Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20044


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Full Text
AK'tiO L.X
lloiiiiimo <8 de Agosto de 1994
Al MERO lifl

FIE PERNAMBCO.


PRePBI19*BB BE SUlSOBL
:E@& BE F&SI& & I SBEOS


Por tres meses aiantados. 8$000
Por seis mezr\s adianlados. 15#000
. or iim anno adiantado .... 30&000
SAU iNSSUS AGENTES exclusivos de pblicacOes NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Us Srs Majenco Favie C &a, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. i6$50u

Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
33$000
100
1200
4H
Teiegrammas
mw panculas 22 diasiq
Rio de Janeiro, 25 de Agosto, as 2
horas e 20 minutos da tarde, (recebido
na estafad s 3 horas c I20 minutos da
tarde e entregue as 3 horas e 40 minu-
tos).
Foi promovido inspector do 2.0 dis-
tricto dos portos martimos, o engenhei-
ro de i. elasse Dr. Constantino Ron-
delli.
Foi nomeado engenheiro de 1." elas-
se do 2. districto dos portos martimos
o Dr. Antonio Percira Simoes.
Forana exonerados:
Do cargo de 0.0 ollicial da Administra-
cao dos Correios de Pernambuco, Fran-
cisco Lucena Barbosa da Silva.
Do cargo de agente do mesmo Correio,
em S. Jos da Cora Grande, Joo Ro-
drigues do Espirito-Santo; sendo no-
meada para substituil-0 Maria Luiza Ro-
drigues Silva.
Dueos-Arres, 25 de Agosto.
Correm novamente boatos de que o Sr.
Cleveland, arbitro na questao do territo-
rio das Missoes, decidi o pleito em pro
do Erazil.
Rio de Janeiro, 25 de Agosto, as
horas da tarde (recebido na estaco s 7
horas e 5 minutos da noite e entregue
s 7 horas e 30 minutos).
Foi hoje posto em liberdade o coronel
Gentil Castro.
As tabellas bancarias deram hoje a
taxa de 9 e 1/4 d. por 1^000. Fizeram-
se negocios, porm, 9611/32. A ulti-
ma hora estava a taxa 9 e 5/16 d. firme.
Rio de Janeiro, 25 de Agosto, s 2
horas e 45 minutos da tarde (recebido na
estaco s 8 horas e 40 minutos da noite
e entregue s 9 horas].
Hoje, no Senado, o Dr. Joaquim Per-
nambuco verberou a nomeacao do coro-
nel Correa da Cruz, mostrando ter sido
o governo Iludido.
Extra nhou os actos Jo governo fede-
ral hostis ao governo do Estado de Per-
nambuco.
Foi muito applaudido pelos senadores
presentes.
O Dr. Martins Jnior contina au-
sente da Cmara.
"ARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Pcrnam-
liui'i)
Expediente d, da 13 deJnlh*, d: 1894
Actos :
O governador do Estado resolve noraear o
bachar.:! Joo Jos Lopas de Albuqnerqna para
exercar, o cargo da promotor publico do muni-
cipio de Bezerros, devendo aisumir o exerci-
Cio dentro do praz > d- 0 dias.Communicou-
se ao Dr. juiz.
O governador do Estado ve* lve remover
obacbrel Aprigio Carlus d; Ainorim Garca,
promotor publico do municipio de llezerros
para igual cargo no 4a Victoria, devendo assu-
mir o exercicio dentro do prazo de 30 dias.
Communicou-se ao Dr. juiz te direito.
Officos :
Ao Sr. Dr. Joo Vieira do Araujo, director in-
terino la Faculdade de Direito do liecife.Ac-
cedendo ao podido conslanl de vosso officio de
hoje datado, cabe me communicar-vos que aos
Drs Regedor do fvmnasio l'ernambucano e
Director da Escola Normal declarei que po liam
OS professores aliodidos do vosso citado officio
servir as bancas de exames de preparatorios a
que se tem de proceder no crrente mez no
curso aooexoeaaa -'-.culdade
Reitero-vos os raeus protestos de elevada con-
siderago e apreso.
Sr. Dr. director do Diario Ofi.-ial. -Pela
vossa carta ofh>ial de 3docorrente tico scien-
te de tardes assumido na raesma data o ejer-
cicio do cargo de director do Diario Oficial
para o qual fostes nomeado por titulo de 2 do
mesmo mez.
Agradecendo a fineza da communicacSo
apresso-me eai declarar-vos que providenciei
do sentido de ser satisfeito o vosso pedido, can-
cernente i remessa das inforruagfies officiaes
de ioteresse publico
Ao Dr. Regidor do Gymnasio l'ernambu-
caao- Salisfazendo o pedido constante de offi-
cio de hoje datado do director interino da Fa-
coldade de Direito do Recife, declaro-vos, para
OS fins convenientes, que concedo permsso ao
professor desse instituto Dr. Joaquim Antonio
de Castro Loureiro para servir as coinraissGes
julgadorns dos exames de preparatorios a que
se tem de proceder no corrente mez no curso
aunaxo mesraa Fauldade.
Igual ao director da Escola Normal quanto
ao professor bacharel Trajano /.. T. de Men-
donga.
Sr. engenheiro fiscal da Estrala de Ferro
do Recife a Casanga.-Informando rae o Dr.
director geral das Obras Publicas, em officio
n. 64, de it do crrante, sobre o facto dessa
companhia retirar da estrada nova de Caxang
a areia de que necessta o que sobremodo pre-
jndica a conservagio da referida estrada, se
nao que a arruina, cbarao a vosso attcngo para
essa irregularidade e recommondo-vos as ne-
cessarias providencias no sentido de fazel-a
cessar.
Expediente do Dr. Secretario
(Juicios :
Ao Dr. Questor;Polic:al.-O Exrn. Sr. Dr.
Governador do Estad*), manda c.mmunicir-vos
para os lins convenientes, que approvou a pro-
posta constante de vosso officio n. 367, de hoje
datado.
Sr. Dr. chefe da commissao central de es-
tatisca. -O Exm. Sr. Dr. govornaior do Esta-
do manda communicar-vos qu: por portara de
'< do corrente resolveu crear u;n lyg.ar de con-
tinuo para o servico a cargo dessa com t:isso
.0 Dr. juiz de direito do i- districto cr -
mina ?O Exm Sr. Dr. governador do listado
manda recoraraendar-vos que respondaos com
urgencia a circular que vos dirigi em 28 de
Marco ultimo.
Igual aosjoizei de dirci'o dos municipios
de S. Lourmco, Iguarass, Jaboatao, Victoria,
Gloria de Goyt, Ipojuc, Qamelleira, Bonito,
S. B.-nto, Canliotinho, Uora Jardim, Limoeiro,
i'aquaretinga, Brejo Barrelros, Rio Formoso,
Bom Ccoselbo, Alagda dd Baixo, Buiqu;, Villa
Bella, Tnumplij, Salgo Iro, Leopoldina, Boa-
\ i-la.
Si. engao sin director da repartigao da
obras publicas. -S. Exc. o Sr. Dr. yo\ mador
do Estado man la com nntricar-ves para os de-
v 1 9 nos, que nesta data eraron n> officio des-
sa directora, n. 63, de II do cirrente, o s-guin-
te despacho :
Ao Dr. inspector do Tliceouro do Estado
para mandar eSoolnar o pagamento pido depo-
sito do cana' de Goyanna, Faieodo car.
respectiva importancia" ao engenheiro do 4-
distr;cto.
Expediente do dia 1G de Julho de 1894
Actos ;
O govern idor do Estado de Pernambuco de-
creta :
Ar. i'assa a donominar-se Escola Indu--
Irial Fre Causea o intrnalo agricoU axis-
1 inl oeste Estad > com o boom de colonia San-
la babel.
Art. ?. A escola Industrial distinadaao
ensino pratico, precedido das lodispensavois
nocjs Iheoricas, de a_" cultura, zooteclinica,
pbysica e chimica industria>'s.
Arl. :).- Essa escola funecionar no mesmo
local etn que se ada presentemente Colonia
Santa Isabel a sobre o masan rgimen de in-
trnate orphanologic -
Arl. 4.- S:r escrpturadacomoraeeitado Es-
lado, destina la exclusivamente ao custeio 'la
escola, a importan-ia annualmenle arrecadada
com a renda dos producios >la Usina aili exis-
tente.
fl.' Alm dessa verba t.-ri a escola pan
sua manutengq as subvences actualmentodes-
li lilas Colonia Sania Isabel.
gi.' O governo do Estado solicitar do cou-
itlvo dotacao no orcamentj asta-
doal da importancia precisa para o bom fun -
imenlo u progressivo dosenvolvinnnto da
escota.
Art. *-.- Como dependencias da escola lla-
vera :
al Urna ou mais estacos agronmicas desti-
nadas ao ensato syslematico das culturas ado-
plaveis a Pernambuco e ao aperfjiyoa nenio das
existentes.
b) Pasea la modelo cora camoos de criar 1
para eslulos praticos de zootecbnica.
c) Laboratorio?, gabinetes, museu agrcola,
bibliolbeca.
Art. 6o Durante e anno lectivo so eniregaro
os alumnos a trabalkos praticos de jardiiiagem,
borliculiura e arboricultura e outros compati-
veis com a frequencia dos laboratorios e aulas.
% l.'nico. As ferias sero passadas pelos
alumnos na; eslaces e Eazendas modelos, onile
se realisar a parle experimental des seus es-
ludos.
Arl. 7 llavera na escola dous cursos : o pre-
liminar de esludos preparatorios e o prolissio-
nal de estudos'echnicos.
Art. h Continuar a funecionar no estabele-
Cmete a escola primaria alli existente
Art. 8" O curso preparatorio dever se fazer
em tres anuos segundo o plan) se.-uinte :
1" anno-Eslulo pratico da liugua franceza.
Geograpbia geral.
Arilbmetica.
Desenlio linear.
i annoEstu lo pralio de inglez.
Historia geral e do Brasil.
Algebra elementar e gaoraat a linear.
Desenlio de ornato.
3u annoRudimentos da hngui latina.
Geographia e historia de Pernarabuc).
Ge imelria especial e geral.
Esludo sy.-temtico da lingua bra/.ileira.
Arl. 10. O curso prossional ser feito em 5
annos segundo o plano qu se segu.
t anno1Noces di meoanica e astrono-
ma.
2Physici e mateorologia.
3o E^ludo prilico ^las p.-incipaes familia
vegelaea preced lo das indispensaveis nocojs
de organograpnia botnica.
t anno1.Chiraica mineral e orgnica,
Bnsaios ao" ra.issarico. TrabaJiu de laborato-
rio.
2oMineraloga e geologa.
3o -Estudo completo dj botnica. Phylopatho-
logia. Plora .brazileira.
:i' anno -Io Chimica analytica. Chimica in-
dustrial. Trabalhos de laboratorio.
2 Zoologa. Entomologa.
3o -Macbaoie* agricola. Irrigajao, drainage
e cnxugo das trras.
1.a Secco<
2.' Secco
y
i-
i-
f
f
I proessor He francez, inglez, vernador do E latim e portuguez. clnsa petijo de Antoc 10 Ignacio de Albuquer-
i|u; e a inlormico sobre ella prestaila pelo
Dr. juiz de direito do 3." districto criminal e
reco:n:n'iilo-vjs qUj informal i quaes sao os
tres companluiro-.1) p-licinirio qual a data
e.m que forain pastos em lib rda te c qual o mo-
tivo porque o ioram antes do mesmo pjtici-
nario.
Ao Dr. inspector do T.iesouro do Estado
S. Exc. o Sr. L)r. governador do Estajo, man-
a Cdtnmnniear-vos, para 03 devilos etfeitos,
1
Arl. 14. Para o
lentes para a I" aula do l"anno e 3
geographia
e historia-geral e particul ir.
< m itheraalicas
mesTre de desenlio,
repetidores, um para cula
seccao.
curso prossional llavera. 1
dos
1
1 -
.. 2o
3
4
< 4o
ti'uba!h)3
do 3
do 2"
do 2*
d>3
pratioos do o.1
4o ann)-Io/.ootechma. Animaes uleis c
aniraaes nocivos. Accliraacao. Cruzameotos.
Arte veterinaria. Avicultura. Piscicultura.
Sericicultura. Apicultura. Criagao e aprovei-
lament i de solipedes, rumina.ites e suinos
Caes, Pras, Agutis e outros roedores. Ani-
maes de pellagio aproveilavel: jagu, tarain-
d njate.
2 Agricultura e economa rural. Trras la-
vradias. Afolharaento. Amanho. Adubos e
estruraes. Chimica agricola. Processos para
arrotear as trras, instrumentos de lavoura.
Culturas dos cereaes. Gramneas. Canoa de
assucar, milho, trigo, arroz, cenleio, aveia, sor-
gho. Ferragens. Malvaceas, algodao, pabias,
cacan.
Rubiceas, caf, ipecacuanha, genipapeiro,
quinas.
"ubercolos a bulbos alimentaras. Solanacea,
fumo.
Leguminosas, feijo. soja ervilhas.'
Viticultura. Horticultura. Pomocultura. Sil-
vicultura, conservaco das maltas. Corte de
made ras.
Plantas oleaginosas, leos fixos e volateis,
ricino, colza (brassicas), algodoeiro, dend, li-
nhaca, andiroba, sucupira, coco, oliveira, (azei-
tona) amen toas, mostarda, gergelin.
Essencias, limao, rosas etc Canalla.
Plantas texlis, linho, Croata, Aninga.
Plaas me ticinaes e Toxicas.
Plantas tin.ureiras. pao brazil, ail, agafro.
Ruiva, (garanga), Campeche, Tatajuba, Ararib,
Droca.
Cultura da Beterraba. Lpulo, Araoreira,
llesioas, Blsamos, Gomraas, Tanino, Ceras.
Madeiras de coistrucco ConstrucgOos ru-
raes.
5 anno -Io -Aproveitamento in i-istrial dos
mineraeg. 2 -Aproveitamento industrial dos
productos animaes. 3o Iodustrias agrcolas-
Fabrico de queijo*, manteiga, vinhos, alcools,
assucar, fculas, gluten, gommas etc
Art. It. O Governo contratar no paiz e no
estrangeiro prqfessores com a precisa capacida-
de para regerm as aulas e dirigirera os traba-
hos praticos.
Art. 12. Aim dos educandos admittidos as
condiges presentemente exigidas pelo Regula-
mento da Colonia Santa Isabel, poder a escola
ser frequentada por alumnos externos que paga-
rao matricula.
Art, 13. Para o caso-preliminar baver :
3 directores
anno.
Art. 15. O director da escola propor o nu-
mero de jardioeiros e outros auxiliares de que
for precisando o estab dedcenlo, bem como os
administra dores e chefes de servio) das esla-
cOes agronmicas o faz:n las modelos.
Art. 16. Os profesores do curso preliminar
terSo 4 SOOOJj ile venciraentos annuaes e os
repetidores 3:600*000.
Paragraplu nico. Os rencimentos dos lentes
do curso prossional, e seus auxiliares techni.
eos bem como os do meslre de deaenho serio
marcados nos respectivos contractos.
Arl. 17. O Governo expedir opportunamen-
tc regulam ntos e instrnecOea complementares
para a escola assim creada, do modo que prin-
cipie a funecionar em 2 de Jauciro lo 1895.
O Governador do Estado, tendo era vista a
informag 10 prestada p :1o Dr. juiz de direito das
execugis criminaos do municipio desta capital,
sobre a n >l 1 do assentameato de pnso do sen-
tenciado Alexandre Antonio ravares de Alme-
d 1, e
Considerando quo o mesmo sentenciado foi
condenmado pelo jury do municipio de Bom-
Jardim, em 3 1 de Abril de 1873, p:na de 2)
anuos de priso com (rabalho, como incurso no
grao medio do artiao 192 do Cdigo Criminal,
le a'cor lo com a 2a parte do 10 do artigo 18
do mesmo coligo e qu; o exiincto Tribunal da
Relaco refor.nou esta sentenca para con I im-
oal-o prisao perpetua, (Accordam dj 4 de
Outubro do mesmo anno);
Considerando mais que posteriormente foi
pelo actual Superior Tribunal de Justica modifi-
cada a pena para 21 annos de priso cellular ou
24 anuos e 6 atezas do prisao simples, por forca
-lo arligo 3o leltra B paragrapha uni:o do Cdi-
go Penal vigente;
Considerando ainda que o mesmo sentenca-
lo j eumprio 20 annos e 9 mezes de sentenca ;
Considerando finalmente, qu; d: mencionada
nota de assentara ratos veriflea-se que elle tem
tido ptima conducta durante o lempo de sua
prso, o qu; traz a conviccio de aciar-se arre-
pendido do crime que perpetrou, e no firme
proposito de voltar regenerado ao sjo da so-
ci:d-.de;
Resorre, usanio da attribuigao que lhe confe-
re o arligo 57 g 11 da iranstituco do Estado,
perdoar ao referido sentenciado o resto da pena
a que foi con tara adot
O secretario do Governo fagi publicar o pre-
sente Decreto expedindo as ordens e commini-
oafiSafl n;cessarias.
O gove nador do Estado resolve nomear
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior para
exercer interinamente o cargo de conductor da
It-pirtico das Obras PublicasFizeram-seas
necessariaa communicages.
O governador do Esta lo, alten lendo ao
que requeru o secretario da Junta Commercial,
bacharel Joaquim Tlieotonio Soares de Avellar,
resolve conceder-lhe tres mezes de licenca
cora ordenado, alim de tratar d; sua saude on-
de lhe convier -Communicou-se ao Dr. presi-
dente da Junta Commercial.
O governador do Estado resolve designar
o ollicial da Junta Commercial, baharel Jos
A! ves Lima para servir o cargo de secretario
da mesma Junta, durante o impedimento do
respectivo servenluarioBacharel Joaquim Tneo-
lonio Soares de Avellar, que obteve nesta data
tres mezes de hcenga.
O governador do Estado, atlondendo aa
que roquereu o juiz de direito do municipio de
Floresta, bochare! Joaquim Monteiro Diniz. re-
solve conceder lhe dous mezes de licenca a con-
tar de i 4 do corrente, cora os veiiciraantos a
que tiver direito. na forma da lei, para tratar
de sua saude.
O governador do Estado, attendendo ao
que requereu o juiz de direito do mu idpio de
Cimbres, bacharel Eutropio Goncalves de Al-
buquerque c Silva, resolve conceder-lhe um
me/, de licenca com os vencimentos a que tiver
direito, para Ir&'ar de sua saude 011 la lhe con-
vier
OHicios :
Sr. Dr. presidente do Superior Tribunal
de Juustica -Para vosso conhacimecto e devida
execucao passo s vossas mos o incluso offi-
cio do 1 secretario da Cmara dos Deputa-
dos Federaes n 42 de 3) de Junlio findo, co-
brindo um projecto do Coligo Penal para su-
bstituir o actualm.nte em vigor, o qual depois
de cuvido csse Superior Tribunal devolve eis
a este goverao com o competente parecer
Ao Dr. inspector do Thesouro do Estado
E:n vista ile vossa inforraacSo n. 382, de 2
do corrente autoriso-vos a man darles escriptu-
rar a importancia de 1734826, a que tem direito
o 1." official da 1 secco da Secretaria do Go-
verno Arlnur Machado Freir Pe.reira da Sil-
va, proveniente da differenga de sua gratiflea-
co de official de gabinete durante o periodo
deccorrido de 2 de Julho de 892 a 31 de Ja-
neiro de 1893 e do 1." de Abril a 18 de Maio
do mesmo anno.
Sr. (.secretario da Cmara dos Deputa-
dosAccu30 recebido vosso officio n. 42 de 30
de Junho a lo ao qual acompanhou tres exem-
p'ares lo projecto n. 30 de 1893 que substilue
o actual Cdigo Penal.
N'esta data dirijo-me ao Dr. presidente do
Superior Tribunal de Justica no sentido indica-
do no referido officio e opportunaraente vos re-
metterei o parecer do mesmo Tribunal.
Ao presidente da Junta Commercial.
Communico-vos, para os tlns convenientes, que
concedo boje tres mezes de licenga ao secreta-
rio dessa Junta bacharel Joaquim Tbeotonio
Soares de Avellar, para tratar do ana saude
onde lhe convier, e designo o official bacharel
Jos Alves Lima para substituir aquelle func-
cionaro em seu impedimento.
Ao Dr. director das Obras Publicas -Em
soluco ao que representastes em officio n. 51
de 13 de Junho prximo passado declaro-vos
que deveis embargar, quanto ants, a obra de
que trata o engenheiro do 3." dislricto dessa
reparlifto no officio de 9 do mesmo mez c do
qual meenviastes copia.
Ao prefeito do municipio de Ipojuca.
Declaro-vos em nsposta ao vosso officio de 15
de Junho fiado que, vista do final do artigo
12 nico da Constituicto do Estado, devem
ser preferidas para reger as cadeiras dos po-
voados Porto de Gallinbas e S. Jos as profes-
soras que deixaram de ser aprovjitadas na or-
ganisac&o do magisterio desse municipio e que
se achara em dsponibilidade Cordolina Ame-
lia da Moraes Alraeida e Maria Digna de Albu-
querque Maranhio.
Expediente do Dr. Secretario
Officios :
Ao Dr. Questor Policial.-O En. Sr. Dr. Go-
3ue na requsriraento do !)r. Eu/.ebio de Alin;:-
a M. Costa, professor da:scola Normal r:qu-3-
r m lo justifica)^ de falt is ladis da 3 da Pe-
vereiro a 3 l: Vbiil ultimo, exarou o sagn'mte
despacho :
iPagnoo pjliciona.-io os eraoluraeulos da
portara de licenoi concedida a 13 da Margo
ultimo, que dever apresentur ao Thesouro p^ri
os devi los fins.
Ao mesmo. -O Exm. Sr. Dr. governador
da Estado, man la coranvinieir-vos, para os de-
vidos effeitos, qu! o ci la lo Lina Machado Dias
nomeado era II do corrente pido chefe da com-
missao cmlral de estatistica para exercer o lu-
gir de continuo da ni asma comnisso assumio
a nusraa data o resp;ctvo exercicio.
Ao mesmo. S. Exc. o ->r. O.-, governa lor
do Estado, manda co:n:nuniar-vos, para os fins
conveniente*, que, nasta data, concedeu per-
rais80 a Dina la Silva Coutinho, professora pu-
blica era disponibilidada para ausentar-se deste
Estado.
'1 Igual ao Dr. inspector g.-ral da Iustruc-
co Publica.
Ao Ur. ju'u de direito das execucOes cri-
ininaes. D.; ord<-m do Exm. Sr. Dr. governa-
ior do Estad >, informan, com urgencia, se o
sentenciado Jo) Cabral di Cuaba, a quam se
refore vosso officio d26 da Miio ultimo, j
cumpriu a pena a qus foi cond minado e no
caso alfirmatv-J si j foi posto em liberdade.
Ao camraandant: do carpo policial. O
Exra. Sr. Dr. governador do Estad manda
transmittir-vos copia da nformaco quo pres-
t >u o cap o crurgio lo carpo da vosso com-
man 11 a respailo do assnmpte de vo-so officio
n. 872 d ; 7 dj Janeiro u'iimo, e recominen-
do VOS que orientis essa official sobre a pirti-
cipaco que lhe ciba fazer era casos do qua
tratou.
COMMISSAO CENTRAL DE ESTATISTICA DO
ESTADO
L'xj.'ie.'ie do chefe di ammutt,il dia 9
de Julh de 894
Noraeio, nos termos d > arl. V do Decreto de
30 de Junho lindo Agenten Racenseadores dos
distnctas do municipio desta capital, abaixo
mencionados, os segnintes cidadaos :
S. l-'roi Pedro Gon;alves do Recife, o alteres
Antinio deSou'-a Maia.
S Hito Antonio, o raajor Antonio Pedro de
Azevedo
1." districto de S. Jos, o capito Alexandre
dos Santos 3dva
2." districto de S Jos, o capit) Libania
Presidio de arvalbo.
Afoga-Jos. rcapitio Tlieodoniro Tboraaz Ca-
valcjnte PeSS
Magdalena, Isidoro Theodulo de Mallos Fer-
reira
Peres, Ernesto Jos de Menezes.
Torra o ten me Antonio Lopc3 de Carvalho
Io dislr.cto da Boa VistaT o capito Manoel
dos Santos Pimentel.
i" dislr.cto da Boa-Vista, Amaro Ferroira
Tavares.
t districto da Graga, Joo Quintilio Fontes
Braga.
2 districto da Graca, Antonio Geraldo de
Lima Mendos
3." districto da Graga, Manoel Antonio Fer-
reira Gomes.
Pogo da Panella, \dolpho Carnairo Caval-
cante.
Brejo. Jos Antonio Pereira da Silva.
Varzea, Miguel de Abreu Macedo.
Illras. Srs. Redactores, lo Diario de Per-
nambuco, -Devem ser eucetados amaah os tra-
balhos do recenseamento da papulaco do mu-
nicipio do Recife, c mo determinou S. Exc o
Sr. Governador do Estado, por acto de 13 do
corrente.
Sen lo de su rama importincia o servico a que
alludo, mantenfto a convieco de que a deli-
berado do Governo Estadoal sera acolhida
grata e benvolamente por todos os habitantes
da capital, urna vez que tr ta se de iniciar um
trabalho de incontestada cimmunho social
Nao pretendo demonstrar nem ousaria mesmo
fazel-o dimite de p ssoas competentes as vaa-
tagens que resullam de um servico bem orga-
oisalo de estalistica ; ellas sao por deraais co-
nhecidas e esto suffic'.enteraenle comprovalas,
pelos fructos da experiencia.
O jornal de qua sois dignos e Ilustres redac-
tores, no mora rato actual, e era auxilio da cora-
raisso a m u car.o, se empenhar, estou certo,
por demonstrar cora a proliciencia e o brilhan-
tismo costuraados, a ulilidade da prov.dencia
que inagavelinente garante interesses reaes da
sociedad e.
Com a mxima confianca portanto eu vos
rogo qu-a vos digneis de esclarecer o espirito
de qualquer que por falta de exacta corapre-
hensao do alcance de semalhante providencia
adrainislractivz se ache por ventura em erro,
altribuindo aos poderes pblicos intences que
e les realmente nao teera- Certo de que me-
Ihor vontade prestareis esse relevante servico
ao Estado de Pernambuco e m: coadjuvareis.
poderosa e efficazmantc no deserapenho das
funcgOes de que estou envestido ; asseguro-vos
antecipadaraeute o raeu agradecmento, pon lo
vossa disposico o meu limitadsimo pres-
tmo
Igual aos redactores do Jornal do Recife,
do Commerciode Pernambuoo, da Gazeta da
Tarde e da Gazeta do Recife.
Jos Gomes de Mello, sentenciado, pedindo
por certida a data de sua prisao e sentenga.
Ao Sr. Dr. juiz de direito do municipio de
Bom Conselho, para juntar a certido a que se
refere o supplicante.
Jos Thimes Jnior o Jos Rufino S. Ramos,
ex-emprega-lo no servigo da escr:pturago do
catalago -la Bibliotheca Publica do Esta lo, pe-
din lo pira que suas gratiflcagas sejam pagas
na razo de 1)01 00 raensaes. Informe o Dr.
inspector do Thesouro.
Joo Jos Barbosa, sentenciado, pedindo per-
di. Ao Sr. Dr. presidente do Superior Tribu-
nal da Jnstig para mandar cumprir o despacho
exarado nesta petico, era 24 de Julho ultimo,
e.m vista da infonnaco do juiz de direito do
municipio de Bora-Jardim.
Jos [guaci de Olivaira, sentenciado, pedin-
do copia de seu processo. -Ao Sr. Dr. juiz de
direito do raun cipio de Ip)juca para mandar
juntar a certido pe ida.
Manoel Pereira Leile, sentenciado, pedindo
pira ser reraettido para o municipio d: Quipap
alim de ser julga lo.Informe o Dr Queslor Po-
licial, vista da informago prestada pelo juiz
de direito interino da municipio de Quipap.
-Manoel Francisco de Souza.senteuciado, pedin-
do perdi.Ao Sr. Dr. presidente do Superior
Tribunal de Justiga para mandar satisfazer o
despacho supra, em vista da informago do juiz
de aireito do municipio da Caruar.
Maria da Concoigo Ro lrigu :s de Hell, pro-
fessora publica em dsponibilidade, pedindo
pagamento de venciraentos relativos ao mez de
Junho prximo finio. Informe o Dr. inspector
do Thesouro do Estado.
Sabino D rarado Cavilcante, alferes do Corpo
Policial, pa lindo pagamento da importancia
d'agua e luz que fornecou ao destacamento da
Varzea.-Deferido, com officio desta data ao
inspector do Thesouro.
Manoel CI:ra:nlino Correa de Mello, arre-
matante da illuminagao publica de Iguarass,
provan lo com documentos qu .- exhibi ter en-
tregue era bom estado de coaseryacao o mate-
rial da mesma illuminagao, e pedin lo dispensa
do pagamento da quantia de 289332, exigida
pelo lesouro.Informe o Dr. inspsetor do
Thesouro do Estado.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 23 de Agosto da I8)i.
O porleiro interino,
A. da Fo rueca.
Qucstura Policial
2. Secta-. N. (87 -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 25 de
Agosto de 189..
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima,
mui digno governador do Estado.
Participo-v03 que forara hontem recalh los
Casa Dctengo os seguintes individuos :
*' ordem do Dr. delegado do 2. districto da
capital, Ortulano Jos do Nascimento, para ave-
riguagOas policiaes.
A' ordera do sublelegado do l. districto de
S. Jos?, Jos Ramos da Silva, cerno gatuno,; e
Jo) de Aquino, para av:riguag0es policiaes.
Assumio hontem, o exercicio do cargo de
sublelegado de Apipucos, o ten rata d corpo
policial Joo Carolino de Gas Cavalcante.
O capito Jos Tbeotonio Pereira -le Carvalho
reassumio no dia 23 do corrente, o exercicio do
cargo de delegado do municipio de Jaboata,
na qualidade de l. supplente.
O questor,
Julio de .Vello Pilho.
loria do Estado de tlagoas, elle pedio pelo seu
trabalho ciacaenta cornos, offerecenac-lhe o Dr.
G1D100 quareot 1, off-i.-ia qoe penda anda do
alacet do Dr. Mello Moraes; na entaolo o pro-
fesrar Adriano Jorge satisfei se apenas com a
qoantia de quinte conlos ou m nos da lerga
parte da que para este fin estava quasi desti-
nada. '
NSo podamos deixtr de regoaijar nos e dar
para be 1 s aos lbos de nossa querida Alagoas
per fermo3 em principio de realizigo a pro-
veitosisaima idi de esc-ever-ee a bisioria deste
fsudo ; Driocipalmeote tendo cabido lo bon-
roia e diffi'.l iccambencia a um filbo multissi-
mo competente da A'.agoaB e com orna econo-
etn bem das fioaogaa
mis de dezeaa de cantos
do njs.jo Estado.
EXTERIOR
EUROPA
fon 11 xa 1
As Onangas portugoezas na apre-
ciago de Li Boj Beaaliea.Ka-
teo do excesso dos direltos adua-
neiroi.Contracto das obrlgages
dos taba -os e opioiOes sob-e e ope-
raco.A queslo do l onzaOs
principes de Moapca. Qaesto
coosnldr resolvida.Caaveoio so-
bre a pesca no Algarve. O nun-
cio apostlica e oa miguelis as. 0
trabalbo e as caixas de aposenta-
gao para os traDIhadores. o ren-
diaieolo dos phospnoros.Inceu-
dij da fabrica de laaiticioa de
Aoaves. tSiptag d praga.
Noticias do Pono.
Despachos do dia 23 de Agosto de 1894
Andr de Aquino Ferreira e outros, propie-
tarios do sobrado n. 4 do Becco do Abreu,
freguezia do Recife, pedindo isempgo de paga-
mento da annuidades da Corapanhia Recife
Drainage.Informe o Dr. engenheiro fiscal da
Corapanhia Recife Drainage.
albina Flrmina da Rosa Leal, professora
publica, pedindo para ficar em dsponibilidade.
Informe o Sr. Dr. inspector geral da Instruc-
go Publica.
F. P. Bolilreau, pedindo pagamento da quan-
tia de 337*360, importancia da objectos forne-
cidos commissao cratral de estatistica.In-
otme o Dr. Inspector do T.iesouro.
Isabel Gomes de Almeida e Silva e suas irms,
replicando do despacho exarado em seu reque-
rimento, em que pedia isempgo do pagamento
do imposto para casa de sua propriedade sita no
priineiro becco da Caraboa do Carmo n. 5. -De-
ferido com oDBcio desta data ao inspector do
Thesouro.
Joanna Maria Nunes, pedindo dispensa do pa-
gamento de annuidades atrazadas para duas
meia-aguas de sua propriedade, sitas ra Fre
Hanrique n. t e travessa da Prata n. 8 fregue-
zia de S. Jos. -Deferido.
JoSo Adfredo Figuaira. 2* sargento do Corpo
Policial deste Estado, pedindo pasamento do
fornecimento d'agua e luz, por elle feito duran*
te os mezes de Maio e Junho desle anno, como
Reeebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos d> dia 2de Agosto de 1894
Candida Maria Alves Ferreira, Jos dos San-
tos Villaca, Antonio Pinto Carneiro da Silva.
Informe a Io secgo.
Menezes Schiappe & C. Certifiqua-se.
O porte iro,
Custodio II. da Silca Guimares.
Instrucco Publica de Pernam-
buco
Despachos da Inxpeclorir Geralddia 25 de
Ago.-:to de 1894
Amelia Carolina da Silva Ramos.-D-se.
Amelia Carolina' da Silva Ramos. -Como re-
quer.
Secretaria Ja Instrucco Publica do Estado de
Pernambuco, 25 de Agosto de 189..
O porleiro,
Fenelon Altico Lcite.
EST4D9S DA (INIO
SUL
Alago*
Dalas a 2i de Agosto :
O partido demcrata apresentou como candi-
datos aos cargos de gobernador e vlce-governa-
dor do Estado, naa eleigea de 17 de Setembro
prolimo, os Srs. Bario de Traipu o coronel Jos
Vieira de Araojo Pelzoo.
- L se no Gu.tenberg da 21 :
Ja nos seos ltimos das de vida, prestes a
ceder logar, ainda o invern deste anno deixa
uos trac/s de sua passagem violea a. Nao nos
esqnecido aiaaa o grande numero de estragos
qie tem bavido durante o lempo do presente
invern.
Ante-bontem pela manh desabou o oito
norte do predio o. 28 da roa do Bario de Ata-
laia. motivado pehs grandes chavas de sabbado
e a sua coounnagSo domingo. Este predio .8-
lava habitado, mas nada soffreram as pessoas
qce se acbavjm nelle, pois a parede penden
principalmente para o lado exterior. *
- L-se na mesma folbi de 23 :
Sib-amas qne diversos cidadaos deata capi-
tal tratam de organisar, com capltaea d'aqoi,
urna companaia de illuminagao elctrica qae se
propor a fazer a illuminagao publica da ci-
ja de
E-timamos que os promotores desta felis
idea coosiam o seo desidertum qae deve ser
auxiliado pelos poderes pabli:cs, j pelo melbo-
ramento que urna tal illuminagao nos t-ar. j
como Incentivo cresco de outras empresas de
iniciativa particular.
Desde que Dcou brlala a ultima tentativa
para a illnaiaago da cidade a gas carbnico,
canvem que tratamos ago-a de faiel a o melbor
possivel, isto a las elctrica, de superior van-
tagem sobre todas.
- L-se ainda na mesma folna de 24 :
Asaigoou ante-bontem cm o governo do
Estado um contracto, pelo qual obrlgou-se a es-
crever a histotia de Alagoas, o Ilustrado pro-
fessor Adriano Augusto de Araojo Jorge, ama
lae mentalidades mais robustas que possuimos,
na muitos annos dedicado dilbcil misso de
educador da mocidade. Traoalbador incaosa
vel, desinteressado e modesto, o professor Adria
ao Jorge, pela assidoi lade no estado, pela pra-
lica do eosina da geograpbia e historia, ha cer-
ca de tnnta annos, nao somonte capar, com-
peteottssimo para fuer um trabalno perfeito e
completo, como todos nos o sabemos, principal
mente esta pbilange de mogos, seos discpulos
de bontem, qae boje Irabalbam pelo engrande-
cimente da Patria.
Deainteressado, diasemol-o cima com umi-
ta razio, e eis ama pro*a : Tendo o Sr. Dr. Oa
ve ua lucida uc aiaiu e -uimu v..^ mj --------, -----.-------- --------------------
commandante do destacamento de Quipap.-In-1 bino convidado por crtas, que sio conheeidas,
forme o Dr. inspector do Thesouro do Estado. 'a# Dr. M- lio Moraes Pilho para escreter a bis-
O Sr. Paul Le Hoy U -au ieu, uccapaodo da si-
luago do reino, uceutua que parece ler melnora-
do ba am anno paa ca ; mas anda pou'o, e
nadera n at perguaiar se esta melbora par-
cial oa ser mais t -aapo-a-iu qoe permanente.
E veidadequeasa fandegas prodnsiram 7-149
cootos, nos cincos pnmeiros mezes da 1894,
contra 6.124, em igoaes meiis de 1893. ou aeja
om auemrato de 1.125 coaios, ou 4.300.000
francos, se so metler em Mala de conta a pera
cambial de 30 por ceoto; mas e fo-g so diter
qoe a cauia n iacipal 1e-te excesso de valor pa>
rece reacionar-ee com a mi colbeita e com a
importago de cereaes.
Seja como tur, d-z-se que Portogal poderla,
exclosi/ameot*, con aere eitas adoaoairas, ds-
r.bu r 1 franco 10, pouco mais ou menos, pelos
-em credores eslraogeiros, em lugar de 1 fran-
co.
Se o pode fazer, faria bem p-atical o, porque
seria iseo de um excellento effelto moral.
Por oiit-o lado falla-sa u'^aa projecto de em-
p estimo caucionado cou a propria rede d03 ca-
minos de ferro do Estado: essa opera;3o, a
faz-r-se. prodozria urna pesaima impressa; e
a jf gociac j com am stock de obrigagO^es dos
ubacos poderla ser desfavoravelmente interpr-
tala.
Portogal uSo deve por ;ra tabir do rgimen
de prudencia e de dieta.
A salvagS), ou pelo menos urna parte ia sal-
vagSo, vir IUj ia eepealm me depois da res-
taurag-o ecoiomic?-flnanceira do Brasil.
Se oa negocios melborassem oesse vasto paiz,
a qoe os oieresses pirtaguezes esli iatimz-
meate liga loe, o cambio portagoex malnoraria
fcilmente, dado meemo que o govorao proce-
deae com pouco lino.
Ma -, posto que a osurreigoparega estar do-
minada no Braz I, nao se notam anda signaos
evidentes de qae esse granoe paiz tenba vallado
a um estado poltico e econmico venadera-
mente normal.
Como se v, nota o Jornal do Commerclo, o
Sr. Paal L Ro; Beaalieu, est-nos tratando com
um pouco niano mais de boa vootade e inters-
e que ba ons lempos airaz.
Comega a estoSar-oos com aquella jusliga que
nos espiritos lastrados deva excluir todo o
partir-pris, toda a idea de aggresso.
Amia bem.
A jauta do crdito publice em comprimen-
to da le de 20 de Maio de 1893, fez .0 raleio do
extedeote dos dreiios adusneiros consignados
aa eervigo da divida externa
Elevmdo se, metade do excesso da cifra de
11.400 :ontj.", a 401.493/033. o dividendo sbp-
plementar qae cabe a cada typo de ttulos, de
904 au iaaes, o segbate :
Divida trabuca de 3 por cento 126 ris.
Empredtimo de 4 1/2 por ceoto 188 ris.
Emp-estimo de 4 par ceoto 167 ris.
Este supplemento ser pago aos primeiros t-
tulos com o coopon de Janeiro do anno qae vera
o ;os dos emprestimos com o coapon d- Outu-
bro prximo.
Este divideoda corresponde a qoasi 12 por
cento sibre o valor do coopon redolido ao ter-
go.
Foi definitivamente assignado o contracto
refereote s obrigacoes dos (abacos, po: parte
do governo peloSr. ministro da fasenda ; por
parle da compaobia dos tabacos pelo Sr. Fran-
cisco Indoro Viaooa ; por parte do Banco Lis*
boa & Agores, pelas casas Heory Burna; C,
Fonseca, Sact s & Vianna, u por parte do Banco
de Po-iuna!, pelo governador do mesmo Banco.
Aesislio ao acto o Sr. director geral do Ultra-
marino-
As obrigagOes andana per 48/000, perteacen-
do metade pouco mais ou menos ao thesouro, e
as restantes ao Banco de Portugal.
Metade das obrigagGss foi comprada firme e a
outra metale a 490 francos cada ama e os joros
vencidos at dala do pagamento, qae se deve
efectuar at 30 de Setembro prximo.
A eutra metade em consigngo, por am anno
para ser vendida a prego uio inferior ao das
obigacoes; toma'as -mes.
Qualquer lucro, cima desse prego, reparti-
do entre o governo e o Banco de Portogal, oa
vendedores das ofcrigagOes e o comprado, o
ayndicuo.
O pagamento (ello em ouro, em Paris oa
Londres.
Todas as -spezas e commissdes sao por con-
ta do grapa contraetador.
Pela collocsgio das acgdes que perlencem ao
Estado, poden o governo dispor no estrangeiro
de ama qoantia da 2 OOOiOOOJOCO, pouco mais
oo menos, o qoe torna desnecessario exportar
ouro para o pagamento do coupsn de Ourabro
e para ana parle importante do de Janeiro do
anno prximo.
O Banco de Portogal lambem pretende colla-
car as obrigages que possae para reforcar a
sua reserva em ooro.
A operaga elogiadae atacada na imprensa,
conforme o orgSo que se manifeata.
Ejcreve o o reio la Manh :
c Dando conta da operagio Hoanceira que o
goTerno acaba de faier, e qne leve principal-
mente por Bm impedir-a sabida do ooro de Por-
tugal, os jornaes opposicionlstas criticam, se-
gundo o costme, sem tom nem som, e tlram
por conseguirte todo e qualquer valor ao qoe
dlzem ; mas ba out os tambem qae, fiagiado se
imparciaes, se mostrara, apprebeoslvos com este
recurso ao cradito.
A sitcsgS i do thesouro sem dovlda algoma,
notavelm6Qte melbor. ^
Nem sa recoltas Uveram o formidavel abw
qoe bavla a recear em resoltado da claa
i'
I
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lw-r
1 iiiaiwrr

**.
-







Diarto de Pernainhiico Domiiigo iftO de Aaoosto C,^ B9fv


peTfieo adceneira da deBanfreado pr.iteccioois
mo que se teem gegoido,.oem as dtapeas fe-
llmente se tem Mticesos dor* troowram ajos***estado eto- qs*oa sa
BDOS-
Sopcdr comtado que se restaura om pan
de um momeara oea o osrtre, qie se pese jos
6 um absurdo tamaoho, qoe de certo nao poda
(gao eotrar em aoalqaer cabeca que nao loase
abso ntarceote deswtoida de bon seoso.
A Tarde- aseRura qne pelo qoe cavo,
sao bestia afirmar qoe os t*>-mos da opea-
cao sao satisfactorios.
Na primitia emissao, o toveroo collocoo as
cbrlgacoes a 400 p. c, saia1c-lbe na Wade
a 195 p. c, pooco mais uu menos. Concern
notar qne baila agio de oir. Auora coltoca-a*
por preco soperior a 400 p. c.. psffas em o ro
no extriageiro, qoando o cambio ea.a como lo
"aatVieto para avallar excelleocta da ope-
"Consta ao Jornal do Commercio. que o
ooiicia, aceitar a Allemaoha o priacif io de ar-
bitragem par soluco da qcestao oe kiou<&.
Entre os joroaes qoe nesta quesiao se tem
pronuncalo p^Ios direitos de Priortl nao se
coDia o Times. que, 'ayate natamente bis^i
a todo o qae por'ugae:, ailriboe a oceupasao
da referida baha ao faci de peaniturem as au-
torioaie* de Portugal que all se titease contro-
bando de *rms e co.umercio de eseravaioras.
Isto nao pasas, todava, de ana calumnia ra-
tona o'aquella folba. qoe babioaluiente ac:u>a
ao< ponucoeies de faie ea escravUoraa b para
ob dea* modo os inglese* a-randera preieo
para conlianar espoliar Po tozal. m-nj
A Inelaterra de certo se nao imp na -om_qae
a AUemaoba sa apodere de Ki oga desde q.u*
Ibe perm.it m a e.la deitar a mo a man alara
apoetecido bocado da frica porluguea.
kat isso aaj soas iraoicOes.
Ao contrario desea orgaoiaagao satie-se que
ha lempos vieram norteas de frica alloma*
ao laclo de proteger* os .llemaes a escravatn-
ra fe la oeloa rabe- ni AMca, foroecendo ae
-108 negreiros armas, plvora, etc.
E^as noticias foram logo desmentidas pelos
loroaea de fl rlim. Slaa aora o Times, aca-
ba de contirmal-as e tublica. alm 'i Uso, ama
colleccao de documento! pelos quesseprova
qoe os ailemle% desenhanlo os principios es-
Ubelecidos e garantidos pelo acto ral da con
Cenca an-i-esclavagista de B uxe las con
tiDoaii protegecdo os ne^reiros rabes da re-
gttO do Myassa. facultando Ibes armas e moni
O'Time, deseando a pormenores dos fa-
eto> enumera a quiotidade de poivora e de
arars que o vapor allemao Hermana von
Wismann tem desembarcado pa-a o i ari-
bes, os quaes e serviam at de parte ioM
armamento oas recentes Iotas qae as suas for
cas das margeos do T.Dgmiki sustentaran! coa-
tra a expedirlo do Estado Livre do Congo, com-
andado pelo ca.pito Jacqae.
Estiveram em Lisboa os prin ipes de Mo-
naco cajo vicnt Priocesse Allce ra que ai
dam f m oasseio U visitado pelo ret e pelo iu
hnte D. Affonso, que liveram occa.iiao de apre
cia'-o e nlle reconnecer verdideiro modelo pafa
as explorares scieniilics a eras o p^iacipe se
A familia r.-al clT aos principes, ao? quaes o lofaa e D. Affooao ro
buscar t?'a;o nrama carraatrem Daumoi,
poxa^a a fes pa elfias.
A pnrieeza confeso o Sr. Dr. Carlos a banda
e o titulo de dama da ordem de San'a Isabel.
O principe de iloiiaco inlo a Alges p-gar a
isi a ao Sr. p-esidente do cooselbo, fo. para
tsso boscsl-o a bordo do re yichr- um esca-
lr a vapor .lo almtrantaro e acompailiOJ os.
tenent pelleu.
Como aistincto cataralista que vmtou a
Es:i-U P-iy.-cbo ca para apreciar o cetceo ap-
pa"cido na te" pos em Pacos d'A-cos, empalba-
do pelo S-. Girard, a qaem communicoa o sea
desejo por io'.ermeiio do sea secetano.
ijs aaga-iod viajata parliram arinal no da
-eni di eccao sul o principe, e na'a Soojbj.c-
ptOo a princeu ac i piahada do Duque de R -
cbelieu. .
o ifanie acoupaoSou-rs a*e o Ai-
8. A
sab '-se
uedo nolleiaa re'ebiiai di Mirro'os,
qa termii'on s .iisfaco-iameote para
Polual a quera) qoe ha lemp 8 pxislia eotre
nm robdito poru,soei e um americano resien-
tes em Uaea Branca.
Por f a'e mo io Varam restabelecidas aa r -
Jacea entre es vice-consma os portoiae e am-
IKaoo, que sr. achavam nte-rompidas de a
ntuo por causa d'aqoelia pendeocia.
D pois le confercelas do Sr ministro dos
estcn^eiros om osen colle< d. mariobie con
Ogovaroalorciiil do Adarve e o ore a qo"stio
dos pescadores hepanboea depon de coof-
lencias do nresidenie do coocelbo de mioiatro*
com o Sr. ministro d. Hespaoba em preaenca do
aecret r o geral do mhialerio o Sr. Montura
Barr iros, foi resoivido am couvenij com e-sa
nacaoctbre a pesca ai costa lo A'garf-.
Dtl'M que esss cjove .10 p-jvuono. refe-
re-0 108 rcees de Se'.embro a Margo, e comp e
beiiJe c a xona desde Vill Real jt a Posea,
a tres milbas de le ra leo lo sido garajtiJos os
in.eresaes dos pescadores portagaezes, baveodo
coropensacOes.
O Commercio de Portugal ceasara acreuieo-
te ease ac do gj'e-ao, e soore elle dlsse :
So Alga-ve. a i lo 8im. que em alguas pontj, como em ?ifta
Real de San'o Aotonio, a autondaleadministr .-
tiva ja requisit;u 50 prafias pira manler a or
diB I
Muo'-er a o-de pona de bayonetas l
E' o goveoo que a alte-a saUano por cima
de om tratado para benerJ:iar esiraogains cod
p ejuo de naci mes, rile que a pe-tur >a,
provocando po-esse molo a paci-noia de am
3ympaibica c nume-osa cla9se de geot pobe
laboros, elle qae a ataca, ofleadeulo direitos
legiiia308 re:onhecidosegirantidj? 83lemcerc -
te em am documento aiplomtiico, e elle que
manda a forja para cuinter o qae elle proprio ai-
lera, p O que mais quer o goveroo f Pois ai) es'
aatisfeito de ter redolido a foaie e a miseria
milnares de faailiai, como diz o telegramma
qna pablicamos, e como diz qaasi toda a impren
m r
Pois nao l.~3 basta ser ag-a1avel a am m;ais-
lr i estraage'.ro com o sacrificio da iadaatria <1e
mi provinia iotei'a, to carecida de auxilio e
d: protecSo dos poderes pblicos ? !
O qu mais na;r o governj ?
Qaer fazihr os qaeixosos, os protestante, os
prejndicido3, os famutos ?...
Realmea'a s o qae falu f
Oe Villa Real de Santo Aaiooio, porm d.z-.-e
em tlegrammade 10 para o Jornal do Commer-
cio qae reina all o socego completo.
Soor- ate aisnmpto a Tarle da a lagoiote
ex pli cacao ;
O qae o goveruo hespaabol fez foi pedir ao
governo portugaez qae, en alteacao as circoms-
tancias verdaderamente crois em qae se en-
contrara os pescadoras da liba Cbristlna, por
absoluta (alta de pesca coocedesse qae elle*, 'io
periodo qae vae de 1 de Setembro a 1 de Mar-
eo, fossera pescar as agnas poHagaezas, com-
prebeadidas na zona da 3- a 6- milbas.
Alm das concessiu pedida pelo goverr.o bes
panbol ter. como se v, om carcter provisorio
abrange apenas am lim (a r numero de mezes
da se ainda a ci'camstancia de que os pesca-
dores bespaaboes nao poderlo asar dentro da
zona da 3. a 6- m.lba seoo de appareinos de
pesca permiltidos palos nossoa reglame .tos, e
fleam para todos os effeitos seb a jurijdicgao-
portogaeza.
E em qae termos pedia a Hespaoba esta en-
cessao, qoe invocoa ella para qae o sea pedido
Jo3se acceito por Portugal ?
lavocou a miseria a que se senara redusidos
oe pescadores bespaaboes, appelloa paro os sen-
timentos humanitarios da nagao portugneza.
A esla expllcagao justificativa o Crrelo da
Noute accrescentou irnicamente :
Dir-Qos a Tarde* muito scregaia c sim-
ples qae se nao fez nenbama modlHcacSo ao tra
lado, e qae se trata apenas de obedecer princi-
pios humanitarios
Efectivamente o tratado flea de D e tao tea-
peitado como a Carta Coostuciocal.
O tratado, approvado em cortes, s por ou
tros nse memas coodic6es poda aer alterado.
Bata idea de que o tratado Sea de p, embo-
t sera vi la, deve aer multo consoladora para
M pobres algarvlos.
O nuncio apoito'ico em Lisboa, por nter
, media das orgios da publicidad*, aconselba ao
partido migaelista a anandona- toas iris re
volocionarias. oaiilo-seao rgimen actual,que
o da paz e do progresso d-> slo partaguez.
Parece qae o coos-mo ou sohcnag&o de S.
Eminencia urvilo qae cabe em terrena ingra
to, ao80*vldo Ioko, nada oro luz.
O partid > maotem-se, e ora ttabalba activa
mente, como afh>mag&o de saa existencia, para
Inaogorar, oo d Sr. D. Miguel de Bagango, am lastitato qae | >
ma-a o (talo da 19 de Selucbro.
Nos corsos qne se teacioaam abrir Agorara |
as cadeira-< de matoematica toperio', calculo
iofloiu>8imal, raecbaiica, astooomla, geometra
descriptiva (disci linas da E-cola Polytecbnlc-)
e po-toguez, fraacez. ingle*, otroducgSo, de-
zeoho, geograpbt* eiistoria (dts iptioas do ly-
ceo.)
Porqoe ca a vez escasseta mais o trab Ibo
em Lisboa, sendo nesie momelo muito gra d
a miseria em que se encoaira urand* nam to d
operarios, o governo dIi oo ama porta-ia qu
tem par Bn regalar a admuslo le tiabalhalo-
res oas obras do Esta 'o nor forma qu<: da pro-
vincia nao coatinaem a affluir i capital ba ido
ie pessnas qoe aqol nao teem onda eopreguen
a 8oa actividale.
Para e'iti- periorbages da ordem publica o
go eroo tem tido de iovea ar obras pura dar qo
fazer a esses operarios, qa? se contam por mu
tas centenas.
E te expediente aggrava, ponera a e'toaca i d
tne-ouro poblico e a siloagao igualmente lamen-
tave da adiara manicio!.
P.ra vitar que a fome pro lu i g'avs de^or
mu as roas est s-.i i i fetas obrao absolata
mele jome 8, pois aoe aea im bivo o crite-
rio uecegsano para no meos se aproveitar e-ta
crise para se fazer- n IraOataioa verdaderamente
atteii*.
A proposito al vi ra urna folba da capital a n
cess'daie ;e ae cear urna cain de apiseo' .-
gaes para os trab ilba lores, seraelhaoga do
que se fez ->a Alie nanb i, o le, aiu Ja sob a re-
gruj"ii de til ra' k, s coa:ele-am ao opera-
riado gsrantias coala a ni ser a e coaira a v
Ihice.
Em tolos os pi sea oade se cuida de acudir
s ciasses desprotegidas, esiaid^a vai crasreod i
poa: a pouro. Na Alieraaoaa. como disse no%
era peno desenvolvimenti; e n'oa os, atada
na ) em lio perfeila re lis gao
Nao ni coosa ra is des>'aio"a e triste 1o qs'
a sorie do operario o cabo di saa vida, ou log>
que ifl forgas o trahem pela apiiox'.nagao d
velhie.
Os jurnaes dao-nos lo;o* ros flias epatadas
miserias qae vo na operarulo, e a d^e sui-
cidios a que i ciusa, j em idade avangaia, a
falla de tranalbo, por se conve ter, pira a la-
doaria, n'uma coua iuulil aqoelle cojo br-g> e
cerebro tanto a Hzeran p'oso rar.
E' josto qae a -ocwdale aao deixe marrar *o
desamparo os qae fabalbaram o Estado Co
pode ser m liffereate a iss. q jan lo ale d
subsidios cojos val.- moral oo tamantio e
cuja U'cessidade oo tao argente.
B, alm disso, a creago d'eslas caixa?, a ce-
.eza, dala aos ope'ario', do seo futU'O, oi
seria lamoem um ageate de reago cen'.ra a^
dootrioas aoarc:i etis que loes descrevem. com
lio vivo b>r-or, o .it i ooisrao eo'.re a saa mi -
ria e a riqaeza dos outros, enire os gosos a'on-
eo sea rcorrer ao aban ono, no g.avalo d'uma
cboooaoa on na leito A* om Ho'D'l* BOtru a
miseroi aml a que Ibes
teca piednsamenie us olbos ?
E' certo que o governo es.i peasanlo eui
dar ama nova forma ao rt-ndim-oto dos pbos-
phoros, qoe oo tem correspondido ao resuK do
lo que oe'le previr..m .
FaiU te em monopolio, e diz-ee mesmo que
peosa-8' nes a ooeragSo fioanceira. qae anda
em estol a sus roalisago, que j esli langa-
d 8 em Da.-es, faltando s tixar a durago do
p-; zj.
Nj perttncemos, diz o Primeiro de Janeiro
ao i.u nero dos que emendera que nanea se deve
liocar mi dos monopol os. En paizes como a
Fr^oga x-iste o monopolio dos alcooes .d"8 pbos-
phoros e oatros. Mas aquello paiz tem sofrito
as mais doas crise?, airavessado as difficuidades
gravisaimis provenleales da sua silaago pre
domioante na Eurapa=i-or exemolo, guerras
qoe custam lautos rios de ouro cerno rios d-
singu- I Em Portugal, porem. v se qoe se t-s-a
Uncalo mo do monopolios como de expe-
dientes der.-adeiros.
'U que de qoe, ao passo que n'oa'.res pa'zes.
estes expedientes teera ad'scolpat-.s giaode<
i norm as iu:s i sp-.-z. oiginidas de coaval
sOes polticas, de u'as om o eslrangeiru, e at-
de as-ombro-ca melnoraxeotos materuea, em
Pertogal aonanlo-noa a beira do abysmo lar
ga do noSo destes ext eraos reca- o;, somenlt-
>urqde e oa -|.moa, dsaipmos, crame leodn-e
tida i rasia ne imorevideoclas e parecendo ba*
v ram propositi de estragar a situi;'.o pac ti a
le lanos anuos e o desenvolv ajenio da prjprie
daie por que p asamos.
Os governos Uvarara-aaa eate ponta por
um serla de erras e desatmoa detlej, e c del-
les, foi a colpa.
lacen lioa-se, rlenlo comuelrn-nte a fa-
brica de laneic os Aloyas em LUboa, fiecnio
por este motivo sera t'aualbo 30J operarios i
ro sexos que all ae erap egava o, e se-odo
aera a favo.- delle- urna sabscripga.
fib.'ica estava segura em 93:000*, mu o<
piejoizoa sSo mulo malares, pas qoe nos ar*
n eas, que lasbera arda* m, bafia malta ,
moilo lio e bastantes faseadas proaptas pa -.
*uirar no mercado.
Ignora se qaal foi a au-o do incendio, qae
Parece ter com^-gado ao arra-xe n di la. e que
talvez padesse ser ext ocio teo..u.- ia-nra
do Ja vigilancia duraoie a note tivesse, como
n cumpri, percorido a fabrica quando ea-
troo ie se vigo.
Para ac ir os operarlos qoe (I arara dse ai'
p-egados, o S governador civil pello is fabri-
ca* de tec.d.H d Lisooa qae os admitUss-m
dislriDuindo os entre si. Como, porem, na ea>
maior pa-te estes estabeleclmeatos latam con
i.ffi uldade, luuitjs eelao aiala aem trabalbo. o
jue e larae^tav-i u'uraa cilade oole abundo a
ji lautos opara-ios qae Dio t-eoo trabalbo.
Ni seraam encerrada em 11 foram pouc
activos es negocios, como s -mpre succede nes-
ti poca, em qae o movimenta quasi se limra
ao expediente correte
Este iff-oaxora-uto de negocios fez cora qu
as disponibilidades do mercado moaetarlo Mg>
mentassera consileraviljjeate, teguado se do
pretende d aug oe to que liveram as coala
de deposito nos Bancos
A offerta do papel para descont irainuio bs-
tame, e por isso oa bancos liveram de p*opar-
ctaaar incentivos para estes o? .ocios, facilitin-
do as respectivas tazas.
Pela laxa d-51|10jO, e rueamo 5 0,0, j s-
pode-ara realisar alguna descintos, os quaes na
saa miioria -epreseaian operagOes sooe c-
reaes, e, se nao fosse este coacarso, pouco
redaziria o movmeDto o.oera'ia.
O Banco de Po.- ug i insiste em manter a tax
de 60|0, ap zar de nao estar em narmonia com
a qae regala oo mercado livra, e. se assim co
i ooar, em beve veri affastada a coa ur.---.-nci
do commercio para o descont doa tSeitas de
novas ope agoes mercau'is, para e ttcar com
papel de accom aodagio, que geraloaente se su :-
raette ao regimra qae Ibe foi imposto.
Ess'i Banco inougoroa secc&o de cambios
sobre Paria e Londres.
Noticias do Porto:
Poram presos na ldade e espalaos de ordem
dogoveruo irerso3 aoarcbstas.
Oa mala distioctos moradorea do balr.-o
commercial Pono aoda promovendo urna re
preseotagao a el-rei, notestando contra os era-
baragos qae, por parte do governo, teem a-rg -
do c::'.'. a a eago do monumento ao infame O.
Heanque, e sol citando a reraogaa dessea > mb i-
ragos, aOm de que esse penaamento se tradoia
em realtdade
Abri ae ji a subs'riagio das accoes para
Companbia da Gaminbo d- Perro do Valle do
Vouga com o capital de 630:000*, dividido em
14,000 acgOes de 45*000 cada urna.
Os bambelros qoe foram ao Congressa de
Lyan, cnegam a II, tendo sido adiados os fes
tejos por aen regresso, em conseqcencia do fal-
lecimento de Carvalha Pmbelro, ajoaanle do ins-
pector das incendios, cojo enterro foi cancorn-
dissimo.
O Sr. governador civil mandn expedir cir-
culare is autoridades soas sabor tinadas para
qae nio permutara que asassociagOea de elasses
funecionem fora das suas sedes, que as suas
reaoiOes tratero de aasomptoa estranhos s mer-
mas asioclages. e que tornera parte oas aessoee
individuos qae alo sejam socios.
Poi efectivamente expedito ap governo o
oficio da Aasociacio Industrial Porraaaae, pedio-
do a coope-agio das rstagOes ottiai i-s para o
ex'to da exposigiom a ruana depolu'-.s da in
o = T.a oacooai qoe val real-xur-e en Loan i ,
ben como o aox'l o do goveroo para o tran
porte do? pro lucios destlnaJoa meama expo-i-
gio.
Cn itONLOGIA
, ::2::i::.::s: r::.^^::;^:
COLI.ECCIONADAS POR
Melckiscdech do Albucfuerquc
A30ST0
Dia %7
ItlO ll.'uno-ae no Recife urna assembla
convocada pe > condo Mauricio do Nasa iu
Tver.un asaeoto n'essa assembla 55deputa
doseleitos pelos diversos diatrictos em que Nas-
sau divid-o a colonia.
O* ilUtrictoa for un 08 segoinle cora oa res-
pectivos Dameros de reprseitant"a :
Caara da ci lad; Mauricio 1, Var/.aa ?, Cabo
3. Ip >iuca i, Munbeca 4, Snnto Amaro da Ja-
boulo i, l'aratibe :t. cmara da .'arahyba 2,
Jistricto da P.inhyb.i 3, cmara ele llamara
2, distrkt i de Itetaarac 4, cmara do Iguaras
2, dislnclo de Igu irass 4, cmara de SenoMem
I, districto de -iorinhem 'i, cmara de Porto
Calvo 2, distiricto de Porto Calvo 4.
N'essa assembla, a primeira qua se reuni na
Am rica e qu. ?ncerrou na sena trabilhosa i
de Soembr > de IO'jO, tumarara p irle : Joo Per-
nan-li's Viuira, Gaspar Di-is Ferreira, Antonio
Cavalcanle, Duarte Gome- da Silveiva, Podro M i-
rinlio b'alcio, Amador le Araujo o Harlliotnoi
Das de Amuio.
IU IS -Mandara os nossos entregar na for-
UMoaa de Nazarelh do Cabo, as raulberea apnsio
naios no barc) de,Thysen.
!1f3TT-Hi-nriquo Laii Pereir* Freir lomi
posae do governo da opilani-i. Em sua admi-
Dstri>cfto conatroirom-se aa pontea da Boa-Vista
t\ Afoados, forti.icou-ae a ilha de Fernando do
Noronha, leudo antea sido expulsos oa franec/.es
qu: insta ilin sehaviam eatabelecido
1SS1 -Cliega a noticia de liaver aportado a
Lisb .a o rei D. Joio VI.
Esto noticia onclieu de jubilo aos conslilucio-
naea de Peinarabuco. poia os partidarios do
Luiz do Reg apregoavam lef o rei flcado na
ilha Terceira oivanism lo UOI P-xerOlO alim 1-
marchar sobre Lisboa e esoiagar as corles o a
consUtuicio.
Quando chegou a noii'ia de calar o roi em
LlSDOi ouvio-se com escndalo, um pregador
articular da tribuna sagrada, perante umauli-
loriu quasi to lo (uhlar, as seguintes propoaicOes
por occaslao de caolar-se um Te-Demn por
aquello aconiecim:nto na m.triz do S. Ptei Po-
dro Gonga vea :
Que todo o poder doa reis viuha inmediata-
mente do Deus, que os rois erain oa ungii.oa do
Senhor. que toda a fehcidiie que nao vina
da obediencia dos vassailos ais rea, era un
mal, que quem allenlava contra os reia attentava
contra o proprio Deus e oulras bellezas e ab-
surdos stniellianti's 1
E a qua se fe/, a 689 pr '--ador 1 Nada.
Que tal o zelo'do governo e de seus ministros
pela conatituigo'que acabavaiu de jurar, inclu-
sive o proprio re !
Foi depois d'eatfl Te-D*Mt que leva lugar a
segunda levo para Fernando doa suppostos im-
plicados no tiro de 21 de Julho, tedoa sera culpa,
salvo so eracrime o ser-seconstitucional. ()
(I) F. P. do Amaral.
EVISTA DIARIA
Circulou a bolsa da beneficencia, encerrando
a sessSo s 9 horas da nout;.
Evtudante.t Informa-nos, por carta de
honlem, o Sr. Jos I. de Carvalho, que tem sido
tostemunha presencial das oaias que dao nos
tranziuntes da praga Maciel Pinlieiro alguna
mogos estudanies moradores no 2" andar de
um predio de numero impar da raesma p'iga,
chegando taes vaias ao ponto de abrangjrem
senioras, sendo mesmo empregadas phrases in-
decentes.
Constituindo isso um abuso, que nio pode
nem deve ser tolerado, chamamos para o ficto
aattencio li Sr. subdelegado do Io districto
da Boa- Vista, que, esperamos, providenciar
respeito.
Kspeetaculo era Olimla-K' hoje qua
notiieatn Melpomene Olindenso, a actriz D.
Maria da Gloria reatsa un espectculo em seu
beneicio, levando a acea aa espirituosaa co-
me liasOs sinos il Corneville e urna e>:pe-
periencia e as lindas cangonclas Pao fresco -
llalli ma o o monologo s de urna banda
que lanto ag.adou no domingo ultimo, no mea
mo tlioatro.
O espectculo commogir s 6 lioraa, alm
de facilitar aos habitante.) d'esta cidade tomar
otrem quo d'alli parto .a 9 l|l da noite
lfi:i/.rn's ile Appcllayai -R cebemos c
agradecemos um exemplar impresso das Ra-
zfi >s de Viinellayo na q'u;st5o do seguro catre
l Ntelmann .t C., e aa ompanhia de segu-
i Normen. Imperial o Liverpool, pelo Sr. Dr.
Herailio de r-'ouza.
Ilua Cerveja -la Sra. Antn o Soarcs &
, eatabelecidoa a roa da Madre Deus n. 1,
sio nicos recebedores d: ara i nova marca de
ce veja alema, le Munich, da qaal nos envia-
ran alga nos garrafas.
Provamol-a, e asseveramos qua to boa
com i a Pschol, da nieama orgem, a quil a
m.tllior marca ile cerveja Consummida em Por-
nambuco.
Cor d : topasio qu 'imada, esparnoaa, e de sa-
bor muito agradavel, a nova ecrvoja a que nos
referimos, que tem co no mirra urna ferradora,
n 111 p t le em canfrouto c >;n a Paeliot e a sibs-
uiu i perfeitameote.
Recominendamol-a pois; o oa Srs. Soare
.t C, agradecemos o sou mimo.
Revista Hodcrna Fez honlem o seu
apparecmeato o n. l de u na revista assim in-
liiula la de que sao re 1 rtores oa ni ig s J. La-
cas da Cmara e P.-rr.i da Costa Filho.
E--a revista destina-ae a i atar de [literatura
nacional e estrangeira, historia, poiitici, plii-
loaophia, viagaas, sciencias a be Us artes, sen-
do do publicar) b'imenaal.
Fazeodo votos pira quo os seus redatore
conaigam o didera/ui que alracjam, agrade-
cemos peanoraloa a >mssa qae boj nzeram
do 1 un nero da ReoUt i Moderna.
Conferencia -Teva lugar aote-honte.n no
Lyceo de \rtes : OrBcios, a conferancia sobro
uiin th.'si d histeria deque sa eoearregon o
r. Mkioel do dacrameoto, aluuno da cal ira
do historia, regid.i naquelle eatabaleciinento
palo -Sr. Francisco Aajusto i'ereira da Cosa
Filho.
0 conferencloniata oceupou a attericio de
auditorio duran! cerca de meia hora, lendo
urna Bxposicao sobro o assnmpto eaeoUii lo para
a conferencia.
aiitspit 1 Purtu^uez Entrou d se-
mana n isle pi eslabelecjmento o mordirao
Faculdatle il.-; Oireit -Iaformarara-
ooa do segainte:
Aoedendoaa convite feito p.l* improosi,
rounio-se hontora as II horas .lo' dia, arara dos
Assoeiapa Co nai riri ti Benefl-
canto-Por eloigo entre os inembros ulli-
uuateate nomoados para comporera a directo-
ria da Aasociago Commercial Beneficonto ficou
assira organisala a me-no directora :
Presidente, Bario da Casa Forte.
Vice-dilo, Antonio Guedea Valente.
Secretario, Arthur Gomos de Matlos.
Thesoureiro, Antonio Venancio da Silveira.
Directores, Joo Carnoso Ayrea, Jos Ferrei-
ra Doura lo, Vnt raio Pintona Silva, Julio Von
Schosten, e Seram Ferreira L. Maia.
Navios de guerra Chegarara hontera
ao porto do Recite as duas s.'guinles canhonei-
ras la armada ingleza :
Barrac rata, de 1.570 toneladas, do com-
man lo do capito tcnente Fohy, procedente de
Monlevido; e
Biaglc. 'le I, 7>> tonela las, do corarnand >
do c pilo-tenpnte Noold, procedente da Bahia.
Estatut s -Agradecemos o raimo que nos
foi feito do um exemplar impresa) dos Estatu-
to da Lgio de Soccorroa Mutuos da Guarda
Nacional.
aten.'lli -O Club Dranotico Familiar d
hoje ura eapecta ralo, no Tho itro Santa Isaoel,
era ben dicio da orpta Olympta C. Mouteiro. .
\o terminar o eapectaciilo, haver bonds
para tolas os I 0013.
FalleiMinenio Falleceu ante honten.
victimado por urna loso pulmonar, o escrivo
privativo do coraraercio, raajor hon>rario Anto-
nio Joaquim Machado.
Tinha o uado 55 annoa de idade. Servio
oa guerra contra o Paraguay.
Era hornera estimavel e geralmenle bem
quisto.
O seu corpo foi sepultado Montara a tarde no
Ceraiterio de -Sanio Amaro.
A' sua digna familia ^presentamos pe/.ames.
De pass.se;n -Vin o no parjuete in-
g\e "lJ.niulje... aportado nesta capital 2) do
correte, aclia-aa entre nos d passagem para
a Capital Federal, o distincto cavalheiro Sr.
Conde de Caetano Pinto.
S. Exc. acha-ae hospedado na casa de seu
digno irniSo o Sr. Viaconile de Gongalvea Pin-
to.
Sueleo Artstico Instructivo Essa
sociedade reune-se no dia 29 do corrente atm
de tratar da r;f.raa dos seua estatutos, func-
cionando com o numero quv. comparecer.
Fabrica do raoldur is Tivemo* occa-
sio do visitar a fabricad molduras don -Srs.
Uaptista Ferreira & C, e de asa viaita cou-noa
a mais agr lavel irapresso.
Realmei.te o grande numero de molduras de
todas as quaim'ades, cpulas, etageres, meaas
douradas de phantasia e oulros objeclos que
nesse estabelecimento sao fabricados dao urna
boa idea do mesmo estabelecimento a quem
quor que o visite, o que aconaelhamoa ao puDli-
co que o faga,
Reiuoeo c noiueaco -Por portara
do Sr. Dr. Pref ito, de 13 de corrente, foi re-
movido o profeasor publico da i" cadeira mu-
nicipal da fregueaiia de S. loi, Francisco Mar-
quea da Trindade, para a 3.* da de Santo Anto-
nio, vaga pelo fallecimento do profeasor Chris-
tovao de Barro3 Gomes Porto.
Por portara, da mesraa data, foi Hornea-
do o profeasor em diaponibilidade Augusto Jos
Mauricio Wanderley, para a 4" cadeira raunici-
pil da freguezia do S. Jos.
Os respectivos professores assurairara hon-
tem o ejercicio de suas cad iras.
"-.Tifian de S:ceu>rros Wutuos dos
Oluciaes da Guarda \ me ion al- Func-
cionou esta sociedade no dia 21 do corrente
sob a preaidencia do Sr. major ..eonidas Lou-
reiro.
Depois de approvada a acta da sesao ante-
cedente, foram apreaentadas seis prooostas para
socios, aa quaes foram s commissOes di syn-
dicancia.
Foram aoprovados socios ffecttvos os Srs.
capito Antonio Cesar de Vaaconcellos Ribeiro
Campos, raajor Polidorio Burlarnaque Pereira
Teixeira, tenentes Manoel Francisco Senna e
Silva, Tiburtino Jos de Olivoira, Americo For-
tunato da Gama e- Domingos Soriano de Olivei-
ra e Souza.
Foi lido e acceito ura coivite do Atheneu
Musical para a fasta do sea 18 annlversarlo na
noute de 29 do corrente, senflo nomeado urna
commissao.
Pez a sua entrada solemno o capito Bellar-
mino Alcoforado.
Tratou-se de diversos outros assuraptos de
interesse social, o da manifetagao no embar-
que do consocio Sr. coronel Savget.
raici lalo ac leintci, e
federacfto, o qua I flcou
inod : :
Regino do Amaral Fi-
saloes da faculdade
elegeo o directorio da
constituido do segninti
Presidenta -Antono
Iho.
Vice-presidente -Ernesto Lomos Duarte.
I* Se tal trio -Fra icisco do Souza Xogu ira.
2- Dito -:'\-;-j Ctiampaauz do Farias Cu-
tro.
OradorJ>s Lucas Soares Raposo da a-
mara.
rhesoureiro Doraingis Jacinlbo Tenorio.
A oloigo, u foi presidida pelo directorio
renunciante, corrra na inelhor ordem e ao ser
lido o resollado final foi muito victoriado o di-
rectorio eloito, sondo erguidos eaUlUrSiastas vi
vas a FeJura^ao Acadmica ea Facuklade de
Direit > .
TriJun il do Jorydd Reeifo -11) i-
Inn nao funcciomu este Tribaial por torera
comparecido apenas 20 jurados.
Foram multados ora al os orados qua do-
xa-ara do comparecer, sorteados os 3ogtiintos
supplentos :
Recife
Antonio Emilio d- Barros Campello.
Santo Antonio
Francisco Antonio de Sou?a.;
Abilio Benicio 'orreia.
Muiool Ribeiro de Carralhn.
Marcos Francisco de Paula l(;is.
S. Jos
Hercolano Baptista le Carvalho.
Oipilo J laqnim Quirino Villa-ira.
Dr. Felippe Lopes Netlo.
Boa Vista
Antonio Gomes Leal.
Dr. Jefferson Mirabeaox A/evedo Soares.
Antonio do l'aiva Martina.
Dr. .'osJoiquun de Oliveira Fonaeca.
Folisardo Francisco Santiago.
Graga
Antonio Jos da Silva.
Lu/- Epipb mo do Souza.
Afogados
Arthur d; Araujo.
Amanda ssrsubraettido a julgaraento o reo
Archa jo Minoel da Silva.
Brancms e negros A' medida que o
preconceito ra cor se desvanece e tende des-
apparecer d todo na velha Europa, parece re-
adquirir vitalilale n>va na joven America do
Norte. Mas do que preconceito se eve Clamor
a esse. sentimenio odio, odio feroz e irapla-
cavel que anima os brancoa contra os negros
naquelle paiz. E esse odio filho sobretud i
do egosmo e da rivalidade. Os brancos nao
podein pordoar raga desprezada, horda le es
cravos ha 30 annos apenas, o prodigioso pro-
grosao, o desenvolv ment de civilisagao que a
conluzio ao seu estado actual. Do que tm si-
do esse progresso, I orinar se idea sabendo que
a raga negra conta nos Estados-Unido 25,'j0
professores de instruegao elemontar, 500 minis-
tros do cvangolho instruidos nos seminarios e
cinco vezes mais que n&o passaram por ess esco-
la ; 300 advoga los, 400 mdicos, 200 jornaes; e
quo a sua propriedo.de aecumuada pode corn-
utar-se em raais de 50 railhOea de libras ster-
inas.
Nao se acredita, quando so nao visse nos Es-
tados-Unido*, os vercarans de que os neg/os sSo
victimas. A Contcmporany Review (Junho) in-
serc um artigo do Sr. C. F. Actor], quo a maia
violenta requisitoria que se pode formar contra
as atrocidades todos os das commetti las na
primeira sociedade democrtica do mundo, com
a complexldaie pelo menos tacita das autorida-
des. E' de fazer por de p os cabellos a loilura
desse formidavel acto de aceitagao. O leitor
vai de resto julgar pelos trechos adiante cita
dos.
EIs, porm, alguii3 factos que julgo molhor
resumir.
Urna joven de c">r foi condeninada a seis me-
zes de prisao por haver lomado parte err utna
desordem. O nao pagamento da multa e das
custas elevju o ternpo de captiveiro a dezoito
mezes. Durante eate lempo a desgragada ser-
vio de instrumento e de prazer aos carcereiros ;
concebou duas vezes, mas da primeira deu
luz urna crianga morta, porque a pretexto de
nao haver cerlo dia exocutado o trabalbo que
Ibe era imposto, esteve durante horas pendurada
pelos pollegires.
Em 7 de Outubro le 1892, urna moga de cor,
Urildred Brown, aecuaada de homicidio, en-
forcada ; nao tin'ia trese annos ainia.
No Albanla, entercado pelo nn|hio crime
um negro de des a.mos l
Estes factos foraro. praticadoa acoberto das
leis regulares ; agora vejamos como se applica
a lei de Linch.
Durante eates ltimos dez annos, escreve
Mr. Acked, foram vacilados nos Bstados-Uni-
dos mais de mil homens e raulheres negros.
Estas atrocidades neto se liraitararn aos Estados
do Sul. O Estado de Nova- York tambero, as to-
lerou no seu territorio, sera punir os seus auto-
res.
Era 18*2 a popuKca matn 82 negros ; ero
1892, 160 ; o auno passado 200.
O anno corrente prometa exceder este alga-
rismo i
Era 1886, urna negra de Jacks ,n, (I^oessec
foi aecuaada de haver envenenad i foi
presa e conduzi la a cadoia. Man a luvba -inva-
di a priaao, arras'.ou a miseria para o'pateo,
arrancou-ltie os vestidos e cnforcoti-a Nm-
guoni foi perseguido. Soubo-se depois que o en-
venenador lora o marido da victima e que esta
en: nada contribuir para o crime.
S:is annos depois, por urna aocusagao do
mesmo genero, tao chimenea-como a primeira,
foi lyncluda era Hayville (Luiziania) uraa ne-
gra de 15 annos, e cinco mezes depois cm Jo-
neaville, no raesrao Ealado, urna crianga de ti
annos pendurada em uraa arvora e espingar-
dea la porque seu pai fora acensado de h iver as-
s sainado um bronco.
Na aldea de Ecchio, parto de Santo Antonio,
urna raulher (negra bem entendido accusida
de haver envenenado.um lilho. Agarram-n'a ;
a desventurada eslava araamentando uraacran-
c:nha; debalde protesta contra a aceusagao
Som sombra de julgaraento, sein mesmo con-
senMrem era ouvil-a, oa monstros pegara em
uraa pipa, pregim nella enormes prjjos cora a
ponta para dentro, depois metiera dentro della
o daventurada, que exhala gritos horriveia, e
fazem-na rolar do alio de una collina. Pelo
espago de meia railha, a turb.t corre atrs da
suplicidda, litando, vocifer indo, batendo pon-
taps na pipa para a fazer rolar maia dpreasa.
Em segu la, extrahsm della para fa uraa in-
firme raissa sanguinolenta, pendurara esses
restos ara uraa arvore o descarregara nelles os
seus revolvers e espingardas .
Julga-sc s nliar ao ler estes horrores. C arti*
go de Mr. Ainl transborda de narrativa-; ;-
melhaotes, indicando os noraes e as datas, de
modo a nao deixar duvidas.
Para desculpar estas actos sera nome, a ira-
prensa americana altrbne-oa a sobroexcitagao
proluzida na massas pelos attentadoa coraraet-
ti loa pelos negros cm mulheres e mofas de lui-
r idade. Has esta explicagao nao satisfaz. No
total dos negros lyoe.nados ha 10 annos a esta
parte,os a usados la Times desta oatnresa, ii-
garam na proporgao do um terco, 209 era 80).
Os oulros critu:s nao provados alias, e raiiilos
dos quaes nao foram_d- certo coinrasttidos pe-
los qne 03 expiaram)'* foram rouljo, incendio e
homicidio.
De resto, s'gunio Mr. Acked, estes preten-
d 1 raulho es brancas li nilam-se na raoio' par e dos
cosos a rolages consentidas por estas.
A imprensa do sal nega fora furor. Mas ba
testemanhos em contrario. O juiz l'ourgee af-
fls ni qu- no caso do'negro Eilward Coy, quei-
mado vivo era 'exakrana, eran perteilamonte
voluntarios de u na e OU'ra parle as relages
quo dorara origem ao sopplicio A mulher era
de cosanles dissolatos o bavia ura anio que as
relig-s existam-
os jornaes sa oa primetros a oscilar a lurb
a cimmetter estas atrocidades; lent todos p j-
rra e alguna protestam, com timidez excesai-
va: O Dr. Eo, redactor do hristian Advoca-
te orgao importante da igrejt methodista Jo
sul, escrev i leguiote :
A -emana passuda, no K-t-ilo do Causas, o
jury conc-'deu u ni in irranisago le -dousd
lirs (carca do le/, mil res ao cambio actual) a
ara negro cajo Sirio toi enforcado injnstameita
pela populaca no roez do Abril. Esperera j qa
esta -entonga (is lous dollars de indemnisac i
iniciar o advento de un raelhor estado de
cou-as .
N io s; p lo ser m us circumspeclo 1
3eainitillaos de ferrm econmicos
U. Eaeobi'i t'age, conheci lo escriptor hesita-
niitrl, irran lo lo questo doa cmiinhos de fer-
ro ofeflcinicos, in licou aa condgOes em que se
p>le7e deve realisar a aua construego co n
vantazens para o publico e para a empreza ex-
ploradora e s -m prejuizo para o Est ido.
Em sua upiniao es-e projecto deve sseotar
oas -rn-iit s bata :
1> Constru'g) ecoaomica, ainda qu solidi.
Nada provisorio, misera compensago grande
liberdado em rampas, curvas, largura da va e
material circulante.
2 Libirdade absoluta d exploragSo, e seve-
ra e rigorosa inspeccao 1" tolos os se?vicos, sob
o ponto de vista de sagaraoeja a cumpriinento
daa condigOes de transporte.
3* ConcessSo, por parte do governo, do direi-
to de expropriagao dos terrenos de dominio pu-
blico e reduego a 10 -|. do imposto ad valo-
ren- sobre tu lo que se iraporte do estrangeir >.
V Nem um real a titulo de earantia de juro
ou de subvengao de quilquer genero. Era tro-
ca, o governo nao exigir as linnas econmi-
cas, era 13 |- de imposto sobre pasaageiroa,
neic o imposto sobre marca'lonas, nem o uso do
tclegrapho, nem o transporto gratuito do correio
de tropa ou de presos.
5* Concesso das linhas durante o praao de
60 annos, paasadoa os quaes. ricarao sendo pro-
prie lade da provincia ou do municipio respec-
vo, que terao ajuda lo a coustruegao das linhaa,
aempre que iaso Ihea tenha sido possivel.
Casamento 'ivil1 escrivo de casa-
meatos quefuneciona nos distrct03 do Recife,
Santo Antonio, S Jos e Afogados aftlxou na
repartigao do Hegistro de cisaraeutoa raa do
Imperador n. 731- andar, editaesde proclamas
de casaraentos do3 seguintes contrabentes :
Segunda publicago
Amancio Miran la Ferreira doa Santos, artis-
ta, com Maria Floriana de Mello, solteiros, na-
turaes daste Estado e residentes na freguezia
de S. Jos.
O escrivo de casamentos quefuneciona
nos districtoo da Boa-Vista, Graga, Pogo e Var-
zea aflixou no dia to do corrente, na repartigao
do registro ra do imperador n. 41, 1 an-
dar, editaes de proclamas 'e casamentos dos
seguintes contrayentes :
Segunda ublicago
Alfredo Vieira de Souza cora Emilia Gomes
de Oliveira. aolteiros, naluraes deste Estado e
residentes na freguezia da Boa-Vista.
Primeira publicago
Joo dos Santos Botelho com Juvita Pereira
Branco, solieiros, residentes na freguezia da
Boa-Vista.
Inspectora doS.* districto inari-
tiuioRecife, 24 de Agoato de 1894.
Boletim metereologico
Horas. Terra centi- Barmetro Tensdo do
Passagre'ros -Ghegadoa do Sul no vapor
in.'lez Don. :
Dr. Caetano de Paria Casiro, Antonio L da
Silva, Joo Gaetano Pinto, Carlos J. C. de Lima
e sua senhora, Lourengo leierM e 1 menor,
Loura Mondonga, Antonio da Costa Aives, Fran-
cisco Rimallio .Sobnnho, Lzaro Soares, Lamar-
tinho Jos Vieira, sua senhora e I fliha, Ra-
phaela Pratomoq, Prancisco Reinaldo, Antonio
R. da Coala, Leopoldo Lagreca, Ricardo Illa,
Fernando Koop, T T. Naar, Alvaro Carapany-
Arnaldo Costa, Walfredo Malta, Fradea Francis,
canos Irineo, Pase, tale, Maximiliano, Horoo-
bond e Oualberio, Afredo Ferreira Pinto e An-
tonio Marttaiano Veras.
Sahidos para a Europa no mesmo vapor :
Jos Manuel de S, sua senhora e I lilho,
Adolpho .S. ayo, Jos C. Carolla Jnior, An-
tonio S Chava, Joio Bernardo, Antonio D.
Grillo, Joaquim Rato, Jos Mario. Silva, Jos
C. Branco, Joaquim C. CarroIIa, Manoel F. Go-
dinho, Adolpho Joaquim Almeida, Joo B.
Costa, Manoel Paes. Joo Lourengo, Amelia
Barcellos, Jts'Jctivio Wanderley, Augusto P.
Oliveira, Antonio C. Accioly, Jos Lourrago,
Henry I). West, Lonis F. Lathara e Mdame
Blleo Lathan, Severin i Ni lsonj Ivren Vygaard,
[rnaaes de Cari.lado Choziont a Joanna.
Chega los da Europa no vapor ioglez ..Da-
nube :
Georga Beasley, Slevons, Eu Un M>rsliall,
Fredorick 'Mam, Caries C. I'ryor, Vasroi
Levy, Alian Patterso, Anthony, Oarara-dsen,
Franci-e >'.- Mesqa a Cardozo. Conde Caetano
Pinto.il.uiz Prez s melle/., Antonio de Souza
Duarte Ferraira, Mina de Lima L. Perreira,
Bou to Jos de Oliveira Lima, Manoel Gomes
Pereira, Armando .1/ Arauio. .vntini i Jos
Teix.'ira Pinto, Domingos (Jarcia- de Montes,
Manoel Garrido, .lo- Lopes, Jos G. Rodri-
gues, Manoel Figuciredo.
Si!ii los para o -!! 00 :nn;m> vapor :
IpymeC. Lima, Vidal Brando Cavalcanti,
Firmino Varejflo, Lu i los li Silva raas, Fre Irin -o Be barJ. Aul ni S. de S raza,
Br. Jos Vicente loa i Jnior, Augusto Malla,
Alejandre M Fonseca, Jarn'.ho Medeiros,
Joaqunn Dutra, Miu el F. Laile o sua senhora,
il.iwy M. Coll. Es'her Sovitz, Pinli,) Santer, Er-
nesto Gna Irelli.
Sabidos p-^ra o "Norte no vapor nocional
Planta. :
Joanna M. da Conceico, Jos F. Fonseca
Galvo. Amancio Fig i; i i Jnior, Antonio
Heuriques, Horacio S:l!'-, Joaquim Accioly,
| P. Aguiar, Maool M. Gomos, sua se-
nhora o 3 fiihos, F iocsco los lomes de MU-
tos, Jo- 1'. Nogueir.i. Charles Boulinger, I r-
menegillo L. dos ;5anto3, Clementina, .'ulia
Muirle, Cinrin'to J\ i Silva, [sab ol Maria
da Concogao, danoel i'. Quinteiro, Joo C
> arti I )s, Aug ist i G. Pereira e sua
senhora, Maria da Sil* :aco Lotc da Sil"
r\ M in i Figueire I >.
Sul n t i i ti nacional S.
0
- l j
ti a un
dade-
73
76
80
76
71
grado (a O") vapor
6 h. 24,'3 761,-43 '6,79
9 24,8 76,-65 17,81
12 24,c8 761,-60 18,73
3 t. 2o,l 760,-28 17,81
6 24\6 760,-91 16,63
.'?Tperatur'a mnima 21,00 Thermometro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 26,85 Ennegrecido
53,8 -Prateado : 35,4.
Evaporagao em 24 horas ao sol 8,"6 som-
bra 3,-9
Chuva 2,-3.
DirecgSo do vemo : ESE e Ealternadoa de
meia noite at 2 h. 20 m. da manhS, SE e ESE
alternados at 9 h. Ol m. SSE al 10 h. 51 m.,
SE at 11 h. (6 m., ESE at 0 b. 20 m da
arde, - ESE e SE alternadas at 6h. 09 ra. SE at meia
noite.
Velocilade 'media do vento 5,-45 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,72.
t.'oletim do Porto
Pra-raar ou Das Horas Altura
baixa-mar
P. M. 24 de Agosto 10 h. 00 m. da m. 1,-80
B. M. 24 de 4 h. 10 m. da L 0.-85
Casa de Detenco-Moviraento dos
presos da Casa do Detenco do Recife, Estado
de Pernambuco, em 24 de Agosto de 1894 r
Kxistiara
Entrarara .
Sahiram .
Existera
A saber :
Nacionaes.
Mulheres .
Estrangeiros
Mulheres
Total
Arrasoados
Boas .
Doentes .
Loncos. .
Loucas. .
Total ....
Movimento da enfermara :
Tiveram alia:
Jos Alvos de Oliveira.
Graciano Antonio dos Santos.
Teve alia:
Joal Damiao de SanPAaol.
428
9
5
432
411
8
13
0
432
404
390
12
0
t
V04
va, Jos -
"'.llegad i
Francisco :
i i Irigues S tei-
r.i, Davi I Gomes R i ir, Joo juira Pia-
lo .11 Miran 11, Man i B Me I ins.
Chegidos da Europa no Rosario
Maria B tnsglia e I S h i Maria, Guia
Perr ni. Mana \mii >e I flllia Anna, G i
Butn-inico a saa senhora Filomena, Marghorita
aldcrara, Ca.-raello Cont e Salvador (Jonte,
Francs: 3elan ftlho, Paolo Caldoraro,
Francisco Pn-itaro; averio Lifrego, Carmioe
De Nigro, Paolo D aell 11 Dioelli, Vicen-
zo Grnalo, Pieiro Mario el '.'lio, Michelli
Marino Felice Narlo, Salvatore Russj. sua se-
nhora i l rllha, Nicola Sola, Francesco Sanmar-
no, Francesco En pao, Nicola Samartino.
- Sahid ia para a Sal no mesmo vapor :
Rafaela Paflorabo, Elouardo A. Aroco, Jio
Corcho Allier^'u t e J ta i M o les.
. uIh(>N ,;- estabele-
cimento foram abatidas 101 rezes para o consu-
mo do dia de hoje.
ilospitul 5edri> II-0 movimento 'lase
estabelecimento i cargo da San 11 Casa de Mise-
ricordia do Becife, no da 24 de Agoato foi o se-
guinte :
U
15
Entrarara
Sahiram .
Falleceram
Existe i)
717
Forara visitadas as enfermaras pelos se.rain-
tes mdicos :
Or. Malaquias, entroa aa 9 da raanh e sa-
mo s 10.
Dr. Simoes Barbosa, entrou s 10 1/4 da ma-
nila esahius II.
Di Berardo, entrou s 8 3 4 da manila e sa-
io s 10.
Dr. Arnobio Marques, entrn s 10 da ma-
nh e sahio s 12.
D. Lopes Peaaoa, entrou s9 1/2damanha
e sahio s '2.
Dr. Vieira da C-inha, entrou s !0 1,4 da ma-
ah> e sahio 2.
D-. Bastos c Viv-ir-i. i-:r-r.i -ia 0 i/4 da
n> ne sano as II.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 0 di ma-
nha e sahiu is 1' 3 l.
Dr. Preitas Qoimaraes entrou s 8 1/2 da raa-
nh e sahio s 9.
Aldante do pharmaceutio, rratrou s 7
da manh e sa-iu 5 ','2 da tarde.
Cemitsrio Publico de Sinlo Ama-
ro -Obiluario do da24 de Agosto de 894.
Miria Mendes, Pernambuco, 3 mezes, Re-
cife.
Antn o Pedro de Alcntara e Silva, Pernam-
buco, 33 annos, solteiro, Santo Antonio.
Antonio Soares Guraarea, Brasil, 3S annos,
casado, S. Jos.
Francisco Paes, Pernambuco, 65 anno3, viu-
vo. Boa-Vista.
Pedro Avelino d'Albuquerqne, Pernambuco,
24 annos, solteira, Ba-Vi-ta.
Um feto do sexo masculino, Pernambuco,
Recife.
GALEPfsO
ROMAXCES lULST 1A1DOS
A Livraria da K.seola do P -vt, fez
acquisico da importante biblio-
tbe -a de um amador e vende por
prec i baratissimo.
Vctor Hugo Os mizoraveis, o vols. ene.
e Ilustrado de nnissmas gravuras, 2af.
Vctor Hugo -Nossa Senhora de Paris, 1
grosso vol- ene e illustrado de tuisaimas gra-
vuras, l'i.
Historia de Vctor Hugo Obra es-
cripta em face de tolas as prodceles do in-
mortal poeta francez e le innmeros dados so-
bre sua vida e sua poca, Ilustrada cora magni-
ficas gravuras e um prologo de R. ^ruViu/por
G. Litran, traducida o precedida de um estu-
do crilico por Teixeira Bastos, 2 vols. encader-
nado, lO.
Octavio Feullet O romance do um ra-
paz pobre, odie, de luxo, adornada de 48 gravu-
ras, I vol. ene, 7t.
E- Riehebonr^-A esposa, versSo por-
tugueza de Julio de Mngalhes, 6 vols. ene em
3 e Ilustrados, 10*.
Gonzlez O pasteleiro de Madrigal ou
talvez o re Sebastio, 5 vols. ene. em 2 e
alustrados., 84-
Vlndex A alcova do Cardeal, 3 vols. ene
em I e Ilustrados, 4J.
F. I.. Parrenho-A inquisico, o re e o
novo mundo, o vols. ene em 3 e illu-tradoe
lOOOO.
"anlo dKockO amante'da la, o vols.
ene. em 2, 8*000.
Carnelro Villela -As tragedias do Re-
cife, romance pernarabucano, 1 vol. ene e il-
lustra lo, 5*000.
Padre Roselly de LorgruesA crus
nos dous mundos ou a ch ve da sciencla, vol.
ene 2*000.
A Hereulano-Historia de Portugal, 4
vols ene era ouro, 16*.
Obras de Joo Francisco Lisboa
natural do Maranho ; precedidas de uraa no-
ticia biographica, pelo Dr. Antonio Heuriques
Leal, 4 vols. ene, 20*.
Guerra Janqueiro-A yeihice do />
dre Eterno, vol. ene, 6*.
Eea de Queiroz A reliquia, 1 vol. ene.
4*000.
Gato TlssantrW-O hroe do traba-
Iho, 1 grosso vol. ene em couro, e Ilustrado
6*000.
EseriehOs que nem e os que cnoraa^l
vols. ene e illustrados, 6#.
>
'}




-i


t
Diario de Pernambaco D*iiitiitfF *
A. Hcrculano-Da origem e estabeleci-
mento da inquisicao em Portugal, 3 vols. ene.
60r
Alineida Garrett -0 arco de SanfAnna,
chronica porlutnse, manuscripto adiado no coa-
vento dos Grillos do Parlo por um soldado do
corpo acadmico, vols. ene, W.
Thomaz Gonzaga=.W'nlia de Dirceu,
i vols. ene, 45.
Pinheru Chas s Educagao popular,
encyclopedia instructiva e amena dedicada a
moidade estudiosa de Portugal c Brazil, to
vols. ene em 5. 85.
TODAS ESTAS OBRAS ESTO EM PTIMO
ESTADO DE CONSERVADO
LIVRARIA ESCOLA DO FOVO
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SOUZ1 PU & c.
81 -RA DO IMiEkAUOK -81
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SCIEXCIAS
Psychologia
AS ALLUCINACOES TELEPATHICAS
POR
C luir les Riche
(Coatinu&Co)
Pedimos obaervagojes: pedimos expe-
riencias. No quo diz respeito as obser-
vaces, v-se comodevin ser tomadas;
narracods de primeira raao saoindispen-
saveis". 15' preciso qu* aquelle que ti ver
tido urna alluci navio a cont elle proprio
com todos os pormenores, e tolas as cir-
CUtnsUncias, at as mais futeis na appa-
renc'.a, que acompauliaram o phenoraeno.
A abservacio deve s;r imparcial e antes
escripta oom scepticismo do que com cre-
dulidade.
O narrador nao deve exprimir a su i
opinio ; deve contar o que vio, e aceii-
mular proras e documentos que corroba-
rem a sua narrc&o
Quanto s experiencias, sito mais diffi-
cais de prodpwr do que as observares,
preciso tempo ; preciso sobretulo
urna paciencia que na > conliece nem o
cansaco nem a desanimaba >, apezar dos
obstculos sempre ranascentes ; preciso
tambera a applicaeao permanente d'um
metliodj experimental rigoroso Mas,
por mais difficeia qu>> sejam estas mlti-
plas condicojs, nao sao impossiveis da
achar entre os numerosos sujeitos hypno-
ticas que existera actualmente na Franca,
ha rauitos que seriam susceptiveis d'um*
sorte d'educaco, de adestrafrento, no
sentidj das fatuidades charaaaas sobre-
naturaes. Estodens-iios, exerctera-os sob
este ponto de vista. Por exeraplo, apro-
veite-se o que excitou (alias bastante era
vo) asagacidale (V dos magnetisadores
do meiado d'este seculo, isto a extranha
faculdade de conhecer as doenca, se
qu: esta faculdade existe : ou ento en-
saie-se de repro.luzir o so.uiio a distan-
cia, o que bem parece ser um facto real,
posto que extremamente raro.
Na verdade tempo de prestarmos at-
tenco a esses nobres problemas ; e no
emtanto receamos muito que acolham
esta obra com indifferenca Nao teme-
mos as criticas. Por pouco que sejam
leaes e sinceras, recebal-as-hemos com
grande reconheji ment. Nto, o que nos
amedrentara, era ver o silencio se fazer
em face de tal trabalho.
A massa do publico nao se deixa levar
enao por consideracoes praticas. Est
disposta a interess..r-se por urna inveucao
mecnica nova, por urna reforma de hy-
giene.
Nada tao ju-to certamente ; mas por
que nao considera como extremamente
importante aquillo que pode lancar urna
luz brilhante sobre a inteligencia huma-
na, esse mysteno dos mysterios ?
Certamente, nao vemos applicaeao pra-
tica immediata as investigaces d'esta
ordem, mas em que que ellas sao me-
nos interessantes ?
E' a primeira vez que se ousa estudar
cientficamente o amanlia da morte. Quera
pois ousar dizer, antes do ter lancado a
vista sobre esta obra, que urna loucura?
Esperamos que todas os leitores d'este
livro comprehenderao que se trata de urna
grande coisa. ET o primeiro passo
n'uma estrada absolutamente nova.
a necessidade d'indulgencia.
fe A obra nao perfeita, tera lactinas ;
pertence ao publico suppril-as com con-
selhos, observases, experiencias, aju-
dar-nos, tornar-se nosso collaborador es-
clarecido e assiduo. Sem elle nada po
demos Com eile, p.do contrario, poder
mos pelo menos a nosaa firme espe-
ranca crear os fundamentos d'uma
sciencia metaphysica positiva, a qual,
em vez de apoiar-se sobre vagas e nebu-
losas dissertacoes, se apoie sobre factos,
phenomenos e experiencias
r Charles Richet.
( Tra dundo da Rcvue scientifique de 20
de Dezembro de 1890, por Pedro d'Able )
dado
D'ahi
sei quantos mezes e que esteve l-
timamente na Bahia, s trabalhar no
nosso Theatro, si conseguir concesso
para o mez de Setembro prximo.
Quanto conlpanhias lyricas, creio
que nao ha por ora nenhuma annuncia-
da, o que certamente bastante desani-
mador especialmente para os exaltados
de partidos theatraes.
Por ora, pois, tem >s que nos conten-
tamos com algum espectculo isolado
que nos queira dar o Congresso Dramti-
ca ou a Arcadia Julio Sant'Anna.
Destes, temos dois, felizmente aunun-
ciados, qu ertamante serio expleodidos.
Um, promovido por urna commisso
da imprensa em favor do emprezario San-
sone, e outro em beneficio da bibliothca
do theatro, cujo prograrama variadissi-
mo e animador.
Depois de escripto tudo que ahi fica,
lembro-me da Revista Contempornea,
sahida lume no dia l.
Li-a, como faco-o com todas as novi-
dades litterarias." E, a fallar a verdade,
para dizer alguma cousa desejaria que
ella fosse escripia para todos os palada-
res, fec > O.'1 A Semana.
Nao o foi entretanto. ..
Para araenisar a C/tronica, que real-
mente est inspida, ahi vai um soneto
indito que encontrei entre a revolta pa-
pelada da pasta:
CEG!
(Arthur Baha)
Ah beracfos os cegos que f riosos
Olbos nao vendo tambera nunca nalraa
HV) de sentir a dor da ingratido.
Gh i murcies Passos.
Bem sei que me nao amas, e no entanto
Qumd > desta dasgraca na convenco,
D> mea affecto o fog> t> intenso
Que dos olhos at sscci-m: o pranto.
Sj procuro fug:r ao teu encanto,
Se afastar-me de ti as vezjs panso,
Mais sint., rl>r, m3u eoracao suspenso
Do tea olhar ao lucido quebranto.
E ass:m desilludido e te buscando
Sem poder consegur-te, ire vagando
Na sombra avidez do isolamento. .
E s deploro, tendo de parder-te
Que ceg nto ficasse antes de ver-te,
Pois qua um cgo nio solfre o
meu tor-
mento !
Maiwel Aid.
SPrtRT
Prai i Pernambucas
O Praio to L^cc reaMs boj* a sea 36* co--
riia na pr P"ia rs'a Q '"a e 'eparaaa dm
dama li;ag0 s p-olaiilas pelo averna.
N-ssa corr la dlsribne a directora, por Ru-
ido sei* bellas e imprtame' prendas, de coi >
todi'iduataj i* t veno? occasiaj Je t-aUr nes.s
fiercao-
Sao estes 03 ntrsoa
P>LITES
i parpoEnaUia-Gjym.s i*-
t. pareoTei0)080"o'oso- P'rat.
3.. plrei-Ta lo -.VIj-top ;erH roodelle.
i pareaMacolleNarci-o-Y.>.
5o pareo GolossoT-im^aFurioso.
6 pareoPyrllampoTole Turco V>.
mpuodromo do Campa aranile
MULTAS
A directo-ia espectiva, por ;rref?olrida Jes
CDTJuetliJas. resolveu multar os seguales ]o-
Bbiiio B'njaaii r, OOW'O
Ciaemiro Fcroanl. 1804'>00.
Mano-1 Ram s, 0050l)0.
Man-.el Miran la, SDJOO.
Nosf s peales ao cuocurrentej, baje, ao p-a-
do, porque lera de pagar MM multas.
NOTICIAS L1TTER1BIAS
A eschola naturalista cultivada por
elle embora sujeita a imperfeiges, nio
exclue todavia o carcter de naturalista ;
e podemos sem hesitacao affirmar que
nesse genero de romance, oceupa Aluizo
a supremaca no B.-azil.
Terminando essa resenha urna grande
lacuna notamos no romance brazileira :
a influencia do elemento francez, de
que resente-se nosso romance, a falta do
cunho de nacionalidade, verdadeiro qua-
dro dos costuraes nacionaes.
Mas podemos dizer, o romance brazi-
leiro quebrou o antigo involucro: od'ema-
ranhar o engenho em arabescos luteranos.
Silva Oliveira.
VARIEDADES
La Mouclio
Imperceptible je vais partout, je vois
tout et j'eutends bien des dioses. J'ai
assist l'inaugurati n de la Caapelle
rige n l'honneur de leur Saiat pa-
trn par les Dignes filies de la Chante de
Saint Vcent de Paul Estancia.
Grce l'inepuisable charit des habi-
tants du Recife cette oa ivre a t meue
bien en tres peu de temps. Certes il
n'est personne qui at assist une seule
fois la Saintc Meise dans l'espece de
couloir qui servat de chapelle que ne se
rejouisse avec les b>ones soeurs de voir
enfin leur couvert l'ase les airaables
enfants qui leur son confies aiosi que
leurs familles.
Benis soient done toutes les porsonnes
qui ont contribu une oeuvre si meri-
toire.
Je prends aussi raa patit mais sincere
part la grande perte que vient d'prou-
ver la Colonie Fran9aise de Percambouc
dans la p^rsonne de son digne cnsul.
Horarae eclair, instrut, bien elev, il a
montr ce qu'd ent pu faire si Dieu lui
avait aejord 1 sant et la vie. On ne
voit amis sans chagrn desparaitre de
la scene >u monde une homrae jeuue,
un'epoux, un pr3 de familia et qui pen-
dant le peu de temps qu'il a pass dans
ce pays ne s'etat attir que des sympa-
thies I
Que dirai je maintenent du dpart de
rEminentisseme et Rverendissi.ne Mon
segneur Joo Esberard Arohevque de
io de Janeiro.
Eminent par ses lumires, par son ins-
cruction, par son merveilleux talent de
Predcateur. Certes tout cela est ain i
mais cela seul n'ent pas sutfi pour le ren-
dre populaire au point que tous ees gens
simpas qui le voyaient partir l'autre
jour 8emblaient tous se sparer d'un
pre bien aiui. Les grandes qualits
dont je viens de parler, son apprecables
au petit nombre mais la bont, la dou-
ceur, la bienveillance donts ont remplis
le grand cceur de Son Erainence, vol
ce qui est la portee de tous, et ce qui
fait que tous les coeurs, et que tous les
voeux l'accompvignent. Puisse il trou-
ver Rio les mmes amits que dacs
ce pays qui le regrettera toujoars.
Fly.
PDBLIC\C01S \ PSOlilO
CHROMCA
nenhum livro para
Nao tenho ag
criticar.
A mesa de trabalho sobre que rabisco
estas linhas, est deserta de novidades
(sem allusao ..) e francamente nao tenho
um assumpto litterario que neste mo-
mento consiga prender-me a attencSo.
Desejaria de cora?o que assim nao
fosse, porque creio que, com a boa dis-
posic^o de espirito em que me acho, bem
desejaria percorrer, linha a linha, n'um
goso d&moradc, as paginas d'um Hvro
novo, anda impregnado do cheiro da tinta
de impresso, propenso a desculpar alguns
pecadilhos do autord'esses que todos
nos commettemos e a exaltar n'um
optimismo a Pangloss, as bellezas que
fosse encontrando, dispersas
Infelizmente assim nao succede e tenho
de resignar-me cora a dura realidade que
me faz renunciar ideia d^ escrever
urnas tantas cousas que me andam pela
cabera, era estado embryonaro.
Sobre theatros...
A fallar francamente j era tempo que
urna nova Companhia viessa dispertar o
sileueio m que tem estado o Santa Isa-
bei __ silencio somente perturbado por
algum beneficio ddo aos domingos, que
certamente nao qner
era assumir foros de
Gazeta do
aovidade.
Ha poneos dias noticiava a
Recife que a Companhia Apolonia Pinto
que por aignal est annunciada ha nao I brazileiro.
O romance conformo a littora-
tura
(Concluzo)
Nio ha duvida que o romance saria um
aero passa-tempo se nao penetrasse no
sanctuario das sciencias, e se nio as inter-
rogasse procurando a razio de ser de
muitos factos.
Est pois consu nmada, a habilidade
do raciocinio, onde em cada scena re-
presenta o romance urna verdade moral,
de que pasamos formar nm juizo acerca
dos caracteres que concorrem em nossi
sociedade.
A proposito diz Taine, o mais v goroso
critico contemporneo : .Q lando se acaba
de 1er um romance de Balsac experimen-
ta-se o prazer do naturalista visitando
um museu repleto de sp craens, e de
monstros.
Balsac e Flaubert, queremos dizer, a
Comedia humana, e a Madame Bovary,
poder-se-hao chamar os los da dourada
cadeia dos romances, nascidos da obser-
vaba, e uriundos d'uma intenci> moral
Entretanto Zola, urna das o:ias da
Htteratura franceza, pareca ur continua-
dor emrito de Balsac e Fia oert, mas
somos a dizer como Scherar .Estou per-
suadido que a lei segundo qua ya reac-
co igual a accao, applica-se ao mundo
moral tao bem como ao mundo physico :
a nio sei como satisfactoriamente explicar
rapidez com que fere esta lei os grandes
tomes modernos, e aniquilla a gloria
menos contestada,
Ha obras que vem destruir a reputaco
adquerida por incoutestavel talento. Sir-
va de exerado o Dr. Pascal de Zola
cuja eschola nada tem de naturalista,
porem, os applausos e louvaminhas a
querem considerar urna obra natura-
lstica.
Falta obra applaudida, o senso na-
tural, o respeito s leis do decoro ; e nao
pode ser esta a physionomia do romance
naturalista aqui se trata de urna es-
chola puramente sexualista.
A eschola de Zola, poder-se-hia cha-
mar exualista brutal. O Mulato, do
Aluizo Azevedo se bem que inspirado
pelo romance francez; desee todava a
todas as carnadas sociaes, estudandomuito
superficialmente as faces pelas quaes
ellas revelam-se.
Nenhum comteraporaneo contesrar que
Aluizo Azevelo o verdadeiro Balsi
Elelctto de Prcfeito
Na el'co que devera ter lugar no dia 30
do correte mez, para preenchimento da vaga
de prefeilo do municipio desta capital, teera de
ser observadas asseguiates disposiges:
Os raembros das mesas efeitor es reunir
se-hao no dia da eleicao as 9 horas da manha
no lugar designado, e, elegendo a plurali lade
de votos o seu presidente e secretirio, aquelle.
designar de entre os demais memltros os que
devem fazer a chamada dos eleitore.'. receber as
cdulas e examinar os ttulos, lavran lo o se-
cretario iramediatamente a acta om livro pro-
prio aberto e encerrado pelo presidente da In
tendencia ou nos que legalmente t.verem ser-
vido as ultimas eleiyes (Kegulameito de 9 de
Janeiro de I89, art. 9).
O eleilor poder volar secreta ou publica-
mente. No caso de escrutinio secreto o el jitor
depositar sua cdula na urna, quo se conser-
var fechada chave eraquanto durar a votacao,
mas dever logo antes da chama la ser abert: e
mostrada ao eleltorado para que veritique que
est vasta.
No caso de voto desc jberto, o eleilor votara
por inunde duas lis'as abertas maousiriptas ou
impressas em qualquer papel e por elle proprio
assignada9, apresentaado as em duplicata ao
presidente da mesa aliin de que este, rubrican-
do urna dellas lh'a restitu e faca em seguida
ler em vz alta e apurar a outra depois de ve-
rificada a sua conlormidade com a primeira.
(dem, art. tO).
As chapas abertas ou fechadas apuradas
em cada urna das secces, serao renvltidas den-
tro de 24 oras ao presidenta da Intendencia
(hoje ao prefeilo), rubrica las pelo presidente
da seceo eleitoral e con a declaraco do dis
tricto e da seccao. [Imlrucces de 22 de Agosto de
1892).
O eleitor logo cm seguida a entrega da ce-
dula assignar o livro de presenca Uegulamec-
to de 9 de Janeiro, art. 10, 5).
c O eleilor n&o poder ser admiltido a votar
sem apresentar o seu titulo, no podendo em
caso algum, exhibido est-, ser-lhe recusado o
voto nem tomado era separado, excepgao ruta
dos casos previstos no '0. (dem, art. 10,
Termnala a chamada o presidente fara
lavrar um termo de encerramento era seguida
assignatura do ultimo eleitor no qual ser de-
clarado o numero dos que comparecerem.
Lavredo o termo de encerrameoto no livro
de presenga pas3ar-se-ha a apurado dos votos
secretos pelo modo s.-guinte: aborta a urna,
contadas o emmassadas as cdulas, o mesario
dos designados para escrutadores qu: asentar-
se a dreita do presidente, tirar. do raasso urna
cdula, desdobral-a-ha, lendo-a e passaado-a a.
nresidenle que depois de le a jiasaal a ha a i
outro escrutador a sua esquerda, o qual a lera
em voz alta, sen lo pelos outros lois meaariOS,
come secretarios, tmala a aporagto, faaenda
em voz alta a adiccao dos votos que tocarem
aos nom ,s que se forem li-ndo. (dem, art. 10,
! 9).
Terminada a apuracao das cdulas e publi-
cad '8 os ames dos cidados voti.dos, na or lem
numrica dos votos recebidos lavrar-se-ha
acta que dsver conter em resuma todo o tra-
balho da apurago, as reclaraaC'53S e protestos
presentado* com d: laraci do; motivo* que
os fundamentarem, e ser assignida pela mesa,
pelos fiscaes e eleitores que o quizerem. (I lem,
dem, 12
Eleictto de Prefeito
Estamos info ajados de qae at hontem
0 Sr. VicePresideute do Conselho Mnnici-
ainda nao havia remetido a< copias do
pal alistamento das secces que com a pre-
cisa antecedencia lhe forara requisitadas
pelo Dr. Sub-Prefeto com o fim de en-
vial-as s respectivas mesas para a cha-
mada dos eleitores que tem de votar na
eleico a realisar-se a 30 do corrente.
Nao podemos saber o que pretexta S. S.
para recusar-se a satisfazer aquella re-
quisic&o a que devia attender com a m-
xima promptido, attenta a proxmidade
do dia designado para a eleijo.
Taes copias, que sao as mesmes que
serviram na eleicao federal procedida em
1 de Marco do corrente anno, devem eatar
no archivo do Capea hj Municipal, e por
ba nada mais fcil do que expedir-se a
ordem para sua prompta remessa de accor-
do com a requis yao feta.
A nao ser motivada por urna indescul-
pavel desidia, a demora do Sr. Vice-
presidente do Concelho remessa s pode ser traduzda ou expli-
cada pelo desejo de forja? o adiamento
da elei$ao.
Nao queremos cogitar do urna tercera
hypothese que pode explicar a incuria
apparente do Sr. V'ice-Presidente do
Concelho e que alias iria affectar os seus
crditos de lionorabilidade, qual a de
estarem as alludidas copias passando por
algum processo chimico, anda nao termi-
nado, no intuito de agaitar-se um elei-
torado que corresponda a espectativa do
candidato da grey do Sr. Vicepresidente
do Concelho.
O publico v se inteiranio dessas oceur-
rencias para formar seu juizo a respeito.
Argos.
---------------.*.---------------
Notas a pastel
Nao ha homem que ma s falle de si e
que seja mais fatuamente vaidoso do que
Jos Maria ,aquillo um chocalho de
vaidades, porra de vaidades desencontr -
das e as mais tolas.
Em materia de sangne azul e de nobre
prosapia, Jos Maria salta e grita : que
tem avs conhecidos ; e apresenta o seu
annel herldico ; dando gente vontade
decitar-lhe ao ouvido aquellos versos de
Boileau : Viesseis vos de qual guer-
rero queiraes escolher, da Cesar,de Achu-
les ou de Alexandre, ou de Hercules em
linha reita, si nao mostrardes senao bai-
xeza indigna, esa longa lista de avs,
a de outros tantos testrannhos, que po-
dem por em relevo a vossa deshonra .
Em virtudes ? Jos Mara tm-se na
eonta de um anjo ; baja vista a desenp-
So que elle fez do diluvio de devassido
e concupiscencia em que nadou o Rjcife
no tempo da inaugurado dos prados, em
Doe os nossos ovens mancebos beijavam
as eguas, as nossas illust-es patricias que-
riam encarnar-se nessas mesmas eguas e
todas as salas ejpjrtas de par em par se
abriam aos jockeys. e elle, s elle, era
a nota dssonante desse c3ro /(armonioso.
Bom christSo ? (ave-maria !) catholico
apostlico romano; nao se separa do seu
santo lenho ; sofre tudo por descont dos
seus peccados j e pede ao Todo Poderoso
qae lhe d resignac&o para supportar as
detratacfos e calumnias de seus inimigos
D esmolasde 500 a pobres mulheres
que encontra, por occasio de livrar-se
das maos de seus perseguidores e algo-
zes-
Quem que n'esta trra o excede em
religiosidade ?-em lealdade, em desn-
terresse, acolhendo somente os bous,
fugndo dos mos; nao lendo senao pa-
lavrasde condemna^o pa-a os faquistas
e criminosos
A memoria do 9*. nnn i versa-
rlo de Joaqiiim Dia de Au-
drade.
A morte que extingue a vida
Nio extingue a saudade I
O triste dia de amanh commemorao
tremendo passamento de saudosa lem
branca do inditoso portuguez, cujo res-
peitavel uome cima se l
De quando em vez a devastadora mor-
te rouba dos seios das illustres familias,
ura desses vultos eminentes, cujo des-
lumbrante passado glorioso o immorta-
hsou, registrando o seu brilhante nome,
no livro da patria e collocandojo n'um
lugar saliente para admiracSo dos seus
conterrneos.
Innmeras foram as suas raras e excel-
lentes qualidades de honrado e probo ne-
gociante desta praga, de saudosa recor-
daba", a sua inconsolavel c digna esposa,
filhos, parantes e amigos. Ainda moco I
Quand contava apenas 46 primaveras,
o brilhante futuro que lhe surga na vida
comraercial destinado a encher o seu ale-
gre lar de innmeras felicidades, de fa-
gueras e risonhas esperaucas e de mil
venturas ; eis que arrobatado pela ter-
rivel Parca para o fro tmulo, legando
as suas prendas preciosas (esposa e fi
Ihos) a honradez de seu nome e a digni-
dade do seu conceituado carcter, que
tanto o ennobrecia e cujos nicos thesou-
ros, os constiuiiam tributarios dos seus
elevados mritos e dexando os assim im-
mersos as mais profundas maguas, e
mergulhados em dolorosos prantos hume-
decidos de copiosas lagrimas e acerbas
saudades
O pranteado era um cavalheiro dotado j ridiculo
de uma'alma bemfazeja e de um coraco Era poltica nao queremos
magnnimo,aberto todas as concepcOes
do bem ; e com a sua acostumada e jovial
araabilidade, acolhia todos que o pro-
curava, j consolando-os com seus salu-
tares conselhos, e j resgnando-os com o
appe'.lo para o Redemptor e por cujos ra-
ros predicados que tanto os recommenda-
vam, conquistou desta forma ser o pro-
totypo de verdadeiro amigo sincero, o
moaello do esposo e o desvellado e ca-
rinhoso pai.
A sua digna virtuosa esposa esposa,
commemora este fatal acontecimento
amanh s 8 horas da manh na igreja
do Espirito Santo com missas e mais
suffragios a sua alma que repouza l no
Co, onde recebe o premio de suas virtu-
des, ejo galardao dos seus merecimentos
E c na trra, esposa, filhos, parentes e
amigos rendemos saudacoes fnebres e
urna homenagem de amisade sincera,
como tributo de iramorredouras sauda-
des que bastante nos punge, e reveren-
tes curvama-nos perante as suas cnzas
d sfolhando govos de saudades sobre a
frgida campa daquelle dsditoso morto
Que descance l as RegiOes Celestes e
na paz do Senhor, aquella arma gran -
diosa.
Ao leitorado do Recite
luMre dadaae ro religionario
.mpievfclo" passamento do precia cidudao
Manoel finfa Dmaso veio d^ieroNnar a e-
co osidade de pteceder-se a nova eleijo para
preenchimento da vaga por elle deixada do
cargo de prefeilo do municipio desla capital..
A maioria do directorio do partido republi-
cano, bem interpretando os sentimentos desse
partido e comprebendendo que noipodia eUe.
deixar dedeflmfa suaposisaosdiante'daisllo-
5S0 que os acontecimentos acabavam de crear,
nSo esfurvon-se responsabilidade de encarar
de frente o poblema poltico do momento, cuja
solucao se impunha a sua deliberaco.
Para tal fira por mais de urna vez reuniraon-
se os abaixo assignados e dominados do sia-
cero e ardente desejo de conciliar os legtimos
interesses do seu partido com a3 imperiosase^
sagradas exigencias do seu-patriotismo, puze-
ram em contribuicao toda a sua boa vontade e
experiencia a bem da rcsolugao que lhes cum-
pria tomar.
A sciso, em principios do corrente anno
aberta no s^io do grande e generoso partido
republicano dste Estado pela desorienlagfio po-
ltica do Ilustre cidado Dr Jos Izidoro Mar-
tina Jnior, si verdade que rromentaneameote
abateu a pujante vitalid'- .se partido, n5o
urna razo, par ^ncios de coragem e de
f c fortalecd pelas publicas sympalhias,
n&o nos abalancemos hoje e amanh s pugnas
doscomicios eleitoraes, e antes :mp6c-nos o ri-
Soroso dever de ponesse meio reteraporar e me-
ir as nossas forgas, tudo envidando pela vicio-
ra da nossa causa.
Os erros e provaces do passado nao podem
ser evocados seno como urna I cao fecunda
em ensmamentos para o presente.
Pretender a respeito desses erros e prova-
ces manter urna litteral e frrea coherencia
sria de certo arriscar todo o futuro, que s*.'
alonga diant: de n >s, pela platnica pretencS
de reivindicar urna ordem de cousas, qae
abysmou-se de urna vez para sempre no pro-
fundo pelago dos fados consummados.
Aos partidos, que em certas pilases polticas
olham para traz, quando s devem olhar par*
dianle, bem nod; acontecer o mesmo que i
raulherde Lotli, apenas com a dilerenca de
que se esta converleu-se em estatua de sal,
aquelles se poderao converter na estatua do
Recife, 26 de Agosto de 1894.
Ailpta, urna vez ultimado o processo
de vi
le-
toral (Tever ser transcripta em livros de notas
de tabellio ou outro qualquer ser/cntuario de
iusliga, ou cscrivSo ad-ho: nouiea lo pelo presi-
dente da mesa 'in livro especial por este aberto
e rubricado por uib dos raembros la mes i pelo
mesmo designada. (dem, idom. 17).
coacluMa a eleico, cada mesa extr.hira
da acta tres copia? que d;pais de assignadas
pelos respectivos msanos e fhcaes dos candi
lats, sero remettidaa.: umi a secretaria do
governo; outra a da prfifeitura e outra a do con-
selho. (Oesreo di lf de Ago Us livros e mais papis concernentes a elei-
Ciofr serte reraettidos a secretaria da prefeitur.
I no prazo de 5 das, aflm da sjrem recolhidos ao
respectivo archivo. (dem, art. 6).
Por isso nao faltam amigos e compa-
dres, espies e traidores : a quera elle ha
de ao-radecer as perfidias, quando fizer a
sua entra 'a no grande mundo ( elles que
?o se fiandon'issoj ; os quaes o teem por
um al/io e que ainda ter* de dominar
nesta trra [puff), pois os homens como
elle sao necessarios.
Que felizmente elle ainda existe em
Pernambuco!.,.
Ora isso fbem entendido e nSo es:a-
pa aos leitoresj o queeHe sent, mas que
poz na bocea dos taes amigos, para fallar
dosseus manfestos oh que pecas, o
ultimo ento era de arromba te assim
empanzinar aos beodos.
Mas, como a vaidadu e a impostura
sao qualidades que.se repeliera, e quan-
do se reunem n'um mosmo individuo o
desequilibrara de todo ; pois sempre que
a impostura quer en obnr alguma cousa
a vaidade d^scob'e e si a vaidade tenta
persuadir e en anar a impostura a pre-
iudica ; todo o mundo que 16 as cartas
de Jos Maria, acaba dando as mais es-
trondozas gargalhadas.
Elle est no grave e no seno i La
vem a paxolice da prosapia ; as condisoes
hygiencas e confortaveis do seu aposen-
to ; as citaces de textos sagrado* ; o
santa lenho': as suas or>aces ao Todo
Poderoso ; aquelle coraclo de pomba sem
fel.. que s0 paraca urna casiuada co a o
publico
Agora, qu? elle pescar os votos dos ti
raidos para a eleio de Prefeito oh !
o sen eldorado, a eleicao do Estevo
de S !e ahi vem a bazofia ; porm
urna bazofia de farcista : Elle descreve
um circulo dos seus amigos delatores,
que fazera albures cora as aecusacoes
que lhe vibram mas que ao sahirem
d'ah ao envez de irera para a casa des-
cansar das fadigas do dia, tomara o trera
do Caxang ou o band" de Fernandes
Vie:ra e saltande nos Quatro Cantos, di-
rgem-se chcara de urna pessoa respei-
tavel (que nao radividualisamos porque
qu remos ter para com ella o acatamen-
to de que merecedora nao a envolvendo
em taes mentiras e torpezas, pois o men-
tiroso assim mesmo, orna com todas as
minuciosidados a mentira) e vao l se
justificarera.
E 'afinal toda a sua histo ia de uns su-
jeitos que tomam o trem do Caxang ou
o bond de Fernandes Vieira e saltam nos
Quatro Cantos nao m para outra cousa
senao para iuculcar a sua gran le influen
cia defle ; que est prximo de appare-
cer na.grande mundo; que os eleitores,
vejam 1 nao votem no Pretti!
Convite
D. CONSTANTINA DE MENDoN^A FER-
REIRA
Manoel Augusto Ferrera da Silva s
Luiz Gonzaga Bacella* conv.;dam aoa
seus parentes e amigos paraj assistirem o
enterramento de sua mai.e av Constan-
tina de Mendonca Ferrera, acto cuentera
logar hoje as 9 horas da manh, devendo
sahir o fretro da casa da sua residencia,
ra das Creoulas n. 57, na Capunga ;
confessando-se d'sde j agradecidos aos
que se dignarem comparecer-
Carros ra do Imperador.
Recife, 26 de Agosto de 1894.
\uvens
DISSIPARAM-SE AS NUVENS
Alleluia: alieluial o bom Pereira amigo
N'uma p^e elegante, esplendida, faceira
Em u n traco cortou o mo cordo do umbigo
E nos d no Commercioa, nova alvicareira !
Nao ha nuvens no co .. arouca tempestado
Nao mas nos ameaga em olio furibundo,
Na abobada infinita a densa escuridade
Nao vem manchar jamis o immenso azul pro-
(fundo.
Oco lodo ail... os zepnyros galernos
Condnzem suavemeute a graade au do Estado,
E os rogos do Commerch ascendem sempiternos
Pelo bem, pela paz, em tora adooicado
ser bem-aventa-
rados."
E que seriam seno bem-aventurados con
jus ao reino do co, se a poltica tivesae um
co. os que preten iessem a victoria, abando-
nando a arena do combate ?
Do passalo s carregamos os despojos das
nossas pro,.ras responsabilidades e j nao
D0UC0.
Fora disto s nos preoecupa a conquista 1
futuro, isto, a realisaco pralica do nosso pn-
grararaa poltico.
Sustentar e desenvolver as instituices repa-
blicanas alopiadas em nos?o pacto funaamen-
tal, fazendo dellas o lbaro sagrado das nossas
libertades, a cu;a sombra combateremos ate
rnorrer ; trabalhar sem descango pelo engraa-
decunento moral, int dlectual e mat>-rial da
nossa cara patria e cultivar com amorosa so-
licitude a vinha dos vultuosos interesses auto-
nmicos, deste E-lado e de cada um dos seo*
respectivos municipios, tal e ser sempre a
nossa constante preoecup ico.
E' eni obediencia a esta linha de conducto
e animados pelas fundadas esper.incas de
em todos os nossos bons concidado3 e correli-
gionarios encontraremos sempre o valioso apoto
de que carecemos para o bom desempenbo d*
nossa elevada raisfo poltica, qui> temos resoi-
v'ido aconchar ao eleitorado deste municipie
e especialmente aos nosses correligionarios
que concorram ao pleito eleitoral do dia 30 do
corrente mez para a eleico de prefeito deste
municipio.
Escusado encarecervos a importancia des-
se pleito, desde que se trata de eleger um fuoe-
cionario, a cuja illustraco, criterio, largueza de
vislas e bonestidade, deve ser confiada a ges-
tao dos mltiplos e m&gnos interesses do adian-
tado municipio do Recife.
Para fa/erdes urna justa ideia das eleva las
Tuncces que ides co liar pelo vos o voloaoc-
dadao que tendes de eleger, basta que lancis
a vista para os artigos da Constituico do Es-
tado e da le n. 52, que detirrem eS8as func-
fioes. ,
Propondo, po s, ao vosso suffragio e aos lo
eleitorado deste municipio em g-fral o nome do
Ilustre pernambucano e nosso distinclo corre-
ligionario, Dr. Manoel da Trindade Perelli, peo-
saraos merecer a vossa approvaco e at os vos-
sos applausos.
O estorgo que todos devemos erapregar pela
eleicao de lo conspicuo cidado para o cargo
de prefeito (es' municipio, constitue paran
um empenho de honra e abrir para esta bella
trra urna nova era de prospendade.
E' com certeza bem conhrcido de todo o elel-
torado o cidado, que vos aposentamos, e nin-
guem cora justica lhe contestara os mritos que
exornam a sua pessoa.
Os seus dotes intellectuaes e moraes, os seas
servicos polticos a este Estado e a este muni-
cipio, de cua In endencia fez parte, o seu re-
conhecido criterio, a sua inquebrantave hones-
tidade e um carcter sem macula, sao outro*
tantas ttulos, que o recommendam vossa es-
colha na prxima eleico a que se vae proci-
der. .,, .
Elegei-o e podis ficar tranquillo .obre a for-
te deste municipio.
Recife, 8 de Agesto de 189 V.
Vossos affectuosos conndad; os e corren lona-
r.os obrigados
Ambrosio M. da Cunha Cavalcanle.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Perelti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg Barros de L cerda.
Dr. lrmirio Coulinho.
Joo Jos de Amonm.
Virginio Marques Carneiro Leo.
Jos Vicente Meira de Vasconcello
los.
Aora'oh bom leitor. si queres sempre ao facto
Dos boatos estar, sem qua ninguem te amolle...
E' s ir ao Pereira : o ungresso, esse barato,
S te custa f, .3tar um bom Sampaij molle.
PIT
A (erra d floren. -P r meio de um de-
licado processoresol', do 1 orna grande es
penencia, babilidaie e traDaino conserva-se a
fragancia das mais escolhids -es que s
abrem na Tarn das FLres, na Agua Florida oe
Morray 4 Laonaii como ei fosse apreieiiada
em ora ramainete de flo-es acabadas de colher.
O perfume deste molo- obtidw doralooro e
d.lidoio, pois seo odor se Impregna nos vest
dos oo no len?o em qe se bawado, seoaoma
combio.icao do paro odor n;tursl das lo-es mais
.i'llcaaas; sempre refres, a, seaapre agralavel e
.mqots queas-om rasirode*eoa p-esesca.
oas rva estes rasgos Ciracterifcoa. 7
O abaixo assignado prexine J.o publico
que pessoa alguma, que nao estivtr le-
galmente autorisada, poder fazer qual-
quer transago em seu nome.
Eecife, 20 de Agosto de 94.
Antonio Francisco da Cruz.
Ao partido republicano
Os abaixo assignados, representantes
da maioria do directorio do partido re-
publicano, declaram aos seus airigos a
correligionarios que a reunia poltica,
ana haviara convocado para o dia 10 do
corrente mez e que foi adiada por motivos
de forsa maior, dever efFectuar- se a 1
hora da tarde do dia 5 de Setembro do
corrente anno, ra 15 de Novembro
outr'ot* do Imperador n. 44 1, andar.
A escolha do dia 5 de Setembro foi
determinada pela necessidade de evitar
que a reunio projectada ainda urna vez
coincidisse com o tempo invernoso, que
naturalmente ter cessado, como de cos-
tume, em principios do referido mez.
Por este meio, pois, pedem a todos os
seus correligionarios que comparecam
pessoalmente mesma reunio, ou no
caso de impossibilidade se facam nella
representar por pessoa competentemente -
autorisada.
Recife, 14de Julhode 1894.
Ambrosio M. da Cunha Cavalcantu
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da-Trindade Peretti'.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg B. do Lacerda.
Dr. Ermirio Coutinho.
Joao Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneiro Leo.
Jos Vicente Meira de Vagconcellos-
Fabrica Caxlas
Os proprietarijs d'este estabelecimento
avisara ao commerco e ao publico que
o Srs. Francisco Flix de Mello e Joao
Guerra de Carvalho, d*esde hoje deixa-
Masoseleiterewhiede direr-lbe aowu-
vldo: quem nao le conhecer que te com- L^m de ser seus empregadoe
prel Recife, 20 de Agosto de 1894.
Au revoiu \' Aeeido & C.
AVISO
A tonio Gervasio i.- Sluij detfer' ao c&m-
arelo eem se al osseoe amigos qoe,durante
* en antencla'deste'Eti'*', i1^ eoesriege**
de tods os seus neroiioso eu Irmfcse socio
J ;o Nepomoca-node S^uta.,
Anarag], -3-de Agus'.o de 184.




"i -

ii.

.



Diarlo de Pcroambnco Domingo %6 de Agosto de 1894
A EQUITATIVA
SocieaM Mutua e Seguros o Vifla Dos
t::-:;:::a::2 un r-2!",::;::-::::::: of tss :.?:::: etates
EH Jl\i:iRO 1 -18!
Activo
Excedente
Renda annual.
Riscos nvos.
Total dos riscos
Pago por sinistros e dotacoe* ven-
cidas desde a organisacao da
Sociedade.
Informaste e pros pee* os oom
ALBBRT FAftJEQN,
vigentes
Dollars 169.056,506,00
\ 32.366,750,00
42.022,605,00
3 205.280,227,00
$ 932.532,57^,00
192.572,734,00
JOS DE CASTRO PAES BARRE TTO
SB-OEEE^TE
Inspector de agencia.
44-Ra do Commercio--44
Aquella lata de plvora
abeita
O paragrapbo que as legue tirado
do no livro esoripto por um dos mais
eminentes mdicos de rglatarra.
Leiam-o'o um>, duaa, e tres veaes at
que se tenhsm assenhoreado da idea ; de-
poia leiam o reato dea te artigo.
Eil-o ah, claro como ama naacente
d'agaa e dlreito como um fuso. Dia
elle cTodas aa nossas doencas familia-
re como aejam a gota, rheamatiamo.
bronebiti, pneumona, pleariiia, aathm,
deaaranjo mental, epilepsia, ajamis a ta-
ca m um individuo de boa saade ; mas
lo o resaltado de doenoa que existe, e
So desenvolvidas, mas nunca produaidas,
por algom estado anormal do systema.
Pois abi est Iaao aera urna revea-
nlo para muita gente que deve todava
enainar-lhea a iospirar-se em nma tal ou
qual sabedoria pratica.
Agora, para se faier applicagao desta
theoria tome-se o caao de Mrs. Harriott
Steele de No. 25 Sadeley Street, Is
lingtoD, Londres. Dia ella : Haver
seto annos ti ve um taque de febre rheu-
matica e fui obrigada a ficar de cama por
tempo de dois annos. Sontia-me cem
dores por todo o corpo que por consecuen-
cia, meimpediamde dormir. Tin ha dois
mdicos ao mea lado. Por veaes senta-
me insensivel a dores. Depois que a
febre me deizoa fiquei completamente
prostrada e senta dores em todos os meas
membros bem como oo peito e hombros.
Paseado algom temro sabiam do mea
palto elguns pedamos de osso cariado.
At mesmo alimentacao liquida, que era
tudo qnanto eu podia tomar me incomtno-
dava inmenso. Tornei-me cada vea mais
fraeo e cheguei a rece ar ver-me aleijado
para toda a vida. Tinba que ser deitado
e tirado da cama, Um din entregaram
em micha casa um folheto descreyendo os
casos de cura em aoffrimeoto6 como os
meua devidea ao uso do Xarope da Ma
Seigel Comprei urna garrafa e depoia
de baver tomado metade della seoti gran-
de allivio e commecei a peder sentarme
cooea que havia dois annos eu n2o podia
faaer. Continuando o nao do zarope con-
tincei a robustecer em oonsequenoia da
costareira, moradora nesta cidade, que
princ piando esta a aoffrer, ha perto de
dois annos, de ama tosae secca, com do-
res no peito e coatas, respiracSo embara-
zada, no maior extremo de debilidade, e
lem nanea obter allivio com os maitos
remedios que usoo, ficou radicalmente
curada com o Peitoral de Cambar, pre-
paradlo do Sr. Jos Alvares de Souza
Soares-
E sendo o referido verdade, tambem
por mim o attesto, a bem da humanidade
soffredora.
JoSo Correa Pexxoto.
(Oorives estabelecido em Pelotas.(
Rsconheco verdadeira a asignatura
sopra. Em testemunho de verdade, o ta-
belliSo Ierael Rol igaes de Carvalho.
nico agente e depositario do Peitcral
d mbar noate Eatado a Companh:ade
O se Productoe Chimicoa.
m&Hm *t*.Q-*r
KSPARTILHOS
ELEGANTES!
CONFORTA VEIS !
Receb.-u grandesortimento
a :..:::::::: bahes
Peitoral de Cambar
Cora de ama pneumona %
Illm. Sr. J. A vares de duaa Soares.
Cumpro ao de ver sa|rado, scientifcaodo a
V. S. e a humauidade soffredora em geral
de que o sea precioso medicamento de-
nominado Peitoral de Cambar um re-
medio heroico para as entermidades do
peito.
Minha consorte foi acoommettida de
ama perigosa pneumona, que s ceden
depo-'s de aturado tratamento medico,
continan 'o, poiui, depoia a aoffrer de
nma toaae secca de mo carcter, que me
cauaava a maior nqaietacSo.
A pneumona reapparecea com carcter
a imen'acSo que e le me iacultava pe- r r -,__ .
j V H.. ____j ;x 'anda mais grave tres annos depois e foi-
der ensolir e digerir, ronco depois j i., t_ ,. r ,,
3. i ilhe eotSo app ic> do o sea maravilhoso
Peitoral de Cambar, bas.ando apenas
dous frascos para operarse a cara.
Cont V. S. com o mea reconbecimen-
ea poda sabir em ama oadeirinha .de c-
validez, e qosndo b va tomado seis gar-
rafas j andava de am lado para o outro
cimo asnalmente, e desde entSo nanea
mus sent dores algomas. Eu consinto
na ublioacSo desta declaraclo na espe-
rar^ de que ellapossa aproveitar a outros
soffreiores.
Ora esta historia soa cono no romn
ce, e Jgumas pessoas poderSo hesitar
em acoeitar como vordadeira. Todava,
ella nSo somonte verdadeira e fcil de
compre hender se a encararmos sob o ponto
de vista do parsgrapho que recommeada-
mos ser lido tres vezas. Crac so d com
todas as demais doencas, o rheamatismo
pro?em de pobreza e impureza de eargue.
Eesa impareaa consiste em am 'veneno
acido prodazido por alimento fermentado
e nSo digerido, demorado no estomago e
barriga, existindo isso s veces por annos
antes que se presentase neohom grande
mal porvir d'ahi. E' o caso de urrn lata
de plvora aborta, segara bastante am
qnanto lhe nlo cahir dentrs urna cente-
Iba de fege. Mes chega o tempo em que
a exf osijio a intemperie do tempo, ps
trios, trio, ou descuidos da qualquer surte
que seja trai a crise. Vem entSo os tra-
baihos na forma de alguma doenca parti-
cular como seje rheumatismo, bronebiti,
pncumioia, t sica ou a'gum outro scffn-
ment doloroso, senSo fatal. J v?
Pois bem, se v j comprehender qual a
razSo perqoe o X- rop: da M3i Seigel
cora quando outros remedios e tratamento
nSo prodaiem maior effeito do c^ue am
Sedac de betame em um encacamento
'age a.
A idea esta : O Xarope da M2 Seigel
Tai em direitura a raa do mal. Ex?.-lie
elle o veneno do sangue, limpa as cimas
O residucs da grande tomaina do corpo
humano (o estomago e barriga) e nSo
deixa por este modo coosa alguma em que
a molestia se alimente. Este o segredo
todo, e essa foi a raiSo porque a Sra.
St'.ee tanto receiou que nSo houvease ro
curso algum para ella. A mor-1 : NSo
16 gaste tempo dinheiro apalpando os
sTmptonras da enfermid de ; NSo se viva
oprimido e aoffra por espado de annes em
qaanto homens ignorantes operara sobr .
saa eredalidade fzeodo exper encas no
sen corpo tortorado ; Deixa: que M8i Sei-
gel aniquille a ndigestSo a dyspepsia em
que consiste tedo o mal, e ternai-ros ontra
vez para a gloria de Deus e do vosso rail
am homem oa malher em todo o sen-
tido
to e creia meDe V. S. admirador, cria-
do attento. J. J. do Naseimento
S. Jos dos Campos (S. Paulo.)
Reconheco verdadeiras do que doa f,
a lettra retro e firma sipra. Em teste
manbo de veraade, o tabelSo Francisco
dos Anios Garda.
E' anico agente e depositario do Pei-
toral de Cambar neste Estado a Uom
panbia de Drogas e Productos Cbimicos.
s
'RTIGDS Pili NOIVAS
ESPARTILHOS DE SEDA BRANCA
LISA! DE SIDA
Capeflas de flores de cera e
pellica
FINOS LEQUES
08ANDK SORTIMENTO DE SEDAS
BRANCAS, PRETAS E DE CORES
3ortes bi ancos bordados
Sachet de teda para camisa
Almofadas lord&das a ouro e
em alto relevo
COLCHAS DE SEDA E RENDA
ClIifAM DE Mi:
Na irnpoaaibilidad-j de mencio-
nar o sortimento que temos, pe-
dimos hi Esmas. familias a hon-
ra de ama visita
dade a esta minha declaracjlo, para della
terem oonhecimento todos tiqaelles qae
soffferem da mesma molestia.
Jocta Antonio da Silva.
Barreado (Minaa-Serres.)
Reconheco ser verdadeira a firma sopra
per tsr iaila plano omheotiLento, do qae
doa f. Em testemunho da verdade, o es
orivao* Antonio Dimas de Freitas (Rio-
Preto, Minas Qeraes.)
' anico agente e depositario do Peito-
ral da Cambai cesta Estado a Compa-
nhia de Drogas e Productos Cbimicos.
THEATRO I
SAHISAS SS T2EATB0 i
em tecido de seda e renda, S
alta phaDtsiia,[tem o %
J AU PARADIS DES Oslfi |
Elixir Anti-Febril Lardoso
SEONLO A FORMULA
de
Vanoel Cardoso Jnior
Approvado em SI de Marco de 189D pela iospe-
ctoria geral da uigna junta de .bvgeae do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composcao toda vegetal pre
parado segando as regras pbarmacenticas.acon
telbadas pelos autor js modernos e de recoobe
elda capaeldade scieotiQca tanto no pas como
ao ee'rangeiro.
Et te Elixir o prodneto nao s lo grande es
todo das accoes pbysiologlcas das snbsiancias
como tambem painologicas.como tambem o re-
saltado das mmensas applicacOes nos diversoe
casos defebres de fundo palustre.
A applicagao deste Elixir na grande epidemia
de bexigas de 1890 a 1891 mais nma vei de
monstron a saa eficacia ; pois na principio do*
p-imeiros symptomas a bexiga aborta, eeaicj
sos mais adiantados a bexiga pass a ser cma
doeoca febril vulgar apresentando pequeas to
?jefacoe8 que com a contioaaco do Elixir de-
sapparecem sem todava aprssentar recejos de
sango.
Os maltes attestados publicados i o Diario de
Pernambnco eGaieta a Tarde provam o qn
tizemo8.
Nos casos de febre amarella o eTeito e adml
ravel, apresentando pbenomanos to maravilbo-
S08 qoe nesta cidade do Racifo e ao da Rio Ji
Janeiro pooco receio cansa a febre amarella
mesmo estando o doente com vomito preto i
ai guineouestes altimo? periodos entao
s ario a applicacio em alta do-e, Jesprean J o
a 03i annexa
Este Elixir j condecido do publico e de am
grande motero de d gnos mdicos apreseniado
para combaier os differen'.es incommodos todos
elles de carcter febril.
Por maito tempo tivemos occasiao de raif r a
applicagao as feb:38 erysipellosa3 e com tao
bom resaltado qae Beatos admirados de to al-
tos eSeitos.
Pela pratica ebegames r- coobecer qae nos
ataques de feore erysipeli. l en erysipella como
valgamente se diz neo^ssario j oso de 10 das
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras meas-
troacSo. gravidez e nos casos de parto com fe-
bre de om resaltado tcu'i> certo e seguro e t
a soa composigao tac .i mpies qne nao offereso
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dos**
superiores s indicadas na tabella iofra.
Pedimos aos dignissimos medico? aue desejs-
em facer oso deste Elixir em soa clnica nao se
sajeitarem nessa prescripgao. mas sim fazer a
applicagao em harmoaia com os casos qae dese-
lirem combater, cortos de que o medlcamerto
ia compoaigo innocente para n organismo per
mais frgil qne seja.
lodo de usar
A's'crianga.8 at am anno 10 (iotas de S em 1
Poras em ama colner das de ?opa cheia d agua
fra.
De ui anno ? tres itt* goitas.
Da 3 a 10 annos em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas em
agaa fra.
nepo*iio
Companbia de Drogas e Productos Cbimicos
Recife, roa do Marques dci Olinda.n. 23.
Nacional Pbamacia, rui.Larga do Rosarlo n.'
35.
Pharmacia Oriental, roa Estreita do Rosarla
d. 3
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do BarSo da
Victoria n. 14.
Pharmacia Mar tina, roa Duques de Caxias n.
80. .
Pharmacia Ribeiro prnca Maciel Pinheiro M.
Pbarmacia Vlctoriense de Laii Ignacio de Ao-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qualquer informado sera encontrado <
intor na roa do Rosario Estreita n. 17.
Os nosbos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'nm lado teem gravadoElixir ante febri
e no oatroManoel CardosoPernarabuco, e to
doa os nrospectoa sao assignados por Mano
Cardczo Janior, sendo faid} os qae nao forem as
sigaidos.
I ADVOCABA CBII1S
RIBEIRO DA SILVA defende
perante o jury desta Capital e nos
das comarcas margem das vias-
ferreas.
Pode ser procurado & Travessa
da CongregacSo LIVRARIA.
Morpha
Minha mnlher D. Mara das Dores
est completamente curada da teriivel
molestia da morpha qae toffreu quaai
qaatro annos turnando muitos remedios
o anico medicamento que lhe deu a re-
constitaicSo da saude e felicidade, chama-
seElixir M. Moratopropagado por D.
Carlos.
Podem fazer o eso que convier.
Paragib.
ANTONIO GOULART DE SOUZA.
A.entra em Pernambaco : A Companbia
de Drogas.
Ra Marques de 01 inda 24.
O Peitoral de Anacahuita, nao tom
[seu igual enlre todos os pulmonicos da
materia medica, e por isso pocle-se-lhe
chamar com toda propriedade e razo, o
uuico remedio diguo de noaie.
RCOMO GARANTA contra as falsifict-
ces. observe-se bem que os nom es de
Lanman e Kemp venham eslampados em
letras lianspaieate no papel do livriuho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se ^venda em todas as boticas-
e drogaras.
Attendendo ao reclamo 1 i
resolve trabalhar em todos os dias do anno de
9 da manha a 9 da noute.
Entretanto, devendo, em consequencia do aug-
mento consideravel de trabalho, destinar gran-
de parte do dia para bem aperfeigoal-o, reserva
smenle para a liragem de retractos o espago de
iO a 2 horas da tarde, em que pode obter sem-
pre bom resultado, embora lempo chuvoso.
Dr. Arthur Cavaleante Residen-
cia ra da Imperatriz n. 11, 2. andar.
Participa & sera clientes e amigos que
mudou seu consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1." andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
i

FINOS BINCULOS
Di

VETRATOS IXALTKSAV.S GABINETE v.sn
l9 e um chromo-passepartouts 508 308
6 e um chromo-passepartouts 3J# 208
PCRCELLAIU
12 e um chromo-passepartouts 303 158
6 sem chromo t 208 108
ESMALTADOS A MODA DE PABIZ
12 sem o cromo 24 128
6 sem o cromo 168 88
SIMPLES
12 sem o cromo 208 IOS
6 sem o cromo 128 68
12 Mignon biseau d'or 8J
Recife, 10 de Abril de 1894.
0 gerente-photograplio,
F Menna.
Elixir
MADHSPSRQLA
RECEBE O
aiMKGID
Parads des Dames
38 Ra do BarSo da Victoria
TELEPHONE 59
Peitoral de Cambar
Cara de bronchOc aitflm (li
Bolsa Commerclal de Pernam-
fcaco
OOTACOBS OFFiciiBS DA JU.fTA D08 COBKSCTOSES
Praca do Reci/e, 25 de Ag.sto dt :894
Nao boore cotac*>.
0 presideate
Aniv'! Pinta de Leaos.
J secretario
Antonio Leaeardo Roiirigoea-
CaMbio
PBACA DO BBCIFB
Os Banccs ab'iram com a axa de 9 1/4 d rc-
bre Loadres j 90 das.
O mercado en completa paralisaco, semap-
parecerem tomadores.
Em papel particular nao consteu negocio
Catay oes de jreweru
Para o agricultor
Assucar
Sranco dem idem .... 45CO a 61500
Somenos. dem Mem 34800 a 44000
ascavado K'esj dem 8*800 a 3*000
3ruo melado.....2*VK) a ifDO
aetame idem idem. 24203 a 24100
Algodo
Vendido a 124600 por 15 ulo.'.
tlml
~*j: pipa b 480 litros 39040OO
Agurdente
Por pipa de 480 litros 2134000
Caarai
3e:cos salgados n3 base de 12 kilos t 740 ris
venida.
Verdes a 460 res nominal.
Cata-se de 134 a 214000 por 15 kilos.
l
otamos nominal a 1304000 por pipa.
TABELLA DA8 KNTRADAS DS A88UOAB K AL-
GODAO
Mes de Agosto
b Aa Parads des Dames g
Como est vmc. da sua toase ?
Esta pergunta feila diariamente cooi
bentfica solicitude milhares de pessas,
e noentanto uiuito melhor seria se os per-
guntaiites in'licassem o meio de conseguir
um alivio immediato e seguro, recommeo-
dando aosseus amigos enfermos, o Peito-
ral de Anacahuita porque ainda mesmo
e embora o doente hiuvesse eglado sof-
freudo durante semanas inteiras d'unia
lusse violenta ou d'utna constipaco for-
lissima, este soberano remedio para todas
as infermidades pulmonares, os aliviara
e curara dentro o curto espaco de viute
e quatro horas.
Os nativos do Mxico conheciam per-
feitamenteas extraordinarias virtudes me-
dicinaos da arvord da qual se extrao es
la maravilhosa preparacao, e era o seu
grande remedio favorito em todas as en-
ermidade da garganta o dus pulm3s
1>. Ca'oeiro & C, 500 saceos com 30.0Q0 kilos
de rasurar mascavado.
G. e Mallos I-maos, 3,900 peiles de abra e
217 ai'as de carneiro.
Para o Interior
1 aliemfn 0 ;nJ,>
pira Sa'itn;
com 8i.0O!J
ivo vegetal
Formula de Angelino Jo <
dos Santos ndrade
Approvad. pela Inspectora Goral de Hj
giene Publica do Rio de Janeiro em &
de Julbo do 1887.
Bsl depurativo de praode eficacia aas m.
e-li syphitica? oe irrurcia do sanrue ass'.n
remo em todas 33 molestias das enboras.
Tem curado radicalmente muitas peaeoas a
wmmetdas da terrivel molestia bariberi.
Hbeumati8mo syphilitico ou gotozo, dflr cu
na erupcOae de peiie, cancros, e cancros vt
areos, flores brancas, b;terismo, frouxidSo ti
aervos, irites e outras inflammacOes dos olOoi
molestas do ligado, escronbulas, escorbuto
ioffrimentc8 de estomago, ulceras, gommas, bs
utas, emping den?, a tro?, pannos e manchas
Ja pelle, booas e booOes, sarnas, catarrbos;
(uapsquer raoldstias da bexiga, entre ouf-aft
albuminuria, carinas doces o sanguinolenta?
anemia, paralysia, erysipelas, e inflammac5e-
das pernas e ps. bemorrboidas, astbma, bydro
relies, tumores, nevralsias, e elep'iantlazes t
morpba, as irregularidades dameustruacao.
Prova-se com aquelle numero de attestadcsji
publicados e os que existem em nosso pdelo
eCBcaci deste elixir as molestias indicad?
ncontra se a venda na Bot!ca
do Rosarlo n. 35
A'rua Baro da Victoria n. 37 se dar toa s
qua!querexplicasoque for preciso acere dest;
P'eparado.
Calado con aa rala I fl Faldea
Vio do de usar
f5 adultos tomaro quatro eolheres da- o
P'a pe aman h e qaatro no i te.
A criaucas de 1 a 4 anno3 tomarlo urna o
er pela manba e outra a noite e as de 5 a
nnos tomaro duao colberes pela maab iu r
oite
Dr. Carneiro \,ehoMcdopartetro,
consultorio e residencia ra do Livra-
mentc n. 31, 1 e 2." andares.
Coi altas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tas de criancas.
Dr. Julio Mario Medico homeop-n
tha, operador eparteiro, Residencia Ra
da Imperatriz n. 20, 1." andar. Formado
pela Faculdade do Rio de Janeiro, com
tonga pratica em partos e homeopathia
no norte doBrazil. Especialidades Alm
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados 'para o interior
do Estado.
Dr. Joo Rangel Medico operador.
Especialista em molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
n. 3, 1. andar, onde di consulta todos
os dias uteis de meio da as 2 horas da
tarde. Attende a chamados a qualquer
hora do dia ou da noite, para dentro ou
ora da cidade. Telephone n. ..
Dr. Rastos de OliveiraMedico*
parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda antiga da Cadeia do Recite n. 18
1." andar De volta de sua viagem da
Europa onde visitou os principaes hospi-
taes de Paris avisa seus clientes e ami-
os que contina dar consultas de 1 s
3 horas da tarde. Recebe chamados &
qualquer hora em sua residencia na Ea-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n'
365.
Dr. \iiim>s CoimdraClnica Me-
dico Ciritrgica Consultorio, ra Mr-
quez de Olinda n. 56, onde d consultas
das 11 as 2 horas da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 31, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
--------------?--------------
Dr. Brrelo Sampaio Oculista
Consultorio raaBaro da Victoria n. 51,
l." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. "85. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
Dr. Fretas Guiuiares Medico,
Temo seu consultorio na ra Duque de
Gaziaa u. 61, i. andar, ond ser encon
trado de 11 l hora da tarde em sua re-
no Ca:iwi!"0 r:. 4. Telepiro^e n.
Dr. Octavio
Antigo interno
de volta de sua
de Freitas. MEDICO,
dos Hospitaes do Rio,
viagem a Europa, d
consultas de 1 s 3 da tarde na ra Lar-
ga do Rosario, 26. Especialidades : Fe-
bres, molestias do pulmao e do coraco.
Encarrega-se de analyses chimicas de
urinas.
Residencia: F aa do Principe n. 26.
PeUoral de Cambar
Cara de anta grave toase seeca
O abaizo assignado atiesta, a pedido de
sua comadre D. Rosa Mara da oncei(8o,
com idade de 3# annos, constitaiclo dbil,
Illms. Srs. oilva Gomes A C. Rio de
Janeiro. Felic tc-me por ver annaGoiado
em c< sa de Vv. Js. o remedio denominado
Peitoral de Cambar Sofirendo eu ha
oito meses de urna bronchite asthmatic
que nSo nre dcixava dormir o, sem que os
medicoa a conseguissem debellar, pois j
a julgovam chiooica, resolv compra- em
casa de Vv, Ss. o precioso medioamect
e principiei a tcmal o, observando cuida-
dosamente a dieta e rgimen reco unen-
dados e proscriptos nos impressos que o
aecmpanhamm, e no fim de pouco tempo,
depois de ter tomado alguns frascos,
a.hei-me completamente ourado. Gratis-
simo aos introductores deste maravilhoso
preparado, peoo Ibes qae deem pnblici-
Bntradas
Bi-cacas.....
Vapores......
-nimaes.....
tXrada de Parro Central.
en. de 8. Francisco .
ir dr Limoeiro. .
so
Dias
1 24
1 a 28
1 s 23
1 a 23
a 22
- 21
A88C-
cr
Sarcos
9538
558
2818
7582
Algo
dSo
Saccas
00
3101
208
708
966
379' 3091
23375! 8474
ma tapo
Crregaram :
s. Gaimaraas 4 G I,i0:) saccoi
ilos de assasar braojo.
No v^poraaslriaco Paadjra, pa'a Rio de
Jaoeiro, carre/aran :
P. Puto & c, 150 p-pas com 71,250 litros de
goaralaot".
mo vapor nacional Uai., para Cear
carre^aram :
J. Cafdcso, 10 barris com 90J litros de elcool
e 100 Utos com 4.SO0 (dtas de vioho d.. 'rucas.
C. Pinto C., 48biris com 1.800 lira do
vioho de fruclas.
Para Natal, carregarm :
J. alueirai *C, 40 bi-ricas com 2,400 kilos
de assuca' retnalo e 10 d.tas com 700 dito? fle
dito brauco.
Para Araca y, carregaram :
11. Aanrim, 1 travo de sirmira.
J. Cirdoso, 1 pipa com 470 litros de agur-
dente e 4 barris om" 180 diUs de vinao de
Inctas:
Para Micao, ca'regaram :
J. Salgueiral & C.. 34 barricas cr.m ,069 kilos
de assucar b-anco e 30 !lii? com 1,965 ditos de
dlti refinado.
Pari Par hib-.ca'regcu :
F. Vieira, 15 catxas con 2i0 k Io d: cera
em velias.
No hiale Npluoc, para Natal, carrega
raa> :
F. Vieira, 5 caixas coa) 70 kilos de cera em
velles.
Urbano M. daCosta, 6 barricas com 1,047 kilos
d-a bssocar refinado.
Jla barcaga J. da Penha. pira Macei,
carrpgau :
G. remandes, 32 ciiasccm 44S kilos de cera
tm vella3.
Na barcaga Sempre Viva, para Porto
Calvo, carn garam :
J. Soma, 41 caixas con 9iJ3 kilcs de sabao.
C. Lemos & C, 8 caixas com 181 kilo3 ue
sabia.
Na barcaga Correio rarabibaoo, para
Parabiba, carregaram :
Barbosa & C, 10 caixss e 15 garrafoea com
3 0 litros de geaebra.
Na barcaea Plor de Muria, para Maman-
guape, carregaram r
Companbia da Estiv,, i barrica com 105kilos
M L.ssucar braceo e 10 -Je
sarao.
C Pinto A C fl barris com 225 litros de vina-
gre e 8 caixas com 84 d;toa de ganecra.
Stgauda ssccao da Alfandsga it Peroaaouco
5 dt aguato as 1?4
O ebefe da seccSo
J. Ginclves da Silva.
O tbesoareiro
Lau anoel Rcdtigas Valtaga.
RECKBSDO.A 00 ESX&D'J
- i:* 1 24 143:89;67r
Idem de 2. 2:2SU2i
146:030,1891
ECIFS DBAlNAtt
Do da 1 a 24 22:f0728o
Idfca ds 25 i.-OilSSJ
23:5.2*1 H
Mercado Hnnlclpal de s. Joa
O movimecto dest' mercado no d;a 24 -le Agos
to 'ci oseguinte.
Entrrram :
42 cois f-csardo 5,916 kilos.
263 kil03 de peixe a 20 rs. 5/3ro
2! compart. com mariscos a 100 --.. 2100
21 ditos com camarfies 100 r. 2^100
311/2 columnas a 630 ra. 184900
4 cargas com galliobas a 500 rs. 2000
2 cassoaes com gallinbae a 300 rs. 800
4 carga.? com milbo verJe a 300 rs. i203
8 cargc= tas a 300 re. 5*401
2 carga con macacbeiras a 300 rs. 600
1 cargas com cebaliabo a 300 rs 303
2 -'argas com gerimaas i 300 rs. 0600
1 cargts com eaoau a 300 ra. 31
7 cargas com bnunas a 300rs. 2*1 0
3 "argci com laranjas a 300 rs. 900
5 carcas com lougas a 300 r. JaOO
2 cargas com di verses a 300 rs. t!00
60 c:-g*s cora farinha a 200 rs. 12*060
-1 cargas com milho seeoo a 200 rs. 4*200
15 eargu com fejfto a 200 rs. 3000
70 lugares a 200 ra. l000
11 Saines a 200 rs. 2*00
11 comp. com soioeiros a 1*000 11*000
8 comp. coas seinriros a 700 rs. 56O0
11 comp. com fressurusa 600rs. 6**00
34 comp. com comidas a 700 rs. I3M0
50 comp. com fazeadas a 600 rs. 30000
CO comp. com verduras a 300 rp. 15*000
90 comp. com farinba a 400 rs. 36OO
18 xp. tata '.albe-: a 2*000 93*000
ru-ndimentos do da 1 a 23
299*100
6.780*800
7.079*900
fcapw*laeo
Recife, 25 de Agosto de 1894
Para o exterior
No vapor ingle Mercbant., para Liver-
pool, carregaram i
S. Nogueira dr C, 10.800 kilos de carocos de
algodo.
G. Caoba de C., 660 saceos com cera vegetal-
No vapor Inglez C. Priocc, para New
York, carregaram :
'Xeadlmsaios pa.b3lo;
tfez de Agosto :.e 1894
Alfandega
Henda gara:
Do dii 1 a 24
iderz ds 25
1.252:387*436
46:375*058
Randa do Estado
1,298. 62*494
D. dJb
1 a 21
143.991*217
5.901*2/0
149.892*487
Somma total 1,448:854*981
Precos do ala:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo
Sainos do 900 a 1* idem.
Carnero de 1*000 a 1*2*30 <\ew
Farinba de 500 a 700 rs. a cuia.
Milbo de 600'a 700 rs. a cuia.
FeijSo ce it 3*' 00 cuia
X rqoe a 900.
H o vi laten to do porto
Navios e, irados no dia 25
ju e escala-4 dias, vapor nacin! S.
seo*, de 382 tooelactbs, comtnandante
Antonio Uves Pinto, equipsgem 30, carga vi-
rios gneros a Companbia Pernambncana
Sootevfo e esc-la 30 das, eanhfnelra inglesa
Barr u da 1,570 toneldar, comman-
dante capilac-tcneate Foltj, equipagem i60,
carga muaijOa de guerra a orJem.
Rosario de Santa F por Buenos A;res?8 dias,
galera inglesa Ruby, de 1,315 toneladas, ca
pltao S. B. RubbiB, equipagem 18, carga feno
a Perelra Carnsiro A C
Hace:12 boras. vpor Inglez alerihanl, de
819 ti e a Js- commsn laote G. Goldman, equi-
pag^m 26, carga va-ios gneros a Black Dora
& Cap."
Terra Nova39 dia?, I.ir ing'ez Florence,
de 193 toaelada?. capitao Samuel Facey, equi-
pagem 9, carg bacalbao a Jobston Pater a
Comp.a
Babia3 dias, canboneiru iogleza Beagle, de
1,170 toneladas, cummandaote capitc-:eneote
Nteld, ejuipagein 15J, carga m micOes i
ordem.
Navios fallidos no m smo dia
N'.w-Yo k pelo P a, vaoor io^lez Gbloese
Prlace*, co : mand-.nta A. Alkiosoa, carga varios
genero".
Posragula, galera iogleza Florence Stella,
capiao Tboaiss Badea, em lastro.
Va vio esperado r-
Do Rio Grande do Sel
... :3o Qjki awWiru c. tcQi,:i:i.
De Pelotas
Patacho nacional Tbereza.
Lunar sueco D:ko.
Patacho all-uao Wille.
Patacbo njruegaease Arta.
Paarbo dinam.rqucz Tnea.
Patacbo dinamarqu-.'Z Jo-gama e Anne.
P-:acliO aeiij P-;,ajan3.
Patucha alletnao Uagarelb.
Barca corueuense Haivi.
L' | r 11. Ii z Cavalier.
L ir diaauarquz .'abet'j.
1 ,r dinams-qr^r. Arkan
Lun' r portugus Horacio.
Lagar norueu?nse M.uranger.
Lugir rorjugaez Mi inbo VIL
Patacbo alleuo J. M, 8u2 k.
Pila bo all.....Bal
!, r agl'z Aurora.
Patacho hollandez A'i
Lugar iuglez Brue'.
Logar portognea Mariano VI.
Patacbo eueco Helmanc,
Da Swaosaa
Bj:cacoruegaee Glearafor.
De Cardill
Baica 'sileu Sirias.
Lassr pco?gaen.se Albutros;.
Barca noruega FreJiru.
Bacca ooruega Rogo.
B-rca ooraea Noreh.
Barca o ruegoeose Forijat.
Barca norueguen^e Elide.
Logar nornegu^nse Camorant.
arca norue--a Heli
Barca noruega Csmond.
Barca noruega Paragon.
T. \>
Birca ingleza Sil;. Sea.
Birc :n..l z< Cardelia.
De Lo res
I aornefraense Christlaa Elbai-eth..
Vapores a entrar
Mes de Agosto
Asneley, de Cardiff a 26-
Iut,ba*. do BUi.a 26
Olinda, a Sur pa, a 26.
Coleridgs*, .; .u .
Iud! Prince, da New Y. fe, d 28.
B.al, do sul, a 27.
.rernambaco,ilo nort, a 30.
Vapores sahlr
Jlez de Agosto
Santos e es,v. ?aQdo- *7 f 4 horas.
Ceari e etc., Doa, 27, as lrboas.
Sul, Olinda, 28, a 4 horas.
Sul, B.sii, 28, 8 4 beras.
Sol, India Prince, 30, s 4 horas.
Sol Percamboco, 30, as 4 borss.
N

K

y
\
i
UEGfVEl







4
Ufarlo &

EDITAES
Secretaria do Goveroo do Estad e
Pernambuco 1" Sec^S > em 21 de Agesto
de 1894.
EDITAL
De crdem do Exm. Sr. Dr. Goveicador
do Estado, e em^observancia ao d apesto
no art. 157 do regulamento anneco ao
decreto n. 9420 de 28 de Abrii de 1385,
fago publico o edital abizo trarscripto,
poedo em concurso, eom o praio de :0
das, oa tfficica de 1' tabelliSo do pob'i n
jadicul a notas escrivSo de orphlc, da
provedoria e residuos, e de 2* tabelliSo,
escrivSo do oivel e oxeles civei-, e
escrivSo privativo do jury e exiCuc.S'e
oriminaea do municipio de Aligoa de
Baixo.
O secretario,
JoSo Augusto Ferreira Lima.
EDITAL
C Dr. Augusto Frederico de Siqoeira Ct-
valoante, jais de direito do municipio
de Alagoa de B ;V\ Eitaiode Per-
nambuco, em virtude da lei etc.
Fas saber a qnem iateressar poaaa qu i
esto em soncurso eseffisies de 1' tabel-
liSo do publico judioif I e notas, eacri^So
de orphSos, da provedoria o residuo*, de
2- tubolliSOj escrivSo do civei e execu^Sea
civeia e escrivSo privativo do ju>y e exe
cocSe criminaos desto municipio, orea tan
pe o decreto de 30 de Janeiro de 1834, e
pea lei t. 261 de 3 de Deeembro de
1841, aquello que airada nSo foi prvido
vitaliciamente por cSo haver qnem o pre-
t jadease nu primeiro concurso, 9 esta que
se acha vago pela renuncia fe ta pelo cida-
dio que foi para elle norteado, pelo que, na
forma do decreto o. 9420 do 28 de Abril
de 1885, e da lei n. 3322 de 14 de Juiho
de 1887 o do regulamento de 23 de Ja-
neiro de 1893, deste Estado, cenvid. aos
pratendentes a aerven'.i vitalia d-> taes
rnelos, upreaeut&reD dentro do prxo de
90 das?, a contar desta data, eeua reqoe-
imentos datados e aaBignados por si, o
por legitimes procuradores, acompaohados
de exame de suficiencia e certificados do
fxeme de lidgua poitageeia? e de arith-
metica, folha oerrid, certidSo de idade,
attestado medico de ca-i-cidade pbysica e
Dado e passado nesta cidade do Recife
aos 11 de Agosto de 1894. Ea Jos da
Costa Reg Lima, escriv&o subscrevi.
Marcos Tullio dos Reis Lima.
O Dr. Marcos Tul o dos Reis Lima, juiz
de direito da Faz nda Municipal do
Recife.
Faz saber pelo presente que no dia 3
de Setembro do corrente anno, pelas 11
horas da manhS, na agencia a ra 15
de Novembro outr'ora do Imperador o
agente Jos Jacintho Silveira vender
em leilo publico, a quern mais der, dez
saceos com arroz pilado, de 45 kilos ca-
da um. em bom estado, ex'stentes em
poder dos depositarios particulares Lopes
Alheiros &: C., na travessa d- ra da
Madre de Deus n. 12, penhorados por
execucSo da Fazenda Municipal contra os
mesmos Lopes Alheiro &c C.
E para constar passou-se edital na f--
raa da lei.
Dado e passado nesta cidade do Recife,
aos 24 de Agosto de 1894.
Marcos lullio dos Reis Lima.
DE11BY-C.UB
DE
PERNAMBiK
it su \j
DECLAKCOES
GOMPANHIA
DE ,s
Tecidos Paul sta
Chamada do capital social
S5o convidado! osS s. ?obscrlptores de actes
para o anemeoto da capital social a realisarem
l o dia 3t do corrente, no eccriptorto p'O'iso
o desta cormaohia a roa do Bom Je as n. 1,
pavimento terreo, segaada prestajao das ac
(Oes abscriplas, ru?) de 20 O/o 00 W*00'J
por cada a~gao.
Recle, (1 de Agosto de 1894.
J. Saralva Jnior
Dlrectot secretario.
ontres documentes exigaos pe'.o ait. 210
e sena paragraphos, do citado decreto n.
9420, tedos em original, podendo, entre-
tanto, na idade a falta de certidSo de bap-
timo, ser provada por uoatro qualqaar
meio legal. j^S --..XSlB
E para que chegue ao conhecimento de
todos mandn pasear este edital, qre ser
affixado no lugar do costme e do qual se
extrahir copia para ser remettida ao
Gcvernador do Estado, para ser reproJn-
sido pela imprensa.
Dado e passado nesta villa de Alagoa
de Baixe aot 13 de Agosto de 1894, 6' da
Repblica, Ea Jos Barbosa da Canha
Mcreira, escrivSo interino do jury o escrevi
=Aogusto Frederico de S;queira Caval-
cante.
E nada maia aecontinha em dito edital,
aqai fielmeute copiado, ao qual me reporto
e doa f" '
Eu, Jos Barbosa da Cunha More ira,
escrivSo interino do juy o eacrvi
Certifico que offioiei h >je, as 10 h ras,
na porta do paco do Cuncelho Maricipal,
o edital do Sr. Dr, juiz de direito deste
municipio, pind em concurso os oficios
de justiga deste munic;pio ; doa f.
'Alagoa de Baixo, 13 de Agiato do
1894.
O porteiro dos ao ditorios-"P?>dro Mar-
tina Vianoa._________________^_______
O Dr. Jos Jol.So Rtgoelra Pinto de Sooza jcii
de di-e to di Falencia Estaloal de Pernambc-
co, etc.
Fa* saber qne no dia 27 do corrente mez,
pelas 12 horas da maohS. na agencia a rna 15
de Novembro n. 45, outr'ora Imperador, o agen
te Jop Jacmtbo Silveira proceder a novo Ifilao,
de rcnforrjjidale con o dn>poeto no ari. 51 do
Rrgola ento ci 30 de Dfzambro ultimo, da casa
de ped-a e cal no logar Batios, em Olila, com
4 anillas e I perra de fren! 2 sa as, 2gabine
tes so Indo, 3 quartcs, coilnba (ora com ama
saleta e 1 coarto, med'ndj de f.vnte 20 metros
e de fondo 12 ditos e 80 centmetro?, em r.o to
bota estado de capservjao, ediflcadi em tere-
no proprio. cercado, rom omitas arvores fruct-
feras, avallada em 3:000*000. Fe.teoce a Can-
dido ele Carvalho Neves, socio da firma Domi -
gos Cruz e cemp., e varnova-nente a praca oor
execocSo qoe contra a meama firma move a Fa-
tenda.
E oara constar passen se edital, na forma
da lei ,
D o e Pi 10 nesta cidade do Rec fe, aos
22 de Aeoto ie 1894.
Ea, Jo; da Costa Reg Lima, e3crr.ao, sub
crev-.
J. se Jolio R. P. deSopza.
O London & Brazilian
Bank Limited
Sueca sobre Lisboa e Porto
em libras sterlinas, e 4 vista,
sendo o pagamento feito na
occaslao ta apresentacao do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas pracas.
Prado Pernambucano
Assembla eral ordinaria
Sao convidados os Srs. accionistas a se reoni-
rem em asecmbla ge-al ordlaaria, no dia 31 do
correute mez, ao meio dia, 00 escriptorio roa
da Icnperatrlz n. 26. i- andar, aqoalttrapor
Hm jolcar o balanco relativo ao anco social fio-
do em 30 de Joobo prozimo passado, relatorio e
parecer da commis So riscal, asa'm como proee
der-se a eleicSo da directora, commlssao riscal
e prjpplf rjt> -, qa-tem de faoccioar.
Rectre, 17 de Agosto de 18V4.
02HS Pelo cecretario
Jof Gomes Gancbes.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
De ordem dalllma. junta administritiva da
Saota Cara de M'sericordia do Recife, faca pa
bllco que, peraote a mesma junta, em sua eessao
de 28 do correte, 4? 3 boras da tarde, serio
levados 1 praga, cor um, dona oa tres annos. s
arreodameotos dos predios de Ooda, ad'aote
declarados, pertencentes Santa Capa de Mise
riccrdli. Eeodo to'.reeoe? os arreodameotrs a
qcera melbores vnt geoj cfferecer, qaaoto a
prego, fiador id: neo, a cuotento da jama, e
obn^acao de fazf r os concert- dj que precisa .
alguos doa referidos predios, claa ala esta, pela
qoal se ob-igar tmbe". o fiador no contrato de
arreodamento qae aesigoar com o icqoilin), e
qoe sera lacrado nesta eecreiarla uo praao de
tres diae, depois da rrs{a.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia co
Recife, 22 de Agosto r:e 1894
O earrivao
Jos Honorio B. de Meneres.
Roa do Bomfim. caea terrea 0. 3).
dem dem 0. 0.
Ladeira da Misericordia dem n. I*.
Roa Nova dem o. 10.
Oiti do Amparo n. 19, casa terrea na frente
e assobradada ni lado posterior.
Roa de S. Joao o. 19, caca tcirea.
Rea do Amparo 0. 68 dem -.-
Iaem dem o. 18.
l-xdem o. 27.
Qoatro Ca'-tos n. II, cobrado de amandsr na
freote e terrea no lado posterior.
dem n. 67. casf trres.
Matbia3 Fe-re-a n. 89 sobrade de nm anar
dem n. 32, casi terrea-
Iietn n. 44, ca-a com so'a.
Alione o. 59. casa te.rea.
Idm dem n. 2.
Roa de S. Ped.o o. 28. caji l.rr. a.
S. B.n'o n. 37, idem.
dem n. 43, sobrado de os n:.dar.
litm o 29, casi e.rta.
dem p. 3 dem.
Do re o Inc n. 7, casa terrea.
Salinae, sitio n. 18._____________________
Fabrica de GaBar-iK'.ke
Contracta-se familias pa- trabalbarem
fabrica des fesuintesesn gOej:
SO eerSoacceita^ familias !f'.*.ima--, do n-ocp
U- S'L=1
OJDr. Marcos Tulio dos Reis Lima, juiz
de direito da fazenda municipal do Re-
Faz saber pelo presente que no dia 27 i Jiinento irreprenenshel, hem p'oado por ppg
de Ag-osto do corrente anno se hlo de^
arrematar por venda a qnem mais der
em praca publica deste juizo -os bens se
guites penhorados por execuees da fa-
zenda municipal :
45 saceos de carvo, existentes na ra
das Crozas n. 10, avaliados em 45800".
Pertencem a Joao Jobquim de M' deiros.
! 1 carro fnebre j usado, com 4 ro-
das, existente a ra 15 de Novembro,
pela quantia de 5400000, feito j o aba-
timen o legal, visto que esta a 2.* pra-
ca e f8ra avaliado em 60CS0C0. Pe>
tence a Antonio Bernardo Quinteiro.
A armaco e o balcao de madeira de pi-
nho na ra de Marcilio Lias n. 11, ava-
liados em 290r5()00. Pertencem a Eduardo
Francisoo Pe eir de Oliveira.
%A casa da pedra e cal no interior do
templ') dos injrlezes ra do Visconde
do Ri'' Branco, freguezia da B3a Vi'-.ta,
com 1 porta de frente, 4 ditas e 5 jane-
!e oit&o, 1 sala, 4 qutirtos, cosinha
interna, mede de frente, 5 metros e 30
centimetrop, e de fundo 28 metros e 30
centmetros com grande sotSo que era co-
eir, avaliada e.u 3:0C0#000. Per-
tenco ao hospital inglez,
A casa n 115 ra d'Aurora. fre-
01
?e io preferidas familias uameresa, caf
qua8 predomina o nnxero de molieres .- 12
aonos psra cima, sem exclc-aj, entretanto, da
qomens e menino?, cima de 15 aonos.
A fab.ica fornece esa. por mdico alogoel,
escola para as criarlas, roed.00 e soccerros rm
. Je molestia.
No lugar ba todo; 0* e misra 1
caiogos e diis santos na capilla da fabrica.
A adstulalragao procura dar irab< es meabro- das familia;, 1 m cu-Je coove: late.
Ao pesaosl que entra sem saber trabalhar
paga-se aesie logo um peqai no salario dorante
- aprendizagem.
Ao peEaoalb'abi'itadopBga ce a jornal oa cor
contas, conforme o trabalbo.
Ui : befes Je am qae es-ja-em se eolio-
ve-i ir c0ttn1er-se prevameQ'e com o
p, na fabrica, em Csmaragiiie, em torios 03
d as atis, excep'o oas qulotas-f-iras aflm de pe
ceriincartm se ?e;5c acceitos, im qa ccDdiffies
s em qae poca certa.
Carlos Alberto de 'eneut.
Dire;tor-ee-en'e.
O Club Vlati as Lima
Deeiml toiaSI lo corrate rareael-leSo
de novoa membros da direc orla, e pa*a este tim
rleverao coinp;.re3er lodos 0; c:.*adaos socios
qne acharen ee zn direito a ratos e a vot-.'.
O 'e:r?t3r-o
C. J. Cavalcaote.
Vene-: vel
guezia da Boa-Vista, edificada de pedra|IfQi^^ijgde |jy StllllOf B'.lil ib
I, i-nra 3 jsmellaa de frente, sotSo. 2
portas e 2 jnnellas, 2 salas, 5 quartos,
cosinha f >ra com sotao, tendo janella de
outJo, em alao, mede de frente 9 me-
tros e de fundo 2 metros e 50 centme-
tros, tnrraco no interior, quintal murado
com porta de madeira ao lado, avaliada
em S: i 0. J'ertence ao Dr. Antouio
Gom> Penal* Jnior,
E para constar pasaon-se edital na for-
ma da lei.
sus dos Pasis
Mesa geral
croDOc
o lodoa os irm&s a comiarec- em om nis o
consistorio, na matriz do Corpa S* le, u
feira 29 do co rente, pelas 3 1/2 hora.- da I
coostitolr-se meBa geral, e
mesa regeora, o em s.?ui
a; Eumptoa tendentes a mesma i'maoaade.
Reoife, 16 de Agosto de 1894.
0 escriv)
Manoel Mo.eira Campos.
Projecto de inscripeo
Para a 12.a corrida que se realizar no dia 2
de Setembro de 1894
1 PAREO Causola$Ik 800 metros. Animaos d-> Pernambuco qae oSo
techem ganho nos prados do Reife contando ou dSo victoria. Pre-
mio : 2508000 ao primeiro, 500000 ao segando s 950000 ao ter-
ceiro.
2." PAREOProsperl Jad 1.100 metros--Handoip. Animaos de Pornam
bacc PBBMios : 4O0(JOOO ao primeiro, 8O1JOOO ao segundo e 400000
ao terceiro.
Art. 5 Bismarck .
Peso=Triumpho 55 kilos, Avantureiro 54 ki os, Piramca 53 kilcB, Pyrilampo
e Todo 52 kns e os demais 50 kilos.
3. PAREOAnlmacSo 850 uetroa. Aninaes de Pernambaoo qae oBo tenham
gacho nrjB pr> des do Recife do anno de 1893 t-t asta data. Pre-
mios : 3000000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao ter-
ceiro.
4. PAREO--I/berdade 1.609 metros Animaos de Pernambuco pas-
mos : 3000000 ac primeiro, 60^000 ao seguudo e 3?000 ao tar-
ceiro.
Art. 5 Oa do pareo Prosperidade e mais Triunpho, Aventareiro, Piramon,
Fyrilampo, Tudo, Turco 2 B rlim, Patchouljr, Malaio, Hiroodele5 Na-
babo, Ida Huguenote, Ploto, Pigmeo, AllyStoper, Dub'in, Talicier, Mooro
e Macnty.
5." PAREOPrado Pernambucano 700 metros. Animaos de Pernam-
baoo qae o3o teoh im tido claisiiaacSo no prados do Recife, contando
cu nao victoria. PBBJU08: 2500000 ao primeiro, 500000 ac se
gando e 250000 ac terceiro.
6.* PAREO Hlppodromo do Campo erando 1.200 metros- HandsAp.
Animaes de Pernambnco. Premios : 3000000 ao primeiro, 600000
ao segando e 300000 ao terceiro.
POSO Pigmeu e Huguenote 55 kilos, Hirondelle 50 kilos. Berlina, Malaio,
Patohouly a Narcso 51 k los, Mascotte e os demais 50 ki'os.
Art. 5*Os do pareo Prosperidade e mais Triompbo, Aventureiro, Piramoo,
Pyrilampo, Tado-, Turco 2.-, Nababo, PlutJo, Al'y-Sloper, Dablicu e
Maar ty.
7. PAREODerby Club de Pernambnco 1.200 metros Handcap.
Animaos da qutlqoer pais pbbmios : 4OO0COO ao primeiro, 800000
ao segando e <0|000 ao terceiro.
PesoGrypsy 66 kilos, Dorothy 55 kilos, Petropolis e Atlante 48 kilos,
Guajan. s, Apollo e Napolitano 50 kilos e os demais 45 kilos.
8. PAREOIgaaldade 1.000 metros Animaes 'de Pernambaoo qao nSo
tenbam ganho no Derty. premios : 2500000 ao primeiro, 50$0OO ao
segundo e 25000 ae terceiro.
Art. 5.Hirocdelle.
Observaco es
Tocando a pesagem os animaos deverSo estar junto da respectiva casa pira
seren immedutamente ensilhados o se.-ruirem para o barracSo no cettro da raia onde
so podero estar os jockeys e os tratadoreu oa criados os quaes nBo poderSo ter eom-
munica^So com pessoa algama antes de realisar-se a corrida.
Caso apparecja algam animal duvideso, cujo propiietorio oSs prove a fili 9^0
a contento da Di-ectoria, nSo aera acceito, aasim como a proposta sem o valor da
inscripcSo.
A Directora dar um premio de cem mii reis co jockey qae melbor
procedor drente a corrida e tiver mai.r numero de victoria.
Oa pareos Liherdade, Hippodromo do Campo Grande, Derby Club e
Igualdade nlo cootarSo victoria.
Os pareos e serio considerados realiaades inscrrvando-se e corroerlo 5
acimaes do 4 proprietarioa diferentes.
A inscripcSo ter logar terca-feira 28 d; corrente no logar e hora do eos
turne.
Secretaria do Dcrby-Club de Pernambaoo, 23 de Agosto de 1894.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
10L0MS0
< oiiipiiiiliii de Seguros Mutuos
Contra o Fogo
TERRESTRES E MARTIMOS
Autorisada por Decreto n. 992 de 2 de
Julhc de 1892.
Capital subscripto Rs. j.$oo.-qoo$qoo
ompanhia Agrcola Mer-
cantil de Percambaco
Assembla geral
NJB termos do Art 1'.. 31 dos estatutos.
ao co"1"d"(,o9 os Sr. accionistas a te reouirem
em asse[bla geral ordinaru os Ch 10 de Se-
temoro p'ox'm 1 (otara, ?> n horas a manca,
ao clao dj AssociacSo Corxmer^ial Aercola,
Sede na CAPITAL FEDERAL, 55 Ra am de se proceder a exame oa? coitas da ad
do Rosario 55 nmistracSo; oavlr a lei ora do relatorio. do
o 1 j u Ana An vrtQ os parecer Hscal. deliberar sobre es mesmos, e em
Succursal dos Estados do Norte, 36 '"er ^^ ge eieijso do conselho fls-
Rua Mrquez de Olinua 36Recite. ca)i i0jo de conlormidade como Art. 3i dos
Telegrammas C0L0MB0. referidos ectaiotos.
Caixa post L 108. Recife. M de Agesto
Segura predios, mercadorias em depo-
sito e em transito por vas frreas, flu-
viaes e martimas, engenhos, estabeleci-
mentos agrcolas e industriaes contra in-
cendios, i "nundacoes e raios.
TAXAS REDUZDAS
SINISTROS PAGOS 1MMEDIATOS
O inspector JOAO LAGES
de 18.'i.
O secretario
Felisbino de Menlooca Vascoacellos.
SOCIED.4DE
Refiaaria e Destila^o
Pernambueana
( ompaiiliia Florestal Agrieela Assembla geral orlinaria
Sao convidados os [Srs. poasuidore td coaforrxiiia.le coai es estatutos, ro cc-
de ttulos de obrigaco desta compauhia viados os Srs. accionistas a se reonirem em
a receberem do Thesoureiro Andr *x'tt'&fi&^^
Pinheiro, de 1 de betembro presimo em n 34 rua ou Comm^rcij, para a apreci-cao do
diante, ni escriptorio de Souza Pinheiro reUio-fo. a sppiovf cao das contas do anoo fir.di
& C, rua do Bom Jess n. 7, os juros'em 30 do Jucho prximo passado, o eleicS
de 10 Ojo ao anno correspondentes aolf
coupon n. 2, e serem substituidos os re-
da
feridos ttulos por outros de accerdo como
decreto n. 177 A de 15 de Setembro de
1893.
J. J. de Oliveira Fonseca.
Presidente interino.
Companhia
DE
Seguros Fidelidsrde de
Lisboa
Pa:n conhecimento do' lateressadOJ crs nega-
cioa com r-sta compaobia. ss (az oabilca qae a
inistrselo da Ccmpanhli Phenix Pernaoitu
cana est ccoas'.italda e lem toioa os paleres
para a rppreseot-r.
Pc-roaubucj, 13 de Agosto ie 1894.
Pela Compaobia Pheoix Pe-camiacaiia
Os adminittradore
Lsia Duprat
Maoofl da Silva Maia.
_________Jo^ ioaqoioi Di. a Fet nandea.
COMPANHIA
AgRcola e Mercaatil de Per-
nambuco
De conformldade com o rr. 16 e seas para-1
grapbos do decre'o d? 17 de Jrreiro r i890,
acha-se na sde depta eoaipai hK\ ru3 Vis
de de Iiapa-icn n. 28, todsr, das 11 horas da
acots s 3 da larde, coplas do balanco, da
Matinal dos gen arc'onistas. o a Isti
das transferencias de r.ccO-s, que ficam suspen-
sas, dorante trlnt?. dias, nos termos do Art. 29
dos estatutos.
Pelisbino de M> olcnja Vajconcellos
Secretario.
R-cife, 15 de Agosto di
Joao
t 94.
rnai
Director
L>pej
.-.;. .

i >.

8 ^ %
i8
QUE SE REAL1S.RA! NO
Dia 26 de Agosto do 1894
Com seis lindos Brindes
que sero destribuidos no sex-
to pareo.
Extracco pela machina Fichet.
Momn
Pello*
*
Natnra 0
lid. mt
*
Cor da veatt-
menla
Proprletarlaa
!. PareoCoasoia^ast-EOj rn.tro.'. ADimaes e Pernambnco que nao teobam ?anho
premios nos prados do Re ife, coataudo oa oae victoria. Premios: 230/000
ao t,, W4000 ao i- e 25*000 ao 3
Guayaras 2.*
Erna........
Timb-Asi.
Uaa........
Turbulento..
Preto___
Gastan no.
Rodado.
Peroamb.. 54
54
t 54
54
54
Azul e rosa.......
Encarnado e azul
Preto e encarnado.
Encarnado e preto.
A. Cavalcaote.
S. 6. Medeiros.
B. M Oliveira.
A. FHbo.
A. Costa.
2.* Pareo Anl
la^tio i. ICO metros. Animaes de Pernambuco Premios: 250*000
ao i.', 500C0 ao e 25*000 ao 3.
i'Feoiano
Culosso
Mooro.......
Ganrxpeiro.-
Toaloo......
Trimoso.....
Cingo......
Pirata.......
Vingador....
Bera 06r 2.'
Rodado.
Alaz&O.
Rodado.
Rsilbo.
Rodado.
Preto ..
Rodado.

Peroamb.
52
52
52
52
52
52
52
52
52
52
Verde e rosa........
Azul e ouro ........
Aiul e ooro.........
Oaro e preto.........
Verde e rosa........
Ooro...............
Verde e amarello ..
Asul e brando....
Encarnaao e Dranco.
C ai. Vidal.
Coud. Cruseiro
Good. Mouriscana.
Coud. Campo?.
Croa & C.
G. C. a'Albuquerqoe.
B. Plmente).
Uagalbes & C.
Coud. Portnense.
0. Abren.
3* Pareo Hippodromo do Campo (irande-1300 metrosAoimae; de Pc.-carx-
bucc. Premios: 300*000 ao l>, 60*000 ao 2.* e 30*C00 ao 3
Hirondelle .
Pigmea
Berlim
Todo......
Aliy-Sloper.
Casia a ho-----
Zaino......
Mellado......
Rodado......
Peroatb.. 82
c 52
SI 52
52
52
Verde e rflxo.....
Ouro e preto......
Rosa e preto......
Verae e amarello..
Greoat e amarello.
J. das Neves.
Cond. Perdigao.
A. Silva.
J. Moraes.
Almeida & C.
4." PareosTsiimulo-1.200 me'rosAoimaes de Peroambuco. Premios: 250*000 ao !
50*000 ao 2* e 25*000 ao 3.
MasL-otte.....
Patcbouly....
Narcizo.....
Pirata.......
Ibo...........
Malaio......
CaBtanbo.
Rodado...
Castanho
Preto------
Mellado..
Mellado..
Peroamb.
52
52
51
52
52
52
Azul e oaro...........
Azul e booet encarn.
Verde e amarello
Verde e amarello.
5* PareoFraiernidadei. 100 metros.Animaes r>e Pern-mbuco.
ao 1.*, 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.*
Cond. Mouriscana.
Coodelaria Campo;.
Cond. Perdigao.
Magalbaes & C.
J. Figoeiredo.
J. Moraes.
Premios: 250*000
Mourisco....
Fomaga 2.'
Baralbo.....
Zig zag.....
Viogaoca...
Colosso......
Furioso......
Euireb.....
Teimoso.....
Traquinas...
Alas, lislrado
Mal- rapozo.
Casianbo....
Mellado.....
Roseo.......
Rodado......
Rodado......
Rodado......
Rodado......
Baio.........
Peroamb. 52
c 52
52
c 52
52
c 52
52
5!
52
c 52
Branco e encarnado.
Ouro................
Ouro e preto.........
Encarnado e preto...
Grenat e azul........
Azul e ouro.........
Encarnado e ouro
Azul e oaro.......
Verde e rosa........
Preto e ro3?.........
L. de Franca.
Coud. Havaaa.
.'ud. Perdigao.
Coud. Arrayal.
F. S. Rezende.
Coud. Cruzeiro.
F. J. More'ra.
A. Silva.
G. C. Albuque'qae
A. D. Sactoa.
6o PareoDerby Ciato de Perumbaco 1.500 metro?. Hanicap Animaes de
Peroambuco. Premies : 300* ao 1-, 60* ao 2- e 30* ao 3-
Todo-.....
Pyrilampo...
Torco.......
Triompho ..
Mellado.....
Tordho.....
Rusao........
Mellado.....
Peroamb. Vi
r 45
54
56
VerJe e amarello.....
Pre'.o 9 rosa.........
Greoat e azul.......
Encarnado e preto...
I. Moraes.
A. Silva.
J. C. Ferreira.
Cond. Arrayal.
Fabrica de e topa
r.ssembla geral
De 'ccordo com os esta'.nti-s, sao convidados
os Srs. ac ir.cis'.as conpaiecerem no edificio
da AssecUci Commecial BeneBceate, no da
(0 de Setembro prximo VnJouro, 4 iic.-a da
tarde, para em aesembl. geral, oovir.-.m a lei
lora do relator!j do anno Modo em 30 :!e JcdIio
prximo pass do, pa ecer da commisso li-cal
e cl-f;erem o novo conselh 'o 1894
a 1895.
Recife, 22 de Agosto Je 1894.
Pede-se aos Sre. asstgnantes o obseqoio de
apresentarem i as accOes no acto de assigaarem
o livro de presenca, visto sircm ellas ao por
lado*.
Thcs. C.Giffitb
t ecretarie.
As corridas terminaro s 5 horas da tarde.
Os auimaes inscriptos para o I." pareo deverao acbar-se no ensilhamanto
as 9 l|2 horas da manha.
Os forfaits sero recebidos at sabbado. '-26 do corrate s 3 horas da
larde na Secretaria do Prado.
Os jockeys qoe no se apresen trem conveaieutemeute trajados com as
cores adoptadas no programraa por seus patroes, nao serao adtniltidos a pesagem
e serao multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Previne-se aos senhores accionistas da procurarem: os seus ngressos na se-
cretaria do prado rua da Imperalriz n. 26 t.andar.
A Directora chama a altencao .^os Srs. propietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que foi
marcado na pedra ser rigorosamente cumprido.
Chama-se atlenco dos Srs. propietarios, e jockeys, para procurarem o
seus cartees, e cadernetas na Secretaria do Prado am de serem entregues aos
oorteiros no dia de corrida.
0 porto do ensilhamento s d entrada as pessoas que vierera com ilfmal.
1. 1LU^-'
Compaohia
Ferro carril de Pernambuco
Aviso
Ogerete desla compauliia avisa ao p ib! ico
qoe o prao para o receb:mento dos cilbetes das
emt886es anteriores a actual fe ccapons em
cadernelac, finda rm 31 de D.'zrmbro do corren-
te aono. por isso pede ao publico qae venba
ressat::! oe em su escriptor o.
Recifp, 24 de Agosto 189.
Felippe de Aracijo Sampaic
Gerente.
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para s directoras ongeneres,
autoridades, civis e militares imprensa
Entradas geraes com direito a brinde?, tendo
cada bilhete cinco nmeros differentes, \$.
Esto a venda nos seguintes logares : Bazar
da Boa-Vista, ? ivraria Francesa, Secreta-
ria do Prado e no dia da corrida no porto
do m smo.
A Entrada para Senhoras GRATUITA
Secretaria do Prado Pernum ancana, 23 t Agosto de ldd4
PELO SECRETARIO,
Jos G mes lanches
.

I
I


UtarU d* Pemambuc Pomingo %Q de Agobio de IHV+

London & Brazi-
lian Bank, Li-
mited.
AVXSO
l_e Banco abo-
llar juro* a ra-
zo de *< o/o ao
anuo obre coa-
las corrate* de
mov me uto, a con-
tar do I." ile Se-
tembro ii*4\iBo
futuro at novo
aviso*
iPeriiambuco. 1
ile Agesto de ?)-!
W. H. Bilton,
Oerente.
C >n_panlm Fabrica e
Estopa
ktb ?pjsit&> _o8rs seeioalss, no
ripuric rea djCo__erco c. 7, f a'' r
(B-cw i C ) o balsos, !tv- s a maia doc-
mectoi relativa "0 som ttn la e^> 0 .'e lanho
prximo pascado.
Recife, i- do Agoste d;1 1891.
Tnos. B. S'riMh
Grt-.
Bjfii Ma
stHBffl hent lf mr
O paquete
Magdalena
Commandbnte H. C. Rigaud
B' esperado do sol at o
dia l >;e Setembro seguin-
do depon da demora indis
pensavelpara
Lisboa, VigoeScuthumpton
ParapaaOftMta, ire.tea.Dcomoisdu,insta-*
com <><
AGENTES

paquete Thaoies
Commandante B. S. Armstrong
__. K' esperado dos ponos da
EoroDa ate o dia & e d Setem-
.ti'.; e seguir depois da ce
oca iDd'spensavel Dar
Babia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ayres
K. B.Previae-e.-- aos Srs. recebedores de
mercadonas, que a Companhia Maia Real Ingle-
zn, coDirCtou rom aGeneral Stearr Navegation
MDj uva servlcode vapores semanaes qoa
parlnco de PoMeaux, t ognac, Charent etc.de
cbegsr a 3 loajhmptor. a temno de bldela
.vid at cargas -estincdaB Amrica do So1,
ora oe tapone Jesta comparKia.
Kcdcogao .os pregoa dsn pfcseajjeos
A
Menea floseol P M-rntoflo
13o a v ron!e
D> odcoi doS-. c es. n u aos Srs.
soci' s que > 3 r.ario u te oa testa sooifi ta
ria 01 q- "'*
naJo pe', thes >ureirO
Sala di'? eeraoefl do ame ieo Hcsical Pernatr.-
baeaoo, r a -i de 89i
O l- BPcrftarhi in'erfoo
________Ge>Id j Crol.______
Alfardega d Per-
nambiico
Yen= de ora escaler
Por ordem do Sr. Dr. inspector se faz
publico que no dia 20 do crrante mez,
s 11 horas da manhS, ser vendido, em
hasta publica, no trapiche Cunceic&o, uro
escaler iertencente a esta repartico, o
qual acha-se em perfeito estado de con-
servaco.
3. Seccao da Alfandega de Pernara-
buco, 25 de Agosto de 1894.
O che fe de seccSo.
I.uiz F. Codeceira.
'i--, toltc
30
:3 I CilSN JW
v i |B 4 42
.; trnOt f r-3 oassageiroa o
PtrouBbaeo.
Pera carge, pajsagens.encemmcmlase dinbei-
o a fr:te : trata-se ce os
AGENTES
A '-orir?. Irroo & C.
.3- ioBoa u-*>?iN. 3
IIU-MOIS DUHiS
PORTOS DO NORTE
<> paqaete
Pernambuco
Commandanto F. Rip.^er
Espera^ae
ponos de
a< o dia
Seiembro Regoin
do depoi? da
dos
norte
de
rora niuipf "avel para
Macei. Baha, Eapirito-Santo
Janeiro
e Rio d
Aos Sra. carregadorea pedimos a ana attenclo
i)tra a clausula 10* dos conbecituentos qoe:
No caso de naver ilgoma reclaaiacao CDntra a
companbia, por avana oo pe.rda, devt ser ieita
i)or eacriptd ao agente respectivo do porto de
deacarga, dentro de tres diaa depois de Anali-
zada.
Nao prec.eeno esta formalidade, a compa-
abia llca iaenta de toda a responaabilidade.
Para car^a, passagens, encommenda* t dt
aheiroa frete: trata-se cou os
Agentso
Perdra Cirneiro & C.
Ra do C'omnj;rcio n. 6
1. andr
PaciOc Sleam Navigalio^ (Jara-
paoy
3TRAITS OF viAGELLAM LINE
O paquote
Iberia
E:pera-se do sol at o dia
1 de Setembro segoindo depoi.-
ta di mor.i do costme para Li-
verpool com escala por
Llaboa- La Pallfce
a Plfaionch
Para carga, pas?agem,encommeDda8 e dinhei-
ro a frete trata se rom oa
AGENTES
vapor
Havre, Lisboa,
Rio de Janeiro
Devore de N- S, da
Boa Mort'3
Melga PBOVECTA
De ordew do Irmao jait, convido aos ir tu a j
provectos a coreparecerem no nrB=o roo^storio
naproximo do^iogo 26 do orrente p?las 3 i/i
lleras da tarde r.ttm d' poceder se a cousolta
p->:a ib nivea funecionarioa.
Contistorio da de'ogao d*' N. S. da Bo Mor te
erecta no convento do N S JoCa-mo, 1\ de
Agosto de 189. ,
Maximiano Al ves da Silva
EBcriv&j.____________
Perna m-
ao *io
E-tra buco do Becifc
Francisco.
AVISO
Devendo contar a ter execucao no 1
de Setembro prximo a providencia de
nao ser mais permittida a extraeco
de amostras de as&ucar e outros gneros
dentro dos armazens desta Companhia,
quer antes, quer depois de entregues os
conhecimentos, como ja foi aununciado
em 17 de Julho ultimo, reitero este aviso
aos interessado, assegurando que esta
administrado facilitar, por todos os
meios, aos' Senhores Agricultores a re-
messa gratis de pequeos volumes, aos
aeus correspondentes, com as amostras
de seas gneros, e lembrando, outro sim
a convenienoia de mandarem os saceos
de assucar, e outros, cosidos na bocea,
em vez de amarrados.
E9criptorio da Superintendencia. Cabo
25 de Agosto de 1894.
Wells Hood.
Superintendente engenheiro em cheie.
Companhia Fra iceza
DE
Maveg cao a
Licha regular entre o
Pernambuc, Babia,
e Santos.
O vapor
Crdoba
Commandante Tbomaa
E' esperado di
Eoropa at o dia
9 e Setembro
segoiodo depois
ia lDdisppnavel
demora para
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor en', rara no porto
Rog-se aos Srs importadores de car-a pelos
vapores deta liona, qoeirara anresenlar den-
tro Je 6 dias, a cootar do da descarga das al-
varcnfias qcalqoer reclamaco concernente a vo-
o!n;':, qo porventora tennaa ge?oido fara s
porte do sal. ajm de se poderem dar atembo
as providencias oecesaarias.
E pirado o referido prazo a companDia aao w
rsspjnsabilisa por extravos.
B' cebe carga a tratar com o
AGENTE
A.uguste Labille
9Rna do Commeroio3
Companhia fernambacana de Na-
vegafo
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Macdo, Moitor, Ara-
caty e Cear
O paquete Una
Commandante Carvalho
Wilscn, Soqs I C,
10-RUA DO COMMERCIO-iO
1 andar
c
lf
J
PORTOS DO SL
Macei, Penedo, Iracaja e
O paquete
S. Francisco
Commandante Pinto
Baha
no
Sefue
SI do
inoras
larde.
dia
correle
da
Recebe cara eocommeodas, pasaagena ed
i-
nbeiro8 i frete at s 11 "oras da manba do di
ES JRIFTORlO
Ao Caea da Companhia Pernambaoana
i, 12
The Norton LlQft or Steamcrs
0 VAPOR INGLEZ
Tagus
E' es per; ae do
Bio de Janeiro oo
dia 4 ds Setem-
bro e sabira de
po8 da demora
Seguir par
por tos cima
dicados do
do correte
as 4 boras da
oa
in-
dia
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem docidado anete-coronel director
deste arsonal, distribao ie costo-as nos das 17,
18 29 do corren'e mes. com as costnrelns,
pc^oilorar da gulas de ns. 251 300, de
eoaforoiCade eom as ordeos en vigor.
Scelo das costuras t.. Arsenal de Goerra do
Sitado de Percamboco. 26 de Aob'o de 1891.
Flix Antonio de Alcntara,
Gapito adjunto.
lALRfflaiSS
Larde.
Recebe carga, encommendas, passagena e dl-
oreiro8a trate ats 11 horas da mantas do da
1a partida. _
ESCRIPT ^RIO
Ao Com da.GommmUa.-Psmambvmmm
D.12
necessaria para o
Para
ffm direitura
Para .arga, passagena, encommendaa valo-
res tarta-9e cornos
AGENTES
Henry Forster & C.
Roa do Cjmmeroio n. 8
! andar
Auptrian Lloyds Steamer
Navigation Coapaoy
0 vapor austraco
Pandora
9e
Haroburg uedamerikanis-
che Dampfsch.Ffahrts-'
sellschaft/
O vapor O inda
Para o Porto
PALHABTE PORTUGUFZ
R&zoulo
o porto coima .a
da
da
Espera-se
Europa no
le Agosto ae-
goiodo depois da
demora neceesa
ria para
Baha, Rio
de faaoSro
toa
c San
Este vapor segu no di*
crreme para a
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
OBerece optinaa sccommodaces aos Sf.
paBageiros.
Fara carga, pasaageos, encommendaa a d-
oheiro a frete irata-se com os
AGENTES
Henry Forster & C.
Leilo
De 32 pifias de caiemlra, descarregadas do
vapor allemi Sailes*. com a?aria d'agoa do
mar.
Da 40 dilas de brim Victoria, com defeito e S
ditas de creUne.
D SO dustas de meias para bomeos.
Terijd-feira 28 de Agosto
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
ROA DO BOM JESS N. 45
Por eccaeiS) de outro leo de nifbrds, ere
netine, madapolOea e 4 peca? de esteiraa ava
liadas.____________________________________
Leilo
De 4 pee i? de esteiraa avarladas e descarrega
das de bordo do vap. r Ingle Dan* e 1 caixa
com mobilla de jonco p-etr, tambem avariado.
Terca-feira, 28 do correte
A's i[ horas
\gente Pinto
RA DO EOM JESS N. 45
Em contiiuacao
Lilo de crinoline, oxfcrJ?, cbitas, madapo-
Oes e ouiras faxendas limpas e varalas.
Anda em controa^cao os movis e mais objec
tes existentes o mi ano armasen, po: coma e
risco de qu-'m rert^nre- e
A correr do na* r(ello______
Grande
LEILO
De impurlanies movis, puno, qoadros eape-
lbos, lustre de erjatal, porceUnis, crjataes,
cocas vidroae trem de cosinba
Ter^a-feir?, 28 de Agosto
Va i 1 horas
No 2* andar do sobrado rna Direita n 10
Co istando
Sala de visita
Una mobilia aostrisca tornoica ccm encost
de palba, compasta ccm 12 C3deiras de gnarni
cao, 2 das de braco?, 2 ditas c m calam.o, 1
sof, 2 coneolos com pedra, 2 dcokerquee com
e8pelbos, 7 cortinados e repoeteiros de IS. 1 irx-
po'.ante piano aHemo completamente no^o, do
fabricante Acgust Forster, 6 cadelras de pbaot"-
fia, 1 lastre de crystal de 2 laxes, para gax car-
bonico, 1 lampaba belga, 1 calxa de mnsica.
e'.ageres, cantoneiras, e zos nara llores, figuras de blacoit tapetes pira
acft e portas, qnaetroB.des ira fo*ro de sala, la-
pete de coco 3ra dito. Icqnes, pratos para pa-e
de e di.ersos enfeiles.
1 qua'to
Urna 11 ida cama de ferro com embottdos de
madreperola e metal com lastro de mola, i lava
torio com pedra. 1 gnarnlcao de porcelana para
0 mesmo, 1 Dan a de cama com pedra, 1 pora
garrafa, 1 cabidede columna, 1 tpele, I desper-
tador, 1 caatical de electro plat.
2o qnarlo
Um bonito cuarda-vedildos, 1 lindo toilette, 1
goaroico para o mesmo. 1 me.ra, qoadros, eta-
geres, jarros e diversos enfeitea.
Corredor
D^us banC' s com pj de f-'rro, 1 porta cbapoa
de sol, 1 cabide> 1 qaartiobeira com qoartiobas,
1 qoadro.
3*qoartj
Um marqnezo. 1 cablde, 2 cimas de lona, 1
ejp'egoicadelra, 1 cesta para rcupa.
4* quarlo
Urna me a com estante, i commoda, I lvalo
rio com goaroico de porcelana, 1 eepelflo, 1 ca-
bide, 1 filtro e diversaa qaartinbas e resfriaoel
ras novas.
Sala de jantar
Um lindo guarda prato, 2 aparadores, 12 ca-
deira8 de jonco de pbanlaila, 1 sof, i mesa
elstica oval com 3 taboas. 1 goa'da-somida, 1
cspelbo oval, 1 relogio de parede, 1 lavatorio
com baca, 2 cadeiraa com balanco, qoadros,
enfeites japonezes. 1 apparelbo de porcelana
para jantar, 1 dito de dito pra almoco, copos,
calice8, tajaB para champaeoe, compoteiras,
garrafas, licorelro. porta grogede finos trystaea
brancos e de cores, salvas, ponaa-garrafas de
electro plat, coltasres, talberes e bandeijas.
Cosinba
Uta mes: de costaba, bacas, trem de cosi-
nba, escada, jarras, pilao e fogareiros e ontros
objectos. ,
O agente Gosmo, antorisado por urna familia
qoe retira se para a Capital Pederal. fari leilo
dos importantes movis e maia obje'tos cima
mencionados, os quaes se tornan recomrxenda
vei8 pelo sen bom estado de conservaclo e
goslo._____________________________________
Leilo
De importantes movis, objectos de pbanta
zia, etpeltaoB, larros fios, leuca vldroe
e cryalaes
Qaarta-feira, 29 do correte
Vs II horas
No 1^ andar do sobrado d.7 4 rtta Barao
da Tic.oria
Pel agente Martins
No Diario de sabbado sibirfc o annnncio es
pecificaodo todo os aeveia. ______________
8-RUA DO COMMEK'
Io andar
128
Leo
eide j carga para
irata' com
Amorim Irmaofi 8
C.
Ha biirg Suedaaierika ai*
(be Danipf chiffabrts-
Gp-ellsch tft
0 VAPOR
Petropolia
E' esperado dos portos do rni
a-"o da l d Setembro e fe-
golr de;oie da demora necc;-
ari i rara
Lisioa e Hamburgo
Entrar no pcito
Para ca'ga e ecromroeDdafl etc., tratar con
Consignatarios
B^rstelmann JbC
18-FU DO COMMERCIO-18
! andar
Eate vapor Iluminado la elctrica
e offeroce o ?mas aceommodacSes aoa
Srs. rasiiC8wr^_
Este vapor entrar no porto
Q'iaeaqner reclamacBea s serSo ateo-
didas 48 boras depois da n'.tima descarga
do vapoi na Alfandega,
Par3 carga, encoumendas, pass&gens e fre-
e trata-as com os
Consignatarios
BorsteL't an SC.
Ror. do Commeroio o. 18
1* andar
LEILOES
oa
LIojnI Brazileiro
PORTOS DO SUL
O paquete Brazil
Commandante capi ao de fragata Pedro
Hippolito Duarte
w T?
mora para
E' esperado dos portos do snl
at o dia de Agosto se-
euindo depois da necessarla de-
Prahyba, Natal, Cear, Amarraclo, Ma-
ranhao, Par*, Obidoa e Manos
As encommendas serio recebidas at 1 hora
da tarde do dia da eabida, no trapiche Barbosa
no Cae da Companhia Pernambocana d. 4.
Para passagens,carga,frete etc.,itrata-se com
AGENTES
Segonda-felra, 17, deve ter logar o leilo
de moveia da casa da ra Imperial n. 23.
Terga feira, 28, leilo de fazendas limpa? e
avariada*, 4 pecas ce esleirs e mallos e dille-
rentes movis.
Quinta-tetra, 30, i'ev? ter logar um grande
e tariado leilo de boos movis, espalaos, m-
tase, bronzes e pra la._____________________
Leilo
De urna mobilia com 1 sof, 2 conso'cs. 2 ca>
deiras e 12 <.e eiamifio, 2cadeiraa de balangoe,
1 espelbo, 4 qoadros.
Urna cama franceza, I coramola, 1 bid, 1 !a
vatorio 2 tsMdas, marqnezo.
Urna mefa plaste, 2 aparaderes, cadeiras ds
gnarnlco, 1 relogio de parede, louga e vidros
de casa de familia
Segnnda-efra 27 do co rente
Ageste Fin
Csa da ra Impart! o. 13
Agente Silveira
Terceiro leilo
Do sitia com casa oo logar Botrios em
Olinda
Segunda- feira, 27 le Agosto
AO MEIO DIA
So araazetm a ra 15 dt No
?eanbro n. 4.
Oageule Silvelra, por mandado e com as?i?-
tencia do Exm. Sr Dr. ja dos feltos da faaenda.
levvr a 3' leilo o referido sitio com casa de
pedra e cal, em terreno proprio. perteucente a
Candido de Carvalbo Nevea, co:io da firma Do-
mingos Crux 4 C, e vai a leilo por execoo
da fazenda.
De importanteB mavela. espeltaos, 2 lastres
de metal para gax carb?tri-o, arandela*, roso e
vidros
Constando de :
Urna linda mobilia austraca oom encost d6
palbloba, tendo 1* cadeiras Je gurnifiSo. 2
ditas de bracos. 2 ditas de balaceo, 80f el
consolos com pedra. 1 tapete grasde para sota,
1 importantes escarradeiraa de porcelana, 2 pa-
ree da lanternas, 2 ditos de jarroB finos, 2 co-
lumnas altas, 2 catxert, 1 lastre de metal.com
3 blcos e 4 arandelas.
Uo bonito guarda caaaoa com frente de eepe
Iho, 1 guarda vestidos de vinhatico, 1 lavatorio,
toador com eapelho grande, 1 guarnico de
porcelana cum pasaeem, I importante cansa
francesa com enxergo para casal, 2 mesas para
cabeceira da cama, 1 cabide de columna e 1
graode espelbc.
Urna mrbilla de junco branca, 1 excellenla
mesa elstica o Vi I de 3 taboas, ara-a o-
cnlnmoa, 1 guarda comida de rame com gave-
tas 1 qoartiobeira de lolomoa, I mesa redonda
com pedra, 1 ex'ellente banca com aveas pra
e=Cipiorio, lougas Hnae para jantar, ditapara
almoco, copes, clices, garra'as. 1 lostre de 12
hlcos e outros mullos movis de gosto
Quarta-feira, 29 do corrente
A'S II HORAS
N) andar do sobrado da roa Baro da
Vicela n. 7
O ageDte Matin?, aotonsadapelo II m. Sr. co-
rone! D. Joaqulm Bal.bazar da Silveira, qoe se
retira pa-a o sol da Repblica com sua Exma
familia, far I. ilo dos importaoles movis e
ma's objectes existentes em dito sobrado.
Os movei sao lodos de gosto e letr. moito pou-
co oso______________________________
Amh Ollyelra m
Importante leilo
De boos predios, todoi bem locallsadoa, sitos
na cidade de Olinda. pe-tencf otea ao espolio de
Uado conego Dr, Joaquim Gr icuoo de Arsojc.
Quarta-fei a, 29 de Agesto
Ao aeio da m ponto
No Paco-da Intendencia Municipal de Olinda
0 agente Oliveira, por mandado e com asis-
lencia do Exm. Sr. Dr. jota de direlto do clvel
daquelle municipio e a reqoerimento do inven-
tarame dos bens pertencentes ao espolio do
Hoado conego Dr. Joaqnim Graciano de Araojo,
levar leilo os predioa segalntea :
Um bom sobrado de I andar, silo roa U-
Ihlas Perreira n. 43, com baa'aotes commodoe,
grande quintal morado com porlo, cci ta,
etc.. se-vi-do de base a offerta de (4:005/i000).
Um d;'o, a mesma roa soto n. 35, lambem de 1
andar, con bastaot 8 commodos e mais moder
no. com quintal grande, etc.
Um dito a ra do Amparo d. 33, laxbem de
1 aedar e soiSo, gra:de quintal, cosinba ext-r-
na, etc. tervindo ?e oase a cffeita de 2:3254000.
Urna grande casa lerrea rao M.tb'as Ferr^i-
ra n. 25, com commodos para grande familia,
grande quintal, etc.
A'B 11 bo'as em pe lo partir da eslafio da
ra da Aurora um trem ea; ecial que dar pas-
sapeos grath aos concurrentes ao leo.
Os Srs. pretendentea desde j podero ex:mi-
nar os referidos predios.____________
^rr mde e yariad >
Leilo
De bons movis, fios crvtaes, espelbos,
objectos de electro pate, bronzes, pclles, objec-
tos de arte e prata uo Porto
Quinta-feira, 30 io co;rente
A'S 11 HORAS______________
Grande e vaciad
LEILO
Dj boos movis, tinos crystaea, espelbos,
objectos de electro pate, bronze*. pelles, objec
to* de :rte, nrata do Po'to, objectus japonezej,
cbinexes, crotins, palojeiras, parazilas, um pao
de bandeira e utroa moilos ob;ec os e apurado
go?ti e em op'imo estado de conservaj), a
saber:
Sita '< visita
Urna linda mobilia d- pbantazi3, ricos esp -
Ibos dourados, lindos pacos de sia antig, bor-
dados a mo, tapetes e pelles de aolmaes.ohj.c
tos de arte e 1 esleir de tala.
Sla de entraJa
U linda collecco d obj^ctS indios da
America do Snl, pelles e fl-ctias, cabide-- p ra
ctnpo de sol. cotro- rigos e caJu-aa da ^a
Urjo.
S la de jantar
Una mesa elstica, 1 goarda locca, 2 apira
dores, 2 etagere-, pratos ce pa-eie, 12 cdelr&8
i(e carvalbo, bandejas de cbaro, apparelhos pa a
cha e jantar copos, clices, garrafas, compotei-
ras fruc-eiras de fino ery Isl, 2 caixas com lin-
dos appareinos de Pillimu e Sevres.
Praia iogieza e do Po'-o, enojos, facas, garfu?,
colberes, irinchant'-s. saleiras, perta-ovos, 1
bandeja oval grande e 1 salva relonla
CbrisUffl- e electro-plaie. -Coloeres.casticaes,
ealbaeiroe, facas, garfo, coloeres, conchas,
fruc'.eiras, porta caries e outros objecto=.
1 q arlo
Una cama (e ferro e lato ccm laetra de ara
me 1 divao, 1 rne^a de cama, 1 berco, t porU-
toah'-t, 1 gualda vestido, 1 guarda roupa, 2 ar-
marios para roupa branca, i casiicaea de mola e
2 cadelra*de ablr.
2 quarlo
Urna estante envidrucada, 1 .ecrelara, com-
moda de Jacaranda, 1 prateleira, cabides, mezas
com gaveta, 3 eapingirdaa, Deocalas, revolverf-s,
cbi"ct?s, rebenque, arcos e Betas, 2 .asfgae?
de mola.
3 quarlo
Una'mesa com 2 gavetas 1 linda guarnico
p ra lavatorio (de prata), 1 pratele:ra, 2 camas
de lona, xesa redonda de ferro, 2 caDtdes, 1
balaio jara roopa
4 quarlo
Urna cama (te ferro, 1 colxo, 1 guarda-ve-ti-
to de raz de aiarello, 1 mesa de cama, 2 dilas
com gavetas 1 balaio para opa e-ontros mo
Sala de copa e cosinba
Mesas, cadeiras, i poarda-comioa de rame, 1
escada, machina para cal, 1 filtro] mesas com
cavaletes, fl.nfr nba, objeclos de agaiba, chale ras, formaa, lon-
ja, lado qaasl novo e em ptimo estado de con-
servaco. .
Um pao de bandeita, (mastro), crctons, pal-
meiras e parazltas.objactjs exlsiectt-sno
CHALET
Da ra do Riachuelo n. 2
QainU-IYi a, 30 de Agosto
O agente Pinto, aotorisado pela Exma. Sra. D.
Aona Adelaide de Oliveira Revoil, viova de moo-
sieur George Revoil, cooeol de Franca, levar a
lellao oa movis e mais objectos existentes na
caea em qoo res dir ra do Riachuelo, cba
O) referidos objectos sao de apurado gosto e
es'So em ptimo estado de ronservaco.
Os boods da lioba circula; dario fcil passa-
gem aos concurrentes ao leilo.
O referido leilo principiar r 10 1/1 horas
em ponto, pela co9iona e sala de copa, por sc-
rem moilose diffe'eotes os lotes, fcerc de 300 .
Os jornaes de ouar a e qointafeir?, daro a
copia do catelogo de tcdo3 os objectos nume-
ra dos._____________________________________
Agente Burlamaqui
Segundo leilo
Se*ta-flra, 31 do corrate
A'S 11 HORAS
De casas terreas
%o armizem ra i de Vo-
vembro u 4 1
ANTIGA DO IMPE3AD0R
O agente actxa, por mandato e asstitcncls do
Exm. Sr. Dr. joiz de dt-eito de o-pMos, vender
ea>2" le:lo a casa terrea o. 46, alta no Caes do
Cpibaribe, com bastantes commodos, per'ea-
cen pt k, urna dita ra d :s Cteoolas na Capanga
o. 30, periencentea a menor Amelia, Alba do
3nado Jos Oioix da Silva.
Os Srs. prelendentes podem examinar a rel-
ridus casas, sendo que a cbave da de o. 30 a.ba-
se em poier i o referido agente. _
= Aloes-pe o sitio E-ccbar travesea do Mo-
to olombo o 9 Afosados) com coqneiros. arso-
redos de freclo, vivelro e casa, pres'a-se para
cri 50 d' vacca ; n tratar na ra do Pilar nu-
mero 56.
Preci8a-3P de ama eneommadeira ; a tra-
tar no piteo do Carmo n. 15, serondo andar
ou na rna Doque de Cixias o. 84, loa de fa
sendas^__________________
Ao commercio
O Dbaixi assignado segein o boje pira os
Estadcs Unidos da Americi no vapor Cole-
ridge, participa a soos fregueses e ro conmer-
cio em geral. que tena na drec^-ao d sna casa
commercial Sr. Luiz Pabia, qie se acba devi-
jamente habilitado para rci,r-seo'al'0.
Recife, 2<5 de Agoslo ^'e 1W4.
E'ne8t Kvba.
Aluga-se
Urna excellente c sa -ita na Cinz d Alinas n.
2' f.eguez n da G age, tornase recommeodada
por ser perto da estajOes da Jaqc i a a Ta-
marineira, i*om es commolo fegninte-: um
sitio com algomvs fructei'a?, urna boa osinba,
agaa encanada, baobo de cbuvisc, banhiro de
pedra, sete quarto-i no icteric e tres sala, sa-
le-a para eng32ma!o, qoro de atibo, boa
coslcba, -1 um grande quarlo para criados, assim
enmo um grande copiar; a -ra ar na rea do
Consetbelre Perelti o. 60, cocheira, com Maooel
G riesda Cu: ba.
Ta
ver na
Vi-n-'e se cma lareroa na frctuezh da Boa
Visla. moito af.-eguezato ecou moli bons com-
modos para um prlncipiau'.e q'ie qjeiri morar
nos fundos da mesma ; a tratar na ua Lajas
do Rosario n. 4ij________________________
Inglez pratico
Mr. J-men Fanstne
CASA EVANGLICA
Pcrto da cstaclo da ra do So
:\upoleSo. Ferraz H: C.
Os credores de Napileao, Ferraz &c Ca
sao convidados a apresentar no escripto-
rio ra Mrquez de Olinda n. 19, 1*
andar, sitas contas, afina de serem atten-
didas, dentro do prazo de 5 dias.
Nao sero considerados credores os que
se nao apresentarem no referido prazo.
Recife, 25 de Agosto de 1804.
Carlos Ferraz de Abren.
Nopoleo Cesar Duarte.
Caixelro
Precisa se de um rapaz qon tenba pratica de
fazen as e dando atestado de sen bom compr-
tamelo ; > ira'.pr no Bazar de Afcgados______
Gaixeiro
Preciea-re de um caixeiro ccm cratica de mo-
Ibados, qae tenba d idade 16 a 18 anno?, dando
cnhccimenlo de foa conducta ; a tratar na ra
do C-ipHo Lima n. 15, Santo maro.
Gaixeiro
Precisa se de um ca-xeiro com pratica de mo-
Ihados; a tratar DS ra Larga do Rosario nn-
mero 14__________________________________
A o commercio
Hercolano Ma-ques de Lemos tendo comprado
ao Sr. Eneas loafoim Lucas a sna taverna sita
ra dos Pescadores o. 43, livre e desembara-
cado de todo r qna'juer debito quem se julgar
sen credor qoeira apresen'ar suas conias no
prazo de t-es dias a cootar de boje pira serem
pagas.
Recife, 24 de Ago-ti de 1894
H^rcclaoo Marques de Lcmofl.
Sanipaios
Continuam os magnficos cigarros
SAMPAIOS, a ser vendido as prin ci-
paes mercearias e na fabrica METE O-
PvOS, ra Larga do Rozario n. 30.
Cognac Faustio. Freres
Este magnifico cogDac vede se oa rna (* S.
Francisco n. 2V roerearia de Vieira A Silva.
Casa de penso e hos-
pedara
Ni roa Bella o. 37 contiola a foccionar a an-
tiga casa de penso e hospedarla da Sra. D.
Amelia Benlcii de Soma, a qual. alem de se
recoromendar pelo asseio e gosto que Ibe sabe
imprimir sua proprietaia, ofl\r?ce aos sena
bosre'es as tnaiores commodtdades, entre as
qnae< um magnifico baobo
A proprietana p?de urna vis ta do povo per-
nambocano ao sen estabelecimento__________
T6:845
Com o numero cima, perdeo-se a cadeaoela
da Caixa Econmica, a peseca que acboa e qai-
zer fazer o obsequio de a entregar qoeira deri-
girsearuade Gervasio Pires n. 54 que serl
gratlflcado.
Cosinheiro
Precisa a de um bom co?inbeiro. ass'm como
de um criadlnbo ; a fatar ua ra do Carmo
oakt n. 55. em Olmda.____________
Agente Pestaa
Leilo
Di- movis e iivros pertencentes ao espolio
do tinado D'. Joaquim Ay es de Alieida Freilas
Sexte-hira 21 do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
No Io andar da sobrado n. 13 ra Velba de
Saita Rila
O agente Pestaa vender por mndalo e as-
sistencia do Sr. Dr. jmz do clvel os movis e
l vros perteneentes ao espolio do finado Dr. Joa-
quim Ayres de Almeida FreHas, sendo enlre ob
movis 2 estantes, orna das quaes envldracada, e
eiare o Iivros, a L-gislaco B.-;z'letra, a le.ms-
lacao Prtuguea, o Repinarlo das Ordenares
e Varios prexislas, o granden omero de vros de
tleratora.

a
Ne<
Vende-se a tasema sita roa Vid.I de
greiroB n. 91, Uve e deserooaracada de iodo e
qualquer oodb, boa para princldiaote, o aottvo-
da veoda se dir ao comprador.
AVISOS DIVERSOS
Precisa re de urna ama perita cosinr.eira.
Paa-se bem. A' tratar na ma da Soledade
u. ___________________
Frecisa-SB de um ciado e de ama criada
para c servico de cma casa de familia ; na roa
da Imparatrlz n. 21, andar.______________
No oecco do Pa Ir Io,lez a, 3, p-e. isa ee
de urna criada para cuidr de um reoem-nae-
cido.______________________
Compra se um ea dous cootos de plice*
eiitadoaes ; na roa Larga do Rosario n. 14.
Previne-se que s casa o. 8 travs a do
Caldelrelro nsda deve a Fazenda por estar ieenla
par despacho do Sr. governador. de 1- do car-
rele, publicadonr tDario de 4 do correte
=- Alnea.se a casa sobradad i com excel-
lentes commodos psra familia, alta roa oe
Joaqnim Nabnco n. 22 (Capunga) ; a tratar na
ra Baro de S. Borjs n. 41.
Hotel de l_ond?es
RA 15 DB NOVEMBRO
'r-rr (A'p3 Imperador)
Reabrio-8T este bem moata'io esiabelfcime
melborado conslleravelment-' p la sua ac
proprietana. Convidamos nossos amigos e (re-
goeses, como tambem aa illoatrado publico a
virem visitar o oosbo botel.
Procurando sempie agradar ao9 seu3 ffegue-
zes, a sua proprietaria nao popou despesa ne--
nhnms para bem s'Mll-os.
Pontnslidade, asstio e presos sem competen-
cia.
A rraprletaria, Heleni Severina dos Kes,
As sezoe febres intermi-
tentes, palustres, renitentes,
dores de cabis, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
bas intaUlvelmen'e com as'
pilulas contra, a sezoesdo
Dr. Costa Le te.
jsotca jsiuwezjl.
H. Rouquayrol
22 Pa da Cruz 22
{
1


-
i
I







I




Diario de Pernambaco Domingo %G de Agosto deIS4
CUBA SEGURA das MOLESTIAS SECRETAS
Madalna di rVsts BJ Expon fio Uninrtil d* Barcelona im 1888
Medalha ds Ooro, Paila, 1885. Diploma da Hora, Paria, 1IM
KAV
e Injecco de
KAVA
DO DOIITOR FOOIMIEB
BLENNORRH AGAS
PERMTCRRHKAS, CY8TITE
RETHRIVE8, OORRIMENTOS
SttM interinidades, recentes su antiga*, citib-n radicalmente en alguna das,
9S oafredo, wn regimaa uo tiwnu, 888 nem perturbar ee orfiios digeatirot.
zU-w rnotra aada pilota, aaara onda aaixa. sobra acia rotulo,
aionaur i*n mmomma,
PARS, 22, Pra9a da Xaftolsine, 22, PARS -
ASTHMA & CATARRHO
Curados pele
OPPrESSCES -
CICABB9S
TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
.. .,S E L1C NCIADOfl l'Kl.A If**iICT<'ltlA OKKAL DH HYOlES ->0 BRAZ1
Venaa por atacaJo J. ESt*1C, 20, ra Sairt-Ldtare era PABIS. S
Mi?' OSITOS BU TUDAS AS PRiMCI '
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CASA PINET, MAKGASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
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Especialidade em Instrumentos de Medicina e Chirurgia
Tubos bicos de mamadeiras colchSea saceos para gaz
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9*
pessarios,
ESPECIALIDAL.E em BEXIGAS k BORRACHA
PARA FUMADORES
Enviao-se os Catlogos franco.
FOfirlER & PUJALET, SUCC"
S4, ra Turbigo. PAJUZ
TAPHICA : At'X LlI.AS. lv:i;TO I'K P 8II0N VIOLET Alt a C" anlcos accessorts s VIOLET
Km THU1K (Fyrenoa^-Oriexi.'tavea)
FRRE9
Ua Mita para
O BYRRH
coa M ii Halaga
O BYRRH tuna bebida cujas virtudea tencas tornou-ae
escuzado assigmalar.
Composto com vinhos velhos de Hespanha excepcionalmente
generosos, postas em contacto com substancias amargas juiciosa-
mente eseolkidas, este Vinho contera todos os principios das niesmas
e nao tcm no estomago aquella accSo corrosiva do alcool que cons
titue a base da maior parte das especialidades offerecidas ao publico.
E', ao mesmo tempo, muito saboroso i absolutamente irrenre-
hensive ao ponto de vista hygien"co.
O BYRRH pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro na
dose de um clice de Vinho do Porte, como tnico; misturado
com agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
- EXJVMIQAO UNIVERSAL DE PARS 1888 ------------------------
LIEDAIjHA. de OURO (o mds alta recompensa concedida)
niaaitlllil siwiJt FBif M. SUVA A C bu principad cosa.
LA
PYROPHOSPHATO FERRO
PREPARADO NA
MKUOKO D. ACA-..MIA DB MBDICJN OH PAJUZ
Eota
preparacio 6 proveltosa s Crlancam froco e rnehltlcom. e fcTOrtsa-lbea o crescl-
convem tambora s Henhora fracaa ou iifiiiirai, as
As qiiaes facilita a Mrna-
truac&o e iTcvluc'as'cillIculd'ades da "idade critica, activa o retafcelen da
sau as Dig'st/ic* laborinmau, d.-spert o appetltc sem rroduztr os ardores proprloa Al outras
nroparaces, _'u da lo.ar a prlsi de ventre, dlarrhca ou fadlga do esipmago
f por Isto que deve ser con aderado coco o mcltior Kegenerador do San rae
Alm iriur n Imitaeem kYaUi/icac'A-a fraudulenta, ulli-m i ttULnitin
1 BESUE, nico luctxjr a Uobiquei A Lcvaaacur
7UABMACIA KoaiQRT. 23. roa. de la BKonaala PAia
n, p.->iiuriu Pmuco Franca M. m Silva C
VINHOdeBUGEAUD
ITQNT-NTITRITIVQJ
[COM OUINAj

,0i
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, CONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PMABMACIAS
5 turno* uo ancosas o. r'razzzio Grande. ExpomiQo UuiveraHl, Pxrixt ISSif. j^p
t* Dii.-'sws de Momri. 1S Mcdalhaa de Oiiro a 6 Mc-telhav de Prsit.
FJIHKHA LASTEA
coja BAsr o bm ierra
' o melhor alimento vara % crlanras de lepra idade. Suppre-
iuflicicncia do leiteniat .ral efaiilitaodesmama.. Comsoul
aso niaha darrhea rjem vmitos e sua dlgesto fcil e cooip'.eU. <
Fnpriga-si tambim vintajosimante como alimento pin -3
AduHot e Convaletcentbi que tm istbmagos delicados.
'Sirc Ai rain w y
1EITI OOil
(7er4adetro Z.TTTE poso Ol Vaccas STTIS3A8 tendo coservado seu arcma e
todaesuas* cualidades nutritivas. Alm dos grandes serviros que esta conserva presta Frota,
fao Exerclto e aoa Hosplties, ella ten ganivado sua posico na alimenUcao dos partlculareF,
ao -nies ella assegura um lelte agradavel, saudavel a natural-
Iilclr a rima : xznu iraBTLi! 1 a Marta A rakrlea : ararBO na Vajbsajmmi.
A casa Senri STeatl nao tem iials, como outr'ora um nico agente para o Brasil
'seus productos acham-se as prmclpaes casas Importadoras, drogaras, pbarmaclas a lajas
[de comesiivcis.
HENRI NESTL, em VEVET. \ | ^Ut 7SESt""*
STLiS
8
TNICO
ANALPTICO
RECONSTITUINTE
O Tnico
mais enrgico que devem
em pregar os Convalescentes,
as pessoas idsas,
as Hulheres, as Criancas dbis
9 as Pessas
tracas da Constituico.
<&Wo?^ COM QUINA
SUMO DE CARNE
\PHOSPHATO CAL
Comporto
_; t^l ,| com Substancial necessirai
e indispensaveis na
fomaco a no desenvolvlmento
da Carne
muscular e dos Systemas
nirvotof s ossosos.
m?s
1 gen
iiidez. de Emmagrecimenlo, de Esgotamento nervoso, aos quaes os temperaiuentosde hoje esti
talmente predlspostos. Em l.yon, fhartnacia J. VIAL, ra de Bourbon, 14
sitas en Pernambuco : FRAN m da SELVA k O
t m todit a riarnaclaa e Dro|arlaa-
r/

DELARGRENIER \
DB PABIS % ,
'Jv *"* tm mmlnrtH *&*.
' ** Win tWcie/t '( e> 1
' ^ corra* a* 5-
BR0MCHITE8 or ppe INFLUENZA 1
4 e ai lrriUoiet Ai Peita U Caraaiia
2 Sem opio, morphina nem co-
> detoa, alo receitauos com q
\ ptimo xito e se^uranca as crtancaa pattaceado **
mu caawiamt Vj
As micas Verdadeiras Pastilhas de
VICHY
sio as
PASTILHAS VICHY-ETATl
Vendidas em caiiinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAO DOS BANHOS
15 de ataio 80 de Setembro.
OiiealU aa Pirnamtuco: ADG. LABILLE: HAR 8
ULVA JDlOB a ata anama fitmacUa a tapia*.
ARHAZEM DO
FRANCISCO GURGEL & IriM.VO
CASA DE CONFIANCA
Fazeiidai) Gnas, modas c confeccOc
Sortimento permanente de tecidos e outras mercadorias cui-
dadosamente escolhidas as principaes pracas da Europa, principaes
mente em Paris e Londres, de onde recebem as principaes novidades.
E' stmpre variadissimo o sortimento que mantm em sedas
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algorio, enxovaes para casa-
mentos e baptisados e mu tos outros artefactos.
Superiores tapetes, alcatifas, esteiras da India lindos tecidi.s
para reposteiros e muit s outros artigos para decoracoe,de casas
PRECOS MDICOS
Ra Primeiro de Margo n. 20 A
TELEPHONETS 58
LINIMENTO SNEaU
rana aa cavaiiOB
SDPPRESSAO ytt^ D"r: SDISTITDi.
do FCGO"^jl_^^ank' Toau\
o aa fPjM R^'^aV
QUEDA JtT^DHp^ iaaiasMii
do PELLOSaP^T^\ -. APPLICaCOIS
A cura fat-se com a meo em S ninutoi, '
sem dor e sem cor t, nem raspar o pello.
Pharm'a GNEAU, J75.Rua St-Honore.PARiS |
BEM TODAS 3 PHARMACIAB
Cajurubeba
Eate enrgico e prodigioso medicameo
o, que comegou a ser vaigarisado em
1883, e qoe tSo proficuos resultados tcm
produsio na cara do reumathismo, mo
ostias de pelle, eacorrheo, aathma, nos
ofirimentos occaaionalos pela impuresa do
~ngue- e cas differentes formas da syphi-
I'i, esteva por algum tempn paraliaado per
reappareoe com todo seu vigor; a de
eaperar que contirue a merecerdo ilus-
trado publico a meema iccuitacjao de que
sempre goaou.
Approvado pela resp i'avel Jauta Cen-
tral de Hy iene, por Deoretoa de 2 de
Junho de 888 3 e 18 da Abril do 1885.
COaSpOSlfSo
ote
tuandid de Flgaeiredo
PROPAGADORES
Baptista& Figueiredo
A venda em qualquer Pharmacia.
Bjouteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, cbateleines, cadeias,
medalhoes, al finles para gravatas c abo-
toaduras o que se p de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberara
Conrado, Aitunes & 0.
A' BRISA
mii-m
Brancos e de cores receberam
Conrado Antunes U C.
I
O mais completo e vanado aortimenti
pi>ra homena, aenhoraa e meninos.
Sedas
Brancas, pretaa e de cores, lisas e h-
Trada*.
Cachemiras
Ccrtes Dordados, eppartilbos, lines,
perot linas, levantinas, oretonea, sephiro,
ohapos de sol, camisas, punhos, colleri-
nhoa e peitilhoe.
Perfamaras dos mtibores fabricantes,
etc., etc.
Todo se encontra por preces resnm-
dissimos
NA
La Oran Via
8 A-Roa da imperatricS8 4
DE
O.hon Silva^C.
Aos VBlociDBdistas
Aviaam Conrado, Antues & C, qoe re-
ceberam, lavas para esta til diverti-
mento.
4' BRISA
PRAQA DA INDEPE.VDSNCIA
Nv 4, 6, 8 a 10
Um importante sortimento acabam de
recebar
Conrado Antunes A C.
A' BRIXA
Espartilhos
Receberam Conrado Autunes & C, um
variado sirtimento
Conrado Antunes *A C-
A B&ISA
Grande sortimento de camisas borda-
das para bailes e casamentas e preguea-
das, lisas de linho a algodSo. Novo sor-
; ment de collariohos e punhos. Cami-
sas para noute o que ha de melhor.
Recebeu a
Nova Esperanza
63Rna Dnoaede C~xia=^3
Alta Dovldade
Em finos bicos e rendas, desde a mais
Sna seda ao melhor Valenciane, recebe-
ram
Pedro Antunes fk C(
Ra Duque de Cazias
fc
<
Z

5
LU
L
O
I-
L
_J
^
AGRADAVEl
Se recommenda conio o melhor
remedio da sua classe a
EMULSAO
LAN1AN E KEMP
COM POSTA DOS
MAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados scientificamente e
a todos os respeilos a melhor
preparaco de
OLEO
DE FIGADO
BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE
DIGESTIVO
ti
O
53
H
O
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o
o
o
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^
t
#oanna Franelara de Mello
CavalcaaaSe
Priueiro (OU 'ffsnio
Se-a-i.ao ioioolo do Repo Cavalcan.
te, J ie E. Cavaicaol. de Albcqu-rnoe,
sare B. Ravalcante, Oum-o S. ue
Lyr;i e M^llo, Amonia 0. itp Lyra p el-
lo. Hooel dj N^srimPD'o V ca Cuaba
Sou intio. Paula u Vinca J Conha e seos 9lhos
cqvIiub cnos aremea e m'gog n^ru 'osiati-
rem is mfgo-r. aw mandsa M-r or "Una de
soa presada na, s )g a e = v, no dta 29 do ror-
rete, as 8 tiaras da mai.ha. uas matruea de Pao
d'Alho e S. Jobp, { anoivernno iip spo i-assa*
mecto, cobiWan-'o ae eraios por esie acto da
rel'giio.
Miatfitrc 4o K qu
taeoaeeo intooio FaD-icio de Ar?ujo i'e-
relrc, agrade e rio fon >o a'alma as pes-
soas que se aigrnram co purec r ao en-
terro da s-D venprando tm go Chantre Jos
Marqae^ de Castiltia t d> ooro os cjov da para
assHirfrp ns ib|sb que pe" mesan cerao ce-
lebradaa na saciada ira 27 >)o cor-ente, na
Caibedral, Seioioarlo, Sao Peirr, Conc 'cSo, Am
paro na Cidade de Olmd, hem eomo na Penba,
Carmo, 8. Francisco, B a Vis a e S iledae 09
Beclfp.
?. Exr. Bvm o Sr.Bispo timbem celebrar na
Cnella de i-cu Palai'io, eptondo a mesia in-
ten'.n.s 7 hora" d rar.nra.
MaJ.. r Cus*. ralea Yuiv-lt-.no
Poggi de Fgueiredo
Gostavo da S. amones, aa rtulber e
filbos, Paiilifib k F gaeirrdo Aita-
nei e Mvurl Poggl de kik e edo, gen-
ro, fibjs e ne os do faitee do major
Luiga-fies Aar>- iaB3 P de Figoe;redo,
mindam celetrar mlsaas ira me-iiona du mesmo
fioaiio, quarta-f-iira 19 do corrate, s 8 boras
da mant'a. La matriz da Boa Vista, seatoo dia
no tritio pasaumemo ;tpra a^s stireui a esse
ai U c inviduiii tos seu i par.ntert e ?aii2cs, an-
tpcipando-lhes es ma;s nocerrs ag" decimen-
08.
t
;tvt\ int.
!S1
t
*. or t>li>raa, Virac*
1. aoriversario
LydJo Parpo ai i Santiago d 01 vei-
ra, coa uli""", i en-o, nos e netos,
rogam ao seus i^reites e amigos a
fineta de aesisireo ai msba que
mand^m ce!ebrar na igreja da Santa
Crui.oo nii 29 do crreme, ftg 7 1/2 ho aa da
maoh, anniversariD do pagamento de sna
sempre leo-.brada- lba, e.-posa. irma e man
E : Ivioa Jos?pbina de OlKeira Vires, confea-
sande nos desde ja agradecidos r.03 qne se d'g-
nr.rem arcedpr a esto convite.
COritiuvau ale Harroi tacanea
rorlo :
f eijnnda-feira 27 do correo'e, s 8 ho'as da
" anh
A oa G^m s Parlo e seos fiIh --s pedem
a ioJos o? psrenles e emigos a Saeza de
em 3i misns que maodam cele-
brar na reja do Limineoto e Da ma-
trir. da EiCrda, 7" Jin do pas.auierilo de sea
P anteado marido, pal, i mao, aogro, lio e co-
nbado Cti.istovao Peno, bypotecanto a tjdos
"os Ptprnnr i g- dcirrenios.
t
Aluga-se
Urna casa com maiioa commodos para grande
familia, lendo agua eocsoada, jardim, viveiro
para peixes, silii ie frmieiras, completamente
m-ira lo, liona de bonds s perla, toaudo-se de
ama vista agradavel, situada dita caea ao la-g"
ig eja de Santo Amaro : 2 ; as ch v -^ par.-
ral-a acbatn se dep sitadas esi Cisa do sacbns-
o da iprej. jaato A wi n-i e para trala'-se do
lugamen nt< na pa macla Conceicio, to du
Mrquez do Olioda.
Profe8Sora
Preciza-se de urna que saiba portuguez,
aritbmetica, trabalhos de agulha e piano
para ensinar a 4 ou 6 meninas, fora
cidade.
Garante-se bom ordenado.
A' tratar com] Jos Musumbo, Largo
da Companhia Pernambncana n. 6, 1 .o
andar.
t
i'.- qia>m da Scva Coala
Francisca de Albuqaerqoe Silva Costa,
seus (linos, ora e neto, convidam ao
pareles e amigos para aciistirem a mis-
sa qoe mandam " ete no d>-?eu p-nleado m>i)ido, pal. sogro
kvO, J aacim da Si va Costa, na matriz da Saca-
da, s 8 ho as da manba do da 27 do rorreote-
3- anniversarin de seo falldcimeo o, coofesaan-
do se desde ja agradecidos a torios qoe se dlg,
narem comparecer q ella acto de verdadeira
re!:gi5o
Cbriaiovo de Barro* Gumei Puria
Os profeseores monicipjes dj Becife, con-
rid v a familia, aos amigos e collegis
em disponibiiidade do professor Cti-ialo-
vao de Barros G -aie Porto, para csaisti-
rem p sissa, qu- p>r -ua alma, maodam rezar
o? egrej. de Nobb S nbo-a do Livrane 'o, i
8 boras da manb do da 27 stimo do eeo pas-
amento, ronfessando se desde ja sommameote
asradecidos.
t
Etagres
Bonita variedade em madeira entalk-
da e charSo. Mesas e toilettes p#? fc"
nos, receberam
irtDRO ANTONES & C.
83 Ba Haajne a* asina
HI'tmiKTII?
Roolpho Anta nes
&C*
Papel para guar-
nigo
Grande e variadu
ment de
c zas s?mples e doura a8
para sallas, gabinete?, etc.
ac^ba de !' ceber aLivraria
Econmica a :ua de Ioj-
perador n^ 73.
rorti-
guavr?Qoes fran-
Alfafa tlor
Yen<-ea Aaknaries 8 Valenle
Cerdo feaoto o. 6
*reco sem ccunoetenciaj_____________
Cal de Lisboa
ebegada palo uhimo vapor, v ace-se no largo
da aotlga Assombla (Fu te do Mai-.o) o. 21, M
maxem. ^________________
Vende-se
A padaria bem alregoezada, i roa da Casa
Forte o. 42 ; a :ratar m me2ma ou rea Deque
deCa ias u.JO.___________________________
Vende-se barato
Urna roda de atua, ssitema Leandro, com 32
pUnoa. 4 de h.r mancaos, I roetes cem panno nso ; a tratar no
engenhu Ajadante estatAo de Fr6>.ai.. ___
Bichas de Ham burgo
Vande-se ero granut-s t peqot'us por^ora
appliea-se veutosat ceceas sariada* na roa
as Larangeiraa n. 6*
Leiam
Lnduvina Conrado, participa as suas
amigas e f reguezas, que mudou-se da ra
Nova para a ra Larga do Rosario n. 22,
1. anclar, onde contina A exercer eua
profissao de florista.
Cofinheiro
Precisas^ de nm bom cosiabeiro ; trata-ge na
na do Commercin o. ii
in^leza
^ola
Na loja de caljados A ra do Bom
jo sus n. 21 tem para vender.
Jardineiro
Preciaa-ae de nm que roltive bem jardim
borteio, paga-se-lne Dtm ordenado ; a tntar na
Csa n 9 a roa do Ben-tica (Magdalena.-.
O Dr. Alfonso de .llbuquer-
que Mello
/.ntigo advogado nosta cidade, onde
alcancou os mais bellos triumphos, como
na do'Rio de Janeiro, no Cabo, Escada,
Ypojuca, Serinhaem, Goyanna, Inga e
Aracaty, reabri o seu escriptorio, A ra
Estreita do Rosario n. 10.
)ozinheira e copeira
NaCapnnga. ra J aqnim Vale ga n. 21, pre-
cisa se de orna cozi beira e e orna copeira,
uoraj ndo esta em casa sa patrOes.
Ao commercio
Ecas Joaqolm Loas, lendo vendido a sna
taverna alta a roa oos Pescado es n. 43. fregu-
zi de S. Jos, oo Sr. Hercnlano Marques de L"-
mi', llvre e desea-.barocada de todo e qualqner
debitj, qu?m se jnlgar seo credor qoeira apre-
8jntar auas cooia's oo praso de tres das, a con-
tar de hcie. para erera paas.
Recite, 24 de Agosto d 1894.
Eaas Joaqom de Lucas.
Escriptorio de
Engenharia
Brevemente ser installado na ma
do Bom Jesos n. 7-, i* andar um es-
-riptorio Aeehnieo que se incumbi-
de todos os trabalhos relativos a este
amo de servico ; taes como : levanta-
:nento de plantas, niveLimento, eiplo-
raco e locago de vas frreas d
jsinas, demarcacOes de terras,projectos
desenhos) e orcaraentos de toda e
qnalqner oDra._______________
Excellentemora lia com sitio
Aloga--' a magnitica casa com op'imaa acco-
modajCies p^ra numerosa familia, com grande
sillo, morado, arvorea froetiferaa, parrel^al, bal-
xas de capim, ]?.rdim e mala dependencias etc.
ele. sita na Torre tendo honda a porta.
A's chavea e ioformscoea na roa Barquea de
Olinda n. 5.
t
i Mari Ravmunda ua Bucb Freir
A,fred~AV^Tde S va F eire e seas 7
Ihos. "oovidam \ todjs os seos p ireutes
e amigas para asle'i'em s miabas qae
por alma de aoa prezada esposa e mSe D.
Mara Raymunda da Ro ti Prei-e, mandam ce-
lebrar na matriz de i. Jos s 8 boras da mi-
nb do dia 27 do correte 7- de seo failecimen-
to coofesand3-se de e j4 agradecida?.
vC\jJ*VA^COk.
Precisa-Be r'e crua ama para anjar com menino
e algom servido de ca-a de familia, prefere-se
eoltelra qoe nao saia roa ; a tratar na roa do
Livramento 6, 2 an!;r.
m
Trecisa-ae de w a ama qoe saiha cosinbar e
comprar, rara ca?a de orna psssoa ; a tratar na
roa do L'vramerjto :. 34.
Ama deleite
Preciaste de orna com bom leite e sadia ;
trataros roa do Bomfim n. 4, em Olioda.
Ama
Precisa-ee de orna ama qoe
tradeira ; a Ira r-r na trsvesaa
rCaponga).
seja boa engom-
da Ventora n. 7
Oljnda
Aioga-ee orna casa com duas salas; 5 qoartos,
cosinba e um grande qnintal, tem agna encana-
da, Da roa de S. Bento o. 8. com frente moder-
na, reedificada, perto dos banbos silgados, as
chaves ca mesma roa e. 18; a tratar na roa
de Antonio Henriqoe n. 15, a ;. rineira esquina
''a roa das Calcadas.
ANSMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch
lorose, on cores plidas, opilao&o frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao ha remedio mais efficaz que as P-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Sil vino Cavalcan te.
Formula approvada pela Illma- Junta
;de Hygiene de Pernambuco.
15500
"81000
Precos de urna caixa <*- '-,'
Meia duaia >
Urna duzia
BOTICA FRANCEZA
H. ROQAYROL
n Ra da Cruz n. 22
Fabrica de
Aguas e limonadas gtsesas
teis as qalidades
S*oda water, gioger, ale, limlo, laranjas
ouracio, abacazia, granadina, groaellaa,
baunilba, hortell-piment, eto. eto
12-ACAES DO CAPffiARDJK 12-A
gCiO
*


I


v
i


l$ittPio de Pikrnambaco Domih&o leo de Agosto de 1SQ4



?A3SfflA DO DO'JailZO
SOB A DIRECglD
fK>
u, jc.3 safrsu mmik costa

Hf j'i
tidade que sil > espeoialiaeaWJen- momento ein quo Dous'lho apres:ii,i
las do rocolhor ostas "nooos,'sua companheira : que com eToito
dispOem da collaboracao de todos os'o termo hebraico etsem ou atseu si-
funccionarios o o i caso de nocessida-
compil idas e
traducidas do diversos au-
ot -res expressaraente par
a oitava pagina do Diario
de Per.. P :***
Capiculo V
Continu.ico
Iros atalistioos, oousi
dos \\o seu todo, sao verdadeir
analyses 1 igicaa figuradas por Un
qu em as cvisOes ao assum-
ptj, e p r cifras que enumeram os
seas Je lientos.
Sua primeira cndilo, depois la
oid le, a alareza, a pr
a brevidade: o facis de c impreh 3iider-
so e.n seu objecl prin ipalenacorn-
plexidado de suas minuciosidades.
Dovem responder cathegopicatn mte
a todas as pergunt is que llics fize
o nao exigir njesefagam aovosoal-
culos para coinprehondel-os.
Para dar aos quadros oste carcter
de lucidez u plano
seja concebido, meditado, combn
como o de una obra Iliteraria ou
scientilica, que seja submettido
igualm -uto as duas regras supremas
da unidade da comp >sicao o da dis-
tribuir i las materias na ordem l-
gica das leas.
Os principios que reg Jm a construc-
co de um quadro estatistico {solado.
se applicam vigorosamente a do um
numero do quadros mais ou monos
consideravel e formando umou mui-
tos volumes cuja encadeacSo deve
ser a nosuia. .
Depois da falta deauthenticidade do
suas cifras, nada desacredita tanto
os quadros estatis!icos, como a sua
oonstruccao confusa o desordena la.
V-se constantemente, compusi-
eses desta especio, as quaes ola-:-;
urna amalgama de nmeros feita ao
acaso sem nenhuma rolac&o entro si.
Ns a ignorancia o sim o falso
saber, que produz ostas obras nas,
tanto mais deploraveis que muitas
vezes inutilisam bons materiaos.
Outros defeitos, menos graves, |me-
recem, comtudo, sor ap -ntados. Um
dos maiscommuns a grandeza dos-
medida dos quadros, que dificulta
qualquer consulta Em lugar destes
oolossos alguns estatistioos lem prodi-
lccao por quadros muito pequeos,
verdadeirospyguioos.dequo ama pagi-
na regular pode encerrar cinco ou
seis ; e como as suas- dimensBes va-
riara, dividem-se symetricamente,
semelhanca de um' taboloiro de x i-
drez. E' a estatistica do ostentaco.
Um dos outros defeitos a intro-
duooo do tongas logendas ou do c\-
plicacoes parsitas as columnas dos
quadros. Esta mistura da linguag
ordinaria e do idioma das cifras 1 >r-
maumestranho disparate quo nada
Justifica ; p irque se est is annotacfles
fore.n uteis, devera ser traduzidas em
termos numricos, ou rejeitadas as
dedu jc&es do trabalho; o se nao pode-
re m s V c invertidas em cifrasou om
resultad >s, devem ser eliminada.s
Um dos vicios mais graves das
oomposiQoesestatisticas a sua com-
plica:;ao, que torna o estudo pe.
e enfadonhu.
Em lugar desimpliical-os conside-
rando era ca la um delles o seu obje-
cto em suas differentes re lace-Jos,
procuram incluir em um mesmo qua-
dro tedas as cifras sobre o mesmo as-
sumpto, s im so preoecuparota com a
oonfusao iue d'ani resulta, e'do in-
conveniente de seren as columnas e
linhas reduzidas a mui pequeas di-
mensoes, o que torna os quadros com-
pactos e obscuros.
Urna-divis&onatural pormitteentre
tanto tratar de todas as materias ; as-
sim em um recenceamento o sexo, o
a idado, o estado civil, as profisses,
as crencas, coustituem os titules de
outros tantos quadros indicados na
ordem alphabtica da pri ncira pagi-
na do recenceamento por seos nme-
ros o que facilita muito a sua con-
Sulta.
Esta divisan essencial, porque
querer comprehender tudo em um
mesmo quadro expor-sc a tudo en-
volver as trevas.
Captulo VI
OrganisafSo das estatit* '' i
Um publicista, que abre um livro
de estatistica, cujas cifras bom coor-
denadas lhe patenteiam urna multi-
do de verdades importantes e novas,
nio calcula, quautas fadigas, dosgos-
tos o miserias soffroram os quo foram
encarregados da execuco do seme-
lhante trabalho.
Nao a estatistica una dessas
obras, fructo damoditaco solitaria,
3ue sahe.n porfeitas do urna mentali-
ade poderosa. E' urna obra com-
plexa, que exige, como mui ai
scieucias physicas, multidao de
operacSs de ordens diversas desdo
as concepces mais olevadas at as
rudos manipulacoes. A organisico
de seus trabalhos baseia-so nas difte-
rencas de suas nocessidades.
A estatistica oficial de um paiz se
compe do duas partes muito distin-
ctas: um i comprehonde as investi-
gaces locaseJ a. outra a centralisa-
cao e a olaboracao dop. materiaos obti-
dos pela primeira parte.
Eor meto da immensa hierarohia de
magjs rados e funecionarios que do
grao >i gr > representan* 6 poder
publico eincadi. lojalidade, desde o
povoad- atasoidade capitaes, ob-
tem-se noedes .umencas sobre cada
obiecto que im] orta conhocer.
? As autoridades superiores de cada
de poden] accrascontar o concurso
d muios cidadaos notaveis, sompre
aptos a prestarem osseus servi-
c 3 eboa vontad' s emprezas uteis.
i duvida os documentos, assia
obtidos, sao s vezes incompletos e
p_ou ) satisfatorios para aigumas pos-
, mas nao sa> inforioros aos al-
cancados por empregados assalaria-
e ha mesmo muitosque, submoi-
ti los i rigoroso e ame, m-jrecom olo-
e *distincQ5es.
E n geral acredita-so que o possoal
municipios do interior e distan-
tes das grandes cidades composto
v.ate inepta o incapaz de bemjul-
gar. Somelhante idea tena privado
a estatistica de excollontesauxiliaras,
de qu 86 podem servir para torios os
- grandes trabalhos o para os da
imia social.
U.u prefoito do municipio deve ter
a mi Bcil de reunir em seu mu-
todos os materiaes de que se
a estatistica. E' um oncar-
go consideravel, mas que tein a van-
le por patentes todos os ele-
mentos numoricos quo devem servir
de base para a sua administraco, e
lhe dar sobro cada cousa urna idea
justa e positiva.
Contina
milOLOGIl
A FAMILIA
tmilia moderna ama pela con-
fusao do todos os espiritos no amor.
li a razao que manda, o pensa-
ito que ensina, a auctoridad > que
dirige, a providencia quo ampara, a
forca que protege, o nome que sym-
bosa a familiajao pass:> quo a mulher
o f m* nosura quo om tudo sorri, a
caridade que tudo cura, a f que com-
munioa perpetuamente com o ceu, a
virtudo benfica,;, a santa poosia do
lar, o anjo que "so inclina sobre o
bercoe sobre oieito dador, o deposi-
ta com suas lagrimas o orvalho do
C3U em nossa vida, o espirito de or-
dem, de economia, a consolacao do
todas as dores, o sorriso celeste, o
bais uno que tira todo o veneno s fe-
ridas la existencia, a oraco quo de
continuo lovanta a familia Deus,
o cnche de harinonias e de virtudes
todo o lar; e o pensamento e o amor
a razao o a f, a sciencia e a poesa,
o valor varonil c a virtudo feminina
c )'icentram-se na torceira possoa
desta trindade mysteriosa, no filho,
quo a realisagao de todos os sonaos,
a ooncentracao de todos os amores,
a alma oudo se perdom duas almas,
a promossa da dilataco da vida, o
sor destinado a levar nova familia
patria, sociedado, humanidade
com og resplandores da educacao
quo lem recebido, e que transmiti a
seus filhos, a essencia mais pura da
vida e do espirito do seus pais.
EMILIO CASTELLAR
A ARTE TVPOGRAPHICA
A arte typographica o vostibulo
da litteratura ; ella presume, na clas-
se b islaute illustrada que a exerce,
i strucQaoassaz variada, porque
suppoe o conhecimonto minucioso da
lingua e a lingua 6 a chavo de todo o
saber.
s typographos por sua arte con-
stituem urna especie de noviciado da
litteratura : pelo seu mister sao os
primeiros confidentes da idea ; pode-
rianios iliamal-os os secretarios nti-
mos de seu seculo. A intimidado
e uiideiicial om quo olles vivem com
ososcriptoros, os ora lores, os poetas
o os sabios iniciara forzosamente es-
sos operariosdo pensamento na scien-
cia, .a poltica o as lettras.
E' possivel suppor-se um copista
de msica quo nao conprehenda as
notas) Um gravador de quadros
que nao saiba o desenlio t mes-
mo acontece com os typographos.
E' a prolisso quo ellos oxorcem a
que mais se approxima da do es;ri-
ptor, si pensar, sentir e'escrever pode
se considerar urna profissao.
i^', pelo menos, a maisintellectual
das profisses manues.
LAMARTINE
PHILOLOGIA
Dcsco!erta do Paraso terres-
u-e e da linuua primitiva falla-
da desde Adao at Babel.
Traduzido expressamonte do francoz
para a Pagina do Domingo
POR
gaiflea bem osso mas esto mes
termo quer tambera dizer um corpo
especial, un ser affoicoado, formado;
pareoo-rios pois raais racional o mais
plausivol que o grito do Adara fosse
o seguiute : E' o corpo formado do
meu corpo, a carne de minha carno,
olla se chamar Aiskd. O appareci-
mouto de Eva na occasij de sua
apres^ntacao a Adamera Um corpo
completo. Elle nao vio ah o osso dos
seus ossos, mas a carne de sua carne.
Comuioveu-se vista de um si da
mesma naturoza quo a doli da auxi-
liar syrapatbica que em vio procu-
rara ; porque o Gnesis reforo quo
quando Aclam chamou os animaos,
dos quaes cada par desfilava dianto
de si, :iporcobeu-so que s6 a elle fal-
tavauma assoei&da, esta auxiliar de-
signada em hebraico por eaer. Foi
pos com razao que vendo-a elle ox-
olamou : E' o corpo formado do
mea c rp >, a carne de minha carno,
olase chamar Aishaporque foi tira-
da de Aisli da carno. Adam om
sua innecencia nao podo dizer : ella
se chamar mulher, porque sabio do
li j iio.n. Esta distinocao do se-
xo na bocea de Adam nao od-
missivel no instante da aprosenta-
gao de sua futura companheira : ois
porque ella chamada vcer, auxiliar.
Lombromosquo Ilaua (Iva) aviven-
te, n&o senao urna designacao, era
quanto que o seu vordadoiro nome,
dado por Adam, Aisha. Devoraos
alm d'isso fazer notar quo o nome
de Adam dado por Deus, segundo o
hebraic >, significa homom, h >-
moni vermelho ; desde ontao inve-
rosimil ([MGaisA tenha a mesma si-
gnificaQao dehomein, anda se-
gundo os traductores do hobraico ;
porqu i Adam o Aish sao approxima-
dos en cada um dos dous vermculos
22 e 23. Devora nois sor traduzdos
do modo segunte : E Jehova Deus
formn da costella quo tirou de
Adam um sordo carne e aprosentou-o
a Adara, e Adara disso : o corpo
formado do meu corpo, a carne do
minha carne, ella se chamar Aisha
carne, porque foi tirada do aisha,
carne.
OS CHERUBINS
Sabemos que instigacoes da ser-
ponto, Adao o Eva, tondo desobede-
cido Dous, cedendo tentacao dol-
a, foram expulsas do Paraso terres-
tre.
Sua volta ao Edn tornara-so im-
possivel, porque cherubins armados
de urna espada do fogo defendiam-lhe
a entrada.
Vamos, pois, examinar un p>uco
esses seres extraordinarios chama-
dos Cherubins.
Esto longo da idoia que delles fa-
zeaios : porque em Ezequiel, S. Joao
do Apocalypse o as Escripturas, sao
denominados animaos: quocotn
offoito, ellos por sua forma exterior
tein alguraa cousa do hornera, do
leao, do boi o da aguia; por esto
conjunoto hybrido, figuram a intel-
ligencia, a coragem, a forca, a [)aci-
encia, a sabodoria e a rapidez : n'uma
palavra, todas as aptidoes notaveis
n i hornera e nos animaos indicados.
'.i-
do corybanto, cujo nomo rectifica :
caro ilfastar, conservar om distan-
cia tema, o vagabundo, o erranto,
o exilado em paiz desoonhecido : v-
so quo a copia do Cherubin ou ka-
rubin bblico afastando Adam exila-
do do Paraso terrestre.
Na antiguidade seres hybridos oc-
cupavara lugar as historias de sua
onoca: assim quo os Gregos ti-
nnara seus satyros, cuja figura ora
motado cabr.i o* netade hornera, ati-
rando urna flecha.
A etymologia de satyro no
chua satiri, ir atirar ou traspassar,
por dentro.
Os Assyrios e os Persas tinham
tambera seros fabulosos, entre os
quaes acha-se o genio Simorcanca,
que apparecia e fallava aos homons
sob a forma de urna aguia de prodi-
giosa grandeza ; tinha vivido duran-
te varias rovoluces do seculos antes
de Adam o vive o anda no tompo
des1 ando as tradQScs orien-
taos. Simorcanca docomp5e-so om
i res palvras, quo sao simi, figura,
voz, orco, montanha, e auca, aguia ;
a voz ou a figura da aguia da mon-
tanha. Esta pequea digressao dei-
xa vor a antiguidade do kichua no
centro da Asia. Mas voltomos aos
nomos do Gnesis.
(Continua)
Indaguemos
agora
o quo significa
, que nenhum dic-
cionario hobraico a ora a raiz,
i -
A. C. A. P.
idam e Eva
(CortintutQo)
Ora os traductores da Bibli
inclusive S. Jeronymo na sua
' Vulgata, trocavam o nome do Aiskd
'pelapalavra virago que significa mu-
lher mulher nao umnome em quan-
! to quo Adara deu um a suagemoa/fa!
'.exclamando : a carne de minha car-
'ne, olla se chamar Ais/ta. Ora, em
'lingua kichua Aisha quer dizer car-
1 ne, aishai, minha carno. Eis ah
1 pois aind i o facto histrico claramen-
[f> Kpresso pelo kichua. V-se por-
1 tanto a superioridade do kichua so-
' bre o hebraico, por isso que melhor
' tera conservado o sentido primitivo
da lingua tradicional.
Temos ainda urna obsorvaco a fa-
zer sobre a traduccao dosse primeiro
! membro da phrase onde se faz dizer
a Adam o osso do msu osso no d om duas palvras a siguicaco
Krub, no plural Krubim de que Jaze-
mos Cherubins.
Doelareuios 1 >o qu
d
nen a etymologia era traduccao
alguma do Krub ; p irque este nome
nao de origem hebraica oro mon-
ta oxpulso do Adam. Assim, des-
de a creacao do hornera, eis un nomo
tradicional, que deve necessaria-
raonto ter soffndo aigumas alteracQcs
era sua pronuncia primitiva, desde
Adam at o diluvio, depois desde o
diluvio at Moyss e desdo esto as
numerosas copias do texto hebraico ;
fcil de domonstral-o, por meio do
kichua e das proprias letras hebrai-
cas. Fagamos primeiramento notar
que o nome Krubim no texto he-
braico tem por letra inicial um ca/.,
que c ou k o que sem razo que so
lhe d a pronuncia articulanto de
Cherubim.
Os raassorethas, e, se nao olles, os
lexicographos, puzeram sob o w/ini-
cial o ponto vogal e era lugar de a,
assim om vez de 1er Kerub preciso
lor Karub; aqui o kichua faz f.
Com elfeito, nesta lingua ha o verbo
karu, affastar alguem, conservar
e.n distancia; a 3.a pessa do pre-
sente do indicativo karwi, elle af-
fasla, elle conserva em distancia.
Karuu posto no plural pelos Hebreos
faz Karunim ; deve assim ter sido no
primeiro texto do Moyss, o qual,
durante tres mil annos, soffro om
seus caracteres nnmerosas altoracoes
por parto dos copistas ; no casq pre-
sente a alteraco do b, ultima letra
de karub, evidente; basta para de-
monstral-o nao so o kichua karuu,
mas transcrever estas duas palvras
em caracteres hebraicos: diticil
nao confundil-os, porque a seme-
lhanca do b o do tal que oscroven-
do-se o um nadinha malfeito, tera
sido lido por b. Este facto nao nos
parece duvidoso, depois da significa-
Qo do karun, elle affasta, conserva
em distancia como dil-o o kichua,
o quo delino o papel do Cherubim,
incumbido de affistar do Edn Adam
e Eva. O kichua como se v, tem
ligaces cortas com a primitiva lin-
gua da humanidade; e o nome do
Karun tornado Karub, transmittido do
idado em idade com a tradico vi-
nha de urna lingua desconhecida.
Nao foi smento no hebraico que se
fez a corrupgo desto noine; porque
as suas poesas Ornho cantou um
Corybanto, especie de Cherubim pa-
go de natureza diflforento; era elle
representado trazendo na inao um-
gladio o tinha por funeco a guarda
de urna arvore; como se v, urna
reminiscencia do Cherubim guardan-
do a entrada do Edn. O kichua
POESAS
2*oeain foriiioxiisijMa
Andava ura dia
Km P'fjucnino,
Ni: arredores
De Nazar,
Em companliia
De S. Jos
O Deus Menino,
O Bom-Jesus,
Eis senfio auando
V n'um silvado
Andar piando
Arripiado
E esvoagando
Ura rouxinol,
Que urna serpete
De olhar de luz
Uesplandccente
Como a do sol,
E penetrante
Como diamante,
Tinha atlrahiiio,
Tinha encantado.
Jess, doido
Do desgracado
Do passannho;
Sae do caminho,
Corre apressado,
Quebra o encanto;
Poje a serpete;
E ile repente
O pobresinho,
Salvo c contente,
Itorape n'um canto
Tao requebrado,
Ou antes pranto
io solugado,
To repassado
De gratido,
D'una alegra,
Uma vehemencia,
Urna exnansSo,
Uma cadencia,
Uma expressfio,
Que commovia
O coragao !
lesna caminha,
No seu passeio;
E a avesinha
Continuando
No seu gorgeio
Em quanto o va;
De vez em quando
La lhe passava
A' dianteira,
E mal pousava
Nao afrouxava
Nem repeta,
Que redobrava
De meloda 1
Assim foi indo
E o foi seguindo,
De tal maneira
(ji: dia e noite
N'uma palmeira,
Que havia perto
D'onde morava
Nosso Si-nhor
Em pequenino
Era j certo)
Ella l eslava
A pobre ave,
Cantando o liymno
Temo e suave
Do seu amor
Do seu amor
Ao Salvador!
Joc de Deus
A primavera
(A. DE SEGUR)
Salve estaco^l Sua croa
Deua s campias off'race :
Seiva ardente tudo aquece,
De tudo rompe e se esca.
Um mundo invisrel sa ;
O bosque ; o campo floresce.
Sobre as pedras a agua desee
E a sua cancho enta.
Doura a giesta o oiteiro ;
Na relva verte o espinheiro
A nev de suas flores.
Tudo amor e luz encerra,
Sobem do seio da trra
Cantos mil e mil odores.
O esli
Do sol, no co que se azula,
Queima o bosque o rao louro,
Que nos ramos duradouro
Como uma lava circula.
sol os campos oscula,
Mas nao rouba o seu thesouro ;
Na planicie a msse ondula,
Como um mar de vag-as d'ouro.
Sbito o ar escurece,
Sopra o vento, o raio desee,
E, quasi no mesmo instante,
Da novo o astro resplende
E seu vivo ardor estende
Sobre o solo fumegaate.
O outoiuno
Longas noites, curtos dias :
Com seus raios desmaiados
Ergue-se o sol sobre os prados
E sobre as campias frias.
Perde a flor as loucaaias ;
Vem-se os arbustos mirrados ;
A natura, em sons raagoados,
Sonha as mortas alegras.
Nao a velhice ainda.
Mas da primavera linda
Nao mais o brilho e a graca.
O invern est imminente,
E o anno, rpidamente,
as ondas do tempo passa.
O invern
De fri o mundo adormece ;
O vento as nuvens ewpanca ;
Do monte a alavanche arranca;
Mais forte o invern parece.
A vida em tudo esmorece.
A planicie aberta, franca,
Dir-se-hia mortalha branca,
E co'a nev a morte desee.
O co contrae-se de fro ;
Veste a trra um ar sombro,
De immobiiidade presa.
Nem um sopro, um som se sent..
Para do sangue a crrante
as veas da naturia.
7. B. Re-futir Cti

i


\
A Oceasiao
Mulher, quem s ? mortal mo nSo pareces,
O cu te revestio de tanta graca !
Teu aligero p no chao da trra
Nao pousa ; breve passa.
Eu sou a Occasio, por isso mesmo
De poucos conhecida. Revolvendo
Dos successos a roda infatigavel,
Rolo, sa o p me prendo.
Ninguem corre aps mira que ae nao canee,
Nenhum vo a corrida me ultrapassa,
Quas apanhar me deixo aigumas vezes,
Somente por uegaca.
Trago na frente esparsos os caballos,
Com elles peito e rosto vou cobrindo,
Passj assim entre os homens descuidados,
Incgnita, fugndo.
Pelas costas eolher-me v fadiga,
Que desafia todo o humano eforco,
Pos de minha cabeca lh'o embarasa
O calvo, liso dorso.
Dize-me : quem te segu?O infecundo,
Triste arrependimento : na refrega
Da vida, quem nao soube aproveitar-se
A elle entSo se entrega.
E tu mesmo, que o tempo ests perdendo
Em ftil distraeco do teu talento,
Ai, nr- percebes, misero e mesquinho
Que das mos te fugi. em um momento.
F. OCTAVIAKO DE ALMEIDA ROSA.
-
1
i


A moagem
Revestida de galas se os.enta
Campeando, distante da villa,
Por aquelles Agrestes sem termos
A modesta Engenhoca tranquilla.
Tao faceira ella est, que um gosto
Contemplal-a, meu Deus to bonita,
Como em dia de festa a matuta
Com s ;u novo vestido de chita.
Cavalleiros diversos apeiam
Em to boas e lepidas horas,
as pernera8 ou botas mettidos,
Arrastando comprdas esporas.
Chegam varios paisanos em chusma,
Vozeria geral levantando ;
E de p, ou de ccoras, todos
Uns com outros esto conversando.
Uns accendem na braza o cachimbo
Da comprido canudo bregeiro ;
Outros sorvern co'estrondo a pitada
De torrado do seu tabaqueiro.
Sao parentes e amigos, sao todos
Convidados que vm, de bom grado,
Assistir da botada festanca
E agrado pagar com agrado.
Lenha muita alli est, muita canna,
No extenso terreiro fes'ivo,
Aonde homens, mulheres, meninos,
Mostram todos um gosto expansivo.
Tarda junta de bois escolhidos
No cambo, ao ferrao se torcendo,
A' voz deei! e de5 que nao cessa,
Anda ou para, a almanjarra movendo.
Vai o caldo correndo por uma
Longa bica da pao, e cahindo
Em um cocho que abaixo se encontr
E que alli de parol vai serv ndo.
D'entre os dentes da tosca moenda
Cai, de todo espremido, o bagago ;
Fervo o tacho de mel sobre o fogo,
No fogo, rescendendo a mellac.
Espumando-o l vai com um coco,
Temperando-o co'alguma diquada,
O factor das vitaes rapaduras
Cuja forma j est preparada.
Entre a gente de casa e os amigos
Que alli vm, dos de casa a convite,
Reina plena franqueza, completa
Liberdade, .prazer sem limite.
Transparecem n'aquelles semblantes
Bem visiveis signaes de contento !
Entre gente e animaos, tudo, tudo
E' completo, geral movimento !
E' de certo uma festa solemne
Para esta remota paragem ;
Para a pobre Engenhoca do Centro
E', de certo, uma festa a moagem.
F. Cismontano.
.


A Beatriz
(FRANCIS PITTI)
Lgubre o sitio, fnebre e tremendo
Escruta o meu olhar, cheio de medo,
Este cabos em que, presa a um rochedo,
Dos precitos a turba est gemenlo.
Dante esqueceu este lugar horrendo 1
Nuvens, que o vento rasga no fraguedo,
Tingem da rubra cor o abysmo tredo,
Como vapores de uma cuba ardendo.
Mas eis que surge Beatriz, e ao vl-a,
Com a palma na mSo, na fronte a estrella,
Cheia de graja e luz, de encanto e riso,
O sol de novo sbito apparece,
Das trevas a visao se desvanece,
O inferno se tranforma em paraiso.
I
y. B. Regutira Costa.
'!:


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