Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20039


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Full Text
;\

AXXOLXi
Ter^a-reira. i de Agosto de 199<1
\l IIRKO IStp
PB
.ma ^a oftrtlALi c LiGAHE? Ui\rfc riAU :>E AGA 'OKTE
Por tres mezes ataritados. 8&00
Por seis rnezs adianlados. 13000
. or um anuo adiantado .... 30&000
HE. flWllHO SI SABIA & M
SAO flOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
QA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & G.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado ,
Numero avulso do mesrao da.
Numero avulso de dias anteriores.
33000
#100
1200
eleorammas
OIRG3 f 43a:LA3 20 914313
Rio de Janeiro, rg de Agosto, s 6
horas e 5 minutos da man ha (rebebido
na estag ise 5 minut <~ c en-
tregue as 9 horas e 40 minutos).
Foi concedida exoaeraco do cargo de
Ministro da Fazenda ao Dr. Felisbdlo
Freir, e nomeado para substituil-o inte.
rinamente o Dr. Cassiano do Nascimen-
to. Ministro da Justina e Negocios Inte-
es.
H intem quando subia para o mor-
.0 da Sade urna carroca que conduzia
munices para a batera General Carnei-
ro, deu-se urna pavorosa explosao as
mesmas municoes, causando a morte de
grande numero de pessi S, entre as quaes
familias inteiras.
Varias casas ficaram arruinadas. Po-
rjac de c irp >s humanos forana atirados
po 1- :-.-iuito distante-.
J ha i8 cadveres recolhidos ao Ne-
crot ido duplo o ttiumero de feri-
rido?.
Rio le Janeiro, 20 de Agosto, as |
horas e ,'0 minutos da tarde (recebido na
estacan s 6 horas e 20 minutos da tarde,
e entregue s 7 horas e 15 minutos da
noitt .
No Senado nao houve hoje sessao.
Na Cmara dos Deputados houve
numero para votaco.
Entre outios projectos foram approva-
dos : em'." discussao o orcamento do Mi-
nisterio dos Negocios Exteriores; e defi-
nitivamente, para ser remettidoao Sena-
do, o substitutivo do S"\ Coelho Cintra
ao projecto da commisso da Cmara so-
bre exames dos alumnos das Escolas Mi-
litare- e Nava!.
Voltou commisso de orcamento o
projecto de li.x icao de forcas de trra.
O mercado de cambios fechou com
a taxa de 9 e 5/16 d. por I $000.
Rio le .Janeiro, 2 > Je Agosto, s 5
horas da tardo (recebido na estacao s 6
horas e 50 minutos e entregue s 7 ho-
ras e 15 minutos da noite).
Fallecau hontcm na cidade da Ap-
parecida, no Estado de S. Paulo, victima
de urna congestao cerebral, D. Lino, his-
po da diocese d'aquelle home.
Seu corpo seguio tarde para S. Paulo,
sendo depositado na S cathedral s 2
horas da manha de hoje.
O povo carregou mito o fretro.
D. Lino ser sepultado hoje tarde na
crypta da S ao lado dos predecesores.
Foram hoje lancadas pela impren-
sa grandes subscrioc5es pupulares em
pro das victimas da explosao do morro
da Sade.
Ain la desconhecido o numero total
dessas victimas.
Noticias da Baha dizem que se fun-
diram o partido nacional e a dissidencia
federalista, chufad.t pelo Dr. Goncalves,
formando o Partid 1 Republicano Consti-
wal.
. Rio Je Janeiro, a de Agosto, as 6
horas e |" minutos da tarde, (recebido
na estaco s 6 horas e 40 minutos da
DOite e entregue s 9 horas).
Na Cmara dos Deputados foram hoje
julgados objecto de deliberacao os pro-
ject. is : do Dr. Goncalves Ferreira sobre a
Santa "Casa de Misericordia do Recife; e
do Dr. Martins Jnior sobre exames do
Lyco de Artes e Officios de Pernam-
buco.
O D*;. Cassiano do Nascimento as-
sumio hoje o exercicio da pasta do Minis-
terio da Fazenda.
Foi aposentado no cargo de inspe-
ctor da Allandega da capital federal o
commendador Hassalmann, sendo no-
na sacio para substituil-o Honorio Alonso
Baptista Franco.
Assumio, porm, o exercicio do cargo,
na ausencia deste, que est em commis-
so na Europa, Francisco Manoel Fer-
nindes, que foi nomeado vice-inspector
da mesma Alfandega.
II : lili .wa1^1^P
K\BTEOFFIGIAL
F. P. rjoolilreao, pe linio pagamento da
quintil do I3?j3fl6 proveniente los obj os
fornecidos ( >mmissao c snlral do estaitica.
Informe o r. cliefj .la commisso central de
estatiattea do Estado.
I mor 1 Francisco da ".uil.i, sentenciado, pe-
lln io perdSo. -Informe o ; ir. joiz de direito do
momcipi 1 de Ni. irath, m indando juntar os cwoentos 1 trae r lrem s arta, e 3 do de-
creto n. Sit i hfjo de 18 0.
Bacharcl losBrandSo da Rocha, jais de di-
roito ilo municipio de Barreiro?, f>t- ment de sena vnciuicntjs. Informo o Dr.
inspector lo The uro.
J081 !: ilva 3* senl nc ad 1 pe lindo
para ser posto em liberdade. Inform o Dr.
jais de direito i r-xe oJOos criminaes
I, 1 ardo A'.-- Nogueira, sentenciado, pe-
dindo perdao.Informe o Dr. jnix de direito
lo manicip! 1 de S irinh -m, man lando juntar
os documentos le que tratam os arts. 2.;.'Ido
decreto n. :'..";. de 28 Murro do ISSO.
Manoel Paulo da silva, silenciado, pedindo
perdo.Informo o Dr. joiz do direito do moni- q,;-i 'ouver.sa
eipiode BomJar.lim. mandando juntar os do- <>
cumentos, a que alludem o- artig w e :; do
i. n. :,:> ; ti 1 i 1 d 1 'i..-1 lo is60.
Manoel francisco (toNiscimenlo, sentenciado,
pedindo para ser posto em liberdade.Informe
o Dr. juiz de direito das execncOes criminaes.
Manoel Riueirj da Silva, sentenciado, pedm-
par < a r p 1 m liher la le.Inform o
Dr. diz il! direito las ex<*cue5ea criminaes.
Mara Antonia da Antiunciaco, sentenciada
pr tindn pira w requizilad > o s >u regress 1 lo
presidio do Fernando para osla capital.Infor
ni i j Sr. diroc'or Jo presidio de Fernando de
Noronha,
Theod ir > -lose di silva, sentenciado, p i lindo
para ser posto em llli-rdailc. Infonne o Dr.
joiz de din'itn das ex 5es eriroiBaes.
Secretaria do Ooverno do listado de Pernam-
bUCO, de AgOStO de I89i.
O portoiro interino,
A. da Fonseca.
di diaria do S^r? Padre, ruja eiiado n&o (ao precario como anooocion se ra me- di em loaae as fuas ma e.-ta/e.-;
-8, segando a itii om;j 10 seu medico. O governo, por furjj dessi ujva lei, ja or :e-
A3 nicas pe3?oas alaiittiddS durao: noa apasntoi loas l'iatt d>* carina le, um criada de qoart e
um prelado amiei particular de LJ> XIII.
Nj ca-rer do ^iia, neoQua famalo penetra e <>
pus aposeotof priva 10-.; gmente n)lle9 teoj
n'rad o< !' irte -"..o dedicados.
) Papa levanta--:* as 8 ho-ig da maati o co-
p(a namedlatamuate a traoalQar, apras tau-
Palia ago-a proauajiar-se a lai{iaierra; e aca-
bara ch oof cels.'yio sea p-oposi^- de nao vio
laratradicao da 9:u direiu deasylo, 00 icrJ
H 1 ry mantera lirm<: e anergicamei e as
suasexiraorlir;.)-!;* declaracoei na cam*r' alta,
J^;p ; 1 doa repa-u tos aial- rj-s e
d;ig chao eSlanii itraogetraj ?
-3 o o X a qaestSo, ma tainbem camei
io--e s 6. rLoTseohor Aaceii, seereta-to arti- a tormar-se na opi nao enropa ama ceria cor
'
Governo do Estado de Pernam-
buco
e-pachos do dia 17 de Agosto de 1894
Antero Aprigio de Amorim, sentenciado, pe-
diodo perdiAo Sr. Dr. presidente do Supe-
rior i'ribunal de Justiga para mandar cumprir o
desp.icho cima vista da informacao prestada
pelo Dr. juiz ue direito do municipio de Bom
Conselho
Damiao Cypriano de Barros, sentenciado, pe-
dindo para ser posto emhberdade.-Informe o
Dr juiz de direito das execucOes criminaes.
yuPSt!IP: 'i":>lici;l
2." Secca N. 181 Secretaria da Que^ture
Policial do Estado do Pernambuco, em 2') la
Agosto de l^9^.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima,
mui digno gobernador do Estado.
Participo-vos que foram recolhidos L Casa de
Del ni ao os s guint :s individuos :
No dia 18:
A' ordein do rubneli'gado da fregueila do
Recifi', Jos Fernn les u Costa e Jos Maree-
lino dos Santos, como 'gatunos, tLinba dispo-
sico.
A' orlnm do subdelegado do 1." districto da
Boa-Vista, Jos l"s Aojos, par disturbios.
No dia i' :
,'.' ordom do subdelegado do i districta de
S. Jos, Antonio Rogerio de Oliveira, por em-
briague/, e disturbios.
A' ordi'm do subdelegado '.o t." disiriclo da
Bu-Visu, Fraocisco Jos Moreno, por distur-
bios e ollVosas ;i moral publica.
Communicou m; n subiolegado da Ire-
gui'zia do Rcif;, que n > da '7 docorrent;, As
9 horas da noule, no b;cco da Lingula, o in-
dividuo de iioin; Jos Marcelino dos Sanios ag-
gredio, cen o fin de roobar, a uns portngoe-
es qii" al i se achavam, mas, passando nessa
occasiao a palmilla que ron lava a fregnezia e
ouvindo estol gritos de alarma, immediatamen-
le se dirigi para o logar d'ond i partir os gri-
tos e aln cbeftUldo consigui capturar o releri-
do individuo, que se acha recolhido casa de
Detenrfi > a iiiinlia disp i^icao.
Pela mesma autortdade foi tambera pr;>o na
mesma data e recolhido Deteoco a minha
disposicao o individuo de nome .los Fernan-
das da Costa, por nacer f I le lomad) fazendas e
gneros nos estabelecinient >s on le compra o
Sr. Fanlon, do quui havia sido criado, tendo
lugar a pristo do inesino m iividuo quando elle
I procura va le var para si, do armazem do Sr.
branles, sito :i ra da Cruz, diversos gneros,
em noiii i do referido Fanton.
N'esta data remello ao Dr. promotor publico
de Maribca, para os devidos tins, o auto de
perguntas fetas a'Jos Antouto'Jeronymo que
ge acha recolhido Casa de Detencio, o qual
acaba de ser reqdtsitado pelo Dr. Juiz de Di-
reo daquelle municipio.
O cidado Sevenar.o Monteiro Leite assumio
no dia 13 do corrente, o exercicio do cargo de
delegado do municipio de Cimbres, na quali-
dade de !. supplent;.
Saude Frateruiddde.
O questor,
Julio de Mello Filho.
Tbesourit d Estado de Per-
nambuco
Despicho* do dia 20 de Agjtto de 1894
Bacharel Jos C. Caldas de Albuquerque, Na-
poleao C. Duart". Empraza de Obras Publicas
no Brazil, a mesmi, Companhai Pernambucana,
e abaixo assguados, Promotir Publica da Ca-
pal Informe o Sr. r. contador.
Manoel Antonio dos Santos, Joauaa C. de
Araojo Figueiredo, Gompaobia Cieral de Melho-
ramentos no Brazil, abaixo assignados, empre-
gados da illuminacaj publica, Tenente Abilio
G. de S N'ovaes. Haja vista o Sr. Dr. procura-
dor riscal.
Mana C. de Figueiredo, Pedro J. Vieira e
Alejandrina A. de S Canteante.A' seccSo
do Contencioso para os devidos fins.
Anua Vetianciu D. Martins. Certifique-se.
Simplicio .los de Mello, Jos Mendes da Silva
e Augusto Cezar de Noronha A' Reccbedoria
para fazer as notas o devolver.
Antonio Uchoa &C. A' Contadorla para fazer
a exigencia da Contadoria.
Manoel dos Passos M. Uuimaraes.Informe o
Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
Recurso ex-oflicio uo Dr. inspeclor d'Alfau-
dega ao Dr. inspector do Tlusouro do Estado
sobre Borstelman e C.-A junla resolveu negar
provimento ao presente recurso, aiim de ser
manlida a deciso recorrida, pelos fundamentos
da mesma deciso e resolveu mais que a dispo-
cao do art. tOI do Regularaeoto.
Instrucco Publica de Pernam-
buco
Despachos da Inspectora Geral d da 20 de
Agoto de 1894
Thereza Josephina da Gunhs Salles. -Enca-
minbe-se.
Secretaria Ja Instrucgao Publica do Estado de
Pernambuco, 20 de Agosto de l89i.
O porleiro,
Fenelon Attico Leite.
cnlar, sem nnn-.>. a erar que o cuamem e ret;-
rtndo se s 9 tijas da manbS.
S-gu-Tn-se o-liDiigo, as oeocSos. an audiea-
i ums exonda rel c*a ; ve-a a
i.o a da a sta <\ qcando o lempo po-miite, d
u p meii nos jardins do Vaticano.
A's 3 fio- >, L-> XIII volta a s-as ap.fen'os,
0 me da ento aeiieocia ans cardeaea e embai-
x .i- s ; '.-'S persoagens olli: a- s Sna
S i i. id Haas sempre relm algou .".OT) 0
! a 7 ou 8 da tarde hora 8t
?n o emquanto dorm" vigia-
do porftfsea irins d-i cahdade, um prelado
f a*. algn* metes oissadoi por um servo, qie
to-noo c ftlebro por haver acoaipannaio o
PjD". desfie O te'opo 'm qne estn e-a bi^po de
1 I ; ch i Dava-3* Francesco Mioocber:, e fal-
lece ia pooT.
S i mes i-' Peverelro do anno preseole, Sua
Santi' ro itreg r se aos cuidadas do
. K J pp, > ee eure o.v:ro que adirma tratar
0 as a~ mol --tas co i a agaa.
A s*o p-.i'o o 8r. K eiop foi a Roma e de-
po s u" i uvi' o Sjop'ano Pooli'.'e, ttujeitDU-o a
c iii rtssas fr ue, applicadas no peacago e uos
1 i tiio do lser deappa'ecer as permrba-
5j-i gcturo-iolestioaei de seu nlomre doente,
o o ;.i!ihjj comeja-am a incoar demaaiada-
meote e Le. XIII qa"ixou-3e amargamente d.is
miles que vieram sugmbotar os t>eus ja pesados
goffrim< ntg.
Lo XIII fo s-mpre de ipparencia frgil ;
quan u (o1. e-;:o Paca, muitoa prelados que o
conbe&am ajsaveraram que nao vtveria um
anno.
Uaj fraicis :ano, entretanto, garanti Iba qoe
vivarla vlnte; e na poaco lempo, como urna no-
tiDiltiade medica '(allana Ine dissesae qoe aluda
navia de viver miis cinco anooa Sea Saottdade
^evanioj se conteDte, exclamando:
H.-uvo. vlterai o lempo propoettsado pelo
bom franciscano.
L-'o XIII de tedoa os soberanos aqcelle qoe
-r.ais re.peili a impresa.
Sua Saati la Je ofliciou uo dia 3 poot'.cal-
roente la Bielllc- de S. Pdro.
En ei;oi:a IjCuo a bencSo e deu belja-mo
. os devetoa, (ji- i :!iid n o templo.
O Santo Padre dirigi urna eocycti a aos
b'-pes traafiros, cooratolando-ae pelo resta-
belecimetito da piz oa Repblica e excitando os
.. c. iciar da ;osiroccao do clero.de augmentarlo
ncoumero de seminarios e ordena religios?s.
A impreosi quasi em geral reprodui esja en-
cj-lica.
Contina em estado satisfactorio a saude de
ua Saodade Leo XIII.
O tea medico asaisteate den a respeito a om
jornal! ta eta- formagOas
u estado de saude do Ppa exceliente; ao
contrario do que ae diz, a aua aliuieotaco a
u-' ma e o app-ttte nao Ibe faha.
Logo s 8 horas da mmb Sea Santidade tema
urna cbaveua de cbo.oate com fatiaa de pao.
A's i iiar-s i' tarde servem lbe o almoco, que
se compOe de sopa, nm oo doos pratos de car-
ne trocas e ana cpo do vtobo de B irdeaox.
A' Baile, 9 -o-as, L"o XUI toma novamea-
te so.a, carne, fru tas e Bordeaux.
O eatODao faacciona com a maior regulan
daie.
O fomoo lambem excedente, provando qua
D&i ta diierd'cio de forcas.
O Papa et tfto resiatme como sempre foi;
3penj8,como e uatoral, no vero, durante os
eran des calores, sent algoma fadiga.
Para dar uuia idea da forca conaerv da por
esse velno de 8i annos. dir-ine-iei qoe L ao
XIII osta mot'.o de ir buscar sua blbl otbeca
rente a favor do iceord) p-ovavtl da Inglaterra,
oaa medidas de repres8o contra os aqrchls'.as.
porque se cosven:;>v <\Of ssame gravee res-
nio.-".Dil tade- nao neoaipaaba:i lo as p itencias
n'oma acgo caiimu u qu- visa laijigoa decla-
rados da sacieiaoe moder.;a.
Nos, apesir de 'udo hito, esfania al :la in:li-
n^dus i qu: lori Hcseoery oao transigir.
Allemanha
Delibaraco do Ceotre Gitboli^o
coree da realrais j dos jesoitaa
Viag^-m do Imperador a Inglaterra
oa leu la a iiversid'de de Kie i i
te.-gQaedto de Gora Officio
fnebre d" Sr. CarootOi'postcQat
ympdthic-is pira com a Fraoga
D--pu'aco de joroalis'as de Ham-
bor^o ao principe de B>? paiav as j.-sie-O easoHiaa4x-
palsa ao oarao Wdden umero
de gi-.ierae re'ormadoOs Indi
(Tenis de SasiJj-afliJtja ua 8e-
leiia e.em Birlin.
EXTKRIOR
EUROPA.
Sania S
0 estado de saue do Papa.Iq-
div a acGes da vida diana de Sua
Ssotidade. Noticia da recepc& > do
ministr i ruaso juq o do Vaticino.
O miligre do Jj.zeiro. Iaexa'
lidio di diorie de Lsdocbowskl.
Um decreto pontifical.
De outras fonUs colDemos estes detaltea i
valumes qoe pezam atgumas vexes at 5 kilos e
de tile mermo os trazer para a sea mesa de tra-
balho.
A'qoeltes que pretendem que o Papa nao se
; ole ler em p e qae forcoso andar de lueira,
pd_- respooder-3e eiaiu esmeote qoe, a exem-
plo de tolos oa seos predecessores. L"5o XUI
B se la- triio?por.ii- lase modo quanio aeace
par' o jardim, sudiu;j da mesma man-ira para
a aoa ante-camara.
E' da etiqueta.
Dornote oa seus passeos oo jardim, anda ho-
ras inteiras apoiado sua bengala, anla ate
m mi'.iva.
Em samma, Leo XIII inda oo est de p
cuatro a cinco no-as por da.
Anda recentemente deu a contirmaco a iria-
t oe-sirfs si m sentir a menor fadiga. *
Di:- e que S. 3. vai dir.gir una eacyclica
a todos os caefes de estado, ncttaaao-os eaai-
mando-os na lua contra o anircaismo.
A imprensa europea apreciou de modo va-
rio o acto ao imperador da RuBSia, creando orna
1 -i gao jnoto pe-s a do Papa ; houve, porm,
um ponto em qoe coocordaram iodos : foi em
reconbecer a babtlidade anmma do poatttJce
Leo XUI paa poder conseguir do czar eme
Ihaotn viciona diplomtica
U Sr. I wj:-ki. mtoiairo russo nomeado, apra-
seooo ao Papa as suas credencues, ebegando
ao Vaticano s, sem comitiva alguma, e foi re-
cebido por toda a noDrea da corte pontificia.
A aulieocia darou qaa8i urna bora.
Oa discursos proferidos tanto por Leo XIII
come pelo representante da Ruasia exprimate
ainc ra aatiafacSo por verem reatadas as relaces
dipiomanc&8 emre os doos soberanos e o deejo
reciproco de que ae Urmasae a paz religiosa.
Finia 2 audiencia com o Papa, o novo minia-
tro dlrigio-se reiidencia do cardeal Rampollo,
secretario de Estado.
Diz- que a Santa S coodemnou os sap-
postos milagrea do Joaseiro, no Estaco do Cear
oeaaa Republlca-
Addlciona-ee qne foi ordenado ao respectivo
diocesano qae panisse severamente os sacerdotes
envolvidos nesse (acto.
Desmeute-se a noticia da morte do cardeal
Ledocbcwski-
O Monitor, de Roma, pnblicou o decreto
que deixa aos biapos completa liberdade de ac-
quisicSo dos Itvros litbargicos oecesaanos s
suai dioceses.
Suleaa
O kbediva~Lel contra oa anar-
chlstaaSuas diaposlcSeaO que
far a Inglaterra A opiato que
rorma-se sobre o sea accordo.
Cbegoa a Scbaffoosen o kbediva do Bgypto.
Sua Alteza Abbas Pacha coota demorar poaco
nessa cidade, n'onde seguir a visitar ootroa
pontos da Helvecia.
E te pajz ja tem em vigor a sua lei coaira
os auarcbsiaa, votada em 1893 peles Cmaras,
foi submettida so referendum ; e exgotado o
praso legal estabelecido s reclamacOes sem que
bouvesse reclamacio algoma, entrn em vigor.
A lei cooia 8 argos, tendo por oispoiico
priocipal a qoe vita pune a locliacao ao crime
e ao del to.
A imprensa tem ae altender mal seriamente
s questdea de pabhcUade.
Circula em Berln, qae em ama reaoio 1e
lodo* os grupoi do >a';ri<, o deuutado H.
Scnadler ee dlsse antonsado a dealarar qae o
partido ctlbolico n3o poiia Husteatar-3e com a
re-oiaca do Coogresso Federal, aatorsaado
uaic'mente o regre^eo dos rteeaiptori8ia3 A
fraego do 'Jcotro resolveo immeJiaiamente
iiue. loge qoe o Reichstag reabra, ae aprsen-
le novameote a m if i relativa readmisao dos
jesutas, esperando ven:er, porque o governo
nao peder pass;:- sem os seas voio.
O imperador Guilberme, que bavu reso!-
vido urna viageui a laglatarra, acao?, de embar-
ca: erm esle destino boron do eeo jasa: beozell-ra.
A universidade de Kasaisber,; celebrou a
poaco o sen jaoUeu.
O imperador Gaiiherme dirigi I0'1, per nter-
me lio do principe Frederico Leopoldo, ana car-
ta de feliciiico ; t u'elii regs:i qa a \loer-
iia^ (ij| o no ne da orwersidide) nao;a
queceu a mso qae lbe f i aiirioui la na sos
fandacSu, isio de representar na guara avaa
pad, ara Dentro da eiu'jagao e eaptnioalle
ma i.
A Albertina tomou-seao mes do lempo um
filo recoabecldo dos uiteresses e do espino
icieailttco.
O imperador lembra qae tunos na nr fa:aiita real pert-^nci-an uuiversidade como
reiteres magnficos e em particular o impera lor
Oailnerme.
Toda a Eo-op est alar Dala com a de-
claratao felta pela ftaasla de iuiferir-se noi ae-
goci.'s cbioeres, con ajieagis i Inglaterra ;
seado qae, de ordem do almlrantado allemo.
aeguiram pira a Corea os cruzadores Mane ,*
Ancora e Alexandria.
O officlo celebrado na igja da Santa
H-\Iw;r, pelo repiuso da ala. do S-. Caraol
foi urna in inifesiaci da< mus imponentes.
O genenl de Wtaterleld, commmianta do
corpo de guardas, qoe repreaentava o impera-
dor, exprimi ao Sr. Herbe'.te, embaixador de
Franga, os seotimonioa de cal irosa symoathia
do soberano pela desgraga qoe ferio a mcSo
fra ctza.
Denire oa peronagana qua aasiatiam 5 f.ar'.-
mooia fuaebre, nolava-e o pr.ocipe Frederic de
Honeozalle-n, o principa Alberto de Saxe Al
tenbourg, o general de Ciprivl, cbanceller to
impa.'lo; todos os memoroa do Corpo di loma-
lico, oa Sr*. Miqcei, le Soneling e a'Solem-
b>org, inembro.i do gabinete pruaaiaao ; o Sr.
Wedel, m nilro da c8a real, os ajudaotea d-
campo generaes de Raucb e de L -iii.; lo-tl, o
conde do Earal 11 )i: d i:io, os fu 'C o ,arios mu
nicipaes; os frao tez \ residentes em Be'ltm e
sois molberea, oem como um graode nota-
de representantes de toda? as classes da socte-
dade.
A embaixada da Frang tioba deposto ao pa
do altar urna corda de amores perleitoa com la-
gos tricolores.
Esta curda liona i segointe iascnogo:
A' memoria de Sadt-Carnot, t de Jaho de
1894 .
Depo's de acabsr o officio o general Gaprivi,
cbanceller do imperio, aDounciou officialmente
ao Sr. Herbette, nmbai:'.ador da Fraoga, qoe o
imperador liaba perdoado o mandado por em
liberdade, pela manb, a dota officiaea francezes
detidoa em Glatz.
Por toda a parte coaii-uam as maoife-lacOes
em favor da Fraoga, mamfesiacoes qae sao ao
mesi o lempo om diaforgo comra os vis e co-
v.iri'.a asaasainos de todos oa domea de bour i,
ca bandidos da anarcbla.
Corren qae ia aer sobstitoido o Sr. B*t
bette, embalxador francs em Barm.
As folhas tmeiosas allema?, desnea'ido o
boato iaogado por algans (ornaes francezes, di-
zem qae o Sr. HerOette xosa da mais abaolu a
conriaog: do seo governo e mnito apreciado
pelo imperador, como o prova a visita qne e le
lez receotemente a Ktel, qoaodo abi se achava
Gailnerme II, n ae devendo oscultar qae as re-
lagOes entre os dois paisea team melborado coa
slderavelmente, gracia ao tacto e habilUade do
lllnatre dipl uta francs.
Se, como eremos, o Sr. Casimir Penar peoaoa
em subauuir o Sr. Herbette esta iodicago das
folQas clBciosas alletnSs deve de ctrto faxei- o
ma lar de parecer, oois moslraqae a retrala do
diplmate francas uo sana agradavel corte
de Bei-iim, e isla nao pode ser-lne indiffereote.
Daa'a diapoaicao sympatbica, eic orna p-ov, :
Um yacht de recrelo f^ancez Satnt-Louis, levando
a sea Dordo M. de Clercz e o Visconde de Fe
rieres cuegou a Kiel, oade fe a bava a esqoadra
allemft do commando do principe Henrtqua da
Pru-ai que tem naqaella cidade a sua residen-
cia official.
Oa viajantes foram multo amavelmenie rece
bidos por S. A. R. e pela priocea sua espisa.
e tiveram a bonra de atmogar com ellea.
' Bala amabiltJade doa p'iocipes prusaiaaoa
para com oa viajaotea franceses naa detxa de
ler stgairicago e de merecer regiat-o, poqae
demonstra que o acto do impar dor com relago
a M. Garuot nao foi u -a qaesiao de momento,
mas sir o resltalo de urna ioteoco assaate
dedesfaier as prevengoea qoe em Franca posea
haver inda a respeito das diapjs'coes da Alle-
manha.
O prracipe de Bamarck, ao recebar urna de-
putago de jornallstaa qa > vieram de Hamburgo,
oodeactaalmente ha om congresso da imprensa,
em excarsao Fnelricba-un fez esta declara-
gao melanclica :
a miaba vida de ora avante consagrada
coniemplago, e recordagao do paseado.
Regoaijo- ce qoe estejatnot de ac'or.'o com a
Aaatria, ou, para meloor dizer, qae, noa pudes-
se coodigfis que no lempo do paasado cenaelba
federal. Vtvi nessa poca; era como se Uves
sem engatado das parelna de carillos a um
tren, orna adiaal? e ootra ai-a, e as fizessem
fpa*.ar: ts o e.itado da nago aiie ,..
Ti vemos i'.sgragadamente qaa reco-rer ao
juL's njn o de D-us e da e-psd>. F) a n
guerra entra irastoe e todos ni deploramos
ir si lo conairao^idos a proieder assim. Mas
aqa-lle que langa um g-dpe de vista rel.o-
aoecilvo, C m coabecimeuto daa coa i-, ha I;
iriamente dizer iju^ s a espada poda'ia
corta- esse n lor-iio secular.
M s, desde i8, na tiob ma, q .e libamos
s '.tanlo.
Pr icedaeuios aqai como bomens qu^ da;a-
j'.i poder volt r. A guerra ti*oo p'is eocerra
da -ru lipitai t loj >
;o obiivemos de Vienoa qs n >> euae.i o
pui-o iivra em Allemaana, ^x,)irimauja s
n- aaidjde de coase var a Ai-*t*ia > fo-tt-
cono tantea, at raesmo mais forte, pjrqo^ es-
la-iins com e l3. Nao, vei-dade, unid)' par
lagoa ia estrellas como com a Alienaoba do
.-i.. um lago mis iotijjodo qo^ o actdal de
na la nos servira. V< ia lea a voisa ei-j'en-
c;a psaoal, o vosso desenvoivimen o roprij.
N i o-.cu io Daauoio, uOie o aenanismo nao
e- a a. nada pode depender de Berlim. D vj-
mo-; vi.e- lado a lado como tiris aralos.
E' oeste sentido qa-- me regesijo em saada'
squi os aostna-jj, seio como compatriotaj, ao
m- io. C3IDO reoreseotanies de om povoamtgo
Est- disiorso de Bisraarck tem sido mult.>
commeiitalj por toda a lujare isa europea.
Su:ceia oeste momelo ama coaaa verdade-
ramente extraordinaria e digoa un mengo ; e :
O 3'. Hass, depntado, fez matriealarjam lilbo
aa escola militar f^aocrza de Saln'-Gyr; e Dor
i-so graode nam-ro da jomaos, frente dos
qoses se destaca a Humbwger S'achrichten, pe
deja qua este representante da nagoseja... ex-
pni-o da cmara I
A Vossiscue Zettung censura aspe-amente M.
Hiaa, co ubatt, c mtuio, a idea da aoa expnl
ao da cmara, porqoe por f om i algoma se Je-
ve ai aittir qae a maio'ia pisa excluir qoai-
qoe- dos m-mnr(is do pi lamento do- este oo
aquella motivo, pjrqoe assim ae deafaria de io-
dos ja qae a^ommudassam o governo.
O governo fez expulsar de Kioieb"rg o Ba-
ro VVnaeii, coligo consol rasio.
fina presaao ligs-?e urna visita qne o biru
fez i 'U3 cum o >i soi-disant almirante ro-, .
fsti re.aolvido que o Conde Giliz substuai
ra o li'.'io Krafi na embaixada allamS do R'o Je
J'O-iro.
Exigen acta emente 45 generaes rBforma-
d i3, tendo O'trapassadu o* 80 annoa de idad".
O decano d-'sie.a vt rjoos o major-g-nerl
7oo G oetze oaacilo em 1800, leudo deixalo
o ecvigi iollvo ba iniis de 35 annea.
O pri.c pe le Bi'.marck, oaCido em 1815, o
uU''i-*ro 54 ni lista u.s anilgoidades.
= Os mdig nas da Sarca dingiram pedido,
qoi'tn-gou ao mibiitiirio dos negic os esl'an
gelros oo santilo de aerem aonexs las aquellas
linas ao imperio alie na .
Parece qne o imperador nao acceder a ess
instancia iqu lies Indgenas.
COegaraoa comino ncagoea da Silesia, de
urna grande manifesiigo socialista qne ac:ba
de venficar-ae, ai.
Toado essa manifeatago assouaido carcter
lio til, a tropa inierveio, o qua den logar a ir-
mendo cooBieto, 'jee oi-igou forg a laicr ojo
das a-m sendo os raaoifaataote-. dispe sos a
gol oes de espa ia.
A'a ue numerosos ferimaeto?, registram a-
algomas prtsoe.
Jim B-tlm ven8;oc-'e grande meeting, pro-
movido pala classe operara d-sp-ot-g da de
i-ab^in..
P.-onanciaram ae violentos diacoraoa, forgm lo
a ioterveogc da tropa, qae diaperson oa mani-
festantes a espada, Mi Itaodo numerosos feri-
mectos.
3nim Xavier Ferraz de Campos, cscripturario
o Erario ; Joaquim Domingos de Souza Ban-
deira, capito de milicias; Jos Francisco de
Paula Cavalcanle ; .los Mana de Vasconcellos
Bourbon, senhor de engenho; Jos Francisco do
Espirito Sanco Lanoia, tenente ; Jos Francisco
Vaz le Pinho Carapeba, alfares de linha; Jos
Ramos dos l'razeres, alfares; Jos Ferreira de
Almeida, tenente ; Jos Francisco Ferreira Ca-
tq.Jos Tavares (lomes da Fonceca, Luiz Fran-
cisco Correia de Britto, escrivo, Luiz Francisco
e Paula (Javalcauto de Albuquerque, Lui Ri-
beiro dos uirn ires Peixoto, Luiz Rodrigue
Sette, oficial lo Erario; Manoel Joaquim Rodri-
gues Salte, piloto; Manoel Josi Martins, capito
de linda, Martiubo do Soua liandeira, cadete;
Mithi is Jos'1 i'acbbco,jjegociante; Reginaldo Sa-
raiva Chaves, Seh.stiao do Reg Barros, Tho-
maz Jos Alvea de Siqueira, padre Venancio
Heniique de Rezende, Vicente Ferrei-a Gomes,
negociante; Vicente Ferreira dos Guimares
Peixoto, cirargio.
Alin destes, muilos oulros foram deportados
pira Kernando d Noronha. (Vid. liph. de 2> e
U i i Jullio).
18 Sob o commando do chefe de divi-
sa o David Jewette, parta lo Rio d; Janeiro com
des'ino a .'ernatnbuco, urna esquadrilha com-
posta da fragata Sictheroy, brigue Cacique e es-
cuna diurno Grande.
1S5I -Fallece no Recife o pernimbucano
Dr. Antonio da Figueiredo, notavel publicista.
REVISTA DIARIA
FazendaS. Exc. o Sr.
Estado recebeu o seguittte
tiimu VulOGA
COLLECCIONADAS POR
Melchisedech de ^Vlbuquerque
Lima
Dia 21
1GS3Cliega ao Recife, o gener.l D. Fra-
dique de Toledo Ozono, vindo da Bahia, cora
parte de sua esquadra e encontrando no porto
muitos dos seus navios que se haviam adian-
tado.
1??0 -E' baptisalo na freguezia da Varzea
Virginio Rodrigues Campe lo.
Era vigirio de Garapia ranle, na Parahy-
ba. quando recebeu a noticia da revolugao de
1817, sendo o primeiro nesse lugar a esposar
to nobre causa e a ella alliando todos oa seus
parocliianos
Preso e condemnado lOannos de degredo,
em Angola, foi remedido para a Bahia, onda
esteve, at que foi posto em liberdade.
Foi eleito deputado pela Parahyba s cortes
constituintes de Lisb >a.
Deixou algumas poesas.
1817 -Sao a x-cu lados no Campo do Erario
o tenante-coronel Francisco Jos da Silveira,
coronel A.rairo Gomes Coutinhoe o tenente Jos
Peregrino Xavier de Carvalho. Tiveram, todos,
a cabega e as mos cortadas, sendo remedidas
para a Parahyba e os troncos arrastados em
cauda de cavallos para o cemiterio da matriz de
Santo Antonio
O primeiro era ten rate-coronel de cavallaria e
natural de Minas Geraes; ao principio nao quiz
aceitar o movimento, mas depois foi um dos
seus mais fervorosos cntbusiasias ; o segundo
e o terceiro erara naturaes da Parahyba.
O ultimo destes padecentes contava apenas
viole annos de idade ; a sua infancia o posto
subalterno, que esercitou na revolugao, a sua
conducta morallsem reprehenso, moveramos
membros de outro qualquer tribunal ao menos a
recommendal-o a clemencia do soberano.
Mas a mocidade virtuosa, quem mais inquie-
ta os tyraonos; aquelle joven dava de si pti-
mas esperangas, a sua existencia devia parecer
perigosa.
Is91 Sahe do Recife para Lisboa o brigue
Intriga levando presos 41 pessoas, indigitadas,
cumplices no tiro dado em Luiz do Reg.
.Dos ii deportados, 3 erara cearenses, 2 por-
tuguezes e todos os mais pernambucaoos.
Eis os seus nomes: A-ntomo Elias de Moraes,
advogado; Antonio Francisco '.araeiro Monteiro,
alfares de milicias; Antonio Joaquim Guedas,
raajor de milicias e propnetario; Antonio Amn-
elo de Moraes, empregado publico ; Jos de
Barros Falco de Lacerda, capito de linha;
Francisco de Barros Falco, Bento de Barros
Falco, Banto Joaquim de Miranda Henrique,
advogado; Felippe Servulo Beserra Cavalcante,
Francisco do Albuquerque Mello, tenente-coro-
nel; Francisco Alves Pontes," negociante ; Fran-
cisco Ludgero da Paz, contador do Erario; Fran-
cisco PaesBarretto, morgado do Cabo; Francis-
co do Reg Barros, alteres ; Joe Alves de Sou-
za, negociante; Joio Baptista dos Guimares
Peixoto, boticario; Joo Francisco Bastos, ca-
pito de milicias ; Joaquim Jos Amando, Joa-
Ministr:> da
Dr. Goveroadcr do
telegrarama :
Rio, 19 Agosto 94.
R.-Cife.
Ao Governa lor do Estado. Decreto 18 cc>r-
rente foi nomoado Dr. Al xandre Cassiano Xs.s-
ciraanto para exercer int trinamente cargo Mi-
nistro de Estado da Fazenda, sendo concedida
exonerago que pedio Dr. Felisbello Freir
Ministro Interior.
Exequias -Hija, pelas 8 1,2 horas da ma-
nda, na capaila do Cemiterio de Santo Amaro,
elfectuar-se ho solemnes exequias pelo repou-
so eterno do Dr. Manoel Pinto Dmaso, finado
Prefeito do municipio do Itecife, sendo o acto
mandado celebrar pelos erapregados rnunici-
paes.
Para assi-til-o, a commisso dirigente con.i-
dou em geral to las as classes, que de crer se
faro rtpres:ntar.
Carvo vegetalReferiram-nos ante-
hon'em qu; uiu dos tiscaes municipaes est
causando grande damno nao s aos barcaceiios
que transportara carvo vegetal para o Recife,
como tambara popuiago em geral que faz
uso lesse combustivel, maniendo a ordem ve-
xaloria de ser exposta venda aquella mena-
dona de nma nica barcaga, anda que hajam
mu.tas no porto.
O damno que dabi resulta, se o facto ver-
dadeiro, nao ple ser contestado. Por um laio
sao prejudicados os barcaceiros. que perdem
precioso tenipo, facilmuile aproveitavel era no-
vos transportes. Por outro lao prejudicada
a populago. porque, nao se dando a competen-
cia dos vendedoras do genero, mantem-se alio
O respectivo prego.
Se nos seus proprios estabelecircentos, os
m rcados, o poder municipal nao se julgou au-
torisado a estatuir aquella restriego ao retalho
de nenhum genero, sem excluso do carvo
ao que vem semelhante ordem do fiscal quem
aliu limos em relago as barcacas de carvo ?
E tanto menos admi-sivel tal ordem, quanto,
sem evitar de todo a possibilidade da venda
por atacado, produz os effeitos negativos que ti-
cara aoontados.
Do .Ilustre Sr. Dr. Prefeito do municipio es-
peramos que faga sustar esses elfeilos, supri-
m ndo a causa que os motiva.
Theatro Santa Izabel^Acceitando
bondosamente o convite feito para tomar parte
no espectculo que no dia 6 de Seternbro se
realiza era favor da bibliotheca do theatro San-
ta Izabel, a s ciedade -Comgretso Dramtico
apresenlou o reperlo-io das excellentes pegas
que lera, deixando ao arbitro da inspectora
do th;atros, aquella que fosse escolhida para
ser levada a acea naquele da.
A escolha recahto sobre a comediado escrip-
tor Dr. Franga Jnior. -Direito por Lmhas Tor-
tas -composigo era quatro actos, e onde se faz
um perfeito esludo de costumes, salientando-
se os personagens pela sua delineago.
Consta-nos qu? o estudioso prol'essor M. Ban-
deira, quera est conliada a orcheslra, apre-
santar naquclla noute pegas de grande valor
concorrendo assim para o brilbantisrao do es-
pectculo.
Quasi todos os bilhetes j esto distribuidos,
senilo os restantes encontrados na blheteria do
theatro.
.VtlioiuMi Musical Pernambacauo
^Essa sociedade commeraora, no dia 29 do
corrente, o I'." anniversario de sua fun.iago,
celebrando ura sarao musical e dansaute. que
eomecari s 8 1/2 horas da noute.
A resta, julgar pelos preparativos feitos e
pelos convites expedidos, dover ser muito pom-
poza.
Agradecernos o convite que nos foi derigido.
Estampilhas e sellos -A loja d'.l Pe-
rola, do Sr. Domingos Fernandes, ra da Im-
peratriz n. 78, tam ven la sellos de correio e
estampilh is estadoaes e federaes.
Os moradores da parochia da Boa-Vista, tm
pois all lugar certo onde podero supprir-se da-
quellas formulas.
Escola 'olytechnica I.ivrc-Ni se-
guinte carta, que nos foi dirigida, lembram-nos
a conveniencia de ser creada era Pernambuco
urna Escolla Polyteclinica Ltvre.
Entregamos a idea apreciago publica.
Eis a carta:
Illras. Srs. Redactores doOiorio de Pernam-
buco.
a Rogo-vos o especial obsequio da insergo
das seguintes lmhas em vosso muito conceitua-
do Diario.
Apoz a lei que permita a fundago de Fa-
culdades Livres de Sciencias, houve em grande
numero de Estados um verdadeira febre de in-
stallages dessas meis InstituigOes, laes como
as fundadas (para o ensino do Dir.lo) oa Capi-
tal Federal e nos Estados de S. Paulo, Minas e
Bania.
Por essa faci aecudio-me iiia que, se a
lei tambera o permitte poderia ser fundada, a
exemplo, aqui no nosso r.co e florescente Esta-
do urna Escola Polytechinica Livre, cujos re-
sultados no terreno d preparo da mocidade,
sao intuitivos, tanto mais quanto todos os estu-
dantes do norte que desejam seguir a carreira
da raathematica, arfiuem necessaria e obrigato-
riamente para a Capital Federal.
Reflectindo sobre a utllidade de semelhan-
te commetlimeoto, levado effetto pelos ho-
mens competentes, foi que lembrei-me de cha-
mar a nttengo dos interssados para esse as-
sumpto, por vosso intermedio que, estou certo
dispensar-lhe-beis a importancia que comporta.
Se foram dignos de publicidade, com a in-
aergo destas linhas em vossa digna folha mui-
to penhorareis a quem tem a honra de ser vosso
concidado raspeitador. -Fausto Freir de Car-
valho Figueiredo, alumno da Escola Polytech-
l






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^fHUlJKk
1S^


N< _
1
Diario dejPemainbuco Terqa-leira 91 de Ag-osto e 184
i


nTcTtWWo. ViHa te-9o Bjnto-8-de Agflto
de08Occideote-t>*e!tw imjwrWte reyM*
illustraiia que se |*Nicala Li#b#a,.Ws foi en-
vff por intertSSSn da Agencia L.tteraria, o
'"i 0 aoao 17*" que como os deraais que
temos recebido, est digno de acorada leitura.
Por essa offerta, somos gratos ao Sr.> Leopol-
do A daSilveira, gerente da mesma agencia.
Sfelpoiucne'Olindease Kealisou-se
ante-hontem o espectculo em benclicio do Sr.
Virginio Braga, n'esse theatrinho de Olinda.
o" espectacwo correa regularmente, sendo
muito applaudido o Sr. Bastos que cantou a
linda canQjneta O pao fresco e o Sr. Souza
que cantou a cangoneta O argueiro.
Apezar do mo teuipo que fez, a concurrencia
foi grande.
Novenas de Nossa Senhora da
Penha Coinraunicam-nos.
Anda este anno prelendem os religiosos
capuchinhos celebrar a tradicional festa da res-
pectiva e Inclyta Padroeira em seu esplendido
e magestoso templo nesta cidad<> do Kecife.
Ella sera precedida das novenas do cost-
me, que principiaro sexta-feira, i4 do correte,
s 5 1/2 horas da tarde., e contiouaro nos dias
seguintes s mesnias horas.
A's 6 horas da manha desse mesmo da
lera lugar urna missa cantada, e em seguida o
iasteainento da bandeira da mesma excelsa
Virgeiu Senhora da Penha.
Tanto a missa -c^mo as novenas serao cao.
tadas por um coro de selectas vtwes de respe-
laveis senhoras pertencentes Ordem Terce-ra
da Penitencia, tacando om frade da-mesma or-
dem Harmonium. _
. Os referidos missionarios envidarao todos
os epforcos, para que ess-.s actos religiosos se-
jam celebrados com a pompa e devocko possi
veis; e para isto pelem aos nobres devotos a
mesma Virgem Santissima o obulo de que pre-
cisaai, para occorrer as grandes despezas a U-
zer em semejante occasiao.
E visto como por motivos independenlss de
ua vontade, nao poderam aquelles reverendos
sacerdotes ir pessoalmente agenciar de porta
em orla as respectivas esmolas, rogam n.'sde
i aos meamos liis se dignem de mandar 1*11-
tregal-as a qualquer um d'ulles na igreja ou no
hospicio da Penia.
Certas de que este seu appello para a ge-
nerosidade e devogio do bom povo pernambu-
cano nao sera em vo, os missionanos capuchi-
nhos Ihe antecipam os seus mais cordeaes
agradecimeiilos. supplicando mesma g-an te
Mai d< DU Mara Santissima para que se di-
gne entornar em seus tilhos devotos as memo-
res beores de seu extremoso coracao, e con-
tinuar sobre elles a sua valiosa proteceo
Consulado Franeez -l'or ordem tele-
graphica do Ministro Franeez no Ri > de Janei-
ro asumi hontem a direc<-ao interina do Con-
sulado de Franca em Pernambuco, o Sr. Luiz
Duburcq, chanceler do mesmo consulado.
Passaraento E i. ava cada idade Bul
ceu h.'iit'ir. e foi hontem mesmo sepultado, na
oidade de Ohnda, o coneeo Jos Marques de
Castilho, Chantre da S de Omda.
Paz sua alma
F.iiiissai de valles -0 Sr D\ Procura-
dor da Repblica neste Estado dirigi o ollicio
infra aos Srs. Drs. queslor policial e juizes dis
trlctaes do municipio do Recife, acerca da emis-
sao de pequeos valles como moeda :
Procuradura da Repblica no Estado de
Pernambu o em 20 de Agosto de 89i.
Estando a imprensa desla capital denun-
ciando diarimente a circula.ao no mercado, de
vales, mandados fabricar e enjillidos cnrai-
nosam-nte, como moeda, por particulares, o
que tamb m por outros meios tem chegado ao
meu conhecimento, rogo-vos que, em qu mo
em vos couber, diligenciis no sentido deque
sejara apprehend.dos os referidos vales en
poder de quera forera encontrados, lavrando se
o conveniente auto de fl grancia e remetimos
a esta procurad >na com iinlicaco ao mesmo
tempo dos norae.s dos seus emissores e portador
res e de pessois que posso depo1-, como tes
temunha, sobre o crime ; afira de que fique
eli h.ibiliiada, por esta forma, a denunciar os
seus autores para serem procesados e DUiudOsi
a vista do dsposio no arligo i. do Decreto Di
177 A. le 5 eSetembro do auno ipassado
raais Icgislico era vigor.
Confiad.) no zelo com que costumaes pnce
der no des-iupeiiho do vosso cargo, espero qui
preslarei-i lo lo a au*ilio,.que ora vos folicuo,
concorrendo aoim para a represso de um or*
me, qu^ Io da perto affecta os mais culminan
tes inttresses da Uni5o e particularmente deste
Estado, saude efralernid.de. O procura lor
da Repblica. Ui. Antonio de An Irade,
Que fra!-Sob esta epigraplie DoncU
o Municipio, de Nazarcth, que no dia 15 Id
corante em Ierras do engenho Primavera, um
individuo vulgarmente conhecido por Guanba,
por motivos "de ciumes, assassinou a mulbe*
com quem vivia, dando-lbe l lacadas.
Apoz o i-n>U! apresentou-se cyoicametlte i
mesmo individuo ao senhor'do engenho qu; i
fez prender, reinetiendo-o a eompetenle i
ridade.
Terrivel eatastruplie-No da H d t
passa lo deu-se terrivel explosao em urna cal*
deira na estucho da Ferro Carril de Tacum m',
quando se preparava para conduzir um t
inixlo.
Todo o pessoal da locolniliva e operario; qu;
alli ustavam foram completamente despedaca
dos.
A ocoimliva ficou completamente perd la,
causando ootroR pr<-iizos no materiHl rodunte
prximo & explosao. .
a ostaro, nos primeiros momentos tu lo foi
espanto e confuso. Passada a primeira impres-
so e dessipada a nuvem de fumo e trra que
envolva o lugar do sinistro, pode ento julgar-
se da extensao e importancia do facto.
A machina qu i izera explosao era um raonto
'de ferros deBpddacjados, torcidos sera que se
possa conhecer qual foi a sua primeira forma e
destino.
O esqueleto de um vagn levantado ta via e
alirado com violencia a al;uns metros de dis
tancia, descanga sobre outro vagn que servia
de habitaco a una familia de "trabalhador^s
que escaparara milagrosamente de urna morte
cerla.
Outros carros foram completamente destrui-
dos, sem conservar mais do que as rolas.que
Acarara no logar da explosao.
Do dp03it0 d'agua, cujas paredes de f:rro
parecan) cortadas a faca, sania urna verdad .ira
cscala.
>o primeiro momento cootaram-se sete mor-
ios.
A machina que fez explosao tinha sido ha
pouco concertada.
A caldeira da machina, cujas paredes tffl Orna
expessura de dez centmetros foi atirada gran-
de distancia.
A causa da explosao, na opiniao do engenhei-
ro chefe das ollicinas foi falta de agua na cal-
deira e grande pressao atmospherica que tioha
a machina.
O marhinista quiz encher a celdeira com o in-
jector translormaudo-se tudo em vapor que ori-
ginou a oxploso.
Pedacos le carne humana foram encontrados
distancia de dez quadras sobre os telhados
das casas.
O Pallium l.efn >s na Oazeta de Xoticias
do Rio :
A insignia da digrudade archiepiscopal o
pallim. Vel-a-hemos brevemente no prelado
desta riiocese, que foi elevada, como se sabe, a
arehidiocese pelo Pontfice Leo XIII.
Como poucos saberao era que consiste a re-
ferida insignia, schamos interessante dizel-o
aos nossos leitores :
O pallium, cuja origem ha quem faga re-
montar a S. Lino, segundo successor de S. Pe-
dro, tinha outr'ora a forma de manto ; era um
manto de honra, que os imperadores de (Jons-
tantinopla davam aos patriarchas, e que estes
revestan! as grandes solemnidades.
Ha muito, porm. que a sua forma outra.
Hoje consiste em urna fita de la branca, da lar-
gura de dous dedos, e salpicada de pequeas
cruzas le seda preta; tem ella duas nontas
pendente-, urna sobre o peito e outra sobre as
costas do prelado que a traz.
O pallium feilo de I de cordeiros comple-
tamente brancos. No dia 21 de Janeiro, festa de
Santa Ignez, os religioeo do convento desse
nome em Rom ni por occasiao do Agnu-
Dti da missa soleran dous cordeirinhos bran-
cos. D -p >is do lt* mma ett, sao estes postos
dados das religiosas do SS. Sacramento, que se
incumbem de guardal os, tirar-lhes a 1S e tecel-a
pura della se fazerem ojwtn\
Dma vez preparadas estas insignias, sao de-
posias sobre o tmulo de S. Pedro ; no dia da
festa deste apostolado sao beotas e podem ser
entSo remettidas aos prelados, a quem o papa
as conferio.
as igrejas do Oriente, todos os bispos no
dia de sua sagratjo recebara o pallium que alli
se chama omophorion, isto objecto trazido aos
hombros; as do Occipente s os patriarchas e
arcebispos o receDem e podom usar em regra
geral.
i O Summo Pontfice, informa ainda (Juillois,
tral-os sempre e por toda parte visto ser inves-
tido do poder supremo e tor jurisdiuco univer-
sal.
0 pallium, uo dizer dos liturgstas, nao s
insignia ile dignidade ; anda emblema da hu-
mildade, da caridade, da dogura e da innocen-
cia. Feto da I de cordeiros, e posto sobre os
hombros do prelado, lembra-lhe quo, a exeraplo
do Divino Mestre principe e modelo dos pas-
tores, elle deve amar com ternura as suas ove-
Ihas, procurar as que se desgarrara, trazel-as
aos hombros e reconduzl-as ao redil.
Lauterna Marica -R.-ceb.Mnos e agra-
decemos o n. 345 do anno XIII d'esse peri-
dico livree humorstico.
Club dos opeiros -E-se club d<;v:
reunir-se hoje, as 7 horas da noite, em sua sede
a ra da Imperatriz n. 28, l. andar
Club Internacional di Recite -Eis
a directora d'essa club uliimameule elei a pira
a adminisirago de 189.9->.
PresidenteBaro d : |Casa Forte.
Vice-prasidente -Claudio O beux-
1 SecretarioCustodio Jos- Marlins.
2* Dito Alfreilo (iom -s i i Miranda Leal.
Thesoureiro -Arthur d'Almelda.
DirectoresJorga i'asso, Jos Joaquira da
Cosa Maia. comraenda lor Joo d'Amonm. 1)-.
Pedro Correia d'Oliveira. U'-rd Brostelmiti. A--
thar de S mza Lemos, commendador Jos Ma-
ra d'Audradj, desjinbargador Antonio Do-
mingos Pinto, Luiz Jos da Silva Guimares,
Pedro Jos Pinto, Dr. Corbiniano de A. Konse-
ca, Eugenio lierhelim.
(Joiiniiisso iscal -Joo Lsal Res. Dr. lran-
cisco de Sou.a Res, Alfredo B. da Roza Bor-
ges.
A posse ter lugar era 2 do corrente as 9 ho-
ras da noite, havendoein seguida um pepiMio
sarao.
Gremo dos s'rofessores Prima-
rios -Tendo fallecido o professor Chrisl ivao
de Barros secretario desta sociedade, del'berou o cons Iho
director tomar luto por oilo dias e suffragar a
alma lo mesmo consocio no trigsimo da de
seu passaraento.
tasamento-l)evido a antigos padec-
mentos adquiridos no exercicio do magisterio,
falleceu hontem nesta cid-ide o profe-sor de
instrui-go primaria, Christovo de Barros Go
raes POrto,qu; regia a 3* cadeira municipal da
freguezia de Santo Antonio, por convite e no
meago do finado Manoei Pinto Dmaso.
Titulado-pela Escola Normal em 868, leccio
nou as cadeirasde Palmeira de Garauhuns, de
Jalioato e da Magdalena, sendo nestas duas
ultimas tambera professor da e-cola nocturna.
Trabalhou no servigo publico, pois, durante
26 annos, sendo parle nou te e dia, e morreu em
extrema pobresa, sorte do funecionario hrazi-
leiro.
Severo cumpridor de seus deveres, sempre
foi distinguido pelos seus superiores, estimado
pelos seus collegase querido pelos seus disc-
pulos
Dotado de amono trato, soube grangear ver-
dadera estima de todos qui o communicavam,
quer no exercicio dos fuucges de seu emprego
quer como hornera particular.
Era um bom cidado.
Fez parte de diversas sociedades luteranas e
era lente da Guarda Nacional.
A sua desolada familia apresantamos os nos-
sos psames.
Canoa perdida-l'or occasiao das ulti-
mas cheias do rio Capibaribe, foi encontrada no
digtricto da Torre, pelo Sr. Estevo Cypnano Se-
rafn), urna canoa de carregir areia c um bote
pequ -no, abandona ios, os quaes continuara sob
a guarda d'aquelle cidado, que deseja conhecer
o dono de taes objectos para entregal-os.
Quem, portanio, se achar era taes condiges,
se dinja ao subdelegado do districto da Torre,
que inMicar a morada d'aquelle cidado.
Fabrica Vquino -Os industriaes Aquino
& C, com fabrica de cigirros roa da eteu-
go n. 27, mandaram-nos amostras dos cigarros
que preparam e tem ao consumo publico no re-
ferido estabelecunento, sob denominago de t'a
zias.
Essa marca bem merece a acceitagSo publica,
pela qoalulade do fumo que nella se emprega e
pelo bem preparado dos cigarros, como damos
teslemnnhos por apreciago propria.
O fumo inquestionavelmente escolhido :
gosio appetecivel e fumaga aromtica sSo seus
caractersticos.
Assira os cigarros Cazias se recommendara
por si mesmos.
Os fumantes Bao devera deixar de aprecial-os.
Os referidos industriaes offerecem ao publico
p rnnso de"cigarro Cazias, que for comprado
um roupon que ser extrahido a i de Setem-
bro prximo com a lotera nacional, e contendo
seis prendas constantes em relogios prateados e
novos, systema remonloir.
Basas prendas estao em exposigo na mesma
fabrica.
Gremio Litterario Victoriano Pa-
utares-Essa sociedade reunio-se no domin-
go ultimo.
Foram aposentados trabalhos litterarios pelos
Srs. Theophilo Saldanha, Alvaro Fenelon e An-
tonio Walfrido.
Dordosne Esse paquete da Cotnpanhie
des Message-ries Maritimes sahira hoje s 6 ho-
ras la manha de nosso porto para os do Sul da
Repblica.
A pre-ente comraunicago nos fui feita pela
respectiva agencia neste Estado.
Klcie.aii ib; iriaandade A innandade
do Senhor Bom-Jesus das Dores procedeo no
dia 19 do corrente a eleigo dos uovos funecio-
narios do anno compromissal de 1891 a 1895,
dando o resultado seguinte.
ProvedorJos Francisco Leite.
Fiscal -Deodato Silva
SecretarioJoaquim Alves Moreira.
Thesoureiro -Roberto Ignacio do Espirito
Santo.
Procurador do patrimonio -Jos Marinho dos
Santos.
Procurador da aeza Miguel Joaquim C.
Mello.
Dednidores- Nominato Vieira da Cui ha, Mar-
cos E Correia, Gaspar ".otonio dos Reis, Fran-
cisco de B. Piraentel, Pedro Cardoso, Clemen-
tino Duarte. Jos Lucas R. Machado, Liberato
Gomes, Luiz Guararapes, Augusto 15 da Sil-
va, Manoel Barbosa. Francisco Guilherrae A.
Alm, Joo Apolonio dos Aojos, Joo F. de
Souza, Luiz F. da Costa e Eduardo Francisco
da Silva.
Telegramiuas retidos. Acham-se
retidos na estago do Telographo Nacoiaal os
seguntes :
Bahia par i Leal.
Rio para Carvalhaes.
Cuntyba para coronel Dr. Pires.
Therezina para Carlos Costa.
Canal de Panam A proposito deste
canal lemos era jornaes eslrangeiros que os
francezes estSo fazendo serias tentativas para
completar a abertura do isthmn de Panam,
alim de reahsarem a obra colossal de Lesseps.
Diz este jornal : muito natural que se faga
qualquer cousa ueste s;niido, pois, alera do de-
sejo de salvaren) eno tudo pelo Cienos parte
do capital comprometido, ha anida urna ques-
to de amor proprio: o estygraa que Mea so-
bre a Franga, seno realisar urna obra qu: M
considera gigantesca. Entretanto, nao ha tem-
po a perder : o prazo concedido pelo governo
da Columbia expira era .11 de Outubro, e den-
tro deste espago de terapo tudo deve s.-r prepa-
rado, para a realisago de to importante obra.
O Sr. Gautron, liquidante da Campanilla do Pa
nam, e o Sr. L.-raarquis, representante dos
accionistas, se entendern, alim do organisar-
- u.na nova coiupaii
Esta ser a Nova Jjmpanliia do Panam.
3ue comecar os seus irabalhos com um capital.
e 65 milnes de (raucos. Para obter-se estas I
sommas os Srs. Goutrau e Lemarquis conta
pitalistas, comproraette-se a entrar com outros
10 milhes, o governo da Columbia concorrer
com 5,! esp.;ra-se que os 45 railii:^ restantes
wejara subscriptos pelo povo, ou ottereridos por
pessoas com quem o Sr. Lemarquis se tem en-
tendido.
Pelo contracto com a nova companlua, o Sr-
Gautr<>n codera a concesso, o trabalho j feto,
as machinas e todos os utensilios pertencentes
empresa antiga.
As acgftes da estrada de ferro do Panam tam
bem sero entregues nova companlua, com
urna condigo, porm : nao se leudo terminado
a abertura do canal dentro do prazo fixado, se-
ro incluidas na liquidago. Em compensago,
a nova socied ule assume todas as resp nisalii
lidades e encargos da concesso, obrigando-se
a pagar ao liquidante seis por cento doa lucros
lquidos do canal.
A idea de urna communicugo ao mesmo nivel
que o mar foi substituida por um canal cota
portas mas muito possivel que nao s o rio
Culebra como o Chagres difitcullem os Irabalhos.
Julgamos que a empresa 6era maia bem suc-
cedida que a primeira, pelo facto de ser orga-
nisaia o u anuos prelengo e vaidade.
0 Sr. (Jauron reserva-se o direilo de mandar
una commtnaao de tres membroi examinar os
livros e as obras do canal.
Detento, acerescentar que o novo plano ainda
nao sia d -nitivaineiite assentado.
Que a prosperidade e o successo cor sm os
esforeos da n iva compiuhia, o que desejamos.
C.tusas da China -A ciliagao das fuuc-
ges publicas no Celeste Imperio sempre hita
por concurso. Esta systema parece ler Bl lo
alli creado e anerf.-igoado.
Nao ha paiz no mundo que mais estime a edu-
cago i'innada especialnion'.e na instrucgo e no
eslulo da litteratura que a China. S se estudo
em vez de Tatigar e estragar o espirit) como o
pr:le;iO'-m os ciosos e os ineptos de outros pai-
/. -. rnn apura-o N> que os chins sao
. r*o ioinens culios dos paiz;s chris-
taee, nos oonbaeimeotos geraes -las sciencias.
Na China o estudate que deseja um titulo,
tem de munir-se de um attesta lo passados pe 18
seus visinhos, aiiirmando s;r um rapaz de bou
genio, iinmune de qualquer debato, a que nao
tem na sua aseen I -ncia em tres geragOes, nem
actor nem criado.
Apre-enta-se depois a umexam; peridico
que Ihe dar licenga de tomar parte nos concur-
sos publios de primeiro grao.
Se obtem o primeiro grao que corresponde
mais ou menos ao nosso bacharellado em let-
iras, pode entrar ao concurso do 2." grao, que
s realiza de Ires em tres annos as capillas da
provincia da China de Selembro a Dezembro.
0 terceiro e ultimo exanie s se realiza era Pe-
kn), de ires em tres annos tambem e eoofere
o grao de doulor, com o direito de ser inmedia-
tamente admiltido no servigo do Estalo.
Para o> exames do segundo e terceiro grao
as formalidad s sao muito complicadas.
Os candidatos entrara em um cubico onde tm
de passar dias c un todos os apetreciios neces-
sarios sua ahm;iitago e conforto. Nesses
ezames fazera tres provas escripias
Os examinadores que mostrarem parcialidade
ou injusliga sao punidos severamente.
Tribunal do Jury do Recite. -
Hontem foi julgado neste Tribunal o processo
do reo Manoel Ignacio de Arruda, pronunciado
como incurso as penas do art. 3 14 nico do
cdigo penal e aecusado de haver no dia 29 de
Junlio de 1893, na freguezia de S. Jos, prati-
cado cora um caivete leses corporaes le na-
tureza grave na pessoa de Jos Joaquim Cor-
reia de Albuquerque.
Funccionaram no conselho de sentenga os
jurados :
Adolpho Ferreira da Silva.
Joo Lucio de Lemos Duarte.
Joo Pereira da Silva.
Fehcisslmo Augusto 4 Cmara Piraentel.
Desiderio MartinsdOliveira.
Caetano Gomes Powel.
Manoel Jos de Campos Barboza.
Joo -oaquim de Siqueira Varejo.
Antonio relies de Souza.
Produzo a aecusago o Dr. Bernardo Jos da
Gama Luis, t promotor publico.
Deduzio a defeza o Dr. Luiz Emigdio Rodri
gues Vianna, advogado dos presos pobres.
De conforraidade com as decisOes do jury,
que afrmou a autora do delicio com circums-
tancias altenuantes e negou a gravidale dos fe-
rmenlos, o Dr Sigismundo Antonio Gongalves,
presidente do jury, condemnou o reo no grao
rainimo do art 303 do cdigo penal, a 3 mezes
de priso cellular, e mandou expedir alvar
afm de ser o reo posto em lib;rdade visto ter
cumplido a pena de courorraidade com o dis
posto no art. 60 do dito co :go.
.tfatadouro PublicoNesse estabele
cimento foram abatidas 87 rezes para o consu
mo do dia de hoje.
Casamento civilO escrivo de casa
menlos que funeciona nos districtos da Boa-
Vista, Graga, Pogo e Varzea aflixou no dia -0
do corrente, na repartigo do registro, ra
do Imperador n. 41,1- andar, editaes de prot
clamas e casamentes dos seguintes cohtrahen-
t<8S
Primeira publicago
Bacharel Jos Tiburcio do Nasciranto Tava-
res com Ceonor Julia Martins Saldanha, sol'.ei-
ros, residen es na freguezia da Boa-Vista.
Eduardo dos Santos Pereira com Mana Go-
mes de Oliveira, solleiros, residentes na fregu
zia da Vartea.
Inspectora do S. districto mari
tiim.-cife, 19 de Agosto de 1894.
Boletira raetereologico
Horas. Term centi- Barmetro Tenso do Humi
dade-
77
79
74
76
87
Coronel Antonio Geraldo de Souza Aguiar,
sua senhora e l criado capito Jos T. F. Silva
Jnior, suaisenhora 1 cuuhada e 3 criados, Ma-
ra Ribeiro, Carclina Flores, Rufina C. e Silva,:
Francisco A. F. Silva Jnior, 39 operarios e suas
familias, 13 sentenciados e 9 pracas.
Vahdos para o Sal uo vapor allerao
tAmazonas :
Arcebispo D. Joo Esberard, Conego Fran-
cisco de Miranda Curio, Mara Luua Esberard.
Dr. Portella, sna senho.a, 2 fllhos e cria la.
Dr. Portella Jnior sua senhora a I criada, Vis-
conde de Guiraraoes e i neto, Mara D. Pinto,
Maria da (loria Oliveira, 2 lhos e i criada, Ma-
ra Isabel de Oliveira. Joaqu m Jos de Olivei-
ra, J. Mafos, Maria das Dores Guimares, J.
Molla e Jos Sevrino.
Cusa de DetencoMovimento dos
presos la Casa d: DUongao do Recife, Estado
de Pernambuco, em 19 de Agosto de 1894 :
Existiam....... i"o
Entraran)....... 2
Sahiram....... 1
Bzistom....... 436
A sal.er :
Nacionaes...... 433
Mullieres....... 8
Ksiranaiios...... !
MulUeres ....... 0
Donati ; agrupa-se era torno do cantor o povo,
Applaudindo aos gritas de Palle, Palle N'es-
sa occasiao chegam Juliao e^Simonetta, Fio-
retta, Poli/.iano ele. Lourengo-. incita o
povo a cantar una das Maggiolate '*: Po-
liziano e as raparigas a o acompanharem an-
isando.
Simonetta animada por tanta abundancia
de vida em torno de si, feliz sobo olhar de
Julio canta e Jansa ; mas o txcesso de
fadiga e mais ainda a excitago em que se acha
fazem-lhe mal; sente-se doente. A testa ter-
mina assim bruscamente esvaziando-.;e a scena.
Fere a aitengo do espectador urna circuns-
tancia tueatra! que di nova direcgo ao
drama. Fiuretta uo acompanha a amiga
doente; tica sosinha.
Julio que tambera lica para [toder occul-
taraent fallar a Fioretta por quera se inte-
ressa; approxima-se da moga e vendo-a to
triste, a interroga auiigavelinente. A rapariga,
perturbada, entrega-s a divjgagoes e a duvi-
das : e, agarrando bruscamente entre as mos a
cabega de Julio nao hesita em beijal-a, di-
Aino-te Foge depois precipi
Tola! .
Arrasoados
Rons .
Doentes .
[aocos. .
Loucas. .
436
414
399
13
0
2
i-i
/.eiido-lli-: :
(admente.
TERCEIRO ACTO
grado (a O*) vapor
6 h 23,M 762,-08 i6,33
9 24/2 761,"93 18,12
12 25,c7 762,-18 18,27
3 t. 24,0 762,-03 19,04
6 23,6 760,-81 18,74
'vrpera:ura mnima 22,30 Then
sobre o altar e o celeb.ante ben*e-o Em se- com 0 auxllb ,le estabelecimentos muito
guida o mestre de ceremonias de S. Joo de La-
trao leva-os ao Vaticano, onde o Summo Poutid-
ce benze-os por sua, vez, e elles passaia aos cui-
ta-
portantes : a Socit Henerale, o Credit Lyon-
nais e o Credit Industnel subscrevem 10 mi-
lhOes. 0 Sr. Eiffel, de aecrdo com outros ca-, por nacional Una
desabrigado ao meio dia-
Temperatura mxima 27,00 Ennegrecido
30,0-Prateado: 40,(0.
Evaporago em 24 horas ao sol 7,-7 som-
bra 4,-3
Chuva II-2.
Direcgo do vemu : SSE de meia noite at
i h. 18 m. da manha, SSW at 2 h. 32 m., SW
at oh. i8m, ESE e E alternados at 7 h.
t2 m.. ESE t Ih. 37 m. da tarde. SE at 2 h
34m., SSE at 3 h. 46 m. S at 4 h. 29 m.,
SE e ESE alternados at S h. 01 m., SSE at
6 h. 20 m., SE eESE alternados at meia noite.
Veloci lade media do vento 3,-37 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,34.
oletira do Porto
Pr.'-a-mar ou Blas Horas Altura
baixa-mar
P. M. 19 de Agosto 6 b. 30 m. da m.0,-2>
B. M. 19 de 12 h. 40 m. da t. 0.-40
Passage.rosChegados do Norte no va-
por nacional Jucuhype
Dr. Manoel de Meuezes llego, P. Lassy Ward-
lavo, KrnestoEspjnlio, Paulo Jo- Rodrigues,
Auna Rolrigu:s, l'himaz de Mira-ida Pessoa,
Agosiiuho S ^ares tJoea, Manoel Rufino, Rodger
Shernan Antonio Antunes, P. Bezerra, Maria
Leocadia Medeiros e 2 lhos, Pedro S. Macedo
Netto, ClaudinaC Antunes, Manoel Xavier C
Montenegro, 11. J. Green, Dr. Hermindo Guara-
n, Pedro Montenegro Anguslo de Medeiros,
Bernardo C Campos, Joaquim da Rocha, Uen-
venuto C Mello, Aron Calan, Eudocia C. de
Albuquerque, Julieta Souza Lima, Carlos N
Wanderley, Francisco Theophilo, L. M. Siuder,
C. A. Carlesson Adolpho SimOes Bayo e 13
tripulantes da barca portugueza Gluma, Ma-
noel Severo, Paulino Vasconcellos, AutoaioJos
BuIhOes, Jos Francisco do Nascimento e sua
senhora, Leopoldina R Rodrigese
Chegados da Europa uo vapor allemo
Amazonas :
Louic Haberland, Flix Sch Chteu, Louize
Wehrs.
- Chegados do Sul no vapor nacional Ja-
boato :
0. e Menezes, Sebastio G. da Silva,
,iF. !e Jess, Marciontllia A. Lima, Anto-
nia M. da Coaceigo. Manoel M. da Silva, capi-
tal Ponciano de Macedo, tenete Eduardo M
Silva, 3S pracas, 10 mu.hares e 3 presos, Se-
bastio A. Neves, K. C Macrav, HortenciaM.
de Arauja, Jos Cavalcanti, Vi dorino Xavier
de Simas, Dr. Luiz Barroca, Francisco i', de
Araujo, Sigismundo Teixeira e sua senlun,
Joo Coelho, Maria P. da Conceigo, Maria F.
ouunciago, Flora M- de Cima, Constantino
P. de Souza.
Total......
Movimento da enfermara :
Tiraran baisa:
J. o Martins Marques.
Felippe de Souza.
Tiveram alia :
Anionio Jamilio.
Vicente Ferreira dos Santos.
Hospital Pedro IIO movimmto desse
estabelecimeoto cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, no da 19 de Agosto foi o se-
guinte :
Entrarara .... 10
Sahirara..... 10
Falleceram .... 5
Existem..... 76
Foram vistalas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
l)r. Malaquias, entrou s9 3/4 da mauh e sa-
nio s 10 3 i.
Dr. Simos Barbosa, entrou s 9 da ma-
nila e sahius S 1 -.
Di Rerardo, entrou 3 8 i/2 da manda e sa-
mo s 9 i i.
Dr. Arnohio Marques, entrou s 10 1/4 da ma-
iM B sahio s il.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manda
e sahio s II.
D.-. Vieira da Cunha, entrou s 10 12 da raa-
:vi e sabio s 1.
Dr. Bastos (.' Oliveira. eutrou s 9 3/4 du
iae sanio as 10.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 11 di ma-
nha e sahiu s 11 1/2.
Dr. Freitas Guimares entrou s 8 3/4 da ma-
nha e sahio s 9 1/4.
Pharmaceutico, entronas 10 1/4 da raanh e
sahiu 1 da tarde.
Ajudante do pharraaceutici, sntrou s 7
da manha c sahiu s 4 da tarde.
Ccmiterio l'ublieo de Snnto Ama-
ro -Obituario do da 18 de Agoslo de i894.
Antonio Alves da Silva Freir, Pernambuco,
16 annos, S. Jos.
Geraldo de Paula Azevedu Falco, Pernam-
buco, 33 annos, solteiro, Boa-Vista.
Cosme Rozendo Martin3 Carneiro, Pernambu-
co, 23 annos, solleiro, Recife.
Manoel Francisco do Nascimento, Piauhy, 66
annos, solteiro, Graga.
Ura fetj do sexo feminino, Pernambuco, S.
Jos.
Um ferto do sexo feminino, Pernambuco, S.
Jos
Emilia, Pernambuco, 2 horas, S Jos.
Bento, Pernambuco, 72 annos, solteiro, Boa-
Vista.
Joanna Maria dos Prazeres, Pernambuco. 18
annos solteira, oa-Vista.
Manoel Miguel, Pernambuco, 30 annos, soltei-
ro, Boa-Vista.
Maria, Pernambuco, 7 mezes Graga.
19
George Revoil, Franga, 43 annos, casado, Re-
cife.
Joanna Maria da Malta e Silva, Pernambuco,
6 mezes, Santo Antonio.
Alfredo, Pernambuco, 2 dias, S. Jos.
Matlulde do Espirito Santo Silva, PefnamDu-
co, 77 annos, solteira, Santo Antonio.
Luiz Antonio Gongalves Penua. Pernambuco,
37 annos, solteiro, Graga
Antonio Luiz do Nascimento, Gercambuco, 26
annos, casado, Boa-Visla
Anna Maria da Conceigo, Pernambuco, 72
ahuos, solteira, Boa-Vista.
Eugenia Maria do Carmo, Pernambuco, 9 an
nos, Boa-Vista.
Vicente Ferreira da Silva, Pernambuco, 60
anuos, casado, S Jos
Vicente, Pernambuc, 4 e 112 mezes, S. Jos.
Maria, lJernambuco, 18 mezes, Boa-Vista.
Jos E.da Silva, Cear, 17 annos, solteiro,
Boa-Vista.
Maria dasM.'rcs, Pernambuco, 18 anuos, sol-
teira, Boa-Vista.
Manoel Jos Ferreira, Pernambuco, 26 annos,
casado, Boa-Vista.
Marcelina, Pernambuco, 30 annos, solteira,
Roa-Vista.
Jos Bernardino do Nascimento, Pernambuco,
13 annos, solteiro, Boa-Vista
Ura feto do sexo masculino, Pernambuco,
Boi- Vista.
A Ponte Velha o ambiente scenico do
terceiro aelo ; de um la lo v-s; o terrago da
casa de Fioretta Esta, volta da casa de
sua amiga doente ; s, desabnfa o que Ihe vai
na alma pela siuigo que a aflige : amigada
rival! Julio prefere gos beijs ardentes da
moga cheia de vida, nao dentando, pora, de
sorrir sempre, oulra que perseguida pela
norte e jue pelo seu estado s; contenta com as
paiavras e comprimenlos affectaosos de Ju-
lia) de eu Julio que ama loucamente,
ignorando o ijue se passi com sua amiga.
Chegando jauell i de sua casa, para respirar
o ar da noite,sorpre ende as ultimas paiavras da
conspirayo tramada por PlZZ e por outros,
'na qual decretada para o da seguint; a morte
dos Mediis. Vendo toJos se afaslare.n, apezar
de doente. quer com um supremo esforgo, ao
prego de sua vida, ir avisar Julio no seu
palacio ; faltam-llie, porm, as forgas e cae
M>iit:oeco a sorprende : julg:: que ella de
tudo sabe e. a ameaca ; Simonetta diz que co-
nhece a conspirago urna coragem varonil d >s-
atia a raiva de Mootesecc >. duendo se prompla
a correr para salvar O sea Julio; Montesecco,
coahaeedor dos amores de Julio vioga-s no
mesmo instante. Arresta a rap inga al a
porta da raa de Fioretta, e mostra-lhe o seu
Juo nos bracos de sua amiga Simonetta d
um g"ito terrivel. Montesecco, triumphante, er
ni traiisforraago lo amor de Simonetta em
odio para os Mediis ; mas a rapariga, as portas
do luinulo, tem um supremo esforco de amor :
aliri-se era casa- ao peseogo de Julio balbuca estas paiavras :
Salvali!... domani i Medid... e morre I
O aviso incompleto ; poderia ser conside-
rado cora) um effeito do ciurae e Montesecco
cxi lama :
E dunqu: Iddio che i Medid morte con-
dann!
QUARTO ACTO
propnos qu > dos seus effeites se julga-
vam indemnes.
A corrida terminou com o sorteio das
prendad, cujo resultado muito satisfez
quelles que a Fichet percorreu.
O rebultado histrico das carreiras foi
a quo passamos a expor na segainte con-
signaglo.
Primeiro pareoLiberdade1,050 me-
tros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 25-S ao primeiro, 505 ao segundo
e 203 ao terceiro.
Baralho, montado por M. Pereira,
50 kls 1."
Pleiade, idem por A. Franca, 50
kls. 2.
Rio-Grande, idem por J. Campos,
50 kls. 3.'
Tempo: 79".
Rateio das poules ; Baralho em primei-
ro 15S3 O e em segundo 7J300 ; Pleiade
em segundo 8S00U.
Movimento das poules: Circularam
447 2[5, em pnmeiro 285 e em segundo
161 2[5 na sotnma de 2:2471000.
#
Secundo pareo Consolaco 1,100
metros. Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 2503 ao primairo, ao 503 ao se
gundo e 2S ao terceiro.
Feniano, mntalo por J. Marce-
celino 54 kls. !'
Tupy, idem por J. Campo?, 53
kis. 2."
Nictheroy, montado por B. Ban
jarain, 50 kls. *
Tempo : 80 l^"
Rateio das poules : Fenianr em pri-
meiro 21820) e em segundo 148300; Tu-
py 14*71)0.
Movimento das poules: Circularam
738, em primeiro 507 e em segundo 269,
na somma de 3,888$ ) 0.

Terceiro pareo Imprensa Pernambuca-
na120 ) metros Handcap Animaes
de Pernambuco. Premios ; 30.3 ao pri-
meiro, 6J3 ao sgando e 305 ao terceiro-
Aventureiro, montado por A.
Franca, 05 kls. 1-'
Nababo', montado por Casimiro,
46 kls. 2-"
idem por M. Rozendo,
MSirjAM
EPHEMERIDES LYRICAS
Dia 2i
11919Inaugurago do iheatroColombia-
na, em Milo, com a opera La Fiera de Vene-
zia, de Salieri-
837 Nasce em Vienna o popular I.
Strauss. ^_
I MEDIOI
A opera que assim se intitula e cuja msica
do jovera maestro Leoncavallo tem o seu desen-
volvimento no se.uiute
No quirto aelo, em Sania Reparata du-
rante o oflicio divino, comiuottido o altentado
contra os Mediis, > Julin morre nos bracos
de Fioreta ; Lourenco qus: sahira inc-
lume da saakriatia, atfronta corajosamente a
mu'.tido e os onjurados; invoca com calor os
fastos nobres e gloriosos dos seus antepassados,
nvoca a propria oopularidade, Iembra qm par-
liloi! os seus dias le lagrimas e de sorrisos com
seu povo ; este, como semp e, deixa-se vencer
e irrompe en gritos Palle I Palle! Morrea-
do Julio recommen la Fioretta a seu
irmo. Lourengo ;, domioaudo com sobe-
rana a scena, exclama :
Del trono a]rae spianato hauno il camino
Tu mi vendica, o plebe lo regno allio.
Assim termina este drama, qu;, como j dis-
semos mas acuna, eonstltae a primeira parte da
urna tnlogia hi tonca italiana, denominada
Crepuscu um .
G1LEPLN0
PRIMEIRO ACTO
Aledicis partem para
de
Julio e Lourengo
urna partida de caga.
Faein urna parada em pleno campo, na vizi-
nlianga de Franga, onde conversara com d poeta
l'uliziiiio, o que da lugar a duas tiradas poti-
cas ditas por Julio, urna de carcter pico e a
oulra de genero mystico-affecluoso. Comega
depois a digressao para a caga.
Chegam duas raparigas Simonetta e Fiorelta
urna cania rispetti ; a outra, colhendo flores,
congratula-se com a sua corapanheira, pois o
seu canto quer dizer certamente que vai melhor
de saude.
FioreUi, curiosa, quer verde perto os jogos
da caga e approxima-se dos cagadores. Sosi-
nha, a sua amiga atfronta um grande perigo
sorprehendida por Montesecco. que quer abusar
da sua honra ; os gritos de Simenetta o os ru-
in jres di caga lesorientam oaggresssor, que
foge. Chega Julio. O encon(ro do joven Me-
dais co. Simonetta 6 o inicio de um iclyili > de
amor; a rapariga leixa-se seduzr pelo accento
de voz viva e sincero de JtUiio, que Ihe talla
em lioguagem honesta de urna alma pura :
amam-se.
Volta Fioretii; compreliende o que se passa
i (de co iler un suspiro, ilutando a belleza
do rapaz. Calie o panno dian(e deste quadro
de amor.
3EOUND0 aJTO
ROMANCES ILL.STRADOS
Don Quixote do la Mancha -redigi-
gido para a mocidale brazileira segundo o pla-
no de F. loffmann. por Carlos Jansen, edic
de luxo, adornada com esplendidos chromos,
l vol. ene
Robknson Crosudem, idem, 1 vol.
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Livro de Ponto Independencias aos
apuntadores de estradas de ferro.
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Vsi-oikIc de Buro-i'reto Advento
da dictadura militar no Brazil, I vol. ene. 411)00.
Sn. Anstett Qaleria piltoresca de ho-
mens celebres de todas as nagOes e pocas, con-
tendo 200 retractos de hroes, sabios guerrei-
ros, reis, etc., etc etc 1 vol- ene
Dr. Gama Roza-Biologa e sociologa
do casamento, 1 vol. broch.
DE UM PARTICULAR QUE NOS PEDE
PARA VENDER
Aulete -Diccionario contemporneo da lin-
gua porlugueza. 2 vols. ene.
Cezar Canta Historia universal, trad.
de Antonio Ennes, 20 vols. ene.
BIBLIOTHECA PHILOSOPHICA
Sehapenhauer Pensamentos e frag-
mentos.
H. Jpensep -Classificago das sciencias.
E. Littr -Fragmentos de philosophia po-
sitiva.
I.. BuehnerO horaem conforme a scien-
cia
II. Speneep -Lei e causa do progresso.
r. Lufflttc Paradoxo da ignaldade
Biblotheqne Seientiflque 400d
o vol.
Bfbliotheuue Utile- UtlOO.
Bibli Jltieca do i'ovo e das Eseo
las 3U0 reis o vol.
A CHEGAR NESTE3 DIAS
A Revolta da Armada de 6 de Se-
lembro de 1S93.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO]
DE
SOUZA PAZ t* C.
81RUADO IMPERADOR 81
Compra e vende lvros novos o uzados
SP>RT
Hippo romo do atiipo Grande
2.a CORRIDA
Realisou-8e no domingo essa corrida
com sotfrival concurrencia e certa ani-
tnaco em sea movimento.
O dia foi, porm, todo accidentado.
E:n principio o trem que dascia para
subir o das duas 11 horas, focinhou as
areias do Hospicio e ahi acamou-se, in-
fluindo o serv9o de sua remogo e res-
tabeleci m,euto da liana no transporte de
passa eiros em repercurso na corrida,
cujo comeco demorando-se, impossibili-
tou a realisago do ultimo pareo que
correu.
No fim feobou-se o tempo e cahio a
foi
chuva, pela qual ae nSo esperava, e
causa concomitante da synalepha do men-
Na praga le Santa Tnniade em uo beilo da. d 7 Q0 { aaciava;Q to-
de Maio, Pazzi llondici, -jilviati o Moutesec- ^,uu i* ^
co tramam a famosa confipirago ; aocahir dos pelo Uerlim.
da noite o povo reuae-se, como de costume, na j E no tneio de tudo isto a liberdade uo
praga para dangar e cantar. tribofe, que com a isolujao do Derby,,
de Souza.' C6jS pri.ajirauuate Lourengo, que, acom- irradou lpor ^qs 08 para08 e reiaou epi-
- Chegados de Fernando de .Noronha ao va-J psahado porma.tos tocadore dirige jurna..se- P P ^
Torco i ,
5(5 kls.
Tempo
Rateio
3.'
ST.
das poules : Aventnreiro
primeiro 3 )J4 0 e em segundo 1634
Nababo em segundo I3$60.
Movimento das poul s: Circulara
728 2*2, em primeiro 47 e em
250 2[5, na somma de 3:642$ 00
em
segundo
me-
Pre-
rundo
..2
1.
3;-
2*
reaata para o lado da casa de dona Lucrecia demicamente, razando victimas tenos
Quarto pareoAnimacao 1150
tros.Asimaes da Pernambuco.
mios : 250$ ao primeiro, 50$ ao se
e 25$ ao terceiro.
Collosso, montado por Casoiniro,
50 kls.
Vingador, idem por J. Campos.
50 kis
Garimpeiro, idem por J. Marce-
lino, 5) kls.
Tempo : 8".
Rateio das poules: Colosso em pri-
meiro 14$0>.0 e em segundo 9$200, Vin-
galor em segundo I2J1C0.
Movimento das poules: Circularam
416 !/5, em primeiro 245 e em se-
gundo 171 1/5, na somma de 2.081 $000.
Quinto pareoTrilhos Urbanos'..503
metrosAnimaes de Pernambuco. Pre-
mios : 300$000 ao primairo, 6OJOO0 ao
segundo e 30$000 ao terceiro.
Mascotte, m&ntado por M. Mar-
tins, 50 kls. I-
Tbo. idem por J Marcelino, 50
kis. 2
Patchouly, idem por Deolindo,
50 kls. 3
Tampo : 114".
Rateio das poules: Mascotre em pri-
meiro 14S200 e em segundo 7$200 ; Ybo
em segundo T$600.
Movimento das poules : Circularam
744 1/5, em primeiro 518 e em segundo
226 1/5 na somma de 3.7210000.
Sexto pareoTurf Pernambuco1.400
metros Handcap. Animaes de Per-
nambuco. Premios : 300$000 ao pri-
meiro, 60$000 ao segundo e 33S000 ao
terceiro.
Pyrilampo, montado por M. Mar-
tins, ? kls.
Aveutureiro, idem por A. Franca,
50 kls.
Tenor 2-, idem por M. R ; rdo,
54 kls. 3*
Tempo: 105'"
Rateio das poules : Pyrilam 11 em pri-
meiro 25S00 eem segundo 133800;
Aventureiro em segundo 18$ 3 0.
Movi r-ento das poules : Circularam
6.-5 3/5, em primeiro 483 e em segundo
142 3/5, ta somma de 3-1280 0.

Casa das apostas : Emittio 3739 4/5
poules a apuiou 18.6993300.
Prado Peruainbucauo
Encerra-se hoje a inscripto para a
corrida de domingo prximo do prado do
Lucca.
1HDICACES PTEIS
BdletM
Coronel rederieo ChavesHomaao-
pathia Ra do Buro da Victoria n. 37.
I.* audar.
O Dr, Lobo Hoscoso d consultas em
loa casa ra da Gloria d. 39 das 10
horas da mauh 1 da tarde. Achau-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quuiquer chamado com
proiaplidu para fora da cdade. Espe-
alidiade, o^oiaces, partos e molestias
Ae seuhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperatriz a.
j, d consultas medico-cirurgicas todos
os dias das 8 meio dia, menos nos
'loroinsos e dias santificados.
,>. Pextira da, Soa chegaJo de
Paris ; com prattea uas dioicas le Whe-
cker e Laudo!t, d wnsultas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperador b.
63 primeiro audar.
Tlephoue n. 588. Residencia Ca-
xang.
>- i


>
.

-'
j| KfGiyti .

'II' lilil


*afa>.$e.
Diario de Perimmtmeo Tterca-ftei** ^1 Je lgo*io de 1 * .




i

-
k
V
s
0 Dr. Simpltcto Mavignier tem i
sea consultorio ra Mrquez *ie Oliud.
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do ippare-
Iho respiratorio, fabre da palle..
Consultas das 9 as 11 oa ph-mw:..
Minerva, largo do Terco e era seu sao-
211 ''.ario 'tas 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora por #
cripto
depboae n .->' ''
O Dr, Berardo medico e peaMsta do
hospital Pedro 2 teto consultorio } ru;i
do Rom Jess n- 9. 1. andar Residen-
cia : ra Real 4a Torre u. 29. lelephuue
o. 366
Dr. Amaro Wanderley, Mulou
eosiiiUvio para a ra Duque de Caxi.is
n. 7 i I.' alar, onda d consultas de
21 horas, da man hit non d tardo,
\ neia Rr-a Dii 1i r i'
Alegados.
Dr, Jcaquin Loureiro medico partei-
jo. cousoliorio i ra &n Cadag n. I
resi fon a 5. i is
azul8j, : freo." ja groja da Camii
Clnica de Eilcst;* de olhoa
o::vldt>M e o-triz.
0 Dr. Podro Koalas!, ax-chefa de oti-
dc.mIk prafassor Wecker oto '
rio a roa v \ oir aodar.
r .; i d8 larri '.
l'olephone n. 5
Drtfssa v
Braga If Michido. Deposito de to-
das especialidades pharmaceuli
i ; .. s, i' o luc Dioico* e uu-
tros ifflfl ithicas, ." w
Lar.M : i Samrio i- :<-
/, o&rinko A C '-
I ':!: I '
(hd.nares Braga 6'. De
je Drogas e productos cbimicos, sapa-
cialidades Ph naceiAfcs, medica
lo- lime >p linl ts, oleo*.,
ce'.s etc., el ftoa do Sanj*zl 'Jim-
da u. i'.O.
- talas
isideoci. ;i roa *el* da Set'<'
3 entrada pala re la Saqdade
)r. Brrelo Sanpnio, oaca
eonsulti
aadar da
escrip'a, qur verbal, para effectuar a prisao
do mesmo criminoso, e que V. S. nao teve ab-
solutamente scieocia de que os soldados tinham
sabido do quartel em diligencia afim de pren-
der o mesmo criminoso.
Pode fazer desta minha resposta o uso que
quizer.
S. Lourenco, etc.
Francisco de Souza Freitas.
N. i
S. Lourenco etc.
Illm. Sr. .loao Claudio Martins Pereira.
A' bem da ve. dade etc.
Lobo, ento delegado de polica deste munici- J0s Mara que elle estava de milo agaloado com ag aventuras de D. Qus.o-
pio. disse em minha presenca e de outras pes- ,, t* nresenteado ao Zezinho pelo girante-
casque nunca eb.raor7.oi de V &, ftr moli* senao completamente OUCO mS"2 apoza appacao dafuelle
quando escreyeu esse hbello diffama- na che4 do Cap.baribe, (refiro-me ao Ze-
torio da familia pernambucana. 'zinho encontrado em Ponte d'Uchoa).
Lancou-lhe o mais vergonhoso labeo O cavallo celebre fez a sua apresenta-
de dissoluta prostituida, velipen-!cao no D Quixote e jazia no esqueei-
diando a honra ea honestidade de' ment0, 1"* de fubito ?PP"m Para
__. i !consolacao de tutt qiianti, querenao alis-
nossas patricias que em geral sempre, tar se nvas fileira8 ^ val^ntes boateiro^
pnmaram pelo recato, tudo para dar a o caravelinlw singra o ar elevado pelas
prisao do Celebre jockey Ghrispim a nuvens pardacentas produzidas pkloB folies
cor de causa do assassinato de ticar- dos boateiros e anda no auge do contenta-
ment : corre liseiro e de espaco em es-
ttro
u. ^2
i. ii
: s boras u
raa 'i i Bario da Viciara u
P i L1G i G O s \
'E!l
i
II
N. liuurenc
AOS EXMOS. SRS. G JVEKNADOR E QUES-
TUR DO ESTADO
Deixo de responder a vrnnn qui'
ep'graplie acim foi poMicada
boje, assignada por
Gra'ja e e'sc*ipt. por
com i
no" Diario de
Luiz Himentel Kibeiro
ii'U ment:-, ura a*que-
Illm. Sr. Dr. Luiz Salazar.
Em resposta a carta de V. S. tunho a dizer o
seguinte: ...
Aol-sim o tenente Antonio Ferreira Lobo,
declarou por diversas vezes, dias depois de ter
sido raorto pjla forg policial o criminoso Ma-
noel Lopes qu't nfto recebera requisicao de
V. >., quer olTiril quer particularmente, para
effectuar a prisao daqulle criminoso, que se-
gundo se di ia, resida no engenho Quizanga
e que aquella prisao ;foi mandada effecluar era
virtude de um mandado assignado pelo anteces-
sor de V. S., cujo mandado achava-se ha muito
temp em poder d'elle tenente Lobo.
Ao 2o sim o referido tenen'e declarou tara-
bem que V. 8. nao teve scencia de que a forca
tinha sahido para prender aqu-'lle criminoso,
sendo certo 'iue V. S. so foi sabedor de tudo
depois da morte daquelle ; e como visinhe de
V. S. naquelle tempo fui testemunha de quanto
V. S. ficou penalisado com o facto.
Pode fazer desta minha resposta c uso que
Ihe convier.
De V. S. etc..
J >ao Claudio Martins l'erjira.
N. 5
Declaramos que diurdepcis de t:r si lo raor-
to pala f >rca policial em diligencia, o criminoso
M.'noel Lop:s, ouviraos o teneDte Antonio Lo-
bo, entilo del gado, d-clarar que ;no recebeu
ordem do Dr. Luiz Salazar, jaizde direito para
effaetnar a prisao daquello criminoso e que o
mesmo Dr. nao teve scencia de que a forca ha-
via sahido para tal lilig ncia e s soube della
quando chegou o cadver daquelle criminoso
n'uma rede.
Es'.a a verdade.
~. Lourenco. 18 de Agosto d^ 489'.
E loardo Estaoisla da Gasta, ex-promotor
publico.
Tmolio Dinrle de AlbuqU"iqu3 Maranho.
Iro da Costa 'dellia.
BstiO rr onlK'Ci las as tirinas.
do Guimaraes.
Conta o No burlesco escapo do di- Pa?r^TT reverente anuncl.andV8
.. 4 d r quatros cantos as novas posteo s officio-
T^iionte-Coronel A Provincia em sua edicA de boje,
ve.') toda espinhada contra o hon-
rado cominandante da forca de ca-
vallaria, p >rque S S. suubocom forro
embraza |uemar-lhar-lhe as cbagas.
A p ?brziha esperniou o rovol-
vendo-^e no meio da odorfera folhagcm
O'ii que vivo atirou apreciaveis ama-
billiia ies ao distinelo militar, dcix.an-
do ne entretanto ficar do p, todo
argumenl i que S. S, adduzio.
E' que a Provincia porfeitam.entc es-
magada, nao ponde defendor-se, e,
respeito, procurou saltar por urna
janelita, para livrar-so do impulso
d'aquelle que enorgicamonto e de
lnvio da ievassido de Recife conver-
tido a seus olhosem licenciosa Pompea,
que foi intercedido por um amigo su,
muito amigo mesmo, para proteger
Ghrispim [Tablean) ollios injectados,
lagrimas quasi a irromperem (como isto
internecedor e dramtico 1) nao ces-
sando de repetir : De mochila s cos-
ta elle... o Chrispim, pela ra, entre
soldados, a corneta locan o Urna
cousa assim nunca se vio Mas
que ello nessa occasio desmentir a
seu amigo Venancio pois encontrou li-
mites sua [iiedade c resisti an outro
apezar de agoniado lamento do toque
da corneta.
Que elle, em summa, era do partid
da honra das familias, mas venceu o
da honra sportiva.
Ghrispim foi posto na ra
Para enctirtar razoes Ricardo foi
depois fazer manifestares ao Sr. Mar-
tins Jnior e cahio victima do punhal.
O assassino entrou por urna porta
d'A Provincia e sahio pela nutra,
Mas s por isso havia de ser elle
jo mandante? Foi assima historia : pa-
; lavra de Jos Maria em epstola ao seu
amigo Venancio c que (aqui para nos)
bem podia ser tamhem... aos Ephhios.
Au revoir.
Remcrricment
La Colonie Francaise rsidant Per-
nambuco, remercie de tout coeur, au
corps consulaire, autorits civiles, mi-
litaires et religieuses, ainsi qu'atous
ceux qui ont bien voulu accompagns
jusqu' a la dernire demeure, le corps
de leur regrette Cnsul, Monsieur
Georges Rvoil,
-------------^--------------
lilcieai lo Prefoito
Nos abaixo assignados membros do
aecrdo com os factos, encostou-a ao Directorio do Partido Republicano Fe-
deral da freguezia de S. Jos, convida-
mos aos Srs. eleitores do I." e 2." Dis-
roso que s sabeferi' pelas rostas e pastearas
nao so porque -: $6es que alli se Wem.-'omo porque para respon-
del-a cu tena -le descer ao careo immundo em
fue se rhafuvdam es seus autores : aquelle um
vagabun .o e irresponsavel pelo que Ihe de-
ram para .ssignar, coi:.) j confessou e este
um ente despres.ivel, oppiobno ve gonha de
sua pn-pria lamilia, e que, para justo castigo
de s-:us crimes e negras infamias, vive n um
recanto deste municipio, mortitcado pelo re-
mo:so, eramagrocido peta fome e esmagad >
pelo desprezo publico, tentand > sempre que esDicua o ulhar, pucha o beico e aiz
pode e cora a responsabihdade de ura instru- ao* commandante da cavallaria "
menio barato, raoider os ps dos que, como eu,
o desprezara e evitam o seu contacto pesti
lento.
Para mostrar, porm. ao publico, para quera
somente escrevo, a injustiga e improcedencia
da accusaeio a que seus autores aproveitaram
urna occasio m para ainda urna vez me erir
limito-me a publicar os documentos que se
seguem, pelos quaes ver o mesmo publico,
que o inconsciente signatario daquolla ver ina
nao loi preso a minha ordem mas sim pelo
digno e distincto subdelegado Costa Gadelha
canto da paredo e com a piusa da
verdad penetrou-lho as veas na
pratica d'autopsia que desenvolvida- trictos da mesma freguezia, para urna
mente fez no seu cadver, dobaixo do I reumo poltica no da 23 do corrente
ponto de vista moral. imez, s 6 horas da tarde, ra de
Pobre Provincia........ nao podando Hortas n. 49 i. andar, para tratar-se
aecusar o distincto Tenento-Coronol do pleito que tem de se ferir no dia 30
Ottoni, e muito menos defender-se: do corrente.
das vehementes arguic"es, aparo-1 Recife, 20 de Agosto de 1894.
ceu com an?s de creanr.a, fazendo do- Joo Baptista Cabral.
claraces bostuntas, que traduzidas j Alexandre dos Santos Selva.
ficam em nada. Arthur Teixeira Leite.
E' que a Provincia dizendo algumas' Manoel Rodrigues Nogueira Lima,
maloroacoes, po3 a m.ao na cabeca1 Joo Ribeiro Guimaraes.
' Manoel Waldoaldo Soares.
Libanio Presidio de Carvalho.
Voc deixe disso, que eu nao! Antonio Juventino Alves.
quero historia com voc seu Ottoni, 'Estevao Augusto Barretto de Gusmao.
deixe eu i meo caminho que eu vou; Oestes Alves da Silva,
me ja p'ra casa... ambara ambom. Custodio Barbosa da Silva Guimaraes.
Eis ah a traduccao do artigete.! Manoel Theophilo da Silva Guimaraes.
que, com relaco ao caso, a Provincia \ Joao Francisco Bastos d'Ohveira.
trouxc om sua ediccio de hoje. Nao ~
haduvida... fujna sempre com seus w diloo wunrle
escrivinhadores, conforme demons-1 Toda gente ficou sciente da nova in-
trou evidencia o bem conceituado dustria que com alguns companheiros
sas.'...
O caraveienlw vem coberto de parasy-
tas peio decorrer dos tempos cvalgado
por mocos, meninos, velhos cheio de pe-
cados e de crimes ; costuma trazer na
cabeca um mono (distinguido), as costas
palanquins com crianeas e na cauda um
moco p oferindo discursos incendiarios !
O Carave/en/to, cansado pelas tropelas
dos ltimos tres dias, i'azia esta manh
sua entrada triumphal ao som dos pifa-
nos, que de momento a momento era in-
terrompida pelo agoureiro pi do mocho ;
estacou e o afSigiam presei.tmente s
maus, qaando impulsionado pelos impe-
tos dos mocos desejosos, continuou a jor-
nada.
la lentamente <> CaravelenJio fizerati-
no parar e o moco dos discursos encetou
breve allocuco ; eis que no bojo do ce-
lebre cavallo de pao, explodio urna bomba
telegraphica, fazendo em estilhacos os
coracoes dos mocos e velhos destinguido.s.
Esta inesperada desgraca causou mera
confueao nos m.-^os, os quaes mandaram
reparar os seus [corajes para novas aven-
turas de posices officiosas.
Recife 16-8-94.
Dr. Pepe.
Qtrizera abcacal-o
Ao peito uporul-o
E abeacoul-o
Em mou eor>cao 1.. -
Pois. bem, nao maldigo
A sina que sigo !...
Escuta o qtw eu digo-
Era triste canea.!
Me abraixla o torminto,
De meupen^amento,
Meu fado cruento...
Tamauh .iffliccao !...
Agora, voltemw!
Nao mais o chamemos,
Que nunea mais vemos
- Quera vive com Deus !...
Guardemos na mente,
No peito clemente,
Nossa rtr pungente...
Teus ais prantos meus !.
Agosto, 21 de 1894.
J>ai/utm Francisco de Meti Santos.
Sr. Tenente-Coronel Ottoni.
188'.. 1.
iustus.
Notas a pastel
deseja explorar (a mina da Lustosa.)
Os gaiatos riram-se do risco de vida
que corre o ingenuo mano NapoleSo,
felizmente crioulo e por isto bem con/ie-
cido: o mano Napoleo nao acreditou
na penna de Talio por achar excesso
, de amor fraternal, lembrando-se ainda
Impaga veis as cartas do br.. Jos de que menos esforcos eram necessa-
Maria o Provincialo homem dos avs ; ros para fornecer-lhe o cobrinho das
conhecidos, e que oo como esses,' passagens de Cinco Pontas Maraial,
que suegem quaes tortulhos no meio'e que outrem o fez; verdade que
, [n'aquelle tempo elle anda nao tinha
do enxurro. cannas, quanto mais maduras... um
Oral para que Joaomngnem loijconselho de expedente: as explora-
alludir no seu pesadeio a cousas to C5es de minas, quanio em terrenos
velhas o thema do as'sassinato de Ri- falsos sao bastantes perigosas porque
cardo Guimaraes ... j Cafrido da modal' costumam desabar as galeras prenden-
- Venancio, tu bem sabes-aqulo do os e.xPlorfdo,r,es;
foi por urna questao de partido, sim ;
mis do partido dos cavallos... Lezeira,]
Tupy, Cndor e Africana estarao na'
Augusto Alves Por te lia Fillio.
ordem do dia.
E dahi enlra o Provincial a roman-
A faina dos boatos recomeca a tomar
intensidade com os meios engenhosos que
empre^am seus autores para illudir a
boa f dos incautos. Nada, porm, con-
como vagabundo e por otfensas moral publi-
ca que nenhuma responsabilidade Uve na mor-
te do celebre criminoso Manoel de Souza Bar-
boza, ou Manoel Lopes, qual ainda hoj cho-
rada por aquelles que perderam com ellaum fcil
dcil instrumento para consecucio de fina ln-
coufessaveis eque finalmente, como juiz, pro-
nunciei no ar'tigs i9i do Cod. Penal, os i sol-
dados que f ziam parte da diligencia em que
foi morto aquelle criminoso.
Quanto ao mais declino do 'conceito apaixo-
nado dos collaboradore da verrina a que allu-
do, para o juuo de todos os homens honestos
e moralisados das duas freguezias deste Muni-
cipio, dos quaes frequentemenle tenho recebido
as mais publicas e solemnes provas de apreso
e considerasao que me dao anima para contw
nuar a proceder como tenho procedido at hoje
e desprt r as ameagas dos perversos e perdi-
dos.
Aos que me Jeera pego que me relevem a ve
hemsncia da linguagem que tive neoessidade
de empregar para repe'.lir um assalti a minha
reputacao. io,
S. Lourenco, 18 de-Agosto de 894.
Luix S-ilasar da Vcvja Pessa.

Documento ni
Certifico em visU da portara do Dr. juiz de
direito deste municipio que a ordem era virtu le
da qnal rerolhi a cadeia d'esta Villa o individuo
de norae Luiz Pimentel Ribeiro Granja, do
theor segrate : O caree-eiro da cadeia desta
villa, detenha Luiz Pimentel Ribeiro Granja,
como vagabundo e por oftVnsas a moral publi-
ea, ligando o mesmo incommnmcavel.
S. Lourengo, 12 de Agosto de 1894.
O subdelegado.
Costa Gadelha.
O carcereiro-Francisco Celestino Pereira.
Documento n. 2
Jos Francisco Te I ha de Meodonga, esenvao
privativo do jnry, etc.
Certifico que revendo os autos do processo
crime instaurado conlra os soldados Cypriano
Pereira da Silva, Manoel Francisco da Costa e
outro, delles ronsta : Primeiro que o manda-
do em V'rtude do qual se fizera a diligencia,
est assignado pelo ex juiz snbstiluto deste
municipio, Dr. Andrade Lima e fo entregue ao
delegado quando o Dr. Luiz Salazar ainda nao
era juiz de direito desu municipio. Segundo :
qne os soldados que fizeram parte d'aquella di-
ligencia que s5o os mesmos de que cima se
trata, foram pronunciados pelo actual Dr. juii
de direito, como incnrsoe no artiso 294 do Cod.
Penal. Terceiro finalmente que os mesmos
soldados foram absolvidos pelo jury, tendo
como advogado o Dr. Esmeraldino Bauieira,
isso em 4 de Julho de 1892.
E de tudo para constar passo a p-.-.-ente e
don f.
S Lourengo, 18 de Agosto de 894.
O escrivao.
Jo? Franeiseo Telha de Mendonca.
Doc. n. 3
>. Lourengo, eic
lliustre ci :adao Fr|cico de Souza I-reitas.
A' bem da verdad^treciso qu^, me respon-
da etc. W
' Ilim. Sr, Dr. Luiz Salazar.
Em resposta a carta supra tenho adiaer que
poucos das depois de ter sido "'J10 Jf JJJ^
TEbJouia SrtoSo Cnente Antonio^Ferreira I jiis, O menos que se podia dizer ao Sr Aligero, cavallo de lanho ou de pfto
tisar um oslado de decadencia de COS- j seguirlo em prol do seu intento, porque
turnes da sociedade pernambucana no os boateiros exercem a profissao propra
tempo em quecomecaram os prados que ?os lbregos paizes ma.s civ.hsados,
, ^ r- __. amais adequada a mocos de posteoes om-
so parece urna prosa de criminosa a -,ciosas
tuto. Na actualidade sobrepuja o criterio, o
A imaugnraejo dos prados! Ibousenso, a justica e a descrcao dos
atontou a sociedade pernambucana! Uistnctos pernambucanos; e nunca a
Respeitaveis matronas, belllas e gen- Parv?'^e torPe do8 dmtingu.dos moeos
A sepultura d elle
('LEMBRANCA DE MEU FILHO SCRATES)
E ainda um heijo n'essa argilla paluda,
Meu pobre coragao!
Byron, Cnin.
E amei o seraphlm I descido noite,
D'ethereas regies minha vida,
Desprendido do co sobre minh'alraa I
Aliares ds Azevedo.
Eil-a alli:... no deserto I. solitaria ...
Kis-me em pranto I... regar paludas liores,
Desfolhadas sobre a loisa mortuaria,
Onde 'st sepultado raeus amores I-
Eu a vejo com pesar I... Meu pobre peito
Triste arqueja, bem dorido de saudade .
Vejo, pois, isolado o fri leito...
Em que lorrae meu amor!... minha beldade!...
Eu a vejo em minha mente !... em pensamentot..
Na memo'ia tristemente a gravarei I...
Ser sempre. meu penar, meu soffrimento..
Esta dr... quj dentro (Taima guardarei -
Tudo vejo I.. S nao vejo meus amores I...
O sorriso de minh'alma!... o unitivo I ..
Doce afn dos raeus tormentosI... dissabores!...
Que legou-me a dura sorlel... o fado esquivo...
Nunca raais o verei I Sinto magoado...
Meu pobre coragao na desventura !...
Nao vejo mais, meu lilho idolatrado,
Que roubou-me o dest-no I... a ra ventura I...
S me resta inunda magoa 1 o triste ensejo
lie chorar meu caro bem/... que tanto amei I ..
Vou, porlanto, n'esta campa dar-lbeum bejo,
Pois que d'elle eu jamis me esquecerei!...
I
Hei de entrar n'esle recinto no deserto I
Beijar-lhe a sepultura !.. vel-a ao perto !
Procurar meu sanio amor!
Murmurar inda seu nome '. sos, sem medo !...
- Sondar este mysterio este segredo i-..
E carpir a minha dr!...
Vem, minh'alma!... vem commigo !... vem, en-
eremos
N'esta immensa solidSo !... e nos curvemos
Ao peso da tristura !. -.
E ahi, entao, choremos lamentemos !...
Nossa herdade !... o thesouro que perdemos!...
Com saudade !. -. com ternura ..
Vem commigo o luar batendo em cheio
Nem rae anima entrar !... pois, nao receio
De ir vel-a n'esta.hora !...
Alli, nao ha ninguem !... ermo tudo!
T mesrao meu anjinno quedo, mudo ....
N5o falla, mais, agora'....
Acola, tudo silencioso !. s lembranga.. -
De tudo quanto a mente nutre, alcanga,
E' tristeza :... e solidao ..
S se ouve o ciciar de branda aragetr,
S se sent, do ar, fria bafagem,
O baler do coragao!...
As forgas me sobejam nao me morrem t- .
Brancas nuvens transparentes, girara, correm,
Pelo co, l n'amphdao !
Meia noite !- silencia toda a trra !...
Meu peito arfando anceia :... guarda, encerra,
Grande dr:... muila afllicgao !..
E' a hor 1 em que dorn:e a natureza !...
Eu a 'ero perscrutar !... ter bem certeza
tudo quanto vejo ..
Quero, ria, procurar minha beldade!...
rntrar n'esta imraensa soledade I-..
tis donzellas queriam porfia encar-
nar-se em Galata. Mas de um caval-
leiro lentou destripar-se (?), por nao tr
mi'ios de vestir a forma de Apollo
Osillustres representantes dohigth-
Ufe coroavam c davara palmas aos po-
tros ; e os mancebos plutcratas oscu-
lavamas egoas.
dos distinguidos
que fazem crer tudo para corroborar e
concentrar um juizo constritadord s glo-
riosas conquistas viadas de alm mar.
Ante-hontem propalavam a deposicSo
do inteii.erato governador ; hontem asse-
ver.ivam a reinvidiemeo das liberdades
[patrias; e hoje apregoam a possa dos
recemnomeados em holocausto A actos
imaginarios. E isto faziain e conse-
guan! pela evoluco dos ileives carcomi-
Que horror j tinhamos chegado a dos por- urna sene de depredarles sem
imitar a dopravagao da prostituta I orna principio e sem nexo, objactivo dos espi-
r, r ritos atrophiaaos e ateitos as alusoes
dos impera-lores odientas, metarrauplioseadas era pharrta-
t Era urna rara honra, o mesmo ;8!s bajulatoriss.
Sr. Jos Mana quem o diz, o ser Ante-hontem, hontem e hoje.
amigo de jocJceus. Elles tinham entrada; Pura llusaol Chegam nova posices
as gran* salas e lodas as portas se' @as \JCre8C.eL numoro^.de boatoiro8 T
0, I Echoam de ouvido em ouviao vozes dos
lhes abriam de par era par U | lfc andam cavaigando robusto Buce-
Mas quem houve que ttvesse sidolphai0; Tud; s mil maravillas para re
nota discordante nesse croharmonioso, galo dos raemos das posices officiosas!
exclama O Provi aial fui eu. !... Vem o cavallo: o leitor ignora qual
Na verdade, si isto nao se devesse seja o cavallo allud.do, Po,s,.,,, proval-
, iie vemente conheceu Pemso, Boyarte. Roo-
levaraconta de recurso de defesa a Us(j muitaa outras cela)ri,i;tdtii no g8ne.
que certaraente todo o aecusado tem ro< rnag uao 8e r.'Cor<4a do Caravelenho
Quero
E na loisa dar-lhe um beijo !...
Abri a frrea porta do recinto !..
Para ver meu caro lho: morto, ,extincto,
Meu thesouro que perdi:...
Eatrei mu pesaroso!... em dr!... chorando
Beiici-lhe a campa, as flores, selugando !...
Hrocurei-o :. nao o vi:...
II
Minh'alma sombra,
No errao gema .
A dr... qu'eu senta
No pedo magoado !.. -
Chorava era tristura,
Minha desventura...
Junto sepultura
- Do anjO adorado
Chamei meu anjinho,
Meu caro filhinho !
Que dorrae. sosinho
ta plein retiro !.
Um terno ai plangente,
Bixinho, gemente,
Ouvi, tristemente,
N'um brando suspiro
A la batia
Na lapide fria !. .
Mioh'alma dizla
Qujm yeme sou eu
Enxuga teu prnto,
Nao chores, raai-. tanto,
Qno teu amor santo- -
' No dorrae I... morreu!.
Morreu -. nao o vejo,
P'ra dar Ihe inda um beijo! .
Matar meu desejo,
N'esta solidSo!...
Cemiterio publico de Sanl Ama-
ro na eidade dn Reeife, 17 de
A rosto de I S I
/Ilustre ctdado :
Tendo lido na Gauta do Refe de boje, na
secgo -Xotuias iwtruu e sob a epigraph;
- Yinlieao de sepulim 1 a nolicia de um facU>
hontem occorrido neste cemiterio e que pin-
tado com as c jres raais carregadas da m von-
tade u da ra l, aprasso-rae ein coramunicar-
vosoquede, verda.lj se passou a tal respeito
e o informante da Gazela mencionada, sera du-
vida, procurou occullar a illuslraa redaegao
desse orgao de publicidadc para satisfagao de
qualquer fim in'confes avel.
Eis o que se tleu :
Na tarde do dia de hontem quando o guara
deste cemiterio, o nico que nelle existe se
tinha dirigido para o interior, do mesmo acom-
panhanao um enterro, aqui chegou o carro que
condu/ia o corpo da iiinlher E. A V. tra/.endo
o boleeiro desst- 1 arro duas guias, que entre
gou no porteiro, a quem cumpre rccebel-as.
Urna dessas duas guias era a de n. 61 e que
se refera ao cadver da mullir de nome E.
A V. e outra era a ile n. 4. que tratan do
cadver de um horaem de norae A. O. C.
porteiro no momento em que recebeu es-
sas duas guias, das quaes a de 11. 44, que di-
zia reswiio ao cadver de A. O. C, cobna a de
n. bl que la/.ia mengao do cadver da mulher
1 A V. vollando-.se para o guara cima mea
conado que nessa occasio vinha chegando do
enterro qu- acabava-le acorapauhar, disse-lhe :
Aqu ela um outro enterro da mu: icipalidade
querendo dizer que era raais um ente ro para
cattteumba da municipalidade.
A este aviso o guarda si-guio o caixfio, que
acabara de ser lirado do carro, e cora elle se
dirigid para a caiucumba n. 79, pois so baven-
do 1 a tarde de hontem dou- ente ros par. ca-
tacumbas municipaes e j se lendo etlVctuado
o primeiro, lgicamente conHuio que o segun-
do era para a calacumb 1 em quesio.
As pessoas, que acorapam.arara o atade da
mulher E. A V., sem laurea nenhuma pon-
derago deposaram o caixao na catacumba n.
79 <: logo em seguida e antes de ter sido esta
fechada, retiiaram-se deixando o pedreiro no
cometo do servigo do tapamento da m-j-raa ca-
tacuraba.
Ni) se achava ainda este serv go em mero,
quando por ler chegado o carro qu; conduzia
o cadver do hpraem de nome A. O. C. verit-
cou o porteiro que era a este que se destinava
a catacumba n 79 o que o corpo da mulher E.
A. V. era destinado a sepultura raza, isto e, a
ser s;pultada em cova aberta no chao.
Bem se vP que o engao do porteiro pt-rfei-
tamente explicavel pelo que dito Mea, e a m
f dos prenles da mulher E. A. V. os quaes
segundo a noticia acompanharo o enterro nao
podiam dar direito a estes dr sepultal-a na ca-
tacumba. que pertencia a outro cadver.
Km tal emergencia e por nao aehar-me pre-
sente nesse momento o enpn-gado competente
providencien para que fosse retirado o cadver
da mulher E. A. V. e levad ao necroterio, em-
quanto eram coamadas as pessoas que o tinham
acompanhado para se ihes dar scencia de oc-
corrido e em presenca dellas fa*er-se o enter-
raioenlo do mesmo cadver om sepultura rasa,
procedend>se era seguida ao en.erraroento do
cadver A. O. C. na catacumba n- 79.
Onde est aqu a profanago de sepultura de
que falla a azeta do Recife naturalmente le-
vada por seu informante.
Qual o crime que encerra esse procedimento
destituido de toda a m f e desacompanhada
de qualquer demonstragao de desrespeito para
com o cadver da mulher E A. V. ?
Pois ento pretendiam os parentes da mulber
E. A V. que 1 ao puderam ou noquizeram alu-
car urna catacumba para decango de seus res-
ios mortaes, que ella ttcasse na em que, pelo
referido equivoco, foi momentneamente collo-
cado o seu cadver e que o cadver de A. O. C.
fosse atirado valla comraum por esse mesmo
equivoco, que nenhum delles tendo acompa-
nhado o cadver de E. A. V. procurou desfa-
per ?
Ninguem. nem mesmo o informante da Ga-
zeta do Recife, dir qne sim.
Terminando cumpre-rae declarar-vos que ad-
werti aos empregados, a quera segundo o reg-
lamelo lesU cemiterio incumbe o servigo de
designagao. de catacumbas, no sentido de que
seja elle feito com o mximo cuidado afim de
que se naareproduzam factos da ordem do que
acabo de expor-vos. .
Pego-vos permisso para dar a pubucidade a
presente intormag5o, com que me justifico das
infundadas accusagOjs que me so feas.
Ao Illustre cidadao Dr. Jos Marcelino da
Rosa e Sili'a M- D. Sub-Prefeito do munici-
0 administrador,
Atcenso Mnervino Metra de Vatconceltos.
Actividade estragada
Tem sahido publicado na Provincia de 14, 18,
18 e 19 do corrente, um annuncio, reclame de
urna tal fabrica ACTIVIDADli, que termina
com as seguintes frases :
A Cezar. o qua de Cezar 1
Abaixo as garapeiras!
E' um modo de tratar, pouco delicado, urna
falta de cortezia, dovia antes, respeitar os col-
legas, olhar. sua antiguidade no ramo de ne-
gocio a que vem dedicar a sua ACTIVIDADE-
T.10 arrojado guerreiro, envolto na capa da
nova fornada, com pretenstes a littarato
I e publicista que s sai quando bt pa.
pelotes ?
Paree e.
Mas continuando assim eu deixo>as-
signatura >
Vou augmentar o numer dos aseig--
nantes que.se. ten despedido d'Ai Pro-
vincia como ella mesma armunciou-.
Um competente.
O abaixo assignado prexine o pablico
que peesoa alguraa, que nao estiver ler-
galmente autorisada, poder far- quaW>
quer transac&o em seu nome.
Recife, 20 de Agosto de 94
Antonio Francisco da Grut.
Ao professor Joao Polycarp
Soares Rosas
Fago seiente ao professor Rosas, que nao ou
eu o autor de u is artigeles que ultimmenle
teeni sido publicados n'esta folha ;e que ul-
guns dos seus collegas teem attribuido mi-
nha humilde individuali lade.
Nao uso do anonyinato e nem soffri ainda pela
pessa de S. S., para procurar o desabafu nos
esconderijos, como fazem. muitos.
Se o professcrdeeja saber o autor, procure
melhor e ento ajuste contas, se quizer;
Nao posso por ora expressar-rae raeldor.
Recife, 2" de Agosto de l9i.
Francisco de Asis Epiphinio Rodrigues Pinto.
O oleo de ligado de bacalhao de
Berth o nico cujos processos de
preparacSo forana approvados pela Acor
detnia de Medicina de Pariz; duplamente
mais rico em principios activos do que
os leos de oacelbao preparados por
outros modos.
E' o oleo escuro q'te deve ser empre-
gado em medicina com exclusao dos doit
OutrOS. 1 PRonsson Tnoi'SSCAU
As crianeas bebem fcilmente o oleo
de Berth e chegam at a pedil-o por-
que nao repugnante.
Ptwpfssoh BOUfHBDAT.
O oleo de Berth une reconstituinte
de primeira ordem, de natureza a forti-
ficar as constituigOes fracas, os peitos
delicados. Com o seu uso constante
desenvolve-se a corpulencia. E' um dos
meios mais certos para fazer desappa-
recer a magreza. Merece oceupar o pri-
meiro logar no'.tratamento das bronchites
chronicas, das constipacoes antigs, dos
ozatrreseengurgitamentos das glndulas.
O oleo de Berth o oleo de bacalhao
natural, preparado com figados frescos,
directamente importados aos cuidados
da casa L. Frere, A. Champigny e C, succ"*,
de Pariz, ra Jacob, l!.
S se vende em vidros junto aos quaet
se acha urna iastruc^ao.
Peito ral e Cambar
Cara de tosae com esearroa de
sangne
Levo ao conhecimento do publico mais
ira triumpho .-dcan^tido pelo popular re-
medio Paitoral de 'ambara. prapara$So
do Sr. Jos Alvares de So^bs S'^sres, de
PelotM.
Hri>8va8Dooqai)UDi toaee grave
me atormentara da e coate, tazeodo ult-
raaxeot deitar j abundantes escarros de
-i-i- Mit, ; oa pulmS a, com cortesa, aohav
Tam-se affeotados e eu tena infalrei-
mente de suecuaibir terrivel tsica pul-
monar l
Um amigo, iHuendo do meu est do,
^cohseinou me o preciosa Peitoral (te ^orut
ara, a soraer t com o uso de duee vidros
deste irnportsntiaaimo medicamento, OTO-
egai cura--me radicalmente, Beo'indo-iae
h-je iorte e po^eodo entregar-me a
,(! s de minha tazenda.
D'poia deBte caso tenho sconselbado a
m-uto t*ote o Peitoral. de Cambar, e
todos tea coifaido resoltados impertanrea.
Actualmente tai uso detto preparado
um muito .pprov-iti.meato, miaba, filha
.Neufrides, que tambem se acha Boffrendo
do peito,
Bernardo Jte dos, Santos.
(Faserdeiro no Serrito, Rio Graode o
3ul.)
Reconbeco verdadeira e firma suprae
Era testemunho de verdade, o escrivSo d.
pal Rol dao S. de, Gtouea (Serrito.)
4
j
Mara Jalla Hala Morera
1* acoiversar o
Joao Dias Moreira e seas, til dos rogam aos
ieos paredes e amiKos a nesa de assistirem as
mirsjfl qo maodam celebrar na ordem 3* de
Carmo, no mu 22 do royente, Ss 8 boras da
manhi, t-aonivereario do nassamento de sna
sempre lembrada eaposa e mal. D Maria Julia
M11 M i-.'i-a : coofessaodo-ae desrfe j agrade-
cidos aos que se digoarem acceder a ese con-
vi.
Actividade o servrado-se de tes armas, ficar
senhor do campo ?!.. talvez nao. -. Azaitonas
em latas de gis, e outras que taes especialida-
des, nao podara agradar Beata aos interesses
do tal CEZAR, e a mais ninguem. Sim amigo
Cezar.
Abaixo a garapeira l!
Non plus ultra '. !
A Cezar o que e de Cezar :!!
\ minha prima Maria Chaves
2: de Agosto de 1894
Hoje engastas mais urna perola na coroa de
tna existencia.
Por esse facto permute, minha prima, que
eu, com a alma transbordando de jubilo, desfo-
lhe sobro la cabrea um bouquet das flores de
minha sincera araizade.
Parabens. A.
Francisca Santiago.
Peitoral de Cambar
Cura d toaae deaesperadora
Illm. Sr. J. A- de Souza Soares. Pe-
Iotas. Sendo atacad minha esposa de
ama toase des-sper idora e de carcter
nos
\ Pravincia
Temos lido e com franqueza n3o
tem agrado.
Muito tocador de realejo...
O alambicado artigo que fez as honras
do numer de domingo Invaso de po-
deres veio recheiado de citacSes hist-
ricas ancaixadas pedantescamente
Cita Luiz 14 antes da- fstula ou o rei
Sol, Tkiers, a Aguia de Me.ttex, Clotilde
de Veaux, Voltaire, de Lemos.
Tra4a< muito nial da materia.
Falla em actividade administrativa fun-
g-ave, laneni mao de diversos preparados
-em resultado al um ; teodo, porem, co-
nhecimento das curas realzadas pelo Pei-
toral de Cambar, mande i inmediatamente
comprar d us irascos deste prepar: di e
logo com o primeiro se manitestaram aa
melboras e com o segando vi-a completa-
mente reatabelecip.
Quera, dob, aooeitar a expreBsSo do
meu proiuodo reconh-cimento, podenoa
faser o aso que Ihe convier Da V. S.
mig o cri io obr;gad Israel Antonio
Qidade. (Serroa de Taqury, Rio Grande
dn Sul.)
Reoonheeemos s aesignat ra aopra. Joa
Augnato Oaorio Bordini. Francisco Ri-
beiro, (Ptrto Alegre.)
Reconhaco as dase *ss'gnRUir<>8 "ios
abonadiTea. Em tstemunh'
o tabelliZo nterin-, Jola
Vianca, (Prrto Alegre.)
de
v rd- de,
Oi76r
Dr. Manooi Pinto. Damazo
A commissao abaixo assignada, encar-
regada de realisar as exequias que, pelo
repouao do illustre Dr. Manoel Pinto
Damazo, pranteado Prefeitc deste muni-
cipio, mandara celebrar os empnegados
municipaes, convida a todas as classes
damental e activ.dade legislativa espe- ociaa. para assistil-as na capella^0> ce-
fi Jmiterio publico de SanJ,o Amaro, aa
^uillo sera porte de algum lente da'1/2 horas da manhS de 21 do corrente,




1


a

1 hbtiuiio
aaaaai




trigsimo dia de seu passamento; con-
fessando-se desde j agradecida a todos
[ue se dignaren de concorrr a esse acto
a religiao e caridade.
Recife, 16 de Agosto de 1894.
oaquint Jos Ferreira da Rocha.
Francisco Marques da 'Itindade.
Laur entino A moni > Cesario de Azevedo.
Francisco os de Araujo Mello.
----------------_------------
los empreados niuuicipaes
A commisso de empregados munici-
paes, abaixo assignada, ancarregada por
seus collegas de effectuar as exequias
pelo repous) de seu pranteado chefe Dr.
Manoel Pinto Dan-azo, que tero logar
no dia 21 do corrate as 8 1/2 horas da
manha, na capella do cemiterio publico
de Santo Amaro, avisa >s de que as 8
horas da manha dasse dia, devero reu-
nir-se no Pago Municipal afim de, em ro-
maria cvica, se d rigirem aquelle cemi-
terio e assistirera a esse neto de religiao
e caridade, c rao ficou resolvido na reu-
niao de 4 do corren te.
Recife, 15 de Agosto de 1894.
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Yraucisco Marques da Trindade.
Lanrentino Antonio Cesario de Azevedo.
Francisco Jos de Araujo M Peitoral de Cambar
Cu a le tose desesperadora
Illm. Sr. J. A. J-a Souz- 8-ares -?
Iotas Send atacarU raihis aupo.. <
urna tese desesperados e de ovaste
srave. laooei m8o le diversos prepira-^g
sem resoltado algn; tendo, porm, c>
nhecimente das caras reslinadas pelo P>i-
toral de Cambar, mande immedi-ta-
meote comprar dous fraaooa deste preio -
rodo e logo con o primeiro so manilla
romas melhoraa e coen o ;egando vi h
completamente resabeleoida.
Queira, pois, aceitar a expreasJXo d->
mea profundo reconhecirceato, podendo
faier desta o uso qac lh fonvier
De V. S. criado cbrigttdo
Israel Antonio Cidade.
(Serros de Taqaary, Rio Grande d
Sal).
Reconhecemos a signatura supn.
Jos Augusto Osorio BordiniFrancisco
Ribciro
(Porto Alegre).
Reeooheco as duas assienatura do?
abonadores. Em teatenmoho de vrdd^,
o tabelliao interino Joao de Olivcira
Vianna (Porto Alegre).
E' nico agente e depnsitario do Pit -
ral de Cambar neste Estado a Cimpanhi-
de Drogas e Prcduco Chinaco*.
Recife, 11 de Agosto 1894
I Ilustre cidado e correligionario.
Pela circular da ma oria do directorio do
partido republicano, hontern publicada em ai-
guns jornaes desta cidade foi aprescnta.lo ao
eleitorado do Recife a minlia candidatura ao
cargo de prefeito deste municipio, na eleico a
que se val proceder no dia 39 do corrente mez
Sara preenchimento da vaga do mesmo cargo
eisada pelo inexperado fallecmento do dis-
tincto cidado Dr. Manoel Pinto Damnso.
Yenho, pois, declarar-vos qu: aceitei essa
candidatura de accordo c-nu a norma, que tenho
Seguido na minia carreira poltica :-a de nao
pretender pobico alguraa, em tambem recu-
sar o posto que rae 6 Jesignado pelos meus
correligionarios para o servico da causa pu-
blica.
Diario de ffVrnambai.ee Terca* fgira %I de Agosto de ISiM
dito escrivJo, que faca entrega de i I >s
Comprehendo o dever que tem todo o cida-
do de oceupar-se dos negocios do Estado e
de, na medida de suas torcas, tomar parte na
adminislracao publica, quando a ella o cbama
a conrianca dos seus.concidadaos.
O governo municipal exercendo-se sobre re-
lajees que affectam mais de perto a pessoa e
bens dos cidadaos, deve cora toda a razao me-
recer-mes especial cuidado porque natural
que o municipe se preoecupe com a hygiene da
cidade que habita, com a moralidade e capaci-
dade prolissional do raestro a quem confia a
instrueco primaria de seus tilhos, com a polica
que tem a seu cargo a garanta e a seguranca
de sua pessoa e de seus direilos e com outros
tantos assumptos. que constituem as importan-
tes attribuice9 do poder axecutivo municipal,
cuja esphera de accao se acha to justamente
ampliada no rgimen republicano.
Se, por ura lado, avallando as dimculdades
do desempenlio do honroso cargo de prefeito
deste municipio, eu nao ousaria p-etender um
posto de tamanha responsabilidade, por ouiro
lado sinto que nao caria bera com a minha
consciencia de cidado resistindo esolliaque
de meu nome fez o directorio do meu partido
para candidato a esse cargo na prxima elei-
cao.
Aceitando, porlanlo/.esa cscolha, declaro-vos
que, se merecer do patritico eleitorado desla
capital a mesma confianga, com que acabo de
ser distinguido pelo directorio do partido repu-
blicano, vindo a ser eleilo, farei todos os sacri-
ficios de que sou capaz, para bem desempenhar
o arduo cargo de prefeito deste grande muni-
cipio.
Dessa mesma coniijinca, a que procurarei
corresponder, saberei lirai as forjas de que pre-
ciso para 0 exacto cuni|>rimento do meu dever.
E' ludo quanto posso prometter-vos.
Contai sempre com o meu reconliecimento e
disponde da boa vonlade I: quem se presa
de ser vosso concidado e correligionario atten-
to e obrigado.
Manuel da Tnnlade Pcrelli.
Hospital Portugii z
Premio le vint_at)
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposicSo tes-
tamentaria do finado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 50080OO a filha
ou filho familias, natural da cidade do
Recife que pelo seu trabalho honesto
ti ver concorrido efficazmente para o
sustento de seus paes, ou assistido a
seu pae ou mae cora verdadeira dedica-
co e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sessenta dias, contados de hoje,
s pessoas que se julgarem as condicoes
citadas para apresentarem na secretaria do
Hospital os documentos comprobatorios
de sua pretenco.
Os pretendentes devem indicar a 3ua
residencia, provar a idade, filiacao, e que
sao naturaes da cidade do Recife e satis-
fizeram plenamente a intencao do benemt
rito legador.
Cura de feridas
Foi com uso doElixir M. Morato
que curei-me de urnas feridas de iao oe-
racter que ti ve milito tempo, nem podr
obter melhoraa com Jiuitos medioamato :
que lomei. Hoje graoas a-i granee e-
purativo Elixir H. Noratopropagado
dor D. Carlos, eston completamente boin.
Maniem publicar este para bem da bu
manidnde.
Arr ra.
F. de Andrade Costa.
Agentes em Peroambu^o : A Compa
ohia de Drogas, ra Marques de Olinda
d. 23.
Como est Vme. da sua toase
Esld peigunta feita diariamenlo com
ben> fica solicitude railharos da pessdas,
e tioentanto muito melhor seria se os per-
guntautes indicassem o meio de conseguir
umalivio iunncdialo o seguro, recommeti-
dando aosseus amigos evfrmos, o Peito-
ral de Anacahuila porque aiuda mesmo
e embora o doente h mvesse estado sof-
frendo durante semanas inteiras d'uma
Isso violenta ou d'uma constipaoo for-
tissima, este sobcrauo remedio para ttlas
as infiir.idades pulmonares, os aliviariu
e curara dentro do curto espaco de vtote
e quatro horas.
Os nativos do Mxico couheciam pe -
feilamenteas exlraordinarius virtudes me-
dicinaos da arvore da qual se extrabe ea
ta maravilhosa preparaco, e era o sou
gr.inde remedio favorito om todas ase-
ermidade da garganta e dtri puimas
O Peitoral de Anacahuita, nao tem !
seu igual entre lodos os pulmonicos da
materia medica, e por isso podc-se-liie
chamar com toda propriedade e razo, o
nico remedio di^no de nurac.
COiOG&RANTlA coutra as falsifica-
ces. observe-se bem que os uom es de
Lanman e Kemp venliam eslampailos em
letras transpaiente no papel do livriulio
que serve de einoltorio a cada garrafa.
Acha-se ,,venda em todas *as boticas-
e drogaras.
. iwr 1,-j TinViVTi HVi.uji.i^dOB tOl'>J
.dractff trbnl.
;cito tempe t'veun,)? bcosJSo de '3*T >
.o dss t'-n:''* vrysipfflosai s com fto
,.. r, ir.tw;, q(K> CSaT>OH '30R-
nfanc* cni>c:-.. >. ,.. ..,- n
- erfsiiioiK. t > firjii
se os a;'-..'s.s.f .., .. i:-. i !0 ni'
r i- .
.* in."o(cmodo5 da- senborAi
v-vides, e Bim :>so de pa'io eu:c r-
.v ( ''' < 't rJt.oltado t certa e scgu'o '
: .u- icio ta< bu lio offcre&g
'o 81:>,' BoemdOC
me desoja*
El uimca aao?e

i
cartorio aprsente -ortaria dando copia Araojo, Kehx Nogueira Cabril.
dp.lla ao outro escrivo compsnheiro. I 1.1Su!),'!,'",:.,1 ,h'i f"S^ Al,-Uil
~ da v.o>j i loro Benu:u
Lumpra-se.
Cidade do Recife, 18 de Agosto de
1894.
JoSoioaquiH de Frcitas Heuriqut's
antu
.los
ia dd
Pere ra

AlfkMideifti
EDiTAL N. 56
Por ordem do Sr. Dr. inspector so
faz publico que no dia 24 do corrate
mez, s 11 horas co dia, -ora vendido
era hasta pubiiea no trapiche Concei-
Cao, um escaler pertencente .1 esta
1 1 j reparticao, o qual
-1 respectivo servico.
p Terceira 1 da Alfandega de
Pernarabuco, 20 de Agosto de 1894.
O che.e de secro,
Luis /". Ce i ira.

G." seccao
Tbeatru Santi tzab ', 1 rotar
i 1 is os eleitores, cajos ttulos livereai a
palavrasextaescripia c m tima uncarnaita.
1 .
.le /.


^edo
DO '
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I.
.....



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. J 1 1 fo'ij o %a u: o f
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TASS
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.li->-.
SeccSoSecretaria do Gpvern.
[MTAL n
O a 1 Intotn H ,; 1 a
S*. n-. 1.; : ido (at 1. i-
. --. to O :o rt.-)-'
. 3 1 I t 00 '.
! (, ; rrb* oca '
ar. &v < ;:-
!8 :^
'894.
ait o1 ier.
O O"! .. '
"in ( ; pos o e< lo 1 re to
1 dos jodi-
es li'ci't ia el-> ; 1 1 -
SIO de l" c ) o i.-:ieervt
:
1 !
r, por O
ai! !''!
1 .1 '- n 11 n ( -i c. o-ii
1 lll ll fl .. c .1".
...o O .-" 1 t.*'a -cj a r di 1 > -
a 1 si* I a Cu >
es lenOrr, : ; '-
'; nc p< i' ; i
' : -: '
aypravado B *< ;f Marco de H9t) pola osd*-
c:onri iral <<* ntcaa |B*ila 'le nyfi;ieu<.' do Bio
) Janeiro.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de! pa
,F.*\a Rl'.xtr de cooipOMCao toda vegetal i pre'
ando spt^iiJo as 'ta< pns 'oticu 9 :,
Junho de 1894.
Joao A Ivs de Freitas,
Secretario.
CistfiftRCI
Bolsa ConuercUI de Pcraam-
fcuco
aOTAOB* omuiii di joms oa cohhsctores
Proco io fi Ho boovs'couc&n.
0 prcaideote
Ao*;e"- Pinto de Lemos.
J secretario,
antonto Leonardo Rodrigue*.
taiahfo
PiQ DO miCiKS
Ban:(* Bri'Si/ "iin a tais 9 5/16 d pobre
LoDdres e 90 dias. appar ceodo poocoa tomade-
res por ser vespera de mala para a Europa,
Letras pariicolares for*m oHereoidas a 'J 3/8
para Sttesabro.
Cotacoes de itenero
Para o agricultor
tintar
Branco dem dem .... 4*500 a 64600
Somenos. dem \e :m 4*000 a 4*200
Mascavado u>c tiua 2*800 a 3<00
Bru.; melado.....S*400 a 2*500
Rtame dem dem. 2*200 a 2*400
Algodo
Vendido a 12*600 por 18 tilos.
O0>!
>or ipa db 480 Htros 390*000
Afuardente
Por pipa de 480 litros 215*000.
CsBroc
Seceos salgadas na base de 12 kilos a 790 rea
Verdes a 485 reis.
tfarniiab*
Cota-86 do 13* a 21*000 por 15 kilos.
l
JoUdija uoanuai a 130*0o0 por plOSi.
tabella das entradas de a8socar b al-
oodSo
Mea de Agosto
Bntradit
I A8H>!-
; cor
Ba/cagas.....
Vapores.
ADimaes.....
s'.rda de Forro Central.
'den. de S. Francisco
t- 'r- Llmoelro.
D'.ab
1 a 17
1 3 18
1 a 17
1 a 18
l 11
? : 20
* ti-
dio
StcCOd
3078
408
2281
6753
279
So
12799
Sa ca.j
too
1607
208
452
751
2351
5569
Recife. 20 de Agosto de 1894
Psra o exterior
.s da boa ve.
Para o interior
No vapor nacional Aguamare, para Rio
Grande do Sol, carregaram :
P. Garneiro C 180 saccas com 12,240 klb 1
de aleodSo.
Psra Rio d Janeiro, csrreeirrm :
P. Carneirj C, 48 pipa* ^m *.W0 utos
de agurdente. ., ,.
P. Pinto & C, 51 pipas co._ 24,480 litros de
agurdente.
No vsoor francos Dordogoe, ->.ra Santos,
a-:e .
Dr. Caruelro I.eaoMedico partero,
consultorio e residencia ra do Livra-
ment? n. 31, 1 e 2. andares.
Coi altas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n 325.
EspeciHdades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
Dr. Arthur Cavaleasrate Residen-
cia ra da Imperatriz n. 11, 2. andar.
Participa aers clientes e amigos que
mudon sea consultorio para a ra Duque
de Caxias n. 74 1. andar onde ser en-
contrado de 1 s 3 horas da tarde horas.
BE. Kantback & C, 338 saceos Com 20.280
kilos om sanear branen.
Pa-a Rio de Janeiro, carregaram :
H. orle C, 900 naccas con 7.128 kilos de
algodao.
no vapor fraocex Campana, para l'.iode
Janeiro, carrecaram :
C. Pessoa, 735 sueco com 4^.100 kilos de
aseucar branco e 153 ditos cooi 15 180 dos de
dito mascarada.
A. Lopes A C, 159 sicea cou 10,853 kilos
de aleodfto.
Para Sant3, csrrea'am :
A. Irmaoj & ., 309 saceos oom 18,0 0 kilos
de assocar hranio.
J. T. Carrei-o, 3 barria Com 90 litros de
agurdenle.
Companbia de Estiva, 13 pipas com ..(24
litros de alcool.
No blata Correio de Natal, para laca-
biba. car-een am :
P. Cameiro & C, 10 barri8 com 900 litros de
alejol e 50 cnixas rom 1,150 kilos de sarao.
J. Bailar 4 C, 3 000 cocos ( ocia.
P. Carneiro 4 C, 30 sachas cem 2,13; kilos
de aifiJao.
Costa 4 rtocha, 1 srrica com 87 kilos de
as'ocar branco.
J Salgoeiral k Ci, 4 barricas com 3 2 kilos
dp assnear branco.
J. S. Seixas, 35 caixas com 770 kilos de
aaMo.
G. de Mattos Irmass, 4 caixaa com 60'Kilos de
cera em vellas.
No hlate rlom Jesos, ?ara Mico. carre-
garam
Barbosa 4 C, 5 caita: com 60 litros ile cog-
nac, 1 Dar ll e 40 caixas cotn 400 litro le ga
oebra.
U. Viegas. 1 caixa com 40 litros do crp;l, 1
carril com 90 litros de vinagre e 34 caixta com
238 dito de geneDra. .
J. Pereira Bcrg-s, 10 caixa com 238 kilos de
sanfio. 3oarricaj enm 218 kilos de assocar bran-
co, 5 unas com 300 dito d" dito reGnsdo, 4
barris con 170 litros de vioho de ajo. 10 gr-
refOes c 6 caixas cjtu 277 it s de een^b-a.
L Magalhes. 10 caixas coao 200 kilos de
aabSo, i parrafees e 5 calas nm 67 I-ob 1h
eenerre.
C. Ljmo 4 C, 6 caixas com 48 I", w de
cognr-, 5 barra c:m 4:0 dno 1 e c*Ordent-',
1 barril coi 90 ditos de vinagre, 6 ca xas < B2
garrafO-6 com 978 ditos de gn.eb a. 6 Darncas
com 36 Kilos de assocar retinado, 2 ditas com
120 nos de dno b anco e 25 caixas om 575
ditos desabio.
Na borcaca Amelia, p-ra Vill* fenha
carregaram :
Barbosa & C, I2caix eb-a e 1 bar il com 80 ditos de vinagra.
Para Areia Br oca, carregpn :
F. Jaao, Scaixaa com 115 kilos eiabaoe
I barrica com 180 dita. de asstuar retinado.
Na barcac: Dons I-matas, para Mrc. ,
carreeon : _.n
8. Campello, 100 caixas :om 2, 00 kilos de
sabo.
Mes de Agosto ^e l9i
Alfandega
seinadas peina sntcjs me 1 do reconlM
tlda capacidad? nctentlfics tanto oo pas como
ao *;4'-ang!!!ro.
F-te Elixir o prodocw nlo so do rsiorte n
todo das aegoes priysiologican das scosuncia^
como tambem p3ino!ozic-e,cor20ti"h''rrj < m
saltado das mmensas appl'cacfea io" dlveraot
casos de febres <1<* fondo paiu.^re.
A apDcac'Jr' teste Elixir de bexigas de 1890 a 1891 mi',- ci.;i e e
moastroD a sua efcacia ; pois oo ri'-cic.'ooos
primeiros rraifKonisa a Dexim sbortBi c .tmc-
sos maip adiar.tad a bexiga ns^sa a s-t cioh
doen;a fpbnl vri;-i- sDrrwentaodij pequenr.s to
mefagOe?-qne cuna HjntmtugiG -i'- Khxir oe-
sapparecem se-:i todawa *.'>'vm rfccio< d*
oerlgo.
Os moltCS aiiesiados pabliuaaua uv .a'io r
Pernamboco e(Jareta da Tarde provam o qo
liemos.
Nos casos de febre amarella o pffoito e imi
ravel.apresenlando pbenomw^oa to mraviliio-
sos qoe nesta cidade do Racifo e no do Rui u
O chele ds aecca
I. GoncaUes di Silva.
O tdesooreiro
Lcir Manoel Rcdrigiea Vaici.-,
RCCKHir.OO/ DI
Do di 1 1 x
dem de 20
23:il9*15ri
1:848 U7B

*ECIFS DRAINA'.K
Do ai. 1 a 18
fcfam ds 20
114.819.036
24:1621145
2:880/265
27:043*408
Mercado anlelpal de %. Jo
O movimeato deste mercado no da 18 de Ago-
to foi o segointe.
Entr.-rsm :
47 bois pesando 7,092 kilos.
120 kilos oe oeixe a 20 rs. 2J.C0
13 comparl. com mariscos a 100 rs. t30
13 ditos com camaroes 100 rs. 1.100
31 i/2 columnas a 600 rs. 8/9M
3 cargas com galliobas a 500 ib. 1*500
3 cassuaes com gallinbas a 300 rs. *9(K<
2 cargas com milbo verde a 300 rs. 4600
7 cargas com batatas a 300 rs. 2x100
1 carga con macacbeiras a 300 rs. 300
3 cargas com genmuos a 300 r*. 900
4 carcas com canoas 300 rs. fioii
6 cargas com bananas a 300 rs. 1*8 0
2 carga com laranjas a 300 rs. 600
1 cargas com loocaa a 300 rs. 300
4 cargas com diversos a 300 rs. i200
40 ca.-gaa com farinha a 200 rs. 800G
13 cargas com milho secco a 200 ra 2fi00
12 cargas com fejao a 200 ra. 2400
69 lugares a 200 ra. 13*800
31 Sainos a 200 rs. 6200
11 comp. com somero* a 1000 ittfOOO
8 comp. cox soineiros a 700 rs. 560o
11 comp. c.*n fressoras a 600 rs. 6t00
34 comp. com comidas > 700 rs. 23800
50 com,). cao. foseada o 600 rs. 304000
0 comp. com verduras a 300 r>. 15000
93 comp. com farinha a 400 rs. 37200
53 comp. r.om laihOE a 2000 IOOoi)
h-ndimeotos do dia 1 a 17
302900
5.0224000
5.34900
mua. ,ri
Dr. Ha 1 a 18
"rn d 895.326 3l5
72:444'233
967.970548
aeafla do Estado:
P sua 1 a 18 115.577*802
'.dos M 20 4:3504145
cmma totai
119:947* 47
l,i87:88495
dagnnda soccao da AKauuuga da Pernamboco'
. : ..: '.""i
Precos do da :
rne veide de 300 a 900 rs. o kilo.
Sotos de 900 a i dem.
Carneiro de 14000 a 14200 idem.
Fuona de 500 a 700 rs. a cala.
Milho de 600 a 700 rs. a coia.
Feijao ieMi 34C00 a coia.
Xrqoe a 900.
oriniento do porto
Navio entrado no da 19
Liverpool e ese.la18 dias, vapo: ingles Gali.
ca, de 2,483 toneladas. roTmaodantp B-own-
eqopagem 91, carga varios gneros ; a Wil
son Sons e comp.
Navios sabidos no mesmo dia
Valparaso e escala Vapor nglex Galicia,
como-audaote Bn wo, carga varios genfrof-
Santos e escala Vapor francez Campana,
Cvmmaodante Pancbavre, carga varios g-
neros.
Ar.c=j e e calaVapor nsclonol IacDhyp
commandaote Antonio A. Plato, carga varios
gneros.
Cear e escalaVapor nacional Jaboat&o com-
man ante Alfredo Guimaraes, carga virio
gneros
Navio enlodo 00 dia 20
Ntw-Yok e ^uala -26 das, vapor ingles Plax- New-York. Chinse Prlice, 23, ata 4 horas.
para o concurso ao cargo dejuiz uo
direito do municipio do Leopoldina,
inscrovcraiu-so dentri do przo legal,
os bichareis Augusto Jery Carneiro
M.ntoirp, Jos francisco do Moraes
o Silva, Miguel dos Anjos Barros o
Podro stellTta Cariroiro Lins.
O secretario,
iodo Augusto Ferreira Lima.
O Dr. Jo5o Joaquim de Kreitas ilenri-
tjiie-s, juiz de direito do civel da ci-
dade do Recife, Estado de Pernara-
buco.
Em vista do art. 2 o da lei n. 1583 de
11 de Junho de 1881 a que se refere o
decreto de 4 de Novembro de 1~0 1 de-
claro extinto o cartorio do civel que,
exercia o escrivo Antonio da Costa e
S, visto ter sido condamuado a 23 anuos
de priso, pelo Superior Tribunal de
Justica deste Estado ; e ordeno ao escri-
vo que se acha exerceudo o logar de
van, cumin.todan e Tuuranier, Cirg* vario?
ene-ca. .
Bo'io AWre Escuna o'iental Agraciada,
capilao Lombardo, carga s>i.
javio esperados
Do Rio Grande do Sol
TaLcb :'<;.tfta* 'ccj.u,'!.
De Pelotas
Patacho nacional Tnereza.
Logar saecoDackin.
PatsCbo all.mao W-Mp.
Patacho noroegoeose Asir.
Pa'acbo dinamarqus Taea.
Patacbo dinamarqus Jorg-anaa e Anoe.
Paiacbo allemo Het-maon.
Patacho allemo Margaretb.
Barca coraeeoease Haiva.
Logar ltltz Cavaller.
Logar dinamarqus Bllsabe'.b.
Logar tiaama.-qaez Arkea.
Lagar portugus Horacio,
oogar noroegoeose M-nranger.
Lugar poriogofz Ma lobo Vil.
Patacho allemo J. M, Sunik.
Paiacbo inglez Imina.
Puta lio all-mo Harald.
Lugar ingles Aurora.
Patacho hollandez Aliene.
Lugar ingles Braoet.
Lagar p>rtagu<'c Marinbo VI.
Eacooa hollaodeaa Asna.
Patacho ioglez Zeni.n.
Patacho rosco Helmaar
Pancho ingles Ven'ore,
De'Swan'ea
Barca norueuen.je Glenrafor.
De Cardilt
Br-a allem S.riun.
Losar iio'Ugoeose A luiros-'
noruega Predem.
Bacca iora-.ga Hugo.
Barca noruega Morali.
Barca n rueguense Forivat.
B -ca noruegaense Sin-,
Lugar iioraegopiio Camoract,
arca noroe. a Helios.
Barca noruega aaond.
Barca noruega Pararon.
D.> NewYurk
Barca americana E. V. Bavntoo.
Oe Terra Nova
Barca ingleza Ploreoce.
Barca ingleza Silve Sea.
B.rca 'n^leza Gordeli.
Escuna Ingleza Bella Bofa.
Oe Londres
Lugar norueguense Cbnsiina ElieaLetb..
De Memel
Bares saeca Heidl.
Barc. allema Cari Botb.
De N.w Port
Logar ooruegense Snefrid.
De Hambarcr:
Barca noruega Gaselle.
Vapore* a entrar
Mez de Agosto
Asbelej. leCardifl a 21.
Pasmar., .ie N.w Yorb, a 21,
Don, do sol. a 21.
Plae'?, do sol, 1 21
Hervel es, de New Yo'k. a 21.
Danobe da Europa, 1 22.
Chineae P*in-s, do i-ul, 1 22.
Itatiba. do ttu, a 23-
Ro.-i rio, de G nova, a 26.
Olinda, da Eur pa. a 26.
Goleridgo, do su *5.
Ind: r Prince, de New Yorlt, a 28.
Pernamboco, do norte, a 30.
"iitores saklr
Mez de Agosto
Sul, Dordogoe, 21, s 6 rieras.
.orte, Planeta, 21 ? k oras.
Sal, D-note, 21, as i horas.
que (-eveui te.* coi>'-l r;oja impn a,
vr-rioda pelos ieso-i iio.> i ';.. 1 nos.
j Ka f.lta iifh! t-n'-'-'v1- MJ "' :' ;-:'
Cfah r o ooaolado -j sonta i 1 q 1 1 1
da e a remetiera a Tn s.;urar p ir-, s- r 1 o'ir.
a \>cu 1 ament.
S 2.* Nao aocvoita' em foizo ;:o a.'eoie
ll-K'gao de nSo ter roetbido flos n:r-nui --
o prodacio do impo-to, om ooiri q [qo-1 n'
nao s-ja consistente oe cootn-ctaarn d respe-
ctivo pagamento remetioo peiu CoosoU'iO a
procurador riscal.
A-t. 5." O aamiolsirador do Con-u^ d'> p--d-ra
mandar assistir aos leil-s por um p'cpr u-.iao
de sua reparticao, ao qoal dar o agenta a.' pr-
isa e esclarecimentos, que exigir para a? n- es-
ea-ias lis alisa.ee.
A'i. 6.' ) mesmo adminiat'ador tau-em po-
der reqoerer em julio competente a exniDic4o
dus livu-, ij-jc os afeles sao obriwioi t*, 'a
conf rmida le no art 71 do Conigo O-imioal e d<>
art. 28 .'o KegiriauDenU) d 10 i!e N-jvemOro do
I801, iau:a-3> oo*ervai' u'esu pasa pe d-.r -
10 n. 939 d- 20 de Ma-i.o d^ 1852, para que na
presenc- to a 'isc l'sar, e de o n en ireaadu do Uoosolado -<-
iroceda 3s avelgoac5e<, qu fe juli'a1' Con-<-
nientfs. oh8ervanr'