Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20086

Full Text

ATVMai^
Domingo 15 de Sctembro de 1S95
NUMERO til
PB6PBIBS&BB *>B M&N0I3E. PXGBBiBeA BE B&BI& & FILH8S
REDACTORES AXTOIWO WITRITVIO PIXTO BAXDEIRAJ E AE^IOEI DE \ ASCOXCELLOS e MAXOEL ARA
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados. 85000
Por seis mezs adiantados. -A 45&000
Por um anno adiantado .... 30&000
Numero avulso do mesmo da.. $100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
O Srs Mayence Favre & C.a, residentes em. Pars18 rae de
La Grange Batelire*
PARA OS LUGARES ONDE |SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i6$500
Por um anno adiantado .... 331000
Por trimestre vencido..... 91000
Numero avulso de das anteriores. 1200
Telegrammas
UU .-i ----------------------------------------------------------------------
ssr.vigo rASii::is:: iasi:
Rio de Janeiro, i3 de Setembro.
Foi nomeado tenente-coronel comman-
dante do ^8.* batalho de infatuara da
guarda nacional do municipio do Recife,
nesse Estado, o cidado Banardo DamiJo
Cavalcar.ti Pessoa.
Consta eh'ar assentada no circulo
po'itico federal d'aqui a candidatura do
Dr. Julio de Mtllo, para governador desse
E tado.
Maooel F'-nandea Velloio.Ioforme ao Al-
m'ni-lrado'd, R'febelo-ia.
W Isoo Sons A ('.-Informe o S\ Dr. Sub-
Director da Contabilidade.
Jos A exandre Ferreira FirmoD ga o Sr.
Dr. P. Fiscal.
Bactiarel Celso F. HenHque de Sraia.Infor-
me" o Administrador da Recebedorii.
Cirios Perret.Iafoma o Sr. B.'. S jb- Direc-
tor da Conabiiidade.
O Protocollsta,
Francisco Hiliiino^Ferreira.
LNSTRUCCAO POPULAR
:: uasitbes u sciek ::
POR
Gasto Tissandiei*
CAPITULO VIII
A INDUSTRIA E AS MACHINAS
NICOLAU LEBLANCPHILIPPE LEBON
RICHARD-LENOIR JACQUARDPHI-
LIPPE DE GIRARDJOSU HEILMANN
BARTHOLOMEU TIIIMONNIERLUIZ
FAVRE.
(Continuaco)
De volla a Amplepuis, Thimonnier construe
machina?, que vende pelos arrabaldes; mas s
O nome de costura mechantca laocava um tal
descrdito sobre o sysiema, que n nguem quena
adoptal-o.
Em 1815, a machina Thimonnier chegara a
fazer 200 pontos por minuto, ('aquella pocha,
o inventor associou-se com A. Magniii, de
Vi lie franche Rlione.)
A casa tinha sede n'aquella cida.le, e fabri-
cava machinas que venda a 50 francos.
Em 5 de Agosto de 18H o inventor, conjunc-
tam.nte cora J. M. Magnin pede urna nova patente
de pperfeigoamento. O apparelho pode fazer cor-
dOe?, bordar e coser toda a qualidade de tec-
dos, desde a musselina at ao panno, at ao
ecuro, e isso com ami rapidez de 300 pontos
por minuto. A machina K-m orna agulha que
gym, e at pode bordar circuios e flores, sem
ar necessario virar o panno.
A 0 de Fevereiro de 1848, a casa tinha j
pedido urna patente ingleza para a sua machi-
na, que eilao j era construida com toda a pre-
cisa) ; raais ainda d'esta vez os projeclos de
explorngao forara destruidos pela revolarse de
1> fe. Thimonnier teve de ir a Inglaterra, onde
a sua patente foi cedida a urna compaahia de
Mancr,eter. Thimonier apenas se deraorou
alli alguns mezes, e vollou a Franca.
Tendo sido mandada para a expo3igo uni-
versal de Londres em 1851, a machina Thimon-
nier. por urna fa alirtade incrivel, licou ra
poder di correspondente encarregado de a
expedir, e s chegou a exposgo depois da
decio do jury. No logar que devia oceupar a
machina Thimonnier, regisiraram-se o primea-
ros ensaios de aperfeigoamento in-roduzldos no
seu apparelho pelos Americanos, e as machinas
de fo duplo p langadera de Elias Howe.
Desde 1832 que Thimonnier t nha trabalhado
n'aquelle ultimo gen-ro de machina, e em 1856
ainda se oceupava d'elle ; mas ludo eslava ter-
minado. Trinta annos de lucta, de trabalbo
e de miseria tiohara-o alquebrado, Thimonnier
morreu na miseria em Amplepuis, (Rhon-; a 5
de Agosto de 1857, com sessenta e quatro
anno- de edade. Todas as experiencias de
costura mchame, antes de Thimonn er, erara
feas cora differehtes ngu'ha*, cada urna das
qua s cosa com seu fio. Essas tentativas
loram postas de parte por imprat.caveis.
A machina primitiva de Tnimonnier deixava
muito a desejar, Construida de madeira, era
movida por urna corda de transraiss) directa ;
Cada oscillacao nao produzia senso um ponto, o
que estava muito longe d >s 800 a 1000 pontos
por minuto, qus se obtm com as machinas
actuaes.
Contina).
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
DespacJws do dia 11 de Setembro de 189$
O Bacbsrel F ancise i Xr ler de Lt'oa Horfs,
pedlndo cenido do tbeor da E-criptora do for-
nec'm nto da appatelboe.Certitique-se.
F'ldem B.'oibera enp-za-io da iltominaco
publica desta Hdade, peliodo pagamento do gaz
consumido dorante o mez de Agosto ul'imo.
Deferido nos termos do officio deeta dacta ao Dr.
Secetano da Fazenaa.
Joio Cy-iilo do Carmo, Guara auxiliar da
Toe.-ou'aria des'a secretaria peliodo irinta das
de licenc com os veocimeot03 a que tiver di*
reit .Sim.
12
A Compsnala Great WeatTn of Draiil Ralli-
way Limited pediado pagameoto de passagens
concedidas por conta do estado daraote o mez
ce Jolbo prximo passadeDeferido nos lermos
do officio desta dacta ao Dr. Secretario da Fa-
zeoda.
13
Joaqnim Francisco Ribeiro, Agricultor pro-
pnetsri.i e morador em Changa con domioio
da p-on isdale B'om reclamando cootra a con-
strocao de orna ponte que e-ta reparticao pre-
tende fazer, n estrada deCxmg.A redi-
m informacOes prestadas pela 3* Directora desta
Secretsrii.
O porteiro
Arrhias Malra.
CONGiKSSO NiGIdN 1L
Questura Policial
Secgao 2* N. 201. Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 12 de Se-
tembro de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho, digno
Secretario da Justiga e Negocios Interiores.
Participo-vo3 qua forara bontem rebolludos a
Casa de Detengao os seguiotes individuos :
A' miaba ordeo-, Fel.x de Ar.oio F.azo, que
diz chamar ?e Flix Antonio de Ly a, e M no-1
Joaqotm da Silva, cemo enminosua de morte,
aqaelle no Estado da Parabyba e ett no Muni-
cipio de Bezerros.
A' ordem do Delegado do 2 dlstrido da Ca
plt.l, Joao Baptida Nepomoceno, como v*Ka-
bondr-, Sabino Alfredo da roz, coma desordeiro
e vagabundo e Jc) Pedro dos Santos Perrejra.
como alinalo at que pss-ra ter o conveniente
destino.
A' ordem do Subdelegado da fregoesia do Re-
cife, Laonodo deMeoe.zes, como gatuno.
A, ordem do Subdelegado do 2- dlstricto da
fregoesia da Boa Vieta, Pedro de tal por uzo de
armas prohibida*.
H je, o cidadao Antonio Jo da Costa, as u-
roa o exerdeio do cargo de Subdelegado du
dinnrin do Peres.
Saude e fraternldade.
O Questor,
Josc Felippe Nery da Silva Filho.
DISCURS) PRONUNCIADO NA SESSO DE
13 DE AGOSTO DE 1895
O Sr. Correa de Aranji. -Sr. presi-
dente, tendo a Commissao Mixta, encarregada
de dar parecer acerca do projecto qu-i dispOa
sobre conflictos resultantes de duplcalas ou
conlestacGes de legttimidade do exercicio de
Governadores e Assamblas, nos Estados, sub-
mettido apreciacao do Congresso o parecer e
projecto que se discute e que foi por mim asi-
gnado cotn reslriccao, rneu dever expor ao
SUoadj as divergencias que existen entre o
rneu modo da pensar e o da maioria da Cora-
mis "fio.
Nao foi possivel o accordo que seria para de-
sejar, sobre a solugao das diffarenles quesiOes
qua lucrara o objecto de nosso estudo; pelo
ontrario, grandes foram as divergencias o, se-
gundo hontem referi o Ilstralo senador por
Minas, relat. r do parecer, o rneu voto a respeito
de um dos asiumptos discutidos ficou completa-
mente isolado no seio da Commisso. evo,
pois, explical-o.
Hrocurare o mais possivel resumir a exposi-
cao dos motivos que actuaran) oo meu espirito
para assra proceder; entretanto, o assumpto
to complexo, tao importante, tantas observa
yes judiciosas teem .-ido feitas a respailo dille
que, eu prevejo, terei necessidade de demorar
me un pouco no desenvolvimeolo das quesles
de que passo a tratar; desde j peco ao Senado
que desculpe-me o roubar-lne o seu procioso
lempo.
Sr. Presidente, no vasto campo das theorias,
o ri- cipio da intervencao tem sido sustentado
e combalido por escriptores notaveis; alguns
entendom que elle incompativel com a forma
le governo republicano federativo, perigoso
para as nsiitU't.o'S de cuja estabiliclade con-
.-titua urna constante ameag, que ella atienta
con'ra a soberana dos Estados. Outros, era
sentido diaraetralmenle opposto, sustentam que
o principio da intervenga inseparavel e inhe-
rente forma de governo republicano federa-
tivo ; que elle in-iispensavel para a manuten-
cao das insiituic !s que, assegurando a pal
nos Estados, elle mantera os lagos que os pren
dera Unio, sem o que a federagao irapos-
sirel.
No me demorarei na apreciagio, no exarae
nem de urna, nem de outra doulrtia.
Seria perder lempo intilmente.
A Constttuicao, depois de ler estabeUcido no
arl. 6.* o piinctpio de .jue o governo federal nao
pode tntervir era negocios peculiares aos Esta-
dos, excepta os quatro casos segrales :
l. para repellir invasao estrangeira ou de um
estad i em outro;
2.* pura manter a forma republicana federa-
tiva ;
3." para restabelecer a ordem e a tranquili-
dade dos E-tados, requisicao dos respectivos
governos; -
4 para ass-gurar a execujao das leis e sen-
tengas federaes.
Nestes qualro casos, abri o legislador exce
pgo ao principia da na> nlervengSo, adoptado
coiao regra, principio saluiar, principio neces-
sario da nossa organisago poltica, poisdecorre
daquelle outro sobre que assenla o rgimen fe
deraiivoo da autonoma dos Estados.
Admitiita em casos excepcienaes, anormaes,
a iolervengo, surge perante o art. 6.. a questo
de saber a qual dos poderes pblicos ou si a
todos compete o direilo de tntervir.
de dizer o legisladoro
erra.o ongresso pls applicar o remedio con-
.venlenta (pag.303)..
Eis, Sr. rresiflenie, a dou'rina de um escrip-
tor que, acredito, nao ser considerado suspeito.
Segundo elle, o Presidente da Repblica temo
direito da apreciar e decidir a questao, di re-
solver sobre njntcrvengao ; si a resolugao nao
a mais C9:Tfniente aos iateresses da Rep-
blica, o Congrfcgao pode adoptar a respetto as
medidas que tender.
Segundo Pashal, poi?, a intervengo do Po-
der L4gislalr*f* nao originaria, mas apparece
em segundo Itigar, isto , depois que o Poder
Exeea ivo lera providenciado para julgar do
(rocedimr,nto *.:'
Ainla houterg o illtrtrado relator da Cora
mk-isao fallou-os n > caso da Pensylvania, na
revolugao ou insurreic.ao que ahi sa manifestou
em 1 '94, pretendeuJo inferir daiii argumento
era favor da competencia do Poder Legisla-
tivo.
Esta revolugao foi suff cida por "Washington,
por iniciativa propna, sera autorisagaa do Con-
gresso.
A revolugao proveio de iinposto3 sobre be-
bidas alcoolicas, dtil o ser ella conhecida pelo
nome de Witky mmrrection. Washington in'
terveto por autoridade propria, mobilsou as
milicias de quatro Estados e dorara >u a rasur-
recgao.
Mais tarde, como era natural, elle dir gio urna
raensagem ao Coograsso, participando o oc-
corrido e as providencias por elle adoptadas.
O Congressa, a qum competa cxclusivaraen-
ta mobilsar as mi icias. conbecendo a neces-
sidade que poda ler o Prestd nle da Repblica
de lomar essa providencia, ao menos era certis
e determinados casos, vo ou a le de 22 da Fe
vereiro de 1793. concedendo ao chefa do Polar
Executvo o direito de moblisar a milicia dos
Esta los para asssgurir a execugao das le s da
Umao, suppr'imir as insurreigOis a repellir in
vasiS nos Estados.
Esta lei, bem como a int;rveog5o que a pre-
ceden, nao presido absolutamente o inmuno
argumento em favor daquelles que pretendem
sustentar que ao Poder Legislativo e nao ao
Execulivo compete res Iver si a Federago de ve
ou nao intervir em negocios peculiares aos Es-
tados.
O Sr. Caninos SallesApoiado.
O Sr. Corrfa da Arauj3-A lei de 22 de Fe-
vereiro de 1795, nao l'xa ca s de intervengo,
nao diz a que poder compete iatervir, nao tr.ns-
fere o direito de tnlervr, que segundo o illus
trado relator da Coramisso, intransferivel.
O caso da Pensjlmia, a raensagera de Was-
hington nal*) de* 82 de Fevareiro nao favor-
celo os que preteudem d ahi tirar argumento
era seu favor.

A duvida, provem de dizer o
Governo Federal.
Para rrsolvel a, sto , para determinar a qual
aecgo 2' . 202. Secretaria da Qoeslora ,j03 poderes ou si a lodos compete intervir, in-
Policlal do^Estado de Pernambaco 13 de Setem-VOcou se e eu por ratnha vez tnvocarei o dis-
bro de 1895. posto na geC(.. 4 aa conslituigao dos Estados
Ao Sr. Coronel D-. Julio de Mel'o Fifho, digno 1 ni los da America do N irte, o art. 6 da Con
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Pernam-
buco
DESPACHOS DO DR. SECRETABIO DA FA-
ZENDA, NO DIA 13 DE SETEMBRO DE
1895. \
Antotuo da Costa Teixeir, Dediodo pagameo
to des alogueis da casa o. 06 a roa do Resano
da Bo;-Vt-ta, que. 3 -rvlo de cuartel ua Qoarda
Cvica 00 exercicio de 1892 a 1893. Dirija-se
ao Dr. secretario da Jjel-ga e Negocios Inte-
riores.
Joao Cordeiro Fcnseca de Medeiros, professor
em disponibilidade, pedindo para ser escriptu-
rada e paga a qoaotta ce 7C0J0C0 nrovenieble
de seus vencimentos.Di'ija-se ao Dr. secreta-
rio da Jusiiga e Negocios Interiores
Ca-lu- Pe-ret Marinho Falcao, administrador
da iypograpbia do lutado, prdmdo pigameo*
to da qua^tla de 3951200, provmente da poa
Ducado de e'itaes da Recebedorla do Estado.
Jnforme o Sr. Dr. diree or (eral.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
Despacito do dia 14 de Setembro de i8gf
Joao Damaceoo Pies de Carvalbo.Dirij-t-se
ao Sr. D ^ecre'arlo da Ju?tiga.
Jcaquim Candido de M ruda.C-rt fljue-se
Jos de Mello.A' seccao dn Coniensioso para
laxer as nota* e devolver.
Bacbarel Assenclo Ma-ia Gorgalves de Castro
Mascarenbaf.Satisfaga o qoe exige a secgio
juntan Jo documentos que prove o que al-
lega.
A. Radaem, Compaobia de Ltmoelro, Manoel
Perei'a BrtodSo Jnior, Je s Carlos de Souzi
Lrbo, Ildefonso Francisco Gomes, Gerente da
Loidon Brark, Medeiro Liyme & C., O mesmo,
o mesmo.-Hdja visti Sr. Dr. P. Kiacai. Lola
Francisco da Croa e Joanoa Cirelioa de Aojo
Figueiredo.Haja vista o Sr. D-. P. Piacal.
Antonio da Cesta Teixeira e Jato Cordeiro
Fooseca de Medeiros.Ao Porteiro para entre-
gar ao lo erassado.
Secretarlo daJns'.igi e Negocios Iiteriores.
Patticipo'vos que foram bontem recolbidos
Casa de Dteagao os segjinles indivi :nos :
A'mlob ordem, Paulino Ferreira de Barros,
para a venguagOes policiaes. Luiz Toomaz e Gal
dio de tal, como alienados at qas possam ter o
conveniente destino.
Por officio de 7 do correte commnniccn-me o
Delegado de polica do M niel po de S Bento,
que no dia 6 tambera do coi rente, pelas 7 horas
oa oou'e. oiadiviluo de nome Domiclo Caroeiro
de Uoraes, desfecbou om tiro de clavioole contra
o sargento Jos Carneiro da S Iva commaodrate
do destacamento alli estacionado, o cidadao
Pitcp lio ao Cont Ribeiro e orna p-aga que os
acompanbava, fleando o referido sargento mor
lalaoente ferido, com doas bailas e alguna caro*
gos de ebumbo, sendo os doas ltimos levemente
ferilos.
Contra o delioquetita que logrn evadir-se.
procede a mesma aotoridale as demais dili-
gencias, atim de captnral-o.
Hintem o cidado Jo3 Pascboal de Cirvalbo
Raoello, assamio e exercicio do cargo de Subde-
legado do 1- dtricto do Municipio de Ipo-
joc.
Saode e fraternidade.
O Questor,
Jos Felippe Nery da Silva Fho.
DESPACHOS DA PREFEITURA EM 14 DE
SETEMBRO DE 1895
Jcs Borge; de Menezes. Deferido, papando
ca impos'os.
J, > B da Si1 'a P. axedes.Sim.
t'arpioteiro Prea & C, Jos Teixeira Sarmen-
t, Cattmo Ferreira Coelbo, Leopoldino C. Tem-
poral, Antonio Francisco das Cbaeas Santo*
Aojo & C, Manoel Je- Pat'ldo, Marta Amalia
da Sil-a, Joanna Pereira dos Santo?, Toomaz
Villa Nova Pereira de Lima, Joaqolm PeJro Ma-
chado, Jcao Foole, Manoei J laquim Rimos e Sil-
va, Loli Francisca, Joo Gongalves da Focsaca'
Jote Joaqolm Gomes de Lima, Maooel Lopes Fe--
rira, Firrxl 10 Jos dos Sanios, Espolio de De!-
phino Lspes da Croz, Antonio Eha3 dos Sanios
Si, Polocena Garca de Miranda, Antonio No-
goeira da Costa, Maooel Antonio de Cirralbo,
Isabel A Caxiis, Pestaa dos Santos &C.,Jo
vita Gaogatves da Silva, Braco Popular, Jo?
Caetano de Olvei-a Bastos, Rosa Meodes de M
Brrelo. Moora & Mariins, Antonio Joaqolm de
Santa Anos, M na F. de Macedo, Vicente Gom?s
Pernandes, Joio Feroandes Baptista, Forlunalo
Jos de Santa Anna, Pedro Francisco dos S10-
tcs, Recolbimenlo da Gloria, Visconte de Cam. o
Alegre, Jote Virisslmo Marques.D-f ri ra.
Hyppodromo do Campo Grande, Ignacio A.
Monteiro Jonnr.Certifique se.
Irinea de Sooza Leao. Deferido, de accordu
com a lei.
Fre Jos de Santa Julia Botelbo. Deferid,.,
pagando os impostos.
Jo. Clemente Lins.Satisfaga a exigencia do
baca tur.
Mura E. de Castro.I idique 'as dixens6es da
obra.
Gemloiano P. Ridriguei Baracbo. Satisfaga
a exigencia da RspartigSo tech ,ica.
Antonio Brig?.Deferido, limitanJo-se ao re*
querido.
Miguel Francisco Gomes, Elpidlo V. Xavier
da Fooseca.Iaeferido.
Sec-elarla oa P.-efei'u'a Municipal do Recifa,
14 de Setembro de 1895.
O porteiro,
Vuito Alvtt da Fenseca.
stituigao Argentina e finalmente alguns artigos
da Cotsiitulgao da Confederago Suissa, espe-
cialmente os arta 15 e 16.
A Conslituigao Americana diz-os Estados
Unidos garanten) ; a Conslituigao Argentina
bem como a da Sui3sa dizera-o Confederago
garante...
V o Senado qoe era 1892, quando foi pro-
mulga la a nossaConslituigao, tres constituiid-s
que o nosso legislador coohecia e as quaes se
inspirou empregivam as expressOesos Esta-
dos Unidos, a Confederaeo.
Quer nos Estados Unidos, quer na Suissa,
quer finalmente na Repblica Argentina, aquel-
las expressOes deram occasiao a largas discus-
sflee, quando se pretenda determinar a qu
poder poltico competa o direilo do intervir.
O nosso legislador empregou urna locugao
equivalente aquellas, duendoo Governo Fe-
deral.
Ora, si o legislador quizesse que somente um
dos poderes elementares da soberana nacional
tivesse o direilo de intervir, exclusivamente,
nos negicios peculiares dos Estados para re-
solver em qualquer das hypolhoses previstas no
art. 6 da ConstituigSo, conbecendo elle, como
nao poda deixar de conhecer as queslOas que
se teem suscitado a respeito das ConsiituigOas,
onde se diz os Estados Unidos, a Confedemco
teria positivamente determinado a qual dos
poderes compele o direito de ntrvir, si ao
Legislativo, si ao Executlvo, si ae Judiciarra.
Desde que n3o se p le acreditar que o le-
gislad r desconhecesse as questOes suscitadas
perante as ConstttuigOes em qua se inspirou
onde nao se defina a competencia de um ou le
outro poder para decidir a respeito da inter-
vengo, tendo elle empregado orna locugfio m-
teiramente equivalente a de que se serviram
aquellas Con.-Uluigoes, me parece fra de toda
a duvida que o seu peosamento foi confiar a
intervengo a lodos os tres ramos do poder so-
berano, ao Legislativo, Executivo e Judiis
rio.
Elle acredilou, e acreditou bem, que todos os
tres poderes devtam tomar parte mais ou me-
nos directa nos casos de intervencao previstos
pelo art. 6v
Antes, porm, de entrar em consideragOea
relativas nossa Constiiuigao, saja-me permit
tido dizer que nao rae parecem procedentes os
argumentos deduzidos dos casos de interven-
gao nos Estados Unidos, oa Repblica Argen-
tina e na Suissa, para demonstrar que o direito
de intervir compete ou deva competir ao Po-
der Leg ilativo, como pensa o honrado relator
da irammissao.
Commentanio a Constituigao dos Estados
Un los, diz W. Paschal que a quaslao de sa-
ber a qual dos poderes soberanos deve comps-
tir o direito de intervengo tem sido suscitada
tolas as vezes que s tem traalo de meditas
de reconstruegao. Fundado em urna seoteoga
de Taney, diz elle que ao Congresso compete
declarar ai o Governo que se acha estabele
cido em um estado republicano ou nao D-
pois de referir os casos da Virginia, do Mis-
souri, da Luizianis, da Pensylvania e outros,
elle cooclue nos seguiotes termos: O paiz pa-
rece obrigado pela doutrina de qu, quando as
exigencias da Republraa o requerem, o Gover-
no de um Estado seja regular ou irregular,
maioria ou minora, adherindo UniSo, reco-
nbecendo a supremaca da Conslituigao Fede
ral, deve ser considerado como legislativo e
execulivo legitimo, tendo direito garanda de
pro'.ecgao. A le d um poder discricionaro ao
Presdanle para que o exergn, segundo sua pro
O Sr. C uiiBoa SallesApoiado.
O Sr. C iria da Araujo-Uapois do caso da
Pensylania, fallou o honrado Sonador por Minas
do da Riiu le-IilanJ.
Dir.em alanos escriplorss que ahi nao houve
inlervangao, ou ros affinnam que houve ; pas-
sou-3^ o si'gointe : Na Rhode Isln 1, que sa re-
gla por urna Carla de Carlos II, nao se poda vo-
tar s m qua ke fosse propietario.
Nft > rontene cora tslo o povo convocou urna
consUWjte para ob er dalla urna conslituigao
que Ihe concadesse o direito de votar.
Elreclivamirite reunin-se a conliluinle, ado-
pton o suffra.i) universal e elegeu-se ura novo
governador.
Ass ra ticaram duis assemblas dous go
vernadores ; a assembla eleita pelos proprie-
tarios, o governador da carta e a assembla e o
governador eleilos pelo auVagio universal.
Reconhecendo como legitima a prmeira as-
sembl 1 e o prmero governador, Tylar mobi-
lisou a forga de dous estados fronteiros e n/e-
parava-se para iatervir. Foi isto bastante para
ser dominada a revolugao pelas tropas da Rho-
de-lsland ; fot preso e con lemnado o chefa
da insnrreigao, Dorr, e assim terminou o mov-
mento.
O presidente Tyler disie que no interv io
por nao s tar verificado o casus fceieris, que
tornasse necessaria a interpesigSo da forga mi-
litar ou nava1.
Efectivamente nao houve intervengo arma-
da, mas hav a proposito de intervir por parle
do Poder Execulivo, havia carteza de que este
intervina e a isto se deve er sido dominada a
revolugao.
Parece, porlanto, qua ainda o caso da Rhode
Islacd nao presta auxilio algum, nao favorece
quelles que o invocam p ira sustentar que ao
Poder Legislativo a nSo ao Ex>-cut<0 deve com-
pulir a faculdade de Intervir nos regidos pecu
lares aos Estados, sempre qua se loriar oeces
t-a.-ia a intervengo para manter o equilibrio
entre a soberana nacional e a estadoal.
O Sr. Gongalves Chaves d ura aparte.
O Sr. Coria de AraujoNi estamos de per-
feito accordo. V. Exc. deve letnbrar-se que,
quanio fallan hontem, Ihe dsse que a raodifi-
cago quefazta no seu projecto, nos approxima-
va raui o.
O Sr. Gongalves Chaves d um aparte.
O Sr. Corre* de Araujo NSocontesto oque
V. Exc affirraa.
Appello para a memoria de V. Exc. Nunca
dsse parante a commissao que o Poder Lg sla*
livo devia ser exclu lo, privado de direito de
apreciar osados de intervengo praticados pelo
ex-culivo.
Simpre sustentei perante a commissao a opi-
niao qua eraittt perante o nobre senador por
Sergipe, o Sr. Coelho e Campos, antes de qual-
quer reumao da commissao, quando S. Exc.
allou-rae sobre o trabalho de que estavamos
encarregados, isto , se opre pensei qua o di-
reito de intervir devia competir ao Executivo
que deveria prestar conlas ao Congresso de to
das as medidas qua adoptasse por occasiao da
interve gao para que este pudesse julgar do
seu procedimeoto.
Nunca pretend, nem pretendo, privar o Con-
gresso do direito de apreciar e julgar o proce
d ment do exacutivo, intervindo nos negocios
pecul ares a s Estados.
V. Exc. ouvio de mira alguraa vez a declara
gao de que o Poder Executivo nao tinha qua
dar conhecimento ao Congresso das delibera-
gns adoptadas a proposito da intervengo nos
Estados ? (Pausa ) Apartes.
O nobre senador declara que nao ouvio; es-
tou satisfeito com a sua declaragao.
Sempra pen ei e pens ainla bo,e qu> o Po-
der Execulivo deva intervir, qaando as circum-
stancas o ex girera e prestar conta*. ao C in-
g esso para que este possa julg r o seu proce-
dimiento.
O Sr. Campos SallesAssim cerno presta de
todos os actos da admioislragao.
O Sr Gongalves Chaves d ura aparte.
O Sr. Correa de Araujo-V. Exc. j n5o quer
que a intervengas saja precedida de urna le,
como mostrarei um pouco mais tarde
O Sr. Gongalves ChavesSer urna deseo-
berta.
O Sr. Correa de AraujoNao fiz dascoberla
alguraa. Interromperei a ordem em que preten-
da tratar da questao para satisfazer a justa cu-
rioiJade do honrado senador.
S. Exc. deciarou hontem ao Senado que abra
mo da obngago que Impunha ao Poder Exe-
culivo, no seu p ojacto, de convocar o Congresso
logo qua tivesse necessidade de iolervir em ne-
gocios estaduaes.
.S. Exc. reconbeceu, e reconheeeu bem, que
oo poda impr ao Poder Executivo semelhante
Congresso foi concedido aquella Poder para
della usar discricionariatnenie, quando enten-
desse conv.raienla ou necesario para os altos
inleresse do paiz.
A Cons'ituigo na> nos diz quaes sao 03 ca-
sos era que o Congresso ser convocado extra-
ordioariaraenti*, e joma ler ordinaria nao pola
craar a obrigago para b Poder ExecutiV) de
convocar o Congresso era yertos e determinados
ciso?. *---------
S. Exc., acceitanlo esta dratnrTaT'a'w.irou,
qm modificara o projecto nesta parta
Conseguinteranta ficar o Poder Executivo
cora o direito de intervir, sem a obrgagio qu
se considerava imprescindivel da convocar o
Podir Lpgi8lat4vo para 4ehbrara respeito.-
Ha urna modifleagao notavel na doutrina do
prnjec'o.
O Sr. Gongalves Chaves di um apart.
O Sr. Corra da AraujoFoi exactamente por
e?te motivo qua eu dsse hontem, era aparte,
qua SExo. alterava profund imante a sm dou-
inn 1 e a'sim appnximava-sa muito da qua eu
havia sust O Sr. Campos SallesToda a vez que o Poder
Executivo langa mo da forga, est sujeito ao
julgamen'o do Coigresso.
O Sr. Corra de Arauj 1Sr. presideut'-, eu
fallava dn caso da Rho te-lslaod, dizia que se
havia verificado urna intervengo pacifica e nao
armada; riferi qua o Presidenta da Repblica
deixou de empregar a foiga militar, porque ao
seu entender nao sa venflcou o casus fceieris,
mas que mobilisou a malicia de dius estados
fronleiros e prepanva se para intervir cora ella.
Quintana, autorizada invocad t pelo Ilustrado
r.elator da commissao, niere aquella declaragao
de Tyler.
Ura Sr. SanadorMis intervengo houve. (Ha
outros apartas).
O Sr. Correa da AraujoFoi por occasiao da
questao da lili .de-Islin I que Taney proferto a
ntenga que mais de urna vez tem si lo invoca-
da nesta dscussi.
Ura individuo, julgando-se prajulicado ou
lesado era san direito, Inlentou urna acgo para
haver a reparago, para ser inderanisado; foi
este o protesto allegado parante o Poder JuJi
ciario. Tanay da -larou se incompettnti para
conhacer e julgar da queslo por ser ella de na-
tureza purarasnte poltica, por nao competir ao
Poder Judlciario c>nhec-tr si era ou nao repu
blicano o governo e3tabelecido era u n estado.
Parece-me que esta sentenga nao favorece
quelles que pretendem excluir o Poder Exe-
cutivo a Judiciario de intervir nos casos do
art. 6..
Do que lenho li lo em todos os c*criplores so-
bre a Conslituigao americana mfere-sa que si
ha ah ura peder que tenha a supremaca svb e
os outros o poder judiciario.
O Sr. Gongalves Chaves d um aparte.
O Sr. Corr a da AraujoSupremacia foi a
expresso que ainda hontem V. Exc. empragou
difiranles vezes.
i raes ou
causa ou cJ
ria opinio, acerca de ceos fados. Si elleo brigago, poia que o direito da coavocar o
Dizem alies que o poder que tem a elvala
altriboigo de deixar de applicar a lei sob o
fundamento de qua ella inconstitucional, in
con'ealavelraeote o mais elevado de todos os
poderes, a garaa'ia de todas as garantas con-
8tiiuconaes.
Espero demons'rar ao nobre Senador que
rae* no nos Estados-Unidos, longe de desconfe
cer-se, conhecida e respeitada a altrtbuigo
conferida ao Poder Judiciario de julgar de lodos
os crimas coraraetldos por occasiao de insur-
reigo, haja ou nao intervencao.
Conhecendo dos criraes polticos, o Poder Ju-
diciario conhece da intervengo.
O Sr. Coelho CamposComo funego ordina-
ria, a intervengo funeg) extraordinaria.
O Sr.Correa de AraujoTratando di necessi |
dada de estabelecer a harmona, da manter o
equilibrio, entre a s >berania dos Estados e a da
Uni&o, quosio que q alific, 1 da delicada, o du
que de Noailles (Cera Annos de Repblica no?
Estados-Unidos), dlz-nos :
Esta misso convm p;rfeitamenta ao Poder
Judiciaro Superior.
T-das os conflictos entra os governos locaes
e o central podein tomar a frraa de urna con-
testago jurdica entra as partes e assim invol-
ver uraa questao da interpralago pelos iribu-
naes, quer da Conslituigao ou leis d s Estados
Unidos, quer das censtituigas ou das leis lo-
caes.
A solugo doa litigios qua interessam a tola
a nago, incumbe autortdade judiciana fede-
ral ao menos em ultimo recurso. (Vol. II, pa.
195).
Manter a ordem hierarchia a harmnica entre
as soberanas dos Estados e a da Un. >...
O Sr. Gongalves ChavesV. Exc. est con-
fun linio litigios cora casos da int*rvengo.
O Sr. Corr 1 de AraujoNao quero fazer
queslo de palavra, si quizesse procurara a pa
lavra litigio erapregada pela nossa C raalitu'gao
pira cora ella argumentar contra V. Exc.
O Sr. Gongalves Chavea-V. Exc. nao faz a
diatnego entre Iuncg0:s ordinarias e extraor-
dinarias.
O Sr. Correa de Araujo -Quan lo chegar ao
n. 4 do art. 6, onda V. Ene. se oceupou d'esta
distiucgo, eu mostrarei que ella nao favorece a
doutrina do projecto.
Nos :asos ordinarios, usando de funr-gSes or-
dinarias o Poder Legislativo, o Execulivo e o
Judiciario oo intarvm em negocios particu-
lares aos Estados ; nos casos extraordinarios,
usando de funcgOis extraordinarias, esses pode-
res mt tviVii ; a distiucgo nao nutorisa a dou-
trini de que esse e nao aquella poder deva in-
tervir, nao habilita V. Exc. a concluir qua o
Poder Lgislalivo originaria e privativamente
o competente.
Barraquero, invocado pelo nobre Senador por
Minas, fallando da intervengo nos Estados-Uni-
dos, diz-nos que ella nao importa srao a facul-
dade para o poder federal de sustentar urna
forma republicana em cada Estado, collocando
n'ella, si julgar conveniente, as fergas da Unio
sob as ordens das autoridades constituidas para
que sa mantenham nos seus posto*.
Segundo, pois, o citado publicista, a interven
gao obriga a auloridade federal a prestar as
forgas da Unio s autoridades constituidas nos
Estados, para que as masmas autoridades se
mantenham nos cargos que Ihes foram confia-
dos a pmnovam o reslabelecimeoto da ordem
publica alterada ou perturbada pela iniurre-
go.
Qual , perante a forma de governo adoptada
pela nossa Consttuigo, o poder publico quv
pode dspr das forgas de ierra e mar da
Uolo?
Qual o poder politice que pode dispar da
forga publica para com o seu auxilio manter as
autoridades constituidas nos Estados a restabe-
lecer a ordem publica ?
A resposta nao offereca duvidas: o Poder
Execulivo lem pala nossa Conslituigao, e nem
poda deixar de ter, a direcgo e a distribuico
das forgas d- mar e trra.
E' um poder permanente, cuja acgo faz-sa
sentir no momento preciso; o Poder Legislati-
vo apenas funeciona em certo periodo, em certo
espago de tempo e tornar se-hia permanente,
contra o preceilo constitucional, se fosse ado
ptado o projecto em discusso, pois que con-
stantemen e seria convocado para deliberar so-
bre intervengo nos negocios peculiares aos Es-
tados.
Admira me, Sr. Presidente, que sa ponha em
duvida eata doutrina, prelendendo sustentar que
ao Poder Legislativo compete originariamente
o direito de intervir.
Mas, dizia eu ha pouco, que nao certo, como
aflirma o Ilustrado relator da commissao, que o
Poder Judiciario est completamente fra de
questao, quando se trata de determinar a com-
petencia.
A esse respeito, lembro-me de que a Consli-
tuigao Suissa nica que, segundo afllrmou o
noore Senador, defini a corapet;nc:a, prescre-
velfr.ninantemente qua o Tribunal Federal
rartrrrg-^2i 1 conhece em materi penal de to-
dos os criraes' on"dl?frjfiiS'' ija!3-Y|''ise encontr
ao direilo das gentes, ass ra como u^
delicias polticos qm forem
qaoncia de penurbagoes occasor.adoras"de'um
mt rvengio federal armada.- -
Ora, si o Tribunal Federal conhece da todos
os crimes polticos que tiverera determinado
ou que resultarem da. intervengo armada, me
parece que nao se podj concluir, como S. Exc
concluio, que o Poder Judiciario, trataodo-se
de intervengo, est fra de quasl".
O Sr. Coelbo Campos -Apoiado, mas como
funego ordinaria.
O Sr. Corro de AraujoSera duvida.
O Sr. Coelho CamposNo fundo estamos de
O Sr. Correa da Araujo-Alm da disposico
contiia naqualle ait. 112 da Consluuigo da
Suissa, lembrarel ainda o que, a respeito do Po-
der Judiciario, diz Quintana, autorjia le i su*-
peita, po3 foi invocada rom os mirares elogios
pelo Ilustrado relator da commissao :
A' pag 18 pronuncia-se elle nos seguintes
termos : A intervengo uraa obrigago da
nago e com 1 tal confiada aos tres departamen-
tos qua coinp0:ra o seu governo; ao Congresso
compete declarar o cara de intervengo e con-
ceder ao Podar Executivo os meio3 necessarios
para exercel a; ao Poder Executivo compete
usar da aulori3ago ; ao Poder Juliciario com-
pete julgar do caso particular creado por situa-
go to anormal.
Quintana, portanto, longe de exoluir o ^oder
Judiciario, reconhece e confessa que a inter-
vengo tambera Ihe foi confiada.
Arada possi invocar no raesrao sentido a au-
tondale da um distracto advogado no foro d'es-
ta capital, citado palo nobre Senador por Goyaz,
que em um importante trabalho apreseniado ao
Instituto, nao s opina pela competencia do Po-
tar Judiciario era alguns casos, como admira-
se de que sa cogite am subraetler tolas as colli-
s5es ao Coogr-sso para qua a resolva por meio
da leis. Si o nao tivessemos ouvido de pe-
soasdoutas, diz elle, julgariaraos inconcebivel
semelhante idea.
Finalmente, lembraroi ainda um julgado do
nosso Su;-remo Tribunal Federal, de 8 de Maio
do correte anno, citado em uraa nota ao art-6."
da Conslituigao, coratntntada pelo Dr. Mil'on :
segundo esse arresto 03 craas polticos prati-
ca 1 s contra a ordem constitucional do Estado
e que forara a causa da raesina intervengo, ca-
liera sob a acg > da jostiga federal.
Antes de tratar de outros argunentos invoca-
dos pelo Ilustrado relator do projecto, seja-me
permitlido ponderar que Aroz^nena, citado
pe >s que sustenlam o mesmo projecto diz-nos
francamente o seguiote : Resolver qual das
legislatura* ou governadores ou tnbunaes que
se disputam a legitimidade, o legitimo, segun-
do a legislagSo do Estado, ques'o que deve
resolverle directamente pelos poderes fede-
raos .
Tanto estas, coraos as outras, de cuja solu-
go foi encarregado o Sanado, seriara mais pro-
prias do tribunal supremo por seu carcter es-
sencialment' judicial
Eis ah mais uraa opinio de uraescriplor cu-
ja auloridade tem sido reconhectda pelos de-
fensores do projeelo.
O Sr. Coelho Campos=E' a nica opinio nes-
ta sentido que conhego.
O Sr. Correa de Aranjo -Quintana e outroa
pensara do mesmo modo.
O Sr. Coelho Camp s-Ht intervengo or-
dinaria e extraordinaria,- o que sa quer sa-
ber de quera a competencia na extraordina-
ria.
O Sr. "orrt de Araujo -A intervengo deva
ser sempre uraa medida excepcional rxtraordi-
naria.
A Consttuigo da Suissa, lissa o Ilustrado
relator do parecer, defini u palavra confederact
corametlendo exclusivamente ao Poder Lagis-
lativo a faculdade de intervir.
Para provar que nesse pau in le-vera o Poder
L-gisiativo e nao o Execulivo cita-se o caso de
intervengo que se venflcou no Tessino
Nao conhego outro ca*o de intervengo nessa
paiz quj nao o do Tessino que nao patrocina de
raodu algum os que o invooam.
Adam, no seu implanle hvro Li C nfedera-
tiun Saisse, refere a pag 69 o caso do Tessino .
in;Hi ou menos no* seguintes termos :
Nj domingo, 2i da Ou ubro de 1*84, devia
realisar se a eleigo para a renovago iriannal
do conselho nacional.
Antea do enjerraraento dos registros eleito-
raes do districto de Lugano, alguns conservado-
res pediram mun cipali iade radical numero-
sas raodifi agas na coraposigo das listas.
Foram atlendtdos em parle ; reclamaran) ao
governo Cantonal, era Belinzone, contra o des-
pacho da rauaicipalidade e este ordenou qua,
sob pena da multa fs 2 500, fossem faltas as
alterages pedidas.
Esta deciso foi proferida na vespera da elei-
gao, no dia 25 de Outubre.
A municipalidade recuscu-se a cumprir a de-
ciso, nao alterou as lisias, allegando qua nao
havia mais lempo para preparar outras, e pelo
telegrapho recorreu ao conseibo federal, a quera
participou o occorrido.
Procedeu-seeleigo nodia2r5 pelas lisias que
existiara, e o governo federal ordenou s au-
toridades cantonaes que se abstivessem de pra-
ucar qualquer acto contra a municipalidale.
Mas, estas autiridades julganlo o assumpto
de sua exclusiva competencia, ordenaran) e pa-
gamento da mulla; nao sendo atlendidas, orde-
naran) ai prefeito que se apossasae de um jar-
dira a o vendesse era praca publica.
O conselho federal mandou a Belliznooe uro
raerabro do conselho oacional, que nada conse-
guiu. Avisado disto, o conselho federal decia-
rou ao governo cantonal que, si ella persis 333
no proposito manifestado, fana seguir para ahi
ura batalho de Lucerne que apenas esparava
ordem para manchar, corread o par conta do go
V rno cantonal a despeza.
Em vista desta intiraago o governo canto-
nal reforra u a sua deciso, annullou-se a arre-
raalago do jardira, que foi restituido a muni-
cipahdaie, e a ordem publica nao soffreu per-
turbagao alguraa.
O Senado sabe que, na Suissa, o conselho fe-
deral exerce o poder exe olivo, que resolveu a
queslo sam cogitar absolutamente le pedir au-
torisago ao Congresso para deliberar -s-
peito.
O Sr. Gongalves Chave3-Isto quanto inter-
vengo no Tessino?
O Sr. Correa de Araujo-Nao conhego ou-
ir*a.
O Sr. Coelbo CamposTem havido tres, doas
pacificas e urna armada.
O Sr. Correa de Araujo -Referi-me int-r-
vengo por mo ivo eleitonl da que aqu se fallou
O Sr. Gongalves Chaves -E da 1889 e ba ou-
tras. (Apartes).
O Sr. Correa de Araujo Perdoe me V. Exc
H
a
*
1 mmuMI
utta"


litarlo de Pernambaco < Dominga 15 de Selembro
fie
o

tenho aqu o Adama ; pie V. Exc. le o ; es-
tou arBumepUndo com iiaceridade.
0 Sr. Goocalveg Chaves-Nioguea. duvida
disto-
(Contina)
ESTADOS Di MlO
NORTE
Amazona*
Dalas at 1 do correte :
4 poltica local cootiooa na faina de demie.
6es. e^ndo agora o terreoo de acao a lteo-
deniia Molpal.
Alea do advogado, D\ Antonio Aaeneto dos
Santos Pioto, 'oram mas exone-alos varios ti .
cae3 e ootroi empregaioi do municipio.
Com o contracto p.ra a navegacao do Arar.
lonas, cDieve o Kado a v^ntaaem eos meo>aea aos rioa liad ira e Puros urna
partiodo o navio de Be'.m e "Uvra de Manos,
que to-o-.e o pon o aa partida da Iluda de
Iqoos e tele d* da?eKio.
Falleceu o Sr. enanco los Pereira, pro
prielarlo do AflatooaB,qoe pur jsse motivo
gaep^Ddeu, leusp rariamente. a eoa paDiicafiao.
No da S lleve w fesiejado o anuiverntriu
da emaocipgo poltica da Bjliga provincia do
Amaicoas. ,
Esta pronolgada a retoma da Coo8t.ti.icao do
Ertado, vj'ad pelo Congreaso respectivo.
Par fue essa r-fj-aw. foi exonralo o cor.
celtio man apd e oomea.a out-o.
O 8u,er!nieuien!e uroUston contra es e a t>
peraole e auloridade federal e nao aaocuon U *
posse do novo coocelo coa s ftn. presenca e
transmussj de* {Triares, sendo isio feito p Pfwinteaien e nomeado, qoe loga ectrou nn
xercicro, emposeou os conielnfi'os e de coa.
"mon ent araro em de:ie6s cjmecano peo
direcor da Sscreuria e segoindo pelos mais
cima notac'os.
rarA
Datas a 6 do creme :
O Gove-oaior do Estado Dr. Lauro So'r
transmiti ao Secretarlo do S-. Presidente
Re.ut)liC3 este 1'ieRrau.ma :
iNj'.i da pacincagao do R'o G-aod-^ d i boi
de quo Uve sevicia pelo ieU6ra-Dma do gener.l
Gaivftj, que me raasmluistes, ea:bd de sallar .
cao a todos os republicanos sinceros, qae ar-i.
vsm por vr le m.iadi-asa aesgr fi.da loe*
fratre:ida,eatorpeceJora do progreso da nossa
patria e da consolidaeSo do ovo regtseo.
Qie (-888 acouleclmcot, por toda parte icr.
lhi;io com tamsnha expacsaj da jobillo, seja
pelif coedijoea em que se acna realisado. p
nnor seboro da om periodo novo e fecuudo de
Ielicici.de tranquilla pa todos os co-acG-s, que
deejim a repblica falta religiao poltica de
pai e Je nur.
Sb assim fd-, loriacados ssiam os nome3 do
il.ustre -didoqae peside os destinos da N
cao e de qaantos, tolerantes, eeoeroos e boo,
concorreram pira realisar essa justa aspiMcao
de todoa os oreiilelro'. Lauru Sod .
Perene certo Provine a do Para qce o
S:. D.\ Fsitt -co Viaona bera nomeado para o
cargo de doaem^argado- oa vag e*i ente.
A desoa folna pob lea os seguales r.
chos de utra carta qos Ibe d rigi o Maestro
CarLs Gj f.es. ao panir do ReceiV para a UjIi ,
traaado <;o soa volta ^o Par*, ificn da instru-
a i.eccie do Conseratono Mutica', e de ou ros
aasumptoe, pobiicamos os segumies t.-ecbjs :
Se.e: p-otual e fiel promessa qoe flz ds h
estar uo mez e di qumelo in Meado.
Li e3'.aei, nao so por te- promettilo. mas
tamotm pela p-efereoru e amiade que tenbo a
essa trra grandiosa, habitada por gente tto
boa.
i Si'go'd'aqoi para a Babia a 9 do correne
(*gaa.o). no vapor Olindir*.
Compro o lever de agradecer Ibe em oooie
tambem do m u Carletto.
A esta ca p^ron nada sei a respeito da^
praticas dos dos mluiatiM, b'ai leiro o uaiiauo
(Treta se do laclo de na.er sido o fl'ho do glo
riaso braaeiro so teauo pa a aa tiMras do ex-r-
Cito italiano. S'Deujcs uoe o qo-bo mu sir na
T.a a receDeu nstru t6.8 do g ve-ro feerai
para reclamar contra ees aruet, v sto coaio o
joven (Jarietto opt-a, i m aev do lempo, peU na-
conaUdaile d> seu progruiw)*
A 10 de Se-emoro uafleilo deve se apresen
lar par.- o serco mili ar... oo passar a front i
ra, c .0 eserior. T<-mo qie n-ja demo a u
solufo e par isso me*mo ca culo que me ft-.
!o'Qo?o OiDa'cara id do so.-.eoie na BiOia para
a lu a alm le aeuoi^aobar mtu li.boa frouie: .
Italiana I
E' moto trise talo M', mas meu hlno au
ba de vestir a (arla ilaaua-
Foram remov ios para o tormo de Marapa-
Dim o Juii fuost'tutj da comarca de Ciut a, *
cbarel Salvador R>si; e p*'a o t. dtatris* jo
diclar.o tfe S>ure u ju.i iiijiitit to da comarca do
Porto de M nsarar.
For^m oom^ad. s obacbartl itjmualdo Bar-
jona Paes de Aodnde jo suusmuiu do pnmf iro
di-irMe iodiciaru da comarca de Curuca; o ba-
cbartl An'iucio *lea II oteiro, jola MMili: to .lo
1." oistuclo jod can, d enmarca de Maona ; e
o bacbarrl Amonio Frau;o de Si juiz suoatituio
deSaularm.
E ts designada para I? d^ Oa ubro a ms
tailaeo di Maapiqaara, coj categora foi tle-
vala a pjvogij do Campin-Secca, oo mojci-
pij ie Marapa .ira.
A ReceoedoM i do Estado durante o mei d.
Agosto olumo, arrecartoa a qaaotia de.....
819-1)11:337, assim dl.cnmiuida:
Caixa tlltciua:
Renja arrecadada 65-':79J585 ...
Estampt-as 20:099*100 6/9.8981,8-
Djpj'i'..'a :
Bolsa
Fondo earivilar
Foros do Piabeiro
G.lilTJ
iiOauOJ
194880 0:29.i.al
C nslbo Municipal de
Btiu 85^289*193
Ditaa M interior 48:161*103 133:431*100
Somma 8;9:6il*237
Comparada fs?a renda com a ar e-adadj
am eei'al periodo ao anuo passano, que (o dn
C37-661-306. nota-se urna diVeoca para mais a
favor uYete auno de I21.977*031>
Haranho
Dal 18 at 7 do correte.
Para o logar de jais de direilo ;'a comarca di
Alo Pa-oinyba, lo nomeado o bacbartl Joao
Licioio de Mi'aodi Birbosa, jutz mancip3i dj
termo dJ i na.
0 aaaoarel ^atoaio Biptista N-goelra, joix
substituto da 4" vara da capital, foi nomea o
para o logar de joiz de direiU da comarca de
Iauara, qoe se a bava v ga.
Foram transferidos, os jolxes subili utos
da capital, bacoaruis Uiylo de Mou-a Cosa *
3." para a I .* e Igoacm Xavier de Carvalao 1a I
para a 3 *, seGdo : orneado para a vaga desle ul-
limo o oacnarel Jos Pires da Fcaseca.
Cei
Ditas al 10 do correte.
Fu icctooa a Assemula Leglshtiva do E=t)do.
__ No da 2 nau^aroo-sa a liona de bondr,
qu i: a villa de Pjrangaba a capital.
T va acolbo favoravel da Directora dos Te
legraotic* a propes a do Dr. Eocl des Barro-o,
ebefs n distrf.io teiegraphi:o, para nstallagao
na potita 1o Macuripe, so lado do pa-ol de urna
es', (.i) a' i'.phorica Jigada a telegrapica por
Otra a te!eptioni;a.
E cae, dtx a Repblica, om melborameDte,
coja t e a8ti lade por demais sanslval neste pon-
to, uotadameoo por o:"a-iao dequarent as im
postas pelo governo a navios de procedencia sus-
peita.
Vio tambem fcar terminadas as descargas
da mercauoriES aa dees em que fax escavagao a
""?
rv a pm 25?*' a8 Isnchas com mercaduras
ote"' ifgress'o lli com as ma.'* de loa, visto
Coico as a csb movedicas, avangando sempre
tendo a obeiroir de todo o canal e por flm redo
Ir a doca a um lago provisorio.
Durante o mez de Agosto embarcaram oes
vipores do Lloyd btaeileiro 868 pessoa.*, a sa-
ber: ,oa
Para o sul !"
Para o uorle _^v
568
O.nnop388adone.8ea>esablr.mpar.o.o.
200 e para o oorte *W
A alf niega FedeM meaden em Agvto
ndo 33i.-23i*38l
U anno passado n "se mez 213:276*973
DiVenct ra-a mais e-t!
anno 108:931*608
No mez de Agesto errecadou a B^cpoeooria
do E lato 41:990*'t50
O anno pisesado nesse
mx 98:2^4*611
DiFere:,'* ra-a menos este
anno 53:301*135
Associa^o tedie Pharmaeeu1
tiea -R-'Uoe-se hoja em sess&i or4inaria no
lupar e hora lo cosiurae.
Eseolasi llunicipaes Iloje pelas 11
horas do dia coMocam se as peiras fundamen*
laes dos tdtflcios que vio ser construidos as
ras da Princeza Istbel o do capilao Antonio de
Lima ein Santi Amaro, pnra nelles serem ins-
tulla las escolas a cargo do municipio.
Dever ser urna fesia na altura do fim a que
se applicam as conatrueges qoe hoje tem a sua
iniciag.'io no neto que notifiamos, e ao qual s
ha cercado da sclemnidade que lhe c nvem.
Na vida dos povos a instrugao popular o
primero elemento do progresso, e a sua dif-
fusilo sj uni' as classes dirl^^ntes, que fa-
Iham missao social, de que sao evangelisa-
d >ras, quando nao irapulsionam o movunen o
pela effe lividade de observ.n:ia ao grande
dever.
E' pre iso comprilvinlerso. que no homem
que sube ler ees rever esa a sement de utn
Gt)o, coma disso alguem ; e o proporcionarse
essa condicao crianga, que csse germen,
utn dever imperioso, abrirse urna esperanga
patria, a qual desie molo se 'auspicala futu-
ros bailnantes.
O d'gno prefeito desle municipio o c mpre-
hend^u devidamente ;acivou a sua boavon-
tade em nao estenlisar urna aspiragoda alia
racional ; e com o fado qua hoja real isa mais
meritoria lorna a sua nlrainistrago munict.
pal.
Clirisina-S. Exc. o Sr. Bispo Diocesano
adiuuiis'rar hoje, as 11 horas da man 5, o
Sacramento do Cnrisma, na Matriz da Boa'Vts-
la.
Hnriediade Prpasadra d Ins
truclo rublicailoje, .s 10 horas da
uianOa, reunom-se os lentea da Escola Nirmal
a cargo desla sociedade, e os demais socios
para tratar da reforma lo regulrnoslo da oita
escola.
l.-Corpo Policial-Hontera esse ba
Ihao sabio garbosamente a pas^eio militar, per-
correndo afumas ruis d' sta capital sob o com-
man to do Sr. rorouel|Raymundo Magno.
La Dosimer e -Becebemos on. 7 d'essa
importante revista francesa que se publica em
Pars.
Hotel Conamerclal. O proprtelario
d'.-ste otel ra Largt do Rosario os. 29, 31 e
33, tendo de inaugurar em seu estabeleciinenio-
o servigo de illonmagao eletrca, hoje (15) t<'.
v* a linesa de fazeruos um convita para assis,
lirmos a este acto.
Alieranca !do seclo XIX -Um es-
..iplur italiano senio rogado a eserever um
pensaiuento co lbum d'um amigo, tragou es as
lilil 18.
- O nosso secuto physicamante nvr tico,
moralm'nte'ypocrila, tiielleciualmjnte doen-
lio, Tem comiudo, hoje, um grande mrito, o
de estar moribundo l'ossa o seu fllho o lar
deiro ser melRor que elle
Egrej de Sama Rita de C*ssia -
O Coiisjino Administrativo dessa veoeravel con-
fraria manda hoje as 9 hjras da manh cele
brar urna missa e as seis e m:ia cantar urna la-
dainba em louvor nossa Scntiora da Soledade,
que se venera na allu li la Egreja.
Publca^esRecebemos :
O n 35, anuo VI, crilerioso peno Jico reli-
gioso que se publica n'esta cidade.
Os 8)8 5 e6 1 > nnuo V. vol. V da Re-
vista ta E lucagao e Ensino qoe se pub ica no
l-'ar sob a hbil direcg) do Dr. 0:tavio Pi-
res.
Cnmpnnhi.t Vaseuncello & Uva
Essa cjtnp 'ti i a l plaudi la revista Os revoltosos, que obteve o
id iis enthustasiico sucesso.
O th futro est-ve integramente ctleio e applau
diu con verdadeiro delirio os artistas que pri-
maran! pela tnaxiaia cjrrecgo com que inler
pretaram os s--us papis.
Luizi Lionarlo, n> papel le Carola. urna
mula'a (laulisu da trui ; o Mjreira de VascoQ-
cellos uj papel do 5 >uia, un ministro que
traz a platea em co istant) nilandale ; o Si'Ta,
coiiu sec tta'io do governo, e a Sra. Goblet,
na ta abs lulamente deixaram a de ejar.
A Sra Maria Fcrreira tambem merece men-
guo pela mancira expraswva cora qu; fui o
seu discurso ao ministro Soasa,* em nome dos
nluiiiiios la Kscila Normal.
O Sr. Peret nos seus cinco papis, es'eve,
como sempre tem succe lulo d gnj de lo los os
applauso* que a pa a niio regaleou.
\s duas apotheoses estiveram espl'niidis
com especaldade a ultima que despeilou ver
da'linro ent' usiastn na platea.
Os revoltosos, aa sura ni, flzeram un noit;
de grande triurapti* para > compaohia.
Actos de desaggr.ifro-A Era Nova
publicou notitem o segrate qu , cora a deviJa
venm, passamos para as nossas columnas :
lutnaiuos a aitingo dos nossos letores
pira a carta Circular do nosso Venerando Bis-
po diocesano, determinan lo actis de tlesag-
gravo contra os insultos que no da 20 de Sa-
tembro serao rrofa los a Deus na pessoa do
-Soberano Pootiic por occ-isiao das testas que
o governo italiano far celebrar pira comins-
morar a trale dala da entrada das tropas revo
lucionarias em Boma pela brecha da Porla Pia.
O Venerando Prelado determina o aeguinta :
l." Que os Bvras. Sacerdotes ajuilem na
ce ebragao da missa do lia 23 da Setembro,
a m da Collecta, Pro Papa,, a Oragao ''o i-
ira persecutores Scclesio*," que vem as Ora-
g5es diversas do Mi^sal, -ob n 10.
2 Que os Bvras. Parochos e mais Sjcerdo-
les Directoras e > uras d'almas convidara aos
fleis para um i roramun'.) geral nesse dia era
reparagao 4as mollas injurias que no nnsmo
da se trroga'o a Deus, na Possoa do Sobera-
no Ponlilice
3 Qoi os Rvms. Parochos, Superiores das
Orde s Hegulares, Directjres e CapellSes das
ongre^ato.s ou Casas Religiosas exponhara
em saas Egrejat ou Capellis, onle houver a
Sagra la Reserva, o Sintissimo Sacramento em
laos perenne, desde pela manh desse dia
at s 5 horas da tarde, encerranJo-se a expo-
sigao com a bnngao do antissimo.
Tribunal do Jury do ReeifeHon-
tem nao houv julgamento por terem compare
cido smente 22 jurados.
Foram multados os jurados que faltaram e
sorteados os seguimos supplent js :
llecife
Ernesto Pereira de Lyra.
Santo Antonio
Manoel Augusto de Menezes Cosa.
Augusto ongalves d-^ Darro3.
Jos Daniel Pereira de Azevedo.
Antoni) Eiuardo Pina.
Alfredo Armando Paes Fragoso.
S. Jos
Jaao Madeira de Freitas.
13 ja-Vista
Manoel Innocjncio M. da ^osta.
.arlos Auguto Gomes
Jos Alfredo Martins Ribiro.
Jos I-i loro oa Cruz Martins.
Augusto Carnei o Martins.
Afogidos
Jos Elesbao Borges licha.
P. co
Sebastio Albuquerque Araujo.
Foi dispensado o jurado Manoel Joaquira Ri-
beiro visto ser subdito portuguez, e addiada a
sesso para amunha s horas do costume.
Foi convocada para o da 15 de Oulubro
prximo a 5.' se sao ordinaria que funecianar
sob a presidencia do Dr. Francisco Aliino Cor-
rea de Araujo, juiz de direilo do 5o d stricto
criminal, -tendo sido sorteados os jurados se
Santo Antonio
Manoel Licio Marques.
Raymundo Mario Moretra.
Joaquira Jos da Coala Valente.
Joaquim Gongalve* de Azevedo.
Gratuliano Patricio de Moura Cas.
Haraclito Ella de Carvalho.
Dr. Torquato Leo.
Gustavo Krsnse.
Conrado da Silva Castro.
S. Jos
Manoel Liberato Accasio Rangel.
Jos Soares Seixas.
Boa-Vista
Antonio Alberto da Silva Agolar F Iho.
Jos M ra Brechenfeld Vieira da S Iva.
Dr. Francisco Gomes Parate.
Marcolino Jos Baptista.
Jaaqu m Francisco Dmiz Jnior.
Joe Capistraio de L-raos Fiuza.
Leocadio Alexandrino Bello.
Jeronymo Gomes da Fouseca.
Dr. RodolphoAlbe >o da Stlveira.
Vicente Ferreira Nubre Pilinca.
Antonio Jos Gesieira.
Mano I Sabino da Costa Maia.
Ernes o Pereira de Furias.
Graga
Dr. Alberto de Oliveira Co Iho.
Alfredo dos Santos Araujo.
Af iga t s
Cietano Francisco Dures.
iogoda Panella
Manuel Thomaz de Souza.
H meierio Maciel da Siha.
Varzea
Joaquim Ernesto da Gama.
Joaquim Jorge Das Pcreirs.
Antonio Pedro da Costa.
JoQo Alves de Carvalho.
Jos Cansino de Paula Ferreira.
Jos da Costa de Albuquerque M iranlio.
Joio de Miranda Fragoso.
Per gos-Chamam.is a attengo da auto-
ri lade comp'trate para um grande buraco que
existe na ra do Pires., no ciusaraento d'esta
com a ra da Conceigo.
Tal burac alea de nao ter ulilidade alguraa,
um algapo para os transentes, muilos dos
quaes tem sido victimas.
Pedimos, portante, que man lem t-tpal-0, cora
o que farao uin grande beneficio ao povo.
Iluslcas -Os Srs. Prcalle & C. sao exces-
sivamenle amavei?, ainda hontera mandaram-
nos um verdadeiro presente cora o qual Acarnos
BorprelKndtdoa e rauito gratos aos Srs. Prealle.
Vamos agora dizer de qu^ constou o presante:
o primero lugar, de urna lio lissiraa phantasia
da onli cida opera Cavallcria Rusticana,
phantasia qu; ouvtmos tocar e acharaol-a urna
maravillia ; em segundo lugar, a belli sima val-
sa de G. Bacli nanns inlitu'ada La Joyeusa.,
urna valsa, que, com quanto seja um paveo
clas3tca, nao deixa de possuir o estylo e belle-
sa que eslo de accordo cora o gosto dos bra-
zilciros; e o tercero lugar, a valsa Mtloca
prolucgo do professor Fra cisco Salles S)bri-
nho que mais u na vez vera enriquecer com urna
irap >rtante mu ico, a estante das nossas gentis
leitoras p, letores.
Nao pensera que nos qualificamos as mu3tcas
cima de verdadeiro prsenle, pela quantidade;
nao, pela qualidade, porque, tanto as valsas
como a pbaniasia s8o raefi.o raaraTlhosas.
larr.03 esqupce' do de ura ca-t5o que 03 Srs.
Prealle o andaram-nos, carloem que elhs di
siam que r ceberam as seguintes msica dos
mais festejados auctore : Meas pensamenlos,
Quanto de urna despedida Vlis amores,
Dialogo de amor, valsas: TrMqua de bomba,
Fica msn'o a ano polka*, pbcntaaias da Con-
de, Paglbacei Carmen, Gioconda, Aida e Cu-
valleria Itu-ticana.
Aos apreciadores recommendamos as referi-
ilas msicas que serao encontradas a ve da na
loja dos Srs. Prealle & C. roa Bario da Vic-
toria n. 59.
Ag*a ecidos.
Para .-^Europa -Segu para a Europa
o acreditado commercinnte de nossa praga, Sr.
Hastoel Gongalves de "Barros, so^io do esta
balecimento de joias a ra do Jabug, denomi-
nado Anncl de ouro
Agradecidos pelo carto de despedida qae
nos envin, desejamos-lhes pr-spera viagem.
Recreativa JuventudeEssa socie-
dade realisa ura sarao no dia 21 do correle.
Agadecemos o convite que nos enviou a sna
digna directora para assistil-o
Hospital Portuguoa-N'este no p tal
estar oe o ordomo durante a s mana de 15 t
22 do corrent;, o Sr. Joo ia3 Moreira.
Pedro c .loao-Co.u este titulo o Srs.
Hugo & C. e;itaram un tLportant; romance
de Guy de Maupassant e do qual tiveram a fi-
neza de olT;recer-no3 u o exemplar.
A p" sent-i obra est publicada era um volu-
m*) de quasi 300 paginas, ntida tente imore.sa-
e pert-nc collego economa da qual ja
loi publica o o Tartaria de Tarascn.
GuydeMoupas ant, iodos ja o conhecen coxo
um ro'mani.-ista de priraeira ctasse e, por'.anlo, o
.lublico pode calcular a forga o Pedro e Joo
que foi iraduzi o para o poituguez por Tito
Martina.
Recora en arao< ao publico o Pedro e Joo
qu os Sr-. Hugo & C propietarios da Pape-
laria A uericaoa ra do Imperador n. 70 veu-
dem pelo di l ura prego de 1SO00.
Onngadtis pela off-rta-
O Iiupure alNoticiara-nos a pudlicago
para breve de um jornal lit.erario assim intitu-
lado e que tei como retadores o Srs. Manoel
Horacio Correia de Queiroz, Crrela da Silva
Filho, Joo Monsson Jos de Barros.
Sera da publ.cago qu/.enal.
Matadouro PublicoForam abatidas
uo Mata louro Publico da Cabanga 116 rezes
para o consumo de hoje
Hospital de Santa gueda0 mo-
vimiento leste hospital tu da 13 de Selembro foi
o segrale :
Varilas
Exisliam....... 1"4
Entraen....... H
Sal ra:n curados..... 9
Fallecen ....... 1
Existem....... 175
Telegranainas retidos -Na Estago do
Telegraptio Nacional do Reeife acham-sa retidos
os segrales telegrammas :
De Serinhem, para Eustaquio.
Da Natal, para Oliveira &C.
De Alaga de Baixo, par padre Estanislau.
De Maca yba, para Mari ns.
De Barre ros para Dr. Jos Bo ifacio.
De S. Luiz (Vlaranho), para Ernesto.
Da i'araliyca, para Francisco Gouveia.
Llnhas funecionan lo regnlarmente para Sul,
Norte do Centro do Estado,
toin nissio de llelhoramento do
Porto do Reeife-Reeife, 13 Sotambro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Hjras. Term centi- Barmetro Tenido io Hume
jrti ' :*) vapoi ii
;6 m. 24/5
9 26,6
12 . 28,'l
3 t. 28 ,'2
6 . 27 ,2
762-13
762,-05
760.-90
7,59-51
759.-23
19.81
19,69
20,36
20,70
20,82
85
77
73
74
78
Temperatura mnima 2l,25 Thermometros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 2J,75 -Ennegrecidu
53 ,2 -Prateado 40,"8.
Evaporago em Si horas ao sol 5,-4 i som-
bra 2,-6.
Chuva null.i.
Direcgo do vento : E e ESE alternados de
raeia noite at 4 h. 35 m. da manb ; ESE
at 7 h. 05 m. NNW at 7 h. 53; ESE e
E alternados al 9 h. 39 m ; E at 5 b. 45 ra-
da larde ; Ee ESE alternados al meia noute.
V elocidade media do vento 4,-31 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,49.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
ti. M. 13 de Setemlro 11 b. lo m.da m. 1"75
u. 5 h. 25 ra. t, 1"05
Casamento civil -O escrivo aos casa-
mentos que funeciona nos districtos do Recite
Santo Antonio, Sao Jos e Afogalos attirou na
repartigo do registro dos casamentoso ra
do Imperador n. 75 %,' andar, edilal de procla-
mas de casamento dos seguintes contrallen
tes :
I publicago
(.'Uto darosfa '-'ampello, residente na fregu-
zia de S aos, com Emilia Olympia deSouza,
residente na freuezia de Afogados, solteiros e
naturaes daale Es ado.
O respectivo escrivo do registro de casa
meatos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
afflxou na repartigo do registro a ra do Im.
parador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguintes contr.henles :
Luiz Felippe* de Carvalho com Maria Enelucia
Carneiro Leo, soltiiros, residentes na freguezia
rl-t Uipsoa
Santos com Amelia Mar
solteiros e residentes ne
da Varzea.
Jos Marcellino dos
cellmo de Alcaniara,
freguezia da Graga.
Casa de lleieneao Movlmento dos
aresos da Casa de Detengo do Reeife, Estado
d Pernarabuco, era 13 de Selembro de 1895
Exlstlam
Entrarara.
Sahiram ,
Existem .
A saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Estranueiros
Mulher. .
Total .
Arraroados
P.ons .
Doentes .
Loucoa. .
Loucaa. .
398
26
419
883
10
26
419
388
368
16
2
2
383
Total.....
Movimento da anfermaria :
Tev baixa :
llaximiano Rodrigues Santiago.
Tiveram alta:
Antonio Felippe Nery (soldado).
Por fallecimento Galdino de tal (alienado).
ospital Pedro IIO movimento ii -se
eslabelucimento cargo da -anta Casa de Mise-
ricordia do Reeife no dia 13 de Selembro, foi o
seguiole :
Entrarara..... 20
Sahiram..... 7
Fallecerara .... 3
Existem..... 791
Foram visitadas as enfermaras pelos segura-
tos mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou s 6 12 da ma-
nb e sahio s 8.
Dr. Uerardo entrou 311 1|2 da manh e sanio
as 12-
Dr. Lipes Pessoa, entrou 3 10 la manh
e sahio s 12.
Dr. Vieira da Ctinha, entrou as 10 da ma-
nh e sahio as 11- n . ,.
de O iveira, enlrou s 9 1|4 da
Dr. Bastos
manha e sahio s 10. aggravada era contiieto como fraudes do a;
Dr. OcUvio de Freitas, entrrou as lf da yanlej p ,al0 qun se condecorasse o patrono
1 |Z I ... ...,l..nn.nn ,1. ..miif- pr\miviHi*a o irp.l.ir
9 da manh
man e saino as 10 1|2.
Dr. Nunes Corahra, enlrou as
nh e sahio s 10 1|2.
Dr. Alfredo Costa, entrn as
e sahio as 11. n a .
Dr. Baptista de Carvalho, entrou 3 9 1|2 da
manli e sahio 3 10.
Dr. Arthur Cavalcante enrou as 9 1;2 da ma-
nb e sahio 'S 10.
Pharraaceutico, entrou s 9 da 3,4 manh e
sahio s 2 da tarde.
1- A.udanto do pharraaceutico, entrou as 8 l\
da manh e sabio as 5 da tarde.
- Ajudante do pharraaceut co entrou as < i|
da manh e sahi. 2 l|2 da u.de.
Assistenie enlrou as 8 1/2 la manh e sahio
sO.
SPORT
Prado Pernambncano
Hoje abre se o prado do Luccj realsag.'o
de sua 4 corrida.
O successo desla allirma se pelo programan.
A i'iserip;ao garante ura agradavel divert-
ment aos assisleotes, por deixar a estes vas-
to campo para a escolha do animal, visto terem
os parelheiros conhec do3 e j demonstrada a
forga de que disp'tu -a competencia.
Tudo est em que esta nao seja disvirluada.
E" esta a qussto mas conlia-se que a digau
directora provulsncie etficazraente para resol-
vel-a em garanta ao publico, que toje encera
o prado do Lucca.
PALPITES
Sao estes os nossos prognosti.os :
l.- Pareo
Malange, Lucifer e lidio.
2- Pareo
Turco 2 -, Dictador e Furioso.
3.- Pareo
Dublin, Malange, e Lucifer.
4. Pareo
Talspler, Maestro e Galette.
5-- Pareo
Aventureiro Pluto, Fumaga
6 Pareo
Nabeita, Hebreu e Merlin.
7. Pareo
Maestro, Dublin e Tenor 2.-
Ao julgado, porm, entende nao sujeitar-se
o aggravantc, oaquem o aconsslha, e con tama-
rilla impavidez, de modo qu se vacille entre
a ignorancia de um. e a affouleza de cutro crean-
do recursos de avcaloria e agora, disfargida-
raente, aggravo de ag/jravo, peranle o juu i quo,
que f entender no feito, quatido este Iho fr
concluso!
E nessa difflculdade a explorafo sugiri
aggruvj de pelioio, sem qu- haja despacho de juiz
competente,, < era auto separad i, o que nao 8
rabote original, ...... ridiculo
Has se a aggraffada lera conseguido justiga,
misler que o augravanle procure baralhar i_u lo
para pescar aljama cousa, desle queja nao i
licito escrever para Portugal alim da auar al-
\ voga 11 coramurp, isio , que zele interesses la
- aggra-
.10 com
' as credencias de amigo, compadre e gestor dos
' negocios do inventariado, qua, pobre raorto l,
anda leve urna missa do bom compadre!
L como isso nao colhesse, pois qu i aggra-
vada veio liquidar seus direitos, lornou-se De-
eeasarie para prju tical-a todo e quulqujr meio,
ateo do asjgravo que val ser stijei o ao cooheri-
menta do Veneran lo Tribunal, sem i\a tal'n-
curso lenha fundamtito em le alguna, mas
apenas lia ferthdaie do engenho do aggravante.
qupren lo fazer intervir o juiz '/ no prepa-o
do invenlario processato pe > juu parcial, ni-
co competente, e a quem s; deve requerer e re-
clamar qualquer m-'lida ou providencia. A
aggrava-!a pedo a attengo do Collendo Tribu-
nal para o despacho da peiic&o de lis., man-
dando informar o escrivo, o que occuilou o
Bggravante para nao sor descoberla a arguigc,
que falsamente fez ao juiz parcial.
O aggravante, porm, sempre cavilloso quei-
xa-so ao juiz qw> do juiz parcial, e porqus o
juu i '/ nao possa intervir in acto de compe-
tencia do juiz parcial, foi it-irpo&to afgrato
por damno irreparavel, e em auto separad), i to
, nos pap is do proprio agravante I
Isso setii tisoii >, se nao tosse cenauravel pela
falta de respeto ao Tribunal.
Bast ver que nao ha damno irreparavel, e
que o aggravo nem de petigo e nem de ia-
strument}: de.....btincadeira I
Nao liadaii.1.0 nv/oai-aiv, porque nJ ha des-
pacho de jui competente no feito ou ; quando bouvesse d-.r-se-hia damno irreparavel
nos trraos da Crd. do lv. 3 tit 89 $ 1, quo o
daline.
Entra o aggravo setii 003 propuos autos,
p, nao sendo tomado, calii o recurso da_ caita
testemiobareL
2.
JURISPRUDENCIA
Ao Superior
tica e
da
serem examinados, e levantad) o balango para
ser paga a laxa da heranga, uma vez que no
inventario nao havia balango, o que se levan-
tasse pela escrtpta referida, sena falso e le-
sivo.
Foi a deligencia tffectua ta, quando o aggra-
vante requeran ao digno ju z < avocando o processo do intentarlo, determinou,
por despacho, sem effeito a mesma diligen-
Cl& '
Desse despacho aggravou a aggravada, e sen-
do langada a minuta, que se junta, o Collendo
Tribunal deu, por uuanimidade de voto, pro-
viroento ao aggravo, como prova a certido do
Veoerando Accordam, que lmbete se junta,
mandando subsistir o acto do juu parcial, ni-
co compete te para o processo do nvent trio.
Ento comeg.u a ser procedido o exarn* nos
documentos, que foram entregues aos peritos,
sob formalidades lgae., as quaes assislio, por
ser intimado, o aggravante, acompanhado de
seu advogado, que offereceu o guarda livros
Alexanlre Ameri-o de Caldas Brando para
om perito ass,stenle, como prova a certido, que
ainda se junta.
Achanoo-se o processo do inventario, que
corre peranle o juiz substituto parcial, no traba-
Iho do balango, o aggravanle, que j soube da
existencia da fraude em papis assignados por
>it propro punho, queixiu-ie a fls. 5 ao digno
juiz quo do juiz parcial, e pedindo para ser
avocado o feito, o que nao conseguio, mterpoz
ento o aggravo, era auto separado !
Qunr o aggravanle que seja infirmado o Ac-
cordo junto, a que o Collendo Tribunal annulle
a competencia to juizo do inventario, avocando
o digno juiz i quo o processo, o que urna ille-
galidade, ej foi decidido pelo julgado reta-
ndo '-!
O aggravo nao de pttigo, po que nao foi
iaWposto, nos autos, a qu* se refere o aggra-
vantj e p rants o juiz competente, a quem na-
da se reclamou : e era de init'Uraeiit', por-
que de despachos dos joizeo do municipio do
Reeife e demaii alguns mu i ipios, os aggra-
vos interposVw, sao de petigo, e nao de instru-
mento, que ainda se i iterpe nos autos do pro-
cesso, s.-ndo pedidas as pegas, que instruam o
recu-80.
Nociso o aggravant; quxou-tc ou reclamou
ao digno juiz a quo de nao ter o juiz sabstitu
to parcial aduitiido. que elle olerecesse pe-
ri:o e quesito no balango, que se levanta no
inventario dos bens do padre Gama, onde o
aggravante nao parle ou Interessado, e que se
oppe al ao ex'im-di escripia do aiao de
1891, quaad)isso neces3ario por ser toda
escripia anteriar, e a qn; se prende a ce 1891,
falsa ; cumprindo notar que o aggravante of-
fereceu perito para assistir o balango, e, o pe-
rito, com outros, trabaka ha quinze das segu-
ramente.
Nao ittendendo, porm, o juiz gao a quet-
xa dissa :
Reclame ao Dr. Juu substituto
que seanor absoluto do feito sem re
curso de natureza alguma.
Esse despacho provocou varias rapuces ai o
aggravo, sendo auloado tudo, o que parece um
gracejo, que oITmler ao proprio aggravante '.
Daln dizer a aggravada que cogita-se de um
aggravo da___brincadetra.
**
Venerando Tribunal !
E' oecessario que se respeite a lei a a jus-
liga O aggravo, que vai ser aprec ado a
nota caracterstica da s ncetidade qua te deve
ao direito alheio, e do acutamento, que se autor-
ga a Intpgos Jmzes I
Mas se certo que o Venerando Tribunal
nem tomar conheciinent) do pseu lo aggravo ;
nao menos certo que censurar quem, ahu-
sau lo de le, i ustiga e juizes, inventa recursos,
creia oriana/Hades nos proce_.
juiz qu avoqu- um processo com tanto que o
\nteresse nao lhe escape.
Do C nspicuo Tribunal lia, porm, a aggrava-
da Justiga.
Justiga e so
JSTICA.
Recife,-69 -95.
O advogado,
Dr. Clodo Ido Lopes.
Empreza Telephonica
Bourgard
Triutinal de Jus-
ao Foro
Memorial
COLLENDO TRIBUNAL
AggravanteAntonio do Carmo Almeida.
Aggravada-D. Anna Rosalina Moreira
Pende de deciso d'esse Venerando Tribunal
o autoamento de urna petigo, acompaada de
replicas, cerlidoes de contractos etc., na qual
Antonio do Carmo Almeida, socio e gerente da
. Empreza Telephonica Bourgard qneaa-se
ao Dr. Juiz de direilo substitu'o reciproco da
Fazenda do Dr. Juiz substituto parcial, que,
processando o inventario dos bans do Padre
Manoel Moreira da Gama, tambera socio d aquel
la Empreza, mandou levantar o balango, a que creia orignanaei a0i processos, e quer que o
se ralere o art 30 do Reg. e3tadoal de o de ._,_ ------.....--------, Mm i,nt
Dezembro de 1891 afirade ser conhec da a ver-
dadera quta social do capital e lucros do in-
venlanao para ser paga a laxa de heranga,
uma vez que a escripia da Empreza era falsa, e
foram arrecadados e recolhidosa cartono docu-
mentos e papis, que estavam oceultos. e pelos
quaes se prova a a falsidade argida, como foi
denunciado por Francisc Mana de Souza Gou
vea, guarda-livros durante doze annos da E
preza e de Almeida.
A' tal petigo, e que so le a fl 5, proferio o
Dr iuiz reciproco o despacho aeguinta :
1 Reclame ao Dr. Juiz
Substituto, que senhor ab-
soluto do feito, sem recurso
de natureza alguma.
D'esse despacho replcou Antonio do Carmo
Almeida duas veies, allegando ser caso de ag-
gravo por damno irreparavel, quando o Dr. Juii
reciproco no despacho de fls. 3 ou 3. v. de-
terminou tomar o aggravo em separado, reco-
anecendo-se sera competencia para intervir no
processo do inventario, que corre peranta o
juiz substituto.
Foi enlo autoad i a petigo do rrclomaftto
ou quelxa as Almeida, e t raado p r termo i
aggravo por despacho de fls. 2 que est sujeit;
ao conheeiraenio do Conspicuo Tribunal 11
O que acaba da ser narrado nao seria acre-
ditado, se nao estivesse escripto no auteamen-
to, parecendo ale que o patrono signatario da
pe'iicao ou reclamago de fls. 5 buscou evitar
assignar o termo de aggravo, pois substabele-
ceu a procurago para tal flm en empregado
,lo aggravanle l
Ha ah a ola predominante da szncertdase
do recurso, que romete tem o nome de aggra-
vo, porque o enrismara o aggravan e, que pro-
cura oceultar o julgado era favor da aggravada,
como Be passa|a expr :
A ogoracada, inventariante dos bens daquel-
le Padre, que era associado com o aggravaole
para explorar o servico do lelephone durante o
praz > de 25 annos ou qualquer prorogaco,
le ido oticia de ser falsa a escripia da Em-
preza, requereu ao Dr. juiz p.rcial a arrecada
gao de documentos, que provavam a falsidade,
que foBsem elles recolhidos a cartorio para
INDICACES UTEIS
Ocealistas
Dr. Vereira da Silva com prati:a as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n. 63 i." andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n* 588.
O Dr. Pedro Pon(ual,ex.-chQe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem sen con-
sultorio ra Nova n. 18, I. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
Dr. Brrelo Sampaio, occulista, d
consultes de 1 s 4 horas no primoiro
andar da roa do Baro da Vicbria d
51. a
Residencia a ra Hospicio n. 46.
Teleohone n. 3.35.
Medico
Dr. Joaqutm Loureiro medico partei
ro, consultorio ra du Cabug ti. li
residencit na Casa forte n. 5, casa
azulejo, defroatw oa igre;a da Campia
O Dr, lodo Moscoso d consultas en.
llfGlVd
*-8j.
Hunum \
tua casa ra da Gloria n. 33 das 10
horos da manh 1 da tarde. Achaa-
do-se fra do serv5o publico offerece-se
para acudir a quiquer chamado com
promptido para fora da cidade. Espe-
cia lidade, operacOes, partos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da lmperalriz a.
0, d consultas medico-cirurgicas todoi
1 da* das 8 meio dia, menos no*
louiingos e. dias saBti.cados.
Drogaras
l1 aria Sobrinko & C, droguistas po|
alteado, ra do Mrquez de Oiinda d. 41.
Quimaraes Braga C. Depsitos
J Drogas e productos chimicos, espe^
vialidades Parmaceuticas, madifainenN
tos homaopatieos e tiulas, oieos, pin-.
eeiJ etc., etc. Uua do ilarquoz de Oliu
Ja n, 60.
4. P. Braga Guimaracs Agencia de
tod.s as especialidades pharmaceuticas,
tiulas, drogas, produelos chimicos e ou-
tros medicamentos homeopathicos, ra
Larga do Rosario n. 34.
Papis Pintados.
Casa e-pecial de Papis pintados de
todas as qualidades para forrar sallas.
Ra Mrquez de Oiinda n. 12.
P0BU4$I$ K PEIMfM
Eleico 111 incipal
Muitos elcitores lo Partido Repu-
blicano Federal lembram os seguintes
nomos pa a candidatos na prxima e!ei-
Cio munico:il.
a
Para Prefeito
Dr.Jos de Gupertinoi .oelho Cintra.
Para Sub-P'refeito
Dr. An'.onio Jos de Almeida Pernam-
buco.
Para Concelheiros JIunicipaes
Dr. Celso Florentino ilenriijues de
Souza.
Commendadjr Joaqaira Alves da Fon-
seca.
Tenente-coronel Alfredo dos Santos
Almeida.
Commcndador Luiz da Veiga Pessoa.
Dr. Antonio Justino de Souza.
Ma.ioel Joaquim da Costa Ramos,
l'enentc-coroncl Francisco Gurgel do
Amaral.
Professor Francisco Carlos da Silva
Fragoso.
Gabriel de Mesquita Carioso.
Major Manoel Thomaz de Souza.
Major Hcrmirio Egydio de Figueiredo-
Tenentc-coronel Bernardo Damiao Ca-
valcanti Pessoa.
Capilao Miguel de Abreu .Nacedo.
Coronel Manoel Gane uros Ferrreira
Costa.
Gustavo Alberto de Brilo.
Joaquim Jos de Abreu.
Francisco de Assis Fernandos Vianna.
Para Prefeito
O abaixo assigua.o por sua vez, tatn
a gl>: a do dz3.- ao briuso eleitorado do
1-districto dos Afogados, quena) poda
haver malhor acqtisijo para Pefeito
desta invicta capital, se nao a do Dr.Jos
Cupertino Coelho Cintra, na prxima
eleigao anuo.
Afogadoi do Reeife, 14 de Setembro
da 189.
Tlicodomiro Thomaz Cavalcante Yessa.
EleicSo de Prefeito
O eleitorado do grandioso partido
republicano federal, triu.nphaute em
todos os pleitos que se tem ferido
n'este heroico Estado, ha progressi-
vamente eugrossado a cadoia que o
liga aquellos a quem delegou os po-
deres de o representar; e, desde que
o invicto directorio do 1.' districto
da freguezia do Afogados, apresenta
para candidato ao elevado cargo de
Prefeito d'esto municipio, um cida-
do da estatura poltica do Dr. Jos
Cupertino Coelho Cintra, o eleitorado
s tem a fazer, o que fez o direotorio
acceital-o.
E, acceital-o com effusao de pa-
triotismo porque assim que se pa-
gam as dividas aos hroes.
Entro uma extensa fileira de ho-
mens .Ilustres por seus dotes intel-
lectuaes, e por seus roaes mereci-
mentos, tem saliente figura o cam-
peo que em futuro prximo, ter
honrosa direceo no governo do poder
executivo do municipio, o qual tem
sido administrado com proficiencia e
dedicaco jamis excedida.
O Municipio do Reeife, glorifica-se
na contemplaco do seu radiante
progresso, desde a iluente e lumino-
sa passagern de um Manoel Pinto
Dmaso, de um Jos Marcellino da
Resa e Silva e de um Affbnso Costa.
A cada um, d'estes denodados cida-
dos, a patria pernambucana, quando
as paixes serenarem, do torvellnho
da baixa intriga e que a penna apa-
rada do historiador calmo e reflecta-
do tiverde delinear o periodo quena
cadeira da Prefeitura all estiveram,
essos omulos da civilisaco, da abne-
gaco e do progresso ser para enri-
quecer de encomios com a memoria
daquella phalango de hroes, quo a
historia reaistrou e que a eternidad
ha de conduzir no perpassar dos se-
culoa.
Este eleitorado, pois, esta convicto
de que o illustre Dr. Cupertino Cin-
tra, vira succeder, com as mesmas
normas do proceder correcto, d'esses
var5es iliustres, porque assim que
na cmara federal tem elle pautado
os seus actos, dando sempre as mais
robustas provas de seu merecimento
e profundo saber, a par da mais ac-
Centuada solicitude por esta trra de
seu berco.
E finalmente, o eleitorado do 1.



;
i


M "-
-.
3
Diario ita Pernambnco Domingo 15 de Setenibro dei^S
districto de Afogados, oxiernando-se
assim est bem convencido de qae o
eleitorado de todas as mais localida-
des desta capital tenha acquiescido
para, identificados, irem as urnas no
prximo dia 30 deSetembro crrente
a fazer eleger o integro o grande pa-
triota Dr. Jos Cupertino Coelho Cin-
tra.
Afogados do Recife, 13 de Setena-
bro de 1895.
Os eleitores: '
Theodomiro Thonnz Cavalcanti Pes-
ada,
Ignacio Paulino da Cunha Souto-
Maior.
Francisco Bezorra de Menezes.
Oroncio da Cunha Moreno.
Antonio Francisco d'Almeida.
Argemiro Lindolpho de Menezes.
Antonio Gomes Cesar do Mello.
Joao Edeltrudcsd) Azevedo.
Claudiano Antonio Jos de Mello.
Elias Jos de Sant'Anna
Rufino d'Azevedo Almeida.
Antonio Francisco de Souza.
Augusto dos Santos Farias.
Joao Martins Gomes do Reg.
Alfredo R. Lopes Lima.
Joao Paes Barretto.
Natalino Natal de Souza.
Manoel Landelino Marques Bezorra-
Cantidioso Gusmo Alves do BrittoS
Joaquim Xavier Constancio.
Alipio da Assumpcao Cavalcanti Pes-
sa.
J. ,"u Vicente Ferreira.
Antonio Nery do Espirito-Santo.
J 5o Dias da Silva.
Antonio Jos Dins.
Antonio J >s Zachariasde Carvalho.
Satyro Pacheco d'Almeida.
Benedicto Daniel Jos Anjos Ferreira-
Thoni Percira Lagos.
Herminio Evangel sta da Silva Fra-
Feliciano do Hollanda Chacn.
Einyg.lio Celestino de Moraes.
Jos Vicente de Farias.
Bellarmino da Costa Ramos.
Angolino Ramos BUtenoourt.
Valentun Tlomaz Gororoba.
Ricardo Pantaleo da Cmara
San-
tiago.
Chagaa Lima.
Luiz da Costa Lima,
Deoclecio Jos Joaquim Cavalcante.
Joao Francisco de Mend mea.
Jos Pedro Baptista Filho.
Jos Francisco da Cmara Santiago,
Francisco Leopoldino Lemos de Frei-
tas.
Sergio de Miranda Pinho.
Antonio Mureira liis.
Pau i no Alves Pav&o.
Ignacio de Amorim Lima,
Hilaria o dos Santos Franca.
Manoel Honorato de Paula Franco.
Bernardino dos Santos Cruz.
Antonio de Azevedo Ramos.
Antonio Gomes Machado da Hora.
Camilllo Quintino de Carvalho La-
gos.
Claudino Ribeiro dos Santos.
Manoel Alves Pavo.
Jeronymo Leopoldino Lemos de Frei-
tas."
Claudino Jos Flix.
Antonio Gomes Grangoiro.
Jos Pcreira da Silva.
Innocencio Joo da Motta.
Henriquc Coelho da Silva.
Agostinho Valerio dos Santos.
Manoel Pcreira da Silva.
Francisco Jos Joaquim Cavalcante.
Severino Manoel Fernando.
Luiz Jos Carneiro.
Francisco das
Antonio Pereira Lagos.
Manoel Baptista Rodrigues Netto.
Jos Luiz de Menezes.
Arthur da Costa Ramos.
Antonio Valdivino dos Santos Mon-
teiro.
Archias Lindolpho da Suva Mafra.
Elcetto
TABA A FESTA DA EXCELSA SENHOKA
DA E8CADA NO DiA 24 DE NOVEMBRO
DE 1895.
Juiz por eleifdo
O Illm. Sr. Dr. Zenobio Marque Lins.
y Niza por eleifo
A Exma. Sra. D. Maria Brandao de
Castro.
Esposa do Ilm. Sr. Jos Pinto d&
Araujo C.
Juizes por devofo
Jlo de Bar-os e Silva.
Jos Peixoto do Reg .
Henrique Marques Lins,
( Antonio Jacintho P. da C sta.
Jote Joaquim Barbosa.
Manoel Luiz Affonso.
Vr. Lwnardo de Albuquerqua Caval-
canti.
Joe Alves de Oliv ira.
Joaquim Felippe da CostB.
Julic de Melk Filho.
Joaquim dos Santes Lessa Juno .
Ansberto Rod iguea des Passos.
Manoel Ignacio da Silva
Demetrio Rodrigues.
Ag icultor Pedro de S Barreto.
Joaquim Rufino Alves.
Dr. Fabio da Silveira Barros.
Coronel Cincinato Ve loso da Silveira.
Dr. J aquim S. Carne ro L na.
D\ Samuel dos Santos Pontual.
Mnoel Firmino E varis o Reg Va-ejao.
Capito Joo Maurino de Couto Cabral
Antonio Martiniano Xemenes.
dr nel Manoel Rodrigues Silva C-
mara.
CapitSo Antonio Campello de Albuquer-
que.
Jus Affonso Baltar.
augusto Honorato de Miranda.
ynizas por devocao
Ep sa do Illm. Sr. Jos Marques da
Silva.
E-posa do Illm. Sr. Dr. Sargo Hygino
Dias dos Sant 3.
E=pc-a do Illm. Sr. Dr. Aquilino Gomes
Porto.
E-pcsa do Illm. Sr. Dr. Marcionillo da
Rocba Ferraz,
Esposa do Illm. Sr. Dr. Luiz da Silvei
ra Lins.
Esposa do Illm. Sr. D.- Macionillo Mar
que* Lins.
Esposa do I lm. Sr. Capita Joe Francis-
co de Arruda Falcao.
Esposa do II m. Sr. Capitao Manoel Jos
Barb'sa.
Ca-
CapitSn
i
Despodida
Manoel Goncalves do Barros se-
guindo hoje no paquete 1humes para
Paria, despede-se de todas as pessoas
de sua amisade, nao o fazendo pes-
soalmente por nao lhe permittir o seu
estado de sade.
Recife, 15 de Setembro de 1895.
Manoel Goncalves de Barros.
Esposa do Illm. Sr. Capito Jo&o de A-
ruda Cavalcanti.
Esposado Illm. Sr. Joaquim Antonio
Chstovo.
Esposa do Illm. Sr. Tem-ute Honorio Tra-
vasso Sai-inho.
Esposo do Illm. Sr. Tenente Romao Po-
pulo d1 Aodra'a Lima.
Esposa do Illm. Sr. Manoel Colaco Dias.
Esposa do.Il.m. Sr. Dr. Henrique de
Farros Lins.
Esposa do Illm. Sr. Antonio F anciseo da
Costa Cainp >s.
Esposa do Illm. Sr. Antonio Luiz Mar
tina.
Esposa do II-ns. Sr. Capitao Manoel Ca-
valcanti B. Lins.
Esposa do Illm. Sr. Gaudenci. F anciseo
Marquen
Esposa do Illm. S Tenente Manoel Fran-
cisco de Senna e Silva.
Esposa do Illm. Sr. Capito Ant nioFran-
csc i de Araujo Costa.
A Exma. Sia. D Eulalia da Silveira
Ba r s.
Esposa do Illm. Sr. Joao Luz da Co:-ta
Ribeiro
A Exma. Sra. D. Maiia Alee .r Araujo.
A Exma. B-ronera de Suassuna.
Esposa d Illm. Sr. Capitaj Jos Alve des
Oliveirs.
Esposa do Illin.Si-. Jos P reir de A aujo
F.lho.
Esposa do Plm. Sr. Dr. Davino dos San
tos P ntual.
Esposa do Illm :r. Dr. Antonio H;rme-
uegildo Castro.
Juizes protectores
Os Illms. Srs. :
Hermenegildo Ramos de Mello.
Arthur de Souza Lemos.
Tenente-coronel Sdviano Moreira Caval-
cani.
Capitao Gon9allo Jos de M-llo.
Liuno da Silveira Line.
Joo Ignacio dos Santos.
Antonio de Almeidt. Bascos.
Pedro Pnpia.
Juizea protectores
Os Illms. Srs. :
Hermenegildo R-moa de Mello.
Artbur de Souza Lynos.
Tenente-Coronel Silviano Moreira
valcaate.
Capito Goncalo Jos de Mello.
CapitSo Livino da Silveira Lins.
Gapitj Ji>o Ignacio dos Santos.
Capita j Antonio ae Almeida Bastos.
Capito Gedra Papia.
Zuizas protectoras
Esposas dos lllras. Sra. :
Cap to Sargio Diniz de Mcura Matt s
Jnior,
r. Artbur de Siqueira Cavalcante.
1 apito Alfredo do Reg Barros.
Capito Manoel Thum de Olive ra
Dr. Geroncio Dias de Arruda Falco.
Capitao Mximo Passo.
Capitao Porpb rio Rodrigues Caminha.
Capitao Loureuco Cyriaco Cavalcanti.
7Nzes bemfeitores
Os Illms. e Ex rus, Sis. :
Baro de Contendas.
Comendador Jos de Ara jo.
Capito Etelminio de Almeida Basto.
Antonio AlexanJre Bezerra.
Capitao Alexandre Vasco.cellos de Brito.
Cap o Joo Nicolau de Lyra.
Ca-itao Manoel Brayner.
Joaquim dos San'.os L asa.
Joaquim Luiz da C sta Ribeiro.
Alfredo Guedes Alcotorado.
Jos Wenceslao da Costa Prazeres.
Jos Joa.uim do Qaei oz.
Tenente Americo Fortunato da Gama.
Joo Carlos^Cav-lcanti de Albuquerque.
Ivo Sabn i da Costa Gomes.
Affonso Mauricio da Silva.
Josu de J''sus Jardim Pimente].
Tiburtino Baptista da Costa.
Augus'o Moniz de Souza.
Pedro Lydio da Costa Prazeres.
Marcelino Perigrino de A.drade Liar.
Bernardino de Senna Ribeiro.
Sergio Diniz de Moura Matto Jnior.
Ildefonso W. da Silva.
Pedro Rufino Ferreira.
Jos Br-uiio Correia de Araujo.
Sebastio de Mello Casi ello Branco.
Manoel Clemente d; Souza.
Joao Baptista Filho.
Manoel Alves de Souza.
Antonio Joaquim da Motta Guimare--.
Guilherm* Elias de Barros.
Man el Fe nandes Siqueira.
Jos Cupertino de Figueiredo Mellj.
Procurador geral
Capito Jos Sancho Biz rra Cavalcanti.
2' hesonreiro
Olympio d S, Cirne Lima.
Escada, 8 de Agosto de 1895.
Vigaiio Francisco Raymundo da Cunha
Medrosa.
O tiiesoureiro compromette-se a publ -
car os nomes das pess as que concorre-
rtm co.n suas esportulas.
------ ^---------------
Em ete doa mais importantes hesfi-
taes de Pariz fizeram-se experiencias com
o AlcatrSo Guyot par combater as bron-
cbi es, os c-tharr s, a asthma, a tsica,
hs anginas granulos, a, as la yngites
-.gndas ou chronicas, e, em geral, todas
i- molestias dos bronchios, dos pul i oes,
In -stomago 8 da bexiga. O verdadeiro
Al atro de Guyot tambem tero a vanta-
de prtpo cionar o meio de com um
f mc > poder se preparar doze litros d.
agua da alcatro, pois basta urna colber,
das de cb, para um pucaro d'agua
Resulta por consr-guinte, que o trata-
mento das constipaj s, bronchites, as-
tbmas e catarrhos, /penas custa dez a
quinze cntimos por dia.
O eminente rofessor Bazin, medico do
hospital S. Luiz exprime-se nos seguin-
tes termos a p oposito do nssso pr.'duc:o :
t Basta que os mdicos dos dive sos pai
zea o conhecam^para que logo appreciem
toda sua importancia e os servidos que
pode prestir. Todo Alcatro Guyot,
tanto oj de licor como os de capsulas que
nao tiver-un o endereco 19, rae Jacob,
Pars, devem ser considerados fal-os.
inercieiros
em que se tem
A olasae dos
Aproxima-se o da
proceder k eleijo para membros do Con-
celho Municipal, no municipio do Recif"3
e sendo de grande necessidade e interosse
geral da classe term s alli quem nos re
pr> sent e zela os nosgos interesses, pois
como todos sabara nossa classe a que
maior somma de contribuicSes pnga rela-
tivamente a sontras, r solvemos pedir aos
nossos collegas merceiros do municipio
para irabalharem afim de elegerraos
um cidado que ali zele os nossos inte-
rtsses.
Para tal fim appresenta-mos ao Sf
Manoel Joaquim da Costa Ramos o qual
j all nos representou. Os lervicoB deste
nofiBo collega pr stados classe sao de
todos nos coahecidos, os quaes o tornam
merecedor de todos os nossos esto^os.
Recife, 13 de Setembro da 1895.
y. F. Alves.
y os C. G. de Mello.
Francisco N. Saldanha.
Manoel Joaquim Pereira. dos Reis.
Festn do Patrlarcha S. Fran-
cisco d'Assts
No dia \j do crrente ser celebrada
com toda a pompa em sua Igreja a fes-
ta do Seraphico Padre S Francisco,
em honra a impresso das Chagas do
Senhor Crucificado, constando de ves
pera, festa que comscar s io horas
do dia, em ponto, em a qual celebrar
pela primeira vezo religioso francisca-
no frei Eduardo Herberhol e com as-
sjstencia do nosso virtuoso prelado o
xm. Sr. D. Manoel dos Santos Pe-
reira, que bondosamente accedeu ao
nosso convite, honrando-nos com a sua
presenca.
Ao Evangelho assumir a tribuna
sagrada, o muito talentoso monsenhor
Fiuza que far patentcar as virtudes do
Patriarcha de Assis.
Ws 5 horas da tarde entrar o 7e-
Beiu/t, estando a orchestra confiada ao
couhrcido maestro Joo Polycarpo Soa-
res Rosas, e os solos a habis professo-
res.
A nonte estar aberta a Igreja e
ser franqueada a visita publica o nosso
hospital, s pessoas decentemente ves-
tidas.
A banda musical do I.' corpo poli-
cial, far executar as melhores pecas
do seu repertorio.
Sao convidados os candidatos appro-
vados entrarem e os irmos novicos
approvados profesSarem, de compa-
recerem uns e outros em nossa Igreja
s 8 horas da manh para realisarem as
Suas entradas e profissoes.
A Mesa Regedora e demais irmos,
convido de ordem do Irmao Ministro
assistirem a mesma festividade revesti-
dos de seus hbitos.
Secretaria da Veneravel Ordem Ter-
ceira de S. Francisco, 13 de Setembro
de 1895.
O secretario interino.
Al/redo Augusto Machado Pe rio.
Fellcit^co
Alegre e risonha dispona auro-a de hoje
para a Excma. Sra. mesiina Carneiro d'Al-
meida, Alna do Capitao U. C. de Almeida. 0
dia de boju* r cjrda a data preciosa de seu
ndalicio, por iaso a saudamos rordialmente,
' Recife, 15 de teUmbrj de 1893,
A. M
,^
PAKA DO^NTB
Vinho Mara
Gabinete dentario
O cinirgo dentista
Jos Basilisco de volta
de sua \iagem a Pariz e
America do Norte conti-
ma a dsposicao dos
seus amigos 6 clientes a
ra da iip at|z n- i
Hygiene
Candidatura
Pode-se ao directorio do partido fede-
ral, para incluir na chapa dos conselhei-
ros mun'cipes, o nome do cidado Anto-
nio Jos da Costa r sidente no Peres,
ser mais um sustentculo pata o mesmo
partido.
Peres, 12 de Setembro de 1895.
Muitos eleitores.
- I
es

a
u
-
= 3
= t- -
ge a
Sil
, .a
o3

pq
^
a S
e/T^L'^' QSV &S9 <3S9^&S9
The \orth Brasilian Su^ar
Factories I.imite!
Era vista da grande quantdade de canna
que tem sido off-recido a fabrica Central de
S. Lourengo da Matta, e a Norrh Brasilian Su-
gar Faclories, se conhecendo qu s pode moer
50 mil tonelladas por safra, tem lid i a iJeia
de montar urna outra fabrica com capaciclade
de 40 mil tonelladas, se para so lver canna
sufBciente.
A compa hia desde ji acha-sa promp!a a re-
cebar proposta de novos forneeedores, nao s
daquelles qua forem preciso utilisarerase da
va-ferrea do Limoeiro, como tambem daquelles
que servirem-se das linhas desta fabrica, po
dendo a Companhia prolongar &s mesmus at
os seu3 engenhos.
Harry Swales,
Representante.
PARA DOENTB
Vinho Maria
Para as criancas fraca? e as mulheres
deearranjadas as funeyes do Estomago,
nao ha nada superior ao bem c nh-cido
Vinho de Quina La oche ferruginoso
(honrado com urna recommpensa de
16.600 f ancos, e de 7 Medalhas de Ouro
pelo Governo Francez.
---------------^-------------
Aviso ao eomiiiercio
Francisco Jos da Silva dcixou de
ser empregado dos lrrdeiros Bowraan.
Recife, 19 de Setembro de 1895.
Cirurjiao dentista
HYGISRK BA BAHA
(Copia)
Usando das attribnii,oe8 que me sao con-
tentados coraprovando a analyse e a licen-
9a concedida pelalnspectoria Geral de Ily-
giene do Estado de Pornambuc concedo
licenca ao Paarmaceutico Antonio Mar-
tiniano Veras para xpor a venda neste
Estado o preparado denominado Cognac
Brazileiro de sua conteccao. B, para
constar passou-se o presente que, pagos
os emolumentos e assignado, se registrar
para os devidos effeitoB.
O inspector.
(Assignado) Eduardo O. Costa.
Secretaria da Inspectora de
a Babia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Tr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre eBtampilhas) de 4J400.
N. 2.872 -Rs. 58000.
feridas pelo Regulamento SanHarn em vi-
gore tendo em vista os documentos pre-
(Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Baha)
O fiel
(Assignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V. do L. competente
I. de H. doE. Federado da Baha, 12
de Julho de 1895.
(asignado) Dr. Mnniz Barret:.
Pe i toral de Cambar
Urna filhinha do intellgente guarda-
livros Sr Barros dos Santos, accom-
mettida de forto coqueluche, restabele-
ceu-se promptamente com o uso de
Peitoralde Cambar de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas-
CONSTIPARES DE RAULIVEIRA
IIUOUAEUV BRAGA
VioliiiOK
Duzia
Garrafa
25500
45000
Peitoral de Cambar
Applicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado um fi-
lhinho do Sr. Rodolpho Taborda, o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares,
debellou em poucos dias a perigosa en-
fermidade.
O agente -Companhia de Drogas.

1
Enorme',e variado sortimenlo de
msicas de Europa e America.
Msicas para canto, pino, flauta,
rabeca e todos os instrumentos. .
Encarrega-so de impresso de mu-1
sicas. \
PREALLE it C.
59-Rua BarSo da Vict.ria -5^
FABBICl GUIAS
Os abaixo assignado^
previnem a qaern convier
que esto munidos de man
dado do Excm. Sr. Dr. jniz
Jo commercio p^ra fazjrem
apprehender onde fjrem
achadrs cigarros de outra
fabrica com a maVca coutra-
feita ou imiadadoa seus ci-
garros, ^anlo na moitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceJer
contra quem expozer dito
cigarros a venda, com todo
de coaforrcida le
penas decretadas
por le.
Rec'fe, 31 de Agosto de
1895.
Azevedo 4' C.
a
o rigor,
ce m as
{}
{")
{'}
51:
JPiaiio^
Grande sortimeno de corda?, so-
ladores, bancos, c a p a ?, m a r fl m,
feltros, rndi lias e todos os artigos
proprios para fabricar e concertar
Pianos.
PREALLE ft C.
59 Ra Barao da Victoria 59
i)

Peitoral e Cambar
Em casa do Sr. Gileno Goncalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
feco pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
Jos Hygino de Miranda, cirurgiao j nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
dentista, abri seu consultorio na ra lheiro, a qual, depois de tomar inutil-
Nova n. 19, Io andar.
Capas impermeaveis
Para bomem receben o
Au Parad dis Dames
mjnte um sem numero de remedios,
curou-se radicalmente com o uso do
Peitoral de Cambar de Souza Soare s
O agente Companhia de Drogas.
------------ ?
PHOSPHATINA FALIERES. Alimento las moa.
nica agencia no nrie do Braz 1
da afamada t-.br ca D. Wolff.
PHEALLE&C.
59 Ra Bario da Vii tor a 59
Peitoral de Cambar
Confirmando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lefti m1**}"amento em minha esposa,
vi-a curada de'unia tosSc &t!23! que
muito a affligia.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconhecida).
O ao-ente Companhia de Dreras.
Elixir 31. Harato
Se nao era sarna era o diabo em figura
della, que greta va- as mos .ha muito
terap) e o que me valeu foi o uso do Eli-
xir M. Morato que me curou como
milagre.
Cidade do Diet
Pedro Dias de Azarara.
D psito em P rnambuco Cjmp. de
Drogas, ra Mrquez de Onda 4.
1}
i
Msicas de danca
Bellas waldas. polkas, quaJrilhas.
8Cholti?ch. etc. etc. o que h de
melhor e mais moderno de compo-
s lores celebres.
PREALLE & C.
59-Rua Barao da V ctoria 59
{}
{}
0
KDITAES
Secretaria da indus-
tria
Ia directora
Em 13 deSetembro de
O lia lili veira peitoral
o medicamento mais efcaz, mais barato
goato aK''-irlabihssiino na drogara brag
odas as Prarmacias.
e de
e em
Realejos
Caixas de msicas suissa?, o que
ha de melhorsjeste genero.
"}{
PREALLE* C
P
59 ua Barao da VicloriaL9
:fi
Peitoral de Cambar
Tenho a satisfaQo de declarar que
soffrend ha 4 annos d3 urna bronchite,
que me trazia a maior parte do tem-
po no leito, e, usando o abencoado
Peitoral de Cambar de Souza Soares,
apenas com meia duzia de frasco fiquei
completamente curado (Firma reco-
nhecida) Silvino Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabiildade da Guarda
Nacional do Rio de Janeiro.)
O agenteCompanhia de Drogas.
RAULIVEIRA
Todos 09 mdicos receitao o Peitoral
Catharinente como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
DROGARA rraga
Instrumentos
Crande sortirr.ento de instrumentos
pira banda marcial Ja importante
fabrica Gautrot Aine & C.
PREALLE 4r C.
59-Rua Baro da Victoria-59
rae K **.', hit y.LAtttiA^E^
C0MPRIM1D0SVICHYFEDIT
PA8A B03SHTE
Vinho Mara
Dr. Joao Paulo, especialista em partos,
molestias de senhoras e de cranlas com'
longa pratica nos h spitaos da Pariz e
de Vienna d'Austria, d consultas das 2
as 4 horas no Largo do Corpo Santo n
19, 1 .* andar e re.-ide ca ra de Henrique
Dias n. 2.
Teleph nesns. 199 no consultorio e 437
na residencia.
8
Pianos
Vende-se aluga-sr, aflna-se, con-
cerla se e trocase pianos.
PREALLE 4 C.
59-Rua Barau da Victoria-59
Fraucitco Pedro ia (nidia
Presbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Chrisii e "W i gario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao Jos desta pro-
vincia de Santa Cathariua, etc.
Altes o que tenio usado por vezes o Peiioral
Calharinense de Ra-liveira XARO'-E DE AN-
GI .0 COJIP STO OM TOL' E GUACO, prp
piracao ilos Illms. Srs pharraaceuliecs ituili-
110 Horn & Oliveira, acbei que esse x rope 6 de
bentfico e proraplo cffcito as aflVcGes dos or-
eaos respiratorios o que affirmo in verbo sa-
cerdotis.
(,i iade de S. Jo^-, 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cunha.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diver-
sos Estados lo Branl attes am a eficacia deste
grande medicamento.
Deposito
NA
Drrgana Braga
PAi DOENTE
Vinho Mara!
1895
De crdem do Dr. S* c otario interino e
de cr nformidde com o dispoato co art. 9a
do K"gu!:.mento expedido em 5 da Agosto
fi do, faco pab'iC'), a qrem intereesar
pota o thfor da petica dirigida a eata
Secraaria pela firma social Moreira &
R.ig"l Boiijitr.ndo acz Lo do Estado
p ra fundgao de ama Usina no Ecgenho
Pau S Dgne de na propiidadu e o extrae*
'o da todos os tociaientoa que icstruiram
iesra petigao. '
^->0 dirtctor-geral,
Joao Ddb tTuciJ d* Cucha.
Il!m. txs>. Dr. Secretara dta Nsgo?
cios da I.dustria do Estado de p5NA.m'
buco.
A firma social Moreira & R.cge), com-
pcata do otronel Silviaoo Maraira Caval-
coti e do Dr. Joao Jerooyino Pontal
Kangel, legamente constituida ccrao preva
coj- o documento junto n. 1, pretendea-
do fundar no Engenbo tPau Sangue do
Btoaidpio d* Gamelleira, nnt Uina de
fabricar ataucar e alouol, d-s omtai Uv
cec das pelo mencionado eDge.obo e mais
jb\ s aeguintes :
tBom Succe 83, Va'zei Grande,
tJoSo Gomes e tPereira Grande, cajos
psopriet^rios j firmaram contracto ce for-
aeciment de cnn com a sopplica: te,
jomo ve-sj do documento n. 2, e mais
dada os dos engenbo tBe'l-j Piad, Ca-
i"'?u!iypei, 1 outros cojis proprietarios
iu redi firmar contracto de fornecimento
e Cinnts que ainda dSo foi Iavrado por
er a supplicante duvidas, se a Usina, qne
prentondem raontir c m orpacidade para
ubric-r em 24 horaf, 250 sacos cera
gsucar de 75 ''ilogrr-mmas cisda doi e
(5 pipas de a'cocl 'a 490 litros cada urna
lrnlro do tempo p-( prisdo para a colhei-
ri da s .fra, poder eolber conveniente
rente as cannaa de tod. s elles, visto se-
rem tjdoe muito extecs- s a ferte s ; vem
eqnerera V. Exc. qoa de acoordo C9m
as le;s n. 113 de 25 de Junho deste amo
o. 2 de Desembro do anno prximo
!> siado, c 'mninadis c a os Decret s i*
15 de Jtubro de 1890 e de 31 de Janei-
ro de 1891, ss digne de ci nceder-lhe o
usilio de oito c*ntos cont de reis,
re 800.000$ )00, em apolicea ao jaro le
7 |. ao anno, pira aquella fim.
Ufferece a supplisaote em garanta do
&sti angecho Pao Singue de prepridade ex-
clusiva come prova com os documentos
joDUt de 08. 19, 20, 21, 22 e 1,
Prova mais a supplicante qae este en-
i'enho nSo est snje mguma, documentos ns 4, 8, 12, 14 e
15, de maneira qce a hypotheci qne pres
tende f *:r em tavor do Estado, fica em
primeirt lugar e sim coceorrencia, como
exige o art. 3 do Decreto citado de 15
de Outubr j ; qae o 6ens terrenos estao
devidamente derrarctdjs, documento n.
18 como ex ge o mesmo artigo acia a ci-
tada ; qne a snp 1 cnte, iso , oj ssns
m sociad' s, nao sSe tutores, rem curadores
de orpbaca, interdictos ou aaient>s, docu-
mentos rs. 6, M o 10 e qae bSoexige
contra os nrsmis scyBo oo eseco^Si, nsm
(jue techa por obje to o Engenbo Pau
Sangue, diGtmsntos na, 12, 14 e 15,
que nSo est penijorado seqoestrado oo
embargado, dccum',nto o. 8, qre nao sao
devederes a Fazaida Geral, Eatadoal cu
M'inicipal, por imposto ou por outro qual-
quer litl1 j, docmmec.to p. 4; finalmente,
que,. nSo slo-- testanenteiros, nem estSo
iiujeitos i pr ahyto de cintas em uiao
por este encargo, documentos ns. 5, 1C
17.
. A ion em qae supplicante pretende
fundar Usina, nao t estremameote
frtil, como do om extenaSo enorme, qae
I le com fajilidade ser c ran por liabas
(arreas, visto a natareaa e topograpbia dos
terrenes a isto preestam-se admiravelmec-
e, g-rentiedo portsoto materia prima
para a osina em quantdade tal, qne ser
.'Cssario augmentar a sua cana cidade,
qnindo todos os terrenos fort.m conve-
nientemente eproveitados para a pUntacSo
le cann s ; pois s os engerhos que sao
brigades ao forceoimento, por forca do
mt.-rtCto junto, dooamento o. 2, fnem am
aupprimento annaal de vitta mil tonaladas
qae com cinco mil qae pdc fornecer o
ecgenho Pu Sangae prefas a somma
de viote e cinco mil tootLdt, que a
qaaotidale de caceas que a usina pode
trabalhar em cem dias, como ee %0 do or-
camento junto, da fabri a qae tem de fer-
oecsr os macbinismoe.
Satisfaaecdo purtacto a suppcaute l
1 x'grn3ii das leis e decretes, qae auto-
risam o em pres timo s rsi .as, para o aa-
ti pedido de oito cantos co tos de rais,
rs 800.000)JCOO, por qunto o de qui-
.:hentos oontos o aatorisado para as
is qae e n. exigido pelas decnt s l-
alos de 15 de Outubro de 1^90 e 15 de
Janeiro de 1891 qae cBo fir*m aher.-dcs
pela lei n. 113 dtste anno, oeste ponto, e
proteetando por qnslqaer outro doonmento
qne lhe se}-, exigido, espera eer attentida
e oestes termos
Ped deferimento,
Recife, 29 de Juiho de 1895.
Moreira & Rangel.
Uelartlo do documento qne
acompansiaiu a petieSa u-
pra :
Dcc. D. 1
Ecriptura pobllc* ecoaiwcto esc; I que ta-
iem l);j|ior JaoJeror.yaB' Poatoa: Rjcficla-.b a ar
retal piortS) Industrial de nrc e faortcar
car e alcooi no Eoeeono iPo ?crgne s'
do no Municipio de Gaselieua.
>'"
N
ILEGtVEl
MUTILADO


Diario de Pernmnbnco Dominsro 15
de
Setembro de I *95

Doc. d. 19
Sacriptura de cessao dedireito qee tai D. Mi*
ri Zaiira Marqaes ao Coronel Silflaao Moreira
Cavalcanti.
Doc. o. 20
E-cnptara de eada e ceesao de crdito qae
faiem Francisco Faustino de Britio & C. e Sebs
dio Pereira Bstese ana mulberD. Irina Accio-
lj Pere a BiStos ao coronel SilvUno Moreira
Cavlcantl.
IDoc. o. 21
Eacriptora de venda do Engenbo Po Singue.
que laiem A-ogro Marques da Silva e soa muiner
ao coronel Sil'ians Moreira Cavalcaoti.
Doc. c. 21
Eacriptora de venia de ama parte do Bngenho
Pao Sanue que lai Amaro Marquea da silva
como tutor da orpba Bemvloda ao coronel O'
viano Morara Caa'canu.
Doc. n. 23
Eacriptora de ?eoda de -loas partea do Boge-
nbo Pao Sangoe que fai AdoUbo AstUpbo
Lina de Alboquerq'ie por ai e por seo* filiaos
Mana e Artbur ao coronel Silviano Moreira Ca-
valcanii.
Doc. p. 18
E coronel Silviano Morei a Cavalcaoti, prop-ieta-
rio do Eagenbo eso San*.u; com aeaa be.os
conBnantea, devidamente legalisada.
Doc. o. 30
Planta do Engenbo Pao Sangoe.
Doc. o. 31
Planta da Usina a ter fondada no meamo Ka*
geobo.
Doc. 0. 4
Certidao do escrivao da Tnesouraria do C>o-
ceibo Mooiclp.l de (amelleira, atteatando que o
Eogeobo Pao Sangoe. a esta eujeito ao impor-
to sobre engenhos relativo ao exercio de Ib'J.
a 1893. ^_-----------
Doc. nj^.-***^
Certidio do omcialdp,jfg8iro geral de bypo-
thecaa de GinjljftJf^'aUeaUndo uto constar
nenhuma Virneca colra o Eogenbc Pao
^ Doc. n. 12
Doaa certidOee doa escrivS'S do ciyel, com-
mercioe execucoas de O^elleira .Iteatando
nao correr em seos carinos cao '
oa commerclal contra o ccr.nel S.ltuno Morei.a
Cavalcaoti nem existir sobre o aeo Eogenho
Pao Sangoe pechara, arresto oo aequeuro e
bem aesim nao baver contra o mesmo coronel
execoso de qoaqoer oatoreta oem mesmo qoe
aflecte o seo Engenbo ja mencionado.
Doc. n.14
Doaa certides das escrivies do jono do clvel
ieGraelleira aitestando nao correr por fea*
canorias accao algoma contra o Dr. Joao Jer-
nimo Pontoal Rogel oam baver contra o enge-
nbo Pao Sangoe neohoma penbora. arralo oa
aeqaeetro.
Doc. o. 15
Doaa ctrlides doa eacrivaes do joiio do com.
mercio de Gamelleira t;es ando tai correr po-
seas carinos accao aUuaaa contra o Dr. JtSo
Jeronymo Pontoal Raogloem ba er con ra c
eugeobo Pao Sangae penbora, arreato oo se-
qoeairo.
Doc. o. 5
Certidao do eacnvo de orpbS.aa da Eacad,
no 'ojpedlmento do competente, atteslaodo nao
ser o coronel S.lvaoo Moreira Cableante tes
Ument'-iro de algoem oem ler coota a preatar
viato nao ter exercido eqoelle encargo.
Doce, os- 10 e 17
Doa* certiflOes do escrivao da provedoria de
Gamelleira alienando nao aereii o corootl Sil-
viano Moreira ciavalcaote e uD:. JSj Jeroojaao
Pontoal Raogel teetameotelros de algoem oem
terem coota aigoma a prca i-.
D.c. o. 3
Ceidlo do concelho muiucip.. de Gamelleira
attestaodo qoe a oMna qoe se pre^eode fondar
nao prejodlca em couea algoma as oainas fou-
dadas oo qoe estejtm ee fon Jando no.me mo
moniciplo.
D.c?. ns. 6 e 7
Cuas ceitidOes do eterivao de orpnSo< da E .
cada attealando nao ser o coronel Silviano Mo.
reir Javalcame tutor nem ro/ador de orptaas
on in'erdktj e declarando, oo impedimento do
offic al do registro geral ue bypotaeoas, nao
constar oo livrocompettnte contracto algom do.
tal oo anle.nopcial.
COHHERCIO
Bolfa Commerclal de Pernam-
bueo
COTA(5ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
Prafa do Recife, 14 dt Setembro de i8gp.
Cubo ecb-e Uares a 90 d| 10 3.8 d por
UOOO do Banco.
O presidente
Antonio Marques de Amoro).
O secretario
.'Jjocel G. da Silva Pi.to.
Cambio
Os estabe'.ecirxent >e bancino' ancetaram boje
soaa tiansJC(Oes a 10 3|8 sobre Londres a 90 d|v
dando mais arde 10 1!|16.
Ao fe. bar o mercado tirmoo-se e o River Pis-
te olle-erecia cacear a 10 3|l.
Letras particulares Lnm negociadas a 10 3,4
e 10 13,10.
Cotaces de genero
tara o agricultor
Assucar,
Branco. por 15 kilos 34500 a 4*830
Borneos, I Jem. dem 2*5800 a 34200
Mascavado, dem, idem. 14900 a 2*100
Relame, idem idem M300 a 1*300
AlgodSo
Honiem e boje.slguns lotes feram nogeciados
a 114500 por 15 kiios.
tleool
Por pipa da 480 litros 2054 nominal.
Aguardeate
Per pipa de 480 litros 1154 venda.
Cenras
Seceos salgados oa base de 12 kilos 14050rls
tenda.
Verdea 630 ris, nominal.
Carnauba
Cota-se da 234 a 354000 por 15 kilos.
Mel
Por 1104000 nominal.
Kxportaefto
Recite, 14 de Siembro de 1895
rara o exterior
No vapor ingle Mercbant, para Liver-
pool, erreearam ;
Lojo oc Filbo, 2 too sacco3 com 163.500 kilos
de assocar maacatade.
Julio C, 500 saceos com 27,500 kilos de
assocar mascavado.
o vapor alie5o Desterro*, para Lisboa,
carregou :
J. F. de Almeida. 100 II.ras de farlnba de
mandioca e 73 kilos de caf.
Para o Interior
No vapor nacional Itaqui, para Rio Grao-
de do Sol, carregaram :
i. Bailar & C, 4000 abanos de carnauba.
Par pololas, carregaram:
I. Bailar & U, 1 pipa com 4'j7 litros de alcool
e 1 aacca com 83 kilos de algodao.
So vapor Irancez Corsica, para Santos,
carregraia :
J. daC Ferre'.ra, JOObarris eom 17,600 litros
de iagoardento.
I. Baltar & C, 200 barris com 17,600 litros
de agoardeole.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
H. S. L yo & C, 244 ?accos com 14,640 kilos
de assocar branco e 1,712 tutos com 102 720
ditos de diilo mascavado.
fto vapor nacional Eapirlto Santo, para
Babia, carregaram :
J. Piobeiro & C, 5 calas com calcados.
A. Crox & C, 1 calxa com calgados.
Para Vi -loria, carregaram :
Z. T. Lapa 4 C, 50 caixas com 400 litros de
genebn.
Djcs. na. 9, <1, 13 e 16
QoaltoceriidOas do ifficial do registro geral
de bypotbtna e eacrivao de orpbaoa de Gamel.
It.ira attesunJo olo cooatar dos livroa compe.
lentes contracto algum dotal 00 ame.nupcial
contra o coronel Silviano Moreira Caralcaote e
o Dr. Joao Jerooyoo Pooioal Rangel oem ee.
rem os meemoi tutore*, curadores de orpbao
on Interdictos.
Doc. 0. 2
Eecriplara de cooiracie de loroeclmeoto de
canoas qoe fazem Moreira & Riogel cooce-sic.
oarloa da Balna P Sangae qoe pre endem foa.
dar no engenbo deat<< nome de soa pruprledad)-
com D. Bules Seoaatiaoa de Moraes Mouteiro,
proprletaria do eogeooo Va.-xea G-aode, teoeo.
te.coronel Antonio Jos Pires, propietario do
eogeobo Bom 8u:ceso, LaorioJo de Barrea
Co rea, proprletarlo do engenbo JuSo Gomei.
Ursocino Coutiubo de Ao.rade, proprletano do
eogenfto Pe.eira Grajiie, e o cidadao AoDcio
A:cioli Wauder'ej reudeiro dosillo Bja.Vala.
Docs. na. 24 e 23
Doaa certidao* doesciiv&j da collactoria daa
reudas gerSe^ e do escrivao da collectoria dar
rmics eatadoaea de Gaaieelra, at.eatanJO no
dever o coronel SilViaao Moreira Cavalcaute a
fax oda geral nem e e.-iaiiu-.l, por imposto ou
outro qaiquer tiiolo nem eaiar sojeito o seu ea.
ge.huP) Singoea divida alguma paa com
as metmis
Doca. n. 2C e 27
Doos a.teatados. do prefeito de Gamelleira e Jo
Cooaelbo Municipal do memo bgar de.lar-niu
ter o eogeobo- Pao Saogue axteosu sofli
cente para foroecer dlariarnetr-. a uaioa qae ar
preteude fundar, canoas para 250 saceos oe aa
anear de 75 kilogrammas cada om e 4 pjp<4- te
alcool eeodo auxiliado MtA* ^Keuaoa Bom
SJ.e*!,-,;tM8a'G'ande, lele Gom 8, Pereira
aude e. o reno Boa-Vala anneio ao m'8-
mo eugeubo.
DcC. c. 26 v.
Certii&o do secretario p:ef. i'n-a de Gamel
letra sitendendo que a oioa em p ojecto na>
prejoncaa oeoboma deale mouicipio aoxi'itoa
oa oto pelo Estado, ji fundada 00 p.r fundar.
Duc. o. 28
Or^-.m oto para nma fabrica de aaaocra com
moeoQis ie repreaaao poJ-nJo trabalbar 250 to-
oeadas de cannaa em 24 ho'ni de servio.
Doc. o. 29
Orgau.en:o de coeio app-oximativo para inf-
lalla5o da ojio*Pao Saogue em Gamel-
leira.
O Sr. Pejro Waodrr.ey Jacquc, juix de direito
do c.vl do mocicip:o do Cab<>, do EsUdu de
Peroarabuio el .
Fx saaer ai qu9 o preaenle ed.tal virem e
deile lie-iin noticia, e aoa qoe por pane ue
J i Ao'ooio la .-ilva Lap-, Ice foram dirig .a-
as U'ii"- ae.^aintes :
Ilim. r. D ju t Je direilo do rojox;p:o do
C.bj.Dix Jj-6 An jnio da S iva Lipa, qoe
seu o i'in t nli)- do erg nbo CoimDra, deaae
muuhiplc, e rao poJeid) cnegar a accordo
com oa denjia coaaeobo es pa-a a explorado
do nesno egeobo, e preciaaao 'eceber a re-
da c r.e-poui n e aaa par>e, quer levar
pnf* o a-rei>dameoto de lodo o predio, aQio de
se pTiir a renda, codo de le.
lo isao, osopplicaote reqoer a V. S. se dig-
ne de mandar qoe s jara citados oa referidos
coDS-naoraj daqueHu popneiaJe parn, ca pri-
mera do juiu, virem propo -ae Ite a acceo re--
paectiva, iS igoaodo se-,bes o prazo do eaijl>,
para ,:ea rj elle, allegarem oa embargos qoe
Uve e.u.soo pena Je, aoa revelia, aer Oi-ueua-
da a pr,-i-i, affixaado-ae editaes o proae^uiodu-
e nos dt-maia termas.
E como o rete ido engenho em parle leobi
Nito, alias lenb.i fi.u auo no e-pj io je Antonio
N-tio Caroeiro Leo, de tuja beraoja deassii am
o berdeiros legtimos, setioe-se qae eio desio-
nbecldoa ai^um lcieresssdoj.
P-lo qae, o sapplicaote reqoer a V. S. ee dig-
ne de mandar faier pessoalmeote aa cilagdej
loxiconaeoborea ccabecidj', oomtaido om cu-
rador que repreaeoie os inic:esidos au.eifea e
desronbecidos.
O ane idamento sera por tres anuos 00 tres
sJra enoa editaes a--o inierm as claosul>e
eoieo.es a gara ti- .0 pagamento da ren-.a e a
melbor conaervc;ao do predio.
Ni-stea termo pele a V. S. se ai-va dt-ferir
P. Alves & C, 100 barra com 4 400 lit 03 de
Bgaarteat.
Para Macelo, carregeram:
J. Pinbeiro 4 C I ealca com calcados.
INo vapor nacional Jaboaiao, para Babia,
Carregon:
E. Samico, 4 caixas om perfumarlas.
Para Maiei, carregou :
E. Samico, 2 caixas com parfomarias.
Para Araeajo, carregou :
J. de Mai e :o, 5 barra com 450 litros de vi-
obo de jaoipabo.
Para Pnelo, carregaram :
A. Crai C, 1 ca>xa com ca jados.
No vapor nac ooal Maraabo*, para Ma-
oos, carrega-am :
A. Feroaadea C, 10 barra com 1 7*0 litros
de agurdente, 6 buricas com 350 i los dt
aesocar refioado e 71 ditas com 4,436 dltoa de
dito branco-
o bule Tentadora, para Camosiim, car-
regaram :
J. Silgneiral & C, 90 barricas com 5.900 kilos
de assocar eioado.
N blate Cor:e;o deMico, para Maco,
cirregaram:
Ollveira & C, 1 barrica com 60 kilos de aasa
car retinado e 7 ditas com 396 ditos de dita
braoo.
fio biate Deas te Gdie>, para Camoasim,
carregoo :
P. Pi/wier Facto-y, 130 birria e 10 caixai
com 1.72J kilos de plvora.
Na barcaga S^nbja, para Parabiba, car-
regaram :
F. Irmao & C, 400 caixas com 9,230 kilos de
sabSo.
Na barcia Linda Roza, para Macei,
carregaram :
F. Rodrigues & C, 1 caixa com 95 kilos de
fomo.
No caler Jagaarary, pira Natal, c
garam :
A. Machado & C 1 caixa com 96 kos de
fumo.
J. de Maredo; 16 barris com 900 litros de ti-
nto de froci.s-
Para Macanlb?, carregaram :
S. Araojo u C, 160 caixas cem 3,680 kilos
de sabao.
AzeveJo & C, barricas com 480 kiloa de (orno
J. Piob.iro & C, 2 caixas com calcados.
PAUTA DA ALFANDEQA
VALOaaS DAS MiUCADOBIAfl NACIONABB SJXiTaS
OIBB1T08 DI CXPOBTACio
Semaoa de 16 a 21 de Selembro de 1895
Agurdenle, catiga litro.......... 239
Dita de canoa.litro............... 400
Dita destilada ou alcool............ 427
Algodao ein rama,kilog.......... 734
Arrox com casca, m,............. 120
Assucar branco. idem............. 23
Dito mascavado idem............. no
Dito retinado. dem............... 353
Bases de m.mooa, idem........... 130
Borracba de te i te mangabeira, idem. 14500
Cacao, idem...................... 900
Gaf bom, dem................... 14700
Dito eset Iba oa restolbo, idem...... 14200
Dito moide, idem................. 24.00
Dito ordinario, dem............... 14100
Sement de ca;naba, o kilo....... 47
Sab5o, kilo....................... 330
Sebo em rama, kilo ..'...... 665
Tatajoba madeira, kilo........... no
Taboaa de amarello, dusa......... 160 Cera em veas,ella................. 14600
Dita vegetal em broto, kilo........ 2814U00
Carocos oo sement de algodao, idem 045
Carrapaleira isemeale)............ 190
Carnauba, dem................... 14933
Cognac, litro..................... ijooo
Litra, litro....................... 400
Capil e licores, litro............... 14000
Carvao ue pedra, tonelada.......... 404.0U0
Dito aolmei...................... 150
Coares seceos espichados, .kilog.... 850
Dites ditos salgados, idem........., 750
Ditos verdes, idem............... 585
Coarinbo am...................... 14700
Cocos em casca, cenio............ 94000
Cbloelias, par.......>............. 14500
Botinas, par.....*................ 54000
Tamancos, par.................... 600
" D oces, kilo........................ OOjfo
na fotn reqoe Id
como pena de rev
Em 12 de M.io
valcaote, aivjgad
Qae em dita pe
theor segal ule :
Como reqae, ja,
ressicoi pata sen
Cibo, 23 de Mi:
que .
Qu' re pirle
va Lipa, replic
traoacripto, aiad
ibeor segolnt:
I'.lin. Sr. D .
Cabo Di Jo
Jo requerido o
obo u>imbra, ci
da pe i&j iodo
cante inBiiflcaaa
plicaote b tiele
racbo ae V. S.
rei-u-ia, sem ao
algaus interesa
i.eoe-aanoa dea
aao se babil tan
I. al entre div
tiveram Ulule
feita
lila.
le 1893.Jo.
a ciU(,5a oa cltagO a
Bexerrn Cf
So proferto o deapacDa do
ote
liflcaa.o a ausencia doa
citados por edltal.
de 1895.-Waoderley
Jac-
1 mesmo Jos Antonio di Sil
ao, e em vista do despathj
ine fot dirlgiaa a petijo dj
is de direi'o do municipio do
moa o da S Iva Lapa, qae leo
reodamenio jodiciai da eoge-
d>a oa cleresaadoi nos termoa
, V- S. maodoo qaeosutpu-
a ausencia de alguna nter
xarem ediiaec. como o aop-
a exigeocia i reepefavel dea-
':om a crtidao junta, de oDde
braa de duvldaa, a ausencia de
o.', pa que, ten lo oa berdeiroa
Ido da oeranca, oa coiiateraea
m e ten iu s do u engenbo reta-
raoa credore-, alguos de tes nao
eqocraV.. ee dgoa defair
a peiic&j do subpl cante, mandando fater as ci*
t'jOea requ-iriou.-), urna vez que esta comorUo
spacbo e V. S.
pede a V. S. deferimeolo e
o reapeilavel d
Sestea termo
receoer mere
Em 28 de M
valcaote.
Que em dl.'.i1
de 1695.Jos Bexerra Ca
Puigaa, tl.ima transe ipti, pro-
lefio o despacho do tbej<- segainte :
Coio requtr. Cabo, 30 Je Malo d- 1895.
Winaerley JaCQueB.
Qieeru cump imento do mesmo dessacbo, o
tacrivo adiaote nomeado. pasnou o p-esenie
eniai, palo qual e seu ibeor e nos iermoa das
)e.i6ea do meamo transcriptas, elle juix, cba-
ma, ella e ba porcnamaio e citados a unae-
qoer coaseobure d^a:oabecidoe e aoaeoiea do
referido eugenbo Coimbra, pira dent o a> prazo
le 30 da, que correrae da daia do pea-11 e
eii-a', Com p na de -eveiia e a requd im-n o do
meao.0 peiciooano Jo Antonio da Silva Lap-,
lambem cjoaeotior do uliud 10 eogeobo, oa par*
melra dete ju z> que ce aegUT a exp r^cao do
meoclooalo praxo, v.-rem o mesmo conaeotiO
Joe A'iioai.i da Silva Lapa ibes proper a co a-
pteme uegio para arreodam 010 ea b sta pu
olica, do sub edil o ei geobo Coim ra, po- lempo
Je ires anoos ou t ts safras e offee terem os
embargos qae purven ora ttverem, dentro do
prazo l- gil e qoe Ibea (0,- aaaignado.
E para que caegue ao coobecimeoto de '-o'o-
i oc ticte, icaa la qua o oflbul do )uzo qm s- -
vir de porteiro doa aud.ur os desie, aflixe o p-e-
seoie edilal no Iua- publicado costme 3 ia<-
ae a respectiva ce-i,i. que apretenlari em
cartario para es dev.dos flos
Dado e paaaado uesia cilade de Santo Ag03
iia.no dj Caio, do ma l.ipio deite nome, do
Estado de Peruambu n, ais 13 das do mez de
Agua o do ana 1 do Na c-menio de No- o Seclur
Jes:s Carirtj, de 1893, Vil da Repblica dos
Enadji-UnUos do Bras 1.
Eu, Cbrispiniatio Buariue de Maceds, eacn-
vSo, o esarivi.Pedra WanJerley Jacjues.
N aqai bem e belmente transcripto do respec ivj
ongtaal.
Eu, Cbrispioiano Buarqae de Maeedo, eacri-
vao, o escrevi e asign-i.
Cabo, 11 de Agoato de 1893.
Ba l ue verdade, Conspiuiaoo Bua'qae de
Maeedo.
O Dr. Aquilino Gomes Porto, juiz de
direito e de ausentes do municipio de
Gamelleira, Estado de Pamatnbuco,
em virtude da le etc.
Foc. > saber aos que o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que tendo
ae arrecadado por esta juiz, o espolio de
Joo Francisco Guirxa/aes, fallecido in-
testado, e seus herde ros praentes, sao
estes chamados, para no prazo de 30
das, a contar desta data, requererem
152
693
360
800
7450U
203
130
Farinba e mandioca, kito..........
G'axa sebo, kilog...............
genebra, litro.....................
Jaborandy (fuloa), dem.. ........
Meioa oe aola, valor nominal.....
Mel de tanque oa melaco. litro......
Uilbo kiiogr ......................
Oleo de mamona oa de ricino Impar
litro........................ 330
Pelles de cabra em cabello, valor
do ceoto...................... '404
Idam de carueiro em cabello, valor do
ceoio .......................... ,,0
Perfumaras, k,lo................. 24UOO
Sapataa de curo branco oa tinto, par 24100
Heiiiliunento* publleoa
ce Se'.embro de 1895
Mex
Reoda geral
U) da 2 a 13
idem ae 14
Alfaniega
661:.324778
49.380J904
711:3134:62
Renda do Estado
Oo da 2 a 13
dem de 14
63.4834892
4-88.4030
Somma total
68:367494!
179:7114624
de Pernambuco, 14
2* seccaa da Altandega
de Selembro de 1895.
O cnefe da secgao
L. F. odecera.
O tbeaoareiro
Laix Manoel R. Valenja.
R ECEBEDORIA DO ESTADO
Oa dia 2 a 13
dem de 14
Do dia 2 a 13
dem de 14
RECiFE DttIMGE
157:45oc07
2:394374
(83 8334881
15:381460.
1:8684090
17:4494694
Ulereado Uaucipm de 0. Jos
O movimento deata mercado no dia 13 dt Siem-
bro (01 o segaintn *
Enterara :
46 bola pesando 9.783 kilos
760 kilos de peixe a 20 xa. 154200
16 compart. com mariscos 100 -s. 1*600
9 ditos com camarOes 100 ra. 49 )0
26 1/2 columnas a 600 rs. 154600
1 carga com galliobas a 500 rs. 4500
9 caaaaaes com galliobas a 300 rs. 247, o
1 cargas com milbo verde a 300 rs. 4300
2 carga com amendoim a 300 4600
10 cargas com batatas a 300 rs. 34000
1 cargas com macacbeiras a 300 rs. 4309
1 cargas com cebolinbo a 300 r. 4300
3 cargas com gerimuos a 300 rs. 490.)
13 cargas com verduras a 300 rs. 34900
2 carga com canna a 300 rs. 4600
3 cargas com laraojas a 300 rs. 4900
1 cargas com iobame a 300 430)
i cargas com loacas a 300 rs. 4300
3 cargas com diversas a 300 rs, 49J0
20 cargas com feriaba a 200 rs. 440JO
20 cargas com milbo secco a 200 rs. 44000
15 cargas cem feiao a 200 rs. 340f>0
77 lagares a 200 rs. 154400
13 Saiaos a 200 rs. 2J6CK)
12 comp. com aoineiros a 14000 124600
8 comp. com sciau'ut a 700 rs. 546 W
8 comp. com fressuraa a >00 -s. 44800
34 comp. com cernidas a 70u rs. 234800
74 comp. com faxendas a 600 ra. 4.4400
49 .comp. com verduras a 300 rs, 144700
95 comp. com farinba a 400 rs, 3S4000
56 comp. ua tainos a 24000 1124000
perante ea'.e juizo a habilitajSo de seus
direitos.
E para que ebegue ao conhecimento
de todos naandei passar o presente, e
mais tres de igual theor, que serio affi-
xados noa lugares mais pblicos des-
te municipio e publicado no Diario
Official.
Dado e passado neita villa de Gamel-
leira aoa 29 de Agosto de 1895.
Eu, Ignacio Jo& Aroccha Filho, es-
crivao, o escevi.
Aquilino Gomes Porto.
Secretaria da Industria
em!3deAgcSti>delS(J5.
Ia direclo^ia
EDI AL
De ordem do Dr. Secretario interino
faco pnblico, para conhecimento dos in-
teressados. que, da conformiade com o
decreto desta data, serio recebidas nesta
Secretarla, at o a 30 de Setembro pr-
ximo viadouro, proposta8 em carta fechada
para compra das fazendas de criacao em
Sao Bento, Altinho e Panellas, e da pro-
priedade S. Bjnedi.to, pertencentes Es-
cola Industri 1 Fre Caneca.
Os respectivos ttulos de posse acham-se
no archivo da Escola, com o director da
qual se devero en'ender os interessados.
O director geral,
Joo Dinia Ribeiro da Cunha.
O Dr. M.rj- s
de direito
nicipal do Recife
V ,s saber aoa
qae ea> pray* publi
16 de Seteaibro do
Talio des Res Lima, ]aiz
dos feitoa da faaenda mu-
era virtude da lei etc.
que o presente virem
a de se juizo d> dia
Carrate aona ae ha
de arrematar a quem mais der.
O terreao mralo com portSo de freote
* l poitiao lado, .nedieda 27 metr s e
80 centmetros de frente e 28 matros e 20
cen iraitroa de tundo, ai o a prsca, do Ca
pioi, Fregiezia do Saato An'.onio avallado
em 3.000(51000 para pagment do qua
dove a meam Uzauda oa auccasao es do
desimb>rgcdar Caetano Jaa da Sitv
Santiago.
E pra, que chagie ao canhecimento d
todos naandei pasear o presente edital que
f*-r piblicada pela irxprenst e affixado no
logar do costume.
Dado e pasando nest cidade do R c fe
capital d i Estado de Pjrnambaco aos 31
de gsto de 1895.
Eu Jote Luz di Co-ta Rooha, escr7o
subscrevi.
Marcos Tulio daa Rea L;m9,
Secretaria da Induitria
3 DIRECTORA
Pelo presente tt.0 publico que no dia 20
de Setembro, at 1 hora da tarde, rtce-
bem-se nesta Directora propostas para o
alugue! da ciaa que arvio para te cobrar
o imposto de b-rre;ra, na Magdalena.
Os propantn'.cs deverao apreseatar fia-
dor idooeo, o f,r<"O pe > qual ae propoem
alog r, o teaijio do .lu^uel e modo de
pagamento.
Recife, 29 de Agosto de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director gerenta interino.
Secretaria da Industria
3a Directora
CALCAMBNTO OA PRACA DA RSPUEL1CA
Para cunbecimento doa i'uteresaailos, faco po-
olico qup, 00 da 21 do correte, a 1 ora da
(arde, recebem-ae propoaia;. para a coDatrucgio
lo cslganaento do Urgo da Repoblir?, meiiodo
1(14 mil me res quairados (12, 00')
A-i propojtaa deej ser atliauas e cont.- em
termos claros :
1
O preco pelo qual se propOe o' lll'ntes a
execuiar o metro quadrado do cagame ite.
2
Eadereco de aaa residencia.
3'
Provea de i 1 ne dade para dirigirtm e execu
larem as obras.
Hivendo Coas oj mais propoatas fin igoalda-
le de coodlces sera p'eterido o concurrente
qje melborai provaa de idoneidad^ offe-ece*.
Nao a rao aceitas aa propaatas que resatnli-
rtm das Begulcitea fallua :
1
As qoe se baaecr.-m ca p'egos de oulros con-
currantes.
2
As qn^ forem rmalas par pessoas qoe Uve-
'em ja deixalo de cnaaprir coot-Mt.s Celebra-
dos com a extibcta Reparlic}ao de Obras Publi-
cas.
3
Aa qae oSo odre em aa earantiaa e qoili-
daiea exigidas 00 presente ediul.
Ncnnuma propoa.a s-'a aceita sem qoe o pro-
ponen'.o ap-eaeoie recibo que prov^ n^ver depo-
sitado na ibesouraria quaatia de 034. e po-.
d-ira o dire:to oa resiitoica-) se, esto bida t-u-i
propos'a recusar-ee o p-opaceote a asai^oar l-
.entrado nso-ciiv.
Pa-a a ti-. gaaitiada exeocaa do contraco
lepos.tir o contraclaote 00 Tnesooro do Esta-
do, urna caucao que teri pienainente a-biirsda
par esta R*par !ja.tj.
AJ pla-aaa daa obras de qoe t-aia o p esen e
edial acba-si nesta Reoarticao a aisptaifiao d,<-
propooenles que pjaeraa exxmQl-iR uts 10
- 4 horas da larde.
R cife, 6 de Setembro Ao O'ic U ba-io Pc680* Munteoero-
Secretaria da ludostria
3 D.RCfOBlA
Escolas publicas
Para coabe:imeu'0 oos in.erea3ado faco pu-
ll ifi que no da 27 ao S-.tenbro prximo a 1
ora da larde, recbetele neata direcorta pro-
Oitaa para consiru'so de edittios destmade,
s escolas publica., uas a-gaimes localuadea :
J.boaiao, Pao 'Abn, Naaa-etb l.ajbaob.
G vaina, Lvnoei'o, , cad*, Talmarea,
*uv Oea e oi'as co-id'cOes, no< municipios ae
Oliod'a, Caroaift. Pe*qoei.-a. Barreir.. Gara-
anans e B001.0, ..rga loi cada u n em 35:2lJJ#dJ*-
pdenlo cada nropoaen-e caocorrer a ua-ia
ie urna rtaqocilas onraa. deade ^oe lenba a ido
r;eidaie eiiR'da.
Vs (.ropoaiaa da^eaa ae-pacripias par exten-
so sem rasara, emenda ou vi :io de qoalqoer M-
pi-cie, s-nao r.-g-iiadas aa que ae resent. en dt
eoiotfs ta las : _^
l. As que excedern os pr ' Ai que nao forem organisadas de accordo
com o peaeote e 3' Aa qoe .e basaarem em prejas de oot o
ca: utrenle ; , h_m
Aa tirmHdaa oor pes-ozs qoe )4 teahaaa
Pagamento da calcamento da
Travessa do Pocinho, fre-
S""'' de Sao Jos (Ra
Dr. Tobas Barretto)
O Prefe ta do municipio do Recife,
manda fazer publico aos propietarios da
8upracitada rm, que no prazo improroga-
vel de 30 das, contados da data do pre-
sente edital, devero vir recolher ao cofre
municipal a importancia do calcamento
feito, e calculado na raz3o de 15 "\ tobre
o valor locat'vo d^s respectivos pre ioa, de
conformidade com o disposto no 70 art.
1.- do orjamento vigente.
Ns. Pro/>rtari 34 Dr. Paulo Jos de Oli-
vera
36 Albino Joaquina Coelho
38 Joao Chritiani
35 Adle Christ.ani
A aesiua
40
2
44
4G
4s
50
52
54
56
58
4.'
centrado com esta repar-
Reodimeato do di 1 a 13
332*6 X)
81*700
Preyo do da :
Carne veide de 2K) a UOOO rs. o kilo.
Suinos de 1* a 1*200 idem.
Ca-neiro de 1*200 a 1*500 dem.
Farinba de 8'JO a 1*403 rs. cois.
Milho de 700 a t*0l)U rs. a cnia.
b'eiiao oe 1*000 a 2*0u0 a caa.
Sav espernrio*
L).' Rio de J n -.. o
Patacbo nacional Jay ue.
Barca ponogotn Ailiao(i.
Ue Pelotas
Pat.-rho nome^uecae Eioar.
Patacbo argeolioo Alnuna.
Lugar aorae^uenae Eik.
Dj Porto
Brlgue portoguex Vareiro.
De Cardiff
Barca neraegaenfe Sala.
Barca noroegoense Aunga.
Barca norueeueoae Aoguet Tellep.eo,
Birca noroegoenae lt; ya1.
Barca ncrueguenge Va: u da Gama,
-tarca oo'urgu-L2 Orioa.
Birca ooruogueDse Llene.
Barca aoruecuense Toriat.
Oe Hamburgo
Brieoe allemao Ouo Grat xu Stalberg.
Barca ahorna Albatroas.
B.-igue allemio Jobana.
PdUCbo allemao U.rie von Oldendorp
De Memel
Barca allema T. C. Berj.
Barca norneoeo8j Alen.
Barca ooraegoeu-e Zimps.
Barca noruega-.me Vi 'i r.
i e Terra xNov
Lugar inglez Emolator.
De New-Port
Barca ingleza Pelicana.
De Londres
Brlgnesneco Frld.
Logar ingles Fanoy.
ew Yo k
Barca nacional Vicori?.
De Liverpool
Brlgne inglez Ulcnatl Buzeolsen.
B-rca inglesa UorJelia.
De Belfast
Lugar inglez Darwin.
Vaporea a entrar
Mez de Setembro
Imiasirj:, do su1, a 15.
llanosa, do sol, a IS
Explorer, de Liverpool, a 13.
Aioau.a-, do 8ui, a 15.
Bfberibe, do norte, a (5.
Tiiumei, do sol, a 15.
Tamar, da Enropa, a 16.
Corsica, da Europa a 16.
Riman Prioce, de N-w York, a 16.
Rosario, do tul, a 16.
Maranbao, do sol, a 16.
*f, Framisco, do iqI. a 18.
Paioli, de Tileatre, a 18.
Clyle, do sol, a 19.
Cbarante, da E-aro, a, a 20.
Orissa, do sol, a 23.
Sorrenta, de Ncw-Yak, a 22.
A!ag-aat, de norte, a 2i.
Bras, do sul. a 26.
L48 Palmas, da Geov*, a 27.
Crcoie Prio.e, de Nc.w York, a 27.
Argentina, da Europa, a 27.
Oropesa, da Europa, a 28.
Nlle, do sal, a 29.
Vapores a ahlr
Hez de Setembro
Soutbamploa e esc, Tbames, 15, a i hora.
a. Ayres e esc, Tamar, 16, ts 2 boras.
Genova e esc, Rosario, 16, is 2 horas.
Mansas e esc, Maranbao, 17, s 4 boras.
dantos e esc, Corsica, 18, s 3 horas.
Santos e esc, Romn Prlnce, 19, s 3 hora?.
S.otbampion e esc.^C.lyde, 19,19, s 12 horas.
Piymoalb e eac, rissa, 23, s 12 horas.
Rio e esc, Alagoas, 24, as 4 0ora4.
Sanios e esc, Las Palmas, 27, s 3 horas.
Macas e tfc, Brasil, 27, is 4 horas.
Valparaso e esc, Orooesa 28, s 2 borase
deixado de compnr
' V' Aa qae nao offerece'em as garanas e
qu.ii.udea exigidas neste edital.
Haven-.iu dua ou mais prouostaa em igoa da-
te qae melbor prova de iaoneidade ;,preaeoiar.
Js pr.mooentea develo inaicaro luar -ie soa
residescia. provar a ac idoneldade para d ni
ifai e execolarem a3 obra?.
N-nhom p-opoueute er admit do a coo u-
eutia sem qoe prove ter depositado na Tnesoo-
raru deeu K-na iiio a qaaom de om cont ae
res (i:000*0.0) importancia qae p.r lera s
escoi.11 la a sua ropoiia e c-anvidaio paa as-
auca- o rescectiv-; contracto, lato se 'ecuar.
Para b-a garaolla da exeencao do contracto,
depositar o contrae aote no Toeao.ro do Lata-
do. urna caugo que cer;previameate arb.irada
por esta Directora. mmm,m
Os ore,mantos e plantas relativos a esaas
ob.-aseeUraodtar:a-iienie das 10 da macbi *<
4 boras da tarde ao exaxe dos cooeerrentea
u^fti Re,-iarlico.
Recife, 12 ae Sele r-bro dp 189o.
A.U. Pee soa Monitnf gro,
Direaor >e'al iclermo.
t
c

c
c


Franci-o di Carvalho
Aodrade B ando
Luiz Augus'o da Silva]
Pituentel
33 Joao Baptista de Cli-
veira
35 Barth lomeu Francisco de
Souxa
37 O mesmo
39
41 Lourenrjo Ribeiro de C.
Oliveira
43 O mesmo
45 Manoel Ferr ra Mabca e-
nhas
47 O meamo
49 1
51
53 c
55 Antonio Peixoto de Albu-
querque
57 Albino J. Coellio Pa-
checo
59 Luiz Leoroldo dos Gui-
mares Peixoto
61 Emilia, filha da Luiz L.
dos Uuimaraas Pei-
xoto
63 Ant.nio, fiiho da Luiz L.
djs GuimarSes Pei-
xoto
65 Julia, filha de Luiz Leo-
poldo dos GuimarS s
Peix.ito
67 Luiz Leopoldo dos Gui-
mares Peixoto
Contadoria Municipal, 13 d
da 1895.
Jenuino Jcs da
..22iji3003ouib.-mp!OQ e esc. Ae, 29, s 12 boras.
Secretaria da Industria
3. directora
Pelo presente f*c> publico, que, at o
dia 20 do crrante ao meio dia, recebem-
8e propaataa em carta fechada, devida-
mete selladaa para os caocertoa do que
neceasiUm os encacameotos d'agua e gae
de qufcrtil ue polica da Soledade, crea-
do* em 2 2320000.
As propostbs devem s-r escripias por
extenso sem rasura, emenda ou vicio de
qulquer especie, sendo regeitadas es que
se ressnthem das re gaintea fallas :
1-
As que excederem os prejoa do orca-
mento.
2-
As que nao torem organisadas de accor-
do com o presente ediul.
3-
Ae que se bazearem em presos do oalr?.
proposts.
As firmadas por pessoas que j tenLam
deixado de cumprir coatracto eito com
esta Repartiyao.
5*
As que u5o cff arecarem as garantas 6
qaalidudea exigidas Leste edita'.
Hitvendo duas ou mais propoataa em
gualdale de condicSes ser preterida a do
cooourreate que melhor prova de idonei-
de apreaent r.
Oa proponentes dever&o, a bem da id :-
neiiade para ditig rem ou executarem 5
obras, indicar o logar de soa residencia.
Nenbam proponente ser admittido a
concurrencia, aem qna prova ter deposita-
do na Thesonraria dcst ReparticSo, qnan-
tia correspondento a 5 [. sobre o valor da
obra, importancia qno perder se, e=cc-
Ihida ana proposta e convidado para assig
oar o contracto a isto se recusar.
Para a boa garanta da exeoocSo do
centr. Co depositar o coctractante na
Theaoaro do Estado urna caacSo qne ter
previamonte arbitrad por > sta Directora.
O ornamento aoba se a dispoaicSj dos
8rs. cononrreotes, diariamente, das 10 bo-
res di machis 3 da urd , nesta Repar-
ticSo.
A. Urbano P. Montenegro,
Dircctor-geral interino.
O Dr. Prefeito do municipio do Eecife
manda fazer publico que, de confe randa-
da com o disposto no art. 5 da lei d. 123,
de 3 de Julho do co rente anno, a com-
missao dtsignadora dos presidentes e
membroB das mesas eleitoraes dever
reunir-se na sala das sessdes do Concelho
Municipal no dia 23 deste mez, as 11
horas da manb, para oque ficam convi-
dados o Sub-Prefeito Dr. Jos Marcelino
da Rosa e Silva a o conceiheiro mais vo-
tado Dr. Augusto da Costa Gomes.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Re fe, 14 de Setembro de 1895.
O secretario,
Joaquim Joa F-r-nm 4" *>,,..
50^400
28083O
52,5447
61897
521447
5'^447
621447
52447
52447
5'S447
525147
52J447
42997
48S667
1G5S375
52*447
423997
3W2T2
425997
43S997
42599"/
42-5997
42J997
5-8447
528447
525447
52*447
4:3997
428997
425997
421997
1213717
p Setembro
Rosa
Secretaria da Iad[istiia
3a Directora
EUITAL
Para conhecimento dos interesados, fa-
50 publico qui no da 27 do cirrente, ao
Directora
do pnnti-
orjada om
meto da
reeebem-se nesta
propostas para a construcao
lhao do Riach Duas Pedras,
6:682545 .
As propostas devem ser conveniente-
mente selladas, entregues em carta fecha-
da e conter em termos claros
L." O preQo pelo qual se prbpera exe-
r.utar as obras os licitantes ;
2." O lugar em que resideijn os propo-
nentes
3.* Pro vas de idoneidade precisa para
dirigir e executai as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade d-> condices, ser preferida a
da concurrente que melhoref provaa de
idoneidade offerecer.
Sero regeitadas es propostlas que se
eeentrem daa seguintos faltas
1." As que excederem os piucos do cr-
camento ;
2.* As que nao forem organisadas de
accordo com o presente ed.talI;
3.* As que se basearem em presos offe-
recidos por outro concurrente ;
4.a As que forem firmadas por pessoas
queja tenham deixado de cumprir con-
tracto com esta Repartcjio ;
5.a As de concurrente que So offere-
cer as garantas exigidas neste edital.
Cada proposta versar sobire urna da-
quellas obras ; podendo, poran, um so*
proponente caocorrer a mais de urna ou
a todas ellas, urna vez que tenha a ido-
neidade exigida.
Nenhuma proposta ser aceita sem que
o proponente prove ter depositado na
Thesoura'ia desta Reparticao cima cauco
correspondente a 5 /. sobre o valor da
obra que se propuzer executir, quantia
que perder se, aceita sua propostae
convidado para assignar o contracto res-
pectivo a isto se recusar.
Para a boa garanta da exe^uo do
contracto, depositar o contrajetante, no
Thesouro do Estado urna caucjlo que ser
previamente arbitrada por esta Repar-
tiere
Os orjamentos e plantas J-elativos a
essas obras, acham-se nesta Directora a
disposicao dos interessados das 10 as 4
horas da tarde.
Esta Directora nao reconlkecer, no
easo de aiiecknento do contractante, di-
reito de reversa a do contracto a lier-
deiros.
Recife, 12 de Setembro de 1895.
A Urbano P. Montenegro.
Director-Geral-interino.
Terreno de Mariana a Praia
dos MiJagres
De ordem do Sr. Dr. inspecti r r-onvido
ao Sr Paulino Ignacio da oats, para do
praao de 15 das, vir a eata l.-particSo
promover as desposas das diligencias do
afaramemo do terreno de mar: aha sito a
praia doa Milagrea na cidade ce Olinda,
medindo 62m,5 de frente e confiando ao
Norte e Sal com terrenos de Casemiro
Joa de Freitas e J.s Antonio visto ter
sido o mesmo terreno requerido por Chiis-
tovSo Uchoa, corto de que, nao o faaendo
nesse praso, nenhuma outra rla3l&ma$3o
ser acceita.
3.a SeocSo da AUandega de Psrnamba-
00, 12 de Setembro de 1895.
U chefe,
i
HHI1AM I
UIGlm
]
J
ct-v


^vr.
hb m
p^
,-^Hf

Diarfo de Peraamboco Domugo 15 de Setemliro de IStto
o
0 Dr. Dotreles Goccalvee da S Iva, joix sobs.
i.tjto parcial do de niretto dos fritos da Jeste Kado de PeroamDuco, etc.
Faz saber aos qu o prever vrem que em
praga pobllca dar jozi do da 17 do corren,
te entraro em praga pela segoadi ves e com o
b te ce 10 |. oa pedios segaiotea :
O predio u. 73 de ped a e cal, iio a ra da
Aurora oa Bo?.>-i3e*m, frrguena oe Afoeados,
mediGdo de franle 7 mecos e 60 centmetros e
de [ando 9 metros t 80 ceLtimetros. i jaoellas e
1 porta de frente, 3 janellas eai cada oitao, 2 a.
1^ t, 6 qoaita, costana fora, I aalel*. 4 qoa-to,
Uia depeadeucia, cocbeira, bariheiro, palliobei.
ro, muius f a luirs e q.ioui rmraao com po-.
Uocefirro avallado por 3:600* pira paga-
mento ?o qu deve a Fazeuda uo E=tado Felicia,
co de A'n'jc.
O preno d. 4 de pei-ae cal sito a ruad S>c.
ceg fregoena da Dia.Virt. meiiodo de (reo.
le 4 uj'-trj8 e 40 cernan-tros e de fu ido 13 me.
tros e 60 crctitr.e roe, parta e anela de eole,
2 salas, 2 qaartos,eomha (ora e qoint.l mura
do avallado po 450* pjra paamjuto do que
deve a meam. Paseada Luis Hetaira d i Silva.
O predio o. 6 de pedra e cal 8 to a Prala de
Siota Bi \ l eguezia de S. Jas, ten'io 3 ptr.
tas de (rene, i quario, 8>ra ladrinho os el.
t6-s tm e.-Udo de ruinas, avallado em 180* pa.
ra pagaai-oto do que deve a msala F.zeudj
Manotl PerelN Lemcs.
O terreno ood* loi ei.fi:alo o predio o 15
na estrada do Rgarrobo, freguezia da Cr^ga.
raeciin.'o de frente a metros e de rntol3u.e.
troc e 70 ceitxeircs avallado na 63#, pira pa.
gamen o do que deve a mesma Fazeaia Maree!,
liaa At'geltca E. Agaia-.
A naea a?ca P. i D alta n. rm do BO'E, (re.
enez a da farsea, in -ir do de (ente 8 metros e
30 cerat m tros e de feni- 5 metros e 80 ceoti.
metros. 2 mellas el p.rta Je 'ren'e, J s^Ub
em estado oe roase, a'aliadoem 45* para pa.
game.ito do que .lev- a mesas Fazeoaa Peoro
Ffanfi.'Co te Paulo Bipti:i;-.
O predio o. 1 silo a esirada do Acude, (re
gueiia do Poco, rnedindo de eLte 3 weiros e 70
C.i.t.mel o e lid fundo 6 metro-, e 80 teniiut-
irc?, porta e jaoella* de Irecte, 2 i-A, 1 juarto,
coslo'ia tatoro*, em esia.lo de rumas e qolntl
tm aberto, avaliano eai 2"000fa-a pagamento
do que deve mesma Ftzeuda M noel Curisp'.
mano de Arruda.
O pie:io n. 34, a'to ra dos Pescadores, (re.
Guena de S. Jo:?, rrediml i 'te f-m'e 3 oieiros e
60 cetmet is e oe fundo 9 melr- a e 60 cecf
metrcj, porta6 i- ntlla de IreoU, 2sjU- 2 qu.r
to, (-(aiora interna e quintal iLurado. avallado
em 610410J para pagamento do que nev i F-
2enda oo E*ado Amonio la Silva Castellar p-r
Marlintio tefe dp S.ar.a Reg.
Opr-aian. 27, sito entrada do Giqui a
Jaboi la -, rxealntio de f'eiiie 6 mutro-i e lO cer.
umetros e fai.-.io 10 treno', 2 janelUs e 1
porta de frente, 2 sala 2 quartoe, eotrolM (ora
e qr.intal tm anertj, avanado em 180*000 ia-a
pagm^nto do que dte tueema Faieuda Se-
Dborinoa FlO'eotlca de Ltxa.
O preaio n. 5, ta iravensa da Ma'nha, fre-
putzla oa Gruga, mediado de (tea-.e 4 metros e
25 eniimelrs e ae (uado 9 metros e 70 cent.
metro-, c. m 2 portas de frente, i oo oitao, 1
saiaj oo. upada por umi v-n-ia avahada em
540*000 pjra pa,-men:;j co que d'\e a met
Da Fazenda Desiuero Biei io de L'ma.
O pre >o n 35 sito a.ra das P. roambocaoa?,]
fregu^zia da Graga, roedtndo de (note 4 me-
tros e 70 Ci oimeito e de undo 7 nmriB e 80
cenmetros, potia e joella de frente, 2 8ila* 3
quaric, cosii.ha iterf, avahado em 360*000
para pagamento do que dte mesxa Faeu-ia
Graciaco Jjaquim Neesen.
O predio 1. 6 B, ni larg> de Santo Amao,
(reco-zi da !o Visia, mediado de (rente 4 mi.
tros e 85 c< utimetros e ce (oado 8 metros e 55
cenrteiro, 2 portas de (reate. 2 oo vi2-, 2
salas, 1 ,u rio. cos'nba fora e qo utal cercado,
avallado em 2.*5 ti) para p^gatueato deve a D:i-ma Fazeuda Beliarmiaa Mina do
as irxe-ii .
O predio o. 20, de ped. a e cal, sita i ra dos
Po(Oe. reguezia de Afoga.os, rnediodo 3 ruetro e 40 centmetros e de (uouo 12 rxetros,
parta e j^aella de freale, 1 porta no o:tao, 2 ta.
las, cos' ha interna e quintal, avaliado em...-
270*U(0 i>ara pagamento a que de e & mesma
Fazet.fl Manuel Ferre a X.vier.
O predio a rm do ilendonga f-egnezia de Af-
fogaios medmdo de freo e 4 nietros e 90 centi*
n.etroe e de fundo (0 mt-08 e 70 ceaa-etros,
corta e jaaella de frente, 2 j ni-IUs no oitao do
Korle e oo Sol, 2 sallae, 2 quarios, cosinb in-
terna e qoiatal cercado, avallado em (K0*000
rara pagamento do que deve a mesma Fi>zeaaa
ajmuuuo J j- .)e Araujo
O predio !. 3 a roa do Arrayal freguezia do
P050 meiQ.io de (-ente 4 a.etos e 90 ceniime-
tros e de funde 8 met'os, rom 2 jaaelias de (rea-
te, 1 po ta no oita.j, 2 sal f, 2 qnarlos, co?inha
externa e quintal cercado avallado em 135*000
para p- g anoto do que deve a mesma Fazeuda
Mara da Paixao.
G pr. dio n. 261 E a ra Imperial (regaezia de
S. Jos medio 10 de frente 3 metos e 40cetr
inelioi e ie fundo9 mtrose 5 eeutimeiro?, pjr-
ta e jan lia de (rente, 2 sallas, 2 quarios, eoalolia
ntern. e quicial em abeito avaiudo em 90*000
para pacn e to d > que deve a m-.-.-cca Fazeuda
Jos Antonio da S lv^.
O ; re 10 n. 201 F a ra Imperial fregoez'a ce
S. tefe, madioto >ie frene, 4 reros e ae fiudo
7, avaliaa em 64*000 1 ara pagarj:ento do que
deve a me^ma Fazmda Frn;i8co GGuaes Wao-
derley.
O predio n. 5 ei o a Travesea da Matinha, (re
guesu di G ac, mediado de (rente 4 metros, 25
CrLiimt l'O- e de fuodc 9 m tros e 70 centme-
tros, com 2 portas de (rente, 1 do oitao, 1 s I ao
oceupado por utEa (averna avahado em 640*000
para p?gacneo!o ao que deve a mesma Fazeuaa
Dieideno Basilio de Lima.
O pre j d. 4 de pedra e cal ei o a roa do So-
ceg Ir- g:ma ua Boa Vista, medindo de (reoti-
i metret. e 40 cenimttr.s e de (unco 13 rjaetros
e 60 rertirre os, pota e jaoella ae frenie, 2 sal-
las, 2 qcartcB, cnuinha (ara e quintal murado
avhale em 430*000, para pagamento do que
de^e a metma F ..zeiua Luiz Moreno da Siva.
O terreu onde (o ediGc^do o iredio u. 15 a
estrada do Rsariano, freeoezia da G aga, me-
diado de fente 5 met'os e de fondo 13 metros e
70 rrn metros, ovaliado em 63*000, para paga-
mento -'o que deve a mesma laxen a Marcelina
Anglica C. Agolar.
predio d. 34, de pedra e ral, sita & ra dx-
Pe&cau'oies, freguezia de S. Jos, mediado de
''re'.te 3 metro:' e 60 ceotimetroc e de fundo 9 me-
tro? e 60 ceo'ixetrop, porta e ja.clla de frente,
2 Balar, 2 quano?, costaba Interna, quinta! mu
rado, avahado em 630*000, para pagameno do
que deve merma (azeoca Miriinbo Jos dj Se-
na Reg.
O Media n. 10, de pedra e cal, sito travesea
do Gil, ( eguetia de S. tei, mediado de fren-
te 3 metros e 36 centmetros de (ando, 7 metros
e 70 centmetro9, porta e jaoella de trente, 2 sa-
la?, 1-quart, ro*loba ra e quintal murado,
avallado em 3t0*000, p,ra [aiaaaento do que
de>e a rxesma ft-zendi Mantel de Sooza Pe-
reir.
O f.r.dio n. 3 A tit> roa de Pedro Allain,
feguczia do Pgo, o.e llc4o de frente 6 metros e
^ntietrcs e de (ando 10 metro e 50 cenn-
metros, i .'. e.la? da fre t", porta e jaoella no
Oitto, 3 quart-f. 2 sala?, ccaiaba (ora e quiotai
cercado, avahado em 900*000, pa:a pagamento
.'o qua eve a mesma fazenda An:onio Jorge Ta-
vares Pacrae:o.
O sobrado n. 63, i roa do Coronel Sna;suDa,
1 eguezia e S. Jos, medindo de frente 4 metrus
e 50 ecc metros e de fuaio 10 metros e 80 cen
imetro3, lendo o pavimento terrea 1 jaoella e
2 rortas de frente, sendo 1 da escad:, 1 quarto.
2 talas, Ciaba fr?, cacimba e quintal murado.
O pr.meiro andar, 2 janellas da frente cem va-
randas de ferro, 1 quartc, 2 sala, cosinba fora e
soto em salao, avahado em 2:700*000, para pa-
gamento do qce deve a mesma fazenda bernardo
Pereira Ribeiro.
E para qne ebegue ao conhecimeato de to o
mande! pasear o presente, que cera publicado e
aflixalo uo logar do costme.
Dado e passalo nesta cidade do Recite da E
tado ce Pecambuco, aos 11 de Setembro de
1895.
Eo, JoE Luiz da Cosa Ro:b?, escrivao o sob-
crevl.
Diomedes Gacgalvez da Silva.
bem-se nesta Directora propostas para a O O'cameato acb.-.e a dioposicao
ocnwoeoBo de ed.f.oioa desticades a eo-" Shs,C!IrHte:.di-r"r-!t^i.n
, ,,- . 1 ,1 Dba as 3 da tarde, cesta Repit'gao.
Recite, 9 de Siembro de 1893.
A'odo P. Mooteregro
J Directo' eral in'er'wo
da Hre.
laa publioas, as aegoiotes Itctlidades :
S. Loarenoo, Igaarais, Itamb, Ta-
qaaretinga, Beaerroi, Sarinhem, Quipa-
p e S. Bentc, orgado oada am em
14.514A730.
No di 28 de Oatubro a a meama
recebero-ae tambera propoatas para 'uses
Edital
boru; IHuitiiiitactXu elctrica
tM'.o de 26 de Abril de 1836 e sem mais diret- gas e t reelabe ecel-a, qoando a divida ihe fer
tob emp esa reclamaco de qualqoer paga-1 paga rom os c mjeteaus ju-'s, a raza re 6 v
da cl-
construegrea e ditas ooodicSes, dos u.uqi-
oip os de Bom Jardim, Oanhotinho, Trium-
pbo, Bu: iue, Bom Conaelbo, Brejo, Sal-
gueiro e Petrolioa, pdenlo cada propc-
nente cencorer a maia de ama daqaellaa
obras, desde que tenba a idooeidade pro
oisa.
As propaBfaa djevem aer esoriptas por
extenso, sem resara, emenda oa vicio de
qualqaer espeoie, sendo rejeitadas as que
ae reeentirem das aeguintes faltas :
1" As que excad<-rem os prtfos do or
cameato;
2a As que n?o foiem or;aniaadaa de
accordo com o presente edital ;
3* As que se baiearem em pregas de
outro conourrente ;
4a Aa fi madaa por peasoaa qns j te
nham deizado de cumprir contracto com
eatn Repartilo ;
5* As que r,aa offereoerem as garantas
e qaalidades exigidas nesta edital.
Havendo duas oa irais propoatas em
igua'dade de c >odic,5os, aera, preferida a
ao concurrente que melhor prova de ido*
oe dade apreaentar.
Oa propon*-atea deoveras indicar oarg
de Ba reaidencia i provar saa i
para diiigirdm e executarem as obras.
Nenhum proponente ter admittido
concurrencia, sem q ie prove ter deposi-
tado na Theaourara desta Rejarticao ama
qaantia correepondenta a 5 (| do valor
dcada obra, importancia que parder ai,
1 acolbida saa propaata e convidado para
aaaigoar o contracto, a isto se recasar.
Para bea garanta da execucSo do con-
tracto, depo itar o coatractaute no The*
BOQio do Estado ama caucSo qne ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Os croameotos e planta relativos a
eaUs obrts eatarao diariamente das 10 da
in-.nhS i 4 horas ua tarde a disposiyao
dos concurrentes neata RepartioSo.
Reoife, 28 de Agosto de 1895.
A Urbano P. Montenegro.
Director geral interino.
lade do Recifa.
4 'ecreiaria da IoJosna do Bitado de P-ir-
oambuco fbz pabltcoqoe de accordo com as di-'
pos.(Oes da le o. 73 de 18 de Maio ultimo, rr-
cebe proprstas at a urna bora da tarde de 20
de Janeiro do auno futo c, para a ex-cucao do
8'rvco je tllauioac&o elctrica desta Capital
oas condicOes em eeui. a estipulad s, as quaee
se vi a ae base para o ca. tracto, que se leuba
de lavra-.
A-t. 1.a A concurrencia versara:
!. jbre o praso, do privilegio, dorante e
qual o concessiooaio te.a, excluido qaalquer
concurrente, o monopolio .lesse servico.
2. Sabr aa condicO-'S a que se propOe o
coucessionarlo, aps a terminacho do praso do
privilegio.
3.* Sonre o sy.tema de asseatameoto, cana-
U.&cao, distriDuico e regalamenta^ao da illumi-
n.co.
4.a Sobre a iotensidade mioioia da illomioa-
gaa, altara do calcameoto, em qualquer ponto
deot o do permetro qne limiur a rea dn prl
ti leste.
5." Sobte o preco da unidade e Ijz elctri-
ca, discrlnioadamen'e, para a illamiuacao publi-
ca, quer das ras, praca, t-, querdos edificios
moto por parte do Estado,calvo todava a div-
dalo gas consumido na i.lumlo&c,ao publica e
j-srr p'urads.
1 2 0 cencesaionario, Flelden Brotoers ou
oDros, poder&o em presar o gas carbnico para
liiminacao dos suburbua da cidade do Kacifj,
ledo igoalmeote priviegio pira esse lim, no
qu.1 poder&o emprega r- material actaalmeote
erxserviso, felto?, a juno do eogentielro fiscal, os
leddos reoaros. cmanos e suosti uices, bem
cono conairocces mvas qae forem p-ecisss.
4rt. 12. Os concesionarios gotario igaal-
mmtedo privilegio cilade (orea mi t-i para o servico das lodas-
trba qo-" quizaren" empregar 1 ara esse (laa o
gis carbanico, 00 ; elecirieidade, litando obri.
gidos a conservar dorante odia a presso do
gis e mais requises necesarios a aliojentacu
de motore?, ao Dreecimeato de labaratorio, e
aoi demais misteea a que poder servir aquello
gat.
lrt. 13- 0 gverno fornjcer aos proponen
te e ao com estaarlo as plantas qua possue
da ci ade e sata suburbios, ebendo qaelles
orgaaisar as dmais plantas, trabalbot grapbi
eos e dados tt-bnicos que forem precisos a con.
fecc&o das si>s propostas.
A-t. 14 /tltamioarao elctrica deve aer.
vir aos Dalros o Recife. al a fortaleza do Brum
a a pooie <* Limoelro ; Sinto Aoiooio, todo S.
Jos (1- e districtos', al a ponte de Amga-
dos; Boa/la, a comecar na roa da Aurora loda
levando abraoger (odoa oa poaloa deases
bairros, ervido actoalmeite pelo gas carb-
nico.
1- 'odos os demais pontos fra de3-a are*
punlu-o'.e para a particular domiciliarla. I prsen-'oaente lluninalo a gaz podero coa-
6. Sobre 08 abatimeatoa feitos nesse p-e(-, |
Secretaria da Industria
TERCEIRA DIRECTDRIA
Para conhec;mento dos intercalados fa$o
publico qoe no dia 18 de Setembro prc-
3.a Directora
DA
Secretaria da Indus-
tria
Edl tal
Fago publico para conheoinaento dos
interessados, que rao dia 2l de Setembro
vindoaro, ao meio dia, recebem-se neita
RepartigSo proprstas em cartas fechadas,
devidam?nte selladas, para a constraccSo
de um boeiro no kilmetro 11.720 da
e Irada de Naiareth oreado eo res
3.450)9658.
As pr .postes devem ter escriptas po
nxtenso, sem rasara, emenda oa vicio de
qualquer especie, sendo rejeitadas as qae
se resentirem das seguiotes faltas :
Io Aa que exiedtrem os precos do or-
cameoto ;
2* P s qae nlo forem organisadaa de
ecc >rdo com o presente edital ;
3* Aa que se basearem em orejos de
outras propostas ;
4* As firmadas por pesaoas que te-
nbam deixado de oumprir contracto com
esta ReparticSo ;
5 As qae nSo offerecerem as garan-
tas e qoalidadoa exig fas nesta edital.
Havendo daas oa mais propostas em
igaaldade de oondicSes sari preferida a
do proponente que melhor prova de ido
neidade apreseotar.
Os concurrentes deverao, alm da ide-
ctid^de para dirigirem oa txecutarem as
obras, iedicar o logar de saa residencia.
Nenhum proponente sei admittido a
concurrencia, sem que prove ter deposita-
do na Tbesooraria daate- ReparticSo quan-
tia cerrespondente a 5 .) do valor da-
obra, importancia qae perder ae, eaco-
Ibida sua croposta e convidado para as
signar o contracto a isto se raouzar.
Para a boa garanta da execncjlo dj
contracto depostala o cantractmte no
Thesonro do Estado urna caugSo, que ser
previamente arbitrada por essa Direc
loria.
Nesta ReparticSo estarSo & diapot^So
dos Srs. concor.ettes das 10 as 4 horas
da tarde, o orcamento e a planta respec-
tiva.
Recife 129 95.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
quaado se traUr da llaraainaco s casas de
caridade?, s escola-, palacio do overeo, qoar-
tela e mais repartidora publicas, quer estaioaes,
muoicipaes e (tdrr.es.
g 7 Sob e a reduelo do prego coar. raae o
iiLin-ru de Doras da iliumiaacao em cada noite,
e o augmento do conaumo normal.
8.* Sobre a u.t-neiuade media da loz as
pojte-, cujas la palas nao serio de (orea iila-
mionnie inferior i de ,000 velas.
9* Sabr a divisan ou i.aa as cidadea em
sec'ort-8 independenle 00 nao.
10. iobre o praso para comecar os trabe
tev.
11- Sobra o praso para terminagao u'esse
traballios oem ao servico total para definid
va insUlbcao e (aoccionau.e ito da illoaaiaaca
em todaareido privilegio, como separadameo
te p..ra os diversos batrroa da cidad-. de mod.
a rer a parle central illumioada a luz electrla
no m tes do art. 6- deste decreto.
Art. 1. C.da proposta deveri cer acoaapi-
nhada do ceruficado qoe atieste ter o propone
te depositado 00 Tneroaro d E-taio, cono
cugao para asignatura do contracto, a impe-
laccia de 1:000#(,00 (qomze coaloa de rfit) en
(tian-1-0 ou em apulices da civida pull a.
Ari. 3.* Jolgada a con^urreoc a se resillar
o deposito aos propooeotes p-ejodicados, devo
do a cnugo do proponeote preferirlo tr elea-
da a 30:0 por occasiao da a^lenatua lo
contracto, a qaai ca poder ser demorada mas
e qoinse das aps o jalgameato da coocorrea-
ca, sendo aqoe la qoaalia eatinadi. a garanta
das maltas que bouverem de ser impostas para
fiel exe-ugo do mesmo contracto.
1. Esta caucao final ^permanecer no Tle-
ouro do Estado a i expirago do praso oo
priv'lngio.
-" De ver ser integralissda, dealro de oiu
das, toda a vez qoe for desfalcada por mo(ta
impostas pelo fiscal do go-erno em viriode de
lofracga9 de qualqaer das casalas cont ac-
toaes.
Art. i. O cont.'a:tanto Bca- sejelto s se-
guiotes mollas :
a) Peroa total da caugao, si, dentro de tres me-
zee, contad s da asslgnatora do contracto, nc
bouver iniciado o servico de Instaliagio.
i) Muhas de 2C0J a l:00) dorante o orlvile
sio pela ulraccu da qaalquer clausola coalrao
tual oa disposicao do regulamenio que, com au
dieucia do concessionano, tea de ser elaborad!
oelo eogeobeiro fiscal, para boa execug^a d>
mesaao toolracio.
c) Peda de metade do preco da los correi-
poedeate a cada foco qoe for eucoairado eofn-
queci iu oo apreseotaado (reqaeales e incoa-
modas lot-irmitieoelas.
d) Perda de dcos tecos desse prege, qaaad
o loco apreserit.r frequentes eclipses.
) Perda total desse prec, quando o foco esti
ver aosgado durante mais ae metade da noute
() Qj.01 o ooncro do focos, oaa coadigOe
ep teltrae,sabir l|3 do total de foco?, ac
crescer a mola de 1:000*, e a di 5:0004,quan
do sobir a mais de metdde.
g) Quaudo esse faci se rcprodoia mais dt
trloia vezes no anno o gaverno poder rescin-
dir o contracto si eo preferir ebegar a nove
accordo de que possam resultar vantagens para
o servico.
h) Cadocidade do contracto, si por colpa do
coolraciaote ficar a cidade s escaras daas noi-
tes consecutivas oo nao.

*
Secretaria da Indus-
tria
3a directora
Fago publico, para cooliecimenlo dos iotere3-
sadas, que esta directora recebe, no dia 27 do
correte mez, propostas para os consenos a fa-
zer-ee r,a caaeiada cidade da Vlclorlp, orgados
em 3:893*018.
As propostas devem, ser coovenienteme ele
>e!ladas, entregues em cartas (ecbadas e coa-
terem em termas claras :
1: O prrc) pelo qual se ptopoem os licitan-
tee a execotar os reparos ;
2 Os locaes de suas residencias ;
3. Prova de idaoe;dide piorls3oaal para di*
riei em e eiecolarem os traDaino.
Havendo duas ou mais propo-tas em igoalda-
de e cond gOe?, ser preferido o conturreote
rju' elhores provss de idooeidade offerecer.
.18" serlo aceitas as propoatas qua sa reieatr
rem das segolntes falus :
l.>A m^nta ;
2.* As qae nSo forem orgaaisadis de accordo
com o presente edital;
3 As qae se baiearem sobre pregas de po-
ro ti- d ontro coocarrente;
4.* As qae firem firmadas por pe.-saas qua
tivtrem j deixado de compri- coat-acios cele-
bradas cjm a extiocta Repirtis8o daB Obras Pu-
blicas!;
5 as de concurrentes qae na ofleregaca as
garmtias e qaalidades exigidas do pre ente
edital.
Nenboma proposta 82-8 aceita sem qoe o pro-
ponente aprsente recibo que prove baver depo-
sitado na besourarla dast repartico a qaantia
de OO/000. ....
0 proponente que Uver propisla escolbiaa e
se recasar a assigoar o termo de contrajo den-
tro de seis das aps previo aviso, perder o
direlto a cango cima.
Para boa garanta da execoco do contrajo,
depos tari o conlractaote oo Thesoaro do Estado
om.* cau;o qae sea previamente arbitrada por
Art. 5. Para toa fiscalsac8o do contracto c
gove-no maniera junto companbia om eage
nbeiro fiscal, om ajodante. e o numero de guar-
das de iiiuniuico qoe (dr julgado necessaio.
oaas qoe nao exceder de seis, p..ra o qae deve-
ra o cootractante entrar aunualmente enm a
qoautis de 20:000*1.0 para o Taesouro do Esta-
do, destinada a pagamento desse pesaoal.
nico. Alem aessa quanlla, anooalmente
renhsada pelo concessiooano, dever es;e forne
cer sua costa e de orna ves por todas para o
esr-riptono de fiaaalisaco oa iostromeotos qoe
forem necesarios venfleagao das ceodiciaes de
urna ba llumioago, d&j ex.eaenlo todava
essa despeza a 10:000*.
Art. 6.* Oaotro do prazo mximo de desoito
mezee, coudo do da da] assigaatura do con
tracto, dever estar fancelouao lo em toda saa
penitode a illuxioago elctrica nos bairros ao
ttecife, Santo A;l mo, S. Ji-se Boa.Vista.
Art. 7.* O praso mximo para le-minagaode
todos os trabalbos ser de doos annoa.
Art. 8* Ser de tres mezes o praso mximo
para inicug. do servico, coatado esse praso da
asslgGatora do contracto.
A t. 9.* Um mes antea do dia fixado pelo no-
ven, o do Estado paia pagameato a Fietden Bro-
tber* da prestagSo annoal, qoe Ibe for dev.d>,
nos termos da clausula 13 10 cont-acto de 26 ae
Abril de 1856, para indemnisaco do valor da
actual empresa do gaz, flxada, serondo ava.
lUgo do arbitro desempalador, em 994.917*326.
a se* paga em ouro ao cambio do dia, e do mais
qae porveotora acrescer pela avaliaco a id',
ciooal dD3 2- e 3 do presente artigo, devera
o coacessiouano entrar para o Taesouro co E-.
tado com a impcr:ancia d'aquella prestago e o
jaro de 6 'i., nos termos do art. 10 i e da mes
na (orma aanaalmeote at Integral pagamento
da referida iaem::isagp, seb pena de cadoclda-
dj do contracto e peraa da caugo defiaitiva
(0:0^0*000).
10-Em todo? os paeameotos, d67idoa por
iolemoisago do Estado a actual empreza, o go.
verno osar, como melnor Ibe p.recer, do di.
rrto qae Ibe ga anudo pela clausula 13* do
referido contracto, de ealisar ditos pagamentos
em prestagOea aaoaaes, segando as fu gas do
cofre esiacml e mais o joro da 6 -|. da qoaclia
qoe restar at a extiaeco da divida.
aoico.Fixada a pre.-t?cSo aonaal, que o
Esiado deva pagar a Fielden Brolber*, nos ter-
mos da clan-ala 13* do contracto de 26 ae Abril
de (856, entra o Sitado na posse de todo o
material da actual empreza do gat, o qcal pole-
ser en de faxsrem o servico da illuminsgo da cidde
turarle o praso exigido para a iastallaco de
fiaiiivado novo evstema contractad?, ei o fer.
vico provisorio for effectuado pelos noves con
cessiooarios em coodicoes vantaioaas para o Es.
tdo;em todo caso, purn, melbores do qae as
do actual emprearlo.
Art. 11. Podeodo a actual empresa de illumi
na;ao a gas cencoirer apreseotaado proposta, nos
trrto3 do presente edital, tica entendido que a
preferencia eo Ibe cabera noa termos do art. 1*
gg 5 e 6" da cit. Le n. 1 901.
1.a O novo contracto t pod r ser lavrado
com Fielden Bro hera como innovagio do de
Itioaara ser illumiaadoa da mesma forma, ou
luz eectrica segundo maiiconvier aos prjpo.
nenN < for accordado co n o goveroo-
as suburbios o governo poder ronce.
der rizos maiorespara > termiaago dos traba-
Ibo desiiaadosa levar.Ibes a illominago a gaz
oo' luz eiec rica, todo ainda seeoodo o que
m:s convier aos preponeates e for igualmente
acordado com o governo.
An. 15- Para mais rigorosa delimitaco da
r com o contracto om exemplar da plaa da
cidade, onde essa rea estar rigorosamente
marcada.
nica. No caso de illumiaco mixia a rea
de orna e a de ouro ayUema sero rigorosa,
mente marcadas nessa planta a tintas dille.
feotes.
Ari. 16- No caso de llominag) mixta, ba.
vendo de aer esse servico (eito a gsz em parte
rea do privilegio e a electricilade em outra
parte, os proponeates deverao aoreseoiar alm
dos pootrs sobre qoe versa a concurrencia para
illumioago elctrica, anlogos delalms tecbni.
eos motaiis ruutandia para o servico a gas, co.
mo lypa de bico iocloiodo os mai- moderaos do
f-y-ieuid Aaer, ujeitafido.-e as clausulas do
edital da preleiiora mooicipal de 28 de Agosto
de 1891, adiacte transcriptas.
A-i. 17. O contracto ser geral para toda rea
do mamcipio o Recife, sajeita a dcima urna.
na oo que de (atoro esover sajeita a essa de-
c xa.
Art. (8- Para todos os edeitos do contrajo
serio omcos competeoiei os traoaes doEsia.
do de Pereamboeo.
1SO governo do Eslado obrisa-se a conce-
der iseogi de impostua etaluaese muoicipaes
para o material, combustive, obraa etc., etc.,
e a loterpir os seas boas inicios junio aos po-
deres da U iiSo para obter isengo de imposlos
federaes.
l. O gas ser carbnico, extrabido do carvo
de ped a oa oatras eaostaucias que o posaam
dar nssconiicOesem qae elle exigido pelo
prsente contracta.
!. Antes de ser langado na rie de canall-
sago, o gas ser expargado de tolas ma-
terias nocivas tanto saode publica coreo
boa constrvjgj dos encauamentos e app*re-
Ibos.
3.* A los de gas lera o poder Iluminante u*'
der. vellas de eapermacate da* qoe qoeimam bele
grammas e oiteota ce.ngrammas porjhora, cor.
respondente ao 120* Ingleses.
4.* E-se poder nominante ser verificado
em pbotometro aberto qoeimando o gas na
mesmo bico qae od. lluminacSc publica em
cada occaeio.
5. As experieoclae photometricas para veri-
ficago do poder illomioaate, seria fetss todas
as aoiies entre 6 e 10 boras e os seos resolta-
dos coas enadoa pelo inspector da iliaminago
em livro especial e sob sua goarda. De uez
em des das se addicidoaro eases resudados,
para se conbecer o puder iilammante medio da
decada, lucorren.lo o cooiraciaote em molla,
como aoaixo se eaiaioe, sempre que a idia da
decada fr inferior a dez velas, sesim como, sem-
pre qae a mlia de cada nol'e, lomada isolala-
menle, (dr inferior a nove e oito dcC.moa de
vela.
6.* A presso do gaz em qualqaer ponto do-
encanameoios pblicos male ser maior de
20 millimettos, nem menor de 4 mlimetros.
TITULO 3
Da fabrica, saas dependencias, canalisagSo e
laoernaB publicas
10. O cootractante prodozr o &az em umaou
mais (abriaas, comanlo que jamis possa invo-
car a unida ie da fabrica para sentar-se de for-
necer gaz onde ine fr reclamado, tanto pe o
muai ipio, como pelos particulares, dealro do
permetro da illom cacSo publica actual ea rea
a accresceniar, que Sir marcada ai planta que
eile deve assigoar por occasij da asslgnato a
do contracto.
11. O contractaote mantera semore a sua fa-
brica oa fabricas, gasmetros e officinaa em es-
lado de aiiender a todas as necessidades do ser-
vigo da illumioago publica oo parluiar ; ter
as paleras de (orno qae forem precisas, de
sorte a ti 1 ver aemore urna balera, pelo menos,
de eserva ; empregara os apparelbos mais mo-
dernos para a aporagao do gas. coatinoaado
porem, someotecom os actaaes, exquanto elles
Darla.em e sitisrieem s necessidades do ser-
vico da distriboico ; mas os gasmetros que
montar a da fabrica sero ligados a esta por
om condoctar virgem, de sorte que, oem ae--
mo dorante o da, a regularldade de emisso
possa ser perturbada pela operaco do eochi-
mento desses gazometros ; ter lodos oa mais
appareinoa precisos para a regularidade do ser-
vico ; mantera mpre a rede de car.allsacSc
publica e denvagOes a porta dos coosuoj-
dores, em Dcm esia 1 a e com os dimetros cor
respondentes ao cousomo.
As actuaes laotemas proptlameale ditas se.
rao, dentro do prazo de tres aonos, contados da
d-.ta da esslgoatora do coatracto, anDstitoidas
! pelo contrac a le por ootras da lypo actual da
cidade de Pars, uto , laotemas cam vidros
corvas, itflexo e aparte superior.
As novas Ianternas qoe se asientarem serar-
logo deste lypo.
Todas as Ianternas publicas sarao sempu
mantidaa em perleito es'ado de asseio e !& pin-
tara e numeradas com algarismos de metal pre-
10 co8,vidr8.
15. Para a UlumioacSo publica, correr por
coala do coatractaote o fornecimemo e o assen-
tamento dos comboetores, comprebendendo o ra-
mal, a columna ou aren lella e laotema, e btm
aasim a couse.-vuga e asielo dese3 orgos e a
operagao de acceuder e apoear, se.unto om
bnrario, qoe ser fixado pelo engenbelro fiscal,
de accordo com o comprimeoto das ooites.
16. Para a illummaga particular ter o eco-
trac ant-a o privilegio exc u3ivo de (uroeci-
11 ento, asseoiamento e reparag do ramal al o
meJidor, correndo as despezas por con a do
consumidor, salvo aa -e assentamento, forne i-
menlo do ramal e sua censervaco, na extenso
dos dez primeiroa metros contados do encana-
ment garal, de onde deve partir o raaial para
o consumidor, parte esta qne ser cusa do
cootractante.
O engenbeiro fiscal fixari, de accordo com o
cooiractante, a tabella doa precos para essas
obras por coota dos consumidores, devendo esta
tabella ser revista de 3 em 3 aaoos.
18. Nenbum medidor poder ser assenla lo
ou reasseotalo sem que pr.meiro tenba silo af-
ferido pela inspectora do gaz. Essa affericSo
at o
Na falta de
como .
2o de Abril de 866, (eitas as devidas modifica- i gralu a.
COes nio f qnanto ao systema e illommaco e 22 o consumo de gaz ser pago por 1
anas conseqoeocias tecboicas, como principal- 'ven-ido, effectuaDdo-ae esse pagamento
mente depois de expres.a declaracSo dos mes- olllm) dia til do mez segoiote.
mos Fielden Brothers de acceitarem a Innovado paamento por parte do Estado, vencer o deb-
como liquidando deflniivamente todas as quea i 10 ju-os r^zSo de 6 ,. 00 primeiro auno, 8 ;
loes existentes eotre esses empresarios e o Go-! do segundo, 10 ; 00 terceiro de demora, e as-
veroo do Estado, desobligado este do pugameo- slm segnidameole. Na particular, o contractac-
to da lodemoisagao da cit. clausula 13' do coa- te ter o direiio de cortar a commuaicacao do
DECLARARES
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
De ordem do Illm. S'. Dr. administrador e de
conformidade com o regulamenio em vigor, con-
vido toe contribuales do impoito de 300 res
por toaelade, qae nao pagaram no prazo de 8
olas contados da entrada de navios e vapores
jara no praso de mais 15 dUs contados daqaella
data, recolherem cam a muda de 10 ,-' aos co-
fres desta Repartico o imposto relativo ao exer
cicio oe 1895 a 1896, conforme a relago abaixo
declarada.
!. Secco da Recebedoria do Estado de Per-
nambuco, 14 de Setembro de 1895.
O ebefe,
Frelenca Soimares.
. en >
m 3 V - 2 0 Mez
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1C 3 31 Enirada
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-1 s OlO 0 CO 0 i *
^J s 0 0 8 0 = 0 = c 0
Pela terceira e ultima vez
A grande revista de
ao anno. Na (alta de pagameato por parte do
iuqollno responde o prcprleiario do predio.
S3. Os medidores sero do syatema mtrico,
cootiDoandt-se, porm, a osar os qae existirem
assentes oa data deste contracto, em quamo es-
t.ve em em bom estado oo poderem ser repara
dos. U consumidor livre de comprar o medi-
dor a qaem qaizer, inclusive ao contra-tanie.
que oeste objecto exercer sua industria ero
livre concurrencia com o mercado ; n&a poder.
porm, o me idor ser de om calibre superior ao
numero de blcos de as qoe bouver 00 predio,
oem ser absentado oo retirado por ootrerr, qoe
0S0 o CMDtractante.
94.* A caaaii8ac8o a partir do medidor eos
apparelbos da illumioaco correm por cor ta dos
consumidores (salvo da Iliumiongo publica) e
poiem ser vendidos e astales por qaem con-
vier ao consumidor, inclusive o coofactaote,
qoe nesse cbjecto exercer saa iodastrla livrt-
mente.
35 Os coosomldores sao responsaveis pelo
pagamento do gaz entrado em -uas casas e re.
gistrado pelos medidores, emDO'a se perca por
dcfeiio ou mo estado de seos apparelhos de II.
io:i i >ac) oo oa cauahsago alm medidor.
26 Tanto o cootractante como o cmsomidor,
empre que saa^eitarem qua o medidor tena
deixado de bem funecianar, tero o direito da
reclamar da iospect,rta om exame do medllor,
correado a de. pesa por coala daqaella das daas
partes qae reclamar o exame. Si para o exa-
me for necesaano a retirada do medidor, om
oulo ser provisoriamente instillado por coota
da parte reclamante, se por accordo entre ellas
nao se asseotar em avahar o enn-nmo oo inte-
rim pelo numero de bicos. O medidor, sendo
urna p-oprledade do coosumlaor, se do exa-ne
cochecer-se a necessidade de sua fubatitoiga
e nova despeza coreri por coala ao consu-
midor.
27*. O consumIJor jamis poder impedir ao
contractaote o iogresso at o medidor, tanto
para a leltora da marcrgSo, como para enlreter o
nivel .l'.-goa nesse apparelno.
28 Tanto o cootractante como o c^nanmidor
sao respectivamente responsaveis perante os tri-
bonaes pe'a fraude qae in'-o luz.re u no me-
d lor, cabendo parte tesada accionar a cu ra
por re-d8 e damnos.
2j O consumidor nao podei qrd permit'.i-
adoptar ao mediilor appaielbo de natnreza al-
gama com o carcter fizo e qualqoer appsrelbo
deese gene o e ser adaptado canalisagaa
depois de passado o medidor.
TITULO 5.
Do coolracto
31.a Dorante o praso do contracto nem o prefei-
to municipal nem o Estado podero conceder oem
permitir qoe ootros asseotem oa vta publica tu-
bos pa:a conduego de gas de illumlnirgao, aerees
00 eobterraneos pa-a transporte de electnci >ade
com apphcagao i llu joiaago puDlica ou partico-
lar, nem (ivos, fios ou caboj para transporte de
qcaiqoer forga qoe p< asa ser apphcada a llomi-
agao publica ou particular, dentro da referida
rea, ealvo accordo amigavel com o cootra-
ctante.
33.* Dorante o praso do contracto, o con-
trae ante dever ter sempre em seos dep-
sitos 00 no porto desta capital o carvo pre
cieo para o fornecimeuto de gaz de om trimestre
e oem assim am aprovisiooamenio de tobos 1 a-a
o de.envolvimento e sobstitaigo oa rede ge.
ral publica provavel em um trimestre. Com ao
tecedencia de seis meses o eogenheiro fiscal fi-
lar essas quantidades a vigorar em cada exer
cicio.
35.* Para todos os efftltos lo presente contra-
cto sao nicos competeotes os irlboaaes do Es-
tado de Pernamboco.
TITULO 6.
Da mspecgo
37. Todas as obras qoe o contracianie boover
de faser, quer em augmento da cauahsago pu-
Dlica. quer na soa fabrica e dependencias sero
fiecalieadas pelo inspector, para qoe sejam fei-
tas com a oecessaria seguranga e propriedade.
38. Cabe, outro sim, ao inspector decidir
qoaesqoer quest6es que se sascitarem eotre a em-
presa e os particulares, quanto ao forneciciento
de gaz e contas de consumo, fijando livre s
Darles o recur.-o para ostriboDaee.
39. No principio de cada trimestre o contra'
atante remetiera ao inspector orna lisia do pe.--
soal de acceodedoree com as suas respectivas
residencias e designago dos respectivos distri-
lo> em que funccionarem.
Qualquer alterago nesta lista deve ser imme-
didiameote < ommuui. ada a inspector.
Recife, 2 de Juibo de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral Interino.
Sociedade
DOS
artistas Mechanicos e Li-
beraes
De ordem do Illm. Sr. director, convido aos
as. socios a compsrecereao no dia 16 do andan-
te as 6 i/i hor?8 da tarde em nossa sede, para
^oj assembla Kerai extraordinaria tralar-se de
Sumpion sociaes.
Secretaria na Soc.iedade doa Artistas Mechanl-
eos e L'beraes de Pernambuco, 13 de Seiembro
de 1895.
O secretario
_______________Gispar Antonio dos Rais.
COMPANHIA ,TETHYS^FSEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
ROA DO AIOVBIO N. 1, 1. ANDAR
Directores;
Bario de Souza Leao
Thomaz Comber.
Julio Oesar Paes Barretto.
"SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernausabu-
cana
RA 60 COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Porncimento ce car. e verde
A Ulma. junta adminhtrativa da Sania Gasa
de Misericordia do Reciie. em sea 8a do da 17
do correte, recebe propias para fornecimento
de carne verde para coasommo dos estabeiecl*
mentes sea cargo, corante o trimestre de Ou-
tobrj Dezembro do rorrete anno.
. ;As proaostas deverao ser apresentadas em
carias devidamente sella las, declarando os pro
ponentes sujeita-em-se a urna molla de 5 O/o
sobre o valor .'o forne imento, se oo prazo de
trea das, nao romparecrem a esta secretaria
para assigoar es respecvas contratos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 13 de Setembro de 1895.
O iescrivo
Jo-6 Honorio B. ae Mene^es.
suc
cesso
fi
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 3,000,000 <> O .
Fundoa accumulados 8,274*9i'3.1l>,.0d.
AGENTE
P0LHMAN1V & C*
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NOlVTaiEiVN
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William & O
IRHAXDADK!
DE
N. S. do Bom Parto
De ordem do nosso irmao jaiz, como precel.
la o Art. 35 do nosso compromisso, convido a
lodos oscariBsimos lrrxjs a cooaparecerem em
nosso consistorio no dia 15 do correte, as 10
horas da manti, afim rnikeleger-Be os novos
funeciooarios qae teem &&*eT esta irmanclaie
oo anno compromissal de 1895 189S.
Consistorio da veneravel irmandade d N. S.
do Bjm Parto, tm 1S de Setembro de 1895.
O secretarlo interino
Jovino alendes Gon^alves.
Extravio
O abalzo assigaado faz publico, para os de*
vidoa tino e de cooformidade com o aispocto no
art. 103 do regalameoto da Caiza de tmortisa-
fau que baixoo com o decreto o. 9,3*0 de 14 do
evereiro de 1885, qne ae eziraviaram as tres
apoiices geraes de soa nopriedade, de ns.
209.839, 09.840 e 27.099, do v lor de om
cont de ris cada orna, joros de /",. ao aooo,
sendo as daas primeiras da emisso de 1870 e a
ultima da de 1871 ou de 1871
Recite, 24 de Agosto de 1895.
Alfredo Vieira de Sooza.
Hospital l^edro 2o
Previoe-se as pessoas ir-tereasadas, que per
ordem do Dr. director do servico sanitario, s eo
recete doentes ata as 11 boras da manb, ex-
cepto molestias graves, ferimeotoa e pa-lnrien-
tes, qoe serSo recebidas a qualquer hera do dia
oo da nolte.
Oatrosim, qae em virtade do regalamento, as
vi8iiaa aos doentes seio smenle permittida s
quintas feras e domingos, de 1 s 4 boras da
arde.
Beuem.'. Loj.- Cap.-. Cavall.'.
da Cruz
Por ordem do Ven.', Mest.0. convido
os IIrr.". do quadro para a sesso d'Ini-
ciaso e Filiac;3o, que ter logar, segunda
feir, 16 do crrante, s 7 boras da
noite.
Or.-. Recife 11 de Setembro de 1895.-.
E/. V.'.
M.'. Martins iS."
Secret. .
di mmmm
A plice geral
Tendo se extraviado a apollce geral dea.
209.841, do valor de ox com.i de r.s, juros de
5 '(. ao anne, emlsso de 1870 e pertencente aos
ab3ixo aeeigoados, /azem os mesmoa a presente
Jeclaraco. ce accordo com o an. 108 do regu
lamento da Gaixa de Am-rtisajao que baixoo
enm o decreio n. 9,370 de 14 de Fevere.ro de
1885.
Reciie, 24 de Agosto de 1895.
.'ntonlo Lopes Das
Jos Lopes Das._________
Hospital portuguez
DE
Beneflecncia
Premio e virtade
A juila adrxinls rativa deste hospital tendo de
itjodicar o premio de 50t>i* rilha ou fllho, fa-
milia, natoral da cidade do Recife, qu? pelo seo
trabalbo bone-to llver concorrido ifficismenie
para sostemago de seas p.-s, oo assistido a sea
pal ou mi com verdadeira dedicajo e amor
tillal, dorante doen^a crave e prolongarla ; pre-
mio qoe foi ins toldo pelo fallecido cimxucda-
dor Antonio Joa de Mga|bais Bostos, th:ca as
pesseas qae se Ju'garem no caso de coocorrer
a esse premio, a apresenlarem no prazo de 60
di-a. contadas desta date, na secretaria deste
hospital. 03 docoment03 comprobato-ios ae saa
oreteoc&o, ob quaea d^veraa declarar nome, es-
Uto, profiaro idade e residencia ; e.provar
s -em natoraes desla cidade e baverem preen-
.bido os requisitos exigidos pelo testador, sendo
oara este flm indis ensavel uma exposlfiso dos
fados em qoe fondam sua ore-enc.
Searetaria do HaspiUl Portogoez de Beata
tncia cm Pernambuco, 18 Antonio Jos Martina
Secretario
**t

I
,.


*' ,(**:
Mario de Pernambnco . DoRtinsro 15 fie Setembro dIS95
OBP
PRADO
PERNAMBIMN
CIRCO Pili a
m



(i
t
QUE SE REALISARA' NO
Dia 15 de Setembro de 1895
AVISO
Para maior regularidade as corridas e at-
tendendo as recl^macoes do publico em
geral, o jogo de pe ules ser i fechado a
hora marcr.da na p^dra.
As corridas Urminaro as 4 horas da tarde.
NA PHACA )h R8PUBUCA
Hoje! Hoje!
Dous espectacu-os um s 4 da tarde e outro 3 8 1]2.
Grande e variada fmecao na qual tonam parte todos os artistas inclusive 8s
sympatbicas :
Aristottlina e llarieMa Pery
Novoh entre-actos cmicos pelos palhacos
Caelano e Olivio
rerca-feira, 17
Beneficio do celebre equilibrista
CBRKTIVO MENDES
tornen s B B Pello* Natura ni 5
Cor da vesti-
menta
Proprietarios
i.* Pareo Mirandella 1.003 rastro?. Animses de Perna^boco. Premios: 250
ao l.\ 50000 ac 2 e 25*003 ao 3.
lITib rio.....
2 indio.......
3 Merlim.....
i Lucifer .
o Malange
6
7
'
Pira'a
Qirafa.......
Ei rebe.....
ArP,Onl9U..
Rodado.
'.asiaobo
Rjdado ------
Pernamb
Pre'o------
Rosilbo..
Rodado...
Castar.ho
Uel.ado..
54
Ro?a epreto..........
acamado ..........
Vevd i e amar lo.....
Encarnado e branca...
a .in.o e ene-jrnado..
Encarnado eboo. preto
Encardado e azul....
Rosa e brano........
Amarello 9 verde.....
Eacamado e preto...
10 Wattloa
mrpQK-Tras os Montes-1800 metro?.Animaes d9 Pernambueo.
p M |. 70*000 ao ! e 35*000 ao 3.'
C. Crnseiro.
J.Croi...........
A. Pimeaiel......
'loait Cruaeiro.
C. 24 de Miio------
tfagalhSes & t.
L. 8. Franca.
A. S.
L. J. VirSe?.......
r'. Arelas.........
2.*
Premios : 33CJ J
Forioso......
Di) lado- .i..
Qaaml ane
liooqa'.B'aaor
i Taico 2o...
Rodado.....
Rozlbo......
0alante.
Alazao
Percamb.. 52


<

Verde..............
Azul e eacarnade...
ouro e preio.......
Encarnado e preto..
Grenat e azul........
M. L. Micbdo.
F. O. Rezende.
J. Biolgno.
Jond. Vigilancia.
J. G. Ferreira.
3. Tare
(iPleiad?
Siroulon.
3 Pira-a .
i,Doblim
5
ri
7
Minho- l.iOO atelaje. Animaes de Pernambueo. Premios : 250J0C0
o 1.*, 50400j .3 2., e 25/COO ao 3-.
Mahcir..
Loc.fer .,
Divertido
Tenor 2-.
Redado......
Rosr.no......
Preio.......
ftoaada......
Castanho.
Alazao...
rernsmb.. 32
ff
*
*


T

Branco e encarnado..
Atu! e branco........
Eoc. e bjoe. preto.. .
Azul e encarnaao....
B-anco e tncarnado ..
Branco e encarnado.
Verde.............
Branco e preto........
A. de Santos.
Cruz & C.
M:igalbes & C.
U. i R.
Coud. 24 de Maio.
Gond. Grazeiro.
F.PeesOa.
G. Albaqcerqce.
4.' PareoPorto-1 100
metro.Ani iaes t Percambuco.
SU ao i.' e 234 ao 3.'.
Premisa: J604C00 ao I.,
liTalispber.
2 Gallet....
3|Mauriiy..
4|P/uce....
5'Maeiro..
Rosso-----
Rodalo....
Ca-mnoo.
Alazo....
Rodado....
Pernamb.. 32

1


Branco...............
Verde e roea........
Branco e freo........
Encarnado e preto....
Azul e branco.......
J. G. Ferreira.
A. X.vier.
i. Castro.
Coud- Arrayal.
M. Ferreira.
a esta feitano escrip- Pacific Steam Navsgation Cm-
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete
, Orissa
Espers-se dos
portos do sol al o
dia *3 co corren-
to, e seguir de-
pols da demota
do cosame para Liverpool cem escala por
Lisboa, La Pallice e PJy-
moulh
Paqnele novo cam hlice dcbratlo.
Para carea, pastageoe, encommndas e dlnbe!-
ro a frete traa-se com os
. AGENTES
Wiison, 8oas I C, LisiSed
10RA DOCOMMERCIO 10
Io andar
Oa b Ihetes acham-se a veno
depois no Circo
no 'Hotel Commercial at as 4 da tarde e
A's 8 1/2.
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquina An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
DERBY-CL
r9 *v ~* ""*
^-^v rworro

rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
^zxncos
:-n?
f. parpo \isarve 2.000 meires. HanleapAnimteg de Parcaxtoco. Premies
51.04000 ao 1, 10040C0 ao i; e 504000 ao 3.
Aventoreiro.
Famaca 2..
PlutSo......
Torco 2.....
Ha........
Conquistador
Todo-......
Gastan bo
ZiiJo......
Rodado......
Alazo.....
Rodddo......
Casta nho-----
Mellado.....
Permanb.

17
17
i7
Azul ebrenco........
Ouro................
Listrado...........
Grenat e azul........
Rosa e preto.........
Encarnado e preto
Verde e amarello.....J. Moraea.
A. M. Alxeida.
S Iverio.
Cuort. Nerondio.
J. Ferreira.
Coud. Grazeiro.
Coud. Vigilancia.
6 Preo15 de Sctembro-1.000 metrosAnlmaes de Persamboco qce rao tenbam
. obo premios dos Prados do Recite, contando cu nao victoria. Premios:
2004000 ao !., 404 so 2.' e 204 ao 3.
Me-lim.....
Mubomet...
Aleona------
Naoei......
SiLigo dieo..
6My L?dy...
7|HeDreu.....
Caitanho.... Pernamb.. 54
Rodado..... *
a
t
Castanbo. ... 1
Tirdilbo.....
nasiaobo....
Verde e amarello.....iA. P.meutel.
Eocaroado c preto houd. Purtoense.
Bocaroado.........Babia.
Rosa e preto..... iCoud. Nova.
Encarnado e branco.. J. Paiva.
Eouaroaio e preto... [Coud. Arrayal.
Ouro e preto..........|P. P. Borges.
7 PareoBraanca -1.200 metros. Anlmaes de Pertambuco. Preaitoa: 5504000 ao
T 1.*, 504000 a.> 2.* e 254000 ao 3."
Projecto de iascnpQo
Para a 13a corrida a realsar se no dia 22 de
Siembro de 1895
1- PAREO Derby Ciab de Pe?nrunl>nc 1.^09 metros. Handcap
Animaes da Pern.mboco. frerji;s: 400JOOO ao primeiro, 80^000
ao segundo e 40S0C0 ao terceiro
Art. 5- Mlor.
ResoBismark 2- 58 kilo?, Aventureiro 53 k los. Feniaao 54 kilos, PluSo
53 kilop, Triumpbo 52 kilo e es iema s 0 k's.
2.- PAREO-Hlppodromo do Campo Grande-.00 metros AoimaeB
de Pernambujo. Premios : 350#KX) ao primairo, 70^.00 ao segando
e 35|JOCO ao teroeiro.
Art, 5.-Os do pareo Dsrby Club e mais 3.srcrck 2', Aventureiro, Feniano,
PlutSo, Triumrpbo, Tudo-, rim?va2 Hiiondelle, Ida. Palhaco,
Qa(.nd-meme, Pyr.lampo, Turco 2-, Piramon, Beija Flor e Fu-
rioso
3.- PAREO Harmona 1.400 metra. Anicaes de Pernambueo. Pra-
mir, : 300^000 ao pr.'meiro, (0SO00 ao segundo e 30OO0 ao ter-
ceiro.
Art. 5.-Oa do pareo Derby Club, Hipiodromo do Campo Grande e mais
Malaio, Patcbou.y, Vingsdor, Conquistadcr, Mascte, Cingo, DubD,
Timcneiro, Maurity, Tsspher e Ditadcr
4.- PAREO Prado Pernambncano -1000 xn-tros Animaea de Pernam-
bueo. Premios : 250(51000 ao priaeiro, 500000 ao segundo e 250000
o teroeiro.
Art. 5.- Bismarck 2' e Maior.
5.- PAREO Turf do Recite 1.300 metros. Anima s de Prnambuoo.
Promi a : 3000000 ao primeiro, 30iJOO0 ao segu do e 30|JOOO ao ter-
ceiro.
Art. 5.'=-Os do pareo Derby Club e maii Bismark 2.-, Avenrureiro, Fenikno,
PlutSo o Tri'.m ho.
6.a PAREO CJnlo 900 metros. Aiimaes de Fern&mbuco. Premies :
25CS0OD ao primeiro, 50,-JOOC ao segando q 250OCO ao ter-
cairo.
Art. 5-' Os do nareo D^rby Clob, H'ppod"omo do Cempo Gracda, Harmona e
mais Talispber, Dictador, Piano, Gr&iimpeiro Batbory, Gallet, e Ybo.
PAREO Industria Pastoril800 .etios. Animaos de Pernambueo.
que rao tenham gacho no Derby nesa ou miur distancia. Premios:
2500000 ao primeiio, 500000 ao segundj 6 255000 ao terceiro.
Art. 5.' Maestro Piaoo e Caja Forado.
PAREOProgrcsso 800 metros Animaes de Pernambueo que n2o te
nham ganho 1* e 2* premia nes grades do Recite contando oa
ni victoria. Premios : 2000000 ao primeiro, 4O0OCO ao segando
e 2OS000 ao terceiro.
9.- PAREO Universal 1.500 metros Aninaes do paro sangne. Pre-
mios : 4O0S00O ao primeiro, 8O0COO eo segando e 400000 ao tei-
ceiro.
Art. 5.' Gipsy.
M BII
Ps
O paquete
Tamar


iceio
Erpera-se da
Eo'opa lo dia
16 do correte,
segumdo depois
d a demora i n
t!?easa>el para
Baha, Rio de Ja-
neiro e Santos
Companhia Pcrnambncana de
PORT08 DO SUL
M.ceio, i'enedo, Aracaj
t? Baha
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo Gu:mar2es
Spgrie no di: 10 do cor-
' renu- s 4 noias da Urde.
Recebe encommendas, possapens e dinheiros
a Irete at s 11 horas da manda do da da par-
tida.
Cbsme-se a attencao dos Srs" rarregadorea
para a clausula 10 dos coobecimeutos que a
segolnle :
Na caso de bater sleurca re,?h;m?c5o con-
tra a Cempania, por avana rn pera, reve ser
feita por esenpto ao sgente respectivo no porto
da flescarga, dentro de i e3 d as depois de fina-
lisada.
NSo preceden o en formalidad?, a Ccmpa-
nbia flea isenta ES3RIP10R1L
Ao Cies da Companhia Pemambacaca
O. 12
O paquete
Clyde
Commendante H. O. Rigaud
E' esperado dos port s da Eu-
ropa no d a 1 do correte,
tegnlndo deje:-1 da demora in-
i'-
8.
0bsm$o$
s 6
Dobllm..... 5 Pcrnamb.. 52
Maurty..... 5 Castanbo....
Maestro... . 1 Rodado...... c
Tenor 2..... 5 Alazo.......
Gallet...... i
Azul e encarnado....
Branco e preto......
Azul e branco.......
3ra-'CO e prelo......
Verde e rosa.........
M. I. Rodrigues.
J. Castro.
M. Ferreira.
G. Alboqoerqoe.
A. Chaier.
0b enraices
Oa animaes inacriptos para o l paree deverSo aohar-se no ensilhamento
a 9 e 1|2 oras da manhZ.
Os forfails se:2o recebidea ac sabbsdo, 14 de Setembro, s 3 horaa da tarde,
oa Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se apresenlarem convenientemente Irajados com as
cores adoptadas no programma por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e sero multados de accordo com o art. 51 do cdigo m> c-ot-naas.
Previue-se aos senhores accionistas de precurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado ra da Imperatriz o. 26 1. andar.
A Directora chama a altenco ia Srs. propietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chatna-se atlenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procurarem os
seus cartes, e cadernetas na Secretaria do Prado aSm de serem entregue aos
porteiros no dia de corrida.
~1
A inscripto encerrar-sa-ha mpreterivelmeote na terya-feira 17 do corrente
1(2 horas da tarde.
Nao ae admitteni observAcSes as prop'a'as, as q aes s serSo fccaitas vic-
do assignadaa pelo respectivos proprietarios ou seas representantes' legaes, e acom-
panhada da respectiva importancia, nSo se considerando realisados o parees que tive-
rem menos de 5 animaes para orrerem de 4 proprietarics different^js.
O animal que for inscripto sem estar matriculado e que detsar de correr
por este motivo perder a inscripejto.
O proprietario que fiaer icaerever seus animaes para as corridas do Derby
Club de Peraambuoo, assim como os jockeys, empregados de coudelarisa e mais
psssoas que tenham iuteresse Bal orridss pr auose-ae que sao conheoedoras das
disposi^on do eudigo de corrida e que a ellas s* sujeitam, b'.m como s decifoes.
Beeretaiia do Derby Club de Pernambueo em 12 de Setembro da 1395;
O secretario,
A. J. Rodrigues de Souza.

A Directora desta sociedade, resclveu adoptar para o oro de s'goodo, o novo systema
iniciado pela liosire Directora do Hipdromo do Gampo Grande.
A eutrada para os anlmaes ate nova orcero, ser p lo porio dos carros.
ra arebioancada s ttr ingresso qoem esliver decentemente vestido.
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares c imprensa.
Precos
Entradas geraes IjpOOO
Entrada para senheras GRA-^UITA
Secretaria en Ptco iernaabucato, 12 de Srterobro de 1893.
SERVINDO DE SECRETARIO,
C. de Abreu.
raz, Silva & C.
Sociedade em coosnaandlta por
necees
S5o convidados os Sr. negociados a fazenp s
5* estrada de ?f u carial raza) Ce 30 0/0, no
e^crlptorlo da sociedade. ra do Comuercio
n.13.1' andar, dentro do prazo de 30 tas,
cootados de boje.
Renfe, 7 de Se'eajbro de 1895.
Braz. Silva &C
Companhia
Exploradora de predac-os
Calcreos
Assembla gfral ordinaria
Convido sos teobores accionistas desla com-
panbia a reonirero se no e no caes do Apollo p. 73, lo ia *3 do canete
i 1 hora da tard.\ na>a em aeH-nbP? eeral or-
dinaria, covlrem a leliora do Relaicrio e parecer
fiscl, e resolveren) sobre as conlas rfe^eoiesac
anni flodo e-i. 30 de Jcnbo prximo gaseado, e
elegerern re7i directora e Gscaes pera o pero-
do ce rren'e.
Recife, 7 de Selemnro (e 1895.
A. J. Barbo-a Viaona
PresidPDte.
CONFRA'tlA DO
Senhor lom Jesii* da a-Sacra da
igreja do aaia Cruz
ilesa gcral
De ordrm da me^a regedors, convido a tesos
os IrmSos a compareceem em nosso coaslsi rio
rlas 6 1/2 boras is tarde de qoata flra 18 Jo
correte, am de se lomar cenhecimento e (-
sdver sobre as alte.acOes prepsstas pelo itevm.
promotor do bispado, ca refjrma additiva de
nosso comproxtsso.
Con lslorio, 14 de Outnbro de 1895.
0 escrivao
Ao Jos de Fignelredo.
dispeofave para i
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevttleo e Buenos-Ayres.
H, p.Prevlne-ss aoa Srs. recebedorea de
aercafiortte, qe a Companhia Kala Real ingl-
za, contractou com aGeonat Steam Navegauoc
Oo'irpiuyom servlcoda vaDore3 semanaes que
car lado de Bordeaos, Cognac, tbarente, devem
cnegar a Soothampion a lempo de Daidearem as
largas destinadas America do Sal para ob va-
pores des'a companhia.
Esta companhia acceita por precos raioavels
para Valpaialso at Abr, paessageiros cou este
destino por va de Bnenos-Ayres e entrada eos
Anies. _
iTarobem aceita passagelros para Wew York
a Soutbampton, cor especial arrajo feito ca
a Compnribia AHemaod Lloyd, podendo demora-
rem-se oa Eoropa casi o desejarem.
Rednccao nos prejos das passaftens
Ida Ida e tolta
A Listo 1* classe l 20 t 30
A' Seat&ton 1 classe t 28 52
Camarotes rassrvades para os paesajeiros de
Pernambsco.
Nota importante
A Rejal liail Siearo Pa para commodidade dos Srs. pasfageiros com dee-
tino a Paris, que os seas paquetes tanto na viu-
da como oa ida facam escala por CHERBORG.a
poocas bo'as oe Pars.
Se o numero de passaeeiros para esta cldade
der para cobrlr as despeza?, a Steam Packet
Company lera em Cberbcurg um trem especial
para a conoucSo des-meamos Srs.
Para carga, passsgens, encommendas e di*
nbeiro a frete, Irata-se com os
AGENTES
Amorim Irmoa & C.
K. 3Roa do Bom Jaaas N.3
Prnce Une of Steamers
James Kuott, Mewcastle-
cn-Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Haldas e o firazil e Dio
da Prata
Damphehif'fahrts-
Hambuig- Suedamerikanis-
che
GeseHschafr.
O VAPOR
Argentina
Ccmmandante A. E. Bell
E'esperado dos portos da Eu-
ropa at o da XI do cerrente,
e eegoi depois da remora ne-
ceesaria para
Rio de Janeiro e Santos
Quaesqoer recIsmacOea f serio sttendiJas 24
ho-as depois da oltima cescarga do vapor na
Alfandega.
Entrar no porto
Para passagens, carga, frete c ele, lrata-8
com os
Consignatarios
Borstelmann fyC.
Ros do Ccmmercio n. 18
1- sedar
CUAiGEtSS BEUN1S
Companhia Fra aceza
Tapor
Havre, Lisboa,
Babia, Rio de
Companhia pernambucana
de- navegagao
CoDvIdo ats Srs. accionistas desta coxpat;hia'
a vaen recet;er na sede da mesma, e a canlar I
da da 16 do avrente em Junte, o dlvi eodo |
des lucros I quilo; do cpmtstr" de Janeiro*
Ju ho proz E-riptorio no Re.-i e, 14 de S etnbro de 1895
Ssbato Lopes Gulmaiea
Director geral interino.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambueo
Dj crdem dn lllm. S-. Dr. administrador
c eoltico a queai interesar pis;a qui> ti a
>opensa a arreca ia) das claeses ns. 7,10.
45 e 3, vieto ter bavido eegano em urna publl-
acao.
i- serc5o da RereteCoria do EMade de Per*
aaitbuco, em 14 de Seismbro de 1893.
O rbffe
F-ancisro Gotmaraes.
it uu u
Pede-se ao Senho-
res consummidores
me queiram fazer
rualquer communica-
co ou reclama^o, se-
E' esperado de New-York at
o i * do corrpnte, e sahir
luenois da demora necessarla
'para a
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
O VAPOR INGLEZ
Crele Prince
Este vapor 6 Iluminado taz elctrica
offerece ptimas eocommcdacSes aoi
3rs. psssageircs.
Para carga e pssagena trata-se com os
Consignatarios
iohnston Pater e Comp.
Roa do ommoroia n. 15
tepanhia Bob. i. Stomaos Liee
Vapor aliemao
Sorentro
E' esparsdo ce N-w-York
no da > do crreme, ae-
gaindo depois de pequea
demora para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga e encommendas tratar cem es
AGENTES
Perei'a CafoeiroA f.
Roa do Commrcio o. 6
1. andar
Xavegsco a
Linha regalar entre o
Pernamboco, Maceio,
Jace.ro e Santos.
O vapor
Corsica
COMUANDAMTE RCHARD
E' esperado da Eorope
at o dia 16 do corrente, e
sesoir depcis da demora
secessaria para
Maceio, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
Roga-se aos Srs. Importadtres de car;a palos
vapores desta linha, queiram oDreseotar den-
ro de 6 dias, a contar do da descarga das al-
varengas qnalqcer reclamacao concernente a vo
lomee que or ventora (enbam seeoido para os
portos do snl, am de se poderem dar a tempo
as providencias neesssarias.
Expirado o reterloo prazo a companhia n5o se
ssp^nEabllisa por extravos.
Recebe carga: tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rna dn Comaeroio9
LINHA MENSAL
O VAPOR
Charente
fc' esperado da Europa
at o dia to do correte e
seguir depois da demora
necestatia para a
Bahia, Rio de Janeiro, J5aii|
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Entrar no porto
Previne-se s4b4s ;js Srs.recebedores de mer-
^aUoriaa qce 6 se attandera a reelamagoes por
(ai as, que forem reconbecida" Da occasiSo da
lescarga dos vclnrriRs ; e que dentro de 4S bo-
as a contardo clia da dseoaeca das a.varengas,
ieverSo fazer qnaiqcer reclamacao coccerLen-
te a velumes cree porventnra tenham seguido
para os portos do BBc; afim de s^rem dadas i
*nipo as providencias necessariaa.
Roga-se aos Srs. pasiageires da se rpreseata-
rem na vas pera da ciega*- ^ rapo para orna
rem as suas passagens.
Para carga, pas?agersj)encommenda3 e dinnei*
rj a frele tratar coro
OS AGENTES
H. Burle & C.
4CRA DO TORRES-42
1. andar
i
iifiHiZL


!PP
"*
lliarir de Pernainliaco Domingo 15 de Seteinbro de 1SH5


Companhia Nacional de Salinas
Hossor-Asso*
O VAPOR
Aguamar
E'esperado dos
purtosd sol tt o
lili lSdocorra-
te, segatodo Ce-
po is ce r-rpppn dPincrs pao
nlai a o bao e Para
Para r.arpa, paesagena e encomrnendas trata-
se com es
AGENTES
Pereira Oarceiro 4 G.
RUI DO OMMERCIO N. 6
1.* andar
Royal Bugarlfa Sea Nvigation
Company A ra Limited
O vapor haogaro
Di Iaeepollna C&valeanle Cinc'a
e a lliu.(Uer Dr. Cisneiro da Alboqaesqoe, bmj6 mu en *
genros. D. Blandinade Siqoeira Cavaloaote, seos
Albos e georo, D-. Constancio doa Saoto Po i
tual, soa molher e filboB, D. tfa'ia das M rc-
Oieneiro de Alboqu<-rque, agradecen a tocas es
i efsoas qoe ce rilcr arara visitar D. Leopo.'dioa
C. Cisneiro de Al^ujue'qoe drame a mcles.la
que o levuu ao lmelo ; e de novo convidara acs
fem amigos e prenles para ouvirem a* missa
qoe por alma a extir.o'a eeao read*s na ira
ns da Boa Vist>, << 8 fco'as da inaoha do da
18 do correot*-, qusrta tetra, agradecendo desde
ja a todos por mais este acto de ni g a; e cari-
dade christa.
J
etofi
E' esperado de
T'iedc at o dia
18 oo correte,
seguiodo Cepols
da indiepema
demora para o
portos da
Babia, Rio \le Janeiro e
Santos
Para carga, nasfagenn, ecorxmendaa" e di-
abeiio a (rete, tratabas com
OS AGENTES
Henry Forster & C.
Rus do Cjmmercio n. 8
* andar
SJAUDE PARA TODOS.
Pl LULAS HQLLO WAY
1
t
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordenas do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen a saucle das constituyes delicadas, e sfio d'um valor incrivel para todas as cifermidades peculiares
ao se*o ieminino em todas as edades. Para os meninos assim come tambem para is pes^oas de idade antojada
a sua efficacia e incontcstevel.
Emm medicinas so preparadas smenti no EsiabelecimenVo do Prof;sor HeLLOwAT,
78, NEW OXFORD STEET (antei 533, Oxford Street), ONDEES,
1 vndanse em lodas as pharniada do universo.
' Oe compradores sao convidados respetosamente a examinar os nenio, de cada caixa e Pote se nao teem a direcoao.
53j. Oxford Street, s*o faUilicaioes.
PA.JKI8 7, toulemrd Deimin, y PARS
Oecositos cm tedas as princioaes ba.ntai;:;" c T'rcioixiV
Leu
ao
De latas com rxas-a de lorate, centeudo
de duas raijos
T^rc,
-feira, 17 do co-rente
A' 11 horas da ni a afra
Agente Pinto
RA DO BOU JESS N. 43
Ha roniiauarao
r Chapeos da sol, oe paloa e ce massa, fazeo-
das, mioiczas e aovis.
LEILO
f De bons movis reoslo de brooze, ligaras de
ges:0, i fap Unas Ce electro-pate, frocleiras,
salvi, rsutloouva, (vi 'io besoui), ricos ja;ros,
qoal.'cs lougas, videos, etc.
Quarta-feira, 18 do corrente
A's II toras
Na cara siti rea Priocea Isabel o. 14
-' O agente Cibera eompetcLlemeateantcruado
levar a le ao i importante e salida mobilia de
Caranda, completa e coosolos om peora, 1
dita de junco preto tambera compieta e com pe-
dra, 1 importante esreino oval, (-dro btsooO, I
cama francesa jodtrna, 1 ri o-oile'e de jaca-
randa com pedra e graode espelbo, i do ce
mogop, ferviodo ae lavatorio, teilele e commoda
com ped-a imbuid?, I mesa elastle* de5 taDoa:-
i gnaraa lou;:-, i aparadores tora, i maiqae'
la?, t laUtra e cirro de juuco para :.' s 6 ca>
deiras 4e junco. 6 d tas de amarellc, pori8 ch
peo?, b.nbniro de tbuv s.'o, 1 reloglo ce bronf,
porta garnfal ce electro piale, porta ovop, ga-
lbetei'os tioos, frncteirai de me:al, 5 salvas de
metal bV'.o, machina para caf, porta glo, porta
canao, fUgeree, relojio, 1 par da jarres grsn
des, tapeta para sola, cautootirts, qnadros, co-
pos, garafae, lencas, rxeja de cojioba, fegare -
ros, luufiaF, tLOM oe cofiob^, l garei-o, etc., e
cutres mu'to* movis que estaro patentes oo
acto do era'.______________________________
Agente i*estaa
Importante leilao
De 1 bi machina vapar, com torios os seos
pertencer, e ft'nccicDando, tm presenta -os Srp.
pretendente?, 1 grande cofre prova de fugc, de
Mlne-, rrm r> competente p 3 ba a".g>s p>ra
cima ae balco, o que ba de melbor, 1 graode
armacSo para qoalqoer negocio, grandes ca'xOes
para deposito de a.-suca- on bolaxa, caodleiros,
encaoamentos e registro de gaz, eocancmeoto
para : gua, taboa?, escadas, depotitos de folba,
frascos de vidro, corredores e entres mnitoB
objecics qoe -erio vendidos em lotes, a vontade
dos Srs. compradores qoe comparecerem ao
leilao.
Quatta-feirj, 18 do correntr
A'S 12 HORAS EM POSTO
No andar terreo s to ra Morcillo Das
D. 30, coti'ora roa Direlta
O agfnte Pealina venaer por coo'a e riso* rr
quem < runcer, os Ltje'-los cima mencionado ,
erjj cm on m^i lotee, Uwe e dcScHibrasados fie,
qnaic.uer ouoa.
AVISOS DIVERSOS
D oetilU i iti'-'radc Fisu Ir ;i
Parla
Miguel deFgoeirj Paia Sobrtnho, D. alarla
Cl.ra de Mell j Pipnelra e Mario Figoeira de
Menez s agradecem d In imo o'alma a to oa
aqoelles prenles e amigos qoe ?e dignaram de
scopp nl:r aocerre'io pob Ico desla cidadp
M ret ,8 mortaes de soa prtzada e idolatrada
rpclr.er, fIba e Iim3 ; n de novo convidzm a
toaos e aos demais prenles e amigos para as-
iplirem as mis?aj qoe leem da celebrar Ee por
alma da mesma Bnada, na te:{a frira 17 do cor-
rente, na Igreia do Seribor do Bjm F.m. em
OllDda, as 7 1/2 horas d msoba ; confeesan-
do-e desde j uf>m: m ole agradecidos a lo-
dos aqnelles qo" ro parecer.
t
Mnnoel Denlo Pinbelro
Arm Rodrigues de Alroelfia Piontiro, sfu- ir-
maos e cunbad s e H-ncrl Esleves Piobeiio*
agrade;pm a todjs .''3 p-rsos qoe se digaaram
acorup nbar os restos mo-t?es de seu nunca es-
que^iao erpofo. cnabado eHo, Mincel Bento Pi-
obeiro, sna oltima mcrada : e novoconvidam
a todos os seos prenles e amigos a asfis-em
i ml??as que ee bao d? celebrar oo dia 16 do
correrte, na matriz de S. Jos, pelts 7 Poras da
macha.
fMEDALBA DE HONRA
O OLEO CHEVRIER
desinfectado 00/0 AlcatrAo.
tnico balsmico, o auimenU at propriedadei tfo
o/to.
O OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
t a nica preparaco qua perm,tta
administrar o Ferro em pro-
duiir PriaJo de Vectre, nem
DIPLOMA DE HONRA]
Incommodo.
BRANCO.LOIRO .
, FERRUGINOSO)!
^0 ALCTvX^ '
'CHmn:
DirOSITO g-nl ea PARI
[ 31, roa do Faai'-Ioiitmartn, 21

BKCE1TADO POB TODAB AS
Celebridades Mdicas |
DA FRANCA E DA MJROPA
nal
. MOLESTIAS DO PEITO,
fAFFECQ0ESES:;OFULOSAS
CHtQBOSIS,
ANEMIA, OEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENXIADOS PELA INSPECTORA DE HYOIENE DO IMPERIO DO BRAZIL.
o APIOLAJORETeHOMOLLE.SSSSSS
AVISO IMPORTANTISSIMO
Para proteger os interesses dos seus fiis Clientes e permittir-
Ihes de conhecer, a olhos vistos, seus productos GEHUIMOS.
L. Legrand, proprietano da
PERFUMARA ORIZA, de pars
tem a honra de participar sua Clientela, seja por atacado ou
por mh/do, que desde o Io de Janeiro de 1896, suas principaes
especialidades hio de ser postas em venda :
a Oriza-Ol, a Ess-Oriza e Oriza-PoiDder
MODIFICADAS, no seu aspecto exterior e forma, no alvo
de impedir as innumeraveis e detestaveis falsificaees
v de seus productos to afamados.
Joitquia Amnelo Rodrigue
Cocino
Femvindo Amando Rodrigues Coelbo, acltial.
mente cesta cidade, t>nio tecebido a infausta
noticia do fallecimen'o de ten pregado pl a;
Jptqoim Arando R mu3 Coelbo, oa cidade
de Pttrolin?, no da 10 convida as pesseas de
pas relacfcn e amisaoe para assistirem as mis-
e? mand^d^s edebrat Da muiri. do Corpo Santo
is 8 horas a roanos do dia 17 do correte, 7
dia de seu falleciaecto, e aolecips ana eterna
gratdSo perefte acto de reilgiane Carid>dr.
f
liara Aprigida da Silva C'aiu-
pos
TRIGSIMO DIA
Jos Joaquim da Silva Campos e
sua esposa Beatriz Felisbioa da Silva
Campos ausentes, agradecem do intimo
d'alma a todas as pessoas que acompa-
nharam todos os sufragios de sua ex-
tremosa irma e cunliada Mara Apri-
giia da Silva Campos, c de novo
convidam para assislirem urna missa,
que pelo seu eterno repouso mandam
rezar na matriz do Corpo Santo, pelas
8 horas do dio 16 do corrente, o que
desde j se confessam eternamente
gratos.
f
vE.NLE sE uu* roda d'agua com 3U pal-
mos de dametro. arus de madeira em bom esta-
do, lo o mais de ferro, constando de serrliho,
ernzetas, 16 aspas, rodete com 4 palmos, man-
caes de broese com caixa de ferro, cavilosa
grandes e ; cqtens, toda ferrsgem da melbor
qoalldade, e em p rfeito eduo: a tratar oo
engenbo AgnaE-'n a', distaote da estatj de
Agua Preta u,e;a legua.______________________
: Desappareceu no dia 2o do mez prximo
passado, da casa de sen t o Gailberme, neo
ciar/.e de suines 00 eotronrameoto, o menor
Saloeliano Jo- Pinbeiro, de cor parda, com ida-
de de 15 anuos; pede o meemo Goiltierme ae,
autoridades pclictaes a captura do referido me-
nor__________________________
Preci-a-se de om box copeiro ; a tratar uo caes de C pioanbe ns. 30
e 3>, Se-rraria Pernarobocana.______________
V ode fe o preii 0. 61 a roa do Padre
Florianc. E' urna rasa terrea com hoo^ coamo
dos pa"! urna (anilla. S ere o asompto da ven-
da e maifl r formaeOa acharao com qoem tratar
roa <^os Pescadores n. 9
A' classe de emprezarios de
padarias
Act?ndo-fe prximo o r-ia em qne se tere de
proceder a eleigSo para membros do conceibo
mnnicipa! do Recife e nccefsiUBdo mnito a nos-
8a classe que om collega a repres> ote all zelao-
do os ioteresses da mesma, tomamos a libjrda
de de presentar o norxe do Ilustre cldadao, ce-
ronel Alfpedo dos Saoirs Almefda, o qoal r. un<
sobejamente todas as candieles de elegibilidade ;
pelo qu." pedimos lodos os nossos collega-" do
municipio, para trabelba-em aflm de o eleger-
#a.
Recife, 13 de Stemhro de I89S.
Icio lote de Plgoeireao.
Mncel Jos da Cunba Sampaio
Varcelno Jos Raptlsta.
hti Emjgdlo Fetrtlra Lian.
llai-ia Aprimada da Silva Caiu-
pos
TRIGSIMO DIA
Antonio do Silva Campos, sua mu-
Iher Maria Machado d:i Silva Campos
e Noemia da Silva Campos, ausentes,
agradecem a lodas as pessoas que .
acompanharam os restos mortaes de 3
sua presada irma, cunhada e tia Ma-
ria Aprigida da Silva Campos,
a sua ultima morada, e de novo convi-
dam para assislirem a missa que man-
dm rezar pelo seu eterno repouzo, na
segunda-feira 16 do corrente, pelas 8
horas na matriz do Corpo Santo, pelo
que se confessam summamente agrade-
cidos.
Pobrera. Q-Q Stuvgwe
PHOSPHATO DE FERRO
de LERAS
Doutor em Sciencat.
Approvado pela Junta de Hygien
do Rio-de-Janeiro.
A anemia, as cores paludas, as
dores d'estomago, a menstruaao
difficil, as flores brancas, curao-se
rpidamente com o ferro soluvel e
com os phosphatos, que seacho reunidos
no Phosphato de ferro de Leras, milito
recommendado tambem as cranlas palu-
das, delicadas, 6em appetite. e as meni-
nas que se desenvolvem difficUmente
Deposito em todas as Pliarmacias
7
Xarope e Pasta
3 SEIVA PINHEIRO MARTIMO
de ZAQ&SSE, Fharmacautico em Sor&e&ttx
Approvtdat ptla Junta Je Hygiene it Rit-ic-Jaiuiro.
Popular ha 30 anuos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pinheiro, extrahida
pelo vapor d'agua, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
defluxos rebeldes, a tosse,
as grippes, catarrhos, broa-
chites, molestias da gar-
ganta e rouquidoes.
Em PARS, %, Ru ViWenna,
naa principa** Pharmaelu.
Irman -lade de N.S. do
Tergo
Haao 1 Bento Plrnelro
tA mvta rrgtdoa desta veueravel i -
mandade coovida aos seas amigos, a
foiill* ei.rni.ics do rmSo ex-ibesou-
reiro M noel B. liheiro, para fsait-tt
reni mls> qoe por soa alma mama
r. zar na ana igrej?, segunda feira 16 do orre..
te, pelts 8 hroe d m nbfi, 7' dia do seu pa;-
sameoto, most'andc-.-e sommameote grata a
bqu- lies qu compare eem.
SecrrUriada veoer-vrl irmandade de N. S.
do Tarco, 12 de Settmbr Je 1898.
O secet ro
M. J. Raptiata.
I"
Caiharina de Lana Freir
rigueir*-do
S' gnn o aii'ivrrHa'io
Aqtonio deOliverr, fjF go indo e seosfiUio*,
J ,o Capitrano oe Lo Freir, Anea Barbosa
Freir, Jianna d' Loa freir. Aotooia de Luna
Freir TorreSo. Alice da C^nba Trrelo, E'el-
vlba de Lona Freir e Burlona da Caoba Tor*
reSo, marido, pal, mal. irmaos eaobrlabos
coudas, a tedes seos prente a sasistirem a
missa aoe mand-m celebrar oa igrej doC-r-
no 7 1/1 heras do ti 16 do corrente, por
cojo acio de carldade e re'igiai 4ede j se con.
feseam agradeeiee.
Molestias das Creancas
ERORE CE RABOIODADO
de GRIIHAULT e C<
A,.piovado pela Jauta de Higiene do Rio-de-Janeiro.
Mais activo qne o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
resolve o engorgitamento das
glndulas, combate a palli-
dez, torna firmes as carnes,
cura os roaos humores e as
crostas de leite das creancas,
c as diversas erupcoes da pelle.
Esta combinajo vegetal, essencial-
mente depurativa, melhor tole-
rada que os ioduretos de potassio
e de ferro.
Em PARS, 8, ra ViWenna.
NEVEIRA
DOS
GASTELLOSI ios CAMPOS
Produz em 10 Minutos
500 gr. a 8 kil. de Oelo,
ou Sorvetes, Bebidas Ge-
ladas, etc., por um Sal
inoftensivo.
J. SCHALLER
332, ru St-Honor, PARS
PROSPECTO FRANCO
28
[CHABLE
?AR/S
ICITRATO DE FEllRB
CHABLE
1300.000 caraliTos de Gonorrea
Fluxos brancos
Perdas seminaet
I DebilidadeoiOrgaoi
El TOulS AS PHiliOA
Cal Etranea e Vir-
eSrein de da;i.a
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
explorad ra de cal i.ran
ca e virgem, avisa os
consunidtres q e nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veruadeiros pro-
ductos se ene ntramem
seu ar-; azem do caes do
Apollo n. 73.
ORGAOS DE ALEXANDRE, Pre & Fus I
81, Ru Lafayette. PARS
URGAOS1UIIMUMUS leati 100 Ir. ai. 8.000 Ir.
Para SALAS, EGHEJAS, ESCOLAS
Orejaos com raaos duplas modelos novos
EBeHAS TODS S EtPOSigOtS
l\p'lici franco sobre pedido do Catalogo illaitrado
DE
CAZIAS
Campo? & C
N. 35-RA DUQUE DR C XUS-N. 35
Bta freo- do Diario
Os pruprie'avos Oeste bpm montado estbele-
cimeeto pevineo: a resie.s-v.-l publico qoe
rara cetu servir acs eeus f eguetes tem no re-
ferirlo estabelecirneruo um esplendiuo e variedo
gorttxento decaemiras p-etaa e fe core, o que
Bt de n e'h( r en: 3, b ios los os paiiOes, e por preces raso^veis.
P.-s^cem bon< snit&i-, pHo que se jolgam
a 18 a sallafster cov todo go-lo, esmero
t nerfwgi:o ao fregoei ma:s ex'geme.
4 mesma atiile'aWa alu;.u:-:e caatca e
Slll8, Rtc, etc.
Terreno em Beberibe
Venie n o terreo M ej ada o Porto da
Hadrira, e D M-. ia Ca -i ; a
trl r n : Es la e Jalo oe 31.
CHBGAM
BREVEMENTE
AS
Agoas Medcinaes da
Fon te Nova em Torres
Vedras
(i'ortogal)
UNiro RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
JdSo Fen.jiti.es de Almfiia
Traveaa da Madre Dea* a. Mi

iinmn
li mil
Ciementlno i'iiil mono Henriti es
de Mouaa
D. Custodia Carotina Arnu?ti de Sncra, D-.
Brai Florentloo Hen'iqops de 8rc*a (insente ,
sua mulber e l1lho8,.D'. C lo F Honqces ae
Scnxa, soi molbcr e filhos, Dr G raido de Soez;
Paes de Andrade, soa moihir e lilbjs, D'. A:-
ihur L. FerreTa, sua mnlCer e HlOa ;soentee)
b>. Aprig'o Cj'Ios de Amonm Grcia e >u
mulher e D. Ma'ia Aogusta Heo-'qaes de ?o:z
confessam se 1 rmmaoser te grit n aos pareutet
e pseos de amirade q-ie "i,.ra sm ee acempa
nba'- a; o cemerio puolico os reatos tcouei
de seo inolatr.ido rilho, urna", cunnado e t\0,
Clemeeiino Pi lome'o de soqta, e nova
raerte os caBVMaai aaselrtir >s uilss->s on?
dia. qoe peio eterno repoofo so lio: o man'iaa
ceieb'sr na p'ouma rego-'da feira 16 loccrrao-
le, s 8 horas da manea. Da matriz di Boa Visaa,
e por etse arto de vedadeira caridade ebrii a.
mamfes'am soa eterna graiidao.
ALFAIATAHA
Senhorlnbik
viiiela de
Lobo
GusshSo
Antcn o G'acTdo de Gostrao Lobo, M>ria Jo-
lia Lobo de F eil;s, Mana Aielaide de Gosmai
Lobo Maria do Carteo de Ganai-a 1 obo, trun;
Francisca de Gosmo Lobo. Carlos Alber'o de
Gosmao Lcbo, Francisco Justinianc de Gofn.5.
Lobo, Frederico Lopol.n' de Guana Loen,
Okgario Maaneo de Gesmao Lobo, Mana dt
CoDceijao Lobo re Frei'aieJos Antonio de
Freas, aioda sob a mais dolorosa mpressao
pelo 1 aooiverstrio do fallecimeoio de soa pre
siidissima esposa. ma<, ; v e sogra, Senriorirh
Villela de GusmSo Lobo, convidam seos [afe-
les e amigos par aeslsilrem as exegulas qu<
por tua slna mandam celebrar no convento dt
N so Senrora do Cbteo desla Cidade, seo o ai
ai-fr8 s 7, 7 1/2 e 8 btras da maDha de 18 at
corrente a o memen'o em segn?. Agradecen
aeteepadatcente a quartos >e dignarem d cox-
p-r cer bquelles actos de bomaoidaie e ae r.li
Sr>
Kua Baro da Victoria
n. 46
Tem esplendido
sortimento de casacas,
colletes e clak? novos,
assim como outrs em
perfeito e&tadof para
aluguel.
f
Lonor Fraocisca de Medeircs CDLvida so
-eus prenles e amigcg para afjitti en a nmn
1 irsa Que manda rezar oa greja te -. Fraoeiseo
pelr 3 aeniversario do fallecimemo de seo lilbo
Pr. Fiaicisco Jos de Mede ros, 00 da 18 i 8
1/2 ho'88 Co dia e defde j aaralece a t.dos
m "P rigrr-m PS--j'l|.!.
JVfchina c!e impre^sao
Veodetejama Minerva CjiuiDg : a tralar
ca livraria Boulitreau. ______________
Caixas de msica
importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Recebeu a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 desde 150^000 a 4004000.
Grande sortimento
Feitor
Pre'iri:-?e de om feitor porlaen-rz para s'.tio,
que d garante de soa coodncia; a tratar oa 1 u
do Commecio n. 18 2' andar.
Criado
Precisa-fe de nm menino para criado al I i
euos: a tratar na ra da Soledado n. 38.
PARAl doete
Criado
Preciea-88 de um
126, fabrica.
oa ru da Concordia n
rame farpado e Moi-
nhos de vento com torre
de ferro galvanisado,
precos mdicos,
Fundico BOW1IAN
M
ere e ana
Vende-se orna mercearia bem afregoezada,
ra da Casa Forte n. 15 : a tratar na meem cem
sen proprielario.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometro de
i;arinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculoa de
alcance, joias e todo e qualquer objucto
tendente a arte mecbanica.
9Ra Larga do Rosario9
pa
Compadre V. dgame onde compra gneros
ira sua despensa ?
En Ibe digo: ba moitos aunes qoe compro
m om armazem. e oao me consta qoe nincorm
gpja mais bem servido em outra part ; compro
all, porqoe eocontro o que preciso, don a nota
e ma-i 'sm-rxe todo a meo gesto, ja v nesta
eoodic,ao estoo satisfeito.
Em precos nao ba qoem venda mais barato e
todos os gneros eo de primeira qoalldade ;
boa maoteiga, o bom cha, o bom qoeijo de di
versas qnalidsdes, o bom via'no de mesa da Ser-
ra da Estrella, o bom viobo do Pono ta mais
baiza a mais alia quali'ade, os boas licores, o
oom cbampago fln deiejar para urna boa despeosa;
E teem tambem um completo sortimento de
obras de vimes, como sejam eestas para com-
pra?, baiaio.j para papel, toopeiros, tergos e
lindas 'adeirs.
Obrigado compadre pelo :oe me diz, porqoe 1
vida est moro cara, von mandar comprar o qm
precizar nesse a'rr.azem. P018 maa.de compadra
qoe ba de ficar satisfeiio.
(JWI8 o intigo armazem de
Pocas Hendes & C
BA ESTRE1TA UO H0SAR10 (JU.NTO A
IGREJA)
Sei onde , compadre.
SEMENTES novas de borUcas.
Completo aortlmento.
RA ESTREITA DO ROSARIO JUNTO A
IGREJA)
Pocas Hendes & C.
(tommodo
A peaeoa que tem om commodo para tree
renboras, pie aeixar car a oeste escrlptor.q
com as loiciaes H. J._____________
CaTiad
Precisa-ae de om criado : no b eco do Padr,
q. 28, Hotel-
Vassouras de Timbo'
V'nde JoE Alves da Silva Mu, em grosso e a
retalbo, i rui Domlagos Teotonio o. 2, aotiga
1:b Cacadas.
Boa acquisijo
Vende-se o sobraoo de 3 andares n. 17. sito
oa do flom Jeop, no Recife, com grandes accom-
aodagCes e proprio pa
mercial : i tratar na roa da Suledade n. 66.
Chapeos!!!
De sol avariados, om por lO.'O. aproveitem a
pecbncba ; vende ee na
Lojada Perola
Dcmogc8 Fernacdes.
Casaem Clnda
A uca-se urna das melhores cacas ra p'aia 'e
O'nr.da, com tolos os cemmodos para grande
familh : a iraiar no R-cife, em Fernaades Viel-
a n. 7.
Caizeiro
P.e-risa se de om com bastante p tica de
molbados para toma' cenia de urna das melbc**
res :v.sas da fregoezia ta B a-Vista, nao se faz
aoesiac de ordenado ou iotereBse : i tratar com
08 Srs. Lopes Albeiro & C traversa da Madre
j'.u a. 14.
Olinda
Vndese orna ca ra roa de S. Dent n. 8,
com 5 quartoe, 2 talas, cosioba e cm qoarto oo
quintal, ctm agua potavel sendo o terreno pro.
-10 : a tratar oa roa do .Noguera Q- 34.
^DCVX.A.
P ecisa-se de ota qu^ aaioa Den cc-sinhar : a
ta ar oa oa do Lvrameo o o. 24, fabrica de
eelc/idcg._______________________________*
Attengao
A rifa denomicada V Coieado ficara trsns*
ferid para correr com a oltima bteria de vio te
quatro cootos, que se extnhlr n> mez de Outu*
oro. Recife, 13 de Setembre ce 1895.
Ama
Precisa ee de rma ama Dar cosinbar; a
tratar oa roa oe Hospi io 0. 20.
90#, 15$, 10$
Vende-ae orna mesa eleslica. orna espresuita-
lei'a, nma boxba ; Da ra da Pal cid 49.
Em Olinda
Vende se cm bom e escellente piano ; a Ira*
tar na roa de Maibiis Ferreira n. 40.
PARA D0EN1E
Vinho Maria
Preclsa-se de orna qoe saiba cosiobar, para o
servico ce duas pessoas, na Cipooga: trata se
na u: de Hortas n. 17.
Atten^ao
Vende-re a casa di e quina da roa da Matriz,
fregaezia de Varzea, com 35 palmos de frente e
280 de fundo, cm 4 quarios, 2 salas, cosiaha,
qo rio par criados, rjoario pa*a emgommado,
cacimba do qutita: com boa agua, arbortsado
com bastante f a*.teira : i tratir na roa do Ro-
ario da Boa Vi; ti n. 51._____________________
BM
Precisa-se de uia para cosiebar em casi de
peqneoa familia : a tratar oa roa do Imper. dor
n. 81, loja.____________________________________
Ama de leite
Precla-se de orna : na iua da Concordia nK
128.
_ PAKA BOBOTE
Vinlio Maria
Chegaram I!
E vendemsea metro3
bordados o que se p Dde en-
contrar de melhor qualidade
de 400 reis at 3$O00, a me-
tros proprios para enfiar
comfita^.
Loja da Perola
Roa da Impera*
triz n. 1&
Domingos Fernandes.
Casas na Varze?.
Al0"arx- e dsa3 casas em frente a e8t8C.ao da
Va-ze'', ambbs limpas e bem conservadas, sen.
do nma as.ibracada e com commodoa1 para
grande familia : a tratar ca rea Doqoe de Ca-
las B. 89. _________ -|-
Precisa se de orna pa'a cosioba, na roa Larga
do Rosario o. 9. relojoaria. ^
Aluga-se
Em Olinda ama augniflftcK. 1Jfpi* e
novo. 4 roa o Amparo n. 44 ; pra wMiW
oa toa a. 63, e talar ua mercearia Ribelro, na
travesa das Croae, Recife.

1
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lili

Piario de Pc-rnambaco Domingo 15 de etemhro de 1895
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Plvora
De todas an qualidades
em barris e em latinhas ven-
de-se no eFcriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commerc'o n. 6.
Vendem Ferreira Ro-
drigues & C, preco
seni competencia-
Ra Madre de Deus
nslgeii*___________
Liquidado
A loja Pariz n'.%merica ten-
do de liquidar diversas ffa-
sendas de niodas chama at-
tencao de seas fregueses para
grandes abatimentosde procos.
Ra do 11. da Victoria lO
Pernambucol
Grande officioa de serralhei-
ro e ferreiro
Poa do Padre Haniz
tutiga de Sania Bita Novan. 53
0a proprietarlis cesta ouicita se eocarreeao)
de qcalquer trabalno rom > teja : asseDiamento
de machinas, aesentamentos de eogeubos de
has e de ootras fabricas, caldearas de fo?o.
de aeseatameoto e oufas especi's, cbamineis
tanque?, cnvacoes batidas, portees, baodeiras
randas de diflVreo'es aisteti as. ferragens para
moendas, ecpecialidadeem t-aaalnos martimo e
pootaalulaae em seos t-atus, para islo tem so-s
cmcinas bem montadas e un pessoal habilita
dissimo e bem ccnh*-ciio nette Estado.
Cbamamos a atteocao dos Srs. preteodeotes 4
virem dallar a nota faDrica soxhadora da agri
coliura.
Beoardo drs Santos C.
T<" enbone D. 668______^^^
Par doente
VINHO MARA
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo asaigoados, carne de prt-
meira qoalidade, dos talbns da roa Marqnei du
Herval oa. 7 e . e Gamboa do Carmo o I.
Este prco soffrera alteracao pan ma>s od
para menea, sempre de accordo com os preco
do gado naa feira.-.
Recife, i8eUaiode 1895.
Fiota Lima & C
FOLHETIM
3
O CASAMENTO DE UM FORADO
POR
ALEXIS BOVBR
^A,%W^
SEGUNDA PARTE
A GASA BSRAHD & G.
CAPITULO XIII
MUSA DOS BOSQUES E DA HARMONA
[CAMPESTRE
(Cntinua5o)
Patita adora va o m-eravel; um sorriao,
um be;jo, baatava para lhe pagar todas as
traites.
Mas Losemont, que sabia o pouco que
ge poda contar com a dedica;ao da rau-
lber qae o amava, duvidava della.
Ao ouvir a resposta qae ella acabava
de lbe dar, replicou, accentaando bem as
palavras.
Petite, queros dizer-me qual o
plano delles ?
NS > posso.
Porque ?
__Mas porque nSo sei.
Tu sabes tudo que elle faz.
Sim, quael sempre !...
Ms o tal Cardinet, para lbe explicar
o aeu plano, no quia que eu alli esti-
ytmo.
Kua 15 de Noyembro 29
Estabelecimentode primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
coe da cidi.de do Recife.
AtcommodajSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida salada refeicSea, a mai r e mais arej-da nesta capital.
A cosinha acba.se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
centimente chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
e cnliara
O proprietario d'este grande e luxuoso. estabelecimento tendo a certeza
deque com os elementos que cima offere se acna-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao deapor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou forado mesmo c estabelecimento.
i%$E DIVERSOS IDIOMAS
PRECOS RAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE ^^
N. GRUNBERG
1111 mus u wim
E' A DESCOERTA DO
ELIXIR M MOBATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphilis.
Elle cura o rheumatismo.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
pagado por
deposito e,m pv:n\\3.meco
A GOMPANHtA OS DB:GAS E PRODUCTOS CHUCOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
THi- JIST-
Represenla^oes
Commissoes
62--BUADOB0MJESS--62
Tu depois na lbe perguntasta
nada ?
Perguntei, sim, mas elle nada me
quz dizer...
E' impossivel.
Juro-t'o, Hippolyto.
Juras-me, eutao, que nada sabes...
Mas se o soubesse dizia-t'o...
Podes enganar-me !...
Posso eaganar-te... ests doido !
Admira que Grosbouleau tenba se-
gredo para *ti.
Recusou-se absolutamente a contar-
me o que se passou.
E' muito singular I disse Losemont
abanando a cabeca.
Ora vamos l a ver, pansa um boca-
do... disse Petite pegamdo-lhe as m5os
e olhando para elle fixamente, o que ve-
nhoeu c fazer... Venho dizer-te, toma
cuidado, ests perdido, andam tua pro-
cura. .. Se eu soubesse o meio que vao
empregar para isso, nao t'o dira ?.
Queres que te d urna prova de que es-
tou pela tua parte ?
Sim.
__Pois bem se quizares fico c...
Nao voltas mais ?
Com o olhar fixo, Loaemont reflectio
dorante alguns minutos.
__Na verdade... disse elle... nao te
vendo voltar, inquietos, tremendo pela
.ua propria seguranza, nao se oceuparao
de mim. Aceito.
Aceitas?... perguntou Petite, cujo
rosto brilbou de alegra.
Sim!
Ob I como te amo...
E lancou-se-lbe ao pescoco, cobrindo-o
ie baijos.
Losemont peneava.
Em primeiro lugar tiro-me oeste mo
^asao... O negocio e >m Berard est per-
ido... pelo menoi por agora l preciso
procurar j outra cousa. Petite ha de
sar-me til. -
Petite disselhe : ]
O que vamos agora fazer ?..
Primeiro vamos jantar...
Sim, e emquanto jantamos, arran-
ja-se um plano...
E' isso...
~ Vamos para o hotel, quero tirar tudo
isto... o tempo est bonito, podemos jan-
tar na casa do guarda, auero estar yn-
tale.
Pois sim !
Tioham tornado a entrar na ra prin-
cipal, e aehavam-se prximo da cidade.
Quando chegaram a una cem pasaos do
hotel, Losemont disse-lhe:
Sobe ao meu quarto, nao preciso
eu ir cemtigo... tira a capa e o chapea,
eu espero-te acola... pensando no que tu
me disseste.
Isso mesmo vou a correr e volto
depressa.
E corren para o hotel.
Losemont, ssiaho, caminhava lenta-
mente, com a cabe$a baixa ; diza oom-
eigo:
Fui um tolo.. i.. Devia ter feito o
meu negocio ssinho ; ia ter com o ho-
mam, que nSa me conhecia ; dizia-lhe :
< Sei isto eisto... d-me cem mil
franees e calo-me, aenao d'aqui a duas
horas o commissario da polica ter co-
nbecimento da sua prasenca em Pariz, e
saa mulher saber quem tem por ma-
rido *.
E' evidente, que assuatado me dava e
que eu quizesse; o meu negocio arranja-
va-se n'um dia e eu estava ao abrigo de
tudo...
Emfim! o que est feito, est feito I .
Iloje estau mettido n'uma ratoeira, da
qual forcoso que saia..... Primeiro
preciso qne en saia d'aqui... Maa quem
sabe que eu estou c ? Niaguem. Gan' o
LOJA E ARMAZEM
DAS
ESTRELLAS
(brande liquidagao de iazeodas para acabar dos
seguintes artigos:
A saber:
aitSu inlissimis oore da 1$2 00i 4OO ral o lonlc .
MadapolSo americano muito largo de 18,J000 a pe; por 80COO.J2
Dito para di iva a 40500 a peca.
AlgodSoainho americano a 5$ )00, 70000 e 8/JOOO a peca.
Cretones ioglezes claros e escaros a 300, 400 e 0) rs.
Brins] de ccres lindos pidrSes a 600 e 800 rs. o corado.
Setim de cores a 800 rs o covado.
Sedas cba^nlotidas liedoa deaenbos da 43530 e 18500.
L-qdiB da gasa e de Letim a 5000, 65000 e 810*0.
Hoias cruas para homem a 75000 e 108000.
Ditas crui.fi pa a senhora a 12$0C0 e 151000.
Colninhos de linho diversos formatos a GOOO a duais.
Etamites brancos raidadoa com toquo ce mofo a 600 a 800 rs. o covsdo,
B etmba de linho, fina a 10300 vara*
Merinos pretos ob e de coras a 1$4'0, 16500 e 20000.
Ditos de co es de 10200 a 240 rs. o covado.
Orgacdys a Poirpadour a 400 e 500 rs.
Cortes re casimiras para calcas a 61JKXP a 100000.
Camisas ja-a homem a 480000 a dtz'a.
Espartilhoa fios a 70OCO, 80000 e 98000 um.
Sergclim de todas as corp 9 240 rs. o covado.
Casemira preta diagonal de 80030 e 100000 o 30000 e 400
Cheviot preto pora la de 78000 a 30500 ra. o covado.
Mintil'-.as de aeda creme com toque ds mol 1 a 10000 um
Guardanapos de algodSo para cha a 300^0 a duaia
CasemiraB de corea a 48000 e 50000 o covado.
Lavas de seda, coreB diversas a 100 rs. o par.
Plitc a 200 rs. o metro
Robs da cretones de corea a 61000 um.
Crenons hndissimas cores da 28500 a 185 0 2 Icrguras.
Sedas escosseat-s finissimas de 50GCO a 20OCO o covde.
Ditas prefas lavradas a 10500 c covado.
Sarsh de cores a 18500 o covado.
Cobertores americanos a 18500 um.
Lencos brancos com bordados de cores a 5S000 a duaia.
Brim brinco puro linhon. 5 e 6 a 3$C00 e 302CO a vara.
Voilea franceiei a 200 rs. o covado.
Camisas de m-iai para homem a 10000 um.
QjDga adamascada a 200 rs. o covado.
Callbriohos cslluloid a 300 rs. um.
Ditoa de lho boidado para s^nhoras a 5C0.
Cortes de Liiun para vestido finis moa de 458000 a 15$000 !!
D tea de cachemira bordado a iea de 800000 a 258000 e 300000.
L5s eicossesas e oatros padrSes a 320 e 400 rs. o covado.
Plumas e aigretes a 18500 ? 2fC00.
Brim americano bomtOB pasrSes a 500 e 600 rs. o oovado.
Dito p>rdo de 18200 a 500 rs. o covado,
Caobemim de 12 para invern de 48000 a 18 -0 l o covado.
Colohaa brancas e de cores a 30000
Flanfl:a? encarnadas com desenhos pretos a 5G0 rs. o covado.
Fioaos, sahidaafde bailes a 10000 um.
FustSes brancos m desenhos de corea de 18500 a 800 rs. o covado.
Lencos de satioetas de cores a 200 rs.
Caetones fr&ncea-s clarse escures de 18000 a 600 rs. o covado.
Ditos finas para cebarlas a 600 e 700 rs. o covado.
Atoilbadcs para aaea de 58COO a 20500.
Tapecana
Tapeteado coco para forro de sala a 18300 a jarda.
dem de juta a 280O.
dem de slctifa a 20100.
Esteiras brancas fi**s a 20500.
dem de cores tinas a 38000.
Capachos de coso para entrada de salla de 68000 a 120000.
Grande qnaatidade de retalhoi ;e 15, seda, cretone, eto, ele.
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELIME J-110
rUNSISAO 6BBAL
ALLAN PTSBSON & C
44--RUA DO J8ARA0 0 DTR1UMPH0-44
Maohicas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taix^s tundidas e batidas.
Tixas bitidas sem crava$ao.
Arados.
alguns dias de socego conservando Petite
commigo... assustados quando nao a vi-
rem veltar. os meus dous mariolaa vao fi
car com receio de tudo, e nSo ternam a
pensar em mim...
' VSo oceupar-se da sua seguranQa pes-
s'osl.
Amanhi mando Petite a Pariz ; ella
hbil, indagar o que resultou do assalto
da polica a casa d'Equercsoise... Man-
do-a a casa de Chaiueau. que ha de per-
seguir a Linotte.
Eu verei como se ha de arranjar o ne-
gocio. Ella informa-se de fonte segura se
a casa de Berard volta ser a casa Ru-
tar, e da trra onde Berard vai estaba!e-
cer-se. Viajarei... Na verdade, preciso
de viajar...
Da repente, Losemont, ouviodo um gr'-
to, voltou-se
Vio a janella do seu quart aberta e Pa-
tito com os cabellos desgrenhados e deba-
tendo-se, a gritar lhe :
Foge 1 foge l
Losemont comp ehendeu... Esperavam
per elle, vigiavam-no, e Petite salvava-o.
J se abriam as portas...
Os policas iam sabir; n&o havia tem-
po a perder.
Losemont depressa se decidi ; deu so-
cegadamente os vinte passos que lhe fal-
tavam para chegar ao fira da ra, ahi
voltou e deitou logo a correr para o lado
da matta.
D'ah a vinte minutos santava-se, esta-
fado, sobre a relva, e, limpando a testa,
dizia :
Rscapei de boa !
Encolhido, com a cabe?a entre as mos,
apartando com as unhas o cabello, qae
p irecia detar fumo, de suado, Loseasaot
lentava acalmar o seu organismo ab--
tdo.
Preclsava fugir e n&o tinha forcas as
penal pra:isava de pensar e o asa es-
pirito recusava-se a isso ; se fugisse, pre-
eisava de viver, e a sua bolsa achava-ss
quasi vasia.
Com certeza que, tanto em Saint-Gar-
main como em Pariz, o perseguiran como
a um animal feroz.
Soava a hora em que a sociedade, can-
dada dos sena crimes, ia pedir-lhe contas
deiles; em que as pessoas a quem logra-
ra, as suas victimas, iam reclamar a re-
parado dos seus soffrimentos.
O verSo ia no fim, e as brisas da noite
faziam presentir o invern... o tempo,
qae durante o dia te conservara bom.co-
mecava a encobrir-ae, como aa ideas do
o seravel... o nevoero invada a matta...
a escuridao invadia-lhe o cerebro.
O vento soprava com violencia, despin-
lo as arvores, as folhaa voavam m re-
noinho para tornarem a cahir mortas so-
bre a relva exhausta de sei va... J esta-
va escuro porgue a noite se approximava
Sombra a natureaa, sombra a alma do
miseravel 1 Os seus olhos tinham um bri-
Iho astranho, a bocea cheia de espuma,
rangia os dentes e tinha os labios seceos
da febre ; com as mos arraneava o ca-
bello e rasga va a pelle de crneo...
Ao menor ruido, levantava-se e corra
para os sitios mais cerradoa do bosque,
julgande ver em cada clareira de trilho
ou da eatrada surgir as guarnis^es de co-
bre e o corrame d'um gendarme...
Correu assm por mais de duas horas ;
depois caneado, exhausto por esta carrei-
ra em que os ramos lhe batiam na testa,
parou, e como se fallasse com um ser in-
visivel, disse
__E' agora, decididamente, a lata, na
hera em que eu julgo ter a minha vida
segura, em que en me resolvo a ser um
homem pacato, qaerem esmagar-me.....
Oh mas nao ser assim I... eu vivo ej
fc ESCOLH1DOS S^l
CO O o CO UJ ce Ll co o Q < j Q OLEO PURO DE FIGADO DE EACALHAO DE LANMAN E KEMP RECOMENDADO por distinctos Doutores que lhe dio a preferencia, o re-ceitini cada dia para todas is doen^as Pulmon-res, Es-I crofulas, etc., e o consideram o mais puro e rico em PCDI3 MEDICINAL QUE SE APRE8ENTA AO PUBLICO O co > 03 O O 03
^ E MAIORES ^
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B ? o
03 "o ce
Criado ou copeiro
Precisa se de om ; na roa de Pavsaoao' Gome-
ro 19._________________________________
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea
porcoes applica-se ventosas seccas o
sarjada; na ra das Larangeiras n. 14
Aos agricultores de c-f
Na faD-ioa i vapor de farlnha de xilQo, do
Pombal, pelase e beneficia se caf, pir pnjo a
comen icnar, garaote-se a promptida e per*
feica.
Jos Piolo a C.
_______________Telfpb-ce o. 295_______
Co8nheiro
De om perito precisase roa do Commerclo
4a. oo P Madeiras de construccao e
aateiiaes para edificaqao
A Coropacbia Exploradora de Pro"u ".es Cal-
careos, vende em sea armazem 00 caes o Apel-
lo n. 73 :
Madeiras para coostrorgao.
Cal branca de jagoaribe.
Cal preta.
Cal Tirgfm para assoctr.
Tljollos de ladrilbn e commaop.
Tijollos refractarlos.
Pedras de caouria para soleiras, etc.
Piofessor publico
Pre-lne se aocidadSo Jo3o Fnrrplra Villela,
qoe das Time e doas letras de iO/OOJ cada nma
aleda re.-tam treie, cojas vencidas a mais de
aopo.__________________________________
Piano
Vende-ee om bom piano; rna de S. Goncalo
o. 9.________________________________
Pao Centeio
Z Helio Biset avisa aos seos fregoezes qoe
er.do recebido f^rinba de Centel>, conlira a
fabricar rale ( 5 j todas as tercas e sextas feiras-
______Rna Larga do Bo^rm n 40.
Para doente
Vinho Mara
quero continuar a viver... Na nica vez
em que quero continuar a ser bom casti-
gam-me!... dizem-me : fizeste isto, fi-
zeste aquillo que Ibes importa O fim
justifica os meios... quero tornar a ser
honrado... n&o me deixam... Desgraca-
dos... vivi do mal, e nSo mudarei.....
vivi do mal, e contino ou rebento Ah !
senhor assassino da ponte da Estacada,
venceu-me !...
Losemont, fabril, incapaz de pensar
dez minutos a seguir, attribuia o que lhe
estava succedend- contra mina dirigida
pelo homem a quem atacava... e era so-
bre Berard que recahia toda a sua colera;
louco, n&o podendo ja ajuizar do que se
passava, com a alma cheia de odio, n&o
pensando j na sua seguranza pessoal,
mas sim na sua vinganca, continuou :
Ah! entSo matam-se as pessoas, es-
magam-se, vai-se para as gales, depois
t rna-si a entrar na sociedade, cuja porta
lbe devia estar fechada para sempre, mas
violenta a sociedade impondo-se.
Frca-se a estima publica, e no dia em
que lhe apresenta um desgranado, esqua-
cendose de quem , embriagado com o
seu dinheiro, nao desculpando nem a mi-
seria del le, nem a loucura... esquecendo-
se emfim de qne foi lancar-lhe na pista a
polica qne devia, ma3 era 'perseguil-o ao
senhor...
Agora estou perdido, mas n&o serei en
s. Metteu o p na lama... E' um sor-
edouro, n&o sahira delle, ha de ser tra-
bado. .. Oh 1... mas n&o sabem entSo,
idiotas, que se fazem mena inimigos, nSo
sabem qae ea sea capaz de tudo eu...;
{Contln -V.______
Duque da Oaxias, 48
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