Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20004


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Full Text

ANNO XLIX. NUMERO 282

)

f
PABA A CAPITAL B I.CGABE9 OfDB SAO SB PAGA PORTE.
Por tres metes adiantados
Por seis ditos idem .
(Por am anno idem .
Cada numero avulso .
69000
1390
S490
2
420
TERCA FEIRA 9 DE DEZEMBRO DE 1873
PABA BEXTBO B FOBA DA PBOFISCIA.
Por tret mew adiaatados.
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por am anno idem. .

trr&o
189600
*0*350
47*000
DIARIO DE PMAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FARIA A FILH0S.
Of Srs. Gerardo Antonio Aires 4 Filhos, no Para; Goncalves & Pinto, no Maranheo; Joaquim Jose de Oliveira dFilho, no Cearij Antonio de Len* Braga, no Aracaty ; Joao aria Julio Chafes, no Assu; Antonio.Marques da SUra, no HaUl; Jorf Just
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Tula da Penha; Belarmino dos Santos Bulcio. em Santo Antio ; Domingos Jose da Costa Braga. em Raiarethx
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilardas AlagOas; Alves d C, na Bahia; e Lehe, Cerquinho 4 C. no RioJde Janeiro.
PARTE OFPICIAL
Misaiaterio do iiuperio.
Por despacho de 20 de novembro, foram
loraeados :
Ordem da rosa. Official : Ricardo
Jose* Kibeiro, da provincia do Rio Grande do
Sul, em attenco aos relevantos services
prostados ao estado.
Cavalleiro Manoel Innocencio Fur-
tado de Mendonca, por iguaes services pres-
tados na qualidade do chofe de ensaio da
easa da moeda do Rio de Janeiro.
OroEM de christo. Cavalleiros :
') thesoureiro e o macbinista di mesrna re-
partic&o Juao Baptista Brasileiro o Antonio
Pereira do carvalho, por identicos services.
Ordem de S. Bento de Aviz. Caval-
leiros : Os capitaes do exercito Antonio
Jose Ramos e Pedro Liiiz Manoel de Jesus.
Fez-se merce da medalha humanitaria de
2.' cImssl-, desiguada no arL 1." do decreto
n. 1,579 de 14 de marco de 1835, ao te-
nente do 10." batalhao de infantaria Manoel
Climaco dos Santos Seuza, por ter salvado,
quando se elYectuava a retirada das forcas
em o,>eracdes ao sul da provincia de Matto-
G rosso, com risco do vida, a de um soldado
do 20. batalhao do infantaria auectado de
cholera-morbus, o qual jazia abandonado.
Declarou-se qua a pensao de 605 mensaes
concedida a D. Amelia da Fonseca, irma
-iolteira do capitao do infantaria e major de
comaiissao Eluardo Emiliano da Fonseca,
morto no combats de Itorord, deve enten-
der-se conferjda sem prejuizo do meio soldo,
que Ibo compete pelo fallecimento de seu
pai; ficando esta merco dependento de ap-
luovagao da assemblea geral.
Foram concedidas as seguintes pensoes
que tambom ficam depenleutes de appro-
vado da assemblea geral :
be 500 reis dian-. ao cabo de esquadra
leforraado Severiano Ferreira do Nascimento.
De 400. reis tambem diarios aos soldados
reforraados Silverio Costa Rosa e Jose^ da
Silva Braga, os quaes, em consequencia
de ferimentos recebidos em combate ticaram
iiepossibilitados de prover a sua subsistencia.
Foi aceita e connrmada a renuncia que
Eez o padre Valeriano de Almeida Lima da
igreja pirocbial de Mattosiooos da diocese
le Marianna.
Foi apresentado o padre Marcos Pereira
Gomes Negueira na igreja parochial da ci-
dade de Baependy, da diocese de Marianna e
provincia de Minas-Geraes.
Ao presidento da provincia do Rio Grande
do Norto foi dirigido o aviso seguinte :
Rio de Janeiro, em 2'* de novembro de
1873. Him. e Exm. Sr. Participou-
rae V. Exc. em officio do 29 de outubro
ultimo, que tendo-o consultado a camara
municipal da villa de Carailba, sobre a
seguinte questao : Se no caso do nao haver
materia para deliberacdes, podia encerrar
sua sessao ordinaria, antes do findos os seis
dias prescriptos no art. 25 da lei do 1 de
outubro de 1828, respondeu V. Exc. nega-
tivamente, fuudando-sona disposicao termi-
nante do citado artigo. O govemo imperial
approvou esta sua decisao. 0 que lhe com-
munico em resposta ao seu dito officio.
Deus guarde a V. Exc. H. A. Duarle de
Aavedo.
pagamento do sello fixo nos primeiros tras-
lados dc escripturas publicas, o teria feito
expressamente, como o de n. 2,713 de 26
de dezembro de 1860, no art. 85 4., mas
nSo tendo sido declarada aquella isenc,5o nos
dous ultimos regulamentos de 17 de abril
de 1869 e 9 de abril de 1870, nao ha razao
plausivel para que ella continue ; tanto mais
que a mesma disposi^ao contida no art. 15 ser anteriormente admittidos, e procedendo
10 do regulamento de 9 de abril de 1870
se aclia consignada nos de 17 de abril de
1869 e26 de dezembro de 1860, o que mais
prova que a isencao foi revogada pelos dous
ultimrs regulamentos, pois do contrario te-
riam sido nelles reproduzidas era paragrapho
especial, visto nao se poderem considerar
comprohendidas nas palavras titulos ou
papeis que so leem no art. 21 9. e
art 15 10 dos citados decre'tos de 1869 e
1870, os primeiros traslados de escripturas
publicas, a que se refere o art. 85 4. do
decreto u. 2,713 de 26 do dezembro de
1860.
Por decreto de outubro foram no-
meados :
O 1." escripturario da alfandega da capi-
tal do Pard Francisco Lasdisldo Toscano do
Alcantara para o lugar de 1. conferente da
mosma alfandega, substituindo naquelle lu-
gar o 1. escripturario dajthesouraria Hen-
rique JoSo Cordeiro.
Por titulo de 26 de novembro foi no-
meado praticante da thesouraria do Sergipe,
Firmo Caetano de Araujo.
como' no corrento anno, o nuraero dos alum-
nos quo devem ser admittidos nos dous curses
da mesma escola, e bom assim que fica o
referido commando autorisado a matricular
ate" o limite daquelle numero, dando em
geral preferencia para as novas admissoes
aos candidatos que, reunindo todas as outrts
condicdes, n3o poderSo por falta de lugar
4o
de
de
Itiuisterio tla justi^a.
Em 26 de novembro solicitouse do mi-
niiterio da fazeuda que seja entregue ao
juiz de direito Raymundo Purtado de Albu-
querque Cavalcante, removido da comarca
de Paranagua para a do Valooca, a quantia
de 800fli000 em que foi arbitrada a respec-
tiva ajuda de custo.
Foram marcados :
Ao juiz de direito Manoel da Silva Rego a
ajuda de custo de 800^000 e o prazo de tres
mezes.
Ao juiz de direito Jose Antonio de Men-
don$a a ajuda de custo do 500*000 o o prazo
de tres mezes.
Ao juiz de direito Manoel Carlos Barreto
a ajuda de custo de 1:000*000 e o prazo de
tres mezes.
Aos juizes de direito Abel Grace, e Didimo
Agapito da Veiga o prazo de tres mezes
Ao juiz de direito Domingos Monteiro
Peixoto o de quatro mezos.
__Foi indeferido o requerimento do ba-
charel Jose Nicoldo Tolenti'no de Carvalbo
reclamando o pagamento 'la gratificac,ao
como juiz substituto da vara privativa de
orphaos da capital do Pernambuco, na con-
formidade da resoluc,ao de 5 de novembro
toraada sobre consulta da sec^ao dos nego-
cic> da justi^a do consclbo de estado.
Em 24 ;
Prorogou-se por tres meies, com ordena-
do a licenga concedida ao ao juiz de direito
da'capital do Amazonas, bacharcl Felippe
Raulino de Souza UchOa.
Marcou-se:
Ao iuiz de direito Raymundo Furtado de
Albuquerque Cavalcante a ajuda de custo de
8005000 e o prazo de tres mezes.
A' cada um dos juizes de direito Joio
Hircano Alves Maciel, Julio Accioli de Bnto,
Joio Braulio Moinhos de Vilhena, Jose
Maria do Valle e Antonio Barbosa Gomes
Nogueira, o prazo de tres mezes para assu-
rairem o exorcicio de suas funcjoes.
Mluiterlo da fazeuda.
Fei expedida circular as thesourarias de
i'azenia declarando que nao estSo isentos do
sello Gxo as primeiras copias das escripturas
que tenham pa go sello proporcional; por
quanto se o regulamento de 9 de abril d
Minlsterio de gricullura.
Foi dirigida aos directores do colonias a
seguinte circular :
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios
da agricultura, commercio eobras publicas,
em 12 de novembro de 1873.
Sendo certo que as exposicOes agricolas
e industriaes muito concorrem para o des-
envolvimento da lavoura e da industria nos
logares onde se otTctuam, estimulando os
produc tores a aperfeigoarem os processos do
trabalho, e conseguintemento a qualidade
de seus productos, rocoramendo a Vmc que,
por todos os meios de que possa dispor, tra-
ta de levar a effeito nessa colonia, pelo
meiiOs em periodos annuaes, uma exhibigao
dos generos, a cuja cultura e preparo mais
se adapte u o terreno respectivo e a pericia
dos seus habitantes, bem eomo dos artefac-
tos da industria local. Para este ftm cori-
vem que com a precisa antecedencia fa^a
Vmc. publicar convites aos concurrentes que
poderao ser, alem dos individuos estabele-
cidos nessa e nas outras colonias existentes
na provincia, os moradores das localidades
circumvisinhas.
Nesse empenho convem que Vmc. pro-
ponha as rcodidas que mais apropriadas lhe
parecerem, certo do que Iheserao prestados,
por parte do governo, os auxilios precisos,
nSo sendo consideravel a despeza, sobre o
que me avisara com antecedencia para que
possa resolver.
a Deus guarde a Vmc. Jos6 Fernandes
da- Costa Pereira Junior. Sr. director da
colonia...
Ministerio da guerra.
Por dtcreto de 6 de novembro :
Do conformidade com o art. 6. da lei n.
1,143 de 11 de setembro de 1861, concedeu-
se transferencia para o corpo de estado-maior
de 2.1 classe ao alf^res do 2." batalhao de
infantaria Jose Elisiariodos Santos.
Em virtude da immediata e imperial reso-
lucSo de 20 dejulhode 1876, tomada sobre
consulta do conselho supremo militar, e das,
disposicoes do 1. do art. 9. da lei n. 648
de 18 de agostode 1852. foram reformados,
visto soffrerem mole'stias incuraveis que os
tornam incapazes de continuar no servi^o do
exercito, os seguintos officiaes :
Tenento aggregado d arma de cavallaria,
Joao Carlos do Carmo.
Capitao aggregado ade infantaria Joaquim
Jose Avelino.
Alferes graduado do 2. batalhao de in-
em relagao aos outros de conformidade com
as prescriptjoes regulamentares, especial-
mente com as mencionadas no art. 213
regulamento quo baixou com o decreto
28 de abril de 1863.
Rio de Janeiro, 17 de novembro
1873Illm. e Exm.Em resposta ao aviso
de 27 de outubro proximo fmdo, em que V.
Exc. consulta se deve servir de base para o
calcu'o do venciraonto quo compct") ao guar-
da aposentado da companhia de artifices^ do
arsenal de guerra da cOrte JoSo Dutra Cor-
reia, a gratificacao de exercicio que clle per-
cebia na forma da tabella que baixou com o
decreto n. 5,118 do 19 de outubro proximo
passado, nSo obstante determinar o art. 181
do mesmo regulamento que o empregado
seja aposentado semente com o ordenado ;
communico a V. Exc. que para o caso de
que se trata, pode ser applicada a doutrina
do aviso n. 235 do t. do julho de 1868, que
manda considerar dous tercos como ordena-
do e am terco como gratificaQSo, nos descon-
tos quo se tenha de fazer, por falta de com-
pa'recimento e licenca dos empregados, cujo
vencimento s6 constar da grati(icac.ao, adop-
tando-seesta providencia para os casos iden-
ticos que de futuro se dorem. Deus guarde
a V. ExcJoao Jose de OUveira Junqueira.
A S. Exc. o Sr. viscoide do Rio Branco.
drigues Alves, Viceote Ferreira Souto Maior, Al-
berto Goncalves de Souza Portugal, Gregorio da
Cunha Vasconcelloj e Firmino Kodrigues Silva Ju-
ttior.
4" anno. Approvados plenamente, Dorniciano
da C/)sta Moreira Junior, Henrique do Almeida Re-
gadas Junior, Antonio t'eixeira de Souza Maga-
fiiae-', Antonio Luiz Monteiro da Silveira, Jo5o Ri-
beiro de Almeida Netto. Houve um reprovado.
5* anno. -Approvadas plenamente, Llse Euge-
oio dos Reis Junior, Frederico Martnho do Azeve-
do ; approvado simplesmento ioii Celeslino Soa-
res.
6" auno.Approvado com distinceao Gustavo de
OUveira Godoy ; approvados plenamente, Sergio
EnstaquAo Ferreira de Oliveira, SpbastiiSo Gongal-
ves da Silva Mascarenha*. Ramiro Fortes de Bar-
cellos e Siivestre Dias Ferraz Junisr.
6 anno clinica. Approvados plenamenlo, Anto-
nio Dias Ferreira, Joao de Deus da Cunha Pints,
Guilherme Pereira da Silva Belmonto e Luiz Au-
gasto Correa de Azevedo.
- J7 -
Consta que foi preso em Montevideo, aiini de ser
enviado para esta corte, por exlradicao^ reclamada
pelo gov?rno imperial, Victorio Cesar Ferreira Al-
ves, que aqui e acha pronunciado pelos crimes de
estellienato e falsldadc perpetrados na Caixa Eco-
nomica.
fantaria Manoel Goncalves de Queiroz Albu-
querque.
Na forma do quo dispoe o 3. o piano
que baixou com o decreto de 11 de dezem-
bro de 1815, concedeu-se reforma com o
respectivo soldo por inteiro :
Ao soldado do 3." batalhao de infantaria,
addido ao asylo de invalidos, Manoel Fran-
cisco dos Santos, visto achar-se impossibi-
bilitado para o servi^o do exercito em con-
sequencia de ferimeuto recebido em com-
bate.
Ao soldado do 17. dito, tambem addido
ao asylo do invalidos, Manoel Francisco do
Nascimento, visto ter-se invalidado em aegfio
de servigo na campanha do Paraguay.
Por decretos da mesma data conce-
deu-se : '
Transferencia para a 1.* companhia do
t.* regimento de cavallaria ligeira ao capi-
tao do 2." rogimonto da dita arma Jose Mel-
chiades Bez rra da Silva Costa.
Troca entresi decorpos aos capitaes Pau-
lo da Silva Alves-o Basilio Magno da Silva
Junior, este da 3.' companhia do 5." bata-
lhao rle iatant&ro, e aquelle da 7.* do 7.* da
mesma arma.
Foi transferido para a 6.' companhia do
14. batalhao de infantaria o capitao do 7.
da referida arma Antonio Nogueira Pinto,
e para a 6.a companhia deste batalhao o ma-
jor graduado daquelle Honorato Candido
[.Ferreira Caldas.
Declarou-se ao coraraaado da escola
militar em vista do que representou em of-
ficio sob n. 169 de 13 d presents mez, que
Ministerio da marinha.
Por decreto de 26 de novembro concedeuse
ao patrio-mor da barra da provincia do Rio Gran-
de do Norte, Jose Dias Pimenta, a graduacio do
posto de 2 tenente da armada.
Por decreto de 29 de outubro, foi aposenta-
do, a sea pedido, no lugar de intendente da ma-
rinha, o capitao de mar e guerra graduado e re-
formado Fernando Jos6 Possolo.
Por decreto de 56 de novembro, foi nomeado
para o referido lugar de intendente, o chefe de
esquadra reformado, Benjamin Carqeiro de Cam-
pos. .
Com data de 27 de novembro foi expedido
o seguinte aviso :
Illm. e Exm. Sr. De conformidade com o
disposto no artigo 30 do decreto n. 4,780 de at o
abril de 1871, S. M. o imperador ha por bempro-
mover a guardas-marinba os aipiraatas meDciona-
dos na inclusa relacao assignada pelo conselheiro
director geral desta secretaria de estado.
0 que a T. Exc. communico para os devidos
effeitos.
Deus guarde a V. Exc. Joaquim Delfino JU-
beiro da Luz Sr. vice-almirante director da es-
cola de marinha.
Relacao a que se refere o aviso. Jose Mar-
tins de Toled), Francisco Marques Pereira e Sou-
za, Lucidio Augusto Pereira do Lago, Francisco
de Paula Duarte e Souza, Frederico Corrt5a da Ca-
mara, Manoel Ignacio Belfort Vieira, Joao Pereira
Leite, Augusto Guedes de Carvalho, Laurindo Vic-
tor Paulino Junior, Manoel Jacintho Pinheiro, An-
tonio Jose Goncalvps Junior, Antonio Candido do
Amaral, Clarindo Henrique Soares, Alexandre Bap-
tisla Franco, Virgilio Augusto da Costa e Sa, Ma-
noel Innocencio Fires Camargo, Arthur da Serra
Pinto, Joao Antonio Soares Dutra, Raymundo Fre-
derico Kiappe da Costa Rubim, Aristides Mont iro
de Pinho, Ignacio Gabriel Monteiro de Mendonca,
Joaquim Antonio Fernandes de Assumptao Junior,
Francisco Cordeiro Torres Alvim Junior, Antonio
Madeira Shaw, Jose Augnsto Damasio. Arthur
Jose dos Reis Lisboa, Joao Francisco de Mello Car-
valho, Jose Joaquim Machado da Cunha, Jose" Ame:
lio Goncalves, Miguel Antonio Fiuza Junior, Jose
Joaquim da Fonceca Lessa.
Por portarias de 25 de novembro foram no
nieados: o capitao tenente Jose da Cunha Moreira
para exercer interinamente o lugar de capitao do
porto de Sergype, e o capitao tenente Felippe Or-
lando Short para identico lugar em Matto Grosso.
Governo da provincia.
DESPACH03 DA PRESIDRNCIA DR 5 DE DEZEM-
BRO DE 1873.
Cunha & Mania.Informe o Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Eneas de Carvalho Soares Brandao. Indefe-
rido.
Florinda Maria dos Anjos.Indeferido.
Francisco Pinto de Magalhaes.Aguarde o sup-
plicante o credito que ja foi solicitado.
Francisco Apolonio Bezerra e Silva.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
Joao Baptista de Mendonca.Indeferido.
Desembargador Jos6 Nicolao Regueira Costa.-
Deferido com officio desta data ao inspector da the-
souraria de fazenda.
Joaquim de Lima Miranda Couto.Passe porta
ria concedendo a licanca pedida.
Joao Carlos Cavalcante de Albuquerque.
De-ee. .
Jose" Francisco do Rego Cavalcante, Maxiramo
Francisco da Silva, Joao Leopoldino do Rego.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Jos6 Francisco Soares Nunes Falcao.-Requeira
ao director do arsenal de guerra, a quem compete
anomeacao para o lugar que requer o supplicante.
Joio Antonio da Silva Pereira. Passe porlaria
concedendo a prorogacSo pedida.
Jos6 da Costa Meirefles. Entreguese com re
eibo.
Jos6 Elesbaa Borges Ucboa.Sim.
Bacharel Manoel Jose Mendes Bastos. Passe
portaria, concedendo a licenca reqnerida.
Maria do Rosario de Oliveira Mello. Entre-
Rounio se hontem a assemblea geral do Monte
Pio Geral, a qual foram apresentados o relatorio e
contas do anno administrativo de '872 a 1873.
Deste Jocumento se ve quo o seu fundo capital 6
de 5,900:000* em apoiices da divida publics, e
r! a sna receita no anno foi de 706:2863223, sua
peza de 515:115*160, havendo oortanto um ex-
cesso de renda de 190:8714MW, que junto ao saldo
do anno anterior de 4:8 9*616, da uma sobra de
195:690*679, da qual applicou-su a compra de
170 apoiices de 1:000* (i0:l,7) 176:306*, restando
um saldo em caixa de 19:3H4*67!.
urante o aBno houve o seguinte movimento :
Fundaram-se 154 pen<<5es uo valor de.........
112:924*788, elevaram-se 23 na importancia de
7:780*000, o que prefaz o total instituido de.....
120:704*788.
Pelo fallecimento de 19 instituidores onerou-se
o Monte Pio com mais 31:814*439 das pensoes que
elles fundarara. .
Falleceram antes de seas intitaidores 36 msti-
tuidos para os quaes haviam aquellos tondado 37
pensdes no valor de 28:297*842, tendo para ellas
contribuido com 50:638*995, que reverterara em
beneCcio do Monte Pio.
Cahiram cm coramisso tres instituicScs no valor
de 2:600*, cuja contribuicao do 2:116*440 rever-
teu tambem em favor do Mtabeleatmento.
Falleceram 24 pensiooisus que recebiam 26 pen-
soes na importancia da 17:260i000, de cujo paga-
mento ficou o cofre exonerado.
As pensoes que psga o monte pio montavam no
fim de 1872 73 a 814, reprtsentando.......
485:062*287 annuae.-.
0 aumero total de instituidores subio a 1,161,
cujas ln^tHnicoe3 se levam a somma de.......
S,Oiat:OI4*177.
PaSo balanqo a que se tem ido procedendo a
resj>eito das pensSes extinctas, afim de veriflcar-se
deixaram ellas perda ou t>eneficio ao estabeleci-
mento, reconheee-se que a base em que assenta a
sua organisacSo tem sobejas eondicoes de estabili-
dade e seguranoa, apresentando um saldo que
tendc a crescer de 505:892*622.
Estes o outros dados contidos no relatorio con
vencem que esta inst'tuicao tutelar, e que lama-
nhos bens ja derrama sobre tantos Individuos, vai
com passo seguro progredindo.
Procedendo-se a eleicao da nova directona e
conselho, por haver terminado a adminislraijao o
seu exercicio, o escrutinio deu o seguinte resul-
tado :
Presidente : Conselheiro A. N. Tolentino, 36 vo-
tos. .
Directores : Commenda lor Joaquim Antonio rer-
nandes Pinheiro, 35 ; Francisco de Figueiredo, 34;
conselheiro Ignacio da Cunha Galvao, 34 ; Gui-
lherme Holman, 34; Pedro Gracie, 33 ; Dr. Do-
mingos Andrade Figueira, 29.
Membros do conselho : Carlos G. Gross, 37 vo-
tos; barao da Lagfla (Antonio), 36 ; Dr. E. C. de
Souza Pitanga, 36 ; Dr. Thomaz Alves Junior, 3o;
conselheiro Christiano Ottoni. 3'<; conselheiro vic-
torio da Costa, 35; Jose Goncalves Victoria, 3o ;
conselheiro Paulino de Souza, 33; desembargador
Olpgario H. A. Castro, 33 ; Dr. Luiz A. do Azevedo
Macedo, 32; Dr. Lopo Diniz Cordeiro, 31; Dr.
Thomaz AMunes de Abreu, 24.
gue-se.
Manoel Jose de Campos Barbosa.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Marianna Athanazia Moreira. Como requer,
cumpridos os requesitos legaes.
ISTOtivesse em vista manter a isencio do] park oauoo proximo futuro efixadoom 300
Bio de Janeiro
26 DK NOVEMBRO DE ,1873.
0 resultado dos exames de hontem na Facul-
dade de Medicina, foi o seguinte :
1 anno medico.Approvados plenamente, Bta-
risto das Chagas Andrade, Antonio de Cerquelra
Lima, Herberto Gomes Ferreira Leite; approvado
simplesmente, Joao Caetano Monteiro. Hoove dous
reprovados.
2 anno. -Approvado simplesmente, Pedro Qoin-
tiliano Barbosa da Silva.
J" anno. -Approvados plenamente, Edaardo Ro-
0 resultado dos exames de hontem na Faculda-
de de Medicina, foi o seguinte :
4 anno.Francisco Rodrigues de Camargo, Ma-
noel Antonb Furtado e Joao Layden Corrta do
Rego, approvados plenamente.
5* anno. -Joso Lopes da Silva Trovao, approva-
do plenamente ; Honorio da Cunha o Souza, ap-
provado simplesmente.
3 anno medico.Lycurgo de Castro Santos, ap-
provado com distinccao; Ricardo Augusto Soares
Baptista e Jose Belisario de Lemo* Cordeiro, ap-
provados plenamente ; Augusto Cesar das Chagas
e Emilio Luiz Rodrigues Horta approvado simples-
mente. _. ;,
1 anno medico. Manoel Ferreira (.abral Ju-
nior, Napoleao Augnsto Cardoso Ribeiro, Augusto
do Miranda Souza Gomes e Francisco Ignacio de
Moura Marcondes, approvados plenamente; Do-
mingos Moreira dos Santos Penna e Jose Ferreira
de Bastos Coelho, approvados simplesmente.
6 anno (clinica).D Jose" de Sonza da Silveira
e Jose Basileu Neves Gonzaga, approvados com
distincao; Francisco Moreira Sampaio e Manoel
d* Malta Leite de Araujo, approvados plenamente.
6 anno (exame do anno). -Antonio Caetano da
Silva Lara, Joao Baptista Baeno Maraore e Manoel
Lopes Monteiro de Oliveira, Miguel Archanjo da
Silva, approvados plenamente; e Jose Ildefonso de
Oliveira Mafra, approvado simplesmente.
0 resultado dos exames da 2" cadeira do 4
anno (botanica e zoologia) da Escola Central foi o
seguinte:
Approvados com distinccao grio 10, Francisco
Van Erven, Alfredo Ernesto Jacques Ourique e
Luiz Mendes de Moraes. Approvados plenamente
com o grao 9, Dionlsio Evangelista de Castro Cer-
qucira, Antonio Candido Rodrigues, Carlos Augus-
to de Castro Andrade, Jos6 Felix Barbosa de Oli-
veira eJos6 Joaquim de Miranda Monteiro de Bar-
ros; com grao 8, Jos6 Rabello de Vasconcellos,
Carlos Eugenio de Andrade Guimarae?, Jacintho
Machad* Bittencourt e Joe Antonio da Costa Gama
Junior; com o grao 7, Carlos Alberto, Joaquim de
Salles Torres Homera, Francisco da Cruz Ferreira
Junior, Francisco Julio da Conceicto, Ernesto Mar-
co* Tygna da Cunha e Fernando Pereira da Silva
Continentino; com grao 6, Antonio Augusto da
Conceicio, Antonio Candido Salazar, Jose Napoles
Telles 4i Menezes, Antonio Joaquim de Souza
Carnei- Jose Joaquim de Miranda Horta Junior,
Joaquim' de Oliveira Frnandes, Jos6 Osorio No-
gueira da Silva, Joao Eugenio Barbosa Coeltv>,
EdoarOo Macedo de Atambuja, Paulino Lopes da
Crnz, Antonio Borges da Costa, Joaquim Alvaro
Pireira, HiWebrando Pompeu de SouxaBrasil. Joa-
quim Jose' Ignacio de Mello, Ludgero Ernesto Las-
sance Cunha, Trajano Ignacio vlltt-Nova Macha-
do a Henrique Alvares Deteado. Approvados sim-
plesmente com grao 5, Ios6 Caeuno Horta Barbo-
sa, Antonio Joaquim da Costa Couto, Francisco
Ferreira Pontes, Caeuoo Alberto da Castro Nasci-
mento, Joaquim Antonio da Caoba Junior, Ernes-
to Antonio Lassaace Cunha e Eduardo Pereira de
Campos; com grao 4, Carlos Augnsto de vviloz
Barraoj Joaquim Francisco Leal Junior, Manoel
Dejocez da Silveira, Jose Joaquim de Sa Freire e
Jose Militao Machado Pereira, com grao 3, Liba-
nio da Silva Lima, Ernesto da Cunha Araujo,
Vianna, Evaristo Adolpho Joseth e Alfredo Jose
Nabuco de Araujb Freitas.
0 resultado dos.exaines que tiveram lugar na
esccla de tiro, em Campo Grande, do dia 14 ao
dia 22 do corrente, para instructores dos differon-
tes pirpos do exercito, foi o seguinte :
Approvados plenamente com grao 9 : capitao
Claudio do Amaral Savaget, tenente Austriclino
Villarim, 1 cadcte Arthur Cavalcante do Livra-
mento, alferes Trajano do Meneze3 Cardoso, dito
Raymundo Fernandes Monteiro, 2' sargento Tho-
maz Ferreira de Mello.
Approvados plenamente cem grao 8 : cadete
2" sargeute Joao Manoel Baptista Pereira, particu-
lar Alfredo Ferreira Muniz, tenente graduado
Antonio Serafim de Oliveira Mello, tenente Jose
Lourenc.0 da Silva Milanez.
Approvados plenamente com grao 7: tenento
Luiz Joaquim de Almeida Arnizaut, dito Joao Evan-
gelista Leal, dito Norberto Jose de Souza.
Approvados plenamente com grao 6: 2 cadote
1 sargento Jaciotho Carneiro de Oliveira, 2 dito
1" dito ''lUilherrae Fernandes da Silva, particular
2 sargento Joaquim Justiniano da Silva Carvalho,
2 cadete sargento Luiz Antonio Cardozo.
Approvados simplesmente com grao 5 : alferes
Sera dm Josii Ferreira, particular 2 sargento Jose
Carlo3 Ferreira Carapinho.
Approvados simplesmente com grao 4: alferes
Luiz Felippe Fernandes Cuyabano, l" cadete Leo-
poldo do Barros Vasconcellos, sargento quartel-
mestre Francisco Pedro Vieira, 2* cadete 2* sar-
gento Ivo Rodrigues da Rocha.
Approvados simplesmente com ograo 3 : 2* te-
nente Jose Moreira de Queiro/, 2* sargento Silvino
Muniz de Lomos, 2 dito Juviniano Jose de Araujo
Franco, 2 cadete Firmiano Ascelino Toscano Da-
masceno.
Approvado simplesmente com grao 2: tenente
Minervino Thome Rodrigues, alfures Joao Jose da
Lax, dito Elias Leite de Alexandria, sargento aju-
dante Affonso Augusto da Albuquerque Mello, al-
feres Leandro Jose da Costa; sargento ajudante
Antonio Francisco Xavier.
Foram reprovados 26 alumnos, em cujo numero
acham-se incluidos 13 que sao assim considerados,
por negarem-so a fazer exame.
-28- .
Passou a denominar-se Quartel de S. Christovao
o antigoediflcio do Cortume, ultimamente corapra-
do pelo governo, onde eita aquartelado o I' bata-
lhao de artilneria, e para onde opportunamento
tambem sera transferido o 1 regimento de caval-
laria, depois de concluidas as obras a que alii se
precede.
Pro'eguindo era avcriguacao sobre os factos de
que ha dias demos noticia, e nos quaes e-tao en-
volivdos o Dr. Jose Alves Pereira de '"arvalho,
Joio Braulio Ifoniz e outros, o Sr. Dr. Benevides,
Is dflegado de policia, chegou ao conhecimento do
seguinte :
Por occasiao de se arrecadar o espolio de Anto-
nio Casimiro de Moraes Mesqnita, foi reclamado o
pagamento de uma letra do valor de t0:600*, acce,i-
tn por Francisco Antonio de Moraes, sacada por
Ant nio Joaquim Bernardes, e enlo^sada por An-
tonio Casimiro de Moraes Mesquita.
Para nao excitar desconfiancas em juizo, onde
parece que eram suspeitos os nomes djs membro s
da sociedade de que ha dias fallamos, Manoel An
tonio de Figueiredo CoimbTa pedio a seu irmao
Bernardes quo sacasse aquella letra, ao quo aquel-
le accedeu. Em seguida, por conselho da sociedi-
de, Bernardes trouxe da freguezia dos Mendes uma
prucaracao constituindo advogados para promeve-
rem a cobran;a daquella letra, os Drs. Souza Reis
o Saturnino de Souza e Oliveira.
Ao Dr. Souza Reis, que foi procurado em pri
me iro lugar, apresentou-se Francisco Jose Fernan-
des Mtmd'inca, que pedio-lhe promovesse a ac^ao
competento o responsabilisou-se pelos honora-
rios.
Sendo exigido o reconhecimento da arma de
Moraes Mesquita, o Dr. Souza Reis entregou para
esse fim a letra ao procurador do seu eliente. Foi
o bacharel Jose Alves Pereira de Carvalho quem
levou a letra ao cartorio do tabellii > Ramos.
Nao conhecendo este a firms, foram-lhe apre-
sentados os autos de habilitacio dos herdeiros de
Mesquita, nos quaes havia cartas firmadas por
este;o tal era a semelhanca das firmas que o ta-
belliao reconheceua que fignrava na letra.
Encontrando o Dr. Souza Reis erabara^os no
juizo de ausentes, e parece que nulrindo algumas
desconfiangas, recusou proseguir na tarefa da co-
branca
Foi entao procurado o segundo advogado, Dr.
Saturnino pelo bacharel Pereira de Carvalho, que
pedio-lhe accitasso aquella causa em que elle
proprio nao podia Ogurar por motivos particula-
res. .
Proseguio a accao pelo juizo commercial, fazen-
do-se um embargo em que jararam testemunhas
falsas fornecidas por Coimbra.
Nao se realison, porem, a cobranea da letra,
porque arguida esta de falsa, o juiz exigio fian-
ca as custas e o antor nao quiz arriscar 50o* j
tanta era a conGanca que tinha elle em um titulo
de 10:600*001
Ao juiz respectivo foi remeUido o inquinto em
que Oguram como reos de falsidade Antonio Joa-
quim Bernardes, Francisco Antonio de Moraes,
Manoel Antonio de Figuereido Coimbra, Francis
co Jose Fernandes de Mendonca e Joao Braulio
Muniz, e de perjurio as testemunhas que jararam
no embargo.
3 preraio.Medalha de bronze : o alumuo do
3 anno Augusto do Nascimento Natal, da provin-
cia do Rio de Janeiro. <,
Terminaram sua educacao os alumnos Jo;Lo Pe-
reira de Malheiros, do Parana, e Manoel Franklin
Moreira de Almeida, do Rio Grande do Norte.
Concluida a distribuicao dos premios, o a umno
Joao Pereira de Malheiros, era nome dos prcfesso-
res o dos alumnos do institulo dos surdos-mudos,
oftereceu ao Sr. Dr. Tobias Leite, director, do ins-
titute, am ramalhnte du floras de pennas atado por
uma fita onde Id-so: Gratidao.0 Institnto Bra-
sileiro dos Surdos-Mudos ao Dr. Tobias Ribello
Leite.
0 Sr. commissario do governo, director, profes-
sores o cjnvidados assistiram ao jantar, dos alum-
nos, durante o qual foram feitos diversos briodes,
sendo o ultimo pelo Sr. Conselheiro Correa a 8.
M. o Imperador, augusto protector do estabeleci-
raento.
29
S. M. o Imperador assistio aos exames de hjn-
tem na Faculdade de Medicina. 0 resultado dos
mesmos exames foi o seguinte :
3 anno medico.Cesario Nazianzeno de Aieve
do Motta Magalhaes, approvado pleaamento; Ja-
cittho Alvares Ferreira da Silva, Manoel Pedro Al-
ves de Barro3 e Antonio Alves de Azevedo No-
gueira, approvades simplesmente.
6 anno (clinica).Francisco Joaquim E;itten-
court de Segadas Vianna, Luiz Cardoso de Moura,
Antonio Gomes de Siqaeira Ramos e Jos6 ilodri-
gues dos Santos Filho, approvados plenamerte.
1 anno medico.Carlos Augusto Valente de No-
vaes, Antonio Moreira Bastos Tristiio Eugenio d i
Silveira, Joio Conrado de Niemeyes, Marcos Be-
zerra Cavalcante o Jose Moreira Bastos. aptrova-
6 Wno (exame do anno). Antonio Pereira de
Barros Leite, Joio Francisco de Souza Junior, Joa-
quim Jose de Menezes Vieira, Henrique Jose do
armo Netto e Antonio Manoel da Costa Guima-
raes, approvados plenamente.
0 resultado do exame clinico de sufflciencia, ef-
fectuado no dia 24 do corrente, foi o seguinte: ap-
provado plenamente o Dr. Carlos de Sa Lc.ite. e
approvados simplesmente os Drs lames Mac Fiddcu
Gaston e Fernando Hernandez,
0 resultado dos exames de hontem, na Facul-
dade de Medecina, foi o seguinte:
! anno medico: Joao Baptista Barbosa Guima
raes e Joaquim Jose Teixeira de Mesquita, appro-
vados plenamente; Matheus Herculano Monteiro
Nogueira da Gama e Luiz Carlos Moretzsohn, ap-
provados simplesmente.
6 anno (clinica): Julio Ce*ar Ferreira Brandao
e Paulino Jose" Gomes da Costa, approvados com
distinccao; Joaquim Manoel de Oliveira Figueiredo
Junior e Affonso Pereira da Silva, approvados ple-
namente. ,
3 anno medico.Joaquim Francisco Barroso
unes, Joaquim Goncalves Ferreira Junior, Alber-
to Dias Ferraz da Luz, Jose Joaquim de Oliveira
Teixeira, Francisco Antunes Ferreira da Luz e
Luiz Carlos Bomtempo de Victoria, approvades
plenamente.
6* anno (exame do anno).Antonio da Costa
Pinto e Thomaz Pimentel d'Ulhda, approvados ple-
namente; Eduardo 01 ympio Teixeira, Telasco Lo
pes de Gomeosouro e Francisco de Paula Bueno de
Azevedo Macedo, approvados simplesmente.
Effeciuaram-so hontem. na presenca de S. M. o
Imperador, os exames dos alumnos do 6 anno, do
institute dos surdos-mndos.
Foram em seguiia premiados os saguintea alum-
nos :
1* preraio. Medalha de ouro : o alumao do 6"
anno Joao Pereira de Malheiros, da provincia do
Parana, e Francisco Romao, do 2 anao, da pro-
vincia fle Santa Catharlna.
2* preraio,Medalha de prata: o alumna do 1*
anno Oscar de Asiis, da provincia do Rio-Grande
do Sul.
0 resultado dos exames flnaes'da aula de mine-
ralogia e geolegia da Escola Central, foi o se-
guinte :
Approvados plenamente com o grao 9, Carlos
Luiz de Sautes Junior e Emilio Armando Henrique
Schonoor; com o grao 8 Fabio HOstilio de Moraes
Rego, Jeronymo de Castro Abreu Magalhaes e Mi-
gael Maria Girard; com o grao 7 Aarao Lal de
Carvalho Reis, Heitor Sobral Pinto Cavalcante de
Albuquerque. Luiz Sobral Pinto Cavalcante de Al-
buquarqae, Godofredo Jose Furtado, Jose de Car-
valho e Almeida, Albino Pinto de Carvalho, Fran-
ci-co Bicudo -arella Lessa, Lucrecio Augusto
Marques Ribeiro e Candido Goncalves Gomide;
com o grao 6 Eduardo Adolpho de Lima Barros,
Raymundo de Miranda Osorio, Antonio Jose de Mel-
lo e Souza, Francisco Therezio Porto Notto, Zeferi-
no Jose de Oliveira, Francisco Jos6 de Freitas, e
GnilhprmA Candido Xavier de Brilo; approvados
simplesmente com o grao o ^etbriao Antonio ae
Mira ; com o grao 4 Joao Sabino Damasceno; com
o grao 3 Jose Maria Mendes Goncalves; e com o
grao 1 Jose Carlos Muniz Bittencourt e Dionysio da
Costa e Silva.
30
Reuniose hootera no seu escriptorio, a praca do
commercio, a corporacao dos corretores, aiim de
eleger a junta que tem de servir durante o anno
de 1874. Receberam-se 26 cedillas e obtiveram, o
Sr. Manoel Gomes de Oliveira (corretar de fundos)
23 votes e o Sr. Agostinho Jose Goncalves Pereira
(corretor de mercadorias) 24. 03 outros membros
da classe de fundos e o de navios nao obtiveram
maioria absoluia de votos, e por esse motivo tem a
corporagao de reunir-se na proxima quarta-feira.
afim dep roceder a nova eleicao para opreenchimen-
to dos tres lugares.
Realisou-se hontem a inauguracSo da linha
de carris de ferro da Villa-Isabel.
A esta festa industrial assistiram SS. MM. Impe-
riaes, que, acorapanhadas de seus semanarios, che-
garam pouco depois das H horas da manhi a es-
tacao central da companhia na praca da Constitui-
cjto, onde ja se achavam os Srs. ministros da agri-
cultura e da guerra, varios membros da lllma. ca-
mara municipal da corte, os directores da Compa-
nhia Villa-Isabel e grando numero de senhoras e
vacalheiros por elles convidados.
Depois de breve repouso, SS. MM. embarcaram
em um carro elegantemente ornado e puxado por
4 cavallos.
Em outro carro tomaram lugar as membros pre- -
sentes do governo e da municipalidade.
Segniram-se 21 carros inclusive 3 da linha do
Jardim Botanico, em que eram transportados os
convidados e muitas outras pessoas que concorre-
ram a estacao central.
0 carro era que iam SS. MM. dirigio-seao Anda-
raby-Grande ate a extreraidade actual da linha
SS. MM. depois de terem visilado a capella que
alii so acha em construccio, scguiram ate o ponto
terminal da linha no eng- #io Novo, e linalment<
dirigiramse para a Villr abel, onde ja haviam
chegado os convidados.
Em frente da anliga c .. j da fazenda de Maca-
co* levantava-se nm vasto pavilhao enfeitado com
bandeiras e galhardetes; em todo o seu compri-
meato estendiam-se mesas profusamente servidas ;
no fim do pavilhao, sobre um estradoesuvaaraesa
destinada a SS. MM.; de ura lado c outro havia co-
retes para as bandas de musica que executa-
ram o hyrano nacional a chegada de Suas Mages-
Udes. .
Eiu jcguiJn o Sr. oommendador Joao Uaptuta
Vianna Drummond, pedindo venia a SS. MM., leu o
seguinte:
Era nome da Companhia Ferro-Carril da Villa
Isabel, eu agradeco a S. M. o Imrerador e a S. M. a
Imperatriz a subida honra que se dignaram da
dispensar-lhe, vindo assistir a inaugnracaode seus
trabalhos.
A presenija augusta do soberano nestas feslas
da industria e do trabalho e um poderoso incentive*
para os mais arduos commettimentos -K porque ella
quer dizer que nenbura esforco destinado a acee-
lerar o pregresso sera improQcuo, a mingua da
proteccao e apoio dos altos poderes do estado.
t Pela ralnha parte, e no intuito de manifestar o
raeu profundo reconhecimento per tio assignalado-
favor, declare livres, desde este momento !lemne,
todos o escravos que possuo.
t E se, com a devida venia,-me f6ra licito for-
mular um pedido ao illustre Sr. mimstro da agri-
cultura, rogar-Jhehia que de suas maos recebes-
?em os novos liberlos os tituloa de sua redempcao.
o Desta arte rentio tambem minha siocera ho-
menagem ao gabinete 7 de marco, sob enjos aus-
picios orgadison-se esta empreza e queteve a glo-
m de iniciar a grande lei de 28 de setembro-,
foote de prosperidade e grandeza para o oosso
pau.
a Ainda uma vez, em nome da companhia
ferro carril da Villa Isabel, en agradeoo a S M. o
Imperador e a S. M. a Imperatriz a alevada hon-
ra jue lhe outorgnram assistindo a sqa ioaagura-
clo i.
Os liberlos sio os seguintes : Rosa, 3i iaaoi \
Heuriqueta, 33 annos; Rosalina, 14 anaos; Isabel,
36 annos; Maria, 13 annos; Flora, 11 annos; J.>a-
quina, 12 anno-; Gertrudes, 36 annos; Jiistiao it)
I
K3tt-
I^BB^HHIHHH
MUIHADD
I
^^^^^i


^^
1
3lte-A Pernambuco Tei^a feira 9 de Dezembro de 1873.
annos; loaqnim, 48 annos ; lose, 7 annos; Cy
riaco, 36 annos,- Edoardo, 17 annos.
Salsfeito pcloSr. ministro da agricullurn n podi-
do do Sr. Orommond, tut scrvido um abundantc
almoco esmeradamenlc preparado.
Termination almoco. suas magcstades segai-
ram no carro, qne os transportara, em direcclo a
eidade, pela rua do Duqne de Saxe, Nova do Ini-
perador ate a praca da Constituicio, onde chega-
ram as 4 hwas da larde, rclirando so em seguida
para a quinta de S-jChjistovao.
Terminada a festa da inaugura.-io, os carros da
companhia Villa Isabel comeearam a percorrer re-
gulannente a linha. 0 prodmto das passacens
foi gcnerosamonte cedido pela companhia para
auxiliar a oonstruceio da capella do Attdarahv
Grande. '
Esta, pois, franqueada ao publieo mais uma
coinmoda via de eommmrica^ao que nao 6 alia-
vessa vanas ruas da ci lad*, como lambem da fa-
oil aecesso a sunnrbios ja maiti pivoados e a en-
jos liabilantes vai prestar iucoiKestnvel servi-
eo.
A quasi impro Inctiva fiuenda do Macaco sera
om breve gracas a Ccmpanhia Villa-Isabel, mais
um agradavel arrabatde d. eidade
qne segue :
Sao incmleslavebneato dignos de louvor os que
empreheaderam o feallsaraaTtao util welhora-
. mento.
A data da inraguraeao da linha Villa-Isabel
jieana pois, com razao leirmrada, se o ftcto de obi
lanlropia praticsdo pelo Sr. commenriador v'innna
Drummoni nSo o recommendasse a gralidao da
todos os amiges da humanidade.
O resultado dos exames de hon*-m oa Paenlda-
de de Medirina, fol o feiiuinte :
6V> anno (vlinica) Approvados com distraccao :
Caerano Ignacio da Silva, Auginro Alvnres da C-n-
ntva e flonorio Rodrigues de Araujo Sibero.
Approvsido plcnmentc : Lwi Alvcs Pereira. Ju-
nior.
l.'anno wrfice.-Apprwado com distin.epao :
Jose Baptista da Costa Azevedo.
Approvados pWiamewe: Alfonso dos Santos
Pedrana,.I )-(' Arthur Fame dc Amoedo. Sunior
e Theodoro Game* Pereire da Silva.
Approvados simplesmrote : Joaquim Sorra dc
Oliveira e Pedro Cejidomn Gomes dos Xis.
& anno.-~Approvados com distincrio : Antony
IV'imingucs e Sa Junior e Joao do" Xascimecto
Gnwej Junior.
Approvados plenamante; Prudencio Augosto
^ozano Brandao. Jose de Maeedo. OjrdViro de Ne-
greiros fcebato e Uio Plinio de Castro Mene-
zes.
t" arfr.n phirmr.xulico..kmrtKniln sinples-
ment.!: Ji.lo ConTwho dl Hacertn 'Junior (a*!mitti-
!u extwordinartweim. por mettvo de tnolcs-
tia}.
Foi'Honti'm cnferHo o grat\ rlt; barfiarel om
scSenm'M matlfen-ili.-as c physiT.ss ar mtin Anto-
nio Karia Carr&t de Si e ItenevWes.
DIaRLO UEeEfti*iMrtD]j
IIECIFK,") DE I)EI.HBRO DE 1873.
Amnnheeen dnmhigo n mosso porto o vapr.r
francez KfrCrande, Intmto datas de Lisboa (rt -2i de novembro as II hi*as da manha.
!> joru.irs e earus <-iilhemos o
ntAM \.
O minlNerio apr>^er..u a -U3 demissao. 0
pre*idente do podec evecuiivo o genelml Mac
M;ih..:i rewizsou-a, iwonrt-. Ms sens constlheiros
|tie elles Rhaia a aHH cnHianca e qne, alem *sso,
nas attsaes CireiiMsteneias nSu -tuba onde putt-
ria wc iUt.it mv6 ^ftttmne.
'i- tegftimi*Jas .!ii-r;n) csneeder ao pscraj
Mac-Mahon us dex annasrie proriigi.-ao de podt-n's
qae e-i wclama, i: as-, ,: r*sfafnariam a conce-
)er Ihe <;ue cintta-.i.t um a asar dfi lim'o .de presi
deale da repablin, enm a cowtieao que ede- on-
dttisem ontitniar a^ritar .fnan < I ira c rei! r eumo-tttes tmha iirometlido o du-
cjue d>.'*roglie.
Os h(naparU**-- quoremaincdersotres UBMJ
edncaten sobit appl,x..-jao immediata <<> clwawmento a tun ale-
nsaita
-V'slileiras da o-]urJ;i sie me-mo expediiinte
e nun! i di 0 Sr Jules =>Grevy :ombaUiu-o energioamente
<"m no: a nuiniao da -fiiiorda repiiblicana; -mas o
nrnal i Itn'n Kvblic, ajas rel*coes sao ho,m co-
Bneealas com o-Sr. .Tbiers, ajwia este alvitre enmo
Miiia .- .lura.i r-'voluciouaria iKgsi'uiada pida-situa-
;io revnluciouaria eroala pelas ieirigns e tnane-
jos dos monarcfaislas.
,.''"'"> < ns^sjia^au oLAre o du^ce de
Orog-K-. e o Sr. Leon Say relativamente a inter-
pellacao anmuft.iada par-este ultimo, e ouja dis-
cus.-ao estava reaivada,f,ara om dia proximo; o
govern.i desojata ve la adiada, teas o presidente
do ci'ir.ro e>i|u.-do jiic. quiz sufcsiTever esta exi
genci.i, e decbruu ao president do conselUo que
se a paiaata dsse.a aaa denii&Jko, nao innstiria
para abler UNU Jifcussa-i que o fecto da saliida
do gifiiiieie tMi-ft.ria ifiiuii ; mas <|Be desdee mo
BMntO'en qu or. mmi g)ci.)-, nao tOaijiaiao aiguna para se nnhlxatfam
a obriy.teao de ttar c.u:la nao so 4s sens ados
pelo paoaado. HM4k)s^ees pianos ^ara o ftiiuro
Finalinenie a direita, ; ^ccordoom o gororao,
pedio oadi.nnev. da iaterpellacao do Sr. Leau
Say, rulativa as 4ei$dea c;mpleineatares, e com o
coosenltmeiitodetjte foi adiada ale o diaiwtra-
diato aqti.-Ue en: <,ue f.s-o vatada pola assemble
a proregacao dos.poderus blica.
A extroma e*iuerda opjw;-se a esia modifica-,
;ao da ordem do .dia.
A cw.missao iia asseabiCa do Versailles cnQW-
regada da examii.ar a pryposla relaiiva dos po-
der-sdo inarecitai de Ma<-. Mahon. totsuu n'ama.
das suas -ultimas-gessoes, naalufges iaiwrtantes ::
Admitti.) |ior 13 votos coaira dous qoe a assetn-
Jjlea podia dar .Aon pod -res lo cliefe ho estado
uma dur^juo maior quo a doe seus praprios po-
dares e pronuneiaii-se em prwcipk) pela prolon-
garao, sahvo a p**ear poslenannente. o frazo.
-Nasessiodo dia H adoptoa por-8 votos contra
/ a proposta do Sr.C. Perier, tendente a iigar o
voto da prorQgaeao.dos poderes.ao voto das leis
con3titucionaes, e a tixar para discussao destas,
otno ultimo |razo fixado pela asseinblea, a pri-
ineira quiazeaa de Jaceiro.
0 Sr. LaiwBlaye foi jioineado p*-esideote.
0 presidente Mac-Mtlion recbou a conicaissao
com toda a cordialidade, e insistiado oa urgaacia
da prolonga^ls dos poderes. e reajeUendo para os
rainistros as exalicacfic* pedidas pela.commisaao
de explicac5e6 .ralativas a polilica dojjoverno, ue-
'onheoeu aUaroente .-necessidade de cotneear
ora brevidade a< las leis conslititcionaes.
A commissao adopt' aajbetn por votos con-
tra 7 uma nvadificacao *..,proposta.do-gr. Porter,
e p irelle apresentada, estalielecendo que a pro-
rogac^o dos padores seria concedida ao presidentfi
por am lapso de cinco annos dopois 4a reuniao da
nova asseinblea
O- membro3 da direita mamiveram o pedido da
dura^no por dez annos.
0 centre direito da.aesemblea de Versailles de-
cidio susteotar a iniuuria da cotamissao dos guin-
zr., cn..aiTegando-a Sc e eirtendor com o gowerno,
relativamente a prorogacio dos poderes de **ac-
Mahon, sem condujoep.jjern flc^r dependcole da
approvacao das lets eonstoucionaae, isto e, oma
dictudure no piovisttrio.
A conseguencia necessaria e qoe a luta qoe se
?ai travar perante a assembKa aaeional deve ser
de.nsiva.
Nem oi legitimistas puroe oetn os bonapartistat-
se querem antregar sem garanlias ao EQjiinen que
e centro direilo decidio defender, e em que vem
uma nova iabiga do partido arleanista.
Por outro lado o mareehal Alac-Mahon aceitou
em principio o ponto de vista une o cealro es-
iuerdo fez prevalecer nas deliberacScs da com-
misan^ e na sua cntrovista com os membras da
com nissio fleixos entrever qae nio era soJUario
com as (alias do seu ministerio.
Na ses.iaoda asseotilda de IS bavia extraardi-
naria impaciencia.de ouvir o relalorio do Sr. La-
boulaye, rotator da commiss.io dog quinze ; e coom
el!e nao appareeia, su?penderam a sessao ate as 5
da larle, para uao esperarem 2i horas.
0 r. Laboulaj'e leu o seu relatorio, que segun-
Jo a- aa:ilj'ses tele^npLieas, e um raodelode mo-
derajao e de espiritij de conciliaiiao.
0 relator em norae da eommlssao ennvida o
: id- rrs do centro dir*ito;arenun',iafeai^da
oa r-.stauracj'w n* 'o com o< 'ctisiTvndui*.'S '1' cntro es-
i; e concluc pela
ad/p?ad las r t i.las p-la om-
7
i ,r ft ?o' ,a nr,ci0l,al *65sao de 10 relN-
tou.por i% votos contra 88 a .proposta do plabis-
cilo apresentada por Mr. ftouher. a approvoHm
segaida por IM votos. contra' 317 7aft! i> do
? S^nd''li'!1,01'la>.'cora"li^o) prorogando pof
7 annos os poderes de MacMahon,
A".*| M a assemplea rejeilou uma
einenda, pedindo a remocao de uma terra par-
!?i.,r!Camar* anU>a de se V0,areiB s eona-
tituc onaes; approyou por 370 votos contra 330
?-,a Jg" r do P^jec'o ^* minoria da cotnmis-
sao, dizendo que a commissao eacarregada de dar
parecer sobre os projectos de leis constitiscioaaes
sera eleita directamente pela assembles em scssao
ordioana.
Uaraos em seguida textualmenteacnsagem do
mareehal MacMahon, lida na abertura da assem-
blea franceza:
Senhores No momeuto em que vos separa-
veis, dizia-vos eu que podieis separar-vos sem in-
quwtagao e que na vassa ausencia nada veria per-
lurtoar a tranquillidade publica Realisou-se o que
vos annunciava. Ao reunir-vos hojc enconiraes a
Franca cm paz: a libertacao do territorio 6 ii um
facto consummate
0 exercito esu-angeiro aban 'onou o solo
Irancei, e as aossas tropas volurara para" os de-
parwmentos evacuados uo meio da alegrla patrio-
tica das poToacoes.
A Hossa emancipa^ao effeetuou-se sem cau
sac disturbios no interior e sem despertar descon
haufas no exterior.
A Earopa, conscia da nossa flrme resolu.ao
4- inaiitr a paz, v^-nns sem receio lomar posse
de aos proprios. Heoebo de todas as potencias o
lestemunho do seu desejo de viver comaosco em
rekvxiss de amizade.
No interior foi mantida com Armeza a ordera
publ:ca : uma admiuisiracao vjgilante conliada a
funccionarios de origein dilferente, mas intcira
niesiu cousagrados a causa da orUem fez applicar
str;tamente as leis existentes, iuspirando se nesse
espirito conservador de que a grande maioria des-
ta assemblea se mostrou seinpre animada e da
qoal, pelo que me respeita, nao me separar>i em
quant) me condardes o poder.
E' verdade que a traiiquiihdaJe ma'erial nao
irapedia a agitacao dos anhnos e ao aproxintar-se
a vossa reuuiao a luta entre es partidos redobrou
em vivacidade. Era de esporar.
AoT.u.nero das quesides que vos proprios de-
cidistes debater logo que se reabrisse a camara,
ligurava o exame das leis constitucionaes apre
sentadas pelo men predecessor. E-ta espectativa
trazia necessariamente a questao, ale ajui reser-
vada sempre, da forma dolinitiva do governo. Nao
admira portanto que tenha silo suscitado de ante-
mao esse grave problema polos partidos e tratado
por cada um delles com ardor cm barmonia com
as suas aspiracSes.
a Eu nao estava cm situacSo de intervir no
debate.para antecipar a decisao da vjssa autori-
da Je sob rana : a acfao do meu governo teve que
!iinit.arse a cinter a discussio nos limites legaes
e a asscgurar em toda a hypothese o respeito ab-
'. snluto as vo.-sas decisSes. 0 vosso poder e^ta pois
int'-gro e nada pode cstorvar o seu exercicio :
talvez penseis com tudo que a emacao causada por
esses debates tao vivo^ e uma pnm de que no
estado actual dos factos e dos animos, -aprcsenta
graves difllcoldades o estabelecimento de uma
rorma de governo, qualquer que seja. Tah-ez
acneis mais prudente conservar as vossas in foes o cjracter que permitte agrupar-se, como
boje, ao redor do poder todos os ainigos da or-
dein, sem distinecio de partidos.
Se assim o julgaes, permitti ao que elegestes
(irest lente do poder executivo, sem qne eile pro-
curasse essa honra, dizer-vos cjm franqueza o
que sente.
Para dar a tranquillidade pnbliea, uma garan
Ha segura, faltam ao regimen actual dnas coudi-
pops de que rite podeis, sem perign, deixa to pri-
vado por mais tempo : nao lem nem a cstabflidade
nem a autoridade sufflcientes.
Qualquer que seja o depositario do poder
nao pode fazor um bem dnralouro se qiiotid'iana-
mente se pfie-em qnestiio o seu direito de gover
nar, e se nao tern diante de si a garantia de ama
existencia bastante longa para evitar ao paiz as
perspec/ivas de agitacoes incessantemente reno
vadas.
Com lira poder que poie mudar a cada ins
tante, pode asegarar-se a pa2 de hoje, mas nao
de amanha ; por isso masmo se torua impossivel
toda a grande empreza j o trabatho dimmue; a
Franca, que nao dsseja senao renascer, v6 se pa-
ralysada no seu desenvolvimento.
Nas relacSos com as potencias estrangeiras
nao pode a politica adquirir o espirito de ligacao
e de perseveri.nea, unico que inspira a onfianca,
lambem RiuuMla inuitas veies a autoridade e man
tern ou restabelece a grandeza de uma aacao. Se
falia a cftabilidade nao esla elle suO: -ientemenie
armado pelas leis para desalentar as faccoes, nen
soquer para fazer-se obedeccr dos seus proprios
a^eates.
t A irapsensa entrega-sc impnaemente a de-
raasias ou violencias que acabariam por corrom-
per o espirito dos povos. as amnieipalidades elei-
tas esquecem que sao orgaos da lei e deixam a
antoridade central sen representanws em nao
poucas paries dj territorio.
a K filectireis sobre estes factos e dolareis a
sociodade com um poder executivo duradouro e
forte, que cuide do seu futuro e passa defendela
energicamente.
BBLGICA.
No dia It de novembro foram aberlas com toda
a solemnidade as camaras belgas.
0 rci Leopoldo II leu o discurso da coroa. As-
sistiram a rainha, a condessa de Flandres e toda a
corte.
, G diseurso da corOa e muito diffuso, mas sem
grande inleresse.
Nio ha governo no mundo, que Jive see a ha-
bilidade de fazer recitar a coroa tanlas phrases
tao poucas ideas. O discurso e um relatorio de
todas as leis feitas na sesslo anteterior, mesmo as
mais insignificanles, nem uma palavra sobre a po-
litica do governo.
A malt* parleda imprensa, desapontada.de nio
*char um so poato de apoio para eicercer a soa
tntisa, liaiita-se a protestar contra a inanidade
do prograiwaa njiaisterial.
A propria imprensa clerical nio enconira as-
sumpto para os seus louvores.
No dia seguinte consutuia-se a niosa defini-
tive,, sendo o Sr. 1'hibaut nomeado presidente e
tine pnvsidentes os Srs. Tack e Scbollaeri.
0 Sr. JUoncaeur pedio a sua exoneracao da pas-
ta das obxas puWies, sendo nomeado para o subs-
tituir o Sr. Beersiaer.
0 governo apresentcu um projecto de lei auto-
risando-o a suspender ,eu a limitar a cunhagem
de prata.
P^di que o projecto f>sse enviado a uiua com-
missao especial; o $r. iiumortier jwdio o exame
pelas eoaimissCes das camaras.
Votou-se segundo o pedido do governo.
A mesa nomeou a commissao para exftnu'Bar o
projecto de lei para a suspensao da cuohagem de
moeda de prata. A eomuissao nomeada reuoio-se
munediatamente e nomeou ceiator e prenidante ao
Sr. lack, viee-presideate daamara.
sta lei fixa-se sobre o projecto de eoBer-jU> do
systerna inoaaurio com padrio duplo de prata c
ouro, no systema monetario de padrSo uoico de
onto.
anaaa.
A*4ei<;oes para a rano*cao do conselho de
estado de Cantao iiveram logar no dia 10 em Ge-1
nebra. Jodos os eonselheiros que taziauj part* io
precedeate, foram ceeleitos por iuimaosa meioria
0 parti Jo liberal linha recomuieudado a reelei-
cao em massa dos astigos niembros do conselho.
como uma manifestaeao imponeale da opiniao pu-
blica em lawor da relorma ecc'esjastica, ^ae e obi a
do airiigo coaselho.
Apesar de todos os ejforgos dps aUramontanos,
a populacaj de Genebra deu no escrutipio uma
approvacao sem *ser.va.a politica segpida peJp gb-
vprm cantonal para adefeta dos direilos do'estado
e da liberdade de consci-mcia contra as pretenooes
da anta Se e dos Aispos" suissos.
No Jura bernez hoove algumas desordens pew
occasiao da instatlaeao dos oovos curas velfios
cathnlieos, .eleitos peJasparocbias; em substltuirSo
dos curas refractarios.
Para manter a ordeal o prefeito de Porrentruy
mau'lifu aboletar na'nueUa povoaeJo um bauloao
de milicias que foi alojado em casa dos habitanfes
ultramoQianos.

Ii m dirtgio
i'ltmilo a it^a di)
|pi< rnmtr
"o a re**r~
nan.
A inauirurafao dp fhormmento quft a cMade de
Tumn etevou ao gtafafle esxadista untedeCaTOur
tevelngir no dia8 d> novembro, em preseHQa do
rW Viei;r Manofil, e de numerosis deputaca.es de
iod is as cidades de Italia.
F.)i o maire de Tarim quern pr^nuueiou o dis-
enrsu iuautfural: recordod <>s servifos Immeriso?
ERwtatl,* li-ausa 'da uhidade italiatia pelo illustro
)iiihiii ,)p e>udo de quo uamelle momentu se
hi'nfaya a niejiiiiriA.
A n*iAa o/pmidi rlhwn, pnWica flnalmeii-
te ecrei dnrlnrando focerrada a sessaVl d .-
luaa camara-, e eouvneando para lo de novem-
bro o senado e a camara dos deputados da Italia
Ouiros decrctos referem se a coustituierio da
mesa do aenado e a creaclo do um numero bas-
lanteootisiiljrsvol do seoadores do rcino.'wcolMJ
flos T*e1a in.ii'.r |rte nai Qlelras dos depctad
partamento.
0 discurso do rei Victor Maaoel, na aber-
tura do parlaracnto do reino de -Italia foi muito
applaudido.
0 rei Victor Manocl renova o conselho de se
euidar na orgaaisacao interior do estado.
Exprime a esperanca que a pr'osperldade do
paiz continaara a augmentar pelo meio da mnnu-
lencao da ordem e da seguranci que silo os ele-
ments indispensaveis do trabalho e do progresso
da nar.lo.
A Italia mostra que Roma pode tornar-se ca-
t ital do reino sera diminoir de modo algum a in-
dependen'ia da Santa $6, no exercicio das suas
funccoes espirituaes, e nas suas relates com o
mundo catholico.
Estando inteiramente decidido a respeitar o sen-
timent') religioso e a liberdade religibsa, o gover
no nao permittira que se attente contra as leis e
rastituieoes nacionacs
0 discurso da coroa conflrma as re)ac.oes ami-
gaveis da Italia com todas as potencias, relac5e
que rcceboram nma sancclo pela visita do rei ao
imperador d'Austria e ao imperador da Allema-
nha.
A causa da rivalidade enire a Austria e a Italia
lend.i desapparecldo, a amisade entre estes dous
paizes e>ta firme e segura ; pois que se narmonisa
alem disso com as afleicoes de familia..
A Italia e a Allemanha constituiram se ambas
em noma do principio das nacionalidades. Ambas
teem fabido fundar igualmcnte consritai;oes li-
beraes.
As relacoes dos dous governos, conforme as
;ympathias de ambos os povos, sao uma garantia
da manutencao da par.
0 uosso desejb, diz Victor Manoel, e de yiver
em boa harmonia com todas as nacoes. Serei por
consequencia o guard a firme do direito da digni-
dade da nacao.
0 discurso recommenda ainda as leis tendentes
a acabar a reorganisa^Io do exercito e da ma-
rinha.
A fulha clerical a Unite Catholica poblica
uma eMatistiCa do producto de dinheiro de S. Pe-
dro ; donde resalta quo a somma recoihida nos
primeiros oito annos dc 1861 a 1868 se eteva a
71:161.000 fr.
Nao da os resnltados dos ultim s, ancos mas li-
mita-se a dizer qne ex cede muito a co)ranca dos
annos precedents.
A importancia total, avaliada pela meima folha,
que tem sido recebida desde o principio ate hoje,
e computada em 400:000 000 de francos.
IXGLATgRRA.
0 hanquete de installagao do novo hrt mayor j
de Lmdres, reatnou se no dia 10 lie n ivemhro
assistiram todos os ministros
O Sr Gladstone respondendo ao toast dirigido a
camara dos communs, fez uma toeanle allusao a
*olidariedade dos povos.
A Inglatcrra, dlsse elle, da praia onde esla em
seguranra, nao pole ver com satisfacao natras na-
roes lutar contra a terapestade. Estamos muito
bnge dos tempos em que habeis politicos procu-
ravam a prosperidade do 9eu paiz no inform nio
dos ouiros, sem pensarem qne a si mesmosse pre-
judicavam com a perttirbaeao qne lianravam nas
relacoes iirternaciouaes.
Ao isolamento, ao estado de meia hostilidade
em qne n'outro tempo viviam os estados da Euro-
pa, mesmo quando se liziam em paz, sueeedeu o
sentimento profundo da communidade dos seus in-
toresses.
0 miuistro da gnerra o Sr. Cardwell, qne ja ti-
nha fa-llad) antes do Sr. Gladstone, ia tinha d;to
tambem que os armamentos da InglabTra eram
puramente defensivos, eque so visavam a manu-
tencao da paz e da civflisacao.
Esta linguage.m dos membros do governo e mni-
to apreciada pela imprensa tanto da Inglaierra co-
mo dos outros paizes da Earopa.
Al.'.FMASIfA.
Rejonstituio-se finalmeme o ministerio prussia-
no, pelo modo porque ^or mais de nma vcz temos
inlieado.
I'm dop-reto real publicado a 10 de novembro
dispensa o mareehal Van Boon, a seu pedido, das
funcoHrts, de minisiro presidente, e nomeia o prin-
cipe de Bismark presidente do ministerio prussia-
no, funccdes que accumnlara com as de chancel-
lor do imperio ; tera pnr 3upplente o minisiro das
financas 0 Sr. Camphauson, que c nomeado vice-
presidente do ministerio.
Em consequencia da retirada do mareehal Van
Roon, o actual secretario de estado da gnenfa. o
general Von Kameke tornou se minisiro effllrtivo
e membro do consolho de ministros. <
U ministerio da apricuUara. esla lambem ttago
desdo a retira l.i do conda do Kaenigsmack.
A nomeaoao do Sr. Blankenbourg, membro do
partido conservador que se dizia que suocederia ao
Sr. de Koenigsmarck ainda nao e certa ; apezar
dajuelle estadista eslar muito ligado com o prin
cipe de Bismark, nao tem, parkin as sympathies
dos liberaes.
No namero de projectos de lei importantes
quo serao apresentados as camaras prussianas,
conta-se um que assegura de um modo eUDcaz a
lei sobre o casamento civil obrigatorio, e que com-
prehendera tanibem os jre^istos do estado civil -a
autoridade civil. E' o corollario inevitavel das leis
ecclesiasticas.
Falla-se tambem de uma lei addicional a esias
ultimas, para antorisar o governo a internar ou
a exilaros eiclesiasticos que tenham sido coadem-
(nados por infrae^oes graves, e desobedieneia per-
sistent a estas Ids.
0 bispo doj velhos catholicos allemaes Mr.
de Reinkens esta delinitivamenle reconbecido na
sua qualidade official pelo.governo prussiano e pe-
lo principe herdeiro ; agora todas as autoridades
provinciaes foram avisadas, de que o bispo catho-
lico eleito Joseph Kerbert-Reinkens, prestou jnri-
mento de homenagem ao imperador, e tomou a
soa residencia episcopal em Ronn.
Meitos gevernos allemaes estao dispostos a se-
guir ne9te ponto o exemplo da Prussia.
0 capilulo diic-esann de Kulda foi cbamado a |
de-ignar os candidatos a sdde episcopal vaga. Bps-
empeahon se desta missao, deaignando 09 cinco
candidatos que dovem ser apresentados a eseolha
do imperador.
E' de presumir que os candidatos antes de se-
rein admittidos a este concurso tarao de declarar
quo estao dispostos a prestar o juramenlo pelo
qual o bi3po se comprometle a nao emprebender
ou9a algtinia contra as leis do paiz, e por conse-
quencia contra as leis aoti clericaes.
A camara dos deputados de Baviera comecou as
suas daliberacoes pela discussao da proposta dos
*irs. Vmlk e Herz pedindo que o .gpverno real
appoie no conselho federal a extensao da eompe-
leacia do imperio sobreo direito civil.
.0 minisjro di jusiica era aome do governo adh,e-
trio a proposta.
* A Baviera.'disse o ministro, deve desejaraita
manifestaeao da camara ; porque clla uao se pode
condemaar a si mesma, nem ao isolameoto, nem
a uitu attitude negativa prraanente.
Todas as emeadas propostaspela opposicio par-
ticuUtnista edencal foram rejaMadas e a proposta
V u'lk e llerz foi adoptada por uma maioria fraia,
e verdade, mas a ijual o sespirite qoereiua na ca-
mara actual nao daixa de dar uma importancia
real.
A inleistiva da camara dos deputados da Ba
viera, e as declaracSes do gowarno noste seotido,
caflsaram g^-ande tmpressSo na Allemanha.
Compara se esta attitude do ministerio e cama-
ra di Baviera, com ojirocedimento do gabinete de
Dresde aue jedia antes de dar a sua adhesao a
esta twfneacao do direko civH o consentimento
prefiaiinar da primeira camara de Saxe.
P. caefe do gabinete o e^ide de riesen expoz
eta Uieoria coptraditoria que o cpnsentimeoto das
camara- era rieorosamente fiecessarjcjJpaTa sanc-
cionar uma raedida que impiicava uraa derrhga-
cao de um artigo da coqstitutcao do rejno :. mas
ijtiepela suajparte uao h'esltarta em dar na cop-
^Wo federal nm rofo aljlrprativo, mesirnj sem a
autpjlsagao da cmiiri, o /pie so comprometJeria
a sua respoosabilldade pessoal..
Esta distinec^a ,qjje se parece muito com uma
argucia jasuitiea, nao agraimt em Berlins, e a cnan-
cellaria imperial teaefuua segundj se affirmn, fa-
zer regular es conflict) de cjmpeleuria eutre o
poder centra', e os paderes cpnstiluciQBaes dos w-
radi'is, prr utn aero legisfafiro, afim de nio deixar
subsisitr uma questlo prejudicial que pojeria pre
judicargravemente os imeheses do imperio.
Sa.cran ducad, de Hefce Fiouto um conffiotj
entle ; s duas camaras. \\ y.m 'Ira camara titrha
a.doptado o prwecto do gov.-rn \ rauit > pouca f]b-
ral. e pie a.sMjjaida oamar.i tbhacmendada ">r
siden-Plme'ntBT
Ni .;pgunda Votajao a c.i .. l'u manteve o
ih'-J't j, mas a camara d i >iu-o
cilo e educa.;ao.
0 ore.memo aprescnudo as camaras do Wur-
lon>berg redui as despejas dosUnadaa ao orcamen-
s ncgocios esirangeiros, de uma soniT.a de
perto de .'10 mil florins, e supprftae InMfirameiiie os
vencimentos do rospectivo minlsirb.
A politica eslrangeira, sendo do doraiuio do go-
verno central, so compete aos governos confede-
rados occupar-se dos negoclos allemaes de ordem
inferior, e que po-Ieui, sem inconveniente, como ja
se pratica no Wurte.nburgo, reunlrem-se as attri-
buicoes do miuistaiio do interior
A dieta do ducado d Brunswick, que actnal-
mente se acha rcunida, apres-..i-se em votar uma
mensagem ao impirador Gui herme para Ihe agra-
decer os servicos por elle prestados a Allemanha,
tanto na guerra contra o estrangeiro como contra
o inimigo interior.
E' indubitavelmente um precedente sem exem
plo, ver uma camara "legislativa de um paiz sobe-
rano, dirigir uma manifestaeao a um soberano de
um paiz difTerente daquelle donde ella procede.
Este facto causou desagradavel surpreza, nas
regioes offlciae- do Brunswick.
Demonstra, porem, esta raanifesta>;ao que 03 pe-
que?i paiwi8 da AlIe"na preferem ligar-se a
unidade da grande mai patria, a deixarem-se ex-
plorar por mioresses particularistas, que nada teem
de comrnum com seus proprios interesses.
AUSTBO-HUlTOniA.
a_reich-irath austriaeo proceleu a sua consli-
tuigao. A mesa composta do Sr. Rechbauer pre
sidente, dos srs. Vidulich e Pillersdorf vice-presi-
dente?, pertence aopiaiAo liberal.
0 Sr. Rechbauer tomando posse da cadeira prc-
sidencial assignalou a importancia da tarefa que o
discurso da coroa impSe a assemblea na sessao
actual nolavel.mente no que diz respeilo aos pro
jectos de lei relativos as medidas economicas e as
destmadas a regular as relac<5e3 entre o estado e
a Igreja catholica.
Sob proposta do Sr. Herbst a camara decidio
responder ao discurso da coroa por uma mensa-
gem cuja redaccao foi ceniiada a uma cemmissao
especial.
G governo austriaeo aeaba de apresentar a ca-
mara dos deputados. do Vienna um impertante pro-
jecto de lei destinado a remediar a crise finaaceira
e cconomica em quo se acba a Austro-IIungria e
elevar o credito.
0 projecto pede para o governo austriaeo auto
risacao de contrahir um emprestHno inetallico ate
80 milhues de florins. Este stock metallic) sera
reunido ao banco nacional em troca de um igual
numero de notas, que em parte serao emprecados
em grandes trabalhos de utilidade publica, e em
pane em estabelecer uma caixa de adianlamenlo
em proveito do commereio.
As sommas proveniente3 do reemholso desles
adiantameutos serao empregadas a restabeleeer a
circulacao do dinheiro amoedado.
0 ministro das tinancas jiwtificou a apreseata-
(jao desle pivjeclo com a situacao critica do p. m-
mercw e da mdustria a que e prociso dar um re-
ipedio sera demon.
Afflanc m o ministro qic a prise de modo algum
linha anectado o estado satisTactorio das Onan.-as
pu Id teas.
A dieta da Hungria recomecou osseus trabalhos.
A sessao parlamentar comecou por um incidente
que da honra aos costumes parlamenlares dos
hungaros. 0 ehefe da esquerda o Sr. Gbiczv, ora-
dor eminente resigoou o sen mandato de deputado.
Retira;se a vida privada. 0 Sr. Deak em nome
da maioria, de quem e o chefe, propoz a camara
que esta exprimisse ao Sr. Gbiczy, o seu senti-
mento, por se ver privado do seu coneurso, e'que
se laacasse na acla este proteeto.
A imprensa hungara mostra-se muito sakslejla
com a mndanca ministerial que acaba de se effec-
tuar na Servia. Ella attrihue a viagem qae o prin-
cipe Milan acaba de fazcr a Vienna e a Franca
esla mudanca. 0 novo chefe do gabinete servio,
o Sr. Mastmovics, e muito svmpathico a Anstro-
Hiingria, e nio favorscaru as agitacuej pauslavistas
que sob o ministerio Ristics, tinham ainda levan-
tido frequentes e vivas reclamacoes dosgabinetes
de Vienna e de Pesth.
G novo ministerio da Servia tornou conhecilo o
seu prograrama sob a forma de nma circular diri-
graa pelo ministro do interior as autoridades admi-
nistralivas.
Diz qne o governo de accordo com os votos do
principe, se esforcara em fazer respeitar as'leis e
a Instituicoes do pniz, condicao e-sencial para a
seguranca publica para o trabalho, nacional e o
progresso d* CivlKsacao.
Os bons patriotas podetao prestar o sou apoio
ao ministerio, porque nao e um governo de parti-
do, c deixara o campo livre a discussao e a critica.
Beve-se esperar que o discnrni do'principe na
abertura do skuptchlna, no fim de novembro, sera
mais explicit) sobre as inten ;oes e projectos orali-
cot dos seus'ministros.
Dizem de Belgrado que o paiz linha fie.ado sa-
ttsfeito com a mndanca ministerial e que ansura-
va bem para o futuro.
TunouiA
As grandes roformas que vem mudar a face da
situacao eeonemica do imperio ottoraano tem se
fetto esperar; parece ate que segundo alflrina
uma correspondent de GonstaQtinoala a Guzcta
ae Augsburgo o decreto imperial relativo a* ao-
Aunciadas reformas ainda nio havia sido promul-
gada.
Afflrma-se ate que ja se nao trala de sequestrar
os bens de mao morta, mas unisamente deos sub-
metier a nm imposto ; diz-se que unicamente os
vakoufs seriam secularis dos na capital.
A instabilidade proverbial do poder na Turquia
e um obstaeulo a qualquer reforma que demande
esforgos persistenles.
0 ministro das obras nublicas Kiani-Pacha foi
lemiltido, sendo substituido por Isinael Pacha. No
curto espafo de um aano a pasta das obras pu-
blicas mudeu seis ve^es de mios 1
IIESPANlfA
Acerea deste paiz esoreve nosso eorrespon-
dente de Lisboa :
A imprensa de Madrid occupase ainda daba-
profun.ianwBte, adopting i om:
' oetaqoabp'r.
H' w (t,| f| .
pul i
a emeu !i
do'depu
T .l.llll.
los es-
icolares dein-'.ruc- a sua hot) 'ii
taiha do'Monte-JiKra. Nota com desgo'to que o
general Moriones, depois de-ter tornado as posi-
| pops que indicou em seus despachos, n5o perma-
necesse nelles, ou nao avaacasse como se figura
mais aceriado, quando se dispoe de boas-tropas e
o inimigo parte cm retirada. Falla-se, portanto,
na substiturcao de Moriones pelo general Rabalas.
Naquella accao Moriones dispoz de 22 batalhoes.
8 pecas de-Krapp, *4 de mnntanha, e quasi mil
cavallos. Teve mais do :400 feridos.
a T). Alfonso sahio para Franea e D. Carlos vol-
lou para Bstella. Este pretendido rei conoedeu a
gra cruz de Isabel a catholica ao portoguez Dr.
Antonio Ribeiro Saraiva, pelos relevantes servioos
prestados ao partido carlista. Foi portador da
conJeeoraoio o infante D. Joao, pai de Carlos VII.
A questao do Virginitts contiaiia a ventiiar-se1
em Hespanha.
c 0 governo reunira-se em conselho para Ira-,
tar da questao do Vinginius, e dizia-se que dahi
resultara crise ministerial; porem o Impartial af-
firmou que nao havia crise, porque a leve diver-
gencia que se manilestara entre os mini.-tros, re-
sultante daquella impoi tantisskna questao, ficara
suspensa ate que se recebessem da Havana todos
os esclarecimentos de quo o governo carecia
Algumas folhas tratam detidamente da uues-:
tao do FirjiniiM, e a ETpoca, principalmenle, nega
ao governo dos EsUdos-Unidos o direito de reela-
mar contra e procedimnnto das autoridades de:
Cuba por oeciisiao deaptesatnento daquelle navio.
Acrescenta que e preciso ter em cbata que o Vir-
giuiut realisara com bom exito varias.expediaoes
a Cuba, zotnhando singularmente da vigilancia dos
cruzeiros hespanhoes; que na Havana se sabia
muito bem que o Virgixius e osseus infelizescx-
pedicionarins tinham embarcado em Nova-York ao'
Borademusieas e vivas -\Cwvetpondencia, en-
trando tambem neste gravissimo assumpto, diz
que, nao obstante a seusatez do governo de -Was
hington, prodtuira-'se nm pronunciado movimen
to nas grandes cidades dos Estados Uoidos ; e
Bellas se pedia atatervencan directa da America
do Norte em os negocios de Cuba. Outra folly
lerabra qoe a maior parte da imprensa earopea
contraria ao .fcibusterismo, rscnnlwco qoe ae os
Estados-UoidoH tiveram direito ate para estermi-
nar os indios Modoles, exocutando reconteaaente
o? seus chefes jjrisioneiros, nao pode negar se este
direfto a Hespanba, cotra os qne attenfam contra
a intpgndade do .*u teriii"ri.i.
Os t legiraramas, ale agora recebidos aqui,
di^fg) i
Londres, 12. Em WasbingUMi discutiram os
ministros por mHftn tempo o o*gocio do navio
Virginmi. R^solveu-so n*n tnmar nnhum: reso-
fn.,"So antes .|f.* receberem a* e<"irnumcae5es
ofliciaes. Foi rfir^ila a e-t agaas aV: uha.
New-Yrok, 13. Esta" oi.arc-ln.Til i nam sa-
nirem para Cuba unit n-io couracado?. O
govern rm-ri-an.....r'a u- "S ultrages dos
voiuni > 111*111 .'! !". d-v ii ter fm
Se o gover i i In.i iftft 'az-r r*sneUar
aautonl. i s 1'iriL' ...j a r->-
cerrer t i-; ; s-u- iiiIpth- p< e
ram re-ervalas ate a rennlao do congresso. A agi-
Jaeao cresce.
Londres, Ii.-Fish m:uilou um lelegramma
para Sti Irid com um pr rgico contra as
execuedes. A rosposla de-Hespa&ha recmbece a
responsabilidade, repro7a as exeoucoes e promelte
proceder.
H Washington, II. 0 governo resolveu pedir
a Hespanha ocastigo dasautoritales responsaveis
pelas execucdes em Santiago ; se recusar, tomara
providencias extraordinarias. A esquadra vai para
Havana na segunda feira. Cre se qae era easo
de rompimento, os amorieanos dciembarcarao lm
mediataraente cm Cuba. o7 oovos prisioneiros do
Virginius foram fuzilad is no dia 10 de novembro;
apenas t8 escaparam com vida. Houvo um corn-
bate de quatro horas entre os he:panhoes e os in
surgen:es. Ficaram mortos St hespanhios, mas
os insurgeates foram cornpletamente derrotados. -
Washington, 17.0 governo cspera despack)s
de Sickles (embaixador dos Estados-Onidos em
Madrid). Continuara activamente os preparativos
navaej e militares.
Washington, 18. 0 presidente declara dei-
xar adecisao do congress) a accao definitiva so-
bre a questao do Virginius. Despachos de San-
tiago d>) 12 de novembro d:>mentera a execuio
dos 37 prisioneiros do Virginius no dia 10 de no-
vembro.
Londres, 20. -Em Washington o gabinete dig-
cutd o pedido da Hespanha, para uma proroga-
cao do prazo para as reparacoes. Os rainUiros sao
de opiniao unanime que a urgeneia da situacao
nao perraitle delongas.
Washington, (sem data). -Cre-se nos circulos
ofBeiaes que se eviara a roptura com a Hespa
nha.
Nova York, 20. 0 consul americano em
Santiago de Cuba partrcipa oflioialmente que ate
13 de novembro tinham sido execulados umca
nwnte 33 prisioneiros do Virginias. Os senalores
Summer e Cameron invocam as svmpathias do
povo americano pela Hespanha ropublicana lutan-
do para viver.
A questao era so com os Eslados-Unidos, ps-
rem um telegramma de Loudres, do dia 17, mis-
trou que alnglaterra taiibam entrava.na questao
dos fuzilaroentos. 0 dito telegramma dizia o se-
guinte :
; Despachos ofliciaes conflrmam a dxecacS) de
16 inglezes em Santiago. 0 govern) ingl.z tele-.
graphou iramediaiameiite para Madrid e Havana
e para Santiago reservaudo se as dicistfos relativas
a estas executes e tornando o governo hespa-
Bhoi responsavel, se outros ingk-zes forem fuzila-
dos. >
Outro telegramma do Londros resume a opi-
niao do Times, jornal de grande importancia no
mundo politico e commercial e ouja opiniao e as
vezes de grande peso nos assumptos politicos eu-
ropous. 0 telegramma di;. o seguinte :
0 Tim;s e favoravel a deeapkeio e>trangeira
em Havana Matanzas e Santiago si indeyendea-
cia republicana de Cuba sob um protectorado, se
nao for ob'.ida reparapio para as execocoes de
Santiago, a
A questao esta no ponto an que os leitores
veem, e d'este grave con/holo pode resultar uma
guena fatal entre as po eucias empenhaaas nes-
te assumpto.
A imprensa hespanhola m)stra se muito irri-
tada com as exigencias d i governo americano c
contfa o embaixador da America, general Sickles,
em Madrid, do qual am-acara publicar a sua vida
que uao parece sem mancha. Algous jornacs che-
gam a aconselhar ao goveruo a qne entregue os
passaportes ao e.ubaixador dos Esiados-Unidos.
0 governo hespanhol pxocura proceder com digni-
dade e conjurar a tempejlade q:ie parece immi-
nente.
Uma forca de 100 hoaiens da guarda civil de
BaJajoz, encontrou-se em Cascrcs com uma guer-
riHia carlista superior em numero: poiscompn-
nha-se de 10.1 h miens bem armados. Travou-se
a luia. rendendo-se os guardas civis, quando ia
nao tinham um unico cartuxo para queimar. Ti
veram m wtos no campo uus oito. Os gaerri!ha
desarmarain os rendidos e deramlhiM a liber-
dade.
0 cabecilha Garcia, com uns 1,000 homens,
penetrou ultimamente em Viver, onde contioua-
mente esiio entrando as faccoes, que percorrcm
em ccmpjela liberdade aquella comarca.
Em Faentes d'Ebro, de;cobriq se uma impor-
tante conspiracao carlista. Procedeu-se a nrizao
dos mais coniprometiid is, e de quatro guardas
eivis de quem se suspcitou, fugindo outros.
Os carlistas iinpuzeram uma contribuii,.1o de
28,000 duros ao povo de Langostera e outra de
quatro milhSes ao de Blam*, na Catalunha.
f)iz-se que D. Gtrl >s vai crear uma mdafha
para pn-nnar oa sens soldados que mais se distin-
guiraui na victoria te Monte-Jurra.
. Parece que .o projecto dos carliHas da Cata-
lunha e fazer perder, com seus movi-.nentos, a [iis-
ta as ir .pas do exercito, para atacarem, depois,
desassombradamente os povos circumvisinhos.
Em-Cartagena, Galvcz foi eleito presidente da
junta, sendo esta completada per nernaa. Coal,
Gutierrez, Banc, Cubachos, Ortega, Perrer, I,a
Clle, Estevez e Eduarl-. 0 earteiro faz de governador no caslello de Galera*, veio a
praca para dar o seu vuto e retirou lago para o
caslello. Uma salva anounciou a sua entrada na
praca. As repetidas trovoadas e a chuva torren-
cial, teem feito com que o acampamento dos sitian-
tes tenha solTrido consideravelaionte. Ao clarao
dos relarapafios os insurgcatos teem feito fogo in
cessante sobre o acampamento, atirandj com bom-
bas e granadas.
0 acampamento responde ao fogo da praca.
Em Cartagena cada libra de pao vande se por
420 rs, a carne de carneiro a liOOJ a libra, a de
porco a 713 rs e o grao a 120 rs. Nao cxi3te
nesti praca agente algum oousular. a nao ser o
vice-consul ingloz. Os camlrrtios cstioi n-
transitaveis pqr causa do pessirao tempo. A Ga-
ze da estacao do caminho de ferro esta chcia de
bagagens dos passageiros, que teem c-nseguido
fugir da praca. Os insurgentes esta) aprestando
com a maior diligencia algnns dos seus navies de
guerra, com a inteucao do appellar para as fu-
gas; pi is forcas.do coptra-almiraute C.'iicarro, sao
tao sqperiores as ds rebeMes, que uao e verosi-
mil que estes intentem corabater com aquellos.
Em I'alma continuam chegar novas boccas
de fogo e muito material de guerra.
A' ultima bora corria o boato de que os in-ur
gentes de-Cartagena, resolvidos a dar unu pro.va
ae patriotismo, se rendem.atim de rpie o governo
possadispor da esquadra em lodas as eventualida-
des a queder lugar a questao do .Virginius
Layard e Caslellar no dia 21 tiveram nma bre-
ve confereocia. 0 resultado foi muito favorayel a
manutencao das boas relacoes entre a Hespanha 0
a Inglatcrra.
Hodve grave conflieto em Cartagena. Travou-
se combate entre os voluntarios de Galvez e os
soldadosamqtinados que reclamayam osseus com ;
mandantes presos pir aquelle cnefe.
A partida.ae Figueras para Londres foi nova-;
mente adiada, o que parece coniirmar que one-!
gocio do Virginius esta em via de solucao.
,0s jojnaes de Madrid des'mentem o boato del
dissidebcia entre Castellar c o ministro do interiorl
por causa da qnesfe) doj voluntarios. Tambem'
desmentem os que se referem as desintelligenciasi
entre Castellar e o presideate das corlas.
e o presidente das cortos. |
Constava a ultima bora que a erquadra Jws-.'I* Ca"Wu,a*Jw Ma/anbao, e U*tao para
paphola capturou dous na'vios que sahiam de Car-| "*ra-*
tagena carregados de mercadjrias, inclusivamente
dia ftnnrfdtalo com-;caram a trafbalh'ar n? carros
di p. inpaalii.i, haveudo viagefli redonda de quarto
em ijnarto I hop. A coiicurrepcia de passagei-
ros aos prl-netros dia>, lem sido extraordinaria.
No priiaciro dm >rsn-p0rlar3m"7,155 pessoas. o
prego de cada cornia e de 50 re is das boras de
dia e 60 de noite.
Em 2i de ncyembro escreve nosso cor res
pondenie de Lisb6a :
t Falla-se n'ora iasulto que os mandarins chi-
nezes, n'.< visiuhanfas do porto de Macao, fizeram
ao goveruo de Portugal. Nudasesabejouicialmeo-
le, entretanto relafcirei o que se diz ainda que va-
gamente, e por difl'erentes modos.
Na noite de 9 de sotembro, as 8 e meia horas
fm sobresaltada a eidade de Macao com alguns ti-
ros que uns barcos de piratas dos postos fiscaes
fizeram debaixo das janellas do palacio do gover-
no sobre nraaerabarcacio chfneza que tmha a
sea bordo aljumas caixas d'opio, conseguindo a-
panhar o opio todo e capturar o barco, levando
para u:n dos postos fiscaes que bloqueiam o por-
to portuguez, deitando-se ao roar a guarnipa) per-
seguida paracscapar aos persegnidores. No dia
seguinte, o governador mandou o capitao do por-
to a ilha do Bugio, afim Jda autoridade principal
dos postos fiscaes, dar as devkias explicac.o>s e en-
tregar os artigos apprehendidos e o bareo. < k
maudarins negaram que tivessem tornado parte
naqaellu act), e dizendo quo nao tinham feito a
prcza, nem ordenado a diligeuna. Tal dBMLlpa
nao piiece atmis=ivel pois que outro barco
nio se atreveria ajudle atteitaio. E' tambem
de estranhar que os barcos da poiicia do mar nao
seguissem os barcos de piratas, atacandoos e ba-
tendo os C)ino disse, pals, tulo carece d$ ccn-
lirmp-io, e relatarei o que fdr sabendo.
Um telegramma datado de S. Francisco em 2*
de outubn e publicado hootera pelas folhas de
Lisboa. diz o seguinte :
Ha conflieto entre a China e a Corea. Se < -
ta nao d5r as satisfa;oes pedilas, a Chiia declam-
lhe-ha guerra.
Deuseordini a todos os na.iios, que ss or -u
pamnotraiico d>s cojlis pica abandonarem as
aguas d) celeste imperio. Cruzam juncos chine-
zes em frente de Macao para iaterceptar os jun w
carregados de cool is.
Alcannm a 13 do corrente as notidiasda Ma-
deira.
E:s j que se deduz dos ultimas jornaes do Fau-
cbal :
Ha socego e e bom o estado Sanitario.
_ Uma carta recebida por um estrangeiro, da a
noticia de que a imperatriz d'Austria, em cot-*
quencia do seu estado de sadde, fdra aconselhada
pelos medico; a ir para a Madeira.
t Dosae o primeiro de abril ate 31 de atdsto
exportarim se 941,116 litros ej.lil decalilro- de
vino. IJaranteo mesm> periodo exportaram Se
19708* kitoziammas de assucar.
0 Sr. D. Ayre.s de Oroellas resolveu elevar ao
numero de 18 os alumnos inlemos do seminario.
como tinha feito o sea nntecessor.
Continua, infelizmeate, a pltyisgera a fazer gran-
ites grandes estragos nos vinhedos desta ilha, .Es
tao conipletnuente perdi las plantacoes inieiras ;
inuitas outra* estao ja allectadas, e *o insecto dc-
vasladnr completara a sua obra de destruicSj .-
se se Ihe nio jWdar oppor remedio elTlcaz. '
t 0 Uiario d* NMieias de 20 do corrente, re-
c<)rda quo a 19 fez 90 annos que foi conceded;, a
santa casa da mispricordia de Lisboa a necessana
faeuldade para celrbrar om cada anno, emquanio
a sobtrana (0. Maria I) nao mandasse o contrarr)
e a causa publica o pertmttisse, uma loteria io 'a-
pital do 300 mil cruzados. |
No acto do pagamento dos premioi devia aba-
terse doze por cento da sua importancia e dividir
se este Incro em tres partisiguaes, das quaas.ee-
teiias as despezas, seria uma applicada para n
Inspitil real de S Josii de Lisboa, outra para a
real casa dos cxpostos da mesma eidade, outra pa-
as despezas da academia das sciencias, tambem
de Lisboa. AssignVn o decreto, o piano e as con-
dicoes da loteria o minisiro do reino viseonde 6>
de Villi Nova d? Cervrira. Dando esta noticia na
h storia dos esiabelecimentos sclentillcos Uiterariis
e artistids de Portugal, diz o venerando Sr. J)-'-
Sr|ve;tre Ribeiro o seguinte :
Perdoemos (se tanto eabe na razito e naj i-
ti?a) a cxcellencia da applicacao e imrooralidad.
do meio, a que se recorreu e recorre ainda h.j!
Tem estado'muito doente o conde da Polite e
visconde de-Costilho (Aokmio Feliciano.)
Foram dadas : a commenda da Conceicao ao
Sr. Julio de Mello Alvim, secretario que foi da le-
gag.iu do Brasil em Lisboa, e ao ?r. Claudio do
Cod 10 e Soaza, da.eidade de Campos; o hahito de
Christo aos Srs. Francisco Vieira Monteiro, antii'o
addidn a legicio brasileira em Lisboa. e.Bernsr
dmo d'Avda e Souza, subdito brasileiro.
Lia-se hontem nos jornaes de Lisbfta que a
?."i do c irrente aao havera oxpediSao de malas c
cirrcio para a America do Sttl polo paquete da
earreira do I'acilico, em oonsoquoncia do paqutai
do psquete iaglez nao ter partido do Liverpool n)
Esta muito doente com uma pneumonia o ge-
neral Joaquim Narriso da Silva Pereira, irmio do
fallecid i conde Sas Antes.
Correu. mas e falso, o boato de ter fallecido o
govern:wlor geral da India Macedo e Couto. A
data das ultima? noticias (18 de outobro) estava
de perfeitr sadde,
Diz o Diarh de Noticias de hontem .que por
informacoes fidedignas que leye de Nogambiqp'.
com d..tas de 22 e 27 deselembro, Ihe consta qi'-
o gentio do Bmga dia a dia engrossado pela pro-
teccao qi'.e Ihes do aqnelle potentado, e pelo pres-
tigio do poder que elle desenvolve em frenie da
autoridade portugueza. prosogue nas suas cerr-
rias van lahcas, roubando faaendas e dinheiro aos
Qommerciarjtes qne se aventuram aque/las par.1.
fysanlo cempr-tamente 6 outr'ora impo.'tan'.e
commercio do interior. Os doas vapores especiae-i
Sena e Tele que d'aqui se cxpediram, la iaai
seguindo a sua difficil perigrinafao e mostrando
prati:amonte a sua quasi inutilidade na missfto a
que eram destinados. Os negocios da guerra iam,
portanto, demoradoc, e demorada tambem a es
peraoca de malhorar uma situajao qae 6 a mai<
perniciosa aos interesses da provineia.
Os dons vaporea caog)tfam com avarias ao Sena
no 1 dc s'etembro.
Todos os jornaes de hontem dizem que nao
tem fundamento o boato da sahida do Sr. Andra
de Corvo, do rajnisterio da marinha e uHramar
a Accrescenta-se tambem que na proxima reu-
niao das cortes se ievantara a questao aeerea do
termo do actual periodo legislative, poii qne ha
quem pnetenda susteotar qne a proxima sessao
deve considerar-se oq o S anno da camaaa ac-
tual. 0 governo discu'io largamente esta gnes-
tio. em conselho de ministros, concluindo por loop-
tar a resohicSo de iconsiderar a proxima aassa*
como a ultima do periodo legislative, e nessa -eon-
formidade mandou proceder as eleicdes do ultra-
mar.
t Foi nomeado o Sr. Gronicho Cousseiro, capi-
tio de artrlharia para dirigir a edncacao militar r?)
dos principes D. Carlos e D. AITms Ja toro.oi
posse do cargo. Drz,-seque6 official de muito
merecimento.
t Acham-se & carga os navios: em Lisboa, Lin-
da para Pernambuco, Ligein para o Patt, no
PortoTriumpho e Olinda para Pernambuco, ib'B-
o

uma barrica oheia de prata.
a 0 general de exercito que sitia Cartagena le-
legraphou dizendo que as pecas de 2i centimetros.
(Uo bom resultado, alcancan J > ate ao interior da
prtfa.v
PORTUGAL.
Reinava .completo socego em todo o rtino.
Cocreunacificamenie a eleiijao das camaras'
municipaes, sendo reelelta a de Lisboa.
Prnsegaia processo dos militares compro-
mettidos na ultima tenl diva de revolta.
Fm nomeado bispo de Mocambiana o-.Rvm.
Jose Caetano .Ggngalves, conego thesonreiro-mori
da sc de Goa.
Pallecera, em Lisboa, o Rvm. Dr. AriatideV
Pinto Ferreira de Bastos. priinnr collado da fregue-
iia de S. Panto.
Sob apresideneia do conselhei.-o Cecilia. Kol,I.
capitao do porto de Lisboa, loi celebrada nesta
sals da cailitania, a se-sao do trlbnnal marltimo-
commor-*ial, julgando o tripolaaie da galera Fia-
junte, accusado de praticar no Para deiictos, pre
ristos ao respechvo codigo Foi provado o crime,,
e o reo condemnado na peoa de 20 dias de ptisao;
p >r se Ihe deseontar na sentenea o tompo que ja
ham estado praso.
Foi a |ui waugur.ido no dia 17 de noverabrol
diz nosso correspondente de Lisboa, b caminho del
ferro americano, mts rnas de LisbrVt. Do local
d-signado partiram 32 carruageas. fira Immrnisir
n piiiro qne tmnrntavn indas-ruas. A empreza den
inn tanto jantar, a iue assistiram 178 pessOi-
resiiio o m nistro das obras publica*; estao li
pre^eotes as r..Jae$oes do- prlncrpaei junuw. a
.\ctlcia* rfa America.
Por via de Llibda receberaos as seguhltes :
EaTADOS-tntOOS.
Um telegramma de Nsw-rYoek de 45 da novem-
bro affirma que.mais o7 prisi'meirosodp ftrgifuw
foram fuzifaaos no dia 10 de novembro.
So 18 prisioneiros esiaparam ao massacre.
41 conselho de ministro da republica MHfrica-
na reunio-se ao dia 14, resolveu toroar as, modi
das mais energi6 para assegurar a raanulen-
cao da digniflade dos fistados Unidos de accordo
com o sentimento nacional'.
0 governo americano vai dirigir um uabMdf u;
ao governo hespanhol exigindoo castigo das au-
toridades responsaveis pelas -execucoei fle S.
Thiago.
Se esta satisfacio nan Or c8o*eedida, a Uniew-
ea recorrera aos meios mtremos.
Gn.imstro da marinha expedio ordens lelegra-
phicas com novas instruecdes aos directores do*
arsenaes, para aclivarem o apparelhamanto dcr
navlos de gnerfa.
A- esqajdni nwte-atlaotic* psrtio .iuamediatfl
mente pararaa
Em caso de roptura as tropas americanas des-
embircara'>immediaiaoiei)U! em Cuba.
0 pf*slnet^f dectarou deixar a >4fecisao do
corrgres^ea ar-tio'derinitiva sobre a quesgo Vtr-
JEatwtamo oVspachasdc S. Ti, go, de '2 do no-
vembro desmentem k ex uri-
ris .qne sedrtbiibr tido lugar n* di
- ^f'ftialNlaMe a T rap| i fia-
camari muniPipal ile-L*bda. opavwnidor tstvilipaoaoesirang*'r^.mn ii,....... aW
idas extremaa d do dMneto e-mtiaspes-HJas de Jonsideracao. Doljv, e"a independehru ui do Cuba
L
"7"


Dhm dePemimDttoo TeRja feira 9 de Dezemoro de ISla,
ub proteclorndo 68 nao (or obtida a reparacaope-1 rasileiro WoWndff.palachSportngseB Jfwitr*fcj
dida. I palacho brasileiro J/ario hnilia, e galera portt-
Em WashiagWB o governo diacute o pedido de
H*panh,para uma prorogajiio do pair para as
rcparacdes.
Os ministro* sao de opiaiao unauime que a ur-
encia da sit jacao nao permiite delongas.
0 consul americaao eo> S. Thiago partici-
poa offlcialmeate que ale 13 de novembro haviam
sido sdmente eiecntad-s 23 prisioueiros do Fir
ginius.
Os senadores Summer e Comeron invocam as
sympalblas lo povo americano pcla Hespaona r
publicana tuiandopara river.
A opiaiao popular torna-se menos host-. I aHes-
.paaha.
Noticias do aul do iiuperio.
Proeedentes desse lado do imperio chegaram nos
dias 7 e 8 do corrente, os vapores inglez Britan-
nia, brawteire* Gongalves Martini, Ceara ^ Man
s. Paulo 26, de Minas-Gerae? 23 do passado, do
Rio de Janeiro 1\ e da Blhia 5 do corrente.
Alem do que dames 10b as rubneae Parle o/r-
rial e Interior, eneontramos nos jornaes que se*
gue :
RIO DA MAT*.
Do Diaria do Rio copiamos as segiitntes noti-
cias : .
f 0 myslerto com que se reahsou a viagera ao
presidente da repabliea Argentina a cidade do
Parana, ainda nAo foi penetrado pelos atilad03 cor-
respondentes da imprensa do Rio da Praia.
.0 paqucte inglez Britannia, que entrou liontem
uao nos trouxe noticias mail pesitivas desse acon-
U'cinwoto.
Continuamos reduzidos as conjectnras quo
demos, e a falsa? indiscripgoes e quici adrede pu-
h'.icadas para desviar a attengao publica do ver-
dadeiro moivo da resolucao do Sr. Sarmiento.
a Lemos agora uma outra variante, q'ie admira
n3o ter side lembrada ha mats tempo.
0 dbrrespondente de uma fulha do Montevi-
deo, que so diz bero informado, ma3 que parece
perteacer a classe dos indiscretos offleiaes, attri-
bue o toeto aos negocios do Paraguay.
Diz elle que o governo dessa repubiica so
agaardava ate o mez de Janeiro pela desoceupacao
do Ghaco e da villa Occidental em poder dos ar-
sentinos. .
c No caso contrario empregara a rorjfl para
expellir os occupantes.
Setal facto seder, e que sera a guerra en
ire as duas republics, a revolugao de Enire Rtos
eomplicara em muito a suu.acao, dos argcnlinos,
e asiim torna-se urgente que termine a luta civil.
Mas o ministro da guerra Gainza tem se raos
irado mais cabo eleitoral do que de guerra, c os
desa-tres de La Paz e Gualeguay, provendo 03 re-
beldes de abundantes recursos ameagam proloa-
gar indeFinidamente a campanha.
0 presidente trata, pois, de'pessoalmento acti-
var as operates do exercito dandolhe para cnefe
n general Danowsky, que recommend.vse pela
prompta terminagao'da campanha de Santa Fe.
a 0 corre>poudeato, na lista dos perigos que
enumera em lal situacao, cita a ilha do Cerrito,
que, diz elle, esti sendo fortilieada raystenosamen-
te pelos brasileiros. 0 que nao explica, porem, e
eomo so pode fortificar mvsteriosameute uma ilha,
sitnada em urn rio de (auto trafego commercial
no o Parana.
0 que ha de certo e que o presidente sar-
mienio, depois de smir do Rosario em direc;ao ao
Parana,-esteve eocaftalo quairo dias no no desse
Berne, ou o eovurno qaeional e?teve encalhado,
eono noticiou espiriluaain.nte uma folha, allu-
dindo ao governo aceplialo da repubiica.
0 deseinbarquc no Parana foi apparatoso,
i:oatribuindo para isso a bizarria da guarnii.ao
das puas metralliadoras lira das aos exercicios dos
..luinnos da escula-de Palermo e que Has mas da
cidadf produziram o mellior elfeito.
A lemora do presume foi breve : depois de
i-onfere.nciar com o ministro Gainza, embarcoa
para Buenos-Ayres, onde era esperado a 2-i, ulti-
ma data, que desta cidade li/emos pelo Britni
wia.
Na cidade do Parana fora prohibida a publi-
cafao do jomal Patria por suspeito de jordanis-
mo.
a Em tudo isso nada se sabe ao certo da si-
tuacao de Entre-Rios. Nenhuma folha publieava
informaeao segura, tendo sido vedado ao publieo
ii servicb do telegrapho.
Em Montevid6o grassava a epidemia da va-
riula.
Algnns deputaios havira pr^testaao peranle
:i commissao purmanonie conir a nomeacao do
Dr. Perez Gum para negotiater do emprestimo
-.-iraageiro, aceusando-a de i'lconstitucional
P. PAl'LO.
0 presidente partita no dia 23 da capital, no
iotento de percorrer, com uma commissao de en-
cenheiros, a via ferrea Ituma, para verillcar o
coma melhor convier
gueza Saudade.
Eis as noticias eommerciaes da ultima data :
Cambio.-Nos primeiros dias da quiozenai*
mercado coaservoQ-se flrme a 20 1/8 sobre Lon-
dres para o papel baoeario, porem depois de rece-
bidas noticias deslavorateis tanto da Europa eomo
dos Estados-Unidos, os bancos baixaram a taxa
para 26 d., sendo desde entio negociado o papel
particular a 26 1/8 d.
MeUetNegoeiaram-se varios totes de sone-
ranos a 9J360 e 9*380 e uma pequena parnda de
ogas a 300 reis.
Apolic^s. As geraes de 8 por cento obti ram de 1:073* a 1:075*, conforme o loto, e ae do
emprestimo de 1868 de 1:074* a 1;075*.
t AcSes. 0 movimento foi limitado. As do
Banco do Brasil obtiveram 260* e 231*.
t Fretes.Fretoa-se para Pernambuco a ordem
e Canal a ordem a barca HJgleza Ardor para assu-
car a 40/ ; para a Patabybae Canal a ordem, pa-
tacho inglez Franca Drtule, tambem para assu-
car a 42/ e o brigue sueco Otcar, para algodao a
5/8 e 5 por cento de cafe ; devendo todos estes
n'avios seguir brevemente para seus destinos.
< Cota-se :
Canal e Mediterranee 33/ e 37/6.
Estados-Unidos (oor^ 2O/-30), (sul, 30).
ESPIR1TO 9AST0.
Funceionava regularmente a assemblea prom:
cial.
Os commerciantea da praea da capital dingirara
a presidencia uma representacao contra 03 novos
impostos decretados na lei do orgamento voUda
pela assemblea. '.
As demais noticias carecem de importance.
BAHIA.
Defenderam theses e foram approvados plena-
mente, na Faculdade de Medicina : Francisco Ate-
xandre Guedes Chaeas, Antonio Hermenegildo de
Castro, Julio AdoJpho da-Silw, Vicente de Paula e
Silva, Trajano Borges da Abreu Marques, Pedro
Severiano de Magalnaes, Jos6 Lopes da Silva Ju-
nior, Epiphanio Jos6 Pedrosa, Pedro Auguslo Bor-
ges, Constaiicio Carlos Sonza Uzel, Jose Maria Ve-
Iha da Silva Junior, Jalio Cesar de Castro Jesus,
Pedro Ribei o Moreira ; e com distincgao Constan-
cio dos Santos Ponlual. .
0 brigue escuna de guerra Toneleiro salno
no dia 29 para o nosso por to.
No mez de novembro arrecadaram : a al-
fandega 634:141*887, e o correio 5:144*403.
No dia 23 do passado o Exm. arcebispocon-
ferio a ordem de presbytero aos diuccsanos Urha-
no Ceeilio Marlins, Joao Alves de Lima Estrella,
e Jose Pereira de Araujo Cavalcanti, que teruiua-
ram o curso do seminano.
Pelo 2." districto foram eleitos deputados
provinciaes : Drs. Aristides A. Milton, Manoel C.
de Araujo Lima, Antonio Olavo de \. Goes, Anto
nio Euzebio G. de Almeida, Jos6 Nunes da SiWa,
Jacome M. Baggi e Manoel do N Teixeira, conogo
Henrique de S. lirandao e vigario Jos6 Cupertiao
de Araujo. ,
No dia 2 do corrente realisou se, na cidade
de Santo Amaro, nma grande reuniai de agricul-
tores, proraovida pelo Sr. Salustiano Antunes,
presidida pelo Dr. Joao Ferreira de Moura, para
fundarem urn circulo agricola munieipal. Depois
de diversos diseursos, foram eloilas cominis^o;s
para dirigir provisorianvnte os trabalhos, redigir
os cstatutos e proraover a acquisigao de novos
socios.
- No dia 6 do corrente devia realisar se o dou-
torameuto dos aturanos que completaram o curso
medico.
Arribara o vapor inglez Fi-rermner, proce-
dente de Falmouth para p 0 cambio reg ilava sobre Lo".dres 23 7/8
a 26 1/8 d.,e sobre Paris 362 e 363 reis.
ALAGOAS.
Pelo presidente da provmcia foram suspenses
do exercicio de suas (ooe$ies e maodados respon
sadilisar, sob o pretexto de iufracr,ao de pusturas,
os vereadore3 da caraara da capita', padre Antonio
Jose da Costa, presidente da mesma, e Antonio
Simoes de Souza Junior.
Protestaram e vao recorrer para o poder compe-
tente contra aquelle acto.
Tendo saliido da provincia o Sr. Joao de Al-
meida Monteiro, vice consul de Portugal, fic'ou
substituindo-' o respectlvo chanceller, Joao de Al-
meida Monteiro Filho.
i -tado d'ella e providenclar
a seguranga publica.
As Companhias Mogyana e Paulina annun-
ciavam chamada de propo'nentes para preparagao
do leito das estradas, a juella desde o entronca-
inento ate o Amparo, esta para a 1.* secgao da
linha eutre Campinas c Rio Claro.
Refere o nWfW'to de Areias que o delegado
i!-: policia* Dr. Joaq.iim Francisco Ribeiro Couti-
uao, iocansavel no exercicio da caridade, tinha
btidfl entre os seu3 amigos consideravel somma
de dinheiro par* auxiliar as despezas do lazareto
istabelecido" naquella cblade para soccorrer os
pobres atacad-is Ja wriola.
A loja ma-;onica Frnte rravAra para esse fim a quantia de JuOiOOO.
Rofere o Limoeireme :
t Novamente vai-selornando jensivel a falta de
chovas, causando males a lavoura, pjrumlado,
pela demora das plantajoes dos cereacs ; por outro
lado, pela facilidade do apparicao d fogos, que
continuam a lavrar cum furia em raatas de pri-
meira qualidade, cujas terras tornam-se inculti-
vaveis.
t Nesta occasiao lembramo-nos que esses fogos
as mais das vezoi sao postos por rnall'azejos e va-
gabundos, que eontinuarao com seraelhante diver-
timento, em quanto nao tivermos leis rigorosas
para a repressao de taes crimes. E' esse urn dos
motives pelos quaes a lavoura clama cada dia por
codigo agricola.
Haviam chegado a Santos, uo vapor allemio
Vaiparaizn, procedente de Hamburgo, 27 cnlonns
allemaes, contratados pelo English Bank Of Rio
dt Janeiro para a fazenda denominada Angelica.
Sao todos de 20 a 40 annos o de prolissao agri-
cola.
A Estrelli d'Oeste, fMha que se publica no
Rio-Claro, diz, em data de 22, o seguinte, sob a
eagraphe Necessidade do casamento civil:
No sabbado paa^do, a noite, deu se, na rua
das Flores, uma pe mena reuniao de familias po-
bres, na qual foi offerecido um copo d'agua por
Jose Belmiro.
Tal reuniao deu-se porque para esse dia es-
tava marcado o casamonto de uma sua inni, quo
nao se casou entao porque o vizario, sogundo nos
informam, nio quiz receber os nubente3, vlsto o
noivo nao saber rezar.
Lo-a no Echo Ban malense do 22 :
da tarde, desabou uma chuva de pedras, que re-
lath) a nns a raaior parte dw cofesaes do Sr.
(-iionie Manoel Ferreira de Aguiar. A temjiestade
duroa duas horas e tanto ; alem disso as pedras
de grande liraensio (alguraas do taraaaho d'ovos
de gallinha) tocadas p ir uma ventania terrivel,
produziram' um g -ande lago no terreno da fazenda
da Roseta deitando abaixo cinco cenzalas, e esca
piado, por -nilagre, dons pretos doentes, qua tro-
param para a cumUira. So de um torreiro rola-
ram oira o ribeirao 403 arrobas do C3fe, e.todo
) cafe 11* irvires nlou pelos correges, que fica-
ram nessa wtMMa grandes ribeirSes. O prejui-
/1 qui loifnui a tesente Manoel Ferreira 6 calcu-
lado em 40. a 50 cantos.
Fall vi>u na capital o priraeiro oulcial da
MIMAS GRRAE3.
Foram cr-adas diverase cadoirae do instracgao
primaria
F illeoou, em Jaiz de Fora, o commendador
Henrique Guiherme Fernanlo Hal.'eld.
RIO B>SJA!Sn>.
Ainti n-ii tinha assum do a pasta do imperio
o Exm Sr. conselheiro Inao Alfredo 'orrea de
Oliveira.
Pjoi;ihinw a-assemblev provinc'ul.
Ovg&ra das ym* Jos Agores o vapor brasi-
leiro Lidaihr, traz^ndo HH\ emigrantes.
A akintega la elm* arreeadou no mes de
nowmbr* % 161:672 *V08
Saiiq p.ir i P -raambuco : a 26, escuna
boJiand.'sa AnnHlft Nmung* ; e a 27, bii^ae fcra-
sileiro Superior, escma idem Douro, e brigaeiB-
gt Beeniat.
0 vapor brasilelro Ltdad r devia saWrao
Ii* 8 pur.i as ilaas de S. Miguel, Fayal e Ter-
oefra.
p.
Noticias do norto do Imperio.
Tambem chegou no domingo o vapor Urasileiro
Pirapama, trazendo datas; do Ceara 29 do passa-
do, do Rio Grande 3 e da Parahyba 6 do cor-
rente. i
CEA11A. i
Foi nomeado promotor publieo da comarca ae
Ipii, o baeharel Francisco Marcal da Silve'rra
Garcia.
- A presidencia nomeou uma comnissao com-
posta dos engenheiros Heurique Theberge e Anto-
nio Gongalves da Justa Araujo, para examinar a
capella de S. Bernardo e casas a dia ontigu.n,
fundadas^por Bernardo Joso do Siello, aStn do pro-
ceder-so a necessaria desapropriagai, de confer-
midade com a lei.
- Continua a ser lamentavel o estado de segu-
ranca individual.
As folhas registrant diversos assassinates e fen-
raentos.
- No lugar Ouro, do termo de Baturite, Jose
Caetano, estanJo na dorrubada de um ro;do, m>r
reu quasi instantaneamente pela pancada de um
pao que cahio soore elle.
- Fiilleceu, no Inharauns, Fiancisco Alves
Feilosa, 1. juiz de paz de Arneiroz.
RIO GRANDE.
- No dia 27 do passado o presidente da pro-
vincia seguira para o Ceara-mirim, alim de exami-
nar a obra da canalisacao do rij assiin denomi-
nado.
PARAHYBA.
No dia 22 do passado teve lugar na capital, o
baile que o corpo do comraercio olTereceu ao con-
se heiro Diogo Velho.
1 Tendo ficado incompatibilisado o Dr. Joa
quim Moreira Lima para o cargo de deputado
provincial, por ter assumido o exercicio djj jaiz do
direito interino da capital, o dirnctorio do partido
conservador resolveu substituir seu uome pelo do
Dr. Manoel da Fouceca Xavier de Anlrade.
Mais uotioias do sul do iiu-
ttn a c|r;ia pira Penw abaoe : brlgae
perio.
0 vapor francaz Henri IV, chegado hontem a
tarde sahio da cOrte no dia 2 do correate, adian
tando um dia as datas trazidas pelos Ceara e Bri-
tannia.
Do Jomal do Ccminercio extrahimos o se-
guinte :
Por decretos de 29 de novembro foram removi-
dos os os juizes de direito :
Joso de Almeida Marlins Costa, a pedido, da va-
ra de orphaos da capital da provincia do Mara-
nhao, da 3" eotrancia, para a dos feito< da fazen-
da e commercial da capital da provincia de Minas-
Geraes, da ma>hn entrancia.
Braulino Candido do llego Mendes, a pedido, da
comarca deTherezina, da 2* entrancia, na provin-
cia do Piauhy, para a de S. Beato, da mesma en-
trancia, na provincia do Maranhao.
Esmerino Gomes Parente, da comarca da Granja,
d 2* entrancia, na provineia do C>-ara, para as
varas de orphaos e da provedoria d i capellas e
rasiduos da capilal da mesma provincia de 3a en-
trancia
Francisco Urbaao da Silva Ribeiro, da comarca
do Acaracu, de {.*, para a da Graoja, de 2" entran-
cia. ambas na providoia do !eara.
Antonio Firmo Figueira de Saboia, a pedido, da
comarca do Principe Imperial, de I* enirancia, na
erovincia do Piauhy, para a de Acaracu, da mesma
pntrancia, na provincia.do Ceara.
Joao da Motta CorreaLima, da co narca de Cam-
pina Grande, de 1" entrancia, na provincia da Pa-
rahyba, para a de Vianna, de 21 entrancia, na pro-
vincia do Maranhao.
Antonio da Triadade Antunes Meira Henriques,
a pedido, da comarca de Baaaaeiras para a de
Campina-Grande, ambas de 1* eotrancia, na pro-
viacia da Parahyba.
Aatonia da Souza Martins, da comarca de rt;wi
tcura-OBirwu, do 2' entrancia, na provio^a do Ma-
ranhao, para a da capital da provincia da Parahy-
ba, de 3* entrancia.
Constantino Jose da Silva Braga, da comarca do
Mar*j^, de 1" eotrancia nafroviucia do Para, para
a de Itapic.mi-niirim, de 2' eatrancia, na provin-
cia do Maranhao.
Folippe Ranliao de 3odn Uoboa, da comarca de
Manaos, da t* patri'i'ii, na pnvincia do Amazo-
nas. paca a varas 1; orpHSos e da p*)ved canaifas e resiims da capital da provineia in Pa-
ra, de 3" entrancia.
Pedro Camel', i, la comarca de Pa > d'Alho,
ffe 2' batraneia, na pr ivi icia I Peraa il> ico, para
h2'varacivel di loi'ii U uMs.na proviueia, de
> entrancia.
Jfovjm'm Psres G. viva, da comarca
ItrPiJrtfbal, de l" c itr.i icia, na provincia a I
iyba, paraa do PA) d'Alio. de f^enl meia, na
provineia de Ponnmbnco. I
Candldo Anausto Pereira Franco, da comarca
de Iiabaiana, de i' entrancia, na provmcia de Ser-
gpe, para a doPeaedo, tie eatrattula, na p*o
v.ncia das Alagoas.
Jose Maria Bohtes, a pedido, da comarca de Ata-
laia, de 1* entrancia, na provincia das Alagoasj
para a da Itabalanna, da mesma entrancia, nai
provineia de Sergipe.
Joao Rodngnes Chaves, da comarca de Santa-
rwn, de 8 eawaucia, na provineia do Para, para
1 da Jfetancla, de 3* entrancia, na provincia oa
Sergipe.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade, da co-
marca de Jaicoz, de 1' eatraucia, na provincia do
Piauhy, para a.de Sanlarem, do 2* entrancia, na
provincia do Para.
Antonio Manoel de Medeiros Furtado, da co-
marca de Garanhuns, de *, para a do Booito, de
2" entrancia, ambas na previneia de Pernambuco.
Francisco Toixeira de Sa, a pedido, da comarca
do Limoeiro, para a de Goyanna, ambas de 2*
entrancia, na provincia de Peroambuco. ,
Jose Pereira da Silva Moraes, da comarca de,
Mossoro, de 2* eotrancia, na provincia do Rio
Giande do Norte, para a de Santo Amaro, de 3
entrancia, na provincia da Bahia.
Francisco Jose Cordoso Gulmaraes, da comarca
de lriritiba, de I* entrancia, na provincia do Espi
rito SanHi Pra a de Paranagua, de 2" entrancia,
na provincia do Parana.
Freierico Augus.to Alsares da Silva, da comarca
de Pitanguv, de 1", para o do Rip das Velhas, de
2' entrancia, ambas da previneia de Minas-Ge-
f flftS.
Carlos de Cerqneira Pinto, a pedid), da comarca
de Nazareth, de 3" eatrancia.na provincia da Bahia
para a vara commercial da capital da mesma pro-
vincia, de igual entrancia.
Seba tiao Jose Pereira, da comarca de -Taubale,
de 2a entrancia, na nrovincia de S. Paulo, para as
varas de orphaos e da provedoria de capellas e
r3siduos, de 3* entrancia, na capital da mesma
provincia. ,
Fredenco Dabney de Avelar Brotero, a pedido, :
da comarci do Bananal para adoItii, ambas de 2"
eotrancia, na provincia de S. Paulo.
Caetano Vicente de Almeida GMeao, da comarca
de Iguape, de 1* para a do Bananal, de t' entran-
cia, ambas na provincia de S. Paulo. i
Felicio Ribeiro dos- Santos Camargo, a pedido,
da comarca do Praia, de 1" entrancia, na provm-
cia de Minas Geraes, para a de Iguape da mesma
entrancia, na provincia de S. Paulo.
Manoel de Azevedo Monteiro, a pedido, da co-
marca da Boa-Vista do Tocantin3. de I" entrancia.
na provincia de Goyaz, para a de Barbacena, da
mesma entrancia, na provincia de Minas-Gtraes.
Foram, a pedido, dispensados do cargo de cnefe
de policia, os juizes de direito :
Jose Antonio Rodrigues, da provincia do Araa-
zonas.
Francisco de Paula Lins dos Guimaraes Peixoto,
da proviucia do Piauhy.
Aurelio Ferreira Espinheira, da provincia da Ba-
hia.
Francelizio Adolpho Pereira Guimaraes, da pro^
vineia do Espirito Santo.
Foram designadas para exercicio de juizes de
direito :
AnWnio Maroellino Nunes Gongalve3, a vara de
orphans da capital da provincia >io Maranhao, de
3 entrancia.
Umbelino Moreira do Oliveira Lima, a,1' vara
ci/el da capilal da provinc a do Maranhao, de 3'
entrancia.
Aurelio Ferreira Espinheira, a vara da provedo
ria de capellas e fesiduos, da capital da provincia
da Bahia, de 3* entrancia.
Francisco de Paula Lias dos Guimaraes Peixo
to, a comarca de Manaos, de 2" entrancia, na pro-
vincia do Amazonas.
Jose Antonio H drigues a comarca de Mossor6,
do 2* entrancia, na provincia do Rio Grande do
Norte.
Francelizio Adolpho Pereira Guimaraes, a co-
marca de S. Jose, de 2' entrancia, na provincia de
Santa Catharia .
Antonio Joaquim Rodrigues, a comarca de Tau-
bate, de 2" entrancia, na provincia de S Paulo, Ii-
cando sem effeit" o decreto que designou-lhe a co-
marca da Leopoldina da mesma entrancia, na pro-
vincia de Minas-Geraes.
Manovl da Silva Mafra, a comarca da Leopoldi-
na, de 2:i entrancia, na provincia de Minas Geraes.
Manoel Iguacio Carvalho de Mendonca, a comar-
ca de Pitanguy, de 1' entrancia, na provincia de
..liuas Geraes.
Foram nomeados cliefo de policia, os juizes de
Ulreilo :
Eutiquio Cirloa de Carvalho Gama, da provin-
ci i lo Amazonas.
EnMWte Francisco de Lima Santos, da provin-
cia do Piauhy
Raymundo da Mota Motta de Azevedo Correa, da
provincia do Espirito-Santo.
Foram nomeados juizes de direito :
0 baeharel Pedro Cavalcante de Albnquerque
Maranhao, da comarca de Iriritiba, na provincia
do Espirito Santo ; ficando sem effeito o decreto
que o nommeou para a comarca de Amaranthe,
no Piauhy.
0 baeharel Martinho Avelino da Silva Prado, da
comarca do Praia, ua provincia de Minas Geraes.
0 baeharel Jose Maria de Moura Leite, da co-
marca do Rio Maranhao, na provincia de Goyaz.
0 baeharel Paulino Jose Franco de Carvalho, da
comarca do Porto Imperial, na provincia deGiyaz.
?oram nomeidos secretarios das relacoes :
De Belem, o baeharel Antonio Vicente ilagno.
Da Fortalez i, o bacnarel Praxedes Theodulo da
Silva.
De ouro Preto, o baeharel Francisco de Paula
Fernandes R.mello.
De S. Paulo, o baeharel Joao Raptista de Mo-
raes.
De Porto Alegre, o baeharel Joao Manoel Men-
des da Cunha Azevedo.
Foram nomeados juizes municipaes e de or-
phaos :
0 baeharel Boaventura Jose de Castro, do ter-
mo de Guimaraes, na provincia do Maranhao.
0 baeharel Eugenie Gomes Becco, do termo do
Pereiro, na provincia do Ceara.
0 baeharel Joao Adolpho Ribeiro da Silva, dos
termos reuni los de Sobral e, Santa Quitnria, na
mesma provmcia.
0 baeharel Franeisco Bezerra Cavalcante de
Alouquorque, dos termos reunidos da Maioridade
e Porto Alegre, na provineia do Rio Grande do
Norte.
0 baeharel Camillo Accioli Silva, do termo de
luhambupe, na provincia.da Bahia.
. 0 bach i.-el Hypolito de Camargo, dos termos
reunidos de Jacarehy e Santa habel, na provincia
de S. Paulo.
0 bacha^-l Saiurnino Amancio da Silveira, do
termo de Passes, na provincia de Minas-Geraes.
Foi recouduzido o baeharel Francisco de Paula
Pereira Barbosa, no lugar de juiz municipal e de
orphaos do termo de Silvwras, na provincia de S.
Paulo.
Foi a seu pedido reformado, no poslo de tonen-
te-coronel, o major da gnarda nacional da pro-
vincia do Amazonas Aristides Justo Mavignier.
REVISTA DIARIA.
Collectorias provinciaes. -Por porta-
riada presidencia da provincia de i e 3 do corren-
te, foi exonerado.a seu pedido, Joaquim da Costa
Pereira, de escrivao da collectoria provincial do
munijipio de Bezerros, e foi nonvado para o subs
tituir Manoel Jos6 de vasconcellos Santos.
Guarda nacional. for portaria da pre-
sident da provincia, de 5 do corrente, foi trans
ferido, a seu pedido, para o servigo da re>erva.
Scan lo a^gregado ao respective) f batalh o, o
capitao do 6* de infantaria do municipio do Re-
cife, Jo=e Elesbao Borges Dchfia.
!*.> n-ttor publieo Por portaria da pre-
sideuen da provincia, de 3 do corrente, foi no-
m : i i liicharel Argerairo tlartiniano da Cama
Galva i, p-oTiotor publieo la co nar^a de ( uri-
cury.
.Vuforidade poIlolaL Por portaria da
pre-i li'ncla da provincia, de 5 do corrente, foi
n. iii'-ali Tho-tiaz Lins Caldas V supplente do
duleg 11 do termo do Rio Rirojoso.
Directorla da Instrui-cao publioa.
Por p rtaria da pre3idoncia da pruvinm, do 4
11 i-iinnte foi exonerado Sebastiao Antonio de
Allm pi -r |ne Mello, de amannense interina da 4"-.
re-t on- icral da instruocao publica, e foi nwjM'.
d para -m tituir Joaquim Pejru Cavalcante de
|0-"iae.
S-.niuai'io episcopal. Tt-rminaram,
ii i di i l\ le novembro, os_ jxamiss dos alamnos
i-nento, sejido o rnsaltado o se-
itmnte :
.d/umnos ititirhof.
t) c inonitw.Approvados" com distinccpes
TbeoyetocKs fonoles de Aodrade, Antonio Ma-
noel Gastilho Brajadio, Joao Marquee de. 8ojm,
Joao da Costa BnmT* de -Caryaltio, Severo Gon-
SlLves Pires; plefameu.'0 Jl^6 G'mei Monteiro e
oao Carlos de Moura; sim^'eamente Joao Hermo-
genes da Mlva Braga ; repeiei^* JlJe ^regono de
So Bstevos.
Eloquencia sagrada Approbate "om distinc-
gao Joao Marques de Souza, Severo Googalves Pi-
res e Jose Gomes Monteiro ; pleuatnente JoSo Car-
los de Moora.
Dogma, parte fundamental. Approvados com
distincgao Zeferino Ferreira Velloso, Antonio
Fabricio de Aranjo, Francisco Vieira das Cha-
gas, Theotonio Ribeiro e Silva, Sebastiao Bas-
tos de Almeida Pessoa, Antonio Soares.de Melio,
Luiz Francisco de Salles Pessoa e Vicente de Mou-
ra Vasconcellos ; pleuamente Marcolino Vieira da
Silva, Fr ancisco Joaquim da Costa Barbosa, Dio-
nizio Peres da Costa, Manoel Caadido das Chagas,
OJiIon Bemvindo de Almeida Albuquerque a Ma-
imino Ferreira de Souza ; simplesnente Amaro
Jose de Olinda Barceltos e Manoel Pereira- da Silva.
Dogma, parte theoretica. Approvado plena-
mente Joao Hermogenes da Silva Braga.
Moral pratica. Approvado siroplesmenle Ma-
ximino Ferreira de Souza.
Moral sacramoutal.Approvados com dittnc-
c5o Xeferino Ferreira Velloso, Antonio Fabricio de
Araujo, Francisco Vieira das Cttagas, Theotonio
Ribeiro e Silva, Sebastiao Bastoi de Almeida Pes-
soa, Antonio Soares de Mello, Lnii Francisco de
Salles Pessoa. Vicente de Moura Vascoacellos,
Marcelino Vieira da Silva e Franoisco Joaquim da
Costa Barbosa ; plenamente Dionizie Peres da Cos-
ta, Mauoel Caadido das Chagas, Odilon Bemvindo
de Almeida e Albuquar,*ae, Maximino Ferreira de
Souza ; simplesmente Amaro Jose de Olinda Bar-
cellos e Manoel Pereira da Silva.
Ptulosophia. .-> pprovade com dislincga) .Joa-
quim Paulo Vieira Malta; plenamente Julio Cesar
ao Rcgo Barros.
Geographia. -Approvade simplesmente Joaquim
Paulo Vieiia Malta.
Alamnos txternos.
Geographia. Approvado plenamente Francisco
Theophilo Bezerra da Trindade ; simplesmente
Manoel Can lido Ribeiro de Menezese Manoel Jose
Vieira da Silva.
Francez.-Approvado com distincgao Jose Anto-
nio da Trindade Lessa; plenamente Manoel Caa-
dido Ribeiro de Menezes ; simplesmente Manoel
Jose Vieira da Silva, Joao Francuco Scares de
Medeiros, Joaquim Corroa Lima, Manoel Xavier
da Andrade VasconceUos, Jose Alves Cavalcanti
de Albuquerque, Joaquim Gomfis da Silva e La-
uislao Nery da Silva ; repetcnta Miguel Hilario
Pereira de Azevedo.
Laiim. Approvados plenamente Jose Antonio
da Trindade Lessa e Manoel Candido Ribeiro de
Menezes ; simplesmente Francisco Theophilo Be
zerra da Trindade ; repelentes Manoel Jose Vieira
da Silva, Jose Alves Cavalcanti de Albuquerque,
Joaquim Gomes da Silva e Walfredo Soarc3 Ca-
valcanti. .
Gtivcrnn do bispuiio. Por provisao de
S. Exc. Rvia.a, de 4 do corrente, foi nomeado o
Rvra. Galdiuo Soares Pimento, coadjuctor pro pa-
rocho da freguezia de S Bento nesta provincia.
Passantcnto. Succumbio hontem, pela
manna, a paralysia, de que ha "tempos padecia, o
Sr. comraendador Antonio Joaquim de Hello, que
representava eutre nos. seas coinproviaciaaos, o
vulto anis venerando da litteratura patria.
Esclarecido sabei,honestidade, a mais provada ;
acrysolado palriotisrao, desinleresse pessoal, o majs
comprovado por uma longa vida de resignagao
hi roica; eis o qiie constituiao caracter desse res
peitabilissiino anciio, que acaba de de cer a sepul-
tura, legaado a seu lil o o illustrado Sr Dr. Epa-
minondas de Mello, o espolio mais sacrosanto, mais
duradouro,um nome honrado quo a gloria hade
in-crever, perpetuando no pantheon lilterario do
paiz. .. ,
Por diversas vezes figurou seu nome em listas
de eleigao senatorial; baldainente sempre, pordm.
Deixou obras litteiarias, umas ja pub icadas e
ontras inedietas, que o sendo a seu tempo, leva-
r.io seu norae a posteridade.
A imprensa cliora sobre seu tumulo ; a provin-
cia de Pernambuco deve-----uma coroa de perpo
tuas ao sepulchro de Antoni* Joaquim de Mello.
Dinheiro.-Os vapores Britannia e Ceara
trouxeram pa: a:
Keller & C. 43:000*000
Rabe Schminetau & C 9:800*000
Moreira Inaaos ^2n*?i!
Antonio Gomes Netto 639*Cu0
Jose Rodrigues de Souza 600*000
Para o sul do imperio.Com 8 rece-
Ss em nosso porto levou o vapor Rio Grande
passageiros.
apur Uendoza. -Este vapor francez, da
a de Bordeos, devia partir da corte, para a
Bai.ia e Pernambuco.no dia 3 do corrente.
Coinpauhla do Paciflco. Por ter scf-
frido uma avaria a sahida de Bordeos. foi obriga-
do a arribar o vapar desta liuha, que devia ter
tocado emLisboa no dia 18 do passado.
0 Cuzco era abi esperado a 23, em viagera para
o ncsso porto.
Vapor Oberon. Devia tocar em Lisboa,
com destino ao nosso porto de 29 a 30 do pas-
sado
\ovii vapor Do Havre por Lisboa sahio a
23 do passado para o Rio de Janeiro e Rio da Pra-
ta, o novo vapor S. Martin, conduzindo 647 pas-
sageiros. g%
Brasilian submarine telegraph
compactly.Lemos nos jornies de Lisboa :
c Sr. redactor. De ordem do director geren'e
desta eompanhia, rog) a Vine, quoira publicar o
seguinte awso : Comoanhia Brasilian submarine
telegraph limited : Londres 10 de n vembro de
1873. -Em consequencia do tempo tempestuoso
que aao tem permitti lo a abertura da 1" sec^ao
do cabo submarino entre Lisboa e a iloa da Ma-
deira, os dlrectores entenderam dever annnir a
proposta dos contratadores da constrnccao para o
adiamento do langamento ao mar da 2" seegao,
ate a primavera de 1874. Os termos deste accor
do, espcram os direct ires que satisfarsto 03 accio-
nistas, e a direcgao llca habilitada para adiar o
pagamento da ultima prestagao que devia ven
cer-se em 1 de Janeiro proximo futuro. Pela re-
solngio tomada hoje flea adia/lo para o dia 31 da
marco de 1874 o pagamento da ultima preslagie
de uma libra sterlina. Os directores esperam que
tanto a 2 eomo a 3n seegao serio langadas em
abril, epoca na qual tambem se procedera ao re-
paro da I", p>r tal forma qae toda a linha func-
cione no verJo do anno proximo futuro. 0 secre-
tary, R. Collet.
Socieilatle Propagadora da Ins-
trucoao publioa. No sabbado deram-3e as
ferias ua aula nocturna de Caxanga, pertencente a
socied de Propagadora da InstrucgSo publica, sen-
do muito concorrido este acto. Presidio o encerra-
mento o Sr Francisco Augusto de Ameida, vice-
presidentedo conselho parochial, eompaecendopor
parte do conselho superior o Sr. Vicente de Moraes
Mello. No curto espago de 3 mezes conta a aula
23 alumnos e alguns delles tendo entrado anal-
phabetos ja leenre escrevem soffrivelmente.
Supremo tribunal de justica Na
sessao de 23 de noverahro foram julgadas as :
i Revi-ta commercial n. 33.-(De accordaos do
trtbnnM do commerdo do Mtrannao.) Recorren-
tes, Samuel Stevens & C, Sengleckurte, Nephen
4 C. ; recorridos, os mesmos.
Juizes, relator, o Sr. conselheiro Paiva Teixeira,
e revisores, os Sr. SaySo Lobato e Baplista Lisboa,
sendo sorteado o Sr. Norberto. Relatada a causa
e debatida em mesa, julgaram afinal Improcelente
a reclamagao de fl 2 para declarar os recorrenles
credores chirographarios; coutra o veto dc Sr.
desembargador SaySo Lobato que julgava provada
a cxistencia da sociedade considerando-os socios
Revista civel n. 137 ;dn accordio da relaeao
do Maranhao).Recorrente, T iago, por seu cura-
dor; recorrido, Prancisco de Souza MeRo. Juiw
relator o Sr. Magathiws Castro, a revisores o Sf;
conselheiro Tavares Bastos o Azeveday sen/- majj
sorteados os Srs. Gongalves Campos, e ^,orDerto
Annullando o prooesso de fl 14 em di>'a[g iulca
rain procedente o deposit'*, e ft dm 'e "valioso em
seus efTeitos para centinaar o mao'aienido na posse
de sua liberdade e propftr-se a coaipelente accao
unammemente *
7 7TftNn^i,0dlM"-a ^late wmmercialn.
pVrnaX/o n^dunal do "<"cio de
SiTTa Tnc?0 'e8tan*,' afnda d^"-ibuida de
Z do cow* d4 reVi3,a para lribtt"
ficou ^^-orciO desW cortex #ue foi ettlnclo,
nai ,,. .gnada por accordio de hoje o tribo
a relagao da corte para revisSo e novo julga-
..eato.
Hiaufrairio.0 vapor Pirapama troaxe 4
iripolaates di. escuna hollandeza, que tendo ido do
nosso porto carregar no do Natal, naafraaou ao
norte daquella barra
Hospital portuguez. -No dia 7 do cor
rente procedeu-se a eleicJo da junU administrali-
va, que tem de funecionar no vindouro anno de
1874, naquelle estabelecimento de beneiicencia.
Eis o resnltado :
Provedor. -Antonio Correia de Vasconcellos.
Vice provedor.Joao Jose Rodrigues Mendes.
! secretario.Luiz Duprat.
2a dito.-Jose da Silva Rodrigues.
Bstooler.Joaquim Manoel Ferreira de Souza.
Mordomos. Bernardino Gomes de Carvalho,
Francisco Ferreira Maia, Francisco Ribeiro Pinto
Guimaraes, Manoel Fernandes da Costa, Lourenco
Ribeiro da Cunha Oliveira, Joaquim Duart* Si-
moes, Cesario Acurcio da Silva Papoula, Antonio
Alves Lebre, Jose Joaqnim Alves, Manoel Jose
Moreira, Manoel Lniz Ribeiro da Silva, Manoel de
Oliveira Junior, Antonio Nunes Ferreira Coinabra,
Joao Mendes de Aranjo, Severino Saraiva de An-
drade, lose Paulo Botelho, Felix Pereira da Silva
e Antonio Jose Gomes.
Para comporem a commissao de exame de con-
tas, foram eleitos :
Miguel Jose Alves, Joao Qnerino de Aguillar e
Jose Baptista Nngaeira.
Telegrapho do Colle^to. No domin-
go pela manha, esta estagao pregou novos logros a
popnlagao, annunciando a chegada do vapor fran-
cez procedente do sol do imperio, quando elle vi-
nha da Earopa, e deixando de annunciar os vapo-
res costeiros Pirapama e M ram dos portos]do norte e Jl 'sul e de sua escala.
I.oteria do Rio de Janeiro. Resu
mo doe premios maiores da 21.* loteria, concedida
para o patrimonio do iiospicio de Pedro II, extra-
hida em 23 do passado :
N. 2679...................;.. 20:001*009!
N. 2815...................... 10:00>000
N. 919..................... 4:Q0*0O0
N. 1741..................... 2:0004000
Ns. 4523 e 4733 i.-OOOJi a cada um.
Ns. 2615, 4794, 3090 e 55738003 a cada am.
Ns. 229, 388, 1125. 1246, 26i4, 2747. 3160,
3763, 3484 e 3901 ^00* a cada um.
Ns. 730, 965. 1018, 1160, 1278, 1161, 1813,
1946, 2042, 2433, 2456, 580, 2909. 3918. 4907,
4932, 5014, 5128, 5779, 5H3 e 5995- 100J a
cada um.
Ns. 36, 180; 356, 368, 617, 6*6, 893, 986, 1084,
1125, 1390, 141.3, 456, l8li, 1924, 1934, 2003,
2179, 23*0 2364, 2633, 2866, 2936 2947, 3 i22,
3026, 3148, 3224, 3232, 3i94, 3342, 3145, 3652,
3694, 3814, 39 8, 3932, 3-57, 4i20, 4081, 4170,
i3:, 4402, 473t, 470J, 4*01, 4828, 4837, 4931,
5052, 5165, 3266, 5341, 5532, 5616, tJtffiS, 5663,
5795, 5839 e 5922 40* a cada um.
Telegrammas cominerciaes.0 dos
Sr. Pinto Leite 4 Sobnnhos, de Londres, era 22
do passado, its 4 horas da tarde, diz :
.0 algodao firme aos pregos : de 8 3/4 a 8 7/8
o de Pernambuco, 8 /2 Parahyba, 9 1/8 Mara-
nhao, 8 5/8 Rio Grande do Norte, 8 3/4 Ceara, 8
1/2 a 9 1/8 Marei6.
0 assucar flrme com alga de 3 d. sobre os
pregos de : 24/ a 23/o branco, 20/6 a 21/6 o lou-
ro e 16/6 a 19 o mascavado de Pernambuco.
0 cafe firme com alga de 1 sch. sobre os pre-
gos de : 84/ a 96/ o do Rio de Janeiro, e 92/ a
98/ o do Ceara.
Porto de Liverpool. Estavam a sahir
para nosso porto : a 2o do novembro, os navios
.Miramia e Witch of the Teign, e a 12 do corrente,
o vapor Fire Queen.
Pnsadoria de fazenda. Nesta esta-
gao pagam sc h >je as seguintes folhas : guardas
nacionaes, navios da armada e "aposentados.
Os funcci marios quo deixarem de receber nes-
te dia, so poderao faze lo do oitavo dia util em
diante.
Telegrapho submarinho. Comegou
effectivamente no sabbado ultimo, eomo hayiamos
annuneiado, a ser lancado o rabo telegraphico pa-
ra o Rio de Janeiro. A extremi lade daquelle fi-
cou em terra, amarrada ao pc da do cabo que com
munica c im o Para. 0 servig i correu do melhor
modo possivel, segnindoante-h intern pela manha
o // op'r para o sul acompanhado da corveta Pa-
raense. Deve estar amanha na Bahia.
Feriinento grave. Em 3 do corrente,
Pedro Jose Bezerra, no 2" districto da freguezia de
Maranguape, do termo de Oiinda, ferio giavemen-
te com um tiro a seu sobnnho Manoel Pereira da
Silva, sendo preso era flagrante
Urgente.P.r occasiao de desobstrairem o ,
cano deesgoto da oidade, na parte corre-ipondente ,
a iravessa do Marquez do Recife, removeram todo
ianuijal putrido d'alii relirado para a da rua do
Imperador, bein .confroute a boliea homeopothica.
Quern quer que seja que tal servigo dingio, lorna-
se digno da mais forte censura e somente por de-
vido acatamento ao publieo, deixamos de o qu.ilifl-
car merecidamente. Urge que aquillo cesse.
Proclamas. Foram lidos na igreja do Ro
sario, que serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, no domingo 7 de dezembro, os se-
guintes :
1.' denunciacao.
Balbino Antonio de Souza Teixeira, com Maria
Ignacia das Neves.
Feliciaoo Luiz Antonio Apolioario, com Maria
Guilherraina dns Ramos.
Paulo Jose da Silva Freires, com Anlonia Fran-
cisca Correa de Mello.
Jose Luiz da Veiga e Silva, com Carlota Maria
da Silva Cordeiro.
Antonio Manoel do Nascimento, com Maria Jose
do Santo \ntao.
Antonio d\ Silva Oliveira, com Maria Luiza da
PnriGcagao.
Joaquim Jose de Oliveira Tavares Junior, com
Maria Emilia Sabina de Mello.
Juventino dos Santos Silva; com Angelica Can-
dida Fprreira.
Joaquim de Almeida Leal, com Idalina MaWina
de Mello. m m .
Antonio Gomes Pinheiro, com Claudina Maria
de Barros, Jose F. de Lima, 2 pracas e 15 escrar-
vos a entregar.
-Chegados hontem da BaWa no vapor braslin>
Goncalvts Martins :
Afrerea Lanreniini Felix de OJiWlra Lima, 7
pracas, 3 pre*os e 1 mulher. Dr. Joaqmm do Lu-
na Miranda Couto, a piUo Candido Jos* de Oh-
veira Silva, David Alves Costa Leite, Bernardino
F, Jauqueira. Lemos Leucorine, Jose da silva ur.
Silvio Peltco e 3 esenvos, Feflsom* lto^d Cm
ceigao, Esperanga Uij da Uz, Dr. Canido ^
da Cunia, Joso da riiTva Campos, *F$fi*
Jose" J. de Mendonca e 1 escr*ro, fc Jo* Maria
da Roclia Carvalho e sua mulher, D. inereza
Christina, Dr. Lniz Ipnacio de Mello Barreto, sua
mulber e 3 criados. .
- Entrados de* portos do sol no vapr wa-
leiro Mandahu' :
Jose Emilio Dias, 4 pragas de poHcw, 1 volunu-
rio e 1 preso, ;
- Entrados do? portos do sul no vafer uigk*
Britannia :
JoaoEspiO'Sa.
Entrado dos portoe da Europa no vapor
francez Rio Grande :
Harisfflandy, I. Krenser, B. Correit, Jse Lopes,
Pereira e Pedrosa.
Chegados dos portos do sul no paqoele na-
sileiro Ceai u:
Antonio Diniz Barreto de vasoncellos, Antonio
de Arruda Beltrao do Araujo, V. de Moraes A.
Maranhio, Antonio L. de Barros Pain e 1 escravo,
Antonio C. Carneiro da Cunha, P. Randeira de
Mello, Pedro F. de Oliveira, Dr. Anfmiio F. M. Pe-
drosa e 1 eseravo, Manoel de Carvalho, Manoel F.
de Paula Reis, Christovao Barros G. Gnorra, J<*s*
J. da Camara, Dr. Francisco Ignac'io Pereira do
Carmo e I escravo, Ignacio de A. Belli ao, Pedro
Velho, Sergio, Adelino Rodolpho de Arida Bel-
trafl, Dr. Pliaio Soares, Francisco Allemao Bar-
bosa, Francisco C. Duarte, Joaqnim Francisco dos
Santos, Lourenco Fiancisco do Espirito banto,
Theodcro F de Lima, Manoel M. F. Guimarae*,
Manoel Pacheco, J. da Silva Mafra, 1 ex fuinel,
1 anspegada, 4 pra?as e os emigrantes Godofredo
Martins Furtado, Antonio Cordeiro, Manoel Ignatno
de Carvalho, Jose da Losta, Joio da Silva, Joao F.
Ribeiro, Antonio Pacheco, Manoel de Souza,- John
Rogers e Joao Francisco de Mello.
- Seguera para o none no mesmo vapor :
Manoel T. de Caldas Campos, Agostinho dos
-antos, Raymundo Pinto da Veiga, conego Tho-
maz Moraes Rego, Cypriano de Souza Freitas, Dr.
Louise Gayne, Samuel Stevens, alferes Ibrahim
Gomes Ferreira, l.-tenente Pedro David Devioeher,
Dr. Raymundo Jose P. de Castro e sna senhora,
Domingos Pereira Aguiar, Emiliano Pereira I.
Frade, Antonio F. Garcia de Andrade, Jose Baptis-
ta Vieira. Gongalo B;>ptista Vieira, Guflherme Stu-
dart, Rodolpho Theophilo, Anselmo Pacifico, Mi-
guel da Paixao, J. Faustino da Veiga Limi, Pedro
Velho. Sergio velho,.Adelino Velho, Jos6 Baptista
Vieira, S policiaes, 1 preso e 2 ex pracas da ar-
mada. ....
Cemiterio publieo. Obitaarip do dia ..
do corrente :
Maria, branca, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vis-
ta ; bexigas.
Francisco Pereira Assucar, branco, Portugal,
19 annos, solleiro, Boa-Vista ; febre amarella.
Josepha, parda, Pernambuco, 4 raezes, Recife ;
convuro-s.
Co Maria, parda, Pernambuco, 12 horas, Boa-Vis-
ta ; tetano dos receninascidos.
Anoa Ignacia Maria da Conceigao, parda, Rio
Grande du Norte, 30 annos, selteira, Boa-visla :
hidropericardiie.
Angela Maria da Conceigao, parda, ignora-se a
naturalidade, 30 annos, solieira, Santo Antonio :
bexigas.
1.
da Couceigao.
Laurentino Gomes Pinheiro, com Rosa Maria da
Conceigao.
2* denuuciagSo.
Pedro Lopes de Sant'Anna, com Ignez Gongal-
ves dos Santos,
Luiz Francisco Jorge, com Francisca Maria da
Conceigao.
Francisco Cincinalo da Anaunciagio, com Rosa
Amelia Conceicao.
Joio Gualberto Somes do Sa, com D. Julia Fran-
cisca Bezerra Cavalcante. .
Tiburcio dos Santos Portugal, com D. Manauna
Athanasia Moreira.
Dr. Manoel Eaedioo do Rego Valenga, com Ma-
ria Margaridada Cruz Lobo.
Joao Francisco Ferreira de Araujo. com Julia
Maria dos Passos. ..
Jose Moreira da Silva Pacheco, com Carolina
Albuqaerque Laeerda. ,
Antonio Luiz Ferreira, com Maria Leopoldina de
com D. Anna
.a
, a 78"
do Car-
Foi julgada a revisU civel n. 8,414, do Mara-
nhao. It cor rentes Manoel Josedo valle Guimaraes
e ontras. Recorrido.Raymundo Jose da Costa Ju-
nior. Negon se.
Evposicao agricola.-No dia 7 do ror
rente encerrou-se a etposicao agricola promovi
da pela sociedade patriotlca Doze de Setembro.
Concerto lyrloo.Deve ralisar-se ama-
nha, no theatre Santo Antonio,o_^ualn lyrico
dado pelos Sri. Vieira e CicerC*
Carvalho.
Guilherme Bessone de Almeida,
Senhonnha Ferreira.
Protesto de letras. -0 escrivao dos pro
testos Jose Marianno, esta de semana, cartono
na rua Bella, loja do sobrado n. 37.
Loteria. a que se acha a venda
a beneficio do nospual da ordem tetoei-
mo, a qual corre no dia 10.
Casa de detencao,-'' ..
5 de dezembro de 1873T aiovimento do d.a
,e|f99a,Dt,rea08302, "trou l,sahiram 4, exis-
A saner :
mJmo?^ ii8< mulheres 9, estrangeiros 23,
>*t escravas 5.-Total 299.
P .entados a , passageiros Sahidoj para os portos do
sul no vapor francez Rto Grande :
Robert Mel I am Hyde, Prevene Alvrige Orniras-
tor, sua mulher e i criado, Emile Kohlei, Luiz
Duarte Pereira, Luiz Chariot, C. Augusto Hanhart,
Jose Bento Vieira Barcellos.
- Entrados dos Bortos do norte no vapor na-
ciooal Pirapama :
Alfredo Laurindo. Antonio Angelo, Or. Francis-
co de i). Lima, Victorino A. P. Vinagre, A-i^usto
K. Muller, F. da Silva, Graf. J>>se Bonifacio, Vicen-
te Ferrai Miguel, Alexandre, Francisco Luiz M. de
Aranjo e escra m. Jeroaym < C. Vasco. Th^odoro
M de R. Bezerra, El >y de 0. Laeerda, Jo*e Joa
qnimA. Guimaraes, Izidro Pereira Maia Franeia-
oo P. da Costa, Manoel R, dos Santos, Felipp- M.
da Rocba. Agostinho Teixeira, Qaintiliano G. Pe
dreira, Jose Pr spero, Jose J. -ie Carvalh >, Joao
Francisco Romao Italiano, Jose Antonio Seve e
criad', Theotonio Veras.Lui'. da Cruz e sua mu-
lher, Cypriano I. M. de Vasconcellos, Or. Ma
G. Junior e 2 filho.-., Maria do Carmo. H. I. Km
ger, Rusa Mayer. Dr. Alcebiades, sna raulh-r. *
nlhoa I criada. Minuel Joa piim L>bo, Man> h
R. d* Camara, Dr. FelicianoF Martins, Joa > K. I-
Sou*. Jos* N. So >!e, Est-va-. Jo-6 da Silv E *
da Cunha, Dr iuae A. Lima Junior, Anfmi > H
Dantas* Miguel Sures R. da Camara, Fraoci^->
Jose Soares, L^unudo Pereira Lima, Aal >ni.i P.
i'\'4\K\ MUNICIPAL.
SES^AO DA 4/ ORDlNARl -V EM 3 DE DE-
ZEMBRO DE 18^3.
PRFSIDENCIA DO SR. REGO E ALBUQCERQCg.
Ao meio dia, presentes os Srs. vereadores
Rego Albuquerque, Gameiro, Dr. Mo:-coso, Tbec-
doro Silva, Neves e Cunha Guimaraes, o Sr. pre-
sidente abrio a sos.-ao e lida a acta da antecedent.-
foi approvada.
0 Sr. presidente consulted a onmara se esta de-
via recebor e dar-se por intimada da um mtndado
de manutenrJo expedido pelo Dr. juiz subs titnlo
da I," vara civel de & Mafia, manutenindo-os no gozo da li^nga para
enterramentos da cadaveres e servigo de carros
funebres nesta cidade, e, sendo di-utida conve-
nientemente essa questao, to\ resolvido aceitar-
se a inlimacao e nbservar o referido mandado,
votando a favor desta resolucao os Srs. Gameiro,
Neves, Cunha Guimaraes e Theodore S[lva, que
declarou que assim votava pcrquc a lei nao estava
cumprida na parte que manda indemnisar os
manutenidus; c contra, os Srs. Dr. Moscozo e
Rego e Albuquerque, por entenlerem que o Dr.
juiz substituto era incompetonte para conceder a
manutencan, e nao tem que ver a camara com a
execugae de uma lei provincial decretada pelo po-
der eompetente e mandada executar pela autori-
dade legitima.
Depois passou-se a leitura do seguinte
EXPEDIENTE :
Ura offlcio do Exm. presidente da provincia, de
26 do mez de novembro ultimo, ronceiendo a au-
torisagao para e^ caraara despender a quantia
dc ura cont > de reos com a arborisagao desta ci-
dade por conta ua verba-Ev ntmes.-Inteirada
e mandou-se fazer as necessarias comraunica-
goes.
Offlcio da camara municipal de Jaboatao, pedm-
do qua se lhe remetta copia das plan tas do povoa-
do de Muribeca e daquella villa.Mandou-se sa-
tisfazer.
Offlcio do Dr. juiz substituto da l. vara civel
desta cidade, cobr ndo uma peiigao de Paula *
Mafra, para esta camara infornur sobre o seu
coateiido.A camira ordenou que cm resposta
a esse offlcio se declarasse quo ella nao estava ads-
tricta a dar a informagao pedidi.
Offlcio do Dr. advogado, romettendo a guia
con.petente para esta camara recolher ao deposito
publieo a quantia de oito contos de reis, em quan-
to foi arbitrada no juizo do direito da 1.* vara ci-
vel desta cidade a desapropriagao do trapiche Pe-
lourinho. Pedio se aotorisagao ao Exra. presiden-
te da proviucia para fazer-se esse recolhimento.
Offlcio do administrador do cemiterio puhlico
desta cidade, enramuoicando que, de confor-
midade com o art. 87dorespectivo regulamento e
autorisagao do Dr. delegado da capital, fez inlui-
mar tres cadaveres condnzido3 nos carros de i'au-
la & Mafra sem as corapetentes licengas munic'.
paes, recbendo nessa occasiao a quantia d> dozc-
sete mil reis, importancia das referid*- Hcangas.
que com as guias parochiaes rem*aja'_Remeuo-
rainse a quantia e guias ao ruCUrador para os
devidos fins r
Outre offlcio do m<" aiiministrador, tra7end.
tSJZfiET^' ^ amara a <* ?r
Mr i no mesmo cemilerio por oecasiao d
niho ^epultura o cadaver do parvnlo Alfre.lu.
ue Manoel Gongalves Ferreira. -Inteira J;.
Offlcio do fiscal da freguezia da Bo&-sU,
dando parte de ter acompanhado o Dr. delegad i
da capital em coniaas sanitanas naquella fregue-
zia.Inteira Ja.
Relagao de malias impostas por aquello
de 18 a 23 do passado na importancia do uoveTH.f
e seis mil reis. A archivar.
Mappa dos entei ramentos feitos na freguezia de
S. Lourengo da Malta no mez ultimo undo.A ar-
chivar.
A commissSo do raatadouro apresenton e se-
guinte Darecer :
A commissao examinou o engenho Peres
que foi indicado por ura dos Srs. vereadores para
ser escolbido para nolle se< editieado o maladou-
ro publieo. 0 engenho Peres tem bastante extei.-
sao de terreno proprio para pastos ; tem agua
em diversas -lirecgoes, e uma esplanada suflkiente
para se censiruirara todos os edificio-i necessarios
com toda a ampiitlao. 0 rio principal tem agua
sufflciente para t..do o servieo, mas sua correote-
za e fraca epassa por diversos povo
eoBb) a Ibura, etc. Esta circamstaueia e a
tancia de nma legna e im tergo e
tnalo o engenho Pere desta cidade, sao as i
n iiveis desvantagens que a eomraissao observou
at referido engmho Pago da camara mnnlc
do Recife, em 3 de dezembro de i873. Dr. i.
i e Tneociuro Silv i. a camara maadou
remeUer copia desse parecer ao Exm. presidente
da provincia.
a o despachadas as peticSes de Antonio Joa-
ii) ardiiso d.t Olive ra. baeharel .
F- aand-s Qiimtslia. Dimiio Feli:
, i'ranquilmo Franci3Jo d-Paula. 11.
iii.o, J i 01 'ri. Liit Elaarl. .1 -. Hollanda,
' U Pi '.iiie.-., Ma Dr.
Faria, orocura-lor riseal da
-ho Fraaciseo Chaves e Tiburcio For-
'him
houva a tralar-se, e o l.-at -
I1EGMR I
[



le Pernambttoa Te*$a feira 9 de Dezembw da 1813.
rsntea a sessao as duas horas Eu, Pedro de Albuquerque Autran, secretario
* toSSdJoaouim A.Jk?" Alb'*uEF252*El,
te.-Jtsi Maria F;W Gameiro. jMj/<*"
*te*. -ZWoro MacArtrf^ Awr* Per*""* ***
Lay Junior. _______
PARTE POLITICA
1MBTl0 COliKRVlDOU
{RECIFE, 9 DE DEZEMBRO DE 1873.
a 0 despotismo mostra conflaio as garras adun-
cas. A onda so be.
Nao ba mmto tempo, ainda os aulieos respon-
diain as censuras de -governo pessoal, de despolis-
mo de facto .
Oa liberdadeiros da Provincia, na afanosa tarefa
de denunciarem'ae paiz a existencia do poder pes-
soal, toraaro-se de tanta colora, que ja nao atioam
com os rudimentos mais etementares da argu-
mcntacao.
So nao foram os puros instiactos da paixio poli-
tica, que os atluciita, o raovel exclaslvo de seas
escriplos aa iraorensa periodica e antes o senti
niento do patriotism'!, empenhado na generosa ta-
refa de preparar a con bres cooquistas do fuluro, nao se recusariam
elles, na qualidade de esciiptores publicos, a dis-
cutir as perigosas doulrinas, com que estao, cada
dia, a enveoenar o espirito dos seus leitores.
Tem elles prefarido e por innumeras vezes repe-
lido o paraioxopolitico de queo impeador nao
deve nofpear livremente os seus ininistros .
Mas, boa, outros, que nao Ihes damos quartet,
naocessamos tambem de perguntar Ihes a^jue
oulras maos entendera elles que deve ser conflada
essa superior c importantissa facul lade da orga-
nisacao economica, social c polilica do paiz.
Ao silencio, que e a resposta immediata as nos-
*as interrogacdes cathegorias, succede para logo a
repeticio mais aggravante dos mesmos improperios
-o paradox os politicoe.
Nos ultimos nunieros de sua illustrada gazeta
abicaram elles de ((referenda para a questao da
JKxneagao dos minUros, sera que entretanto pos-
samos n6s outros comprehender <|ual seja o seu
jiensamento a semelbante rcspeito.
Ja ternos qaerido persuadir-nos de que esses
vwAaronaprovinoianos qiierem partilhara esco-
Iha dos mioistros, que pela nossa constituirao e
exclusivamente conliada ao imperader, com uma
oa ainbas as eamaras legislativas, afim de que
essa escolha, que 6 litre ao mesmo imperador,
seja teroperada oa eorrig'da pelas eamaras, como
acontece nos Es ados Unidos.
Quernos pancer, que seja ease o intuito dos
publicises da Provincia, pis qne em outro nu
mero dessa sua gazeta deixaram ja bem externado
.o sen pensaniento de orgauisarem o poder judi-
ciario, a semelhanca do que se passa tambem nos
iEstados Unidus, isto e, pela via do sulTragio po-
pular.
Atiradas hombas d tal ordem, no seio da nossa
popul.ir.ao, como quo part apreciarem a extensao
e hnportancia do sobresallo produzido, rccolhem-
se por um moment-) aos batidures os nossos esti-
.maveis pruoincianos, para surgirem de novo, so-
prando algumas palavras amistOsaa e lisongeiras
em favor du iraperante o para Hie darem sabios
-edesinieressados conselhos, ja se sabe, para que
fhame os patriot as, alim de salvarcm elles o paiz
da beira de um aby.-mo.
0 que nos can aristocratas da Provincia a palavra de aulieos o,
com que se denominam a nos outros, que elles
-confejsam Ur Ihes arrebalado a sua bandeira de
reformas liberacs para reduzil-as a realidade, que
elles iamais animaram-se a eonaagrar.
A onda sobe dizem elles; mas quo onda e
essa, que ameai-a submergir o governo pessoal e o
despotismo de facto, de garras e aduncas I
E o que lendes feito, Srs. provincianos, pela
vossa parte, para conjurar les essa grande calami-
dadi publica, que nos estais a ameacar '
Preparais os e'.emementos e lancais de continuo
os combust!veis para o mcendio ; entietanto que-
reia disfarjar a vossa responsab lidade.
Se a onda sobe, nos os iiberaes devemos re-
dobrar de esforfos, multiplicar as providencias
para evit:ir os otragos e tremeudas ruinas so-
mes >.
Onde porem o* vossos eslorcos e pro-idencias ?
Cavillosa polilica, que consisie em desacreditar
o poder, denumnando a omnipotencia do rei e do
/ irmai duafivya* dirije a narao 1
Declarais quo nao (nereis o poder desde que
for este derribadu com p'-elextas novos ; mas como
o poden-is vos outros conseguir no desconxavo de
ideas e principios, cm qne aetualmente se acba o
rosso parlido ?
Se nao tendes raizes na opiniao publica, da qual
viveis em divorcio ijiiasi coniplelo, por que outro
meio legiiimo pod-r.-is conqaistar o ambicion do
poder?
Direis que so os ininistros forem livremente es-
colhidos pelo imperador, Bcart dominando um so
dos representantes reconhecidos pela censtitui^ao
e o outro (a assemblea geral) (icara absolutameiile
aniquilado.
Ora, semcltiante doutrina e a mais esdruxula de
da
tabroi proximo passado theses perante a
faculdade, fdra com toda a jastica reprovado, e
hoje derrama sua bilis e manifesla sen despeito
contra rnim pela razao de que, tendo Hie feito
grandes favorese conseguido que obtivesse-ne sea
curso notas de approva?5o acima do sea real me-
recimento, par* o que faxia valer a ctrenmstancia
da assiduidade, contra eojas notas com razao pro-
testaram os colleKas do examinado, eateRdeu que
devia eu conseguir para si a borla de doutor e
dar-lhe para isto tambem o meu vote, como se
para tanto valesse e devesse contribuir para ser
couferido o ultimo grao scientifico a quern pelas
nrovas por que passou se mostrou tie indigno delle.
Dahi a ira e o projecto de rae depriiuir, como
mesquinha vinganca, pnjecto que realiseu-se com
a publicacio a qae aliado.
Naa mmhas disserta^oes para os coucursos da
facuklaae, dissertifSes sobre pontos dados pela
mesrna faculdade, expaz, come me cumpria, as
principios a proposito do que rae coube dissertar,
e esses principios e theorias bebi, como 6 natural,
nos livros ; mas todas as vezes qae me servi de
palavras albeias as empregaei com os signaes indi-
catives de transcripcao, com a declaracao expres
sa dos nomes dos autores cilados, e designacao das
obras donde foram tiradas as citacdes.
0 mesmo se dea em rela^ao ao trabalho, que
publiquei, como membro de uma commissao da
faculdade, sobre a Reforms projectada do ensino
superior.
Onde se vio taxar de plagios citac5es exjjressas
c textuaes com a indicanao nominal dos seas au-
tores e obras ?
Peco aos que quizerem verificar o que digo e ti-
verem os meus pobres trabalbos que rejorram a
elles : e, para os qae nao os tiverem, pois que a
ediccao de dissertagfies e trabalbos academicos e
sempre limitada e nao tenho mais exemplares
oara distribuir/que vejam a carta do distincto Sr.
Dr. Aprigio e o resultado do exame a que fiz pro-
ceder por label liles deta capital nos taes meus
refendos trabalhos, cujos documentos abaixo pu-
blico.
Quanto ao meu discurso sobre a Economia Poli-
lica, que o Sr. Jose de Oliveira Campos diz que e
traduccio de tantos e variados trecbos de rauitos
economistas, mas que apenas disse c nao provou,
nao ha tal diseurso propriamente dito, e apenas
uma preleecao da cadeira sobre a origem, forma-
eao e progresso da sciencia economica, licgao que
a pedido dos alumnos do 5 anno foi por estes im-
presSa e baptisada com o nome de discurso.
Ora, desde que era uma liccio tinha de dar uma
delmicio do sylema protector, nada mais natural
que transcrever d'entre as dadas pelos meitres dai
sciencia a qae raais clara e concisa fosse, e effec-
tivamente foi o que fiz :se quizesse plagiar, nao
o faria do eleraentar Gamier, cujo livro estava nas
maos de todos os discipulos.
Factos e principios conhecem-se pelos livros; e,
se factos nao se inventam, a mim nao me cabe
ainda a grande gloria de inventar principios.
Essa minlia licrao esta replecta de cilacoes, quan-
do o caso e de citacoes, todas expressas, porque
conhando pjuco em mim, cestumo corroborar o
que digo com o prestigio dos nomes e das fontes,
em que fui beber as ideas, sendc que, como mes-
tre, e meu rigoroso dever estudar, confrontar e
indicar, para esclarecer.
N6s abaixo assiraados, labelliJes do puKSco ja-
dicial e notas, teodo viste e .exarnmado s iimpros-
sos de prodnecao do Sr. J. J. Tavam elfort, o
quo porolle aos foram apreserttados, vsrificamos
o seguinte:
!. Que na dissertacao de Econonoii PolitJca-
Qaaes os substitutos da moeda f -se aebam oomi-
nalmente ch.ans e transcriptos com asteriscos os
economistas Mulinari, Bastiat, Payaode, Stuart,
Mill, Batbie, Chevalier, Coqueiin e Wolowski.
t-' Qne na dissertacao d^ DireitePublicoQual
a origem a soberania ? -se acham tambem cita-
da iwnmalmente, entre muitos outros, e trans-
criptos com asteriscos, trechos de Rossi, Taparelli
e Thiercelin.
.'l.# Qne no trabalho iutitulado Reforma do En-
sioo Superior se acbam tambem nomraalraeate
mdos e tranacriptas com asteriscos as citacoes,
e nas notas indioadas as obras, onlre outros mui-
tos, P#ngnet, Stuart Hill, LabouJaye, Z >rril!a.
Hippeau, Cabaotous, Laferriere e Bossi
Fioalmoute que na Lccao de Eeouoinia Politica,
mandada pubhear pelos alumnos do quinto anno
de 4872, ba grande numere de ckacoes todas ex-
pressas e norainaes, e sendo essas citacoes, acora
panhadas dos nomes de seas autores, tran'scriptas
com asteriscos.
Recife, 5 de fevereiro de 1873.
Em testemunho da verdade, o tabelliao publi-
co inlerino, Manoel Pirts Camtto Falcao.
(Estava com o signal poblico.)
Em testemunho da verdade, o tabelliao nublico,
Lutz da Costa Porto Carreiro.
(Estava com o signal publieo.)
Em testemunho da verdade, o tabelliao nublico,
Francisco Baphsta de Almeida.
(Kstava com o signal publieo.)

Ao publieo.
Suantas tem trazido esses provincianos a tona
iscussao.
Pois da livre escolha dos ministros peb impera
dor pode ja mais inferir se a omnipotencia que Ihe
attribuisf
Quem jamais obstou as eamaras de manisfesta-
rem-se livremente a favor on contra os ministros
escolhidus exelnsivamente [.elo imperador .'
Os factos constantes sao alias o desmentido mais
solemne centra sem lhante imputagao.
Por outro ladu, se a conslituicao confurio ao im-
perador o poder illimitado c independente de qual-
quer correetivo estranho, da escolha dos minis-
tros, 6 claro, que so por meio de uma profunda
reforma na mesma constiluicao Ihe pode ser sup-
primida essa superior faculdade, que Hie foiprira-
twameme conflada. no caracter de Poder Modera-
dor, diave de toda a organisagao politica.
Ao passo que propugnam tao desabridamente
contra o que ahi se acha constituido, dizem por
outro lado, rauito desembaragadament* o se-
guinte :
E pode o paiz tolerar uma politica tao diame-
traimente opposta a canstitaicao ? Nio sera o caso
do salus populi f
Ora, eis ahi a logica desses provinciams, que
ferindo e desacreditando a lei fundamental, imputam
o atteutado justamente aos seus defensores, de
_:ombioaeao com o poder pessoal que tudo avassalla
peiS sua omnipotencia de garras aduncas !
0 mat? interessante e o que se segue :
Os Iiberaes nao arvorarao novos principios,
nao empregarao .I06' s desconhecidos. Ahi esta sua
nandeira, seu progra^"118 bem fraDC0 e c,aro Para
fazer face a tudo c tudo trocar em seas eixos
Reforma on Revolucao!
Su''a a onda ......
Decididamente esses publicistas a* Provincia,
perderam a cabega I
Os que estao todo dia a proclamar contra o >,,'"s'
tema eleitoral da constitnigio; que desejam o po-
der judiciario constituido a maneira dos Estados
Unidos; que qnerem que o imperador nao seja
livre na escolha dos ministros; que propugnam
P6ta temporalidade do senado, e da igreja livre no
estsdo livre; que dennnciam ao'paiz o mesmo im-
perador como o centro constitacional absorpsor de
todos os poderes, sao com effeito os que se incul-
cam os defensores da constitaicao I Nos, Srs.
provinciano*, e que somos os demolidores I
A difference somente esta em que vos tendes
razao; mas o paiz e que nao pode acreditar, por-
que ja vos ennhece de longa data.
Assira o Sr. Oliveira Campos, que sabe bera dislo,
pois foi meu discipulo de Economia Polilica e ura
dos que mepediram a referida liccao para publica-
a e que tem as ntjnhas dissertacoes de concurso,
porque mas dei, adultera os factos, falla a verda-
de, so coai o lira de dar cxpansao a sua paixao c
ao seu despeilo.
Quanto a minlia these de Direito Romano sobre
- Especificacao-, apezar do Sr. Campos tc-la
transenpto truncada, basta-mo que seja ella lida
mesmo eomo esta por Sua Meree transcripta para
se forniar idea jusla de que eu estava de posse da
vcrdadeira theoria u que dz a esse respcito todas
as distinccoes legaes.
Sobre Especificacao- -foi uma das theses, em que
argui o Sr. Campos, e dahi a transcripcao da mi-
nba these, a quo denomina Sua Merce* de charada
Sou informado de que o Sr. Jose de Oliveira
Campos, insultando a faculdade de direito desta
cidade, como e fez no Jornal do Commerch de 15
do proximo passado mez, c insultando particular-
mente a mim e o meu distincto collega, o Sr Dr
Uielho Rodrigues, no mesmo Jornal, de 22 do
mesmo mez, fe-lo resolute a n5o raais vir defender
theses p?r >nte a faculdade desta cidade e ir ten
tar fjrtuni em S. Paulo ; mascspero que ahi tam-
bem sera o Sr. Campos d^vidamente apreciado e
com jastica julgado.
Quanto a jnstiea da rcprovacao do Sr. Campos,
a que alludo, seria longo, se o ouizesse demons-
trar ; basta lembrar que, sendo Sua Merce arguido
em uma facil these de direito natural (sobre igual-
dade da pai tilha) poc qualm lentes, os Srs. Drs.
Coelho Rodrigues, Pinto Pessoa, Figueiredo c
Aprigio, a nenhum satisfez, provocando as res-
postas, que Java, a arguigao na mesma these por
outros lentes.
0 illustrado Sr. Dr. Aprigio, presidente do acto,
ao eomecar a argnicao, que a elle coube por ul-
timo, como era proprio, disse franca e expressa-
mente que, nao tendo o candidato satisfeito a um
so dos lentes, que o haviam precedentemente ar-
gnido nessa these, ia ainda ver, arguindo de novo
nella, se podia obter algumas consideragoes e res-
postas satisfactorias por parte do defendente,
m6rmenie quando ja devia estar por demais pre-
venido dos argumeatos, que Ihe oppunham, e, ao
findar a arguigao, manifestou o Sr. Dr. Aprigio o
seu desagrado pelas eeguintes palavras : Sinto
dizer Ihe, Sr. Campos, que tambem a mim nao sa-
tisfez.
Tendo sido discatido pela imprensa o contrato
que fizemos com a Santa Casa de Misericordia para
o servico mortuario e de carros fanebres, e al6m
disso procarando se fazer crer qae nio proraove-
mos a indemnisaclo a que nos obrigamos pelo
mesmo contrato, somos forcados a publicar a cer-
tidao abaixo, para qae com juslica seja julgado o
nosso proceder neste negocio.
Nao deterrainando o contrato qne a indemnisa-
Qao lossc anterior ao dia em que devia comeear o
privilegio, somente nesse dia recorremos aos msios
judiciaes, pois que, antes aquelles a quem ella e
devida, podiam preferir continuar a servir-se- do
seu estabelecimento a recebcr a mesma indemnisa-
cao. Antes, porem, de usarmos desse reenrso pro
caramos amigavelmente, e por intermedio de al-
guns amigos, que disso poderao dar testemunho,
cumprir o que tratamos com referenda a mesma
ndemnisa^ao.
Oescarregam hojo 9 do dezombro,
vaporingtez Student (atracado) moroadorias
para alfandega.
Barca inglexa -- Jane Maria mercadorias para
alfandega. K
Barca ingloza Dora mercadorias para alfan-
Vapor nacional Ceara- (esperado) generos aa-
. cionaes para o trapioho da companhia.
Vapor aac.onal- Goncalve* Martins (esperado)
generos nacionaes para o trapiche Dantai
Bnguefwrtaguez-So^raRo-wnho para deposito
nos trapiches Barbosao Canha.
*LJ^iN* PAUT* "* MlE0S ^ OtlCBlKK
!STT ^ErTS m "'TAgXo, NA SUUHA
08 8 A IJ DE DEZEMBR0 DE 1873.
Algodaoem rama on la 491 rs. o kilo
Assucar-braaco 208 rs. d kilo
Coaros-de^boi seccos salgados 566 rs. o kilo,
(.arvao depedn estrangeiro, tonellada metrica
Caroco-de algodao 20 rs. o kilo.
,ni?~aBI,nal era brat0 300 rs. o kilo.
1873 eg* de Pernamoac. 6 de dezembro de
O J conferente-Jose Amancio do Outeiro.
O 4 conferente -J. A. Wanderley
Approvo.-Alfandega, 6 de dezembro de 1873.
o inspector da alfandega
Fabio Alexandrine de Carvalho Rets.
Iinporiat-ito
Barca ragleza Dord, entrada de Liverpool em 6
do corrente e consignada a Saunders, Brothers &
C, manifestou:
AatrTAi00r.s^i3 a Soaza Baslos c-. >0 a r-
dera, 50 a Cardoso Martins & C, 100 ao Barao
de Bemflca. Amostras 1 volume
nos. Ancoras I'l a ordem.
Biscoutos 1
aos consignata-
Agra & C.
Ijlra. Sr. juiz de paz da frcguezia de Santo An-
tonio. -Agra & C. precisam que V. S. mande que
o escnvao deste uizo Ihes certifique: 1, em que
dia, rnez e anno foram citados Paula & Mafra para
conciliarem se com os supplieantes sobre a indem
nisagao de que trata a lei provincial n. 1121 de 17
ae junno do corrente anno; 2-, em que dia teve
Ingar a audiencia para a conciliacao, e se os sup-
plicados comparecam.
Asim pedem a V. S. deferimonto.-E R. M
Recife, 5 de.rtezembro de 1873.-0 procurador
Antonio Joaquirn Pereira de Oliveira.
Corioliauo de Ai-reu, escrivao de paz da freguezia
de Santo Antonio da cidade do Recife de I'er-
nambuco, em virtude da lei etc. etc.
Certifico, em virtude do despacho retro : 1, que
em vista da pelicAo de conciliacao que me foi
apresentada, que os supplicados Paula & Mafra fo-
ram por mim intimados em o dia 1 de dezembro
do corrente anoo para se conciliarem com os sup-
plieantes relativam-nte a indemnisacao de que tra-
ta a lei provincial n. 1,121 de 17 da junho do cor-
rente anno; 2, qae a audiencia tivera effectiva-
mente lugar no dia 3 tambem do corrente mez de
dezembro de 1873, nao tendo a ella comparecido
os supplicados pelo que procedeu-se a inconciliacao
a revelia destes. l
E por mais nao me ser pedido passo a presente
em que me assigao e dou t6
Recife, 5" do dezembro de 1873.
Subscrevo e assigno.-O escrivao, Coriolano
Aureu.
__ caixas a Domingos Alves Matheus,
10 a Moreira Halliday & C. Barras de estaaio 1
barrica a Braga & Pimentel. Barrilha 50 latas a
Santos 4 Aratfjo. Breu 5 barricas a ordem
Cerveja 30 barricas a Santos 4 Arauio, 142 a
Beltrao & Filho, 12 a Braga, Son. & C. Cha 2 cai-
xas e 20 meias a Souza Bastos & C Cofre do
ferro 1 caixa a Moreira Halliday & C. Carvao de
pedra 175 tone!adasaos consignatarios, 80 a es
trada de rerro de S. Francisco, dito de cocke 64 a
mesma. Chumbo 18 barris a ordem. Canos de
rerro batido 92 a Simpson & C, ditos de chumbo
8 barricas a Btaga 4 Pimentel. Conservas 40
caixas a J. F. Paula Ramos
Drogas <4 volumes a Francisco Manoel da Silva
14 a Manoel Alves Barbosa.
Ferragens-28 barricai a Parente Vianna & C
Formas para assucar 50 gigos a Silva Barroca &
Filho. "
Louga 119 gigos a ordem, 50 aos consignatarios,
50 a Braga ~on & C. '
Machinismo 1 caixa all. Brothervvood.machinis-
mo e accessonos 96 volumes a ordem.
Oleo de linhaca 25 barn's a Mills Latham & C
5 a ordem, 10 a Phipjs Brothers & C.
Objectos diversos i4 volumes a Wilson Rowe
A C.
Pregos 2-i barris a ordem. Pas de ferro 60 fei
xesa Parente Vianna & C. Papel 10 fardos aos
mesmus.
Saccos de estopa 23 far Jos a Braga, Son &iC.
Taxas de ferro i5 a Cardoso 4 lrmao. Tijolos
1,0.iO aos mesmos e 2,030 a Silva Barroca & Fi
Ih >3. T.ntas 30 barris a Mills Latham & C, 25 a
ordem.
- V'ellas stearinas 50 caixas a Tiiomaz de Aquino
Fonceca e successors. Verniz 10 barri3 a or-
dem.
Porto, carregaram: Rocha, Lima 4 Cuiraaiiei
43 saceas com 2,985 lt2 kiloe de algodao.
No briguo brasileiro Infeliz, para o Rio da
Praia, carreeou : A. de Oliveira Leite 389 barri-
cas com 44,504 kilos de assucar branco.
Na barca brasileira S. Josi, para o Rio da
2% ,carre?Pi : A- to jo 440 barricas com
&4.715 kilos do assucar branco.
. T No.pa^chohespanhol Elisabeth, para o Rio
da Prata, carregaram : P. Carneiro & C. 250 bar-
ricas com 24,597 kilos de assucar branco e 100
ditas com 12,330 ditos de dito mascavado.
No patacho araericano Megreta, para Hamp-
ton Roads, carregaram : IL Forster & C 100
barricas com 7.500 kilos de assucar mascavado.
No patacho inglez Kremlim, para New-York,
SrfS8a,rMm :*H For8ter C 300 barricas com
J/,500 kilos de assucar mascavado.
Para os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, na escuna por-
tagueza Aguia, carregaram : Amorim Irmaos &
C 23 saccos com 1,875 kilos de assucar branco.
Para o Para, no briguo portuguez S. Manoel,
carregaram : Oliveira Filhos & c. 308 barricas
com r?k7i,1 kll9 de assu<*ar branco e 100 ditas
com 768 ditos de dito mascavaao.
Para o Para, na barca portugueza Recife,
ffSffR.1 h G- de Basl0J i30 barricas com
11,503 kilos de assucar brinco ; A Cordeiro 13
pipas com 0,240 lilros do aguardente.
Fara o Aracaly, no hiate nacional Graciosa,
carregou : F. R da Silva 31 barriquinhas com
1,9*2 kilos de assucir reflnado.
Para Macedi, no hiate nacional Adelino,
carregaram : B. J. Pereira & lrmao 1 barriqui-
nha com 66 kilos de assucar reflnado.
Para Macei6. na barcaga A. de Maria, car-
regaram : Cirpinteiro Filho & Sobrinho 30 barri-
quin6as com 1,873 kitas de assucar reflnado;
Mendonca, Correia 4 C. 1 caixa com 50 ditos de
doce.
Para Mamangaape, na barcaca Bto-viagem,
carregou : A. de Mesquita 1 caixa com 18 kilos
de doce
Para Villa da Penha, na barcaga Venus,
carregou : M. J. Rodrigues 1 barricas com 60
kilas de assucar reflnado.
Foi acompanhado da con-eta nacional Para
commandante capillo de fragata Nelto ^Mmt'
Naviot etUradot no Ha 8.
Rio de Janeiro e portos intermedios -7 dlas, vaaor
national Ceard, de i999 toneladas, rommandM-
le Alcoforado, equipagem 62, carga varios xene-
ros; a Pereira Wanna & C.
Rio do Janeiro16 dias, patacho brasileiro Bern-
fica, de 207 tonelads, capitio Francisco Dias da
Costa, eguipagem 10, earga 10,600 arrobas;
de carne a Baltar Oliveira & C
Portos do Sul -5 dias, vapor francez Henri IV, do
1,201 toneladas, commandante Capella, e uipa-
gera 38, carga varios generos; a A. F. de Olivei-
ra & c.
EDITAE1
K-.adimento di>
dd CaPATAZIA DA ALFANDRGA
dia 1 a 5
4:680*897
1:101*647
o:782/5'ii
No dia 1 a 5
VOLUMES SAHIDOS
No 'dia' 6*
it
JSIBMCACflFS t PEOIDC
H. WcHr-vola co Dr. Tavares
Bflfbrt.
Sob as epigraphe- -Nao detxem de Ur -Estellio
nalo scientifico -e coin o pseudonymo de M. sea-
vola appareceu uma pablicagao no Jornal do Com
tnercio de 22 do proximo passado mez, em que son
torpemente insultado e calumaiado a proposito de
alguns trabalhos seien.ilicos e litterarios, por mim
feitos e apresentados a faculdade de direito desta
cidade.
Nao devera descer a responder a alludida publi-
eagao por ires razoes.
I* P..rqne .seu autor nao teve a coragera e
dignidade'in'-cisa-' ora se as-ignar e a anonyraos
niio se r'-sp.incie.
2* P.rque em coistiiieii no juizo dos h.raeos
taiiicstos e 0*elareeid is nao preoso de defez* a
resneito do que se ars-usou.
3 Fimiai -tit.-. p,,rque .-ob o pseudonymo de M.
SciprAa ecuU-u-so um pardinho da Bahia, de
nmi J i-e -1<; dii,, ira Campos, nun n-fceb ra -m
" ami" i-a- r*i d.1 lucharel da f culdade
de direito dc3ia cidade, c que, defendendo cm ou-
Tendo en arguido tambem ao Sr. Campos sobre
liberdade bancaria e, perguntando-lhe, porque
via que nao tinha idea alguma sobre a mate-
ria, se o banqueiro era agente activu, ou passivo,
respondeu-me que activo, porque quem vive no
commercio e sempre activo...
Sei que a ignorancia e muito atrevida, e demais
e ba[da de certa gente ser rauito preteneiosa.
Nao digo ao Sr. Joie de Oliveira Campos que
desprezo o que Sua MercS contra mim escreveu,
porque o meu despreso honra-o ; apenas previ-
no-o de que, quem tem sentimentos tao negros
como a tor, nao ba de calumniar impunerncnte,
pois com tal gente a unica desfona para o ofTon-
dido e a que a lei proporciona.
Agradego publicamcnte aos meus bons amigos,
que no Jornal do Commercio e na Nagao e-ponta-
neamente e de prompto acudiram a aggressao do
Sr. Campos, dispensando-me juizos lisongeiros :
o verdadeiro mento serapre applau le a quem tra
balha o deprimir e papel proprio dos inve-
josos e pretenciosos.
Ao terminar, torno sensivel o facto do Sr. Jose
de Oliveira Campos ter se demoradoaqni por mui-
to tempo, depois da sua reprovagao, e ir somente
desabafar na c6rle, ferindo-me pelas costas
Cobarde I
Fazendo esta resposta, cedi a muitas e legitlmas
repugnaneias, e, a n4o ser o compromisso, tornado
para com o nublico, por quem tao generosamente
ja me defendeu, nao perderia o meu tempo em
tornar patente a infamia do Sr. Jose de Oliveira
Campos, que, despeitado, e, para molestar-me, nao
se pejou de dizer quo copiei, quando citei expres-
samente, e transcrevi ate com asteriscos os auto-
res, que Sua Merc* apresenta como por mim pla-
giau os' e,1ue ** foram P01- Sua Merc6 conhecidos,
em viriu ^ das mewnas citacSes.
Recif k 'le dezembro de 1873.
"' Dr. /. /, Tavares Belfort.
\ enenos tuineracs.
Na pratica da mediclna empregam se todos ns
venenos activos, e todos elles encurtam irreraissi-
velmente a vida. A salsaparrilha de Bristol, e
roalmente-uma das poucas preparagoes medicinaos
que se podem considerar como um remedio pura-
mente vegetal. Nao contem um s6 gr3o qui s>ja
de mercurio, "arsenico, estrichina, bromes,T;io,
nem nenhuma outra snbstancia venenosa que sj?j i.
E de raais 6 um antidoto contra os mesmos e cura
as enfermidades produzidas por elles mesmos. 0
melhor que estes sabem fazer e matar uma enfer-
midade substituiodo-a por outra; porem a salsa-
parrilha de Bristol, obra de aocordo com a nalu-
reza e nao contra ella, destruindo paia serapre com
o seu effeito neutralisador, as causas das moles-
tias ulcerosas, cancerosas e eruptiveis, regulando
o figado e o estomago, dan lo forca e vigor ao ven
tro, limpando o systema de todos os elementos mor
bosos, rcsiabeleC'ado o vigor corporeo e a elasti-
ndade mental, e rebustecendo cada orgao debilita
do. Tanto as criangas como as senhoras as mais
delicadas a podem lomar sem susto algum. E a
Ancora da vida, dos fracos.
DOCUMENTOS.
Joao de Barros, 6 de de&.1Tnbro d.e ^873.-Ami-
go e collega Dr. Belfort.-Obed*."*0",0 a s.na "**
tagao, examinei cuidadosamente, a .face do? ,xtos
arguidos, uma publicagao feita no Jon. a2 Com
tnercio da cdrte, em que V. 6 accasado" e pla"
giario.
Com effeito a argnicJo 6 uma triste prova u
grande fe na desatiencio geral dos leitores e na
avidez com que se recebe entre n6s qualqaer pas-
to para a maledicencia I
os inculcados trechos plagiados, todos estao
nos seus escriptos com indicacao dos nomes dos
autores, e com os signaes usados nas citacoes, quo
regroduzem palavras.
\penas na sua liccio de abertura de enrso de
Economia Politica, ha algumas linhas de Jose
Gamier (dez a doze) qae sao reproluzidas sera
nome do autor.
E' evidente, porem, depois de tantas citacoes
eserupulosamente feitas, que nisso houve simples-
mente esquei-unento de sua parte : nio sena de
uni livro -leiuentar, de am livco qae passa pelas
maos de toJos, qae um plagiario poderia esparar
wa coihcta.
E na U mais.
Isso mesmo quo alii fica, foi so por nao faltar
ao seu pedido.
Com o- .q iniTetidos crcditos, achava eu bem
di8pnnsavel irualquur resposta de sua parte.
ii da no-sa faIna devem descancar nos juizos
co np.-t.-nl>- ; qnanto aos outro,, se fossemos a
.lar-lhes ait.-ngio, i -se-hia com .-lies, e pessima-
iiLMiie .-in r.'uido o nosn procioso tempo.
. Seu collega e amigo Aprigio Guimaraei,
Porque equo as piiulas assuca-
radasdeBristol silo uma ineili-
ciua popular?
E' porque ellas alliviam o estomago, rogulam o
figado, o promovem o vigor geral do systema, sem
produzirem o mais love incommodo ou dor. Por
que a sua acgao nao 6 seguida de augmento de
prisao de ventre. e da necessidade de maiores (fo-
ses. Porque ellas sao um cathartico seguro para
os mais fracos; craquanto que ao mesmo temoo
sao sufflclentemente activas para relaxar as vi'as
ratestinaes dos raais fortes.. Porque ellas promo-
vem o appetite e viviOcam as cnergias mentaes. Por
que nenhum ingrediente mineral contamina as
puras substatcias vegetaes, antibiliosas e aperien-
tes de que sao compostas. Porque ellas obram de
harmonia com a natureza, e sem a minima vio-
lence. Porque ate Inje ainda nao houve uma so
pessoa que as tomasse e que se achasse desatisfeita
com os seus effeilos. E, linalmente, porque ellas
sao uma medicina propria para o uso de familia
para cujo flm nio tem igoal. Ellas acham-se met-
tidas dentro de vidrinhos, e par isso a sua conser-
vacio o duravel em todos os climas. Em todas as
enfermidades aggravadas ou provenientes de im-
pureza de sangua, a salsaparrilha de Bristol, deve
oe ser toraada conjunctaraente com as piiulas.
Para todos.
A casa mortuaria de Paula & Mafra con-
tiriuaa bem servir ao publieo, em qaantos
seus proprietaries ou sao deferidos no re-
curso que interpdem ao conselbo d'estado
contra o monopoHo concedido a outrem, ou
sfio a contento indemoisados pelos monope-
listas. E para que ninguem te illuda a res-
peito, scientificam ao respeitavel publieo que
se acham providos do mcterial aecessario e
com carros novos.
COMMERCIO.
PKACA DO RECIFE 6 DE DEZEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HOBAS DA TABDK.
CotacSrs ofUciaea. .
Alg(k1ao-de 1- sorte 8u00 por 15 kilos, hontera
6 e hoje.
Algodao- "<^R' Grande do Norte sem inspeocao
7^300 por 15 kilos, honlem.
Oambio *oJn l^ondrw a 90 drv. 26 1|8 d. por
1*000, do banco.
Umbio sobre w'ondri avista 25 5|8 d.
1*000.
Cambio -sobre Lisb^: aviata 110 0(0 de premio,
do banco, ,
Cambio sobre o R o de Jaiu ,r0~i5 d'v- ao Par-
Desconto de letras 11 OtO ao Cnn?iA
Algodao da Parabyba 1* sorte 8*J V, Pr
kilos posto a bordo a frete t^.9 *1*
e 5 0|0.
0:ioourr Presidente.
Leal Seve
aecretano.
Vapor francez Rio Grande entrado dos portos da
Europa em 7 do corrente e consignado a Haris-
mandy & La .ille, manifestou :
Carga de Lisboa.
Figos 2 caixas a Lima& Silva. Fructas 50 cai
xas aos mesmos.
Passas 12 caixas a Lima 4 Silva.
Queijos 1 caixa com 16. latas a Jose Fernandes
Luna & C.
Carga dos portos de Franga.
Azeite de oliveira 50 caixas a Mooteiro Junior Si
Fernandes. Amostras I volume a Keller & C.
Fbneclas 1 caixa a Monhard Mettier & C.
Charutos 1 caixa a Mesquita Cardoso &C. Con-
servas 1 caixa a E Turpin. Cognac 73 caixas a
ordem, 42 Heinrich Nuesch. Cordas de viola 1
caixa a E. Robert. Cuurinhos preparados I caixa
a D. P. Wild & C, 1 a H.llidav & C. Calcado 1
caixa a L\ra & Vianna, 1 a Antonio Sequeira, 2
a Faria & C, 1 a Mendes Lobo & C. Chapeos I
caixa a Jo-e Marques dos Santos, i a Pintieiro Si
Bartholo, i a Cuuha & Manta, 1 a Viclorino Maia
& C, 4 a Halliday & C, 1 a Mendes Azevedo &
U, t a Vaz Junior & C, 1 a P. Vianna &C,Ga
Christian! & C, 1 pacote a Phipps Brothers & c.,
1 caixa a S.mza Casiro A Almeida.
Diplomas 1 caixa ao secretario da presidencia.
Fumi 1 caixa a^Amaral Nabuco & C. Farinha
de milho 30 a Jose F.ancisco de Paula Ramos, 50
Keller & C.
Joias 1 caixa a ordem, 1 a A. Hyvernat.
Licoies i caixas a Pomped Bailey. Livros 2 cai
xas a Jo.-e N. de Souza, 2 a Walfr.-dc & Souza. 1
a De Lailhacar A C. Luvas 1 caixa a Joaquim
Lopes Machado A C.
Manteiga 50 barris a.ordem, 200 aos consiguata-
ri, 125 a Fernandes da Costa & C Machina I
caixa aos consignatarios. Mobiiia 1 caixa a Duar-
le Irmaos. Menadorias diversas 8 volumes a An-
tonio Luiz dos Santos, 5 a Mendes Azevedo & C.
Modal 6 caixas a Joaquim Lopes Machado & C, I
a Jjao Pereira Moulinho. Miudezas 1 caixa a
Basto Oliveira & C, 1 a Clemontino de Faria Ta
vares, 1 a D. P. Wild & C i a irma Daudign<5, 2
a irma Viala, 6 aCunha Manta, 1 a Vaz & Leal.
I a Parente Vianna & C, 1 a irma Chauvroche, 1
a Costa Irmios & C-, 3 a Francisco Gomes de Oli
veira 'obrinho, 2 a Pinto da Silva Cascao, 2 a Leh-
man freres.
Perfumaria f caixa a Jose Marques dos Santos,
I a Sa Leitao & Coimbra. Papel t caixa a Souza
:'< i\ C, t a Luiz Jose da Silva Guimaraes.
Queijo 117 caixas a ordem, 2 a E. Turpin, 5 a
Keller & C., 15 a Candido Alcoforado c 32 a An-
tonio Jose Silva do Brasil, 43 a 'oaqui.a Jos6 Lei-
tao Si C, :2 a Brown Tnonson Ai C, 124 a Anto-
nio Francisco Corga, 61 a Beltrao & Filho, 13 a
Jose Joaquim Alvos Si ', 27 a Lima & Silva, 51
a Magalhaes & lrmao, 25 a Antonio Marcelino
Monteiro, 35 a Cardoso Martins & C, ?0 a Souza
Basto Si C, 50 a Fernandes da Costa & C, 60 a
Antonio Ferreira de Carvalho.
Roupa feita 1 aixa a Carnairo & Nogaeira, 1 a
D. P. Wild & C, 2 a A. F. dos Santos Porto, 2 a
Mendes Azevedo & C, 1 a Vaz Junior Si C, la
Domingjs Manoel Martins, 1 a Natham Klein freres,
1 a Luiz Gonealves da Silva & Pinto, 1 a Domin-
gos Teixeira Basto. 2 a H Oettli.
Relogios f caixa a Luiz Neuhaur, 1 a Hyvernat
&C.
Sardinhas 50 caixas a Keller 4 C, 50 a Beltrao
Si Filho, 20 a Candido C G. Alcoforado.
Tscidos i caixa a ordem, 1 a Carneiro Si Noguei-
ra, 1 a Mendes Azevedo & C, 10 a Cramer Frey &
C, 3 a M.mnard Mettier & C. 3 a Keller & C, 1 a
Linden Weydiman & C, 1 a Luiz Goncalves da
Silva & Pinto.
Vinho 10 barris a Keller Si C; 4 caixas a A. B.
Ghewy, 2 barris a Wild 4 C, 3 a Rabe Schmettan
Si C, 1 a Monhard Mettle* & C, 2 a Fmderico
Gautier, 1 a madameJVirginia Falque, 2 a A. Cal-
das Brandao, 2 a Cramer Frey 4 C., 10 a Edaardo
Turpin, 8 aos consignatarios, 3i a Cunha 4
Manta.
taraeira porta
ieguada porta .
Tbrceira porta .
Quarta porta .
rj apiche Conceicao
SERVICO MAR1T1M0
Uvarengas descarregadas no trapiche
slfaudega do dia 1 a 5 .
No dia 6
s'a\ijs atracadosno trap, da alfandega
Alvarongas........
'0 trapicbe Conceicao.....
5,159
301
140
61
2,128
7,789
A camara municipal desta cidade, tei>-
do de proceder no dia 9 do'corrente, i apo-
racSo dos votos para os nove membros a
assemblea provincial pelo l.districU>, con-
vida pelo presente o de conformidade com
o que esli disposto no 12 do art. 1* do
decreto n. 842 de 19 de setembro de 1855,
e art. 25 do decreto n. 2,621 de 22 de agos-
to de 1860, aos eleitores dos collegios que
compoe o mesmo districto, para assistirem
a referida apura^ao, no menctonado dia.
Paco da cams ra municipal do Recife, 3 de
dezembro de 1873.
Manoel Joaquim do RegoAlbuquernm,
Presidente.
Pedro de Albuquerque Autran,
Secretario.
.^URAC'OES.'
1
I
1
il
*ECE8ED0R1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
tendiraento do dia 1 a 5 9:770/585
dera do dia 6...... 4:698/692
14:469/277
CONSCLADO PROVINCIAL
(eadiiuento do dia 1 a 5 33:743/776
Id^ra do dia 6 ... 10:495/516
44:239/322
IB
IS
&JOV1MENTO E TRANSACTS COMMEHCIAES DA
PRAQA DO UECIFE NA 8EMANA DE i A G
DE DEZEMBRO DE 1873.
Cambies.
Sobre Londres -a 9d d/v, 26 1/8, 20 l/i. 26 3/8
do Banco.
A' vista-25 5/8 particular.
Sobre a Bahia a 8 d/v 1/4 por cento do des-
couto.
Sobro o Rio do Janeiro-a 13 d/v ao par.
Desconto de letras, 11 por cento ao anno.
' Vendas de algodao.
I .De Pernambu'.o !. sorte 8/000 por
kilos.
7/300 sem inspecgao.
Do Penedo sera inspeccao 7/200 por
Kilos.
Da Parah>ba-l.a sorte, posto a bordo a frete de
3/4 d. e 5 por cento, 8/330.
Vendas de couros.
Salgados seccos 566 rs por kilo.
Exportacao.
Para Hampton Roads-7,300 saccos de assucar
mascavado.
Para New-York=5,500 ditos, dito.
Para Boston -2,500 ditos ditos.
Para o Havre-387 saceas de algodao e 5,973
couros.
Para o Canal -4,850 saccos com assucar mas-
eavado.
Para Liverpool702 saceas de algodao e 1,330
saccos de assucar mascavado,
Para Barcelona1,521 saceas de algodao.
Parr Lisboa -30'J saccos de assucar branco e
1,100 de mascavado.
Para o Rio da Prata950 barricas de assucar
branco e 50 ditas de mascavado.
Entradas do assucar e do algodao.
Assucar -33,410 saccos.
Algodao -2,820 saceas.
A Glor.\ do Sup.-. Arch.-,
do Uni.-.
l-oj.-. Cap.-. Segredo e Amor da
ordem.
Tendo-se de proceder no dia 10 do corrente a,
eleicao dos SSp.\ Grao-Mcstre, e sea adjunto ccn-
vido a todos os RResp.-. Hr.-. msmbros activos pa-
ra comparecerem no referidodia as 7 horas da
none no nosso Aug.-. Temp/, a rua do Barao da
victoria. Outro sim, previno aos mesmos RResp
llr.-. que por justo motivo nao poderem compa
recer, raandarem suas listas era pranch.-. ao Resp
Irm.- A en.-, o qual espera o fiel cumprimento do
regulamento especial para a referida eleigao, do
que se deu sciencia a todos Hr.-. em tempo
Secret.-, da Aug.-. Loj.-. Cap.'. Segredo e Amor-
da Ordem, 4 de dezembro de 1873, era vulgar.
0 secret.-.
_______________Joaquim M. Pestana.
I. R. Consiiladu da Austria Hun
gria em Pernambuco.
Pedese ao Sr. Tomaso Bassick, subdito au-
triaco, de comparecer a este consulado, que so
he deseja commumcar negocio de seu fnteresse,
pois trata-se de uma herauca que Ihe pertence.
Pernambuco, 4 de d.'iembro de 18/3.
Jos6 Saporili,
(ierente do consulado.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrate da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife, e mpetentemente autorisada
pela presidencia, em data de 3 de setembro do
anuo proximo findo, e de conformidade com o que
dispde o g 9.' art. 52 do seu com romisso. per-
muta por apohces da divida publica a fazenda de
criar gados que possne o patrimonio dos esta-
beleciinenlos de caridade a seu cargo denomina-
da Carnauba sita no termo de Flores desta
provincia, com terrenos para criar e plantar, e
com algum gado cavallar e vaccura.
Recebe para isto propostas nesta secretaria ate
o dia 10 de dezembro do corrente anno.
Secretaria da santa casa da misericordia dc Re-
cife, 10 de outnbro de 1873.
0 escrivao,
^^^^^^^ Pedro Rodrigues de Souzt.
capitao
'.apitao
capitao
por
15
d.
M.FANMKGA
.eadimento do dit 1 a 5 .
:ii cm do dia 6
250 573*378
49.0-J9 741
300;i'.)3#U6i
OBSPACHOS DE EXPOKTACAO NO DIA 5 DE
DEZEMBRO DE 1873.
Para os portos do exterior.
No vapor inglz Student, para Liverpool,
carregaram : J. Pater & C. 1,000 saccos com
75,009 kilos de assucar mascavado; R. Lima &
Guimaraes 49 saceas com 3,280 ditos de algodao;
Ronbach Cahim & C, 200 ditas com 18,233 ditos
d dito
No vapor francez Sphere, para Liverpool,
carregaram: G. Noesen & C. 426 saceas com
88,194 kil >s de algodao.
- No brijiue hespanhol Salvador, para Barcel-
lona. carregaram : P. Carneiro & C 242 saceas
com 17,641 kilos de algodao.
Na pol.ica hespanhola Anita, para Barcelo-
na, canvg u : a. Cordeiro 106 saceas com 7,963
1(2 Kilns de algodao
- Na p l.ica hes.ianh-ila Merulita, para Bar-
ce,ona; S2rearain : p- Carn-iro & C. 203 saceas
com 11.932 l]2 kilos d,'. algodao.
Na barca fran -za Fidelile, para o Havre,
carrogarara : E. A. Uurle* C t.500 couros sal-
^ dos com 31500 kilo-.
- No hhgue p >rtugiw. B Figueirense para
Li*", ,'arrpifou : A. Cord.iro 467 couros salga-
dos com 3V$)0 kil.
Nt navi i porlu'jfuej: D. Anna, para Lio.a
wrreg-.u : A Cjrdetm 8i' saceas om 60,0M)
k il os it aosucar ma cavad ; F. da Cnsta S C
199 *:h:ca* c i n I4,m76 ditos de alunl id
No nawu portuguez S. Manoel II, para o
JS'avio entrado no dia 6.
Liverpool50 dias, barca ingleza Dora, de 379
toneladas, capitao Edward Le Gros, equipagem
13, carga differentes generos ; a Saunders Bro-
thers & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
BarcelonaPatacho hespanhol Pedrito, capitao
Gaspar Abril, carga algodao.
Idsm-Briguo hespanhol Amalia, capitao Gabriel
Beltrao, carga algodao.
New-YorkPatacho araericano Krienlen,
J. D. Wyman, carga assucar.
PortlandPatacho americano Negretti,
Atnbbs, carga assucar.
AracatyHiate nacional Maria Amelia,
F. de Assis. carga differentes generos.
Navios entrados no dia 7.
Granja e portos intermedios10 dias, vapor bra-
sileiro Pirapami, de 312 toneladas, comman-
dante J. H. da Silva, equipagem 30, earga algo-
dao e outros generos ; a companhia pernambu-
cana.
Aracajd e portos intermedios3 dias, vapor bra-
sileiro Mandahu', de 222 toneladas, comman-
dante Silva, equipagem 16, carga algodao e ou-
tros' generos ; a companhia pernambucana.
Bordeaux e escalas -14 oias. vapor francez Rio
Grande, de 1,593 toneladas, commandante Bole-
barre, equipagem 93, carga differentes generos;
a Harismandy & Labille.
Caliao, Rio da Praia, Rio de Janeiro e Babia 38
dias, sendo do nltimo porto 1 1|2 dia, vapor in-
glez Britannia, de 2,598 toneladas, comman-
dante i. W. Shannon, equipagem 115, carga
varios generos: a Wilson Rowe Si C.
Terra-Nova -30 dias, barca ingleza Olinda, de
215 tonelalas, capitao Samuel Prowise, equipa
fern 10, cargi 3,701 barricas com bacalhao ; a
aunders Brothers & C
Bahia e escalas -8 dias, vapor brasileiro Goncal-
ves Martins, de 500 toneladas, commandante
Joao F. Nunes, equipagem 25, carga varios ge-
neros ; a Antonio L. de Oliveira Azevedo 4 C
Navios sahidos no mesmo dia.
LisboaLugar portuguez Julio, capitao Joao d
Barros, carga assucar e mais generos
Rio Grande do Sul Escuna portugueza Aguia,
capitao" Pedro A. da Fons-ea, carga assucar.
Portos do sul -Vapor francez Rio Grande, com-
mandante Del. barre. carga parte da que trou
xe do pnrios da Europa.
Liverp i| e p ,ri.is infei ,, lios v'apor inglez Bn-'
t .iwi*, ciimnian :.uue a aunoa, carga mesma
que troux- dos p irtos do sal
Par* Rrigoe poring i i R ctfe, capitao Morgado,
carg< assucar e outr.) ^neros.
Observ icdo
Susf>en1o;i do lim.r.i,. vaoor inglez Hoeper.
om destin i a ll.hia a Kin d> J^aeiro, immergiudo
o cab> tel'-graphicn tobmarmu
Western and Brazilian Tele-
graph Company Limited.
O vapor Hooper, agora ancorado neste
porto, vai immergir a segunda secgao do
cabo que ha de ligar Pernambuco a* Bahia e
Itio de Janeiro, e espera-se que a commu-
nicao.ao por toda a extensao do cabo, desde
o Itio do Janeiro ao Para" sera" abcrta ao
publieo no proximo mez de Janeiro.
As taxas pelos I legraromas expedidos de
Pernambuco serto as scguintes ;
Para o Part..........1JJ000 cada palavn
a Bahia ........18000
o Uio de Janeiro. .19500 j>
Os nomes e o endorcco dos destinatarios
e remettentes sorao JEcluidos no numero das
palavras a pagar.
Telegrammas para lugares^dentro do pe-
rimetro d'Om kilometro da'As!a$ao tele-
graphies serao c-nlregues livrcs de despezas,
mas os que excoderem pagarSo 500 rs. por
cada kilometro ou fraer;So.
Quando qualquer lelegramma forcntreguo
por meio-i cspwiaes, a despeza feita correia"
por conta do recebcdi.r.
A somma de 200 ra.SWa' cobrada para
portes do correio nos tefegrammas deslina-
dos aos portos do Brastl e a de 500 rs. na-
quelles destmados ao ostrangeiro.
0 remetiente do telegramma tem a esco-
lha de pagar a resposta que desejar seja
dada pelo seu correspondente, se estequizer
que a resposta s6 conste de 10 palavras, as
palavras (resposta paga) serao inseridas no
telegramma e cobradas, mas se elle desejar
que conste deraaior ou menornumero, entao
o numero de palavras sera" declarado em se-
guida is pal-tvras resposta paga, porexem-
plo : respost8 paga. quatro palavras e estas
ser3o igualmente cobradas; se o remettente
para maior seguranca quizer queo seu tele-
gramma seja repetido o poderi faze-, pagan-
do a metade do custo do mesmo.
EstSo feitos accordos em virtude dos quaes
podem expedir-se telegrammas para todas as
partes do mundo: do Pari pelo vapor ame-
ricano quo sahe daquelle porto para S. Tbo-
maz a 5 de cada raez o dalli serio telegra
phados ao seu destino, os precos para taes
telegrammas que agora podem ser pagos
adiantados ate" ao seu destino,.podem ser ob-
tidos, procurando-se nas respectivas estacoes
telegraphicas.
Por accordo feito entre duas companhias,
a linha da Platino Brasileira Telegraph
Compny|sera' trabalhada por esta empreza, e
no coinpfemento das linhas, o que se espera
dentro em poucos mezes uaveri conmani-
cacao telegraphica directa entra as principaes
cidalesdo Brasil, Montevideo,Buenos-Ayres
e costa do Pacifico.
Pernambuco, 6 de dezembro do 1878.
Roberto M. Hyde,
_^^^^^ Gerente do tr -fego.
Tribunal do < ommercio de
Pernambuco.
Esta secretaria faz publieo que em virtude
di> despacho do meretissimci tribunal foram archi-
vados os seguinles contratus :
. De Antonio Jos6 Peroira Basto* e J-e Pedro
Rorges, para o commercio de genwo* nacionaes e
estrHngoiro3 ce laverua, a rua das Pernambuca-
as n. 38 desta cidade, com a capital do 1.800*,
soli a nnna de Rorges 4c Bastos.
B B-'rnarJino Duarte Campos e Jojquim Fer-
nandoi da Silva Campus, a'ternndu o contrato do
MMMidade archivdo a 5 ie abnl de 1870, pela ad-
mi si de mais dous socios Joai|uim DuarteCarn-
po* e Antonio Duarte Campos jjnior, e pelo ac-
s \
t
I WHIUDO 1


Diario de Fernambueo Te*ja feira 9 ae Dezembro 4e 187&
erenlmo de capital qae fica elevado a 60:000*,
para mesmo commercio da loop nesla cidade,
ob a mesma Anna de Bernardino Duarte Campos
ot Companhia.
Oc Domingos Ramos de Araujo Pereira e Ma-
noel Cesar Bezerra, distratando a sociedade que
gyrou no Pilar das Alagoas, sob a finna de Ramos
as Cesar.
De Jose Luiz Alves Vilella e Joao Pereira da
Silva para o commercjo dc serraria e armazem dc
madeiras, a rua de Saota Rita o. I, com o capital
de 3:800*. sob a llrma de Aives Vilella & Silva.
Secretaria do tribuLal do commercio de Per-
nambuco, 4 de dezembro- de 1873.
0 offieial-maior
- ________________Jollo Gnlmaraes.
CONSELHO DE COMfRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
De ordem do Exra. Sr. presMente do eonselho
faco publico qae aeha-se traniferido para 9 do
oorrente raez o contrato annuociado para hoje,
relativo ao fornecimeoto de viveres, dietas e outros
objectos de consumo dos navios da armada e osta-
belecimentos de marinha no trimestre de Janeiro
a marco proximamente vindoaro.
Sail das sessOes do eonselho de compras de
marinha de Pernambuco, 6 de dezembro de 1873.
0 secretario
___________Alexandra Rodrigoes dos Anjos.
Sociedade patriotica Doze
de Setembro
I'iXpoaiirSo agricnla.
Sao convioanos os membros da direccao desta
sociedade e os das commissoes nomeadas para dar
Sareoer sobre os productos a reuoirem-se no edi-
cio da exposicao, afim de constituirem o jury
qae tem de julgar os productos e conferir pre-
mios domingo 17, as 16 boras da man hi.
Lamenlia Lias,
I.* secretario.
Por ordem do Dr. juiz de direito da 1.* va-
ra civel desta cidade, tem dia 14 do corfente, depois da aadiencia, diversos
objectos de padaria, maceira, tendeira, relogio,
bal^So, caixUio, panacum, suadeiras, e oatros :
os quaes se acham peahorados nor Anumio Joa
3aim Salgado : quern os pretender diriia-se a rua
e Vidal de Negreiros n 29, oode existem ditos
el)j'*ctos, a airematacAo sera feita na sala das au
diencienfMas.
SAKTA CASA DA M1SER1CUKDIA DO
RECIFE.
A Hirma. junta administrativa da santa casa da
Mi9-ripnr(lia do Recife, manda fazer publico que
na -ala de suas sessoes, no dia It de dezembro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arremaladas a
^u em mais vantages otferecer, pelo tempo de um
a tr 8 annos,. s rendas dos predios em seguida
decJarados.
ESTABELECI -IEXTOS DE CARIDADE
Rua de Hortas
Loja do sobrado n. i I......306*000
Hua da ViracAo
Casa teorea n. 7 (fechada) 312*000
Iravessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*000
PATRIMOXIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16........ 209*000
Becco das Boias.
Sobrado h. 18.......121*000
Rua da Cruz
Sobrado n. li (fechada) .... 1:000*090
Rua da Guia
Casa terrea n 23.......200*000
Rao do Pilar.
Casa terrea n. 98.......241*000
Casa tereea n. 99 (fediada) .... 351*000
Idem n. 100.........241*000
Idem n. 102........241*00"
Idem n. 108.......207*000
Rua do Rosario da Boa Vista
Case terrea n. 58.......245*000
Os pretendentes dever *o apreseatar no acto da
arrematacao as suas fiancas, on eomparecerem
acoiipanhados dos respectivos ttadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia era
que for seguro o predio que contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 5 de novembro de 1873.
0 escrivio
Pedro Rodriguez de Souza.
0 a Iministrador da recebe.loria do rf.n-
das internas gr de dadisposiii&odo art. 12 eda ultima parte
do art. 22 da lei do orcarnento vigeme n.
2,348 de 25 de agosto ultimo, a mulla de
que trata o art. 30 ia lei n. 1,507 de 26 de
setembro de 1867, que 6" de 6 /. & que es-
tao sujeitos os seguintes impostos, a saber:
deciina addicional, imposto pe-ssoal, dito
sobre industries e profissoes e taxa de es-
cravos, serA elevada a 10 % do dia 21 do
corrente em diante, pelo que previne a to
dos os contribuintes dos reforidos impostos,
relativos ao exercicio de 1872 a 1873, em
JiquidacSo, que somente ate" ao dia 20 des-
to mez e que podetn e devem realisar o pa
g*mento ou em maotlos cobrailores ou nes-
ta recebedoria, certos de que se nao fizerem
ate ao refiriao dia 20, serao obrigados a
pagar JjudiciaLnente os supraditos impostos
com a inulta de 10 %
Recebedoria de Pernambuco, 1 de dezem-
bro de 1873.
Manoel CarneirOde Souza Lacerda.
Peraate o Dr. juiz su'stituto da 2* vara
civel desta cidade, deoois da audiencia de 10 do
corrente, serao arfemUado* os vasos, objectos,
dregas e araiacao fe pharmacia de Saraiva A C.
sita a made Jlarsiiio Dias n. 118, conforme o
edital em poder do porteiro das audiencias a re-
querimento do D. Abbade do vtoeteiro de S. Ben-
to da cidade de Olinda. As pessoas qae pretende-
rem os objectos precitados, entendam-se com o
depo8iiario Vicente Silva.______________________
= 0 ad ntnistrador da recebedoria de renda'
internas geraes faz sciente aos contribuintes da
decima addicional, que e no correate mez de de-
zembro que tem de ser pago, se u multa, o pri-
meiro semestre do exercicio de 1873-74, e com a
multa de 6 OiO depois do referido mez.
Recebedoria de Pernambuco, 5 de dezembro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
CONSULAOO PROVINCIAL.
Pela adtnini-trajio do consoUdo provincial faz-
se publico aos respeetivos cootribniintes, qne do
1* de dezembro vindoaro comepi a correr o prazo
dos 30 dias ateis, aarcado no art. 21 do regula-
mento de 16 de abril de 1842, para a cobranca do
primeiro semestre dos impostos da decima urba;
na e 5 OjO sobre a renda dos beat de ralz perten-
eentea as corporacdes de mao m>rta, no corrente
exercicio de 1873 a 1874, incorrendj na multa de
6 0[ fizerem ne ;te prazo
Cansalado provincial de Pernambuco, 28 de
novembro. de 1873.
0 adouoietrador,
A. Carneiro Maehado Rios.
Pela mesa dj consoUdo provincial
se faz publico que foi prorogado por mais
30 disc, de conformidade com a portaria do
Illm. Sr. inspector da tbesouraria provincial,
da hoje datada, o prazo marcado para o
recebimento. indepeDdente da multa, da
contribuicao indemnisadora dos apparelhos,
o servico dos mesmos, perVnoeutes a com-
panhia Drainage, correspo >dente ao ultimo
semestre de t872.
Consulado provincial, 1.* de dezembro
de 1873.
Antonio Carneiro Maehado Rios,
_________ Administrador.
CONsulaDO-PRO^INCIAL-^
Pela mesa do conmlado provincial se avisa aos
devedores da ouiribaicJKo inde ni-adora dos ap
parelhos e servico do mesm.* retaUvo ao pri
meiro sem.-ur." ne 1872. pertHnc. otes a compa-
nbia Drauwge, que a arr-calaelu pro-vmeule
des r^feridos debftos ja I qii l*js com a multa
de 9 0|0 ontiruia a ser cobrada nita reparti'-ao
com o praz *id dias, cefruivl.i detp/nii >^i f
Jllm. Sr. iivpctor da thsoui.,r porp-jrt^iia d
baje dat ida.
Consalailo provincial, t dn d.'zemtr. in 1^71.
Antonio Carnnro M.tebado R109,
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
no
a
Recife a Olinda.
E Belieribc.
Esta companhia contrala com quern por
menos 0 fizer, a Coliocacdo de 40 a 50 pos-
tes, de madeira de qualidade, como seja :
embiriba preta,' sapucaia ,etc, para iiotele-
grapbico da estacao da Aurora a Encruzi-
lhada, com 25 a 30 palmos dc altura e 5
pottegadas degrossura. Com a respectiva
gorencia se entenderao os proponentes.
De ordem do presidente d'assemblea geral
da mencionada companhia, faz se sciente aos
accionistas, que, e ba mesma conformidade
do art. 11 dos estatutos, visto proceder-ae
em continuac&o da sessao adiada, no dia. 10
do corrente mez, pelas 4 horas da tarde, no
lugar do costume, proseguiri a ass' geral nos trabalhos adiados da sessio ordi-
naria, qae fora convocada parao dia 31 de
outubro proximo passado.
Recife, 1 de dezembro de 1873.
0 secretario,
Luiz Lopes Castello Branco.
Alem dos trens da tabella em vigor, have-
t& nos sabnados, ds 9 1/2 horas da noite,
trem para Bebenbe, tocando em todos os
pontos.
0 gerente,
Laurentino Josi de Miranda.
ADMJNISTRACAO DOS CORREIOS DE PERNAM-
BUCO'9 DE DEZEMBRO DE 1873.
Malas pelo vapor Ceard da companhia
bra?ileira.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (9) pelo vapor acima mencionado para os
portos do norte, sera recebida peia maneira se-
guinte : *
Macos de jornaes, inapressos de qualquer natu-
reza e cartas a registrar ate 2 horas da tarde,
cartas ordiaarias ate 3 horas da tarde, e estas ate
3 1|2, pagaodo porte duplo.
0 admmistrador
Affonso do Rego Barros.
SANTO ANTONIO.
Quarta-feira 10 de dezembro
Grande concerto vocal e instrumental, com e
valioso conturso do distincto maestro pianista M.
R. Poppe, no qual estream os artistas, Joaquim
Francisco Vieira, cantor da opera italiana e Geor-
ges Ciceri primeiro comico excentrico dD El-Do
rado de Paris.
Progra mma.
1.* PARTE.
Madame Badouillet en siorie graade scena
excentrica executada com danga ; composta
por Mr. Ciceri, musica de Lecog.
Grande aria da opera Attila cantada a carac-
ter pelo Sr. Vieira.
Oh t... Pauvres Homines, 9cena da vida do
Srande mundo, cantada por Mr. Ciceri, musica
b Offembacb.
L'amor Funesto, lindo romance de Donizette,
concurtante com clarinela e orchestra, cantada
pelo Sr. Vieira.
2.' PARTE.
L'KNFLAMME ? I / scena comica militar, com
tambor, cantada em Paris por Mr. Ciceri, mu-
sica de Villebichot. *
I'liantasia para piano por Mr. Poppe.
Granle aria dramatica da opera Maria de
Rohan, cantada em costume pelo Sr. Vieira,
Le Vieux Professeur I I Grande successo
parisicose) scena de imita^ao, composta e croa-
da por Mr. Ciceri no theairo do El-Doradrf de
Paris, musica de Offembach.
Principiara as 8
PRECOS.
classe-
I.'
do Rio de Janeiro para este porte, para rcceber
ordens, com agna aberta, precisa contratar com
quem por menos filer os eoncerlos necessarios no
dito navio, conforme m declancoes dos boritos, as
quaes podenv ser cxamlnadas no consulado do
imperUi genr.anico de?ta cidade," aonde so rcce-
betn propostas em cartas fecnadas ate ao meio
dia, de to do corrente, ."_________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\ave(acilo costcira a vapor.
RIOFORMOSO ETAMAKDARt.
6 vapor Paruhyba,
commandanle Olivei-
ra,scguiraparaospor-
tos acima no dia 15 do
corrente, as 9 horas
_ da noite.
Reeebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Matto?
n. 12. _
Para Lisboa
segoira brevemente a barca portagueza Gratidao,
para carga e passageiros trata se torn E. R- Ra
bello & C, rua do commercio n. 48. ^^^^
COMPANHIA lilt VSII.I:|It \
DE
MAVEGACAOAVAPOR
Portos do sul.
PARA'
0 vapor nacional Para, esperado dos portos do
norte ate o dia 11 do corrente, segoira para os do
sul, depois da demora do costume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informafoes, dirijam-se a rua do Vigario
a. 7, escriptorio da agencia.
Pereira Vianna k C.
Agentes. ^^^
it hh; ti
Ligeiro 111
Para o Rio do Janeiro prctcud< egulr com a
passive* brcvidade o Ufigae Uyira III, de I-
lasso, por ler park- da carga oofjtada. e para a
ijue llio falta, u.-ia-si: com na jrugnatarios Joa-
quim Jq*e C-acalvcs Uelliao & IMbo, a rua do
Comnercio n. a.
LEILOES.
Agencia de leiloes.
RDA DO MARQVEZ DE OLINDA N. 37, 1* ANDAR.
0 abaixo assignado tem a bonra de scientificar
ao respeitavel publico, com especialidade ao corpo
commercial desta pra?a, qae acaba de ser nomea
do agente de leiloes, em cujo exercicio, promette,
se esforcara para bem merecer a confianca de to-
das aquellas pessoas qae se digaarem hcmra-lo,
encarregando-lhe de negoeioa tendentes a saa
profissao.
Desde ja o abaixo assignado antecipa os sens
agradecimenlos para com aquelles qne o procura-
rem: o qae poderae fater dirigiodose a rva do
Marquez de Olinda n. 37, !. andar
Recife, 7 de novembro de 1873
Joaquim Dias dot Santos.
E' 16r e aproveitar
0 inverno nao quer deixar-nos. Muito papel
albuminado em risco de perderse. Sc ha de ha-
ver preiuizo de um, haja proveito para todos.
APROVEITEM.
diOOO ;wr vma di-.rnn dc. rrtvilo* fm ,-mifm I
A visa jc B i|C -e quia-ji 'Ki-.tv cm tsMues
de vi-ita, qae na imi*r'"l p4b,j,'i}|Iu Cabngiv ij. IS, a i v. Ii;ir par > r, i>!' ua matrix
tiraio-^a ntra'os ew MftOj*. du tfcva a CJiXK)
APROVEHEH J
0 que e bom dura pouco ...
Todos os dias uteis ou &nntifioado, chova ou
faca sol, das 9 boras da. manna as i da tarde li-
ram se retrato9._____
ATTENCAO ,
0 abaixo assignado participa ao respeitavel pu-
blico qae tem grande depoaito de vinhos de fruc
tas do paiz, como ^eu o de cajd, em quatro quali-
dades, os quaes venae por precos razoaveis, e ou-
tros mais de diversas fruirtas, que a vista fara fe.
0 proprietano deste estabelecimento pede aos do-
nos ou rendeiros de siMos que tiverem as fructas
de cajti, genipapo e abacaxi, e as queiram vender,
comparecam a rua Vidal de Negreiros n. Hi, ou
tr'ora Cinco Pontaij, afim de se tralar dos precos.
Joao do Amaral Rapdso.____
Escravo fugido
Acha-se fugido desde o dia 18 do corrente
am dos dedos pollegare* do n-coriado : iuem
PKwfr-b. qtirira diriuir se a i pcn do-Cn'm^, em
OHrJa, 4bIda u. % >\<-- -n ^I'.-iofament. gfa-
itlicaib). ,____________________-i
l^itaitibHco Ainalieur
Dramatic Club
A general Meeting of the members of
this club will I* held at n. 11. Corpo Santo,
on Saturday afternoon at 4.
J OXlock.
Fugio a 10 de setembro proximo passado, a
escrava Maria, crioula, idade de 35 a 40 anno3.
cdr fata, olhos g.randes, rosto comprido, quando
anda enverga para traa : quem a pegar, leve a ao
Caes do Ramos n 42, que sera generosamente re-
cempensado. _____^^^_
Banhos eares saudavcis do
Monteiro.
pequenas casas moito en
de bons ares e !anhr
Alaga-se alii duas
conu para quem precisar
frescos : a tratar a rua do Rarao da Vwtona, o
tr'ora Nova n. 7. .._____________
Casa decamp*
arm caixa com 144 chapeos de sol 4e seda, j
1 dita com botinas para senboras
nas, 1 dita com borzeguins (obra da ter-
ra) para homeos e meninos, I dita com
perfumarias, 13 para vesltrios. cbales de
merino, 1 grande soriimeoto da chapeos
de mnitos e vanados gostos, para bo-
mens, senhoras e meuinos, e wotras faz-
eadas avariadas, que estario ^atentes aos
Sr"8.conrnrrentes
A(.l doSo,H/ iicli.-.dolni-.
j.*. Cap.*. Regeneracfto.
IEm virtude ao regulamento promulgaao por
decreto de 9 de *eteuabro do corrente anno, sao
<01IIM\IIIA
MESSAGERIES MARITIMES
l.inlia nirnsul
ERYMANTHE
Espera-se dos portos do sul no dia 10 do cor-
rente, seguindo depois da demora do costume pa-
ra Bordeaux, tocando em Dakar (Gore'e e Lisboa.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
OS AGENTES
llsirisiiienity & LaMlle
9 Rua do Commercio 9
as 11 horas
No armazem n. 2 da rua do Marquez de
Olinda (outr'ora Cadei-;
0 agente Pinho Borges levara a tleilao as fazen-
das acima mencionadas, por c< >nu e risco de
qoera pertencer.
LE1LA0
horas.
Cadeiras de
Geraes
35000
tiSOOO
AS DUOS ADMITTIDAS
NA
DE
Vienna d'Austria.
0 proprietario desta importante coUej^ao de Fi-
guras de Cera, o mais perfeilo trabalho deste ge-
nero que tem apparecido na America, verdadei-
ro primor d"arte, ja pela perfeicio dos contornos
e naturalidade das posicSes, como pela expressao
qae relatiamente apresenta ; sem outra recom-
mendacao, que nao seja a veracidade do que dito
fica, tem a honra de particular ao muito apre
ciador publico desta Flor da America, que muito
breve pora em exposicao as mais importante? de
suas figuras.
Para as vesperas e dias da solemnisada festa
de Natal, tem elle conseguido reunir as mai- Bel-
las preduccoes da arte ceramica, e que bastante
concurrencia devem ter ne.-tes dias, por constitui-
rem um quadro completamente analogo e muito
novo entre nos. *E' elie eomposto de 9 figuras e
representa o nascimento do Messias.
A Santissima Virgem,
Seu amado Filho,
S. Jose e Santa Isabel,
S. Joao Baptista,
Um pastor,
ejos Ires Rcis Magos -compdem o qua-
dro.
Expora tambem urn grupa repreentando o nas-
cimento sendo as de Cairn, figuras de cera ma-
cica.
Tem alem disto o primeiro bomem do mundo.
Adao, perfeitamente samelhante ao Adao, que
nos pinta a bistoria. Eva com todos os attrat:vos
que deveria ter a primeira mulber, imponente
Eor sua belleza, o seduz a comer da fructa pro-
Ibida ; sedaccao que cu.-tou bem cara a hums-
nidade I
Apresenta Adao, sentado n'um rochedo, pedin-
do a Deus proteccao para Cairo, sen primeiro fllho,
emquanto Eva, descancada do parto, ora e o
contemplava amorosamente.
Um trabalho especial em mecanica consiitindo
n'um clown fazendo no trapezio os mais difficeis
eqnilibrios, bem como um zaavo, fumando, asso-
viando, tocando e conversando com o publico,
serio tambem postos em exposicao.
Um magnifico orgao realejo fara as delicias
aorienlares dos respectivos conenrreotes, executan-
do as melodiosis onvertnras de Gnilherme Tell,
Diamantes da Corda, Subat Mater, Noel, Domino-
noir e varias oatras pecas de escolhidos maestn s.
Brevemente annunciara o dia da abertura e
nmdetalnado programma.
Preparem-se para admirar!
O bom o beilo e o
extraordinario.
Rua da Imperatriz n. 15.
Ahrflura no dia lo.
Kio de Janeiro
0 patacho portuguez Rival segue para o Rio de
Janeiro por ter ja p rte do sea carregamento en
Sajado, epara o resto da carga davem os preten-
enles entenderte com Silva 4 CascJo, escripto-
rio a rua do Marquez de Olinda n. 60, 1 andar.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
!\'avegacilo costeira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Coruripe, com-
mandanle Santos, seguira ;>ar;
o porto acima no dia 12 dc
corrente, as 5 horas da tarde.
Reeebe carga, encommen-
das, passageiros e dinheiroa
frete ate as 2 horas da tarde do dia da sahida :.
escriptorio no Forte do Matto? n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA '
DE
[Vavegacito costeira a vapor.
MACEIO, r.SCALAS, PENEHO E ARACAJU*.
0 vapor Mandahu,
commandante Julio,
seguira para os por-
tos acima no dia 15
do corrente, as 5 ho-
ras da tarde.
Reeebe carga ate o dia 12 do corrente, encom-
mendas ate q din 13, passages e dinheiro a frete
ate" as 2 horas da tarde do dia da sahida : es-
criptorio no Forte dc Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vavega$Ao costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACk-
TY, CEARA, MANOAHU,. ACARACO*. E GRANJA.
0 vapor Pirapama,
commandante Silva,
seguira pora os por-
tos acima no dia 15
do corrente, as 8
horas da tarde.
Reeebe carga ate o dia 12 do corrente, encom-
mendas ate o dia 13, passageiros e dinheiro a fre-
te ate as 2 horas da tarde do dia da sahida
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
DE
30 duzias de marroquim av riado, 50 pecas
de camb'aia branca par a f>rro, S itas
de aVodao azu1, 9 ditas deorin bronco
(perfeitas), e ootras fazei a ias
HOJJ5
0 agente Pinho Borges leva ra a leilao as fazen
das acima declaradas e mov eis, como : 1 mobilia
complela, de amarello, 1 boi iito aparador de mog-
no, I cofre de fer. o, prova de fogo, 1 fiteiro de
amarello, envidracado, e ou tros avulsos, carteiras,
cadeiras, mochos, etc.
A's 10 li 2 horas
no armazem n. 21 da rua de Marquez de Olinda.
TERCA-FE1RA 9 DO CORRENTE
LEILAO
D A
taverna sita a ma de Ma'iz e Barros D. 4,
antiga rua Hoje
A'S 11 HOBJiSEMTONTO.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem i pertencer, da arma^aa,,
utensilios e mais generos. da taverna sita a rua dot
Mariz e Banos n. 4, anti :a rua do Cord )niz, livre
e desembaracada de qu< ilquer debilo, o balanco*
acba-se em mao do refe rido preposto, ter<;a-teira.
9 do corrente, as 11 lior; is em pooio.
convidados todos os RR-*. membros da Sob.
L.'.Cap.'. Regeneracao a uma reuniao no dia
10 de deeembro do corrente anno, pelas 7 horns
da noite, no recinto de seu Aug. Tem. ., afim
de se proceder a eleioao dos SSaps. Grain Mes-
tre e Gram-Mestre adj.-., sendo facultativo aos
que por molivo msto nao poderem cronpareccr, o
enviarera suas listas cm carta fechada ao Pod. .
Ir. Ven.*.
Sew. da. Sob. <. L. *. Cap. Regcneraf-ao,
1 de dezemhro de 187^, era vulg. .
_ OSecr.-. V. deM. Mello. __
AnESqlo"
Precisa-se alagar nma ama de meia Wade, po-
rem que seja pret; i, que nao t. nha \icios nem
achaques, e que af fiance sua conducta, para com
prar e cozinhar p ira uma familia de 3 pessoas :
a tratar na cidadV j fa Olinda, sitio do Ampnro, ca-
sa terrta grande, com p rtao ao lado.__________
Hotel du? as naqoes alliadas .
No becco do 1 Padre n. 28 fa' se wmedi-rias efi" ji
todo o asseio e perfeicao, e se manda levar (,m
casa de qualqt ier pessoa que quiaer ser assign: in
te por" mez o' u mesrao aval so, peto pre?o mi iito
commodo de ? 0* e 3o^por mez pra umi pes -oa:
osSrs. que se i Jignarem cbzequiaT-me dirijam-fie ao
mescmo hotel que achara com quem tratar. 'jam
bem havera ? io raesmo hotel, papa de leite todos
os dias as 5 t |2 boras.
Offerece se a quem quizer fazer os / .gocertos
necessarios, o arrendamento por alguna ann0Si aa
graga, da excellente casa "* jT; .a d'Acua,
que foi do finado Dr. Joaquim Pirte O/ meir0 rf3U-
teiro, passando-se escriptura paia m f iior 8Cguran-
ca A localidade e muito salubre, g a casa mu.no
(resca, tern magniSco banho de | a doce em
(rente, e e muito commodo visto r ,rem ra^;a
iefronte : quem pretender podf i QU-jPr-se ao Sr-
Francisco Carneiro Monteiro,.. ApipUcos, ao
Sr. Francisco lgnacio Pinto, n- i d0 ^^ ]e3Us,
ou ao Sr. Cannan, a rua do r _*mnierejf. o. 40
AUe^
Aluga se uoa_ca
dons quartos, sotao r
jrada da cozinhi, v
nhos salgados-^lt?
sa da ladeirai da
oc,ao
com sala de trente,
de jantar sepa-
terrea,
,unorn?res^r^ *** M.
. na ,;id3dedepliDda,.a ^^
oe, outi -'ora Xavior iir SanU f{o.
lender di rija-se a fi^sma cidade..
casa n. t 7.
rua de S. !"&
FeiMr
Cai^cipo.
No hotel de Apipoeos-precisa-se de um oaixeiro
dc 14 a 1& annos de idade, que tenha alguma pra-
tica deste 'oegooio.
avisoi a v ribos
Aluga-jc a casa d a rua larga do Rosario n.
21 1 andar; a tralar na loja. do me-mo
Na rua Direita n 4.o, precisa-se de um cai-
xeiro de 13 a 15 annos pa ra taverna.
- A pfjssoa que aonunciou precisar de 5"0
premio sb hypothec a em bens de raiz, apoarega
rua do Ifcospicio n. 23, das 4 horas da tarde em
diante ___________________
Futriram do engenho Jatoba, freguezia do
Bonito, um casal de escravo^, seqdo : um crioulo,
com 50 e tanlos annos de idade, cabHIos ba brancos, nariz afilado e pes graudes : a escrava
mulata,corvennelba, nariz grande e grosso, olhos
vivos, cabellos grandes e cscheados ; ambos sao
do ervi{o docampo e saniram no dia 16 de no-
vembro proximo passado, desconfia seque v-assem
para esta praca ou seguicsem para o sertao :
quem os apprehender po le leva os a sen aeohor'
Joio Luiz Jacintho, no mesmo engenh". ou no
Recife a sen correspondence Gabriel Anttmio de
Castro Quinlaes, que recompeusario geuerosa
raente.
Em S. i i.se" do Mangoinho, sitio de Jo.-e Duart
das News, precisa-se de um bom fcilor e de um
criado par. \ tratar de dous c avallos e.mais al-
gum servi. i% no mesmo sitiio.
IMPERIAL
FABMCA 1JE CIGARROf
DE
s

Aft PUiBLICO
Hermino Alves Maehado pede ao respeitavel
publico tenha a. bondade de su-pender qualquer
juizo a respeito "de uma vil corre-pondencia pu-
blicada neste Diari de B. 280 de 5 da corrente,
com assignatura do Sr. Baymundo Lionel de Alen-
car contra seu mane Candido Alves Maehado, e
outras autoridades do Oaricury, ate que dito seu
mano respoada como merece esse calumniador.
Casa em lteberibe.
Aluga-se uma excellente casa com bastantes
eommodos e bom sitio, propria para estrangeiros :
a tratar na rua do Marqaez de Olinda n. 36.
Pacific Steam Navigation Companj
Linha qulnzenal
0 PAQUETE
espera-se aqui da Europa ate o dia 15 de dezembro,
e depois da demora do costume segnira para o sul
do imperio, Rio da Prata e-costa do Paclfico, para
onde recebera passageiros, encommenda* e dinhei-
ro a^rete.
OS AGENTES
Wilson Ro we A C.
14 RUA DO COMMERCIO14
ilMSBS vUfimMui
0 rapiiaa J Wnlff do brifOo al cmao C mir, eutrado neste porto na sua recente viagem
COlll'AMIIA BAUIANA
DE
LIMITADA
Maceio. Penedo, Arucajii
e ltaliia.
E' esperado dos portos do sal ate o dia 9 do
corrente o vapor Goncalves Martins, o qual segui-
ra para os porto3 acima no dia seguinte- ao de
sua cbegada.
Reeebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete.
AGENTES
Antoaio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
_______57Rua do Bom Jesqs-87______'
Liswn
Para o referidc porto preten le seguir com a pos-
sivel brevidadeo brigue portuguez D. Anna, por
ter ja alguma carga engajada ; para a qne the
alia, qne recebi a frete commodo. trata se com
oa consignatanos Joaquim Jose Goncalves BeltrSo
& Filbo, a rua do Commercio n. 5.
*i nao .sera proprietario quem
nao quizer.
Visto If. As terras sSo proprias e com 400 palmos de
fando, qae e regado pelo amenissimo rio Jordio.
Sao muitas as vantagens da compra e entre ellas
- a da pureza do ar e da de ter passagem gratis
por dez annos offerecida pela companhia da
via ferrea do Recife a S. Francisco, a quem nas
ditas immediacdes t-diflcar. Quem qaizer deve
dingir-se a thesouraria das loterias, a tr-tar eom
Tristao Francisco Torres, que pede a aqaellas pes-
soas para as quaes ja separou terras que quan
to antes apparecam, pois qae, pelo preco a con
currencia e immensa Todos os domingos e dias
iantos, acho-me no lugar._______
A' GI.-. do Sup.'. Arch/,
do Univ.*.
De ordem do Hesp.*. It.*. Ven.'. sao convi-
dados todos os oobr. *. da loj. Symb.*. Luzei-
ro da Verdade a eomparecerem em n sso temp. .,
no dia 10 do corrente, as 6 horas da tarde, afim de
proceder-se a eleic. dos SSup. Grao-Mestr. .
e tea adj...: outro aim, o mesmo Resp. -. Ir. .
Yen.*, manda declarar aos Ilr.. que nao po-
derem comparecer, qne envieo) as suas listas em
prancn.*., em observaneia ao r*gnlamento espe>
cial para a re fer ida eleic.*.
Secrt. da Aug. loj. *. Symb.' Luzeiro da
Verdade, aos 5 de dezembro de 1873 (e v.*.)
0 secret.-.,
Guarino de Sou a Peixe 3.'.
E' ja bem conheciJa
a pontualidade com
que faz se em casa dos
Negreiros um c neerto
com preteza e segu-
r,.nca.
Rua do Imperad >r
N. 30.
CM
m

AVISO
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados declarant pelo presente
que di?solireram aiuigavelmeete a sociedade que
gyraya sob a finna social de Antonio Joaquim
de Sa A C. desde o dia 28 de outubro proximo
passado com negocio de generos de estiva no pa
teo d>. Paraizo n. 30, fieando todo activo e pasivo
a cargo do socio Manoel dos Santos Falcao reti-
rando-se o socio Antonio Joaquim de Sa, livre e
desembaracado de qualquer responsabilidade da
dita tirma.
Recife, 5 de dezembro de 1873.
Antonio Joaqaim de Sa.
________________Manoel dos -antos Falcao.
Aluga-se
o sitio da Ponte de Uch&a n. 33 : a tratar no mes-
mo sitio, on na rua do Rangel n. 7, oa 2
andar.
S. JOAO BE NICTHEBOy
Rio tie Janeiro
Lonstando ao abaixo assignado, nniio agente
ne.-ta provmcia da imperial fabri.-a dc cigar '
de S. Jooo de Niciheroy, no Rio d,; Janeiro aUB
ex,stenomercado cigarros que sao vi,dos'como
fabneados em dita fabnea, imilando ,ra is0 a
eti.jneta.em que vem elles envohos, ap,-esa-se a
preyenir a todos os seus freguezes que os uoicos e
verJadeiros cigarros de exposicao de dita fabrica
n,^Vfd:d"s-nns.?rmazens dos Srs- F^ncisco
Guedes de Araujo, Manoel de Sonz. Cordeiro Si-
rooBS; Junior e Faria A Filhos, unicos dei.ositos do
dita fabnea. Recife, 22 de novembro de I87J.
________________Domingos Alves Mat iens.
Aluga-se um excellente sobradinho com boh-
de vidro, na rua de S. P.dro Novo n.... com com-
modos para grande familia, o melhor lurar para
quem quizer f?*er uso dos banhos salgados a
tratar na praca do.Corpo Santo n. 17.1 ;ndar
0
-

ftyreiros A Imim
%'eudeiu :
Quereis comprar lindas pul-
eeiras de coral lapidado com
2 e 3 fios por 6i ? ide a rua
do Impcrador n. 30.
0 abaixo assignado, liquidalario da extincta firma
de Antonio Joaquim de Sa 4 C, declara pelo pre-
sent.; quejuljra uada dever a pessoa algunn, com
relacaal Una firma, c se algnem se iulitar ere-
ctor queira apresentar suas contas no pr;izo de 3
uias a contar desta dat*.
Recife, 5 ds dezembr do 1873.
.___________ Manuel dos Santos Falcao.
- Julius F.ier.-temhe.g-4endo perJido uma I -
tra de J:1S6M00, aceita em seu favor pelo Sr.
Lristovao de Hollanda Cavaliante, a veneer
dia 10 de dezembro de 1873, '
sente qu? a dila letra nao
qup
dono legitimo.
no
declara pelo pre-
sera paga senao ao seu
ALDfi i-M
0 quarto andar
n. 4.
da ma do Marquez de Olinda
Criado
Precisa se de nm
largo da matriz de
andar.
qae seja esperto e
Santo Antonio n. 2,
fiel : no
primeiro
Optimo banho.
Aluga-se em Beberibe uma casa com um pe-
qoeno sitio, na estrda que vai da povoacao para
o Porto da Madeira. A casa tem eommodos para
familia e banho no fundo do sitio inteiraraente in-
dependente, alaga-se por prep* commodo : a tra-
tar na roa do Iraperador n. 79, das 10 horas da
manha as 2 da tarde.
Alnga se o armazem c o primeiro andar do
sobrado da roa do Rom Jesu-, outr'ora da Cruz
n. 20, pruprios para estabelecimentb commercial:
a;-tratar na raa do Marquez d^ olinda n. 52.
- Alaga-se o 1* andar do sobrado da rua'D;
reita n. 8 : a tratar na 1 ja do me.-mo.
- Precisa-se de um caixeiro &\ 10 a 12 annos
de idade, que tenha pratica de taverna e dc3 fladjr
de sua conducta : na refinacao do Monteii-o.
A' TORRE
Aluga-se para passar fesU um sitio com
excellente casa de habitacSo e banho no rio
a frente desta: quem a pretender, pode
procurar & rua de Gcrvasio Pires q. S.4.
- Aluga se a casa terrea d rua Direita u.
114, propria para estabelecirnento : trata-se
& rua >' -va de Santa Rita n. 55.
- 0 abaixo assignado faz sciente ao respelu
vel corpo do commercio qae vendea a sua taver-
na rua do Barao do Trionpho n. M, ao
Vieira.
na sita
Sr. Antonio
Recife, 2 de dezembro de 1872.
____^^_ Joao Gomes da Cruz.
Precisa-se
i!Lum ? d.0DS n,0le,Iue8 Para am trabalho muito
a tratar no hotel de Bordeaux.
leve
Para Lisboa
cgoira com brcvidade > brigue iiortagisez Bella
Figwmnse; para -arga e passageiros tr^<* se ,
ojrfa.E R Rabei o 4 C, roa do Commercio nu- A "
rno^ 48.
Barao de Amaragy.
Jose Accioli de Miranda Henriqups, mania ce-
lebrar na igreja de S. Francisco, quarta feira 10
do correute pelas 7 horas da manha uma missa
pelo eterno repoaso de seu amigo o Barao de Ama-
ra_gy. primeiro anniversano de sen pa-amento.
. 1). Theotonia Leite Montcixo previne ao res-
peitavel publico que ne.-ta data constilue por seas
procuradores para o fim de recebtrem a h-ranca
deixada por seu inando Manoel Felix M uteiro,
na cidade da Pahna, iirovincia dc' Guy At, ao
capitao Joao Benigno de Mello e a seu lilho
Joao Teixira Leit.-, que para la segnm afim d
reeebe la : sao estes -eus unicos |ir 'curadores, a
a annunoianti' provsta pn>celer criminalnxmte
centra quaesquer ootros u>ie t> sentem.
_Ouri urv, 17 de novembro dj 1873
Off iwe-se uma senliora' para
luar em qUlq.i>-r casa de fani
traba-i
|R, irn cos-
pr.tender diri-
turas por inauuinas : que i,
aojpteo da lVnlia u. 19, i; an-
qar.
Alaga-se a casa d roa lie S. Jorge, outr'ora
rua do Pilar n. 12, tendo soea assobradada para
grande familia : a ver e tratar ua rua dos Guara-
rapes n. 14, taverna._________
Giiariba
Desappa re-
ceu do enge-
nho Califor-
nia, de Seri-
iilia^m.oino-
leque Lino, bem preto, represents te.r d>- t*>
a 25 annos de idade. h n tural da Bnliia,
cuja direccio parec- ter io unlo Condu
zio.um burro preto, tendon-i qu-rtoesqu-T-
do o seguinte ferro F A C, quem oapprpbuii-
(b-rspra goixM-usamt-nii' ivnm p nsadu, a en
ten'lor-S'' n mesmn eugi'uho .n'ima.
EngiMihn California. 0 >i ilczumbro de
I87;i.
Joao FLrentino C. il'Albi'/icen/ne.
R .ja -h a i m Tn d va, o f.iv.ir di vir a ru. d-> Una. !/, Victoria u
l?J,a negocM de svii ^ailic |*r iptcresse.
Offerece-se
ra cozer em ca
em casa de madame
nma mulher de boa conducta
para cozer em caw de alguma familia ou mesmo
na travessa do Forte n. 6.
to 7ni*n2??/***** *lag"- UID e3Cravo "Q aD
rua do Hospicio n. 61, que encontrara am bastan-
e intell.gento, e rapazde encarregar se do traba-
lho de jardim ou do hortalicaa.
JO PUBLICO
que so existem lettras de .-eu aceite e de set. nri-
mooSr. padre Vicente de Faria Gartao, earn-
aer dos Sr>. jo-e Domingues Maia e Rodrigue-'
Almeida & c, e quae.-uuer outras qae possam
apparecer, nao uj do sua flrma,e pelas qnaei nao
te respansabili.-a.______
Atten^ao
Francisco de Pau a'Cava'canie Waaieriey faz
sciKite ao r*peiuvel uihliiM em geral e l
cularmeatH ao crp.i &.mmercid desta fn '
fcicia da in ver
ha desta
ci <|oe attendi-n to a c le-so.is Oe igual Home
em dia ile .
Franci-c>de Pant a Wanderley
Reci.e. 4 oe rtein.lru de 187:1
A pessoa quo amnuiciou preeioar d 2
: a jnr. .le um e nu i.. p.ir .vm1.i, .landu ^uffi
garaulia. poilf dirinir-M- a ua >m ll..$pieio
das 7 as 9 h^ra- d* n anha ou das 4 as
Urde
data
8!

llfElVfl 1
IP^VM^B^HB


6
Oiante k\&?emmbwt Torca ieiw 0 de Bogemfeo de it73.
I
Confeiteiros c pasteleiros
culmarios econserveiros
sSn^dli^03 ^l*0 na a""" < ir?fi>d?t 1 |Ualro arUsasque podem estar cen-
inntados em nma so pessoa.
E se nao vede :
m ?**? Mlebre 'ex'COKrapho P. I luteau, cre-
raos que foi ura grande guloso.
< hs^ ,da'*' Tei,or ou ,eilora> tambem arni-
ca do doce, que nos estais lendo, abri o tomo !
tLXeC"eD}0 ao grande v^abulario, e alii no
ocabular o dos synonyraos e phrases, a pagina
108,eneontrare.sa proposito da palavra confeileros
toeZT^A columnar, .L il p de fo-'
no, era elogio dos esmerados arn" passo nos seduzera cora as suas fani golut
n3?*,.Vejamos : ctoma-lhesentreoutras desig-
nates que nos levariam muilo longe so iTou!
zessemos enuuierar: ^ q
Artifices de comesiiveis do cnra
Admmistradoros da suavidade
Engenheiros !aborosos.
I hilosophos naturaes.
Aniipodas da aniargura.
H ustres propagadores do imperio Pomana.
Dulcissimos minislros da suav'dade
Amabilissimos seofaores do imperio da docura
Pacificos raoradores e bons vtsi0h0r
a S$^ZmW>' CUJ3S 0braS n5 *> Para
suS^i-rtm^f a C0DhCL-er mais
^Benigoos hospedeiros que das suas lojas fazem
coS'tei0,''63 *>n>u*alo heterogeneos,
nunM&W das partes homreneas da mais
pura snositycia do assuear.
la o !
artiste nn^nd. dissem?3 acima que os qoalro
HoaTn ^iar eeDlrif"-,a nria e se au?7r]*mC,S-,di*er Por e*Pea pro-
l>ii sw Eneommcndai pr exemplo :
1 fl.mbre.
1 iovast beefT.
'. empada.
1 pudim.
1 bolo iDglez fino.
1 pao-de-16.
1 torta de fructa.
yue judo I I I tado alii s prepara a contento
Carlos Pinto de Lemos; adminNrador da
ma?sa fallida de Joaquim Silver* de Souza &
ro?a aos devedcres da reforida maa mieiram
quanto antes Mar sens debitos a rua do M^.
n de Oli Ida n. I. seb pena de recorrer'e a"
Recife," 21 de do novembro do
Retalha se ura vasto e bello terreno a
margem do no, nos fundos da povoa?flo de
Bobenbe, ainda nfio visto pela maior parte
da populacao, por ter sido ha pouco derru-
bado os mattos que cobriam dito terreno, o
qual consta de uma grande plaoicie, pro-
pria para edificacao, e distancia de 3 minu-
tes ''a ultima estacSo da via ferrea, achan-
dose ja" dividido em ruas, com approvacSo
da camara de Olinda.
Quem pretender pdo"e ir ver qne sem du-
vida Gears' agradado, e entender-se cora o
Sr. Jose" Honorato Medeiros (Zumba), en-
carregodo, on com o proprietorio, junto &
ponte da dita povoacao.
$ Consultorio homeopa-
thico
Do Dr. Santos Hello
41-------Rua do Imperador-------4! 'K
Consultas todos os dias das 11 a 1 da \Z
19. tarde. 0
0[f Gratis aos pobre*.
*y Residencia a rna Nova n. 7, segun*> 2
W andar, onde da consultas das 6 as 9 da JP
0 manha e das 3 as o da tarole. jQ
g^ Chamados a qualquer hora.
CASA.
Aluga-se metade de nma rasa no pateo do Ter
co a pequpna (amilia : a tratur no pateo do Pa
raizo n. 26.
C4SA
A!uga-sc o 2", 3', 4# andares e solao do sobrado
n. 14 da rua do Torres, perto da praja do Corpo
Santo, coromodo para residencia de famrlias e es-
criplorio de negMCiantes : a tratar na rua do Im-
perador n. 57 primeiro andar.
ALUGA-SE
nma casa na Capunga, rua das Permmbueaav,
com coxeira e quartos fora : a traUr at rua- do
Vigario Tenorio o. 31, t.,.
COMPHAS.
HHHB
i
t00 ***** **
AIug*-se
o primeiro andar do sobrado da ma do Boque de
Caxias n. 44, proprio para escriptork), ou rapaz
olteiro : a tratar bo mesmo, loja.
AVISO
| Trastes.
8fc Compra s e vende-se trasfes novo
f; e asados no- armazern da rua db-Im-
tt* pera-Jor n. 48.
Compra-te uma anna^io em bnv eslado,
que sirva para taverna : quem tiver annuBcie
por ejte Diario.
rmkt.
meios tadiciaes.
1873.
A
as
l.ivar e engommar para
soas: na rua do Bospicld
ro 30.
as. po^-
numo-
mNa rua da Cadeia n. 59 precisa-se de
uma ama que saiba cozinhar bem, para
casa de rapazes solleiros.
Precisa se de uma ama que
compre e cozinhe pa>a casa de
pouca faiitilia : a tratar na rna
atraz da matriz ie Santo Anto-io n t8. ^egundo
andar
A V] K
AM
Precisa se de uma ama para
casa de rapaz soltei o : na rua
de Pedro AITonso n. 44.
Ama
'reewa-se de uma ama para c-zi-
obar para rapaz solteiro na rua do
Urespn d. 2".
i Precisa-se de uma ama quo saiba
/-* S '-1 coz,"nar> lavar o engonimar- para
III 'I ; dua-i pes^oas: na Baixa-Verde n. 22,
ingdinho.
Pri ci-a si' alngar uma ama boa cozinheira,
. rra ou eaptiva : a tratar na rua da Iinperalriz,
n. 16. 2 andar.
urio Dommgos Pinto, qnerendo resumir
- i oegocio de mobilia, tern resolvido fazer ura
"":' .. por cento nos pr?cos de suas
inaei san : ricas mobilias de jaca-
iir la a Lniz X- fabriradas em Franca, ditas de
e de inable, guanias-roupa de jacaran-
!i de mogno e de anable com espelho, ricos
rfoardas vestidos de amarello, ricos guardas-lou-
a, toi'.lettea de j;>car,.nda e de mo^no, aparadort-s
. mogno eom 'ampo de pedra, duo* d" amarello
rmar n aa elastica- para janur. dit s
at pin c ion abas para almoco, mesinhas de
ni_..] para costura, e uma inllnidade de objec-
i : que =rria nfadonho mencionar; tem i.m
an : b irtimento de cadeiras de muitas qnalida-
: a rna do Barao da Victoria n. 37 e 58.
a
ftu?, do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a quaiquer hora.
Gonsoltas : Aos pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
iicdico-cirirgieo ?
DE *
A. B. da Silva Maia. J?
i
I
Umasenhora perfeita. engomadoira offerece
para esse servigo, incumbindo se de mandar
buscar elevar a roupa em casa de seus donos ;
r;itara rua das Calcadas n. 1.______________
Precisa-se da quanlia de 2:000S on 3:000*
a premio por seis mazes, da-se garantia em bens
de raiz : quem tiver annuncie por este Diario a
sua moraaa para ser \>i ocurado.
%
0 Sr. Joaqoim Qemenie de Lemos Duarte teaha
a bondade de vir ou mandar a rn do Coronel
auassuna n. 282 a negocio d'e sen interesse.
Para carraceiros.
Aluga-se un terreno raurailo, na roa da Sau--
dade, que tem com palmos At frente e 300 de
fundo, com pequena casa e telheiro para ani
maes, proprio para plantaeSes : a tratar a rua
rauieiro de Marco n. 23, loja.
CHlADV)
(1ASA
.Vende-se s casa terrea da rua *w Trincheirav
n 21 : a tartar oa rua de Santa Thereza n 42.
LIOUIDAClO DE PAZENDAS
NA
Rua da Iniperatriz n. 60
Vende fazendas para liqtddar, p* baratissimo pre^o cbtto
abaixo se ve:
I i-;.
Pereira da Silva A liuinraraes tando em ser uru graude depozito de fazendas,
(tetn resoiyido fazer oma liquids'.ao da9 mesmas com grando ebatimento nos prejos,
com o unico fim de Jporar dinheirt, pora o qne convftlimi nao s6 < s seas nurnercsc?
freguezes* como o respehsve! publico, a vr surtir se. de muitjs faieadas, bo:s e batatas'
noaeu estabeiecimerrto denominad oPvaoa rua da.tiperaijiz n. 60.
CAMMtAIAS- A 49, 49SO&, 59; 69 79.
Pavao vende urn magniQco sortinaento
das- mais finas cambraias braucas transpa-
i rentes, tendo 10 jardas cada peja, pelo ba-
Raa-> fato precede 49, 49500,59,60, tendo tara-
U. Li. bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assim como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 49
ate 89,:Sendo fazenda- que valle- muito mais
dinbeiro;
DE
araetr Viaima.
A' este grande estabdetimento tera c-be-
gado um bo sortimento de macbinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
COM-SALPICOS DE GORES A 59.
0 Pavao recebeu um elegante sortimeato

Precisa-se de um criado, que i !eja bom copoiro
e asseiado : nna rua da Uniao n. i 17.
Attenc*io
Vende-se barato a armaeao da tat'erna n. 50, si
a a rua Direita tos Afogados : a tr,itar na pada-
ria de junto n. 66.
SO SB VENOO
I
Vendrm : Q
?J
Que lindas voltas com Ires ^\
fios, Qcando separados e por W
12* f ft.
S6 indo ver a rua do Impe- a
rador n. 30. d
|
Ainga-se o 2 andar e sotao, com todos os
commnJo.s para grande familia, do sobrado n. 12,
sito a rua Jo Hurtas : tratar na rua do Trapiche
D. 13, armazern do assucar. Tambem se vende
re a co de_Vt partes do mfsmo "bradf.
(Juinpanhia do Ghaz.
A empreza dogaz tem a bonra de annunciar
ao publico quo recebeu ultimente um esplen-
dido sortimento de lustres de vidro, candiei-
ros, arandelas e globos, cujas amostras e&Uto
no escripturio a rua do Imperador n. SI,
e sera) ven'iidos aos sens freguezes pelo
pre^o mais razoavel possivel.
Aluga-se o segundo andar do sobrado a rua
do Barao da Victoria u. 31, com commados para
amilia : a tratar na l"ja do mesmo____________
Uma pessoa sujeita, com moito pouca idade,
e que ganha 2* por dia, precisa de 4004 para sua
liberdade, obrigando se a dar fiador. o a entrar
todos os mezes com 40* rs. at6 realisar o paga
menlo do principal, juros e h das as mais despezas
respectivas, e tndo isso por meio d ama eseriptu-
ra Quem etiver em circumstancias de fazer
al negoci's annnncie.________________
Uma parda escrara, boa c-sturelra, precisa
de 1 00"* para sua liber lade, ofTerecendo en.
paga desta quantia os seus servigos pelo ttmp i
qua se convencion r : quem quizer fazer este ne-
gocio. dirija-se a rua da Imperatriz n. 30, segundo
audar. ________________________
TTKNCAO.
Precisa se de um homem portuguez recente-
mente chegado, que tenha boa conducta e pratica
para feilor de ogenho : quem estiver nestas con-
di^oes, queira apparecer no largo do Corpo Santo
n. 19, e-criptorio.___________________________
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo
n. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agencias em todas as ci-
dades o villas de Portugal, a vista e a prazo
por todos os paquetes._____________________
50#000.
Fugio do engenho Araquara, do termo d.Es
cada, no dia 26 do corrente, o escravo, Antonio,
crioitl.i, de 34 annos de fdade, com os signaes se-
gin..: : altura regular, falta de dentos na fren-
te, pes apalhetados e tocador de viola ; foi com-
prado nesta praca e julga-se andar pela fregne-
zia da Varzea, onde tem mai e irmis : Quem >>
pegar levo-ona astaqao das Oinco-Pontas : a tratar
com Olympio de Souza Galvao, ou no dito tnge-
nho a seu Sr. Antonio Jose Gomes Junior.
Recife. 27 de novembro de 1873-_____________
Garanhuns.
Na rua do Baric da Victoria n. 36, precisa-s
allar aos Srs. Pedro do Rego Ctaaves Peixoto e
ose Paes da Silva, a negocio de particular inte
<*se.
it-.TSi
<;i:al-.j.%ok uo\ka
ruGroso. CL-;0 F trigueiro
ie CHK VniSFB
to rti l.ef/itio de llnnra, Official do
. Cnvimeiutadordaorrlemd'lza-
bd u Oatholicj.
Ocli-o le ': rrac ainda ana-
mev.tAo'ao mas pmpnrdrulfs thprapeuti-
lnv>sDidi -).;'> ii bomnr co
q evrior r-Linpletou a ua
dciandoo loduretodeferro
aa.aeu oleo m.- Jlmda de BacaUian. Bafe
olpocle Rgado dcbacIbau fiTr.itlno-
so poioii'' tiul%aBr ,. ,.],. 'actl d' stso e nunca
nris'C' do venire.
Todas as ados mwlicas o pre-
r^r^m ** oitms pfVparacfle* fprnifzino-
sas. i :,'ivpin env todos os CHsns pin que
Mciann'pi oft*r.; TiBlca palmoaw.
Bi >r.tl U.., Ka Kmri a.Bhimiillmo, n>
pejrM'n. <"'>itii1i>cpcIo dfinorndai e
BVn'"--? 4' cf>nl deposito e p\* Pliiri i CHEVRIER
11. Fai't' 't. e.
Na mAsma pnapmacia Li.loseoVi.Mio
Yaya tu ja vistes ?
O que!
As las de ditas patacas que esta vendendo a
toja da Rosa Branca.
Eu nao Rosiaha.
Pois oilia qjat sao buni'as e tem um brilho que
parece seda, e que m;iis admira 6 que a nuite
ainda sao mai*JiVida o o prei;u 6 de aprovei
tar-se a owasuas se quizer.'s comprar inanda
buscar as pecas O'U as amostras na rua da Impe-
ratriz n. 56, loja da Ao?a Branca.
sim concerta-las- pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento ttmbem ha pertencas
para as mesmas macbinas eae suppre qual-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
Vende-se
carros de mao muitt t bons e por commode preco :
na praca do Conde df-'Eu n. 10, e no becco do Tam-
bia n. 9.
Fnmos especiaes
para o fabrics dos ni^i hor ,s cigarros finos de seda
e linho, e para caximbo, a saber :
O veHadi-iro fumo d 9 Daniel.
Idem do Rio Nove- 4 lesfiado.
Idem cabello s e pica do.
Mem de Kaependy.
Idem de Goyaz.
Idem dePomba.
Idem do Mineiro.
Idem de S. Paulo.
Idem de Minns.
No armaem de fumo i rua da Madre de Deus
n. 10 A, de Jo 6 Dumiaigues do carmo e Silva.
0 proprietary deste estabelecimento tem tido o
major capricho possivel em ^>bter do Rio de Ja-
neiro as qualiJades d fnmos mais especiaes,
algnm.i- at6 mi'-mo n3i> conheeidas nesto merca-
do ; portal muito apreciado em ontras provin
cia do imperio, como os furoos que aoaba de re-
ceber pelo vap .r naciomil B"hia, entrado em 6
do corrente d por isso c nvida a t dos seus fre-
guezes e ami^Ds para virem e esaminarem as
melhore* qualtdades df Pamos ftno<, e promette
conservar aempw wn su armazern o que hou^r
de melhor nesi arttg", 'sde 3 arroba ate 8*i
libra ; tado a eontento dos seus numerosos fre-^
guezes e amigos. ____________________
Ven(.le-se
A tvaerna da rna da "PJeaha n. 6, bem afregua-
zada tanto para a terra cJimo para o mato;a tratar
na mesma.
= Vende se a taverna da rua Imperial n. SI,'
propria para principiantn, por ter poucos fundos:
a tratar na mesma.
- Vend-' se na lugar das Areias uma casa com*
todos as p.-rteneaa de oadaria am ponto peqaeno,
ou tambem vende se a.proprip.lade somente, faz-
se todo negocio : a trfttar n.i mesma com Joao
Manoel de Souza. __________
Lindas las escocezas.
De varies pa Iroes, e inteiramente modernas, a
360 rs o covado : na rua Primeiro de Marco,
antiga do Crespo u. 13, loja das cnlumnas, de Au-
tonio Correla de Vaconcellos.
a casa lerrea n 36, sita a rua da Soledade, com os
commodos seguintes: 2 salas, 2 q .artos, cozinha
indepeiidenio, quintal murado e boa cacimba : a
tratar ria mosmx
a 7?J>500 e ditas a 59000.
VESTWOS A USO DA CORTE 129
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da eorte, trezendo
climas trabfrihara com toda rwrfeicao de cada c6rte todo*os enfeites necessatios como
urn e dous pospontos, franze e borda todajsejam : babadinhos, entre-meios, rendas
qualquer ostura por fina qae soja, sooerf requeQfes, e vende pelo barattf preco de 129
pregossaodasegutntequabdade: para tra- cada um, assim eomo, di os a 2 de iulho
halhara m5o de 30^00, 409OC- 455JOOO'com todos os enfeites a 109 cortes de carr.-
e WIWO, para trabrtbar com o pe" sao de braias brancas abertas, cora listras e Iavcres
8090<)8, 909000, 180J6000, i 10&000, \ a 69, ditos finissimos a 89, ditos de cam-
1209000, 1309000, 1509000,. 2U09000 e braia branca com listras de cores,, para aca-
2509OO0, emquanto aos autores nao ha al- '
tera^So de pre^os, e os eofnpradsras poderio
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objectof que
ha sempre para vender, eomo sejam : cadei-
ras para viagem, males para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianga (alias), ditas para escolas, costurei-
ras nquissimas, para senhora, despensaveis
para crian^as, de to*ias as qualidades, caraas
de ferre para homem e criaagas, capachciv,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparel hos de metal para cha\ i*
queiros com cabo de metal e de raarfim..,
ditos avulsos, culheres de metal fino, condiei-
ros para- sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios^ompletos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos-
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aburto aede as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noutea*
Rua do Barao da Victoria n.
___________22.
Nao ha mais cabeflos
mm\i
Vende-se seia casas terreas, na cidde de Olinda,
todas bem con-truidas e" em boa localidade: quem
as pretender, oinja se a rua do Aljube n. 69, na
mesma cidade.
Lisboa.
Solla c cordavQes.
Castanhas v.rdes c passas.
47 Rnada Moeda-47.
b EiiixiH de Cooa, escellnnles pr<
c5et Vftmt
:ompoo_
teri&B. dores
idu- Os granulos de
a tra as diarrheas.
BPstooiaKO, etc
Utinuth
dyspn-
11
Esta encouragado!! !
Agaa mole em pedra dura
Tanto da ate uue a fura.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
scrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de'ir a aia Duque de Caxias n. 36, a con
luir aqnelle negocio que S. S. se comprometten a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Una de dezembro de 1871, e depoi9 para Janeiro,
asson a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio,
i por este motivo e de novo chamado para dito
im, pois S. S. se deve lembrar que este negocio e
le mais de oito antu s. e rniando o Sr. sea iUio se
ichava nosta cidade.
Xa rua do Baran da Victoria n. 36 pracisa-s
allar ao Sr viy e C.urcino de Araujo Pe-
eira, a negocio de seu interesse.______________
SOBRApO PARA ALUGAR.-
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rua
do Harqnei do Uerval n. 31, com muito bons
commodos p^ra familia : a Tatar na rua 4o Mar-
juez de Olinda n. 52, ______________________
Bernardo Gomes de Souza a Gerwuio Mar
tins Pedra agradecem curdialmente a lrmandade e
a toda* as pe>soas qne acompanharam ab cemite-
rio os rpstos mortaes de sua afd ada e irm* wd-
ria Martha Pedra, e de novo convidam a Uidng
para asMsti.-em a mis-a lo setim" dia que man-
i dam celi'hrar terca feira 9 do corrente. no convea
to da Gl ria a- quatro horas da manbS : desde
ja si> enfessam eternamente gratos por este aeto
de religiao e caridade._______________________
- Alpga seTca'a u. 6$ da raa d^PiTn, cew
eommodo4 e fr.>
peratriz n. 3D.
a enteijder-se na rua da, Jbh
Vende-se ou permutta-se por um mo-
leque de 12 a 14 annos,'uma escrava mo$a,
sem viciosftsem achaques, do serviijo domes-
mestico : a tratar & rua Jo Mondego n.
129, casa do azulejo.
S6 quem vende b rato
SAO OS
Ai-irreiros A Irmaos
Ol'RIVES
Rna do Imperadpr n. 30.
I cassoletiHjia, forma de co-
ra{a>, por 34.
1 pulcfira para crian';a (ouro)
por lot-
i dita para senhora, capa de
dito por 30*.
Cimento
TINTURAR1A M0NEZ1
S6 e unica approvada pelas academias de
sci'encias, reconbecida superior a toda que
tem apparecido ato boje. Deposito princi-
pal 6 rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
rfciro.
bar 39500, e" pechincha.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
0 Pavao vende rieos cortes de cambraias
brancas delicadamente bordados, pelo ba-
rato preco de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, o covado
0 Pav2o recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato prego de
300 rs, o covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fi-
nissimo fi!6 branco liso e do salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORNOLSA 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous combonitas listras e
vende pelo barato preco de 129 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demerind e com listras de seda.
LAZINH.VS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinhas lisas,
sendo verde e cor de lyrio, pe o barato preco
dc 320 reis o covado, assim como delicadas
lfizinhas de quadrinhos a 280 reis, e" pe-
chincha.
(< va ti al i ds 640
francez nrtuitofinn a 3900Or apenas precisa
1, V* metro-piaraMfliilericel ;
CHALES BaKATOS
a 29, 298801 49T
0 Pavao vende cbaie* a em^ao de mc
rin*a 29, ditas de merino Iifo8de todas its
cores- a' 29508, ditos de merino estampados
muito-finos a 49, tras deseda a 69500, ditos muito fiuos de
creponra Algodlilo enf 0 Pavao vende algodao eufestado com 8
palmos delargura, proprio para lenc,6es
sendo do-mais encorpado que tem vindo ao
mercado, Use a 19 a vara e trancadoa.....
19280.
ATOAIHAD0 A 19608, 29, 5%,
0 Pav3o vende atoalhado tranc/ujo -com 8>
palmos de largnra a 19200 e 19600, dito
adamascado a 29, dito de linho adamasea-
do a 39 e 55J.
SEDA PARA VESTIDOS
a 19600 e 29.
0 Pavao vende-um bonito sortimento de
sedas com lislrinbas proprias para vesti-
dos de meninasede S3uhora a 19600 co-
vado, dhas lavradinhasa 29vos padroes sfio
muito bonitos e vende-se por este preco para
acabar.
Botinas a 5dOOO
0 Pavao tem um complete sortimento de
botinas muito bem enfeitadas para senhoras
e vende pelo barato preco e 59, artigo que
em outra qualquer parte custa t-9 e 79.
LE NCOS BRA NCOS
'a 290" .
0 PavSo Vende leun; j)S brancos ab inha-
dos, tanto p.>ra bomens <:otno para senhoras,
a -ir i; 295'. 0 a duzia, ditos de esguiao e
cambraia de linho t mbem ab inhados a
39500, 4?S, 55>, d tos francezes escuros, para
rape" a 6J5>aduzia. .
GAMISAS PARA HOMEM.
O Pavao vende ricas camisas com peito
de linho bord das, proprias p ra noivo a
lOjSe 129 cadrf uma, ditas de linho seu sc-
rom bori dns 49, 49i>00 e 5; ditas corr
peito de algodao muito finas a 29, 29500 e
39, ditas de chita fina miudinh a 29, 23500,
e39, ssiin como gruade sortimento de ce-
roulas francezas tanto de linho comodeal-
godao de 19600 atd 39, gr nde sortimento
le mci s cru s inglezas de 4$ ate 8$000 a
duzia
KA/,OIUS PAItA I.ITO.
O- Pav3o tem um grande sortimento de
fazendas pret s para luto como sejam : css-
0 Pavao vende um elegante sortimento s s' l5s' ou l3zinn'is Iisns $* vende a 400
das mais bonitas granadines ou gazes de e 500 reis o covado, bombazinasde 15*600
De forca de d.ms a seis cavallos : a venda no
armazern de Joaqaim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do f^orpo Santo n. 23.
Vonde-se a armaeao e utensilios da taverna do
pate^ do Terco n. I f, barato, 8 propria para quem
se quizer estabetecer uaquelle lugar : a tratar na
mesma.
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto. ______________^__________
Oleo de tinhaca.
Vende ra Cunha & Manta, era barris : rua do
Marquez de Olinda n. 83._______ _________
seda para vestidos. tendo de todas as cores
e vende pelo barato preco de 640 rtSis o co-
vado e granadine prcta com listras de seda
a 19800.
LAZINHAS A 360 0 COVADO.
0 Pav3o vende bonitas lazinhas transpa-
rentes com palminhas a 360 re"is o covad >,
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,
tanto em listras como em quadros a 280 rs.
o covado, e grande sortimento de alpacas e
lazinhas de 400 a 800 re"is.
CHITAS DE CORES
a2Qi, 241,, 280 e 320 rs.
0 Pavao vende um grande sortimento de
bonitas chitas tanto claras como escuras e
vende de 200 ate 320 rs., assim como ditas
com listras aolado muito finas a 360e4 rs., finissimas percales miudinhas com lin-
dos dezeiihos a 360 e 400 re"is, garantindo
serem todas de cures fixas.
COBERTAS A 2jJ, 29500, 39, 49.
0 Pavjio vende bonitas cobertas de chita
Mobilia
Na rua do Barao da Victoria n. 36 vende-se uma
mobilia de jacaranda, nova e de gosto, por preco
commodo.________________________________
Bom negocio
Vendo-se muito barato uma casa de taipa, com
, 2 salas, 2 quartos e cozinha fora, com um terreno
de 72 palmos de frente 200 de fundo, com algu-
mas fructi'ira- em punto peqneno, sito no lugar
das Areias, freguezia dos Alogados : a tratar no
pateo do Carmo n. 8.
0 verdadeiro Portland so se encontra no caos
da al'iiuli'ga n. S, armazern de bacalhao, era
bairica- daj miieres
preco mais commodo
pane.__________________________________
Vende se 2 boU e duas carrocas, nos fnndns
da reflnscXo da rna da G nordia : a tratar com
Manuel Jose de Miranda Silva.
Vende
As unicas verdadeiras
Bicbas hamfeurguezas qne vem a este mercado-
Marquez de olinda n. 51
ia rur
Wil on.Rowe & L. vendem no seu armaiem
qiwrein ao"mercado e por a, rua do Cmnm.rcio n. li :
do aae em outra qualuuer 0 veHadeiro p nao de algodao azul amencano.
^H ExcellenlB fii. de \ela.
Cognac de 1" qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidadaa.
c uma
ou menos por 2o0(
n. 101
reta de SO annos, pouco mais
} : na rna da Ponte Velha'
no ie
Chafariz de fi-rro para jardim.
Macbinas de cortar Jnmo.
Fcgoes economico*.
Format) para aesuoar.
Guarda garrafas.
Cufres de ferro.
Pj-ensas de eopiar cartas.
Tem para vender em seu escriptorio Joaqnin
Jose Goncalves Beltrao <* Filho, a rua do Comroer
eto n 5.
Ven*se uma negrinba de Irt annos le ila-
de. ertadla, rauim sadia o com babiridadea;
Em casa de Shavr Hawk.es & C, rua do Pom a ma do Cnri^el Snassnna, antiga 1 \ (lortas, n.
Jeauin. 4. ,|38, I
ate" 29 o covado, cantao a 13> e 19200,
grnnadine lisa com listras, cassos e chita?
todas pretas com listras e salpicos, rlpicas
todas pretas e lavradas de branco, merinds
outras muitas fazend s apropri das, que se
veude por menos do que cm outra qu.-lquer
parte.
MADAPOLOES ENFESTA DOS
a 39000
0 Pav3o vende pec^asde madapalao enfcs-
tado com 12 jard s a 35*, dito a :isiboO, rlito
com 20 jardas a 59, 5$b0u e 6000, dito
com 24 jardas de59 ate" 89 e 109,-soo !o os
mais finos que tem vindo ao mere dm
Algadilosinho a f^OOO.
0 Pavao vende per;as de nlgodaozinho
muito mcurpado a 49, dito. a 59 e 69.
TAPETES
CORTES DECASEMIRA A 59-
0 Pavao vende um grande sortimento de
com ramagem grauda, pelos baratos precos cortes decasemira para caloas, com bonitos
de 29, 2950'i, 39e 49, ditas encarnadas gostos, claros e escuros a 59, ditos de" 69,
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor 79, 89, ate 109, superiores caseiniras fran-
com barras a 49 e 59, ditas Tie croehe para cezse inglezas, para covado, de 39500 ate
cama de noivo a 69, ditas muito ricas a t69, 6)5, paunos pretos ede c .res dos mais bara-
ditas de daraasco a emitaQSo do soda a 109 tos o mais finos que tem vindo ao mercado,
e 149- por precos muito razoiveis.
FustSes Ronpa feiaa
0 PavSo vendefustoes brancos ede cores, 0 Pavao, tem constantemente um grande
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao' sortimento de roupas feitaspara homem, que
mercado, tanto para roupa de crian^as como vende por prefo muito era conta, como se-
para vestidos e roupas de homem,> venda jam :
Calcas de brim, de cores de.;295<'0 ate" 69.
Ditas do casemira escura a 39500.
Palitots da- mesma fazend t a 49500.
Calcas de brim psrdo de 29 ate 5 Dit-s de casemira de cOr de 14 ate" 12$.
Ditas de casemira preta de 79 te 14-j(.
Palitots de panno preto de 49 ate 129-
Fraques de panno preto fino de 209 at*
359000.
Calg s brancas de linho de 49 ate*'79-
Colletes de casemira de eor de 39000 ate"
59000.
Ditos de dit^ preta de 49 ate, 79.
Copies do la a -fcrttSfO.
0 PavSo vende bonitos cortes de lasinhas,
padroes miudinhos com lindas cores, tendo
15 covados" cada e6rte, pelo barato pre^o de
49000.
pelo barato p'reco de 560 ate" 19, o covado.
'bramantes
a 19600, 2^200 e2950O.
0 Pavao vende bramantes de algodao com
10 palmos ile largnra para lenc6es, pelo ba-
rato preco de 196|!0, dito de liuho com a
mesma largura a 29, 29200 e 29500, dito
Cortes de chita a S9, N>0 e
800.
O PavSo vende cortes de chitas ascurase
claras com 10 covados cada coite, pelo ba-
ratismo preco de 29. 39500 e 39000.
CORTES DE BRIM A 19i00.
0 Pavao vende c6rtes de brim pardo para
calga, a 19400. Ditos de cor, fazenda mui-
to boa, a 19600.
Espartilkos a 3$ e 4$000.
O Pavao vende os mais modernos esparti- CORTES DE ORGANDY A 39000 e 39500.
lbos, nroprios para senhoras e meninas, 0 Pavao vende c6rto de orgaody branco,
pelos Baratissi'iios pregos de 39 e 45000. com listras e quadrinhos, sendo fazenda mui-
Ditos muito superiores, brancos e de cOr, a to fina. pete* baratissimos prevos de 39 e
59 e 69000. 39500 0 corte.
Ceroulasfr^nceeas de linho e algodJo, para todos oa prefios e qualidades, assim
como grande sortimento de meias cru^s, camisas,, c lennhos, qtie tudo se vende por
precos muit r?zoaveis.
Panno de algodao da
Bahia.
Ha para vender das seguiates fabricas :
S Salvador.
Conceica..
Valenca.
Modelo.
W> script 1 ir. Duprat, & rua do On>-
BTcJO n %, i 1
toerao
Lazinhas
'escocezas a 280 rs. o covado.
It 10it Latiuiias escocezas, padroes muito bonitos, alti-
'ma m>da de Vilte de Paris, pelo dimlnnte pWcn
d 2o rs: o covado ; dao attiosfras : na roa do
Qnenuado o. 4i.
i iuiIvel
"m-^.i ~-'"~


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Diario & eaamiic<> Te^jfiM 9deyfitauitetj ck Irtf&tf

N. 4Rua do OabogaN.
JOSEPH ftftftfaOB
4
k^
ft
& c.
DE
. IRMAOS
UNIGOS AGENTES
Rua do IWao da Victoria n. 28
Vs mais simples, as mais batatas e as melhores do mundo!
Na exposiijSo de Paris, em 1867, foi ooncedido a
Elias Howe Junior, a meda>lha de ouro e a condecora-
cio da Legifto de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do muado.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tara.
a E. Howe Junior, nos
da machina de cos-
A medalha de ooro na exposicSo de Londres acreditam
estas machinas.
A
GOMES DEMATTOS&IRMAO
Avisam ao respeitavel pubKco desta cidarde queo sortimento de joias, de subido va
lor, que existia em seu eslabelecrmento, esla" completamente reforcado com 0 mais ele
gante sortimento de novas joias, quc receberam direetamehte ( peto ultimo vapor da Eu
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos d Boulevard, pulseiras (k
ultimo gosto com peaMw preciosas e sem eftas, brincos d'argbla, agraffes para relogio dt
senhoras, delicados aderecos para meninas, meios adere50s.de eaWafeu lmdissimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes mglezas de ouro e de platina, variada quantidadr
de bdtoes para punhos e peito, com embleaws maconicos, dconii, tecidode-ouro, cama-
feu, etc., brflhantes monstros de rarfssimas agoaS, era anneis, roietas, pulseiras.alfire-
tes e hotSes, e outros muitos objectos de onto de melhores fabricates de Paris, que St
venderao com grande reduccSo de prelos, por serem elles 'reeebidOs direetamente de seu
committentes.
Os proprietarios do acreditado MUZEUiDE JOIAS, tendo seu estabelecimento abertv
ate8horas da notrte, convidam as familias que se quizerem prOrer de lindas joias, *
virem escolbe-las i vontade, para 0 quees'lj em expositfSo nos mostradores.
A~VERDADEIRi TfflTTviOLETA
JOSfi'FEKREIRA-BiSiEViL
St'GrCESSOfe
Sf
Cabe-uos 0 dever de annunciar que a cornpnhia das machinas de.Howe de Hova-,
(ork, estabeleceu nesta cidade i rua do BarSo da Victoria n. 28, um deposito e agenda
taral, para em PeraambDco e mais provinciasse venderem as afamadas machinas de cos-"
'a de Howe. Estas machinas s3o justamente apreciadas p&a perfeig&o de seii trabalho, I'
**U mtrod-uccao dos mai* aperfeisoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
feroeer # eiamc publico as melhores machinas do mundo.
As txmttigens destas machinas sdo as seguintes:
frimeira.O pnblicQ ****> que ellas sSo duradouras, para isto prova incontestavel, a
;treumstancta de nunea terem ttroarecido no mercado machinas d Howe em segun-
'i mio.
Segunda.Cnntera 0 material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as divcrsas.pecas, e menos rapido estrago
e qua'nas. outras.
Quarta.Forruam o-ponto como se forafeito & mao.
Qumta.Perraitte que se examine 0 trabalho de ambos os fios, 0 que se nioconsegu
i outras.
Sexta. Fazem ponto miudo em casemira, atravessando 0 fio de um i outro lado,
logo em seguida, sem modificar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
'01.
Setima.0 compressor & levantado com a maior facilidade, quando se tern de mudar
igtrlha ao comecar nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido ^pocas de grandeza e
ecadencia. -Machinas outr'ora populares, sSohoje quasi desconhecidas, outras soffreram
adanjas radicaes parapodereru substituir : entreUnto a companhia das machinas de^Hawe
optahdo a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constMtoraente
a^mentado 0 seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que fa^a 600 maehinas
*r eU.
r*da machina acompanha livretos com instruc^oes em portuguex.
g.
5
^
-^
DE
s.
SANTOS NEVES
Con.'ir.iia a vender a verdadeird linta violeta estra-fina de Monk'i-
ro, cm meias l)utijas c quartos, a retalho e
Emgrosso com yant^joso dcsconto
RUA PBIMEIRO DE MARCO N. 43
&:
mrnma m tohmm
*d
90>000 A 90^000
LEITE, IRMAOS
do Barao da Victoria n. 28.
Fazendas finas
Rua
NA
DWS POSPONTOS
Na lojade Soares LeiteIrrhaos, a rua do Barao da
"Victoria n. 28.
Lavas de pellica
290 rp.
Abotoaditras para oollete, grande sorti-
aiento a 120 .rs.
Uiia de linha de marca, a 200 rs.
Lamparinas & gaz, dando uma luz muito
boa., a 1JJ0O0.
Duzia de pegas de cordao imperial, a
840 rs.
Caixa de botdes de osso para calca, a
tOO rs.
Duzia de carreteis de liana, 200 jardas, a
600 rs.
Idem idem 60 jardas,, a 240 rs.
If a$o de fita chineza, at 800 rs.
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs..
Meios aderecos com camafeu, a 500 rs.
Sarrafa detinta roxa oitr-fina a 1*000
Potes oom dha mg*eza, preta, a t0 e
10 rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
19O0O.
Idem idem, a 400 rs.
Ideto idem forrados, a 700 rs.
>iia de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talheres cake branco, 2 B., a
6*000
Resma de papel pta4o, a 49000
t 55800.
com pequeno toque,' Espelbos de moldura dourada, de todos
os tamanhos e pregos.
PEaFUMARlAS E MIUDEZAS.
Frascocom oleo Onza verdadeiro, a
1^000.
Idem com tonico de Kemp, verdadeiro, a
19000.
Garrafa de agu.a florida verdadeira a 19200
Gaxrafa d'agua japoneza, a 19000.
Mem idem divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (noviiade) a
19200.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
Idem idem de pos chinez, muito bom, a
500 rs. e 15*000.
Pote com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
nel, 19000.
Duzia de sabonetee de amendoa, a
39600.
i.ide Marion. 7 A.
DE
Cordeiro Simpes.cfc C.
K' esla casa, sem duviila, uma das que .hoje,
pode com ,primaria apresejpiar ^os ^e^s fre^ezes
um variadissiino, sortimento de faie'ndas flnas'pa-
ra grande toilette ; assim como, para o uso <*di-
nano 'de todas m classes,, e por preoos vanlijo>
sos para o* compradores, de cujas fazem .um pe-
queno re sumo.
Mandam. fazendas as casas dos pretend,entes'.
para o que tem o pessoal heoessario e dao amos'
ti-as mediante- ponhor.
Cortes de seda !< lind^a cCrc.-.
Dims de.gorgurao de cores.
rosdenaple de todas as eures.
CorguriO branco e preio.
Selim Maoau preto e de cCtos.
Grosdenaples idem idem.
Veludo pxe^o.
Grana^inc, .seda pre(a e cqjismajri de, cores lin- It
dissimas padroes e fazenda da ufttma foda'
Popelinas de liodos padw9.
Agua fldtida, de Guislain,
para-fazer os cabello&pre-
tos.
A ajrnia-brancaj a n:a Uuqae do Gaxja n. 50,
acabaf'jde-jrwei-oj: Dov^;rpmeS*^ ^pxec,iavel a^ua
i ?jr(ida1Dalr,a/azpr ,os cabeUos prelos. Okoinre-
suljado, cplbido por quern tem 'Km nso dessa
inbtfenslv.rprepata^ibaierta4Menie ''onceitua-
io,e per iteo apeias se fas imbra,a quern no-
vaiaaiUe^deila .precise 6.q\xm\i, ,se wiroveitar de
siajulil^ade. ^umbqro vqIo ^gua de topasio e
o(ep, florjao para o mesmp usd; e tS6 acreditados
como aqiielra. 'MBf
Voltes e brincosae'.grossos
aUofepes^de' e^res.
A agUia'Dra'nca1, a rua fife Duijue it Cams'n.;
30, recebeo cnov*srftibonHaa:ialfas e brineosdfr
gfeesa jliobreade qOres, .e.'pomo sempre.eonti-
nua; ,* .vpn4jJaa. |r er?P Ciimmydo.
liV,
Em seus armazens i rua do Amorim
n. 37 e caei1 do Apollo n. *7,
tem para vender por precps coramodos
Tijolosencaraados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portlaad.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descarogar algodio.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barrH.
Phoiphoros-de cdra.
Sagu em garrafdes.
Sevadinha em garrafSes.
Lentlihas em g,arraf5es.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Parto \eiho engarrafado
Viabo do Porto superior, di:o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
i Potee com linguas e dobradas ingloaa,
Lioares finos sorlidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglei.
Barris com repo)ho em salmoura
^Tinta, eha c I'muii
Amaral Natnco & C. vendem fintas orisalinc-
Lotion vegetale para tingir de pretes oabllos, e
qua se cochece de mais uiil e commodo, nao so
no modo. d empregi-lo, como no resultado que
se dbtem. Cha verde e preto chegado ultimameno
te, efdmo- inglez e franeez, para cigarros e ca-
ctimbM : vandem no Basar Victoria, rua do Ba-
ao da Victoria n. 2. ___________
Reirpa estrangeira.
Amaral Nabuco 4.C. vendem costumes de brim
branco e de cores (a marujo e a puriiaaos) para
meninrisj paletots e eofletes para homem, dilos de
alpaca e-'de cawmlra para 4iom^in e meninos, ca-
misas botdadas e lisas para eenbora, bomera, me-
ninoe menina : no Bazar Victoria, a rua do Ba-
rao da Victoria n. 2.
0
CWas a iW rs. o rovad).
A 349 rs o covado.
A J40 rs. o covado.
So na rua Dugue de Caxias n. 60 A, loja da
esquina.
A 280rs. o covado!
Laziohas de cores para vestidos : s6 na roa do
Dugue de Caxias o. fiO A, loja da osquina,
Cahfies
\ ende se quatro caixSes proprios para eslabe-
lecimentos de molhados, a rua de Marcilio as
a. 76.
IV.
Preto e branco.
Bianco e preto.
Sao caiihfaias para lulo, prela com liatias
biuiioas e brania cam lisiras pretas, gostos no-
vos : na rua da Imperatm n. 56, loja da Rosa
Branca.
<'i
0 jardiui da Kn Esperan?a, a rua Duque de
Caxias n. C3, esla replecto'de flores af mais de
iiuadas. que e possivel inagioar se, desde o mais
singello raraalnete a mais elegante Tosa, (inteir
novfdadeV'vso bello sexo compete, quanta- antes,
virem coibelas emquanlo cstio vigoea?.
Filo de seda branco,e preto.
Bicas basquinas de seda.
Manias brasileiras. .
Coicbas de seda para noivos.
Cortes de cambraia branca com liodos bordados;;
Capellas e aantos para mivas.
Riqnissimo sortimento de las com listras de seda.
Cainbraias de c6res
Drtas marrpozas, brancas e de cSres.
N'msuck de lindos palroes.
Ejajrtpta.de padroes mui delicados.
Prcalinas de quadres prelos e brancos, de lis-
tras, etc-
BiiD* die linlro de c6res, prcrprtes parti vetido'
com barra n lisiras.
Fustao de lindas cures.
C;sai)Uinhos de la e de todas a cures, para se-
nhoras.
Saias bordadas para sechora*
Camisas idem idem
Vstuarios para meninps.
Ditos para baptisados.
Ghapeos para dTtos.
Toalbas o jguardanapos adamascadus de linho de
cores para mesa.
Colchas de P.
, Cfirtinados bordados.
Duzia de sabonetes de anjumo transparen-[ Camisas bordadas para homem.
tea, a 39200. Meias de cores para homens e meninos.
Idem idem eom ftAres, a 1W00. Oraijleto sortimehto de ehapeos de sol para bo-
o.i__, r, \ mens e senhoras, com cabo de marOm.
Sabonetes Glycenno transpawntea, a MCTino ie c6rM p^a vstido.
1?M)00. pjto prto.
compedras.
!fcraoa,.rua do;Duue de Caxij
NouitoS'di.
para meninas-
n.
iqpeu z^ovo. sor'fimento de bonitos diaot
dos e com 'pedras/UViito
Caixa, com sabonetes, formate de fructas,
a 4$0ft0 e 15500.
Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
80ft re.
Erasco coraagqwde colagne, a 900, 390,
500 rs. e 10000.
Extractos muito finos dos melhores au-
Idem ideraliso. atoWO, SWOOf 59000. tores.
CoqaesmodenWs^ilfiOSJO. '
Draziasde pe?as de'Wfcfi^as de caracol
branca, a 400 rs.
idem ^dero lisas, a 200 rs. i
lai/m de osso e satidalo, a ajWOO, 43
65J00O.
Fita de vellodo de todas as core* e la'rgd-i' pados"
rW Utna grima^b6!eta
fecroscopios com 12 vistas,|a 65WJo'ol. quWloja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
4o Barao da Victoria n. 28.
Lindas e elegantes caiarinhaecomperfama-
rias, proprias para presences, dos autores
E. Codray, Rieger, GelW Freres, etc.
pua'dtos c6m saatose estampas separa-
dasl
{tatromeidfc e haJjax!os traiwpiirentes a ta- I^IWU7
f Casacos a tricot.
prbprl8'para-ql-
Atoalhadb de Unho e algodSo para toalbas.
Atailhado pardo.
Brins da linho branco, -preto e de cdres.
Selim de lindas cores a con listras
Cbales dejroerjno, de cores e psetos.
I&ie'fe^e* cares.
Dito de touqUIm.
Camigas de liaho.
Bitas'de chits.
Ditas iff flfadla.
Ceroulas de brim e 1algod3o.
I Bamascb de IS de coris. i
PXnnoe'de crochet paracadeira, sd&.e Qons^Hoa.
eolohddit. (.
Taftetaua .de,,todas as cSres.,
nlbos.Tttos e bordados.
Extrffir&lnM&pMtehsteb;
Cofcha* aaa^lffla' arfaiaWaWas'-para eami
pal^> baratiBtiiqo' prdQdBi 20500j., a Ldja dos'
areot, da9l A C* 'A cua Primalro j
toMariw(antiZa doCrespo) mA. j
iutwA-ffi
a tratar O L
uvernanldQe/lflia^Bri.
Madapolao fraacez
a 63500 a pe^all

Madapoiio fiaucez finoeom poan. unioa 6430
Os verdadciros
Vmhos d^ Bourgogne
das wircas
CbaaAerUn
Pommard
Virits
Volnay
Beanne
Montbelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Veide-so por barato ppeco
PARA LIQUlDAgAO DE CONTAS
Rua Lar^M do Bamtrio 34.
Botiop.
c cortes de;.Vestjdpsid Jinh.j>*../sejibora,;
da^da ersas ,core^ com os competentes enfei-i
tes, ultima m'oda.
Casemiras pretaS'4 fle c6res, chiWs,'flttda^ttKAi
canWraiaa, paooo Uno prWo e aaul, ctfar4nhos:
punhos, ;granatas, ,JUW, fix, i#)\m> PHiA*
side via
Wji M^Passd; Hia
A, aniiga do Crespo.
i-----------mi
Prlmeifo dfrlftin
dfrlftirpo- n.
-i------_u
iigm Meftlfoo-Gaos 4m \V*
jras Salgadas.
Villa RbuJD& 3e. AgtHar,
ilCAftBOSATAOAS-^oi)!^ S
Analyses do Dr. Jos6 Julio Kodri
pars, lenfe da eseola Polyte-
ehniea de Lisboa.
ISsUi fexttflettft agt'a iwidfl; com vantegem no 14
patacimeDtos das vias diges&vas, urinarias, d>
eattimagu etc., etc.
Ven<3e-8e
NA
Pharmacia e drogaria
Rua larga do Rosario n. 34.
u. 3
Vende-se na rua d. Vigarij
C-unaf da melh r lijade.
iiairox do Porto
Vaiias' r.fc -eer,
Vinho do Porto engarrafado em da
At
60, n
nias dOura
como"-para 'senharas.
CqIIqc^pcs 4e traslados ou
Hormae para aiscfever-se.
A aguia branca, A ma Duxjoe; da Caxias a. 50,
recebeu.novai eolki^aBs ou normaa |>afa as crian-
cas aprenderema es/;riiver pot jsj mestpo, hoj tio.
iiadas nas,. aulaii, e, c^Ueeios;, e. .como sempre ven-!
d^six^-ipreco commoop.
Meiafi .6ma8(8na3 parameni-
nas e senboras
A loia.oTaguia bqanca, a fua Craque de CaxiaS
n. W, Teceneri noVo ?>>rtimeBo aaiueftas tao pro-
curadas meias cruas para, senhora, vindo igual-
njenle,para meninas, e .cqntiuua a vende-las por
prelos conimoqos.
Ufas on. maMtiitfb^s pretas.
A loja .da aguia Waw^i: a ruA idp.Dusua, de .Ca-
xias n. 50, receben hpnitos was ou maatiqhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacao de
croche, e vende-as peW bartttoa pre<;o3 de 3f,
it e 6J008. A fazenda e boa e esta em perfeito
estado, pelo qnfi contuuia a ter prompta extrac-
cio
Perfeita no^idade.
^rampos com horboletas, bexouros e gafa-
nhdtbs doiirddbs e cototidos.
A loja da aguia branca, a rua do Duqne de
Cajrfe/n.''50; r#5*ett' novoa grampo* tahbor-
Ganlarla de Lisboa
Hombreiras.
Capiteis..
Sofeiras.
A' venda noarmazem n. T.i, a iravessa do Corps
Santo. ________________________________
Las.para vestidos de gente
siniia.
Fazenda d800 rs., vende se a500/s. na Rosa
Branca e dao-seamosiras: a rua da Imperotriz n.
5U______________________________________
Vende-se
Uma casa terrea na rua de S. Miguel n CT,
C9mh*od*--prfo : atratar na rua do Imperador
n.' 76M
(laaiizinliiis e punhos
Amaral, jN'abuco & C, v>-i;J'-.in camizinhas e pu-
nhos oara. seuiiaras, brancos de algodao, de linho
bordauos e de cores, no
BarJfo ViAo-ia n. 2.
brancos de
Ba ar Victoria
rua do
Mafcrieula para cavallos.
A' venda: n*hvraria. clas-wa, a rua do Impera-
dcr n. 73. Piejo 40 rs.
A -Predilecta acaba de receber um Kndo sorti
mento de fi'tas escocezas achamalotadas, proprias
ara fachas ; assim como um lindo sortimento de
,ues do madreperola; a elles antes que se aca-
a rua do Cabuga n. I A.
P
leque
bem,
boletas, bezouros e gafanhotos, ~o qiie dojoetlo 4
perfeita ioiddev. AiflBgfljladfl ;e pepnena, a
por isso em breve se acahara.
Novas gollLnhas omadas com
ppJKfla Ott.amibho
in uma (P^tfuena' gbamidade d* boni-
am
i a' no'los gollmhaVtfabBlW) ** li e ^eda, e-
neitadascom artninho, obrasttsdeiram4 to
^_mtaiiaaiaala' btv. ,
brineose uozetae
dourados'.
a rua do Dpque
Btl bonlWs Tram-
Vende-se
bo estado am que se acba o sitio existenie no
lugar dos Remedios, freguezia dos Afogados n.
21, hojj becco da travessa dos Remedies n. 18,
em chap proprior quern o pretender eatenda-se
eotd oseil proprietary na rua de S. Francisco,
ebmo quem vai para a rua. Bella, sobrado n. 10,
que se fara todo aegocio
Farinha de mandioca nova
JYeui para vender Joaquim Jose Gongalves Bel-
trao & .Filho,. a'bordo d.< patacbo Sapho, cbegado
de" Santa, "atharina, fundeado defronte do U^piche
Barao-do Uvranipnto ; e para tralar a bordo, ou
no seu escriptorio a rua do Commercio n. 6.
Alcaci
lana
A 400 RS. G fcOVADO.
Fazenda inteiramente nova e propria para a pra
sp^e eatacap, pelo baratissimo p
Anf'Artrt o Tai A*.* nuitnn Art flt\-
covado, aioja dos arcos de Gur
C, a rua l. de Marco, antiga
;o deiOO rs o
jl do Amaral &
n.20A
-se
um sitio no largo da Casa Forte, com SSO palmos
de fren,te e 370 de fundo pouco m?is ou menos,
com 6asa' de pedra e ca?, 7 qwartos, 3 salas, co-
oMiafaia, t:caaipbas e divarsoft arvoredos de
eirOilb v uo.pateo d Oaraio a.' 3> ou aa'rua
atoa^inabeiraa.n, J. .
Tem para vender Joaquim Jose Goncalves Be- I
a o Filho : a tratar no seu escriptorio a rua
do Commercio n. 5.
' PKWLECjST
A' rua do Cabuga n. 1 A.
Os proprietarios da Pvedilocta. no iniuito de
conservar o bom concerto que tc-em raerecido do
respeitavel publico, distiuguindo o seu estabcleci
mento dos mais que. negoclam no mesrao gaijero,
veem snieniificar aos seus hons freguezesque'pre-
veniramaosseus cirrea^ondente nas diversaapar-
?as d'Europa para Ihes enviarem por todos o>;pa-
queies os objectos de luso c bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paiies, visto aproximar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta lioda Veneza
mais ostenta a riquaza de suas toilUtes ; <>. co-
mo ja recebessem pelo paquetc franeez Qivtrsos
artigos da ultima moda, veem patentear aljiuns
i'entre elks que se tornam mais recommendaveis,
e>perando do respeitavel publico a costuniada
concurrencia.
Aderecos de fliiaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas do madreperola e de
velludo, sendo diversos tamanhos e baralos pre-
Cos
aderecos completes ae borracha pr. prios para
tcto*, tambem so vendem meios aierecos muito bo-
nilos.
Boioes de selim preto e de cures para ornato de
vestidos de sechora ; tambem tem para collete e
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sr,rtiaun-
to de seda, da pallia, de chagrim. etc, etc., por
barato pre^o.
B.necasde todos os tamanhos, tanto de louca
como de ceia, de borracha e de massa ; chaina-
mos a atteni. ao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as!vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto que as cn-
tretenliam.'
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem se por preen commodo.
Ceroulat de linho e de algodac, de diversos ire-
50s.
Caixinhas coin musica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presiu
tes.
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Ch.ipeos para senhora..Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para sonhora, como para
meninas.
Capellas'simples e com voo para noivas.
iJaleas bordadas para meninas.
Entremeios eslampados e bordados, de iindjs
desenhos.
Escovas eleclricas para denies, tern a proprie-
dade de evilar a carie dos demes.
Franjasjde- seda pretas e de cores, existe am
grande sortimento de divercas larguras e barato
pre^o.
Fitas de sarja, de gqrgurSo, desetim e de c:a-
malote, de diversas larguras e bunilas cores.
Fachas de gorgurao-muilo lindas.
Flores artificiaes. A Predilecta prima em ccn-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
tas flo es, pao so para enfeite dos cbellos, como
t/mibem-.para, ornato de \vjstidn de noivas.
GaluBi de algodao, de ta e de seda, brauco3,prc-
tos e de divi rsas cores.
ravalas de 9eda para homem e senhoras.
LacoS de cambraia e dc seda do diversas ceres
para senhora.
Ligas de seda de cores c brancas bordadas para
riu.va.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
[ perola, marfim, 6s'o e velludo, tudo quo ha de
bom.
Peates de tarlaruga e marfim para alisar os ca-
bel'os; teem-tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello softimeu to de madre-
perola, martini, osso e dourados pur barato preco.
Perfumarias. .\estc artigb esla a t'redilcjta bem
provida, nao so era extractos, com-, em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Prver, Sociedade Hygieoica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sag indispensaveis para
a fest*1;
Saias bordadas
preco.
Sapalinbos do 15 e de setim bordados .para bap-
tisados. '
Tapetes. Receben a Predilecta umbonito sorti-
nseuto dc Jiveraos tamanhos, tanto para soft ?)-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha do melhor
gosto e os mais raodornos, reoebeu a Pi .dilect* e
vende por barato preco, para flcar ao alcance de
qualquer hqlsa.
Rua do Cabuga n. 1
Amafa* Nabuco A C., vend m por bart'.o
Sre^o, cortes de vestidos de IS, de chaly de seda e
e gase de cores, vestimenta de ca^einira, fustlo
e brim para uienia.-s,o B,.zar da Moda n. 2
rua do Barao da Victoria.
Bolsas, malas indispensa-
veis
Amaral, Nabuco & C receberam'comp'ato sor-
timento de bolcai, malase radispensaveis de .ou-
ro, madeira e chagrin : vende-se uo Baiar Vic
toria, rua do Barao da Victoria n. 2.
para senhora, por commodo
J. e. c.

ranca
is nmsrii
rezatas1 doumdoi ; assia cocao
[io*o tfaikax** ^j^i^eWnj^MW^'SW*-
JaiKiBiias com; pos dourados
e >xM8ttd6ft; ^^'tft!llOfe.
Xfvfa-mmlmi* Api* Branw a ma do &-
que de t axias n. w.
Luvas dft,peUica,pr^ta'S e dfe
out^ co'res.
------' iLgJtr
;fjJT
.
fi,M
has,- cpm listras .estampadas pelo diminuto
r*ortT listras assetrhadasi af 1*000 0 to-
yado.
I GtUMHliias pretas com Jistras de cdres a 5O0 rs.
elinalrancados proprios para vestido, a'320 rs..
ivaoo.
Alpacas de quadros, proprias para vestidos, a
fcQ cs.:o Covado.
jhan), let^fiaraxajcas a 1*300 a vara.
wJifcTO-'llnWiSf'llWW *Vara.
seas
mm
*Ie^Srtfaenlo.8efi
e bem assim a flor
em rolos, pacotesi'ttH
bem aoT'mW frcrfid
Araujo, Lizaur, Adolpl
Sehpj|4,*g..V4sigaa-.
lar, Teixelra. Pinto 4 Porte!
mesmusl e de'dutfiis aiide nao
aot
_ a
OJlj *t arti am oda
m%
flSis.tam-
Torrts a
de A Avt-
itldo' pel
prtr
publico desta capital, p anarme*Jna tfceara qat
todo fuuio-qde for n-ndidoaa oa: caa isera pair
yeu jusH Bjrtor. b -qqe, fiuado' garantir i
uaUdadf-, si'ra sIcpjo, mui J
ne. pnnn. entendatntfanaPria
poi i a |ip 1 ga pratica de 15 annos deste commercio.
i
Chapeoe.de adlde scdav cabo de canna, a 8*300
^*%*tQt#osdjf tOdama do Crespo,1:
loja das 3 Dorlaa. de Guilberme & Q.
BklihoS'ettSiMmda,
Camisas e calcas de fazeHda I* 'boa' flualidade,
proprias paramo? banhos em OHnHa : na1 kijadoa
ir&f'-k tU PrfoWro .'oViMwrto n-20 A, d*GoBbldo Amaral > C,
:Rua do Brum n. 76
Vrtule 66 rinoo pUrp de siuperiof qoalidade,
-nroprid para cobertas de casas, medinao 11 pal
mas da'compriflo e 4 dsttygo, pwpre^o mnltn
m cdpta.
Tem para veid :
Cognac dp-J3qnpefW(SUpejriar verdadeiro.
Vinho Xeres das melhores qualidade?.
Bitters de Angostura).
Whisky
1 Todas as praparac6\!6/oWacP dp 4k. Ayer: no
armazem da rqa do Commercio n 38,__________
Para acabar!
BieoachapAn parailenhqifth] #.0 rua Aaqjie
daCawas A ftOji, Ifijt da eaqnina>________; ^\

P^abUco, & C.. vei
ramas com rlstas
mils contmo-
oramas com rtstas acfoAftnente nM-as :
ictoria, raa do Barlo-la- ytobtixhji;
Burros i veid*
J. Deiro avna a sans fcegueieft ^ue esta. em
flriaf^mparaas.provjiicias^ Alain^se,Pernjam-
b^flb,.cQnduzindn ex:ellente tropa Be burros
passaVa por Ptnedo, Pilar, CaMjhmaJGraDde', Por-
to Calvo. Barreiros, Rio Formoa, BioaayCabo e
StivaMelmehte por Santo Araaro.de Jaboatao a
CweVi ; pr isso pode sex avisado ou encon-
trado em qoatquer dostds Ida
?lr
Larangerras,
CIMOTh
Crheon o vi-rd, de Portlan I ; b.irii,
ggandes dd 4r' l, : no armazem \ J
mios 4 C, en
ffi''6aM'Bi adla de' Barreaa), ,qa;nia do Com-
merchv por pri-jo modico: a tratar com Tasso
Ir.naos A C ; .. ___________,
Ao bello sexo.
' lilismio \ li<-:il reef bi ram ricoe' cartes
' d> = pel,, b.^ral. ire... de 40a(Ni0 <> cOrte ; i
: {in* 0 l"J,'i da rp? P
(Mar.,,-ii fi
pitri'Qualquer
"idotopaftdor

'

MUTILADO
Di


I 1
L.
8
Diario de Pernambueo -Ter UTTERATMA.
I'kcntro de Santo Antonio
Recordacoes d.v mocidade.Mas te.nta-
COES.
Mai acabavaraos de aprcciar o bellissimo
dramaA Jlepublica dos Pobres de Lam-
bert Thiboust, quauJo viinos annunciada
asllecordacdfs da Mocidade desse cons-
picuo dramalurgo em bencficio do actor
\is(o de Paula Bahia.
Nao conhecondo a comodia-drama an-
nunciada avaliamos, com tudo, qv.e devia
ser uma pega de raerito ; j;i pelo nomo do
auctor, jd por ter sido escolhida pelo S;\
Babia para o seu beneficio.
Ndo nos enganamos. Leraps e vimos
representar as Recordacoes da Mocidade
e acharao-la uma producgao muitissimo mi-
mosa.
No genero nao conbecemos cousa ae-
Ihor.
A par do riso a lagrima, a mocidw. e
com os sous sonlios e a velhico com as suss
recordagoes.
Maravilhoso contraste !
Lambert Thiboust reveh-se piiitor de es-
meradissimas palbetas.
Cada typo das Recordagoes d uma crea-
;ao. Morisset d original.
Velho pelo corpo o mono pela alma, seu
espirito volve-se ao passado, recorda-so dos
aprasiveis dias do sua juventude, dos so-
nbos que lhe povdaram a mente, dos pra-
zeres a que sem preocupagoes, sem conhe
cer o quo d a vida, o mundo enganador e
fallaz, entregou-se ; para despertar d'esse
sonho ininterrompido quo se chama mocida-
de com as faces eurugadas e.a cabega em-
branquecida pela neve da idade.
0 goso, que entao a alma experimenta
pela lembranga do passado, o dezejo ile vi-
sitar os sitios, onde o coracao despertou ao
toque do amor o trocaram-se os primeiros
sorrisos, as primeiras confidencias, os pri-
meiros beijos, com a mulber araada ; o pra-
zer quando chega-se a esses lugares que co-
nbecemos na primavera da vida, que tantas
e divorsas cmnraogoes fazera-nos experi-
mentar; tudo esta descripto com tal natu-
ralidade, com cdres tao verdadeiras, d tao
bello esse quadro, falls elle tanto ao co-
racao ; quo os velbos desviarao dellea vis-
la p8ra a furto deixar escapar uma lagri-
ma, lagrima que nao cahe, Qca suspensa nas
palpebras, porque, logo apds esta um dito
de espirito, uma scena cbistosa, chei> de
galanteria comica, que provoca o riso e
dissipa as impressoes da scena anterior
0 espectador experimenta emogdes mui
diversas, ri e chora ao mesino tempo.
Tudo e artistico nas Recordagoes da Mo-
cidade.
So passarmos do bom delineado typo
de Morisset ao de Paulo Benard, encontra-
remos a melhor coutextura, a mais perfeita
harmonia nos trains o assim em todos os
personagens.
Nao se nota n'esta comedia a ausencia
atticismo critico. A critica ahi e^td subtil e
fins.
Lambert Thiboust raaneja com admiravel
habilidade a penna do dramaturge.
Conhece o coracao humano, aprofunda-
da-lhe os ysterios; e sentimentalista.
No coracao do velho Morisset, que elle
nos descrevo espansivo, alegre folgasiio ;
existia uma libra que nunca havia extreme-
cidoa do amor paternal.
Como elle n desperta e mostra-nos mais
uma phase d'esse brilh.mte typo !
Como e esse velho punido do abandono
em que deixara a pobre Margarida finan-
do-se de saudade e desgosto.
Sua filha, a simples o recatada Noemia,
que, a sua phantasia de visitar a casa em
quehabitdracomMargarida.fizeraencontrar,
nao quer conh.'Cer seu pae, para s6 lera-
brar-se de sua mae por elle abando-
nada.
Elle nao era tao culpado quo nao mere-
cesse ser perdoado, e, no entanto, e puni-
do. Eis, oquo queremos ver no drama,
qualquer que seja a sua escola, que a fal-
ta por mais leve nao fique impune.
Morisset amou sem se lembrar das leis
inflexiveis da sociedade, que imperando na
familia, fazem-na converter-se em algoz
do coracao. _
Cedeu a pressao d'essas leis, mas, o co-
racao, que era bom, nao olvidou de todo a
sua Margarida ; cbega a velhice, avivam-se-
Ihesas recordagdes.
Pae, nao conhece sua filha, que o acaso
lhe entrega, e elle toma-se o melhor, o.meira palavra de perddo de Margarida!
mais desvelado dos paes. jtraduzio o Sr. Bahia perfeitamente as emo-
0 amor paternal completa a grandeza coes,os transposes que tumultuavam n'alma
d'esse personagem. e no coragao do bom velho Morisset.
E' original o modo porque a filha, sem 0 Sr. Bahia conseguio dar a esto typo
que o suspeite, o puoe de sua falta. dupla importance.
Quanta sublimidade n'esse sacrificio de Pelo bem que o desempenbou acceite o
seis annos, dia por dia junto de Noemia, illustre actor as nossas felicitg6es.
cuidando com a maior solicitude de sua A Sra. D. Manuella conduzio o papel de
educagdo, ouvindo-a chamal-omeu ami- Noemia coma maestria do costume, princi-
go, semjamais sdar aos seus euvidos odo- palraente, nas scenas 12." e i3.*do 3.acto;
ce nome de pae. e em todas as do 4., trabalhou de modo,
Ao mesmo tempo", que bondade, que gra- d confirmar, sideconfirraagdo carecesse, a
tidao, a d'essa moca, que, para mostrar-se nomeada do distinctissima actriz.
agradecida aos seus beneficios, consente em 0 Sr. Florindo exhibio-nos um Robineau
passar por sua sobrinha, sustenta comsigo que, nao foi o descripto pelo auctor
mesma, sem se trahir, uma lucta terrivel Robineau a despeito de suas leviandades
junto de Paulo, o homem a quern eonsa- de mogo, era leal e como amigodava valor a
grara o eorjgdo, e que, por um rasgo de esta palavra. Por estimar Paulo d que, mos-
abnegagao sublime no homem, e mais ain- trando a Noemia a carta que este recebera
da na mulber, abandonou em obediencia do sua mae enferma, a persuade que devia
ao dever, que o charaava ao leito de sua abandonal-o, esquecel-o para sempre.
mae moribunda, e que elle, para ndo sepa- A' dar este passo s6 a amisade influio, s6|
rar-se d'ella, pretendia esquecer, tinha em vista acautellar o futuro de seu
E' necessario conhecer a fundo o cora- amigo.
g3o, essa area povoada pelo sentimento, ter Robineau interpretado pelo Sr. Florindo,
pleno conhecimento das scenas da vida, d quasi, si nao totalmeute, ocootrario disso.
para ser tao fiel nas descripgoes, como o d E' o homem que, se despe de qualquer
Lambert Thiboust. sentimento, para tyrannicamente irapdr a
0 que sobremaneira nos encanta, e da a Noemia quo abandone Paulo. Alieuou toda
conhecer as opulencias d'esse brilhantissimo a sympathia do papel, que alias a possue.
talento ; d essa combinacao do riso e da Ndo podia ser si n3o por modos brandos
lagrima, da dor e do prazer; um sempre e delicados, voz docil e meiga, que Robi-
a par do outro. neau poderia convencer a Noemia da neces-
0 contraste nio d menos artistico, nem sidade d'um sacrificio que Ihe despedagaria
menos perfcito no fim, do que no princi- a alma,
pio. Nada disto vimos no Sr. Florindo, pelo
Nao ha uma scena nas Recordacoes da que achamos que nao comprehendeu bem
Mocidade em que se possa dizer, aqui fra-'o papel, cujo desempenho lhe foi commet-
quejou a imagina^io, ha menos arte' : tido, talvez por julgal-o pequeno.
Naonossobra tempo para emprehender- E' nossa conviccjio que, nSo ha grandes
mos uma analyse completa da comedia e nem pequenos papeis ; todos sao importan-
uos seus personagens, e por isso, limits- tes ou mediocres, conforroe a interpreta-
mo-nos ao juizo quo syntheticamente dei-! c,ao dada.
vanios exarado. 0 Sr. Santos, a quem coube o bello typo
Na presente occasiao, ainda quando o de Paulo Benard, nao andou como os seu*
pretendesse mos, teriamos de dizer pouco,, pronunciados dotes nol-o protnetLam. Nao
e isto mesmo pelo apreco e considera^ao sacrificou o papel, mas, nao o fez sobresahir
que nos merece o Sr. Bahia, queo tempo tanto quanto era presumivel.
JURISPRDDEWCIA.
Relatorio
nao chegaria para dizer muito.
Passemos ao desempenho.

Do importantissimo papel de Morisset tn-
cumbio-se o Sr. Bahia, para interpretal-o
muitissimv bem.
E' o Sr. Bahia um dos raros artistas de
sciencia e consciencia, que o Brasil pos-
sue.
A modestia que, na phrase d'um distincto
litterato pemambucano, d o orvalho, sera o
qual a arvore do talento nao dard flores com
perfume, nem fructos com sabor ; d o seu
mais bello caracteristico.
Sonha com a gl >ria, forceja por adque-
ril-a, porque sabe que a posteridade d im-
parcialissima e nao confere titulos, sen5o ao
verdadeiro merecimento.
Tem uma nobilitadora ambirao, a de su-
bir, elevar-se; e qual o artista, na verda-
deira accepcao, que a n3o deva ter ?
Nenhum I Aquelle que tal disser, poderd
ser tudo, menos artista ; faltar-lhe-ha a di-
vindade n'alma de que nos falla o escriptor
citado.
Todo o trabalho do Sr. Bahia foi excellen-
te, merecendo-nos especial menc,ao o do 3."
e 4. actos.
Ao penetrar na casa era que habitdra
com Margarida, ao observar todos os angu-
los tomando-se, ora de satisfacao pelas remi-
niscencias quo isto lhe suscitava, ora de tris-
tesa pela lembranca dos dias em que passdra
junto de sua amante; o Sr. Bahia andou
admiravelmente, e mais ainda ; quando
indo d porta do quarto ootr'ora habitado
por Margarida reciia admirado, confuso,
por ver o retrato delta junto ao leito, sem
poder explicar a si mesmo, como depois de
longos annos tudo estava no mesmo lugar.
0 jogo physiouomico foi o mais espres-
sivo possivel.
Nesta scena c na seguinte era que Noemia
diz-lhe : que d filha de Margarida Duval,
c nta-lhe como seu pai abandonou sua mai,
e narra-lhe a agonia lenta que a consummio,
o illustre actor confirmou o que dissemos
aciraa; que d artista de sciencia e consciencia.
Pela natural commOQdo de que se apossa,
pelo tremor da voz, quasi soluc,ante, pela
maneira espressiva por quo diz a essa moca,
que era sua filha e que nao queria saber de
seu pai: Permitte que eu, que nao sou
send'o um estranho para a Sra. Ihe dSum
beijo?... e depois de beijal-a exclaraaj:
ah parece-me que este beijo... 6 a pri-
Cumpre fazer aqui uma observac,ao : te-
raos notado, com pesar, que o Sr. Santos
nao tem caminbado uada uestes uitimos
tempos ; como que estaciona.
Ao sympathico actor, que nos raereceu
sempre todas as attenc,6es, quese devem aos
raocos esperan^osos, nos aventuraremos a dar
um conselho, queeo seguinte : dedique-
se a arte e procure devassar-lhe os segreuos,
que alids s3o profundissimos e esteja certo
que o futuro oespera, risonhc, brilbaote.
Possue o Sr. Santos- excellentes dotes :
dicjao correcta, voa intelligivel. elara e
afinada ; finalmeote, todoaos requesitos para
um grande artista. Porque ndo aprovei-
tal-os-ha o Sr. Santos ? Si as esperancas,
que os amigos drarte nutrera a sea respeito,
se mallograrem, affirraaraos-lhe que serd
uma perda muito sensivel para o t eatro
nacional, tao pobre de verdadeiros artistas.
Evite o Sr. Santos mais esta prova^ao d
arte, identificando-se com ella. Dia vird,
nao o supponha muito longs, em que, cora
a fronte currada ao peso de louros, reco-
nhe;a a sinceridade do nossa linguagem.
0 homem que, possuiodo uma inteiligen-
cia desenvolvida ndo faz bora uso dell a,
6 indigno de tao inapreciavel dom.
Avante, Sr. Santos, fd no futuro e nos seus
esforcos. Que nunca lhe possamos applicar
aquelle conccito, o o oAnlrarin, aa qos offc-
rega opportunidade de apontal-o como ^n
gloria de nosso theatro; 6 oque desej ios.
0 Sr. Julio Xavier no Grenouillet 4 aba-
Ihou como sempre. Merece que especifi-
queraos o modo por que se caractensou
tanto no 1. como no 4/ actos.
Igual mengao deveraos fazer dos Srs. Ca-
raara o Vicente, aquelle, no criado Miguel
fez-se notavel pela naturalidade, agradou-
nos sumraamente; e este, igual irapressdo
produzio-nos no Oscar Dupiton
A Sra. D. Emilia Camara andou bem.
mesmo n3o podemos dizer da Sra. D. Joan-
na, que n8o perde o habito, que tfto rado
effeito produz, de ndo perder de vista o
ponto, prestando-lhe mais attencjio do que
ao modo por que deve conduzir o seu papel.
s
FOLHETIM.
LUCBSCIA BOB&IA
MEMORHSDESAUNIZ
POR
D. II a nod Fernandezy Gonzalez
PRIMEIRA PARTE
0 GBAN-OAPITlO.
XXII
EM QUE APPARF.CE BONVINETTO COM OUTRO
NOME E OCTRA CONDICAO.
(Continuacao do n. 278)
Pois que, n$o > sabia ? A mellas ruinas
ttem muito md fama ; dizem que, nSo po-
dendo os frades entrar no inferno, porque
levam posto o escapulario eo corddo do se-
raphico S. Francisco, apparecem aos que
passam de noite Delas ruinas, para que lhes
tirem o escapulario e o corddo, que por es-
tarem bentosos atorraentam rauito mais do
que as penas do inferno. Por isso, apesar
de que o senhor me tinha assegurado que
Angiolina estava nos subterraneos do con-
vento, davidava eu que houvesse alguem
que se atrevesse a viver nas ruinas, guardan-
do essa'tenhora.
__ Por isso mesmo que essas ruinas cau-
sam pavor, creio eu que Lucrecia mandou
levar para alii Angiolina. afim de que nin-
guera podessesuppor que se occultava nellas.
Necessitava eu, pois, proseguio Do-
minico, adquirir a certeza de que AngioIu.a
se achava alii.
E to nfio tens medo dos taes frades
condemnados ?
Ora para condemnado basta eu, !>r.
Roberto. Em todo o caso, os frades e eu
ter-nos-iamos, tratado como- bons com-
panbeiros. Penetrei sem vacillar nas rui-
nas e comecci a percorre-las. De repen-
te, ao descer umas escadas, senti rumor de
passos e n3o de um homem s6. Os passos
cessarara e ficou tudo em profundo,, silen-
io.
*
A comedia Mas tentagoes = d boa, d
chistosa. Achamos que o desenlace ndo
corresponde ao emmaranhado do enredo.
As pazes, entre o marido e a mulber, fa-
zem-se sem se saber como.
0 seu desempenho correu bem.
Garrkk.
A RESPEITO DO NEGOCIO DO MARECHAI, BAZAINE
EX-COMMANDANTE EM CBEFE DO EXERCITO
DO RHENO.
(Continuacao ]
Chamados a depdr sobre este incidente,
Mrs. Julio Favre e Picard reconhecem ter
infervindo junto do ministro para obterem
a unidade e aptidao no commando. Mr.
Picard oonservava recordagao da cornmuni-
ca^ao feita por VIr. de Keratry da parte do
marechal, e das eventualidades que elle
deixava antever. Quanto a Mr. Julio Fa-
vre, esles pormenores n3o estao perfeita-
mente preseutes d sua idda. 0 conde de
Palikao lembra-satambem do pedido que
lhe fizeram a respeito do commando do
exercito do Rheno, mas declara que o no
me da marechala ndo estava envolvido nes-
te negocio, e que se lho ndo disse que o
marechal quizesse dar a sua demissdo. ,In-
terrogado sobre este incidente, o marechal
respoudeu quo, quando appareeeu a obra
de Mr. de Keratry, ficou muito commo-
vido com a passagem relativa d visits feita
dquello deputado pela marechala, com um
fim politico, e rnadame Bazaine decidio-se
a fazer a viagem de Marselha para convidar
Mr. de Keratry a modilicar aquella passa-
gem, que era uma outra invencdo da sua
parte.
Qualquer quo tenba sido o alcance da
intervenQio, tlirecta ou indirecta do mare-
chal, a sua nomeacao,"imposta especialmen-
te pela opposigao creava-lhe para com o
imperailor uma posicao das mais dilliceis-.
Por outro lado a prepondterancia do sobe-
rano dava aos seus desejos, apezar da sua
nova posicao, a apparencia de u:na ordem,
e tirava assim ao marechal a liberdade de
accdo que lho era necessaria n'uma con-
junitura tao grave. Por este duplo motivo
o marechal ndo devia ter sen do itm uaico
tesejo, o de se subtrabir a uma posicao
e>nbaraijos, oauma totela pengosa.
Vamos ver este senrhnento traduzir-se na
maneira de proceder do nurechaL S6 elte
poile dar explica^oes dos erros enormes que
se commHttoram durante aquelle periodo.
Decide se a retirada do exercito sobre
Chalons.Como dissemos a 12 de agoslo,
dia em que o marechal Bazaine tomou pos-
se do commando em chefe, occupava o exer-
cito, em frente dos- fortes da margem direita
do Moselle, o espa^o- comprehendido entre
o Seille e o baixo Moselle. 0 projecto de
retirada sobre'Chalons acabava de se restabe-
lecer, e o marechal recebeu ordem de o
executar.
Quanto d posse lo- commando do exerci-
to, fez-se ao raarechel a seguinte pergunta :
a Em que conditjdes haveis tornado o
commando ? Houve conselho de guerra?
Tinhois conhecimento da situaijao geral,
e das posiQdes occupadas pela ala direita
do exercko do Rheno t
O marechal respondeu:
Recebi o aviso da minba nomeacao- a
li de tarde; fui immediatarnente lazer ob-
servar aoimperadorquehaviam marechaes
mais antigos, e mais aptos do que eu para
aceitar o commando na situagao diliicil
era que estavamoa. Ndo fiz' questao^ de
nenhum detalhe de servic^o, nem de pro-
a jectos ulteriores, nem da raarcha em re-
tirada dos t", 5* e 7 corpos, nem das
' informagOes quo p-idia hover respeito
<* do inimigo. 0 major general, quo osto,
va presente, tarabem as ndo deu. Ndo
se fez questao, nessa out re vista da concen-
trando das tropas-no campo de Chalons,
e as ordens relativas a este movimento
expedidas ao marechal Mac-Mahon de-
vem ter sido dadas pelo major general ;
mas nao tive nenhum conhecimento del-
las.
Parece superttua qualquer reflesdo em
presenca da coafissao que fez o ma rechal so-
bre a negligencia com que tomou posse do
seu command
Passagem do Moselle.0 primeiro mo-
vimento de retirada tinha sido decidido no
dia 7, nesso mesmo dia foi o general Coffi-
nieres nomeado governador de Metz. Des-
de s eroprebendeu-se, sob a sua direcc8o,
a construcgdo de tres series de pontes so
bre o Seille, e sobro os diversos bragos do
Moselle, para facibtar entre as duas pontes
de pedra da cidado a passagem rapida do
exercito. Estas pontes estavam conclui-
dasa no dia 12 d tarde, e jd alguns regi-
Quem quer que seias, gritei eu, sabe
que me envia aqui a sennora Lucrecia Bor-
gia-
Entdo quem e vocc ? perguntou junto
de mim uma voz.
Um esbirro da senhora duqueza, e ve-
nho advertilos da sua parte que estejam pre-
venidos, porque se receia que venbam li-
bertar uma certa pessoa que so occulta
aqui.
A prevengdo era inutil, e tanto que
ndo serds tu que saias daqui se ndo nos
convencermos de que realmente te enviam,
por meio de uma senha que deves tra-
zer.
Como pdde suppdr, ndo perdi um rao-
raento : fugi pela escada acima, de'espada
em punho, voltei rapidaraente d direita, aga-
chei-me, vi que me procuravam n'outra di-
rec^ao, deslisei por entre as ruinas, sahi para
o carapo, fiz um rodeio e voltei d Veletri,
rindo-me dos que certaraente me procura-
vam entre as ruinas.
Vejo queues um homem aproveitavel,
Dominico, e que me nao enganou Genaro
Orsini quando me disse que me data em ti
uma joia ; mas, continua.
Entrei na pousada, ceei e bebi, por-
que sempre d bom fortalecer o estomago,
paguei, montei a carallo e fui de carreira a
Zanazaro, onde disfar^ado sob a apparen-
cia de um capitao de cohdotieri estava Ge-
naro Orsini cora alguns cavalleiros.
Necessito dez horaeos,disse eu, e onze
habitos de frades francrscanos.
Para que? perguntou Orsini.
Para o que the vou dizer.
E pu-lo ao facto do negocio.
Corpo de Baccho I exclamou Orsini,
3uero que me avisem quando estiver arraa-
a a ratoeira para Lucrecia.
mentos tinham podido atravessaf o Mo-
selle, quando na noite de 12 para 13
broveio umacheia, que submergi* os tabo-
leiros da ponte do grande braco e as ram-
pas de accesso, e levou mesmo algumas
partes da ponte. So se conseguio restabe-
lecer a circulajdo na manhd do dia 14, e
s6 na tarde desse dia comecou o exercito a
desfilar. E' necessario dizer que aquellas
pontes ndo eram de maneira nenhuma in-
dispensaveis, e que o exercito, se tivesse de
apressar o seu movimento, teria muito
bem podido contentar-so com as duas pon-
tes "da cidade, e com a do caminho de
ferro.
Aldm disso, se em vez de construir tres
series de pontes, que apenas excediam o ni-
vel d'agua, se tivesse contentado em esta-
belecer duas, ou mesmo uma em boas con-
dirnes de sojidez, a cbeia de 12 para 13
ndo teria podido embaracar a passagem.
Estas disposi;5es viciosas compromettero
responsabilidade do marechal, mas o
summario lanca a seu cargo o facto de n3o
ter utilisado, desde 13 pela manna, as tres
pontes da cidade e do caminho de ferro e
de ter assim esperado km a tnenor ne-
cessidade ate a tarde de 14, para pdr o seu
exercito em movimento. Demorandose
desto modo sobro a margem direita, deixou
ao inimigo, que tinha seguido ate aquelle
dia a nossa retirada de longe, e sem a in
quietar, o empo para renir as suas forcas
e para nos vir atacar no momenfo em que
a maior parte do exercito jd tinha asravessa-
do o Moselle.
A RMccdo do marechal e tanto mais inex-
plicavel que o imperador, justaraente inquie-
to com a situagao, e nessa occasiao bem
nspirado, instou com elle vivamenta para
que activasse a sua marcba.
Quanto mais penso na posicao que oc-
cupa o exarcito, Iheescrevia- elle a 12" de
agosto, mats- a julgo critica, porque se uma
parte dello for forgada, e qua tenba de se
retirar, os fortes nit) impedirSo a mais ter-
rivel confusao. Vede o que ha a fazer, e
senao formos atacados amanha, tomaremos
uma resolugaO'.
0 imperador escreviadhe de novo no
dia 13:
riao ha urn moment a perder, para
levar a effeit > o movimento combmado.
0 marechal respondeu-lhe :
a 0 general Coflinietesr que estd neste
momento comigo, affirma-me que, apesar
de toda a diligeneia possivel, as pontes so
estarao promptas amanha pela manha.
Neste momento, o marechal parecia he-
skar sobre a opportunidade de passar para
a margem esquerda. Escreveu ao imperador
nesse mesmo dia as 9 boras e raeia da noite :
O'inimigo parece aproximar-se de n6s
e qiierer vigiar os nossos movimentos, de
maneira que a passagem que se deve effec-
tuar para a margem esquerda poderia trazer
um corabate desfavoravel para n6s ; 6 pre-
ferivel ou esperar nas nossas linhas, ou- ir
ao encontro delle por um movimento geral
offensivo. Vou procirar ter inforraa^dos e
ordenarei entao os movimentos-que se devem
executar ; e darei conta immediatarnente d
vossa magestade.
0'imperador respondeu-lhe ds 11 horas
da noite :
(( 0 despaeho que vosenviodairaperatriz,
mostra bem a importancia que o inimigo
liga a que nos ndo passemos para a mar-
gem esquerda : d necessario pois fazer tudo
para conseguir isso. Sejulgardes dever fa-
zer um morimeuto ofTensivo, nio vos em-
uenheis do maneira a nuo podor oporar a
nossa passagem.
0 marechal abandonou o seu projecto e
deu ordem para se passar sobre a margem
esquerda ; mas no momento em que a
maior parte de^sas forcas atravessava o Mo-
selle, o inimigo que tinha aproveitado o
tempo que nds perdemos, ataca a nossa re-
taguarda, mas d repellido com o maior vigor.
0 corabate de Borny, deve reconhecer-se,
inaugurou de uma maneira brilhante o com-
mando do marechal Bazaine.
Levantou a moral do nosso exercito, mas
demorou a nossa marcha, e nesso momento
uma vez que se queria abandonar Metz, era
muito mais importante ganhar tempo do
que uma batalha ; porque o inimigo se-
cundado por todas as nossas demoras, em-
prenendia a toda a pressa o movimento que
o encaminhava para a nossa linha de reti-
rada e quo nos tirava toda a comraunica-
cao com o interior.
Que medidas ordenou o commandanto
para activar a marcha das nossas tropas e
Quando chegdmos proximo de Veletri
eram mais de duas horas da manha. A
povoac,ao estava deserta, e comtudo ndo pe
netramos nella.
A lua sumira-se no borisonte, e a noite
estava escura.
Proximo das ruinas fiz parar os meus ho-
mens e disse-lhes;
Toca a vestir estes habitos e enver-
guera-n'os de modo que as espadas ndo ap-
parecam por baixo delles. Com os punhaes
tagam uma abertura no lado esquerdo dos
habitos para que fiquem livres os copos das
espadas, mas sempre occultas.
A operacdo fez-se n'um momento e acha-
mo-nos transforraados em frades francisca-
nos, com o capuz do habito cahido atd aos
olbos.
Agora disse eu, ndo ha ningoem que
nio saiba como se canta aos defuntos o me-
mento homo nas igrejas; accendam-se as
tochas, e, com passo lento e grave, como se
fosseraos phantasmas, aproxiraemo-nos das
ruinas cantando em cdro o officio de defun-
tso.
Ah julga\las quo a gente de Lucrecia
se assustaria?
Durante um momento foi a cousa
mais divertida do mundo. Imagine que
apenas haviamos penetrado nas ruinas entoan-
do os nossos psalmos, nos appareceram ou-
tros oito ou dez frades vestidos do mesmo
modo, com tochas na mao e cantando tarn*
bem o officio de defuntos. A certa distancia
pardmos uns e outros.
Que isto t disse um dos que nos
sahiram ao encontro. Vem assustarnos ou
sdo effectivamente os frades do velho con-
vento das Santas Virgens? Se aisim e\ apro
ximem-se e Urar-lhes-hemos os habitos para
Serd avisado ; d, porem, importante'qua os recebam no inferno,
que me fornecam immediatarnente os enze! Eu puxei da espada, e os que lam comigo
habitos franciscanos ; serdo necessarias, fizeram o mesmo.
aldm disso, onze tochas. Os homens irao,! Nao qaero saber quem sao, disse eu,
armados e a ravallo e obedecerdo inteira- e r.6 os previno de que nos entreguem a se-
mente ds minhas ordens. nbora Angiolina Crespi.
Uma hora depois sahimos do Zanazaro a Que lhes parece isto ? disse aos seus
cavnllo, bem armados dez homens de Orsini o homem que bavia fallado antertormento.
e ou. Cada um de n6s levava utn hbito Que djgam quem sao e quem os en-
franciscano e uma tootia. vio respondeu um dos homens.
demorar a do inimigo ? E' triste dizel-o,
no momento.em que uma questdo de boras
ia decidir da sorte da Franca, houve negli-
gencia nas precauc,<* mais eleroentares.
A sahida das pontes da cidade e das duas
series de pontes provisorias dirigia-se d es-
trada de Verdun, traijada d sahida da praca
parallelamente ao curso do Moselle. Uma
vez atravessadas as pontes era necessario
subir para as planicies da margem esquerda.
Muitas estradas conduzem alii.
A primeira, a de Verdun, por Longeville
e Moulins, bifurca se em Gravelotte, se*
guindo duas direcgoo:., que conduzem arabas
a Verdun, Uma por Resonville e Mars-la-
Tour, a segunda por Etain. Podia-se tam-
bem alcancar directamente a planicie, se-
guindo a estrada de Plappeville pelo desfila-
deiro de Lessy e pelo pequeno valla de Mon-
vame.
Naquelle mesmo ponto bavia tambem,
vindo de Metz, um excellente caminho, pas-
sando por Lorry, pelo lado do forte de S.
Quintino.
Erafim, podia utilisar-se a grande estrada
de Metz a Berry por Waippy e Saint Prous.
Nada bavia, pots, mais simples do que
tracar itraorarios distinctos para alcancar as
planieies. Desgra^adamente. nenbom re-
conheeimento geral se ordenou nesse sentido
e a ordem de raarcha ndo designo para
todos os corpos senao as duas estradas de
Verdun por Mars-la-Tour e por Etam; o
como aqaellas does estradas tinham um
tragado cominum entre Metz e Gravefette,
foi sobre esse ponto que vefo, i sahida das
pontes, agrupar so todo o exercito.
A respeito do aviso vindo de Paris, trans-
mitlidu pela imperatriz,- e que o imperador
havia dirrgido em IS, d noite, ao marechal,
aviso que indicava um movimento provavel
do inimigo na direcgdo de Tbionville, o ge-
neral em chefe julgou perigoso. como elle
assegurou, fazer uso da estrada de Wiopae ;
para oquo ndo havia razao, porque nenhu-
ma informacdo local tinha vindo confirmar
era realidade o movimento aununciado, e o
caminho-dos Ardennes assim como o telc-
grapho continua vam" a funccieoar sem obs-
taculo. Nao havia, pois, a temer aaquella
direcgdo uma sorpreza.
Em presenca do accumulamento quo so
produzio, accumulamento cujos-perigos ti-
nham sido indicados ao general Jarras, uma
parte das tropas foi mandada na manha de
15 pelo desfiladeiro de Lessy. Ao mesmo
tempo dava o marechal ordem para ser li-
ceneiado immediatarnente o comboio auxi-
iar, apesar das represenUfdes do intenden-
te, justamentaatemorisado pelas consequen-
cias daquella medida, qpe pri va va o exercito
dos viveres necessaries para a sua raarcha.
Em consequencia das impossibilidades
materiaes. que na sua execucao, davia en-
contrar esta ordem, nao havia outro expe-
dients sendo a consorvagao em Ban Saint-
Martin dos eomboios dos tres corpos do
exercito. Odo grande quartel-general, que
jd estava envolvido nos desfiladeiros, devia
continuar a sua march* e alcangar toda a
planicie, onde ji havia sido prevenido pelo
do 2i* cerpo.
Na manhd de 16 a estrada de Lessy esta-
va igualmente- obstruida. 0 4." corpo, for-
cado pela necessidado, teve de seguir, em
contrario das ordens reoebidas, a estrada do
Saulny ; e pdde assim chegar a tempo de
tomar uma parte gloriosa na batalha de Re-
zonville.
Todavia destas divisoes a que formava a
testa de columns, e que devia entrar no dia
t.t na-estrada de Lessy,. so chegou d plani-
cie a 16, ds 10 hora:, da uuite. O mesmo
teria acontecido a todoo *. corpo, se o seu
chefe, felizmente inspirado, ndo tivesse de
ma do na manhd de 16 a resolugao to
passar pela estrada de Brecy.
_________________(Continuar-se-ha.)
YARIEDADE
UMABORTO.Conta um jornal de Liege,
que uma mulher d'aquella eidade, deu d
lua uma crianga de tempo, tendo duas ca-
begas perfeitamente conformadas e distinc-
tas^ Poucos minutos viveu. 0 eadaver
foi entregue ao museu anatomico da uni-
versidade.
DEFICIT.Na exposiedo universal da
Vienna d'Austria o ile/icit, seguado as fo-
Ihas allemdes, elevavam-se no primeiro do
corrente mez a 12,084:877 floiins. Espo-
ra-se comtud >, que as entradas durante o
mez diminuissem essa somma eolossal.
Entdo occorreu-me uma boa idea e
disse :
Voces parecem-rae esbirros ou cando-
lieri como nds.
Sim o entdo 1 perguntou o que pare-
cia chefe delles.
Por conseguinto nao teraos outro se-
nhor sendo aquelle quo melhor paga. Pa-
rece-lhes um bom amo o capitdo general do
exercito hespanhol, duque de Sessa ?
* Ah I vocS d enviado pelo gran-capi-
tdo ? replicou elle um tanto perturbado.
Sim ; elle sabe que a senhora Angio-
lina Crespi estd em poder da duqueza de la
Romania, nestas ruinas ; o Sr. duque de
Sessa guarda muito respeito d duqueza de
la Romania e ndo quer que ella saiba- que
lhe arranca d forca a sua prisioneira ; po-
rdm, se voces se obstinam em que ndo a ve-
jamos, cahir-Jhes-hdo em cima alguns bons
soldados hespanhdes, aos quaes ndo pode-
rdo resistir, dado o caso que nos possam re-
sistir a n6s.
Pois bem, replicou elle, husquemos
um meio para que eu ndo me veja exposto
d vinganca da minba senhora.
__ 0 meio d muito simples : ndo me en-
treguem a senhora Angiolina Crespi.
Entdo quo vem voce fazer aqui ?
Basta-me ver a senhora Angiolina e fa-
zer com que ella escreva uma carta.
__ Estd-me parecendo que e falso esse
auxilio de que falla. Se tivesse comsigo
rauita gente, nao se contentaria com menos
do que a pessoa dessa senhora.
Aparta-te comigo para este lado e en-
tendamo-nos, disse eu.
Afastamo-nos para um lado, e quando
os outros jd ndopodiam ouvir-nos
lhe :
0 gran-capitdo estd loucamente apai-
xonado por Angiolina; foi por causa desses
amores qre Lucrecia Borgia se apoderou
della, porque estd enamorada do gran-capi-
tao o torn ciumes de Angiolina. 0 gran-ca-
pitdo quer uriicamente ter uma prova de que
Angiolina esta em poder do Lucrecia Bor-
gia para obrigar esta a entregar-lh'a, cora
receto de um escandalo.
A minha senhora d capax de matar
essa joven antes do quo entrega-la, luutil-
mento procuragao arranca-la d'aqui; junto
della estdo dous homens com ordem de a ma-
tar, se ndo a podermos defender.
Isso importa pouco; o essencial d a
grande recompensa que recebereraos do gran
capitao se lhe apresentarmos uma carta do
Angiolina.
E quanto dard esse senhor ?
Tu, respondi sem vacillar,, receberds
rail escudos romanos de ouro, e aldm disso
entrards para o servico do gran-capitdo.
Isso d que ndo, porque com mil es-
cudos vou para onde ninguem me conhega
o para onde me ndo possa alcangar a vin-
ganga de Lucrecia.
Em resumo, disse Roberto interrom-
pendo Dominico, viste Angiolina, alcancaste
a carta, e dizes que ella ama o gran-ca-
pitdo.
Cora toda a sua alma, o que ndo agra-
dard muito ao meu raestre Jeronymo Savo-
narola. Quando Angiolina me vio, ater-
rou-se, porque me conhecia deraasiado e
julgou que seu pai ou Savonarola me en-
viavam alii para a matar. Tranquillisei-a
dizendo que ia alii por uma carta sua em
que manilestasse ao gran-capitdo a situagdo
em que se oncontrava, rogando-lbe que a
salvasse, e isto fez sorrir de alegria Angio-
lina.
E ndo te perguntou pelo duquo de
Gandia t disse Roberto.
Nem s-equer se lembra delle ; ndo vive
sendo para o gran-capitdo.
Oh I as mulheres 1 as mulheres I ex-
clamou Roberto. E os homens sdo tdo in-
sensatos que sacrificam tudo por ellas I
Sabes tu o me eu fiz por Lucrecia, por esse
demonio que onlonquece ? Sabes tu quem
eu sou? Genaro Orsini ter-te-ha dito que
hontem ainda era eu um charlatdo, Um mi-
seralvel, um .nusico, Julio Bonvinetto, e que
hoje sou o capitdo Roberto Roberti. Sabe
Deus quem eu sou ; eu mesmo me esqueei
do que deixei do ser por causa de Lucrecia,
e devia odial-a, estar sedento do seu san-
gue,.. Ah I essa mulher... mas, concha-
mos ; quando recebeu o gran-capitdo a carts
de Angiolina ?
Esta manhd.
ft*- Que disse?
VoHe oode estd esta senhora e diga-lhe
que esta noite os meus homens d'armas
cercarao as ruinas desse convento, e qua
mesmo quando seja necessaria uma batalha,
salval-a-nei. Estejam preparados os que a
acompanham, para a meia noite.
Vai em boa hora Gonzalo de Cordoba
e apodera-te de Angiolina, pouco me impor-
ta isso, com tanto que eu me. apodere do
Lucrecia. Tiveste cuidado de avisal-a como
te disse ?
- Sim, e a estas horas deve Lucrecia
encaminhar-se para as ruinas de Veletri;
como ndo se tia em ninguem, ira com cer-
teza bem guardada.
Ndo importa, disse Roberto. Orsini
estd pravonido e oecupard com muita gente
um ponto mtermedio no caminho de Roma
a Veletri. Vamos, ajuda-mo a tirar os jae-
zes do meu cavallo..
Roberto e Dominico carregarara com os
arreios e desceram a uma estribaria onde
estava um magnifico cavallo preto.
Depois de ajaezado o cavallo, tornaram a
subir e Domidico armou Roberto de ponto
em branco.
Este poz um mauto sobre a armadura,
pegou na lanca e na bozina, desceu, tiraram
para fdra os cavallos e Roberto soltou tres
sons agudos com a bozina, que foram repe-
tidos pelos eccos das collinas.
Pouco depois ouvio-se o tropear de ca-
vallos e appareceram quarenta homens
montados.
Adeus torre do Anachoreta, disse Ro-
berto, obrigado peio tempo que me servis-
te; deixo aqui o meu leito para outro des-
gragado que necessite mparar-se de ti.
E em seguida disse aos cavalleiros que
tinham apparecido:
A galope I wmos em busca de uma
bella prew.
Aquelle pequeno esquadrdo, ao qual se
bavia reunido Dominico, partio a galope o
desapareceu. em breve n'uma undulacdo do
terreno.
t
'\
TYP.DO DIARIO.-RUA DUQUK DE CAXIaS.
IWlllMO 1
----------------------.


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