Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20005


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Full Text
FARIA
<'

n
0, Srs. Gerardo Antonio Alves d Filhos, no P*ri, Gon5alves d Pinlo, no Maranhao; Joaquim Jos5 de Oh\eira* Filho," no Ceua; Antonio de Lean* Braga, no Ar.catj ; Joio ria inlio Chare,, no Assd; Antoni* Marqnes da Siira, no 3*1; Jo*. Jot
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jose1 Gomes, na Villa da Penna; BeJarmino dos Santos Buleao, em Santo Antao ; Domingos Jose" da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, noPilardisAlagdas; Aires d C., na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Bio jde Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Ministerio ila fazenda.
Decreto n. 5,474 de 26 de novembro de 1873
Hei por bem, para exeeu<;ao do art. !. do
decreto n. 3,321 de 30 de junho ultimo, que do
{.' de jane.ro rvaxuao futuro am diaate se obser-
ver nas alfandegas e mesas c!e rendas do imperio,
nde o servijo das capatazias e armazenagons es-
'.iver a cargo da-administrajao publica, as seguin-
tesdisposiedes :
i Art. 1." As mercadorias depositadas nos ar-
maiens pertencentes as alfandegas e mesas de
roudas, ou por estas costeadas, qualquer que seja
a procedencia e destino das raesmas mercadonas,
rstao sujeitas ao pagamento de armazenagem ;
fxcoptuadas unicamente:
t. A3 mercadoria> comprehenJidas nos !.
.i tO, 25, 26 e 31 do art. 4. das disuosicoes preli-
:"inares da tarifa.
2.* Asmoedas de ouro, prata a de qualqucr
dtitro metal; os bilhete* dos bancos de circula-
>.-tw e as lolras hypoinecarias dos baucos de ere-
dito real.
i.' As bagagens propriamente dilas, que nJo
sao sujeitas a direitos de con9umo.
a Art. 2.' A armazenagem e devida desde o dia
da entrada das mercadorias nos armazens, pontes
e depositos ale o da sua sahida, e, salvas as excep-
<;oes des arts. 5. e 6., sera-caleulada sobre o va-
lor official que a3 mercadorias tiverem na tarifa,
ou for arburado na forma do art. 570 do regula-
ineiito de 19 do setembro do I80O, a saber :
Ate 6 mezes na razao do O.JO/O ao mez.
12 0.4 0/0
18 0,3 0/0
c 21 o J.GO/0 b
Por todo o tempo excedenle a 21 mezes, na
raz.ao de 1 0/0 ao mez.
Neste calculo as fraccoesdo mez contar-se-hao
por mezes inteiros.
Art. 3. As mercadorias despachadas, que den-
no do prazo de oito dias uleis, a contar da data do
pagamento dos direitos, nao forem retiradas dos
armazens, pontes ou depositos, por mero interesse,
uegligeneia ou culpa de seu dono ou consignaurio,
ou prepostos destes, pagarao armazenagem em
dobro; salvo se a demora, a juizo do chefe da re-
particio for devida a embarac >s provenientes da
afllnencia do servieo, ou a qualquer outra causa
independence da vonlada do despachante. Neste
caso nao tera lugar cobrauea alguraa cofrespon-
dente ao tempo da demora.
* Art. 4.' A armazenagem das mercadorias isen-
tas de direitos de consumo, a nao comprehendidas
nas excepeoes do art. l., sera eotrada do valor
que Ihes for fixado na3 rspeetivas notas de des-
pacho, de conformidade cbu as regras seguidas
nos despachos ad valorem.
a Art. 5. as mercadorias- pertencentes a navies
arnbados, que tenham de ser descarregadas, pa
aarao armazenagem seguudo a seu peso, e pela
.oraia eslabeleeida na tabella auaexa.
Art. 6. A armazenagem da- aguardente de
produccio nacional sera cobrada aa razao de 5 0/0
dos respecttvos direitos por mez de demora, a
contar do dia da entrada para o deposito. (An. 25
di lei n. 1,307 de 26 de setembro de 1867.)
Art. 7." As mercadorias do'pacbadas a bordo
ou sobre agna, e que a requerimento das panes,
e por consenlimento do chefe da reparticao, tive-
rem de transitar ou sahir pelos armazens, deposi-
tos ou pontes das alfandegas a mesas de rendas,
se alii se demorarera mais do tres dias uteis, de-
\vrao pagar armazenagem em dobro.
t Art. 8. As taxas denominadas de embarque
e desembarque serao as seguiotes :
Por volume de peso ate 50 kilogrammas 60 rs.
Por dezena ou frac^So da dezsna de
kilogramrna que exceder 20
Nestas taxas esta coroprehendida a da aber-
lura dos volumes, pelo quo uada mais sc exigira
sob,este titulo.
Paragrapho unico. Excaptuam-se :
t I.* Os volumes que constituirem bagagem de
li;^sageiros propriamente dita, os quaes nao sao
sqjeitM a taxa alguma.
2. Os que contiverem geueros uacionaes des -
tinndos a exporlacao, os quae3 coa'.inuarao a pagar
i~ taxas de 40 o. 20 rs. meneionadas no art. 9* do
deoreto n. 5,321 de 30 de jonho ultimo.
Art. 9. Ficam revogadas as disposigoes em
eontcario.
t 0 visconde do Rio Branco, canselheiro de es-
tado, senador da imperio, presiJente do conselho
de ministros, rainistro e secretario dos negocios da
fizenda e prcsidente do tribunal do llie'souro na-
ciuual, assim o tenba enteadido e o fa$a executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 de novem-
bro de 1873, 52* da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Visconde
do Rio Branco.
Tub'lla da armazenagem das inercadorias paten-
tvitfes aos navios arnbados, a que se refere o de-
crelo. n 5,474 desta data.
Taxas por
>'. 0 ouro ou prala em po, bam, pinna ou moe-
da, e quaesquer outros objectos de grande valor
e pequeno volume, pertencentes ao carregamenlo
dos navios, poderio ser depositados em algum
banco, precedende liconca do inspector da alfande-
ga, e mediante as cautelas fiscaes que este juigar
necessarias.
6'. Quando o carregamenlo do navio arribado
constar de uma so mercadoria, ou de diversas, po
rum, todas sujeitas as mesmas taxas, se podera fa-
zer a cobranca destas pola arqueacao do navio,
salvo se, por pane da fazenda nacional, ou do dono
ou coniignatario do navio, houver reclamacao em
contrario.
No primeiro caso observar-se-hao as regras do
decreto n. 3,883 de 29 de raarco de 1867, que
Ihes forem applicaveis.
Rio de Janeiro, 26 de novembro de 1873.
Visconde do Rio Branco.
Circular n. 55. Ministerio dos negocios da fa-
ztmda. Rio de Janeiro, 27 de novembro de
18/3.
0 Viscoude do Rio Branco, presidente do tribu-
nal du tlicsouro nacional, remelte aos Srs. inspec-
tors das thesourarias de fazenda, aflm de que a
faca u observar nas alfandegas e mesas de rendas
de sua jurisdicio. a tabella de multiplicadores a
esta juuta, que facilita o calculo da armazenagjm,
lira la dos valores offlciaes das mercadorias, na
forma do artigo 2J do decreto a. 5,474 de 26 do
corrente mez. Visconde do Rio Branco.
rg
^ c- O- co rc.
? = 15S'*B
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.MEBC.VDOBIAS.
tonelada
me trica
(peso).
3*000
. As.-ucar
Porracha em bruto, counts sakados e
chifres 4#400
Cacao 3*000
Cafe 3*700
i'a'deiras para vapor 5*200
Oarvao solto 2*000
Carvao de pedra em tijolos em bar-
ricas 3*800
f'inzas 3*000
Cobre em estado mineral 5*400
Conckas 3*000
Ferro 53200
(iuano 4*600
l.a 2*700
Madeiras 3*500
Ossos 3JNMB
Pinho de resina 3*800
Prata em estaddo miner,;: 3*000
Sa! 3*90f>
Salitre 3*900
J'eliias 4*600
Tijolos 4*600
Trigo em grio 5*200
VmliQS e mais liquidos alcooi.: is 2*800
Quaesquer outras mercadorias 34700
Observacoes.1.' As mercadorias serao entre-
#ues e recebidas do portaki dos navios.
2.* Os navios sao obrigados a atracar junto as
pontes ou caes dos armazens em que tiverem de
descarregar, e a trazer ao porta'6 e passar deste
para o porao, com setu proprios apparelhos, as
mercadorias de seu carregauianto.
3,' As taxas fixadas na tabella comprelieadem
as que actuaimente se pagam pelo servigo do
transporte das m'readorias uo portal6 para os ar-
ma^ens e vice-versa e dao direito a conservarc~-
ae as mannas mercadorus- ui deposito ate tres
znezes completos. Findo sie prazo, a armazena-
gem, que d ahi em diante se veneer, sera paga
com o abatimento de 35 0/0 das taxas fixadas, e
i e-petida tantas vexes qoantoa forem es trimes-
tres^que-decorrerem duraata esse depesiio, eon-
siderando-ss vencido o triaMstre eomecadu, em-
bora as mercadorias sejam retiradas antes de
haver elle terminado.
4*. As mercadorias qua Urerem de ser vendidas
no pcrto da arribada, por estarem avariadas on
para occorrer as despezas 4k arribada, pagario ar-
Hiazeuagem proporcional m tempo que' estiverem
dejKsitoaa:''.
: Sill? : =n : ; t c 1
3 O = T" Q n -4 i n > I H
o o >
M O 1 B
^ ? ( i m m a $ ^ M H O
O: V> *ji 5-- -' 0 O 9 0 o s
i i 00 OJ ^ s o o
Nota.Multiplicam-se os direitos do consumo
pelo correspondents inultiplicador, o resultado sera
a armazenagem de urn mez, segunJo a razao dos
direitos, e o tempo de demora da mercadoria.
Rio de Janeiro, 27 de novembro de 1873.Vis-
conde do Rio Branco.
DlAKLODEPfittflAiHtfUUU
RECIFE, 10 DKBEZEMBRO DE 1873.
Aoticiux do siil do imperio.
Chegoa hontem as 11 horas e meia da manna o
vapor francez ilendoza, trazendo datas: de S.
Paulo 30 do passado, do Rio de Janeiro 3, e da
Bahia 7 do corrente.
S. PAIT.O.
0 Sr. Carlos Augusto de Carvalho, quinto anais-
ta de 1871, lizera acto e sendo plenamente appro-
vado, lomara o grao de bacharel em direito.
Em Campinas dera-se no dia 23 urn grande des-
morooamento que a Gazela narra nos seguintcs
terraos ;
c Eatao a se construir em uma espajosa quadra
de terreno pertencente ao Sr. J. Raggio Nobrega,
40 casas terreas para alugar. Dessas ja estavam
erguidas. emmadeiradas e cobertas de tellia 16,
a fazerc-tu face para a rua da Constituigao. Ora, no
alludido dia fazia urn vento rijo de.-de pela manlia
e recrudesceu a tarde. Tendo ainda assim afflui-
do bastante povo a e3tacao da estrada de ferro,
quando dahi a pouco voltavam os passeiantes da-
queile ponto tiveram de presenciar uma scena
surprendente e estranha : as casas todas tinbam
desatad.' com a ventania, sera fi:ar mais do que um
pedaco de parede para a esquina da rua de S. Joao.
Aquelia construcgao toda tornou-se n'um momento
uma larga u ampla raolle de ruinas atulbando o
leito da rua. Entretanto, o que e de assombrar,
n'um lugar daquelles, em um domingo, o desmo-
ror.amento nao apanbou victimas alem de dous
prelos : um que teve as pernas fracturadas e ou-
trc que licou levemente offendido.
u M-? e que um caso, ou antes um designio
oceulto da Providencia viefa evitar uma tremen-
da catc'strcphe, enjas consequencias horrerisrao so
Ac- pensar se nellas. 0 desastre teve lugar as 5 3/4
boras exactamente, e sendo que uma circumstan-
ce fortuila fez demorar o trem da via forrea que
so Bbegoo as 6 horas, devondo ter chegado as
5 1, z -._calcula-se que, se houvera tocado pontual-
mento a estacao no tempo regular, os passageiros
estariaui descendo aquelle caminho... E' doloro-
so iriiaginar mesmo o que se teria passado.
c; Ainda outra felicidade : ter-se dado em um
dan;:n~ i o caso, pois se fora em dia de semana,
pudera ter apanhado muitos trabalhadores.
c Emtim, tudo esta passado, e agora o que cum-
pre e olhar para o futuro o
Em varias Iocalidades tinham cahido chuvas de
red-a. cau3ando grandes estragos. A tal respeito
refer* o Paulista de Taubate em data de 23 : -
Anleliontem no bairro da Pedra Negra, cahio
uma grande chuva de pedra acompanhada de um
yenduval desfeito, corao nao ha raemoria de outro
igar.; Os destroQos foram completos, e entre ou-
trcs a fazenda do nosso amigo Sr. JordSo Pereira
do Rarros solfreu immensos prejuizos.
Aiada sobre o mesmo assuinpio escrevein da
vi [a de T'aa a uma folha da capital:
V dii 2! ib corrente, pelas 4 horas da ma-
n..., Pahk) aqui uma chuva de pedras que chegou
a quebrar varios telhadis, e causou grandes es-
tragos nas plantaeoes. Os arvoredos dos quintaes
de d<;ntro da villa flcaram completamente desfo-
lhad:= e todas as fructas foram ao chao.
A respeito das queimadas que se faziam no in-
terior diz o Ituano de 23:
a Tern siJo fataes as queimadas este anno por
causa da grande secca. Sao enormes os preiuizos
3lie ellas tem causado a lavoura. Nestes uftimos
las soffreram serias perdas, os Srs. Luiz Mesqui-
ta, Narciso Couto e capitao Jos6 Manoel da Fonce-
ca, calculando-so as deste ultimo em cerca de
W.OGOJ, pois algai de outros estragos, (auto no
sen sitio do Pao d'Alho, como no de Iodaialub
o fogo destruio no primeiro, 39 quarteis de canna.
< Ao passo que no Rio Grande do Sul as aguas
tem produzido grandes desastres, nos esiamos
ameajados de passar por elles, motivados pela
secca.
0 Diario de Santos de 19 da as seguiotes noti-
cias : j
a Hontem, as 7 boras da mania, na pedreira de
S. Bento, nesta cidade, estando a desencravar uma
broca o portuguez Antonio Francisco Goncalves,
veio sobre elle grande pane da pedra arrebentada,
deixandoo em misero estado. O infeliz, ao qae
parece, esta cego, e soccorrido immediatamente
pelo caridoso Dr. Cunha Moreira, foi conduzido a
Santa Casa de Misericordia, onde vai soffrer am-
putaijai de ambas as maos. 0 estado do offendi-
do e mortal.
Seguio ante-hontem para Hamburgo, com
um carregamenlo de H,9u0 saccas de cafe e 1,200
fardos de algodio, representando um valor de cer-
ca de 800:000* o vapor Valparaizo.
a Este facto bem alto attesta a importancia de
nossas relacoes com a praca de Hamburgo, e torna
patente o dever que tem o guverno de acudir de
prompto as necessidades, que affectam os interes-
ses de nosja praca.
Nao e Bern razao que insistimos em raelhora-
mentos para o porto de Santos, pois e de equida-
de cercar das commodiJades precisas o local de
onde provem as mais consideraveis verbas de re
ceita para os orgamentcs provincial e geral.
So o carregameato do Valparaizo produzio a
avultada quantia de 82:372*088, sendo para os co-
fres da p'rovincia 23:719*281, e para os cofrcs ge-
raes, 56:652*807.
RIO DE JANEIRO.
Pelos decretos, do ministerio da justica, ns.
5,475, 5,476, e 3,477, de 26 de novembro : foram
declaradas de 2' cntrancia a comarca do Diaraan-
tina, e de 1* as de Rio Turvo, Rio Lambary, Bar-
bacena, Tres Pontas, e Bagagem, creadas na pro
vincia de Minas Geraes; foram mareados os ven-
ciniontos annuacs dos promotores publicos dessas
comarcas; e foi desaanexado do termo de Jaguari-
be-mirim o doPereiro, m pro vincia do Ceara,
e creado neste am lugar de juiz municipal e de
orphaos.
Nao foi agraciado o reo Severino Rodrigues
Vieira, condemnado m 5 de outubro de 1870 a
pena de um anno, sete mezes e 13 dias de prisao
e mulia de 8 1/3 /., iraposta pelo jaiz de direito
da comarca de Area, na provincia da Parahyba,
por crime de furto coramettido a 14 de marco de
Attendendo ao que representou a directoria
desta associacSo, o governo, por decreto n. 5,453
de 5 de novembro ultimo, approvou os novos es-
tatutos, pelos quaes deve reger-se a mesma asso-
ciacao, supprimindo o 4* do art. 5 e 03 arts. 53
a 57, e 65 a 68, e accrescentando, em lugar destes,
o seguinte:
Artigo. Os emprestimos hypothecarioe a cur-
to ou longo prazo serao regulados de iateira Con-
formidade com as prescripedes da lei n. 1,237 de
24 de setombro de 1864 e decreto n. 3,471 de 3 de
junho de (865.
Elevou a 4,000:003*. pelo menos, o capital so-
cial de 2,000:000*, fixado no art. 2", ficando a
associacao obrigada a empregar em emprestimos a
longo prazo, feitos a estabelecimentos ruraes, den-
tro do prazo de 3 annos da data deste decreto,
sorama nao inferior a quinta parte do fundo social,
augmenlado como acima se prescreve ; sujeitando
a associacao, se nSo cumprir esta condicAo, a per-
der a faculdade de emittir lettras hypothecarias e
os favores outorgados no art. 13 12 da lei n.
1,237 ja citada.
No domingo ( 30 ) realisou se ascgundacon-
ferencia no edificio destinado as escolas publicas
da freguezia da Gloria, estando presentes Suas
Mageslades Imperiaes, o presidenle do conselho e
o miuistro da agricultura. 0 Dr. Lulz Joaquim
Duque Estrada Teixeira fallou proficientemenie
sobre bibtiothecas cm geral e btbliothecas populares
em particular.
Lemos no Jornal do Commercio :
Hontem 2 dia de festa nacional, por ser o 48.
anniversario natalicio de S. M. o imperador, esti-
veram embandeirados as lega.'oes e cousulados,
os edificios publicos, dentre os quaes se distin-
guiam a secretaria da gnerra e quartcl do !. de
mfantaria pela elegante disposicao das bandeiras
3 galhardetes, algumas ruas da ciuade, e os vasos
de gnerra surtos no porto, que, assim como as for-
'.elezas, deram as salvas do estylo.
Dapois do solemne Te-Deum celebrado na
igreja do Carmo, houve, no paeo da cidade cortejo
a que concorreram o corpo diplomatico e consular
os altos funccionarios do eslado e cidadaos da di-
versas jerarchias.
a A' noite illuminaram-se os edificios publicos e
muitas casas particulares, e no theatro Lyrico
houve espectaculo em grande gala, ao qual assis-
tiram SS. MM. Imneriaes.
a Foi sanccionada a resolucao da assemblea pro-
vincial do Rio de Janeiro approvando o contrato
celebrado com o barao de Maua para o pro-
Ion gamento da via-ferrea de Maua ate" Pretopolis
autorisando a presidenria da provincia a garanlir
juroi de7 0(0 ao anno sobre o capital ale.....
600:0o0*, empregado no mesmo prolongamento.
A empreza flea obrigada a conservar gratuita-
raente a estrada de rodagem da serra da Estrella
nos pedacos aproveitados pela via-ferrea, fran-
queando-a ao trasito publico.
0 tribunal da relacao julgou hontem as pe-
tijoes de habeas-corpus apresentadas por Joao
Braulio Muniz, Jose Martiniano Malheiros Salda-
nha e Manoel Antonio de Figueiredo Coimbra, pro-
cessados como reos de falsidade e estellionato.
Foram unanimemente indeferidas as petieSes.
0 bacharel Jose" Alves Pereira de Carvalho,
que tendo ja obtido ordem de habeascorpus, e
n5(j havendo comparecido deixara que el la flcasse
prejudicada, pedio hontem nova ordem ; foi-lhe
tambem indeferida a peticio contra o voto do Sr.
Almeida. >
Ao Dr. Benevides, encarregado das diligencias
de que ullimaraente temos dado noticia, foi diri-
gido o seguinte avis* :'
Secretaria da policia da cdrte, 1.* de dezem-
bro de 1873. -Transmitto a V. S. para sua scien-
cia o incluso aviso, por copia, do ministerio dos
negocios da justica, de 29 do mez proximamente
findo, relativamente as invostigacfies por V. S. fei-
tas sobre varios crimes de estellionato e falsidade,
que se tem dado nesta cdrte, para obtencSo de es-
polios arrecadados pete juizo de ausenies, e, em
conformidade do citado aviso, recommendo-lhe
qua prosiga nas diligencias necessarias para des-
cobnmento de todos os delinquentes ; lonvo a V.
S. em nome do governo imperial, pelo servieo que
prestou. Deus guarde a V. 8.0 chefe de poli-
cia, Ludgero Goncalves da Silva.Ao Dr. i.* de-
legado de policia.
Copia. 3.* seccao. -Ministerio dos negocios
da jnstioa.-Rio de Janeiro, 29 de novembro de
1873.Com ofilcio n. 660, de 25 do corrente trans-
mittio a V. S. por copia o do 1. delegado de poli-
cia,communicando as investigacSes por elle pro-
cedidas sobre varios crimes de estellionato e fal-
sidade, que se tem dado nesta cdrte para obten-
;ao de espolios arrecadados pelo juizo de ausenies
bem assim o inquerito que abrio sobre o rece-
bimento do espolio de J. Youds, realisado por
meios criminoscs por Manoel Antonio de Figuei-
red > Coimbra, Jese Martiniano Malheiros de Sal-
danba, Joao Braulio Munlz, escrivio de ausentes,
bacharel Jose Alves Pereira de Carvalho e Fran-
oisco Antonio de Moraes, dos quaes ja sc acUam
| presos os tres primeiros. De lado inteirado, re-
commendo a v. S. qae faca proseguir nas dili-
gencias necessarias para descobrimento de lodos
os delinquentes, e em nome do governo imperial
louve V. S. aquelia autoridade pelo servieo que
prestou.
Dens guarde a V. S.Manoel Antonio Daarte
de Azecetk>,Ko Sr. cbefo do nolioia da curie.
-Conforme, Franciseo J>se tie' Lima. Confere,
Arruda Camara.
i 0 resultado dos exames de hontem na Pacul
dade de Medicina foi o seguinte :
i 6. anno (eliuica). Joee Bernardo de Loyola
Junior, appro vado com distinccao ; Tarquiaio
Brasileiru Lopes, Paulo Barboza Pereira da Cu-
nha eCesario Pereira Machado, approvados ple-
namente.
1." anno medico.-Jose Moreira da SilraJu-
Xavier Tinoco,
escripta e
nior, Eauardo Augusto de Souaa Santos, Jose de
Carvalhj Tolentino, Leopoldo Jose Pereira Bastos
e Joaquim Otloni de Araujo Maia, approvados
plenamente ; Firmino Nogueira da Silva, appro-
vado sLnplesmenle.
a 6" uno.Manoel de Araujo da Cunha Alva-
renga, ipprovado com distinccao ; Franklin Bento
Pereira Salgado, Luiz Jose de Alvareaga. Manoel
Monte fiodinho e Jose Eugenio de Lemos, appro-
vados plenamente.
Osseguintes aluranos admittidos extraordi-
nariamente por motivo de molestia obliveram estas
notas :
2 tnno medico. -Manoel Jose Duarte, appro-
vado com distinccao.
l. aano pharmaceutico. Pedro Martins Tei-
xeira. approvado plenamente.
0 resultado dos exames de hontem na escola
da marinha foi o seguinte :
Muthematica. Approvados : Aristoteles Ara-
brosino Gones Calaca e Jose de Almeida Bessa,
plenamente grao 3 ; Francisco Xavier Tinoco,
simplesmeiite grao 2; Apolinario Gomes de Car-
vallio, Francisco de Paula Oliveira Sampaio e
Jose Nunes Belford Guimaraes, simplesmente
grao 1. Houve 4 reprovados, 2 na prcva escripta
e 2 na oral. Dcixarain de fazer acto 4.
t Desenho linear. -Approvados Antonio Fra-
zao Catanhed9, Aristoteles Ambrosino Gomes
Calaca e Jose de Almeida Bessa, plenamente grao
3 ; Francisco Xavier T>noco e Jose Nunas Bel-
ford Guimaraes, simplesmente grao 2 ; Alfredo
d'Avila Menezes e Herraenegildo Militao de Al-
meida, siinplcmente grao 1.
Huuve 5 reprovados.
t Geographia. Appiovados : Alfredo de Avila
Menezes e Aristoteles Ambrosino Gomes Calaca,
plenamente grao 3 ; Herraenegildo Militao de Al-
meida, simplesmente grao 2 ; Francisco Xavier
Tinoco e Jose de Almeida Bessa, simplesmente
grao I.
Houve um reprovado na prova escripta e
deisaram de fazer acto 6.
Historia.-Approvados : Aristoteles Ambro
sino Gomes Calaca, plenamente grao 3 ; Jose de
AUiieida Bossa, 'stuHilesmente grao S
Frapa. <;aataDhede e Francisco
simblesmeaie gra> 1.
Houve tres reprovados na prova
dcixaram de fazer acto 7.
Portuguez.-Quatro reprovados na prova es-
cripta. Deixaram de fazer acto 5.
t Francez.Approvados r Frocisco Xavier Ti-
noco, plenamente grao 3 ; Alfredo de Avila Me-
nezes, simplesmente grao 2 ; Antonio Frazao Ca-
tanhede e Apoliaario Gomes de Carvalho, sim-
plesmente grao 1.
Houve dous reprovados na prova escripta..
c Deixaram de fazer acto 6.
" Ingle/..Approvados : Aristoteles Ambrosino
Gomes Calaca e Jose do Almeida Bessa, plena-
mente grao 3 ; e Francisco Xavier Tinoco, sim-
plesmente grao 1.
a Houve 5 reprovados, 3 na prova escripta e
2 na prova oral.
Deixaram de fazer acto 6.i
0 resultado dos exames findos da i* cadeira
do 4* an 10, na Escola Central, foi o seguinte :
t Approvado com distinccao grao 10, Francirco
van Er wen ; approvados plenamente com o grao
9, Dionysio Evaugelista de Castro Cerqueira,
Carlos Eugenio de Andrade Guimaraes, Jose
Felix Barboza de Oliveira, Jose Rabello Jde Vas-
concellos e Luiz Mendes de Moraes ; com o grao
8, Antonio Candido Rodrigues, Alfredo Ernesto
Jacques Ourique, Jacintho Machado Bittencourt,
JoaTjuira Alvaro Pereira e Jose Antonio da Costa
Gama Junior ; com o grao 7, Henrique Moraes
Delgado, Francisco da Cruz Ferreira Junior,
Carlos Alberto, Albino Pinto de Carvalho, Carlos
Augusto de Castro Andrade, Antonio Joaquim
da Costa Couto, Antonio Candido Salasar, Joa-
quim de Oliveira Fernandes, Libanio da Silva
Lima, Ernesto Marcos Tygna da Cunha e Trajano
Ignacio de Villanova Machado; com o grao 6,
Joaquim de Salles Torres-Homem, Francisco Ju-
lio da Conceicao, Jose Joaquim de Miranda II orta-
Junior, Joaquim Antonio da Cunha Junior, An-
tonio Joaquim de Souza Carneiro, Zeferino An-
tonio de .Vieira, Eduardo Macedo de Azambuja,
Jose Joaquim de Sa Freire, Alberto Macedo de
Azambuja, Antonio Augusto da Conceicao e Pau-
lino Lopes da Cruz. Approvados simplesmente
com o grid 5", Manoel Dejoces da Silveira, Jose
Ozorio Nogueira da Silva, Caetano Alberto de
Castro Nascimeuto e Ernesto Antonio Lassance
Cunha; cam o grao 3, Joao Eugenio Barboza
Coelho, Ernesto da Cunha de Araujo Vianna e
Antonio Borges da Costa ; com o grao 2, Lu J -
gero Ernesto Lassance Cunha, Joaquim Jose
Ignacio de Meilo, Francisco Ferreira Ponies, Jose
Militao Machado Pereira, Dionysio da Costa e
Silva e Eduardo Pereira de Campos. Houve um
reprovado.
BAHIA.
Lemos no Correio da BjIuv :
II mtem, receberam o grao de doutor em me
Saturnino Thomaz de Aquino.
Manoel Daatas.
Antonio Rodrigues Teixeira.
Macario Gomes de Cerqueira.
Raymundo de Area Leao.
Manoel Jose de Pinho.
Joao Alves Borges.
Joso Antonio Ribeiro de Araujo.
Estanislao Emilio de Brito.
Gabriel Gomes do Brito.
Tito Rodrigues Taz.
Manoel Ludgero de Oliveira Campos.
Rauhno Francisco de Oliveira.
Lino Romualdo Teixeira.
Trajano Borges de Abreu Marque?.
Vicente de Paula e Silva.
Antonio Hermenegildo de Castro.
Julio Adolpho da Silva.
Francisco Alexandre Guedes Chagas.
Pedro Augusto Borges.
Jose Lopes da Silva* .1/ # *J|I H l
Ped'o Severiano de Magalhaes.
Epiphanio Jos6 Pedrosa.
Jose Maria Velho de Souza.
Pedro Bibeiro Moreira.
Constancio dos Santos Pontual.
Constancio Carlos de Souza Uzel.
Julio Cesar de Castro Jesus
SKBG1PE.
Datas do Aracaju ale 3 do corrente.
Por acto do vice-presidente, de 17 do passado,
fora designado o capitao Theodomiro de Mello Bar-
reto, cdinmaudanta da companhia de iufantaria,
para reorganisar, inspeccionar e offerecer as ba-
ses em que deve assentar a reforma do regulamen-
to do corpe de policia, segundo a autorisai;lo le-
gislativa.
Por aclos de 23 do mesmo mez, fora exone-
rado, a seu pedido, do cargo de director geral da
inslruccSo publica o Dr. Americo Alvares Guima-
ries, e nomeado para substilui lo o Dr. Manoel
Luiz Azevedo de Araujo
Fora nomeado para servir um dos lugares de
membros da commissao administrativa do hospital
de caridade do capital o Sr. Urbano Joaquim So-
ledade.
Tendo se extinguido a variola na capital, S.
Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, mandara
fechar o respective lazareto, dispensando o facul-
tativo que nelle medicava.
0 Jornal de Aracaju, noticia o seguinte :
No dia 11 de outubro, foi encontrada nos ca-
naviaes do engenho Carrao, termo da Capella, uma
ossada que pelo corpo de deliclo a que immediata-
mente proceden o delegado, reconheceu-se ser de
um boraem maior da 50 annos, denotando mais
pelos cabellos e pela roupa que o cobria ter sido
de algum escravo fugido. Dirigindo-se o mesmo
delegado ao proprietario do dito engenho, Jose Gui-
lhcrme Vieira, e proccdendo a um auto de pc -
Juntas, nenhum esdarecimento colbeu a respeito
e semelhante facto, coja origem nao pode ser
descoberla. 0 corpo de deliclo e o auto referido
Antonio foram remettidos ao Dr. juiz municipal do uuiu.
' Na noite de 13 de outubro, foram mortaimen-
te feridos no termo do Riachio, Jose1 Vital dos San-
tos e sua mulher, em consequencia de am tiro,
que Ihes foi disparado, por ccasiao em que se
ach.vam em traba'.ho em sua casa de fazer fari-
nha, naquella villa. Averiguado o facto pelo sub-
delegado, verificou-se ter sido praticado por Alba-
no, escravo do major Jose Ribeiro de Souza, o qual
achando-se fugido nos mattos da mesma villa com
alguns parceiros, consla que projecta assassinar o
referido Jose Vital, o mais 4 pessoas que elle ere*
serem incumbidas de capitura-lo. 0 subdelegado
procedeu ao corpo de delicto e tomou todas as pro-
videncias recommendadas por lei para a punicao
do enminoso.
a No dia 21 do mesmo mez, foi assassinado no
sitio Qucbrada, do munieipio do Lagarto, Manoel
Pedro Pereira, com um tiro de espingarda, verifi-
cando-se ter sido o crime praticado pelo escravo
Albano, do major Jose Ribeiro de Souza, o mesmo
que na poucos dias dlsparara um tiro de que lica-
ram mortalmente feridos Jose Vital dos Santos e
sua mulher, na villa do Riachao.
Foram dadas todas as provi lencias prccisas
para a caplura dasse criminoso.
No termo da Divina Pastora, no dia 22 do mez
fin-lo (novembro), ao entrarem no pasto do enge-
nho Sape, propriedade do tenente-coronel Jos6 So-
tero Barreto, ires homens que voltavam de Ma-
roim com cargas de carne secca e sabao, nao po-
dendo passar de prompto, por ficar a estrada entre
duas ribanceiras e alii se achar um carro que
tambem procurava passar, espancaram os bois e
entrarain em altercacdes com o carreiro e escravbs
da fazenda, que a curia dislan:ia acudiram aos
gritos de -soccorro -resullando da tudo isso ma-
tarem a tiro de pistola um criado do referido pro-
prietario e deixarem gravemente ferido um es-
cravo.
Fez-se corpo de delicto, foram tomadas todas
as providencias que o caso exige e trata-se de ins-
taurar o competente processo.
< 0 Sr. Dr. chefe de policia, logo que tevo co-
nhecimeuto de semelhante facto, recommendou ao
delegado do termo que de accordo com o Dr. juiz
municipal procedesse as diligencias precisas para
conseguirse a captura da juelles criminosos, cuja
puniclo muito interessa a seguran^a individual.
aoompanha. Muito agradeco o ter V. Exc. me pro-
percionado occasiao para associar me a generosa
e humanilaria idea, cuja realisacao tio assidua
quao prolicuamenie ha V. Exc' promovido. Pcfo,
entretanto, descnlpa para o meu humilde concuo.
Teoho a hoora de assignar-me-De V. Exc, muito
altencioso venerador e criado.Manoel Alves de
Souza Carakantr.'
Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
5 de dezembrode 1873. -Him. Sr. capitao Manoel
Alves de Souza Cavalcante. -Fico de posse da car-
ta em quo V. S. me remelleu a quantia de 300*,
para ser applicada a obra do asvlo de alieaados.
dignandoso de corresponder assim ao juizo que liz
desua reconhecida generosidade, qnandoa V. S. me
Jinge para tal firn. Cumpreme em resposta agra-
decer-lhe o valioso concurso que acaba de nresUr
aquelle important ? estabelecimento, louvando-o ao
mesmo tempo pelos sentimentos humanitarios a
pbilantrapicos quo o diciaram. Assigno-me com a
mais distincta eonsidcrajao-De V. S. mnito, at-
tencioso, venerador e criada. Henrique Pereira
de Lucca.t
Nnheiro.Os vapores Pirapama, Mandahu-
e Goncalves Martins trouxeram para :
Jose Luiz Goncalves Ferreira & C 6:000*000
Loyo Sobrinho 4 C. 5:024*0CO
Antonio A. de Souza Aguiar & C. 3:300*000/
Manoel da Silva Ponies 2:658*000
Jose Duarte das Neves 2:375*000
Joao Bamos A Machado 2:177*380
Cosme Jos6 dos Santos Callado l:70z*O0O
Monieiro Junior & Fernandes 1:400*000
Luiz Antonio Siqueira M.-208*000
Perdigao, Oliveira, & C. 'l:2O0*UX>
G .mes de Mattos & Irmao 1 :(J00*000
Cunha Irniaos & C. 1:000*000
Joaquim Lopes Machado l:000*0CO
Alfredo Garcia & Irmao 1:800*000
Ferreira & Mathens !:(00*000
Dr. Luiz Antonio Pires 783*000
Joaquim A. de Araujo & C. 660*000
Alheiro, Oliveira & C. 603*000
Marcelino & C. 500*000
Bernardino Duarte Campos & C. 500*000
Desembargador F. A de Oliveira Ma-
ciel 400*000
New London and Brasilian Bank 325*000
Soares Leite & C. 300*000
Francisco Antonio de Brito 230*008
CunlM-v Mania 216*000
Tasso Irmaos 150*000
Jose Rodrigues de Souza 120*000
Via forrea de Olinda. No escriptorio
desta companhia se distribue o relatorio que foi
lido no ultimo semestre que findou a 30 de outu-
bro do corrente anno, aos accionistas da mesma*.
Pagadoria de fazenda. Nesta esta-
cao pagam-se hoje as stguintes folhas : arsenal de
guerra e peniionistas.
Os funccionarios que deixarem de roceber neste
dia, so poderao fazel-o do oitavo dia util em
diante.
dieina os estudantes que, este anno, concluiram
u seu curso'na Faculoado desta capital.
_ A's 10 horas da manha, celebrou-se em ac-
cao de graeas, uma solemne missa na igreja da
Pieiade, occupando por essa occasiao a tribuna
sagrada o dislincto pregador imperial padre-mes-
tre Turibio Terlnliano Fiuza.
Ao meio dia, no salao nobre da Faculdade,
os doutorandos prestaram o juramento do estylo,
recebendo em seguida o grao, qua Ihes foi con-
ftrido pelo Sr. conselheiro Manoel Ladislae Ara-
nha Dantas, que serve actuaimente de director,
e que pronunciou entao um discurso analogo ao
acto.
a Em nome dos seus collegas, e agradecendo
o litulo com que a Faculdade os acabava de dis-
tinguir, fallou o doutorando Sr. Pedro Ribeiro
Moreira.
< Estiveram presentes muita* pessoas gradas,
e entre ellas Ss. Exes, o Sr. arcebispo conde de
S. Salvador, o Sr. comraandador presidente da
provincia, 6 Sr. general commandante das armas,
o Sr. Dr. chafe de policia, o Sr. coronel comman-
dante geral do corpo de policia, o Sr. inspector da
alfandega, e um grande uuraero de senhoras.
Uma guarda do 18' batalbao de linha fez
as bonras militares do costume
t Eis os nomes dos novos medicos, aos quaes
de&ejaraos cordialmente nm futuro lisongeiro e
risonbo :
Joao Jose de Souza Menezej.
Alfredo Caria.
Francisco de Paula Oliveira Guimaraes.
Antonio Joaquim de Barros, sobrinho.
Francisco Muniz Forrao de Aragao.
Joaathas de Freitas Pedrosa.
PEENAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Hospieio de alienados.Oanios cm so-
guida mais dous donativos para as obras deste no-
vo estabelecimento:
* Ulm. Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
-Recebi o presado favor de V. S. e cumprindo
com o que me ordena, de conformidade com a
minlia fraca posicao, pade dar suas ordens a man-
dar conduzir cem barricas de cal preta que regu-
la 120 alqueires francos pela raedida do commer-
cio, para a construccao do edificio de que trata;
sinto nao me achar em circumstancias de contri-
buir com o donativo mais avultado, no que teria
muita satisfacio. Aproveito a occasiao para re-
novar-ihe os meus smceros protestos de estima e
consideracao, asaignando-me De V. S. amigo sin-
cero e muito obrigado.Pedro Jose Montenegro. -
Iguarassii, 2 de outubro de 187J.
o Illm. e Exm. Sr. commendador Dr. Henrique
Pereira de Lucena.Pela inclusa carta que apre-
sento a V. Exc. offerece, o meu amigo o Sr. Pedro
Jose Montenegro, 120 alqueires de cal para a cons-
truccao do asylo de alienados.Sou com todo res-
peito e consideracaoDe V. S, amigo e criado
obrigado.Pedra de Atkayde Lobo Moscoso.*
* Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
5 dedezembro de 1873.-Him. .Sr. Dr. Pedro de
Athayde Lobo Moscoso.Accusando rccebida a
carta que V. S. ma eaderecou acompanhada de ou-
tra em que o Sr. Joio Pedro Montenegro offerece
100 barricas de cal preta para a obra do asylo de
alienados, reitero a V. S. meus agradecjmentos pe
la valiosa coadjuvacao que me tem prestado no era-
prehendimento daquella obra. Peco-lhe que de
minha parte apresonte ao Sr. Montenegre os lou-
vores e agradecimentos de quo 6 credora a sua of
fertaDe V. S. amigo, atlencioso, venerador e
criado. llenrique Pereira dt Lucena.n
t nira- e Exm. Sr. Nio podendo ser indiffo
rente ao philantropico e caridoso empenho de V.
Exc, em fundar nesta provincia um bospicio de
alienados, e acodindo ao bonroso convite de V.
Exc, ollerejo a quaatia de 300*000 que a esta
xames. Teve lugar no sabbado, 6 do cor-
rente, os exames dos alumnus da b* escola publica
de Santo Antonio, regida pelo professor Joao Lan-
delino Doruellas Camara. Depois das provas es-
enptas o oraes, foram approvados :
Manoel Francisco Pedrosa, com distinccao.
Miguel Antunes de Faria Torres", idem.
Florencio Ivo de Albuquerque, idem.
Emiliano de Brito Araujo de Novaes, idem.
Joao Camara Filho, idem.
Jose Luiz de Franca Chagas, idem.
Thomaz Ferreira da Cunha Junior, plenamente.'
Alfredo Affouso do Rego Barros idem. ..
Philomeno Clementino Ribeiro Seabra, idem.
Victoriano Eleuterio do Horisonte Br-sileiro, idem.
Deixaram de comparecer os alumnos Marcelino
Antonio Pereira e Antonio Marcelino Napoleao da
Siqueira.
Presidio o acto o respective delegado litterario
o Illm. Sr. Dr. Olympic Marques da Silva, sendo
examinadures o professor Casimiro Lucio dos San-
tos e o proprielario da cadeira.
Afugados. Este grande povoado, as portas
da cidade do Recife, capital de Pernambuco, con-
tinua sem agua pouvel para seus habitantes, a
despeito de nossas innumeras reclama.oes a res-
peito,
Um voto delouvor a companhia do Beberibe.por
tanto.....
Instruecao priuiaria.Pedem nos que
noticiemos, que na escola publica primana, para o
sexo masculino, da cidade da Escada, lizera exame
em 4 do mez ultimo o alumno Melchiades Rodol-
pho da Silva Chaves, obtendo approvagio plena.
Hospital puiriuguez Na noticia que
hontem publicamos sob esse titulo, deve ler-se
com relacao aos eleitos para a commissao de exa-
me de couias: Miguel Joe Alves, Joao Quirino de
Aguillar e Antonio Baptista Nogueira.
Km mais duas.Em mais duas igrejas
nesta cidade celebrou se, no dia 8, a festividade
da Immaculada Conceicao, na da Gloria, as 7 bo-
ras da manha, e na da matriz de S. Jose, as 4 bo-
ras da madrugada. Em ambas houve missa so-
lemne.
Concerto vocal c instrumental.
Tera lugar hoje a noite, no theatro de Santo Anto-
nio, o concerto vocal e instrumental, com o qual
os distinctos artisias Vieira e Ciceri auxiliados pe-
lo fesiejado maestro Poppe, pretendem obsequiar
o nosso publico.
Depois do espectaculo havera trem para Apipu-
cos, tocando era todos os pontos.
J%ovapnblicacao.-Recebemo3 e agrade-
cemos o Esboco biographico do Dr. Jose dos Anjos
Vieira de Amoriin, escripto por sen filho o Sr. Dr.
Miguel Bernardo Vieira de Amorim.
Propagadora da instruecao pu-
blica. i.om pompa e notavel concurrencia de
convidados, teve lugar, no dia 5 do corrente, o en-
cerramento dos trabalhos leclivos na escola noc-
turna para adultoe fundada na Cruz das Almas
pelo conselho parochial da freguezia da Graca.
0 professor da respectiva cadeira usou da pala-
vra por duas vezes, louvando e incitando seus
discipulos, quasi todos artistas, a conquista da
instruecao primaria, pelo menos, e estes respon-
derara, lendo por orgao o Sr. Dr. Epaminoudas
Bandeira de Mello.
Errata. Na paginacao da chronica de thea-
tro, publicada hontem em nossa oitava pagina,
deu se a omissao d'um periodo que de alguma
sorte altera o peusamento do autor, por Isso da-
mo-lo aqui.
Na 2* parte, entre o 1* e o 2" periodo, leia se o-
.seguinte : Os applausos das platias que hSo tido
a dita de ve-lo truballuir, os juisos da imprtnsa.
os mais juslos e mereeidos ; nao o persuadem de
haver attingido a pufeicao n'arte.
Gazeta jnridiea.0 n. 48, que acaba de
ehegar, traz o segtiiute :
Gazeta juridica : Pena de morte : i\ Entre
nos e uma dura uecessidade; 2*, Sentimento popu-
lar e do jury sobru esta lei : 3, Nossa legislacao
a tal respeito e Clemencia Imperial (continuacio'di'.
pag. 369). Juritdlccao Civil: i, Nas accoes por
perdas e damnos causados em lavouras, n;io se
discute aprooriedade do terreno : 2, Valor da in-
demnisacao node si?r liquiJado na accSo.por pro-
vas produzidas dm ante ou antes delta : 3, Corpo
de delicto serve de prova no civil.1, Citacio da
mulher do consenhnr nao e precisa nas notifiea-
coes para arreodamentos de predio common), em
hasta publica; 2", Nullidade por nao ser accusada
em audiencia a citaeao inicial e supprida pelo
compareennento da parte.1*. Escriptura pin ica
6 necessana para provar limites convenciotodos
eatre bereos conCiaaules, quaodo o cootratD ex-
' in w


* -
At


-------------------------------------------------------------------------------------; :.

IM ^W\$lM Pernambuco Quavta feira 10 de Dezembro de 1873.

ceder a ta:a da lei, 2-, Requesitra da pttscrip.:io.\ Aliuientados A Mflja do* cofres public
i! appellacio ; 3, Bervelicio do its- ] Movimento da eufevmaria do Jia 8 do
l0', Desoreao d
tftuitjio cm favor do rustico, em'qWe eas.iY, e comi do. 1873,
quc eondicdos tem lugar. Posse deve ser pro vnda, Tvvo bai\a ;
pelo autor, na* accoes de toro.a. Escrava forcada Mainhn rv
a prost.tuicao nao flea libefta ipso facto. l;
Procurador nSo so exlmc da respensabilidade do
mandato, pelo substabelecimento feito a outrem :
4*, Competeneia da.foro civil para ac ;6es inten-
tadas contra massas fallidas. -Gouipetencia s6
tern o juiz de orphans para conhecer de contratos
de locacao de Barvieos, qa.-cudo foito por escravo
para obter alforria, uu quanloa prostaeao de ser-
vices e knposta pelo soaHor na carta de liber-
dade.Compatencia nio lem um Jail para exe-
cular sentenca de ouiro com di versa jurtsdiccao. -
Letra passada e aceitc. conio as d i terra, was cnf
que o saendor delxeu de assignar-sc, e aceionada
no civil, io nio ser litulo mcroantil.-i*, Se
questro djulgado rti effeite. se am |>razo breve
quem o requer nao ialenia a conscqncnte accao ;
2, Appellacao e receblda em um so effcito qiundo
HterpOHta da sentenca quo assim o jnlga.-Appel-
3cao nao cabe, mas aggravo, da dccisao sobre erro
Me oust as. -'I*, Vend a do carne para hold o mer-
cantil: 2', Contrato tin-reantii nao deixa de sel o,
p-la novacfio operada com a SQ.-lituicao do ere-
dor. JarisiUccdo Comiueicial : 1, Prescripcao:
fit) Interrompe sea da letra enja importancia passa
a c/c ? f(f) a desta, n-io araita, quando comeca a
correr?5*, Knllo e p feito-em que a parte nao se
habiiita deidamcute : ;i Prova : nao faz a publica
forma ou copia do docuaiento, extrabidas sen ci-
tarao da parte interessada. Jurisdicrdo Crimi-
nal: "Defeitos de prova em materia criminal.Is,
0 fairto de cortar, com faea. os cabellos de author,
constitue'.o crime do art. 20!) do Codigo Penal: 2,
Fianca pole prestar o roo, aiuda depois de con-
demnado, se appella da sentenca. N'uilo e > pro
cesso ante o jury : in) haveudo difieren-ade nomo
entre o do jurado sortoado e o do quo a*signa o
"veredictum ; (b) fuoccionando conio escrivao, |uem
ervio de testeinunha no summario.
Vapor (ioncal ves Martins Deve se-
guir li ijc a tarde para a Balna [lelas reapectivas
esc^ua.
Vapor F.rj manllie.Xio tendo cbegado
do Hio da Prata, no ilia da sabid* da curie, do
Mendozu, eprovau'l que &'* toquo em no-so porto
di 11 a 1i do currente.
Career caidado.Ja vai bom adiantado o
moult: de entullio, lan^ad i no riu (lapibaribe, juntn
a poute dBoa-VisU, do lado da casade delencao.
Cbamainos a atten.ao do Sr. liseal re^pectivo para
es Telegrapho Miil*ntarinlio eusteiro
Fur tolegramqia de boiUm Jo vapor ingb-z Hoo-
per, datado de lioniem ao mrio dia, consta ter elle
andado 260 milhas ao sal do noMl porto, tendo
i.ninergido 282 miihas do cabo. i'ado ia bem a
bordo.
.Motas Lemos no buaal do Commercbi do
Ltsbiw :
C-unoaltimamente nos iiat.ilo da qoestao
(B 139.
Ictcmbro
praties o ecunoniica .I trajo, iiarece-nos quo re-
pruduxiud'i loxlualmente oque publica o ul'imo
Caiirrur dn Puts, nlo uos austainn* do nosso pro-
gramma :
Cida inverno, entw o trrande numero das
nossas jovens leitoras, ha muitas que, reunindo
mais um anno asn.i ilade, salicm la infancia para
entrar najuventude, propar.in In se para dar a sua
eutrada no inundo. Tnlosospr.ncipios d: eSta^ao
raoBhemns nainero>as eafttM a eatc icspoito. Ei-
iivkms, pois, em assnmpto.
0 trajo tradiciinil para una monina que faz
a sua eutrada no inundo, deve ser branco e de
e\"lrv:na simplicidade. Nessaa idades os adornos
aesjgradam em goral ; i> aiu.la qua sejam usa Ids
per uina formosara do dez-iito prinvivoras, sempre
&'. i in:t idea il) m>ilo de peiuv do sua dona.
c A caudiira, a imii :<*:icia e a ingenuidade sao
o a;i ma;ji > d is inonin is; p ir Um a doce e fresoa
stiavil.iilo ila iiiu^sclui; u '.la larlataua branca e o
que mais Hies cotivein : um cinli atado negiiyen-
Ketneute, nma margarida, uu ii>i.io de r>i*a te <-a-
tH'llo, sao os unicos oruatos iue dove adeptar : os
;.i|.ti'.; is de coral on do ctnta- lirauea-, umi siin-
pies iita do veliido proto, eis as joins qu: Ine sao
p.'iiuiltida-. Nada do culeias de oiio nos brace*
ou no peseo.'ix, nada do ;or.'iis volqmosas, nera
cabellos espalhul.s pila- oostas ou ponfs ridicu-
IDS c caudas tncomnudaiivai, o uiuito nrn* cor-
iii- do vcsiidos desccn b> d is liombros. Um bonii-
lour dp tulle, ou entroiiioi.j deve sobrepujar-Jhos o
dec..to ; 6 alguns ligeiros follios oeeulUr Hies o
alt" vlos braoos. A saia, apeiias mais comprida atraz
do qu.; rente di chao, n* I Hie- tollieia a gra?a dos
inoviincntos, graca pudica o t mida naquellas que
PorqtM nao basta u-ar o trajo respectivo ao
panel ipii reprcsenbmos no inundo, ua trazer um
graemso anifonne ; e prec&o en amir Tesprit.;
qne s-ja a graca virginal exterior so 6 reflVxo da
quo lia no corae.to; e quo as palavras, u olhar
mlesto, e oaspeeto cneio do reserv.i e de n*>-
destia, apenas a deixem adiviuhar.
P.iivom e ennfessa lo ; nao ha despesa mais
dejiloravel do quo a que se I'onsagra a qualquer
trajo para bade uropriam'*nte dit>), quando nao se
goze de grande fortuna. Ao ouvir a cimversa da*
senb iras, todos acroditarao, r.omo algumas de cn-
tre .'Il as, qne nao e po; tavel do tarlatana sem rendas, a menus de mil
franno-! Isto nao e tisrdade ; apezar da laxo quo
reina, e quo o< j irnaos do tit ulas aprogoam, aao-
nhora de gosto e mtellijrente pbdo ter tma linda
toilette uiuito mais barata, mas muito mais olegan-
CB; comtndo com i e pie :iso dospondsr fatro li-
bras e tant., t;sta quantia reprosenta ainJa am al
garismo respeit.ivel para c>Ttis bolsas.
llollectindo um pouco o cmibinanlo hibil-
mente as compras a fazer, cbega-sb a resulver o
problems
O (joe e despreza lumeMavei, e tirt.dmento
; fiord ila lifts falos para Unite, < o traps dc tu'te, a
erepe eaafltas, qnesc rasga, awarruta, e nao node
s*rvir duas vetes. K' prerfBo. pois, comprar disto
0 raenns possivel.
Km Franca, ami scii'iora easaJf.t; se (' razoa-
vel, pole estar *j piss.; Ja :u:iis rica toilette para
bailo sem granles o uivas despe'.a<, tratando de
-otilisar os follios de rend i do sen enxoval. Aoha
oelle unafoQie do cmibma-.'.* ssrnpre novas. Eis
um arranjo .pie vi nreparar rt'ti naoiente por lima
sonhora de certa fdide. 0/ollm (inha cinco'Me-
tros rie comprimento e .irn-.oenta centlmetrM dej
largura; e sua dona nil /uefla corta-fo, como e
natural :
A toilette, pois, I'.nsiste n'uma^aia compridi
gnarnecida ou nao, do f.l'i -, e n'uma tunica do
abas eoaipridas.
Pega-se pelo men no ; dho, no seu comprl-
mento.e. frame-se para diiinair-lhe a largura; e
Srende-se no ceutro dn eorpi do veslido do lado
e traz; frankindo-o depois n'uma parte da sua
largura,.aJinhava-se aura mactieado que digacom
a fazendatlo vestido, e passa so ,iara os hombros a.
nianeira de fichu ; cahe nojire osbracos e enfeita as
mangas. Se-o corpo do veslido nJi> e'deeotado, mas:
m aborto erc chaile pela fren'-, a r-^nJa segae-Hie
o-eintorno; cruzam so os fHhos como aii ficiiu
sob o peito, e poe-se Hie por rima um ctnto; o res
tante comprisiento do Mho a.iitfiav.vse de cada la-
.do.i roda dasiaba, c ."cune-se atraz; ou entao nao
passa dos ladoe, segundo o Comprimento da renila
de que sc dispfie.
As ineamas senhoras va!rr.-e de uma saia da
velludo e dc saw rendas, para diversas cooibina-
cSes;variamlliis as barras .:< guarnijiies de
pluinas ta> efifaotes e solifdao.
,\s >aenijus talieiras v.:., pjdem usar enfeiles
-solido- 0 duravois;,nada e.nti: 1 ;o:u que poasam,
por Assim dizer, eafeitar s3 maisdj^ue uma ez.;
porque 0 moviroente das walsas tosaatn-Rie em fair:pos a- -ris ligciras
toilelui.
0 fa to menos dispecdio;o e maUbonito para
uma joven e bfanco, porque s". ilie utilisam as
restos; alem tfo que, e s;:iipro dj ii mi gosto. Du
ran'e os ultimas annos do aos-o tfaeatro Italians
noteu ; uma menina lour'a' mu:M boaita, cujos;
pals erata assignant.'s do ,: 'ajnarote deseoberto ;
indo AW uma.vezpor seinaaa, o ]M' seriada mo
desta ftiesada, que seu pai, apoza'r de muito neo,
lhe dava para se vestir, so lla se lembrasse de
mudar de trajo'todaa es noii'sf Depois a eseollia
podoria ser algomas reies iu.i somo geralmente
acontece; e a nora eiitibiDa>'..i i'azer [unto, nu
confundir-ge com as toKfUes vu'g;Tes quo e-sCivain
ao seu lado.
Masajovea, com o tr^o [nteieaniente bran
co que adoptara, Hbiilaiidj se vanar somenie a
cor do' cinlo e do laco do Lcuibro, e as vezes a
flor que pun In na'< ib :, a^hav.i-se sempre, e
exoopcao, supnri .r, j. p-?!j menos igual as
outra*.
lV6Jeria.-A qu vonda 4 a 73"
a benefiei i do hospital '. terceira do Car-
mo, a qual corre hoje.
a 7lx?ix 1,e detencao.-,Xjimento do dia
dc deztfmbro de 1873:
"ii:!l''u preso'?, 30:, sahia J, exfe-
tem 301.
A saber :
flacionaes 230, mull: trangeiros 21,
e icravos 32, -ajtwavas 0.Total 3U.
MaitSnho Co'eHid Behedfcto ; febre.
Hospital- Pedro II. 0 movtmento deste
esubelecimento, do is ao dia 7 de dezembro de
1873 fol o seguinte : existiam 379, entraram 77,
sahiram 61 falleceram lo, existem 378, sendo :
248 lioraens e l'i8 miiihere.v
Advtittnciiu
'A.ram visitadas as eafermanas uestes dias : as
8 l|i. 8 t|2, 8, 7, 8 112, U, G, pelo Ur. Beltrao,
as 10 l|2, 1 ill 12, 11, I, 12 l|2, pelo Dr. Sar-
mento ; as 8 1/4, 8 i|t, 8, 9, 9, 8 1|2, pek) Dr.
Maiaqnias.
FuBtciios.
Joa piiin Antonio da Silva, variolas confluentes.
Germano Antonio de Moraes Garvalho, ferida por
arma defif o.
Bernardo Moppe, variolas hemorrhagicas.
Kugenia Maria das Caodeias, tuberculos pulmo-
nares.
Mario Joao Pedro, febre amarella.
Kosaltna, variolas eontluentes.
Antiiiiia Joaquina da Silva, tuberculos pnlmo-
n ares.
Miguel Gomes, variolas conllucnles.
loanna Augusta de Sant'Anna, variolas confluen-
ts.
Maria Francisca do Kspirito Santo, tuberculos pul-
monares.
idalina, variolas confluentes.
Maria Francisca, hepatite aguda.
Francisco Gjmes da Silva, variolas lieinorrha-
gicas.
Jose Lopes Delgado, tuberculos pulmonores.
Maria, variolas conlluenles.
Hospital Portu^uez dc Beneflcen
cla. Movimento das cnlermarias nos dias JO de
nuvembro a 6 de dezembro:
Ficaram em tratamento 42, entraram 16, sahiram
curados 12, falieceram 3, llcam existinlo 43.
Esta de semana o Sr. mordomo Manoel Fernan-
des da Costa.
I'assajjeiros \indos dos portos do sul no
vapm- francez Mendozu :
Block Nepblobe, Carl Waclunan.
Sahidos para a Europa no mesini vapor :
Jules Lacoste, Guerra Carmine, Guerra Gkisep*
pe, Bruno Giuseppe, Lasalvia Dwminico, Domirrt-
co Masnlo, Grecii MecWefe Aogefo e seas fl Ihos e
Maiviel Antonio da Silva.
< HROMCA JLDWIABlt
I ItllEl V\l. DA IIELACiO
SESSaO DK 6 DE DEZEMBRO DE* 1873.
MKMDKNCIA DO BXM. SR. COXSBLHBIHO CABTANn
SANTIAGO.
Secretario, Dr. Virgtlio Coelho.
A's 10 boras da manlia, prescntes os Srs. des-
imbargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia-
go, Hois e Silva, Almeida Albuquerque, Accioli,
Uoria, procurador da coroa, Domingues Silva,
HoguoiraCosta, Souza Leao, Araujo Jorge e NeJva;
abriose a sessao.
JULCAIIBNTOS.
Habeas corpus.
Pacientc lose Pedro de Mello. Negou*so sol-
tura.
Aggravo de peticao.
Aggravante Mana Antonia de Faria e Silva.
Juizes os Srs. desembargadures Neiva, Lourenoo
Santiago e Araujo Jorge. Deram provimento.
Appellagoes civeis.
Do Recife.Appcllante Jose Jacome Ta-so, ap-
pellado ManuH Alves Barbosa. Xao tomaram co-
nf ecimento dus embargos.
Appcllantes herdeiros de Manoel Luiz da Veiga,
appeliada a fazeuda Desprczados os embargos.
Appellairie Jeronymo Augusto Peixoto Flores,
appellad i Dr. Innoeencio S. de As-is Carvalho.
i.'oiiijruiaila a sentenca.
Appellante Jose Maria Sodre da Motta,; ppeilado
Dr. Syinphronio Ces r Coutiuho.Receberam os
embargos
De Alag<>a Nova. Appcllante Jose Gomes, ap-
pellado Antonio Jose de Oliveira. Conlirmada a
sentenca.
De Jagnaribe Merim. Appellante Joaquim Sul
pine I'ai's liniao, appeliado Otilio Paes Botao.
('.Hnllrmada a seutooca.ein parte. '
Do Itecrte. Appellante D. J"-ophina Burle Du-
beux, appi'lladns lierdeiros de Joaquim Joso dc
Miranda. Conlirmada a sentenca.
Appellante Antonio Duarte Carneiro Vianna,
appeliado Joao Baplista Gomes Penna. Conlirma-
da a sentenca.
Appctiauie Manoel Uodrigues Teixeira, appella-
dus herdeirus de Humiquo o Mududa Henri |ues
e o iir.i-. Mao admitliraiu os embargos.
Appeliantes herdeiros de Manoel Antonio da
Silva lli.is, appeliado Joaquim Jose Alves de Albu-
queiquo Desprezados os embargos.
Aopellauti: Salvador de Siqueira Cavalcanti, ap-
peliado Joaquim Salvador P. tie Siqueira Cavalcan-
ti.Reformada a sentenca.
Appellante Joaquim Pereira dos Santos, appel-
iado Joao Martins Ponies. Reformada a sentenca
Jtfa-Escada.-Appellante D. Illuminala Melania
ios Santos, appellados herdeiros de lose Rodngues
de Senna iautos. -Julgou se deserta a appellacao.
Do Recife. -Appellante Malhias Lopes da Costa
Maia, appeliado Jose Joaquim de Castro Moura. -
Reformada a sentenca.
AppelKnte Dr. Luis Rodrigues Villares. appel
lada a Santa Casa e outros.Desprezados os em-
bargos.
Appellante Maria Firmina do Rosario. appeliada
a fazeuda uacional. Reformada a sentenca.
Appellante Jose Alves Barbosa, appeliado Anto-
nio de Souza Braz.Desprezados os embargos.
Appellante Joaquim Jose Baptista, appeliado
Francisco di Silva Rego. Receberam os embar-
gos.
He Garanhuus.Appellante Joaquim Lourenco
de Mello, appeliado Pedro do Rego Cbaves. Des-
prezados os embargos.
Ue Alagoas. -Appellante o juize ex oflicio, ap-
peliado o liarao de AtaLiya.Nao tomaram cenhe-
cioient.i por caber na aleala do juizo a quo.
Ap|wilanlo juizo, appeliado Francisco Ferreira
de Audrade. Coelwmada semeitva.
Appetbciies crimes.'
De S. Quiteria. Appellante Thomaz do Aquino
Souza, appeliada a justicaDevolveu-se o preces-
so para que o juiz de direito lambem appelle, por
nao ba-tara appellacao do rto.
Do Bonito. Appellante Antonio Alves dos San-
tos, appeliada a justi.a.Reformada a seuteaca
para o minimi do art. 193.
PASSAGBNS.
IK. Sr. deseinbargador Lourenco Santiago ai-
Sr. desembargalor Iteis e Silva-:
Appellacues crimes.
De S. Joao. Appelante o juiz.), appeliado Jose
Manoel de Lima, escravo ; appellante o juizo, ap-
peliado Simiao Gomes de Souza.
De Alagoas. Appellante Manoel Ferreira da
Pen a, appeliada a justica.
Appellacao civel.
Do Recife.Appellante Manoel da Silva Karia
,i\ C, appeliado Manoel Jooquim Pessoa.
Ao Sr. deseudiatgador Almeida Albuquerque .
Ue lagoas.Appellante Jose Guedes Nogucira,
ajipellado Epaminoodas da Rocha Vieira.
Do Sr. desembargador Rei3 e Silva ao Sr. des-
erubargador Almeida Albuquerque:
Appella^des civeis coramerciacs.
Appellante uaviJ Alves da Costa Leile, appella-
dos Manoel Joaquim .Duarte Guimaraes ; appel-
lantes D. Anna Francisca Tavares Braga, appella-
dos Sevevino & Irmao & C.
De Sr. desembargador uoria ao. Sr. deserubar
gador Domingues Silva :
Appeluicoes civeis.
Da Imperatriz. Auuellau'e Antonio Barroso Va
lente, appeliado Jose Fartado Barbosa
Do Recife.Appellante Manoel Zeferino de Sal
Tes, appellados Bartbolomeu & C.
no Sr. desemiwrgador Almeida Albuquerque a
Sr. desembargador Accioli :
Appeliaeoea crimes.
Da Imperatriz. Appeliaote o juizo ex-oMcio pe-
J# escravo .Seba*-tiao,appeliada D. iloaica Francis-
ca do Espit&o Santo
Do Bouito. -AppeHanXe Manoel CaAves Canello
do Luna, appeliada a justip.
Da fco. Appellate JuqquPa Jose do Mfllo, ap-
peliada a justica
>e Flures. Appellante o juizo, appeliado Pedro
Francisca da Silva.
Do Peaedo. Appellante o juizo, appeliado Apri-
gio Rodrigues de Albuquerque.
AppaJlacSes civeis.
Do Recife.AppeilaiUe il.itliias Lopes da Costa
Maia, appel/ado Jose Maria da Castro appellante
Guilherme Augusto Radn'^ues ..S.Jte, appellados
Jose Hodrigu-'.s do G'ivaira Lima e outros.
De Porto Calvo. -Appellanto Jos^ de Oliveira
Lima, appeliado Joao Ferreira de Carvalho.
DeS Joao. Appellante Mauoei. da Triudade
Carnol'o Pessoa, app-liado Autouio Joaquim de
V'ascoBrello*
Ao Sr. desembargador Souza
De Alagoas. -/ippellante tfPVHPldim da
Silva Lf *d,'appellados bachsrel Jose Angela Mar
ci.) da Silv ae a fazenda.
Ao Sr. desembargador l/iurcnco Santiago ;
Appdlafucs civets.
Da Imperatriz. Appellante l-Vlix Correa do
Araujo, appetlado Antonio Gomes dos Santos.
Do Recife. Appellante Aristides Carnefro
Duarte da Cunha Gama, appeliado Joaquim Fraa
cisco de Albuquerque Santiago.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
dsembargador Souza Leao :
Appellaeoes civei*.
De Macao.Appellante Silva Leao \ C, appel-
iado Antoaio Domingues Ribeiro Linn.
Do Recife.-Appetlaute Jose Dias Guimaraes,
appeliado bacharel Joao Ferreira da Silva Guima-
raes.
Appellacao civel comioeroial.
Appellante Machado A; Brand So, appeliado Fran-
cisco Antmio dc Albuquerque Mello.
De S. Miguel -Appellante Jose Guedes Noguei-
ra, appeliado Epaiuinondas da Hocha Vieiral
De Olinda.Appellanta Valentina, nor .seus ft-
Ihos Francisco e Rlisia, appelladoSilverio Augosto
Nunes de Mello.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr
desembargador Sduia Ldfo :
Appellacffes crimes.
Appellante o juizo, appeliado Antonio Dias do
Nascimenlo.
Appellaeoes civeis.
Appellante Francisco Carneiro Monleiro, appel-
iado herdeiros de Joao da Silva Faria ; appellante
Jeronymo Bo.erra de.Araujo, appeliado Jose Vi-
cente Monleiro,
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
Appel'aeoes civeis.
Appellante Roberto Caroll e outros, appellados
Joao Caroll e sua irma ; appellante Francisco das
Chagas Salgueiro, appeliado Jose Jacome Tasso.
Do Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Araujo Jorge :
AppeilacSes civeis.
Appellante Adeodato Ferreira de Souza e ou-
tros, appellados Antonio Ray in undo Peres o ou-
tros ; appellajites e appelladoyuntamenle Vicente
Ferreira da Costa,. Pedro Ferreira Monteiro e
outros.
Do Sr. desembargador Araujo Jorge ao Sr. des
embargador Neiva :
Appellacao civel.
Da Atalaya. -Appellante Felippe da Cunha Li-
ma, appeliado Jose Antonio de Almeida Goima-
raes.
Do Sr. desembarpdor Neiva ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes :
Appellacao crime.
Da Atalaya. Appellante Pedro r'erreira da
Cosla Camaratuha, appeliada a justica.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
Embargos infnngen'tes.
Embargante herdeiros de Sebastao Antonio
Paes Barreto,.embargado visconde de Suassuna.
Do Sr. desembargador Silva Guimiraes ao >r.
desembargador Rei< e Silva :
Appellacao commercial.
Appellante Henrique Leiden A C, por seu s j-
cio, appeliado Augusto Krauss.
Ao Sr. desembargador lourenco Santiago :
Appellante Joao d-i Oliveira Leite, appeliado
Antrnio Jose da Silva Maia.
DtsTBinnicOEs.
Aggravos de peti<-ao
Ao Sr. desembargador Silva GuimarAes :
Aggravante Js6 Monteiro de Siqueira.
Ao Sr. desembargador Lourenci Santiago :
Aggravante Elias Emiliano Ramos.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva :
Aggravante Jose Candido da S.lva Braga.
AoSr. desomhargador Almeidi Albuquerque. :
Aggravante Jose Felix Pereira de Burgos.
Ao Sr. desembargador Accioli :
Aggravante Luiz Antonio Pereira.
Ao Sr. desembargador Doria :
Aggravante Jos6 Domingues do Carmo Silva.
AoSr. desembargador Domingues Silva :
Aggravante os administradores da massa fallida
de Sebastiao Jose dn Silva.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
Aggravante bacharel Antonio Co.'umbano iSera*
phico de Assis Carvalho.
Eucerrou-se a sessao a 1 Inra da tarde.
meacao annexa. Sim.
De Anlonio Maria Mar.p-.ss Ferreira. rcgistfd
'La nomeacao de Americo Porlunatj da Gama,
Coino node.
Do Farreira A C., registro da nomeacao de Do
irungos Marques Ferreira.
De Parente Vianna & d,. registro do contrati
de Valente Irraaos 4 C. Vista ao Sr. desembar-
gador fiscal.
Da comp<.nhia dos trilhos urbanos do Recife a
OlinOa, replicand,. ao dospacho do tribunal, dc 10
de novatfbro ultimo. -WUe a secretaria para in
formar.
COM 0 PAR1CE1 FISCAL.
Reqaerimentos :
Do Antonio J se Pereira Basto e Jose Pedro
Borges, fpgistro do sen coalratj. -Seja rogislrado,
nos termos do decrato n. 4,39).
Do- Dainingos Ramos de Araujo Pereira e Ma-
noel Cesar Bezerra, registro do sou distrate.-
Como requer, na forma do decreto n. 4,394.
Do Jose Luiz Alvea- Villela e Joao Pereira da
Silva, registro do sea contrato. -Registrc-se. nos
termas do decreto n. 4,19i.
Aojneio dia,nlo havendo mais o que despachar,
S. Exc. o Sr. eonselheiro presidente encerrou a
>Bssao. I "
PARTE POLITICA
PARTIDO C OVSI ll\ ADOK
RECIFE, 10 DE DEZEMBRO DE 1873.
\iinla a imii I a. rca^iilaiueu-
tares.
Tendo a Provincia em seu numero de 26 do mez
p-issado atacado o regulamento expeditio pela pre
T'raUunal ACTA DA SESSAO DO !. DH DEZEMBRO DE
187.
PRESIDKACIA DO EXM. Sll. CONSBI.HBIRO ANSKLW-
CHA.NCISCO PBURTTi.
A's 10 horas da mauha, presentes os Sra. de.
pulados scrcario Olimo Baalos, Lopes Maphado
e supplentes Sa Leitao e Alves Guerra, f Exe.
o Sr. eonselheiro presidente declarou abirta a
sessao. r
ikinipareceu o Sr. desembargador Hscal.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
EXPEDIENTE.
0!Roio do Exm. St eonselheiro presideote da
relacao, accusando o recebimento dos deste tribu-
nal de 21, 2i e 2.) dj mez proximo passado, que
acompanharam diversos feitos commerciaes Foi
mandado-archivar.
OlBcio do secretario do tribunal do commiicio
da capital do imperio, respondendo ao otlicio des-
te Dibunal com o fecho de 9 de noverabro ultimo.
Para o arcbivo.
Olllcio do secretario iuteriuo do tribunal do
commercio da Babia, accusando o recebimento
do oflflcio deste tribunal com a data de 4 de noveni-
bro proximo passado. Mandou-se para o ar-
chivo.
OlBcio do escrivao dos protestos Jose Marianno,
remettendo a ioformacao que deu a respeito de
protestos. -Resolveu o tribunal que se fizesse um
otlicio ao Exm. Sr. ministro da justica, coniultan-
do a respeito da materia da represenlacao, s que
se respondeste a Associacao Commercial Beiioli-
oeute neste sentido.
Oflicio do presidente e secretario da junla dos
corretores, reiuettendo o buletim das eotacoei olh-
eiaes da semana de 24 a 29 do novembr'j.I'ara
o archive.
Uito dos mesmos, remetteado a relacao das
traasacciws feitos pekw corretores ao meg d- m
tubro proximo passada. Foi inandado arcliivar,
e resolvea o triounal que se otficiasse a junta para
que declare a que dias de outubro se referem as
eotacoes feitas pelo correlor Silveira.
Dito dos meamos, remettenJo a relacao da-*
transacjoes feius pelos carretores ne mez de no-
vumbro. ultimo.Para o arcbivo.
Poraia. a rnbrica os seguintes livros :
Copiadar de Domingos Alves Matheui, dito de
Ferreira Velioso, dito do Manoel Duarte Vieira
e iiario de Miranda A Vieira.
DB-SPAOIOS.
Re(|uerimentos :
sidencia para execugao da lei do orcameulo pro-
vincial vigente, na parte relaliva ao imposto aili
creado sobre a vendae permuta de cavallos, appa
recemos no Diario de 27 do mesmo mez mostran
do a sem-razao eimprocedencia da ceosura feita.
E pensavamoi ter desfructado a dita de levar
a eonvieeao aos arraiaes prooincianos sobre o
ponlo por mis conteslado, quando fomos sorpren
didospeloartigo da Provincit do 'ido corrente, sob
a epigraphe Matricala dos caotllos, uo qual se
procur iu susteular a materia por ads combalida,
refutando-se com infelkidadee inljdelidade os nos-
sos argumentos.
No segundo artigo, a que vamos agora responder,
como no primeiro. nio faltou o abuse da lingua-
fern inconvenient, nem o ataque pessoal, tempe-
ro indispensavel em todas as discussoes por parte
da Provincia, sempre apaixonada, sempre desvai-
rada
Pondo de parte as ilores do estylo provincimw,
cujo perfume a |r domais repugiiante, eniremos
na aprecia.;ao das razdes o argumentos, que por
uma verdadeira illusao levararo os prooincianos
a exclamar em um assomo de vaidade :
Em vista do que acabamos de expender, terao
ainda os defensores do Sr. Lacena a coragem de
dizer ao publico que o governo pode impor pe-
nasi sem para isto ostar aulorisado polo poder
competento ; quo o Sr. Lu^eua nao usurpou at;
tribuicao do jioder legisiativo, impondo a seu bel
prazer e de propna autoridade muitas no sen re-
gulamonto para as matricula* dos cavallos 1
Pois bem, aos pr< rincianos respondemos que
temos ainda para a questao por nos proposta em
nosso passado artigo a mesma rjsposta, isto e, que
os prcsidentes de provincia n>s regnlamentos que
ex|iedem para a boa execucio das leis [irovinciae?
podem impor muitas.
E que profusao de razoes e argumentos nao to
mos para assim resp-mdermos I
E estas razdes e argumentos niio silo da ordem
dos de quo se servio a Provincia, que, alem de
inverter o sentido das no-sas palavras e ottribuir
nos muitas vezes o que nao dissemos, limitou-se a
ohamar-nos de ignorantes e desconhecederes de
todos os principing de direito e de todas as nossas
leis, geraes qu provinciaes.
Por uossa parte temos fundamentos mais solidos
para sustentarmos a conpetencia- que tem os prc-
sidentes de impor mnltas nos regulamentos quo
expedirem para execugao das his provinciaes.
Dissemos em nosso primeiro artigo que essa
competencia denivava do artigo 24 S 4" do acto
addicional, o qual tratando das attribuicpes dos
presidente* de provincia, diz : Expedir ordens, ins-
trnccSes e regulamentos adetpiadis a boa execttcuo
das leis provinciaes.
Os provincianos contestaram-nos, dizendo que
desde que o artigo 24 4* do acto addicional nao
da ao presidente autonsa; 10 para impor penas. e
claro que semelhaule taculdade nao pode ser de-
duzi'ia da attribuicao, sirapiesmenie canferida por
aqmlle artigo, para expedir tegtilamentot adeqna
dos dlioa execaqw ins leis.
Ora, qiieni ja vio mais fofo e improccdente pala-
vrorio ? Nao veem os provincianos que se pro-
cedesse semelhaule razao, entao seria verdadeira
lettra mcrta a disposicao citada do acto addicio
nal, desde que alii nao se desse a especifieacao
de raeio algum como adequado a boa execucio das
leis provinciaes ? De certo, se pela razio de nio
mencionar o acto addicional a impesieao de mui-
tas ccmo raeio adequado a boa execu^ao das leis
provinciaes, nao podem os presidentes impor mul
tas em seus regulamentos, entao nada podenam
ejles fazer no uso daquella faculdade toda gene-
rica e niio explicita do medidas especiaes de qua-
lidade alguma.
Os prooincianos dormitam. Quando que bonus
dermitat Homerus.
Para ehegarmos a conclusao, que a Provincia
mui lampeira chama absurda e extravaganle, nos
deixamos levar pelo senso juridico, pela razao na-
tural das cousas, pelos principios mais comesi-
nhos de direito.
De facto, com esses tres dados, aquelle que ler
e procurar eoraprehender a disposicao do artigo
RKnUfio da Protiincin doduzida da autorisMto
lo governo ceral para impor muitas, fiXara-la
nas leis n. !,0! 1 de 20 do setembro de IS7I i. n.
i OiO de 28 do mesmo mez e anno, lizemo-'o por
dorfs m idos", um d)S quaes consist em Hizcrmos
quo liouvo redundancia nas lei- qu; eoosajra-
ram tal autorisacao.
E tanto bastou para que a Provincia, qne de
facto se vio embaracada na refutacao de nossas
coasidcrae3es ainda noje do pe, no* ehamasse
de arrojado c ignorante, e escrevesse ineptamente
o seguiate, procurando era sua declamacao espre
mer de nossas palavras o que ellas nao lhe p1'-
diam dar : E' sem duvida por um desscs ar-
rojos de ignorancia que elles suppocm quo o se-
nado e a camara temporaria do Brasil nao pas-
sain de nma sueia da beocios, que andam a
fazer leis redundantet, e, que por desconhcoe-
rem os limites de suas attribai^oos, vao pela
seara alhda pAr limitacSo ao exereicio de um
poder eslranho la
Oh qnem diria, que para justificar um
erro do Sr. Lacena, ch.egassem os seus intiuios
a menoscabar da corporacao a mais respeitavd
e imporlante do paiz por seu saber-e iHutra-
f.1o, por suas virtudes e experiencia !
Este trecho so preva a pericia e habilidaJe dos
prwincianos no mister de intrigar. Como de
palavras tao simples, quaes as nossas, fez a Pro-
vincia um semelhante libe'.lo accusatori i contra
nos, a quem considarou convictos do crime de
'.esa-camara e de leso senadi ? I
Nio esta eonvencida a Provincia de que-dizer
que_ ha redundancias em algumas de nossas leis
nao e pftr os legisladoros de beocios, nem
delles menoscabar f 1
E nao e certo que ha d-feitos em nossas leis ?
E dizcr que os ha e menoscabar d'aiuelles que
as lizeram ? Errare humnnum esl. E se nao
fosse assim, precisariamos mis de reformarmos as
nossas leis, bem como as outras naciies ?
Mas ii que a Provincia joga os pauzinltos con-
forme a pelotica que quer fazer. Esta todos os
dias a atacar as reformas que nesta situacao tem
feito essa mesma camara e esse mesmo senado
do Brasil, por quem morreu de dores, o que faz
com severidade e inconven encia de linguagem ;
porem agora qne cahimos no peccado de dizer
que havia redundancia em algumas leis (o que
dlzemos por hypothese); ei la a anatbematisarr
nos por nao crermosna mfallib.hdadc aa camara marcba impartdo. cheio 3a consciencia de -
e do senado.
Adduzimos corco prova da these, quo sust-?a-
tames, um argumento qa->, por indestructivel, n
Provincia deixou passar dosaperccbido, torcen-
do lhe o sentido. Repetl-lo-hemos, pois, desen-
volvendo-o.j
Disse a Proeinaa, citando as leis n. 2,1U de
20 de setembro de 1871 e n 2,0W de i* do mesmo
mere anno, que a autorisnc.lo nellas exarada
para o govemo impor muitas nos regulameutos
respectiyos, prova q-ic so median'c antorfsjjaa
do poder legisl: tivo pole o executivo impor mui-
tns nos sens regulamentos.
Dissemos nos entao c agora repetimos. quo nao
procedia semelhante srgumontacao ; pirquaoto
a autorisacao da* leis citadas e 3e outras, para
.0 jrovcrno impor muitas nos regulamentos que
expedisse, nao queria Jixcr que a assemblea ou
poder legisiativo rtconhecesse falta de compe-
tencia da parte do governo para impor muitas.
mas sim donotivao deliberado proposito de limi-
tar os que clip houvesse de comminar.
E e irrefutavel isto. A prova e que nas leis
apontadas nao diz o poder ljgisl.it;vo tfici o go-
verno autorisado a impor mttUns, como devcr-
se-hia. exprimir se reconhecesse incompeloncia governo para por si impo las, e sim diz : na lei
>i. 2,033 de 20 de setembro de 1871 o governo
poder.i no regulamento que der para a.presente
lei impor... muitas ate 2004; na lei n. 2,0'n)
de 28 do mesmo mez c anno 0 governo em sens
regulamentos podera impor mnltas ate KM) 5 : e
na lei de 3 de dezembro de 1841-A* infrac.oes
dos regulamentos que o governs organisar para
a execucao da p esente lei serao punidas.......
com pen* de multa ate 20).
Taleo que sc pole deduzir da circumstancia
da expressa autorisacao dada ao governo nas leis
mencionadas para impor mnltas.
E~ sc assim nno Iftra, nao teriamos exemplos
de regnlamont4s, em que o governo impoe a
pena de multa sem autorisacao do poder legis-
iativo. Ahi- esta o regulamento do sello do 9 de
abril de 1870. em qne silo fulminadas aiultas,
sem que a lei em virlude da qual foi clle eK-
pedido autorisa-'se o governo a impo-las. A lei
a de n. r,75D do 20 de cutnbro de 1869 art. !
9. Vemos tambem que no regulamento dat
correiyiies autorisa o mesmo governo aos juizes
de direito a imposii;ao de muhas como penas dis-
(iphniiios, sem que houvesse para isso determi-
sacao do poder legisiativo. H por eerto que se
nao podesse o governo por si em sons regulamen-
tos, independentemente dc autorisac.Vi do poder
legisiativo, impor muitas, niio autorisiiia a im
posicao dellas aos juizes de direito no regula-
mento citadopela razao de quc nemo dat qicnl
non habet.
quo sem davi-h r.'. i deixaria pas.-ar sem reclini'-
j i qma nsurpi^l i las hum atlfibuico -
a alii ama mlinidade lo regularaenios, qo<-r
proviqeiaos, quer geraes, attestandu quo de Ionc:i
data e-mo a giverno geralje os presidentes de pr-
vin:ia de posse Jj i.reiU) de iitipOr muitas em
seas regalamentos irdependentemente de autori-
sacao legi.-laliva.
Das disposicoes da constituicao em scuj art. 102
12 C p i acto addicional art. 2i % 4 nada se m-
fere contra a nossa o;jiniao e pelo contrario, com"
jativemos occasio dc demontrar, alii acha ella
apoio Mas para quo possamos sem susto dizrr
verdadeiramenie legal a nossa opiniao, em contra-
posicao a Provincia, que outrotanto jamais podera
dizer da sua, ahi tenios o qua estatue o codiL".
criminal em seu art. 310, oode depois de dizer o
legislator que nao scjeium a pdna alguma as a-.-
coes ou omjs5es, que sendo eensideradas crimicj
sas pefas leis anteriores nio o dao no citado' codi-
go, accrescenta :
Exceptuam-se as accoes ou omissoes nio de-
claradas neste codigo. cque nio sao puramene
criminacs, as quaes pelos regimentos das autci-
dades csteja imposta alguma multa... pfta fn' a
do cumprimento de algum dever ou obrigacao.
Ora, em face de tao terminante e expressa dis-
posicao de lei, ainda coutinuaram os piQpjnciarns
a sustcntar que o go^erno e os presidenles de pr -
viucia nao podem impor muitas em seus regu!;.-
merilos ? Acreditaraos que nlo, uma vez q''.e a
verdade se impoe, aiada mesmo a aquelle*, qne
tem repugnancia em abraca la e reconheco-la.
Nada mais eloquento a respeito da opiniao, qu.'
temos sustentado. de que o artigo do eodigi cri-
minal qua acabamos de cilar, o qual reconhec-
clarissimamente que as autoridades, sera depe-i
dencia dc aniorisacAo legislative, pidon inqi'i
mu/i.is em seus regimentos.
Convencam-se os provincianos de que oppi-
gnam nos, mas nao oos expugnam. Ernbora c.:i-
tinue a bjandir as arnias da mentira, da injuria e
da calumnia, todavia encontrar-nos bao sempre ca
esta:ada, promptos a rebate Ios com as da raza
da verdade, que sao ss unieas quo nos assegura n
a victoria na pugna a que somos arrastados.
0 Exm. S.\ Dr. Luoena, desprc-ando sobrance -
ro os improperios com que e todos os dias tninu
seadi pela t'oilia opoosicionista, orgao antes de^
nm seu rancoroso ioimigo que de um partido,
actes, pela seBda que ate hoje tem trilhado, aquel-
la qae e lei la de justica. de prudencia, de critem
e de illuslracao.
Essa gnta descommunal, contra o Exm. Dr.
cena. quo parte dos arraiaes da Provincia e air a
os nossos onvilos, um dia ha de emmudecer para
so deixar ouvir n juizo calmo, refleclid) e honr *n
sabre os actos do illcstrador administrador, !
hoje a paixao poiiuca ; o oiio pessoal e a gana I
destruir tao djsarrazoadameqte condemuam.
Basu.
I
UfiLiCACOE* 4 PEU10C-
V tiiiiiw.
II
do acto addicional, sera naturalmente le
De Goncalo Jose Affonso, corretor geral, pedm-
do tres mezes de licenca. 0 tribunal resolveu que
a pretencAo do supphcante fosse tomada em con-
sideracao em tempo opportuno, a visU da peticao
qae o mesmo tribuual dingio ao supplicante'na
ultima sessio.
De D. Marianna Athanazia Moreira, juntanlo a
proeuracao ordenada por despacho de 20 de n.v
vembr.i_ ultimo. Como requer.
Be tfrancisco Jose da Silva Guimaraes, pedindo
o registro da nomeacao de seu caixeiro Antonio
Eliziario do Coulo Soare*Proceda-se ao registro
pedide.
Be Candido Jose da -ilva Guimaraes 4 (1, soli-
citando o registro da nomeacao de Joao Baptista
Fernanles Rosas. Na forma roquerida.
De Manoel da Souza Baptista A C, requerendo
o egistro da uomeaeio de lloaorio Quinteiro Car
deal da Rocha.Sim.
De Lourenco Bibeiro da Cunha Oliveira, imp;-
traudo que se registre a noaeagaO junta de sens
eaixeiros.iaferido.
De Bonifacio Maximiano de Maltos, para regis-
trar se a nomeacao de Cervasio Protasio da Silva.
Conn pede.
De Antonio- Joaquim de Novae*, para proeeder-
s ao registre da qomeacan de Jose Joaquim Bo-
drigues da Silva.seja registrada.
De Joaquim de Sousi Miranda Couto, para ins-
crcver se Mina sea caixeiro Ernesto da Luna
CoutiiHegisire se.
De Luiz Jose da Silva, para mandar-se inscre-
ver a nomeacao quo deu a Francisco Jose da Silva j
FiitM. Xa forma reipaerida.
D Fraacisco llo.ir.go dos Santos, pararaandar
se registrar a nomeacao de st;u caixeiro de igtial
noiue. Come reqm'r.
De Joaquim Julio da Roc ha, apresentando a
registro a aoueaoao junta. Registre-se.
De Doiqin-gu* frnnes Jjrasileii;o de Amorim, re-
gistro da nouwaeao de Joio Martins, Pereira.
Com i repj*r.
De. (oofrearM Perfijtrino Hauelio Braua, regitr6
da aomeaca. de Alfre lo Geraldo Rapdso da Canu-
ra. Seja n-gi-4rada.
De Jo.-6_Doarte das Neves, ofTereeendoa registro
a aumeacau->le sens caixeiros.Cojiw pede.
Oe ManoH !*& de Souza, reviitro da nomea-
cad de Manoel Mariuw RibeiJo.Como pede.
De Carneiro Nogueira 4 C, registro da no-
vado a allinnar convencidamente que nella se
acha implicilamente comprehendida a attribuicao
de impor muitas por parte dos presidentes, a
quem toca expedir regulamentos adequados a boa
execugoo das leis provinciaes.
il qne sao regulamentos adequado* A baa- exe*
cue*) de uma lei saaao a consiguaeao dos meios e
medidas tendentes a facilitar o cumprimento dessa
mesma lei, imprimindo-lne o cunho de exequibi
lidade, que a pode tornar uma reahdade, Cazeudo-a
obedecida ?
E como contestar a Provincia qne um dos meios
mais adequados e efflcazes para conseguir a boa
execucao de cerlas leis e a impi sicao de muitas ?
Pois e possivel que ignorem os prooincianos, con-
samados e abalisados jurisconsuttos, que as leis
para se lornarem uma realidade precisam de sane-
ao, da meios coercdivoe, que garantam o sed
cumprimento ? E nao scrap as muhas imposlas
Aceitando por hypothese os provincianos que
na attribuicao do ari. 102 12 da coustiluieio se
acha impliuitamente comprehendida a de impo"
muitas (e nao ponas em geral; como d zem, atj
Iribuindo nos o quo nao dissemis) perguutain :
Com que direito viria o poder legisiativo dizer
ao executivonao deveis exorcer essa aiiribuicio
senao deste modo, com esta iimitac.a >; nao podels
impiir muitas 'e nao ponas) se-iao taes e laes,
etc. ? b
Em seguida coalinuam os mesmos provincia-
nos :
a Esta intervenijio do am poder no que e da
exclusiva competeocia do outro, vina pertarbar a
dfvfsao e harmohia dos poderes politicos consagra-
dos na coustituicao do imperio como o princjpio
conservaJor dos diroitos dos cidadiios.
E mais adiante dizemquo de nossos argumeu
tos resulta que o poder legisiativo tem mvadido a
esphera do poder executivo. Eis um falso test:-
munho que nos e levantado com o maior sangae
frio di inundo.
Do que parte de nosso artigo deduziram os pro
vinciann qne uus tivessemis dito que q unpur
muitas uos regul.i;u;nt">s era uma aUribuicao ttfc
clusiva do poder oxecuti ro de modo a nao poder o
legisiativo excerco-la por meio do autori.sac.io uas
leis?
1
aos infractores de suas disposicoes a sane.ao, os
meios coereitivos couducentes a sua execucio f
Por certo que sim. E ahi estao muiios e muito*
regulamentos, em que apparece a conuninacao de
muitas, para provarem o que dizemos. So de facto
Bao fosse sabid'j e in'-onlestavet que a imposicio
de muitas e um dos meios mais adequados e eiD-
cazes para conseguir se a boa execucao di cerlis
leis, ties como entre outras as que tratam de pa-
gamento* de impostos, entao nao appareceria ella
com tanta frequencia nos regulamentos expedidos
para a execucao das leis, quer pelo governo geral,
luer peLs presidentes de provincia.
A qae vem os provincianos citarem alguns re-
gulamentos feitos para a execucao de leis provin-
ciaes, nos quaes nao se enconUa a imposicaO de
muitas ?
Isto nao contraria o qne avancamos, mesmo
porqoe nao dissenos, nem de nossas palavras se
p.->doria deduzir, ser am dos meios mais adequados a boa execucao
daa leis, tise de ubrigatario uso poi- pirte dos
presidenles em seus regulamento*. Pelo contrario
da propna lei (acto addicional) e de nossas pala-
vras e patente que essa medida, como todas as
outras que podem constituir um regulamento, ti-
cam ao arbitno dos presidentes, que alii as eon-
sigaarao quaudo lhe* parecer conveuieate e pru-
dinte. fazel o.
Ainda que tenhamos a vangloria de conhecer-
mos todas as lets da provincia do paiz, nao
podemos perdoar a Provincia a presumpcao qne
ostenia de conheee tos, etiamando-nos de igno
rante deilas a cada passo, quando nao ba muitos
dias deu prova* de desconhecer leis que n6* igno
rante, como somos, nao desconhecemos. Essa
prova de adiaotamento deu a a Provincia por
occasiao de transcrewr em suas eolumnas o que
dis.se oApost ido acerca dvportaria, pela qual o
Exm. Sr. Dr. Luceua mandou que nao fossem
pagos de suas congruas os vigarios que nao apre-
seatassem attestados de frwpiencia paasados pelas
autoridades competent A Prooinsia aceitando
a censara feita pelo Aposlolo, disse em seu com-
msutario que os atiesLados exijiidos deveriam ser
paasados peloR juizes de paz uo line mostr.iu-se
ignorante do qne dispoe a lei de 4 de outubro de
1831 eta seu art J03, e ordera n. 243 de 23 de
outubro de t852.
Quereudo mostrar j* improcedeocia da argu-
De parte alguma. Pelo contrario de nossas pa
lavras resulta que e-sa attribuicao <5 comrnum a
amhos os no leres, sem impirtar isto invasao de
um na esphora do oatro, n^n nuebra da divisiio e
harmonia dos poderes consa;raaos na constituicao.
Cremos que os prociacianoi uai de?conhe.*em
muitas altribuigoes que pela propria conslitaicao
sAo commons aos dous poJerts, sem que isso fin
porte invasao, on cuusa quo o valha, de um :ia
esphera do out'o.
0 visconde d no liecho que citamos, ap n'a nossa opiniao, de tie
nhnmasorte contraria-nos nas palavras titiJas
pelos provincianos, qae *do as segninle* :
Mas os sens (do poder executivo) actos na >
tem vilor senio quando sao consequencias on es
tio conforms* com as leis, qne cmanam do p idor
legisiativo
Ora, quem de boa fe pode dizer quo um regu-
lamento expedido para execag o de uma lei, po-
que impoe mnltas para boa execucao da mesma
deixa de lhe ser conforme ?
Pelo cmtrario, p>r meio da multa, quando e e!U
cabivel, lorna se o governo verdadeiramenie cm
forme a lei emanada do poder legisiativo, procil-'
rando dar-lhe vida e execac-io o que esta sohretu
do de accordo com o (im e inrencao do legist;-..! If,
que depois de fazer a estatua da lei entrega-a ao.
governo para soprar lhe a vida animam vi'ven\
tent.
De tudo quanto dpsemos nio s e pole concluir
que dessemos ao poder executivo a attribtiioro de
legislar; mas os ps provinci-inos assim o asseve-
ram.
Sao os passos furtados da argunvnta^ao dessa
gente.
Se algumas vezes pareca que o governo legisll
creando penas e impostos, e quo est.i isso no esp;f
rito da loi pira dizermos com Foucart.
Let reqlements de ra.dintnistraii Degerando. s'etendente duns Carenir pnr leur pi\-
voyance. B qvn outra eoasa e a imposicio de
muitas nos regulamentos senao um modo* delles^
s'sntendre dans I'nrenir pir l-ur prieoyance '?
Na verdade, o'governo, com> quer inelhor por
epreveras condicpes de exequib liddde das leii
nio podia deixar de ser competent para lancir
miio da imposicio de mnltas, quando as eir-
tancias e sua providencia fizem-n'o julga-la ne>:s-
saria.
Quando o Sr. Pimenta Bueno e o conselhe'.rf
Btbas dizem que o governo nao pede crear en
or dar penas senao por autorisacao do p.. lor I i
gislativo, por certo que nio fa zem mais do qa
emittir una opiniao. respeitavel 6 verdade, ma
qua nio tem fundameoto em lei e pelo c.nir>ri
se oppoe ao que da propria lei se podo mt'enr1
bem como ao quo de longa data se pratica
re>peito sera o minuno reparo do poder.legislativ^l
A WRFJA LIVRE NO ESTADO LIVBE.
XIV.
tContinuacao).
Se o homem kspira a eternidade da vida, se Del-
ia ere pela revelacao feita sob diversas formas r<-
ligiosas, e ale pelo" estudo d'alma feito pelos phil -
sophosque tem lido a prcsnmpcao do demonslr.i-
la, e ceno que a nao pode conseguir venturosa t j-
nao por suas virtudes, as quaes nao podem s-r
aprcciadas nem reguiadas pw algum poder da ter-
ra, senio pur aquelle que hi nas conseienciss e
pode em tudo iospirar os sentimentos das b >as
obras.
Por isto aos poderes dasociedade civil e-Compl.'-
[amenteestrauho esta aspiracio individual de cada
inembro da sociedale, pste ultimo destine do h >-
mem, quando seja esto, como creio, o seu fim, nes-
ta terrestre peregrinacao.
" nio so pnr isto aos poderes sociaes ii estranh i
este destino do homem, como porque falta a socie -
lade absolutamente poder e meio para conduziros
individuos a gloria da vida futura. Ainda isto n >
i tndo.
Se so Deus pode ler nas consciencias e chamar
a hemaventuranca aquelles a quem I e apraz ga-
lardoar com a sua g riria, nao cabe a sociedade di-
zer por sua lei de que modo se deve crer, de qu*1
modo se deve a Deu-; render adoracao.
Se so. pela consciencia e pela crenca pode o li. -
mem merecer de Dens, embora seus actos extei -
nos os mais meritorios, se nao estao de c inform1-
dade com crenca e a conscieniia, ainda que a s-
ciedade tivesse meios de impor uma adoracao qne
jnlirasse ser a unica bem aceita por Deus, ainda
que tivesse meios de impCr os acto* de virtud. -.
esta adoracao e estas virtudes nao poderiain apr.-
veitar a alma do incredulo e inconsciente ; vis o
que a lei niio tem poder de formar s consciencia.
de impor a crenca. Ainda mais.
Quando tivesse a sociedade por sua lei estcs pa-
deres, sendo tao diversas as crencas e os mod is
de adoracao dos diversos povos ao Altissimo, se a
grando maioria de cada povo que conslitue as di-
versas sociedades cr* que so ha salvacao no s< u
modo ile-crer e de adorar, impondo cada soriedr
de a crenca e a consciencia de sna maioria, Impo-
riam quasi todas ellas o erro e a condemnarao,
acertand^, quando muito, so ama.
Assim nao cabe a sociedade civil ainda que para
isto tivesse os meios, o poder de impor alguma r<-
ligitio a quem nella nao ere, porque nao coiisegue-
ria o lira proposto, senio por ventura uma so del-
las, vi-to que, tanta h' tem nas suas crencas uu a
fraecao Je povo ou utn povo, como outro, co:; >
todos os outros. Nio dizemo* por exemplo, n..-.
os brasileiros, que a nossa crenca religiosa e vei -
dadeira, com mais di-eito e mais fe, do que o Jz
da sua, qualquer outro povo. Finalmente, e e a
razao principal.
Se a vida terrestre de cada homem e apenas uu a.
peregrinacao, um caminho para o seu destino a
ida futura, donde dirivana a sociedade o direito
ou o dever de enearninhar por qualquer mod .
rada homem- a essa sua felicidade, e ainda mais de
obrttr*-l a alean^a-la r
A prapna. palavra -stciedade diz que seu lim
>>cummom -social.
Ou seja a sociedade civil, que e formada espou-
tao^atnente ou seja oulm qualquer sociedade con--
tituida reflectidamente, qualquer dellas tem am
t'oi comrnum, social, da propria sociedade.
\ ventura ou a desgraca do individuo depois
^\ii se parte desta vida, em nada aproveita ou pro-
;i;di 'a a sociedade : e portanto o (im do individuo.
.'.as nio o fun ou um ftm social: a perda oa a sai
"i.ao J'alma de qualquer numero de individuo-.
em nada aproveita ou prejudica a socieJade, a ne-
nftiiu) de sms membros que ainda estao.
,Dir se-ha qne e o lim ou um dos fins da socu -
A11 civil levar as almas ao ceu ? Diz-se uma es-
'tultice.
Por mais que a sociedade tivesse o poder ou o
iwios de levar as almas ao ceu, como o pretendei i
is amigos da inquisicao, nao pode a mesma sock
dale .assegurar a todos esso supremo bem ; por-
juan!o os mesmos amigos da inquisicao e da com
ciencia e do culto obrigitono, nao isentam ls
homens sem merito da .condemnacao eterna.
' liis aqui, pois, a sociedade civil impoteote par i
a.can;ar para todos o principal de seus tins, nesti
:hese absurda. f
Ora, os (Ins da sociedade sio commnns, s3j
tpiaes ou porporcionaes para todos; do contrario
ftao seriam (ins saciaes. Todos os seus lucros .?
per.hs se reparlem igual ou proporcionalmenle.
Desde que pois a sociedade por saa accao nao
u!:ancasse o supremo bem da vida futura para
todos,' mas sd para alguns, este bem nio pode
ser nm lim social, e portanto a sociedade civil
nao pode ser constituida para o alcance de tal fim
__Dir-se-ha que a sociedade religiosa, embori
nao alcance levar todas as almas ao ceo, todavi i
este o.seu lim ? Ainda e- uma estultice.
0 lim das sociedades roh'giosus nao e levar its
almas ao ceo ; do contrario este beneficio devia
JjSvT alcamji'Ki para to-lns, ou para todos perdid.j,
on com todbs reparttdo tgua,hnente, comb (fc.i
demonsirado ser isto ii ru'dole da essemiia de todi
I". 0 fim da sociedado rchgiosa e eiic;-
minhar os hmens ao cilo, K-fo e; mostrar-lhes o
cammho dt> -e.^, ettsiifando S moral e a pratici
1) snjto. E este benelicio a sociedade religfts*
reparte cooi todos os associados igual, ou pro-
;iircionalmoute, na razao da boa vontade e do
:ontingent-' d>s servicos com qne cada utn entri
pa-a aria.' OM5*ilJii'vJ1Srri;ao, nao e dado, re-
partido p.da s .ciedaio, religiosa ; mis sim por
outro juiz. Nao juiz a essa so-
: rn"is siro e dado i
?ada individho' %&&'[ cmnpSe, aquilitatid
to merecim -utn, '"o*"rn to a sua consciencia ?
tens acio-.
. & lk>Jer s. in dizer pie este tmesmo t o fim i .
soledad civil, enealfciMiar, mostrar o caminho do
(eo, Mr m.....lo en-!Ko da ttblt** V da pratica
lada t uot. a estitiiiae.
E' sd a vutudo, repi'tn, que merece a Dott-
,1
V
>


-4.
IUBl.fl



n

DLrio ^ Pefrnamouc6 Qtiftrte-feira 10 de -"Dtamnto '& Wr*/wiQ
>
P^inaalellc) distnhuj.fciBasibofeijgragas na
wi* fotara : e a vWUBfli cookie scimente
no* actus exljraos.'e'VJr eflejs5iJaa1e se nao
p<^e. J1* aojuiijaar, senao na sua cwtorraidade
com a conseiencia.
< Assim a sociedade civil para eacammaar as
a,mas ao coo, careeeria de dar regrui e preceitos
moraes. Mas- 6 o qua nao so ve em sociedade
a!, jama civil, senao naqnellas en qua o poder
civil era mais qne confundid) com o religios^
era r> proprio poder da igreja, dando Icis para
regular as relacdas sociaes, e dando preceitos mo-
raes para encaroinhar as almas ao ceo. Alii
mesmo aiada se vd a distin^io desses dous po-
deres, reunilos na raesma ordem de autoridades.
Asim em parte alguma ve-s3 a sociedade civil
dando lei de moral; permilta-se-me a expressao.
A sua lei e seinpre negativa, regulanlo as rela-
foes sociaes, probrbindo os ados que prejadicam
o direito, a liberdade decadi uin. Quaudi ella
difine um dire lo, uuaudo e-:.i:ae os limites de
in ,i iilierdade, pronibo o exeri-.cio do ludo o mais
alem deste limite.
A lei civil nao so nao da preceitos e regras para
a moral, como as vezesd ate immoral, autorisando
posiirvameme ados nao so contra a moral, mas
ainda centra a justiea, como por exemplo, a lei
jue autorisa a escravidao, a mais cruel de todas
as injwiipu, o mais horrorosi de todos os crimes.
A sociedade civil uao se occupa pois de enca-
nimhar os homens:ao ceo.
Se e esta, eoma oreio, o destine do hornem,
u. sta paasagem na terra, nesta via da perogfi-
naQao, conn, para cliegar a elie, nao estao todos
os povm nem todo* os lumens de cada povo eoo-
victos da mesma idea, do mesmi pensamento,
cada am pensaidoque, so por cerlo meio, alcan-
cara a suprema felicidade, na bvpothese mesmo
de que todo uurpovo esteja coavicto de que esta
vida seja apenas ama passagem para o destino do
h mem, nao pode absohMamoote a sociedade civil
lomar a inissao de encaminhar os homens a este
destido, senao indirectamente, garantmdo a cada
urn a liberdade do procurar a realisacSo de seu
destino polos nieios que a cada urn parece pro
ficuo ; porqnanto, seja qnal for a voraade em mi-
teria religiosa, no modo de adorar, de agradar a
Deus, so e pelos actos, pelas aecSes pessoaes que
cada urn po le salvar-se, pode aleancar a felicidade
da futura vida, e de maneira alguma pela von-
tade, pelos actos da sociedade, ou pelas obrigaeoes
religiosas que ella irapozesse a cada um.
Alem disto ninguem sera capaz de iadicar (e
desafio que o fa;a a Uniao) um principio d'onde
a sociedade civil possa derivar o direito de fazer
a feliciJade de cada individui, queirao elle ou nao
iicceita lo.
Ainda na hypothese de que cnda homem esta
<:onvon:ido de que neste mund) so vcio em busca
da eterna felicidade, assim,-ou tendo cada um a
t'dicidade ou o bem, como Ine aprouver, como os
hoaieus estao congregados em sociedade, pelo scu
latal enc mtro no mesmo sollo, qua os obriga a
manter relacoes e commercio reciprocos da vida,
so pode competir ao todo destes homens, a socie-
dade,.garantir a cada um os oieios que cada um
rntende necessarios ouproprios para alcancaro seu
lim individual, qualquer que assim on-iderc, e
l iri into, fazendo comer a aecao de cada um ate
onde nao ataque a a:gao dos outros para alcan-
tarem o que estes teem em vista.
A sociedade civil pois so tern o direito e o dever
de coQcorrer para a felicidade de cada um de seus
membros, nao se importando com a vida de nin-
guem, nao cmbaracando de m ido algum a accao
de cada nin de seus memlirus: emquanto cada
um nao ataca a vida, a actao dos outros, ou de
algnm dos outros.
Em que consiste por tanlo o trabalbo do espirito
social ?
Em procurar a justa medida que regule, que
determine a esphera deutro da qual cada membro
da sociedade possa livreuwnle ur accllo condu
cenla ao fim que Ihe apraz.
Se pois todos os membros da sociedade tern in-
terest e direito a que Ihe seja garantido, e por
tanto em poder atacar a esphera dos aiueios di-
reitos, os nieios de cunsegnir o iim que cada um
tern em vista, (raecao alguma da sociedade, senao
ella toda, e pelo orcao de sua maioria, pade deter-
minar as regras d* regimen social; a nenhora
jsrupo e dado tracar os limites da esphera dos di-
reitos de cada individuo
Se pois so ao todo da sociedade cabe d d rminar
m regras regedora3 da harmonia social, na terra
h sociedade civil e" soberana, e sendo soberana 6
livre de uma Lberdade so limitada pelas limites da
lorca darazao.
Se porem, cada membro da sociedade deve ser
livre dentro da esphera quo Ihe 6 tracada pela lei
social ^|J mesmo modo livre deve ser qualquer
rjrpora;ao, sociedide ou associaijao para qualquer
lira que se creem ou exista no seio da sociedade
civil.
Sendo o lim da sociedade civil a harmonia en-
ire os membros que a conspSe, a ordem ; consis
lindo esta ordem c harmonia na garantia do tin,
yranle ou pequeni, proximo ou remoto, a que se
l^ropoe ca ta um de seus membros, de maneira que
cada um, no empenho do alcance de sou fim, nao
perlurbe a accao de cada um dos outros no mes-
mo empenho; em uma palavra, seuda o Om da
E i'iedadu civil garantir a cadaurade seus membro*
os sens direitos naturaes, a rnissao social se reduz
a prohihir toda a accao qne possa atacar a cada
um destes direitos, deixando inteira liberdade de
accao cm tudo o que nao e vedado e muitas vezes
delinindo estes direitos ou a sua extencao, quando
nao sle clararaente determinados por sua nature-
za. ou quando possam ir de encontro a outros di-
reitos.
Se compete a sociedade civil limitar a liberdade
individual, o exercicio do direito onde possa atacar
0 direito de outrem, mais ainda Ihe compete limi-
tar a liberdade e accao individual, cade ellas pos-
sam atacar a sociedade inteira.
Nao tern a sociedale civil em attencao qualquer
ontra sociedade ou corpora^ao que se forme ou
exista em sen seio, nao tem interesse, nem alcan-
<;a a sua mis-ao, garantir a ac?ao deltas, reconhe-
rii-las como um membro collective, fazendo parte
ila mesma soeied ide civil; nao tem em attenQao,
nao e de ua missao garantir a asjao de tae3"cor-
porac3es, digo, considerando as* como corporaQ5es
ou sociedade*, quando ellas tem seu tim especial,
distincto do lim coramum da sociedade civil ; (nao
assim das corporacoes qae fazem parte da organi-
saeao no estado) tem sira, em atten;ao taes asso-
ciates ou earporacSes, 6 de sua missao garantir
a liberdade de sua accao ate onde nao offrnda ou a
propria sociedade civil, ou nao ataque qualquer di-
reito individual ; tem sim esta missao, repito, somen-
te con9iderando cada um dos individuos que con:-
poe estas associates ou corporaooes. Por quanto
a sociedade civil nio e formada de a-sociacoes que
tem seus lins especiaes e sd pertinences a seas
membros, mas sim e somerile de individuos, citjos
direitos compete a sociedade civil garantir, os fie-'
.a que cada um se propoe.
Assim se certo numero de individuos se congre-
ga para certo fim delles, compete a sociedade
civil garantir a accao, a liberdade dessa a=socia-
rio, porque, e so.mente porqne Ihe compete gi-
rantir a cada ind'ividuo de que e composla a so
ciedade particular, o lim a que cada um se prc-
poe.
bejm^jae s6 vi nosmeiosempregadospor si, nao-vi? nos nieios emprega'dos pelas ouiras.
Assim ellas tendem a abosar sempre de sna
missao, nao so atacando os direitos, a liberdade in-
dividual, como a ordem, a harmania social, ate ao
ponto de pretender e maitas vezes conseguir sub-
metier a seu imperio a sociedade civil, quando,
fortes pela extenclo do nnmero dos membros que
compoe essas igrejas, nao encontram no regimen
do estado o criterio e energ a necessarios para fa-
aer conter-se nos limites da sua missao.
A nocessidade da igreja livre no estado livre flea
pois demonstrada pela serie de todos estes arligo*,
contra as desarrasoadas e insolentes pretends
de nossos adversarios, os jesuitas da Uniao. Dessa
liberdade poreia temem aiguns adversarios dos
je:uitas, e ate altos macons, temem os abuses que
pode ainda mais commetter a igreja catholica,
pelo grande e immenso numero de que se compoe
essa igreja cntre nos, no estado de .atraso,
ignorancia e suparsticao em que -\iuda se acha o
uosso povo.
Para que e feito porem ostado se-nio para ga-
rantir os direitos de cada iudividuo e a ordem so-
cial, contra os ataques e abusos de qualquer indi-
vidno ou corpbrafao t
Coiitiecemos os poderes da igreja catholica, os
meios de que dispoe o seu alto clero e especial-
meute a companhia dos inimigos de Jesus pa a
abusar de saa missao ; o empenho com que sob a
apparencia do fim celestial a que se propoa, se
degenera com o fim de sobre-por-se aos poderes
de estado.
Eslabelecendo por tanlo a liberdade da igreja
no Brasil, delerminemo3 a esphera dessa liberda-
de, e especialmente da 'igreja catholica, da qual
com sobeja razao, se temem esses attentaJ>>.
Gomo se podem limitar ou determinar a liber-
dade da igreja no Brasil ?
Das ouiras nao me occaparei, ao menos nesta
occasiao, por ser cousa mais leva, senao pelas re-
gras que a todas ibraugem ; a respeito do que se
deve fazer quanto a igreja cajbtjlica, nao So jiara
prevenir os abnsos futures, como para remediar os
que esta pralicaodo, von avenlurar no artigo sc-
guiate aigumas ideas como ja pelo anterior pro
mitti.
Hecife, 18 de noverabro de 1873.
Affonso de A tottquerque Mello.
tT!Hh Mi^^T-'^^SlS1^8 *8iil iane 3t"'ia ~ ^^-^ p* #t"Ifraito. de ato; A. -carMn mate com
yak, qne me dispensou duraate o meu irataigeoto, i
a a lembranca, um levo a -paidi de falo di- Barca in.
Approvelto esta occasiao, para tambem agrade-
cer cordialmente aosillms. Srs. Drs.AntonioBru-,
no da Silva Maia e Joao Ferraira da Silva, os ob -
sequios e servicos, que me prodigalisaram como
assistentes, quo coadjuiaran as dnas operaeijes que
soffri.
Ao 111m. Sr. Joa^uim llodngues Tavares de Mel-
lo, meu digno patrao, n5o tenho expressSas, nem
phrases que possam exprimir minha gratidao pi-
lo procedimento distincto a cavalheiroso, quo
tem tido para com minha pessoa e familia, com
especialidade durante min^a enfermidade -Deus
o recompensera.
Pernambnco, 0 dedezembro de 1873.
Jose Goncahes de Ohveira Main.
faertadorias pifa alfan-
eza bai-a
Barca ipgieza -Olinda- bacalhio ja despachado
para o trapiche Couceicao.
ungne portnguez Soberano pedras para trapi-
che Conceiclo, para despachar.
GsClnaulai
deca-
C omo so pode porem caber na espher i dos di -
reitos que compels ao-estaao garantir aquellas fa-
culdades cujo exercicio nao aiaqne ao mesmo es-
t ido ou a (jialqaer dos membros da sociedade ci-
vil, puristo a accao e o direito, a liberdade de to-
da a associacao, sociedade particular, ou corpora-
eao, e vedada pela lei civil quando ou no que
ataca ou offeade a harmonia, a ordem soeial em
lmiI, ou ao direito ou liberdade de cada um ou
d; qualquer da sous membros.
Portanto se a proprio lim da sociedade ou cor-
pj.-agao creada no seio da sociedade civil e offen-
sivo, ataca a harmonia, a or Jem social, a liberdade
de qualquer-dos membros da sociedade ci^U, essa
.sociedade ou corporacao, eiia propria nao pode
ser permittida, deve ser vedada pela lei do estado.
Como nao perturba a harmonia, a ordem social,
e ao conlrario e um elemauto deltas, porque so
dahi resulta a-moral publica, se:n a qual nao ha
ordem na sociedade; como o facto do ter cada
membro da sociedade civil p ,t seu destino na vida
presente, a vida futura, nlo perturba, digo, a har
moaia e a ordem sociaes, e ao contrario e isto um
elemento essencial dollas, i5s meios qae os indivi-
duos eiiiuregain para o aicance de seu eterno des-
tino sao garantidos pla |,.| social, isto e, a aocao
do3 masmos individuos para alcanca-lo
Assim 8ao permittidas (poj-que na'>devem ser
vedadas) as congregagoes, as aisoelacdes, as soci*-
1.. les rtlidiosas, cota seus coifcis e>;.irrios,suas re-
g .s, suas >oleranidade*e.,jja3pJ,oJp,^ ludo cm
quanto P.i.pparturbe,ou o!IenJa a '. moms, a or-
dem social, os direitos iudivid.
Assim levera ser livres ess:.-
' lee, no esta iy, as soeied
S j homem portm 6 sujeilo
ien ile a nvaJir o circulo
i ts cc-pora9**nmirv
ida uina tend^
irejas.
1 ^t stroprg
s direitos,
Ha mala e
'digit-
;>remo
Cone(|ueaoias de niio prestar-
so u hi u Banca.
Srs. redaclores.Nunca occupei as columnas
de seu conceituado Diario, nem mesmo ambicio-
nava esta honra, se nao me visse impeliido por
circurnstancias que me obri.zam a isso ; eis o
caso.
Joaquim Maximiano Pestana, nomeado ultima
niente preposlo do agente de'leiloes Pestana, por
motivos que nao vem ao caso explicar, lot preve-
nido por um de seus fladores que nao uoitinuaria
na lianga prestada, e que aquelle procurasse
substituil-o por outro fiador.
Cousultado sobre ser eu o substituto daquelle
fiador, pedi espera para responder, e como e de
costume procurei saber os preced-nles do que ia
ser meu alliaocado, e nao me agradando estas in
formacdes, visto como soube que aquells preposlo
quando negociante na cidade de Parahyba que-
hrara e que ate hoje a ninguem pagou, e que ti-
nha por habito otrender com palavras a quein Ihe
exigia pagamento, neguei-me a ser fiador. A juize
o publico doproceder destemoco aepois de minha
recuza.
Por varias pessoas fui avisado que o referido
preposio pretendia disfeitoar-me logoq e estivesse
de fianca prestada ; zombei da ameaca, nao so
porque o nao julgava tao audaz e ousado, como
mesmo conhecia em mim disposicao para o re-
pellir ; e ainda mais porque muitas vezes depois
deste aviso live occasiao de encontrar-me com
esse moro nao so na rua como no armazem de
moveis do Sr. Kaymundo Kemigio de Mello Junior,
onde costumo ir, e jamais me dissera elle coua
alguma. Hoje, porem, estava baslante tranqmllo
quando o Sr. lenente de marinha Jose Maria Pes-
tana Junior, irmao do preposlo Maximiano Pes-
tana pedio-me uma palavra no fundo do armazem
de llayaaundo ; sem desconfiar de tralcao, annui;
porem, logo que chegamos no lugar marcado
apercebi que eramos seguidos pelo referido pre-
posto que sem mais preambulos dingio-me pala-
vras otfensivas, e, quando Ih'as repeli'ia seu irmao
o tenente Pestana, atracando se comigo, impossibi*
litando me os movimentos dos bracos, deu lugar
o tempo a que o cobard* Maximiano Pestana, des-
se-me um socco na face, e procurasse na fuga pela
porta do armazem, nao receber o troco de sua
cusadia.
Sao ou nao infames e cobardes despresiv,
esses dous etftes, qne por uma traiclo procurara
disfeilear uin homem que so bem lhes torn feiiii ?
Ajuize o publico se poderia eu preslairife a
ser liador de um homem que neeociando com
capital alheio esbanjou-o a seu bel prazer em
eompras de cavallos de 500/iOOO e perdeudo em
jogos contos de reis segundo se diz ?
! omo flnalmente, poderia ser fiador de uin ne-
gociante fallido e nao rehabilitado, que com um
revolver no bolco promette dar tiros em quern se
attrevesse bolir em sua fallencia?
Ajuize o publico o motivo pelo qual fui viclima
do alaque de Joaquim Maximiano Pestana, e avalie
o quilate do miseravel que. esta revestido do cargo
de preposto de leiloes, no qual promette muitas
occasioes de ter em seu poder grandes quantias
pertencentes a incautos coramittentes, e esperem
pela repetigao dos ata^ucs de que fui viciima
todas as vezes que, se tratar sobre quantias que
devara ser entregues por aquelle preposto. 0 fu-
ture mostrara,
Recife, 6 de dezembro de 1873.
Augusto Candido A. Seij:>.is.
I'm voto do eterno u^i-adeci-
neuto.
Nos abaixo assignados, declaramos que de niuito
boa vonlade aceiiamos o convite, que nos fez o
nosso mui digno prelado, I). Fr. Vital Maria Gon-
calves de Oliveira, para que nos recolhessemos an
seminario, com o lim de participarmos do retire
espiritual, que ahi teve lugar.
Agora vimos humilde e respeitosamente depor
aos pes do eximio pastor um voto de eterno agra-
decimento.
Tambem nao deixamos passir desapercebido o
bom acolhiraento qne tiveraos do Revm. reitor,
Dr. Gregorio Liparreny, durante o tempo desse
retire, pelo que Ihe somos cordialmente a^rade-
cidos; ao padre Honoratti, pregador e director das
meditac5es, igual.nenie ihe somos graios, admi-
rando seu talento, zelo e piedade ; e juntamente
aos Revms. Dr. Maia e padre Barreto, pelo modo
e maneiras delicadas com que se porlaram para
com os abaixo assignados.
Padre Sesostres Abdon Freire de Carvalho.
Padre Fioriano Belmiro da Costa e Silva.
Padre Anlonio Texeira d'Albuquerque.
os oabellos
deirtes. &
Se o vosso cabello esta rate, lembrai-vosque en-
Iro os elaros das libras germinam renovos de ca
bellos debaixo da epiderme,- s qoaes so necossi
lam de nm cstimulante eificaz para ajuda-los a
peneirar a soperlicie e brotarem em nbras vigo-
rosas.
ApBllcai com frequencia o Tonico Oriental, usan
do da escova com bastante forca,, aftm de exci-
tar os absorventes a qne o recebam e o resulta-
no ser4 certamente grato e beaefico. A experien-
cia universal doseffeilos do tonico, e, que nao so-
mente reforcam e ampliam as libras, mas sim
tambem as faz muttiplicar. Nos cllmas calidos,
onde as senhoras erronearaente so fazem uso de
oleos pira os cabellos, acharao que este e in-
compa ravel mente superior a quilquer outro arti-
!',o para dar as suas trancas bnllio, elas'.ici lade e
ormosura. I
iram if
Opnrimido pelo iuforiunio d'uma enfermidade
por demais rebelde, que araargurava minha exis-
teucia, teria certamente succumbido, se nao en-
contrasse nestevallo de lagrimasalgumas almas
caridosas e coracoes generos.is que se amercea-
ram de mim c de minha pobre familia.
Depois de estar ja cancado de tanto soffrer de
minha enfermidade, que era uaia gamma no ante-
brago direito, desesperado da obter melhoras, e ja
sem esperanca, deparoume a Prbvidencii com
um amigo, que condoenlo se de minha tns'.e
sorte, conduzio-me a casa de um medico, que exa-
minando-me, reconhsceu a necessidade que havia
de se fazer quanto antes uma operagao a qual 'oi
logo justa, oor uma quanlia insignificance, iruito
inferior ao trabalbo, (decima parte da quantia que
outro medi;o me pedio, para fazer igual servico)
marcando-se logo o dia para ser etTectuada.
Chegado o dia marcado, 28 de agosto do %cor-
renle anno, apresentou-se em nossa casa o medi-
co operador com dous assiRentes, levando a eflei-
to a extraccao de parte da cana inferior do antc-
braco direito, cuja operacao correu regularmente;
porem no correr'dus dia~, meu estado aprasentou
serios receios, quando a 21 de setembro, ohrigou
nova operagao.por ser "i unico salvaterio para mi-
nha existencia, rtalisandose a amputagio pelo
terco superwr d me.-in i ante-brago.
Desde o primairo dia quo fui uperado por tao
distincto quanto hnmauitari.i med.ci, e o rae-mo
me dar por re^uivleeido n dia 28 de oovembro
proximo passad i, decorrer.nn tres mezes," sem
haver um so dia que deixasae de ser vjsitan i !
Sempre a mesma delicade/.a e humanidade do
primeiro dia I 11
Aeste illustrado dispipuh de Hippocrates nao
eacontrei um m>- ii m. enc i itiei um pai, um ami-
go dedicado, uma ,-ilun hum.', um cora.;ao mag-
nanimo, fiitaimenle a uparado com a
sciencia e a cari lada
verdadoiro remedio em sen
verdadeiro tempo.
Jamais se devera fazer pouco caso da tosse e
das con-Hpa?i1es, e aemtaVypooci, es,irar ate qne
os pulmdes intlammados e ulcerados, nao deixem
mais esperaacanlgtma. Logo ro primeiro e raiis
teve svmfitomas' aondd s* immeJistaiiwnt& e fea-
ce-se mlo do mais dalicioso e melhK remedio pul
monar coiihecido. 0 peiloral de Anacahuita, e
porsemduvida algn'ma o remedio mais paderoso
eefficazpara combaler as alToegde* da garganta
e pulmoes, que a scieneia tem encefetrado, a ex-
penencia comprovado, e o leslemunho humano
perfeitamente approvado. A sua composicao e
inteiramento vegetal, e perfeitamente inoffensiva,
conservando-se inalteradamente em todos os pai-
zes, adaptando se admiravelmenle a todas as ida-
des, tempera mentos, e constitnigdes. Snas curas
maravilhosas sao completas nio deixando nada a
desejarse E* de summa utilidade em todos os
cases exlremos; porem vale mais usa-lo logo des-
de o comeco de qualquer uma molostia.
Para todos.
A casa mortuaria de Paula & Mafra con-
tinue a bem servir ao publico, era quanlos
seus proprietarios ou sao defcridos no ro-
curso quo interpoein ao conselbo d'estado
contra o monopolio concedido a outrem, ou
sao a contento iodemnisados pelos roonopo-
listas. E para que ninguem se illuda a res-
peito, scientilicam ao rospeitavel publico que
so acham providos do material necessario e
com carros novos.
SEGUROS
NARITI.UOS
CONTRA 0 FOGO
m A companhia Indemnisadora, estabelecide
aesta praca, toma seguros maritimos sobrt
avios e seus carregamentos o contra (ago
ah edificios, mercadorias o mobilias: at
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
luiportaoao.
'apor nacional Ceard, antrado dos por-
to^ do suJ em 8 do correntc e c nsignado a
I'ereira Yianoa AC, rnanifestou :
Carga do Riovde Janeiro.
Cafe i barricas a Forlunato R. Bastos, e
1 a Oliveira Filhos. Cigarros 20 barricas a
ordem, 7 a Do.ningos A. Malheus e 2 aos
consignatarios.
l>rogas l caixa a A. Caors.
Futnp 128 rolos e 6 J caixas a Jose .Maria
Palmeira, 62 a Jose D. do C.armo e Silva,
20 a Jose" Joaquim Lima Bairao, 20 a Maga-
llites Irmao, 5 e 15 caixas a J. Francisco
l-erreira, 5 e 1 caixa a Bourgard AC, la
Antoni) Maia de Brito, e 16 encapados a
Jose Antonio Fereira.
Objectos.para escriptorio 1.caixa a Silva
Coftutbo.
Tapel pintado 3 caixa^ a J. A. de Souza.
__ Carga da Baliia.
Lhapeos.de sol 3 caixas a Hills Latham
<& I., 3 a Oliveira & Irmao, 2 a A. J. Leite
BaSi-os e 1 a L, A. Burle & C. Charulos 12
caivas a D. 4* Qfak Ferreira, 10 a'Gunba
& Manta, 4 a Franco xja Cunba (C.eli
D. P. Wild.
Fumo em folha 10 fardos a Jose Rodri-
guesde Farias.
Pauno de algodao 100 fardos aos consig-
natnrtos, 40 a Francisco R. Pinto Guima-
racs, 11 a Carneiro ANogneira.'
Tapioca 15 barricas a Joaquim G. de
Bastos. Tecidos do algoddo 5 caixas a
Simpson & C
Patacho nacional Bemfica, entrado do Rio
de Janeiro na mesma data e consignado a
Balthar & Oliveira, rnanifestou :
Gouros seccos 70.
Xarques 15G.085 kilos & ordem.
Vapor nacional Mandahu, entrado do
Aracajii em 7 do corrente e consignado &
companhia pernambucana de navegagao cos-
teira por vapor, rnanifestou :
Algodao 59 saccas a Francisco Goncalves
Torres. Arroz 57 saccosao mesmo.
Barricas vasias 158 a Pereira Vianna
A C.
Came 3 amarrados a Justino Campos.
Milho 200 sac;os a Francisco Gongalves
Torres.
13,323 dHos de dito ; para o Para, P. Vianna <& C
100 dius-com 7,780 ditos de dlto ; A. F. de Bar-
ros 40 ditas com 3,081 ditos de dilp, e para Ha-
ranh^o, 70 saccos com 5,250 ditos de dito.
Para o Para, na barca portogueza Recife,
earregaram : Carvalho & Rogueira 145 barricas
com 8.592 |i2 kilos de assucar branco.
Para Porio-Alegre, no brigue portoguez S.
Mar.oel. earregaram : Oliveira Filhos 4 c. 200
saccos com 115,000 kilos de assucar branco e 47o
ditos com 35,230 ditos de dito,
Para o Rio Grande,'no vapor brasileiio Ba-
kia, carrogou : J. M. Bias 3 barricas com 50 aba-
cacbis.
Para Mosoro, no biate nacional Adelino,
carregou : A. S. Campos 7 barricas com 671 kilos
de assucar branco.
Para Alagoas, na barcaea & Joao, earre
earam: 8. Gomes 4C. I barrica com 70 kilos
de assnear reflnado.
Para Mamanguape, na barcaea Bza-viagem,
carregou :, B. F. Guimaraes 4 barricas com 300
kilos de assnear reflnado.
CAPATAZIA DA ALFANDRGA
I' end i men to do dia 1 a G
idea) do dia 9
No dia 1 a 6
VOLUICKS SAHIDOS
5:782>514
071*978
6:457*522
No dia 9
fruneira porta
>egnnda poru .
rerceira porta .
Quarta porta .
riapicna Conceicio
SERVICO MARITIMO
Uvarengas descarregadas nn trapieh*
alfandega do dia I a 6 .
No dia 9
StMis atracados no trap, da alfandega
Alvarengas -.....
'lo trapiche Conceicio .
7,789
296
33
298
884
9,300
II
1
I
15
1ECEBEDORIA DE RE.NDAS 1NTERNAS GK -
RAES DE PERNAMBUCO
iendiraento do dia 1 a 6 14:469*277
dam do dia 9...... 8:828*659
23.208.i236
COXSULADO PROVINCIAL
lendimento do dia 1 a 6
Id-jm no dia 9 .
seguros
COMPANHIA ALLIANC4
maritimos e terre-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0000000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro <
nco maritimo em navio de vela e vapore
para dentro e fora do imperio, assim come
wntra fogo sobre predios, generos e fa
^ondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves Beltrao
rua do Commercio u. 5, 1' andar.
Seguro contra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDON d GLOl
INSURANCE COMPANY
Agonies
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Capital,
r'undo
iNORTHERN.
.... 20,000:000j)00i
de reserva. 8,000:0005001
Agifutes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
fretes, dinheiro a risco efinalmento de qual-
quer natureza, em vapores, navios & vela ou
narcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
TRIBUNAL DO COMMERCIO DE PER-
NAMBUCO.
Esta secretaria faz publico qne nesta data foi
admittido a malricula Joviniano Mania, cidadao
brasileiro, de 33 annos de idade, domiciliado e
estabelecido nesta cidade com sua casa de com-
mercio de importacao e exportacao, por grosso,
sob a firma de Cunha & Manta.
Secretaria do tribunal do coinraeBeio de Per-
il ambuco, 3 de detembro de 1873.
Julio Guimaraes
O offlcial-maior.
PKACA DO RECIFE 9 DE DEZEMBRO
DE 1873.
A.S 3 1/2 HOBAS DA TABDB.
CJotncSe* ul'Uciaes.
Assucar mascavado do Rio Grande do Norte
1*870 por 15 kilos, posto a bordo a frete
de 45| e 5 0|0 para o Canal.
lamliio sobre Londres a 90 div. 26 Ii4 d. nor
11000, sabbado.
Dito-sobre dito a 90 dpr. 26 l|4 a. por 11T000, do
banco, hoje.
Duoonrcq
Presidente.
Leal Seve
Secretarlo.
ALFA1TOEGA
aendimonlo^do dia 1 a 6 .
denj do dia 9 .
300:103*116
47:719*818
347:822*934
K' do '" u lit,' Tu-ii d r, e o impulso de mi- Descarregain hoje 10 de dezembro.
nbaaliu. gr.-itid.io e reconheci- Vapor nacional I'irapama varios generos na
UiontP. 'ii-, |i iiiin-,, uii um >' u :-tci- cionaes para o trapiche da companhia
teraunii '-' '' M l.-i'iias \r icBW pei'iiambUflH|
(^4.0 -l^-"1 icional .Vandahu generos nacionaes
ran hefla r-..,panhfa pornam-
Due;
BPp#?*M
iterne


I
Vapor nacional Pirapama, entrado de
Granja ila mesma data e consignado d com-
panhia pernambucana de navegagdo costeira
por vapor, rnanifestou :
Algodao 242 saccas a Lopo Sobrinho & G.,
331 a Si Leitao Irmaos, 200 a Keller &C.,
1"2 a Joao Baptists d'Olivcira, 76 a Julio C.
Paes Barreto, 51 a Anlrade Mello, 4v a H.
Saraiva, 42 a J. Porlella C. A., 32 a Claudio
Dubeux. e 20 a M. Guer^eiro & C.
Barricas vasias 133 a Jose Ferreira dos
Santos Bastos.
Cafe 40 saccos a L. Gongalves da Silva &
Pinto, 40 a Jose Francisco dos Santos Bas-
tos, 25 a Luiz Duprat, 22 a A. M. Machado,
2 a Francisco Ramos & C., e 1 a Jose* Duarte
das Neves. Couros salgados 500 a Roller
A: C.; 482 a S4 Leitao Irmaos, 260 a Joao
ista d'Oliveira. Ditos espichados 40 ao
,0.
ma de mandioca 18 barricas a Alheiro
d'Oliveira & C., 16 a ordem, e 1 a Beltrao
Oliveira & C.
Solla i-,098 meios a Moraes Irmao, 807 a
Ramos & Machado, 450 a Sa Leitao Irmaos,
251 a Gomes de Mattos Irmaos, 200 a Bar-
ros Junior, e 50 a Beltrao Oliveira & C.
Barca ingleza Olinda, cntrada de Terra
Nova na mesma data e consignada a Saun-
ders Brothers & C., rnanifestou :
Bacalhdo 2.701 baraicas aos consigna-
tarios.
Vapor nacional Goncalves Marlins, entra-
do da Bahia na mesma data e consignado a
Antonio Luiz d'Oliveira Azevedo & G., rna-
nifestou :
Algodao 249 saccis a ordem, 50 a M. I.
A. e 14 a Francisco Goncalves Torres. As-
sucar 2J5 & ordem. Charutos 5 caixas a
D. Alves Malheus, e 1 a Beltrao & Filhos.
Couros 50 a Francisco Goncalves Torres.
Fazendas 2 caixas a Monhard Mettler&C.
Oleo de linhaca C barris a Monhard Met-
tler & C. Dito de ricino 4 a Bartbolomeu
& G.
Vinho de cajt'i 2,caixas ao Dr. C. Dor-
nellas B. Pessoa.
JESPACHO-1 DE EXPORTACAO i\0 DIA 6 DE
I.EZEMBRO DE 1873.
Para os portos do exterior.
No vapor inglez Student, para Liverpool,
earregaram : J. Pater & C. 500 saccos com 37,500
kilo? de assucar mascavado e 336 saccas com
29,868 ditos de algodao; M. A. de Almeida 250
ditas com 18,456 ditos de dilo.
No vapor inglez Britania, para Liverpool,
earregaram: R. H. Conollv 2 barricas com 24
aba^acbis ; II Schmmettau & C. f dita com 11
ditos.
No lugar inglez A. Sophie, para o Canal, ear-
regaram : R. Schmmettau & C. 1,000 saccos com
73,000 kilos de assnear"mascavado.
No brigue inglez Birtha C'irrmgton, para o
Canal, earregaram : R. Sehmmettan & C. 1,100
saccos com 82,MX) kilos de assucar mascavado.
No vapor inglez Cnzco, pars Liverpool, ear-
regaram : R Schmmettau 4 C. 1,000 saccas eom
74,290 kilos de algodao.
No vapor francez Meridosa, para Pans, ear-
regaram : a. M. Temporal 2 barricas com 30
abacacbis ; para Rordeaux, C. Frey & C 7 barri-
cas com 126 abacaobis.
No vapor (rancez Rio Grande, para Buenos-
Ayres: earregaram : Amorim Irmaos C. 1 cai-
xa com 10 kilos 4e assucar branco.
N" vapor francez Erimanthe, earregaram :
M. Duarte Rodrigues 1 barrica. com 24 Kilos de
assucar branco ; M. Arlbnr & C. 3 ditas ccm 37
abacachis ; Keller & C. 1 dita com 15 ditos.
No brigue inglez Malaga, para Portland,
earregaram- H. Forsier & C. S,109 saccos com
382,500 kilos de assucar mascavado.
No patacho hespanhol Elisabeth, para o Rio
da Prata, earregaram : P. Carneiro & C. 400 bar-
ricas eom 41,712 kilos de assnear branco.
Na polaca bespanhola Izidora, para Barce-
lona, earregaram : G. Veesen 4 C. 40 saccas com
8,895 kHosde algwdlo.
No brigue americaao Galino, para S. Mi-
guel, carregoa : J. dos S*htos e Silva 109 barri-
cas com 14,460 kilos de. mel
Na barca portogueza GratidSo, para Lisboa,
.carregou,: A Curdeiro 208 couros salgados com
.2,184 kilos.
l*) navto inglei Ariel, para os Estados-Uni-
dos, carrftgaram : S Drdhers C: 1,100 saccos
com 82,800 WIjs de a^ucar mascavado..
Piro os poi os <%ter'Or
Dar* o Rl Granite do Sul, no hrigue bra-
sileiro Cysne, rarr-'far.'m jtmnrim Irmaoi 4 C.
80 pipas com 38.4fl5 Ii tr-iar.li-ite.
Part varanHo.
44:219*312
8:5374672
52:757*011
RECIFE DRAINAGE.
Rendimcnto do dia 1 a 6 .
'dem do dia 9......
5:541*683
697*903
6:239*586
\(icias couimerciaes.
Circular de IF. H. Offensandl.
TRIESTE, 3 DE X0VEJIB80 DE 1873.
Pregos das farinhaa de Pest (Hungria) e de
Triest", por barrica, posto a borlo aquisem des-
pezas nem commissoes algumas para os comprado-
res,salvo o frele e seguro raaritimo.
(A minha correiagem e paga pelos vendedores, e
dou sempre facturas originaes).
0/1 C
Concordia....... Est. 52/3 51/1
0/1 A
Buda-Pest...... t 53/1 50 6
00/0
Victoria........ 53/
Arpad...........
Panonia..........
Louisa........
Elisabeth-----... t
Fabriskshof.....
Moinho de Trieste
Fontana.......,
Economo....... a
0 47/
0 47/
0/1 AAAA
CC
48/7
B
48/7
0/1
51/
0/1
51/
51/9
51/6
51/2
51/
SSSF
1
SS*F
E
46/
CCC
45/10
C
46 4
SSSF
41/
43/3
43/9
SSSF
43/
no
raos Mai'.hadn <6' ss>
spear masrvadtee l<<
dit,.. t ,!' brtr
i'
MriKi'eiro J. Ra-
in 750 kilos deas-
com f,210 i*
C 5 ditas com
52/ 49/
Na quinzena depois de minha ultima revista, as
vendas de qualidades linas forara regulares, e as
existencias taoreduzidas que os moinhos acharam
difficuldades na enlrega, ao que succedeu um aug-
mento nos precos. Hoje, porem, cessou a procu-
ra para o Brasil etc., e.os exportadores achariam
os moiahos mais inclinados a fazerem concess5es
nos precos, mais os primeiros parecem ser sup-
pridos.
0 que susteola os precos aos algarismos tao al-
tos, ainda e a espi^ln;a de ter em breve uma
boa procura para o interno. Aqui nesta pra;a nao
tenho alteracSes notaveis a registrar.
Os precos das farinhas de I'est posto a bordo
em Hamburgo, sahiara cerca de 3/6 a 4/ est.
(1*500) por barrica mais caro; isto e, porem,
quasi compensado pelos fretes que sao mais bara-
to de la de que d'ahi para o Brasil.
Fretes.0 frete mais alto que foi pago e o da
barca ingleza James Davidson, a 60/ e 5 % para
Pernambnco a ordem ; depois deste frelou se o
brigue tloll Ceres, a 55/ e 5 %, o lugre inglez Stag,
a 57/6 e 5 %, e o brigne austriaco Dakar a 57/6
e 60/ e 5 % todos tres para e mesmo destino. 0
brigne austriaco Polixena carregara por eonta do
armador.
Pelos vaporesvia de Liverpool-com conhe-
cimentos em direitura, embarca-se farinba para os
portos do norte a 6 V e 10 % c para Pemambuco
a 85/ e 10 / tudo por tonelada ingleza, o frete
devendo ser pago aqui, senao a primagem e de
20'/.-
As sahida destep orto para todo o Brasil em di-s
reitura, foram como segue:
No mez de Janeiro.,
fevereiro.
marco ..
abril....
maio....
jnnho ...
julho....
agosto...
setembro.
outubro..
c ((
< c
< a
a a 1
B c c
o * 1 c
c <
f a
c c
9,570
5,623
10,913
17,642
22,544
18,795
5,265
9,624
8,82i
10,590
barricas.
c

110,300
Sahiram deste porto : a 9 do outubro, lugre in-
glez Clachmacuddin, para Pernambnco a ordens,
com 2,900 barricis Economica; a .15, barca in-
gleza James Davidson, idem idem, com 500 bar
ricas Panonia, 500 Concordia, 400 Louisa, 400
Victoria, 624 Buda-Peste; a 29, brigue nollaudez
Ceres, com 750 barricas Concordia, 750 Panonia,
200 Economica, 391 Fontana.
Estao carregando: lugre inglez Stag, 2,500 bar
ricas diversas, brigues austriacos Bakar 2,800 di
versas e Polixena 1.800 Economica.
vOViMFNTO DO PORTO
Navios saltidos no dia 8.
Porto -Rarca portugueza S. Manoel II, capitao P. J.
Rosa, carga assucar ejoutros generos.
Rarcelona-Sumaca hespanhola Anita, capitao
Juan Cullell, carga algodao.
Navios entrados no dia 9.
Rio de Janeiro -6 dias, vapor francez Mendoza,
de 1949 toneladas, commandant? Benigne, equi-
pagem 96, carga varios generos "a Harismandy
St Labille.
Navios sahidos no mesmo dia.
Portos do norte=Vapor nacional Ceard, comman-
dante Alcoforado, carga varios generos.
Bordeaux ejportos inturmedios Vapor francez
Mendoza, commandants Benigne, carga a mesma
que trouxe dos porlos do sul.
Gusmao Coeiho, no lancaraenio do imposto do
2OO/0sobr3 diversos cslabelecimenlos da fre-
Suezia de S. Jose, no anno, corrente de 1873
874.
Marcuio Dias.
If. 114. Eusio & Conrado 360*000
If. 99. Antonio Jose da Costa Ca-
bral 300*000
N. 109. Joaquim Teixeira Bas-
lus 200*000
N. 135. Manoel Tljomaz Pereira
do Rego 6i0*00C
N. 141. Antonio Joiii Pereir da
Cunha 300*000
Coronet Suassuu-
N. 41. Braga & Samarco 1*600
N, 147. Manoel do Ponies Go-
mes $0*000
N. 178. Manoel Pereira de Car-
valho 499*920
N. 258 Joaquim Pereira d'Aie-
vedo Ramos 60*000
.. N. 296. Antonio Juse Vieira 2wi*O0O
Marquez do Herval.
N. 203. Pinto & Goncalves 240*000
N. 146. Antonio Jose Vieira 240*0X0
N. 141. Manoel Joaquim da Cos-
la Ramos 500*000
Trsivessa dos Martyrios.
N. 8. Sila i& Cunba 276*000
Travessa do Poucinho.
N. 7. Vicente Jose da silva li4*00O
Padre Nobrega.
N. 70. lose Marqnes de Oliveira 192*000
Yidal de Negreiros.
N. i. Antonio Pinto Lapa 30 $090
N. 16. Rodolpho Francisco Ne-
ves 3'Jjj>000
N. 3. Manoel dos SaDtos Moo-
teiro :i -OiOOO
N. 19. lose Dativo 3-50*000
N. 59. Jose Antonio Goncalves
Penua 500*000
N. 119. Manoel Antonio da Silva
Moreira :J0O*0CO
N. loo. Anlonio Felix Pereira v
Junior HJOiOOO
Rua do Diqne
N. 1 A. Antonio Jose de Castro 210*000
Domingos Theoloaio.
N. 49. Anlonio Moreira ReU 2i4*O0O
Travessa do Serigado.
N. 1. Manoel Jose Pacheco da"
Silveira I'^jUOOO
Rua do Fort >.
N. 19. Dominiios Candido Xa-
vier tK)*000
Nova de Santa Rita.
N. 11 A. Joaquim Pinhei'ro Ja-
come 500*000
N. 13. Paulo Jost Gomes 4:0*000
N. 15 Jose da Costa Bis'po 6(K)5 N. 55. Avila ft Irmao ilX)*0OO
Imperial.
N. 110. Joaquim Gomes Fertei*
ra de Sa Leilao. 300*000
N. 148. Severino Tavares d'Oli-
veira 132*000
N. 160. Francisco lose" de Car-
valho 192*000
N. 172. Manoel Antonio de Sa 192*000
N 220. Joao Rodrigues Lopes 240/.000
N. 254. Firmino de Farias Bar-
roso e Silva 120*000
N. 310. Firmino Antonio Rodri-
gues 123*000
N. 55 B. Joaquim J >se Dias Fer-
nanda m*ooo
N. 107. Manoel de Paula Cor-
reia 210*000
X. 1*7. Vasconcellos& Irmao 300*000
N. 133. Joao Martins da Silva
Viilela 180*000
N. 171. Jos6 Gomes da Costa 360*000
N. 2o5 A. AmbrosiO da Silva Ri-
beiro 200*000
Cabanga.
N. 66. Libanio 360*000
Alierai;oes verificadas pelo lanjaior Joaquim de
Gu-mao Coeiho, no lancameoto do imposto de
1050 0 fobre casa que vende kerosene a reta-
lho. da freguezia de S. Jose, no anno corrente de
1873-1874.
Marcilio D.s.
N. 139. Manoel Luii da Silva 10*000
Marquez do Herval.
N. 146 Antonio J*e Vieira 10*000
9I>ao'i. Pinl. ii O-intal^es lllSIOfl
Vidal de Negreiros.
N. 3. Manoel dos Santos Monleiro 10*000
. Rua do Dique.
N. 1 A. AntoBio Josd da Costa 10*000
Rua do Forte.
N. 19. Domingos Candido Xavier 10*000
Largo da Rjbeira.
N. 5. Joa4 Goncalves de' Sou-
za tleirao 10*000
N. H. Joaquim da Silva Carvalho 10*00)
. Joao.
N. 8. Manoel Augusto Ferreira
& C 10*000
N. 83. Antonio Pedrosa de Lima 10*000
Imperial.
N. lOi. Joao Cardoso Kabello 10*000
N. 160. Francisco Jo- v.d io |h 10*G00
N. 22 ). Joao Rolrignes Lopes 10*0()0
N. 55 B. Joaquim Jose Dias Fer-
nandes 10*000
N 81. Jos6 Gomes Adves 10*000
N. 255 A. Ambrosio da Silva
Uiliciro
1C*0,>0
ECiTAES,
Consulado provincial
Para sciencia d is cootribuintes dos impostos de
200/0 sobre esialwlt cimentos commerciaes, 10*
sobre casas que vende/ kerosene e 60 reis por li-
tro de aguardentn s i^ffeitos legaes, em seguida
Sublicam se a> ait i .-.des verificadas nolancam. nt i
us mesmfi=; uTente anno flnanceiri J
1873-187! ilooprazoas reclama
joes.f; ^^mutitera fazer osinteres-
e regulamenlos resj
i- pelo lancadbr Joaquim de
Alteraroes verificadas pelo lancador Joaquim de
Gusirao Coeiho, nn lan^amento do imposto do
6 i reis por litro de aguardente da freguezia de
S. Jose", no anno corrente de 1873 1874.
Marcilio Dias.
N. 106. Antonio Francisco d'Oli-
veiri 120*000
N. 139. Manoel Luiz da Silva 60*000
N. 141. Antonio Jose Pereira da
Cnnna 90*000
Lotnas Valentinat.
N. 78. Luiz Pereira Raposo 30*000
Goronel Suassuna.
N. 41. Rraga & Sumarco 48*000
N. 147. Mauoel de Fontes Go-
mes 6(1*000
X. 178. Manoel Pereira de Car-
valho 50*000
N. 258. Joaquim Pereira d'Aze-
vedo Ramos 90*000
Marquez do Herval.
N. 203. Piulo.A Gonjalves 48*000
N. 96. Abel da Hoc a I'ereira COiOOO
N. 146. Ant-mic J >se Vieira 9i*000
N. 152. Justino Pereira Ramos 54*-00
n. 141. Manoel Joaquim da Cos-
ta Ramos- 48OO0
Travessa dos Martyrios.
N. 8. Hlva & Cunha .000
Padre Nobrega.
N. 70. Jose Marqnes d'Oliveira 36*000
Vidal de Negreir
N. 30. Manoel Antonio Pego 725000
N. 32. .lenrique di Silva Moreira 72*060
N. 34. Francisco do- Santos Mo-
reira I 60*0(0
N. 86. Ttiomaz Jose de Oliveira
& C. y .48*000
N. 148. Joao da Silva Santos 3007"
N. 3. tfanoel d >s Santos Mon-
teiro 4S*0OJ
N. 23. Joaqujm Simoe. dos San-
tos 72*000
,N. 151 Antonio Felix Pereira Ju-
nior 48*000
Rua do Dique.
N. 1 A. Antcnio Jo.-o dc Castro 30*001
Domingos Theotonio.
N. 2. Anlonio Juse da Silva 48*000
N. 49. Antonio Moreira Reis 72*000
Ilia do Forte
N. lit. Domingo.; Candido $ 18*00J
Rua d" S mta Rita,
N. 1. Jose Antonio B.irbosa 72,1000
N-iva de Santa Rita.
N. 7. Antooki Tavares Ferreirr. 6<)|l000
N. 19 A. Jo-e A ilunjn Barbosa 42,1000
S. Josd.
N. 1. Antonio Jo.eVieira 36|O0O
Travessa do Peixoto.
N. 30- 0 mesmo 36000
Imperial.
N. 104. Jnao Car los I Rabello 31,1000
N. 1 4. Joao Adriaoo de Mello
Duira 48*003
V 16). Fraocisc i Joe de Car-
valho 36*030
N. 468. Anlr- *C. 3640
N. 212 Mui d"Amo-
rim e Siva
N. ii Jnao !-, i
X. 55 R
.-i ', i
1 WIIT1LMM I
ri
[ i
t


Diario do Pernambuco Quarta feira 10 do Dezembro de 1873.
24JOO0
54*000
4i*000
481000
24*000
24*0CO
60*000
60*000
60*000
18*000
601000
60*000
48*000
60*000
48*000
N. 81. Jose Gomes Alves
N. 107. Manoel de Paulaaon-
reia
N. 115. VascotKllos & Irmao
X. 127. Os mesmos
S. 163. Miguel Jose da Costa
N. 235 A. Ambrosio da Silva Ri-
beiro
Largo da Ribeira.
N. I. Antonio da Silva Junior
N. 3. Jose Ramos da Silva
If. 5. loiu (Joncalve de Souza
Beirao ,. .
S. 7. Joaquim Julio da Rocua
p.N. 9. Joaqm'in da Silva Carvallio
N. it Campos A Pimentel
N. 13. Magalbaes A 1'ereira
g?N. 21. Jose Luiz Goncalves Pen-
Mi
S. Joao.
N.83 Antonio Pedrosa dc Lima
JJ. 8. Manoel Augusto Ferreira
& C
Primeira seec-fio do consulado provincial, 3 "de
dezembro do 1873.
0 chefe,
Eduirdo Augusto d'Oliveira.
O Dr. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda,
juiz de direito especial do commercio nes-
ta eidade do Recife de Pernambuco, por
S. M. o Imperador, a quem Deus guarde,
etc.
Faco saber aos que o presente virem e
delle noticia tiverem, que por este juizo pen-
dem uns autos de execurAo de sentence en-
Ire partes Eduardo Turpim exequente, Ade-
mes & C. executado, e para pagamento da
raesma execucSo foi penhorada a quantia de
urn conto trezentos e um mil duzentos e
nove reis, existente em poder do preposto do
agente de leiloes Jose Maria Pestana, Joa-
quim Maximiano Pestana, producto de lei-
lio de moveis e utensilios do hote} da
rua do Trapiche, pertencente aos executa-
dos, e accusada a penhora em audiencia
pelo procurador do exequente, como se ve
do keguinte rpquerimento. Requerimento
em audiencia. Aos quatro de dezembro de
mil oitocentos e setenta e tres, nesta eidade
do Recife, em audiencia do doutor juiz de
direito especial do commercio, Sebastiao do
Rego Barros de Lacerda, pelo solicitador
Rodolpho Joao Barata de Almeida, procura-
vor do autor, foi accusada a penhora feita
aos executados em dinheiro, e requerido
que ficassem assignados os seis dias k penho-
ra e dez aos credores incertos, o que foi
deferido pelo juiz a pregao. Fxtrahi a
presente do protocollo das audiencias. Eu,
Ernesto Machado Freiro Pereira da Silva,
escrivao escrivi. E nada mais se continha
em dito requerimento de audiencia. Pelo
qual chamo, cito e hei por citados aos cre-
dores incertos do mesmo executado para
quedentro do referido prazo de seis dias
se apresentem noste juizo, requerendo o que
for a bem de scu direito.
E para que cbegue ao conhecimento de
todos, man dei passar o presente edital, que
serd affixado DOS lugares do costume e pu-
blicado pelosjornaes.
Dado e passado nesta eidade do Recife de
Pernambuco, aos 9 dias do mez de dezem-
bro de 1873.
Eu Ernesto Machado Freire Pereira da Sil-
va, escrivao, o subscrevi.
Sebastiao do Rego Barros de Lacerda.
ricano que sahe daquelle porto para 6. TJ-
maz a 5 de cada mez e dalli serao telegra-
phados ao seu destino, os precis para taes
telegrammas que agora podera ser pagos
adiantados ati ao seu destino, podem ser ob-
tidos, procurando-se nas respectivas estac;6es
telegraph icas.
Por accordo feito entre duascompanhias,
a linha da Platitio Brasileira Telegraph
Compan\|ser tr.ibalhaila por esta empreza, e
no complemento das iinhas, o quo so espera
dentro em poucos mezes uavera communi-
cacao telegraphica directa entra as principaes
cidades do Brasil, Montevideo,Bueuos-Ayres
ft costa do Pacifico.
Pernambuco, 6 de dezembro do t873.
Roberto M. Hyde,
Gerente do trafego.
Sociedade patriotica Doze
de Setembro
Exposicao agricola.
Sa- conviaados os membros da direccio desta
sociedade e os das commissdes nomeadas para dar
parecer sobre os productos a reunirem-se no edi-
flcio da exposicSo, afim de consiituirem o jury
que tern de julgar os prodactos e conferir pre-
mios domingo 17, as 10 boras da manhi.
Lamenha Lins,
!. secretario.
BCUR

A Gloiv
do Sup.-,
do Uni.\
Arch.1
.oj.-. Cnp.
.Vikto# da
oi'ilem.
Tendn-se de proeeder no dia 10 do corrente a
eleicao dos SSp.\ Grao-Mestre, e seu adjunto ccp
vido a todos os Rftesp.*. Hr." membros actives pa-
ra comparecerem no referido dia as 7 horas da
noite no nosso Aug.-. Temp.-, a rua do Barao da
Victoria.' Outro sim, previno aos mesmos RResp.-.
ITr.-. que por -justo motivo nao poderem compa
recer, mandarem snas listas em pranch.*. ao Resp.
Inn.'. Yen.-, o qual espera o Del cumprimento do
regulamento especial para a referida eleicao, do
que se deu sciencia a todos llr.-. em tempo.
Secret.', da Aug.-. Loj.\ Cap.'. Segredo e Amor
da Ordem, 1 de dezembro de 1873, era vulgar.
O secret.1.
- Joaquim M. Pestana.
Por ordem do Dr. juiz de direito da 1.* va-
ra civel desta eidade, tern de ser arrematados no
dia 12 do corrente, depois da audiencia, diversos
objectos de padaria, maceira, tendeira, relogio,
bakao, caixilio, panacum, suadeiras, e outros :
os quaes se acham penhoradoa por Antonio Joa-
3uim Salgado : quem os pretender dirija-se a rua
e Vidal de Negreiros n 29, onde existem ditos
objectos, a arreinatacao sera feita na sala das au-
dienciencias.
rino dc Oliveira Coragem, e a tista das provas es-
cripta.', e oraes que apresentaram os alumnos fo-
ram approvados com distinccao nas materias de
primeiro e segnndo gr4j Marcos Jose da Silva Ju-
nior y Redolpbo Jo!>e; dai: Silva, e approvado
simplesmente, nas materias do primeiro grao e
pane do segundo Symphronio Fernandes Santos,
deixando de compareccr Jacinlho Pinto de Mei-
reiles.
Delegacia litleraria de Santo Amaro das Sali-
nas, 11 de dezembro de 1873.
0 delegado liiterario,
Francisco Paclieco Soartf.
[ GEfl-
SANTA CASA DA MISER1CORD1A DO
RECIFE. .
A Illma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer pnblico que
oa sala de suas sessoes, no dia 11 de dezembro
pelas 3 boras da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tr=s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIV1ENTOS DE CARIDADE
Rua de Hortas
Loja do sobrado n. 41.....306*000
Rua da ViracSo
Casa teorea n. 7 (fechaia) 312*000
Travessa de S. Jose.
Casaterrean. II........ 201*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechada) .... 1:000*090
Rua da Guia
Casa terrea n. 23.
200,5000
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98.......241*000
Casa tereea n. 99 (feehada) .... 331*000
Idem n. 100......... 241*000
Idem n. 102........241*000
Idem n. 108........207*000
Rua do Rosario da Boa Vista
Case terrea n. 38.......243*000
Os pretendentes deverio apresentar no acto da
arrematacao as suas fiancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos (iadores, deyendo
pagar alem da renda, o premio da quantia ere
que for seguro o predio que contiver estabclcci
mento commercial, assim como o service da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Secretana da santa casa da mi?ricordia do Re
cife, 3 de novembro de 1873.
O escrivao
Pedro Rodiigiies de Sou:a.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A jun;a administrativa da Santa Casa de Mise
ricoruia do Recife, mpetentemente autorisada
pela presidoncia, em data de 3 de setembro do
anno proximo findo, e de conformidade com o que
disp5e o 9.* art. 52 do seu com romisso. per-
muta Dor apolices da divida publica a fazenda de
criar gados que possue o palrimonio dos esta-
rjelecimentos de caridade a seu cargo ilenomina-
da Carnauba sita no termo de Flores desta
provincia, com terrenos para criar e plantar, e
cam algum gado cavallar e vaccum.
Recebe para isto propostas nesta secretaria ate
o dia 10 de dezembro do correDte anno.'
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
eife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
Western and Brazilian Tele-
graph Company Limited.
0 vapor Hooper, agora ancorado neste
porto, vai immergir a segunda sec^ao do
eabo que ha de ligar Pernambuco & Bahia e
Rio de Janeiro, e espera-se que a commu-
rjicae,ao por toda a extensao do cabo, desde
o Rio da Janeiro ao Para" serd abcrta ao
publico no proximo mez de Janeiro.
As taxas pelo> telegrammas expedidos de
Pernambuco serSo as seguintes ;
Para o Para*..........19S000 cada palavra
a Bahia.........1*000
o Rio de Janeiro.. 1-0500
Os nomes e o endereco dos destinatarios
e remettentes serfio incluidos no numero das
palavras a pagar.
Telegrammas para lugares dentro do pe-
rimetro d'um kilometro da estagao tele-
graphica serSo entregues livres de despezas,
mas os que exctdorem psgarao 500 rs. por
cada kilometro ou fraccao.
Quando qualquer telegramma forentregue
por meios especiaes, a despeza feita correrd
por conta do recebedor.
A somma de 200 rs. serd cobrada para
portes do correio nos telegrammas destina-
dos aos portos do Brasil e a de 500 rs. na-
quelles destinadoS ao estrangeiro.
0 remeuente do telegramma tem a esco-
Iha de pagar a resposta que desejar seja
dada pelo seu oorrespondente, se este quizer
que a resposla s5 conste de 10 palavras, as
palavras fresposla paga) serSo inseridas no
telegramma e cobradas, mas se elle desejar
que conste de raaior ou menor numero, entao
o numero de palavras sera" declarado em se-
guida is pafivras resposta paga, porexem-
plo : resposta paga, quatro palavras e estas
serao igualmente cobradas; se o remeltente
para maior seguran^a quizer que o seu tele-
gramma seja ropetido o poderi faze", pagan-
do a metadedo custo do mesmo.
Estao feitos aicordos em virtude dos quaes
podera expedir-se telegrammas para todasas
partes do jnundo: dqPard pelo vapor ame-
0 a lministrador da recebedoria de ren-
das internas geral faz publico que, em vi'rta-
dedadisposicaodo art. 12 eda ultimi parta
do art. 22 da lei do orcamento vigente n.
2,348 de 25 de agosto ultimo, a multa de
que trata o art. 30 .la lei n. 1,507 de 26 de
sctcinbro do 1867, quo 6 de 6 /0 & que es-
tao sujeitos os seguintes impostos, a saber:
decima addicional, imposto pessoal, dito
sobro industrias e proGssoes e taxa de es-
cravos, sera elevada a 10 % ^o dia 21 do
corrente em diante, pelo que previne a to
dos os contribuintes dos referidos impostos,
relativos aoexercicio de 1872 a 1873, em
liquidaQdo, que s5aiente ate ao dia 20 des-
te mez e que podern e devem realisnr o pa
gamento ou cm mdq dos cobradores ou nes-
ta recebedoria, certos de que se nao fizerem
ate ao referido dia 20, serSo 'obrigados a
pagar judiciahnente os supraditos impostos
com a multa de 10 /0.
Recebedoria de Pernambuco, i de dezem-
bro de 1873.
Manoel CarneirO de Souza Lacerda.
Perante o Dr. juiz substitute- da 2" vara
civel desta eidade, depois da audiencia de 10 do
corrente, serao arrematados os vasos, objectos,
dregas e armacao da pharmacia de Saraiva & C,
sita a rua de Marsiiio Dias n. 118, conforme o
edital em poder do porteiro das audiencia?, a re-
querimento do D. Abbade do Mosteiro de S. Ben-
to da eidade de Olinda. As pessoas que pretende-
rem os objectos precitados, eniendara-se com o
depositario Vicente Silva.____________________
-~ 0 ad atnistrador da recebedoria de rendas
internas geraes faz scieute aos contribuintes da
decima aadicional, que e no correute mez de de-
zembro que tem de ser pago, sem multa, o pri-
meiro semestre do esercicio de 1873-71, e com a
multa de 6 OjO depois do referido mez.
Recebedoria de Pernambuco, 3 de dezembro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
INST TUTO ARCH
GMPHICO PEL_______ f.
Havera" sessao ordinana quinta-fetra, 11
do corrente dezembro, pelas 11 horas da ma-
nha.
ORDEM DO DIA.
1.' Pareceres e mais trabalhos de commis-
sdes.
2.' Palestra litteraria.
Secretaria do Instituto, 9 de dezembro
de 1873.
J. SOARES D'AZEVEDO,
Secretario perpetuo.______
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
E Beberibe.
Esta companhia contrata com quem por
menos o fizer, a collocac^o de 40 & 50 pos-
tes, de madeira de qualidade, como seja :
embiriba preta, sapucaia ,etc, para fio tele-
graph ico da estacAo da Aurora a Encruzi-
lhada, com 25 a 30 palmos de altura e 5
pollegadas de grossura. Com a respectiva
gerencia se entenderfio os proponentes.
De ordem do presidente d'assemblea geral
da mencionada companhia, faz-se sciente aos
accionistas, que, e i.a mesma conformidade
do art. 11 dos estatutos, visto proceder-se
em continua^ao da sessao adiada, no dia 10
do corrente mez, pelas 4 horas da tarde, no
lugar do costume, proseguird a assemblea
geral nos trabalhos adiados da sessfto ordi-
naria, que fdra convocada para o dia 31 de
outubro proximo passado.
Recife, 1 de dezembro de 1873.
0 secretario,
Luiz Lopes Castello Branco.
Alem dos trens da'tabella em vigor, have-
ra" nos sabbados, ds 9 1/2 horas da noite,
trem para Beberibe, tocando em todos os
pontos.
0 gerente,
Laurentino Jose de Miranda.
Preparem-se para admirar!
0 bomobello e o
extraordinario.
Rua da Imperatriz n. 15.
Akrlura no dia .5.
AVISOS MARITIMOS.
COMPANHIA .PERNAM.BUCANA
DE
\i"veacao castelra a vapor.
RIOFORMOSO ETAMANDARE.
0 vapor Parnhyba,
couimandante Olivei-
ra,seguira para os por-
tos acima no dia 16 do
corrente, as 9 horas
da noite.
Recebe carga, cacommendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Para Lisboa
seguira brevemente a barca poitugueza Gratidao ,
para carga e passageiros trata se zom E. R. Ra
bello C, rua do commercio n. 48.
COHlM^niV BRASILEIRA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do sul.
ao raspeiUvel publico, cam espocialiaade ao corpo
eonwnrdal desta praca, que acaba de ser nomea-
do agente de leiloes, em cujo exercicio, promette,
se esforcara para bem merecer a confianca de to-
das aquellas pessoas que se dignarem honra-lo,
encarregando-lhe de negcoios tenJenles a sua
proBssao.
Desde ja o abaixo assignado antecipa 03 seas
agradecimentos para com aquelles que o procara-
rem : o que pooerao faer dirigindo-se a rua do
Marquez de Olinda n. 37, !. andar.
Recife, 7 de novembro de 1873
Joaquim Dias dos Sat s. ___
s
loja de fazendas sila a" rua da Imperatriz n.
48, pertencente a massa fallida de Paulo
Fernandes de.Melloduimaraes.
Quinta-feira 11 do corrente
as 11 horas da man ha
0 agente Pinho Borges levara no.amentea leilao,
pur mandado do Illm. Sr. Dr.jniz especial do com-
mercio, a armacao envidracada e euvernisada, cs-
pelhos, fazendas, roupa feita, calcas, colletes, pali-
tots, ceroulas, camisas, etc.
Oe pretendentes poderao desde ja examinar o
balanco, e qualquer esclareciraento com o agente;
no seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 53, pri-
meiro andar.
LEILAO
Philolimia.
Esta sociedade convid;i a seas associados para
assistirem a sessao exlraordinaria que oelefcra
Juarta-feira 10 do corrente, as 6 Iff horas da tar-
e, afim de elegerem-fe as dignidades da ordem,
de coBformidade com as disposicoes do decreto de
2" de setembro deste anno. E' permittldo aos se-
nhores socios que nao poderem assistir a sessao,
enviarem suas rtiapasem carta fecbada ao presi-
dente da u.esma st riedade, explicando todavia'os
moiivos por que dcixain de comparecer.
Socreiaria da scciedadc. Philotimia, 3 de dezem-
bro de 1873.
0 secretario
Boaveatura Rodrigues de Amoriro.
Precisa se de uma escravi para coxinnar
e comprar : na rua Primeiro de Marco n. S3
loja.___________________________________
Aos senhores negociantes.
Cnntiniia-se a fornecer comedoms para fcra
por precos commodos ; algum senhor negoeianle
que tenha de retirar snas farnilias para ir passar
a festa e quizerem deixar os seus caixeiros bem
servidos, quanto ao fornecimento de eomida, diri-
ja-se a rua estreita do Rosario n. 35, primeiro an-
dar.____________________
JORKAES DA EIROPA
ANSIG^AII It IN PARA 1894
Acham-se ahertas conforme o respectivo
catalogo
LIYRARIA FRANCEZA.
DE
PARA'
0 vapor nacional Para, esperado dos portos do
norte ate o dia 11 do corrente, seguira para os do
sul, depois da demora do costume.
Para carga, encommendas, va lores, passageiros
e mais informacoes, dirijam-se a rua do Vigario
a. 7, escriptorio da agencia
Pereira Vianna A C.
Agentes.
Sexta-feira IS do corrente.
Na rua do Yi.-conde de Albuquerque n. 17, antiga
rua da Matriz.
0 agente Martins fara leilao, por conta e risco
de quem pertencer, de uma mobilia de jacaranda,
a Luiz XV, com tampo de pedra, 2 cadeiras de
balanco, 1 mesa elaslica de mogno, 4 qnadros com
molduras e gravuras Unas, 1 castical de crystal
com 5 luzes e porta bouquet, 1 columna de mog-
no, 1 marqueza de amarelle, cadeiras de jacaran-
da para sala de janiar, 1 mesa defaia com pedra.
1 binoculo de mat dm, garrafas finas. galheteir, e
muilos outros objectos que serSo vistos no dia.do
leilao e se acham muito bem cconservados.
As 11 horas do dia acima, na rua doVisconde
de Albuquerque n. 17.
-T T-a'- ..>lwea^^JP*T- Tirtupf fi^M !!)! I f.'J
COJiSLLAOO PROVINCIAL.
Pela adrninistracSo do consulado provincial faz-
se publico aos respectivos contribuintes, que do
1 de dezembro vindouro comeca a correr o prazo
dos 30 dias uteis, marcado no art. 21 do regnla-
mento de 16 de abril de 1842, para a cobranga do
primeiro semestre dos impostos da decima urba-
na e 5 0|0 sobre a renda aos bens de ralz perten-
eentes as corporacoes de mao morta, no corrente
exercicio de 1873 a 1874, incorrendo na multa de
8 0[0 aquelles dos contribuintes que nao os satis-
fizerem neste prazo
Cansulado provincial de Pernambuco, 28 de
novembro. de 1873.
0 administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
Pela mesa do consulado provincial
se faz publico que foi prorogado por mais
30 dia;, de conformidade com a portaria do
Illm. Sr. inspector da thesourarta provincial,
de boje datada, o prazo marcado para o
recebimento, independente da multa, da
contribuicao indemnisadora dos apparelhos,
o servico dos mesmos, pertencentes a com-
panhia Drainage, correspoadente ao ultimo
semestre de 1872.
Consulado provincial, 1." de dezembro
de 1873.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.
CONSULADO PROVINCIAL
Pela mesa do consulado provincial se avisa aos
devedores da contribuicao indemnisadora dos ap-
parelhos e servico dos mesmos relativo ao pri
meiro semestre de 1872, pertencentes a compa-
nhia Drainage, qne a arrecadacao proveniente
dos referidos debitos ja liquldados com a multa
de 9 0(0: centinda a ser cobrada nesta reparticao
com o prazo de 60 dias, segando determinou o
Illm. Sr. inspector da thesouraria por portaria" de
haje datada.
Consulado provincial, 1 de dezembro de 1873.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.
SANTO ANTONIO.
Quarta-feira 10 de dezembro
Grande concerto vocal e instrumental, com e
valioso conLurso do distincto maestro pianista M.
R. Poppe, no qual estream os artistas, Joaquim
Francisco Vieira, cantor da opera italiana e Geor-
ges Ciceri, primeiro comico excentrico do El-Do
rado de Paris.
Prograiuuia.
1." PA RTF..
Madame Badouillet en sioree grande scena
excentrica cxecutada com danca ; compost^
por Mr. Ciceri, musica de Lecog. #
Grande aria da opera Atlila cantada a camc-
ter pelo Sr. Vieira.
Oh I... Pauvres Hommes, scena da vida do
grande mundo, cantada por Mr. Ciceri, musica
de Offembach.
L'amor Kunesto. lindo romance de Donizetta,
concertante com clarineta e orchestra, cantado
pelo Sr. Vieira.
2.a PARTE.
L'ENFLAMME ? t / scena comica militar, com
lambor, cantada em Paris por Mr. Ciceri, mu-
sica de Villebichot. "
Pbantasia para piano por Mr. Poppe.
Grande aria dramatica da opera -Maria de
Rohan, cantada em costume pelo Sr. Vieira.
Le Vieux Professeur I Grande successo
i.
parislense) scena de imitacao, composta e erea-
da por Mr. Ciceri no thealro do El-Dorado de
por
Paris, musica de Offembach.
Principiara as 8
PRECOS.
1 clas.se*
Cadeiras de
Geraes
I.
horas.
3*000
MOO")
AS IMCIIS AMITTIDAS
NA
E
Procedeu-se hontem os exames dos alumnos
da escola publica de Santo Amaro das Salinas, re- auriculares dos respectivos concurrentea, executan-
gida pelo professor o Sr. Manoel Roberto de Car-
vajho Guimaraes, e 90b a presidencia do respecti-
vo delegado litterario o tenente Francisco Paeheco
Soares, sendo oxaminadores sores
Benjamin Ernesto Pereira da ? ro Cy-
DE
Vienna d'Austria.
0 proprietario desta importante colleccao de Fi-
guras de Cera, o mais perfeito trabalho deste ge-
nero que tem apoarecido na America, verdadei-
ro primor d'arle, ja pela porfeicio dos contornos
e naturalidade das posicoes, como pela expressao
que relatuamente apresenta ; sem outra recom-
mendagao, que nao seja a veracidade do qne dito
fica, tem a honra dc participar ao muito apre-
ciador publico desta Flor da America, que muito
breve pora em exposicao as mais importantes de
suas figuras.
Para as vesperas e dias da solemnisada festa
de Natal, tem elle eonseguido rennir as mai hel-
las preduccoes da arte ceramica, e que bastante
concurrencia devem ter nestes dias, por constitui-
rem um quadro completamente analogo e muito
novo entre nos. E' elle composto de 9 figuras e
representa o nascimento do Messias.
A Santissima Virgem,
Seu amado Filho,
S. Jose e Santa Isabel,
S. Joao Baptista,
Um pastor,
e>os tres Reis Magos -compoera o qua*
dro.
Expora tambem um grupa representando o nas-
cimento sendo as de Caim, figuras de cera ma-
cica.
Tem alem diste o primeiro homem do mundo,
Adao, perfeitamente semelhante ao Adao, que
nos pinta a historia. Eva com todos os attrat: vos
que deveria ter a primeira mulher, imponente
nor sua belleza, o seduz a comer da fructa pro-
hlbida ; seduccao que castoa bem cara a huma-
nidade I
Apresenta Adao, sentado n'um rochedo. pedin-
do a Deus proteccao para Caim, sea primeiro filho,
emquatito Eva, descancada do parto, ora e o
contemplava amorosamente.
Um trabalho especial em mecanica consutindo
n'um clown fazendo no trapezio os mais difficeis
equilibiios, bem como um zoavo, fumaudo, asso-
viando, tocando e conversando com o publico,
serao tambem postos em exposicao.
Um magnitico orgao realejo fara as delicias
do as melodiosas ouverturas do Guilherme Tell,
Diamantes da Corda, Stabat Mater, Noel, Domind-
noir o varias outras pecas de escolhidos maeslrus.
Brevemente annnnciara o dia da abertura e
umdetilbado programma.
Kio de Janeiro
0 patacho portuguez Rival segue para o Rio de
Janeiro por ter ja parte do sea carregamento en-
gajado, e para o resto da carga devem os preten-
dentes entender se com Silva 4 Cascao, escripto-
rio aniado&Iarq^iezdeOlinda^^
COMPANHIA PERNAMBCCANA
DE
\avcgacilo costeira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe, com-
mandantc Santos, seguira para
o porto acima no dia 12 dc
corrente, as 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiro a
frete ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escriptorio no' Forte do Matto? n. 12.________
Lisboa e Porto
Segue viagem muito breve a galera portugueza
Ltsboa, por ja se achar com quasi todo o ceu car-
regamento tratado- Para a pouca cargc que lhe
falta e passageiros, aos quaes offerece muito bom
commodo : trata-se com Tito Livio Soares, rua
do Vigario n. 17._________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avpgacito costelra a vapor.
MACEI6, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU*.
0 vapor Mandahu,
comma ndante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia l'i
do corrente, as 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at6 0 dia 12 do corrente, encom-
mendas ate 0 dia 13, passagens e dinheiro a frete
ate as 2 horas da tarde do dia da sahida : es-
criptorio'm Forte do Matt03 n. 12J________^
LEILAO
.COMPANHIA PEHNAMBLCANA
DE
\avegacao costeira a vapor,
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACX-
TV, CFARA, MANDAHU, ACARACU*. E GRANJA.
0 vapor Pirapama,
commandante Silva,
seguira para os por-
tos acima no dia 15
do corrente, as 6
horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 12 do corrente, encom-
mendas ate 0 dia 13, passageiros e dinheiro a fre-
te at6 as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escriptorio no Forte do Mattos n. 12._________
Pacific Steam Navigation Company
Linha qulnzenal
0 PAQUETE
espera-se aqui da Europa ate 0 dia in de dezembro,
e depots da demora do costume seguira para 0 snl
do imperio, Rio da Praia e costa do Pacifico, para
onde recebera passageiros, encommendas e dinhei-
ro a J frete.
OS AGEiNTES
Wilson Rowe A C.
14 RUA DO COMMERCIO14
L1SB0 \
Para 0 referido porto pretendeseguir com a pos-
sivei brevidadeo brigue portuguez D. Anna, por
ter ja alguma carga engajada ; e para a qne the
alta, que recebe a frete commodo, trata-se com
os consignatanos Joaquim Jose Goncalves Beltrao
& Filho, a rua do Commercio n. 5.
Para Lisboa
segaira com brevidade 0 brigue portuguez Bella
Ftguetrense; para carga e passageiros trata-se
oiemE. R. Rabeilo 4 C, rua do Commercio nu-
mo.i 46.
Ligeiro 111
Para 0 Rio de Janeiro pretende seguir com a
possivel brevidade 0 brigue Ligeiro HI, de 1*
classe, por ter parte da carga engajada, e para a
qne Ibe falta, trata- se com os consignatarios Joa-
quim Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua do
Commercio 11. 5.
0
Aracaty
com escalas por Macao sahe nestes dias 0 novo e
superior palhabste nacional Leonillo da Cruz, ca-
pital e pratico Manoel Caetano da Costa tem
parte de sea caregamento prompto ; para 0 resto
trata-se com 0 consignatario Antonio Alberto de
Souza Aguiar, a rua do Amorim o. 60, on com 0
capitao a bordo d> mesmo palhabote fundeado
confronte ao trapiche da companhia.
LEILOES.
Agencia de leiloes.
MJA DO MARQUEZ DE OLINDA N. 37, 1' ANDAR.
0 abaixo assignado tem : honra de scientiflcar
DE
moveis, 3 pianos novos, armacoes, mesas, cartei-
ras e soalho do armazem da rua do Bom Jesus
n. 20.
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
0 agente Pinho Borges vendera em leilao, 3 ri-
cos pianos, novos, ainda encaixotados e d'um dos
melhores fabricantes, 1 mobilia de jacaranda com-
plete, nova e de gosto, espelhos, jarros, redomas
com flores, escarradeiras, mesas, cadeiras avul-
sas, aparadores, quartinheiras, camas para casal
e outros moveis, 1 cofre de ftrro Irancez, 1 balan-
ca com conchas e terno de pesos, 43 latas de pei-
xes, 12 ditas de doce em calda, armacio de lou-
ro, mosas e soalho, no armazem da rua do Rom
Jesus n. 20.
AVISOS DVFBSOS
Precisa-se de uma ama
que engomme e faca outros
servicos domesticos, em casa
de pequena familia: na rua
d-^Oapibaribe numero 40.
- Aluga-se em Beberibe de Baixo, rua de"tSan-
to Antonio, uma excellenie casa, acabada de novo
e com commodos para familia : na rua do Impe-
rador n. 9 se dira quem aluga.
Alleiiciiii.
Arrenda-se o silio denominado llortinha, junto
ao Seminario de Olinda, do lado do norte, com
excellentes (.rvores de fructos de differentes qua-
lidades e poeo dc muilo boa agua de beber : a
tratar no mesmo, das duas horas da tarde em
diante.________________________________
Sociedade Monte -Pio Santo
Amaro.
Tendo-se convidado, pela quarta vez os 5/f. -; i
cios para se reunirem cm assemblea geral e nao
comparecendo numero legal, deliberou o Sr. pre-
sidente que de novo se convidasse os Srs. socios
para comparecerem sexia-feira 12 do corrente, as
7 horas da noite na sede desta rociedade, ficando
scientes os Srs. socios que a sessao tera lugar com
o numero de socios presentes.
Precisa-se de um feilor que entenda de plan-
tacues e tratar de llores para um sitio em Sant'-
Anna : trata-se na rua do Praia n. 28.
Criado
Precisa-se de um criado para casa de familia :
na thesouraria das loterias._________________
Aiuga-se a casa n. 77 a rua do S. Joio,
assim como em Santa Rita-nova o fundo da casa
n 25 a rua de Santa Rita ; a tratar na loja n. 44
a rua Duque de Caxias, ou no 2* andar da ca&a
n. 41 a rua do Rangel.
Offerecese um homem cem sua mulher,
esta para ensinar primeiras lettras, grammatica
portugueza, inglez, principios de piano,- de deze-
nho, cortar e fazei toda a qualidade de vestidos,
bordar de tapecaria, de branco e crochet, etc. etc.;
o homem tambem pode ensinar primeiras lettras,
escreve bem e entende de escriptura^ao commer-
cial, serve para um bom caixeiro de engenho ou
administrador, e snjeita-se a outro qualquer ser
vico; sao portuguezes, e por terem dous filhos,
um de 3 annoj e outro de 5, se nae houver quem
queira marido e mulher, tambem se separam, indo
os filhos na companhia da mai : quem pretender,
dirija-se a rua do Imperado.-, armazem de trastes
namerol48.
Mil
111
0 abaixo assignado faz pnblico e com especia-
lidade ao respeitavel corpo do commercio que
nesta data compron a taverna sita a rua de D.
Maria Cesar n. 6, ao Sr. Antonio Jose Bias Pi-
nheiro, ficando unicamente a seu cargo uma con-
ta da quantia de 230j000, e por nada mais
se responsabiiiso.
Recife, 6 de dezembro de 1873.
Manoel Gomes Biaga.
Ao fiscal do Recife.
Pergnnta-se ao Sr. Correia porqne razio eon
sente uma das tavernas do largo do Forte do
Mattos, vender pela porta da escada a quem
qner, nos dias santificados e conservando jogo de
vispora com uma formidavel roda.
Um espectador.
Casa na Boa-Viagem.
Aluga-se ou vende-se ama naquelle Jarrabaide,
send(> a primeira do lado diroilo, indo da estacao ;
tem 6 quartos, 4 salas, co inna fora, muito fresca
e com sitio arborisado : na rua do Sebo, hoje Ba-
rao de S. Borja n. 54, se dira quem aluga.
I recisa-se
de um moco qne tenha muita prajlca de senir a
mesa nos hoteis : a tratar no hotei de Bordeaux.
Ainda esta por se alag.tr am sitio na Torre,
com excellente casa de moradia para grande fa-
milia, quuartos fora para escravos s e magninca
agua de beber: trata se na rua es,treita do Rosa-
rio sobrado n. 10 terceirn andar.
Precisa-se peum
rca da Guia n. 5v
raestre de masseira na
NOVAS PUBLICACDES MUSICAES.
A. J.d'AzcvcdoKiia\ova n. 11
Acabam de publicar-se, e acham-se &
venda as seguintes musicas :
PIANO SO'.
Danseespaniiola, porAscher 23J00O
Arabella, mazvrka, por G. Wer-
theimer 1JJ500
Valsado Favsto, por Crojzes 15J000
Sonho de oia virgem, por Alber- -
tazzi 19000
Anna la Prie, cavatina 19000
AoClair de la Lcne, por Bussmeyer 19500
ESTRELLA DO NORTE l?]^ ^^ mQ(>
SaudacjAo ao Bahia (
Cricket, por Seixas, offerecida aos
cbrickets club pernambucano e
bahiano 19000
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz 29000
Non m'amAva, romance por Guercia 19000
Tambem reeebeu da Europa grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, melhodos, etc. etc.
Escravos fugidos
Felippa, negra. cabra, ja idosa, cozinheira, alta
e secca, foi escrava da viuva do fallecido Jacin-
lho Botelho, tem um filho escravo do Sr. Jose
Antao de Souza Magalhaes, que andava fugido,
e que veio seduzir a mai para acompanha-lo ,
esta ansente des le o dia 6 do corrente.
Roga-se a policia e capitaes de campo a cap-
tura das mesmas escravas qne sao do engenho
Sapucaia de Beheribe._____________________
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome Jose Borges. mestre de assucar,
tendo os siguaes seguintes: cabra, idade 30 annos
pouco mais ou menos, boa fignra, um tanto gross
e espadaUdo, sendo o signal mais visivel uma
gomma na junta do peesquerdo : roga-se a todas
as autoridades e capitaes de campo queiram ap-
prehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praja a Oliveira Filhos & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19 que serao generosamenie
recompensados.
Recife, 19 de novembro do 1873.
Escravo lugido.
100^000 de gratificacao
Desappareceu de novo, de bordo da barca bra-
jileira S. Jose, o escravo Joa(|uim, preto de na-
ao, o qual anda bem vestido e calcade, deixan-
lo crcscer os cabelios a modo de mcia cabelleira.
Esse escravo pertenceu ao fallecido Dr. Olym-
Marcellino da Silva, que o havia comprado na
Provincia de Mioas (em S. Joao d"EI rei ou Ooro-
reto), e com elle seguio para o Rio de Janeiro e
d'alli para esta provincia, donde foi para Maceio,
tendo o vendido alii a Justino Epaminondas Ne-
ves, a quem o compraram os abaixo essignados.
Sabe cozinhar, occupagao a que estava dedicado,
e conheee se pelt falla que e afneano.
Offerecese a gratificacao acima a quem o ap-
prehender e roga-se a todas as autoridades a sua
captnra.
Recife, 6 de oututro de 1873
___________Jose da Silva Loyo & Filho.
Carros de luxo.
inqaestionavel que a cocheira da rua do Bom
Jesus n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, e a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etique-i, bailcs e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelhas de animaes, arreios luxnosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo scientili-
.ar-se da verdade do que deixamos dito, certos de
que nao encontrarSo pomada, e sim realidade e
cemmodos precos.
DESCOBERTAS MEDICIXAES
TEI.0 BACHAREL
$ Manoel de Siqueira #
ff) Cavaloanti.
1* o Preservative da err-
sipela : para curar com certeza, e
em pouee tempo, qualquer ataque de
erysipela, e prevenir o sea reappare
cimento.
Este medicameotc tambem e muito
poderoso para o rheumatismo.
' o Re^ulailor da raens-
trua^ao : para falta, irregularida-
de, suppressao repealina dameostrua-
cao, e dos lochios, assim como para
todo os soffrimentos devidos aquellas
affeccdes. Ambos ostes medicamentos
f) ja sao jnuito conceii uados, e procura-
dos nesta provincia, e na do Rio de
Janeiro.
Acham-se a venda somente em casa
do autor, das 9 horas do dia as 3 da
tarde, e a qualquer bora em casos ur-
gentes.
GRATIS AOS POBRES
Rua da ImperatriJ n. 14,1* andar.

mm
%
Bernardo Gomes de Sonza e Germano Mar-
tins Pedra agradecem cordialmente a irmandade e
a todas as pessoas que acompanharam ao cemite-
rio os restos mortaes de sua afilhada e irmi Ma-
ria Martha Pedra, e de novo convidam a todos
Sara assistirem a mis>a Jo setimo dia que man-
am celebrar terca-feira 9 do corrente, no conven-
to da Gloria as quatro horas da manha : desde
ja se confossam eternamente gratos por este acto
de religiao e caridade.__________________^^
SOBRADO PA1.U ALUGAR.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ma
do Marqaez ao Herval u. 31, com muito bons
commodos para familia : \ tratar na rua do Mar-
raez de Olinda n. 52,
I
[ Mimuoe


FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM H. 52
- (Passando o chafariz)
PEDEM AOS aenhorea de engenho e oalros agricoliores, e empregadjrea de m
>Bini8mo o favor de oma mitt a sea ealabelecimento, para verem o iiovo tortimento
ajoaplet qoe abi tern; sendo todo superior em qoalidade e (orlidio; o que com a ins
otccfo pess aL pode-se verificar.
FSFECIALATTENgAOAONUMEROE LUGAR DE SUA FUNDICAO
apuro^ O ruuaa U agua manboa convenientea para aa diversas
orcamiitaQcias doa aeoborea proprietaries e para descarocar algodao.
MoenclaS dfi C&lllia de.lodo8 tamanhos, asjmelbores qoe aqai
Rodas dentadas p S2; '**
Taizas ie ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiquea e fdndos de alambiques.
KTOalVli niimna P*"1 maudioca e algodao, I Podendo todoa
auuulUioiUU9 e paraaerrarmadeira. Tser movidos a mlo
Rnmhaa lPr 1*0, vapor'
uumuas de paleoie, garantidas........ |oa aniifiaes.
Todaa as machinas w*!""'"*"^-
Paa qualquer concerto de Uflto0' p*0 Mi^
Forfflfl 8 dfi ffirro tem aa malL,orea e mai* baratas ententes ao mer-
ffnnrmmfln^Qfl Incambe-ae de mandar vir qaalqaer machinismo a von-
^XXUvlIUlUlDIlUaB* U(je dog dientei, lembrando-lhea a vaotagem de fazerem
'Uii compraa por intermedio de pesaoa entendida, e qoe em qaalqaer aecesstdade p6de
t!e pre?tsr aoxilio.
Aradot americanos e in,t^^IneDl0 'ricolas-
RUA DO BRUM N. 52
O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
5
4' rua do Bar&o do Triumpho (run do Bruin) ns. 400 a 104
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modemas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
VapOreS de for$a de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
IUai(16iraS de sobresalente para vapores.
JlOGIlQaS llltGiraS e meias moendas, obra como ;iunca aqui veio.
laixas I linudaS e batidas, dos melhores fabricantes.
ItOdaS U aglia com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
ivOaaS dentaaaS de todos os tamanhos e qualidades.
RelogioS e apitOS para vapores.
-OODlDaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
JS OrDiaS para aSSUCar grandes e pequenas.
OonoertOS concertara com promptidSo qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
SnCOmniendaS mandam v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se corresRondem com uma respeitavel casa de Londresjj
com um dos melhores engenheiros-de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentaf),
r itas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Bram) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
ifc i. all A A A i i at at ill n
+A
HOCt.. phsnoarrutlco, *.r. de t afctlgHooe, Paris, nnleo proprletarlo epreparatory
BffiHB
DE
PEPSINA
DE
HOGG
1 Pllulas alimentosas de Hogg coin pepsina aciduia, prupriaa para molestias
gastricas dyspepticas, etc., e cos casus de digestao dlfficil on impossivcl.
2o Pllulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzldo pelo hydrogeneo,
para mclestias chronicas e as doencas que das mesmas resaltSo (escorrimentoe, flaxos-brancoa,
mcnetruucOes dlfficeis) e para restabelecer as saudes debilitadas.
Pllulas de Hogg com pepsina e proto-ioduro ferreo lnalteravel, para molestias
escrofulc sas, lymphaticas e syphHiticas, para a tisica, a cachexia chlorotica e para as aUeicdes
atonicaa geraes do corpo.
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pilulas; precoe indicadoB sobre os frascos.
Deposito em Pernamlmec, A. REGORD, e nag principaes pharmacias.
fffMfff M f f fffMff
M K DICIN A
Preprado por
Laninnn & Kcmd
para ihijiwa
loda a qualidade
de doencas, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhido dos me-
lhores figados dos
quaes se extrabe
o oleo no banco
da Terra Nora
purificadochimi-
calmente, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado, emtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
aumexamemui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOR P0RCA0 D'lODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
10DINO E UMPODFR SALVADOR.
Em todo o oleo de figado de bacalhdo, e na-
quelle no qual contem a maior pcrjilo desta
invaluavel propriedade, e" o unico meio para
curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistcs, astbma, catharrho,
tosse, resfriamentos, etc.
I'ns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e dd vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co^
nhecido na medicina ou sciencia, da- tanto
nutimento aosystema e incommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisacSo tem sido des-
truida pelas affec^oes das
ESCROFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acha com-
pletamentedesarranjada, devem tomar
OOLEO DE FIGADO DE BACALHA
" DE
LANMAN & KEMP
Se e que desejam ver-se livres e isentas de
enfermidades.
Acha-se a" venda em todas as boticas
Jrogarias. H. Forsler & C, agentes.
0 INEXTINGUIVEL
PERFUME
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(outr'ora rua da Cadeia)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assai conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas amerieanaa para algo-
dSo, desde 10 a* 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
tnas e melhoratnentos para perfeito e rapido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciaaas pelos Srs. agncultores; os quaes, ale"m disto, encontrarSo
tambem mais :
Apurados yapoes locomovei6, defor de S'/a e 3'/* cavallos com todos pertanjas
precisos para trabalharem 4 machinas para
tlgodfio, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar ro'upa.
Arados americanos para varzea e
ladei-
ra.
Garros de m3o para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com valvula para lavatorios.
Ditos Apparelhos para jardins. *
Guards-cornidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro
Oita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
Emfm muitos outros artigos, que soavistae neste estabeleomoderaoentp s i
xaminados.
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cyhndros americanos para padarias.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
i lho e cafe".
Debulhadores para milho.
Azaite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
A celebre aua Florida
DE
MURRAY <& I..IVtt.tV
Uma pura distillacSo das mais raras A
res dos tropicos. Contem, para assim ui-
zer, quasi o odor odorifero das flores do
tropico da America, e sua fragancia e quasi
uioxhausta ainda mesmo por continuada
c /aporacao e diffusao. N'este respeito 6"
i icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
UKSMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, DOR
RE CABECA, DEBILIDADE E
IIYSTERICOS.
E um certo e ligeiro allivio. Com o bom
.in, tem conservado sua inQuencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
rflexico, America Central, e do Sul e n6s
com toda a confianca o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, n8o
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QIEIMADURAS DO SOL,
SARDAS E BORBULHAS.
Sendo reduzida com agua, se torna uma
excellente mistura para banhar a pelle,
dando um aroseado e cor clara a complei-
$30 nublada, sendo applicada depois de
barbear, evita a irritagao que geralmente
occorre, assim como tambem garganteando-
se, o cheiro do cigarro desapparece, e me-
lhora a condigao dos dentes e gengivas.
Como ha muitas imitacoes, as quaes n5o
possuem nenhumas d'estas propriedades,
devo-se tomar cuidado e contar somente o
o famoso perfume i cosmetico do sul da
America, cham
AGl A FLORIDA
DE
MURRAY IV I,(Ii\.
Sa acha & venda era todos odroguistasj
perfumarias da moda.
Aluga-se a casa da rua larga do Rosario n
21 i andar; a tratar na loja do mesmo.
Na rua Direila n 43, precisa-se de um cai
xciro de 13 a 1'6 annos para taverna.
AO PUBLICO
Hermino Alves Machado pede ao respeitavel
publico teuha a bondade de suspender qualquer
faizo a respeito de uma vil correspondencia pu-
blicada neste Dtario de n. 280 de o do corrente,
com assignatura do Sr. Raymundo Leonel de Alen-
car contra seu mane Candido Alves Machado, e
outras antoridades do Ouricury, ate que dito seu
mano respoada como raerece esse calumniador.
Casa em Reberibe.
Aluga-se uma excellente casa com bastantes
commodos e bom sitio, propria para estrangeiros :
a tratar na rua do Marquez de Olinda n. 36.
8d nio sera proprietario queaia
na quizer.
Visto que vende se palmos de terra a 800 e
It. As terras sao proprias e com 400 palmos de
fando, que 6 regado pelo auienissimo rio JordSo.
Sao muitas as vantages da compra e entre ellas
- a da pureza do ar e da ae ter passagem gratis
por dez annos offerecida pela companbia da
viaferrea do Recife a S. Francisco, a quem nas
ditas immediacies ediflcar Quem qoizer deve
dirigir-se a thesouraria das I-iterias, a tratar com
Tristao Francisco Torres, que pede a aquellas pes-
soas para as quaes ja separou terras que quan-
ta antes apparecam, poi.s que, pelo preco a con-
currencia e imm^nsa. Todos os domingos e dias
.aatos, acho-me no lugar.
PECHLNCHAS
^6 o n. 20
Miy-SI ^GttESrH)
loja m ;i nitas
contiuiin vender imiilo barato pat a pun
muito diuheiro.
CASSA LA
Chegou esta fazenda.sendo lindos padrSes, e ven-
de se pelo diminuto preco de 2U0 rs. o covado, e
pecliincba 11 I dao-se amoslras.
METIXS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padrSes novos, pelo preco die 400 rs. o covado, 6
pecbincha I I I doi-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Lasinhas escocezas, padrSes bonitos, a 240 rs. o
covado.
Ditas com listras, padroe? modernos, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padroes modernos, a 640 rs. o
covado, 6 pecbincha I I dSo-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padroes bonitos, fazenda de
1000 a 400 o covado, e pecbincha I I I dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pe<;as pequenas, com bonitos pa-
droes, pelo diminuto preco de 400 rs. o covado, e
pechincha 11 I dao-se amostras.
Cortes de casemira di cores, a SfiOd cada am.
Cambraia de linho de cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
Fustao branco para roupa de meninos, a 560 rs
o covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertas de cbila adamascada, a 31500 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, a 31500
6 41000.
Lencoes de bramante, a 21000.
Ditos de algodao, a 1 *400.
Toalhas alcochoadas, a;6l000 a duzia.
Ditas felpudas, a 61500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 11000 a duzia
Ditos de cassa abanhados, a 21000 a duzia.
Ditos de esguiao finos, a 31500 a duzia.
Cambria lisa transparente a 31000 e 4/500 a
peca.
Cambraia Victoriaa a 31800.
Atoalhado adamascado, a 21000 a vara.
Dito trancado, a H400 a vara.
Fustdes de cores, a 11000 o corte.
Cbales de merino liso, a 21000.
Ditos estampados, a 31500,41000 e 41500.
Ditos com listras muito finos, a 51800 e 61000
Esguiao muito fino, a 2/000 a vara.
Rnm preto trancado, a 21000 a vara.
Bramante de algodao, a 1/600 a vara.
Dito de linho de 9 e 10 palmos de largura, a
2/500 e 2/800 a vara.
Algodao marca T, a 5/000 a peca.
Dito domestico, a 3/000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio para cami-
sas, a 400 rs. o covado.
Nanzuc cambraia de cores muito fma, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
S6 na rua do Crespo n. 20
Loja de
Guilherme & C.
ATTEKCA0
O abalxo assignado participa ao respeitavel pu-
biico que tem grande deposilo de viohos de fruc-
tas do paix, como stja o de cajrt, em quatro quali-
'iiid^p, os quaes vende por |irec'i? razoavcis, e on-
i law ile (iivi-r.-;:-- irtfl, qiic vaia lara fe.
h pr tt't.'in "t S di>-
ii'is en remleirus df. siiins i|ue liwfcui as frnrta*
d<^ i .ijii, |Klli|>3{ki f a!>;n a \ i. us i|Kii*< ni vnnlt-r.
eouipaie^aiu a iua \iJal tie X u. IIS, uii
tr'ora Cinco Pontas, afim de se u.ilar dos precos.
Joao do Amaral Haposo.
(BAMADG
Os Srs. Jovino Fernandes da Cruz e Joaquim
Clemente de Lemos Duarte, sao chamados a
rna do Coronel Suassuna n. 282, a negocio de
particular interesse. ___________________
A* Sl.', do Supr. Arch.-, do I'ni. .
U.-. Cap.*. Ilegcuei'aeSo.
Em virtude do regulameuto promulgado por
decreto de 9 de setembro do corrente anno, s5o
convidados todos os RR. membros da Sob. .
L.*. Cap.*. Recenerac4o a uma reuniao no dia
10 de dezembro do corrente anno, pelas 7 horas
da noite, no recinto de seu Aug. *. Tem. *., a fun
de se proceder a eleicao dos SSaps. Gram Mes-
tree Gram-Mestre adj.-.. sendo facnltativo aos
que por molivo justo nao poderem compareccr, o
enviarem suas listas em carta feehada ao Pod. .
Ir. Ven.-.
Sear. da Sob.-. L.-. Cap.-. Regeneracao,
1 de dezembro de 1873, era vnlg. .
OSecr.-. V. deM. Mello.
ATTENCAO
Precisa-se alugar uma ama de meia idade, po
rem que seja ppeta, que nao tenha vicios nem
achaqoee, e que affiance sua conducta, para com
prar e cozinnar para uma familia de 3 pessoas :
a tratar na cidaie de Olinda, sitio do Amparo, ca-
sa terrea grande, com portao ao lado.__________
Hotel duas nacoes alliadas.
No becco do Padre n. 28 faz-se comedorias com
todo o asseio e perfeicio, e se manda levar em
casa de qualquer pessoa que qoizer ser assignan
te por mez ou mesmo avulso, pelo preco muito
commodo de 30/ e 35/ por mez para ami pes-oa:
os Srs. que se dignarem obzequiar-me dirijam-se ao
mescrao hotel que aehara com quem tratar. Tam
bem havera no mesmo hotel, papa de leite todos
03 dias as 5 1(2 boras.
A pessoa que annunciou precisar de 500/
premio sob hypotheca em bens de raiz, appareca
rua do Hospicio n. 25, das 4 horas da tardc em
diante________________________________________
Fugiram do engenho Jatoba, freguezia do
Bonilo, um casal de escravos, sendo : um crioulo,
com 50 e tantos annos de idade, cabellos bastante
brancos, nariz afilado e pes grandes : a escrava
mulata, cr vermelha, nariz grande e grosso, olhos
vivos, cabellos grandes e cacheados ; ambos sao
do servico do campo e sahirain no dia 16 de no-
vembro proximo passado, desconfia se que virssem
para esta praca ou seguissem para o sertSo :
Juem os apprehender pode leva-tos a' seu senhor
d5o Luiz Jacintho, no mesmo engenho, ou no
Recife a seu correspondent Gabriel Antonio de
Castro Quintaes, que recompensario generosa-
mente.

A;-ha-se fugido desde o ilia 18 do corrente o
escravo Gregorio. crioulo, cor f'lla, baixn, i
u:n ilns deans p< llega'^s do CTtjdo : q
> i; :,!. 1". "ti-irr. diiijiir .^ a > |tii da Harm
Olinda, sdtt.-ado n. 2, ijue >f.U ncntc ; .-
lificiilu. .____________
BiinliOb cares .saiKlaveis Monteiro.
Aluga-se aUi duas ue-juenas casas muito em
conta para quem precisar de bons ares e banhos
frescos : a u-atar a rua do Barao da Victoria, on-
tr'ora Nova n. 7._______________________________
Attengao
Aluga-se uma casa terrea, com sala de frenM,
dous quartos, soiao iuterno, sala de jantar sepa-
rada da cozinha, muito fresca, proxima dos ba-
nhos salgados, sita na- cidade de Olinda, a Iraves-
sa da ladeira da Se, outr'ora Xavier de Santa R)-
sa quem a pretender dirija-se a mesma cidade,
rua de S. Joao, casa n. 17.
Feilor
Em S. Jose do Mangninho, sitio de Jose Duarte
das Neves, precisa se do um bom ft itor e de um
criado para tratar de dou9 cavallos e mais al-
gum servico no mesmo sitiio.___________________
u
ees-$#SN9
i
A' Gl.\ do Sup.*. Arch.-,
do Univ.*.
De ordem do Hesp.*. Ir.-. Ven.-. sao convi-
dados todos os oobr. da loj. Symb. Luzei-
ro da Verdade a comparecerem em n sso temp. .,
no dia 10 do corrente, as 6 horas da tarde, afim de
proceder-se a eleic. dos SSup. Grao-Mestr. .
e seu adj...: outro sim, o mesmo Resp.-. Ir.*.
Ven.*. manda declarar aos Hr.-. que nao po-
derem coniparecer, que enviera as suas listas em
prancn.-., em observancia ao regulamenlo espe-
cial para a referida cleic. .
Ssbrt.-. da Aug.-. loj.-. Symb.-. Luzeiroda
Verdjdo, aos 5 de dezembro de 1873 (e
O secret.-.,
Guarino de Sou?a Peixe 3.
v.-.)
Criado
Precisa se de um que seja esperto e fiel : no
largo da matriz de Uanto Antonio n. 2, primeiro
andar.
Barao de Amarag}.
Jose Accioli de Miranda Henriques, manda ce
lefcrar na igreja de S. Francisco, quartafeira 10
do corrente pelas 7 horas da manha uma missa
pelo eterno repouso de seu amigo o Barao de Ama-
ragy, primeiro anniversario de seu passamento.
Offerece-se uma senhora para traba-
lbarem qualquer casa de familia, em cos-
turas por macbinas : quem pretender diri-
ja-se ao pateo da Penha n. 19, 1. an-
dar.
Consultorio uiedico
DO
Dr. Murlllo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
gpode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da neute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
j?sp*,7 crianca e de mulher.
Emprega no tratamento das molestias
de sua especialidade as duckas frias e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
pregados na Europa. m
m Tambem applica com grande proveito f
ft. no tratamento das molestias do utero a fs.
m electricidade, pelo processo do Dr. Tre- Jf
w pier. Cura por um processo inteiramente fjjf
y novo as blennorrhagias e sobre tudo a V
fS(gotta militar) dispensando asinjeccoes. Q
Fugio, ao amanhecer do dia 16 de ootubro
do corrente anno, do engenho Paraizo, do termo
do Rio Formoso, o mulato Cyrilo, de idade de 23 a
24 annos, escravo do padre Miguel Peres de Aze-
vedo FalcSo.
0 referido mulato e de estatnra regular, cor
rdxa, cabellos pretos, nao soltos, porem nao muito
pegados, com estrada de liberdade, ja tem buco
de barba e pouca baiba no queixo inferior, 6 bem
parecido, sabe ler, porem escreve iraJ. 6 muito fal-
lante, bom montador em bnrros, trabalha de oleiro
em forraas e e canhoto.
Ao amanhecer do dia 9 do corrente (novembro)
fugio do mesmo padre o escravo Themotheo, criou-
lo, idade 26 annos, eslatura regular, bem preto,
Souca barba, dentes limados : ha prababilidade
e que fugissem para a capital com o intento de
assentar praca. Qoem os apprehender sera bem
recompensado, e os podera entregar ao Sr. major
Jose Antonio de Brito Bastos, no engenho do Meio
da Matriz da Varzea ; e sendo preso em outro lu-
ar fora da capital ou seus subnrbis. sejam con-
uzidos para o referido engenho Parai?", que se
recompensara bem, d vendo ser conduzidos com
toda a caotela, porque sao muito aroilosos, maxi-
me o mulato.
I
E' ja bem conhecida
a pontnalidade com
3ue faz se em casa dos
egreiros um concerto
com preleza e segu-
ranca.
Rua do Iraperador
N. 30.
m
*s^-,
v>^
K'
Aiuffa-se
m
o sitio da Ponle de Uchoa n. 35 : a tratar no mes-
mo sitio, ou na rua do Range! n. 7, 1 ou 2
andar.
ii rL
0 quarto andar da iua do Marquez de Olinda
\
IMPERIAL
FABRICA DE (IGARROS
DE
- S. JO^O DE NIGTHERDY
Rio de Janeiro
Consiando ao abaixo assignado, unico agente
nesta provin.-ia, da imperial fabrica de cigarros
de S. Jodb de Nictheroy, no Rio de Janeiro, que
exisie no mercado cigarros que sao rindos como
fabricados em dita fabrica, imitando para isso a
etiqueta em que vem elles envoltos. apressa-se a
prevenir a todos os tens freguezes que os unicos e
ver.ladeiros cigarros de exposicao de dita fabrica
s6 sao vendidos nos armazens dos Srs. Francisco
Guedes de Araujo, Manoel de Souza Cordeiro Si-
m5es Junior e Faria & Filhos, unicos dejositos 4e.
dita fabrica. Recife, 22 de novembro de i873.
Domingos Alves Matbeus.
Aluga-se um excellente sobradinho com bolas
de vidro, na rua de S. Pedro Novo n.... com com-
modos para grande familia, o melhor lugar para
quem quizer f?.er uso dos banhos salgados: a
tratar na praca do.Corpo Santo n. 17,1 ardir.
0 *
m
m
0
m
^egreiros 4
Vcudcni :
Quereis comprar lindas pul-
ceiras de coral lapidado com
2 e 3 llos por 6/ f ide a rua
do Imperador n. 30.
**

V TORRE
n. i.
Optimo banho.
Aluga-se era Beberibe uma casa com um pe-
queno sitio, na estrada que vai da povoacao para
o Porto da Madeira. A casa tem commodos para
familia e banho no fundo do sitio inteiramente in-
dependente, aluga-se por preco commodo : a tra-
tar na rua do Imperador n. "9, das 10 horas da
manha as 2 da tarde.
Aluga-se o armazem o o primeiro andar do
sobrado da rua do Bom Jesus, outr'ora da Cruz,
n. 20, proprios para estabelecimento commercial:
a tratar na rua do Marquez de Olinda n. 52.
Alaga-sc o 1* andar do sobrado da rua D;
reita a. 8 : a tratar na loja do mesmo.__________"
Aluga-se a casa da rua de S. Jorge, outr'ora
rua do Filar n. 12, tendo sotea assobradada para
grande familia : a ver e tratar na rua dos Guara-
rapes n. 14, taverna.___________________________
llolcque Linn us burro (iimriha
Desappare-
ceu do enge-
nho Califor-
nia, de Seri-
nhaem, omo-
leque Lino, bem preto, representa ter de 20
a 25 annos de idade, e natural da Babia,
cuja direccSo parece ter tornado. Condu-
zio um burro preto, tendo no quarto esquer-
do o seguinte ferro F A C, quem o apprehen-
der sera1 generosamente recompensado, a en-
tender-se no mesmo engenbo acima.
Engenho California, 6 de dezembro de
1873.
Joao Florentino C. d'.llbuquerqne.
Aluga-se para passar festa um sitio com
excellente casa de habitaijao c banho no rio
a frento desta : quem a pretender, p6de
procurar d rua de Gervasio Pires u. 24.
Aluga se a casa terrea a" rua Direita n.
114, propria para estabelecimento : trata-s
a" rua Rova dc Ifanta itita n. 5b.
0 abaixo assignado faz sciente ao reapeita
vel corpo do commemo que vendeu a sua taver-
na sita na rua do Barao do Triunpho a. 39, ao
Sr. Antonio Vieira.
Recife, 2 de dezembro do .872.
Joao Gomes da Cruz.
Precisa-se
de um ou dons moleques para um trabtlho noil
levc : a tratar no hotel de Bordeaux.
Offerece-se uma mulher de boa co/iilucta
para cozer cm casa de alguma familia ou mesmo
em casa de madaaie : na travessa do Pone .. 6.
Quem precisar alugar ura escravo, oo'f "n
to que nao seja para serviro de peso, dirij"--j a
rua do Hospicio n. 61, que eneonlrara um bastan-
te intelligrnio, e capaz tie encarrcgar se dn traba-
lho de jardim ou de hortalicas.
Precisa-se da quaniia de 2:000/ ou 3:0O~U
a premio por seis mezes, da-se garantia cm Pens
pe raiz quem liver annuncie por este Diario a
sua morada para ser piucurado.
- Aluga se a casa u. II da rua da Ponto, na
povoaqao do Monteiro, rnuito propria para paa-
sar a fejta : a tratar na rua do Du'jue dc Ca-
xias n. 71.
Aluga-se uma excellente casa na povoiglo
de Duarte Coelho, em Olinda, com bon~'!! :tio-
dos para familia; a tratar com Jorge Tass >; rua
Amorim, h. 37.
1
Roga-se ao Sr. Theodoro Nicet Pereira da Sil-
va, o favor de vir a rua do Barao da Victoria n.
32, a negocio de seu parlicular interesse.
Escravo fugido
300#000 de gratificacao
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872 o
preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 40
annos de idade, e perfeito cozinheiro, alto bastante,
e bem magro, pouca barba, olhos grandes, 6 muito
ladino, consta que tem pai no engenbo do Sr. Lulii
de Caiara, em S. Lourenco da Malta. Este preto
foi Cozinheiro dos negociantes Adriano & Castro e
Sr. Jose Joaquim Goncalves Bastos, e jolga-se
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forro : pede-se a todas
as autoridades e capitaes de campo. que o desco-
brindo, o tragam a rua Duque de Caxias n. 91, loja
de miudezas do rival sem segundo, qne serSo gra-
tificados com a quantia acima.
Na rua do Barao da Victoria n. 36 precisa-st
aliar ao Sr. vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
eira, a negocio de seu interesse.
CASA.
Aluga-se metade de uma casa no pateo do Ter
co a pequena familia : a tratar no pateo do Pa
raizo n. 26.
Offerece um caixeiro com pratica de taverna,
da-se fiador da sua condncta: a tratar na rua'Di-
reita n. 35.
Aluga-se o 2^, 3% 4* andares e sotao do sobrado
n. 14 da rua do Torres perto da praca do Corpo
Santo, commodo para resid-ncia de fcniilias e es-
criptorio de negociantes : a tratar na rua do Im-
perador n. 57 primeiro andar.
., "^ Precisa-se de um criado : no hotel do becco
do Padre n. 28.
Attencao
Francisco de Paula Cavalcante Wanderley faz
sciente ao respeitavel publico em geral e parti-
cularmeate ao corpo commercial desta provin-
cia, qne attendendo a coincidencia da haver duas
pessoas de igual nome, asjignar-se-ba desta data
em diante :
Francisco de Paula Wanderley
Recife, 4 de dezembro de 1873.______________
Precisa-se de um homem livro ou escravo
para andar com taboleiro, paga se 1/600 por dia
com a mesa : a tratar na rua Duque de Caxias
numero 84.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
1' rua Primeiro de Marfo (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costurrt".
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens f'
ilzes bilhetes, dous raeios n. 1327 com i.OOUi
um'inteiro n. 3129 com 7004, um inlt-iro n. 1M9
com 200/, um meio n. 78 com (00/, e outras sor-
tes de 40/ e 20/ da-loteria que se acabou de ex-
trahir (77*), convida aos possuidores a viram rece-
ber na conformidade do costume, sem desconto
algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantid;-
la 10' parte das loterias a beneBcio do hospital
da ordem terceira do Carma (78*), que se extri-
hira na quartafeira, 10 do corrente mez,
PRECOS
Bilhete inteiro '4/000
Meio bilhete* 2/000
EM P0RQA0DE 1003>000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Fiuza.
CASA DO OURO
Aos 4:0009000
Bilhetes garantidos
Aua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seu.;
nuito felizes bilhetes a sorte de 100/nOO en dous
meios de n. 3236, alem de outras sortes menores
de 40/000 e 20/000 da loteria qua se acak dc
extrahir (77*j ; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serii pagos na f<
do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao seu estabelecimento com -
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixa-a.i
tirar qualquer iremio, como prov*pelos me.
annuncios.
Acham-se a venda os muito feli es bilh ,
*antidos da 10 parte da lotfria a bene
hospital da ordem terceira do Carmo, qu. e
trahira no dia 10 do corrente mez.
Preco*
Inteiro 4/OOft
veio 2/000
De lOOaOOO pnrw elm..
- Inteiro 3/S0O
Men 1/750
Recife, 3 de dezembro de 1873
Joao Joaquim da Gotta Leit


6
Oiario da Paraaanbutt -^a-
^oiifeiteiros c pasteleiros
culinarios o conserveiros
Nem todos c. sSo desses qaairo arlisias qua podem estar cen-
trifieados em ama i^o pessoa.
E se nao vede :
0 nosso celebre Iexicographo P. tluteau, ere-
mos que foi am grande guloso.
E se duvidaif, Teitor oa leitora, tahibem ami-
Sa do doce,. qoe nos eslais lendo, sbri o tomo is
o supplemento ao grand*) vocabulario, e ahi no
vocabulano dos syuonymos e phrases, a pagina
108,eneontrareis a proposito da palavra confeiteros,
nao menos de ft euluronas, ou 11 paginas de fo-
lio, era elogio dos ei-merados arti-tas, que a cada
passo nos seduzeni com as snas famozas solus
dices. B
Senao vejamos : chama-lhes cntre outras desig-
nates quo nos tevariana muito longe se as qui
zessemos enumerar :
Artifices de comestiveis do cura.
Administradores ia snavidade.'
Engenheiros saborosos.
Philosophos nataraes.
Antipodas da amargara.
Illustres propagalores do imporio Pomana.
Dulcissimos ministros da suavdade.
Amabflissimos senbores do iraperio da docura.
Pacificos moradores e bons visinhos.
Nobilissimos artifices, cujas obras nao sao para
a bocca do vulgo.
Homens que no mundo se dao a conhecer mais
suavemente que todos os mais.
Benignos hospedeiros que das suas lojas fazem
asylo.
Extcrminadores dos corpusculos hetarogeneos,
e pentos collectores das partes homogeneas da mais
para substaacia do assu.'ar.
Ja c I
Ja sc ve quando dissemos aciraa que os qnatro
artistas podiam estar cenlrificados em uma so pes-
soa, e porque podemos dizer pur cxperieucia pro-
pria e sc quixerdes verificar ide
A CONFElTAttIA DO CAMPOS
Encommendai por exemplo :
1 fnmbre.
1 rovast beeff,
1 empada.
1 pudim.
1 bolo inglez fino.
1 pao-de-lo.
1 torta de fructa.
pasteis, bolinhos, amendoas, doces e confeitos.
(jue tudo I ludo alii se prepara a con ten to
Carlos Pinto dc Lours, administrador da
ma-sa fallida de loaquim Silverio de Souza & C,
roga aos devedores da referida mam, qnoiram
quant) antes sahlar seus debitos a rua do. Mar-
quez de Oliada n. 1, sob pena de reeorrerse ao->
meios iudiciacs. Recife, 21 de de novembro de
is:;;.
Precisa se de onaa ama qn
corapre e cozinbe pa a casa de
pouca familia : a tratar na rua
atraz da malriz de Santo Antonio n 18. fftgundo
an Jar
A M 4
Ama
Prceisa-se de uma ama
nhar para rapaz solteiro
Urespo n. 2d.
para Ci-zi-
na rua do
Precisa-M de uma ama que saiba
c ziohar, lavar e engominar para
duas pc>~oas: na Baixa-Verde n. 22,
-ta^So do Manguinho.
Preeisa-se alngar uma ama boa cozinheira,
forra ou eaptiva : a tratar na rua da Imperatriz.
c.sa n. 16, 2 andar.
Precisa-s.'. de uma ama de idade
para cozinhar, engonomar e lavar
para casa de mocoa solteiros : a tra-
lar na rua do Rangel n. 3, taverna.
- Precisa i de uin.i ama para cuziuiar, furra
cuescrava ; in travess.i d > Corpo Saut.) n. 25.
Antonio Domingns Pinto, qucendo resumir
i sea negoeio de mnbilia, tem resolvido fazer am
nento de 23 pot cento nos prices dc suas
jias, as ,naes sao : ricas m bilias de jaca-
. a I.uiz X', fabricadas em Pranga, ditas de
lit e de nnable, guar das-roapa de jacaran-
. de tnognn (i de anable com" emelho, ricos
r .:-. vi-t'iios Je aniarello, ricos guardas lou-
;a, toillettes de ja( ir.nda e de jnogrio, aparador-s
,p taiiipo de pedra, dim? if. amarello
in armario, mesas elastica- para jantar. dit a
ae m gnu com abas para almo-o, mesinhas de
nogno para eostnra, e uma inlinidade de objec-
. s que Mrta "nfadonho meaetonsr ; tem i m
- irtimenta de etdeiras de mattas qnalida-
: i rua d Bar8o da Victoria n. 57 e 58.
I
veido
RBtalha-se una vasto e bello terreno a
margem do rio, nos furidos da povoa?ao de
Bebenbe, ainda nfio visto pela maior parte
da populacao, por ter sido ha pouco derru-
bado os mattos que cobriam dito terreno, o
qua! consta de uma grande planicie, pro-
pna para ediQca^ao, e distancia de 3 minu
tos -'a ultima estate da via ferrea, achan-
do-se ja dividido em fuas, com approvacao
da camara de Olinda
Quem pretender p6de ir ver que sem du-
vida ficari agradado, e entender-se com o
Sr. Jose1 Honorato Medeiros (Zumba), en-
carregodo, ou com o proprietorio, junto i
potite da dita povoacao.
0 Consultorio homeopa-
thico
Do Dr. Santos Hello
41------Rua do ImperaJor------41
Consultas todos os dias das 11 a 1 da
tarde.
0 Gratis aos pobres.
Residencia a rua Nova n. 7, se^undo
andar, onde da cousultas das 6 as. 9 da
jtt in a nli a e das 3 as 5 da tarde.
S Cbamados a qnalquer hora.
m
m
m
i
i
1
Aluga-sc
o primeiro andar do sobradoda rua do Duque de.
Caxias n. 41, proprio para escriptorio, ou rapaz
solteiro : a tratar ao mesmo, loja.
AVISO
0 Sr. Joaquim Clemente de Lemos Duarte tenha
a bondade de vir ou mandar a rua do Coronel
Suassuna n. 282 a negoeio de sea interesse.
Paw eariveeiros.
Aluga-se um terreno murado, na rua da Sau-
dade, que tem com palmos de frente e 3C0 de
fumlo, com pequena casa e telheiro para ani
maes, proprio para plantacSes : a tratar a rua
Primeiro de Marco n. 23, loja.
CHI4DD
v.
OOO0^3D
; Cuasull^io fficdico-fimrglco ?
DE
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
II, outr'ora rua da matrix da Boa-Vista
n. H.
Chnmados : a quaiqoer hora.
Consnltaa: Ao? pobres gratis, das 2 as
4 boras da tarde.
I
Q
8
Efma seohora perfeita engomadeira otlemce
se para ease servico, inouaibindo se de mandar
bnscar e levar a roupa em casa de was donos ;
: tratar a rua das Caicadas n. I.
Alng.i-se a caa n. 6) di r;n di Palma, com
commodes e fresca : a entender-se na rua da Im-
peratriz n. 30.
Prccisa-se de um criade, que saja bom copeiro
e asseiado : nna rua da Unido n. 17.
Atten^ao
Vende-sc barato a armajao da taverna n. 60, si-
a a rua Direita dos Afogados : a tratar na pada-
na de junto n. 66.
Companhia do Gaz.
A empreza do gaz tem a houra de annunciar
ao publico quo recebeu ultimente um esplen-
dido BOrtimento do lustres dovidrd, candiei-
ros, arandelas e globos, cujas amostras estao
no escriptorio & rua do Imperador n. 31",
e Berao vendidos aos seus freguezes pelo
proro mais rnzoaceJ possivel.
AJuga se o segnndo andar do sobrado a rua
do Barao ila Vietona n. 31, com commados para
amilia : a tratar na loja do mesmo.
L'ma pexsoa sujeiia, com rnnito pouca idade,
e que ganlia 1& por dia, precisa de 400$ para sua
liherdade, obiigaado'e a dar fiador. e a cntrar
todos os mezes com 405 rs. ate realisar o paga-
uienlo do principal, juros e tdas as mais despezas
respectivas, e tu lo isso por msio de uma escriptu-
ra Quem e-tiver em circumstancias de fazer
al negocii, annuneie.
Uma parda escrava. boa costureira, precisa
Je l.OOuj para sua liberlade, offerecendo em
liaga desla quantia >s >eus servicos pelo tempo
qnase eonvencionir : quem quizer fazer este ne-
goeio, dirija-se a rua da Imperatriz n. 30, segundo
aodar.
LiqiudaeaQ
DE
FAfcENDAS
* Por inetadc de seu valor : a rua do Barao da
Victoria n. 14, janto a loja do Caraelro Tianna.
A proposito da festa
0 que dizeju pt alii.
A verdade vou dizer-vos,
Sem embargo do niao tempo ;
Nao e graca, vou contar vos
0 qu'-dizem... por exemplo:
Que a BAKRIGA e a raai da humanidaflf e que
esu como filna obedicnte deve tratar com requin-
tado desvelo de sua dileciiss'ima e infallivel mai
Que para isto e indispensavej que os gastrono-
mos habitantes desta befla cidade e seus subur-
bios, como parte integrante da humanidade, deyem
vir ao muito util e conhecido armazera do Cam-
pos, a raa do Imperador n. 28, comprarem os
novos ^aborosissimos presuntos para fiambres ; os
gostosos paios, os saborosos safames, os appeieti-
veis lonAos de potco'; as dellcadas linguias fe
salclnchas, cs digestivos pixes era latas, a finis-'
sima uianteiga ingleza e franceza, os deleitosos
biscoitos, as excitantes conservas. as debciosas
ameixas, passas, amenJoas e nozes, as aprecia-
veis.fructas em calda, 6s flexiveis doces, oraa.
nifico quefjo flamenco eprato, o embriagante cha
perola, aljorra e preto, os substanciaes chocolate e
cacao em f6, os refrigerante3 Iicores, as calraan-
tes cervejas, os corroborantes bitters, os insriiran-
tes vinhos do Purto, Madeira, Bordeaux, Figuei-
ra Lisboa, Chorty, Collares o oatras muita> qua-1
iidades, a c^ri uscante champagne, cidra e ,qm &em ^^ grande estabelecimento tem che-
5 rtH'aI0s..-rr costura, de todos os autores mais acredita-
LIOUIDACAO II PAfZENMS
KA
Rua da Imperatriz n. 60
UMVEfiSAL
Raa do Barao da Vhloria n. 22.
Vende fazendaspara liquidar, por baratissimoprec como
abaixo se ve:
Pereira da Silva cv Guimiraes tendo em ser-omgrande de|>otit i -daftiendas-,
tem resolvido fazer uma liquiJa^ao das mesmas com grande abatiraento nos" pre^osj
com o unico fim dj jpurar ditiheir para o que convidam nao so os nus numeroaos
freguezes, cjmo.o respeitavel publico, a vir surtir so de muit. fazendas, bor;s ebaratas
no seu estabelecimentodenominado oPavao-a rua da bierUtfktO.
DE
da forca, vida e prazer, aflm de recheaTem dia-
namente o recepUculo de suas idolatradissimas
Barngas ;
Qae, quem quizer fazer um delioado lunch, fu-
mar um prunoroso charuto da Bahia e beber um.
copo d agua fna .(gratis a agua) deve vir ao arma-'
zem do Campos, unico que tem demonstrado alii
a evidencia a influencia da rainha do mundo a
barnga
Mesmo porqoe
Ora esta e boa.
Quem quizer ser ditoso. ser feliz
Deve ao Campos, simente ir comprando,
Evitando assim de ir mai passando,
Deleitando a barriga e o nariz.
Alem Jdo qae dizem rauftas cousas ; por
exemplo que o Campos e so quem vende bom e
barato, que so e o unico que da amostras de gene
rts ; que so elle, e quem capricha em dr bora
peso, que 6 elle so quem manda levar gratis
em casa do comprador os generos compradus (a.
dinheiro) em seu armazem, quer deutro da cida-
de, quer nos seus adjaeentes ; que unicamente
ono aazem do Camp .s, a rua do Imperador
n. S8, onde se e-ncontra um completo e eeplendi-
do sortimento, verdadeiro -Centro- de peregri-
nas e exquesitas victualhas, onde todos (masons
jesuitas) devetn vir latisfazer esta obra de raisc-
ncordia (ja se sabe, trazendo dinheiro) dar dc
comer a barriga- attendendoa que :
Do dia a questao ja nao e'xiste,
Que o Campos fez cessar toda esta briga.
Desfechando este uolpe philosophico :
Tratern todos primeiro da barriga.
CAMBRAIAS A W, 4*500, S9, y-7.
0 Pavao vende um magniGco sortimento
das mais finas cambraias brnncas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada pec,a, pelo ba-
rato prego de 4, 4*500, 55, 69, tendo tam-
bem das mais finas que custumam vir ao
mcrcado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 45
ate 85, sendo fozenda que valle muito mais
dinbeicq.
COMSALPICOS DE CORES A 5ft.
0 Pavao recebeu um elegante sortimento
dos ultimamentona Europa, cujas macbinas H "S^T35 com4bomtos *alpiqui-
sfio igarantidas por um anno, e tendo um ?!T1Shos d^oreS' tendo \ lrdas
perfeito artista para ensinar as mesmas, em ^Tl^ vcstldo e ^nde pelo barato
qualquer parte dosta cidade, como bem as- ffi^ef ^' ?r SCr Pwhincha, ditas# com
5m.SmcA.-ta pelo tempo tambem i'^^^^SSt ^ ^^
Carneiro Viamia.
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertenjas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pe$a que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda
VESTIDOS A USO DA CORTE 12ft
0 PavSo vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
a perfei^ao de cada corte todos os enfeiles n
um e dous pospontos, franze e Lords toda Scjam : babadinhos, entre-meios, rendas,
qualquer costura por fina.que s-ja, seus. requefifes, e vende pelo barato preco de 125
pregos sao da segumte quahdade : p.ira tra-'Cada um, assim como di os a2 Hp iulhn
balhar a mao de 305000, 405000. '.55000 com tSdos Js enfehes a 105. cortes de S-
e 505000, para trabalhar com 0 |.c sao de' braias brancas aberUs. com' listras e lavores
805000, 905000, 1005000, l lOftOOO, la 65, ditos finissimos a 85 dito Se 7am-
12C5000, 1305000, 1505000, 2005000 e | braia branca com lisffas dTcorS para aca-
2O05000, emquanto aos autores nao ha al- bar 35300, e pechiucha.
leragSo de pregos, e os compradores poderao
visitar este estabelecimento^ que muito de-
verSo gostar pela variedade de objector que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balaogo, ditas para
crianga (ahas), ditas para escolas, coslurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha", fa-
queiros com cabo de metal e de marfnn,
.'untS!?1!6 ffirtUes?om^cT^for 'dit0S ""^l c61.herW de metal ^ *ta-
TZpTZl^nll T0S ^Ti saIa- i*"os>. guarda-comidas de
SAQUES
Carvalho & Nogu-'ira, na rua do Apollo
11. 20, accam sobro 0 Banco Commercial
de Vienna e suas ageneias em todas'as ci-
dades 0 villas de Portugal, & vista e a prazo
por todos os paquettss.
Finalmente que, as interessa tcs meriinas di-
zem que, s6 gostam de doces do armazem do
Campos
so tomam um caliee de
do armazem do Campes ;
que, so se recordam.da passado q^nd~sa1wriam arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
alguns acipipes do armazem do Campos; o ele- [para forrar salas,lavatorios completos, ditos
Kc^m^r'o/Ss3 msss isifieaobjectos p v ?flettej e ,utros t-
cao quando comem certas iguarias do Campos itoS arl.'?os que mult0 devemagradar a todos
e ate os forasteiros so procuram 0 Campos so ^ue vlsitarem este grande estabelecimento
qaerem 0 Campos e so goslam do Campos, aponto
de... vejam
Do Campos a fama como v6a
Nos bailes, theatrbs e cafes ;
Maxambombas, bonds e jardins,
Retroatid do mundo nos confms,
Deixa a todos uma -nova feliz, boa
fcyai passando dts aonos atravez I
Vende-se
carros de mao muito bons e por commode preco :
na praca do Cende d'Eu n. 10,0 no becco do Tara-
bia n. 9.
i
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nna ate" as 9 horas da noutea"
Rua do Barao da Victoria n.
__________2^_________
\* Nao ha mais cabellos
501:000.
8
i
1
NEC MS XIRMSQS
%
Vendom .
Que lindas voltas com tres
fios, licando separados e por
12a ?
So Indo ver a rua do Impe-
rador n. 30.
I
I
-Fartaram na noite'de 8 para 0 amanhscer da
9 do correote, dezeseis cadeiras amerieana.-, sen-
do seis de junco e dot ditas de madeira e uma
cauia de vent", isso do uarracao da junto a ponte
da Boa-Vista; a pessoa a quem forem oflerecidos on
souber onde p':tao ostes objectos, paniclpe ao
seu dono Jose Goncalves da Silva Freire, que se-
ra recompensada.
Fugio do engenho Arajuara, do terino d.i Es-
cada, no dia 26 do corrente, o escravo, Antonio,
erioulo, de :ti annos de idade, com os signaes se-
guinte* : altura regular, falta de dentos na fren-
te, pes apalhetados e tocador de vmla ; foi com-
prado nesia praca e julga-se andar pela fregue-
iin da Varzea, onde tern mai e irmas : Quem 0
pegar levc-ona estacao das '"inco-Pontas : a tratar
com Olympio de Souza Galva ou no dito enge-
nho a seu Sr. Antonio Jose Gomes Junior.
Recite. 27 de novembro de 1873.
1
Esta encouraqado !! !
.711:1 mule em pedra dura
I unto da ate u.ne a fura.
Itoga-se ao lllm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
scrivSi. na cidade de Nazareth desta provincia, 0
favor de vir a rua Duque de Caxia3 n. 36, a con-
luir aquelle negoeio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a revereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
s por este raotivo e de novo chamado para dito
im, pois S. S. se deve lembrar que este negoeio e
ie mais de site annos, e quando 0 Sr. seu filho se
ichava nesta f idade
ALUGA-SE
uma casa na Capunga, rua das Pernambucanas, |
com coxeira e quartos fora : a tratar na rua do|
Vigario Tenorio n. 31.
Fumos especiaes
para 0 fabrico dos melhores cigarros Gnos de seda
e linho, e para eaximbo, a saber :
0 verdad-iro fumo de Daniel.
Idem do Rio Novo destiado
Idem cabello s e picado.
Idem de Baependy.
Idem de Goyaz.
Idem del'omba.
Idem do Mineiro.
Idem de S. Paulo.
Idem de Minas.
No arma/em de fumo a rua da Madrj dfe Deus
n. 10 A, de Jo e Domingue? do Carmo e Silva.
0 proprietary deste esubelecimento tera tido 0
maior capricho possivel era obter do Rio de Ja-
neiro' as qualidades de fumos mais espeeiaes,
algumas ate me-mo nao conhecidas neste raerca-
do ; porem muito apreciado era outras provin
cias do imperio, como os fumos que acaba de ro-
ceber pelo vapor nacional Bihia, entrado em 6
do corrente e por isso convida a t dos seus fre-
guezes e amigos para verein e examinarem as
melhores qualidades de fumos fioos, e proraette
conservar sempre em seu armazem 0 qae houver
de melhor neste artigo, desde St arroba ate 8^ a
libra ; tudo a contento dos seus numeroso-; fre-
guezes e amigos.
CORTES BORDADOS A 205 E 355.
0 PavSo yendo ricos cortes de cambraias
brancasvdelicadamente bordados, pelo ba-
rato preco de 205 e 855.
C.4SSAS FRANCEZAS
a 300 rs, 0 covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato prego de
300 rs, 0 covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-
nissimo fi!6 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORNOUSA 125.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modcrnosbornous combonitas listras e
vende pelo barato prego de 125 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demeriu6 e com listras de seda.
MUnimA JAPONEZA.
S6e unicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate" hoje. Deposito princi-
pal A rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
r6iro.
COMPRAS.
l<
Z>
Trastes.
Compra se e vende-se trastes novos
e usados no armazem da rua do Im-
perador n. 48.
- Corapra-se. nma armacJo em bora eslado,
qaesirva para taverua : quem tiver annuneie
por este Diario.
^

S I-i*
>2t
c^ -
%\ lit
aSS.f5 ;
11-:
s = *
< -o
VINDAS.
CASA
-t

.Vende-se a caa terrea da raa das Trineheiras
n_2' : a t:""tar "a r'"> de SaP' Theresa n W.
\ eode-se ou arrenOa se, altos e bainos. 0
* brado de um andar sito a raa Imperial, canto
Ua traves^a do Lima n. 1, proximo ao chafariz,
em localidade muit" propria para negoeio, e por
onde ina"n os bonds : quem e pretender va a
rua 11 Hoplfio n. !"). quo achara com quem
Ira! 1 las 7 as 0 manni, e das i, i- 6 da tarde.
Armaijoes camas.
Na KJas 11. 76, tem para
Vende-se ou permutla-se por um mo-
leque de 12 a li annos, uma escrava moga,
sem yiciosesem achaques, doservigodomes-
mestico : a tratar a rua do Mondego n.
129, casa de azulejo.
0
So quem vende b. rato
SAO OS
rVefjreiros A Irtuftog
OURIVES
Rua do Imperador n. 30.
1 cassolptinha, forma de co-
rarao, por 3#.
1 pufceira para crianga (ouro)
por 15*.
1 dita para~ senhora, capa de
dito por 30/.
Cinienlo
0 verdadeiro Portland s6 se encontra no caes
da alfandega n. 5, armazem de bacaihao, em
barricas das maiores qae vem ao mercado e por
preco mais commodo do que era outra qualquer
parte.
francez muito 4ino a ftpO0, apenas precisa
1, V4 metro para um lengel.
CHALES &ARATOS
a 25, 25500, 45.
0 PavSo vende chales a emitagSo de mo-
rind a 25, ditos de merin6 h'sos de todas as
cores a 25500, ditos denrerintestampados,
muito finos a 45, Tditos Gnissimos com lis
tras deseda a 6550, ditosfravito flues de
crepom a 105 e 125.
Al-odao enfestado a 15 e i-^0
0 PavSo vende algodao eufestado com 8
palmos delsrgura, proprio para leng6es
sendo do mais encorpado qu'teen vindo ao
mercado, liso a 15 a vara etrnocadoa. .
15280.
ATOALHADO A 15600, 25, 55.
0 Pavao vende atoalhado trangado com 8
palmos de largora a 15200 e 15800, dito
adamascodo a 25/dito do linho adamasca-
do a 35 e 55-
SEDA PARA VESTIDOS
a t5GO0e*p.
0 Pavao vende um bonito sortimento de
sedas com listrinhas proprias para vesti-
dos de meninasede seuhora a 15C00 0 co-
vado, ditas lavradinhas-a^, ospadrSes s8t
muito bonitos e vende-se ^ofleste prego pars
acabar.
Botinas a .V OOO
/O Pavao tem um completo; sortimento dt
botinas muito bem enfeitadas para senhoras
e vende pelo barato prego Je 55, artigo que
em outra qualquorpartecusta i>5e 75.
LENC.OS BRANT.OS
a 25000.
0 Pavao vende lengos brancos ab^iuha-
dos, tanto para homens como para senhoras,
a25e 25500 a duzia, ditos de esgui5o e
cambraia de linho t:mbem ab^inhados a
35500, 45, 55, d tos francczes escuros, p3r
rape a 65, a duzia.
CAM1SAS PARA UOMEM.
0 Pavao vende ricas camtsas'com peitc
de linho bbrdadas, proprias p ra noivo *
10i5e 125 cada uma, ditas de linho^cn se-
rem bori.das a 45,' 45500 e 55, ditas con,
peito de algodao muito finas a 25, 25500 e
35, ditas dechitafina miudinhi a 25,25500,
e 35, < ssim como grande sortimento de ce-
roulas francezas tanto de linho como de al-
godao de 15600 ate 35, gr tide sortimento
Je meis cru s inglezas de 45 ate 85000 a
duzia
FAZENDAS PARA I.ITO.
0 Pavao tem um grande sortimento de
fazendas pret s para luto como sejam : cas-
- s, las, ou lazinhas lisas que vende a 40C
LAZ1NHAS A 320
0 Pavao vende bonitas ISzinhas lisas,
sendo verde e cor de 1 vrio, pe'o barato prego
de 320 reis 0 covado, assim como delicadas
lazitibas de quadrinhos a 280 rAis, e pc-
chincha.
dranatliaes a tO
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas granadines ou gazes de e 00 rcis covado. bombazinas de 15600
seda para vestidos, tendo de todas as cores at^ ^. covado> cantao a 15 e 15200
e vende pelo barato prego de 640 reisoco- 8ranaiUue lisa com listras, cassas e chita:-
Vado e granadine preta com listras de seda toc]as Prctnscom listras e salpicos, Jlp^cas
a 15800. todas pretas e lavradas de branco, merin6s
, outras muitos fazeud-s apropri das, que si
LAZLMIAS A 360 0 COVADO. 1 veude por menos do que em outra quslquer
0 PavSo vende bonitas lazinhas transpa- Parto-
rentes com palminhas a 360 reis 0 covado,' MADAPOLOES E.NFIiSTADOS
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,' a 35000.
tanto em listras como em quadros a 280 rs.' 0 PavSo vende pegasde madapolao enfes
0 covado, e grande sortimento de alpacas e lado com 12 jardas a 35, dito a 35500, ditt.
De forca de d ms a seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Macnado & C, tr-a
vessa do r.orpo Santo n. 25.
Vende-se a armacao e utensilios da tavema do
pate"> do Terco n. 11, barato, e propria para quem
se quizer estabelecer naquelle fugar : a tratar na
mesma.
^^^-------------------------------------------------.---------1
Xarope d'agriao do Para
Antigo e conceituado medtcamento para
cura das molestias dos orgSos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos rosultados no
escorbuto.
lazinhas de 400 a 800 reis.
CHITAS DE CORES
a 200, 240, 280 e 320 rs.
0 PavSo vende um grande sortimento de
bonitas cbitas tanto claras como escuras e
vende de 200 ate 320 rs., assim como ditas
com listras ao lado muito finas a 360 e 400
rs., finissimas percales miudinhas com lin-
dos dezenhos a 360 e 400 reis, garantindo
serem todas de cores fixas.
COBERTAS A 25, 25500, 35, 45.
0 Pavao vende bonitas cobertas de chita
com 20 jardas a 55, 55500 e 65000, dito
com 24 jardas de55 ate 85 e 105, sendo os
mais finos que tem vindo ao mere do.
AlgodSozinko a IrOOO.
0 Pavao vende pegas de algodaozink
muito encorpado a 45, dito a 55 e 65.
TAPETES
CORTES DE CASEMIRA A 55.
0 Pavao vende um grande sortimento dt
com ramagero grauda, pelos baratos pregos cortes decasemira para'calgas, com bonitos
de 25, 25500, 35 e 45, ditas encarnadas: gostos, claros e escuros a 55, ditos do 6?
forradas a 55, ditas defustSo branco e de cor 75, 85, ate 105, superiors casemiras fran-
com barras a 45 e 55, ditas de croche para j cez >s e inglezas, para covado, de 35500 ate
cama de noivo a 65, ditas muito ricas a 165, j 60, paunos pretos e de c jres dos mais bara-
ditas de damasco a emitagSo de seda a 105 tos e mais finos que tern vindo ao mercado,
Oleo de linhaga.
Vendem Cunha & Manta, em barris
Marquez de Olinda n. 23.
raa do
As Ulricas verdadeiras
Bichas hamburguezas one vem a este mercado-
na rnp Marquez de ulinda n.SI
- Wll on Rowe dc C. vendem no seu armazem
a rua de Commercio n. li :
0 verJadeiro panno de algodao aznl amencano.
Excellente flo de vela.
Cognac de 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidades.
Vende-se uma negrinha de 16 annos de ida-
de, crioula, muito sadia e com habilidades:
a rua do Coronel Suassuna, antiga de Hortas, n.
138, 1." andar.
Vende-se ami casa terrea em terreno pro-
- Vende-se 2 bois e duas carrocas, nos fundos 'gri?. >'rna|do Carcereiro a. 6 : na rua do Duque
da refinacao da rua da Concordia trai.r m, de Cixia-", loja n
Manoel Jose de Miranda Silva.
a tratar com;
se dira quem vende.
Vende-se
Yaya tu ja vistes ?
0 que!
A tvaerna da rua da Penha n. 6, bem afregue-
zada tanto para a terra como para .0 mato ;a Tratar
na mesma.
As lis de duas patacas
loja da Rosa Branca
Eu nao Rosinha;
PoU olba que sao boni'as e tern um hilho que
parece seda, e 0 que mais admira e flue a noite
amda sao mail Undas e 0 preco eV de aprovei-
tar-se a occ&iio, se qirizeres compiar manda
buscar as wca..nujs..amoslras na raa.ia Impe-
ratriz n. sfi, lojahdajAosa, Branca.
i Vende-se uma preia de SOanuos",p
ou menos por 250:00ft : na ru>i d Prnte Wioa
Q. 101.
Vende-se no lugar das Areias uma casa com
que esta vendendo a todos as pertencas de padaria era ponto pequeno,
ou tambem vfeflaa-se a propriodade somento, faz-
se todo negoeio : a tratar na mesma com Jolo
Mauoel de Soaza.
e 145.
Fustdes
0 Pavao vendefustoes brancos e de cores,
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
mercado, tanto para roupa de criangas como
para vestidos e roupas de homem,^e vende
pelo barato prego de 560 ate 15, o covado.
BRAMANTES
a 15600, 2^200 e 25500.
0 Pavao vende bramantes de algodao com
10 palmos de largura para lengoes, pelo ba-
rato prego de 156l!0, dito de liuho com a
mesma largura a 25, 25200 e 25500, dito
Cortes tie chita a 95, 2?500 e
35O0O.
0 Pavao vende cortes de cbitas ascurase
claras com 10 covados cada corte, pelo ba-
ratismo prego de 25, 25500 e 35000.
CORTES DE BRIM A 15i00.
0 PavSo vende c6rtes de brim pardo para
calga, a 15400. Ditos de cor, fazenda mui-
to boa, a 15600.
Espartilhos a 3$ e 4#000.
0 PavSo vende os mais modernos esparti-
lhos, proprios para senhoras e meninas,
pelos baratissimos pregos d< 35 e 45000.
Ditos muito superiores, brancos e de cor, a j
55 e 65000. |
por pregos muito razojveis.
It on pa feita
0 PavSo, tem constantemente um grande
sortimento de roupas feitaspara homem, qut
vende por prego muito em conta, como se-
jam :
Calgas de brim de cores de 25500 ate 65.
Ditas de casemira escura a 35500.
Palitots da mesma fazenda a 45500.
Calgas de brim pbrdo de 25 ate 50.
Dit s de casemira de cdr de 7$ ate 12(5.
Ditas de casemira preta de 75 ate" 140.
Palitots de panno preto de 45 816" 12&.
Fraques de pann > preto fino de 25 at?
355000.
Calg s brancas de linho de*45 ate 75.
Colletes de casemira de cor de 35000 ate
55000.
Ditos de dita preta de 45 ate 75.
Cortes de lit a IrOUO
0 PavSo vende bonitos cortes de-lisinhasi
padroes miudinhos com lindas cores, tendo
15 covados cada cdrte, pelo barato prego de
45000._
CORTES DE ORGANDY A 35000' e 35500.
0 Pavao vende cdrte de Organdy branco,
com listras e quadrinhos, sendo fazenda mui-
to fina, pelos baratissimos pregos de 35 e
35500 o c6rte.
Chafariz de ferro para jardim.
Macbinas de cortar fumo.
Fogoes economico.
Formas paraassucar.
Gaarda garrafas.
Cufre.- de ferro. -
Prensas de copiareartas.
Em casa'de Shavv H-nvlv-
Jesus u. 4,
rua do Bom
Ceroulas frVncezas de linho ealgodSo, para todos os pregos e qualidades, assim
como grande sortimento de meias cru is, camisas, colennhos, que tudo se vende por
pregos muitjr-.zoaveis.
Panno de algodao da
Bahia.
Ha par,! vender das T.brica- :
S Salvador.
Coi
Valei
M del
. No eacnpi rio de Lni7
toercio'n.
eseocezas a 280 rs. o covado.
Una do Ojuelmado n. 43
I- eza.-. padrSe* mniW bonitos. uHi-
ma in adu ; dio-se amostras : na ruadv
v

1___ILralitl


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Qm'iQ Je Fenwunbuco +- ..Qaarfca fei*a -10 ^rdo-SEkwaftiekde )J>7b.
DE HOWE
_--Rua do CabugaN. 4
JOSEPH KRAUSE .& C.
SOARES LEITE, IRMAOS
UNICOS ACENTES
Rua do Barao da Victoria n. 28
V8 mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Ha exposic,So de Pris, em 186T, foi concedido a
Elias Howe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
c,io da Legiao de Honra, por serem as machines mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
a E. Howe Junior, nos
da macbina de cos-
UK
GOMES DE MATTOS14RMA0
Ansam ao respettavel publico desla cidade quo o sortimento de joins, de subido t
lor, que existia em seu eslabelecimento, esld completamcnte refbrgado com o mais ele
gante sortimento de novas joiae, que rcceberanv direetamente pelo ultimo vapor da En
ropa, constandolle do mais variado sortimento de aderecos 4 Boulevard, pulseiras d(
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, briocos d'ergplu, agraffes para rotopt de
senhoras, delicados adereoos para meninas, meios aderecos de qamafeu lindissimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platirra, variada quantidadf
de botoes para punhos e peito, com embjemas maconicos, de- oni*. teeidb- de ouro, caaa-
feu, etc., brilhaates monstros de rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras; alfiie
tes-e botoes, e outros muitos ohjectos de ouro de melhores fabricates de Paris, que se
venderao com grande reduccao de precos, por seremelies recebides direetamente de seu*
committentes.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tend -u estabelecimento abertt
ate" 8 horas da noute, convidam as famiiias que-se-qoiterern prover de lindas joias,
virem escolbe-las vontade, para o que os'lt em erposioAo uos mostradores.
A medalha de ouro na eaposijao de Londres acreditam
estas machinas.
A 90M00
Cafce-nos odever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Hova-
ior*, estabeleceu nesta cidade a rua do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
:rai, para era- P-ernmbt"vi mais provincias se venderem iff afamadas machinas de eos-,
- de Howe. _*-mac-mas sio justamente apreciadas pela perfcicjlo de seu trabalho,
mpregando uma agulha mais curta com a raesma qualidade delinhaque qualquer outra,
*' introduc*o dos ro*^ aperfei^oados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
fcrecer ** v jnu public as melhores machinas do mundo.
As varitagens destas machinas sdo as seguinles:
Ttimeira.:0 publico sake que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a:
- aiasUucia do nunca terati annarecido no mercado machinas d Howe em segun-
nao.
Segunda.Goatera o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Ter-seira.lit nallas menor fricQao entr as diversas pecas, e manos rapido ostrago'
v cjae ncs outras.
Qturta.Formam o ponto como se fdra feito i mao.
Quinta.Permitteque.se. examine o trabalho do ambos os fios, o que se nlo consegu !
* outras.
Sexta.Fazem, ponto miudo em casemira, atravessando o fio de nm a outro lado, j
!ogo sm seguida, sem modificar-so a tensio da linha, cozem a fazenda mais
hi.
Setiina.-0 compressor levantado com a maier facilidade, quando se tem de mudar
igulba ao coraecar nova costura.
Oitava.Muitas compantiias de machinas de costura, tem tido epocas de grandeza e
cadeocta. Machinas. outr'or* populates, sao hoje quasi descoi.heeidas, outras soffreram
sadancas radicaes parapaderem suhstituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
*.']>tandd, a opiuiao de Elias Howe, mestroem artes mechanicas, tem constanteraente
.*mentado.o saufabriao^ehoje. nlo attende a procure, posto que faca 600 machinas
'r dia.
Had a machin&tacompauha livretos com instruc^des em portuguez.
ee
45
45
SB
4
A VERDADEIRA TINTA MOLETA
JOSE PERREIRl&ASILVA
SV'SSOK
DE
SANTOS ^EVES
ConMra'w a vender a v-'rJadrira lint* violeta exlra-fma ddii-iftt;?i-
ro, em meias butijas e quartos, a rctalho e
Ein grosso com vantajoso deseonto ,
RUA PRIMEIRO DE MARCO N. 19
AN1IG0 DEPOSITO
mrnsk oa ?wi
Sfi
flfe'
FIASSO IRMAOS k C.
Em sens armazeus i rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precis commodoi
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Caoos dB barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cinrento Hydraulicc.
Machinas de deecarocar algodao ,
Machinas de padaria.
Potassa da Bnssia era barril
i Phogphoros do rera.
Sacu cm garrafoes.
Svadinha era garraRes.
Lentiihas era garrafSes.
Rhum da aJmaica.
Vjnbo do Perto \elho engarrafado
Vinho do Porto superior, di!o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Poles com linguas e dobr&das inglexaa.
Licores inos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglei.
Barris com repolho em salmonra
Tin la, cha e liimo
Araaral .Vabuco k C. vendem tinus orisaline -
Lotion vegetale pra tingir de pretes cabel!o9, 9
que te.conheco de mais util e comraodo, nao so
no modo de emprega-lo, como no rasultado que
se obtera. Cha verde e preto chegado ultimamen6
te, e furao inglez e frar.cez, para cigarros e ea-
chimbos : vendem no Basar Victoria, rua do Ba-
5o da Victoria n. 2._________'
Riii|ia esirangcira.
Amaral Xabuco & C. vendem costume* de brim
bunco e de cores, (a marujo e a puriianos) para
menfnos, paletots e colletcs para homem, ditos de
alpaca e de casemira para homem e meninos, ca-
misas bordsdas e lisns para senhora, homem, me-
nino e uulnina : no Bazar Victoria, a rua do Ba-
iflo day Victoria n. 2.
Chitas a 2i0 rs. o covada.
A 240 r* o co". ado.
A 240 r.. o covado.
So na rua Duque de Caxias n. CO A, Ioja da
esquina.
A 280rs o covado!
Laziohas de cores para vestidos : so na roa do
Duque de Caxias n. 60 A, loja. da esqaioa,
Cwxoes
Vende se qnatro caixoes proprios para ostabe-
lecmientos- de mollado, a rua de Marcillo as
tolANbT.
Tem para vender Jnaquim Jose Goncahes Be- 1
o Filho : a tratar no seu, esrrimorin a ma
2 o Filho : a tratar
do Commercio n. 3.
no seu escriptorio a rua

PREDIIECJA

DE
Fazendas finas
XA
A 90^000
LEITE, IRMAOS
do Barao da Victoria n. 2 8.

-
MCHINAS PARA COSTURA
A 3.0.JSQ00. e 30#000.
D0US P0SPQNT0S
Nalojade Soares Leite Irmaos, drua do Barao da
Victoria n. 28.
pellica
com pequeno toque, Espelhos de moldura dourada,
os tamanhos e progos.
para oollete, grande sorti-'
Luvas de
200 rs.
'.botoaduras
mento a 120 rs.
Caixa de linha do marca, a 200 rs.
Lamparinas a gar, dando uma luz muito
ooa, a 15000.
Duzia de pecas de cordao imperial, a
tiO rs.
Caixa 6e botOes de osso para calc,a, a
*00 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 iardas, a
00 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Uaco de fita chiheza, a 800 rs.
Caixa dc linha com 40 novellos, a 500 rs.
Meios adereoos com camafeu, a 500 rs.
'Ir&rraJa de tinta roxa. extra-fina a 1060
de tod os
Poles com dtta is)
80 r.
preta,
a iOu e
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
tooo.
Idem idem,,a 400 rs.
'laixa de enveloppes tarjados, a 500 n.
Mem idem forrados, a70Ors.
'".aixa de papel'a'misade, beira dourada,
. 800 rs.
Idem idem idem .lisa, a 6Q0 rs.
Duzia de talheres cabc branco, 2 B., a
r>?000.
Resma de panel pautado,. a 4JSO0O
e 53800.
PMU-UMARIAS E Mll'DEZAS.
Frasco com oloo Oriza verdadeiro,
19000.
Idem comtonico de Kemp, verdadeiro,
19000.
Garrafa de agua Qorida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza.a 19000.
Idem idem diyina, a 19000.
Idem idem Magdalena 'novidade)
19200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de pds chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pote com opiata de llieger, Rimel e Gros-
i.el, 19100.
Duzia do sabonetes de amendoa, a
39600.
Rua l.de- Marco n. 7 L
DE
Cordeiro 8imoes SC
E' ejta casa, sem dUvida, uma das que hoje.
pode com pcimazia apresentar aos sens freguejes
um variadissimo soriimento defareadas finas pa-
ra grande toilette; a.-sim como, para o uso ordi
nano de todas as classes, e por prec.os vanlajo-
sos para os cempradores, de cujas fazera um pe
queno resumo.
i\^ua floti'da,. de Guisiain5
parafazer os cabdlos pre-
tos>
A- aguia branca-, a< rua. Doqne o\> Caxias n. 30,
^Vab*dexiaye| agua
i fl.irida para razor os cabellos > ptctoi*. 0 bom re-
[su|tado colliido por que'm teni feito uso dessa
MnolTcnsfva prcpara^Su a tenrsfwrnente conceitua-
' do, por iw) apena* -se Saq lembrar a quem no-
s vameatavdcil. ,precif e quawai sa app>veitar de
SOA utUidada. T*ulin vjojt) agua do topasio e
olep florido para o mesmo imp, c tio a'.Tedilados
eomo aquelta. Mia'
Voltas e Diincaa de grossos.
aijofiH* de oaves.
A aguia branca, a rua. do Duque ds Caxias n.
SO, reoebeu novas e boniuu voltas e brinoes de-
Preto e branco.
_
Branco e preto.
I Sao ca.-nbraiu para luto, preu com IhGras
-bniniNW.O'hraasa pom li^tras prelflsv go*toa no-
vos : na rua da Imperaliii n. i>6, loja da 1'osa
Branca.
------------ -------------------------------------
FLORES

jardim* da, Nun F^peranca, a rua Duque de
Caxins n. 63, esla replecto de Horns ar mais de-
licadae qUe 6 possivel imagwan se, desdo o mais
sin'gello ramalhete a mais elegante rosa, (inteir
novidade) : ao bello sexo compete, quauto antes,
virem collie-las emqnanto e.Uao vi^osas.
Caiilaria de Lislnia
Hombreiras.
Capiteis.
Soleiras.
A' venda no armazem n. 2."i, a travessa do Girps
Santo.
Las para vestidos de gente
sinha.
Fazenda du 800 rs., vende se a 500 t$. na Ro?a
Branca e dao-se amostras: a rua da Imperotriz n
56.
liny-,
da
Mandam fazendas as casao dos
para o qua tem o pesfoai.oeces^ario e-. dio amos
tras iiu'dianln penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Ditos de gorguiao de cores.
Groedenaple de todas as eores.
Gorgurao branco e preto.
Selini Macau.preto e de corns.
Grosdenaples idem idem.
Veluda preto.
Granadine. eda i)reta e colismasrt de cores li
dissimas padroes e fazenda da ultima moi
Pojjelinas de lindos padroes.
Fil6 de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Manias brasileiras.
Coichas de seda para noivos.
Cortes de camliraia branca com lindas o*jidados.
Capellas e mantos'para n ivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores
Pitas maripozas, brancas e de c6res.
Na r,suck de lindo^ padroes.
Baptista de padroes mui delicados.
Perjalinas de quadro's pretos e brancos, de lis-
tras, etc.
Brina de linho de ctres-, proprios para vestidos
I com barra e listras.
I Fustao de lindas cores.
aJ Casaquinh'os de la e de todas as cores, para se-
nhoras.
Saias bordadaa. para senhoras
. Camisas idem idem
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
Toaltus o guardanapos adamascadoa de linho
cores para mesa.
Coichas de I>.
Cortinados bordados.
pretende-ntes g'Mi>f!,yefererde cores,; o, oorao sewnre comi-
nua
agu
de
Duzia de sabonetes de aniinho transparen-, Camisas bordadas para homem.
tes a 29200. i Meias de corns para homens e meninos.
a vende-las por. preen- eommodo.
ess diatdemaa dou-rados e
com pedras.
aguia branca, a rua do Duque de Caxias n.
50; receben novo sortimento de bonits diade-
tnas- dourados a torn pedra, tanto para maninas
ct>mo< parai souhoras.
Cofee^oes4 de- traskdos1 u
aorma&^ara., escrever-se.
Axaguiabiaoea, &rca> Duque de Cax ias- n. 50-,
neepbeu novas-colIeec,5es on uormas para as crian-
>;as aprenderem a escrever por si mesmo,, hoj* tio
usadas nas aulas e collegios; e oomo sempre ven-.
de-as por pref eommodo.
Meias cruas ftnap-para meni-
aas e senhoras
A loja d'aguia branca, a^roa [hKfno-de-ClHtias
n. OOf reeahbuaHWO soxtimenio daquellastlo pro.
curadas meias cruas-para, senhorav Yindo igual-
mente para meninas, a continua a veode-!as por
preoos commodos.
x^oa o*l maixtialiaa pretas.
I i ,4 loja da aguia.branca, a ma do-Duque de Ca-
riasn. 50, receheu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com fibres, e outras a lmiUc5o de
croche, e vende -as pelos baratos piVVos w 3#,
if c.61000. A fatenda e na e esia, em perfeito
eatado, peio que continua a> ter prompt* exlrac-
gao
Perfeita no^Tdade.
Cauiiziubs punhos
Amaral'Nabuco Si C, vendem camUinhas e pu-
nhos para senhoras, brancos de- algndao, de linho
hurdados e de cores, no Da ar Victoria- rua do
Darao VictH. ia n. 2.___________________'
Matrieula para cavallos.
A' venda na Ilvraria clas?ica, a rua do fmpera-
dor n. 73. Preco 40 rs. *

NOVIDADE
i A. Predilecta acaba de receber am. Undo sortt-
mento de filas oscocezas achamalotadis, proprias
para fachas ; assim como um lindo sortimento de
leques- de madreperola? a elles antes que se aca-
bem; a rua do Catnga n. 1 A.
Vende-se
Idem idem com fldres, a 19S00.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 19000 e 19500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
800 rs.
Frasco com agua de colagne, a 200, 320,
500 rs. e 10000.
Extractos muito finos dos mtlhores au-
Idem idemlisQa298Q0, 39800e 69000. tores.
Goques modarpos,, a 39000. | Lindas: e elegantes caixinhas comperfuma-
luzia; de^peijas. cle tran^as de caracol rias, proprias para presentes, dos autorcs
E. Codray, Rieger, tielle Freres, etc.
Quadros com Santos e estampas separa-
i
branca, a 400 rs.
Idem idem lisas, a 200 rs.
. Leques de osso. e saiidalo, a 29000, 49' das.
69000. Entremeios e babados transparentes eta-
i'ita de velludiida todas as cores e largu- pados.
is. i Uma grande taboleta propria para qual-
Microscopios com; 12 vistas,|a 69000. quer loja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
Rua do Barao da Vktoria n. 28.
"8S.

Completo sortimento de chapeos de sol para ho
metis e senhoras, com cabo de marlim.
Merin6 de cores para vestidos.
Dito preto.
Atoalhado de linbe e algodao para toalhas.
Atoalhado pardo.
Brins de linho branco, preto e de cores.
Setim de lindas cores e com listras
Chalcs de merin6 de cores e pietos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Dito de touquim.
Camisas de linho.
Ditas de chita.
Ditas de flanella.
Cerouias de brim e algodao.
Damasco dn la de cores.
Pannos do crochet para cadeira, sofa e consollos.
Colcha.3 de dito.
Tarlaiana de todas as cores.
Espartilhos lisos e bordados.
Foulard' de seda.
Casacos a tricot.
Ricos cortes de vestidos de linha para senhora,
de di ersas cores, con* os eompeteBles eofeij
tes, ultima moda.
Casemiras pretas e. de ofes, cltitaj, madapoliiee.
cambraias, pauno fluo preto e azul3,collarinhos
Snnhos, gravatas, luvas de pellica,,'ditas d 9o"
e Escacia, braneas e de-d6resy tapetes de tola*
os tamanbos, boJsas de. viagem, etc. etc.
Na loja do Passo, rua Primairo de Marco n.
A, antiga do Crespo.
Grttmpos oom4iorboletiis, bewuro* e fafa*
nhotos A loja da aguia branca, ar. rua'. do Deque de.
. Uuiaa Bi.SOt-fQcolo nji>v flramnt9-corrar,
boJeU,.b^ur(Ba-|5niptos,. OMqu*;de. wrto 6
perfeita novid-de,.,.A fluanbdaae 6 pepuena, e
por isso em Breve' se acafrart.
Novas gollinhas ornadascoto
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca a rua Duque de .Caxias
- 50, recebeu uma pequena quaciidade de boni-
8-jBnova folR*s, trafealho>* U-e seda, en-
oeitaJ^seosa arasiaW^ obras esUs-de- mi; Ho gosto
a inteinunente novas.
G^Fampos^ -hincos e* rozetas
dourados.
Exti'aordinaria peohiocha.
f3^500
'- !clia..de .alg^aoadamascadas para can
pdlo barcrtissirfio p'rego de 2^500 na loja di
arras, do r.rirgel' do Am an I *> C a rua Primeii
de Marco (anrip do Cr?po)'ff. SO A.
1
---------
f-'-se uma excellente ci
sitio, sti* ncr Atraial jontbaa[-Jq Sr. Anselmo :
i tratar iio mesraa casa, e |>ara -in/ormacfies na
laverna do Queimado n. 3. f andar'
Mada|MlAo frmeez
a 61500 a pega!!
lladapolao fraocez flno com poaco sujoa 6*80
a p!ca; e pechineba na rua do Queimado ou-
mero 43,
Os wrdadeiim
Vinhos de Bourgogne
das warcas
Chambertin
Pommard
Virits
Volnay
Be an tie
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Vende-se por barto preco
PARA LIQUIDAtJAO DE CONTAS
NA
Rua kLarga do Rosario SJ.
Botica.

worn
Agiws AlcHriiio-fiazesir^ das \k
dras Salgadas.
Villa-Rouca de Aguiar.
. BiCARBQNAT-ADAS-Si DICAS
Analyses do Dr. Jose Julio Rortrl
gues, lente da escola Polyte" |
clinica- tie I.isboa.
i'- Esl* exeeUutrta agua uaada com v&otagem no
padeciniintos das. vias digestivas, urinaria-, d
esiomago etc., etc.
Vende-se
NA
Pharmacia c drocaria
DA
Rua larga do Rosario n. 34.
Lindas las escoGezas.
360 rs o covado : na roa Primeiro de Marco,
antiga do Crespo. n.. 13, loja das columnas, de An-
tonio Correia de Vasconceflos.
no eatud-j cm- que se acha o si tio existente no
lugar dos Remedios, freguezia dos Afogados n.
H, hojo becco da travessa dog Remedios n. 18,
em chao proprio, quem o pretender entenda-se
com a sea proprietario na rua de S. Francisco,
como qutm vai para a rua Bella, sobrado n. 10,
que seTara1 todo negocio
Farinha de mandioca nova
Tbem para vender Joaquim Jose Goucalves Bel-
trao & Filho; a.bordodo pataeho Sapkon chegado
de Santa- ~atharina, fundeado defronte do trapiche
Barao do Livramento ; e para tratar a bordo, ou
no seu escriptorio a rua do Commercio n. K.
Alci
aciana
A 400 RS. O COVADO.
Fazenda inteiramente nova e propria para a pre-
sente estacao, pelo baratissimo preco de 400 rs o
covado, a loja dos arcos de Gurgel do Araaral &
C, a rua-1.* de Marco, antiga do Crespo n. 30 A
Vende-se
um sitio no largo da Casa Forte, com 320 palmos
de frente e 570 de fnndo pooco nrais on-menos,
<-ora casa de pedra e cal, 7 quartos, 3 salas, co-
zinha (bra, 1 cacimbas diversos arvoredos de
trucks ; assim como, nm eutro menor na tra-
vessa da mesma, vbltando para a estrada que vii
^am'-e-AVraial,' com easa de pedra e cal, com 4
inartos, cozinha fora, cacimba e alfuns alvoredos
e fructo : no pateo do Carmo n. 3, ou na rua
das Trincheiras n. 1.

Bsralissimo
rLanzinhas com listras estsmpadas pelo diminuto
[ gco de 400 ts. o oovado.
Ditas com listras assetinadas a 1/000 o co-
vado.
Granadinas pretas com listras de cores a 300 rs.
A-lqjat dv,MM*- brauca,, a, rua, do Daqa b covado ^^
Caxias n. 60, recebeu novamente bonjtos gram* Metins'trancados proprios para vestido, a 320 rs.
pos, brincos e rozetas dourados ; atsmr como Q eovi^l
novos diadem as de aco, *ei)9.9etBfire contK
nda a vende-los por precos razoaveis
Alpacas de quadros, proprias para vestidos
_, 440 rt.o covado.
Caixnitey com1 pos wsiiraaos ** "^ ^ss*-c,4cas 1*wawa-
u ;,i r n < D4ttnicadoaif600avara
e prAteadOSy pa*a.iCaoelloa Dito dercores, linho pnao, l*00 a vara.
Vende-se na loja da Aguia Branca .-a-rua do Dn- I'd llllll ilil
tH,d%ia*.i8 n.;.S0.
tmirasde pellica puetage 4e ^-
*.. 1.: _&i .l Ac_v*. W daaAiuartas. de^uilhermn & C
outras cores.
; (I
.A,|ojfcifc.AgiJ*raj>c* *-!9fe#Mae da- ,

a. aO^efleSea. npvQ.sortiaiento de. lavp de
*a', pretas e de 6ras cores.
A' rua do (ahuga n. 1 A.
Os proprieurios da Tredilecta, no intnilo de
conservar o bom conccito que teem merecido do
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci-
mento dos mais que negociam no mesmo genero,
veem scientificar aos sens bons freguezes que pre-
veniram aos feus correspondentes nas diversas par-
cas d'Europa para Ihes enviarem por todes os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, cue se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
laquelles paiies, visto aproximar se o tempo de
festa, em. que o belki sexo desta linda Veneza
mais ostcnta a riqueza de snas toillettes : e co-
mo ja recebessem pelo paquete francez diversos
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre elles que se tomam mais reeommendaveis,
e'perando do respeitavel publico a cosiumada
concurreneia.
Aderecos de tartaruga os mais linJos que teem
vimlo so mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e de
velludo, sendo diversos tamanhos e barato; pre-
cos
aderecos completos da borracha pr.prjoJ para
IcHtambem se vendem meios alerecos muito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato de
vestidos de sechora ; tambera tem para ccllete e
palitoL
Bolsas para senhoras, exists um bello sortimen-
to de seda, de palha, de chagrim. etc, etc., por
baralo pre^o.
Itonecaa.de mdoa os tamanhos, tanto de louca
como de cera,-do borracha e de massa ; cliama-
mns a attencao das Exmas. Sras. para este arligo,
pois as vezes tornam;pe as criaocas um pou-ro ira-
pertmentes por falta de um obiecto que -is en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem se por preco eommodo.
Ceroolas de linho e de algodao, de diverscs pre-
cos.
Caixinhas oyn musica, o que ha de mais lindo,
com disticos n.ts lampas e proprios para presen-
tes.
Coques os mais modcrnos e de diversos forma-
tes.
Cliapcosparaseiihora.Receboram um sortimento
da ultima moda, lanto para senhora, como para
meninas.
CapeDas simple* e com veo-pnra noivas.
Caieas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindos
desenhos.
Escovns eleclricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a earie dos dentes.
l-'ranjai de seda pretas e de cores, exisie am
grande sortimento do divercas larguras e barato
preco.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de cra-
malnte, de diversos larguras e b<>nitas cores.
Paebas de gorgurao muito lindas.
Flores arlificiaes. A Predilecta prima em con-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
tas do es, n3o so para enfeite dos cbellos, como
tambem: para ornato dc vestidn de noivas.
Galoes de. algodao, d>e la o de seda, branco*. pre-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
I.acos de cambraia e de seda do diversas cores
para senhora.
Ligas de seda dc cores e brancas bordadas para
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de nadre-
perela, marflm, ds-o e velludo, tudo que m de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
belos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madro-
perola, marlim, osso e dourados por barato preco.
Perfumarias-. Neste artigo esta a Predileeta bem
provida, nao so em extractos, como em oleos e
banhas dns melhores odores, dos mais afainados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao imfcpensaveh para
a festa.
Safas bordadas para seuhora, por conmodo
preco.
Sapatinbos de la e de setim bordados .pan bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predileeta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para.baptisadb o que ha de melhor
gosto e os mats modemosi receben a Predi lecta e
vende por barato pre;o, para ficar ao alcauee de
qualquer bolsa.
Rua do Gabuga n. 1
Bolsas, malas indispenga-
veis
Amaral, Naboco A C receberam compieti) sor-
timento de bolcas, malas e indispensaveis d<; cou-
rt, madeira e chagrin : vende-se no Bazar Vie-
toria, rua do Barao da Victoria n. 2._________
J. 0. C. Doyle.
Tem para veir :
Cognac de Hennessv, superior e verdadeiro.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters da- Angostura.
Whisky.
Cha preto enr latfas de 10 tifcras.
Todas as preparac5es chimicas do Dr. Ayer : no
armazem da ma do Commercio n 38.
Prfra acabar!
Ricos chapeos para senhora : so na rua Duqne
de Gaxias n. 60 A, loja da esqaina.
Chapios desol de seda, cabo de eauna, a-'8jJ300
cada um, isto tudo s no n. 20 da rua- do Crespo,
imfflnrdt te
"* Rtia- ,1a' Maf% 0%-Kos: ri."10 A.
Jos* ponrmioes 'dc"arm> WWft- parteipa "aot
veus'fMgQeMiWMtatRti que bo seu; armasem a
rua daf IM^eiie 0u a. tO,4i^8-a?a.ua.com-
plete sortflneuto dft/umqemJ^ruos.depalente 1.*.
17 e 3> sortes, dos tterTOrtf'ralTtraiileVda 3ahia
-e'bem assim-aflof de todoa- osfunius da cerda
em rolos, pacotes, latas grandes e pagcenas, tam-
tiem dos ami acreditados. fcbrieanirs Torres a
Araujo, Lizaur, Adolpho Schmdt & C, Lizam
Schmidt 4 C, Veips AArtuid, TVradade Ate-
lar, Teuteira KUi & Portellt. rgaranUdo pelo*
mesmos) e de em*<* ainda nani conneeidos pek
publico desta capital. Q-anpunciante declara que
tgdofumo que fiir vehdido'em sua casa sera pelo
justo valor, e que quando garantlr a respecti
Dp. varies padrSes, e inteiramente moderms; a va qualidade^ seriraloiro, mui particulamesit
Icon as pessoas i|ne poneo entendam da materia
pois para bem servir a todos, tem o annunciann
i'onga pratica de 15 annos deste commercio.
Banhos emOiinda
e calcas de fazenda de boa qualidade,
fa os banhos em Ollnda : na loji dos
Primeiro dV Marco (atitlga: di Crespe)
rat vr
n.'W.^A/de Gurgel do AU
A C.
Ru&do Brnm n. 76
Vende-se zioco puro de superior qualidade,
DFpflritfpa*a-deberta* de casas, medindo 11 pal.
raos de compridd e 4 de largo, por preto mnito
em cOnta.
\rWi
Crheoir o- verdadeiro de Portland ; barrieas
ggandes d 400 kiln3 : no armazem de Tasso Ir-
maes &.C., caes Cosnioriinias.
Amaral Nabuco & C, vendem os mais commo-
dos cosmoramast com vistas aetoalmente novas :
Bazar Victoria, rua do Barao da Victoria n. i.
'fiiirros^ venda
J. Deiro avisa a seus freguezes que esti em
viagem para as provincias de Alagdas e Pernam-
buco, conduzindo dxoflMote tropa de buTos
passara por Penedo. Pilar, Castanha Grande, Por-
to Calvo. Barreiros, Rio Furmoso, 'Escada, C'ibo e
provavelmeMe- por Samo Amaro 'da Jabostao a
^azaret1' ;; por isso node ser avisado ou enwn-
trado em quatquer destes !tJfares
Larangeiras, 20 de-outubro de 1873.

uma casa na villa de Barreiros a rna do Com-
mercio, per preco modlco : a tratar com Tas?j
Irmaos 4.C.
VENDE-SE
a casa terrea n 3ftV^ita a rua -la Sotodade, c >m os-|
commt)dossegninte> : 2 salas, 2 q art is, cosinba
independente. quinttl muraJ i e 'loa cacimba : a
tratar na mesnu.
__--------___________
Ao bello. sexo.
Gusmao A Leal reBt>eram rlcdk oertss do g
de seda, fazenda inieirarawste- nva, e
pelo bra* pre-.o de 40*000 o cort*-: a elles
que se acabem: so na loja da roa Pr'meir
Marco n 1^_________________________
Garanhuns.
N rua- do Barao da Victoria n. 36,preoi-
illar a - I'aes daSika, a negocio de ; cular;
1 mmiiH 1


ift.1
8
Diario de Pernambuco Quark fefra 10 de Dezembr-a do 1873.
JDRISPRODEKC'A.
RESPOSTA DO B1SPO DE OLINDA AO SUPRE1
TRIBUNAL DE JUSTKJA.
Senlior 1Em data de i 1 do raez corren-
te me foi ontregue copia da denuncia quo,
autonsado pelo aviso do Exm. Sr. ministro
do imperio, de 27 de setembro, deu contra
o hurailde bispo de Olinda, perante o su-
premo tribunal dej-jsli.,at o Sr. procurador
da coroa, soberaiiia o fazenda uacional, e
promotor da justiga.
De foi remeltida esta pega acompanhada
de outros decumculos, para que eu defen-
da-me das aceusago js com que o mesmo
Sr. procurator teutuu demonstrar que, em
ndo cumprindo eu a expressa vontade do
governo imperial, uo exorcicio de um acto
episcopal em materia espiritual, e daudo
publicidade, sem previa liceuga imperial,
ao breroQuamqam dotoresquo se dig-
nou dirigir-me o SS. Padre Pio IX, com
ordem de commuuica-lo aos meus vene-
randos coil-gas no opiscopado deste impe-
rio, violei o nosso pacto fundamental, in-
corri em varios crimes previstos pela; leis
do paiz e nas penas que Ihe sao commina-
das.
Senhor! ale* o presente me foi .possivel,
sem gravame de minha consciencia, sem
nienosproso das divinas constitutes da
igreja, e sem a minima culpabilida le ante
Deus, expander ao governo de Sua Mages-
tade Imperial as razoes que meginaram no
uesempenbo deste meu sagrado dever. E laes
foram estas razors, e de tal natureza o acto
por mim praticado, que o vigario infelli-
vel de Jesus Christo, unico juiz competente
nestas materias, nao so se dignou louva-l>,
como ate conferio-me plenos poderes para
dissolver as irman lades recalcitrantes e re-
beldes.
Alem disso, quiz que os demais bispos
do imperio da Santa Cruz o mesmo lizes-
sem, desde que se achassem en circums-
tancias identicas a do humilde bispo de
Olinda.
0 governo imperial; porem, em lugar de
conformar-so com o juizo do vigario de Je-
sus Christo, como cumpre ao governo de
um paiz catholico, preteude que, rejeitan-
do este juizo irrefragavel, eu reconbega o
delle, uesla quesldo religiosa, e o conside-
re acima do juizo infaliivel do roraano pon-
tifice ; e como, gracas A infinita misericor-
dia do Altissirao, nao tivo a desventura de
oommctter semelhante delicto, man la res-
ponsabilisar-me pelo supremo tribunal de
justiga, perante o qual fui citado para de-
fender-mc.
Em uma questao de tao elevada impor-
tancia ; em uma questao que, pela sua
magnitude e transcedencia, traz suspensos
us espiritos, de uma a outra extremidade
do imperio ; em uma questao, finalmente,
era que vejo empenhados, nao so os mais
vitaes interessesde todo oBrasil, senao tam-
bem a autonomia da augusta Esposa do
Filho lo Dens, os sagrados o inalienaveis
direitos de nosso miuisterio episcopal e a
liberdade de consciencia dos catbolicos ;
em uma juestdo desla ordem, digo, ser-
nio-hia por csrto, cousa summamente grata
poder apresentar-me ante esse conspicuo
tribunal, afitn, de, provando a legalidade
do meu proceder, como bispo catholico,
reclamar ao mesmo tempo para a Sauta
Igreja de Deus, da qual sou Bispo, posto
que mui indigno, a justiya. a attengao e o
respeito dovidos 80S seus privilegios e hoje
tao obliterados e aos seus direitos impres-
criptiveis hoje tao conculcados.
Ser-me-hia sobre modo grato, repito, po-
der provar perante esse venerando tribunal,
que de modo algum ultrapass-i as raias de
minha episcopal jurisdicgao, nem invadi os
dominios do poder temporal, como se tern
inculcado, e que o motivo da pena de in-
terdicijao por mim comminada nao fora o
que allega o Exm. Sr. ministro do imperio
em seu aviso de 27 de setembro.
E tanto mais grato ser-me hia, quanto
mais razor's, e de sobra, tenho eu para
suppor que em um tribunal, onde iulgam
juizes catbolicos e varoes encanecidos naj
distribuigao da justiga c na defeza do di-
reito. plena, estrondosa o esplendidaraente
triumphnria a causa sauta do catholicismo,
por amor da raal ora sou accusado.
Porem, Senhor 1 com todo o respeito
acataraento que devo a esse venerando tri-
bunal e, ao mesmo tempo, com toda
franqueza e energia de um successor dos
apostolos, declaro a Vossa Magestade Im
perial que, muito .ipesar meu, nao o
posso.
Ndo posso, porque seria reconhecera com-
petencia do tribunal civil em mate-
ria religiosa.
Nao posso, porque seria renunciar aos
ioeus direitos.
Nao posso, porque seria ialtar gravemen-
te aos sagradus deveres de bispo catho-
lico.
Nao posso, porque seria constituir-me
"-.......
reodoenorme peccado diante de Deus, a sombra e figure dos sacerdotes e levitas da
cuja lei santa eu violana, tornando desta lei de Christo, na qual, segundo a phrase
nrte impossivel a minha salvaclo eterna. elegante deS. Leo Magno, ordoclarior le-
Nao posso, porque seria desobedecer a vitarum et digmtas amplior sacerdo'tum
santa igreja de Jesus Christo, cujas divinas ( Sermo. 8." de Pasc. Dora.)
constituigoes m'o prohibem expressa- Ora, os sacerdotes eleritas da lei mosaica
m^Jlte- estavam isentos do tribunal civil (Rom. 3).
N3o posso, porque, neste caso, a minha Logo,- com maioria de razdo o estao os da
deploravel fraqueza escandalisaria sobre- lei da graga. *"-..,
maneira aquellas almas, por cuja salvagSo 3. EmQm, por direito ecclesiastico. As
bei de responder perante o supremo tribu- explicates dos santos doutores da igreja e as
nal da justice divina. prescripgoes dos concilios e dos papas fazem
NSo posso, porque a minha apostasia le- resplandecer esta verdade no seu mais ele-
varia a dor, a amargura e a consternagdo vado grdo de evidencia.
ao coragdo de todos os fcispos catbolicos Quando o grande Santo Athanasio foi ac-
das cinco partes do mundo, principalmente cusado pelos bispos Arianos o intimado a
ao daquelles que, comtantozelo.com tan- comparecer-perante o supremo tribunal do
ta firmeza e com tanta edificagdo, ora es- imperio de Constantinopla, recusou-so, res-
tao repetindo o femefeo e invencivel -non pondendo com o seguinte aphorismo 0
possumusdos apostolos aos governos da imperador nada tern que ver em negocios
Prussia, da Suissa, da Austria e da Italia, ecclesiasticos ( Pedr. de Marc, lugar ci-
que delles exigem, pouco mais ou menos, tado.)
o que de mim esta exigindo o governo de
meu paiz
Nao posso, finalmente, porque cumpre-
E Santo Hilario, exhortando Constantino
Augusto a providenciar, afim de que os jui-
.zcs que administravara os negocios publicos
me evitar a ignominia de faltar, por teraor do imperio, nao se envolvessem em materias
de penas temporaes ao meu sagrado dever religiosas e nao presumissem evocar ao sou
episcopal : vergonha que acompanhar-me- tribunal as causas dos cleros, escreveu :
deshonrado a sepultura : culpa que eu Provediatetdecernat dementia, tua tU
nao cessana de chorar ate ao meu ultimo\omms ubic/uejudices.fiuibusprovinciarum
macula que nem nos de lagrimas administrationes conditw sunt, adquossola
FOLHETIH.
LUCBBCU BOBBIA
MEMORIAS DE SATAHAZ
POR
la. Manoel IFernandezy Gonzalez
PRIMEIRA PARTE
0 GRAN-CAPITlO.
(ContiniiagSo do n. 279}
XXIII
T'l COMO 0 GRAN CAPITAO SE ACHOU ENVOLVI-
D0 E!J UM N0VO ENREDO.
N'aquella manha ao romoer do sol, bora
a que se levartava geralmente Gonzalo de
Cordoba, apresentou se-lhe o alferes da sua
guarda de alabardeir s.
Desculpe, senhor duque, se venho in-
commodar a v&ssa senhoria, disse elle.po-
lem acaba de chegar um homem suspeito
que pede para lhe fallar e diz trazer uma
carta de uma pessoa que se perdeu, e que
ao senhor duque interessa muito encontrar
E em quo 6 suspeito esse homem .
Pareee um bravo.
Era Roma todos o parecom.
Traz alem d'isso o rosto coberto com
uma mascara.
E' uso mui comraum cm Roma.
Pareee um ass*ssino.
Um assafsino, alferes Lopera, nao se
atrevea aproximar-se de mim a naoser qus
tenha a certeza de que estou dorraindo e
jaado. Que entre esse homem, o guarde-ee
instante
poderiam extinting'uir.
Senhor nao s6 os bispos, mas todos os
clerigos estao isentos do foro laical, em
materias espirituaes :
1. Por direito natural. A mesma
philosophia natural nos ensina. que a dig-'
nid de de uma sociedade se deriva de seu
(im ; porque o fim, determinando os meios,
determina os actos e qualidades de sens
membros; e d'ahi segue-se que quanto
mais nobre fdr o fim da socielade, tanto
mais-n-ibresera* elh e sous membros (dou-
trina de Aristoteles, citado por S. Tho-
maz)
Nos ensim tambem a mesma philosophia
natural que os membros de uma sociedade
mais nobre n8o devera ser obrigados a
comparecer ante o tribunal da menos no-
bre, pois seria collocar-se a cabeca no lu-
gar dos p6"s.
Ora, ninguem ha que deixe de reconhe-
cer que a sociedade ecclesiastica e tanto
mais nobre que a civil, quanto o seu fim
(a felicidade eterna) e mais nobre que o
desta (o felicidade temporal). Logo, a
mesma philosophia i.atural nos ensina que
os clerigos, membros da so;iedadj eccle-
siastica, nao podem ser obrigados a compa-
recer ante os tribunaes da sociedade ci-
vil.
Foi este natural bom senso que poz nos
labios do imperador Constantino aquellas
memoraveis palavras dirigidas aos padres
do concilio de Nicea : Deus vos consti-
tuio sacerdotes, e arjte os nossos olhos vos
collocou em seu lugar, quaes outros tantos
deuses. Ora, n3o convem que o homem
julgue os deuses : sd o pode fazer aquelle
de quem esta escripto : Deus esteve na
reumao dos deuses e julgou no meio delles
(Pedr. Marc. cap. 7 liv. 2 de cone.) .
A mesma razao natural, portato, nos
dicta que e injustice clamorosa sujeitar os
clerigos, e com maioria de razio, os bispos,
E s6be de ponto esta injustice, quando se
considera que os clerigos gozara da immu-
nidade do f6ro, nSo s6 por direito natu-
ral, como tambem
2. Por direito divino positivo. Com
effeito, o Filho de Deus conferio aos aposto-
los o poder de atar a desatar (Math. XVIII
IM) sera a menor dependencia do poder
secular ; deu a Pedro as chaves do reino dos
ceos (Math. XVI, 19) e confiou-lhe todo o
seu rebanho constituindo-o pastor universal
de sua igreja (Joan. XXI, 15, 16 e 17),
Da mesma sorte, sem dependencia alguma
do poder civil, o Espirito Santo constituio
os bispos sobre o rebanho de Christo para
governar a igreja de Deus (Act. XXIX,
28). De modo que, por disposic&o divina,
todos es fieis de qualquer condicio ou cathe-
goria, em rela?3o aos clerigos, s8o filhos,
s3o ovelhas, s3o discipulos.
Ora, esta divina disposicao exige que os
clerigos estejam isentos do fflro secular, j
em virtude do respeito que os filhos devera
a seus pais, as ovelhas a seus pastores, os
discipulos a seus raestres; ja" porque o go-
verno civil facilmenta crearia diffiouldades
d divina missSo da igreja.
Logo, por diroito dlvico-positivo, os cleri-
gos, e a fortiori os bispos estao isentos do
tribunal civil. Raz3o por que S. Paulo,
escrevendo aos Corinthios, disse-lhes, de
modo peremptorio: 0 homem espiritual
julga todas as cousas e por ninguem e jul-
gado. Spiritualis autern judical omnia
et ipse a nemine judicatur (I, Cor. II, 15 )
Alem disso, e inadmissivel que o clero do
uovo testamonto mereca a sociedade civil
menos respeito e acatamento que o do antigo
testaraeuto. Tanto mais que os sacerdotes
e levitas da lei mosaica nao foram mais que
de tomar qualquer precau#io ; senteria mui-
to que se julgasse que tenho medo.
Pouco depois entrou um homem com
trajo de sotdado e mascara "no rosto.
0 desconbecido tirou o gorro, parou 6.
distancia respeitosa do gran-capitao, incli-
nou-se e disse mostrando uma carta :
. Da Sra. Angiolina Crespi.
Gonzalo apressou-se em pegar na carta,
abrio-a e vio que dizia :
Senhor duque de Sessa Fui victima
de uma traic,3o iniqua de que*o julgo in-
capaz. Fomos atraicoados ambos. Lucre-
cia deu-ine a conbecer que era ella a autora
d'esta infamia. Andaram comigo de um
lado para o outro, e agora estou n'umas
ruinas, guardada por homens a quem nao
vejo o rosto, e com os quaes sao inuteis os
rogos e os offerecimentos. Amo-o tanto
que em virtude d'esse amor creio que rae
ama tambem e que se apressara" em salvar-
me. N8o posso escrever mais, porque m'o
n3o permittem. Espero-o. Quandu me
tiver salvado, saberd tudo. Angiolina
Crespi.
Gonzalo alegrou-se vivamente ao ler esta
carta.
Tinh'a empenbado a sua palavra de honra
a Affonso Crespi de entregar-lhe a filba, e
mortificava-o n5o ter podido cumnri-la.
Alem d'isso, e um tanto viciado pela
atmospbera corrompida de Roma, e por
que, tratando-se de uma mulher taoior-
raosa como Angiolina Crespi, ha que fechar
os olhos ao resvalao mais ou menos grave
que possa dar o cavalleiro mais sem man-
cha, Gonzalo sentio que o embriagayaa re-
cordacSo de Angiolina.
Ouem e o senhor ? disse elle a Domi-
nico guardando a carta na algibeira.
L:m homem que uecessita da resposta
cura et sollidtudo publicorum negotiorum
perlinere d'bet, a religiosa se observantia
abslineant, neque posthac prcesumant atque
usurpent et putent se causas cognoscere lec-
ricorum.
Ainda mais dignas de serem gravadas em
lettras de ouro s3o as seguintes palavras,
proferi.las pelo imperador Basilio no 8. con-
cilio egumenico : Digo que nenbum lei*
go se deve metier, sob qualquer pretexto
qle seja, em negocios ecclesiasticos e ir de
encontro & igreja e aos concilios geraes
porquanto a tarefa de examinar estes nego-
cios incumbre aos patriarchas, aos sacerdo-
tes e aos doutores que de Deus receberam
o poder de atar e desatar. Pois, ura leigo,
por mais distincto que seja em todo o gene-
ro de bon lade e sabedoria, 6 sempre leigo ;
e ovelba e nao pastor. Donee laicus est,
ovis, vocari non desinit (Labb. Tom. VIII
col. 1554. )
E Justiniano formulando esta obrigac&o
do tribunal civil a respeito do ecclesiastico,
deu como todos sabem, o decreto seguinte,:
Se o delicto for ecclesiastico e merecer
pena e castigo ecclesiastico, julgue-o o bispo,
sem communicar a sentenca aos preclarissi-
mos juizes do imperio. Pois queremos que
os juizes leigos n3o tomem conheci.nento
algum de taes negocios; sendo necessario
que factos desta natureza seja in examinados
segundo os canones da igreja, e castigadas
as almas dos delinquentes com penas eccle-
siasticas, de conformidade com as regras da
sagrada escriptura, que sae tambem as nos-
sas leis (Novel, 83).
0 que Justiniano prescrevia para o im-
perio roraano applica-se perfaita e adraira-
velmente ao imperio do Brasil, j4 porque e
este uma nacio catholiea, e por conseguinte,
obrigada a conhecer por leis suas as regras
da sagrada escriptura; ja porque sanccio-
nou a publicacao dos decretos do sacrosanto
concilio de Trento que nas sessoes XXHI,
cap. 6, e XXV, cap. 20, confirma este pri-
vilegio de dirdto natural divino-positivo e
ecclesiastico, de que gozam os clerigos re-
lativamente ao fdro civil.
NSo menos explicitos, claros e po^fivos
sao : o concilio V de LatrSo, o de Col ia e
o de Paris.
0 primeiro destes concilios, na sessao 18,
diz : Cum a jure tarn divino quam hu-
inano laicis potestas nulla in ecclesiasticos
personas tributa sit, innovamos omnes et
singulas constituciones, etc.
0 segundo se expressa assim : Immu-
nitas ecclesiastica vetustissima res est jure
pariter divino et humano introducta. (Pars
IX, cap. 20 ).
0 terceire commina pena de excommu-
nhao ao leigo que tentar julgar a um eccle-
siastico : Judex soxularis si clericum
per se distringit vel condemnat excommu-
nicarit, debet ( cap. 1).
AindaQraesmo prescindindo das autorida-
des citadas, bastaria allegar em favor de
nossa these as seguintes palavras do synodo
do papa Eugenio : Laid ecclesiastica ne-
gotia tractari non debent; e estas outras da
bulla Unam Sanclam de Bonifacio VIII;
Si deviat spiritualis (potestas) minor a suo
superiori... poterit judicari.
E' esta uma pequena parte e, arenas um
ensaio dos rauitissimos e variados argumen-
tos theologicos que se podetn adduzir em
abono de nossa these que por si mesma nao
admitte a menor duvida quando as paixoes
politicas nao chegara a extinguir as ultimas
centelhas da fe e do bom senso natural. Tal
foi a evidencia desta verdade, que obrigou
o proprio Pedro de Marca a defendel-a do
modo mais eloquente, nos seus livros da
concordia entre e sacerdocio e o imperio,
como hem se p6de averiguar no cap. VII.
Seahor I Se attendermos para a legisla-
0o patria, ainda ahi enoontraremos leis que
militam em meu favor e me autorisam a
n&o comparecer do qualquer modo perante
o supremo tribunal de justice, cujas luzes,
rectidao e alto criterio em su.nmo grio vene-
ro e acato ; mas de cuja cornpetencia sou
forcado a dechnar.
Llmitar-me-hei a citar uma quo, sobre ser
chra, explicita e positiva e* baslante recente.
A lei n. 009, de 18 de agosto de 1851,
que declara o tribunal, pelo qual devera ser
processados e julgados os bispos do imperio,
assim diz, no art. l. : Os arcebispos e
bispos do imperio do Brasil xas causas que
NAo forem puramente espiruuaks, serao
processados e julgados pelo supremo tribunal
de justifja.
Ora, a causa do hurailde bispo de Olinda
e puramente espiritual. Logo, segundo a
Iegisla0o patria, nao pole ser julgtda polo
supremo tribunal de justica, f6ra de cuja al-
jada se acba ella.
Logo esse venerando e conspicuo tribunal
carece de cornpetencia para julgar-me, tanto
segundo as divinas constitutes da igreja
universal, como segundo a legislagao civil
de meu paiz.
Senhor I d vista disio, nas criticas e do-
lorosas circumstancias em que actualmentc
nos achamos, -recordanlo-me das palavras
confortadoras e cheias de santa unc$3o do
Apostolo das nagoes a seu charo discipulo S.
Theraoteo, bispo como eu : In hoc labora-
mus, et maledicimur, quia speramus in
Deum vivum que est Salvator omnium ho-
tninun maxime fidelium (Tim. IV, 10 )
sratome inclinado a depositar todo o cuida-
do e solicitude de minna defeza nas m3os
da Divina Providencia, que tudo rogula com
o peso e medida, e que, muito confio, de-
parar-moha o ensejo de, em breve, pro-
mover a defeza de raeus actos perante o tri-
bunal do bom senso,
Palacio da SoleJade,2i de novembro de
1873.
t Fa. Vital, bispo de Olinda.
*1f
Relatorlo
& carta que lhe entregou, respondeu o tra-
tante.
Tem razao ; mas se nio fdra o eu pre-
cisar de si para levar essa resposta, aflirmo-
lhe que se havia de arrepender do seu
atrevimento. Esta carta nao diz onde se
encontra essa seuhora; diga-m'o o senhor.
Proximo de Veletri, respondeu Do-
rainico, nas ruinas do convento das Santas
Virgens.
Com certeza?
Com certeza.
E estard alii hoje d meia noite ?
Sem duvida alguma ; a duqueza de la
Roumania nao suspeita nem pode suspeitar
cousa alguma.
Pois bem, vd e djga d senhora Angio-
lina Crespi que esta noite. os meus homens
de arenas irao salva-la ; e digoos raeus ho-
mens de armas, porque 6 possivel que te-
nba de tirar do meu caminbo a Orsini, que
segundo dizera, anda por Veletri praticando
desaforos ; servir-rae-ha isso de pretexto
para sahir de Roma com os meus esqua-
droes.
Genaro Orsini nio estorvard o passo
a vossa senhoria, nio e seu inimigo.
Ora essa I E jacta-se elle de contar
com a proteccio do rei de Franca I
Isso nao impede que Genaro Orsini
deseje tor tambem a proteccao do rei de
Uespauha.
0 se hor pertence ao bando de Or-
sini ? perguntou o gran-capitao ; o seu as-
pecto taz-me suppor que sim.
Sou um dos mais fieis servidores do
Sr. Genaro Orsini, respondeu Dominico.
Pois diga ao seu senhor qua OS reis
deUospauha nao protegem homens como
elle, e que Gonzalo de Cordoba folgard mui-
to em nao o encontrar no seu caminbo.
A RESPEITO DO NKGOCIO DO MARECHAL BAZAIXE
EX-COMMANDANTE EM CHEFE DO EXERCI TO
DO HHI'.Su.
(Conlinuacdo)
Foi em vao que o marechal Bazaine pro-
curou desligar-se da respousabilidade toma-
da para a marcha pelo seu chefe de estado
maior. A ordem do raovimento de 14 dic-
tada pelo marechal, s6-indica uma estrada
a seguir a sahida de Metz, quando existiam
tres. Eis aqui tudo.
Foi nessa occasiao que se mauifestou cla-
ramente a falta de accordo entre o marechal
e o chefe de estado-maior, falta que pesou
de uma maneira tdo horrivel para o bem do
servico sobre a maneira de conduzir as ope-
rates.
0 marechal, depoz o general Jarras,
conservou-se desde principio systematica-
niente afastado, sem me dar parte dos seus
projectos que so foram de mim conhecidos
na occasiao em que me dava as suas
ordens para assegurar a execuc^o, de manei-
ra que eu nao tive tempo de as esiudar, e
de propor depois as medidas de detalhe.
Para estar habilitado a desempenliar as suas
funcgdes, o chefe de estado-maior tern ne-
cessidade de uma auloridade que uao pode
ter sera a conhanca do seu chefe; d"aqui
segue-se a necosidade de um accordo comr'
pleto e absoluto.
NSo se comprehende que o marechal Ba-
zaine e o general Jarras tenham podido su-
portar a situacdo falsa em que se achavam
um para com o outro.
Emquanto o exercito francez alcangava tao
penosamente a planicie, ter-se-hiam tornado
pelo menos medidas para suspender ou
embaracar a marcha do inimigo, destruindo
as ponies situadas d entrada de Metz, sobre
o Seille e sobre o Moselle ? Chegara m a to-
raar-se disposigoes de minas, mas so uma
dellas cbegou a ser carregada.
Emfim, em Noveautexistia uma ponte que
podia ser destruid i em alguns miuutos. Fi-
zeram-se a 13 e 14 pedidos reiteradas para
obter autorisav3o de destruir as pontes. Aos
dous priineiros despachos, annunciando a
chegada dos exploradores inimigos, respon-
deu-se : Espere. Ura terceiro despa-
cho ficou sem resposta. Pela sua parte, -o
servico local de engenheria empregava junto
do general Coffioieres igual diligencia para
a destruic?o d*Ars, diligencia que so obteve
uma recusa.
A necessidade de destruir as pontes do
Moselle entre Fronard-e Metz devia preoccu-
par o commando, desde o raoraento era que
se tinha decidido o movimento de retirada
Tornava-se effeclivamente urgeute assegurar
desde logo a seguranca da circulagao pela
linha de Chalons-Fronard-Metz, pela qual
ia chegar o 6." corpo que, em consequencia
do tracado muito proximo da fronteira do
caminho de Ardennes, era a unica estrada
Vd, leve a resposta que lhe dei d senhora
Angiolina Crespi, e para que nao diga que
me trouxe uma carta sem que eu The pa-
gasse o porte, ahi ten.
E deu um annel a Dominico.
Este inclinou-se e sahio.
Supponhamos, disse o gran-capitao,
que esta carta e tao falsa como aquella que
Angiolina julgou ser minha. Sendo assim,
com que fins fariam isto ? 0 golpe nao
pode partir de Lucrecia, mas pode vir de
Cesar Borgia. Quem sabe ? eu estorvo-o.
Esta carta foi-me entregue de ura modo tao
singular 1... nao me explicaram cousa al-
guma ; quem & trouxe disso pertencer ao
bando de Orsini; isto pode ser falso tam-
bem. Se efta carta u ura lago, deve pro-
ceder de Cesar Borgia, e Cesar Borgia 6 ini-
migo mortal de Orsini. Pois bom, tenho
um meio de saber se e ou nao de Angioli-
na : Isabel... porem a duqueza de Urhino
deve estranhar que eu me apresente a ella ;
seria o mesmo que dizer-lhe : Arrependi-
me de me ter apartado de si, venho cahir-
lhe aos pes. Ve-la unicamente para lhe
perguntar se esta carta e d'ella, & feri-la,
offende-la, despreza-la ; nSo posso fazer isso.
Ella, por^m, ouvio-rae prometter ao pai de
Angiolina que a procuraria e Ih'a entrega-
ria. Com tudo, Isabel acreditard antes que
eu procuro Angiolina porque a amo, do
que para.a entregar a seu pai. Que gran-
de imbroglio Bern certo e* que quem
lida com mulbercs nao se livra nunca de
euredos. Oh folgaria que n'este momento
chegasse um correio do rei com ordem de
sahir immediatamente de Roma, e o diabo
que levassa Lucrecia, a duqUeza de Urbino
e Angiolina. Porem, nSo ha que esperar
isto. 0 rei sabe que, no momento era qne
eu saia de Roma, levard tudo o diabo, c,
segura para communicar com o interior da
Franca e municiar o exercito.
Tudo exigia que fosse occupado por um
destacamento a posicSo de Fronard, e a
entrada do desfiladeiro de Toul, e destruidas
as pontes. Ter-se-biam assiu\ evitado os
insultos dos exploradores e as tentativos de
destruicdo do caminbo que raarcava a pas-
sagem de diversas porgoes do 6." corpo,
teutativasde queo commando foi prevenido
pelo marechal Canrobert. 0 brilhante golpe
de mao do general Murgueritte sobre Pout-
a-Mousson, prova que a attencao do general
em chefe estava attrahida por aquella situa-
gdo assustadora. Desgragadamente o unico
remedio eflicaz, destruieao das pontes, n3o
se ordenou.
Ainda que o raareshal estivesse subordi-
nado ao imperador ate 12, a sua responsa-
bilidade n3o estaria completaraente salva
dcerca dos acontecimentos que se consuma-
ram desde que se decidio a retirada. De
facto tinha, desde o dia 6, o commando
dos quatro corpos concentrados em Metz ;
assim tinha qualidade para tomar eu pelo
monos para reclamar as medidas que elle
julgasse indispensaveis. A abstencao com-
pleta em quo se contcve durante aquelle
periodo, nao poJe, pois, deixar de ser cen-
surada.
Em consequeftcia dos factos raencionados,
o 6." corpo nao pflde na sua totalidade alcan-
gar Metz, mas o caminho tendo estado defini-
tivamente interceptado a 13, as tresquartas
partes da sua ultima divisdo, a artilharia de
duas divisdes, as reservas e parques d'arti-
Iheria d'engenheiros c os services adminis-
trativos d'aquelles corposnSo poderam reu-
nir-se e foram cahir sobre Chalons, assim
como os numerosos comboios de provisoes
que seguiara.
A 18 deve terse solfrido cruelmente a
falta que assira privara o 6. corpo do
quarto de seu offectivo, e do tres quartos
de sua artilharia, das suas reservas de muni-
eoes e da sua engenharia, como mais tudo
se devia sentir a falt< de todos aquelles vi-
veros, que chegariam d praga se se tivesse
querido.
Ndo se tendo tornado neuhuma disposiga >,
o inimigo pode aproveitar com toda a segu-
ranga as facilidades quo lhe proporcionava
a nossa incuria.
Nao se poderd passar em silencio outro
facto deploravel que foi a consequencia disto.
Se as pontes visinhas de Metz tivessem sido
destruidas, e quasi cert > que os uhhnos,
que na manha de 15 insultaram a povoacao
de Montigoille e que a bateria que veio lan-
gar na villa de Longeville algumas borabas
que determinaram a partida preciptada do
quartel imperial, nao seteriam arriscado tao
proximo da praga.
No meio deste aconteciraento de mdo exito
o marechal julgou dever fazer salvar um
arco da ponte do caminho de ferro para
evitar, disse elle, na sua memoria justifica-
tivs, um novo com bate na retaguarda. Esta
primeira explosao nao lhe pareceu sufficiente;
fez destruir no mesmo dia outro arco, e
todavia aquella ponte, sujeita aos fogos da
praga e de S. Quintino, estava ao abrigo de
qualquer ataque serio. Lamentou-se muito
depois de ter daquelle modo destruido uma
communicag3o precisa para as linhas do
exercito, e durante toda a epoca do cerco,
trabalhou-so em restabelecel-a ; mas o ini-
migo so tirou partido deste trabalho depois
da capitulagao e foi por aquelle ponto que
dirigio para Tbionvilla o material de silio
sahido lo arsenal de Metz, o qual servio para
j obrigar e reduzir a pra^a Voltaremos a esta
circumstancia.
E' verdadeiramento penoso pensar que
entre todas as pontes situadas nasiramelia-
gdes dc Metz se nao destruisse precisaraente
sen3o aquella que nos podia servir.
0 marechal Bazaine declinou vivamente
a rosponsabilidade de todas as medidas re-
lativas d destruigao das p rates, salvo a de
Longeville. Fez observar quo o major ge-
neral e o general commandante dos enge-
nheiros, que ficaram era Metz, emquanto
elle estava na fronteira, e que doviara estar
ao facto dos projectos do imperador, devem
ter se oqcupado daquillo ; acrcscentou que
quando tinha tornado o commando se nao
havia feito quostao do nenbum detalhe do
servico, e que pensava que tinharasido to-
raadas as raedidas necessarias. Quanto aos
despachos telegraphicos vindos de Noveaut
e d Aral declarou ndo ter fido conbocimento
delles.
Chegada do exercito a planicie.Bala-
Iha da. Rejonville. A md direcgao dada a
raarcha do exercito para atravessar o Mosel-
le, e elevar-se ds altuias da margera esquer-
da, teve as mais lamentaveis consequen-
cias. Foi so a 15, que o 3 e 6 corpos, a
guarda e as divisoes de Forton e de Barrail
foram reunidas na planicie. Duas divisoes
do 3 corpo chegaram a for mar alii duran-
te a tarde. 0 resto do 3 corpo, e todo o
4 ndo poderam effectuar o seu movimento
senao na manha de 1G.
mdogrado meu, tenho Roma para muito
tempo. Nao sei o que hei de fazer.
Uma carta para vossa senhoria, disse
entrando ura alferes da guarda.
Oh I porque a ndo trouxe um correio
de Hepanha I
Entregou-m'a ura pagemzinho louro,
que era portador de algumas outras, res-
pondeu o alferes.
E sabio.
Da duqueza do Urbino, disse o gran-
capitao abrindo a carta.
Esta dizia assim :-
Espero-o sem que yalha desculpa aigu
ma, hoje ao meio lia. Se n3o vier, con-
sidere-me sua inimiga.Isabel.
Irei, irei, sim, senhor ; esta carta ti-
ra-rae de um grande apuro; emquanto a
ser minha inimiga, senhora duqueza de Ur-
bino, parece-me que mais minha inimiga
ficard sendo indo ve-la : ndo podemos en-
tender-nos, e eu mesmo nao me entendo
com tudo isto. Old, Rebolledo 1
A' porta do aposento appareceu um sol-
dado velho.
Vai ao acampamento e dize da minha
parte a D. Hugo de Moncada que ordene ds
guardas que ndo deixem sahir homem al-
gum. Que so preparem cavallos e arnezes
para servirera esta noite.
Em seguida, o gran-capitao almogouso-j
briamonte, por^m com um servigo e um luxo
dignos de um rei, ouvio missa na capt.Ha
particular do Valicano, a mesma missa qua
ouvio o papa, e, ao meio dia, depois de
vestido com toda a elegancia, apresentou-se
em ca a da duqueza de Urbino.
Gracas a Deus que ha quem o veja,
cavalltiro, disse Isabel que o recebera ves-
tida com grand simplicidade, mas de um
0 inimigo tinha sabido erapregar bem o
seu tempo : quando a divisio Forton, que
formava na estrada toda de Verdun, e a van-
guarda do exercito, depois te ter passado
Mars-la-Tour, a pdz em condigdes de se di-
rigir para Tronville, aeguodo as ordens que
tinha" recebido, vio-se uma grande forga.
inimiga formada era Chambley. Em conse-
quencia de uma pequena escaramuga nas al-
turas de Puxieux retirou para Vionville, se-
gundo as ordens da general Frossard, oqual
devia tambem ficar em Rezonville, com o
corpo.
A presenca do inimigo accusava-se espe-
cialmente na esquerda do exercito. Os com-
raandantes do 2* e 6" corpos calcularam as
forgas que se elevavam a uns trinta mil ho-
mens ; esperavara ser atacados na manha
seguinte. (Carta do marechal ao general
Bourbaki de 15). Porque^ que em pre-
songa d'este aviso, o marechal Bazaine nao
determinou um reconhecimento nas que-
bradas de Ars e de Gorze ate ao Moselle?
.Nao foi por falta de tempo, por isso que o 2*
corpo estava desde as nove horas da manha,
era Rezonville. Tambem aqui foram des-
prezadas as mais simples precaugoes.
0 depoimento de um official superior, re-
cebido durante o suramario, estabelece igual-
raeiite que o marechal ate* 15 nao tinha re-
solvido cousa alguma para alcangar, custas-
se o que custasse, a praga de Verdun. 0
sau verdadeiro desejo era desen.baragar-se
da tutella do imperador. 0 marechal, disse
elle, conversandofamiliarmente comigo, qtei-
xava-so dos embaragos que lhe davara as or-
dens que vinham era contrario das suas.
Disse-me que estimava levar outra cousa, e
nao a ponte de barcos que o imperador ti-
nha querido levar corasigo para facilitar a
passagera do Meuse, a qual, na sua opiaiio,
uao deveria effectaar-se.
D'este modo o marechal n3o contava pas-
sar o Meuse. Este projecto de marcha para
o sul foi abandonado logo depois de se ter
suscitado, couclue-se d'aqui, que elle nun-
ca quiz afastar-se de Metz.
A marcha do exercito, devia continuar na
manha de 16, e a partida estava fixada para
as 4 1/2 da madrugada. Ndo rocebendo or-
dens detalhadas da marcha, o general Fros-
sard escreveu ao marrchal, a 15 d noite, para
ser informado sobre a direcgao, e ordera a
seguir ; apontava-lhe a presenga de uma for-
ga inimiga do lado de Gorze.
Foi na manha de 16, que o imperador
deixou o exercito com o projecto de o pre-
ceder em Chalons, e de tomar as medidas
que a gravidade da situagao reclamava. Es-
ta partida deixava o marechal inteiraraente
livre das suas resolugoes. N'essa mesma
manha cbegou de Verdun ao quartel gene-
ral o intendente em chefe Wolff, que vinha
dar conta das medidas que tinha tornado
para municiar o exercito n- sua passagera
em Verdun, e para propor que se reunis-
sem tambem viveres na linha dos Ardennes.
0 marechal acolheu a proposta, e deu-lhe
ordem de partir novamente de promptopara
vigia r a execugdo d'aqueilas diversas modi-*
das. 0 marechal accrescentou que contava
fazer uma deraonstragao sobre Pon-a Mous-
son antes de se pdr em raarcha para Ver-
dun, onde pensava chegar era poucos
dias.
Estas palavras denotara no marechal o pen-
samento de nao proseguir immediatamente
a sua marcha sobre Verdun, e langam gran-
de luz a respeito das decisdes que se v3o
succeder.
Durante a noite de 15 para 16, chegou
ao quartel general uma carta do marechal
Le Bceuf, datada das onze horas da noite, na
qual aununciava que n3o tinha era liuha se-
ndo duas das suas divisdes, e uma pequena
parte da sua artilheria. Accrescentava que
nao tendo ainda reunido o 4" corpo, seria
talvez preforivel esperar o inimigo do que ir
ter com elle. 0 marechal, approvand > es-
ta maneira de ver, deu, depois da partida
do imperador, ordem para se suspender
a marcha ate d chegada do 3 e 4 cor-
pos.
Contmuar-se-ha.
VARIEDADE
UM ARCEBISPO CONDEMNADO. Fo
julgado correccionalmente, no tribunal de
Colonia (Alleraanba) o arcebispo Melchere,
o condemnado a pagar seis raultas, eada
uma dellas de 200 tbalers, por igual nume-
ro de contravengoes d lei, que ndo permitte
aos bispos a noraeagao dos parochos sem
previa autoridade civil.
MORTE DE UMA CELEBRIDADE.
Quasi todos os jornaes de Paris, fallam do
passamenlo de um homem muito conheciio
era Franga, por viver de dar conferencias
publicas, sobre varios assuraptos e por ser
orador de clubs. Foi era Paris que raorreu.
Era homem de meia idade, chamava-se
Lahore, era uma celebridade no seu genero
modo que fazia realgar a sua formosura*
Que e feito de si ?
Aborrego-rae, minha senhora, respon-
deu Gonzalo, depois de terbeijado cerdmo-
niosamente a mdo d duqueza.
Sabe, Gonzalo, disse aquella contra
riada, que pareee que nao nos conheceraos,
ou entdo que julga que alguem nos escuta ?
Jd lhe disse, Isabel, que me aborrego,
replicou Gonzalo, e torno a repetir-Ih'o por
que e a verdade ; abonaco-me de um modo
que e impossivel tolerar-se.
E aborrece se tambem agora, n'este
momento ?
Ndo, agora desesp>ro-me.
Porque se vio obrigado a vir ver-me
para nao deixar de satisfazer um pedido
meu ?
0 quo me desespara, 6 ndo poder ser
era Roma o que desejaria ser.
Pois que mais quer ser em Roma, se-
nhor duque, se e quem manda, se o santo
padre se ndo atreve a fazer cousa alguma
sem o consultar 1
Isso mesmo succederia se em vez de
eu estar aqui, estivesse qualquer outro
vassallo dos reis meus senhores ; porque,
a quem se respeita, a quem se teme era
Roma, em Franca, em toda a parte, em
terra de mouros e christSos, e aos reis ca-
tholicos. Podiam deixar aqui a D. Hugo
de Moncada, que, apezar de joven, 6 um
cavalleiro prudentee corajoso, e mandar me
a mim contra os turcos ou contra os mou-
ros, e, ndo querendo isso, deixarem-me vi-
ver em paz. na minha casa de Loja, onde
rae encontrar ia melhor do que era parte al-
guma.
(Continuar-se-ha)
*TYP.D0 DIARIO.-RUADL'QUE DE CAXIaS.
1
I


.
n
.
i
l MDHiMW


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