Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20031


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Full Text

AXXO LX\
Sexia-rcira IO de Ag-osto de 1991
XI MERO 1*1

\
DIARIO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezesgatlianiados. 8$000
Por seis mezes adiantados. 15&000
Por um anno adiantado .... 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA FRAN-
CA E^INGLATERRA
*
Os Srs Maycnce Favre & C, residentes em Paris18 rae de
La Grange Batelire
PAR OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. *
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
16$500
33000
$100
$200
Telearammas
~!r; T:: ?astis:la3 20 siabk
Rio de .Janeiro, 1) de Agosto, as 3
hor:.s ij'miautos da '.arde irecebido na
CStago s | toras e 15 minutos e entre-
gue horas].
Fora:n promovidos a general de divi-
so 1 de brigada :
Innocendio GalvSo, no quadro etejti-
to; C
Fon. stallat, no quadro extranu-
merario.
Foi
Tribunal
Mo.ira.
Foram concedidas as honras de
ner. ig ida, a 1- Drs. Julio de Cas-
tilbos e rhomaz da Porciuncula.
Foi no.neado conferente da Alfan-
dega de Juiz de Fora, no Estado de Mi-
nas 1 ieraes, Joaquim Elviro Pereira Ma-
galhes.
Estau feitas as promoces na arma-
da naci nal, sendo urna d'ellas a do vice-
almirante graduado Coelho Netto effe-
ctividade desse posto.
o bacilar I Km? .vives de Lobfto Veras, e no-, 3 r. deserabargador presdante do instituto
111 >u nesta Cata, em sua substituir >, o baeha- Archiologieo e Geojrrapbico Pernambucano. S.
re-I0..0 Baptisia de Miranda 8ouxa tfornes, que Exc. oSr. Dr. goveraador do Esudo pda que
ir r assa ir o szenxeio no praso de 40
dias.
A taadj ile do corp> policial.O
Exm. Sr. Dr. governador do listado, manda
IransmittiNVOS para os flus convenientes copia
do o Bei > n. :t de 19 de Maio ttudo lo inspec-
tor do rhesonro edoqueem resposta dirigi
lioje a esse fraccionario.
Militar, o general
Ex, nenie j da -26 .U Junho de !S9
Oficios :
Ao Dr. inspector da .Ylland-ga. Transmilto-
vos, para os nos caovenie tes. copia >\ n. 3 i, lie '.": 11 Mire ultimo, cu qu 1 o director
do presidio l Fernando d 1 Norunha redama
Co'itra a reslricco nos pedidos de peseros e
mais artigos para oab stecimeoto do Almoxa-
rifa lo daqu -lie estabetecimento.
Sr. eng nh iro Bacal da Coinpanhia li scife
Drainage. -Em resposta ao vosso oficio de (i
ido membro do Supremo | Uezembro ultimo, deelaro-vos qua es appa-
Francisco r''""s clandestinamente colocados no predio
i intra ua ns. -7 e .'.i. ni. de tfebastio Lopes
' o \v:n s -r 011 r tirad is ou sulistitu I >s por oli-
da Com lanhia sobre vossa fiscausas&o,
cu o prego ser cobrado d 1 acc >rd 1 com o ar>.
11 d e mtraclo em vigor, sendo qu 1, quando
segunda part- !o cita I > oficio, ja este g > ver no
piiivid "ic'n.u peo qae vos dirigi era25 da
Abril d.corren! aun;'.
- Ao prefeito do municipio de Jaboatao.
Rogo vos qu: providenciis aiiai de que seja
e itregue a reparticao das Obras Publicas acasa
de barre iro de Horraos, actualmente entregue
a esse municipio, moa vez qu-: a m roa torna-
se 1:-c :ssana i consenra$ao da estrada publica
da Victoria.
Ao commandante do Corpo Policial.
M mi u e oglar era ordem do da j si.r.riiio do
corpo do vosso caminando Divid (lomes 1 1 Ha-
galbaea pelo procedimiento constante do oficio
aqu junto por copia, que em 1 de .arco ult1-
mo dirigin-me o delegado de polica :o muni-
cipio de Triu npln.
Buonos-Avres, 9 de Agosto.
Chegaram Corrientes fgidos o coro-
nel Vasco Martins e 2;0 revoltosos bra-
zileiros.
O coronel Vasco declarou : que o resto
da d viso, de jo homens, estava empre-
gado n'uma coudelaria no Iguass; que
condemna Gurriercindo Saraiva por ter
dividido o exercito; e que elle Vasco c a
sua gente chegaram tacs pri vaciles, que
f or; "i o : igados comer os cavallos e as
mua- ic transportavam as muniedes,
que iam abandonando pelo caminho.
jllilill 1 llinm. j) de Agosto.
Deram-se aqui 2 casos de cholera-mor-
bus, e -2 em Maestricht.
WBTEOFFICIAL
Govcrno to Estado de Pcrnam-
buco
E.;jel,en'e da din 25 de Janho de S'Jl
Act 18
0 governaior do Estado, resolve nomear o
baebarel lista de Miranda Souza Go-
me::. [ 11 a cargo de promotor publico
do municipio le rscarat, devendo assumir o
axerci :io no | 0 das.
O governador d 1 Estado, resolve noraear
o bach ir il Ern sto Vieira Santos, pira exercer
c le promotor puolico do municipio de
Palm 1 ido assumir o exerricio no pra-
so de 15 di
Olli
Ao Dr. prefeito do municipio do Recife. -l'ego-
vos '|n r 'vi lencieis para que o commatulun-
te ta'..:i..i- .a municipal, oavin-lo o sargento
conm indi nte da guarda do diatricto de Santo
Amar- d nforme sobre o assumpto
do o:'l 1 i), I 1 r. questor, n. ii i
12 do or
i ente di l)r. Secretario
OfliciOS :
AoFr. Dr. qo cia!.-(i Exm Sr. Dr.
governador do Estad 1, u ind communicar-ros
que approvou boje a proposta c >ns:ante de
vosso oficio n. 336, de i lo co.rente.
Ao Dr.juiz de direito do municipio de Ta-
carat0 BxUL Sr Dr.'governador do Estado,
manda communcar-vos, que, por acto de SO do
crreme, demitlio, b.'m do servico publico,
do cargo de promotor pub'ico lessj municipio,
issocieis lemonslracio de pezar pelo m
busto passamonto do Sr Sadi-Garnot, presi-
ieote da Repblica Praoeaza, expedindo a ne-
cessaria ordem no sentido de ser conservado,
em funeral n'esse Instituto, durante o espag
de 7 dias, o pavilhao Nacional.
A'i/i.' me do din :'~ de Junhude 89 '
Oficios :
Ao Dr. presidente do Superior Tribunil de
Justica. Transmlttiodo-vo em original o of-
ficio junto em que o Juta districtal do muni-
cipio iie liom Conselho consulta si pode ser o
acto de um casunento civil presidido pelojuiz
de llrtrtcto, icmo de um dos contraheates, re-
couiinendo vos queouvuido osse Tribunal, ernit-
11 sobre o assompto o vosso parecer.
Exucdii-nle do Dr. Secret trio
Oficios:
Y o Sr. !):. presidente do Superior Tribunal
de Jusiica. -O Exm. Sr. Dr. governador do Es-
tado manda recommendar-vos que devolvaos,
rom urgencia, e devidamente informada, a pe-
tico d ) sentenciado Cypriano iiias do Espirito
Santo, a quil vos foi eiviada por despacoo de
i" de Marco do anuo pissado.
Ao Dr. Questor i' licial. -O Exm. Sr. Dr.
governador do Estado, recommenda i|ue info>
11 que daia loi approra lo 1 contracto ce-
1 ibrado com SebastiS 1 :; / irra ile Albuquer-
que. par.i aluguel da ea-a que servia de prfsfto
e quartel 11 > fugar Uat iltia d > municipio de
Muribec 1 durante o periodo de Junho de 1880 a
J11II10 de 1886.
A" Dr. director das Obras Publicas. -O
Exm. Sr. Dr. governador do Estado, manda
recomuieudar-vos qu.', com a mxima brevi-
da le, e de accordo r.o 11 o< dados de que di.s
pe essa repartico, seja examinada a inclusa
tabella reguladora da sub-tltuiro dos juizes de
dirsito d'esle Estado, fa/.endo-'se n ella as cor-
recces de que por ventura se resinta. cum-
pruido notar que na designacao dos municipios
mais prximos deve se ter particularmente em
vista a facilidade de commuiicagao.
Ao commandante do Corpo Policial. -O
Exm. Sr. Dr. gov rnador do E-tado, manda
transniittii'-vos o ollicio 11. 037 de 20 de M irgo
lindo do vosso antecessor am de que declaris
o que ocorre anda a respeilo do assumpto de
que traton esse oficial.
- Ao Prefeito 00 municipio de Taquaretinga.
De ordem do Exm. Sr. r. go"ernador do
Estado, remelto-vos inclusos alguns exempla-
res da le n. io de 14 de Novembro de 1891,
conforme solicitasles em oficio n. 53 de 19 do
correte, que tica assim resnondido.
Mano l Air 1 ; 1 Furreira, sentenciado, pidiu-
do perd&o. -Informe o Dr. juu de direito do
municipio da Victoria, mandando juntaros do-
ciim :uios "\i:i tus peios irts. Se 3 do lecreto
1. i. de s de larc 1 le I 1
HanoeJ Bento da Silva, sentenciado, pedindo
com autacto da pena que llie foi imposta pelo
jury do municipio de JaboaUo.Informe o Dr.
juiz de direito do municipio de Jaboatao, man-
dando juntar os documentos de que tratamos
artigos t e 3 do decreto 11. ,~ty> de 48de Mar-
eo de IK60.
Mana Nicaci.i de Jess Coelho, professora
publica em dispombilidi le. pedind > pagamen-
Oomingos Pinto de l'r.itas.Informe o Sr. A mai0ri dos joroaes lisbonenses, referiodo-
Dr. alministrailor da llecebedona. [ as negociaedes qoe o g07erno eocetoa com o
llamos Geppert & U.-\ olte a Recebadona da A'iemaoha 3 bre esse assompto a'.m-se
para declarar a que exerciciQ se refere a col-
[ecta de que se trata.
Joaquim Jos de Arajo. -Volte Rcccbedo-
ria para infirmar se nos ejercicios anteriores
ao de 1831 estava o p dicionario as cundicOes
da I i 11. i"'ii. e'mencionados os ditos exerci-
cios.
Jofio Valeriano da Trindade. Deferido, aflu
d i ser considerado isento de decima o pre lio
n. 1, ra do Coronel Apolonio da reguezia
da (iraca relativamente aos exercicios de 1890
lo de venc neiitos a qucscjulga com direito, a 1891, visto ler-s; rerifleado qu: nos ditos
de Maio de : 93 a Abril de i 9i. It on ti lo ao exercicios estava o dito predio completamente
prefeito do launicip o de Nazareth pata infor- arruinado.
mar. Jo iquim Lui/. da Silva.Deferido, atim de ser
Nicanor Presciliati) da Cunha Soulo Maior, considerada tsenta de decima a sua casa n. 14'
escrivao di c >ll ictoria de Dom Jar lim, pedio- Bita ra da "uio freguezia da Vanea, a con-
t pagamento da quantia de 477, que se
ailia em exercicio lindo, e proveniente da por-
Centagem de "; sobre a arrecadago por :lle
elTectuaija no periodo de *5de Julbo a '.1 de
I)'/, "nbro prximo lindo -Informe o Dr. ins
pecl ir do Thesooro do Estado.
tar do exercicio de 1381, de acord com a lei
n. '344 e art. I. g i4 da lei D.125.
Jos Piaubilino Gomes de Mello. -Defer lo,
atim de nao licar dependente o recolhimeato
de imposto de transmiss&O de proprieda 1 de-
vido ao Estado, de pagamento de imposto iden-

DLSSTIM
l


. B -
?3
p os

HOIISPIS
1 iV
OITAVA PARTE
. :gndo waterloo
IB
A estrella brillia
(Continuaco)
A Sra. 'lu Croy, apazar de Ihe parece-
rem iqpteH as seg-uran9as que ape-
nas ivam em presentituentos, teve
omtu 1 > dt3 cheo-ar conviccao de que
B60 con ;iiira abalar a resolu5ao de seu
nuarirl' Nao cOntinuou, portanto, com
inute:? instancias. Resigrioti-se, pois, e
mosti iw tranquilla, comquanto se sen-
tiste iespedacMa pela inquietado.
Corno sabemos, o encontr fra fixailo
"para as setc horas, entrada do bo*qne
de Vinceiines.
Heorique/cujo coup era dos maiores,
propuzera aus Srs. d'Audival e de Cha-
aelles !eval-os comsigo ; as duas testemu-
nbas lir.h.i.a aceitado. A's cinco horas e
uro quartd ordenou Haurique qui appare-
1 bastem ; s cinco e meia chegaram os
Expediente do lir. Secretario
Oflicios :
Ao Dr. Questor Policial.S. Exc o Sr. Dr.
Governador do Estado recommenda que duran-
te sete dias as repartieres a vosso carao con-
servem us respectivas baudeiras em funeral pelo
infausto passfin into do Sr. Sadi-Carnot, prosi-
dente da Repblica Franciza
Ao comina'd.nie uo Corpo Policial. O
Exm. Sr. Dr Uovernidor do Estado recom-
inend: que durante sete dias se conservera em
fon ral a batidora do quartel do corpo sob vos-
so conimando em dem mstracAo de peiar pelo
maoslo passiinnlo do Sr. Sa li-Camol, presi-
dente da Hepublica Eianceza.
Igual as de inais repartiges do Estado.
Ao r. inspector do lliesou O do Estado.
s. Exc. 0 Sr. r. Governador do Estado auto-
nsa-vos a contratar .es com Antonio Joao de
Araujo a construccSo de vinle carreras pura o
trrico de transporte de lixo :a cidade, confor-
i.e slicilou o Dr. Director Geral das Obras Pu-
blicas e de ac 'ordo com as bases annexas do
seu ollicio 11 30 de 9 do correte, que vos en-
vi por copia.
Ao Dr Inspector do Thesouro.S. Ex o
Sr. Dr. tlovercador do Estado, manda co i.rauni-
Cir-vcs, que em 20 do correte o Baebarel Joo
Cbacon reassuinio o exercicio do cargo de pro-
motor pualico do municipio de Garanruns.
Ao mesmo O Exm. Sr. Dr Governador
do Estado manda coramunicar-vos que, em l
do corrale, o baebarel Luiz Darb.illio Uena
Cavaleanli, juiz de direito do municipio de
Uuipapj., entrou no gozo da licenca de dous
ni es, com ordenado, que Ihe foi concedida por
portara de 9 do mesmo mez.
Ao Dr. director geral das Obras Publicas
S. Exc o Sr. Dr. Governador do Estado
manda communicar em respo ta ao vosso olli-
cio n 41 d: 23 da Maio proxi r.o passado que
Qesta data piovidenciou atim deque seja en-
trege a essa Hepurtico a casi da barreira de
Morenos, actualmente em poder da municipali-
dad!: de Jaboalao.
Ao mesmo.S. Exc. 0 Sr. Dr. Governa-
dor Jo Esta lo muida communicar para vosso I 30 annos de servico devida ao seu tinado pai
conbecimenlo e devidos i'uis, que nesla data, Informe o Dr. inspector do Thesouro do Es-
ou as bases annexas ao vosso ollicio talo.
11 o) de 9 do correte e autonsou o Thesouro Julio Pereira Mattoso, 2. sargento do esqua-
do Esta lo a contraclar com AntoniojJos de dro de cavallara estadual, pedindo sua apo-
Araujo a ronstruero de 29 carrogas destnalas: sentadoria. Remedido a junta medica do Esla-
ao servico de remoeo de lixo la cidade. do a quera o peticionario se apresentar aflffl
Ao Dr. juiz de direito do 4* Districto Cri-l de ser inspeccionado.
ininal O Exm. Sr. Dr. Governador do Estado liacharel Joio liarro.:o de Mello, pe lindo exo-
rnan la C'jmtiiuiiicar-vos que nesta data foram nerago do lunar de secretario do presidio de
dadas as providencias necessanas atim de ser Fernando de Noronha. -Sim.
satisfeilaa requisicao constante do vosso oIB- Bacharel Jos Alves Lima, offlcial da secre-
Prealle .t <;., pedinlo pagamento da quantia tico municinal, que cobrado irregularmente.
Vi' 3 ()0, proveniente dos instrumentos qu 1 ven-
den para 0 corpo policial. -Informe o comman-
dante do corpo policial.
W illri'd \I inteiro. pedindo theatro il 1 San-
ta izabel aiiii de realisar um espectculo no
da de Agosto.Concedo para o da i5 do
crrente, medante a contribuir o do eslvlo.
- Eia 7 -
Alfredo o lorico d : Seixas e silva, guarda de
Patricio J. Tavares de Vasconcellos. Deferi-
do, atim de seren feitas as necessarias publica-
poes de accordo com o despacho desta junta de
11 de Agosto de 1892.
llenrique Tavares.Deferido, al'un de ser con-
side id > irresponsavel pelos dbitos dos ante-
riores inquilinos do predio n. 2, sita praca
Dezesete.
Joaquina Laura Pessoa.Deferido, afira de
x* classe da Casa de Detenco, pedindo i0 dias ser considerada irrepoosavel pelos dbitos dos
de licenca. -Reqaaira por intermedio do Dr. anteriores inquilinos do predio n. 24 .1 ra do
questor policial. Padre Nobrega aquelle que nelle se estabele-
lus rneotouio Dorningues, proprietario da cer.
cisa sita a ruado Bao de 3. Borja n. t pedio-1 Pedro Chagas Moira Lima.-Deferido, afim Je
do para que o sen reqoerloiento seja informa-. ser considerado irresponsavel pelos dbitos dos
do pela rjparticao dos Obras Publicas.Infor- anteriores inquilinos do predio silo estacSo de
me o Sr. Dr. director geral das Obras Publi- lOlioda da comarca do Cabo em que tuve esta-
cas, beleciuiento.
Despachos do dia 0 de Agosl de 1804
Abaixo asignados empregados da repartico
de hygiene, pedindo o augmento de i5 % sobre
os seus vencimenlos -Informe o Dr. inspector
do fhesmro do Estado.
Bernardo Jos de Parias, sentenciado, pe-
dindo perdo. -Ao Sr. r. presidente do Supe-
rior Tribunal de Justica !o Estado para mandar
cumpnr o despacho supra, era vista da iofor-
mac&o do uiz de direito.
Ferrcira Rodrigues & C. replicando do des-
pacho que os considerou collectados como pro-
pietarios de deposito de kerosene. Informe o
r. inspector do '1 esouro do Estado.
Henry Forster & C, recorreniio do despacio
do Thesouro que indeferio sua pelicao em a qual
solicitavam a restituico da quantia de......
7:3395764. -Dirijam-se ao poder legislativo.
Jos Pacheco de Menezes, pedindo o theatro
Santa I/.ab'-l para realisar um espectculo no
dia H de Agosto vindouro.Sira, mediante a
contribuicao do estylo.
Jos Ferreira da Silva Lima.-Ao Dr. inspec-
tor do Thesouro do Estado para informar.
Baebarel Jos Wanderlev Vieira 'la Cunha,
adjunto do procurador dos f eitos da fazenda do
Estado do municipio de Goyanna, pedindo par
que se;a declarado se osupplicant: deve ou nao
perceber os 5 /0 que Ihe sao dados as dividas
activas arrecadadas por seu intermedio. Infor-
me o Dr. inspector do Thesouro do Estado.
Baebarel Arlhur Barbalho Ucha Cavalcante,
pedindo pagamento da gratificagao de mais de
Joao Ferreira da Silva, soldado do corpo po-
licial, pedindo sua ex misa, visto ae|iar-se 1111-
possibihtado de continuar .1 prestar servico no
iiiesmo. Remeltido ajunli medica do Estado
a quera o peticionario se apresentar atim de
ser inspeccionado
M.inoel Francisco de Souza, sentenciado, pe-
dindo perdo. Informa o r. jui/. de direito do
municipio de Garuar, mandando juut r os do-
cumentos de qu- tratamos arts. 2 e 3 do decre-
to 11. 25 '1 de k de Marco de I8S0.
Secretaria do Governo do Estado de l'ernam-
buco, 9 de Agosto de 1894.
O p>rtero interino,
A. da Fonseca.
ci > de bonlem dnlado-
Ao mesmo O Exm Sr. Dr. Governa-
dor do Estado manda cjraniunicar-vos que n;s-
!a data providenciou no sentido de ser salisfei-
to o que solicitostee em olficios de 4 e 22 do
correte.
Srs. d"Auc'ival e de Chazelles, acompa-
nhados de um cirurgio.
as circumstancias, como esta em
que uos acharaos hoje, disse Henrique,
preferivel adiautarrao-nos a demorarmo-
nos. Parece-me que nao fariainos mal,
se noe puzessemosj a caminho... Nao
s5o desta opinio, raeus senhores ?
As testera unhas responderam affirmati-
vamente.
11 Sr. de Croy entrou no quarto de
Bartha, e trocou cora ella mais um beijo
ainda.
taria da Junta Commertal, pedindo para que se
offlcie ao Thesouro do Estado, declarando nao
estar 1 supplicante sujeito a tirar titulo de no
meacao de secretario interiao e poder receber
os vencimenlos a que se julga com direito.-De-
ferido, cora ollicio do inspector do Thesouro.
teza, fal-os-hiam sorrir, e nem de leve os
convencera. Mas os factos hilo de ser
pro va. .. e vero se eu tinha razao...
Juro-lhe, meu caro conde, disse o
Sr. de Cha/elles, que todos nos desejamos
ardentetnente que o resultado do combate
confirme as suas palavras.
Depois a conversacao mudou de as-
sumpto, tornou-se alegre e animada, cousa
asss rara entre pessoas que v5o, urnas
arriscar a vida, outras assistir a to san-
guinolenta partida.
Raro, principalmente, quando o raoti-
yaoslJiru Policial
2.' Secc N. > -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 9 da
1 de 1691.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barboza Lima,
mui digno governador do Estado.
Participo-v s quehontem f 1 apenas recolhi-
lo a Casa de Detenco m tilia ordem, o indi-
viduo donme Alfredo da Silva Guimares
para averiguaces policiaca.
Corainunicou-me o Dr. promotor publico
do municipio de Palmares que em companhia
1I0 Dr. juiz do i" districto municipal, procedeu
no dia 2 do frrente, a visi'.a da cadeia daquel-
la cidade, sende nella encontrados doze pre-
sos, todo processados, os quaes nenhuma re-
lamai;o lizeram, notando, i.orm, o referido
prora ilor que a cadeia pequea e o seu esta-
do sanitario rao, pelo que julga necessario a
sua mudanza par 1 outro predio que oflfereca
x.'dhores coodicoes.
lelo subdelegado da freguezia le S'.nto
Antonio foram liontem remettidas ao Dr. 1 p-o-
moto" pubpco da capial, as diligencias policiaes
a que proc deu contra Heliodoro dos Santos,
por baver no dia 18 do mez findo, ferido cora
nina laca a a Haoool Nanas da Silva.
Saude e Fraternulade.
'1 questor,
Julio de.Helio Filho.
Baroneza de Morenos.Deferido, atim de se-
rem averbadas as apolices de que se Irata, era
seu nome.
Lop.s Albeiro & CNada ha que deferir era
vista da infurraaco da Recebedoria, da qual
consta que os recorrentes nao foram collectados
na classe n. 2.
Martins Fiuza & G. Nega-se provimenlo ao
recurso era vista da informaco da Recebedo-
ria.
Adelino Celestino de Mendonca. -Deferido,
de accordo com o parecer do Dr. procurador fis-
cal.
Joo Carlos Pereira da Silva, Dr. Antonio B.
da Silva Maia a baebarel Estanislao Lardoso.
Restitua-se.
Recebedoria di Estado de Per-
auibueo
Despachos do dia 9 de Agosto de 1891
Joo Ribeiro Guimares e Pedro Augusto da
Silva ProaInforme a t" seeco-
Saldanha Sobrinho &C.-A'l." seeco para
os devidos tins.
Manoel Francisco de Souza.Geriifique-se.
Joo da Silva Santos Filho e Mariana Annun-
ciada da Silva Santos. -Certifiqese
Companhia Recifense de Panificaco. -Infor-
me a 1.* sec8o.
Sabino Olegario Ludgero Pinho, Francisco
Pa? de Almeida e otficio do Dr procurador
fiscal.
0 porteiro,
Uustidio li. da Silva (iinare*.
EXTERIOR
de Per-
Thesouro do Estado
na lilil' o
/) tpaehot do dia 9 de Agotto de 1891
Servla Cleomena Ferreira e Silva.Jos Jorge
Lobo de Carvalho, Companhia de Limoeiro,
Abaixo assignados empregados da lurainaco
publica e Alexandre Braga. -Informe o Sr. Dr.
coniador.
Arlhur Ribeiro Romi. Volte ao Sr. Dr. con-
tador para aguardar a dociso de S. Exc. o Sr.
Dr. Givernaior a resppito do otHcio do cora-
mandante de polica de 3 do corrente.
Mara Theodorica do Reg. -Ao Sr. Dr. con-
tador para mandar esrripturar.
Juv'iial da Cuaba Antones, Luiz Pereira de
Oliveira Paria e Mara Carolina le Figueiredo.
Haja vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
Manoel Gomes de Allraqui-rque. Suisfaca a
exigencia do Sr. r. procurador fiscal.
EUROPA.
Portugal
Qoestao do KioogaSi'.uacSo do
convenio da companhia Beal dos
CTiloos de Ierro poruigaetes0
livro do Sr. MobopICong efso re
pablicanoSobsii'otcSo de divisa
navalLe Revoil Bretn e a repre-
-eniago portnuezd no fonernl do
Sr. Carnoi-Revoluco de Setem- na mezeg, e parece-lbe multo natural, que la
broJoo de Deas em Alcobaca
Em'g-aco Japoneza para o Brasil.
Omena-io de Santo Antonio.
P-ncesso pela faga d. 3 insurrectos
bra8leiros e a cuavivencia de um
consol portogeezJornalistas por-
togueies e o re da B?lgii*a0 ri
da maturegaeumooJ.'O tvpo pjur
rire- O gove-bo e o d8vlo A\ ren-
da do <"eotenario benriqnlno.Si-
loaco da praga ,de Lisboa.Noti-
cias do Porto.
Tem dado qae fazer a impreosa a questao su-
perveniente de Kiooga, cuj oceupacio os alle-
mes acabam de rfalisa'.
pensar em continuar na carruagera o ca- mente, abri a portinhola, e os quatro
_-_i.. -..i .11: _:* metteram-se inmediatamente no trem.
Depois metteu-se na carruagem, eo'vodo combate era to grave como aquelle
cocheiro allou aos cavallos, que partiram que impellia o conde de Croy.
:;om a rapidez necessaria para chegarem
ao ponto ajustado muito antes da hora
combinada.
Na verdade, disse Henrique sorrin-
do-se, ao passo que a carruagem rodara
sem ruido pelo mac-adam dos boulevards,
nao sei se realmeate leal da mnha par-
te, ter hoje um duello. .
E porque?
Ora, pela raesma razo que faz com
que um jogador trapacete quando aposta
a ganbo corto...
Ter o conde, por acaso, exclaraou
o Sr. d'Audival, algumas daquellas 00-
ctas secretas e infalliveis, tanto em moda
no tempo de Henrique III ?
Nao, reaxmente... respondeu Hen-
rique.
Comtudo, parece ter certeza de ma-
tar aquelle canalha de Renato.
De matal-o Nem por sombras...
Mas sim de nao ser morto por elle.
Mas emfira, porque que tem essa
certeza ? Bem sabe que nao bi duello que
nao seja um jogo de azar,..
- Nao posso explicar-me melhor.
Os Srs. de Chazelles e d'Audival adini-
ravam a extraordinaria tranquillidade e
seguranca de Henrique; e sem que o pen-
sassem entraram a participar da confanca
que o aspecto e o olhar do conde rerela-
vam.
A carruagem chegou barreira do
Throno, sem que a velocidade da parelha
diminuisse.
De sbito ouvio-se um estalo, o acto
continuo tombou para um lado a carrua-
gem. O cocheiro intentou susler a pare-
lha, mas nao o pode conseguir com bas-
tante presteza para bstar que a carrua-
gem tombasse cada vez mais, e que afinal
cabase inteiramente para o lado di-
reito.
Quebrou-se o eixo e soltra-se urna das
rodas. Fra urna queda benigna e com-
pletamente inoffensiva.
Salvo o trem, ninguem soffrau.
Henrique, as suas testemunhas e o ci-
rurgio sahiram da carruagem e exami-
naran! o eixo e a roda.
O transtorno n5o era dos que se reme-
minh at all feitc,
O peior se esta infelicidade nos faz
demorar I exclamou o Sr. de Croy. .
E lancou a vista pela estrada, tanto
iara diante como para traz, mas aquella
lora matinal nao se via ainda nem Sa-
cre, nem citadjne, era trein de especie
alg-uma.
Varaos, raeus senhores, disse Hen-
rique ; encaremos isto resolutamente...
Continuemos o nosso caminho a p... e
com bom passo... Nao quero que o Sr.
de Savenay possa dizer que o fizemos es-
perar I
Vamos... disse o Sr. de Chazelles.
O Sr. d'Audival foi buscar ao coup as
espadas e urna caixa de pistolas que ti-
niiam levado para o que pudesse bucce-
der, e metiendo debaixo do braco os in-
strumentos mortferos fez-se a caminho,
com os out.-os tres personagens.
III
A porta do bosque
Dentro em pouco, e como se um acaso
providencial viesse em auxilio do Sr. de
Croy, appareceu ao louge urna carrua-
gem vinda do lado da barreira. Era urna
citadine que vinha ao trote de duas ma-
gras peras, e que tinha o numero .99
Ola, cocheiro, gritou de Chazelles,
apenas a citadine chegou ao alcance da
voz.
Lvou... l vou... patrio, res-
pondeu o automedonte, cingindo a pare-
lha com urna vigorosa ohicotada, o que
aqui para nos nao.deu grande resultado.
A citadine parou junto do grupo.
As razes em que se apoia a mnha cer- deiam nrum instante. Nao era possvel cocheiro apeou-se da alroofada solicita-
Quer por corrida ou s horas, pa-
tro ? perguntou o cocheiro levantando o
estribo.
A's horas.
Basta ; faz iavor de me dizer aonde
vamos ?
A' entrada do bosque de Vincen-
nes.
O cocheiro relanceou a vista para as
espadas mal oceultas pelas pregas d'uraa
capa e murmurou :
Percebo.. -
Olhe, preciso, proseguio Henrique,
ir depressa.
Esteja descancado, patro Havemos
de ir que nem lords. As peras ainda
nao trabalharam hoje, e estao frescas que
mal as posso couter.
E o cocheiro da citadine que tinha o n.
799 subi para a almofada, fez voltar a
parelha, cujo mesquinho aspecto dava es-
trondoso desmentido s fallazes palavras
proferidas.
Com effeito, a parelha, to ardente no
dizer do cocheiro, parti n'am trote des-
igual e sacudido, capaz de impeilir ao
furor quaesquer pessoas apressadas.
Esta impaciencia ia chegando j ao pa-
roxismo, quando adiante da citadine pas-
sou um coup que Henrique e as suas tes-
temunhas logo reconhecerara. Era o de
Renato.
Os cavallos pareciam devorar o espaco,
Henrique deitou a cabeca fra da porti-
nhola.
Tem mil francos, ouve ? gritou elle
para o cocheiro... Tem mil francos se
consegue seguir aquella carruagem, e
chegar a o mesmo tempo que lla!
Mil francos 1 repetio o cocheiro.
cono-ria reserva pira nao estorvar o xito das
sesmas ueguciacoes- T 'avia, dizem qoe estas
acbam-se bem eocamiohadas, e a aoluco bao
tdMara en apoarecer de modo satisfactorio.
A occupacS> da babia de Kionga, por urna es-
qu id'dna de cinco navios de guerra :a!lemae3,6
am facto, e T..r'e j o coolirmon.
U proueaimeuto da AllemanOa, nota o Jornal
do Comn-rcio, ex-.ede me, norque urna cla-
ra, mande*.a e brnialissima v;alagao do tratado
eio que tila reconbeCra te'jainaotemenle,
qu.ot as o H)vu na cocho limite septentri-
onal di no.isa p ssesso africana oriental; mas,
com.) Ibe consta*st, que bavia por l algnm car-
rio, deu tratados, adeos lealdade das nacOes,
a leus respeilo dos fortes pelos fracos, adeos ta*
do o mais, e rotupeu com cinco coaracados pela
.". us: 1 dentro, p ."a Implantar a baadeirager-
mnica.
Disg'acailo paz I
De rediu, nao accasamos o governo, nem Ihe
intimamos neoaun P'oceijmeato. 0 qae pode
ell- '!.r-i s coupacados da Allemaoba ?
Dizem os seos orgSos, qaa elleesi... a ae-
gonar.
Hig, refl^ctindo bem, qoe ha de elle negociar?
Que ao eatretii novus cooracados n'uma ou-
tro bab a ?
S6 ee fflr iso I
Desgranada paiz. a que nem ao menos res taj
a erg a para convidar o ministro de S- M.
nilh-rrae II a Ir gozar para Berlim as glorias
do granie feto militar, de ci.ico couracados
prossianos tomando ama babia portueuea, on-
de nao Oav a seqaer... cdco candas I .
_ Sjbre os territrios adjacent-s 1 babia de
K ooga tero a Allemaoba,dois tratados; om re-
conhecido cor tolas a^ oacOes earop>ias com o
sult&o ie Za-nzlbar, qoe eotragoa ao orotecto-
r. I j ullemo toda a costa para o norte da liaba
media da bshia de Tongae, qae dea ao sol de
KioQgi, perpeadicolarmeote cosa ; e outro,
eai que eaira Portugal, recoobecido igualmente
Dor 'oda a Europa, pelo qual o limite das in-
(laenci j allem e portaKoeta na costa o rio
Rjvama, qae demora ao none de Kiooga.
0 a de si evidente qae este tratado prevale-
o sobre o p"imeirp, e alm de prender a Alle-
maoba a Portaiial. soccede qoe os territorios
dos ie Rivuma ate Taa^ae sempre foram dispu-
tados por Portugal ao sallo de Zinz bar, a^
qoe, tendo sido oceupaJo por portoguezes o Tur>
eae, aquelle saliao velo a reconbe.cer os seas d-
reitos. e portaato oo poda ceder a Allemanba
o qae nao era -en, nem pode esta .reivindicar o
qae por tratado recoabeceo ser de PortoKal, e o
qae tem este oceupado mansamente, desde lem-
pos.
Demai--, ao mappa da provincia de Mogambi-
qae, publicado pela commissio de ca'tograpbia,
enci-oiM-se logo uo alto o nome d'easa babia,
sendo at a pnmeira dencmiaaco geograpbica
qoe se l na costa portugoeza e accresc qae
do mesmo mappa v-se qoe a babia deKi.nga
da como nicago para as minas de carvo si-
tuadas em territorios port igoezes entre o rio
Luyen ia ou Loindo, o Rovuma e o M'salo, mi-
nas que os allemes preieudem ter descoberto,
e por so se jaigam com direito a ellas.
B' impo9ivel sxpl'car-se as raxOes das pre-
lea^oes allemes, nem comprebende-se oom a
Allemanba proclesse violeoiamenie a oceupa*
ga 1 ae Kiooga sem nenboma especie de prevea-
cao.
Sabe-se, po'm, qu boje em dia predomina o
direito da fo-ca, e nao ignorase qoe a tcal-
menle grande a fraqueza de Portugal oas cban-
echaras eoropeiae ; mas ainda assim casta a
crer, qae ama nacSo civillsada osasse da riolea-
cia cootra oatra sem as coobecidas praxes di-
plomticas, qoe preced m taes acto, como sao
os ultimtum, a dedaregio de guerra, etc.de
sorte qae as negociagOes relativas ao incidente
contmnam no mesmo p, desconbec n 10 o go-
verno portogoez por emqoaoto 01 motivos qae
levaram oqoetla nago a apropriar se de am do-
minio qae maoifestamente loe nao pertence.
U ca folln oe Lisboa qaer ver no (acto ama
intriga tramada em Zanzbar, e neate pensamen-
to a t'iouea ao regalo de Kiooga, e ao a que
e-te rabe, tendo prop-iedades no territorio al-
icmo ao corte do R-vama, para elle se retiroa,
iiriuica-sc algama tratantada das suas, cedendo
AUemaona territorios na baha de Kiooga.
Este facto oo da razai ao imperio, o qual
pela coovengo de 1886 se obrigoa a nao exe>
>r soberana oemesleoer a espbera da sua io-
floencia para o -ui 00 Revama, mas pode ser a
explicaco doa factos occorrldos, sobre todo
quando se alenda s Intrigas de Zimzibar e a
ndole dos rabes.
B, accreaceota a mesma folba, de attender
tamben ao nosso desleixo, porque, se tivessem
sido seguidas as lnaicag6es do benemrito go-
vernad r D. Mezquita Gaimares para qu> se
est'belecesse am fo-tim prximo da foi do Ro-
vum? e am posto f rtibeado em Kiooga, nao euc-
cedera naturalmente nada do que saccedeo.
Mil francos, sim...
laso chalaca t
N3o, serio... tenho-os aqui no
bolso para lh'os dar, se souber ganhal-os.
be os ganhar Mas que eu quero
ganhal-os, e hei de ganhal-os .' Mil fran-
cos V, vamos Biche, v Cocotte .'.....
V, que apanhara urna fartadelia Mil
francos Irra Que isto nito assim qnal
quer cousa !
E o cocheiro largando as redeas para
empunhar o chicote s maos ambas, dea-
atou pancadaria na magra espinha dos
pobres animaos.
Baldados esforcos Os mil francos pro-
metidos estimulavam desmedidamente o
ardor do cocheiro, mas o que nao podiam.
infelizmente era dar pernas novas s inf3- j
lizes pilecas.
Debaixo daquella saraivada de chico-
tadas nilo caminhavam nem mais nem
menos depressa. O cocheiro parti o chi-
cote e teve de renunciar com a mxima
desesperaco recompensa enorme, to
inopinada e generosamente offarecida.
Vamos vamos! murmurou Henri-
que cOm febril impaciencia ; deste modo
nao conseguimos chegar !
Ao passo que isto occorria na estrada
real, tomemos conhecimen.o dos factos que
se davam entrada do bosque de Vin-
cennes.
Pouco mais >u menos urna hora antea,
tinham chegado porta do bosque dous
personagens, cora cinco minutos de dis-
tancia um do outro.










C^ntinx.
'1

"N
V


- A
Diario de Pernamboco Sextefclra JOsSc l^nto le II81*4
*"M ti 6-HlB*-B*1e frtilo*e*>ilbe*>
aT Mcr-tarta d marioha quaotolde atil e sensa
fjfllue envi *. do ItniHr e pru-
-tt^fe'aSSfSS' obrlgacio-etas dos
amtnhoe da ferro.eoriaRoe.eB irlgl.iiim m*
Smnaam aos portadorea qne anda eao reao-
5S sena .ituloa para a acceitagllatio con-
jfr-jMn eatio em Lisboa 301.317 aaslbesSes
n convenio, correapeodeoies a ootraix- tantas
Snaacoes no valor aomioal de 29.00vC3oios,
geBdo esperadas a cada ocneoto aa.edbeses
ec luidas pelos bancos de Paris nodiversos He
partaooentoB da Franja.
A conipaobia tena aasagnrada a approvago do
convenio. E' porm. ainda dovidoao se esa
Bcrovacaa poder ser homologada oo non do
ari i eiro prato de Itea .mezes, qae termina nc
> 4 de Setambro -prximo. Para Isso sena
Mfessario que dona tercos dos obruaciomsias
nrovaasem e convenio t nio se sabe se tal re-
ailado se podera conseguir, tanlo mala qae a
Allemanba tem enviado adheisOea da pequea
"paSTapprovacao, no nm do eegundo praio
. ia fra de davida qae ba maioria anso-
, ""iu^iimii i *___i"^ H'4-
torteas -fot dato a estampa em Madn om ln-
Kuante livo, de que e autor u Sr. Snchez
E" erudito ercripior e caihearat.co da ht.
"ton geral e bebpannola na Universidad* (co-
tral da meama capital. _*. *
v nai volsme caporalmente consgralo a
awampios portogeeaea e que por esse faci nio
cSde aetxar de interesan a PoMBa po a com
noticias valiosas e-documectos importantes rec-
tfica factos ioexactoa, qoe al gora iran; tado sum correccao na censura e que s6 existi-
r pela injusta malqaereoca das duas me-a
*SPeg6Dliavro emprega o Sr. Maque! todaana
actividad em rectificar e afastar todos os obstas
cotos que no camtobo Ittierirl -hirtonco tem ira
Mide a approxtoaacio e ottmidtde doa daos
ovos hspameos; app'oxmagao e nnmidado
Sontos e necessarlas qnano, como nos exiodo-
do Sr. gauchea HoqmI, 6 se procura o aflate
a harmona, propnoa enire irmaoa e.va loboa
aalvaa sempre ae respectivas '^ee0'1ie^"8.p(;:
StCia a peos uaicoa mema agora e a^mpr os
do amor, da veidade e da jastiga.
O parecer da R.-al Academia de Historia o
mais lisoogeiro possivel, e pelas epreuacOea
ne lai do trabalbo, glorifica as Reparages
Btttoricas. do Sr. Sanche. Mogoel, o unigo
^1P0'pSo'r'epublicano reali.a em Lime.
m eengresso qne lol convocado para o me- de
*!?^nff'p-to da critica da impreca a
orlara que o Diario do overoo poblicou
to dtaa, esiabeleceudo nina nova divisa p
manta em suostttuigo do expressivo
Meaaes Leal doa vereoa da
toraalttrttM acerca da tmprensa portuguesa, dea-
pedio-se com um aflectueso dkake han 1, dl-
zaada-lbe que da multa ympathia que liaba
p.T Porlugal era peniur o irazer- fue eentia de
oa ver em ama casa.
t- Na sacbriaiia da igreja doa toronjm.s pro
codeo se & *xame .doa (xOea qe coateem-e
reataa mortaea da raiaha D. G harina d
prneipe8 O. Taeodosio e D. Jouma, filbas ae
DaMfto IV, e que ha mtnto teapo se achavam
eua deploiavel estado de abandono e profana-
gao, -aasiatiQ'io ao acto os Sra. Lu -tana Gordei-
i-o, que o driaio, Simoea Margioci, l)r. M^ga-
liiiea Couttnbb, onoi e capelln, dinTernoies
fuaccionarioa e alumnos da Ca a Pa e os artis-
tas Ja.n.if ho e Btgaglu.
Em aeguUa, o S Luca.io Cordeira, coa al-
guna destes cavalheiros e com o presidente da
commiaso da monumentos historeos, foi exa
minar oa irato- de urna forraos* capella exia
tente no fondo da cerca da uasa Pu. que parece
llar-ae A ostoru da partida de Va Bo da G mi
para a dVscoheria do caminbo para a lila.
Lavrou ae o auto de examr manJaudo > Sr.
Luciano Cor ieiro bar justo a ease uto a I'j ti
do,espadim encontrada no esquife do principe
Tneodos;o e um fragmento da uro ...do e renda
de oori do caixio da ranna D. Calbarioa.
O rei da madareaa, por noasa apreaen-
tago, ja e connecido oa aeus leitorea, e por
isao vmos dar-lhea noticia d'elle oo< t. rm-s
em qu o Jornal do C:.iai rc.c acaba de re
cordato aoa i.-us :
Vimos nontem, no tribunal, onde aao appa
recia ha njuito, o pobre ret da madareza, um
Jos nossoa typos mais p pularea
Fct preao por se inculca' pjlic a aecreta e por
ter preatido um ej j que andava lazeoio da
tUrblSS no C lado.
Segundo elle proprio una contju, p33sou-e o
seguate nos nterrogaiorios :
sobr
Joiz-
-Temo!-o :a entra vez.
Acensado de embriaguez ?
ElleO hv-mex qu) esta va tacha o,
Pazendo nulha no Chiado.
Ka entao levei-o em^acu-irdo
At co-r. gedoria
Com perdo de votsoria.
Juiz Por cacea da troca
Vais na ca-roca
At ao L sio-iro,
Meo pant-.uiuri.-o-
lemma
au-a
tirados por
ePtoavcz do Honrae a patria que a patota_H)
nntemDla, que todo o marmbeiro capa de
Sreeber na 'ngeleza e sabltmtiade da pbraae
{Sgueza, fOi-seaedade media e arrancn se
STinmulo de D. Henriqo o ib de b,ea
'fcre. aue um poeta e sonhador do conselbu do
Sr. mintatro da man
iLandasse envernisar e piniar a mo-
de
pontos da Franca
aaudac no Paotbeon o
dwjpojoa tfo- preaideat*
molla
i. o te
aioirantado propoz ao
Iba qae o
k\'divisa foi mandada ftxar em logar
*oara e bem visivel dos navios de oerra a
ailwt.tniso do verao ep'co.
A -eapeito deu urna folha este cooselbo ,
a Faca o illustre m nistro pela armada ludo
-onta^esta brl.sa corporaCao espera dos seos
fimn-cimectos eompetencia, mande construir
logo que possa os navios esperados e tSo pre
Sba ao eemeo das nossae colonias e diga aa
fjpoteibo a qoe tao dtgnameole p-eaide qae...
SaTxe em pax o solitario de Sagres e a symboli.
Ce legenda t ,
*. Sobre a repreeeotac&o portoguea no fue
ral do 8r. Carnet, o jornal Le Revetl Br. ton .
eooaienoa esta nota : ,
. Nio se compreaeodea por qae a cora M.
atada eor D. Carlos-nio Bgorou entre as corOa
Sciaes... falla esta conmeitida sem dovida
co meamo individuo qoe aupertotendia na*
Sfemontas e que imp dio qoe as numerosas de-
legasoee, vindaa de toaoa os -
da Argelia, podessem
atad le que' eacerra oa
^Kf*V mundo econmico e poltico, em como
ara os circolos diplomaticoe, fei particularmen-
te aradavel qoe toase o Sr. d'Aotas. mieairo de
S>riUKui en BroMitM, qnem representasae o
ni de Portugal. O Sr. d'AnU reoreaenioa
cem mane diatinccao o see governo m Parts
k na plida deixoo unnimes saudades eo seo
neresveo causara grande jubilo .
Ao Sr. Conde ue Restelbo toi dado logar na
ave da eg eja de No'.re Dame, junio dos repre-
sentantes uos diversos paizes.
Vae reappatecer a Revolufiao da 9"tem
kro Bcb a Carecas do Sr. Luciano de Lastro.
A ompanhaao da familia parti JoSo de
Heos para Aiccbaca, e abt leve urna recepeSo..
ie p ra cipe,
g nao elle mals qoe prncipe doa poetas por-
"aguexes 71
O grande e immarcessivel 1 jnco teve
aeoie na firare, mosica e foguetes e
arena aux flambeaox om sua honra.
E todo quanio Ihe facaa pouco.
B 'seas a D'us que jft Be faxem fesias utn
feomem qoe .-6 t>tn felto versos Has qae var-
aos f on paesia, ob sonho, qoe di-lnoa cooanoa
kd vi roidem< escreveno Jornal do uoa
arcio dando nwicia do facto.
Segaulo referem de Macan, o cooeol do
Brizil m Sbangae receben tnstroccoes do sed
-governo p*ra negocistr om tratado Ce commercio
om o Japao.
O ti a principal contratar colonos japonexev
para o Brasil-
Dis-se qde So 5:600 como experiencia, e que
a-companbia de emigraco Kuson se promptiBc
anidar 100:000. '
As colonias portuguezas em New Bedrora,
de California e outros pontos da America do Nor-
te, onde ba mals de oitenta mil po-iogcezes,
proiectan oraaisar peregrinagOes para vire a
D aoa por oceasiao das testas do centenario di
auto popular.
O Portognez folba qoe se panuca o aquel.
Ja c.dade, ostra-se ent usiasta por aqoella
fammemoraco e faz propaganda a este res-i
peitc.
< Ba lempos, se os leiiores bem ae recordam;
otir.iaiEO- qoe Portugoez ., jornal d'alli, ad-
Oiiva calorosaajeQte essa idea, que nao eamo-
'recen, wites ganba vigor, eassim probabilidades
ie realiddCe.
(y Dla-io do Governo pnNcon ji nm dwre-
a declsraaio oflicial acommemoracao do cent -
ario da 1895.
O Sr. M nis ro da Marinha ten^o mandado
fermar culpa aoa Sra. An usto de Castilbo e Oli-
mr. lera ae seguir o proceeso estes i-aastnitea.
Vae a promotor 4a armada, capitao de fraga-
ta 5* Lopes aaobos, que faz a promoco; passa
pan o auditor o Sr. Dr. Amonio Osorlo Sarmen-
t de Fiuoeiredo, qae procede ao sammario e d
despacho.
r Seguido esse despacho, mana o sr. ministro
a roa-inba qoe se consitua o cooselbo de guer-
fa, qoe nara esse fim aera nomeado.
Yat tlrar-se traslado do auto, por isso que,
pelea deaoimentos, ha lodas as probabilidades,
as nao a carleta, do cnsul de Portagal eaa kfoo-
tevide ter silo coanlvaot" na 'uga dos insarre-
Spt, e por Isao ser elle onvido.
Parece inverosmil esta nltima parte, mas ga-
mitam ser absolntamenle verdaleira, lal a
tlcqoenci dos documentos que a fondameu-
tam.
tUimo fcilmente se deprehende, o andamento
i p'ocesso tem de ser demorado ; ma affir-
im que comejar em principios de Agosto
proiilrno.
Dju dos jornalistas portugueses que fo-
nca a ^otaerpla, assistiram ganen party
Sie os res da BeUr:a offereceram as eam-
s do caatello tie Laekea sos coogresaistas da
HMnota.
-'Snas Ifegestadea foram multo amareis par
com aqueile cavalheiros, diiendo o re que
emliecia moito bem Lisboa, d'oode rftiba gra-
U*!cr.c.a rec.rdacfies, desde quano veio Vtalfar
eiVr.i D>. Lola.
iO see ta-ubem qoe as Impreasas belga e por-
gmia tuiham ioteresses coamuis a defender
Um pobre diabo, qae nao fea mal a ninguem.
O mejmo Jornal, naa suas Alegras Oaa
Tribnoaes, conta a historia de oaa oniro typo
original.
Jos Maria da Silveira, que ja pertenceu ao
cosso eierclto da Afnca. e qoe exerce agora
da al.eo oflicio de Ifaiate, apresenta-se por
noca pungente irona do d-^'.mo, qaasi n, co
0 falo cahindo a peacus. De mo Jo que ao ba
rn-to de airanjar iraO.lbo. por mala qae o pro
cure, porque mague u lhe codia obra.
Elle tambetn nao se Tila mnito com isso, por-
que vai vivendo romo Deus quer, llvre di im
poa os e de senbo.-ios.
1 Da polica, porm, que elle n&o escipa,
porqao ella deua-lne a mao mal o eocootra, de
nariz no a', contanJo as estrellas. E la val
para o tribunal acensado ae vadio, couaa com
qoe elle embirra solemnemente.
Eo nao fajo mal a ninguem, grita o pobre
diabo ; odo mendig nao roubo. porque pois,
qoe me prenieiu ? 1
E l ca o que dea sem pre absolvido, por nao
nma laxa sappljmeotar de nene de 9 *|.
o terco de juro em ouro.
As oftrigacoes dos taoaco' uva-am acilvisaim
procura en Paria, onde sobiram a 425 francos.
sendo < e qoe dentro em breve nltraiaasem o preco a
enais-&o, qoe foi de 437 francas; e oa o'aa '
Lisbaa es O' ltalos fecharam coa o pr'CJ re
doudo Je lOOOOO, isto coua uia desvio do preco-da emisso.
Aa aecoea Ja Banco de Pota g A coat! uar !
a bem merecer do publico, que lhe- spe.-j
80licitoacolhimeut e ada ves maisalirga o
mareado para etea ttulos. A alta no d-eu*
da mez fu le o'HX), pas que boje Ucar*m com-
prauores t.d5500 e "So apparer.eo p..r.ei saf-
ficienta pa a aatislater lo:as as necessidad--.
Xa mercado de cambios estive-ana man ..ti-
mados ua aegoaioa, mis os pr-cia pai-> "
naaa diSeriram das da seinaoa passada, e i qu -
noQves<- fal a de oapel, e, ao coot^arto, u 'ti >-
se relativa abuni ncia da di vi u Li.il"-'. oa >
?6 de saques do Brasil, como d< exportac^o i
geoe'oa.
As leiras a 90 .lias cneu-aram a obier o preco
de tu 3,8, maa hoe foi difB'.il cu iaegal um*
der a 40 7|16.
En vista da abundancia -i-i pjp;l casahll,a
u?eesaidades correles foram ptaaameaia ^atis
feitas, e por iso o merca .'o fea i jo em i-
coes de pouca flr.ii-za. As libras, peo >g o <-
t a*4f0, j.i nio encontrar i id fcil anida i i<
preco, e meama a i|400 oa comaraiares nai
moatraram fran.'aa dispoai<;0-a.
A venda le cbaqae rdguloa pelos segotnt-'a
precos :
Londres 40 1|8 u 40 l|4
Paris 710 a 7lJ
Hamborgo 291 a 192
A Mtacrtptio d-i Campinbia ^as Certieta, ^as
se realisou n^ semana, leve caap:etoeA'to, oqj
era ae esparar em vista .sn.as i.'oiaicoea '
Degdcio i', do al'O presiigio das eotldufS q.i-
en'.ra'am aa organsagao testa aoeieoede xce
a ndo a subcipcao em Lo d'ea em uito o 1.-
mite da emtasao reservada para o publl.-.o. e a
que foi dasttnada a Lisboa fai totegratSBent* -o>-
scripta.
A repartico se effecto*da $m Londres m
aia 31, a depaia desse acia p-6'ii'.hido a .u j >
ohia eoirara em eterdci, o qoal cen*M*oie|
cnrresponderS especiaiiva, parqa* os.elemeutos
de que dlspO^ sa de alia valia p-ra o deBuvoi-1
vimeato dos seas negocias.
Noticias d j Porto :
Com o rin de deviar a ten ieacia emU'aloria
oar o B'asil, o Centro de i nigraca para a
Afnca, vai representar aa governo, ped ido c
conce-sao de passaeoa e proieccao para os c
loaos qoe voluu'.anameote deaejem ir pa,-a fri-
ca.
- Os bambeiro8 manicipaes e voluntar.o
desia cliade fatem-se r;q(eseotir na f-aia dos
bjmneiro 1- Lyun, F*anc. que tem da reai-
sar noa das 3 e 4 do prxima Agosto.
Ira am p qa-te de pracis 'o ca'po de salvic <
pubilc?, com um caro de material, e ou.ro p
qaete de volootarioB, com umjca ro de mangoai
ras, ambas son o commmdo do iuspecto- dos lo
ceodioa do Parto, o Sr. Guilherui G.naea F^r
Bandea. A part la ser lalvea uj aia 28. pela li-
nda de Salamanca.
O coovue, feto pelos bnmneiro-' de Lyon nos
term"" maia amavea, veio dirigido aa Sr. Gal-
Iherme Feraaudes.
Sabemos qu^ os bombeiros po'tuen>"es apre-
beniaria em Lyon nm exereicio combinado,
goal ao que execolaram em Lo:ndreo e taut s
te provarem oa reqneaitos necessanos ao crimel applaosos adjadicon ao Ulaatra lospeaar doa i-
y J;____ H nHina rtn unrm e an ninnete aoe O acoiOD
de vadiagem-
Anda bontem isso se deu, com grande gan-
do das galeras, que riram a bom rir das rea-
postas do pobre diabo.
Jniz-Mas voceme. nio pode cooiinnar as
sim qnaainn...
EllePoia dme outro fatiobo. De cooae-
lbos nao preciso, porque o&o cousa qoe se
coma.
Joia-NSo te dan om facto, mas son capaz de
te dar orna eamola, se precisares-
Elleftrndo moito.- Se en p-eciaar IPas
airada me quer maia -precisado do que eo an io ?
Juu ti- r, Dem,. loflo fallaremos. Tu fleas
absolvido, maa has de ir para a ierra, ou-
viste T
Elle -com altivez : Hei de ir mas para on-
de en qoiser, qoe em mim oingaem governa.
Sou cidadao e livre.
E ocaso qoe apanbon do juiz a eamola pro-
raettwa.
Acaba o governo de resolver, que o produ-
cto das es'.ampilhaa, qae n.i r.iram vendidas,
do ceutenario de O. Heonque, oonatitae receita
do Estado.
Em -eouiao da comminao do Tesao centena-
rio fot lido o oQicio do Sr. caoselbeiro Carrilha
qae isto declarava ibe, is.o qu o goverao nao
a u pro va que se gaste oala 1e 30:7134360, pro-
ducto agora dispouivel da est^mpilba do eeote-
oan\ no monumu to ao infane 0- Henriqne,
poia qae, qoaato is estampibas que nao ve-
ram veada, o seo producto eonaii'.oe receita ao
loesouro.
Bste ocio levantan viva diacussao. motiva >-
do protesto*, visto ajee o estado, pela carta ae
le de 27 de Jalho de ts93, so pode distrbir a
recelta da estampilla para o moaumsoto da ce-
lebracao do centenario e qoe o estada que ja es-
ta in emnisadi', resolvendo por flm a comuj'S
s&o *eapooUer ao governo qae nao se co .forma
com a dootrtna do oQidie, contra a qual proles
ta e esta resolvida a appellar para o parta
ment.
Os jornaes porto-maes vao protestar vebemen-
temente e a c mar municipal do Po*io vai re-
clamar tamaem apoiando a commiss&o.
Nesie sent ;o o Com&erao do Porto escreven
as- segoint s pa.avras:
So dnas paiavras pa-a mostrar a iocorrer-
cSo do procedim^r.to do governo para com o
l'.rto, na qaestao da apphcaciO da receita aa
esiampilha do centenario.
Anda ha poneos meze?, em Ab l deste an o
: governo coaenltou a commissa directora uo
centenario cerca de um oficio da direcc&o da
Sociedade do Palacio de Crystal pedilo nm
subsidio de 3:000000, tirado do r ndimento da
venda da estampilba do centenario para as des-
peas la Exposicao Inaular Colonial.
Qa- quer isto dizer ?
Qoer dlzer qoe o governo nao se jn'gava an-
torlsado a dlstrahir dessa rendimeoto qoaotia
alguma, a nao ser para o* trea Qns da carta da
le de 27 de Jnlbo de 1893, a saber: 1 c-l -
braca > de ceo enaro; 2.a mdem lisaco ao fi-
lado por estamp Ibas ordinarias n8o vendidas;
3.* constraccao do monumento.
Pois bem, ttaae meama governo qoe se con
sidera agora seobor do rea Iba para, na phra-e do celebre oficio :o dir
olor geral di cot-tabidad- p-ib.. cumtUuir
recata do Iheiouro.
candios do Porto e ao piquete qa*
nhoa a cap tal da Gran Bretaaha.
Trnbalna-se para levar a effeito a coristrur-
cao ao camiuno de ferro io Vaaga, que. parti-
do de Bspinbo. devera ir eotroacar ua lioha de
Vizeu a Sania Comba Dio, com um ramal -ah >
do da linha principal eaa proximidades de -6
ver e aegaiodo para Aeiro
Nessn nto lo, urna commiasao de dazeoios ca
valheiros pe.-teoceotes a .al?nm dos conaelboa
atrava-'Sados pela nova liuba acaDa de expe-
dir orna circular, em que expon as cood,-
C6es da construeca p.-ojectada e as suas vanta
gns, e on'ida os capitaea p irtu^uevs a col
locarem se n'nma empresa a que esta reservado
um fu'Uro flaresceate.
Nu movimento commer-ial e flnanceiro oo
Bou^e ua semana alteracdo elevara, te do app..
recido pouco papel, ma- passaado a haver m-i-
fc lidade nos aes-omoa devldo ao Banco C in
mercial ler comeeado a 26 a descontar e escala
As iraoBsccoes em papis de cedtto fo*am
qoaai aullas, a excepca das scc6^s doa labacoi-,
sendo as leiras a 90 das compr-das ai'JI.2 a
oa chequea veaaidas sob-e 1, i .dr-- a 401|4, s.)-
bre Pa'is i. 712, sobre Haoourgo a 293 e aab-e
Madrid a 7ii.
< m 3o4sa aeram as accoea do Banco de Potu-
gal 1164000, Ailiauca 51*, Commercio e luda-
tria 18#, Companhia do Cavada 78450, Tran-
quilizada 37X900 ; obrigacoes p-eduea de 6 .,
eoop 9050J, Airaez 'Al'ica 71*1500; e ua
da 27 as accOes Banco Poroense BJ'iOO, caa"-
obo de ferro da Pavoa 64000, oongac.6.' da
compai,Oa do Cavado 784700.
As Horas foram comprada* a 14420, cao por-
tug'iez, graado 30 |. e miudo 29 [ .
A exportaci) foi regola-, avolt ndo em cebo
as um total de 6 368 calas, albos 1,247 canaa
tras, air-itom-256.eaixas, fejaa 1,747 saceos
C'iJ 441 .:aixas, bais vivos 178 e vin'io.....
772,421,12 litros, doi q^es 502 474,36 pa-a o
Brasil t 2t>9,946,86 para os Uve sos por'.us da
Europa e Afnca.
De linas faram exportadas para Laidr-s
6,447 e ou-o portogaex 1:4344000.
queza resulta da reluciio "ntre a olferta e a pro-
cura, haviam da luzida os !a(^s eesnomistns,
quo o mesino v.ilor variava na razio inversa
da quanlidile, o que al'ss acotitece qu ni-
do inalterada a ulilidade, e applicamlo a
meada seiuelhaoto dednccAO) anunciado o to
conbecido coma erronoo ;i|i!i nis na, que attri-
bu'! miua moeda um valor inverso da sua
quantilado e tem dado logar ora toda parte, e
espacialmante tiesto nossa Brasil, tantos rai-
'o.;ros anancairos
Sa, entretanto, abatendo sa do generalisO >:
prematuras, liouvessem ioveetigadd com mais
cuidado os elementos la qsaslao, leriam reco-
iihect.lo qua, ainla meamo admiltin io para o
geral das riquezas a rrfabilidada da valar na
ras&O invr-a di qnanti lade, asa proparciona-
II lade inversa uo era applicvW moeda, por
nao ser ella propriamente riqueza, a aun, antea
de tudo, signal representativo dan rique'.as, o
que llie permita liquidar saecessivamente tet-
Ibaras le transaccOss, paseaodi por milhares
de raaos, e di--loe tal elastero, qne a maior
oa asenor rapidez de sea gjro hasta para com-
pensar, no ponto do vista da acilidade duS
traasacc/ies, avnltadas differencas na qnaotida-
de edl circulago.
Entretanto, a realidale de seraelhante elas';
rio era tio |.ouco d'-seonlieci la qu-, b?zeados
uello, vinos economistasOriuiodoxs professa-
vain, qne, dantro dos l.nit;s que se n.)d;in
encontrar na peatica, as trattsaeyes da u:n paiz
qualquer e;lVctuain-se to fcilmente cora pau-
co numerario que com inuito, asserco esta
qu-, einbra parega paradoxal priaaetra vista,
oca .i sea exactid&o evidenciada polo facto m-
contestaval da espantosa dasigatllade que
aprsenla o Stock mooatarle (metal e papal)
dos pr.ncipaes pai/.:a civilizados, va iand > lo
simples ao triplo, da G francos por habitante
na Franca a 80 francos ou ni. nos ainda na Ita
lia i' tlespanha !
Davenara ter reparado os Sra. da Orilla
loxia*, que tantw a assercto Betma enunciada,
como o faca innegavel la designaldade exia-
t.-iita entra as pro|iorcOea da inoada era circu-
lacfta noa diversos paizes, conlradiziam far-
malmente a sdica formula, que faz variar o
valor do dmlieiro na razo inversa de sua
quanti lado, e deixado de rap~odnzir est: pre-
tendido aphorismo, cuja completa iaexatidao
tenho demonstrado de moda a nao deixar lu-
vida alguma n> estado publicado era Nowin-
bro ile t88s nas columnas dste Diario, aob o
litlo Um Aphoritnt> errneo e qua tradozido
em (ranee*, foi reproducido era 1810 no nume-
ro dc^ Margo e .Vbnl da Recae d'Economie Po-
liUque.
Nao consta do E litorial se o seu aotor, para
recitar a restrieca ou di.uinuicao do actual
meio circulante, basoou-so no tal aphorismo,
tendo-o em conta de lei da BCiencia; mas, qu ni-
do assim nao saja, era por isso d ixou de rec-
correr ao in 'sino processo de dedueco, que
levara os Economistas Orthodoxos a conclusio
cujo erro hei patenloado ; e p irtiniio do faci
neceilo e provado de ser a espantosa deprecia-
go de nosso raeio circulante filiut da e.iorme
d ^sproporgo entra a ofierta e a procura de
cambines determina la pela derrama despropo-
sitada de papel baneario inconversivel aut> i-
sada pelo Sr Ruy Barbosa e saus coreos, rac-
conou pela forma seguinte :
O mal orit;iDou-sa du excesso de raeia cir-
colnte ; portanto Acara rera-diado com a sup-
pressSo de seinelhaiita excesso e o que cum-
pre fazer restringir a quantida.ie boje em
circulacio-.
Se o autor do Editorial menos pressuroso
em concluir, e imitando o processo erapr :g.ido
por Sir Gosclian para devassar os arcanos das
quest-is relativas aos cambios, tivesse seguido
passo a passe o dinheiro da3 emissOes era seos
avalara suecessivoa, teria visto, que taes emis-
sas, absorvidas logo ao nascarem pelas exi-
gencias pecuniarias de innmeras sociedades,
pela mor parte fraudulentas, cuja f >rae de di-
nheiro nao chegaram a saciar, deixaram dentro
era poucos mezes de fazer parte do capital
fluctuante ou disponivel, e se ucliam boje, em
parte constituindo as fortunas escandalosas de
alguns jugadores felizes a espaciadores sera
vergonna, e o reslo disseraiuado entre milhares
de m&os : sendo que, quer na primeira, quer
na segunda hypotliese, voltou tal diuheiro para
o reservatorio geral, isto 6, para o capital mone-
tario relativamente immobilisado cuja somma
accresceu-
inferior a l d.. qua suavise at certo />onto oc 0 desle Estado e a sua dor lQo intanga,
onus despropositado qu a aetual depreciacao
da ido oda impoe a todaS-srquellas empresas que
tireram a improdencix 'de contrahir corapro-
raisaoa solv.iveis em o;iro,e acliam-sa hoje amea-
gadas com liquidagOes desastrosas.
>e laes desi lerataa o penltima aprsenla
enormes dilliculdades : pais sabido que, dos
auxnica a lavoura votados logo aps a era nci-
pago do elemento servil e dos pr >prios b>nas
destinados a amparar as industrias, cuja distri
buicofoi comraettida em das do anno prximo
Q1IEST0ES Etli\flllli;>
O CAMBIO
(C'ntnuafao do n. L59)
II
A varorisagao de nosso meio circulante
Afirma o Jornal, no editorial de Id de Ju-
nho, que se queremos melhorar a nosso meio
circulante devenios re-stringil-o : nao passando
de paiwca qualquer outre alvitre I
Eu, pelo contrario, creio que qualquer res-
triegao ou diminuigao da quantidade de moeda
hojo em circulagao seria altamente prejudicial
ao paiz e actuara em sentido diametralmenle
. opposto a almejada valorisagao.
Com eifeito, no havend > possibilidade da
nraticar o corte simultneamente sobre a tota-
E o Porto que asaista impassivel i essa ap- tidade do capital monetario disperso, e na injr
plicagao do diabei'o qne lhe d- vido com. fru-1 parte at certo ponto immobilisado era milna-
cto de nma iniciativa sua, dinheiro que orna le., res da mos, s poderia ser effjctuado sobra
especial desiinou na- mnito exp-e^se-! {o capital monetario fluctuante, com a retirada
A preteocao governamental, si nao am calo de parte das notas bancarias ou do papel mon-
te, nao sabemos qae tnelhar qnititicago po--sa da hoje na circulagao, e o resultado inevita-
ter em bom portugoez. vel de semelhanto diminuigao do capital dis-
Accentuaram se, no decurso da semaaa en:ar- ponivel seria a alga iramediata da taxa doa
Qucstao
econmicas
eeiras
e finau-
passado ao Banjo da Repblica, a mOr parte lia
sido desviada do tim ao qual era destinada.
Maiores, entretanto, sao as que o.ferece a rea-
lisago do u!ii 11 > desidertum, o de elev-igo
da tata do cambio i2 d., pois a."parece aln
um verttadairo cir'.ulo vicioso : para valorisar a
nassa raaeda pro;novendo a alga do ca nbio,
precisaraas dar incremento as nossas exporta-
gOespois estas constituem a nica fonte rega-
lar das necessarias carabiaes, ao passo que para
a realisagao de setne'hanlc incremento, qu" pre-
suppe o da nossa industria agrcola e fabril,
indispensavel previa subida do cambio.
Uestes l srmos, e centando nicamente com o
incraraento natural de nossa .industria (abril e
agrcola, o problema 6 'insoluvel; tanto maia
qu-, se nma safra axtraordttaria de caf, ass 1-
car, borraxa e oulros gneros nossas, coadjuva-
d.i p ir ama alca 'los precoa de taes gneros n is
mercados eatrangeiroe, determtaasee pequea
melliora no nosso cambio, seinelliante raalliori
a 11 pod ni ser durad inri, pois seria logoapro-
reitada para pagamento no exterior le divids
cuja liqui lac& lia sido demorada a sua espera,
1; reiuessa lecapitaes relidas pelo mesino motivu.
Porga portanto, recorr-r anda urna va/. >
raeio in fall ve! pasto qua ir-egular de oblar 11-
ti:icial subida do cambio, de que usamos repe-
tidas vezes no lampo da inonarcliiao empres-
tirao externo, que nos permittira, conforma nos
ippronver, dlminnir a procura o- ajginentar a
oflVrla de carabiaes.
Nesta cotiformidade, acho indispensael a rea-
lisaco no eslraugeiro, cora un anno de iiiter-
vallo, de dous empreslimoa saccessivos, d: 5
inillies de libras cada un, que permutara ao
nosso governo nao pesar dorante daus annos
sabr o manado do cambio.
A pontualidade com a qual, a despulo das
commocd.'S interna, eCOtac/jesnfimas da nassa
cambio, t;-m is satisfeito ao pagamento dos ju-
ras e amortiiico de nossos emprestimos, sem
pedir mora ou a .alimentas, cuino outros inultos
(lave lores, e a insignificancia relativa de nos-
sa divida, qu : nao excedendo de 30 iilillles de
libras inferior al a sorama qu; os nossos vi-
sinlios da Argentina toinaram em Londres n'um
s anno o da I8S4, devem permitlir-nos contra-
hir os alludi los amprestimas em con ligues ra-
llareis ; realisados alies, e d'est'ar'.e ui'-lli 1-
raio o cambio mbora temporario e artificial-
i"nie, t-reinos iliania de ns dous annos para
fomeitaro desenvolvimento de nossas indos-
trias agrcolas e faaris, e se 03 nossas goi ;r-
u 1 il s i.ver 111 criterio, p udencia e economa,
podemos esperar que, ambara a offrta de sa-
qtti'S n&o 9 :ja ainda igual a pracara, reappare-
ga pelo manos a proporcionalidade anterior aos
eraprestimos Belisaria e JoSo Alfredo, e p issa
raanter-seo cambio a 18 ou 19 patea nicos re-
cursos de exporlacio.
Considero isla medida de um emprastima de
10 millies de libras ou 2a milhOas de francos,
como o nica meio de melnoram -no rpido de
nosras circomstancias econmicas e rlnancei-
ras ; e creio que, si nao derraos este passo pre-
liminar, teremos que arrastir-nos por mullos
annos ainda, nas dilflcul ladea de urna depre-
-ciagao maior taires que a actual, e da vida ca-
da vez mais cara.
Entretanto, claro 6 que seraelhante empreali-
mo deve s r considerado antes de ludo como
expediento temporario, destinado a proporcio-
nar-nos, cora urna moratoria le dous annos, o
terapo indispensavel para desenvolver os nos-
sos recursos naturaes, e restaurar a ordena ji de
ha muito alterada no maquinismo econmico e
linanceiro nacional.
Para conseguir camplet mente este ultimo
desidertum, sao precisas medidas de outra or-
den. Serao ellas o assumpto do artigo se-
guinte.
Recife, 8 de Agosto de 1-94.
Uenrique Augusto Milet.
quanto sentido tem sido o traspasso do illustre
morto, por tolos qua viara n'elle u.u forte .atale-
ta da pugna prograasiva ara nosso meio so-
cial.
Pazendo subir ao govern > deste Estado,
bem como la municipio, que leve a desdita de
perder a sua primeira entidade, as miabas con-
dolencias, julgo ter satisfeito a espectativa da
lusiiga Publica representada ueste mu .icipio
na aiin'ia humilde individualidade. .
Saude e fraternidad:. Ao Exm. ar. Dr.
Alaxandra Jos Barbosa Lima, Digno (inverna-
dor do Estado de Peruainbuco. O promotor pu-
blico -Francisco Mariimano de Oliveira.
Proro -aya: de licen*a -O Exm. Sr.
Dr. governad >r do Estado, por portara de 8 do
correte, prorogou por trinta das, .1 lie nga de
dous raezes, era cujo goso se acha o bacnarel
Joaquira Monteiro Diniz, juiz de direio do mu-
nicipio de Ploresta.
*jni>st:io :?e apprehensui -Tranacre-
vemos em saguila a bem elaborada se-itenca
do illustre .Sr. Dr. Inspector da Al I in lega :ela-
tiva a improcelencia de apprehens&o feitu era
573 saccaa d 1 algo IS i, pertencentes aoa .'toara-
dos commerciaiites Borstelmann & C."
Vistos -x uni los estas autos etc.
rada a 28, a' dispoaig61a favoravea pa-a o
envolvimeato do3 negocios de desenos.
i
oa foi qoe nao
appareceaae papel au
tolas aa dispooibili
qoe desejava marebassem para esse fimLes
peii s pavrs oot beoio i'tre nalsccreaceoion
o ni > archa belg|-
Depoie de faxer raas pergnntis acs dous
para satisfaser a
seevideuciaram.
0 papel qne veio ao mercado p
qn.al qne a limitou ae- saques
frica sabr a 0'agi, ooi-qne das letra
bouve e cajse de ovarte, o qi nao adm
vista da dimhuico do movimento coa. r-
cial.
Pela taxa de 5 |. j poderam ser reali-ai a
algnos des cantos, nolaodo-se no mercado Urna
tendeo.las bem definidas para augmentar a coa-
correncia com Banco de Portugal, qae ai .Ja
cooserva a taxa do 6*|0.
Os negocios 00 mercado le fundos aprese t.
ram melnor aspecto, mantendo-se em todos oa
valores a tendencia para a alta; e as inscipcoe-:
rlrmaram-se em 38 (., prego este em qne mo -
7aa indicios de es'.abilidade, porqce garan-em
juros, qae difficultaria todas aa transaeges do
oramercio e da industria, a paralysagao do
"etado movimento da industria fabril, o des-
o seguido de liquidages forgadas para
eraprezas otis em andamento, e, em
.na, o entorpacimento geral da produegao
,or canseguinte da exportago, nica fonte
.egular e permanente destes saques qua preci-
samos multiplicar para equilibra" a offerta com
a procura da cacnbiae3, sem qua, em troca, re-
sultasse do facto da reatriego, na procura das
mesmas carabiaes, raaior Iteragao que a de-
terminada por Jiminuta o problemtica redc-
elo no consumo de gneros e artefactas impar-
talos.
Parece, que o autor do editorial, esquecon
dc-se do processo de investigaces analylicas,
quo levara Sir Qoschen aoa resultados positi-
vos nos quaes elle proprio acabara de estri-
bar-s na primeira parte da seu artigo, para J
determinar a causa prxima do mal presente,
Dita accrescimo, porm, por maiores que
tenham sido as eraissOes, e embora chegassera,
oque me parece exagera lo, a triplicar a sora-
ma do meio circulante existente m 1889, e
dest'arte elevassem a 90 ou 100 mil reis a
quota que cabe a cada ura dos nossos 14 ou 15
milhes de babitaotes, aluda assim, dado o
valor actual de oosso papel Jinconversivel, isto
o seu poder de adquisico das diversas ri-
quezas, deixaria a raesraa quota inferior a que
toca a cada habitante da Fraga, Jlnglatera,
Blgica, Hollanda, Australia, Estados Unidos
da America do Norte e'raais paizes de adianta-
da civilisagao, onde existen, alias, mtiitos suc-
cedaneosda moeda e raeios que c no temos
de liquidar as transacgOes sem tradig'io de
numerario, pelo que nao pode a circulagao
actual ser tida por excedente s nacessidades
de nossa populagao.
Creio poder atrmar, que nunca ti vemos ex-
cesso absoluto de meio circulante ; mas tive-
mos, repetidas vezes, de 1MW para c. aug-
mentos artiliciaes e locaes do capital fluctuan-
te, que tornando-o momentneamente superior
ao requerido pelas precisOes honestas, foram
esbanjados pela especulagao, e cujos juros es-
tamos, e estaremos pagando por muito terapo,
sob a forma de augmento de prego de quisi
todas as riquezas, as pisso que o principal
passou a augmentar a divida que legaremao
s geragSes futuras, com esses milhares de
cantos de papel baneario inconversivel, que en-
tre ns preenche as funeges de moeda em pro-
veito de particulares.
A taxa dos juros do dinheiro, que j de ha
muito voltou ao sttUu qiu ante bellum, isto an-
terior s emisses, raostra, que nao existe
mais hoje excesso algum de capital fluctuante;
e por conseguinte a restricgSo artificial do que
hoje tetaos n&o poderia deixar de producir os
raesraos etfeit >s que urna reduegao de igual im-
portancia nas economas realisadas pelo traba-
Iho nacional, trazendo os resultados que mais
cima indiqueie aduar am sentido diametral-
mente opposto ao lira almejado.
Nao portanto admissivel de modo algum o
alvitre apresentado pelo Jornal como o nico
curial e eficaz!
E" innegavel, que das emissas successivas e
iminoderaaa de papel baneario inconversivel
brotaram todas as desor lens econ rnicas e linan-
ceiraa que nos acabrunliam, mas a sua acgo j
se acha de todo esgotada.
Na a ha raais boje excesao de capital desponi-
vel; aotes palo contrario, e, oa circulagao geral,
a alca de todas os pregos e provavelraeote a di-
raiuuigao da rapidez do gyro dos signaes re-
presentativos das riquezas, hao compensado o
augmento do numero e valor qo ninal das mes-!
moa signaes. Estabeleceo-se novo equilibrio, e
por este lado nada ae pode innovar sob peni de
aggravar ainla os nossos actuaos padecimentos.
pelo que nao vejo outro recurso regular e efi-
caz de promavera prograssiva valorisagao da
nossa maeda, alera dos meios indirectos que ti-
verem por alvo favorecer o incremento da ex-
portado que fornece aa cambiaos, e diminuir a
imporlagao e raais tranaaegea e corapromissos
que exigein compra las m asmas cambiaes.
As lanas le noosas alian legas esta > boje tao '
elevadas, que n.ia se poda pensar era alteral as
para, cora a consaquetito restriego la importa-
gio de gneros e artefactos estringairos, dimi-
nuir a procura de cambiaes. Correr-se-hia o
risco de, Lornal-as prohibitivas, secando dest'arte
a fonte mus abunl.iate cas recuas 'lo governo
federal, pelo qoe so p > i-mu appellar para o
masmo governa, cuj 13 compras a raais despezas
00 eslraugeiro cancorre.n to polarosaineut:
para aog ne '.ir a procura de saquea e a quara,
nas circomstancias actuies, eompriralimital-as
ao in lispensaret.
Quanto ao iiicreraento da exportago, o pro-
^hiiONOjlOGIA
::-::v.i::.:i: mmmm
COLLECCIONADAS POR
Melchiscdech de Albuquerque
Lima
AEKBTQ
Da IO
1C30 -0 general Loncq ataca a trincheira
que o capitao Luiz Barbalho estava construindo
no lugar denominado Buraco de Santiago.
Esta trincheira guarnecida por -2 homens
nao poude resistir aos atacantes; vinna porem
em seu soccorro alguma Iropa, foram os hollan-
dezjs abrigados a abaadonal-a perdendo mais
de 3' 0 soldados, sendo a perda dos nossos rela-
tivamente pequea.
Seguindo para Olinda, Loucq bateu os cap-
taes Santos Costa, que morreu, Roque de Barros
Reg, Miguel Abreu e Martin Ferreira.
1633 0 conde de Bagnuolo chega ao Ar-
rayil rom 501 homens.
IfXHE Toma posse da administrago mili-
tar da provincia o marechal da campo Francisco
Sergio de Oliveira.
REVISTA DIARIA
Portos suspeltos -S. Exc. o Sr. Dr. go-
remador do Estado recebeu o saguinte aviso :
N. 603 -Ministerio da Justiga e Negocios
Interiores.Directora do Interior.-Circular.
Capital Federal, em 13 de Julho de 189i.
Ao Sr. goveruador do Estado de Pernaia-
buco. .
De accordo com o que propoz o inspector
geral le sade dos portos, resolvau o Governo :'
1.- Que sejam considerados suspeitos da
cholera morbus tados oa portoa da Ruaaia;
?." Que as einbarMgGes procedentes dos
mencionados portos, directamente ou por es
cala, s sejam recebidas nos la Rapublica de-'
pois que tiverera sido submettidas ao devido
tratamento sanitario na Lazareto da liba Gran-
de, ao qual devero primeramente dirigir-se.
Estas resolugea applicam-se aos navios
que sahirem doa portos da Russia a contar do
1 do correte mez.
O que vos coramunico para os fina conve-
nientes, confirmando meu telegramma de hoje.
Sade e fraternidade. Cassimo do Nascimento.
Eleitorado I Estado de Pernaia-
Jiuc.? Do qualro dos municipios d'eate Es-
tado, organsado em 30 de Margo In lo. pelo
Secretaria do Governo, de accordo com o art.
11, das Instrucges expedidas com o De-
creto n. 1.668, de 1891, verittea-se ser de 49.151
o numero de eleitorea, distribuidos do seguinte
modo :
No I. districto 0.586
No 2. t 10,561
Na 3.' 9.836
No i. 10.261
No :i.- faltando o eleitora-
do do Boa- Vista e Aguas Bellas 7.891
o jura de 6%, que realmente vaclajoso pa-a a quandoqui pasaar a pesquiza de remedios j blama oompltcaotasimo.
capitellsaeSo de economas.
' A nossa divida externa sabio at 23 S|S, des*
cendo depois p-ra 19 3(8, mas designando con
dignes de Irmesa oeste preco. apesar de nio of-
recer actual mente aenao o joro de cerca l &(.,
-. Oscredores exteroos contara qne os exceas s
Das reodimentoa qae forem consignados ao m
vico do divida externa, nos lermos da lei de 19
de Maio de 1893, sejam repartidos pelos portado
re de landos externos, e, nessa conformlda e
Icaram dlapooiveis 420 cont?, para terem essa
appllcagao, e qoe permittirao a dlstrihnic&o de
appropriados, abandonou o campo fecundo e] A nossa indastWa, quer agrcola qner fabril,
verJaieiramente scientifleo trilhado pelq raes-precisa para d'saiivo'v --a-, ser alliviala de
tre para recorrer ao processo obsoleto, a tao ra- parle da nultiolas e >aero4as axas com que os
ras vezas aproveitavei em qnesldes tao com-' Estadas e is nincinis porftam'em sobrecarre-
plexas com sao as da economa poltica, de gal-a ; precisa ser dotada eamt> ensin) agrcola
delucgOes, tiradas de principios a priori, prj-' e industrial pracisa da rmsporie maisbara-
cesao tao familiar aos ;economislas Jo seculo tos para saus productos; e ta nbam de crdito,
pa3sado e ainda hoje imitados por aquelles de pois, pouco ou na la aproveitou o 1 inun lagao da
seas successores que hasteam o pea iao da Or- papel bricario promavidi iuI.is fanecionanos
thodoxia ecanomica. ua liclalura, a a qutl derxoo< os nossos aa.Fri-
Assim que do principio fundamental da raentos actua-s; mas preciaa, antes de ludo a
a que o valor de troca de qualquer ri- fomurgencia, de um cambio mano-, indino, na>
Total: 9.1S4
Val rldade Policial -O Exm. Sr. Dr.
'goveruador do Estala, sob propoata do Dr.
' Quaator Policial, nomaou am 7 do corrente o
.cidaio Quintilio Bezerra de Menezes para
ex rcer o carga de subdelegado do districto de
, S. Sebastiao das Areias do municipio do Goy-
' auna.
lar. -lato Dmaso-Ao Exm. Sr. Dr.
Consideran lo qu o 1 escripiurario d'esta
repartigo Juli > Silvia d Miran 11, co ifar nta
d-i 2." ponto d.....abarque apprehenleu no dia
6 da Jullio proxim 1 usa lo, aa lioi'.s da lar-
de no Caes da Companhia -ernambucj 11 75
saccaa de aig do em rama pertancenta a casa
commercial d'estt praca Bors! Imn & C.*, e
dep >s Jados n > arm-u;m de Jos CUmentino
uenrique da Silva.
Cansideranda que dita apprehensao leve
lugar pelo ftct 1 1 ac 1 ir n- pj saccaa
111 alvarangaAugusto Labiile -atrcala ao
mesmo caes sem estarem conferidas neto des-
pachadas (tern 1 il 1 lis. -I e 3*) jautamente com
outras da Corapanhia la Estiva, competente-
mente despachadas; sem me no entretanto a
mesmi alvareoga sahissa da caes ; i 1 li jiais
que par ordem Jo mesmo conferente foi manda-
da rara a p .uta Testa Airan I g 1, Hs. 2, ''>, o e
outras.
Co isi lera 111 'le o facto da peo
goiaao guarda auxiliar do meamo conferente
conforme consta dos autos fls. 9e ', f urna
circumstsncia loquete para corrub>r ir 1 au-
sencia le aia le na emergana. xclumdo ao
mesmo lempo o proposito de occullar-s a mer-
cadura as vis. s ii-ca:s e nas liaras de expe-
diente, > que a legislagao exige imperiosa neute
corao fecfto caracterstica de enme le cjntra-
ban lo.
Considerml > qu: esta facta prova que a
respeito d'esta embariue dau-se simp smenle
unequivo.n porqaanto, se o pansaraeoto da
fraude xislisse carramente nao sj padiria guia
ie embarque 1 procurar-sa-hia illuiir a iscili-
saga apraveitando-se a guia .1) ala 113 1 lesna-
diado e embarcado na referida alvareiga para
sombra du mesu) 1 guia procurar-a c inseguir
o trausporte embarque do n&o despachado no
vapar. a que > r 1 destinados;
<;oiisi lera 1 l i|ua o vapor Sellla*, que
devia con luzr o algoda ainla nao tinha ene-
gado a este pauta, o qua ainda encerra grande
alcauc para demonstrar qoe nao exista pen-
satnento criminoso de cantrabandaar-sa a mer-
cad .na era questo ;
Cansideranda que alem las razea expostas,
que por si repeliera a ideia Je fraude para eora
a receita estadoal, accr;sce mais qu* na pre-
sente apprehensao nao se deu neiiiium dos fac-
toa que indiciase a eueclividade do pensamen-
t > criminoso ou o c imego da pxecog&o d'este ;
liorque a luereadoria apprehen lidu a fai en-
contrada embarcada no vapor que a tivesse da
conduzir para fora do Estada, era embarcando
pem mismo a reapaetiva alvarenga Tai surpre-
bendida c -n lu '-indo-a :
Consideran lo qua 11.1 aizencia de qualquer
destas pravas precisamente exigidas pelo art.
98 SS 4 e 5 da Reguiamento Estadoal de 4 de
Juibo de '879 n 1 do art .08, $ ti do art.
56' e n. 7 S 3 do art. 630 da nova consolida-
gao das Lis das Alfandegas perfeltamente har-
monisadas com o que prescreve o citado Regu-
iamento Estadoal para as apnrehanses no caso
de exportago desappareceo ap >io legal para a
effectividale d presente apprelieuso ;
Considerando Analmente qua traa va-se de
mercadoria livre de direitos por ja tarara sidos
pagos em Mossor o que evidente e claramente
elimina a intengao de defraud r a renda do
Estado, que no mais rigoro30 ponto de vista
fiscal o eleraanlo contributivo da crime da con-
trabando.
Julgo improcedente a apprehensao e deter-
mino qu-1 sejao desembaragados nao s as 575
saccas de algodo apprebendidos como tambem
a alvarenga.
Pub!ique-se o presente e faci as intima-
gOes devidas para todos os eleitos legaes
De conforraidada com as disposig s regu-
lamentares recorro ex-olficio para a junta do
Thesouro do Estado que resolver como melhor
entendar em sua sabedoria.
Alfaudega de Peroambuco, 88 -94. Assig-
oado). O Inspector, Alexaodre da Soua I'e-
reira do Carrao.
Unio Typogra.pti.lea -Escrevam-nos
o seguinte :
Reuni se co domingo ultimo, como foi an-
ouociado, em assemblea geral, a distincta so-
ciedade Unia Typagraphica 'ernambucana.
Depois di leitura da acta foram apres.-nladas
propostas do sentido de tomar-se providencias
em relago aos socios demittidos da carpora-
gio typagrapnica da Provincia, sendo appro-
vadas.
E' louvavel a procedimento da L'oiao Typo-
graphica em irem auxilio de seos collegas.
A Cmo Typographica, j tem prstala boas
servigos classe
Assim como hontem solicitou dos "xuis.
Srs. Dr. governador do Estado e co;n:n n lan-
te do 2- districto militar, publicago da Pro-
vieta e Gazeta da Tarde, hoje, noineia urna
commissao para conferenciar com '. cgo
da Provincia, sobr- a admisso :.! asso-
ciados, que pelo simples facto !a ..So cm-
pregal-os provisoriamente em a ;. pogra-
pbias, pel. suspeosio imposta i; jornal,
sio ictimas de mudas injustigas.
A commissio do seio da Unio i > c^nferen-
ciou no da 6 do corrente com a refarHla Re-
dacgo. sendo de esperar que os alludidos
operarios sejam attendidos.
Apprehensao-Abrimos espago em nos-
sas columnas sentenca proferida p lo honrado
Sr. Dr. Inspector da Afandega nas autos de ap-
prehensio de trinta barris de dcimo, marca
J T C e em cima C, despachados como genero
estrangeiros, j tendo pago os direitos da con-
sumo, quar.do era genero nacional:
Vistos e examinados estes nulos, etc. etc.
Considerando qua no dia 2a de lu'.ho pr-
ximo passado, s a horas da tarde, no Caes da
Companhia 'ernambucana, o 2." escriptorario
desla repartigo Julio Silvio de Miranda, confe-
rente do 2.- ponto a sau auxiliar o guarda Aj-
thur So4r da Canha Motla, apprehen leram em
acto de embarque de J. T. Carreiro trinta bar-
ris de dcimo marca J T C e era cima C, de vi-
nho nacional destinados ao Estado d > Cear,
pelo vapor Jacuhype ;
Considerando que os mesmos barris do vi-
nhos foram despachados como pro luct 1 estran-
geiro, com o flm deliberado de defraudar a Fa-
zenda do Halado no pagamento do imposto de
exportagio como se v do dispacho u. 1381:
Caoslderando qu: a fraude qu J. T. Car-
reiro procurou praticar por aquella ra.io alm
de se acbar perfaitamente provada, ficau anda
mais con Irma la com o lacio de nao I r o mes-
mo apr 'sentado a embarque ma3 de/, ancoret i(
com vioho pan completo do despacho citado,
deixaoilo o processo correr a sua revelia como
tudo consta dos auto3;
Considerando, finalmente, que foran: pre-
enchidas as formalidades legaes no presente pro-
cesso ;
Julgo procedente a apprehensio e imponho
a multa na importancia de cento e trinta a cinco
mil ris (135*000), metade do valor da merca-
doria appreheodida.
Foblique-se a presente a fagamse
as pre-
cisas intica'ages para todos os elfeitos legaes.
i lirigido o seguinte ^J^^^^S^fJ^^
oiflcio:
Promotoria Publica do Municipio do Brejo,
! da Agosto de (H94.
Exm. Sr. Dr. Governador.
Esta promotoria se associa de veras ao
pezar qua entristece e enluta a Familia Per-
narabucana, pela perda irreparavel (occasiooada
00 dia f2 do raez prximo passado) do Dr. Ma-
nuel Pinto Dimaso, Prefeito do primeiro muui-
eretra
do Carmo.
O Occidente -Acaba de chegar para a
Agencia Lit'eraria, ra 1. de Margo o. 10, o
n. 561 dessa revista littoraria, que se publica em
Lisboa. L
Vio os seos subscriptores all buscar o dito
numero.
Companhia Ferro Carril -Escrave-
'i
'


'


1

* 1
1 ILlElVH I.
-X
/


i
t*-J
Diablo de Pcraamhncft ^vla^if a IQ j< Agosto ale Mg4E
d
ram-ncs o scguinte, que cootm um pedido justo
10 digno Sr. -.renle dessa companhia :
. Pe.iimsSr. .Redactor, que interponha o
eu v ilioso prestigio Deraote o digno gjrente da
Canpanhia l-'erro Carril, afim de que os carros
fitliiilii il; Cinco Ponas passera a ter como
onto terminal o raesmo que s^rve para a fixa-
aio d >s pasea?' e*m ris
Acredita ssa medida, que ncahum
jous angaienlaria.-ompanhia, *eja adptala;
mis ''. satislai o comm>do los pissageiros
Itsid:;i'* no espaco da ra Vidal deNegreiros,
fomprenendido Mitre a matriz de S. Jos e o
becc i i > Lima, os paes podero as-Mn contar
maior do
carros para > seu
dos exa-
Cm c :i iu:nero
ms| irt
Cars:> Annexo-Vis o resultado
mes fettcs h< nlrn neste curso.
HistO'ia Natural
Manoel \rtliur Muniz, simplemente.
Targno Cesar Alfonso l'illio, dem.
Mano I Joaqun) Silveira, i lem.
Jse Goncalvea Ferreira da Costa, idem.
Um r pro va lo.
Terminaran) os exanaea deste curso.
Era \ v i i i!c 11 se hontem o n. 33
do V :.i i rio Lie i religioso, poltico e
not i : >s >.
Melpnuiciie Oliiiilsnse V sociedade
desse n > na, no da -9 do eorr-nte, di no res-
pectivo thealrj un espectculo variado,ayo
pngamua fii arranjado de molo trazej os
BSppctad n'um constanteriso.
Obrigiios palo convite qu: nos foi remel
tido.
)Institut.< Vr:icMinieo Municipal
Bealisou-se honteo) eomo hartanes annunciado
a 19 s.-s-ao de varcinaro animal directa ern
43 peesoasi ntre adultos e enanca?, execatando
estes trabalhi s os i>rs Bastos de Oliveira, Viei-
ra da Cunta e Arthur Cavalcante.
Os vaccisandos, paes e protectores, cumpre
con. parecer entre o '- e h dia da vaecinagio
par;; que Ibes iejam dades >s n spectivos attes-
tados d accordo eom o resultado, iocorrendo
em un: mulla de 5*000 os que a isto se recu
sar.' i.
Mata PuMlwiNesse estabele-
ciraeiito forana abatidas 77 rezea para o consu-
mo do d a de hoje.
Tel1-.4ra.il :aas retiros Aehai
retidos noTelegrapho Nacional os aegntnlea:
Di: Vic ra, para Madeira por nao ter regis-
tro.
D: Largo Hachado, para Dr. Braz Bernardi-
no Paiva. de U< lt>ni Adolpho tfeodonca, de Rio.
U:aa expaleaui Aitrtii*.i -Si be-se
que para 1 coohecimento completo do nosso
plan;: 1 nnda algo na cousa nos -falta, apezar
de !Ul XIX.
Dou |' sobretodo, agujam a curiosi-
da I lo gjograpbos : o do polo boreal e do
polo: este ultimo imito ma 3 ob-
scuro ain 3 d 1 QJU! o pr leii
Pouquis lot "ain at ag ira
do I. > nosso n imispherio, em virtu le das
anor I 1 la les oppostaa pela gran le
massa il pelo qos cobr o polo sol.
Em is i. i rgu den deseo rio s ilhas que re-
ccberar.11 11 i-cu noni .
Pouco lep -. Cook conseguio chegar laiti-
tuu\ de 71 I SVeddell aitiogio o grao 9i* S.,
cm 8.
Em 1839 a 1840, Wilkes 1 Domoot d'Urvla
acbaraiB as Ierras sitalas ao sul tz Austra-
lia.
.lames Roas descubri 1 m IS'tl e 1842 a trra
I i pas 11 alm do grao 78, limite am a
nao .' 'i lo at lioje.
Fu itca 1 'hauenjer, i 1 "U"s> do seu m s-
moravcl ru eir, approxHnou-se, 00a 1864, desta
reguo m; -' ri isa, 8 m lo a primeiro vapor qu;
atravjss. u o eiirulo antartico
Ahi esl 1 em resumo o qu; consegu > o h -
mem, apazar le sia audacia. O pjiito de inter-
rogado subsiste.
Pota b ira. Cbega-nos a n >ticia da qu; o mun-
do Bcjcnl fico ioglez Be agita para deteriiiiDnr a
organisaca de orna gran le expedi{fto ao poto
sul.
lira i-4'JI alguos naleeiros escocezes foram ca-
gar mvnmiferos inarinhos ao sul do cabo Horu.
U in.er.s-- das observaees e\ecutadas por
dous naturalistas, que eom alies ae achavam,
despertou r.irtenimte a curiosidad d>s sabios
ingL.es, d'ahi reeeden baver o Sr. John Mor-
raj- appesnnta lo sociedade I g tgrapha i .
Lon li s ;i questod; umi expiorieao das tr-
ras us-res.
.Vi iguem poderia razel-o cora mais competen-
cia e auctondade do que o sabio qu; fez a pu-
blicado magistral la Challinge-.
Li'i 1 por elle ama nteresmote memoria sobre
0 assumpto. nhrio-se urna discussio tirillianl.-, <:
uniieini. mente decidiram os u.embros da socie-
dad, le lOgraphia que esta se puzesse ; testa
do movimento e 8ppellasse,4Bto para a opi-
nio publica, como para o Govarno, afim de se
organisar a expedfcao.
A importancia do corara stlim3iito est lora
de discisso.
Segando Marray, deve existir em torno do
polo su! orna massa codinentai ta > extensa
como a Australia ;e esta rae le 7 695.726 kilo-
metr is quadradost] e ness 1 trra eff.-cluam-se
em pr 1 .'lyes- mgestosas dous dos phenorae-
BOSgiOlog'C s 'n-iis interessantes : o pheoome
no glaeiaf e- o ph momeno vulcanic 1. -
Daetiorra calotj de geh que cobre a trra
Vistura despeju-se-para o mar umt gicantesca.
tjrr. : g.-lo, apresen!indo urna muraha per-
pendicular que sobe 5't a 75 mi-tros sobre o ni-
vel 1! 1 mar, e cuja espessura nao deve ser infe-
rior 1 40H ou 500 uniros. Num 1 -distancia de
3'X) 11: Illas II m ponda tragar o cratorno d.sla
coloss.d barreira crystallma. ^or can deste
mar .le ^elo o raeiii i navegador descobrio vul-
cO;s "n'ictiviJade. qu: se, erguera a p:rto de.
4.000 fii.dros.
Fcil porianto de comprehender quanto en-
riquecer a geologa o esludo destes gelos e
desta u t i vi-la I; interna, e quanto da explora-
gao i ijecta la podero aproveilar-se outros ra-
mos da s'-iencia.
Agualdemos esta graale obra do fira do s-
calo.
Triliunal do Jury di ReclfeHon-
tem comparecimos li jurados. -
Forra sorteados os suppl ;ntos:
Recile
Jost B il sIIjo Pinto de Mosquita.
Joao P. Monteiro da Franca.
Santo Antonio
Joaquim Riheiro de Britlo.
Edua 1 1 emOOtini.
Joo (..."lili de Aimelda.
Muno.l Lui 1 Rodrignes Valenca Joni w.
S. .los
Adolpho rancisco da Silva.
Marcelino Ansberto Lopes.
Joo E.:e ;ui I Jorges.
Joo Lucio d Lemos Dua- te.
Boa-Vista
Antonio Francisco Martina do Rio.
Afega los
Antonio Vu,msto Araoju
Foram mltalos em 5, os jurados conslanles
da relaya 1 honlem publicada e irais o? se-
gu 1
Agostioho Jos dos Sanios.
norato de Miranda.
Berilo Basilio Jos de Souza.
Dr. Pelij pe de Pfgneroa Faria Sobrinho.
France 1 o Domingues da Silva.
Frederic > Luiz Vieira.
Francis*' DaraiSo Cavalcante Pessoi.
Joo Car ilino do Rascinwnto.
Joajuim Speacer Lopes n hd.
A sessao cou adiada para hoje.
Vortf ta aavaes a China e do Ja-((J
pi> uerra, qne os te legra ramas dlzem'-
estar aleada entre a Cliini e o .1 apio, um
acont
os
Ihos
de
flicto dessa specie que jJaponezes en i d arara ;
cora ".a ita ilitO le de crea urna inarinha.
A es.i 11 Ira jipen za possne nao 9 um bom
mat'ii; I. e,mo tem, o que Tale mais, um ex"ar,|j| \>
cel .' 1 d id x'rado europea, que con-1 maes V]^u
ser\ ,; 'an bera como -
poten l '- bina
arm 1 ::| ;>
ordem mais perfeita om seo navios. >
ulti no .awnoa, mandou navegara esquadra do
almirante l'vcg qne assignalado Das .'oostas
da Corea esta forca davali visitou Singapura,
Sai- oog, e 08 s:uofficiae tlcnratr
suas antigs tradiesoes, nao 6 menos c;rto que,
por motivos de economa, elles se descurarara
singularmente de sua esquadra desde a guerra
do Tonkim, emquanto os Japonezea nao se pon
parara a sacrificios para augmentar o seu ma-
terial de combate no mar.
O grupo chinez corapOe-se de dous encora-
cados de 7,i00 toneladas, construidos na Alle-
manha e de dous cruzadores que provm de
estaleroi ing'ezes. Po lera-se ajuntar uns dez
cruzadores de classe inferior, canhoneiras sem
grande valor militar, eraflm, urnas vate torpe-
deiras. O melhor da marinha chineza pertence
esquadra'de Petchili, que, como se sabe, foi
creada por Li-Hong-Chang.
Entre os navios j -pon^zes, convra citar em
primeiro lugar tres guarda-costas, que s5o for-
teraente armados, e um grupo d; dez bons cru-
zadores, ai-* dos quaes se distiguem por sua
gra" ade.
jj japonezes possuem, cutrosim, algumas ca-
nhoneiras e urna flotlha dle torpedeiras bcni
conservadas e que se exercta n eom frequen-
lesen-aios.
Aasioa, do lado ettiuez, um nueleo de encou-
ragados e cruzadores, datando da uns quinze
anuos do lado japonez, na.ios um pouco mais
mo lernos e era raaior numeo. Como se v", a
maior parte dos navios das duis marinhas, pos-
sum o valor bellico, foram construidos na Eu
ropa ; os chinezes Wrn navios construidos nos
estaleiros allemes e inglezes, os japonezes
tm specimeus franeezea c inglezes a navios
construidos por elles.
Mis se as principaes unidad-s das duis s-
qua Iras parecem theoricam n'.e aptas para "
medirem, adinitte-se geralraente que os japo-
neses esto em melliores conCjOea porque lm
um pessoal instruido e disciplinado.
lliti.'uiasntus iindortantcs Refere a
revista francesa Interiudiaire des Cherelieurs
et des cuneux que, ten lo Napolefto I ;m 18 7
enviudo a Portugal Geoifrov Saint- Hilaire eom
j llm de n-collier os thesouros scientifleos que
rea aecnloa de navegacAo, de descobrimentos e
J: conquistas nos dous mun los ilevia u alli ter
accumalado em varios depsitos, o sabio fran
cez. r .us guio reunir numerosas collecgOes cora
objectos lo Malabar, India, Conchincblna, Pe-
r, Brazil e outros paizes, que [orara enrique-
cer o Museo de Pariz e preencher as numero
sas lacunas dessas cjilecces. Entre aquel les
objectos contavam-s muitas especies ento
li'scoiih:cidas e pertencentea botnica e zoo-
loga.
A mesma revista diz qu; enviou tambera para
a Uiblioiieci Nacional de Para mais de cinco
mil documentos origina s, entre outros, cartas
le todos os soberanos nortngu :z >s dea la 180
a 17i e bemassim deLuiz XIV. .lo Delphim
e de Carlos II de Hespauha e que se achavam
nos archivos de P rtugaJ.
A misso de colTroy Saint-Hilaire verifi-
cou-s; quando Junot goveroava Portugal, de-
pols de conquistado pelas tropas franceaa
O respr-ito pela feIcr s," "''*
Estad as-Unidos -O governador do lili-
noia intioa ao presidente um lelegramma, pro-
testando contra a remessa de tropas federies
quelle Estado, e exign lo sua immediata re-
tirada, visto ser njustdic \ I a sua pre*enca.
o pi sidente leu I- go satisfacao, responden-
do que aq.i da remessa tinlia si 1 > decidida de
accordo eom a Constituic&o e a lei, por solicl-
tag 1 la adaioistracSo dos correios, pela re-
presentaco dos magistrados do Tribunal Fe-
deral, eemHra por abundantes pravas de tenia
tiv;i- r.jitis para impedirem o co.nmercio dos
Esiado-.
lira ta -s condicOes, accrescenta o presiden-
ixando inteiraniente s autoridades dos
te, d
Bsbido< sua ciiraplet 1 iniciativa para o resta-
belecraento da ordem, a presenta das tro 1-
federa;s em Cbicago nao s > natural, cono ne-
ce.-sn.i.
Casamenta -.-IvilO escrivo de casa-
nentos que tanesioca nos distrie.to? do Hecife,
Sanio Antonio, S Jo e Afogados aflisOU na
repartieo do Registro de Casamentos ra do
Imperador 0- 7> t andar, editaes de proclamas
de casamentos do-- segulntea contrllenles :
Segunda ubcacjio
Jos Antonio Marquss natural do Esta.U de
Alai/oas, oIBcial 1I0 corpo municipal, residente
a freguexia de Sanio Antonio, eom Silvna Lei-
t- 11 Silva, natural deste Estado, residente na
fregue/.iida Boa-Vista, solleiros.
O escrivo de casamentos que funeciona
nos districtos da Boa-Vista, Graja, Pojo e Var-
zea aflixou no dia 9 do corrate, na reparti-
rn do regietro, k ra do Imperador 4i,
I- andar, editaes de proclamas 'e casamen-
to dos segumtes contrahentes
Primeira publicaco
Jos Alves de Soua Borges, residente na
fregue/.ia do Pogo da Panelta, eom Seraphina
tos -mos Jorge, residente na fregue/.ia da
Boa-Vista, solleiros.
Arthur Napoleo de Faria, residente nafre-
gti'-zia da Grifa, cora Ignez de Castro Delgado,
resiliente na freguczia de S- Jos, solteros
Joaqura 'lemeniino Mara Pires, ruidente
na freguezia do Recile, eom Maria Hosalina Ro-
tigues. residente na freguezia da Uo.i-Vista,
s teiros.
Inspectora do *.' distrieto inari-
li.uuReeire, 8 de Agosto de i894
Boletim inetereologieo
Hora*. Term itnti- Harowetro enso do Humr
Por ordem do imperador Napoleo HI, o mi- Leite Bastos -As tragedias de LisbOa,
ro Fould fez inr.lui a obra do daque.de ,'vols. ene. por *5000;.(nao ba igual l> 1
LIV1IAR1A ESCOLA DO POVO ,
DE
SOlfZA PAZ A C.
81RA DO lirEKADOR^8l
NDICACES DTEb
Manoel B. Costa, Vicente A. Perei-a, Joao Da-
maceno, Dr. Manoel A. Rereiri, ana senhora, 2
Ihos e 1 criada, Mara d- Jess, Julieta Souza Saxe Goburgo Qotba ao repertorio da Grande
Lima, Eudocio C. Albuquerque, Joaquim A. Opera.
Goncalves, Maria L. Goncalves, MariaC Gon- Meyerbaer, a gaa (allavara apenas n'easa
calves e i menores. Francisco S. de Gliveira, data a Dinora* < Africana paracom-
Francisco Ignacio da Silva, (preso). ;pialar o sea repertorio, prestou cortjzmente o
Sabidos ara o Sul no vapor nacional'. seu auxilio>ao.priaopesco estreantei .
Brazil : | Para li-on^vf o patriotismo francez era :n-
Francisco lie Carvalho, Adelade".alvao,lIag- dispensavel njie dhMicoifse- no cartaz como
dalena los Santos, Dr. Francisco S. 'raga libretlsta (ra riBPe traifcez, Tentou-se pri-
Torres, 7 pracas e 3 rresoa, Dr. Jo F. choa,, meiro, c. Jos B. de Barros Lins, Manoel ^. Plmentel, gra ide Scriba peo mjiito dinheiro para pres-l "tedlfta
Ozoro Bastos, Francisco P. Araujo, Jos Peito- tar o seu ame. OutrqBoieno* Ilustrestambem! Cl Prpdprim Chae* flrtmmn-
to, Tbomaz Aqu.no, Jos P. de Sauz Jos P. de exigiram somrait- inpraristoa para as financas y. **r 1/*fl.^* ~om
Carvallio, flihos e 1 criada, Dr. Augusto No-' de, um duque i:p Swe Goburgo Go'.ha, que teve I Vat"-ia 'tl,a O la rao da Victoria O. o'':
lasco. Manoel M da Silva, RosaU o Reg, Jos por tira que contentarse cora um belga-barato, l andar.
F. l'ilho. Perre Larre, Dr. Joao B. de "astro |qu realmente fizara a Ira lucco dos versos e
Ribello. sua senbora, 2 lilhos e 1 criada, Jos, que se chuma va MperL
R. de Miranda, Cassimiro Cavileiro, Augnslo ; Para se dar 111 lis o aspecto de pobre-auctor "Id casa a na da (JlOfia ".
C. Pereira Reg, Dr. Dioclecianj de Olm;ir,i,/de genio desconliecids o estreante, o duque nao
Jos M de Albuquerque, Luiz Cuneo, Hurten- jacceijou o convit* do imperador napoleo para
cia F da Cruz'Thereza M da Criu. Rodolpho residir nas Tulu-rias e foi : ailar cora .0 prin-
mn de Chimay.
grado
ai,-4
24.ct
24,'8
24,''5
24,3
.emperaUra
ti.
t.
,0)
26,oO.
vapir
5,23
17,09
17.96
I7,i3
I7.9J
dade-
8'
77
77
74
8<
Therraometrt
Ennegrecido
6.-6, som-
aCfi,
761,- -8
761,-9rf
76 ,-54
759,-52
7fiO,-21
mnima 2
desabrigado ao meto dia
Temperatura mxima
64,*'-Prateado : 38, 8.
Evaporado em 24 horas ao sol
bra 3,-6
i'.huva VM
Directo do ven 10 : S de raeia noite at O h.
58 ra. da mann, SW at 9 h. 2i m SSE at 9
h. 4* ra-, S al tOh. 46 m.SSE corainterrupcoes
de SE at 6 b. 30 ra. da tarde ESE at 7 h.
\ m., SE at inda noile.
i horas de calma pe 1 madrugada.
Veloc iade media do vento i-i2 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,'5.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Eias Horas Altura
baixa-mar
P. M. 8 de Agosto 9 h. 55 m. da ni. |J88
B. M. 8 de 4 h. 08 m da t 0.-85
Passaseiro- Sabidos pjra o Norte 00
vapor nacional Pe-n ara buco :
Man "I A. Poraira e Jo.anna S. Piirniaa Ijjt
ilavo e sua senhora, Gustav 1 Klein, i)r J. Bor-
d ro. Torquata J do Ito-ario, liza Coelho e2
aobnbas, Ulavo Pessoa, Francisco Villas Uoa ,
Jos M de Andrade, Jos Mindello, Luiz A. O.
Lins, Maria J L Andrade, Jos Baoaty, sua le-
iliora e I filho, Amonio de Carvalbo, Alfro'Jo
Torre?, Maria : Ooncatves e i menores, Jos
C Meira e 1 sobrino, Joaquim C Dourado, Ben-
to Jos. Isabel M Canceigo, .Cosme D. Silva,
Ruiino Ferrira, Mina P Reg> Barros e 1 so-
brraho, Frederico A Naiva Jnior, Mina X. (.'.
(alvao. 3 pracas, A nazilea e Zulmira, F- Bal
tar, Jos F Soares, Verissimo Los, Joo For-
tuna, Man 1 A Assumpgo, Angelo 1 hiapeta,
Joo d Luz, Jos S- nrrelo Sampaio, Nicoia
Sampol a, Angelo Francisco e 1 filho Sydney
Dzacq Jos G. da Justa, Charles Dar 1, Albino
R, Soares, Ezequi :l X Maia. Manoel L Vene-
!>r AprigioC P de Mello, Dr Odilon t
C ivalbo. Francisco Jo-' Cordeiro, Dr Eusta-
Dods, Dr. Elias Souza Martina,Joa
li.-irr.io de /.viz, Franci-c > Cepeda, Sophia Cam-
pos; Alberto Rater, Dr. Genuiua Amazonas de
Pereira, Antonio C. Jor-
Antonachi, Caelano
Proapero Grand-
Pinbaiouro, Joo
Fredarito Guentner,
Pedro O'ero, l'.os ndo l'ar.ia, Manoel Ferr-ir 1.
Anl-jnio Lopes Sila, Joaquim Rl dos Res, Ma-
noel II Jnior, .naquin P. d; Oliveira, Ber-
de Oliveira, Manoel 1;iP deMagt-
, Gustavo Kerreira, Francisco*I
''"i"'1 L," n -Monteiro. Arthur M. da Silva, Pedro Ferr ira
pelo cornial m Qavaican. Malbia r P. da..silva.'- Felippe S.
10 ;."i1? rS.l.n*:!'''-' FranciHcoH. Almeida, Anancio F A.
Lima, Antonio Joaquim Perein, Firmino Fect
reir. Francisco T Lavoura, Manoel de Olivei-
ra, Mana d Iivjou, Euzebio da Oliveira, Au
relio.i. de Jess, alferes Jos. S. M Jnior,
1 Manoel C Barbosa, Figuel P. Gomes, Feanr.s 1
eo Daniel I Mariai- Leraon
A. da Cruz, Jos C. da Cruz, Armando H. da
Cruz, Manoel A. Rodrigues, Julia Soares, Mana
P. Meirelli's, Jos P. de Andrale, Mara F. de
Jess Isabel M. Macedo, Maria Jas da Silva,
Coura M. de Jess, tenente Landel no de No-
ronha, sua seniora, llias e I crida, tenente
Francisco B T. de Mello. Manoel Jtolno, Far-
bank, 2 pragas e l aprendiz marimeiro.
Sahidos paja a Europa no vapor ioglez
Ftile. :
Carlos A- Cruz, Joo de, 4 Fonseca, Antonio
D. Simona, Fracelino Jos L. Braga, sua s"-
hora, Jos Joaquim Coelho Esti na Joaquim
M. Cislanbo, Joh. .1. Riggs, Fredrick Kiever,
David Daris, A T. Connor, A C. rirownn,
Edwazd B Pdneraies.
Sabidos para a Europa no vap r inglez
Orcana :
John Scowcrafc e sua senhora. James Chen,
W. Cresswai, F Faylor. G RiSg
ll'.tspit i Pedro II -O o 'vi.u'lito dease
estabelecnnento cargo da Santa (asa de Mise-
ricordia do Hecife, no da 8 de Agosto foi o se-
guate :
Entraram .... 24
Sahlrara..... i7
Falleceram .... 3
Existen!..... 76)
Foram visitadas s enf.-rmarias pelos segum-
tes mdicos :
Dr. Malaquias. entrou s 9 1/4 da manh e s"a-
hio s 10 1/2.
Dr. Simo s Barbosa, entrou fe 'I da ma-
nh esabius II 1/3.
Di Ueraedo, entrou s 8 1/2 da mann e 1-
bio s 9 */2.
Dr. Arnobio Marques, entrou s 9 1/i ila ma-
nila e sabio s 12.
D,. Lopes Pessoa, -airou s 1) da raaaba
.' sahio :s 1 3 1.
Dr. Vieira da Cu".ha, entrou s 10 da ma-
nhi e sabio 2.
ii Baatoi >:ive:.-j. tutnou ai IC
ii e sanio a i.
Dr. Tavares de Vello, entrou s ,0 3/4di ma-
nila sabio as 1 I 4.
Dr. Simplicio Mavignier, entrou s 8 1/2 da
manh e sahiu as 9 1 i.
Dr. Freilas Guimares entrou s 8 3,'4 la ma-
nn e saino s 9 i 4.
P armaceutico. entrou s 9 I 4 da raanh e
sahiu s 2 da tarde.
Ajudante do pharmaceulio, entrou s 7
da manh e sabio s 4 /4 da tarde.
Cemitcrio Pablicn -Obituario do da
8 de Agosto de '894.
Antonio Jos Coimbra Ominara es, Portugal,
68 anuos, casado, Boa-Vista.
Candi la Maria da Coocaigo, Pernambuco,
39 anuos, casada, S. .lo^.
Leocadio Jos de Sant'Anna, Pernambuco,
22 annos, casado, S. Jos
Ubaldioa vugusta Pessoa, Pernambuco, %"
ann >s, solteir, S. Jos.
Maria, Pernambuco, 4 mezes, Gnja.
Mara Josephina d'Assumpso, Pernambuco,
0 Minos, S. Jos.
Venancia Maria da Conceico, Pernambuco,
GO annos, solleira, Ba-Vista.
Je emias Antonio de Azevedo, PO annos, ca-
sado, Boa-Vista.
Maria Cecilia, Pernambuco, 60 annos, solteira,
Boa-Vjgta.
Um feto do sexo feminino, P?rnambuco, Re-
cae.
Ignez de Almeida Castro, Pernambuco. 82
annos. viuva, B)a-Vista.
Amaro, Pernambuco, 2 annos, Ba-Vista.
cipe de iduraay. Mas na noite da primeira re-
presenta, ao da Santa.Xbiara >, o auclor es-
lava sentado no camarote impenal, entre Na-
1 III e a imperatriz Eugenia.
a (opera (foi muito applaudida, liz-nos o seu
auclor, o cantada mais .le .50 vezeos.
Quasi P annos passargra, e mnguem hoje
sabe da Santa Chiara ..
E injustiga do tempo e dos homens ?
E' a Santa Cinara urna obra prima que se
deve de novo revelar f
Ou ella apenas a mediocre cousa que ha a
esperar de um duque ?
Em todo caso, o qu; fado, que as 60
representacOes referidas nas memorias
foram realmente apenas 9.
NOVA OPERA
Na Europa eom fa a fallar-sa muito n'uma
Opera de uai novo compositor dinamarqus Au-
gusto Enna.
A opera chama-se Cleopalra e alguna
jormie- inglezes pretenden) que ella inteira-
mente fundada no romane to ntesmo titulo, es-
cripio pelo romancista ingle Bider Iagg.ird.
[\0TlJ4S LiTm^Bl

romane cuiifor^ne a litte-
ra tu i-a
5' merecadora d.j saudacoes appari-
> romance naturalista que, expro-
bando as ficcos cavalheiresoaa a as chro-
ucas 1
cao do
PERNAMBUCO
ii-tanc > da recelta e despea* do
muniep1* ii- Palmare -.lo 2- sr>.
aOHi-c Jo eierci" de IS9-1
aBCBlTA
Saldo do 1 trimestrs 9.532*48i
I ii.' ^uO.*e vitio-
lj j'.!'. 1 'as pr..-
pr ndaJ-s ag-ico
las 5:361 K
Ipsoet 1 deg-do 1:693^123
Div-iia *: v* rece-
-i 4 (:055* 179
'-' r-- 10 moni ipio l:0i7*0S0
H-i m BtHan. 33-4919
Lleeng.s >- e-i'b-*ie-
ei iwatoN 401*73'
D'VPfH--S IDOS! 8 53!*C60
.un 1 .id -.ob'fl bebi-
. das egpiritao<8 38i*760
vf ','' de peBoi e
0]- II laS 287**03
U''e-icu>oV!8diBcacao 67*715
AMi,^o"; de p.-e l es 46*000
S< e ii.,-ao: A' litulus
e MieOCS, etc. 98*28)
fteodimio.j-'o cern- Ir
1 te'io de Calende 21^000
Hl a 95*wO0
DESPEZ
P.i.ameino a empre- . -
t,'ll los 2:838*7o8
Il-ri a m.gstrstflra 905*531
lien 4 las-ruca: pu-
blica 3:)i8*9il
11 ; forca publica 89*700
'.- is to>n?rcado 4:oOO';0
' opriacto l:26')f)00
Pa-'t m-.ito 318*300
O vi 1 p .salva 38-#151
llaea lo pago 2in*o0
ixi> 1 nie ti*80u
|ta a Id) m a la
4 ostro 7.'*noC'
II mota .(,-i*.'ia ctdda VIO.
', D| esa publica 291*801'
itoaoa 205*l(.
f.'dj
11.3i416
20:8;i*-52
pinta a v
real.
O romance ambara soja vasto como a
imao-inaco, vacillante corno a sociedade,
n5o escapa d> qualquer difinicao e a
qualquer estorvo.
Quaos os limites do romance? Riso a
interrogaciW que nas- circumstancias do
momento cabe fazer.
Se os seus limites sao os mesmos do
pens.ame.nto, fcil se comprehender que
o romane* recaiheca o universo como do-
minio seu
O seu desouvolvitnento e progresso ao
os mesmos da actividade humana, sob
o ponto de ista de perfectibilidade do
pensamento.
No labyrinth > dos raciocinios encon-
tramos esta verdade qne a intparcialida-
de critica obvig-a.nos ; apuntar : Hfi-
c^ssario no romance exibir o auctor um
profundo conhecimento ios hoaens e'das
ousas, pelo que torna-se incalculave!
o proveito de iniciar o eitor nos segredos
da arte de savoir vivre
i'or essa vereda trilharam muitas in-
tellig ncia ; entretanto, mo grado nosso,
aifinnainos que, palo processo de dessec-
9&0 essas intelligencias andaram beta loa-
ge do ponto almejado. Qu-remos fallar
do romance naturalista, essas granda fa-
ctor da psche hodierna que, imprime seo
cunho no progresso da poca Buscar
demonstrar a influencia do meio sobre o
Ipersonagera, sm combinar antitheses du-'
Ividosas, pintar os costumes na .analyse
(profunda das paixSea, reoslvendo por essa
intermadio problemas sociaes, tal al no-
va feic.a > do romance contemporneo
Vejamos o reverso da medalha, isto ,
o romance anteriormente cultivado por
Frederico Souli, Lamartine, Vctor Hu-
go, Sterne, o muitos outros, cuja imagi
nar 10 n&o encontra diques que a dete-
nham noi dominios do chimenco. .' um
verdadeiro diluvio*vle pa-lavras n'um des*-
erto de ideas; digressSes phantasticas
n'um estylo apocalypjtico, eom harmona
de coiistrucc5es, e o elegante tornaioidas
phrases cadenciadas.
Nesse caso o romance, para servirmoS'
nos do juizo de tJustar ?Plancha, fno-
mais do que um passatempo : Sai do do.
mino literario e toma assnnto entre os
jop,08.de.cartas'e do domin.
Entretanto esse passntcrapo, fatiga k\
vezes o leitor, nio fazendo-u saborear a
pintura dos costumea '-da sociedade.
Silva Oliveira. \
(Contina.)
i":3:3*32:-
3:351*7
20:87i*72
Paiisa i lalbo de i
1 t .-s 1
Joaqu:m F rw.o d'OUrira
Vist).P.lmires, 5 :- Joma 1. ;8y*
0 iircf->,
Leopoldo y di Paula Lins.
MUSirjANA
O Dr, Lobo Moscoso d consultas em
39 das Id
nras da manh 1 da larde. Achan-
io-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quiquer chamado eom
protaptido para fora da cidade, Espe-
dlidiade, operacoeis, partos e molesliasc
de senhoras e r^uinos.
Dr. S Peretra, ra da Imperatriz n.
. d consultas medico-cirurgicas todoi
os dias das 8 meio dia, menos nos
domingos e .lias santificados.
Dr. Pe*eir do Sziva chegado do
Pars ; co:n pratica uas dioicas He Wte-
cker Lairdo da coosultas de 1 s 4
horas da tarde a ra do Imperad'"- o.
63 primeiro andar.
Telephone n. 588. Kesidencia Ca-
umgk
O Dr. Simplicio Mavignier teas t
eu consultorio ra Manjuez de Os
a. 27 primeiro andar.
KspeeialidadesMolestias do appare-
Iho respiratorio, fabre e da pelle.
Consaltas das 9 as 11 na ph-nuaciii
Minerva, largo do Terco e em seu ^oi}-
'.-"'orio 'as 12 s 3 da larde.
Residencia Roa do Hospicio n. 41.
Chamados a qualquer hora e por es-
cripto.
TelephoiMj o .fitio
ODr, Berardo mdico e oculista do
hospital Pedro 2 o tlm consultorio : rui
do Bom Jess ir 9. 1." andar Kesideu-
cia : ra Real u. 366
Dr. Amaro Wanderley, Mu iou
consiiltorii) para a ra Duque de Ca\i.is
o. 74 1. anuar,. onde d consultas de
! I horas, da manh 1 hora da tarde,
Residencia -tt-a llireita u' i\
Afogados
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
, cousultorio ra do Oadug o. H,
resoajocia ua lias-! f*or-le n. 5, casadla
i/.uiepj, defroob* ja igreja da Campia.
rtale de molestias de oto*
ouvldos e aiarbe. -
l) Dr. Pedro Poniual, ex-chefe de di-
nica do professor Wecker, de volla *
a viagem -a Europa-, tem sou'coasuU
.(Kr ruar Nova a. 8. p'- meira andar.
.Consultas de I s 4 da tarde.
Telephone n. 539.
Jfrosrarianri- -
Braga Jf Jljtcftado- Deposito de -to
Us as especialidades pharmaceuticas,
untar!, drogas, productos chfmicweo'u-
Iros inedjc.imentua aoeopathioos, < *i
Lar>!H-il Rosario a 34.
Paria Soirinho i C, droguistas por
tuneado, ra do Mrquez de Olinda n 14
Chdmar&es Braga 4 C. Deposijo
rJe Drogas e productos chimicos, espe-
cialidades Pharmaceuticas, medicamen-
tos homeopata? e tintas, oleas, pill-
eis ttfr., etc. 'Ra do Mrquez de Oii-
la n. 60.
Occuliatas .
f'.isidel!cia a ra Setb de Seterabro i
3/ estrada pela ri- Ja Saudade o. 52
: Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d
pnsult8" de J s 4 boras ou primeiro*
*daf da, ra do Baro da Vic Un u.
V-
i
^ morrer ; trctpalbar'sent descanco^peldj engraa-'
I deciment moral;v intllectaai'': Materia*" i
Inossa cara patria ; e cultivar eom amorosa i I
! Ilcitude a viBhaidos vultsose intaresse^ .auto- <
I noinico? deste Estado e de sada um dos; -. i-'
j respectivos municipios, tlele ser"33:npra ;-
nossa coBstaate praoceup^fo. -"
J E' era obediencia a esta linha do conduet*/
I e animados pelas fundadas esperanzas de ^a r
i em todos os nossos bons concidadaoS. e correli-
| xionarios encontraremos sempro taliosoapoio l
',d^ que careeenroe para-o bamdesefnpenho-d* A
nossa elevada misso poltica, quitemos resol-
vi do-aean sel liar ao eltitorado deata anunicipio .
e especialmente aos nossos correligionar&s "
qu- concorram ao pleita eleitoral do da 36 fl*
corrate'mea1 para a' elekjo de-arefeito> leste A
mvni-iipio. I '
Eacsado encarecer-vos a impartaucii des^
8e pleito, desde que se trata de el ;ger um func- '
cinario, a cuia"*lhistrac4s;cril.-rio, largueza de
vistas e honuslidade, deve ser conliada a jas-
to dos mltiplos e magnos interesses do adian-
tdo municipio do-R^cife.
l'ara fa^erdes urna justa id:1a das elvalas W
funceOes que ides co-iliar pelo vosso voto ao ci-< ff
dad-So que tendes de eleger, basta qiie lancis mi
;i vista para os artigas da t'onstituicao do Es-
tarto e da li n. 52, que deli"em- essasifunc- a
pOea.
i'iopondo, po s, ao vosso sulfragio e aos da
eMitorado deste municipio em g^ral o nome do
illuslrc pernimbupano e nesso distincto corre-',1
ligionario, Ur. Manoel da'Yrindade l'eretti pea- Q
sainos merec;r a vossa approvafUo e-at os vos* nn
sos applaosos.
O estorgo que todos devemos empregar pela i
eleicao de to conspicuo cidailo para o eargoo/
di; prefeito deste municipio, constitu parana-
um emponhr dj bonra e abrir para esta- bella trra urna nova era d.- prospendade.'
li' coDi certeza-bem cOnh- cido de todo o elei- |
torado o cidadao. que \os aposentamos, e aiu-*
i.-U ni rom justica ibe contestar. os mritos qne o
exornara a Kua pessoa.
O-seus dotes intelled.uaes e moraee, oaiseas 3
servidos polticos a este Estado e n este manir B
cipio, de cu,a !n endencia f-?z parte, o seare-oi'
conhecido criterio, a- sua inqucbrantavel lione tidade e um carcter sem mcala, so outros il
tautns ttulos, qu; o racommendain vossa es-
colha na prxima eleicao a que si- vae proce-
der.
Eli-gi-i-o e, podis licar tranquillo Jobre a sor-
ta deste aaunicipio.
'Recife, 8 de Agesto de 1891.
Vos-os all'ectuosos con,,i.lad. os e oorroligioni- : I
r.os obrigados
Ambrosio M. da L'u'ha Cavalcante.
Bernardo Jos d Cmara.
Manoel da Trindade i'erelti.
Dr. Milaquias A. Goncalves.
Francisco do Reg Barros de I.acerda. .
Dr. Knmrio.Coulinho
Joo Jos de Amonta.
Vlrei no Marques Sarnero LeSo,'
Jos /cente Meira de Vascuncellos..
GALEPIXO
LIVROS E
ALTA NOVIDADS
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esplint!.osd3aterem ment. Mas se '-?t.> so faeto dos Chiaezeswte- n,...no Riaaennn 'Jn7iiin -ininni .% Pai-irin I
remfeito nav-gar os ^^^^^^\^^^r?^rX^M^
mostraqu; ellos romp-?ramatcerto ponto eom noei Joaquim Sant'Anna, Manoel A.
EPHEMERIDES LRICAS
10 de Ago-t >
.
i 1789 Nasce em Montm-Iy, ocelebr.; Iiarpis-
ta C. Bochsa.
t 1819 Primeira repres^ntaco aa Franca da
lopera Lucia di Lamraermoor.
1861 Em Badn, cantase a spera '^val-
lero .le Nabsl de Sello.
O PRINCIPE COBURGO
0 duque Eoe.'to'fle Sa'ce (Joburgo 9olha; era
um compositor musical. Nas su i? memorias, o
duque conta como con.seguio 'a/.er cairtar no
Grande Opera de Pari?, a sua opera San-1
ta Chiara ao tom de qu m BMi convencido
haver consegurdo forga de mrito c de traba-
lho. 0 proceaso alopiado foi, porm, como o
duque sinceramente declarou um processo olli-l
cial.
. A scona (nao da opera, mas do vMeraa por
Barbosa, que illa ig f : ciatir) pissa-aJ ea "'
AUTORES
.CHIGOU PARA
a livs:ia ssc:la jo ?ov:
A Revolt: da Armada le 6 doSetem-
bro de I83, por Epaminondas Villalba, I vol.
illustrado- de muitos retratos inclusive es do
Manchal l-'lonano Peixoto e Contra-Almirantes
Caatodio Js de Mello e SaUaoba. da Gama e
muitos outras gravaras, como : fortalezas ca-
nliOes, cano 550 (vov)-o grande Aquidaban e
OUtros navios.
Dr. Ahilio Cezar or^s, quarto li-
vro de letura, illustrado de militas gravuras.
LIVROS RECEBIDOS DIRECTAMEHTE DE S.
PAULO, DANDO-NOS A CASA EDICTORA
MAIOR ABATIMENTO.
Garttfalu -Crimiaaloaia, estudo sobre o
delicio e a repressQo penal, Irad. de Julio de
Matlos.
Julio sle Matt s-A loucura estudos
chimicos e mdico-legues, llucioaces e iUus s i
ensato de psychologia medica, manual das doeo-
caa menlaes.
Alfredo Gallis -A amante de Jess.'
A. F. de Castilli > -Tractado de rajlritl-
cacao nortugueza. para em p>.-uco lempo e sem
mestre, aprend.;r-se a fa/.er versos de'tedas as
ni li<.'as e ComposiCOes.
Julio Riheiro -lrammatica portugueza,
tercelra edic cuidadosaaiente revista e elogiada
por Andrc Lfwre, A carne, esplendido roman-
ce naturalista.
Bordes Graiuba -Os jesutas e as con-
gregares religiosas em Portugal nos ultimo*:
trinta annos --(A proposito do aso das Trina>)'.
Candida Tefxeira A "repblica' brazi -
leira, a ultiina propaganda, apontamentos parar,
historia, datas gloriosas, factos memoraveis.
ROMANCES IIXUSTRADOS
Alcvaiulrr lii.uas tro* taosque-
teiros, vinte annos depois, o-Vi.seonde de Jiru-
gelonne, 7tvol: solidaraaite ene. por lOjaOO,
que pechincho !
EngH|fo Suo^-O. jodeu "rraute. vols.
ene. em :i, por 10*00'*, baratissimo! ni
Paulo Feval O rei dos mendigos, 5 v B.
anc era 2. por 1250 '0 [E* de graca !)i
Colonia .^auMstuna ( hoje
ro de Lacena )
Ba-
' Ao eleitorada di Recite
t lll'is re cidadao e . 0 iraptevisto pagamento do preclaro cidadiaa]
Dr. Manoel l'iuto -ttamaso veio d erraiuar ain-
Cssidade de proceder-se a nova eleijo para
preenchioiento da vaga por elle,deixada do
oargo de prefei'o do municipio desta capital.
A raaioria de directorio do psrtide republi-
cano, em interpretando oa aentimentordesse
parlido e compreheidendo qne nao pella elle
deixar de definir a sua posicao'diaBte da situa-
gSo que os acontecimentos acabalara de crear,
oo esquivnu se 1 responsabilidade de encarar
de frente o poblema poltico do memento, saja
soluco se impunha a saa-deliberafo.
Para tal fim por maVs de urna Tez reuniram-
se os abaixo assignados e ominados do sin-
cero e ardente desejo de cenciliar os legtimos-
interesses- de seu parlido eom as imperiosas r
sagradas exigencias do seu palriotisuio, puze-
ram em contribntfo toda a sua boa vontade--*;
expferieocia -a bem da reso'.ucao que abes cun-
pna lomar.
A scisao, em principios do correte anno
(berta no* s:io do crande generoso partido
r-publioano deste Estado pela desoneataco |io-
litica'do ilbostre cidadao Dr JosiilzdoTo Mar-
lins .1 unin, si < verdade^jue momeutaneamente
batcnu pujants ritalidade desse partiab, nao (
a__
nio razao, para que, cla-ii s de coragem e da/
fe e fortalecidos pelas; (aiblicas sympathias.
nao nos abalancemos a amanhfi s pugnas dos
coa.ioios eleUerata, u antes :mpoe-nos o rigo-
roso dover de por esse meio retemperar e me-
dir m tiaaaaa largas, tudo envidando pela victo-
ria da nossa causa.
Oa erros e proTac6e3 do passado nao podem
ser evocados seno. como ama lico fecunda
em msinamentos para o presente.
Pretender a respeito desses erros e prova-
gOes mantel urna liiteral e frrea coherencia
seria de cerlo arriscar todo o futuro, que se
alonga .liante de n le, pela diatnica pratencSro
de reivindicar urna ordem de -cousas, que
abjsmou-se da urna, vez para sempre no pro-
fu do pelago tos factos consumirados.
Aos partidos^que em certas phases polticas
oliain pan traz, quando s devem olhur para
diante-, bem podi acontec -r o masmo que
mulbendeLotli, apenas eom a difTerent; de
que .e> esta converten-se em estatua de sal,
aq.u lies se poderam- converter aa estatua do
ridiculo
Em poiilica nao quoremos ser Jo.'io-avjntu
ra-l*.
E que seriara eno bera-avenlurtdos' com
jus ao r*ino do co, se-a poltica tA'^sse um'
co. os que pn-t-ndessem a. victota, abando-
niiii! i a arena do combat- ?
"Do paseado s carregamos ae despojos 'das
nossas pro, na, responsabilidades e j nao
pouco.
Iora listo s/flos preoecupa a" conquista da
futuro, isto a realisacao pratica do.J)osso pru^
grirama poltico.
Sustentar e desenvolver as intituicot repu
blicanas alopiada* n aosto pacto bir.aaaien
tal, fazendo deltas lbaro sagrado das nossas
liberdades, a cu;a sombra c>mbateremo3 al'
OS COLONOS NACIOXAES E ESTRANGEI- .
ROS PERANTE O MI DIGNO MIWTRO'I.-
I DA AGRICULTURA.
' Nos abaixo assignados colonos lona-io^
naes e estrangeiros, ltimos1- sobreviven*
tes 'lesta infeliz colonia, de comisura ao
cordo salvo meiadnzia de protegidos do
Dr. Barata, delegado da colonia, toma-
mos a liberdade"de eflderecar ao mui dig-
no Ministro da Agricultura urna reclama-
filo ju;ts 'para- que S.-"Exc. se* dignel" re
lai.c ir suag vistas sobre oeque se passa na
dita colonia, niln temos animosiclade par-
ticular aontrau adnnnistrafio,' mas vea.
do o atrazo da dita e estando no lugar proprie podernos observar todos os pa-" h
.-os eVrados da adnjin3tpaio; nao dai-'m
xando portante de recouheoer que dito n
trazo devido 4 n distribuigo do '
dinheiros publicas sem paoveito nanhuna -o
para o governo1 aem para os colono (ve- -i
ri,ficaco fa-eiljie i) que : penoso- para nsK -
ijiu". estando 11 s os colonos os mais an-
ti'gos, passamos-no dizer do respectivo
delegavlo por gente l de mana costumes,
c ao pregaicosos, bebados, 8* teadore
etc.",-de-.laracea- fetas ip digno Govdrnador do Batudo ; nao pode-
mos dnixar de f>ret8starcontra semelha*.
te ac?u8acio ; so nos fossemos i gente de
t :n ni- costumes e que nao tivessemos
ventade de trabalhara prosperar nao te-
rjamos resistido-tantr-tetnpo df-baixo de
UtDa iidministrac.lo t3o injusta pata com-
nosco, estando parte de nos reduzidohoje
a abandonar as nussas. familias deixando-
as nos Iotas para irmos trabalbar tora da
colonia se no queremos pasaar pxda mais M
laatroz das torturas que a /ame, devidv
4H s#*bpiga5^es que- temos de plantan
C(tc4o, cal inilho, feij2o e at trigo plaaJi-
tacSes reconbecidas da"nenb,um proveito
nestes terrenfoB^-da maneira ftwaeaban-
do as nossas diarias" n5o temos recolta
nerihuma ,!.o noaso sustento.
Ioaelaranos tambem q te alguin de nos I
recabemos ^sustento do governo, durante 4
2 meres, ll rezes e outros s 3 meses;
racebendo por pessoas epor dia, uns lf,
,90 ris, 5 KJ ris e'-eutroa. 285 ris, e os
nacionaea nada absolatamente.
Para que tanta injustic.a, perguntamos
n>'s ?
O nosso desejo seria ver a prosperidade
e o engrandec manto da colonia o que se-
ria para nos e nossa farailiauma jolici-
dade da qual nao gozaremos, estamos
certos, emquanto V. Exc no nos livrar
destaf administrajo, que to mal sabe
cumprir eom suas obrigaces.
Ddixaraos a reclama5ao supra aalta sa-
bedoria da V. Exc. que saber, estamos
convencidos, tomar as providencias que o
caso exige, e fazer justica a quem ti ver
direito.
Giry Jean
Gatti Gregorio-.-
Poggi Luigi
Francisco Jos da Silveira.
A rogo de Manoel Caetano Xavier, Fran-
cisco Jos da Silveira
A rogo de Francisco Pereira da Costa, J-
P. Montessuy.
A rogo de Antonio Laurindo da Silva,
1 Francisco Jos da Si'veira
A rogo'de Jos Joaquim de Sant'Anna, J .
1\ Montessuy-.
A rogo de Manoel Pedro
cisco Jos da Silveira
A rogo de Joaquim Jos
.!. P. Montessuy
Malavasi GioTati
Hygiiio Paes de Ly.aa
Eloy Maura Fernandes
Antoine Faur.
Minchiotti Liiigi _
A rogo de Lupani Dietra, Minjchlottl
P Luigi
A rogo de Domingos Francisco da ^uba,
J D. -Mont .ssuym.
Frailesco Floro de Barros Araujo
Avflino Alv- dos dantos*! Jeal. (! r .
Matjoel Jtiaqiiim.Gdmes
A rogo de Maooal Bmilio da. Silva, -Ai'
tonioaJosd da Silveira* *h-
A rog i de Antonio liodrigues datrniM la
P. Monteasuy.
Soares, Fran-i
de SantAnfla,




___________#-**
i
fcU-
>
MUTILADO J
UEGiVEl
X
\
^.





Diario *le Pa-rwamfrrcco &cxta-ieira 1Q de Agosto de- l*tM
A rogo de Joaquim Roberto de Souza,Isua nunca esquecida filha e irma Fran- .pital Federal e en .<<1
Francisco de Almeida Souza. cisca Martina Cezar de Amorim, confes tados un,|os ao Bruzii,
Fredich Hooper. sando-se gratos a todos que assistirem a
A rogo de Thomaz Jos de Souza, Ma-
noel Antonio de Lyra.
A rogo de Ferdinando Francisco, J. P.
Montessuy.
Ma:in Francois.
Passarelli Adolpbo.
A rogo de Passarelli Arcan gelo, Passa-
rella Adolfo. ^
A rogo de Bergamaschi Giacomo, Ga tti
Gregorio.
A rogo de Cavallar Lorenzo, Giry Jean.
A ex istencia de lotos oceupados por
colonos de 41 e estSo assignados^jU
Ao Sr. Cruz
Felizmente confessa a mesa regedoraque era
aualquer hypothese dar-se-hia o desabamento ;
mas para que por tanto tempo oceultou a su*
incuria em nao ter impedido esse f.acasso !
Eu nio respondo mais a mesa regedora e s
por commiserac&o 6 que lhe atiro ainda essa p
de trra. .
Esta ou nao funccionando irregularmente !
Sao ou nao nullos |os actos que praticam f
0 actual provedor quera raais tem lomado a
neilo e cavacado, manda escrever e assigna em
nome da mesa regedora, com quera nao quero
Sfecossao, pois comj ja disse dellaUmbem
faco parte.
V
gratos a todos que
este acto de riligi&o o caridade.
Ao conimercio
Marcos Zloccowiek faz sciente que
desta data em diante deixa de ser eni-
pregado da casa M. S Maia por sua
livre expontanea vontade, e ao mestno
tempj a radece as attencOes prestadas
pela referida firma durante o tempo que
a servio como empregado.
Recife, 9 de Agesto de 1894.
vea o Sr. provedor coro seu noroe tomar a
resoonaabilidade na discussao e ontao ver o
e nome estampado e lhe inostrare se fui ba-
tida se tenbo r.nputaco e se tenho mais valor
rmezero. Inlmtus est numrus. ... bympatliia. _
Opiniao contrario do que diz a mesa regedora
ow os Es-
sem !*
estes possam vender os bilhetes
das loteras que crearen* as
snas capitaes. Jhegou a esse
ponto a intervenrito decidida
do Sr. Ministre da Fazenda e.ci
favor de un monopolio, que de
certo Taz pasmar a todos |uan-
tos couliecem os escriipulos e
lifliculdades rom que us lote-
ras Tiiin concedidas na mo-
narchia, havendo plena liber-
dade tanto para a cidade d
Rio como para as capitaes das
antipas proviucias na evtrac-
eilo das loteras e venda de I-
lli <>(<. \o houve ii:i minis-
31 tro nn|iielle tempo que entre-
at.ic as mos de al;ni indi-
Dr Avres uV Alliuquerque I. .
** J Gima vid nos o prcvilcgio cxeliisivo
Io ANNIVERSARIO de explorar o oso lotrico na
Alfredo de Albuqu rqna Gama, sua mulher el
rthos Avr-js d .Vlbuquerque Gama convidam capital do ulico imperio, le
a lodos os prenles i-amigos-le seu saudoso e
Balaba* ruroada.-Go-no taes padem
conrieMr-6? *s feluea moth-res a quem a na-
iD'ea ha do'aJo de pn fosos < i adulante* rijo,
pon a rora ia beheia nbysics indnbilav.luien-
te am fi rajos.> entorilo.
Para cooferva FemelhaGte tbesccio prra
;nercen'a. so belleza e sed volme, para soa-
visa- e perfumar as u 'os s traig.s ; par* com-
maolear Ibes o bnlho e a rtoctilidade da ced ;
para impedir su. qu^da e p^* p-oteeei < ci.n
in a fe'raldo a (tao o t-rupo, s*o "
m-tncr qoe o Ton' o Oneval. o ooal nao o
realiza o anipriorm<-nt' fxpo-"o seoo qi;<> jiem
wo p-oduz e estiraol-i o i-rescimenio d<. cabe!. ,
I i oag cabec.H maii cespruviJas dest-- eg'egio
di'-QO da natureta.
u.iuao Wu...- -- "c,,u,a a lodos os prenles e a:mgo& uo seu u^^v ,
consta nos aue tem o r. bispo diocesano, que I es-ranlecido pae. ogro e av, Dr. Ayres de Al-. vando a sua proteccao ao un-
~nvi.k-n- bu querqU(, Gama, para nssistirein as missas que .... t ,
de tu-io acna-se informado e dar a pro
cias que jolgar acertadas. Isso aa. Parce
sepu'.tH SymPatma> delxa a^P0mada da9 P38'
UnRes3pondaai por amor de Deus o que temos
dito e verlo de que po faz waOM*
Goyannn
ANDA PARA EVITAR DUVIDAS
Peco ao bom compadre major Manoel
Gomes de Albuquerque, collector deste
municipio, que teuha a bondaJe de des-
embavasar os meus bens do onus da flan-
ea que prestei em favor ae S S.. urna
vez que declara j ter novo fiador
Aguardo o procedimento de 8. b. para
meu governo ; espero que n&o far com-
migo o que fez com seu pnmeiro fiador
Sovanna, 6 de Agosto de l&9i.
'Manoel Ignacio Vcssoa de Mello
Ao coiumercio
A. Gomes de Mendonca, avisa ao
commercio e a quem interessar possa,
que desde 20 do m z prximo paspado,
compreu aos Srs Silva &c Schiappe o
seu estabelecimento de molhados, sito a
ra de S. Francisco de Paula n 32, em
Caxang, livre e desembagado de todo
e qualquer debito at aquella data
Caxang, 9 de Agosto de 1894.
A. Goines de Mendonca
Francisca Martins Cezar de
Aniarim
"' TRIGSIMO DI A
Manoel Martins de Amorim Santa Ri-
ta, Candida Martins Cezar de Amorim,
Rita Mara Cezar de Amorim, Dr. Joa-
quim Martins Cozar de Amorim e Ma-
noel Martins de Amorim Jnior (ausen-
tes) codvidam a tidos os parentes c ami-
gos, para assistirem a missa que mandam
resar na greja da Penha segunda- feira
13 do corrente, pelo uescanco eterno de
COMMERCIO
Bolsa Commercial de Pernsu-
turo
COTAOBSOmciAKa DA JOMA dos corbbctores
Pracado Recife, 9 de Ag.slo de 1894.
Nao boave cotacSn.
0 presidente
Angcr'~ Pinto de Lemos.
J secretario
Antonio Leonardo Rodrigue*.
Cambio
PBACA DO BBCIFB
Os Sancos ibriram com a '.axa de 9 l/i d sobre
lOndf es a 90 aua, effjciuaua <>e pequeas Irans-
accOee..
O mercao fecboo menos nran-
Em papel part;ealar foi neguciao a 9 3|8 com
entrega em Setembro.
Cutaeoes de jf eueros
Para o agricultor
Assocar '
Branco dem dem .... 5J000 a 3U00
Soaieaos.idem-rii 4*000 a 4*200,
Mascavado Ket .-.= 3*000 a 3*200'^dem
Bru-J melado ... S**00 a 2*500
Relame idem dem. l*O0 a 2*100
buuuerque Gama, para nssisureiu i """ 4"^=. .
neto eterno repouso da SO alma mandam retar : nopolio, ate o ponto de nao coli-
na ioreia da Soleda U as 7 horas da manila do ___
dh ii do corrente, I. anniversarlo de seu fal sentir a venda de bilhetes das
eciaieoto, agradewndo \% proviucias na Corte.
do os que se dignarein comparecer a eai, juu r
Estava ^unrdado este escn-
dalo para o rgimen que se diz
republicano.
A lotera nacional con*eguo
a protecetto do Mr. miu&stro da
fozendti. mas nito curvar ao
seu dominio o goveraatlor de
OGovernadordo Est ido
e as Loteras
A adiuiiistracilo do Dr. Bar-
bosa Lima nao conta urna s
patota. Ao passo que a Lotera
Aacional. protegida pelo Sr.
. r. !.-. r ; as loteras e isto honra ao
Ministrada Fazenda.ja loi mu-
Periiambucu. N. lve. ininii-
;-o das loteras e sto honra ao
seu carcter. A justica com
. i merco de I'criiambuco de ia- ("a
.. --- I torisa a conllar-se que, em hy-
nam Brazileiro, o Goveruo f
iDOthese h^iiiiiu est rcsolvid
deste Estado se tem mostrado) I
to bem denominada pelo ttCoin-
iiiCenso a concessilo de Lote-
ras, quo de fucto un jogo
iudgno dos governos serios.
O governo da I nio o pri-
ucro a. dar o mo exemplo, r-
nando o precedente do mais
portentoso monopolio, que se
ronhece em toda a historia
administrativa do Brazil e tal
o da sociedade anonyma que
se Intitula Lotera nacional.
Esta lotera tem o privilegio de
vender os seus bilhetes na Ca-
Laam*6-x e vidrjs 24 volotnes a J. Das Mo-
r-irrf, 13 J. A. Viega-.
Lona 4 fardos J. Fooiss & G
Mercadorio i volme a 4. Maia 4 C., 11 a L.
M .ia G 4 a B. Pal, i a G. de Manos IrtcSot,
2 i Bragj & 'iasfo, 5 x R. Gardogo. I i ordem. I
T. Bastos & C.. 4 a Medeiros I'tDios 4 G.
Oleo 3 barris a R Cardoso & C. 3 a T. Bas
les 4 G 5 a Miranda & Sooia.
Dito para machina 2 barra a Beluao a Gesta.
Ps de ferro 30 fex a a Gomes de Hat o- |r-
oi Soa.
Relugiog e oatroi rticos 16 canas a A. 2. da
C. A-aojo.
Remos 4 feixes a Joao Footes, 14 a Biliro &
Costa.
Toociobo 25 barris a Silva Marques & G., 25 a
Lnpes Albeiro & C.
Tecidos 4 fardos a Beroet 4 C., 3 a Machado
Perelra, 2 a A. de B-itto 4 G., 3 a N. Maia
4 C., 5 a Das Loareis & C., 2 a A. Maia 4 G
iVelocipedes 1 cx. a G. Ce Mattos Irmor, 1
a Braga & Castro
Paiacbo iogle Be:U Rosa entrado de Ter-
ra Nova em 7 de correle e consignado a H. J.
Pe'inan, maoifesioo:
Bi.r.ainau 1806 barricas e 1548 meias ditas a
Algodo
Colamos noniina! a 12*5C0 per lo i:los.
lool
Pj; pipa dfc 480 litros 380*000.
Agurdente
PO' pipa de 480 '-tre 215*000.
Coaroe
8e::coa ail|?aio3 na base de 12 kilos 790 rts
Verlts a 485 'eie.
. i re ai
Cata-t e 13* a 21*000 por 15 kns.
-JoiamoB nominal a 130*000 por pipa.
fabulla das sntradas de a88cab k al-
(HjDXo
Me de Agosto
Bntradat;
. A p-
(
Bi:acab
Vaporea.
Ani'raes
Estrada de Perro Central.
Wecu Jt S Francisco .
IcVj de Limoeiro. .
Somm8.
n8 Saceos i Sa>:c:
7 1810 200
\ I 7 8o7
a 7 144 70
6 714
7 1566 177
6 53, 799
4287' 3104
mportaco
VaHor nglez Bessel -B'r.ido t S.Y k
em 5 do correle e consignado i H- Fo sier &
G., maaife8too:
Amostras 1 volme aos conai,,na'a-io8.
Ilanni 30 ba*r*s i Manoel Lpes de Si, 25 -.
Lopes Albeiro 4 C.
Drogas 2 velomes a Comp&uha e Drogas, 3
1 Goimares Braga & C.
Entopo 20 fardos a Beitrao & Josta.
Farinta de trigo 10600 barricas sos coosigna-
tarios.
Fio 2 fardoa a Beltrlo Costa.
Ferrageus 3 caixas a R. Cardoso 4 C.
Graia 4 barricas a R. Cardoso 4 C., 2 a T.
Bjs'os 4 C, 5 a Costa Lima & C.
Garrafas 5 barricas i ordem, 13 a Companbia
de Drogas.
Kerosene 100 caicas 3cs consignatarios.
Palnabote portogon Razonlo, entrado do
Porto em 7 do correte e cineigoado a Amorim
l-mo.- e Gomp., macifeatoa :
Amendoas 7 caixas a Costa Lima e Comp.
Alhos 5 caoastraH a Co-iti Lima e Comp.
Ba*sf 4 caixas aos sesmos, 6 a Gnedej de
A-ao|o & FUROS.
Ce? os 2 atados ordem.
Conservas 85 caixas ordem.
Fo'ha de louro 10 sarcos a Baltbazar M.?g<
hes ft Coto.. 9 a Gueiea de Ara'jjo & Filnos.
Feijao 140 sa-eos a Cssta Lima e Comp.
Pali os 5raxoes a G. :e Araujo & Filhos.
Pbosphoroa 6 catxoes i ordem.
II ilbaa 28 neeM Sompanbia de Esiiva, 43 a
Gae^e^ : Ar jo & Filhj?, 5 a o'dem.
Salp;c6es 6 raixi-s a E. M. -e Barro'.
Vimes 000 bagas a Pereira Pinto e Crsp.
Vlnbo 10 pinas e 10 barris a Cosa Lima e
, 733 aFra^a P.oma e Com^., 80 aFiguui-
do Con? e Como 1 a E. creirados R-is, 12 i
0. Bastse Comp.,480calas a Gaimresa
Vaieot,', 500 Figoeir 'o ;.osta e Comp 133 i
liuede- de Araujo & Pilhoa, 25 a Fernn Jes Jn
liao Comp., 1.025 CoiupaobU de Estiva, 80
,< A. Macnado e Coorr., 150 Paulino de Olive-
ra atan, 100 Casta Urna e Comp 225 a Joa
qoitu Fe re::a de Garvaibo e Co^p., 400 a Fer
reir, Rodrigoes e C^ap.
Vator nacional I'.an<>ma, entrado des portos
o ti'i em 6 do corrente e cousignado a Guedes
:!ereira, mani'estoo:
z te de peixe 5 barris a J. A. da Silva
Saito-, 5 a M-n s biappee Comp.
Barril 1-700 a ordem.
1 toO i rdem.
Caiga o-* ScaixOes a J. L. deOll^eira, 1 a M.
de Souza Franco, 1 a F. R da Silva e Cerno..
la Fi thA s Barboea e C:rope, 1 a Cesar Ljpes
e Comp.
GhapoB 2 caixas a Manoel Joaqom Feruao-
"pe, 3 a Roi'rigtn L'ma eCom ., 3 a Agencia
i Chapeos, i a Manoel Dias i'a Sil'a Gal a-
rae 2 a Di s L ureiro e Gomp.
C-f 20 saceos a G. Vasconcellos e Comp.
Charutos 15 caixas a Suizer K IT nn e
5 -. Aaevedo e Cimp., 11 a Cj L
e C 'mi., 6 ordem, 1 a A. Maia e Comp., 4
G de vasconcellos e Comp., 1 i J. Francisco
dos P. a Gu marSes.
Fio 61 caos C. Fernandes e Comp., 64 i
Joao Frao i o Leite.
F;rt'lo l 169 saceos a M P. Hoirigoes, 1.350
s 1 Gj oarSaa e Gomp.
FerraO'a* 8 barricas Companbia Per-o
Carril de Pernamboco.
Fum 60 .olomes a Moreira e ^omp., 12 a
Joao Francisco Leite.
Graxa 1 caixa a Pilrao & Maia.
Movis 2C velen:'? a Manoel Bandeira.
a conceder loteras em Per
namhuco por um prazo detei
minado, a exemplo do que fez
o Sr. ministro da fazenda. niio
deixar de fazer a concessito
aos prejudicados com a inter-
rnprito lo contracto celebrado
no governo do distiucto gene
ral Nmeao de Oliveira para
entregar o lisiado de Pcrnam-
biico usurpacXo lotrica do
polvo da Lotera A'acioual, que
aperta em seus tentculos a
M'Twio'ias dffersss 18 volme ao uiesino. I
a J. J. di C. L p~.
Piassava 100 LOjlhos a G. da VaeCOOCfllM e
Comp.
Pipa* 900 ordem.
Teemog 68 v la ,,e? Hramer Frey c C, 10.-.
fioern Fe'tiaodo e C. 10 a A. Lop** e C., 10 a
Dias L oren C, 10 a Maia e C 3D a Olinin
JaHim e C. 25 ti or le n. 15 a A. Amorim e C
!5 a A. Vieira e C. 5 a am-! Dia< di Sil
Guluiaraes, 32 a arcitc Maia e 0., 5- a Forreira
Ir i Sos eC,. 80 i RjliKoea Lima G., 20 a A.
de Brillo eC.,10 a A. Lipe e C, 30 a G Perto
rC. 15 a J. Ke'nandes e G.. 40 a Affons Maia e
C 10 a Silveira e C, 10 Marn* Rodrigues e
C. 8 a A. S>ctos e C 10a R. de Carvalbo e C.
Xarqoo 500 fardo* a o B liar e C, 1000 a
Amor 11. Irmaos e C,, 21 J. I. Gaedes Pereira.
Vapor nacional M-i-qu-'z de Caxiis, entrado
tos oortoB do sol, en 7 e consignado a Pedro 0
de Cerqueira.
Algoiao 24! -accos a Ferreira Rodrignes e C,,
150 a Ray imdo Setxas.
Cirocos de algodao 2121 8 ccoa a Victcr Nesen
Coo^oi 161 ar> fneumo.'.
Bar-M 25 a S K.h in.
Far-'lo 300 --aceoa Fe" ri Ro i^ues e C.
Pell 1 fardo a H- A. Ma na u-, 16 a E Km.
27 a R Bromer e G.. 15 a B. Wiiltn j G., 20 .-
Delmiro e Goovea.
Pedras de amolar 200 a G.mcalves e Barros.
Sola 10 litados a L'Derato Jj6 da Silva.
Tamancos 12 lardos a Machado t C, o a C
Lima a C.
Vino 20 sirris a Joaquim Ferreira de Carvs-
IhoeG.
Logar ingles B'anche; entrado de Terra Na
va, em 7 e i O'i'ignad i Bla knurn e C.
Ba clnau 2193 jarncas o 1814 muas rtitps 8
o'dem.
capital da nepublic, mus mo
coutrahir na sua torca mus-
cular o nosso Estado.
% Lotera A'acioual deve ser
combatida pela lotera des te
Lstado, independente da espe-
ciilacao |ue aquella exerec.
!;' o recurso para desviar ta
Capital 1'cilei-ul o dinheiro do
povo peruambucano, |iie em-
pregado na lotera local, mo
snCiir daqui para o bolso dos
lelizes monopolisadores da Lo-
tera A'acioual, utilisando-se
em iusttuicoes protectoras do
povo.
Com cei'teza ser este o pro-
cedimento do Dr. Barbosu Li-
ma, que, coherente com o seu
passado honesto e com o seu
governo moralisatii, nito se ex-
porta a interminaveis aaecsssMa-
coes por escravisar a sua pa-
tria nos seuliores do monopolio
escandaloso que se podera cha-
mar o mesouo teinpo a^oti'ria
Aacionnl ou Panam Ilrazil< i-
ro. W. Exc. nTo attrahiiii ao
.seu governo scmelhante des-
honra.
O Dr. Barbosa Lima ka-de
provar na concessilo de lote-
ras que e um homem de em
e um goveruador justiceiro, e
incapaz de manchar as suus
inos ussignaudo a escriptura
de venda do Estado de ernaan-
buco Wociedade Anonyma Lo-
tera Aacional.
> A patria livrt.
(Transcripto do Comincrcio
de Pcrnambuco.)
Peiloral de Cambar
CURA. DE BBONCHirsS C i* E
M' PTYSES
[l!mB. Srs. Sil*, G..ui8 & C dr
natas no Rio de J"'iro. H m'i -
:> nnca que eu B'-ff a d um Dr- t.-
.te, companhada de hrnx.ptys* qu-
r.. me deixava dormir ooitea ioter,
h-veado diaa de la^.r mais d* mai*
r->-ti de pangue.
Beoorri n todos os medies dme mu-
i j.o de Cartagao, ] sem gosto ne
c^m p-a cuidar ba imncunou espera i,B da mi;.h* ^x"
ci* por moito kenj.-), o".ar de ain m-
tmreaa recurios e botn trtame Mr.
P.ir tuilb^re de D-ru, am aoifiO e *
gcciinte deato logar, r.5o qaerando que
a deizasse meas innocentes Albos por
OTar, aconselhou-me o Peiloral de Cam-
bar- e eu sem f, de mais nenbam re-
medio me por bom, reaolvt que esse ne-
Kciante me aiandasse vir da -aaa de
Vv. Ss. seis vidros para experim^Ltar e,
fiad.o ees, ji dorma bem, cesaanO de
todo a esoBrros sanguneos.
Mandei vir nuis vinta e qoutro vidros
e contnoei at terminal-os, isto at o fim
do anno de 1888, e, grabas a Oeagj : cho-
mu l ojo completamente carado.
Agradego a Vv. 8a. e pet;o-lhes pobl-
earem este, a bem da hum;.nidada sollre-
dora. Aj mesmo tempo, pec,v*"" Oeua
onla saiidf, proeperidade e fe.
autor de lio grande e prodigioso remedio,
0 Sr. Joh Alveres de Sonsa hoare.
Joao Jote Zebendo.
(Bom Jurdas, em Oar.tuge.ho, E-todo
do Rio de Janeiro.)
Re [ be.o ser verdledeira a fir.^^ do
S-. Jw2o Jos Z.-.beodo Antonio Lustren
9> da Silva, Rio de J cuiro.
RejLheco a assi^ntitura supra. Es
tunh Pe > 1 vordadi", o tbell-o Frii
: co mira Bamoa (Rmi dt Janeiro.)
E' Bnioo agente e depoiitario do reito-
r^l d' ambr rest'i Estado k Comparbia
da D"ogau e Producios Ohimicoa.
Ao commercio
Os abaixo assignados, socios com-
ponentes ca firma d'csta praca Albino
Cruz & C, cstabclecida ra i." do
Margo n. 18, avisam ao commercio em
geral, que retirou-se amigavelmeate
da sociedade o socio Carlos Albino
Cruz, pago de seu capital e lucros o
desonerado do passivo, assumindo a
responsabilidade das transaccOes effe-
ctuadas ate esta data os socios Manoel
Lopes Ferreira c Manoel Pereira Ri-
beiro, com a faculdade de usaren* da
mesma firma.
Recife, 30 de Julho de 1894.
- Carlos A Un no Cruz.
Manoel Lopes Ferreira.
Manoel Pereira Ribciro.
E' nico agente e depositario do Peito-
isl de Cambra nesttf Estado a Compahia
de Drogat e Producios Chimicos.
Ao commercio
Aaseotando w 'empord'iamente desta ; rsa,
s't,': mo uara a Euri d-i no vapor Nile, decla-
ro que ftVa na erjocia rte mi.iha cata eommer-
waJ, eocarr giio do tedas os cena ofgocios,
saes eeii-1 Or. Joao Aosimno Caraeira Bezerra
CdValcante, p; ra o qne tem podases especiaos,
(ierres, ampio; e iilixuadoR, r.oPBlao'aB .e pro-
curpco registrada na junta commerc al deate
Bstaso.
D^spedindo rr.e, ootrc?im. dos meu.' axluos e
fregneses, aeosrdo as -as crdens.
Recife, i de Agoaio de 189*.
Joo de Aqnino FJnfeca.
^xpwrfaeio
Becire. 9 de Agosto d? 189i
Pa-a o exterior
No sap^r inglez Htjiomj, p.taLiverpool,
rarreeoo :
G. da Csnba, 150 coaros silgilos com 1.8T0
tilos.
o vapo infiel Scholar, para Liverpool,
-nraT. :
8. Wiums 4C, 375 fardj3 COi 66 4il kilos
de aleodo.
No vapor aglsi Merchant, para Liver-
pco!, carretJU :
-,'. Heesen, 310 fardos cooj 40,720 kilos de
aleadlo.
Nj vapor ?Hem5o Cintre;, pan Br men
carrego 1 :
V Serser:, 1,035 coiros salgados com 12,660
kilos
No vapo; a I:mo Pa'.:gonic, para Bre
cen. g
V. Neesea, 1 OO cooros salgados c ib 15,400
kilo?.
No vap-r alenla Acasonas, p3ra Bre-
me", carregoo :
V. Nese, i.200 copros slgalos coa 14,400

Ns 1 Actor, praN.wYork,
carr'ga-am :
JoIo & C, 200 saceos com 14,620 k'los de
. ssocar maecavado.
No vapor inglez Coleridge, para N w-
Y k, ^reeoa :
D QooTefs, 48 farnos com 14,230 pelles de
cameiro e 16S ditos com 31,465 mas de cabra.
Para o interior
N vapor naciera! Sanlelaio*, para Po'to
Alegre, carregoo :
L. A- da Costa, .3.000 cocos frocta.
Para Sintos, carr. garam :
P. Pinto A C, 100 barra com 9,000 litros de
agurdente
Pare Rio de Janeiro, carregaram :
p. Alves 4 C, 10 pipas tem 4,800 litro* de
ale ;I.
P. Carneiro 4 C, 300 saccas com 21 125 k'los
de algodao.
lio varor francs Caccpana, para aniD<,
ca^reeon :
v. Naeseo. 150 fardos coa 23.000 kilos de
fUodi.i.
No vapor ingiez Tiu<, para Santjs.
rreearam : .._,
B. Wiili -naa &C..340 fardos com 60,24) kilo*
da alg dao.
Pan Bu de Jioiro, carregaram :
B. Wili ami C, 200 atecas com 15,580 kilos
de algodao ,
M. S. Mala, 500 saceos com 30,000 kilos de
asuucar maseavado e 50 oarris com 4.500 litros
de agurdente.
No vapor italiano Vicioria, para B10 de
Janeiro, carreeou :
O. p.uhe 250 saceos com 15,000 kilos de
assocar branco.
no vapor nacional Itaaema. para Rio de
Janeiro, carregaram :
J. da Costa Ferreira, 45 pipas com 21,150 luros
de agoarden'e.
E. Pie o da Silva, 570 saccas coa o3 840 kilos
de al. o lo.
?. X. ios Santoi, 256 saccas con :3.040 kilos
de algodao.
No vapor f,ances Ma'upao, pan Santos,
carreeou : ,
V. Neesea. 150 faraos com 2000 kilos de
algdso. _
No 'apor inglez Ptolouy, para victoria,
carregaram :
p. Carneiro C, 300 saceos co.n 18,000 kes
de assacar mas^avaUo e 50 ditos Com 3,000 unos
de dito oraoco
No v-ipor inglez L. Pnace, para o Para,
carregaram : ..,.,.
P. Alv'S 4 C 400 barr,-a8 com 27/4 k os
de assncar bran'i. _____..,
A. Gaim^res, 370 b meas com 2j,285 kilos
de assocar bra co.
J. S Carneiro 4 C. 230 barricas com '.8,270
kilos de assucar braoco.
Cascaj 4 Baroos t, 146 bi-ricas com 8,oo9 kilos
de asquear braoco
E. K.a;back4 C, 10 apa: com 4,/GO litros
detlCOOl. nm
p. de Oliveira Mala, 2 pipos com 970 litros ue
alcool. ,..
J. M. de Abren, 200 barr.ejs com 14,0o2 ilos
je assucar branco.
No vapor nacional Mar: ei de C-iiac,
para Macei, carretrou :
P. de Oiiveira Maia, 1 buril co_ 90 litros Ue
alcool.
Para Pen.do : carregaram :
F. Rotrinas A C, 4 gmrafOes com 8J litros
de geoebra.
Na barr-ac Diva, p-ra Macei, carr?goo
J. Siuz, 31i oalxas com 7,337 kilos de se
bao. 70 ditas Com 910 ditos Je sabone.es e 15
aas cem 75 dito? de velas.
Ni barcac/i Marcelina, para PoriO Calve,
carregaram:
J. Sonsa, 20 cxas com 4G0 kiusde saba.
J. Raposo; 7 caisas cooi 140 kilos de stbo.
Na barcaga Paragnss, para Pdr,;hba,
caregoo :
J. Solz, 300 caixas com 6,900 kilos do sab5o
25 ditas com 125 cito de velas.
Na barcasa Mar.ba. para Parabiba, car-
m
J. Sonta, 35 caixas cjm 805 kilos de abao e
5 ditas com 25 ditos de velas
Machado Lupes, 8 prva:h6e8 e ? taboas d amarello-
No biate D. Antonia, para Aracaty, car-
regoo :
M. Viegas, 2 barris con1 90 litros de vinagro,
10 ixas e 8 traf6es con. 162 ditos de ge-
Dsbr-
dtme ji palll-
Mes de Agosto de 1894
Peiloral de Cambar
C3A DE TOSE PBRriNAZ
Illm, Sr J. A. a Si' Soare. Pe-
lotas. Ten no a s-tistar^^o de dar lhe meus
agradecimentoH por um oora q"e cnbK
de renlisar o Feioral de Cam ara
H douo hnans mmbn mulb-r x.ffriA d'
iin hi.rrivel toBie secca, acompinhfcd ?
dores no paito, -aendo-me de todo prrter
i esperte.- de seu rest.belecimeoto, p >i
uftb p..ts< explicar-lbe a porcSo ce n-.m-
dios que usoa, receitudos por medico
deutH c-daie, sem Oolfaer resultados Batis
factorioa.
Casualmente, veio-tce a maos om i"-
Iheto do que V. S. publica e, lend.. hi
curas raisado8 m doeBQM semelhantfc-
de minba mulher, resolv taael-a exp
nmencr > Peitoral ds Cambar, com <
qual restabeleceu-ae compleam^Die
P'e V. S lser desta o uso que lhe
convie. De V. S. am'go, criado e < bri
gado. Joaqum Alves Cuaalea Fo J ( int
Calesa, Cear.)
Reonh^co verdadera a firma supra df
Joaquim Alves C*vlcan'i. Em t de
verdade, o tabelliao Joaquim Feij de
M-ll"
\om alfiiiaoos e cowtureiras
Especial sargelim de todas as cores e
listrado, com duas e quatro larguras,
200, 300 C 400 rs. o covado : com pe-
quena avaria.
Voile de todas as cores em perfeito
estado, 5(xj rs. o covado. Vende-se
na PEROLA ra da Imperatriz n. 78.
Domingos Fernandes.
Peitorul de Cambar
Curas ds bronchlfe, roa^aldao
e ios*:-,
Illrn. Sr. J. Avn-8 ce Sooaa Scarea,
PfIotas. Va::ho peuhoradutimo dar lhe
niuvi re* pelo ieu ben- fieo Ye'tcral de
Cambar; m1 tanb-o ppiicado em pes-
roaa to mirh. familia em caaos de bron-
ehiies, rooquiJSu e tonct ; .'{'jd'esims, 00-
Iheiidn oe mel: eres resirt-dos, pelo que
u iroansav.'1 -m reooairsondal-o aos
rio-Dte* dn etifcrmidades do apparelho
f. giratorio.
A eiio 1. K.baa fe!ioit(-8es e Dees o re-
note p--!'. u^ Cesc'.:j:t. ^fe tanto
!; pitra -n ijiif i ofTr SO. Oe V. 8.
n n n obneado. Jeronymo Acacio o.
'.huqttero (B hi..;
- <.; iihec.. ti-ma supra. sita teste-
isiiiib de v.-rdade, Jc. Augusto ie Al-
m !-.
i-.' unit-i'i :.;e:trt e depo.-iiaro '-' Pel-
- ra. re Onniba n.-t' Estado Ooapa-
lun '- )r o da 1 a 8
dem di 9
3'J4:4554012
8l:6303US
Renoa do Kstaao :
Do da 1 a 8 53.9254319
idarn ds 9 5.2021302
Semina total
47.o;-),3!4
59:1274621
535:212*935
Jagondi sccao da Alfandeg* da Pernamboco,
9 di Agosto ds 1894
O ebefe da seccao
J. Goocalves da Silva.
U mesooreiro,
Loz auoel Rcdtigaes Vale-.icj.
K&CBBSDOfUA DO ESTADO
Do da 1 a 8 51:846*25.
dem de 9 9:848.87
61 69S*U6
1 a 8
. la 9
SCFE D(iAIN.\.-.
6:716*762
2:^84*'-27
9:301*289
Herrado nanlclpal de 8. Jos
O movimeato deste mercado no da8 de Agosto
ro o segointe.
Entrsram :
iS hois 7.esar:do 7,516 kilos.
220 kilos de oeixe a 20 rs. 4*4' 0
14 compart. com mariscos a 100 *s. 14400
11 ditos com camares > 100 rs. l*(0i)
311/2 columnas a 600 ra. 18*90'..
1 cargas com galliobas a 500 rs. *5C0
i^sssoaes com ;a!liobas a 300 rs. 1*20"
cargas com milho ver e a 300 rs. liO.)
9 cargas com batatas a 300 r3. 2*70'
2 cargas com gerimu;".: i 300 ra. *80Q
1 cardes com oaoaas a 300 rs. *30 i
2 cargas com banunas a 300 rs. *6 0
1 cargas com loveas a 30i' ra. 5300
I cirgas com diversos a 300 ra. *300
60 cargas com farinDa a 200 rs. 11*000
28 cr,r"as com milho seseo a 200 re 5fi00
15 rargea com feiao a 200 rs. 3*000
70 ligaras a 200 rs. 14*000
14 Soioos a 200 rs. *8"0
11 comp. com soioei.-s a -:*000 11*000
8 comp. com soineiros a 700 rs. 5*600
11 comp. c m fresserna a 600 rs. 6*600
34 comp. com comitias a 700 13*800
53 comp. com faxeadas a 600 rs. 31*60
51 comD. com verduras a 300 rn. 18*300
SJ i ,mp. ene far;ob3 a 4ft0 rs. 32-80.'
50 comp. un talboE a 2*000 l0*00f 0
ftend'mectos do ia i a 7
297*5(0
2.034*800
2.332*300
liC gsral
Precos do dia:
(Jarne ver,1e de 300 a 900 rs. o kila
Salaos de 900 a 1* idem.
Carneiro de 1*000 a 1*200 idem.
Parlona de 500 a i* rs. a cala.
Hubo de 600 a 700 rs. a cuia.
Feijc a 3*100 a cnia.
arque a 900.
oviaienio do porto
Navios entrados n da 9
Liverpool iv:.ca!a-2i oiae, vapo' infles er-
cbsnt^ e 849 tonelada', co^mandaate 6eo
GJ.'man, eqoipagem 26, carga varios cere-
ros ; a Blackburne e comp.
Camossim32 dias, biate nacional V Cora,
de 66 toneladas, mestre Manoel Trajano da
Silva, eqaipagem 6, carga sal : a Manoel Joa-
quim Pesaoa.
lr. Burrcto S%nipaio Oculista
Consultorio araaBarSo da Victoria n. 1,
1." andar. Kx-cliefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sna viagem
Europa, d consultas de 1 as 4 huras da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de .Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
---------------^---------------
Dr. IIjt -ul:in Bandeira. Medi-
co, opera or e parteiro Especialidades :
molestias do systhema nervoso, do tubo
gastro-intesnal e do apparelho genito-
ur nario.
D con-ultas das 1 horas da manhi
as 2 da tarde em sua residencia, ra
da Imperatriz n. 34, l\ andar.
Dr. Alfredo GasparMedico. Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 18, Io andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias dese-
nhoras e creancas. Consultas de 8 as 10
da manh. Chamados (por escripto)
qualquer hora, telephone n. 226
Macan9 dias, hiaie oacioas! Deus ie Guie,
de 6 tonel-das meire Je-uic- T'-lxeira Bar-
bosa, eqoipagem 6, carga sal ; a Barlbolomea
Loa enco.
Navirs salimos no me;mo da
Saoios e escala Vapor i.allano Vittoria V,
coj'ujandanie G. Ra ;a-j io, carga vanos g-
neros.
N p,-!uc.commandan e G. E. Mular, carga va-
rios eneros.
Po'to Aieg-e e -.caUVapor nacional Santel-
mo, comu.ndaue David Tonkinson, cargs
varios eneros.
S.nta LaciaVapor ingles Endsleigb*, com-
maidaate N. Tbooias, em lastro
Pa-any a-Paia:no inglez Bella Rosa, capltao
1. Ca liban, carga bucaibo.
Mace'Lgr ioeUz lanck, capi.o R. L
Palf-i-y, carga bacalbo.
Savias esperado?
De Pelotas
Patacbo all.-nao W.ile.
P^tCho noruegoeuse Asta.
Paaobo dinam3rqa- z Taea.
Paiacno dinamarqu"z Jorg.anaa e Acn.
Poiacbo allemo He. roano.
P.taib} all-mao Ma-garetb.
Bjrca oo'aeeueose Haiv3.
Logar n.Kz Cavalier.
Loviar dlcaaiarqoes Elisabetn.
Logar dinamarqoez Arken.
Lng^r tonoguez Horacio.
Logar nomeijaense -aranger.
Lugar portogoes Ma inbo Vil.
Patacno alien o J. M, Bao'.k.
no ingles ^lmiiia.
.o allemo Harald.
L;;gar inglez Aurora.
Patacbo hollao'ies Atiene.
Lugar inglez Bronei.
Lugar pjrtagues Marinbo Vi.
Escuna bollaodesa Aana.
Patacbo ingles Z i d.
PtcCbo oeco Heiman-,
PaitCho Ingles V> n ore,
;D" 3V..:..ea
Barca noraegoeote Glenrafor.
De Cardill
Bajea roruejra Hogo.
B rea Domea . a noraegoense Fo ;yat.
'i na norueenen3e E
L''gar noraeguense Camcraat.
norsega Helios.
Barca nornega Osmond.
Barca ooraega Paragon.
arca ir.glea Rollo.
lie Ter,-B Nova
inglesa Flore ice.
.-; i i Sil .'Sea.
: rea n ilesa Cornelia.
E-cuaa inglza Bella Rosa.
De Londres
ra 2 b Cbristias Elabeth..
Vapores a entrar
Mez de Agosto
Mj li *, de Cirdiff, boje.
0lnda, de sal, 10.
Amazonas, la Europ?, s 14.
.Ciipj a, da Eorcpa, a 16.
j) o,, j rta Eonipa, a 17.
flalicia, ila Eon-ya. a 9.
Faaman, de .\.-w Yjro, a 19,
Ccleridg.', do -o;, a ?5.
Tapores a sabir
Mez de Agosto
Sai, S.uielm, boje, s 4 Doras.
Babia e eoc, -rio p Gr^s Pa, 10, a 4 b.
Norte, Olini.-. *.0 s 4 boras.
risntos e esc, Saleric1 13, s 4 bjras.
u Amasoua;, 16, 4 boras.
Sal Campan,, 18. s 4 boras.
H. Ayres e esc., Galicia, 19. s 12 boras.
Sal, Dordogne, 19, s 4 herae.
Ntw Vark Coleridge, 28, a 3 borae.



-
i
t

S
I MITILADO
i^raraaBSBVBSBBBBBsrar- -'" ,





Diarlo o
EDITAES
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
EDITAL N. 13
O administrador da Recebedoria do
Estado faz publico, para conhecimento
dos respectivos contribuirles que, den-
tro da 30 dias uteis mprorogaveis con-
tado? de 10 do corrente, serao cobra-
dos boco do cofre, os impostos abai-
xo mencionados relativos ao i." semes-
tre do cxercicio em vigor m, 1894.
Recebedoria do Estado de Pernam-
buco, 6 de Agosto de 1894.
Affonso dAlbuqucrque Mello Ju-
nDr.
Imposto a que se refere o edital su-
pn :
Classe 10 e 44. Commisses e consi-
gnarles e agentes fro-
tadores de navios.
Classe 23
4. Trabalhcs de reparoslo de oal- do em oonsideragao a proposta que
camento. nao satisfizer a esta ultima condicao.
5." Construscao delagedo de pedra. X
cacarea cora rejuntamento de arga- ] Cada proposta devera ser acompa-
massa de cimento e areia em partes nhada do conhecimento da Thesoura-
iguaes, entranhado de 0,n,l no mi- a Municipal de ter o concorrente
"i"10- feito o deposito de 5 contos de reis,
6." dem de meio fio com juntas 6m moeda ou em ttulos da divida pu-
igualmente tomadas a argamassa de blica, 0 qual lhe ser devolvido si a
cimento e aroia em partes iguaes. 'sua proposta nao for accoita, o, caso
2.a Classe Obras de canaisalco'seja, ficar, como cauco que perde-
comprehendendo : r, si nao se apresentar quando for
0 Galena de soccao ovoide, com convidado pela Prel'eitura Municipal,
Classe 7
fundacoes de concreto e paredes de
alvenaria de tijolos construidas com
argamasadlo cimento e areia, na
pro.'.ae VeioOTs 1 de cimento para 3 de
-1 !?ia,capeada com argamassa de 1 de
cimento para 2 do areia, tondo :
1:' typo : eixo maior l.m5, eixo
menor 1,"0, espessura 0,"25a 0,m30.
2. typo: eixo maior 1,"0, dito
menor 0,"66, espessura 0,20 a 0,25.
2." Bocas de lobo para juneco dos
ramaes de 0,70 de altura e 0,50 de lar-
Fabricas de cerveja, li-lgura.
monadas, licores, ge-1 dem, idom do 0,T)0 por 0,m40.
nebra e violaos. 3.* Chaminsdo ventilaco e visto-
-- Loja ou estabeleci- | rias de 0,"S0 por-0,m80, com o com-
mento de vender fumo potente tampo de ferro fundido.
CONDICOES GERAES
Classe
Cl sse
a retalho, rape, cigar-
ros e charutos, com-
prchendidas as offici-
nas dentro do estabe-
lecimeuto.
38 -- Loja de movis.
39 -- Pad.irias.
Ila de Ferro Central de
I'ei'iinmbiica
EDITAL
1 ordem do Dr. Kngenheiro Cliefe, se Cu
publie 1 aue al o dia 16 meio di.-i, recebam-se proposU na Secretaria
des la K-lnnla para o fornecimento de Tinte mil
domen tes sob as sgnintes condlcfcs
l.
Os do 111 totea lero as seguiu'.es dunenses :
l,"80x0,J0x ',12.
2."
Os dormenl 19 deverao ser perfcilamenle rec-
elo.- : herrados ou lavradoaa mandado, saos, de
quina? vivas e isentos de branco e de qu.ies-
qurr 0UIP08 ilcfi-ilos lac-s como fendas, nos ca-
riados. 1 rocas, ele.
3."
So an ncci'ias .is seguinUs maoeiras:
aroeira, pao d'arco, sucupira ineriiii, emberiha
preta, o licica, ingico rermelno, massarandoba
vcriuell'a, barauia, corayo ile negro v jutob
4.*'
Os dorraenles dererao ser entregues a mar-
gen: da inha entre Recite e Grvala 'jio modo
segu nc:
1 neo mil dormentes dentro de Irinta dias
cornado- 11.1 Jala da asignatura do contracto e
o resto mentalmente em artidas nunca inferi
res a cineo mil.
o."
0} proponeotea declarurao em suas propos-
las asostacOeS onde tenconi depositar os dor-
mentes c acompanharao as mes'mas propostus
de uin i" 'Cibo da Thesouraria d'csla Estrada da
quaniia de va mil ris' que depositario como
cauo previa pi-rdendo o direito de levan tal-a
aqu lie que preferido para o fornecimento, nao
compare! r para assignar o respectivo contrac-
to, d'entro do praso que para tal iim. lhe for
communicado.
6.'
Os pagamentos dos dormente., fornecidos se-
rio ene tuados na Thesoraria da Estrada me-
diaa que forem entregues e vista do attes-
tado do Engeobeiro Chee da linha.
7.'
P:.ra garanta da fiel execucio do contracto.
depositar o contractante nos cofres da Estrada
emcmluiro cu em apolices da divida publica
nacional, urna cauc&o correspondente a cinco
por cenlo do valor do respectivo contracto.
A cauco s ser restituida, depois de con-
cluidos os fornecimentos descontadas as inultas
em que ti ver incorrido o costractane em vir-
tude das .lisposigOes do feu contracto.
Secretaria da Estrada de Ferro Central "de
Pernambuco, em 6 de Agosto de t89i.
V. P. Hibeiro de Souza,
________ .Secretario.
Recebedoria do Esta-
do de Pernambuco
Edital 12
As obras so>"lo oxecutadas, de con-
formidade com os typos adoptados
pola Prel'eitura Municipal, cujos de-
senhos e descripcOes poderao ser exa-
minados, a contar de hoje, em todos
os dias uteis, do meio dia at tres
horas,
II
O contractante no praso de 5 mezes
contados da dala da assignatura do
contracto apresentar Prel'eitura
Municipal os desenhos e execucao
* na escala do 1/100 para o conjuncto,
e de 1/1 e 1/2 para os detalhes das
obras cima especificadas, abrangen-
doaexteuso que fr designada pela
inesma Profeitura e que pudor ser
construida dentro do anno, podondo
introduzir modificaco de pormeno-
res que julgaropportunas, sem, entro-
sendo-lho restituido, dedusidas as
multas a que se refero a condicao III.
XI
A concorroncia versar sobre :
1." Idoneidade e habilitagoes do
proponente, devidamonto comprova-
ctas.
2." Preco das obras.
3." Praso de conclusao de todos os
trabalhos.
XII
O Prefeito solicitar do Governo do
Estado o auxilio pecuniario que for
necessario para que as obras projec-
tadas nao sojam interrumpidas por
falta de recursos.
Secretaria, da Prefoitura Munici-
pal do Recife, 12 de Junho de 1894.
O SECRETARIO
Joaquim JosFerreir da RocJia.
Sn; trU 1 o Governo do
PernaiLbuco, em 7 de Agosto ae 1894.
EDITAL
Convido, de ordem de S. Exc, o Sr.
Dr. Governador do Estado, aos conces-
sionarios abaixo mencionados; a virem a
88ta Secretaria allegar ou provar, no
praso de 30 dias a contar desta data,
que algiima cousa j;i fizaram no sentido
de iniciar os trabalhos, findo o qual pra-
so serio declarados caducos os respectivos
contractos.
Jeronymo da Costa Lima, fabrica de
tecidos de algodo e l.
Sabino Olegario L. Pinito e Jorge
Gonsalves de Albuquerque, fabrict de
louya de porcellana e p de pedra.
Demorghn Snell &c C fabrica de te-
mede de frente 9 metros e 10 oentimettos
o da fundo 14 metros e 50 eotimetras,
quintal murado com 1 telheiro, ondo tem
btnheiro, fcvaliada aa 2:000)>0C0. Per-
tence a Aotonio Aataues da Silva
A casa n. 1 nt de Lomas Vulentiass,
com porta a celia, mede 3 metros a 30
centmetros da frente, 11 metros e oO
centmetros de fundo, 2 salaa, 3 quertos,
c sirh'. (ora, qaicta' com portSo, por
1:350000o por ser esta a 2.* praga. Pt r-
tacce a Am>!ia Ramob do ijarvalho.
Fr?guetia de S Joe
A casa de pedra e cal n. 23 roa Dias
Cardse, com porta e janella de frente, 2
arlas, 2 quartoa, cosinba fra, medo de
frente 4 metroa a 80 cen'imetros e de
fundo 9 metros e 80 ceatimetros, quintal
murado, avahada em 1:200000. Per-
tanca a Francelioa Cbristiaoa Ludovica
B-808.
A casa n. 10 no Becco do Macado, com
porta e ja-elle, mede 4 metros a 30 cen-
tmetros de trente, 2 metroa e 70 cent-
metros de fundo, 1 sal., 1 qnarto. pela
quaniia de 12l(J500, por ser esta 3 a pra-
y*, rerteaca h Jo. quim Gomas Farreira
de S LaitSo
Frage ia da B6a Viata
A esa o. 4, n.. n. 3 Becco de P.inbal.
com 2 pertaa e 3]aneUa8, mede e frente
10 metr s e de fnndo, 20 ditos, 2 calas,
5 quartoa o ^abi(.ete, coaioha fra com 1
quaito, eolo proprio, av..hada em 3000.
Estado de;Pflrtee ^B Moreira da Silva.
DERB^-CLUB
DE
PERNAMBUCO
. ->-
tanto, mudar o typo geral e material, 'cidoa de morina e chita
Estes desenhos deyeriU) ser appro- j"'! .^ 3u^rq,le ?
vados pela Prefoitura Municipal
que peder os rejeitar, no praso de 15
dias .1 contarda data da apresentaco,
e devein comprehender:
1." Plantas perfis longetudinaes e
transversaes do projecto das obras,
acompanhados dos competentes estu-
dos de nivelamento.
2." Desenhos parciaes dos typos de
Marauho, fabri-
ca de tecidos em Timbaba.
Penna &c C.,armazem frigorfico.
Joo Walfredo de Medeiros, fabrica de
papel.
Joo Jos de Carvalho Moraes, ar,i.a-
zem frigorfico.
Augusto Xavier Carneiro da Cunha,
exploraeo de salinas.
O me8mo, usinas de descarrocar algo-
galorias e mais detalhes concornontesda?fem Garanhus, Nazareth e Timbaba.
s obras d 2. classe. Miguel Archanjo Gonjalves da Silva,
No caso do infraccao desta clausula rmazein frigorfico
pagar o contractante a multa do.....! Sdva Fernaudes & C, fabrica de mo-
50S000 por dia de demora, e, si esta;"1'183.
da Recebedoria do
para conhecimento
O Administrador
Estado faz publico
dos propietarios das freguezias do Re
cife, Sat> Antonio, S. -Tose e Boa Vista,
que. por determinayo do Dr. Inspector
do Thesodro, fica marcado o praso de
trinta das uteis contados de 1 de Agosto
prximo, para pagamento bocea do co-
fre, da ^ontribuico devida pelos servi-
yos da Recife Draynage Company cor
responden e ao !. semestre do exercicio
correntt;de 1894.
Recebedoria do Estado de Pernambu-
co, 7 de Julhode 1894.
Aonso de Albuquerque Mello Jnior.
Secretaria da Instrucco Publica do
Estado de Pernambuco, 7 de Agosto de
189.
Aos profesadles em disponibilidade :
E 1TAL N. 3!
De ordem do Dr. inspector geral aio
convidarlos os Srs. professores pblicos
em disponibilidade a recolherem ao ar-
chivu desta reparticao, os livros de ma-
tricula e de ponto diario das escolas co
regencia estava aseu cargo, nao exclun-
do os que se referiam as escolas noctur-
nas, ato dentro d praso de 25 dias que
correr da datado presente edital.
O secretario.
Per-entino Sara va d'Araino Car.
Secretaria da Prcfcituru Mu-
nicipal do Kccife
EDITAL
D< ordemdoSr. Dr. Prefeito dese
Mu ici q i publico p ihe-
ci aeto dos interessados que, no dia
12 de :: embro do corrente anno,
nesta Reparticao recebem-se propos-
tas que tu abortas era presente
tentes para oonstrucco a
repar alcamento das ras desta
capital, e respectivas can- a de
aguas pluviaes, de acc a se-
guintes espeoificacoes e condicoes
es:
1.* cl sseObras de calrament.
i.' I i unto Mac-Adaiu, for-
jo por carnadas alternativas
arei 1 e [edrabritada de 0,*15 a 0,m25
de e-pe sura.
2. C (amento a parallolipipcdos
exceder de 30 dias 'considerar-se-ha
rescindido o contracto, perdendo o
contractante, o deposito a que se' re-
fere a clausula X, alc'm da acejio ci-
vil por maiores prejuizosque lhe po-
der ser intentada.
III
Cada proponente far acompanhar
a respectiva proposta de urna amos-
tra dos materiaes a empregar, conten-
do, em iuscripco legivel, o nome do
proponentccade.signaodo material.
Estas amostras sero restituidas de-
pois de julgadas as propostas si recla-
madas dentro dos 15 das que decor-
rerem conclusao desse processo,
Antonio Fernandes Teixeira, fabrica
de louca de barro fino e p de pedra.
Browns &. C, fabrica de tecidos
Firmino d* Cunha Figueiredo, explo-
racao de salinas, etc.
Joao Sabino Lima Pinho e Dr. Jos
Eustaquio Ferreira Jacobina, explorac/o
de productos da Flora Biazileira.
"^Alfredo dos Santos Almeida e Jos
Braz da Conceico e Silva, fabrica de pe-
dras artificiaos.
Moura Borges & C, fabrica de tecidos.
Frederico Ramos, fabrica de gravatas.
Eduardo Leigh e Antonio Martina de
Carvalho, fabrica do nieius e linbas
Manoel Collaco Dias e Jos Tavares
Freguezia de Afogados
A casa de ta:pa c. 48 em Bercficr.
mede 4 metroa e 10 csatinietros d fr.u.te
10 metro* e 10 ceatimetroa de fun o_ p.tp
2 portas, salas, 1 qnarto, pela qu :
1353000por sereata a 2.a praca. P. re,.
ce a Juvencio X ivier o Oliveira L-ma.
Fre^ueaia do Poco
A caaa de Uipa n. 6 na Eitrada da
Pedra Mole, com 2 port*3 e jaoellHS,
mede 8 matros a 30 ceatimetros de trente,
7 metros e 70 centmetros da lundo, 2 sa
las, 3 qaartoa, cosoha, qointal em abarto
solo foreiro, avaliada em 1500000. Per-
tence a .'oaquim Fraocnco de Souza Refs.
Fregueaia da Varzaa
A casa n. 1 no lagar Brum, com 4 ja
nellza de frente e 1 porta, 6 janollas, an-
do 3 em cada outSo, 2 salas, 6 qaaros,
cosinba interna, qu otal eu. aberto, terre-
no proprio, de pedra a cal, rede da freo te
10 metroa a 30 centmetros e de fundo,
i oa e 15 centmetro.., em bom es-
' do de coosereacSo, avaliada em 2:500)>.
Parteace a Thereza Jarneiro Lina-
E para constar passoj-sa edital na for-
ma da le.
Dado e nassado nesta Cidade do Recife
sos 30 de Julho de 1894.
Eu Alfreda Diamantino de T. Bandeira
eecrivSo.
Jos J iliao R. Pinto de Souza.
wmsM
QUE SE RBAL1SARA' NO
Dia 12 de Agosto de 1894
Terminando s 4 1|2 horas da
tarde com a ent rega do pre-
mio, constante de um im-
portante cavallo rodado,
novo, sellado e enfreiado.
Momea
Pellos

Natura 0
lid. 9

Cor da vesti-
menta
Proprietartoa
I." Pareo1* de Agosto-800 metrosAoiaiaes de Pernambuco que nao teobam ganbo
premios uus prados de Recite conlanao oa n&o victoria. Premios: lOl
ao !.-, 80*000 ao 2.' e Jo*C00 ao 3
A.lfandeg'a de
namhnco
Edital d. 54
Fer
Carneiro, fabrica de tanoaria.
exceptuadas, porra, as que a mpa- Joao Correia ckC, fabrica de linho,
uharoiu proposta que for aece i, as ij e seda.
.
quacs ficaro em deposito na P. efei
tura Municipal eservirode padrao
na execucao dos trabalhos.
IV
As obras abra .-rerao no minirao a
superficie de duzontos e cincoenta
mil metrosquadrados de caljainei.""
com lagdo, meio fio e canalisaco,
correspondente, ficando, entretanto,
entendido que o contractante se obri-
ga a executar pelo mesmo pre?o o ex-
cesso de obra que for ordenado pela
Profeitura Municipal e poder ser rea-
rmado no praso de 1 anno a contar da
data da expiraao do contracto.
V
As propostas deverao indicar o
preco das unidades, escripto por ex-
tenso e em algarismo, notando-so
que a unidade ser o metro superi-
ial para as obras de ns. 1 a 5 da 1.*
classe e para os 2 typos de galeras
das obras de 2.- classe, e o metro li-
near para as demais obras das 2 clas-
ses, nao se tomando em consideracao
i proposta que infringir esta condi-
cao.
VI
Os pagamentos serao feitos mensal-
nente e por quarteirao de obra exe-
cutada, em dmheiro ou em apolices
da municipalidade de juro de 7 % ao
anno resgataveis no praso que for
estipulado.
VII
As obras, medida quo forem exo-
cutadas, serao classificadas, medidas
e rocebidas provisoriamente, e sso-
ro consideradas como definitiva-
. regaos tres mozos dep >is do
recebimento provisorio, deduzindo-
?e em cada pagamento *50,/o d im-
portancia do servido feito, os quaos
uearfto retidos nos cofres dotiik-
SOURO MUNICIPALCOIllo CauC&O 6-
fiel execucao do contracto, solidez
conserva rao das obras, at seu ruc'
bimento definitivo.
VIII
Das retengSes de que trata a condi-
cao precedente, 10% ficaro em de-
posito at perfazor a quantia do cin-
uta contos de reise final conclu-
sao de todas as obras, e os*restantes
Manoel do Nascimento Ferreira Cas-
tro, fabrica de capachos
Ernesto Goacaves Peraira Lima, usi-
na.
Ladislao Jos Ferreira, Antonio Jos
Moreira e Domingos Pinto de Freitaa, fa-
brica de leques.
Sebastiao Antonio do Reg Cavalcanti,
usina.
Jos Mendes Carneiro da Cunha e An-
tonio Pereira da Cunha Lima, usina.
Companhia Industrial Assucareira,usi-
na.
0 secretario.
Joao Augusto Ferreira Lima.
( 2.' PRACA)
Pela inspectora da lfandega se faz
publico, que, s 11 horas do dia 10 do
corrente mez, ser vendida em 2.a praca,
um barril marca N'I&C, contramarca P,
n. 2, vindo do Havre no vapor Parana-
gu, contando 179 kilos de fumo prepa-
rado para rap, e abandonado aos di-
reitos, na forma das disposoes em vigor.
lfandega de Pernambuco 4 de Agosto
de 1894
O inspector.
Alexandre de Sonsa Pereira do Carme.
Seductor....
Uoa........
6a i o n o ex
Ga-to...
Cnoolo ...
Vulcao.....
Goaj.naz 2."
Erna........
Rodado......
Caataabo....
Pedrei...
Preto ....
Baio.....
Zaino ...
Castaabo
Pernamb..

o I
51
51
51
51
51
n
Encarnado e azul.
vui e braoco...
Preio e ooro.........
Preto encarnado......
Verde e amarello.....
*?ul e rosa..........
Encarnado e azul ...
V.
A. Filbo.
Goud Fraternidade.
J. P. g. Maia.
A. J. Maia.
D. J. Carvalho.
S. G. de Medeiros.
2." Pareo-Derby Club de Pernambuco -1.100 aetroc. Aoimaes de Peroambaco.
Premios: 250/000 ao l., 50*000 ao i. e 25*000 ao 3.
Tado......
Pigmea......
Dublim......
Aliy-Stoper...
Hirondelle ...
Mellado......
Zaino.......
Rodado......
c
Gas tan ho-----
Peraamt.. eo
c 50
50
50
c 50
Verde a amarello.....
Ooro e preto.........
Ouro e preto.........
Greoate amarello. .
e branco.
J. Moraes.
Goud. Perdigo.
Azevedo & C.
A. M. de Almeida.
H. C.
3.* Pareo Prado Pernambucano1.250 metro. Aoimaes de Pernambuco.
mloa: 250*000 ao 1.', OOOO ao 2 e 25*000 ao 3.
Pre-
DECLARARES
Pirata.......
Narcieo......
Patcbooly.-.-
Malaio... .
Ydo........
Vtascotie.....
Col'.BSO.
Preto........
Castanbo ...
Russo.......
Mellado.....
Baio.........
Castanbo.....
Ruda do......
Peraamb.

50
50
50
50
50
5
50
Encarnado..........
Encarna o e azn>....
Encarnado............
Verae e amarello.....
Eocarnado e preto ...
azoI e ouro .........
Eocarnaao e Dracco..
Magalbaee h C-
':ood. PerMRao.
Cond. Campos.
I. Moraes.
F Ram s.
Cood. Manri?cana.
Cootf. Cruzeiro.
i.'PareoII pi iilromo do
co. Premios
campo Grande 900 metrosAnimaes de Pe-camon
50*000 ao 2* e 25*000 ao 3.
O Dr. Jobo JuIS Rigueira Pinto de Soa-
sa, joii de direito da fa.enda eatadua
de Pe:. s-.nibuco.
< aber pelo presente que no aia 10
de Agosto do corrente anno, se
Por esta secretaria, e de ordem do il-
ustre cidadao Dr. Regedor, se faz publi-
co, para conhecimento dos interessados,
a seguate portara, que em 2 de Julho
do corrente anno resolveu baixar o Sr
Dr. inspector geral da instrucj&o pu-
blica :
A) Fica desde i alterada a ultima
parte do art. G3 do regiment interno
de 19 de Abril de 1876.
B) A matricula dense estabelecimento
estar aberta d'ora avante do dia 15 de
j Janeiro a 31 de Marco.
C) Nenhum estudante poder matricu
lar-se sem que previamente exhiba attes-
tados de moralidade e conducta escolar
bao de
arrematar por venda a qaem maia der em jnrmaaa Por Proessores, cujas aulas fre-
primea publica deste Jaizo os bens seguin- iiuentar rra-
tes jecher^dos por execacBo da fasenda.l D) *^s alludidos attestados deverao ser
17% .. i t -r pc/rnniilAimnnto aTQDinndr.L. /!/ D..,*
Fregu zia do Recife
O sobrado de tres andares n, 6 na rae
de Thoma dti Sonsa, tendo o pavimento
torreo 3 portas de trente, sendo nena da
escuda, em aalEo; o 1. andar com 3 ]V
nelias de frente, vareada de ferro, 2 sa-
las, 1 qof-rto, coiDha i tema; o 2 an-
dar com 2 celias de frente, 1 qnarto, 2
salas, cosiuha interna; o 3.' andar 2 ja.
nel'aa do trent", 1 qnarto, 2 aa'as e cob-
nha inten." ; mede de frente 3 metr'a e
90 cent metroa e de fundo 12 metros e |
escrupulosamente examinados pelo Rege-
dor, que poder nos casos omissos e duvi-
dosos abrir rigorosa syudicancia sobre a
procedencia dos mesmos.
E) O Regedor do Gyrnnasio faca desde
j cumprir fiel e rigorosamente as dispo-
si^es supra.
(Assignado) O inspector, Felippe de
Fgueiroa Faria SobrinLo.
Conforme. O secretario Saraiva Gal-
vao.
20% s como garanta da boa consor-
vslq&o dos recebimentos provisorios,
n.;; aSi?j i comprimento e podendo estos ser levantados pelo
0,ml al), 15 de largura, assentos so- contractante 4
medida que os recebi-
se tornarom diflni-
1
bre leit i de areia de 0,m15 a 0,30 de montos de obras
espessura, em terreno previamente vos.
preparado.
3.' C.vlcamento a parallelipipedos
iJellJ^^^^^^t^T^r' S6U domiafEolegal.de-
cepes- j ven0 caa proposta refenr-se a am-
IX
concorrente mencionar em
Mac-Adam de 0,"15 a 0,B,25
aura.
bas as classes de obras nao se toman- frente, 2 aalaa, 1 qoarto, cosinba fra,
Secretaria do Gyrnnasio Pernambucano
80 oentimsferoa, baBtan'e estragado, ava-! 7 de Agosto de 1894.
liado em 7:0000000. Pertence a Jos secretario.
Jorge Picto. Celso Tertuliano Fernandes Quiniclla.
A casa de pedra e cal n. 20 r
Areia], com porta e J3ne!!.i de freott:, '
salas, 2 qaartoa, eosinba fr mede ao'
fr..n.e 22 palmos e de fondo 57 quintil i
morado, avaada era 2:(00JOOO. Parten-!
cea Jo&o Nepotsuc no CtiCiij.
F'-guesi de Sito Antonio
A casa de padra e cal c. 1 i roa de!
L a Valentinas, cm porta e jaceila del
frente, 2 aai.o, 3 qaartos, eo^mba tora, I
mede de frente 3 metr..i a 35 centmetro
e de fondo 14 metros 10 Cintim'1 r ,
qointal murado, avalida em 1:5C 8000. |
P.rtence a Auto: io Peieir-v de Car?: ho ,
O sobrado da 3 andares n. 4 i ra E<
trei'.a do Rosario, cojo pavimento terreo
j | rtss de fronte, Lelo uns;
a 1 sotSo ; o 1.- .cdr 2 #bm fldsi
de freote, veranda de ferro OORda, l"*8 IO
s.'.la, 2 quartos, um dos qoaes oc 0Illltl*O
pelo apparelho ; o 2." andar, 2 jeoellsej _,
de frente, 2ealas, 1 ouartc, aoSo co-:, llllili*O
cosinba, irede de frente 4 latios e 10
oentimet os e de uuJo 10 metros e 5
i .otimetroB, nSo k m quinta], avaliado em
6:COO|000; Pertence a Fruetooa
tina Gomes. i"*- "*^"#
A cae, de pedra e cal n. 23 roa dav W# [ BItOIls
Larangeiras, com 2 portas e 2 janellaa de i
London & Brazi-
lian Bank, Li-
mited.
AVISO
Kto Baueo abo-
nar jiir^s a ra-
kio do o/o ao
auno sobre con-
ti\H correntn de
ni <'pYimeiito, a con-
! de Se-
proxlmo
at novo
aviK.
Peruam'ioeo, 1
Mr de Amito de 04.
eferente.
I Bitnry.....
i Tcpj Jo....
Petropolis a."
Poariseo.....
Ualaoge....
Zigzag......
Fnziletro....
Pdlbaco.....
Mellado.....
Alaxao......
Rodado......
Castanbo....
Rodado......
Mellado.....
Rodado......
Castanbo....
25OJ0OU ao i.
Peroamb..
SO
50
50
50
50
50
50
50
Azol e er carnado-...
Encaroad? e bre c so..
Azul e rusa..
amarello e verde.....
Encarnado e preto...

Azul e branco........
"ond. Nacional.
F. C. Rezende.
Joo Motta.
A. Maia.
Cood. Arrayal.

F. M. G.
5o ParcoUberdade-i.200 metros. Handcap Animaes de Peroambaco. Premios
3004 ao 1-, 604 au 2 e 304 ao 3-
Piramon.....
A veo tur tiro.
Tdo-.....
rrinmpbo....
Castanbo ...
Casianbo....
Mellado.....
Pernamb. 55
51
50
c 54
Amarello e branco....
Azul eocaraado.....
Verde e amarello-...
Encarnado e preto....
Coud. Bella Vista.
Cood. Limited.
J. Moraes.
Coud. Arrayal.
6 PareoProgresso -1.609 metroB. Animaes de Peroambaco.
i.*, 604000 ao e 304000 ao 3.
Premios: 3004000 ao
Narciso.....
Ptcbouly....
Ualaio......
Ibo.......'..
Ctngo........
Mascotte.....
Col08so......
Viogador ...I
Castanbo-----
Kn-.-o.......
Mellado-----
Baio.........
Prfto........
Castaoba-----
Rodado......
Rodado......
Pernamb.. 30
50
c 50
50
a 50
c 59
* 50
50
Azul e encarnado....
Encarnado...........
Verde e amarello.....
Encarnado e preto...
Verde e rosa........
Azul e ouro
Cond. Perdigao.
C. Campos.
J. Moraes.
F. Ramos.
J. P
Cood. Mouriscana.
Encarnado ebranco... Coud. Cruzeiro.
Branco e azul........ICoudelaiia Portuense.
A extracto do premio ser depois o 6' pareo.
Entrada gratuita ao bello sexo
Os Srs. frequentadores, muaos de seus competeutea bilhete, razSo d
1)5000 cada um, terSo direito ao premio que a aorte designar por meio da machina
Fichet, encontrando-se es rer3rido8 bilhetea a venda na Livraria Francez- roa 1*
de Marco, na loja de bilhetea ra do Cab.. n. 12 e na Secretaria do Derl,y Ciub,
roa Duque de Casias n. 20 1* asdar das 10 horro 3 da tarde, anterior so da cor-
rida, e, no dia segniote nos portSes do Prd da Estancia.
Continuo em vigor lodas as resolucOes al hoje adoptadas pelas socieda-
des hypicas desle Estado, constanles de sous cdigos de corridas o iustrueces j
publicadas.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda de poules, nao
lera ingresso pessoa alguma alera, da directora, commisso fiscal e empre'gatos
Os Srs. juizes so' terao ingresso na sala contigua a da venda. de
poules.
Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da manfla
em ponto, sob peaa de nao serem admitidos no servico.
Chaar -se a attencSo dos Srs. apostatares para o horario qr. ser restricta-
xente observado, techando o 1* pareo 8 12 horas em ponto.
O jockeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as
cores adoptadas no programla por seus patres, nao sero admittidos pesagem
sero multados do aocordo com o art. 51 do cdigo *b curnaas.
Os animaes inscriptos para o pareo deverao achar-?eno ensilhamonto
as 9 I j2 horas da manh.
Os forfaits sero recebidos at sabbadc. 11 do corrente s 3 horas da
tarde na Secretaria do Derby.
As poules qm nao forem pagas no Prado da Estancia no dia da cor-
rida so' sero pagas 3 dias depois na secretaria do Derby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria do Derby
Club ra Duque de Caxias n. 30 1.- andar.
0 expediente para esta corrida encerrar-so-hd no dia 11 do corrente s
3 horas da tarde.
A Directora chama a attenco dos Srs. propietario e jockeys para
art. 21 e seus %%, e o art. 46 que sao restrictamente observados.
ScorfarU do Derby Clob de Pernsmbot-, 9 de Agosto de 1894.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.





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1





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Hiari* de Femambuf ^naffira IQ
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rdem do illuatr cidadfic Dr.
-ral desta RepartigRf e para
o decre;o do Exm. Sr. Dr.
t do Estado datado de 26 ce
riti fiodo, oontoasae sntirisou
leas* Ma, .onvido a qnem in-
,?-., isra no praso de 60 das a
t o referido decreto, apre-
t, Secretar <- trea typoa de edi*
eaooas publicas de mstruccSo
acord ;om o meimo decretu
revo na parte que intercaau aos
ttes tres ivpos edificio cor-
5o respectivamente a eaco'
slruidas
A na Capital
B naa cidades e Tillas
C naa povoacfles
Oa concurrentes apragentarSo a
echada c naia deaenhoa exp!-
sn como o ornamento approxi-
rn(la uto desses typoa de edifioios
as condicRes hygienicss
:o so cuma do Eatado, de da-
te las e de r, e o jtrss; deverSo
smente satisfeitas em taea pro-
a como as de elegancias e con-
aerao de um s
no centro de pe-
e deverSo ter no
, nc aegondi 2, e
turnaos C da falao,
QOiBBBOdos para gobitete do
sal a para ebapca e Water-
ficaado rctendido qae em caso
der o professor reaidir no edi
1Oa erlifioios
,>, nssoalhados,
da com gradi
y 4 S 8'B
o 1, p*ra O
HIPPODROMO
DO
CAMPOBRAND
Ditas propstas dever&o ser apresen-
tadas ein carta fechada, datadas, selladas
e assignadas pelos respectivos proponen
tes, com a declaracao de se snjeitarem
a mulla de 5 0/0 do valor do forneci-
mento, si por ventura deixarem de com-
PROJECTO DE INSCRIPTO
Para a 20a corrida a realizar-se no domingo
19 de Agosto de 1894
1. PASEO
2.
3.
. 2- jr;poata qne for clasaifi-
irimea lo^ar dar ao aeo sata*
g...; de 500SOOO, alera
geni do contracto para respecti-l^,
scc/V:-, qjando o Qovcrno nSo1
r idmisiatracjlo.
I r da ReparticSc. das Obraa ?u-
j 1 de A. sto de 1*94.
O focretario,
IJi;.;:i! Nunes V ___
>T ido Republicano Fe
deral
De
z a i

d

\ i
Rec
Re.
Ad
eicri..
E.34
de Jl
Re el
idao presidente di Directo-
iblicsDo federal da fregu-
is convido a lodosos niembros do
orlo parase reunircm no dia 18
i iez pelas 6 h ras da tarde no pre-
rui Vidal de Negreiros.
le aagOCi e polticos.
. r de v, -i de '894.
l. secretario,
An' SiOi^DA
ari- Destacao Per-
narnbucaca :*
iaB| > C'o ios Srs. rec ''-'a--. W)
i*-ta socjesadS, ru;: do Comav reo
:. .', Diiancos e mais cucsrrio-
re -latina ao onto 8 do em 30
- I89fc.
- (4 :- ; o de 1891.
O prps'dent
i. GoDHivea Pinto._______
*
COMPANH1A
DI
Mar timos
au buco
de
Per-
Sa
!
fz -
r; ia
relat
n-
DIVIUESDO
r*. -i oaist? c>jnirtaio8 a fir^m a
ptenla seeebe co da i- de Ago-to
qu mo tivideoo >ie anas aees, Da
'.i) O-'i) ) arao, oa 500U caa nua
i 'i aiestre fl e.
ii) de Jaiho de 189i.
F. de A8C ri *o
Director ^in'to.
;>.
S. R. J,
S ciedade Recreativa
Juventude
Turf IPeraaMblReaBO 1.400 metrosHandcap Animaes de
Peroaroboco. PBHMios : 300)5000 ao primeiro, 6'JtJOOO ao segunda e
30)5000 ao terceiro.
PeaBisaoarck 2. G2 kilos, Piramon 56 kilo3, Triampbo 56 kilos, Tarc"> 2'
54 kilos, Plut 'jlaarily e Aventareiro 50 k'loe e os demais o mnimo peso
qne oooeegoirem
PAREOloiprema acans-1.200 metros Handoan. Ani-
ma s de Per.-ambnio. Primo! 300000 ao primeiro, 600000 ao
segando e 30300'.") ao terceiro.
Art. 5 Bismarck 2..
PesoTriumpho 60 kilos, Piramon 57 kilos, Turco 2.1 56 kilos, Avertnrairo
e Maurity 55 kilos, Pirylampo, Doblim e PlntSo 53 kilos, e os demata 46
kitoB.
PAR OTrllhos Urbaoos 1 500 metras. Animaes de Pernamb;c .
pbbmios : 30O^0CO r.o primeiro, 60g)00 ao aegnndo e 30/5000 -o
terceiro.
Art 5.*Oa d'>-pareo Imprenta Pernuambjcana e Triampbo, Prramo', Tu c ,
Aventnreiro, Maurity, Piryhmpo, Dublim, Plutao, Td-e, Nababo. A'ry-
Stoper, Pigmea. Ido, Hir-ndelle, Hu,anote, Brlim e S+ou Souci.
PASEO '-Aaimaei 1.150 metroa. Aasmaea de Pernnmbuco. pbk
mos : 25C5000 U primeiro, 50J&0O0 ao aegando e 25(5000 no te
ceiro.
A.rt. 5.Os do pareo Trilhos Ur'oanos o Malaio, Pirata, Pdtchouly, Maacate,
Ybo N>rciao
PAREO Coasolac'B 1.100 metros Animae3 de Pernambuco pare-
mos : 250^0fX) ao primeiro, 50)5000 ao segundo e 25000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.-Of do pareo AniroscSo e Moaro, Toolon, Garimpeiro, Teimoso, Fron
tio, Tal-apber. Viig^ior. Collost9| T<--quinas, Tenor 2.* e Gallt>t.
PAREO-Liberdade l.OoO metros. Animaes de Pernambuco. P*B-
mos : 250)5000 h> primeiro, 50(5000 ao segundo e 251000 ao ter-
ceiro.
Art. 5.=0 do pareo Conso'ssSo e Regente Pontable, Petropolis 2; Fasileiro,
Bej.-F<; Tiberio, Prusiano, Q^IaDe. Fam-^a 2, Viva, Talicier, Boi-
reb, Pharizio, Betury, Palbajo, Tpy 2-, Ciogo, Feoiano Emi e Soepti-
oism .
PAhEOIB de AgOSl 800 metres. Animaes de Pernambuco qpa nao
tenbam gaobo premios nos pral do Recife. contando oa oSo viotari,
gt a data iofra pbbmios : 25060CC ao primeiro, 50)5000 ao segundo
e 25)5000 ao terceiro.
PAREO Igazldade 850 mstros. Animaea de Pernambuco. Pas-
mos -250)5000 *> ao primeiro, 50(5000 ao segando e 25)5000 ao
terceiro.
Arr. 5 __Bismark 2.,'lPirylampo, Piramon, Maurity, Aventureiro, Turco 2-,
Dub'u:, PlutSo s Hirond.l e.
Observa^es
NSo podero s-r inecriotoB oa animaaa Jrde, DeWqne e Mahomeres.
Neiboss pareo er considerado re-lsadon at- nB 4 cr.imaes d3 popietnos dilfTeiten.
Charoa-se a Btrtsrjt dos Sra. propiietarios pra h ui'.ima p*rt* do art.,3 do
Cdigo ae Corridas.
A iaacripv^ eneerra-'-se-ha na "? i t> 14 do correte, s 6 l|2 h^r*
i- tf.rde 4ertaaf jaa's#Br< du tt"no n. 16 1. andar.
Hipoodromo do dampi> f-mde. 9 do Agosto d 1894. i
O secretario, ,
6.
7.
8.
parecer para
contracto no
cad.
3. SecSao,
assigfnarein
prazo que
o res, ectivo
lhes ioi raar-
19 de Agosto del894.
O chefe de sec&o,
Luiz F. Codeccira,
Alfandega de Pernam-
buco
Edita n. 53
(hm de ^0 4*)
Pela Ii^ actoria da A-ndega en h
pnblirs', qoe, as 11 borxa do 'i;a 5 de So-
tembro prozimo, serao vendidas em hasta
p. rr .('-, o i volumea sbais meociocadosl
qu o3o torso dcsp-.-Ls-doB no praso lega,
(or seos don-s oa oo is'gnatarASf caodj-
lh"S marcado novo praa-i d 30 ;i psra
as retirarern, snb pena ie realisada a
furda, nB'i se ntteeder re-.lamsfSo al-
aansB
Arroasem n. 1
Marea O M IUoa caixa. n. 3^, "
la d-; Humbrgo no vspor Pelotasa -
o-rrej^ado em 13 rfn Doseatbro re 1893.
contsodo 82 ieas gw !*<. de cerpeja-
i^ and-pe a ^oosfroacSo.
A'faodew de Perafcmjuco. 4 de Ag sto
de 18H.
O inspector,
Al-sandro d Seis Perira de Carnoo.
Alfundcjtja
Por ordera do Sr. Dr. inspector se faz
publico que no dia 16 do corrente, ao
meio dia, ser vendido em basta publi-
ca no trapiche Concei^o, um esialer per-
tencente a esta reparticiio, o qual j nao
se presta ao respectivo ser vico.
3 seceso da Alfandega de Pernambu-
co, em 9 de Agosto.
O chefe de secso,
Luiz Frcdcrico Codeceira.
Llojd Braziieiro
PORTOS DO 8DX
O paquete Olktda ,
lommardante o capKSo de- 4fgete 0oi*
Iherme WaddingtoD
solis o da v
eaifwasegDlri-
!Sr*l*fl*lBi-r i"'- ^^~nn eepo-s da Sb
aiora necesca-is r-sr
Parabyba, Natal, Osar, AmarracSo, %t
ranhao, Para, Obidos o Manaes
As encommeoflas ae'o recebidaW* I hora
da tarde do dia da .-afiida, no trapiebe Barbosa
no Caes da CotspanhiaPernambacaca n. i-
Aob Srs. carreer.dore-i pedimos a soa attencSo
para a clausula 10* dos eso6ecilHents99t0!
Nc caso de bavr-r alpo-ja reclsniac5o contra a
coapantaa, por avaria ou pnrda, dVK ser !ei:a
poi escripio ao SReote respeetivo do poNo d
descarga, deatro Cs ires diaa depois de finali-
b;.:3.
Nao p.Tcedeodo esta formalidade, a compa-
.hia Hca isenia oda a responsabilidade.
Para carga, passagens, encommendaa di-
zheiro a brete: trata-se com o>
Agenten
Fereira Ganeiro 4 C
^ua do Commarcio n. 6
I* andar
Goopanhia Babiana de Navega
^, n vapor
Maeei Villa Nova, enedo. Aracaj, Es-
tancia e Babia
O VAPOR
Mrquez de Caxias
Pin carga, eacoramenda3, paasigeas fre-
e traa-8 com os
Consignatarios
Sorstel i an & G.
Ruedo Commercio a. 18
1* andar
t***
H
Vapor Dordogne
B' esparado
o dia
da Europa at
i 9 de Agosto de t 4
rtxmuo depois aa demora necesaria para
Babia, Rio de .Janeiro. Santos, Montevideo
e Bueaos-Ayres
para onJe receba passaclroi e cjrga.
Entrar do porto
Pr*Tine-SP anda aos Sra. receDedoies de aier-
dor: a :jua s; attender a reciamicSea por
fa; t_, que (Brean reconecida- na occaaiSo da
isst3rga dos voiames ; e que dentro de 48 ho-
ras a contar do da da descarga sagas,
devf rao faser rjua'quer rec!ama<;So concerflB-
te e volnmes que porventura teufiam se^nido
para os portos do 3oI, afim de seren lias
iompo as providincias ^eceasariai.
Roga-se ios Srs. Bassagei'u:1 ita-
e
-em as sua3 pastagena.
P>ra ca'tra, pa^asaens, eoeommendas e di-
nbelro a frete, tra'.a ** com os
AGENTES
C0MMANDA.NTE
V1SLLA
Seguir p-ra
os portos a;ima
indicados no dia
IO ~o T-Tenie
H. Burle &
42Ba do Commure
LELOES
w.
42 -
:.''j de
Sexta-feirs, 10. fleve tr logar o
movei'* na casa roa oo Pires n. 83.
Saabado 11, o de 43 saccas de algcceem
i, i t.<.T38 ca iar-' rama e 6 firaos ron fio avar;ados.
Arrcauntaclo
No dia 14, em pra?a presidida pelo
Dr. juiz muticipal do Recite, ir p*-|
ca a pequea mei'agua sita no becco da f ;jj"
lolefa p. 3, com porta e janella, me-
dindo 3 metros e 34 centmetros de fren-
te, 3 metros e 60 centimetns de fundo,
urna sala, um quarto e cozinba interna,
pela ;uant a de 202850 i, por ser a ter-
ceira pra?a; penhorada por execuc) de
Alexandre Americo da Caldas Padilha,
contra Ignez Maria dos Prazeres Si .va.
O escrivo,
Silvestre Baptista de Sania lesa.
para carga, pasMfMM encommendas e dinhei-
o a frete, trata se com o
AGENTE
Cerqira
*. 17
Pedro 0o iode
Ra do Vigario
1- andar
M. \L. Vieira.
B
lee i
Co.
Bbf
So
cim
soaf
Se
la
S30'
bom
A
e;co
caso
N.
mioi.
A
c= a
A
pa;
i ap
Ai
Ca
O
car,
i- '
c
(
b e i
Par da annlTrrsarla
:-, %..oato de 1894 Motw par convi-
Rerri'UMfe.
O secretaMo interioo
A VagcoorelljB.
^bfic* k tamaragbe
.i ia-.- familia? para trabalbarem nes'.
S cf i uir-teacpndiQOes:
'oacceitas betlia Ug-lima*. de proce-
i ep-phosi^el, lipm p'cada por ps
ignaa que aa <'vbe$iia p -espilmenip-
i rrf,,-jdas familja.-i uumerosas, nae
oceicio DuiD^ra du mulheres de il
a c.ma. sem excluaSo, eol-etaoto, de
noeslaps, cima fe io anoos.
caforaeee Ba. por modi:o alogo>>l,
a as ^;iau, medico e socce-roi. tm
no)stis.
. r hs todos os -ecursoa e mlesa nos.tc-
Itas santos oa capella da fabaica-
.<< lstr&cSo procura dar trabalbo a todos
das famlJioP.ejn idade conveliente.
i <|ue entra sem ssber trabalnar
logo uei pequero salario durante
lagem.
ipil fcaD!itadop?'a-ee a jornal ou cor
. inforrae o trabalbo.
i le familias qu? ''e'eja'em se eolio-
iti nder-3e prfTiameota cea o
] f b ica, emCaTnrasibe eTi toia9 o?
i ep'o osa qoiotaa-fil'a^ afim de ->
'a xeltos, tm qu cond :.6es
Carlos 'Iberio (le 'enet$s.
DiT' i ,-- tn'e.
\o
com.'uercio
i_ istgn^df? o nsieeatarssa le b!a
le3, n w ssab i o"1'
<1 8 dianteos frete 'o pasos nc-ste
1 R '1 :-. Agento n-1891.
Mu-.ni Ice iq i Pcswa.
P.P. Bartbr.icnen Lcsrenfo.
Jnaqnim L o eo dos Bf '^ V^'wlSa
aroaval^sco 19
Agosto
0( ,- ij s p'eildjnle, convido ofi^r
IDBSI t< f' ipalogo, 12 i
meo di-
( m di C ( n. 47, para l*sU'
' i :al.
Agasl 1S.4.
O *cretorio
Db Aifedo S Iva.
!
Bauco popular
Convido aos aectooisla. deie Banca virem
rec-T) -' o sexto div>Doo a. raza > de 10 O/o so.
amo na -Me do mnaoiu, a principiar di aegup..
da ''ir-i 30 do corele.
H d-e. deJnlha de 1894.
Joaqn o Jos Director secreuricint-Mno.
Prado Perii.unlincano
SO^IE'ADE ANONYMA
De conformidade com ojque determina
a lej das sociedades inonymasj fica a dis-,
posic^o dos Srs. a :onisUs, np escrito-
rio desta Compachia ra da Impera-
triza. 26, 1. andar, copia dos balances
referentes ao anno social findo em 30 de
Junbo proximq passado* relaf&o dos acc!o-
nista. e lista de transieren :ias., ,
Kcife, 1 de Agosto de : 894;
O 'residente.
Jos Gines GancJtes.
Companljia Naciunade Ca-
wme Vm&k&svBfmm
Asiembia geral extaordmaria
Sao cooaia^oaoJ 8obores acoiooi^tas pa"
reoniren-s em assembla eral sxtrao'dlnaria
no da {6 de Agosto vindouco, ao meio da, (
orna 'a* serjO'S do edificio d fabr'ra, a roa *
D -' ( y par elegerem nl dieciori- e a -
tor Si eoiigiio o>-,o'ria
deei.-io n. 177 A, :ie 1 i- Sfinbro ae 1893
Ker.ife, 30 de Jolbo 't* 4894.
O are et-rio
AogORio Silva.
Companh:a de Fiacao o
Tecidos de Poriarn-
uuco.
Silo convidados os Srs. accionistas
receberem o dividendo do primeiro semes-
tre do corrente anno. na razjio de
por cento ao anno fseis mil res por
co) n escriptorio da Compnhia a
do Bom Jess n. 42.
Recife, 10 de Julho de 1894.
O director secretario
Jos Juay de Amorm
dez
ac-
rua
O i l >n BrazjJ ?i
B.nk Jm ted
' i ^o!re Li." >a e Port
I9SBI "eSira,s,S)ter!r-!as. c A vista,
HMHtsl )' i-iii Ja IiiMjctui*ia <:*-
r*ldS Tr.---*3* )l:ii.:-i:>
EDITA L
De or'- d Sr delegad) da lusp^cto
ria Jeral ta Terral GSoldaiflaeilp, fac;o
poblioo, Bie esta diegacia'resolvau, no
intuito de acautelar os interes&es da Fa-
r.enda Nacional vende %fl canna:; exis
, no antigo ^epgenho Guarany e
per ten cantes a Fazenda Nacional median
le ropostas em caria fechada, que sero
recebidas no escriptorio desta delegada,
a Ra 15 de Novembro, at 2 horas da
tard -lo dia 2'> do correnta mez, dev<;n-
prosimo, com todos os apparelhoe eu ten-
sis existentes, inclusive a casa de viven-
da.e deatillayio
2.a
O contractant* recebari os
engenho e uteucilios, por inventario, e
se obrigar.a entregar tado.om bom es-
tado de consarvay.lo no dia 31 de Maio
de '1885.
3',
Os melboramentos ou apcamtamentos
t\ne o: contraotante ju'gar conveaientes
fazer para a tiragemda safra no edificio do
engenho e suas dependencias.e utensilios/
nao (lario direito i.ndamnifla';o.' alguma
e sb qualquer pretexta; que saja. Pi>
deija, .iperai..>'retrar--quasquarnteci-
lio! que por suaiconta comprar acollo-.
car sem cauzar damn < oa detardora^ao
de natureza akjuma o jefarido. eagenbo^
4. :
7 A entrega do .ngeaho^ com, todas as
suas dependencias e utensilios ser defi-
nitivamente feita no dia 31 de Maio de
1895, mediante inventaro, e renunciar (O
contractante o direito a quaesquer casos
de f irea maior previstos ou nao previs-
tos, solitos e inslitos, e se obriga a in-
demnisar quaesquer damoos e prejuizos
causades.
5."
)s precos das cannas ser pago na Al-
fandega antes,de ser lavrado o contracto,
e caucionar o contractante 1 na mesma
Alfandega, em dinheiro ouapolices quan-
tia correspondente a terga parte do preco
das cannas, para garanta do exacto
cumprimento do contracto
6.a
O propouente preferido, que se recuzar
a assignar o referido contracto, pe-der a
quantia de quialientoa mil res (50 'S000)
que no acto do recebimajjto das propos-
tas, cada proponeute dev.sr depositar-esta
delegacia mediante termo competente.
7'
As propostas sero abertaa e lidas em
presen9a dos proponentes; e at cinco
das depcis ser por esta, delegacia de-
clarada qual a proposta preferida.
Os Srs. pretendentes poderam desde
vi-itar o sngenho refe-ido, o estado
dos apparelbos, e quantidade da cannas
existentes,
Recife, 'J de Agosto de 1894
O escripturario.
^_________Tito Maris.
Alandeg
l'--.-Jiepitia.-l ,,! carvao* de
Thesouro do Etado.
de Pernasibuco
De nrdem do Sr. Dr. inspector do The-
souro do Estado faco publico que amanh
10 do corrente mez pagar-se-ha na The-
souraria desta Rertico a folha dos pro-
fessores de 3* .entrancia em disponibili-
dad. ;
Thesouraria do Thesouro do Estado de
Pernambuco 9 de Agosto de 1894.
O escrivSo da despuza,
Atjreao pibson. ,
SO0IEDADB~
\u\iuadora ria Apical tura de
Peraaate)
Assemb'es geral par ele',oes e cona'lb -dm
Cj i -1 a' 1 v 1. .
De ocafonnidade rom o A^t. 27 e para 9^ecn;
'cao do diaposto no 3 di rt. 36 dos *8ta referidos ''es'a^ciedade; ficiam convidados todos os Sis.
.membros da mema para urna set^&o extraor
linaria eleoral, qne ter loga* na sede social
-..- 11 boras'do dia quinta fera H5 oo cj-rete.
U !;po,s.aa ^leig-'o foociooar o cooselbs ad-
mi:iitrativo para apreciar aioformutfo doSxm.
pr -riih iie dp sapcrior tripupal act.r:a da apre-
seoiacao desia socieda'de relativa aos recurBOR
aStuns.dos palo Art. 12 da le estadual de o. 52.
.Recato, 9 de Agosta de 894.
Heriqae AOaatoMilet
________ Arente)___________
y Irmaadade
DO
iiviuo Fspirit Sanli) doHecft*
i. Mesa geral
D orlen do conelbo anal em enmpriajeoto
a* pegona parte do A't. 84 de nosso compra-
11.18S0. convido todas o nos-os earhBimo* Ir-
nos ero gj-al a comp>reterem em nosso coo-
A'.i'U domiago 12 do correla^ as 1S boras do
dw, afim de proneier e seleic&o para os cargos
i* ser vis e 6- definidor novo.
Cousis'.onlo, 9 df Agosto de 1894.
O secretarlo do cooeelbo
Manoel Moreira Res.
iic Steam ^avigation Cera-
pany
STRAITS OF AGELLAM UNE
O paquete Galicia
E' esperado da Europa
at o dia I de Agcsio
t-pguir 'o depois da indid-
penavelfinaora, para Val-
?paratf0 corn ep;ala pela
Bahia, Rio Janeiro o Montev.do
Para carga, tasssgem.encommeQdas e dinhet-
0 a frete trata se com oa
AGENTES
Compauhia Fabricade
Estopa
Acba-sea dispoai.Ai pos Srs. accionisas, no
srrioi-trio i to- > Comcoerc o ,o. 7. aod.r
.H-owns A C o baianjo. Hvr. s e mais docu-
meotoK relativos ^0 annj fin lo e;n 30 de Jui.bo
praxitoo pascado.
KeclfBi i- de Agosto ae 1894.
Tuon. ^. G-illitb
SecretarD.
Para o Cear
Para o porto cima 8Pgue ro di? 15 rio cor-
i'.- mea a barca dina^i.-arqueza Watetox
i- slasse, a qna! p6ie>ecebjBr aiuda alguna
rga a frete rssoavel.
A 'irater 1 o
ESCRIPTORK^
R ... .. G.mm>Tcio n. 6
PAVIMENTO TERREO 1
The XoiioB Lu" ofSt:;Mie?s
O VAPOR INGt!T.Z
Tagus
Wilson, Soas C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
andar
V
Leilo
De 47 r laatraa marca dlaccan'.o, E no ceo'ro,
com alno, 33 ditas marca 8, casa dito* 14
ditas marca A, com ditos avar.d :a ''agesdo
mar, descarretadas rtc vaoor ingiz "^ .:'or en-
radj do perto de Leixo-s eui 18 e Jlbo de
1894
Hojt
10 do corrente
O^'aa
CH4^G5I]RS1EJP!!S
CompaDhia Fraoceza
DE
Xavrg-co a vapor
Linba rogalar entre o Havre, Lisboa,J
Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro
e Santos.
0 vapoi
Campana
COMMANDANTE VOISIN
E'esperado da Euro-
pa at o dia 1 de
Akcs'o seguindo de
001 da lndiepen.-avel
demora para
Macei, Bahia, Ri > de Janeiro e
Santos
Este vapor entrar no porto
R vei-ae aos Srs. importadores de caria pslos
vapor-e le-ta Unta, qnei.-am 3i>reaenlar den;
tro ie 6 das, a contar ,10 da descarga da? al
varesgas qualquer "eclamaclo conceruente a-vo
ornea.^ae Dorvesisra tsabam segoida rara r*
porip lo sol. a Jo de *e poderam dar a temno
ss provinepsiaa oeceasariao. .
xoirado 0 referido pratp a companola oo.sp
----- isibHisaoor esWvies.
R- be carga a iratarcom o
AGENTE
A.uguKte Labille
9R" do CommercioQ
CompaiilHi Racimal de Salinas
Mossftr-Vsso'
O vapor nacional
Aguamar
F' e-pe-a 'o oestes po eos dia
1 VI.-ranbo -egumdo epoisd
1 ()' na demora para 0 ,
Pe-
A's 10 E 1/2 HORAS
.Vo armazem ra do Mrquez
n. 48
Por QtervenfuO do agente
teao
Agente destalla
Leilo
De urna impertante ?roacao de srDarelo
Sexta-feira, 10 do corrate
A'S 12 HORAS
No armazem a travetsa do Corpo Santo
n. 27.
O acedie Pestsoa vender por conta e risco
de quem pertencer, a arm;c&o de amarello ci-
ma nuncio ada.
Agente Pestaa
Leilo
Du
xcellenla esea terrea sita oa ladeira do Ya-
radonro o. 44, em O'i'ida
Sexta felra, l o do corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
M| armazem travetsa do Carpo Santa
n. 27
O agente Peetana vender por conta e risco ds
nnfro oerteocer, a existente casa terrea cima
m*Vioaada, i vre e deeabar?ga'a de qualquer
0008.
Em continuscao
Vender'i o uieemo agente orna mobilia de jas-
co coa. encost de palbinba, avr:ada comagas
do m r. e por conta e ruco de quem perteaesr.
Leilo
porcelanas.

.
lian
do ".s prjponautes attender as segintes
couiicps:
1.
A compra das cannas limita-s.7 as ac-
extiver comuraado pa- fia. mente existentes em estado de serem
_ .i moidas na presente
!'' Londri>N a nvenla
cic< :ilo da apresentacao do
ia ; -' o ca^i'itv, pelo quuI
Un
o
pedra
Por ordem do Ulna-. Sr. Dr. inspijctor se
faz publico, que, nao tendo sido^aoceita a
proposta de Francisco de Lima Jnutjnho
pars o fof necimauto s Capitanas desta
Repartido, de arvjo de pede Cardiff,^,
durante b semestre de Julho aJJezembn)
do corrente ano, de npvo se ^receberio
safra; para o que!proppstiSj at.odjaJ7 do corrente, s 11
i serao cedidas ao proponente preferido o' horas do aia, para- o alludido
vista noiuellos pracai. eng(,nho Qua^any at Maio do anno'ment.
Seguir cestas
ces para o
ftio
de Ja ro
Era direitura
c din.'ieroa arga encomanjiiuas
.- trata com os
AGFNTES
leiirjvFors.er 8p .C*
Rao do Cocniercio n. 8
! anda'
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul,
Iotas e Porto-Alegre, ,
recebando a ca.-ga que se acba contractada.
Para carga, en mmendas e dich: rj a frete
tra'a-se icmo
AGENTE
Joa -3aria deAlbuqusiqce
Oliveira
RA DO COMMERCIO N. 14
1* andar
Hatoburg -.Suedaxnerika-'iis-
che Dampfsch.Ffahrtri- .?e-
sellsct* ft/
Vapor amazonas
R- Eoropa no dia
14 e .'.. tofe-
)tci'indo C*poisda
a aoceijea
|ra
Bahia, Kio de Janeiro e
Sact
EatP tapor illominadc a !us eleetrioa
e offerees < ptimaa eccommodacSes aos
Sra. p.-s88geros.
Ests-vsporj.entrar no porto
Qu esq^er jfile.TBjSes a cerSo atsn-
didas 48 bjOfaa d>poip da urtima descarga
do vapct na Alfandega,
De novis* espatos, quadro,
Iodqs e vid-os
flexta-'ielra. f o do corrente
A's 11 Um
Ns ca a ri a, ne largo da Snledade D. 3%
Conttaodo de:
'Uma toa e lida mobilia de Jacaranda-amo- .
dalbao com 18 cadenas de goamtcao, 4 ditas
de bracos, 1 sof e S duDkrquee com esselsoSi -
i exeelteote-meta entro de sala, 1 escelbo oval,
2 qoadros, 4 jarrrs, 2 lantetass e casticaes, i
pratos para parede, 2 pares df.fcarrdeiraa,-t-
ele., eursiter de sala, 1 importante cama de
ferro com lasiro de rame, quesi .nova, i goaraa
vestidos, 1 toiletts, i bidet, 1 lavatorio coa fe- <
da. 1 marqsexao, 1 commoda 1 cabide de eo- .
lomoa, i cama (ara menino, 2 esielbos para -
cima de consolos 2 bancas, 1 cabide de parede,
t oiesa elstico, i ginrda locc;a, 3 aparatare,
12 cadeiras de janeo, 1 sof de jsneo, 1 cadelrs
com balance 1 quar'i/ibeira, 1 e.;prfguicadeir*, y
1 eofa de arca-eD, 2 coct-o03 de dito, 3 exage-
res. 1 relogio, 1 machina para rolbar, 1 mtsi, S
cavalletes, 1 apparelbi> de porcelaoa de rdr para
alD3C0, alio de dita braoea pi-a j:niar,copss,
cauces, garrafas, coxpot'lras. licorer", bandel-
jas e oatros muttos objecios de c.vsr de familia. .
0 -..ente GoBBao, aoiorisado por urna fimilii
qoe retirou-se para fra do Ea'aao, fara leilSo
dos objectes cima.
No r.ood de 10 1/2 qu^ p r;ir la rstscio, pela
nba de Fernande* Viei'a, da-ft psssaseos gra-
tis 03 concurrentes ao leilao.
Terceiro ultimo
Leilo
De 41 sacras de afgoaao. avenadas, serriad*
i>'" bai; a fferta cblli'a de 6/OUO, .-rnde qoe-.
oesa o^caaiao s-r effectuaaa dita venda com
quem meibor vauagem t-ffefecer.
gente Piuto
Sfcbbado, 11 do crenle
A'S 11 HOP. .
No trapiche da C-mpachia Peri,ambucana c. 44.
Leilo
De 2 caixas i om chfl preto, da mure umaa- -
e, H em cisca, F 1-2 oslxo<-o ,n 2,560 na cea-
l-o descarregaia do. vapor .Niliv, com Taris
Sakb&i, H de pst':
A'S 11 E 1/2 HOH.
Ageaie f i
RA TO EOS! JESS N. 45
Aponte Oliyeir
Leilo

De movsir,i'S!CMtariav (pelrjos otaros
artigoa i'
Segiwi la feii-% 13 le Agot
i 'sll horas
No largo das Cloc Pontas, casa n. 115
0 agente cima, aatorisado pelo Sr. Antonio
l:
ftV

jUBfira }


!
Jr
'tt



Biaric de Fernambuco Sexia-leralO de Agor-clo de 1S1M
ff\
Beaignc de Mrndonea, levar a leilao, ama mo-
Mlfci Jacaranda, complet, e cotn tampo de
Mira, wpelhoe, ama Importante secretan* ccm
Mira' cade ras de junco, serpentinas, jarros,
aariaeUis'iej de 7 taboaa, marquezo para ctsal
ecatros movis que estarao pateles no acto do
Wto.____________________________________
Agente Oliveira
Leio
De un bralo de 2 andares attn travessa da
UingUBia n. 3, fregnetia do Recif?. em solo
lrapr.o
Terca-feira. 1/i do con ente
Vs {{ horas
Ha itrHAzem rna f 5 de lo-
vembro a. 39
O asente Oliveira, aulorisado pelos propr'eta-
rk*, levar a I llao o sobrado cima, livre e des-
Oiaratado de qoalauer onus.
O S'ii. preteaoeotes desde j poderao exami-
nar c referido sonrado.
Leilao
Da cana de taipa sita t-avess* psra Ucba n.
2, fiege .:. i a de Afogados, com I porta e Sjanel-
las de 'rente, 1 fila, 2 qaartos e quintal, avada-
da ern 118:800, per encent ao execotado Geral-
do More ra .>. Bvo?.
Da i bilbar existente i roa de Joo do Rejo,
antis "a da Ploremina os. 10 e 12, avahado
em !!0iO,'G, pert ncer.e aos execotajos Mayer
Qua:ta-feira, 14 du corrente
A'S 11 HORAS
No arr.iazem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agrille umao, aotorl ado por mandado do
Es id. Sr. Dr. jais le dir io dos feitos a* f da, hra leiio da .asa i- bllbr -cima menciona
do?, pan ar^eni da* ex'-cuc-'s da tazeud
uo Est.to contra os seu* propietarios.
4
eil
ao
De 21'XCeilflQ'es casas lerreas sitas no Parna
einrc. est aia do encaoameaio na. 15 e 17,
com boas arcommo'iacVs, *gua eccanada, quin-
taos lodu mora lo, edificada* em terreno propno.
reodn: lo a.n'ialiDeniH l:4O0JOUO.
D tas i larrea sita a travesa da Concordia o.
II, com 2 jaoeilts t- t pona de trente, 2 salas.
3 nos- oa, quintil morado, agoa encanada, em
perfeito estado de cotiservaco a limpeza.
Dacj-a tarrea sita a rna do Arrayal n. 14 fre-
gtwii C" Recife.
Quarta-feira, 14 do corrate
A'S \i HORAS
No ar.iuaem a ra do Marques de Glinda
n. 48
O atDie Gosmao, aniorisado. fara leilSo dos
preJkw cima mencionadas, os quaes pode o
ser ex.jrai lados pelos Sra. compradores.
AVISOS DIVERSOS
Vence-a tres esa* terreat na rm do So
ceso M. 71 7B e 7 C : a tratar na Estradi
de Jrj de Barros o. 22 B._______
V ule-.e un boa casa sita roa de Ga
Irc l. 1 A : qnem preteudel-a cinja sea
a.
U.a moco preparado em albora e ariib
etica, com regulares banilitaces p.ra escri-
pia por partidas simples, mixtas on dobradas,
offerece reos servaos : quvm precisar deixa
carta nesia tvpograpbi* com as inlclats A. R
r.-ecea-se de nm criado e de orna criad-
c ,;ervico de cma casa de familia ; na ru
E'
Prrciea-te >;e cm nomem de idade para
tratar de va .cas ; na rna de S. Goocalo n. 29,
prtilrre-je portUKoez._______________________
Aiona-fe e tambem > nde--e a ca<>a o. 7 ao
fairgo ii Sano A" aro, com bastantes commodos
Cra /iraLie familia, com sotao, agua encanada,
obtiro, etc., bom quintal arborleado ; a ttatar
oa o i'fcpnrtao, e para ioformacso com o ?r.
Amaro Tdvares, na i.;aa, estrada de Lois do
Beto ? 40 D._____________________________
A'Bga-se a aagoiflca casa com moito^ e
excellestes commodos para numerosa familia,
afn o. tavel encanada em toda casa, quartos de
baobcs e cotras mollas dependencias, jardim
oatrecle, e gran e sitio morado com baixas de
Capim, arvores f'nrliferas, etc., sita na Torre ro
fia do :am..l da lioba dos bonds, a u.areem do
rij Csfibar-be, tendo do omro lado a eptago da
Toree a luj piiicipal da estrada de ferre fle
CiXi.'.i a tratar na roa Mrquez deOlioda
Diajt-a 5.
"8001000"
PUADO D.\ ESTANCIA
i|nem fr Do-
mingo nm corri-
das ueste Prado,
e tirar o cavallo
sellado e infrea-
do que o Herliy
Clnb de Periiain-
buco offerece
eomo premio aos
& e ii h fret aenta-
deres por meio
dos billetes de
entradas n u ni e -
rudos e que elis-
ia un mil res, que-
rendo veiidel-o
im'liar la mesmo
qirom de a qii.in-
fla aeima por elle
Escriptura^o mer-
cantil
Insina-se em trts mezea ; a tratar no becco
doe Ferretrai n. 6, das 9 horas da manb em
le._________________________________
onze e cobre

Compra se bronze e cobre velbo por maior
treco do qne em oatr3 qtulqne? pane, e I Tista
da quilir-ade nao se olba a prego ; no a:mz m
da Bola 'marella r. 36, caes 22 le Novembro,
saje da ffgeneraco.
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medicamen
o, qne eomec;or. aer vu'g,-risad:> em
1883, e qoe t3o prodcoos reauludoa tem
prodniio na cora do reoroatismo, mo
eatiaa de pello, eaoorrhesi, astbma, nos
soffrime tus occasiooaoa peln impureaado
aogoe, a oaa diferentes tormaa da syphi-
lia, esteve por algom tempu parklisado por
siroumbtacoiaa imperiosas; e boje, porm,
rebppsrece com todo aen vigor; e de
eaperar qoe continu a merocerdo Mos-
trado publico a merma scceitac;So de que
ae. pre goson.
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hvgtene, por Deoretos de 2 de
Junho de 1883 e 18 de Abril de 1885.
Composoo
DR
firmino Candido de Figaeiredo
PROPAGADORES
Baptisia & Figueiredo
A venda em qu&lquer Pbarmacia.
,**>"
*>*
Licenciado pelu Inspectora geral de Hygiene do Imperto do Brasil
YAROPE-7pn
A (Codoina, Tol oto.) Wm ir 1/
A icqIo ds Codelna pura u ton oomplittdi com si "do Tol e dt
Agita de Lauro eerejn, acra fum *} XAROPE do D' ZED
(' Pasta Zea), o ptitortl ir.ais enrgico m toao os ciao da :
aaoaaiTi. roaaaa jsesfriam:>'f oa. i
FEIR0 M/ytTIAL-BODI^iAiu!)
Gosto agradarel torna a dar_com r.ipldez ao mangue sua riqueza e forca. Nao d /31
priso de ventre do ennegrece oa dentea neo irrite, o estomago. I^S
pars, SI, ru Boileaa. Deposito em Pernambuco-; C" i oaoois 4 rBDDCTOS CHIMICOS. /S &
**++*V***1+t****** PREVINAM-SE COM AS IMITACSES +0M$*rV*r>aM91*y*rWV*9m
O maia completo e variado aortimentc
para homona, serboraa e meninos.
SeJas
Brancas, pretaa e de corea, lisas e !;>
vraaa.
Cachemiras
Ccrtea Dordadoa, epartiihoa, lines,
perct linas, levantinas, cretones, aephiro,
chapeos de sol, camisas, panhos, colUri-
ohos e peitii'ooa.
Periumarias doe me!b'::es fabricantes,
etc., etc.
Tudo ao encontr por pregoa raaumi-
diasimoa
NA
La Gran Via
8 4-Boa da lpratrii-58 4
TE
ES-ORIZA
Perfumes Suaves e Concentrados
SURTIDOS M QUAESQUER CHEIROS
ERFUMARIA ORXZA.
de L. LEGBAND
V- Inventor do Producto VERDAD El RO e accreditado ORIZA-OIL
1 X Place dcTlai Madeleine, Paria
AOHA-SE EM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
INJECTIQN GADET
Cura certa em 3 das sei outro medicamento
1'AJIIS 7, Boulevord Dennin, 7 JPAltIS
Oenositos em todas as princinae? f ha.ruacias e Drooari&f-
XAROPE de PAGLIANO
Depurativo e Regenerador do Sangue
FrlTilegiado p-*'.o doverno de S. M. al S.ei 'Italia
SoTorno do S.
r>0 PAOPESgOB
r
o
A Cr L I
VKNL'1-SE E-iCl.LlVAMENlE EM
aples, -4, dxisiX*. S. Mareo (Csuaet, proprla)
A CASA DE FLORENQA EST SUPPRIMIDA.. 0 Sjjr, ERNESTO.PAGLHN0 potse
todas as re tilas escrinlas pela prop a mo do de'unto Preres';- JSRONYMO PAQLIA.NO, ttu lio.
Exigir sobro o frasco e a cair.a. t marca de fabrica. de:^s:tada conformemente a ler.
ERNESTO PAGLIANO.
Depsitos om Pernatubueo: cojkpaztiia io xuzoa&a o trttc^acsoa cuzaucon
.....'. :ci..- \ ^ l I' '.i,.<::\~. no /f-rti/.
Kola-Bh-Natton
hSCA em BkrtSHK, TIIEOBROMINA. TANNINO e UATEIUA ENCARNADA da KOLA
Elidir; Vinho e Granulado
extrmcic; IMm, .-.^irt.^, Plalas, Keeerjcia de Kola taada
rrt-">-. t"CCl*L**7E HE6El1IA00RE
- p~*i-i-.~. -i ...... m>liR do Pars, desde tau pelos
; mal
ti
inns, iul'.kz. Monkit. etc., n
-..,~,-f-i. encele. ..Itumlaorl.
..* ...-..-.> *i tnteM-ctiiol.
rffEDALHA DE HONRA
0 OLEO CHEVRIER
i terntottextio pilo Aleitrlo,
tnico kalumtco. o Que multo
tJtmtnU el proprledtdee do .
DIPLOMA DE HOWHa
EFERKuGINOSO
0 OLEO ie FIGADO
0E BCl0 FERRUGINOSO
4 un loe premreeto que permiti
edmmiitrer o Trro eem pro.
dur PrlUo de Ventre, eem
U o mtodo.
imSITO pni ea HU
] 1, ra ie ra'-IODtaartn, 21
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DB HTOIENE DO IMPERIO P BRAZIL.

**&&'
B&C11T1TIO TOrnt TODA* A
Ciletrldades Mlica |
DrRANCf A EUROPA
MOLESTIAS DO PEtTO.
AFFECCOES ESCROFUtOSAS
CHL0R0SIS,
anemia, 0ebilida0e,
tsica pulmonar,
MONCrlITES. RACHITISMO
Vinho de Coca
oo opitiao mo la
BataMesaMa paraaooi
etmtm wtewiaa
esiaaarcto ooooTo ctxUii Pravos*. aBtroBtaoCBBtaaabavr a
aacaao a eflicaq d-eaua FiMiaa, autonaaeacgfflp a tctxj. g^u/
am.UlafwideioaBBr ana amaaa a st: ^-- c-i; i^.-
g&-aa wwm.111 ?***> *fmKu oSai s^'.. &&***
6-Kntmm a K?5
5giafceia.?S3gar^

????????????#?????<
. TUEMLiyillGSTOi:
Rocolplx ADtunes .
&3
^",
Pr: :iea-he da nm
sa r io a. 30.
Criado
criado ;
06 rna Larga
Grande sortimento de camisas borda-
das para bailes e casamentos e preguea
das, lizaa de linho e algodo. Novo sor-
timento de collarinbos e punbos Cami-
sas para noute o que ha de melhor.
Becebeu a
Nova Esperanza
03Eaa Dnaue de C.xia*=63
f
s
V
co*
do D'
?
Alta uovidade
G0TTA
RHEUMATISMOS
_ 5MOS, acalma as dores as
mais fortes. Acco prompta e certa em todos os periodos do accesso.
ARIA _____ Z
tM\emm\m\mm\m\imm
Especifico provado da GOTTA e dos RHEUMATISMOS, acalma as d6res as
i lo
VENDA POR
r. COMAR ft Filho. at. Ru aelnt-Cleuae. PARS.
IIUDO. EM TODAS AS PHARUACIAS
C OROOARI
Em finos bicos e rendas, desde a mais
fina seda ao melhor Valenciana, recebe-
ram
Pedro Indines dk C(
Ra Duque de Caxias
Etagres
Bonita variedade em madeira eutalk<
da e charao. Mesas e toilette* p#rf c
nos, receberam
PEDRCt ANTONES & C.
i- Ba llagar de Caxia*
SAUDH PARA TODOS.
UNGENTO H0LL0WAY
O Ungnento de Holloway ( ura remedio infallivel para os males de pernas e do peito ; tambem para as feridas
antigs chagas e ulceras. E (ame so para a gota e o rheumatismo e para todas as eniermidades de peito nao
se reconhece cgual
Para os males de garganta, bronchites resfriamentos e tosses.
Tumoiei as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhante e para os membros contrahido* e
juncturas recias, obra como por encanto.
Essat medicinas slo preparadas smente no Estabelecimento do Professor Hllowat,
78, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street), LONDRES,
E veodemse em todas as pharmaejas do universo.
fff Os conipradore* sfto convidado; respe:tosamente a examinar os rtulos de cada caixm e Pote se nlo teem % 51$, Oxford Street, *ao falsificaoes.
Cosinheiro
PreiDea se de nm bom coeinbeiro. assim coa;
t aai criadinbo: a tratar n?. rus do Crter
hatet n. 65 em OliDda. _______________
Ao commercio
Boca de C participam ao commercio e ao
publico qoe desde o da 31 de Julbo prozimo
paaiaJc, deixoo de ser sea empregado oSr.
Jlo Maciel da Rocha.
Inte, 4 de Agosio de 1894.
Escriptorio de
En gen hara
Brevemente ser installado na ra
do Bom Jess n 7-, 1* andar um em-
?riptorio tchnico que se incumbi-
r de todos os trabalhos relativos a este
ramo de servico ; taes come : levanta-
ment de plaas, nivelamento, explo-
raco e locacao de vias frreas de
usinas, demarcacOes de terras.projeclos
desenbos) e ornamentos de toda e
qualquer ODra.
Cosintieir*
Prectsa-se de nma coslnbeira ; n r t'
doJRosario n. 3, baraacia.
Alfa i atara Mnderna
ibBoa Larga do Roairlo18
AcaL.a-se de ab'ir ama nova alfal-ia-lr
espleodino so'tim^ilto de caseniiras, ebe
ros, oltimas novnisdes ue Par s e Londre*
A officlna dirigida por or. bail c conb r
artista.
Os feos t>roprietrios pedem nma vis'
en esiabeledmento
CAMPOS & MA'.A
Boa casa
B' agora qoe te iloga a boa cia -a rna Ccnde
da Bes Vi-ta n. 0, grande h tem aeoa ei i
nada ; a trutsr con Joo Perr, t da Ci.at.
roa u Mddre de Dos n. 10.
CURA CERTA
de todas as Affecces pulmonares
Er.gei.ho
V^n coma ex re Naiarptb, distante on lesot. Ks
u'.CSo, sendo inetodas os obras do eagen
tao ciHPplptaTeote m biffi ejtadp, 'endo r-n r
Impor'! me marfiina a vapor; a tra'ar wi'
m i enpennu on na roa d. Csbig ns 8e ir.
ATKINSON'S
WHITE ROSE
Original t cnica rerdadefra, Conh'^ida
i em toda & parte como sendo o perfume I
o maii delicioso. Eritar as contrafaect.
ATKINSON'S
FRANGIPANNE I STEPHAN0TIS
ESS.B0U0UET I JOCKEY CLUB
I e outros penumc celebres sfio superiores
aos outros pela oa forca e aroma natural
Vcndem-s em toda a parte.
7. \ x. ATrzrnsoKr,
24, Od Boiid Sfret, Londre.
k AVISO L-acritimas soment* cm o rotle ^
ecuek) azul e ammreilo o m, marca
fabrica urm ftoaa braaca" com
o completo enderezo.
Dr. lon Amado Coi>
rala
Mari Amslia Ataaoo BhI >a K
Tbereea Amado Rspoo, alaria t
Jovioo Ba-rel da feose^a e illpoei
o. poKidos do mus olaroeo '
noticia da mort: e ?rn inoitos i
Amado Coounbo Karata, oa cida'-
em diae de Abril eliuo, convi^
sene amigos para PsIctlreiD a? i
seo descanso eterno Oianri^m ceicc
feira, 14 d> corrent-, i I !..ir%- .i
matriz ila Boa Vista eando s
por eese-acto ce r e canoa'1
a Mara
lado,
l'.dPO-
r>ela
< D ni
Desterro,
as oa
pelo
,rja-
I, aa
rrisUL
i E39
*'
\i:((iui Jos Coi ultra Gu -nar3 a
Stimo dia
Augusta Candi'ia Gures Qoimbra, Antonio
Aunes Ferreira Coimbra. Dr. Ni'ties-Coimbra,
Adelaicic Coimbra, Jo iquiui >"un a K. re ira
Coimbra, Maria Emilia oimbr.. < .irlos Nunes
Ferreira Coimbra, Maria liru M<-deiros Coim-
bra, Augusto Coimbra, Jos Nunes Ferreira
Coimbra e Emilia Coimbra, agradeceodo do
intimo d'alma s i essoas que acomi aiam ul-
tima morada, o copo de seo ldolatra> esposo,
sogro, av e tio, convidam aos seus amigos a
prenles para assistirem s missas qu in.indam
celebrar por alma do ::nado, na matriz de Santo
Antonio, terca-feira 14 do frrente, ns 8 horas
da raanha, stimo dia do seo fallecimiento; con-
lessando-se por islo. eternamente reconhecidos
I"
Anlcicio Gomen Je Barca o. Silva
i i nivers-rio
AotoL'c Jos Gimes Jqqo- e a molber man-
dam rtr. r o: >a mis-u pela Ima de sea q rtdo
sogro e pal Antonio Gomes de Barns e Silva,
no convento de N. S. do Carreo, s 8h:r^sda
mann de 13 do co'-ente, e convidam os sena
prenles eamieos ara assistirem a est acto de
reliRiao e caridaie, e desle ja ncradcem a to-
das 3 pesoas qu- e digna en co_opa'ecer.
WMmMMBBBMMBBBMMMBBBBBBBBBB^MMmwBBB^kmmwmWBBBBWmwBBMMWMMBm
D. Carulint* fci.ui,a da Silva
Ayre
Mmoil Affoneo Re^aeira e sna familia agra-
jeeero, penborados. todos os prenle.; e ami-
gos qne acompaobaram sua nltima morada oa
restos mortaes de D. Ca oina Cundida ui Silva
Ayres, e principalroeote a familia do Sr. Anto-
nio Fariau, pe s -j dado qoe Ibe dispensaram
em vida, dorante sna enfermidade. e de novo 08
convidam p?ra assistirem as missas que pelo
eterno reponso de sna alma man dam rezar no
convenio do Canso, s 8 boras da mauba de
eganda-feira 13 do correte.
idIidu iniiei de Barros e Sil-va
1 aniversario
Jos Moreira de Barros e Silva convida aos
seos pareotes e amibos para assisiirem a nma
missa qne manda celebrar por alma de sea cau-
ca esqnecido a*6 Antonio Go^es de Batos e Sil-
va, na matriz da Boa Vnta. seganda feira 13 do
corrate, is 8 boras da manb, 1- aniversario
do sen fallecimenlo. pelo que s confessa sao-
naniHu.e cato.
Ama
Na roa do Aragio o. 30, preclsa-se de ama
ama qne coeinbe bem, para casa de pequea
familia.______,____^
Precisa-se de arca ama tara ceslnaar; ca roa
deS. Jorge c. 13.
ar
Hachade Pinto e
Rodrig-nes rece-
beram de Monte-
video pelo vapor
Itanema IIG9
saceos largos
grandes com fa-
rello especial e
ve n de m qualqner
preeo barato.
Armazem a rna
do Vigario n, ti.
Cosi heira ou cosinheiro
Precisa-se de orna cosiabeira on cosianeiro ;a
tratar na ri a Duque de Caxias nmeros 56 e 58,
luja.
Precisa-se Alagar
Um sobrado eio bo-s endices de asseio,
agna e gaz et.cauado qoe seja, oa fregoezia de
Sanio Antonio, 1.* on 2* andar ; a tratar na rna
das Crcela- n. 29, Capunga, dis 10 s 4 da
larde.
Precisa-se de nma boa cosinbeira para cas
de pejaena familia : tratar na roa do Livra-
menio n. 6 2" andar.
Ama
Precisa se de ama ama para co:inbar ; na roa
Marqnec de Olinda n. 59, 2- andar.
Precisa se de nma ama para o servigo domes-
tico de ama casa com pequea familia : na rna
da Detenco n. 17 B.
Am
a
Preeisa-se e"e urna ama idosa para cosioha
para doras bomens solteiros ; a tratar na ra da
Cofcpatibia Percambacana n. Ii.
Cosinheira
Paga-se 40c000, dermindo em casa, e qoe
ealba coslnba bem ; no Corredor do Bispo
n. 57.
AJfafa tlor
Vend'jm Goimares & Valente
Corpa Santo n.
Prejo sem competencia.
B
033
negocio I
Cosinheiro
Precisase de nm bom cosinbeirc
rna do Commercio u. 44.
trata se oa
Compra-se
Os pontos das caJeiras do qainl) ..ido da
Paculdade de utreito ; na roa Larga do Rosarlo
.nmero 14.
Caixeiro
Precisa-se de dona caixeiros para fora da ci-
da de, com pratia de ferrageos e mindezas ; a
tratar na roa Duque de Caxias ns. 2 e 64.
Goiaba
Vendo-se ama casa com b<.a arma/fiSo, sortida
de molbados e Detu sfregnezado J oa rna Vis-
coQde de A'buqoerque n. 27, tsve-nP*
Carroc s para caValo"
Compram-se qoairo em perfeito esti\do ; qoem
tlver aDanncie. \
-------------------------------------------V ,
Cal de Lisboa \
ebegada pelo aitlOM vapor, v ne-sa no largo
da aotlga AssemMa (Porte do Hallo) n. 21, ar-
mazem.
Aluga-ss
-*-
Urna boa casa com commodos para familia;
entre as AfDiGtos e s. Jos di Mangoinbo, t ru*
Amelia : a tratar na roa do Cootendas aa'rend|
do Arantes.
Compra-se em qaakuer porcSo, a 1*0 o o
oento -, no largo Mac el Pinbfiro n. 8, tavern-.
Attenco
Todos aquelles que soffreml
Ido peito, devera experimentarj
|as Capsulas do Dr. Fournier.[
btpoaitoi m odn < principaei PhtrmtoUi
it.
Preclsa-se de om so'i com capital para mar-
cearla : qoe-. qn'ser deixe carta fecbada no es-
criptorio desta ralba "om as iniciaes M. L.
Jardineiro
Precisase de nm qoe cultive bem jardim
borteio, paga se-lbe bom ordenado ; a 'retar na
c asa n. 9 a rna tioBemBca (Magdalena?.
M" Grerard
avisa a sens amigos e freguezes que receben de
Pars um completo sortimento de pellica de pri-
meira qnalidade chevreaux glace suede casto
pe de cu etc. ra do Bario da Victoria 63
oja de espelbo.
Feitor
Preclsa-se de nm feitor, preferindo-se porto
ooz : na roa Imperial o. 11,
Caixeiro
Precisa-sede am menino de 19 14 annos,
com praca de taverna e qc d conbecimento
W sna conducta : tratar na roa Velhc n. 82.
^aixeiro activo
Qoem precisar de am caixeiro diligente, com
idade de 10 16 annos e com tres annos de pra-
tica de taverna, dando fiador i soa con lacia,
pode proen-ai-o na roa PadrePlorlano n. 62, qaa
acbar cim quem 'ratar.
Professora
Urna senbora ebegada eP>rtugpl, offerece*e
para emiinar meninas a ler, escrever e contar,
bom como costare, bordados e ootras prendas,
medanle mediar -emaDe-scio, prefere par
alguro engenbo, e para mais infor aefies, na
?n- Dnqoe de Caxias n. 48, loja- ^^
Domingos Pombo
Com urgencia preclsa-se fallar com este m.
paor a m gocio de ^eo particular interesae gi
roa 15 de Wavembro n. 63, armaiem.
Caixeiro
Precisa-se da nm caixeiro com pratfca df
molbados e dando fiador de soa conducta, tenia
rte 16 4 17 annos de Idade ; a tratar na roa i
Nogoeiran. 1.



I
r
I MUTILADO I
UEElVEl




Diario de Pernamhnco jemia-feira 1Q de Agosto do **!
DOCUMENTOS FM FAVOR
DO
LILIXIR
PROPAGADO POR D. CARLOS

7% O
i!
?% m

\
i
iotsem rival para sypkiles em todas as suas manifestatoes para o rhenma
tismo e para a morpha!!
d:. bezerra de bur.n y
U.Uustr- o amiga o Sr. D. Carloa.Depois de
nac a.- i xperieuci. e acosado estado sobre o
e8 graode remedio oElixir M. "drate, cojo
UQb n>ln -t-a o dos hoapiaes e em rumba c!i-
l.co particular, reaolvo, de accnrdo com os meo
ir:c!res collegas, o Dr. Medeiros, Dr. L-frevee
le Si Me idea, applical o pela seguate forma
undc .-asos de sypbiiis inveterada, rheumatis-
sto cnrooLo e buubas.
Te:ibvj .ida o tselbor saccesso com o elixir M.
Horato,e algans do.- meas collegas ebra;:m
ibe ccm raza de salva vida O e?u remedio
1 um proiigio e coico romo aati tymlpico e an
ti-rheumatico.
K.o de Janeiro, Margo de 1889.Dr. J. Pilla
Besarra de Boroay.
DUAS CURAS
Sr. D. GarlosAs ajiobas filbas Elvira e Lec-
nor, wflreraa ba-tante tempo de humores, ecf-
frena o ucead dora ota oasos ou dores rbeomati-
cas, e oatra de molestia de pelle. Nada poape
*ra coral as, porem, sempre em vio. A ac
Qnalti'cBte de obter a cara de ambas com o oso
que fie-nD do seoelixir M. Moratoe ;.I a
minba satisfagao com o etJeito de tao bom medi-
camento, que Ibeescevo esta com o lim deelo-
t,ial o em soa descoserla.
Sou com respeito e coosideragoAntonio Al-
res de Ci.margo.S Paulo.
DR. EDUARDO GUIM^RES
Dr Eduardo P. Guimaraes, formado em medi-
ma pela Kacoldade da Baha, etc.
At' ? m fide graw, que tenbo empreead<-
com feliz resultado em (odas as affecgOes typhl
ficas, oelixir M. Morato,encllenle prepara-
do do 9r D. Carlos, o qu .ffirmo com o jara
meo -o re lr preciso.
Rio de Januro. 15 de Fevereiro de 1892.-Dr.
Eduardo P. Gaimares.
CURA DE RHEUMATISMO
Mee. Sr D. Carlos Meu aibj, de 21 annos
de Made esteve qaatro mezes entrevado das per
as e dos oragor, c mendo por maos de outr>s
em um esiaoo lastimoso. Pnncipieo a farer
uso deBltxir M. Mora'.opropagado por D. Car
los, e logo acs primeiros vui-os de oso, levan
tou-se e p'in ipioo a servir-se de suas preprias
maot. E um verdadeiro milagre esse remedio
noto.
AcloDio Mariios de Siqoeira. Santa Rita de
Passa Qaatro.
DR. JO NEPOMUJENO
Dr. Jo'o Nepcmoceno de Oiiveira Bello, con-
tor em medicina pela Facnldade do io de Ja-
neiro, cavalbeiro da Ordem da Rosa, etc
Aitesto qoe tenho empregado em rowna clloi-
civil oelixir Morato,propagada pelo S D.
Caries, cora re oltados vaotajosos au m> -s/ia-
sypbr.ifas cbronlca=, sobrel- da av rbtiaiaua-
mo nodoso. O qoe affirmo sot> f se n-e-i grao
acadmico e com o jorameoto 'o- preci-o.
Campia?, 20 de Fevereiro de 1892 Dr. Joao
NepoLoceco rtp 01ivp*-a Bel!..
' UR* DA MORP'rlEl
Sr. D. Carlfc Diai-oodO .e aiei-j, g'agas a
Deoae tiffrendo ba e..- po re morph--, eslava
desesperado por ny achar remedie qu>- rasse, pc-s tomai t.Jo que off-re.em para este
mal; gregas a Pn>*ideocl, pude obier Btaa .u
lia lio seo elixir M. Moratc, em tao bra bora,
que ce arho coovaleacendo. Os bobestesappa-
receratn a grosseira do rosio e das maos, ac
BOB-fP, pelle totrou a ua devida cor, e aaso-
bran'eibas esto crescendo de novo, consideran
do ne pao, e don gragas a D^us pela deseoberla
do santo reme-to elixir M. Moratc,qoe a qoem
vo a mDh3 B^ivaco.
Pode mtn ar publicar esta para qoeqnem sof-
" er, Baiba qoe boj- se cura a morphea, lomando
tir K. Mi ato. Deu? guaide a V. S. -Jo- Co-
da Silva. Clfiade do Aioparo.
__
PADRE JAC1STH0
O mkc vieioho Roberto Das ^e Aodrade. ele-
ve en'elrmo ceca 3e nm anoo, e, entanto eti co-
mo ;quV|:es qoe o tra'eria, jugaram no perio-
do p;r.fafjpha Derillodid-. por alguna torooo
CODJ psfcimcnia o elixir M Morato, propagado
pfrD. fccrtrr e sarco. Deca x;> perdceerr: dlzer
qoe f-Ajo fesse eu leslemunba occolar deste
fio /poro-bia em dovida.
O '/nxir M. Manto, cu-a a morf b?.
Be id to senbor o SenhorP'dre Jacintbo E.
T.r-c S. Paulo.
DOZE ANUOS
F. .; maia de doze aDuos qoe era victima de
or- ir.f.me rh"Utca:isoo que me talh'a para todo
portra, a concelno rfe rn?n ccllega nia;or Mour,
de Ufar c-o novo raedicamenlo indgena cbamade
elizii M Morato, foi o qoe rxe fez car cerno en-
tro ora Eo, forte, rijo e valente e p-ompto pa-a
tode.
R cacifflendo a quem p-ecisar que toie. psrs
fica- bol, e6 Elixir M Norato, e mals nada
Ttajor T-f- Alves Ramos.-Rio -Je lapeito.
' DR. ATONI SEVERO
Dr. Antonio St-vero Wficesl-o formado em me
d cia pela Faro' ; '' do Rio de Janeiro me-

dico a-ijonclo do hospital da SocieJade Porta-
gueza dr BeneOcenca.
Atiesto sob fe do o-eo grao, q le t?nbo anili-
do em minha clnica oElixir M Morato
opagado por D. Carlos, com grande proveito
eos caros de sypb'lis terciaria, especialmente
qcando ebro^ica.Dr. Aotonio Severo Wences-
lao.-Rio Janeiro, 22 i Janeiro de 1892.
CASO DESESrER^DJR
Jaroa' vvente algum lera suflrido de syohilis
e faas consequeocias como eu, e ha mnito temno
qce desej-va a morte, p?la vida atroz que tenno
levado. Todo qoaito ha de sypnili parece que
p.-tava em mim. Estou neje curado, e curado
deveras, pelo remedio novo chamadoElixir M.
Morato.
Foi a Providencia Divina qnom fez descobrir
este grande e magnifico depurativo.Vistor Mei-
relles de MataCidade de Santos.
CURA DE FERIDAS
Foi com o oso do Elixir M. Moratoque co-
rei-me de rimas terldas de mi carcter qoe Uve
muio tempo, sem poder obter mlhoras com
amitos medicamento que tomei. Hoje, ffnca
ao grande deporaiivoElixir M. Moratopropa
gado por D. Carlos, que *e vende em S. Paulo na
casa Peixoto Estrella & C. a roa de S, Beuto. M.
estou completamente bom. Mmdem publicar
esta para bem da buoanidade.F. de Aadrade
Costa.Araras.
DR. MEDEIROS E CUNHA
Dr. Joao Alberto de Medeiros e Curha, doutor
em medicina p4a Facnldade do Rio deCJanei-
ro, cavalbeiro commendadorjda Ordem Militar
Portueueza de Nossa Sendora da Conceigao de
Villa Vigosa, etc.
Certifico em f de mn grao que tenbo sempre
emp-e -ido em molestias sypbilit.cas e rheoma-
icasElixir M. Moratopropagado por D. Car
'os, celbeodosempre os meldore? resolados.
Dr. Joo Alberto de Medeiros e Conha.Capital
do Estado de 8. Paulo, 1 de Margo d. 1892.
UMAMOQ* FELIZ
O laborioso lavrador sr Jos Leandro de Ao-
lrade, prente do Sr. Loiz Ginzaga de Oliveir,
uiz de paz em S Paulo, teve fu espoea en
tilna mais velna gravemente nffectadas da lerri-
vel morpba. A molestia, zombando do m.iJ
ex ropolosj tratameoio mdico, ceifoo a exis-
tencia da inditosa espora do sr Aod'ade e moa-
irava-se Eiotla disposlas a exercer soa fatal in-
fluencia sobre a pobre mog,*. O desespero do
pai extremoso inopirou ao Sr. Antrade orna re-
s ilugSo acertada, levando o fazer experiencia
doElixir M. MoratcOs effeitos dos primelroa
f-asros lizeram so'iar o curso da molestia fatal
" a contincago do medicamento operou a hu
Oillbaote rur..
E>;e fac o deu- e em 1890 de boje completa-
mente out a robo^'a B fine, ja r^ada e c m 11
lio. nao pr.eeota o seonr indicio da enfermi-
dade qoe amei.gou a'reba':il s naqu-lla poca.
Contemos ao propar o Sr J f L-aodro de At
drade, oarrgan de-te ca^o i portante, Bel-
meni deennjvido na ?eeciale caria:
Wa. S. D\ Crtoa.Prteii hoje deis annos
qoe faltona mlnha molber, d- morpha. Pon
eos ruezes depoii -leste faliecimf nro, rainha fi-
Iba mais velh, de nnine CloUl'e, declarou se
om a mesma enfe-xidade la mi. Re
o 'os o meios ac d-elbidos p.ir me
rise* paFa a cura de anota filha as
i'nria feto para a faLeuda mSe, e o re
sempre o mesmo, a molestia camiubava a clho-
vistos para o seu termo f;ctal I O n eu parete e
amigo o Sr. Loiz Goozaga de Oliveira, adual
joiz de paz em S. Paulo, e moitas pessaa1' d'ah
aoem deste caso desesperador. Desanmalo e
sem saber mais o que fazer, fui instado por om
amig" a dar a minhi doenie o seu elogiado
ELIXlt M. MOGATO,e cenf seo que nonca vi
rem dio tao marovilhoEO, pois foi o qoe salvnu
Uiioba (ilha de nana morte certa I Ja se pode di-
zer que a roorphta d3o orna molestia incaravel
que zumba de iodos os melos aconselhados em
metficioa.
Dou-ibe os meos psrahen! por esla gr-n-ie
desconerla, e Dos o re ompense pelos beuefl
co? que deiU tem rosoltado a nomanidade s.if
fedoe. .- De V S Jos Leandro oe AUdra .
S- Paolo.
DR. GCILHERME VILLIUT
Sr. D. Cirios.Constando me, t>a lempos, que
varias pessoas drEta cidad e seos arredores
tem feiio uso, com nanita antagern. de soa pre-
cangro-ELIXIR M. MORaTO-Iu ullirnamen
le obrigadc a laonr mao della em minha chni-
e* e julgo-me boje nabilitado para afirmar a
bem da bomanidate, qoe an dos melbore.- re
rr.edin^ que tenbo Mohecido psra enfermidan'.
de pyptjilis. Or. Goilherme Villota.R o de J;
rjfiro.
GRAVE ENFERMIDADE
D-claro que fui rio-dido de orna cascavel, eos
r: i txe sera cessar mais de qoatro aonos, ficlu
do me ucs buraco? cbagoso? ooa pes se ra-
rava om, ebria onfo immediatameiue ; Bcarido
anda cora paralysic em urna nrao df ? do : Amrcclhtndo a 'azer oso do novo re
ne ic-EL'XIR M. MORATO propagado por
D, C-irlos, tomei o biftanie terrpo e iiquei Ciro
ple'amente bom.^jA Quem ainda nao conbece o
-ELIXIR M. MORATO,-eu d-clara qoe et
reroeoij sanio, porque faz mila^res.Andr
BrnyPorto Feliz.
DOIS ANNOS DE SOFFRIMENTO
Illm. Sr. Dr. CarlosD 'us annos com orna
perna irichada e ama erupgao haiida na mes-
ma. com todos os cu*a i / n a i nip is e horas,
sem senlir melnoras ; para desorogar. Kx-
perimentai o ao'O remedio indgena oELIXIR
M. MORATOpro.agajo par D. Carlos e seo-
lindo melhoras cont nuei a usai-o at tic i r com-
pletamente curado cirro arto*. Abeogoadu me
iiicamento. Pode usar cono convier.DeV.
S. Aagasto Culbeiros de Miranlj.S. faolo.
DR. SA' MENDE5
Certifico era f de mea grSo qoe tenha appli-
cado em molestias i-yptiihticaR coronlcas o no-
vo preparadoELIXIH M. MORATOoopaga-
do por D. Carlos obienio aempre os melbures e
mais iati8fdCtorios resultados. Dr. Alfredo
Alm de S Mendes.Vassooras.
GRAVISSIMO ESTADO
Sr. D. CarlosMinha mae. D. Mara Ismenia
tlcu depois -le diversos iocommjdos, com a
m rpn->, ficaodo con o rosto agrelado em om
estado deploravel, a ponto e todo o mondo fu-
gir della, coitada. Os fa olfativo; que mande)
vel-i, d'sseram-me qoe nao perriesse lemn.
Era om horror. Abaixo de Deus, C ao-ELIXI
M. MORATOpropagado por V. 8. que devo a
ver a mioba mae boa e a ul?a de vulta de via-
gem moito demorada, acodem 'U.s antigs
amiga- a el-a e a feliriial a R^^onhego juro *f.
pre iso for qoe o ELIXIR M. MORATOcura
a morphaFaga o U;0 que convierDe V. S.
Francisca Esmenia da Conceigeolljlucata.
CURA DE RHEUMATISMO
Tendo ido a Pogos ae Ca'das h.. seis anooJ
seguidos, palo rbeomatismo e a prova do pouco
provei'o, a necssldade nnnual que all me tem
levado. Torrei agora o ELIXIR M. MORATO
propagado por D. Carlos e dno por Orna a vi-
sita as aguar, porque o-ELIXIR M. MuRiTO
coroa-me radicalmente. E' tal a minna sa-
tisfago que offerego de mota proprio este at
testado recoubecidu pelo tabelliaoAlfredo Ne-
bias da SilveiraCampias.
FELIZ RESULTADO
Minha fl'ha Idaltoa Prospera de Sonza, esteve
multo tempo completamente en revada, pelo
rbeuma'ismo lendo sido impoteote todo a medi-
camento de qoe laocei ioo. Fo'am doos mezes
de oo sem interroiieocias do oovo remedio
ELIXIR M. MORATOpropagido por D. Cirios
qoe pozerdrr minha tima completamente re-la-
belecida. Reconbego como verdadeiro prodigio
eite medicamento indgena Tibnrch Prospero
de Souzr.Rio tfe Janeiro.
MARA aNTu.NU
As dores de ha taoles ainos na perna e no
brago esquerdo. e urna bob que unta na barr
ga, e qoe iodo ensinava remedins, mais oio
guem curava ; saroo agora com agn- viiro.-
do rtmedioElixi- M. MoratoDees ajnde o in-
ventor.Maria Antoniade SouzaJacarehy.
GRANDE URATIVO
Illra. Sr. D. Ca losLogo que ebegeei da Eu-
'opa. incbaram-me as pern.is e appareceu orna
ceronla e contooa e que era hmida e escamo-
sa, com aggravante de urnas dores dos oss;-s
dos ps e das pernas qoe rre tixeram -. IT"
atrozm-nte por mais de qoatro mt-aes. Fui tra-
tado oor trea mdicos de uomea'.a, te'ido dous
destes prognosticado a molestia de rbeumatica,
e io!ro profnoKticen- Eczema.Traii.d.i cot
to o -i coidado pelo tempo referido, (.eorei. sem
pre ap;zar do traiamento. e. olas iraoso estado
em que jazia, iz jouia do* tres facultativos para
decidir^m-me o resultado da nota foi acon-e-
Ibarem.me a entrar e.i. um bospiul para serem
me af plcalas loj^rgOea de mu 'hia. Desa
oimei. e tfnba ra^.So pa'a taso. Visita-me o'aa-
ta occusio um amigo e acoesetha me a qu-
BM n glorkuo-ELIXIR MORATO -propagado
por D Ca'ios. acceltei pa teima e elogs fri-
tos eos prodigios dest remedio e ctm o uso de
l fra-i-ns v/n,> me curado Sint> ai'n -a'isfa
L>; Ui >"> i.-.auior ihr. e?U CU ijue uC.t _.a
ravilhon, e atte-rar a D' Rae pe.i-coas qU'i me
cunheiem, qpe ssive-.ne de morte certa, pregas
. oELIXIR M. MORATOPara beneficio ca nu-
ca: idaae maule pubiiear >se> attestadoDe V.
S.Fraiicibcj Peres y HerreraS. Paulo.
a yi
Son abrigado p* lo re"onneciu.en'o a vir do-
carur que tinha rn-os ftlbo iou'-iiieades pelos
iLL.tjs humores-qo ^ulf'ia'B e qc- eslava de-
sesperada -"e ter applicarlo BWHos trtame' to3
que aconseluavam. e qoe nenra tire resltalo.
Hoje eiao meos filhos, vres de perigo e cava o
corpo limpo de humores, emfim saude perfeita
e is'o s6 aconieceo depois de Ibes faser usar al-
yom tempo o glorioso remedioELIXIR M. MO-
RWO rp-opagado por D Crloa. BemlCto 8fi
ja. tSo feliz acbadeMaria Elelvina da Concfio
Tu'chy.
MARA DAS DORE?
Minbamolber D. Mi'ia das D '.eaicou-
pletamente corada da lerrivel molert a morpna
'jue s ffreu qua-i qoatr;) annos, toiinlo menos
remedios, o nico mea"icameio qne ibe Ceu a
reconstituigao da saude e a felicld-d-, chama se
Elixir Moraio, propagado or D. Carlos. Pode-a
fazer o uso qu convier. Antonio Goulart de Sou-
zi.Piragip.
MILAGRS
Eu pens*-i que morria padre ne tantos homo-
res que solTri e de f-ridas antigs que tantas do-
re* me dram. Hije gragas ao remed'o^ ;ndigen..
o Elui- M Moraio, pr>pigario por.D. 'Jarlos, es-
tuci carailo tendo saude que farte, para viver
feliz. Abepgoiin reiu^iio o Elixir M. Morato.
Manoel da Costa Abren. Taooa'..
RIIEUM TISMO
S6 sabe o que o rheomaiismo qoem o tem ou
tevf, e esses declaro qoe soffri 11 anoos, e ped
a Jeus. a morte multas vezes. Usel o novo reme
dio indigL-na o Ellxi- M. Morato, propagado p->r
D. Carlos, e estou bem livre do perlgo, d-v-ndo
a vida exclusivamente a esse santo remedio.
Sebasilao Pereira de Au( ir.Campias.
ALBERTO DA MATTA
O Sr. Alberto da Matta conhecido guarda II-
vros co Rio de Janeiro, podra multo e ha tempo
ii-ti'i- ando a ponto de jolgaram-no perdido. To-
mando o grande anti-sypbilitico o Elixir M Mo-
ris, ficoo robostT e forte causando es'.ranheza
aos meos amigos. Escotemos o qu^ elle diz :
Mm. Sr. D Calca. Eram^grec1 ha lemoo a e-ta
pane, e isto progressivameate a ponto dJ pare-
cer um ve-dadeiro esqueleto. Perdido appetiv.a
alegra natural e o cunelo, sobresabiodo sem-
pre um ceriomo estar Caicel de fatar-me por
nada aproveitar. Tomei por ultimo com rona
recommeodagao o famoso depurativo iodigeoa
Elixir M. Morato, e com esoanio meu e le meu;
amigos, restabeleci a sauJe depauprala H je
como com apprMe, sinto foreaa, coragem, ani-
mo e aptida-o para o qu- me for mister. Era sy-
philis qoe eu tinha, no entanio que todo? attn-
buian a cutra* molestias, nevido a vida seden-
taria qoe tenno do eecriptono.
Parbaos pois humaniJade pela felicidade
qoe pode boje uaufroir com o appareomeuto de
soberano depurativo n Elixir M. Morato, propa-
gado por D. Carlos. Us curoo convier.Alber-
to da MaltaRio de Janeiro.
ALBERTINA E ALF.E
Illm Sr. D. CaricaVeoho chei? de grutido.
dec.'arar-lbe que minha til ta Albertina, soQVia
mnito do ventre, tendo orna bola Da barriga,
com mui'as d'es, e dflres agudas na pema es-
qoerda e as costas. A miobi tiltoa Ace, sof-
freo sempre desde crisnga. de muitos humores
oor lodo o corpo, tendo de vez em quando in
fi.mmago-s na garganta. Foi Dos que fez V.
Exc. descobrir o santo remedioElixir M. Mo
ralo pol" que michas tubas oaram delle e sa-
raram. Mis tatito remedio qoa gaste:, tanta vi-
sita, e tanto trabalho com a botica todo foi atoa;
o nico que corou a ambas, que al me parece
mi'agre de Deus, foi o sen Elixir M. Mrate
Eu oem sel como po-sa agradecer a V. S. e as-
nina como e6 pego a Deus qoe ine d mullos an-
nos de vida e sade po' ler achado ao grande
censa iumo o remedio sanioElixir M Mora
to.D. Elisa de Souza Cuteiro.S. Paulo.
A REaLIDADB
Cinco anoon de tratamemo assiduo de orna
oleera na perna. nSo uve resultado algum ape-
nr do dispenlio extraordinario. Trez mez s
de tractarceo'o exclusivamente pelo-Elixir M.
Momiopropagado por I). Carlos, d-j em 'esol-
lado earar Pdense-, exlraordinano o depu
ravoElixir M. M- ri-ic.J s Alvea PCheco.
S. Paulo.
MORPHE'A
Illm. Sr. D. Ca?!o. Foi depola de n-na grar?-
de constipagao qu-se rne desenvolverara lodi-i
os sympturcas dessa horrorosa enfermiuade--!
morpaa, e apesir os rgimen diettico, e certo
tr;clam-nlo qa" cb-e:vei, cesenvolveram-se cora
IrPteza d minha rn-<, odos os signaes caracte-
risticos. .
J voiado eO a jiquilamerilo pela aocioJa fe 101
que p incipiei a losar o s?u preparado-Elixir
M. Moi-itoe, comquar.to a prtnipio sent'.sse
meiboraa apenaB lentamer.tf, verdade que com
a coaataaeto do oso :ne ado cojfple'.am'.nte cu-
rado.
Fui sem creoga ..c^- lancei mao deste medtsa-
iireDto. por ter loma o Unta couaa. infrnctifera-
mele, no emlanto que boje declaro e reconhego
qoe noje cura-se a morpha. urna vez que se ose
do Elixir M Mora.o.Rendo preito e bomena-
gpm ao poderoi-o e portentoso medicamento, o
Elixir M. M rato.E' tal o poder magestatico do
iii"0mpa"vel depurativo oElixir M. Morato
qufc. se ba milaarss, elle milagroso. Creia-m-
sernare, etc. etc.Antonio Augusto de Almeida.
Re Caro.
MORPHE'A
Illa-. Sr D. Carlos.Saroo a mulber raorphe-
ca a qoem dei cElixir M. Mora'.opropagado
per V. S., e pela estr; i i. m < facle, tem douu
tea maia a f.'e.r os s o aigomai melho-
raa ja. apezar no pooro lempo aluoa que o leo
tomado. Qoe imnoraoi', que hora que oEli-
xir M. Morato I !TiDurcio Njacmenio.Aoi-
caro.
PAI E FILIIO
Sr. D. CtIcs.Meo flho Jos, es' completa-
mente sao da grosera do rosto e das manchas
do corpo, qae iodos diziam ser mo-pha, e, foi
e cora o oso do seu remedio oElixi- M. Mora-
to que raande-i vir do Peixcto Estrella & C, de
S. PaolO, ""a i'e S. Bento o. II, Pulimenta
urna boa desceera esle santo remedio, cons-
de-ado como o melbor dos denarativos.Cons-
tantino de Abreo e -Uva.S. Roque.
CHAMA-SI
Elixir M. Moraio, p'opagsdo por D. Carlos, o
remedio qoe cora a morpha; este poderoso re-
medio de8COb^rio agora e composto com vegetal
que lem virtode ex^epronaes, e as coras que
tem feito e esta fazendo todos os dios provam o
s o efleito certo.
O Sr. Cu todio Moladinbo, diz qoe tomando o
Elixir M- Morato, propagado por D. Corlos,
saru, esperaog*8 que nao tioba mais por ler si-
do desengaado pelos mdicos.
Toda a pessoa atacada dest-i terrlv9l mal, a
mn-pba, sara completamente tomando o graode
remedio agora descoberto oElixir M. Morato,
propagado por D. Cirios.
RHEUMATISMO
Declaro ter me corado radicalmente de fortis-
sirao rbeomatismo co n o oso por algum tempo
do novo remedio d-no^ioadoElixir M. Morato,
propagado por D. Carlos, eniendendo eo que o
referido medicamento o melhor anti rheomalico
qoe existe oa o onico remedio que cura rberj-
aiaiismo. -ily ario Ga'gSo de Azevedo.Capi-
vary.
CAMPOS OVOS
De Campos Hovoa, O Sr. Felizardo A. Mat'.os.
commonica-nosque sua molbe' que est aparta
da ba lempos por morpiietica, fez oso do grande
remedio novo oElixir M. Mralo, prop:gado
por D. Carlos, e ella nao s sarou, como acaba
de jofita*-se ao mando.
O Sr. Felizardo A. de Mattos. no exo6r as cir-
comstaocias, expande se de urna maneira extra-
ordinaria a favor do remeti qae Ibe salvou a
muiber.
Teai feito prodigio de espantar esta descober-
la doElixir M. Morato, seado realmente di-
gno de lodo o ap-ega.
O t. Filizardo diz m>is qoe depois de soa mu-
iber sarar, ja tres pessoas daquelle logar tem
presentado multas melnoras de morpba com
o oso do mesmoElixir M. Morato.
S. PAULO
Fazia moito tempo qoe soffria de sypbilis, e de
suas onseqoe cias, e o meu soffrimento era de
veras serio, porqoe am do sotfrimento foram
sempre impotenies todis oa medicamentos qoe
usel.
Experimentel o remedio novo indigena deno
minadoElixir M. Mogato, propagado por D.
Carlos, em tao feliz momento qoe acbo-me com-
pletament co*ado. E' digna dos maiores en-
coroios a descoherta extrao-dinaria deste medi-
camento, o qnal opera ao efficazmenie que as-
sombra os que 8offreram e estavam descorogoa-
dos coxo eu.Paulino Heve* d* Secta.- .
Paulo.
reuedios conbecides sem provei'o nechom e h-
qu'i completamente descorogado, por ver-me
laolade, e ujorto en, vida. G-igas a Providencia
tive i unhecxen'o o sen remedio de come Eli-
rir M. Morato, e candi i.osrar, fiz nao, o
que anda mente eSo.
Nao sei como poasa atradecer a V. S. o'bem
que fez a h jmanidade com este lemedio. pbrn:
creio que me censlo em gritar bem alto que o
emedo qoe cura a morpha, e qce so agn fo
descoberto, chuma-se Elixir M. orelo pro-
pagado por D. Carlos.
Aceite os protestos e r-siioia. De V. S. criade
e oongado, Emygdio Peasoa.S. Jos.
NORMALISTA
Illm Sr. D. Carlos.Sabindo me em urna
na tma ferida, Cz uso de diversos remedios para
coral a, porm sem resultado algum. Tomei
depois Elixir M. Morato, propagado po*D. Carlos,
e fiqoei completamente bom.
Use V. S. deste como Ibes coovier.=De V. S.
e-lado e obriga -o, Antonio Farrani, professor
publico.Casa Branca.
CURA CERTA
Declaro que desde que vira de Mtiaea (Has-
panba) tenbo sido victima do rbeomatismo por
urna forma extraordinaria, ficando por vezes|pre-
so ao leito em um esiado lastimoso.
Tratei-me ecos dootorea, em Campias eem
S Paulo, estando nesia cidade, por urna |vex,
deis meses em hospital pago com as.-tente',con-
liouo, noaca aproveitando em benfico apeaar
do serio ira.amento.
Hoje e?to cao deveras, porm foi nicamente
com aproveitar oe c nseihos que me dorara de
tomar o grande depurativo Elixir M. Morato
propagado por D. Carlos. Cinco mezes sem io-
terrnpgao oeei esle medicamento aproveitando
seriamente seos benficos effeitos. Use como
convier.Joao Mon'.ijo de Aiboquerque.Soro
cao*.
RHEUMATISMO
... Todos os aonos eu s viva nove mezes,
pois qoe (rea mezes pelo menos em ctda anuo
era para geiser com agodisslmo rbeomatismo 0
passar com as jontas in hadas a ponto de inuti-
lizar-me por esse tempo. Hoje devido ao reme-
dio indgenaElixir M. Morato-, propagada
por D. Caries, estou perfeito, e vivo os doxa
mezes de cada anno, como acabo de ter a prova.
E' celebre a argao roedlcamenlota doElixir
M. Morato. -esario Rodrigues de Mendonga.
Bragaoga.
.D. ESCOLSTICA
Vou fallar-te do Elixir M. Mora o propagado
por D. Ca'los, o maravilhoso o incomparavel, o
santo remedio que me dea vida depois de iodos
me desanimareis e darem-me como aero, cora da
paralysia de orna perna, grossei-a em todo o
corpo, monas dores no ventre e Imgularidade.
O que eu soffri s Deus o sabe, fo de mais,
era de mais, e deu para causar meas parentes,
que todos julgaram nao ter cura as minhas en-
fermidades.
O grande remedio chamado Elixir M. Morato
propagado por D. Carlos fo o qoe me.deu vida,
foi o que me corou. -D. Escolstica Maria Per-
peina. Indaiaja.
NORMALISTA
Hice. Sr. D. Carlas.Remeti boje a V. S. o
ntes'ado qu prometti enviar logo que sarrase.
Dei'oia dos vldros qoe V. S. teve a bondade
de raanla'-me, maa'ei comprar r'nda era Pa
le mais srs vldros que tomei ficando compieta-
m-ne bom da ferela da \>. rea e do encbasso dos
ps. Nao mandei o atiesta o logo porqje que-
ra e-p?rar para ver Pem como passavae feliz-
mente poseo dizer a V. S. que estou complet?.
m-ntc bcim.
Hje poeso calgar bo'ioas, o que nao fazia ba
multo tempo.
P-r conseibo meu, diversas pessoas trs feito
oso derse BUlIr M. M.rato, lendo multo bom
resoltado.
Agradege, poia. a V. S. e pego a qoe ma con-
t el.V: os seua criados.
De V. S. criado e abrigadoAot nio Fa-ram,
profe- r publico, C 'rioce.
FERIDAS
Use cem persistencia de remedio indgena de-
MUITO GRAVE
Atiesto qne scffri por multo tempo urnas dores
agudas nos ossos qoe conforme o tempo se foca-
lisavam aqu' e all, tioba om adormecimeoto no
p e mao e-querda que resista a muitoa reme-
dios sem provelto e orna irregularidade na bar-
riga, que era urna cousa per demaia. Com es-
tes eoffrimenio?, com mullos remedios qoe to-
mei e com a ideia qoe me ceram, de gorda que
semnre fui Hquei magra que era urna tnstexa ;
e depois um fastio que me eofraqueceu a ponto
de quasi ficar entrevada. A testo mais que to-
mei o Elixir M. Morato preparado por D. Carlos
e que sarei de lado, ficando como estou da com-
pleta saude, forte e re bosta. D. Leonor A. Vei-
rs.S. Paulo
MILAGRE

Urna terrivel molestia sypbil'tica, inutilisou-
m*' parr a familia, para os amigos e para a ao-
eledade. Scffrer quotidiano, lastimoso e dis-
pendioso.
Tratei me com. muitos especialistas de sapi-
ta, fiz uso das agoas thermaes, e non a ehegoo
a vez de uti tsar o tratamento qoe nao nrodozio
o efleito desejaJo. Os conselhos flzeram-me
langar m3o do remeuonovo o Elixir M. -ralo
propagado por D. Carlos e com certo uso effac-
!i?o :rti.
E' verddeiramente miraculoso esle soperior
nominarlo Elixir M. Morato por D. Carlos qoe \ depurativo, e soa aegio anti sypbilitica tal que
rae corou completamente de "cinco fendas bra-
vas e feras qoe ha muito tempo nSo havia quem
curisse- Abengoado remedio o Elxir M- Mora-
to. -Marcoiino Gaspar de Oliveira. Taubat.
til.,..:. I
daserrl
causa espanto a quem como eu coegou ao olti-
mo e8iado ctesta eofermicade. Para mim esta
resaludo que a impotencia de todos os depara-
livos para as molestijs de Impureza do sangos,
ces8u com a preseega do soboraoo aml sypbillli-
* ,?2r S. Mralo.
v> ~^3a3anffi.lMito-
;goea Pi-

;
To as mM cima achanase rec^nhecidas na foiraia da lei 9 sao
de pessoas aauito coxiheeidas e considerada!
ELIXIR M. MOPATO, soberano remedio para as molestiassyphitkas e rheiimatkas, acha-se approvado pela Inspectora de Hyfiene Publica
, do Brazif, aulorisado e licenciado pelo C'overno Federal, e elogiado pelas entidades medicas scientificas
Agntese depositarios em Pernambuco
A Companliia de Droga&-Rna Mrquez de Olinda u. 24
i WITILM I ~-_
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