Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20038

Full Text
AWNto LXX
Domingo 1 de Agrosto de 1994
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P86P1JBB&BI BS MASeSX. LFI6CfBIR& 331 PARIA & 7SL&0S
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.ina A \aArtTAla fi laUAYiES Vivdt. rSAD r> AOA i'ITTE
Por tres nwzes adontadog. 8$000
^or seis mez? adiantados. 15$>000
. or um anno adiantado .... 30$>000
Teleorammas
: : FAansma m suuo
lo cargo di' delegado ilo raanicipio de Oari-
o ci tada" I ypria istro.
Sao le m Fraternidade.
' qnestor,
/to da JfeUo />Mo.
SAO 1SOSSS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQES Na FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.a, residcnos-^n Pars18 rae de
La Grange BatcliM

PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por iim armo adiantado
Numero avalso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
165501)
33000
100
1200
Hh tic Janeiro,
horas e 3 minutos Ja tarde (recibido'
e ; 1 D - en-!
tregu j minutos).
Tiaesoura lo Estad najabneo
o de 1801
Hamos Geppert. Voltoao .Sr. Dr. :
1 Francisco P-
' r ira, Kanoel Ctem M silo, Me-
te fcC .Cnsul de Portugal nesta
F01 1 no cargo de presidente
do Tribunal de ,-, o conselheiro P*de Alaieida. f. P. Bol Trio-
maz de Oliveira Gaos.--Informa o sr. Jr
Francisco Gorr sndo no- ti.hr.
Jos Odilon Aunes Jacome Pires. Certifi-
1 \ .. 1-
qu --30.
Francisco Alluvano o O'ympio Freir de Car-
vallo. Haja vista o Sr." Or. procura lor fls-
' cal.
itanl : do .Ministerio Publico; Tenente-coronel Jos Piauhilino Gom
Mello.-^Ao portotro para entregar ao nteres-
pito da Veiga.
Foram nomcados :
Sor. om ponto do vina cm.< g-.r ', a o "% h 1 a veo-isa de Bel'i avalla- r nossa rotina, sarao uin
[ K. iii-rjs p ;;: .,,,-., oar.n'-.i :j
narota a coaga ata 'jra do- '(O as ii, i ia ;, a 1 --,, 1
ni h t:s e c tla. r :
a de np >;o pira o mba er
rotatorio do autsi.-u
1 ti [iroluii-u na i-apre i
s
und) a o eso tal fv

Uto d grande jabn na p i-, ;ir 1 :, la mto illeravel
: i offl 1 ai .-, e fol din > prisa*iro i p avi lea
TO ll l I I
Hanse pQsa*eato do -. (Map', q I8M
ni [Yibunal de mas, o Dr. Franci~jo
Jos d 1 Rocha :
Director da I 'rectora de Rendas Pu-
blic:!- do Thesouro Nacional, Luiz R>:
dolph 1 ite d'Albuquerque ;
Su r da mesma directora, Ma-
noel C tn lido Leao ;
Subdirector do Tribunal de Contas, o
Dr. Antonio Frederico Cardoso de Me-
nezes Souza.
Embarcou boje, no transporte J-
piter, seguindo para Pelotas, no Rio
Grande do Sul, o cadver do Visconde
de Pelotas.
Prestaran! as honras militares quo
tinha direito o finado^ o 10. batalho de
infantera, o 2. regiment de artilheria e
o.;." de cavatlaria.
Falleceu boje o senador federal Car-
los Castriota.
Honte.n. as 11 horas da noitc, no
predio a. 7 da travessa do Senado, o al-
teres do lo.0 batalho de infantera Joao
Paulo Teixeira de Carvalho, assassinou
com 1 tiros de revolver na cabeca a Al-
mina Sampaio, sua amante, formosissi-
ma |oven de 2 1 ann >s de idade.
Foram causas dessa lgubre scena de
tingue, ciumes, alias infundados,
sado
Joanna Prxedes rlc A'buqnerque e Antonio
a. Martns Informe o Sr. I>r. administrador da
bidoria. .
EXTi{IOR
Pars, r8 de Agosto.
Foi descoberta urna conspiracao anar-
faista, ramificada nos Pireneos orientaes,
contra a vida do Sr. Dupuy.
Londres, 18 de Agosto. '
Falleceu o Rei de Siao.
Santiago, 18 de Agosto.
D. Mximo Lyra propoz a conclusao
de um convenio commcrcial entre o Chi-
te e o Brzil.
Montevideo, 18 de Agosto.
O chefe de polica do Serr Largo inti-
mou Salgado regressar esta cidade.
Rio de Janeiro, 18 de Agosto, .)
horas e 55 minutos da tarde (recebido na
estacad s 6 horas da tarde, e entregue s
horas e 15 minutos].
Na Cmara dos Deputados foi hoje lida
urna mensagem do Marechal Floriano
Peixoto pedindo o crdito de ioo:ooo^o para effectuar exp >s c6es regionaes.
Continuou na mesma Cmara o deba-
te sobre loteras, fallando o Dr. Jos Car-
los que disse tornarse necessaria a extin-
ceo desse jogo.
O Sr. Fra Gliceriolez um appel-
lo Cmara e ao Senado afim de faze-
rem numero para os trabalhos do Con-
gresso.
Questura foliidal
2." Sec. N. 18' Secretaria da Queslura
Policial do Estado de Pernambuco, em 11 le
Agosto de 18.
Ao -Sr. )r. Alexanire -los 3arbo::a Lima
mui digno governador do Estado.
Parlicipo-vos que foram hontern rocolliidos
Casa d(> Del sncae os seguintes individuos :
A' min-a oriem, Mana de tal e Anna '.polo-
na da Concoigao, alienadas com destino ao
asylo da Tamarineira; Jorge Hamos para avsr>
gaacOcs policiaes.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
Cife, Sraira Teixeira da Costa, como gatuno
a minha disposigao.
A' ordem do subdelegado do Arravl, Luiz
Gomes do Nascimento, para averigucOes po-
fiaeS.
Communicou-me o miz do t. districlo Je
Salgueiroque no dia da Julho findo foram
capturados naqnelle dislricto os individuos de
no es Antonio Verissimo Alves de Sua e
Nuno Machado Lcite, o primeiro proc^ssado por
crime de morte, no mun'cipio de Flores, e pelo
de furto de caval los, na comarca do Grato, do
Estado do Cear. para onde foi remettido; e o
ultimo como criminoso no referido municipio
de Salgueiro. em cuja cadeia se acha recolhico.
Segundo me communicou o subdelegado do
3 disti icto do Cabo falleceu no dia 13 do cor-
rente, s 10 horas da noute, em casa do cida-
dao Francisco de Oliveira, onde se achava hos-
ped .do, o individuo de nome Pedro de tal, o
3nal liavia sahido anteriormente do hospital Pe-
ro Il.onde estlvera em tratamento e se derigl-
do para a eslacSo de Olinda daquello dislricto-
Aquella autoridade tomando conhecimento
do facto deu as necestarias providencias, sobre
o enterramento do cadver, verificando das de-
ligencias procedidas (er sido o tal individuo
victima de antigos soffrimeotoa.
O capitao Manoel dos Santos Pimentel reas-
sumio hoje o exerejeio do cargo de subdele-
gado do I. digtricto'da Boa Vista.
No dia 88 do mez Ando assumio o exerejeio
BUliOPA
iNUla
A r a o re paa Sl^rnio-a. Des-
lo ;.o g*b ; '.* e p-.)Dit>ilaa
rti de : l : l norial.9
dffici rgifflfaian..-. O partato"0-
tu eomiledo. S-. Crisp1.---
ala e soa occup-cSo. Jai*!'
io Jos impllcadoj nos esc*odalo<
bsa arios s manifsa(ao Je op-
:'i) COOtl abJ0i'i)-I .: -
ae/in 'pijaii'i'-o iutooiton <>.
oml'iie fareado a -" a a-fO'a
1 k rdifa rit- o ce V'. .-i.
a Saiau.DeMiatres co ta-
o >r,\ ?. 3'.io'5ao financ-iira
cammereal.
S?a ajigpf! !- o 'ei Utnbe-ta deizoa a cioi-
' roo deatioa a Manea; < cbt pis.-<0B muta
- >- : co-po ti.! exeretta, moetrtoda-se sniefoiij
aspelo iIjs iropas e prectro das mana-
br.
-.:ur. lo i r, :ia Q J.ra'l Oficial aa?--:
-i^ orne unoti ras' rt>ra (an '..ii -:.
Exia e eaaico'do :.o g^bioele.
i-' i<- .1 p-j'.; i i: j- o m i Rnarn
etica 8'0 "n3 eioieracOea ;' a ni
tima fiera jt ctraalifa qai ui? ara dea ssa'
>de erjamento apreaaatado a>
parlameotii p'lo Rovemo, caoaigoa Uii d-'/fci
das receitaa ajrbre aa derpasM da 100.ooo.uuo
le Ursa.
Depois a eaaiara das depotaifo lar g>
lado a iaio.'fiai alo da e anoerrada aa =eJd i* -
j, a es-'aacoai,uoara g1i no aeoada,
j j pea laote apprjvacij do p-oj-eto ti
-o do j.-. Souuino, quj eaoaara eea t-
t-'ee acsriua depois dn looa e aculjraii
diaoauaia.
Cj-isa coiatc', e;a rjisteacia renovi-se na
ca i a-i alta.
A cooni-eo MOtioriaJ faz sbrela 'o o ipjsi-
;r-:a:co !j)jur:;s da dnida pablua, dj
tuJv iea a c-er qae aSaal o proje-to laaaceiro
s-t.-i bfloptao tal qa)l saio (!a cmara dos de
aii.dos. O nterretns pirlamenta- da-tra ate
s vetubra, o que mulla pjra sa coitnmjs par-
area italianos.
E' Je esperar q e o Sr. Crisp e te seu col
le^aa pro-ei'.eaj e?t-- Idpso d^ ieapo para esiu-
darem i> r^aolvereuj, cjoi jincjrUa.e e Brme*:,
as retoraaa econoaaics e administrativas lo
necessarias i Sicia'e a outrji paot03 do ramo.
Hub o ponto de vista mil, e.-'.a sessao Darla
aieuur nao pola diae-se fecuada, menos pela
i'posico da cima-a qu-i p ;a do goverao, qoe
iasiaue era fiaer pjs. ru'a !da e ootou, to que perdeu un tempa
precioso.
fia ae fez nm terco do t.-abalao que em con-
d c' j normaes poder-3e-hia faz:r.
Dolee SUCC--3 o do traves fji a coneentra-
;.* ' unibo'ga das eoaa (oreas da aiatorla, bas
t n e divididas por cau-a da. a^rap:inl:.tas dos
Gilvas parddos.
j avia, o dr. Crupi triomptioa em toda a II
nbi.
O sroado approvoo, iinalBeale, por 16 vota*
a 5i, 03 projectoa fiaaocelro' do Sr. Sou
n i ja approvaos pela cmara dos deputaJoa,
cnio niqoea csaa do parlamento feita a oppj-
s'Co convergir todos os seas esfjrcas sobre a
r>doogao d coupon da renda nacin I, notando-
e ca re os q , aAs a conbatiaai os seaadores
rnais tnspeteotM em materii de flnanc'.s.
n seguida a seoada votoo alguna projeetjs
le importancia secundaria e encerrou os eus
trabattM
Veoeev, peas, a sua campanba, o iilostre eita
ata, que neme momento o primeiro m rHro
do rw Hatlverio; i sa oj seos talentos, a soa
alta cjpici lade, a sai enorme aa'.oi'tdade, aS.i
estivesaeaa comprovados, flcal-o-niam agora.
Sr. Criapl (oi admirave de energa, de fi>
meta e de tact , arredando obatacalos. veaceo-
dj dinl:u'da!e?, qoe a muitie se affigaravam
cono iosapperave.s.
Cot o'na maio'i', que o principio eatava
mudo dividida, o Sr. Cnspi conseguio formar
essa verdadelra legiao de dteos, cojas primei-
ras votaefles cansaram assambro pela oni) e
disciplina qne demooptraram.
Nss granies provas que teve de fazer, o sue-
cesso foi o maid completo posa vel.
Os italianos acabam de oceupar K)sala,
um ios poi'tos mais ir portantes a leste de Khar-
tum, qoe os derviches sondasensts haviam re-
oceupads depois da desgranada missao de Gor-
dun Pacb.
Deve colarse qoe Kaseala tica fra da E-y-
tnea, e, por coosequ'ocia, (ora da espb-ru ae
nffueccia ialiana as margen do Mar Verme-
itio.
Mas j: em 1891,. epois da occopacSa de Ke-
ren pelas tropas italianas, a reconquista d< K>-
rala liaba sido prevista cono urna eveatoall Ja-
de ? ais ou menos prxima e ficara convenci
n?dj, neaaa poca, entre os gabinetea de R>ma
e de Londres, que ae os italianos consegoissem
reoccooal a, poderiam conservar-se all, maa
an queeaaa occopacSo podeaae representar pos-
seseSa.
Kasaala considerado territorio egypcio e os
diredos do Egypto devem ttcar garantidoa.
O que resta saber ae a Italia, depois de eeUr
em Kassala, concordara em ticar all provisona
mente, arriacandc-se a um bello dia a Inglaterra
a po:-a (Ora, e pretexto de quaesquer interesses
egypcloa.
Ou bem qoe Kaaaala do Egypto e elle oceu-
pa-a, goarnece-a e defeode-a, ou bem qoe um
posto abandonado e a Italia, ocenpaodo-o, adqul-
re sobre elle todo o direito de dominio e posse.
A Inglaterra, parm, a avaliar pela imprensa
de L-ires, ci est agora multo resolvida a
eovolver-ie na qoeatio, a Franca e a Allemanha
sao provavelmeute do mesmo parecer, e por is-
ao o qoe iaevitavelmeote ba de socceder Kas-
afa "car d^Quitivamente italiana.
es i, o em {la
rm, eoti) ei3)iisdor nl?z -m R
o determinar a paa a ae Ks-
sjI< p I-. llalla.
a I :' '- t
fixat
ea, mal opjoze ii-rene'.e i 08C(
Kis-a!a; e 3^:ri i 'on i", "pir>0,
o qae j t, io a titulo de provi-
toria; o qu- nao cous^ qoe ::ingneru acre.'::
qoe ee;a viae!.
A I <. depara de o t,r or Kissila,eatl e
nj aaba mata
i) iM-Mi-al jai; larla araba d i d-ipu
o u vered:ctwn coora oa tmplIOdoa Boa -
aadaloa nu Bm'o Riman os jomjs f ra .. ao-
aelvidos. fiti (icio proiuzo viVa daaag i o
03 o : lai pohllca.
Amis seve-a criiiii esta re eetibelseendo
sobre absoiv:c>> da T.uIjo,-, Lataa-oai e
Mongi. !.-
- Levaatot>ae am c;.- fl cta diploma ico cea
a To qiia.
O governj nomiou aso embatxaor joo'o '
Scblim* Po-ti i i: Catal/ol ; < paraca o .
eieV, qae o gov r.n bttamaoa nao f i so isa u lo
s^bre a nomeigo, p-'que o su't9a aeocgi
receber as celen iii3 do g-. Cititan, t-:n i:
Ha eabs.- ao re H-jai^no, 'j-ae sr o emaaiX'
d;- italiano tom en canta da eojlnlxade, elle
(ara PcmeJiatameaie retira' i Dona o embn
xador oitomm.
O projecto de !ei presentid' s c.imvas *
qne fot ppr vari rio sen cmjimto po-188 ?..-
tus eonira 16 reiiti7.) S domicilio forgade Oartg
-".sie ol r-o .- aa neesoas na:* las n: l
mas ti nbem sa ps'-.sj ,-on le'sni las por c-rn
conira a o-dem a egavaoc paoiisa e peai en
rups p-evutoa ph le aiv,- os PUjdosiTO*.
As c.'ravo:->6u p'^vi^a^s p;:eoi ordeoar -
pritn e coi d toanar a dom'cilo fo*gvti par ;.
periodo nao superior a fea aoooa, as prasoas
que t'obra .B'aife-t'j) a io'.e icao da aitei a
Cj'itra a orzaisico BOCfol.
SSa prohiD-Jas aa aaaoelaothi e rear's qu-
tennaoi por ooj<:cto pe^taroar platloDiema
ori;:u da coa:aseitabeleoilas.
i\'j ?cu ao do maaiBo p-cj1.-;.1, o Sv C'tap
i.'Sf qu o mjvimeato actaal era *>v* e ;u a
aoreiaio uuhi o d -e'.o de po dafeadle cnat.-:
nom;oi, qaa nao i rali :em patria <%. qn - ad
mittem os mvos violetos para a :aoar eom
orgiisigao soaia:: un oataio de conaaaeomu
aica ss va ni ptaaado.
O arti.o anice'oeote a se-em coid mnslai a
'.ilio forjado .'.a pessoas. o intencao de commet'.er violencias coot-a
a org^nisaco social, fe volado por 20i vo:cs
i 40
O poveruo peosa e mandar para a Abieaps
CJTd'rajnaa'.s a do oicilio forcadtR "* "*
Isto liga- >n com e qoeelo das m^didaa coer-
c.Ulvaa coat-a os aoarebiatar, que .-ro para ni
desterrados em pont s foruncados qae teodo si-
lo ja deportados pa-a diversBS libas l.oCOc
para M-istaonali 2,000 anarablatao.
Nj'iciou o Callare, de Genova :
Firr.j o iMstteo lirozzo* da Ci.xp'iDMia La
Veloce. para o Rio de Jio iro e Sanios, com 1150
emlgran'.es. dos qoaes 231 '."om pas^. tni'.a para a Victoria para serena ;nter.iado< u'<
Esado do Espiri'.o-Santo e 737 pan Santos.
a-it-B estes ul.irnos e--t o anarcnista Pomel!;
Moote NivardoTle Lacea qae con sai muHier
fliGoi, vai ao Bazil pa:a ser internado no Estad)
de S. Hauo.
Elle ci espontneamente, tsivez para fugir
p r.-e< (aciluoa meioa de tba-qa-; o qae nao iinpe
i o qu- lar nte a sua carta estada di Coos ou
tres das em Genova elle fosse rondiuimen
escoltado por doas guardas, qoe o nao deixa-
ram nm momeaio, oem de dia, nem de noitp,
acompaobando-o p^r toda a parte, at a bordo,
onde esiiveram, sex o per'er de vist, at qoe o
Matea B uzzo levanten ferro.
E' para desejar que nes-a ierra bospitaleira
adopte ou'n onenta(ao e abindone a malvada
set a qoe sem cons roir indo desir-.
Um teiegramma de Ba-tia ooncia ter si lo al i
preso Oraste Ladral, o suppasto assassioo '.<>
jornal sta B.nai.
Antes tinbase participado de L'vor-e qae um
Italiano, qae apreaenlava os eigaaes d Lo twi
liaba partido de Sain'-Florent para Bist'.a, de
sorle i je soa ebegada (o; ,-reso. sem oppor
reeisteo'ir alguaaa, prelendeado a lenas taza-
se pa-:sar por Antonio Maizloi, procedente d>>
Ajaccro; mas, sendo despido, n'um dos braco*,
apreseniava n.uma tatuagem o sea verdadero
nome.
Ento coateasoo ser o bonai qie procorc-
vam, lar de-enoarcado em Century e pariiuo
para Bi-tia, por Saint-Ploreot, pro'estaode po-
rm qae esta innoceaie a qae (ogira de Livorne,
po-qae os-anarenistas est) sendo all persegui-
dos e presos.
En 'Jetta foi presa mais om cmplice no as-
sas8ioato do Sr. Sadi Carnot.
Sabe-se de (ooe limpa qoe Amllcara ^iprlao
acni-sa reagiado na Inglaterra, do onde preien
de tomar,rumo para ou.ro pmx illa lindo a vigi-
lancia policial.
Diz-se qae existe ordem de priso do governo
italiano contra o mesmo.
Depois de curta demo*a em Veoeza, sgalo
para a Salsea o Ks;iva do Egypto.
as proximidades da cilade de Genova,
ua n i ac.ail dB i
."'inqa1 lOSoj nao ;: p-estaaa
-
i ,: ;',; l
ii i al
: ti is, ma
iialuao.
A ve^ 11 fea tea ludan eo > que i
da o 'Je lensao en: que -
sent a itivi 11 fljf''.'ite, cooilog,o:ia e i-q
;ao p le d litar i i .-ttl-. :tlr a i cu
:-,'. lita.
0-'. (seto, qae timbea teo raparca'dr o
ansa 'tW ": Ion iMioos tai O
[ribazo dividendo ia accOea do ian:od-
dalia, oi*j eata jiea'arnoa muito, palo .
va ;ere ea:aae na*! tor o privilegie d<
amt8'&n a oita i itw taiga i reseitaace -
l-n mevimeoto p-ia vj;ioa.< opera56sa qai
Asa peosAe do divld qj da Banco de Italia
foi dftermioa 'a p antea morttaacSes
qoe bO'jva a faasr : 1 Igar ,a
rato-es <; ea'ae d prsaiaiiasimia e qaa de
mo:oa!gttoi po i i con louar ser c
iffeetla.-.
Ha-a esta rea>tacfs eeneorr-u ii certa
10-10 da commliaio offi'ial eacarregada do ia-
I ao IJaoio dc [talla, esta docucento qo^
no nao q-tia ptiolicar, oa recelo de >i
g-.vir ainia mals a silr>aoio, mas i que v.>
ir resoltado, p-rqo', aieii'M asaba |a
i da ribeta dlvideoJo, log
1 loziram -olivos da fa.'li da pub'icaga; do
r rio 'i) ir. B'agm!.
Ass'O'i do Biao rfe lu a deaceram pa
74 I .-; :: 'ouentos io pimeo, e d?^0>a :6
d aicaocar o prejo de 760 liras .
da scienuhea- aonde desombarcaram a gente que levava, que
mente demonstradas. assaltam primeiro a povaago do sul que tinha
loto nSo off-arece duvida. E' mil vezas 'mais de cern ca*a3 e al^umas muito boas, as
.____quaes lancaram fogo assim como a igrea matriz.
carto que pummoa sera os ver, por mPsrnoVprCaPaParn fazer a p)voaCao do norte
junto de phenomenos quo sao BWntlHantee sei leguas distante da priraeira que foi muito
a qua nlo sabsinos era obsarvar nem bemdefenIMa pelo capitn de milicias delta,
provocar. Antonio Lopo.s Filguairas, e por isso nao a po-
a u'.,-.- _uu. ,.^ ~ deram queimar, ainia que Ihe custou a vida.
As allucinaco-38 verdicas, que alo o. Terminada esta nova facanha tornarr..n
pi-.ncipai assurnpto dasta Lvro, entram para o Itecife com o roubo que conseguiram
provavelraanta no numero destes pheno- faz:r.
16S6 -E' nomaado governador daParahyba
orin'-ml- manos : ditScais de vr, porque a nosda*
tem se aplicado sofficea- raPnn'a'0a:nbuCano ****** d,: ^buquorque Ma-
'atteayito 11S
temanto a
isso, a dimeeia da admittir, 1 Distinguin lo-se ja no MaranliSo como em
porqua taraos raado de tudo o qu novo, Pernambuco, Parahyba, e Itaaoarac, Mathiasde
porque a neophobia g.ovarva as civilisa- Albuquerque se retirpo para Portugal aps as
(Sisa
i:
atayito p
scientitica que transtornaria
bauaes e os dados ofticiaes.
as
REVISTA DIARIA
SCI OCIAS
a", vi* la lii^in
AS ALLUCINAC;5E TELEPATHICAS
por Gharls Rifket (i)
Bisum vNr-t de aciencia que nlo eut/a
nos quadnas classicos.
Tu o n'alte n >v >, oaeo mathodo.
E' poifl nmt tentativa extrainainsnte
ousadi, qaa msrea profunli attanc&o do
publico.
Da minha parte, considero esta ousadia
absolutamente legitima, e voa tantar da
justifical-a.
' --Oom ceVtesi tamos o diieito de nos
orgnlhar da noasa sciencia de 189)
Comparando o que sabemos boje com
o que sabiam os nossos antepassados da
1490 alrair.are.rans a marcha triumphante
que o hornera realisou em quatro se-
Culos
Quatro seculos baataram para crear
sc.iencias que nao existiam, era mesmo
qmataydo por urna revoiuyao
deias inando a pr>mossa qu1, da commen la de S. Vi-
, cenle da Pigneira, do Mestrado de Chrislo, Ihc
_ liavia feto el-rei por haver -assistido a ludo o
No antanto, no estudo das allucmacuas que se offereceu, acorapanhado de criados, d^sde
varidicas, os Srs. Girney, Myars e ; 1 rt de Agosto de 1643, em qui chegou aqne'.la
Podmoreo a parte preponderante dva capitania, at 22 de 16:4, e proceder seaopre
i .i-i pi c___,f com satisfarn. n
sa.- talvez attnbuida ao Sr. Ed. Crurney, Bgte R[o dc Jan,jro quan -0 foi nom9a.
cuja morta prematura 101 urna perda ir- ,0 governa lor da Parahyba e assumio o saugo-
reparave! [2) procuraram conciliar o que verm a 17 de Outubro de i657.
em appareneia inconciliavel ; d'um lado, * -Dagembarc4 no Recife devolt a da
. ^rr t-,i' campanha do Paraguav o l." batal lio de nfan-
pre.-isao rij^roaa na demonstrado, d ou- lina sob 0 comin;^do-do coroael Joao do R.g0
tro lado audacia extraordinaria na hypo- Uarros Falcao.
tliese. I ___; ___________,___
Eis porque a obra verdadairament.
Bcientiuca, por mais extraordinaria que'
possa parecar a conclusao aos olhos! ..... ---------------------------------------__
daquellas que se rrogam o monopolio! Embarque de Juo Esberard
do aspirito scientific. It; ilizou-so hontem o embarque do Exm. e
upponhamjs que se trata de deraons- [ ReVm. Sr. D. Joo Eiberard, digno e eminente
trar que existara cartas allucinacSes, arcebiapo da arthi-dlocese do Rio de Janeiro,
quaes era vez de sarera dev.das ao acaso ; Q ^ ^^ Q e solnni33inio como
da ina.inacio, apresmtain intima rea- .
e 1 c era para espirar e previramos, a iulgr pelas
cao com um tacto real, atastido, impos- r ..r 8 '
sivel da conhecer com o auxilio dos nos- l'rofun la3 ^'.npalhias que o Exm. Sr. arcebsipo
sos sentidos moraea (3j : como podara "avia c.quistado na alma do povo pernambu-
proceder a esta demonstrajao ? Nao ve- bucano, pelos altes dotes do seu espirito e m-
io seno tres meioa: l3 o raciocinio, 2e jminentes qualidad:s que enalteccm o seu cora-
a observacito, 3' a experiencia, : cfto, immeneameote bom e 'generoso.
Pois bem, tomamos estes- tres meiosl Eram anda 9 |2 horas do manh e j urna
successivamante, e vejamos o que vale ;cerla a_ritugo desusada notara-se no centro da
cada um delle3.
O raciocinio insufliuinta; isto ca-'
cidade, de que parfiam le lodos os pontos pes-
ro. Nunca por raeio de Ap-i B, se pode-
. soas que se lam aglomerando as proximida-
djs da matriz da Boa- Vista, lugar d'onde de-
ni provar que existara aqu por este mun
do almas do outro mundo ou phantasmas. vem Part,r Sr" Arcebispo para o ponto do
A fallar a verdade, ser^e-ha igualmente embarque que eslava marcado para as 11 horas
mal fundado para provar a negativa por ('a manh.
meiido raciocinio. Raciocinios, deduc-' A's 10 !i>ros da manh S. Eice. parti a carro
coas, syllagisraos, paralogismos, calculo da sua residencia no Moa lego, acompanhado
de probabilidades ou calculo integral, to- do Exm. e Rvm. Sr. D. Manoel dos Santos Pe-
do esse apparelho ser in tficaz, para pro rJirU| digno Bispo de Olinda, conego Miranda
va:- [iia existem almas do outro mundo Curio ,ecreUrio e grande numero de sacerdot
ou qoe nao ex-stera B tudo palarro- ,M e cavjlh ,jr03 da Qossa rftff soca, e tam.
no, a precisamos passar a outra prova. ,, ,
, f .- bem o acompan ararn a carro al a matriz da
A. observacSo e um recurso preciso ; '
mas 63sa observaco em un carcter em- Boa-Visla-
pirico fortuito, que na- parmitte urna de-1 Ao clle-ar a este Ponl *> ,0 M* horas da
monstracao absolutamente rrefatavel. manh, eraincalculavel o numero de pessoas
de nome, desde a astronoma a mecnica Todava, a forea de paciencia e parseve- que aguardavara S. Exc. Revraa., e que se es-
at chiraica a pbysiologia. irania, cartos casos bem completos, bem tendiam por todas as inimediages d'aquelle
Mas o que sao quatro seculos, em face demmstrati vos, que sero lidos mais templo, da praga Maciel Pinheiro e ra da lin-
do futuro que se abre ao hornera adiante, foram obtiios, os quaes coniti- perairz.
Ser permittido de auppor que tanha- tuem tactos positivos Ainterpretaco del.; Foi entao soltada urna salva de 21 tiros, ata-
mos, era to pouco tempo, exgotado tudo les avilentamente muito delicada; mas, cadas divergas randola sen,,0 locaJo
o que podamos aprender? segundo pens nao e Imito invocar ama ___ .
Nao flearo os nossos bisnetos d'aqui f dos observadores ou a possbiiidade de no nacional pela banda do 14 batalho de m-
uraa coincidencia fortuita. j fanla"a, postada em frente da matriz, e outras
Entao a conclusao' se impoe. Existe bandas de msica que se arhavara prsenles.
relaco entre a allucinacao de A e a mor-; Ao descer do carro S. Exc. Revma. foi alvo
*
ta de B; relaco que noa escapa absolu-'das mais enthusiasticas demonstragOes de
tamenta e .que nos deveraos limitar em aprego da parte da immen3a multidao all cs-
a quatro seculos, era 2d'd, estupefactos
da nossa ignorancia d? hoje ? e mais es-
tupefactos ainda da nossa presumpjo de
negar sera exame tudo liquillo qus
comprehendemos
Sira a nossa 3Ciancia
n3o
para ter o diraito de ser absoluta as cimento : facamol-o francamente, resolu-
nega9as : absurdo dizer : I tamenta, e consluamos que existe um la-
Nao iremos adiante Eis aqu factos! que o homem nunca hade explicar. Eis ------ v
aqui phenomenos que sa absurdos e que [2) O Sr. Ei. Gurney era um psy-
no devemos nem mesmo procurar com-! cholojb to erudito quanto engenhoso.
prehender, porqua excedam os limites do Faz um notavaltrabalho de psychologia
nosso conhecimento
Fallar assm, limitar-se ao peoueno
numero de leis j estabelecidas e facto,
j conhaciJos; condemnar-se in-.c^So
negar o progresso, recusar-se d'ante-
physologica : T/ie poner ofsouuds. Seus
estudo3 sobre hypnotisrao sao prova de
persp:cacia penetrante e rara, e creio
nao tornar-rne desagra'avel aos seus
dois collaboradores dizendo qua a parte
mo a urna dassas descobertas funda- por elle tomada tanto no plano como na
mentaes, que, abriudo urna estrada des- execuco do Pha>'tae>ns of Ihe Living
foi considerado
(3) Para tomarmos um exemplo preci-
conhecido, criam um mundo novo ;
faaar a rotina succedar ao progresso.
Na Asia, um immanso povo tem so, A, estando na India, v- e, em 14 de
se conservado estacionario durante trinta'Janeiro, as 8 horas da noite, a sombra, o
seculos po- ter pensado assim. (phantasmade seu irmo B, que est na
Ha na China mandaras, muito doutos j Inglaterra e que elle tem toda a razo
a muitos eruditos, qua fazam exames I de suppor da boa saude e sem correr pe-
prodigiosamente difliceia e complicados, rign algura. Ora B morreu precisamen
nosouaas tem de dar provas d'um conhe- te de accidente, em 12 de Janeiro, algu-
^^^^^V^^^^^Sr cimero profundo das verdades ensinadas \ nas horas ant.s, o que A nao poda sa-
importantes estragos materiaes, 7 mortes e feri- por Confucio e seus discpulos jber. Portanto a allucinajao de A ve-
Mas nao penBam era ir alem ou avante, ridica, em relaco cora a morte de B que
Nao sahera de Confucio. E' o horizonte real.
mentos.
O'presidente da Cmara do Corome-cia. da
mesma cidade, o Sr. Giacomo Milla, acaba de
(ailcer, tendo tambem fallecido o pintor Moz-
iloll.
Pela cidade e arrabaldea de lilao paasou
terrivel cyclona, qoe occasionoa ma tos estragos
de importancia.
Na Sicilia bouve tremares de trra, sendo no-
tavets os estragos, e lamentam-se acamas mo*-
tea.
Aa mina0 de enxofre da Sicilia voharam a sua
ctlvidade habitual e qoe traba sido interrumpi-
da pela parede. Os patres eslabelsceram com
mam accordo com os operarios, que veltaram a
seus trabalhos.
Oeouncle-se o apparecimento c'o chote a no
Piemonte.
om oa (nodos italianos oa prac de Lon-
dres preteoderam es especuladores na ultima
semana do mez findo abrir franco, maa ufo o
poderam conseguir, porque o syodlcato allemao
aproveitoa o momento de ter sido commanlc:-
da a noticia do triumpbo das tropas itllianas
aa frica, para comprar c le-aatar aBm de ap
pilcar correctivo aoa vendedores i deaeobertn
Asslm os proprioa oromo'ores da balxa (oram
os que vieram auxiliar a alta pelo motivo de te
rem de entregar os ttulos vendidos, e com este
duplo movimento nao admira que a venda ita-
liana aobisse de um dia para outro cerca de 3
pontoa.
Termlnida a llqaidago as maBiorea coadi
COes, oa compradores perslstiram oaa soas or-
dena, qae fiaera* levar o tea prejjo at 77 7,8
inteiro delles, e esto por tal forma em-
brutecidos que nao comprehendem que
possa haver outros
Pois bem, as nossas civilsacoes, mais
amantes de progresso, reina urna especie
de espirito anlogo ; somos todos, mais
ou menos, semelhmtes aos mandarins ;
quereriamos encerrar em nosos livros
classicos o eyelo dos nossos conhaai-
mentos, com prohibi^o de sahir delles.
Venera-se a sciencia, prestar-sa-lhe,
n&o sem razio, aamaiores honras ; mas
quasi nao 1 he permittem afastar-se da
estrada batida, da rotina tracada pelos
mestres, de maneira que urna verdade!
nova corre grande perigo de ser tratada
de anti-scientifica
No entretanto existen! verdades novas,
mnito nova reconhecer. Facamos pois este reconhe- j tacionada, erapeahando-se cada um para appro-
ximar-se de S. Exc, que a ledos ndistincta-
mente recebia com a sua conhec la lhaneza de
trato, dirigin lo a cada mom rato palavras cheias
de unecao e bondade aos que se Ihe approxi-
mavam.
O Exm. Sr. D. Esberard eatava profundamen-
te commovido ; todas aquellas tao signitteati-
vaz provas de estima, da parte d'aquelles a
qu*m se desvaneca du chamar seus fi hos, to-
cavam no mais profundo recesso le sua alma,
engrandecida de todos os sentimentos genero-
sos e bons. Por vezes vimol-o quasi suffocado
pelas mal contiias lagrimas, llias da craorSo
iramensa que I ie embargava a falla.
Ao penetrar S. Exc. Revma. na matriz da Boa-
Vista, foi feita a oracao do breviario romano
tttnerarium clericontm -acompanhada pela or-
chestra.
Terminada a orago demorou-se ainda o Sr.
D. Esberard, no templo, cerca de meiahora,
rscebendo a immensa mu'tido que o procura-
va aflm de beijar Ihe a dextra.
Ao sahir S. Exc da matriz, o povo em justo
euthusiasmo, prorompeu em vivas a S- Exc ao
Santo Padre Leao XIII e ao povo catholico de
Pernamhuco, sendo esses vivas estrondosamen-
te correspondidos.
D'ahi seguin sua Exc. Revd. p, acompr.-
nhado pelo Sr. D. Manoel, bispo de Olinda,
grande numero de pessoas do clero, officiaes da
guarnicSo do Estado, representantes da impren-
sa diaria, da Sociedade de S. Vicente de Pau-
lo, diversas passoas gradas, entro as quaes mui-
tas senhoras, e imraensa multidao de povo que
enchia todas as mas por onde passava S- Exc
O prestito desfillou pelas ras da Iraperatriz,
Nova, Cabug, Praca da Independencia, Crespo,
Mrquez de Olmda, Largo do Corpo Santo, Ra
do Commercio e Caes do Corarnercio, onde se
effectuou o embarque, augmentando sensivel-
mente de numero a proporjao que se aproximava
d'este ultimo lugar.
Em diversos pontos do trajelo, noladaraente
na ra da Imperatriz, foram aliradas em profu-
sao flores sob S. Exc. para quem de todos os
lados, de todas as varandas inteiramente cheias,
eram agitados lencos, oque S. Exc correspon-
da cheio de mais profunda emocao.
(Contina)
OrhNOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Melcbisedech de Albuquerque
Lima
MOSTO
Da 19
18S4 Lord Cochrane faz urna proclamajao
convidando os revolucionarios a obedecerem ao
que, por mais extranhas que oarecam ||imperador. (Vid. Eph. de 13 de Agosto).
' 18."t -Inauguracao da bibliotbeca publica
(i) Prefacio do livro : les Halhuina- Creada Pela lei "' ds 5 de Mar5'
tioHs tlapathiques, de Charles Richet, Dia O
reduccao da consideravel obra ngleza, em
2 rrosBos volumes em 8. : Phantasms of *8?3 -Pa.rte do ^^ * eaouadrilha
f o luiuco c.u M hollandeza guiada por Ca abar e com destino
tha Living, pelos Srs. Gurney, Myers, Alagoas.
Podmore. Fundearam na barra da|povoac5o de Lagunas





1 tiefwHn
J



%
Diario de|Peroambnco Domiiig-o 19 de Agosto sle 1891






"! Exc Revd. durante rajeato, demorn-
vlgaos instantes na tgreja da Conceicao dos
Aliares e na matriz do Corpa Santo onde fez
agao, sen lo novwente tocado *fiunoaa
anal em cada im desses pontos, e no caes do
Ommercio, pela banda de msica da Socieda-
fedS. Vicente de Paulo, que all o aguar-
Sb local do embarque, foram as mas comino-
^eloras as aceas u.ue presenciamos, tornando-
ratli a mollidao compacta e innmera!.
unovadas as daspedi las, S. Exc Revd. foi
auspanhado al a bordo do vapor Amazonas,
sqe o dcvia conduzir, por grande numero de
grssoas que tomaram para isto, as lanchas e
caleres postos sua disposigao.
embarque effectuou-se 2 horas da tarde.
Esta redaccao fez-sc representar 'esse acto
fri nosso companheiro de trabalhos Manoel
tea.
Al aqui a narracao-em paludas cures do
arto.
De^emas porm diier que uo temos a pre-
fitafo de fazendo essa narrago, dar urna, ieia
mpleta e ntida do embarque Jo Exme Sr. D
JMoEsberard, embarque que realmente assu-
arc as proporfOes de um grande aconteciraen-
te, comprobatorio dos sentimentos religiosos
t povo pernambucano.
Electivamente raro ver-se como honlem
fwsanciou esla cidade, urna raanifeetuco mais
riatem. mais espontanea, mais enthusiastica,
,-ptcerlamente ha de ticar indelevelmente gra-
win, n'alma de to ios esses em quem as cren-
tpn eatholicas anda su'asistem firmes a inaba-
KMk
Sr. D. JooEsberard, etamos certos, guar-
atou bera no recessa do corafo a lembr n.a
dW diade hontem. que da certo liie ficari como
2mKivo as agruras qu experimenta o seu cora-
fSa.com & separagao t'm doloros por que aca-
ta, e passar.
S.Exc. Rvdm. deixa n'alma Je cada pjrnam-
Bburo o espinho d'uma saudade imraensa-
ntc grande, somente suavisada com a con-
tbjo de que muito vai aindu fazer S. Exc. em
jBidalgreja Calliolica que das suas luzes
Mt> espera Cer lamente.
^ue, pois, bonangosos ventos, alravez da der-
3!fi occeanica, coniu/.o o Sr. D. Esberard ao
afcaejado deslino e que no novo honroso posto
qptlbe coniou o Summo Pontlicc, possa S.
lz. Rvdm conquistar novo* louros com que
rae a SOa ] aureolada fronte.
Belpumene Olindensc N'e.sse thea-
aho Je Olinda, o Sr. Virginia Braga realisa
k^e em sea beneficio um espectculo, cujo pro-
Mimo e bastante variado e attraentc.
w~ Inlre outras pegas s :ri. contada a cangoneta
fsomi'ado -O Lucas de Grvala.
U espectculo comiscar s 6 l|2 horas da tar-
*,atiui de dar lempo s peaaoas residentes
ita cidade, para regressareni no ultima trein-
Cnsul francemVictima de ttano trau
jBitico, l'allrceu hontem larde o cidado frail-
are George Revoil, cnsul geral da Franca no
S-F-^aJo Je Pernambuco.
Kra o finado maior de 40 a anos de idade, e
r espirito culto, investigador e muito amo-
W.-1.
Vivcu sempre em bOa harmona com seu;
MBpntriolas aqui residentes, Coja afeico Sou-
iJata conqu slar, e capfou tambem muitas sym-
jrtaias entre os braiileiroa pelo seu proced-
ntDsempre e rreclo i cavallieiroso.
Deixa viuva e (Hilos, os quaes apresentaniu-
fllBilolelK'ia.-.
seu ent ranlenlu efPectnar-se-ha boje.
lss.ieiatMo Cuiumereial Benell-
eute = .(> raaio da da prox ma quaata-feira
fido correnl: inez. no respectivo palacete, de-
"WSo reumr-se em asscmbia geral os mem
5k>3 di Asscciagai) C'oiiifiiercial Renefieent-,
jam os Sos de lomarem conhecimenlo do re-
jtwio e conlss da actual adiniriislrago e ele-
pa-rn a nova directora.
Paru o Rio No paquete Amaxmas seguin
jbit'UU para a cipil-il federal, onde t;m resi-
Vncia, o conselh iro Hanoel dn Niscimento
Jteimdo Portella, que viera este Bata io visi-
awsu-'i illuslre familia.
Seguio tambem, no mesmo vapor, com igual
tetino. -en n gno lillio, o Sr. r. Manoel d<>
Basamento Muchado i orteila Jnior, qu: ni
ai cjnelu.ra onvalescenca da gravo molestia
Ti ne, ha m as, l ira accomettido.
Buil.'s amigos os aeiinpanriarain al o pa-
Mte.
VJasejaraos i amb i a mais venturosa eiagem,
so Sr. Dr- Portella l'illio que alcance o com-
ftko restabele.imento de sua auJe.
Cluit Central Bc-in'i-entc dos Oli
caaes da Guarda \ wicmal Bssaas-
atHigo com nemora, no dia 7 de Selembro
jBKsimo, o 3." annn raario de sua fondacao,
brando, n > -alai Ja socieJade Cuido Com-
wbciiI, ra Otreita do Rosario n. 13, urna
Efi > magna ai 10 horas Ja manh. e um s i-
aja-dansanle s 10 lloras Ja noile.
Somos gratos aos CJOvites, qu i nos foraui de-
pJus. li.i .i ambas M festas.
Facnliladc UvreFamos mimoseados,
Bagradecemoa a fineza, rom um axemplar dos
arjilintes opsculos referentes a FaculdadoL'-
4T* :ias Jurdicas c Soeiaes do Rio de
Jjaotro, fun-iadaem 1882, e reconbecida palo
CDTerno Federal pelo decr:tO de 31 Je Oulubr-
oki89. :
. i resumida da organisacaa da i-'aculJa-
J,enola Jo respectivo pessoal domte.
rmoria histrica do auno de 1891, pelo Dr.
Jaao da Costa Lima DrumonJ.
emoria histrica do anno de 1892, pelo Dr.
i> 0. le -onza Han leira.
espedida. Vdo bvnten lazer-nos as
aaas despedidas o ,^r. Dr Henrique de Barros,
Agradecidos ; e boa viagem
De vitlta O Sr. Francisco Augusto da
Jhaseca i: Silva Jnior, que ha algum tcuipo
ibra para Fernando de Noronha tratar se de be-
jstjeri, re.ressando d'ahi restabeleeido, man-1
jbu-fios um carlao de uumprimenlos.
fiiiriifa os
lApe^ieau decoraes. O Sr. Micaela
Jiifulino tenciona encerrar, dentro Je poucjs
dfes, a exposigo de coraes brancos e rosas que
3kfB- feto iu escriptirio da Ja:eii du kcmfe.
Quem ainda all nao f i ver essa bella collec-
Cjk>, de-?e pressa em fazel-o-
Gatuius -O Sr. Alferes ku Maia sub-
qiegaJ'.J-i fre guezia de 3. Frei Pedro Gon-
cafres .o Recife, prendeu tnntem !
Jos Fernando da Costa, qu?, era nome do
sea ex-palro, andava comprar fiado para
Bacar mais nunca : c
Jos Marcelino dos Santos, qu: aticava urna
ajiJBoa, para roubar, na taverna daLingueti.
rassaiueato -Finou-se uo dia lo , cor-
sote, nesla cidade, o professor em disponibili-
dtte Joo Francisco da Co ta Fialho, que ex-
reo o magisterio publie > as cadeiras das ci-
aades de Pao d'Alho e Bom Jardira, as quies
Jieixou boa nomeada pela manra porque se
Jaove no desempenho Jaquel la missao.
Deixa o finado inconsolavel sua virtuosa con-
sorte e na orphandade doi- lhinhoj de tenra
idade, legando-lhes a misjria *~
Aos seus parentes nossaj sinceras condo-
fitjcias.
. Unlo Typographica. =Hoje, em sua
ade a ra Marcillo Das n. 68 1- andar, palas
II oora-t da raanha, funecionar em assembla
ral extraordinaria a b:nemeritd socieda.e
niao l'ypographica Pernambucana.
spilal i'irtu^uez inlrou de se-
BBtoa neste po eslab:l cimento o mordorao Sr.
Jas Ferreira Dourado.
Congrrcss latterario Bohemios
de Palmares Sob a presidencia do Sr.
faraaadu Gris, funccionou es-a sociedade no
dia 16 do corrente, tendo-se tratado do varios
assuuiplos de interesse da mesma sociedade
eu-se posse ao novo socio effectivo, o Sr
Ignacio Galvao.
Fallceiaaento -Communicaram-nos que,
40 do corrente, falleceu em S. Jos de Mipi
b, Estado do Rio GrandeQdo Norte, o Rvd. co-
nego Gregorio Ferreira Lustoza, vigano colla-
do da fregueiia daquellenome desde t8i2.
Tinha o finado M) annos de idade ; e no an
tigo rgimen fora agrxiado com a commenda
deChristo e com o titulo de Conego Honorario
da Capella Imperial.
En.'cnheiro i)o visinho Estado da Pa-
rahvba chegou hontem o Sr. Dr. Sylvio Rangel,
transferido ltimamente da liscalisacao da Es-
trada de Ferro Conde d'Eu para a das tres fer-
ro-vias Ribeirao ao Bonito, Tamandar Barra
e Nazareth ao Crato.
O digno engenheiro hontem mesmo assumio
o exercicio das funccOes Jo seu novo cargo nes-
te EstaJo.
Coraprimentamol-o.
Xa leis di traballnNao precisa-
mente um artigo de principios econmicos que
aqui inserimos, mas urna nocia que inters-
lando a economa polit.ca, refere-se apenas a
moderna legislagao da Allemanha sobre o tra
balho e sobre a assistencia dos operarios.
A imprensa alloma oceupa-se actualmente
dos resultados da legislacao sobre o trabalno
promulgada lia dez annos. Essa revista retros
pectiva urna especie de jubileo que por ta!
nao deixa de ser menos interessuate Jo qu i
outros jubileus. Seja qual f.r a opinio dos
jornulistas allamaes a respeito Jo socialismo Jo
Estado, clles proprios e os extranhos nao po-
dem Jeixar de eneontral-o com textos expressi-
vos no Imperio allemao.
B' com sentimento de soberbia, observa urna
fulha belga.'que faz este esludo, soberbia nao
Ilegitima, que os promotores dessa novo Cre-
so na ordem econmica, fazeiu realgar a im-
portancia dos resultados alcanyados
i^entj e Joz; sindicatos profissionaes com
cerca de mil sceles e outros lautos tribunaes
de arbilramenlo, e mais, v.nte delegados do
confianza collaboram com as autoridades admi-
nistrativas na exocuco Jas leis sobre os acci-
dentes Jo Iraballio e sobre o seguro obrigatirio
A quasi total ida Je Ja populago o|ieraria,
cerca de 18 milhes de trabalhad iros indos-
triaes e agrcolas, foi inleressada era nropo -
cao mais ou menos consideravel no funeciona-
raenlo des-as leis. As indemnisagOes conced
das por accidentes atlingiram cerca de 18 I
milhjs de marcos, tirado das caixas espaciaos
para esse lim ere Jas. Smenle no anno de
1893 centam-se 278,777 pesseus soccorridas com
'ii inillies de marcos.
Taes algarismos sao de certo eloquentes
Por i;;o poucos sao os que na Allemanha
reclamara contra o principio scientieo das no-
vas leis soeiaes. At o seguro obrigaiorio ein-
prelvndido polo Estado nao encontra contra-
dictores nos orgos progressislas na ordem da
G i:<( de trancfort.
As criticas, e criticas muito numerosas e fun-
dadas, reporlam-se a outras pontos. Como era
J: recalar, o apparelho adminkirativo que de-
ve por em movimento tao vasta machina, ter-
rivelmente complicado e impe despezas exa-
geradas.
Os syn licaios profissionaes excessivamenle
numi rosos, cora intuitos Jilferentes, cora apre
cia(0et muitas vezes acanha as, com a sua ju-
risprudencia variavel na apreciagao dos dim-
nos c usaJos pelos accidentes, ntfJ sao be.n vis-
tos as rodas dos Inbalhadores. Dezejara el-
las ni ais uui lades, m-canisino mais simples o
mais rpido na organizago das Caixas de >'oc-
corros.
Por seu lado o governo nao mostra querer
desistir dos syndicalos profissionaes como iu-
lermediarios forjados da cla.-se operara.
Depon lera asso afierra aos svod'calos "on-
riecao Je que espalhaJos e parlicularisados li-
cam mais ni dependencia do governo, do qu i
se constiluissem una vasta corporaco ? E'
p tssivel e al provavel que assim seja.
Era todo caso o jubileu das leis do traballio
Ja Allemanha marca na evolucao econmica
desles lempos um tacto altament: interessante
cuja significago Jcve ser apreciada em la los
os paizes.
Vrvore sinsular-^Jommunicaram ul-
timamente i AcaJemia Jas Scieucias de uris
a noticia da existencia, na iliia Je Hadogascar
Je urna arvore quu para os europeus ple ser
extraordinaria, as que nao o para os bra.zi-
leiros.
Essa arvore chamada na Lngua indgena
arvure das fijanles e nao tem galbos.
As folhas crescem no tronco e nao passam de
2i por arvore.
Esses lollias lera cerca Je ilous metros de
cumplimento e meio de largura, e forra un, en-
rolando se, u:na especia de recipiente que g-ua
Ja a Bgna da chova.
Dso ceaamunkante francez que nada folna
contera cerca de um litro d; agua fresca, que
-ve ao viajante sequos- as inhspitas pan-
geos onde cresce a lal arvore.
A proposita de pianosMuitos sen-
tara a propria custa, mas nao o eslorco ou o
peso que supporto-se as teclas de um piano.
Calculou um profissonal que o mnimo Ja
prossao Jo Jedo para baiaar urna tecla era de
tiO gramraas no pianino e le 3 kilos no fortu-
nio. Assim era trecho de Chopin qu: dura
Jous minuto-, precisa para sua execuefio de 3:3
kilos de presso.
Nos iussos ouvidos a presso cera rezos
maior.
Gremio Litterario Vletoriano Pa-
utares Reunj-se hoje em seasao ordinaria
em sua s le i ra de Santo Elias n 20 ,Es-
pinlieiio.y
Telephoniu -Dirigirau-nos as seguint;s
liabas sobre o serviyo telephouito, e para ellas
chamamos a alteocto do Sr. Gerente respec-
tivo :
A empreza telephonica leudo acostumado
os assigoaates a pedir pelo nonj com indi a-
cao da ra a ligagSo d s lios telepbonicos, e,
.i ezardisio, os empregados mu.tissimas vezes
hgavam erradamente, que agora obrigar a liga-
gao sanenle pelos nmeros, o que vexatorio,
por ser preciso, guando se quizer failsr com ur-
gencia, procurar os nmeros i a lista fornecida
com penla de terapo, ou ter de cor muitos n-
meros, e quando se nao d o numero nao li-
ga m.
Nao havendo vant.igem para a empreza com
esla Jeliberago, sendo mais sujeita a engaos
a simples enunciago Jo numero, solicitamos de
Vv. Ss. que iiegara ver ao Sr. Gerente que or-
leneaa ligaces pelos ames e que memore o
s i \ ifo nao com isto e sim no que elle carecer
em proveito Jos assignantes.
Por est: obsequio muito Ihe a. radecem
1/uh,
Rabeas eorpus ffereceram-nos um
exemplar do opsculo em que foram reunidas
a peticao do habeas-corpus do Sr. Dr. Goncalves
Maia, o parecer do Sr. Dr. procurador da Rep-
blica e a ordem concedida pelo Sr. Dr. Olm-la
'Javalcante, juiz seccional neste Estado, no
sentido do requerido, sendo tudo impresso na
Ivpograpbia d'A Provincia.
Moito obrigado pelo mimo.
Auturidade policial -R assumio hon-
tem o exercicio do cargo de ?ubdelegado do
{ dislricto Ja Boa-Vista, o Sr. capito Manoel
dos Santos Piraentel.
Telegramaias retidos. Achun-se
retidos na estag-o do Telegrapho Nacoinal os
seguntes :
Para Lima, do Rio.
Geppert, do Rio.
Carneiro, do Rio, por uo terem firmas regs
Iradas.
Lm aviso para Donlon.
Ilarreiros Escreveraru-nos :
;.No dia 15 do corrente reunio-se nesta ci-
dadaJe o directorio do Partido Republicano
Federal e foi por uniniraidade de votos.esco-
llada a sua CJinmisso executiva, que ficoa
comp)3ta com os sjguintes cidados ; Baro de
Gindahy, capites Francisco Marinho de Paula
Lins e Jo5o Muinho de Barros, Drs. Bsdacio
Coimbra e Vieira Filho.
Foram tambem escolhiJas coramissSes di-
rectoras para o segn lo e tere iro dstrictos e
sao naquelle o capito Constantino Gomes Fer-
reira, Dr. Silvestre da Rocha Wanderley e
Flix Ferreira da Silva, e nesle o capito Ma-
noel Marinho de Barros, Luiz de Franga Ma-
c a lo e Joaquira AlexanJnno da Rocha.
Tribunal do Jury do Reeife -Hcn-
lem n5o funccionou este Tribunal por tsrem
comparecido apenas 2! juraos
Foram sorteados os seguintes 3upplentes : '
na
Freguesa de Santo Antonio
Rodolpho Flormtino Carneiro Monteiro.
Antonio Venancio da Silveim.
Ernesto Jos Ferreira.
Manoel da Psufio Vieira.
Freguezia de S. .os
Elias Adelino de iarros.
Alexandre dos Sanios Selva
Jos Francisco de l'aiva.
Freguezia da Boa Vista
Manoel Lyra
Etelvtoo Augusto Je Castro Leo.
Alfredo Gomes Leal.
Tito Fioch Pinto.
Augusto Anizi > de Carvalho FernanJes.
Antonio Alberto de Souza A,miar Jnior.
:Fregueiia da Gruja
Benedito .vutonio de Alineltfa.
Foram mulla los em ojt os jura los que falta-
rara.
Amanh ser. julgaJo o reo Manoel Ignacio
Anuda.
A cura da pre^uiea -Prometti-lhes a
coucluso Jo subsiani'ioso ur:igo de Mr. Mau-
rice de Fleury, o qual, seja dito sera malicia,
interessa a t nta gente.
Xa p-.imeira parte do seu trabalba o Dr. Fle-
ury definir o mal em si proprto e mos'rra
como elle frequ;nt, mesmo em individuos
aJmirav Irii nte organisa los ao ponto de visia
inlel.-c nal.
Concluir afBrpundo sor possivel a cura, com-
anlo que se observassem certas regras o pres-
cripcOes
Reste se-undo artigo, o intelligente medico e
escriptor traga todo un plano le lucia contra a
liaicoeira doenca, oqo&l B8 .hvile em dnas
partes Mstinctas.
A priioeira omprebenda a regulamentacao
Jo da, islo , a dislrihuigo Jas horas pelo tra-
balho, pelo exercicio, pelo pa/.:r e pela alimn-
lago, condigfio sute ana non le paa intellec-
lual, a. nico meio de submelter o espirito a
urna disciplina fecunda.
A segunda estabelec: o rogiimn alimentar, a
que o neuraathenico tem de snjeitar-se, para
ver livre dos panos do estomago, Jas somno-
lencias depois das refeiges, las alternativas
de exaitacao cerebral e de depressao que as
digestdes pesadas provocam.
Vejamos eslas prescri|iges.
I-RUGRA )E aDA.
A's 7 h>ras -Erguer da tama; Irabalho in-
totleclu.il Juran!; hora e maia, pouco mais ou
menos.
i'i 81\2 -Almofio; leilura dos jornae3e da
correspondencia
a's 10 L'r.iballio (sega ido perio lo de hora c
meia).
A't 11 lyi -D.-scaPs i.
Ao niHo dia Al mogo. De-canso de meia
hora e passeio Je 30 a i-'i miontOS
Tard Ser consagrada s oceupago s cor-
rente?.
A't? aras -Jantar. Descanso, pas.-cio, ir
para a cama a lora Jxa.
Se se trata de um doente ccepcionalinerite
fraco e emmagrecilo ou de um nervoso, sujetto
a insomnias rebeldes, l v >-se acn lelhar-Die a
que se delta immediatamente em seguida a)
jaular.
A insoinnia, no nevropalha, um rno habito
i: ie\: ser tratada como um f)benomano mo-
ral ; frequente nos preguigoses cujo cerebro,
insulficieiiteinente fatigado durante o dia, dea
eseilado durante a no.te, tambem ai ir
quasi todos os inlellecluaesque redigem noile
e cuja cabeca Irabalha ainda, por velocidade
adquirida, i hora em que desejariam dorm'.
oii se v ii iste ir' gramola, ha apen ts tres
horas de trabalno ntelleclual entro o levantar
la cama eo r pasto Je meio J a e anula a-sim
divi lulas ao meio por um curta Jescanso.
Parece primeira vi taque nao nada, e
que pouco se poda fazer em lio exigu > pe-
riodo. L; nbrem-se,porm, que 3 horas de Ira-
balho quotidiano bastarlo a Zal para produ-
zir um volume animal, qmsi sempre enorme, e
que exiga urna documentacfto complicadissima.
Supp miramos que em 3 boras um esc iptor
pro lu'i i.qualro paginas deli.ailivas. Em iro-
zentOS das ul"is, eis mil e duzentas paginas
fila-, a materia d: quatro volnri -s vulgares.
1'erinirtir-me-lio um exeiupl > pessoal ?
E'este, com pequea difteruiga, o valor de
niiuha modesta collaborago no Juind do Com-
mereio, cerca de J.8UO lingua los ; .200 pagi-
nas vulgares (vulgares a tolos os resp^iios).
ti lambeta um periodo Je 3 horas por Jia,
termo medio, que eu consagro us mais agrada-
veis funeges.
Se me citei a mim proprio, qieirara crr que
foi a titulo de mero csclareciracnto corrobora-
dor da tlieoria do Dr. de Fleurv.
Vejamos agor, a sgunda parle da cura.
B-RGIMEN ALIMENTAR
Supprimir da aiimentacao todas as prepara-
g's aicoolicas, tudo o que fermenta lacilmente.
O doente deyer comer sobretudo :
Carnes assadas na grelha ou t!e qnalquer
outra forma, um pou u paseadas, (croes bran-
cas sobretudo) quasi todos os legamos verdes,
leguines seceos effl pmies finas nicamente,
o.os, presunto sem gordura, pece cosido ou
atea lo, alguus bolos seceos com pouco assu-
Car.
Os alimentos devem ser prepaj'adoscom man-
teiga le bou qualidaJe em qumliJale mni-
ma convm qu: l:\em bastante sal, piraenla
nunca.
Muilos meJicos prohibem o uso do caf
Pens quanlo a mim qu; os neurasthenicos sao
pelo contrario tonificados por urna pequea
chavera Jo caf depois da refeicao do meio-
dia.
A suppres-o do alcool, essa que me pa-
rece de importancia capital ; se reanima rao-
meutaneamsnte, e a excitago cerebral que pro
puz constantemente seguida por uraa quebra
de forjas.
A marcha, a friegao secca, a transfusfio ido
serum sao tnicos mais que suiScientes ; per-
feitameiite inolleu.-ivos e a sua acgo do ou-
tro modo mais tenaz que a de um copo de Bor-
goaba.
Pouquissiraas drogas, urna colher Je vale-
riaii3to Je ammoniaco era caso de enervamenlo,
pouco ou nenhum brmelo. Algumas pilmas
Je pancrcalina para ajudar a digeslo, alguraas
capalas de naphtol. Em summa, o meuos de
remedio possivel.
J se sabe, esterpgimen nlo absoluto e de-
ver attender-se na sua applicaeo ao tempe-
ramento do nevropalhapreguigeso.
O clima 6 outro factor imprestavel. Se a
parte relativa reguIamentagSo Jas horas de
irabalho applieavel no Brazil, coma na Eu-
ropa, outrotanto nao sucede com o rgimen
al i iu miar, que forgosamente teci de ser mais
tnico para luotar cora a acgo debilitante do
clima.
O alcool porm, em toda a parte o inimigo.
Casamento -.dvilO escrivo de casa-
mentos que funeciona nos distritos do Recife,
Santo Antonio, S. Jos e Alegeos afflxou na
repartigo do Registro de Casamentos ra do
Imperador n. 73 i- andar, editaes de proclamas
de casamentos dos seguintes contrllentes :
Primeira publicacao
Jos Ignacio Rodrigues d'Annuiiciagao, ofi-
cial de justiga, com Maria Sebastiana d'Annun-
ciagao, viuvos, naturaes deste Estado e resi-
dentes na freguezia Je Santo Antonio.
Araancio Miran ia Ferreira dos Santos, artis-
ta, com Maria Floriana de Mello, soltotros, na-
turaes deste Estado e residentes na freguezia
de S. Jos-
O escrivo de casamentos que funeciona
n>s districtos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Var-
zea aflixou no dia 18 do corrente, na reparti-
go do registro, ra do Imperador n. 41,
Doentes
Loucos.
Louca .
13
0
2
408
Total......
Movimento da enfermara :
Nao houve.
Inspectora do . dstricto mar i
timoRecife, 17 de Agosto de 1894,
Boletim metereologico
Huras. Term centi- Harometro Tenso do tumi-
dade-
85
81
1
8:)
17
grado ta(f>) van ir
i> h 2i,0 761,-13 4C.87
9 21. M 76i,-52 17,99
12 2J,'3 76-82 17,(1
3 t. 2l,f9 7ii),"i3 18.3
6 ti\\ 7 0,-87 19,03
.nTpera'.ura mnima 21,75 Therraometro
J igabngado ao meio Jia
Temperatura mxima 25,30 Ennegrecido
17 !-Plateado: 2', i.
Evaporaro em 2' horas ao sol 4,-7 a som-
bra 2-8
Chu va 21,-1.
Direcco do vemo : SE com interrupges
de SSE e ESE Je meia noile al-ib. 32 in. Ja
manh, EWK al 6 li. 'X m., SSE al 1 h. 43 ra ,
SB c iin iuterrupg:s de 8SU e ESE ate Oh.
08 ra. Ja larde SEatJh 50 in., SSE at ib.
SI ni., SE e S ['.
altero i ios
ESE al II
:it^ '
Dai-
ai (0 h. 28 in.,
meia notte.
Velocidade media do vento 6,-d por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,85.
oletim do Porto
Pr.a-mirou Blas lloras Aliara
baixa-mir
P. M. i7 de Agosto II h. i m. da m.0,-3)
I! M. 17 de 5 h. 20 m di t 2.-35
Masdotara Publleo^Nesse eslabeie-
eimenlo foram abatidas yi rezes para o consu-
mo Jo da Je boje.
Hospital l*cdrt> II -O moviai uto J
sslabelecira rato cargo Ja Sania Casi Je Mis:-
ncorlia Jo Recife, n> da !7de Agosto foi o se-
guate :
Entraran) .... ?0
Saturara..... -9
Fallece rain .... i
Existera .... 777
Foram visita las as enfermaras pelos se^uin-
tes ni "li os:
Dr. Malaquias, entrou 3 ti da manba e sa-
bio s 12.
Hr. Si -'i i Barb isa, enlrotj s i > l/J da ma-
nda e sahiu * 10 3, V.
D tlerardo, ea.rou s II t/4 da manad e sa-
ino s 12.
Dr. Arnohio Marques, entrou s 0 Ja m,.-
h e sabio s 12.
D,. Lopes Pessoa, entrou s 9 3 4 da manha
e sabio as II 3 i
Dr. Vieira da Carth i e ttrou s :o 1 2 da ma
lIv e tabic- iS.
Dr. Bastos p j ::.. i 1
' '!! -i no -i- l!.
Dr. Tavares Je Mello, entrou s 11 1,2 J i ma
nh .- saino -,vs 12.
Dr. Simplicio Maviguier, entrou as 9 1 ih
raanh e sabio s 9 3 i.
Dr. Freitas fJuiraares entrou s 9 la ma-
nh e saino s 9 3 '*
Paarmacentico, entrou s 9 1/ da manh e
-;,';in s 2 da tarde.
AjuJanie Jo pharaiaceutic i, snlron s (j i, 2
da manli e sa iu as < !-4 da tarde.
Ceaaiterio ableo de Santo Ana-
ro-Obi'uario do d a 17 de Agosto 1 89*.
D.-o'in i.i C tstiiiia da Silva Ramas, Pernam
buo, 15annos, csala. S. Jos.
Mano J C asi inco Je Jess Primo, Peraam-
buc >, ii annos, vmvo, Boa Vista.
Matbildes Mircolina de Asis, 70 ana
ti-.r.i. Sanio Antonio.
PranciSv*o Zebino Jas Neves Pernambuco
33 anuos, casado, S. Jos
Joo Francisco de Sant'Auna, Pernambuco,
lias,.-. Jos.
L'm feto Jo sexo masculino, Pernambuco, S
Jos.
E Iu ardo Graciliano de Miranda, Pernambaco,
1 anno, (iraga.
Francisca Clara Ja Silva, Pernambuco, 45
annos, Bolteira, oa Visla.
Rozend is Prazercs, Pernamboca, a
sal leira, Boa- Vista.
s ipbf Maria do Espirito Santo, Pernambuco,
2G annos, viuva, Boa vista.
Maria do Rosario, .'eruambuco, 20 annos,
Graga.
Slelliia M.ina Lourenga, Pernambuco, 19 me-
zes, Olinda.
Precisava no entretanto conciliar as ideas,
sera fallar s rainhas convicges de verisla.
em lilteratura e e em arte ; pois, confesso, para
mim a msica nada mais do que -a mais po-
tica e porfeila exnressfto do espirito.
Para inspirai-ine preeisei de,assumptos que
fossem horneas, de carne e osso, como au, que
sentissem e paatasseej humanamente, quecha-
rassera e sorfressem por paxOes, s vezes exa-
geradas, mas sempre humauas-, proprias do
nosso corago e dos nossos sentidos
Era, pois, ii historia que eu devia pedir a rai-
nha epopea ; nao a historia, por simples pretex-
to, como era usual out'ora nos melodramas, mas
a historia virgem intacta, cora as suas chron -
cas, d Jas, caracteres, paiioes intimas e fraque-
zas dos seus hroes.
Fa_er revivir urna poca inteira multiplicar
o mlagre de Lazzaro e dizer s catacumbas :
Jai-rao por um instante os vossos niortos !
Procurar o process > philosophico e pby-
siologico entre mil aventuras, qu: parecem des-
conjunlalas mas que sao, narealidade, a con-
seqoencia lgica de urna poltica e d: um mo-
do de vivar 1.. ludo islo leutou-rae, cocliichan
loaos ineus ouviJos estas pala-ras : Tanto
peior para ti se o fardo pesar de mais a ss te
asphyxiares sob as construecas djedillcio
Ao menos leras urna bella raorte :
Foram as "Historias Florentinas de Machia-
velli, que J :-ieilaram no mea espirito opri-
m -ir > conceito deste Irabalho. Entreguei-me
depois, corpoe alma, ao esludo, li tanto quanlo
era possivel ler, lulo oque sa tem publcalo
e escriplo em volia deste importante perio lo
histrico
Alm lo menso materia! que me forn cera;n
as bibliihecis de Plorenca, Roma e Bolonha,
muito rae auxiliaran! os trabalhos de Villari so-
bra Machiavelli a sobre Savanarola os de
Gregarovins sobre a Lucrecia Borgia- e os J,:
Alvis sobie -Cesar Borgia, us esplendidos
I prefacios Je Garducci as poesas de Poliziaao
sse e de Lourengo de Mediis, etc.
Bom avisado andn Boilaau dizendo : Ren
n'est b:au que le vrai !
Que vasto campo para o artista, para O plu-
losopho e para o historiador apresenta o gran-
itos! periodo la nossa historia : A renascen-
ga : Quanlo saagoe e quaula lama,* para fal-
lar como Carduce!, ha para se reinecher
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K. os n:s os
FALPITES
I p iraoDictadorBaralho Pleia Se.
i- preoB.tnorvP.-usaiaooPenlano.
3" pareoAveotareiroPiramonPyrilampo.
4- pacto GaropeireViag-dorColosso.
5- p reoSliscotiePatchaulioo.
6- oireoBisnaikJAventureroTurco2-
7- PareoBerlnAlyst pperTraquinas.
PMLISHOEn PEBJfl
JO vA jt3C X ytt*
Faculdade de Medicina
Dj Sr. Dr. Luiz Anselmo da Fon-
seca, illustrado lente de physica da
Faculdado do Medicina, recebemos o
seguinte :
Iltin. Sr. redactor.Rogo-vos que
queiraes publicar, e:n vossa acredita-
da folha, o officio que a osta acompa-
nha, no qual em data de7 do corrente,
oommumquei a CoQgregacSo da Fa-
culdade de Medicina que, t.end ella,
pela attitude, que assumir.i (liante
dos acontocimentos do 11 do Julho,
feito desapparecer-'m totalm inte as
condicoes que julguei moralmente
iucompativ iscom aminha continuar
cao no exercicio do oarg") de lea >,
eu me conformva com os seus ile-
a ij is, expresa s d i modo maia hon-
rosa n > offici i qu : dignou-se de diri-
gir-,o em data de 17 de Julho, a re-
tir.iva o meu pe li lo di ao, o
quo realmente iiz.
S u cj.u cmsi'i '-a?ao-' a nen-
t i vosa > pr lado atten ;ios>. Dr. L.
Anselmo tu Fonseca.
Bahia, 7 I Aj I i de
Lx us. Srs.Tenho, tiesta occ siao,
a subida honra do r
ci que em vossa o n e p r dejibe-
ra<;ao vossa, dign >u-s i de dirigir-me
a direotoria dessa Faeulda Le, < a da-
ta do 17 d > passido.
Nom a vos ne n a uingue
r indesculpavel que Etouvesse.de
tamanha tardan
3 ) dover
Por.[ i '. ;i vis
rea >1 i fandos acont Lia 11, a
(in il v is transqiitti por offl : do 1
ede 17, lambjoi, o do conted > de
VOS30 menciona i i >fflcio, iu havia
.i i ssi : i le de longa a l>nra
ni i ichar no cas > de orna
resposta segurj e [ue leveria consis-
tir >;.i na confirmaba de u >-
sito qu; m rrompeu do inti n d al-
ma, cu em sua renuncia, que nao po-
dara, s) algum, deixar I ser
laboriosa. ,
Estou d i pr mpt > a ir I i
i vo c da iorar co ivos vossa
nobilissi na o ir: nanitaria ana
pr >pagaca:> o pe i progress da scien-
cia. .
As sabias e acias
que tendos t mad >, -:1 i;n"
pjrtubavel o magnani eza,
triumpharacausadajustica,
tan >a e cegain >nt violada, -i
taiu, utos na reparac .ilota
dasoffensas de que form o neoto^a
loi, adignidadedo prof i eos
inau.'eriveis principios da
autoridade, que a garant er-
dade'edo direit i, c uno, tamoe n, na
seguranca do futuro, cuja .archa
tanto: me preoecupava (off. do 17) e
tanto nos dove preoecupar a todos.
Cu.no fra mais conven to ca-
so emquesto, os princip
osta sendo punidos, o a pnica dos
infractores das leis ama la
importantes condiedes par o
monto do salutaris no ador
imperio dellas solire a vonta as
acQoes humanas e para sayol-
vimento da necessaria objdten ta e
respeito que todos lhes dev ra >s.
Ao contrario : a impun ade dos
delictos (nao interessa aqu I scrimir
nar-lhes os gneros) um factor po-
derossimo, ainda qlie n
augmento donunvroed i iscimen-
Ten lo feito o estu lo do peri m! bSto, de- niaha p irte, tan
el n [i la forma da T logia, porque 6 a um- CUiupt n esse i lg(-
capia > exprimir thsatralmente o meu con- Porciuo. a
ceito, Subdividi os periodos histricos da ma-
l ra seguate : a prim ara partj Os Mediis*,
a subida ao pontificado de Sixto IV at
a descoberta da conjuraco dos l'a/.zi; a segun-
da parte Gerolamo Savanarola, d.-sde o ad-
vena de Fra Benedetlo al a raorte de Savana-
rola ; a lerceira parta Cesar Borgia,* desde a
norte to donas di Can Jia, at a marte de
Alexan Ir VI.
Hispeiiei escrupulosamente o caracteres his-
tricos, conservei-m a fiel aos costumes, s par-
ticularidades histricas u tanl i i[uanto possivel
a lingui do terapo.
Exceptuando, pois, qualqucr transposiQSo ou
atraso de dalas, que me foram impostos pela
forma theatral, apresantarai os bomens e 03
lacios taes quius foram transmitlidos |ieloshis-
toriadores.
Agora, ao lado desta chronica, ama idea phi-
losophica : o proeesso do hornera de estaio da
R'tnascenca, qu', reconhecida a frivolidade da
povo em quem eonnava, procura um baluarte
no poder da igreja : esla, por sua ve/, o trahe
elle caifio. possuido de urna idea gigantesca e
ambiciosa, desconfiando por ftm de ludo e de
todos,tomase um Cesar llorgia.
O titulo geral da triloga me foi inspirado
pela ultima parte da tetraloga de Wagn.r :
O crepuscub dos dousea.
Durante um instarilo inelir.ei-me a pedir em-
prestado ao meu m:stre. e ao meu autor- o
seu titulo por extenso ; pois mais do que os pe-
qneninos Watao Loge, Domer, etc., sao verda-
deiros deusos daquelle grande crepsculo Lou-
renco de Mediis, Savanarola, Cesar Borgia,
.Vlexandre VI e Nicolo Machiavelli
Decidi-mc afinal paraCrepusculum*; mais
potico e menos idealista.
O qua liz, como msica, brevemente veris.
Apenas direi que, fiel as mximas do ponti-
Ic de Bayreuth, procure fazer o poema ua-
cionaU : qui, por cons.'guinte, que um grande
sentimento de ilalianisacao se conservasse
constante na parte musical do poema.
E agora alea jacta est.
Este Irabalho, que acariciei como a um filho
vou deixal o s, exposto a mordeduras da cri-
tica. Quero crer que elle por si se defender
Quanto a mira, est terminada a missao para a
primeira parte. Resta-me a consolajao nestes
momentos terriveis de espectativa receiosa do
ter feito o que o po lia.
Seo Irabalho no liver bom xito nao ser
por te.r havido m vontade. Poderei repetir o
verso de Musset, que tornei por divisa :
Mon verre nest pas grand, mais je bois dans
mon verre.
to ta gravidado delles
e t ir-
os
! audar, editaes de proclamas 'e casamen-
tos dos seguintes contrahentes
Primeira publicaeo
Alfredo Vieira da Souza cora Emilia Goraes
de Oliveira, soltelros, naturaes desta Estado a
residentes na freguezia da Boa-Vista.
MSICIANA
I MED1CI
A opera qua assim so intitula e cuja msica
e libretto sao do punho do iovera maestro Rug-
gefo Leoncavallo, fi cantada pela primeira vez
no Dal Verme em 9 de Novembro do anno
de 1893.
E', na opinia, quasi geral da critica italiana
um trabalno potico, que pelo profundo estudo
dos caracteres o dos lempos histricos, pelas si-
Casa de Detencarf-Mo"imnto dos tuagOes o pela forma superior ser sempre vic-
presos la Casa da Detenco do Recife, Estado '?" nas 3Cenas do theatro lynco draraa-
d i Pernambuco, em 17 de Agosto ne 189i :
Existia.i .
Entraram .
Sahiram .
Existera .
A saber :
Nacionaes
Mulheres .
Estrangeiros
Mulheres .
Total
Arrasoados
Bons .
ioli
19
13
462
ii'
8
13
0
462
408
393
tica.
Para darmos urna idea aos nossos leitores do
que a uova pega de Leoncavallo, vamos apra-
sentar urna carta do maestro a um seu arai?o,
o advogado Tonolla, critico musical do jornal
La Sera de Mil o.
Quu atirar-rae a um genero ainda nao ex-,
plorado no theatro : quero fallar do poema
pico-
E porque nao pode ter a msica a sua epi-.
ca, possuindo urna linguagem mais adaptada a
'ese genero e mais potica' do jije a propria
poesa ?
Decidido, pois a oscrever msica picapro-,
curei a Epopa.
TUR? LNGLEZ
Toe Epsji Grand Prisa
Bato p.vo do alo* de 3,030 saoeranos......
5,0 000), pT3animiP.s de tres anuo?, nadis'.an-
ie c;rca de 2,000 metros, rea.lsou-se em 7
.1 aah.i, em BpsoD, dando o seguate resul-
tado :
! eratnder por M lianion e Prascript. do
Sr.T. CMOon,l&exej Maoington Cjoioq.
2- S laoronio, ^or WisdOT e Himptoni, do
S-. DiaglisDavli, jackey i. W^ls.
3- Farndils. por S *riiig e YeSdl, de Lord
H w, jockey AU oop. *
S di aaa-se Galalen, Cnln-Ctiie, SiyxcK'a-
Cioroert.
Gacho por corno ". meio de luz no tempe de
141 15. iras coros do > ao3-
Styx. do B-ira ae Ratibtscbild, que era o fa-
vor to, c agot em 6- lu^ar.
O veacelor daste premio o anno paseado foi
Ti ideragec.
ROYALSrAKES
E4 pareo realisado a 7 d* Janba, di 500 sa-
b ranos, na distancia de 1.20a }
Hiu -B iau, do general O. W.liiams, (Cai-
te ) 1-.
Be.hisf, do Bi.-a da RohscniH, (F. Lales)
Primorose Z: ;r, lo S". Daball (Fjaliy) 3- .
C)".-eram qaatorze animaes ; Batnlsy, do Ba-
rio ;!e Ri U3:ild, era o graode favorito.
Giaao por tres qmrtos decorpodol' e sste
?.k loctaho do 3-.
GR r. \T 3RaY BIE iDti IS'FOAL PLAT
Bs'.e Dtre3 de 1 300* soberaooo, na distancia
lo 1.000 ae: os. fot ganho por Garson, da S-.
F Cii ,on (M. Ginaon) 1 .
Trie N.apsr, do Juqie de Hamilton (G. Ba:-
t)>-- I
Prioce Simn, do S*. J. Siajns H-.tsoo (S.
Laateg)3-.
C'ri-eram oito arjimses.
Crzon era o favorito e garan por um corpo
d) 2- e es e por cinco do 3 .
Ella" os faz multiplicare n-s
narena-so cada vez mais
e sinistros, como sucoede i -'-
sos to molestias transmissiveis, iuan-
do faltam therapetioaehygi n.
Eachendo os maus do da nnosa o
insupportavol ousadia, a rmpumaar
da mata, n'alma dos bons, a fe na
justica executiva o os fon; ex-
cessiva cautela, a um retralr.iiento
atrophiador, lhes ooago a libt r lado e
estreita, o campo de ac;ao.
Assim a nao represso -ios dolt-
quentos se transforma no soffnraen-
to immorecido dos justos.
Encarando o foto polo l > pura-
mente moral, a desoonsi! a ) pes-
s aal e a offeiisa deque fui --to, eu
vol-o digo s ilemnemonte, "re-
cen, extingio-se, annullou-se, rodu-
zio-se a nada diante da magnitude de
vossa odifteanto solidanedade com o
offondido, dianto de vossa attitade
resplendente de hombridade e nobre-
za e digna de admiracao.
Possa esse exemplo grandioso nr-
mar um precedente immortal em
nossa Ilustre Faculdade!
Possa, a todo o toaipo, a perenne
lembranca delle coate;- em_ sous in-
sociaveis e barbarescos impulsos,
os retardados e os doscahidos !
D'aquella covardo affronta nada,
moralmente fallando, restou para
mim desde o instante em que me veio
s maaso vosso officio, nem para o
publico desde que a imprensa divul-
gou a integra delle.
Eu esquoci-mo intoiramento da of-
fensa para lombrar-me somente do
desaggravo, to decoroso e benigno
quanto effieaz, quo com solicitude
fraternal e da altura em quo pairam
vosso espirito, vossa reputac"), vos-
so renome, aos olhos do paiz inteiro,
vos dignastes de dar-me.
E que valor fora possivol reoonhe-
cer ainda na rude o condemnavel
expi-esso do infundado juizo de neus
dosconhacidos desaffe^tosdesperta-
dos uns e atoados outros,ante a
conspicua manifestaco de vosso re-
flectido o sereno juizo, sciontifica e
moralmente competentissima ?
Nao considero vosso officio de 17
de Julho e os termos em que foi la-
vrado s6 nonte como um attestado
tao honroso da regularidade e da
conveniencia da conducta de un ot-
dadaoede un funooionario publico,
qual nunca julguei possivel aloan-
car eu em meu favor, na3 o conside-
ro s.nente'como urna f de offleto de
.
''
I


t



UEGiVa I
>


-



Diario de Pernambnco Domingo 1Q <* Agosto de f ftffrf





-
i
xae qualquer, por maiores que sejam
seus mereciraentos, se poderia orgu-
lhar ; nao o considero smente como
a mais doce e grata de quantas com-
pensarCes me hao grangeado os as-
peros labores, ignalmenle experi-
mentados por todos vos, as longas
reiteradas e penosas luctas pela ver-
dade e pelo bem commum: conside-
ro-o, tambem, como um estimulo po-
tentissinio para que, reduplicando
meus esforcos para o melhor desem-
penho de meus deveres de professor,
nao recue jamis diante das difflcul-
dades que, por ventura, se me oppo-
ham : e estimulo t&o forte que de
outro nao liaverei mister para com
inteireza e inilexibilidade de animo,
proseguir at ao fim de minha car-
reira. .
Nao tudo : elle o. ainda o ndes-
tructive! cadeia de sincera o funda
gratidao, que por todos os dias de
minha vida, me trar intimamente
preso a vos.
Poderia eu calar aqu que, ao meu
Lad< e ao vosso lado, se colkcaram do
modo mais franco e decidido a voz
da Ilustrada imprensa e da esclare-
cida opinio desta culta, ordeira e
generosa capital, cuo elevado e cri-
teri so espirito tem sabido crear,
educar, orientar e sustentar tantos
dos inaiseminentes homeusdo Braziif
N >; alto o deixo em silencio;
ante o publico desvanecido pana hon-
ra de minha obsooridade e glorifica-
cao de v asa sabed >ria e de vosso ci-
visn i.
l; tero-vos os meus protestos de
perpetu i reeonhecimento, de profun-
do respeitoe eleva la considerarse.
Illuis. Exms. Srs. Drs. director e
ma gregacaodaFa-
euldade de Medicina e Pharmacia
da Baha.Dr. L. Anselmo da PoHScca.
George Revo 1
La Colonia Fran^aise
residant en cetteville, a 1'
henoear d*tn?iter le corpa
con ulaire, le5 aatorifs ci-
viles, mibfair's et :l gieu
a vouloir bien recom-
pogr.er s'j juni'hu 19 co -
rente, a 10 heares u naa-
tin. sa der ,i e demenre,
e corpa de so i ra
chefe VIr. Jeorges
Consol de France
nambuco, qui e t clpr^ a
l'Eg e de l'Espirilo Santo
BaaniHaB
de einbaracar acojo do Ilustre Dr. Que9tor cacos dadas por aquelte senhnr na audiencia Correligionarios, para quo mais
1 do Dr. juiz do 1 distncto em 17 do rorrente,' tarde nao tonhamos de reproduzir as
egretfe
$voil
a
Per-
a pastel
e chote do Venancio qoe
Notas
0 amigo
pinta i quadros da Vida Alheia
a'A Provincia, cavaque ti com o pesa
dlo Jooningnem.
Dirigio-se por caria a Venancio di-
zendo i':-!.1 que o coraco de Jos Maa
nao cenbece os limites da pie !ade
coraecando a cria por asseverar ijuc o
pesadelo nao II e fez perder o boin-
htiin01 i|tit' ol'1 experimeola de ha
moito : tica m I o entretanto um pouco
itrigado por nao poder comprebender
o motivo (jnc delerminoD lamanba of-
ferla.
Si elle nao costuina nem soobe al-
gara lia remullar phrases, pois isso
la com o Sr. Joao Pires ; si nunca leve
a prcoccupacao de fazer estvlo, cscrc-
vendo ou faaado pira o publico d s-
pTetenciosamente, como o faz em par-
ticolar no scio da amisade : nao devia
ser com elle a n vanehe aos Sonlios.
Contou urna historia do Dr. Fran-
cisco Joao e depois disse ao Venancio
francamente puridade : que como ar-
tista nao tinlia gustado do traliallio de
Joaoningum ; nao Ihe parecen fino e
delicado ; nao se lhe afigorou obra
aprimorada.
Das vi-oes do pesadelo nem urna pa-
lavra.
Joaomngvem fez um quadro sem
vida, sem movimentarao ten lo no tedo
tons escuros em excesso ; o colorido
raro e pessimamente disposlo: e na
parle descriptiva entao foi que elle
OStentoa todo o scu albnrdeirismo.
E pergunta a Venancio : acaso reria Joaoninguem referir-se a mim ?
Si elle Jos Mara nao dorma em
enfezado catre nem tinha por cmara
estreitissimo cubculo sarapintado com
buhles de lotera !E exclama para
Venancio : tu, Venancio, conheces a
minha liabilaco : tem todas as cn-
dilo'i hygicnicas ; nao se encontrar
nella cousas que deslumbrem. mas o
quantum satis. Notar-se-ha, verda-
de, um certo dcsarranjo : livros, folhe-
tos, cartas, autographos em toda a
parte e em cima dos movis, alguns
mu raros e de grande valor histrico,
coeslanoos de meus avs, pois os tenho
(os avs) e conheco-os : nao sou como
elles que surg'uam de sbito, quaes
tortolitos no m io do enxurro.
Seria longo e no conforme ac os-
cholio das Notas a pastel trasladar para
a seu amigo Venancio.
Disse mais que nao tinha gosto pelo
jago das loteras; que vivia modesta-
mente ; que agrad iv>lhe o concli
da mediana ; mas fallar das visSes do
pesadelo ?
Qual!nem urna palavra.
Venancio devia responder a carta e
dizer : Meu caro Jos Mara.
Nunca fosle tao infeliz e desastrado
como quando escreveste esta pega que
sou obrigado a estampar na toa folha.
Deixa-te de fazer alarde de avs co-
nhecidos, e responde s visres do pe-
sadel-o.
Au revoir.
Por entre as pealas de rosa completa hoje
mais urna distincla primavera Mariano Escoci
do Nascimento, desejando urna existencia lon-
ga e acorapanhada de triumphos 1
Oeorgs Rovoil
Mme. Revoil convido aos amigos e
patricios do seu finado maride GEORGES
REVOIL para assistirain o seu enterra
ment que tara lugar hoje s 10 horas,
sahindo o fretro da igreja do Espirito
Santo, onde se acha depositado.
Antecipad1 mente hypotheca seus sin-
ceros agradecimientos.
Reci'e, 19 de Agosto de 91
m
Mara Jalla nal llorera
i* acniv-rsa-io
Jo5o Dias Moreira e seo* tl'ios roeam bo
rfus prenles 8 srcigo?. b finesa de assisir
vi.'s-^ q < oaDdaia celatrar n% ordem 3 ' >
Carmo, eo di S2 o cercote, as 8 horas d.'
ni .nti3, I* UDifermrid do passamen'-o de si.:
H^mpre. lemb'adn epposa e ma, D Mara Jo'
Mj a oroira : confesidiida-e Jese ja ajfrade
C;oj uos qn:; le di(,'oa'em acceler a ese c;n
? i*.
Policial, a exlstem-ia dos subdelegados e dele-
gados e estSo dispostos, corno 6 publico o no-
lorio, a mandar archivar qualquer denuncia que
de\n representantes do mrate io publico, ar-
mado em documentos fornecidos pelos subdele-
gados.
Mas no conseauiram deixar impunes os cri
mes e nem tolberam a acyo do ministerio pu-.
blico, que como tiscal da le saber dAMggra*
val-a do altentado com que est ameaja la a
jusliga publica.
Est na memoria de todis o d'sleixo com
que correu o servigo do policiamento quando
este eslava a cargo dos jura de dislricto, os
crim-.'s de toda a naturezu IOHUFMD lia a da
firoporres r-'almenle assombrosas, n se o il-
ustrado Dr. Qusstor PoUeUI nao tivsse to-
mado a si exclusivamente a diii'i'i-.i i do poli-
ciamento, le tamos de assistir ainda a repro-
dueco daquellas scenas lastimosas e hoje em
maior escali desde que a irritagao das riva-
lidades polticas, pvassalando os Beus espirilos,
infelizmente o factor que 03 move no exer-
cicio de suas attribuic,es.
R:cife, 18 de Agosto d; 1891.
Benjamn Constant.
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\tH IIvjiin. Hrm. ovriinsIor do
wtndo c Qiinstoi* Policial
S. Loiirenco da Matta.
O Otario do hoje tra um estirado artigo es-
cripto pelo Dr. Jos Francisco de,BarrosReg>,
e aaaignado |)or Lua Pimentel lii^irj Granj i,
no qual este Sr. Granja, fazendo-Bs d; victima
qujixa-se uo actual subdelegado dfl >. I. ureii-
o e do digno Jai! d Direito d'aquellc muni-
cipio, por ler sido preso sendo
Quem aera que lando aquella artigo nao veja
ali manifestado o odio que os Quisangas vo-
lain ao digno -luiz ds Diralta de 8. Loorenco
da Hatta e ao actual z;lo-o subdelegado da-
qaella ill
Srs. O defeito de que se recenfn^
aquellas autoridades o primeiro como Juiz tjr
cido n ;i'in lle municipio o milano da
le e d i justica, r.'ciiiin lo o- effeitos, desta so-
l aq i lies que a elles estilo sujeilos, e o se-
enndo como subdelegado ter mantido a pai e a
tranquillidade no districio sob sua jnrisdiecao.
d. qual resilla a perversidade de quera tendo -~" _ "- nil- :a fomos echo dovp-
a fraqujza de atassalhara reputacao alheia foge queixas e queja romos, ecno, aove
cynicamente r-spmsabilidade de seus actos- moa comparecer Oleicao do da 30
Mercad de s. Jos, 18 de Agosto de 1894. 'docorrente afim de elegermos um
Jos Joaquim d Sis ment. prefeito para osse municipio, deven-
SEDEcSf COMO ABAIXO MELHOR:rosqnosPinspire piona confiarla de
b LLAKA- quo ser um zelador dos interesses
redro Paratai da Silva, primeiro escrivito pri- 8 municipaes o guarda fiel do mandato
vativo do enm i. desli cidadn do Recife. ca- 1UU111>''F u^nTr,nc,
pital do Estado de Pernambnco, em vrtu le que lhe OUthorganiOS.
da lei, etc. j A maioria do Directorio do paitido
Certiaco por me ser pedido e a vista do au- republicano apresentou a candidatu-
toamonto de u na petigfio de Jos Joquim do ra do Dr. Manool da Trindado Peret-
Nascimeoto, que do'mesino autoamento consta
de um aulo de ezjKicacoe', o qual 6 do th'or e
forma seguintu: Termo de audiencia. Audien-
o para a vaga que se vai prehencher
no indicado dia 30 do corronte. A
iui iuci ai-guiiiu: luriiiu u-: uuui> uuid. uuicii- .. i-
cia criminal do Dr. juiz do I." districti munici- oscolha oi acortada, porque o canai-
pal da Recife. ;in 17 de Agosto de 1894.
Pelo Dr. juiz foi ordenado ao porteiro dos au-
ditorios Francisco Hanoal de Almeida, que pelo
loque da campanbia annunoiasse que eslava
aborta a au licncia dste juiz >, o que cumprio o
mesmo porteiro agitan lo a enmpanhia e annun-
ciando em altas vozes que eslava aberU a au-
diencia do Dr. juiz do l." districto municipal.
Comparecerain Jos Joaquim do Nascimento,
acompanhado do sed alvoga lo Dr. \ icenta Par-
rar de Barros Wunlorl ij e Arauje, e acusn a
citaco'feita i .los Clementino de Parias Leite,
para nosta audiencia dar ;>s ^plicacOes sobr! a
petico que Iba fui lida e comparecendo o cita-
do acompanhado de s:u advogado o Dr. Salus-
liano Jos do Oliveira, deu as explicaQes que
consta do termo a esta B003X0 -Nada mais
houve. Eu, l'edro Pereira da Silva, Io escrivSo
privaiiv.) do crimo escrevi. J. Ramos. Bxtrabi
;i presente copiado meu protocollo ft audien-
cia, ao qual m; reporto o dou l. Hecif;, 17 de
Agosto da I89S o escrirao, l'edro Pereira da
Silv.i
Em seguida passou o citado a dar as preses-
tes explicaces: que disso apenas qu:osup-
plicante porordem da Municipalidade comprara
ida gneros o qu: alias publico j noto-
rio, mais nao diss quo o supplicaote tirava
proveito proprio ou pessoal de tal nagocio.mea-
mo porque sabendo qne o suppoante compra
por menoi e ven le por mais nao sab; a quem
pertence este lucro, nada mais sabendo ou ti-n
!o dito referente a repotacao do supplicante.
Nada mais havendo foi encerrado cst! auto,
o qual sendo li lo asigna com o juiz e partes
i -
Eu, Pedro Pereira da Silva, 1.a escrivao priva-
livo do crime eacroTi. -JosO da Silva li.unos,
Jos Clementino de Parias Ueite, Jos Joaquim
d i .\ , Vicente l'errer, Salnstiano Jos
de 01 i.
E mais se nao continba em dito auto de explt-
|ui Qelmenl i copiado do pr iprio origi-
nal ao qual me reporto e dou f. Recife, 18 de
Agosio de 1894.0 escri vio Pedro Pereira da
Silva.
mu que em 8. Loorenco cessaramos dote i^rlstSo
. liOiir^-nco^ lu ll.itlu
No da 10 do corren! i teve lugar na matriz
desia villa a testa do glorioso martyr S. Lou-
ranco, bavenda missa cantada pe j Revm. Vi-
gano Seraphim Vil da. que se tem revelado um
boin parodio pdo aido e interessa com que
trata i o gooios tendentes a igreja, em nto
boa hora confiada aos s"us cui latos d; sacer-
uaarlor a iodaa . Aguata de> Oa.
lon?a e a leium;' aw Wanda d-: Mn r.y *
Laoman. CompO.-- i dtillacao pe-;i"
das uis rteM flo-o ao Trpico Cjlbie
toda eua loni.anla. Para o twobo e toucador ua i
ba nada goal. Perfuma, fortalpce, acalm?. r> -
fresca deleita. A l^ntima leva ao deredor do
gargsloda g'riafi orna tira branca em qu> apsai.
reeea gravadas em ac as pdavraa Mar
dustri:' e o faceimile d< lima de seos nui o
prop ietaMo, Lanm^o & K-rrp N w Y k. 5
I1! si noiufi da lei
,l Provincia ua ana tabre eneandesceate de
intolerante op|>osiyo ao patritico governo do
grande pernambucano que tao sabiamente din
ge os deslios de nosso Estado, nao encontran-
do no lapso de sua glori )-a a lininisir.ico um
fado ainda mesmo in-ignihrantissimo que pos-
sa por ventura tornar menos intensa a tecundi-
da le do seu governo, na ausencia de argumen-
[o- solidos e positivos, sopbisma grosseira e
cynicamente no mtuio de embanir o espirito
publico, de.-pr-'ndendo quotiiianamente a sua
irritada bilis em amargos artigos contra o exi-
mio Governador e contra o honestissiino Dr.
(uestor Policial.
Na falta absoluta de assumoto agente d'.l
Provincia d-nos o triste e lamantave espec'a-
culo de falsearen a verdade nessa lula de op-
probrio moral em que le empenha, procurando
incitar a discordia, porque jeraelhantc aos cor-
vos, s nos despoj js das lulalhas esses desgra-
cadoa declamadores saciam a sua voracidade.
E' assim que esse org&o opposiconista pro-
cura insinuar que nulla a existencia dos sub-
delegados, qu; a sua conservadlo sacrifica a
justiga, e faz nesse ponto as mais acres censu-
ras ao preclaro Govermlor, apodando-o em
.escomposta vozeria. E no raeio desse tem-
poral de apostrophes e imprecaces proferidas
de dentes cerrados e olbos em fogo deixa bem
patente a ebriedade de seu despeito e a exal-
tado do seu odio contra o emrito chefe do
poder executivo do Estado, a quem hontem en-
deosava, incensando-o no fumo das adulagOes.
Diz A Provincii que o facto da junta de re-
cursos eleitoraes ter acceito smente altestados
de residencia firmados pelos juizea de districto,
devia orientar o sub prefeito do municipio
para retirar das ordens do honrado Queslor a
forra municipal que s estove a disposicao
dcste durante o estado de sitio.
Se a junta attendeu de preferencia os altes-
tados passado3 pelos juizes de districto nao
tem essa deliberxcao o alcance que lhe quer
dar A Provincia e nem mesmo o effeito de urna
opimao insuspeita.
Essa decisao da unta de recursos pode e
de ve ser dassilicada como urna decisao injus-
ta e o seu valor moral puramente negativo.
A junta de recursos so procedeu como A
Provincia a (firma nao se firraou em lei nenhu-
ma para regeitar attestados dos subdelegados,
pois a lei n. 5i a que. ae refere A Provincia a
le orgnica municipal.
Mas, o desplante desse jornal vae ao ponto
de altirmar que o governador onservanio ca-
prichosamente os subdelegados anarchisa o 3er-
V50 e sacrifica a justig, quando ainda hontem
os amigos d A Protinei t que nao cessavam de
entoar hosanas ao inclyto govrnadar etapa*
nhavam-se pan que as nomeacos daquellas
autoridades recihissem todas em amigos seus !
A Provincia sab; perfeitamente que a lei n.
14 de Noveinbro de 1891 foi mandado vigorar
smente na parte referente a questura e a res-
pectiva secretaria, ficando dependente de re-
glamento a oulra parte relativa aos sub ques-
tores, como tambem nao foi posta em execugao
a lei que manda organisar as tres secretarias
do Esta lo, com auppressao da questura.
Anan hisar o s;rvico e sacrificara justica
querem os juizes do districto que levados por
paixes polticas combioara-3e*em nao reco-
nhecer as autoridades policiaes que eslao em
exercicio, como raeio de opposigo e suscitar
assim difticuldades ao i lustre e honrado Dr.
Questor Policial. E se nSo, elles nao procura-
riam fazer pezar sobre si mais ease grande tra-
balho, sem nenhura proyeito, onerando-se de
um accumulo de servico impossive de aer bam
regularlsado, porque uo podem formar culpa e
cumprir a risca toda as suas attribuiges e po-
liciar toda a circunscripto municipal sob sua
jurisdiegao.
E Deus nos livre que aasim succe 'esse por
que os juizes de districto insuflados por po+iti-
cagera nao atfendiriam aa queixas dos seus ad-
versarios que nao tinham a quem reccorrer
desde que o juiz (icaria sendo auto-idade su
prema e desse modo a anarchia algaria o eolio
e a justiga se ia brutalmente sacrificada por
causa de urna poltica sem entranhas.
E a prova de que esses juizes para seren
agradaveis aos seus cheles p Uticos deixam-se
quasi exclusivamente influenciar por paixes
pa-tidarias, que elles accordaram-se, como
diz a Provincia em nao reconhecer como meio
espancamentos, os tiros, os desatinos e hommici-
dios de que era Iboatro aqoelle municipio.
il 1 y.': em S. Loorenco o espirito publico
vive calmo e socegado, ja os Quisangas nao
mandam espancar, nao atiram em cidadfto pa-
cficos, como faziam, j os ladroes de cvanos
sio em numero limfnuto ao que exista tend 1
por ebefe o celebre .Mmoel de Souza Barbosa
i-onliecido por Manoel Lopes 1 protegido do co-
ronel Jos Francisco Quuanga.
As [irisaos ell'.cluulas pelo subdelegado a-
delho sao do indiyi Luos de conhecidos a sus-
peitos que apparecem n'aquella Villa ten lo
por aposento a residencia do Dr. Jos Fran-
cisco.
;.x:ns. Srs. Drs. Governador e Queslor as ac-
tuaes autoridades de S. Lourengo s"io cidados
cunpridores de seus deveres com as quaes es
tao salisfeitos tolos os habitantes daquelle mn-
ni'ipio a excinc&o dos desordeiros e torbu'en-
tOS parj os quaes nao ser b a a nutorid 1 le
ra is reprimir na praticu de aeus desatinos
E' justameute o qne accontece m S Louren
50.
As autoridades d'ali sao liguas de elogios
para os bjns cida laos. nao agradando porm
aos qu; nao podem continuar na .-ui perv rsi-
dade, comme'.ttnd; os crimes de que sao usei-
ros e vise ros.
Parabens ao municipio de S. Lourenco em-
quanto ali permanecerem as autoridades, d que
trata a verrina estampida no Diario de hoje.
Recife, !8 de Agoslo 94.
Um morador em S. Lourenco.
e innransado
A* inemhoroncias da Provincia
Quando o honrado Governador do E-lado, de
accordo cora o art. I drs Disp. Trans. da Le
n. 5*, designou por D:C de >3 de Agosto de
1892 o dia 3)'de Setembv do mesmo anuo para
proceder-se a eleico municipal, com a qual
eram chamados os municipios a constituir-se,
nesse mismo Dec. ord;no S. Exc que para
dita eleico vigorasse o Hegul. de a de Janeiro
de 1892.
Mais tarde S. Exc. levado por motivos ponde-
rosos e justificaveis entendeu modificar es-
se Regul. e fel-obaixando as iostrueges de
22 de Agosto de 18*.
Nen.'.um reparo mereceu esse acto do chefe
do Estado e nem poda merecer desde que S.
Exc. agia dentro da esphera que lhe era traga-
da pela Constituigao.
Entao a Provincia applaudio a deliberago do
governador a quem dirigi os mais pomposos
elogios.
Pois bem: agora o illustre governador do
Estado, mantendo-se sempre na rbita consti-
tucional, attendendo a que o Congresso Legis-
lativo nao dotou o Estado da necessaria lei
eleitoral, o que com a constiiuig j dos munici-
pios estabeleceu-se a discriminago das func-
ges dos gestores dos negocios da municipali-
dade, negocios qu;, ao lerapj das alludiies in-
strueges, estavam comraeltidos essa entida-
de as Intendenciasque desappareceramcom
aa novasinstituiges, baxou como Dec. de 16
do corente as instrucges que devem ser ob-
servadns as eleiges municipaes de agora em
diante at qu; o Congresso vote a respectiva
lei eleiloral.
Como, pois, quer-se agora aecusar o honrado
governador do Estado pela expedigio desse di-
reito?
Po le a Provincia comfranqueza dizer qu; o ul-
timo acto do governo nao lhe agradou, estorvou-
Ihe os planos eleitoraes que havia tragado para
o prximo pleito ; mas, accusal-o de violento,
Ilegal e desptico, isso o que no tem cabi-
mento e o que se pode chamar a maior das ia-
coherencias.
Porque motivo nao pode ogovernidor ejerci-
tar hoje urna attribuigao que hontem exercia
com os applausos da Provincia?
Ao Bvangelho pregou o Rvm e Ilustrado
Frei Augusto da l Coocaicao Alvea que, com a
hbilidade que lodos lhe reronhecem, fez com
muita felicidade o panegyrico do glorioso ?.
Lourenco, um d ia mais convencidos martyres
da f corista
A orchestra foi confiada a batula do hbil e
popular professor Tobas Barccllos, sobresahin-
do entre os canucos entoados em louvor do
glorioso padroeiro, a Salve IViinhi cantada pelo
primeiro bartono pernambucano Daciaoo -Por-
ciuncula, cuja voa ch ia a agradavel extasioo os
li ns que reverentes en ,'lnani o templo
A i.'reja acbava-se modestoraafrte ornada e
grande foi o nuncio de 8 ds que ali foraic I;
var as suas preces ao milagroso Sanio
A fesla foi precedida por disiincias senhor&s da mssa metborsoeie-
dade, dirigidas p lo professor Tobas qoe>geoe-
rosamente offeraceu-se paraacompanbalas ao
piano.
v noite do referido dii I" houve ladainha e
sermo pregedopelo Revm Vigarlo, que foi si-
I melosamente ouvido por grande numero de liis
qu: ah se achavam, lerminando a 8olcmn:dade
com a bengao do Sanissimo
O Rvm. Vivario, que muito auxiliado foi
pelos habitantes de?ta villa e "specialmente
pelo tenante coronel Temolio Duarte de Albu-
qu rque Muranhao e sua digna consorte, apre-
sentamos as nossas feticitacOes por ter conse-
guido lestejar de um molo di^no o nosso pa-
droeiro, cuja testa nao se finia na '8 annos e
elle, ao zeloso pa-ocho, pedimos como catho
lieos, que continu a zelar pela igreja e a dis-
pensar-lhe o mesmo nteresse, o mesmo cuida-
do de que tem dado tantas proyas nos poucos
das de sua adminislragao parochial.
Ao partido republicano
Os abaixo assignados, representantes
da maioria do directorio do partido re-
publicano, declaram aos seus amigos e
correligionarios que a reunio poltica,
qna haviam convocado para o dia 10 do
corrente mez e que foi adiada por motivos
de forc* maior, dever effectuar- se a 1
hora da tarde do dia 5 de Hetembro do
corrate anno, ra 15 de Novembro
outr'orf do Imperador n. 44 1." andar.
A escolha do dia 5 de Setembro foi
determinada pela necessidade de evitar
que a reunio projectada ainda urna vez
coincidase com o tempo invernoso, que
naturalmente tora cesaado, como de cos-
,ume, em principios do referido mez.
Por este meio, pois, pedem a todos os
seus correligionarios que compaream
pessoalmente a mesma reunio, ou no
caso de impossibilidade se facam nella
representar por pessoa competentemento
autorisada.
Recife, 14 de Julho de 1894.
Ambrosio M. da Cunlia Cavalcanti.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Peretti.
Dr. Malaqu'aa A. Gon9alves.
Francisco do Reg B. do Lacerda.
Dr. Ermirio Coutinho.
Joao Jos de Amorim.
Virginio Marques Ca rneiro Leo
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
dato reno om si os requesitos exigi-
dos ao funecicnario de que precisa-
mos ; criterio, honestidad o pru-
doncia.
Corndigionari-s, uiiaino-nos todos,
abandonando a divorgoncia que ha
entro os chefes do nosso partido, a
qual s'i tem servido para iinpor-nos
o ostracismo o nos humilhar aos
olhos dos adversarios. Sigamos
aquolles quo melhor comprchendom
as legitimas conveniencias do nosso
partido, para que nao vonhamos a
.solfrer as consequoncias da nossa
abstonco no pleito, tornando-nos os
nicos responsavois por mais esse
erro.
A's urnas republicanos!
Demonstremos mais urna vez que
nao smente o partido autonomista
que toin elementos nesta torra, e quo
o nosso partid') forte, grande e po-
deroso, tondo-lhc faltado apenas at
agora chefes que bem o dirijam.
E* bem possivel quo, so todos se
componetraruin de seus devores de
cidados concorrendo oleico de
prefeito o elegerem o nosso candida-
to, oque milito provavel, porquera
uniao faz a rorca,e esta o poder,sirva
islo do licc;ao aos nossos correligio-
narios, para que eses, esquecendo
affoicoes pessoes e inspirando-se no
bom xito do nosso correcto procedi-
monto, nao deixem d'ora em diante
alnentacfio que ella me UealUva t-
der engalir e digerir. Pouco 4epM ft
eu poda sabir em ama oadeiriiyba daa*
validez, e qoando havia tomado seis car
rafas ji andava de om lado para o
como uaualmente, e desde eoi&o
maia aenti dores algumas. Ea 001
na pnblieacSo desta declaraco na espe-
rar ca de que ellapoeaa aproveitar a oatrac
aoff redores.
Ora, esta historia aoa corso ira1 roman-
ce., algunas peaioas poderlo hesitar
em ac-jeitar como yordadeira. Todaav
ella n5o aumente verdaJeira e aeil Ab
comprebender ae a encararmoa aab o podka
de vista do parsgrapho qao recnmmeala-
mos ser lido iros vezes. C me ez dom
t' das as demais doengas, o rheumat:ar
pro7em de pobre?:, e impureza de sarga.
Eesa impDresa consiste em om venme
icido prodozido por alimento fermentad
a nSo digerido, demorado no estomagas
b r.iga, axiando sao s vezes por bbmb
antea que se presentase nenhom gr>ac
mal porvir d'ahi. iE' o cso de cnu laa
de plvora ajerta, segura bastante ca
quanto lhe olo cahir dec.trs urna cesta-
iha de fogo. M>.. chega o tempo em fas
a < sjor.iyio a intemperie do tempo, fes
.rios, trio, on descuidos da qualquer safe*
yue srja Irfi a crise. Vem eotao os tnr
baihoa na forma de alguma d ;anca partt
cular como aej.* rheumatiam, broocat,
. neum. cia, t aica ou a'gum outro aoffn-
nento doloroso, aenao fatal. J vf
Poia bem, se v j comprehendcir qaat a
raaflo porque O X ;api da Mil Segat
c ra qoandj outroa remedios e tratamantai
nao produzem maior eftVito do toe vm
ped9o de be'uae em om encsamela*
d'agca.
A idea esta : O Xaro.e da Mi St'rg
vai em direitora raa do mal. ExpsJk
elle o veneno do sangue, limpa as qbm
" resida a da grande forualba do coras
humano (o estomago e barriga) a bis
ihixa por esto moio cousa alguna em fst
a moletia ac tslimente. Este o aegrE
todo, e essa foi a razSo porque a Sr*.
St .ele tot 1 reoeiou qne nlo honve3ac fs-
Crao algaoi para ella. A mor-l: SQt
M g-st.' tempo e dinheiro apalpandssi
y.nptomas da oofermid .de ; NSo se
le auxiliar aquellos que tambem com- oprim.do e eoffra por eapajo de annos
% postos, republicanos
No dia 30 do corrente vae effectuar-
N'o ha negar que as hvpo'heses sao as mes- se noste Municipio a oleico de pre-
prehendemo seu dever politice esa-
bem dar-nos a Vitoria.
A's urnas, correligionarios !
Recife, 14 de Agosto de 1894.
Um Republicano histrico
Dr. Miannel I'iiito Dnnmxo
A commissao abaixo assignada, encar-
regada de rasarjis exequias que, pelo
r pouso do illustre Dr. Manoel Pinto
Damnzo, pranteado Prefeito deste muni-
cipio, mandara celebrar os empregados
tnunicipaes, convida a todas as clases
sociaes para assistil-as, na capella do ce-
rniterio publico de Santo Amaro, s 8
1/2 horas da manh de 21 do corrente,
trigsimo ia de seu passamento; con-
fe3sando-se desda j agradecida a todos
que se dignarera de concorr.r a esse acto
da religio e caridade.
Recife, Ib" de Agosto de 1894.
ioaquem Jos Ferreira da Rocha.
Francisco .Vi arques da Trindade.
Lataentino An/oni Cesarlo de Azevedo
Francisco Jos de Araujo Wcllo.
Ao empregnilos intaiiicipaes
A commissao de empregados munici-
paes, abaixo assignada, encarregada por
seus collegas de effectuar as exequias
pelo repousj de seu pranteado chefe Dr
Manoel Pinto Dairazo, que tero Logar
no dia 21 do corrente as 8 1/2 horas da
manh, na capella do cemiterio publico
de Santo Amaro, avisa us de que as 8
horas da manh desse dia, deverao reu-
nir-se no Paco Municipal afim de, em ro-
mar a civic 1, se d rigirem aquelle cemi-
terio e assistirem a esse acto de religio
e caridade, como ficou resolvido na reu-
nio de 4 do corrente.
Recife, 1S de Agosto de 1894.
Joaquim Jos Ferreira da RocJia.
Francisco Marques da Trindade.
Latirentino Antonio Cesarlo de Azevedc.
Francisco Jos de Araujo Mello.
Aquella lata Je plvora
abeita
O parsgrapho qne ae legue tirado
le um livro easripto por um dos mais
. minentea mdicos da Inglaterra.
Leiam-n'o urna, duaa, e tres veaes at
quo se tenbam assenhoreado da id* ; de-
pois leiam o reato deste artigo.
Eil-o ah, claro como ama cascante
d'agaa e dlreito como um foso. Dia
elle Todas aa nossas doengas familia
rei, como sejam a gota, rheamatiamo
bronchiti, pneumona, plenriaia, asthm-;.
desaraojo mental, epilepsia, jamis ata-
cam nm individuo de bea saude* ; mas
aSo o resoltado de doenca que exiat, e
aSo desenvolvidas, mas nanea produzkUa,
por algnm estado anormal do systema.
Foia ah eat laso ser urna reveU-
nSo para^ muita gente que deve todava
encinar Ibes a inapirar-ae om naja tal oa
qual aabedoria pratica
Agora, para ae faaer applieacSo de ata
theoria tome-se o eiao de VJrs. Harriott
otele de No. 25 9udeley St-eet, Is
lington, Londres. Dia ella : iHaver
seto annoa tive um ataqne de febre rheu
matica o foi abrigada a ficar de ama por
tempo de dois annos. Sentia-me com
qaantj homena ignorantes operan sobras
aua credulidade f^zeedo exper enuias as
seu oerpo torturado ; Deixai que M5i Sei-
gd aniqudle a iudigestao a ny>;jepsias
que cocsiste cd; o mal, e torna"-ros ata.
1 ez para a gloria de .^eua e do vosso paja
um homem ou mu'her en todo o saa>
t do
podiara ser r;gulannjnt'; observadas por cog- .prefeito de um Municipio o poder me inaonsivel a dores. Depois que 1.
tarem de attribuisOes conferidas as Inten len- exoCutivo que mais se approxima dos febre ma deixcu fiqaei completamente
^^vt^a^^f^rZ E^ \i^^^ locaes, e por isso a es- W^^^^^S^l^ST
-nauif sta : Exc. por forca do art 57 2 oolha dcose funccionano nao deve ser membroa bem cjmo no p
indiferonte aosmunicipos
da Constituicao tem o direito de expedir ins-
truccOea para a ba exeeucao das leis.
Ora m 'ace do art. 108 da onst. e 8 da
lei n. .'2 tem de se proceder a eleieo paraipre-
enchiruento da vaga de Prefeit) deste munici-
pio ; mas como se ha de proceder a essa eleicao
como hao de ser executadas essa-; disposiedes
legislativas, sem que o Poder Executivo expuga
instruccOes convenientes na ausencia da respec-
tiva lei eleitoral?
Esbraveje como qoizer a Provincia ; o
integro governador do Estado sabe cumprir o
seu dever.
O imparciol.
-?:
Ao publico
Temi pedido ao publico lesta capital que
suspendesse seu juizo acerca das aleivosias ati-
radas contra mim pelo Sr. Jos Clementino de
Farias Leite, abaixo transcrevo o auto de expli-
Todo o cidado tem o devor do ele-
ger os seus representantes, observan-
do o maior escrpulo na escolha del-
les, afim de esquivar-se da responsa-
bilidade resultante da m direceo
dos negocios pblicos, da qual o
povo o verdadeiro soffrodor, e aquel-
fe que,nao concorre s eleices, dei-
xando que os adversarios colloquem
no poder os seus amigos, nao tem di-
reito a ser ouvido em suas queixas
peloamales, que lhe resultarem dessa
desidia, assim como quem nio cuida
de seus intoresses perde o direito "de
reclamar oontra os infortunios "que faaer.
lhe sobrevenham.
Pasaado algnm temfo sabiam do meu
pul:o alguns pedaooa de oaso cariado.
At meimo alimen'.asSo l'quda, que er-
tado quanto ea pedia tomar me incomiao
ava inuaooto. Tornei-me cada vea mais
fraext e ofaegaei a recelar ver-me aleijado
ara toda a vida. Tinha que nr deitado
e tirado da cama. Um ai\ entregaram
m minha casa om folheto descreyendo os
caaoa de cura ea aoffrimentos como oa
meas devides ao oso do Xarope da M8
Seigel Comprei ama garrafa e depoii
d baver tomado metade del la aenti gran-
Ao eleitoradq do Recife
lltixire cidadao e i'oi religionario
O impievisto passamenlo do preclaro amfM
Dr. Manoel Pinto Dmaso veio d terminar ane>-
c.'.ssidade de proceder-se a nova eluigo rtst
preenchnjento da vaga por elle deixada ti
cargo de prefeilo do municipio desta capital.
A maioria do directorio do partido repoSIfr-
cano, bem interpretando os senlimentos sase
parlido e comprehenderulo que nao po lia ele
deixar de definir a sua poicao diante da sitaa-
gao-que os acontecimentos acabavam de crsar^
nao rsquivnu-se responsabilidade >e encarar
de frente o poblema poltico do momento, aja.
soluco se impunha a sua deliberago.
Para tal fim por mais de urna vez retraii*-
se os abaixo assignados c dominados do -
curo e ardenle desejo de conciliar os legitiena:
interesses do seu partido com 33 imperiosase
sagradas exigencias do scu patriotismo, psea-
lam em conlnbuiyao toda 11 sua boa vontati e
experiencia a bem da rcsoluQo que lhescaa-
pria lomar.
A scisao, em principios do corrente atea
aberta.no sao do crande e generoro parale
republicano deste Eslado pela desorenlayic a-
lilica do illustre cidadao Dr Josi Izdoro jf-
tins Jnior, si verdade que momentaneaaieetB
abateu a pujante vitalidde desse partido, o*_
orna razo, para que, ebrios de coragem e<
f e fortalecidos pelas publicas sympal"
nao nos abalancemos hoje e amanha s pug
doscomicios eleitoraes, e antes :rapOe-nos 1
goroso dever de por esse meio retemperar e 1
dir as nossas forjas, tudo envidando peta vkls-
r^a da nossa cansa.
Os erros e provagjs do passado no pofeei
ser evocados senao como urna licao fecwai
cm ensinamentos para o presente.
Pretender a reaperto desses erres1 e praae-
{es manter urna lteral e frrea coheretci
seria de certo arriscar todo o futuro, qae ae
alonga 'liant: den js, pela platnica preteagie
de reivindicar urna ordem de cousas, e
aby3mou-se Je urna vez para sempre no po-
fundo pelago dos factos consummados.
Aos partidos, que em certas phases politkaa
olham para traz, quando s devem olhar para,
diante, bem pode acontecer o mesmo qoe
uiullier de Lotli, apenas com a differenca e
que se esta converteu-se em estatua de sai,
aquelles se podero converter na estatua 4
ridiculo
..Em poltica nao queremos ser bem-avetfia-
rados.
E que seriam senao bem-aventurados cea
jus ao reino do co, se a poltica livesse aei
co. os que pretendessem a victoria, abando-
nando a arena do combate ?
Do passado s carregamos os despojos ai
nossas pro^rias responsabilidades e j na*
pouco.
Fora disto s nos prcoecupa a conqustate
futuro, isto, a realisaco pratica do nosso are-
gramma poltico.
Sustentar e desenvolver as instituigoes
bticanas adoptadas em nosso pacto tndame
tal, fazendo dellas o lbaro sagrado das aess
liberdades, a cuja sombra combateremos al
morrer ; trabalhar sem descanco pelo emnaa-
decimento moral, intellectual e material k
nossa cara patria ; e cultivar com amorosa ea-
licitude a vraha dos vultuosos interesse aafta-
nomicoa deste Estado e de cada um dos aaai
respectivos municipios, tal 6 e ser sempre a
nossa constante preoccupio.
E' em obediencin a esta llnlia de conducta
e animados pelas fundadas esperancas deft
em todos 09 nossos bons concidados e correS-
gionarios encontraremos sempre o valioso apea)
de que carecemos para o bom desempena ea,
nossa elevada missao poltica, que testos reral-
vido aconsethar ao cleitorado deste municipie,
e especialmente aos nossos correligionario
que concorram ao pleita eleitoral do ala 30 aa
corrente mez para a eleigo de prefeito dtaas
municipio.
Escusado encarecer-vos a importancia den-
se pleito, desde que se trata de eleger um mas-
ciohario, a cuja ilustracao, criterio, larguen oa
vistas e honestidade, deve ser confiada a 5*-
to dos mltiplos e magnos interesses do ada-
tado municipio do Recife.
Para fa/erdes urna justa ideia das eleva es
Puncces que idea co fiar pelo vosso voto a ci-
dadao que tendes de eleger, basta que laaceie
a vista para os artigos da Constituigao' do Ba-
tado e da lein. 52, que deficera essas fnc-
COee. .
Propoodo, pes, ao vosso suirragio e ao oa
eleitorado deste municipio em gral o nome 01
illustre pernambucano e nosso distincto oorre-
ligionario, Dr. Manoel da Trindade Peretti, pea-
saraos merecer a vossa approvac5o e at os na-
sos applausos.
O estorjo que todos devemos empregar sata
eleigao de tSro conspicuo cidadao para o cara
de prefeito deste municipio, constitue paraeei
um empenho de honra e abrir parresta aeBa
trra urna nova era de prosperidade.
E' com certeza bem contorcido de todb o^lft'
losado o cidadao, qne vos apresenramos,
guem com justica Ine contestari os mritos [
de all vio e commecei a poder sentar-me
coava qne havia doir anno en nao poda
faaer. Continuando o aso do xarope con-1 exornam a"sua pessoa.
tinuei a robnstoor em oonseqaenoi da' Os seus dotes intellecluaes e moraes, os seas
.-.

I___HIBTOTIJ



Piarlo de Prniamimeo > Domingo 13 de Afcowto do *1M

servicos polticos a este Estado e a este muni-
cipio, de cuja Inendencia fez parte, o seu re-
conhecido criterio, a sua inquebrantarc honea-
lirUdeeum carcter sem macula, sao outro;
tantos tiSos qu o recomraendam rossa es-
Sha na prxima eleicaoaque se vae proce-
dEegei-o e podis nc'r tranquillo obre a sor-
te deste municipio.
R:cife,8de Agesto de 189.
Vos=os affectuosos convidad: os e correligiona-
rios obrigados
Ambrosio M. da Cunba Cavalcante.
Bernardo Josa da Cmara.
Manoel da Trindade Perelti.
Dr.Milaquias A.. Goncalves.
Francisco do Reg Barros de Lacerda.
Dr. Ermirio Coulinlio.
Joao Jos de Amorra.
Virginio Marques Carneiro Leo.
Jos Vicente Meira.de Vasconcelos.
Elixir Anti-Febril Jardoso
SEGN!O A FORMULA
de
Manoel Cardoso Janior
Aptr arado em de Marco de 1890 pela inst.
ctona geral da ..igna junta de Javgiene do Rio
ie Janeiro.
Este Elixir de composicao toda regetal pre-
sando segando as regras pharmaceoticas.acon
selhadas pelos autorjs modernos e de reconbe
eida capacidade scientifica tanto no pas como
no es'rangeiro.
Este Elixir o producto nao so ao grande es
ludo das aceces pbysiologic3i das substancias
como tambera pataologicas.como tauabem o re
sul.aio das oimensas applieacoes nos diversos
casos de febres de fundo palustre.
A applicapAo deste Elixir na grande epidemia
de baxigas de (890 a 1891 mais urna re de
monstroo a saa eficacia ; pois oo principio do?
primeiros armototnas a bexiga aborta, e mea
sos rais adiantados a bexiga passa a ser croa
doeoja febril vulgar apresenlando pequeas to
metajoei que con a continuacio do Elixir de-
sapparecem sem todava aprasintar receios de
pango.
Oa muitcs attesiados publicados no Diario de
Pernambsco eGasea da Tarde provam o qn
asemos.
Nos casos de febre amarella o effedo e adoai
ravel, apresentando pbecomwaos tao mararilhc-
sos que nesta cidade do Rocifo e no da Rio U
Janeiro penco receio cansa a febre amarcila
mesmo estando o deente com vomito preto <
angnlneouestes ultimo? periodos ( ent&o
sario a applicaco em alia dose, desprezanlo
alinea ar.nexa.
Este Elixir ja condecido do publico e de um
grande remero de d gnos mdicos apreseniado
para combater os differen'es incommodos tolos
elle* de carcter febril.
Por muilo lempo tivemos occasiao de 'azer a
pplica(jao cas feb:as ervsiptllosas e com to
bom resoltado que ficaoos admirados de to al-
tos effeitos.
Pela pratica ebegamos n coohecer que nca
ataques do fem erysipeli-L o erysipetla como
vulgameoie se diz ne^ssano j uso de 10 da*
do Elixir.
Nos grandes incommodos das senhoras men-
traacSo, gravidei e nos casos de parlo com fe-
bre de om resultado can certo e seguro e f
a ca composigao tat ampiesnne nao off'reso
receio de applicar o Elixir nem mesmo em dow
superiores as indicadas na tabella infra.
Pedimos aos dignissimos medicas aue deseja-
rm faxer uso deste Elixir em sua cunica au fe
snjeitarem a nossa prescripcc, mas eim faier a
applicagao em harmona com os casos que dese-
jarem combater, certos de que o medcame" io e
da composico innocente nara n organismo p t
m..- frgil que sea.
flodo de usar
A's criancaa at om anoo 10 gotas de 2 em J
horas era urna colber das de sopa cheia d ags;
fra.
De am anno a tres io goitas.
Da 3 a 10 anuos em diante, 40 gottas etc.
Estas doses devem sempre ser applicadas en.
agua fra. _______
Deposite*
Cmpanhia do Drogas e Productos Cbimicot-
R"c|fe, ra do Marqcez do Ola Ja u. J3.
Nacional Phar naca, roa Larga do Rosarle n.
35.
PiwiBiacti Oaoual, ra Estreita do B:;;ria
o 3
PasTMCia Alfredo Ferreira, ra i Baro
'tetarla, n. ti.
Pnarmacia Martin:-, roa Duques de Caxiaa o.
80.
Phsrnwcia Ribeiro praca Maciel Piaeiro 22.
Pharmacia Vielorionse de Luis Iguacio de An-
Irade Lima, cidade do Vicioria
Para quaiquer ioforraacSo sera encontrado t
iUto; na roa lio Rosario Estreita n. IV.
Os nos&os frascos sao cuadrados e cont go-
a-.. N'um lado tsem RravaioElixir ante-febrU
! ::o entroManoel Cardoso-'P^rnambuco, e to-
loa os Drospe.^tos sao assignados por Manoe<
C JiSj Jdior, seodo falso os que nao for m es
8!gri-fOS.
i
lixir depura
tivo vegetal
dormida de Angelioo Jowi
dos Santos Andrade
Approvadi. pela Inspectora Geral de Hj
gieue Publica do Rio de Janeiro em ?(
de Julho de 1887.
Es!! depurativo de grande eficacia as m
esticS sypailiiica pe in.urea do saogue; ass n
:omo em todas as molestias das senhoras.
Tem carado radicalmente muitas pessoas ar
ummettidaB da terrivel molestia bariberi.
Rheumatismo sypbililico ou goioza, dr sel
iza ernp6es de peile, cancros, e cancros ve-
nreos, lores brancas, tiyaterismo. rouxidlo dt
ervos i rites e ontras ioflammacSes dos olio:
molestas do Hgado, ea ronbulas, eecorbuto
ofriraen! s de estomago, ulceras, gommas, ri?
ulas, emping dens, al iros, pannos e mancbae
Ja peile, bobas e bonOes, sarnas, catarrbos.
quaesquer moldslia3 da bexiga, entre onlracj
albuminuria, ourinas doces e sanguinolenta?
anemia, paralysia, erysipelas, e inflammacus-
das pernas e ps btmorrboidas, asibma, bydro
melles, rumores, nevralgias, e elepfiaotiaies ;
norpha, as irregularidades da meostruacao.
Prova-se com aquelle numero de attestadosjt
publicados e os que existem em nosso noderc
'ffinaci3 dos elixir as molestias indicad?
Uaeontrn se a venda na Botica
do ftosar!o n. 33
A'rua Barj da Victoria n. 37 se dar toda <
}m!qu r expli"?';aoque for preciso acerca destt
n-eparado.
Colado com as faiairiParra
VIodo de usar
Os adultos tomara quatro colhercs da d
pa peiamanb e qualro noite.
A enancas de 1 a 4 anno3 tomarao U'na co
er pela manb e outra a noite e as de 5 a I'
nnos tomarao duao colhore.s pela manb Ja> *
oite
Dr. Julio Mario Medico homeop-n
tha, operador e parteiro, Residencia Ra
da Imperatriz n. 20, 1." andar. Formado
pela Faculdade do Rio de Janeiro, con?
longa pratica em partos e homeopathia
no norte doBrazil. Especialidades Aln\
da de partos, molestias de mulheres (te-
ro, ovarios) molestias de criancas e mo-
lestias agudas das vias respiratoria e cir-
culatoria.
Attende a chamados "para o interior
do Estado.
EDITAES
O Dr. Jo". J aiiiim de Freitas Hanriques,
jnis de rfireit > di civel'da uidade C>
R 3e, Ei'dj da Praatnbuo >, ea
virtile da le>, ere.
Fas snaer ao qce o praen'.^ ed-til
virem n. dl!e notici tirer, quo no di
25 d ojrr-ntn *cez, !og) aps a regp83!-
va audiencia, tem de ir novamente a p~ ;
oom o abatitrente da lo e p r,> n. aiM-
matado por quam maior lance off.
ua:a patta di casa terrea, do podra o 5a1
i i tu ra OieaU o Nova, aatig-% [pqril
o 288,eifi:ad' em solo prriprio, oom
um port < e amajanallj di from-, sed.
est* de :izu3 j1', t aJ* duaa la-t:, toado n
d* fi-eote Iforrada, di:s qit a, cjauhu
fra o mai?' um q-ierto piligao a oMi>b\
pequeo luntal em tbert;-., a?lidter>
3.0O0(JO0O n vi a Drsg, para p.ga:nt->
d ezOUQao qjo o osptfSd FraasitiM d
Rcohe ?-s"8 !.ii., mov<3 aootra n sx*m
AI
ixaidn
iidHftRClO
Bolsa Cmmerclal de Peraam-
tuco
OTACOI8 Omciill DA JUtITA B08 C0BBBCTOSEB
Proca io Recife, 18 de Ag tto de 1894.
Cambio sjt . Landres a 90 d/v a 9 i/4 d po-
ifOOC ce oacco.
O presidente
Auger Pinto de Lemos.
J secretario,
Antonio Leonardo Rodrigues.
Caaabio
MUGA DO BICIFE
Os Bancos abriram com a taxa 9 I/i d robre
Londres a 90 dias, e a 9 5/16 pira a scguiole
mala, apaparecetam ptu os tomadores e as
traosceOes feilas foram pequea?,
Em lettras particulares nao conetoo negocio.
Cotacoea de genero*
Para o agricultor
Aesacar
Branco dem dem .... 4*500 a 64600
Somenos. dem era 4*000 a 44200
Mascavadokem ;.^i 1*800 a 3*i00
Bru.; melado.....S*400 a 3*500
Relame idem dem. 2*200 a 2*400
Algodo
Vendidc a 12*600 per 1 xilo?.
fclf I
y ipadt-480 iiOi 390*000.
Agurdente
Pe r.ipa de 480 tro. 215*000
Se^os salgados na base de 12 kilos a 790 rea
lerdea a 485 reie.
vftraan*
Co el
w.^ aBMM nominal a 130*000.por pipa.
tabella da3 kntradas ub assccab b al-
oodIo
Mea de Agosto____________
88 a ordtm, 4 a A. Silva e comp., 1 a \V. Hal-
liday e comp., 2 a A de Carv Ibo e C.
Lou^a i ra>xa a or hw.
Manleiga 5 caixas a Companuia de Estiva, 20
a ordem.
tada D. C >ui?Dtin F orest.
de Montees.
E pira qwj chc ie e;> c. ?haai se.i'.n d-
todos, usndoH pfsr o proaatita id tal
que ser4 affi ..d i oo |jgar do sua^uba
publioidti psl impfuai.i
Dad: o pMiadd n&i a oifir'i? Jj Reei'e,
acs 13 das le A -:oit-. da 1894
E'i F- cus '.o de Aaeveij lie ti o. es
crivSo o eaerovi.
JoSo J laqoim da Frean H nr qnes-
Bdital
O Dr. Jos Marcelino da Rosa c Silva,
Sub-prefoito vm exercicio do municipio
do Recife
Paa saber a todos os hahiantus desiJ niuni-
cipio que, em virlude das instri ccOas que bai-
xaram com c decreto do governo do Estado, de
16 do correnle, fornm orgrnUadaa as metas
cleitora ie para o lim de procedor-se no dia
do correnle a eieicft] p.ua praencbimenio da
vaga de Prefeiio deatc municipio, e bemassim
il isigaadas as respectivas ser^Oes, como abaixo
se declara, ludo na forma das disposicocs em
vigor.
Fr*gueiia i.' SecjSo
Bdificio la Companiiia l'eriiaiuliucana. on le
de vera'.) votar lodos os eleitores cujoi ttulos (i-
verem a pjlavra primeiraescripia com tinta
encarnida.
Mzanos -Dr. E luird > Augusto de Oliveira.
Joaquim Octaviaoo de Almeida, (.'andido Aires
da Konseca, Uelclnor Jos dos liis, e Manoel
Teixeira Bastos.
Suplentes Felino DaO8laD0 Fcneira Cou-
lbo c Tiburcio Adeiiuo de Oliveira.
2.* Secco
Casa da ordem do Arsenal de Mariutla, onde
devero votar todos os eleitdres-cujoi titulo
tiverjm a palavra -segunda esenpta com linla
encarnada.
Mesarios. Dr. AlFoose >!e AII)Uciu;rquc Mello
Jnior, Nunj Airea da Fonseca, Ernesto Pc-
reira ile Lyra, Canudo Airea Ferreira, Cae
tao Jos Goncalv.is da Silva.
Suppl :ntes. Domingos Bruno, Dr. Augusto
da Costa Goin:s.
;l.* >8e{&0
Sbralo n. 119 da ra do Pilar, on!e ii've-
rao volar todos os eleitores cujos litlos tire
reni a palavra icrceira -escripia com lala en-
carnada.
Mesarlos Dr. Bugeoio de Athayde Lobo
Moscyso, Benjamn Ernesto Pereira de Lyra,
Jos Mara de ollanda Cavalcante, Alfredo
Gibson e Guilbcrme Ferreira l'inio.
Supplentes. -Jos Vicente Ferreira da Silva
Jnior e Jos Dativo dos Passos Bastos.
i ^i
Movis i caixas a nrciem, 1 a Miranda e 3ouza, jde aluoJSj
S Gaimares & C, i'i' saccj* co.d 16,800
kilos de ,s-n 'ar branco e 610 ditos co-.u 36 OO1)
dl'os rt Citj roa>':avad i-
Para R) de Jiunro. Cirreear, m :
A. L)e< C 341 sie.i on 22,3i5 kilos
a Barbozi Po.issca e
R. da Cosa. 1 A.
a.r*uu<
Ba.cacas
Vapores. .
^pimaes -
S^fr'.rada de Ferro Central.
de S Francisco .
l tt Limoeiro. .

11607 4824
ortacSo
Vapor alleuao Acaaooas, ntralo de Ham-
borgo e Lisboa em 16 do corrente e consignado
a Borstelioaan e camp., manifestou :
Carga de Hamburgo
Amobtras 41 volnaies a diversos.
Agua mineral 1 caixas a J- K- ose ecomp.,
2 i Campan ia de Drogas.
Bittsr 10 csixa' a Gompanhla de Etlva.
Cabos 10 volumes a Joao Fuates.
Cba 3 grades a ordem.
Coaroa l caixao a A D. '.'. Viaona, 1 a or-
dem, 1 a T. Just.
Calcadoi 1 calxaj a T. de Carvaibo e como.
Cerveja 30 caixas a E. B Cooper e comp., 20
aSolier K-aUnaoo ecomp., 25 a Ferreira Ro-
drigues e comp.
C".ap->s,l :3ixao a Samarlos e -omp., 1 a
M- L Marqaes, la J. N. de Scuia, 2aR. de
Mello Axevedo.
Drogas 16 .olumes a J. M. Campo 16 a Q.
Martins, SO a C moanhia de Drogas.
Espelbos i ?alsa a ordem.
Frascos 590 caixas a ordem.
Ferragens 1 calxa a G. de Manos lrmaos, 8 al
. P. 4a Silva a com.., 6 a Miranda e Soui,'
1 a A. SC'Uei.Oa.k, 3
comp.
Marmore 3 ca.xas a J.
Siolsemback.
Microscopio 1 calxa a Compaobia A. Mercan
til
Mereadorias 2 ?olames a A F. Seixac, l a F.
H. Caris, 20 a o-dem. 2 a Baptiza Feneira e
comp., 3 a N Fonseca e comp.. 4 a A. Cam*
poe e IroiSri, 10a Oliveira Bastos e comp 10 a
A. D. i;. Vanos, 3 R. de Soma Dinaas, 6 a
J. R. da Ponseca, 1 a G. de Manas Irmais, 3 a
GuimarSes Cardoso e c:mr., 2 a M. L. alirqaes
2 a C. Feroandes e coiap 2 S.lva Res, 2 a
lavares e F;e:re 2 a J. P-rrelra e comp., 6 a
Max Dre da Costa e romp., 4 a L A. Salaxar Juiior. a
ao Jornal do Recife 1 a M noel da Cunba L >bo,
la . de S. Mello. 1 a Maia , Silva. 1 a Saltar
KacffmaoD e romp., 4 a Leite Bastos e e.-.rap 5
a Albeiro lrmaos e comp ,8aT. Just, 7 a M.
J. Ribeiro e comp.
Miedezae 14 volumes a ordem.
Mach as de costura 30 caixaa a J. R. da Fac-
ed, :2 a Goimaries Cardoso ecomp., 5 a Ma-
noel Collaco e comp., 12 a A. de Carvaibo e
comp.
Poospboros 10 caixia a Nunes Fonseca e omp.
Papel 6 fardos a i, E. Purccl 6 e 40 caixss a
ordem. 8 farlcs a Braga e S, 2 a 1 caixi a R
M. d.-. Cota e comp.. 19 e 13 a F. P. Boliir^ao,
5 a G de Matas Irraaoa. I a M. Jarme a omp.,
10 a Hugo e comp-, 1 a J. R. da Fonseca, 2 a
J. M. de Campos
Dito "e imnrrssao 18 fardos ao JjraJ dj Re-
cife.
Pianos 1 ca.xao a F. de Azevedo ecomp., 1
a J. N. de Souza. 2 a T. Juat.
P.iralif.a, 24 Cbixjs a C. Feraandes ecomp.,
2 a ordem. 5 a A. C. B. do* Santos.
Potassa 3 barucas ao Jornal do Recife.
Q Mjoa 18 caixa a A. Taborda e comp.
Pixeata 10 saceos a Ferreira hodrigaes e
comp..
Ru'im 2 fardos a G. de SJ. t'os IrmSos.
Rolbas 5 fardos a Compaab'a de Drogas
Tecidos 4 volomes a ordem. 5 a M. L. M. Ra-
mos, 1 a A. Ma e comp, 3 a L. Maia e como.,
1 a Mattos Camlnha e comp,, 3 a Gcncal?es Cu-
nh? e come, a R. de Carvaibo e eomn., 2 A.
Lop-8 e romp., 50 a Bsroe*. o cemp., 10 a Muller
e comp., 1 a M. da Cunba Loba, ( a J. de Soma
Melio, 8 a Rodrigues Lima e comp.. 3 a Alfonso
Mais e comp.. 1 a D. A. 'i Rei?, 2 a D. J. A.
GuimarSes, 2 a /. L. Ferreira, i a R. de Mello e
AzeveJo, 1 a F. de Atevelo e cemp.
Vid-os 1 calxa a M. M Botelbo e comp., 1 a
Silva Res e comp.. 19 a ordrm. 2 a J. M. Cam
pos e comp., 2 a A..F Seix 8, 3 a Baptuta Fer-
reira.
Carga de Lisboa
Passas 10 caixoa a Campauhla de Estira,
SardMbaa 10 :aixasa ordem,
Vinbo 10 barr:- b Lopes Alneiro e com, 15 a
M. Lima e coma., 50 a M rques e Sola, 2 a J.
de B. Mooteiro.
xp^-aca
Recife. 18 de Agosto de 1894
Para o exterior
No rapor iogl? Mercbant. para Lirer-
pool, carregou :
V. Neeseo, 100 saceos com .100 Hiles de
arocos de algo 'la.
Na rapor aleme Cintra, psra Br meo
carregoj :
V. feesen, 1,182 kilo? de cera vegetal.
Na rapor allemSo Itapaoia, p.rali m-
Dorgo, carregou :
V. Neeseo, 1 359 kilos de semeole de ma
mona.
Para o interior
= No rapor francex DcrJogne, para Santos,
carregarao :
P. Plato & C, 20 pipas coa19,500 litros de
alcool.
- No rapor francs Campana, para Santas,
carregaratn :
j. da Cos'a Ferreira, 60 piyas com S8,3ii
lit'os ce alardele.
k'. Ferreira & ('., 50 pipaa tom 24,051 ii'.os
de io-i-lente.
Na vapor allemo Amaunai, para San-
tos, carreearam :
B. Wiilura, A C, l? f-.-daa cam 21,616 kilo
de algodo.
I'.i-a Rio de Janeiro, carrejaras :
B. Williams de algodo-
Vicente Sanio?, 14 000 cocos frocta.
Ni Da'caC' I ajahy, para Pariralb, carre-
<.rim :
J. Saozi, 10D caixas com 2,300 .iba de sabio
DamiogoaP. doa Stoto*. 1.0 caixa*_om 4,600
kilos t: sabao 10 taccoa roa i.2J0 lioa de
assucar brauen.
No biate Villora, para tossir, carre-
jaran :
F Ju'iaoAC, S-.'.alxas cu 15 li -o^da cidra
1 dita cjm 150 kilos de doce e 1 sita com 12
ditos de rap.
C ma Lima & C 8 caixas com 72 lieos de
cidra, 15 altas com 1 5 ditas de genebra. 4
ollas com 48 Jilos de ognac e 4 ditas caa 48
ditos de rerm. B.
Compaabta de Esiiva. 100 saccas com fariaha
de mandioca.
Rosada & Almeida. 1 pipa com 480 litros de
agurdenle.
A. da Silva Moreira, 1 b?rril cjji 260 litros
de alcool.
M. Viegas, l barns com 810 Inras de vinagre
e 2 ca.xas coe 140 Jitos de capil.
J. Rodrigues, 2 barricas com 18) k loa de
assucar refinado, 3 caixas com 180 ditos de sa-
bas e 4 Caixas com 40 litros d genebra.
Na niale Nina, para Ma3sor, carrega-
ruin :
L. Albioo & C, J barra com 100 litroa de
aguardtn'.e, 48 eaixai con 360 litos de genebra,
2 barricas coco 120 kiloa de assucar branco e
12 caixas com 252 di.os de sah
Na barcaca D. Constan,a, para Pilar de
Alagnas, carregou :
S. Campello, 10) caixas coa 2.4C0 kilos de
abao.
No liiate Niua, nara Mos?o-6 ar'egaram :
L. 'IBiroAC, 39 ca xas ja 27 Ulrj da
genebra, 6 dlias com 130 kiloa de sabao, 4 bar-
I con 240 Jil s dhs assucar branco, 2 barris
com 100 litros de vioba de cajo, 4 barris e 2
ca xas can 252 dit03 de agurdenle.
No rapar mcional Aguamare, para Rio
de Janeiro, carregarem :
P. de Oliveira M la, 20 pipab com 9,482 litros
de ?guatdente.
M. C-.minba, 264 aaccas com 17 680 k .os de
algodao.
G. d? Maltoa Irmao, 338 Bicca : :,40C
kos de aigcdfio.
No rapor nacional Jaccbipe, para Ha-
cel, carregaram :
P. de Olivfira Maia. 5 caixas com o:e no
valor de 90*000.
J. Cardoio, 15 calxis com O Irros de gene-
bra e 10 ditas com 80 dilos de cidra.
Para Penedo. carregaram :
8. C impeli, 60 caixas com 1.440 kilos de
sabia.
S. Souza, 100 caixas com 2,300 kilos de sabao
e 10 ditas cam 50 ditos de vellas.
J. Cardoro, 1 barril con. 90 litros de alcool, 5
a-fis com 225 ditos de inare, 7 caixas i
barril c m 146 ditos de vinbo de hacia, 15
xas e 5 gsrrafBes com 200 ditos de geoebaa
U*d?sjiet4( paalko-
Mes de Agosta de 1894
Xlfaneua
Freguezin de Santo Antonio
4.* secco
A i lar terreo do pago Municipal, onde devo-
rao votar todos os eleitores cojos ttulos tlve-
pam a palavra quarla escripia com tiula enr
caada-
M--arios. -Capito Porphiria Popa Oyro
capilo Joao Baplista Furtado, Dr. Joaquim
Tlieotonio Soares de Avellar, Eugenio Paraira
de Azorado, coronal Francisco Fauatioo ds
Brillo.
Supplentes-Joaquina Jos da Abreu o L'io-
binio Joaquim la Lima.
5.' secco
Lyco de Artos e ilfficios, onde devero vo-
lar lodos os eleitores cujos ttulos tivoroui a pa-
lavraquinta-escripia rom tinta encarnada
MesarlosDr. Affbnsida Barro Cavalcante
de Albuquarque, Jo<6 Firmino Ribeiro, Josis
.lo Carino l'aes, Philoinauo Celulio Carraa de
Araujo, Flix N'ogueira Cabril.
Supplentes !)r. Francisco Aogosio Peroira
la Costa e Thiodoro Bentzen.
6.* secg.'io
Tneatr.) Santa [zainl, onda darerao votar
todos os eleitores, cuj is ttulos tiveroi a
palavrasextaescripia c un linla encarna 1 .
Mesarios Mijor Amo.lio Pedro de Azev
capi) Antonio Hariaho Falc&o, Dr. Celso Flo-
ivntino H.:nriqu's d: Sauza, Dr. Antonio Lalis
d : Souza Puntas e Augusto Ferreira de Carva-
ibo.
Supplentes Dr. Jefferson Mirabeau de A?e-
rado aares e Antonio la Cruz Ribeiro.
7." secgao
Silo ilo Jury, onde dererao volar tolos os
eleitores. cojos mulos tirerem a palavra sti-
ma escripia Com tinta encarnada.
ios Dr. Bernardo Jos da (jama Lins,
capifta BeHraodo Pedro de Azcveio, Francisco
Borges de Lima Coolinho, Joao Ezeqolel e
Antonio Macario de Asis.
Supplentes Dr. Domingos das N-,
xeira Bastos o Viclorimo de AragAo Bbla.
8.* secpSu
Escola publica (a ra do Cal.ib hijo, onde
devero votar os eleitores euros ttulos lireram
a palavra -oitavaesenpta cora lala encar-
nada
Mesarios -Dr. Kmygdio B-.v.crr.a Maulen gro,
Peiieata coronel Manoel Silvinoda Barros Pa'
"i Francisco Gurgel doAnaral, Dr M.inoe
los Sanios M iraira, Dr. Francisco Pliaelaote da
Can ira Luni.
Supple.'iles Dr. Jos Anaslacio da Silva Gui-
:n.r:s, Dr.Jos da Godoy Vasconcello:.
9." : ecgo
Escola do pateo do ilaraio n I', an lar,
onie devero rol toros cojos inu'o. i -
verem a palavranona=sscripia com tinta en-
carnada.
MsanosDr. Malaquias Anto-o Gongalve .
V.cente I! unos Pereira da Silva, Jos Cezario
it: M lio Fraacisco de Paula Marinlio Paleao,
Irino de Araujo Cezar
Suppliil-as^Capij Jos Gurgel do Amara! e
Mijor Augusto Cesar Coossairo de Mattos.
10." secr.i o
Ra la Palma n. .'>:, escola pablica on le de-
vero volar lodos os eleilores cujos Mulos
rema palavradcima escripia com u.la en-
carnada.
Mesarios-Dr. Felipp; Pigneira de varia So-
brinii *, Joo Cezario de Uel o, Carlos Caroeir
.M nteiro da Silva Saulos, l'olidoro Burlam-iqui
Pereira Teixeira e Argo Barrello de i!-1.
Rogo.
Supplenles Alfredo .Vives da Silva Freir c
Auslnclino Carneiro Le.'.
11- seego
Ra da Palma n. S"", escola pablica onle da-
teras v dar todos os eleilores cujos lilulos lire-
rem aspaiavras -dcimo primeira aseripta
com linla encarnad i.
Mesaiios-Dr. Jeo Augusto Ferreira Lima,
CapiUo Pedro Jos Correa, Walfrilo Birrelo
de Mello Reg. Pe iro Pereira da Si.va e Cap
tao Jos Antonio Vitara da Cunba.
Sup|ilenles Ca.tano Ig.adio do Reg Medei-
r a e leoenle-coroaH Jo Radno .,l:mico da
Silva
12' secco
Ra da Visconde de Inliauna n. 43, oml" de-
verfio velar lodos us eleil t ''ui w ti'ulos lin-
rein us palavra-; lacinia segunda-escripias
eom linla encarnada.
olfili
a 18
8.350 -Oo
Scmma 10:31
115.577.802
!,Vtn:9O40A7
18
!.iu'ta -+:,.)> da Al'ad t 9 Psr..
.' Agosta a 1'.\'4
O ebet da ;c:i,S j
J. GooC/.lves i Suva.
iMorolra
Lais ia.jcs: Rcdtigajes Val
RSCKBO0.A DO gSliD
Man
-.7
18
Hgo ?& D.'UINA
Oo Ua I a 17
J;tpm d 18
121.219 7Ji
1.9i9i)25
123:1.9*13 i
21:429',I3
2:73732
24:16**1*0
Mercado Slaalclpaal de SI. Joae
O movimento deste raereado ao da 17 de Agos
to (o o sogeinle.
Enir nra :
43 bois .esarjJo 6,711 kilos.
135 kilos da peixe a 20 rs. 2.S7- 0
18 comparl. com marneos a 100 *s. U800
13 dito com camarOes > 100 rs. 1*300
31 1/2 columnas a 6.H rs. 18*900
4 cargas com |/a!linhas a 500 rs. 2*000
2 Masases coa allioaas a 300 rs *600
6 cargas eco. millao verde a 300 rs. 1*800
6 cargas cr-rn batatas a 300 rs. 1*800
1 carpa coja macjijoiras a 300 rs. *300
5 ir^as coaa jerimoos a 300 rs. 1*500
1 careta com can, as a 300 ?8. *60i)
6 cargas tora bananas a 300 rs. 1*8 0
2 carga com hraojae a 300 rs. 4600
1 cargas coaa teucaa a 300 rg. *100
2 cargas com di'.-a'sos a 300 re. *600
30 cargas com farinha a 200 rs. J*0dG
8 rgSs com atUbo secco ?. 200 rs. 1*600
6 cargas com fesjao a 200 rs. 1*200
66 legar;) a 200 I3i2o0
8 Suiaos a 200 rs. 1*600
11 comp. com suiosiros a U0O0 : 1*000
8 comp. coa sciu >lrot a 700 rs. 56O0
11 comp. c:m fressuras a 600 rs. 6*000
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
50 eorap. cott rasen da i 1 600 rs. 30*000
SO comp. cora verdeas a 300 rft 15* >C0
94 coap. com farias a 400 rs. 37*dOO
49 comp. um ahO a 2*000 98*0OQ
Masar:os=Rodorpho Vulpiaao da Cmara Pi-
inentel, Jos dilon J.-icome Pires, Jos Joa-
quim do Nascimenlo, Sirao Jos-s de Azevedo
arrtos, Jorge do Reg Baplista.
SupiiLali' Antonio de Pinho Borges e He-
liodoro Goncalv s de Azevedo.
Freguezia de S. Jos
13." .Secr 1
EstacSo da estrada -l 1 brro de 8. Prancis o,
no largo das Cinco Ponas, on lo devero volar
os eleitores cojos liiuios RVerem as patarras
decima terceira escripias com linla enc.r-
11.1 .a.
Mesarios -L:banio Presidio do Carvaibo, An-
tonio Jovenlin > Alvos, Antonio Pereira de Son-
sa, Anta :io Muimiano da Albuquerqae San-
tiago, Iilelfonso da Silva Baixa.
SupplenlesVicente Licioio da C sta Cam-
nello o Antonio Clau lino Ferreira da Cmz.
14.a Sarga o
Rui de Santa Rila, escola do profass ir Cy-
rillo, casa n. 92, mi le devero votar os eleilores
cujos litlos liwr mi as palavras -d cima quar-
la -scriptas com linla encarnada.
Hisarios Jovelino dos Santos S-alra, Artiiu-
Teixeii'j L ite, Jos Jo iquim Pereira to Rago
Lmio Micha lo uia-e Francisco Feliz de Me'lo.
SupplentesJoaquim Cvale.nte Birrotto a
Antonia Simiano das Marees Prolo.
15." Secij.)
Roa da l'almi n. ll, esoiu do |)!-oi >
IA;, 011 le lavarao votar os ele.I ir"8 aj S ttu-
los liverem escripia as palavr..sdeimi qoin-
t-. escripias com tinta encarna la.
Mesarios Aluzan Ir dos Sanios Salra, Mi-
no al Rodrigues Nogusl a L na, Hermenegil'io
Lins dj siiiu 1, Adolplio Joelho Pinhsiro e
Prxedes da .- ,va (iusino.
SupplentesL'i 6 F.-rnanJes a Anlon:o
I 111 jai io da Si vi Miura
lii.a Si-cyo
laa Marques do Hi*rral 11. 139, escala da pro-
ira D. daria Droni non , onda duv-arao ro-
lar os eleiloras cujos uiu^os tiverem escripias
,i- pitarras -dcima saxla escr.Trf&s"com tiaia
rada.
Mesaras usto-li llc-lma d.i S Iva liui.n 1-
raes, Manoel SFaM ado Saris, j4o Ribsiro
(uimares, Jos da S !va I, r I alio e Pe Ira Jos
Corroa.
Supplentes -Joao Manoel i'i):ni e Veriata Sa-
wri ni i o.11 ia I -' .
17.- Scela
o nova da cal td-i le f rr > le Garuar,
on l ileverfl 1 \ >lar os 1 m li-
verem 1 se ip h a- |i il ivrsu 1 n 1 -
.1 -ama la.
',i isaI icl l'll -|K.l i '.: Silva Gui'ili-
Eniesl 1 ; -, i >: l lim Mena
' is 1 Virta:, !.: -icmi lio la ti
asios : Joi .\ iviir Barren 1 das Naves.
Su.iplentes M .'i 1 -i l*inTi iro e Dr. Feliciau >
Au.'.r Gomes.
16 S. crac
Roa de S. JoSi), antigi estrada -la E F (le
Caruir,mid dcv-Ti r.alar os jKm! rascujos
liliilos liverem as pilivras-dciini oituv.i
lias C-vii t :: i 1 la
Ms.n-i is IV 1 111 B 11 : 1 .' ira I'. MeM ,
1 di !'..'..'> li rr i-1, -l '.. 1 ti n Alfre-
do do- Sur is i! A iio.10 dti li-':.'.) Barros, Gli-
1 Coeili > do Fspirita Saalo.
Si i.i. ulas -H.-I .: ir.i .1.1! ia Parreira Ra-
bcllo i J< s lldffon.-o de M.-li).
- 'j* Secco
Roa Crunal Suassun 1 n. >H, escola do pro-
ra-sor Pliiloin-iiio-, Onila devero volaros idei-
im-es cuj m as |>alavnis decima
nona iscripl is ron tinta ta: ruada.
Me-arins-0 i-sea Alvas da Silva, Antonio
Mauoel lo II gj Barros Filho, Sabastio Brrelo
di Mol > lie.'o, Antoiio Luiz Mirtina liosa u
loafiuini Jos de
Su|i|)lenles -Mina I do Na-c;nwnto Paiva e
Jos: Mari 1 Accioly.
20" Sc-^ao
Roa -9 n 1 9, escola lo profassar Sebastio,
onde devero rola" os eleilores cujos lito'os
liverem 1 palavra vig-sim escripia eom Un-
a encarnada.
M -arios Joaquim Francisco Borges Uchoa,
Barthclom Heves, EIjr;lo Maximino
da Silva (u-ir.n, Feliz de Fra n;a Lumackj
Miguis e La irantino Antonio Cesario d) ve-
redo.
auf
o
: ndtmeutos do dia i a 16
287*200
4.734*800
P**ecoa do di* :
Carne r 100 a 900 rs. o kilo.
Suiaos de 900 a i* idem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 dem
Farinoa de 500 a 700 rs. a cuia.
Mitbo de 600 s 700 rs. a cola.
F-iijAo < e 2* a 3*100 a cuia.
Xa rio: a 9 JO.
3. OJ 1*000
'luda eral
Do 1 17
'd>" i< 18
819:221*589
76:104A'2>6
895.326*285
Raada do Retado :
L (Ha 1 a 17 107:227*77.
Hovlsaento do parto
Na?ios ntralos no dia 18
Bordeaox e escala 21 das, vapor trances D i".
dr 2.30 lu.T'l la, cam na i1* A^bl
Foomler, eqoipage 5, a <. varios gane o^
. H. u -. & C.
Sr.lnoy, 93 das, galera sueca Familiar
1,510 toneladas, capito 1. . Ocerg, equipa
gem 21, carga varios gneros ordem.
iNuVios sabidos no mesmo dia
Santos e escala, rapor allemao A-;aioiia i,
commanla.le K .-, carga rarios genaro3.
Victoria, vapor ingles Ploiomr, comaandan
1 G Canl, carga rarios gneros.
Bio Grande do Norte, biae oacioaal Den. US
Guie, mestre Jesclna T. Barbosa. C rga varios
navios esporalo.
Do Rio Gr ;l s t...w : ; i-, 'i '.::..'. ;\
De Pelotas
P.11C ;r.o n.cior.,1 Tnerezi.
uaaar enejo D.'k>n.
PatsebJ all u.u W.lle.
PoUilio DorosgiK isa A1:ra.
';: i Oo duam.ro,^z Taea.
Patacbo diuamarqorx Jorgtaaoa e Anoe.
Piacho atlemlu Hamana.
fdlatbo allsffiao Ma'Bsrelb.
H.rca aorueaceose Huva.
LogaY n.l.z Cavalier.
Logar Oiriacarqui Elsabttj.
Lagar dinamarqnes Arkoa.
Lugar lorluguez Horacio.
Uiitar oorneguense 11-oranger.
L.-...'ir porii'go-i M tobo Vil.
Placro alleaao J. M, uQik.
Pai-cfio uigle: Umioa.
Pata ario alUmo l'arald.
Lugar Ingles Auror,:.
Paiacba holUndes Alee.
Lugar loglea Bronei.
Logar^^^:u--E Ma-inio VI.
Escuna^ilinl^sa Aaoa.
Patacbo logias Z ib.
Patacbo suaeo Heima-
PatcCbo ingles Vnure,
D- Sw O'OS
Barca 3oroegu,2?e G'enrafor.
Da CardiB
Barca allem S.ria.
Legar nu'Ufgaense Albirosi.
Barra no-u?ga Fre-Um.
Bagca noueg; Bogo-
Barca noruega r^orab.
Barca a raegsene Fo'j.'.
'larca uorueguenae Sli-'i'.
Lagar oorsjegiense Gama-act.
larca norue' Helias.
Barca na uega Osaaond.
Barca noruega Paragoo.
D.'N-wY k
Barca americana E. V. Bayntoo.
"e Terra Nova
inalesa Pin re ice.
Barca ingieza Sil.t- Sea.
i n Ifs Cornelia.
Bsea D Load res
Ligar ocrut:gaeas> Ch'is'.iai Elisacetb..
DelhSMl
B-rc. sueca H-id!
Barca alltma Cari otb.
De Nlw Port
Lugar Qornpgueos3 Snelru
Dt) Hamborga
Barca ooru-ga Gaselle.
ti alie nao Trin-.
Barca dicmi AllaOla.
Barc' aoruegcem>e Gana.
Vapores a erar
Mez de Agosto
Asbeler, de C irdlB 1 19.
Galicia, da Europa, a 19.
Pasman, e N w lora, a 19,
Don*, do sol, a 20.
-,.ea. dosel a SO
H.-: vellos, de New Yo.-k a 11.
Oanobe. da Eu opa, a 22.
Chinese Pringa, do al. a 21.
Itatiba. ;" =u < 23.
Roat-iio, le G no'a. a 16.
Oliada, r'a gur pa, a 26.
Cole'ide' do su', - ?5.
P i- NeW Y jr'i, a 18.
ernamboco, do norte, a 30.
Vaporas a saMr
Mez de Agosto
C-mpana, 19 5? 4 horas.
S. 'gnimar, 19, ; 4 a-at\
B. AT'eae eac, Galicia, .1. *812 borac.
Sol, Dordcgoe, 18, as 4 hora?.
Eu'opa, Dan. 20. ss \-.
Korte, aplnela, 21 is 4 loras.
Sul, DaDObe, 22, s 4 bor^a.
N.-w-Ycrk. Cbloose Prtore, 23, as 4 oras.
New-York. Col'^id:". 28 *nr.
gneros.
Rio Grande do ort, bule na ional Viclona, Soi, ^lina-, 28 i 4 h;raa.
mestre Macoel T. da Silva, carga rarios geogio?.; Su!, lidia Pria:e. 33, as i boras.
Turki Island, barua iugleza Helen ItaSV:!, Sul Pernaraboco, 30, s 4 horas,
espitao Job Vioe, em lastro. ^
'- Manoo! Mirtina da Cru-. e Fran-
aloi?.
Frejii'zii 1 Boa-ViM
21. -
o da Assomblea, ood.) leverSo votar lo-
dos o- .-I dtor;; cojos lilulo- tiver-iii as palavras
vig-jsima primeiraescripias com linla oncar-
n i la.
Mea ri a -i)-. Antonio Machad i da Cunba
Cavalcanti, MoAuel ruriar.o i n II -lio,
Alfred i Rodrigues nos Anjo*, jos CesarjO de
Mcll a, capilo Antonio Elyseo Antuues ror-
reara.
Subpi Olea -Jos Cesario le MOHO e Dr. An-
o io i ires Ga'vo.
2.* Secco
Grnmasi >, onda dev irao v dar lo ios os clei-
tores cujos ttulos I rerera as palarra, -vige-
siiin sagun la escrita com Unta encaro i la
Msanos Dr Alexan.lre 'armo,
Joan Ce-.aria d; M-dh, Pr nciseo Pinto da Car
ralbo, Dr. .ourens iCaplc i lo,
e I).-. Antn d: S (ivalcanti do Altufjder-
i';-
- Dr Jos Ani-nij de Alinuda
Paruainb ico. !). Aorig i Je Miran 11 ;.
i i : i-p ; , a. .', e,;:i le Dr. Nabar,
on i i'ar lo 103 11 la
..:-,; v g-asun 1 terceira era
tinta i-:i 'ama la.
Mesarios Sebastian Mmosl do R-goBirr :.
Jo iiuiiii i':iseira eixol 1, >>r. Coi 'e
Aquno Ponseca Dr Joao L'eUspboro da Silva
Fr.ig iso e Dr. Francisco Goni
:< liliaa Dr l?u-
i-niode Barros Falcan de Lacerda.
24.* secco
ila il i professor >m wld >, pwca i i Ma-
l el Pinlieiro 11. 28 -i laveraa vol todos
cujos 1 larras-
. i tescripias co 11 'l\'. encar^
nada.
M :- irios -Dr. Alvaro iS'i 1 Cvale: .'.-, 'I;s-
miii irg iJijr i '' ' 33
"'-'T-il-. . :i Di L
. ir! i.-i ..' i Barros
Mouteiro Dr. Eu. ii'H uri [u.....
-
Roa 1I1 Ponte \' 1. -' 1 dj proli-s
Vianna, onde devera i rotar odos us eleitores
rigesl n
U escripi is imiii ...
U Regdi ir. ota,
da
:. ': ! i. najo Man.vl U.-nurdiuo
.- .io. .' i' -i Cruz
Vio:: i.
Suiplj'es Jo'io 1 ' iU
.
Ilua lo 1 1 Agotar, anl fj '; Al '
grria, es-'ola l nr lio m-l verao
ros '.'' P3*3"
vrasvig -iis- 1 criptas c na en-
carnad
.1 ri-w i)-. JCr iii. la V.-j PessCa,
, -. .i 1 Carli : l-j stuia
!. '.' lili lo ! 1' i( i .- r. Jun'1
il u i'oi''nii.i 1 -i . . un i >r.
-;\ pi> ni -., M ino il |U ni da 3 I ain So-
briii o 1 -i ) 1 |ui a l'i 11
27.* -
Rt.i t'iscoridi' : il anlig Arago,
i, onde d.-\ 10 vo-
ujos I i lulos t,. erem as
.'.; cora lin'a
ti r..;- i ida.
.; nios Dr. Virgii i > M irquas Ciinuiro
Pini an leira Acci ncel-
Io, 1) Manoel B li 1 N cacio
il Silva e Jos Jo |ui a Reg Jnior.
lentes Pe Emilio M -nua -.
c L"onar3o AUico Lavra.
- .' *' *
Ra do Coode ln oa i'is'.a, Caininho Novo,
la do profesis r liib in la d-av;ru vo-
lar t.ul IS os : Ilul U'. l as
patarras -v .'.s.;n o;.. i escripias cj.ii iota
i-n 'amada.
M sarios Comraeii lador '.: I) le
Motaes, !> Augusto oalli.....
Ame I iM s Brn lo, I) . Fr i :isco
Anaviilliasda Carvalao Maura e li;. Oravia.io
de Siipj-'iiM Cavalcante^
Su,)|)lenteH Dr. Atfonso.de Albu'uerqna
Mallo o Mauoel Bmn i dos Santos Uouveia.
ib-' secco
Ru i il) Cap lo Luna ii. 19. escola da pro-
D-aocleciano, onde dsrerao VQtar todos
os el i i'ores cujos tnulos tirare;: as patarras
vigsima nona com tinta encarnada.
Mesario3-Manoel Bollarlo de Carrilho
niara Haoriqu) Magllics da .Silva, A
nio d.- Oliveira Corag m, Joo Francisc
Oliveira d Gustavo Lucio MergnlliSo.
Supplentes -Jos Luiz Antunes Ferreira
Bartftoloiaeu deS e Souza.
3d Sacgo
Ra de Luiz do RagO n. oi, G, casa partieular
onde devero votar todos os eleilores cujos t-
tulos liverem as palavrastrigsimaescripia
com 'iota encarnada.
Mzanos -*icdro Aiexan trino Machado, Clau-
dio Jos Gorreia, Heliodoro Jos da Silva, Jo-
s Candido da Miranda L;iio e Pedro Aniunes
Ferreira.
Supplentes lio lolpho Jos da Silva e Pira-
glbe Hagtss .la Silva Costa.
Freguezia d. (ir ;;
- 3i* Secco
Es ola do prof-sso:- Braga, travessa da i3ai-
xa Varde n. 13, on ie devero volar tolos os
ek'itar.'s cujos litulos tiverem as palavras -tri-
gesinia primeiraescripias co n tinta encarnada
Me ;arios--Di-. Alberto d livoira Coelho,
Dr. Luiz da Cosa Ferreira Por:o Carreiro,
AntnioJJeaerra l Meoezes L_ maior Jos
Gom;3 da Silva, Felicissimo do Azevedo Mallo.
Sopplontes -Francisco Marcelino de Albu-
querqoe, Josa Mara da Cost Rag
32* s'cgSo
Bs' ila d > professor .Marcelino, ra das Cre-
oulas n 4 C, onda deraro votar lodos os elei-
tores cojos 'Ul liverem as palavras Iriges-
sima segundaescriptos com Unta encarnada.
Mesarios. Dr. Pedro Francisco Correa de
Oliviira, leneote-coronel Joa-inim Fiancisco le
Moraes, Augusto Cesar da Cunba, Joo Pereira
Bastos, e Regino Ferreira da Carvaibo.
Sanplentes. -Dr. Francisco Apoligoro Leal,
Jos Cysaeiro de Aibuquerqu-j Mello.
33a eofao
Escola do professor Felicio ; estrada de Joo
de Barros n. 6, onde devero votar todos os
eleitores cujos litlos tiverciu as pilavras-
irigessima terceira -escripias com tinta encar-
nada.
Mesarios. Henrique Francisco la Moraes.
Joo Mauricio de Abrau, Ma quim Al-
ves .1 Podio Barbos. 'ajo, Dr.
J oao i iq.
Supolentes Manoel Amonio 1 roue
Macbado e Dr. Eduardo Corr ?a.
34* Secco
Escota do professor Gaspar, no Grao-
de, onde, onie devero volar eleitores
cujos ttulos tiv re.r. as p ma
quarla cscnulas com 11 la.
II isarios Major Jos P irroira da Silva Lima,
Manoel Jo ' le Campos B is Jos3
da Silva, Pedro Ivo de Campos, Francisco Mau-
ricio de Abreu.
Supplenles Ulyase la Silva Cabral, Dr.
Tertuliano Francisca do Nascimenlo Feitosa.
Freguezia de Afog
Secgo
,1a do professor Amanci roita n.
6, on develar , ttulos
ai a- palavr stri ,.nlaescri-
ptas co;n tinta encarnada.
Misarios Amonio As ^tro,
Actonij Gom-s ,i(. \Q.
vedo Ramos. AntoairPra iciseo 11 Sauza, An-
tonio Gjin. iro.
Supplcn aa-
pos e los rba iro.
*
ib n. o, onde de-
\otar todos os i cuj s 'lulos tive-
rem as palavras tri escripias
com tinta encarnado.
Mesarios Joo Bocllrudes le Azevedo, Jero- '
nymi Leopoldina^ Lemos de Preitas, Joaquim
Edua da Ferreira, los .''ereira da Silva e joo
Chrisoslorao de Alhuqner |
Supplentes-Joo francisco do Reg Lobo,
Jos Francisco di Cmara Santiago.
37.* Secco
Escola do professor Beda, no Barro, n. 37,
onde dererao votar todos os eleilores, cujos li-
tulos liverem as palarrastrigsima stima
senptas com Unta encarnada.

r
w*

4-
V




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Hitjffl |



K
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i

Diarlo ae Pernaftiftnro D>omiii^o 1> m* As-oslo e 1194

e Mi reo I i 00
Pan la-
Jos da
kao da Cmara Santiago
Paix
Supplentcs- -Eduardo Calfio Can-lio Possoa e
Jos Bernardo Castcllo Braoco da R;clu.
38 S.'Ci'ao
y ydulena
la d) professor Alvarenga estrada do Re-
medio- n 33 onde deverfto votar lo los os elei-
tores, rujos tiluhs tiv;inn as patarras trig-
sima o.tva-c m Unta cncuinada
iScya n., aoj
Soui*, escrifSo e
Dido e paesado nesi
I de igosto de 1894.
Ea, JafiolaoDo do Mo:i;e
escrevl.Ilaooei tordas dj He. flooqa?rejBe.
E mala se tio contioha'e n d'to frsl, do que!
axtrabt a preipn< rop a qu tai -era co ea que
d'ida f-catou f.
Goysnm, i de Agto d.- 1*94.
O eacrivao. JuvioUuo i Monte S: cza.
Ceitincoqu* -lux-i l '-as da ta
DO lugar do contorne o i Dfr |CI d-
uireito drile municipio, pootj era concurso t
2L-
i, I)r Cosme de ;officio da escrinao pntio d;> ja-y e extenc.-
S Pereira, Christovao la Barros Gomos Porto,
Jos da Costa de Albuquurquo Mello, Amaro la-
vares Cou'ino.
Supplentes Isidoro Tbeodalo de Matos Per-
reira, Joi' X-ivier da Canha Airaren
39 '
Esculn do prolessor Ucuoa na Estrada Nova,
onde d.\ r todos os eleoiv- cujus t-
tulos hvereua as palavrastrigesiO-a nona -
escripias eom t ota em araada.
- ll irnivlino elysd i da Silva Cane-
ca, Wenceslao do Carvalho Paos da Andrade,
Jos, Anto-
ii (i Braii lao Cavaluanle; eoronel Apoliaario Plo-
re Llbuquorquc MaruohSo.
Suppl n; -.t au Bene vides-de Sou.a a Jos
de Cuy, Iho (usinao.
Fres '.-> i ili /'i
40a geegio
Escola do pr eixeira na traressa Ja
" Manguera, onda d vero rotar todos os elei-
lores rajos ttulos liverem as patarras qua-
i escripias raro tinta encarnada.
Mesa ios Tenenle-coronol Jos (Moni lli-
beiro Franco, Dr. Joao Dinu RiUiro iIj Cunha,
PhHouieno Jo.- de Sooza, Jos da Cos de Al- j
boquerque M 'de O ir
, Snppleotea Hundido i Pcrreira Cha-
fes. PfJinlo !-;iys\ Peixoto.
il* secci
.! d1 professor t'..'ss a, a roa -1<> Costa,
no .\ onde d3vorfto votar tolos oa elei-
torci cu ttulos livfieiH as palavras quadra-
priraeira -escripias co:ii tictj oncar-
nada.
HeSarios. Dr. Josd Bernardo GalvSo Aleo-
ioradp. l)-. Salustiano iveira, Antonio
HagaThSes da Si va, Pedro de Assis Rocha, ur.
Francisco de Albnqu<*rqae Mello
3opj)lenles -Adolpliu Miguel da Costa, e Ma-
Ihias Munu Soares.
i do professor Vi ira, a roa o Xisto
iij M :; eir i, onde de ve rao rotar lodos os eleilo-
res cuj i th.-rem .i- palavrasrjuadra-
i: itna -: tgun laescr ptas n m lini i acamada.
Mesarlos Dr. ei.-o Terlaliano Fernandas
Quintcil.!, capillo Fr-lerico Cintra Lma, Fe-
l.ppe Mor ira ila Cruz. Ai cha-- Lindolpbo da
Sil\a Mafia, e Mano'I Perreira da Cosa.
Sipplcnt. Fancisco Acciolj de Gusnfto,
>!: noel AiTbnso de Castro Nasos.
43.' Socjao
i':.- il i do l'rofc s.-r Simo is, nj largo de Api-
pocos, o ido dererio volar lodos os eleilores cu-
jos ttulos livor.m as patarras-qaadragosioia
lerceira escripia- comliula encamada.
lesrio* -Dr. Auto io Joaquioj de Moraos e
I.no Joaquim da Silva, Ad Ipho
Camciro Caralcaoti, Bcutn Viira de Holl, e
Dr. Arlliur Henrique de Albuqti'"'que Millo.
Soppleules Antoni i Joaq km da Silra, Gas-
par de Menczes.
il. BCCSO
Es ila do professor Luiz Pelippc de Carva-
lho, ondo dererio votar todos o.; eloitores cu-
jos ltalos '.iverem as palavras -qu idragesima
quarla criptas eom ti da encarnadi.
Hesarios -Antonio Joaquim Corroa de Arau-
- jo, Sabino de Paula Baptista, Antonio Uchoa
C.rncirj Leo, Mano^l Oljmpio Perreira e
Lu/. Pejippe d! Catv.illio.
SupplentesDr. J'io do llego Barros c Joo-i
Carlos i'ereira e silva.
45a socQ'>
CE=cola do professor Joaquim Claudio na Ipo
bpga, onde derorio votar todoi os eloitores
cujos tilnlos tirerem as palavrasquadra^'csima
quinta-escripias eom tinta encarnada.
Mesarios Dr. Ignacio de Barros Bairelto,
Pedro de Paula Baptista, Pompilio Clodoaldo
de nes, J aquim .Claudio Perira J-
nior e J laquim Manool Corroa de \raujo.
Snpplentes- Ignacio Alvos Montoiro Jnior e
Jo .lio Limenha Lins.
E para constar, raandei pasear o presente
ediUil qu ser publicado pela imprensa e atu-
rado :o lugar do eoslume.
Eu, Joaquim Jos Perreira da Rocha, secre-
tario da 'rofeilua Municipal o cscrevi, aos
18 de Agosto de 1894.
.' Marcelino Ja Rosa e St
. Sub-preleito-
de
E; ira de Ferro Su
't.-carabuco
EITAL
Do rJem da Directora se faz publico
que tendo o Sr Dr Joaquim Jos Coi ro-
bra requerido eobtidopermissiio,para cons-
truir urna esta^ao era sua Usina Pirangy
Ass; a partir de2i do crrante pararo
n'esse ponto ein urna plata-forma ahi
construida provisoriamente, os trens de
passageiro8 e caiga de accordo eom o se-
g-uinte horario vigorando provisoriamen-
te tambera a tabella de piecos da estacSo
dt Boa Sorte.
cnminaeii d ate msmo muct'U.io : dea l.
Goyaona, 3 de 4goto de 1894.
O iioriuiro Boa aaiit " i,
Aoton o Pereua de Quc-lr. z
1' secsao. Secretarla do K.ntT.ui do Esta o
de Pernbusj, eai 11 a Aaofctti Je 1891.
EDITAL
Dj ordena deS. Eic. Sr, Dr. eevercador do
Estato o o(s obaerrao i > o r^sposto no artuo
157 do rcgalamea o ta > o n. 9.420
de Jo da Ab'-I d *88>. (j i aboli o edital
t'iaixo iraoacrip'a, pon oeoa wica'so, iom o
prai. oo 30 a-i 04 0lB:io-< d cjiudor e pi'-
tilor doBMoicii'ie d6y*fflaa, ragoi peto bl<
rento do res^'c v.j ae>cautaarta Beuiveauto
l'iClb',:ro de le .1 jo. ,
O iecr< Urlo,
Jaao Auga.-ta Fe re a Lima.
EDITAL
Q Dr. Mir.cel Tobas do ego A'baqi.erque, jolz
ue liretta do oum uno de fijyjnn?, Etta'o
d- Periiaaibocf, m virtuJe da le etc.
i" ieile lire'POi cirri ia ia eoai o prez i de Irin
a lae a costar ita pre , aojara proviojenu do ee'vto'narij rita-
: c. o os clH io i? colado' pert'or qae p
'acba -iago eu cooeetueoeia do ful.-cimeno do
irreotdario ritalHHo b mvt'mio Piodeiro de
M-ii 'onji. ct.jj oli.-i" foi oreado polis Ordena
C s do Reino.
O conc.arr-'ote de -r :o mstrair oasipetlcl'-s
cjui os sfguiot^ s a cm-r.i,r
S* a^to je esa o- to rulli :..u 'ia ;
2 OTtldao de Idap ;
3o oerudao dn esxce de por^o.oez e aritb-
metica;
4o foiba eorrda ;
5o attes;a o 'ei ro t cap.ic: iada pbjfflca ,
6o proeortfid ?e reqoe-ereo por procorador ;
7o caloi'-'p, otro* J.-cucjcfito qon 'orern
9 .vi oien es pan p'ora de cjpacia:ide profissio-
Bal. oJj ooa t-iMg do rtlgo S10 do decreto
a 9.U0 ue 28 Je Abril Je I80B.
E p-ra qa>; ch-vc i *o conhe imeoto doa iotp-
d 9, :s i j p'eseot: que st4 af-
rixado co lugar do cos'ura- e reprooozdo po'a
la en-a.
D;do p lastad resta c.de de 6 r ana os
i da A..-0-to ae i89i.
Eu, Joveniaoo i.o Moo'e Sozj, eC-i5o. o e?-
ertr .
MoosI Tobas dj Rpga Aibcjuerqte.
E oais e nao cootiana i-m cic edital do quil
xiam a reseate '.p:2 que vai sem cauta qap
a a v:da f-3.
O.iU (
6jra..oa. Oflostode 1894.0 escriroo,
Juv uiano do Moote Sooza.
Ce-iiri- osm lB* hjje a 3 ho'as di tarde
oo ui r do cosime o edital do S'. Dr. jais de
ll eii > des e municipio, poa.fo era coocorso os
yin' ios do contador e partidor deste mesmo mu-
o D U f.
Gormo*. 2 de ArosIo -le i89i.
O oorteiro dos auditorios,
Aounio Ptieira da Qaeirox.'
!. ec(aoS-cretana co Gov.-ri.o do i stado
de PernambacoEm 11 fie Ag03to de 1894.
EDITAL
De ordeai doExm. Sr. Dr Governador do Es-
tado, e em observancia ao disposto no art. 157
do R-^cUm-'Pto anoexo ao decreto o. 9 420 de
28 de Abril d* 1885, fafio publico o edital abalxo
t-an?.Tipto poni em coo urso cum o praio dp
30 nas os oicios de es.-rires da pror doria,
capellas e resillaos uo maolcipio de Guyana-,
ragos pelo fallecimU o do respectivo serven-
toa'ic, Manoel Edoardo Lias WndeMej.
O SJ retsrio,
JlSj Agnado Ferrelro Lima.
tiJlTAL
O D-. Uanoel Tobas do Reg e Alba merque
joiz de aireilo do ffiociopio de Goyanaa, E--
udo de Peroamboco, em vi.-tu e da le, e c.
K. c-, s.Ler aos que o presente edital virem e
delle tiver>-m sciencia, que eom o prazo de 30
diss. a centar desta data, est aborto o concu*
o p^ra provimento da e'veola vitalicia do oQi-
cio ae escrirao da provedoru d-> car-illas e real-
dos, qoe se acba vago em con-p^ntacia do f^l-
i'cimeuu do aarveotaaiio v i-1<. io Manoel
BltnMO LOS Wauierlry ; cojo olfi io
d i telas Ordpoa6-s do Rpoo
PRADO
PERDAMBUCAi\0
HIPPODROMO
DO

- r-"
'
!.
2
3,

m
i.
BJOJZfflO DE INSCRIPCAO
"ara a 3.* corrida que se realizar.no da 26
de Agos o de 1894
PASEO Consolaba; 80'J metros, Animaos do Pornambaco qoo nSo
tenham ^anho pre.ni^s nos prados do Rehile, contando ou nSo victoria.
PBKMI08: 250(J0'J0 ao pr.aieiro, 50|j!l00 ao segando e 25^000 ao
terceiro.
1 PAREO--Ferro Carril 1.000 metros. Animaes pungaa. Pbbmios :
3000000 ao primeiro, 605000 ao Hegundo e 33/JOOO ao t?r
cetro.
Art. 5 Atkcto.
' PAtE J Serhy Chlh i.500 metros- Handeap. Animaes de Peraam-
Luco. premios ; 300SC00 6-> primeiro, 60(5000 ao segundo o 30)J000
oo terceiro.
teso-Bisaia ck 2. 62 kilos, Trincho 56 kos, Piramon e T.iro^ 54 kilos, | SetlIilO pareO.
Extraccao pela achina Fichet.
"5[si>
QUE SE REAL1SARA' NO

Com seis lindos e valiosissimos premios que
serao distribuidos no ntervallo do sexto para o
o.J
6.*
7 J
Pernambuoo. pbk-
segando e 2550O'J an
Msar.iy, P!it!l..> Aveoturprr> ?>0 k'ios o o dsmis 45 kilus.
PAR.--OHppodroma do Campo <3raade-l 30 am'rn. Animaes
de Peroamb.C-'. PBKBOOfl: SOC^OCO i.o primeiro, 60J00 ao &e-
guedo e S0500U so taroeic.
Art. 5.*Bia-na k 8.*, rrintnpho, Pirantn, Mdurity, Torci, PlutSo, Avon-
ture'ro, Piri ampo a isbab.
PARKO Ktfimulo 1.203 mstros. Animaes de
mos 2OU*J ao primeiro, 50^00J ao
terceiro.
A t. 5." Os do pirro Hu-polio no do Cmpo Orando o rnais Tulo-, Al!y
Sti p r, Ida, Huguenot, Pigmeu, Oub'iu, Hirondelle, Berlim, o SacsSouoi.
PARE.")- tnlma^So L.loO m-jtros. Aatmaes de Pernambaco. PBK-
Mos : SsCjfOOO io primeiro, 5 $000 ao aeguado o 25|J0-')0 ao tei
ceiro,
Art. 5.*s -o pareo Estimulo o mala Mal&io, Patbchou y, Masotte, Ybo o
Naroiao.
PRSOFrateraSdade 1.100 motro. onnans d"e Poroambaoo. Pbe
mos : 250000 ao primeiro, 5O.J00O ao aegaada o 25$000 ao er-
ceirc.
Art. 5.-Os do pareo Amrr.sgJo inai Mourj, T;jlo. G.rimjeirj V.../*-.':.<.
Pirsrs, Teoor 2.-, Gd!> t, T-(.r 2.-, Baija flor 2., B.-t'.ry, Feoiaao, Septi-
ciemo, Froa'i, Poctable e Peiropalis 2 .
Observacoes
Os pareos Darby Club, Hippodro'to do Camp.- Graode, Estimulo, Aiim
a Fratsrmdade u2o coctarSo fiotoria, e nS-j eootiderasa-M rea! eados nenh'.m
sem que ae ineorevam e cjrram 4 aaiaBu do 3 ur^prioisnas diferentos.
A protesta oai lid.
A insr:rip9S) encerrar-se-S terji-f>! 21 do torraste as 6 aoraada t^.rde ca
s wo. -rindo Prado i ra da Imperatris a 26 l. andar
Secretaria do Prado Peraaoibucaoo, 16 li Agosto de 1894
PELO SECRETARIO,
Jos Guies anch s
Dia 19 de Agosto de IWi
c,aV) o
parso
VimH
Pellos
Malura lid.
Cor da tH
menta
fraartoiai I a

l.
Pareo-Iilbrdaue-i.030
ao 4,"
BaralhO......
D'ciador.. ..
Pleiade.....
itio-graade..
Casiaoho..
a silbo...
ft'JCSl).....
Roiao....
metro?. Aoimae; "e Peroamhoco.
, 5O0O ao 1 e 250O ac 3*
Oaro e D'sto.......
Encarnao e azul..
^eroarob. co
a oO
c 30
50

Pre DfOS: 250*000
'oud. Perga?.
P. O. Ferre;r?.
J. J. dos'Saos Jucicr
M. P. M. Fonseca.
2. Pareo-consola^o 1.100 -o?l'o?. Aojase* de Pefiaoubocc Premios. j'OOO
ao !., 5O0C0 ao 2. e 25*0 00 ao 3."
PDariseo.....
Betufy .....
Fejiaoc ....
i.aa........
5|Tapy !.....
6,Pruf8iaoo
7Petropoli8 2.'
8|Ciogo......
Castaabo ...
Baio........
Rodado......
Castanho.....
4laz&o......
Rodado.....
Russo.......
Preto........
Perc-rnb.. 50
50
5C
50
50
50
o 50
50
Verde e ."0a.........
Verde e tosa.........
Encarnado e aznl ..
Veroe e amarello.....
Amaello.
J. Milla.
G a .Nacional,
ll ). V.
A. Silva.
P. G Reiendo.
/. G. Teixeira.
J. Francisco.
P.
3." Pareo-Imprennn Peraambucaaa-1200 metrosHandeap Animae3 de Psrcax-
buco. Premios: 300*000 ao l>, 60*000 ao 2.' e 30*000 ec3
Coutrncto
vegaeSo
do Para
(literrniico.
do crvico da na-
entre a t'ajiinl
e os porlos do lio
- s^m MAN 11 TARDE
P 1 P2
Cheg. Var Cheg Par).
Praugy . 1.10 1.20 12.01 2.02
C. 1 C 2
Dgy 6 14i 6 16 3.45 3.47

reta ru da E. dj F. Sul de Per-
neo, Palmares, 16 de Agosl
1894
J s la Cunha Liberato de Catos.
Secretar io.
i." !>. . reiaris ao overno u B '- io
de P. .i.
EDITAL
Di - ;o do Ex.?. I D. Ci.'..- a ;.. , e ero
o dlspcsto ;.o rl. 157 do Res. ao-
D ?420 d- 2? le Abril .. 188a,
K or.d

riai-
[
o .'..: .
Joo Av'Sio Fer eir Liuja.
EDITAL
D.. Siaaoe Tobas d El
.
'IC P .C,
i aos qce litai ?i ?m e

'--',
la vitalicio
rio privativo du jury e execucOes c
se acba cl
: jjidade t - 3 de b ?. m
1841.
yoes
'.
3 i te portogue a an
4 da ;
o" alte || j ,-i; ;
6* va por proeirator;
itcs qoe fon ra
dv de capncidade pros-
. taro c 10 a D-r. n.
94?0 t
V y, |
... --. I
THESOURO DO ESTADO
Na conformidade da recommenda9o
do Sr. Dr, Governador, contida no officio
sob n 1 382, de 2 do corrente, e de or-
dem do Sr, Inspector faco publico, que
oo dia 17 da Novembro prximo vindou-
ro, as 10 horas da manha, a junta deste
Thesouro recebar propostas para o con-
tracto do servico da navegac&o entre esta
f'i'cre'a- Capital e os portos do Mediterrneo at
Genova, a que se referem as luis na, 72
Os coocorrfnlea deberlo iotroir suas peli. da 5 de Setembro de 1892, e n 175, de
C5vs :om csjeKuintrs doca^^tos Q Aa T^ fi., ool, m ,0;too
i.*, auto de exame de ulli i-uc.a.
.#. certdao de Idade.
3.*. crtido de exame de port4Ml e a-ith
me'.ica.
4 , foloa corrida ;
5 ", a'iesudo medico de capadJade pbysics
6., procu'acSo re requieren por pro >,
a4or.
7.*, tiaalmeo-'', oct'os docunoeatos qoe for- u.
conveoteutes pi siool, tudo nos termos do art. 210 do decrete
n. 9,420 -- 8 de Aor de 1885.
t para qoe cOejae ao conbecimeno dos inte-
f-"P*.idos, maedei paeaar o psente, que ser.
ffxido r.o iaar do COaUlflM e reprodondo
pela itop'CDca.
Dadoe p s-aio a*st4 c.dado de G-y^ana, aos
2 oe Agosto de 1894.
Ea, Jo*iai-&< do Mon-o Sonta, aterido, r
e83e?i. M aoel Tobas do R go e Alouqa r
qae.
Bats ae nao con'inha un dito edital, to
a-I e'-trsbi a prateotecopla, 'ce vai -tm c^o
-a qae davida dga : doo .
Guyana 2 v Ag cto de 1894. 0 escri'ao,
J.'Vioiano do Hcote Sc-zs.
C ! ti -o q.;.- affici hae, as 3 borai da tarde,
no lagar do cottoae, o edlttl do 8r. Dr. j iit de
i :'o .'estemesicipo, poedoem cca-f rr clli
c;o de escr'o da prevedora de cspellis e real
;o. i deste municipio : doa f^.
G ya na, 2 le \.o...... 18.<.
O porleiro io- g lite-
Aatcoio Pe;*-: i d< Q rei.

1
h I

ES
0L0I30
Co:upauh|n do S*e^uro<* Mutuo
Contva o I'' TERRESTRES E MARTIMOS
Autorisada por Decreto n. 932 d
Jalht de 1892.
Capital subscripto Rs y --."Q;ooo$ooo
Sede na CAPITAL FEDEBAL, 55 Ra
do Rosario 5.
Succursal dos Estados do Norte, 36
Rua Mrquez de OHnda 36Recife.
Telegrammas COLOMBO.
Caixa post i 193.
Segura predios, mercadorias m depo-
sito e em tramito por vas forreas, flu-
viics e naritiinas, engenhoo, estabeleci
raentos agrcolas e industriaes contra in-
cendios, i "nundaedes e raios.
TAXAS REDUZI AS
SINT.STROS PAGOS i.MNiEDIATOS
O inspector JOAO LAGES
9 de Junho findo, sobra as seguintes
bases :
a) yj contractante obrigar-se-ha a fazer,
com regularidade, e nos termos do con-
tracto que celebrar, nina viajera mensal
eetre Belem fCapital do Estado) e Ge-
nova, com escala na ida e volta pelos
Acores, Lisboa, Barcell >na e Ma selha.
b) o contractante pareeber, durante
10 annos, a subvengo annual de, res
3/O. OOOSOO paga em prestacoet;, depois
de effectuada a viagem redonda, devendo
empregar no servijo vapores de capaci-
dade nunca menor de treza mil tonelladas
de carga, e marcha nunca inferior a 12
milhas por hora e que tenham accommo-
dacoes regulares e hygienicas para pas-
sageiros de Ia e 3a classe.
Alem destas escalas, o contraante po-
der estabelecor outras com prev'a auto-
risayo do Governo, sem onus para o
Estado.
c) o servico ser inaugurado dentro de
90 dias contados da data da asignatura
do contracto e depois de previamente
examinados os vaporas pelo fiscul do Go-
verno .
No caso da inavegabilidade dos vapo-
res acceitos ser permittido ao contrac-
tante, mediaute previa
do mesmo, si a iuterruco fr raaior dt
90 dias.
De 1005000 20030 0 pela infraeco
ou nobservancia do contracto para os
quaes nao haja multa especificada.
De um cince con tos de rei si a via
gein coiiecada nao fr concluida, caso
que Do ter direito a subvenco.
Si a viagem fr interrumpida por mo-
tivo de forca maior, devidamento prova-
da, nem a multa lhe ser imposta, nem
detxar de receber a subvengo corres-
pondente ao numero de milhas navegadas
que ser calculada ;.ela derrota entre o
ponto inicial 'da viagem e o logar em
que se tiver dado o i rpediraento.
:) o pagarajnto da subvenco effec-
tuar-se-ha depois, da concluida a viagem
redonda, a vista de attestados do correio
e fiscal da navegaco e certicado dos
Agen tos Consulares do Brazil, nos portos
astrangeiros ( m que tocrem
j) o contractinte depositar no the-
souro a quantia de 1 0 )0$ 00 para ga-
ranta da assignatura do contracto, de-
vendo juntar a pro post.; o conhecimento
do mesmo deposito, quo reverter para o
Thesouro, si no prazo de 10 dias, a contar
da approvaCrtO de sua proposta, nao tiver
assiguado o rerpectivo termo de con-
tracto,
k) o prazo de 1) annos de que trata a
clausula b, ser eoutado da data da
inaugurado do servido.
Ij o arrematante fica sujeito ao paga-
mento do sello do respectivo contracto e
ao disconto de 1/2 :./q sobra as subven-
55es qna receber para pagamento do fiscal
da navegao,
Secretaria do Thesouro do Para, 7 de
Julho de 18 4 Servindo de official-
mai r, o offlcialAntonio Felicissiino dos
Santos.
\venla-ei
Nabaco...
Piryampo
Ally-Siope
Pirun. ..
Tudo'....
Turcu i...
0.
Alazo.
Tordilbo.....
Rodado.....
Jaelacic ...
aellado......
AlrtZitO.....
Peructcb.. 5j
t 4i
53
i6
37
4r!
56
Eac. braoco e azul....
Rosa e r-e'e.........
Grenst azul e amarel'o
Amarello e braaco. ..
Verle e amarello... .
Greaat e azul.........
S. MMra.
Coa . Craaelro.
A. Silva.
Alrceida &. IJ.
Gudelana Bella Vista
J. Uorae.
J. E. F.
4 P zAattmncH.o t.150 metros.
i., 50*000 ao 2.
ernamb.
Aaiiii fa Peroamouco. P.-eaios
e 25*w ao 3.
:"BiW)
700J ao
Mouro.......
Pnarisea.....
Colosso......
Ttulon.......
Gariuipeiio..
Viozjdor ...
Alazo___
Caa:aobo..
Rjdado...
Rozl'ho...
RdO.....
Rodado..,.
50
50
50
50
50
50
Azul e curo.........
*zol e rosa.........
Azul, baor-o e encaro
Greaat e amarello...
Azul e br.nco........
Ci-ud. Moc::cina.
I. y.
Ooud. Cruzeiro
Croa & C.
C. Campos.
Coat: lana Poriuense.
5* PareoTriiUc Urbanosi 500 m-lro^Animaes de P-nam!?acc.
ao i., 60*000 ao e :.0*000 ao 3.
Premio : 300*


tfascotte...-
Ibo.........
pjtctioiily..
Malaio.....
ICastanbo
Baio......
(totso.. .,
Mellado..
Pe.-Damo..
50
50
50
50
Azul e oaro.
Goo.i McarUc Da
J. F.
Coadehria Caupo?.
Amareiloe verde.....l. Murae.
PardoTurf Peraaoibuoana-l.iOO
Premios
PyiUmpo...
Aveoiureiro.
Bsmarclc....
Maurity......
TarcoJ*....
Piramon.....
Tudo-.....
Tordilbo....
Alazo.....
Rotado ....
Jastanbo...
Aiszao.....
Caa-aobo. ..
ellado-----
30C>i iO i , 60J
Pernam).
a se
82
50
54
55

metroe. Handcip animaes do Pero'iO'tj
ic 2- e 30* a.i 1-

Pre^o a ros.-.......
Azul ecciraa.'o... .

Grea? e azu'......
Amarello e branco....
Amarello e verde.. -
A. Silva.
A.M-ira.
'J. Rezend.
A. A.. F. T qaes.
I. F. de tca-a.
Coud. Bella Vi*la,
J. Moraes.
7." Pareo-lgualtfnde850 metrosAnimaos de Pemnmbuco
50*000 o 2 e 25*000 ao 3
P emioi: 250*000 ao i,
Ber'ita-------
Traquinas .
Ally-Siopper
Mala'......
Cacbilo ..
Ke'ladc...
Rodado...,
Vi. i-a do..
Perna t b. 55
51
* 51
31
Prelo e rosa.
Grenate amarello. .
Amarello , verde......
A Silva.
Amaro Santos.
Almeida de C
J. Morago.

Prado Peruautbncano
SOVIE ADE ANOSYMA
D.i conformidade com o que determina
licenya do Go-|a lei das sociedades anonymas, fica 8 dis-
) rno, fazer o s rvico com o.itros nas|posico dos Srs. a onistas, no escri(.lo-
0 ndiccoes exigidas para substituir pro-rio desta Companhia rua da Impera-
visoriamente aquelles triz n. 26, 1. andar, copia dos balancos
d) o contractante organisar e apre- referentes ao anno social findo am 30 de
sentar a approvaco do 'Joveino a ta- Junho prximo passado, rela{5odos accio-
br-lla das passagens, de fretos, dias da nista a lista de transferencias.
e
zionr
BOOIEDADF^
acatit
Per-
Acbtm8.' oispo'ig:.: Jos S i. setiooli
e. ,-rip'orio
o. 34, 1 ao -r, ai o-..
-s aid s .or le-, a 'ano Bid W
de Jocho de 1894
Re ile, 24 de felbo de 189*.
0 presidente
I. GjDcalves Pinto.
sahida do vapor a demora nos prrtos
e'i o vapor transportar gratuitamente
as malas do correio e a correspondencia
offieial.
f) os presos das passagons e fretes
por conta do Governo do Estado, terao o
abatimento de ... sobre os precos da
tabella.
g) o contractante obrigar-s -ha tam-
bem a transportar gratuitamente.
1.") os objectos remettidos ao Governo
e ao Mnseu do Estado.
2) os objectos destinados as exposi-
g3es officiaes ou auxiliados pelo Go-
verno
3.) as semen tes e mudas das plantas
llecife, 1 de Ag'.sto de 1894.
O Presidente.
Jos Gomes Ganches.
i
V/IU

Re-
estab
e'eci-
destinadas aos jardins u aos
mentas pblicos do Estado.
h) pela inobservancia das clauau'as do
contracto si nao fr devida a forca maior
devidamaut provada ficar o contrac-
tante sujeito as seguintes multas:
De 5'.'0>00'> por mez ou por fracyao
maior de 15 dias, que exceder do prazo
marcado para iniciar o servico
De igual importancia e a sujvensSo
que teria de receber se, deixar de f
viagem no din marcado no c. ntracto,
incorrendo tambem na pena de rescis&o
auiriacioiai
cif
s eralilg gera!
[)p m n
lis no o Srs. el
sle '. 00 r
-
laualstral
elee 189
i :y.
Serr<' Aiiostv
18S4.
___________________I " s h-
Prado Peraambucaiio
Sao cr.nw reun-
B aseeEbte '3! do
11 dia, no i o roa
i6. I* ar tira pe
d j h .10 rxiajo pes:' -or:o e
m c/rco prece-
a eleicSo da direc-oria, ommiseao riscal
I -,qa -'em de foccio.ar.
. 17 de AKO'to rfe 184.
Pelo secretario
Jobo Gomes Gtnc-ei.
As corridas terminarao s 5 el[2 horas da
tarde.
Em portinholasespeciaeser lugai a venia
e o p;gamento de QULMOS d poples de 2.
preco de cada quinto ser de 1^000.
No calculo de rateio nao sero pag^s as f ac-
co s inferiores a 100 res.
As paules que oo forem pagas no Hippodromo Jo Campo Grande, so
iero pagas na seeretari.! fa quarta-fsira em iJiante.
Neahum pareo se realisara se uo dispuarem 4 relheiros
Prec? d iugresso com Jirei'- km premio, toado c&ds biHwto o.ao) nm
:os differeot 1(>000.
Pitra aenhoras, entrada grsdia.
a' hora qae a directora ohai- onvanionte franquear g-a liUaente
i
.ume
rtitea.
os
Os j ck ys s terao ia/?rBsso apreseotando as suas oadernatas.
A archibancad,. central ser reservada para a Imprensa, aucloridades e
famiasdas directoras das associacoo-s hyppicas d'csla capital.
Pelo porteo lo ensithamento somonte tarto iugresso animaes e carros.
A Companhia t- Tnlhos Urbo-os do Hecife a Olinda e Bcbcribe, por*
disposicao do publico, o uuuiero de trons necesarios para a respectiva condcelo.
S lero iugresso na casa das apostas as directoras das associacoes cong-
neres, auctoridades em servico.
0 horario ser restrictamente observado, eucerrando-so ojogo do 1.- pa-
reo s l horas.
s animaes inscripto para o.'
** M l\i horas da manfla.
Os forfails serao receidos al sabbado 18 do correle s 3 horas da
arde na Secretaria do Hippo Jromo, rua Larga d Rosario n. 16, 1." andar.
Secretaria do Hip)j li'j no, le > le 1*94
eo devero acbar-se no nsilhamento
O secretario,
Inopes Viera.
^^fc~~n 11
HfGlVH



Bterft* te Pefnainbuc INmingo IB de Agosto de l^ttl



COMPANHIA
DE
Tecidos Paulsta
Chamada do capital soiial
S0 convidado; os Srs. subscriptores de acge
para o aogmeuta do opital social a realisarem
at o da 31 do correte, no escriptorio p-cis
rio desta comiaobia a roa d) Bom Je os o. I,
avimento terreo, segunda preStago das ac-
ides ubEcripta*, nSi de 28 O/o oo 40100J
or cada a^go.
Recle. 11 de Agosto e 189'i.
J. Saraira Jonior
Dlrec o secretario.
"" COMFANHA
Agrcola e Mercantil de Per-
Datnbuco
De confirmidade coro o -rt. 16 eseos para-
rapos do de:rco t! 17 da Jrneiro t-e 1S90,
acha-se na sede desta c:ipp..Wa. ra Viscon-
de de llapa-ica n. 28. 1- andar, das 11 horas ds
caoba as .3 d tardo, coplas do balango. da
relagaa no i inal dos seu acc onistas. e a ubi
d9 traoserenciaa de 3cc6e, que ficara suapen-
U, doran! trio.-, das, ios tsrmos do Ari. 29
dos estatuios.
Felisbloo de Mjo-ocipa Vaecoo ellos
Secretarlo.__________
~"SOCIET%K
Refiuaria e Destilacao
Pernain ueana
Asamblea geral orl'iaria
D :;- idade com os estatales, -o co.v
\ los es Srs. accl asorwaireni em
a^e-nb' sera! ordinaria o da 31 do coreo'*'
Bes, a I h ra di Urde, QJ 1 and* do p-edt<>
n. 34r Coanmi I aapreelc* do
N|ai ip gio i coalas do uno nodo
em 30 de lo^ho prximo pastado, e eleigao da
eammlseSo ecal.
R?c!fe, 15 de A|Sto d. 94.
Jobo '. mandes Lopej
Director.
Dore
O Locin Brazilian
Bank Limted
Sitecit s*o!re Ewhoa o Porto
em libras Sterlisia*, vista,
sendo o pagamento feito na
oeeawiito ila apresentacBo do
saijiK' ao cambio, polo qnal o
Banco *tiver comprando pa-
pel obre Londres a noventa
oas le vista nn|?iells pracn-s.
Irmrida de
DO
Seifaor Iwi-Jesas !as
BSA GE'AL
rj ci i t ra no da 19,
8 b inbl
ril-j Sanl depois tra I r i -le-igao da nov*
admin ^uo qo U de di Igir m destn t
a c imor m i a de 189i
1S9 .
Coi Bistcrio da irmaoda le, ar. 19 de Agra!o
1E94.
O se'r lario
JlF. t.c: c i L'i'.-.____
Dcima urban: e outras ina-
powtos miiiiicpae
De ordem do Dr. Sub-Prefeito em exer-
cicio, sao convidados os davedores do
imposto de dcima urbana, do exercicio
passado, e bem assim dos ouf-ros impastos
municipaes, a virem pagal-os no prazo
improrogavel de 30 d as, contados da
reseute data, sob pena de, findo o prazo
es ser" feita a cobranca por mandado do
juizo dos feitos da fazenda municipal
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Fecife, 10 de Agosto de 1894.
O secretario,
Joaquim ose Ferrara da Roca.
do
01
De ordem do r. Sub-Prefeito, faz-se
publico que no dia 22 do corrente, ao
meio dia, ir&o a praca na porta do Pa?o
Municipal um vitello e urna vitella, de
raca tourina, servidos pela vaccinago
doinstituto vaccinieo deste municipio.
Os referidos an'maes serao entregues,
com approvagSo do mesmo Dr. Sub-
Prefeito, a t,uem melhor offerta fizer.
Secretaria da Prefeitura Municipal
Becife, em 18 de Agosto de 1894.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da Rocha.
Alfandega
Edital para citac,ao
Pelo presente edital sao intimados
donos de otn lote de calendo e roopa
feita apprehendidos no dia 8 do correte
nez aa 5 1|2 hora da tarde, pele 2." jjo?-
to fiscal deata repartiv'So, no caes da L;n
greta, ifiade, nos termos do art. 635 de
NoTa GonaolidacSo das Leia das Alfande-
gaa e Mesas de rendas, prodoiirem no
preso da 3 das, peraote eata RepErtiylo
sna defesa, requerersm o qos fr a bem
de sel direito, o verem proseguir todos
os demais termos do processo de appr
htneo a qne m est procedendo, podend
dentro desse pra-o spresentar testemn b .
e prodozir qnaesqner allesac^as e doetr-
mencos que interesjar possem ao direito
de cada um.
Terceira Sec^ao da AHandea dj Per-
DBmbuco, 17 do Agosto de 1'94.
O ebefa de Siogao,
Luz Fredenco OodeceTa.
drilatero, ornamentado, e a parte infe-
rior constituida por duas pequeas
almofedas, tracadas horizontalmente e
esbatidas de cima para baixo.
Na parte inferior, em um circulo
central, se l, em algarismos, os valo-
res de cada urna das taxas.
Nos sellos de $oio, $ioo e i$, se l,
do lado diritswdoi algirismo, o valor
escripto sobre urna pequea ulmofacla
tracada verticalmente e ao lado esquer-
do a palavraRis.
as demais taxas, de un e' outro
lado dos algarismos, se l a palavra
Reisrepetida.
Os sellos das taxas de dezenas de
ris teem na elypse central urna vista
da entrada da bahia do Rio de Janei-
ro ; esta vista, assim como os valores,
sao impressos em tinta azul escura,
para todos estes valores. O quadrilatero
que forma o sello impresso as se-
guintes cores : para os da taxa de $020:
laranja ; para os da de $040 e para os
bilhetes poStaes simples : verde claro ;
para os da deSoio: vermelho; para
os da de $050: azul ; para os da de
$080 e bilhetes po^aes duplos : roxo.
Os sellos das taxas de centenas de
ris teem na elypse central a efigie
da Repblica impressa em cor preta,
excluindo os de $ico que tem o a!ga-
rismo em tinta vermelha, os demais os
tem em cor preta.
O quadrilatero que forma o sello
impresso do modo seguinte: nos de
$100 (para cartas e cartas bilhetes)
vermelho ; nos de $200 : laranja ; nos
de $300 : verde claro; nos de $500;
azul; c nos de $700: roxo.
Os sellos das taxas de milhares de
ris teem na elypse central a cffigic de
Mercurio, assim como osjvalores im-
pressos em cor violeta c photographi-
ca, sendo esta para os de 2$ e aquella
para os de 1 Stx* >.
O quadrilatero nos sellos de 1S000
impresso em cor verde, e nos de
preta.
Cartas-bilhecs
As cartas-bilhetes de SiOO teem
sello igual "aos j discriptos desta taxa
e sao impressos em papel cartonado de
cor cinzenta as duas faces.
Bilhctcs-postacs
Os bilhetes-postaes de $040 (sim-
ples) sao impressos em idntico papel,
de cor roxa na face impressa e no ver-
so cinzenta.
Os bilhetes de $080 (duplos) sao im-
pressos em papel amarello na parte im-
pressa e cinzento no verso.
Cintas
As cintas representaro as taxas de
$020, S040 e $060 e sero de papel
pardo claro, tendo em relevo urna erfi-
gie de mulher, symbolisando a Rep-
blica, circumdada por urna facha* con-
tendo a seguinte inscripcao -Repblica
dos Estados Unidos do Brazil.
Na parte superior da facha l-se a
palavraCorreioe na inferior o va-
lor em algarismo sobre a palavraris.
A cor das fachas a seguinte: para
as cintas de 20 risverde,para as
de 40 risamarello escuro,para as
de 60 rischocolate.
Sobre-cartas
As sobre-cartas (envelloppes) sero
de papel branco e tero o emblema de
modelo igual ao das cintas. as sobre-
cartas a cor das achas do emblema
servermelha,para as de 100 ris,
chocolate,para as de 200 ris
azulpara as de 300 ris.
Administraco dos Correios do Esta-
do de Pernambuco, 7 de Agosto de 94.
O administrador interino,
Deodato P. dos Santos.
Fabrica de Gaaragbe
Coniracta-se familias para tratt1b.jr*m oesla
fabrica as sejuintes cond!Oe3 :
86 eerSo acceltas familias legit'mas, de proce-
dimeoto irrep*ebensi?el, bem p-ovado por pes
eojsridedlgoasque as coobegam p*ssoalmenle.
Se o preferidas familias uomerosas, oas
quaes predomioe o numero d mulheres de 11
aooos para cima, sem exclusa, ent:etaoto, de
qomeos e meoluos, cima de 15 aooos.
A fab-ica forece c sa, por mdico alugnel,
escola para as crlaoca?, roedico e soccarroB tm
caso de molestia.
No lugar ba lodos os recursos p missa nos do-
rjiogcs c dias santos oa capella da fabrica.
A administraco procura dar Irabalbo a todos
ce membro' das familias, *-m Idade coovenieote.
Ao pessoal que entra sem saber Irabalbar
pagase oeste logo um pequeo satirio dorante
- aprendliagem.
Ao pessoal habilitado paga se a jornal 00 ror
rentas, conforme o trabalbo.
Os chefes Ce familias que desja-em se eolio-
car. de?erS^ ir oot>.nder- geente, oa fabrica, em Csmaragihp, em todos os
i", otis, ex'epto as qu'ntas-f' es aflm de se
ceriiflcarem se rerfii a ceit 1, em que condigOes
e em que poca certa.
Carlos > Iberio de Venere,
Diri'tji-ieren'e.
London & Brazi-
lian Bank, Li-
mited.
AVXSO
K*c Banco abo-
nar juroM a ra-
lo de % 0/0 ao
anno obre con-
tar corrente* lie
mov ment, acon-
tar do 1." de Se-
tembro prximo
futuro at ovo
aviso.
Pernambuco, V
de Asrosto de 04,
W. II. Bilton,
Cerente.
tUBJttMQS
oyal Hoogar!?n a a N-vigatina
Company 4dria Limited
O vapor
Stefania
E' e-perado do
Trieste al o dlia
l do correte
segolodo depois
da demora oecet-
sarla para
Cahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Para carga, passagecs, eocommendas a d-
oheiro a frete trala-se com os
GENTES
Henry Forster &C
8-RUA DO COyMEKCIC8
1 andar
o
'er
mpanbia Fabrica de
E topa
Aba-sea disposicS) dos Srs. accionis'as, no
csoripiorio 6 re do Coma ere o d. 7, l- anri r
li'owa8 4 C.) o balacjo, livr8 e mais doct-
mentos relativos : o anoo finio em 30 de Ju'.ho
uroximo paspado.
Becife, 1- de Agosto de 1894.
fbo. C. SriQith
Secretaria.______
De ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
sao convidados os Srs abaixo declara-
dos, a virem a esta sessao assignaro ter-
mo de contracto do expediente s Secces,
(Japatazias, e Guarda-mor a, para o que
lhes fica marcado o prazo de 5 dia?, a
contar da presente data.
Terceira Secco da Alfandega de Per-
nambuco, !4 de Agosto de 1894.
O chefe.
Luis F. ^odeceira
Aug.'.eResp.vL/.Cap.*.
VKManelA e Sgredo
Sess.-. ma<-o.-. para mpo'eamento dos
DDign.-. eOOff.- do Sub Cap.-. elei'OB
nara o actual exercicio, quinta frira 3 do cor-
rete, s 7 horas da ocote.
SSo convidadas BBen.-. LL . Conciacao e
Cavalleiros da Crux, bem como todcs os MMag. .
avulsos no goso de seus direito?.
OGr.'. Sacre!.-.
O.-. M.-. 18.-.
Paciflc aleara NavigalioQ Caro-
paay
STRAITS OF AQELLAM LINE
O paquete Galicia
E' esperado da Europa
at o lia I de Agoeio
feguin o depois da iedu-
pensavel demora, para Vai-
paraifo com escala pela
Babia, Rio Janeiro o Montevdo
Para carga, passagem, eocommendas e
-o a frete trata se com os
AGENTES
Wilson, Seas I C, Limited
10-RUA DOCOMMERCIO-10
.1 andar
Etaoiburg Suedamerika nia-
che DampfschiFf .hrt: e
sellschaft/
O vapor O inda
Espera -se da
Europa no dia
tO ie Agosto 80-
gomdo dercisda
demora eccessa
ria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Esta vapor Iluminado & luz elctrica
o tfferoce rptimaa accommodacSes aos
Srs, pasaageiros.
Este vapor entrar no porto
Qaaesqner reciar-.ages s aerSo atec-
didaa 48 horas depois da ultima descarga
do vapoi na Alfandega.
RednccSo os precos das passsgens
Ida lia tollo
A Lisboa 1 clases i 10 30
A'Scnthampton l' class, e 58 M 4>
Camarotes rese?7ados pa<-a M paesageirof ca
Peroambaso.
Para carga, passagenaTeocorntECCdaBe .inbei-
ro a frete: trata-se com os
AGENTES
AmoriD Irmao* &
9, 3??nft do Boia JesnoN. 3
AVISOS DIVERSOS
Alu/a-se a caca assob^dada coc excellM
tes commodos para bonilla, ella roa Jcnqu'm
Nabcco n. zz (Gapaoka), tratar ca rea bcrao
de S. Uorja o. 41.
Prtcisa ee de urna am- perita eoslDoeirt.
Pagase bem. A' tratar na ra oa Sol- -
n.
Vrode-ee orna loa casa fita roa de Ga
xomet'o 1 A : quem pretendd-a eirija se
mesma.
Prec-sa-ge de nm ciado e de orna cMau
para c aervico de cau casa de f itciiia ; oa ro
da Impartirla 0. 2:. 1-andar.
Vendenn se qnatro v*c:si toorina?, paridas
ha pouco tempo ; 'atar oa rea do Conlendas
o. i, fm S. J s 10 sfingoinrio.
Compra--e uro o-aco de em andar cu
urna casa terrea com sjta, no centro dejta ci-
dade, prefere-se as raa3 di Aorurs Imperatrli,
Con-o dia, rateo do Cama 11 'n rea qc pa.i e
a liaba de bond : ajara) liter 1 estas con"" dir;]a-9e a roa iiolruqcrad r, 1 jan 4?, d Frao
cisco Pedro 3oulitreo, qoe uchara com quf-m
ratar.
Aida fst para s- veoder por c.
rrco o terreno o. a roa do Dr. BpasDlooMtei
i Mello ; a t'atar na me?m 1 ro i o. I X- m-s
1a casa preetsa-se de ama noca tu 1 k e
.y a correctameme e co-a Igama coaaa, con
i/ata-se o ordi-nado.
V de-se om;' lavemos com per.neooso i
a 1 maca-, sita iua 6 do Marga o. 40,
>D Jat..Ui 1 trat:;- ra : Pfffia.
Para carga, eacocunendas, pa3sa,ges e
e trata-s com oa
Consignatarios
Tf-
Borstel
Rut, do
A, M. P.
Ub^neu Sosicnl Pernambacrae
13 aooiversaio es 39 do corrate
De o'dem doSr. presidente, participo aos Srs.
soci's que e tomarao paite ua feata aociversa-
ria os qoe se apresentarem com ingreaso asslg-
nado palo thesoareiro.
Sala das se^Ocs do Athenen Musical Pernaro-
bu-no, 17 de Agosto de 894.
O 1- secretario in'erino
Geraldo Crox.
Em cumprimento ao disposto no
art. 26 do Regulamento de 10 de Abril
do corrente anno e de conformidade
com a circular do Sr. Director Geral
n. 23, de 21 de Julho ultimo, faco pu-
blico que em 20 do corrente sero pos-
tas em circulac5o as formulas de fran-
qua a que se refere a discripeo abaixo-
Sellos
Todos os novos sellos do correio das
taxas de 10 ris a 2$ooo medem
Om,026xO",02I.
O centro de todos os sellos forma-
do de uma elypse de oBI,onxo",oi5
circumdada por uma fita onde se l :
Estados Unidos do Brazil.
O ngulo direito superior, cortado
obliquamente pela palavraCorreio
impressa sobre um fundo branco.
O fundo, na "parte superior do qua-
AJfandega de
nambuco
ntiroacao
De ordem do illustre Sr. Dr. inspec-
tor e tendo em vista o certificado que
acompanhou o officio do Sr. administra-
dor da Reparti$ao dos Correios n. 23 ae
8 de Marco prximo, fica pelo presente
marcado o graso ce 8 dias para o ex-
aente do Correio de Palmares, Ovidio
Accioly Cavalcante de Albuquerque, vir
recolh'e? aos cofres pblicos a quanti de
128380, proveniente do saldo que tem em
seu poder e respectivos juros, sob pena
de proceder-se execntivamente a co-
branca.
3.**secc&o da Alfandega de Pernam-
buco, 13 de Agosto de 1894.
O chefe de secco.
Luiz F. Codeceira
Companliia Progreso Aln-
goaniio
A directora desta Comparrhia convida
os Srs. accionistas residentes na praca do
Recife a realisarern no Banco de Pernam-
buco, at ao da 2 do corrente, a 3a
entrada de 25 O/j do capital que subscre-
veram no augmento votado a 15 de Fe-
vereiro deste anno.
Macei, 1 de Agosto de 1894.
Os directores,
y. A. Ttixeira Basto.
Vropicio Pedroso Barre to.
ManoelB. Ver eir Diegues Jnior
Associacao Com mere -al Be
nefcente de Pernambuco
De conformidade com o Art. 13 dos ?statutO',
saocoovldados 01 Srs. a-so'iados comparece-
rem o eliBcio de=la aasochcao no d.i II do
rorrete, ao mel di? para, em assembla ?ral
oovlrem a leitura do relatarlo 'la presente ed-
ministrsco, parecer da comnilseo de cantas, e
elegerem a nova directora do aono de 1894
(895
Recife, 17 de Agosto de 1894.
A. I. Birhosa Vanos
___________Secretario.__________
Devocao de N. S. da Boa
Morte
0 abaixo assignado, tendo cooptado e pago
todas as despesaa fe'tss com a festivldtde da
mesme Senhora, jolgandr-se nads riever i pes-
eoa algoma qce prestaste os seo* 8,\-cob por
occasiSo da referida festividade. pelo presente
convida a quem se jalear credor a apreseotar
suas cintas no praso de fes alas, a contar de la
data, afim de serem pagas.
Thesonrarla da veneravel devrcSo de N. 8. da
Boa Morle, erecta do convento do 'Jarmo do Re-
cife, 17 de Agosto de 1894.
0 theaooreiro
. All pie Apolorio d SiIti.
LEILOES
an
Commarcio n.
1* andar
cC.
18
Jardiaeiro
Precisa se de um qoe cultive bem jardim
horteio, paga-se*Ibe bom ordenado ; a T' ar na
casa o 9 roa do 6emh>a f Magdalena;.
Gozi heira ou c inlieiro
Precisa fe de orna cosiahelra ou coslnielro ; a
tratar na ri-a Daa.3 d-: Caitas Dameros 56" c 8
loja. __
M"Gerard
avisa a seos amigos e fregueze3 que recebeu de
Pars um completo sortimento de pellica de pri-
meira quaiidade chuvreaux glace suede casto
pe de cu etc. ra do Baro da Victoria 63
:o:a de espslbo. _______________
Ven le-se
A ral:ria brm afregeezada, i rea da Casa
For'e !. 42 ; a tratar na merma cu rea D qoe
de Cn isa n. 20.
The NorioaLlac ofSeaaiers
O VAPOR INGLEZ
m negocio
Veode se um bom negocio oo centro da cida-
de, com o movimerro de 15 i zOco-tos de ris
meosae?, ou admite-pe om socio com a'gum
c^Fi'al : cares nerta lypcgraphia eom as ni-
ciaes-I* R.___________________________
Ao commercio
Um rj^co preparsdo er arithmctica e a'gabra,
com regulares hiblM&(0^ p.ra escripia po'
partidas simples, mixtas ao dobradas, cfTerece
=eos <-ervi{t>s: qoem precisar ceixe csrta nesta
lypographia com as Alexandr? Jos d* Silva I elto
Carolina Thomazia da Silva, seus flhos, oras
e notos agradecem dn intimo d'alma as pessoaa
que se dignaram acoinpanhar at a morada
eterna os restos mortaes de seu estrumoso es-
poso, sai. sogro e ave Alexandrc Jos da
Silva Lcito e de novo ranvidam-aj para
assistir a mis?a qua pelo geu repouso elerno
mandam resar s B horas da manhfi de seguoda-
fera 20 do correnle no Convento de Nossa Se-
nhora do Carmo, ("." dii d seu fallecimento),
confessandose gratos por esta acto digno das
almas religiosas.
Os mesmos, aproveitam a opporlunidade para
agradecer as rmandades que tao cavalheirosa-
mente se pres arara e tambem veem pedir des-
culpa as pessoas de sua amisade que dcixaram
de recebe participajao do passamento do mes-
mo finido, pois foi istodevido a coosternacao
quo licaram pelo seu desapparecimento-
f
rrrts r-ro fhaves
l* Boni Bario
Joaquina B?isrra Cavalcante Chaves, Praderlce
I Gooj 1 Toftt, Mariaano Cao*
lid Ti c llar Cnavus, Deodato (ioocalves Torre*,
convidam a todos os prenles e amisos de.-tf
eslr'-mecido esposo, pri sogro r,:in:o Cha-
ve-, para a^sistireaj a? m's:a3 que pele eterno
repoBsode ?na alrr-a rrn(': -ezor na igreja do
C?rmo e capella c* B los, as 8 horas da mi-
aba do dia 20 do correle, Io ;:oni'ersar;n 'e
u fslleelm nto, agrsdi Bdo a te 1 qn
donaran comparecer 3 este acto -> religlao e
faridade.
Prflnctiiop. l.-.-N ! AEI1?!.. que
Laeerda
7 ai>
Major Francelino C'.rrefrr, da La-
cerda Maria & metro d Lacerda
Cott libo e Sil J o Muroel CaF-
01 Iro de 1 Iz? de
S osaba la eftbo laooel A'-
tbor A u rqo- Lima. Joo
L re-"^ ' Alboqoerir' Limo,
1 Albuquerque Lima, Oivk- de Al-
i -.quern' e L'ma. agradecem profoodame le 303
p-r^:"tf-8 '. amigos qoe a orr)pa':ha-am ce rea-
tes morlres de sua Iciubrada spo?a, roai, sogra,
a^, e lia Fraoclsca .ios de Alcuqo'rque Lacar
da a oiUma morada, e de novo on convida ? as-
sistlrem re mls.-a-' qoe pelo re- 1 ia Flma
n itie' na Igrejas matriz >.e Po a'Alo
e da Hoa-Vista do R-'jiff, naqu-'ila as 9 horas da
m-nha e aesta ie 7'lo "ia te-ca-f-'iri:, 21 do
corrente. o que \v\ lewm. de*de ja.
mw.
i
D. Jo*nna II. Arante* Fraaco
A. J. Leopoldlno Anotes, Mi'garida
Patnt-i Ranrqije Arantes, Hamesinda
Stn'a'a A'sce Wiif'ido Odao Arao-
te?, Eivira S. ran'e^ Artbor L Aran-
te^ f Re-.'-roMo G. A'antes (anaer.t. ?),
Rcuclpbo Candido Arantes, Anna M thilde de
Arsnha Araotea, Leopoldino Ar.Dte.;. Octavia
Iraotes, Maris S. Arantes, George S. A:..n!es,
Wallridn S. Arantes, H rmesmda G. A-arj'.es,
Ce4alptnc G. Arantes, convitam ros E"US pa-
reles e amigos para asus'lrem no dia 20 do
co-rente, s 7 turas da manda. Da matris da
loa Vista, algomas mtsssB qce ma.-iam rezar
por alma de sua p-ezpnlssima ira a, cunoada e
tlsD. Joaena M Araotea F-anco. fallecida aa
Capital Federal do dia 20 de Julho prximo pas-
sado, e ("esde j se "onfesjam gratos por tao
carioso favo-.
Aluga-se
VAPOR
'asrus
Seguir nestee
ties para o
Lfilu
Em continua^ao
De peca de excelleotes briDS de efles aortida
e dive saa qoalidades e pegas de Armiodo de
eia para palit&t, f^sendas covas e perfeitas
Ter^a-feira, 21 de Agosto
A'S 11 HORAS
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Em lotes vootade dos compradores
AO CORRER DO MARTELLO
Por iaterveafo do agente
Gosmao___________
Leilo
De 1 caixa cootendo imrortantes obras de
direito, com sfgoal de avaria, vla da Bahia no
vapor >Ilaoema<
Ter^a-eira, 21 do corrente
A's {[ horas
No armazem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente Gusmao. antorisado, fa leilao por
cuota e risco de qoem pertencer ds cixa com
3S1 volomes de diversas importantes obras de
di reilo._________________________
LeiloJ ^
De 53 pecas de chitas avariadas d'agua do
mar, do volme 2,597, carca diamante, M i o
ceatro e L L aos lados, viadas pelo vere .Rile
entrado em 11 de Jntbu prox'tnd ^aerado
Terca-feira, 21 do corrente
A'S 11 HORAS
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n 48
Por interven cao do agente
Gusmao
te
Rio de Janeiro
Eca direitara
Para carga, encommendas e dioaairo a fre-
: trata-se com os
AGENTES
Henrj Forter & C.
Raa do Con memo
1 andar
n.
8
Oompanhia de Navegn(jao
Carioca
PORTOS DO SUL
O VAPOR
Planeta
Commandante M. Asevedo
E' esperado dos portes do snl
at o d:a 91 de Agosto se-
guindo depois da necesaarla de-
Uma casa com mnitjs commodos para grande
familia, tendo agua encanada, jardim, viveiro
para peixfe, filio ie frotteirae, completamente
morado, linha de bends i perla, goeando-se de
oma vista agradavel, situada dita casa ao largo
ta Ig-eja de Saoto Amaro 2 ; as chaves para
vel t> acbam-se depositadas e,n casa do sacbris
to da ipreja janto meama e para tralar-se do
alugamentnto ra p'ia macla Conceigo, roa do
Mrquez da Olinda._________________^^^
Sola ingleza
Na loja de cal gados ra do Bom
Jess n. 21 tem para vender.
Attendite et vi
dte!
Jos Samae Botetho. abricante de bonquet3
oo mais apurado gosio, para casamento, bapti
sado, oa outro qualqoer acto : rod ter procu-
rado ra da Gadeia n. 43, loja de selleiro, oo
oa saa residencia, ra da CooceicSo n. 3, Bo
Vista._________________________________
Cosinneira
Precis-se de ama ccsineira ; na roa Estrella
do'Rosario n. 3, pharmacia.
tfoBapiila do Befo Bvrba C-
vaicMnie
T'igealmo dia
Tertollai-o Delgado de Borba Caval-
cante, Bernardina Dorotba de Borba
Cavalcaote, (-.oxete) Maria da Coocei-
5o de Borb Cavalran'e e fob'inhcs,
cuovidam a todos es prenles e amicoB
para assistirem a roisBa qoe mandam celebrar
na matris ds Bos-Vista, segunda feira, 20 do
correte, s 8 oras do dia, pelo de-caogo ter
na da alma de -en noDca esquecido irmo, cu-
nhado e to Desde j cenfrg am se eteroamea-
t? gratos a todos os qie assistirem a este acto
de relie'o e crida^p.
t
s7isr
mora para
R.o de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pe-
lotao e Porto- \ legre
Para passagens, fretes e eocommendaB tre
:a-se com os _____
AGENTES
Pereira Carae.ro & C
"Xua do Comtnercio n. 6
1- andar
Boyal lail Steai Pacte! -
Ageale Pesian?)
Leilo
Dos movis e livros perlenr-nte- ao espolio
do Dr. Joaqalm Ayres de Almeja Freltas
Terca-feira 21 de Agosto
A'S 11 HORAS EM PONTO
Na roa Velba de Santa Rita o. 13
O agente Pestaa vender por mancado e as
slsteocia do Exm. Sr. Dr. jili do civel, ob rro-
veis e livros de direitos pertencente ao espolio
do Dr. Jjaqalm Ayres ue Almeida Freitaa oo
dia e hora cima mencionado.
Leilo
gas, vidros, qaai
_ ctos de electro-.
Qaar-eira, 22 de Agosto
De movis, loagas, vidros, qoadros, espelhos
e objectos de electro-plate
Agente 'into
O paqaete
Don
Ccnmandante A. E. BU
E' esperado do sal at o
da SO de Agosto seguo-
do depois-da demora indis-
oensavel para
S Tcente, L ftoa. viga e Woc-
liasa^io
Para p?.3r7ig#n3, fretap. meeiBSMnslUrj i?atas
com os __
AGENTE8
O novo e esplendido paqaete
Danubie
Commandante G. C. Hioks
E' esperado dos portos da
Enrona at o *S da do Agos
to e seguir depois da e
mora lodispeneavel nara
7 B?
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ayres
N. B.Prevlae-B8 aos Srs. recebedores de
aercadoria8, qne a Companhia Mala Real Ingle-
sa, contractoo rom aGeneral Steam Navegation
Gompanyom aervigoda vapores semanaes qoe
partindo de Bordeanx, Cognac, Charent etc, de-
vem chegar a Sooa|nmptor a tempo de bldela
rem as cargas destioadas America do Sal.
para os vapores desta compacha.
t
fca Inis Ferreira Pinto
gDez Marques Ferreira Pinto e seas
t'lhos Uaooel Ferreira Pinte, sua molber,
filhos e ne'os convidam os seas parentcs
e arrigOB, bem como os do tinada, assis-
tirem a missa que por alma de seu 1 olatrado
marido, pai, filno, iimaoetic, J)s Loii Fer
reir Pioto, mandam rezar oa matriz da Boa
Vista - 8 horas da maob de seganda-feira 20
do corrente, stimo da do seu passamento, con-
fessaudo-se etoroameote reconbecidos a todos
que comparecer^ .
Aos senhores de enge-
nhos
Offerece-se um habitadissimo chefe de
babricagao, de passagem n'esta capital
juem precisar e quizer tratar, pode in-
formar-se ou dirigir carta ao Sr. Luciano
Wagner, na Agencia Hayas.___________
Cosiaheiro
Praella s de um hom coMnheiro, assim como
de um criadlnno ; a tratar oa rna do Carmo
nalct n. 55 em Olinda.
Professora
Ornaj ennora; regada deP?rtogpv offerece-se
p?ra ensinar meninas a 1er, escrever e contar,
bom como costar-, bordados e oo'ras prendas,
mediante mdica remune-ago, prefere par?
algara engenbo, e psra mais informagoes, n?
ro Daqca de Casias n. 48, loja.- _______
Gaaxeiro
Precis8-ee de nm com bastante prallca de mo
hados, qoe afiance saa conducta : ra da Im
peratriz . 42, prefere-ae homem.____________
Olnda
Aiaga-se ama casa com doas salasj 5 qaartos,
coslnba e om grande quintal, tem agua encana-
da, na rna de S. Bent.> n. 8, com frente moder-
na, reedificada, perto dos baohos aalatdoa, as
chaves na raesma roa b. 18; a tratar na ana
de Antonio Hcnrlqae o. 15, a primeira esquina
da roa das Calendas.
Precisa-se de uma ama que saiba cosinhar
roa da Praia n. 4.
na
Ama
Precisa-se de ora ama para cosiobar e cutroa
Bervigos de casa de familia de pon-ras pessoas:
na roa do Imperador n. 81, leja.
Capunga
Aloga-se a casa peqaena roa da Amisade o.
40, com cacimba e quintal dividido ; a tratar na
roa Diri a n. 45, i-an.ar.
JVTado-se
J aqoim Pereira Villas Boas mudoo o seo ar-
mizem de carv&o da rna de S. Joo n. 5, psra
Vidal de Negrelros o. 16, onde centiona a bem
servir ?os sena respeilaveis fregueses.
Cosinheiro
Prrc'fa-s~ de nm bom cosinheiro
ua do Commercio n. 44
trata-se na
Casa yenda
Vende-se ama casa Bita roa do Padre Fio
riano o..71; a tratar na mesma, de 3 s 0 horas
da tard.____________-_________________
Caixeiro
Quem precisar de om caixeiro de cobraogat,
dando fiador de saa coniuc'.a ; deixe carta nes-
tavpograpbia com as inlciaeeM. C. T.

Sitio Da Barra da Jangada
em Muribeca
Vfndf-se um sitio denominado roa do Fcgo
na bapra da Jangada, em Mnrlteca, bem arbor.-
eado: a tratar na roa Passo da Patria o. 39.
Cidade do C: bo
Vtnde-se oma cara em b:a condigao de on-
servagSo, sita oa ci.'ade do Cabo qoem pre-
tendel a pode entendsr.se em casa do Revm.
visarlo da freguezla, qce dar (odas as infor-
ma;6es.________________________________
Ao commercio
A:tooio Jcs Soares Braudfio e Uaccel P- ira
da silva, f;z-m selente ao respeitavel co?;o
commercial desta praga e ao pablico em geral,
qoe cesta data dissolveram amigavelmenle a
socledade qne ti. ham co estabelectmento de
molbadoa ra do Vis-rande de I hauma n. 49.
o qual gyrava sob a Arma de BrandSo A Silva,
rstirandO'Be o socio Maaoe! Pereira aa Silva
paga e sa'isfeito de sen capital e lacras, ficando
osocio antorlo sot SimOes BrandSo com o dito
estabeleclmento e onico responesvel pe activo
e passivo da exlinnta f)rrrs.
Rectfe, 17 de Agosto it 1894.
Antonio J t SimOes Brandfo.
UaooelPereira da Silva.
Alfaiataria Moderna
.18Rna Larga do Rosarlo18
Acaba-B* de abrir ama nova alfaiataria. com
esplendido sortiosedto de casemiras, ebeviotes
Drins, ultimas novidsdes de Pars e Londres.
A oficina dirigida por urr hbil e conbecido
artista.
Os seas propietarios pedem uma vlalta na
ea estabelecimento
___________CAMP03 A MAJA
Cal de Lisboa
chegada pelo nliimo vapor. v*^nde-e no largo
da amiga A-sembla (Forte do Mat-to) n. 21. ar-
mazem.

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dadosamente escolhidas as prineipaes pracas da Europa, prineipaes
menle em Pars e Londres, de onde recebem as prineipaes novidades.
E' stnipre variadissimo o sortim nto que manlm em sedas
brancas e de cores, las, linhos, tecicos d'algodao, enxovaes para c&sa-
mentos e baplisados e muitos nutres artefactos.
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para repostemos e muit s oalros artigos para deeoracde.de casas
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Este enrgico e prodigioso medio&men
o, que com^coa a ser vnlgprisado em
1883, e qnc tSo proficuos resoltados ten
preduzio na cura do iv,umathiamo, mo
estiae de ytile, eacorrhoaii, asthma, nop
soffxiajtoa cccssionaospela impureec, de
acegue, o ca diffcrenteu torcas da syphi-
lis, entere por clgum lempo parausado p< i
circumfatancias ^mperiosaaj e boje, porm,
reupparece cem todo sea vigor; e de
esperar qu< continu t. msrecerdo illus
tradu pubhoo a ixems ccceitacSo da que
se^pre goaca.
Approvado pela reep '.tavel Junta Con-
tra! de Hyriene, por Decretos de 2 dt
Jocho de 1883 e 18 de Abril de 1885.
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cbos e peitilhos.
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i ment de collarinhos e panhos Cami-
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Alta no\id de
Em finos bicos e rendas, desde a mais
fina seda ao melher Valenoiane, recebe-
r am
Pedro lndanes t: C(
Ra Duque de Caxias
OlSiS B"B Mi
um grande sortimeoto receberam
Conrado, A funes & 0.
A" BRISA
HTEOS ti fdM
para crianja, fortes e elegantes, recebe-
beram
Conrado Antones A i .
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fo Sxoreito e o iiospltea, Tila tou jahaJo 111 pcSicio d nUmaotacia do parucuiares.J
sos (pifies cJla assegur um l.te liadavt!, scaUTel c :....&!.
r d|S > rii-ai: asESz ms 11 S.-:s fitrtai: .: r -> r
A casa Bearl nettli ufo eni nula, como outr'ora. uaur.'co goiito pan o ihmtfit f\
'tone productos aoiam-o u-j prlridv&a t^u&s lmp'.rladcra, drogaras, ptiannfec'ca e ldji
[de coicosliTbts-
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flf^BUa^m arra ijsjaj-jsj^ fttiCTii* ar^rTT------->n-----it inii
HOSTIAv
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HOSTIAfl
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Brancas, pretas'e de cores, um enorme
e variado sortimento, receberam
Conrado Antnnes ti O
A B.I
Pe furnia i ia
dos afamados fabricantes Houbigant,
Guerlain, Colgate, Violet, Roger e Dele-
trez, acaba de chegar para
i' BBISA
Conrado Antones PRA^A DA INDEPENDENCIA
csiii nmiiG,
Coinpra-^c ean-
tela de penliore
por maiw do que
em outra qual-
qner parte, na ra
da Palma n. 999
asim como oaro
e prata, a tratar
das O as $ horas
da manila e das 5
as $ da noite.
Reeife, 19 de
Jnlh^delSO^
Escrptorio de
Engenharia
Bi evemente ser installado na ra
do Bom Jess n. 7-, i* andar um can
ripiarlo technico que se incumbi-
r de todos os trabalhos relativos a este
ramo de servico ; taes come : levanta-
ment de plantas, nivelamento, explo-
ra?ao e locacao de vas frreas de
isinas, demarca^Oes de terras.prqjectos
desechos) e orcamentos de toda e
qoalquer obra.
[Alug-i-se
A expeliente eaii para pastar a fests, em
Olioda, no pa'eo de S. Ppdro Nova n. , cem
aeoa ; a tratar ua roa do omtcercio n. 16 A,
Becife.
Precisa-se de um menino de 10
lannos, para criado ; no 3." andar
do predio n. 42 da ,.a Duque de Ca-
xias, por cima da lypographia do
Diario.
Saropaios
Continuam os magnficos cigarros
SAMPAIOS, a ser vendido as prinei-
paes mercearias e na fabrica* METEO-
ROS, ra Larga do Rozario n. 30.
VITAL ELIXIR, remedio ingles, effi-
cacissimo no amollecimento cerebral, in-
somnia, sonhos fatigantes, ancia, excita-
ment, debilidade dos ervos e dos min-
ados, tubrculos pulmonares, molestias do
estomago, dos intestinos, etc.
mu Iffso
Formula do
DI. HJiYH IO DE ABRE
PREPARADO PELO
PHA RMA CEU7 ICO
ALFREDO DK CARVALHO
RIO DE JANEIRO
Cura as dispepsias, digestSes difficeis
e todas as molestias do estomago.
Vendem-se na PHARMA' IA FRAN-
CEZA, ra do BarSo da Victoria n- 25
Pernambuco.
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch-
lorose, ou cores plidas, opilacao frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nio h remedio mais efBcaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcunte.
Formula approvada pela Ulma- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Procos de urna caixa 10500
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j* Contra a rauta, de appetite. a Obatracco, a Bnxaqueca, a Vertlgen
/# as Cona;eatdea, etc. Dote ordinaria: 1, t i 3 graos.
y Desc >nar das faisicaoses. Exigir o rotulo junto impresso em france:
ira;
A.uprovacisxB xsol InBpBotoila do Hyiio^'i do Brazll
CASCARA SAGRAE3A
V*riJaeic4ro Mentedio t-oKtra
PRBSAOokV.

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Gmtra Mimi s SiL:;aSE
Depoj.lo srrl : PHARMACIA a. BatMAZlfcRE, 7!. renu I vil PA
nsra Km Farr.tmm;o C i OB.GiS-PHOJ1-'!'... "..;i-::ii.i.; ..---. ,/
WBL.^^..^.^---. i .11 1.1, ': -
VINHOdeBUGEAUD
^ONI-NUTRHW
COM OUINAj
! :
lECAC
0 melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & O, 5, Ru Bourg-l'Abli, PARS
SE ACHA AS PRNCIPAES PHARMACIAS
SAI NT-RAPHEL
#2.

mi
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado palo methodo Pasteur.
Receitado as Molestias do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencias; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulberea
e s crian?as
"sjriai a Pemmibitvt: CI) tratiRM MsNM (MaMt; faVAl
CADET
, CU F2.A
EM TRES DAS
Denain7j
pars
Bepositos as prineipaes PharmaciaBt
sezoss
As sezoe-, fehres intermi-
tente-, palustres^ renitentes,
dores as mais rebeld* s, sao cura-
Jas infail velmea e com S3
pillas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
BOTICA FRANlBZA
H. Ro; rol
22 Ra da' Cruz 22
Fabrica Je arelo
Aguas e linonadas ososas de
ol s as qu. idades
Boda ~_i>r, gitiger, ale, limSo, iaranjai
abacisis, grrnadina grcsellsa
12-A
cura'
bai:n;!bs, bortoISpiaer.tB, etc. ftc
12-A (AES DO CAPIBAP.IBS-
Aifafa tlor
Vea ;ea Sciresraee ft Valent i
C- rpo 5s
?f Ci CRAPEi)S ENFETAD0S
para senioras
Rcceb iu-se um lindo sortimento de
ALTA NOVID ADE
A Notre

e Grageas de Gibert
AFFECfEt tYPHIUTICAS
VICIOS DO SaNQUE
VenUdelro productos fcilmente tolerados
pelo Mtomaao e os lnteatlnoa.
fiigir ai finan d
D* OIBIRT t ti BJOUTIONV, KiraiNflllos
JHcettados pela* celebridaiUi nudieacs.
PUCO.IFUJ-SI DA1 HUTAgUM.
_Anawm>aa. MAijoni-LAmm. P.aia. _

As anicas Verdadsiras Pastilhts de
VICHY
PASTILHASVICHY-ETAT
Vendidas em caiiinhas metallicas scelladas
EXIGIR A FIRMA DO ESTADO
ESTACAD DOS BANH0S
15 de Maio -- 30 de Setembro.
B*P' SILVA JWH0B o ou tnaojaH krr- tofuiu.
EngeL.ho
Vende-se um imprtame encerbo Morojo, na
comarca de Naxaretb, distante o- !egaa da
estagao, ger.do ^ue tcJas as obras do ecgeno
esio cocpl a: eote m bom estado, tendo ama
importante macbiDa a Tapor : a tratar no mes
mo engenbo oo na ra dcG9bogA db 8 e 10.
FundiQo Ge-
ral
Alian Paterson 4* C. avi-
cm aos seos freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberato
um variado sortimento de
aralcr os mais afama os.
Sy; cuse !
grados a 2, b 1 !
Gobanos ns. 1 e ^ !
Ourives oceu-
lista
Tbeodorc Jua Bamoi de Mello
E-taDelecido com officloa de oarives roa da&
Larangelras d 1 avi=- aos seas fre^aeses e ao
resp'-itavel publico, qoe mintem officiaes habi-
litadiBslmos para execin,ao de qoalquer trabalho
coDceraeote i sua arte, especiatmeaie crava-
cote para brilbaotes. oculos, pencinex, monocu'
los, etc.
Dou-a-se, praieiase qoalquer metal, concer-
tos em leqnes de madriperola on outra qoalscer
especie, garantilo prego3 mdicos.
Ra las Laraugeiras n. 1
Regulador da Marinhe
Concerta-se relogios de algibeira, pens
dalas de torre de igreja chronometros de
marnba, caixa do msica apparelboa
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mecbantca.
9Ba Larga do Rosario9



f




Diaria de Pornambnco
go
1 de- As:oto de IS9J


FA33& do tssnKra
3011
no
SB, ;:C BAPIXST4 B3Hfi.U COSTA
E: DHflPJA
X >c3es eompiladas. o
das ilo diversos au-
itava p i ;ina I Diaria
de cnniuibnco P t
Capitulo III
Methoo da Estatistea
Conttmafo
I
cia : formas i 86 re-
re-t
ca c intr
S SUS a'- .. .;.
[!
e a tr tus
u sei mcia i iva.
Lte a est. tistica ni
VJ .. ui\ i-se o me
do le nduccfiu que a desviaba
nos vastos ca ng ia das oonjeotu
[Sao principalmente mu! > difflceis,
jp raue a indagado da y dade, que
> ti n almeja lo, encouti mil obsta-
' culos cerneados constante unto pela
ignorancia, prejuizos, .ovoncoes,
incuria, interessos hostia ms pai-
X0 'S.
Estas operaco )ssao o i lastro do
territorioo recenceamea da popu-
l.icfto,o resumo dos ac| do Esta-
do civil o cidastro da orodueco
agrcola o industrial informa-
c es administrativas.
Todos dovom ser dirig >s o prati-
c > loa soguindo os proce. >3 da ma-
I tria, que sao:
1.' A extensao das in
at aos prinieiroe elemente

h I QSt guia
.apenas alguns espita! leirosse
obsti: seguil-o.
Omethodo natural chaado tam-
bem Methodo de ExposicSb, o
nico digno do futuro jiromettido a
estatistea.
Est, muito simple , con-
n registrar em urna ordem
tactos numricos
us-
su ipto qualquer.
por ?, para a orfc
da tstatisttca doa
na- tu por unidado o nu en-
fer i de cada hos-
pital i de cada pri >, z-se a hi
ria de seu destn >, seguindo, d
. i ann a anno, a situa luo de cala umdestes esta-
belecimen
r a difficil e espinhosa estatis-
tea da industria ; cada manufactu-
ra, cada exploraba i nstitae urna
unidade. As materias primas, os
productos fabricados.sua quantidade,
valores, numero dos operarios, sala-
rios, achinas o t -dos os utensilios
do estabeleoimento sao primeiramen-
te enumerados coin minuciosidade,
depois agrupam-se a> cifras,assim as-
sentados era tornado quadros col-
lectivos por localidade o seguindo a
nalureza dos pr ductos.
E' verdade, que este i methodo de
exposieao exige longos desenvolvi-
m-'ntosque p-irocoro ocios s a mui-
tas mas lem a vantagem im-
mensa de pod r cada um apreciar
are dos elementos, proceder a
sua verificacao, refazer os clculos
do ; ale le c >rtificar-se da xaeti la i
las as operages.
A estatisti liada desta ma-
neira 6 verdaderamente experimen-
tal ; poe vista do publico o testemu-
nho completo lo suas ailir.nacos,
nao procede por induccoes, se
fazia utr'ora; ass >cia a todos ao tra-
balho de seus clculos, cujo nico
object > c >rabinar,8em alterarabso-
Iutamente, as cifras primitivas.
nmunic estatisticaobn-
renunciara este systemada ex-
posica i c impleta de seus calcul
mand sua abundancia tiogrande
que offereoe obstculos a sua piiblica-
Esta excepc i p rm limitada so-
mente a i latistica agrcola, dos
1 i les como os Est.:
Unidos da America do Norte, Esta-
dos Unidos do Brazil e na Europa a
Allomanha, Austria e Franca.
Ha no methodo de exposieao um
inconveniente muito grave que 6 a
exigencia sobre cada assumpto, de
uma expioraco profunda, de
urna tal extensao, que preciso, para
oonseguil-a muito tempo, trabalho,
Ser- v ranea, com oda a autoridado
o G tverno, boa v mtade dofunccio-
nalismo publico, desde um servente
at u ii.diefe.desd umagente munici-
pal at lo prefeit >e maisanda uma
tran [ulidadede espirito,na popula-
os ', ama disposico choiado confian-
za o de seguranca para arroetar com
sstigacos
; des n-
meros, afim do chogar ao mais alto
grao do certeza possivel.
2 O us de quadr m tra ados uni-
f .:,.. i oa i localida-
d p r cifras,e certificados pelos 'un -
cionarico encarregados de sua exe-
lo.
:t.- A limi i lenolatura
duzida,
uto, a trint o seis pala-
vra le que a extensi o a com-
jdi'xlade do trabalho nao
j|,is, nem pretexto para I
pbssivel a sua execuQ&o,
! 1.-Uma esc )lha severa
rig. irosamente necessari
ptuando as que por si or.
pina de i infallivel.c
.! dos productos 4
)n moti-
.iiar im-
ias cifras
1 : exoe-
;em logo
10 o valor
adquire
sabendo-se quaes sao seus presos o
suas quantidad s.
5.* A multiplioacao dos moios de
revisao, de confrontaco, de prova
applicados a todos os resultados das nosquadros estatisticos,
operagoos successivas,deque so com- Estes quadros sao divididos d
poo a investigacao.
O fnn e utilida I
es de sua orig^m e de sou dos-
tin > ; finalmente uma multidfto de
outras oporacoes que sao analysa-
das o registradas em ultimo lugar
O im e utilida le destas disposi-
coes ser.lo mollior apreciados o co-
nhecidos na Estatistea applicada.
Capitulo V
Meios de Exeeufo
A estatistica loni cifras,, clculos,
formulas o typosgraphieos para trans-
mittir o conneciment> positivo das
matoriasimpjrtautos com que so oc-
cupa.
Emprcga oporacoes g dsicas e
cadastraes para medir is superficies
das torras e extensao do paz '; arro-
la 1 linar com mi-
nu a niero dos habitan
dos municipios, comarcaste provin-
cias ou esta los, afim de cheg
ineio de todos essa parci
ao grande total goral da p 1 > j
quadros annuaes para r
1 u:n do s moyim in ipu-
scobrir o term ) venia I
de seu augmento ou dira ;
s por municipios c p ir
naanufaturas para conheoer a pror
llueca 1 agrie da e a produocAO indus-
trial segundo a natureza de cada ob-
>, seu proco, sou valor total, os
por c
lum'nas verticaes, as quaes se in-
screve meth tdicamente sobro linhas
parallolas horizontaes, as cifras que
explicam edesenvolvem um assum-
pto qualquer da economa social.
A prim lira, oolmnaa, a osquorda,
i- mtem a nomenclatura dos lugares
ou d ta objoctosaos quaes se reforom
os faotos numerio s; as columnas
exprimera por nmeros superpostos
as p irtic ilaridados dostos tactos; e a
ultima, que focha o quadro diroita,
i 1 era um total parcial os factos
ex pos tos em cada linha. Cada una
e ilumnas recapitulada parcial'
1 em nina linhad 11 >taes que oc-
limbo inferior d 1 quadro e que
dnar adireita pelo grande total
tal
g ral da ultima columna a diroita.
ito c incisos, ou ant is mo-
icriptos imj das
.mas indicara o seudestino-
Aseda lomuitas vezessub-
idids de rnancira que expresse n
a linha una generali
tn ombaixo,por urna chave,
parciaes, que tornam-
tod| columnas separadas.
C :/ii/ia
POi SI AS
!
A vidn 10 Centro
Oh gi
Ol vita i
0!i sonza
a ineffabila allegrezza
ra di amore e di jiace
. a.na sicura ricc'iczza !
D TE. Dio. Con:.
Longo do h irb >rinho, u- em termos
S' agita na eidade ppale v,
.Melli vv.; aqu, na p dos ermos,
Na .solido do3 campos de', tosa.
Aqui no Centro placido e
Or.de mais livre o coraca
Como a propria belleza
Como a propria granddz
E que ar livre, a que ai
Veste sadio e limpido c
Que balsmico ar em to:
Que viia, C'>8, 'ao b
gelo,
3 expande,
do bello,
-tudo 6 grande.
ro se respira
aente !
1 gyra 1
iles 3 innocente !
Ostenta a naturesa atern festa
Trajando sempr gala e& raldina,
Teudo por tecto a sombi. da floresta
E por tapete a relva da campia.
fi' candelabro o sol, si ac so dia ;
Si acaso noite, cande ibro a la,
Que co'o cortejo seu,to 1 poesia,
As estrellas do Co,no 'o flucta.
Sao orchestra os gorgeiot --onorosos
Dos msicos do ar,os | ".ssarinhos,
Ou voando travessos e di sos,
Ou pe usados beira de 1 us ninhos.
Flores nSo sao, de corto, aquellas que a arte
Pelas cidades fabricar oostuma ;
Mas aquellas que abi, em qualquer parte,
un a csico, sem cultura aguma.
Fructas sao as que aotnpre, Dumerosaa
No gosto c chairo, l no p uchamos,
E que doces e serapre appetitosas
Na OCCaaiftO COhemos pelos ramoa.
Convivas .. do arredr oa habdantes,
Que, em delicias tito aSa o to perennes
Sempre immersos, feliz's, radiantes,
A eus euviam saudaeSea solemnes.
geute
Eis o Centro Eis o Centro 1Aqui a
Anda a seu gosto sempre, anda a. vontade,
Sem receios da critica mordente,
Sem etiquetas, luxo nem vaidade.
Como expande-se aqui a mente humana,
Em mil vagas ideas sempre accesa !
Como dilata-se a alma Como ufana
Outra so sent a nossa natureza !
Oh lugar favoravel virtude,
Grato 1 raeditaco Oh, paraizo,
Onde nao busca allivios a saude,
Que oa nao encontr quasi de improviso !
Da existencia o theor, a atmosphera,
O clima, a propria habitual comida,
Tudo concorre, tudo coopera
Para que se dilate mais a vida.
Sim, vive-se melhor na paz dos ermos,
Na solido dos campo* deleitosa,
Lono-e do borborjnho que sem termos
Se agita na eidade popuiosa.
F. Cismontano.
Av
um: multidao do obstculos invenci-
0 methodo de indueco de me
asara antigamonte.evitava todas
essas diffiouldades, e permittia em-
groh nder ma estatistea sem outra
ase il mi do urna cifra nica da
qualse fazia applicacaoamaisexten-j
sa e temeraria.
Deste sy.stemarosuitai'ain estatisti-1
cas errneas e indis, como foram as
organisadasem ''ranea por Vauban,
Lavoisier, Necker, Messance eMon-
thyon, Chaptal e Honnet, e as do sa-
bio agrnomo inglez Arihur Yormg.
Os limites desta compilaco nao
permitom maior desenvolvimonto a
este capitulo nem indicar os erros e
(inexactidoes, a que o methodo da
induocao levou to distinctos auto-
res.
Por tanto a escolha de methodo
goroso nao sement necessario,
para oncamiaha uma expioraco
estatistica a resultados incontesta-
Veis, como essencial sur execuco,
que, apozarde todas as especies de
vantagens, pod* frustrar-sopor effeito
nicamente do um methodo mo, que
sus ito obstculos superioros a todos
os esforcos 8 boa vontade.
Capitulo IV
Operacdes da Estatistica
As operacles da estatistica tem por
objecto obter, reunir, o elaborar os
factos numricos, cujo conheciinento
importa aos interesaos da sociodade.
Sao muito "extensas nos grandes-
est'dos juopossuem um vasto terri-'
torio e uma numerosa populacao i
Estauea a H.t na
1 A. Du.ujs 'dito,
I
UM l'ASSEIO DE CARRO
Sahiiuos, ella e eu, i'eutro de un carro
Um ao oulro abraca.ios e co:i:o era
Triste c sonibria a nalureza era lomo.. -
la comnosco a eterna primavera.
No cocheiro tiavamos a aorte
Onqaelie da.o carro nos levara
Sem ponto lixo, onde aprouvesse ao homein :
Hosso deelioo cm anas raaos csiava.
Quadrava-llie Saint-Gloud. Eia '. pois vamos
l' um sitio de lu.', de aroma e riso.
Demais, si as dobsu almas conversavam,
Onde estivessem era o paraso.
Desceraos junios ao porto do parque ;
Era deserto e triste e mudo ; o vento
llolava nuvens Cor de cinza : estavam
ecco o arbusto, o caminho laniacento.
Rimo nos tanlo, vendo-te, formosa,
E felizmente ninguem mais le via,)
Arregacar a pona do vestido.
Que o lindo p e a mcia descobria !
Tiohas o gracioso acimtiamenlo
Da tidalga genlil pisando a ra,
'OesalTeita ao andar, tt-u passo incerto
Di-ixnva conhecer a rac tua.
Urna das tuas maos alevantava
O vetido de seda : as saias finas
Iam mostrando as reorias e os bordados,
Lambend j o chao, mollian lo-te as botinas.
Mcr^ulhavam leus ps a ca la Instante,
Como si o clio quizesse alli guar lal-os !
K que afn mal p Mllamos nos ambos
Da cubicosa Ierra libertal-03.
Doce passeio aquelle B como 6 bello
O amor no bosque em tarde tio sombra :
Tmlias osolos hmido?, e altee
A rajada do inveroo earubecia.
Era mais bello, que a estagao das flores ;
Nenbum olhar nos espreitava alli ;
Nosso era o parque nicamente nosso ;
Ninguem (eslava eu s ao p de ti '.)
Perlu*tramos as longas avenidas
Que o ho-isonte cinzenio limitara,
Sem mesmo ver as deusat conhecidas,
Que o arvoredo sem folhas abrigava ;
O lanque, onde andava um niveo cyane
Plcidamente -o passo nos deteve :
Era a face do lago uma esmeralda
Que refleclia o cisrje, alvo de nev.
Veio este a nos, e cono que pedia
Alguma cousa, uma migalha apeuas ;
Nada tinhis que dar-le ; a ave arrufada
Foi-se corlando as agua lo serenas :
E nadando parou junto ao repucho
Que de agua viva aquelle tanque enchia ;
O murmurio das gotlas que lorabavam
Era o nico som que all se ouvia.
L Acarnos tSo junios um lo outr >,
Olhindoo cysnj e cscutaodo aa aguas;
Vinha a noite ; a sombra cor do bosque
Eraraoldurava as nossas proprias magoa?.
N um pedestal, onde outras phrases Urnas
A mao de outras amantes escreveu,
Foi iracar meu amor aquella data,
E junto della pflr o nome teu.
Qaando o esto volver qaellas arvores,
E sombra dellas for a gente flus,
E o tanque refleclir as folhas novas,
t o parque eacher-se de mormario e Itu ..
Irei um dia, na eslacao das llores,
Ver a culumna onde escrevi teu nome
O doce nomo que minlia alma pren le,
E que o tempo, quem sabe ? ja coasome !
Onde estars enlo ? Tal vez bem longe,
Separada de mim. trele e sombra ;
Tarez teuha seguido.a alegre estrada,
Dando-rae spero invern cm pleno esli.
Porque o invern nao o fri e o vento,
Nem a erraa alameda qu; h>ntem vi ,
O invern o conico sem lu-. nem llores,
E' o que eu he de ser longe de ll.
Machado de Assis.
O Mal^rcui'o de Sanl;i Ilclcna
(merv)
Na sua ilha descanca
O inmortal imperador,
Ao s.m do vento e das vagas,
E de una fonte ao rumor.
Um salgueiro cobre a lousa
Do sepulchro em que repousa
O grande Napoleo ;
E as suas follia1 cabidas
Sao as lagrimas vertidas
Por elle ua solido.
Dorme o here sob o arvoredo,
Onde o mocho vem carpir,
Qual na vesp'ra do combate
Sob a tenda ia dormir.
Quando a aguia d > ninho voa,
E o trovo, que ao longe soa,
Faz a montanha tremer,
Parece que elle se inflamma,
E co'a bocea accesa em chamma
Vai co'a morte se bater.
Sob o feral monumento
V-se as noites se inclinar
O salgueiro entristecido,
Que o bravo tenta abracar.
Ouve-se a queixa, o lamento,
Com que elle abranda o tormento
E as penas, que o here aoffreu ;
E' a elegia, cue s noites,
Do vento aos rijos acopes,
Cae so'ore o tmulo seu.
Para narrar sua gloria,
Que quinza annos durou,
Resta elle o derradeiro
Dos cortezaos, que ficou.
Das c'roas, que o mundo em festa
\ Atirou-lhe sobre a testa,
Que tem o rei imraortal ?
Um salgueiro em rocha Jura,
Esse arco de verdura,
Que seu arco trinmphai.
O marujo, que visita
Este rico mausolu,
Deacobre-se, corta um ramo,
E vai mais crente no Cn.
As velas ao vento solta ;
Ma:8 seguro patria volta,
Poia geralmente se diz "
Que este ramo um conforto :
Leva o navio a bom porto,
1 o WrnA sempre feU ,
A verdade e as mentira*
(RAMN DE CAMPOAMOR)
Quando por toda a esperanca
O padre diz ao nascer
A' estremecida crianca :
Es p e p has de ser.
Repetem n'um doce grito
A mae e a ama tambem :
Como elle sr bonito !
Bonito e homem de bem !
E logo aps a Esperanca
Faz o estnbilho cancao :
Ser feliz a crianca I
Ser
u re
brada a Arabicao.
E emquanto o tempo procura
O menino engrandecer,
A rejigiao murmura :
EV p e p has de ser.
Ch 'ias de f e certeza.
Exclamam com porte audaz :
Ser um Creso a Avareza ;
A Vaidade :Oh muito mais !
E o seu neme se derrama
Da trra aos eternos Cus ..
E' Homero grita a Fama,
Volve a Razio :E' um deus !
Mas a voz solemne e pura
Ao nascer e ao morrer,
Diz no ouvido a creatura :
E's p e p has de ser.
Luiz Guimares.
Os ramilhetes dos pobres
( Paul Bouvget)
As raparigas das ras
Que vivem vendendo flores,
Tristonhas de frontes nuas,
Me apparecem como d6rea.
Sao teus nuncios, Primavera !
Da pobreza aos beijos agros,
Nos trapos que alguem Ihea dera
Esconem seus membros magros.
Co' as mao8nhas tiritantes
Tecem bouquets delicadoa,
Que erfeitam nossas amantes
Nos vastos salSes doirados!
O' pequeas que de lome
E fri morte chegais I
O' floresinhas sem nome,
Nossas penas sao iguaes !
Emquanto p'ra a minha amada
Dos versos venco os escolos,
Um outro, ama alma adorada,
Beija-lhea as facea e os olhos !
E a ingrata oa meus dithyrambos
L, e guarda as flores vossaa,
Sem suppor que leva a ambos
Por ella as lagrimas nossas.
E que queremos s vezes
L& noite ao muato sombro
H

Afogar nossos revezas
Xas aguas crespas do rio !
Mas isto nao priva o povo I
Como, !'uu o mundo ves !
De vos encontrar de novo
Vendendo flores, bouquets.
E para o pobre que amamos,
Para ella uns olhos psrversos,
Que vos tocis vossos ramos
vj|E que eu burilo os meus versos !
Alfredo de Souza.
A' deusa Aurora
( Ruckert)
Bella deusa, roxa Aurora,
Cujo bafo as r.uvens beija,
A quera na frauta canora
0 pastor ledo festeja ;
A qu-iii meanio a selva muda.
Que de lagrimas to molhas,
Rumorejando sada
Com myriadas de foihaa :
Inda te apraz, formesa !
1 \ de teu carro dourado
Linear a vista amorosa
A um mortal afortunado!
Sobretudo aos cacadores,
Que f lgam co'a madrugada,
Concedeste os teus favores,
Como fama divulgada.
Do ca$ador Orion
E do Ccphalo iguai ment
E do farinoso Tithon,
Qu'enveiheci: eternamente
Por elle d'amor perdila,
T a os deuses requereate
Que podesse eterna vida
Gosar no Oiympio celeste.
Mas um dora bella deidade,
Te olvidaste de pedir.
O da eterna mocidade
A' perpetua vida unir.
Embotado de velhice.
Por teu incauto pedido,
A' cigarra agora, diz-se,
Vive o triste reduzido.
Deixa pois o rouco esposo,
Eis-me aqui que sei cantar ;
Pepoe teu veo luminoso,
Volve a mim teu doce olhar.
Em teus corseis chamejantes,
Arrebatar-me comtigo
A's est ellas radiantes,
Como teu ditoso amigo.
No fulgor m'inundarei,
Que de teu rosto transluz ;
Da l banhar-se verei
Teda a ierra era tua luz.
D'eterna vid- gosar
Nao te supplico a virtude ;
Mas que, emquanto me duiar
Goso sempre a juventude.
NSo a frivoli, ext'rior';
A que o'spirito deseja,
A que uniudo aos sons amor,
Sempre om torno a ti adeja.
Vida nao vivida
(A. de Musseii
Era bella, como a eslatua
Em mortuana capella,
Dormindo em lejo de pedra
Immove!, pode 3er bella.
Tinha bon.lade, si basta
Dar, ao acaso, sem d,
Sem que Deus enxergue a esraola,
Si a esraola dinheiro s.
Pensava, si o vo ruido
De um fallar suave e lento,
Como gi mido de arroio
Denuncia o Pensamento.
Orava, si os olhos negros
Uma vez filos no chao,
Outra vez ao co erguidos
Podeni chamarse oragao.
Sorrira, si o refrigerio
De uma brisa, na atvorada,
Chegasse a expandir a fldr
Que se conserva fechada.
Chorara, si, arga inerte,
Seu coragao resequido
Gottas de celeate orvalho
Podesse haver recolhido.
Amara, si no seujpeito
No velasse orgulho ftil,
Como em cima do sepulchro
Se entretem lampada intil.
Apparentava river,
Sem ter vivido morreu,
Cahiodhe das maos o livro
Nesse livro nada leu !
F. OCTAVIANO DE ^LMEIDA ROSA.
\ iajeai nocturna
(Adelberto de Chamisso)
De purpurina edr c: coliio .) sacaai;
N'a praia geme a vaga sussHrraute :|
Sobre o baixel do pescador eentada 8
Vera te embalar, joven desluiabraats.
Eu desejo tambem rogar comtigo,
A' escundo do golpbo confiar-me ;,
Desfralda a vela ao zephiro que sopra,
Que ao lem: da barquinha vou seatar-me.
E's imprudente, a tua mao nos leva
Para o seio do mar que ninguem sonda ;
E' frgil o batel, prfida a vaga...
No recejas que afogue-nos a onda?
Porque hei de ter receio da barquinha,
E da corrente que veloz nos guia,
Quando e:n tua paiavra engaadora
Nao receei de rae fiar um dia '.
E's insensata, a tua mao traidora
Para o recife alera nos encaminha. .
Nao sentes como a vaga e como o vento
Fazem um jogo da gentil barquinha ?
Deixa. deixa que a onda nos sade,
Deixa que nos sade a bran la aragem,
Move os remos, enluna a branca vela,
Que chegamos ao termo da viagem.
Vou enganar-te, vou prder-te agora,
Como tu me engaaste amigamente ;
I Com este ferro vou varar-te o peito;
[tiro para o cCo a precs wtaro.
Tu ir mes, seductor, treme-, infame,
\ B8lrnmento que 1 us das Anda ?
' que s^ tralijn no Id!) !o d'alma
E' : dvuz um punlial mais fro anda.
-
: Um coragao anglico irgar.ado
:(.'on- iifi -ae em chorar 1 !" perdlfla ; -
dota desgrs ringar-me
bora ponda turnio rj la.
Pouco depois as (Absas da barquinha,
Lev..das pelas on las que cresciam,
I 1 v. i 11 I08 cadveres costa,
quaes Iracos de MDgoe inda se vlam.
Captita Regdeira.
PHILOLOGIA
Deseoberta do Paraso terres-
tre e-da IlnffUKprimitiva falla-
da desde Ailao at ialiel.
Traduzido expressam rite d 1 fratioei
para a Pagina de Domingo
A. C. A. P.
O 3*nriso (erres
(Con:
Fizemos ver qye os [uajro cur-
ta, qu Wen.
ic )m ao mesmo sostena
vial, 1 is 'no designamos o Tigre
unindo-se a Euphrates,o Pisn .canal
formado das aguas desses dous
o Gbion, outro canal encerrando o
delta da embocadura arenosa do Eu-
phrates. O Ghion, pois, nao oxiste
uais, menosque nao so queira vol-o
qo delta do-Tigre, cujas embocadu-
ras toruaram-se as do Euphrates.mas
seria precia i.para que nisso houvosso
duvida, que o delta do Tigre fosse um
terreno arenoso, podendo sor o do
tiopi (Ethiopia).

AD.iO E EVA
Depois de ha ver feito conhecer o
local do Edn e as trras do Paraso
terrestre, occuuemo-nos de seos pri-
meiros habitantes.
Comecaremos naturalmente pelo
nome de Adam. No Gnesis lomos
qu com adm da torra vcrmelha,
Deus fonnou Adam, o homem vor-
melho, lat ruber. E^sta designaQo
hebraica ou cananea, o que a mes-
ma"cousa, pode deixar de ser exacto
pois que o hebraico nao existia nos
t'. 11 pos primitivos o alem disso,
asignificacio de Adam, latim rvber
parece querer designar urna raga es-
iil na humanidade, d'ondo des-
cendera 11 os Cananos ou Phenicios,
ia > , os vormelhos, assim como os
Egypios, os Atlantes e os indgenas
americanos, que seriam os ltimos
vestigios da descendencia de Adam.
O nomo de Adam nao favoravel
a these da unidade do genero humano,
pois que ha brancos, pretos e aniarel-
losv
Tudo por tanto faz suppor que
Adam teve outra significacao que se
perdou ou alterou nos sculos dos se-
culos; que existi n'umalingua desap-
parocida ou ate aqui desconhecida, e
que esta lingua.mais ou menos primi-
tiva, a que nos vai dar a verdadeira
significa<;o o o verdadeiro nome do
primeiro homem.
Paremos notar que a oreacSo huma-
na foi a ultima obra de Deus e que
A dam foi a sua obra prima. Logo
que a creacao terminou, segundo o
G mesia, Deus dase : Bem Est
perfeito Ora, a lingua kichua pos-
sue o verbo ata, estar bem, estar per-
feito, ser adiniravel, ser agradavel,
atan agradavel, bello, perfeito,
admiravol; atam, bello, bem,
perfeito. A obra prima da creacao
est toda em Atam. A letra d nao
existe no alphabeto kichua e sendo
apenas una dorivaco da letra pri-
mitiva t realmente Atam c nao
Adam. Assim desapparecou por meio
de Atam o homem vermelho^e aques-
to da pluraridade das racas. Quanto
aojardim do Edn, ainda Atam,
bello, agradavel, admiravel este
termo kichua correspondo em hebrai-
co a dan, quo exprime a vida que se
passa na molleza e n'uma doce volu-
ptuosidado. Adn, como atan, expri-
mo bem o agradavel, um lugar deli-
cioso, e os Massorethas poderiam mui
bem ter deixado ao Paraso terres-
tre sua pronuncia do Adn e dispen-
sar-so de transformal-a em Edn, por
meio dos pontos vogaos e : Ora, o
kichua nao. tem precisamente esta
vogal. Notaremos que o a inicial
dos n -mes de Adn ou Aden, se dis-
tingue pelo aleph, por Adam e pelo
ain, por Adn ; isso porm tem pou-
v :r:r.ucia,| porque estas'duas
letras peramtoin com frequencia en-
Ir^lsi, sd'.olque mude o valor da pala-
$.ChegaiaosjcreaQao de ^va, em he-
braico liana, 5 esta paiavra quor dizer
a vvente ; uma designaQo e
nao um nome. Esta designaco, quo
rebaixa Eva ao nivei das animaos vi-
ventes, nada diz; emquanto que na
lingua kichua liana significa a Ge-
mea -o que o facto histrico ; pois
quo a primeira mulher tendo sido*,
formada da costella e da carne de-
Ado, era realmente sua gemea: um
e outro eram os primogonitos da crea-
cao humana.
Quando Deus mergulhou Adam
n'um somno lethargico, para formar
Eva, o tendo-a animado despertou a
Adam para apresentar a sua comna-
nheira, Adam om sua emoco oxcla-
mou ; o osso dos meus ossos, a
carne de minha carne, ella se chama-
r A ishd.
(Contina
*
*

.