Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20012


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Full Text
AMO XLLY. MJMERO 290
...
PARA A CAPITAL E IXG ABES OXDE SAO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados................ 69000
Por seis ditos idem.................. 129000
Por Una anno idem.................. S+JJOOQ
Cada numero avulso.................. 320
QtllMTA FEIRA 18 DE DEZEMBRO DE 1873
PABA WE VTBO E FOB A DA PBOVISCIA.
BOl
7^
Por tret mezes adiantados.
Por seis ditos idem. .
Por noTe ditos idem .
Por am anno idem. .
W750
189501
80*350
87*000

DIARIO DE PERMMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.

0s Sri. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para; Gonc,alves d Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jose de Oliveira d Filho, no Ceara; Antonio de Leruus Braga, no Aracaty ; Joio aria Julio Chares, no Assii; Antonio Marques da Silva, no HaUl; ioai Just
Pereira d'Almeida, em Maraanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jose* Gomes, na Villa da Penha; Be)armino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das AlagOas; Alves d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio Jde Janeiro.
PARTE OFHCIAL
Goveruo BXPEDIBNTE DO DIA l.'DE OUT0BB9 DE 1873.
1.' secrdo.
Officios :
Ao brigadeiro commandante das arraas.
Communico a V. Exc, para os lias convenientes,
i|ae cm offlcio de 13 de setembro proximo fiado
,iar!icipouma o subdelegado de Noisa Sonhora do
O' de Goyanna terse-Ihe apresontado na ., i sargento addido ao 9 balalhao de im'antaria,
loio Domiogues dos Santos Piraentel, o qual decla-
rou que finaiisando no dia seguinte a licenca de 10
dias queobtivera, nla podia recolher-se a esta ca-
pital pelo estado enfermo em que se achava; o que
foi verifieado pelo dito sabdelegado.
Ao mesmo. .Transmits a V. Exc. 03 in-
iusos papeis relativos ao alferes honorario do ex-
rrcito Joao Gualberto Correia.que pede ser conde-
corado em attennao aos services que prestou na
xuerra do Paraguay, afim de que V. Eve. lhe de
termiue que instrua devidamente a sua pelicao nos
termos do parecer da sccpiio de exame da secreta-
iia de estado dos negocios da guerra juuto aos
niesmos papeis que me serao devolvidos.
Ao mesmo. Sirvase V. Exc. de manlar
por em liberdade o recrula Hicardo Francisco da
Costa, que provou ser casado.
Ao me D. Mariana Pinto de Barms, viuva do tenente co-
lonel Alexandrino Martins Correia de Barros, re-
commondo a V. Exc. a expedico de suas ordens
para que no dia 4 do corrente seja apresentado ao
presidente do tribunal do jury do termo de Santo
Antao, o soldado do 9' batalhao de infantaria, Ma
noel Ignacio de Lima, que se acha preso no respec-
tivo quartel como desertor, afim de depor como
testemunha na accusacio que promove a suppli-
cants contra os assassinos de seu infeliz marido,
os quaes teem de ser julgados n'aquelle dia
Ao engenheiro das obras militares. Auto-
riso Vmc. a contractar com Domingos Francisco
Duraes os concertos, caiadura e pintura da forta-
lezado Brum pela uuantia de 1:173/630, e bem
assim com Thomaz de Carvalho Soares Brandao
Sobrinho os reparos do quartel das Cinco Pontas
pela de 2:8304, visto serem elles, dentre os pro-
pouentes a semelhantes obras, os que melbores
vanlagens offerecem a fazenda, segundo se ve das
propostas que inclusas devolve e vieram annexas
ao seu offlcio de 30 de julho ultimo sob ,n. 5, que
lica assim respondido.
Ao mesmo. Apresente Vmc. o orcamento
da despeza a fazer-se com a construccao de dous
telheiros no hospital mihtar, e bem assim com a
eolloeacao de uma bomba, do melhor systama, na
'acimba que ha no adro daquello edificio, confer-
iue se propoe no iBcluso termo de confereucia, que
me sera dovolvido com os demais papeis que o
acompanham.
Ao mesmo. De conformidade com a auto-
risacao concedida pelo ministerio da guerra no
aviso de 23 de setembro proximo fiado, maade
Vrac. proceder a cxecucao dos melliorarnentos de
qua precisa o hospital militar, constantes do orca-
nxnto na importancia de 1:3194030, uiir acompa-
uhou o seu offlcio de a de julho ultimo sob
n. 1.
2' seccao.
Acto : ,
__0 presideate da provmcia, attcndendo ao que
r-jquereu Luiz Augusto Coelho Cialra, escrivao dos
feitos da fazenda, resolve conceder-llie 3 mezes de
licenca para tratar de sua saude oade lhe con-
vier.
Officios :
Ao Dr. chefe de policia. Por fal'.a 'de for-
a nao pode ser attendido o pedido de destaca-
mento de que trata o seu offlcio n. 1,693 de 29 do
mz proximo passado.
Ao c.immaudante do corpo do policia.
Mande Vmc. destacar em Beberibe, a disposicao
do respectivo subdelegado, duas pracas do corpo
*ob o seu commando.
Ao mesmo. Pode Vmc. eliminar do corpo
sob seu commando as pracas Sebasliao Thome de
Jesus e Francisco Marcolino de Mello, das quaes
trata o seu offlcio n. 339 de 30 do roez proximo
pa3sado.
Ao mesmo. Transmitlo a Vmc, para os
devidos fins, copia do offlcio que ao Dr. chefe de
policia dirigio o subdelegado do districlo de Cruan-
gv sobre a insubordiaagao do destacamenlo d'alli.
3." secgao.
Officios :
__Ao inspector da thesourana do fazenda.
Transmitto a V. S., para os devidos effeitos, as 4
ordens do thesouro nacional, sob n. 187 e 196
Ao mesmo. Recommendo a V. S. que a
vista da relacao e pret inclusos, mande pagar a
Antonio Jose de Mello, conforme soliciton o com-
raaudante superior do'municipio do Bonito em of-
ticio de 17 de setembro ultimo os vcncimentos de
uma escolta da guarda nacional que d'alli veio
ronduzindo recrutas para esta capital com destino
ao servico do exercito.
__Ao mesmo.Transmitto a V. S., para os de-
vidos fins, a folha e prets juntos em duplicata que
lae foram remettidos pelo brigadeiro commandau-
te das armas com offlcio de hoje sob n. 967, tiran
do as diarias e vencimentos para os offlciaes, pra-
cas e calcetas eropregados no deposito de recru-
tas, conforme indicam aquelles documentos.
Ao mesmo. Coraraunico a V. S. em cumpri-
niuto do aviso do ministerio do imperio, de 20 do
wrrente, que foi approvado pela verba soccor-
ros pnblicos do exercicio de 18731874, o cre-
dilo de 5741320, aberlo sob responsabilidade des-
ta presidencia para occorrer ao pagamento das
dispezas feitas com o tratamento dos indigente3 do
termo de Timbafcba, accommettidos de febre per-
niciosa. ,
Ao mesmo. Transmitto aV S. o incluso
titulopelo qual fci concedida ao padre Francisco
J.aiz de Garvalho, vigario collado da fregaezia do
Poco da Panella, prorogacJo pir tempo indetermi-
. carlo da licenca de urn anno que lhe foi concedi
da por portaria de 26 de abril do anno passado,
allm de 9er entregue a quem se mostrar compe-
tentemente autorisado para recebel-o, depois de
pagos os direitos devidos.
Ao mesmo. Transmitto a V. S., para os
fins convenient, a copia inclusa do aviso do mi-
nisterio do imperio de 13 de ago3to ultimo, deter-
minant que seja paga a congrua do conego vi-
gario da freguezia de S. Jose, Joao Jos* da Costa
Hibeiro, embora suspenso de ordens pelo bispo
diocesano.
Ao mesmo.Transmitto a V. &., para 03 fms
convenientes, a copia inclusa do aviso do ministe-
rio do imperio, de 18 do corrente, sobre a distn-
buicio de credito para as differentes despezas a
cargo do mesmo ministerio e os vencimentos dos
empregados di inspecca 1 4o 1 la d portu.
Ao raesino. -Doclnando-ine 0 Kxm. Sr. miuis-
tro da guerra em aviso de 22 de setembro ultimo
haver solicitado do da fazdbda a oxpedicio das
necessarias ordens para ser eoucedido a essa the
sourana, por conla do S 8 -Exercito do exer-
cicio abarto de 1872-1873, 0 credito de 333X720,
afim de legalisar a despeza de igual importancia,
, oalisadi sob a responsabilidade desta preaidencia
com o pagamento dos veoctmentos do* destacamen-
ws da guarda nacional d*s villas do Floc/s, Pes-
queira e Ingazaira; assim 0 comiuunico a V. S.,
em solajao aos sens officios dirigidos aquelle mi-
oisterio aas datas d I e 2 do mezlpassado, sob as.
ova 7a
< (
Ao mesmo.Tend) nosta data, em virtude
da-autorisacao do ministerio da guerra, concedida
pelo aviso de 23 de setembro proximo find0, man-
dado proceder a diversos melhoramentos de que
precisa 0 hospital militar na importancia de....
1:349*050; assim 0 communico a V. S., prevenin-
do-o de que, segundo consta do citado aviso, ja so
soliciton ao da fazenda a expedicao de ordens pa-
ra ser essa thesourana habilitada com 0 credito
de igual importancia, afim de occorrer ao paga-
mento de somelhante despeza.
Ao mesmo Communico a V. S., para os de-
vidos fins, que a 27 do mez proximo passado 39-
sumio Joaquim Pereira Arraes 0 exercicio interi-
no do cargo de promotor publico da comarca de
Pao d'Alho.
Ao mesmo. Fica abonada a falta que por
motivo de rnolestia deu no respectivo exercicio 0
juiz de direito da comarca de Itambe, bacharel Joa-
quim Franchco da Silva Braga, no dia 23 do mez
Dodo.
Ao inspector d, tliesourarja provincial.Em
vista do certilicado annexo ao incluso requeri-
mento, mande V. S. pagar a Gabriel Germauo de
Aguiar Moatarroyos,' a quantia de 628*328, a que
tern direito em virtude de seu contracto, como se
ve do mencicnado certilicado.
Ao mesmo. -Mande V. S. abonar por adian-
Umeoto tres mezes de vencimentos a urn official
do corpo de policia que segue para destacar em
Bom conselho, a contar desta data em diante, as-
sim como ajuda de custo de ida e volta, na con-
formidade do que solicitou 0 commandante do
corpo em offlcio de hontem, sob n. 553.
Ao mesmo. Communico a V. S., para seu
conheci mento 0 fins convenientes que, nesta data
autorisei 0 Dr. regedor interino do gyranasio
provincial a dar posse ao bacharel Francisco dt
Cunlia Castello Branco, noraeado para exercer in-
terinamente 0 cargo de secretario do mesmo esta-
belecimento, apresentando elle pessoa idonea que
por urn termo se responsabilise pela fianca exigida
pelo art. t M da lei n. 369 de 14 de maio de 1835.
4.' secqao.
Acto :
O presidente da provincia, tendo cm vista a
proposta da camara municipal da villa do Cabo,
foila em offlcio de 21 do mez de setembro ultimo
resolve, na conformidade do art. t da lei de 23
de outubro de 1831,- approvar provisoriamente e
mandar que se executera os artigos de posturas
abaixos transcriptos:
t Todos os armazens, depositos, casas de nego-
cio, estabelecim-mtos de industriade qualquerna-
tnreza que sejam, tlxos ou volantes, que seja ne-
cessarm pesar ou medir, ser5o obrigados a ter
collec^oes completas de pesos e medidas, segundo
a natureza de seu commercio, na forma do padrao
do imperio.
Art. Por cada metro pagario os lojistas
2X000, os mascates e boceteiras 1*000.
Art. 2. Por cada terno de pesos, comecando
de 20 kilogrammas ate o menor prco, 4*000 por
terno; comeeand>de 10 kilogrammas, 2*5 terno; comecando de 5 kilogrammas, 1*000. Os que
excederem da 20 kilogrammas pagarao 40*000
por kilogramrna. Pesos avulsis pagarao 80 rs.
DOr kiloffr mni:i, mnno.t Aa AO fcilograrnnn. para
Sum, que pagarao 40 rs.
Art. 3.* Cada rnarco que nSo exceder a meio
kilogramma pagara 80 rs. por onca ; os que exce-
derem pagarao 40 rs. Balancas portuguezas que
nao excederem a 8 kilogrammas pagarao 500 rs.;
as que forem de maior capacidade e menor de 2)
kilogrammas pagarao l*00i>, e as que excede-
rem a 20 kilogrammas pagarao 2*010. Balancas
para mareos 0 granitarios pagario 320 rs. As
romanas c decimaes com pesos ate 300 kilogram-
mas pagarao 6* MO, e as que excederem pagarao
10*000.
Art. 4.* A eolleccao de medidas para seccos
com 8 vasilhas, comecanao pelo decalitre a meio
decilitro pagara 1*600. Por collecgio de 5 va-
silhas, comecando pelo duplo litre ate urn meio
decilitro, se pagara 1*000.
Art. 5.* A collecclo de mediias contendoseis
vasilhas para liquidos, principiando pelo double
litro ate mob decilitro, pagara mil e quinhentos
reis. Por terno de quatro vasilhas, comecando de
meio litro ate meio decilitro, se pagara mil e du-
zentos reis.
t Art. 6. As vendas e armazens sSo obrigados a
ter tantos ternos quantas forem as qualidades de
liquido quo venderem, sob peaa de pagarem de
multa dez mii reis.
Art. 7. As medidas avulsas, quer para li-
quido, quer para secco, pagario duzentos reis.
Art. 8." As medidas que servem nos engenhos
para venderem mel pagario duzentos reis por cada
litro quec ontiverem.
Art. 9. Os que venderem pelas ruas liquidos
ou seccos como azeite, mel, leite, feijao, milho, ar-
roz etc. pagarao de afericao por cada medida tre-
zentos e vinle reis, e 0 mesmo pagarao os barcacei-
ros e canoeires que venderem cal, sal, farinha e
outros generos.
a Art. 10. Os que venderem li mido em barris e
ancoras sio obrigados a aferil-os, marcando-se no
texto de cada um os litros que contiver, e pargarao
por cada par de barris ou ancora mil reis.
a Art II. Por cada regua de dous metros pa-
garao quinhentos reis ; e sio obrigados a tel-as os
mestres de obras, carapinas, pedreiros, canteos,
vendedores de madeiras e todos que por sua pro
fissio della possma precisar, sob pena de cinco mil
r&s de multa. As redes de costa, de pescar, paga-
rio qnatro centos re" Is por cada metro que con-
tiverem.
Art. 12. As estates publicas continuarao a pa-
gar as afericoes. bem como 0 matadouro publico,
e as balancas d arrobacao.
t Art. 13. Todos os pesos e medidas sujeitos a
afericao pagarao raetade de revisao, e os pesos e
medida-; aferidas pela primeira vez Beam sujeitos
a mais metade d'afericao presenpta.
Art. li. As aferifoes terao comeco era outubro
a dezembro e a revisao de abril a junho ; ficando,
porem, os acougues obrigados a rever de tres em
tres mezes.
o Art. 13. Ficam-revogadas todas as disposicoes
em contra rio.
Offlcio:
Ao Dr. regedor do gyranasio provincial.
Inteirado do qua me communicou V. S. era offlcio
desta data, autoriso-o a dar posse ao bacharel
Francisco da Cunha Castello Branco, noraeado inte-
rinaraente para 0 cargo de secretario desse esta
balecimento, apresentando elle pessoa idonea que
por nm termo se responsabilise pela fianca de que
trata 0 seu dito offlcio.
Portarias :
A' camara municipal da villa do Cabo.Re-
metto a camara municipal da villa do Cabo, para
seu conhecimnto e devidos fins, a inclusa copia
do acto desta data, pelo qual resolvi approvar pro-
visoriamen'^ a nosturas que vieram annexas ao
seu ofioi) d- z~ Jo mrc fmdo, sob u. 403.
A* camara municipal di villa do Bon Conse-
lho.Declare a camara municipal,da villa do Bom
Conselho que, para resolver sobre a materia do
offlcio de 21 de julho ultimo, 6 mister qne ella in-
forrae qual a importancia da divida do major An-
tonio Guedes Cavalcanle Alcoforado.
EXPED1ENTE DO SECBJCTXRIO.
/.* $ec(ao.
Offlcio :
Ao Exm brigadeiro commandante das ar -
mas.S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia, tendo
nesta data, em virtude de autorisacao conferida
pelo ministerio da guerra em aviso de 23 de se-
tdiabro siQiiziv fiado, provideaciado ao seutido de
serem levados a effeito. no hospital militar os me-
lhoramentos propostos na conferencia alii havida
em 31 de maio ultimo, cujo tevrao acompanhou
por copia 0 seu offlcio n. 603 de 13 de junho des-
te anno; assim 0 manda comraunicar a V. Exc.
para 0 fazer constar ao director do mesmo hos-
pital.
2." sec(ao.
Officios:
Ao Dr. chefe de policia. 0 Exm. Sr. presi-
dente da provincia manda declarar a V. S. que fi-
cara expediias as convenientes ordens no sentido
de que trata 0 sea offlcio n. 1690, de 29 do mez
proximo passado.
Ao commandante superior do Bonito. 0
Exm. Sr. presidente da provincia manda comrau-
nicar a V. S. que expedio ordem a the fazenda, no sentido de ser. feito 0 pigamento dos
vencimentos da escolta da guarda nacional, de que
trata 0 seu offlcio de 17 de setembro ultimo.
Ao Dr. Joao Francisco da Silva Braga. 0
Exm. Sr. presidents da provincia manda declarar
lhe que fica abonada a falta que deu V. S. na
respectivo exercicio por motivo de rnolestia.
Ao juiz de direito da comarca da Victoria.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda accu-
sar 0 recebimento do offlcio de V. S., de 26 do
mez proximo passsdo, em que participa ter nessa
data assuraido 0 exercicio do cargo de promotor
publico da comarca 0 bacharel Geron:io Dias de
Arruda Falcao.
Ao juiz de direito do Bom Conselho, Joao
Vieira de Araujo. 0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda accusar 0 recebimento do offlcio
de V. S., de 29 do mez proximo passado, em que
participa entrar no gozo da licence de 30 dias,
que lhe foi concedida pelo governo imperial.
Ao Sr. Jose" Pereira Arraes. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar 0 re-
cebimento do offlcio de V. S., de 27 do mez proxi-
mo passade, em que participa ter assumido 0 exer-
cicio interino do canto de promotor publico da co-
marca de Pao d'Alho, para 0 qual foi nomeado
pelo juiz do direito da 2* vara civel.
Ao commandante do corpo de policia. S.
Exm. 0 Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S. que por offlcio desta data expedio a
thesonraria provincial as necessarias ordens no
sentido'de que trata 0 seu offlcio datado de 17 do
corrente sob n. 553.
4' MCfao.
Offlcio :
Ao Dr. inspector da aaude do porto. De
ordem do S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia,
communico a V. S. que por aviso do ministers do
imperio, de it de setembro Undo, foi determinado
3ue os empregados dessa inspeclo devem perceber
0 1 de julho ultimo em dia.ite os vencimentos
fixados' na tabella annexa ao decreto n. 2734, de
23 de Janeiro de 1861.
DESPACH03 DA PRESIDENCY DO DIA 13 DE DKZEMBHO
DE 1873.
Abaixo assignados, negociantes estabelecidos
n'esta capital. -Deferido com offlcio desta data,
dirigido a thesouraria provincial.
Antonio Rufino Severiano da Cunha. -Deferido
com oflaoiu UMia uuiii, uirigido 4 iiiesouraria do
fazenda.
Antonio da Costa Peroira.-Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do muni-
cipio de Pao d'Alho.
Adolpho Gentil.Passe portaria concedendo a
licenca pedida.
Antonio Victor de Sa Barretto.- Passe portaria
concedendo a prorogacao pedida.
0 mesmo.Fntregue se, nao haven Jo inconve-
niente.
Amaha Navarro da Fonieca. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Cunha & Manta.Indeferido, em vista da mfor-
mario do inspector do arsenal d6 marinha.
Guilhermina Bazilissa de Oliveira e Silva.De-
signo os Drs. Ermiri Cesar Coulinho e Estevao
Cavalcante de Albuquerque para inspeccionarem a
supplicante, afim de conhecer-se si esta no caso
de ser jubilada.
Joao Joaquim da Costa Leite.Informe o br.
inspector da thesouraria de fazenda.
Jose de Mello Trindade. TInforrae o Sr. inspec
tor da thesouraria provincial.
Jose Maria de Araujo.Indeferido.
Joie Duarte das Neves.Indeferido, por nao ter
o supplicante satisfeito a presenpeao do art. 47
da lei n. 852. .
Capitao Luiz Francisco Teixeira. Forneea-se
Luiza Maria da ConceicSo Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Libania Emilia Cesar de Albuquerque.Infer
me o Sr. brigadeiro commandante das armss.
- 16 -
Antonio Gomes Senra e Manoel Rodngues do
Nascimento.Cumpra-se o despaeho anterior.
Companhia Ferro Csrril de Pernambuco..-Pas-
se portaria, relevando a supplicante da multa em
Sue incorreu,8ob a condicao de substituir no prazo
e trint3 dias os trilhos exislentes na ponte Sete
de Setembro por outros de fenda.
Irmandade de Nossa Senhora do Livramento da
cidade da Victoria.-Informe o Sr. inspector da
thesourana provincial.
Julio Furstegberg Informe o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Jose Mathias da Fonceca.Deferido com offlcio
desta data, dirigido a thesouraria provincial.
Maria Joaqujna da Conceicao.Indeferido.
Miguel Woeff. Informe o Sr. inspector da the
souraria provincial.
Maria Joaquina da Conceicao.-Como requer.
Quirino Joaquim Madeira.Concedo a licenca
Sedida, sob condicao de regressar no vapor imme-
iato ao que torn de seguir em Janeiro vindouro.
Additamento.
9 de dezembro. _.
Sarapaio & C, Manoel Ferreira de Oliveira, 11-
gueiredo Irmao e Luiz de Farias & C. Dererido
com offlcio dtsta data.dirigido a thesouraria provin-
cial.
Iteyarticffo da policia.
t" seccao. Secretaria da policia de Pernambuco,
17 de dezembro de 1873.
N. 2047.IUm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de delenclo
os individuos seguintes :
A' minha ordem, Maria, escrava de Victorino
Joso de Souza, a requerimeuto deste.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ja-
cob, escravo de Ignacio Gomes Barboza, como 9US"
peito de andar fugido, e Antonia, escrava de Fran
cisca Senhorinha de Mendonca, por embriaguez.
Deus guarde a V. ExcIllra. e Exm. Sr". com-
mendador Henrique Pereira de Luceua, digoissi-
mo presidente da provincia. 0 chefe de policia,
Antonio Francisco Corrtia de Araujo.
Correspondeacla particular
do Diario de Pernambuco.
VIENNA D'AUSTRIA, 23 BE NOVEMBtO DC 1*73.
Comecou o inverno, que promette ser rigoroso.
No domingo passado, pela manha, cahio neve pela
primeira vez, e hontem a tarde tivemola em maior
quuitidade, e mais grossa.
Os bellos passeios do Folksgartm, do St-tdtpaik,
do Prater estao desertos.
As cuarxuues de todas as casas fumegam; os
vendedores de castanhas ja se installaram nas es-
quinas das ruas com os seus fornos; as lojas re-
colhoram os estofos de linbo, para substi ui los por
grossas e pesadas vestimentas de la, lindas pelu-
cias, elegantes vestuarios de finas pelles : o club
dos patinador^s ja fez a sua primeira sessao pre-
paratoria : emfim o thermometro ja marca zero.
0 frio ja incomraoda bastante aos que sao forca-
dos a atravessar as alamedas do Prater para se
transportarem as galerias do palacio da exposicao,
afim de cuidarem no empacotamento dos objectos
que devem ser reenviados aos differentes pontos
de suas procedencias.
A exposicao eneerrou-se na dia 2 do cerren-
le sem a menor ceremonia, e sem os annunciados
festelos.
N* mesmo dia do encerramento comecaram os
irabtlhos de desraanchamento das differentes
seccSos.
MAbrasileira trabalhou-se com incrivel rapidez ;
e dejde ante-honlem que ficaram promptos todos
os viMuine3, que devem voRar, em numero de cen-
to ejlez.
Naste service empregarara-se o barao do Porto
Segi^, o tres membros adjuntos, a saber : os Drs.
Pizaifro, Rufino e Lisboa : todos quatro trabalha-
ram a confundirse eom osmariolas que traba-
Ihavira por aluguel. 0 ministro do Brasil foi
visto. por mais de uma vez a carregar caixas de
um para outro lado. Este zelo foi applandido pelos
poucos brasileiros presentes, mas estranhado por
alguns membros dc commissoes estrangeiras, e
por alguns auslriacos que alii trabalhavara.
Diret francamente o meu pensar a tal respeito.
Entendo que o Brasil nio tinha*necessidade de exi-
gir de seus filhos seraelhante sacrilicio, quando
com maia duzia de florins se podia ter quem fizes-
se o encaixotame to dos objectos de sua exposicao,
sera ser preciso que os seus representantes derra-
massera sangue, como alguns derramaram, ferin-
do-se no pregamento de caixas, e carrego de pesa-
dos volumes. E' verdade que nos priraeiros dias
foram os commissarios brasileiros ajndados por
cinco trabalhadores alugados, mas, despedidos es-
tes, foram aquelles obrigados a por suas proprias
maos pregarem, e a cobnrem com encerados diver-
sas caixas, contendo objectos de valor, que nao de-
viara ficar expostos a avarias pelas chuvas.
Todo o excesso e vicioso ; houve excesso de zelo
da parte do ministro e membros adjuntos da
commissao do Brasil, excesso desnecessario nesta
occasiao.
0 imperador d'Austria distribuio condecoracoes
a diversos membros das commissoes das differen-
tes nacoes ue concorreram a exposicao.
Aos da comraiseao do Brasil conbe, aos baroes
de Carapebiis, e de Nioac, a cada um, uma Gri
Cruz da ordem de Francisco Jose, e ao Dr. Rufino
de Almeida a commenda da mesma ordem.
Ao secretario e membros da commissao, o Dr.
Manoel de Araujo Porte Alegre, anciao respeitavel
pelo seu saber e servicos relevantes ao Brasil, con-
decorado com a grande dignitaria da Rosa, se des-
tinava uma commenda ; mas, sabendo elle disto
com anteeedencia, apressou se em pedir ao minis-
tro dos estrangeiros d'Austria, que se dignasse
risetM) seu nome da lista dos condecorados antes
gosto de uma recusa publica ; visto como a sua
dignidade nao permittia que elle aceitasse uma
condecoracao contra os usos e e3tylos da cdrte
d'Austria, que nao costuma dar menos do que ja
tern o agraciado ; que, sendo elle igual em cathe-
goria aos sens dous collegas de commissao ; que
sendo no Brasil mais graduado em condecoracao
do que elles, e tendo, como elles, uma excellencia
de jure, nao podia admittir a desigualdade estabe-
lecida, offensiva ds sua dignidade, sempre respei-
tada pelo governo brasileiro. Oeste seu proceder
deu elle conta ao duque de Saxe, presidente da
commissao.
No caso do Dr. Porto Alegre teria procedido
como elle procedeu, pois que a injustice que se
lhe fazia (talvez devida a falta de inforraacoes da
parte de quem as deveria ter dado ao governo
austriaco ) era manifesta, nao so pelas razdes por
elle adduzldas na sua carta, como por que os seus
servicos nao admittiam comparajao com os pres-
tados por seus dou3 collegas, tio altamente recom-
pensaaos.
Como sempre succede nas distribuicoes de gra-
cas dao-se muitas injustigas relativas.
Nao foi sdmente um membro da commissao
adjunta quem trabalhou assiduaraente na exposi-
cao e no grande jury internacional : muilos ou-
tros tambem se aistinguiram pela actividade e
pela intelligencia : e entretanto foram esquecidos,
certamente por falta de informacoes de pessoa
competente ao governo austriaco, que nao podia
conhocer a todos os membros da commissao bra-
sileira, e saber de seus servicos.
Infelizmente a experiencia nos tern demonstrado
que geralmente se presta mais attencSo, e se tern
maior cuidado para com os que sc acnara alto col-
locados, e que a seita dos adoradom do bezerro de
ouro nao e tao pequena como sepensa.
Fazemse grandes preparativos para festejar
no dia 2 de dezembro, o vigesimo quinto anniver-
sario da ascensao de Francisco Jose ao throne do
imperio austro-hungaro. Annunciam-se festejos
popularcs, esplendidas illuminaijSes, passeatas i
noite, espectaculos gratis em diversos theatros da
cidade. Iguaes festas terao lugar em Buda Pesth,
capital da Hungria. 0 povo austriaco mostra-se
devotade ao seu monarcha.
Formou-Je aqni uraa associacao, composta de
cidadaos de todas as classes, para organisar uma
manifesta<-ao digna de perpetuar a lerabranca do
dia 2 de dezembro tao memoravel para o povo
austro-hungaro, e particularmente para Vienna.
Esta associacao lembrouse dc crear um fundo
importante, destinado a actos de beneficencia, e
tendo conseguido reunir 105 mil florins em moeda
e 37 mil em titulos da divida publica ; dirigio-se
ao imperador, pedindo-lhe que se dignasse indicar
qual o destino a dar-se a quantia arrecadada, e
permittir que aesse acto se associasse o seu nome.
0 imperador recebeu com muita amabilidade a
commissao da associacao, e respondeu ao seu ora-
dor nos seguintes termos:
Considero me muito feliz por ver a burguezia
de Vienna escolher o dia do anniversario de minha
snbida ao throno para fazer uma obra de benefi-
cencia.
a Nao desejava antecipar o meu juizo sobre as
intencoes desta associacao, mas em presenca da
situacao pouco lisongeira da classe dos pequenos
artistas de Vienna, me parece que sobre esta
classe deve recair o acto de beneficencia da asso-
ciacao dequesois interpretes. Acredito que sera
o melhor emprego que se podca dar as sommas
arrecadadas, e de boa vontade accito o patrocinio
dessa obra; e agradeco sinceraraeute a todos que
nella tomam parte.
Pundar se-ha portanto uma importante socieda-
de de soccorros aos pequenos industriaes do dia 2
de dMenibro.
Em regosijo do citado anniversano o principe
Joao Adclpho de Schwarzenberg e sou lilho Adol-
pho Jose pozeram a disposigio do ministerio do
interior a somma de dez mil florins para as obras
da igreja votiva, de que ja tratei em uma das mi-
nhas cartas passada3.
0 cholera fez esta anno grande estrago na
popula^ao da Hungria Foram atacadas 433:718
pessoas e falleceram 183:^49, segundo os dados
offlciaes, sem incluir os fallecidos em Bula-Pesth
o na Alta-Hungria no nm do anno passado.
Nesta capital, onde feliimeate ja nao se falla
neste QagoUo, as victimas, a contar de abril a ou-
tubro do corrente anno, raontaram a 2:611 sobre
4:32i atacados.
Nao houve augmento comparativamente com o
anno anlecedente.
Mais.ura caso de suicidio :
M. Vidats, membro da camara dos deputados,
residente em Buda-Pesth, urados fabricantes mais
acreditados e uotaveis da Hungria, suicidou-se ha
poucos dias, precipitando se da janella de um
quarto andar.
Era um homem de uma honradez poliliea a
toda prova.
Ale.ii da direcQio de uma grande fabrica de
machinas, era tambem director de um banco, ao
qual se acabava de abrir fallencia Por cstar
envolvido nesta quebra foi que o infeliz r;solveu
por termo a seus dias, deixando em completa or-
phandade seis filhos, dos quaes o mais velho conta
apenas 12 annos.
Uma aetriz de nome Fanny Remmark, de
um dos theatros desta cidade, disparou uma pis-
tola sobre o eorajao, cahindo instantaneamente
morta: no dia segmnte o actor Schumann, de 25
annos de iJade, araante da infeliz Fanny, ma-
tou-se com um tiro na ea'ueca, que l'ie fez sal-
tar os miolos.
Como ja uma vez lhe disse e esta uma das
cidades que mais igrejas tem, e aonde o espirito
religioso mais fervoroso se manifesta. Por toda
parte se encontra os symbolos da nossa religiio
santa, as imagens do Crucificado c da Santissima
Virgem, e por toda a parte homens sem fe, incre-
dulos e atheus! Os factos estao provando quanto
tem o materialismo progredido na catholics, e apos-
tolica Austria.
Abriose o parlaraento ausJriaco no dia 5 do
corrente.
A ceremonia da abertura differe muito da que
tem lugarentre nos nesta ocasiap.
Aqui nao vai o imperador as camaras ler o
discurso da abertura, nera aguarda aviso de estar
o parlaraento constituido : 6 elle quem marca o dia
e hora em que os deputados e senadores devem ir
a seu palacio onvir a leitura do disenrso da coroa.
A' hora raarcada, sem falta, os deputados e se-
nadores entrain na sala do throno, e alii de pe,
formando duas alas esperam a chegada do impe-
rador, que, acompanhado do ministerio e de sua
cdrte, passa por entre as duas alas acolhido com
estrondoso viva e vai Sentar-se no throno, fican-
do-lhe a esqnerda os ministros e a direita os du-
ques, archi-duques e mais offlciaes de sua casa :
todos de pe, somente o imperador assenta-se e
assim le o discurso.
Durante a leitura 6 o imperador interrompido
com applausos, braves e apoiados partidos dos
deputados e senadores, e finda e! la, tres vivas (cor-
respondidos calorosamente) sio entoados.
Nio ha galeria para o povo assistir a este acto.
Na sala do throno formam-se galerias lateraes
no mesmo nlvel e piano, e nellas tomam assento
em differentes ordens de cadeiras, o corpo dlplo-
matico, os empregados da casa imperial, os estran-
geiros e homens mais notaveis que para o acto
recebem convites especiaes.
Os convidados deve n chegar ao palacio um
quarto de hora antes da designada, porque a esta
hora fecham;se todas as portas e a ninguem mais
Uma brigada com um parque de artilharia, faz
a3 honras militares, formando no pateo ajardinado
do palacio.
0 estaio das financas do imperio austro-
hungaro nio 6 lisongeiro, o que tem dado serios
cuidados e desgostos ao governo que se v6 forca-
do para nao fazer bancarota, a ainda recorrer ao
emprestimo, augmentando a enorme divida publica
do imperio com mais um emprestimo de 150 mi-
Ihes de florins.
0 ministro da fazenda apresentou na camara dos
deputados o orcamento da despeza c receita para
o anno financeiro de 1874.
A despeza 6 orcada em 387:300,000 florins,
menos dous milhoes o meio que no orcamento an-
terior.
A receita e avaliada em 389:500,000 florins in-
cluida a venda de tilulo da renda publica?
Este orcamento em que se mostra equilibrio
entre a receita e a despeza, dando saldo em favor
dos cofres publicos, e tachado pela opposicao de
ficticio.
Nao tenho dados para ajuizar se tern funda-
mento a accusacao, sei somente que a divida pu-
blica tem tornado proporgSes incriveis, e que
o estado financeiro do paiz nao inspira con-
fianca, o que deste estado tem resultado enormes
prejuizos ao commercio.
Abrio-se o parlamento italiano, pronunciando
o rei um discurso energico, e em quo demonstrou
grande confianca no fnturo.
A parte relativa a sua ultima viagem a Austria
e a Allemanha, prova o que lhe disse em uma das
minha notas, que alguma cousa ficou assentado
em favor da garantia da integridade e unidade do
reino italiano.
Este discurso foi muito applaudido pelos jornaes
mais importantcs da imprensa estrangeira.
Em Turin, inaugurou-se o raonumento a me-
moris do conde de Csvour, com grande pompa. 0
rei da lulia, o principe Humberto, a cdrte e todo
o ministerio estiveram presentes. Um jantar de
600 talheres teve lugar e nelle tomaram parte
quasi todas as notabilidades da Italia. 0 enthu-
siasmo popular que houve nessa occasiao e im-
possivel de descrever-se.
A. DE A.
INTEBIOE.
IIio de Janeiro
CARTAS DE UM VERDADEIRO LIBERAL SOBRE
AS ORDENS RELIGIOSAS.
CARTA XIX.
Amigo. Nas duas precedentes carus, bus-
quei eu man festar-te as boas ou mas razdes que
me levam a crer que pelos principios da religiao,
da moral, da politica, dos direitos canonico e civil,
antigos e modernos, a propriedade dos conventos
brasileiros deve ser respettada.
E como ante os principios nao pode is to ser pos-
to em questao, apparece um artificio muito galante
para chegar & solugao contraria do problema sem
escandalo de raaior ; 6 bradar que se nio di es-
polia^ao, onde nao ha espoliados: e entao dar
cabo destes, para que tudo marche suavemente.
Os raros frades que ahi vegetam, vao morrendo
ou secularisando-se ; desde que se naoadmittem
novicos, cedo acabarad tolos. Entio, nao se cha-
mara hypocrisia nem siranlajao o lancar a mlo
sobre os valores que pertenciam ao defunto abin-
testato, que passou a melhor vida sem deixar pa-
rentes conhecidos na terra Brilhem, a Ord. II.
26. 17,1. 90. os Alv. 20 dez. 1713, 26 ag. 1801 ;
a prov. 28 jun. 1828 ; o av. 14 ag. 1849, etc., etc. ;
sao bens vagos; e artigo de receita publica ; im-
pers o IVENTO.
E que esta seja a tendencia, parece resultar ja
de varias disposicoes que a surdina se tem ido to-
mando, sem que os spoliados tenham feito valer
seus direitos por mews regularos.
Quando uma provisao fez em 1820 do convento
do Carmo, na Victoria, um quartel de tropa e um
hospital militar, proclamou o imperio do evento.
Quando a igreja e o hospicio de Palma, na Ba-
nla, foi em 1834 applicado para seminario;
evento.
Quando em Pernambuco, em 1826, o convento
de S. Felippe Nery.fc-i transformado em alfandega;
evento.
Quando em 1828, o convento de S. Francisco,
na cidade de S. Paulo, foi destinado para faculda-
de juridica; evento.
Quando em 1830, o convento dos benedictinos,
em Pernambuco, foi arvorado em bibliotheca pe*
Hica ; evento.
Quando o convento de S. Thercza, da Bahia.f .*
em 1848 escolhido para quartcis; evento.
Quando do convento franciscano de S, Antot. r
na illia do Bom Jesus, se fez asylo de invalidos
patria; evento.
Nao e preciso alongar este autem genuit de
eventualidades, que por meio do evento se in-
clinam'a preparar uma successao eventual.
Como porem a fortuna fradesca nao pode ser ob.
tida pelo estado sepao por meio do artificio de
acabar com as ordens, tenho muito medo de ver o
mesmo estado envolvido insensivelmente nos lacos
do art. 264 do codigo penal.
E' verdade que temos nova lei de 1870 obrigan-
do as ordens religiosas a converter a sua proprie-
dade em apolices da divida publica, no espaco de
dez annos. que deverao contar de um regulamento
que o governo ainda nao publicou, doude se
segue que ainda a lei nio principiou a ter exe
cucao.
Nao ha grande utilidade em aquilatar nm facto-
consummado. Se a materia ainda eslivesse a:
forja, eu reproduziria e desenvolveria as duvidai
que semelhante lei suscita, e entre ellas as seguin-
tes : (particularmente quanto a ordem benedictina,
aquella cuja riqueza da mais nos olhos dos inve*
josos) :
A ordem zelou sempre o seu patrimonio, aug-
mentou-o consideravelmente. e nunca delle alie-
n.i'i a minima fraccao ; serio tao bons adminis-
tradorcsos que houverem de lhe succeder ?
As grandes despezas que faz com o culto, com
o collegio, com os seus nuraerosossimes libertoo,
com mais de duas mil familias pauperriraas, que
tiram snbsistencia dos terrenos que o mosteiro lhe
concede, com os imaostos que excepcional e in-
toleravelmente os sobrecarregam, necessitam re-
cursos largos.
A forma particular e caridosa da admimstra-
clo dos frades era da maior utilidade para a po-
breza : davam esmolas, perdoavara aforamentos,
concediam terras a familias que sem isso raorre-
riara a fome, conservavara sem augmento na ren-
da dos predios os antigos raquilinos, prodigalisa-
vam obras de philantropia. Farao outro tanto os
philosophos que mercarera os seus immoveis ?
Tran-iformadas propriedades vahosas era
apolices carissimas, darao estas um rendimento
bastante inferior ao que toem alguns dos bens, enr
detriraento das applica^oes uteis a que esses rendi
raentos se consagram.
A experiencia ensina ser impossivel promo-
ver semelhante transl'erencia, ou por oulra ven-
der tao extensas propriedades, no estado em que
tudose^cha ne Brasil, sem enorme perda, uma
verdadeira queima.
Nao sera a na^ao que ossa queima aprovei-
tara, nem tao pouco a pobreza (contra a qual mais.
que contra as ordens 6 esta frecha arremessada),
e sim a especuladores opulentos, que se locupleta-
n ... = i'oJ roialbad por alto preQO d'a-
quillo que houverem adquirido por uma miseria.*
Bern dizia uma voz insuspeita : N'em os conven-
tos, nera o estado aproveitarao cousa alguma.
Quantos contratos simulados nao apparererao.
Propriedades de 100:000*. hao de ser vendidas por
20:000*. unica somma que ha de ser repartida
em apolices. Que regulamentos preyidentes pode
fazer o governo para obstar a es9as fraudes t*
0 exemplo de Portugal ainda ahi esta bem
vivo. Venderam-se os bens dos religiosos, di-
zendo-sc que como seu producto se pagaria toda
a divida publica e ficariam sobras. A divida pu-
blica, longe de exlinguir se, ciesceu prodigiosa-
mente : os pobres ficaram mais pobres ; os ricos
ficaram mais ricos.
Os bens ruraes do mosteiro acham-se subdi-
vididos por arrendatarios de maior ou menor vul-
to; esses bens ou hao de passar com a ourigacao
dos respectivos contratos, e pouco valerao, ou com
o rompimento dos contratos, e menor ainda sera o
valor das terras, porque o comprador tera de car-
regar com o pagamento das bemfeitorias.
A fixa;ao de um prazo fatal tornara ainda
mais ruinosa uma venda que o mercantilismo e a
especulacao sabem ser forcada, e era dia certo
qualquer que seja o preco offerecido pelos poucos
que a ella podera concorrer, e que saberao entre
si mancommunarse para defraudarem' as corpo-
rar; A nenhum proprietario pode convir um 8*
e unico titulo de propriedade, porque e facil fa-
Ihar essa fonle de rendas, por qualquer motivo*
iraprevisto. Os vaivens dos aconteciraentos aliram
os estados como os particulares em eraergeneias
criticas e imprevistas.
As apolices que hoje custariam a 1:075*, cus-
t a vain ha 5 annos a 650* ; e os 1* de hoje, alem
disso, chegaram a corresponder, pelo carabio, a
pouco mais de 280 rs I Quem pode affirmar que
se nao repelira esta depreciacao, e aid que succes-
sos, improvaveis, mas nao impossiveis, nao obri-
guera um dia o thesouro, por motivos de ordem
superior, a sustar o pagamento do juro de suas
apolices f E donde tirariam snbsistencia os e*
poliados religiosos ? etc, etc.
Muitas destaa e outras igualraenle victonosas
ponderatoes ja foram energicamente formuladas ;
apezar disso a lei foi votada. Entrega esta ao
governo uma autorisacao, que elle tem tido o bom
accordo de ainda nao converter em facto ; as ve
zes os tempos rcodificam as ideas, e oxaia se ai-
tere esta disposicao, antes do ser levada a
effeilo. -
Seja porem, como for, esta alteracao no modo
de possuir esta longe de ser uma abolicao da pro-
priedade. Talvez facilite essa abolicio com um
rasgo de penna, quando um governo mais hostil
quizer brandir o derradeiro |olpe, mas por em-
quanto isto s6 significa reduccao grande qos i&-
cursos monasticos, mas nao suppressao MB
completa. Nestes termos, ainda nio sera impratW
cavel ir-se atd o ponto a que pretendo chegar,
comb a seu tempo te exporei.
Tenho fd em que o governo do paiz, que ja ta-
manhas cousas tera executado, procedera nesi9
assumpto como Ih'o estao aconselhando o seu pa-
tr'totismo e a sua illustracao.
UM VERDADEIRO LIBERAL.
(Ntcao.)
PEKNAHBUCa
BEVISTA DIARIA.
Hospicio de alienados. -Damos em se-
guida mais donatives para as obras do novo hos-
picio de alienados :
Illra. e Exm. Sr. -Chegon-me as maos o mui
presado favor de V. Exc, datado de 4 de Janeiro,
pelo qual lamentando a iosufficiencia do lugar que
presentemente serve de hospicio de alieuados, pede
a minha coadjuvacao para levar a effeito a eoas-
lruc.;ao da um outro onde esses infelizes possam
ser soccorridos como exige a caridade. Acolbea-
do cordialmente a idea que prcoccupa a V. Ex,
remetto inclusa a quantia de 100*000, para o aju-
dar na realisacao deaia empresa, que muito o r
comraendara ao paiz; dignese V. Exc. relevar a
insignificancia desta offerla, qae nao correspoiide
IIM



-^~-
?
it
!Marifr do Pornambuco Quinta feira 18 de Dezenibro de 1873.
*
^
*os miens desejos nem ao fim a que sc deslina. | as 7 horas da tmite deva reunir-se a assembled $c-
S,,r; emnnm nin major ostima o sinceridadc. -
t
Jerei sempre com n
De V. Ex:, criado muito attenoioso c obrigaio. !
Francisco Vieira de Mello. Apua, b' de dezcmtrv
de 1873.
t Gabinetc da presidaneia de Pernambuco, em
11 de drfcembro de 1873. Him. Sr. Francisco
Vieira de Mello.-Reccbi a wrtaque V. S. levo a
. bondade do endcrncar-me a-8 do corrente,aeompa-
nhada da quantia do 1003, com destino a obra do
asyto do alienados. Senindo-me dessa oppor-
tnnidade para maniffistar a V. S. os meus sen-
trmentos de gratidao pela dolicadeza corn quo cor-
respondeu ao mcnpeoido, cumpro lanihemo agra-
davel e imperioso wver de loava-lu pola efllcaaia
de seu generoso cencurso em favor d'aqnelle esta-
belecimento do benoficeticia, Assignouie De
V. S. aniigo attendoso, veneradorecriadoHenri-
que rereira a> Lucena o
Him. e Exm. Sr.Constando-mc ac^ar-se V.
Exc. a brace com a edilicacao de um taospicio
de alienator, obra de cnja realisable resulta inn
melhoramento real para esta proviucia, da qual
. me desveio ser filho ; e quo ao mesmo tempo al-
meja V."Exc realisala tiio somente com os dona-
tivos d'aquellos, qne bemeoma V. Exc.secompe
netrnrmn de soa utiltdajf, senti-me preso do de-
aejo de, bem qne cum modica quantia, secundar
os esforeos dc V. Exc, no intuito da realisacao
desta obra, por si so suffieiente para tornar lib*
morredouro um nome qualqncr, quanto mais o
de V. Exc, a quern o amor a cau>a publica e
muitasoutras virludes civicas ja con-tituiram os
vinJouros na obrigacao de admiral o. <>mo,
porem, nao sao de maior vnotagem ininhas con
dicdes de fortuna, ponlio a disposieao de V. Exc
de* pT cento dos meus ordeiiados, comando so
desto mez ate a coiiclusio da obra, podendo desde
logo mandar V. Exe. sigmAear minha vontade a
thesouraria, afim de que alii se cifcctue mensal-
mente o respeclivo desconto. Deus guarde a V
Exc. por muitos annos. Villa do Triiunpho, 1."
dezembro de 1873. Dim. e Exm. S. Dr. Henrique
Pereira de Lucena, muito uigno presidenle desta
provincia. 0 professor publico, ieionymo Thcoto-
nio da Silva Umreiro.
Gabinote da presidencia da provincia ile Per
nainbuco, em 16 de dezembro dc 1373.film Sr.
professor Jeronynio Theotonio da Silva Lourciro.
OlTereceu me V. S. em carla do l. do eorrente,
10 por cento de seus vencimeotos para a obra do
asylo de alienados, a eoatar a"aqaclla data ate a
eonelusao Ja referida obra. Aceiiando o seu offe-
recimento, sinto prazer em agradecer lhn e lou-
vo-o pela espontancidade de um acto tao genero-
so quant) humantarioDe V. S., muito allen-
cioso, venerador e criado. Hemiqne Pereira de
Lucena.
Poritc il.i Boa-Vista. Acha-se definiti-
vamentc enntratada a cutistraccao da ponte, que
deve substituir a existeate outre as ruas do Barao
da Victoria e da Imperatriz, davendo ser a obra
conclnida detitrn do prazo detriu'a mezes, a con-
Jar da data do rontrato, com os Srs. John Wal
son c John Bevam Smith, inembros da finna so-
cial Wat-on & Smith, innlto reeommendaveis
constructori'.s dc obras em Londrcs, niediante a
quantia de il/iifl eerca do il0:03 5.
(nforman nos que a ponte sera do mesmo sys-
tema da Sete de Setembro, sendo composta d<;
Ires vaos, ;ada am de W-mctros e 10 cent., tendo
de largura cntreas Travos 7 mi'lros e 70 cent. ;
e de cada lado das grades d.' separacao, quo lerao
3 metros e 70 cent, de altura, havera um passei)
de doiis metros de Isrgura ; qne cada vao sera
sustentado por duas columnas octogonaes de pe-
dta, colloculas scybre alicerces de betAo contido
em folhas de ferro fundido ; que a demolicao
da obra wUha e o pieparo do leito do rio flea a
cargo do- ciiuir.itnntes; e nae 3 um pou:o mats
farjra quo a rua Iwrao da Vicioria.
\Ki'H(IrciiucRto.A Esma. Sfa. D. Por
eia \j .iist^m-i .1,1 >I,.|I.) e o illustrado Sr. Dr. Ao-
t wiio Ejiamiuon las de Melto, irmlos outre si e li-
ihos ambos d >, ha poucn f.illecido, eomuteiidador
Anto'iio (oiqurin de S[AU, dispeinarani -n >s a rara
e lauivaiiva honfa d8 uini carla to a niliciado, gefaliRm!.; I.tment.il), pasSamen-
w do seu reaerad lo pai, pir esla Recisin tambeai
pubiicada.
Concisa.mas prffanJameWo sentida M a nossa
Odticla, prque as grander dores, como a <|iie a
inspiroc, choram pouc>, e ainla menos gem em. 0
que era ti d&er no taSo, -o:i'imo-!o n6s bom cla -
to : mas, a palavra historic) nao nos pertence, d
do futnro. i da posteriHi'lc : pretender antecipa-
la, seria tentar imu iBiirp.i.ao Inntil.
Aceitam'>s eSsa MpresSao do gratidSo, qae nos
& dhifida, ennt apielle respclto sagrado, qaefa-
talmcnte nos ImpSe-a immensa drtr. que nos orva
Iha earn snas lagrimas agradecidas, ao acompa-
n!iarmo-la ao horto negro AceWamo-faom toda soa enlemecedora oxube-
rancia de atl'ectfios.is recordacoes doridamente
-Vf.irf.ic oiifr.- dtms inriuio?.
Aeoitamo la com plena consciencii de um cus-
toso dever cumpri lo, e, merc6 do rto, compre-
hendide por aqutdlesqne no-Io exprimem tao bon-
rosa qttao seleirtntemelite.
Eis a cart.i do que nos temos o^cupado :
Aos Kxms. Sr-. I'lpueiroas.Acceitai milgra-
i;:is, inlindos agradfccittiento?, pelo que disse a
Rttitfa l)inrin, noitcian-lti o falleciniento de nosso
sempre caro e sropre eliorado pai, Antonio Jot-
quiiu de Mflln.
l*o foNeci I) [I'Tnarnhncano, fallaram o? vossos
redactores, conw cMadtos dignos, que amam a
soa I'.'ire v a sua gente. A vossa magnanimida
de, si), reaicot] u nierecimento daqiiello .pie qua
liticaes --nuial)i iseimo aociao.
Na altiira em qfto o collocastes, n^So se d-;ve
altendor ao facli. de tignrar sea nome,baldada-
ntente-,e) listas de elervao senatorial.
0 bi-rco do um home'm pode tudo iSdar-Hjej
esperaneasirtsonfias, nlegrias InflrrtlMs, honra, glo-
rias, riquoza*. qflllt](i vikKde?, fmtim, podemos
imaginar. Toilos os r.tttdiis o acalentaiuj ifada o
prefana. Sofare o sen tuinulo, pirem, ?d ha uma
palavra que nfio |>ertnrha me o san'.o repous).
o perdtw.
t Nosvos pelimos, senUores ; o esitredmento
eo ponl.v.i ptra os avoMtU do pod#r, que por in-
i.ti;a. etrti, on rapffthw*, (antas veze? dospresa-
ram a vontade tenaz de nossa provincia. Aos ho
moos que sorvem a patria e a Dens, a Providen-
cia Diviuaktngo de tornar-ISes a estrada facil, of-
ferece-lhes beta*ulos digniw de snas virtudes.
>Qae mais pode desejar algnm iMadio, mico
juize posthuaio de seus contotraneos, inanifeita-
do tao linsoneeiramante, corao fez o seu D/ario a
respeito do noosso fitfedo pal, accorde em senk
:iientos com lodos os otrlroa jornaes 1 E' mnito
para qualquer raerecimeoM iMKrioy. K' de mais,
talvei, para a jneMo que a morL-rohou-nos para
sempcel Nossa 4or estaria applaeada, se a sau-
dade paterna fosse sentimento extinsruivo! no co-
racao dilaceeado dos dlbos.
Ao lermos estas paiavras rA imprensa eho-
ra sobre sea tanuilo ; a prorinela de Pernambuco
deve ae seu sepulcfero uma cordade perpetuas -,
confessamos, sem pejo, que interrompemos nossos
solu^os e nossas lagtimas, ou antea de uma ontra
fonto de iiosso peite brntar.im o-was lagrimas e
snspiros, menos ardectes, |que nao requermam.
o Em vossa raOgas-.imidade e6tende?fes nos a
mao de anrigos, nestes dlas os mais tristes que
temss coabecido ; nos vos abriinos osrante'fi bra-
qos para apertar-vos ao scio agraiecido, e com-
municar-vc* toda a terfitirA de mwa alma, hoje
tio amargaraia, mas nunca inenve], nem in-
grata a tao geaerosas Abertura*.
c A am-sade profundajflente sftreera e lea!, com
tanto zelo e csraero culiivadi por nissss paisdu-
raiKe longjs auios, seja uma reatidade mimosa
^ptre os lilho-", one cpaeorfa para alestar-ihes a
;vida deste muiido, tao famine de feiiciJades reaes
tao farta de dksabnre-. Prestemys nais este
Iributo de reverencia ede amor a sajrada .nemo-;
** ria dos nosssos crissimos progem'tores. -ipplaa-i
dam elles, la no etliereo asseuto ende s.ibiramj
a qndo lembranji eonservam dwti terra, n ara<.'o:
fraternal qne nos damos
t Sao recuseii este offeree!meeto puro e liiano.
< Becebei, senhores. nosso eterno reconhe/imento.
ffDizei aos, declarai-uos o nome do vosso redae-
tn J j dia, que ese.resea a primoroea e balsamtra
noticia iaReoista Dinria,peun* babSissima e m:
tra em sabi* commover e Jar lenitivo para que
*i tambem Ihe reservemos etu nossos earacoes um
v, lugar de bonra, na gratida > qu* conquitoh-no?.
Portia Coattanca de jlelli.Jntonio pamin:n-
das de Hello, 8ecife, 15 de dfzembro de i87:).
0 redactor da noticia, em eurnprirnenw ,\i ulti-
mo topii-o da cartajae reveiara confidjncialmsnte,
que mais Ihe nao psrmitti- a modestia.
Vapor C'oarii Segaado telegramna do
Para, devia >ai:r hontem a t-irde u'alli o vapor
Ceard, da companliia bri-iWra.
Vnp.tr AiTonettgurit S-'srando teTigram-
ioa da *\\h, nstfio hont-nn d all! as 2 horas da
tarde este vapor da linoa de PaciJci
Exaan' -Em tfj MBi eraminada
nas iiiaterias de t"^^H |a aluuma
prof's ra publiea da stfitPJ HWlBa
9ocie4de Bell Hariuol tBojc
ral dos meuibios dosta sociedade, para pritceder-
se a elcirrto do conselno director para a anno vin-
douro.
Concerlu. -A respeito do que tera hoje lugar
no theatre de Santo Antonio, chamaraos a alien-
5S0 p'uUfca para as segnintes linhas qne nos To-
ram remettidas:
Se ha alguma cousa digna de respeito e con
sidcracao 6 um talento aureolado pela gloria e
perseguido pela desgraea.
Quando am desses homens tern consumido
uma pane preeiasa da existeocia no amor e 00
culto da arte, quando os lonros de esplendidos
triumphos lhe tera cercado a fronte muitas vezes,
e um espectaeulo trisle c desanimador ve-Io em
lutas com 0 dejtino, a bracos com a pobreza e
quasi a margeoi do lumujo, porque 0 ultimo rato
Ja vida parece so apagar I
Antonio Abraham Marinho Pereira dos Santos,
0 pernambucano illuslre que com 0 seu talento
nos tcm ofTerecido tantas n*ites de arrebatadoras
liarmonias. que nos tcm enchido 0 esplfito d-so-
nhos riquissimos, vein hoje apezar de gravemente
enfrrmo, pedir a protecclo do publico em seu fa-
vor. 0 merito tem diretto as attencoes.
t Os verdadeiros amantea da arte, os apreciado-
res do seu talento nao terao uma occasiao mais
opportuna para significar-lhe isto, e protegfi-lo
com a sua concurrencia do que agora.
A noite de hoje sera mais um triumpho para
elle e uma oecasiao para os nossos applauses.
Acordcm. Sob este titulo pedem-nos qne
lembremos a illuslrissima camara municipal a ne-
cessidado da estada do guarda na rna do Marcilio
Dias. aflm de evitat a descida dos carros qae vein
do Livramento, e nao estar coniinuadaraente em
apertos e confusSo com o? carros que sobem das
Cinco-Pontas. Ja estaraos cansados com as novi-
dades.
Trlrgrapbo submarine costeiro.
Ja so recebem, na est3cao da rua do Commer-
cio, enlrada pela rua do Torres, telegrammas para
a provincia da Bahia.
Olhos admlraveis. Le-se na Democra-
cia:
Esta chamando muito a atteacao do mundo
scitntifico cm Londres, um rapa* qne possue a
faculdade de distinguir os objectos microscopicos.
Quando era crianga teve uma graviesima
doenca. No derurso da doenca mudava-selhe a
estructura interior de ambos os olhos. As corneas
angmentavam extraordinariamente, as lentes crys-
talinas dividiramse era tres partes, vendo-se em
volta de cada uma dellas um pequeno circulo
azulado, e no meio um iris do tamanho da cabeca
de um alfinete. Desde entio ate hoje nnnca mais
mndou a estructura tanto interior como exterior
dos olhos.
0 rapaz nao distingue os objects a distancia;
apresentam-so lhe cunfusos e desfigurados. Cal-
cula-selhe a notencia visual en 5,000 diametros.
t jjin dos factos mais curiosos que apreseirta
este rapaz e que nao se pole consegair d'elle que
olhe para a agua, quando a bebe, desJe que uma
ver, (|uando a vi?ta se Ihe transformou, descobrio
n'um vaso com agua, B) moment) de a beber, a
multrdao de infusorios que continha, e que muito
0 assuslaram.
a Torna-se notavel pelo seu grande talento para
distinguir as cores de todos os corpos com uma
prrcisaj admiravel.
I hi hrlnile aa irapcrailorCiuillicr-
me.-Li so 0 seguinle n'uina Mha e-trangeira :
Na communa de Wihr au-val, proximo de
Colmar, reedificou-se uma igreja que foi ha pouco
sagrada pelo bi*po de Strasburgo. No banquetc
dado per e te molivo pela communa, assistiram,
entre outros convidados, 0 prefeilo de Colmar, 0
director do era de Itibauvillc eo commissario de
policia. As saudes, o.prefeilo, Sr. de Ileyelt, se-
gundo o costume prusslano, brindou pelo impcra-
ihn- Gnilherme ; ninguetn respondeu, a nao seretn
tres allemaes que estavan presentes.
h Contrariado por este silencio dos assisteutes,
repetio n brindc cam voz mais clara, recitando al-
gous versos em honra de Sua Vtagestade. Res-
pnnderam so dous allemaes, permanecendo 0 ter-
peiro sentado. Tomando pela terceira vez a pala-
vra, perguntou que convidados queriam associar-
se ao brinde pelo imperador. D'esta vez ningucm
respondeu. Depois de alguns momentos de si-
loncio. crgueuse Mr. Kaes e briudou pelo soberano
pontilico, acrescenlando qne desejava que 0 impe-
rador Gnilherme chegasse a ser a sen melHo>' atnigo
x Instantaneamente todos os convidados irrom-
peram em gritos de win Pio IXI vita 0 papa
perseguido viea 0 papa prisioneivo
t 0 prefeito, ouvihdo esta unanime manifest-
c5o, levanlou-se para sahir. 0 maire de Witre,
quiz acompanhal-o, porem, 0 prefeito disso-Iho :
Acompanhe 0 seu bispo, e diga com elle:
IViif Pio IX!
U'>>--<>^ r~n oe....Ju iclCiora oe
riiHadelphia, a policia de seguranea dos Estados-
I'nidos, acaba de capturar toda uma compaohia
de moedeiros falsos, cilja c^imino^a indurtria era
exercida na3 regions moatanhosas da Carolina do
Norte e do Tennessee. Os presos foram em nume-
ro de 60, e de ha mnito que se exercia sobre elles
uma rigorosa vigilancia para 03 capturar. Os
moedeiros falsos estavam organisados em banaos
di-tinctos, tendo entre si communicacoes regolares
A moeda falsa fabricava se em Ohio e no Kestu
*fcy b compunhase tanto de dinheiro com 1 de
n tas do banco. Do centra da fabricacSo esta
inoeda era transpnrtada para 0 Tennessee 0 para
a Carolina do Norte, onde era posta em circulacao.
Tamhehi se fabrtcavam piastras falsas que eram
oxpedidas para Texas, por caixeiros viajante3 da
emore.-a. Entre os contrafactores prcos notam-
se pessoas de toda? as classes da socielade: ad
vogados, medicos, jnizes de paz, chefes de repar-
ids Estados-Unidos, e bom numero de negdenates.
Os mandados de prisao eXpedidos tinham sido em
numero de 90, organisando se, para os captnrar.
ilesti-aineotos de .;avallaria para explorarcnt 0
pi\' o eercarem ao mesmo tempo os centros da
enminosa industria divididos poruma extcusaode
IJ5 milhas sobre 57 de largn.
Sisenta dd3 eriminosos foram todos presos ao
mesmo tempo, e os trinta restantes sel-o-hao
tambem em breve.
I iir.i janniirza fara do sen ptalc
Os jornaes americanos dao noticia da cnegada a
S. Francis;o da CaKfbrnia da Srft. Yano, esposa
do encarregado dos negocios do JapSo em was-
hiogtoiva qual vaf juntarse a seu esptrto, allil
residenw: 0 facto merece meneao, pois ao que
parece.e a primeira mulher japohe a qtfe deixao
sen paiz para ir viver com seu marido em uma
regiao estrangeira.
tfilbutL-s tie aininha tie terra. A-
couipanhias de camioho de ferro de Franca resoi-
veram veudsris fabricas de papel os bithetesja
servidos, em vez de queima-los As referidasfa-
bricas pagam por elles um total de 16 a 18 mi!
francos por anno.
DauaascoK. No districto de Richmond de
Pliiladolph:a ( Estados-Unidos) ha uns oito mil tea-
res que tecem anaualmente 80 J mil jardas de da-
maseo de II Pode dUer-sc que, tenno media,
tecem por anno 4,k,800:000 jardas. 0 capital in-
vertido ncsla industria coasisto en 3,600:00'J
duros.
l.udrio obsHnado.-Um individuo de"
aspecto miseravel foi ievado perante um dos tri-
buoaes de Londres pelo crime de furto, raostrando
o cruninoso nao esiar disposto a negar o crime de
que 0 a;cusavam. Pravou se-lhe que eile tinha
ja estado preso por male de uma vez,
0 juiz perguntou-ihe e luilia alguma cousa a
allegar em ua defeza. 0 accusado respondeu que
nada tiaha a allegar.
0 juiz-Muito bem:; eaao pode dizer mais al-
guma cousa ;ilem disso 1
0 accusado (J que posse ac.vseentar t: que nao
me convent nais viver hoaaitamente. Acho qne
dsso de nada vale.
O juiz Vifto isso tenciona continuar no ofOcio
de ladrao?
(i accusado -Niaguem roe qner emuregar, e por
isso que hei do afaw i
0 juiz -Nao pode trabalhar "
OaecnsadoProcunei miis nae enoinlrei.
0 juiz declara que ae dispunha ae principio a
eondemna-lo a tres seiaanas de prisao. mas. em
sonseqaeneia ds paiavras que aeahava de ouvir,
tjuba obrigacao de o condemaar a seissemanas de
trabaJho* puLlicos.
0 cacador'de ratos ratine sc do am cspeto del
ferro tiroprio para introduzir nasoocij de /.oV)
habitnoao pro.Iilocia desus animaes-aecendc
a ma |'euca de estopt qr.e colloca no orfltein e
eaija j rato coni 0 cyto, ou ent5o.se csti.so sint'
asplnxiado pe(q lumu, prccipila-se pela sahida 1!
cahena ratoerra que ahi esta tambem collocada^
< Os ratos vivos sao vendidos aosdonos decaes
rateiros quo se ser vein d'elies para se exercitarem
os caes ou en tao para darem em sons easas um
desses e*()ee tacnlos tao predilectos aos inglezes,
em que centedares de vicdmas ficam mortas em
poucos mi-intos.
c 0 cacador de ratos-quando i feliz pode ga-
nhar de oito a-dez francos por noite. Quanto as
pelles desles animacs, e de todo oponto falso que
sirvam para a fabricacSo de luvas, corao se diz.
\ propositt* do praeessa Bazaine.
- A Gazel't de Moscow recorda, a proposito do
processo do marechal Bazaine, don casos em quo
a Russia entregou ai autoridades, para os punir,
dous commaiidantcs em chefe.
No reinado do rtar Miguel Fcodorowich, 0
boyard Scheiu foi condemnado a jiena de morte
por causa da capitulacao de Smolensk.
No reinado do imperador Alexandre I, durante
a guerra com a Saecia 0 almirantd Khan kow
encoairou, nao longe das ilnas do Aland, ires fra
gatas suecas, dis quaes poderia terse facilraente
apodefado, visto dispor de fori;as superiorcs.
As fragatas sueeas tinham, porem, sido vistas
n'uma soxta-feira, e 0 almirante, rcceiando dar
batalha n'um dia aziago, adiou a ac;io para 0 dia
seguinte. Durante a noite chegou uma esquadra
inglcra em soccorro dos navios suecos, e Kanikow
foi desbaratado e apouas p5do levar 03 restos da
sua esquadra para 0 porto de Roval.
0 almirante soffreuo castigo da sua superslicio.
sendo Ievado perante um conselho de guerra.. que
0 degradou. isto e, fazendo-o vollar ao posto de
simples marinheiro.
Can-list us la tiroes.-A policia de Bordeus,
no dizei de uma folha estrangoira, acaba de dar
um golpe de mestre. Foi sorprendida e captura-
da nada menos do que uma quadrilha de ladroes,
composta de hespanhoes carlistas, quo estavam
reuoidos em uma casa dos arrabaldos da cidade.
Encontrou-se alii um grande numero de relogios,
joia*, pistolas e rewoivers carregados, punhaes,
chaves falsas, etc
Um dos malleitores foi reconhecido, juntamente
com um outro, como autoF de um grande roubo
de joiws, ha tempo commettido. Os ban lidos nao
sahiam se nio armades at6 aos denies. No me-
mento da captura,uma mulher levava occultos um
rewolver e um pvtnhal. Apesar de associados, os
mnlfeitores tinham tres domicilios.
O caminuo de ferro ua cote-d'Or.
0 Times noticia que sir Garnet Wolceley parti-
cipou ao govcrno que a feitura de dm caminho
de ferro na -cote-d'Or enoonlra dilliculdades in-
venciveis. Por esse molivo 0 governo deu ordem
para ccssarem as remessas dos ratio para 0 novo
theatre da guerra de Africa.
I.otrria. V qne so acha a venda >' a 80' a
benelieio da igreja da Santa Cruz, a qual corre
no dia 33.
I.eiloes.Hoje, as II horas do dia effectua 0
agetile Martins 0 leiUo da laverna n. 6 na rua da
Honha.
O mesmo agente effectua, ao meiodia, no ar-
mazem da Feira Semanal 0 leiHo de joias, raoveis
e um tarro americano, tudo ao correr do mar-
teilo.
Casa de tleteneao.Movimenlo do dia
16 de dezembro de 1873;
Esistiam preso*, 309, entraram 3, sahio 1
existera 311.
A saber :
Nacionaes 235, mulheres M, esirangeiros 23.
eseravos 35, escravas 8.Total 311.
Alimentados a custa dos cofres puhlicos 211
Movimenlo da enfermina do dia 16 de' dezcm-
bro de 1873.
fiveram alia ".
lose .I aquim do Lima.
Juao de uliveira e Silva.
ieao Antonio da Cruz,
Francisco Pereira de Lyra.
Ceiiiiterie publico.Obituacio do dia 15
do eorrente.
Antonio, pardo* Pernambuco, 5 mzes. S Anto-
nio ; diarrhea.
Severina Maria do Sacramento, parda, Pernam-
hnco, 19 annos, solteira, S. Jose; phtysica pul-
menar.
Tltereza Rosa Maria da Conceicao, parda, Per-
nambueo, 23 annos, solteira, Graca ; variolas.
Joao Antonio dos Santos, pardo, Pernambuco,
20 annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro H ;
variolas.
Rosa Luiza de Albuquerque, brancn, Alagoas,
fir> ,111, .- noso<)a. S ^^\ Jose, pardo, Pernambuco, 11 annos, S. Jose ;
variolas.
Luiz, escravo, preto, Pernambuco, 21 annos,
solteiro, Recife ; bexigas.
Amcelo Marques do Espirito Santo, preto. Ptr-
nambuco, 17 annos, solteiro, Graca ; variolas.
16 -
Herculano de Oliveira de Souza, braneo, Per
nambco, 24 annos, solteiro, BoaVisU, hospital
Pedro II ; variolas.
Vicente Jose do Bnrros, braneo, Pernambuco,
36 annos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ,
variolas.
Angelina Balbina de Lima, parda, 25 annos,
solteira, S. Antonio ; metrite.
Antonio, pardo, Pernambuco, I annos Boa-Vis-
ta 1 bexigas.
Ionocencio da Cunha, pardo, Pernanhuco, 68
annos, viuvo, Boa-Vista ; erysipela.
Jacintho da Cunha, pardo, Pera>mbuco, 70 an
nos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pelro H ; lesao
organica do coracao.
Maria da Luz, parda, Pernambuco, iO annos,
viuva, Boa-Vista, hospital Pedro II ; variolas.
Rosa Amelia, braca, Maranhao, SO Inezes; Boa'
Vista; interite.
Pedro, pardo, Pernambuco, 5 mezes, Recife ; es-
pasmo.
Civet commercid.
De Sorinhaem. Emlrgante Jose Alves de Fa
ms, cmbargado Jos6 Pereira de Araujo. Receb6-
ran) os rmbarg-is.
PAS3MRNS.
flo Sr. desembargaJor Silva Guiinar.les ao Sr.
djsembargador Lourenco Santiago 1
Appollacao commercial.
Do Recife.Appellante Manuel Zeferino de Sal-
les, como tutor de seus flttios, appeUados Bartho-
lomeo & G.
Ao Sr. desembarg.i lor Rels e Silva :
Appellajai commercial.
Appellante Gertrudes Gjr:,ina dos Pauos, ap-
pellado Maooel Eduvigem da Silva.
Do Sr, desemliargador Almeida Albuquerque aj
Sr. desembtrgatfor Accioli :
Appella^ao crime.
Dc Bora Jardim.Appellantes Bernardo Gomes
de Moura Coolraho e outros, appetlados Juvenal
Freire da Silva e outros.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
dseo>bargador Souza Leao :
Anpellacao commercial.
Appellantes Sa Leitao 4 Coimbra, appellado ad-
micistradoros da ranssa fallida de Manoel Jose Mar
tins Torres.
De S. Miguel.Appellante Jose Guedes Noguei-
ra, appellados Epaminondas da Rocha Vieira e
oulres.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des
embargador Neiva :
Appellaeao civel.
Do Aearacii.Appellante Antonio Gomes de
Albaqnerque, appellado Manoet Ferreira Pinho.
D'Arta. Appellante Joao Jose de Oliveira, ap
pellado Joao Victorino das Neves,
Do Bomto. Appellante Francisco Pio da Silva
Valenca, appellada D. Josepha Joaquina B. de
Mello.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador procurador da justica :
De Baturite. -Appellante Raymundo Gomes da
Frota, appellada a justica ; appellante 0 promoter,
appellado Antonio liezerra da Silva.
Diligencia civel.
Ao Sr. desembargador procurador da coroa:
Dia de apparecer.
Appellado Josd Antonio Fernandes Fradique,
appellante a fazenda nacional.
Assignou-se dia para juhjamento dos feito^
seguintcs:
Appcllacocs civcis.
Do Recife.Appellante Mathias Lopes da Costa
Maia, appellado Jose Maria de Castro.
De Cabaceiras.-Appellante Manoel da Trindado
Camello Pessoa, appellado Antonio Joaquim de
Vasconccllos.
Appellacao crime.
De Flores. Appellante 0 juizo, appellado Pedro
Francisco da Silva.
BISTRISVigOBS.
Aggravo de peticao.
AoSr. desembargador Domingues Silva :
Aggravaoto Francisco de Araujo Monteiro.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Recjrrente 0 juizo da Fortaleza, rccorrido Jose
Marianno de Araujo.
Ao Sr desembargador Regueira Costa :
Rccorrenle 0 juizo d* Floresla, recorrido capi-
lao Jose Goncalves Torres.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Recorrente 0 juizo da Escada, recorrido Fruc-
tuoso Dias Alves da Silva.
Ao Sr. desembargador Anujo Jorge:
Recorrente 0 juizo de Garanhun-, recorrido
Manoel Fernandes de Cafvalbo.
Encerrou-se a sessao a3 2 horas da tarde.
mmmmtk wm*mmmamm*mm
0 afieu;ado V. Exc. pode eondemnar me em
seis temanas ou m; se tiairer,- porem eu ndo
posso f..zer mitra <;ousa so nio roubar e tato
assim que em quanto eu viver roulMMa todns
e .piantas vezes me for:iwt> possivel.
Caea aos ra*os.Ld-se o seguioM na
Libe-li :
a Nuuca houve tantos rat* vm Pari-i eomo boje,
sendo isso devido sem Juvida A notavel dimiaui-
cio de caes e gates, de-que o* paviiwenies fizeram
urn granJe consumo durante o cerej. Et aba*-
danoia de roedores fer nsacer uroi indnatrta
pouco corrhwida, que n*>se eierfle sen5 de noite
e que e bastanle lucrativa ; vainua, pois, fal ar
def-"a industria, qdo cootiWe em- daT caea ao9
ratos.
(HHONICA JIUMIAR5L
mtiKi \n< da m:i.Ario.
SESSaO DE 16 DE DEZEMBRO DE*1873.
faiSIDBNCIA DO BUi. SB. CONSELHBIR0 CAKTA.N"
SANTIAGO.
Secretario Or. Virgtlio Coe'.ho.
A's 10 horas da manlu, presentes os Srs. des-
eutbargadores Silva Guimaraes, Almeida Albu-
querque, Keis e Silva, Doria, procurador da co-
roa, Domingues Silva, Regueira Costa, Souza Leao,
Araujo Jorge, faltando com causa os Srs. desem-
bargadores Lourenjio Santiago Aceioli e Noiva,
abrio-se a sessao.
JULOAHKNTOS.
Habeas corpus.
Pacientes Marques Santos & C. lnd.*f-?rio-se a
peticao em vista da informar.au.
Recursos crimes.
Recorrente 0 juizo de direito do Recife, recorri-
do o vigario Antonio Marques de Ca3lilha. Juizes
os Srs. desembargadores Silva Guimaraes, Arau-
jo Jorge e Regueira Costa.Adiado pela gravidade
da materia
Recorrente 0 juizo de direito de I tambe, recor-
rido Jose Silvestre de Araujo Silva. Jakes os Srs.
desembargadores Reis e Silva, Regueira Costa e
Araujo Jorge.Improcedente.
Aggravos de peticao.
Aggxavante D. Francisca Oiindina de Araujo
Beltrao. Juize* os Srs. -desembargadores Silva
Guimaraes, Domingaes Sifva e AriojO Jirge.
Negou se provimeiito.
Aggravante Joao Alves la Cruz. Juizes os Srs.
desembargadores ft'eise SHva,-Souza Leao e Sifva
Guimaraes.Deram provimento.
Aggravante teneote-coronet Manoel Joaquim do
Bego e Albuqnerqae. Jniees os Srs. desembarga-
dores Doria, Reis e Silva e Almeida ARmqaerqno.
Deu-se provimento.
Aggravante Thome Fernandes da Cunha AC.
Juizes os SVt. deserabargadoreses Souza IMo;
Doria e Regueira Costa NegoU se provlmenlO.
Aggravante D. Joaquina Nunes Pbttdefla de-Oli-
veira. JoJzes o< Srs. degemhargadores Araujo
Jorge, Reis e Sdva e Sonsa Lea^.-Megaram pro-
vimento.
AppeJIacues crimes.
De Cajazeiras. Appellante 0 juizo, appellado
Marcoli:io Antonio do Oliveira.Nullo 0 processo.
De Pakneira dos Indies. Appellante Luiz de
Barros Lima, appellada a jnsliea.A novo jury
De Flores.-Appellante 0 jufco appellado Flo-
rencio Vieira da Crut-Confinnouse a senlenoa
condemoatoria contra Joao Frliv da Craz e man- publica. dodja impr douse Florencio Vieira da Cruz a ncv? jury.
Appellacoes eiveis.
Do Brejo iU4iadre do Deoa.AppeiJantes Vi-
eente Ferre ra do Costn e otttros e appellados o*
mesmes app.il3nles. -Conflrmou-sg a sentenca onr
parte ,
Do Bnsife. -Appellante a companhia de trrlhos
urbano- de Apipucos, appellado Dr. Cosme
Perei ra, Couflrtnada a sentenca com
PABTE PQLITICA
PARiiuo :-o.\Mi<:itvAit
RFXIFE, 18 DE DRZEMBRO DK 1873.
E muito interessante a polilica dos liberaes re-
pnblicanos da Provincia, os quaes, intitulando-se
monarchistas do meio termo, nao olliam para a
Franca e a Hespanha com olhos de propagandis-
tas republicans, entretanto declaram quede-
hale-so era Franca uma questao de liberdado.*
Propagandistas republicanos seria:n elles, se
quizessem a repnblica tambem para d Brasil.
Nao somos pela republica no Rrasil ; de so-
bra lemo-lo dito e repetido.o
Os leitores vao apreeiar a sincendade dess'as
paiavras.
Em Franca nito temos duvida, s6 a republica e
a liberdade capaz ; so a republica trara uma or-
dem de consas duravel e tranquilisadora p")'a sor-
adltesSes da grande maioria nacicnal.
Prognosticam a censolidacao dessa forma de go-
verno sem abalos, nem violencias, por ser 0 statu
quo de bom .grade aceito pela grande maio-
ria.
a Eis aqui esta (dizem elles) porque somos pela
republica em Franca.
0 statu quo, e pois. em diflnitiva, a polilica dos
/"ouinciaitos.
Corao a republica existe actualmrnle em Franca,
sao elles em favor da mesma republica ; mas nnn-
ca por serem propagandistas.
Como tambem a monarchia existe aclualmente
no Brasil, sao elles a favor da monarchia, sempre
pelo commodo principio do sfafit quo, e nunca ja-
mais por serem propagandistas.
0 statu quo em Franca e a republica, logo s6 a
republica e a liberdade capaz, so a republica trara
uma ordem de cousas duravel e tranquilisadora,
so a republica reune as adhesdes da grande
maioria nacional.
0 statu quo no Brasil 6 a monarchia, logo, s6 a
monarc ia e a liberdade capaz, etc., etc.
t Na Hespanha a monarchia Bourbon ja esta
experimental e condemnada e a abdicacao de
Amadeu I, parece symbolisar a impotencia da mo-
narchia constiluciooal para aquelle povo.
A republica e que ainda nao -foi cxperimenta-
da, nio se desacreditou, nem se revelou impoten-
te essa republica do grande Castellar.
< Eis tambem porque ainda ale hoje affigura
se-nos a republica como mais seductora esfvrad-
(a para a cavalheirosa palria do Cid.
c Nao pare^a osiranhavel que assim pensemos,
Dos liberaes monarchistas no Brasil
Esta ultima coarctada bem denuncia os scnti-
mentos reservados e inlimos dos monarchistas
provincianos ; sao elles os proprios que se con
IfUUM
Aceitam a republica em Franga, por ser 0 statu
quo, aceitam na tambem na Hespanha pela mes-
in 1 razao, essa repunli'ca do grande Castellar, que
se Ihes affigura como a mais seductora esperanca
para a cavalheirosa patria do Cid.
Desde qtte a monarchia em Hestetbita foi ja ex-
perimenlada 0 condemnada e acha-so irtipotente
para aqnelle povo, nao re;ta sedao 0 statu quo da
republica, logo os provincianos sao a favor da reprl-
blica alii, nao por serem propagandistas, mas par
que a republica existe.
Ha amda uma razao particular, para qtte 03 pn-
bhcistas da Provincia applaudam a repnblica da
Hespanha, por ser ella a republica do grande
Castellar, 0 sol da democtacia moderna, 0 Paulo
lo apostolado da liberdade.
1 A republica do Castellar 0 uma especialidade,
e uma repnblica sui generis para a Hespanha ; a
republica de Thiors e de out ra natureza, e tam-
bem uma republica sui generis para a Franca.
Em um como em outro caso a republica e a
realidade, 6 0 statu quo a. por tanto a liberdade.
! Isso de ser propagandista de formas de gover-
no apreciadas e disculidas cm absoluto, ja nao tem
irttereise no entendr dos publtcistas da Pj-o-
Em these tudo se pode ser republicano, mo-
harclilsta, absolulista. Isto nada significa ; a hy-
pothese que 0 a cousa.
Republicano alii, monarChista aqni, ab'olutista
ae^la, vive se vjda folaada e millagrosa, vida de
jeiuita, para quem nada ha de absolute ;-de modo
f ue os pr viiteiann% sao sempre Jsho ; qaerem a
monarchia aqui, a republica ou a liberdade acoft:
Perfeltimehte como 0 jesaita, os provincian s n3o
lid araigos de ningoem, nem do nada.
Os jesuitas nao teem priucipios geraes, nem the-
ses anstractas e absolutas; as suas quest3es resol-
vem-se sempre pda> hypottieses, como aconfeee
ewetameste com os vrovinetuaos, os quaes a for-
ca de eondeninareffl os jwnitas, apreBaeram per-
i3itaraenle as safjit5 rtje, logfca-hypneresia.
Na China, no Isfaci. rta lrrghRTfa o Jesuita quer
a igreja livre no estado livre ; pa Hespanha, na
): uis*; ni'PAAffd'M pfotlnttioiios qQerem 1 re-
nao impsram, lilwrdadade.
A ufHforencia de uma forma de governo e
cousa de quo se nio pode Iratar com resultado
oration, sem ttr-se em vista 0 paiz, a qae se refira
l questao t
Sequlzerdes saber qual- 6 a forma do governo,
quo de preferencia 0 uiellwineolc se cuaduoe
de Sajeom um pvo, basla recorrer ao mterium dos
declarafao. provincianos
Por exemplo :
Qual 6 a melhor forma de govcrno para a Fran
ca, Hespanha. e BoJsaa .'
Resposti: E' a republica.
Qual e a melhor forma para a Inglaterra, Bel
gica, Portugal, Austria, Prussia, Italia I
Resposta : E' a monarchia.
Qual e ainda a melhor forma de governo para
as nacSes plalinas c para as nacoes norte-ameri-
canas ?
Resposta : E' a republica.
Qual e hnalmente a melhor forma para 0
Brasil ?
Resposta : e a monarchia.
E quem vos forneceu esso miraculoso aiterium
para resolverdes com tamanha exactidao unu con-
troveisia tao ronhidamente disputada e que tem
feito] 0 desespero dos philosophos mais sabios e
pub icistas mais eminentes ?
Esse criterium 6 0 statu quo dos redaclores da
Provincia, a saber :
A monarchia e a melhor e a mais adaptada for-
ma para os paises monarchicos ; a republica para
os republicanos; 0 statu quo e que deve regu
lar.
Os prot'iacianos, dizcra ;
t Somos pela republica em Franca e na Hespa-
nha, pelo mesmo motive porque somos pela mo-
narchia na Inglaterra, na Belgica, na Italia.
Sim, nao haja duvida, e 0 mesmo motivo do statu
quo.
Os provincianos 3S0 monarchistas no Brasil, por-
que acreditam na duracao desse statu quo e por-
que tambem nao perderam de lodo a esperanca de
serem chamados ao governo polo peder pessoal;
se p.irom, se Ihes apagar a fe, serao nesse caso re-
publicanos, porque nao sendo elles propagandistas,
nao raorrem do amores nam dao preferencia a
essa ou aquella forma de governo, e que em abso-
luto ja nao tera interesse, no entender dos publi-
cistas modernos.
Esta questao de forma de governo so pode ser
tratada comresultado pratico, isto e, tendo em vis-
ta 0 Uatuo quo, que em definitiva e a mesma li-
berdade.
Entretanto os pmcitxeianos vao sempre atiran-
do as suas bombas bem certeiras: Napoleao era
despotic, Luiz Felippe rneticuioso e desconflado da
liberdade.
Reparem bem os leitores para a seguinto lirada
dos provincianos:
< Nao ulhamos, pois, para a Franca 0 a Hespa-
nha com olhos de propagandista republicano.
Vejam agora 0 reverso da medalha :
Alum disto, temos esperanca dc que 0 influxo
dessa nova ordem de cousas nesse paiz obrara si-
lutarmentc ulem dos Perineos e do mesmo modo
benefico estender se-ha por lodo 0 mundo cm betn
da causa do dtrei'o, da liherdade e do paz dos po
vos.
Os provinciaoos citam as seguintos paiavras de
um democrata francez :
No dia em que esposartnos franeamento a li
berdade, a resolu;ao estara acabada e 0 mundo in-
tern perlencerd a liberdade.
Eis ahi como sao liberaes monarchists esses
dyscolos da Provincia, que asseveram nao ser da
Lescola dos propagandistas republicanos I
Tem esperanca de que 0 miluxo republicano se
eslendera por tndo mundoem bent da causa do direi-
to, da liberd ale e da paz dos pocos fazem votos
pela realisaoao do prognostico do democrata fran-
ecz -i de que 0 mundo inleiro perlencerd d liber-
dade (a republica); elles mesmos declaram que -
E' a luz desse conceito (do demorrata francez)
que acompanham e apreciam quaesquer suecessos
politicoj em Franca e depois vem dizer-nos es-
ses innocenies provincianos que sao monar-
chistas liberaes ; que as questoes de forma, de
governo ja nio tem interesse e que nao sao pro-
pagandistas republicanos '.
Pensam os namorados que os mais lom 03 olhos
fechados.
Se podesse haver ainda alguma duvida sobre os
intuitos dos provinci mos, bastaria transcrever es-
sas suas paiavras :
a A nossa satisfacao pela face, que vao tomando
os acontecimentos politicos da Franca e da Hes-
panha, redobra ao cunsiderarmos us consequen-
cias do predotninio dos principios o|ipostos.
Desenganem se; pois e de uma vez, 03 redaeto
res da Provittcia, quo nao nos intimidam nem nos
enganam com a sua polilica de especulacao e de
negacas.
0 paiz bem os.conhece, para fazerlhes a jnsti-
5a, que mereccm.
A consciencia publica acha-se assas mbusteci-
da, para na > deixar-se sorprehender por suas ali
cantinas e subterfugios.
Vamos seguindo 0 nosso caminho.
AI'CROS n.SANCKIIIOS.
F." mu x i|WgiM>ln ..Am hontem, procurando ganhar fores de espiriluosa,
tratou da crise linaneeira, que atravessa a provin-
cia, fazendo por ella unico respousavel 0 Exm.
Sr. Dr. Lucena.
.Nao ha duvida :
Os Proeiaetaar-s, exacerbados e irriiados pela
sua immensa ma vontade contra 0 distincto admi-
nistrador desta provincia, perderam aflnal a cabe-
ca. Verdade e que ja se acham soffrendo uma
especie de mania, que os faz nao tirar da bocca 0
nome do Exm. Sr. Dr. Lucena, a quem acostuma-
ram-se a apontar chmo a causa de todos os males
reaes e apparentes. Coitados I Bem certo e que
as mas paixoes, quando exagendas, perturbam a
razao profundamente, produzmdo a alienacao men-
tal.
Sob a mesma epigraphe acima fallou tambem a
Provincia com inexactidao de uma proposta do
Banco do Brasil para a celebra;ao do empresthno
provincial de quatro mil contos autorisado.
Assim e qae disse a Provmeia que as condicoes
do emprestimo proposto foram -juros de 7 por
eento e prazo de vinte annos, quando foram juros
de 7 por cento, prazo de dez anms e nao amorti-
sacSo do eraprestrao ja feito pola provincia a juros
de 8 por cento. E' bom que os procincianos li-
quem sabeado das cousas como ellas -e passam,
para nao referi-las a sous leitores como bem Ihes
parece.
E, ao depoiS( dada por parte do Banco do Bra-
sil a condicao de nao ser resgatado 0 emprestimo
ja feito pela pro /incia a juros de 8 por cento ao
mesmo banco, nao procedeu main bem 0 Exm.
Sr. Dr. Lucena recusando-se a eontrahir o em-
prestimo de quatro mil contos auiorisado ? Nao
merece por isso Iouvore3 0 presideme, que tendo
em mira o bem da provincia, deixou de realisar
uma operacao do credito a mesma onerosa e, po-
de-se dizer, desvaotajosa ? Por certo que sim.
entrt as roais qneridas e afagadas reminis^neiaa
da vida daquellcs funcciomrTos, (
(D4 Jornai do Para). .
9IJ8UCAC0ES A PEDIDO.
. n
I'.ui't-rjMiiladcs eaiificailns porVv-
tsoslefto
Os mineiros que trabalhim em toda a classe de
minas, acbarao na sahaaarrilba de Bristol, urn*
salvaguarda segora onlra todos os desmanchos*
inherentes 4 uma vida do priva^Bes e conti-
ULadas exposicBes taes, como '. rheumatismo,
dyspepsia, febres intermittentes e biliosss,
affeccao do flgado, abcossos, ulceras, intlam-
macSes glandulares, cirupcoe?, nevralgia, mo-
lestias ventrcas, etc. -Eb todos os casos-ainda
mesmo que so tenham aggravado por desmazelo
garantese a mais complela cura.Todo aquelle
que a toma de vez em qoando como preventivo,
rortalece seu systemi contra as enfermidades, vi-
gora e augmenla as forijas vitaes ate tal poato,
que e precise ve lo para cre-lo. Um medico emi-
nente declarou que ella se aproxima a esse fabu-
loso elixir da vida, mais do que nenhumjoutro re-
medio conhecido. A salsaparrilha de Bristol acha-
se a venda cm toda a pane do mundo civilisado,
em todas as principaes boticas e lojas de drogas.
Graudcs verdutlea tleitfro d'ttm
peqnnno t^ouipasso.
A substancia de volumes dc conselbos medicos,
podem facilmente ser condemsados em uma so
sentenja, a saber: conservese 0 apparelho diges-
livo n'um estado vigoroso, 0 venire livre e decem-
pachado, e 0 figado n'um estado do perfeita accao.
Porem, a questao esta, de que maneira se ha !'
conseguir is3o ? Embora difDcil c embara^ada
que pareca a resposta, comtudo, qualquer horaem
ou mulher conhecem as virtudes das pilulas as-
sucaradas de Bristol, podem vos informar promp-
tamente. As suas extraordinarias virtudes medi-
einaes abrangem toJas as enfermidades. Esta 0
estomago fraeo e apathies ? Ellas Ihe dao vigor
e actividsde. Acha-se 0 ventre n'um estado cons-
tricto? Ellas 0 relacham e o tornam regular
Acha se 0 figado merte ou n'um estado congest!v.. f
Ellas pron.ptamento pramovem a sua actividade
natural. A sua principal obrigacao e de reSlitnir
0 systeraa a um estado natural", sem empregar
ou usar desnecessaria forca, sem causar as mini-
mas dores, ou nausaes revoltantes; e tndd isfo
ellas fazem, e muito mais ainda. Em t>-dos os
casos de moleslias d'uma natureza complicada e
que affectam a pelle, os musculos, a carne e as
glandulas, em taes casos dever-se-ha toraar esse
grande desobstruente, a salsaparrilha de Bristol.
a qual juntamente com as pilulas, promoveme
aceeleram uma prompla cura. As pilulas vao
mcttidas dentro de .idnnhos, e por isso a sua con-
servacao 6 duradora em todos es climas.
Para todos.
A casa.mortuaria de Paula & Mafra con-
tiniia a bem servir ao publico, em quantos
satis proprietaries ou sao dcfcriJos no. re-
curso que intcrpOem ao conselho d'estado
contra 0 monopolio concedido a outretn, ou
sao a contento indemnisados pelos monopo-
listas. E para que ninguem se illuda a res-
peito, scientificamao respeitavel publico que
se acham providos do material necessario e
com carros novos.
H*
COMMERCIH.
PttAUA DO RECIFS 17 DE DEZEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TAHDK.
CotM$des fDciaes.
Algodfio em fardos-Faro garantido 7|500 ;kjt
IS kilos, hontem.
Algodiiodo Rio Grande do Norte 73300 por !">
fcltti*, hoje.
Desconto de letras 15 OiO ao anno.
i.eal Seve
Pelo pnsidente.
P. J. hnto
Pelo secretario-.
aaodimemofd'
Idem do dia 17
ALFANPEGA
dit I a 16 .
iiiti:Ii'i*.M'i
42:301*436
Provincia (\o Para
'I'eiNtcmuiilio tie st-titliio.
Fraternisados por sentimento de muito reconhe-
eiraento e gratidao, deliberaram os empregados da
seGretaria do governo ofTerecer ao Exm. Sr. Dr.
Antonio dos Passos Miranda um qu.idro conten lo
0 retrato de S. Exc. rodeado pelos daquelles func-
eionarios.
E com 0 fim de cntrega lo dirigirara se ante-
houtera, as 9 horas da manha, ao palacete onde
actualmente reside 0 illustrado Dr., e, ahi chega-
dos, 0 Sr. official maior daquelia .-epartijao Joao
Ignacio Gomes em uma mui significativa allocu-
S110 agradeceu as innumeras e reitcradas provas
0 consideracAO, amisade e bondade -?om que S.
Exc. distinguio sempre os mesmos empregados
durante 0 tempo em que mui habilmente exerccu
0 importante cargo de secretario desta pro-
vincia.
S. Exc, ao reeeber tao expressiva otTerfa, agra-
deceu-a nestes terinos :
Agradeco do intimo do coracao a prova de
verdadeira estiraa que me acaba de ser dada pe-
los Srs. empregados da secretaria da presidencia,
meus dedicadoe companheiros de '.raba'.hos duran-
te maisde quatro annos.
t Realmente a vossa sympafhia Dao se podia
manifeslar ile um modo mais single e expressivo,
do que offerecendo este quadro, onde vos collo-
castes em turno de mira: atteslaodo, assim, a
uniiio que sempro entre nos reinou.
Crede, Srs., que era qnalquer lugar para on-
de me levar 0 destrao me recordarel com viva
saudade de vos, quo me prestaste-, sempre, du-
rante o exercicio do meu espinhosc ;argd nesta
provincia, uma cooperacao leai.
Levo grafas recordacoes desta ierra'*bonCoa-
da onde cumecei a vida publica mas BcSi cer-
tos de qu* vBs ocoapareis um d.is prirdelfcA In-
gares na miHha li-ta da saudade.:
A offerta e na verdade a mais simples e mo
desta possivel; porein nenhuma outra podera
traduzir mais ao vivo -a gratidio e reeonheci-
mento dos Srs empregados da se'eYeJana do go
verno para com sen chefe e companheiro de tra-
balho.
U'h tal quidro Q,cortament-,; rcjompensa con-]:
digna de "sentiineiHds'qilc hao de sempfe" ftgflart'
688446/0:10
Descarregam hoje 18 de dezembro.
Barca portogueza Arabelft pedras para *
trapiche ConeeiWto, para despaehar.
Barca Tranccza JMaartcfrn sal ji despacha-
do para terra.
Patachb inglezBritania baoalhao ja despacha-
do para 0 trapiche Conceicao.
Patacho inglez Queen of Hranly bacalhao ji
despachado para 0 trapiche Conceicio.
Barca ingleza Dofa diversos generos para
alfandega e carvao ja despachRdo para
0 caes do Apollo.
Barca ingleza -Culdubanhbacalhao ja despacha-
do para trapiche Conceicao.
Barca ingleza Jane Maria mercadorias para
alfandega.
Patacho nacional Jaboaldo aduelas ja des-
pamotl para 0 caes do Apollo.
)F8PACH0S DE EXPORTACAO NO DIA 16 DE
DEZEMBRO DE 1873.
Para os vortos do exterior.
Na barca franceza Sphere, para Liverpool.
carregaram : G. Neesen A C. 47 fardor com 7,077
kilos de algodio.
No lugar allemao Alemania, para 0 Canal,
carregaram : G. Neesen & C. 122 saccas com
9,036 kilos de algodao.
Na barca franceza. Fidelite, para 0 Havre,
carregaram : Keller 4 C. 240 couros salga*oc
com 1,880 dttos.
Ndnavio portnguez D. Anna, para Lisb.ia.
carregaram : S. Guimarles A C. 150 saccos com
11,236-kilos de assnear braneo e 330 iitdscom
26,230 ditos de dito masc.ivado; A. Cordeiro '351
courts salgados com 4,212 kilos.
Na barca porlugueza Gratidao, para Lisfeai,
carregou : A. Cordeiro 100 saccos com 7,501)
kilos de assnear mascavado.
No brigue pbrtuguez Cotele, para Lisboa,
carregou : L. J. S. Guimaraes 700 saccos cem
52,o00 kilos de a3sncar mascavado
No brigue portuguez Soberano, para Lisboa,
carregaram : P. Carheiro A C. 410 couros salga-
dos com 4,920 kilos.
No brigue americano Galino, para S. Mi-
guel, carregou : F. T. Botelho 1 barrica com 32
kilos de caTe'e 2 ditas com 173 ditos de assntaf
branao. t
No brigue brasileiro Infeliz, para 0 Rio da
Praia,-carregou : A. de Oliveira Leite 306barri-
cas com 40,207 kilos d3 assnear braneo e 106
ditas com 12,120 ditos de dito raasCavado.
Para os portos do interior.
Para 0 Rio Grande do Sui, na barca bras i-
leira Andrade Neves, carregaram : Oliveira Ftlhos
k C. 60 saccos com 4,500 kilos de assnear bradco
e l-'i tir.rris coni 1,440 litres de sguardente.
Para 0 Rio de Janeiro, no patacho nacional
Rival, carregou ; A. Loyo 800 saccos com 60;600
kilos de assucar braneo.
Para 0 Rio Grande de Sui, no brigue bras
leiro PrbvUencia, carregori : M. J. da Sffvelrti 10
pipas coin 4,800 litros de aguardenfe.
- Para Macao, no his.te brasileiro Leonilla,
carregaram : B. J. Pereira 4 Irraao 1 barrica com
60 kilos de assucar braneo.
Para a Pafahyba, na barcaca S. Benedlcto,
carregou : B. Maehado (ioelho 2 caixas com 30
kilos de doce.
Para Macao, na barcaca Triumpho, tprre-
gou : M. J. Rodrigues 2 barricas com 120 kiio-
3e assucar braneo.
Para Villa da Penha na barcaca GralidCu,
carregaram : J. da Costa Gagelro 4 barricas .eotn
6if kilos de assnear refinado ; B. F. Guimarfe? 1
sacco com 30 dRos de dito ; J. M. B'asios PilK?i
4 C 4 ditos com 240 ditos de dito.
Para Villa dk Penha, DA barcaca itfstica Ci-
dade, carregou : B. F Guimaraea 4 barricas cont
270 kilos de assucar braneo.
CAPATAZlA DA ALFANPEGA
Reodimento do dia 1 a 16 ii:98!M40?<
iddA do dia 17 ... 863*242
l!854*6fi7
ki dia 1 a '{fr
?rirauij
^egaada port
rtrceira porta'
Oaarta p*rta .
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a acelflo ... 3,43?
1 >

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. SERVr.0 MARITIMO
* aiwceniras toiearregadas no tra;
alfiadegs..to du 1 a 16 .
^^ No dia 17
NaMnatraeadjsno trap, da atfanciega
Alvarengas .
Wo p"apicbe Conceiejto ,' .
-2
Is
JtECEBEDORIA DE RBNDA* IHTSfLNAS OB-
R.AES DE PERNAHBUCO
ttendimeoto dn dia 1 a 16. 40:221865?
idem do dia 17. 923*021
.0 procurator fiscal da thesourana provincial de Pernambueo declara aos contribum
dos imposto* de doeima,^&Unortnta. 208 por mascates, e sobre carros e carrocas, a cargo da Capitao Jose
61lctoriaaeGoyanna,do exqftieio to M7I-1B73, que Ihes flea marcado oprazo improrogavelde 30 mes Tavares, tm
as, a eontar da publica^So aeste,'na conformidade da lei n. 891, art. 53, para sQlieitarem da seccao do Dr. Antonio Goftcilfa rrcemribMrM Perrei-
uiiencioso asjaaneffidyas guias, afim do reeolhereio seus debitos provenientei dos niasmoi im- ra Loureiro, Estevao Jorga. Baptista. capitao de
Proio fazendo dentro deste prazo, proceder-se-na a cdbranca judicialmente; Iragata Francisco Romano StepTe da Silva Joao
Iterenea Corrta, Anastsrio JoSe da CoMa, tenen-
te Manoel Estanislno da Cos*,
pMlcanto*-se MriHllo a relacao des devedores abaixo~ transcripta.
Seccao to contencioso provincial de Pernambueo, 12 de dezembro de 1873.
0 procurador fiscal inlerino,
Migu.il Jose" de Almeida PemiwbucQ.
Wl|f iio 4a iinda acliva do exercicio de 1872 d 1873, proveniente dos impostos da mtma,4,8 e B
par cento, 201000 sjbre maseates, e inposto de carrot e carrogas
COLLECTORS DE GOYANNA.
Decima
41:1418674
CONSULADO PR0T1NC1AL
teudimeato do dia I a 16 165:885*003
Idem to dia 17...... 9:958*112
li5:*438H5

^^.jsawj^a
MOVIMENTO 98 P0RT8.
-\avio entrado no dia 17.
Barcelona52 dias, sumaca hespanhola Paula, to
254 toueladas, capitao Franejsco Marhtaay, car-
ga vinho ; a Amorira Irma \ C.
Navios saJiidos no mesmo dia.
Rio da Prata barca brasileira S. Jose, capitao
Costa, carga assucar.
Canalbarca franceza Anna Maria, eapitao Prado,
earjaassucar.
EWTMS.
Eilital
n. lOI
Pela inspectoria da alfandega de Pernambueo 36
faz publico que as II boras da manha do dia 20
do corrente, a porta desta reparticao, se ba de
arreraatar livres de direitos e sujeitas ao imppsto
da capatazia, as mercadorias abaixo declaradas,
annunciadas a consumo por edital n. i6, e que toi-
xaram de ser despachadas denlro do prazo mar-
cado.
Trapichc Conceiiao.
Marca estrella 127 canastras com alhos com
principio de avaria, pesando 2.349 kilos, vindas do
Porto in barca portugueza Vencedora, descarre-
gadas em 16 de julho do corrente anno, e avaiia-
das por 56600.
Idem T -31 ditas idem idem, pesando 657 ki-
los, avaiiadas por 43*300.
Idem JCS 35 ditas idem idem, pesando 700
kilos, avaiiadas por 468666.
Idem ACS 63 ditas idem idem, pesando 1,049
kilos, avaiiadas por 694933.
Idem X 30 ditas idem, na barca portugueza
Suva Sympalhia, descarregadas em 12 de agosto
passado, pesando 582 kilos, avaiiadas p'or 72*7oi>.
Sem marca 116 ditas idem idem, pesando
1,604 kilos, av?ltadas por 2008500.
Marca SN150.ditas idem no vapor portuguez
Julio Diniz, toscarregadas em 23 da agosto pas-
sado, pesando 3,000 kilos, e avaiiadas por 4 08.
Mem T 116 ditas idem idem, pesando 2,668
kilos, avaiiadas por 3538733.
Idem JM 50 ditas idem idem, pe.;anJo 1,100
kilos, avaiiadas por 1468666.
Idem C 197 ditas idem idem, pesando 4,255
Mlos, avaiiadas por 5678.
Alfandega de Pernambueo, 15 de dezembro do
1873.
0 inspector,
Fabio A. de C. Reis.
Edital n. 107.
Pela inspectoria da alfandega se raz publico que
;$ 11 horas da manha do dia 22 do corrente se
ha de arremitar, livres de direitos, ;is portas des-
ta repartieao, por serera sujeitas a corrupcSo as
mercadorias abiixo declaradas, apprehendidas no
ilia 17 do mez de novembro Undo em uma canoa
om sal.
Marca Letreiro. Urn sacco com quiDze caixi-
nbas com tigos seccos.
Marca *' -Dots caixas com 23 caixinhas de di-
ts ditos, pesando tudo, liquido legal, noventa ki-
logramojas, avaliado por 28700.
Idem Du is caixas com 120 latas com raassa de"
tomato, pesando 53 kilos, avaliado por 1008686.
Marca Letreiro -Tres latas com 31 kilos de con-
i^tos (doee nao fs;>eciflcados) avaiiadas por___
778153.
0 inspector,
.__________________Fabio A. de C. Reis.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin
cial, em cumprimento do acto do Ejm. Sr. com-
mendalor presidente da provincia, de 4 do'mez
corrente, nianda fazer publico que, na mesma
thesouraria. acha se aberta a inscrip^ao de apoli-
to divila provincial, ao par,.vencendo o juro
! 7 por cento ao anno, ate a importancia de mil
contoa de reis.
Secr>-laria da thesouraria provincial de Pornara-
hiico, em 13 do dezembro de 1873.
Victoriano J M. Palhares,
Offlcial-maior interino
i' Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacorda,
juiz do direito especial do commercio nes-
ta cidade do Recife de Pernambueo, por
S. M. o Imperador, a quern Deus guarde,
etc.
Fa?o saber pelo presente, que cos termos do
: 1869, tontro do prazo de 30 dias, contados da pn-
blicac o deste edital reeebera este juizo propostas
n cartas fechada* para arrematajao por venda
da parte do escravo de nome J^suino.'de cdr par
la, por 2005000 dita parte. sendo o valor total do
ntosmo escravo de 1:4008000. 0 qual 6 perten-
ente a massa fallida de Manoel de Souza Carnei-
ro Pimpi", e se acha dito escravo em poder de
Manoel Juaquim Alves.
E para que chegue ao conhecimento de
los, mandei passar o presente edital, que
i-ra aflixado nos lugares do costume e pu-
hlicado pels jornaes.
Dado e passarlo nesta cidade do Recife de
Pernambueo, aos 13 dias do mez de dezem-
bro de 1873.
Eu, Mnoel Maria Rodrigues do Naaci-
nto, escrivao o subscrevi
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
Cousulado provincial
Para sciencia dos contribuintes do imposto
11 decim i urbana e OS effeitos legaes, se publica
em seguida as .literacies verificadas no lan^amKnto
dimesmi imposto no coiTente anno financeiro de
1873 -1874, ficando aberto o prazo as reclama-
pes, que porventura possimtera fazer osinteres-
ilis, na forn. da lei e regulamentos respec-
tivoc
Aitenicoes feitas no lancaraento da decima urbana
da frHiiU'Hia do Poco da Pauells, no exereicio
1873 (874, pelo lincador Izidro T. Mattos
Ferrsira.
Largo do Apipucos.
X. 18. Francisco Marques da Silva Men-
des, uma aiah terrea arrondada por 1444
X. 3'. Friocisio Alvas Monteiro Junior.
uma casa terr*a.por 1448
v :8fl. Jose Damingues Maia, uma easa
terrea por 8X|
Travessa da Lade,ira.
X. 1 C F'aucisco Ignasio de OliVeira,
nma casa terrea p'.r 800|
Estrada para o angenho.
\. 2. Francisw-fiffnaifo iMooteiro, uma
casa tej-rea dividida em tres, tado ava-
liado por 600*
N. i. ft-imwW) aw *o ton** da por 3008
X. 12 A. Jin6 de Olivalra, uma casa ter-
rea occipada pelo mesmo, avaliada por 200#
X. 1. Manoel Lniz de Mello, uma casa
terwa com sotao arrendada pur 500|j
Prfceira tetAo jo ionsatodo prvi*al, it6 di
toaedfcro W73.
0 i'toh,
Eduardo Augusto d'Oliueira.
Britain. 109
Pelt twweetnria da alfandega se faz aerente pa>
r: os evid' affeitos, aes intere lu^iesapnreiicndidos em nma canoi total,-no din
17 do mifusi*ao, am p^
inspecturia te-if-to corrent
a auprehensao dos me
intoga tlfl Pernambueo, 17
0 I!
Fabio A, de CarvalhoReis.
c C
c
ifiroto*
z
'. lprador a. 3. Luiz Cavalcante
e Souza
Diteu. 7. Simplicio Tavares de Mello
Poatado'Pedras. 0 mesmo
Imperador. Os herdeiros do barJo de Bujarv
Dita. Os mesmos
Dita. Os mesmos
Dita n. 13. Aogelo Miguel de Souza
teceo de Foneeca. 0 mesmo
Bito n. 3. O nwsmo
Imperador n. 31 Jose Antonio Pinheiro e D. Jo-
sepha Maria de Jesus.Coulinho, sobrado
Dita n. 45. Jose Joaqaim da Rofcha Farias
Dita n. 47. O mesmo
Din n. 49. O mesmo
Dita n. 67. Manoel Goocalves Xunes Machado
Diu n. 69. 0 mesmo
Dita n. 71. Joaquim de Mattos Alcantilado Ro-
cbedo
Dita n. 76. Os herdeiros de Benlo Jose das Neves
Wanderley
Convento do Carmo
2 a 8 S '3 m s ^5
de Albuquerque II n 328400 25916 8972
11 u 288030 28527 8842
s
258920 28332
8777
36*288
318449
29*029
Tiiomaz Antonio Guimaraes
0 mesmo
iario do Herval n. 1.
Dita n. 3. 0 mesmo
Dita n.S. 0 mesmo
Dita n. 7. 0 mesmo
Dita a. 9. 0 mesmo
Dita n. 11. 0 mesmo
Dita n. 13. 0 mesmo ,
Dita n. 15. 0 mesmo
Dita n. 17. 0 mesmo
Dita n. 19. U mesmo
Ditan. 21. 0 mesmo
Dita n. 23. 0 mesmo
Dita n. 8. Januario Jose de Sant'Aona
Dita n. 10. 0 me3mo
Atraz do Convehto do Carmo. 0 mesmo
Dita 0 mesmo
Barao do Herval n. 23. A preta Thereza
Dita n. 43. Francisco Evaristo Escorel
Dita n. 51. Francisco Jose Brandao
Dita n. 55. 0 m^smo
Augusta n. 26. 0 mesmo
Conde d'Eu n. 27, Vieira Junior & IrmSo
Barao de Petropolis. n. 43. 0 mesmo
Ditan. 45. 0 mesmo
Becco da Pangoa. 0 mesmo
Dito. O meaiiKi
Dito. 0 mesmo
Dito. 0 mesmo
Dito. 0 mesmo
Nova n 92. 0 mesmo
Conde u'Ku n. 19. Manoel Vieira Uernardes
Dita n. 27. Os herdeiros do padre Jose Paulino
Barao de Petropolis n. 51. Os mesmos
Imperador n 44. Os herdeiros do padre Jose Pau-
lino
Conde d'Eu n. 31. Martins Gomes de Souza
ViracAo. 0 mesmo
"Ha. 0 mesmo
Dita. 0 mesmo
Omde d'Eu n. 35.
Iteceo do Vigario.
Dito. 0 mesmo
Coude d'Eu n. 37. Antonio de Arruda Camara
Dito n 109. Joaquim Jose da Costa Leite
Barao de Petropolis n. 41. D. Josepha Maria de
Jesus Coutinho
Dita n. 56. Joao Gomes de Souza
Becco de Jose Caetano n. 16. 0 mesmo
Augusta n. 4. 0 mesmo
- iracao n. 43. 0 mesmo
Poco do Rei. 0 mesmo
Petropolis. Os herdeiros de Nazarida Maria da
Conceicao
Dita n. 73. Joao Baptista de Macedo
Becco do PaogOa. Jos6 Antonio de Albuquer-
*traz do Carmo. Jose Maria do Amparo
Larangeiras n. 30. Anna Maria da Conceicao .
Duque de Caxias n. 21. 0 vigario Manoel Pauli-
no de Souza
Dita n. 32. Francisco Bezerra
Dita n. 37 Os herdeiros de Carolina do Espirito
Santo
Dita n. 38. Manoel Florentino Barboza
Dita n. 43. Josepha, herdeira de Anna Felippa
Cavalcante n. 11. Caetano Tavares Cirreia da
Silva
Becco de Jose Caetano n. 14. 0 mesmo
Cavalcante n. l6\ 11 tJoins de Joaquim da Silva
Barboza e Jose Bernardo
Dito n. 18. Francisco Guedes do Espirito Santo
Poco do Rei. 0 mesmo
Atraz do Amparo n. 76. 0 mesmo
S. Thereza n. 17. 0 mesmo
Nova n. 78. 0 mesmo
Viracao. 0 mesmo
Becco do padre Reinado n. 7. Joao Lopes de Mo-
raes
Dito n. 14. Antonio Peroira da CoBceicao
Dito n. 20. Francisco Ribeiro da Cosfa
Becco do Foneeca n. 8. Suturnino Antonio Leite
Dito n. 26. Padre Manoel Vicente dos iantos
Baixintaa n. 1. Andre Peres Visgueiro
Conceicao n. 60. 0 mesmo
Atraz do Amfiaro n. 38. 0 mesmo
Baixinha n. 2i. Os herdeiros de Maria das Dores
Augusta n. 16. Maria
Dita n. 20. Miguel Gonpalves Rodrigues Franca
Dita n. 22. Os herdeiros da Jose Gomes de Albu-
querque
Dita n, 23. Francisco Manoel de Assis
Imperatriz n. 27. Padre Antonio Ferreira Branco
Dita n. 46 Padre Antonio dos Santos
Becco de Jose Caetano n. 2. Gabriel Joaquim
Guedes
Dito h. 5. Os berleiris de Joao da Costa Villar
Dito n 6. Francisca Leopoldina
Conceicao n 1. Antonia Maria Josepha dos Pra-
zere?
Nossa Senhora do 0'. -A me>ma
Conceicao n. 5. A irmandade jde Nossa Senhora
da Conceic3o
Viracao n. 37. A rae3ma
Dita n. 32. A mesma
Dita n. 16. Maria
30*240 28721 *967 33*863
17*2*0 1*555 *518 198353
288080 2*527 8842 314449
90*090 8*106 .2*700 100*800
10*800 *972 *324 12*696
21*600 1*944 ol).fr *i K / 24*992
106*920 98622
3*907
1198749
518840 4*665 1*555 588060
68480 8383 *194 7*257
18*009 1*620 *540 20*160
23*760 2*138
*712
26*610
83*16)
60J6W
7*48i
5*994
57*240 5*151
43*200 3*883
49*680
21*600
12*960
10*800
4*471
18944
U1G6
8972
458360 48088
28494
1*993
1*717
1*296
18490
*388
8324
1*360
93*138
74*592
64*108
48*384
65*641
24*192
14*314
12*006
5*580 17*280 8502 1*555 8167 8518 6*240 19*353
28 '60 5*4 JO OM 8194 8486 8061 *162 4*8Jy 284'8 6*048
88640 4*320 8777 *388 82o9 *129 94676 4*837
58580 3*240 5*403 *502 8291 *486 5160 *097 *162 6*249 3*628 68048
20*520 1*846 *615 228981
6*480 *333 8194 78257
Rn-
ieira de
,. oapitao Manoel
Marques de Abreu Porto, capitto J, Agripino Fur-
tado de Mendon$a, alferes Jose Pedro dos Santos
Neves, Balthazar Jose dos Reis, Jdse Jeronymo de
Albuquerque Maranhao, tenente Joao Antonio da
Costa Moreira, Joaquim Anastacio da Cunha, ca-
Siitao Manoel do Nasoimento Aranjo, Antonio
too de Andrade Luna e padre Miguel Vieir
Barros Marreja.
Supntenler
Capitulino Goncalves Lessa, Autonlo Francisco
das Neves, Manoel Joaquim da Silva RIoj, Joa-
quim Mauricio Lins, Pedro Jose do Siquelra,
Eduardo Duarte Rodrigues, Jos6 Pedro Vaz de
Ollveira, Joao Marinho de Araujo, Caetano da
Costa Moreira, Francisco Felix Goncalves, Jose
Luia Serra Cavalcante, Manoel Mendes da Crux
Gufaaries, Antonio Cardsso Ayres, Joao Fran-
fiseo de Carvalho Junior, Jose Joaquim Fernan -
des, Antonio Alves de Souia, Caetano Jose da
Fonte, Manoel J> se da Foneeca Mario, Francisco
Josto Alves, Marcos Francisco de Paula Reis, Sit
vino Antonio Rodrigues e Francisco Fernandes de
Mello.
E para eonstar mandei passar o presente que
sera aflixado no lugar mais puolico desta fregue-
zia e publicadg pela imprensa.
Dado e passado nesta freguezia de S. Frei Pedro
Goncalvdl da cidadfe do Recife. 16 de ilezeuibro de
l7*
Eu, Inoocencio da Cuaha GayJnnV escrivao
o subscrevi.
Jose Pedro das Neves.
_____________Jqiz de paz presidente.
Edital n. 108
Pela inspectoria da alfandega de Pernambueo se
faz puMico, que as 11 horas do dia 19 do corrente
se ba to arrematar a jorta de-ta repartiQao uma
pori;3o de tijolos inteiros e qnebrados, provonien-
tes da deavdi^o que se fez do ailtigo armazem de
algodao pertencente a fazehda.
Alfandega de Pernambueo, 17 do dezembro de
1873.
0 inspector
Fabio A. de C. Reis
m>
BFCtARACSe.
SANTA CASA DA M1SERICORDIA DO
RECIFE.
A Illma. Junta adminislrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas sessdes, no dia 11 de dezembro
pelas 3 horas da tarde, tern de ser arreraatadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de ura
a tr s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECI1ENT0S DE CARIDADE
Rua to Hortas
Loja do sobradon. 41. 306*000
Rua da Viracao
Casa teorea n. 7 (feebada) 312*000
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
PATR1MONIO DOS ORPtlAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16........ 209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 t'fechada) .... 1:000*090
Rua da Guia
Casa terrea n. 23. ... 200*000
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98.......241*000
Casa tereea n. 99 (fechada) .... 351*000
Idemn. 100. ....';... 241*u00
Idem n. 102........24l*00o
Idem n. 108........207*000
Rua do Rosario da Boa Vista
Case terrea n. 58.......245*000
Rua da Moeda.
Armazem n. 37 (fecbado) 800*000
Os preleiidentes dever -o apresentar no acto da
arremataeao a3 suas fiancas, ou comparecerem
icorrpanhados dos respectivos (iadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
memo commercial, assiin como o servico da lim-
p. A f..rtrc Ant, npporalh^a
Secretana da santa casa da misericordia do Re-
cife, 5 de novembro de 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
41*040
3*693
18231
15*964
108800 6*480 1088UO 58580 108800 8972 8 83 *D7J tm 8972 8324 8194 8324 *167 *J24 12*096 78237 12*096 68219 12*096
258920 28240 5*400 12*960 28332 8291 486 18166 8777 8097 5162 *:188 29*029 3*428 6*048 14*514
6*480 64480 8*640 8*640 8583 *583 *777 *777 *I94 *194 *J59 5239 7*257 7*237 9567li 9*670
58580 6*480 5*580 *502 *583 5502 *I67 *t94 *167 6*249 7*257 6*249
14*220 15279
*42G
15*120 1*360 *453
3*240 *291 *097
(Contmua)
Jo contencioso provincial de Pernamboco, 12 de dezembro de 1873.
O 1 official,
Horacio Walfrido Peregrino da Silva.
15*925
16*933
3*628
0 capitio Manoel Joaquim Ferreira Esteves, eava-
lheiro da imperial ordem da Rosa e jui< de paz
presidente da junta de qualiflcaoao da freguezia
de S. Jose do Recife, em virtnde da lei, etc.,
etc.
Faco saber que devendo se oroceder a revisao
da qualificaQao dos votaoles desta freguezia, de
conformidade com a lei regola oentar das eleicoes
de 19 de agosto de 1846, e mais decretos em vigor,
convoco aos Brs. eleitores e %ttpplentes desta -fre-
guezia, e nella residentes, para que compare^am
na 3' dominga do mez de Janeiro proximo future,
is 9 horas da manha, na igreja matriz desta fre
guezia, afim de que se organise a junta de quali-
ficacao. ficando sujeitos e multa c Hnminada pela
mesma lei, os i]ue ddixarem de comparecer, sera
rda, Valdevino Ribeiro da Silva, Luiz de Souza
Bandeira, Domingo-* FranciscoDuraes, Jose de Mi-
randa Durao, Claudioo Jose Cavalcante, Antenio Jo-
se dos Santos, Miguel doe Santos Costa Junior, Jacob
Luiz Cavalcante, Paulino Augusto de Siqueira, Jose
Dias dos Santos. Justino Ansberto de Souza, Sim-
plicio Hemeterio de Farias, Joaqnim Moreira de
Mendouca, Antonio Tavares Cataoho, Joio Paulo
de Albuquerque, Vicente Jose da Silva, Bernardino
de isenna Ferreira Leite, Francisco Joaqaim Vie-
gas, Francisco Jose dos Santos Ilonorato, Marcoli-
uo Martins da Luz, Francisco Manoel de Oliveira,
Geminiano Infante Lumach Migueis, Jose Pacheeo
de ifenezes, Antonio Jose de Soma e Silva, Anto-
nio Francisco Monteiro, Antonio Dias da Silva
Cardeal, Joao Gualberto dos Santos, Joao Gualbar-
Hospital Militar.
Precisa se contratar para as dietas dos doentes,
o racdes dos empregados do mesmo hospital o for-
necin ento d. s generos abaixo declarados, durante
o trimestre de .aueiro a marco de 1874 a saber :
Aletria.
Ararnta.
Arroz pilado.
Assu a1 rlinado.
Ratatas inglezas.
Bolachas. ,
Bolarhas inglezas.
Rananas.
Biscoitns.
Carne de vacca.
Came, secca.
Carne de porco.
Cha byson.
Cafe moido.
Doce oe goiaba.
Farioha de mandieca.
reijao mulatinho ou preto.
Galmhas.
Li-nlia, auhas.
Laranjas.
Manteiga ingleza.
Manteiga franceza."
Marmellada.
Macarrao.
Paes de 114,762 grammas.
Pies de 125 grammas.
Sal.
Tapioca
Toucinbo de Lisboa.
Vinagre de Lisboa.
Vinho do Porto.
Ov.^.
Todos esies generos devem ser da l.a qualidade,
a carne verde nao deve conter no peso que se
pedir mai- do quinto em ossos, e todos sao medi-
dos e pesados pelo systema ultimameme adoptado.
As pessoas que quizerem fornecer os objectos
acima mencionados, apresentem na secretaria do
mesmo hospital, no dia 19 do corrente mez, pelas
10 horas da manha, suas propostas em eartas fe-
cbadas.
Hospital militar de Pernambueo, 16 de dezembro
de i873.
0 escrivao
Avelmo Pereira da Cunha.
motivo justificado, on raetmo coropirecondo nao to cle Paula Franco, Miguel Martins do Sacramen-
to e Ignacio Jose Gomes.
E para eonstar, mandei fazer o preaente, que
sera aflixado no lugar do costume e publicado pela
imprensa.
Ddo e passado nesta freguezia to ?. Jose" do Re-
cife, ass 15 to dezembro to 1873.
Eu, Jose G'ncalves de 8a, escrivao o escrevi.
Manoel Joaq*in\ Fhr4ira Esteves.
aaslgne a respectiva: aela.
MUres.
Capitio Mane el Jotqutm Ferreira Estevw, padre
AiitOHtode Melloe AJnaaoerquH, Jo5i Uptista do
Hugo, Jose Lopes Dias, Franeiseo de aula Mari
nho Falcio, foae Xavier CoAlho, Fre-lerici de
-onza &imes, Sitnlo Jwe de Aaeveto Santo-. Clau-
dino Jose Je Sinneira, desembargador Francisco de
Assis Oliveira Made!, Paulino llercnlano de Fi----------------------------------------------------------
gneiredo, Jolo Xavier da Fonceei Caplharibe, Jose 0 cipitao Jose Pedro das Nbwe, official da Impe-
Javanal Dias Barreto, Jose Anseban &>awfa de rial orlefn da Rosa, e toic de paz mais vatato
Oliveira, hni Antonio DandiAi d- Lira, Pe^ro a- da freguezia de S. Frei Pedro Goncalves da d-
tis Borges. Firraino Firmo to Azevedo, Pedro An- dade do Recife, etc.
reliano .da'Cruz Maniz, c'apitSp Joto Cesar Cwal- Fapo saber aos Srs. eTelkfeS 6 SUppIentes aba;-
came fle Albuquerque, cap'tto Camillo Augusto xo declarados, quo devendo se procetor a revisao
Ferreira da Silva, Felix das M*rc*iMuniz, Antonio da qualificjcio doa votauuis desta frjpjezia em
M. Tavares, Manoel de Almeida Lima, tenente con'ormidade com a lei regulamentar das elenjoes,
JiMto Snares to Foneeca Velloso, Jose 9kr if tats decretos em vigor, convoco aos Srs. elei-
SS Estrt89, caoitao Manoel Antonio Bibe.no, Er- itoTes e supplentes tosts freguezia pfa qne com-
nesuno pto da .pel!o, Joaquim Pedro do-Santos neiio proximo fntnro as 9 horas da tuanhi no
Bezerra, Felix Pies' St SBW nMra, Francrtino cotijo tosta matriz pars o 6m de s orfanlsar *
Augusto de -f jllanda Cbaron. i Jnnia de analificaoio ficandi suMtos iMalta com-
9dpfMMM. arinada pela meetrra lei, aqnellfc qu toixarw de
Libufato Luiz de Frertas, Manoel to Paula Car-1 corr parecer sem motivo ju>titoado.
Western and Brasiliau Tele-
graph Company Limited.
Telegrammas para a Bahia
R-cebem se telegrammas para a Bahia a ta-
xa de urn mil reis por palavra, mas. have-
xa alguma deniora na entrega, devido a er o es-
eriptorio temporario na barra. e nao estar ainda
eompleta a linna d'alli para o centra da ci-
dade.
Em poucos dias, porem, estara essa linha com
pleta, cessando assim a causa de tal demora.
Recife, 16 de dezembro de 1873.
Arthur Pearson.
No dia 19 do corrente mez finda a audiencia'do
Exm. Sr. desembargador juiz de orphaos vai em
Da para ser arrematado por quern mais der os
segnintes : "1 commoda avaliada por 25*000,
nma marmieza to amarello por 308000, dez ca-
deiras to guarnicSo com assento de palhmha por
*000, dnas ditas de braoo por ft8000, uma mesa
ivdonda nsada por 208080, tres banqulnhas to
amarello por 68000, ooze quadras com diversas
estampas por 1,760, e uma inorada de casa sob
n. 93, sita a rua to Maiqoez to Herval outr'ora
Concordia, com 1 portas to frente, quatro metros
e melo to vao.dezoito dttos to fundo, 2 salas tree
quartos, cosinna exterua, quintal mnrado racimba
njeelra, em solo foreiro, avaliada em 3:000*<)08,
litQs bens v3o apra<;a a requerimento do commen-
dador Manoel Alves Guerra, (estamenteiro da Q-
nada Maria Antonia de Souza.
lendo-se de contratar I capirn, farello, mel emilhopara a eaw-
lbada da coropMbia d cavallaria desta
provincia ho primeiro secoestre do anno
tiatfouro, cootiio aos Srs. quo se quizerem
propOr a fornecerera os gentros acirna men-

r~-v.
\~M

]
cionados, a comparecerem na secretaria da
mesma companliia no dia 19 do corrente
mez, to 10 boras da mauha, com suas pro-
postas fechadas; adverlindo que o capim
sera" pelo preco de cada kilogramma, e o
milbo mel e farello de cada litro.
Quartel no Campo das Princezas, 17 de
dezembro de 1873.
Josi Joaquim Cbelho,
Capitao commandante.
Sexla feira, 19 do corrente, finda a audien-
cia do Dr. juiz da 1.* vara civel, ira a praca de
venda a casa de taipa no Cabo, avaliada em 908,
a qual e sita a rua dos Voluntarios da Patria
n. 21.
0 escrivao,
Barreto de Almeida.
invpuf Ao dp arseaal de
inarlnha
Efta inspec^ao contrata. em vista de propostas
recebidas no dia 20 do corrente mez at6 as 11 ho-
ras da manha, a constraecao em qualquer das ouT-
cinas particoiares desta cidade, qua melhores con-
dicoes ofliereca, de duas boias para balisamento do
porto e barra da provincia da Parahyba, tendo as
seguintes dimensSes : uma 2" e 43 de dlametro,
1" e 7 de altura ; a a outra 1- e 82 de diametro
c t" 50 de altura ; ambas teato haste com mesa,
podendo ser a armacSo para o sino o guarnicao
do espelho de 4".
Inspeeao do arsenal de marinha de Pemambus
co, 16 de dezembro de 1873.
0 seeretario,
__________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Brasilian Submarine Telegraph
Company, Limited
Avisa-seao publico que a abertura do cabo
telegrapbico desta companhio entre Lisboa e
Madeira, esta transferidi ate ulterior notifi-
cac,o.
Por ordem de Richard Collett,
Seeretario.
BBAS1LIAN SUBMARINE TELEGRAPH
COMPANY
7 & 8 Great Winchester Street
Buildings.
Novembro 10 de 1873
Srs.Eu tenho de informar que em con-
sequencia de muito mio tempi que tem im-
pedido a abertura da primeira seccao do
cabo desta companhia entre Lisboa e Ma-
deira, os direclores tem achado melhor
acceitar a proposta dos contratadores para
demorar a expedicSo da seguuda secc,ao
para o mar ate o verSo de 1874.
Os termos deste arranjo serao, os direc-
tores considerarem satisfactorias aos accio
nistas e & direcgao assim sao capacitados para
demorarem o pagamento da ultima chamada
que se vence em 1." de Janeiro pro-
ximo.
Peco licenca portanto a avisar, quo pela
resoluc,ao hoje passada, os direclores tem
deferido o pagamento da ultima chamada de
3? 1 por ac$ao, ate" 31 do mar*o de
1874.
Os directores antecipam que tanto a se-
gunda e terceiras secedes do cabo serao em
abril proximo e o reparo da primeira seccao,
procedcri ao mesmo tempo, assim quo toda
a linha possa estar era ordem para trabalhar
ate o estio do anno proximo.
Por ordem do Richard Collett,
Seeretario.
= 0 adoilnistrador da reeebedoria de rendas
internas geraes faz sciente aos contribuintes da
decima addicional, quo e no correute mez de de-
zembro que tem de ser pago, se multa, o pri
meiro semestre do exercicio de 1873-74, e com a
multa de 6 0|0 depois do referido mez.
Reeebedoria de Pernambueo, 5 de dezembro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Santa Casa aa Miaeiiuurdia
do Recife.
A junta adminislrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, i mpetentemente autorisada
pela presidencia, em data de 3 de setembro do
anno proximo findo, e de conformidade com o que
disp5e o 9.* art. 52 du seu com romisso. per-
muta por apolices da divida publica a fazenda de
criar g'ados que possue o patrimonio dos esta-
beiecimentos de caridade a seu cargo denomina
da Carnauba sita no termo de Flores desta
provincia, com terrenos para criar o plantar, e
com algum gado cavallar e vaccura.
Recebe para isto propostas nesta secretaria ale
o dia 10 de dezembro do corrente anno.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re
:ife, 10 de oulubro de 1873.
0 escrivSo,
______________Pedro Rodrigues de Souza.
- 0 aiministiai'lor lia reoebedoria de r.-u
das internas geral faz publico que, em virtu-
dedadisposicaodo art. 12 e da ultima parto
do art. 22 da lei do orcamento vigen'e n.
2,348 de 25 de agosto ultimo, a multa de
que trata o art. 30 da lei n. 1,507 de 26 de
setembro de 1867, quo 6 de 6 % que cs"
tao sujeitos os seguintes impostos, a saber:
decima addicional, imposto pessoal, dito
sobre industrias e prolissdes e taxa de es-
cravos, seri clevada a 10 /. do dia 21 do
corrente em diatite, pelo que previne a to
dos os contribuintes dos refuridos impostos,
relativos ao exercicio de 1872 a 1873, em
liquidacdo, que sdiueute ate ao dia 20 des-
te mez e que podem e devem realis r o pa
gamento ou em mao dos cobradores ou nes
ta reeebedoria, certos de que se n8u Gzerera
ate ao ref riao dia 20, serao obrigados a
pagar judicialmente as supraditos impostos
com a multa de 1" "/.
Reeebedoria de Pernambueo, 1 de dezem-
bro de 1873.
Manuel Carneiro de Souza Lacerda.
No dia "O do corrente mez. depois da audiem-ia
do Sr. Dr. juiz direito substitute dasegunda vara,
tem de lr era praea ma casa terrea meia-agua
n. 210, na rua Vital de Ifegreiros, com duas pir-
tas na frente, 20 palmos de largura e 30 ditos
de fundo, repartida por taboas, em mao eslalo,
clilo foreiro e avaliada por 7(i0*.
Outra dita to n. 229, na rua do Coronet Suas-
suna, a qua1 faz fundo para a casa acima, com
duas portas de frente, 22 palmos de largura e 30
de fundo, tambem repartida por taboas e em chao
foreiro, avaliada por 6008. as quaes foram penho-
radas a loao Rodrigues Lima e sua mulher por
execucao que contra os mesmos encaminha Fran-
cisco Felix Goncalv-js. Escrivao o Sr. Baptista.
"SANTA CASA DA M1SKR1CORD1A DO
RECIFE.
A junta administrate da s^nta casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o forneeimen-
to dos generos abaixo declarados, qae tem to con-
sumir os estabelecinwutos pios a sea cargo, ex-
ceptuando o hospital Pedro II, no trimestre de Ja-
neiro a marco do proximo anno de 1874. Rec-be
propostas na sala de suas sessies-, pelas 3 horas
da tarde do dia 18 do corrente.
Aletria, kilogramme
Aguardente, filro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Maranhao, idem.
Bacafhao, kilogramme.
Ban'a >ie porco, idem.
Batatas, idem
Cha hysson, idem.
Cafe em grio, Mpm.
C^rne seeca, idem.
Cebolas, c nto
lllBlBhi to mandioea da terra, litro.
Feijao mnlatinlio, idem.
Farello. tacco. Ir*'"^1
Fumo ao Rio, ktograramo.
Gaz, lata.
Milho, sacco.
Manteiga franceza, ktoframme.
Potassa, idar.v
Rape, idea?.
Sabio, idem-
Tapioca, idem.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, kilogramme
Vinagre, litro.
Vinho tiuto de L'sboa idem.
Vinho branco, idem.
Velas stcarinas, kilogiaramo.
Sal, litre.
A junta administraiiva da.santa easa da mise-
ricordia do Recife presisa conlratar o fornccimen-
to de nao e bolacha qae tem de consumir todos os
estabelecimentos pios a seu cargo, no trimestre Ce
Janeiro a marco do proximo anno de 1874. Rece-
be propostas na sala de suas sessoes, pelas 3 ho-
ras da tarde do dia 18 do corrente.
9
A Junta administraiiva da santa casa da miaeri-
cordta do Recife precisa contratar oTorhecimehto
de assucar reflnado qne tem dc consumir lotos os
estabelecimentos pios a seu cargo, no trimesire de
Janeiro a marco do ptoximo anno de 1874. Tlece-
be propostas na sala de suas sessoes, pelas 3 horas
da tarde do dia 18 do corrente.
A junta administraiiva da santa casa da miseri-
cordia do Recife precisa contratar o forneumeoto
de carne verde que tem to consumir todos os es-
tabelecimentos pios a seu cargo, no trimestre de
Janeiro a marco do proximo anno to 1374. Re-
cebe propostas na sab. de suas sessdes, pelas 3
horas da tarde do dia 18 do corr*nte.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 10 de dezembro de 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza______
Arremataeao,
Por despacho do Exm. Sr desembargador juiz
privative de orphaos (era lugar scxla-leira, lvdo
corrente, depois de sua audieneia, ao ratio dia, e
perante elle no 1" andar do sobrado n. 40 da rua
da Imperatriz, a requerimento doinventariaiiteotos
bens do finado LeopolJo Ferreira Martins Ribeiro,
a arremataeao por venda das jotas, onro, prata,
moveis e lou^a, eoistattdo as obras de ouro e joias
em pulceiras de-'odro com brilhnntejs, de ruDins e
Eerolas, t de ouro de diversos gosfts, de annel de
rilhante, de esmeralda, de brilhante e esmeralda,
e de ouro, de uma volta de ouro com cassoleta,
correnlau, trancelins, <;adeia paxa reiogio, adereeos
de mosaico, de camapiieu, de coral, pares de brm-
cos de diversos gostos, boton3 para abertura epu
nhos, reiogio; as de prata em sete saivas, seis ou-
tras pequenas para gaiTafas, diversos pares de cas-
ticaes, cafeteira, palitein s, assucareiro, copos de
prata, bandeja com thesoura para espavitar velas,
escrivaninha, maraca, colbercs para tirar arroz,
conchas para rcpartir soupa, tiHil.i e seis colheces
para soupa, trinta e ciuco para cha, conchas para
tirar assucar, disticos para garrafas, campainnlia ,
constando os moveis em bib santuario de jacaran-
da com diversas imagens ornadas de ouro,_uma se-
cretaria de madeira preta, cadeiras de jacaranda,
cadeirasde amarelo, qnartintieira, marquizSo, ca-
deiras de balanso. lavatorio do amarello com pedra,
cama para casai, de jacaranda, marqucza do ama-
rello, cadeiras de p'dha, umrelugio de pedra para
cima de mesa ; constando a lou^a em sparelbo de
porcelana para jautar, frucleiras de crislal para
queijo, copos, calic-'8 para vinho e cliampagne, de
cristal, garrafas para vinho, compoteiras, galhe-
teira para mesa, ura apparelho de louga de porce-
lana para cha, vaso para aqueeer leite, um appare-
lho de vidro tin completo edecor verde para-toi-
lette, outro de loura, tambem para toilette, mangas
de vi Iro, jarros grandes e pequenos, frascos, figu-
ras; todos estes bens.se acham descriminados com
os seus respectivos i rec >s no escripto existente
em mao do porteiro do juizo Francisco ilanoel'de
A'.moito.
Africa i 0 arrematante da aferi.ao do municipio de Olia-
da scienlifica aos Srs. commerciantes ao mesmo
municipio, e aquelles que veodem liqnidos em an-
coras, assim como fazendas, miudezas, feijao,
milho e outros generos qne sejam necessario pe-
sar e medir, que de conformidade com as postu-
ras municipaes e itu-triiecOes de 18 do setembro
de 1872 il -^uiisterio d'i commercio e agricuKu-
ra, n5o sera mais tolerado fazer afericoes depots do
tempo marcado, o qual finalisar se ha em o ulti-
mo do corrente mez.
Olinda, 16 de dezembro de 1873.
0 arrematante,
Francisco Pedro Avincula.
~ di. j.;-i.i-..v5o dns enrreios desta pro-
vincia se faz publico one esta marcado o prszu at..
60 dias, a eontar da presente data, para o concur-
so dos lugares de prsUcanles, que (era lugar na
mesma para provimento de duas vagas.
Os Candidams deverao apreseatar certidao de
baptismo em que proven nao ter menus de 18
annos de idade, ncm mais de 30, e atiestados da
autoridado do lugar om que re:-id:rem, de sua
conducta civil e mural, e medito.de boa saude.
O coneurso constara de exercicios de caligra-
phia e orthngraphia, anlhmetica, cumprchenden-
do o uso do systema metrico e noqoes geraes de
geographia, de confurn.idade com o art. 38 do
regulamento dos correios de 12 de abril de 1865.
0 conhecimento das linguas c>trangetras dara
direito a preferencia.
Correio de Pernambueo, 15 de dezembro de
1873.
0 aduinistrador
Alfonso do Rego. Barros.
No dia 20 do corrente, finda audiem-ia do
Sr. Dr. juiz substituto da segunda vara, vai a pra-
ra a renda annual do sobrado meiagua de 2 an-
dares e suUu, da rua estreita do Rosario n. 4,
servindo dc base para dita arremataeao 9008000,
por quanto actualmente se acha alugado, sendo
abrigado o arremalaute a dar fiador aos alugueis;
assiin como fazer os concertos de que precisar o
mc-mn predi); ditos alugueis vao a praca a re-
querimento de Frucluoso Marfius Gomes, conse-
nhor do refei ido predio, e que do -mesmo sao
consenoores Apolinario Pereira lher___________________________________
Obras militares.
A 22 do corrente, pelas 11 horas da manha.
twa lugar na repaftifio dos obras publiras a ar-
remataeao das obras neeessarias para a remogao
da capella do hospital militar, de nm comparti-
mento para outro, orcadas em 2788080 : quern
se quizer enearregar deste serviQo, apresente
suas propostas em carta fechada, no dia, hora e
lugar acima de.-ignados. ,
Pernambueo, 17 de dezembro de 1873.
0 engenheiro das obras militares,
Chrjssolilo F. de Castro Chaves.
1NSPECCAO DO ARSENAL DE
* MAR(NHA.
Faz-se publico aue nesta data foi vistoriado o
vapor Parahyba da companhia pernambucana de
navegacao custeira, o a comraissao julgou-o em
estado de poder continuar no seiico em quo se
emprega.
Inspeccao to arsenal de marinlia de Pernam-
bueo, 15 dc dezembro de 1873.
Francisco Romano Stepple da Siha
Inspector.___________
Correio geral
Uelacdo dos objeclos rvgistrados exislenles
na administracao dos correios desla pro-
vincia, para an pessoas abaixo decla-
radas :
Alfredo Pedretro, Cbrisolito Ferreira de Castro.
Chaves. FranciscovCavalcante de Albuquerque
Lins, HVIeia Boom Traassos, J.*e Delmiro de
Minra, Joio Calos de Sonza Oiaves,-J-aqoim
Jose to Mstto-, loio Fernaatos da Gru, Joaquim
Rodrigues Tavares de Mello, Maoeel Jose Martins
das Neves, Manoel J. da Silva Visnna. Pedro Ja-
naario de Paiva Dia?, Thomaz de Figueirelo. -
Administracao do correio de Pernambueo, 16 de
dezembro de 1873.
Jose Candido de Barros
Encarregado do rgisatro-
4V1SDS MAB1TIM0S
Risco maritimo
L Wulff capitio do brigue allemao Collmar, vin-
do fretado ao Rio de Janeiro, em lastro, para car-
regar em am porto entre Macei'6 e Ceara,
seguir para Falmouih a ordem. e entrado' neste
Sorto com agua aberta. precisa, par* occorrer as
espezas do -oncerto do mesmo na-. ma-
ritimo, a quantia de 6:0 0* pouco mats ou in -ids,
sobre o casco e Irete to dito navio. Offertas em
cartas fechadas serao recebidas no c^nsulado to
Itmpi'rio geruunico (onde a carta to freUmeunT
podo ser exarainad;i), pelos i
meio dia, do da 19 to jornJta mez de dezemb
^-<<
f


J.
11
Diario de Pemambuco Quinta feira 18 de Dezembro de 1873,
*
<
c

1
. i
I
I,
q.nh Reims.
Companhia Franecza de Savega-
Clio a vapor
Linha mensal entre o
lavre, L is boa, Pernambnco, Rio de
Janeiro, (Santos, so men te na voi
ta ) Montevideo, BuenosArres,
(com naldeacao para o Rosario).
STEAMER
VHJu'E W& S\NTOS
Commandante I.efevre.
E' esperado da Earopa, ate 12 do corrente, se-
guindo depois da jndispensavel demora para os
portos do sal de sua escala.
Relativamenti) a fretes, encommendas, passagei-
ros, para os qnaes tem excellentes acommodac 3es
por pretjos reduzidos : trata-se com
OS CON'SIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA k C.
43Rua do CommercioEntrada pela rua
do Torres.
Lisboa e Porto
Sogae via gem muito breve a galera portagueza
Lisboa, por ja se acbar com quasi todo o ecu car-
regamenlo iratado- Para a pouca carge que lhe
(alia % passageiros, aos quaes ofTerece muito bom
40mmodo : trati-se com Tito Livio Scare?, rua
do Vigario n. i7._________________________
LISBOA
9an o referido porto pretende seguir com a pos-
eivel brevidiideo brigue portuguez D. Anna, por
ter ji alguma carga engajada ; e para a que lhe
aha, que recebe a frete commodo, trata-se com
os eonsignatarios Joaquim Jose Goncalves Beltrao
4 Filho, a rua do Commercio n. 5.
Para Lisboa.
Seguira em poucos dias a barca portugueza
Uratidao. Para alguma ponca carga que lhe falta,
trata se com E. R. Rabello A C, a rua do Com-
asereio n. 48.
0
Aracaty
com esealas por Macao sahe nestes dias o novo e
superior palhab9te nacional Lecnillo da Cruz, ca-
pitao e pratico Manoel Caetaco da Costa tem
parte de seu ca'regamento prompto ; para o resto
trata-se com o consignatario Antonio Alberto de
Souza Aguiar, a rua do Amorim n. 60, ou com o
capiUo a bordo do mesmo palhabotc fundeado
confronte ao trapiche da companhia.
Para o Rio Grande do Sul.
Sabira muito breve a barca nacional Deolinda.
Recebe ainda alguma pouca carga, para o que
trata-se com E. It. Rabello & C, a ma do Com-
mercio n. 43.
-*
miFIC STEAM NAVIGATION COM-
PANY
Linha quinzonal
0 PAQUETE
ACONCAGUA
espera-se aqoi dos portos do sul ate o dia 19 le de-
zembro, e I'epois da demora do costume, seguira
para Liverpool, via S. Vicente e Lisboa, para onde
recebera passageiros, encommendas e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rom A C.
14RUA DO COMMERCIO14
P1UA
Prelende seguir coin brevidade para o Para, o
hiate Olinda, por ter parte de sua carga, e para
a que lhe falta, trata-se com os eonsignatarios Joa-
Juim Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua do
ommercio n. 5.
Lisboa
Para o referido porto prcter.de seguir com pouca
demora o brigue poituguez Ltgeiro III, de ia
classe, capitao Nobre, por ter a maior parte de
seu carregamento engajado, e para o resto que lhe
falta trata-se com cs eonsignatarios Joaquim Jose
Goncalves Heltrao & Filho, a rua do Commercio
a. 5._______________________________
Rio Grande do Sul
Para o R;o Grando do Sul pretende seguir com
brevidade o patach > portuguez Joven Correa, por
ter alguma carga; e para a que lhe falta trata-se
com os eonsignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beltrao, a rua do Commercio n. 5.
Rio Grande do Sul
Para aquelle porlo recebe o patacho nacionai
Leopoldina carga a frete, devendo seguir viagem
em poucos dias : para tratar, no escriptono de
Silva & Cascao, a rua do Marquez de Olinda n.
60, i andar.
Pacific Steam Navigation Compan)
Linha quinzenal
0 PAQUETE
COTOPAXI
OU
LUSITANIA
espera-se aqui da Europa ate o dia 22 do corrente,
e depois da demora do costume seguira para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde recebera passageiros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
OS AGENTES
'Wilson Rove A C.
14 RUA DO COMMERCIO14
Para Lisboa
Sobermio
Este brigue Dortuguez recebe carga a frete
para o referido porto : a tratar com Amorim Ir
maos & C.
IEILOES,
LEIL-AO
DA
arma^So, generos e.mais pertengas da ta-
verna da raa da Penha n. 6
HOJE
0 agente Martin* farf leilao, por conta e rijco
fa quern pertencer, d'r.rmaeso generos o mais
pr etenjas ii tavetaa.ae'ina, em um ou mats lotes,
conforms convier aos eompradores, euja taverna
se acha muito bem localisada e propria para
qualquer principiante, por ter poucos fundos.
A's 11 horas do dia, na mesma.taverna.
s
Grande e sortida feira
DE
objectos de ouro, prata e bri
lhante, muitos trastes
avulsos, louca, vidros e
crystaes, e immensos ob-
jectos do uso domestico
Pechinchas para a lesla
ao correr do mairteUo
as 11 horas da man ha
No armazem da
FEIRA SEMANAL
1(1 Rua do Imperador16
pelo agente Martins.
LHLAO
DE
um bom carro americano de 4 rodas e uma por-
'. ao de livros novos de direito
Hoje
16Rua do Imperador16.
LEILAO
Next a- feira 19 do corrente
No pateo do Terqo n. 38, as 11
horas do dia
Do uma excellent machina nova, a vapor,
quo trabalba com o calor de uma luz de
gaz carbonico, forca de 2 cavallos, pro-
pria para qualquer estabelecimento...
0 agente Martins fara leilao, por conta e risco
de quern pertenccr, de uma excellcnle machina a
vapor, nova, de forca de 2 cavallos, propria para
typographias e lytographias, ou outros estabeleci-
ment&s.
No pateo do Terco, casa n. 38, as 11 horas do
dia acima.
Um piano forte, 1 mobilia do jacaranda com 1
sofa, 1 Jardineira, 2 consolos com pedras, 4 ca-
deiras de bracos c 18 de gaarnicao (perfeitas) 2
grandes espelhos dourados, quadras com flnas
gravuras, jarros e vasos finos para tlores, can-
dieiros a gaz, casticaes e mangas, escarradeiras,
tapetes e 1 relogio de mesa
Uma mobilia de faia, 1 piano de mesa, porta-
joias, 2 tinteiros, fructeiras de madeira, figuras,
cadeiras de balanco, 1 sofa de mogno e 1 lavato-
rio com loarraore.
Um selim, 1 machina de costura, dita de limpar
facas, dita de ferver agua, um lindo presepio, 1
gaiola de arame, fingindo um palacete, uma linda
caixa de charao, c ^m tentos para voltarete, 1 me-
sa dejogo, quartinhas, 1 relogio de parede, cadei-
ras, espreguicadeiras e 2 columnas para jarros.
Uma mobilia de amarello, 1 cama franceza, ca-
bides, commodas, I gnarda-veslidos, 2 lavatorios,
tapetes e cabides torneados.
Uma mesa de jantar, 1 aparador, quartinheiras.
louca para cha e jantar, cop'os, calices, garrafas,
compoteiras, machinas de limpar facas, poles.
Flandres, e trem de cozinha
POR^INTERVENClO DO "aGENtFpINTO
No armazem da rua do Bom Jesus n. 20
EM TEMPO
0 leilao principiara as 10 l|2 horas em ponto,
e a entrega se effectuara nas 24 horas precisas.
Grande e variado
LEILAO
DE
mobilias, pianos, bons moveis, ricos espe-
lhos, quadros, finos jarros, lou^a, vidros,
e obras de prata do Porto
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
Por intenenc&o do agente Pinto
No armazem do sobrado da rua do Bom Jesus
n. 20.
O leilao principiara as 10 1|2
horas.
Agente Dias
LIIL40
bens pertenceutes d massa fallida de Anto-
nio Jose dos Reis
Sabbaclo 20 do corrente
as 11 horas
0 agente DIAS, levara pela ultima vez a leilao,
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, os referidos bens, conslando de algu-
mas joias, moveis, um cofre de ferro, prova de fogo,
fazendas e arma;ao existentes na loja n 60 do
caes do Passeio Publico, servindo de base a ulti-
ma offerta. Para qualquer informacSo, a rua do
Marquez de Olinda n. 37, primeiro andar, escrip-
torio do agente.
Em seguida yender-sc- ha, a porta do mesm') es-
tabelecimento, dous cavallos pertencentes aos bens
da referida massa.
DE
traumas avariadas, botinas para bomens e
senhoras, bezerro e cordovao
SABBADO 20 DO CORRENTE
4s 10 Ii2 horas em ponto
0 agente Pinto, levara a leilao por aulorisacao
do gerenie do consulado de FranQa, em presenca
de seu chanceller e por conta e risco de quern
pertencer, de uma caixa marca P V o R em bai
xo n. 10,030, com carioes de tran?a, avariados a
bordo do vapor francez Ville do Rio de Janeiro :
o leilao sera effectuado as 10 l|2 horas do dia
acima dito, no escriptorio do referido agente, a
rua do Bom Jesus n. 43.
Leilao
calcados avariados
SABBADO 20 DO CORRENTE
A's 10 1|2 horas em ponto.
0 agente Pinto fara leilao, por antorisagSo do
gerente do consulado de Franca, em presenja de
seu chanceller e por conta e risco do quem per-
tencer, da caixa marca A 4 M A F, diamante, ava-
riada a bordo do vapor Oberon, as 10 i|2 horas do
dia acima dito, em seu escriptorio, rua do Bom
Jesus n. 41.
W$m OVfrBSOS
-----------------------------------------f---------------------
Attencao.
Precisa-se de vendodoras de llos, dandose
100 rs. por pataca : na rua Viui de Negreiros,
anliga Cm;o-Pontas n. 89.
ABERTURA!!!
DA GRANDE EXPOSIQAO
FIGURAS DE CERA
AS DMCJI8 ADMITTIDAS
NA GRANDE EXPOSICAO
Na quarta-feira as 7 horas da noite
;i rua da Imperalriz
N. 49
0 empresario desta importante collec^ao de figuras de
cera, promette satisfazer cabal-
mentc & espectativa
do respeita-
vel pb-
blico.
Rua da Imperatriz n. 49
Oiiarta-feira as 7 horas da noite.
CASA DA FORM.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
4' rua Primeiro de Mar^o (outr'ora rua do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 8- parte das loterias a beneflcio da igreja da
Santa Cruz (80), que se exirahira na terca-feira
23 do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 4^000
Meio bilhete 2/000
EM POR?iO DE 1009000 PARA C1MA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza
Criado
CASA DO OURO
Aos 4:OOOttOOO
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 700* era um
bilhete inteiro de n. 3774, a sorte de 200* em um
meio de n. 423, e a sorte 100* em bilhete inteiro
den. 1119, e um meio de n. 3177 com a sorte de
100*, alem de outras sortes menores de 40*000
e 20*000 da loteria que se acabou de extrahir
(79*; ; convida aos possuidores a virem receber,
que promptamente serai pagos na forma do cos-
tume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmes
annuncios.
Acham-se a venda os muito feliies bilhetes ga-
*antid03 da 8* parte da loteria a beneflcio da
igreja da Sonta Cruz, que se extrahira no dia 23
do corrente mez.
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 100&000 para clmu.
Meio 1*750 C
Recife, 16 de dezembro de 1873.
JocU> Joaquim da Costa Leite.
Escravo fugido.
Do engenho Jose da Costa, freguezia de Agua-
Preta, fugio um escravo pertencente ao abaixo as-
signado, com os signaes seguintes : Cesario, cabra,
cabellos earapinhadoj, porem alto, quasi caxiado,
tem um lobinho do lado esquerdo da testa acima
do olho, sobrancelhas espessas, vista espantada,
nariz grosso, bocca grande. falta de dentes do lado
de cima, cara cnupada, tem os peitos um tanto ca-
belludos, varias marcas de carbunculos nas per-
nas, e baixo e de pouco corpo, po pequeno, andar
apressado, quer titubiar quaBdo falla-se com elle :
e carreiro, cambiteiro e purgador. Esteve no en-
genho Diamante, de Ipojuca, trabalhando como
forro com o nome de Manoel Joaquim, donde eva-
dira-se logo que foi conheeido : roga-se as autori
dados policiaes e as pessoas, que delle souberem
(segundo os signaes indicados) a captura,' e fazer
entrega na praca aos Srs. Cunha Irmaos & C, ou
no dito engenho ao seu senhor, que sora pago com
generosidade.
Felix de Valosis e Oliveira.
Aos Srs. advogados.
Mediante algumas bemfeitorias, aluga-se uma
grande sala e dcus quartos, tudo forrado de pa-
pel e com asseio, propria para escriptorio: na rua
do Imperador n. 81, primeiro andar : a tratar no
armazem do mesmo sobrado.
Aluga se metade de uma casa de familia,
mulher e marido, sem filbos, so a casal : a rua do
caes da Dcttencao n. 11._______________________
no largo da Paz, nos Afogados, uma casa terrea
n. 90, com accommodai;oes para grande familia ;
tendo 4 salas, 8 quartos, cozinha fora; senzalla, :a-
cimba, grande quintal murado, com arvoredos e
portao que deita para a estrada dos Remedios ;
para ve-la ao sacristao da matriz e a tratar na
rua do Duque de Caxias, loja da verdade n. 97,
Precisa-se de uma criada ou criado para
comprar e coiinhar : na rua do Marquez de 01 in-
da n. 40, 1.* andar.__________________________
Offerece-se para caixeiro de qualquer esta"
belecimento nesta cidade ou fora delia, um moco
nacional de 18 annos ; offerece garanti a a sua
conducta : a tratar na rua das Trincheiras n. 66.
Aluga-se a olaria n. 63, na rua do Visconde
de Goyanna : a tratar a rua do Rosario da Boa-
Vista n. 50.
C4SA.
Precisa-se alugar uma casa com bastantes oom-
modos para familia, com silio ou quintal murado,
mas que seja perto da cidade, ou na proximidade
da linha dos bondes : a tratar na rua do Bom Je-
sus n. 4, armazem.
Irmamlade de \. S. da Concei^o
dos Wililarcs, 17 de dezem-
dro de 1875.
De conformiiade com o disgosto no art. 40 des
estatutos desta irmandade, sao eonvidados todos
os nos;03 irmaos a reunirem-se no consistorio da
re3pectiva igreja, no domingo 21 do corrente mez,
pelas 10 horas da manha, atira de ter lugar a elei-
cao da mesa rejedora que deve funceionar no
anno de 1874.
0 secretario intorino
_______ E. Tamborim.________
Precisa ee de 10:000*000, dandose por hy-
potheca uma propriedide duas leguas distante
desta cidade, e para m: ior garantia da-se tambem
7 escravos mocos e saiios, livres todos de qual-
quer onus': a pessoa que quizer fazar este nego-
cio, dirija-se em carta fechada 4 taverna da rua
do Duque de Caxias n. 41, com as inniciaes "T,
F..T.________________________________________
Armada.
Na rua do Barao da Victoria n 36, precisa-se
fall'ar ao Sr. 2. tenente Jos6 Maria Pestana, a Be-
gacio de sea interesse.
Precise de um de 12 a 14 annos de idade, para
compras e mais service domestico de uma casa
de pouca familia, prefenndo-se escravo : a tratar
na travessa do Vigario n. 1, escriptorio, das 9 as 3
boras da tarde.
Casa.
Aluga-se uma excellente casa terrea, sita a rua
de S. Joao, defronte do gazoraetro com seis quar-
tos, cosinha fora e grande quintal: a tratar a rua
de Pedro Affonso n. 8.
Perdido
Perdeu-se uma cambadinha de cbaves, tendo 4
chaves em uma argolinha : quem a tiver achado,
faca o favor de leva-la a rua Primeiro de Marco
n 11, que se gratificara.
0 abaixo assignado tem justo e contratado
vender ao Sr. Oliveira Junior o seu estabeleci-
mento de molhados, silo em Precheiras, por tanto
faz dijto sciente a todos os seus credores, afira
de era tempo algum allegarem ignorancia.
Frecheiras, 16 de dezembro de 1874.
Jose Gomos da Silva.
Precisa-se de uma ama para criar, que te-
nha bom leite : a rua Sele de Setembro, outr'o-
ra dos Ferreiros n. 24, paga-se bem.
Criada
Precisa-se de uma livre ou escrava, que saiba
comprar e cosinhar para casa de familia de duas
pessoas, preferindo-se escrava, paga-se muitojbem:
a tratar na rua do Barao da Victoria n. 48 A,
loja.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rua de Hortas n. 48, com sotao muito fres;o e 3
quartos : trata-se no primeiro andar.
Precisa-se d 1:000* a 1:500*, dando-so hy-
potheca em uma casa terrea : quem poder e qui-
zer, deixe nesla typographic em carta fechada
com as iniciaes C. J. M.
Padaria.
Aluga-se a da rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
a tratar com Tasso Irmaos, rua do Amorim n. 37.
Attcn 0 Sr. Francisco Agoslinho Madeira, 6 rogado a
vir a rua do Duque de Caxias n. 60 A.
Atleocao.
0 Sr. Candido G. R. Lima, faca e favor vir a rua
do Duque de Caxias n. 60 A.
9 S
A Consultorio medico-cirurgico ft

DE
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a quaiquer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
ft &3Q^iX*C |KQD0DJi
Ausentou-se desde o dio 1.* de dezembro de
1873, da propriedade Besouro, freguezia de S.
Lourenco da Matta, o escravo Daniel, de 14 an-
nos de idade, cdr preta, estatura baixa e olhos
grandes ; levando calca e camisa branca da algo-
dao : roga-se, portanto, a quem dolle sonber, ou
apprehende lo leva-lo a dita propriedade, on nes-
ta cidade a rua do General Ccara n. 20, outr'ora
rua do Jasmim, que sera bem recompensado.
Acredilarilo vemlo
Retalha-se um vasto e bello terreno &
margem do rio, nos fundos da povoacao de
Beberibe, ainda nao visto pela maior parte
da populaQio, por ter sido ha pouco derru-
bado os mattos que cobriam dito terreno, o
qual consta de uma grande planicie, pro-
pria para edificagSo, e distancia de 3 minu-
tos ,!a ultima esta^ao da via ferrea, achan-
do-se ji dividido em ruas, com approvacSo
da camara de Olinda.
Quem pretender p6de ir ver que sem du-
vida ficari agradado, e entender-se com o
Sr. 3os6 Honorato Medeiros (Zumba), en-
carregodo, ou com o proprietorio, junto &
ponte da dita povoacao.
Atyiq Precisa-se de uma ama para cozi-
JXUldi nnar para rapaz soiteiro : na rua do
Urespo n. 20.
A Precisa-se de uma boa cozi-
M \ nheira, escrava ou forra, paea-
t\. se bem : na rua do Imperador
n. 17.
11 A Precisa-se de uma ama que
\ Iwl \ saiba perfeitamente cozinhar : a
[\. 1TA J\ ma do Queimado n. 92, loja.
AM4
Precisa-se de uma ama para
cozinhar : a tratar a rua do Im-
perador n. 14.
Ama de leile
Precisa-se de uma ama de leite e paga-se bem :
a tratar na rua do Queimado, lojl da Boa Fama,
du na rua do Crespo, loja da Passo, junto ao arco
e Santo Antonio.
AMA
LINHAS
DE
RETROZEDEALGO-
DAO
DE
I0DAS
Precisa-se de uma, ama para
cozinhar ; com muita urgeneia:
a tratar na rua Bella n. 39. Pa-
ga-se bem.
W Precisa-se alugar uma ama boa cozinheira,
forra ou escrava : a tratar na rua da Imperatriz
casa n. 16, 2 andar._____________________j.
a -mar a Precisa-se de uma ama pa-
A Wl A ra cozinhar : na raa do Mar-
rm.lfJt.-tTa. qnez de Olinda n. 22, antiga
rua da Cad' do Recife.
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CORHS
>ULHAS
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PARA
QUALQUER
PARTE
A
Machina
CAUTEU
Com as falsificagoes que tem apparecido
DAS MACHINAS PARA COSTDBA
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S Nenhuma ma-
Porque?
o
oo
C8
china Singer elegi-
a tima se nao levar!
o
.g esta marca fixa no
j$ bra^o da machina.
Paraevitarfalsi JJ
ficac6e8 notem-se *,
'5
bem todos os deta-
lhes da marca.
o
!A dinheiro e a prazoj
A contento das Exmas. familias
iiiini
R
S8o as mais baratas
S3o do dous pospontos
Sao mais simples erapidas
Sao duradouras
MACHINA DE SINGER
DOUS POSPONTOS
Abainham
Franzem
Pregam tranga
Marcam pregas
Rordam de linha de sSda
Alcolchoam
E pregam cordaos.
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casa deCh. FAY, 9,ruedelPix,iP*|R-1
Dopoaito em PA-natniuaf, A. RB<
6
^r
i


Diario de Pernambuco Quinta feira 18 de Dezembro de 11


.

FUNDICAO DO BOWMANl Criado
RHA DO BRUM N. 52
(Passanuo o clmfariz^
PEHSM AOS .eohorea de engeouo e ouiius agriai.v.is, eeuVpregadjKa ue m
ihinistno o favor de alto viiiu a sea estabelecimento, pars vorem o tiovo sortimeDto
:omplet:- qoe abi tern; sendo tado soperior em qtulidade e forlidao; u qne com a ins
wccio pessoal pode-se verifjcar.
ESPECIAL ATTENClOAO NUMEROE LUGAR DE SUA FONDigAO
VfUinrAft A rAriaa d'flcrna dos raais moJernos systeoias eeni ta
T ny\Jl D8 O luuaa U g lit* machos convenientes para aa diveraas
circamstiiDcias dos aenborei proprietaries e para descarocar algodio.
K06]ld&S dG C&niia. de.lod08 ol lamanho8> as>eluores qae aqai
Sodas dentadas p^aevapr
Taixas de ferro fundido, batido e de eobre.
Alambiques e fundos de alambiqnes.
Hfflftlliniomoa Pra mandioci e algodao,! Podendo] todos
**v.i.iAiilDJlluo e para irrar madeira. T ser movidoa a mio
Rnmhajt (Pr aga, vapor>
uvuaivojd de patenle, garanudw........ ion animaes.
TodaS as mftAMiiM p^m d ia M C0BlDml PreciMr-
de macbinismo, a preco mni reaomido.
Fas qnalqner concerto
Fornias de ferro
tern aa melhorea e mais baralas exiatentei
eado.
no mer-
UnAnmmonilafl Iacambe-ae de mandar vir qnalqner machinismo i von-
olUUU uilllOUUttS. tade jot dientei, leinbrando-lhe. a vantagem de fa xerem
oas comoraa por intermedio de peisoa entendida, e qoe em qnalqner neceaaidade pode
he presiar aazilio.
Arados americanos e iMlrD,nentoi *Mu-
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
A' ran do Barao do Trionpho (rna do Brain} ns. 100 a 104
CARDOSO IRMAO
REGEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhorobra quetem vindo ao mercado.
V apOf'38 de force de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
IjaldeiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS lllteiras e meias moendas, obra como nunca aqni veio.
laiXaS (IUnCll tviOQaS d. aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KOdaS QGntadaS de todos os tamanbos e qualidades.
Relogios e apitos vtn vapores.
DOIIlDaS de ferro, de repucho.
AraClOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandesjwquenas.
OonCGl*t08 concertam m promptidao qualquer obra ou machine, par* o qua team
sua fabrics bem montada, com grande, etorri riftRc/v->
fi'npnTTlTTlPndai* man ._jmjUiAuiic.uvia>n .-^ 0 e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Eua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
PreeUa Iratar no lit.lei fle Apipucos.
IJil\iitO
Fujiio do il-rilxo a-signado no dia I do col
rente mil, uma cabrocha de nome Joanna Ger-
trudes, com os signacs seguintes : cabrocha, com
os cabcllus sollos, ollios grandes e espantados,
tem um signal prelo no braco esquerdo, levou,
comsigo toda roupa ; pede-se as autoridades po
liciaes, com e?pecialidaac aos capities de cjmpo,
a sua afiprehensio elevareni-na nt> caminho novo,
junto (ia estacao da Soledade n. 8, que receberao a
sua grali iica^io.
_________Henrique da Costa Fianro.
Para o amanhecer do dia IS do correnle fur-
taram de um sitio junto ao jardim botanico em
Olinda, um cavallo alazao com este ferro a mar-
gem direita T, de tamanho regular, calcado -em
cruz, com o olho esquerdo coberto de uxa belide,
tendo uma ferida do lado direito proveniente da
cangalha com a sarneia um pouco pelada ; em
vista do qne pede-se por favor as estacSes encar-
regadas das respectivas matriculas a apprehensao
de dito cavallo, bem como a qualquer pessoa que
o encontrar, o qua! sera levado em Olinda, a rua
do Bom Successo n. i'6, qne se recompensara.
A pessoa que annunciou precisar de 1:500|
a premio com hypotheca em bens de raiz, dirija-
se a rua do Hospicio n. 25, das 4 horas da tarde
em diante.
Sociedade Recrealiva Bella Har-
monia.
Em virtnde de nao se ter reunido numero su(-
flciente de socios para funccionar a assemblea
geral, convocada para o dia 4 deste mez, de novo
convido aos Srs. socios a comparecerem para o
mesmo fim, quarta-feira 16 do corrente, as 7 ho-
ras da noite, flcando certos de que, a sessao da
assemblea sera aberta com o numero de socios
que comparecerem, de conformidade com o art.
17 dos nosfos estaiulos.
Secreuria da sociedade Recrealiva Bella Har-
monia, 16 de dezembro de 1873.
Rego Santos,
1.* secretario.
Gaudio Dubeux faz sciente que se nao res-
ponsabilisa por qualquer quantia qne sen filho
Jose Claudio Dubeux pedir a alguem em seu no-
me, nem mesmo por qualjuer compra de gene-
ros qne flzer em alguraa casa.
Recife, IS de dezembro de 1873._________
Casa em Olinda
Aluga-se por mezes uma casa em Olinda, com
a mobitia necessaria e illuminada a gaz, perto
da estacao da via lerrea, perto do banho do mar,
(a poato de poder se ir da casa para o banho)
sendo dita casa muito fresca e com boa visit;
os pretendentes poderao obter qualquer informa-
;ao oa rua do Bom Jesus n. 43, primeiro andar.
Precisa-se
de uma pessoa esora a para coziahar e zompjar i
na rua D. Maria Cesar (out'rora da Senzala-nova)
n. 30.
A 2^)800
cada um queijo o mais fresco e do melaor
que se pode desejar; na rua Duque de
Caxias n. 40, junto & typographia do
Diario.
PECHINCHA8
. S6 o n. 20
RUA DO CEESP0
IM MS 5 P0RT\S
eonlinuo ft v. n muito diubeiro.
CASSA LA
Chegoa esta fazcnda,sendolindospadrdes, cven-
de se pelo diminuto preco de 200 rs. o covado, e
pccliincha I dao-se amostras.
J1ET1NS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padrdes novos, pelo prefo de 400 rs. o covado, e
pechincha I I I doi-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Lasiubas escocezas, padrdes bonitos, a 240 rs. o
covado.
Ditas com Iislras, padroes modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padroes modernos, a 640 rs. o
covade, e pechincha I I I dao-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrdes bonitos, fazenda de
1 jOOO a 400 o covado, e pechincha 1 11 dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pecas pequenas. com bonitos pa-
droes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 I dao-se amostras.
Cortes de casemira is cores, a 5JC00 cada um.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
FusUo branco para roupa de meninos, a 560 rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobortas de chita adamascada, a 3/500 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3/500
e 4/000.
Lenooes de bramante, a 2/000.
Dit#s de algodao, a 1/400.
Toalbas alcochoadas. a!6/000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6/500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 1/000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados, a 2/000 a duzia.
Ditos de esgniao finos, a 3/500 a duzia.
Cambria lisa iransparente a 3/000 e 4/500 a
peca.
Cambraia Victoriaa a 3/800.
Atoalbado adamascado, a 2/000 a vara.
Dito traocado, a 1/400 a vara.
FustSes de cores, a 1/000 o corte.
Chiles de merino liso, a 2/000.
Ditos eslampados, a 3/500,4/000 e 4/500.
Ditos com listras muito finos, a 6/800 e 6/000
Esguiio muito lino, a 2/000 a vara.
Bnm preto trancado, a 2/000 a vara.
Bramante de algodio, a 1/600 a vara.
Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
2/500 e 2/800 a vara.
Algodao marca T, a 5/000 a peca.
Dito domestico, a 3/000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio para cami-
sas, a 400 rs. o covado.
Nanzue cambraia de cores muito fina, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
S6 na rua do Crespo n. 20
Loja de
Guilherme & C.
ATTEKCAO
Precisa-se alngar uma ama dc meia i.'u.k
rom qn seja prcla. nuo n"n i-nha vicios 1. m
;hf"w. ijdc afflarK'n
prar o fziuhsi -i f.':..::'a lr > fwfit-f :
2 trat.tr na cidj ': d PfWa ^'\'-< ->
-a (rir 3"jtraite. rrio |-
A pessoa qi e auuuuch u |'.ci-.ii .io -i.Oi
prcntio sob hypotheca em liens de rail, anpareca
rua do Uospiao n. IS, das 4 neras da tarde em
diante
Banhos eares saudavcis c )
Monteiro.
Aluga-*o n'!i doas pequenas ca-ns muito tin
dnta para ^ucm precisar rlf hnns arcs e banh'
frescos : n itaftir .-i rua do RaraA ''a Victi ria, i
.: 'i i "i i\(rv ii. 7.

*^
Alnga se o armazem e o primeira andar do
sobrado da rua do Bom Jesus, outr'ora da Cruz,
a. 20, proprios para estabelecimento commercial :
a iratar na rua do Harquez de Olinda n. 52.
Alaga-se o andar do sobrado da rua
reita n. 8 : a iratar na loja do mesmo.
Aluga-se a casa da rua de S. Jorge, outr'ora
rua do Pilar n. 12, tendo sotea assobradada para
grande familia : a ver e tratar na rua dos Guara-
rapes n. 14, tavcrna.
Escravo fugido
300^000 degratificac;ao
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872 o
preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 40
annos de idade, e perfeito cozinheiro, alto bastante,
t> bem magro, pouoa barba, olhos grandes, e inuilo
ladino, consta que tem pai no engenho do Sr. Lulrj
de Caiara, em S. Lourenco da Malta. Este prelo
foi cozinheiro dos negociantes Adriano & Castro e
Sr. Jose1 Joaquim Goncalves Bastos, e julgase
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesla ciaade, como forro : pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo, que o desco-
brindo, o tragara a rua Duque de Caxias n. 91, loja
de miudezas do rival sem segundo, que serao gra-
uflcados com a quantia acima.
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-s<
allar ao Sr. vigario Andre Cureino de Araujo Pe
eira, a negocio de seu interesse.
CASl
Aluga-se rnetade de uma casa no pateo do Ter
co a pequena familia : a tratar no pateo do Pa
raizo n. 26.
armazem se fornece
de qualquer cbefe
como e certo que neste
a despensa a" satisfagao
de familia, com toda a sinceridade e econo-
mia. 0 tempo e proprio, pois aproxima-se
a festa do Natal.___________________________
Amalia Carolina de Sampaio Mi-
randa, viuva do Dr. Manoel Izidro
de Miranda, convida aos amigos de
a missa qde pela alma do mesmo
manda resar no dia 20 do correnle,
anniversario do sen passamento,
da manha, na matriz do Poco da
pelas 8 horas
t'anella.
Joao Antonio de Amorim.
Manoel Albino de Amorim e sua
mulher Umbelina Rosa de Amorim,
tendo recebido a noticia de ter fal-
lecido em Lisboa seu, prezado ir-
mao e cunhado Joao Antonio de
Amorim, convidam ao* sens paren-
tes c amigos c do fallecido, para
assistirem a uma missa de requiem que mandam
celebrar por alma do mesmo. no dia 20 do cor-
rente na igreja de S. Francisco, pela? 6 horas da
manha, pelo que desde ja se confessam sumraa-
monte gratos.
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(outr'ora rua da Cndeia)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conbecido como principal e recom men-
dado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdade^ras machinas americanas para aIgo-
dSo, desde 10 a 60 serras, e havendo era todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e melhor&mentos para perfeito e rapido descarocamento ;. tornam-se dignas de
wrem vistas e apreciadas pelos Srs. agncultores; os quaes, ale"m disto, encontrarao
tambem mais :
Apurados yapores locomoveis, deforca
de 2'/ e 3'/ cavallos com todos pertencas
precisos para trabaihirem 4 machinas para
algodao, oa para outre qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
Qompanhia do Gaz.
A empreza do gaz tem a bonra de annunciar
ao publico que recobeu ullimente um esplen-
dido sortimento delustres ros, arandelas e globos, cujas amostra6 estao
no escriptorio a rua do Imperador n. 31,
e serSo vendidos aos seus freguezes pelo
pre>jo mais razoavel possivel.
CRIADO"-
Pretisa-se de um criado para todo o serviee,
quer seja livre ou escravo : na rua do ommercio
numero 7.
CHAMADO
Os Srs. Jovino Fernandes da Cruz e Joaquim
Clemente de Lemos Duarte, sao cnamados a
rna do Coronet Suassuna n. 282, a negocio do
particular interesse.
9 GoBsullorio medico
DO
Dr. Murillo.
RUA DA CRUZN. 26,2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Coosultas do meio dia as duas horas
ua laiue.
Gratis aos pobres.
Especia lidades.=MoleBlii* da pelle, de
crianca e de mulher.
Emprega no tratamento das molesti as
de sua especialidade as dtichas frias e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
'F os apparelhos mais modernamente em
m pregados na Europa.
Jf Tambem applica com grande proveilo
x, no tratamento das molestias do utero a
M-. electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
w pier. Cura por um processo inteiramente
V novo as blennorrhagias e sobre tudo a
Kj fgotta militar) dispensando as injeccoes.
IMPERIAL
FABRICA 1)E CIGARROB
DE
S. JO&O DE NICTHEROY
Rio de Janeiro
Consiando ao abaixo assignado, ni.ico agente
nesta nrovincia, da imperial fahrica de cigarros
de S. J'joo de Niclheroy, no Rio de Janeiro, que
existe no mercado cigarros que sao vindos cunw
fabricados em dita fabrica, imitando para isso a
etiqucta em que ^em elles envoitos, apressa-se a
prevenir a todos os seus freguezes que os unicos e
verdadeiros cigarros de exposicao de dita fabrica
so sao vendidos nos armazens do> Sre. Francisco
Guedes de Araujo, Manoel de Souza Cordeiro Si-
moes Junior e Faria 4 Filhos, unicos depositos da
dita fabrica. Recife, 22 de novembro de (873.
_________________Domingos Alves Matheus.
Quern precisar aiugar um escravo, com tan
to qne nao seja para service de peso, dirija-ae a
rua do Hospicio n. 61, que encontrara um bastan-
te intelligent, e capazde encarregar se do traba
lh" de jardim ou de hcrtalicas.
m
CASA
a.
Garros de mSo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com valvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos parajardins.
r,uards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre reflnado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lbo e cafe.
Debulhadores par^milho.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracba.
Folles para ferreiros.
Trens para cozinha."
Emfim muitos outros artigos, que sdavista e neste estaieleomoderaoentp s i
txaminados.
VINDEQUINgUINA
FERRUCINEUXdeMOITIER
1rf. Eu viaU foi praeMbado por toda
emorMM mdical como im4o bus paderoso
toolea empreiaiU para evar fCmoRoiis,
AMHI4 EiiAMncxo so tkcn.
Dmillo gtral P*aM, u, m dM Lom-
bards, Uwweel, pbarmaoMlica.
Ptrnantbuco, 1_ RE60RD, e.nu princi-
pal pnarmaeiu.
MASSA PtrroiuL i XAROPE
de NAFE de DELANGRENIER
Paris, 86, roe Richelieu.
M Medlcet dm FloipltM* de Paris eoDBtlrsm
SDK unpcrlorldaae aobre todoaoamaiipiitoraea ]
* fcna poderoaa ejRcacia nas loatca, asthmas, |
Tlppe, coquclvcKt (tout cmnlsa), iDOam-
raacSo aoa brnnrliln,. irriiaftss do ptito e I
ia garaanta, ate (CaalWa contra /altifiea-]
Ori). Depositos nai pbaraaaUi acndltadas do
ISrawit.
m
MEDIC0-CIRERGIC0
DO
Dr. Santa II as a.
Rua do Bar3o da Victoria n. 46, 1.*
andar, outr'ora rua Nova.
Consuhas das 10 horas da manha ao
meio dia.
Chamados por escripto a qualquer hora
Especialidades. Partos, molestias de
olhos e do apparelho respiratorio.
*
*

Aluga-3e o 2, 3*, 4 andares e solao do sobrado
n. 14 da rua do Torres, perto da praca do Corpo
Santo, commodo para residencia de familia? e es-
criptorio de negociantes : a tratar na rua do Im-
perador n. 37 primeiro andar.
Escravo fugido.
100$000 de gratificacao
Desappareceu An novo, de bordo da barca bra-
sileira S. Jose, o escravo Joaquim, preto de na-
fao, o qual anda bem vestido e calcado, deixan-
do crescer os cabellos a modo de meia cabelleira.
Esse escravo pertenceu ao fallecido Dr. Olym
Marcellino da Silva, que o havia comprado na
provincia de Minas fern S. Joao d'EI rei ou Ouro-
Preto), e com elle seguio para o Rio de Janeiro e
d'alli para esta provincia, donde foi para Maceio,
tendo o vendido alii a Justino Epaminondas Ne-
ves, a quem o compraram os abaixo essignados.
Sabe cozinhar, ocenpacao a que estava dedicado,
e conhece se pela falla que e afneano.
Offerece-se a graiificagao acima a quem o ap-
prehender e roga-se a todas as autoridades a sua
captura.
Reeife, 6 de ontubro de 1873
______Jose da Silva Loyo & Filho.
Atteneao
Francisco de Paula Cavalcante Wanderley faz
sciente ao respeitavel publico em geral e parti-
cularmeote ao corpo commercial desta provin-
cia, que attendendo a coincidencia da haver duas
pessoas de igual nome, assignar-se-ha desta data
em diante :
Francisco de Paula Wanderley
Recife, 4 de dezembro de 1873.
MEDICLNAES jr*
DESCOBERTAS
PEI.0 BACH A BEL
Manoel de Siqueira
Oavalcanti.
o Preservativo da ery-
slpela : para curar com certeza, e
em Douee tempo, qualquer ataque de
erysipela, e prevenir o seu reappare
cimento.
Este medicamento tambem C muito
poderoso para o rheumatismo.
it' o Regalador da niens-
trua^ao : para falta, irregularida-
de, suppressao repentina da menstrua-
cao, e dos lochios, assim como para
todof os soffrimentos devidos aquellas
affecc5es. Ambus estes medicamentos &
ja sao muito conceituados, e procura- *9
dos nesta provincia, e na do Rio de a
Janeiro. *9P
Acham-se a venda soraente em casa k*,
do autor, das 9 h->ras do dia as 3 da W
tarde, e a qualquer hora em casos ur- k^
centes. *fP
GRATIS AOS PORRES ate
liua da imperatnz n. n, z andar. 'JO?
Casa de campo
Offerece-se a quem quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos, de
graca, da excellenle ca.-a sita na Porta d'Agua.
que foi do finado Dr. Joai|uim Pires Cameiro Mon-
teiro, passando-se escriptnra para maior seguran-
ca. A localidade 6 muito salubre, e a casa muito
fresca, tem magnifico banho de agua doce em
frente, e 6 muito commodo visto que o trem passa
lefronto : quem pretender p6do dirigir-se ao Sr
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
on ao Sr. Caiman, a rua do Commercio o. 40.
MOFINA
Esta encoura^ado I!!
Agua mole em pedra dura
l auto da ate que a fura.
Ri.ga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Melio
-senvao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a coc-
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
realisar, pela terceira chamada desie jornal, em
dnsde dezembro de 1871, e denote para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo 6 de novo chamado para dito
1m, pois S. S. sc deve lembrar que eslo negocio e
le mais de oito annos,e quando o Sr. sen fllbu te
ichava uesta cidade
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das l'ernambuean --,
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do
Vigario Tenorio n. 31.
Precisa-se de 1:8000080 a juros, dando-se
por hypotheca um predio : quem quizer annun-
cie para ser procurado.
m
#
$

Casa.
Cozinheiro
Precisa-se de uma ama qoe saiba bem cozluhar
e para comprar
andar.
na rua da Imperatriz n. 37, 1'
GRAHULOS AHTIMONIAES
dr. PAPILLAUD
Nova medicacio contra u molestias do cora-
cio, asthma, catarrho, eoqueluche, titica, etc.
QIMNULOS ANTIMONIAIS FERRUQI-
NOSOS contra anemia, chlorose, amenor-
rhea, neuralgia, nervosa e molittiat escro-
phuloiai.
OBANULOS ANTIMONIACS FERRUfll-
Nosoa com bismoth, contra as moittiias
nerviosas, das vias dijeslitai.
Pharmacia E. MODSHIER em Sanjon, (Cha-
rente-lnferieure), Francia.
Deposito em Pernambuco : A. REGORD;
MAURER, pbarmaceutico.
AMA
Aluga-se o
rua da A polio
primeiro andar da casa n. Gl da
: a tritar na rua da Cadeia n. 3.
SOBRADO PARA ALUGAR.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rna
do Marquez do Herval n. 31, com muito bons
commodos para familia : a traiar na rua do Mar-
quez de Oltoda n. 52,
Ao publico.
Eu abaixo assignado declaro que o facto que
se deu na loja do* Srs. Morelra Reis & C. a rua
Primeiro de Marco n. 10, emre mim e seu cai
xeiro Joao Antonio Gozende Junior,foi uma levian
dade de minha parte para com o mesmo Sr. e
nao com lira nem prnposito de injuria lo em
atlribuir-lhe o desappan-cimento de minha car-
teira, que sem duvida ja teria perdido antes de
ter ahi entrado, pelo que e pelo presente Ihe peco
a devida desculpa de tudo quanto alii dis*e.
Recife, 12 de dezembro de 1873
_______________Manoel Marques Avila.
Caixeiro
Para taverna de seccos e molhados fora desta
cidade. se offerece um moco brasileiro bastante
habiliiado : quem quizer utilisar-se de seu presti-
mo, dirija-se a rua da Florentina n. 28, ou declare
por esta folha para ser procurado o tratar do
ajuste.
Precisa-se de uma ama
que engomme e fatja outros
servicos domesticos, em casa
de pequena familia: na rua
do Capibaribe numero 40.
Baixa decapim.
Airenda-se uma grande baixa de capim em Be-
beribe, no lagar do Fundao : a.tratar com Poly-
carpo Jose Layme, no caes 22 de Novembro n. 26.
Precisa-se
DOENCAS SECRETAS
Gh. ALBERT
Oinu hadical," TBOstyTi I 3IQCTU P*LO
VTKH0 HI lALSAPABaiLli. : Impigem
alporcas, oorbulias, olcexaa, vioioi d*|
I sangne, debUidade, tmnorea.
bolos ABimnof : Oorrlmontoo reeeatatl
| on antigoe; Bores brancas, cores paJlidan. f
Parts, is, r. MontorgneU. Fotheto graUf
Dopoalto em Ptrnambueo, A. RKGORD. |
de uma mulher ja" idosa para andar com uma
menina de 2 annos: a tratar ne hotel de
Bordeaux.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
iallar aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
>ose Paes da Silva, a negocio de particular inte
.esse.______________________________________
Precisa-se
de um moco que tenha
servir a" mesa nos hotcis
de Bordeaux.
muita pratira de
a tratar no hotel
Precisa-se
de um criado para o servico de cosinba
a iratar no hotel de Bordeaux.
Casas de aluguel.
Aluga-se o primeiro andar e sotJo do sobrado
d. 34, sito a rua das Trincheirae, e tambem 8 ca-
zinhas, na rua Imperial, todo por commodo pre-
ca : a tratar na rua de Santa Cecilia o. 18, casa
nova.
Frecisa-se
aiugar um* escravinha de 12 a 14 annos, para
trabalho domestico : w ru do Vigario n. 2, ou a
rua do Brum n. 2*.
. andar.
Aluga-se o 1. andar a* rua do Padre
Floriano : a tratar na rua larga do Rosano
0.23.___________________^__^
Contmua a estar fugida
escrava Felippa, cdr fula, alta, secca.
beicos salientes, cara secca, olhos amorte-
cidos, falla mansa ; e" cosinbeira, postoque
do servico de enxaila : foi vista em Bebe-
ribe em uma casa. que a acoita.
Esta escrava fugio own o filho. escravo
do Sr. Jose"' Antonio de Honzn MflgalhSes,
naturalmento dara" seus pAsesios do Recife a
Beberibe, esti-se espcefetudo urovas para se
proceder contra qii<-m fcoita ; entretaiito
roga-se as autoridHiles polioi.-'cy e capiU
de campo a sua captura condaccAo ao en-
geobo da Sapucaia eu> Betn-ribe.
NQVAS PUBLICAQDES MUSIGAES.
A. J. d'AzevedoBna\ovan 11.
Acaham de publicar-se, e acham-se &
venda as seguintts musicas :
PIANO SO'.
Danse espamiola, porAscher 2^000
Arabella, mazurka, por 6. Wer-
theimer 15G0
Valsa do Fausto, por Croyzes 1JJOO0
Soxho de uma virgf.m, por Alber-
tazzi 1C000
Anna la Prie, cavatina 15*000
AoClairde la Lune, por Bussmeyer ICjOO
KSTRELLA DO NORTE (n n tla. itannn
SAUDAQAO AO BAHIA[Plkabnlhanle '^
Cricket, por Seixas, offerecida aos
chrickels club pernambucano e
bahiano 15000
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz 2&000
Non m'amava, romance por Guercia i000
Tambem rei ebeu da Europa grande sor
menitle musie,a para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. etc. *
Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engen'.o Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome J >se Rorgcs mestre de assucar,
tendo os Mguaes seguintes: cabra, idade 30 annos
pnuco mais ou menos, boa figura, um tanto gresso
e espadaudo, sendo o signal mais visivel uma
gomina na junta do p6 esquerdo : roga-se a todas
as autoridades e capitaes de campo queiram ap-
prehender dito escravo e leva lo ao referido en-
genho. ou nesta praca a Oliveira Filhos & C., lar-
go do CiTpn Santo n. 19 que scrao generosamente
recompensados.
Recife, 10 de novembro de 1873.
Carros de luxo.
inquestionavel que a cocheira da rua do Bom
Jesus n. 15, de Joatiuim Paes Pereira da Silva, e a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e ^ctorras de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de,etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, ssndo os mesmos ajaozados de excelleutes
parelhas de animaes, arreios luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo scientifl-
car-se da verdade do que deixamo3 dito, certos de
que nao encontrarao pomada, e sim realidada e
commodos precos.
Primeiro andar para aiugar.
Aluga -se o primeiro andar do sobrado da rna
de Marcilio Dias n 137, pintado e caiado de novo:
quem pretender dirija-se a pharraacia Torres que
achara com quem tratar.
" mga-se
o sitio da Ponte de UchOa n. 35 : a tratar no miy-
mo sitio, ou na rua do Rangel n. 7, ou 2
andar. '
SAQUES
Alugase urn *itio ecu casa n va no Ar
raial perto da estacao daca-a AmnretU, com hni
tantes fructeiras e agua de iiebur : quem prttea-
de-la dirija-sj a tavernajnni itaelo
que achara ;om quem tratar.
Carvalho & Noguura, na roa do Apollo
n. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianiia e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, i vista e a prnzo
por todos os paquetes.
- Precisa se de uma escravi para cozinhar*
e comprar : na rua Primeiro de Marco n. 23
oja.
V Cavallos furtados
No dia 3 do c bana do.engenho Piuma da freguezia de S I., i-
renco, dou? cavallos c.nn os signa segoiiu. s
um 6 mellado algemarl", crinas e cauda banunte
alvas, graudo e gird.., ca^trado e andador baixu :
o outro e iussii emu (iinu amarellas, crinas e
cauda pretas, int Im t bom andador; 6 de meio a
eMa bastantegoid >, e ti m os dentes quebrados e
uma reladura na man ,^,|iii-rda; ambosestai npa-
oos da Duvu (iiaiiiic.i^e g>^ii;rosamenle a quem
os I'-var. ao referido enri nh, ou delles der rti
exact?.
Ml HI
0 quarto andar
n. V
Aa
do Marquez do



w
J
V
6
Oiario
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos raetaesepedras.
Engenho Caiape no termo de
Iguarassfi
Na rua do Marqdez do Olinda n. 53, precisa-se
fallar com o Sr. Luiz Antonio da Silva a negocio
it seu particular interesse.
$ Consultorio homeopa- $
tkico
W Do Dr. Santos Mello j
jg> 41------Rua do Imperador------41 g<
5 Consul tas todos os dias das 11 a 1 da c25
tarde. 0
< Gratis aos pobres. ^e
jh Residencia a rua Nova n. 7, segundo *
J9t andar, ondo da consultas das 6 as 9 da
manna e das 3 as 5 da tarde.
25 Chamalos a qualquer hora.
Olmda.
Jose Lima, ;endo comprado a Joao da Cruz Es
lanislao a Uverna sita a rua do Arnparo n. 17,como
livro e deserabaraeada do debitos, avisa a quern
por ventura se julgar credor da rresmri para
nella copppafecer na prazo de 8 dias, afim de ser
pago, Undo o qual nao sera attendido.
Precisa-se
um hornet porluguez, bom trabalbador. para
servico decate : : na rua Direitau. 30.
Jose Ciaudio Dubeux participa ao publico que
deixa de ser caixeiro de seu pai desta data em
diante
Casa para alugar
Aluga-se a casa da rua do Coroncl Suas?una n.
117, pom grande quintal e eocbeira para bois.com
oi t-i para hecco do Dique : a tratar na mes-
i.. is d. ii'J.
a I ;i I .;. nda< e roupa feila a rua do Marquez
do Ol.nila ::. iO, oa scnhores abaixo mencionados
a negocio d iatrnsse reciproco:
Adulpliip Ri.bar Kooper.
Bi'uto MayaiJa-s.
Hinnogenc Xuni'sda Silva.
Joai lariin- Vogueira Santos.
i ;ul Uyws 'iurmarles.
Jo>e AffiMiMi.
tel Ki-neii Pinto.
I I Izevedo."
loel 'i ": >l"i it do Nascimento.
. irdi ii I......i dos Anjos.
Doming- Wafr*.
aio Ufnwrlo itodrignas SeMe.
nl do ir->.
pg Araujo.
. a i da Kunb i Preitas.
Ignai-iu P.rto
AotouTo m reira Camara.
Zeferino Ii iftiagnes Hareira Junior.
R i|H" i k- Souza.
ill n i I -.' Aatonesi
! i!...... Pereira ito Moraes.
u A i iili i. da Cost i.
i'id d li iilanda Cavakante.
[gnartj d'A vila Inniur. ___________
Cfi\HIIgci
llugase pur commodo-preco uma boa casa na
v a .in do i!axanga, prineipio iia rslrada do
14 a traiar a rua d> hnperador n. 54, loja
rros.
Criado
Precisa se de um criado que tenlia pratica de
c pairo e que seja de boa conducta : na rua da
Imperatriz p. 37, l. andar._______________
CQMPBAS.
(6

ft
Trastes.
Compra se e vende-se trastes aovos
e usaqos no armazem da rua do Im-
perador n. 48.
Compra-se uma escrava parda de sou- ..
annos, que seja de muito boa conducta e saiba la-
var, engoramar e cozinhar, tendo boa^saude : no
Corredor do Bispo n. 73, a tratar a qualquer hora.
vmkt.
Chapeos de sol de 12 has teas
a
Boa seda e bonitos cabos, valem 1S ; a gran-
de pecliincba, aproveitem : na rua da Imperatriz
n. 06, loja da Rosa Branca.________________
Vende se um porco proprio para a feeta, e
em grandeza nao ha segondo, e um extraordina-
rio : a tratar na rua do Cotoveilo n. 25.
Chilas a 210 rs. o covado.
A 240 rs. o covado.
A 240 rs. o covado.
So na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
esquina.
Burros a venda
J. Deiro avisa a feus freguezes que esta em
viagem para as provincias de Alagoas e Pernam-
buco, conduzindo excellente tropa de burros
passara por Penedo, Pilar, Castanna-Grande, Por-
to Calvo. Ilarreiros, Rio Formoso, Escada, Cabo e
provavelmente por Santo Amaro de Jaboatao a
Nazareth ; por isso pode ser avisado ou encon-
tradi) em quatquer destes iugares.
Larangeiras, 20 de outubro de 1873.
Para aeabar!
Ricos cbapios para senhora : so na rna Duqne
de Gaxias n. 60 A, loja da esquina.
Amaral Nabuco A C, venJem ns mais commo-
dos cosmoramas com vistas actualmente novas :
Bazar Victoria, nn do Barao da Victoria n. 2.
NOVfl) IDE
A Predilecta acaba de receber um lindo sorti-
mentd do fitas escocczas acba.nalotadas, proprias
itara fac tas ; assim como um lindo sortimento de
eque.- de madreperola; a elles antes que se aca-
bem, a rua do Cabuga n. I A.
SHAW, HAWKES & C, A- KA DA CRUZ N
4, VENDEM:
Maehloas de cortar fumo.
Machinas de descaroijar algodao.
Machinas a vapor de forca de 2 Ir2, e d 4 ca-
vallos.
Balancas de diversas qualidades.
Pesos e medida>. de diversos padri5es,
Cbafariz d>- ferro para jardim.
Fiirmas para a>sucar.
Aiado? americanos.
Cimcnlo
50^
Achaso f!j< Ja de3de o din 19 de DOfembfO a
ivaSiMii ccm os signies seguinies : cor
car la, idiJ.- :>0 annos, p >uco mais on menos, ca-
bello Corredki rurto, pncba por uma perua em
iue i i i Jo um def-ito n'n-.n jvielbo, sem
nos d.'.I.H d is pes, de estatura baixa, levou
ii-igii iM.li rnapa do si.-u uo, e a quantia de
lOOique siihirabio de sen senhor ; presume-so
tr 'Mid" ;>iri Giyanna oin compiolii i de urn
ta( Fl>>reiieii) mga'-se as autoridades piliciaes e
aos capitacs d.) i:npo a saa apprehenslo, entre-
eando a i nn de Mircili j Dias n. 21, ou a .-ea
.-eotujr a rm da Senzala nova n. 7, quo sera gra
i Seado com -i juantia acima.
Pr.cisv-e dt um criado
;hI'.do
no cafe imperatriz.
Precisa si; do um menino do 10 a 12 annos,
i:joa ponci pratica do taverna : a iratar na mes
"a. ania 1p S. Migud n. 6S, nos Afn.galo-',
Petle si- as Srs. ouriveis, on a .quera
acaso for oir-reeido ambolao com brilhanto, de
c appre en ler annuneiap por este jornal, por-
quo for r i iiiiji no dia 14 do corrente da casa u.
8, na wtra-la do Cajueiro ; qualquer despoza do
anuuncio >era paga pelo interessado.
*Pr:.*.i-a-se de um crialo
do Padre" a. 23
no hotel do beccc
Precisa- r>adai .a, uio ?e olba a orJeuado
..> n. 72.
com pratica de
: na rua do J,i
0 verdadeiro Portland so se encontra no cacs
da alfandega n. o, armazem de bacalhao, em
barricas, das maiores que vem ao mercado e por
pre$o mais commodo do que em outra qualquer
parte.
Venle-se a meladu do sobrado de
dons aadaras o sotao na rua de Pedro Af-
fotiso, outr'ora rua da Praia n. 35 : a tratar
na mesma rua, armazem n. 26 A. E' van-
tajnsa a compra, pelo importante predio,
MfQ coitstruido, tie grande rendimento e
excellpntes commodos.
Veude se uma casa terrea em terreno pro-
prio na ruafcdo Carcereiro n. 6 : na rua do Duque
de Caxias, loja n 60 se dira quern vende.
nmm.
Vende-se uma typographia hem montada, com
umarn.ichina e um prelo, tndo em bom estado e
por preen modico: quem a pretender, dirija-se a
rua do Torres n. 12, sobrado, i andar
VENDE-Si
a taerna da rua do Padre Nohregan. 64 : a tra-
iar na mesma. 0 motivo da venda sedira a quem
;;uizer comprar.
Commodo preqo.
Alnga-se oa vende-se uma nova e excellente
a&a da pe Ira o cal. com armagao nova e envidra-
cada, Dara qmlq >er negocio, sita em bom local
por ser praca to commereio, na povoacao de S.
Luiz do Quitu!ic!eiros,provincia das AlagOis: a Ira-
Ur na mesma povoa?ao com o Sr. Manoel Luiz
ae Mello Junior e nesta praca com JosS Antonio
. Mbwucs, u sit.o Chora M nine.
f OtT-rece-se. um moeo para feitor ou adminis-
tradbr de engenho, com bastante pratica por ser
>ua prolk-aao : quem precisar annuueie..
- Aluga-se ima excellence casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, oom ban* commo-
'.' s para farailia ; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim, a. 37.
*-*. Aluga-se uma boa casa para grande familia
com muitos commodos, na rua das Pernambuca
nas n. ii, na Capunga : a tratar no Chora Me
nino, com Jose Antmio Marques.
Compnahla JTerr'o Carril de Per
nambuoo (outr'ora Pernaiilbuco
Street Rail way
Convido a todos os possuidores de bilhetes de
passagem noscarros desta companhia, ainda art-
tentts era oircula0o com a assignatura de H.
H, Swift, A-si Tre*sr, a traz^-los ao troco per di
nheiro no escriptorio da o.impanhia a rua dc
Brum, em tnd.is oa dias uteis, das 10 boras da ma-
nlia as 3 da tardo, at6 31 di? deeembro pros imo
vindouro; prevenindo^outr.i sim, que os ditow bi-
lhetes serao reputados sem mais valor para qmI
3uer effeilo, a partir do l. de Janeiro de i8?i em
teroios do aviso do ministerin da fa
zenda dp C, de agosto proximo passado e da por-
leacia desta provincia de 6 de ou-
tU'"
Recife, em 7 de oulabro de 1873.
0 B
' iGuftavo Aduipho Schmdil.
Vende-se
-Mopa para calafetar navios o barcacas : a rua do
Amorim, armazem n. 31.
- Por baralo pre;o vende-se uma porcao de
Caves e travetas de todos os lamanhos e de qua-
iidade, tarabem tem portas de louro -novas de to-
dos os tamanhos : no Cfiora Menino, com Jose An-
tonio Marques.
Farinha de araruta
Vende:se superior farinha de araruta, tanto em
porcoes enno arelalho, por preco que admira,
visto sua qmlidade ; depositos nos seguinies lu-
.gares: rua do Vigario n. 26, rua Jo 'Amorim n
58, e travessa da rua das Cruzes n i, a ."(K> rs. a
libra a re ta I ho.
Creioaes pseittos
E' a primeira vez que v(-m a este mercado : a
Rosa Branca tem e vende barato, e da amostras
com penhnr : na rua da Imperatriz n. S6.
Chitas de xadrez.
A Ro9a hranca tem e vende a iiO rs. o covado.
na rua da Imperatriz n. -C
A proposilo da fesla
0 que dizem par alii.
A verdade vou dizer-vos,
Sem embargo do mao tempo ;
Nio e gra?a, vou eontar-vos
0 quo dizem... por exemplo:
Que a BARRIGA c a mai da humanidade e quo
esta como filha obedionte deve tratar com requin-
tado desvelo de sua difeeti.sima e infallivel mai
Que para iste e indispensavel que os gastrono-
mos habitantes desta bella cidade e seus subur-
blos, como parte inlegrante da humanidade, devem
vir ao muito util e conhecido armazem do Cam-
pos, a rua do Imperador n. 28, eomprarem os
novossaborosistimos4>resuotospara fiambres ; os
gostosos paios, os saborosos salames, os.appeteti-
veis lombos de porco; as delicadas lingoXjas [e
salchicbas, cs digestives peixes era latas, a finis-
sirna manteiga ingleza e franceza, 6s deleitosos
biscqitos, as expitantes conservas. as deliciosas
ameixas, passas, araendoas e nozes, as aprecia-
veis frnctas em calda, os flexiveis doces, o mag-
niQco queijo flamengo e prato, o embriagante cha
perda, aljofra e preto, os substanciaes chocolate, e
cacao em po, os refrigerantes licores, as ealinati-
tes cervejas, os corroborantes bitters, os inspiran-
tes vinhos do Porto, Madeira, Bordeaux, Figuei-
ra,. Lisbrja, Cherry, Collares o outras rauitas qua-
lidades, a corruscanle champagne, cidra c um ;em
numero de raros e arrebatadores acipipes, que
da forca, vida e prater, afim de rcchearem. dia-
riamerite o receptaculo de snas idolatradissimas
8a/rigas- ;
Que, quem quizer fazer um delicado lunch, fu-
mar um primoroso charuto da Bahia e beber um
copo d'agua fria (gratis a agna) deve vir ao arma-
zem do Campos, unico que tem demonstrado alii
a evidencia a Inffuencia da rainha do mundo a
barriga
Mesrao porque
Ora esta e boa.
Quem quizer ser ditoso. ser feliz
Deve,ax Compos s^mente ir comprando,
Evitando assim de ir mal passando,
Deleitando.a barriga c o nariz.
Alem do que dizem muitas coasas ; por
exemplo que o Cftmnos i so quem vende bom e
barato, que so. e o.unico que da amostras de gene
res; qne s6 elle, 6 quem capricha em dir bom
peso, que e elle so quem manda levar gratis
em casa do comprador os generos comprauos (a
dinheiro) em seu apmazem, quer dentro da cida-
de, quer nos seus adja6entes; que unicaraente
s6 6 no armazem do Campos, a rua do Imperador
n. 28, onde se encontra ura completo e eeplendi-
do sortimento, verdadeiro Centra de peregri-
nas e exquesitas victualhas, onde todos (macons
jesnitas) devem vir satisfazer esta obra de mise-
ricordia (ja se sabe, trazendo dinheiro) dar de
comer a -barriga atleudendo a quo :
Do dia a questao ja nao existe,
Que o Campos fez cessar toda esta briga,
Desfechando esie eolpe philosophico :
Tratem todos primeiro da barriga.
Finalraente que, as interessa tes meninas dij
zem que, so gostam de doces do armazem do
Campos ; as seductoras e espiriluoaas mo^as qne,
so tomam um calice de bitter estomacal so for
do armazem do Campus ; as respeitosas mammas
quo, so se reoordam do pasjado qnando saboreiam
alguns acipipes do armazem do Campos ; os ele-
gantes e amaveis ranates que, so fumam charu-
tos do Campos ; os velhos que, so sentem excita-
cao quando comem certas iguarias do Campos,
e ate os forastciros so procuram o Campos, so
Suerem o Campos e so gostam do Campos, a ponto
c... vejam :
Do Campos a fama como voa
Nos bailes, theatros e cafes ;
Maxambombas, bonds e jardins,
Retroand. do rnundo nos conGns,
Deixa a todos uma nova feliz, boa
____E vai passando dts annos atravez !
DE FAZ
NA
Rua da Imperatriz n. 60 *
liiilitis linos eii!'aiTi'!'ailtis
Pr prios para
versa<; an.-ili<:
Commereio n. 48,
0'
presonte de festa e de di-
1 andar. V
Bellos gostos em foulardina.
A rosa branca tem os mais-ricos g< stos em
foulardma, e uma rica fazenda para vestido com
as cores azul, cor de pinhao, bronze, e cor de
lyrio, tudo com listras hrancas, yao estas as co-
res mais modernas c in os usadas nas principaes
cidade* da Europa. Dai-se amostras e manda so
levar nas casas : na loja da rosa branca, a rua
da Imperatriz n. 56.
Las finas a 500 rs.
A rosa branca rpcelxm lanzinhas de lindos gos-
tos a nOO rs sao 14s gue. Rua da Imperatriz n. 56. Dao-se amoslras
ccm penhor.
JAIIAIUiNIIA'.
Tem para vender Joaquim Jose G-oncalves Be-I
ao Filho : a tratar no seu escriptorio a rua
do Commereio n. 8.
Baralissiino
rLanzinhas com listra" ostampadas pelo diminuto
050 de 400 rs. o covado.
Ditas com listras assttmadas a 15000 o co-
vado.
Granadinas pretas com listras de cores a 800 rs.
o covado.
VIetins traneados proprios para ve*tido, a 320 rs.
o covado.
Alpacas do quadros, proprias para vestidos,
440 re. o covado.
Brim branco, lona, para caleas a 1*800 a vara.
Dito trancado a U600 a vara.
Dito de euros, linho puro, a IJiOO a vara.
Peebiachii
Chapeos de sol de.seda, cabo de canna, a 8*800
cada um, is'to tudo s6 no n. 20 da rna do Crespo,
loja das 3 portas. de Gtrilherme A C.
ftoa do Barao da Victoria n. 22.
DE
Carnciro Viaiina,
A' esto grande estabelecirriento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos ps autores mais acredita-
dos ullimameate na Europa, cujas machinas
sio garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-Ias pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha perten^as
para as mesmas machinas e se suppre quar-
quer pe^a que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfui^ao de
um e dous pospontos, franze e' horda toda
qualquer costura por Bna quo sja, seus
precos silo da seguinte qualidade : ; ;ira tra-
balhar a mao de 30$000, 40JJ00 e 50^000, para trabalhar com o pe sao de
80&000, 903000, 100JJ000, I 100)000,
12039000, 130JPOOO, 150000, 200t?000 e
250JJ00O, fimquanto aos autores nao ha al-
tecagfio de precos, eos cotnpradores poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para vingem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianr;a (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, detodas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para chi, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos arligos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de^de as 6 horas da ma-
nh-3 ate as 9 horas da noute a*
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Vende fazendas para liquidar, por baratissimo preco como
abaixo se ve:
Pereira da Silva & Guimaraes tendo em ser uin grande depozito de fazendas,
tem resolvido fazer uma liquidagao das mesmas com grande abaliraento nos pregos,
com o unico fim di apurar dinheiro, para o quo conyjdam nio .so os seus niuoerosos
freguezes, como o respeitavel publico, a vir surtir so de muitas fazendas, bo3s ebaratas
no seu estabelecimento denominado oPavaoa rua da Lnaperatriz n. 60.
B
o ha mais cabellos
brancos.
TINTURARIA JAPONEZA.
S6 e unica approvada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate" hoje. Deposito princi-
pal a" rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, l. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Vende-se
um piano de mesa, sendo de jacaranda. por preco
modico : a tratar na rua de Dias Cirdoso n. 14
C\kvao mm*
DE
Superior qualidade e garan-
tido
Na rua do Commereio n. i, c-eriptorro de Lids-
toae Etobilliard & C, vend> se por proeofl commo-
dos o e irvao acima, tmto em grandes omho em
peqnenas pnn;oes.
Na fiiiidii'iit) de Cardos > k Irmao,
a ni;i d; Irim as. \i\i\ a lO.'i
Vende-se os seguintes ob-
jectos, por precos
commodos:
VARANDAS franeezas de ferro fundido de diver-
e bonitos gostos.
FOGOES ftanceees grandes e pequenos.
DITO dito para trabalhar com gaz.
B' >MBAS franeezas de repuxo.
BAN OS com pe"s de fe.ro, com molla e sem
etl3.
PES de ferro para mesa.
JARROS de ferro para jardim, grandes e peque
aas.
MACHINAS para gelar agua e fazer gelo ; gelam
agoa em 40 minutqc uem gelo em
20 ditos.
vcusin
Solia e cordovaos
47-Rua d.. M sda 'i7
CitsNMa vfnli* e passas.
47-Hua da Moeda 47
Veude se uma excellent* eetr&Wfil'M
Iia, iav^ e eugomrna, 'd8 aptim*
iMa : a tratar na rua do Barao *s Si 8aii
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburgttezas qne vem a este mercado-
a* rtt: Mtrqaaz fle Olinda n. 81
Canarios da Allemanha
Chegaram pelo ultimo vapor da Europa, per-
feitos cantadores ode" fidre* rhdito llndas : acham
se a vendi no armazem Fidelidade, a rua do Im-
perador n. 14.
De forca de d us a seis ca vallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
Tessa do f'orpo Santo n. 2o. _______________
Vende-se a armacao e uten>ilios da taverna do
pate doTerco n. II, barato, e propria para quem
se quizer estabelecer naquelle lugar : a tratar na
mesma.
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgSos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
Wll-on Rowe & C. vendem no seu armazem
a rua de Commereio n. 14 :__
0 ver-Iadciro panno de algodao azul americano.
Excellente flo de vela.
Cognac de 1' qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
CAMBRA1AS A 4#, 4^500, 5, 6p 19.
0 Pavao vende um magnifico sortimento
das mais finas cambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada peca, pelo ba-
rato preco do 4fl, 4??500, 5, 6, tendo tam-
bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 43J
ate 8$, sendo fazenda que valle muito mais
dinheiro.
COM SALPICOS DE CORES A 5.'
0 Pavao rccebeu um elegante sortiraento
de cambraias brancas com bonitos salpiqui-
nhos miudinhos.de cores, tendo 10 jardas
cada corte de vestido e vende pelo barato
preen de 55, por ser pechincha, ditas com
salpicos todo branco sendo fazenda finissima
a 75500 e ditas a 55000.
VESTIDOS A ISO DA CORTE .1$?
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cada c6rte todos os enfeites neeessarios como
sejam : babadinhos, entre-meios, rendas,
requeflfes, e vende pelo barato preco de 125
cada um, assim como, di'.os a 2 de julho
com todos os enfeites a 105, cortes de cam-
braias brancas abertas, com listras e lavores
a 65, ditos Qnissimos a 85, ditos de cam-
braia branca com listras de cores, para aea-
bar 35500, e pechincha.
CORTES BORDADOS A 205 E 355.
0 Pavao vende ricos cortes de cambraias
brancas delicadarnente bordados, pelo ba-
rato prero dc 205 e 355.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
do cassas franeezas com delicados padroes e
cores fixas, quo vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e dc quadrinhos a 640 rs. a vara li-
nissimo fi!6 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORNOUSA 125.
0 Pavao vende um bonito sortimonto dos
mais modernos bornous combonitas listras c
vende pelo barato preco de 125 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demerind e com listras de seda.
LAZINHAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinhas lisas,
sendo verdee cordelyrio, pe'o barato prc^o
Ue 020 itfio o COvatlo, main .o.-, dattoada1;
lazinhas de quadrinhos a 280 reis, 6" pe-
chincha.
Granndisjos a G-ftO
0 Pavao vende um elegante sorttmeuto
das mais bonitas granadines ou gazes de
seda para vestidos. tendo de todas as cores
e vende pelo barato preco de 640 r&s o co-
francez nauito lino a 3*000, apeuas precisa
1, V* metro para um len^pl.
CHAUiS BARATOS
a 25, 25500, 45.
0 PavSo vende chales a emitaglo de me-
rino a 25, ditos de merin6 lisos de todas as
cores a 25590, ditos deoierin6estampado=.
muito finos a 45, 'ditos finissimos com hs-
trasdewda a G5500, ditos muito fiuos dt
crepom a 105 c 125.
ilgoriao enfestado al?el?280
0 Pavfio veode algodao .euiestado oom 8
palmos de largura, proprio para lentj6es
sendo do mais encorpado que tem vindo ar
mercado, liso a 15 a vara e trancadoa.....
15280. -
ATOAI.HADO A 1*600, 25, 55.
0 PaySo vende atoajhado trancado com 8
pjlmos de. largura. a ij520O o 15600, ditc
adamascado a 25 djto.de Unho adamasca-
do a 35 e 55.
SEDA-PAM YJS8TID0S
a 15600 e 25.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
sedas com listrinhas proprias para vesti-
dos de meninas ede seuhora.a *5600 o co-
vado, ditas lavraxlinh-as a 25, os padroes cac
maito bonitos e veade-se ^por este pre^o pars
aeabar.
Itoliiiu* a 5 5000
0 PavSo tem um completo sortimento de
botinas muito bem enfeitadas para senhoras
e vende pelo. barato prer;o .!e 55, artigo que
em outra qualquer parte custa 65 e 75.
LENQOS BRANCOS
a 2500C.
0 Pavao < vendeden$os brancos abainha-
dos, tanto parahomens como para senhocaj;
a 25e 25500 a duzia, ditos de esguiao e
cambraia de linho ti inborn abiinhados a
35500, 45, 55, d tos francezes escuros, para
rape" a 65, ^duzia.
CAMISAS PARA HOMEM.
0 Pa\ao vemle ricas camisas com peitc
de linho bord das, .proprias p ra noivo a
10(5 e 125 cad*-uma, ditas de linho sen se-
rem bori das -45, 45600 e 55, ditas eou.
peito de algodao muito finas a 25, 25500 e
35, ditas dechitafina miudinln a 25, 25300,
e35, ^ssimcotno grapde sortimento de ce-
roulas franeezas tanto de linho como de al-
godao de 15600 ate 35, gr nde sortimento
do .mei.s cru s iuglezas de 45 ate 85000 a
duzia
FAZENDAS PARA LLTO.
0 Pavao tem um grande sortimento de
fazentlas pret spara luto comu sejam: cas-
sis, las, ou lazmbas lisas que vende a 400
e 500 reis o covado, bombazinas de 1560C
ate 25 o covado, cantao a 15 e 15200.
granadine lisa coin listras, cassas e chita>
vado e granadine preta com listras de seda t0(!as pretas c"m Ufiras,e salPi<;0S. ^^
a 15800. todas pretas e lavradas de branco, merinos
outras muitas fazend-s apropri das, que sf
LAZINHAS A 360 0 COVADO. veu,Jo Por menos do que em outra qualquer
0 Pa vie vende bonitas lazinhas transpa- Parte>
rentes com palminhas a 360 r<5is o covadu,, MADAPOLOES ENFESTADOS
ditas ditas indianas com linrJos dezenhos, a 35000
tanto em listras conn em quadros a 280 rs. Pdva0 venr,e pegasde madapolfio enfes-
o covado, e grande sortimento de alpacas e tado com 12 jardas a 35, dito a 35560, ditc
lazinhas de 40U a 800 re"is. j c'n 20 jarJas a 35, 55500 e 65000, dito
' com 24 jardas de 55 ate 85 e 105, sendo oi
CHITAS DE CORES
a 200, 24b, 280 e 320 rs.
0 Pavao vende. um grande sortiraento de
bonitas chitas tanto claras como escuras e
vende de200 ate 32k rs., assim como ditas
com listras aolado muito Gnasa 360 e imi
rs., finissimas percales miudinhas com lin-
dos dezenhos a 360 o 400 rtiis, garantindo
serem todas de cores fixas.
COBERTAS A 25, 25500, 35, 45.
0 Pavao vende bonitas cobertas de chita
Vende-se
mais finos que tem vindo ao mere do.
Algodaoiinho a 4L--*MM>.
0 Pavao vende pegas de nlgodaozinho
muito tncorpado a 45, dito a 55 e 65.
TAPETES
CORTES DECASEMIRA A 55.
0 PavSo vende um grande sortimento de
com ramagemgrauda, pi-los baratos preens cortes decasemira para calyas, com bonitos
do 25,25500, 35 e 45. ditas encarnadas gostos, claros e escuros a 55. ditos de 65,
forradas a 55, ditas defustao branco e de cor 75, 85, ate" 105, superiores casemiras fran-
com barras a 45 e 55, ditas de croche" para cez se inglezas, para covado, de 35500 ate
cama de noivo a 65, ditas muito ricas a 165, 65, paunos pretos ede c ires dos mais bara-
ditas de damasco aemitacao de seda a 105 tos e ma's nnos quo tem vjmlo o mercado,
e 145. j por preens muito razo-veis.
FnsiSos Roupa fcita
0 PavSo vende fustoes brancos ede cores,' 0 Pavao, tem constantemente ura grande
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao sortimento de roupus feitaspara homem, que
mercado, tanto para roupa de criancas como vende por preco muito era con ta, como se-
para vestidos e roupas de homem^e vende jam
pelo barato pre$o de 56o ate 15, o covado.
BRAMANTES
a 15600, 2$2-: 0 e 25560.
0 PavSo vende braraantes de algodao com
10 palmos de largura para lencoes, pelo ba-
rato preco de 156>'0, nito de liuho com a
mesma largura a 25, 25200 e 25500, dito
Cortes de chita a 85, S5&00 e
3000.
0 PavSo vende cortes de cbitas ascurase
no estado em que se acha o sitio existente no
lugar dos Keraedios, freguezia dos Afogados n.
21. hojo becco da travessa dos Rernedios n *8.j claras" com" 10 covadoscada" corte, pelo ba-
em chao proprio, quem o pretender entenda-se, ,. V ... *nKn
em o seu proprietary na rua de S. Francisco,, ratismo prego de 25. 2&500 e .1*000.
como quem vai para a rna Bella, sobrado n.
que se fara to'do negocio
10,
CORTES DE BRIM A 15400.
0 Pavao vende cdrtes d^ brim pardo para
calca, a 15400. Ditos de cdr, fazenda mui-
B^rinaa de mandioca nova t0 boa, a 15600.
J^^T^V&^&t^^.^P^^^ a 3*e4W00.
de Santa atharina, fundeado defronte do trapfche; 0 PavSo vende os mais modernos esparti-
B*ao do LivrameBto; "e para tratar a bordo, ou lhos proprjos para senrroras e meninas,
no seu escriptorio a rua ao Cunimercto n. o. i t-. *: .:.!.., -.<. i ,.,,,,
pelos baratissimos precos ih 35 e 45000.
Ditos muito superiores, brancos e de cdr, a
55 e 65000.
Vende-se
Calgas de brim de cores de 25500 ate 6?.
Ditas de casemira escura a 35500.
Palitots da mesm Fazend i a 45500.
Calcas do brim p -rdo de 25 ate 54.
Dit s de casemin de cdr de 7,5 ate- 12^.
Dit->s de casemira preta de 75 te 14|$.
Palitots de panno preto de 45 ate* 125.
Fraques de pa nn. preto fino de 265 ate
355000.
Calc s brancas de linho de 45 Hte7f.
Colletes de casemira de cor de 35000 ate
55000
Ditos de dita preta de 45 ate 75.
Corte* de IS a ArOOO.
0 PavSo vemle bonitos cortes de lasinhas,
padroes miudinhos com lindas cores, tendo
15 covados cada corte, pelo barato preco de
45000._
CORTESDE ORGANDY A 35000 e 35500.
0 PavSo vende cr3rte de organdy branco,
com listras e quadrinhos, sendo fazenda mui-
to fina. pelos baratissimos preens de 39 e
35500 o corte.
-se
um iiftio em Agua-Fria na rna de Santo Antonio
o dito akio tem de frento 100 palmos e 47* de
fundos e a casa ainda esia por aeabar: a tratar
aa rua do Cotoveilo n. 8.
Pes de sapofis. abacat'-s, roraeiras, parreiras,
fructa-p5o, roseiras de variai qualidades e outras como grarrde sortimetrto de raeras tffOTs,
(lores : na Boa-vtela, rua de Visconde de Goyanna precos muito r zoaveis.
n. 101, onir'ora Mondego. ____ -^----------------------------------------
Panno de algodao da
Ceroulasfr ncezas de linho e algodSo, para todos os precos e qualidades, assim
carfiiMs, oderflrlr*, *fn lOdo se-tende por
Yadb-fle
S taverna cita i rua doawiedo Triumpho
a. M: quera pretMAir ir^e a mesma,
que achari com quem tratar.
Atlencao
Vende-se bSTam a arma?So da taverna n. 60, si-
a tua Direitajps Afogados: a traiar na pada-
rlade junto njg.__________________
Matrieula pafa cavallos.
A' venda m. livraria elassica, a rua do Impera-
dor n, 73. Preeo 40 rs.
Baiiia.
Ha Jtara vender das -egoi rtes fabfhSas':
g Salvador.
Conceicio.
Vafenca.
odelo.
W> SstSrtptono de Luiz Duprat, a rt tlo CetD-
mercio n. 34, l* andar.
1*m ffa **!< : #
Oogtot de ttaraessv, superior e tmii&rtr
Vjaho X*res da* owlhor*s aUad^
Brttew**Htnrn
Wkiskr
Cha^preto em J^^y'sM..
amaMm 4 rua *> Coawr^ n. 38.
I
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ILEBIVEl
&


p
h

Diario Je Peimmimoo Qumta feur* 18 de Dftzamhjt* de.' lfc&w
t.
7
N. 4Rua do CabugaW. 4
JOSEPH KRAI SE & C.
u
va
GOMES DEMATT08&IRHA0
i Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimetW d joins, de subido
. lor, que existia cm seu estabelccimento, esla* corrrrdetamente rcforcado com o mais ele-
| gante sortimento do novas joias, que receberam dfrectamente pelo ultimo vapor da En
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos a Boulevard, pulseiras dt
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brmcos dargola-, agraffes para retogic de
| senhoras, delicados aderecos para meninas, raeios aderecos de-camafeu lmdissimos, volta*
; de nogordios para senhoras, correntes inglozas de ouro e de platiria, variada quantidade
j de botdes para punhos e peito, com emblemas maconicos, de onix, teeido de ouro, caaa-
VS: maiS SimpleS, aS lOais barataS e aS melhorPR An mnndn! feU' cutc, brilhan|es monstros de rarissiraas agoas, em annei*. row*as>, pulseiras, alfit e~
r wo umao uaiauoo oaa luemures UO miinaOI tes o botdes, e outros moitos objectos de ouro de melhores fabrieantes de Paris, que s*
na exposicao de Paris, em 1867, foi concedido a venderao com grande reduccao de precos, por serem elles reeebidos direetamente de sew
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-: commientes. ... ,rtI.
rinA, i-iL,A,ii1. m i 0s propneUnos do acroditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento abertu
cio da Legtio de Honra, por serem as machmas mats per. | ate 8 boras da noute, convidam as familias que se qoizerem provcr de Iindas ioias?*
virem escolbe-las & vontade, para o que esij em exposicao nos mostradores.
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
Rua do Ilarao da Victoria d. 28
feitas do rauado.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
a E. Howe Junior, nos
dt machina de cos-
iU
A medalba de ouro na eiposicao de Londres acreditara
estas macbinas.
A 9080Q0
DE
Fazendas finas
hoje,
XA
f de )hm\\\. 7 A.
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova- DE
fork, estabeleceu nesta cida'de i rua do Barao da Victoria n. 28, urn deposito e agenda! CordeirO SSlUiGeS < 0
AJw* em Po^D*mbp',0 6 mais provinciasse venderem as afamadas machmas de cos- j j;- csra ctsa ,, (hirWa nma das '
f i de Howe. Estas machmas s3o justamente apreciadas pehi perfeicio de seu trabalho, pode com prtmazia apreseniar art* sens froguezes
ifcpregando uma aguRla mais" curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra, lim vriadissinio sorSmcn*> dc fazendas fi*a, pa-
t*iimtrOduccao dos mai aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a ra ran.de 'oiletic; assnn como; para o usoordi-
** yGT&mc p.ublico as r!iores ****?? do mu,,do- 5tfJtyasn? sussss
AMvantaqemaestasniacmnas-sdoasseQuirdes: ,(l,sno;esun;0- ,
P;m: a ..w. ii a a W, alandam fazendas as casas do^ pretondenie?,
meira.O puWico saMque ellas sio duradouras, para isto prova incontestavel, a para o nue tc-m o pes?oal necessario e dao anwi--
tramstaneitaettuna terem awtarecido no mercado machinas d Howe em segun- ',ras mpdianie penhor.
'faaio* Cortes de seda de iindas cores.
SSfttSK S2A preiciso E"^: Sf**d09amnjo- i SSetffdSS ifS
., friccao entre as dtversas pejas, e menos rapido estrago J Gorgurao Lranco e preio.
fenesoutras.
Quarts.Formam o ponto com se fdra feito A mSe.
f>ainta.Permltte que se eramine o trabalho de ambos os fios, o que se n8o consegu
*> ?atras.
9exta.Pniem ponto raiudo em casemira, atravessando o fio de nm I ontro lado,
!fO em soguida, sera modifioar-se a tensgo da linha, cozem a fazenda mais
Agua florida, de Guislam,
parafazer os cabellospre^
tos.
A auia branca, a ma. Duqua de Caxias n. 30,
acaba de receber nova reiueasa da aprcciavel agua
fl.inda para fazeros cabetlos jMw*. 0 b6m re-
jultado colhido por quem'-tetn feft uso des\
inoffeniva preparaca* a lem aUamente coneeiina-
do, e pov iaso apeaas se fei leiubraf a que*- no-
va inijute dcila precise e queira. se aproveitar de
sua utiMadc. Tambein vefo agua de topasio e
ofeyfMriao para o nwsmou ( etio aeredHados
corao kjuetla.
Voltas e brineos de grosses
aljofaresde cores.
A aguiabran#, a rua do Drnfiie d; G.-tRia n.
30, reeebeu novas e bonilas voltas e brin>B"de
grossoo *ljofares de coresv c, como serapw coati-
nua a venae-las por preco commodo.
Novos diademas dourados. e
com pedfas.
A agnia. branca, a rua do Duque de Caxias n.
30, recebcu novd sorUmento de tronitos -diade-
mas dourailfls e eow pedra*.. taoto para-menMas1
couio para senhoras:
crian^as urn pouco im-
um obiecto que as en-
Colieccoes de trasiados ow
; Selim Macau prelo e de core9.
Grosdenaples idem idem.
I Veludo preto.
Granadine, seda preta e colismasn de cores lin-
! dissknas padroes e fazenda da ullima mod*.
/^JfU.tffileoSjSS!- normas.pafa.escrever.se.
Ricas basquinas de seda. A agnia braneaya rua Dui|ue de Caxias-mi 88,
J^tr? COmpr^ ^eTantad Cm ^rlkdHdade, quando se tern de mudar; cSs^fX'ra noiv,*, ^S^tS^vS^^^
'?. ao coW noftfeostura. Cortes de cambraia braaca com Jindos bordados! usadas nis auTas e CDlWglos; e como sempre veli-
JvtaTa.Moitas cdrapanbias de machinas de costura, tern tido epocas de Krendeza e !;?Pf"as e Biantos para n ivas. ^de-as porpre^o eommMa.
'2*^:***** ggW P0P^. s*o hoje quasi escorhec&s, outras'soffreram &S dfSSS"to de Cm 'iSlraS de ^ Mei^S CrtiaS filKlS patt mebi
!*!^ ra*ae9.Part pocferem substituir : entretanto a eompanbia das machinas de Howe DJtas maripozas, brancas e de c6res
^wwao a-opiniio de Elras- Howe, mestre em artes mechanieas, tem consTantenlente Nansuek de lindoa padrdes.
cgmeatMo o s?u fabrlco, e'boje no attende a procttra, posto que f*ca 600 machinas 5a')tiSl,.a de Pa'lr6es ,nui delicados.
^u> u,. Percalinas Aa "'" n-i -.
* rfia*
'ada WMhina acompanh livrelos com instruccdes em portujruez.
A 9^M00 A
de quadros preios e brancos, de iis-
nas egenheras
.OARES LEITE, IRMAOS
A*
do Barao da Victoria n. 28.
COSIURA
A SO^UOO e 30#000.
DOUS P0SP0NT0S
Nalojade Soares Leite Irmaos, k rua do BarSo da
Victoria n. 28.
prMHca
A loja"a'!tgTtfa branca, a rtfs'Wiquie'de Caxias
n.SO; reeebeu uqvo sortiineuto dtt^uclfcw *pro-
tras.etc. cudft'iiieiascrtiai* tra senhor*,<-Tia4o igaalf
Bnns de ImhO' de cfres, proprios para VWtidcs njentt jara meninas, e contimiia vende-las pox
__ com barra e lisiras. precos c^mjnodb'?.'
veos ou raaiitiiakaspretas.
A loja da aguia branca, a rua do D*jqtte 1 xias n. 30; reeebeu bonitos veus ou mantiabas
I preta's de seda co'rrf'florte:, e outfis a imiUcao de
: crocbe,-e tende-as pcloj tia|ratd9',4pfe'Bs der 3f 1
| 4> 6fW. A 'faeild^'lK> *sift*m) porfeiw
1 csladoi pelo qfce contmua a ter prompte exlrac-
Betfeita novidadev
L&vas de
200 ts.
^tWtoadiiras para cotfete, grand*? sOrti-
r ..-.o a 120 rs.
>ira de linha de marca, a 200 fs.
La:npwinas + ;gazS'fiatt4o uma 'lux rnuitO
'% a IJWOtJ.
Duzia de peons de cordlo imperial, a
-8 rs.
-siia de botdes do osso para calea, a
00 rs.
Dazia de carretefe de linlia, 200 jardas, a
COO rs.
IdfJitt idem 60 jardAl, a 240 rs.
Maco de fita chineztt; a 806 rs.
Oaixa de1 linha. com 40 novellos, a 500 n.
Meios aderecjos oOm camaleu, a 506 Vs.
'Jarfafa de tinta roxa ettra-fina a 19500
Potes com dila ingleza, preta, a fdfr'V
100 rs.
CAha de pennas Perry, muito boas, a
1JW00.
Idem idem, a 400 rs.
CaStl de enreloppes tarjac!6s, a 596" rs.
'em idem forrado*. aYbd rs.
Caixa de pipel amisaae, beira' dourada,'
f 06 rs.
Mem idem idem lisa, a 80*01 rs.
I'uzia detameres caBo branco, 2 B.f a
M600
Resma do papel pautado, a 4JJ066'1
Idem idem liso, a 21^8*66, 3#800 e5>000.
Coques moaeru6s, a3jN>00.
Duzias de pe?as de trariQas de caracol
branca, a'iOO'rs.
Idem idem lisa s, a 266 ts.
oques doo6- satkfcto, a 2*606, k*
6*000.
Pita'de velludo de todas as coro-o largu-
icroscopio torn IS vistas Ja' 6W66*
compeqticno toque,; Espelhos demoldura dourada, de todos
| os tamanhos e precos.
PERFL MARIAS
oleo
E MIUDEZ.4S.
Ohza verdadeiro,
Frasco com
1*060.
Idem com tonico de Kemp, verdadeiro, a
1000.
Garrafade aguadOridaverdadeira a 1J266
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
Idem idem divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (novidade) a
19200.
Caita de pds para dentes, a 200 rs.
Idem idem de pds chiner, mnito bom, a
500 rs. e 19660.
Pote com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19000.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de anjinho transpa ren-
tes;' a 29200.
Idem idem coffifffires, a 19500:
Sabonetes: Glycerino trarisparentes, a
19000.
Caixa com sabonetes, formatd de fructas,
a 1900b1 e 19866.
Cosmeticos, graudes c pequenos, a 100 e
800 rs.
FrasdO'cobiagaade cotagne, a 200, 320,
500 rs. e 1^000.
Extrados muito fibos dos melhores au-
tores.
m Lina"as*e elegantes caixirihascemperfuma-
ria's, prttprias para presentes, dos autores
E. Codray, Rieger, GelW Freres, etc.
. Quadros com santos e estampas separa-
das.
Entromeios e babados transparentes e ta-
pados.
Uma grande taboleta propria i para qual-
quer loja.
Pustto dc Iindas cores.
| Casaquirihos de la e de todas as cores, para se
j rrtioras.
\ Safes bordadas para senhoras
<.*mS?as idem idem
Vestuarios para men i nos.
Ditos para baptisados.
Tliapeos psrra ditos.
Toalhas o guardanapos adamaseados de linlro d
fires para mesa.
Colchas de M.
Coriinados bordados.
Camisas tofdadas para hdrte^n.
Mitts de cores para homenfl e menittos.
Crunpleh) sortimento de cliapeos de sol ian )h
Mi.-ii.i n Bcuuunii, i*>, y^b^ ue M,irnill.
Merino de cures para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado dc linho e algoOBo para toalaas.
Atealbado pardo.
Brins de linho branco, preto e'de-cures.
Setim de Iindas cores e com lisiras
Chales de merino de edres e p'.etos.
Dilos de casemlra.
Ditos de seda preia e de core9.
Dito dc tonquim.
Camisas de linho.
Ditas de chira.
Ditas de Aanella.
Cerotilas de brim e algodao.
Damasco" de la dc cores.
Panno* de crochet para cadeira, sofa e conWHd*/
Cofcha's de dito.
Tarlatana de todas as cores.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Ca=acds a tricot.
BhvOS rortcs de vestidos de linho para senhora,
de di ersas cores, com os compelenles enfei-
tes^ ultima moda.
Cas*m,iras- pretas e de cores, chiUs, madapoloes
cambraias, panno fiho preto e azdl, coflarinhos,
punhos, eravatas, luras de pellica, dftas d Bo
de Escccla, brancas e de dores, tapcteS de todos
os tamanhos, bolsas de viagem, etciete.-
Na loja do Passo, rua Primeiro de Marco n.
A, antiga do Crespo.
Grarhpris-'cotri b>olBsV' bez6or08'e'tr''fe''
nbotos dourados e coloridos.
A Ma-Jda'fegaiai^blrancm^ 4'rstt uW'Tu>iram-'do
vjtKtSS p. rnx? meen mV08- gjrampos- com bor-
boIetas,'bezouros e gafanliotos.' o iju de eerto 6
perfeita novid de. A quantidade e pepueoa, e
por isso em bfeVe seacabari'.
Novas goflirthaSo'Cliadascoiii
peiti'cfa ew^atmfHriWi'
A loja d'agifla branca area Dnijae de'Cixias
- SO', rec"dberi'nrrffltfi* 'qnantiaade-flalxmi-
s e'novas gotlinltaS, timballio de 14 sefla, en-
neitadaa com arminhn, obras eMas de aiaila gosto
A" rua do Cabas* n. 1 A.
Os proprietary da Predilecta, no intuito de
conscrvar o bom concetto qae teem merecido do
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeheci-
mento dos mais que negociam no mesmo genero,
vmbj 8eieotiCcar aos seus bons freguezes que pre-
venir.a aos seus correspondentes nas diversas par-
cas d Europa para Ihes enviarem por todos os pa-
qnetes os objeclos de luxo e bom gosto, que se-
jni mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, vislo aproximar se o tempo de
testa, em que o bello sexo desta linda VencM
mats ostcnta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebossem pele paquete francez diversos
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d entre elles que se tomam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel pnblico a costumada
coneurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albnns corn ricas capas de madreperola e de
velrado, sendo diversos tamanhos e baratos ore-
cos.
Aderecos coropletos de borracha prcprios para
lUo, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
liotoes de setim preto e de c6res para ornato de
vestidos de senhora ; tambem lem para collete e
palilot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
to de seda, de palha, de chagrim, etc, etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a atteacao das Exmas. Sras. para este artigo
pojs as vezes tornam-se as criancas um noucn im-
pcrtinentcs por falta de
trelenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para bomem, vendcra-se por preco commodo.
Ceroulae de linho e de algodac, de diversos pre-
cos.
Csrxinhas com mnsica, o qae ha de mais lindo,
com dislieos nas tampas e proprios para presen
tes. i
Coques os mais modernos e de diversos forma-
MM
Chflpeosparasenhora.Receberaraum sortiraento
da.ultima moda, tanto para seuhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
t'alcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindos
MBoaMosc
Emu c!ectricas para denies, tem a proprie-
Jude de cvitar a carie dos dentes.
Franjas'dc'seda pretas e de cores, exi-te um
grande sortir.ieulo de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de cba-
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
FSchaS de gorgnrao muito Iindas.
.Floras artifieiaes. A Predilecta prima em eon-
servar serapoe um bello e grande sortimento des-
ta* flo es, nao so para enfeito dos c^bellos, como
tambem:para ornato dj vestido de noivas.
Galoesiealgodao, de 14 c de seda, brancos, pre-
tot'e-'aa- diversas -cores.
Gramta9 de seda- para homem e senhoras.
La ens d*-cambraia e de seda de diversas cores
para senhora.
I.igas de seda de cores e brancas bordadas para
nrtivtt.
Livroe para onvir missa, com capas de madre-
peria, marfiu), us- o e velludo, tudo que ha de
Pentos de tartaruga e marfim para alisar os ca-
beTos', teem tambem para tirarcaspas.
Fnf'baaqnet. Um bello sortimento de madre-
perolairmariiui, 6sso e duurados por barato preco.
. PerfumaTias. Neste artigo esta a Predilecta bem
tirovida; nao <6 em extractos
b?
mum mnmm:
PIXIILAS
VE6ETAES
f
DE
rovida; nao s6 em extractos, como em oleos e
aKb'M dos twlhdres odores, dos mais afamados
'fabriCMMes,' Loubiu, Piver, Sociedade Hygieniea,
Coudray, Cosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a fetta,
Saias bordadas para senhora', por commodo
pre^a".
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Taoetes.-Reeebeu a Predilecta um bonito sorti-
mrato de'Siversos tamanhos, tanto para sofa Co-
ma'parW-tniradu de salas.
Vestimentas para, baptlsado o que ha deinelhor
gosto e os mais moaernaa. raooboa a. i'-redilctt* e
vende por barato preco, para Hear ao alcance
qaaTqtiar Bdlsa.
Rua do Cabuga n. 1
del
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dbufa'dite.
E sempre assim.
Frafioo com Una- to Barsofda Victoria n. 28-
-""-'
_
mm*
v-nde-se uma ex-pelleoM tW em 8m j
itio, sita no Arraial jnoto a easa do Sr. Ai
a iratar na meiftta casa, e parai'ln^
avferaatWfQWrihiadaO.
f>atWa-
Bolsas, malas indiapensa-
laraL Nbncc ^ C recebeVaa
iltnenta del^s/natas'a'iBW^el
ro, madeira e chagrin : veude-se t
toria, rua do Barao da Victoria n. %
irfcinde pechiocb a 200 fs
Cassa IS, padroes novo*. e de mais gosto quei
tarn vindo ao mercado, s6 na rna do Quehnado
n 43, loja de Gucrra Si Fernanues, pelo dlminu-
to'Jroi^ de !03 w..o codf> f r
C'^^guemTre^uexe!! qae" se acaba.'
Vinkos de Botirgogne"
das mtm
Chambettin
~---- '-'
Virits
Beanne
Monthelie
Wto Bordeaux em quartoltas.
VeNe-se por barato pre^o
PARA LIQUifiA^AO W COMA8
NA
I*arga do Rsarie 94.
Botiea.
VENDE-SE.
nma casa na villa de Barreiros, na rua do Com-
mercio. por preco modico: a tratar com Tasso
Irmaos & C__________
TASSO IRMAOS K
Em seus armaaens i rua do Amorim
n. 3T e caes do Apollo n. 47,-
tem para vender por precos commedoi
Tijolos encarnados sextavos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulfeo.
Macbinas de descarocar algodSo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barr'il.
Phosphoros de cera.
Sagu em garrafSeS.
Sevadiniia em garrafSes.
Lentiihas em garrafoes.
Rhnm da aJmaica.
Vinho do Perto velljo engarr'afado
Vinho dd'Pbrto'lmiterWr"di:
ViAlio de Bdrdeant,1 dfto.
Vinho de Seherrr.
Vinho da Madeira.
PolesiCom.linguase dobradas ingleza*.'
LKbres nrios sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Lalas de toncinho ingMc.
Barris com repolho em salmonra
Rwipa eslrangeira,
menhnf,rnafMtJ<- i-'nWMk*M^Ui^cHL\ "duBauu
A loja da aguia branca, a rna do Duque
Caxias n. 50, reeebeu novamente bonitos gram-
pos; BrWcos* e rozetas1 ddHftrtds ; assftr'como
no** diaOemfcs dfr'acev' e cdmo.-iempVa contl-
niii a venfclos por pre^^s- rawavei*,
CaixiabasomfM68 dourados
e prateadea. para eabeilos.
Vende-e na loja da'Agaii'Branca I nn'do-Dn-
Es deCaxtss n. 50.
uvas d^ptelrieappetase de
outras cfom.
A loja da 'Agnia Branca, a Tua -Duque de Ca-
xias n. 60, reeebeu novo sortimento-de low-de
pellica, pretas e de oatras cores
om sobrailo de dob's1 ahdafes e s'^tiSo,' na trrvesa
da Madre de Deus n. 10, o qnal rende dons eohtos-
ders. annAlmemfr-. a 'trMjr^'TnasmU lugar
com os sens ppoprietartos todos dias-nleis ttesde-
as il horas da manha ate" as dnas noras da
tar*.
.......
Quaodoparece ter-se esgotado o repetto^o da
moda?, pefa immensidade de artigos de n dade
que^tenvapparecWo, eis qne os velhos e i ansa-
veis correspondentes da Nova Esperanca, a rua
Duque de Caxias n. 63, descobrem outros no
mundo elegante, aonde se conservam escngitando
miohcidsamerrte as novas inVeUfdes ; remettem
pafa*"Neva Esperanca, e autorisam na a direr
aos seas'freguezes e especialmeole ao bello sexo
que nao creiam em tal : e para prova evidente
do que acaba ae expor, vejam o que abaixo se
d&creye :
MANyAES-para missa, com capa de madreperola
ou tartaruga, tendo bo centro da capa
um pequeno relogio perfeito regula
dor.
CARTEIRAS, po't charutos, port cigarros e ports
moneys no mesmo gosto.
CARTE1RA* para notas eom capa de marflm, ma-
dreperola e tartaruga, com o distico
Lembranpa.
BOLSAS para senhora, o roelhor qne tem vindo a
este mercado, de diversas tamanhos,
qaalidades e modelos de nova inven-
PORT BOL'StS de lindos gostos e t?maobos
- j_rj. l especialidades para as noivas.
LAIXINHAS com muslcas e sem ellas, proprias
para prcseotels.
E outros dc inteira novidade.
E com os meninos.
A NoVa/Esperanca, a rua Duque de Caxias n.
6J,Tec)*m6s boneeosde-borracba de formatos
mteiramente novos : os meninos muito apreciarao
este brinauedo.
BRISTOL
Uns bofes sadios e saos
Uma digestSo vigorosa,
Um excellente appetite,
s3o alguns dos beneficios que se podem de-
rivar, fazendo seum uso regular das
PHulas vegetAes de Bristol.
Uma cura certa e efficaz dos intestinos,
Um remedio admiravel para os rins,
Um tonico poderoso para oestomago,
Sao as inapreciaveis qualidades modicas
quese podem encontrar, usando-se das
Piiulas vegetaes de Bristol.
Umamedicina que nao produz ddres nem
colicas.
Um purgante que nSo debilita nem en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a raenor
nausea.
Formam uma els amuitas virtudes que
possuem a s
I'ilulas vegetaes dc Bristol.
Um medicamento suave e favoravel para
o bello sexo.
Um correctivo spguro dos desarranjos dj
system a.
Um remedio completo e seguro para as ii -
regula ridades.
Sao os cfTeitos sem falta, resultantes dt
usd e emprego das
Pilulas vegetaes de Bristol.
Uma compleicao clara, alva e transparente,
Uma pelle macia e delicada e um
Ilalito doce e agradavel.
Seo os resultados certos e infalliveis, de-
pois de se
haver tornado algumas d6ses 'lest
roelhor dos
Remedios as
Pilulas vegetaes dc Bristol.
Km todos os casos de molestias d'uma na
tureza escrofuKosa, ulcerosa ou syphilitica i
ou quando a massa do sanguc se haja tor-
nado tnrva ou viciada pelo uso de ferro
mercurio, ou por outra qualquer substancit
mineral a
8alsaparrithade Bristol.
devera ser usada de conjuncto com as pilu
las, e assim obrando-se, em restricta con
'ormidade com as diroccfles inscriptas n;
8nvolto; os doentes podem I;car certos que.
uma vez usada conjunctamentc uma com
outra, nenhuma enfermidade ou molestia,
por mais sovcra ou arraigada quo se ache,
oSo podera resistir ao combiiiado potlor s<>
oretorio c sanitario destes dous
e urmuvEis
III til II4^S.
Arnbis estas medic mas acham-se vu^'ia
em todas as prirfcipaes boticas e
hjas de drogas.
Arha-se a venda em toda^as bolicas.
H. Forster & 0.
______________AGhiSTKS.______________
Tem sido apresenlada aapuMfto
Dittante o espaco
DE
4 0 A N ?i 0 S.
DE
RBISTOL
ArwaMnt do km
Rua da- Madre de^Oeos n. 10 A.
Jose Domiogues do Cirmo e Silva farlicipa aot
setts fregueies'e am%M'lq'ii6''WB^rmaaadt 4
rua da Madre de Deus n. WX,'SW^WrtrtMedn*1
ptewsoKlmemo de'tmncma'farttoh'de paMnte-4.*.
ft.^ a 9. sorter dp> meibqrM fai4e>M da &*a,
e bem assim a-flor de todos os fumos de corda
em rolos.'pacofes'.latas'irrifn'des'' e'Wotiena'i.'tito-
te^dbs^'WacVMrtStfts' tmctm Toyt* '4
AMMjaV'Lttaurr AdotphW'&ettnUt 'a-'C Schmidt-Cn-Veifas k-Aiaoif, T>md*-4 An>-
lar,-Teixeira PMto; 4.JtaMU: (,
mesmos) e de outros afcW
pubHirJWftta cfijjftrr.' O-HnnMi
todO'fnmoqW'for tMtoMnim*WMMIiU&ptH
Srojnsto rtorire ^m* quaadtffarankr-a rT>*_*
6 verdade.
Qualquer senhora de bom gosto, parece que
nao pode completar e sua toillette, sem dar um
paW&a N&V9 Esperanca kreA do DuqU*de Ca-
xias n.*,' porqua & a loja db miudezas qne mais
comjleto esta em sortimento e que mais novida-
des apresenta ao pnblico em geral.
isenu
rtWfaoErpatetrJts' eiJlleter para-'tfomenY,1 iM
Swaea"o'id casemra para lKrni^'e'neiillMJaM'
lisas bordadas e lisas para senhora, honV
Dino e menina : no. Bazar Victoria, a rua
rao da Vicforia tt."l
com as pessoas ape bdaco'enMnffiEbVila maT
i>ui5 (ur* ipu servira roaos;' leui o tumnne
ort/UtA&wmm diJlimJiiMLi'tta
liutoi elrt rftnft
com as floristas.
A Nova Esperaoea, a Tua Ho Duque de Caxias
tti timento de pajuis para flores I a elles.
Para crian<^a.
A 'NWa'^BsperBnca, a Tnia do Daque da Caxias
nr 4^ reeebeu um sortimento de vestuarios de
casetnira e aloaca para criancas : modernos e bo-
nitos.
Las mescladas.
Uaj-fcourto sortimento de las mescladas em co-
res, reeebeu a Nova esperanca, a rna Duque de
t^ia,S;p. 63. :
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS I
A SAFSAPARRILHADE BRISTOL puri-
fica a massa do sangue, expelle para fo'ra
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secrecoes, Ai vitalidade-e
energia a todos os orgaos e da" forca e vi-
gor ao systema afnn de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade!. E'
pois este um Temedio comlilucional. Elle
nunca distroe aflm de poder curar ; por^m
constantemente assiste a natureza. I'ortanto
em todas as doengas cotistitucionttes e em to-
das as mokstias Uteaes dependent* d'um es-
tado viciaeo e irrvperfeito do systema em ge-
ral, achar'se^ha que a SAL3Aj>ARRn.ii\ w
Bristol e um remedio seguro o efficasiissi-
roo, possuindo inestimaveis e mcontestaveis
vrttides.
As curas milagroses da
Escrofulas,
Ulceras,
Chag;a(ntig;as.
ENFERMIDADES SYPHILF. /C/iS
ERYSIPELAS.
RHEUMAtfSMO,
NEVRALGIAS,
E9CORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
qUe tem grangeado e diftb oalto re.iome i
Salsaparrilha de Bristol
par todaBae-partes do uuiverso, sao tao so-
mente dovidas d
UNICA LEGITIMA E ORIGINAL
Sakapctrrilka de Bristol
H. Fonlw AGENTES.
NA PHARMACIA 'CENTRAL
;-;
J"
Jti$*M'J*$*'* ^^, a rna Dnqua'de
is a; 63, esiirspteWO'de (lores a? mais de-
icadas qoe poasiver im*inar se, desde o mais
singello ramalhete a mais elegante rosa, (intetr
ppvirtade 1' : ao hello sexo cdmpefe, quanto adfes,
virent collie las emtrnanto cstaa "tilfisis.
Fxjwaas para assucar.
gaUroistidas e ptot^jas, por prejft coramoj
endom Ctmha & Mauta, a rua doMarquez' de
Olinda, n. 23. -
Nabnco-Ar C.-ve1snV'tiil3ortfclftle
WMle -aaraitogir'a'e***}**&**; o
e^efumo inglez e fraocez, parir%girMstffc'4&\
htortwrh -vandea^ae^aanrWeiofiR-nN^e-Ba
ao da V ictoria n. 2.
Ch
la
im Saigttlas.
Villa Rouca de Aguiar.
. .. WeARBONATADAS-^SODICAS
lmfca BK|lfxMle1 padeounentos daa- via* digestivas, nrinanas, dc
estoraago etc., etc
Cfhedu
ggandes
- Ve^PWWeScM"
rheou o verdadeiro, da Portland;. tocriqar
idas ,da'UD kifiw": no afnYaieWWlSso^'
H ':. c*ts do Apotirr.
tnliito bomta rf^ufa, sadio e
flucta, ,Ie ida.li, dei f8 arrtlrls. *
E-vcrxHT
hr.r vai tWonti &** a tin
Inaruarfe Hottas-n. ilC
JnBo, de
Boa cori-
JJrio para
'rtiue o sea
a Irattr*
Vende-se
drogaria
NA
PharuiHcia e
Huit larga do RfKario
u_
n. 34.
-se a tiverna da estrada dos Afflictos
,/ca lurtna Ja auio ando: a tratar na mes-
ra r. 9.
(ianlaria de Lishoa
HombreiraS.
Capiteis.
Soleiras.
A' venda no armazenj'nl- IS, a travessa do Corp*
Santo'. ______..,,... :___________
Las para vestwles de gente
Faaenda de 800 rs^ vende-se a S00 a. na Ru Branca'e dao-se amostrasra rilada Imperotfiz n.
So.
i
Lindas las eseocezas.
De varkn-padiQes, e hwairaaente m-de.....s, a
360 rs o covado : na rna Primeiro 3 'I^rco
antiga do Crespo n. 13, Ipla das ml 16 An-
ttnW'CbW de ^asCOnftems.
Baahos em 01 in da
Camisas e caljas de fazenda d# i-"- ]
proprias para os banhos em Ollnda '"a loj:
arcos a rua Primeiro de Marco (an''"" 'i Cre
n. 20 A, d*6urgel do Amsral C. -
Vende-se
Bft tvaeraa da roa da Penua n. 6, bem afregue-
zada tanto parr, a terra como para o mato;a tratar
na mesma.
Rua do Brarn n
Vende se zinco puro da1--so ~:
proprio para ebbertas de casa-, x.
mos de coraprido e 4 de largw. -^
em conta. *
/ft


MlMM
.*.'.-: _*- ---



. 8
it
Diario de Pernambuco Quints, feira 18 de Dezenibro do 1873.

*
C
JDRISPRUDEBGiA.
1

r.
forara for-
Relatorlo
A RESPEITO DO NEGOCIO DO MARECHAL BAZAINE
EX-COMMANDASTE EM CUEEE DO EXERCITO
DO RHENO.
{Contiauacdo )
- Tratei do ver se a minha memoria me
uao falbava, por isso que nao linha os ar-
chivos d minha disposigao, c figurou-se-rne
qu', era o que indicam como tondo chegado
a 'JO, o que nao linha chegid > senao a 22
on 23. Converse! com os ofliciaes que mo
c cavam. A couvicgao delles era a mesrae
( ) a minha, que era aquelle, porque jul-
nos que voio por urn portador, quer
11 ise de Ver Loo, quer de Longuyop
Em preseur.1 desta resposta
aladas as seguintes observacOcs :
a Tenho a honra de vos fazer observar
ia haveis declarado por dilTercntcs vezes, o
' im largos intervallos quo vos foi cuviado
: n despacho a 22 ou 23.
c, Por outro lado, acho-rae era preseuga
3 uma aflirmativa das mais formaes do
jronel Lewal, o qual declara ter-vos ouvido
: um despacho a 23, amuiuciando a
..ircha do marechal Mac-Mahon.
0 despacho indicado polo coronel Lewal
nip podia ter relacao com o de 19. Se,
como creio.... por isso que esle ulti no
era era cifra, e por consequencia nuo polia
ser lido correttamente.
Qual p6 lo pois ser aquelle despacho es-
cripto que o coronel Lewal ouvio 1<-r na data
de 23, data cuja exactiddo so apoia em ou-
tras deoUragoes ? Como explicais este
incidonte ? Quando aproxim estas cir-
cutnstaocias daquella facto, que uus qua-
renla omissarios vos forara expedidos para
vos inforraar Ja situagao desde 18 de agosto,
eonsktero como provavel quo haveis sido
informado do piano concebido pelo ministro
da guerra, o qual devia levar o exercito de
Mac-Mahon sobre o Meuse na data de 2G, o
que supporia que se poria em marcha
a 20.
Hesposta. Refiro-me d resposta quo jd
dei. Nao tenho idea alguraa de ura d-spa-
cho chegado a 22 ou 23, tratando da
marcha do marechal Mac-Mahon, e persisto
era a'-reditar que o coronel Lewal so coii-
t'undio com o despacho chegado a 20.
Aproveito esta circurastancta para dizer
(]ueno casode um semelhant* despacho ter
chegado a titulo do informagdo, por isso
que nao eraanava do marechal Mac Mahon,
nao leria tido para inira uma tao grande
auioridade, que pozesse em operagao um
exercito que se estava a reconstituir depois
de combatos em que tinha- soffrido nos sous
quadros perdas muito sensiveis, sem conho-
c0r de uma maneira posii va os movimentos
uperados pelo marechal Mac Mahon. 0
qUe acabo de dizer e a titulo de refle-
xao. ...
0 sumraario m >stra em primeiro lugar
f,ue o marechal nao explicou nasua resposta
como ello, e os oiliciacs do sou estado-maior
confundiram, um despacho era cifra com
um despacho escripto. 0 marechal calou-
-e a respeito daquella circurastancia, bora
'essential portanto.
Nao ha nwessida lo de fazer notar quanto
as reflexoes quo terrainara a resposta do ma-
rechal se asseraelha d nossa confissao. A
p -ova da chegada do despacho indicado pelo
coronel Lewal sobresahe tambem nas medidas
nue iam ser torn idas pelo marechal para a
proxima parlida do exercito.
A 23 de agosto, ordenou o marechal que
se reduzissem as bagagens na razao dos mo-
vimentos que o exercito podia ser obngado
a fazer proximamente. k 24, novas instruc-
ts neste sentido Const.tue-se um corabo.o
nara o 6. corpo. Erafi n f6rma-se ura cor-
L de cavallaria ds ordens do graeral Des-
vaux, e dao-sc ordens do marcha para o
dia seguinte, 26. ...
Em presenca desta reuntao de pr.ivas,
em presenca de todas esta* coinc.dencias, o
.ummario estd no direito de affirmar quo o
marechal Bazaine foi informado da marcha
do marechal Mac-Mahon provavelmento a
20, e certamente a 23.
llesposla do marechal Bazaine ao an-
,.,,ndo da marcha do exercito de Chalom
U- seu auxilio. Existe a este respoito
^irna ultima prova grave para o marechal.
A 27 partio de Thionville o seguinte des-
pacho :
0 coronel Tournior far saber, que re-
cho assira concebido : as nossas coramu-
nica^des estSo cortadas, mas fracamente ;
podeinos atravessar quando quizermos ;
esperarao-vos.
0 coronel Melcion d'Arc, ao qual se deu
cebeu de Metz, para ser coramunicado ao'comrnunicagaododepoimentode Mr. Hume,
exercito francez, se for possivel, um despa-' fez a seguiote declara^So '
cho, concebido nesles tcr.nos : Os pormenores tio exactos dados por Mr.
As nossas communicates ostao corta- Hume, estao bem presentes a minha memo-
das, mas fracamente ; podereraos atravessar ria ; recordo-mo effectivamonte de ter re-
quando quizermos ; esporamo-vos. cebido na prara de Sedan o procurador im-
Era a resposta ao despacho trazido a Metz perial Lallenw.nt, que entregou ao general
a 23 do agosto. Nao so poJe saher nera a de Beurraann um despacho, que trazia de
data oxacta da partida de Metz daquella com- Thiouville. Aquelle despacho /eteria se a
municacao, nem o norne do eraissario que a situagSo do exercito do marechal Bazaine.
levou a Thionville. Era delta, e enunciava possibilidade de atra-
Mas a 27 do agosto foi confiado pelo co- -ar o cerco de i^^bro^de
tinha sido fon-ado a fugir aos maus trata- e fazer a ^^f^t^Ti^S
mentos exercidos coutrati.e pe.a residencia -fo^s Lo %Z2^'%?-
do exercito de invasdo. parfl mQstrar a dedicac50( inteUigencia e ac-
manha, entregou'Mr. Lailleraant aquelle pontancamente.
despacho que por discri^o ndo tinha lido, Cornmumcaram-se ao marechal Mac-Ma-
ao general commandadte em Sedan. 0 hon todos os incidentes que acabara do ser
substitutodo procurador imperial em Sedan, apontados ; perguntando-se ao marechal se
Mr. Bouchon Gamier foi chamado para ve- tinha recebilo o despacho de que so trata,
rificar a identi lade de Mr. Lallemant, e o respondeu da maneira seguinte :
despacho foi entregue logo depois a Mr. Nao me lembro que me teuha sido en-
Hume, tecclao em Mousson, o adjuuto da- tregue em Rancourt.um despacho. isto po-
quella cidade, que devia loval-o ao marechal do ter-me escapado ; mas estou certo ue
Mac-Mahon era Rancourt. | nao ter conhecimento de nenhum despa-
Mr. Hume tinha, havia poucos dias, posto
a disposicaoda autoridade militar em Sedan,
parao servigo dos expliradores, em conse-
quencia do seu perfuito conhecimento do
paiz, a sua pessoa e to^os os meios do que
dispunha Alguns soldados do 3. regimento
do couraciiiros tinham silo postos ds suas
ordens. 0 seu depoirnento comprehende a
exposicao complota da missao quo desem-
pi'iihou.
Estava na tidadella de Sedan a 29 do
agosto de 1870, ds 8 horas da manha quan-
do o tenente-coronel Melcion d'Arc, com-
mandante da pra^a do ^edau, me informou
que acabava de ser substiluido pelo general
Beurmann.
Eis aqui senao os proprios termos do des-
pacho, pelo menos o seu sentido :
Na occasiao era que sahiraos da secretaria
da praca, para ser apresentados ao general
Beurmann, chegou Mr. Lallemant, procura-
dor imperial de Sarreguemines, o qual en-
tregou a Mr. Melcion d'Arc um despacho,
que este abrio, e que entregou immediata-
raente ao general Beur nann.
Este nesse momento nao trazia nenhu-
ma insignia de commando ; estava vestido
d paisana, e parecia pouco corrente do que
se passava.
Mr. Melcion d'Arc perguntou-me, em
presenga do general, quo tambem interveio
na con versa, para me repetir a pergunta de
Mr. Melcion d'Aarc, se eu queria encarre-
gar-mo de lovar aquello dspacho ao impe-
rador eao marechal Mac-Mahon ; acceitei...
cheguei ao meio dia a Rancourt.
Commuoiquei imraediatamente o des-
pacho ao imperador, que chegava ao mesmo
tompo que eu a Rancourt.
Quando o imperador leu o despacho,
disso-mo que o levasse ao marechal Mac-
Mahon ; eitreguei-o a este ultimo, que che-
gou a Rancourt pelas duas horas.
0 marechal sobouio quo ou oetava a.
carregado do servigo dos despachos, fez-me
muitas perguntas a respoito das estradas, e
fomeciraentos do lado de Montmedy, dizen-
do-lhe eu que s6 havia para dous dias para
todo o exercito. Concluio por se queisar
de ndo haver sufficientes meios em Rancourt,
e perguntou-me se se podiam obter mais
facilraente em Mouzon para o dia seguinte.
Respondi-lhequo so elle mo autorisava a dar
ordens em seu nome, teria em Mouzon o
necessario para fornecer o seu exercito du-
rante dous ou tres dias ; autorisou-me a usar
do seu nomo, e eu assim o fiz, e as provi-
soes estavara promptas quando o exercito
chegou a Mouzon.
... 0 coronel Tounicr fez saber que
recebora da Metz para ser comraunicado ao
exercito francez se fosse possivel ura despa-
FOLHETIM.
Lucmu BOS&U
MHtS DE S1T1N1Z
POR
!>. Uanoel Fernandez y CSomale z
PRIMEIRA PARTE
0 GRAN-CAPITlO.
XXV
cho no sentido do que precede. Em Che-
ne Populoux tinha eu, apezar dasobserva-
Sdes do imi)erador, tornado a resolucdo de
me dirigir na direccdo de Metz ; se tivesse
recebido aquelle despacho, que ora no sen-
tido das opera^des que eu executava, ndo
me teria certamente esquecido.
Mr. Hulme, acareado com o marechal
Mac-Mahon, declarou persistir no seu de-
poirnento.
0 summario, inclinando-se perante as
declaragoes do merechal Mac-Mahon, deve
fazer observar, que pode existir uma certa
confusda no espirito do marechal, era con-
sequencia dos incidentes que se raultiplica
ram na tarde de 29 de agosto om Rancourt,
e isto explica cjojo elle nao conserva me-
moria da chegada do despacho do que se
trata ; mas ndo se poderia conceber a duvi-
da sobre o facto da existencia de um des-
pacho important, que uma serie de toste-
munhas precisas e circumstanciadas nos
mostram ter sido entregue a 27 do agosto
pelo ceronel Turnier a Mr. Lallemant, e le-
vado por esle ultimo a 29 ao commandante
da praca de Sedan, o coronel Melcion
d'Arc.
Por outro lado, rer-se-ha da parte do
relatorio-especialmente consagrado ds cora-
municac,oes, que aquelle despacho deve ter
partido de Metz a 26. Que noticia impor-
tante podia o marechal Bazaine annunciar
naquella data T Como indicaremos no ca-
pitulo seguinte, tinha elle posto o seu exer-
cito em linha.
0 inimigo disse elle proprio, nao pare-
ceu ter querido aceitar o combate. Ao
mesmo tempo fazia adopter pelos sous lu-
gares tenen.es, na conferencia de Grimont,
a resolugfto de esperar em Metz que um
esforco supremo do paiz detecminasse um
moviraento de retirada do exercito ini-
migo.
\aci= (-irciimstancias. o que podia elle
annunciar ao marechal Mac-Mahou, jSenao
0 que nos disse Mr. Hulme:
Estamos cercados, mas. francamente ;
podemos atravessar quando quizermos;
esperamo-vos.
0 depoirnento do coronel Melcion d'Arc
conGrma tarabem o sentido geral daquella
mensagem. Aquelle despacho, disse elle,
tratava da situa^d) geral do exercito do
marechal Bazaine," emanava delle e enun-
ciava a possibilidade de atravessar o cir-
culo de ataque.
Em resumo, os factos seguintes estdo es-
tabelecidos de uma maneira incontesta-
vel.
0 marechal Bazaine indicou Montmedy
para ponto de direccdo do seu exercito.
Esse projecto concorda com o piano de
Oh 1 e porque estd alii essa senhora.
Quando nos dirigiamos para aqui ac-
commettou-nos com uns cem homens de ar-
raas ; travamos peleja, vencemos e aprisio-
namos a duqueza.
Diabo 1 diabo I murmurou o gran-
capitao rindo ; eis que as damas roraanas
opera(}6os combinado pelo conselho da re-
gencia. E' de novo confirraado pelo ma-
rechal Bazaine, no sou despacho de 19 de
agosto, despacho quedotermina o movimen-
to do exercito de Chalons para E'ste.
Um segundo despacho, expedido de Metz
a 21 de agosto, ede tal nstureza que poe
termo ou suspende pelo menos aquella mar-
cha; e interceptada, eo marechal Mac-Ma-
hon, ao qual se occults, contimSa o seu
movimento para Montmedy, onde tudo cs-
td preparado para a junccdo dos dous oxer-
cilos.
Um aviso chegado a 23 ao marechal
Bazai.ie, indica-lue que o segundo exercito
francez marcha ao seu encontro ; tambem
este o ndo determina, do mesmo modo que
ndo tinha attendido ds ordens do imperador,
de 16, a afastar-so do campo entrinchoira-
do de Metz; conteutaseem responder que
espera.
Mas, comprehendendo todoo odioso que
recahird sobre elle, se ficar na inaccdo, em-
quanto que o seu lugar tenente corro o
risco d'! se fazer csraagar indo em auxilio,
procura lanijar sobre os seus commaudantes
de corpos a responsabili lade daquello pro-
celiinento. Vam)s ver no capitulo seguin-
te os-meios quo empregou para aleanc,ar
aquelle fim.
CAPITULO ,IV
CONSELHO DE 26 DE AGOSTO:
flemonslraodo de 31 de agosto.Vimos
nos capitulos precodentes, como, depois de
ter recebido ordein do imperador para con-
duzir o exercito para Chalons, o marechal
Bizaiuo tomou uma serie de disposio.Oes
proprias para fazer mallograr aquelle desig-
nio ; e como, depois da batalha de Rezon-
ville e de Saint Privat, elle se concontra,
sem necessidade. debaixo das muralhas de
Metz, ileixando em poder da inimigo as
posicOes pelas quaes podia ter de novo atra-
vessado para a planicie.
Ainda que o marech il estivesse ligado
pela noticia que tinha feito chegar a Cha-
lons, a respeito do seu projecto de marcha
para Montmedy, projecto que tinha formu-
lado de novo no seu despacho de 19, ndo
se inquietava de maneira nenhuma de o rea-
hsar.
Ao abrigo do qualquer ataque no inte-
rior do campo intrincheirado, o marechal
podia esperar o desfecho da crisc politica e
militar que se preparava, quando o despa-
cho de 23 veio impor-lhes deveres, a que
ndo parecia possivel subtrahir-se.
Antes do annuncio da chegada do exer-
cito de soccorro.era necessario ir era au
xilio ao ma-echal Mac-Mahon, ou pelo me-
nos parecer tentar uma diversao em seu
favor.
Foi nesta ultima ordem de ideas quo o
marechal Bazaine se decidio a concentrar o
exercito, a 26 de agosto, na margera direi-
ta do Moselle, para alii attrahir uma parte
das forcas inimigas, e esperar assim os
acontecimentos, sem coraprometter as tro-
pas e a sua situa^do.
Por outro lado, o marechal tinha que
ter era conta a opinido do seu exercito,
que esperava todos os dias emprehender de
novo a sua marcha para o interior. Era
necessario fazer-lhe aceitar, mascarando
com a apparencia de combinacoes estrategi
cas, a inac^do em que ia raanter-se, e le-
var os seus lugares-tenentes a admittu' a
conveniencia de uma perraanencia prolon-
gada no campo entrtcheirado de Metz.
Tal foi o ftm da conferencia que teve lu-
e.. ot ^0 a?,o Bazaine dotent*i*eu *sea commandants
de corpos que touassem uma decisdo ueste
sentido, occultandolhes a chegada proxima
do marechal Mac-Mahon, o rendez-vous
que elle tinha dado em Montmedy, e tra^an-
do-lhe um programma de operagOes mili-
tares de que Metz seria o eixoprogramma
que nunca devia chegar a receber ura co-
meco de execuQdo.
Foi na noite de 25 para 26, que foram
expedidasas ordens de ra rcha para o dia
seguinte. 0 exercito devia pOr-se em mo-
vimento nesse dia, para passar a margera
direita do Moselle, e tentar sahir sobre as
planicies situadas em frente do forte de S.
Juhdo.
Esta manobra tinha por fim attrahir sobre
a margem direita uma parte das forgas ini-
migas, e desembaracar o campo da margem
direita, pelo qual podia chegar o exercito
de soccorro; mas apresentava o grave in-
convenienle de ndo inconamodar 83 concen-
tracSes do inimigo coDtra o marechal Mac-
Mahon, e de collocar o exercito de Metz na
impossibilidade do sustentar directamente o
de Chalon ; a posi(jao mais diflicil estava
d'este modo reservada ao exercito mais fra-
co, que se achava sera apoio, e era campo
descoberto. Limitando-se a fazer uma se-
melhanto demonstracdo, o marechal Bazai-
ne exporia a um desastre o exercito quo se
dirigia para elle, afira de o soccorrer.
Seja como for, a passagem do Moselle es-
tava comecada, quando se apresentaram ao
marechal Bazaine os generaes Coffinieres e
Soleil para lhe subraotterem algumas condi-
^Oes a respeito da situagdo. 0 general Cofii-
nie"res depoz nos termos seguintes a respeito
d'este incidente:
Recebi na noite de 25 para 26, com-
inunicacAj da ordem de marcha para o dia
26. Reuni-me na manha de 26, na resi-
dencia do marechal para regular algumas
questoes de service, e regressando a Metz,
passei pela residencia do general Soleil, que
era ao lado do marechal. A nossa couver-
saQdo versou naturalmente sobre a marcha
do exercito, e manifestaraos a opinido de
que seria talvez preferivel adiar aquelle
movimento, utilisando .aquella demora para
terminar o arraamento, para dar mais con-
sistencia ao que houvesse de defeituoso e in-
completo nos fortes.
A posicaoda praija de Metz parecia-me,
alem disso, eminentemente estra*egica, e a
permanencia tomporaria do exercito naquel-
le ponto podia ser muito util, amea$endo
muito seriamente a linha de operaeoes do
inimigo. E' tambem muito importante fa-
zer observar que naquelle momento ignora-
vamos, um e Outro, o ponto em que se en-
contrava o exercito do marechal Mac-
Mahon.
Parecia rational estar bem fixo neste
que haver-se comigo era o mesmo quo ater-
rar as aldeias dos arrabaldes de Roma T Por
alma dos meus av6s que meenvergouho de
que as minhas trombetas de guerra toc-
sem a arremetter contra uma gente t*o ruim
assumpto antes de ir ao seu encontro.
Aquelle exercito pudia dizer-se sobre Metz
por duas ou tres linhas differentes. Aquel-
la maneira de ver as cousas parecia-me tan-
to mais susteutavel e racional, quando de-
pois da batalha de Forbach, as nossas tro-
pas se tinham constantemente concentrado.
o que podia influir no seu valor moral.
Possuidos destas consideracdes, dingimo-
nos d residencia do marechal para lhe sub-
mettermos as nossas ideas. Ndo poderia
agora dizer qual foi a impressdo que essas
observacdes produziram no marechal. Foi
elle que continuou a sustentar a sua ordem
de movimento.
0 depoirnento do general CoQinieres indi-
ca que tinha conhecimento da marcha do
marechal Mac-Mahon. Houve questao entre
o marechal e os dous generaes. Todos tres
guardaram silencio no conselho quo ia ter lu-
gar em Gramont.
Nos termos da ordem que tinha sido da-
da, o exercito foi reunir-so na margem di-
reita do Moselle, era frente dos fortes de
S. Julido, e de Queulien. As disposic,6es
prescriptas na ordem de movimento demons-
train cathegoricamente, que se nao tratava
no espirito do marechal, sendo de uma sim-
ples demonstragdo, como elle a final con-
fessou.
Uma tentative se>ia de marcha ndo podia
ter probabilidade de exito sem surprehender
o inimigo. Tudo exigia que, durante
aquella noite, se fizessem marchas prepars-
tonas, ue loaufcnra tj-t. -- uu^^.-,, a xtXa- \
nicie ao romper do dia, e cantrasse na frente sendo as guardas habi-
tuaes das linhas. Sabia-se que o inimigo
estava era forca na margem esquerda, e nao
podia deixar-lhe o tempo para conduzir
tropas sobre o ponto ameagado. 0 exerci-
to nao sc poz en movimento naquelle dia.
Em vdo se pergunta porque.
Qualquer surpreza devia ser dominada
vivamente, e se encontrassem obstaculos,
era necessario estar habilitado para os des-
truir rapidamente. Iam-se affronter as li-
nhas, cujos fogos convergiam sobre as nos-
sas tropas. Era necessario faze lo calar ra-
pidamente, e para esse effeito tertoda a ar-
tilharia da reserva prorapta a operar.
como a sua.
Jd sei
que os bravos de Roma nao
DE COMO N.lO ERA FACIL FAZER CAHIR 0 GRAN-
CAPITAO N'UMA RATOEIRA
(Continuagdo do n. 287)
Diabo I diabo l exclamou o gran-ca-
pitao, a modo que ndo vejo muito claro.
Orsini ^ meu prisioneiro, sahio-me ao en-
contro, arremetti com elle, deitei-lhe a mdo
e ndo o largo ; pela rosa de ouro que me
deu sua santidade, juro que o enforcarei e
. depois de enforcado que se avenha com elle
o santo padre.
E fard muito bem, senhor duque ;
com estes infames, a melher reconciiiacao
e uma corda de canhamo.
Mas, vejamos : a sua senhora estd
realmente em poder da gente de Orsini ?
Sim, senhor, e bem guardada, por
gente superior em numerod minha.
A duqueza, sua senhora, commetteu
uma grande imprudencia, disse o gran:ca-
pitdo ; sabe De'us as ordens que tcrdo esses
bandidos que sfto fieis a quem lhes paga,
.s transformara era capitdes de aventu- podem fazer frente ds velhas langas de Hes-
ras. Valha-me Deus, que enredo I Quer panha, replicou Orsini. Lu questiono com
isso dizer que a senhora Lucrecia Borgia,
prisioneira, tern prisioneira comsigo a se-
nhora duqueza de Urbino.
Alto I Quem vem la ? perguntou o
alferos Majuelo dirigindo-se ao esquadrdo
que se aprovimava.
Hespanha, respondeu uma voz.
Sdo os nossos, disse o gran capitao.
Capitdo Illescas ajude-me a por em terra
esta dama.
0 capitdo apeiou-se e poz em terra Ange-
lina, que tinha medo porque ignorava as
intensdes lo gran-cspitdo e sabia que Lu-
crecia e a duqueza de Urbino estavara mui
proximas.
Gonzalo apeiou-se tarabem.
Acompanhe esta senhora, capitao Illes-
cas, disse Gonzalo, emquanto eu vou enten-
der-me com o Sr. Orsini.
E o gran-capitdo seguido por alguns dos
seus pagens e dos seus alferes, avangou para
o resto da sua gente que acabava de che-
gar.
Na frente d'ella, a cavallo, desarmado e
rodeiado por algumas lan$as, estava Gena-
ro Orsini.
Mais atraz,' no meio dos homens de ar-
nias estavam os trinta prisioneires
Porque e, que em vez de ser a ultimj a
chegar a planicie, ndo precedeu ella o exer-
cito ? #1
Se o combate que ia eiqpenhar-se fesse .
serio, teria comecado o ataque ao Atmper
do dia com as tropas jd acampadas na mar-
gera direita, fazendo-rs susteutar pelos dif-^
ferentes corpos d proporcdo que chegas^m.
Nd' se fez nada disto, e esperou-se que to-
das as tropas estivossem reunidas no
campo.
Uma vez que se suieitava a esta condi-
gfio, era necessario palo inenos accelerar a
passagem do Moselle, utiiisando os dous
pontos da cidade ; era isto tanto mais ne-
cessario quanto os pontos provisorios cons-
truidos para a retirada do exercito tinham
sido, sera motivo serio, destruidos a 15,
no dia immediato da passagem no exercito,
por ordem do general Coffinieres ; tornava-
se preciso iaprovisar outros novos. A'
ponte o segundo corpo que atravessou a
cidade, e desfifou sobre a poute dos Mortos,
e do terceiro corpo, jd estabelecido na
margem direita, todo o exercito teve de
passar sobre as p jntes provisonas, e foi-se
accumular n'um unioO ponto da povoacao
de S. Julido. Deste modo, a 13 de agos-
to, o marechal tinha deraorado vinte e
qualro horas a retirada do exercito, afim de
poder effectuar a sua passagem por oito
pontes ao mesmo tempo, e a 26, quando
tinha ainda quatro d sua disposicdo, ndo
empregou senao tres, sendo uma construida
d pressa, nao podia servir sendo para in-
fanteria. Nao se utilisou a ponte Tiffoy, o
que demorou muito a passagem. Emfim,
as medidas tinham-se tornado de maneira,
que o desfilar do exercito, comegando ds
cinco horas da manha, ndo estivesse ter-
minado ds tres horas da tarJe.
Durante este tempo, o inimigo, que das
alturas da margera esquerda, seguia todos
os nossos movimentos, marchava a toda a
pressa para o ponto ameae,ado. 0 grosso
das suas forces estava ainda reunido nas
planicies do Orne, de maneira que ndo ha-
via diante de nos senao um simples corddo
de tropas, que se tinha attravessado sem
diffkuldade. Foi deste modo que as avan-
i;adas do 3' corpo, que se tinham adianta-
do um pouco, nao encontraram nmguera
em Nouilly, Noisseville, Colomby, posiQdo
cuja tomada deveria custar muito sangue
alguns dias depois.
Pelas duas horas, quasi todo o exercito
tinha afinal despontado em frente do forte
de S. Julido, e s6 esperava o signal para o
ataque, quando em vez de se empenhar uo
ataque, o marechal fez chamar os com-
mandante dos corpos, e os commandantes
das armas ao sitio de Grimont, para con-
ferenciar a respeito da situacdo.
0 general Boyer redigio uma acta da
conferencia. Faz parte do processo entre-
gue pelo marechal Bazaine. Comquanto
este acto nao seja authentico, por isso que
a sua redacrio nao foi subraettida aos raem-
bros da conferencia, o summario julgou
dever reproduzi-la a titulo de informagio.
Conferencia dc1% de agosto de /87.
A 26 de agosto ds duas horas da tarde,
foram instados para dar o seu parecer so-
bre a situacdo os commandantes do 2s, 3,
V, 6# corpos do exercito, o commandante
em chefe da goarda imperial, o general
commandante d'artilheria do exercito, e o
commandante superior da pra^a de Metz,
os quaes se reuniram no castello de Gri-
mont.
Opinido do general Soleille.k pnmeira
cousa quo fere o espirito na situagao actual
uu o*&B.oito do rhqq. ea analogia que exis-
te entre essa situacao e a do exercito fran-
cez em 1814. N'essa e"pocha tinha effecti-
vamente o exercito alliado passado Verdun,
e marchava sobre Paris, como faz hoje o
exercito allemio. O imperador Napoledo I,
teveo pensamento te reunir as guarnic,des
das pragas do norte, e marchar. na direc-
i;do da frontetra sobre as communicagoes
do inimigo, emquanto que o exercito inva-
sor ia concentrar-se contra as obras de de-
feza que se tinham mandado executar em
volta de Paris. Mas ndo estando Paris for-
tificado, o piano do imperador ndo pCde rea-
lisar-se. +
(Continuar-se-ha.)
o papa um direito, sou ura vigario, um
principe de Roma, e os Orsini valera Unto,
pelo menos, como os Fernandez de Cor-
doba.
N 'outro tempo sim, agora ndo ; meote
em dize-Io como um biltre que e. Os Or-
sini, como todos os vigarios de Roma, con-
verteram-se era miseraveis bandidos.
Lembre-se de que Prospero Colonna,
seu grande amigo, que estd em Terracina
como seu exercito de Hespanha, comman-
dando as langas de Napoles, e como eu, um
vigario de Roma, exautorado pelas tyran-
nias de Alexandre VI.
Se o senhor e os seus que fugiram
cobardemente, fizessern o que fez o leal ca-
valleiro Prospero Colonna ; se buscasse por
meios nonestos, como elle, intercessores taes
como os reis catholicos; se se prestassea
uma concilia0o razoavel, eu estender-lhe-
hiaamdo, e chamar-lhe-hia amigo. Po-
rem, rebellando-se abertamente contra o
nosso santissirao padre, seu senhor natural,
a quem deve. duplicado acatamento como
christio e como vassallo, f izendo soffrer ty-
rannias, oscandalos e desastres aos carapos
de Roma, ndo pode ser consider ado sendo
como um rebelde traidor, como um capitao
commette-me, veoce-me e faz-me prisio-
neiro. Qne quer que eu pense do senhor ?
Tudo, menos que sou um cavalleiro
desleal ; devia acreditar que o seu encontro
comigo era um encontro casual.
E porque razdo em vez de parlamen-
tar, me atacou com toda a'sua forija ?
Porque eu ndo parlamento com ban-
didos.
Lembre-se de que estou preso e que
ndo posso loraar satisfacdo dos seus insul-
tos.
__ Acabemos com isto que me canca :
que ordens deixou d sua gente que estd
guardando a duqueza de Ia Roumania ?
Ordens torminantes, as que se ddo
relativamente a todos oe rel'ens : se me sa-
hirem ao caminbo e me vencerem e mata
raatem-n'a a ella ; se o papa me
a^uma desgraga. Que gente eessa que
a proxima, capitdo Illescas ? accrescentou
Gonzalo, percebendo ao longe o rumor de
cavallaria pesada que se aproximavu.
Sfio certamente as cem lancas que dei-
xauios no campo, que, segundo as ordens
dovossa senhoria, trazem os prisioneiros.
Vtlente noite de aventuras I disse
Goc/.alo. Porem n imprudencia da duque-
ai obrigar-me a capitular com esse mal
dito Orsini ; vamos, estao jd proximos e
dentro em pouco devera chegar aqui. Quem
esu; n'eiisa casa com a duqueza, Sr.- Fran-
cesco';
Oatra duqueza.
Onem ?
A duqu'za de Urbino.
nas que oguaraavaui, nuauuo wro uw ...., ^-w --....-
chegou, d..minado por uma colera sorda,'queestdouvindo, nem se vena nasituacio
d presenca do gran-capitdo e disse-lhe : em que se ve. ___
Julguoi que ura cavaUeiro tlo llama- Vejo-me aasim, porque me flaeram
do como o duque, era incapez dese pres-,uma graade tratglo
tar a traigoes

I Ue-me Deus paciencia para o atarar ;
-FaTle com mais comedimento, rcpli-'se fosse t|o bravo e tto bom ctfit&o, omo
cou Gonzalo ou lhe mando cortar a lingua eimpudente a dewforado, com certeza que
por insolente, Sr. Genaro Orsini. ft que ndo teria pod"10 apriswna-lo ; mas jd qua
chama traicd T Apoderei-me ea do se-, falla em traicdo, quero ouvi-Io ; provo-me
nhorqua."lo estava dornindo ? Por se ndo defends melhor ? Que eulpate-; E' facil. Luerecta Bprgm vem ter
aho eu de q..Hos seus tenham fugidoApri- comigo, estende-me a roio. impoe-me con-
meira invest! In. deixando-o so no campo? dicoes para a minha rewncitutfo como
rem,
prender, conservem-n'a prisioneira, e oc-
cultem-se com etla nas nossas guaridas; se
o papa me matar, matem-u'a.
Pois bem, vou solta-lo, e solto e se-
nhor a duqueza, prisioneiro por prisio-
neiro. ,
__Basta-me a sua palavra, senhor du-
que ; se promette deixar-mo em liberdade
com os meus e voltar para Roma com Lu-
crecia, vamos busca-la.
Prometto-lhe pela minha honra.
N'esse caso, a caminho, senhor duque,
porque vejo quo os meus, que deixei na casa
onde estd a duqueza, andam alborotados
porque sabem certamente que estou prisio-
neiro.
Vamos e acabemos com isto por uma
vez. _, .
Gonzalo de Cordoba e Genaro Orsini, se-
guidos pelos homens de armas, dirigiram-
se nara a habitacde.
Gonzalo notara que Orsini tinha a voz
rouca, que falla va com diffkuldade* que
respirava com fadiga, e qna vacillava ca-
minhando. .
Genaro Orsini scntia-se enfermo ; faUga-
va>-o am mal ostar que cada voz se tornava
mais grave; altribaia, por6"m, isso i sua
qneda do cavallo ou a raiva da se ver pri-
sioneiro e voncido.
Rem de levo suspeitava que Lucrecia o
tivesse onvenenado por meio do contactoda
sua luva impregnada do veneno dos Bor-
gias, quo se havia infiltrado em consequen-
cia de uma pressao demorada, atravez da
pelle da mdo de Orsini*
0 tumulto que se ouvira partindo da ha*
Orsini, do gran-capitdo e dos homens de
armas castelhanos.
Ndo ha nada a tomer, disse Orsini aos
seus, quando chegou d porta da casa, os
cavallos que estejara promptos para mar-
char.
E comecou a subir a eseada ; mas a meio
d'ella parou.
Parece-me muito enfermo, disse o
gran-capitao.
A queda foi grave, respondeu Orsini,
colheu me de travez uraa lancada, e nao
pude conservar-me na sella ; ainda assim
dou gracas'd minha couraga que e de rija
tempera, alids estaria morto a estas horas.
As boas armas sdo a metade do bom
cavalleiro, disse o gran-capitdo.
Continuemos, accrescentou Orsini.
E seguio subindo com difficuldade a es-
eada.
XXVI
DE COMO 0 GRA5-CAPrri0 SE V10 L1VRE DE
TRES FORMOSOS INIHIGOS COM SAUS.
As duquezas ouviram que cessava o tu-
multo.
Pouco depois, a porta abrio-se e appare-
ceram Genaro Orsini e o gran-capitdo.
Lucrecia fixou um olhar profundo em
Orsini ; vio-o pallido, inondado em suor,
tendo no serablante a oxpressdo de uma ddr
recondita, de uma grande fadiga, de um
grande desfallecimento.
Alii tern Lucrecia Borgia, dbse Orsini
a Gonzalo ; vou chamar o capitdo da minha
gente e revogar a ordem que lhe dei para
que conservasse prisioneira esta seuhora.
Old, Sebastido.
Na porta do aposeoto appareceu um ho-
mem do aspecto herculeo, armado com to-
das as armas, e com a viseira do capacete
cabida sobre o rosto.
Parecia um espectro de ferro.
__A senhora duqueza de la Roumania
estd livre, disse-lhe Orsini.
Por sua line vontade, meu senhor ?
perguntou Sebastido com voz rouca.
__Por minha livre vontade, Sebastido,
replicou Orsini com voz firme.
Jure-m'o pela vinganca dos seus pa-
rentes assassinados.
- Juro.
Mas a niiin disseram-me que o senhor
Porque razao em vez de se deixar apanhar, papa ftca eoioo wta entre as mew, e
me ndo .p-an.. > raim, infame capitao do quando eu marcho sobre Roma coofiada- >rtaao onde **
salteadores cobardes ? Julgava por acwo.'mente.saho-nre'O ducjae ao aaooatro, ac-
ttra causado pela iproximajiio de Genaro
Espero ordens, disse Sebastido com
vozsembria.
Pois e aviar, que estou jd cancadoe
estas senhoras esperara.
Sebastido, disse Orsini ao seu capitdo,
manda apromptar os cavallos para marchar.
Serao cumpridas as suas'ordens, re-
plicou SebastiSo retirando-se.
Quando ficaram sos, disse Lucrecia :
Quero crer que tudo isto nao passa
de um equivoco ; ouvi dizer quo estava pri-
sioneiro, Genaro, e que lhe deram a liber-
dade. segundo parece, em troca da minha
liberdade. Adivinho jd o que succedeu ;
o Sr. Gonzalo de C6rdoba encontrou mar-
chando para Roma, Genaro Orsini, atacou-o
venceu-o e fe-lo prisioneiro.
Assim foi, mraha senhora, disse Or-
sini que cada vez se sentia mais desassoce-
gado.
Se eu tivesse podido adivinhar que o
Sr. Gonzalo de GJrdoba sahia esta noite de
Roma com a sua gente, e que podia encon-
trar o Sr. Genaro Orsini, tena dado a este
uma carta para que lhe nao pozessem im-
pedimentos na sua marcha para Roma, on-
de o espera sua santidade.
Ah 1 sua santidade espara o Sr. Genaro
Orsini ? disse com,assombro o gran-capitdo;
eu ignorava isso.
E', pois, certo que sua santidade me
espera t exebmou Owini. Ndo existe real-
mente a traigao qne eir suppunha ?
Se n&o estivesse habhuado ds traigdes,
disse Gonzalo ndo teria supposto traigdo em
pessoas taes como a duqueza de la Rouma-
nia e eu. .
Perdoe-me, replicou Orsini, mas vi-
vemos n'uns tempos em que ha tudo a te-
raer ; a UaisSo matou os meus parentes.
Fez-se-lbe guerra conforme foi possi-
vel, disse Luerecia ; mas, ponha-sea cami-
nho, Orsini, espara- o santo padre.
Vou montar a cavallo imraediatamen-
te, rapKeoa Genaro ; supplico-lhe outra vez
que me perdoe, senhor duque de Sessa.
Resta-me temps de sobejo para lhe demons-
trar quanto o estimo. Adeus. minhas se-
nhoras, espero que em breve nos veremos
em Roma.
estava prisioneiro. .
Estava mas ndo estou ; nao e isto as-
sim, senhor duque de Sessa ?
E', respondeu o gran-capitdo ; 6 f-
coso confesw que tem bons e leaes servi-
dores. Mas. que faz ahi ainda esse homem z
Continuar-se-ha.
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