Diario de Pernambuco

i gV., e ao Snalo di preroa!tva de jalgar O
Co-I.1 da Nagao e de",r lar a lei
El a ileuGimara stceni* o dire.ilo de de-
ij'i'ii, e ao Senado a competeocia deja'gar oa
pocsieocia ou ioap-oceiieoc la ac uiag&o. A
pate ma'8 ira o-Un: do prosea o, qoe o jal
gimen o dos dehcoi do f"n;.:iaoaria ella de
nu ictou 1 aa I' bueal de j Ai n mala : na tornoa -xoreaao coa a ura
orreeito r.ons tu ::oijl ^ or-i.a;j do GjVrfnn-
dor deixir a imiiH r al) logo q-ie o poder
co Dppteiite jalfir qy e iiro>J-:nn a acrosi'Cla
pn idpio esie cooiigoalo >a fidas as eooalitat-
g-s deaioir.tr -.
Poienos, ;>)i', .ter qi', .-a face 'oa artleo
11 Cont''iicao da '--na aboca o Pod^- L-gt-l -
tlvo r.o exjice >< f.cl> o direiio de re^ponsiid;-
Isar o enefo do Bxeeavo, nica arma qm os
:o'nos delibennes do su-m para op < r se "es
viol'O'iir o abuso' doi govemoj.
Aa pa aro qa s lo raipcalJ :
O CoB/rea.o alo ple, na lei da r?sonsablli-
d.d-< qa te o de pror.olgir. iaslituir nom um
t a -eai ariigos a aeaaooaloda Goveroador.
:ogi qd-. pelo poi-r com el ale, lo- decreti 'a
a eua aecusagaj-. porqoe :
a j Cin^itvci irpe a sopea;ao j codo
Uaa pji', ra 'onst-qoenca do jolgameoto oe-
rhjlttv 1 o.- crimen de respjnsaLllilade do Go-
ve.-n. lo? (*. 69) ;
b) -.-la dupo-igao conalltacioial dSj p le ser
ao mili la por una I-i or 1 nana.
Ao seg n-io qu'siio :
O deereUI da aceiMMjtV] oa la.pa-ta a pr.-.rjon-
,la do GavernIv pira prodaiir sem tff'tlcs,
perqoe:
a) a pronuncia cemoele ao tribaoiil (art. 66), a
qoso incumbe a fj-^aacaa da culpa e o ju'ga
me.To lo lelicio fr.esrao artiga) ;
f>) ao Senado s co pete Juigir da p-ocedea-
ca ou imp-ocededcia da iceu-.gao (a>t. 68).
Ac terceiro, ja resp.^n 00 prtmeiro.
Ao qaarlo oaa, raiso ai os actos pralicaioa
pe'o overoaior, ciassifl-adoi de criuaes ponu-
cq-, fona previstos pela Cjns'i'.'iigo expressa-
eote.
Ao quinto, rcpodo que ao goveroador com-
pete 00 caso do t.'oagesio vot3ra Li de re.-poa-
8 app'Ha' da inconsiitoioiaiiaade de aelo legie-
lalivo pare a Poder Ju Helarlo, procuraodo den-
tro da lei ao submeiter se as violencias do ootro
pader
Aa sexto, rsponlaqu o prooon ismeota do
Poner JuUctaio Federal, sorj o grao ae coosti-
tocionilidide do acto 1o Gongresso, decidir, da
legitimidade da a.preiia aotondade do Estado
devendu essa declsao jadularia ser execuuda
no Esta le,segundo o a".. 6.0. 4 Ja Gonsti-
inigao Fe era'.
Es minha opiniSo em fije dos artigoa dr.
Goastilaigo de Pernamooco, que na prerogativa
cora qu in-'estio o Poi?r Legislativo .le respon
sabilisar o Cdsfo do Ei'ado, oa foi sabu nem
democrtica pa-a acao'.elar oa imnresaes puoli
eos da oaiipot'-n.'la do depositario do Poder
xecu ivo, porqoe dividi essa pre-ogttiva, qoe
devia ser urna le saas al.ribu ges privativas
com ura tribunal competo de jalzes da mams-
t'atora ordinaria.
Feliabello Freir.
Rio de Janeiro, 20 de Fevereiro de 189).
Como v a Camra, estes pareceres Qrmam a
veda tetra e nica donlrina constttuconal.no
caso em-rgenle e o governsdor. conscio de eeo
direito e escaJado ua Caostitoigao, na corapno
a res lugo do Coogrersa e nem poda faxel-o
sem restar o parto constitucional que era obri
gado a z AUuUa a questao pelo Congrcsso eetadoal aoa
poderes da uagao, o Sr. Presidente da Repblica
tendo era t a;au a eetabilidade da ordem qoe
o ivre e seguro txercicio dos direiios tcosti-
toctonaes, nao se conformou com o qoe e pre-
tenda ento, ajoe era ccaflagar o Estado e laa
gar-se mo d3 fo gi federal para por um p-oces-
so sumaaario arreaar do exerciclo do seo cargo
o governador.
Intei'aio dessas occarreocias o honra lo e be-
i.etnerito Presid'.nte da Repblica, respoodeu
aos presidentes das duas casas do Con.r^o
de Peroarobcco com o seguale telegramma,
que a gaxeia Jus am gos do nobre deputaJo
puoli u com aa palabras que o eocimarn :
Reclf, 13 da Mato de 1893.
P'm a dictadura.-Ao Exm. V;:c-aovc--
nador do Estado e aos Ilustres presidentes das
duas casr.s do Gougre84o pas>ou entorno S.
Vice-prestdente da Repub racoma :
O goveroador constitucional deas Estado e
o qoe foi elelto pelo Coagresso do mesar Es-
tado, comprloc-ae recondecel-o coao KOrer-
nador legal, at qoe o Poder Judhiatio resol-
va queates que Ida foram affectas. N> lesna
que intervlr alo s par me faltar competen-
cia, por ora, como pela ausencia actual de can
eas qoe motivem e jost Qqoem a Infrvengo
constitoclonal do Poder Execotivo Federal.
(Aaslgua I a) -Floriano.
A este telegramma, 8r. preaideote, repondeo
o nobre deputado pelo sea jornal da segulote
forma (l):
&' ocaso da iot-rreoglo do governo federal,
qoe oecesalta manter a Constl'.ogao llesa, inte-
gra e reeoeltada.
. Se o roarecbal Fl .Mano sacodlr ni espada
IrStVtl I
na cojjns da D a lurarota a ']onst lO'C'a,
e .. ti; 1; 1 p ,r in i i t l-j i; :dio ncii r^-iia I de
tal eii.-ro, olas e um a^u.nar.ra Re^o-
auca, pois os Do 1- daaJtos tnraa qu apo^uar
t Dar a revolgao ; i, GOui ella -aitentar a
C> 8.o gaoe-t.-a .-iivaa etria.
K para sy 1 Henear iu dor o su pensarae.a'o
cooelnto o too arii.o o*atea toroih ( ):
23 ie aaio
A derocada. Hamos eminentes po 3e
pejam de i-ubje-.-nve- as .ubis xqilrltas opi
:: -, as in-H .eairreZ irdas Ideo iii.
Aqueile a quen o Jcpuer qu-r pe-Je% en
doadece. Os alus ui-tetoraa ca N-gao itm'm
obedecer complatamente dispaaig'S coos-
> li'oCiODaeH leva! as As suas ul lo.as conseqa<"i
C'as, t' >-m pralla o p iacipiu s manda cuoapnrmos o o< ss dte' Buocoda o
iQi tuccede', recelosos talvet da paxo;3o aa
0rcbii pelos roin< caaos iu|. p-ograiaa
sag-a o i.riocipio malfico do proo ver.
S. Exc. ota podeodo ooie-se desate dos li-
mites tragid.s pela Coas'ia cao ro Eslaio e
p.-la Goasuto gao Federal, pracurou tira- partido
dria diipos'go ao maieoiia! Fi rano Peixo'.o
uo ; p lo sru jonai como petos >>eos amigos,
pi'a aggreliro pole.- cea1 a' di nagio, coajo
13 i.bem aquelles qae o bavi.ira auxiliado Da
aaanuteogao dao'dem aconfelbiOdoomi delibe-
rdgSo lo justa e errecu, coa o foi a qoe acaoei
de ier.
3. Exc. como disse ba pooco guiado or e t-
espirito .le p^r-idarirmo que tega e desvaa, ea
um dos cameros do sea jornal, de 15 de Vaio nz
0 ee^ui ite ( ):
"ao sena mlster eolgoo e iatelligencia
elevada para p'ova -se ao pnmeiro magistrado
da N glo qae S. Exc. Ubora em -iio eqaivo-
c de direito consutacional .
T-H03 8 mata enraliada (oivicgSo e qa-
o S\ Vice p-esideote condece qoe realmente
a ve-dade est do lado da Joutnoa qoe susteo
1 tam~8 qae ae ousju sostentar doauaa a -
.f-:i foi nica oenle aaaolslo'iado lalvez por
ex-tge-aJo a i o- a o lera e exag-rado respeim
< a Cooslitnigao sobre cujo texto pelo'.iqaeiros
poli icos Incjic os i 1:os dos sopdisma' 10 -
es ius o pa t darisrao ocenta rara e Iro gi
t p-oveitosa do poder ..
O Sr. Marela! Fioriauo Peixolo nao qjer
como jais, decidir da qaestaa emquanto ama daP
aartea afrm arada se dever esperar pe.a pala
vrt ae ama collecuvidide jrdiciarla.
Os :e'a-tr/s que uoJera provir dessa reso-
lucio ie S. Exc. saa miaifegloj e pa'pitaa'es
de ial lorma qa' jolgamos podar cooparar a
s.-.j ai.i o Je era lace Ou p ;v pemambacano
< a do .arla, que veo da ou seo amigo a efe
< gar se, em vez de lauca- ae ao ra a a I.a 1 1,
crotiu as at-as e poz-ae a rezar a m 1.7:11-
licat..
(Jurado o St. marecdal Plori na P qoem a cago collacou 00 al o cargo ea que
se ard para garantir a Goosli'.o'go, re-ano e
appeliando para um derivativo que nos sabemos
;-io dar o resoltao alaejado. compel -00-, |
partido repaolicano de Peroamooco, apa-ar a
iju-s'.an al aliimo fu o, levar a lilegahdade
a sua uliim emboscada, p>ra que !:qoilo.
hrapio at eooad" c 1 mais negra o 110830
aireno, pas am s delenlei-o com a ira or de-
c dicagao e esfo-go. se oai qaizer fazel o aquel-
lJ a uuejj til Hl'rsSo Compele, a
E' e-t 1 urna refereo'ia triste feila ao digno
ciaa 'ia r>oe boje dirgeos destinrs da faieoda.
O Sr Minias Jnior-Qi-*iu qoe v ah urna
referencia ao ministro da (.z-n a ?
O S-. Goeloo Cint a O parecer qoe a:adei
de lr foi dado pelo S*. ministro da lxenla,
a quera V- Exc. da aa Je politiqoeira, oa toi
gatera.
O Sr. Mj'tins Jaoio:V. Exc.-naa Kti oo
rel^ctor desse jornal O jornal realxpnte
de amigos meo', ras nio ese-evo nelle ama e
ilnba.
O S*. Cae'hi GintraAce lo o repudio qae
V. Exc. faz, parque nSi ba era P^nambuco
quera nao saiba qa' a Gazeta da Tardr ama
espe:le da tatigj Corsar: qoe se poblxou
1 "..'.a capital.
O S-. Manios JaBiorE' urna injuria qoe V.
Bxc. dirige a m aa oropno e qa ea repilo.
.Nu'i-a escrevi em Corsun-..- ; talvet V. Exc.
teDda escripto.
O Sr. Joelno Cin'raNunca escrevi para a ga
zeta.
Lvala a questo ao 1 ibunal competente, o
Sop-emo Trioonal, tomando caobecimeoto do
recurso qoe ibe toi interposio para ser aonolla-
da a disposigao da lei do Coogreiso, decidi,
Fatisfazenlo o alludlso pedilo, dar pro^imeno
a esse recoreo.
A malaria do triboaal collocou :e ao lada do
direito e a miDaria, acompanbando oa amigos do
buorado depmaJo, impugooa etsa deciro. Es-
iridado no direito de eua cau-a, fortalecido o
governador pela deciso do Trioonal, jolgoo ee
ao direito, que tem, de continuar a di igir o E -
lado de Pernambuco, por ser o seo legnimo go-
vernador e o nico constitucional.
nao agraden lato ao obre depoiado nem lo
pooao aos KW amigos, qoe, descocientes rom a
deriso qu-r davia si Jo u :da, la caram ac al-
tos directores di nagac a seguiot) apastropde
():
< O chefe da nagao reirabe-sa, medroso tal
vez de compometter a sua autoridade ampa-
rando ama caosa justa, qoe se aeda valiosa-
mente es'.ndada na lettra da Coostitoico e das
le?, maanao dispe de urnas mIComblains pa a
imp >r-se ao iatmigo
A Goos'ituigo do pais assemelba-ae a ora
sorraldo ac cojas diaoesigas a caprina libi-
dinagem do dictador d. flora com o metboio qu.
a la-' i/a mo.ralraaaa inveo ou paa a pro'tiloi
gao legal.
a E q.iando se pro u-a pV em pratica o prin-
cipio constitacional da responsabidade do pe-
der, que nos vemos contristados, embora cal-
mos, o recothecitnentj da dictadura pelo ebefe
da nagao I
Esta a lingoagem usada pelo orgao do par
ttdo do nobre deputado, orgo qu? nao cessoo
nuraote esre periodo de atacar com os tpitbetos
mais escandalosos, sao s os boo-ados cldados
qoe toaaaram parte nos conselboa dados eobre
os casos de Pern&mboco...
O ir. Martins Jnior Nao me apena orna
off.ra a pessoal por palavra3 a qualqoer des-s
cidadaos.
O Sr. M goel Pernamboco Os juixea foram
chamados de veoaes e ladres.
O Sr. Martins JniorNao apoiado. V. Ex*,
nao capas de me mostrar isso.
O Sr. Co Ibo Cintra-Respondo a V. Exc.
com 1 Gazeta da Tarde da 20 de Maio (l):
Mas nem a le, nem a cpioio potinca, qu-
se escuda na mesma lei 'oraa reipeitadas
qua'.-a memoros do trlbooal, dirigid' s pelo
partldarlsmo, abafaram a conscienci, rasga-
rara as piglnas da lei, venderam a josfga,
< como qoalqoer measalina vende o corpo. e de-
1 rom p'ovimento ao tal receso-.
O Sr. Mariioa Jnior -I-.io perfeitamente ra
zoavel em face do qoe ellea zeram, mas nao
cnanaar Ibes ladrea, comu V. Bxr. disse.
O Sr. Coelbo Ciolra-V pois, V. Exc que,
apezar do nobre de; otado continuar a abando
or os seos amigos qoe to denodado > sfo-c >
empregavaa pa-a aecoodalo, oio i como par-
tidario, raaa como redactor di Gazeta la Tarde
pr. mello I cmara a trazer aqu ob ounero- era
qa 8c lis qae S. Ex*, atsamia a dlrecco.
O Sr. Manins JoniorNa bi tal. O qo1 1
da e iue eo la asjaaii-, icasaos dai traba'bos"
mas essa noticia nao 'eve coafl.
ma-
la cmara:
gl...
O ir. Caelo Ciot'a-Isto, depois qae V Exc
qoereodo tai vez renegar a carreira o-at"en
te ti'.da segcido. -lu.aieen-
OSr. S.rtins Jaaio.--R-agados aa n nn
1 lores qoe eleitos por um p-tl?, !h*t'
esse partuo. Rengados sao os qB di era n^
vespera que nSaalum oaa eieicio e o?di
se/nm.e mandara chamar miaelles mn li
diviara coxbioaa para metieren o nVS
cero ora,'ou eaio adhrera a ei3Ic, g',"0
raotto qu' V. Exc. tenda razi ,0 Ir'' ,?'"!
qot-aiO-n, Hlas gero todas e clarePc,daaqJl C8ta
O S-. Cuelbo CiQ'.ra-E' lameaiave aue V
Exc. tao mogo. iSo joven, se Je:xe spaisonar .
til pon 1 qu- eq .Ega a razao e ai,eileg 8Pnti
meatos que todos nos devemos t r aira rm
nosras colegas de cordura... P com
OSr Mitras Jun:orV. x" chamn., a
redactor da Corsario; n^i^^S^
em mi ha lingoagem. '-naicias
fx''x-^'n's,:" <"'.f .
S. Kx\. a-aarando-ie do partido rerabli-ann
coistliuiodo um pequeo gr0po gSB"B,!Sf0.
nome da paM,!., uolao. aia ? dea par Stiafe
tos nem que coo.raaasse no Salado de Peraam
locaapjiucade paz e mora lade qoe II ,
sido desenvolvida e notada, dertewS
ic. as redeas de goveroo o ac-aal gov-rnad
S. Exc Irajo qoe jlg;o te 8uffi ^JeZlTe
repara ir ao congrego e conouar ni noli ira
que pare,-, ter aOandoaa lo, qaando preie"1e
r.i'roma oucordata coa. MmSimSS
-ara con. gor eieg.r, nao s 8. fi S
aqoa les o seo! amigos, alias moito dgaos aae
desejass^m acompaabal-o no eqaeclSoS!
laclas pariidanaa locaes., qae oeob ma Tan li-
gera trazem aa deseavolv.raento do Ejiado a? -
..m, coag-egalos lodos, palera ,0D, io ""'
seus e=forCos para coouooacao do deseravolvf
rp,i,,,a re^ubi,c"' "-ssa
dSa3sePra;talLPr,eade0 *" ^res^S-
Com ffeito, aeade 6 de Ma-co .Je'ta annr. <>t&
18... 29 nicaosego.o o *SwEwt
fl lente para fuocc.ooar, \& devlao pollltca
qoe linda seguido o ooOre depciaao e fata
de ter pono seos amigos em PUma posico d?
que nao sena posaivil sabir aanqnebra, doD-esti.
g,o nolit.co e da propr.a dlga.daV JS!l^
S. Exc, corapellmdo seos amigos a o acomoa-
fl"n:DnQnand9CretaCS0 da ,ei altearbi S?5.
i ? PeDa a TpeaiSi0 '"-mediata do go-
vernator. logo qoe fese approvada a deoonctr
r.Jo coasegoio reonlr numero aofficieote p,
qae o cengresso podesie fuacciooar; e is o oor.
que os digno, repobiieno. que faz'^m partid.
dliMleocia. desaa ctngressn, oao ae Breila.
l'?u?>0iTTr Como mr8 Mtromeo'toa f o
piticsgem raem a rearesentar o papel qae
nobre deputado ez -eareseotar, o illustre vic e
prndente do Estado, disocio cidadaToiIcl
de alta estima e coosiderago de todos qoe o co
nbecem de modo a ser chamado do Beci fe
pore-nador de oitiva
^'iMJI0 POlve' ('08 as ieis, sem san
gao. f08-em execatadaa oem pooco qoe e
pequea ecisSo deterarM8ae aeus amigos a 8
i n?M.Fi0/, 889Q1 d,er' de mero8 oroiDeul
fuacciooar ^"^ CODgre38 deixon de
A^LiC.00le-ea m,m cot" o "oado. e am
,1 ",,nle,ro1a act8 foi de hastilidade ao
^, "h da Dagau degeDd0 fe Presidente, com
votos dos amigos do nobre deputado, om sea
?ULi!!va pr.e80' como revolucionario
por ter feto um manifest nesse sentido.
A minora oo con^esso lendo frente
gco repnoUcano. o Sr Dr J
Ibeiro recommendave
o di-
So Coimbra, cava-
por tantos ttulos de be-
nemerencia, nao quereado por mais lempo :oo-
Jepu ado qoena conlinoar a exerce^r, declaron
pela impreusa qae nao mais comparee ria para
caasutu.r casa, aQm de eleger preaideoteid
congresso qoem S. Exc. deaeiari
JS Presidente, decorreo todo o lempo
En,,1nn pela CoD8""'igSo para que o congresso
SSESTi ,e? qae el,e "'se dado nem
n,u^2 d0 l13 de me'08 e 8em 1e livesse ba-
Diliiado o poder execovo com quaesquer meloa
de admiai8lrago. H H
Foi oeataa condiges qae o directorio do par-
tido d; nobre oepuiado^ciodindo-se, declaroo o
deposto e qoe oo mais aceitara a soa direceo
no grupo capitaneado pelos Srs. Dr?. Joo Coim-
5 do EiK '*l0, qe ?ice-8"erna-
A tJrl3!dealZ' a,olivo Pr do de Peroamon o bcoo em lei de meras, sem
le de forgas e sea quaesqoer ootros actos le-
gislativos que dubilitasBem o governador na ad-
ministragj do Estado.
Todo is o, Sr. presidente, tem um nico rea-
ponaav 1 e essa respoosadiliaie val em ebeio
sen.-e aqueile que, esqoecendo se dos deveres
qoetioa para como seo Estado, arreaoo-oa
urna pos-co em qae era imposaivel proseguir,
porque de om lado, tioba a paixo do nobre
deputado qae nio deixava reonlr-se o coogresso
para el ger seo presidente e proae.oir nos seos
irabalbos e do ootro lado tioba a d gnidade oo
grepo do emineote ebefe poltico Dr. Joo Coim-
b-a. que nao qoiz, absolutamente, se cooformar
om a poiico ioglona qae lhe foi tragada pelo
nobre deputado, para sobordinar se aos desejos
deim mando supremo, e conformando se com
decisao de S. Exc. no sentido de fazer o con-
rrS3o sement o que lhe aprouvesBe.
Sr. presidente, depois da narrago qoe acabo
azer cmara comp.-ehende que bem raxo
naba eu quando, Lterrompendo o discorso do
oob-e depotado, diBse-!be qoe a qoesto eslava
hola e qae o poder competente tinba interfiado
para sabel a.
J mostr! que, affecta a qoesto ao governo
central, foi por este decidido a o3o intervenco
d forgas federaes na liquidaco das qoesies
partidarias do E:tadc, e bem assim que nio se-
ia permiitido aos poderes da nago, pelo orgo
los Srs. secreta-ios do presdeme da Repobllca,
re onbecer o exerciclo do vice-goveroador em-
possado pelo coogreeso d; Estado. Agora aara
condeclmeoio da cmara, para qoe os oob-es de-
butados coohegam os alevantados principios qoe
aojara ra o emrito goverc-ador de Pernamboco,
cuja pissagem oests casa foi assignalada pelos
(actos qoe mais podem ennobrecer om espirito
eminentemente repoblicmo e Ilustrado, lerei o
olficio queo mesmo governador dirigi ao secrta-
lo doseoado, em respoeta intlmago que Ibe foi
futa para que deixasse o governo ,e lerei tambera
o maDifesio qoe nessaoccasiS> o illastre governa-
dor dirigi aos seoa coocidados, mostrando
qoanto ojusto e quinto desarraaoado era o con-
gresso eetadeal, dirigido pelo nobre depotado,
pro uig.nJoomi le tomnUQaria, Bem respeito
a Loosnioigao, e qoe, por conseguinte, nao ae
loroava digaa do apolo e do acatamento daa au-
iondi.deg respectivar.
Cu jj Ilustre governador em o atu oflicio do
6 ue Malo rie 1893, dirigido ao a-cretario do So-
nado (t) :
Pala.-lo do Oive-no do Estado de Pemai-
*ace, en 6 de Malo le I8M.-A0 A* a cretino
de Senido.


^

^



Diario de Pesriuunbueo ** I^omib^o Wt
e
l^OSC
Ti
1894


inlinCta-siB-me fas-sis poronlUsfa'SJP -ineri.-el que uro estaiiU da esataa
?a o Coagres-o L'gnlai va a-ba uo S". Cauo>as o-:i C- t--io, i.iiiio a rs-
Ifttlid 4im!vpa' B.n i .ex
Iroteio ilo Estado.
u asaseBbl prelendo ier-
VS'f^^' wat"* P^
- naie f,o*a*teoc i do ttibonsJ aM u mircstaMB-
Can-nimiclo i*01
aar e;s pena Uvaimeote ful
;&.%<*.
F o que
i leasanstre, as ra6' -le nao
seria desobeie-
in
dos v i boj ap?!'uso,
autouo
-SeSo aie oppoi t#wsota*io son q i* o Coa-
Smo aus irsegalar-e arbitrariamente retortra-
B:t 67aHa Im-aearaoa.
o srendo-a e. mais do qae isso, violando-a
ftcrtatonMt*. o C"Bm to-m-se faccioso :
rip'poje, nio aee rer oblenlo.
Uzet lh (TJO o govermdor de Pernambuco
ra*tr lomar as providencias qae o pai'iotlsma
ZTeoin;.'a para impeatr qa se bateta aba
in e criminosamente, o governo osa-palor e
at-u o rt qoalqoe' loa seos substi.utos qoe
Zmt entrar era exectclo, a maada'o des-a a
"IdmV Jo Cougresso est a Coostitu yia :
m rt^r-ndel-i co"0 a suprema girantra dos
Ivir direiioa. maoieubouart, a despero da eri-
JtB'sa intims.;ao, no pstoqus ru aisignali a
irras/ciencia de um djver sg-aio.
T,,, a wtM A- pstrta pe-nannucao* es
asan o ; eeoj que* estaris v6s cutre?, qie
-soaaiivor: e- da Coasuoico ?
*i*'p' f wrollade.0 G vareador Cowti.
mt*m\'Ao E-tuo. AtewaaV J< Bj-basa
TEattodo fB ii '-alario da ttaoa
*"dirlz^ o i o moenle eidadSo aopivoPer-
nkacano o ra-.nife ", mv.. "smpa era .spalbado na cid-.de o
NfMnta bol lo :
Perna nbuc noj ,
f Co i rP-)" rto Ba'sd i naba 'a dac-. tar en-
sjswam"-'> e i soapeasie. 9 earo de
apawaad': i! lH taetaual.
Baga fU'p*"io fOn-ale po- s>eu.pcea ao Iri-
kMil c)Bipe*.-ie me palana serappl eada.
fthvoinl.c, oCongreMO lera m
,7,1 altaattdo contra a C;n* 1-uicSo ; lor
jHB-Tia asamblea ficewa e anaribica.
Vi* i naca q m b foi fe'la pa'a csnsiderar-
eMtppeao olwUetewl :
erab;, d^ tm o g ve--w nao reronna^
:'"),*> o glo da jm goveraaiilegal. no p!-
"?o!'-Vq'i ir Maprw Q so nsn'palor a for
j.^H la. Ulla, ^'a eanp i:e m viclsca-
ila Cooati al .
Cincldaaaoi I Fa'-t e a0:D9 Ja l,! ?0
ptaoBee-irtePrBaaBeo <-m Ei alo auo
-aoso, qif nf.;> safania se-vil.
ftBt-t so' illefalilaia I
IsT.nruTnoJ a u.'i'paca I
Al f 'lo' qe a prjlK'aai I
Saorra o* qua > aiara.
yt) da ciaci-aela meo e?a- de patrio-
!a,raa a forte artel P*lo ?eo apata gweraai
etoenocua lafori" I
aala me deatlaiira ai lat pe
jto-iico Prr'>ambuf-C
Vwa a 'tiTiilli :i !
Ikwfe.O : v. Ha<'o 1893. 'eavirnadcrmos
IjJwiicr-.a'i de Er.ito, Alrxmdre Jjs Bubosa
Lirna-
Sfio obstante Sr. prealdaat", deu-=e presea o
iKWt*rn:i lo Miaran da Rcli qoe *T) lS> boa ho-a lo
aci a reaclocio qoe ha pauo ll, e qu\ e, m-
X aaota raomco.o, en noce no povo peraam-
laoaao, (potados da ^an!ldl paini?mliacaaa),
o> nrai uos sagra! >9 rflia tos 1a aociedl da
;i- E-t;!o, agradecer a S Bl. (anoiados i!j
*6.-ca la pamaae*na a?rvi immea-o r?.
ata-le a ntnna Ierra r.a'ai, Trado a, de aacor
aoaum os prln !:,'.)< eoaacMaelcaae*, d -ana
Til rii q'-" ji uT/a ?ez a tiiha maaaes
w.,e maatesd p i '"po da le e di urraii 11
gaimiistrala peloa qaaes, sem cometa;a
a.!!.)::., s reeomai n lava ao poro e ?
k! i ; i." .1:i-J aaea iluuraa>Tero !cr. fipola-
M iTicaan ? m>i o' apaMa3)
IK8/. iie P-ni!mbu'-'-EM',< fa-.:,8 r& ^
sfa-ia : u.i i^-'P- t-a gao ao Mire;hil F, <
i Sr .. i. Cot-aO-.t. o dia aera bea> o
Kr>-e .'U la ,an lltaaua coIIpk, que os fi
sir.:u r.:rin-q."* 'orna p'jticvUis aacidade
^t).< ij;^ 18 ;^ D-a-oabro. ro-t-'a-a o f^u-
} d oaaa ;o-p<" tr .icai...
>Sr. MatiK J it Bndta-raa na jodia poca e>n qoafi iodo* '>-:
,iad:s; to fd on faco espordico em P.
in airo.
Paia e i m I incas peciim arcasar o G;v<- -
m Peatt-ral pelas deposic^s: Da t^abam da
Mtclaa para apn aad,- oo ciucar o actos da
fotrrao, roifo'm elie^ agradax ou nao. 'Nao
ladea* Outr k apartw)
O Sr. Ceiba :ia.raSi o G erno Ftte
i :e salo p,*lo inste doaca'-U-
sjraio ca aeraal i.ne e deram no dia 18
Dieabro f.. P-Tiicibaco. este goveroo tem di
R-i'O h j^ ac mfu ;p iltaso e :;cs de tolos o
aeataiiai do E la-la (apoladj) por ie-
*a aiont"r-ie nos lm lea qn^ a Conati'oiaj J.
rnala, rircaar.do Terlaieira doatrin* canal
tKia&al, ea'sbelecaTlo para Pernambuco aqaii.:
193 te fare a nova le argwtt'l Ihe caiap'a
mcsandar ine as f. rjaJ (ederaes nSa s-
pin-ataasem a taMnimeita la p3liiicagem.;de prc-
fc)a c*iflrs polliicjs,
O Sr. Mariins JooiorV. 15xc esta coufen un-
i albos com tasalbos.
O S-. Coiilito Cintra -Sst.u sa:pie-mente rea-
ori'lerjdo ao fie V. Ex?, risae en seu altiajo
aparte.
Sr. p-e ilei".le, a Cmara to o qoe se passoo
ia relacSo s exe:oco d- Itii loaiultoa'ii qu o
labre depciado e eeu3 amlijos pretend-.:: qu"
vedse exf<.'oca> en Peraambaco. Vio ran*.
^n trislfzi o d(g>. a inMiiiale com qiao ro
ir eeputado atada nma ?es se bouve na si
3?e3o di on prabler.8 p utico qne liaba perfeita
j.Iucg. d^ctro dos limitea da Con-tiieico 63.a-
ioal...
O Sr Presiden^Lambrc a 7. Exc. qne esta
ng-'sda a h-ra do exoedtaiie. V. Exc. tera de
jjsuifl" a' ?Ui3 concilirajis on onda.I as em
aalra nCjasiSo.
OS-. Coelho CiatraAtlenlerei a V. Ex-,
agaa'dandn xe para em o cisiao mala opporiu-
a prcs'gair al riefeta do digno cidadio qna ai-
pp ot deetiros da ?< mame neo.
faaMBado po^so assogarar a Cmara qne
ene ilastra cidadao escnido na le, alo teme
me o ranror reos i liarigoe gratoitos, ne i
aa especulare! do partidarismo deaenfreaio.
seto oa a?si!to3 oas trevas, de s^ns deaaffectcr.
i ajue proseguir sempre dentro da Conslitnic4j
Idisdoa la administrar o Estado, como tem fetto
at tiajo e')do por !jmu.a o icamente a lei
1 Bio-ali' -
Yoae3Moilo b:m.
p:ica^eiauo-fcjps'tvi >. pa crear Hlfi.ol
daat1- t r-cinanlJ a CMi;i;in.!a
coafc-ao- trl. 'ia o 1.1, (Saa-O Sr. s -
acaJ >i e i tj *
DeadaM Hofacta eatallan aaa*araraor qua a
Allemiwnarafiper'a lo I I | g-a, se i t i
ola nu fi-i-i ral.airadiaH aourji aa.saj l-a .-
lataa
Ja t vmai o:>> i >fiu.' n* <:a ira'tBtoa
a ja-t ii'it'v-i d 8 C:.o?ai l Ci.i'u oi
er- a atestou.
o eoaiaarfadarba tijjalga*ao abriga4a o seu
con: so o goTeno.
Par cut das Rceeai a i '> i -i o mi o *jj*a
Mat >i a px 'Sai um-ji- fe > >i o > se
g'i- d .i a 'j, np'i -:;!> i ; > i a tea-
.iIj- a. i i'Anin
T-jiijj o hi.j ni o i !_i' : la asi tB-
a e '.i .i1.
Pare-n ajaaa pacagla ia> cbi^oi a;e<:a
aaio, viiaqi iaie aga*a nia boave '>n>
darr > para ol a s a-inr..
i'i i .; 'hm'!'|.,:]. ni re.ni o-
, emr.o-i o f c, e sem rul;n.
A:-.ji'i ai aali.'i Janea laxiUia Ira ja ai
j a i r a ; i (-i i en; i.
' ; ,0 s auiis 3 > >' iM pli-li!
inv i ti. mi;.; I ; Ii :e iii -
na.
Aaii.ri : lea h'Sa.-ili>lai i*ea. raiSj p
saap '''. J.-.! ;'a I' iii.u; a J *. aQ.r'.
eai '. rdfjjl 'i :s.i:, o'a
A ..: i ii i C ; 'i i.
T wai i .;..>;!, ai- atH T.-r c-
u ao i o G ni i j '
di B h ; I f.' j u :; ipl a 9 :l dfl
Coa.
Cr ": fj o aa aa. i I t irl i e fen lo ,
150.
1! c a i- pi he
iU it i p a 10 11 a 10 .'.!' id
jn- .- aidi o gjrerau da
hgia'.errj i a i I i
ref-1 lago i' ii I |> i s.
O I ) 1 i- i!J II. Illl 11!
nj.-.'nii a ij;-i ii i "-.'; 11 iu <- i> fl
. Cario*, i i Mil IJ. par* ..hlica.-e.ii
f iv > Blao, D. Jayr" ; e ji corre qae na
i do i ;u-"i a, a I Bauda o pr
i s-i laqaalio aeo Hklie,ajaa :j i
i a'. : aa (i:i!-jdia : ii i'i.a ai 11 <:a
uar.'.bU coaati ic o i .!
O
i. pfj --!:-.ta i e >! ca." o
CilUU-VlJLOljrA
COLLECCIO.VADAS POR
Melclii^cileoli de Albuquerque
jLiuia
x T.iqmn
ri.ijr.JO X *J
Uta i
iu:i.l -X'ii se nehando maia sitiado o \r-
rayal torna pira o porlo 'lo Cabo de S;uil i Ag '-
Itabo o eond i 11 Bagnoolo.
11 i O i'x:rciii pernambucano acirnpi
c :i (naialie n.'St; ine*iiio dia 'estaca Ant m o
Cavalcanti para (r em auxilio dos morador
Iguarass o ivanna.
E'avistada no mar pala holl mdeics, do
i; rife, urna esqua ira qua reconh ir n ..
bsgnpza. i", iinp-inlia-si' I s8 i ii ii sobo con-
maudo do almirante salvador C%rrcia de 34 c
Benevidas.
Funloaram aa :i:iait'cr ao :l dos navios
bollandezes i num-jro de 5.
Bcnrique Di v- lam ii*5 i h 'g im > i m >ntc
T.ib i-.:s, on le a'g ram i < ilr ir '
Vierm, porem nao ran io, cmiioaali a
iia.
I 5 ir !)'i\:i a diocesa, D. Slanoel Alvaros
da i. msl irl! i para i 11 An-
gra.
n 13
l 11 i 'i i il cife p us-
qua Ira p ni !> in l liras brancaJ n
uiaslro'. o i! n i ifl 1/ : ithai M i in I i
c a'upa saber o que quariara os la armada |>or-
ui.'uv.i a estes eaviaram-llifl dons i*mi*arioa
! aa caria do go ira 11 d i Bfaxi a i
11 Saprem >di*eodo que aqu Ha ar na la ri-
:.lu a'i'.i le aoxilwl-o a cataualect a irdt'in
Os emtnixa lores traxiam lambein copiada
carta que o mesmo gov sro id ir lo Brasil,
i quafl lo enriara An Ir
vital i igrairos e Slartun Soara' Uu-enona
RsquadriHia d i J -r ;n m i rri i ilv i. H -
no i I indo a i pedi lo do Co iselh i p ira d iclanr
M lie Portiual, Henr q 11 nt-
r'i i -i' '." >#il i n5o voltar..... para aBihia
creveo asai n o governad ir :
Quantn a D. Pelippa CimarAo \
d i; a tos lanri pi i Di is cap ao 1 n 'i '-r s
militaras havia nu < que ll ih i i ii lo i!-:> i-
sa.los lo servico tTEI-'.ioi, pois que durautu
U e n 'I i ii i I i'onav) na i linll i ii
lid o emprejo algum ds m ifcao > como Cima-
rio costumiva duar que uueria tonur para
ernambuco, ana retha m/ii, acrjdilava qua
por esta razio se partir i"'1 ;l I'"
por companhirj a Henriqia i):.i- pota erara
tniigos.
Depois de Ii las as con n in i do3 e u
sari -. o lo is Ib > inviou la nb^m daus doi : us
para agradecern! ao almirante Bunevidas o eu
auxili', p -diad i-'ii i ao ra ism > lempo para
Tintar :.ncoras s e oolo lizesseo Concelba i
obngara.
Lrt'antou-*3 pirn la torta ventana que a
isqualra s va fes-se 1 Vi 11 auto le 14
cb>'g'" i j ; emb ti xa i r<'.
i); ioas portU20fl 3 embarcaram-se n'uraa
p.u'na c.iravella e seguir.im a isquadra. | |.
V i. Uph. de de Aaoto).
: uaem-se a L'ernandea T"eir.i,Camarita e
li- ir iu : l) a-, i t n uie desl lia :;u Ourj ih.
|.St' -A'i rtura do Tribunal da Rea
ii.- -ir-.
\H1i O i.miruit' L'.nl Cdirai-, con-
nr.nda.nte da esqmdra qae vinh i bombardear
o RCife por orlom ilo imperador, d-'seaibarc
Temos ao sul da nossa provincia tropas aguer-
ridas, qua lem destrocada e abrigad i a vergo-
uhosa fgida os escravos do ty :-anno ; aui van-
yam de Garuar, Be/.erros, Uaranbuns, Porlei-
lato AnTio, d tus ni I de-nsores da IiIit-
da patria, que fizan os servs desappa-
, como o p diante dos ventos-, ahi
marchamera nosso auxilio as veteranascaguer
ridas pli il BBg 'S lo general l'ilgueir.is, con |Ui--
(ailor do Uaranhao e do Piauliy ; kalvea nao s i
pissem niuitos dias, quu est^s intrpidos guer-
r.-iros ato-aejam comnosee adtvidrKm os tra-
ballios da c-trapanha e os loaros la victoria.
Em, pernambucano-, corngera, cinstancia,
soaVamento I
Nao lia aouaa lo grande, ncm lo gloriosa,
como a defaza da libardade. l'or ulla devoraos
ludo arriscar, ella nos merece o saoriUco do
b:m ni ais precioso. A filicida.le que iioje
gosami o? D09S08 visinlns do norte, a a i aul
deste nova inundo, nao foi contara la, -
las propriedades, de i i.mansas riqueza-:,
I pangue o tas vidas.
Esl mis extensa liberdade 3s san os gr ig is,
contra os dspotas di Turqua. Vos nao sois
menos ralo os is da qu ellos na i utais ni o
amaat ia do que ellos di gloria i da i.u n irtaW
dada.
a'-, armas p iruambucanoa! v's ar n is Viva
.' grande n 158 i brasil^ira, ia I '|i in I mi < libe-
ral Viva a Con fe i racfl i lo jaa lor' iva i
,' i;i niiii ni 11 Ii 1*9 i Car-
lt Xr Ir !', p '-i I ll l.
EXTERIOR
EUROPA
un
Projecto de visita real a Saalau
derO tratado bispaao alleaaao
Medidas governamentaes sobre va-
rios asanmptos Biipreatima naa
a coawrtoNoticias das Pbllippiaas
Agitacao no na-tido carlista e pro-
ttpI ablicacio do pretndante sea Alba, D. JajmeDami sao do
ctplito general de Aragio, tu cul-
tos em Sevllba e eyelooe em Navar-
ra -SitoacAo de MelillaO qne se
diz de MarocoaSitaajao ttoan-
ceirc-Mmmercial.
S. M. a rainha reeente D. Mua Cbrialia.
zcompasMaia de seo Hlno-O. AJT-osa XII iri
proxi rj^Rnte visitar Santander.
O lm aa'cial applaade a retirada do trta-
te de commerclo entre a Allemanba e a Bespa-
a!a ; e-n '"orreaoondencia de Bapana Jolga
saber, qoe o 8r. Ra 'w 'z embalx do- da AHe-
araoha n Madrid, deixari esta espita breve-
acote "orn llceoca illlmitada, em conseqaen-
taa da raptara- commercial entre oa deaja pases.
B erta a prtmeira eonseqaencia da obatrac-
qoe os conservadores, tendo a ana frente o
. Cnovas del Casillo. Azarara; I approvacSo
tratado beipauo-allemio.
preparaO'aa p :r a naval ( ilrtd.eau
asatp .;>a!uJa oa Bioj prj...#
ciar.
D i ia le nUiaa > c^ i l ^4 1 > o-
1 A" -''),.).. i la 'in .i v ..
gf flj ( j j- -. .1 i || p IOS CiIT!l
t- t ub Ij i ".- Pao 11 >. > u n 1 y.-i 10*, 1 -o
mw aai i)-qao tas-aja'.
fjun je.-tat as pw uai vio' di;
iS(.ffi 14a gra-Jl-i ui-Ui 4 1
a do burr 1 .- a 1 ara M irl I -
ir.i.o va de H-i-.^i j'j-.i-j laasodla o&J ajen
1 .V :-,M-) i'j I ICIfl e LM< ) I : S.1 il U 1 u ) .1 11 1
I i -
A al u.yao Je "Al. Ucino! :a-ja c:Ja ei
alas.
A a^.tiy'io ai i: ar v 1 : 1 ; rece i-ai
r, ,u -no |i; a u.ro qilji:- Biav menta !i
. i
S ^u n i*. 'd i 8' 1 : n :i ..)
1 is, 'juj vai <: 1 molestia r n
II iupIIi cil l,j : Ii laer qas > saltii c-gafl
Fi. n le ::; 1- 1 si 1 ."i. i.. lotanfl <
a U 1 Co- e : PX'-. :;>, fO' .'). l.lj 11^ '.'.'.:! 11
i' :i 1 oii limena.
E.i o;oo t-a;eat>i de M qae id i Fr, tu
tai j' malla atilaaaala pclis ea >jU<
O jve saino miadiu preader tftbone Z -
di, mtaiJi'e da foseada, coja ma-iaja 6 ao i
: d--.
gal 5o inglesa, morreo repaotn.
i 'ioiH :. .,. ii in lias m .'
tu lo ai lili lio i il la i r:t !.s tola
lo seltaj para avilar q na
5. to ';n us ra. n wrease reptninanenl-",
Ucapr',ta lo aatalatro chegj-a a iot>*ce1
n 1- II .'i" u- u la a mil da s ltaa, mas lu
So (1 wol'l.
A ;, 10 i-l ti" .1' .ifc lderjinaji "'TI
luna, o rm'i. amia veiia do o/ n sa :> a I
o >.ra-aie r'. o e n Ui-rj-os, enm a tr.ca d>
lu 1 .i c 1 ii hi ce> up,:.;:ida para pedir a iio-r-
ia ie de me ts ferias.
i! y Mab imed, fasi -. o ' fOTi.io ie qae a t iiu o [rjciara.;;
e, ii-8-" jast'.proue ca oaia .xoi-'i' pe pe
es : i riba d.> :ju>l;u r imposto.
o r '.3 di trbada Riiamma, ojectarac- Bu
|fl Itatl aa r .0 Abdel Ass, e preve-
nti in o g'ivernatar daMa'rocos, qoe mandou
pr 1 le doaley-Mjniainud.
-segura 11 as noticias de Ta.ir ',
conapi ay4o qae tanti desama tallar na Imo
-.: i-u-o..eia pria ::. i u I ; depois da mon
Mii' y-Hi-sio. po-ia i irmios D,i ty se 'Mi-
na bam 'ue o aiaver f se iraoa oalo rj
li 'onsoBibenet quena e con tequio j ;
q:."^ ?>' il -''se.
Os Djamej ubooelteram-se, n.as Be.rata i-
cantr* 6ai-.me'. qie a- astenboraaa 1 1
reroo e la vou al- do actual aallio; e man
de qaetxande s; as trapa; 'e qa- nao shegav :.
o ,. mfei oa donativ s do oovj mooarcha, e
ie igaaodoseqaa es rara couservados en
poter do Se^ne-, Bi-ioxet rep-ebeadeuos
O ova sulio soaba. todo Uto e irntou-sema
o, aogmen ioo a sos excilajao ao \eqaecs
j.mfy se miminbara nuru-i resia'eicu lar Ja
late a nooto de fazei es retirar da cor.e p.-
en. ;.!i ou a r-ua resolucao por u-em p dldo e 1
favo- d-lli-s Igual pa'eates do saitao.
A iatsrcepgao da* cirtai troda.s entre o ea -
t3o en irmao, iorm, aeabea .ora a paetaacii
e Jad-o' Azi?, qi deaaiUlo os coospi.-ador^s
ponda ib's seno atlas a-vasa e abriado um l-
aaerita,con o qaal xi ve iti'tu ajea o Mdtl mas-
gr a ibesoarae pata Far, a que o Se^uer eatan
i cimicbo da mesmo cidcle pura pri,ma?r p n
co-.pira;io
a conspiradores propuaham-se m itsr Bih--
met, desto ooar Abd-tl-Aris e acclamar logsr Bivtt ou Aiaar.
O eeos pl nos leanm destruidos, com g ao-
dj agrado do pavo, que synpathi a cara Ab! el
Ails.
HiLproga da Paria circola-a o os fandes, b>s-
panbes entre 64 1/ie 6 l/i reaistiado com (Ir-
mezas manobras baixtttis; o os cambias e.
Madrid passando por llvrsas en lufifies oaaeaii
na altlma tejnlb?, ficirai oiin.l co ^?sxo ni-
vel da aoierior.
O agio do ouro na mes na pnc snbio at 2!
1/2, qoando em Pariz descia 4.0i, sobiudo dep Is
estepreco al 4 11 cecliaoos por lr-,e cornapeo.
dero agio de 31 O/o
As cotac6-s expnneuta 'a= no rgimen des
:ambios a Bespanba foram agora attriboilas a
op aboque realisou-3e com o Bincu Calo -lai,
para a remeaaa de 25 miliies de pselas em oa
ro para Coba contra 60 maOes do mesmo typo
-m bonds do To^suuro. Ora, aqoelle baoeo com-
oron tolas as dividas eslrangeiras qne en 1
\ 00, atiua de completar 1 sas remessa, e deste qu para lirraar no paiz da liberdade ura throno
movimeoto resallaram aa fortes os:iliaco;j no ottomano, nao tem poupado os mel03 da intriga,
allodido reg m.n. da desunido e da guern civil e tem feito imos
amoraveis acabirem seus preciosos dias as
A aiialysa.do bataneo dO'Banco de Heapanba bayonetas de seus proprios irmlos; a ferocida-
tambem veio coocorrer para deprecnr os fnadcB de de umi alma contra quera ainda est cla-
Seeret;xr 1 slo 41 irerno s Bxc. 1
ir. Gov irna lor lo Esl id i isig.iou, em )
' 'iito Cim Wan rl iy para
exercer o carg-a de t. oflicial da i." secQto da
- cr itaria do irania o imp dimenl 1
lo fui '"divo Hcando d 1 ii'Mih o
a i do ni 'san mez, iiue d -
.i.', 1 Antolio Augu ) de il illaa-
la '' isla p :"i aqu -ii caro, i.
El *( le nppeiliafiao -R-Mwbirnos,
inpress s h'uhi opjsculc, as raz3*s de ; p-i-
lacio p i' las pelo advcalo I Srs. maj ar
1'nririlo la Silviin L'ssi e i>e lo [gna-
1 Ph nal) Lua ii'aoi 1 'i';!i oticiaria
:'. te entre elk:s c o Sr. J ia |t in l'atri il 1
: alio Ilirrolo.
! ios 1 o "i';-la.
Conoerto de Beoefleeasla Sa'i
!; -r"i 1 1 llusl m 1 islro, Sr. Eacliios
c n 11111 n'oulrn s ega 1 i isnri-
do realisa-se rio vasio e .id > sallo do Clu->
- 1 om :-, u > li 1 I" do correnta, o conaer-
i.j vocal e instrumental, que ji annuociano',
. i 11 i > vi p'i
em Jaragu l.tm s il lados comman lados p I 1
briga loir' Fraacis :o le Li na a Silva, noni a 1 1
comman ianle em chefs das fo.cas m eri h-tas.
O gancr i L'ra 1 a Silva foi acam nr n 1
e fes lislri r a segrate proctanaci:
... Malvados, tre.nai, a espada dajusti.a
eal 1 p ir dias a decepar-vos icibca. rjudei-vos,
oa alias estas bravas tropas que eu commando
entrarlo como n fimo p>r um pus inimgo,
pois inais inimigos que rovo u1; o latios uo p i-
djmhaver. Nio esperis mais bauevolencia. o
m i lo do vosso julg 1 nenio ni 1 11 niti 1 ip i 1,
urna eomraiisfto milita-, da qaal eu son presi-
dente, 6 uue vos li de lser o processo, e maii-
dar-v is punir.
S Ida los 1 doportd 1 as arma-, aran Ici este
que nos tem conduzido,nfio no ca po da honra
como deviam) mas ao da deshonra, do av I la-
ma ilo, da Ignora nia. l'or ninha bocea ius 1
o impera lor vos or: 11. cum iri-o, p lis noso
dever, > respondis com vivas iguaes aos que
ou vou dar:
Vio* o impert ir eonstit uii ': u n 'i aoM-
MuieSo, indtptn Un ia i d yrididt io imp iri 1.
vivt a dy:nni'
Braxil.
Por esta mesma poca o presidente da 00 fe-
derayio f.-z espalhar a se^uitita proelamaci 1 :
Pernumlaacanos, amigas e patricios! Se-
gunda vez apparecem nos nossos mires o i 1
ramea satlites de un principe perjuro e pr-
fido, para causarnos hostilidades e lodos os
e.slrasos di guerra, o redu/.ir a patria dos Viei-
raso 'ios Das, ou a um valongo de charosos
9 ravos, on 1 lastimosa I ssolacjko deJerusalam
ana vid 1 p ir Tito. E quera desadoa 03 acelera-
dos para tanta inlqui iade ?
A uossa religi&o, a nossa rirlude e a nos-a
g oria. ') querennos obs inrar exactamenle aquel-
111 a >!< man jnranenl is, que a face dos sagra*
d is aliaros, c na presenca lo Deus vivo den >s
de ser um povo ndepandi nte, e um povo hvre;
o nao querernos passar a posteridad^ can o
indelevel ferrete de escravos, col -rtos do igno-
minia e credores da execracio ie nossos lihos
e seus descendantes ; o querer.nos encher en-
tre as nactSea livres do universo aquelle lugar, e
exaltiyo para qua nos Ulhou a providencia.
Eis o nosso crimo, eis a causa da nossa per-
seguir ) I
Acabam osles malvados de espalhar -mt'e nos
proclamas inferuaes, recheados seduccio c araeacas. Alari os olhos ; r.conhe-
ci sua ra l, seus embustes, desprezai suas
estupidas bravatas e quixolidas. Lombrai-vos,
que elles vem sustentar a ferro e a fogo a causa
da iniquidade ; as injustas pretoncoes de um
principe, que davendo a mignaiiimidade gene-
rosa da nayo braziloira o ser c a existencia po-
ltica Ihe correspondan com o horroroso atienta-
do de dissolver o augusto congresso represen-
tante di vossa soberana, pisando com p atre-
vido e sacrilego o visso poder e raagnitude; a
arabiyo de um hypocrta, que com o perverso
fim de reduzr-vos ao mais odioso servilismo
tem representado no llieatro poltico as fircas
de republicano, de constitucional, apparecendo
no ultimo acto um absoluto, um despota c um
tyranno ; a indelid ide de un mancebo qua
havendo jurado era tola solemnidaUe a sobera
na ilo Brazil, e recebe a constituico que elle
Ihe desse, por seus reoresentantes, n5 > 3e corou
de perjurar, sem temer a I)us, nem respeitar
os nomens; a insaciabilidade de um ambicioso,
a n Iimi sflci d i frilili 1
Qusdis \l toforado.
1 r gra n a 1 isla muilo bem organis 1! i, a
1 i 1 l le acia off r ice., 1 p los os
ailr-ictivas. lias! 1 que o publ 1 in le a g-i-
aa.-osa idea dos socios do :ub Carlos (iones
Cha.siid:a Ni paquete OlinA* cha
111I'i. egressand de .^ ,'aulo. ol'.evm.
1 Ire Zafar! 1 Ferreira 'lioso, pa w 1
freguiria de Nossa Seniora il 1 Q \ U Ca
" punga, o qual :e pass'aio r.ira 'quelle Estado.
S. Il'v.ua. lev a gentileza do dirigir-nos ura
cano de cirai atos, que, agr lee los, r -
tnoui nos.
Diviaua Espiritrt-'si.iiito V irm in la I
i.'ssi iu>ocaj;ao reune-so hoje,ao uno dia,para
irat.ir ua oleiyao de i funccionanos da su 1 1 ia 1
rag; lora, carg is que esl io va,J -.
15 de AfO)st-"A prxima quarla-feira,
'1 lo corrate, : da saaiiticado pela Igreja a-
tioca. Nasse da coramemora casa (groja a
Assumpcij le Nossa Senhora.
Ilospittal i^ortusoas ->Entrou de s mi-
na nesie pi estubelecimento o mordomoSr.
amentador Aitamo l-'orn ml"s It;huiro.
tiabinste ile uai.uica dob esiaepigraphe remallea-
ii o seguinla :
O illu-trado 1 ben'mrito Oovernator do
Estado l)r. l!i bosaL'in 1, d'autra os relevan-
tes gsrvicos prestados a esta trra quo Ine foi
barco, acaba de dotar os d tus unis importantes
.m:iiios de insti-ii'r.i > lo ii):i'- 11 Re-
P I) 1 : i, o liymii 1-.0 e a Bscola Norra I, com un
gabinete de puysica e um laboratorio Je clumi-
ca na .llura de se prestaren) s demonstragoes
praiicas Jos protesaores d'aqaallas discip'inas,
e.a ambas os estabelecimanto .
BncommendaJos casa corara ircial de
Orosli l!ack & C, ostabeluc los om Pars, com
destino ao [iisi'iit'> Benjami* Cjntttut, qu 1 a
ialrene poiiticagem en ten-leu dever extinguir
Iros meses depois, de inaugurado e quando nftj
havia un la piodusido os fructos qu i tivera en
vista o seu Ilustrado fun iador, acham-sc os
respectivos apparelh .<, provisoriamente instal-
lados em urna Jas salas do pavimento lerreo do
Cymnaslo, onde ii tem si lo examinadas por
p .-ssoas ronpetantes, como os Ilustrados lantea
de me licina da liiliia i)r. Luiz Anselmo da
Fooseca e Francisco do* Santos Pereira, a cuja
visita franqueou-os o Dr. Regueira Costa, re-
gador do 1 .yin lisio, lacra como o importante
musen deste eslal)oleciin:nto.
Da aecordo ora o desejo manifestado palo
Sr. Dr. (iovernador do Esta 1 > deviam ler sido
lionlcui inaugralos o gabinete e o mboratori i,
Je que nos oceupamos, mas satisfayao deaae
desejo veio oppor-ae urna serie de circunstan-
cias imprevistas, como a de nao estarn, ainda
e incluidas as praleleiras. qua devem recela.r >1
appareihos, nem iuteiramenie Jesoceupida a
sala que Ihes destinada no rain sul do eJi-
i :ia
Consta-nos, porm, que, com a mxima
bespanboes, e servio igualmente de pretexto pi
ra justiticar a alta dos cara oos em mi do cou-
slderavpl augment da 1 m s o de no'.as.
O refer lo Banco passue actualmente em fon-
dos do Estado 621 milbOej de pes. ti?, sendo em
consolidado de 4 O/o 421 i/2 mllbOes de psse!i'
e aaobrigacOaa do tbeiooro, a vencer du-srt
5 aoaos, oO miiboes de pesetis, e es'e volomc-
lo stock de fon ios nio podj ser inditterente oc
mercado, rorqui em qualqu'r occasio podern
111 r e prejodicar as soas disposlcfies.
AsoperacSea com a tbesonro absorvem cerc
de 1|3 da totalidad daa notas em cirealc5o, p,
oeatai poeicio o Banco da Be panba nSo oode
prestar ao oommercio e a iodestria o seas s<-
v yes -eno numa e.tcala mntto diminuta > qu
o'o permitlec deseovolvimer.to des i'.;oclos por
?io bafer a txpiario lidale do crdito. As re-
serva* de onro e prata do Baco de Hespaui .-
preeacbem o terca restante, entre a parte qap
esta bmmobillsada em fooaos do Batido e a Im-
portancia das nota em clrcutacio, e por este mo-
mando vinganca ao co o sangue derramado na
casa do cotnmercio lo Rio de Janeiro, e que por
esta fereza innata pretende reinar sobre as rui-
nas de nossa chara patria, sobre ruontoes de ca-
dveres daquelles que pisam sobre 03 ossos dos
companheiros de Nassau. Este o proposito, esta
o fim destas furias que nos artrontam e nos
araeacam Nao os temis, pois; a iniquidade da
gua causa o vulco de sua mesma ruina; o sce-
lerado seir.pre se abysma na cova que abri.
Deus 90 protege a justtga e a innocencia ; estas
esli da nossa parte.
NSo descoroyoes, nao estis sosinhos em
campo ; a causa porque pugnamos, a causa
de Pernambuco, da Parahyba, Jo Rio Grande,
do Cear i, do Maranhio, do Piauhy, do Para e do
mesmo sul do Brazil. Contra um poder tio for-
raidavel o que pode fazer um puahado de es-
cravos ?
O valor sempre nasceu da justica e da razio-
Esses poucos e miseraveis soldados q le vera a
bordo daquellas erabarcacOes nem valera mais
tivo as disponibilidades sio restrictas e nao es-1 do que aquelles de qnem ha p juco acabamos de
rio era nrrmonla com a emissio pelo qae a taza I mofar c desprezar, nem nos valemos menos.
dedeaconto ainla nio ponda balsar de S l|x|---------
a,* (1) Diario de Matheus>an dan Broeck.
hrevida le, tero, iugar a sua maugurayo para o
que dar-se-blo as ra "ios o Gymaaeio e a Escola
Nonuil, no mlu to de imprimir ao acto a so
lemoidaie que o deve re-vestir, e que traduz-
r, de modo eloquMiie, que aquaHea dous Ins
tientos nao sao indtereiites ao relevantissirao
Servico que Ibes ac iba de prestar o digno Go-
reraador ifo Estado, Ur. Alexaadre Jos Bar-
boza Lima.
Mais de espayo publicaremos a rolacao de
todos os appareihos que enriquecen o gabinete
de physica e o laboral irio de clumica, de que
vio flear de posse os dous estabele mantos
Arcadia Drasn atiesa Juli> de San-
ta .SVnna -No prxima espectculo qua pro-
jecta dar essa sociediae, era comeyo do mez
prximo, ser levada acea a opereta era
um neto O Trovador di lavra do Sr. Jos Jor-
ge, me obro da misma socieJade.
Bencau> de iiua^ein -Boje pelas 4 ho-
ras da tarde ao convento do Car.no desta cida-
de, se realisar cora solemnilaJe e pompa a
benyo da iraagem de Nossa Sanhora da Ba-
Morte, anudada esculpir pela davoyio desse
nome
Acto continuo ser trasladada para o res-
pectivo cansisiorio.
Pronuncia.-O Sr.Dr. Juiz do 2- dis-
tricto municipal, pranunciou como incurso as
penas do art. 294 Si 2' do Cod. .Penal o reo Ms-
eos Ralis da Silva Carvalho, que, na Casa de
Detenyio desta cidade 24 de Fevereiro de
IxQ.', assassmou Juvencio Duarta de Deus.
- Foi pronuncia lo pelo mesmo juiz de dis
tricto como incurso as penas do art. 319
l- do Cod Penal o reo Manoel Soares do Norfe
processado em virtude de quelxa de Jos Joa-
quim Saraarcos.
Destas decisOes fai interposto recurso ex-of-
licio para o 3r. Dr. juiz de direito do 2- dis-
tricto criminal.
Prasu improrosjavel. A cobranya
dos irapostos estadoaes s bre arraazens e tojas
de fazendas em gro3so c a ratallio. Arraazens
ouloja3 de ferragens, raiudezas, quinqu Iharias
e machinas de costura, arma/.era de vendar g-
neros de estiva era grosso, arraazens de xar-
que em grosso e a re'alho, armazens ou dep-
sitos de recolher alfandegados ou nio, arraa-
zens ou depsitos alfandegados ou nio de re-
colher kerosene o outras materias infiamaveis,
armazens de vender drogas e pharraacias,
agencias flliaes ou repregentanles das raesmas
casas bancanas, casa de vender bilhetea de lo-
teras, empresas aninymas ou agencias nao
tributa las directamente ero seu rimo especial
de negocio, loja de jolas lmente as joias e re-
logios, ditos de chapeos, ditos de calcados cora-
prehendidas as oficinas dento do estabeleci-
mento e tavernas, relativos ao V semestre do
exercieio era vigor de 1894, qu: a Recebedora
est procedendo bocea do cofre, terminara
definitivamente no dia 14 do corrente.
Crime ? No da 23 do mez lindo em tr-
ras do engenho Gana, pertencente ao munici-
pio de Amaragy, forara encontrados dentro de
' uns camaleOes um hornera e urna chanca que
se veriiicou ser fllha daquolle, os quaes, reti-
rados dos lugares o le s aehavam, vi .-rain a
Wlecer mo lientos depois.
No mes 111 lugar f51 iguliment: encontrada
ama bolsa com cbs uh violacio, do iqua B
presume terera sido aaaslleS Lifelzes viettams
da 1111 crim qu-nrocui-a daaaaaorir a oerapa-
*onte auloiidad.., duidopura i?ta as uecwssirias
providencias.
Santa Cana le Misericordia do
Reeifcliis u pessoal que aaiaiez de .lullio
ulti 110 oc'-upou os estab decirncnios a cargo
d'esaa i'a Instituieio :
Hospital Pedro II 77d
Hospital dos Lr'.aros ol
Hospital dos Variolosos 41
Collogio das Orphs 19"
Asylo de Benlcidado 136
Hospital dos Alienados 271
C 1 (aa Bayasl>
Em poder das amas 9J
Ni estabelecimenta 214
Total 137')
.?..Vs \intns da Vsaajnda-Para a Liwa-
ria da Escola do Po'0 acaba de cliegar sssa
1 iiecida obra litlerara lo malogrado p
pornaiubacano Victoriano Palhares, a que.n
carumpnte raaito de vara a; leliraa ntii.is.
As Sanies lt Virgtm, vorda 1-mim poema en
prosa, onde a alma .1 > po ti, exlravasou, n
infloiia lenra 1 le s Mitmen'os, toda a >U
des 1 de suas imnr issfl ib 1 1 m
31: sa oc "io >o c 1 da rerta ara livr 1
iano il 1 I iii'1 d tolos i islam 11 sabo-
:cn booiloj pa tacos liu irarios
Ao- qu i p >r acaso 1 > la ni 1 i itbooeo a re-
ferida obrt, aconselli.imos que aproveilan 1
opportu lid id 1 para lel-a.
A'Livr.iria Bscola do Vota agradecen )i o
i'xenplar las V -1 .," co a qu 1 .
minoieon.
esertor -An n, is li Inr.is la
: rata e pracas do vapor Caar -
1 pe i -um; auxili 1 ao 3r. sol 1 ileap lo la p 1-
1 .' de S Fre P 1 Iro injjalves, para pren-
der im lesertor daarraiia, que nao quena
rend r-s .
0 subdelega io ia 1 ion q raspee! r rm
le Aran, 1 e doi.", guardas raumcipaas naso
I lor, armad id i, I P >rau-
ciliar ii-i5 caar ida lo no nc Iyp ilii >.
: arabos pr'sos, in !o Hyp l 1
a .):'. 'i ;ii mi 1 o des rl

Vega ni os ile ?civ5.i.i'o
em -oinif. laes iuj s as politicn o /<. <
O- r :: III dos di :'':
irid is, ca Caara I D [> il 1 las, 1 ; ss-
1 lo i" da JUlll 1 Ulti no, p los Si-. \ICIO I I
ruananar.i o Co-llio 1 'in'n.
.. 1:11 .. r -:'' 11 11 1 a 11 is Irefog is
1 1 -1.-".: d 1 i M irtins Jan
... Par i nb 1:1.
Bis essaa res uno-:
O Sr Alcin Ga tn inn rec ir i 1 aos seus
r que ih; i tgina 1 ch< i:; de ar lor do
:. ir 4 ni i p 1 ': 1 11 .-11:1 fa, lia un
e u que a Ij 1 l n qu i o po s'a conc ntra-
s: : dii '/ in r l '.' i'a tr ir rl V
pisf. E' o [o v, n i'i', i- liante das expo-
s;s' de poluic-j l.icl, i| .. sio o sympl una I
um rail muito grava a quo eumpra impedii 1
o!) transe. Nao vem se oecupar lapo
! '.;; n i nliii'-1 :i '.11 das personalidades em
lula naqulie Estado, mas de um ficto que fere
n -nte a alloncfl 1: Jas a -cu agoes q ,;
sahirara do campo politice local para resi
110 terreno d 1 carcter particular. V un lio
m:m que s; declamo d-'-sle logo francamanto
ai lado do governo uosta qu-'stao da revolta,
aecusado de haverpor algara 1 frraa pactuado
c 1 n a m"-;ni ravol! 1 o c mspira I >
o or.ul.a- coahece esse li >m n ha cinco an-
uos, desde a Cor.slitninle, quinde diputado;
notou samprc qu-, em periodos durante os
luaes muitos naufragarara, em pocas de lucias
1 irles travadas ne la casa, nunca o actuil gov.-r-
n 1 lor de Pernambuco vaeilou, nunca estove em
postcQ 9 intermedias; notou que S, Kxc.nm
o nem que nao raeua dianle da causa alguna,
nimio sa trota de cumprir um devar, quando
sa trata de servir 3 patria.
A---. o, nio pd i acreditar qu."1 quem, desde o
.riiiuir. di 1 i 1 : 1 1. por, lelegramm is e p ir
um manifest, se declarou ao lado di legali-
dide, lenha conspirad 1 depois ; nfio pode crer
I io o soldado qoe a 3 da Noverabro soabn des-
embainltar a aspada para del-odor a legalida le
tirasse a nosma espada a meio da liaiaba para
rasgar agora a Conslituici 1!
O ora lor nao eslava uj Brazil quan lo a sita-
co foi mais agitada, us nio foi estrauho a
antes contriliuio para que a defesa fosse eifica:
ceria vez o governo carecen de material naval
(no mes le Dulubro, si l>-m r-cordm e in-
cumbi o orador de adquir! o na Europa.
Paita a a;pi.-iao, O orador perguutoo ao go-
veroo do mirocnal si deveria reraettor ainda o
material para Pernambuco, nfio porque davi-
dasse do goveraador. mas porque o porto do
Recifa podona estar bloquead).
Pas bem, o governo do raareclial Floriana
raspondeu quo sira, que remettesse o material
para Recife, mostranJo ler conianya no gover-
na lor c ler a certeza de que os recursos lgaos
nio cahiriam assim era raaos desleaes.
Parece, portanto, qua as accuiayocs feitas ao
r. Barbosa Lira 1 sio o producto do fermento
da poltica local, quo, p le caininhar pura a d:-
coraposiyio dos caracteres.
Pois, si preciso qu: urna naya o se apoi o aos
seu3 horneas, no esforco intellectual e moral
lelles. temes todos o dever urgente de aposto-
larra >3 cineoaota anuos, si fr preciso, mas con-
Beguirmos o desidertum principal.
Ne.-ta situayio gira!, e:n qua o ora or sent
que a repressao destas lucias locaes perante o;
poderes pblicos federaos rnoslra r.ao estar de
lodo exlincta apossibilidade Je un rompiraento
con-titncional; nesta sitaayo em que o orador
seita que se oartilha a idea de que ha di um
lado a Uniao e de outro lado o Estadas, oslan-
do aquella era plano superior de juiz destes;
nesta situaya nacessario que a felerayio
seja absolutamente inatacavel.
Dir ao honrado representante de Ponan
buco que, si ha un acto do governo provisorio
que rsgate todos os seus erros, esse acto o
II haver declarado federativa a Repblica des-
de o priraeiro dia : nao fosse isto e a Repblica
nio resistirla, assim como nio resistir si as
intervenyes indebttas da Uniio nos Estados se
derem.
No entretanto, sent se lavrar geralmente,
dominando oso3piritos o receio de. que se possa
retrogradar s deposiyes, justaraenle quando a
federayo, co n a autonoma dos Estados, acaba
de revelar-se a un.ca forya real da Repblica !
Nio I nuaca I nio 6 possivel mais a violencia
in debita contra a autonoma dos Estados I
A crisc de um dos Estados Ja R:publica aca-
ba de justamente .er resolvida sem a inter-
venyio a Uniio I
O vol do orador para que nio se apaixo-
nem us lucias polticas dos Estados : ou este
debate com relayio a Pernambuco intil, nio
efficuz, ou traduz urna esperaoca que nio
pode, que nio deve ser realisada I
Pazendo este voto, pede i Cmara desculpas
por ter oceupado a sua atteuyao e bancada
peraarabucana por ter intervindo em quostes
co seu Estado. (Muito bem).
O Sr. CoeUio Cintra sente-se feliz por ter sido
chamado a debate em defeza da verdade detur-
pada. Nunca recuou deante do cumpriraento
do dever, mas abandonara a serie de conside-
races que tinha a fazer, deante das eloquentes
palavras do orador que acaba de sentar-se, si o
ever da posiyio que oceupa no seio Ja badea- h avaYiando a forca
da pernambucana nao o obngasse a pedir i Ca- 5", alsenlas motores etc etc
mar alguns momentos de attenyio alira Je di- \ ^^^ZX^'esS^ie, de voar o
ser nicamente qu*, desde o da 6 de Seterabro !cond0a,"ca pes^Bat 16 kilgrammas; alm
do auno passado at ao da _17j d ^Noverabro, d"So_ po79 ^yantar sem ditficn'dade 10 a 11 ki-
los. Isto faa subir a 16 ou 27 kilos o peso raaia
de ler os telegrammas Irocados entre o Sr. Bar-
hoz 1 Lina 00 mareclial Floriano, dos quaes
transpirara os mais alevanlados Bantimentos de
patriotismo e pdos quaes se v que o lov.-rna-
dor de Pernambuco nao trepidou era aponr a
l.'galidade, emliOra tivessi a certeza de que, SI
1 revolta vencesse, elle seria dos primeros es-
magados. Klo lar estes telegrammas e oiitros
locuraentos. mas ios ril os ha no seu di-curso
p ira conhaciraento da todoi qu mi IS se int res-
san pela vardido doa fictos
O que cerlo, repate o orador, que at 14
de Novembro, quando o sitio foi declarado em
Pernambuco, o Sr, Dr. Mirtms Juntare seu
grupo tinliara a Cabec-i ni Rio Grand) e o era*
yao na A'/uul 'an Pretendan mesmo que a
revolta era reivindica lora das librtales pa-
trias.
Os ofllciaes patri tas que eompu ihon a raa-
nnlia legal improvisada (orara ate confabula-
dos pana qua nao se envolvassen baten lo a re-
votti, comi ora lor pode provar com dicu-
.11 fllos irrecusaveis coimas declaracO^s los
proorios oficiaes. Pois ben, tjUiu confabolon
Dio foi o % iverna !or I P rn imbnin, roa 1 qaal
les meamos qu 1 o ataca neo
O honrado denotado di;se q Ti -ti queslio
si quera a justica da hislori; maso orador
nio qu r lambem sinio a justica da
po qu sli enrto I; que a histori 1 'i' r s-
crev i", a, la lo Jos nenes I lanos liar > < D
ira o o inclylo mare lial in <
do no cu nprira ral) Is un lev sr ra l >,
a-- i" >r. Barbota Limo, o govern i'lor le
Perna nbuc >. (Muilo b
Has elepbotate awasasaiau 'N'uuiii-
ra proxixa.de Mrio, havia um elepbante qu:
pesava a bagatea le 4 quininas l N'undos
nq .11 nirav 1 o lu :au-
lo miu a a [ii lefez e n !i icidos I in 11
1 un Ihe pon le ac 1 lir, ap /. tr 11 [U da
scena Iwrrii il ser pres -nceada
lodos t mi in 1 merina sorl 1 d 1 in-
feliz.
o se anm ndo a ra.itil-0 a tiro, ln-.:-
c io 1(1: as lula- ain li u irntassem iis.foi
1 p da strychnin i-
A!iy,;i!!i'. di p sla \'iivt i-iy-
Rumpei, iaz a lo muitas referen lias, cobnndo
,1 -i- ,,, cora lv t os si fos, 1 .m qu 1 u ves-
. ,-; ser con c in un ipl
^'iil 1 lor d calor.
Nj li'.vany repeli as m-soia icias
1 p.
Ellcachou qa 1 P mp inca de cabr
comas mtfi is le IS m' c ru as ti se la,
minim 1 cora as d 1 '.- 1 lao.
Porera a vantagera d is raeiai de li,,s leve
nt- a siia nai >r spessura pois qui l
goal la!: d espes-ura, a m da d .- se la coiiser-
vi cal ir cora 1 a la.
Q iand 1 o 1 ti >b r o
sapa I is. era vez de perder
per lo
1 3.;> 11;> s re luz 1 p trda a o.
i ia le se la li 1 ni la J nxa per!
-. tafi por canto nais 1- calor e ura 1 de. li
homida cerc m lis que 11.11 1 nxula.
ires sai asdilfa icas
seceos s hmidos.
I): i'acu os ipai ia enxul s .limou n .!
nio pela p-rla do cal ir, as 111
8,.
A 1 npressi les iara I iv I, qu rato
do cora a n ; ip rresco lra-so n31 ia-
dos, deve-seetn grande pi rta i-o calor
i 1 t n.
A pudli lale n joma
no, di/, o .V. 1 M indo, leve a 1 lea original de
inierviewer liversos milltanari03 acerca lan-
fluoncia que tem lido o annuuc.o sobra a acqui-
- i 1 la sua fortuna.
iqui plgumas das respastas que ella race-
bao:
Eu devo mmha grande fortuna aos annen-
cios frequeutes. Bonnar.
O caminh 1 da nqu 1 passa atravei da tin-
ta da imprensa. Barnum
As annuncios repeidos \ continuad me
leram a fortu ia que 1 issu .A'. S. Sle arart.
. iu Qlho, faz leus n com passoas
que annanciam, tu jamis perdersB. Fran-
klin.
Como o mundo saber qu p issues ulguma
cousa de bom, lio izere coohecer? van-
derbilt.
Depois la alfinnaro de igoaes au! iri. les.
nio se pode negar o polar do reclamo :
Elenelcio Sinsone -Nos lins Jo mez
corrente, realisar- e-ha no The-itro Sania Isabel
um espectculo em beneficio Jo emprezaria G.
Smsone.
Esse espectculo que p-o;noviJo por urna
coramisso da imprensa diaria desta capital,
lera o auxilio do corpo sceoico d Club Dra-
mtico Familiar, o diversos artistas o amado-
res que gentilmente se li.io prestada i generosa
ideia.
A coramisso da imprensa -a segrate que
foi eleita em reuniao de j irnalistas : Dr. lliom
Qibson do Jornal Jo Recife,' Dr. Mano
tao.Ti"A Provincia, Dr. Pereira Jun or- e
EucliJes Fooseca, do Commercio de Pernam-
buco, Artliur de Mello, Gaspar de llenezes e
dulio Falcio, da "Gazata do Recife, Grac liano
Hartins e Alfredo Vaz, da Gazeta da i'irde
e Manoel Ario, deste Diario.
Sssa coramisso s; entender i com os assi-
goaatea da ultima temporada lyrica, no intuito
te po lir-lhea o sea auxilio em pro da ideia,
que de prever soja bem acceita pelo pavo per-
nambocaoo, sempre solicita quando se trata de
urna feslacorao a projectaJu, cujos lins nao
poJiara ser raais nobr.s e dignos do s:u Iranco
apoio.
Relator.o -Foi-nos offereci lo um exem-
plar do relatarlo final aprsenla 11 10 8
uistro ia Fazen-ia pelo Dr. i ito ...i-
cante, digno director Jo Tnesouro e citada
commisso de exarae e liscalisayo das epar-
Ucioes da Pasen Ja Federal e Estados Jo norte
Ja Repblica.
Nesse relatoro, o Ilustre fuoccon iri o, falla
detidam:nte e cora seguranc de visl -obre
os diversos assumptos qua estu-lou 110 dasem-
psnho da commisso qua Ihe foi confia la pelo
governo.
Sot.os gratos gentileza da oferta de ura
exemplardo relatoro audido.
Pode o lioineai voar? O Sr. Otto Li-
lienlhal, cujas experiencias de aviayio z :nm
recenteraente grande ruido, acaba de publicar
ura artigo era que, depois de pergunlar s: pode
esperar que o homem chegue a voar pelos cus,
conclue no sentido airirmalivo.
O Sr. Lilienthal de parecer que o estu io do
problema por meio de pequeos modelos m-
chameos nio pode dar bom resultado : no se
pode, com effeito, em taes appareihos, regular a
posiyio do centro de gravidade, e por conse-
grante obter ura vo cstavel. Succede exacta-
mente o contrario quan lo se fabrica um appare-
lho em que possa subir urna pessoa ; este o
caso do Sr. Lilienthal. Pode-se entio continua-
mente, mudando de posiyao, deslocar o centro
de gravidade e manter o equilibrio; pode-se
raesrao, dentro d'uns limites certos, dirigir o
apparelho. Isto verdaie ; a apenas a diffe-
renya de que os pequeos appareihos mechani-
cos levantara realmente o vo do solo, ao passo
que o do Sr. Lilienthal nio em summa, sanio
ura pra-quedas aperfeiyoado. O proprie Sr. Li-
lienthal o reconhece : a difculdade, diz elle,
levantar o veo.
Nmguem contestara de certo a verdade deste
aphorisrao. O sabio allemio espera, porm, ven-
cer esta dirficuldale estudando o mechanistno
di voo das grandes aves e a relayio entre a sua
massa e a superficie das azas, comparando o seu
quando pparecau o manifest do illustre reco- !dl!,S0..P0d9 levantar
nhecido pelo l- districto de Pernambuco, mani-
fest suggestionado pelo general comman 1 inte.
do districto, S. Exc. era por actos nem por
palavras se manifestara contrario i revolta da
esquadra.
No entretanto, a Cmara viu como S. Exc.
pretendeu marear a raputayo de um hornera
que, si nio foi a chave foi pelo menos o braco
potente cora que a leg ilidade poude trancar
os portos do norte invasio da revolta, cujos
chefes erara justamente aquelles qua preten-f
consideravel que azas naturaes tenham jimais
levantado. O homem nio pesa em media senio
tres a quatro vezes mais, quatro a cinco vezes
metiendo em conla o peso das azas artificiaes e
da machina motora. Esla proporcio parece ani-
madora ao Sr. Lilienthal ; julga elle que est
prxima a hora era que o hornera moderno ha
de inventar a navegaco aeria, como o seu av
descobrio outr'ora o segredo de vagar sobre as
ondas.
Behanzin e a raorte de Carnot Na
deram, juntamente cora o grupa do nobre de- Martinjca como em oulras colonias francezas,
putado, a depo3ic_o do goyernador de Pernam- | reaiiSaram.8e exequias memoria de Carnot.
Deu-se, porm, urna circumstancia as ex-
1
1
>

i'
--------,------7 ., 1---------- 1. ; .7 1 ueu-so. Dorem, utua circuiusiauoia uas c*- ,-
mocado no Aqwdaba* jantado 00 Itamaratv, I celebradas na Martinica e foi a presenca i |
o Sr. Martina Jooior tana ceiado no pal .co do d^ Belianzio, o ex-rei de Dahom. XI
governo de Pernambuco I
O orador para nio canyar a Cmara, daixari
O templo estava cheio de fiis, quando viram
I itelvn






Piarlo de Pernamhnco Domingo IQ ilo Agosto de ISIM
3
..r a p o ex-rei do Uahora, acompanhado
das Albas e do interprete.
Bahanzin, sabendo pelo interpreto qua se i i.
Celebrar urna cerera >ni i religiosa era lloara d .-
Carnot, pedio ao vigirio da iaro"ha pura astil-
tir a ella.
T-ndo recibido resposta aflirinativa, dirigiese
para a igr.-ja o p ira b im accentuar a sua dor,
cob- > i\< lutoe atou a> longo
d) cachimbacaoscepiro um cip; negro. Urna
das ilhas leva vi dan'e delle o fjiti;o, cuida-
Josimento envolvido e guarnecido de fitas pte-
taS.
Loro que chegou ao templo, Beban da deixou
de fumar, o que selle uin grande signal de
tris) xa.
O ex-rei do Dbame f .i 1 ivado para urna ca-
pel!, ao lado do altarmr, d'onda ouvio a
m-sa com o m,j-in i roeilhimmio qu un ca-
tholico.
Opcraees cirararicas No Hospital
Tedro II I'oraiu follas as segurles:
Pelo Dr. M alaquias :
Ligadura la iliaca externa direila indicada
por iraurisma da arteria elia-femoral.
Thoracenthesis com o inspirador de l'otain,
in lc.i la hemathorax.
Pelo Dr. Amoldo :
Incisoes profundas no scrotara e ragii pe-
nminal, in lie ida p ir abeesso urinoso.
Desarticula- :o a i led) poles-ar da mao es-
querda indicada p r smigafticnta
Incis ifUndM la madeja.
Po Dr. Vieira da Cunba ;
Extraccao a tb.r.uo caatcno Je papilvona (o
anu-
Pe'.o Dr. H. Bandeira :
Ablacita de papiI v ma, corneo da face plantar
.1 pe.
Raspagens e cautensacao a lhermo-cuterio,
de ulceras da perna indicadas por funjosi li-
des e atoma.
Pelo Dr. Ii-Trelo.
Extractlo de c trala senil, dura, pelo pro-
W. rice".
Ir '..lia indicada por anesthesia di pu-
pilla
Duas tarsouloaphiaa rom relamo ovalare
lrans| intacto das bordas por ihriehuises das
pal i bras superiores.
Triun.l do Jury d Reeife Foi
ins'alla'a uontetn V.1 sess&O or linaria d Jte
tribu:! I s d) a presi l 'iicia do Dr. Sigisman 1)
\ inio Ctoocilvos, iui. de direito lo 3. dis-
Iricto criinia ti, occop indo a tribu la da acensa
ca i n Dr. I irnard > Jos da (Jama Lins, l." pro-
na r publico. .
Funcci >na na mesma sessao o I." escriva i do
Jttrj, major Florencio Rodrgoes de bfir
l-'ran o
Comparecern 29 jur.nl '-
Poi m apresentados ao Jary, devidamente
preparados p'.a jolgam uto SI procesaos dos
segrales r s:
v I Francis o das Ch igas, pronunciadlo no
v> : ,io coligo penal, presa a 15 de
Abril le 18M; ,
1 Can lido Bazerra, pr .auncia I > DO V rt.
396 il i enligo penal, preso a 3> de Setembro d;
18'J I
lio Flix de Siqueira Lima, pronunciado
no V' i 304 do c i ligo penal, pres > a :$0 de Ou-
lubrode I8M;
Jo i Pecreira Buique, pronunciado no Art. 29/
do ca lis i penal. res > a 31 de Miia .le 1893
D,( ,| niro 1 is 8 ratos, prmuncialo no
Art. 3 >i paragrapho nnico do cdigo penal, pre-
,,< a 3 l &o le 1893 ,
Man o de Arre Ja, pronunciado no
Art. 304 p; ragrap i nico .lo cdigo penal, pre-
-29 c: Junho >:e s9<;
Francisco Pedro da Silva, pronunciado no Art
356 do COdigO penal, c >albina lo coill o Art. 63
do dito cdigo, pres i s 18 'I i Julho de I8J3;
Elov Alvos da Silva, pronunciado no Art 310
4* do cdigo penal. (Teso a 7 de Agosto de
1893;
Vicente Ferrara de Bruto, pronua Tilo ne-
-\rt i2 8 i" do cdigo penal, preso a 18 le
Agosto de 1893 ,
Ha i i'l da Silva, pronuncalo
Ar 'banjo
conheceu e por isto nao Ibe prestou as honras
reglamentares.
A prraceza qiicixou-se ao gen ral coraman-
dante do I." cop de exercito, que susp.-ndeu
o major, e enviou ao mesrao tempo ao ministro
da guerra um relatorio da qual constava que o
major nao linha prestado a menor attengo ais
bjcicletisttis que encontrara no cammho. Este
d'iii leu-sa, dizetjd que nunca suppoz ajQe
ama princeta de sangue real andaeas a fazer
por! v locipedico as estradas publicas, e que
domis nj tinba obrigigao de a conbecer, le-
vando ella, como leva va, o trajo usado pela3
nulhcres ciclistas.
O rei leve conhecimenlo do facto e mandou
immedialamente levantara suspensao o a prl-
sao do major, e probibiu tambera a princesa
u->ar durante dous mezes a libr vennelba da
eorte.<
Terrivel prc plsela Os terremotos,
que tantos damnos causaram ulliraente em
ConsUntinopia, vieram confirmar a opinio
que o eminene g o'ogo A Lipparent expl
por occasiao dos ut> nos terremotos da Greci i.
Lapparen' iolga que a Ierra, levantada em
cons-quencii do movimen'.o vnlcanico que fe/.
surgir a cadeia alp:slre, tein una base incon-
pien s vas fun i ii lo poueo a ponen.
Segundo o illustri! gioloeo, a pennsula dos
lialknis fun lir-se-ba um di i no mar, e nega-
r un lera,io ala que a A.98 Mmor 1 'sappare-
cert da snpernete torrestre, volianlo o Ifediur-
rani'O a banlur o Industo como nos lempos
pr:b s'oricos.
Eisahi um meio de sim.dilicar rauitisaimo a
questao do Oriente.
CiHifiirsi iriosi O PHit Journal, de
Pars, acaba ile inaugurar um concurso de car-
ruage.ru sera cavailas, com lodos o- geieris de
motores : vapor, eledricidade, gaz, petroleD,
etc.
N 'Sla concurso, o qu; c,n nrimeiro lugar se
exige ei-ruig'm s:m eavallo 6 que uo olfe-
i'i a pergo, si'ja fcilmente manjala e nao
euite muilo 'ara.
No concurso toinini parte q arenta e seis
i ; i enteres.
Tclev;r.vn.u.s retidos. -- A:!i mise
retidos na estacfto do Telegrap'io Nacional os
segnintee :
8. Paulo, para Miruila Azevedo.
Babia, par Dol.
Ro, para Adolpho Mead ac.
Porto Alegre, para Jucana Farnpis.
Rio, para B:rca americana
s. Vigul, pan i)-. Taborda,
i'arabvba, para Jos Caboclo
Forlai.'/.a, para Rjla.
It o, para Si.ibozinho.
! soiM-toruin dintrieto tnnri-
li.uoU-eife, l de Agosto de 189i.
Boletn) melereologico
Hora, Ttrm eenti- Haromriro .''cnso do
llumr
dade-
83
83
8i
81
83
no
Art. :03 do co go penal, presa a 31 d: Agosto
de 18'3.
Joaquina AJmeida do Nascimenlo, pronunciado
no Vrt. 336 do coligo penal, preso a 3 le Ou-
tubro de 1893 ; ,
Honorio da Silva Romao, pronunciado no Art.
303, e Antonio Gomes de Oliveira. pronunciado
. t. 3M panigrapho nico do cdigo penal,
iir .- a de Ootubro de '891
. ; Francisco da silva, pronunciado no Art.
3j > do cdigo penal, preso a St de Ootubro
de 189
rinlo de Mello, pronunciado no
Art 267 do ce ligo penal, preso a 30 de Outubro
d 881:
Amonio Augusto Paes de Lyra, pronunciado
no Art. 303 .'.o co ligo penal, preso a 31 de Ou-
lubi de p
ado Cizenando AuUsIo de Ierra M'lic-
uada lo no Art. 294 S 2 do cdigo pe-
na!, priso a i de Noveinbro de I89J ;
Manoel imigdio de A' I eloia, pronunciado m
Ai!. 29i $ -- do cdigo penal, preso a 12 de No-
ve mbro de IMt
\ q .1 -, di Silva, pronunciado no Art.
301 paragrapho nico do coligo penal, preso a
Novembro da 1893;
Francisco Loureneo da Costa, pronunciado no
Art. : 04 paragrapbo"nico do co ligo pen ti, pre-
so a 3 le De/embro de lt-93 ;
.1 io CelesBO Goocalfes das Morcs pronun-
ciado no Arl. 3 13 do cdigo penal, preso a 28
de I) v.embro de 1893 ;
Mi-'uel Pereira da Silva, pronunciado no Art.
30$ i > cdigo penal, preso a 23 de Fevereiro
Foi snbmcttido a julgamente o reo Miguel
Francis -o das I baga?, pronunciado como incurso
as penas do Art. 29V 1" do cdigo penal, por-
oue no presidio de Fernando de Noronba, onde
cumpre sentenca, to de Abril de '.892, matou
o sentenciado Domingos Henriques.
O Jurv dcsentengacompi^-se dos jurados:
mbelino Possidoni de Barros.
Anisio Tellcs d: Souza.
Antonio Jos L:al Keis.
Jo Carolino do Nascimento.
Ha icl da Costa Fernandes.
Locie lirazileiro de Moraes Pires.
Antonio Almeila omes.
Dr. Manoel Duarle l'ereira.
Jo&O Ezequiel Borges. .__-_.
Pro luzo a efea o l)r. Lu/. Emigdio Rodri-
m .'ianna. odvogado dos presos pobres.
De confurmi lade com as decises do Jur.v, o
1/' iui/. de direilo condemnou o reo no grao
mnimo do Ari. S95 8 -" do codiSo P;nal a dous
annos de priao rellular.
Aa.anba sem julgado o reo Manoel Candido
Bexerra.
Foram multa los em os tegnintas jurados
iu leixaram do comparecer:
San lido Manoel de Sou/.a Oliveira.
Lino Macha lo Das.
Man >el Joaquun BapUsla,
Dr Arlbnr de Barios Falcao de Lacerda.
\| jj.i.|um de Meiidoncja e Sou/.a.
Fernn bja RamoaV
Joao da Silva Santos.
Antonio Joaquim Goncnlves Fraga.
Francisco Jos- dos Santos Jnior.
Ferretea da Cruz Vieisa.
Jos Ildefonso Barbosa de Miranda.
Arthurde Azevedo.
Francisco Jo&oJoaqUin de Siquu.ra Varejo.
.1 oaqumi Ferrara Pinto
Manoel de Caraargo. .
Di. Felippe de Figueiroa rana sobnnbo.
Fre I Mico Lu/, 'ieira.
Antonia Francisco Martina do Rio.
Antonio Augurio de Araujo.
Jo= otdho Piolo le esquila.
Joaquim Ribeiro de Britlo-
JoaoCoeliode Alnieida.
Joo Lucio de Leaos Duarle.
i An-berto Lopes. .
ManoeJ Luix Lodni.'ues Valeiga, Jnior.
Francisca Damiao Cvale inte Pessoa.
Alfredo Co-lho de Moraes.
Antonio-bazilio da silva Guimaraes.
Outr'v*'nlura*,a .tirineetza Lae-
tci:i Ksta. referida pelo correspondente ao
Seculo de Milo, em Turiin. Diz elle :
Ha da-, uai major do regiment de caval-
laria !'ieiuont'.'.eal recolhia, pela estrada de
sim>u"ini d'uma marcha militar frente de
doujeMUadrfea Nocaminho, o destacamento
mi7-m com a princeza Laeticia. que se diri-
ga em bycclela para o castello de Stupugrai,
ncomp niada porJHiin outradaaw dojs cava-
Iheiros, tambera am byowlota. O major nao a
a')") vapor
6 b ,"4 701,-fil 16.71
9 24. 76l,-*fi I8,il
12 -J, 7l2,--2 1873
3 t. 2i,"i 760,-71 H,7
6 23\8 7*1,-53 18,"8
'o r-peratura mnima 21,73 Therraometro
d isabrigado ao meio di i
Temperatura mxima 2 "..00. Ennegrecido
i9,-> -Prateado : 37,0.
Evaporayao em i\ horas ao sol o.",6 som-
tira 2,-8
Chuva nnlla.
Direccao do veow : SSE de meia noite at
0 b. 38 m. da manba, SSW at 1 h. O m SW
alt 0 h. 36 o., S ate 8 h. ii ra., 33 'V at O h.
i in. da tanle. s at 3 b. 12 m.,S3W e S\V al-
ternad at i b. '2 m., S al 9 h. 3i m., 8SW
at i 36 o.. 3W at US m, S ote meia noite.
i hora e 30 in. de calma peU madrugada.
Veloci lade meda do vento 4,-00 por se-
gundo.
\ ibnloeidadc media 0,62.
i'oletim do Porto
Pr'a-mar ou Eias lloras Allura
baixa-m ir
I'. M. ni de Agosto II h. 23 m. da m. 1,-65
II. M. 10 de 3 ti. 33 m. di t. 1,-00
Cusa de Deteucao- -Movimento dos
presos la Casa de Detencjo lo Recifej Estado
de i o-nambuco, em 10 da Agosto de 1891:
Existiam....... 'M
Eotraram....... '3
Sahiram....... 9
Existen)..... 4^9
A sahi-r :
Nacionaes..... 431
Molberes....... 6
EUtramceiios...... 1-
Mulberea....... o
Total .
Arrasoadjs
lions .
Doentes .
Louco
Louca .
449
403
389
15
2
0
406
in o e presidencalism o na r,-publica brasileira
Historia la litieratnra brasileira.
Braz Patife Masa ule re (versas huno-
ri ticos ).
Coelho Ne(to-A Capital Federal (im
pressoes de um sertaneoj Ithapsodias.
Valo.Hl,u -Masalhaes Notas : mar-de 0,0,1) soberanos, em Sandwii Park e
gcn dos ltimos h.irpejos Hor:s alegres, ai mJii c ,._____j n______^_
vida de seu Juca, parodia moric de D. Joo
Nesta anno ainda '.em os seguintes e
importantes premios, para disputar :
Prime of WUcs Stakes, em Ascot;
Priiicess of Wales Stakes, de 10,033 so-
ber.in s, cm Newmarket; Eclipse Stakes,
de Guerra Junquero
Verediana Ciurvailio -A praga do Rio
1890, i9l.
.los de Alencar -Unacarnaco, (ultimo
romance desse grande romn ista.) As minas
de pnla
.Vluiziii de Azeveil A inortalha de
Al/ira.
Rodrigo Oetavii Festas nacionaes
Formulario e regulamento para divi-o c de-
inir ac,o de trras particulares.
Ma -aneiras pneticas livro sem
igual, contendo varias bislorlas en racntesj
poesas jocosas e amanteticjs, i vo!. iliuslrada
com miieailicas caricaturas em fumi e colo-
ridas.
ir. lirias da Silveira -Galera hist-
rica di revoluco oraslleira de lo de Nov;inbre
do 1389, qu3 oecasionou a fuo lago da II .-pu-
blica dos Estados Unidos do Brasil, i vol -
luslrado de mudas gravura-, representando a
proclamar o d i Repblica, a entrega da mensa-
ge:n a 1) Pedro II, a partida para o auxilio da
familia mperial, etc., etc." por 5J50->.
E Uczzabutta Q l'an.i negro, esplcndi-
di -i o rSmiuee histrico e illuslrado, vert I do
il.ilian por Adolpho Portelh.. Este maguin-
co romanea tam agradado enormemente ao pu-
blic>; assm que, este qu.trta remessa para
a Bsa casa
LIVRARIA ES :0LV. DO fOVO
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9.667.8W#05U
3 0)5.371*1 O
788.65M61 i
3.308..45*340
8.031.7)3,5 .10
J5.94.5JW960
Capital:
Fundo Lucros suspensos.
H s va t p-C ir.
Depsitos :
Contas correales de
movmento .
Di'.asCirrentescom
aviso...........
Letras a premio.
Diversas garantas.
Diversas agencias.
Diversas coutas...
Divideu.los -' 5,6,
J.'J.......
Hi.
Pamvo
8.000 003*000
1 200.000*000
303.781*850
250.'O0*iX'O
-------------------i 73.7825-TO
M83.4T3*910
l OIlfuMSO
5.M.0*tf$10 _
21.074*38)
2.585.371*!.")'*
4 1I4.95')*'.1 .1.1 9.92i*0J-
36.936* UO
Rs. 35.924.539*^6)
S. E. & O.
Peruambuco, l! de, Ai-)*to de 189.
T >">*z Ctaser,
tr si ente.
S. dn '!. na Silva
C o lado*.
MUSICIANA
Total......
Movmento da enfermara :
Teve alta :
Anitio Perreira dos Santos.
Hospital Pedro II -O movimralo desse
eslabelecimenlo .cargo la Santa Casa de Mise-
ricordia do Hecife, no da 10de Agosto fo o se-
guate :
Entrara m .... 18
Sahirara..... 12
Fallecerara .... 5
Exi>tera..... 789
Foram visitadas as enfermaras pelos legara-
tes mdicos :
Dr. Mdaquias. entroua 9 1/4 da manh e sa-
hio as 10 1/4.
Di Uerardo, enlrou s 8 1/4 da manna e sa-
bio s 10 1/2.
Dr. Arnobio Marques, entrn s 9 1/2 da ma-
nba e sabio s 11 1/2.
D Lopes Pessoa, entrou s 9 3/4 da manha
e sahio s (2 I 2.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/2 da ma-
ntvi e sa-T. .s lf/l<
Dr. Bastos c Ouveirj. eu'.rju s 8 1/4 Is
to ma e sanio = 8 3/4.
Dr. lavares de Mello, entrou s 10 l|2di ma-
nh c sahiu as 11 l/.
Dr. Simplicio Mavignier, entnu s 8 1/2 da
manha e sahiu as9 1/4.
Dr. Freitas Guimaraes entrou s 8 3/4 da ma-
nila e sahio s 9 1/5-
Pharmaceulico, entrou s 9 3/4 da manha e
sahiu s 2 da tarde.
Ajudante do pharmaceutio, entrn s 6 3,4
da manha e sa'iu s 5 i 4 da tarde.
Ceraiterio PublicoObituario lo da
0de Agosto de 894.
-a Mara Novelim, Italia, 29 annos, casada,
Boa-Vista.
Elisa Mara da Conc dyao, Pernarabuco, 38
annos, solteira, Boa Vista.
Francisco Oaodtaao Bexerra, Pe.-nambuco,
45 annos, soltero, n.oa Vista.
Anna Goncalves de Lmi, Pernambuco, 46
annos, casada, Aofgados-
Joo Bapt?ta de Araujo Lima, 39 annos, sol-
teiro, Recife.
Joo Jos Flix, Pernambuco, 6 annos S.
Jos.
Jos Mara da feilva ampos, 63 annos, ci-
sad >, Boa Vista.
Jos Mana, Pernarabuco, 21 a ojteiro,
Boa Vista.
Joanna Mana da Coaj,a-vao, 'ernambuco,
25 annos, solteira, Boa Vista.
Constantin) Bento, Peruambuco, 65 annos,
viuvo, Boa Vista.
Ignez Maria das Virgen?, Pernarabuco, 59
annos, solteira, Boa-Vsla.
Manoel Marques de Ferias, Pernambuco, 25
annos, aolteiro, S- Jos.
Thoma/. Jos l'erreira, Pernambuco, 8) an-
nos, muo, Boa Vista.
Anna Maria da Conceic&o, Pernambuco, 23
annos, casada, Groja.
francez,
Par?, a
EPIKMEIUDES LVRICAS
12 de Agoslo
1826-Herold, nolavel componista
apresesenta na Opera Coraique de
sua opera Mara .
I84o-Inau;'urago do raonumenta de Bee-
thoven n^ cidad: le B>nn
1889 -Petrella Ta cantar no thiatro l-ondo-
de aples, a sua opera Elena di Tolosa .
1892-1'niiieira n-presentayo om Veneza da
opera Bricchino do maestro Mugnone.
13 de Agosto
1735-Morre em iples o grande msico
Francisco Durante.
104 -Apparigo da opera 11 Pranzo in s-
pllalo do maestro Fannelli, no theatro Ere-
tino em Vicenza. .
849 -Morre em Himbourgo couhecido vio
loncellista llomberg.
1^76 -Wagner apruseote em Bayrenlt a sua
opera Rhein Gold
SP-^BT
Ybo PirataMalaio.
-Palhaco Petropolia II
o grande 5. Legr, de Doucaster.
Se Ladas continuar sita serie de victo-
rias, e s'uis proprietarios. Lor.l Roseba-
ry, o 1. ministro da Inglaterra, pod<*
se considerar um proprietario realmente
afortunado.
IIILIfii.OKS 4 PBIItO
CONVITE
ti ido de pulir para o Ro o Exm. e Rvdm.
ir. AreebiSDOD. JoaoEsberai,qiM l&e rr-levai-
rvlcos, como Bispo Diocesano, prestou
Osta Hioeese de 01;:ula. que cora mxima dis-
kiec&o e reeonheeido zelo soobe iHu-trar, del-
is maisdonM reoorlactjtts: casspviinoso
grato dever de convi In- para assistirem ai seu
imbarqo \ lo lo o el tr i a wolar e regular, o nosso
seminario a collegio diocesano, e os fleis d.-sia
ca i tal, cerlo de que lodos a po li'. S empeiihi-
ia i en dura > illostr > viajante maia esta prova de
a'i-.o- atUl,que o acompanhiro eomsuas pr -.-
cu fe. vorosas afim l;qni- o Scahor Ibe coaee-
da u n i v.agem feHz eogaiesempre n i ar lu
inissio que 6 chamado li-senpenhir ni Ar-
chi Ii cese lo Rio de Janeiro, a qual saberft rc-
cebor dignamente o seu sabio e dosvolado Pas-
tor.
Convencido 1; qu; lodos os nossos dioc.-sa-
nos e clero -o-iilent: nesta capital Btlen lerao
nossa voj para esle testemunho le apreg) e re
neraco a |li-th tanto merece, anteeipamos a
i i los O nosso uns sincero agr iecimenlo.
Pelos jornaes desla capital SO annumiar 0
lia. a hora e o luj*ar do embarque lo Exia, e
li.oi. 3r. Arcebispo.
Palacio la S j1 e 111 -. aos 0 de Agosto de
189..
7 Maiuol, Bispo ilc Olinda.

GALEPNO
LIVKOj RECEM-CUEGAOOS
Hay mundo Correia -Versos e ver-
sOes.
OIV4>< JIeWi-.'aestas, PanapUas, Via-
laclea, Sargas de logo
Guimwres rasses Versos de um sim-
ples.
II racimo de.Qar.valbe -0 chrorao es-
tndo de temperam-iniM: m.ignidco ronian:^. .
Sylvio Romero Elh'iorraphia brazilei- /. j it Q71 Owonft
ra. outrina contra doutrina. Parlsmeataris- qwlla data era de 17,973 soberanos.
Derhy Clnb do PoruamW
O prado da Estancia executa boje a
sua 11 corrida.
Pelo que hontem deixamos notado
'esta secco, de ve a mesma corrida ser
digna da concurrencia publica, que por
certa lhe nao faltar.
Sao estes os nossos
PALPITES
1.- pareoSeductorUnaErna.
2.- pareo Tudo- DublinAlly
Stopper.
3. pareo
4. pareo
Tupy II.
5. pareo Piramon Triurapho
Aventureiro.
6.- pareoMalaioYbo-Mascotte.
CORR'JAS LIVRES
Nao contam victoria os vencedores dos
2.% 3. 5,- e6 pareos.
AVISO
Aos interessados directos dos tribofes
se recorda o resultado da 1.' edicao da
obra barlinesca.
Vejara que suspensao no jockey e mul-
ta no proprietario nao brincadeira.
Considerem que os ejecutores da alta
/ustica sao boje os mesmos d'aquella me-
moraveljornada.
E' tocar para diamte, egualmeute
quem poder.
N'este aviso que nos enviaram, para
prevenir oe iiuwccntes, addicionamos coma
seu inte, rante
As espadas ostao desecnbainhadas.
E' s fazol-as cahir sobra as cabegas
culpadas.
O Derby prohibi a liberdade do tri-
bofe.
Tyrapna penna!
TURFISGLEZ
liadas^ o craok ioglez dos. tras aauos,
contava at a data e 8 de Junho passa-
do sete corridas e sete-. Vitorias consecn-
tivas, isto ainda nao foi derrotado.
A importancia por ejle ganha at
Rceifc, II tic Ajroslo 189
I Ilustre cidado c cprrcligio-iario.
Pela circular da ma oria do directorio do
partido republicano, hontem publicada em ni-
guas jor i les d isla 'i lade foi aprsenla lo ao
elritoiadj d> Recife a minha caadidalura ao
:. go de prefeito deslo municipio, na eleicaa a
que se vai procoler no lia 30 do correte mez,
para preenchimeiito da vaga 1 > niesin j carg
leixala pi^lo inaxperado falleeimento do dis
tinelo cidadi Dr Manoel Pinto Damiso.
Venho, pois, declarar-vos <[a: aceilei essa
'un li -I aturad-e accordo com a nonni, qu: t'-nlio
lido ni minia c u-reia Bolitica: -a de nao
tender po-ir.o algnma, aem tambem reca-
sar o posto que me Jesigoado pelos meos
coTidigionarios para o servlco da causa pu-
bii'i.
Comprebendo o dever que tem lodo o ci la-
1 i : d: ocnpa'-s dos negocios do Eslado o
de, na medida do anas (breas, tomar parlona
a Imiii strac/ao publica, quando a ella o chana
a con'anca doa Beua conciJalaos.
O govera ) mtincipal exercendo-se sobre re-
lacdes que aneciara inais de perlo a pessoa e
bens dos cid.ilos. deve com toda a rao me-
reccr-lhes ospeoial cuidado porque natural
qU3 o inniripe se preoecupe Cl:n a hvgiene di
cidado qu ; hbil i, cora a moralidade ecapaci
ilale proSssIoaal do mostr a quera coalla a
i stiiii,i i primaria de seus lillios, cora a polica
qao tem a s ra cargo a garanta e a seguranza
de sui pessoa ede seus diroiios e com oulros
lu! n assumptos. que conslituera as importan-
tas atlribuijes da poder executivo municipal,
cuja es pilera de acc.ao so acha lo justa nenie
ampliada no rgimen r-publc-ino.
Se, por um lado, avahando as difficulda le-
do deseaip-nhi do i onroso cargo de prefeitj
desto municipio eu nao ousara p-etender u n
posto de tainanha responsabilidade, por oulro
lado sinlo iju: nao caria bem com a minha
conscii-ncia de cidado resistindo esollnqu;
de mea nome I':/, o directorio do raeu partido
para candidato a esse cirg na prxima el j
gao.
Aceitando. porlanto,,es--a escolha, deelaro-vos
qu'-. su merecer do patritico eleitorado desta
capital a mesma conlianga, com qu> acabo de
sor dislinguido pelo dir-ctorio do partido repu-
blicano, rindo a ser eleilo. farei todos os sacri-
ficio-i d; nue sou capaz, para bem deserapeuhar
o arduo cargo de pref.ito desto grande muni-
cipio.
Dessa inclua conftanca, a que procurarei
corresponder, saberei tirai as forjas de qse pre-
ciso para o exacto cumprimento do meu dever.
E' tu lo quanto posso promelter-vos.
Con tai sempre com o raeu reconhecimenlo e
dispon le da boa vontade le quera se presa
de s.-r vosso concitlado e correligionario att li-
to e obrigado.
M noel da Trinlade Pertlli.
EHeicilo tle Prefo**o
A resiiucilada, o po'tsntoso orgo do delele
rismo dea hontem conliecimenlo ao respeltavei
publie > de que o directorio do partido autono-
mista escollunio seu candidato ao carao de
prefeito do municipio do Recife apresentou o
Dr. Estevao de Sa C de Albuquerque.
Refenn lo-se ao e ta limila-se a dizer que os milhores requisitos
recemraendam o candidato ao eleitora !o lo R
ife.
Ora isso, na verdado 6 dizer rauto pouco so-
bre tiio grande entidado
Ha maita ?ente que penie que o Sr. Kste-o
ne 3> le mal, escreve peior c conversa pessi-
niarn.'iite que a custo de railbares de clicas e
nutras tantas mos de proteceo conseguio a
carta de bachai-cl, que as lulas partidarias
S. S. se aprsenla arada era coeiros ; que a sua
copiriicipico na redaeco do orgo deleterio
li i:ita-se acolar as tiras de jornaes para as
trauscripyes.
Ha, pois, carradas de razOes para duvidar-se
lias apti l.'S ie tal escodudo.
era ao menos a Prnimeia mandou escreve
umi circular chela de patarras campanudas, de
phrases torneadas, uan Inmba d dedumbr*
iif.itj, em tira sob a assiguatura do candi-
dato.
A propria re***xtadi relaxou o caso fazen
do a apresentagio do candidato era urna esco
tetra varia le preferencia a um phautasioso
urtigo do fundo.
E'possivel que anda emende a mao, pm'in
o re-ipetavel publico icou desagradarelmente
iinpressionado.
O caso porem, que o escolbdo foi o Sr. Es-
tevao.
O leger.daro Sr. M irtins Pereira recebeu al-
guns votos do directorio, mas o que estava es-
cripto estava escipto: Pava de s.r o Sr. Esl i
vao. .
E nem disso pod;queixar-se o Presidente do
concelho municipal: 8. 3. qu-r ter foros d: .--
rio, gasta le mostrar alguma independencia;
tem a espinha um pouco inflexvel e a dextra
um tanto pesada, difficil, as vezes, de seguir a
dir.-egao indcala pelo deletetlsme, ao qual s)
convem as espinhas ducteis, as destras brandas;
os instrumentos cegos etnliin.
O Sr. Marlins Pereira nao tem essas qualida-
des que alias sobrara no seu competidor o que
valheram-lhe a preferencia na escolha.
Sero esses os predicado- que, no entender
da Provincia, recomraendam o candidato auto*
nomista ao eleitorado do Recife?
Para una larga deslribuigao da aveia do or-
gamento municipal, taes predicados s5o de gran1
de valor.
Eloito o Sr. Estevae-mistrar que rauito tolo
foi o primeiro prefeito separando um i racan dat
quella aveia parar uiv sd cavallo-- qnando S. S.
lera gelo:para, separar, raees pava rail.
Votos votoo parao ar. Lyra ale S-,i, e viva o
deleterismo.
Estevo,
iarbosa Lima e serem por tantos' illegaes
os ecseate. I
Acaba a mersraa Gaseajulgan-lo jasta 6 sobre
ludo coherente a resohujao timada pela Com-
missao Executiva do glorioso e patritico partido
repblica io chfad pe\> Dr. Mdrtins Jnior.
liu tambem como simples eleitor, embra nao
tiveSse compren mdido bem o pensaraento de
serem legaes os Conselhos c Prcfeitos. que
exislera, e illegaes o$ existentes, naturalmente
(por falta de habilitagOss em litteratura,) jutgo
acertada aresolugo, n5o pilo motivo que da
Gaseta da Tarde porque serta o cumulo da inco-
herencia ; porm, pelo detu* de graliii do
partido do Dr. Marlins Jnior para com os Au-
tonomistas.
Seria o cumulo da incoherencia, s a resolucao
se ftrmasse no facto d serem illegaes os ac-
tuaes Conselhos Mumcipaes e Prifetos, porque
a leijtilidade dos misinos Conselhos esl tacita-
mente ratilicada pe) partido chefadi pelo Dr.
MaYtias Jnior, desde que esse partido pleteiou
a eleicSo do i. de Marco peranteai mezas no-
ine.iJas pelos actuaes Consa h is e o Dr. Marlins
Jnior chefe do tal glorilo pirtido acceitou o
diploma de Deputado assigaad p.-los merabros
do actual Conselho Municipal do Recife.
A nao ser assim leamos que os actuaes Con-
selhos s) leg es, q uan lo praiioam actos, que
aproveilaraao pariido Dr. Marlins Jnior, e il-
legaes quando tem de ser prehe .chida urna va-
ra -ni lacs Consdhos, i'o pirulo do Dr. Mar-
lio-; Jnior reconheco a sua Talla de elemento;
para pleteiar a respectiva eleico.
Por lano lgico que a resilugao e oriunda
de motivo dive so i s pd ser, o le gra-
tido pira com os autonomistas
Si o pirtido do Dr. Jos Mirmni foi iiu.-m
elegea deputado ao Dr. Marlins Jnior, justo
que o partido deste na impossitulidade de ele-
ger prefeito para o municipio do Recife, sul-
frague o candidato au'ono lisia, e de ouvido
cm ouvi lo aconselha aos co-religioaarios que
nelle voti-ni.
Que o partido aut i i.i uista fo quem elegeu
depul.ido a i Dr. Hartioi un ir p^r elieito do
concliavo em que accordarain os chafes de am-
bos os parlido nao resta a menor duvida, e
isto con'irma o resultado da eleico do I." le
Mareo ultimo em diversas Scces. i'or erem-
plo, na freguezia de Santo Antonio desta cida-
de teve o Dr. Marlins Jnior l3'J votos, o Dr.
li. U ni leira 103 e o Sr. Bell irmuo Carneiro ci-
fra. [Diario de 2 de Marco prximo passado).
Sendo a chapa do partido do Dr. Marlins J-
nior composta de tres candidatos, aquella vo-
i te i s ple significar qu; ou os votos que o
Dr. Marlins Jnior e E. Bmleira obtiverara
lorim de autodimislas, ou que o Dr. Maruns
laniordeua algara candidato autonomista a
rotacao ana deria recahir no Sr. Beliarmino
Carneiro.
P ir tanto, Srs. da -Gazeta da Tarde,
ximii-sj de hypocrisia, contem a historia
el a ';; pois quem os Ic bem os couh -ce.
Recife, il 8-9.
C'.'ii eleitor.
a O alcatro iudu dtavelmente um dos
dicamentos raais reciramradaveis contra m
phlegraasias chronicas das membranas iasca-
sas, e as ulcerativas.
Tambem se empr-ga co i o mesmo exita
na dysepepsia, na gastralgia, na nevralgin,
n nephnte, na reienc&o de ourina, na oa.iaa
na diathese furuncu.osa, as atfecgoes 4a
pelle e na cachexia cscropliulosa. Dr. fat-
Holsbeck ( de Bruxellas.) <
dei-
eomQ
l'/.in aIpiigry-A*.a
Collegio Pirangyense 9 de Agosto.
Por deliberaco -lo Dr. Joaquim Jos Coim-
brt tica creado ura collegio nesia Bina, para
ensillo primario c secun lario los filaos de ooe-
rarios < particulares qui nella moram. COJO di-
rector o exineio professor Mi nervino Francis
co L b i, a quem mute prezo.
E' loavavel o proeedrmento d'aquelle Dr. uni-
dos baluart-s bem forlos da progress i :
Muitis leitos que o honrara, bem mostrara a
nobr-/.a de seu bou c>ra<;ao, e agora acaba de
coroal-OS com urna brilhanle auroale luz!...
O ensno:::
Pazei exforc/* para a rastrnccfio la mocida-
de, o acto mus digno ana pode honrar nossa
socudade inoderi a 1
Eu, que apre i > o qu: bom, justo e gene-
roso sobre a trra, venho do alto da imprensa,
olferecir ao Dr. Coimhra, os meu* pequeos
prestimos e pelir-lheque cont i.ais om o bu-
inile admirador.
9 8 -94.
Sergio Campa.
Vttenfio
lavt-ndo este Diario do da 1." de Maio
do c a-rente anno publicado um artigo, assigoado
pdo Rvdm. missionario apostlico Luiz I. de
Moura, onde o Ilustre sacerdote claramente ex-
poz laitos que con'.eatam a veracidad de cer-
los milagros do Joazeiro no municipio lo
ralo noCear e osperavamos que a folhaeccle-
siaslica Nova Era to prompta era advogar
ora vautigera o; interesses da IgrejaJ1. tives-
se ao menos proferido algumas patarras sobre
o assuiupto.
Ora facas narrados com clareza e siraplici-
dade por pessoa insuspeita e testeraunha ocu-
lar de escndalos, prancados-a 50 leguas desta
capital porfanitko*qu*ji)aiu acrditoroosmi-
lagres do Joazeiro, fados contrarios a moral, aos
santos preceitus la Igreja Oatholica occ-isiraam
sem duvida um schisma de terriveis consa-
qu;ncias constando-nos que ultirnaincnte" tem
occorrido oulros factos escandalosos
Nao deven-lo se prolongar o silencio por mais
terap >, est por tanto no interesse da primeira
au'.oridade ecclesiaslca vir em auxilio da igre-
ja pernanibucana sob pena de mais tarde ser
difficil debellar o mal, que jase estende peto
centro de tres dioceses.
O numero dos fanitiros augmenta, uns espe-
culam cora a ignorancia do povo, recebendo dos
inexpertos avultadas esmolas e applicando-as a
flns diversos ; oulro* sejulgara isentos da qual-
i|a-r criminali lade, visitan 1> somonte o lugar
denominado Joazeiro : outros mais audaze,
fingindo-se sacerdotis, baplisam onfessam e
cazara !
Parece isso incrivel, mas urna triste reail
dade!
Temos f que i Excra. Bspo Olindense nao
tolerar que coniinuera esses factos execrandos
i'in sua liocese e procure remediar-0 mal em
quanto tjmpo, indagando melhor de certas
vigariosdi interior, que n'.opodem ignorar o
que alflrmou o Rvdm. missionario apostlico
no artigo a que alludimos.
Voltaremos ao assurapto.s preciso for.
Recife, II de Agosto de l>9i.
I'm calholico.
----------* 1 ni auitiversnrio
Completa amanb mais um anno de existen-
cia o ilmstretr. Dr. Jofie Augusto Ferreiro
Lima, digno secretario do honrado Governador
do Estad".
O anniversano natalicio de ura hornera pu-
blico que oceupa osicSo- salienie no seio da
saciedade em que vive, nao nem deve ser so-
mente um facto solado esua vida privada,
apenas coramemjrado pelas alegras da familia
no recesso do seu lar.
Por isto, damos expunso ao jubilo qua ex-
perimentaraos e qui experimentara todos que
leera a rentura de se aproximar daquelle que
exercendo pelos sns mritos urna alta'funcgao
administrativa soube alargar o circulo de ami-
gos que a ame ddale do seu trato e as bellas
qual.dados do seu animo lhe tem grangeado.
la mais de una anno que o Dr. Ferreira Lima
com a iutelligencia, zelo e criterio tem a seu
eorge a gestao-da primeira Tepartico publica
do Eslado. Ha quas dous annos que o jovem
collaborador da consolidaco da Repblica en-
tre nos acompanha o glorioso o egregio cidado
que abrigado ao sol ardenfe das tradiges gener
rosas de sua tena irmou impul-'ionaito palo
sea ingente e incomrarnsnravw patriotismo a
situagao prospera qu1 atraressa- ho.e esto bella
porg&o do lo amoricano '
Fc:icita.ne9-aoSr- Dr Ferreira biiira no dia
do seu anniversario natalicio e fazemos
les votos-para qne ao lado do inclyto G-o\-ernar
dor *i Estado conliflue t dar arrhas de sua de-
dicaco no lugar que lao dignamente oceupa e}
qu tanto ti in n-aleado a-4 raars bella base do
sua vida.
Reetfe n Ce Agosto- deM89i.
SIL AO DO CLUB CARLOS GOMII
15 de Agosto de 194
COMCERTO
"i1 beaDc'i -i sob a d^ecli
DE
EU2LID33F31^33CA
Progrmala
1 PART
Lark-Rb3p)idia'so1re o Frejicho-z p;n (w
piaoos. Mi 11 da Carmo G vai e BaV-
clldjs Poase:a.
BoitoL'alt-a DOtta, -irij da opera Milistaag.
M. Cerutti Segalla.
E. -Ponteea -S irenain pa.-a vi lilao, Bia't
Cirmela.Aritiar e Alci1s Lzm ; te-
lonio d'A'mei U Cinh.i, J o Alvef s
Albuque qai, OrUeo aiva, Si Ai a
Pioto e Alieno Pona ica
C, HomeBiaia do Guarany. CibCiia
Lv-*.
ftaaenlialn Atlante o ro! > o .va douu'til-
nos.Mi ia Pem e E. Foass;).
i' PAltT
E. Fuonec-Hay B! .s de Uirehe'.ii, aaUaie.
pira loca p anos com a cimpa n bravite)
de pequea orebeitra. Hait Amatas
Ferreira e Lra-a Pcnseci.
Haii-agal-Hman e di opera Cin.liria Xsx-
ticaoa Cradida Lyra.
io|)i,-r -F-ralaiia orgiul pira II u'.a.Za-
dldo F ine.
aiaar tnti-Lrciarii ni- to m'am; I..., sa-
lla para s.paao. M. Cera ti Se-
galla.
1,ib -Gr-rjle mircba ran daos pianos acata
raaos Me. ia Eol lia' Gaitbires, Alise
Ferreira. Mirla Pern'e E. Fonsec*.
Priii.-ipir % S Moras ene penis
A commisaSo deaie ji ap-e:eoti 03 eas'etr-
diies agradeciraentos aos llivtres conviltea
pira e?se cjqch.io de benelijencia, a aproase
peroambacraa, a todos cojos ames hga-iai
oeste p'Ogrammi, e mais aoa 3 8. Carlsle ie.
Birro, Jallo Gesr aes Barrera, Jcaqai di-
iba Basl-.s, Joa) Antonia 1e Fariaj e Joao tee
da Sil, pela (ranea e va'iosi coidjut gao'fac
ibe preslaraai na pTatenle o;casiao.
S-.
Provineia d> Bn no3-Ayr'ys.
Brl^rano, S9 de Abil Se lS*t-
La'jman & K'sp.
Amigos e sechorfs :
Sem ter a nonra de co hete- a V'. Ss. e"0a
o iievldo resperto iodo a liberdsde oe cbamar a
i'eogo pub'.i'a em ge-l p ra os sorpr^OH'ease
rffeiios coasegn dos ielo nonc bem aprttn
Tnico Orien:! que Vv Ss. preparad!.
O so e, estimarlos s nhorsa, qoe haviDieei-
Udo nt'.jQt- atadijo pe'a febre typboideffiK
sobriiho mea (Ignacio PruRotie) residMa'eai
i. Fernn lo, na centellada do mesmo 'omeae
e-raitaoos oa -mafeDre, e em sua' convalefws-
gi pardeu tolalxei e qoaai iodo o cabello.'
A railcagao e a-ls pessoas e taixbei'i3H-
2 as, recorreoics ao Torneo Orientali- usatHfne
i gaadoa3 iodica,_5 a que' a^ompaobm a ckt
frasra e eeos rsaultados oo tardaram moiWess
si r verdicos.
floj, 8enbores, qua a dK3 T-bfe predosMaa
lai'.o na capitil como na campautra, desefrie
qai isto fosae patrlcaio em obseqoiosos miuasa
srrfermoJ'qae in ebltaveimeote teraoqce reflse1-
rer esta preci03a -preparag&o para recnfrftar
e-t-i ibesooro d.i cabeca.
Sem entro aas-moio, s me;rc9'a'sanl**
Vf.'Ss. mu attentamete e offerecer-lheB artee-
"oraffis de meo maior apr.*C3, "nbec^etPSo-
me,
Di Vv. Ss. atl'Ct. criado obrigailo.
Carlos M. Pregone. '.
Rasolistsa politlr:
A Gaseta da Tarde de honlem deu a noticia
de que a Commisso Executiva do^ Partido. Re
Aquella lata de polvol
abeita
O paragrapho que se segu tirad*
de um livro esoripto por un doa 4bssb
emioentea mdicos de [rglaterra.
Leism-a'o um, doas, e iras vaiei t
que se tenham asaeahoread) da idt ; ds-
a is 1-iam o resto deate artigo.
Eil-o ahi, claro como urna naseseta
i'a'ni e direito oino um faso. Bar
elle; Todao as noss&s cloenca familia-
re), com sejam a gota, rheumatiieae.
bronebitis, pneumoaia, pleurisia, estaav
iesaraajo mental, epHepsia, cjamak ata-
cam um individuo do be saudei1; au
sSo o resultado de doenoa q re existe,
sao desenvolvidas, mas nuaoa produaidas,
por cagaos estado anormal do systema.a
Pois abi e3! Isso aera urna raveia-
9I0 psra; muita geote qne deve tolaria
entinar losa a iospitar-ae em ama tal *a
qnal sabe or pratiea.
Agora, parase faser appiieagao- esta
theoria tome-ae o cao de tfra. Harriatt
Stsele da No. 23 Sadeley Steaf, a-
iington, Loodres. Da ella : iH.ver
Beta anuo arve-una'Mtaejae-'Ao .febre rka*>
matica e fui obrigada a ficar de Cima par
tempo de dois annos. Sentia-me cosa
derea pon todo o corpo qna paj oonae^asa-
Tir, meuimpediam de dormir. Tinba dak
medios :;o meu lido. Por veaas s^atk-
me inaensiyol s dores. Dipoia qaa a
febre mi deisoa fiqaei eompletamete
proatrada e aantia dores em todoa os mesa
mombros bam como ao paito e hombres.
Passado algom tem.o sahiam do mea
pal o alguna pasQos de osso oariado-
t meimo alimentagao l'qirla, qaa er*
tudo qaanto ea poda tomar me iaeoonaa-
dava immenso. Toraei-me cada vea aissi
fraeo e oheguei reee.ar ver-me aleijada
oara toda a vida. Traba que ser deiiads
e tirado da cama, Um dm entregara
em minha casa um folbeto descreyendo jasos de cura em soffrimantos cono meua dovidos ao uso d) Xir?pa da*llr
Seigel Comprei urna gnrrafa e depeif
de haver tomado metade dalla sent gran-
de allivio eommeoei a poder sentar-me
c-oura qo havia doii a-iaos ea nSo^-od>
faser. Contiaaaodo o aso do zarop eoo*
tinaei a robusteaer em coaaequeruia as
aliraantacao qae ella "me" iaaultivli-^pi-
der angulir e digerir. Poaoo daoois j
ea poda Bahir em ama oadeirioha de in-
validen, e qaam-do havia tomadV-seis tac-
Lrafaa ( sndavs de um lado para o otrtre
oomo asnalaaente, e deade entao" nuats
Kmais senti dores algamaa. Eu ooastea*
na pob
rao9-de que ellapoiBa irpro?eitar a oatrsi
soffredores. .
O 3rHJuy7t phrmacKutico ero Parii, acaba l> Orsf eat hiatjria aoa como asa rsssaa
Ue prestar um verdadeiro servico medicina,
. preparando uma^solucao (te catro conced-
irada e dosada : a primeria condlgao permil-
te augmentar* progrrssivamente a dse na
preparacao de urna agua mais ou'menos car-
regaba de alcatro, conforme as ffeccOes
que se destina ; a segunda, lortra fa
ce, e algumas peaaoas poderSo hesitar
em aceitar ootae voraadeira. Todava.
ella nao.somante rerda'e ra e fcil da
oomprehender se a enoararmos sob o posta
de vista do paragimghe oua reoommouda-
mos ser lido tres venas. Cimo se d coa
todas as dentis doncaa, o fbediftatisaa
i a leiSaodo >WBa.4 rapidaVe^ em revista as ^^^^^tP'*- e pobreaa* caparea **-
'Mimicip.o, vUlb Ixistirem os Consellios e Pre-', Unho lido occas.ao de empregar o alcatro" d | Eg||ft mpaM ooniiSte em 0 '."raaaaa
feitos leg\es violentamente disssolvidos pelo Gujot.
de que a Gommisso Etecutiva dO.raruao. ne-, que ae uu,, a s"-"-. ,,"-,'",:; ,,
pM'^cMof) bivi tomeora resohjcoMe-aconi! sagemti'nii-aiTua--alcalroad que tenha
Uar-aca... oarneteiaurioa iSyig "P"^.f og"- ^%?Z

I

|


'

I iuBim~ri
>



Patrio de .erimiiilieo Domingo Mg de Agosto de IfrSM



acido prodas-do por aJimoato fermentad >
e no digerido, daca orado no eamna,: a
4, rng', *itiad-i ao veo> pr ano a
antea que se p-e^ntiaae nenhum gr-nde
m\ p^rvir d'ahi. E* u c*ao de um au
da pildora Rj-srU ^ura baataa:* ob
qnanto lh o oahir dii.tra urna rat*
lhad-fog< M't oheg* o titnpo em q i
iioiit*' ** io'ioiperie do tamp', p>
rrioa fro. 01 dewuiHo da qualquir aTto
que a^j* oriai. Van eotlo oa tr-
baino* a frm de alg'ima diaag parti-
cular como sej rh'Ja-n tiam*, briaohit,
pneinma, tai oa a'gom outro ajoff-i
meatj loloroso, sunlo fatal. Ja v?
Poi bin a' v6 i a mpraheniar qul a
raar. > po q ie oX.'JP' da Mi Saigal
cora la id) outroa remedios e trtame t >
nao produiem maior etfaito do t^ae ou
peda?- do be-ame .m om oocisamo t>
d'ag a.
A d i ota : O Xarjjo d* Mai 8a gei
vai em direur* a raa do mal. Ex^ill
elle o ve eio d Moga, l.mjj aa Utast
6 reaila a da graada forcalba do urpo
humi'io (>ea'. e b.rri^a) e u
d ixv >>r ata mo!> ojus* alguaa em qa-
a mole-t'* se liman'.*, fia.* i legrado
todo, a esa* foi riaJo urqua oS*.
St,a;e Uat > raosio'1 \ ie n5) b>uvei'a r-
oarso algam.ja'a eli*. A m >r-l : NI
as gSti taoop i dmh-j'ro apalpaid > o?
tjap >mss da aahrmid di ; Na ae vi*
oprim lo e sofir* po- eipao-t de aaio fo
Ogaatt hOMM gooraatas opsra-n aobr i
5t craduliiade l-aendo ajepsrea
seu oorpo tirtirad) ; Os-xi: q ie H
gel amquille a indigeatSo h
qae cocsiste todo o B1, e t
vez o -r i gl W a de Dam e d > vosa i
me hornera un mulber
tido
Se.
dy* jops'a e >
torna -vos ojt-*
a s
en lodo o aa >-
Ao eleitorado do Recito
IUasire cidadao e >w religionario
O imprevisto passamento do preclaro cidadao
Dr. Manoel Piolo Dmaso veio determinar a ne-
cessidade de proceder-se a nova ekicao para
preencninento da vaga por elle deixada do
cargo de prefeito do municipio desla capital.
A maioria do directorio do partido republi-
cano, bem interpretando os sentimentos desse
partido e comprehendendo que nao po lia elle
deixar de definir a sua posigo diante da situa-
cao que os acontecimentos acabavam de crear,
nao esqu vou-se responsabilidade ae encarar
de frente o poblema poltico do momento, cuja
soluco se impunha a sia deliberacJio.
Para tal fim por mais de urna vez reuniram-
se os abuixo assignados e dominados do sin-
cero e ardente desejo de conciliar 03 legtimos
interesses do seu par ido com as imperiosas e
sagradas exigencias do seu patriotismo, puze-
ram i-ra contribuicSo toda a sua boa vontade e
experiencia a bem da reso'.ucao que lhes cum-
pria tomar.
A. scisao, era principios do corrente anno
aberta no s-io do grande e generoso partido
republicano deste Estado pela desorienlaeSo po-
ltica do illustre cidadao Dr Jos Izdoro Mai-
tins Jnior, si verdade que momentneamente
abateu a pujante vitalidad; desse partido, nao i-
urna razio, para que, ebeios de coragem e de
f e fortalecidos pelas publicas sympathias,
nao nos abalancemos hoje e amanha s pugnas
doscoraicios eleitoraes, e antes :rapOe-nos o ri-
goroso deverde por es3emeioretemperare me-
dir as nossas foras, tudo envidando pela victo-
ria da oossa causa.
Os erros e prova$Oes do passado nao podem
ser evocados seno como urna I gao fecunda
em ^nsinamentos para o p-esente.
Pretender a respeito desses erros e prova-
gOes manter urna lilteral e frrea coherencia
seria de certo arriscar todo o futuro, que se
alonga diante denjs, pela platnica pretengio
de reivindicar urna ordem de cousas, que
abysmou-se de urna vnz para sempre no pro-
fundo pelago dos fados consummados.
Aos partidos, que em certas phases polticas
olham para traz, quando s devera olhar para
dianle, bem pode acontecer o raesmo que
mullier de Loth, apenas com a differenj,a de
que se esta converteu-se em estatua de sal,
aqulle3 se poderao converter na estatua do
ridiculo
a, Em poltica no queremos ser bera-aventu-
rados.
E que seriam senao bem-aventurados com
jus ao reino do co, se a poltica tivesse um
co, os que pretendessem a victoria, abando-
nando a arena do combate ?
Do passado s carregamos os despojos das
nossas propias responsabilidades e j no
pomo.
Fora disto s nos preoecupa a conquista do
futuro, isto, a realisagao pratica do nosso pru-
gramraa poltico.
Sustentar e desenvolver as instituigOes repu-
b icanas alopiadas em nosso pacto fundamm-
tal, fazendo dellas o lbaro sagrado das nossas
liberdades, a cuja sombra corabateremos at
morrer; trrbalbar sem descanso pelo engran-
decimento moral, iutellectual e mat -rial da
nossa cara patria ; e cultivar com amorosa so-
licitude a vinha dos vultuosos interesses auto-
nmicos deste Estado e de cada um dos seus
respectivos municipios, tal e ser sempre a
nossa constante pr oceup icao.
E' em obediencia a esta nha de conducta
e animados pelas fur dadas esperanzas de que
era todos os nossos bons concidadaos e correli-
3lunarios encontraremos sempre o valioso apoio
e que carecemos para o bom desempenho da
nossa elevada misso poltica, que temos resol-
vido aconselhar ao eleitorado deste municipio,
e especialmente aos nossos correligionarios;
que concorram ao pleita eleitoral do da 30 do
corrente mez para a eleicao de prefeito deste
municipio.
Escusado encirecervos a importancia des-
se pleito, desde que se trata de eleger um func-
cionario, a mja illustracao, criterio, largueza de
vistas e honestidade, deve ser conliada a ges-
to dos mltiplos e magnos interesses do adian-
tado municipio do Recife.
Para huerdes urna justa ideia das eleva las
funeces que idos co itiar pelo vosso voto ao ci-
dadao que tendes de eleger, basta que lancis
a vista para os artigas la Constituido do Es-
tado e da le n. 51, que dellpem essas func-
cci.
Propondo, po's, ao vosso sutfragio e aos do
eleitorado deste municipio em g-iral o noine do
illustre pernarabucano e nosso dislincto corre-
ligionario, Dr. Manoel da.Trindade Perelti. pen-
samos merecar a vossa approvajao e at os vos-
sos applausos.
O esforco que todos de vemos empregar pela
eleic&o de tao conspicuo cidadao para o cargo
de prefeito deste municipio, constitua pranos
um erapenlio de honra e abrir para esta bella
trra urna nova era de prospendade.
E' cora certeza bem conhecido de todo o elei-
torado 0 cidadao, que vos apresentamos, e nin-
i-'u 'iii cora justica Ine contestar i os mritos que
exornara a sua pessoa.
Os seus dotes intellecluaes e inoraes, os seus
servigos polticos a este Estado e a este muni-
cipio, de cu,a In endencia fez parte, o seu re-
conhecido criterio, a sua inquebrantave Jhones-
tidade e um carcter sem macula, so outro?
tantos ttulos, que o recomraendam a vossa es-
col ha na prxima eleigao a que se vae proce-
der.
Elegci-o e podis ticar tranquillo uobre a sor-
te deste municipio.
Recife, 8 de Agosto de 1894.
Vos?os affectuosos convidad: os e correbgiona-
r.os obrigados
Ambrosio M. da Cunha Cavalcante.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Perelti.
Dr. Malaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg Barros de Lacerda.
Dr. F.rmirio Coulinho
Joao Jos de Amorim.
Virginio Marques Carneiro Leo.
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
representar por pessoa competaatemente
autorisada.
Recife, 14 de Julhode 1894.
Ambrosio M. da Cunha Oavalcanti.
Bernardo Jos da Cmara.
Manoel da Trindade Per.itti.
Dr. Malaquias A. Gon9alves.
Francisco do Reg B. do Lacerda.
Dr. Ermirio Coutinho.
Jolto Jos de Araorim.
Virginio Marques Carneiro Leao
Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
------1---------gaaBa---------------
Hospital Portu^u^z
Premio de vi>t_fie
A junta administrativa do Hospital Por-
tuguez, de accordo com a disposicSn tes-
tamentaria do finado commendador Anto-
nio Jos de Magalhes Bastos, tendo de
adjudicar o premio de 000$ X)') a filhc
Recife que pelo seu trabalho honesto
ti ver concorrido eficazmente para o
sustento de seus paes, ou assistido a
seu pae ou mae com verdadeira dedica-
cao e amor filial durante molestia gra-
ve e prolongada ; chama e concede o
prazo de sessenta dias, contados de hoje,
s pessoaa que se julgarem as condicSes
citadas para apresentarem na secretaria do
Hospital os documentos comprobatorios
de sua preteno.
Os pretendentes devera indicar a 3ua
residencia, provar a idade, filiacilo, e que
s3o naturaes da cidade do Recife e satis
fizeram plenamente a inte n^ao do hetiemt
rito legador.
Secretaria do Hospital Portuguez, 30 de
Juaho de 1894.
lodo A/ves de Freitas,
Secretario.
ra de S. Francisco de Paula n. 32, emV a 'i f'i officio f
Caxang, livre e desenmaraado de todo 6" d 1}f'0"- .
e qualquer debito at aquella data.
Caxang, 9 de Agosto de 1894.
cr ado p> !js Orde i
A. Gomes de Mendonca
Aos alfaiates e costureiras
Especial sargelim de todas as cores e
listrado, com duas e quatro larguras,
200, 300 e 400 rs. o covado: com pe-
quena avaria.
Voile de todas as cores em perfeito
estado, 500 rs. o covado. Vende-se
na PEROLAra da Emperatriz n. 78.
Domingos Fernandes.
1
JoAo liUx Pereira Lima l'illit
Joao Luiz Pereira Lima, sua niuli.er rsula
Cintra Lima, seus lilnos e tildas agradec-m sos
parentes e amigos que acompanharain a > cerai-
terio o cadver de seu fllho e irmo tluo
Luiz Pereira Lima Filho; o participam
que mandara celebrar raissas por alma do ti-
nado ttlho e irraio, na matriz da Boa-Vista e
na cidade de Nazarelh, pelas 8 horas do dia 14
do corrente, stimo dia do seu passamento.
GOHHERCIO
Boia lfcrelal de Pernant-
xttaoob aomciAia da junta aos corbectoiks
Ptoca do Recite, 11 de Ay-to de 894.
Obriac-*' prefe'enclaea da Coiuiianhia Agr-
cola Mercantil, juros 6 0|o, valar iOO, 4 170.
Na Bjlsa venderaiL-se:
cO Obriga^oes preferenciaes da Companbia
Agrcola Mcrca.til.
O presidente
AigPi:' Pinto de Lemos.
J secretario
Antonio Lonardo Rodrigue*.
l.iuahio
MACA DO aiClFB
Os Bancos a.<-iram com a taxa de 9 3/16 -ebr
oedre^ a 90 dtaa, sabindo em seguida para 9
Em papel particular nao coosteu negocio
.Cotacea de geuerot
Vara o agricultor
Assocar
Branco dem dem .... 5/000 a 71500
Borneaos. dem Ir;, m 4/000 a 4/300
Mascavado ideo. m 3/000 a 3/i00
Bru^J melado ..... 1-/400 a /5G0
Rtame dem dem. 2/200 a 2/400
Ao partido republicano
Os abaixo assignados, representantes
da maioria do directorio do partido re-
publicano, declaram aos seus amigos e
correligionarios que a reuniSo poltica
qnu haviam convocado para o dia 10 do
corrente mez e que foi adiada por motivos
de forya maior, de ver effectuar- se a 1
hora da tarde do dia 5 de ?otembro do
corrente anno, ra 15 de Novembro
outr'ora do Imperador n. 44 1. andar.
A escolha do dia 5 de Setembro foi
determinada pela necessidade de evitar
que a reuniao projectada ainda urna vez
coincidisse com o tempo invernoso, que
naturalmente tora cessado, como de cos-
tume, em principios do referido mez.
Por este meio, pois, pedem a todos os
seus correligionarios que coraparecam
pessoalmente mesma reunio, ou no
caso de impossibilidade se facara nella
Para o interior
com
Algodo
Cctamos a U/900 uur i,, tilos.
pip;
tataeoi
0t48O no 385/000.
Acu&rdua Por nlpr: de 480 Ib 215/WO
Ueare
BewxM -jijados na base de (2 kilos 790
Verdes a 485 res.
laraaa
CoU-se de 13/ a 21/000 por 15 kilos.
l
Gota ecos nominal a 130/000 por pipa.
tabella das knt&a >a8 os a8sucab b al-
qodXo
Mea de Ago.to
JSn-.rauac
Ba/cacas
Vaports......
Aoimaes.....
Estrada de Parro Central.
dem de S Praocieco .|
dem de Llmoeiro. 1
Somma.....
AS8U- ( A.^v.-
car I dio
Mh Saceos(SacCd
1 4 10 2718; 20C
1 a 10 1807
1 j 10 278 130
i : 1604 45
i 4 9! 2931. 467
i 1 8 97, 944
7638 3593
f.spwctarie
ecife. 11 de Agosto de 1894
Para o eiterior
rMer:han!
para Llver-
No vapor agls.
pool, car regar am :
rranciacofl. dos Santos 4C, 1,191 saccas com
157,590 Sdos de 9!wl5a.
No vapor ioglez Bessell., para Santos,
na're.aram :
C mi.aobia de Estiva, 500 aaccoi com 30.000
kilos de assocar branco e 500 ditos com 30 000
ditos de dito mascavado.
E. Ki tQa k & U, 300 saceos com 18.000 kilos
de assocar branco e 300 ditos cem 18 000 ditos
de di o mus ava 10.
E. G. BeltrSj A lrm4os, 100 barricas
6,000 kilos ae assuca* retinado.
No vapor allemo Araaionas, para Sao
tos, car regara m :
S. Gai roa raes & C., 1,100 saceos com 72,000
kilos i'e s.-ucar branco e 300 ditos com 18,00u
ditos de dio mascavado.
o vapor nacional Itanema, pa.a Pelotas,
carregou :
Compacnia de Estiva, 20 pipas cox 9,513 iitro?
de agurdente.
Para P^ranagu, carregaram :
ni ,ritn I-b."i i< & G 250 naceos cum 15,000
ki O de c asacar mascavado.
Para Santos, carrega am :
M. Mj-,ira A C., 974 sacos com 58,440 kilOi
de as.-ucar branco e 200 di'.os com 12 LOO di:os
de dito mascavado.
Pa-a Ro de Janeiro, carregaram :
A. I-Din & G 23 pipas com 11,964 uros
e aguardea.e.
S. GaimurrslC., 25 pipas com 11,949 litros
de agurdenle.
G. A. Barie, 1 628 sa eos com 97,680 kilos de
assucar brauco e 641 daos cora 38,i6o dos d
dito rrascavalo.
No vapir allemSo Salermo, para Rio de
Janeiro, carr-gjc :
M. P. Leii-, 147 saceos com 8,620 kilo; ae
assocar m^aravado
Nj vapor nacional Santelmo, para Rio
de Janeiri, carregaram :
M. ce orna F.-aric-o. 4 200 chapeo* de ear-
Daaba e 33 saceas con: 1,300 kjs dealgodSo.
F. X G. Gu rra, 270 saccas C24,>00
ktlj! de alcodSo.
Nj vapor italiano Victuria, pira Rio d
Janeiro, carregaram :
M. F. <>a Silva, 304 sacas com 2,830 kilos
de alg do.
N. ah.Q & C., 200 saccas cora 20,020 kos
de algiJao.
Na barcaca Jiariha para Parablba, car-
regar, m *
D. Pinto dos Santos, 20 barra com 600 liiros
de vlnegr-.
J. M. Mo-eira, 15 barricas com 1,330 kilos de
asmar refinado.
$. bcTcaca Diva, pira Macei, carregm:
J. Sjbu, 200 ralxas com 4.601 kilo i de subi
( 70 t ti c ra 650 ditos de sabjoe'rs.
Na barcaca Marcelina, para Porto Calvo,
ai reg. u :
J. T. Flores, 6 canas com 132 kilos de sabio.
No vapor ingle Tau^, para Rio de
J lelro, e rregaram :
apa bia de Estiva, 50 pipas cjm 24,313
11 ros de agoa-d n e.
A. limaos & C., 700 saceos com 42,000 kilos
d>- assocar branco e 400 ditos com 14,000 ditos
de dito mascando.
A. Lopes & C, 70 saccas com 5,396 k'los de
algodSo.
k. ota Flu;- 500 saceos com 30,000 Uo*
e assacir branco.
No por iPgle Ptolomv. para Victoria,
carregaram :
A. rmaos & C,, 100 saceos com 6,000 kilos
de assocar bratco.
He vapo- nacional Oiindo, para Msra-
rho carregaram :
D. Lyra 5 barris com 460 litros de agur-
denle.
. 0. \ ) a '' \:j '
Francisca Hartins Cczai* de
% ni (i-ni
TRIGSIMO DIA
Manoel Martins de Amorim Santa Ri-
ta, Candida Martins Cezar de Amorim,
Rita Mara Cezar de Amorim, Dr. Joa-
quina Martins Cezar de Amorim e Ma-
noel Martins de Amorim Jnior (ausen-
tes) covidam a tidos os parentes c ami-
gos, para assistirem a raissa que maudam
resar na igreja da Penha segunda- feira
13 do corrente, pelo tiescanco eterno de
sua nunca esquecida filha e irraa Fran-
cisca Martins Cezar de Amorim, confes
sando-se gratos a todos que assistirem a
este acto de rilgio e caridade.
Ao conanaorcio
A. Gomes de Mendonya, avisa ao
coinmercro e a quem interessar possa,
que desde 20 do m z prximo passado,
comrre u aos Srs Silva & Schiappe o
seu estabolecimento de molliados, sito a
1 S. cei. Sf< reiar d.' PrnamSaco, e.r. II de Agosto de 1894.
KOITAL
De (rj,m do Bxa. Sr. D Givercador, e em
o'j rvancii ao d:..n-!;, o <:'. (57 O llJl!. ai
nei 80 D.C u 420 d^ 23 de Abril Ce 1885,
fC'i'O neo o r.i'ii atollo ir.-, n'vlp-o, aond
M'Si ( in > : ra < 30 din 1 s 1 (Del ;a
le eff'l ,< privativa caes do ma'!i;:pi; >ts ttj
O k,retar o.
Jj5o Aui'.j'.o Per e ra Lima.
POITAL
O 0 Harjoel Tor.iis do '' Aboqd'rqa ,
mi ifl 'Irri d'j roun eipla ae G ijranoa, E-i .1
! l'.-rni.iin ;r en f i'toJe 1a !tl ele.
F 50 sab^r aos ijseo crraeota adital vi em <
i l-uver. in s:ieocl- qoe com o srafo ce 20
u e, a iwaiar Je ta d .ta, e''4 aoeito O < on-n s
pi*a O'i'Viuen o da tarvei.-'a ift licio da i fli;.-
d>j i83!ivao pr^ativo do jory eeiecucfisj crini
j.i'S, i;u- se acba vai?o ; cu|0 flftd-i fo Cieado
i noi'fdrrjddade cooi a e; ce 3 de Oeiemo o t
1841.
i eoosB'reoiea de enoiosirair sua; y-t coea
-i"ii 01 e^u r.t*>8 toounentoj:
! lo ile exarne ae sjlli ciencia ;
2* reili ao d-- idade
3* eerlldao fe exams de portuguex e aritbrae-
t
4' fltia corrida ;
y* hiUrtta o insici de '.p.ci ^de phy.i^a :
6' procurado,a nvjje e^m pjr p*ocjr 4 r.
7* linjlinente. ou o< docum-, ito quo foreon
coaveaieBlea para pruva do opaeitade p ofla
i-ionil, lo-fo noe t-ruo^^i art 210 i O:, d.
940o.! 2 de Ktt i :.- 1883.
E par ji e chegoe ao co.ibe imento rtoi
ressa-ins 111 .i le pait!-ar o prez-; re qu -'. fli
sado o i'i^ar do co tamee rvp'Oio*'10 tei
impreosa.
UjJo e pa-igi lo neta Ji ia ie de G 'jaiO, ao
i le tffDtO dr 1894.
Eo, iov:niann> 110 Moi.e Saos, e*cnSo ?
escretl.H DOOiTuOlasdj <\ea AlD--qaorqu-'.
E roais s? oo coiili iba psi i* o fcH>l, do ]u.
szirabt a presco1*) 'op a qo 1 vi cem co sj qjf
duvida faga don T.
Goy.nna, 2 de Ag -lo de 1894.
O es riva i Juvloiano Moote S.bZi.
CerttQco h-> uffixei naje na 3 bo'as da la- le
uo logar do co^u ue o edital do Sr. Or joii d^
reito dele municipio, pjni) ero cjnco'-o c
fBiiio da escrjv) privjtiva da jije ex'ccg >-
rminaes d ste ic-san mu.i'ipio: leu te.
Goy .r.!-a 2 ii Ao,to de :89i.
O porleiro los Mlitorios,
Antonio Pereira de Qaelroz
1" seceso. Secretaria do gover 10 dj E^'.a c
de Peroimbao, em II de Ago>tj de 1894.
KDITAL
O-, ordem .'eS. EiC o Sr, Or. gorerjaJur ..'.-.
Estil e om 05i>-rvd0 ii ao jdiapostO no arli,')
157 11 reguiaTiHn:o anqeae a'j leC'e o u. 'J 4!0
le iS de Abril e (88S. (*co iiubolic 0 elil^l
a^a'xo i'->nscrip o, pjn'o em sooearao, ojj 1
prati ie 30 lias o< o(R;ii i cjatador h par-
ii 'ir ta manicti i) de6-
ifH-iaifn'o 'i 1 res 1 c ivo s-.ve ;'u>r:j Beinvenaa
P ah- iro de Mejlon;?.
O aerelarto,
Jjjj Aogustj Fe re-a Lima.
EDITAL
O Or. Mioofl Tj-;8J da ,.ego;A'tiujce qu". |ttii
de tiren 1 n 1 oQO'cipij de G.y.an;-, Erta'o
rte Per'Wii-bjcr, ein fl'tade id I 1 eic.
Kaio <^ner aos que j p-'Siiit 1 eiit-*l 'em -
lidie Ufaren .-.i'n u 40^ cn o pri < de r 1
1 i.i- a eo xar ra orut ata data rata ai e- u 11
coriCiiTSu pir.' p'jviTinij ild te**<*o!ai'J v li
CO ios fifi 10' de CoOl^dj- o p' t'I K qu- t
nctij vae e 1 eonre|ieu<:ii do .Iiofi! mi lo
M;rventoario vitalicio Bi-mvenLto Pinbeirj de
Para o Para carregaram :
O. Co'rela C, 80osrn,as com 2,086 kilos
de assu; r reOnado.
P. Alves & G 60 volomes com 2,686 kilos de
ascocar retidado.
Para Minaos, carregaram :
A. Irmios&O, 108 caixas co n 1,3)0 Kilos
de sabio, 2 oipas n 55 barris com 6.015 litros
de agurdente e 130 valames com 8.995 kilos de
assocar brinco.
P. Carneiro & C., 200 salsea com ,6o0 kiljs
de ,-abao e 60 barris cora 5,380 liiris de agur-
dente.
P. Alves & C 50 barr* cora 4,500 litros de
agurdente e 90 vulames ora 7,036 ki as de
assncar brando.
T. P. de Mello, l pipa cjm 450 I Iros de
aleooi
O. Lyra, 35 Od'ris eos 3,220 Utroa de agur-
dente.
E. Kar.'.i ... k & C 60 barricas cora 4,030 kiljs
de assocar branco,
J. Bailar 4 o., 110 voIj ..es cj n 7,470 kilos de
a su ;r branco.
at*>9ltl5iaioai:i Mei de Agost) de 1894
Ufmi*oa
na eral
1 a 10
'-. 11
544.090J4!o
48:173*960
_ Mtuac :
1 a 10
1
70 c9611
12.143- 141


587:24J375
83:073*152
670:337*527
e^uipagem 10, carga carvSo de pedra a
Companbia Pernambauana.
Navios ahidos no mismo da
Manca e escalaVapornaoional cOlindaa
oommandante Qailherma Waddingtoo,
car-a varios geaerot. ^
SantoaVapor Dg >% tBesseT, oomma-
dante C. Alcot, carga varios gneros.
New*York Baroa nacional cEIraa, ca-
pillo laos Pddersen, em lastro.
Rio Grande do Norte.3yte naoioaal
cD. Antonia, mestrd Manoel J. Lo-
reira, carga varios yoneroa.
instra -i.! pe c'.cj
cjm m sr-gj.nies flocomeni.'.- :
! a.io Je exame d j u rli: a ::a ;
2 MrlIdSo da Idile;
3o .er.n'.j'i. rx.raetfe ro.-'a ..1 e a- b-
metira ;
4 f;ioa t.vWi ;
B atteata o rcei co a capici ads pbja'-c,,
6o p-o'urjQi ee rejjc erem por pro;u-a i ..- ;
T tic-i ti -i.-te, cut-o-! .y.cuni-tjj que fon x
:onv oien "-s pan pr ).-i eapa .idade pro/iss >
ra', 'dIo i : i -: s :j rrtigo 210 dod-cr-;o
t, 9.4.0 :e 28 Je Abr! a t855.
E para 40a ch^ga-1 a-) co .ne.iiieiiio dJ: :-;n
re^s.'lot', vai .el pS,- j presen!- q-e a^a '-
"~. i ai oreare.
Dii) [.ai ti -:: c i de di ft v nna os
2 de A:)-to a i89i.
E",J o Jo :e Sjltj, e;i ive oes-
crtv .
Mi"o;i Tj"....-j di h 'SS Albj -,ierqce.
E mala ,e aau co r 1 .t m -;i : e,i ui ra qu-ti
xt-ao: -i reaeate il r|ai fii teta cio.-j qa
'ufda f pa.
Do f
Gjya.n-i.2 e Agosto de 1894.0 e crUoo,
/uv oan da Monii doaza.
r.e ;n > 101 aflixi bajeas 3horas de ta-><
no lurfsr do cusame o ediui da S Dr. j ;
11 ex> dea e nn-c po, qo eai cou.ur 1 ua
otli dos a-. to~.iador e partido.' deste mesiuj mu-
u 1 Id).
D t.
Goy^uu-. 2 Agost 1 Ih 1894.
11 1 rui o udinirios.
A- ,- 1 p i- O o
1.* seccao-S cr-iur a o Gjv roo do ata 1
de P-rcarab oE u 11 d agosto de 1894
t-OlTAL
1)'. ord>-ra do Es n. >r. t)r. Giveraalor :Ij E
lado, 8 ira > o cr >a'i i.i ai d s.i to qj a'. 15!
Co R'iii. m-nl) i'irini >o di. -.0 o. 9.i2) i
28 ae Aii'.l u-j ltso, laco pibii u o edttal aoiu
iraoscripto, pon -o tra cou;i)f.j com o p-an Je
H Isa ai ollicns >)s es-ri-aes aa proveaorn,
CkpelUs e reuiitos no u,aoUipio le G ja ra ,
v?go< pela faile&.neo o do respectivo Br'en-
loail, hiaoel Eduardo L^'is Wauerlej
0 aecretarlo,
Jufti Ao r.OlTAL
O Dr. Maooel Tjbiai djKfgie Al o,o rj.ie
ju z drt di'tild do .iran ::p 1 Je Gojai.)., s-
tiij :.: P. innnu-j, en vi-td e di le ic.
F.50 Biber doi ;u > presente edi.^l r.rm
deile tiver. ra leieooia, que cora o p-io .ie 30
das, acaotar desia ata. esia aberra o co.u'
j par: p.-jiriraenio da servea'.n vitalicu d od-
elo de escrivfto lia provedo.'ta d- ca ellas c -e -
luoj, qae sj acb vago e u c -,u n < 1 -
IcuiuiHuit. 10 Berre.itaarJ v (>|i--io lia 10 I
loar 10 Lias Wa 1 ier y ; Cjj ) fli lo foicre--
d petas .''-'eo c')-s o rtelQo
O roi.-arreotes iee-aj matrair auas pi
C3 S MU S 8eg!il!iUJ djOd !! -tos .
1., a; lo de a .ice e sufli haca.
t.', ,e t.do dd id^ae.
3-*. c riuo de \:u^ de porta mlica.
4 folna carril.:
5 a'.esiado med-o de &ii:\ial: pby^icj
6 pneu-aco se r'j-i'e-ya pr pro -
raJor.
7.*, tijelraeo: ootres d)cam'3:ns qoe f jr- n
convealeutes p ra prov d^capa-iiaie p-o-
s -n l. tad > o i te- uoi -.10 art. 110 do decre*
n.9,4!) 1- ti le 40nl de i-85.
t pi_a ]d 1 c 1-_ud ao co iie::rae 1 o dos i.ro
recados, maodei ptmr o p*eaiv, qae *er<
"IFuIj 111 lu p-la inpen a.
Dado ) pissa i < n-'s*. > ci lad 5 faa.oa, .
2 de A8ic e I8'J4.
Eu, Joiiij d> "nw. soait, escrisj
es: ei. M o >el To;:as dj H j v Al>o,ujr
E oais .*< nao eoBti.iba era dit) id .1. de
qcal extrabi a \ eceute :-. >pia, qoe vai sem c u
t qj" djvida fi.;.i : dju '.<.
Gtyi'ina. i de A{ tu Jel85i.3 .^r. a ,
J jviuii jo 10 M.or- .S-juia.
Grt tico qae a ni -i 111,--, .:s 3 b) .3 U Ul>-,
ai) legar do uu-141 i.e. o eii i sr D*.j d-
di 110 :este i>< .'i :i,jIo, puudO era oj or o o illi
Co re eSCr.S) Oj .i-'OVe I it < dj JajeluS B re,
dos deue mu-:i^'i>iu : dou f'.
Q ya ni, 2 je A.o- i 1 18)4.
O .orle ri -o- aoJi'O' o,
A BtOfllo Ce--Ira d Qi-rii.
arrematar p >r v nd.i a quem maia
em praca publica deste juizo os
seguintes penhorados po.- execuc
azenda :
Freguezia do Rtcife
A parte que posaue Sophia Hd^riq* t-
ta Bezerra de Mello no sobrado de trea
andares n 17, a roa do Bom Jess, o
q:al lera 3 portas de frente sendo urna
da scada, 2 salSes com um quarto; o Io
andar tem 2janellas de frente, aranda
de ferro, 2 salas, 1 quarto, cozinh.t in-
terna ; o 2 andar 2 salas, 1 quarto cozi-
nliu interna, 2 jaotllao de frente com va-
randa de ferro ; o 3* .ndar 2 janellas de
frente. 2 salas, 3 quartos, coznha no so-
to, este e 1 sali mede de frente 5 me-
tros e 20 centmetros, e de fundo 17
metros, a va liada ditaparte em f:0:jO|J.
A casa n. 3 a ra de S Jorge, com
porta e janella, mede 4 metros e 70 cen-
tmetros de frente, 13 metros e 40 centi'
metros de fundo, 2 salas, 2 quartoa,
quintal com portao para a ra do Pharo!,
avaliada em hdO'J- Pertence a Mathil
de Talles de Barros Corroa.
Freguezia de Sante Antonio
0 sobrado de 2 andares do larg-o de S.
Pedro 11. 6 modo 4 metros e70 cent metros
de frente, 10 metros e 6 ) centmetros de
fi;:i lo ; o pavimento terreo cora 3 salas,
quintal e cozinha : o "a- dar 2 saine. 2
qoartoa, o 2 andar 2 salas, 2 quartos,
e o sotai salas, 1 quarto, ?e.'a quantia
de 7;2 -5 p ir sor e>-ta a 21 praca Pr-
tence aos hardeiros do Francisco .'oa-
quim las ChagaB.
Fraguez;a de S. Jo
Acaaa a. do bso do Macedo de
pedr:\ e cal, c un porta e janella de
frente, '1 salas e 2 quartos o quintal in-
terno, inede de frenta metros e 00 ceu-
tinaetros, e de fundo 4 metros e 50 cen-
tmetros, avaliada em 1 S. Pertcuce a
Joaquim Francisco lio'lrig-iie-s.
A casa de pedra e cal 11. 8 na travessa
do Cald. reiro, com 1 porta e 2 janellas
d') frente. 2 salas, 3 qimtos, cozinha in
terna, iu.;de de frente 'i metros e 20 cent-
metros e de fundo 8 m tros e.'iOcentinr tros
e:n iiio estad avaliada em OU5, Per-
tence a Carlos Frederioo Barbosa
A casa n. 2S na travessa dj (jaz, com
porta e janella de trente, 2 salas, 1 |uar-
to, cozinha interm, medj de frente 3
matrof o leotimitros e de fuudo 7
metros e UO centmetr.s, quintal mura-
do, avaliada' em o) S.
1 ottra dita na mesma travessa n. 24,
cora porta e jmila de frente, 2 salas, l
quarto, cozinha tura: me !e de frente 3
metros e 35 centmetros 3 de fundo 7 me-
tros e 00 cd itiraetros, quintal murad ,
avaliada em 5 S. Pertencem a Jos
Lu de Freitas
Fregnezia da Boa Vista
A annacaj envidracadi e balea) exis-
tentes ra do Visconde de Goyanna n.
45, avaliada era 1: 0 S Perteucem a
Antonio Rodrigues ra Co ta.
A casa terrea de podra e cal n. 4 no
5' bjeco do Pombal, cora 2 portas e 5 ja-
nellas d frente, 3 janellas ao lado do
sul, 2 portas 1 janella a > lado do norte,
2 salas, 5 quartos, cozinha externa, sitio
parte murado e pa te cercado, 2 quartos
Contiguos ao raesmo, mede de fre, te iO
metros e 60 centimetr.- e de fundo 4
metros e 35 centmetros, em rao estado,
avaliada em 2:0J0S< Pertence a Jos
Maria da Silva
----------------------------------------; A casa n. 6 A, na (ostra a de J0S0 de
O Dr Jos Juliao ligue ira Pinto de .Sou- Barros, edifcala de taipa, com i janel-
za, juz de dimito daFazenda Estada l
de Pernambuca
Faz saber pelo presente que no dia 21
de Agosto do crrante anno, se ho de

, : '1
-:8i
0 ihete da seccSo
i. Go'; gal ves da wlvs
O tiiesoaretro.
lidia Manoel Re
o.
HbiGB C iSEADlr

dem
a 10
da 11
07:949/75
5:139-218
1
!dam '
*fci:.Pg
a 10
ilNA
11
73:iC8*9;7
10.-J5J12*
8I7IO
11:042*.-:.
Jiovluaento .lo porto
Navioa eotrados no dia 11
w^aoa 38 ofcs, baroa ingleat. Gn-
rofotic de 450 toneladas, oapitSo J. A.
Btfvan, eqoipagem 12, carga oarvSo de
pedra a Oompanbia de Beberibe.
Modsor15 di.,s, hyatf nacional cBom
Jess de 60 toneladas, meatre Manoel
Nereade Manlcipal de S. Jom
O mov nitrato deste mercado no dia 10 de Agoi
to (oi o aegointe.
Bnirrrim :
45 twia oesando 6,80 kilos.
40S kilos de peixe a 20 rs.
VJ coinpari. cora mariscos a 100 "5.
IS dito; com camarOes 100 ra.
311/2 colummis a 600 rs.
1 cargas com nalnbas a 500 ra.
4 cassoaes com eallinbas a 300 rs.
6 cargas cora milbo verJe a 300 rs.
1 Ciirga ctira amando.m a 300 ra.
8 cargaa com batatas a 300 rs.
2 carta cora macacbeiras a 300 rs.
2 cargas cora genmuas a 300 rs.
2 carg a um canija 300 ra.
2 catgai com bananas a 300 rs.
2 carga cora laranj^s a 300 ra.
3 carcas com l uga3 a 30o rs.
I cargas com diversos a 300 rs.
60 cargas cora farinoa a 200 rs.
Ib" carpas com milho -pcco a 200 rs.
8 cargas com fejSo a 200 rs.
69 lugar., a joo
II Sainos a 200 rs.
11 comp. com suioeiros a 14000
8 cooip. com scineiros a 700 rs.
II comp. cora fressarasa 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
53 comp. com faxenda* a 600 ra. 31*800
A comp. com verduras a 300 ra. 15*3'o
91 nn. com 'arinha a 400 rg. 36*400
ap. '.om lalrioz a 2*000 106*000
Lagar (ortaguez Horecio.
Lag3r noroeOHnse d^aranger.
Lagir ponogaei M< inbo Vil.
Patacho allerao J. II, Baoik.
Patacbo ingle: alraioa.
Patacbo allemo Harald.
Lugar Ioglez Aurora.
Patacbo bollaanez Aden-..
Lugar iuglet Branei.
Logar po.-taguea Uannio VI.
Escena bollradpsa Ana.
Patacbo ioglfi Z-ram.
Patacho i>uero H- :i .
Patacbo iogles V- n ore,
- :- Wir, ei
Barca aoraegoeiiri! G'eorafor.
De Carditl
Barca allemS S rio*.
Loaar 1. ;-u-'i;u-n-e Albairosj.
Barca noruega Fredm.
Bacci oornega Hugo.
Barca Dorae^a norab.
Bava Doraegwaae Fj jj
15 rea oornegoeuse Slne,
Lugar noraega^n". Camoraot.
Barca norae.a Hel; -.
Barca noruega Osrnoad.
Barca norcega Pa*agoo.
jarra ingleta Rolo.
li N w Y k
Barca americana E. V. Biynton.
teTo-raNova
liare in^lea Flnre i;e.
Barca i igleza Silfe Sea.
lUr;. n-.lezi Cordslia.
Escuna inglesa Bella Basa.
D Londres
Logir aoriiegueos Sonadas Elianeta..
DeM
12*000 Barca sueo Hsiri-;.
3*200: '->' alltm'i C^r! otb.
1*600! De N w Port
13*800 Lnpar aoruegaense Soefrid.
2*1001 DeBamborgo-
U*00.M 'ar iorajga Sazelie.
5*60i) Pa-acbo alleruSo Trina.
6*'."00 B ailemS Allanta.
8*K0
2*700
i* roo
18*900
*5fi0
1*20"
1*801
*300
2*40'
*60-J
*600
*'
*6 0
<600
OO
*300
rtenaimentos do dia i a 9
303*400
2.641*800
Precoedo da
(Jame veide de 300 a 900 rs. o kilo.
Salos de 900 a 1* dem.
Caroeiro dp 1*000 a 1*200 dem.
Pantioa de 700 1 800 rs. a cala.
Milbo de 600 a 700 rs. a cola.
Fijao e 2* a 3*100 a caa.
Xerqne a 900.
lavl esperado.
Do Rio de Janeiro
I'atacbo bespamral Rayrauodo.
Do Rio Grande do Sal
De Pelotas
Patacbo nacional Tberea.
Logar aoecoD.k .
Patacbo all ma Wille.
Patacbo naroeguense As ra.
Pa' ho dinamurqatz Tbja.
Patacbo dinamarqus Jo.gianna a Aooe.
Pa.acho allemao He. mano.
2945*200
I aorueguon>e G li
Vapores a eiatrair
Mez de Agosto
My^ije Blauck. deCa-iff, boje.
K'.i-,.t-ia :. u j 14.
1; rpi a,ca Sor pa, a 16.
da Eoropa, a 17.
Do, do sul. a 18.
G nela, da Eai-cpi. a 19.
in, de N w Y .0, 19,
tColeridg-, do tol, a !5.
F. de Mello, equipagem 6, oarga v-. Pat.cho allemo Ma-garetb.
rioa generoa a Manoel Joanuim Pesada. ?*rca no.oeRoeose Haiva.
C.rdiff-54 diaa, brigae allemao .Helio.. {gS S^S EH-WB.
de oo4 toneladas, oapitao C. Rohi? r.z--.: dbam--q:~i .'.''o:.
Vapores 1 safei-v
Mez de Agosto
Babia e eac., P. do Grata Para, boje, s 4bors .
Norte. Olio la, boje, *s iberas.
Sol, Sajielaie, rmanh, 4a 4 horas.
SaoUn ". e,"., .; ;3. s V bcras.
jal, Aruazonac, 16, aa 4 uo a..
Eoropa, Doo, 18, as 2 horas-
Sul Campana, 18 4 bcras.
8. Ayps e e8^., G 12 fcora.
Sol, DordognH, 19. : e 4 i-ora-,
i New-Vjrk ColfH -. I?, t< 3 r^-?-.
jCOMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA. DO VIGAB10 N. 1, 1. ANDAB
Directores
Bario de Souza Le&o.
Thomaz Comber.
i"-- .i.s air-tv.
las de frente e i porta uo oitiio, salas,
1 quarto, cozinha esterna,, peineno si-
tio cercado portao de madeira (jue da en-
trada para a casa, medindo de frente 4
metros e 7 centmetros, o de fondo 'J me-
tros ; 10 c ntimetros, em rao estado,
avaliada ein 2 0$. Pertence a Jos i Mo-
reira da Silva
Freguez^a de Afogadjs
As casas ns. 341 E e -3-11 F na estrada
do Griqoi Jaboato, tendo cada urna
porta e janella, m.:de 3 metros e 40 cen-
tmetros de frente, 7 metros e 15 cent-
metros de fundo 2 salas, 1 qaarto, quin-
tal em aberto, ambas le taipa, es a pela
quantia de 6350 0, e aqueila pela de
dOi 1)0, por ser a segunda praca Par-
tencera a Jos Joaquim de Cast o e
Silva.
Fre uezia do Poco da Panilla
O te reno no lagar Chacn, ond foi
edificada a casa n. 8, o qual tem 30
palmos de frent-i e 300 de fundos, pala
quantia de l K,-5. por ser essa a segunda
praca. Pertence a Silvino.
Um relegio avaliado em 135' 0.
Urna pipa grande por 7J20O
Arrancio e baleao de pinho pintado
por 45S 0 ; os qu .es objectos achaiu-se
na estra a do Arryalo. 123. e perten-
cem a Antonio Felisardo de Amorim J-
nior
E ;pa a constar paisou-se edital na
frm da loi
Dad o e passado nesta cida e do BC>
fe, aos 11 de Agosto de 1894
Eu Alfredo Diamantino de Torres Ban-
deira, escrivao,
Jos Julio Rigueira Viato e Souza.
Recebedoria do Estado
de Pernainbuco
EDITAL N. 13
O administrador da Recebedoria do
Estado faz publico, para conhecimento
dos respectivos contribuintes que, den-
tro de 30 dias uteis improrogaveis con-
tados de 10 do corrente, sero cobra-
dos bocea do cofre, os impostos abai-
xo mencionados relativos ao i." semes-
tre do exercicio em vigor de 1894.
Recebedoria do Estado de Pernam-
buco, 6 de Agosto de 1894.
Affonso d'Albuquerque Mello J-
nior.
Imposto a que se refere o edital su-
pra :
Classe 10 e 44. CommissSes e consi-
gnares e agentes fre-
tadores de navios.
Classe 23 Fabricas de cerveja, li-
monadas, licores, ge-
nebra e vinhos.
Classe 7 -- Loja ou estabeleci-
mento de vender fumo
a retalho, rap, cigar-
ros e charutos, com-
prehendidas as offici-
nas dentro do estabe-
lecimeuto.
Classe 38 -- Loja de movis.
Classe 39 Padarias.
I


>



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\


1 anvn i


\
'
Diarlo

eroamlineo Domingo 19 *
EDITAL
O Df Jo3e> Joaquim de Freitas Henriques, Juiz de Direito do'4.0 Dis-
trito Criminal da Cidade do Recife, etc.
Faco saber que tenJo designado o dia 10 de Setembro prximo vin-
douro, s 10 horas do dia para abrir a 5.* sessao ordinaria do Jury, que traba-
lhar era dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos 36 jurados que
tem do servir na mesma sessao, nos termos do art. 13 da lei n. 15 de 14 de
ovembro de 1891, sahiram sorteados os cidados seguintes :
H PODROMO
DO
CAMPO GEANDE

Recite
Joo NepoitiUC no C. da Silva.
Antonio Rufino de Andrade Luna.
Joaquim Ferneodes do Monte.
Jos Jcronymo Doarlc R drignes.
ngos Au-UiclK.o M.ifni.
Luiz ['Vmona Parbosa.
Santo Antonio
Damingos ^Ives Guimarae^.
Jii<|um Fernandas da S.lva.
Manoel Jos Vleira.
Nican: r Avt-llno Alyei d Araujo.
Uicaido Soares d< Freitas.
Ariliur Taima Bsptuci.
i eroardino Ferreira de AaeveJ .
S. Jos
Mancel Eugenio Jn Rorha S.ir.i o.
Afogradoa
Viente de Salles Meucxcs.
Boa Vista
Joao Vctor Altea Mutlu-us.
Dr. Jos Joaquim de Oliveira Fonsera.
Ilermia de Barros Pirxentel.
Capito Jos Joaquim de Lima.
Horacio de Oliveira.
Horado Pires Galvao.
Dr. Hi rmino Mneira Dias.
Francisco Anlonio Borba.
Lu/- Vernet.
Bario de Aguas Bellas.
Ayres Ferreira da Cruz.
AurelianOjTeixeira Bastos.
Baio de Pelrolina.
Jos Joaquim da Gama Malcher.
Agripino Dcoci- ci Branco.
Augusto Rufino de Almeida.
Graea
Alexandre Emygdio de Medeiros.
P090
Dr. S.iluslianj Jos de Oliveira.
Sebastian Brrelo de Mello Reg.
Tliomuz Jos da Veiga Seixas.
Varzca
Antonio Cavalcante de Albuquerque.
,,



.1 > VV
i
a
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s V
- l.

*
p
ftn
A, MA OA OOKKIDA DE VELOGPBDoS
QUE SE REALISARA'
DERBT-CLUB
DE
PERNAM
1BI1I5III1T
A todos os quaes e a cada um de per si, bem como a todos os interes-
sados era geral, so convida para que comparecam na sala do Tribunal do Jury,
ra 15 de ovembro, tanto no referido dia e hora, como nos demais dias se-
guintes, sob as penas da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos se passou o presente
Edital que ser affixado no'lugar do costume e publicado pela imprensa.
Tambem so remettero iguaes aos Juizes de Districtos, e subdelegados
respectivos para publical-os e mandar fazer as intimaces aos jurados, aos cul-
pados c as tcstomunhas que se acham em seus districtos.
Recife, 10 de Agosto de 1894.
Eu Manoel Bernardino Vieira Cavalcante,'.' escrivao do Jury, o es-
crevi.
loao Jcaquim de S'reitas fienriejue,
contractante o direito a quaesquer casos
de fbrea roaior previstos ou nao previs-
tos, solitos e inslitos, e se obrige. a in-
demtiisar quaesquer dainos e prejuizos
causades.
5."
35O8 precos das cannas ser pago na Al-
fandega antes de ser lavrado o contracto,
e caucionar o contractante na mesma
Alfandega, etn dinheiro ou apolices quan-
tia correspondente a terca parte do preco
das cannas, para garanta do exacto
cumprimento do contracto
6.
O proponiente preferido, que se recuzar
a assignar o referido contracto, perder a
quantia de quinhentos rail ris (50 >S000)
que no acto do recebimento das propos-
tas, cada proponente dever depositar esta
delegacia mediante termo competente.
7'
As propostas serio abertas e lidas em
presenca dos proponentes; e at cinco
dias depois ser por esta delegacia de-
clarada qual a proposta preferida.
Os Srs. pretendentes poderam desde
j visitar o engenho refeido, o estado
dos apparelhos, e quantidade de cannas
existentes,
Recife, 9 de Agosto de 1894
O escripturario.
Tito Maris.
EM ItIMII'IO DOS I>OURE II .1 nnillllMlt DO SS. V-
c k vm:\ 1 o di S4M 11 i \ im h. vi< i:\ii. de paulo
Juiz de partida0 Illm. Sr. Augusto Silva.
Juiz de pesageni 0 Illm. Sr. Joaquim Engento Ferreira Gomes.
Jui/.-:s de chrgadaHenrlquc Lamo?, Aiid'ni') d> Carmo Almeida Sobrinho. Antonio
remandes Lima.
\01ne dos hi
eyeletas
Distincti-
vos
Cor da vestimenta
\omcs dos bieyeriltas
1." Pareo Campeonato ."i.000 metros-Bicyclctis Premios : Urna medalha de ouro ao 1.,
urna de prata ao 2. e urna linda cigarreira ao 3."
1 Ampliitrite.....
2 Banco la Bolsa.
3 Dnorah........
4 Premie..........
5 Casanga.......
Branco.
Encrnalo.
Amarello___
Azul........
Branca e azul..........;Antonio dos Sanios Pereira.
(Alvaro Baylon.
lAlbsnco dos Sanios Coimbra.
Preta.......... ... ... Caelano Manoel.
QUE SE REALISARA' NO
Dia 12 de Agosto de 1894
Termnando s 4 I|2 horas da
tarde com a ent rega do pre-
mio, constante de um im-
portante cavallo rodado,
novo, sellado e enfreiado.
Estrada de Ferro Central de
Pcriiniuliiico
EDITAL
De ordeno do Dr. Engenlieir.) Chefe, se fa/.
publico que at o dia 16 do correte mez, ao
meio din, recabem-se proposta na Secretaria
de-ia Estrada para o fomeetmento de violo mil
(tormentes sob as seguintes con ligOea
l.
Os dorm utos tero as seguin'.t s dimensOes :
i,-6rxo,ioxn,n
2.'
Os dorments deverQo ser pereitamontc rec-
elos ; errados ou lavrados a ma-bado, sSos, de
qumas vivas e isenlos de branco e de quaes-
quer outros defeiios taes como fondas, nos ca-
riados, brocas, etc
3.'
S scro acceitas as seguint '3 maueiras :
aroeira, pao darco, sucupira meriin, emberiba
preta. oiticiea, angico vermelho, massaranduba
vennelha, barana, corac5ode negro e julob.
4.'
Os dormenles deverao ser entregues a mar-
gem da linha entre Recife e Gravat do modo
segu n e : .
Cinco mil dormentes dentro de tnnta das
contados da .lata da assignalora do contracto e
o resti raensalmenle em artidas nunca inferio-
res a cinco mil
5.'
Os proponentes declararao em suas propos-
tas as c-iai.'es onde tencon) depositar os d-
menles e acompanbarao as mesmas proposlas
de um racibo da Tbesouraria d'esta Estrada da
quantia de cen mil ris' que depositario como
cau'.o previa perdendo o direito de le antal-a
aqu'lle que preferido para o fornacimento, nao
comparecer para assignar o respectivo contrae-1
to. d'entro do prasoque para lal tira. Ihe for j
corarauncado.
6.'
Os pagamentos dos dormentej, fornecidos se-1
rao elFectuados na Tliesorarla da listrada me- |
diaa que forera entregues e vista do atles-.
lado do Engeobeiro Chefe da linha.
7.'
Para garanta da fiel execuefio do contracto.
Preto........Cinzenta e preta
'Joo Nesmes.
2." Pareo-A' Directora do II do C. Grande 2800 metrosBicycletas-Premios
Urna ni i- lal lia de prata ao l.'; um alfinete para grvala
i Roleta........
2.Clyde.........
3 Acreolyto. .
4'Varzea........
Rosa........
Lilaz........
Verde.......
Azul e Branca......
Pieta, a.ul e branca.
Preta e branca.. ..
Joao da Silva Leite.
H. F. Lima.
Jos Ferreira de Castro.
A. Silva.
3.-
WtfUMCES
Por esta secretaria, e de ordem do il-
ustre cidado Dr. Regedor, se faz publi-
depositara o contrastante n >8 cofres da Estrada co, para conhecimento dos mteressados,
em dinhein> ou em apolices da divida publica a seguinte portara, que em 2 de Julho
nacional, urna cauco correspondente a cinco do corrente anne resolveu baixar o Sr.
^^r^s^XSdvIeSolrtcon- Dr. inspector geral da instruccao pu-
blica :
Pareo-=A'Conferenca do S S. Sacramento de S Vicente de Paula. =
5 5')0 metrosbyeyelistas -Premios : Urna meJallia de prata ao primeiro, e urna boqui-
Iha ao segund.
Amphitrite......
Banco da Bolsa
Dinorab.........
Preimie........
Roxo.......
Encarnado
Branco......
Azul........
Preta, azul e branca..
Azul e branca........
Preta.
Antonio dos Santos Pereira.
Alvaro Baylon.
Albenco dos Santos < oimbra.
Caetauo Manoel.
Pareo Imprensa Pcrnainbucana 2 083 metros byciclistas=Premios :
dalha d prata ao primeiro e urna cacoleta de ouro para o segundo
Urna ms-
Nontea
3
e
a
4
Pello*

Natura O
lid. 3
-------------
Cor da vcatl-
uienl
Proprletarlaa
i." Par^-o-l* de Agosfo -800 metrosAnnaes ile Pe-tMmbu'O qae nao leaham gsnbo
premios nos prados d < R-eife conando on nao victoria. Premies: 2~Qf
aa !.-, 50*000 ao 2.' e 25*100 ao 3*
sMueior Doa.....
G11 u n o ex
Gi Ato. ..
rn'Uto . ...
Vul'5> ..
Gu y o.z !.'
Ej----- ...
Roda lo......
Gjataaho...
Pedrez...
Preto ....
Baio.....
Zimo ...
Castaabo
Peraamb.. 51
51
51
51
51
51
51
Encarnado e azul..
\sul e brando. ..
Prem c ooro........
P'ftj eacamado......
Verle e amarello.....
;?ut e rosa..........
Eacamado e azul ...
V.
A. Filho.
Good Fraternidade.
J. F. 8 Haia.
K. 1. M,,i,.
D. J. Carvalbo.
S. G. de Meieiros.
i o PareoDrrb Club de Per. amburo -1.I0 aetmn. An'mapg de PeroaabDCO.
Premios : 250/000 ao 1., 50*000 ao 2.* e 25*000 ao 3.
Aercolyto......
Fmance.......
Caxang.......
Varzea ........
Clyde..........
Verle.......
Amarello. ..
Preto.......
Azul
Prela, azul e branca.
Cimenta e prata.....
Preta e branca......
Azul e branca.....
Pareo-Ao Club Internacional -800 metros
niios : l'iua medalha de prata ao primeiro.
J03 Ferreira de Cast.o.
Euphrasio Cunha
Juo Nesmes-
A. Silva.
H. P. Lima.
bycicljlas=(cornda neg*tiva)='Pre -
Todo......
Pigmeo......
Dublun......
Al y Stoper...
Hirondelle
Mllalo......
Z'ino.......
Rodaio.....
Pern^mb.
60
50
50
50
50
Caslanbo
3.* Pitee Prado Pernambucano (.250
Verde >, amarello .
Oaro p-eto......
'Juro e tireto.......
Great e amarello.
Preto e branco. ..
J. Moraes.
:ond. Pe dije.
Atevedo & C.
A. M. de Almeida.
H. C.
metros. Animaes -'e Pernamboco- Pre-
mios : 250*000 ao 1,*, 50/000 ao 2 e 25*000 ao 3
Amphitrite......
Aeroclyto.......
Banco da Bolsa..
Fioince........
Roleta .......
Premie.........
Roxo.........
Verde........
Encarnido-----
Amarello,.....
Rosa..........
Azul ........
Preta azul e iiranca .

Azul e branca .....
Preta azul e branca .
Azul e branca.........e|Joo da Silva Leite.
Preta..................Caetano Manoel.
Antonio doa Sanios Pereira.
Jos Ferreira de Castro.
Alvaro Baylon.
Euphrasio Cunha-
6-. Pareo
Ao leb.Carlos Gomes =-15 O metros=Premios : Urna medalha de prata
primeiro. um cinto charles Terront ao segundo,
ao
Roleta..........
Oinorah........
Caxang........
Amphitrile......
Rosa.........i Azul e branco.......
Escarate...... Preta...............
Preto.......Cinzenta e preta... .
Roxo......I Prela azul e b anca -
Joo da Silva Leite.
Alberico dos Santos Coimbra.
Joo Nesmes.
Antonio dos Santos Pereira.
caucao sosera restituida, cluidos os foinecimjntos descontabas as multas
em que tiver incorrido o coSlracUnie tm vir-
tud; das .Usposices do feu cjitrscto.
Secretaria da E-trada de Ferro Central de
Pernambuio, em (i le Agosto de 1891.
V. P. Ribeiro de SoDza,
' Secretario.
alterada a
regiment
ultima
interno
A) Fica desde j
parte do art. 03 do
de 19 de Abril de 876
B) A matricula dess estabelecimento
estar aberta d'ora avante do dia 15 de
radas Terraje *' si >n ->a<*iio
EDITAL
De ordem do Sr delegado da Inspecto
ria Ger;;l das Trras e Colonisajlo, faco
publico, que eata delegacia resolven, no
intuito de acautelar oa interesse.s da Fa-
tenda Nacional vender as cannas exis
Delegacia da Iiiiectora Ce- Janeiio a 31 de Marco.
C) Nenhum estudante poder matricu
lar-M sem que nreviaraente exhiba attes-
tados de moraliciade e conducta es :olar
firmada por proiessores, cujas aulas fre-
quentar m.
D) Os alludidos attestados deverao sar
escrupulosamente examinados pelo Rege-
dor, que poder nos casos omissos e duvi-
tenes no ant.go engenho a Guarany e ^.^ r- & syndcancia sobre a
pertencentes a Fazenda Nacional median prce.lei;cia d^ raesmoJs.
te i .repostas em carta fechada, que serao p Q R (]o GyraDasio fasa desde
recebidas no escr.ptono desta delegacia. '^fi& e rigorosamente as dispo-
aBoa 15 de ovembro, at 2 horas da J ^ r
tard do dia 2; do corrente mez, deven- v F Q Fe,. de
. proponntcs attender as seguales FUeu.ga Fara Sobrinho.
Confoime. O secretario Saraiva Gal-
vao.
Secretaria do Gyranasio Pernambucano
7 de Agosto de 194
O secretario.
Ce/so Tertulia/o Yeniandcs Qitinilla,
Obstmffos
U primeiro pa^eo ter lug^r a 1 hora da
tarde
Haver poules em primero.
A arciiibancada di centro, ficar reservada
s autoriddes, imprensa familias d s directoras
dasassoc acoeshyppicas bem como as famlias
dos byciclistas
A Guinpanbid de rr.l us Uro i .is do ocife u Ondu e Debaribe, pora
di -osicao do publico, o nuiier.du trens nec: sarios para a respecliva coducco.
PRESOS
Pirata.......
Narciso......
Paubooly....
Malaio... .
Yoo........
tfaxot'e....
Colosfo.....
P'PlO------
i'astaoha
Russo-----
Meilsco ..
Raio.....
Castanbo
Rj-iado...
Perjamb. so
50
* 50
50
i 50
m 50
50
Encarnado .........
Encarna.o e azul-----
Encarnado...........
Ver je e amarello.....
Eacaroado e preto ...
Atol e oaro .........
Encarnado e Draocc...
Magalbaes & C-
a u i. Per 'uaa.
G od. Camp09.
J Moraes.
F tl-m ?.
C>uri. Moori^caoa.
C ,a Crnteiro.
4.* Paro. Hippndromu da Caiap j brande 90 ) en tros Animaes de Pe_jmDu-
co. Premios : 250*000 ao I., 20*000 ao f e 5*000 ao 3.
I Bitory......
S Tony *.....
3 Petropolisa.'
4 PnarisiQ ...
5l|hiarige ...
Zig za......
Fosilero.*..
P.lbago.....
Melado.....
Alaxao......
Rodado......
Gajtanho___
Rodado......
Mellado.. ..
Rielado......
Castanbo
Pernarpb.
50
50
50
50
50
50
50
50
Azol e encarnado-----
Encarnado e branco.
Azol p rosa..
^manilo e verde.....
Encarnado e peto...

Azul e brinco........
loaf. Nacional.
F. C. Reiende.
J. o Molla.
A. J. Maid.
Cood. Arrayal.
i
F. M. G.
5 PareoUberdade1.300 metros. Handcap.Aoimaes
300* to 1-, 60* au 2- e 30* a, 2
de Peroambaco. P emios
Piramon.....
Aveniureiro-
Tado-.....
Triumpho....
Castanho
Ca-tanbo
Mellado..
Peraatm
55 Amarello e branco...
51
50
54
Az I eCirja.10.....
Vct.1 t anaretlc. .
8n :araado e B'ttV...
Goud. Bella Vista.
;,., i. l il. .
J. H-mi
Ooud. Arrayal.
PareoProgrcaao -l.So9 metros. Anicaes .-1 P
!., 60*000 ao 2.- e 30*000 ao 3
rebuc P t : 300*030 33
lN-.rfizo.....
2If'.tcbouly.. .
ilralaio.....
Ibo.........
Gingo.......
M--cotte...
C0I088O.....
Vingador ..
Caslanbo----- P^rnamb.. 50
Rn-o....... * 50
Mellado... 50
B io....... 50
50
ha... 50
Rodada...... m 50
t 50
Azul e encimado....
Encarnado...........
Verde e amareVo.....
Encarnado e preo...
50 Ve de e rosa.....
Coud. Perdigao.
C- Campos.
/. Moraes.
F. Ram^s.
J P
e curo........ 0 'd. Moariscaoa.
Encarnado ebranco...IOoad. Cruzeiro.
3r neo t :'Z'.'!...... IC.cdtla a Pertaensa.
Entrada Geni
?tC!lV
na.-
/elo
a
conicoes
i.
A compra das cannas limita-s' as ac-
tualineutu existentes eiu estado de serem
moidas na presente safra; para o que
sero cedidas ao proponente preferido o
'enbo Guarany at Malo do anno
. com toi 8 os apparelhos e uten-
sis existentes, inclusive a casa de viven-
da e desiiiliico
2.a
O coiitractant recebera os referidos
enho e uteucilios, p"r inventario, e
tado di: con&ci'vayo no dia 31 de Maio
de 18
3'
Os uelhorainentos ou aproiutamentos
o contractante ju'gar coavenieutes
azi-r para .1 tiracwnda safra no edificio do
llio e suas dependencias e utensilios,
nao darao direito iudemnisa.o alguma
esob qualquer pretexto que seja. Po-
der, porm, retirar quaesquer teuci-
lios que por sua tonta comprar e collo-
car, sem cauzar d um. ou deteriorado tre do crrente amn, na* razio de dez
d^natureza algun-s o referido eugebao por cento a anno /'seis mil reis por ac-
4.a fo, no escriptorio da Compnhia a rut.
A entrega do engenho, cora todas as do Bom Jess n. 4.
suas dependencias e utensilios ser defi- Recife, 10 de Julho de 1894.
nitivamente feita no dia 31 de Maio de O direetjr secretario.
me nte inventario, e renunciar o Jos Joo de Amorinv
. !000
ile ir-94
grupo de velocipe Mstas,
Alvaro Bayl:n
Joa) da Silva L ite.
ntono dos Santos
extrac$So Jo premio
ObstifT pw
ser
EnL ad

6r^
epois _o
taita ,0 1>oUo
6- pareo
sexo
O
9 DA 1 D\ stila^au Pe:
n U i.
Aeb -rrip: 34. .... ui&la j 94. Re 4 >-9 0 ..-. Gl [ to.
Gompanh a de Piacaoe
Tecdos de niam-
uco.
to convidadOB os Srs. accionistas
receberem o dividendo do primeiro seraes-
Lo n
B..nk Lim.ted
iiiccu sobre LiiMboa o Porto
em libran 9itei*l9iaN, e vtu
end o paganiciito fcilo na
occa.ltto da apresentac.lo do
saque ao cambio, pelo qual o
ilauco ewtiver compriindo pa-
pel sobre Londres a m-------
-.l'-nt* de vista naqnellas praeas.
Oa Srs. fr (Untadores, muniaoB do seua aom a'.eiv?- bh
' liJOOO cJa um, fero direito ao p;e i.o qua a sorte derigoi r por moi<>
. j Fiahet, eccoiitraod -se es rd'jtitos bi h t.^aveoda d^ ivrii.. Wrvteeti
ereira. de Marvo, n. l.j tes raa 18 1 Se r-. do 1)
______________________________ j iua Doqu-.i do Caxiai a. 20 1 a^di ^s LO o it 3 a t-^rda. aoteror so t 1 r-
Rra^l Junho prximo pMaado,relaaSodoeio- *** ^"/^"'i ^ pof8,e8d' Pr;,f L*???- ,,
O JZ I II nifitH /1gta de transferencia. ConUpuo o.-i. v.gor loda 88 r,,ol,i;oes al boje adopt .das pela sacieda-
,des nypicas des lo '.slago, consLui^ d. se 1- cdigos d*? corridas e instrnccOes j?
1 tSo in
t machina
S raa' l
r-TCktt|,
Llecife, 1 de Agesto de 1894.
O Presidente.
Jos Gomes Gauches.
.
Iri-o
.
C! mpanhi abiica
E topa
acha s- k, loi S, accin
' o U. 7. 1
L ir
iVOI 1 B '
0.
ao*
f ; m
t
horas da mauha
aar reatrioU-
l
dindo 3 metros e 34 centmetros de fren-
Prado Pern iiabacaao te, 8" maten 9 60 centimetns de fundo,
SOfUE ADE AN0NY1A urna sala, um quarto e cozinha interna,
De conforinidade com o que determina pela uant a de "20235 por ser a ter-
a lei das sociedade auonymae, fi ceira pra^a ; penhorada p.ir exeouco de
posigto dos Srs. a :onistas, no escr'.: to- Alexandre Americo do Caldas Padi! y,
rio desta '"ompaahia ra da Impera- contra Ignez Maria dos Prazeres Silva.
trisa. 26,1. andar, copia dos balai, O escrivao,
referentes ao anuo social fin do em 30 'de' Silvestre B.ptista de Santa Rvsa.
so 1
publicadas.
Dentro d, casa d.s apostas, ua sala destioa a end [de r lies, uo
[ter igresao pessoj alguma ab.n di dirdctoda, commisSo fiscal s empreg-idoa
O S:s. juizes so' lorio iogresso ua sala coBgaa a Ja Veoda h
I poules.
0< Srs gados deveui estar :io Derby uluu s 10
em ponto, sob pesado pao serem admitidos no sc.cc
.xa se u .tte-icSo dos Srs. apott lor pt. horario qr
.ote obsrvalo, I o 1* pareo s 12 hertt em ponto.
Os joekeyi que nao se apreseotarem onvenienieinaule trajados comas
adoptadas oo prcgramoM pjr seus palrdes, nao serao admiltidos pesagem
ao mulla 1 s le ac-ordo com o art. 51 do cdigo uo oorinds.
Os animac- luscriplos para o '." pareo deverao acba .-euo nn^ilhamenlo
ai 9 1)2 horas da manh.
Os forfai oru .ecebidos al sabbado 11 Jo corrate s 3 hor. I?
arrem tac*o tarde ua Secretaria No dia 14, em praa presidida pelo As poule. qu nao foro.n pt.gdS uo P ada da lsl.u:.j ao dia ,1a
r juiz muticipal do Recife, ir pra-(r:'-a so' sero pagas j dias dtpais ua secretaria do Derby.
ra a pequea me^agua sita no becco da ( Os pre utos se .
Moleta r 8. ora porta e janella, me- ib ra Duque Je Caxias n. $0 l." audar.
0 expediente para esta corrida encerrar a m uj dia II do corrente
3 llorad da larde.
A Directora los
Iroj
. D0
lirilt N..
Ueca geral
o co: t-.oo ;i Imeoto
I B4 !-
:
i
y ii v......eiP3
car
n i
c retara do !)


ars. propriatarioo a jockoys para o
H, o i ari, 16 que sao restrictameote obse/vados.

Jlub de Prnaiabuc>.-, 9 de Agosto de lt-
O geren i,
A. A. Qq iaa;




ILEGlVIl
---
rr-
Sj







Mari* d Pwnaiiil^ff llEominyo 1$ le Vyo*lo de 1 U&l
HIPPODROMO
DO
(IMPOBEil
PilOJCTO DE INSCRPCAO
Para a 20a corrida a realizar-se na domingo do ro
19 de Agosto de 1894
2.
:*
S. R. J.
Sociedade Recreativa
Juventude
Partida anuiv:3fif?a
Ea> 1. de Ajusto de I89i. Nj pan
tos n?s! secretarla'.
O secretario i .ii-riQi)
A. Vateoocelloe.
G'ompnnliim le Sleg-iros eludios
Contra o Fogo
TERRESTRES E MARTIMOS
Autnoma p?r Decreto n. 9 '2 de 2 de
Julho de 1892.
Capital subscripto Ri. $.t,0O:OOO$ooo
"-Seda na CAPITAL FEDERAL, 55 Ra
sario 55.
& Succursal dos Estados do Norte, 36
Ra Mrquez de Olinda 36TJe:ife.
Telogrammaa COLOMBO.
- Caixa postal 93.
Segura predios, raercadorias em depo-
sito e em transito por vas frreas, fltt-
estabeleci-
mentos agrcolas e industriaes contra in-
Ani-: cendios, i anundacoes e raios.
TAXAS'REDUZI AS
SINTSTROS PAGOS INMEDIATOS
O inspector JOAO LAGES
3.
PAREO -Turf PeFa?.saluean> -1.400 mer^Haiacap. Animaos de
Peraambnco. premios : 300*000 ao priir.eiro, 60#OOU ao segando e
300000 aoterceiro.
IPer.o -Bismarck 2. 62 kilos, Pirantn 56 kou, Triarapho 56 kilos, Taro* 2
54 kilos Pintlo, Maarity o Aveatureiro O k!os o os domis o mioirno peso viaes c anilinas, enganhoj,
que conseguirem
PAREOlaaprensa Ternaab5icsaa1.200 metros Hondean.
m3 a de Per: ambuco. prKMius 3005000 ao priroeiro, 60(5000 ao
agnado e 305000 ao terceiro.
Art. 5 o -Bisro.rok 2..
PesoTriump^o 60 kilos, Piramoa 57 kilos, Tur:o 2.' 56 k-'os, Avectnreiro
e Msurity 53 kil s, Pirytampo, Ooblim e Platao 53 kilos, e os domis 46
ki o?.
PAR OTrllhos Urbano* 1 500 metras. Ania tes de Pernambaca.
premias : 300i50.O o primer, 60#000 eo.egocdoe 200000 ao
terceiro.
Art 5."Os do paroo ImpreaM Pern umbioasa e Triuapho, P;rarro-, T-irooS*,
Avectnreiro, Maantj, Pirylampo, DabHna, PlutSo, Ta Stoper, Pigmeo. IJ.-, Hw nddl-;, H ^uanote, Barliai e S-s Siuci.
PAREO -An?;?ae5o 1.150 metras, ft amata d* Pjrc*mbuoo. pbk
snos : 25C5000 afl primeiro, 60#000 ao segando o 250000 so ter
ceiro.
Art. 5.Os do psr*i Tr.lb. w Urbanos c MIVo, Piata, P.tchou'y, Hasoette,
Yj e Haaeiao
PAREOCn>ol.ic5 '.100 metros Anmao3 do Pernambuco' pas-
mos : 2505U00 io pnteir-o, 5 K'OO ao sog-ndo e 25000 a ter-
ceiro.
Art. 5.'O do pareo AoitscSo o Honro, Tcnlon G .rimpeira, Taiman, Fron
tin, Tal-epber Virgador, nllesro, IVaqMoae, Tenor 2- o Ga'lct.
PAREO-Ubcrdafle l.OoO metroo. Animare de Pernambuco. Pz
mos : 860)5000 ao primeiro, 505000 ao segunda e 25$0G ao ter-
cairo.
\rt. 5.=0 do pareo Cor solarla o Regenta Pontable, Patrapolw 2-, Fuaileira,
SOJIEOADS
Aoxiliailora da Agriciiltira de
Pera sato
A?3cnba geral pera ele \e- e cooselha ?dmi
ni t-aova
De ccofiraae 'ra o Art. 27 e o^ s a u-
i\) d i da i il. no 3 Jj *ri. 26 jos staiau s
desfa oeteftade. fisiiu coQvtdsdos toi.3osS-s.
memiros >ia mt-.-ma p>ra btji s^r' extr,r
ili sri i fl-i O'.il, l|M tea !rgar B%s) s^Clsi
2s l turas do iia onlota 'r.i t6 o c > rente.
Depj < la i-I-i a fo'i "ua- o ro-s-lh > >
rainiftr ilifo para lf,recl r i i i! rm ffi iBaiD.
.n -i;- tnboosl ac-r i i
scn'acao i. a SO -<;i r I '. vi so '
astona "o- p lo A II < a W es iu*
:, 9 de ka 1894.
II DrffJM *8B8
Gwr>nle. ^^^^^
Compauhia N con^ide Ca-
mi-5c s e loup'.s Brancas
AS;omb!a goral e-xtnordicaria
Boj. Po-, Tiberio, Prsaaiano, Galan'e, Fam^ja 2, Vivas, T>
iiigi, Foalano Emi
l'Cier, Eni-
e Scepti-
7.
8.e PAREO
Ar
b, Parieeo, Bal iry, P*lhsy-, Tapy 2-,
cis:: .
P REO t.9 da .agosto 800 Bietroa. Animaos do Pernaabusa qne nSo
te;' :io preaioenoa pradoa do Rscife. conUnda oa ota viotoris,
at a esta iefra prkmios : 250)5000 ao primeiro, 500000 ao osgundo
c 250000 so terceiro.
l ". .Idade 850 mitros. A-JimaB dn Pernambaco. pbe-
oh 2500000 ao primeiro, 50:500 J ao segundo e 25GO0 ao
terceiro.
5.B'srr,- k 2., Piylampe, Pir^mon. Maurity, Aventurero, Turca 2*.
Dobbn. Vr.nir.pbo, nababo, Pintlo, e Hirondcl e.
Observagoes
N.lo poderSo slt iuscriploa os animaaa J.rde, Dbb;q--e o M^homeres
Ne:.h"m paroo ser SOttsidlerado rolcadod se dS; se iaeoravara e o'rer^m
4 r imaea de3 proprioUrioa dilferenl :-.
Cbamh-ie a a*.ter.;ao uob Srs. propiietarios paro a aiti na part do art. 3." do
Cccigo de Corridas.
A inserirlo cr.c3:rar-3eba na tar^a fair 14 do eorrente, ii 6 12 hora3
da tiid-s ^a aecr^tatria, r2 Larga do Risr;o n. 16 1. andar.
Hpi drorca do Campo Grande. 9 i Ajoato de 1894
O secretarlo,
M. L. Vieira.
London & Brazi-
lian B mk, Li-
mited.
AYXSO
MZhv Banco abo-
nar juro* a ra-
zo do 9 o/o ao
auno woliro eon-
ti\% eorronto* de
mov nclito, acon-
tar do l. de e-
tesnliro prximo
futuro at novo
avi*Oe
Pernainliueo, 9
de Agosto de 04.
\\. II. Bilton,
Cerente.
Companliia Progreso A!a-
goanmoB
A directora dosta Companhia convida
os Srs. accionistas residentes na praca do
Recife a realijarem no Banco de Pernam-
buco, at ao dia 25 do correata, a 3a
entrada de 25 0/ j do capital que subscre-
veram no augmento votado a 15 da Fe-
verairo deste auno.
"!acei, 1 de A-osto da 1894.
Os directores,
y. A le.ixeira Basto.
Propicio Pedroso Barretto.
ManoelB. Perciba Diegucs Jun'or.
COMPANHIA
DI
Servidor Martimos de Per-
nambiiCO
DIVIDENDO
MoosSrj acior,:et s canvidalcs a virero
sede u companhia receber do da l* fie Ag-lo
em di-ni-1 < quicio divdanlo da *o>s ae{0es, na
r; tft.i de 10 O/o ao anna, oa 31000. ca 'a r.mi
rtlatlfa ao f^me6t'e n" .i!:-.
Recife, 20 de Ju.ho de 88i.
F. de AfJi.^Gird
Director idjunio.
Ven era ve l
Devo^o de N.
B a Morte
S.d
o
com;iierc:o
Oj ) ;ii03 :'.e tila
tes, a-'pgadorea qne
d diacte o; trotea sf.rSo pagoj oeste
por!-<.
Brcife, 2 de AgrfctodeH4.
Maooel Jo?qntm P.s?(a.
P.P. Bartndoaea Loorengo.
Ja q..ii3 Locrecco da* Rpia Ferreir:
DtM-iaii iirhana e oatrawa na-
postos ninnicipaes
De ordem do Dr. Sub-Prefeito em ejer-
cicio, sao convidados os devedores do im-
posto dedec ma urbana, do exercicio pas-
sado, e bem assira do.s outros impostos
municipaes, a virem pagal-os no praso
improro avel de 30 dias, contados da
presente data, sob pn de, findo o pra-
so, Ibes ser feita a cob'anca por manda-
do do Juizo dos Feitos da Fazanda Muni-
cipal .
Secretaria da Prefectura Municipal do
Recife, 10 de Agosto de 1894.
O secretario.
ioaquim Jos4 Ftrrtira da Rocha.
a
De r.rJ m do Irmao juia,: eoovido aos dossos
ctri?'i!DOi trcao a compa-ec'rcm em no?sa
onaiftorio no domineo U lo carente, pei9s 4
hora1- da tari-, atitn a-, a^'latirnlos a lleoioithh
Ue ca beogSo la iaiageni de coaBa pal oei'j, na
terca=I:-lra (14) r^las 3 bora* da laru", para nos
paramentarlos e incorporados acoupmnarmo
a folemo proctasao da mescia Seabora, e oe i.
aesim no dia 15, relaa 10 liaras rfa man'il, e 6
i/i da tarde, assietirmos a festa e T Dom
A ae-npcao de Na-,sa Seobar.
Gonatcrio da veoeravel devecao "e r(. S. da
Boa Mort, erecta na lgreja- doCaimo, !l de
Agosto de 1891.
O e;criv5o
Maiimiaoo Alves da Silva.
COMPANHIA
Agrcola e Mercantil Je Per-
acbuco
De r.onformid-ds rom o ri. 16 e sen?
?rapho3 do decreio ae 7 de Jrceiro e I8W
acba-3e oa ?^!e deala csiqp' bia- ft ra
e de Itapa'ica a. S8. 1- sudar, das ( lurj- d
a as 3 da laNe, rp!?.s do balaico
claca noa nal dos teo< acc oni.'t'ia. ( a lis'
das lrar.?ferenciaa de ;:c<;5e9, que (i-a-n bu pe-
sas, do-ante trlni dtsa, nos termos :o Ar:. 49
1os estillos.
Ftlisbino de Meodoaja Vasccnc-J^s
Secretario.
Alfnndcga
Por ordem do Sr. Dr. inspector se faz
publico que no dia 16 do corrate, ao
meio dia, ser vendido em hasta publi-
ca no trapiche Concai^ao, um es:aler per-
tencente a esta reparti, o qual j n3o
se presta ao respectivo servio.
3a seccao da ifaudega de Pemambu-
co, em 9 de Agosto-
O chefe de sec5o,
Luis Frederico todeceira.
Sao roo Tifiados o pe?, rieres icoioi
rru'ire -fe ei) aaserebif a eral exti .i >
do m 6 d^ A-a'.o vin-louro, o molo dia, '"u
ama i% c-i (, 'o adttl !o d> fahrw, '-i roa di
Dute cAo\ par^ e'es>-rem nava dl*ec'.orl* e a
i >r. r-m eottasto d* o"r!'(,6", ra '6- do
decreto n. 177 A, le 15 :i^ Seiembro .'.e 1893.
Recife, 30 lie J-jlno de 1894.
O secetart
Aoensia Silva.
UOUPANHIA
DE^
Tecido8 Paul'eta
Ctaamada do cap'-al social
Sao convidado-asS s. sob3crp'ore' oe ac;oe>
p-ir: o aipmj >ta dj cipi'ai aooial a reaKa*ira
at o du 31 do co'rcnte, no ec-ipio-ia p'oriao-
r o di-s a com lana a roj da (lam le a* n. 1,
piviraeo'o ler-'.'O, u i-suodu D'EStaco ds c
jOes Bbrcrtpta*, raia o.;2IO/ oo 40*003
por r.a-ta a'i.ao.
'ec 'e 11 de A:;.?to(V I
. Saraiva Jaoiar
Dlrejior Recetario.
55e olficiaes ou auxiliados palo Go-
verno.
3.) as sementes e mudas das plantas
destinadas aos jardins u aos estabeleci-
mentas pblicos do Estado.
h) pela inobservancia das clauu'aa do
contracto si nao fr devida a forja maior
devidmant provada ficar o contrac-
tante snjaito as seguintes multas :
Da 5'JO.3O0 i por maz ou por fraeco
maior da 15 dias, que exceder do prazo
marcado par iniciar o servio
De igual importancia e a su'avencSo
que teria de racaber se, deixar de fazer a
viagem no dii marcado no contracto,
incorrendo tambem na pena de resciso
do mesmo, si a iuterrucao fr maior de
90 das.
De 1003000 200JO 0 pala infraeso
ou nobsarvancia do contracto para os
quaes nSo haja multa espacificada.
De um cince con tos da reio si a via
gem comeyada nao fr concluida, cso
que nao ter direito a subvenco.
Si a viagem fr interrompida por mo-
tivo de forca maior, devidameute prova-
da, nem a multa lhe ser imposta, nain
detxar de recebar-a subvenco corres-
pondente ao numero da oailhas navegadas
que ser calculada pela derrota entre o
ponto inicial "da viagem e o logar em
que se tiver dado o i npadimento.
:) o pagamento da subvenco effec-
tuar-se-ha depois, da concluida a viagem
redonda, a visla de atestados do correio
e fiscal da navegajo e certicado dos
Agentos Consulares do 3razil, nos portos
eitrangeiros e-na que tocJem
j) o contractante depositar no the-
souro a quanta de 1 000$ 00 para ga-
ranta da assignatura do contracto, de-
vendo juntar a proposta o conhecim nto
do mesmo deposito, que reverter para o
Thesouro, si no prazo de 10 dias, a contar
da approvac<\o de sua proposta, nao tiver
assignado o rerpectivo termo de con-
tracto,
k) o prazo de 1) annos de que trata a
clausula b, ser eoutado da data da
inaugurado do servico.
1; o arrematante fica sujeito ao paga-
mento do sello do respectivo contracto e
ao disconto de 1/2 ;i/o sobre as subven-
coes qne receber para pagamento do fiscal
da navegacao,
Secretaria do Thesouro do Para, 7 de
Julho de -8J4 Servindo de official-
mai r, o offlcialAntonio Fclissimo dos
Santos.
-i r .*
aOS
Fara o Cear
Para o porto cima sesu-' i o da 15 do cor-
reots n ez a 03rca d.nst'arqu-ia Walerfos
l- citase, a ojoal i.'e>ecs-i>er atada alguna
carga frete razoave!.
A 'tratar co
SCRPTORIO
R o Cj roo n. 6
, ..Yl.iilxrOTERaEO
Tie XoflonLioe^ofSleaoiers
O VAPOR INQLEZ
agus
Seguir ceetee
.i: para o
kio de Janeiro
Sai direitara
te
Para carga, emoamenas
: trata-ae com os
40SMTIS
e diohairo a 're-
a
ForsterSc C.
enrj
Ra* do CoEBEiareio n. 8
! a. da"
Piclic -^itam RafipAies Um
paiy
STRAITS 0F <1AGELLAM LINS
O paquete Galicia
Costurs o Arsenal
ile Guerra
De ordem do cida f.c leneate-eoronel director
desia arsenal, ia"icc-': < cr.tc-s nos da 13,
li e. 15 do carrpo'e rae*, cot sp c a'B'pir: p.
pos^n '.or*3 des gula:) de ri3. 201 ICO,
;onforaii;de -om -as ordena em vko-.
Scelo ^3 cuaiarss do Arsenal de Gnerra dt
Estado de Peruamburo 12 de Aeos'o ae 1894.
Prltt Anionin de Alcntara,
Capilao afijaoio.
Contracto lo sorvict da na-
vogat;iXo cutre a Capital
do Par c o. portos lo lie
ditcrraiico.
THESOURO DO ESTADO
Na conforanidade da recommenda^So
do Sr. Dr, Governador, contida no officio
sob n 1 382, de 2 do eorrente, e de or-
dem do Sr, Inspector faco publico, que
no dia 17 de Novembro prximo vindou-
ro, as 1 ) horas da manh, a junta deste
Thesouro recebar propostas para o con-
tracto do servido da navegac&o entre esta
Capital e os portos do Mediterrneo at
Genova, a que se referem. as leis ns, 72
da 5 da Setembro de 1892, e n. 175, de
9 de Junho findo, sobre as seguintes
bases :
a) o contractante obrigar-se-ha a fazar,
com regularidade, e nos termos do con-
tracto que celebrar, urna viagem mensal
eetre Belem fCapital do Estado) e Ge-
nova, com escala na ida e volta pelos
Acores, Lisboa, Barcellona e Ma seiba.
h) o contractante perceber, durante
10 annos, a subvenco annual de ris
3 0 OOOSOO paga em prestacoes, depois
de effectuada a viagem redonda, devendo
empregar no servio vapores de eapaci-
dade nunca menor de treze mil tonelladas
de carga, e marcha nunca inferior a !2
railhas por hora e que tenham accomrao-
dajoes regulares e liygienicas para pas-
8ageiros de Ia e 3a classa.
Aletn destas escalas, o contratante pc^-1 _, .
a ... i _. '. Pa-a cr-'a, rirynmendaa-.e dioh
der estabelecer outras com preva auto- |r "^ ~^
risaj do Governo, sem onus para o: AGENTE
^cfo'serrico ser inaugurado dentro JJt$ ^* dti AlbuqUOl que
90
do
E' esperado ra Enroca
at o dia 1* de Agofio
ffguiodo depoi- da iodi<-
jpenavel demora, para Val-
'parai>o com es:-ala npla
Bnbia, Rio Janeiro o Monte?.do
Pe.ra laftr*, passagem.encommeadas e dinuct-
o a frete tra^3 pe com oa
AGESTES
WHm, Soqs I C, Limited
10-JlUA DO COMMERCIO-10
1 andar
Salinas
Cu&piMiia nacional de
Sossor-issn'
O vapor nacional
' guamare
'operado nestes po cns dia
MtrsBbi eguindo epois d
qneoademora para o
, Rio Grande do Sul,
3 Porl
rtCiiS-U'i.. a a ,a q
Pe-
lotas a Porto-Alegre
lu can-rabiad?.
r.) a Irete
Thesouro do Estado
de Pernambuco
dias contados da data da assignatura
contracto e depois de previament^
examinados os vapores pelo fiscal ,'. ^
verno.
No caso da inavegabilidade dos vapo-
res acceitos ser permiltido ao contrac-
tante, mediante previa licen^a do Go-!
verno, fazer o s-rvico com outros as
condiccSes exigidas para substituir pro-
visoriamente aquelles.
d) o contractante -"rganisar e apre-
sentar a approva9o do Governo a ta-
bella das p'ssages, de fretes, dias da
sahida do vapor e demora nos portos
e) o vapor transportar gratuitamente
as malas do correio e a correspondencia'
ofrkial.
f) os pre50s das passagons e fretes '
Oliveisa
RU DO COMMERCIO N. 14
1* andar
Qorapaitliia Fraaceza
DE
?j*o a
a o
!! .
Tapor
Havre, Lisboa,
Rio de De ordem do Sr. Dr. inspector^do The-
souro do Estado fago publico que amanh
:3 do eorrente mez pagar-se-ha na The-j .y r..-x-
souraria desta Repartico afolha dos pro- por conta do Governo do Estado, terao o
fessores de 1* entrancia em disponibili- abatimento d ... sobre os precos da
dada relativos ao mez de Julho prximo tabella,
passado. g) o-contractante obrigar-se-ha.tam-
Thesouraria do Thesouro do Estado de bem A transportar gratuitamente
Pernambuco 11 de Agosto de 1849. 1/j os objectos rcmettid,os ao Go.verno'
O eacrivaoda despeza. e ao Museu do Estado.
# A/reo Gtbson. 2.) os objectos destinados as exposi-
Xzrvg
Linba regalar
Pentamboeo,
e Sa-tcs.
O vapor
Campana
C0MMA7I:iANTB VOISIN
E' .^pe;aq da. Euro
pi at o,Jl i le
Agesta egjjipdo de-
i* indlspen-asel
"'emora.pira
M cj', Bahi,'Ri) de Jaoeiro e
Santos
Es^.vapsu eo'fer ao.porto
Roga-se WM Srs importadores de car ;a pelos
vapores desia linaa, qoeiram toreseeUf den-
tro 1e 6 dia., a con'ar do da descarga das al-
vsreogas qcalqaer reclamaiaoconceri'.eDte a vo
on.'j qa^ porvsaiara teobaai se?r.:o ja"3 r
porio3 do sal. a im de ae poder-cd dar a tempo
as provter.-jias ncessarias.
B> pirado o refTido prazo a COmpaPDtl a5o 8<*
ruep'Osablliao por Xltav!
8 *be ca.ga a irai-rco) o
AGENTE
mguste Labie
9 R"a do Commeroio --9
EUroburg Suedamerika.ii fi-
che Dampfsch.ff ihrt -Oe
^ellschft/
Vapor Amazonas
Em conlicS", maLs cooj roapa branca de
oc. movis e mis crjecta do espolio de ma-
d m if lie Madal^'.a Pourcarde.
ab 10 o rrs e lh mneos partir o beni da
Magdakua que do i f'a'eagem gratis aos concur-
rente?.
da
ala
E3r Boropt i
4 e agosto se-
goiodo drpoieda
' DeeetM
ria p3'
Baha, Bio de Janeiro e
Santos *
Eata vapor 6 lominado )\z eloc'rica
e (fferooe fplisas acoom-jdcSaa aos
SrS. p8889ger03.
Esta vapor entrar no porto
Qoaesqoer rocan:acScs a serSo cMeo-
didaa 48 horas dopoia da ultima descarga
do vapoi na Afsode.ga.
!ara carga, eocounetldaa pa3sagaafi e
e trata-se so D M
Consignatsrios
f:--
Sortel
Roe do
m
rndar
18

Vapor Oordogne
irado da Europa a\'-
u rta
i 9 de Agosi do tS94
leguitido depois ciu demora nece^aaria para
Babia, Rio de Janeiro Stntoa, Montevideo
e Buenos-Ayres
para onie recebe pasaBriroj e ca'ga.
Entrar no perte
Prevlne-e aiadaao3 Srs. recebedores de mer
donas qne-ae attender a r",cumacfiej
fa: as, qne forera reeonhedda na occ:;So ti
lescarga des voiamea; e que deuti.; de i
j.3 a contar do dia da descarga da.- avareoa,
1vero fazer qualqoer reolamacao eaocerueo*
te a volumes que porventnra tenham se.
para os portos do sal, afim t'e serem dad
M-npo as providencias necassarias.
Roga-se sos Srs. passageiroo de se roresena-
rem na ve3para da ebegada do apcr parr. I
em as suas naBsagens..
Para carga, passigeo^, e-ncomm^adas e di-
nbelro a frete, trata-sa com es
AGENTES
H. Burle & C.
42Ra do Commureio 42
Companhia Peroaoibecana de Na-
vegado
PORTOS CO NORTE
Parahyba, Natal, Macdo, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboatao
Commandante Alfredo Guiasraes
Seguir par os
portos acixa in-
dicados do da
1S do correle
as 12 toras da
manh.
Recebe carga, encommendas, pafsagens e di
atHire frete at i 3 horas da larde do dia
14.
S JRIPXORIO
Aq Caes da (Jompanbia Perokmbncanb
. 12
Leiio
De BOteis, p-c-.'eia, rep ihos e cutrea
.-likos
Segaada f ira, 13 Je Agost
4'< 11 horas
Ni la'go da* Cloc Ponas esas n. lid
O cenle cima, ea"crl?ado pelo Sr. Antonio
Benigno fie M-odouc, Uvir a! ei'S-'.a'na rxo-
ola oe jscaraod, c pedra. eepi h petira, cade-ras do yia o, 8afpen'.:r as, jarros,
mega elas'i^a de 7 U D i:. ... .'-;upz! r. r A
e cutre: move-. qae oateotes no a.lo do
le-ia?.
-eilo
Do : ovei-, roapa branca venidos de.la,
chales oe tooauteD, ohjectos de taitarcc-!, espe-
i 'cixa?, i rapa :- paite, veos, livrea, cama
de ferro, Caodtri-oe, relugtcs, I corte i,e gaze
azul, paono da crochet e ra; s objectos aerten-
c-=ne8 ai polo c'e inademcisele Miedalena
F a'cade
Srgnada-feira 13 Jo cor-ente
AO MEIO IA
0 agenti Pinto levua leiiao* prece da a
r>spe:t;va liceoca oo Illm. Sr. Dr juiz dos au
^ei!'c^, por DiorlsacSo do S'. consol de Franca,
ero .e.-erga da seo rbsnceller, n pr-,- certa 0
risco de ijoem pes ma or.a'a com roapa
branca, e moitas Ov Iraj prc-edatJa iba;ta-
ve s r msls objerioa do espolio da ",ade-
mol; le Magdalena Poo'cade, q u v- trans-
portadra pn-i a r->a da rea Vl-conde t, Gayan-
oa 16a, e serao v. n i r; r.o- occaslo de um
oore leiio de fcon3 'eis, hoca, vidrca e 1
banco d jardn).
H.v ra 'o:ni* untti.
^elo
D aos mobiiia de ohantazia com 1
, 2 caderas de b-; eos e 12 de goarniao
-:. di palninha no ecasto. 1 dita tiogio- o bsc .',
1 h na mesa de joeo, 3 cadeirae de balanco,
qi. '03 ettagers, figov?, 1 l.ndo relcg'o cem
r--ii rn', laocaa rli a'os e casueirs de
c6res.
Droa linda caaa frnceia, solida e w ua'd! vptido, i commo l?, 1 tantearlo, l mala
grairte, 2 camas de mo^i:o, 1 uita de fer:o, 1
lavato'iee 1 porta cbapo de sal.
Orna mesa elastici itabos? de amarelie,
1 .uarda I051 de dito, 2 iparadces, radsiras
de ju'ico, Irelo.i-, copos, caiicea, garrafa?,
campoieiras, frocttlras, 1 filtro, liroreiro, 1 sor-
7tie'rae ccnapo'eirES.
Objectos de eleetro-ph'e
Um iir.do apparelno p- ra cha frecteiras, porta-
csr'Oes, eslvas eootrxs artigos.
Urna secretaria, 1 han. o de j^rdim e 1 .Tiolilla
desala de jaotar c. m 12 pegas de naadeir-de
carvalho.
M?g;sada feira, 6 3 d eorrente
Agente Pinto
Na car-a da ma Visconde de Gyar.na 0.165,
coo t pi'-''s ao lado.
As 10 horas e 25 mDa'03 parir o bond da
Mdgoslen qae dar paedagem gratis aos con-
cor rentes.
Leiio
De br.c3 ^novis, 1 bonito espelbe, losga,
vid-os e orna mchii de janeo
Ccntando de :
Urna morilia de Jacaranda com eadeirss de
halaojo, cooaolos e jaidmeira com pe ira, 2 ia-
porlante candieiras de breoze para k^-oaene, 1
chaise Icagiie estofado, Spolfcnas ef-ofa^as, i
i)S.a"ll:o grsBdc, 2 c;d' -s de balaceo america-
nas, 1 tapete grande ps-a of, 2 pares de jarros,
1 cama fraac;za, 1 lavtorio de amarr-lia 1 ca
bid, 8 cade.iras dooradas, uej mela cot-no_a
de fm'-re lo e 4 rasticaea "oai maneas.
Urna mesa elstica de col una, 1 .-oa de amaretlo. 12cadeiiasde
junco, 1 cuerda comidas ero forma de guarda
I o cea, 1 qoariiohei-a fe ccluGma, 6 cad-:rb3 en-
talhada. 3 eadeirss de vimes, 1 cadeira do ba-
laceo, 1 dita de tragos, 1 ecnaolo cera ped-s, 12
lavandap, ii calces grnlee, i2 lagas p-^ra cham-
pagne, 2 garrafas para vinbo, 8 coprs. escarra-
deiras diverhas. loocas e en1 ros movis
Terija-teira, !4 do eorrente
ij
nt
r
i
3&9!
m
<
paquete
Don
Comandante A. E. B.-l!
E' esperado do sol al o
nia 18 -o Agosto segura-
do depois da demora india-
o icsavel para
H. Vicente, u.*hoa, V8g<> e
t nmpiea
Pare r-^.sassos, traca-.
co'a
AGliNTES
O novo e esplendido paquete
D
anuble
Commondnnte. G. C. Hicks
E' arr.e.'ado do cortos da
Eu'ori te o *a II do AgM
to e ..r.h-i depoM da > -.-
ajoa iadispecsavel Dar
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
S. B.Previne-s.< eos ara. recebedores de
Eiercadoria8, que a Companhia Mala Real Ingle-
xa, ooDtraeloa com aGeneral Steam Navegacin
Campar]m servigoda vapores semanaea qus
aao ta Bordeanx, i-Ogac, Chareot etc. de
t-.m chjgar a 8oatb a iea,-.o do bahaeia
as cargas destinadas a Amoros do Sd.
para os vaporea desta comparta.
RadneQSo aoa prados das passsger.s
'a
M, '& iJ 41
Camai
ParpilBJM
Para carga, paesageos, enccmmcBdase c'inbei-
ro a frete: trata-se com os
A3BNTE9
S. 3fiw a> li, li M. 3
LEILOES
Segocda feira. 13, ceve ter logar o leilao de
tjs mobiliif, >3mE3, crystaes, objectos de ele'--
iro-pl&'.e, exiftentes na c a da raa Visconde de
Goyanoa n. 105.
As II boras
No 1* andar do sobrado n. 67 rea Baiao
da Villora
O agerts MariinB compeleottmc-iile aoteriea-
do. farS leilSo des maveia e mais objectos teima
descriptos, oe qnaes se acbam bem conservados
e sero vendidos
A correr do nanrlillo
Leiio
De 14 gr de* com chapas de marmore mar-
ra G S n. 52/53 ceacarregadas de r.-ordo da va-
por itiliano M: i) o Bruiiojcom defeito cu ava-
ri.
Ter^a-feira, 14 do eorrente
' 11 horas da manh
O agente Pinto levara a leiio pt-r tanta e ris-
co de qnem perteucer 14 grades com peora mar-
more marca 6 S 52/53 tscarregada do vapor
tal ano M. t-e. Brozzo.
Agente Oliveira
Lelo
D um sbralo de 2 andares sit travesea, da
Lingoeta n. 3, frtgnezia do Rtcfe, em solo
oroprlo
Ter^a-feira. 1/| do eorrente
k's \\ liaras
lo arm^zera tu 1 & de To-
venibro n S9
0 agente Oliveira anionfado pelos proprieta-
o'. levara i 1 ilao o sobrado acioaa, livre e dea-
embarsgvio de qoalauer cnas.
Os Srs. preLeauenies desde j p.cdeic exzmi-
n^r o referido sobrado.
Leiio
Da,casa de laipa.fita traves para Ucboa n.
2, fregoeiia de Af.gado, com 1 porta t 9 jaoel-
las de frente, 1 sale, 2 qua-tcs e qoint.1, avalla*
da em 118:800, peneoeale ao execBia- do M.reira de Barro?.
De 1 buhar exigiente i ra de Jlo do Pego,
coliga roa da Floren ia ne. 10 e 12, ;..aljado
o: liOOOO, perteee.a!e aos execotarioi Kayer
& Cuo.p.
Tenja-feir?, 14 de Agosto
A"S 11 HORAS
No armazem a ra do Mrquez de Olinda
n 48
O agente Gu.vtao, sotori'ado por mandado do
Exm. Si. Dr. joi .e diroiio dos feitos da fun-
da, fara iuia da ca-a t- biibvr acioia u.epciona-
do.-,p?ra ragamenU dai.exerug&rs da iaz oda
Esado. corira os ena proprietsflos.
D8 1^0 cafteea de 10 prgas de bicos e endaa
de crocbet com sonidos yuarOe?, tendoicadi pega
lOmctMB e
Tercja-feirp, 14 do eorrente
A'S il HORAS
No armazem a ra do Marque de Qlinda
n. 48
O age: te Ga-mSo, autorlsado, far leiio Jos
cariSes oom biooj a read?s cima mencionados.
Eaa um oa raais lotes a voatade dos c mpri-
deres.




-


Biaric de Pernambuco JDomiuftQ Bg de Aso? lo de 1
Leilo
De 2
meirir-
cota t
8008000
xceil^ntes casas terreas sitas no Pama-
estrada do eticarument na. 1$ o 17,
.: scccmcc 'ac-s, fgui encanada, qa n-1
s^'sssjsta^irm^nr^ pkado m estancia
D< tasa terrea sita a travesta da Concordia o. 4} II4* III COI* Di)-
11, cora 2 janellaa e t porta de -(reate, 2 salas,
3q
perftiio estado de confervc.ao e limpeza
3 qsiaiuv, quiuUi mu-ado. goa encanada, em fli||'fc al!**} COI'P"
Da M a tema sita a ra de A-rayal
goeztu do Recif .
Uf la* ueste Prado,
TerQa-feira, 14 de Ago to|e tirar O t'UV.lllo
sellado e infrea-
do qne o Derhy
Clnb de Periiam-
Noarmazem a ra do Mrquez de Clinda
h. 4H
O rente, Go.c.a\ ao'.orlsMlo. fai Ittll0 dea
pitadlos aelms mencicc-dos. o* quaes pede ai
ser extantador pelos S:. compradores.
Leiiao
De 2 triol m 150 k! s de Sjlsjparrilra
Terca-fei?a 14 >te Agosr .
A' 11 HOR >S
No armazen ra do Mrquez de Olinda
n 48
Por otirvenro di agente
1
A geni
Pestaa
LhIo
De "8 m ua coa fartlo avarladca ere ;ca
do ai' re do eoabeeiatenlo de 1,169 i
v:n^ M le kj i Ii mi ai
Irado irto eu: 6 e deeca regado! ei 9 d.
corre
Tcr^fcirs 14 do cmate
A>-_- meio da
No armazn a travest do Corpo
n. 27.
O agita Peattoa, vei ra pw canta erls:o
de qn> w peitene r 03 Baccoa coa fareo ac
mencionado?.
Santo
Leilo
De 4 reloKt>'8 de pared*, averiado*, naris ds
can:; merca V> n. 1,2, ucsca-r?ga do vapor lgica Galilea, col: varia i'anoa 90
mar
geme Pinto
Tere,a-f

14 de
Ao meio di*
*S
Leilo
De 15 BCC6CI com 675 k loe de nos,s novss
e perftias
Ter^a-feira, 14 de Agosto
A'S 11 HORAS
No urnvzem ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Por interveaeao :o agente
lusmo
G
Agen!
Peste
Leilo
Di r tente c sa ter-ea sta na cidade da
Olinda s ladera do Vartdooro d ii
()BoU-fctfi, H> de Agosto
A'S 12 HORAS EM PONTO
No armzem travetsa do Corpo Santo
n 27
O ;gent' Peitsoa, vender por conta e risro
de qcem pertencer, livre e de-embar cada de
qnalict: ono, a excelleme casa cima menco
ada.
Leilo
De duab &ndericha8 cem laoca e bliaacim,
elxos g.anees e pequeo?, ma las grandfs, bor
ra?, bleccins ferrado? e p< r ferrar, varaes, ro-
da? grandes e peq e. a acarebate!) as pare
Cortar capim, dita para celar pola, dita para
calco, quet'.'8qca,i!.arjjfrdor, balacea roa ana.
dita decimal, cordss de ararre, ferrolbos, pra-
chtmr ce pinbo, caibro, cabralos, jarras, f r
rollo?. f.rraxenia, para;ferrador, mera de pinbo
esc.iv-nbir. aellins para carros,sellles, car.o-
cieba. faca.' e outros ilios oleosilios para co-
ebeira-
Sextr-fr^a 17 do corrente
A'a 11 hora*
Na roa do Padre Ni brega n. 23
O refute Marti? rara lallao de andorinbss e
mtis objectoa proprios para ccebeiraa existentes
na roa flo Pdie NjLrega n. 24.
Ao c rrer do martello
AVISOS DIVERSOS
Vi DdTB se
ceso o. 7 A,
de J o d
tres c. sa- terresa na roa do So
7 B e 7 C : a tratar na Estrada
farros n. 22 B.
Wcde-je orna boa casa sita roa de Ga
tome tro d. 1 A : qoem pretendel-a dirija se
mesma.____________________________________
Ujj itofio preparado em algeura e a'i h
mlica, com regulares batilitacoes para escri-
pia por partidas simples, mixtaa en dobradas,
offerece feos servaos : qoem precisar teixe
carta nesta typograpbia com as iniciaes J A. R
-^ Precisa-se de nm ciado e de ama criad
para c servico de cma ca?a de familia ; na ro
dalmporatrli a. 21, 1-andar. ____
Precisa-e de um bomem de idade para
tratar de vaccas ; oa roa de S. Gjhc'Io n. 29,
prefere-se portogoez________________________
A'uga-ae a aagmOca ca a com moitos e
excelleQ'.es commodos para numerosa familia,
agua pctavel encanada em toda casa, qcarto? de
banbos e outras mollas dependencias, jardim
na Irerte, e gran e eilio morado com balxas d
capim, arvores frncliferas, etc., sita na Torre n
fim do anr'. da linba dos bonde, 4 margem do
ri) Capibaribe, teodo do ooiro lado a es'acSo da
Torre d?. irhi principal da estrada de ferre de
Caxan2 ; a tratar na roa Marqcez de Olinda
numero 5._____________________________
Bom negocio
Vende se om bom negocio no centro da cida-
de, com c mo;lmen men?aee, ou admile-?e om socio com algum
catal: car as nesta tjpograpbia com as ini
ciae*-I-R.
Olinda
Aiuga-se urna casa com duas sala?; 8 quaros
costaba e om grande qcintal, tem agua enrana
da, Da roa de S. Bento n. 8, com frente moder-
na! reedificada, perto dos banboa salgados, as
ch.ves ra rcesma roa b. 18; < tratar na roa
de Antonio Henrlqoe n. i5, a rrineira esquina
da roa dae Calcadas-_____________________
Sitia
CAloga-se ou Tenese raxoael em Afogados,
na travers?. i e Mctocolostc d. 4, com mnitos
fondos e grande largora, o qnal fica mnito perto
dos bonds e das estraias de ferro, tendo logo
jolito excellente banbo salgado, mol'as fnctei-
ras dando Iructo, iocloatve 37 p* de coqueiros,
e com casa para familia ; a tratar na roa de
Santa Tberesa n. 38.
buco offerece
como premio ao*
seu* frequenta-
dores por meio
dos billetes de
entradas nnme-
rados e que cus-
tam mil res, |ue-
r e ii d o vendel-o
adiar : isiesmo
|nein d< a quaii
tia cima por elle.
GURGEL & IIMAO
CASA DE CONFIANQA
Pizenda
>
confeccOes

Preeiaa-te de urra
de p94r.er.r1 fin :ij-i :
m-n o n. 6 i' ao boa cosiubeira pa-a ras
tratar ca rea de Li:
/una
Prei-a se rie urna aoa pan co Dftar n3 roa
b'< Ama
Prc'sa-s? ^e urca ama >do?a para cofirh
p ladocs borneo* eo'teiio? ; a traiar na ra d?
Coa p3chia Pemamba ana o. 14.
Ama
Precisvee r!e urna boa rorinbeira, pa
bero ; a Ira r na rna da Imprinz o. o. li |s
Ama
Precir.-se de uxa >ma que compre e cj-
n^e : a l'ctar na roa a Concordia b. 32, p'i
metro snd^r
Cosi i he ira
P.;.:;-8.-- iO-000, do:miQdo em casa, e qu
ealha ccsioba bem ; co Corredor do Biep
o 57.
commercio
Rji'ba C partlcipm ao corxmercio e M
oBlioo que i abaddo, dalzea de ter sea eropregado o Sr
Jjio H.ciel ta Idcba.
Recite, 4 de Agosto de 18&4.
Hochi &C-
l'osiobeiro
Precisa se ^e um hem co-iDbeiro. as;'ro 'ouo
dj om cnadlnho ; a trat.r na ra do (ir:
nr.ict n. 5S em da.
Precisa-fe de um
Rosario n. 30.
Criad
o
criado ; na ra Larga di
Cosinheiro
Preciia-8"? de om bom cosiabeiro ; trata-se na
rna do ComuMNio o. 44.
Bfnze e cobre
Compra sa bronre e cobre elco por rraio
preco do que era Mlxa qu-lquer p re, e .'. **M
da qu; lidaue nao se o.'ba a preco ; no araB*aeu
da Bola Amarclla n. 36, caes 22 de Novembro.
boje da Regeoeracio.
Domingos Pombo
Com urgencia preclra ?e fallar cera este se-
nbor a negocio de m pariicul">r iutereese n;
ra 15 de Naven-bro n. 63, a-raiera __
Aos meDnos
CADEIliAS, serviodo de raleira alta, tadeira
baixa, mesa e carrinho
CARRISHOS com i e 2 assentos, ood-los d Ae-
reles
VELOCIPEDES e brinqoedes pra merlinas.
Ni leja de msicas do PAIVA
Ra Nova numero 13
Alfofa tbi
Vea c-m Goircare & Valenle
Corpo Santo o. 6
Piejo tem competencia-______________
Bo:n negocio
Vende-'e orna caa cm b( a aruiacSo, sortld ;
de molbadcs e bem afreguetado ; na ra V
coodp de Albcquerq^p. n. 27, tsve op.
Carroc s para cavallo
Sotiniento peraiaoeii'c de tecidos e outras mercaduras cui-
iadosamenie escolhidas as prin^ i pracas da Europa, principis
mente em Pars e Londres, de (MiSe r '>sm as'prncipaes novidades.
E* sempre variadissimo o soniui.uto que manlm em sedas
brancas e de cores, is> linhos, tecicos d*algo o, enxovaes para cas,-
mentos e baplisados e ssuitos utros artefactos-
Superiores topetes, alcatifas, esleirs da India lindos tecid s
para reposte!ros e muit s o tros artigos para decoracoe, de casas
PBEQUS MDICOS
Ra Primeiro de Margo n. 20 A
TELEPHONE l 58
Oc. JoiAm.Jo Cout'aho
Bar.tta
Mira K-a.U. Aatio 3,.-m up^^ca, Msria
ToereiaAaidji Rip^.,,, M^-la Amelia Amado,
Jmio Bi-.l ii Pj.isvj e A jri:a Porrea Rapo-
to. pui^JJ' 111'' o'irajo seaiimeota pala
nOt'Cll 4* t _^a^ iao irmao Dr. Jj
1 na cilada do Desterro,
ii no convidara a 101.13 os
to ; 1; .:j] as musas que palo
anso eterna manli.ra relebr*? na larga
d' (arreate, < 8 liint da maabS. aa
ri 1: aa Wata oafeaB do 83 airradacidoe
r eme acto de regl&o e eartdade ebrista.
t
Compram-se qoatro em perfeil) estado
ti ver annonoe.
que o-
Aluga-se
Urna ba casa com c .mmndos para familia
entre os Afll os e ^. Jos d Mangoinbo, ru-
Amelia : i tratar na rna do Coalendas na vendo
do Arantes.
Cazeiro
Precisa ee de om menino de 12 14 annos
com pratica de taveroa e qce d conbecimtptr
de soa conduca : tratar na ra Velba o. 82.
Professora
Ornas eDnora; regada dePortogp onVrece-se
para er-sinar meninas a ler, eacrever e conar
bom como i cottorr, bordados e outras prendas,
mediante mdica remuneacio, prefe e para
algum engenbo, e para mais informacoes, n;
1 no Duque de Caxias n. 48, loja^
Gosinheira
Preci84-ee de orna cosinbeira ; na roa ntrete
do^Roparto n. 3, pbarmacia.______________
Realejos
Irxport.n'es realejo?, os melbore* qne :em
viodo ao mercado ; endese Da relojoaria David
a roa do Cabogl n 14. Precoa baratiasimos.
Cal de Lisboa
ebegada pelo ultimo vapor, vende-ae 00 lami-
da amiga A-embla (Forte do Hatto) n. 21 ar-
mazem.
rma^ao
Vende se orna excellente arxacao deamarel-
lo, toda eovidracada, com don? balees de volta,
propria para fateodaa 00 molbados : para ver e
tratar oa.loja de Jo Aogasto, no povoado de
RibeirSc.
Precisa-se de um menino de 10
12 annos, para criado ; no 3/ andar
do predio n. 42 da 1 ua Duque de Ga-
xias, por cima da typographia do
Diarto.
Xntonl -Jos Coiinbra Ultimar; ?g
Stimo dia
Augusta Candida Gomes Coimbra, Antonio
Nunes Ferrera Coimbra, Dr. Nunes Coimbra,
Adelaida Coirabra, Joaquim Nunas Ferreira
Coimbra, alaria Emilia Coimbra, Carlos Nunes
Ferreira Coimbra, Mara Flora Modeiros Coia-
bra, Auguslo Coimbra, Jos Nunes Ferreira
Coimbra e Emilia Coimbra, agradecendo do
intimo d'alma s pesaoaa que acomparam ul-
tima morada, o co po de seu idolatrado esposo,
sogro, avo e tio, convidara aos seus amigos e
prenles para assistirera as missas que ruandam
celebrar pur alma do nado, na matriz de Sant
Antonio, terga-feira 14 do corrent:, s 8 hora
da manda, stimo dia do seu falleciraento; c:n
lesaando-se por isto. et:rnamente reconh.c: ,1
t
FERRO QUVENN.E
nico ppx-o^ado "jr AMPH A. CHLOR0SIS
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS ,# SllV^M*VIA
jixiaR o yKnDADEmo ^ FRAQUEZA
14,RuedesBeauxArt3,PARIS ^ POBREZA DO SANGUE
*yr-3r*
f^S^ fi Essencia.......DATURA TSSSMS
^TAwM U P de Arroz.....DATURA INDIEN
Q J| Sabo........DATURA INDIEN
Agua de Toucador DATURA INDIEN
Qleo........DATURA INDIEN
LosSo para o pelo. .DATURA INDIEN
SACHETS ORIZA SOLIDIFICADOS
*t0r PLAQUETTES ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS
EM TODAS AS PRINCIPABA JASAS DA AMERICA DO SUL.
>? DELICADO t
AGUA
0 FTRIDA
r-< O atM PURA SEM n m
CC RICA RIVAL 5
< O
UJ -) MUERAY > z
li. ce * IiANMAN m
L O. Mantem scnipre a sua popu- m
laridadc. Cautela com as
IM1TA<;KS.
M DURADOIRO ^
CHLOROSIS
Cores Paludas
JSLSES
DEBILIDAOE
Consumpco
RPIDA El ACER.TA.OA Pl
S LICOR DE LAPRADEa^
COUI ALBUHINATO DE FERRO
Empreg-ndo em todos os Hospitaes. o melbor ferrugiaoso para a
[curadas Molestias da Pobreza do Sangue. NO enegiece os dentes.
PAIZ: COIXtH c-, 49, Ru do Maubtuge, a em as pUarmaclas
ATKINSON'S
WKfTE R0SL
O maia admirado dos perfumes. Oa outros
eaiK.'Jim em quanto qne a "Rosa branca"* 1
de A1 x s os censerva-se semp'e r^ .ca \
ATKNSfJN'S
AGUA de COLONIA
Com fama desale dous stcilj*, tem dado ;
Itgatf a urna profusao da Jmiaces :n
valor. Emprvgar sade Atunson qac
a mais fina.
Venuem-se em to 7. & Z. ATEIKSOW,
24, Od Bond Street, Londres.
.AVISO !. i'inwi lmenlo com o rotnlo-_
- cade */ui e am.ireiio e a marca de
lbiles urna Rosa branca" com
o completo en>Ierec/>.
AGUA
Mineral natural Purgatira
RUBINAT
Fonte do Doutor LLORAOH1
14 Anal/sis da Academia de Medicina de Parlt proia que a |
[ia agua contem 103*814 de eubttancias :a das quj s
SULFATO DK SODA j, 81TLFATO DF. MAGNESIA
96g265 f 3*268
Eligir sobre o letreiro
Csptto Januaro Joti|ii Silva Cuvalccoie
Manoel Jtsqn'.i da Silva Cavalca. te e ^ua
muibar Ff-us IrmSos ccunh.do ba ca S.lvi Pires Ferrt i>a .ausente) contdam sena
prente* e tmigo- para ats lirem as mi-:eaa do
trigrairco do falteclmenlo de eeu esi emoso
pai e sce o Jancario .'caquim aSi.v C malean-
te, na cap II i do rege; bo Morojo, no dia 13 do
correle, as 8 horas da m nb. e po' este acto
de r lisia ecar:d:de aoteeipcm de3ae j sen*
8grade:im ntof.
aiamasaa ma........laMaMaaaMai
f
AnloriuGoie eBr;<.cSiia
1* atinivereaio
Antcn'o los G rce3 lano* e ta mulber man
dam rtz r n : a missa pela alma da s-u querido
sog'O e pii Anto- io Gcmea de Barros e Silva,
bo convenio d N. S do'Carmo, as 8 boras da
m:r:D de 13 do correte, e c-jovidam os seus
pa-en'p earoiROB rara a-slstiem a est acto de
leRiai e candse, e desde j acadecem a to-
di8 a peaoaa due e 'lienaren comparecer.
f
Manoel Tavarea ata ret<>
D. Laora Tavre de M randa Lloe, Jo;qoim
Taia-u- de Mt"o B.H-r to Franc>ro 'avares da
CoDBa Mello Sonrjnbo e O tavic Harxilton Tava-
rea B-rreto u(tr.iaec.m do intimo d'alma s
pessoas qce acomprnbaram i s reatos mora**
de feo ido'alrado e-pj;c. l nao e tio, Manoel
lavares Ba-reto, e de novo onvidam aos pren-
les e amiges do finado para assistirem a* miesaa
que pelo seu repaus eterno mandara celebrar
oa n a'.rii da Boa Vista, s 7 bora- ca manba de
tekuoda-fi a 13 do crranle.
f
i***t Si
ourcB
u*"
Franeiaica Anarellra da Silva
P menlel
Anna Anglica pimnotel grata s pessoas qne
rssisiiram e conduziriu o iorpo de so;- pretada
irma Pranclsca Anglica da Silva Pimeutel, ao
c-rrlt^rio publi'0 ; convida para as mi.-sas do
mo dia (leifa-alra i4), s 8 boras da ma-
na matriz di Boa Vista e na e-pella dos
/.DI o.', ror cuio acto de religiao e caridade
Iror.fetsx-M etarrstn-'rt'1 agradecida.
Antonio Gomes de Barros e
fitilva
Manoel Gomes de Barros e Silva, sua
mullier e lhcs, convidam a todos 03 p-
renles e amigos de seu saudoso e estreme-
cido pae, sgro, e av, Antonio Gomes de
Barros e Silva, para assistirera a missa que
!pelo eterno repouso de sua alma mandatn rezar
. na capella do engenbo RibeirSo s 9 horas da
manba segunda-feira 13 do crranle. 1 ann-
versario de seu fallecimento agradacendo anla-
cipadamente a todos os que se dignarera com-
parecer a este acto de relegiao e caridade.
t
Oo i
iheiro
ESSENCIA
DEPURATIVA CHABLE
(VEGETAL )
cura : Eczema,
Herpes, Acnea
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Em Pernnmkuco : C" de DROGAS
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cura: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Deposita em toda* as Phirmari,
MARGA DEPOSITADA
heira ou c v 111
Preelsa-aa de urna coalnhalra on cesieeiro ; a
- na ri.a Duqo? d Cj: ia? nsrreros 56 e 8
! j:__________________________________
Compra-s
O* tontos das caJeiras do quiot i atas da
Pacotdade deireito ; ra roa Larga do Rosarlo
'.ume-o 14.
Caixeiro
Precisa se de dot)3 caixeiro3 para Tora da ci-
dafle, com pratia de ferragena e raiodetas ; a
tratar na roa Duque de Caxias ns. 62 64.
Jardineiro
Trecisa re ce om qoe coUive bem jardim
borteio, paea ee-lbe bem ordenado ; a 'rMar na
casa n. 9 a rna do Bemflca I Magdalena;.
Feitor
D. Carolina aadi.a da Silva
M no;i Aff-mso Rtgceira e ma familie agra-
u'ecea, renbo'ados. a todos es pareles e ami-
gos que acomrcnfca'am a uj ultima morada os
rtttos mortaes de D. Ca ci n' C.ndida da Sliva
Ayres, e principalmente a familia o Sr. Anto-
nio Parla, pelos cuida io qne Ibe dtspensaram
em vida, d rante sna enfermidade. e de novo oa
convidam p-ra assislircm as miseas que pelo
eterno rr-ponso de eu: alma mandara retar no
convenio do Caimo, s 8 boras da maua de
aegnnda-feira 13 do e m C^.IRBTT-A.liT perto Isifirriy (B'ra.aa.oat)
CASA ESTABELECIDA EM (830
Encontre.-se esta Manteicja era casas de conianga.
GRAGEAS
FORTN
INJECQAO
H/aJnlc rMartasara
**m causar
accidente alauaa.
deCopahlb*. Cubibt
SalanAia Farro, Htmutbo
akMrio, Terttnthim, ir
Aa ORAOBAS FORTN, forlo as primeiraa que obtivram a approvaiod* Aeodtmta
de Mtttswui (1830) e que dopUram-se nos Hospitaes. Curam moisjatia secretas,
mais ribeldss asm fatigar os eatomtgos mala delicado*.
A INjaiOOAO FORTN sempre recommandads como o complnente da
X3xltsvrlc3si m Fsinambuoo I lTI4A.lSr" 2C. da SIL'" A.
i saoretaa. 1
. medieseso. I
TINTL..A NICA
instantnea.
Para a barba c o cabello
(l'm se /rateo) um irieansia alfui linfia
Pars, TOtioi., kub Lafatkttb, 53
lasoilUea Pernambuco:Ct Drsui Prolseta tklalMS.
EDge^ho
Vende-ae nm importante eogeobo Morojo, na
comarca de Naaarptb, distante orna legua da
eflscSo, aendo qne toda* ss obras do engenne
eslo completamente .m bom estado, tendo urna
Importante machina a vapor : a tratar no mes
mo engenbo on na rna doCibog na 8el0.
Peclsa sa de um feiter, nreferlndo se porto
:uot : na rna Imperial n. 17._______
Boa casa
E' agora qne se singa a boa casa da roa Ccnde
da Bca Vbta n. 40, erande e tem agna enea
nada ; a tratar cora Joio Ferrei a da Cesta, i
roa da Madre de Oeoa n. 10.
EscripUiraco mer-
cantil
En.iir.a-se em tres metes ; a traiar no becco
do< Perreiros n. 6, das 9 boras da rxanbS em
dlacte.
ola In^leza
Naloja de calcados & rna do Bom Je-
ss n, 21 tem para vender.
Coral iosa
Lidas voltas de Coral Rosa de i,
2, 3 e 4 fios o que se pode desejar
de melbor recebeu a relojoaria Dav>
ra do Gabiig n. 14.
Precos commodos.
Quem tem ?
Compra-se orna ana bira osada, em bom
ealaio ; no trapiebe Vianna, Forte do Matto,
AdIodo eomea de Bnnoae si va
1 anmvcrsario
Joe Morcira de Barro* e Silva cenvida aos
seos pareles e amibos para assisrem a orna
mif-a que manda celebrar por alma de en cun-
ea esquecioo a- 0 Antonio Gj es de lia os e Sil-
va, na malrit a l'o. Vnta, segunda f- ra 13 do
corrate, s 8 or?s da manba, aniversario
do seo faileclmeolo, pelo qoe se confessa eum-
n amenie g?atn.
Uraemb rgaoor BBuaatl 1 oculto
Cintra
3* auniversario
familia do finado deeembargador Manoel
Coelbo Cintra manda no proxicro da 13, segun-
do tnaivarsarie desee ebersdo pas#mento, ce-
lebrar m seas em commemora(o, na igreja de
S. Francisco, it 8 turas da manba.
Inlia de HrudeEia Menilta
JosAnloDij de Oliveira M nd.rca, sua
mulner e lilnos ccnviiam os seos amigos
e prenles para asis irem a missa que
por alma de sua iro.5, cuebada e lia,
fallecida no Pilar das Alagoas, roaodam celebrar
na malrit da Boa Vista, s 7 boras oa manba do
da 13 do correte.
t
Joao Lar* Perelra Lima tqbo
D. Mara Cintra L'rca irma madrinba do
finado Jobo L.I. era Lima Filbo, en.vida a
seas prenles e a teas collegas para asMsUrem
smie-a*. qne pela alma daqoelle finado erlo
retadas ua matriz da Boa Vista, i 8 horas da
manba, no dia 14 do correte, por cojo acto de
relieiSo. Acara eternamente grata.
M" Gerard
avisa a seus amigos e freguezes qne receben de
Pars um completo sortimeoto de pellica de pri-
meira quadade chevreaux glace auede casto
pe de can etc. ma do Bardo da Victoria 63
roja de espelbo.
-


I mam
T
i





Diario de P^riiamlineo Pomiisgo 1$ de Agosto de 1WM









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FA31E7A 33 DO^XSTSS
SOIl A DJUECC}
o&. ::: batota ^:-::::,., costa
N .<;' es c jmpiladas o
Iraduzidas de diversos an-
al rea expressamente para
a oitava pagina do Diario
de PcmainbucoPor***
Continuaco
% 10/
3 sao o fio do destino dos
povos modernos; tnostram qo exoosso
e na distribuicao m dos impostos
una causa immensa da miseria, da
bancarrota e da revolucao. Sua Es-
ttisca toma o nome deOrcamento,
c do Preslac&o de oontas, ante os ac-
tos parlamentares. Esta estatisti ia
|fto onerada de particularidades que
dade de ser esclarecida
porum trabalho especial.
Alemdist 11 rna-se uecessaria, par i
cada objecto, a investigado dasquan-
tidados. aiim de dspol-as e d r 1
aosvalores; e ajunecao das cifras
de pocas anteriores, para, formar qua-
dros complot .
A Estatistica das financan se divide
naturalmente em tres partes princi-
paos :
1." As ron,las do Estado, ordinarias
6 extraordinarias.
2." Asdespezas publicas.
.',." A divida nacional inscripta e
fluctuante.
No primeiro capitulo sao enume-
rad is os impostos de toda especie, sua
soturna animal, sua divisan por loca-
lidado e por habitante.
No segundo devom ser registradas
as despozas, do aooordo com os seas
destinos difierentes pelos ministerios
e repartiges secundarias.
Einfim o lercoiro um resu.no dos
niovimentos da divida, do sen aug-
mento ou diminuic&O e de sua situ-
aco ein diversas pocas.
Esta Estatistica deve conter obser-
vacessobre o numerario em circula-
cao, c mi um ijuadro das eaiiss'es de
moedas novas, do papel-moeda e ou-
tros valores.
As forcas militares quo garantem
a independencia do paiz e sua ordem
publica, l'ormam duas seccoes muito
distinctas.
O Excercito :
A M a r i n h a
Considera-se cada um destes gran-
des objectos em seu pessoal eseu ma-
terial; seis meios do consorvaco e
de augmento; suas despozas duran-
te a paz e durante a guerra.
Todas estas materias sendo debati-
das perpetuainente.e investigadas,em
seus menores elementos, nfto offi
Cem obstculos reuniao das cifras
que as t >rnam bem oonhecidas.
E' seguramente a parte menos dif
ficil da Estatistica, mormente em um
paiz onde nao se tizerdella um segre-
do de estado.
..sar-so a Estatistica de urna ci'.ado ca-
pital do que para a de urna provincia
ou estado, e por osta razao sao ollas
as oais conhocidas.
Capitulo III
Methodo da Estatistica
me extensao dos materiaos, que do-; po para esclarecor, por si mesmo,
vem ser alcanzados, por urna nter-[clculos informes.
vonco naointorrompid de operados
preparativas,
Supp5e-s) goralmento que, ompro-
hondondo-so urna obra dosta uaturo-
za, se poder fcilmente coneluil-a,
que se conheco porfeii amonte o as-
sumpto o o meio de sua execucao.
Es*a preoecupacao log > desvaneci-
da, a medida que so proseguo no tra-
balho, o entilo se roconheco quo s3
dissipa o seu tompo, o seu zelo, o sou
ardor o.n construir penivelinente urna
classificaco de materias, se ni
A invostigaejio da vordado som-
pre dilTicil.
Pereorram-so todas as sciencias,
sem excepcao.e ver-ee-ha quantas vo-
zes ellas suppondo ter descoberto a
vordade, estabolccom systemas falsos se poder-se-ho tratal-as, e obtor os do-
e errneos. cumentos, que com antocipacao se
A Estatistica est submettida, como julgava alcancar.
todas as obras humanas, a esta fata- E' mais prudente e mais razoavol
lidade. i esperar, para por om ordom o dividir
Assini, a exactidao, a smceridade, as materias quosopossa julg ir por um
a certeza dos actos,qneas suas oifrasjexame profundo, que aoqmsicOes fo-
rem;feitas: que desenvolvimento
so lhos.pode dar, quo subdvisOos
possivol adoptar, o em que limite se
deve nocossariamonto conter. Um
grando numero do obras estatisticas
licaram imperfoitas porque os seus
autores contaram com inateriaes quo
na > poderam alcangar.
Um livro do cifras oncontra pencas
pessots quo o comprehendao,' p o r
mais lucido que afija.
Assim as Obras do Estatistica sao
destinadas aos honiens de Estado, aos.
homons de negocios, cuja vida
E' necossario que a Estatistica se-
j i de fcil comprehensa i em todas as
suas partes, para attingir o sou fin :
que servir a todos quo a con-
sultare.n e quo nao seja feita exclusi-
vamente para os sabios o instruidos.
Deve responder prompta e cajego-
ricamento as porgunt-is que lhe diri-
g rem de manoira a sitisfazor tant i
aos que que rem eonhecor um simples
facto, como a js quo desojam conhe
c:l-o em todas as suas 'j^Vrida-
saber des e testomunbas que pi-Sem a sua
acquish.o.
transmittom, o sou primeiro mero-
cimonto, o podo c mseguil-o qliando
os seus trabalhos s5o feit os com con-
sciencia, o dirigidos por um juizo
rect.
-Mas ainda dominada por urna
outra necessidade rigorosa : a luci-
dez da cxecucjLo.
Esta qualidado sem a qual todas as
outraa sao iuuteis, e nao poder ser
alo un; ida, so nao for encaminhada,
s >ccorrida o protegida pelo nietluxlo.
E' preciso, que este lhe sirva de
guia atravez do ddalo de cifras, da
classificaco das materias odacnor- inuitooccupadae nao dispoem de tom
Este fin conseguido pola adopeo
do metbodo regular, racional esco-
lhido, quo soja ao mosmo tempo syn-
thetico o analytido, quo coordene,
agrupo o divida alternativamente os
tactos numricos o os oxpouha lucida-
mente na ordom natural da maior li-
gago oxistonto entro as ideas, as
P os as o as cousas.
Esta participac.ao importante da l-
gica explica como um individuo po-
de sor um Calculador hbil, sondo
apenas um cst itistico muito medio-
ere ; para chogar as alturas da scion-
cia estatistica, a principal ooudicfto
possuir a primeira do todas as capa-
cidades intelloctuaes, isto um es-
pirito justo o penetrante.
(Contina
vemos a publicar um trabalho quo
abraca pG nesis re a inta origoin
da humanidade c faz tonhecar que a
lingua fallada antes do Diluvio do
Noe est ainda viva entre os indge-
nas da America do Sul, e quo ah se
tem conservado do mesm i modo que
a lingua do Ismael so perpotuou entro
os beduinos ignorantes c barbaros da
Arabia.
ADVERTENCIA
Antes de entrar na materia, deve-
nios, para intelligoncia dos lei toros,
fazor-lhes conhecor que as vogacs do
alphabeto Kicliua saoa i y o ; quo
u toma limitas vezos o som de o, como
Os trancazos o applicam ao latim,
Deum, cun tum. pronunciando Dcom
coum tomii, para sonorisar essas pala-
vrisquc na realidade sao: Deoum,
coum, ttoum, entre os outros povos.
As consoantes do Kichua sao treze:
/, c, ch, t, //, k, II, ni, n, POESAS
12."
A ustica aprsente em sin admi-
nistra^ao am dos mais interessantes
Objectos da Estatistica ; o conheci-
mnto do numero dos crimes, sua na-
tur( de p irpetracao o
aspe as que Bies sao mpostas.
Esta iu\ curiosa permitte
calcular os perigos, que correm as
peas i as propriedades, na guerra
que sustenta as -ci dade contra a por-
0 vioi i e a miseria.
Este trabalho prolongado, melho-
rado p ite digno da
mais alte. attencS deye-se bascar
em urna divisao systematica, que in-
dique annualmente esta materia de
uin-modo completo.
13.
Costumes do centro
Happier in this than mightiest barda havebeen,
Whose fat to distant homes confinad their lot,
Shall Inmmoved behold the hallow'd sesne,
Which others rave of, though they kowit not ?
Lord Byrox. C/ii/d Harold, I, LXDT.
Madruga a gente aqu, e se alevanta,
Ck'o gallo ; o qual, sobre o poleiro ainda,
Batendo as ztis prazenteiro canta
Do da a despontar" saudando a vinda.
as horas, que o trabalho santifica,
Sao do trabalho as variadas aceas,
Cada qual mais dec nt3, honei'.a e rica
Da heroico esforco, de <3inodes amenas.
Ora o matuto bem disposto,
Foice ao hombro, camiuho do rogado ;
Ora o vaqueiro de tostado rosto,
Pela^catingas a tanger o gado.
E a grosseira matuta forte e rude,
Que vai co'o pote buscar agua fonte ;
Ou Ou que volta da lenha, l no monte.
No batente, ou no chao, co'as almofadas
As velhas all 'stao fazendo renda ;
As mocas na costura estao sentadas,
Fazendo alguraa roupa de encommenda.
Durante todo o mez e todo o anno,
As voltas co'o tear e a lancadeira,
Fiando o algodo, fazendo panno,
Anda a pubre incansavel tecedeira.
Utos laboram na grande farinhada,
To provoitosa quanto divertida,
Ou no fabrico esto da apreciada
Rapadura, que adoga alli a vida.
Outras andam colhendo n'outra esphera
Feijlo, millio, caf, legumes, fructaa,
Ou armando mondes, da caga espera,
0 raatto a perlustrar e as mesmas grutas.
Todos, oh que sei eu todos durante
A semana, na forma costumeira,
Preparain sem perder um s instante
Os gneros com que hao de vir feira.
as horas, a que nos chamamos vagas,
E que ellea chamarahorai de deacanso,
Suaves diversOes, bellas e magas,
Dos terreiros e alpendres no remanso :
Ora o samba, em que atira-se a umbigada,
Que a gente deixa derrengado e raolle;
De vez em quando, em ar de caceada,
Do celebre caximbo um certo gole...
Ora o coco, co'a sua cantona _
lspecial e as palmas costumeiras,
Que motiva acola tanta alegra,
Que se bate em gera, uoites inteiras !
De S. Joio os tiros, as fogueiras,
O milho verde, os bolos, a cangica ;
Do Natal a folia, as pagodeiraa,
Em que a gente embebido todo fica.
Aos domingos, em sumraa, e das santos
As romanas Capella, Mise,
A' que dos mais excntricos recintos
Concorre todo o povo sem preguija. .
Usos, costumes, typos, e linguagem,
A vida emfim no Centro hospitaleiro,
Tudo 6 original N'esta paragem,
Tudo essencialmente brazileiro !
F. Cismontano.
A instruccao publica que faz ospo-
rar u na mais instruida e
pr tentemelhorque a actual,
5e l* importan! entre
os investiga?5o, mais
Cnri istica : ser indicada,
nos, p ir por estabeleci-
mos, pola natureza las instituiedes,
as escolas publicas, depois os colle-
gios, ensinoa especiaos,
pr >fessi maes eouti
Como e i entojunta-se as so-
^todad tucas o litter trias, bi-
b, e emfim
a i e peridica, que,
prir e preenoher a
mu d >s me; w m >isa -
ti-,- .sda instru pular.
A estes para. OS antojos
acr atro, que p pode for ial.j
c que com pequeas modilic i^ooscDCscoi,erta do Paraso lerres-
OOntem todos osassum h Esta-' |,.c c da lingua primitiva falla-
tisti al.
E as saudosas toadas viola,
De alguera, que se apresante, em elogio ;
E a colcheia, que alli sa destnrola,
Quasi sempre cantada em desafio ..
E as onversas em casa do visinho,
A respeito de... bois, facas de ponta. ..
E os encontros abi pelo caminho,
Onde este, aquelle, mil historias conta.
E as famosas corridas a cavallo,
Em que apostara mu destros cava'deiroa,
a carona, sem sentir abalo,
Por aquelles extenses taboleiros. ..
A vontntlc do Dcus
Amore, amore grida tutto il mundo,
Amore, amora ogi cosa clama.
Porque vou ver das collinaa
A manha, que nos sorri ? J
E se eu la subo, m3u anjo,
Acaso vou eu aem ti ? l
Queres saber porque acismo ?
Nao aabas, mimosa flor ?
E tu porque scismas tanto
A's horas do sol se por ?
Queres saber o que fazem
Meus olho8 por cos alm 7
E os teu3, que fazem ? nao erram
Perdidos por l tambera ?
Porque suspiro abaixand >
A froate paluda ao chao ?
E tu, porque a fronte inclinas,
Porque suspiras, ento ?
.O q-o proeurnalta noito
L dentro nos olhoa teus?
E tu, mulhar, o qu; quere?,
O que procuras nos raeu3 ?
Que doce mysterio este ?
Eu quem sou, e tu quem ?
Tu, toda a luz de minh'alma,
Eu, a sombra dos teus pos.
Eu sou a noite que doura
Da tua estrella o fulgor ;
Eu sou o valle profundo,
Tu s a pallida flor.
Eu sou a vaga sombra,
Que solucando corren :
Tu s o raio perdido
Que em suas aguas bateu.
Eu sou a arvore agreste,
Que nos rochedos brotou ;
Tu s o passaro lindo,
Que nos seus ramos passoa !
Eu sou as folhas do livro,
Tu s a lenda do amor;
Eu sou o vaso ; e tu, virgem,
Tu s o suave odor!
Da vida s raargens risonhas
A' sombra dos seus roses,
Eu, ro3as estou colhendo,
Tu, rosas colhendo ests !
Ai! embalemos as almas
N'um barco de amor sem fim...
Eu nao quero.. tu nao queres...
Mas ., Deus qne o quer assim !
Dr. Luiz Delhino.
Mas Segundo a localidade, o ese mu-
da om g :IncaInga, imperador ;
ancaanga, aguia. s vezos tanibom
hg, oxe.nplo : ahuanuaguamo, aca-
j; kuanuguano, monturo \ 11 as ve-
zes substitue r, como urcu~-ullcu,
masculino; segundo o uso adoptado
o los hespanhoes, escreve-se 11 em
lugar de 1 simples, porque os Kichu-
as fazem ouvir a semi-vogal 1', mo-
Ihando ligeiramente 1, mas so can
ellos eserevemos 11, nao oonfirmai
nos o valor philologico do I sim-
ples.
Ha localidades ondo o storna-s-
sh cima pronuncia articulante : es-
ses dous modos do pronunciara mes-
ma letra existen no hebraico, sob as
denominacoes de sin c de shin.
Tendo residido ao poucoa ann s
na Aniorica do Sul, onde se falla o
Kichua, o estudo dessa lingua oi
urna das minhas cccu|*acoes ; a ella
quo devo as doscobertas, quo fazem
o objecto deste livro investigador, que
comoca no berco da humanidade,
mas cuja n vidade reclama ao mes-
mo tempo a attonco e a indulgencia
do leitor.
Vseonde Onfroy deThoron.
E' o p
ie trata, sob o
il
Discida les capaes
Es ts cidad
jaotao pra-
imorcio to ric nuc
" rn"
densad aem una tal
quantidad agrcolas o
in 1 tao avulta la p i ra-
lor, que devem ser trata las p re o
constituir um capitul i especial
tica Geral.
te caso convem c uiside
corno um Estado ; o percorrer sem sa-
bir de seu recinto, to a-sun-
pto- larecem p >rcifras,qi
do ae trata de um p pro-
vincia.
da desde Ad5o at Babel.'
Traduzido expressamonte do francoz
para a Pagina do Domingo
POR
A. C. A. P.
(ContinuaQo)
O que caba de ser designado como
ido trra firme, diz Criti s
av de Plato, u n vcrdaeiro conti-
nente. Segundo CElianus (hist 3) Thoo-
p mipo, poeta e historiador grego,
conta que Silono ensina a Midas, re
da Phrygia, quo alona, longo da Asi i,
da Europa o daLybia(Africa),que sao,
diz ello, propriamente fallando Mas,
existe um verdadeiro o nico continente
de immensa extensao e habitado pe-
los Meropios. Theopompo chama a
lesse 4e continente Meropis ;
Intm-M nnis f-i*i' "'nid->, diz,p>r Moropo, alha l A<:as 8
me: \*a'- i A da i.yhja; O n 5>vern > mu
a^iterior tomada do Troya e proce-
deu o djjuvio a0 Doucaliao, que tevo
lugar, segundo os marmoles do Pi-
rdl 1529 antes da ora christa. Pitao,
tratando da submorsao da Atlautida,
faz remontar osse cataclysma a nove
mil annos'antes doli, poca prosumi-
vel do diluvi) de Ogygs.
Os antigs historiadores grog;.s re-
ferein agrando invasao dos Atlantes,
que so fez ao mesmo tempo, nao s j
n j slo pelasgico ou da Grecia, mas
na Libya at o Egypto e na Europa at
a Tyrrhenia (Italia). Essa invasao
vinda do inar Atlautico fez-se pela coali-
sao dos res do vasto imperio dos Atlantes
akicomprehendidos os da parte da trra firme
(America), submettida ao seu dominio.
Os Mjropios nao oran outros que
os Antis, os qaes subsistem ainda
nos Andes da America do Sul. Atlan-
tis, nomo conhecido entre os Grcgos
tem sua etymologia na antiga lingua
ogypcia : ^//signicapaiz anti, sig-
nifica valle ealto vallo pois evi-
dente que as. populac5es da ilha
Atlantida e as do continente ameri-
cano, eram da mesma origem ; urnas
outras da mea ve nelha. Ora.
que podoria ter sido a dos Atlantes
ou habitantes dos pases de valles.
Possuimoa una multidao do narra-
ces que se referem a esses tempes
tao af istados; mas nao podem oceu-
par lugar na introducen i de um es-
cripto que tem por fin a comparacao
entre os nomos hebraicos do Gene-
sis e os tormos Kichuas, que ah se
rolacionam ; o, se ostamos um tanto
desviados do caminho, que nos pro-
puzemos a soguir, que a lingua Ki-
chua o os movimontos das popula-
de urna poca dosconhecida,
O Paraso terrestre
Discute-so frequentemente sobre o
local real do Edn, jardim do' deli-
cias posto no Paraso terrestre, que
era o vasto territorio regado polo u-
phrates, o Tigre, o Pisn o o Ghion.
Os dous primeiros destes cursos
d'agua conservaram seus nomos
mas boje ignora-so quaes sao o Pisn
e o Ghion, cujas aguas contornavam
as regies de Havvila o da Ethiopia (1)
o onde so achavam o Hawila e a
Ethiopia; emfim onde era o Edn,
Vamos tratar de rosolver estas tres
questios. Leamos primeiramente
no Cap. II, V. 8 do Gnesis : Ora, o
sonhor Deus havia plantado desde o
principio umjarditn delicioso (o Edn)
no qual pz o homem, que formn
V 10. Nesse lugar de delicias sa-
hia un rio para regar o Paraso, e
d'ahi so divida om quatro canaes
V. 11. Um chamava-se o Pisn, se-
gundo o hobraico : corra em roda d >
paiz do Hawila, nome cuja signifi-
cacao em hebraico dosconhecida.
A lingua Kichua offerece duas ety-
mologias para o Pisn, quo sao: 1.a
P/, decrescer, diminuir, faltar, onu.
agua; contrahindo pisi-cnu obtom-sc
Pisn ; 2." Pi, quo, seni, ostender-so ;
soniu entende-sc; em pi-soni como em
pisi-onu ve-se Pisn.
Sendo este nomo antidiluvia-
no e tradiccional, e sondo o hebraico
a lingua cauanea mui posterior ao
diluvio, nocessario recorrer lin-
gua primitiva. Como se vorbaixo,
pisi-onu, contrahido, pisn o indican-
do a raridade ou a dinimuicao da
agua, deve ser ajetymologia prefe-
rida, pois que vai servir nossa do-
monstracao para indicar os limites
do paiz do Hawila.
Mas demos primeiro a significac i
verdadoira de Hawila ; olla est no
Kichua, lingua toda reveladora e
impregnada do. seu carador histri-
co. Com offoilo, om Kichua /lana sig-
nilica a eemoa, que Eva e Illa, o
f;emeo, Adao. Haua-illa, por urna
igeira contraccao, Faz Hauilla Eis
pois o paiz de Hawila, isto o paiz
dos gomos, que sao Adao e Eva ; o
facto histrico.
Notai bem quo, por haver gmeos
que sao do sexo masculino, o Kichua
faz a distineco entro a gomea e o
geineo, quo sao a primeira creacao
da humanidade. Ve-so toda a preci-
sa .i o importancia dossa lingua.
Sa o paiz do Hauilla o do gemeo o
oda gemoa, isto o do Adao o de
Eva, certo que era alli o Edn, o jar-
dim de delicias. Nao se trata mais
do que situar geograpbicament.- a
posica > do paiz do Hawila. Foi re-
oonhecido, cenforme a radiccao dos
povos da antiguidade quo o Euphra-
tes antes do confundir suas aguas
com as do Tigro, ara sabir no gol-
pho Prsico, tinhi no principio a sua
embocadura propria ha quasi vine
leguas das do Tigre.
Porem diversos canaes lateraes so
haviain formado e estabolociam co:ii-
mUnicaces entre o Euphateseo Ti-
gre ; d'ahi resultou que partos da Me-
Tigre antes de lancr-se no golpho
Prsico, recobiam ainda as do Eu-
phrates, cuja parto sul corria do oeste
para Isto ;' de sorte que o territorio
de Hauilla, ondoso achava o Edn,
a ilha c retornada principal-
nionl 8 aguas do Pisn Hauil-
la ficava i tis aosu-sudoesteda Meso-
potamia, entroamargem esquerda do
Euphrateso a direita do Tigre. E'
prximo a Bagdad (boje) que dessrs-
booava o canal norte do Pisn ; ors
esta cidade recebo tambom as agua*
do Diala quo alii se juntam ao Tigre
Qual a significacao do Dialai
Em Kichua nao existo o d; Tiaila
que o nome primitivo;/j significa
lugar do origem, a primeira habtacao
e com a partcula (lia) a, tom-so Hal-
la o que exactamente a origem, o
verdadeiro lugar da primitiva mora-
da. Mas///// p.de ser tambm for-
oi.ido de ti inorada, illa,gemeo, a mo-
rad a lo gemeo ou do Adao. Assim
arto do confluente do Diala e do
Tigro e nos arredores do Bagdad
queso achava o Edn, quo se prolon-
gava ao sai desta cidade, pnde existe
o Pisn e o t rritorio chamado Hauil-
la, paiz da gomea e do gemeo. Eis
aqu urna etymologia postdiluviana
de Bagdad : em rabe, bagh, hortus
jarcm, e o hebraioi tat, infinitivo de
ndixplaalas eral, que era planta-
do Nao eS3e o jardim do Edn?
Bagdad pode ter origem tradicional,
ante-diluviana rio termo Kicliua pa-
t (2), o que igual, semelbanto, ir-
manado, juntamente. Ora pacta
lembr i o vers. 1S do Cap II om quo o
sjcidiordiz : Nao convcn que o ho-
n vivase; facamodho urna oompa-
nhoira semelhante a ello-Bagdad
seria pois ainda o Edn, lugar da
creaca >'de Eva. O Paraizo terrestre,
assim chamado por causa do seu bol-
lo clima o de sua abundancia, esten-
dia-seao oriente de Hauilla c do
Tigre at a margem occidontal de
Karun ; esto ribeiro a antiga Eula.
Ora, a 3a pessoa do presente do indi-
cativo do verbo kichua karu, produ-
zircom abundancia, karun, produz
abundantemente. Cremosquo era alli
o lmite do Paraizo terrestre ; eis aqui
as razoes : que o kichua pcssue um
outro verboXwrwque significa con-
servar distancia, affastaras gentes
o quo alm do ribeiro Karun, existe ou-
troque se v6 as cartas com os nomes
de Mos ou Moseus.
Ora, o Kichua Mosi significa guar-
dar, velar. A etymologia do Karu,
alfastar as gentes) conservar a distan-
cia, e a de Mosi, guardar,velar, desig-
nam suficientemente o papel dos
cherubins, depois da expulso de
Adao o de Evado Paraso. Este fa-
cto ser mais evidente para o leitor,
quando tratarmos dos cherubins,
cuio nome tem sido desnaturado.
O v. 13 diz que o segundo canal
quo sabia era o Ghion e que o que
corra em redor do paiz de Coush ou da
l'itln pia. Faremos notar primeira-
mente que a Ethiopia, d'onde sahiram
os cushitas, nome cuja origem se
desconhece o que foi corr< mpido : s
lingua primitiva ou kichua perten-
ce revelal-o. Do mesmo modo que
ilo P/irat fez-so Euphrates, do mesmo
modo tambem fez-se Ethiopia do Ki-
chua tiupi ou tiopi. Ora, nosta lingua
t ou tio, significa areia nogenitivo
tiop, no ablativo e no locativo tiopi,
de areia c na areia : isto um paiz
irenoso. Consultemos agora Masp-
ro, sabio historiador dos poves anti-
^os da Asia e dos territorios que elles
tem ahi oceupado. Ora, este sabio
i'az conhecer que, na origem, o Eu-
phrates.para lancar-se no golpho Per-
s c), atravossava una regio toda
arenosa o que esse rio arrastava tao
grande quantidade de areia, que mu-
lou a configuracao primitiva do gol-
,dio Prsico.
Assim, apoiado na etymologia ki-
chua, e no facto geographico geolo-
gico assignalado por Masporo, pode-
mos concluir primeiro, que twpi,
que indica una regiao arenosa, um
termo tradicional antediluviano e
de que se tem feito Ethiopia, sem sa-
berse-lhe a significacao ; em segundo
lugar que a situacao dadita l'.thi qa,
que fazia parte do Paraso terrestre 9
quoo Ghion regava contornando-a,
achava-se sobro as trras arenosas e
e do alluviao do delta formado na em-
bocadura do Euphrates. Ora, sendo
u i hita envolvido por dous ou por
diversos canaes do um mesmo rio, se
se considera que a Ethiopia de en-
tao era urna parte contigua ao paiz
de Hawila o quo em torno dola cor-
ra o Ghion nec ssariainente preci-
- ae una poca
a travos dos maros, i nterossam igual- J | \^'0 ta mia" t"or nara;n-se ri I has' con tor-
mente os philologos, os historiadores nadas p0rosses canaes Um dolles
oosgeographos. chamado o Pisn rodea va Hawilla,
Ha bom numero de ann )s que nos segundo a Biblia. Mas os differontos
jornaes de Nantos, no Internacional do canaes de junecao do Euphrates ao
Londres, em 1866, o no Universo do Tigre, desviando a agua do autigo
Pariz, publicamos artigos para assig- loito do Euphrates, seccava a parto
nalar a nossa descoberta da lingua inferior desse rio.
primitiva ; depois, fizemos em di ver-! 0 Pisn ora pois formado a oeste,
sas cidades de Franca e em Genova,' pela parte do Euphrates, que da va
conferencias publicas com o fim do' pouca agua, assim como o diz sou
attrahir a attencao para as rolacoes' nome ; ao norte por um canal que o
que fornece a lingua Kichua ; mas ligava ao Tigre, leste, as aguas do
nao parece que os sabios tenham fei----------------
to pesquzasno caminho que indica- (V N lo na Vulgata a Cou?h!
p illocal-a ao sul da regiao de Ha-
la, isto no territorio arenoso,
queseachana ombocaduara do Eu-
phrates. Para nos, as aguas contor-
nantes desse delta eram verdadeira-
mente o Ghion. Este nomo pertence
('tambem lingua primitiva o vem do
Kichua Kikuan, gira, faz voltas, ou
curvas; a tercena possoa do presen-
te d ) indicativo do verbo kihna, girar,
fazer voltas Coush, nome verdadeiro
da Ethiopia, ncnhunia significacao
tem om hebraico ; s a d o Kichua,
porque nosta lingua coushi (cushi) si-
gnifica jovial, alegre, feliz e o que
agrada, expresados applicaveis auma
regiao contigua ao paiz de Hawila.
O verbo cushicu comprazer-se as
delicias. E' por tanto a lingua Ki-
chua a quo nos fez descobrir e preci-
sar o local do Edn.
O Tigre tem boje um delta cortado
por quatro canaes, e o Endus igual-
mente tem diversos. Assignalamos
Indus c >m o'nico fim do fazer co-
nhecer quo o seu nome tambem de-
rivado do verbo kichua intu, que sig-
nifica, como kihua, cercar, girar em
torno. Nao seria isto urna razao para
concluir que alli era o Ghion ; porque
p Paraizo terrestre nao se estendia
do Euphrates ao Indus.
(2) Vide a Advertencia.
1
*




^ (
sses Antis blam a rurna Kiclrn-', vinos. Kisptrq'is hV nos rosol- '.-? texto lie'u-aioo.
Cc-mtii/a
'.

SUBlHl n


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20033


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Full Text

I
.*.:*? O LX\
Comineo 1$ de Agrosto do 1994
V1J111KO 183
aiui a x^arTAL, c LiGAWE? OinlH, r(AD ?C AtA i'UKTE
Por tros mozes adianados. 8$>000
Por seis mczfs achantados. 15J000
. or um anno adianlado .... 30$000
PERNAMBU
;1IE@& DE f AMIA & WBJBOB
SAO flOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & G.a, residentes era Paris18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adianados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesrao da.
Numero avulso de das anteriores.
16$500
33000
U00
Telegrammas
m ICO PASTICLAS ro SIABIO
Rio tic Janeiro, ii de Agosto, as 3
da urna bolsa com indicios de viol.igo, pela
quo prjsuint-se que aquella infelizes fossem
; victimas de um crime.
i A referida autoridade tomou conhecimento
j do fado procede as necessarias diligencias atim
de descubrir a ventado.
Niqu'lia delegada acham se depositados alim
d seivm entregues a quem or da direito, d as
cavallos e o producto de una carga de quoijos
horas da tarde, (recebido na estacao as 5 e feijo pertencealos ao flnado,
horas entregue as 5 hora, lt)nJ^ f"^0" "^ "
So di 1 10 do corrente, o cidadSo Jos Naba-
co do Araujo Veras, do cargo de sublelegado
do i- diiirietodo manieipio de Garaelleira.
No dia x, o cidadto Sabino Duorad Cavalran-
!te, do car^g de delgado do municipio de Cor
Luna' n*18-
e 45 minutos)
I,
Faealdade de
X
Forana, notneados para a
Direito do Recite :
Director, o Dr. Adeliao A. de
Freir Filho:
Sub-secretario, o bacharel
Martins :
Amanuense, Clccdon d'Aquino.
__ Foi declarada sem effeito a nomea-
ra do major Henrique Jos dos Passos'
para o cargle amanuense do Correioi
de Pernambuco, sendo nomeado para esse
logar Olympio de Arroxcllas Galvao.
- Foram nomcados para a Repartigao
dos Telcgraphos de Pernambuco :
Contador, o coronel Antonio Gomes
Correa da Cruz ;
Escripturario pagador, Manoel Tei-
xeira da Cunha.
-- Foi demittido de conferente da Al-
fandega de Pernambuco, Manoel Barba-
lho Ucha Cavalcante.
Foram nomeados para a referida
Alfandega :
Chefe de seccao, Clito Valterino Pe-
reira ;
Conferente, Francisco Jeronymo d"Al-
buquerque Maranhao ;
i."' escripturarios, Antonio Gomes da
Fonscca e Julio Sylvio de Miranda ;
a.* escripturarios, Joo Augasto Perei-
ra Magalhaes, Antonio Heraclyto Car-
neiro Campello, Ulysses Fragoso d'Albu-
querque e Lcovigildo Samuel da Silva
Costa ;
3.0 escripturario, Antonio Soares Bre-
derodes :
4.0 escripturario. bacharel Jos Caval-
cante Ribeiro da Silva.
Foi removido da Estrada de Ferro
de Batante, no Cear, para" o cargo de
inspector geral do trafego da Estrada de
Ferro Sul de Pernambuco, o engenheiro
Arthur Pamphiro.
Foi removido da Estrada de Ferro
C.mtralde Pernambuco para o cargo de
chefe de Sccco da de Timbauba Nova
Cruz, o engenheiro Luiz Marques u'Al-
buquerque Maranhao.
Bucnos-Ajrcs, 11 de Agosto.
O Ministro do Exterior sendo consulta-
do acerca de um telegramma alarmante
de Washington, referente questo das
Hiss5es, declarou que a Repblica Ar
gentina aceita a sentcnca arbitral do Pre-
sidente dos Estados-Un idos, a qual, caso
lhe seja contraria, nao affectar as excel-
lentes retaedes que mantem com o Brazil*
O mesmo Ministro desmentio o boato
relativo um tratado secreto entre as re-
publicas Argentina, do Per c da Bolivia,
e disse que nao acredit 1 que qualquer al-
lianca d 1 Brazil com o Chile seja contra-
ria Repblica A .a.
Montevideo, 11 de Agosto.
No aito Paran foram desarmados o co-
-onel Libind 1 Meoezes c 50 revoltosos
brazileiros.
Ari. 1- Os mauciinoa exi:tenie.', e m u ,: < op> Isa o <,..
>< bVattea sao c >n'r vides pj-u (i u t,qj'tfle>i te,
'leg*rem os *ea eoo-'ehJd raanieipees irf-i 'j.*J previamente
lie h ub-p'cfeit s. ma rudos .1 oa nsel
Na dia I os cidadaos Jos D:ni/, de Almei-
\ da do cargo'de delegado do municipio da Po-
li ,nr:n, da, Justino de Araujo Valonea, do cargo de
u ^ : subdelegado lod stricto de Santo Antonio do
Tara, fo mesmo municipio.
Saude Frateraidade.
O que-tor,
Julio de Mello Fillw.
Reeebedoria du> Estallo de Per-
anabac ?
Despachos d dia 11 de Agisto de 1894
Jos le Maceiio.Certique-se.
Segalla e outros. -A seceo para os devi-
dos rins.
O porleiro,
Custodio H. da Silva <7, manir-.
Instrucyao Publica de Peraain-
bueo
Despachos da huptctori-i Geral do dia 9 ie
Agosto de 1894
Harta Leopoldina Ma liado de Mendonca.
De do que consta:-
Secretaria da Instrucgo Publica do Estado de
Pernambuco, l! de Agosto de (891.
O porteiro,
Fenehn Atlico Leite.
COGKES80 MORAL
WKTEOl
RICIAL
y mestura Policial
2.* Secc N. :76 Secretaria da Questurc
Policial do listado de Pernambuco, em 11 de
Agosto de l>9i.
Ao Sr. Dr. Alexandrc .los Barboza Lima,
mui digno governador do Estado.
Participo-vos que foram hontem recolhidrjs
Casa de Dclencao os seguintea individuos :
A' minha ord-m, Manoel Alexandre czerra,
conhoci I o por Ne-o Violeiro, acomp nhado de
mandilo como pronunciado no art. 356 combi-
nado tom os 358 c 21 3o doCod. Criminal, a
disposic&O lo Dr. jniz d -. direito do 4o districto
criminal Jos Ignacio de Oliveira, vindo do
municipio de Limoeiro, como condemnado em
Bom Jar lim ; Joao Francisco da Silva, vindo
de Palmare?, como desordeiro e vagabundo ;
J0S0 Antonio Ferruira, Ignacio Francisco dos
Santos Manoel Ignacio P;reira da Silva, re-
mettidos pelo delegado do municipio de Muri-
beca como Iadr5es de cavallos
A' orlem do subdelegado da fregosla do
Recife B;rnardino Jos Joaquim e Leandro An-
tonio Albuquerque como gatunos, a minha dis-
posnjai : Manoel Francisco Bruno, poroffensas
moral publica ; Bernardino Pinto de Sena
como desordeiro.
A' ordem do subdelegado do Io districto de
S. Jos Joao Francisco de Lima por embria-
guez e disturbios,
A' ordom do subdelegad > do 2o districto de
S. Jos, Antonio Marti s da Silva, conhecido
por Antonio Amor, por disturbios e Valerio
Francisco Rcgis e Joao Vicente da Aquino,
minha disposico, como desordelros.
Comitunicou-me o delegado do munici-
pio de Amarigv que no dia *9 do raez findo,
enit-rrasdo engenho Gana daquelle munici-
pio, foram encontrados dentro de uns camalies
nm honnm e urna crianca, que verificou se ser
fllho duquelle, os quaes retirados do lugar onde
se achavaro falleceram horas depois.
No indcalo lagar foi ii-mbem encontra-
DI CtSOPR NUN0I\D)N4 SESSAO DE 18
DE J'LH UE IS9i
o sr. (ncii' cintra 3'. preideot).
qusudo lu prcrii a>'0 esia ca-a u'ii pf'-jei'.o
re{Qimtfuiiu'Jo"a Jri-jjigJa ios goteroailurM,
o seo illu-ire evo coru cj..!p.ttn 1 qae to
dji la* coaoeceui s, \-< imu ;> eici e>b-e o
"reii. paalico u 14 Hepeoticie a q-ie juji .
lim-. alladl.
S. Bar. cjx ctu eepir.io ealw, elivou o de-
11.t- aliara eoq'ie Jr?en r:'i r a 6i
u-3 .1 iDgvaia Cirujfj. ij- S. Ex ., laltes le
va 10 .'el js impos da a>oc dad*, foi ? a
.joiiio qee nl-a iret-iJ->ne ; S. Ef. uiad ,
ija-m sabe1, peo lyri^aj ik aoas itis e arrae-
iHdj prljoOjrClIVO QU- UJlM Oi l 03 3C>03 PO'l-
tic & "Ji mostrado, -tiqu>-C'0 s-', ialv oCOava no re..iilj 1I4 represen rtj iii-o'ial,
pa .-Cpf-se to airo ii< ri.auz de Uu:ID;:ea,
ilrigicau a palavra aus OO elt-iures qoe lde ac-
'im eolraa lies a Caca.
N'-aa occsio, S. E-r. pa-a*ir sgralavel a
e fu eeivjre l'tai iovjratd*ptfe Perajmb-
j a rea aC'u ^16-3, qoe ob ig nm-ma a car
binaos ap.rle-, q-ie, lofeltBIBMlrta, O ni 'ur m
ioin?dJS. ou esio eaVlUJjd oa ueclin l > '-
i eneaaor.os afM'leijue veem no s-o ai<-
cr-o, publicado no Diario do Congresso
IMaS Ex:. .i s o apare referido, como
m-.eiu ouTos. qoao'i.?'. Ex-, repiicoo, e ao
c eo fQi'i: o Presidente da Repblica poz termo
a sconfletos, iqatstao finda. E ue otiros ap<-
,es, e. o :fuiu e, umoem qu.nio Etc.
Java enraj a teas elevjdoi seaiiiiieotoa, vo-
tiiio tempe sopi.ados o aecu-ava o Uo.-t-t- g. -
ve mador >ie P^rnam u o -ha monomanii de edio
que o lempo nSo faz esqu ttr.
Est-s apaes uao verm uo dsoarsod< S. Exc.
p, pesjoatiueoie edama u a ai^cossau, orjo
temara bUua- mo ie itus de aitn(fto, uta ps-a
me ocrupar da pjiiii'a qas t-ai rido foia 20
aio Ei aJo pelo panidoriSJiu exalta O da p -
qoeuj grupo poltico duigidj p'.lona'ore depu
ii d ,ia uci.u-. i-par.i explicar o stntilo
do apart- qut Jede, e rxo t'ar i Ex-, qoe
meaos josio fai quaodo se dirigi aqoelie gover<
O'or ptio mlo po qu-; o fu.
pjrque. es audj a 4l- taj resolvida p lo P3-
er lOcpeieote a e te pjder 5. Exc. se Jevii
d'riir e qu;-!Xr- e iiSo -o veraado: qai
en '.Sj t>0' dora fji es^ldiJo para dirigir a ad
m nuliacaj de candi ierra, at eciai *D->rchisa
d-, ,-or um erpuito d- parudrismo deaenfrea-
ne. As omi -do as re ea< do 9eno, S. Ex:.
rrstab--l'Cju a ga'ed'ia das ibe-iaies publicas
pela m is severa ex ceo das kis.
Sr- presidente, tjia aqoestao o oobredepu
i3'i 1 vers 1 sobre a cuuiiooac&o no gov rnaior
no f xercicio o eeu aro, depois de ter aido
Oina 1 ix S Exc. soipeufO por urna le do oon-
'. E laiual. li que dSj foi saacjiouada.
que aej-J > d.tvoiida como m orstocioaal,
fra approvaia pjr floos te'gop, em ambas as
sa^ i.o pa'l-iin:nij-sUiloai, e macla.a exc
colar.
CjIIo aJa a que-tao neete i. r,--no, irei apre-
rtal-a iao -ornete para mostrar a S. Ese. qoao
lisa raspuda em sido as apre.:! cOjs qoe fax
(I; quee etuerito cidai >.
S jreileni", -i C ^usiitaigo do Esta lo de
Pe m.uitiu o d'.sp6, *a seos nigo0, qoe 00 sa-
so 'e ser presente qu->l.ju9' deooncia contra o
gavemado', sera esta lvala Cimara ''o>
Ueputadcs qU3 ecre ara a a cosacao, preceden-
do auincia do aecusado, como se aeda eata'.il-
;o ni a t. 37.
O ;.r f6 d t-riina qo, pan qae o cover
d:dor possa 88" a^csadu prtcuo que a Ci*
rava ^oa Derolados assim o delibere por doos
ie jos uos Hoe.Tbr s qa a c mpoin e por vola-
gao nominal.
O art. 67 dispS- l'<) :
R--o'vi'a a acjuaacr, serao remeltidos ao
S nade, em original, tolos oa documentos que
serviramo> bare a acco'35&3 .
O att 68 V) :
OS nado, loaaada condecimonto laqcelles
d cume:Kj-, reeolv ra por ous tergos de seoa
m mi)-, s e por votagao nominal ti a a:coaacao
oa nao p-oce tente .
O a-i. 70 .stab leco aa penas que devem ser
poicadas ao governador.
O ooore depoiado, e atUJ amigos, qaerendo
iicertar se sem aileouar aoa meios, da admi':is-
ilcic do goveratidor de Peaamd co.golado
per e se exage alo espi ito de partldansmo a
loe aioda bi pooco me referi... (Troci:r-3i'
ap.rita entre oa Srs. llrtlas Jaoior e ootros
..emb'Oi da depubcSj de Pernamboco).
U S' C-je do Ciot-a... 0 nobre dependo, co-
no ia duecd,, S- presHeole, guiado por esse
r-pirito de partidanamo que cga, e pela pa'.xa
p-saoal qoe deava r?, promovea todos estes fas
tos depljraveis que se deram oa minba lerr.-,
sea qoe para uto tivesss procedido com aqaelle
jiviamo e criterio que foram para desojar a um
cdt-fe de partido I I
S Exc. faxendo passar ooseoCaograsso (joa-
nime do seo p niaacao municipal, coastiiuicdo oa monieiplos e
cranlo coocelbos, delxou qaa fosse estatoid
".sia let a seeo ote oi'pistco c ara e terminan-
t : Di pi'cOes tranai-oii", M n. 51
.- ,c.:o'-.ii} 1: 'jj : < dlrBMicOaa :' C 11 u'g&o
ij Estado e Ma p-> aenie Irl
O (O/ern.-d i- le ':'.i o I 1 -
0-s -e :i3D -ao c*o coa ideraln la
ur.' nal.
O Co.igre.p-i prm n5o38confo- a cea 1-
razdes adda idas e pi daaa te-gis. deo'v a
lei p ri que fj-ae pnbUeala coneaaacia oa'--
gf> >
8r. presideite em rl'tile de diapcslclo i3
ela a, eomo eaia qoe be .1 le-, ot uro -
do- f 1 o qu id- cu opria.
O S M rila Jim; r o u D aparte.
O S-. Coelti" Cli.trO governaio'1 feio qu)
lh-ruup ia, den exe-ucuo p-opria Irl :u'
M re iiu!a)o e seas ailu liahaa eceudo
m s de cuj vessero c gita 'o.
Pi'Sta em 1 xeco.So e^fa !ei, jalgaram-sp, o nc-
bre d-")uaJo e s-us -:a',r>s preimdos iin aeu-
direitos partidarios, perqu ca'am aaatO) sera a
clav-i deapatica e mxima com qoe liaban n'r
algn; loipo lid-j o Keoe'cao E
na 1 bu:o dt-baixo de ca exelos'a di 1 el la
qn?. pi-ra h j com irs-fi-z: o< peraamboc oci
ael>mbram I... porfaa, Sr. pretidi'ait*. ieve 11
la oasimeato aoe laaeolaven acitf- do 18 d*
Dez-mb o. etr lide do Recife fal e-.u
croeaa eaaaoKaeaula u:n:.ui n e pelo partid 1
riscj c:o e ilngatlao qoe eo 5j oaqoella e
de se dte ? I tea,
O Sr Miriins Jdi r ,: jm : r'e.
OS- Cuelbo ra Ea ato'a e& xteatio
da le ai> nopal e con-eqoeale orgaaiaacao do
T.UTI IpiJS, reo llftd 1 c O C-M o-Jl'iaria, sob a tedeosla 00 00"ire <"eputa'j. ,
p*0 iiii< o ;i na le: de o:ca-iao para q.e dtijt o
l 48 B-i'asf ss. m di.nolvidoi todos os con
..'.ino-i monicip e~ a,i E-ta al... POr en'a .' -
id- ia qu-- a qu- u>sse execuci) a tal moa -
(ipil, si-uoi-lo a i-i.erpre *'0 ju :;a OCCtiMO
er Uia celos am K O g v r.i lo pi.ae.ti- auareduar o EitiJ.i
eooi a exeea^ft' ie peme'daore acto recaaea
;unp mjsno p -I a luipjsiib lllale de re-
trnati
OS.Uttios JjukrO Ciar'S3) inti-p---
tnu a le m'o lo1, ob a de o:ra O S-. Coetno C'iil-a Eitab-tei.-Ha a :ve-
geui 1.1, oes e ter-. ne, S". resi ieot-, proca't-
mos pjr to io< >>s m os oo!veii MTOCbs.a-
tamo-i a cjaae*'Ovti Jjqieo ro-e depauao
prei-o ta. isio -1 e-a poasivel, seo ler 11
fren e a coo- o Bs a-Jo com 1 dissjlogij dos novos COOClDi.-
eleilas era v'r'uledi leicuada, nroxuli?1.'a p -
lo teas p-cprioa a mgo'f lar comp.'imed'-oa Ct-
leb-e le dr? 18 hora mis fo; tssa 1 np;ss -
vet.
F.i eoiao, 5r. prejideate, qqs os migo* da
oob-e depilado ri'soleram levsr araat-i o pia-
no da posppus33-do goveroador, pelos pro'e os
aoacnciadaa.
Mos, consollados ilgnaa con .etei e< ea I -
re t oas u:i00 I, taeO00S0 O d>drad:- sera-
do- L't il Un ) do Amaral, moit 1 digno presi li-n-
ledaSnd, eo Exm. Dr. Felis >ello fent*,
que aciuaimr-&:e d:rig-i a pasta da f.zend-, f.-
rara elle, alera d-out'o*, de pi-e<:er qa-) 'el
qoe o Cougresso dece'ar^, p-oaa'ga:>!o a ?uc-
pciisSo previa 10 governador doEvpo a"
te-recasado a cumprir urna lei anarchic, qoe
farU de freo e a C ,nsi.tiiiga \ naj poda ler et-
ecg4e, pnrqae faltas-lde o priocipil Oaae
con-ll ociooal.
O C>ngr-S) dos oob-es depnUdos ti ida p-e-
terido tdes aa f j-mas do process) ; o cong'-t-'-
no liub -:e lorniio tumultcar o prs secretar a
Sd3pen8ao do goveroador, e os S s miuist'o e
preside ne do Seal", alea de o a ros jorlf-
coosoltos de uomeala, foram oovidos a respeto
dos lleoa> segointo* :
I" Pode o legislador determinar na lei de re?-
poaszdilidade qoe o goveroador do E-t-do ti m
ra 3usper8) do exerci:io deseo ca-g", logo qoe
foi decrtala pelo Senado aaccus-glj daqaetla
alta ao'.o'i lad.- ?
2- O decreo de aecusacao expedido pelo S'-
uai importa a p-onoa :ia d > governalor pra
prodaxlr os devidos effulos juri lieofl, qoao lo a
me-m proaaoc?, s cabeado 00 proceaso de
formagao da colpa, da exclosiva coxpeteocia
di Tribunal orgaD'gilo pela furm determnala
do art. 69 da Consutuigio, qoe nao den ao Con-
grosao attriiiu'gSo algada joridica, 00 caso de
qae se trati ?
3- Sendo a 3U3pen o do goveroador, em vir-
tnde do art. 70 da Cooelitoigao, orna pena* im-
posta pela aeateoca conl.-mmtj i, pl nao
ob8'aate tsso, soffrel-a o goveroado-, s p da
decretagio de sua accosagao e mesmo pela prc-
:.u ;ci 1 ?
4- Podem os actos praticados pelo governador
antes de promJgcda a lei de respooaab'.lidade,
ser ccnsite-alos crimes de responjar>ili ia le,
por e ees cimes ser elle proceasado e julga 10
de accordo com esaa l"i, em face do art. 72 15
da Coostitoico Federal?
5- S. a m-sm-i le fj', nao obstao'e sua in
consmucloaalidade, votada por doas tergos de
meandros do Coa< esso e pe'a mesa respe :nva
for p-orcu ga la, deve o gove-nador sabmetter-
te i suas disposiges e considerar se suspenso
logo que for decretada sua accusagSu pelo Se-
na lo, 00 deve manter-ae no exerciclo de seo
cargo, aguardando o julgameoto qoe no proces-
ao tem de proferir o tribunal competente?
6- No caso de conservar-se o gove-nador no
exerciclo de suas foocg?8 e o Cnagresso der,
entretanto, como empossado 00 gaverne, o vic--
governador. a quera de;e 4, ea face da Const -
t'iigaa Federa1, presar auxilio a forga militar da
U'iio, 00 caso de ser requtsitada e fazer-se ne*
cessaria ?
Deram os pareceres que se seguem :
1 ) loaba filo
e d o pe ais
5*
anteriormente
I
Pela CinstitoigSo Federal, o presidente Ja Re-
publico fl:a suspenso dan suas fuarges desde
que decelala a procedencia da aecu-aga).
Ea tal caso, a saspenaao nao 6 nena.
O Senado s ple impor ao presidenta as pe-
nas de peria do carg*- e locapacldade para ou-
tro.
A Cooelitajga) part colar, cojos artigo estas
transcriptos oa consulta, apartou-se moito do
systeaa fe ier.it. faxendo da saspeosao orna pena
e alterando profundamente o proceaso ea suas
bases.
Para que Oque suspenso o governador nao
basta o desacato de accosagao, que, a mea ver,
equipira-se ao receblmeuto da quelxa 00 de-
nuncia.
Pelas lela federaes a Casara dos Deputados
forma a culpa, e o Secado ou o Supremo Tribu-
nal olgam.
Pela Ccostituigo do Estada, as duas cmaras,
o poder legislativo local decretara a aecnsacao,
o tribunal fo*maa colpa e juiga.
Parece, pois, qoe a lei de reapoasabilldade
em projecto naj pode determinar a suspensao
do governador como couseqoencla de decreto
de suspensao.
1*
O decreto de accosagao nSo tsaporla pronun-
cia, porqoe a Coastitoigao, confere ao poder ja-
dictarlo a attriboigao de formar a culpa ao go-
vernsdo- e de julgal-o.
#
E't respondido.
4
E' axioma joridica qoe uingoem pode ?er pn-
aaoattaeateq tjrra dj qae lie
(lio.
11 lid -i-' la M do Este Jo, tapagaada par
io'oaetiiucioial, ca'o reuarao pira ou
',>' a ruge 59 a. 3 iwaB
C) t-j -a> d 1 R.mb isa.
6'
Pa'fce qo%u gjvr-ralor p6Je min'er-ss le-
1 e requ'sita- aaxjlld d 1
U l a is'.er
S.i?) mi.| ,j- :no.
Uio iO l!v-reirj > 1833. -- Oaivagilo.
U. -io A'Ur 1.
Em fa : 11-nI.i r;pti a aira dirigida
pelo oien Mu rrad) rol'.-gi Dr. Afoeida Pe-
oaoiaero Svbre artlgos dj Ctutiiuicao de P na rabo'O |D aff-tciaa I toap->e ca doGii-
gresi para re &d abbairo giaeroaoo", teola
i respf-n ler;
1 ?elo D3i3 pj- qu.3 i legislado" Jo se E-t
11 e'a'ojrou oso direiij castilla ioaa!, urcu
10 po ler legislativo a e> apetencia de exereer
pjr,-'. a pre 1 (att te reapan^ap Ilaar o clie
do BaUaie,em cas sdedvltclos polticas. D:
legoa a r um 'riboa-l oraiaa-o e ja".gi, qu-
quera] alrfa o fonecuaa lo
j> ticou ca a completela da deoonci*, ci
tino a S Clnica del!tarar se o governador deve
ser acrosHili(ar io 6o) e do j alga.'neot 1 da p-0
c-deo :'a ou Imp ocedeucia d a.casagao p-la
Sehatofa I'ko 6!).
At -ni -degamassaai at'ribn g8es, porqoe
d ni >-,ii diaote, do que se refere a forraigij di
O'iip. e da jolg ment comoete on 1 ribo nal
oda niil-i'isiji i'tigo69) pira ei-e ti o
a irte.dj e comp'-" > ds 20 ja xei moa ira lo 1
i 9 o ao'ig ) d.i E tad 1 a prea di lo p- lo p-si
ie i -"1.') T Ibunal da l tt'ga.
Cima se a ojsiita gSo Js Permrabuco qae
cri toa1 ..unos divi :i" en re t-llnn premgativa da respaosabi
ti ia ie poltica, deav:oo M do tjpa da Gooslitoi
gaV> F deral, que in v--8 i> Ca-u^ra do di-eio de
|QlB*
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