Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20074


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Full Text
HHLVHMMHMk^lMmMMM
>>
f
\HlERO 199
REDACTORES AXTOMO .AVITRITIO PIXTO BAIVDEIRA E AQCIOLI DE VASCOXCELEOS c MAKOEL; ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES| ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8S000
b 15#000
30&000
Por seis mezs adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero aguiso do mesmo da..
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCACOES NA FRAN- I
A E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE (SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|50O
Por um auno adiantado .... 33<$000
Por trimestre vencido..... 9$000
Numero avulso de dias anteriores. $200
Telegrammas
mw pasticulas so siasi:
Rio de Janeiro, 31 de Agosto, s
5 horas e 30 minutos da tarde (recebido
na estacao s .. horas e .. minutos da
noite e entregue s 6 horas e 5G minu-
tos).
Falleceu o Senador pelo Estado do
Maranhio Francisco Manoel da Cunha
Jnior.
O cambio abri boje a 11, e subindo
ii 1(32, fizeram-se tr n-agocs esta
taxn. e ella fechou-se o mercado.
Porlo Alegre, 3i de Aosto.
Rccusaram-se qualquer felicitacao ao
presidente da Repblica, por meio de
telegramma, nao s o director do Arsenal
de Guerra capito Adolpho de Alencas-
tro, e o command-inte interino da Escola
Militar coronel Celestino de Castro, como
tambem a officialidade do3 batalhoes 28
e 3o de infantera.
Pellas, 3i de Agosto.
AiTirma Raphael Cabeda que conti-
nuar a revolta, sendo que aeora dispe
ella de melhores elementos.
NSTRCCAO POPULAR
MSmEDAOTC!A
POR
Gasino Tissandier
CAPITULO T11I
A LNDUSTRIA E AS MACHINAS
o lugar ae ptoressor de chmica a de historia
natural, cadelrat que acub-ivan de -er creadas,
e pass.ii.! u 18 brutnano vollou para Marselha
onde abri um curso de cliimica, indo depois
para Pars
A exposiyao de 1803 poz em evidencia as
conceptes ile que era capaz o noiavel enge
nho de rmlippt de Oirard Nesaa exposicao
apre-en ou irard um novo oculo acliromatico,
chapas de ferro, envernisadas e pintadas por
um novo syf lema, e as ramosas lampadas hv-
droslatcas de nivel constante, que nessa e^-
cha upram urna verdadeira revo'uco na arte
de illuminacao.
Era a primeira vez que essas lampadas appu
reciam com os globos foscos, cujo uso s* lor-
dou universal. Um pouco 'lepois Hiil ppe d
Girard obleve da fociedade de atxilio urna
medalha .le ouro, por urna raach na a vapor,
que cons ruira segundo um programla deter-
minado
Em 1810. Napolcao, querendo vibrar o ulti-
mo golpe a industria dos algodoes da Inglas
trra, a qaal t le tinha conseguido fechar todo-
os p >rtos com o bloqu io continental, promul-
gou o seguinte dpcrcto, que foi publicado no
Monitor de 12 d Maio :
Merecemlo nos especial altinc'o e inleresse
o progresso das manufacturas do nosso imperio,
que teera por materia prima o linho, e conside
rando que o nico obstculo que se oppe a
que essas manufacturas reunam a molcilade
do prico p'-reiclo dos seus productos, pro-
vem de nao se ter anda conseguido applicar
machinas flagao do linho, como se apphcam
a doalgodao, decretamos o seguinte :
Continua).
ngenhero, como
machinas e espe
que fazia roorer
annos imag nava
NICOLAU LEBLANCPHILIPPE LEBON
KICHARD-LBNOIR JACQUARDPHI-
LIPPE DE GIRARDJOSU KEILMANN
BARTHOLOMEU" THIMONNIERLUIZ
FAVRE.
(Continuando!
Vinte annos depois da morte de Jarquari,
as suas iu is sobrinhas, reiimi tas a extrema
miseria, viram-se obnga.las a vender por al-
guma:- centenas de francos a medalha de ouro,
que Luiz XV11I conferir a sen tio.
A sorle do inventor da flaco do linho fi
talvez anda inais triste do que a do creador da
invencao da seda
Phnippe de Girard, que nasceu em Lourma-
riu (Vaucluse), no 1- de Fevereiro de 1775 era
urna des as naturezas privilegiadas, cuja vasta
inteligencia, abena a todas as aptides, appli
cava a todas as cousas um admlravel espirito
invectivo.
Desde a infancia, o futuro
grande Newton, construa
oalmente pequeas rodas,
c'um regato ; e os quatorze
nm curioso, appareiho, destinado a aproveilar o
uovimentey das ondas.
lluvia naquella creanca urna aptidao admi-
ravel para todas as sciencias e para todas as
rtea Cul ivava com xito gual tan o a machi
na, cerno u botnica, como a pintura, como a
esculptura como a poezia.
O acoiitecimento da revo uco arrastaram Phi-
l'ppe de Girard ao viver remancoso da casa
paterna.
Tend) pegado em armas contra os rsvo'ucio-
nanos do Sul, teve de abandonar a Franca con
sua lamilla. Purgado a sustentar se e aos seus
s com os reeersoos da sua in lustrn, remlo
exercer a pin uia em Muhon, na liba Minorca,
o depo s orgi-i-ar uuiti f.brica de sabao m
Lime.
Per es-e lempo, Phlippe de Giard, que en-
15o n5o tinha mus de dezoito annos, tornava-se
j notivti pea* suas descobertag, entro as
quaes e cj n i n a de um apparelho para a re -
ducio das estatuas e a de um condensador
elect ico.
De TolU io u lar, depois do 9 Ihermidor,
funda uiua fabrica de productos chimicos em
aiuii.-.iia, e julgava ter afinal encoutrado um
[ neo ne descanco e eocego, quando o 13 vin-
dimiario o ubriga abandonar outra vez o seu
paiz.
O joven engenheiro, refugiando-se em Nice
cor.seguto o cabo de don* concursos succesivos
PARTE OFFIC1AL
Actos do Poder Ejecutivo
decreto n. 2073de 17 de agosto
de 1895
Crea um regiment d cavallaria de guardas
nacionaes no municipio de Pctrolin', no li-
tado d Pernambuco.
O Presidente da Repblica dos Ev.ados-Uni-
dos do Brazil decreta :
Artigo nico. Fica creado no municipio Je
Petrolma, no Estado de Pernambuco, um regi
ment de cavallaria com a desigoacao de 28 e
com quatro esquadr s, o qual se organisar
com os guardas oacionaes qualidia'os nos dis
tridos do referido muni ipio; revogadas as dis-
posices rm contrario.
Capital Federal, 17 da Agosto de 1895, 7.* da
Repblica.
Prudente J. de Moraes Barros.
Dr. Antonio GoRcalves Ferr ira.
Ministerio d:i Justica e Xegoeios
Interiores
JJPor decretos de 17 de Agoste Ando foram no-
meados para a guarda nacional do Estado de
Pernambuco:
MUNICIPIO DE PETROLINA
136." batalhao de infantera
Tenente coronel commaodante, Zeferioo Ro-
drigues Coelho.
28." regiment de cavallaria
Commandante, o tenente-coronel Telesphoro
Lopes da Siqueira.
Fiscal, o raajor Pelagio Lopes de Siqueira.
Ministerio da Fazenda
Por decreto de 23 do passado cam declara-
das sem efTeito as seguinles nomeacOes de em-
pregados da Alfandega da cdade de S. Paulo,
Estado do mesmo nome :
Inspector, Cicero Brazileiro de Mello.
Chefe de seceso, Manoel Hoicmsko Pereira
da Silva.
Chele de secc&o, Jos Estaaislo da Fonseca
Lope?.
Conferentes : Severiano Jos Rarco?, Joao
Correa de Moraes, Verano Gomes Alonso de
Almeida, JoQo Antonio Ferreira Souto, Antonio
Ferreira outo, Antonio Silvestre Paes de Bar
ros, Julio Cesar Barbosa da Silveira, Augusto
Jos Pereira e Scrates M gnia.
i," escripturarios : Abdenago Alves, Tiberio
Mineiro, Joao Lourenco da Silva Anthero, Satur
nio Justo de Argollo Castro, Jeao Rodrigues
de Abreu Siqueira, Carolino Vieira dos Santos
Pinto, Jcao Candido da Si va e Dionisio Manoel
Alves.
2." escripturarios : Antonio Cairos Streile,
Maximiliano Augusto do Nasclmento. Jos Luiz
Buarque de Gusmao, Amonio Augusto de Souza
Brito, Jos Manoel Machado de Araujo Filho,
Clao Coelho da Cunha, Cbristovao do Barros
Reg e Antonio Ferreira da Silva.
3."' escripturacios, Luiz de Albuquerque Mara-
nhao, Bernardo Lupercio de Souza, Virginio
Barro i de Rezende, Joaquim Waldevino Fabri-
cio da Costa, Joao Rodrigues da Molla Teixeira
e Joao Gonzaga de Cerqueira.
4.'escripturarios, Jos Lopes Carvalho, Rolo-
marek gvmphronio de Albuquerque Coelho Vi-
ctorino Juo .Napoleo, Agoo de Souza, Salus-
tiano Luiz de Franca, Octavio da Silva Varella,
Rapnael Gomes de Sant'Aona e Hermenegildo
de Oliveira Carneiro.
Thesoureiro, Antonio Joaquim Machado.
Administrador da capatazia, capnao Rayraun-
do Antonio Fernandes Mirauda.
Fiis de armazem, Osear Pechoet, Jjs Ribei-
ro Pereira de Castro, Braulio Medina de Oll-
velra, Joao da Cunha Amblo, Virgilio Pinto da
Silveira e Smplicio Pereira Vlllaca.
Porleiro, Antenio Luiz de Oltv ira.
Cartorano, Francisco Pereira le Andrade.
Foram nomeados :
O 2.0 escripturario da Alfandega de Penado,
m Estado de Alago is, Alfredo Lamenha Lias
Babia, para o logar de 3.* escripturario da Al-
fandega do Estado de Pernambuco.
O 3."escripturario da Alfandega do Eslade de
Pernambuco, Antonio Soares de An>lra4e Bre-
derodes, para o logar de t* escripturario da Al-
fandega da Pinedo, no Estado das Alag t.
O conferente da Alfandega do Estado do Ama-
zonas, bacilar! Alfreio Jos do Nacimnnto,
para o logar de 1." escripturario da do Estaio
do Espirito Santo, conforme pedio.
O 1." escripturario da Alfandega do Estad)
do Espirito Santo, Bernardino de Senna '.anulo,
para o logar da conferente da do Estado do
Amazonas, conforme pedio.
Ministerio da Cuerra
Por decretos de 22 do passado concedou."ae
conf rme pediram t-xonerago :
Ao lenente-cronel do corpo de ostadj maior
de 1 clisse, Jer nymo Jos Sint s Paiva, do
cargo de ilrector do Arsenal de Guerra do Es-
tado de Pernambuco : e aocapilao do 4. bata
iho de hrlilharia, Jos Eduardo branles de
M 'lira, do servico do exeroito :
Troca aos capttaes de mfanlaria Joaqu ni
Melchior Carneiro de M nJoiga e Jos Nicolao
Tol^ntino de Lemos, de rorpos entre si, este d-^
ajudaote do 37- batalhao de infantaria e aquello
da 3* companhta do 21 ;
Transfi' ii a alferes de infantaria, Alcebia
des Rangel Roberto, para a arma de cavallaria
de ccordo com o art 6. da lei n. 1.143, de
II uc Setirnbro de 1861.
Foram n.meados :
0 tenente coronel do corpo de estadomaior
de artilhana, J a Mara de Paiva, director do
Arst-nal de Gurra de Pernambuco.
O lente-coronel do m-'smo corpo, Antonio
Ilha Moreira, membro effeclivo Ja comra ssSo
lee iiea militar consultiva.
Foram transferidos :
Na arma de artilnana :
Os tenenles-coronis Joao Maria de Paiva,
do 5-* batalho para > corpo de estadomaior,
e Olympio de Carvalho Fonseca, .leste corpo
para aquella batallio :
Os majares Achiles Velloso Pederneiras do 2
regiment para o corpo de esta lo maior ; Ce
lesdno Alves Bastos, do 2- batalhao para o 2
regiment Nicanor Goncatv-s da Silva Jnior,
do corpo de estadomaior para o 3- regimeoto,
e Manoel Viente Ferreira de Mello, dj 3- regi-
ment para o 2- baalhao.
Na arma de infamara :
Os apitji-s Joaqu m Melchior Carneiro de
Man Ionca e Ladislao Telles Ferreira, es'c para
o cargo de ajudaote do 37- batalhao, e equelle
do dito cargo para a 3* companhta do mesmo
batalhao.
Foram classificados :
No 5- regiment de cavaWaria, Luiz Agassis.
No 1- balaihao de infamara, alferes Alfredo
Fonseca.
No 33- batalhao de infantaria, Jos Pedreira do
Coulo.
No 40 batalhao de infantaria, alferes Olympio
Capistraoo de Oliveira e Pomp) Aurelio de
Monta.
Por conveniencia do servico, foi mandado
servir addi >o no 2 regiment de artilharia o
alferes do 25 batalhao de inlanlana, Joo To-
leotino da uosta.
Ministerio das Rrlaces Exterio
res
Foi p>sto em dispombllidade, com os veoci-
mentos da le, o bacharet Jos Manoel Cardoso
de Oliveira, ex-consul em Nova Orleans.
tjoverno do I litado de Per-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTI-
QA, NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
CiO PUBLICA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO DO DA 30 DE AGOSTO DE 18J5.
Companhia do Beberibe, pedindo pagamento
da substituics^ de cancos feta no encarmen-
lo da Casa de Detencao.laforrae o Dr. Ques-
tor.
Bachnrel Jos Cavalcanta da Costa, promo-
er publicado municipio de Tacarat, pedindo
prorogaco de tcenla, para assumir o respecti-
vo exercicip.Como requer.
Francisco Paulo de Souza Rangel, agente do
recenseamento do districto da Torre, requeren-
Jo gratiticagao -Informe o Dr. chele da cora-
mitsao central de estilstica.'
Joao Soares da Silva, sentenciado, pedindo
providencias no sentido de ser requisilado
para o muni 'apio de Bezerros, adra de ser all
submettido a novo julgamento.A' vista da
infjrmacao prestada pelo Dr. juiz de direito
do municipio de Bezerros, n5o ba que provi-
denciar.
Hermenegildo d$ Siqueira,
Porleiro interino.
Palacio do Gorerno do Estado de Per-
nambuco, em SO de Agosto de 1S5
O Governador ilo Estado, para execuc;ao da lei
n. 91, deG de Junho prximo findo, na parte rela-
tiva rcorganisagao da Escola Normal, resolve ex-
pedir o regulamento annexo, assignado pelo Se-
cretario da Justica Negocios Interiores o Instruc-
?So Publica, Dr. Julio de Mello Filho, a quem cuni-
pre fazer executal-o.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Julio de Mello Filho.
Regulamento da
Escola Normal de
nambuco
Per-
1. ORJECTO E PLANO DA ESCOLA
Art. 1." A Escola Normal de Pernambuco
tem por fim ministrar, em um curso pedaggi-
co, tneorico e pratico, o ensino necessano s pes-
soas que se destinarem ao magisterio primario.
nico. O curso mantido na freguezia da Boa
Vista, pela Sociedade Propagadora de Instrucco
Publica dever, para ontinuar a gosar dasregalias
da Escola Normal livre, adaptar o seu programma
de ensino ao plano ora decretado para o Instituto
official, cujos, gabinetes e laboratorios poderao ser
frequentados pelos alumnos do referido curso.
Art. 2." O ensino constar das seguintes mate-
rias, assim distribuidas:
1.* ANNO
Lingua materna : Leitura dos auctores sele-
ctos : diccionario e sau uso. Variedade de expres-
so. Qualidades de estylo. Analyso lexicolgica e
lgica. Instituido da theoria grammatical. Decla-
maco.
Lingua franceza : leitura e tradueco de tro-
chos escolhidos polo professor em jornaes, roman-
ces e poesa. Grammatica. Dilogos e declama-
co.. Verso para o francez, de artigos da impren-
sa diaria. Breves narrativos em francez. Exposi-
cao succinta de litteratura franceza. Poetas e pro-
sadores mais notaveis.
Arithmetica o algebra.
Plantas e animaes : estudo concreto.
Desenho linear e calligraphia.
2. ANNO
Lingua materna : Historia da lingua portu-
gueza. Eelementosde sua formaco. Resumo da
sua litteratura antiga ; os classicos. Litteratuaa
portugueza e brazileira, moderna critica litteraria.
Kaizes das palavras e suas transformables : leis
geraes da permuta de sons e de lettras.
Geomelria e Tigonometria, rectilnea e esphe-
rica.
Geographla: do Municipio, do Estado, da
Unio. Tracado de memoria da carta do Estado :
localisafio dos accidentes physicos e das villas e
cidades.
Desenho de ornato e de figura-aquarella.
Msica.
3* ANNO
Geographia do continente e, finalmente do pla-
neta terrestre.
Mechanica goral precedida das ocois do
calculo leibnitziano, Astronoma : geometra celos-
te e nocOes de mechanca celeste.
Historia geral at 1789.
NoQes do physica e chmica.
^lusica : solfejos, choros, hymnos escolares,
prcade ensino na aula annexa.
f -1. ANNO
Instituico das principaes theorias de physica
chmica mineral e orgnica. Analyse qualifica-
tiva o quantitativa.
InstituQ-ao da biologa. Ileviso da anatoma
vegetal e animal. Physiologias. vegetal e animal
NoQoes de hyhiene. Mineraloga. NocOes de geo-
loga.
Historia : continuaco do seu estudo. Historia
do Brazil e tnais particularmente de Pernambuco.
Pedagoga e sua historia.
Trabalhos manuaos: manejo das principaes
ferramentas para os alumnos.
Costuras e bordados para as alumnas.
Pratica de ensino na aula annexa.
Art. 3. Haver as cadoiras que segucm,, dis-
tribuidas pelos divorsos annos e regidas por outros
tantos professoros, salvo a disposigo do art. 1."
1- Lingua materna (l.'anno)
2.a Historia da lingua portugueza e sua littera-
tura (2.- anno).
3.' Lingua franceza (1.* anno).
4.a Matnematica elementar (1.* o 2,- anno.)
3." Mechanica e astronoma (3.- anno)
6.- Geographia (2.* e3.- anno).
7.- Historia (3.* o 1.- anno)
8.' Physica e chmica (3.- e 1.- anno).
9.* Historia natural (1*. e 4.- anno).
10.- Pedagagia (4.- anno).
nico. Haver mais as aulas de :
Desenho o calligraphia (l.e 2.a).
Msica (2. e 3. anno).
Trabalhos manuees (!. anno).
Costura e bordados (1 anno ) e duas aulas
primarias, urna para cada sexo.
Art. 4." A cadeira do Historia Natural ser re-
gida pelo professor de biologa do Instituto Ben-
jamn Constant, com a gratifi^arjo addicional de
dous contoso quatrocentos mil ris (2:1003000)',
incumbindo-lhe fazer com que os alumnos prati-
quem no horto botnico e nos gabinetes de Histo-
ria Natural do mesmo Instituto.
Art 5.' O ensino de msica, que dever ser
essencialmente pratica, ficar sob a immediata
inspeccao do director do Conservatorio mantido
pelo Estado ; cumprindo a esse l'unccionario agir
de modo que os alumnos e alumnas diplomados
pela Escola Normal possam as aulas primarias
que houverem do reger, bem dirigir o canto choral
e hymnos nfantis, susceptives de educar o ouvido
s creabas e produzir os demais resultados saluta-
res do ensino esthetico.
1." Sempre que o professor encarregadodes-
se ensino manifestar pouca aptido para diri^il-o
no sentido indicado, o director da Escola dever
propr a sua jubilaco, que ter logar com os ven-
cimentos proporcionaos ao tempo do servico no
magisterio estadual.
2.' Logo que, por qualquer motivo, vagar
essa auta, passar a ser regida por professor do
Conservatorio designado pelo Director deste, com
a gratificaco addicional de um cont e duzontos
mil reis (1:2001000).
Art. 6." A auta primaria do sexo masculino
annexa Escola para norma, tirocinio e exercicios
pedaggicos dos alumnos, durante os dous ltimos
annos, do estadio escolar, ser regida pelo profes-
sor de Pedagoga, que superintender a do sexo
femenino, tambem annexa para os mesmos fins e
confiada, de preferencia, no caso do vaga profes-
sora primaria do Estado que em concurso, peran-
te urna commisso de cinco professores do estabe-
lecimento e de accordo com as instruc<;5es a so-
rem expedidas, for classificada em primeiro lugar
entre as concurrentes, que devero ser tituladas.
nico.Os exercicios a que se refere este
artigo sero distribuidos pelos alumnos divididos
em turmas e comprehendorao todo o servico da
direceo podagogica das aulas.': leccOes e exames
das di fferen tese lasses; redacc'o de corresponden-
cia particular e official e organisacao do quadros
e mappas.
Art. 7.* Os trabalhos de costuras e
ficaro a car.ro da professora primaria.
Art. 8." O professor do Pedagoga
anda a aula de trabalhos manuaes, que
uar, ao menos, urna vez por semana
Art. 9. As aulas de desenho serao fiscalisadas
pelo respectivo lente no Instituto Benjamim Con-
stant, o qual lhes'dar o'programma que deva ser
seguido e velar na sua boa e fiel execucao ; ca-
bendo-lhe solicitar do Governo as providencias
que julgar necessariasa um ensino realmente pro-
ficuo.
Art. 10. O ensino de todas as materias ser
mais pratico do que theorlco e transmitido sem-
pre por meio de lecces de cousas quando o as-
sumpto a sso prestar-se.
nico. Haver para essas licoes collec?oes
completas de pesos e medidas ; symbolos dos so-
lidos geomtricos ; modelos de instrumntos agra-
rios ; amostras dos principaes adubos e estrumes
empregados na fertilisacao dos terrenos e dos
differentes mineraes; globos terrestres e espheras
armillares ; mappas muraos de geographia, zoolo-
ga, botnica e geologa ; e, finalmente apparelhos
indispensaveis demonstraco dos phenomenos
physicos, chimicos e meteorolgicos.
2. DA MATRICULA
Art. 11. Sao condic5es para a matricula no 1.
anuo, requerida ao Director.
1.Certidao de idade, ou documento equtva-
bordados
dirigir
funecio-
ser maior de 18
lente, em que se prove
para o sexo masculino, o fe 16, para o femenino.
2.* Approva^ao em oxame de admisso, de
accordo com o art." 61.
3.* Attestados do moralidade, passados. por
possoas idneas, a juizo do Director.
4.* Attestado do profissional que provo nao
soffrer o matriculando molestia contagiosa ou de-
feito pbysic: quo do futuro o impossibilito do exer-
cer o magisterio.
5-a Conhocimento da repartico compotonlo
em quo prove ter pago a taxa de dez mil reis '
(10SU00). ij
Art. 12. O Director poder recusar a matri-
cula ao candidato que. iio obstante exhibir os
attestados dos ns. 2, 3, e 4, nao estiver a seu juizo,
as condicoes do frequentar o estabelecimento,
dando de tudo conhocimento ao Governador do
Estado, que proferir, sobre tal ponto, decisao fi-
nal.
Art. 13. A matricula estar aberta de 15 de Ja-
neiro a l^de Fevoreiro o, urna vez encerrada no-
nhum candidato poder ser mais adniittido a
ella, salvo pagando o duplo da taxa, e at l de
Margo.
Art. 14 A matricula nos demais annos so far
tambem em virtud do roquerimento ao Director,
bastando juntar os certificados de approvacSo nos
exames das materias do anno precedente o do co-
nheciment) da taxa de que trata o art. 11.
Art. 15 O alumno que fjrapprovado com dis-
tineco em todas materias ficar isento da contri-
buco annua para matricula, o bom assimjnenhum
emolumento pagar pelo diploma ou pelos sert-
ficados quo lho forem expedidos.
3." DO TEMPO LECTIVO
Art 1G. As aulas funecionaro do primeiro da
til do mez do Fevereiro ao ultimo de Outubro,
inclusive as quintas-feiras salvo nos dias declara-
dos feriados pelos Governos da Unio e do Esta-
do e nos dias 6 de Marco, 24 de Julho e 10 de No-
ve mbro.
nico. Tero logar de conformidad com o
horario annexo ao presente regulamento, o qual
poder ser alterado pelo Director, com approvacao
do Director da Instrucco Publica, sem prejuizo do
numero de 1 cues e exercicios semanaos de cada
cadeira.
4* DA DISCIPLINA
Art. 17. Nenhuma pessoa estranha ao estabe-
lecimento, salvo autoridad superior, ter nelle
entrada sem previa licenca do Director.
Art. 18. As pessas que acompanharem as
alumnas, quando nao quizorem assistir s* leccoes
ou nao houver logar na aula, sahiro do Estabele-
cimento ou irao para as salas destinadas ao res-
pectivo sexo, onde se cnservaro com a dovida
urbanidado.s >b pena de lhes ser vedada a entrada.
Art. 19. Sao expressamente prohibidas as reu-
nios o conversas nos corredores do Estabeleci-
mento.
Art. 20. Nao ser permiltido aos alumnos
oceuparem-se no Estabelecimento com quaesquer
trabalhos que possam distrahil-os do seus estudos
regulares.
Art. 21. Os alumnos que mal proce lerem as
aulas ou em qualquer outra parte do Estabel ci-
mento e quo infringirem alguma das dtsposicoes
deste Regulamento serao advenidos por quem do
direito, e no caso de reincidencia, ficam sujeitos a
ser reprehendidos publicamente pelo Director. A
roprehenso neste caso ser dada na aula a que o
estudante portencer, presente o professor o os
demais estudantes.
Art. 22. Quando a reprehenso nao parecer
sufficiente ou o facto consistir em apodo, invecti-
va, ameaca, cumplicidade em assuada contra qual-
quer dos funccouat ios do Estalelocimento ou au-
toridades superiores do Estado, o estudante incor-
ror na pena de suspensa.', por um a dous annos,
de frequencia e exames na Escola.
1.'Si consistir em injurias ou calumnias
verbaes ou escripias, tentativa de aggresso ou
violencia contra qualquer dos funecionarios, o de-
linquonto e seus cumplices serab punidos com dous
a trez annos de privaco do frequencia e de exa-
mes.
2." Si a aggresso ou violencia se realisar
ou o facto consistir'em offensa moral, o culpado
alem de immediatamente entregue autoridado
policial, serexpuls da Escola.
3.* A imposico de qualquer, destas penas
nao isenta o culpado de soffrer alguma outra em
que haja incorrido segundo a legislacao em vigor.
Art. 23. Em qualquer dos casos do artigo an-
tecedents o Director far retirar incontinenti do re-
cinto do estabelecimento o infractor ou infracto-
res, vedando-lhe3 a entrada at ulterior delibera-
co
Art 24. O Director submelter qualquer das
oceurrencias de que trata o art. 22 ao conheci-
mento da congregaco, a qual, depois de proceder
a ndaga sado, impor-lhe- a pena em que houver incorrido.
Art. io. Da deciso da congregaco, em qual-
quer dos casos do [art. 22 se admittir recurso
para o Governador do Estado, intorposto dentro
de oito dias, contados da intimecao da pena.
nico Governador, a quem serao presen-
tes todos os papis que formarem o .processo, re-
solver por Decreto, confirmando, revogando ou
modificando a deciso. i
Art. 2f>. Os porteiros o mais empregados su-
balternos advertiro com toda a uroanidade os
que praticarem qualquer acto contrario boa or-
dem o asseio do edificio.
Se as advertencias nao forem sufficientes,
darao parto do occorrido ao Director.
(Continua).






tucitura policial
Secc5o 2.'N. 192.Sec etaria da Queslura
Policial do Etado da Pernambuco, 31 da Agos-
to de 1895.
Ao 3r. Coronel Dr. Julio de Meilo Filho, dig-
no Secretario da Juilica o Negeck>3 Interio
rea.
Part;cpo-vos qae foram hontem rr-calhidos a
Casa de Detenc&o o aeguiutes iodividnos t
A' ordam do subdelegado da freguezia
Rocifa, Fortnalo Jos de Mendonca Joao Luit,
da Aranjo, Je s Augoito Farreira dos Santos,
Mauoel Francisco Nunes da Silva e Tertuliano
Jos do Carino, por offensas a moral publica
A' ordem do subdegado do 1' disficto da
frsgnezia da S Jos Benedic a Maria da Con-
ceigao, como gatuna.
Commuoicou-ma o delegado de polica do
nuoicipio de Grtala, por oflicio da 27 deste
| mez que acha-ie preso na rrspactiva cadeia o
' criminoso da nome Antonio Gomes da Silva,que
aisassinou barbaramanlea Manoel Bislio de
j. tal, o qual declarou ser desertor da 4- compa-
nhia do 1' balallii) estadoal.
de Beberibe,
O subdelegado do distado
rprnettt'u a esta qu*stura as seguintes armas,
10 f cas de ponta, 1 nava'ha e 1 bacamarte, 1
1 ompisso a 1 lima, 'ornadas a diversos desor-
delros.
O tenente Manoel Waldoaldo Soares as-
sumio ne*la data o exercicio do cargo de sub-
delegado da freguezia de Santo Antonio, na
qul dade de 3 supplente.
Sauda e frateroidade.
O Questor,
Jos Felippe Nery da Silva Filht.

i
i MUTILADO l




\
Piarlo de Peraambuco Domingo 1 de etembro de 1895
ECEBED0RIA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO
Despachos odia31 de Agosto de 18d3
Cneodia Policarpa de Carvalho Pogg', Irma
tiatrioradoCollegiade S. Vjceole de Paula,
lana Magdalena da Natividad, Guimaraes
Braga & C, Pchiinan & C-Informe a l" sec-
Jos Gomes &C A r seccSo para os de-
atos fins.
Vanoel Francisco dos Santos, Gongalves
Sanios C, Joao Al ves da Silva. Iaforme a
V seccSo.
Jlanoel Caetauo & CA l* seceso.
0 porleiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
SECRETARIA
DE ESTADO DOS
DA INDUSTRIA
NEGOCIOS
Despacitos do dia 2(j de Agosto de lSg$ ]
Constaotioa da ConceicSo, pedindo para reti-
rar da Escola Fre Caneca seus dous Albos me-
nores, Sabino Rosa da Silva e Francisco Calixto
ate Silva.Informe o Dr. director da Kscola In-
Otrial Fre Caneca.
Manoel Antonio, dos Santos Dias, solicitando
de governo o auxilio de dea conlos de ris por
xlooaelro para estrada de ferro em conslruc-
5S0 ligando a estagao de Frexeiras as povoa-
j5es de Primavera e Amaragy.Informe o Dr.
director geral interino da 3." Directora.
- 30 -
J gerente do Londoo Braziliao Bank Limited,
agente liuauceira da Recife Draioage, reque-
mando pagamento- de -contal pertenies ao se-
mestre de Jaoeiro a Junho do corrente anno.
Pedise informacao Secretaria da Fazenda.
AugustoComber, coocessionario do lote n. 38
da primeara sec^ao da Colonia Suassuna, pedin
de abate de pagamento do mesmo lote.Defe-
rido, nos termoi do officio desla data ao Dr. di-
rector garal interino da 3." Direetaria.
Vianna Castro i C, eslabelecidos com loja
de ferragens nesta cidale, recorrendo da mulla
amposla pela Inspectora de Hygiene por in-
f-ajao do arl. 14, da regularaento que baixou
rs>m o Decreto de 23 de Outubro de 1891.
porttiro,
Archias Slafra.
*-***-*m^**^
ESTADOS 04 OH O
CAPITAL _CDEUAL
:> las al 36 io paasa U Diario Omcial de 2i do, aob o litlo A
ai do Re Grande do Sui, poolicou o seguate
>.i >-. Presidente da Kepuoli -a reeeoeu bontem
3 argoiote teleg-aarca do General lanocencio
j-rvao, coanoandaote do 6 Dislricio Militar :
Pelonas, 23 de />gcso.
E;li Hf ir ala a paz do Rio Grande de acor*
lo coai ossos rtesrjot e qb. (Metas em regosijo indsscriptivel. Ac
Mlml sinceros pa-abena pela glortficacao do
neto r.nmp, aclmenlo da vosea aaiondade e
widj Ealauo do Rio Grande. V.v* a R-p-
nica 1
Palacio Peto Aigre-, 23. -D*. Proiente de
Sores, P esidente da RepuolJ?. Acabo de
i-ce be r vjsio telegramas, -qae cordialmente
igradeco, confeisando-Tie- peohoraio pelas vos-
m expresases, Aestabelrrclmeaio da paz ueste
"aviado, mellante eobaaiasao dos rebeldes nos
t'-Tado* termos da voaaa digna deciso, deter
"B)D'. imcaeoao regosijo nn Rio G-ao-le do Sal
f*r, como ibeiro principal da ca'a~terisla
:ntatia contra ina itnic6js repoblcan**, toffr'
esde fevereio de 1893 es funestos tffelios da
r.ia armada.
Ao m*i)o lempo >ia auspicioso soccesso en*
Tofte vossa justa e no"r ben^mirencU. atenta
5 saagao non osa eui uu- se ctMMwrtaa p-esti-
/iados os code-es panucos. P-ic-i otos para
joe aquella subolaaao seja dennuiva. Pela tu-
pirle lud > envidire oo sentido de a ni a .
oa a tornar effecivaa as garantas ci-eitcs
:frgtltucionje?.
2n neme do RoG ande do Sol dl-'jc*vo
?)we"ar congratji cOes. eitensivjs ao vasso jo*
aerno.
Acceitai mibas ce:>iiea sanda.oee. Jalio
"aaiiibo.
No mesmo da fol lido oo Senado o segoi i-
jt *.elegramrca :
Pesineote Senado R'O.
Esti assu'3i-a a oax dj Rio Grande. Revol'
*c>, sem boTiilbacaj defloa-ran a-ma pe"
> ezercl'o Uirai qm mantee resuena ta em
}da plennaue auturidae Presidente da Repu*
??ica.
Parabens a Patria. Via a Repblica. Gal*
o.
Conhecida a aisigoatarada pacitic-icao do
?M Grande do Sol, fol a ou a nula do da, qae
3*obrase do Paiz> apprebeodeo a todo a pt*
Dlcao, cucoiacdo rpida, captando a aleoslo
it lodo o Rio de Jmeiro.
Caobecidat as n itcias olitlaes iim g ande oe.
Etro ae e-tab-' e 'imea'os eoaimereiaes, eiiticio-
jnll.'OJ e partieulare, quartei, *jecreta ias de
fislad i e redacg5"s di imjreaHa icaraui o pav*
33 oacionH e illumiaaraoo i ooo'e.
Bandas de moaica percorreram a tarle algo'
aas ruaj centraes da cidada.
A' ooiteo 3r. Presidente da Repblica receeu
Ja Palacio uru g.-ande numero ie concitadios
29-sos que o f.ram comprimeaiar, entre o
jaaes seaidort-s e depatados, commisces das
v4icdes do laroal da Hrait> e UiJade do
3o.
A directora do I.y.eu de Artes e Officlos ao
Ser Cnbeciuieol aa noljia da pacifieacao reto
Tecr em flgoal ae regasiji po'e?e- facto.que
Tem necessariaraerjie trasn a tranquiUidade
.'aaIra orasrleira, eogpenJer aa aulas aes das
Si e 2> do corrate, e mandan ba9tear o sea
>*ilnao e illamlnar a facnaia do aditicio.
v* oannaadaoiB da Hollina dj Rio Gaode do
M, capit&o de fragata Praocisto M. P**eira e
fenxa. lelegraDboa aa Sr Miolatro da Mir nba
:3oaoltaodo se poin fest'jar a paniOcacao.
O 8r. almirante Ministro da Marioba respon
-*.*B qae acoupanbasse as manifeiac.Oes que
oreta feiia< pelo Goveroo da Kuado.
A cjmruisij de veriticagao da pdeme da
Jamara dos Depatados, reatiio*>e'0o dia 23 do
>asado pira tratar do pleito eleitora! do 4o
ilUricto le P^rnamaoce, pelo qual f^ tratoa de
>reacber a vaga deixada pelo Sr. Goocalei
?errelra.
O S". Dr. Jos M rianno, procurador do candi*
alo contestante, dfixoo de comoareoe*, arik*
ianda em olfinaqu- por errfermo nSo pjdera
Klod&r canterjieotemeate ai actas e mais do-
^rmeoioa que oalive-a vista.
Sr. Dr. Go3aives Maia, qae se apreseatoo
sumo 2 proca-alor do uaesrno conlestaote, K>
*fVfen o prazi de irn din para apreseatar a
wsliwtiatila.
Gimo en trea- o-oroga^Oi a comnoisaao }4
iovia concedido 27 das di praxo*, ioi r jeitado o
rwjaerrmeoto.
yroce irn*ae eati) ao ecarne1 das actas e mala
3C8oieoto< (em 1' va, porqoe ai pnmelras es-
^?atu em poder do Sr. Joae Mariaono) at o
xnnicipio de Qoipap4, aend) o resltalo todo
ivoravei ao canil lato linio ni lo.
valecoa ; Sua Santidade uo pode deixar Rom?,
serla umiabdicajio inadmissivel.
B'certa, porn, qoe oo Vailcaoo afflr na-3e
que o papa prepara ana circmar que dirigir
aoa nuoclos nara renovar seas p*otestos por oc.
tasiaa das alladidas fes'as anniversarias.
O Vatran-i fez cooatar a todos o psixe?
caiboliticos qoe lomarla cono injuria a rellcio
a puticipacao desses meamos paixei naa fest-ts
de Setemb'o, eo commemoragao a occnpa^S}
em 1870 d- Rima pelas (oreas italianas, cora-
mandadas por Vctor Emmaauel.
Essa medida fol vlvameile commentada nos
CirCUliH pollUCOa llllilQO?.
Manseabor Averardi partir brevemente
para o Rio da Prata, onde vai presidir o ;oa-
gr8?o dos bupas da America do Sui, o qual es.
ti definitivamente decililo.
Una vex que estej o coogresso realisado,
monte >bor Aerarll i ao Mxico para reatabe-
Itcer aa rela^Oes entre este pali e o Vati'.ano.
Na cana que d r.^io Lia XIII ao blspo de
Malinea sahealanvse es segninles periodos.
Tratando da barmoma da religito e do esplrl.
lo da l 'ropo presen e, frisca Sua Santidade :
A qu.'gtao 6 ardua e complicada.. Nao re-
cusamos, apezar disto, tratar della sobre todo
no qoe iz respeltoao noaso ministerio. Com
effeito, ja e ba mnita lempa, em ques Osa da
mesuia-ordem, jnlgamos opportano trazer para
ella argumentis da icufitia clirista, acommo.
lando.as ao nosao lempo e aos nassos costo,
mes.
Cunvm, como fax ootar om jvnal francs,
jus ae ffxe a attenco oo sentido das pbrases
aotenorea. N-ilas se eiconlra, por aasim di-
zer, toda a pol.tica e i peosamen'o completo do
veneravel sacerdote que oceupa a cadeira de S.
Pei-o.
Nisna alta aabeloria, penaos que os argn.
melos e os enamamentss da doalrina cbns a
nao devem immubilea'.se as rispidas fo'mas
de orna escoiaatica immutavel e com pr fi.nl>;
seoao estima que acommodando aquella e pon.
lo a de acoroo com certas tendencias do espi.
rito moderno, continuar exerceado sempre a
ana poderosa aflaeacia sobre as i.l aas e os co.
ragOes.
O papa p'opfc aos catbolicos belgas qoe ge
unam, e para laso acooselha-as qoe se reunam
num i-on'esso, em qie podero ser jaldadas as
differencas actaxea e se c- nseguira procurar os
me os necessarios para Ihes por Gm.
E' precisoproa:gue o pontiBie qae a re.
llgio go e da preeminencia que se Ibe deva a
qae ixponna aviriudeqae aella eocerra, virta.
de maravtl0G8a'Qants al a sociedado civil, do-
mestica, econmica; alen disto, oecessano
qa, g'agas a barmooia chrisinenie "oncebtda
da aaiO-idade publica da liberdade, seja pasto o
reino ao airigo da religiao ; qae as boas iosli.
tmgOds toaiaes, e aob-e tu io as escolas, se me
inore -, e que a pr<*perldale augmente e o com.
mercio a as a'tes se deseavol; m com a ajo la
desea sao :iacO?s que possuem e de lao diversos tins. aasoclagOss qae serla pa.
ra desej-r qns augneatasaem, sempre que ese
augmeoto foase s-b os auspic os di religiao e
em f.vor della.
E' tambera indispensavel qae essa aocielade
se iaclinp, cam a devida deferencia, di inte do'
soberanos conseibo* de Deas, qae qulx qae ex.
i'lisse dentro da onldade do geuero bomaoo di.
versldade daclasse, eanlre ellas ama especie
deigaaldade devlda a ana callaborac&o pater.
nal : tiesta manalra os operarios n&o perdera
o reapeito e a.conanc para os s os pairOes e
neales ni> faltara nen a banlade nem a beae.
voleooia nara os sena ooTanos
Le's XIII tt rm na a sua carta com esta elo'
qumte demonat^ac^o aos ca'nolicos Delga* :
Devem, a iie< de todo, ururemse estreita-
monte, afn de qae dirtjam as snas vi-ldese
todas as suas (orgia con'.-a o erro do socialismo,
do qual derivam grandes malea e vengas espan-
tosos. O gcciallsm, ua ve-da te, nao cessa de
se agitar facaoumeote con ra a religiao e con-
tra a eocledade e dia a dia trabalba em levar a
nertarbagio aos di-er-os numiaos como aos di-
vinos, e em destruir os beneficies da p-ovideocia
evingetica...
aV isMMi qae tolos 03 bons, sem disio gao de
part los, se deJiquem a comoaler legalmeoie
pela veriale cbns. pela jostiga. pela caridade,
aim de defeod r a cansa sagrada de Deas e di
patria, da qcal depeodem a- aalvagao e prospe-
ndade pobli a .
O cardeal Ledocb'iwskj re.-ebeu na da 13
as felicitagOai do aacro-collegio pelo seu jubileo
sarerdatai.
Tamoem receben nesae dia os cardeaes, que
comrOTn o conselno ae Propaganda, que Ibe.
apreeeotrfio as aaas felicitages e oaseas dooa-
t voa; 03 prelados- empreados na mesma coi-
greg-gao, oa alomos do collegio de Propagad
da, os outras collegioa ealraageiros e os proca-
radores to 1 a3 as ordena religiosas que teai
miasiooarioe.
ntreos donativos feitos ao cardeal achao-se
orna medalba commemorativa de caro, offerecida
pelos fu iccionarios da Propagan 1a ; om lbum
offerecuo pelos alomaos do colleeio da Pro-
oagioda e ama meosagem redigia em diversas
liogaas.
Paolicon o >aJss(r calore Catbolico* nao ha
raoi'n, qae o Papa ordenoo ao clero iiaiitno nao
qae ge abrlUefg absolaUmsnte os eleigO-,
uumaraen'e proce idas, como tambem que tvi
tasse qoalqoer relaga-i-com o Qolnoal emqaaDto
na Italia a igrej conservarse separada di
Eslado.
?ela mesma folba fax o Vaticana desmen-
tir oficialmente a no icia qae co rera de ler pe-
dido o candeal Rampollo, secretario de Estado
do Vaticano, a embalxada da Aastria Haogria
jcn'.o A Sania *, explicjgoes a respeito ios in*
cident's qoe sederfto co i o Nuncio Apostlico
em Vieaoa, moasenor Aliardi.
Balsaria
EXTERIOR
EROr c
Sania S
Ho da 18 de Agosto devem S. S. receber em
aadiencia grande numero de ca'deaeg, eonatao.
*o qoe o papa aprovei'a-a esta oceaaiSo para
Wtleatar enrgicamente contra a declaragSo de
r feriado o da 20 de Swembro e a participa,
cao qoe arojeeua lomar nesse dia as featas of-
ciaes numerosas colonias eairangeirai.
Cnegoo mesmo a correr, qae ja se awvla real I-
fado no Vaticano, eob a presidencia do polifl-
*, om cjrande cooselbo a qae assistiram klo* os
nrdeaes de preaeole em Roma, accreacentand-
se que nelle ter-se-bia tratado do abandono da
Cidde Etorna para Leo XIIIV como protesto
t'a a celebragSo do anoiveasarlo da er.traa
*m R >m i das forgas italianas.
Alada corteo, qoe ana qoeMam-abaolotameB-
.eapartda do pootiflce e esta proposta seria
ipoiada pela Frange e pela Ras la ; e qoe cutroa
*eeeiava:u qne.se o papa aaWsse do Vaticano,
lo pooesee vollar, sendo por isso melbor flear,
ncceoe8se o qoe eaccedf sae.
Parece qae este ultimo alvitre fol o que pre-
0 aasaasloato da Sr. Stambodloff coim.veo o
patz, dando'te o ficta do modo aegointe
> aaOo mimsiro sabia do Club Uaiao, em
companbia do1 sen- amigo Petlof, aotigo o.ire
de >oi.h.a, e mal liaba tilu lempo de ae rretier
oa carroagem; quaodo tres individuos ae langa-
ram a ire-ate dos cavallos e qotxeram forgar o
coebeiro a conservarse immovel. Este, porem,
aonsegaio i oxir d'aa revlver e faxer fogo so
Ore os aggessoiea; oeste memento, Stam-
bauloff, oo ios-e para faer frente aoa aggresaa-
rea oa com a iia de fagir, apeoo-te dacarraa-
gem. Um dot assasainoa diriga-Ibe, eotao, oa
dtreega do peito ama violenta porbslada, qoe
SumbO-lolIquJx aparar no braco; mas o golpe
fr* dirigidido com tal vinleacia, que Ibe eoitio
quasl ioteirameote o polso.
O antigo primei'O ministro tentou em vfio des-
embaracir-se e fi-gi-; mas 'ecebea orna aeenn-
ia -punnalada oa cabega, ota tim de revher
oag eos as e cabio, dan lo -Iba oa assastiaos mala
io i* oonhaiadas. ama na cabega e ou.ra no pei-
to. O ferido tentou alada aparar oa golpes coo
a mao qoe Ibe Qcara val la ; mas etta mo fol,
por sua vezqoasi decepada de pulso ; e fol nesse
momento cae acudiram algomas >peasoaa ao
local do alternado e oa aasaaalooi degappare:e*
ram.
O Sr. Petaiof, qoe qoizera defender o Sr.
StambouloS, apeoaa recebes om vigoroao socco,
podendo ver apenas e declarar qae varios agen-
tes de segaraoca qae pasbavam as proximida-
des fogiram e que os tres aseaasinoaerara mn-
cenos de 19 a 20 enoog de idade.
Do clab aeadiram vanas pessoas, altrabidas
pelo roldo da lacia, e easas pesg ias viram o Sr.
Siambauloff biabado em sangrja e rodeado par
algaos indivldoos, entre os qaaes dooi oa ires
gendarme*, qoe declararam n&o ler via'o 08 c:i-
aloogos.
O ferido fol aullido oo trea, e o Vate momeo
to pasiva ca8oalmen:e sua irma que, ao ver o
q jr- se paesava, caba com orna syocope.
Cbegado a casa, Stambouloff fot levado para o
sea qaarto e estnleramn'o sobre um eof : ti-
oba perdido malta sangoe e a ana fraqaexa era
extrema ; e cbamadoa a toda a p-eaaa mdicos
procaderam a amputagio de embaa as maoa, e
consideraram deale logo desasperador o estado
do ferido.
Logo qoe o afeo lado foi conheclo. a casi de
stambouloff eoebeu-se -e amigos e oa repreaeo-
tantea diplomticas foram all saber noticia*. As
mermo tempo ebegavam as autoridades adieta-
ras e a polica, para procederem aoa prim iro
inlerrogatorioa a a oolras diligencias, o qoe dea
lagar a nma acea dolorcaa.
A esposa deStambonioff ebegou banbada em
lagrimas, rodeada pelos filbioboa qoe aolfa?am
gritos dilacerantes depo.'a de verem a polica
e os gendarmes, probibio-lbea a entrada, acen-
sando os de rompiicidade e convidaodu-os a
proca-ar oa awaggrnca, em vea de virem aggra-
var coa a aoa presenca, oa soflrimentos de seo
marido, mandando igualmente sabir os otros
empregalos da joatiga.
A polica fea numerosas prlxbes.
O alternado foi praticado dorante o da, mas
geralmenie salitirla i noute; entreaniu a illa-
mlnagJa bistaote Intensa e a oolte eslava mul-
to clara, eocoolraalo-ae ni logar do criuie a*
armas perteocentes aos asaaaslaos; am sabr
torco, om graade panbal e dous revolver*.
Osamtgoa do goveroo dixem qae Stambon!ofT
foi victima da sua imprudencia, pojg nanea qui-
zara aeitir a pol'cia, qae Ibe offereciam para
guar lar-llia a vi la.
Por oceaa o do enterro, as3mpaabaram o fe'
retro urnas 300 coras, entre as qea^s urna do
imperalor Praoclso Jas da Austria o ontra da
rainba Victoria da Gra-Bretaoha.
Como o Sr. Perkaff amigo intima do acianto,
dissese alio ao pas-a- pelo a to do .tianiad):
< Foi aqoi que uns a-sassinn aasalariadoa maia-
ram o msior patriota la R ligarla onvic-se
urna voz gritar: Mentes levaoiando-see-nao
grande paoico entre a muludo, mas a paltcia
reatabeleceu logo a ordem.
As participagdes do fallecirrento a lixalas as
esquinas das roas foram d'alli arrancadas e suo-
ftiiutias p gao de Varna ja-oa sob o atade vingar o
morto.
Nj traolto de-amse varios Incidente*.
Bateve quasi a r.-oantar um confelo entra o
acompanbamento do eaterro e a maltid&o qae
acabava de aaststrr ao oIli;io fnebre em c m-
memorago do majir Panrzi; c e a ebegada
opponuna ;de um destacamesto de cav;lla*ia,
poule impelir a colllso.
Nao foi pronunciado neabun discarao a be:ra
da sepuliura.
N'outra pa-te ao cemiterlo os 8)Ciallstaj
faziam urna Impanente maolfestagao sobre as
sepultura dos condemnado* no prqcesso da
morte da miilatro Beftcbeff. pronuaciandc-se
dlsca-aos violentos coatra a memoria de Staua-
booloQ.
A policia naa leve de iotwfl*.
o pr.nrape Fernando mandn celebrar um
officio* oe.o Sr. Stambooloff.
T fecbell preso por sospeila de baver to-
mado pane noassassinato de Stambouloff, foi oo
la 10 poata em lib&rdade, por oau bivar provea
cootra elle, e leva eotbnaiaatlca mao'feiagao de
-y-mpalbia por parle dos al vera ros doex-pr -
metro mioialro aesaesioado.
A polic a preadea oa capital doisioiividoos
accasaloa de terem tomado parte no assaa-
siaato da Miialnk-IT, o amigo de Stambouloff.
Estes individuas negam quaiquer participagia
noel-lia-, apezar das pravas eama^adoras qae
pesam contra t les.
Coatioi ac ivameo'e o ioqaerito.
Os magiairadoa qoe eata ioataarando o
processo sob'e o assasalnato de Stamaoulufi",
mostran se persuadidos de que o crime fol pre-
parado por tr 'a grupos de pessoas igualmente
rapulaionadas pela sede de viganga : a fam lia
Tuf keief, os amigos do major Paoitza > oa
pareo'-ea de Tima Georgief. eaforcxdo en Sofii
em 1392.
Tadoa estes tres grapos alliciaram om assaa-
sino, sendo provvel qae a familia Tuffkcliief
emp-eg'8*e Hile,: qae Done Georgief, amigo
amigo e secretario do major Pani-.zi, foase o
mlsaario dos qoe qneriam iiugar este ultimo.
Qjaa-o ar> tercetro asaasamo, seria nados ir-
uuo 'e Toma Georgief.
Das tres p e-"umidos a;8assinoa, so Bae Geor-
gef que esta preso.
Presume se qae os coaiu'ados se aprefeita'
ram em S-jfJa pauao antes de prali^ado o cri-
me, permanecen lo occaitos at qae tiv-sramut-
lo preparada para vloraro golpe.
o Swoboia, de Sott', orgao do part .o
SiambouUitf, dirige urna proclanagao aos sea
par ilarios, na qnai auanncia que, apezar ua
morte de seo ebefe, o parado uao se diaso've-a
e cootiuuira a luta para a iadependencia da
pa'ria.
O Sr. Pakof tomi a direegao do part (o ; e ja
anaunciou que o prog-amma sera o mesmo, isto
, que o partido lotara coatra a influencia rus,a
eelevara-bem alto a bondeira blgara.
Bm bo ariigo intitulado: >Quies sao o*
assassiooa de Stambaalotl ? e.se joroa! cita
uiia serie de lacios leole&iesa inunuar da guio
qae o principe da Uu'gana lem a res.aansaoil.-
dada da morte de Si-.mtioa'oll.
O principe, qae se acba em Ca laba', lo/o que
soaDejdo assacs n^la, qoiz volta" para aotUf.
O gaoi ele ooigaro, porem, opaoz-se a isa.-, al-
legaaio a mpressaa qoe urna volta uo precipi-
tada p-oluz-la sabr a opmia eoronea, que
vera oeha am sjmptjma de grav,dade na ai-
tuagio da Bulgaria.
Foi, poie, para uo alarmar a ooto'ao iaot.l-
mente que o priacipe Gernindo U:ou em Cae
'abad-
A exs tagao qae rebeato i oa Bu gana ce-
den o logar olio das de,o 3 a oijji traoqailUJa-
de relativa.
O -nmnio de Stambouloff ten sida gaardado
pela polica. E' de esperar, pola, que os indi-
v dos que quorum profanar os aeui restos
corisea, disisiam desee plano repulsivo.
O sentimeuto qoe domina acioalmenta u: Bal
gana e.o do aoatknento.
Os p-opnos immigos Ae Stambooloff deploram
o crinie no-rivel e seotem qae a Bnlgana qaasi
peroeo a estima aa Eo-opa, oo ua-mana em
qae taato precisa della.
A opioiao publica oa Earopa pede o 3 'verj
castigo dos culpados- Aaatariiade jaliciaria
P'osegae activamente oo inqoerito que lolcioa ;
julg:-3e, pore u, poueo auxilala pala polica e
ja re queixou o -sae sentido-
No eutretanio esto p-esos varios in divdaos,
sobre os qaaes recanm grates suspelias, pela
menos ae cumplicid.de; nada, po em, ae deci-
sivo esta provada coatra eiles.
Oa jornaea coilinuam a commeotar a mor-
te do celebre dictador blgaro, expriminlc-se o
jornal rosso Os Novosti* oe.-tes termos:
A Rotsia iole ra revoltoa-se diaote do cri-
me qoe fol praticado. Mas, fizedlo abstraego
do pezar que ae sent soo o panto de vista hu-
manitario e da repulaao qu* provuu o (acto de
ter-re acabado com Suraoauloll de am moda
tac feroz, lodo o domea imparcial dir o se-
guate : Como qae jtamojjloff pesoa tanto
tempo sobre a Earopa loteira e at qae pooto
mereaea elle a celebridad; sai generia de
qae gozava ?
A trplice alliaaga naacen antss do appareci-
ment de Stambooloff uo papel de dictador bl-
garo, mas nao ba a maoor duvida qae aa proe-
zas desle aventorelro foroeeeram um novo pre-
texto a eaaa aiiiaugi e troaxeram ama tensao
extrema das rel'gaea polticas na Earopa. En
1887 a Europa eatava a dons passos da gaerra ;
se a pas foi conservada, deve sa nicamente a
traoquillidale de espirito e ao saogue fro do
una o czar.
O.meamo jornal diz que Stannouloff era por
al mesme ioslgaificaate, mas qoe a trplice all
-.oga tenlo-o tomado son sua proteccao, tmba
falto deile o carrasco da paz e da traaqoillida-
de da Earopa.
A morte de Stioiboalaff, accre'cente o me-
mo jornal, allivia a Earopa, se se jolgar as coc-
eas sob am poalo de vista imparta!, de maltas
recelos graves para o fatoro.
Nfto obstante o arrefeclmeoto que pareca
ter-se dado aos aaimos, am attentido qae re-
provadu pela maioria da populago, prodozio se
no da 15 na capital.
Um gruo co sideravel deadverairioe de Stam-
bouloff, irritados pelos arligos violentos qoe coo
ta osea partido pnblicam desde algos dias os
|o naea llberaes, dirigic-se ao.cemiterlo, e ab a
r.uitidao 8aqneou borrivelmenie o tmulo do aa-
tign primeiro ministro.
A c-uz fol arrancada e todas aa curdas quebra-
das, nao podendo a polica impedir esta odiosa
profaonjao.
O joroaes da notte cengorm severameote oa
autores desle faci. a respailo do qual foi
atierio inqoerito para ee descobrir seos prlocl
paes instigadora!, porm at aga-a oeobaa pode
ser preso.
A agitagio augmenta, estando oa radicaos
e os liberaos mutto excitados Temem-se gra-
ves deaordeas, e as tropas a:ham-3e aqaarlela-
daa.
Um doa orgioa do partido liberal foi aaealtada
por nm grnpo de individuos exltalos aoa gritos
de Viva stoiloll! Mo'ram os liberaos I
As prensaa foram qoebradaa e allradaa pela
jaoella a fra, a polica difficilmente coasegoio
nvrar da fnna dos assaltantes o director e reda
c-ores desse orgao da opposlcSo.
A co te teme que hi> attentado seja perpetra-
do contra a vida do euxerano blgaro, qoe lem
recebido estos ltimos das malla* cartas aaoaf
moa, am 'agaodo-o de morte.
A polica probara os autores deslas miaiivas.
parm nao tem obtilo at agora osnbam faz-
ceiso em sass pesquisas.
O prlocipe Fernando chagou a Sopla, de
volta de Cariaban, ua maoba da 13.
G'ande parte da populagao eaperava-o na e3-
tago e fez Ibe brllbaate rece^gao.
O principias per^onagens Uo partido radical
e-liveram presentes, aasim como todos os minis-
tros e ootraa auto-idades superiores,
Comtudo notou se qua os diplmalas estrao
g-lros acreditadas juato ao governo oSa compa
receram.
Os miotstroa celeb'aram logo oo dii se-
gui'ite nm longo cooselbo, ao quil o principa
Fernando aasisiio.
Coreu o boato onnco depol* que o g'bhete
tirina pelldo demls-A) am mas-a, porm o pn-
meiro miaisiro, S'. Stolloff, desmento o logo.
E-ie Sr. e seas collegas nao ten aesmo nea
dj se retlrarem.
Esio perfeitamente de aceordo e no davidam
qae cnegarao a veacer tolas aa difJLuldales a>
tuaea.
Duran! sai estad i ;mCarlabad namerosas
pessoas viadas de dilfsrentes capitaea da Earopa
motlateme procararam conferenciar com o prin-
cipe a .espeito dos oegoclos polticos de sen
pala, sania qae al as pessoas da comitiva guar-
davam igualmente a maior reserva.
Ta-avia lelegrapbam de Sapbia para Vteam
que se poeten le poclamar a indepan lenca da
Balgarla.
Em circalos offi'.iaen a8aeguraia-3e que os
membroa do governo, contando cootao lo com o
apoio de algunas grandes potencias, v5> decla-
rar a numnomia, desligando ae por completo o
Imneno Ottomano-
N) entretanto o Malta,a de Pana, publica
iiu interview com o p-innpa Fernando, oo
anal S. A. allirra o sea profando reapeilo pelo
Sul ao e reoelU as arouaagSss que l.;e dirigi a
imprerasa de B-'lu e Vianna acarea da sai at
tttade na que-tao da Mace -onia.
D'clara qoe ae oppo- sempr" e com toda a
energa a orgaalsacao da revolta Mi'.edoniss,
da qoe M. S ambaoloffera o instigador ; qae.en-
vin pira a froiteira forgas aftm de imporem
respeito aos perturbadores da ordm ; e qae va-
ras vezes pedio matante n-nte a Porta qae re'-
lisasse reformas na admiaistragao ecclesaslica '
civil da Mac. doma, mas tnfelizmanie n < (o at.
tendido.
O principe Fernando afirma tar recelido nlti-
mamente de Rerlim e Vieona mais de quinbsntas
carta- amijii's, cont-odo maullos e cnamando-
iba aagassinu e IraUor.
A proposito da Bulgaria o Fremdeoblatl de-
Clara estar immloente o ti.n do movimea'.o ma-
cednico.
A Eurooa, diz o org&o oficioso, recebera esla
noticia com sai'sfacao. O mallogro das tentati-
vas insarreecnnistss foi prlncioalmeate devido
a abaaluta iodlffereog manifestada pelos mate
domos e a uaanlmidade de que provou pan as
gran les potencias.
O drsaatre d'eate mavimento mostroo clara-
nenie que episodios amesgadores d'esa natnre-
za podarda aar localisidos emqoanto p-evalecer
a unanimidada actaa das potencias euopas
compenetradas dos grandes in.ertss-.s qoe acn
selna a a conaervagao di paz.
Os jo-oaea russos, par om lado, declaram agi-
r qae nao ba neessidade de reconciliar a Rs-
ala com a Bulga ia porque nanea es.iveraoa
desunidas, o qoe deveria fazer-se era eleger
um princine pela Sobrani* regularmente con-
stimida noa termos e para os effaitos do trtalo
le Berlina.
O'jornaea ioglezeseallemaes, sproveitam esta
noticia para deoonciarem o procedtmeato moo
tilico do nriocipe, que uao sou.ae gaobar aa boas
racas da Rassia e s alienar definitivamente
as Fympatnias ua trlpl
t rra
oulras as exigencias do fisco, dos refinadores c
dos syndicatos, nterpondo se entre o fabrican-
te e o onsumidor, vS) actuindo para que o
consumo nao a:ompanbe o progresso industrial.
Entretanto o assucar oceupa sem duvida lugar
saliente entre os gneros alimenticios de primei-
ra necessidade, o mais importante daclasse,
que Liebige denomiooualmanios respirato-
riosa pois deva merecer toda a prot-c-;o dos
governos da propra industria, para que o prego
de um tal genero de pruneira necessidade se
tornasse accesaiyel a todas as classes sociaes.
K' dever do po ler publi o auxiliar o augmento
da prolucgio de3sa geoero, que est longe de
satisfazer o consummo, de que sus eptivel,
assim como dev-r da industria produzir mui-
to com a menor despez.
A canna nao deva raceiar a competencia da
beterraha, que propriaraente nao planta de
assucar. visto que smente circumstancias espe-
ciaes deratn.Illa tal destino Sob o potito do
vista agrcola, a baterraba tnuito inferior:
nao produz, apezar d03 progressos da cul'ura,
tnais de 40 toneladas por hectare com 12 por
cento de aasucar, t rrao medio, ai pisso qui a
canna d fcilmente, rneamo sob a cultura roii-
neira, o duplo par bectare, com U 7 de a3su-
car. A seleegao da sement e o aperfeijoi-
menlo oa cultura h5o de duplicar a riqueza sac-
charina da canna, coma aconteceu com a bat raba, que de 5 / passou a'er 13 /. le san
charose. A perlei^ao do fabrico, de molo que
cora a rainitna despeza se consiga extrabir a
quas' lolalidade do e33UCnr da planta, dar a
victoria a preciosa gramnea e nao liavar mais
r-a/.aa para que conlinuj a protecga ol&cial da
industria eurjpa era dairraenlo do consuno
de um alune to lo necessario ecommia Hu-
mana. Cas > poietn n&o se reaiisa esse desi-
dertum, se a beterraba continuar a ser a plan-
ta saccharifera dos paizes teraparadoa, a canna
seio-o-ba dos paizea tropicaes, concorrendo
ambas para abaatecerein de ura alimento, cujo
cjnsumo ir sempra em augmento des le qua
esteja ao alcance de todas as classes sociaes.
Torna se, diz o citado autor, o asaucar acces-
sivel por seu nr co ao mais pobre operario,
ver sa-bi que diminuir a tenleacia embria-
guez, essa raidonba cliag da civilisago ; gran
de numero de mol'S'ias, originadas la atonta
e fraqueza dos orliaos liu de desapparecar sob
influen ia benfica do assucar, eaae tnico-
Inaifensivo, que no faz-, na realidade. mil
sanio bolga, como diz ura proverbia vulgar
Pire:e-n- partauto qu- a Saciada le Auxi-
lia lora ni i -tuve conselbar a aabatilaigao da
lavouri da canna, quo lem si lo a nica bate
la prospendade da Pernarabueo h que dcn.tre
todas >a cultural tropcaea como se l a pig.
591 da "Gii Ir da Plantear de li Canni d sucre
a menos aleatoria quant) a aeus resultados,
aquella qtia manos trab-ilbo iraps ao hotnam
,e que pj le sempre trazar bem estarn agri-
cultor.
E' a nica 1 avoura, donde s se tara de ex-
traliir o assucar e o al :iol, substancias de ele-
menlos todos atraosphericos, devendo vollar
para o terreno iodos os rasiduas da rabrica,
conservando se assun per.-nnamante a uberda
de do solo.
Desses meamos residuos, rauitos s5o o me-
lbor alimento para o gado.
O clima o mais apropria le, pois o invern,
substituido pela estarlo das ebuvas, a apto
para o desenvolvimdnta rapi-lo do vigalal e o
verao, que se segu, condensa o sueco e a plan-
la amadurece em epocbi a mais oppoitunad
collieiti.
Nenhuma oulra lavoura temos qua se poaaa
desenvolver em taes con lig ;s cam tantas van-
tagens.
Logo, parra, que baja polica rural, instruc-
e allianga e da logia- gao agrcola, onde sa eduquam opa-arios ru-
raes, lei de lo agao de 3ervigos, repressao con
struir estradas de ferro, o que sua maior diftl-
culdade.. A usinas podara se preparar fcil-
mente para entregar ao consum o assucar ja,
beneficiado sam necessidade de ir reftnagao,
pois oj apparelhos raa s dispendiosos, como
vacuos e turbnas e ger dores da vapor ellas
team. f
Eis, Sr. Gerente, > que me pareceu con-
veniente informir-v acarea do assurapto. Ei-
tretinto cerlo noasos consocios hio da
suggerir outros s as miis adequados para re-
solvermos a crisfV'elo que loga qua 83 effeclue
a mu-ianga d le da assoce-gao, taris de
convocar a assemulea geral para tratar desses e
de outros assumfitos.
Vosao dedicado amigo Paulo de AmoriM
Salgado.
a lolba offiaio3a de Barlim' Nrddeottca Al- tra vagabundos, etc., poderao fcilmente os la-
legememe Zaimngt, Miando da grave sil,agao vra lores da canna se dedicar tambem cu lu-
la peucsai-i balkaa'.ea, dacura gae o goveroo
alieujo esl resolvido a mactir o principio af-
flrmado Dlo principe de Biamarck con relagaa
aa questea o kini a--, lato -qua a Allemaona
sendo meaos ineressa^a do que as ou ras po
taiacias oesssa qae'iaa, aevia ooser.'ar urna a-
ttlule, se t i i ind fferei-t', pelo meuoi expectan-
te e reservada.
Is o qoer diie-, que a AHemanba q er deixa-
i--a a acgaj a Auatr a as qaed-oes ookiatcaa.
E taato e aasim qua a Na-ddeus.cn, logo em
aegai-ia faz saoer ao< agitadores da Balgarla .
da Micelonu qua uao can e o co n a sympatbta
ou eom o apoo de*toeobuoa potencia europ>>,
d-zevda por sua ves a Nato .al Zaitunga qu-
nada lera de aquietante a -uuagaa di Europa t
que a Aileaaaoba neabnm interesas directo lem
noa negocios da Bulgaria.
O Tigeoiiti precoaisa a ablicagio do P'ii-
cipe Faroaalo em favo.- da seu filoo o qu: se
concilla com o segante lre:tio do Memorul
D piornal que* :
Lari Salisbary cumprimenloa o governo
belleaico pela su> sitituda lio correcta oa quas-
tj macednica, or-se em Laaires, qne o p-in-
cpe Fernanda aera oor galo a aoicir e q;a-
ulc. regencia blgara ser prDtamadi.
No ti eventaalidaaea Kiljatd Zaituog* de-
clina coaaa pasaiv I a p-oaunagi) do pnaaipe
oulgaro jo*e'n con le de Birteaau, lilao do prn-
cipa Alaxanl'e da Battaanerg Mi*, teleg-am-
maa ae S. Petersaurgo a;gam aolaLU-ato a
a esta noticia.
O oitavo anniversario da coro.gaj do prin-
cipa Fernando o j da 14 foi c labrado em-Sopbt
con solemoidade.
O Snze-ado t-u a no ta urna brilbacte festa
oo sea palicio, a quil assistiram lodoi os m
osiras, e 08 pnocipaes peraoaagens da Sob a-
nle ; mas os membroa do corpu diplomtico a-a-
creditado jobo ao gen goveroo. absliveram se
da participar das fastas, assim coma os mem-
oras do partido libe'at.
A deputago enviara ao cu* Nicolao II par
tratar de negocios importadles e pelir-la; por
renovar as relajos diplomticas entre 03 dona
gove-nos eslava a ebegar a cada aumenta
Os tele,'ram uas qua seus mambroc traas m'.
tlram ao gavaroo fazam acreditar qas a musaa
foi coroadade soccesso.
Cms viva agitago russo-pbila, pas, reina em
(oda Balgarla.
A impransa rassa, porem, in3Bte em de-Mi-
rar qae a Raaaia, se a qaere- levaatar difficoi-
dades Bulgaria, nai re:onbece, nen ooae re-
cobbacer, a legilimidade do prlniipe Fernando
e exige a execogao prria e simples do trata 1j
de Be-lim.
Parece que o aatlgo di dado*, Sr. S am-
bouloff, entregan ba poueos mexes ao m joroalia-
tr baegaro oa suis memariis> afim de serem
publicadas se elle nor-e se.
Aln aissio Sr. Stamooolof liaba minalo
guardar na Sonsa graade numero de documen-
tos jusiiicativas, que agora apparecerao a luz
publica, sem dnvida.
' i
Sociedade Auxiliadora da A*rrieul-
tnra de Pernarabueo
PARECER DO PRESIDENTE DA SECCO 8a,
RELATIVOS AOS MEIOS DE SE DEBELLAR
A CRISE DA LAVOURA.
Bngenho Oarap, 21 de Agosto de 1895
Illustre Sr. Gerente da Sociedade Auxiliadora
da Agricultura de Pernambuco.Cumpnndo
vossas ordens passo, na qualidade de presiden
te da secgdo 8* des'a Sociedade, a eraittir pare-
cer acerca da crise, m que ee debate actual,
mente a lavoura da canna, dos meios aconse-
jados para debellar esta crtee principalmente
da substutgo da cultura. O assurapto vas-
to.e sinto ser obrigado a resurnil-o.
A principal raza a da crias o baixo pegodo
assucar e do alcool, accroscem outras d ao
menos Importancia, como : deficiencia de bri-
gos e consequente alta de salario, falta de lets
de locagSo de servigos agrcolas, repressao coo
tra vagabundos, ausencia absoluta da polica
rural, especulages commerciaes, impostos ex*
cessivos etc. etc.
A industria do a8sucar, que, como diz N.
Basset {Guide Pratique du Prabrieant de Sucre,
vol- 1 pag. U) elevou a proporgOes eolossaes o
esplendor do Novo Mundo, foi tambera a causa
do progresso da industria europea. Nenhuma
outra porm tem soffrid* tantas e tao repetidas
cnses, nenhuma tara conseguido tirar deesas
mesraas cnses resultados tao vantajosos a si
propra.
Do bloqueio continental de 1809 surgtu a fa-
bricagSo do assucar da beterraba e dos progres-
sos desta o desenvolvimento da industria do as-
sucar da canoa. Diversas causas porem, entre
ra de arvores fructferas, do paiz, que sa pres-
lam pelo enxarto e oulras operaga3 d'arbori-
cuHura a darera grandes resultados, bem coraa
de p'antas exticas, entre as quaes a parreira,
que aqui prospera raelhor do qua na Europa ;
poder i igualmente usar doa alolharaanlos nao
deixando maisem cupoeira 03 part los, dest-
nanos canna e 3ira nalles cultivando tuberas
e leguminosas, que temos de tan aa variedades
e que predispoera o terreno a facilitar a cultu-
ra da saccharifera gramnea.
A lavoura do caf nao dar roai3 vantagena
do que a da canna naseg terreis, onde esta
tem prosperado ha tantos annos.
NMe extenso vtile do Cabo, onda ha mais
de 39D annos s cul'iva a canna par proeesso
sempre rotineiro e sera que voltem aos parlid3
os residuos da fabncagSo, ao contrario at as
fallas das canoas sao queitna-las as fornalhaa
licanda perdidas as cinzas, contina a canna
era prosperidade igual das inelhores zonas.
Meu distincto visinho e amigo, Dr. Jos Rulino
Bezerra, tem provado era seus interessantes
artigos, publicadas no Jornal do Recife desle
mez, quanto nos pode prejudcar a substilui-
gao da lavoura da canoa pela do rali.
O que deve a Saciedada Auxiliadora acon-
selhar esmerada cultura da preciosa grarai-
nca, eraprego de arados o outros iastrumaotos,
qua Mirainuara consideravelraente o trabalho
bragal e cenluplicatn a proiucgao.
Deve reclamar dos pileres publios escolas
ruraes para operarios agricolas, as ages agro-
nmicas coloniaes agricolas onde oa vaga-
bundos sejara coagi-loa ao trabillia, polica ru-
ral, trtalos da cotnmercio nao s cora as re-
pblicas do Prata e Portugal, como principal-
inenie cora a Inglaterra, onde o consumo do
assucar exceie de 39 kil. per eapila annual
mente, e iseigao do iodos os impoatoa, que af-
fectem ao cultivo da canna e do fabrho do as-
sucar, jenero de prlmera ntce&siiidi.
Qaanio i concessao de usinas, rae parece que
se deve procurar obter cipi aas fra do paiz e
em coadigea menos onerosas, embora sob ga-
r-intia de Estado para serem appllcados con-
slrucgo de usinas de capacidade nunca infe-
rior a 303 saceos diariamente, pois, quanto mais
pro luzr a fabrica menor ser o custo da pro-
duegao. O governo deve mandar abrir concur-
rencia as praga8 da Allomantia, Fraoga, Ingla-
terra e Ea'ados-Uoidos para foroecimento de
appa elhos mais aperfeigoa loa para assucar e
alcool. Sejam esaas usoas disseminadaa p>r
toda a zona assucareira e urna rede Je estradas
de ferro as liguem s estsgas das grandes vias-
ferreas e aos portos. Aquellas engenhos, que
nao puderom ter usinas nem vendar cannas,
devem ooter tambem auxilios do Estado ou da
usina mais proz-ma para assentar o apparelho
;oncretor Tryar, cujo assncar ple ser bene-
ficiado na ama prxima ou as grasdes refl-
nagss ou mesmo ple ser convertido era alcool
naa grandes destinaras j i fundad-i*, ou em ou-
lras, que pilero ser estabalecidas tambem com
auxilio do Estado. O L'oncrelor evapora o
caldo e faz o cozmento do melado com tal
concentrago, qua n&o prodaz mel nem quema
o aasucar. E' de grande simplicidade, faz a
avaporagao a fugo n e o cozimanto por raeio
de urna corrente de ar, aqueci lo no propno
apparelho. Nao precisa de outro combuslivel
alera do bagago. Bassat {Guide Pratique cita la,
vol. III pag. 170) nota a pequea quebra de as
sucar concreto em relaglo ao asaucar de laxas
a fogo n, pora tendo aquello na travassia do
Atlntico, quebrado apenas 1 1/2 %, esta per-
deu na viagem 17 /
Quanlo cotagao do as ucar concreto, tan^o
a vista os pregos correntes, datados de 2 de ta
mez de Agoslo, da The Liverpool General Bro-
kers" Association : as-ucar conc ato do Per
7.3 a 8 nasle anno e em igual mez no anno pas-
ando 9 9 a 10 3 ; raaseavado da Pernambuco
7 a 7 3 e no anno lindo 8.6 a 9. Inforraou me o
mau distincto amigo, o Sr. Alfred J. Walto
que foi um dos melbores gerentes ios enge-
nnos centraes da exliocta corapaabia iugleza,
que um Concre or marca M. ou n 2, que pra-
Eara 227 kilos da assucar por ora, cus a 600 li-
ras.
Altendendo-se a que no asaucar concreto vai
todo o mal, o que nao acontece aos mascavadoa,
que devem chega: ao marcado de Liverpool
compltame ite eacorridos, n&o u ple negar
i vista dess-i cotagao que o Concreto pode ser
para a exportagai prefenvel aoa asaucares bai-
xos, ataalmanieaqni fabricados. Nao aconse-
jar comtudo a Auxiliadora que seja o Coa-
creto asado aeno nos engenhos, qae nao pude-
rara ter usinas uem vender cannas, deven lo
mesmo assim taes engenhos vender o Concreto
s retinarlas centraes e destillagis ou s usi-
nas mais prximas. Cortamente o transporta do
asaucar concreto sar maia fcil do que o de
cannas parausims e mismo do que o mal para
as destinaras : pode ser feto custa do agri-
cultor sem qui as fabricas pracisem de coa
ASSOCIACOES
Discurso
PROFERIDO PELO CO>SELHElRO JoO
Jos Pinto Jnior na sesso
magna do Instituto Archeolo-
gcco e Geogr.\ph:co Pernambuca-
NO, CELEBRADA A 6 DE MaR^O DE
18)5.
Senhores. Inda utna vez n concedis
a i.nineraciJa honra de prasir a sesso
magna de vossas recordacOas histricas,
sesslo duplamente importante pelo as-
sump'-o que a determina, concre isando
doia feitos doa mais avu'tados que a his-
toria prnambucana registra nos factos da
luta pela libardaJa : herosmo aa lita
cm'ra o estrangeiro invasor, e anda
mais herosmo na luta cintra o tyranno
conapressor.
Quero raferir-me s datas da 27 da
Janeiro da 1654 e is 6 de alargo de 1817
que o Inst-tuto p >r motivos ponda cs03
resolved desta vez corara morar simulta-
nea lente.
Duas datas gloriosissimas qu3 nos rj-
lembram o vigor, o d-n&do a a coragem
lo b azdeiri quando v perigar a sua li-
bertada : duas datas qne, mesmo em
fa'ta de outras tantas que nos gbrifisam,
sao mais qua bastantes para conservar
no animo de todos nos, u-'anj3 pela Pa-
tri, a firraezi e constancia c >m qu^ sa-
beraas em todas as pocas rnanter llesa a
sagr-da heran? qui ra:ebimos de nossos
illustres an'epassados.
;-)8 i lustrados secretrar'is e orador, em
satis d scuraos, vos faro a exposijao dos
facto* mais significa" vos, cujas datas fa-
zam o objecto dasta sesso, e com a co-
quenca qua Ibas usual vos mostrara!
em coras vivas, tangidas por pineal da
mestre, as phases enthusiasticas daqne!-
las lutas, qae, ennobrecendo seus agen-
tes, cant nuara anda a revigorar o sangua
pernambuco.
Sa em 1654 por essa expansao das for.
cas naturaes di pavo conquistado vimos o
flaraeng poderoio e soberbo da sua3ca-
h rtes fagir assombrado pelo ingente es-
fircjo di um punhaio da bravos mult pil-
cados pelo impulso de hroes, como Viei-
ra, Negreiros, Henriqui Diaa e Carnario,
libertando-nos da invasao desses ba-b ros
moderaos; em 1817 a tyrannia affrontosa
do arrogante governo co!ooial se acobar-
dou perante as drradiaces do sol da li*
bardade, qua a">s tyrannoa mata a aos
povoa dotados dejeivismo reanima e vi-
vifica.
Seo Instituto Archeologico e Geogra-
phco Pernambucaui ttvasse ti Jo por fun-
dadores os homens da actualidade, certa-
mente sera o dia de hoje o esaolhido
para a daca memorav 1 de sua fun-
daco.
E se no o foi no tampo de sua orga-
nisacio, que sob rgimen divarso nio
era poesival afagar oitro entbusiasmo qua
nao fosse bafejaia p9lo respeito ? insti-
tuQas, e a associ cao nascanta nao poda
nem deva ser reaccionaria.
O dia de hoje rel cabra a concurrencia
de foraas que, latentes e esparsas por mo-
tivos conhecidos, tornaram-sa ento ou-
vergentei pela coheaae que lhes propra
em todos os tempos, quando esse vuleio
chamado patriotismo, sempre sopitado,
mas sempre cresceate, procura irrompar,
abrindo largas andas nos meamos loga-
res em que mais fortes a compressao.
J na i para mim tai pequea honra
dirigir-vos a palavra no dia em qua pala
vez p'imeira, depoii de tantos annos de
existencia, o Instituto celebra a sua fasta
magna rememorando o faustoso 6 de Mar-
co da 1817.
Ja me paraca ouvir as vozas presurosas
de Ba-ros Lima, Domingos Theo'onio,
Pedroso e tantos outros entoarem o hym-
no da liberdade em agoal de vivo ne-
nhcimento ao Instituto A cheolog-ico a
Geographico Pernambucano, e ver espa-
voridos correrem as sombras escuras e in-
formes de Caetano Pinto e seus: 3equaz93
a esconder-se nos antros da tyeannia.
Sado, portanto, o Instituto.cpela de-
vida hemn agem prestada aos hroes da
1654 e aos martyres de 1817.
Est aborta a sesso.
Recife, 6 de Marco de 1895,
Dr. yodo Jos Pivto Jnior.
EVISTA DIARIA
Exonerares O Sr. Dr. Secretario da
Juanea, por ponanis de 23 e 2o de Agoslo fir.-
do, exnerou os promotores pblicos, bacliaraia
Jos Oorrea de Araujo Furtado e Fran:s:o
Manol Wanderley Lms; aquella do municipio
do Cab> e este do da Escada, por ter 8ido no-
oaeado contador da comraissao do Melboramen-
o do Porlo d'esle Eatado e assumido o respecti-
vo exercicio.
Promotores publicasO 8r. Dr. Sa-
cretarto da Jua ica, por acto de 29 de Agosto
Ando oomeou ao bacharel Thoraaz Los Callas
Flho, pa a axercer o cargo de 2. promotor pu-
blico da capital, devendo asaumiro exercicio
no prazo da 15 dias.
Por a:tos da mearaa data, do s-r. Dr. Se-
cretario da Juaiics foram noraeados os bac ja-
reis Joaquira Saroardo Falcao Filho e Sergio
Omiz de Moura Mattos, aquelle para a proraolo-
ria publica do muoicipio do Cabo e este para o
da tacada, d;v.-ndo ambos assumir os respjcti-
roa exercicios no prazo de 15 dias.
prorosaro de liceni-a-Por parta-
na da mearaa data o Sr. Dr. Secretario da Jua-
lica prorogou por 6 meses a licenca era cujo
gouo se acna JoSo Gomes da 3ilva, l.* tabelliSo
do publico judicial e notas, ascrivao do civel a
coraraarcio por diairbulfiao e ofcal do regis-
tra geral da hypotbecas do municipio do Be-
nito.
prurosacao de pra*>-Por porlaru
da 30 o -r. Dr. Secretario da Jastica proro?9U
oor 30 diaa o prazo marcado ao hachar l Jos
avalcanta da Costa, noraeado pala da 17 da
Juliio ultimo promotor publica do municipio de
Tacarai. para assumir o respectivo xercicio
do r-arm.
Eseola NormalPor decreto de 30 de
\gosio de 1895 foram nomeados lentes .da Es-
cola Normal:
4
LMtmuio ]
ILEGfVEL
' *-" i, ***" **"**'*aTaT**BB


' J
v
osario de Pernambnco Domingo I <1< Selembro dcvlSQ5
M,no>l Jo-anta Silera, H L' ealeirade
^n.Tp" da Miranda, da 2.-cadaira da
"d 5iV,.l Gaetano do 8iqo.tr. Cava.-
,;!8Sn^ Gabriel d.Araujo, da de
SSShl eacio .eregr.no da Silva, da de
'"uTcbarel Trajano Alipio *~g* de M.n-
il i ci da da maneraatica el.-raini.r
" B.'.arel J,s Ferreira Mans, U da UOCOas do
ni'clianica e astronoma.
DfTRwebio Martins fiMtt,4t*ptaplBl
Cbpedro Pereira de SMM Lemo, da de peda-
, ^rSnff de F,,u,-ire lo Smtos. da de
d;^,:\^S&oMaa,dadeau.apra-
ll;','SSl Paula N-vesS.Uas, dad, mu-
"'v'icadeira de hi-t >ia natural faiccionar o
profeuor de biologa do Iasntuio Benjamn
CO?Foram noni'-a los director da Escala Nor-
mal baehral Alvaro Uchua Cavalcanli e se-
cretario o hachare! Julio Clemente de Fana.
So-retarl* da Industria.-l'orDe-
creto do Extu. Uovernador do Bi lo de hon-
tem datado, foi promov o o l." Owciai da &ec-
(.) Cuica da l. Directora den secreta ia,
Jiacliarel Adolplio "lorio de Carvallio ao carg
deciiefe da me ma S-ccao.
Por act.* de igual datado lar. Secretario
interino forara promovidos:
0 2.- Official da Scelo oica da l. Direc
loria, Bacharel Miguel Xun-s Vianna caro
del Oficial (contador) da l.* Scelo ua i
SDb Directora da 3 Directora, sendo remo-
vid,, dessa cargo p.ra o de 1.' Oteial da wc-
CSo nica da 1 D rectora o respectivo lunc-
c otiaiio Tilo Franco de Mendooca.
3. Official da 8eCC nica da 1. Jirec
loria jof de es Cavalcanti, ao cargo e z.-
ilicial da mesma SerQo sendo nomeada p ara
suhsiiiuil o o cidadao Pelipe 11-nnque oirj. .
Kmbellezaiuento da cidade-Pelo
Dr pr-feiti forum adquiridas e esiao sendo de-
molidas [odas as casas do becc dos Agougui
nhos, d-mocao oeeessaria ao atargaia mesina ra.
Um outro mellioramento de subida significa-
cao acaba a prefeitura de eranreliander, com
orando os sobrados ns. 12 e 17 da trajeo do
Forta do Mallos no lt:cife, com o fin de demo-
lll-oa par.t que que aquella va de commuui-
caco batanle larga e m-Inorada.
Cootl.ie o digno prefeilo do R-aeo servido
de meili'.runenlos qu* eocetoo e por certo lera
a graiilao a Beas inooicipes
comp nhia Vaseinicellos & Silva
Foi levada a scena ante-n.nate.ii a operla
Xiniciie traduii la pelo festejado esciptor
nac mil Arthur Asevedo.
a peca agraden uiuito e o publico rio a ban-
dearas desprega las.
A Sa. I.uiza Leonardo cst ve encantadora e
capricheo para mustrur-nos, como o fez extiu-
berantemente, qu s-u tlenlo artstico, adnnra-
velaieutJ cultivado, tero, infinitas modolidades,
e lano capaz de arrancar lagrimas ao publico
quando pers niea o soiTriraento, como 6 capaz
de fazel o rir expansivamente quando ^e Urna
a encirnagSo Ja N ruche como succedeu an
te bontem.
E depois .. que voz admirawl no3 m>strou,
que v)z cheia de urna meloda u.linita !
Sobretudo no 2c acto, n'uquella scena em que
N.uiclie contempla os despojos do seu pas-a-
do e ap.'ar do seu genio folgazo, evoca senti-
damente a* recordaeOes que la doces Ihe eram,
as recordajes da vida aventuroj que dei-
xra e qu agora 15 > de perto Ihe vmha fe
rir a alma Bago scena foi carrectissiraaiunnle
rprdada e valeu boa somma de appUusos
merecidos disiinctisiina artista.
O final da pega tmbeme para a 3ra. Lonar-
do digno de nota : os ltimos couplets que can
tou consegu'am arrancar da platea urna verla-
deira lempeslaie de applausos, e a digna artis-
ta 'ere de bisaf as a ins'ant;s pedi los.
O Sr. Horeira de Vasconcellos esteve a n3> se
poder maia deaejar : do coinego ao im [el r r a
platea que o applaudio enthusiasiicamente. En
tij aquella scena que ss paisa nj 2." acto fin
casa de N oiebe... estire mesrao de nao -!ei-
xir o publico qu eto um f instante.
O Silva alada umi vez estee digno de tolos
os applausos ; uin baiihista en liabrado.
O demais a.tistis bouveram-se regularmente.
Instituto Vaccinio Hunic'pavl -
Durante a semana honiein finia, realisou-se 6
seses de vacrioaga) publicas om Ivmpha
animal em 3.5 pessoas qu- all compareceram,
verificando se as vaccmagQis da semana ante-
rior em maior numero de in lviluos, aos quaes
foram distribuidos os respectivos alles'ados.1
as escolas foram vaccinados 13a alumnos ;
ao. iodo 481 pessoas.
Ainiehe Veto prevenir-nos o r. Horeira
de Vasconcelos, pediado-nas qu lornasse pu-
blico, que a instantes pedidos q ie Hie foram
feilo?, resolveu hoje repetir a represe ta.o
dessa opereta que lano conseguiu agradar ao-
tc-hontem.
E' de crer, pois, urna grande cchenle no
Santa Isabel.
Tribunal do .lury do Bt-eire-Hon-
tem responderam a chamada 17 jurados.
Foram sorteados os sei-uinles supplenles :
Recife
Jos Thiago dos pantos.
Saito Antonio
Francisco Jos la Silva Santos.
Joaquira Jes Gom*s.
Joo Tavares da Cruz.
Francisco Ferreira da Rocha Lins.
Albino Leite de Paria.
Antonio da Silva Cabral.
S. Jos
Vanoel Alves da Silva Haia.
llermillo Lins Chaves.
Boa-V sta
Americo Pessoa.
Capitao Billrando Pedro de Azevedo.
Alfredo Ferreira Me des Guimaraes"
Joaquim W'ander Linden.
Graga
Pedro Gongalves de Oliveira.
Afogado
Francisco Xavier Cavalcante Albuquerqu-.
fogs
Jos Correia de AndraJe Flho.
Varzea
maz de Pmho Borges.
Joo Maciel da Silva.
Angosto Francisco do Couio.
Foram multados em OSOOO os seguntes jura-
dos que. tendo sido nulificado?, deixoram de
comparecer :
AntoDio Jos de 11.randa Falc&o.
Aatunto Joaquim da Cosa.
Antonio Ferreira da Cosa.
Antonio Pedro de Sa Uarreto.
Antonio Correia Mondes AlmeiJa.
/ntonio Salvador Damaceno.
D'. AUreio Arnobio Marque?.
Larlos Jo de Miranda Jnior.
Francisco Pinto de Souza.
Francisco (Jorrea Mo .leiro.
Jos Hermi o de Miraada.
Jos Ferreira Pi^ lo
Lulovico arlos Vegn.
Estevao L-lis de Souza Polles.
Adolpho Alves Falcao Taequei.
Ariiolpho Arnos da Cuuha Sauto Maior.
Ii'ocorcio Ferreira da Silva.
Joo de Mi anda Fragoso.
Te wi-ocronel Jao Pacheco de Medeiros.
Jos Pereira Mac'do.
Dr. Lauri ido Larueiro L5o.
Maooel Cavalcaule de Millo Filbo.
Manoel Gomes dos Prazares.
M ,r. .el Doraingues de Soma.
Ma ;0;l Caetano Memes Jnior.
Manoel de Medeiros Barbosa.
N\ alfrido Odo i Arantes.
Dr. Virgi io Maques Caroeiro Leao.
Ficou adiada para amanliS a i islallagao da
ostia
Pelos pobres -Foram-nos enviados 10J
para distribuir, com o pedido s contempladas
de um P. X e A. M. por alma de Manoel.
Xa oisiribuigao foram contemplados os car-
les de ns. 9,10,11, 12,13, 14, 15, 16,17, 18,
cujis passuidoras poderao vir receber da m&o
do nosso administrador a quo a parte.
Escola Xornea! -Por decreto de 30 d
correte fot jubilado o professor da Escola fiar
mal, Francisco Crl s da Silva Fragoso.
Alfa ide^a -Amlia, i da SftMobro, pa
gar 8a-ha> ne.-ti reparliguo, as seguntes fo-
Ibas :
Alfanlega.
Bioretto.
Engenheiros das estradas da f rros e enge-
nlios ceutraes.
Forga naval.
Facul lade di Direito
Guarda-mora.
Os pagamsntas sarao encerrados as duas ho-
ras da larde.
- E^ta reparligao esta aulorisada a ent-egar.
depois de pagar o oecessario sello os dous litu-
I s declaratjnoi das oensOes d > m .nte-pio que
comp lem a viuva e Til.a menor de Aff u'o w-
f.inte ^e Albuquiqu: Mello, fallecida a 19 de
Albril ultimo.
Ifudanca de escriptorlo-O Se. M
S. Ma a nos coiniEuni.ra naver mualo o seu
e?cript)iia de commissOss e consignagOes, da
Itua do Comma.cio, n. 7, para o pro do n. 41 a
mesma ra.
Peridicos -Recebemos :
O n. 31, anno IX do Brazil Medio, revis'a
semanal de medicina e cirurgia.
O n 7 ann I da Tribuna M dica de
qu; redactor principal o Dr. Fe rn mo Terra
e.qu-qu se publica na Zapita Federal.
Arenilla Dramtica lulio de
anl'tnaa onforme noticiamos, hojea
reutnao d'e-ia sociedade, em assembla geral,
s 5 1|2 da larde.
A lapide para o tmulo do finado Julio de
Sant'Anna (p morosa trabalho era marmnro
-recatado pelo dislinco art sla Sr. Pedro
Proi., estar exposta ni mesma sede e s!-a-ha
depois em casa dos Srs. Josepli Iirause ft i"."
O espectculo que hoje sa devta realisar ficou
transferido para uomi go prximo. Opportuna-
menie ser publicado o respectivo programma
CongitE'sa paquete da Companliia Meu-
sager es Maritimes sahio do porto da Baha hon-
lem as 5 horas da tarde, pe o que deve chegar
aqu amnnlia.
Uanubc -; onfo-me telegrarama recebidr
pela Agencia Real ala Ingb-za, sabe se que o
paquete Danube sah o da Baiia no dia 30
s 10 boras da n .ule.
A vida e r ambiente V. lu'. e as cores
favorecem lombem um elemento a actividade
lul'lhciual.
Balzac nao escrevia senao n um quarlo
intensamenie illuminado, e Wagne tulla neces-
sidade de sit cercado de t.pegaras de cores
bem rifas ,
inesnia dua-sa pela excacia da luz sobre
a actividade muscolar, conhecida a observa-
gao de Humboldt sobre ums hespaniola que tor-
il i-se ap inica ao pr-ss do sol e adqusria a
voz ao alvorecer, e todos sabem que. as marclias
nocturnas cangam multo mais do que as realiza
da- de dia.
A excitigao luminosa poda (ornar man agu-
d sos ouiros sentidos; esta lato demouslrado
pel obj.rvaco vulgar dos fumistas, os qoae*,
na escurdo, nao sabem distinguir com o ol-
pliato e o g sto se o sau charuto est acceso ou
ap-galo.
Precisamenta para evitir qualquar parda de
forga era seyuiraenta a excitagOis luminosas, os
criadores conservara na escanda-a os anima s a
encordar, e tein S> ODsarvado qu os cavall as
qu* irabalham, estando continuadamente as
galeras escura lornam-se gorJos e robustos
Fallcciuento -Falleceu ante hontem s
7 horas da noute e eaUrrou se hontera 4 lar le
i). Tnereza de Jess alaria na dada de 91 an-
n a*.
Era urna senhora virtuosa e geralmente esti-
mada pelas suis raras quili ia 1 ;s.
Xjssos seniids pezauas sui llastre fami-
lia e especialmente a seu ne'o o nosso amiga
Dr. Arihur Barbalho Ucha Cavalcante.
Freguezia de Santo Antonio-A.3-
sumi hontem o exercia de sub lelega lo dessa
fregu:zia, o Sr. teoeule Manoal WaldaaJo Saa-
re?.
Era \ova -Desse conceituala collega te-
mos sobre a baoca de trabalba o n. 33, do an-
no VI.
Gratos visita.
Associaro Medie J-Pharm teeutl
caReuiie-s hoje em sessao or linaria para
tratarse assumpto de interesse da mesmi.
Ao malo da no logar lo costum-1.
Iteuni acadmica -Sa convidados
os bacilar lano* de Direito para umireun.o
amanha, ao meio da, a tratar de questOes de
seu interesse.
Arvista Haderna -Temas a vista o n
9 do auno 2.-d'essa boa revista Iliteraria que
como sempre apresonta-se diano de acceilac o.
O presente numero traz collabaragao de Eu-
elides Fonseca, Pereira da Cosa Filh Wtb.
po Galvao, Dr. P res de Almeida, F. Marati,
Lu/. Gomes e oulros
Calante ura cont que o acompanha como
brinde aos assignanles, da lavra fecu .da do Dr
Ir neu JotlVly que muito se |recommenda como
prosador araeua equesab; prendera atlenga
do le.tar.
Muiio bons em sumraa o brinda e a Revista
Casa de DetencAo Movlmento los
presos da Casa de Deiengao do Recife, Estadu
de Pernambnco, em 30 le Agosto de 1895 :
Existiam.......
Entrarara......
Sahiram......>
7
10
Existem .
\ saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Eslrangeiios
Mulher. -
Total .
Arragoados
Bons .
Ooeotes .
Loucos. .
Loucas. .
Total
390
358
7
25
390
3S8
371
15
2
3S8
Mov ment da enfermara :
T.verana alta:
Firunno M'guel de Sauza (soldada).
ejpaldi'ii vivs li Silva (sol ldo).
Hospital de Santa gueda -O mo;
Tmenlo desie hospital no da 30 je Agosto fo-
o s- guinle:
Varilas
Existiam....... 130
Entramo.......
Sah rara curados.....
Falleceram.......
Existem........ 181
Hatadouro rublicoForara abatidas
oo Matadouro l'ublico da Cabanga 119 reze
p.rao consumo de hoje
finiimijtsao de Melhoramenlo do
rto do Reelfe -Recife, 30 Agoslo da
de IS95.
BOLETIM METEOROLGICO
dora-. rern ceni- rowietio Tenido io Bumm
r* 6 m
9 .
12 >
3 t.
6 .
22/4
2J<8
25 ,'5
25/4
25,3
700-43
701,-52
760.-6J
7,60-20
700.-89
17,15
18,5S
19.59
19,50
19,01
85
-5
81
81
80
reaperatura mnima 22,*23 Thermometros
desabrigados ao meio da-
Temperatura mxima 27,00 Ennegrecido
51.0 -Prateado 35,8.
Bvaporago em i horas ao sol 3,*2 som-
bra 1,-5.
Cmiva 21 -6.
Di recejo do vento : SSE denaeia noite at
0 h. 33 m. da manta* ; SW at 1 b. 16 m S,EB
at 1 h. 35 m ; E al 2 h 18 m.; W at 2 h.
53 m.;W3\Val 3 h 39 ra.; W al 4 h 09
X\V al 5 h. 32 m.;W at6 h; 33 ra.; W ai*
Oh. 33 m ; WSW at 7 h. 43 m. ; W.ul
Ir 49 m.; WSW al 10 h. 23 ra.; SW al 11 h.
51 m ; S al 4 ". 18 m. da tarde ; SSE al 6
h. 50 m., 3 at8. 5J m.; SW al 11 h. 17
ra.; WSW al meia noute.
Velocidade media do vento 2,'97 por sf-
{undo.
Nebulosidade media 0,75.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar ou
baixa-mar
Das
Horas
Altura
B. M. 30 de Ag03to 6 h. 10 m. da m. 080
p. > 12 h. 20 m. t. l,-5
paw grelros=Sahidas para o norte va-
por nacin ,| viagaas :
Jos Souza, Jos Ricardo de Cast-o, S Den-
numm, Guni Jos, Mafias Pet-ouch, Maooel
'Francijco dos Sant h, Joaquira Vieira, Antanio
| Das de Barros, H araciaoo da Silva e sua se-
jnhori, Jjequim Alves feixeira, Pedro de Al-
caot ira, Jos Bars, Attilio Ju-t,Cypnano Pe-
reira, Jase M.rq.jM, Jl) de Oa-t-o Fernandas,
Nicoiau Pinela, Nicolao Danat1, Agost ni Oan-
oanella, Francisco Sslano, M ira da Conceigao,
Bnma de Carvaiho, Maniel Antanio Ferre.ra,
Antanio de Albuque.'qae Barros, Elias de An-
dra le, Jos Mana da Natividade, Anfredo Pe-
reira, JosAntinio Gongalves, Raphael Jacob,
loaquim A. Pereira da Silva, Barros, Jos doi
Santas Vieira. Alfredo Jesu^, lili Braa de Sn.ti
Ihano, Jos Secoti, Sebast o Pereira Maitius,
Jos Alves da Assumpgao M.uezes, soa senho-
ra e 1 creada, Launndo Feveira da Silva, Jos
Alves do Jess Meneze?, Evarsti Wanderley,
Cosraa Alves, vionoel Moreira Cout ., 2 pragas,
Antanio Luiz da Silva, Jos osario da Andia le,
- Saludos para o sul no vapor allemo. Pa-
ngonia :
Dr. Virginia C. Miodas la Stlvs, Dr. P. _Fr
gueiredo, sua aenhora, 1 cria a e 1 m-nino,
Antinio llama Figueire.lo, Mina da Luz da Cu
nha, St'phania de Abreu, A Iba. ti Falcao, A1.
frailo F..lc5o, A. W Holzoppel, r. Virgilio de
S Pereira, sua sen .ora e 1 criada, Dr. Fernan-
do de Castro, I/.idoro Fernand -s, Carlos Valen-
t e Aitiu- Valaiit!, Arnaldo Pinta.
*M-*^MII mmmm ^--------------"^~"*
SPORT
Derby Clab de Pernombuco
H-je rcalisa o Pralo da Ei'ancia a sui 12
eornoa.
N-,ai cot la grS> "O-teidta tre p-eDrt-s
cOa e nas nel IraOtoria *oi f ejaentadores
as qoi-es ci o 'Um :
De ora 'mpo-tave e lin lo re 'gm de ouro com
orren'e d.. rae-mo me al.
De om b Dito g>lr>--.ei-o cora MU francos.
De ua. pir de ho'Oei de ouro cjjd pe iras
sannoioeas p?ra ooono*. nlniao acto.
K corrida cinsli de 7 pire;s, cuja inscrlpgSo
i-ha-3e bem equidb'a la, e p-oiieite pcr.Dt
umi ag alave' f- li a^s concurrentes.
Sa e.les os uussos prognos i:s.
I pareo.Pro e, Po.nbon-etc, Gi-af--.
. p .rao.P lar seu. loo P-1 opol s 2
3o preo."ro'cnpio, M moso, Mahofte'.
4 arpe.-I'io Pruce p.inoopreto.
5* pareo.- Bn-ua-.k 2*. Feniano, Plu'O.
6 pireu.Petctioaiy, Milaio, M scolte
7. yareo.T moneuo. Til spner, S'Ubem.
<;niijunlii.t Ferro Carril de
Peruaiaabuco
Senteiifa do Supremo Tribunal Federal
proferida cm.gr) ie Revista na acedo
que contra a Companhia de Trilhcs
Urbanos de Caxang, movt a Compa-
nhia Ferro-Carril de Pernambnco.
O Bicharel Joo Pedreira do Couto Ferraz,
Secrela io co Supremo Tribunal Federal et;
Certifico que reven io os autos de Rseurso ex-
tcaor nnario, sob n. s is, em que Racorrenle a
Companhia Farro Carril de Pernambuco e R-
corrida a Companhia daE'tradi da Ferro do
R-cife a Caxang, n'ellas folhas se acia a
seoienga pre'erida por este Tribuna', a qual
do iheor segu nte : Numero seis. Vista, re
litados e discutidos os proteo es autos de re-
curso extraordinaria, entre partes c.^rnt R-eor-
rente a Companhii Ferr Carril de Pernambuco
e Recorr da a Compmh a de Trilhos Urbanos da
Recife Caxang. Delies consta que autonsad a
pela L^i Proviu:ial de oilo de Junho de mil
OUocentos e sete ta e quafo o Presidente da
Provin;.a celebrnu com a Reco rente a doze de
Fevereina di mil oitocentos e setenta a cin o
ura contracto, era que forara estiplalas as se-
gu mes clausulas :-6" A '"ompanhia Ferro
C rril prolongar a liona da Maglalena at a
ponte da Torre, e 25* a eo icesso fel a
companhia Ferro Carril gozar do pririUgio
exclusivo por lempo de quatenia e oilo antos
contadas da lata do presente co ilracto, durante
os quaes ningu 'D S r J .rmittido sob qualqur
pretexto que seja, transportar passageiros sobre
triihos ou carris de ferro ou da madeira, qu r
na cidade quer nos suburbios servidos pela
Companhia, sera previo accordo cora ella, xalvo
os direitos j adquiridos era virtude de le.
Este contraen, approvado pela L9 Provincial
de .tsesele de Junbo de m 1 oitocentos e seten-
>a e cinco foi modideado por outro de vinte e
cinco de Julho de rail oitoceuios e setenta e
cove. Aulonsando a Lu Provincial de cinco
de Agosio de mil oitocentos e oitenta e nove a
tnoovagao do contracto cele rado entre o gover
no e a Re or ida, fot a vinte e nova de Ouia
bro de mil oiUCiotos e noventa feito o contra-
cto era o qual se estipulou (clausula quirta)-
A Coinpannia Gaxang tei u na e-tago enire
as do parlo de Lis serr no Zumby na estrada
do povoado da Torre podendo collocar un des-
via no terreno proprio que t-im entre a es rada
daTa re e a estrala nova ae Caxang. Assi-
gnado um contracto, e teodo a Companhia re-
corrida a anunciado que de primeiro de Nove n-
bro em dianta receberia e d ixaria passageiros
na Torre, a Rcrrente intentou a acgfto de ro
Ibes duas contra a Recorrida para imped-r que
esta flzesse passar os seos irens na Torre para
re ebar e Oeixar passageiros por ser isto of
fen^ivo ao privilegio que Ihe foi concedido
pelo citado artigo vinte e cinco do seu contra-
cto, au orisada pela Le de mil oitocentos e se-
tenta e quatro e approvado pela de mil oitocen-
tos e setenta e cinco. Por seoienga do Ju da
primeira instancia, confirmada por dous Accor-
dios do Superior Tribunal de Justiga do E*'a
do, fo' a acgo jolgada improcedente sob o fun-
damentos de que innovado o seu contracto em
mil oitocentos e setenta e nove nao se estabele-
ceu n'elle clausula alguraa em que se fallasse de
semeihante privilegio, e qua sendo o contracto
celebrado entre o goveroo a a Recorrida basea
do na disposigo da L mil oitocent >s e oiienta e nove nao cabe ao po-
der judiciario delxar de fado cumpnr a respei
tar Accordo em Tribunal, lomar canhecimenlo
do presente recurso par se vencarem as con.
d'Cis exigidas pelo artigo cincoeota e nove
paragrapho pnmeiro ;letra B-da Constitu'go
seiitenga delioitiva preferida em o'tim in-
stancia par ura Tribunal do Estado, julgando
validos lei e acto lamben, do Estado impgna-
los por esiarem em contlicio co.n a Lei funda
m-ntal da Un-o,
Consideran lo quanto ao merecimento das au-
tos que o contracto da rail citocenlos e oitenta e
cinco entre o governo de i'erna nbuco e a recr-
reme nao foi revagido pelo de rail oilocenlos e
oitenta e nove, pois as clausulas 0, 9, 11 e 13
d'.sle expressamanle reconhecem que aquello
coniina em vigor, documentos de folhas a fo-
ilias, e aioda em mil oitocentos e o.ten'a e cin-
co e mil oitocen os e oitenta e seis fai o Privi-
legio da Recorreote declarado subsistente par
duas senten.as do poder ju 1 ciara, passadas
am ju'gidos documentos de folhas oito, Ir na
e sete e trinta e nov e tamb-m por actos do
governo, porquanto pelas clausulas dezes te e
dezoito do contracto de tres de Ou'ubro de mil
oit .cantos e oitenta e tres celebrado com a Re-
corrida foi formalmente reconhecido o direito
da 11 -corrento, desde que a Recorrida foi obr
gada a nao constru r estagOes ou ponto de pira-
da, sena a urna distancia nunca inferior a oilo
ceios metros da eslago da Recurrente;
Considerando que o ax uno comparado dos
contractos de mil oitocentos e setenta e cinco e
rail oitocentos e setenta e nove convencenlo' a
nao deixar duvida que subsiste, o privilegio da
Recorrente nio pode deixar de ser elle curapri-
do e respeitado, por nao estar revoga lo pela
Le de cinco de Agosto de mil oitocenios e oi-
tenta e nove e contrario de vinte e nove de Ou
tubro de mil oitocentos e noventa, celeba lo
cora a Recorrida, como entende o AccordSo de
folhas ceoto e quarenta e tres; que tala a lei
que ertende, rest-inge ou muda de qualquar
man 'ira que seja a situago das partes, tal qual
ella resulta das estipulagOes cuntidas em ura
contracf, altera esta contrae ti; que a cooces
sao feiti pelo Estado a um particular e por este
ucceita, um contracta e nao Ihe pode ser t ra-
do por effeito de ama nova le; que o contra-
cto const tuindo um direito adquirido nao pode
deixar de exist.r em coosequencia de outro con-
traen celebrado entre outras partes; que a con-
cesso para a Recurrida abrir urna esgo den-
tro da zona pnv leglada da Recorrente viola os
dir tos d'oati, porque trado os privilegios d'es-
ti natureza ura valor moni-tirio e entran lo na
elasse dos bens, nao pode o sujeita da direita
ser d'elle pr va lo; que a direitade proprieda-
de raantem.3e em toda a sua pleo tude, alvo
desapropriago par necessidad i OU utilidade
publica, mediante indemii sugo previa (Uonsti-
tuigo art!. 72 par..graphos 17, 25, 23 e 27) ;
que nossas lea adra.ttam a possibllidade jur-
dica da desapropriago do privilegio (Con>t-
tuigfto Ingar citido e Lei num.ro tres mil c-nt a
e viute nove de quitirze da Outubro de mil oi-
t'icentns o ot'iiti e dous, a.t. 1. paragrapho
4) e assim se t ra juluado que se o poder ju-
j dietario nao |ioile deixar fazer cumpnr e res.
I paitir o cont-acto celebrado cora a Recorrida,
* como dec de o Acco.-da de folhas cent > o qua-
i renta e tres, cabe-lho tambera e com raaioria
| de razio cumpnr 0 respe-.tir o contracta cim-
brado com a Recurrent", cujas dirctis adquiri-
dos nao palera ser vilalos por auta de urna
das partes, pois sendo reciprocas as o?rigagoes
derivadas do confat, nao pola estoer revd-
! gado ou alt irado seno p >? mutuo consent men-
t dos cont'alientss ; que sendo a Lei mil (it i-
centos e o!t;iitt e nove e o contra t> de mil
oitocentas e aoventi cora a Recorrida ura ata
que propriedade, e consagran lo a Coii;t tai-
go a inviolabilidad.! d'esla, a lei e acto impu-
gnados sao ini-.onstitucionaes ; que as senten
gas do poder judiciario de 1' rnambuco denega-
ro justiga a R 'Correte de cnnliecendo a exis-
tencia do contencioso juuciano para julgar as
questas entre os particulares e o goveroo, e
linaimente que pela propna Co.irtnuigo d
Bttado de Pernambaco -art. cento e vinte -sao
manlilos os con.ractos leg lmente celebrados
pilo uotlga gov-rno provincial e d> Estado, e
era eral os direitos adquiridos de qualquer oa-
lureza preexistentes esta Constuuig i.
Dao piovi.-nento ao recurso para reformando
as deeisOas recorrida?, jugar procedente a
acgo e ser mant la a Ra:orrent era seus di-
r.i..s, pagas as cusas pela Recorrida.
Supremo Tribunal Federal, em Ires de Ag is-
to de rail oilo ceios e noventa e cinco.Aqu
astroPresidente ; Pisa o Alraeida, Pe-
reira Franco, -los Hyginn, Piodahyba le Mea-
to, H do Espirito-Santo, vencido, Fernando
Osono. Americo Lob", Lucio da M-ndan^a,
UbalJino do Amara', Americo Brasil ense,
M cedo Soares, venc lo na preliminar; nao
conhego do recurso par nao se dar caso algn
Goraprehcndi lo no artigo cincoenla e nove pa-
ragrapho prmeiro ia .onsiiluigo Federal ;
nena ser suflciente que a pane allegu i ud'-ns.
da Cons'ilugn, para qua se determine a cora
petencia dos juizes federaos.
Fui presente, Souza Maitins. E' o que se
contera era dita sentenga que .fielra nte ttz ex
Iratiir por cerlido. Secretaria do Supr-rao
Tribuna' Federal, em 13 da Agosto de 1815
Eo, olfleial Jjfto Joaqu.ra da Silva, no impedi-
mento do Secretado a escrevi, subscrevo e as
signo.
Joo Joaquim da Silvt.
zm
i tB-iCOEi 4 PEDIDO
Derby Clab de Pernanibtioo
Muito a contra gisto sou forgado a contestar
a declaragSo fela nosjornaesde hontera p-la
supposla directora que sedizelciti era 15 de
Julli> deste anno.
Km p-iraeiro logar, para provar an publ co
que so-i eu o director presidente dessa socie
ia le, basta rae saname chamar a aiten;o
de todos para a manuiengo que aqui tran
stovo:
MvNDADO DE MANTENC.vO
O Dr. Francisco Altino Correia de Araojo,
Juiz de D reito do cominerc o da cid ide do R -
cife, cap al do Estado de Pernambuco em vir-
tude da lei etc,
Mani aas olTkiaos de jus i;a d'este Jui'.o,
a quera for e te apresentado, indo por mira as-
signaio que mantenhara a Delmiro Augusto
da Croa Gouvei acc onista la Sncteda le D arby
Club de Pernambuco, na posse do cargo le di-
rector presiden e da raesra i Saciedadj, visto ter
sido eleita out'O director em Assembla Geral.
o qu; parante iniraallegou e jurou ; e inlm'-m
os membros da Dir ctoria, inclusive Guilherme
Antomo Guraares, novaraente eleito, para nao
turbarera mala o Supplicant', sob pena di
dez contos le ris de mulla, intimados outro un
os suapl calos qu> s Joaquim Luiz Teixeira,
Antonio Jos Radn^ues de Souza, Guiiherrae
Vntonio Guimares, Dr. Mmoel Martins Fmza
Jnior, Commendador Joto Jos de Araorira e
Dr. Antonio Pedro das Nares, para contistar o
preceito ou embargarem-no na pnmeira do
Juizo, sendo igualmente intimados tolos os
erapregados para reconhecercm no supplicante,
dito Del oiro Augusto da Cruz Gouvea, como
director presidente.
Cuopram, lavrando o auto e ceriilo do es-
lylo.
Racife 19 de Julho de 1895.
Eu, Eusiaquio Cavalcanie Los Walcacer, es-
crivo o escrevi.
.41/rw de Araujo.
TERMO DE MANUTENCA-O
Aos viole das do mez de Ju'ho, de mil oilo
centos e noventa e cinco, nesta cidade do Rec -
fe, Estado de Pernambuco, onda foraos vindo
nos officiae8 de Justiga, abaixo a38ignalo", nos
dirigimos ra Duque da Oaxias, na Secretaria
do Darby Uub e demos posse ao Sr. Delmiro
Augusto "da Cruz Gooveia, como director e pre-
sidente da mesma soci la le, como lulo consta
do presente mandado retro, sera que ninguem
o perturbe sob pena da le e ludo para r.cnslar
ltvramos o presente termo em que nos assrgna-
Eii Antonio Souto de Araujo official c encar
regado da leligencia o escrevi.
Ciinstiaoo Eugeuio Peixoio, official do ju'za.
Certificamos que mimamos, em sua propria
pssoa, ao Sr. Guilherme Amonio Guimares
para t lo conte lo do presente mandado e ter
mo de posse o que ficou bem scien.e; o refe-
rid ver lade damos nossa f.
Recife, 20 de Julho de 1895
Antonio Souio de Araujo, official dojuio.
Chnstiano Eugenio Peixo o, offle al do Jui'.o.
Certificamos que offerecemos conira ( ao
supilicaio e nao acceitou : damos f.
R.cire, 20 de Julho de 189.5. Antonio Sauto
de Araujo, official do Juiza, Chnstiaoo Eugenio
Peixoto. m _
Certifica vjis que intimamos ao Sr. Corara so-
dador Joo Jos da Araorira, para lo lo coote-
do do present mandado e termos retro, o que
(icou b;m scient; : o Mariio venale: da-
mos nossa f. Recife, 20 da Julho de 181o. -
Anlo i) Souto de Araujo, official doJuiza, Jirts-
tiano Euxenio Peixoto
Certificamos que, di misina fjrma cima, in-
timamas aos Srs. Antonio Adaiberta Gomes
Penna, ao porteiro ds erby C'ub, que ua
quU dizer o seu mine, dizen lo cha.nar-sc Ar
ruda de tal, um ernpregado Ca-tro, ao guarda-
livros Caldas : otferecemos a contra f aos sup-
plicados, estes nao acceilaram : o referido
venale : damos nossa f. .
Recife, 20 de Julho de 1895.Ant mo Sou o
Araojo, official do Juizo, Christian Eugenio
Peixot).
Para justiticar agora a nullidada daqu.-Ha as-
sembla geral, (de 15 de Julho) passo a relatar
a forma pela qual ella realtsou-se, e a publicar
os artigas da le das socied des anonymas para
bem se observar as irregularidades que se de-
rum :
Diz o art. 142 Nao podem votar as
Assemblas Geraes : os administradores,
para appovarem seus balangos, contas e
inventarios; os flseaes, os seus parece-
res ; e os accionistas, a avaliago de seos
quinhOes, ou quaesquer vmlagens estipu-
ladas as statulos ou contracto social
(lei n. 3150 le 13S2, art. 15 10 ; De-
creto n. 8321 do mesrao anno art. .2;
Decrelo n. 164 de 1800 art. 15 10)
Diz o i't. 144 As assemblas genios
ordinarias nao podem funecionar cora
meos de tres socios capaies de consti-
tu!-as, e fora os directores e flseaes;
pena de nullidada das deltberages alo-
piadas (Decreto o. lGi de 1890 art. 15 i
9 n. 4) .
Ora, si na fallada assembla geral so eslive-
ram presentes nov accionistas, sendo :
Dslmiro Gouveia, director.
Joaquim Luiz Telxeirn, dem.
Antonio Jos Rodrigus de Sorna, idem.
Antamo A Gomee Penna, gerente.
Joo Amorim, fiscal.
Pires Fonseca, llera.
Joo Benigno da Silva, accionista de 1 aeco.
Alexandre Mediis, tambera accionista je 1
acgo.
E Manoel Joaqun de Andra.de, accionista de
2 acgdes.
Segu se que temos por conseguinlc 3 accio-
nistas estranhos, no caso que a lei requer, po-
rem representando 4 acgOes uncamenie e 6 di-
tos administ adores e iscaes, approvanlu s^us
' propros actos, em detrimento expresso do que
I reza o citado art. 112. II i quera diga que 3 ac
'conistas de 4 accO.-s possam constituir essa
sociedade, cujo capital 150.000SOOO?
Demais, du tambera o ar1. 133J:
Para a elega ros administradores e
empregados Ua secretaria, bem como para
as deliberagO;s de qualquc- na'ureza, se
rao admittidos votos por procuragao, com
p a I eres especiaes, conianto que e'es nao
seja n conferidos a administra toras e lis-
caes, p. que sejam accionistas os procura
do^s (DeC. n. 161 de 17 de Janeiro de
189) art. 15 8 Dec. 8il de 1852 art.
67 : lei n. 3150 arl. 15 8) .
Entretanto, o gerente Sr. Penna eosc.l
commendador Joo de Amorim apresentaram se
con um abaixo assignaJo e sem declararen!
para que lim verdadeiro pediram-no, fazen I.
la i bern portador de um outro, era idnticas
conlig'3, ao S". Alexan lre Mediis, que jul-
gan lo-o eu incapaz de proceder incorrecta-
mente, esiou ceno, foi engaado era sua boa f,
qmzerara qua esies abauo assignados servs
sean para lh;s dar poderes, como se realmente
fosgeno procuragis bastan'e, legitimas e com
os requisitos legaes.
CO'ivem laiiataeiii notar que laes .ibaixo assi-
gnados nao esuvam sellad s, nem reconoeeidas
as tirinas para, ao menos, p-irecen-ra que erara
verdadeiras.
Eis, porian'o, em pequioas partes os poros
de nu li lade daque'li ass-mbla, e isto discu-
tirei prucisainent- *'rc ju.zo e provare parante
a assembla g ral que convoco para o dia 10 .o
mez vtndnuro.
Era face do expost conclue-se :
1. que sou o actual presidente do D'rby
Club, como prova o mandado acuna e como tal
posso convocar assembla geral, era v.rude da
rl. 16 dos es atulos que diz :
A assembla eral a reuni > dos accio
nistas, cujas aege< esltverem aveibidas devi-
lainenle em seu nome. R uuir-se ha ordin i-
namente na mez de Jane ro de cada ann e cx-
traordinari mente quando for convocada po
an rancios consecutivos, com antecedencia de
ires das, pelo menos, indicando o lim da reu-
mo. (Este ;.rt. nao explica nem d t;rmina
a pessoa que pode convocar a asscrabla geral).
2* Qu*. provo nulli la le daquella asseinbl .
Agora pirguntare: que mil provem em se
apreseniarera os supposlos directoras em u na
assembla geral. para que esta seja o jury do
seu modo de proceder?
Pareee-flae que j esto medrosos pelas res
ponsatnli iades que Ibes Cabe.
E- preciso nao esquecer tunbem que a as-
sembla de 15 de Julho nao passou em ju gad >
porquanto eu protesiei iraraediatamenle e o ojeu
protesta const i da respectiva arta
lerrainando d'.rei qu; a assembl. geral de
10 I: S"lembro vindiaoro far se-ba; que eu sa-
bere cu.uprir o raeu devar e jusl ticar me-hei
p -r.inte o accionistas dessa empr za, s m com
iu lo andar pedin lo assignaturas de acci-mista?,
para, illudin lo a boa f, tomar d sforras pes-
soaes como prolenderam fazer alguns dos sup
postos direel res e um fiscal.
Hasta por hoje.
Recife, 31 de Agoslo de 1895.
Delmiro Gouveia.
Derbv Club de Perannibuco
y
Muito depois de terminado o tempo,
durante o qual devia funecionar a di-
rectora composta dos Srs Delmiro Gou-
veia, Joaquim Luiz Teixeira e Antonio
Jos Rodrigues de Souza, foi convoca-
da, para nova elei ral de 15 de Junho; na qual tomou par-
te o Sr. Delmiro, votando e sendo vo-
tado
Por enorme maioria de votos foram
reel sitos os Srs. Teixeira e Rodrigues
de Souza, e eleito, em logar do Sr.
Delmiro, o Sr. Guilherme Antunes
Guimares.
Contrariado com a sua nao reeleigo,
pediu o Sr. Delmiro ao Sr. Dr. Juiz do
Commarcio, que expedisse um manda-
do, manutenindo-o no cargo da direc-
tor presidente.
Para isto allegou, sem prova alguma,
o Sr. Delmiro :
i" que a eleifo fra extempornea ;
2 que a assembla geral tinha sido
convocada nullamente ;
3o que -na eleiQo haviara tomado par-
te procuradores Ilegtimos.
O 3r. Dr. Juiz do Commercio conce-
deu o mandado pelas simples allegaodes
do Sr. Delmiro, por attender: a qu se
os reos pedissem vista e contestassem,
converta se o pre&ito em simples citaedo,
e ficava o Sr. Delmiro as coodifes de
qualquer litigante, cujas allegares de-
penden* de prova e de julgamento. O
Sr. Dr; Altino de Araujo nao comraet-
teu o absurdo de decidir sem provas,
que urna eleiQo era nulla etc.
Conseguintemente, contestada como
foi, a manutenr;o, continuaram os di-
rectores eleitos em 15 do Junho, a
exercer os seus cargos sem o mnimo
embaraco.
Entretanto o Sr. Delmiro, sem estar
ao menos de accordo com os outros di-
rectores de seu tempo, convocou urna as-
sembla geral! Se fossr annullada a
ultima eleigoe ficasse funecionando a
antiga directora, o Sr. Delmiro estara
em unidade, e nada poderia fazer con-
tra a opinio de seus companheiros.
A vista das declaracoes oppostas
convocaco feita pelo Sr. Delmiro, elle
boje publica um artigo, onde se le :
Para provar ao publico que sou eu
o director presidente dessa sociedade,
basta-me smente chamar a attengo
de todos para a manutenco que aqui
transcrevo...
E raais adiante :
sou o actual presidente do
Derby Club, como prova o mandado
cima. .
O Juiz concedeu o mandado pela sim-
ples allegaco do Sr. Delmiro, de que
estava no legitimo exercicio do cargo
de director presidente ; a concesso do;
mandado nao prova a existencia de um
facto qualquer, mas urna simples alle-
gado, que poda ser contestada, como
foi. ,
Para, no seu artigo, justificar a nul-
lid*de da assembla geral de 15 de Ju-
nho, o Sr. Delmiro diz que estiveram
presentes nove accionistas, sendo :
Delmiro Gouva, director.
Teixeira, idem.
Rodrigues de Souza, idem
Gomes Penni, gerente.
Joo Amorim, fiscal.
Pires Fonseca, dem.
Joo Benigno, accionista de urna acedo.
Alexandre de Mediis, tambem occw-
insta de urna accao.
E Manoel de Andrade, accionista i,
duas acedes.
Conclue o Sr. Delmiro :
Segue-se que temos por consegua-
te tres accionistas estranhos, no casa
que a lei requer, e seis ditos adminis-
tradores e fiscaes, approvando seas
propros actos, em detrimento do que
resa o citado art. 142.
O Sr Delmiro incluio nos seis ditoas
administradores e fiscaes ao Sr. Gomos
Penna, que nao c urna nem outra cou-
sa, mas um ernpregado do Derby Club.
Para melhor excluil-o, o Sr. Delmiro
inventou urna nova especie : accionis-
tas extraaos. O Sr. Gomes Penea_
actual gerente, nao directer (nem ha
4 directores), nao fiscal, mas era *ae-
cessario que elle fosse extranho !
Estiveram presentes, mediante procu-
ragoes numerosos accionistas nao in-
cluidos naquelles nove, Para excluil-os,
o Sr. Delmiro nega ao Sr. Penna (que
nao director nem fiscal) a faculdade
de ser procurador, e diz que as procu-
raQos passadas ao mesmo e ao3 Srs.
Commendador Joo Amorim e Alexan-
dre de Mediis eram abaixo assignada,
e nao tinham sello, nem reconhecimea-
to das firmas.
Nullidade da eleifo de directores de
urna sociedade anonyma, porque as
procuraces tem mutas as ignaturas,
porque nao esto selladas, e porque as
firmas (nao contestadas) nao foram re-
conhecidas por um ta'iellio publico!
Arguifes desta ordem refutam-se
por si mesmas.
Note-se que inexacto nao estarem
selladas as procurarles ; ellas conteo
sellos di3 verba rubricadas por empra-
gados da Recebedoria, e e tampilhas
cancelladas pelos Srs. Bar de Casa
Forte, Commendador Manoel da Silva
Maia, Dr. Manoel Martins Piusa Jnior
etc.
Urna circumstancia que nao foi men-
cionada pelo Sr. Delm ro, embora coas-
te da acta publicada, que o Sr. Cona-
mendador Joo Amorim nao fez uso dx
procurado a elle conferida, e declarois-
que votava, como votou, nicamente
por si.
Diz o Sr. Delmiro que o art. 16 dos
Estatutos nao expli ;a nem determina
a pessoa que pode convocar a assem-
bla geral. Sim, senhor ; mas o art.
9 10 explica e determina :
Art. 9. Compete d directora :
10. Convocar ordinariamente a
assembla geral no tempo prefixo, e
extraordinariamente quando for isto rtv
quisitado peloconselho fiscal, ou reque-
rida por sete ou mais mais socios, re-
presentando pelo menos um quinto de
capital social.
O Sr. Delmiro, anda no temp:>, ere
que era director, nao era a directora e
nao poda convocar urna assembla co-
tra a vontade d seus companheiros,
nem fra dos casos expressos no art.
9
Concluimos respondendo a esta per-
gunta :
... que mal provm em se apresen-
tarem os suppostos1 directores em unza
assembla geral, que para esta seja o
jury de seu modo de proceder ?
Nenhum, se ella for convocada regfc-
lamentf, nos termos do paragraphe
cima transe ipto. Nao poder ao ma-
nos o Sr. Delmiro obter o concurso de
accionistas representando um quinte
do capital social ? Basta que elles re-
queiram aos actuaes directores a con-
vocaco da assembla.
Dadas, em attenco ao publico, es-
tas explicacoes, pretendemos nao vatr
tar imprensa.
Recife, 31 de Agosto de 1895.
O secretario,
Antonio y os Rodrigues de Souza,
Despedida .
O abmx assignado, retir n lo-se tmporaria*
mente para l>ortug-l no paquea mglez LXaM-
tana no d:a 1." de Salera tan, arlm de tratar 4e
sua smide que se acha um pouco alterada^- pete-
dascolp'i a to las as pessoas que Ihte dio a no ra
de sua amiale, da nao despcdir-s pessoal-
rnente e off .-rece-Ihe naqoelle reino seos dtou-
utos prestimos.
Outrosm, declara que na la deva oesta prac*
nem fra della, e que Meara encarrejndos da
indos-os eus negocios os Srs. Jos LoU da
Silva, Joaquim da Silra Netto e Jo3a AJJtoa
FrHHcisco Alves, na ordem eu qua .e acbaa
colloc dos.
Reiif-, 28 l8 gosio de 1895 .
Antonio Marques de OUvexra.
Ao publico
Carlos Fast, aguarda a ree-.aao do Su-
perior Tribunal, do aggravo interposto
p-lo leiloero Antonio Guamo, pa a dar
ao Sr. Dr. Estevao de Oliveira amorecid
rftpposta em referencia a seuartig publi-
cado no Jornal do Recife de hautem8
sobre o mesmo aggra?-\
Recife, 31 de Agosto de 1895.
Carlos Fast.
Fabrica Caxias
Os >baixo ass'gnados previnem a quem
convier que estSo munidos de mandade
do Exm. Sr. r. juiz do commercio par
fazerem apprahender ond forera ach doc
cigarros de outra Fabrici com a marca
contrafeita oa imitada do3 seus cigarro*
tamo di mortalha como no rotulo e qa
esto dispostos a proceder contra queso
expozer d.tos cigarros venda, com toia
o rigor, de conformidade com as p3na
decretadas p r lei.
Recifo, 31 da Agosto de 1895.
Azevedo k C.
Ao commercio
B rutflT: n A B. iwtWW que no t- de 1-
lh-> oco'rente aooo a'mi tiram, como-ecciosdc
s .'* c.hsis camme ciaes nesia paca e na d Ma"
o, js seus Qtigos coliaboridare?, 03 Srs.:
'3 .1 qo'.rc J d- C^-tro Vete' os F'wrd K.
1,-.ene, r>tn romo o S Serd Bnrsieiriaau, filaa
;o a-loil h fe i> c-8d. o Sr. r. DCiMuMi**.
O S Ot.o Bdlme cuattofea a assigmr .m*
i.'.r ?'u o a.S'.
Ont o> m "da -la-a qa o nen -nueB-rher^a
S J Ba-st-l'iian,-eslen e em H.mnnBO, O*
MHI nrade o 1- un *m*o 1891 e a-.- intete'
j o ou ft ma. d^ qjal era socio ci^Ta-ndi-arif.
.-e o tu o 18 e A. O lo de 18'.5.
O Rauliveira mmmi t
o medicamento raais efficaz, mais barato a de
gosto agradabilisstrao na drogara Braga e era
odas as PDarmacias.
IKWO
T.'





-
V


*r
~s
.l.
Diario de Pernambuco Domingo 1 de Setembro de 1*95
7
D. Mara Tuereza Soares
TRIGSIMO DA
Pedro Bodriguea Soares e su1, mulher
Francisca Ramos Soares, convidam a todas
as pessoas de &ua amizade para asis irem
s missas quemandam celebrar na matriz
do Cor,jo Santo, sexta-f^ira 6 de Setem-
bro, s 8 horas d uanhi, por alma de
sua iddatrad Tiai e sogra D. MARA
THEREZA SOARES, fallec.'a na cidade
de Campos.
A todos desde j. antecipam s'ncera
gra id3o.
Au Paradis desDamei
Especialidade em Bedas, brancas, preta
de eores, litas, surahs, para casamen-
tes, bailes e passeios, para grande escos
38 Ra B. da Victoiia 38
Telphone 59
FALLE
HYGIBNE DA BAHA
(Copia)
Usando das attribai\5es que me sao con-
tentados comprovaado a analyae e a licen-
ja concedida pelalnspectoria Geral de Hy-
gienf do Estado de IVrn&mbuc concedo
licenca ao Pharmaceutico Antn o Mar-
tiniano Veras para xpor a venda neste
Estado c preparado denominado Cognac
Brazileiro de sua conteccSo. E, para
ccnstar passou-se o presente que, pagos
os emolumentos e assignado, se registrar
para os devidos effeitos.
O inspector.
(Assignado) Eduardo O. Cosa.
Secretaria da Inspectora de Hygiene
alBabia, 12 de Julho de 1895.
O secretario
Pr. Antonio Augusto de Figueiredo.
(Sobre estampilhas) de 4$400.
N. 2.872-Rs 58000.
feridas pelo Regulamento San gor e tendo em vista os documentos pre-
(Pag u de emolumentos na Recebedoria
da Babia)
O fiel
(Adsignado) N. M, da Silva.
Reg. a fls. 88 V do L. competente.
I. de H. do E. Federado da Babia, 12
de Julho de 1895.
(designado) Dr. Muitic Barreta.
Realejo*
Caixas de msicas suissas, o que
ha demelhor n'esle genero.
PREALLE A C.
59Fu Barao da Victoria69
}{
i!
11
H


m
Bronchite P slhmatica
O DR. COELHO LEITE, Clnico de
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta qan o
Xarope ro
PHARMACEUTICO
ILDEFONSO M AZEYEDO
E' excellenta no tratamento da BRON-
CHITE ASTHM TICA
Depsitos:
Ra BarSo da Victoria 37, l. andar.
Pharmacia Conceig&o.
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
es boas pharmacias.
Pernambuco
5*
1}
0
Si:
Pianos
Orando soriimenlo de cordas, so-
ladores, bancos, capas, marfiro,
fellros, nrnndtllas e lodos os artifros
proprios para fabricar e concertar
Piano*.
PREALLE & C.
59-Ra Barao da Victoria-59
Peiloral de Cambara'
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos da scien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, e este importante medicamento
restituio-lhe em pouco tempo a saude
perdida.
O AGENTECompartida de Drogas.
}{
i!
llusicas
Enorme e variado soriimenlo de
imi-ici de Kumpa e America.
Msicas para canto, piano, flauta,
rabeca e todos os instrumentos.
Encarrega-sa de iropressao de mu-
sicas.
fREALLE & C.
59 Ra Baio da Vict ria -59
1!
(
1
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBaro da Victoria n. 51,
1.* andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem a
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nosdomingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade u. 26 Telephone
a. 287.
Duzia
Garrafa
25(5000
20500
i tre clae medica da o dde
do lee re
Etienne Collei, agente au um syndiCgt, a,
epecialldidts pharma',eoticas (raous ien, .
Oonra e avi#r acs Sr?. facultativos fleel, eM."
de, qoe rer-lhe ba effiecidss alhemas au)06ir3.
rljs prodoilos de roa represeotcao, pra ef,.
firteolarem em sua el.rica. p
MEDICO
Dr. linar Wanderley
Avisa aos clientes e amigos que
pode ser procurado de 12 horas s 2
da tarde na Pharmarcia Bom Jess,
ra do Bom Jess n. 24.
Re*denca Rua Oireita n. 10 em
Afogados.
------------*------------
Instrumento*
(Jrande soriimenlo de instrumentos
para banda marcial da iraporlanle
fabrira autrot Aine & C.
PREALLE & C.
59-Rua BarSo da Victoria-59
o
"I
Piano*
Vende-se aluga-se, afina-se, con-
ceria-se e lrora-se pianos.
PREALLE 4 C.
59Ra Barao da Victoria- 59
clnica ::::::.. ::::::::-
O DR. CORREA DE SA' tem
o seu consultorio medico cirur-
gico na ra do Rangel n. 8, I.'
andar, d consultas todos os dias
de i i [2 s 3 ii2 da tarde.
Residencia ra da Irnperatriz
n. 5, 2.' andar.
Especialidad s :
Molestias e operacoes de olhos.
(klrV-t iw% -*- -> \^>
CSMEBCIO
Bolfa c odiiiktH.'iI de Perna buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
COBRETORES
Praca do Recife, 31 de Agosto de l8g.
Nao buive >oc!lu-
O presidente
Antonio Mj-quei de A tu ttj .
O secretario
M.o.el G. da .silva Pi to.
Cambio
O- Ban'os ;-rriruj ,on t xa fe (0 I3|I6 so
tie Londris i 90 i|, roaservando-3J es;a lax.
firm-*.
GjjIoo er se fei:o peqieaos regocios a 11 r".
para aa:a< fuioras.
Em pa|. pirtscalar ftf e peqaenos ne^odis
a SI li e il 1,8.
Cofacdes le gneros
har o agucuvr
Augurar
Brauco. por 15 k los 260O a M2J0
Soaencs, lleni, dem it) * (.: '
Uascavado dem. dem. K80U a !40)0
Broto melado dem, dem i4500 a U6')')
Rtame, dem dem 14300 a 145.0
Algodio
Coltoea 104803 p.i 13 kilos.
ftleool
Por pi| a de (80 litros 1904 veada.
A%v.xrdr.ntc
Por pipi de 480 litros 1004 venda.
Gearoi
Seceos salgados na base de 11 kilos 950 ris.
fiada.
Verdes OJO rif, nominal.
Carnanbx
Coti-se de 234 a 354000 por 15 kilos.
Me I
!or 1104000 nomlca!.
Kxportaeo
Kecire, 31 de Agoalo de 18i)5
rara o exterior
Nj vapo* ingles Arcailecl, para Liver-
pool, narregaram :
B Williams & C, 250,018 kilos de carocos de
algodo.
V- esee^ea, 17 030 kilos de residuis de algo
do, 2,764 kilos de cacao e 00 fa-dos com 79.500
kilos de algosa).
P. Paes Brrelo, 94.500 klos de carocos de
aigodfio.
i. Fuerstemberg & C. 566 kilos de residuos
dealeodio. 849 kilos de garras de coito de bol,
547 kilos de 14 de carneiro. 13,lf0 cbifres de
bol, 483 nata! de boi e 58 kilos de criaas de
animal.
------------------- wm "
l Peitoral de Cambar
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distincto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tosses
e outras enfermidades das vias respira-
torias, do Peitoral de Cambar, de
Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
BJ No vap-r nacional S. Fr tania, caaege n :
C. deD).as 13 caixas rom medicamentos
Para Aracaju', carrtgoo :
C. de Dogas, i caixas com medicamentos.
Para Ma S. H^'q ei A C, 1 c.ixi com 15 kilos de
Oas.-a de "l U.
No biite Aaror. 2', para Mjcj, carre
garam :
No biate Adelina, para Uossor, carra-
a'tn :
J. A. Ponscca, 23 casas com C00 kilos de
ntii
A. Pcoaode & C. 1 eaiu coai 100 kilos de
dore e 12 dia< com 108 jhoi de cidra.
Mr.na & Suata, i Ciixas com 30 kilos de
ce a eai veUs.
Na barcac Aa-ora pira 4*aco, 3r.-eza
rain
Barbosa & C, 1 birril com 80 lit o de vi-
ca A. Machado & C, I ralxa ron 4CC0 criarrjios.
48 kii< s de lu no e i5 prlles de couro prepindo
Na barcada Kainba do Sado, para S M
guei, carre^oa :
J. S. Saisas, 40 caitig com 8;o k 1 s ,e
.-a ai.
Na ba-c ca ijurreio Parabibaao, para
ParabiDa, caregja :
F. Barros Fuo, 5 barricas com 420 kilos de
assucar brauco.
= Na barcaca Sanho, para Paablb?, car-
re goa :
P. Powier Faciorj, 59 barrls com 565 kilo
de plvora.
J. S. do Arcaral & C, 12 raizas com 68 litro)
iie gen-b-a e % barr.s com 160 di.os dj viabo de
f metas.
C. Lerros & C, 12 caixas era 27i kilos de
Habao.
No bila Adelina, pa.-a Mjssor, carre
eoa :
J. S. Seixas, 69 caixas com 1,320 kilos de
sata.).
Cloica nieilico-cirurgica
Medico, par te ir o e operador
Dr. Manoel Carlos de Gouva,^
de volta de sua viagem, previne-
,aos seus c'ientes que reside 8, a
;tem seu consultorio aberto tjr
ruaBaro da Victoria n. 61, 1.* J
andar. jn
D consultas de 1 As 3 horas aP
,da tarde. $k
i Acceita chamados a qualquer^f
jhora para dentro e para fra da*p
cidade. m
Peitoral de Cambar
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido accommettidos de coquelu-
che, e, nao colhendo meihoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente. Mara Jos Rodrigues Bar-
cellos. (Firma reconhecida.)
O agente Companhia de Drogas.
constipacOes
Peitoral Catharinense
DE RAULIVEIRA
BHCOi.AISIl ItKK.V
Violiiio
nica agencia no norte do Braz I
da afamada lubrica L). Wolff.
PREALLE &C.
59 Ra Barao da Vii tor a 59
Au Paradis ('e- Dmes
Casa especial de artigos para
Ni ivas
Ry& Bara h Victoria 38
Tclc|!inne5B
---------------?---------------
Capas irnpermeaveis
Par* homem recebeu o
A Parad'8 ds Darnos
{}
I")
PREALLE A C.
59-Rua Barao da Vctiria
59
Dr. Francisco Leopoldino
1 specialidf des : Febres, molestias de
crianjas, sypliihticas e da pella.
Consultas de 1 s 3 heras da tade
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1."
andar.
Residencia Ra da Santa Cruz B. 72
Telephone n. 214.
Chamados por escripto.
Feitor.-l de Cambar
Cheio da mais viva alegra e gratido
venho declarar que em menos de dous Souza Soares e apenas com um frasco
mezes minha esposa restabeleceu-se j fiquei completamente restabelecido.
.Msicas Je ilanpa
Bellas walsa. polka.--, qu-iJrillias.
srhotticli. ele. te. o que h de
meiiior e mais moderno de couipo-
s lores celebre?.

Peitoral de Cambara
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, poda ser procurado
em seu escriptorio fc Praga 17 n. 79, das
10 horas da manhSs 4 da tardn.
800
7*300
ir6
130
530
240*
Jaboraody (fol/ia), dem... ........
Meios de sola, valor nominal..... .
Mi-I de tanque od melac), litro......
Mlino kiiogr ......................
OI--0 de mamona ou de ricino impara
lito..........................
Pedes de cabra eui cabello, valor
do ceoto......................
Id,*m de carueiro em cabello, valor do
ceoto .......................... ""*
Perfum iras, k lo................. 2u00
Sapatjs de ouro brauco ou ti no, par S*10
Ktendimeato* publleoa
Mes ue Aeoito de 1893
Alfandega
com o uso Peiloral de Cambar, de Sou-
za Soares, de urna horrivel tosse secca
acompanhada de dores no peito, tendo
antes, durante o espado de dous annos,
ernpregado sem o menor proveito um
grande numero de outros remedios,
Joaquim A .ves CavaUanti (Firma reco-
nhecida.)
O agente Coti.panlda de Drogas.
Carlos de Alencar, major-fiscal do I" regi
ment de cavallaria do exercito. [ Fir-
ma reconhecida ]
O agente Companhia de Drogas,
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOMS DAS MZaCADOBIAf NACIOXAB 8DK1TA8
DIBKITOS DI IlPOIIigl
Semana de 2 a 7 de Setembro de 1895
para Rio
Para o Interior
Na vapor racial Coleta
Grande do Sal, carr^garam :
A. Moreira Irmio, 167 barricas com 18,036
kilos ne desocar braoco.
Para R j -le Jmelro carregaram :
Loj> 4 F.ibo, 500 saceos com 30.000 klloi de
asanca- r. aicasado e 1000 dito: com 60.000 ditos
de dito bnneo.
Nj vapor aacional Braxil, Dar Bahia,
carreioo : *
D Ly M caixas com 651 kilos de doce.
Para Vlctoru, carregarim ;
Paotoal ^ Oliveira, 15 saceos com 900 kilo*
de assocar branco e 5 ditos com 300 ditos de dito
Mea vado.
J. T. Cirreiro, (00 barra cora 4..00 litioj
de agsardeGte.
Aguardante, ca mea litio.......... 208
Dita de canna, litro................ oo
Dita destilada on alcool............ ; i;
Al Arroz com casca, [............. uo
Assucar branec. ictem............. 208
Dito mascavailc dem............. 108
Dito retinado. dem................ 350
Bages de mamona, iJem.......... 130
Bjrracba de t^ite mangabeira, idem. 1*500
Cacao, dem...................... 900
Gaf bom. Mera................... 1*700
Oitjescclha ou restolbo, dem...... 1*200
Dito moido, iJem................. 2*.U0
Dito ordinario, dem............... 1*400
Sement de ca.-naba, o kilo....... 47
Sabio, kilo....................... 330
Sebo em rama, kilo ......... 666
Taiajuba madeira, kilo .......... 120
Taboas de amarello, dasia......... 160*000
Cera em veas,kila................. 1*6J0
Dita vegetal em bruto, kilo........281*000
Carocos ou sement dealgodac, idem 045
Carrapaleira sementej............ 190
Carnauba dem................... 1*933
Cjgnac, Ittro................------ 1*000
Li'.ra, litro................:..... 400
Capil e linres, litro............... 1*000
Carvao e pe Ira, tonelada.......... 40*000
Dito animel...................... 150
Coaros seceos espichados, ,kilog.... 850
Dites ditoa salgados. dem.......... 750
Ditos verdes, dem............... 570
Counnbo um...................... 1 *70D
Cocos em casca, ceoto........... 9*000
Cornelias, par.......,............. 1*500
Batmas. par...................... 5*000
T.mancos, pir.................... 600
Djce, kilo........................ 0O|fQ
Parinba e mandioca, kito.......... 15x
Graxa sebo, kilog.............. .. 693
Isenebra, litro..................... 360
Herida geral
Dj da 1 a 30
dem de 3l
1 590 I97*i85
67.014*216
1 6.7 211*501
Renda do Estado :
Do da 1 a 30 165:930*9)7
llera da 31 r5.*648
Somma total
de
167.448*985
l]8ii:660*486
Pernambuco, 31
J 8scc,ao da Alandega
de Agosto de 1895.
O cne'e da secQSo
L. F. Codecera.
Pelo ibesooreiro
Hemeoegildo N. Cbaves-
r e':ebeporia
Do dia 1 a 30
dem de 31
DO ESTADO
396 063*!03
ti4 6(4*411
50 cargas cem farinha a 200 rs. 10*0)0
15 cartas cora ri'ilho secco a 200 r. 3"000
12 cargas cem fej'-o a 200 rs. 2*400
78 logares a 200 ra. 15*' 0
11 Sainos a 200 rs. 1*500
12 comp. com Huineiros a 1*000 12*000
9 corap. com selrv i-uea '00 rs. 2*?iK'
8 corap. com fressnraa a ^W 4*8 M
34 comp. com comidas a 70o rs. 23*80"i
75 como, com faxeodas a 600 ra. 45/0(10
49 comp. cora verduras a 300 rs. 14*700
99 comp. com farinna a 400 rg. 39*601
4 comp. r-om talhoo a 2*000 98*000
Roudimento des dias 1 a 29
Presos do da :
Carne verde ne 2 M) a 1*000 rs. o
Sainos de 1* a <*2J0idem.
Ca'oeirode 1*200 a 1*500 dem.
Pancha de 8*0 a 1*40) rs. a caa,
liilbo de 700 a l*0tM) rs. a caa.
Peao > e 1*000 a 2*00 a caa.
331*8)0
9.393*101
9 726*900
kilo.
Do dia 1 a 30
dem de 31
RECIfE DtlAINAGE
460:677*644
4:626*740
770*59'
5:397*337
HoYlmento do porto
Navios entrados uo da 31 'ie Agosto
Bueoor-Ayre8 e escala13 diaa, vapor fraocex
MUd< commandante E. Matnjoa carga vanos (te-
eros ; a H. Hurle & C.
Carniff46 da, ba'ca inglexa Pcllicanp, de
884 ton ludas, eqaioagem 14, comman lante
W. 11. mitb, car^a carvao; a Lopes Goim,-
raes.
Sabidc 00 mesura da
SindneyLugar inglex Claiba. commandante
O. Javce; em lastro.
Jamaica barca noroegoeose GanymtdfP,
Comman lante E. E seo ; em lastro.
Parahjba ePelotas Va;or loglex Actor. com-
mandante II. Borke; carga vanos gneros.
N1W-T0 kBarca nacional Helnu. comman-
dante H. Pedersen ; carga varios geteros.
Hercado anleipai de m. los
O movimento deste mercado no da 30 de Agos-
ta (oio segrate
Enirsrjm :
3 i bois pesando 6,241 kilos
575 kilos de peixe a 20 rs. 11*500
15 compart. com mariacosa 100 rg. 1*500
6 ditos com camarOes 100 rs. 4600
26 1/2 columnas a 600 rs. 15*600
3 carga com galliobas a 500 rs. 1*503
8 cassoaes com gallinbas a 300 rs. 2*4 o
16 cargas com millio verde a 300 rs. 4*800
2 carga com amendoim a 300 j6 10 cargas com batatas a 300 rs. 3*000
3 cargas com macacbeiras a309rs. *90!)
1 cargas com cebollnbo a 300 ra. 4300
5 cargas com genmuns a 300 rs. 1*5)0
12 cargas com verduras a 300 rs. 3*r00
2 carga com canoa a 300 rg. *600
15 cargas com laraojas a 300 rs. 4*500
2 cargas com iobame a 300 *690
2 cargas com lougas a 300 rs. *600
3 cargas com diversas a 300 rs. *90
navios esperado
Do R'.ode Jaaei:o
Birca portoguexa Adelina.
De l-eloiaa
Lagar aoroeraense Ele.
Paircoo ooroegaen8e Eioar.
Lagar rtinamarqaez Varde.
Lugar Braxilelr^ Braxil.
Patacho argntico Alraioa.
Lugar noraegueose Sylphe.
D. Porto
Brigae portogoex VHrero.
De Cardiff
Barca noruegeenae Caml.
Harca noroetroene Augast Fcllepen,
Barca noroegoense Roy Barca noraegueose Auriga.
Barca norcegoeas Mjd.
Birca ocraegaense Ragna,
Barca oeroegoenEe Sala.
Barca noroeguense Vasco da Gama-
Barca noroegueose Amer.
Barca raglexa Pellicano
De New-Po;t
Barca ioglexa Pa:tenia.
Barcj noroecuene Viig.
Do Bamborgo
Barca al m Elisabetb AbWaas.
Brigae bliemao Ouo Grat xa Stalberg.
Birca alterna Albatross.
De Memel
Barca aliena T. C. Bery.
ilirca ooruegaeose Alen.
Barca noraegaente Zimp.
De Lonlres
Brigae sueco Frid.
Lugar ingle Faony.
De| Liverpool
Brigae lnglex Mtcnatl B xeotsen.
.:e Terra Nova
Lagar Ingle Viola.
Lugar inglea Mennlo.
New Yo k
Batea nacloai Vicuria.
Frauciico Pedro dn Cualia
Presbtero Secul r, Cavalhciro da Ordem
de Ch'istt e Vi gario Collado da pa-
recida e cidade de Sao Jos desta pro-
vincia de Santa Catharina, etc.
Altes.o qu'i ten lo usa'io por vezes o Peitoral
Ciliarinense de Ri liveirnX^RO E I>E AN-
GI OCOttlTSTO OM l'OLU' E GUACO, pre
p.imcao dos lilnDS. Srs pharmaceulicts Rauli-
no llorn & Oliveira, achei que esse x rope 6 de
benfico pr.nnplo eVito as alTjr{0efl dos or-
gaon respiratirios o que aflirrno in verbo sa-
cerdo ti>.
Cl lade de S. Jn=. 8 de Julho de 1838.-Pa-
dre Francisco Pedro do Cunha.
Mais de 59 rail pessoas residentes em diver-
sos Estados do Brasil altea ara a erfleacia deste
grande me licaraenio.
Deposito
NA
D
'rogara Braga
RAUUVEIRA
Todos os mdicos receitao o Peitoral
Catharinense como o nico medicamento
contra Tosses o Bronchitea
imOGlUIA BRAGA
Elixir II. Ilorato
Ha quatro annos quo estava entrevado
sem pod*r ir na roja nem cuidar ua
minha vida, com forte rheamatismo a
qm ninguom dav remedio. T^mei seis
frase s da Elixir M. Morato, e estou
completamente curado. Ajudado da Deus
seja que:ii descobrio este remedio.
Villa de Lenges.
Wenceslau Ptreira Bonillta.
Deposito em Pernambuco : Compaa*
de Drogas, ra Mrquez de 01 inda
n. 24.
23.
3." Provas de idoneidade precisa para
dirigir e execular as obras.
Havendo duae ou mais propostas em
gualdade de condijSes, ser preferida a
do concurrente que melhores p-ovas de
idoneidade offerecer.
Serio regeitadas fls propostas que se
se.-entirem das eeguintos faltas :
i." As que excederem os precos do or
jamaato;
2.' As que n5o forem organisadas de
accordo com o prnte edital ;
3.* As que se basearem em presos offe-
recidos por outro concurrente ;
4.a As que forem firmadas por pessoas
que ja, tenham deixado de cumprir con-
tracto com esta Repartijao ;
5.a As de concurrente que t,3o offere-
cer as garantas exigidas neste dital.
Cada proposta versar sobre urna da-
quellas obras ; podendo, porm, um s
proponen'e cancorrer a mais de urna ou
a todas ellas, urna vez que teuhf* a ido-
neidade exigida.
Nenhuma proposta ser aceita Eem q ie
o proponente prove ter de,osita'o na
TUe.ouia ia desta Reparticio urna cau.S)
correspondente- a 5 /. sobre o valor da
obra que se propuzer executar, quantia
que perd r se aceita sua propostaa
convidado para assignar o contracto res-
pectivo a isto se recusar.
Pi.ra a boa garanta da exe tija do
co tracto, depositar o contrac ante, no
Thesouro do Estado urna caucao q 11 ser
previamente arbiuada por esta Repar-
tijSo.
Os o jamentos e plantas relativos a
essas obras, a haro-se nesta Directora a
disposicao dos interessados das 10 as 4
hora8 da tarde.
Esta Directora n3o reconhece no
caso d-3 fal.ecitnento do contactante, di-
re to de reversi do contracto a her-
deiros.
Recife, 10 de Agosto de 1895.
A Urbano P. Montenegro.
Director-'j eral-i uterino.
Secretar da Industria
3 D.RECTORA
Escolas publicas
Para (oahecimeuio aus uuereseades co pu-
blico que no da 12 de Setembro p ox'mo 1
ora na tarde receb rx- e ne^a direcorla prc-
lOilai para o n.-:ru.\ao de ed ticics dettioados
>s ffco'as nob'icas, oas fgiia'ea localr artes :
J bia'o. Vitara. Pao d'A hr, Naxaretb, Tim-
bacba, G yi-na. Limoii'o, Cabe, s ?d', Taima-
'ee pOiin'ia, creados cada o & em 35 293/034.
>.':. da 27 do referida n 1 e a me-m hora
rpcefem ce tarrbfm propo3tas pa'a igcaes con-
suno Oes e dia cor.dico-s, nos mtntcipios de
Gsroar Petqcelr, Baneirrt, Garactuns e Bc-
n\'f, pudendo rada prcposen'e cencorrer a mais
ie nena rtaqocas coras, deede o,ae tenba a ida-
eioaie euguir.
Al propot'aa dee-n eer escrlp'ss por exten-
lo, sem rasura, emenda < o u.'io de qnalqoer et-
recie, 8^ndo reRei'gdas as que se resen rea tas
seeointes fa tas :
I.* As qoe ex-.ederem es pr'cas do o-ramen-
!o ;
i.' Ai que rao forem organisadas de accordo
com o peert'' efli'r:!;
3* As qoe s? b.seartm em p'tQos de rct o
coriforreote ;
4.* As tirreadas por pes-ors que teoham
dexado de comprir centrado com esti repar-
cSo;
5" A' qoe nao cffereco-em as garantas e
quididades exigidas neste edital.
Havendo daas on n ais propostas en igoalda-
de de condicOe?. eer prefer :a a do coitractac-
te que melhor pro^a de Idoneinade apre.-eTtar.
o 1 preponectes dcverSo indicar o logar de ra
-eeideocia, provar a edi iloneidade para dirig-
em e execntarem as obras.
Nrniom p-opooento ser admi'.t do a rooco:-
enria sem qoe prove ter depositado sa Ttesac-
raria desta Repa-iico urna qantia cor espon-
decte a 5 / do valor de cada obra, Imoortanria
qje [i' rie' se, eecolbida a soa rroposia e con-
vidado pa-a asci^na- o respectivo contracto, a
isto se recabar.
Para Dos garanta da execnco do contracto,
depositar o co-itradaote no Toeso.ro do Esta-
do, urna caucao qoe ir. previamente arbitrada
por esta Direcio'ia.
Os ce m-nt(? e plantas relat ves a r??cs
oba- ettarno 'Jiav'aT.e.Te das 10 da mar.ba as
i horas da tarde au exame dos coo.cr.-entes
nest. Repirtigao.
Recife, 12 de Agosto de 1895.
/. U. Pe.soa Monteorg-o,
Director, cal Interino.
3.a Directora da Secretaria
da Industria
eoital
Para coohecimeuto dos interessados
feo publico qoe no dia 5 de Setembro
iadouro, ao mi o dia tecebe so nesta R -
oarti^Bo propostas em carta fechada, c'e
vidamente sellada para a construcc2o da
alvenaria dos encontros de urna ponte
sobre o ro 0*pibnbe em, Casanga, or-
ra'a em 1 2 057*5255 reis.
Braga, 13 de ILir- de 1836-
Illmo... Sra. Se t. e Bowoo.
Tcnho prescripo, tanto na minha clini-
01 boapitalar, como na civi', a Emulsao
cott e o sea aso tem sido muitos e de
remedio nutres, nado por isao um me
dicamento moitu nprecivol, a, tulvez, a
melbo" f >rma de iaaar uto do oleo de li-
gados do bacaila 1.
JoSoBaptfc', da Soasa Ma'ide Ghavez.
Firmado em Ua iema o Cirargia, e >,m
des medicas do HospiUl da S. J0S0 Mar-
os da Cidide da Braga.
Vapore a entrar
Mezde Setembro
l.aoma, do sal, a I.
U.-beribe. do norte, a 1.
Follace, de Trlestre, a 1.
.nobe, do sol, a 1.
Viile do Rosario da Europa, a i.
Braz I, do oerte. a 1.
eibaiU, de NewYark, a 1.
Ejoateur, da Europa, a 2.
Cr.be Prince, de NtwYok, a 3.
Congc, do sal, a 3.
l'cxpowe a sabir
Mez de Setembro
Cea'4 e esc, Jaboa ao, di, as 4 hora-.
Soutbamptoo. e esc, Daoube, 1 j 12 'Horas.
Rio e esc., Brazil, i, as 3 ooras.
MIMES
Secretaria da Industiia
3a Directora
EDITAR
Para conhacimento dos interessados, fa-
go publico qm no dia 12 do mez vindou-
ro, ao meio dia, reeebem-se nesta Dire-
ctora propostas para a construegao do
pontilhSo do Riacho do Carrapicbo, orea-
da em 3:1590948, e do Riach. L>oi s Po-
dras, orgada om 6:6820453.
As propostas davem ser conveniente-
mente selladas, entregues em carta fecha-
da e con ter em termos claros :
l. O prego pelo qual se propoem exe-
cutar as obras os licitantes ;
2.' O lug?.r em que residem os propo-
nentes :
As propostas devem ser es criptas por
exters^, tem rasera, emenda ou veo de
qu-lquer especie, sendo iejeitadas as que
83 rcssstirem das seguintcs faltas :
Io As que escjcleret o pregos do cr-
gamen'o ;
21 As que nSo forem crganisedts de
aesordo com o presenta edital;
0 As que sa b^ssarem em preges de
outr% proposta ;
4 As firmadas por pessots que j
tenham deixado de cumprir contracto
feito com esta ReprrtigSo ,
5 As que no eff recerem as garan-
tias e qualidades ex gidts nesta adital.
Havendo daas ou mas propost s em
igualdadeda coadigSes, sr (referida a do
cenonrreate que meltur prova di id.iui-
dade apreenhr.
Os proponentes deverSo, alem da ide-
neidade para dirigirem ou exacntarem ss
obras indicar o logar de sua residencia.
Ncnhum proponente ser admittido
coocarrecc;a, sjm qoe prove ter deposi-
tado na Thesouraria desta Direotoria,
quantin oorrespondente a 5 / do valor
da obra, importancia que perder se, cs-
colbida aua proposta e convidado para
asiignar o contracto a ato se recusar.
Para a bba garanta da exeo cao do cen-
tracto deprsitar o cantr. ctaDte no The-
souri do Estado urna cangSo que s.:
previamente erbitrada por eata Direc-
tor a.
E" fe litado, diariamente, das lOhf.s
as 4 da tarde aos ooccarreates o exame do
crgamento, planta e tndo mais relativo a
essa ebra.
Recife, 22 de Agosto da 1895.
A. Urbano P. Montenegro
Director-gerl interino*

i
1



Diario de Pernambnco Domingo 1 de Setembro de i $95
'
3.* Directora
DA
Secretaria da Indus-
tria
i: dita !
r Fago publico para conhecinnento dos
iatereaaadoa, q-ie po di 5 da Setembro
vindouro, ao meio dia, recebeaj.se nssta
ReparticSo prop< etaa em cartas feohadaa,
devidam;nte selladas, par a construcgio
do am booiro no kilmetro 11.720 da
o trada de Naaareth oreado on reis
3.450(5653.
As propostos devem ter escripias por
extens ., Batn razura, emouda oa veto de
quaiquer especie, sendo recitadas 8 que
e resentircm das seguiutss faltas :
Io As que exiedere os pregos do or-
gamcuto ;
2' f s quo no forem organisadas de
acord coia o presente edital ;
3 Ai que se b?Beaiem em creeos de
cutros propostas ;
4o As firmadas por pessoas que te
nbara deizado de cumprir ccntiacto com
esta Repartigao ;
* As qae o2o ffe-ocerem as garan-
tiB e q lalidadjs cxi^i as neste edital.
Havendo duas oj maia propos'as em
igutoldide de condiy3>a sor i preferida a
do proponeota que melhor prova da ido-
aeid..da apreaent r.
Oa concurrentes deverSo, alm da ide-
neid de pira dirigirem oa sxacutarem a
o^ris, i-.dicr o !oar d: toa reiideocia.
Nenhum propnente sei adinittido a
concurrencia, sem que prove t:r depota-
do na TbeBiurria daat* RepartigSo qu-n
tia cir.vfpondente a 5 .|" do valor da
ebr, importancia que perder se, esso-
lhida sua inprsU e convidado para as
signar o ooatriBtoa isto ae r-cuzar.
Para a boa garann da exeCucXo do
contracto depositar o ejutractatt nu
Thesouro do Estado urna caugo, que ser
previamente arbitrada par esta Direc
torie.
Nesta ReparticSo estarao a disposigSo
dos Sra. concer ei t!8 das 10 as 4 horas
da tarde, o orcameuto e a p'aota reapec
tiva.
Recifj 23S 95.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
Pagamento do calcaniento
das travessas do Litraiiicu-
ment, da Bomba e do
Carino. freguezia de Santo
Antonio.
O Prefeito do municipio do R cife,
manda fazer publico aos propietarios da
suprecitada ra que no praz i improroga-
vel de 30 dias, cornados da data do pre-
sente edital, deve ao vir recolher ao cofre
municipal a importaba do calamento
feito e calculado na razao de 15 ,r*. s bre
o valor locativo dos respectivos predi s
de conformidade com o disposto no 70
art. 1.* do o: ga ment vigente.
TRAVESSA I O LIVRAMENTO
JVs. Proprietarios Importancias
2
4
6
Secretaria da Industria
3a DIRECTORA
Pt lo presente fago publico que
no dia 20 de Setembro, at 1 hora da
tarde, r c:b-. ra-se nest Directora pro-
postas para o alague' da osa que servio
para fe o-brar o imposto de barraira, em
Megdi'ena.
Os prcpwn'-s deverSo apseteitar fia-
dor idneo, o jrego pelo qual se p'opiem
al g*r, o temoo do tluguel e modo de
parame t >.
Recite, 29 de Agosto de 1895.
A. Urbaro P. Montenegro,
Director gerect) inte-ino.
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
23
3
5
7
9
11
Albino da Silva Leal
Albino Arnorirn &. C.
Joanna Emilia Moraes
Pereira
Elvira Clotilde de Andra-
de Vieira
Antonio ds Santos
Vieira
Aurelio dos Santos Coim-
era
Casemiro Jos da Silva
Jeronyma Maria da Con-
cei.So
Joaquina Pi-
37S800
78750
56*700
748497
104842
Rodrigues da
Ferreira Ve-
Maria
nheiro
Adriano
Cesta
Manoel
loso
Victorino Rodrigues Al-
ves Maia
Laura, Mari, Cecilia e
Eduardo
Custodio Adriano da
Coila
Aurelio d s Santos Coien-
bra
Joaquina, Mara, Emilia,
gueda, Julia Vinhas
Manoel Azevedo Camos
Joaq ina Mara, Emilia,
gueda e Julia Vi-
nhas
428997
635472
38*745
810742
928505
338547
33*547
37*327
52,5447
37S800
30*21->
33*547
295767
Secretaria da Industria
3 OIREGTORIA
Convido aos Sr". p asuidores di lotes
rust' o e urbtnes da Clon a Suasura
a coi-p r.'Csrem nest Rrparticao no di
28 do d,timbro prximo, 1 hora da
t-rde, mu id s de eos resp;olio ti'ulos,
flm do sereno regularizados pe'a 2.' sub-
director a desta Direotoii.
Recfo, 29 de Aroto de 1895.
A. Urbano P. Mi.nteorgr*,
Dirtctor-geral interino.
Guarnicito de Pernambneo
'indulto
Ediisi
O S.". coronel comaaoflan'e d eti goarnlci>,
faz sjber que, por de; rio publicado om n-dem di dia do sr. geceal cuai-
maDdaotA do 2 dismclo ni litar, n. 50 de 9,
for>o> indultadas ijdi.s a prag 8 do exerciiu
que conjniel'tram os rrixes de prim<>i'a e se-
ganda dise'toVs eiojplB-. Ss qnaps dtvem aprr-
8Anla'-3e d Miiro do pras) de 60 das a coalar
oj nata desie.
S'C earii oo Comnanlo a fiarD^cio. im
Pernamboco 1 i de Agosto do 1895.
A'feoio Bjrges,
A'feres eecretarlu.
Edital
Cal(*a bas Dnrretto.
De ord*m lo Dr. P efuts do Muui iplo do Be
ettr. sao pil' pr^n-nie t^xbero inittnidos o
{ropfe'a'ics das rasas es 38 a 58 do ladi do-
nuaoera pa"1?, da ra do Dr. Tobas Barreo
a, ro p'aio de tO d zi contados desia dst, fa-
lerem fletar os p^sseioa d s sopraiit^s c saf
a i nivel da olala contigoa a esta ulna a, vulo
tstar Eeno feito o c^Kautato "a tnesma ru?,
fob pena de sr mandado execotar pela Prtf'i-
tura, pnr COQ'a d s re prcii'os dooo?.
Secn tina nt. Prefero-a Mooicipil do Rec.ff,
em 8 de Agosto de 1895,
O se retario,
J.annim ln Ferreira da Rjihi.
Secretaria da Industria
TER'-'EIRA DIRECTORA
Para conhf emento dos interessad' s faco
publico qne no da 18 de Setembro pr-
xiao vindotrt-, a 1 hora da tarde, roce-
bem-se n?sta Din c or propostas para
ctnurncao de edificio i estrales a esco-
las pib'icis. ca seguiotca l. Ciudades:
S. Liur "co, Iguarats, Ilami Tn-
qo9reting9, Bescrro, S -nt-hern, Qirpa-
pa c S. Bentr, oreado cada um em
14.5144 30.
No di 28 de Oatubro e a mesma hora
Tecebera-se tambam prepostas para 'gose?
centtrucjScs e ditas coudicSas, eos .az -
cipos de Bom Tsrdim, Caobotinho, Trium-
pho, Buiqoe, Bom Conaelbo, Brejo, Sal-
gaeiro e Petr^lino, pdenlo cid propc-
nente ccnoo'rer a mais de urna daquellas
obras, desde qne tetra a idoneidade pre
c'sa.
As pr pos'ai devem eer escriptas por
extenso, tem rtsura, emenda ou vicio de
qtalqucr especie, sendo rejtitadas ai qwe
se refectirem des seguiote3 faltas :
1* As que asced'rem oa prfos do or-
jamento ;
2a As que nSo fotem organisadas de
tecordo com o presente edital;
3* As que ae baeeerem em precos de
outro concurrente ;
4a As fi: midas por peasoas qn-3 j te
nbam dcixado de cumprir contracto com
estn Repart95o ;
5* Aa que ro off?reoerea as garentias
e qualidades exigidas neste edital.
Havendo duas igoa'dade de ondi^Sse, b- preferida a
do concurrente que melhcr prova de ido-
ne:dade apresentar.
Os propenentes deverJj indicar o logar
de su- r>aiencia provar ana idoneidade
para diij:ram e exectarem as obra,
Necham proponeute ser admit'.ido
coneurrencia, aem q.e prove ter deponi-
tdo na Thesouraria de:ta ReparticSo un.
quantia carreapondente a 59 .[. do valor
de cada obra, importancia que perder si,
(scolnida aua proposta e convidado para
ossigear o coctracto, a isto ae racussr.
Para bea garanta da execuc^o do con-
traoto, depolitara o contractante no The-
aoui'o do Estado urna Cuc3o que ae:
previamente arbitrada p r eeta Direc-
tora.
Cs crcamentos e plattas relativos a
eaUs obras astarSo diariamente daa 10 da
macha 4 horas La tarde a dispoii^ao
dos eoneurreotes ceata ReparticSo.
Recife, 28 de Agotto de 1895.
A Urbsoo P Montenegro.
Director geral interino.
13
m.
2
10
12
1
9
11
11
13
Art
2
Aurelio dos Santos C im-
bra
DelpL.ina Lopes da C uz
TRAVESSA DA BOMBA
Proprietarios Importancias
Detemcargador Francis-
co de Assis Oliveira
Maciel
Miguel Goncalves Britto
Augut'o Cesar da Richa
Falco
8 Jos d'AssumpjSo Oli-
veira
Joo Domingues da Silva
Almeida Guimar&es
Ordem 3,a do Carmo
Joo Domingues da Siira
P. Almeida Guima-
r5es
Maria, Eliza, filbas de
Francisco Lima Cou i-
nho
Joaquim Azevedo Ra-
mos
Francisoo "Mello Caval-
cante Albuquerq e
Quirino Jos de Lima
Sop'ia Henriqueta B.
Mello 1|7
Nyinpha GuimarSes Pei-
xoto 6(7
Machado Lopes &c C.
TRAVESSA DO CARMO
Proprietarios Importancias
Antoni> do Carmo Fer-
reira
Manoel Jos da Costa
Pereira
Luiz Manoel
Valenca
JeroDymo Salgado Caatro
Guimarae8
Galdino Antonio Alves
Ferreira
Jos da Assumpso Oli-
veira
Antonio Jos Machado
Mosteiro de Sao Banto
Filhas, Domingos Gomes
Amorim
Francisca Maria da C n-
ceico Reg
Padre* Antonio Goncalves
Ferreira da Silva
Manoel Francisco (Or-
pho)
J.sephina de Pava Fer-
rei a
Antonio de Paiva Fer-
r ra
Joo Domingues S. PintJ
Almeida Guimaraes
O mesmo
Izabtl Lucas da Silva
Anna Augusta G. da
Conceico
Balbna Umbelina de
Mello
Joaquim Alves
O mesmo
Contadoria da Prafeitnra Municipal do
Recife, 30 de Agosto de 1895.
O Conttdor,
Genuino Roza.
Rodrigues
6
10
12
14
16
18
20
22
1
3
335547
33S547
82S225
52.920
42S997
858995
52|447
421997
523447
52S147
335547
335547
31(5500
5S331
31899!
568227
76 54b
23J8.4
55953
58*117
618897
85S9P5
8g(J9 >
3788 0
65622
62.5842
308240
523447
2968100
590850
718317
71*347
42S997
428357
4283G7
2^8680
228G8U
'ierreao de miriuha praia
dos Milagres
Da orem do Sr. Dr. inspector convido a Sra
D Florencia Tnertia Mria da Cooceifiao para,
qo p-aio de 15 oas, vir a esta reparncao nro
roier as dospea.' dis dihaencias do aforamen-
io do terreno de maiinrja. sito praia dos Mili-
eres da cidade de Omd, meaindo de frente
6 "30 coooando au norte eolcm ierras de
Jos Tertuliano CUes, o qoal fol requerido por
Jaao Antero de Medeiros 5 ceno de qo% Dado
esse praio, nenhoma reclamafio mais aera
d 3 re cao da AKandega de Pernamboco, 29 de
Agosto de 189 .
O ebef,
Manoel Leite Pereira Baslo?.
rreiuiutaco de mate-
riaes
Fai-se publico a qoem Interesaar que no d a
2 de Setembro, ao meio di, I ao em praca, por
m-io de preg'io, os malerues reliantes das de'
mo'icoes do be^o do Poocinho 03 qoae^ a;ham
se abi exoostos t 5paci8iau dos concurreEtes,
sendo en reures a qoem mais or.'e?er. ccbb
acce.tacao no Dr. preleile, dvendo o; arrema-
tantes retirar oaobjectos que arremataren) em
Ji borae. n .,
Secretaria da p-pfeilora municipal do Recito,
30 de Agos'o de 1695.
O secietario
Joaquim I, Ferreira Roch. _
D Mrcos Tutio dos Rei L'ina, jai
de direito da Fazeoda Maoicipal do
Recite.
Fue s.b-r pelo presente que no dia 2
de Satembro do correte auno, te hJo e
arrematar por v-nda a quem mala der os
ifgumles bns paahorados pela Faaenda
Munioipal.
O te. reno a ra Isperial, FregueBit
de S3o Joe, eom a frente para o pocote
c ira 120 paletos de frente e de fundo 600
ditos, pela quantia de 450(000, feito o
'i abatimeoto legal, visto como foi avaha-
d i em 50 .'JC'O) e esta a segunda
prage. Pertetca a Prxedes da S.Ifa
Grtala,
A> ti&lfie, b.lsnga e um temo d- pesos,
ex ttentes no est&beleciaient > n. 6 (, a ra
do Vi'Coode de Iibauma, F/eguezia de
8 .uto Antonio, pela quantia de 540J00J
feito o abatiaiento leg*l, v.sto cuno foram
avaliados em 605000 e esta a segunr'a
praga^ Peteuce a Marques e Silva.
O terreoo do Caes de Capibsriba, Fre-
guesi da Boa V at*, cm 60 metros de
freote e de tundo 35 metros e 20 cent-
metros, pela quantia d? 7208.00, feito o
abatimen'o legal, litto como foi avaliada
en 8 J()0t-0 e tat-i a segunda praga. Per
tence a bedei-oi de Jos da Cunha Mo-
reir Alves.
E para constar passou-se o edital nt
rma da lei.
Dado e paasado cesta cid-de do Re-
cife capital do Catado da Pdrnmbuco,
aos 21 das do mea de Agosto de 1895.
Eu, Jos da Cuita Reg L ma, escri-
vSo, aubscrevi.
Mai eos Tulio dos Raia Lima.
O' ordem dj Ktw. Sr Dr. s-'ce'.ario da Fa
imi?, g;o convidados o* Sra. coaira'antes de
tab'tcas nw, cciaem de '8e -.580 de Impostis de
viren a esta aecgo do conlPinloso no p'aro -
oi'o dus para ecla'.arem o logar ms mesmas,
00 e 8j siluadas afjrjn de s; htf f ntanos
rf8 resneclivts coolrat-ia.
Se 580 da nh directora do coneacioso, 31
le Agito de 1895.
o i- .ffi ai
Aoecsto PoUlh o da Silva.
Secretaria da Industria
3.a DIRECTORA
l'asseio Publico i:C do Haio
EIDTAL
Para conhecimento dos interessados,
far;o publico que, estando o Governador
do Estado auctorisado pela lei n. 112
de 22 do mez p. findo, a despender at
a quantia de 500 contos com as ob as
bem-se n'esta Directora, no dia 30
de Setembro vindouro, ao meio dia,
propostas para a construeco dessas
obras, dejaccordo com o plano do En-
genheiro.Emilio Gustavo Beringer, con-
stante da memoria abaixo transcripta,
exceptuando-se duas tercas partes do
aterro que j se acham feitas e desa-
propriaco de casa para o jardineiro.
As propostas devem ser convenien-
temente selladas, entregues em car-
tas fechadas e conter em termos cla-
ros :
i. O preco pelo qual se piopoem
os licitantes a executar as obras ;
2." Endereco de sua residencia pro-
ssional ;
3.0 Prova de idoneidade para dirigi-
rem e executarem as obras.
Havendo duas ou mais propostas em
igualdade de condicoes, ser prefirido
o concurrente que mclhores provas de
idoneidade ofTerecer.
Nao sero acceitas as propostas que
se resentirem das seguintes faltas :
i. As que nao forem organisadas de
accordo com o presente edital.
2." As que se basearem em precos de
outros concurrentes.
3. As que forem firmadas por pes-
soas que j tiveram deixado de com-
prir contractos ou promessas de con-
tractos celebrados com o extincta Re-
partico das Obras Publicas.
E' por abi, retnente, que respira, tan-
to no pbyaico como no moral a grande ci<
dad'.
E' ah qoe o operario, depois de ter dei-
zado sua offioini, vai-ae retenperar ;
ahi qne o pensador vai procurar a calma
e o repooao Derecsario a meditagSo ; ah
qce a mocidade pde-se entregar a seus
passaten pos, ocostumar se a reapeitar a
propriedade publica e instruir-se diverta
dc-;e.
E' ahi em urna palavra o grande labo
ratero em qoe ae purifica o ar daa cidades
populosas, o que torna adispensn velos jar-
dms interiores, anda mesmo nSo devendo
lies ser frequentadoa.
Como dii o Sr. Arthur Mangin na sua
magnifica obra sobre os jardins pabliooa
c ama grande cidade que nao tem jiidina
pblicos nao vive ; aquellas qua nSo tem
aufficiente vivem mal.
Aa8;m todas bb cidades coja aituagSo,
induatr.a ou commeic'o, gocam de um
ceito reoome nSo tem exc t.d'j em entrar
largamente n'eita senda, e a capita' do
Bnz 1 d, n'este mesmo momento, a prova
do grande interease que liga a esta quettSa
destinando um grand9 campo da cidade a
crecgSo de um jardim central.
Em New Yurk mesmo, onde ss queatSes
atilitaras primam sobre todas as outia',
os membros da ed lidade, acabaram por
auc'orisar, por motivos de sa'.obridade, a
creago do passeio publico que denomne-
se Central Pare.
A cidade do Recife poiaue j cus esqua-
res* elegantes, o primeiro no Campo das
Princesas e o segu do na pregado Con-
pe d'Eu.
Eiles serven para ornamentaren! e are-
j*rem as pragas em que f rem construidos,
e cffeiecem ou efferecerSo ao passeiador
urna sombra e um precioao lugar de repiu-
so.
M&b seus beceriiiis bygienicos nSo p>
dem ae estender iei~.o em ama pequea
sona ; o passeiador que demora aa m I e,
continua a ficar no meio do raido e da a-
gitagSo da ra a multidSo cSo encontra a'li
o t>spago necesaario ; e as grandes testas
pcptiLves sao ahi impoasiveia.
E' poia de toda necessidade qne sejam
completa os por um passeio mais impor-
tante
O local para eate novo jardim ae imi'j
por ai mearoo ; elle os terreos devola.
tos que m estendem por tras do Gymoaiio
e do Ptgo e?a Aeaembla Provincial at a
ra do Hoap.cio.
F cara aaiim supprimido um alagado de
aapecto repugnante qua nSo ae deve conti-
nuar a tolerar no centro da cidade.
Dar-te ha ao P*go da Assemb a e ao
Gymnazio urna visinhanga maia agradavel
e mais salubre, um lugar de recolhimento
para o legithdor um lugar de distracgSo
para o alumno e, para os dous, aguas fres-
cas, e sombra espessa, o ffrigus opacan
do veiho Horicio.
Em nutra occaaiao j foi apresentado
am projeto para tracs;ormar eate Iocl
em pasaeio publico ; o que acha-ae men
ciontdi no ultimo relatorio, que S.Exo. o
Sr. presidente da p-avinca,apreaentoi
Assembla Provincial.
Mas sua superficie era miits diminuta
para um jardim de paysagem ou ingles.
O presente projesto augmenta eata au
peiloie primitiva em urna larga proporgSo
em ha'monia oom as neceaeidadea futuras
da cidade, recusado ,para este fia, 03 li-
mites do lado do aul at o cam nho de fer-
ro de Olinda.
Sopprime alm dato, os caes primitiva-
mente prtjec'adoB ao lado do norte, e ado-
pt* claramente os typos dos passeios cha-
mados c'ardas Iogleaer com lagos, pon-
tos de vista e outros aecesaorio?.
Os limites exactos do novo passeio s8o,
o fai ver a p'aotp, ao Norte o canal de aa-
hda daa aguas, ao Oeste a ra do Hos-
picio, ao aul a ra D. Isabel, r-proveitan-
do a p iroeira ilha d'eata roa, a Late o
prolongamento da roa da Saudade, o Gym-
nasio Provincial e a ra da Aurora*
Eites limites deixam, ao lado do Gym-
oaaio Provincial, nrra tuperficie de 48,a50
destinada a ser transformada em um jar-
dim reservado especialmente para diatra
cgSo e instrucgSo dos a'umnoi do Gym-
nasio.
A superficie total do novo passeio de
13HA,8A.
Eita saperfioie nao excesaiva nem di-
minuta.
4.0 As que nao offerecerem as ga-
antias e qualidades exigidas no pre-
sente edital.
Nenhuma proposta ser acceita sem
que o proponente aprsente recibo que
prove haver depositado, at a vespera,
na Thesouraria, a quantia dereis........
5;ooo$ooo e perder o direito de res-
tituido se, escolhida sua proposta,
recusar-se o proponente a assignar o
contracto respectivo.
As plantas das obras de que trata o
presente edital acham-se:
Em Pernambuco nesta Directora,
nc Rio de Janeiro na typographia do
Jornal do Commercio, em S. Paulo na
typographia que pubbicar o presente
edital.
Recife, 9 de julho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro>,
Director Geral interino.
llolkoranientos
Passeio Pultlieo 13 le Malo
Memoria descriptiva apresenta>iapelo en ge
nheiro Beringer em 1 de Julho de 1878
O presunto pie jacto tem por fin a oocs
truc;So em ca. d.s quarteirSes da oidade
do Recite, nm paiaeio publ co de genero
cenhecido pelo nome e -Jardim Ingles.
Os grandes jardica pblicos em Londres
s3o muitr.a vezea denominados ;a pilmSes
da cidade*,
Ella corresponde approximadamente a
inperficie ''o tParque de Bruxellis ....
(141A.4A), oa a do tParc de Anvert
(I2li.); e nm poaco maior que a do gra-
cioao Poro da Manceau de Pars (91 A)
ou o jardim de Bordeaos(101 A) ; e ti
aalisente xcede moito de superficial do
Jirdim da Estrella de Liab6a (6IA) e a-
de iNatoiaarts magistra do Amsterdaro.
Aa entradas do passeio aSo em numero
de cinco daa qaaes djas dao entradas
principaes situadas as duaa extremidades
do passeio, a prime:ra na ru* da Aurora
a segunda no encentro das duas roa*
O. Isabel e Hospicio.
? As entradas secundarias eSo para as
runa do Hospicio, D. Isabel e prolongamen-
to do da Saudade.
Aa portea tSo deBtribuidas de modo a
pjrmittir que as peasoas que moram nos
arredoreB poafiam atraveoaar o paaseio aem
grandea rodeioa e goaar aesim da hospitali-
d'de do pasaeio dirigindo-ae a ceas traba-
hoa ou a aeua negocios.
Os pon oes sao formados per grandes
presas pilaies de alvenaria construidos
oa lados.
Elles sao construidos de tal maneira que
nada fas obstculo ao transporte das trvo
re e que, poaaam dar facilmtnte franca
paBsagem dos carros.
fi' oom cffaito muito conveniente coo-
server a faculdade de deixar circular cs
oarros do paaseio em certaa ruaa do jardim,
como se pratica na maior parte doa parquea
publicoa urna diminuta retribuigao recebida
dos carroB de paaseio, compenaar por de-
maia es deBpeaas da oonaervagao do cal-
amento.
Para o uso d:e carrosa em geral para
a circulagao doa grandea grapos o pnjecto
pre* e um caminho de circuito oom 12 me-
tros de largera e am kilmetro e 200 me-
tros de cesenvolvimento eem contar os ca-
minhoB de acceseo.
^Eata grande arteria segu tanto qosnto
posaivel o contorno d'j jardim,mas dei-
pjsia-se esque>r ioteiramente a ra com
aeu ruidoa e aentir-se realmente em outro
lugar.
Na parte aeptentrional o caminho do cir-
cuito contorna nm lago artificia!.
Duas ootras grandes arter as destinadas
inteiramente a pessoas a pcomplctam a re-
de de grande circalaoBo : a primeira segu a
parte aul do lazo, e, na planta, vai denomi-
nada por avenida do Aquartum : a aegan-
da communioa a avenida do Aquarinm
oom o portao coliocado na proximidsdo da
ra D. Isabel.
Emfim caminhos de menor largura ea-
tabelecem communicagSaa entre as grac-
des arteras e o-tam o pssieio em tapetas
de verdura de dimansSes convenientes.
No tragado de todos eatea caminhos f*i
adoptado, como na', corvas de e rendes
raios ligando-Be de modo quo nao firam
a vista.
Tambem foram adoptadas grandes lar-
guras para os camintof, para que a ciren-
lagSo jamis possa ser emba a.ada mesmo
nos momentos de gra na acimagSo; como
por qualoaer esta popular, concer'o, fo>
gos de artificio, regatas, ou nutras que re-
unam em alguna lugares a popule gao de
muitos quarteirSes da cidade.
As pequeas veredaa nao vSo represen-
talas no desenlio, mas pode 1 aer fetaa
ao mesmo tempo que as arterias prin-
cipaes.
Cr eio dever haver muita prudencia a
este re paito, porque a m ral e a decencia
sSo icteressadas nisto.
Seguindo o costume da Inglaterra podo-
aer concedido ao publico em datermia%<
dos das livre goso de am tabolheiro de
re va noa quaes o publico possa livre nente
pasaeiar, divertir-se a seu gosto.
O lago amficial qve ser u nico vesti-
gio do alagado ac'ual tem urna supeifioie
de 2. 82. 'corxprehendendo n'este numero
a superficie das duas ilhas.
As sin ai serao ah< mantidas ao nivel
das altas mares por meio de urna compor-
ta coIPcada por baixo da ponte qoe poa
em commuoicagao o lago com o canal, que
ao noi tu limita o jardim.
A mesma comporta pennittir renovar
es aguia todas as veses que for ceseaaario,
e franquear paasagem s embarcagSes de
passeio ou de corrida que devem povoar
o lago.
A menor dai duas ilbaa do lago nSo se-
r ligada a trra firme.
Ea'a ilha deatinada a ser. ir de refugio
aos animaes aqaaticoa, taes como cysnes,
gansos, patos etc. que inimarSo o lago.
Alem d'isto poder servir tambem corro
o t o dos p?sceioa dos barqaeiroa.
Na grande ilha estar o pavilhao da mn
sica.
Ao relor do pavilhSo haver urna pra-
ga orientada d > tal maaeira que oa sons da
msica cheguem fcimente at a avenida
do fAquarium*,
Diversas caminhos cortarlo a ilh em
diversos pontos sentidos, indo todas termi.
car na praga ou naa duaa ponteiiobaa de
comminicsgSo.
Esta diapoaigSo permitte, gragea as duas
ponteainhas que dSo acceeso a ilh-, v.r fi-
car aem dificuldade as peaaoas admittidas
a circular, quer trate-ae de ama reuniao
officia', quer da elgama festa publica, dan-
do-se iugar a percepgSo de ama quantia
qualquer.
Alem disto sathfis urna necessidade
para muitos passeiadores, qce ouvindo &
msica queiram coutiauar a paeseiar.
Emfim apreaenta um Ioigo deseovolvi-
mento de caminhos nos qaaes os passeia-
dores podem asBatir commodamente aoa
jogos nuticos, qua poder&o ser organiaa-
dos no lago.
Ao lado dojardim do Gymnaaio fioou
reservado um logar para um jardim
botnico.
Pens que todo paaseio publico ser um
jerdim de eatudoa, ato que s-gaindo o
exemplo do que ae comega a fazer geral-
mente ca Europa, as qualidades daa arvo-
rea e das p'antas eerao as mais variadas
que for poasivel e conterao ioacripgSea in-
dicando sou nome aciantifico e sen nome
vulgar.
0 qui chamo na planta maia patticular-
meote Jardim botnico o loCI reaervado
a cultaraa de certas plantas especaos
d'qo.llas que devem estar em grupos, ou
que nSo baja um outro lagar conveniente
A superficie deatirada a eate jardim par-
ticular quasi de ilA.OO, superficie maior
deque a do Jardim B^tauico de Bor-
deaux.
A eseolha do local foi feitad e maneira
a collocar eate campo de estados ao alan-
os mmeduto dos proffesaores e dos alum-
nos do Gymnaaio, que podero 101 ahi di-
rigirae, qaer por nma porta especial a-
orir no muro do proprio Gymnsaio, quer
pela porta publica oue para eate fin acha-
ae a pouco distancia do edificio.
Tambem estao repre8entadoa no placo
os lugares em que tem de ser collocados
um tAqaarium um PavilhSo, um caf
Restanrant, urna casa de jardineiros, um
mirante, e urna estarna monumental.
Oatros quaesquer e-'ificioa podero ser
feitos so depois sem que baja iffisaldade
Us fAquarion; publioos tambem tn-
dem a se espalbar de mais a mei-, a o seu
succeBao dos maB proveitosoB a ecietcia
e dos mais legtimos.
O sabio abi encoatra nm lagar de obser-
vago e de estado perfeitamente orgaciisa-
do ; o homem do mundo abi ae familiari
aa com os costumes ainda tSo pceos con-
heoidos doi difierentes seres, slgumas va-
tio royater.OBOS, oa to estranhos que po-
voam 110S8O8 mares ou noBSOS ros.
O cAquarium que acha ae projectado,
comp5e-se de um edificio principal, e de
um telheiro com tanquea, e de om reaer
vatorio d'agua.
Espago sufficiente flaoa reservado para
o futuro deaenvolvimento dietas canatrac-
g8es.
O edificio principal do qaal vai junto ao
preaeite momcrial, am desenho da facha-
da principal, tem a forma de um chalet
com dous pavilL5is Balientas nos extremoB
reunidos por um terraco coberto e urna ao-
ta com janellaa de varands.
O viaitantt*, depois de ter circulado do
terrago, atravesaa um dos dous pavilhSeB
e acha-se entao em urna galera que se ec-
tende em todo o comprimento do ed tijio.
Esta galera vontilada abundantemen-
te pelas vooesi.nas qne sa abrem para 1
tg?, ^*sssim si ij
dos na frente dos tinquea que ontem 01
diversos animaos e qoe sao d-apoatoa da
medo qua a las a penetra na galera de-
pois de ter atraveasado a sgoa dos tanques.
O espectador pode asaim commodamen-
te, aaaeotado em frente dos vidros, assistir
a sea gosto as evolugoes dos aeres cario-
sos de que ae centama povoar os cAquari-
una : anemones, polvos, c.rangueijos, ca-
valhs marinhof, macropodea da China, etc.
Oa tanques toen lmQo 4, altura sobre
.m00 de largo e l."j0 de comando.
A'gons teemjocomprimento duplo. Xo-
doa aSo prvidos de torneiraa de alimenta-
gao e de eagoto e de canos de sangra*
OVO.
A almentagSo feita por me'o de um
reservatorio d'agua construido de alve*
naria.
Os taaque?, sendo ndependeotes una
dos oatros, podem conter agua doce oa
salg-da.
fc'l-a sao dispostos conforme o typo
que foi adoptado qne tem dado muito bom
re-ultado no cAquarium* da elegante es-
tagSo de banh s de Arcbors.
Oa Aquariuna da expoaigao universal da
1867 apresen tarara no seu interior o as-
pecto de grutas com atalactites e atagoni-
les pelos procesaos dos Srs. Cunos e Bit-
tenconrt.
Eata dispsigSo de feliz effeito, mas*
exige para nSo ser ridiculo ar.iatas espacil
aee e cecaesita da grandes desposas de
cunservaoSo, .lira de ser de um casto
mu ti alto.
Estas considerares decidirSo a regeital-
as e a adoptar um ty .0 mais simpes que
v se em outros lagares como por exemplo
do jardim de acliaataglo do Bosque de Bor-
gonha em Parir.
A *gua dep 8 de ter circulado nos tin-
ques de vidro corre para cs depositoa cons-
truidos seb oa telheiros atrs do edificio
principal.
Neatea depoaitoa conaervar-ee ha aa re-
serva* doa pexea do cAquarium* ou os
animaes aquatisoa de muito grandes di*
mentO js para os tanques de vidro.
O pavilbSo cojo desenbo tambem acom-
panha o presente memorial foi projectado
pelo (ypo mourisco.
El c'rouio de dez metros de dimetro.
A suaconatrucgSo de madjira recorta
da, com ornamentos em salienca, tornan-
do aasim fcil conservago e pintados com
vivas cores.
A escolba deste material de constrncgSo
me foi inspirada pela considerago de que
em um paiz que poaaue aa mais bellas
mattas e as qualidades de madeira ss mais
variad s a as mais raras, a industria da
xando aempre nm algrete som grandes ar-i terraco e para as duas faces externas da
vores entre o caminho e o muro, porque lgaleri.
neoessftrio qus cestas especies de jardins Ella recebe a las pelos vidroj colloca
marcenara e carpintera deve aer animada
e deaenvolvid* de maaeira a poder lutar
contra a invaaSo, moitas veses poaco jus-
tificada, de ferro.
A morada dos jardineiros ser no nico
edificio j existente e qua ser reunido ao
jardim, apreaentando urna aupoifijie auffi-
ciente para eate destino.
Um mirante feito de madeira de forma
ruatioa, abrigado doa raios io sol poi urna
cuberta de aape, elevar-so ha em frente
a entrada principal d\ esquina das ras do
O. Isabel e do Hospicio.
Este mirante rermittir ao pasean'e
gosar da vista dos arredores
Em face da entrada principal da raa da
Aurora, haver um taboleiro circular dua
poder, ser aproveitado para nelle collo-
02r.se algum monumento histrico ou sym-
oolico.
Na proximidade da raa D. Isabel, nm
dos ngulos peder ser concedido para a
coott'ucg'o de am cat-Reataarant.
O jardim formado de gran es cante-
roa complantagS-s do arvores dispostaB da
modo a'deixar zlaroa por onde o olhar mdoa
paaaeiantea possa descobrir poatoa de vis-
ta' ao longe.
As direcgSes segaado as qaaes estes
ciar' s devem aohar-sa ectSo indicados na
planta, por linhas encarnadas puntuada?.
A'soj, de alguns pontos da raa ds Hos-
picio aperceber sa ha o mirante, as duas
pontesiohaB o pavilhSo.
Do mirante goaar-se-ha vista Ja mais
parte da ra da Aurora e do rio C-p.ba-
ribe.
Os massigoB de avvores devem ser plan-
tados com grande cuidado e de maneira a
fundir-ae cem a relva.
Ev.ta se aesim a transigi brusca que
vemos rnuito geral nente nos parques.
As diversas qualidades de arvores serio
eecolhidas de maneira que as fohaa e os
f'-actos proiasam opposig'o de mataeB.
Cachoa de floreo de um vivo colorido de-
BenharSo oa contornos de certoa maaaigos.
Nos lagares mais vstoa plantar so-ha
grupos de plantas de folhagem orna-
mental.
Alguns oanteiros de flores serao planta-
dos nae proximidades dos lug-res mais fre-
quentadoa.
Limito me pois a assignalar somante es-
tes detalhes ; el.es deverSo ser estudados
com o maior cuidado quendo ebegar a
occaaiSo da faaer-ae as plantagSes,
As difierentes a.turas do solo do jardim
s2o indicadas, entre parentheaes no pro-
pro plano.
P.receu me Jever restringirme por*
csusa da granae quantidade de aterro ne-
ceasario, a nSo dar ao passeio sanio o mo-
vimento de ter a indisptnsivel para evitar
a moaoonia.
Acota (iPOmOO) corresponde ao nive
medio des mare?, isto a cota de l,m30
da escala do Arsenal de M trinha.
As altas mares attingindo a cota
(IOI.j.76) foram admettidas como altura
mnima para os caminbos a cota quo cor-
responde asiolerasdaa C8as da yisiuhanga.
Tres emineucias domiram o jardim.
A maia alta a praga do pavilhSo que
no centro fioa a cota de(l04,m07).
i Ao reor o terreno vai sa abaixando at
o nivel do lago.
A tog'i ida emineccia a praga do mi-
rante qaa est a cota (103,07)..
A teroeir o local do Aquarinm, a
ceta 112,m57.
,^Entre o mirante e o aquarinm estndo-
se ama depresa&o quo r^colhe as aguas de
cada nm dos la'ios e as escota por um buero
no lago coliocado atrs da casa ios jardi-
neiros.
O paaseio aera cercado do urna pequea
grade de ferro collocada sobra am mur-
de alveoaria de tijollos com ts juntas visio
veia e com orna cornija da cimento.
A altura do muro ser de (l.mlO) afim
.de deixar ver, ss pessoas que passarem,

\.
i





o
Diarlo de Pernambnco JDominsro 1 rie Setembro de lMKi
->

.^'^^^^^^^^^^^
o ispecto di verdura e sigue ai perspecti-
vas do passeio.
Aa verbaa disponiveia para aa obres
da oidada parecen me no pirmiuir pel-
ear na realissclo mmediata e completa
do presente projecto.
Mas, poBiivel, e creio ser argente,
determinar desda logo o local exacto do
jardn, regular as buss prino paea dispo-
15838 e tratar da ecuco progreaaivs.
' preciso ev<&r qu? um terreno perfei-
tan: ente apenado para a crtacSo de um
paaseio publico aeja utisado para entro
fin, 41 fijuc-se mas tarde na contingen-
cia dodemolr qoarieirSes j edifijtdos
A maior despesa e a mais indiapensavel
a do aterro cujo volume eleva se, oonfor-
me mostram os perfis juntos a 2]3m3,302.
Mbs, Covem nSo perder de vs'a que
j foi decidido que os alagados sobre os
quaet dever se elevar o jardimaerao ater-
ra Joi por meio das esa.vacSe do porto
eque*>lem dito^o volume de 213.B,3r02,
?So superior ao que necessitana o ater-
ro feito nicamente para a coogtrucco de
casas : cora effeito os diminuto movimen
tos de trra quefor.-tm calculados para dar
alguma variedade ao jardim bSo mais que
compensados pelo 'age das regatas ende
o terreno rica ao nivel actoal.
Infelizmente a quantidad de areii con
dutid at boje mteiramente insignifican-
te, e parece mesmo que algum tempo ro
cuasi completamente abaodjnado este a-r
vico.
Neste momento a occebSo a ma:B pro-
pria pira obter-sa aterres per barato pro-
co, porque aentindo o servico do porto
ftlta da conducto-es a vapor para a asr
extrahida pelas dragas, mostr^-se dispoto
a faser o tranipoite gratuito, se lbe for
force^ido o material neetssario.
Parece-ma ser muito conveniente apro-
veitar se esta 0001 s a porqm mais tard
o numero dos conducto! es a vapor estar
augmentado, e cao ser mais ptsaivel ao
servico do porto eucarregar-se dete trans-
porte por barcos impel.dos a mSo, seoSo
psgacde-se-lhe a adespezaa dos conducto-
res a vapor e da trbuUe>o.
Admittinio que o volume transportad"
pelo servico do porto at o psseio seja de
150 "OO3 por dia, o aterro por seno elever-
se-ha a 2Oxi1al50m30O=37.c0O,-3,e se-
ria necesaario para todo o aterro cinco oo
seis ames.
O prec) do metro cubico se estabelese
ra da maneira seguate :
Compra de seis [canoas de
vinte toneladas, necessarias
para o transporte alem das que
j pi ssuo o servico do porto :
6x2:50Oi5=15:i:C0i5, o que d
per metro 15:OC0$
DEilBY-CLUD
DE
PERNAMBUCO

"' ~ -t
213,3023=
Carga em cerros, descarga
regularisa9Jo=
Trarspcrte em carros a dis-
tancia media de 200m=
00700
400
280
wm&m& h 1%: mmm
QUE SE REALISAlRA' NO
Dia 1 de Setembro de 1895
terminando com a entrega dos seguintes
Premios:
..'Um importante o lindo relogio de onro coni una bo-
nita corrate do mesmo metal.
9.* -Um bonito galethelro com seis frascos.
3.-Um par de botffes de ouro com pedras sanguneas,
para punhos, 11S limo gosto.
Koaiea
e 1 1 Pello* V.lur* lid.
Cor da veatl-
menlt
Proprletarloa
1. Preo-1 de Setembro-1 000 metros.Animses ao <.*, 5'JOOO ao 2 e 254000 ao 3*
Proce ......
ieladj.....
Fausio.....
fOmoo Preto
Enirebe.....
Girafa.......
transpone..
Maiao.....
dellado....
Rodado.....
reio........
It.dado.....
jastio .....
ftuaso ...
Peroamb .
51
Eocaroado e ouro.....
Preto e encarnado
Eicaroado e p-. tj...
Escamado ..........
Kjxo e orando ......
Encarnado e brauco..
Azul eouro..........
Good. Arrayal.
J. Garca.
Jood. Vigilaoca.
J. R. Croi.
A. S.
US.
A. F.
!
pareo-Internacional -1300 metro;.Anlmse de Pernambuio. Premios: 250*
ao i.*, 50*000 ao 1* e 25*000 ao 3.*
750(50
DaspesagerieB,ben*fi;oeto. 100
Total 00850
Ai mesmo tempo qce se fiaer o aterro
se construir o muro, a comp rta, < s por-
tos e poder-sa-ha comecar aa plantc3-s.
Aas.m poder-se-ha brevemente e econ-
micamente vir a construir om sgsaia que
pesia ser franqueado a circulado pu-
blica.
Mais tarde entila e contorme os recorjj
bos disponiveis poder-se^fca completar o
muro collocando um gradil, icstelar o
aquarium, o pavilhS etc.
Nestas condicSes as despesas para crear
o giro do passeio, creal-o com nm moro
(com soura sufHoiente para poder sopprir
a falta do atadil,) construir os portera e a
ponte de comporta destinada a macter a
agua do mesmo local ser o s-guime :
Ater.o 213.3C2-* 1850 181:3065700
Muro H67m a 200000 23:5400000
Portees 5 aSCCJOOO 4:000*000
Ponte de comporta 10:COO$000
Con-pra da cssa do jardineiro 8:0C0|U00
Imprevisto
228:8460700
28:1530300
256:0000000
Nesta importancia a despesa occtsiona-
da realmente pele passeio pubc> nao en-
tra senSo pela diminuta quantia de cerca
de 50 contos, porque o preiente projecto,
como j disse nao augmenta o volme do
aterro j decidido precedentemente, e exi-
ge soiiiente ene o trabalho saja coocluido
dentro de cinco ou seis annos, em lugar
de vinte ou ti iota annos.
Sej como fr, a despea annual nSo
exceder termo medio de 42:5000000 sen-
do a diB^esa total partilhada em seis an-
nos 1
Esla quantia basta para a rpida creagSo
de um grai.de pa:seio que, mais tarde,
e a proporcao Jos recorsos ae que se dir-
paser, se aperfsicoar ror meio de diveel
sos aformoseamectos e chegar ao ni va-
dos passeios pblicos que b outras cida
des importantes podem servir de modtlj
Rerife, em 1 de Julho de 1895.
O engenbeiro principal, Beringer.
DECLAKACOES
Veneravel
Itmandade do S. B. Je.us
das Dores
Em sos tgreja ob a iareeatede
s. Cm/aio
Assembla geral
De ordem do 00 so irmao p'evedo', convido
s iodos os carissicto) irmaos comparecerem
em 00880 cors'Btrio domlnpo 1 de Setembro.
s 8 boras d manb para aselstlrem a mist>a
votiva do Eiro Saoto, e m depois crocede'-
se aeieijo co> novos (uaccionarios qoe teu de
administrar a m"sma rerporacao 00 sn'.o com-
p-orcmal de 1895 t 1896.
O secretario
^^^^__________Joaquim Alves Moreira.
"Hospital ^edro^~
Previnc-se as re:sras ir.leresaadas, qne per
ordem do Dr. director doserveo sanitario, e se
recete doeotes at as II oras da manba, ex-
cepto molesnas craves, lerlmeotos e ralorien-
tes, qoe seio rerebidas a qualqoer fiara do dia
en da no)le.
Ootrosim, que em virtnde do regolameoto, as
visitas sos doentes seao someote cermiLida s
qoirj!i feis e domingc?, de 1 le 4 hora* da
arde.
T.
Tu
[o .........
Ptiariieu ...
Petropolis...
Hebreo......
Baio
Castaobo ...
tiu-80. ,....
J-siaoto.. .
"ernamb.. 50 Preto e encarnad)....
P eto e azu'.........
Preto e amarello....
Azul e ouro.........
Eucaruado ebranco...
O. A.L de Millos
J. Figoeiredo
J. Mola.
J. F.
A. .J. P.
3. PareoPompea 1.000 meirof. Animaes de Pe'oam cobno vlcoria.Premios
au lUssiQcacao nos Prados do rt cife, contando oca nbam tecao ooqe
230*010 ao f, 4)*000 ao 2.", e 20*000 ao 3-.
Proscripto... Peroamb.. 81
Manomel.... 0
Mimceo----- tastaDbo....
Bandoliaa rtadado ....
H--US...... c
Eocaroado e azul C. Frmense.
L. C rvalbo.
A. CiDral.
B.U
Ouro.
Encarnado
Azul.....
Eocaroado
e prelo..
4* ParOReforma-1.2d0 metros. Aolmaee re Percambnco.
IA 50* ao 2.* e 25* ao 3.*
iPrnre.......
2|Pi>mbo pre o
3,lao.........
4 spu Bem....
SlHcbr u......
Alazio.....
Preto........
Baio........
Preto.......
Castaobo------
Pernsmb.. 50



*
Eicaroado e azul-.
Ve-de e branco
Encarnado e preto.
Eocarnado e toso
Azol e branco.....
Premios: 250*C0O ao
Goud. Arrayal.
J. C.
I. F'goeiredo.
B. L.
A. V. P.
C. Pareouniversal 1.609 me'rs. HaadcapAnimsej de Percamboco.
V 0*1)00 ao 1*. 80*000 ao i; e 40*000 ao 3.
Premios:
Plotao......
B.saiarek 2.*
Feoiino......
Torco 2.....
rrompbo...
Todo......
Rodado......
Rodado......
Bsio........
Alatao......
Baio......
Peroamb.
5i
52
66
io
51
48
Sncaroado e azul...
Azul e branco.......
Encarnado e preto.
Socaroa o e preto..
noarnado e pre'.o..
vzul e verde........
Cood. Neroodio.
J Q.
'ooi. Vigilancia,
i. Ferreira.
Cood. Vigilancia.
J. Moraes.
6." PareoRepblica1.500 metrosAnimaes de Percambnco.
I.*, 60* so 2. e 3}# ao 3.
Miscette.....
Ma aio......
Patcbouly....
Vingador.....
Corjqui8lado'
PeiropolB*.
Ca-unbo.
Baio......
flusso......
Rodudo...
Cataob-).-
Russo.....
?ermanb.
50
Eocarnado e rosa .
Atol...............
Branco............
Ouro.,............
Encarnado e preto
Euoarnado e nal..
Premios: 300*000 ao
I. C.
J. Pimeotel.
J. Pe.-Mra.
Cond. Penense.
C. Vigilancia.
J. F.
7. PareoPatria1.800 metros. Aoimaes de PerBambuco. Premios: 350*000 ao i.,
70*000 ao 1* e 35*000 ao 3
S-u Bem..
Pbariaeu..
Timoneiro.
Tdiiepber..
Faosio-----
Pr lo.......
Gastan no-----
Tordilbo.....
Rodalu......
Romo......

Pernamb. 50
m
c
V

Encarnado ei roso..
Preto e encarnado.
Encarnado e atol..
Branco.............
E'icaroadi e p-eto.
|B. L.
jj. Molla.
ICond. V/lancis.
|J. Ferreira.
ICood. vigiimcia.
OfrStTOfOtS
deac
Deixade baver o pareo de animaes de puro aangae por nio cor jo com o 1 rtjecio publicado.
Tocando a pesagem os nimaes deverao esiar jodIob respectiva casa para seren imme.
atan-ce eosilbadoa a segoirem para 0 barracao no ceoiro da raa onde so podero estar oe
cckeys e os tratadores ou criados os qoaes nao poderao ter commanicsc&j com pesos algama
otes de reali Ccallnoam em vigor; --das as resolocOes al boje adoptadas pelas aoriedades byppicas
desle Esludo, coostaDtes dos seos cdigos de corr.a e iostrircoes ja publicadas.
Dentro da caca das apostas, na sala destinada a venda das pooles, nio leri ingreseo
pessoa algama alem da directora, commissao riscal e expregado?.
Os Srs jones f lero ingresso na sala cootigaa a da veoda de pooles.
Cs Srs. empregalos devem eetrar no Derby Club s 10 boras da maoba em ponto, sob
ieua ae Do Berem admiitid. no servico.
Caama-se a atiendo dos Srs. aposiadores para o borario que sera restrictamente obser-
vado, recbando o 1* pareo s 11 boras em poBto.
O joikeys qne nfio se ap'esenlai-em coovenlebtemenle trsjados com as edres adoptadas
o procramn. ,r teua oatrOee. nao serao adailttidos a pesagem e serio multados de accordo
com o art. 51 do cdigo de corridas.
Os saimacs inscriptos para o L* par o deverao acbar-se no eosilbamento 91/2 boras
da macha.
Os forfaiis. Berao recebidos al sabbado 31 do correte, s 3 boras da tarde, na Se-
cretaria do Oerby.
As poules que nao (orem pagas no Prado da Estancia no da da corrida e serao pagas
3 d!as depcis na Secretaria do Derby.
Os premios serao pagos 48 oras deools da corrida na SecretaMa do Derby Club ras
Daqoe de Cszias n. 20, i* andar.
O expediente para esta corrida encerra--se-ba sabbado 31 do correte s 3 boras da
tarde.
A directora cbama s atteocS) dos S s. proprielarios e jockeys para o art. 21 e seosgS
e art. 16 qne sao restrictamente observados-
Secretarla do Derbv-Clnu ce Pernsmbaco, 28 de Agosto de 1895.
O gerente,
A.. A. Gomes Penna.
G. G. &
Club Carlos Gomes
CcmmoBico ios senbores sooios. qoe para o
faro musical e dansaote com qje este club
folemolsa o seo 16 anniversario. a reslia--?e n
noote de 7 de Saiembro prximo, nos sal6es de
toa sede, podem procurar desde ja os seos ln-
gresses em p der do Sr. tbesooreiro, na secre-
taria do rloh, todas as noi;t-p, dp 7 al'9 b"ras.
Secretarla do Club Carlos Gomes, em 27 de
Agosto de 1893. Gustavo Kranse
Secretario interino.
(Jompanhia Centro Conr
mercial
Ultima rbamada
Sao convidados os Srs. accionistas a faaer a
elina e oltima entrada 4 razco de 10 0/0, to
Banco de Pernambnco. no praio de 3olln, i
contar desta data.
Micei, 7 de Agesto de 1893.
Os directores
Tibarcio A. de Carvalbo.
Boaventora Atoorlm.
Pedro, Almeida.
!PI
GOMPANHIA BO TH8ATR0 LUGINBA
DA
CAPITAL FKJBKRAL
Direc^ao do notavel artista e escriptor
MOEEIBA DE YASC0NCELL08
EMPRSZA DE U. VASCONCELLOS e F. DA SILVA
Faz parie desta companhia a festejadissima primera atrz brazileira
LUIZ4 LEONARDO
HOJE Apeelido geral HOJE
OPEKA PSAHCSZ! S7CCESS3 TJHIVEBSAL
Subir a scena a espiriluosissima op reta franceza de successo universal em tres grandes
actos, vertida para porluguez pelo festejado escriptor Arlhur de Azevedo, mu3ica de Mario
Boulard.
NINICHS
Bonds e trens para lodas as linha, excepto.01.nda.
CUMPaNHIa _
Florestal Agrcola
Sai oti4rfo os Srs. pos?oido-es de liluios
de o.t: ^0.'-' t. coepanbia a receberem do
ib e.o-fru A-jI M1riaPinbc1.ro, de de Se-
'eaobm prximo rm olantr-, no escrjptorio d
Soasa Pinbeiro & C, ra do Bom iesas o. 7,
os jures de 10 0/0 ao anoo, correspondente ao
coopon n. 4. .._
Prado Peroanibuc^.no
De conforrridade Cum o Art. 5- do cdigo de
corridas, e parecer da commis^) examioaaora,
iSj po-ier ser inscripto no-1 pireo3 de anlmaes
desle Eiiaio o anix'-1 C tuimba.
ecretarii do Prado Pernambucaoo, 31 de
Agosto de 1895.
Servindo da secretarlo
C. oe Abren.
Companhia
Exploradora de productos
Calcreos
Acbam-se dispoicao dos senhores accionis-
tas, no escip'ori j desle compsabia, os balaocos
referentes ao aono Ondo em 30 de Joobo, e os
mais docomeotos de qoe (rita a lei das socieda-
des anoDynua*.
Becife, 7 oe Agosto de 1895.
A. I. Barbo>a Viaona
Preaiden'e. ______
Companhia Florestal Agr-
cola
Segunda convocado
NSo se leodo reunido Dumero legal para cons-
tilnir a assembls eral, convocada para boje,
de oovo convido os Eeth.res a:cioDisias para a
segunda re un ao qoe ter logar no da 2 to Se-
leabro viodooro. i 1 bura da larde, no escrlp-
torio da compuobid a ra o Apullo n. 22, prt-
meiro andar.
Becife, 27 de Agosto de 1895.
i. Gjngalves Palo
Presidente.
i/;.-.:-:kcg
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA F0G0
iSiHYTUliAV*
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eceta annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwel William &c O
COMPANHIA fTHYS_DE"SEG "
MARTIMOS E TERRESTSES
boa do aiovsio n. 1, l." a.ndabROS
Directores;
Bario de Souza Lefio
Tbomaz Comber.
Julio Cesar Taes Barretto-
Companhia de Trilhos Ur
baos do Rec fe a Clinda
e Be^eribe.
ASSEMBLE'A OERAL ORDINARIA
Sao convidadle os Sre. acciooisia? a se reuni-
rem em afs>-mbla geral ordinaria co da 2 de
Setembro prximo tutoro, a 1 bora da larde, no
escnpiorio d'esia ComraDbia, roa da Aorora
o. 83, para ouvirem o relatorio e parecer da coco
miseao fl=cal e procede-eco a eleicao de presi
dme da asamblea geral e commissao fiscal do
exerclcio rorrete.
Recife, i3 de Agosto de I89S.
Dent Maga.bles,
_________________________Gsreata. ______
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernambu-
C&Dft
RA tO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
~S*y Club d Per-
nambuco
Convido os senbores accionistas para reunir
rem-se em assembla geral t.rt'aordloaria, tico
de tomar fe cothecimtnio ca divergen ir entre
a directora, da nnllidade ua etei(?o anterior,
cleger ora directo-ia e subsii o- qn seos membros, eleeen'to euiroa de accorao om
o Art. 16 8 2. Ari. 17 I, 2. 3, i, us esta toe
derla empr ea.
A reaniS) eve-effrCtnar-.je em 10 de S-tem-
bro, i* 12 bo-as do da, na eecetj'ia desta em-
presa roa Duque de Cax'a*. 1 andar.
Secretaria do Derby Clon de Pernambnco, 27
de Agosto de 1395.
O presidente
Delmlro Geuveia.
Ben.-. Loj.% ^'ayallei-
ros da Cruz
8.-. F.-. P.-.
Convido os OObbr. do q:aaro psra a feseS >
de ioicisco, seguoda fejra 2 de Sa embro, s 7
boris da larde, deoois da te->) de Capitulo,
que ser s 6 bo-as da tarde.
S.-. F.-. P.-.
M. Mirtins gr.- 18-. .
Secret.-.
Royal Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL '.OOO.OOO O O
Fundos accumulados 8,274'9<3.1b'.0d.
AGENTE^
_ POLHMANN & G-
A plice geral
Tenio se -xlravtado a spollce geral de n
209.841, do valor de un conti de l p, joros de
5 % ao ann, emispai de 1870 e rertenceole sos
abaixo asignados, fazem os mesmo a presente
deciaragao, ce sccordo com o art. 108 do regu
iaxeto da Caix dt- Am. rtisacao que baixoo
cptdo decreto n. 9,37 de 14 de Feverelro de
Recife, S4 e Agesto de 1893.
Anlcnio Lopes Dias
Joe Lopes Das.
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Commandante La Gall
E' esperado dos
portos d fuI at O
la 1 de Setembro
st'guindo depois
da demora precira para Botdeaax cum escala
por
Dakar e Lisboa
Paquete Equateur
Commandante Lartigne
E' esperado dox porlos da Eu-
ropa at o da S de Setembro,
seguindo depois da precisa de-
immi mmm mumi
1:21:1:
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital l.loo.ooo
(Rs S4,0OO;OO.fO0O)
SEGURA EDIFICIOS E MEBCADOBUS
CONTRA O FOGO
7 A/XAS A I XAS
PROilPTO PAGAMENTO DE PUEJCIZO
Sem deseonto
Agentes
BftOWNS C.
Extravio
O abatxoassigoado faz publico, para os de*
vldos tins e de confermuade rom o dispwto do
art. 103 do rrgolameoto da Caixa de smortisa-
ao que balxoa cum e decreto o. 9,370 de 14 do
everetro de 1883, qoe se exiraviaram aa tres
apo'lces geraeB de ana pioprledade, de na.
209.839, 209.840 e 271.099, do v lor de om
co tu de ris cada ame, joros oe 6 % ao anco,
sendo ib dnas primeiras da emissio de 1870 e a
oltims da de 1871 ou de 1871.
Recife, 24 de Agosto de 893.
A f'edo Vieira de Sooza.
Sociedade
Ifonte Pi Bom S ccesso
Sef sao de asaem*)lla geral
De ordem do dls-o Irmao direetor, convido a
odos os aocioi a comparecer em nossa sede so-
cial oo domingo 1* de Selembre, ts 10 boras do
dls, afim de reinrmos em sessao de assemb a
geral para assisii-mos a leitura do relatorio e
balancete do 3* trimestre prximo Ando. Ootro*
lm ter logar rom o numero de socios qoe
comparecer.
Secreta'la da Socledale Monte PO Bom Sac
re&so, 30 de agosto de 1895.O secretario
Si|vioo loiz Gonzaga.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclamacao, se-
aesta feitano escrp*.
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambe ni sere-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermio
Francisco Rodriguei?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os ^recibos
desta esapreza dere
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Arcadia Dramtica Julio de
Sant liinii
Por d-liberago desta Directora sao cenvid.*
dos os Srs. Socios a comparecer oo prximo do-
mingo, 1 de Setembro, aBm de tratar-se ce
assomptos de grande importancia.
Os dignes S3CIOS te.-ao occasiao de admirar a
lusa tomoiar qoe val breveaieote ser collocada
srbre o inmolo de Jolio de Sani'Anna, a qaal se
acbar palete o'aqu Ve dia, na mesma tie.
Retire, 28 de AgoUo de 1893.
Leandro Lopes de Oliveira.
Io Secretarlo.
Companhii
Industrial e Co*rmercio de
Estiva
Em iiqutdaco
Os ex-di-eciereseactuaes liquidantes da om-
pinbia Iidustrlal e .ommer.io de Estiva, resol-
veram fazer desde j om raleio, na raia> de
20#i'00 por accao, o qaal sera pago na anilla
sede da mesma companbia, do dia 1- de Setem-
bro em diaale.
Jos Joaqun Dias Fernandei.
Augusto Maia.
mora para
Bahia, Rio de Janeiro, San-
tos, Montevideo e Buenos-
Ayres
Eate paquete Iluminados lu ele.
cirica-
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer*
cadorias qce 6 se attendera a reaiamag5ea por
faltas, qne forem reconhecida' na occasiao da
lescarga dos volnmes ; e qce dentro de 48 bo-
as a contar do dia da descarga das alvarengas,
deverao faier qualquer reclama;o concernen-
te a volumea qne porventura tenbam segnido
para os portos do snl, auto de serem dadas a
t mpo aa providencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passageirt-s de se aprsenla-
em na vespera da ebegae g vapor para loma
em as snaa passapeas.
Para carga, pas;agens, encommendas e diohel.
tj a (rete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RUA DO TORRES42
1. andar
LIojl Brazileiro
OVAPOR
Brazil
Commandante
da Silva
E' esperado dos
portos do norte no
du l de Setem-
br(.,esegoirpara
o portos do snl
do me.-mo da.
O paquete Olinda
tmuim
no da aegainie;
E'esperado do
buI at o dia 5
de Setembro, se-
goicdo para os
ponas do norte
As encommendat serao receidas at 1 bora
da larde do dia da -anida, no trapiche Barbosa
CaeB da Companbia Pernambucanan. 4.
Aos Srs, carregadores pedimos a soa attencao
p?ra a elaosnla 10a dos eoonecimentos qoe a
seguate:
He caso de baver algama reclamacao contra a
companbia por avarias oo perdas, deve ser felta
per eacripto ao agen.e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sada.
Nao precedendo esta foroiaudade, a compa-
nbia tca isenxa de toda a r ap nsabilidade.
As papa^cerja eao tiradas no mesmo escripto-
rlo, at aa S1/2 boras da lar Se do da da sabida
do vapor.
Atleneao
As passageas pagas a bordo custara
mais 15 /*
Para carga, passageaa, encommendas e valo-
rea trats-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6-ROA DO COMMERCIO-6
! andar_____________
CUMIDIS REIS1S
Companhia Fraaceza
.%'vegco a vpr
Linfca regular entro o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Mecei, Babia, Rio de
Jaeeiro e Santos.
O vapor
Ville de Rt sario
COMMANDANTE DANIEL
E' esperado da Europa
8t o dia .* de Setembro, e
seguir depois da demora
Be. easaria para
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
Ruga-se aos Srs. importadores de. carga palo*
fsporea desta liaba, qoeiram apresentar den-
fo de 6 dias, a contar do da descarga das al-
varengas qualquer reclamacao concernen!* a vo-
lme qoe por ventora tenbam seeoido para os
portos do sal, s.im de se podsrem dar a tempo
as providencias oecessariaa.
Expirado o referido praso acompala nao se
asponsabllisa por extravos.
Recebe carca: a tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rna do Commeroio 9
i
I



Diario de Pernambneo -* Domingo I de Setembro de 1995
*
\
Hambuig- Suedamerikacis-
c h e Damptachiffahrts-
Gesellschaft.
O vapor Santos
L' esperado da Eoropt
at o da 9 de Setembro e
segoir depois da demc::
necessaria para a
Rio de Janeiro e Santcs
Qoaeeqoer reclamagOes ? serlo aUendldaa 48
tao-as depois da oltima descarga do rapor na
AKandegu.
Vara nassagens. ca.-ga, tete e etc., trata-ea
COD 09
Consignatarios
Borstelmana 8fC.
Ras. do Uommeroio n. 18
1* andar
Frince Line of Steamers
dame s Knott 'rw Cas lie ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brazii e Rio da
Prata
E* esperado de New York
8 o dia S Ce Setemoro, e
sabir depoia da demora ne-
ce-u-ia para a
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
O vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas acsumodaeSes para passa
geiros o lluminado las elctrica.
Para cargas e passagess tra'a-se com os
Consignatarios
Johnston Pater Sf O.
Ra doCommercio n. 15
Bojal Ma sin han mwi
O paquete
Danube
COMMANOANTE G. M. HICKS
E'esperado dos
portes do sol no
oia 1 de Settm
hro undooro, ee-
guiodo depois da
demora iodupensvel pura
Lisboa, Vigo, Cheibourg e
Southampton
O paquete
Nile
Comromandante J. D. Spoouer
Espera-se d a
Eo'opa lo dia
4 de Setembro.
legoiodo depois
d a demora i o
dupDsael para
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
H. B.Prenoe-ee aos 3ra. recebedores de
mercaduras, que a Ccrapannia Mala Real ingle-
z cootraetco com aGeDoat Steam Havegauor
Cc'mpamom aervco da vapores semanaes que
cartlodo de Bordeaos, Cogoac, Cbarente, devem
ebegar a Sooibampion a lempo de baldearen) as
largas destinadas America do Sal par os va-
pores Cesta compaobia.
Esta cumpaobta acceila por precos rasoaveie
para Valpaialso al Abrii, paessageiros com este
festino por va de Boeoos-Ajrea e tntrada doP
Tambem aceita passagelros para New-York
9 Soutnamptoo, por recial arraojo leito coa
a Companbia Alternara Licyd, podendo demora-
rem-se na Enropa cas l desejarem.
ReduccSo dos preces das paam^eDS
Ida Ida t volta
A Lisboa i- ciaese t SO 30
A' SoutbampAoni* ciaese i 18 52
Canutte craaervaclai para o pissaKCro de
Pcroambcco.
Nota importante
A Royal Mal S'eam Patkei Cempaoy resol veo
para commodidade dos Srs. pastageiroa com des-
tino a Pana, qoe os seas piquetes tanto na vln-
da como oa ida facam escala por LHRRBOURG.a
poocas horas de Pars.
Se o numero de passagetros para esta cidade
der para cebrir ss despeja?, a Steam Packet
Company tera em Cberbcorg om trena especial
para a coocu c8 ts meemts Srs.
Para carga, passapens, eocommenda9 di-
nbeiro a frete, trata-** com oa
AGENTES
Amorim Irrao & C.
W. 3Rn* io Bons luu N.3
Camocim
Segoe p;ra o po.Mo cima o ljale tDeas le
Gna*de .
Recebe carga-
A tratar na toa da Mdm de Dos n. 8.
LEILOES
Hamburg Suedamerikanis-
ebe Dan pfdchiffabrts-Ge-
sellscbaft.
o VAPOR
Desterro

E' esperado dos
por tos do sol
at 8 de Salem-
bro e segoir de-
pois da demora
neceasana para o
Lisboa e Hamburgo
- Para passtgeos, carga, frete e etc. trata-se
con os
Consignatarios
Borstelroann & C.
18Ra do Commercio18
1* andar
Lisboa e Porto
A BARCA PORTUGUEZA
Claudina
Segoe com bre-fidade e recebe desde yi carga
para os portoi cima indicado!.
A' tratar con
Amorim limaos & C,
3RA DO BOM JESUS-3
i
Arada Olirara
3' e ultimo Jeilo defi-
ni ti yo
TVrca-feira, 3 do co-rente
A'S 11 HORAS EM PONTO
Da irmfcS" envt roteada e envid'actda, fitel-
ros. atesar, id'mas, candieiroa exinten-es no es-
(abelpcimeuto roa da Lupe atm o. 3
O ageote cima, aoton-ado pele Sr. Maioel
Antonio Pe-ein de Asevedo, levara a leilao a
armaba i e mau uleociuos cima descnpios pata
pavamemo do credor pigaoralicio.
Garame-se as cbnves ao cotujirador da arroa-
fo, pois iraspassa-se o 'rrendamento do mea-
mo predio qoe ainna ieoi S i/i anuos.
t
MkaLn Velloso le Arao :i
FirmiLo d? Araoj L'to?, tilhfls, irm Sos e cu
nbados, agralecem do intimo a'alma as pe-tas
qoe se nlgnaram cen onr a sna olil ma mcrada,
os reatos mar aes de aoa prenda espr-sa. rr 8 ,
ira 5 e cantada LiDaola Velloso de Araojo Lima
e de novo convidam as meami-B e bem aseim
aos demats pareuus e amigos para arsisiirem et
missas da 7* ii qoe mandam celebrar na un-
tril da boa-Vista, as 8 ho'as da macba do dia 4
aoietipaodo dpsdeja a sua eterna gr.tido por
,>U rio rte rfliiviao f:'f"tail".______________^^
Agente Pestaa
Leilao definitivo
De 63 accOea da extrada I B >nito. de n. W8 a 4904. de 901 a 910, oe
2291 2310, de 1486 a 1495.
Ter^a-feira, 3 do corrente
A'S 12 HORAS EM Pv NTO
A7o armozem a traveasa do Corpo Santo
n. 27
O aceo'e Pestsna venier por mandado e as
si8tencla do Exm. Sr. D-. jai do eommerc o e a
reqoerimenio dos Srs Victorino Domingoes Al
vhb Maia,6i ac(6 s scima mencionadas, servic-
do de base a (ftVta de 22*OtO cada omp, lance
obtidoem 1* leilio.
Agente Oliveira
Leilao
Quarta-feira, 4 do correntr
A'S 11 HORAS EM PONTO
Nj armaiem da ra do Imperador n. 39
O agente cima, competentemente autorlsado
levara a leilao a importante casa terrea n. 153 i
ua Mi'qoet do Herval, (oolr'ora roa d Coo-
ordi?), cem pirta e 2 janellaa de frente, 2sals,
4 qoartos. cosinba lora e qoarto de apparelbo,
tem agua encanada e qmnial morado.
Urna dita a roa da Roa n. 20, com porta e ja-
neila de frente. 2 salas e 4 qoartos, cosiona
fOra agoa eacanada e qointal murado com
p Ttao.
Os S:s. preteodentes desde ji podero ir exa-
minar as dita; ca^as.
AVISOS DIVERSOS
Precisa-se de om comnbeuo ou cosioheira
e de um copeiro : a tratar oa roa da Cadeia n.
35 cu no caes do Cap baribe ns. 31 e 32, Serra-
na Pernambucana.
Fel 4inin > Ferreira das Chagas
Maiia Auorcia Ferre a u s Coat-an, Julia Per-
reir da- e J.So Bapiiata Fer eua, e sru' libo (aozentfs^
Fraoeisco U. Frrreira aan Cbags, Isabel P. Can
to, Rosa P. Cauto, Rosa Mana A'VfsPessoa pgra"
decem cordialmeoie do itulmo dalma. a todas as
pessoas qoe se dign^ram de acompaobar es re'
tos moriaes de ieu jauais ahrMado p i Irmfio,
lio, primo,cunha'o Fe'iaino Ferreira das- Cna-
gta fa lecido em 25 o crreme, e de nova con-
vidamos a (oos oa pare, le e amigos para as*
sistlrem as mistai au stimo dia, qoe serio ce-
ieb-adas no convrntn de N s a Seubora do Car-
mn de Rec f> i'e 7 1 -t H Duras Ci man'.a, B
gonda'feira 2 de Se embro.
TninaBio a-sim anida maor es se s recente-
minios pur itais saa prova e amisade e re*
giao.
bkM M H IIIHI I
fjADE
PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constltu9oes delicadas, e sao d'um valor incrvel para todas as cifermidades pecnli
ao sexo femmino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para i, pessoas de idade aviejada
a sua etncacia e incontestavel.
Euu medicinas sfco preparadas mmenle no EstabelecimenVo do Professor Hcllowat,
78, NEW OXFOSD STREET (aatei 533, Oxford Street), LONDRES,
venderme em todas as pharmacias do universo.
Oe compradores sfto convidados respe, tosa mente a examinar o-j rtulos de cada caixa e Poto se nao teem a dirocio,
533, Oxford Streot, io alsilicasoes.
IN JECHO--CABE
Cura certa em S dias sem entro medicamento
FAUI8 7, BotUevard Denain, 7 1'AliIS
Depsitos em todas as princinaes ba*mau:;'s e nraiaxiV
rr ^ -,- III Hll II ^ HWBMUma
loaqulm los Wonniliei -!
nure*
Ptimeiro anmversario
Jos Costoiio G-rc-lves Goima-a-s, Maria
Tbeopompa Marqoea Guimaia-s J iSj Gonfi'1* 8
Goima &9', Joaquina occalves GolmarS-^p, ir-
aao. coab-da e Qihos de Joaqmm Joe Gjncal
ves Goiiraiaes, convidam a todos os seos paien
tes e amigos do liudo para asslsiirera as nrissas
qoe mandam nzir na matru de Gamelleira no
da 4 de Se erxbro, 8 borra da maoba, 1-
annivereario do seo iofosto pass.menio.ioa'
f-?, amic-.-e giatos aos que assistlrem a es e acto
de r> lit'ia1.
osa Barlak da ciio*icuo
Mame. Oaetaou Vielra, eo? uulber e 6lba, e
'oda farxilia, convidam os pareotes e sm.gos de
soa nunca eeQOecida sv, bUat 'Ji, para
asaisiirem a mif-a do 30" dia que mandam ce-
lebrar oo c Djiie-io publico, amaoba, as 1 boras
confestando-se desde j g'adecldes por este
acto de cs'Msde.
Vende se ou? arbitra lateira e deraga
na roa dos Otsos o. 26. ________
Por 260*000 veede se ma.mebilia de Ja-
caranda : na roa dos O'fcs n 25.
Carne verde a 700 rp. o kilo
Vendem os abaixo sssigoados, carne de pri-
meira qoalidade, oos taims da roa Marqoes do
Herval <$. 27 e 2, e Gamboa do Carmo n I.
Este prfgo soffrer alieracSo par. mais on
para meD^a, sempre ce accerdo com oa precos
do gado n?f> tei-a-.
Recite. 18 de Maio de 1895.
Finta Lima & C
Clara B Salgneiro de Barcellos
Trigsimo o;a
Anionio Ca^imlro de Barcellos convida os seos
irait'os e parpmes para assistlrem as miseae
qoe por alma de sou querida e nooca esqu'C da
esposa Clara B. S. Ba-i'.fllo, manda rfz.roas
ierejas do Carmo do R ci e em S, Beiro de
Olioda, terca felrs 3 do correfitr, s 8 boras da
aaera, pe' qoe se co-fecsa e ernameoie grsio.
Cosinbeira ecriaJo
Peclsa* e ; oa roa do H.spicio n. 14.
Vndese
Um lerrpno em I! b-ribe de Baixo, rea da
RpRenenja'. lado do>D. com 50 pilaros de
f ene e tOO ae fonda : qoem prptenaer ple Ir
vel o e para tratar na Entrada Nova de Caranga
ru pro 34.
Ama
Predsa-se de urna ama rara costnbar ; na roa
Larea do Rosario n. 9. rplojoaria._________^_
Compadre
Compadre V. diga-rxe oede compra gneros
para soa despensa ?
Eu Ibe digo : ba moitos aones qoe compro
em om armaiem, e nao me consta qne nimoirn
seja mais b-m servido em ootra par- ; compro
all p.-qoe eacontro o qoe preciso, dou a nota
emandam-rxe todo a meo gesto, ja v netta
condijaa esleo satiefeito.
Em precos nao ba qoem venda mai3 barato e
todos os gneros sao de primlra qoalidae ;;
boa manteiga, o bom cba, o bom queijo de di-
versas qoalidides, o bom vh'.o de mesa da Ser-
ra da Erlrella, o bom vir.ho do Por'.o da mais
baixa a mais alta qoalidade. os bons licores, o
boro cbampafcO", tinirlmenie tudo qoanta se pode
deiejar para urna bda despensa;
E tcem tamlbtn um coBrle'o aortimento de
obras de vimes. i-omo s^jam sestas para com-
pras, balaios para" papel, roopeisos, tercos e
lindas radtira8.
Obrigado compadre pelo cae me dii, porque a
vida esta mu o cara, vou mandar comprar o qoa
precisar ne3e armaiem. Po;s maDde compadra
qoe ha de ficar fatisfeiio.
Olt e o aniieo armaiem de
Pocas Mendos & C
BA ESTREiTA O o RSABIO (JUNTO A
IGREJA)
Sei onde compadre.
SEMENTES novas de bortalicas.
Completo 8orilm RA ESTREITA DO ROSARIO lUNTO A
[IGREJA)
Pocas alende & C.
IL i i
drgues
Vendem Ferreira Ro-
& 0, preco
sem competencia
Ra Madre de Deus
nst2el4-___________
Criado
Precisa-*" na roa da P.h a n 40.
Muita vantageaa
Aloga--e a orna oeq'f na familia om bom com-
molo oa toa de H utas n. 66, 1 tnd'. No mes
dio p-tci8.i Se oe orna pre'a qne teja fiel tara
alguos pequeos eerugos pae-e tem.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequea
porfes applica-se ventosas seccas o
s*rjada na ra das Larangeiras n. 14
Pharmacia
P recisa-se de om pratico ; na bouca trancen
roa do Bam Jesoa o 21.
Pao Centeio
Z. Mello Biset avisa aos sena frepoeie que
'e&do recebido firioba <.- C Mei tootuis
fabricar eate pao todas as tercas e textas feiras.
Ra Larga do Rosario o 40.
Grande officDa de aerralhei-
ro e ferreiro
Rna do Padre unz
.Aaittca de Kanta Bita Novan. *
Os proprietari's desta oiliclta se eocarreeam
de qoalquer l:ab>lho como rpja : asseotamento
de macbioas, anentamentos de e o ge: Dos de
minas e de ont-aa fabrica?, cal^e'ras defaso.
de asseatameoto e oatraa especi lanqoes. envaees batidas, portoes, bacdeiros
varandas de ifferemes siete 1 as. ferragens para
moeodas. e^pecialldade *m t-aaalnos martimo 1
pontoalitlane em seos (ratos, para Isto tem so s
cffictoas bem montadas e om peasoal habilita
dissimo e bem conbecido neste Estado.
Cbarxamos a attencao dos Srs. preteodentes 4
vlrero isiUr a nova fabrica auxiliadora da agri
Bernardo des Santos k C.
Telepbone n. 668 ^^
Precisa se
Na Fabil :a de Tecidos i roa Loiz do Reg o.
47 D, em Santo Amaro, de alguos menino^ op
10 14 anoOT, pa>a apreoderem os trabalbos da
mesma fabrica.____________________________
ma ou cosioheiro
Precisa-se de otxa ama 00 de om cosinbeiro
a tratar oa leja das Eetiellas, roa'Doqae ce Ca-
xits d. 56.
DE
Campos & C
. 38-RUA DUQUE DE CftXUS-N. 35
Em freote do Diario
Os proprietarios deste bem montado estabele-
cimento p-evinem ao rearen.vl peblico qoe
rara bem servir acs reos f-egueies te*m no re-
ferido estabelecimebto om espleodioo e varisd'
soriimeoto decasemiraB p etas e de cores, o qoe
ba de uelbcr em 14, bias de poro Itabo de to-
dos os padrOes, e por precos rasoaveis.
Possoem bons artisus,- pelo qoe se jolgsm
nabilita-ios a satiafaser com todo go.to, esoxra
e r erfeico ao fre oes osis exigente.
M mesma alfalaiarla alogam-se casacas e
cUkr, etc.. etc.
Vende-se
Oo permnt-8e por casSi peqoeoaa na Grsca.
00 na Bca-Vista, a casa terrea, grande, n. 20 a
lad. ka do Vsradoo'o, 00 ra do coronel J.ao de
.-', a qoal lem 4 salas, 0 qoartos, cosios lora,
gabinete, grande quintal lodo morado, com ca
cimba de moli boa agoa, e poriao para e bec-
co da Poeira, qoe fechadas as portas do corre-
dor loiemo, tornam-ae duas casas independen-
tes, cem neiade dos commo 'oi acl a cada urna ;
a tratar na ro Direlia, R-cift, o. 45, sobrad.
as
Veade se a casa terrea sita S roa da Con! r-
dia n. 157 : 4 tratar na roa Gervasio Piras o. 31,
venda, oe 7 as 13 da manba, e das I s 9 da
a 51O
Alogt-se ou vende-ae rasoavel em Afngados
na tr.ve'sa de fcetocolombO o. 4, o qoal tica
moilo peno dos bonds e das doss estradas de
ferro, t ndo logo junto excellente baoho salea
do, mollas (rucias dando frucio, inclosive co-
qoeiros, com cssa para familia : a tratar oa roa
de Saota Thvreaa n. 38.____
Ama
Precisa se de orna ma para cosinbsr, para
oasa de pequea familia ; na roa do AraeSo CO.
maro 17.
Ve
DALBA DE HONRA
DIPLOMA DE HOJVA
0 OLEO CHEVRIER
4 desinfectado pelo Alcatro,
tnico 0 bilumico, o Qua muilo
aulmtnt ai propr/arfjrfst de
0190.
0 OLEO de FIGADO
OE BtCM.10 FERRUGINOSO
a nica precaracio Que permUo
tdmp.strar o Perro m tro-
tunr Prno < Ventre, ntm
ucommodo.
IPOSITO itnl em MEE
121, ru la Fiui'-IoDtiiartr, 21
BRANCO.LOIRO
E FERRUGINOSO^
K< Ordim '*
BSCEITADO POB TODAS AS
Celebridades Medicas |
DA nUNCt E DAEL'HOPA
MOLESTIAS DO PEITO,
'RFFECQJES ES POPULOSAS I
CHLOBOSIS,
ANEMIA. OEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PKLA INSPECTORA DE HYGIENE DO IMPERIO DO BHAZIL.
o APIOLS JORET e HOMOLLE J.lZ?ic.

AVISO I1YIPORTANTI
IM
v
Para proteger os interesses dos seus fiis Clientes e permittir-
lhes de conhecer, a olhos vistos, seus productos GENUZNOS.
L. Lcgrapd, proprictario da
PERFUMARA ORIZA, de pap
tem a honra de participar sua Clientela, seja por atacado ou
por rrudo, que desde o Io de Janeiro de 1896, suas principaes
especialidades ho de ser postas em venda :
a Onza-Oii, a Ess-Oriza e Oriza-Poivder
IYIOBIFZCADAS, no seu aspecto exterior e forma, no alvo
de impedir as innumeraveis e detestaveis falsificares
de seus productos to afamados.
CURA CERTA
de todas as Affecges pulmonares
CAPSULAS
fCREOSOTADASV^
[doDr.FOURNIERl
nicas Premiada
Va Expsito ePanz em 1378 ,
XIJA-S A BANDA DI
ARANTU riRMAlJA
Ml%-#*
Todos aquelles que sofiTeml
dopeito, devem experimentan
as Capsulas do Dr. Fournier.[
Dapotitos em todtt ti principies Pharmtclti
lio Jrai/.
^Vta
de For
ANEMIA -CHLOROSE
O FERRO
9as
BRAYAIS
aSxprimenljIu pelus priDieiros mdicos do mundo,
passa imm''di.ilamrite na E i in'omrau<]o>. Restitw ao sjngue a sua cor. recoos-
f tiluiiJo-o e dui'lf-llie o vigor uect'ssario.
l/esconfjir-se das Imitaces e Falsificaces.
taitfe-u yor ilaado en Paris,40 4 42,Rue St-Lazare
U TODAS a, pUABJAOU
Molestias das Creancas
i XAHQRE DE RABOI0DAD0
de GRIMAULT e C>
A|,provadj pela Juta de Hygiem do Hio-Jt-Jaasir.
Mais activo que o xarope anti-
scorbutico, excita o appetite,
re sol ve o engorgitamento das
glndulas, combate a palli-
dez, torna firmes as carnes,
cura os raaos humores e as
crostas de leite das creancas,
e as diversas erupcoes da pelle.
Esta combinado vegetal, essericial-
mente deporativa, melhor tole-
rada que os ioduretos de potassio
e de ferro.
CITRATO DE FEHRB
CHABLE
300.DDQ cnraiiTOs tte G morrlm
Fluxos brar eos
Perdas seminaea
DebilidadeoiOrgaoi
"eitodisjlsphakiaa
ORGOS DE ALEXANDRE, Pre & FUs|
81, Ru Lafayette, PARS
OHGAllS DilUlllMOS desde 100 Ir. ate 8.000 Ir.
Para SALAS, EGREJAS, ESCOLAS
Orgaos com maos duplas modelos rovos
HtDAlHS > T00S S EPOSigES
Exeilie[i frase labre pedid d Citalogo illsitrtis
NEVEIRA
GASTELLOS i os CAMPOS
Produz em 10 Minutos
soo (r. a S kil. de Oelo,
ou Sor-vetes, Bebidas Ce-
ladas, etc., por um Sal
inoffensivo.
J. SCHALLER
332, rae St-Honori, PARS
PROSPECTO PRANCC
Potoveza Ao Salgue
phosphatoIe ferro
DE
LERAS
Em PARS, 8, pna Virlaane.
^CSi
Terreno em Beber.be
Vcnrie fp oi torren i na y a da rt Porto oh
Madeira,.l'icjlo a ras- re D Mea Cf-vn- >
irali-r na Es -a^a de J<>au ce Bbto? d 31.
Doutor em Scencias.
Approvado pela Junta de Hygient,
do Rio-de-Janeiro.
A anemia, as cores paludas, as
dores d'estomago, a menstruatJo
diflic, as flores brancas, curao-se
rpidamente com o ferro soluvel e
com os phosphatos, que se achlo reunidos
no Phosphato de ferro de Leras, uiuito
recorrmendado tambem as creancas palli-
das; delicadas, sem appetite, e as meni-
nas ; que se desenvolvem difficilmente.
Deposito em ludas as Pliarmacias
-
V^ende-se
roa impo-lar.tp arrxSo ermiracada, leodo
par'e it srrrrjao ir,eteza, U'-'et dFhnbaracat!a,
e em om dos melhorea poetoa da ru i'o Rst-
tl: qoeiri pre eeder dlrljr-se e r Di'Hia t.
88, 1' nra". ou rna da Pt-rha n 1.1, Ili
IVladeiras de confrtruccao e
v ateriaes para edificaq3
A Corrpaohia Explorador i 'e P-o uus Cal-
creos, vende em reo armaiem oo ca-s oo Apel-
lo n. 7:
Haderaa para censt o-cAo.
tal branca ae jaeua-rii'e.
Cal pret.
Cal virg. ro para imncur.
TijolU' de ItdnlO' e cummo' s.
Tijollos refractares.
Pedrasiie can arii i> ra sc-leiras, etc.
Po'vora
De to aa an quH.i ades-
em barns e em ktinhaw ven-
de*sr o o-criptorio do Per
DaiL i zo Powder F^ctory
lua do Commerc.o n. 6.
3SLeirop>e e Pastea.
pSEIVAc PINHEIRO MARTIMO
de LAQASSE, Pharmaceatico em Bordeavx
AfproMda pela Junta di Bjgieni do Rii-di-Jamitri.
Popular ha 30 annos, o nico
preparado com a verdadeira
Seiva de Pinheiro, eitrabida
pelo vap<5r d'agua, logo depois
de cortada a arvore. Cura os
defluxos rebeldes, a tosse,
as grippes, catarrhos, bron-
chites, molestias da gar-
ganta e rouquidoes.
Em PARS, %, Ran ViTiano,
I iiai prlndpei PhAnuAdu.
Rna Larga do Rosario 22
PREPARAM-SE :
nOLDl'KAM com p&aepartouts para
re ratos de qualquer tarxanho.
ANEFaS DOIRADI e fingin-
do madeira para cortinados.
Ha sempre para vender :
fUADBO ds todos os tamanhos com
lindas estampas.
r.t\niFIRO de suspenso e de
cima de meaaEtagerosiStampas.
Sinceridade e pre5os baratissimos.
Concertam-e e dooram-se qu d os e es
pelhos.
Ituu Larga do Rosario M%
Fabrica de Moldura^
Aos agricultores e c fe
N faD ~ n or e f-ri ha de i I no, do
Pomual p- -,e e bpr'.enfsa se < k'p, po- pre-o a
en iuoar if--,inte* a priapu'is e per*
hici..
Jo. Pluto 4 C
Tekpboce d. iva
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Perdeu-se a csu'eUa de r. 26347 do Mele
Socoorro ; rrga-se pesaoa qoe a acboa o cb'
seno'o de eotreijal-a oa roa do F-ko n- 2i, qoe
feera gra ifn-jta.
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.5,a Ot3 c^ s^
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fc* a os fc.
- a 0 j, "5
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, o ? ri
^"Pr- H<-' -
oo *N S
s-s
OS
s|
18 -2 i s
- i
%
A
S 2
f i
3-5 a
Oosinheira
Preciface de orna boa cosioheira ; oa rna da
UoiS n 65, prefer'Ee qoe du ma em caea.
Criado
Precia-ae de om criado na roa da Uniao
Bompro 65.
Liquidado
A loja Pariz nAiuerion tea-
do de liquidar diversas fa-
zcmiufc de niodas chanaa at-
tencao de seas fregnezes para
grandes abatimen tosde precos.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoeo Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jomaos de maior circulac&o, attes-
tain a efiieacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
?a& C., ra do Marques de O linda
o. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 ra ao
3. rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Larga
do Kosario n. 13.
Liquidacao de joias
Acbaodo-sa em liqaidacao. para acabar, a loja
de joias da roa da lmperatris c 61, pede-se as
: e a-ict qre te'-m jcias em concert oa dita loja,
que vao re ralas at o da 1U de Setembro pr-
ximo, por ter de aoxeDiar*se paia f jra da cida-
de o sea proDiielarto.
jkni.1 e criado
Precisa pf de orna ama para cosinbar para
tres peseoss. e te um ciado, raJa-se 50900,
pref.ire-se miU e ti ho, aaaa seja ilesa e o cria-
do de idade 14 anjig, e qoe drame em casa
de peos pauoes : qoem qoizer pode dinc-se
lortalesa de B-um "u a prca. oa-lfja de Ccapeo Ciilc oh. 13 tS.
Co8Dheiro
De om perito nrtcisuee a roa dod}mmrcio
ia, oo PysiaiMl*.
MeDno para c ixeiro
Precisa-te de om meniro pa a ipraiicar: na
taverna > roa da Gola d. 48, Recite._______ .
Cosioheira
Precisis de orna colnbeira perfeiia em soa
arte, qoe dorma em casa do pairea e qoe nao
tenba lilao prefere-se aoorlla qntf t fi taba-
Ihado em alsoma casa de bom traiameou, nao
se fas quesla, par ordeoado e sisa por bom ser-
.ICOeccnoacti : qoem se aebsr na '^J'tjf?.
encontrar* com qoem traiar rt roa do Hospicio
omero 79.
.


/:


aja ajaaa-0aa_aaaaaaa_l
Diario

O
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I
25
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C/3
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P-l

ce
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a


es


Chegaram 11
E vendemsea metros
bordados o que se pode en-
contrar de melhor qualidade
de 400 reis at 3$000, a me-
tros, proprios para enfiar
comfita&.
LojadaPerola
lina da Impera-
Iriz n. 9
Domingos Fernandes.
Ca Branca e Vir-
ffein de Jagraa-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa a os
consumidores qae nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.________
Mercearia
Vende-se orna mercearia bem afregoexada, i
ra da Casa Ferie .!!: tratar na meema com
sea proprie'arlo.
i JIST
Represenlacoes
Commissoes
62--BA DO BOM JESS-62
Aviso
Tcndo fallecido o mestre pedrelro Ftlismino
Ferreira daeCnagas, e teodo elle diversas obras
omaa por empreitadas e cutra? por administra-
cao, provavelmene, e para ese tim comprado
materlafs diversos negociados, pedem as o*
pbais a todas iqoellaa pessoas qoe tivereai
cocas oo mt-emo os Srs. denos de obras, para
apreseotarem a* soas comas ar/'m de faier se a
hqoidaco dos debit s, visto cao se rasponea-
bllisarem pela lootiooicao dassnpradltas obras ;
oatroeim, os mesires oo encarroados das obra-
Dio podem entregar os aviamentoe e ferrameotas
a peseoa que dSo seja antoriaia, e para este
lia a demais negocios tendentes ao mesmo tina-
do aoter samoi a se entenderem con o Sr. Ro-
fino Manoel da Crui Cooceiro, peesoa qae do
Besaos pira este mister.
Recile, 28 de Agosto 1895.
Mara Acucia Ferreira das Cbagas.
Jolia Emiliana Ferreira das Cbagae.
Felicr>1n v<"'^\r d Clrga.
FOLHETIM
4
O CASAMENTO DE IIFORQADO
POR
ALEXIS BOVER
~vm.vm
PARTE SEGUNDA
A GASA. BSRAHD & C.
CAPITULO V
U MA CARTA
(C*ntinuac5o)
LOJA DO POYO
19 Ra 1*. de Margo -19
Este acreditado estabelecimento
continua a vender porpreejos seni competidor
os artigo s para os quaes
pedimos a attencao das Exmas Familias :
Oolctes franceaea a 155-03 ote.
Bramar tes pira leones de 4 largaras a 2(5000 o metro.
Atoalbado brar.co e lavrado para mesa a 25500 e 3(5000 o metro.
Cachemira de 2 largaras para vesti'ido a 10200 o oonde
Case mira preta de agonal para ronpa de hornera a 21000 o covado.
]heviote preto pwra roapa de bomem, .'agenda da 9(000 o cralo por 60030.
Flanella aiol para co-tume de 30500 a 50000 o cevado.
Cachemires de 12 com I alna da seda a l L ndos cbamalotes de varios padrSes a 10000 o ovado.
Grande sorlimento de chiffenetea a 800 ri. o corado.
Meia de IS para snhoraa a 405000 a duza.
Ditaa de alg dSo ide n a 120000 a dotva.
Ditai de c r para bomem a 120EOO a dutia.
Ditas croas com flos da seda pora bomem a 120000 a dalia.
SetinetaB de todas as corea a 600 o civdo.
Seda bracea Uvrada para toiv a 20500 o covado.
Crotones de c6res 2 barraa para ooberta e repoateiro, faaenda de 1J200 o oovado por
700 r. (E* birato !)
Etamines arreodadoa a 500 o re. covado.
Cretones claros a 320 re. o oovado.
Ditos eacuros milito largos a 400 rr. o covado.
Lindos Cortes de ochemira para vestido de 803000 por 4C-J0O0.
MadapolBo americano de 8J000 e 100000 a peca.
Dito francs para camisa, puohea e col arinboa a 130003 a peca.
Dito para no.van de 24 jardas a 110100.
Cortinados de crochet e cambraia bordados para cama e janellaa a 100000 o par.
Ditos de ccrea para sala a 240OCO o par.
Ditn finos de crec et para orna de casal, do preco de 50f000 a 353000.
CapelUa c m vo pr> noira a 10O00 e 120OCO.
Orando sortimento de eipartilboa de 80OOOJ a 160000.
Peitilhoa para Senboras a 10500 um.
Camisas de dormir para bomem a 6S0OO orna.
Ditas para Senhora a 60000 ama.
Fiaos cortea de casemira inglesa para ca'ca a 80000 e 100000.
Camisas de malba do 12 part bomem o senhora a 60000.
Veatoarios de Jercey para meninos a 150000.
Cobertas de cretona para orna de casal a 50000.
Casinetas para roopa de bomem o creaoca a 500 rs. o covado.
Brim braceo r. 6 a 30000 a vara (fino linbo !)
Dito preto a 10800 a vara.
Grande aortimento de creps mes;!ador, do prajo de 10500 por 800 rs. o covado.
Fict* de todas as cores de 35000 a 100000,
Brics de poro linho para ceroolas a 201(0 a vara.
Sobretodos com ama e daaa viataa, cobertores, celeras, ceroolas, mantilbas, todo psr
presea baratsimoi.
S na
LOJA DO POVO
(Antiga do Crespo)
MRBfl DI (MHAISOBBMQ
Aman'.i de manhS iroi a tua casa
para conversamos.
Encolhida ao canto do coup<5, Linotte
nao responde u ; a per toa contra o pe'.ta o
retrato e levantou os olhoa ao co, di-
zendo :
Mea querido Jacqaes, qae elicidade
a minha tornar a ver-te !
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
FIGADO DE BACAtHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
T3o agradavel ao paladar como o hile,.
Approvada pala Junta Central de Hy
glano Publica e autoriaada pelo
governo do Brazil.
--------------- *4sV
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e'todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as enancas
corno nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vias respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos com
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS'E CRIA CARNES
( A venda as principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWr+E. S CHIMICOS. NOVA YORK.
A TOSSE E
PEITORAL
DE
ANACAHUITA
ti
PREPARADO POfl
LANMAN E KEMP
tara vork
0 BALSAMO MAlS EFFICAZ
PROOUZ CUBAS ADWIRAVEI8 E TEM
THIUMPHAOO E" MUITC* CASO OE
PMTMIS.CA INCIPIEN'"^
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Be
^jiNFALLlVEL |^
OMELH ,,R
FUR CAD0R
PjARiO
XAR9PE DE RLUTER IV. 2
Como remedio da Esta(2o calmoca, puncador do sanjiop, digestivo
e aperiente, nenhum ontro appellidado dpprrativo oj >alsaparrilba se app o
x|ma pequer so X r pe de Heoter o. 2. Combina quatro grandes proprieda-
desemuD cb remedio, rperaodo a om lempo sobre os orgSos digestivos, o
eangoe e es 'Ins, e o Intestinos.
AbaolnataEQ'-olA neotral.ea e expulsa pelos capaes iteslloaes, ra.., e
pon? Ja rJe, ca &trmeus cocivci (ue Suctntm oo aogae, as mica na li A XG I
tranfpir c5n.
DEPOSITARIOS DISTS PRODUCTO4- A Companhia do Drogas e Productos
Chimicns Ru Mrqoe de 01 rd n 24. ,
PEQUEAS PILULAS DE RETR
Fiaaao emorpf cido cora-se posilttsmiote coa. estas pillas. Ella?
85o om remedio pnrgativo livre de perigo para o nomem mais raco, '.So bem
como bastaote C.ivo para o tiorxem ruis forte, e nao coosiipam depois; pela
accSo geial agrada a todos ane as u>am. Sao as pillas estntarte da pro-
duejj medica dos Eatadoc-Uoidos. SSo as menores e maia facis a tomar.
Quarenta em cada Trapeo.
PARA
O
FI43ADO
Ao com inercia
Vende ee a Lja de as-olas a roa da Iapera-
trlt n. 40._____________________________
Chcara a ven a
Venene-se nma rom grande rrsa de vlvenda,
sobrado de nm cuii: com nui'.os ccmmrdrs,
hem sitio com ba-t.oies trvores ce fructt,
elegante jardim e diversas depeodeaciap, tcndo
quaric de b*nDo com agua oo B beribe, cosiiha
e qoarios p ra criados.
Achaee ti nada prxima ra cidade e servi-
da rea liaba de bopds Ja Magdalena.
Qnem pretender c'exe raMa fe,bada ees!
tjprgrspbia com as tniciaer^G. F.
Regulador da Marinha
Cocerta-ae relogios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronome'ro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculoa, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qaalquer objecto
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Recebea a Relojoaria David ra do
Cabuga n. 14 desde 1505000 a 400*000.
Grande soitimento
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tumores, cravo, pelle vermelba, spera e oleosa Impedido oo carado
por o mais grande de todos os aformosradores da pelle, o Sabao Contivo de
Renter. Prodoi a ptlie formos, b'BBca e clara e mos brandas; absoluta
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente incomparavel romo
sabao para a pelle bem como do toocador, do baobo e do qoarto das crianga*
C*lTEL.i NSo kencioo sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de B*rclaj & C. N-w-York.
MEDICINAL
PARA
TOILETB
TRIGOFERO DE BARRY
Urna preparacSo elegante, extremamente pe-fumada, ramove todas as
mparexas do crneo, per^ervalivo contra a calvicie e cabello ciaxento ; fax o
cabello creecer espesso, brando e formrso. Iofallivel para curar erorco.s,
doencas da relie, gndolas e moBCulo, e cora rpida i ente aa cortado'as, qnei
madurs, fni'as. toneloras. rtt.
CaCrEtL-Ni Keoaino sam cada frascr ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO E
PELLE
SS3UI9 U WMi
DESCOERTA DO
ELIXIR M MORATO
Sitio
e casa
Aloga-se, teodo 4 q artos, 2 salas, cosicha
fora, na estrada dos /til dos n. 3 B, defroote da
aveoic*a MaUqoias. tambem se vende : trata-se
na roa de HoMas o. \1.____________^_^_^_
Bom em prego de ca-
pital
Vendem*se as cass- sitas roa Imrerial os.
230 K, 231 236. 261 H, 261 S, e mais 20 caeas
pegadas com os ns. de I a 59, no becco do Loa*
rengo e urna i ra de Moiocolomb o. 56 B.
Para tratar com Bernardioo Antonio de S
roa Imperial o. 234.
Tijolos
PROPAGADO POR
CARLOS
a -yphilis.
tem
Depois de esperar mais de dez minutos,
Loaemont diese :
Tii certea qae nio nos engae-
mos. .. aempre ests decidida, Linotte?
Sim, estoa decidida a vel-o !...
Decidida a continuar a nossa em-
preza ?
Estoa decidida a rel-o...
E' preciso que o vejas cara a cara.
Quero vel-o.
E' preciso oae digas ao caixeiro
delle aso qae acabas de diser :
Quero vel-o >. i
Sim, e bei de vel-o
Logo que tu possas fallar-lhe, por
onde elle vera que estamos decididos a
tudo, far o qae nos qaizermos.
Tornar a vel-o I repeta aempre Li-
nette olbando para e retrato e parreendo
nao OQvir senao o fitn das phraaes de Lo- dase
semont ; vai acbar-me bem mudada
grafa, porm...
Qua estas tu a dizer ? perguntoa o
barSo.
Sem ter consciencia do que dizia, res-
pondenda conforme os seus pensamentos,
ella disse :
Parece-me ter remojado quinze an-
? os... parece-rae qae o deixei bontem,
que voa vel-o outra vez. Oh como tem
graca ter amado e encontrar-se um da
com as suas recordares... *
Ola cao to conprehendo, disse o
bario inquieta, por ver quo a miseravel
ia tornar-se alliada daquelle qae devia
ser a victima.
Mas verdade que o amo I disse a
Linotte le cantando a cabega.
Como ? ti amal-o... abandonas..
Nao, irei vel-o... quero le... *
-El
E se encontrar o que conbeci... bei
de amal-o...
Mas elle casado... pai... e tu
perdel o-hias seguramente...
Tu nfto comprebendes o que eu que-
ro dizer, dizendo qae o amo.
O bario encolhau os hombros e disse
comsigo:
lista embriagada...
Euchau o copa de Linotte, bebeu, pen-
sando :
Sei tudo o que quera saber:
elle... aman ha alia t era mudado de pa-
recer.
Jeanna j nSo pareca deste mondo ; a
pobre rapariga tinha a cabeca iraca, al-
guna copos de vnho tinham bastado pa-a
lbe toldar o cerebro...
Completamente entregua is recordarles
qne o retrato para ella olhava, j nao
pensara no bar&o.
Acabada o jantar, fel-a sabir para o
trem, den a morada della ao coebeiro e
D
Elle cura toda
Elle cura o rheumatism
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar
pagado por
DO C!AJBX,OS
DEPOSITO EM vei\x\3.iiii:co
i GOMPANJA fli Di SAS H PSODUCTOS CIII
Ra Mrquez de Oliada 24
ELIXIR M RATO, pro-

^^^^WHHMBaSaWMPJaaWaHal
O bario atara convencido qae os seua isso nfto pode demorar-se muito temp__
cumplices eitavam presos, e receiava te- em caso de denuncia stavamos em egu-
Pabricados na fabrica de Camarsgibe. de sa-
perior qailidade, ende-se 10 escripiorto da
Cin-p([>bialBdotrUI Ptroambocana. ruado
Commerclo n. 6.
x\ranie farpado e Moi-
nhos de vento com torre
de ferro galvanisado,
precos mdicos,
Fundico BOWMAN
Criado ou copeiro
Precisa ee de om; na roa de Pavsaooo' nome-
ol9.
CHEGM "
BREVEMENTE
AS
Medcinaes da
Fonte Nova em Torres
Vedras
(Portugal)
NICO RECEBEDOR EVt PERNAM-
BUCO
Joo Femeniles de Almei-a
Travesa da Madre Dens u. 91
Cosinheira e criado
Precisa-se no Camiobo Novo n. 120.
Agoas
CAPITULO VI
UM ENCONTR
O barSo voltou para casa a p. Elle
oceupava na esquina da ra Dapbot urna
pequea casa e rapaz solteir, no quinto
andar, e cojas janellas deitavam para o
boulevard
Losemont estava inquieto, cabisbaizo,
pensava ; nao estava contente com os mo-
dos de Linotte.
Desde qae Joanna recebera os quinben-
tos francos, que um vestido da ultima
moda a remojara um pouco, e qae, final-
mente, ella percebra que era necessaria
a Losemont, este tinha-a visto tratal-a de
outro modo, osar de outra linguage.
Ja era ella que pareca dar ordena ao
barao.
N&o era s esse o seu cuidado.
No dia seguinte ao da empraza da ilha
da Grande-Jatte, quando fra a cara de
tio Lanout para receber o producto da
venda dos objeetos roabados, o tio Lanout
declarou-lbe que s recebra metade do
que elle Iba tinha annunciado. I
O resto, que Grosbouleaa e Lalongueur
tinham levado para Courbevoia fura sem
d avia a apprehendido, e aa peaaoas qne
iam no barco presas, parque desde esse
dia nem Grosboulaau, nena Lalonguear,
nem Petite tinham sido vistos na Uverna
do Lapin Sant, ningmem ee vira mais.
dos os das que urna denuncia, por sua
vez, o entregasae A justica.
Nenhum dos seos homens sabia onde
elle morava, e qnal era o sea verdadeiro
nome, e desde esaa dia nao tinha voltado
ao Lapin.
Mas anda havia outra oonsa j vinte
minutos depois delle ter sabido de casa da
Equermoise, tinha a casa sido assaltada
pela polica ; todas as mulheres tinham
aido presas.
O pequeo Adolpho Fontaine, apanhado
com aa curtan na mSo, quando estava
com g ande sorte, nao soabe o que havia
de responder quando o commiasario lbe
provou que os baralbos de qae elle se
servia estavara mareados... -
Eram os seis qae Losemont entregara a
Baptistina.
Era cridante que Adolpho, quando o
intarrogaasam, nSo dexaria de declarar
que os tinha recebido d'um certo barSo de
Losemont... muito eanhecido... conhe-
cido at demais pelos agentes especial-
mente ensarregados da polica destas
casas.
Losemont sabia que o persegaam, que
da ultima empreza que elle tentava com a
Linott dependa a sua fortuna, a sua
vida... mas era preciso trabalhar depres-
a.. meamo aaminhande, ezam a vista o caminho que devia seguir.
Fis mal, dizia comsigo, em mandar
a Linotte para casa ; devia tal-a trazido
commigo, parque a menor indiBCricSo da
parta della pdda perder-me... E' boje o
dia mais benito do anuo, ainda tenbo al-
gung milbares de francos; se ella fosse
mais seria iramos estabelecer-noa a amas
quatro a aiaco leguas de Pariz, n'uma
casa alegre, burguesa ; com urna har de
aminho de ferro ella viaha a Pariz e
lega qoe o aagocio st i vase arranjado; e
ranja
Loaemont olhou em volta a ver se nao
era seguido ; ficou pasmado rendo passar
pelo boulevard a Ltnetta, indolentemente
recostada n'uma carreagem descoberta.
Oh 1 demais I disse elle. Vai para
o bosque, socagada, feliz que c beca !...
qeem lhe poz o nome de Linotte conhe-
cia-abern... Ora vamos, por estelado
posso estar secegado, nada devo rtceiar.
Respirou ruidosamente, como se se
visse alliviado de um grande peso ; no
mesmo instante deu una salto ao sentir
que lhe pousavam a mi no hombro e
oavindo astas palavraa :
At que o apanhei! Restituem o dnheiro.
0 .- Restituir o dinheiro.....odinbeiro
_:" ?. !_. C.orpo .nm arreP'- I est na secretaria, o pequeo Moasson e
son as cartas... e que comecou a jogar
gritando: ponho cem sold !
Ah, sim O pequeo Mousson.
O pequeo Mousson... isso !...
nada menos que um batoteiro de primelra
agua.
Sim ? I disse o barSo, com am ges-
to de sorpreza adoravel...
Oh mas um gatuno... a valer 1...
trocou as cartas por oatras qua elle pro-
vavelmente trazia no b lso... Se o com-
missario nSo se dsse ao incmmodo de
vir a esta linda soire, elle ganhava ain-
da pela nmdecima vez... Mont-Perret fi-
cou nada menos do que sem aessenta mil
francos.
reunindo toda a sua energa, por ver que
bo boulevard era impassivel urna Iota,
dispanha-se^ a fuc^ir quando vio a cara
alegre do vscondesito d'Aumard.
D'Amard a de braco dado com o seu
amiga o conde de Mont-Perret.
Meu caro, eontinuava elle, julgo-
me feliz por o encontrar. nao sabe o
que auccedea depois de se ir embora...
Oh, meu Deas! esteve doente.....
est tao transtornado I
Sim, sim, estire doente, responden
Loaemont recuperando a custo a sereni-
dade ; eative de cama dona das...
Ent&o, mea amigo, nao sabe nada ?
Nada absolutamente.
D zer-lhe qae Lea ama mnlher
indigna.. isso est o senhor farto de sa-
ber. Mas n&o s isso... fomoa roaba-
dos... eomo em urna casa de confian ca 1
Oh!
Sabe, e petlz...
O petia ?
Sim I aquello a quem o barSo pas-
as damas esto na Prefeitura... Oque
farlo publicar um edito... Nos temos
um governo amigo da ordem... O dinhei-
ro nSo se restitue...
Orgulhosa por ter dito esta asneira, o
pateta levou o amigo para o Caf Rico,
gritando :
At vista, barSo... at vista.
Quando ficou s, o barao tornou-se
mais pensativo... em vez de ontrar em
casa, saltou para um trem e mandn se-
guir para o caminho de ferro ; comprou
um bilhe'e para Saint-Germaia, dizendo
comsigo:
Vrei todos os das a Pariz, mas por
agora tenho necessidade de campe... em-
quanto o negocio da Equermoise nao esti-
ver acabado, n&o volto para casa.
{Contina.
Typ. do Diario, roa Duque da Oaxias, 42


_

va
UBH


Full Text
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