ; que a sup 1 cante, isto os s-ua
a sociadrg, nao sBo tutores, nem curadores
de orphaos, interdictos on ausentos, docu
mentoa os. ti, l1 e 10 e que n&o exige
contra os m amos hcc.au ou exeiu^ai, nem
que tenha por obje to o Engenno Pau
Sangue, dcGimentos ns, 12, 14 e 15,
que nao esta peuborado sequestrado ou
embargado, documento n. 8, qoe nao sao
devedores a Fazeida Geral, Estadoal cu
Municipal, por impoato ou por outro qual-
quer titulo, documento n. 4 ; e finalmente,
que, nao sSo teatamenteiros, nem eatao
sujeitos pr attro de cuntas em juizo
A. Irmaos & C, 40 Darris com 3,520 litros de
aguaraente e 40 Oarticas com 2.9UO kilos de
abocar Oranco.
A. Irmaos & C, 509 caixas com 6.500 kiloa
de sabao.
A. Fernandes & C, 3 caixas com 195 kilo*
de doce.
P. Pioto 4 C, ibO barris com 15,810 litros de
agaardeale e 5 ditos com 440 ditos de ai.'io .
F. Rodrigues & C, 30 caixas com 390 kilos
Jesabao, 15 barricas com 828 ditos de assocar
branco t 5 barris com 450 litros de aguardeute.
Na biate Correio de Macao, para Maco,
carregaram:
P. Ptwier Factory, 20 barris com 230 kilos
de plvora.
P. Alves & C, 6 barricas com 474 kilos de
assucar brancj e 2 ditas com 120 ditos de dito
retinado.
Para Mossot, carregou :
P. Powder Faciotv, S caixas cem 30 kilos de
plvora.
No biale Barroso, para Maco, carrega-
ram :
A. Fernandes & C, I barril com 45 litros de
viaagre, 5 calas com 44 ditos ue geceora e 1
dita com 8 dito& de vinbo de jaoipaoo.
Na barcaca Cruzeiro da Guia, para Mar-
gogy, carreearam :
S. da Figoera & C, 4 caixas com 100 kilos
de sabao e 3 ditas com 2> litros de genenra.
Na barcaja Snboa, para Parabiba, car-
regaram :
P. Valente & C, 20 barris com 600 litros de
viado nacional.
No coier Jaguarary, pira Natal, carre-
garam :
Baoks & C, 9 volumes com 678 kilos de
lomo.
no biate Tentadora, para Camossim, car-
regaram :
J. Salgoeiral 4 C, 20 barricas com 1,100 kilos
de assucar retinado.
C Pinto & C, 2 barris com 450 litros de
alcool, 10 caixas cem90 litros de cidra, 103*
oarris com 5,075 ditos de viuno de troclas, 110
caixas com 980 ditos de geoebra e 21 barris
com 1,575 ditos de vinagre.
p. Vianna 4 C, 5 caixas com 75 kilos de cera
em velas.
Heodlmenlos publico*
Mes ce Selembro de 1895
Renda geral:
|)o da 2 a 14
dem de 16
Alfandega
710:3934502
69:6624041
Renda do Estado :
Do da 2 a 14 68:3674942
dem de 16 4:6234371
Somma total
770:0554543
71:9914313
843:0464856
por este encargo, documentos ns. 5, 1C
o 17.
A aooa em que a supplicante pretende
fundar a Usina, nao t extremamente
frtil, como do orna extenslo enorme, qae
pode oom faoilidade ser certaa por lioba
terreas, visto a natureaa e topograpbia dos
terreos a isto preeatam-se admiravelme -
te, garentindo portaoto materia prima
para a usina em quantidade tal, que ser
nfceasario augmentar a sua capacidade.
quando todos os terrenos foram "conve
nientemente aproveitados para a pluatac&o
de canms ; pois s os engeohoa qoe aBu
obrigadea ao foroecimento, por torca do
ontracto junto, documento d. 2, fasem on
topprimeoto annaal de victa mil tooal dds
que com cinco mil que pdc fornecer o
engenho Pao Sangue preias a somma
de viot" e cisco mil tontl-.das, qoe a
quantidade de canoas que a usina pode
trabalbar em cem dias, como se ve do or-
ymecto junto, da fabri.a qoe tem de for-
necer os machinismos
Satisfasendo portanto a sopplicante as
ex:gencias das leis e decretos, qoe auto-
rinarn o emprestimo s usinas, para o aa-
xih y pedido d oito oentos co tas de reis
rs 800.000^00, por quento o de qu-
ohentos cootos o autorisado para b
uainis da capacidade de cem saceos dia-
rios, que e n. exigido pelos decretos ci-
tados de 15 de utubro de 1*9D e 15 do
Jane pela lei n. 113 deste anno, neate ponto, e
protestando por qn-Iquer outro douomento
qne Ihe seja exigido, espera ser attentida
e oestes termos
Ped detrirento,
Recife, 29 de Jo.ho d* 5 895.
Moreira & Rangel,
RolacSo dos documentos que
acompanhaiu a peticSo sn-
pra :
Dcc. n.l
Escriptora noblica decuiracto social aue 'a
sem o Coronal Silviano Morena Cavalcaiti e o
D Uior JoS Jeronynn Pojioa1 Raogel sao a fir-
ma social Moreira & Ha ni uara a foaddC&o
e expiora(o iodoainai de orna U'iaa iie fab'icar
aesucar e alcool no Eneeono Pao Saogue i\
tu lo do Municipio Doc. n. 19
BTptn' rte cosaa- dedi'eito qce fat D. Ma
ra Zu nfra Marques ao Coronel Silviauo Moreira
Cavalcaotl.
Doc. o. 20
E c iptira r^e eala e ceesdo d eredito que
faii-m Francisco Faustino de B-|i'n & G. e Sb-s
USoPeeira Basles-sua molbe' D. Moi A;cio-
ly V'i" a B alo- ao corooei Silviaoo Moreira
CsvaicaoU.
[Dic. n. 21
Escrintora de venda o Engenho P'n Singue
qu^ laxero A i aro M^rqufS da Silva e sua mnloer
ao corouel S.lviao Moreira Cavalcanti.
Doc. o. i i
Esc'iptiira de venia deuma Darle do Engenho
P'o Singue que faz Amaro Marouej da Suva
como totor da iroriS Bemvluda ao coronel Sil*
viaoo Moreir< Cava'caoii.
Djc o. 23
Es riptur de venda de iuas partes do Enge-
nno Pao Sangue que faz Adolrba Asirlobo
Los de AlDuque-q-e por si e por eos timos
Mara e Atlbur ao coroael Silviaoo Moreira Ca-
valcaou.
Doc. n. 18
E-criplo"a da rtemarcagaj amleavel fea pelo
corout-l Snv anu M-)rei a Cavalcaoli, p'OP'iela-
rio do Engenbo fio SaoyU' com seus be eos
coabaaoles, devicamente Icgali.->ad3.
Do<-. o. 30
Plaota do Eogeobo Pao Saogoe.
Dor. n. 31
Planta da Usina a -er (oouada no mesmo Eq-
eeono.
Doc. o. 4
Curtidlo do esenvio na Taesouraria do Co-
( Ido Mu'iicip .i de i i-u-lleira, attestanlo que o
Engenho Pao S-n^ue j eti sojeito ao impos-
to fnre engeobjs rela'.ivo ao eserc lo de 1894
a 1895.
Doc. o. 8
Ce'lldSo do ofSclal do registro geral de bypo-
lhe<'a de GiiueiUirj atiestando vio coustar
oenbuma bypoibeca contra o Eagenbc Pao
SaDgue.
Doc. D. 12
Daas certidOes dos escrisS s do civel, coro-
nercioe ex-cocOs de Gamelieira, attestanao
nao correr em 3t03 carinos !iCf io algoma 'ivel
ou commercial contra o coronel Silviaoo Moreira
Cavalra iti neTi exisur gebre o seo Eogeobo
RE-.EbK:>'rtlA D') ESAUD
Di dia 2 a 14
dem de 16
RECIFE DrtAINAGE
Do dia 2 a U
dem de Iti
183 8S.-8SI
20-3994374
301:9314804
17:4494694
2*374344
30:2774038
3* seceoda Altandega de Pernambuco, 16
de Setembro de 1895.
O cuete da seccao
L. F. codecera.
0 ibesooreiro
Luiz Manoel R. Yaleosa.
lluTlmenio do porto
Navios eoirado-; uo aia 14 ie Setembro
Macaos e encala12 das, vapor oacieoal Es-
ptrno Sioto.a de 1760 toneladas, eooipagem
61 tonelada?, commaudante Franciscj de OU-
veira Maredo, carga varios gneros A Pereira
Caroelro & C
Rio Grande13 dias, lugar noroeguense Eig,
de 197 toneladas, aquipagem 7, cap tao A.
Abrabamteffl, carga xarqoe; a N -va Maia
* C.
Rio Graode16 dias, patacho noruegueaae Yie-
tona, de 360 toneladas, eqoipagem 7. cap-
tao A. Cbri8tiansen, em lastro ; a ordem.
Boeooo-Ayres13 cas, vapor inele Hrtalo,
da 1638 oriela Jas, eqopagem 33, comrjjaodaQ-
t- H. Wigql, carga mllbo; a Wilson Soos
& C
Liverpool e escala16 dias, vapor ingle Orel
lana, de 3095 toneladas, equipaeeai 91, com-
aian'danle G. E. Cotk, carga vatios geoeros ;
a Wiison Sons & C.
Nivlos sauidos do mesmo dia
Valparalzo e escalaVapor ingles Orellana,
commaodaote G. E. Cuck carga varios gne-
ros.
Hamoo'go e escalaVapor allemao Desterro,
comcaaodanle H. Scboieron; carga varios g-
neros.
Rio de Janeiro e escalaVapor nacional Espi-
rito Santo, commaudante Francisco de Oli-
veira Maceoo ; carga varios gneros.
Mercado Municipal de 8. los
O movlmento deste mercado no da 14 dcS ten -
bra foi o seguinte!
Entr'ratn :
49 bois pesando 9,e93 kilos
805 kilos de peixe a 20 rs. 84 00
6 compart. com mariscosa 100 -s. 460C
4 ditos com camarfles ? 100 rs. 4400
36 1/2 columnas a 600 rs. 154600
1 carga com galliobas a 500 rs. 4500
8 cassoaes com galliobas a 300 rs. 244-0
5 cargas com milbo verde a 300 rs. 14500
1 carga com amendoim a 300 4300
11 cargas com batatas a 300 rs. 34300
2 cargas com macacheiras a 300 rs. 4609
3 cargas com cebolinho a 300 rs. 4900
4 cargas com gerimuns a 300 ts. 1420 >
13 cargas com verdoras a 300 rs. 34900
2 carga com canoa a 300 rs. 4600
6 cargas com Uranias a 300 rs. 14800
1 cargas com tame a 300 430
1 cargas com loogas a 300 rs. 4300
3 cargas com diversas a 300 rs. 4600
21 cargas com feriaba a 200 rs. 44203
10 cargas com milho secco a 200 rs. 24000
7 cargas cem feiao a 300 rs. 14400
66 logares a 360 rs. 134200
42 Suiaos a 200 rs. 34600
12 comp. com snineiros a 14000 124000
8 comp. com seineiro* a 700 rs. 54600
Pao Sangue penhira, arresto ou seiueitro
oem aseiro nao baver coaira o mesmo coronte
execocao de ooa quer oatoreta nem me.-mo qae
(Tecle o seu Eagenbo ja mencionado.
Doc. o. 14
Das cenidOes dos esTives do jnixo do civel
de G meileira aileataud.i n.'io correr por feos
carttrios accao algoma contra o Dr. Jnao Jero-
oymo Pontual Riogel oam baver contra o enge-
nno Pao Saogue neobuma penbora. arresto oa
sequestro.
Doc. n. 15
Daas Cfr'ides dos escrr.a-s do juizo docom.
mercio de G^melleira .ties ando do correr por
seos carinos aeco algoma contra o Dr. Joao
Jerooymo Pontoal Rangel nem hercomrao
engeuno Po a.-ngue peobora, arresto ou se-
questro.
Doc. n. 5
Certiio do esenvao de orpbSis da Errada,
no .u.pedimen'n do competeute, atleetando nSo
ser o coronel Silviaoo Moreira Cavalcaote tes-
tameot-'iro de aigoem nem ter coota a prestar
visto o ter ex^rcido sqoeile encargo.
. ca. ns. 10 e 17
Doai cerliaOes do es rivo du provederia de
Gameli"ira atieitaodo nao serero o corooel Sil-
viaoo Moreira uavalcante e o Dr. Joo Jerooymo
Pontual Raogel teBi^menteiroa de alguem nem
terem coma alguma a presa-.
D.c. n. 3
Certtdao de coocelno municipal de Gamelleira
atteeiando que e usioa qoe se preieude fundar
ci prejodica em cousa algoma as osiuas (oo-
dada.siu que estejam ge fundando no me.-mo
municipio.
D. c?. H8. 6 f 7
tuas CPitiiCes 'io r.-e-ivau de orphao' da E'.
cana auerUodo nao ser o corooel Silviano Mo.
rPira '.avaieanie (Sior oem i urador de orpbos
oiMnie'JutrjK e uetlarando, no impedimento do
oificol do registro geral cu bypot^ecas, n&o
constar eo livrocimpelente cuctracto algum do.
tal ou aote-nopcial.
Does. ns. 9. II, 13 e 16
Qoa to ce,tid6-'3 do i Okial do registro geral
de Dypr,th>cas e escrivao Bfl orphaos de Gamel.
ItIra alienando oao constar aos livros rompe,
lentes contracto algum dotal oc an'e.oupcial
contra o coronel Silviano Moreira Cavalcaniee
o D-. Joao Jerooymo Puntual BaDgel nem se.
rero os iri'PnDOs ictores, curadores de orphaos
OU IDtldl tjg.
Doc. n. 2
Ecripiora de cooirace d roroecirnento de
canoas qne fazem Moreira & Itingel coore^sio.
nanos da avisa P4j Sangue que p re ende oa foo.
dar do engenho darte nome de soa propnedade
com D. Britea Seria*iiana de Moraes looteirc,
proprieiaria do engenno Va-zea Gande, teneo.
i-.'orocel Antonio J.'s Pires, proprietario do
engeaoo B.ru Bsiicesao, Laorinio de Barros
Co'raia, poorlelario do eogenho JoSo Gomea,
(Jrsunno C'iulinbo de An rade, proprietario do
eogentio Pereira Granne, e o cidado Aotocio
A:cioli Wauderey rrcdeim do sitio Boa. Vista.
Duis. ns. 24 e 25
Daas ceridaoa do esc i a > da collec'oria das
rendas gerae-i e do escrivao da coliectoria das
reol-s esiadoaes de Gamel'elra, atiesianio nSo
dever o coronel Silv.aoo M.reir Cavalcaote a
faz nda geral nem e e o'.t'o qu.iqoer ti'ulo nem esta* sujeito o seu en.
ge ihu Pao Singue a divida alguma pa-a com
as merinis
Docs. n. 26 e 27
Doos a testados, do preleito de Gamelleira e do
Conselho Municipal do memo logar declar-ndo
ter o eogenho Pao Singueextenso soffi-
cieole para fornecer diarlameute. a usina qoe se
p eteL.de fnndar. cannao para 250 saceos de as-
sucar de 75 kilogrammas cada om e 4 pipas de
alcool -enro aaziliaao pelos emrer.bos Bom
Sojcesso, Varzea Gande, Joao Gomt8, Pereira
Gande e o terreno l a-Vista annexo ao ms-
mo eogeobo.
Doc. n. 26 v.
Cerlao do secretario oa p efeura de Gamel-
leira cttendendo qoe a osioa em p-ojecto nao
prejuncaa nenboma desie muulcipio aoxiaa
oo o.o pelo Estado ji fondada ou por fundar.
Doc. n. 28
Orc3tn-nto pira urna faonca de assocra com
moeuaiS ie represso podeodo trabalbar 250 to-
oeadas de canoas un 24 Dn-as de servico.
Doc. n. 29
Orcameo'.o de coito approximatlvo para ios-
taildo da osioaPao Saogae em Gamel-
leira.
Secretaria da Industria
TERCEIRA DIRECTORA
Para conhec-mento dos ioteressa^cs fago
publico que no da 18 de Setembro pr-
ximo vindoi.ro, a 1 hora da tarde, rece
bem-se nesta Directora propostas para a
cciiruccSo de edificioi destinados a esco-
las publicas, as seguintes localidades :
S. Leurtngo, Iguarass, Itamb, Ta-
qoaretinga, Beierres, SdnnhSem, Quipa-
p e S. Bentc, oreado cada um em
14.5141730.
44800
234800
454000
144700
3S4UO)
1084000
3244000
4.2244300
4 5484300
kilo.
8 comp.com fressaraaa Wu s.
34 comp. com comidas a 70u rs.
75 comp. com fazendas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs.
95 comp. com fanona a V*o rs.
54 comp. com tainos a 24000
Rendimento do dia 1 a 13
Precos do da:
Carne verde de 200 a 14000 rs. o
Sumos de 14 a 14200 dem.
Ca-neiro de 14200 a 14500 dem.
Faricba de 800 a 14400 rs. > caa.
Milbo de 700 a 14090 rs. a cnia.
Feao ue 14000 a 240(10 a caa.
Ufarlos esperados
Do Rio de Janeiro
Patacbo nacional 0ear.
Barca portugueza Ailiaogi.
Ue Pelotas
Patrcbo ooruegoeese Eioar.
Do Porto
Brigue portogaez Vareiro.
De Cardiff
Barca osraegoeoee Sala.
Barca noruegueoss Auriga.
Barca noroeguense Augast Teep.ea,
Barca noroegoense Royal.
larca noruegaec- Orioa.
Barca ooraogueose Llene.
Barca aorueeaense Tarist.
De Hamoargo
Brigae allenio Otte Grat zu Stalberg.
Barca aliema Aibatross.
Bngae allemao Jobaon.
Patacbo allemio Marle von Oldendorp
De Memel
Barca allema T. C. Bery.
Barca noruegaense Alert.
Barca ooraegoeore Zamp.
Barca noroegoense Vctor.
De Terra Nova
Lugar inglez Bmolator.
Vaporea a entrar
Mez de Setembro
Explorer, de Liverpool, a 17.
Beberibe. do norte, a '7.
Romao Pnnce, de N'\? York, a 17.
Rosario, do tul, a 17.
Maranbao, do sul, a 17.
8. Francisco, do sol, a 18.
Pelo, de Trlestre, a 18.
Aguamar, do sul, a 18.
Itaoma, do sol, a 19
Clyde, da Eoropa, a 19.
Cbaraote, da Eoropa, a 20.
Alagoas, de oorte. a 21.
Orissa, do sol, a 23.
Sorreoto, de New-Yoik, a 32.
Brasil, do sol, a 36.
Vapores a sabir
Mez de Setembro
Southampion e esc, Tbames, 17, a bora.
B. Ayres e ese., Tamar, 17, as 2 horas.
Geoova e esc, Rosario, 17, s 2 horas.
Mansos e esc, Maranbao, 17, s 4 horas,
tantos e esc, Corsica, 18, s 3 boras.
Sanios e esc, Romao PriQce, 19, s 3 bora?.
B. Ayres e eC,r.lyde, 19,19, s 12 bors.
I
>


>.
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****** .'Mk*0-'0+ *n***W '*+
'
Diario de Pernambnco Terca-felra 19 de Setembro de 1895

hora
No dia 28 de Oatubro a a mesma
recebara- tambara propostaa para -gaaes
conatruccSes e diUa coodic3es, o muni-
cipios do Bom Jardim, Canhotmho, Trium-
pbo, Buione, Bom Conaelho, Brejo, Sal-
gaeiro e Petrolioa, poden! cad propo-
nente ccnco-rer a mis de ama daqaellas
obras, desde que tenba a idooeidade pre-
cita.
As propostaa devem ser escripias por
extenso, aern rksura, emenda ou vicio de
qualquer espeoie, sendo rejeitadas ai qrje|
se r8entirem das seguintes taitas :
i* As que sxcederem os prt fos do or '
^amento;
2a As que nSo forem cr^anisadas de
accordo com o presente edital;
3' As que se basearem em presos de
outrn concurrente \
4* As fi nudas por pessoas que j te
nbam deizado de cumplir contraoto com
eat RaparticSo ;
5" As que oS j offereoerem as garantas
e qualidades exigidas nesta edital.
Havendo duas ou mais propostas era
igua'dade de c>ndc5as, sera preferida a
do concurrente que melbor prova de ido
ne'dade apresentar.
Os proponentes deoveraa indicar Joarg
de su. residencia provar sua idooeidade
para dirigirem e executarem aa obras.
Neohum proponente ser admittido i
concurreaoia, sem que prove ter deposi-
tado na ThesourariadestaReoarticSo on.a
quantia correspondente a 5 ,1 do valor
de cada obra, importancia que perder si,
tscolbida sua prop t o convidada para
assigoar o contracto, a isto se recusar.
Para be a garanta da exeouc&o do con-
tracto, depositar o cootractinte no The-
aouio do Estado urna canijo que seta
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Os rrcameotoB e plactis relativos a
estas obrbs estarao diariamente das 10 da
macha 4 horas .a tarde a disposicSo
dos c >ncurrentes nesta Repsrticao.
Recife, 28 de agosto de 1895.
A Urbaoo P. Montenegro,
director geral interino.
O Dr. Prsfeito do municipio do Recife mau-
dou fazer publico que, por lorga do disposlo no
art. 3." da le n. 123, de 3 de Julho do 1895,
dividi o mu iipio em 33 secges eleitoraes,
para as eleigfjes de Prefeito, Sub-prefeito e
mmbros do Coa elho Municipal, que s tem
da proceder no da 30 do corren'e tnez, fuoc
conaodo as respectivas comtnsses cas casas
abaixo designadas, ouda votarao os eleitores
incluidos no ahstamento que organisou e fez
publicar, de conformidade com o art. 4." da le
o. 99, de 10 de Jucho deste anno :
RECIFE
1.* seccao
Arsenal da karinba
Votarao os elaiiores da letra A al I inclu-
sive.
2.* seccao
Ra da Cruz n. 21
Votarao os eleitores da letraJ-at-Z
inclusive.
Jos
3.a Directora
DA
Secretaria da Indus-
tria
E dI tal
Fago publico para conhecimento dos
interessados, que no da 2i de Seterobro
vindouro, ao meio dia, recebem-se nesta
Repartilo prop. stas em cartas fechadas
devidam^nte selladas, para a conatruccSo
de um boeiro no kilmetro 11.720 da
e:trada de Naaareti orgado em reis
3.4505658.
As pr^postos devem ter escripias po
extens., Bem rasura, emenda ou vicio de
qualquer especie, sendo rejeitadas as qae
e resentirera das seguintes f*ltas :
Io As que exsederem os presos do or-
namento ;
2' s quo nlo irem o'ganisadas de
accordo com o presente edital ,"
3 A que se basearem em oreos de
outras propostas s
4 As firmadas por pessoas que j te
nham deixado de cumprir conttacto com
esta Repartidlo ;
6o As que nao offerecerem as garao-
tias e qaalidadss oxigi las neste edital.
Havendo duas ou roais propostas em
iguald-.de de condicSes sari preferida a
do proponeote que melbor prova de ido-
neidade apresent*r.
Os concurrentes deverao, alera da ido-
neidide para dirigirem ou txecutarem as
obras, indicar o logar de sua residencia.
Nenhum proponente seta adraittido a
concurrencia, sen: que prove ter deposita-
do naThesiurariada.it Repertigao qu.n
ta correspondente a 5 .y do valor da.
obra, importancia que perder se, esco-
liada sua proposta e convidado para as
signar o contracto a isto ae recusar.
Para a boa garanta da eaecucSo do
contracto depostala o contract*nte no
Thesouro do Estado urna caucSo, que ser
previamente arbitrada por eesa Direc
toria.
Nesta ReparticSo estarao a dispoticSo
dos Srs. concor ectes das 10 as 4 horas
da tarde, o ornamento e a p'.aota respec
tiva.
Recife 129-95.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
*>
Secretaria da Indus-
tria
3' directora
Fajo rublko, para conliecimento dos inters-
eada?, que esia directora recebe, no dia 7 do
correte mez, propostas para o concertos a fa-
zer-ge r a radeiada cidade da Victor, orgados
3:8931018.
As proponas devem, ser convenieoteme ule
selladas, entregues em cartas lecbadas e coa-
terem ero termos claras :
!: O pr'r > peio qoal se propOem os licitan-
te? a execniar os reparos ,"
2. O* lucaes de seas residencias ;
f 3. Prova de idoneidade profisaional para di-
ritfi na e execolarem os traoaibo'.
Havendo dms ou main propostas em igoalda-
de ce oond QOe?, ser preferido o concurrente
qw i elhores provas de idoneidatfe offerece-.
Sa^" cerSo aceitas as propojtan que se reseatt*
rem dss seguintes faltas :
l. Ai que excederem os presos do orsa-
meDto;
2." As que nao forem organisadis de accordo
com o presente edital;
3 A? qoe se batearem sobre presos de pro-
postas d ootro concurrente;
i." As qu forem firmadas por peesoas que
tiverem ja teixaio de comprir coot-actos cele-
brados com a extincta Repirticao das Obras Pu-
blicas!;
5.* As de concurrentes qae nSo offerecaa as
garantas e qualidades exigidas no pre tale
edital.
Xenhnma proposta ser aceita sem que o pro-
ponente aprsente recibo que prova baver depo-
sitado na ihesourarla desta reparti a qaantla
de 200O0O.
O proponeote que tiver propista fscolbida e
se recusar a assigoar o termo de contra :io den-
tro de seis das aps previo aviso, perder o
direlto a caoco cima.
Para boa garanta da execucao do contrajo
depes tara o coolraclaate no Thesouro do Estado
um cau.ao que sera previamente arbitrada por
c-e^aria.
O orssmento acha-e i dioposico dos Srs.
concurrentes, di ira i ente, ias 10 botas da mo'
ub s % da Urde, nesta Reparttco.
Recife, 9 de Saterabro de 1895.
Albano P. Montenegro,
. i
SANTO ANTONIO
3.' tecgo
Andar terreo Ja Prefeitura Municipal
Votar* os eleitores da letraAeUin-
clusive.
/* seqo
Theatro Sania Izabel
Votiro os eleitores da letraC atF
inclusive.
5. seccao
Lyeo d'Artes'e OfBcios
Votarao os eleitores da letraQal
de liveira Mello.
6.' steco
Escola da ra do Calabouso
Votarao os eleitorea a comegar de Jos Be-
llido dos Santos at o lira da letraJ.
7.' secgo
Sala do Jury
Volaro os eleitores da lelra-L at-M
inclusive.
6'.* tecedn
Escola da ra da Palma n. 53 da nrofessora D.
tl.Hi/.a Amelia de Urummond
Votaro os eleitores da lelraN al >
inclusive.
s. JOS
O' secgo
Escola da ra Vidal de Negreiros n. 16
Votarao todos os eleitores da letraA.
10 secado
Eslago das unco Pontas
Volaro os eleitores da lelraBatF
inclusive.
//." seccao
Escola da ra d aota Rita Vellia n. 92
Volado os eleitores da letra-Gat Jos
Felicio Nato.
12.' seccao
Estaco de Caruar Nova
Volaro os eleitores a comegar do nome Joo
Jos de Vasconeellos at o &d Ja letraJ.
13.' sec;o
Escola a ra do Ooro iel Suassuoa n. 211
Votarao os eleitores das letrasM at Manoel
Marlius Pires.
14.' seccao
Escola a ra 89 n. 107
Volaro os eleitores a coraecar de Manoel da
Costa Ayres Velloso a '/. -inclusive.
BOAV1STA
15.' se c e o
Assitnbla
Votarao os eleitores da letraAat Aniceto
Fortunato Galvo.
10.' seccao
G y in r a s i o
Votarao os eleiloresde Antonio Pereira de
(ue.rczat Francisco Moraira Dias Sobnntio.
17.' seccao
Escola Propagadora Ra do Hospicio
Volaro os eleitoresde Fracisco Flix Gon-
Ealves at Joaquim Silviano dos Prazeres.
18.' seccao
Escola da ra do Arago n. 22
Volaro os eleitores do nome Jos oijaSoy
Nunes da Silva at Joaquim Jacinttio Alves de
Mello.
19.' seccio
Riachuelo n. < E-c'ila da professora
Volaro o? eltitO' lo nom-s Jos d'Avila
BitieBcourt ale a letr l. -inclusive.
20.* s; ;
Escola da POU Vl'n n. 5
Volaro os eleilore ua lelra Mat Ninclu-
sive.
21.* seccao
Caminho Novo-Escola da' professora D. Flori-
meiri Monieaegro
Votarao os eleilores da letraO atZ in-
clusive.
SANTO AMAKO
22.* seccao
Escela ra do Lima n. 19
Volaro os eleitores da letra Aat Jos An-
tonio Vteira da Cunt;'.
23.* seccao
Escala ra da Aurora n. 109 -G
Votarao os eleitores de Jerooymo Joaquim
da Silva at'/, inclusivp.
gha;a1." niSTitiCTO
24.* seccao
Escola do professor Braga-Travessa da Baixa
Verde n. 13
Votarao os eleilores da letraA alIin-
clusive.
25.* seccao
Escola da ra Votarao os eleitores da lelra J-at Z inclu-
sive.
2. DISTUICTO
i'O.' seccao
HyppodromoCampo Grande
Volaro os eleilores da letraA atZin-
clusive.
AFOGADOS1." DISTIUCTO
27.* seccao
Escola da ra do Mot-icoluib n. 5Professora
D. ilaria lirandao
Votarao os eleitores da letraA at-Z-in-
clusive.
2. DISTUICTO di: AFOGADOS
Z8.' seccao
Magdalena, estrada dos Remedios n. 33
Volaro os eleitores da lelra Aal iodo Ilol-
mes.
29.* Mciio
Sobrado Grande, ra do Leoncio n. 1
Votarao 03 eleil< res ce Joo Gonsalves Tor-
res alZ inrlusive.
3." DISTRICTO PERES
10.' seccao
Escola do professor Beda Casa n. 37
Volaro os eieilores da letraAaZ iocla-
sive-
31.' secc.o
Poso da Panella, ra da Casa Forte n. 57
professora D. Rutina
Volaro os eleitores da letraAalD in-
clusive.
32 seccao
Arraial, escola da professora D. Rosalina
Votarao os eleitores da letiaEaIIn-
t lastre.
33.* seccao
Monteiro, escola de D.'lzabel Cavalcante
Votarao os eleitores da letraJ. .
34.* seccao
Apipucos, escola do professor Joviniano
Jos Simoes
Votarao os eleitores da letraLa Zinclu.
sive.
35.* seccao
Varze, escola publica ra de S. Joo n. 7
Votarao os eleitores da letraAatJin-
clusive.
30.* secado
Iputioga, escola do professor Joaquim Claudio
Votarao os eleilores da letraJatZ n-
clusive.
Secretaria da Prefpilura Municipal do Recife
10 de Setembro de 1895
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Edital
Secretaria dal-idustria
Ia Direc oria
EM 11 D SETEMBRO DE 1895
De ordem do Dr. Secretario interino
e de accordo cura a disposico do art.
9 do Regulamento de 5 de Agosto do
corren te anno, faco publico para co-
nhecimento dos interessados, o theor
da peticao dirigida a esta Secretaria
pelo Dr. Joaquim de Souza Loo e
Antonio de Souza Leo, solicitando
auxilio do Estado para a fundaco de
urna usina noa engenhos Morenos e
Catendo de sua propriedade e o ex-
tracto de todos os documentos que
instruiram a mesma peticao.
O director geral,
Joo Diniz Ribeiro da Cunha.
As que dBo offsrecerem as garantas e
Doc. n. 2
Con'racto de fornecim uto de canna* que fa-
tem o D-. Joaquim le Soasa Le*o e Aotonio del
Sooia L-o, concesionarios da Usiua Baro de qa^idades exigidas oeste edital.
Morenos qae 'eendem fundar nos engeobos
Morenos e Calende de toa propriedade com a
Birouea de MoreBOs, Andr de Soasa Leo,
Tnomai ';oelbo de Almeida Sobrinbo, M.r a
'Jaoiida Coeibo de Almeida e Rita de Soaza Le
Partios, orop'iptarios e nnleiros dos engeobos
Xixaim, Bom Dia e Caroi] .
Doc. n. 3
Attestadodo prefeooe Jaooatao declarando :
i qae os eogeGnos Morsno! e Catende com os
fo-uecimen os dos engenbos Xnalm, Bom Da,
Havendo duas ou mais propostas em
gualdade de condcSes ser preterida a do
concurreuta que melbor prova de idonei-
de apresentar.
Os proponeotes deverao, a bem da ido-
neidade para dirigirem ou ezecatarem as
obras, indicar o logar de soa residencia.
Nenham proponente ser admittido a
concurrencia, sem qne prove ter deposita-
do na Thesonrara desta Repartido, qnan-
Illm. Exm. Dr. Secretario dos Ne-
gocios da Industria do Estado de
Pernambuco. O Dr. Joaquim de
Souza Leo e Antonio de Souza Leo,
cidados brazileiros, residentes no
municipio de Jaboato, usando do
faculdade conferida pelos Decretos
de 15 de Outubro de 1890 e 31 de Ja-
neiro de 1895 veem requerer a V. Exc.
que se digne conceder-lhes o auxilio
de que tratara os raesmos Decretos
com o augmento da Lei de 22 de Ju-
nho do crrente anno, para que pos-
sam fundar urna Usina de fabricar,
assucar e alcool no engenho Catende
ou no engenho Morenos, deste muni-
cipio, urna vez que a Usina projecta-
da est as condcSes daquella ultima
mrcente e 6 loas de alcool. 2o qae os terrenos
dos mesmos eogeobos se prestar ao platino da
canoa, extsiiodo nelles maltas e agua mQi-ien.
te. 3 que a coliocacao da asina em propeto
naqaella zona nao prejodica a qoalquer out:a
j pxisieme ou concedida pelo Goveruo do Es.
lado.
Doc. n. 10
D^claraci do rgimen de casamento 1o D'.
Joaquim db Sooa Lelo e soa malber D. Mana
Carolina de Souza Leo.
Doc. o. H
Declaraco dp rgimen de casamento de Anto.
oto de 8oaza Leo e soa molber D. Leopoldina
Me.-qui.a de Soqzj Leo.
Doc. n. <2
P-ocu'aeo bas'.aui- paisana pelo Br. Joaquim
le Soaza Leo a sec irmo Antonio de Suoza
Leo para reqnp-e' ao Governo do E^tado o aa.
iiho Dar a construyo de ama asina oo eoge.
iiho Morenos de saa propriedade.
Doc. n. 3
O-camento approximativo de nma oeioa po.
dendo trabalbar diariamente 2 '0 toneladas de
canoas por 14 boras oa facer 2U0 saceos de as-
eucar de 75 kilos cada um.
Doc. o. 3 a
le, porquanto nao e tem capacidade Orgamento para ama estrada de ferro com 10
r ^, j .- kilmetros, bitoia de 7o, com oconotivas, car.
provavel para produzr diariamente ros delo' ,nlhc eiC' 0310 "
200 saecus de assucar de 75 kilogram- _
Secretaria da Industria
3a DIRECTORA
Pelo presente tajo publico que no dia 20
de Setembro, at 1 hora da tarde, rece-
bem-se nesta Directora propostas para o
aluguel da casa qoe servio para se cobrar
o imposto de barreira, na Magdalena.
O proponentes deverSo apresentar fia-
dor idneo, o prec,o pelo qaal ae propoem
alugtr, o tempo do aluguel e o modo de
pagamento.
Recife, 29 de Agosto de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Pirw.fnr gerente interino.
mascada um o 6 pipas de alcool de 480
litros cada urna, como tambera preci-
sa de mais de 10 kilmetros de estrada
de ferro para o seu servico, como
tudo se verifica dos documentos ora
apresentados, quo provara exube-
rantemente a excellente situaco
dos mencionados engenhos, amenos
do meio kilmetro da estaco de Mo-
renos da Estrada de Ferro Central de
Pernambuco o subido valor que tem
ditas propriedades, garantudo, por-
tanto, perfeitamento o emprestimo
pedido, o a sua capacidade para pro-
duzr dez mil saceos de assucar por
safra e mais o fornecimento de can-
nas dos engenhos Bom Dia, Pitimb,
Carnij e Xixaim, que produzem
francamente onze mil saceos, sem
prejuizo das Us as j concedidas,
porquanto todas essas propriedades,
alera de annexas, portencem a raem-
bros da raesma familia
Os supplicantes esto, portanto,
habilitados aos favoros dos arts. 1 e2
da referida lei, por isso que pelo
primeiro dos mencionados artig<
poder o auxilio de que tratam os
Decretos j citados, quando as Usinas
tiverem capacidade para produzr
100 a 150 saceos do as3ucar de 75 k-
logrammas cada um e 4 pipas de al-
cool de 4S0 litros cada urna e preci-
sarem para o sou servico de mais de
10 kilmetros do estrada de ferro,
ser augmentado pelo Governo do Es-
tado at quinhentos contos, (reis
500:000,^000, quando o cambio estiver
abaixo ue 13 dinheiros sterlinos por
mil reis como succede actualmente ;
pelo art. 2.*, este auxilio ser aug.
mentado na razo de cem contos,
reis 100:000$000 por 50 saceos de as-
sucar que accrescerem.
A vista do expoato e mais anda
attendendo-se a capacidade dos ap-
parelhos encomraendados, documen-
to numero, de esperar que V. Exc
se digne conceder aos supplicantes o
auxilio pedido de reis (600:0005000)
sois centos de reis com as clausulas
e condiges legaes e por isto
Pedem deferimento
E. R. Merc.
Engenho Catende, 24 de Julho de
1895.
Por si e como procurador do Dr.
Joaquim de Souza, LeoAntonio de
Sonza Leo.
Relacao dos doeamentos que
aeuiupunlium a peticao supra :
Djo. o. I
Coi 'acto social que lazem o Dr. Joaquim de
Sjtza L"-ao proprietano do engeobo M>renes e
Antonio de Souza Leo, proprieiarjo do engeobo
atei-de ambos timados no mantcinio de Jaboa-
lu para rob a brma Soaza Leo e Irma) funda-
ren ama asina de fabricar a-war a alcoul que
se denominara U-ina Baro de drenos.
Doc. ns. 4 e 5
Doas Crtld6es do esenvo de orpbos de Ja-
boato, do autos de inventan > e parlnbas dos
beos que licaram por falUctmeote do Bario de
Morenos as reas berdeiros I>. Joaquim de
Souza Leo e Aoiooio de SoosaL'? dos qaaes
constam os ejgeobos Morenos e Calende.
Djc, o. li
Accordo, devidamoote legallsado, celebrado
entre o Dr. Joaquim de Soczn Leo e A nonio ae
Siuza Leo, proprietarios dos eogennos More-
nos e Catende como seas bereos confinantes.
Doc. n. 15
Planta da U ina em projecto.
Doc, o. 6
Certido do escrito da provedoria e orrhos
Jaboato attestaodo nao constar c'e sea cartono
ser o cldado Antonio de Souza.Leo, testamen-
teiro oa tbesoareiro ae aljama irmandade talar
oo curador de orpbos interdicte, auseDies oa
beranfias jaceot. 8 nem se acbar fojaito a na-
ubuma obrigajj resaltante desees encargos.
Doc. n. 7
Daas ceriidOes des escrives do clvel e com-
mercio de Jaboato adesiando nao constar de
seus cariorios nenbuma acgo execojo, penbo-
ra, emrargo oa sequeslro qae teabam par od-
jeco os e; gentos Mareos e Calende.
Doc. n. 8
Certido do escrivo da Collectoria das Ran-
das Geraes e Bstadoaes de Jaboataj, attestando
que do arebivo da mesma Collectoria nao consta
serem o Dr. Joaquim de Soaza e Antonio de Sou-
za Lefio arrematantes de imposios nem te-em se
ob'igado como fiadores de tercelrog e bem assjm
oo se acbarem os engenhos Moreno e ^alende
de ra propried?de responaveis nem deverem
impostos a fazenda geral e esladoal.
Doc. n. 9
Certido do official do Registro de Hypothecas
de JaboatSo attestando nao constar do- litros
competentes a IranscripcSo df qoalquer titulo
de alieoaco oa iostitaio de onns real, loscrp-
go ou no'ago de hy otae a de qualquer na-
tarea de penbor agricola ou resoonsabilidade
Doc. n. 3 b
O'^ameoto d'um appar loo para a destillaco
rectifinaco do aL-ool pa-a urna usina traba.
Inacdo 200 touelalis de canoas a 10 g'os Bao.
ne por 24 no-a* de trabalpo e estrabiodo 9 %
le aseucar em 3 jacios.
a^i --
O Dr. Diomedes -ocjalvea da Silva, jais
substituto da Fazenda do Estado de
Pernambnco.
Fai saber pelo presente que no dia 23
de Setembro do c irrente anno o agente
Jote Jaointho Silveira vender em pablico
leiio os seguintes beas penborados por
execuqSo da Fasenda do Estado.
Freguesia do Recife
A arm 9I0 pesos e medidas existentes
no estbale ineoto n. 2 a ra de D. Mara
Casar, avahados e.n IOOiJOOO. Port-incem
a Antonio Gomes Salgueiral Jnior.
Cinco relogies de parede e urna carteira
da amarillo existentes no estabelecimento
n. 3] a ru Mrquez de Oioda, avahados
os relogios em 205000 cada am e a car-
teira em 25^000. Per encem a Luiz
Nenbam.
A casa meia sgaa n. 19, a ra de o-
mingos Jos Martios, qie boje depen-
dencia de am predio d a trente para a
ra da Cadoia, a qual tem 1 porta de
frente am salSo e am qaarto por baixo da
escada, mede de freate 3 metros e 10
ceatimetros e de fundo 7 metros e 40 cen-
tmetros, ataluda em 5000000 Pertenca
a Francuo 1 Jos dos Pasaos QuimarSet.
Fregaezia de SSo Jote
A armagSo envernitad) e envidragada
de madeira ae amarello e o ba'cSo exs-
tentet no eitabeleciment o. 21 a raa
Vidil de egreiros, avallados em 400X000.
Pertencem a A'fred > Hilario dos Santo.
Freguezia da Varsea
A osea n. 176 na Estrada Nota com
pora e janelia de frente e um janella no
oit&o, com am rancho ao lado, mede de
frente 4 matros e 10 centmetros e de
fjodo 10 metros, 2 salas, 2 quartos, csi-
nba fra, de pedra e eal, ataliada em
2005000. Pertenoe a Antonio Fraacisco
dos Prazeres.
A casa n. 5, a raa da liba de podra e
cal com porta e 2 janellas de trente, com
n 4qaartos, 2 salas, oosioba fra, mede de
freate 8 metros e 10 cen'.iaMtros e de
tando 13 metros e 60 centmetros, quintal
em aborto, ataliada em 8001000. Per-
tenee a (iailherme C. doz Santos.
O referido leilo ter lagar a raa 15 de
Noveabre n. 41, ai 11 hoias-
E para constar passou-se o edita! na
toma da lei.
Dado e pesiado nesta cid.de do Recife
Estado de Pernambuco aos 14 de Se-
tembro de 1895.
Eb, Jeae da Costa Reg Lima, eseri-
t2o, Bubscrevi.
Diomedes Qongalves da Silva.
Ihida ana preposta e contidado para assig
oar o contraoto a isto se recusar.
Para a boa garanta da execncSo do
con'rtcto depositar o contractante no
Thesouro do Estado nma caucSo qne ser
previamente arbitradpor esta Directora.
O ornamento acba se a disposiclo dos
Srs. canenrrentes, diariamente, das 10 ho-
ras da maohs 3 da Urde, nesta Rapar-
ticSo.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral interino.
Secretaria da Industria
3 D.RECTORA
Escolas publicas
Para conbe^imeoio dos inieressados faco pa-
blico qae 00 da 27 de Setemoro prximo a 1
bora oa tarde, recebem-se oesta directora pro-
posiaa para consiracco de edicios destinados
as escolas publican, as stgaintes locall-'sdes :
Jiboatao, Pao d'Albo, Nazaretb, Timbaaba'
Goyaona, Llmoei-o, Cabo, aseada, Palmares,
siruC'.Oes e ditas coodicOes, nos municipios de
Olioda, Caruar, Pdeqaeira, Barreim?. Gara-
onuus e Benito, oreados cada un em 35:2931034.
podeodo cada proponeote concorrer a maia
de urna daqaellas obras, desde qoe tenba a ido-
oeidade exigida.
As propostas devem ser escripias por exten-
so, eem rasara, emenda ou vicio de qoalqaer es-
pecie, sendo regeitadas as que se reseaiuem das
segaiotes faltas :
l.* As qae ex.ced3r.rn os precos do orcamen-
to ;
2. A* que nao foren organisadas de accordo
com o presente edital;
3." As qoe se basearem em precos de ootro
Concurrente ;
4.* As firmadas por pessoas que l lenbam
deixado de comprir contracto com esta repar-
tlco;
5.* A3 qae oo offerecerem as garantas e
qualidades exigidas oeste edital.
Havendo daas oa mais propostas em gualda-
de de condiefies, ser preferida a do cor.traeiap-
te que melbor prova de idooeidade apresentar.
os prnponeotes deverao iDdicaro lagar de sua
resideocia, provar a soa idooeidade para dirigi-
rem e execatarem as obras.
Neabam proponeote ser admittido a concur-
rencia sem qae prove ter depositado na Tbesoa-
raria desta Rpariio a quantia de um cont de
res (1:0004000) importancia qae perlera se,
es:oliii'ia a soa proposta e convdalo para as-
sigoa- o respectivo contracto, Isto se recusar.
Para boa garanta da execaco do contracto,
depositar o contractante no Tbesouro do Esta-
do, urna caaco qae ser^previameate arbitrada
por esta Directora.
Os ore.rot-otos e plantas relativos a essas
obras estarao diariamente das 10 da maob s
4 boras da tarde au exame dos concurrentes
oesta Repartico.
Recife, 12 de Setembro de 1895.
A. U. Pessoa Monteoegro,
Director geral loterioo.
tr&oscripio, aioda Ibe ol dirigida a peticao di
tbeor segoiote:
Ilion. Sr. D jais de direo do maolcipfo do
Cabo Bu Jote Antn o da Silva Lipa, que ten-
no requerido o arrendameolo judicial da eoge*
nbo uoimbra, citad >s os icteressados dos termos
da pelicfio lodosa, V. S. maodou que o su pil-
cte jusiiOea-.-p a aoseocia de algaos loterci
sados para s^ affixarem editaee. E como o sup*
plicaote satisfez a exlgeocia dj respenavel des-
cacho ae V. S. com a certido joota, de oode
re=uiia, sem sombras de llovidas, a aoseocia de
algaos interessados. pjrque, tendo os berdeiro
oece nao se babilitaram e leodo s'do o eugeobo reta*
Icad entre diversos credorej, algoos destes oo
tiveram titule ; reqoer a V. s. ee digna deferir
a peticj do sopplicaote, maodaodo fazer ss ci-
tites requerida!, orna vez qoe est comorido
o respeilavel despacho de V. S.
Nestes termos, peda a V. S. deferimeoto e
rei:eoer merc.
m 28 de Malo de 1895.Jos Beserra Ca-
vile inte.
Uae em di's petigo, olima transcrif-ti, pro-
ferio o despacho do tbeor sei;aiote :
Como reqoer.Cabo, 30 de Maio de 1895.
WaBaerley Jcqu^s.
Que em cump-imento do mesmo despacbo, o
escrivo adiaote oomeado, pasaou o preseole
eJtal, palo qual e seu ibeor e nos termos das
peuces do mesmo traoscripias, elle juis cha-
ma, cita e ba pjr cbamaio e citados a q'oaes-
qoer coasenbore- des^oobecidos e aosen'ea do
referido eogenbo Coimbra, para dent o da prazo
de 30 das, que correrte da data do preseole
ediial, com pena de revella e a reqoerimeno do
mesmo pe.iciooarlo Jote Aniooio da Silva Lapa,
tambem coosenhor do allodido eogenho, oa pr.*
melrs de-ite ja za qae te seguir a expir.{o do
meoclonado prazo, v-rem o mesmo conseohor
Joe Antooio da Silva Lapa Ibes propor a com-
pleme aeco para arrendamiento em h sta pn
bltca, do 8obreditu eogenbo Coimora, por lempo
de tres anooa oa t-es safras e offerecerem os
embargos que porveomra tiverem deotro do
prazo l-gal e qoe Ibes fr assigoadu.
E para que cnegue ao cnnbecimento de todos
a octtcla, maoda que o cffiul do joizo que ser-
vir de porteiro dos aadnonos deste, aflixe o pre-
sente edital no loga- publico do costme e pas-
se a espectiva certlio. que apretentar era
cartorio para os dev dos flos*
Dado e passado oesta cidade de Santo Agos*
ioo do Caoo, do mo.kipio deste nome, do
Estado de Peroambo o, aos 13 das do mez de
Agosto do ano 1 do Na-cimenio de No-o Sanhor
Jess Cbrito, de 1895, VII da Repblica dos
E-iados-Uaidos do Bras 1.
Eo, Chrispiaiano Ruarme de Maceds. eacri-
v8o, o escrtvi.Pedro WaQderley Jacques.
Nida mais se contioba em o referdo edital
aqu b> m e belmente transcripto do reepec.ivo
original.
Eo, Cbrispiniaoo Boarque de Macedo, escri-
vo, o escrevi e asigoei.
i-abo, 11 de Agosto de 1895.
Em f ae verdade, Cbrispiniaoo Buarqae de
Mdcedo-
0 Dr. Prefeito do municipio do ttecife
manda fazer pablico que, de conformida-
da com o disposto no art. 5 da lei n. 123,
de 3 de Julho do carente anno, a com-
missSo designadora dos presidentes e
membros das mesas eleitoraes dever
reunir-se na sala das sesses do Concelho
Municipal no dia 23 deste mez, s 11
horas da manh, para o que finara coat-
dados o Sub-Prefeito Dr. Jos Marcelino
da Rosa e Silva e o concelheiro mais vo-
tado Dr. Augusto da Costa Gomes.
' Secretaria da Prefeitura Municipal do
R-crfe, 14 de Setembro de 189.
O seerotario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Secretaria da Industria
3. DIRECTORA
Palo presente fuco publico, qne, at o
dia 20 do oorrante ao meio dia, reoebem-
se propostas em oartas fechadas, devida-
mente selladas para os concertos de que
neceaeitMn os encanameutos d'agna e cas
do qoartsl ue polica da Soledade, crja-
dos em 2 2820000.
Aa propostas devem aer escriptas por
extenso sem rasura, emenda oa vicio de
qualquer especie, sendo regeitadas as que
se ressentirem das reguintei fallas :
1-
As que ezcederem os precoa do orna-
mento.
2-
As qne nSo forem organisadas da accor-
do com o presente edital.
3-
Aa que ae basearem em precos de oatra
proposta.
4-
Ai firmadas por pessoas qne j tenkam
legal de qujiquar especie rea ivs aos engenhos j -_aj. j _,;5 ,,.. utn Mm
Morenos e Catende pertencentes ao Dr. Joaquim I deiXa ae_oampnr contraoto eito com
de Sooza Leo e Antonio de Soaza Leo. o sta Repartilo.
Secretaria da Industria
3 Directora
CALCA\1BNT0 DA PRAGA DA REPBLICA
Para cuoOecimento dos 'nteresaados, faco pu-
blico qu-\ no da SI do correte, a'. 1 ora da
tarde, recebem-se propoaia.- para a constru .-gio
do eslgameoto do largo da Repobllca, mnade.
deze mil me ros quairados (12,1 000).
As propostaa devem ser selladas e conter em
termos claros :
!
O preco pelo qual se propoe os licitantes a
execatar o metro quadr^do do clcame ito.
i*
Eodereco de sai residencia.
3
Provas de idooe dsde para dirigirem e execu
tarem as obras.
Havendo duaa ou mais propostas em igoalda-
de de coodlces sera preferido o concurrente
qae melboras prova de idooeidade offerece*.
Nao stro acedas as proposlas que ressenti-
rem das seguidles fallas :
1*
As qne se basearem em precos de cutros coa-
carreo tes.
2-
As qae forem firmadas par pessoas qoe tive-
rem ja deixado de comprir coutractis celebra-
dos com a extibcta Repa-tigio de oras Publi-
cas.
3
As qae oo offerecerem as garantas e quili-
da les exigidas ou presente edital.
Nenbuma proposta s-ri aceita sem qne o pro-
ponente ap'esente recibo qae prove baver depo-
sitado na tbesouraria a quantia de SOJJ. e per.
dera o direito aa restitaigo se, esco bula sua
proposta recosar-se o proponeote a assignar o
contracto respective.
Paras bsa garanta da exe-uco do contracto
depositar o cootractante no Tbesooro do Esta
do, urna raugo que sera previamente arbitrada
por esta Repanigao.
A', plantas das obras de qoe trata o p-e*eo!e
edital acba-ss nesta Repartigao a dlsposigo do8
proponeote?, qae poaero examinal-as das 10
s 4 boras da tarde.
Recife, 6 de Setembro de 1895.
Abtoolo U bao Ptssoa Monteoegro.
O Sr. Pedro Wanderiey Jacqnej, jaiz de iluls
do civel do mncicipio do Cabo, do Estado de
Pernambuco et .
Faz saber a36 que o presente edital virem e
deile li.er.m noticia, e aos qae por parte ne
Jos Aoiooio da Silva Lap?, Ibe foram dirigidas
as peiigOs SPKUiotes :
Illm. Sr. 1)-. Juis de direito do mjolclpio do
C o. Diz Jos Amonto da Silva Lapa, qoe
seoiio ccnsenbor ao erjg'nbo Coimbra, ease
maoicioio, e rao poleudo ebegar a accordo
com oa deoaais coosenbo es para a exploragao
do nesno eogenbo, e precisaodo receber a ren-
da correspondente saa parte, quer levar
praga o arreadameoto de todo o predio, am de
se p.nir a renda, como de lei.
Po- isso, o supphcante reqaer a V- S. se dig-
ne de mandar qoe scjam citados os referidos
cooB-'naores daquellu proprielade para, na pri-
men a do joizu, virem propor-se Ibe a aegeo ree-
piectiva, asigoaodose-ibes o prazo do estylo,
para deora ee, allegarem os embargos que
Uve-ero, sob pena de, a soa revella, serorueua-
da a praga, aflixando-se editaes o prose.miodo-
ee nos demais termos.
E como o reledo eigeobo em parte leoba
f-110, alias tenba figurado no espolio de Antonio
N-lto Caraeiro Leo, de cuja beranga dessstiam
o berdetros legtimos, segae-se qae sSo deseo-
Dbecidos siguas lcteresssdos.
Pelo qae, o supplicaote requer a V. S. se dig-
ne de mandar fazer pessoalmeote as cltagOes
Jos.consenhores conbecidos, nomeando um cu-
rador qae represente os interessados ausenfes e
descoobecidos.
O arrendamento ser por tres ancos oo tres
safra ecos editaes serao insertas as clausulas
leudencs a garantir o pagamento da renaa e a
melhor conservagao do predio.
Nestes termo., pede a V. S. se sirva deferir
oa forma requerida, feta a citacj ou citagofS
como pena de revelia.
Emt2deMiio de 1895. Joe Bezerra Cr
valcaote, advogado.
Qae em dita petigo proferio o despacbo do
tbeor aeguinte :
Como reque, justlficaa'o a ausencia dos inte-
ressados para serem citados por edital.
Cabo, 23 de Maio de 1895. Wanderley Jac-
que*.
Que por parte do mesmo Jos Antonio da Sil-
l'a^amenlo do calcaiuento ta
Travessa do Pocinho, fre-
guozia de Nao Jos (Ra
Dr. Tobas Barretto)
O Prefeito do municipio do Recife,
manda fazer publico aos propietarios da
supractada ru*, que no prazo improro"a-
vel de 30 dias, contados da data do pre-
sente eiital, deverao vir recolher ao cofre
municipal a importancia do calcamento
feito, e calculado na razo de 15 '.\ aobre
o valor locativo dos respectivos predios, de
conformidade com o disposto no 70 art.
1.- do orjamento vigente.
Ns. Proprietarios Imposto
34 Dr. Paulo Jos de Ol-
veira 50*5400
36 Albino Joaquim Coelho 2808350
38 Joo Cbristiani 52*447
38 Adle Christiani 61,5897
40 A mesma 52447
42 c 52,5447 -*-.
44 c 52447
46 521447
48 52S447
50 c 521447
52 52S447
54 525447
56 Francisco de Carvalho
Andrade BrandSo 42*997
58 Luiz Augusto da Silva
Piruentel 485667
33 Joo Baptista de Ol. '
veira 165S375
35 Barth lomeu Francisco de
Souxa 52*447
37 0 mesmo 42*997
39 38*272
41 Lourengo Ribeiro de C. .
Oiiveira 423997
43 0 mesmo 43S997
45 Manoel Ferreira Mascare-
nhas 423997
47 0 mesmo 42*997
49 < 428997
51 s 528447
53 t 528447
55 Antonio Peixoto de Albu-
querque 523447
57 Albino J. Coelho Pa-
checo 52*447
59 Luiz Leopoldo dos Gui-
mar&es Peixoto 428997
61 Emilia, filha de Luiz L.
dos Guimaras Pei-
xoto 428997
63 Antonio, filbo de Luiz L.
djs GuimarSes Pei-
xoto 42$997
65 Julia, filha de Luiz Leo-
poldo dos GuimarSes
Peixoto 42*997
67 Luiz Leopoldo dos Gui-
mares Peixoto 1218747
Contadoria Municipal, 13 de Setembro
de 1895.
Jemano y os da Hoza.
Secretaria da Industiia
3a Directora
EDITAL
Para conhecimento dos interessados, fa-
50 publico que ao dia 27 do corrente, ao
meio dia, reeebem-se nesta Directora
propostas para a construccSo do ppnti-
lho do Riachj Duas Pedras, oreada om
6:682*453.
As propostas davem ser conveniente-
mente selladas, entregues em carta fecha-
da e conter em termos claros :
1.' O preco pelo qual se propem exe-
cutar as obras os licitantes ;
2.- O lugar em que residem os propo-
nentes ;
3.- Provas de idoneidade precisa para
dirigir e executai as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condic'es, ser preferida s
do concurrente que melhores provas de
idoneidade offerecer.
Serao regeitadas as propostas que ss
aesentirem das seguintes faltas :
1.* As que excederem os precos do or-
camento ;
2.a As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital;
3.* As que se basearem em presos offe-

va
LaPPa: S5orem^Udo'decebo cidos por outro concurrente;



1
I


flfl
Mi
O**
O V
4.a As que forem firmadas por pessoas
que ja tenham deixado de cumprir con-
tracto com esta Reparticjto ;
5.a As de concurrente que nao offere-
cer as garantas exigidas neste edital.
Cada proposta versar sobre urna da-
quellas obras ; podendo, porm, ura s
proponente cancorrer a mais de urna ou
a todas ellas, urna vez que tenha a ido-
neidade exigida.
Nenhuma proposta ser, aceita sem que
o proponente prove ter depositado na
Thesouraria desta Reparticao urna cauco
correspondonte a 5 /. sobre o valor da
obra que se propuzer executar, quantia
que perder se, aceita sua propoatae
convidado para assignar o contracto res-
pectivo a isto se recusar.
Para a boa garantia da exe:uo do
contracto, depositar o contractante. no
Thesouro do Estado urna caucho que ser
previamente arbitrada por esta Repar-
ticio.
Os orcamentos e plantas relativos a
essas obras, acham-se nesta Directora a
disposicao dos interessados das 10 as 4
horas da tarde.
Esta Directora nao reconhecc, no
caso de faliecknento do contractante, di-
reito de reverso do contracto a her-
deiros.
Recife, 12 de Stembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-Geral-interino.
O Dr. Aquilino Gomes Porto, juiz de
direito e de ausentes do municipio de
Gamelleira, Estado ce Parnambuco,
em virtude da le etc.
FC93 saber aos que o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que teudo
se arrecadado por esta juiz, o espolio de
Joo Francisco (iuirrares, fallecido in-
testado, e seus berde ros pr-sentes, sao
estes chamados, para no prazo de 3)
dias, a contar desta data, requererem
perante este juizo a habilitacao de seus
direitos.
E para que cbegue ao conhecimento
de todos mandei passar o pres-.nte, e
mais tres de igual theor, que ser ani-
sados nos lugares mais pblicos des-
te municipio e publicado no Diario
Oficial.
Dado e passado nesta villa de Gamel-
leira aos 29 de Agosto de 1895.
Eu, Ignacio Jos Aroucha Filho, es-
crivao, o escrevi.
Aquilino Gomes Porto.___
Secretaria da Industria
em 13 de Agist. delS9S.
Ia direc'oria
EDIAL
De ordem do Dr. Secretario interino
faco pnblico, para conhecimento dos in-
teressados. que, de conformidade com o
decreto desta data, sero recebidas nesta
Secretarla, at o dia 30 de Seteabro pr-
ximo vindouro, propostas em carta fechada
paracomp:a das fazendas de crisolo em
Sao Bento, Altinho e Panellas, e d;i pro-
priedade S. Benedicto, peit-ncentes Es-
- cola Industrial Fre: Caneca.
Os respectivos titules de posse ac ham-se
no archivo da Escola, com o director da
qual se devero en'ender os interessados.
O director ge al,
Joo Diniz Hibeiro da Cu iba.
Alfandagfa de Per-
IMarto de Pernambnco Ter^a-feira 11 ae etembro de 1595
c
t'420, todos em originrl, podendo, en're-
tanto, na falta de oertidSo de baptismo.
ser provad a idada por outro qualquer
meio legal.
E para qua chagua ao coahecimeito
de todW s mandou passv.r este edital que
ser cfSx .c.o no logar publico do eostnr-e
e publicado p"l* urnpresa ca Capital do
Estado.
Dado e pssiado nrsta cidade de Ni>z>-
reth, do E.tado de Pernambnco, aos 2 dia
do mee de Setembro de 1895.
Eu, Jo2o Bizarra Vieira de Mello, es-
crivSo succeeaor escrevi Abdiaa de Oli-
veira.
Certifico que affixai boje s 10 horas do
dia na porta do Concelho Municipal, o
edital do Sr. Dr. iuix de direito, pondo
em concuo os < fdoioa de juatiga deste
monicipio, dou (.
Naz..r:th 2 de Setembro de 1895.
U porteiro dos auditorios,
Candido Correa Dantas.
nada mais 88 oontinha sm dito edita
e certidao, o que fielmente copiados dos
proprios originaos, ao que me reporto e
dou f.
Eu, Joo Bezerra Vieira de Ms11j, es
crivao succeBSor escrevi.
nambuco
Arreinatafo de niaterlaes
De orcem oo iloitre Sr. Ur. iut pob.ico que sl o ii* 28 do corrale, pe; s 11
lloras da ffiaib, reccber'se'Lo net.i? aifaode'
ga, propOrtas en. carias sella as e fectadas para
a arremangas do 0>a erial sollo das romas do
astigo coovtuto de Nossj Seobora no G>rmo de
OlioJa, se'ViDdo de oase a avaliagao l"iia pelo
Sr. rollector aquella bcahdade Da irnrrtncia
de l:'00i000. S&CT3
O referido roat-.rial sera entrego^ a o.oem
maior preco cererer.
3' seccao da AH^dega de Ptraambu o, em 12
de Sdlembro ce 1895.
O ch Manoel Lene Pereira Ba'is.
Secretaria da Justina.
gocios
Ne>
Interiores e Ins-
truccao Publica do Es-
tado de peroambucD.
DIRECTuRIA DA JUSTICA 1.a
SECCA'J EM 9 DE SETEMBRO
DE 1895.
Edital
Da ordem | do Sr. Dr. Secretario da
Justes, Negocios- Interiore! e Instrnccao
Publica e em observancia ao diep 's.o no
art. 157 do Regulameoto a que s refere
o Decreto n. 9120, de 28 de Abril de
1885, 89> publiio, para 03 d9vidi tos, o edital abaizo transcripto, p. ndo em
coucurso com o prazo da 30 dias, os offi-
oios de 2* tabel!i5o do publico judicial e
netas, scrivSo do civel e crime por d s
tribu:c?.o e privativo de Residuos e Ca-
pellaa do municipio de Nasaretb, vagos
pelo ial:eeimento do respectivo serven-
tuaris Orlando Miquesj da Almeida.
O director,
Affonsj V. da Medeiros.
EDITL
O Dr. Abdiss de Oiiveira, jui de direito
do municipio da Naxareti, Estado da
Prnanbuco, sm virtude da le etc.
Faz sb;r a quem intsreastr possa, que
eitSo em coteurso os ofEcies de segundo
tabelltao do pul. 1 C) judicial e uota,5et-
criv&o do civel e crime por distribuido
e privativo de residuos e capel'as deste
municipio, crea des psla Jei n. 589, da 9
do Maio de 164 e restabelec ida pelo ar t
nico da de n. 1469, do 16 de Juoho
de 187^ e vagos pelo failecimento
do respectivo serveotuario Orlando Mi*
qaelino de Almeida, palo que na irma do
Decreto n. 940, da 28 de Abril de 1885,
mandado observar pelo srt. 62, da lei c.
15, de 14deNovembro oe 1891, cosvido
aos pretenderes, serventa vi :t-licia de
taes oificios apresenUrem, dentro do
prazo de 30 dias, contar dsaia data,
seas requerimsntos, datados e aesignadoa
per si oa por legiimps procuradores,
acompanhados de exame de sufoiancia e
certidSo de exames de portuguez e aritb-
aetic*, foiba corrida, certidao de idade,
tteitado medico de oapacidade physica o
ootroi locameatoa exigidos pelo art. 210
p feos psragraphoi do citado Decreto n.
Secretaria de Estado do?
Negocios daladu8ria em
9 de Setembro de 1895.
l.DIRECrORIA
ArrendaniPiit de lotes de trra
no ^rrehlpelago de Fernando
de .Voroiha.
Para conhecimento dos ntercssdoS;
fago pub'ico que, estando o Sr. Govcrna-
dor do Estado autorisado, pala lei n. 124,
de 3 de Julho ultimo, a arrendar, a quem
melhres vantagens offjreC8r, p>qutnos
lotes de trra, no archipelsgo d Fernn
do de Norusha, de novo recebez.-ss nss-
ta Secretaria, at o dia 12 do mez
de Oatubro vmdoaro, 1 hora da
tarde, proprstas para o referido arreod
ment, mediante as clausulas em seguid.
estipuladas.
Aa propestas daverr ser conveniente
mente selladas, entregues em carta fecha-
da, e conter em termos claros :
l-O preco de arrendaiaento de cada
um lote de trras.
2*Indicayao da residencia dos concur
rent s.
3*ComprovacSo de idoneidade para
execularem estrictamente os contractos.
Nao ser Jo scceitas *s propostas :
1Que se refetirem funda(So ds um
deposito de carvSo de pedra.
IIOrg-nisadas em dessecordo como
presante edital.
IIIBaseadfs em presos d'outro con-
currentes.
IVFirmadas por quem qter que te-
nba deixado de cumprir contractos oo pro-
cesaos de contrastos celebrados com qual-
qoer das exnnct s ou das actuaes Repar-
tidora do Estado.
VQue cSo offerecerem as garantas e
qualidades exigidas no presente edital.
4'Nenhuma proposta ter aceita sem
que o concurrente apresante recibo p-c-
vando haver depositado no Tosouro Es-
tados!, at, vespera do dia designado
para a abertura das propostas, a quantia
de dons contos da ris (2.000j51000), que
perder em beneScio des cofres do Estado,
si, preterida toa proposts, recussr-se o
proponente a asiignar o contracto respec-
tivo*
5aOs conourrentes observarSo, como
Ibes cumpre, as clausulas, do Decreto
abaixo transcripto, bem como aa domis'-.
dispcsi^Ses leeraes vigentes, relativas a
arrendamento de proprios estadoaes. *
Ha vendo dueB ou mais de duas propos-
ts sem perfait igualdada de oondicSes,
ser preterido o concurrente que melhore
provea de idoneidade offerecer.
(Deceto de 27 de Julho ds 1895.)
c Palacio do Ooverno do Estado de
Petnambuco, em 27 de Julho de 1895.
O Governador do Estado :
Considcrsudo que ao Ooverno ten sido
apreiectadaa varias propostas de arrenda-
mento,amas, de iodo o territorio do
arebipelago de Fernando de Noronba,
outras, de reas variaveis, no caesmo ar-
chpela aro, para o fim de servirem de de-
posito de carvSo de pedra, ou estagSo de
pesca ;
'.ns deraodo que a installa(8o e conae-
quenteaentc esploracSo de qualquer dea
referidas industrias e de entras, que por
ventura tanham de ser allj fondadas, com
incoi;testado proveito n8o f para o Esta-
do, zeas tamhsm para as pessoas qne a
isso se propuzerem, exigem o dispendio
de capitaea avultados :
Conoideraodo anda, que aos partcula
res, pessoal e directamente interesaados
na exploracSo de taes industrias, garantem
as lea co pais leeros lcitos, compensado-
res dos esforcos e despetas qua en de s r
por tiles e-npregades ; e
Dando esecucao lei a. 124, de 3 do
correte, resolve determinar qae, por
edital e com o prizo de 30 dias, s-jam
convidados nesta capitel e na i-edeial,
cor corren tes ao arrendamento de lotes de
trra na rea correspondente m6tade
do arebipelago de Fernando de Noronha,
para a fundacSo de um deposito de car-
vSo de pedra, de ama esfac5o de pesca,
da salga ou O'servaclo da paixe para ex
portago, bem como a exploracSo de
phosphato de cal, a pesca de esponjas
e ootros productos marinhes, e de estabe-
lecimentoa para a cultura de cereaes e
qoalquer outras plantas otis, mediante as
clarsuUs aqui estipuladas e as demais ,ue
de eatylo consignar em caaos analagos,
para a garantia leciproca dos interesses
da Fazenda Estadual e dos arrema-
tantes.
1*As prop-stas versarlo exclusiva-
mlnte sobre cada una das industrias aqui
aepacifcadas, sendo, poreuj, livre a con-
currencia 4 exploracSo de um, nica-
mente, on mais de ama das meamas ia-
dustriae.
2aA cada arrematante ficam plena-
mente gr n'idcs :
a)o direito exclasivo de explorar a
induftria que contratar, e por todo o
prazo de arrendamento da rea, o cual
n9o exceder em caso algum de 15 aonos,
contados do dia da instslla$o do ser-
b) o direito de preferencia, em igual
dade de condicSes, caso tenhe de ser no-
va a cate posto em concurrencia o fcrreu-
dameate (Lei n. 124 art. 2-)
3'Esgotado o prazo de qoe trata a
clausula precedente, todos es edificios,
obras, machinas e quaesquer b'm^uoma
effectup.de pelos arrematantes revert^rSo
para o Estado, sm indemniaacS) a!-
guena.
4* A superficie de cada um dos lotes
de term, cojo tamanho, medi^So e demar-
cagao serao feitas casta dos arrematan
tas, ter o numero da metros quadrades
que tr nec:sario, segundo o genero de
trabalhos exigidos para cada es.plo-
ragSo.
5*Fica constituindo um lote de trra,
para os effeitos deste Decreto, o grupo
des ilhas, tambem pertenceotes ao areni-
pelago de Fernando de Noronba, denomi-
nadas Rata, Do Meio, S;l!a Gineta,
Razi, Sao Jos e os ilhos alli exis-
tentes.
6aPor couta dos arrematantes corre
rSo todas as deapesas Cum o servido que
o ove-rno instituir para fiscalis r a exQ-
cui;So dos contractos da arrendamanto,
quer em Femando quer no continente.
7'Os arrendamentos ser2o intrar.sfe-
riveia.
8aTambem nSo aera aceitas as pro-
posC-s rmadas por estrangeiros, s podan-
do concorrer, a este arrend^maoto cd*
dtofl bra^ileiros natos ou naturalisedoa ha
mais de 5 annos, ficando entond:do que
todas ts que.--t3ea suscitadas quer na es-
coih' das propestas, quer na ezecuQaa do
cintrado, sorSo resol"idjs em defaitiva
pelas utoridades brarilairas, importando
c:ducidade do contracto, sam dimito
iedemnS'cSo de especie alguma, o appeii
feito por qua'quer forma inte-veneSo d -
plomatica oa aos bons ofScios de autori-
daioa estrangeiras, bam como qua'quer
associa^So dos concessionarios com otda-
daos ou infititmeoes estrangeirts por
instrumento pablico ou p^rtioular.
O Dr. Julio de Mello, Secretaro inte-
no dos Negocios da Ian&tria, essim o te-
nha entendido o faca execrar.Alaxan-
dre Joe Barbos* i.ima.Julio de Moilo
Filho.
O director-geral,
J .2o Din z Ribeiro da Ccnhs.

Santa Casa de Misericordia
Jo Recife
ForneMmeoto de car. e terrle
A lllroa. ]uuta adminintranva da Sania Casa
de Misericordia do Recie. em sea i do da 17
do correte, recebe propestas para fornecirten'-o
da carne verde para consamnio doa emabeleci*
memos A sea cargo, aerante o trimestre de Oo*
moro Dezemoro do correle aQno.
QAs proposias deverao ser aposentadas en)
canas debidamente sllalas, decaranda os p'o
ponentes sajeuarem-ae a orna molla de 5 0/q
sobre o valor i'o foroecimenio, ae no prazo oe
i-' s dias, nao rumparecerem a eala secretaria
para aoaipnar es respectivos contrato?.
Secretarla c-a Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de Seierxbro de 1895.
0 leacrivo
Jof Honorio 6. ne Meneies.
Extravio
O abaixo assignado (az publico, para o-< de
vldos rin e de conformidade coe o dispotto no
art. 103 do rpgolsmeoto da Caixa de imortisa-
Co que baixou com o decreto o. 9,370 de 14 do
Fevereiro de 1885, qne se extraviaran! as ires
apoiices perae*t de sna nioprledade, de ns.
209.839, 09.840 e 27.C99, do v ior de om
co.ito de ris caoa urna, juros le 5 % ao anuo
sendo as duas pnmeiras da emissao de 1870 e a
ultima da de 1871 ou de 187t
Recife, 24 de Agosto de 1895.
Alfredo Vieira de Sooza.
Hospital ^eiiro 2o
Prevlne-8e as pessoas i.teressadss, qne por
ordem do Dr. director doservico sanitario, e se
recete doentes at aa 11 boraa da manoa, ex-
cepto molei"ias graves, ferimentos e ratnrien-
tes, qae seiSj rerebidas a qualqaer tura do da
on da nolie.
Ootroaim, que em virtnde do regolamento, as
visitas aos doemes aetao souieoie uermttiica- 98
qoiuta8 feras e oomiugos, de 1 6 4 horas da
arde.
CONKKArtlA DO
Seaihor Rom lesos da Via Sacra da
fgreja do Shbiu Crus
nesa geral
De ordrm da mei*a regenera, convido a todos
os irmAB a compareceiem em noaso con8lat> no
pelas 6 1/2 horas dr tarde de qoa.ta fera 18 do
correte, anm de se tomar conbecimeoio e re*
eoler sobre a alteiagOea propostas pelo Kevm.
promotor 10 bispado, La reforma addiliva de
noaao compromieso.
Con istorio, 14 de Outubro de 1895.
_______ ______0 eacnv&o_______
poli ce geral
Ten-io se extraviado a apollce geral de o
209.841, do valor de ut cont de r.e, joros de
3 'I, ao aono, emisso de 1870 e renencente aos
>ii.:sn aseiguados, fazerxi os ccesmos a presente
deciaracao. ne accordo cotu o art. 108 do regu
lamento da Caixa de Am rtiescao que baixoo
cono o decre.c o. 9 370 de 14 de Fevereiro de
1881
Recife, 24 de Agesto de 1893.
ntonio Lopes Dias
Joa Lopes Dias.
"SOCIEDADE
Monte Pi Popular
Pernambucano
Commendador FranciNc losi do
Pastaos Cluinaares
De ordem do iru.) uireciur, couvuo a todos
oa dossos irmSoa, pareles e aa-igos do noaso
pretadtssimo irmao Hoao-ano Francisco Jote
dJS Pasaos Guimaraes, para assixiir a eeasSo
fnebre oue esta socieaaie Taz celebrar -qoinia
fera 19 do correte, s 7 boraa ca uoit.*, em ana
sae, sita roa co Ur. Tolas Brrelo n. 16.
A aociedade desde ja agradece a tocas as pes-
soas qae sssisiirem este act j de oomena^em a
memoria do seo pranteado irmo coameodador
F aocisco Joee dos Passoa Gniinaraes, 1- anm-
versano do seo oaseameoio.
Secretaria da Sociedade Monte Pi Popular
Peroambucano, Ib de Seiexo-u de 1893.
0 1 secretario
J. Hutiao Codiceirs.
Sraz, Silva & C.
Sociedade em commandita por
ace6es
Sai convidados os Sr3. ^aaoriados a faterem a
3* entrada de seo capital a m&i de 30 0/0, no
e cripljrio da aociedade. tuj do Comu.ercio
0.13, 1- andar, dentro do prazo de 30 aiaa,
coudos de boje.
Rente, 7 de Setembro de 1893.
Brt. Silva &C
SfeOUKOS MARI riMOCi UJM1 ka
FOOO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA O COM HERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
circo pffli & mm
NA PRAGA DA REPBLICA
Hoje! Hoje!
Cirandc TuncctTo
Em beneficio do celebre equilibrista
CHBISIWO MENDES
(ozampicrlariostato)
dedicada distin-jta populajao desta cidade sem excepeo de classe.
Tomam parte todos os artistas, salieatando-se o celebre jockey
Anchises Pery
em seu difficil salto sobre um cavallo com os OLHOS VENDADOS
As sympathicas t.rtistas
Aristotelina c llarietta Pery
far2o as del cias da noite.
Novos entre-actos cmicos pelos palhacos
CAETANO B LIVO
Os b.ihetes acham-se a venda oo 'Hotel Commercial at as 4 da tarde e
depois no Uirco
A's 8 1/2.
l'LTIMl MlllWV
Si
DERBT-CLli
DE
Projecto de inscripgo
Para a 13a corrida a realisar-se no dia 22 de
Setembro de 1895
4.
o.
1.* PAREO Derby Club de Pernambnco 1.609 metros. Handcap
Ananaes da Pernambuco. Premios: 4005000 ao primeiro, 805OOO
ao segundo e 40S000 ao terceiro,
Art. 5- Malor.
*esBismark 2- 58 kilos, Aventareiro 5o kilos, Feaiano 54 kilos, Plntao
53 kos, Triumpho 52 kiloa e os dema's 0 kilos.
2.- PAREO -Hippodromo do Campo Grande 1.200 metros Aniroaes
de Pernambuco. Premios : 3505000 ao primeiro, 705L03 ao segando
e 355000 ao terceiro.
Art, 5.-Os do pareo Darby Club e mais Bismarck 2', Aventareiro, Feoiano,
Pluto, Triumrpho, Tudo-, Fornica 2 Hirondelle, Ida. Palhago,
Qaand-meme, Pynlampo, Turco 2-, Piramon, Beija Flor e Fu-
rioso
3.- PAREO Harmona 1400 metr-s. A-.ie.aes de Pernamboeo. Pra-
mif> : 300^000 ao primeito, C'jOOO ao segundo e 305000 eo ter-
ceiro.
**rt. 5.'Os do pareo Derby Club, Hifpd-oa:o do Campo Grande e mais
Malaio, Patchoo'y, Vingador, Corauietadcr, Mascte, Cing, Dublin,
Timoneiro, Maority, Talispher e D.tador
PAREO Prado Pernambucano -1.000 metros Animaos de Pernam-
buco. Premios : t/fl'JOO ao primeiro, 505000 ao segundo e 255000
ao terceiro.
Art. 5.-- Bismarck 2' e Malor.
PAREO Turf do Recife 1.300 metros. Anima, s de Pirnambuco.
Premias : 3005000 ao primeiro, 605000 ao sega do e 305000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.*=Oa do pareo Derby Club e mais Bismark 2.*, Aventureiro, Feniano,
PlotSo o Triomoho.
6.- PAREO UniSo 900 metros. Animnes de Fernambaco. Premies :
25CI0O) ao primeiro, 505000 ao segando o 255000 ao ter-
coiro.
Art. 5-* Os oo nareo Derby Clab, Hipporomo do C^mno Grande, Harmcnia e
mais Talispher, Dictador, Piano, Qaiimpeiro, Bathory, Gallet, Ybo
e Maestro.
7.* PAREO Industria Pastoril800 -etfos. Animaos de Pernambuco.
qoe nSo techam ganho no Derby nesta ou maior distancia. Premios:
2505000 ao primeiio, 505000 o seurHo e 255000 ao terceiro.
Art. 5.- Maestro Piano e Caja Fur.. i llallis oF maja 2-
8." PAREOProgrcsso 800 metros Animaes de Pernambuco qae nSo te
nham ganbo 1* e 2" premisa nos (.rados do .Recife contando ou
n3" victoria. Premios : 2005000 ao primeiro, 4050C0 ao segando
e 20S000 ao terceiro.
9.- PAREO Universal 1.500 metros. Annaes de puro sangtie. Pre-
mios : 4008000 ao primeiro, 805COO ao segando e 405000 ao tei-
ceiro.
Art. 5.- Gipay.
stm$Q*s
A inscripto enc'errar-soha mpreterivelmente na terya-feira 17 do corrente
s 6 12 horas da tarde.
Nao se admittem obBervacSes as propcsta3, as qaaes s ser3o eccaitas vic-
do assignadas pelo respectivos proprietarios ou seus representantes legaes, e acom-
panhada da respectiva importancia, nao se considerando realisados o parees que tive-
rem menos de 5 animaes para correrem de 4 proprietarics diferentes.
O animal que for inscrip:o sem estar matricalado e qoe deixar de correr
por este motivo perder a inscripcSc.
O proprietario qoe fiser irssrever seus animaes para as corridas do Derby
Club de Pernambuco, assim como os jockf ys, einpregados de coudelariaa e mais
psssoas que tenham iuterasse ots cjrridas presame-se que sSo cenbecedoras dai
dieposicSea do cdigo de corrida o qaa a ellas s sujaitam, bem como s deciSes.
Secresri* do Derby Club de Pernambuco em 12 de Setembro da 1395;
O secretario,
A. J. Rodrigues de Souza.
va. OJiveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
U t 5 IU ClipiVOUr UV/IO
rao ser passados em
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente^
iem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BOa DO A.1GVBIO N. 1, 1. ANDAR
Directores;
Bario de Souza Leo
Thomaz Comber.
Julio Casar Taes Barretto.
"compnhiaT"
de seguros contra fogo
Do Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
jm
\
Cavall.'
Benem.'. Loj.' Cap.*,
da Cruz
Por ordem do Ven.*, Mest.. convido
os IIrr.-. do quadro para a sesso d'Ini-
ciayao e Filiaco, que ter logar, segunda
feir, 16 do corrente, s 7 horas da
noite.
Or.-. Recife 11 de Setembro de 1895 \
E/. V.'.
M. Marlins 18.
Secret.
0
Royal Insurance Gompanj
de Liverpool
CAPITAL S.OOO.OOO l>, Od.
Fundos accumulados 8,274,9i'3.ly.0d.
AGENTE
POLHMANN & C-
Coropanhia pernambucana
dt* naveaa^ao
Convido aos Srs. accionistas dwata cotcpaobis
a viren receber na sede da mesma. e a cooiar
do da 10 do correte em diaote, o divt eodo
dos lacros llqoidos do sfolestre de Janeiro t
Junbo prximo lindo, rata) de 8 0/0 ao ?noe
Eacripiorio ooBecle, 14 de Smmbw de 1895
Sebaatiao Lopes Guim. res
Director gerente Interino.
lf..7.:~CZ5
M M si em amr
O paquete
Clyde
CommanduEta H. C. Rigaad
E' esperado ros portua da Eu-
ropa no da 19 do corrente,
.segoindo depots da demora ia-
dispeuaavel para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previae-s? aos Srs. recebedores de
mercadonas, que a Como?.nhia Maia Real Ingle-
zs, contricin coro aGeLtrat Stean riaveaation
Coropanvnm servico da vanores semanaes qaa
cartlndd de Bordeaox, Cog^ao. Cbarenie, devem
ebegar a Sontbampton a lempo oe DaKlParem as
largas destinadas America do Sel para os va-
pores desia companbia.
Esta companoia acceits po' pregos raeoaveis
para Valeaialeo al Abrli, paasaageiros con este
destino por via de Bueucs-Ayres e entrada dos
Andes.
:Tambem aceita passagelros para New-York
3 Sootbampton, por especial arranjo feito com
a Companhia Allemaod Lloyd, podendo dtmora-
rem-se na Enropa casi o despjarem.
RedaccSo nos prnc'-s oes passaesns
Ida Ida e tolla
n UsMM i' ciasse 20 i 30
A' Soctbampton i* ciasBB 28 i 5
Camarotes rsstFvarJos p;ra o* passagWIM de
Percambaco.
Nota importante
A Rejal Mail Siearo Paiket Company resolvea
para corumoaidade dos Sra. paaeageiros com des-
tino a Pars, qae os seas paquetes lano na via-
da como oa ida facam escala por CHERBOURG.a
poccaa boraa oe Pars.
S o numero de paa3acPiros para esti cidade
der para cobrir as despezar, a Sieam Packet
Company '.era em Cfix-Dru-t nm trem especial
para a coaou-cao eos mesmes S:s.
Para carga, passagens, encommeedas e di-
nbeiro a frew, trata-.^p com os
AGENTES
Amorim Jrnios $k C.
m-, 3Rn An Rom J N.3
Prnce Une or Sleamers
James Kuott, Newcastle-
cn-Tvne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Esiados-Uoidtis e o firazl e Rio
da Prata
E' esperado de Nfw-York at
,o ia ti do corrente, e sanlr
,-lepois da demora necessarla
'para a
Babia, Rio de Janeiro
e Santos
O VAPOR 1NGLEZ
Crele Prince
Este vapor Iluminado luz elctrica
offerece ptimas eccommodafes aoi
Srs.
passageirc:
Pede-se aos Senho-
res consummdores
>ue qtieiram fazer
jualqaer communica-
go ou reelamaijo, se-
aesta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 SjOndeptambeinsere-
ceber qualquer conta
que quiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs-
Manoel A.ntonio da Sil

Para C3rga e patagona ira'a-se com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Roa do Commereio n. 15
Pacilic Steam J\av^atio Com*
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orissa
Eapers-se dos
portos do sol at o
dia i3 do correo-
so, e seguir de-
pois da demora
do ctsmme para Lfverpoel com escala por
Lisboa, La Pallice e PJy-
mouth
Paqaeie novo com belice dobrado.
Para carga, pacsageos, eneommeedas e dlnbel
ro a (rete trata-se com os
AGENTES
Wilsen, Soas 1 % Limited
10RA DO COatMReO 10
l* andar





'
%


r^
Diario de Pernambnco Ter ii ni i ;------------------------------------------ ----------------------------------
o*-.

A
CoEpanhiaBob.il. Staiaans Line
Vapor allemao
Sorentro
E' espaldone Nfw-York
do da %% do correle, se-
Kolnrt depois de pequea
cemora para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carca c <-..T-iom,ndi tratar com es
A&mma
Pereira Carneiro C.
Roa do Co__;'rcio o. 6
l.and r
Llojj B azilairj
OVAPOR
Alagoas
CommacdEiite
Florindo Diaa
E'esperado dos
portos do norte al
diatl do corre-
le, e a. ROi' para
03 DOrtOS 00 ID!
no mesmo dia.
As encommeodas sero recebidas al i hora
da tarde do dia da sabida, do trapiche Barbos*
Caes da Cc_panhia Pernambucanan. 4.
Aos Srs, carrecae'ores pedimos a oa atienca^
p?ra a clacsa!a 101 . segainte:
So cato '-e li3Vi-r alcoma reciamacao conira a
Comp3nbii por avi-ies ou per-ias. deve ser feita
por escripio ao ntenie respectivo da porto da
descarga, dentro de ircs das depois de tinali-
eada.
Nao precetfcndo esta f-:r_audade a compa
Dh!a Sea isenxa de toda a resp-'naabilicade.
As pss^nceos sao tiradas no mesmo escrlpto-
rio, at as 21/2 toras ca tare do da da sabida
do vaper.
Atiencao
As passageas pagas a bordo custam
mais 15/a-
Para jarjra, psssagena, encommendas e valo-
rei trata-se com o
A9BKTB8
Pereira Carneiro & C.
6BA DO GOMMERCIO 1 andar
s larie
LINHA MENSAL
O VAPOR
Charente
' esperado da Eorop
a o da SO do correte e
segnu depois da demora
ueies.-aria para a
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar no porto
Previ ia aos Srs. recebedo-es de mer
caderias que se atender a rariamagea por
faltas, qoe forem reconhecidac- na uccas;?o da
deecarsa dos votamm ; e ras a contar deverao fazer (__foer reclaraaco corjeer.ien-
te a volnmes qne ora toanam segnioc
para es porto:- do ul, atim de ssrem dadas a
ernoD aa providencias, necessarias.
Roga-se ao9 Srs. passageiroa de se preseata
rem na vespera ta ebegau. ^ vapor para torca
rem as sna6 passagens.
Para c?rsa, pas.-agens encenraendas e dinbel.
M"lretet"taC AGESTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Hambwg- Suedamerikanis-
c h e Dampfschiffahrts-
Gesellscbaft.
O VAPOR
Argentina
Ccmzaaudante A. E. Bell
E'esperado dos portos da Ec-
roua at o da do corrente,
e seguir depois da demora ne-
cessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Quae;qnpr reclarorc6es f serio atterjdid88 24
io-as depcis da cltima descarga do vapor ni
Alfandega.
Entrar do porto
Para passagens, caiga, (rete e etc., trata-sa
Coto es
Conaignatanoi
Borstelmann SfC.
Raa do 'Commercio fl. 18
1* andar
ftoj&l Hangaria_ bea feigation
Company Adria Limited
O vapor hngaro
Petofi
E' esperado de
Trieste at o dia
18 do corrente,
segoindo depois
da ndiepeneav
demora para o
portos da
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendaa! e di-
nheiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Henry For_ ter & C.
Roa do Cjmmercio n. 8
1- andar
LEILOES
Leilo
De latas com mana de tomate, contendo
de duas caixas
Trrca-lehra, 17 do corrente
A'a 11 eras da t_anh5
ite Pinto
A geni
BA DO BOM JESS N. 45
Im eonii_u_ca.
Chapeos de sol, de pala de maesa, lasen-
das, mlndiM e aovis.
m\i Oilreird
LEILAO
' bons movei?, relogto de bromp, figuras de
ges-o, pegas Ouad de elecirc-plaie. frocieiras,
salvas, espelbooval, (vpro besum). ricos jarros,
qoadros, lautas, vidros, etc.
Qaarta-feira, 18 do corrente
A's ifl horss
Ka cara sita rea Princesa Isabel o. (4
O agente Oliveira cuLpeitiitem-oteaotonaado
levara a leao t imporUQte e sulida mobllia de
Jacaranda, completa e consulos com pedra, 1
dita de jcueo prelo taiobem completa e com pe-
dra, I ictporiaLte espelrio oval, (vdro btsooO, I
cama francesa moderna, 1 rico ioile>e de jaca-
randa com pedra e grande espelbo, i diio de
moguc, aervindo de lavatorio, tllete e commoda
com pedra imbotlda, 1 mesa eUsHIOi de 5 taoous-
I goarda ou;, 2 aparadores ro'hs, 2 marque'
zas, i tadtira e carro de jouco para nuil*, 6 >a-
deiras 4e junco, 6 ditas de atm.rellc, porta cb-
peo?, banbeiro de cbovisco, I relogio ce bronse,
porta garr;fas de electro p:ale, porta ovo?, ga-
ine:ei'os tirios, froctelras de ne'.al, 5 salvas de
treir.l fino, macboa para caf, porta glo, porta
car o, ttagereii, reoslo, i par de jarres gran
des, tapete para sof, cantou-irts, qaadros, co-
pos, garrafaa, looijas, Basa ce (osiiiba, fi'gire-
ros, Lugap, u.eea ce Cotiiib;1, fogarelros, te, e
oatros manos movis que estarlo patentes no
acto do e\\i).
n. Lespoli" Cvalcanie CInc*-o
e allm. uerqu*
Dr. C>neiro de Alooqnerqoe. s-iib i>o
genros, D. Blandmade Siqu-ira Cavalcaoie, seos
Slboa e geuros. D". Conlan'-i' das Saoto Po^
Cual, soa molder e blbos, D. Mara das Herr-
Cifneiro de Albuqu-rqoe, agradecem a lflasi*
res8oa8 que ce riitnaratn visar D. Leopoldina
G Gtsneiro de Al^uaoe'qoe rtoranie a moles la
que o ievuu ao lomi.lo ; e ia covo convidan) sos
feui amigos e pireotrs p ra ouvirem as missa
que por alma a exunr'a acio readas na aa
ni da Boa Vlst-, -> 8 foras da manha do disi
18 do correte, qor: fetra, agradecendo desrje
ja a todos por maia tste acto de rel'g'ai e cari-
dade cbrisla.
SaWPflLO BRETOMNEflU
CONTRA
BLMMORRHAGIA
a todaa aa
lOlESTUSdaBEIiCil
Doenpa do Estmago, Falta de ITorQaa
O MESMG
Agente Pestaa
Importante leilo
De 1 boa machina vapor, com todos os seus
De.-teuceF, e fonccionandj, na preeenja !ob Srs.
P'eienteotes, i grande cofre prova de foeo, de
Mime-, cem f compleme p 3 baia-cis pra
cima ce balcao, s que ha de melbor, 1 grande
armojao para quaquer negccio. grandes calxOes
para deposito ne assucar oo bulaxa, candieiros,
encanameoloa e registro de gaz, encancmento
para i gua, taboa?, escadas, depoeitos de folba,
frascos de vidro, corredores e rntres moitos
cbjedes que se'o vendidos em let^s. a vontade
do Srs. compradores que comparecerem ao
Ifiao.
Quarta-feira, 18 do corrate
A'S 12 HORAS EM PONTO
No asdar lerreo sto ra Martillo Dias
D. 30, outf'ora ra Direita
O agente PeEtana vender por coma e risco re
quem perltneer, os objectos cima mencionado?,
em um oo ru. s lotep, Uvree dtsembaracailos de
qnalquer odos.
Agente Oliveira
Leilo
De 1 ecup de 5 acentos, em perfeito estado
Sexta-eira, 13 do corrente
A'S 11 HORAS
So arsffiazein a ra Id de Mo
vembra n. 39
ANT1GA DO IMPERADOR
O agente Ouvena competentemente autorisaeo,
vender em leilo o referido coate cima, o quai
estar presente no acio do lea.
AVISOS DIVERSOS

O ME8MO
r^CUttlH
Ghlorosis, Pobreza do Sango, DebiHdade, to.
Xjmpbtlii*u>, Escrfula, AmolUcimenlo das ssos, rrru. M M la. Bw OtsMl PbanuatM
PHOSPHtUDO
"ONI-NU1

D otbilia Flsu',rad Flguelra
Paria
Mieoel dePpoeir. t'U Sobriobo, D. &!ar'.a
CUra deMell> FWartra e Mario Figo*a fe
Menes'.a sgraeceni d" in imo o alma a toaoa
aqueile* prenles e aniigon que se dignaraui oe
acompani-r o cerxi'io pub'tco desta eida'-.t
o? resljs roortaes ce soa prsarta e idolatrada
molber, Plha e irm-i: >e novo convidm a
todos e ao derrus pareotrs e amigos para as-
sistirem as Bissai qoe teern de celebrar se po'
alma da mesma finada, na te ga feira 17 do cor-
rete, na igrea do Sefcbor .lo Bjai Fim. em
Ollnda, 8s 7 I/i horas da manfla ; ronfessan-
do-e desde j- suom m n'-n agradecidos a lo-
(Io aquD!l"" ejo 'c p-' i'-r.
.
t "?
Joaquina Amaacio Rodrigue*
Coclho
Femvindo Amando R.-drigoes Coelbo, actnal-
meole nrsta cidade, t. ato recebido a infausta
noticia do fallecim"no Ue seo presado l't ao,
Joaqun Arando Rengues CoelDo, na cidace
de Petron?, no da 10 convida as pe3S0BS de
snas relac-'a e amisaae para assistirem as mis-
sas manrt.das celebrar na matri. do Corpo Santo
s 8 hjras da manna do dia 17 do correte, ""
A\\ de seo fallecicnento, e antecipa sea eterna
gratidSo per ette acto de religiao e caridade.
Precisa-se de um bol cosinheiro e de om
copeiro ; a tratar no caes de pibanbe ns. 30
e 32, Serraria Pen.ambncaoa.
Venrff ce o prenc n. 6l a roa do Padre
Flcriaoo. E' urna casa terrea cox bons comino
dos para urna familia. S^nre i a-eompto da ven-
da emals rformacOe", achuo com qoem tratar
roa dos Percadores n. 29________________
Precisa-sede um homem do moia'
idade que saiba 1er e nao tenha fa- j
milia, para servido que nao posado. |
Nesta typographia se dir quem pre-
cisa.
Compra-ee ferros para parreirai : na roa
de S. Jor(;e o. 135._______________________
Precisa-?" oe um caisero com pratlca de
taverna, de 12 a 14 annos de Idade, e qoe d (
fi-oca ce sua conducta ; na roa Vidal de Ne-
greiros n. 41. ________________________
Precisa-Fe de om* ana : a iraiar na roa Biro
da Vicioti o. 65, segundo andar^__________
Precisa-ee de O'i a que aioa ne n cesinbar : a
tra ar na na do Livramea o n. 24, fabrica de
calcadcs. __________________^.
c^.X\Xw&bu
Precisa sede orna para cosinba, na roa Larga
do Rosario o. 9, relojoana.________
fvu>9
Precisa-se de urna para coBicbar im casi de
peqoena familia : a tratar na roa do Imper dor
n. 81, loja.__________________
Ama
Precisa fe de rma ama para cosinbar; a
tratar na ra dn Hospicio i. 20j____________
Casa para alugar
Na roa Doque de Caxias c. 48, loja, qnforma-
ge quem tem para alog>r orna ca^a mnito ae-
teiads, com commodos baetaotes, e siiuadi no
centro da cidade._______________________
Atten^ao
A rifa deoomicada Va Comeodo ficarS trans-
ferida para corre*- com a oltima lotera de vicie
quairo cootos, qoe se extrabir no mes de Ooto-
bro. Recife, 13 de Setembro ae 1895
Deca racao
O abaixo as ignado tendo arrematado perante
o miso do commerclo desta cidade a casa n. 2
dama da Pas em Afogados, Moni dala de
SOrtcMao passado. coja cas* tol a Praca em
vi-torfe de accao, qoe contra Manoel Francisco
Alves da Costa esna mulber promoviam Joa-
qr.im Ferreira de Garvalbo & C. convida pe o
presente a qoem qoer qae se jalgsr com dir o
a referida casa, a procralo no prazo de olio
das, no povoado de Tigipi. on_e reside.
Tigipi, 17 de Setembro de 1895.
K BusUqoio Jos Gomes.
Caizeiro
Precisase de om com bastante ptica de.
molbaaoa para toma- conta de orna das melbo
"scasasdafegoesia da Boa-V.sta, n&o seifai
qoestao de ordenado oo loteresse : tratar com
os Srs. LopeB Albelro & G., travesaa da Madre
Dos n. li-
ar. Senhorinba Vlllela de Gusaias
_ob>
Anton-o Gracndo de Gusa.So Lobo. Mara Jr-
lia Lobo de F eitas, Mria A lelaine de Gosmao
Lobo. Mana dn Carmo de Go*_> oho, Mara
Francisca de Gusmo L>ho, Carlos Alberto de
Gocoio Lobo, Francisco Justimanc de Go*m'
Lobo, Frederlco Leopoldina de Gasmaa Lop'1,
l"gario M'ianno de GusocS-j Lobo, Mana da
Gooceic;ao Lobo e Freitai e Jos Antonio "e
Freitaa, aloda sob a mals dolorosa impresfao
pelo Io aoniversano do fallesimento de soa pr--
sadisaima scosa. mil, : v e sogra, Senboncb
Villela de Gusmao Lob.i convidam seos paren-
tes e amigos para assistirem as exegeits qtip
por toa alma manriam celebrar no convento de
NbS'a Seniora do Carreo desta cidade, sen n as
mi?8is as 7, 7 1/2 e 8 bcras da macha de 18 do
corrate e o memento em seguida. Agradecen
aniecipadaroente a quartos ^e dnjoarem de com-
parecer aquelles actos de bomanidade e de reli-
gian________________________
O melhor e mais agraoavei eos tnicos, recentado pelos mais
illustrados facultativos de Paric, ees casos c'.e ANEMIA,
CHLCROSIS, PEBRES de qualquer natureza, DOEN^AS
do ESTOMAGO, GONVALESGENOAS.
S acha as principass Pharmacias*
i Machina de impreesao
Vende re orna Mmerva *Godding : a tratar
na IfvTarfa Bonlitreao.
Caixas de msica
importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Recebeu a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 desde 150i5000a 400t000.
Grande soitmento
__.iri_o s li_:_lis ele Familia
ja _* | i ja o melhor alimento para as criancas de tenra idnde.
r t\ l\llin f\ o alimento o mais completo no precisando senao agua
LCTEA para a sua preparaco.
NF QTI I? alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
E_ O I a_ o nico nlimepto recommendado por todos os mdicos.
Exigir o nome NESTLE snhrc todas as caixinhas.
GONDENSADO
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
_Cxisir o mnho de paanarinhoi* sobre tortas as caixinbas.
U-..-, _P&Tl C ^ V^.,-v. Km PARS, 1 i. Ru du Parc-Royal.
I1ENRI NBiOlLB em VEVEY Em LONDRES, 48. Cannon Street, V..-C-
Acha ae ao BRAZ1L em lodas as Fbarmacias, brugarias, Gasas luiportanies t~ Especiaras e Armazeas de Cha.
Vi_ho foz_icante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, da sabor encllente, mais cficaz para as
pessoas debilitadas ao qua os ferruginosos e quinas.
Go_servado pelo methodo Pasteur.
Reeditado as Molestia' Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Gonvalescencie ; este Vinho recom-
mendado s pessoas ] iacsas, s jovens, mulhere3
e s criancas.
uu tB Pernimbuco: i' it Drenarla e Pmac'.o CktBltM FAUJA S08RIIH0 C e na; ari.:; Hl __aa*'
?ZZ!*>
Feitor
Prerisa-se de era fetor portoguez para sitio,
qae r. ea-ar.te de sn condeca; a tratar na ra
do G-mme'Ci n. 18 2- andar.
Criado
Pre^isa-e de om menino para criado at 14
nnos : a tratar na ri-.a da Soledade n. 38:____
PARA. DOETE
Criadc
Precipa-se de om ; na rce da Concordia n.
IM,brlea.
UCKSCIADOS PELA ...JfEClOBIA EBAL DE HYOmMB DE RIO DE JANEIRO.
Aperientes Eatomacbicos, Purgativoe, Depurativos
Contra a I'alta de appetlt, a Obstrnccao.a Bnxtwineca, as Vertigen
as ConsestSes, etc. Dose ordinaria: /, t a 3 grios.
Desconfiar das falsiilcac.es. Exigir o rotulo junio Impresso em francez
%SSS^^WSS o Sellada ^lo tos Falcantes
Em pakiz, Vn. naca -.-iseo-Vi a o todas as gtiarrnanita

t
Leonor Francisca de Meoeiros convida aos
seos parentes e amigos para assisti-e. a urna
migsa aae manda rezar na igreja de -. Francisco
pelo 3* afiniversario do fallecimemo de Ben lilbo
Dr. Fra-irisco Jos de Mede ros, no da 18 s 8
1/2 boras do da e de-de ja aeralece a t idos
que re oigoarem ssMsiil a.
RED1EDI03
LE ROY
Populares em Franca, America, Hes^nha e
mas colonias, ao Braztl, aoode estao autorlxa_03
pelo Cous-lao de Hygiena.
Vomitorio Le Roy
Ultlroamente empregado como prepa
raco para o uso do Purgante.
Purgantes Le Roy
Grot dotsadDi ccDlorne a Idaii.
SSo proprios para qualquer doenca.
Um noticia MpMMffM onro/re cada arrala.
3 Le Roy
-' eantdo dus R*medio$ liquidoa.
i tx;hcat:vc turivj cada Iraico.
O o 100 pil. 5' O traaco ae J5.1'BO
..icautolar-se das falsificarpoes
RECUSAR
qualquer Producto qa lio leTir ende-
rezo da Fhinuda COTTII Caira (a LE I0T I
61, Ra da !> 61, Parta. .
DEPSITOS EM TOBAS AS PABaUClAM.
Olinda
Vende-se orna ca na roa de S. Bento o. 8,
com 5 quartos, 2 salas, cosioba e om qoarto no
animal, cem agoa potavel sendo o terreno pro.
rio : a tratar na roa do wogoeira o. 34.
Casas naVarzes?.
Aloeait-:e doas casas em frente a esta{So da
Ya-ien. ambas MmpaB e bem coneervadas, seo.
do orna assobrafiada e com commodos para
grande familia : a tratar na rea Doque de Ca-
xias b. 59.______________.______________.
~PAKA DOENIB
-Vinho Mara
Marerhal Olive'ra S< are
O engenfieiro Affjnso Carneiro de Oliveira
Soares convida a feos amagos e ca aradas pa^a
assistirem a ama-missa que se' celeb'sd- ni-
matriz de Palmares a SO do corrente, s 8 Hora-
da n aoh, 30a dia do fallecimento de seo Idola-
trado pal o mar*chai Oliveira Soares, agrade-
cendo de antema > aos que comparecerem a esse
acto de religiao.
Cal Braoea e Vi r-
^em de Jagraa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran
ca e virgem, avisa sos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdaderos pro-
ductos se ene ntramem
seu annazem do caes do
Apollo n. 73.
Atien^ao
Vende-se a casa da erqo-a da roa da Matr'z,
f'egoezia d? Varzea, com 35 palmos de frente e
280 ae lando, com qoarios, 1 salas, cosinha,
qoarto para criados, ooano para emgommado,
cacimba no qmita. com boa agoa, arhonsado
com bastante f u le a-: tratar na raa do Ro-
ano da Boa Vista n. 51.
Ama de leite
Precia-se de ama : na ra da Concordia n
IM.
ESPECIALIDADES
T. JONES
FABRICANTE DE PERFUMARA INGLESA
EXTRA-FINA
VICTORIA ESSENCE
O perfume mais delicioso no mundo.
E uma grande colleccao de extractos para o lenco
da mcsiiia qualidade.
LA JUVENILC
P sem mistura chimica alguma, para o rosto,
adiierente e invlslvel.
CREAIW IATIF
Conserva-se em todos os climas; um cnsalo
demonstrar sua supurioridade sobre os outros
Cold-Creams.
AGUA DE TOUCADOR JONES
Touica e refrescante. KxceUente contra as
picaduras de Insectos.
ELIXIR E PASTA SAMOHTI
Dentificio antisptico e tnico. Branquea os
denles e ortiflea as gengivas.
23, Boulevard des Capucines, 23
PARS
em PERNAHBUCO : C* de Dragas i Productos Chimicos.
55 ANNOS DE SCCESSO
58 reeofeasas das quaps 17 diplomas
de honra. 16 modalhas de ouro, etc.
ALCOOL, DE HORTEL
RICQLS
nico Verdadeiro Alcool de Hortel
Soberano para curar Indigestes, Dysen-
teria, Cholerina, Dores d'Estomago, de
Coraco, de Cabera.
Algumas gotas n'um copo d'agua assucarada
formam uma bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sede c saneando a agua.
E cgualmcnte excellente para os dentes, a
boca c todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as Epidemias
como Pebres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
Deposito em PERNAHBUCO :
0 0 iOf,AS 5 PRODUCTOS CHIMICOS.

d '.LLiA'i-ekiofliTR ayaooT
'figJumi tva is-vriiiiosna
WatMMS t>pvpuQ>l>3 tojd lOPBllOS
I osfpMOMinqd ANSIXnOM XIMIO 'O |
p iiui.ij ti .//.,
onnejaj eo a oOsmotis otad
opuaioj aiojojno! fowapod eai|>pJi_
f.nonvs oo so ai a
vaiiniHdAt saodaidiv]
wacno ep SB90B__T e
Km m ^*oAl
DELANGRENIER <^
ou pars % .
17 Mf* um tama minnal 9'
V ..... t"lctcii carta
i <; oo*~ ai
BRONCHITES^m-iNFLUENZA
<- e ii IrriUfiM ia Peito tt Eariuu.
^ Sem opio, morpblna nem co-
detna. sao receitadoa om
> aema, sao receiiaooa com tr,'
, \ ptimo xito e seguranca &
L^ as crtancas padecendo J*
_te_ THK-caoaaanc ,^
K _?ev- "------ __-*_
2?_ipbtf*;
A39I0
SIROP
duK
irritacdo do peno
Tos se
Expectoracao
Insoxxmias
Ne-v-ralgias
Dores
Pars 28, ru B*nen,
* o vora
Dr as s qualitla^er-
em fH[ rrv e em l_tinhs ven-
I r- en pil T' lo Pf;
Bamt>ucu 'owiler R^ctory.
Ra do Commett o d. 6
Vendem Ferreira Ro-
drigues & C, preco
sem competencia
Ra Madre de Deus
nslel4-
Liquidado
A loja Parlz n'Anierica ten-
do de liquidar diversas fa-
zendas de niodas chama at-
iene de seus fregueses para
grandes abatimentosde preeos.
Ra do B. da Victoria 1*8
Pernambuco
rame farpado e Moi-
nhos de vento com torre
de ferro galvanisado,
preeos modicfS,
Fundico BOWMAN
i
Mercearia
Vende-se cma mercearh bem afregaeada,
ra da Gsa Forte v. lo : a tratar na meema com
seo proprielario.
Regulador da Marinha
(Joncerta-8e relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objocto
tendente a arte mecbanica.
rfRa Larga do Rosario9
ion padre
Compadre V. tiiga-_e oide compra gneros
para soa despensa ?
Eo ibe digo: na imites annes qoe compro
i m om arreazem. e cao me consta qne nincoem
seja mals b--ic Frvido em ontra part ; compro
alli, porqoe encontr o que preciso, dea a nota
e manrism-rce todo a meu grsio, ja \ nesta
coodicao estoo saiisfeito.
; Em preco no ha qnem venda mais barato e
todos os gneros pao ce primara qoahdade ; a
boa manleiga, o bi.m cba, o oom queijo de di-
versas qoalidides, o bom vinao de mesa da Ser-
ra da Estrella, o bom vii ho do Poro da mais
baixa a mais alia qoalidade, os boos licores, o
rom charxpafcn-, Gnalmenie lado quanto se pode
de?ejar para orna boa despensa;
E leem tamben um completo sortimento de
obras de vimes, como sf ja_ seslas para com-
pras, balalos para papel, rooeiros, bergos e
lindas radeiras.
Obrigado compadre pelo ^ue me diz, porque a
vida est mui:o cara, voa mandar comprar o qua
precizar nesse a-rcazem. Pois mande compadra
que ha-de ficar eatisfei'o.
Olbe o sniieo arrpaz^m de
Pocas Mondos_ C
BA ESTRITA l>0 ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Sei onde compadre.
EMENTES novas de bortaligag.
Completo soriim^nto.
RA E5TREITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
______ P9as Hondos & C.
Commodo
A pessoa que tem om commodo para trea
senborae, pode neixar car.a ueste escriptono
com as lnic;aea H. J.
Precl?a-se de om criado : no b'cco do Padre
o. -8, hotel___________________________
Que pechincha
Vende-se mu.lo barato na roa de S. Migaei n.
99 em Afogados, duas carrocas de cavado, que
eslo em perfeilo es'adj.
Km Olinda
Vende se om bom e excellente piano ; a tra"
lar na raa de Maibhs Ferreira n. 40.
CHEGAM
BREVEMENTE
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Torres
Yedras
(Portaga.)
PAivA COBNTB
Vinho Mara
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joio Fernandas de Almeida
Travesa da Madre Deas n. 91
TiriAf_A_cl2_r
DE
Campos & G
N. 3RA DUQUE DE CAX1AS-N. 38
Em frente do Diario
Oa propneiarios deate bem montado estabale-
cimeoio previnem ao respeiiavl publico qne
para bem servir ac seas freguezes teern no re-
ferido estabelecimento om esplendido e variado
aortlmento decasemiras pretae e de cores, o r;u
ha de melbor em la, bias de paro lindo de to-
dos os paJres, e por preeos rasosveia.
Possnem bons artistas, pelo que se julgam
habilitados a saiisfazer com todo gosto, esmero
e Derfeigo ao fregu mais exigeaie.
Na mesma aifaiaian alagam-se casacas 'C
ciaks, etc., etc.
1

--aas-i

V


M


Diario de Pernambaco Terca-feir 1V de Setemhro de 18t5
AIFA1ATARIA
SILVA E1BE1BA
Ra Baro da Victoria
n. 46
T e m esplendido
sortimento de casacas,
colletes e clak? novos,
assim como outrs em
perfeito estado, para
aluguel. _____
Vassouras de Timbo'
Vendo Jos Alves da Sil Mala, em grnsso e a
retalho, i roa Domioos Theolooio n. 2, aotiga
dis Ca'gadas.
w
&? 9
D.Q3 .

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8
O
22
l
g
-
c
Grande officina de serralhei-
ro e ferreiro
Boa do Padre Honiz
tatigB de Santa Bita Novan. SS
O proprielarics desia ollicita e eocarreeam
de qcalquer trabalbo coma eeja : a38eoiamenio
de machinas, assentamentos de eugei nos de
ozioaa e de out-as fabricas, caldetras de foso,
de aspaiamento e cafas especia, cbamineis
tanqoen. crivacOes batidas, portOes, bandeiras
carandas de differeo'es sistema, ferraseos para
moendas, ecpecialidadeem traaaloos martimo e
por.taalhla .e em seos tratos, para lato tem so- s
officloas bem mootadas e 00 peasoal habilita
dissimo e bem coabecido oeste Estado.
Cbamamos a atteocao dos Srs. preteodeotes a
virem visit r a aova fabrica auxiliadora da agri
col'ar.
Bernardo dos Sanios & C.
Telepbone n. 668_________ _
Para doente
VINHO MARA
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assignados, carne de pri
metra qualidade, nos talhos da roa Marquea de
Herval La. 17 e 8, e Gamboa do Carmo D I.
Este prego soffrer alteracao par mais oo
para menoa, epmpre de accordo com os prepon
do gado o>e leira.-.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Fioia Lima & C
Boa acquisi$o
Vende se o sobrado de 3 andares o. 17. Ito a
roa do Bom Jescs, no Recit--, rom grandes accom
modacOes e proprio para estaDelecimento com-
mercial : a iratar na roa d Suledade n. 66.
Chapeos!!!
De sol awiados, om por MO O, aproveitem a
pecbnba : vende-fe na
LojadaPerola
Domingos Keroaodes.
90$, 150, 10* |
Vcode-ae ama mesa elstica, ama esprpcuica-
deira, orna bomba ; Da roa da Pairea o. 49.
emulsao de scott FUNDsCAG CSRAL
LLANPTERSON&G
de
FIGADO
OLEO PURO
DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
Tao agraavel ao paladar como o leiie0
Approvada pela Junta Central de Hy^
giene Publica e autorizada pelo
governo do Brazll.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoie descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos com
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PR0DU2 FORQAS'E CRIA CARNES.
, A venda as principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWr*E. "*** CHIM1COS. NOVA YORK.
44-RUA D BAAO O DTBlfMPHOHUt
Machinas a vapor.
Mcendas.'
Rodas d'agua.
Tsixas tundidas e batidas.
Taixas b tidas sem crava^ao.
Arados.
LOJA E \RMAZEM
DAS
CHANDE
HOTEL AMBIGANI
Kua 15 de Novemko 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos maia higini-
cos da cidade do Recife.
Accommodagoes magnificas, todas com janellaa para a ra.
Esplendida salado refeicSes, a maiur e maia arej-da jesta capital.
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosfhheiros, sendo um francs
centimente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialiitas na ar-
e callara
O proprietario d'este grande e luxuoso estabeleciment tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere-se acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeia dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
-SE DIYEBSOS ID1MAS
PKECOS RAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE ____
N. GRUNBERG
segumtes rticos
E' A DESCOERTA
DO
FOLHETIM
39
ELIXIR H MRATO
PROPAGADO POR
D GARLOS
Elle cura toda a f jphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a asihma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MRATO, pro-
pagado por
DEPOSITO E.M PE.R^\MBi]CO
A GOMPANHA OE MM I PRODUCTOS
Ra Mrquez de Qlada 24
A saber:
ujtSsa iniissim*a core* de 152 OOi 4OO re'u o 07ad3 .
Madapolo americano muito largo de 181JOO a peca pjr 8^000. 3?
Dito para noiva a 4(5500 a pega.
AlgodSoinho americano a 58 )C0, 7^00 e 8i>000 a pe.
Crotones ioglezes claros e eacuros a 300, 400 e 500 rs.
BrinsJ de cores lindos padrSes a 600 e 800 rs. o covado.
Setim de cores a 800 rs. o covado.
Sedas obao-tlotadas liados deseobos de 43500 e 1S500.
Leqaea de gasa e da tetim a 58000, 6fiOO0 e 80W.
Meiaa cruas para homem a 7)5000 e 1C8000.
Ditas cruaa pa.asenbora a 120OCO e 158000.
Collariohoa de linho diversos formatos a 6i50GO a d'uiia.
Etamices branooa rendado^ com toque de mofo a 600 e 800 rs. o cO.'ido,
Bretanba de linho, fina a 10300 vara'
Merinos pretos lisos e de corns a 1S4'.0, 16000 20OCO.
Ditos de coi es de 10200 a 24'J rs. o covado.
Organdys a Pompadour a 400 e 500 ra.
Cortes de casimiras para calcas a 60OOT e 100000.
Camisas para homem a 480000 a dozia.
Espartilhoa finos a 70000, 80000 e 98000 um.
Sergelim de todas as coro a 240 rs. o covado.
CasemirA preta diagonal de 80000 e 100000 o 30000 e40O>
Cheviot preto pora 12 de 78000 a 30500 rs. o oovado.
Mintilhas de seda reme com toque de mol > a 10000 um
QaardaBapos de algedlo para cha a 3001 '0 a dusia-
Caaemiras de corea a 480UO e 50000 o covado.
Luvas de seda, cores diversas a 00 rs. o par.
Pliec a 200 rs. o metro
Robs de crotones de cores a 68000 um.
Creoons lindissimas cores de 28500 a 18500 2 largaras.
Sedas escosseaas finissimas de 50000 a 20000 e covade.
Ditas pretas lavradas a 10500 c covado.
Surah de cores a 18500 o covado.
Cobertores americanos a 18500 um.
Lencos braceos com bordados da cores a 5S000 a dalia.
Brim braceo puro linhon. 5 e 6 a 3(000 e 30200 a vara.
Voilea franceses a 200 ra. o covado.
Camieaa de meiaa para homem a 10000 ama.
Gnga adamaacada a 200 is. o covado.
CalUrinbos celluloid a 300 rs. om.
Ditos de linho boidadoi para senhoras a 5G0.
Cortes de Lin. n pra vestido finiss mos de 458000 a 158000 1!
D.toa oe cachemira bordado a teia de 800000 a 258000 e 300000. J
Las eicosBezas e oatros padrSes n 320 e 400 rs. o oovado.
Plomas e aigretes a 18500 9 28000.
Brim americano bonito patries a 500 o 600 rs. oovado.
Dito p-rdo de 18200 a 500 is. o covado,
Caohemira de 12 para invern de 48000 a 18C0 l o covado. ;
Colchas brancas e de cores a 30000
Flanellas encarnadas com decenhoB pretos a 500 rs. o covado.
Fictos, sahidaade ositos a 10000 um.
FustSes brancas com desenho* de coree de 18500 a 800 ra. o covado.
Lencos de setmetas de cores a 200 rs.
Caetones fraoctz-s clarse escures de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditos fioaa para coberua a #00 e 700 rs. o oovado.
Ato: lhadcs para me, a de 58COO a 20500.
Tapetara
Tapetfsde coco para forro de sala a 18800 a jarda.
dem de juta a 28500.
dem de a le tita a 20 i 00.
Esteiras brancas fiaaa a 20500.
dem de cores tinas a 38000.
Capachos de coco para entrada de salla de 68000 a 120000.
Grande quantidade de retalhos 'e 13, seda, cretone, etc, e.c.
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
i
0 CASAMENTO DE OM MP
POR
ALEXIS BOVIER
JHH.'W
SEGUNDA PARTE
A CASA BERARD & G.
CAPITULO xm
MUSA DOS BOSQUES E DA HARMONA
CAMPESTRE
(CentiDua(ao)
E Losemont, com ar de ameaca, esten-
deu a m&o para Pariz.
Depois, saneado, fatigado, sentou se...
Tendo descan9ado mais de meia hora, le-
vantou-se; a ebuva comecava a cahir...
Estendeo um pouco a cabea para receber
na testa as grandes gottas de chuva do
temporal...
Depois mais tocegado, procurou nos
bolsos a sua carteira...
Tenho seiscentos francos, disse elle...
com isto I hei de acabar... e nada mais
quero...
Alcancou a primeira estac&o do cami-
nho de ferro e voltou para Pariz. Tinba
pensado, e com razao, que ahi poderia
arranjar um fat(> menos... campestre
sem dar as vistas.
Nessa mesma noite, convenientemente
fvestide, tomava o comb9o de Mans...
CAPITULO XIV
PELA AGUA ABAIXO
''Nao tenho mulher
uau n nm para amar... nao
tenho filhos... nao tenho familia... nio
tenho amigos. Vivo comvosco para vos
arrancar a minha vida... anda que isso
caite a vossa...
Vivo para gozar a vida, e nao para que
os outres gozem della... nenhum laco nae
prende. so tenho odios...
Quem quer que Be col loque diante de
mim sera destruido..... Esse assassino
qaer perder-me... Est perdido...
Soa om ladrfto, um esarec... verda-
de 1 mas n&o sou om assassino 1 Arranco
4 sociedade a minha vida, mas nao mato,
ai... e esse homem reclama contra mira...
Oh"I sim astas perdido.
Agora estas perdido, dinheiro algnm te
airar ; ds-me os grilhJJes, pois a farei
om que voltts para # teas!
^
Ae mesmo tempo que em Saint-Ger-
main prendiam Petite, a polica assaltava
a casa n. 84 da estrada d'Argenteuil.
Grosbouleau e Lalongueur iam passar a
noite nos carceres da prefeitura.
Grosbouleau dizia ao amigo :
O que me consola Petite nao estar
ella 4 esperta, nao a apaaharao.
' Foi aquelle canalh daquelle Lose
ont que nos vende*..
Sim, mas o homem das barbas disse
que bavia de livrar-nos.
Tans confianca nelle ?
Tenho a certeza que nos ha de sal-
var.
Porque ?
- Porque precisa que deitem a ma
Lowarat,
Losemont tambem j foi apaahado.
Ora. ..seo tivessem apanhado, nao
fazia com que nos prendessem.
Porque ?
Porque seriamos a prova principal
daqaillo de que o aecusam.
-- E' verdade !... EntSo para que
que elle faz com que nos prendam !
Para attribuir a nos e que elle fez...
Mas nos fallaremos nelle...
Se elle desappareceu... se n&o sa-
bem onde para.
E' verdade I...
Ta j sabes, prosigui Grosbouleau,
nos nao fizemos nada !...
Boa 1
Se te iaterrogarem, dirs que esta-
vamos convencidos que aadavamos a fa-
zer a mudanQa ue um bario.
Bem...
E nft i o aecusamos...
Nao!
O baro um excntrico que tinha
muitas casas de campo por causa de his-
torias de mulberes.
Est entendido.
Ns julgavamos que elle era muito
rico.
Pudera 1
E nao devemos sabir dista... com
tanto que Petite nao se deixe apanhar..
Se elles vieram comnosco, nao ficou
ninguem em casa, pertanto.....qaando
voltar os visinhos a avisar&o e ella trata
de se por a salvo...
Grosbouleau, mudando repentinamente
de cara, disse para o companheiro :
Lalongueur, somos amigos reinas...
Apertaram as m&os.
Juras-me que se prenderem Petite,
nao dirs urna palavra a respeito della ?
Pedes-me isso, ta... Della !... ra
mais fcil cortarem-me a fatias.
af Joras?
Por Deas e pelos sao tos...
Grosbouleau abraco Laloagueur.
No dia seguinte, de manhii, os dous
amigos estavam separados.
A' mesma hora, Cardinet, mesa, n'um
gabinete de Brebant, dizia Liaotte :
Ves, Joanoa, que boa inspirajio ti-
veste em passar para o meu partido ? !
Po-qne?
Losemont acaba de ser preso em
Saint-Germain, e os seus dous cumplices
vio encontrar-se com elle na prefeitura
Entao como ?
E' muito simples. Fiz com que o
Sr. Nither, ainda verdadeiro proprietario
da casa roabada na ilha da Grande-Jatte,
apresentasse urna queixa polica... Co-
ecaram as investigajSes... Eu prestei o
meu auxilio e, desde esta noite, todos os
nossos inimigos estao denunciados.
Entao Losemont ?
Preso !
E nSo tornarei a vel-o ?
S em Bonhos...
Oh 1 Cardinet, deixa-me abracar-
te !...
E a Linotte saltou ao pescojo do
poeta..
Ainda nao tudo ; amanhS vou es-
erever urna carta muito eomprida... Mas
esta noite quero mandar um telegramma
a Jacques.
Chamou pelo criado e entregou-lhe,
para levar ao telegrapho, o seguinte te-
legramma :
t Sr. Berard, hospedara do Pigeon,
Roscoff.
Barao vencido... tu salvo... dorrae
socegado... Negocio bem... amanh car-
ta... Cardinet *.
__E agora, disse Cardinet, podemos
ceiar. ,
E emquanto tudo se ia pela agua abai-
xo os dous amigos ceiaram sooegados.

TERCEIRA PARTE
D FAS
s adq
ESTRELLAS
Crraode liqurda^ao de iazeadas para acabar dos
* AUGMENTA ti
TNICO
1 ORIENTAL
(Jl ^Ifeaa
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|3 CURA A CASPA
IMPBDB A CAHIDA DO w
CABELLO
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: o
~ a
Criado ou copeiro
Precisa ee de um ; Da roa de PaysaDao'nume-
re I.____________________________________
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequen
porfes applica-se ventosas se cea 5
sarjada; na ra das Larangeir.
A os agricultores de caf
Na faD'ica a vapor de furinha de miltio, do
Pombal. pela-te e beaelicia se caf, por prego a
conven:ioDar, garaoie-se a promptide e per*
fejo.
Jos Pinto 4 C.
___________________Telephope o. 296
Cosinheiro
De om perito precisase- ra do CommercO
4i oo Piyssaoda 19.
Madeiras de construc^ao e
nateriaes para edifica^ao
A Compaobia Exploradora de Producios Cal-
careos, vende em seo armazem do caes do Apel-
lo n. 73:
Madeiras pars coostraec&o.
Cal branca de jagoaribe.
Cal preta.
Cal Tirgem para assocar.
Tijollos de ladnlti" e comman?.
Tljollos refractados.
Pedras de caoiaria para soleiras, etc.
Professor publico ^
evlce se ao cidadio Joc P^rreira Villela,
&ae Tinte e doas letras de 10/OOu cada orna,
t, rertam treie, cujas vencidas a mais de
Piano
y^nde-se om bom piano ; ra de S. GoncalQ
0. J9.
CAPITULO I
DOUS DESCONHECIDOS
Na tarda de um dia de Setembro, com
um tempo triste, carregado, eorriam ne
co grossas nuvenr.
Um homem vestido com simplicidade,
montado n'um pequeo cavallo da Ven-
da, segua pela estrada de Morlaise a
Saint-Pol-d-Len.
Esta estrada raas parece feita para a-
bras do que para gente. Estrena e as
vezas coberta de arvores, parece um tun-
nel de verdura.
Depois, desembaracando-se de repente,
o macadan saliente estende-se pela plani-
cie, formando grandes carvas, asseme-
lhaado-so a urna eobra imotonsa.
Nos sitios em que ella atravessa a pla-
nicie, tem dos lados denso matto que a
vezes se yai perder na floresta cerrada,
onde desapparace.
E' urna estrada tases, onde militas ve-
es as ferradaras do cavallo ferem lume ;
estrada rida que o progresso ainda n2o
visitn, da mesma forma que o paiz que
ella atravessa.
A f conservou tudo no passado : es-
tradas, dados e gente.
O que se desmoronou fieou em ruinas ;
nada se tem demolido nesta trra, tado se
desfaa pouco a pouco, tudo morro ; nada
renasoe.
E' o caito do passado at nos erros ; o
futuro inspira mede.
Ao meara* tempo que as ideas dos s\
Pao Centeio -
Z. Mello Biset avisa aos seos fregnezes que
tendo recebido farloba de Centn, contina a
fabricar este pao todas as tercas e sextas feras.
Ra Larga do Rosario 0. 40.
Para doente
Vinho Mara
grandes proporcSes, a natureza fica nestea
sitios ao nivel dsqielles a quem faz viver.
A torra estril nao quer alimentar pes-
soas que lhe exijam abundantes suores.
As arvores sao anas, este canto da B.-e>
tanba o paiz dos pobres.
O homem segua o sen caminbo, no tro-
te largo do seu cavallo.
S ao cahir da tarde chegou a Saint
Pol-de-Lon. Apeou-se no Soleil-D'or.
Depois de ter mandado levar o cavallo
para a cavallarifa, ordenoa qoe lhe ser-
vissem, na sala da estalagem, um jantar,
abundante para a trra em que se acha-
va. Porquo preciso fazer justica a
este canto da Bretanha, aqu come-se...
mal.
Qaando lhe pozeram o jantar, elle pe-
dio ao dono da estalagem para se demorar
um bocado e provar um vinhosmho que
nao era daqaella regiSo.
Meu caro senhor, disse o homem ao
hospedeiro, ainda atoa longe de Ros-
coff ?
Quasi das leguas.
Nao ha carros para I ?
Ha, sim, senhor, duas vezes por
dia.
A que horas ha carro ?
Ah hoje j nio ha. S amanha a
dez horas da manhS.
Ha entao carros particulares ?
N4o, senhor.
Canto assim disse o homem sarpra-
kend'.do, a duas leguas de urna cidada
d'aguas, aSo ha carros para alagar !
Mas, senhor, Rascoff nao urna ci-
dada d'aguas 1
{Contina).
Ao mosmt wmpo qua t i 3 fr*. do Diario, roa Duque da Oaxiaa, *
culos atrazados impadam a gente da tomar *yP* ao utanQ* u*1a* an V*M^ **



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