Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:20002


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Full Text
'
T~r-,---
I
ANNO XLIX. MIEfiO 280
PARA A CAPITAL B IXC. ABES 0!TOB Si SB PAA POHTB.
for tree raezes adianUdos.......'.......... ftjJOOO
For seis ditos idem.................. 12*000
Por am anno idem.................. 949000
Cada numero avulso..........:....... ISO
SEXTA FEIRA 5 M DEZEMBRO D 1873
PABA IE\TRO B FOBA DA PBOTIlfCIA.
Por tres mezes adiantados................
Por seis ditos idem..................
Por now ditos idem.................
Por am anno idem..................
CTTM
189100
S094M
179000
DIARIO DE PEMAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FARIA FILHOS.
Os Srs. Gerardo Antonio Alvesd Filhos, no Pari; Goncalves & Pinto, do Maranhao ; Joaquim Jose1 de Oliveira & Filho, no Ceari; Antonio de Leiuus firaga, no Aracaty ; Joao aria Jolio Chaves, no Assu; Antonio Marques da Silva, no Ratal; Jose tot
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silra, na Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose* da Costa Bttfi, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, noPilar das Alagdas ; Alves d C, na Bahia ; e Leite, "Cerquinho d C. no Riojde Janeiro.
PASTE OFFICIAL.
(
!..
.
'
Regiilnmcnto do (,'orpo Pollcial de Per-
naiubnco.
( Gone lu sAo )
TITULO 111
Capitulo I
Art. 73. Se o reo for official, a nomeacao do conselho de julga-
rneoto devera ser feita pelo presidents da provincia. Se, porem, for
official inferior ou praca de pret, competira essa nomeacao ao com-
mandante do corpo.
Art. 76. No caso de ser offerecida perante o conselho de jul-
gamento a suspeieao de qualquer dos seus vogaes (por escripto e
documentada), o que so tera lugar antes d'elle ter comepado seus
trabalhos, o raesmo conselho, suspendendo logo qualquer procedi-
mento, remettera tudo ao presidente da provincia para apreciar e
decidir peremptoriamente.
I. Do mesmo modo, compete ao presidente da provincia nomear
cutro vogal, que substitua no conselho aquelle que estiver im-
pedido.
It. No caso de ser julgada procedente a suspeieao, sera designa-
flo ontro vogal, e na hypothese contraria proseguira o conselho em
seus trabalhos.
Art. 77. Se por occasiao do interrogators, o presidente do con-
selho de julgamento ou investigacao chegar ao conhecimento de que
o accusado e menor de 21 annos, nomeara urn curador, de prefe-
rencia advogado ; o qual prestara previamente o competente jura-
mento.
Art. 78. Dever-se ha dar maior amplitude a defeza, podendo ser
perante o conselho de julgamento, reperguntadas as testemu-
nhas da aeeusarao, a requerimento das paries on vogaes.
Art. 79. Em igualdade de provas, absolver-se-ha e accusado.
Art. 80. A condemnagao so deve ser baseada sobre provas bas-
tanto legitimas .e indubitaveis, mas nunca sobre presumpcoes, por
mais vehemeDtes que sejam ellas.
Art. 81. 0* parentes entre si, quer do accusado, ate segundo
trrao, quer do accusador ou defensor, nao podera ser vogaes de
nuer desses conselho?.
. Igaalmente nao poderao servir os inimigos capilaes, amigos
intimos, compadres e afilhados, e os interessados immediate* na
absolvicao ou condemnacio do accusado; finalmente aquelle que
'i" uver dado contra o accusado a parte accusatoria, ou que teuha di
depor no processo.
Art. 81 Quaodo alguma dessas pessoas tenha de depor em
;ualquer de taes processos, o seu depoimento sera considerado
mo simples informacao sobre o facto. .
Art. 83 As penas estabelecidas neste regulamento, nao isentaoi
itas irrogadas pelo codigo criminal.
Art. 81. 0 indiciado em crime grave podera ser imraediata-
taente preso, formandose-lhe a culpa no improrogavel prazo de
to dias, quando muito.
Art. 83.to faltas ao quartel que nao excederem de tres dias.
- ao punidas pelo commandante do corpo com prisao ate quinze
dias, independente de processo.
I. Do mesmo modo, as penas que nao excederem de urn mez de
islo serao impostas pelo c mmandante independente de processo,
tias neste caso sendo por mais de oito dias, dara parte ao presidente
da provincia.
II. 0 commandante do corpo raandara averbar no livro mestre as
it>'n;as do conselbo do julgamento e da junta da jmtica, e archi-
vsr os respectivoa processos na secretaria do eorpo.
Art. 86. Todas as decisoes dos conselhos e da junta de justica,
-erao publicadas em ordem do oia
Art. 87. Logo que qualquer praca tiver de responder a conse
Iho, sera immediatamente preso ; e o official o sera somente no de
lulgainento, salvo mediante liceu;a do presidente.
Art. 88. Quando o reo for accusado de um ou mais crimes
mencionados neste regulamento, serao julgados todos elles no mes-
mo conselho, impondo-se a pen* respectiva a cada um.
Art. 89. Qualquer official do corpo e commandante de desta-
camento, sao competentes para reprehender particularmente o seu
subordinado, bem como para prendd-lo, sendo official ate quatro
dias, e sendo official inferior ou cabo ate seis dias.
Art. 90. A pronuncia do accusado pelo conselho de investiga-
i\io, ale"m do livramento, so obriga a perda de metade de seu soldo,
ben como a perda de todo elle, se afinal nao for absolvido.
Art. 9i. A prisao antes de sentenca sera descontada no tempo
a que o reo for condemnado, quando esta condemnacio for de pri-
-vio simples, e quando for qualiiicada por metade somente.
Art. 9J. Quaesquer crimes previstos pelas leis geraes do impe-
rio a que competirem maiores penas do que as impostas por este
regulamento, serao julgados no forocoramum criminal; fornecendo-
e ao juiz competente todos os esclarecimentos precisos, que consta-
nt de uma parte circumstanciada, e de quaesquer documentos e
rol de testemunhas.
Art. 93. As penas excedentes de sessenu dias de prisao causarao
a praca a perda de metade de seus vencimentos por todo tempo
d'ella ; e aos offlciaes inferiores, quando exeedentes de trinta dias, a
;>erda dos postos que occuparem, bem como de metade de seus ven-
cimentos.
Art. 9i. Os offlciaes pagarao pela terca parte de seus venci-
mentos os prejuizos que causarem a fazenda provincial, damniti-
cando, destruindo ou perdendo ou extraviando objectos pertencentes
ao corpo.
Art. 95. As pracas, porem, pagarao iguaes prejuizos pela
nuinta parte de seus vencimentos.
Art 96.- As faltas commettidas pelos offlciaes que derem lugar
.. suspensito de quinze dias ate tres mezes, prisao por quinze a trin-
la dias, advertencia publica, e as que devam ser punidas no foro
rjmmum, serSo immediatamente communicadas pelo commandante
do eorpo ao presidente da provincia.
Ar. 97. Quando a pena de prisao exceder de seis mezes sera
..-.: psiderada com trabalho, e o reo exeluido do corpo e enlregue a
juslica para cumprir asentenja.
Art. 98. A' praga condemnada e entregue para cumprir a sen-
tenca, naO se abonara vencimeato algum.
' Art. 99. A prisao simples de seis mezes podera ser cumpnda
a* quartel ou em outra qualquer parte, que determiaar o presidente
da provincia.
Art. 100. 0 commandante, tendo de punir algum crime prali-
. lo pelos offlciaes inferiores ou cabos das companhias, mandara re-
i .iisa-los temporariaraente, se assim julgar conveniente.
Art. 101. A execuiao da sentenca contar-se ha do tempo de sua
inumacao, nao obstante o recurso interposio pela junu de jus-
' Art. 102. 0 accusado nao pagara despeza alguma judicial pelos
>^ us processos, b"~ assim podera apresentar por seu defensor a
iiessoa que paChro .he werecer confianca.
Art 103.^i accus ado ,em ac?ao regressiva paraliaver perdas
V damnos daineiie aue'i'10aver motlvado 9ua accjisacao por parte
ou nor inSo3Q falsa e;-alamniosa> dePois 1ue ella tiver 9ldo de-
iXijXada rnpr, 1en.e ; devendo em todo o caso provar-
-e a ar niV. honver Sa P"1* do infonnante. .
ft fa? n nSSdiliflh d0 conselho P0*6" dePrecar Pr offiC10
a -U^^\wt aulhoffle ciSl'ou railitar' comParecimeQ,t0' Peranle-
a Ualquer authoridaae ci\ ii. te9temnnhM in5icadas pela accusagao
J-fesrSSS comfp";' seeder alguma diligfucia re.ativa-
meowaomesmoproce^o. m[nett.d09 ,M e offlciaes do
m^?m wviS hlvendo a ''eracao da ordem pubFca, serio consi-
,">rp2^mmii1faiS,J nnnX- segundo este regulamento ou as leismi-
J^ZttasPeSrat^ci que os acompanharem.
'''"Ir^lS 0 procesTna^r de investigacao quer de julgamento,
*. *iwprfn,a2* ser conflado a quem quer que for ;
quern quer que
do presidente do respectivo con-
iii caso algum nao podera
-,ib immediata responsabilidau(
"Mh0Art 107. Sera concedido ad"iaraento do conselho de jnlgamento
Jll aiaa imnrnrnraveis se & r*> ass,m requerer, quer por si,
l^fp^^s'eVXsoforprocura-dor (independent* deprocuraeao),
" si ^,e,^rn8^tSunhSSque^m motive legitimo naocompa-
Art" !n,if *iTSWa? ^ flenftr em qualquer desses
SI?:*?:.- ^.....idente do respeclivo conselho
cftssos, senn roqui-:'.adi- pe!o prt
Art. lt."AsJSsSmnunis serao Jim
aalhoridade competente.
hi
sem
fi'SffiSSaj"oKdos pelo accusado
y.os e- seHados.
Art
em
^f^ii^T^^ol^^ a rH-r i-wrrogatorio dos
,r-pectivos processos livre de todafe qualquer accao.
Art. l/i. 0 presidente de quaVerjlos conselhos de\era man-
*i a policla e regnlartdade em snafCsessoes : nndendo mandar re-
iirar da respectiva sala todo aquelie\ que
. ispender os seas trabalhos em c,
nte da provincia quae;
] proseguimen"-
!. Nio sera admissive! o escrutinio secreto em qualquer dos
conselhos, ou na junta de lustica ; mas sim podera assignar-se ven-
cido aqueile dos seus raembros que na volacao divergir.
C'odigo penal do Corpo de Polieia de Per-
anabneo.
PARTE TERCEIRA
TITULO I
Capitulo I
Dos crimes justifi:aveis, das circumstancia3 aggravantes e atte-
nuantes.
Art. 113. Sera justificavel o crime e nao tera lugar a punicao
d'elle, inlervindo conjunctamente a favor do delmquente os segum-
tes requisitos :
% l. Quando for praticado em defeza da honra do proprio de-
linquente ou de pessoa de sua familia.
2. Quando houver cerLeza do mal que se propoz evitar.
| 3.* Havendo falta absoluta de outro meio menos prejudicial.
g 4.* Nio tendo havido da parte do delinquente ou de sua fa-
milia provocacao ou delicto que occasionasse o conflicto.
g 5. Tendo havido da parte do offensor entrada ou tentativa
d'ella na casa do delinquente para dm deshonroso, illicito ou por
qualquer forma criminoso.
Capitulo II.
Art. 114. Sao circumstancias aggravantes. >
1." Haver sido o crime calculadamente perpetrado a noite ou
em lugar ermo.
2.* Haver sido perpetrado o crime com superioridade de for-
cas ou armas da parte do delinquente.
3.* Haver sido perpetrado em acto de pialquer servico orde
nado, ou cabivel ao delinquente.
g 4.* Ter o delinqnente reincidido em crime da mesma uatu-
reza.
S 5.* Haver sido commettido o crime com fraude ou surpreza
ou por meio de disfarce ou de qualquer falsidade.'
6.' Haver sido perpetrado o crime por paga ou esperanca de
alguma recompensa.
7.* Haver sido perpetrado o crime com emboscada ou me-
dians ajusteen're dous e mais individuos.
| 8. Haver shlo perpetrado e crime com premeditacao, isto e,
com designio por elle formado pelo mends de 24 horas.
9.' Haver sido o crime commettido com abuso de con-
Qanca.
S 10. Haver da parte do delinquente a qualiiaue de subalterno
para com ooffendido.
Capitulo III
Art. 113. Sao circumstancias attenuantes :
S 1. Ter havido aggressao da parte do offendido.
2.* Ter havido da parte do offendido provocacao ou ameaca
de qualquer mal.
3. Ter sido o crime commettido em estado de embriaguez
accidental e nao habitual.
4.s Ser o delinquente menor de 21 annos.
| 3. Haver sido o crime perpetrado em desaffronta de alguma
injuria
6. Haver sido perpetrado o crime em defeza propria do de-
linquente ou de sua familia, ou de seas direitos.
8 7.* Nao te: o delinquente na perpetracao do crime pleno co-
nhecimento do mal e directa intencao de o praticar.
} 8.* Ter sido praticado o crime por impericia, imprudencia on
falta de advertencia.
g~9.s Haver-se apreseutado o delmquente volantariameule a
prisao ou para responder ao respectivo processo.
Art. 116. Nao se julgarao criminosos :
| 1.* Os loucos de todo o genero.
f 2.* Os violentados por medo irresistivel, forca ou qualquer
coaccao moral, y
% 3. Os que'eommetterem o crime casualmente ao exercicio
ou pratica de qualquer acto licito feito com tencao ordinaria.
Art. 117 A tentativa e a cumplicidade serao punidas com as
mesmas penas do crime, menos a terca parte em cada um dos
graos, tudo na conformidade do art. 2 |j 2, art. 6, 34 e .'!."> do Codigo
criminal.
Art. 118. A tentativa do crime nao sera punida quando a res-
pectiva pena consistir em reprenensao, dobrar sentinella e fazer
fachina.
Art. 119. Dada a accumulacao de crimes, serao impostas ao de-
linquente as penas de cada um delles, segundo o grao de sua inti-
raidade de maior para menor.
Art. 120. A indemnisacao sera convertida em tempo de prisao
do delinquente.
Art. 121. Para punicao dos crimes, havera tres graos de pe-
nas maximo, medio e minimo; sendo o raaximo, quando concorrer
alguma circumstancia somente aggravante ; medio, quando concor-
rer alguma circumstancia attenuante, no meio de alguma das ag-
gravantes ; e minima, quando somente concorrerem circumstancias
attenuantes sem qualquer d'aquellas.
PARTE QUARTA.
TITULO I.
Capitulo I.
Das penas.
Art. 122. As penas estabelecidas neste Regulamento sao :
| 1. Admoestacio ou advertencia em particular.
| 2.* Reprehensao no circulo dos offlciaes.
I 3.* Reprehensao em ordem do dia.
4. Perda total ou parcial dos vencimentos.
o. Perda do tempo de servico.
6. Prisao simples.
1.' Prisao solitaria com jejum.
8.' Suspensao do posto.
9. Baixa do posto.
10. Carrego de armas.
11. ServiQO dobrado.
12. Limpeza de armamento.
13. Desconto do soldo para reposicao.
14. Exclusao do corpo para assentar praga no exercilo ou
na marinha, nao havendo isencao.
. Art. 123. A applicagao e os effeitos de cada uma dessas pena3
acham-se expressamente designados neste Regulamento.
TITULO II.
Capitulo I.
Dos crimes.
Art. 12i. Faltar as revistas diarias no quartel ou em destaca
mentos : Penas sendo official, advertencia em particular.
Havendo reincidencia : Penas reprehensao no circulo dos
offlciaes.
Seado official inferior, prisao simples por 24 horas.
Sendo praca de pret, prisao simples por 3 dias.
Art 125. Faltar ao destacamento, ou a outra qualquer diligen-
cia ou servico que the competir ou lhe for determinado
Penas :
Sendo official, prisao simplesmente ate 8 dias, perda de seu
vencimentos, conforme as circumstancias.
Sendo official inferior, prisao e perda de seus vencimentos de
8 a IS dias, conforme as circumstancias.
Sendo praca de pret, prisao at6 8 dias e perda da 3' patie de
seus vencimentos.
Art 126. Faltar ao quartel, deslacamento ou outra diligencia
que nao constitua desercao.
Penas :
Sendo official, prisao ate 15 dias, e perda de seui vencimentos
durante esse tempo.
Sendo official inferior, prisao duraote 20 dias, alem de suspen-
sio do posto por igual tempo.
Sendo praca de pret, prisao ate 30 dias.
Art. 127. Andar fora du horas na rua, sem que seja a servico,
ou pernoitar fora do quartel, estande nelle de service.
Penas :
Prisao simples ate 8 dias para a praca de jiret.
No ultimo caso, sendo official, pena de prisao simples de 8 ate
15 dias. ....
Art. 128. Ausentar-se do quartel, destacamento ou duigencia
por 8 dias :
Penas
Sendo official, prisao simples ate 3 mezes e perda do posto.
Sendo official inferior ou praca de pret, prisao ate 6 mezes e
perda do tempo de servico.
Art. 129. Deseitar do quartel, destacamento ou diligencia, por
mais de 8 dias.
Penas :
Sendo official, prisao de 4 a 6 mezes e perda do posto.
Sendo official* inferior ou praca de pret, prisao ate 6 mezes e
perda do tempo de servico.
Art. 130. Faltar o respeito a seus supenores, quer por aclos,
quer por gestos, quer por palavras, qner por cscriptos ainda que
sejam pela'imprensa
Penas: ,. .*,
Sendo official, reprehensao em ordem do dia e ptisan* we l*
r. prisao nte 30 dias c j;erdn do posto.
Sendo praca de pret. prisao ate 30 dias, alem dc carrego
de armas por 4 dias alternados.
Art. 131. InsuboMinar-se contra seus superiores.
Penas :
Sendo official, prisio ate 3 mezes com suspensao do posto, se-
gundo as circumstancias.
Sendo inferior, prisao ate 4 mezes, alem dc suspensao do posto.
Sendo pra5a.de pret, prisao ate 6 mezes e exclusao do corpo
para assentar praca no exercito ou marinha.
' Art. f32. Dirigir a seus superiores qualquer ameaca de fazer
mal.
Penas:
Sendo official prisao simples ate 3 mezes, alem da baixa do
posto.
Sendo inferior, prisao at6 4 mazes com baixa do posto.
Sendo praca de pret, a mesma pena ale 6 metes, com exclu-
sao do corpo para 0 exercito ou marinha.
Art. 133. Fazer qualquer offensa physica, ainda que seja
leve.
Penas :
Sendo official, prisio simple3 ate I mezes, alem da perda de
ssus vencimentos por igual tempo e baixa do posto, segundo as cir-
eumstancias.
Sendo inferior ou praca dc pret, prisao simples ate 3 mezes
perda da metide dos vencimentos e exclusao do corpo para assen-
ts- prai;a no exercito ou marinha.
Art. 134. Queixar-se do superior, sem previa licenca, (que nao
podera ser negada).
Penas:
Para 0 official, prisao simples at 8 dias.
Para 0 inferior, a mesma ate 15 dias. 1
Para a praca de pret, prisao de 15 a 20 dias.
Art. 135. Commetter qualquer acto de violencia, ou abuso de
authoridade no exercicio de suas funccdes, alem das penas em que
possa incorrer pelo crime, soffrera.
Penas :
Sendo official, reprehensao em ordem do dia, alem da prisao
simples ate 15 dias.
Sendo inferior, suspensao do posto ate 15 dias.
Sendo praca d e pret, prisao solitaria e com jejum ate 15 dias.
Art 136. Commetter qualquer acto de omissao no cumpri-
mento de seus deveres.
Penas : .
Para 0 official, reprehensao no circulo dos offlciaes.
Para 0 inferior, perda de vencimentos na 3" parte ate 8 dias.
Art. 137. Commetter qualquer acto, no exercicio de seu pto,
por peita ou suborno, segundo 0 art. 130 e 133 do codigo criminal
Penas : .
Sendo official, baixa do posto e prisao simples ate 2 mezes;
Sendo inferior, ou praca de pret, perda do posto e exclusao do
corpo para praca do exercito ou marinha.
Art. 138. ASandonar 0 seu posto, on qnalqaer servico que lhe
fdr inenmbid oa dormir estando de sentinella, gnarda on ronda.
Penas :
Sendo official ou inferior, prisao ate 30 dias, alem da snspen-
s5o do posto.
Sendo praca de pret, prisao simples ate 60 dias.
Art 139. Concorrer por qualquer modo para desordem, mo-
tim ou tumulto quer no quartel, quer fora deilo.
Penas :
Sendo official, prisSo simples ate 60 dias.
Sendo inferior, a mesma com suspensao do posto durante a
Sendo' praca de pret, carrego de armas por 2 ate 8 dias
e prisao simples ate 30 dias- .
Art. 140. Servir-so de armas com prejuizo ou para pertarDa
cio|ra ordem publica. ^
Sendo official, ou inferior, prisao simples ate 6 mezes, alem da
baixa do posto. ,,
Sendo pra;a de pret, a mesma prisao pelo mesmo tempo, alem
da 'exclusao do corpo para ter praca no exercito ou marinha.
Art. 141. Deixar arruinar ou nao limpar 0 armamento, unifor-
me e mais utcnsilios nccessarios ao servico.
IVnus *
PrisSo 'smvles ate 3 dias, alem da reparacao dos objectos, a
sua custa. _
Art. 142. Desrespeitar, atacar qualquer sentinella, guaraa, pa-
trulha ou qualquer forca em occasiao dc servico.
Pena3 :
Sendo official, prisao simptos ate 60 dias com suspensao do
posto e perda dos vencimentos.
Sendo inferior, a mesma de prisao-com baixa do poste.
Sendo praca de pret, a mesma de prisao por igual tempo.
Art. 143. Occasionar, ou concorrer directa ou indirectaraente
para fuga de qualquer individuo preso, on conQado a sua guarda
Por nei)ligencia.
Penas :
Sendo official ou inferior, prisao ate 30 dias-.
Sendo praca de pret, a mesma ate 40 dSas:
Por conmvencia.
Sendo official ou inferior, prisao ate 60 dias, alem da suspen-
sao do posto ; e sendo praca de pret exclusao do corpo para assen-
tar praca no exercito ou na marinha.
Art 144. Dar qualquer informacSo falsa, tendo seiencia do
contrario, quer verbal quer por escripta.
Penas :
Prisao ate 60 dias, e segundo as circumstancias ate 90, assim
para official como para inferior.
Art 145. Falsificar ou subtrahir qualquer livro, ou peca offi-
cial que lhe tenha sido confiado.
Penas : As do antecedente.
Art 146. Distrabir ou apropriar-se por qualquer modo que se-
ja para si ou para outrein, de dinheiros, effeitcs ou objectos da fa-
zenda publica entregues ao corpo.
Penas : As do artigo antecedente na metade.
Art 147. Prevalecer-se por qualquer modo que seja, de seu
posto ou posicao para tirar qualquer lucro ou proveito.
Penas :
Sendo official, baixa do posto e indemnisacao.
Art. 148. Tirar das maos e poder de qualquer pessoa do po-
vo qualquer individuo, que tenha sido preso em nagrante.
Penas :
Sendo official, alem da que incorrer, ate 2 mezes de prisao.
Sendo inferior ou praca, as mesmas.
Art 149. Exercer qualquer industria, ou fazer qualquer com-
mercio com seus superiores ou subordinados, quo 0 constitua deve-
dor ou credor delle.
Penas :
Sendo official, reprehensao era ordem do dia.
Sendo inferior, prisaq ate 15 dias.
Art 150. Viver em publica ou eseandalosa incontinencia ; aar-
se a jogos prohibidos ; embriagarse babitualmente ; haver-se com
inepudao notoria, ou dissidia constante no desempenho de suas
funccSes.
Penas:
Sendo official, perda do posto
Sendo inferior, baixa do mesmo.
Art 151. Jurar falso ante 0 conselho de investigacao, senao
para innocentar 0 accusado.
P6Q3S
De 15 ate30dias, quer seja official, quer inferior ou pra-ca-
de pret
Sendo para criroinar.
Penas : 0 duplo. ... ... _... .
Sendo perante 0 conselho de julgamento serao dobrauas as
mesmas penas, guardando-se as preditas distinccSes.
Art 152. Fugir antes de cumprir parte da sentenca em qne
houver sido condemnado.
Penas :
Mais um terco da mesma.
Art. 153. Jlallratar sem justo motivo, 0 preso que lhe for con-
fiado.
Penas : ...
Sendo official, ate 15 dias de prisao.
Sendo inferior, ou praca de pret, prisao ate 20 dias.
Art. 154. Deixar, sem motivo legitimo, de prestar anxilio a qua!
quer authoridade, ou agente della para alguma prisio em flagrante.
Penas de prisao por 8 dias.
Art. 155. Fazer descontos por menores que seiara, nos venci-
mentos das pracas, fora dos casos marcados neste Regulamento.
Penas :
Perda de metade dos vencimentos, alem da indemnisacao de-
duzida dos mesmos.
Art. 136. Ficam revogadas todas as disposicoes em contrario.
Palacio da presidencia de Pernarabuco, 5 de novembro de 1873,
Henrique Pei-eira de Lucena.
DBSPACHOS DA PnSIDKN'DECIA DK 3 DE DEZEM-
BRO DE 1873.
Tenente-coronel Antonio Francisco de Souza Ma-
gal haes.For neease.
Henrique da Si!'a Ferreira Rabello I-ilho.
Sim. .
Coronel Jose Maria Idelfonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello.-Forneca-se.
Tenente Joao Diocleciano da Suva Paula.ror-
neca se. ...
Tenente Joaquim Manoel da Silva e Sa.tome
ca-se.
0 mesmo.Forncca-se.
0 mesmo.-Forneca-se.
Alferes Jose Dativo dos Passos Rastos.Iuforme
o Sr. Dr. chefe de polieia.
Joao Affonso Regueira. Passe portana conce-
dendo a licenca pedida. ___
MoDSeohor Joaquim Pinto de Campos.Intorme
oSr. inspector da thesouraria provincial.
Racharel Jose de Carvalho Cesar.-Passe porta-
ria concedendo a licenca pedida.
Joao dos Santos Ferreira Barros e Ualdmo Jose
Pires Campello. Passe portaria na forma reque-
' Mathias de Albuquerque Mello Junior.-Sim.
Miguel Joaquim do Espirito Santo Moraes.hn-
caminhe-se. ,._...
Miguel Archanjo da Silva Braga.-Providencia-
do, com officio desta data a thosourana provincial
e a directoria da instruccao publica.
Marcella Maria da Fonceca. Entregu-ese, me-
diante recibo. ..
Severino Rodrigues de Azevedo.-Iudefendo.
Vigario Antonio Ferreira de Carvalho.-Defendo
com officio desta data, drigido a thesouraria pro-
vincial.
Itt^'irticilo da polieia.
!.* seccao. Secretaria da polieia de Pernambuco,
4 de dezembro de 1873.
N 1981.Illm. eExra. Sr Participo a V. Exc.
que foram hontem recolhidos a casa de detencao
os individuos seguintos
INTERN
RIO 151: .1 WE lito
CARTAS DE UM VERD.VDEIRO LIBERAL SOBRE
AS ORDENS REL1GIOSAS.
CABTA VH.
Amigo. Facil seria continuar as demonstra-
c3es, seguindo o systema da rainha anterior, mas
nao o comporta a indole destas cartas fugitivas e
despertenciosas. Em detrimento da argumenta-
Clo, vejo-me pois coarctado nos meios de convic-
cao, mas ha por ahi alguns livros onde a matena
se acha bem traUda, entre os quaes se distingue
odoSr. Pedro Diniz, intitulado Das ordens reu-
giosas em Portugal, onde se encontram dados mm
importantes. Dispensar-rae-hei conseguintemente
de exemplificar e citar-booms ; e progredirei na
mesma exposicao-
Ja vimos que a nossa lingua deve grao parte
do seu esplendor aos classicos monacaes. lodos
03 conhecimentos humanos receberam natural
impulso dos claustros.
Nao so nas casas priencipaes de cada oraem,
mas nas diversa? espalhadas pelo reino e dominios,
havia bibliotheeas, das quaes algumas vahosissi-
mas, e archivos onde se conservavam preciosos
manuscriptos. Estes subsidkis facilitavam-se, tanlo
aos frades, como a estranhos. Tao profundos eram
os estudos feitos nos conventns, e tao sabios mui-
tos dos seus incolas, que nao raro d'alli salurara
doutores que, com graade honra do nome nacional.
nao so fizeram brilhante figura em Roma e nos
concilios, mas iam professar em universidades e
collegios de outras nacoes. Umsabio portuguez,
que exercera em Lisboa a medicina, foi por sua
piedade e seu saber elevado ao pontificado, sob o
uome de Joio XXI.
Os frades que escreveram sobre o seu mais na-
tural assumpto, o religioso, en porluguez, latim
hespanhol, francez e outras lioguas sao copiosos ;
e por isso prescindo de alludir a tao conhecidos
I nomes. Philosophia, polrtica, grammatica, orato-
A' minha ordem, Jose Emilio Alves de Oliveira, | ria 9acra, geographia, historia, genealogia, poesia,
vindo de Ijiojuca, como criminoso de moite, Vina- j mathematica, physica, botaiiica, medicina, rnusica,
Ja no tempo de D. Affonso Henriques. em Co-
imbra, os conegos regrantes de Santa Crflz ham
ptblicamente theologia logica, grammatica e me-
dicina. Os benedictinos talvez antes d'esse tempo
abriram aulas de varias disciplinas. 0 collegi"
dos jesuitas d'Evora, elevado a universidade pel>
cardeal D. Henrique, tinha 21 cadeirae.
Os padres do Oratorio, d'essa milieia sabia que
contou em sen gremio um Baronio e um Pallavi-
cino, um Malebranche e um Morin, um Manoel
Bernardes e um Antonio Pereira ae Figueiredo,
estabelecerara-se no palacio da3 Necessldades.
cujas salas eram outras tantas aulas para ensmc
gratuito da mocidade, em todas as provinces do
huraano saber. No convento de Jesus, frade?
leccionavam philosophia, linguas orientaes, grego
e outras disciplinas de instruct secundana.
Centenares de alumnos aprendiam latim e outras
matenas no convento do Espirito Santo, da ordem
de S. Philippe Nery. .
Instruccao de lyceo. secundana era miuistrada
por frades dentro e tera dos conventos. Por exem-
plo, era Coimbra, alguns leccionavam varias ca-
deiras, taes como a de grego, que era lida pelo
raonge da regra de S. Bernardo, Fr. Fortunate de
5 Boaventura, depois lente de theologia, e por
ultimo" arcebispo deEvora; e assim outros muitos.
E mais, nao era essa, e sim outra instruccao a
que raor desvelo merecia aos monges, a prima-
ria; essa que a todo o cidadao o Lstado dove :
essa que e portico de todo o bnmano saber ;
essa que habilita o homera a ser homem ; ess*
que abraca quanto em todas as classes sociaes
6 mister adquirir : ler, escrever, contar c moral
reliciosa. Junto a cada casa conventual havia es-
colas destas : innumeras povoacoes se levanta-
vam a roda de cada mosteiro, e os habitante*
dellas nao so obtinham para.si mesmo o pao, o
trabalho, a proteccao, mas para seus filhos essa
instruccao, de que o Estado, cumpre confessa-lo,
era mais avaro do que o monachismo.
I Serao acaso estes os processos do que appelli-
dam obscurantismo ? sera, nor esto modo que se-
, impode a propagacao das luzes, se faz retrogra-
: dar o povo a ignorancia dos seculos idea V reau
1 sara isto o epigramma de Beranger :
to, escravo" de Goncalves Irmao & C, a requeri-
mento destes. .
A' ordem do subdelegado do Recife, Jose, escra-
vo de Moraes & Irmao, a requerimento destes.
" ordera do de Santo Antonio. Bonifacio, escra-
vo de Manoel do Rego Mello, a requerimento do
capitao Francisco de Paula Cardoso Junior.
A' ordem do da Boa-Vista, o marilimo portuguez
Manoel Jose do Nascimento, a disposicao do res-
pectivo consul. .. P.
A" ordem do de Santo Ainaro das Salinas, no-
rencia Maria da Coneeicao por desordem.
A' ordem do da Varzea, Domingos, escravo do
Dr. Franciscodo Rego Barros de Lacerda, por crime
de morte, a disposif-ao do jai de direito do quin-
to districto. _' ,__
0 detegado da Escada, por officio de 29 do mez
prox mo passado. communicoume que no dia u,
no terceira districto daquelle termo, Marcos _Lino,
de tal fetio gravemenle com um tiro de pistoiia
ao menor Antonio, fiiho de Carolina Maria de Jesus,
conseguindo evadir-se que do inquerito a que se
procedeu foi reuiettido ao nsnectivo Dr. juiz de
direito, verificara se que Marcos praticara seme-
Ihante attentado pela perversidade de sua indole,
. _.. .l..-. ...it.* UrtiK'nal. I1T nfli-lp nil
, tudo isso foi distinclameMte cullivado nos conven
I tos, onde, alem das livrarias tambem se encontra-
vam gabinetes de physica, museus. hortos bota-
nicos, laboratorios chimicos, observatonos astrono-
A am monge theatino, Blutean, deve a lingua
portugueza.o seu primeiro diccionario, ou antes
enciclopedia que em muitos pontos ainda em 160
annos nSo foi excedino nem igualado, e que, para
as circumstancias em que foi execulado, e um mo-
nnraento.
E' de um oratoriano a boa e velha grammatica
por onde frequentemente ainda hoje se aprende
I latim. _
Pertenciam a mesma ordem o padre Joao Dtp-
1 tisu, o primeiro que em Portugal ensmou a phi-
losophia experimental, ate entio ignorada; c
seu dlscipulo, o padre Tneodoro d."Almeida, foi
quem popularisou o ensino das scienciaj physico-
mathematicas, tornando-as atlractiyas.
Era trade jesuita, e depois capucho aquelle
poepde sabedoria, que se denorainava F. Fran-
cisco do S. Agostinho de Mieedo, e que em Veneza
defendeu theses de omni re sctbili.
Eram frades tantos ouutos dutros que espan-
Eteigos Us lumieres,
Et raihunons le feu t
Nao, nao. Desde que assim so diffundem as
lozes, certos ficem a emancipacao e moralisacao
das classes laboriosas pela instruccao, e o aug-
ment indefinido do seu bem pelo deseavolvi-
mento livre da industria, base da geral prospen-
dade. ,' .
Eram, poia, os frades, em matena de instruccao
e ensino, um poderoso auxiliar do Estado ; e po-
dera tornar a se-lo, sem inconveniente algum para
a causa publica, desde qoe se tomem as nrovi-
dencias que as circumstancias estio pruaenle-
menter aconselhando. .....
I'm verdaduro liberal.
(Xafao).

iuauu: aueiiMuu iicm |n .,.> --------- --.. uii "" >"" ""----------- -.--
visto corao nenhum motivo honvesse da parte do tosajnente, se Oisting.uiran Jpor seiencia mexce-
offendido. divel, e attrahirain para nossos avos as mais legi-
Deus Ruarde a V. Exc.-lltm. e Exm. Sr. com-j tjmas rtas fj.jnrj^
raendador Hemique Pereira de Lucena, digmss*- Naaa> poj3, ai9 natural do que tornar se o
mo presidente da provincia. -0 chefe de pouoia, ren*ino uma, < 4rtfonio FranciscoComia de Aianjo. Vcail0 dn ducet onnes gentes ; obra de misencordia ;
1_______,.ti n,n nnnm i'Aiini.i dehaixo de srtas
icDcarflTaciipara"quein reuma debai^o fr TOM
1 abofc*das. varta copia de sahet..
REVISTA DIARIA..
Depatados provineiaes. Reoebemos
hontem o resnltado do collegio de Ouricury, uRi-.
' mo do o" districto, no qual obliwryn votes :
Camboim
i Antonio Paulino
Tolentino
Attioo Lcite
Arconelq

4*
42
41
MUTILADO
>


/
2
Stand de Pernambuco Sexta ieira 5 de Dezembro de 187S.

a
20
1
265
257
247
243
205
200
12
98
97
94
em
Novaes
Aleocar Rodovalho
Fabio Heis
Resumo llnal I
Dr. Anionio P. .Uvle*nie de Albuquerque
Dr. Arconcio Feteira da Silva
Dr. Cincinato ITaSwieanie Camboim
Dr. Jos6 Nicolao T. de Carvalho
Antonio Atltco de Soaja Leite
Conego Antonio lose'W. de Novaea
Dr. Manoel da Silva Rego
Dr. Francisco Alvas ia Sjlva
Dr. Joaquim Fraocllco de Barros Barreto
Or. Fabio A. do Reise Silva
Municipio de Itnrrelros. Damn
seguida trcs cfuYios sobre a edilica^ao de uma ca-
sa para a3 escolaspubhcaj desse municipio :
lllm. e Ettn. $r. Nomeada per V. Exc a
comimssiio para neta freguezia promover a ac-
quisicao da djnativoi para edificacto de uma casa
apropriada at escolas publioas de inslruccao pri-
marla deste innnieipio, foi designado o dia dc lioje,
22 do corrento,pava sua iRvtallagao,e feitosos con
vites reciprocos, corapareoerara apenas os abaixo
assiguados, qne conslituiifosem maioria, resolveram
dar a V. Exc. conheciineato de sua instailaciio, e
ao mesmo tempo pnndorar a V. Exc. quo achando-
se a commissiio redceida ao numero de cinco
membroa, |4 par ter fafleeido o Dr. Sebasti.lo An-
tonio Aectoli, e ja por nao tor qaerido aceiiar a
missaooDr. I'aulo 1e Amorfm Salgadu Netto, nao
podera 'Hem desemponhar seus deveres. Entro-
taoto qoc hem peleriam prccacher e.'sas vagas os
proprietarios, Manoel de Karros Wanderlev e o
Or. Sn>estre da Htocha Wanderlev, se taolo far do
nartienlar agrado de V. Exc. Deus guarde a V.
Exc -Villa dj Harreiros, ii do novembrode 1873.
-Ulm. e Exm. Sr. common lador 11 innque Perei-
ra dc Lucena. dignissinio presidente da proviucia
de Pernambui:o. -Padre Itao Bapti^ta Soares, pre-
sidente; losa; Nicolao P. Sanlos, secretario ; Ma-
Tioel Honor-ate de B.irro-, Francisco Alexaulro
:Dutra, lose Felippe Santiago Rimos. '
L" seeciio. Palacio da presideiwia de Per-
nambuco, em 3 de dezembro do 1873. 0 presi
"denle da provincia em vista do aviso do minis te-
rio do iip.perio de 11 de setembro do anno proxi-
mo passado, resolve nomear o proprietary Ma-
nuel deBarros Wanderlev e o Dr. Si-kostre da R i-
cha Wanderlev, para membros da commissao cn-
earregeda de promover donativos para o edificacai
de uma esola de instruecao prinana na villa de
Barreiros, em swbstituicao dos Drs. Sebastiao An-
tonio Accioli o Taulo de Anaorim Salgado Nclto.
Henrique Pereiva de X.ncena.
\." seccao. I'alacio da prwideiieia de Per-
.nambuco, em 3 de dezembro de W73. Em officio
de it de novembro ultimo, commnni:am-me Vv.
Ss. que naq:iolla data foi instaUada a eoinmissao
encarrcgada de pronvi.ver donativos para ediltca-
cao de uma escofa i!e in^truc^ao primaria nessa
'freguezia, deixanda de comparecer os Dis. Sebas-
tia> Antonio Accioli n Paulo de Ammim Salgado
Nell i, aquoll- por haver fallecido, o ist por uao ter
aeeilado a uomeai;.i.i. Erii resposta cumprc-mc dl-
zer-llies que nesta data nomeei para substituirem
a juclles d.'Utores o pruprietario Mail' A ile Barros
wanderlev e o Dr. Silvestre in Roclia Wanderley,
cujas cartas de communicants, inclusas remetto a
Vv..Ss. para que se digunm de dar-lhes o desidu
destino. Deus guarde a Vv. $3.Henrique Pereira
de Lwcena. -Srs. presidjuie e mais i lemb os da
c immissio encarregada de prumovor donativos
para elifieacao de uma escola pa lica na villa de
Barroiroa.
<;-i ir prendencia da proviacia, de 3 do corrente :
Mandou-so dar guia de tiassa.jem, para o muni-
cipio i!e .N'aj.ireUi ao alfores Meuriquo Ferreirada
Silva Rabello Filho, d) 21 batalhao de infantaria
da muniiipio de l.imoeiro.
Foi nriva lo do posto, cm vista do artigo (>."> da
lei ii. (102 de 19 de seterabre de I860, Manoel de
Barroi Cavalcant'', nomealualfercs para o 40 bata
Ilia. do iufantaria do mumicipio de. Ipojuca,
Autiti'idaile pulifial. I'm- portaria da
presideneia da proviucia, de 3 do corrente, foi no-
raeaJo Juaqoiia Apridio I'nsa da CosU delegalado
lermo de Limociro.
Jury do Iti'.-itV Na dia 12 do corren-
te deve ser installada a sexta sessao d> tribual do
jury da co unrcaiJ.t Hucire, sob a prtsideacin do
Dr. juiz de direito intefiun da SJ vara.
Vajiopes ivs{u>i'ai! Britannii, do Ca lino e escafas ; a 6 do correiite",
.is francezes Henri IV e Memtoza, do Rio da Prata
6 escalas; a 8, o franccz Itio Grande, da Ettropa,
9 0 bra-ileiro Ceard, do sul do imporio ;.a 9, o
Candida ForWlra Batftota, n'ario, Pernambttea
21 nnno, solteiro, mililar, Boa-Vijta ; tubercuHs
pumioaaree.
Manuel, pardo, ignora-jo, 4 mezes, Santo Auto
nio; bexigas.
Celeslino Pedro, pardo, Pernambuco, 0 mezes, S.
lose; entente agada.
Rosalino, pardo, Pernambuso, 30 annos, soltei-
ro, Boa-Vista, hospital Pedro II; variolas.
Antonia Joaquina da Silva, parda, Pernambuco,
24 annos, soheira,-Bot-Visti, hospital Pedro II;
tuberealos pulmonaree.
Archanglo, esciaro, preto, Pernambuco, 12 aa-
nos, solteiro, Graija ; angina.
Jos6, hran'co, Pernambuco, 1 anao, Santo Anto-
nio; variolas.
Augusto, pardo, Pernambuco, 43 dias, S. lose ;
COBTtllSSeS.
brasileiro Gong dees Martins, da Bahia e escalas;
a 10, o Irancez Erymwtke, da Europa ; a 15, o
inebjz Cnzco, iilem.
i'".v >>iisi*:"io ;^ri<-(la. Visitaram de
antu-boutem as 8 boras da noite ate bonteni as 8
horas da naite. I.28t |>essoa, que rcunidas as
1,752, que teem visitado a mesma cxposiclo nos
dias e nnites preci;deutes, prefaz o num'cro de
3,031 pess las.
Nos dias uleis a exposii;ao estara aberta das C
b iras da tarde as 10 da iiiiie, nos dias santiQca
dos das 11 horas da manna as 3 da tarde, e das
6 ;i< 10 da Doite.
A" I'.'iirada, cada visitante dara o que quizer em
favor do lyceu das arles o olRVius.
Pa^raduriu de f:>/cii(i: Nesta esta-
cao pag.im-se htrjo as nguiutw folhas : cult-j pu-
blico, empreffados da visiia de saude e institulo
vaciiinico, uliiciaes it'for a Mips e alfandega.
Os funcciooaiios que deixaieio de reeeber neste
dia, so padeiio far.e; o do oiiavj dia mil em
dianle.
Sessao magiin. Na proxima scgunda-
feira, 8 do corrente, deve ler lugar no primeiro
andar do predio n. 35 da rua do Imperador, a da
Associacao Portugueza de Beneficeneia dos empre-
gadis no commercio e iadustria, comuiemorativa
do I" anniversaiio dB sua installa^ip.
Oi*s:s!r- llorrtem, ucla man'ha, eslando
-Mitonio Gomes, pardo, do 4o annos de itlade, a
desobstmir o eano do esgoto da cidadj no ponto
da travessa do Marques do Recife, foi d'alli reti-
rado em estado bastanle grave de suffocaclo, pro
duzida peias in.ilerias nolle agglumeradas, c reco-
liiido ao hospital Pedro II.
Teli-K'raptio suliniaiiiiu C'tegou
hiiiiiem, pela manha, o vajmr inglez tfooper, con
ductor da porcao de ca'bo telegrapUico submari-
no, i|ue deve ligar nossa provincia com a da corte
do imperio.
Veie a sen bordo a commissdo de engentieiros
incuroliida da immersao de tal cabo, trabalho este
quo deve cotnecar no proximo domingo, scndo
nelle auxiliado o // oiw pela corveta brasjLeira
i dronica jj mum*.
Tribunal clo comiuercio.
ACTA DA SESSAO DB27 DE N07EMBR0 DE
PRKSIDEXCU DO KXM. SR. CONSEtHEIRO ANSELHO
KRA.NCISCO PERET.
A's 10 horas da manna, presentes os Srs. de-
putados secretario Oliuto Bastos, Lopes Mschado
e supplentes Sa Loitao e Alves Guerra, S. Exc.
o Sr. couselheiro presidente declarou aberta a
sessao.
(kimpareceu o Sr. desemHargador.flsoal.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
RKBBBHZE
Ollicio do secretario do tribunal -do commercio
do Maranhao, em resposta ao dete tribunal de 4
do corrente.Para o at'cliivo.
(;flcio do corretor fion^alo lose Affonso, renun-
ciando por m quanta a licenca que Ine possa ser
coaccdida. Inteirado.
Ollicio ^lo ajudaate do porteiro deste tribunal,
communicaudo estar fazeudo parte do conselhe
4a uova iniarda nacional. Ini-irado.
Distiibuirain-se os seguintes livros
Copiador de Parente Vianna A C, dito de Fran-
cisco Ribeiro Pinto Guimaraes, dito de Amaral
Nabuco C. diari > de Mouteiro Gregorio o. i',.,
supplemento de dito de Sottsa A; Gratuthttio.
DBSPAGWOS.
Requerimentos:
De Fernandu Gomes da Silva, pedindo certidao
do eantrato de Carvalho^Peixoto & C. Wfl-ie a
certidao requerida.
De Manoel Jose Martins das Neves, queixando-
se contra Gon^alo Jose Affoaso.0 tribunal pro-
ferio o seguinte despaeha : Autoados os papeis,
de*-se vista ao Sr. desembargad ir flscaf.
De Candido Casimiro Guedes Alcoforado, pedin-
do a exoneracao do cargo de deputado deste tribu-
nal.Vista ao Sr. deseiubargador fiscal.
to Mauoel \ieira das Neves, cidadao brasiloiio,
pedindo carta para pataclio de sua propriedade
denominado Helena. Vista ao Sr. desembargadoi
liseal.
De Joiio Francisco de Souza e Frederico Alves
Pereira Pinto, registro do distrato da tirma Frede-
rieo |>4iito & C. Vista ao Sr. deseiubargador
fiscal.
De Pedro Ortiz de Camargo, satisfazendo o des-
p3cho do tribunal de :t0 de outubro pru.ximo pas-
sado para ter lugar o registro do conlrato da tir-
ma Duarte Guimaraes B.indeira 4 C. Vista ao
Sr. desembargador liseal.
Oe Bastos & Almeida, solicitando o registro da
nomeiieao de seu caixeiro Tlioinaz Carnelro de Al-
meida.Como requer.
De Jose Luiz de Mello, para registrar-se a no-
meai;;lo junta de seus eaixeiros. -Sim.
De Bourgard & C, i ara maudar-se registrar
a nomeacao de seus eaixeiros Adolpbo Leopoldo
Uourgard e Francisco de Souza Freitas.Na forma
pedida
De Francisco Jos6 Guedes de Lacerda, solid-
taudo o rogi>iro da nomeac;lo que deu a Jo*6 Dias
do Nasrimeiito. -Deferido
B6 1 A M'reira Dias, subiuettendo a registro a
nomeacao que junta olfrece. -Coulo pede.
De Manuel Antonio dos Sanlos, trazendo a re-
gistro a nomeacao de Joao Antonio dos Saul js. -
t'roceda-se ao registro pedido.
De Anselmo de Jesus Carvalho, registro da no-
meaeao de Jose" Antonio de Carvalho. -Registre-
se a nomeacao junta.
De Aranjo Lima & C, requerendo <|ue se regis-
tre a nomeacao de seus eaixeiros.Na forma re-
querida.
de M^ortoe^ Anselmo Correia do Figueiredoj arre-
m.tlarito da estrada nova da Varzea, -UartJoit-so
p.igar n 2' preslacao.
Outra sobre a pelic3a dr conseilhores do nreJio
de do is amlnres a rua do Antorim n. 19 Pedn-
seao presik-ulo dapivilncia autorisacao parades-
pender-se a tfhsnlia de 2 700i000 com a dosapro-
priai^ao do rcierldo predio, que so acha bastanle
arrumado tern de ser deaiolido, seguodo a planta
da cidade.
Outaa sobre as despeua a fazerem-se oom ds re-
parosde que prcaisa o matalouro publioo.Foi ;i
commissao respectiva.
Parecer do nma commissao nomeada pelo .Exnv
presidente da provincia, sobre e lofal escoHiido
para nelle ser construido o maWidoiB-o publico e
suns dependeneias, e enviado a csta oamara para
inlormar.Foi reniettida a respeclivj commissao
da camara. p ra eniitur seu parecer.
Foi tambem a deviaa commissao o balancete da
receiue despeza aprcseatado pelo piucurador, re-
lativoao raez de oulnbro ultimo, cuio saldo foi de
18:801*832.
Rela:ao .las maltas arracadadag pah procura-l
dor no corrente mez, inpostas pel os nscaes, de 1 a
26 do andante, na importancia de
arentar.
Itelacoes das multas impostas petos fiscaes de
S. Frei Pedro Goncalves, Afogados, Nossa Senhora
da Gra^a, de 17 a esta data, na importancia, o
primeiro de I6J000, o scgundo de 4*000 e o ter-
ceiro do\0j. -A' arc ivar.
0 Sr. presidente marcou o dia 3 do vindonro,
para ter comoco a 4* sessao ordiaaria deste anao,
a qnal durara os dias marcados por lei.
0 Sr. vereador Loyo Junior prepoz a bom do
serein) publico a suspensao, por a dias, dosguar-
das fiscaes que actualmenlo servcm na freguezia
de S. Fr. Pedro Goncatves. Foi approvada, e or-
denou a camara que se fizessera as devidas com-
mnnicaV-oes.
0 Sr. vjreador Dr. Ifossese requeroa e foi ap -
. provado o seguinte :
l* Que se mandasse proceder aremogao da far-
raria da Ponte Velha e de outra qualquer que se
tenba estabelecido contra as posturas, vislo ja ter
expirado o prazo, que para remogao das mes-
mas, foi concediJo.
2." Que se pena ae Exm presidente da provincia,
autorisacao para se alterar a planta 4a cidade re-
lailv.i aos predi.>s froateiros pelo Ud i do mar a
praca oaJe se acham em construc,6ab o mercajlo
publico e o. temple de Nossa Senhora da Panba,
atim de se toroar uma praca elegante e assim dar
maior realce aos referid is merea lo e templo.
0 Sr. vareador Ns/es requerene ioi jqjprbvado
o seguinte :
1." Que a commissao desta camara quelem de dar
sen parecer acerca do local escolliido pela com-
missao nomeada pelo Exm. prosidote da provin-
cia, para a construc-oao do maladouro publico e
suas dependeiwias, examine antos do cmilur seu
juizo a respeito, o lunar Peres, desla municipio.
2." Quo se offleie ao mesmo presidente a con-
venicneia de ser examinado e estudado este local
pela cjmmissao no neada polo mesmo Exm. se-
nhor.
Foraia ao advogalo, para dar parecer, as- peti-
eoes de Floreneio Rodrigues do Mir.ui la Franco e
Jose Joaquim Pereira d; Oliveira ; ao engenhoiro
para inlormar, a de Antonio Ferreira Ramos ; in-
defend as as da eompanhia Pernambucana, Fran-
celino Olympio Pereira de Oliveira, Jose Luiz Al
yes Villela. Francisco Joaquim Gomes da Silva e
HcrmenelgiJo Fernandes de Oliveira ; e de'eridas
as de Antonio Joaquim Pereira Porto, Costa & Ir-
mio, Frederico Rosa de Aguiar, D. Francisca The
reza do Oliveira, D. Guilhermina Engracia da
Cruz, Innoeeneio ."vavier Vianna, Jo-e ttibeiro de
Lemos Duarte, D Joanna Victoria de Rrito Gnnha,
Jorge Jiicome Tasso, Jose" Manoel de Sa, Ludgero
desprovenido, seconvencena dajtn*jkof,roe.?aerf- marcad.ii no rfeifeto a qi:c allude o dito artigo.
nil illBln ivhIm ran > .. >^>
cia desse ponto.
Os Series de 14 c 10, iilx^r.r.ram o direito de
peticao e representacao paf, ju-tiiicar os aitenia-
los commettidos e a suppo.-ia illeg.llidaJe do proce-
dlmcnio do Sr. fA-rei.-a do Luuena.
0 que responder senao o que diz a defeza, quan-
do e certo que por direito de reuniio nao se pode
enteniler o que entendiam os homens do parrtdo li-
beral ? "
A defott oom o c id) criminal em 'aeu artigo
183 expo* o limito do dTreiio de rsuniao.
0 arliculHIa fa* urn j jo pueril ate com erro
typographteo para attrihuit a tcfoza a paternidade
de urn direito rthcito.
Quern arjSiaienta asslm,Aiao merece e iem dero
esparar reaposta seria.
Entretanlo limitar ms-lunos a ilizer: a defeza
transcrevendo o citado artigo, do codigo mostron o
limite do direito dc reuniao, segundo a lei, e quan-
dolla era julgd illicit^ o;no o dellne o mesmo
codigo.
Finahnenw, a defeza comparando as rennirjes
Sopulares com a de individuos formando socieda-
es, laz ver quo, apezar de nao oll'erecer aquellas
TJ3S009.-A as ntesmas garantias quo estas, todavia as associa-
tes ou sociedades tinbam direc^-des responsaveis
e nao se podeodo comparar nunca o numero de
socios a multidao popular.
Isso que a Provincia lingio nio ver, esta na de-
feza e so node escapar a quein for destituido do
senso comraum.
Se 6 certo que uma reuniao pode ser inferior
Srtci<-dadc I.u*u-llrasii>ira. EsU
sociedade fart uoje, as 6 l|8 horas da tarde, sessao
do conScMfl lisvd
Vasnbundos. A nllencao do Sr. subde-
1'gado da Boa Vista recommendamos a maita que
abi se vai formando de vagabondo*, anxiliados por
;3cravos vadios ; osquaes tratam detllaqoear, por
todos os modos, a boa fe dos quo ainda a teem,
ccm o fim de bavcrem dinheiro para a pandega
Nestes nltimos dias aiiparcceram alguns agonciando
por dinheiro a vista_ assignaturas para am
baile de mascaras. Nao e original a idea, mas
tern a sua graca.
Pervorsidade. fco dii 23 do isez ulti-
mo, Marcos Lino de tal, no 3 dislricto do termo
da Eseada, ferio gravemente com am tiro de pis-
tola a urn menor, de nome Antonio, fllho.de Caro-'
lina Maria de Jesus ; coasegnlndo evadir-se apos
o delieto.
Do inquerito a que se proeedea a respeito, e
qne ja teve o competente destino, verilicoii-se ter'
ido aqaelle, um acto de indoleoatnralniente per-
versa, peis de mancira alguma a dsso o provocara
a pobrc crianea.
De Henry Forster & C, sojeitartdo a registro a
inclnsa nomeacao de seus eaixeiros.-Seja regis-
trada a nomeacao junta.
Uc C. Guimaraes 4 C, offere*endo a registro a
nomearao junta de fluilherme Frederico C. Junior e Antonio Fernanda da Silva (>.'-Como
pedem.
Be Manoel Pacheco da Silveira, registro da no
lucanao de Joso Gomes de Oliveira. Sim.
De .Vunes 4 Almeida, apresentando a registro
a nomeacao anuex.i de seus dous eaixeiros.Fa-
case o registro prelendilo.
De Manoel Cardoso de Gouvea, registro da no-
meacao que cbncedeu a Antonio Jose da Silva
Junior. -Deferido.
De Joaquim Juvettcio da Silva, tambem registro
da uomeacio de Luiz Januario da Gama. Regis-
tro se.
Do Saraiva & Ma^hado, igualmenle registro da
nomeeacao de Ruliuo Celestiuo de Souza. Na
forma requerida.
De Ramos 4 Irmao, ainda registro da n imea ;ao
de Daniel Ferreira Ramos. -Sim.
Informacao daseoretaria favoravel ao pedido da
empreza das obras e capatazia da alfandega
Dererido, a vista da ultima informacao da secre-
taria.
Autos dc moratoria de Bastos A; Silva, conclu-
sos para deeisio final.Foi concedida pelos Srs
Sa Leiliio, Guerra, Egydio de Fig soiredo e Medei-
r-is Rego, teutlo votado contra, S. Exc. o Sr. con-
M-lheiro presidente. Assistio o Sr. deseiubargador
fiscal interino Silva Guimaraes, e foi secretario
ml hoc o Sr. Sa Loitao
O Iribrinal resoiveu que se exigisse da junta
dos correlores o enmprimento do que Ihefoi de-
terminado quaato a remessa mensal das trausae-
coos feitas por cad correlor. a qual nao teve lu-
gar pelo que dii respeito ao mez de outubro ulti-
mo, c bem assim quaato a. recolbiraeato dos li-
vros do ex-eorrezor Pattdiet.
Sendo uma hora da tarde, S. Exc. o Sr. coase-
Iheiro presidente eneorrou a sessao por nada mais
haver a despachar.
Viiiira de Oliveira, Mendonca Correia i C, Ma
noel Pereira Cordinha, Paulino Herculano de Fi
gueire lo, Paula A Mafra, D. Rila Joaquina Accioli
di IVisa, !). thereza do Canuo Lins de Miranda e
verissimo Pereira da Silva.
Aada mats iiouve a tralar, e o Sr. presidente le-
vantou a sessao as 3 boras da tarde.
Eu, Pedro de Albuquerque Aulran. secretario
a cscrevi.
Miinoel Joaquim do Rego Albuquerque, presiden-
te. jW Miriu Freire Guuuiro. Theodora Mocha-
do Freire Pereira iU Silei.-Joao da Gnnha Son-
res Gnlni'iraes. Dr. Pedro de A. l#bo Mosciso.
Jose. Pedro d-t% Jteries.
em numero a sessao do alguma sociedade, e fora
de loda duvida que por mais nnmerosa que seja
umi associacao, as snas se.-sfles ou reunifies nao
se podem cemparar a multidao popular.
Foi isso que disse a defeza. Se a renniio de
16 foi dp 30 J pessoas, podia se contar ou prever
com segartnea qtie esse numero engrossaria mais
arde e fazia reseiar a reprodueelo dot factos
de 14.
As associates estarao no mosmo caso f
Como nao dissolver a reuniao que nao olTerece
as garantias legaes das associa^oes regularmenft
formadas ?
Quanto ae anal do artigo, a defeza e lao clara
combinando as disposicoes do codigo criminal com
o codigo do processo e leis posteriores, que altcrou
as daqueJIe, que nao insistiremos mais.
Deixamos aos jovens litteratos, escriptores da
Provincia o success j de aprecia<;oes como a que
respondemos soraente para chamar a atlengio so-
bre a defeza do Sr. Pereira de Lucena e o'modo
desleal porque e apreciada.
Daraos um coaselho ao jovea escriptor : procu-
re allumiar-se com o candieiro da monlanba.
Terse-bia elle apagado ?
Nao o cremos
ENGLISH BANK OF R[0 DE JANEIRO
LIMITED)
Capital do Banco em 59:000
aoQoes 4e 20 eala uma
Capital i sitisado .
Fuii'li do resorva.
1,000:000
500 V00
100:740
BALANCO DA CA1XA FILIAL EM PERNAMBUCO.
i;\f 30 DE NOVEMBRO DE 1873.
Al'.TIVO.
Letras dsscrfntad*!.............. l,3MlV9Sif990
Empre-fini'K r contascaueionadis 47i: 181^8'jo
Letras a reeeber............... 59:871 J640
Gararttlas e valores depositados.. 838:760i690
Mobilia, cte. do banco.......... 13:8234990
Div.|-:< r Caixa........................ 807:4804220
Rs. 4,J'4G: 7 704700
f.ote-rin a que
a benefieio do hospital da ordem tefceira do Car-
mo, a qua! eorre no dia 40.
I ''M*e Hoje, deve erTHetdar o agente Pin-
to, em seu escriptorio a rua do Bom Jesus n. 43, o
avarfa; como sejam, chapeos do Chile, ditos do
palha para scnhora, o ferragans; conforsae os an-
nuncios inseridos na seccio competente deste Dia-
rio. Aninhi devera o mesmo agente eilsetuar o
da pbarmacia, sita a rua do BarSo da Victoria n.
30, pertencente a raassa fallida de Joao Francisco
Bitten court.
Casa de det^a^ao.Movimecto do Uia
3 de dezembro de l73 :
Existiara pr*os 301, eatririm 7, sahiraoi 'i, exis-
tem 3113.
A saber :
Naeionaes 230. mnlheres 10, esirangoiros 25,
eu-ravos 3J, estrt Aliment lublicos 211.
Mivimento dS.efflefitiaria do dia 3 de dezem-
bro de 1873.
Tiveram bhlxa :
Jos Joaquim do Lima sarnas.
Migii.'i da Silva Birgos febre.
Teve alta:
Manoel Ant-mio da Silva.
Cemiterio ^uJdico. Obituario do dia 3
da dezembro:
(IMARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORD1NARIA EW 26 DE NOVEM-
BRO DE 1873.
pnesitfBNCts do sb. rrgoeamhqiirrqhb.
Ao ; meio Jdia, presentes 09 Srs. vereadores
Rego Albuquerque, Loyo Junior, Neves, Theodoro
Silva, Dr. Morcoso, Gnnha Guimaraes, SouzaLeao
e Cesario de Mello, o Sr. presidente abrio a sessao,
e lida a acta da antecedente, foi approvada.
Leu-se o seguinte
EXfBDtENTB !
Dm otllcio do Exm. preIente da provincia, de
19 do corrente, recommendando midadc com a lei de 19 de agosto deJ184t, de esta
camara as nccessarias providencias, atim de que se
reunam as juntas qualifleadoras das freguezias
deste municipio, na 3* domiaga de Janeiro vindou-
ro, e procedam reeularmente ao processo da qua-
lilieaeae.A camara mandou offlciar aeste sonti-
do aos diversos juizes de paz nip is votados das fre-
guezias e ordem ao proeurader para fornecer o ne-
cessario expediente para os trabalhos das mes mas
junta*.
Odtro da mesma presideneia, ile igu.il data, au-
I'ASSIVO.
Coma- cwrtmtss sim-
ples.............. 733:6084780
Dep'.-sito .; prazo lixo
com aviso o por le-
iras ............. 1,917:5824110
Letras a pagar................
Titlllos .'m .'atli'fi; e d'-posito.....
Diver-Ms contas................
2,651:1904890
3:4874500
838:760*690
1,053:33140*9
Rs. 4,516:7704700
S. E. A- 0.
Pernami. ieo, i de dezembro de 1873.
F. H. Hloxkam, manager.
ClareSewell, accountant.
PARTE POLITIGA
*eacha a .venda ^ a 78'i lorisando a despender a quaotia de 3:0004000 na
eonstruogSo de um tedheiro protrisorlo para ondc
se iemov?. o acougue publico pe S. Jose, atim de
se poder continuar na obra do matadouro pnbll-
i-o.-Intelrada.
Oiuro, de 25 do mesmo met, reeommsndo a ca-
mara que do 1* de dezembro proximo vindouro,
nao Sfl djj liceaja paw enterramento de ca laveres.
cujo gervi;o nio for feitd pela eaSa mortuaria de
Agra 4 C que contrataram com a Santa Casa de
Miserie >rdia faiar exclusivamente o servico mor
tuario e de earros fimebfes desta capital, e que se-
j i.n rassadas as licenQas, qua outras casas, por
ventura,tenliam para aquelle mister.Exp dlrara-
lifcaes.
se a neCeteaMas ardens ao procuradore
Outro, de 31 do passado, rerommendando que a
eamara |irest os necessarios esclareciraentosacer-
ea do e sua proqieridade ou d> do movimentu
afi'nJ>nte e descendente na pr.idoecao animal,
ieu- jirecos ;orrentes, taras dos jutos e mais con-
digo s dos emprestlmos feitos a lavoura. In
t 0 itr i do Dr. juiz substitute) da 2' vara civet,
.desta capital, de 22 do orrente, eommuiiicando
i piella dataentrado no excrcieio parcial da
vara te "direito. porter sido nomeado desemb*rca-
d-.n-><'.-, tivo "juiz Dr. Manool Tertuliano 'i'lio-;
Henri,pies. -Inteirada.
lufortna^ao do tngenheiro 3ohre o requerlmento"
IMHTIDH COI8ERVA0OR
RCCfFF, 5 DE DEZEMBRO DE 1873.
Ainda a defeza do Sr. Lucena.
A Provincia, no empenho de abocanhar o digno
Sr. Pereira de Lucena. volta sob a epigraphe acima
a antlysar a defeza quo S. Exc. exhibio perabte o
sapremo triounaL
A celebre denuncia que deu lugar a defeza es
tava prejulgada pela opiniao.
A exposicio dos factos de 14 e 16 de maio e de
todas as circumstancias que os precederam e se-
guiram foi f3ita com a prora de documenios e pe-
?as irrecusave is.
0 supremo triounal julgando improcedente a de-
nuneia, fundamenta o seu acordao nas allegacSes
do illustre denunciado.
Bastaria isso para responder as diatribes da Pro-
vincia,.qne ve nos factos narrados, inexactidoes, e
has apreiiae.oes de direito, absurdof.
Direraos portanto pouca cousa para fazer sobre-
sahir a mi fe d)s escriptores da Provincia quando
aestaca e desloca periodos da defeza para a seu
geitp analysa-la.
A Pminciu faz um bom achado nas palavras
eslalue dispostcocs, quando a phrase acha-se em
qualquer diecionario ou ,'ivro de direito.
Seria bom que os grammaticos da Provincia
procurass.-m na defeza bases que se prestassem
nielhor a critica Ijilararia de seus classics.
Mai se entende tambem o que o articiilista pre
lends com rela-.io a distinc^ao entro direito corao
faculdade de obrar e> o seu exercicio, quo a defeza.
alias nao tiuUa de cxplicar e nem confundio como
SL\IS UMA MBNTJRA.
A Provincia de 3 do corrente, era artigo edito
rial r.-l.ita um facto, eoutra o qual vimos protes
tar, invocando o testemunlio de todas .as pt-ssoas
que es tiveram era palacio, no Campo das Prince-
zas, c, ainda mais das quo transitaram por osses
lugares, quer quando tocava a banda de nuisica
em frente de palacio, e quer quando esta se reti
rava.
Duvidamos que os rodactores da Provincia de-
clinera os nomes dos presos. a pretesto de recru-
tamento, no dia 2 de dezembro.
Fique o publico desde ja sabendo, que essa bis-
toria quo foi materia para os Srs. da Provincia,
derramava bilis contra o distinclo adininistra-
dor, nao passa de uma invenejto.
Primeirameole, e preciso nilo esquecer que o
artigo de fundo relativo ao reerulamento, foi es-
cripto com calma e. modit*cTo, e por isso mesmo
deixa ver que nao e obra de momerito.
Desde que descobrimos que Iiouve prenielita-
cao, e que portanto o artigo da Provincia nio foi
escripto sob impressao de uma nolicia de momen-
to, lica-nos o direito do dizer que o aru'go de fun
do a que nos referimos, estava desde a manha do
dia 2, preparado.
Accresce por outro lado quo o cortejo teve lu-
gar um pouco tarde, em conseqaencia da chuva
quo eabio por essa occasiao.
A essa hora. segundo a marcha dos trabalhos
das ofBciuas typographicjs, qnasi tola materia
que deve sahir no iornal do dia 9egointe, esta era
composiqao, e qualquer alleracao, a nao ser uma
simples noticia, transtorna a ordem, resultando
d'ahi mudanca da hora da distribuicao do jornal.
Se assim e, pergunta-se : como ex|)licar-se-ha:
ler a Provincia oigio do Sr. barao commendador,
publicado o estirado artigo de fnndo acompanhado
de larfeas considerac/ics no dia 3, a proposito dc
um facto que dizem ter-se dado no dia t, as 6 ho-
ras da tarde f
Foi um milagre que fez o Sr. comirrendador,
cuja cxplicai.ao o publico dasoja saber.
Em outra lypographia nao seria para admirar
essa presteza com quo se fahrica, compoe-so e
publicase um longo artigo de fnhdo, como fez a
Provincia, em menbs de 21 horas ; mas na ty
pographia da Provincii, a cousa nao e para me-
nos, porque, dizem que o sou pessoal 6 insifcnlfl-
cantjssimo.
Nao nos consta, apezar disso, que os outros jot-
naes diarios ja tivessem fcito o mesmo, isto e, pu-
blicado um longo artigo de fundo a respeito de
um facto, nao tendo deccorrido ainda 12 horas,
desde que se den o facto ate a sahida do jornal.
0 que tem feito os outros jornaes e dado sim
plesmcnte noticia de qualquer facto que se da na
cidade, aguardando-se para lazer qualquer tr.ba
lbo mais tarde.
Isto temos vistn; mas o que nunca vimos foi,
escrever-se artigo de fundo sobre nm facto quo se
da as 6 horas da tarde, e antes'de se Oiinpletarcm
12 horas, sahir um jornal, tracendo-o publicado.
0 facto que observamos, isto 6, trazer a Provin-
cia um estirado artigo de fundo no dia 3, as 6 ho
ras da manha, coraraentando u-u facto que dizem
ter-se dado no dia 2, as 6 horas da tarde, e novo,
na imprensa pernambucana; se o facto e novo
temes razao para dizer que, o artigo de fundo da
Provincia de 3, foi escripto no dia i; e desde qne
o artigo foi escripto no dia I sobre um facto que
so se deu no dia 2, segue se que os redactores da
Provincia adivinham.
Como quer que, temos como certo: 1." que o ar
tigo de fundo da Provincia e uma mentira adrede,
preparada ; 2 que a Provincia nao e capaz de
eertilicar o facto, apontando os presos no dia 2 de
dezembro.
Provocamos de novo a Provincia a dizer onde
foi o lugar do ccrco na rua do Imperador ; por-
que todos os cidadaos que assistirara ao cortejo,
quer como convidados, e quer como meres espec-
(adores, igaoram que tal oerco se tenha dado.
0 publico quer saber de tudo quanto dilse a
Provincia em seu artigo de fundo escripto a
press a.
E' bom Sr. barao corameodddor de Villa Vlcosa
va botando as mangumhas de fora, porque licara
conhecido como substitute do Quarcaraa.
Ait. 29- Aos eaudl'latos ao grao do doutor que
forom approvada se passara carta, como aos
alumods da faculaade:
Para os outros sera sufDtleme que-se apostille,
nas cartas ou diplomas par dies, apresentados, a
respectiva declaracao, segundo as formulas raarca-
das no regulamento especial das faculdades.
Quer a carta, quer a apostilla serao regist.a-
das no livro competente.
Amba fleario snjeitas aopagamento dos mes
mos direito* a que estao obrigal is os lilhos das
faculdades pelas cartas quo ftes sSo passadas.
^ Srs. redactores do Diario de Pei-n.imbuco.
Como moro neste novoado ( hoie villa i do Jaboa-
tao e como pretenqo breve madar-mepara o nosso
velho Recife, vou pedir a Vv. Ss. se digncm inso-
rir estas poucas lianas era sou conceituado Jornal.
Anda por e;ta raalfadada villa um Qdalgo ou ca-
valteiro de tndnstria, que leva seu tempo em per-
sefuir as mncambas alheia?i a maUr cabras e bo-
des, so com o Bm de se divertir, ainda mesmo a tiro,
pessimo vicio, salvo se o tal cavaHeiro e enrarre-
gado pela nova camara. Como isto de novas tam-
bem ha novas leis,. pode ser que o tal Candeia seja
guarda do fi.-cal; se assim e, bola nelle. Emquanto
se nio cohibir hio o diixarei, porque sou de V.
bem conhecido.
0 Erneslino.
UBLieACOES k PEDIDO.
Decreto n. l.:m? de 'tH de abrll
de 1954.
Art 20. Os dout .res ou bacbareis em medicina
ou cirurgia, que se acharera autorisados para cu-
rar em virtude de diplomas de academias ou uni-
versidades estrangeiras, deverao, se quizerem exer-
cer a sua arte no imperio, liabilitar-se previaraen-
lo por meio de exan.e de sufflciencia perante
qualquer das faculdades.
Para serem admitlidos a estes exaraes serao
obrigados a apresentar :
i.a Seus diplomas on titulos originaes, e na
falta absoluta delles, provada perante a congrega-
cio, doenmentos aulbenlicos que os .substituam,
sendo necessario neste caso previa autorisacao do
governo.
2.* Justificacao de identidade de pensoa.
^ 3. Documentos qne abonem a sua morali-
date.
Os titulos, documcatos e qaacsquer papeis, que
ui-IcHrv, J de outuhro de 189 8
Um attentado grave acaba de ser praticado na
villa do Ouricury pelas autoridades com auxilio
da for^a putlica, sob o Commando do capitiio de
policii Antonio Jose de Andrade para desgostar o
Dr. Manoel Rjliui e Alencar, iiue e o nnico advo-
pdo leltr.ailo que advoga na comarca, e nio acei-
iar o. lugar de juiz municipal deste lermo para
o quad fora nomeado por tlecreto de 7 de jufho
undo.
0 Dr. Rolim, naqualidade de advogide honrado
e sincero, tem arcado com vantagem contra os|
desmandos do juiz de direito interino Candido
Alves Machado e juiz municipal, que de combinar
cao com o escrivao Ruiino e outros arpias que
viyem de advngacia, dispoem dos d'rtitos e pro-
priedades dos litigantes como dos seus proprios
com detrimerjto da causa publica e manifesto pre-
juizo dos particuiares.
Apenas constoa' dos jornaes a nomeagao de juiz
municipal do Dr. Rolim para este termo, entao'os
jutMsprevarica lores e seus salettrtes.vendoqueesta
nomea;ao ia pur u n dique a jeus desmandos, e
por isso era mister lancar mSo de todos os meios
vexatorios do socego do dito doutor e priva-Io do
lucr.das causas, que apatrocinara, lascando a
machado e ontrosinslruBientos aomeio dia n'uma
das ruas mais publicas desta villa, as portas do
sua casa de residencia e de cscriptorio, abrindo-se
com a ponta dos re.eces dos soldi lbs a gaveta da
mesa de sen escri|itoHo e apoderan'dose do que
bem Ihes aprouvera, inclusive lettras, entre ellas
uma da propria aul-n-i is le one commeneu lio
grave crime ; que irritou realmente a tolos que
nao se envoi verarh em seirielrtame attentado.
0 Dr. Rolim preparava se prtra deiiunciar aos
poderes competentes do Dr. Candido Alves Macha-
do pelos actos d" pre'aricacSo praiicados por
elle e oulros agerrtcs do p-ider putilico com d icu-
mentos, que existiam em seu poder e outros rjne
tlnlta de reunerer dos cartorios da comarca; mas
o Dr. Candido, c.nscio disso, ordonou por uma por-
taria qne o escrivao Ruflrm nao cumprisse despa-
cho algbin Hem lizesse mais autos com vista ao
Dr. Rolim, ou por outro qualquer mi do, porqnanto
o cdnslderavaalieuaio epriva-lo portal modo do
gozo e regalias que sua carta Hie outhorga.
Na verdade, se uma carta ile bacharel estivesse
Mijeita a ser inntilis.ida por modo tSo snmmaris-
simo e a vontade e caprieho de um juiz iriepto,
irorrnpto e prevarica lor, por certo que ningaem a
pracuraria older com tanto dispendio c sacrilioio.
0- govirno, por certo, jamais pactnar.i com
actos e--canda!osvs pratieadds sob a intluoncia de
uma antoridade lio desmoralisada, e dara as pro-
ridertelis qufe o caso exigc, pncillcanlo os habi-
tirttes desta infeliz comarca, digua por certo de
irelhor sorte.
Li ii.t j-iii-:, linalmenle, a apbntar os agenles do
poder publico que concorreram diiectamenle para
Os actos criniindsos pratieados em casa do Dr.
Uuliiii. 0 mentor foi o Dr. Candido Altos Ma
ehado, que requisltbu soldados de policia para o
cerco da casa e saqne ; tendo antes preparado o
terreno com mna portaria em qne suspefcdia tbdos
os direitos do Dr. It dim at<5 mesmo o de' reger sna
Ijessoa e beds.
" Francisco vianoel Angelim, bem coiiheeido por
acios violentos praiicados como aiitorid.Yde e 3."
s*ppleiile do deli-gado'em exercicio ad hoc, fi>ra 6
juiz executor com sens lilhos, sendo um de nome
uAontino, o fiscal da camara municipal.
0 esqrivio Rttlino e seu fi'ho Augusto Pereira
da Cunha; o l. siipptuute do juim iiinniclpal, que
se averbou de suspeito em uma exocugio depors
de ter funccionado o ofBcial de justica, que serve
de carcereiro, Pelismino Gomes de Sant'Anhi.
Juvenal, sobriuUo legitirao do escrivfio Ruflno,
o homem rttals litdlTio e rotibador iesle termo,
avisado no crime, sempre contando com a httpa-
nidade e advogado por excellencia perarite o tio
e prlmo legitlmai, qtiando e quasi analphabeto e
nem de muitos crimes por ello co-nmettidos,
accresse qne no dia 5 do corrento mez n'ama das
mas desta villa e de publico, deu Uma silrra tao
grande em uma crianca que estava e esta ainda
em seu poder, a ponto de Hear prostrada lancando
sangue mais de tres boras e ainda se acha em
risco de vida, com os pulsos arrocheados e toda
mutilada, com os rins e nadegas inflammados em
e^tado dc mal se mover; mas como e tambein
primo do aclual promoter pobhco, com qnem con-
vive e outros criminosos, e protegido do jniz de
direito interino por motivos que adecencia manda
calar, nio receia cousa alguma e pelb ebrttrario
se julga habilitado para melhores facanhas I
Antes de tudb isto nem o jniz direito, nem An-
gelim, na qualidade de jniz municipal ad hoc, des-
pachararq as peticoes do Dr. Rolim, as quaes
ainda esHd em poder delles, se nio raSgaram por
mais qne se tertha procurado, tendo o arrojo de
dizerem, que uio ha forca bumana, que os faca
despacha-las ou entrega-las a seus donos.
E com elfelto, o trlbnnai de inquisicio, on o ver-
dadeiro absolutismo, nao se ostenteu com seme-
Ihanle poddr.
Raijmumlo Leoncl de Alencar.
lias de que nao gozara os brasileiros, nem
eslraageiro algum T !...
Se a lei nao e boa; se devemos dar aropla li-
I' t lade ao exercici> da medicina, em nos impor-
tar com .is conseqnencias funestas que possa acar-
retar essa medida, acabe-Se com as disposi(;3es
ex istentes e tome se a lei igual para todos, e no
seulklo contrario, nao se eoM4aa-uns o qne nao
podem partiibar os outroj.
E eslando a faculdade do inedocini da Babia a
dia e meio de viagem desta cidade, ondc com ponca
lespeza de tempo e dinheiro poderiam os n ssos
gueridns hospede3 dar provas de suas habit.tacSes
scien'.iiicas, |iorque ratio preferera experimental'
tanu perseyuicao, segando dizem, semelhante an
que ja soffreram em LIsBOa, nor igual motivo, a
nio recorrerem ao unlw meio Mini, para poderem
exercer litremeate a sua proflssao, sem se confun-
direra com o tal cende polaco, padre Ananias e
outros heroes que por ca te"m apparecide ? ..
Srs. redactores, a questao que nos prende ac-
tualmente a attencao, prova exuberantemente que
ao BrasiJ se poderi ser tudo, raeuos cidadao brasi-
leiro^ a quem 6 negado ate o direito de ienun-
ci'inte.
Recife, 4 de dezembro de 1873.
I7i brasileiro.
luda a questilo Masearw
Suum caique, tribuere.
Tenho dd e commiseracao d)s miseraveis. que
saturados das torpezas da crapula, mergulbados
nas immundicias da dissolncao sensual e licenciosa
e embrutecidospelo habito de infames artimanb .<.
sio incapazes de comprebender oque seja hona,
digoidade, brio, grandeza de animo; e que snjeitc*
ao escarnoo geral, ousam querer apreciar os actos
do outrera, aquilalando-os pela vileza de seu espi-
rit
A linguagem asquerosa e injunante, que o Sr.
Dr. Malaquias usara,em seu cominnnicado, inscii-
do no Jornal do Recife de 3 do corrente ; e em
que. fazendo ostenlacao de ser antor de um (act i
que Censureisem declinar a autoria, e soraente
em justiGcaQao d'um parectr qne emitti instado
por mais. de uma vez, o gradiia de modo que ine
faz ter delle compaixao ; pois convicto que ues
expressoes, cora^que me insultara, foram escnp as
fora das condi^ods de respousabilidado moral, en.
lfie perdoo ; e defxo que.a solta.ea seu bel prater
ar!e>i:iinte na rulieula arena,, on<)e se raaneja o
doesto, a mentira, a injuria em vez de >e discm.i-
rem os factos documentaJmeote provados.
Em tal terreno nao posso, nio devo; nao -vi
acorapanhar ao Si% Dr. Malaquias. Se S. S. ttin
garbo de ver publicadas as dilTamantes masebts,
qud, com ou sem razao, lue attribuem, eu tenho o
habito de nio acreditar ou de nao fazer imputacao
degradante a individuos, quando mesmo esteja
convencilo deltas por aulbentioos documentor
Arguo factos, disculo em sciencia.
Tenho respondido ao Sr. Dr. Malaquias. para <
juizo publico disculirei os factos de que malieio-a-
niente fui accusado.
4 ie deezembro de 1873.
Dr. Carneiro Montetro
Para todos.
A easa mortuaria do Paula it Mafra cot-
tinua a bem servir ao publico, em quanto*
sous proprietarios ou sao deferidos no re-
curso quo interpoem ao consolho d'estatlo
contra o monopollo concedido a outrem, cu
s5o a conlento indomnisados pelos monopo-
listas. E para que ninguera se illnda a res-
peito, sciontilicam ao respeitavel publico que
se acham providos do material necessario
com carros novos.
sa*
QMMiWSV.
seguros
CfllPAfflli ALLIANQA
maritimos e terr8fc-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0005000.
Tonia seguro de mercadorias e dinheiro *
ico maritimo em navio de vela e vapores
para Jentro e f6ra sontra logo sobre prerlios, generos e V
rondas.
Agente : Joaquim Jose Gonc^lves BeHrao,
ua do Commercio n. 5, 1* andar.
Questao Mascaro.
Seguro conlra-fogo
rHE LIVERPOOL & LONDON A GLO
INSURANCE COMPANY
SAUNDERS BROTHERS* C.
11 Corpo Santo11.
NORTHERN.
UipiU,
I'undo
.... 20,000:000?KK
de reserve. 8,000:000^001*
Agontes,
Mills Latham A C.
RUA DA CRUZ S. 38.
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana,
allirma o pedanle aalor do artigo a que nos refe-. exhihirem, dt erao esur recaaheciuos pells anto-
fimas,
A dnfeza diz o que em direito 6 corrente, :?to e,
que o direito de reuniao ou o seu exercicio, 6o
diroiio om ac;ao, 6 limitado, como o exercicio de
todo o direito.
Trata-se na defeza da pratica, dos actos de pa
triotisnio doshomeus da Provincia que tyig dias li
e lb' Queroitaram como direitos verdadeiros e ro-
pugpambs auentauos e crimes.
Isso de dir. ito como faculdade de obrar, limita
da rx>r outro direito e cousa que a gente da Pro-
vincia escrave so ao papel para confuudir o qai
foi dito com clareza e precisao.
Em outra parhi da defeza o arliculisla estranha
que so allegasse -que o direito de reuniao ode*se
ser censideraao mew de exercitar o direito do pe-
ncao, c que fosse cmjregada a phrase direito bem
tnxendidh
Becididamenie a poslilla estraga o senso juridi-
co dos jovens escriptores da Provincia.
ruades bra.-ileiras residentes no paiz a que tiverem
Sido passadol
A falta de-te reconhecimente podera ser sup-
pnda. em circumstancias extraordiuarim. por in
foiui.icoes offlGiaes dos agenles diplomaticos ou
'consulares da nacao a que pertencerera, residentes
no iirasil.
Art 21. Heconhecida a aulheucidade do titu-
[o, e verilicada a identidade da pessoa pelo direc-
tor da laculdale, o secretario dara ao pretendentc
guia para o pagamento da respectiva taxa ; sa-
nl'-it.i a qual, se marcara dia para o exame.
Art. 22. Os que pretenderem uoicamente auto-
nsa;ao para exercer a medi examinados em elinica interna e externa, e sns-
'fentarao theses, podendo ser, durante a defeza
dellas. interrogadcis gobre qualquer ponto de ci-
rurgia ou de nwdiiia pratica.
Art. 27. Al^m das taxan, a que se refere o ait.
- examin.iudos deverao depositar, antes dos
Quem Jesse a denuncia, o a defeza com animo'ename*, na secretaria da faculdade, as propinas
Senhores redactores.-Garanundo a consirtuicao
do imperio igaaldade de direitos a to* os seos-
habita.ntes ; e constiluindo auloriddades loc'aes para
a liel observancia da lei, paracia tormos o direito
de, descancando na sua vigilancia, g.armo3
doces preceitos das nossas livres institiiicMs.
Longo, porem, de encontrarmoa esaa garanlia;
vemos, a cada instanle. ealeada acs p6s, os mais
sagrados direitos do cidadao por aquelles da qoam
deviamos esperar a manutengao das leis e a ob>
servancia das attflbuifoes que Ihe sao constitui-
das.
E' inorivel, Srs. redactores, que um povq satire-
earregado de impostos os mais vexatorios, supporte
0 que actualmeote experimentam os bnsileiros,
sera que tenbam a quem recorrer ile tantas injus-
licas quo diariamente vao experimeniando.
E' assim que em uma proviacia. onde existe
grande numero de medicos n&c'iooaos e estrangei -
ros, firhos de diversas universidades e academias,
tendo todos cumprido a oxigeacia da lei, esistam
actualinente oi bespanhoes Mascaro e Dominguez,
extorquindo os nossos direitos e menospresando as
leis do imperio, sem que as auteridades do paia>
lhes_faca sentir o seu illegal proeediuwnte.
Nao esta muito remota a epoca em que urame-
dieo brasileiro, formado em uma das faculdades
do imperio, vio-se ameicado de.prisao pelo sial
pies facto de aio ter em sua carta o oisto do Sr-
inspector da sadde publica I 1
Um outro faeto, de poucos dias, e o de ver-ae
ouu-o brrsileiro impossibilitado de exercer a ndi-
cina, emquanto nio foi rubiliiar seu titulona
Ualiia, por ter recebido ograo em uma universida-
de portugueza.
0 que dirao os medicos estraageffof, qua se vi
ram coaatranghlos a raetiiicaca i senciarem o lac;o escandaluso desses hespanMw,
exercendo oatfasivaraente a medicina, sem titulos
legalisados. e acoberlados com a protecfio das-nos-
sas autoridades ?! !....
Nao terao elle? o direito de ettranhar o nosso
procedimonto, desejando saber as razioes de prefe-
rencia dada a llespanha em desabono de u*
nacionalidade.
Temos pej>, Srs. redactores, de ver a maneinrf
ptuco regular das nossas autoridades, pern ittiodo
a oss-s httspanlioea o exeiicio idegal de u.na pro-
fis-ao qua paiz algum Idera, sem verilicar as ha-
bilitacdes daquelles qne a quereai exercer.
Qnal seria o medico brasileiro que se apresen-
taria na lle.-panba nas eondieoas dus Srs afuacato
e Dominguez, e pie na pro-
- ilfi rid) as penas qne Ihe rbsse? i ioiiios-
lasM...
Toma riscos maritimos em mercadorias,
tretes, dinheiro a risco efinalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios 6 vela cr
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA O FOGO.
A eompanhia Indemnisadora, estabeleciiU-
nesta prar;a, toma segu/os maritimos sobrt
navios e seus carregimentos e contra fogr
em ediQcios, mercaiK>rias e mobilias: na
cua jk> Vifrsfia^- PBACA DO
yi
4 3 1/
DE DEZEMBRO
REOFS VM
DE 187(-
^A^3 1/lHOHXS 1>aY*m-
c^'tacSe ofa^ae*
Algodao-de ,pened0 sem insBeccao 7*200 nor l.f.
.. kl1 os, hontem. .
Cambio s^bre Londres a 90 djv. 2t ipi d. e 26
'I8 1, edo banco 26 li8 d-F 1*000.
hoi em -
Cambio-sob .a a q^^ a 8 d[V ,.4 0|0 |e des-
con\0, hontem.
U)uros sati^jqj ^ec^ g66 ^ 0 kito| h0ni
Duoourcq
Presidente.
Leal Sere
Secretario.
teadim^
14m
ALFAJVPRGA
Bttoldo dii 1 a 3 .
" du 4 .
145:607*0:10
55:7934804
201:402*8.34
LuS
Descarregam hoje..'; de dezembro.
r inglez Sludett (atracado) mercadorias
para alfandega.
ingleza Jane Maria mercadorias para
alfandega.
franccza FedelUe telhas ja despacha-
das para 0 caes do Apollo.
Patacrlo inglez Ariel bacalhao ja despacdadr
/ para 0 trapiche Conceicao.
Drige portuguez Sobvano -vialio para der
nos trapicaee Barbosa e Gunna.
Importacj&o. H
inglez Pearl, entrado de Terra Nova
Acaso dewarwses dous hespanho.'s ler garan- 'em;4 do corrente e consignado a Johnston Pater
J.

I wimnai
r
(
j


.-


>.\ >-, manil.'sluu ;
Bacalhi j 3020 barriers aoi
. .'."-"'r
OMigM!
3 de
E*PAGH0S DB ElPORTAgAO NO DIA
DEZEMBRO DE 1873.
Para os portos do extetior.
KAo lugar porlogue* Julio, para Lisboa.. car-
regaram : Oliveira Firaos 4 C. 109 saccas com
7,336 1|2 kilue de algodao; T. A. Fonseca & C.
Successors 800 taccos com 1(5,080 ditos de assu-
car mascavado ; Amorim Irmaos & C. 200 ditos
com 12,000 ditos de dito e 200 ditos com 15,0i,0
ditos de dito branco ; J. A. de An.ujo 200 ditos
com 15,000 ditos de dito mascavado.
No brigue portoguez B Figuetrense, para
Lisboa, carracaram : E R. Rabello 4 C. 3 pipas
com 1,440 litros de aguardente.
No navio porluguez D. Anna, para Lisboa,
earregou : A. Cordeiro 31 pranch5es de amarello.
No navio porluguez S. Manoel II, para o
Porto, carregaram : A. F. Monteiro 6 barricas com
483 kilos de assucar branco; J. A. da Silva
Araujo 100 saccos com 7,500 ditos de dito masca-
vado.
No brigue araerieano Galino, para S. Mi-
guel, carrogou : J. dos Santos e Silva 50 barris
com 7.200 litros de mcl.
No patacho hespanhol Predito, para Barcel-
ona, cariegacam : B. Oliveira 4 C. 143 saccas
com 10,690 kiltfc de ilgodao.
Na polaca hespanhola Anita, para Barcello-
na, carrogiu : A.'Cordeiro 140 saccas com 10,289
1|2 kilos de algodao
No brigue hespanhol Salvador, para Barce-
lona, earregaram : P. Carneiro & & 131 saccas
eom 10,921 kilos de algodao.
' No patacho hespanhol Mercelila, para Bar-
celona, carregaram : 238 saccas com 19,936 kilos
.de algodao.
No lugar hespanhol Amelia, para Barcelona,
carrogou : A. Loyo 107 saccas com 7,960 kilos
de algodao. ,
No navio inglez Bloomer, para o Canal, car-
regaram : A. Howie 4 C. 7,000 saccos com 73,000
kilos de assucar mascavado.
No brigue inglez Barllta forrington, _para o
Canal, carregaram : R. Schmmettau & C 4,000
No navio inglez Balclutka, para Liverpool,
earregou : W. H. Wiatt 60 saccas com 5,233 I [2
kilos de algodao.
No patac o allemao Amalia, para o Rioda
Prata, carregaram : Amorim Ira dos 4 C. 370
saccos com 44,031 kilos de asricar branco.
Na sumaca hespanhola Juanita. para o Rio
da Prata, earregou : Guilherme Boock 3,000 cocos
(fructa).
Para os portos do interior.
Para o Rio Gran le do Sal, na escuna por-
tugaeza Aguia, carrtgou: J- R. Ferreira 500 vo-
lumes 42,^17 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grand.: do Sul, no navio hespa-
nhol Joanila, earrfflJOU : H. B. Oliveira Junior 830
barricas com 54.011 kilos de assucar branco.
Para o Rio Grande da Sul, no brigue portu-
guez S. Manoel. carregaram : Oliveira Filhos 4 L.
603 saccos com 43,0:10 kilos de assucar branco.
Para o Rio de Janeiro, no patacho brasileiro
D. Francisca, earregou : L. J. S. Guimaraes 400
-iB(OS com 30,000 kilos de assucar branco.
Para o Para, na barca porttigueza Recife,
earregou : A. Cordeiro 210 volumes com 18,243
kilos de assucar brSnco ; Amorim Irmaos & C 1
Di*rio deP^FWWP
ilmdahu,
barris com
pipa com 480 litros de alcool.
Para MaceiO. no vapor nacibnal
carregaram: M da S. Faria4C. 73
960 litroz de alcool.
Fara o Aracaty, no I iate national Gractosa,
carregaram : G. de' Mattos Irmaos 10 barris com
480 litros da aguardente e 25 dito? com 2,400 ditos
de mel.
Para Maceio. na barcaca A. de Marta, car-
regaram : J. M. Bums Fillios 4 C. 1 pig a com
2'tO litros de alcool.
Para a. Parahyba, na barcaca Flora, carre-
ou : J. R. Tavares de Mello 114 saccos com
3,313 kilos de de assucar branco.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Aielim, carregaram : B. J. Pereira & Irmao 2
v ames com 900 kilos do assucar branco ; A. P.
Guodes Paiva 2 barricas com 120Jditos de dito, e
i barris com 46 litros de aguardtnte.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Venus, earregou : A. P. G. Paiva 2 barricas com
120 kilos de assucar branso.
CaPATAZIA DA ALFWWEi
R dndimento do dia 1 a 3
i i i a do dia 4
;a
2:4722188
1:183*828
3:058*016
n lia-1 a 3
VOLUMES SAH1DOS

No dia 4
Pr Jiaira porla .
Ssgnnda porta .
r?rceira porta .
Qiarta porta
fiioiche Conceicac
1,750
171
158
337
997
3,413
SERVigO MARITIMO
Irenes descarregadas no trapieha
alfandega do dia 1 a 3
No dia 4
NavfM alracadosno trap, da allaniega
Vj trapiche Conceicio
Nvioatracado.....
que*sc esta scntenga c faca-se a convocacaO. Co*"
Ik nagas pela t.taSsa. j Reoifq, 3 de dejembro de
1873. Sebaatiao do Rego Bbrros de Lacerda.
fpad* mais se eonliulia ep diia sentenci aqai
elmente copiada.
V. para que cheguo ao conhecimento de
todos, maadei passar o proseuto edital, que
sera aflixado nos lugares do costume e pu-
blicailo pelos jornaes.
Dado c passado nesta cidado do Recife de
l'ernambuco, aos 4 dias do mez de dezem-
bro de 1873.
Eu Ernesto Macbado Freire Pereira da Sil-
va, escrivao, o subscrevi.
Sebastiao do Rego Darros de Lacerda
0 Dr. Sebastao do Rego Barros de Lacerda, juiz de
direito especial do commercio da cUade do Re-
cife de Peruambuco, por S. M. Imperial, que
Deus guards, etc.
Faeo B/tb^r plo presents que Antonio dos San-
tos Oliveira, por seu procurator, me dirigio a
Deti'-ao do theor segulnte : Him. Sr. Dr. joiz de
direito eipecial do c mmercio. Diz Antonio dos
Santos Oliveira, soiu eslabelecimento n'esta praca,
que sendo llie devador Joao Baplista de Athayde
Siqueira.da quantia de dous contos trezentos e oi
tenta e cinco mil novecento? e viute r6is, impor-
tancia de suasduas lettras iuotas,sen centos c setenta e urn mU setecuot0s c vinte reis,
veacida em seis de dezembro de mil oitoccntos e
sossenta e oito, e ontra de um conto setecentos e
quatorze mil duzentos e trinta reis, vencida em
dezoito de abril de mil oitocentos e sesseBta e
nove e achando-se proxima a prescripgao das
rncsmas lettras c o supplicanle lem em vi artigo quatrocentos e quareata e tros do codigo
commercial,vein por isso protestar perantea V. S.,
na conformidade do artigo quatrocentos e cmcoen-
ta e tros, paragrapho terceiro ^do mesmo codigo,
afini de que Uque interrompida a. presenpeao
cuhtra o sqpplicado, iicando ao supplicanle em
todo o tempo o direito de accao contra o mesmo
supplicado e seus herdeiros na eobranca das
r/eridas lettras, e ?eus juros.levando se em con-
la qualquer quantia quo o dito supplicado liver
pagopor conta; assim pois vemo supplicanle re-
querer a V. S. se digue inandar-lhe tonnr por
termo o seu protesto, vlndo eslc intimado por car-
ta de edictos, ao supplicado, em razao de se achar
elie auseote em lugar incerto e nao sabido, para o
que pretende o supplicaute justificar na forma da
lei e do eslvlo. Nestes termos pde a V. S. dele-
rim*>nto, erecebera merce. Recife, onze de no
vcmhro de mil oitocentos e setenta e ires. 0 pro-
curador, Bernardino de Sena Dias. Eslava uma
cstampilha de du entos reis, bgalmenie mull-
lisada.
Despacho.DistribniJa, como requer.
Recife, 11 de novembro de 1873.- Barros de
Lacerda.
Em virtude cl'este men despacho fora feita a
distrilmicao oo escrivao dsste juizo, Ernesto Ma-
chado Freire Pereira da Silva, depois do que
dando o supplicanle suas teslemunhas que de-
pozeram convenientemente acorca da ausencia do
supplicado, o respectivo escrivuo fazendo-me os
autos conclusos, nelles dei a sentcn;.a do theor
seguinte :
Hei por justifieada a ausencia do supplicado,
de folhas duas e por editae3 com trinta dias de
prazo, a (Ax ados c publicad is, sc Ihe intime e pro-
testo requerido, e que dive ser lavrado, Cu*tas
ex-causa.
Recife, 21 de novembro de 1873.Sebastiao do
R )go Rarros de Lacerda.
E nadajmais sc continha m d.ta seatenca.e por
forca da inesma, o respectivo escrivao lavrou
o lermo de "prolcno do theor seguinte :
Termo de protesto : -Aos vinte de novembro de
mil oitocentos e setenta e Ires, nesta cidade-do
Recife, em meu cartorio, peraute mim e as teste-
raunlias infra assignadas, compareceu o suppli-
cante e por eile foi dito que reduzia a termo o
protesto constante da peticao inicial, e como disse
assigoftu, depois de lido.
Eu, Erne escrivao, -screvi. Bernardino de Sena Dias, Ma-
noel Martins da Cruz, Francisco Xavicr de S uza
Ramos.
E nada mais se continha em dito protesto. e em
virtude de minha sentenca o respectivo escrivao
fez passar o presente, pelo theor do qual champ,
cito, e hei por citado o ?upplicadn ausente, Joao
Baptista de Athayde Siqueira, para quo dentro do
referido termo de trinta dias, cempareea ante este
juizo, por si e por seus procuralores, allegando
e provando o que for a berh de seu direito e jus-
tica. i.
Portanto toda e qualquer pessoa, parentes, Tami-
gos ou conhecidos, tlies farao sciente de toflo o
cxpendido.
E para que chegue ao conhecimente de todos,
mandei fazer o presente edital que sera affkado
nos lugares do costume e publicado pelos jor-
naes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, ao 1. de dezembro de 1873.Eu Er-
nesto Machado Freire Pereira da Silva.
SebastiCtodo Rego Btiros de Lacerdi.
Ao sello 300 reis.-V S. S. ex- causa.
Barros de Lacerda.
criar gados qne possne o patrimonio dos esta
Jielecimentos de caridade a seu cargo denomina-'
jja .-Carnauba sita no ternio de Flores desU
provincial com terrenos para criar e plantar,
com Slftim ga^^aftrevaoeain. ,
Receba para fU> p.ropostas nesta secretana ale
o dia *0 de dezembro do oprrente anno.
Secretaria da sanla casa da" in'sencordia do He
oife, 10 de outabro da 1873.
0 eSCfitid,
__________________Pedro Rodrigues de Soutd- _,
Correio geral.
Pela administracao dos correio^ desta provincia
se faz publico que do dia 8 em diante as partidas
dos pedesires, conduzindo malas para as agendas
do interio da provincia, regular-sehao de confor-
midade com a tabella abaixo mencionada, fechaado
as respectivas malas ao meio-dia.
TABELLA dos dias das partidas dos pe-
DESTRES DA ADlilNlSTRAgAO DOS
CORREIOS DE PERNAMBUCO PARA OS
LUGARES ONDE EXISTEM AGENCIAS.
LUGARES
DIAS DA PARTIDA
Agna-Preta.......'4-
Iguarassii.,.........
Goyanna...............
Itambe..
4, 7, 10, 13,
19, 22, 25 e 28.
...............
Victoria.............,...
liravata.................
2f
Bezerros.
Caruarti.
Brcjo. ...
Ipoj^uca..................
SennhSem..............
Rio Formoso.............
Barrreiros...............
pla, informando-a de quo o governO ottomano de-
claron franca a passagem dos eslreitos dos Darda-
nelles e do Bosphoro, desde 13 de dezembro de
1871 em dianle. *
0 seguiule aviso aos capitaes de navio, acompa-
nhado da necessaria uumajie, foi publicado
pelo consul geral :
Consulado geral britannico. r.osslantinopla, 12
de dezembro de 1871.
Todos os navios p ;dem de hoje em diante
pas;ar peios estroitos do Bosphoro e dos Darda-
nelles a qualquer bora do dia ou d3 noiie.
< Para evitar que os navios parem aiim de ob
ter os sens passaportes (Firmans) em Constants
nopla, na passagem do Mar Negr > para o Mediter-
raneo, os capitaes de nario podem prover-se, ao
cbegarem do Mediterraneo, do- dous preciso? pas-
saportes, isto 6, um para o Bosphoro e outro para
os Dardanellos. Estes passaporles devem ser en-
tregoes, d'ora em dianle, pelos navios que vao
para o Medilerraneo a bordo de um navio de guer
ra ancorado na ponta Galata, em frente de Gal-
lipoli.
a Afim do qua os capitaes de navio possam
aproveitaj-se da vantagem de nio se deoiorarem
em seu regresso, devem prover-se dos passaportc's
para o Bosphoro e para os Dardanellos ao mesmo
tempo, em cujo caso deverio pagar os direitos e
emolumentos, e tomar os recibos em Constantino-
pla, antes de seguirem para o Mar Negro.
a Poi esta meio evitarao a necessioiide de parar
no Bospbro em sou regresso do Mar Negro, ex
cento em Cavaa ou Buykdere para tomar pra-
tico.
Esta conforme.
0 secretario da eapitania
________ D?cio de Aqnino Fonseca.
.
, 1, 5, 9,
'25 e 29
13, 17, 21,
.Pao d'Alho.............
Nazareth................(2, 6, 10,. 14, 18, 22,
Umoeiro.
Bom Jardim.
26 e 30.
Floresta................
CabrobO...............
Boa-Vista...............
Petrolina................
Panellas................
Bonito..................
Garanhuns...............
Bora Conselho............
Aguas-Bellas............
Villa-Bella...............
Salgueiro................
Granilo.................
Ouricury...............
'2. 7,
27.
12, 17, 22 e
3, 7, II,
e27.
13, 19, 23
3, 8,
28.
13, 18, 23 e
Jh 8 12,
e 28.
S Bento. ...........
liuime.............
Tacaratii............
Altinho.............
IVs'iueira..........
Ingazeira............
Angados de Ingazeira.
Fiores ..............
Triumpho............
Qlinda...................I Todos os dias
Cabo..................
Escada.................
Frecheicas.............
Gamelleira..............
Uihoirao...............
Esta^ao de Agua-Preta....
Trombetas...............
Correio
1873.
Administracao do
dezembro de 1871
Jose CanoVJ0 ?e ,Barro ,
EncarregaoA.4 do rBlsalr0-
COMPANHI1
TRILHOS URBAiNOS
DO
por
pos-
THEATRO
DA
ENCRUZILHADA.
SOCIEDADE PARTICULAR
RECREIO DRAMATICO.
i;nii i
Domingo 7 de dezembro
As 8 horas em ponto.
Depois que a orchestra dirigiua pelo maestro
Francelino houver executado uma linda ouvertu-
ra subira a scena o muito applaudido drama em
actos :
16, 20, 2i
Todos os dias uteis.
de Pernambuco, 3 de dezembro de
0 administrador,
Affonso do Rego Barros.
ABCEBBDOB1A DE RENDAS INTER.NAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
..eadimento do dia i a 3
id-am do dia 4 .
3:939*422
4:059*030
^h>
LABACOES.
Pela thesouraria provincial se convida o
Sr. Francisco Avilade Mtndon.a para ultimar o
contrato da renda ao sitio dos Remedios, cuja ar-
rematacao foi apprevada pelo Exm. presidentc da
provincia por offleio de 24 de novembro ultimo.
Secretaria da thesouraria provincial de l'er-
nambuco, 3 de dezembro do 1873.
0 offlcial-maior
Miguel Affonso Ferreira.
7:998*452
CONSULADO
H idimento do dia 1 a 3
! 1-itn do dia 4 .
PROVINCIAL
18:679*081
6:103*312
24:782*393
RECIFE DRAINAGE.
ttemUflMDto do dia 1 a 3 -
: do dia 4......
4:059*881
997*798
5:057*679
MOViMEHTS 80 PQm
Navios enlrados no dia 4.
Londres pela ilha da Madeira-26 dias sendo do
ultimo porto 15, vapor inglez Hooper, de 3.723
toneladas, commandante Edingtoa, equipagem
413, carga o cabo submarino : a Wilsoa Rowe
Terra Nova-35 dias, lugar inglez Pearl, de 192
wneladas, capitao William Dey, equipagem 8,
carga 3,020 barricas com bacalhao ; a Johnston
Pater & C.
Rio Grande do Norte 4 dias, hiate nacional F7or
do Rio Grande, de 42 toneladas, capitao Miguel
I -e da Costa, equipagem 7, carga assucar e al-
: Jao ; a Gomes de Mattos Irmao.
Navio sahido no mesmo dia.
P.irahyba Barca franceza Figaro, capitao Dubui-
-on, era lastro.
Canal -Ltigar inglez Leanier, capitao Thomaz
Davis, carga assucar.
Li-boa Escuna portugueza Favoriti, capitao
Faustino Antonio dos Reis, carga assucar.
EDiTAES.

0 Or. Sebastiao do Rego Barros de Lacerda,
juiz de direito especial do commercio nes-
ta cidade do Recife de Pernambuco, por
S. M. olmperador, a quern Deus guarde,
etc.
Faco saber pelo presente que a requerimeato le
Vaz Junior & C, acha-se aberta a fallencia do Jose
Bernardo da Motta, pela sentenca do t eor seguin-
te : Sentenca. A' vista da lottra de folhas tres
e deferimento de folhas seis e sete, hei por deela-
rada a abertara da fallencia de Jose Bernardo da
Motta, negoeiaute esubelecido nesu cidade, a datar
de vinte e sete do mez passado, e nomuio curadores
liscaes aos credores, Vaz Junior & C, que prasta
rao juramanto. Proceda-se logo ao inveatario,
acto em que servira o depositario que for porvmim
nomeado ; sendo no dia 9 do corrente, as U boras
na sala das audiencias, feita nos termos do 4rt Hi2 do codigo commercial, a nomeacao pelos cre-
dores, qae para isso convoeo. 1'or editaes publi
Hoje sexta-feira, depois da audiencia do Dr
juiz de orphaos, vai a praca de venda a casa de
taipa no Barro, annunciada para a audiencia pas-
saua.
Sociedade patriotica Doze
de Setembro
ExpoNiciio a^i'ic'ola.
Sao cunvidados os membros da direccSo desta
sociedade e os das commissoes nomeadas para dar
parecer sobre os productos a reunirem-se no edi-
licio da exposipao, aflm de constituirem o jury
que lem de julgar os productos e conferir pre-
mios dOmingo 17, as 10 horas da manhi.
La m en ha Lin-,
1." secretario.
- Por ordem do Dr. juiz de direito da 1.* va-
ra civel desta cidade, tern tie ser arrematados no
dia 12 do corrente, depois da audiencia, diversos
objectos de padaria, maceira, tendeira, relogio,
baluao, caixilio, panacum, suadeiras, e outros :
os quaes se acham penhorados por Antonio Joa-
3uim Salgado : quem os pretender dirija-se a rua
e Vidal de Negreiros n 29, onde existem ditos
objectos, a arrematacao sera feita na sala das au-
dienciencias.
SANTA CASA DA MISE1UCORDIA DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da santa casa da
Visericordia do Recife, mapda fazer publico que
na sala de suas sessdes, no dia 11 de dezembro
pelas 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tr s annos, as rendas dos predios em seguida
ieclarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Rua de Hortas
Loja do sobrado n. 41.....306*000
Rua da Yiracao
Casa teorea n." 7 (fechada) 312*000
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il........ 201*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......431*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechada) .... 1:000*090
Rua da Guia
Casa terrea n. 23.......200*000
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98.......241*000
Casa lereea n. 99 (fechada) .... 351*1
Idem n. 100.........241*000
Idem n. 102........241*00"
Idem n. 108.......207*000
Rua do Rosario da Boa Visla
Case terrea n. 58.......245*000
Os pretendentes dever-io apresentar no acto da
arrematacao as suas flancas, ou comparecerero
acompanhados dos respectivos liadores, devendo
pagar alem da renda, o promio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estaboleci-
mento commercial, assim como o servico da lira-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 5 de novembro de 1873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,
Recife a Olinda.
E Bekribe.
Esta companliia contrata com quem
menos o fizer. a collocdcao de 40 a 50
tes, de madeira de qualidade, como seja :
embiriba preta, sapucaia .etc, para fiotele-
graphico da estagSo da Aurora a Encruzi-
Ihada, com 25 a 30 palmos de altura e 5
pollegadas dogrossura. Com a respectiva
gerencia se entenderao os proponentes
De ordem do presiiente d'assemblea geral
da mencionada companhia, faz se sciente aos
accionistas, que, e > a rresma conformidade
do art. 11 dos estatutos, visto proceder-se
em continuacao da sessao adiada, no-dia 10
do corrente inez, pclas 4 horas da tarde, no
ugar do costume, proseguira a assembled
geral nos trabaHios adiados da sessao ordi-
naria, quo fOra con^ocada parao dia 31 de
outubro proximo passado.
Recife, 1 de dezembro de 1873.
0 secretario,
Luiz Lopes Caslello Branco.
CONSULADO PROVINCIAL.
Pela administracao do consulado provincial fat-
so publico aos respectivos eontribuiute?, que do
I" do dezembro vindouro comeca a correr o prazo
dos 30 dias uteis, marcado no art. 21 do regula-
mento de 16 de abril de 1842, para a cobranca do
primeiro semestre dos impostos da decima urlia-
na e 5 0|0 sobre a renda dos bens de raiz pcrten-
centes as corporacSes de mao marta, no corrente
exercicio de 1873 a 1874, ineorrendo na multa de
6 0[0 aquelles dos coulribuintes que nao os satis-
fizerem neste prazo
Cansulado provincial de Pernamljuco, 23 de
novembro, de 1873.
0 administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
PODER DO OURO
Terminara o eapectacujo com a muito chisto
comedia em 1 acto :
)lali!ila e\p( sicao.
Havera trem depois de espectacnlo.
N. B.Os S.-s. socios podem mandar buscar no
theatro e das 4 as 8 da tarde os bilhetes que lhes
tocarem ; guardadas porem as restricsoeg do art.
9 dos estatutos.
theItro .
Santo Antonio
Sabbado 6 de dezembro
Ultima recita
DA
EMPREZA
Coiupunhia fmtm (le Navega-
00 a vapor
Linha mmsal entire o
Havre, Lisboa, Pernambuco, BLia> de
Janeiro, (Santos, somente na vol
ta ) 'Montevideo, BuenosArre*.
(com baldeacau para o Rosario)
STEAMER
j mm "Mar
E' esperado dos porios do sul at6 o dra 6 do
corrente, seguindo depois da demora precisa para
o Havre com oscala por Lisboa.
Recobe carga para Anluerpia em direitura, e.
para Liverpool, por baldeacao Is expeosas da com-
panhia.
Commandante CapeUe
Relativamente a fretes, encommendas, passigei-
ros, para os quaes tem excettentes acoramodacoes
por precos redazidos : trata-se com
OS CONSkJKATAWOS
AUGCSTO F. D'Olii'BJBA & C.
42Rua do CommercioJiulrada pela rua
do Torres. "
COMPAWHJA
Km bcncileio do mesmo.
a coiiedia- drama era ires
Represenlarsc-ha
ados :
A Glor.\ do Sup/. Arch.-,
do UmV.
L.nj.-. Cap.'. Segredo e Amor da
ordem.
Tend'vse de proceder no dia 10 do corrente a
eleicao dos SSp.-. Grao-Mestre, e seu adjunto con-
vid) a todi os RRe.-.p.'. Hr.v insrabros activos pa-
ra coraparecerem no referido dia as 7 horas da
noite no nosso Aug.-. Temp.-, a rua do Barao da
Victoria. Outro sim, previno aos mesmos RResp.'.
Ilr.-. que por juslo motivo nao poderem compa
recer, mandarem suas listas em praneh.\ ao Resp.
Irm,-. Ven.-. o qual espera o fiel cumprimento do
regnlameoto especial para a referida eleicao, do
que se deu sciencia a todos Ilr.'. em tempo.
Secret.-, da Aug.-. Loj.-. Cap.'. Segredo e Amor
da Ordem, 4 de dezembro de 1873, era vulgar.
0 secret.-.
.- ________ Joaquim M. Peslana._______
I. R. Consulado da Austria llun-
gria eiu Pernambuco.
Pede-se ao. Sr. Tomaso Bassick, subdito aus-
triaco, de eomparcer a esie consulado, que se
jne desaja commumcar nfgoclo de seu interesso,
pois trata-sj de uma heraii;a ^ue ihe pertence.
Pernambuco, 4 de datembro de 1873.
Jose Saporiti,
Gerente do consulado.
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta aduuii ir-Mv.i da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife ..teraente autonsada
pela prefldenci.i i de 3 de setembro do
anno proximo find i >-if irmidade com o que
dispSeo -9.*' ootBOTCffllsso. per-
mala por apolic rida publica a fazenda 3e
'0 alministrador da recebedoria de ren
das internas geral faz publico que, em virtu-
do dadisposicaodo art. 12eda ultima parta
do art. 22 da lei do orcamento vigente n.
2,348 de 25 de agosto ultimo, a multa de
que trata o art. 30 da lei n. 1,507 de 26 de
setembro de 1867, que e de 6 % a que es-
tao sujeitos os seguintes impostos, a saber:
decima addicional, imposto pessoal, dito
sobre industrias e profissoes e taxa de es-
cravos, sera elevada a 10 %. do dia 21 do
corrente em diante, pelo que previue a to
dos os contribuintes dos referidos impostos,
relativos ao exercicio de 1872 a 1873, em
liquidacSo, que s6mente at^ ao dia 20 des-
te mez e que podem e devem realisar o pa
gamento ou em mSo dos cobradores ou nes-
ta recebedoria, certos de que se nao fizerem
ate" ao referido dia 20, serSo obrigados a
pagar judicialmente. es supraditos impostos
com a multa de 10 0/0-
Recebedoria de Pernambuco, 1 de dezem-
bro de 1873.
Manoel CarneirOde Souza Lacerda.
Pela mesa d) consulado provincial
se faz publico quo foi prorogado por mais
30 dias, de conformidade com a portaria do
Illm. Sr. iuspoctorda thesouraria provincial,
de boje datada, o prazo marcado para o
jefcebimento, independents da multa, da
{Aitrirjuicao indemnisadora dos apparelhos,
qservigo dos mesmos, pertencentes a com-
panhia Drainage, correspo:idente ao ultimo
semestre de 1872.
Consulado provincial, 1. de dezembro
de 1873.
Antonio Carneiro Machado Hios,
Adminislrador.
CONSEL1IO DE COMP11AS DO ARSENAL
DE MARINHA.
0 conselho pro i.ove no dia 6 do corrente mez,
a visla de pronostas recebidas ate as 11 boras da
manha,e sob as condi^oes do estylo, o fornecimen-
to de viveres, dietas e outros objectos de consumo
aos navios da armada e esiabelecimentos de mari-
nha.no trimestre proximo vindouro de Janeiro a
marco de 1874.
OBJECTOS.
Assucar branco grosso, assucar branco refinado,
arroz d > Maranhao. aguardente de 20 graos, azeite
doce de Lisboa, aletria, araruta, bolacha, bolachi-
nha americana, bacalliao, batatas, bois vivos e
pasto para os mesmos, cafe em grao, cafe muido,
carne verde, carne secca do Rio Grande do Sul,
end hysson, cevadinha, carnauba em velas, con-
serva~ pr--paradas, cobolas, doce, feijao, farinha de
mandioca da terra, gallinhas, lenha, matte, man-
teiga ingleza, manteiga franceza, milho pilado, pao,
sal, sabao massa, steannas em velas, stearinas em
velas de 8 em libra, proprias para lanternas, tou-
cinho de Lisboa, tapioca, tijolos de alvenaria gros-
sa, telhai, vinho de Lisboa e vinagre de Lisboa.
Sala das sessSes do conselho de corapras de
mariaha de Pernambuco, 3 de dezembro de 1873.
0 secrelario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
a camedia em 1 acto :
Ima experiencia
c outras muitas cousas que constarao do enorme
e explendido programraa que sera distribuido no
dia do espectaculo.
0 emprezarii, tendo concluido 16 mezes de tra-
balho com uma grande companliia, fica por isto
dispensado de fazer a apologia do illnstrado e hos-
pitaleiro publico que o manteve durante essse Ion-
go tempo, restando-lhe apenas a obrigac.io de
manifestar a sua gratidao.
Aos mistas da corapanhia.'seus bons collegas
agradece tambem o emprezario o seu valioso con-
curso e boa vonlade no trabalho, que 6 a divisa
dos que sabem viver honestamente. Ja nao esta-
mos, felizmente, na 6poca em que as intrigas e
dhsencSes orcupavam no theatro o primeiro lu-
gar. Se pequeno foi o lucro que os artistas do
Santo Antonio tiraram do seu laborioso trabalho,
grande por certo foi o exeraplo que deixaram da
sua conducta.
Esta provado qu9 o trabalho honesio e bem re-
gulado dispcasa o patronato.
J'ERN.VWBlt^.N.;
Xavegacilo costeira a vapor.
HACE16, ESCALAS, PESEDO E ARACAJt*.
0 vapor ilaiulahu.
commandante lalio,
segnira para os por-
tus aciiua no dia !.'>
do corrente, as S ho-
ras da tarde.
Recebe carga at6 0 dia 12 do coffente, encom-
mendas ate 0 dia 13, pas^agens e diaheiro a freUs
ate as 2 horas da larde do dia da' aahida : es-
criptorio no For"> do Mattos a. {!.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.\avcgiicuo costeira a vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO", iltACx-
TY, CF.AR\, MANDAHO, ACARACU'. E GRiVNJA.
0 vapor Pirapama,
commandante Silva.
seguira para os por
tos acima no dia li>
do corrente, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 12 do corrente, encom-
mendas ate 0 dia 13, passageiros edinheiro a fre-
te ale as 2 horas da larde do dia da sahida :
escriptorio no Porte do Mattos n. 12-
COMPANHIA PERNAMBUCANA
BE
\'avegacild costeira a vapor.
GOYANSA.
0 vapor Parahybu,com-
mandante Oliveira, segui-
ra para 0 porlo acima
no dia -0 do corrente.
as 9 horas da noite.
. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e d:-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
CAPITAMA DO PORTO DE PERNAMBUCO, 28 DE
SOVEMBR0 DE 1873
. Para sciencia dos interessados faz se publico a
seguinte noticia maritima :
MINISTERIO DA MARINHA
Pela secreiaria de estado dos negocios de mari-
nha se publica a seguinte noticia maritima :
(Traduccao do Ban. ten. P. B. de Cerqueira Lima.)
JUNTA DO COMMERCIO
Whichall Gardens, 28 de dezembro
de 1871.
A junta do commercio recebeu do secrelario de
eslado dog negocios estrangeiros copia de um des-
pacho encarregado do negocios de Sua ..Mages-
Wde, em Bogota, ieercft-de um decreto do governo
colomniano, em virttide do qual todos os raani
festos e relacSes de:'ge.Beros, que ohegarem tos
portos franeos do Isthmp de Panama, devem ser
eertificados pelo consul boliviano, residente no
porto do embarque ; 4it qhe 0 governo en-
lombiano expedlra ordens aos consules para da-
rem taes documentoslivre de jespeza, quanto aos
K-i'ierostairansito. Os-(|ue forem para consumo
ii > 1-thDBo, como os que forem para 0* portos co
luniljianos do Parilieo, da/Gueua-ventira e Tuma-
co, il?v-m pagar cumo aie estao.
r-i-ao 1 JUNTA DO COMMEHC10
lms,29*\edetembroAel911
1 do ciinmercio reebenmta daspa'bn do
ul geral da Sua Magestade, # CO.NSULADO PROVINCIAL.
Para sciencia da compauhia ferro carril de
Pernambuco, se faz publico a relacao dos impos-
tos a que se acha obrigada a mesma companhia
no corrente exercicio de 1873 a 1874, ficando
aberlo 0 prazo as reclamajijes que por ventnra
possa ter a fazer na forma da lei e regulamentos
respectivos
Imposto de companhia anonyma o'OOfOOO
Idem de 8 Ojo S0Dre a rendo de escrip-
torio 24*000
Idem de 4 (, e idem de coxeira 2i0i000
Idem para criacao de companhia de
bombeiros lOfiOOO
Idem de 25* por 31 bonds 775*000
Mem de 6* por 6 carro?as 30*000
Consulado provincial, 3 de dezembro de 1873.
0 chafe,
Ednardo Augusto de Oliveira.
THEATRO
SANTO ANTONIO,
Domingo, 7 de dezembro
Grande baile semi-carnava-
lesco, nos saloes d'este
theatro...
0 bem conhecido Cunha, conhecendo as neces-
sidades da epoca, propoz-se a dar um esplendido
baile, para distraccao e folia da rapaziada amiga
de dar de gambias.
Cheguem rapazes, que nao terao de arrepen-
der-se.
Havera de tudo e com a maior profusao.
Tudo danga!..
Tudo pula/..
Tudo brinca!..
0 madamismo prepara- 3e para vos receber com
um sorriso diabolico !...
AC BAILE HAPAZEADAIII
Principiara as horas do costume.
CONSULADO PROVINCIAL
Pela nesa do consulado provincial se avisa aos
devedores da contribuicao indemnisadora dos ap-
parelhos e servico dos mesmos relative ao pri-
meiro semestre de 1872, pertencentes a compa-
nhia Draiuage, que a arrecadacao proveniente
dos rufurid'is debitos ja liquidados com a multa
de 9 0|fj. continda a ser cobrada nesta repartigao
com o prazo de 60 dias, segundo determinou o
Mm. Sr. iuapector da thesouraria por portaria de
haje datada.
Consulado provincial, I de dezembro de 1873.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.
Correio geral
Relacao dos objectos regisLrados existentes
na administracao dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Clementine Aecioly Lins, Anna Josepha
Pereira dos Santos, Brilhandina Gertrudes Wan-
deHpy (*). Diiminpns de Sonza Barros, Engenio
Tertes da Sttveira Pantes, Francisco da Fanseca e
Silva, Franci-ra Candida da Siiveira Cardoao, Fir
romo Tneotonio da Camara Santiago, Franeelina
Paes Barr-to. Francisco Socraodino, Henrique da
Cunha Rodrigaes, Joao Cavalcautfl de Albuqner
qoe, Joaqouq Angnsto Ferreira Jaeobina, Jose An-
tonio de Olivoira, Joaqnim Ai>: Ptres, Lanrinda
Maria Rienairm, Leandra Joaqnina da Sarramento,
Manoel Dftoeas da Pdveira, Maximino da
Montarro^Jlanoel J-'iaSflva Vlanna,
Augusto da Almeida, Bapiael Estefans, Hi
ftosa o Lima PifibO, Wysses SegismBB*) m A-
raujo Ratinga.
AVISOS MARiTIMOi
(OHP4\illl Bit \^ll I IIC A
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do norte.
Pacific Steam Navigalioii Com^an>
liinlia quinzenal
0 PAQUETE
espera-se aqui da Europa ate o dia 15 de dezetnbr.
e depois da demora do costume seguira paia o sul
do imperio, Rio da Praia e costa do Pacifico, pan
onde rccebera passageiros, encommendas edinhe.-
ro a?frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe & C.
14 RFJA DO COMMERCIO14
COHPAMUA
DE
P\Q\3ETES \ WPOK
LIMITADA
Maceio. Penedo, Aracaja
e Bahia.
E' esperado dos portos do sul ate o dia 9 dc
corrente o vapor Gongalvcs Marlins, o qual segui-
ra para os portos acima no dia seguinte ao d
sua chegada.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete.
AGENTES
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
57Rua do Bom Jesus57
COMPANHIA
.lESSAGERIES HABITUES.
Linha mensal
RIO GRANDE
Espera-se da Europa ate o dia 8 do corrente,
seguindo depois da demora do costume para Buo-
nos-Ayres, tocando na Bahia, Rio de Janeiro
Montevideo.
Para passageiros, encommendas, etc., a Iratar
com
OS AGENTES
Harismendy A Labille
9 Rua do Commercio S1
CO II I Will A
MESSAGERIES HARITIHES
1
Linha mensal
r r i
N
CEARA'
0 vapor Ceard, esperado ate o dia 8 do corrente,
dos portos do sul, seguira para os do norte de-
pois da demora do costume.
Para earga, encommendas, valores, passageiros
e mais ?nformac3e<, dirijam-se a rua do Vigario
n. 7. escriptorio da agencia
Pereira Vianna 4 C.
Agentes.
Para Lisboa
seguira brevemenle a barca poitugaeza Gratidao -,
para carga e passageiros trata se iom E. R. Ra
bello &, C., rua do commercio n. 48,
iiTi i
Espera-se dos portos do sul no dia 10 do cor-
rente, seguindo depois da demora do costame pa-
ra Bordeaux, tocaado em Dakar (Goree o Lisboa
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
OS AGENTES
Hurismenrtv AcLabille
9 Kua do Commercio 9
COMPANHIA PERMMBUCANA
DE
Mavejsraoilo costeira a vapor.
RIO FORMOSO ETAMANDAR6.
0 v;ipor P*rp*. ,
commandant' '
ff2" .pilAjt
co,- il3d"
.- .lente, ii 9 horas
da noite.

Recebe r
nhelro a frete :
n. 12.
eneon>r
es"
udas,
ipton


COMPANHIA PERNAMRUCAM
DE
tVvegf Oo cositeira a vapor.
MAMAHGTUPE.
0 vapor Coruripe, com-
mandantc Santos, seeuira pa>
o porto acima no ai \t d(
I correate, as 6 l'^as da tarde
Reeebe carga, encommen-
?**, passageiros u dinheiro a
Irete&WasI hora3 da tarde do dia da sahida
tscnptofio no Fr>rle do Mattos n. 18._____
Kio de Janeiro
Opatacho portagaei Rtval segae para.o Rio de:
Janeiro por ter ja parte do sea carreifamento en-
gajado, e para o resto da carga dsvem os preten-
denies entender-sft com Siiva & Cascao, escripto-
rto a rna do Marques de Olinda n. 60, I* andar.
COMPANHIA
MESSAGEMES MAMTWKS
Liaha niensal
MENDOZA
Espera-se dos pottos do sol aid o dia 6 do cor
rente, seguindo depois da demora do costa
me para ordeos, tocando em Dakar (Goree) e
Lnbda.
Para -coBdicoes, fretes e passagens, trata-se con
OS AGENTES
Uttrismencly Labille
"9 Rua do Cemtnercio 9
LISBOA
Para o relerido potto pretende seguir com a pos-
iivel brevidade o brigue portuguez D. Anna, por
ter*ja alguma carga- engajada ; e para a quelhe
alia, que recebe a Trete commodo, trata-se com
os consignatanos Joaquim Jos6 Gonc.alves Beltrao
* Pilho, a rua do Commercio n. 8.
RISCO MAM l IHO
Dominico Copello, capitao do vapor italiano
tilensnnnox (A. 1. 20 annos) devidamente seguro,
de 79i toneladas de registo, procedente de Macao
(China) com destino a Havana (Gaba) conduzindo
730 passageiros chinezes, tendo -iJo obrigado por
forca maior, a arribar a este porto, para prover-se
de carvio, agua, viveres, etc., atim de proseguir
sua viagem ; e precisando para isso de cerca de
2,300 libras estetlinas a risco maritimo sobre o
casco e passagens, segundo a carta de fretamento)
do nferido vapor, cujo reembolso sera feito em
Havana ; convida as pessoa? a qnera convier, para
apresentarem suas propostas em carta fecnada no
yice-consulado de Italia ate o dia o do corrente,
as 11-bores da manhs, afim de serem abertas em
presenca doregio vice-consul, e aceita a que mais
vonvicr aos interesses-do vapor.______
BRIGUE
Ligeiro 111
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com a
possivel brevidade o brigue Ligeiro 111, de 1*
elasse, por ter partc da carga engajada, e para a
que Ihe falla, trata-se com os consignatarios Joa-
quim Jose Goncalves Beltrao & Filho, a rua do
'.ommercio n. 8.
Para Lisboa
scgaira com brevidade o brigue portuguez Bella
Figuemnse; para carga e passageiros trata-se
niacrjE. R. Rabeilo 4 C, rua do Commercio nu-
moo 48.
T. B. Hetcajf, capitao do brigue inglez Cog '
nac, vindo de Pisagux com carregamento de ni-
trato de soda, com destino para o Canal, com or-
dem para de^carregar n'um porto do Reino-Uni
do, cntrado ne-te porto com agua aherta, preci-
-a para ocenrrer as despezas do concerto do roes-
mo navio a risco maritimo da quantta de cinco
ronlos de reis pouco mais ou menos., sobre o cas-
co, fjrete e enrresamento do dito navio. Offertas
em cams fechadas serao recebidas no consulado
britannico ale o dia 6 do corrente mez de dezem-
bro ao meio dia.
i0 caixacom 144 cbapeos de sol de seda,
I dita cum botinas para sealioras e me ri
Da., 4 dua com borzeguins (obra di ter-
ra) para homeos e meninos I dita com
perfumnriafj lapar* vestidos, chales de
merino, 1 grande soiunenio de coapeos
de muitos e variad"s RAStOSi p ra ho-
teens, senhora; e m8iiin s, t oulras fdz-
endas avanadas, que eMiao patentee aos
Srs. concurrents
TerQa-feira 9 do corrente
as 11 horas
No armazem n. 24 da rua do Marquez de
Olinda (outr'ora Cadeia).
0 agente Pinho Borges levara a leilao as fazen-
ias acima mencionadas, por conta e risco de
(I'lem pertencer.
LEILAO
DE
30 dozias da marroquim avariado, 50 pecas
de cambraia branca para forro, 8 citas
de algod3o azol, 9dtlasdebrim braoco
(perleitas), e ootras fazendas
TERCA-FEIRA 9 DO CORRENTE
0 agente Pinho Borges levara a leilao as fazen-
das acima declaradas e moveis, como : 4 raobilia
completa, de amareMo, 4 fcooito aparador de mog-
no, 1 cofre de ferro, prova de Togo, 4 liteiro de
amarello, envidracado, e-outros avulsos, carteiras,
cadeiras, mocnos, etc.
A's 10 I|2 horas
no armazem a. 21 da rua do Marquez de Olinda
TERCA-FEIRA 9 DO CORRENTE
LEILAO
DA
taverna sitaarna de*Marts e Barr.s d. 4,
antiga rua do Cordoniz
Tcrca-leira do corrente.
AS 11 HORAS EM PONTO.
0 preposto do agente 'Pestana fara leilao, por
conta e risoo de quern pertencer, da armacao,
utensilios e mais generos da taverna sita a rua de
Mariz e Barros n. 4, anti/a rua do Cordoniz, livre
e desembaraoada de qualquer debito, o balanjo
acha-se em mao do referido preposto, terca-feira
9 do corrente, as 41 horas em ponto.
AVISOS DVbRSOS
Aluga-se umas meia-aguas novas, na tra-
vessa das Barreiras (becco do Aquino) : a tratar
na rua do Cotovello n. 25.
Casa em Bcbcribe.
Aluga se uma excellente casa com bastantes
commodos e bora sitio, prupria para estrangeiros :
a tratar na ma do Marquez de Olinda n. 36.
AO ARMAZEM
BO
VAPOR FRANCEZ
RUA 00 BARAO DA VICTORIA
Outr'ora NovaN,
IN. 7
7
Calcado
So iiuo sera proprietario quem
into iguizer.
Vislo quo vendese palmos de terra a 800 e
4*. As terras sJo proprias e com 400 palmos de
fundo, que 6 regado pelo araenissimo rio Jordao.
Sao muitas as vantagens da corapra e entre ellas
a da.pureza do ar e da de ter Dassagem gratis
por d3z annos offerecida rjela companhia da
viaferrea do Recife a S. Francisco, a quem nas
ditas immediacies ediflcar. Quem quizer deve
dingir-se a thesouraria das loterias, a tmtar com
Tristao Francisco Torres, que pede a aquellas pes-
soas para as quaes ja separou terras que quan-
ta antes apparecam, pois que, pelo preco a con
currencia e iraraensa. Todos os domingos e dias
santos, acho-me no lugar.
uum
Agenda de leiloes.
RUA DO MARQUEZ DE OLIXDA N. 37, 1 ANDAR.
0 abaixo assignado tern a honra de scientificar
ao respeitavel publico, com especialidade ao corpo
commercial desta praca, qae acaba de ser nomea-
do agente de leiloes, era cujo exercicio, promette,
se esforcara para bem merecer a confianca de to-
das aquellas pessoas que se dignarem bonra-lo,
incarregando-lhe de negocios tendentes a sua
proflssao.
Desde ja o abaixo assignado antecipa os seus
agradecimentos para com aquelles que o procura-
rem: o que poderao fa^er dirigindo-se a rua do
Marquez de Olinda n. 37, i. andar.
Recife, 7 de novembro de 4873
_______ Joaquim Dias dos Santos.
Ao fiscal do Recife.
Pergunia-so ao Sr. Correia porque raz&o con
sent? uma das tavernas do largo do Forte do
Mattos, vender pela porta da escala a quem
qner, nos dias santificados e conservando jogo de
vispora com uma formidavel roda.
____________________l.'m espectador.______
Casa na Boa-Viagem.
Aluga-se ou vendese uma naquelle {arrabalde,
sendo a primejra do lado direito, indo da estacao ;
tem 6 quartos, 4 salas, co inna fora, muito fresca
e com sitio arborisado : na rua do Sebo, hoje Ba-
rao de S. Borja n. Ui, se dira quem aluga.
Para hoaaena.
BOTINAS de beserro, cordavao, peHica, lostre
de duraque com biqueira, dos melhores
fabrrcantes.
SAPATOES de bererro, de cordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca
francezes e Portugueses.
Para senkora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com sako, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, chariot, castor e de tranca.
Para aaaeaiaaa.
BOTINAS pretas, brancas de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para, meninn.
BOTINaS de becerro, lustre e de cordavSo.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
^ qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas "de montaria.
Lolas a Napoteio e a Guilherme, perneiras
mcias perneiras para homen, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guernicSes,
sofas, jardineiras, ntezas, conversadeiras e costu-
reiras, tudo isto muito bom por serem- fortes e
levo3, e os mais proprios moveis para salelas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff St C.: no
vapor francez, a rua do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumarias.
Fiflos extraclos,[banhas, oleos, opiata e pos den-
triiice, agua de 11 or de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, p6s de arrez, sabonetes,
cosoieticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de prkneira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez,
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de differentes gostos e
phantazias.
Espelhos donrados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camur^a.
Caixinhas de costura ornada com musica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido. 1
Correnles de plaque muito bonitas para Precisa-se de uma ama
que engomme e faqa outros
servicos domesticos, em casa
de pequena familia: na ma
do Capibaribe numero 40.
Precis* se de uma escravi para cozinhar
i comprar : na rua Primeiro de Marco n. 23
loja.______
Aos senhores negociantes.
Ctitinua-se a fornecer comedoriw para fora
por precos connnodos ; algum senhor negociante
qae tenha de retirar suas farailias para ir passar
a festa e quieerem deixar os seus caixeiros bem
servidos, quanto ao fornecimento de comida, diri-
ja-se a raa -estreita do Rosario n. 33, primeiro an-
dar.__________
CASA DA FORTIA.
AOS 4:000#:000.
BILHETES GARANTIDOS.
I' rua Primeiro de M*rp> (outr'ora rua do
Crespo) n. 23 e catas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
llies bilhetes, dous meios n. 4327 com 4:000*.
um inteiro n. 3429 com 700*, um inleiro n. 4469
com 200*, um melo n. 78 com 100*, e outras sor-
tes de 40* e 20* da loteria que se acabou de ex-
trahir (77*), convida aos possuidores a viram rece-
ber na conformidade do costume, sem desconto
algum.
Acham-se a venda os feliies bilhetes garantidos
da 40* pane das loterias a beneflcio do hospital
da ordem terceira do Carma (78*), que se extra-
hira na quarta-feira. 10 do corrente mez,
PRECOS
Bilhete Inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
EM PORgAO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete. 4*750
Manoel Martins Fiuza
Odilon Duarte k Irmao avisam as pessoas
que lbe sao devedoras de pagarem contas soraen-
te a elles ou a empregados de sua tcasa ja conhe-
cidos ; fazem a presente declaracao, para que
o individuo que se arvora seu ccbrador nao
continue a receber sem elles o conhecer e au
torisado a tal.
JORMES DA EIROPA
A**IG\ATI K %* PARA 1S94
Acham-se abertas confoune o respectiyo
catalogo
LI VRAM A FRANCEZ A.
a rua do Barao
gics.
de
lila-
DE
ferragens
as II 1|2 da man ha
Por interveu ;'io do agente Pinto, rua do Bom
Jesus n. 13.
Leilao
DE
-!im completo e variado sortimento de cha-
peos do Chile e feltro
HOJE
A'* 11 horas.
Por intervensSo do agente Pinto.
Rua do Bom-Jesus n. 43.
Leilao
DE
fazendas variadas
CONSTANDO DE:
madapoloes, algodoes e chitas
As iOfl| horas
= 0 Dr. Jos6 Antonio de Figueredo, testauien-
teiro e inventarianle do espolio do finado Dr. An-
tonio da Assumqcao Cabral, convida os credores
do mesmo espolio, para que dentro de 4.8 horas
apresentem suas contas, ou titulos para serem
nmados em consideracao na respectira partilha
proxima a proceder-se.
Recife, 4 de dezembro de 1873.
Attencao
Francisco de Paula Cavalcante Wanderley faz
sciente ao respeitavel publico em geral e parti-
cularraente ao corpo commercial desta provin-
cia, que attendendo a coincidencia da haver duas
pessoas de igual nome, as*ignar-se-ha de3ta data
em diante :
Franeisco de Paula Wanderley
yjRecife, 4 de dezembro de 4873. _______
AVISO
Mi COMMERCIO
Os abaixo assignados declararn pelo presente
que dissokeram ainigavelmente a sociedade que
gyrava sob a firma social de Antonio Joaquim
de Sa 4 C. desde o dia 28 de outubro proximo
passado com negocio de generos de estiva no pa-
teo do Paraizo n. 30, ficando todo activo e passivo
a cargo do socio Manoel dus Santos Falcao, reti-
rando-se o socio Antonio Joaquim de Sa, livre e
desembaracado de qualquer responsabilidade da
dita firma.
Re^-ife, 3 de dezembro de 1873.
Antonio Joaquim de Sa.
Manoel dos Santos Falcao.
TTiliir
0 abaixo assignado, liquidatario da extincu firma
de Antonio Joaquim de Sa & C, declara pelo pre-
sente que julja nada dever a pessoa alguma, com
relacie a dita firma, e se algnem se julgar cre-
dor queira apresenUr suas contas no prazo de 3
dias a contar desta data.
Recife, 5 de dezembro de 4873.
_________Manoel dos Santos Falcao.
Julius Ftierstemberg tendo perdido uma lo-
tra de 4:486*400, aceita em seu favor pelo Sr.
Crislovao de Hollanda Cavalcante, a veneer no
dia 40 de dezembro de 1873, deciara pelo pre-
sente que a dita letra nao sera paga senao ao seu
dono legitimo.
Por intervencao do agente Pinto, em seu es- I ^"/llllllV
ri ptorio a ma do Bom Jesus h. 43.___________ ^v/v/V/WJ
LEILAO
DA
armagao, drogas, vasilhames, moveis e
mais pertenr;as da botica da rua do BarSo
da Victoria n. 30, pertencente d massa
i'allida de Jose Francisco Bittencourt,
bens avaliados em 15:0779985.
SABBADO 6 DO CORRENTE
At 10 1t2 horas
Precisa-se toroar a juros de um e meio
por cento ao mez, e por espaco de quatro
mezes- quem tivere quizer fazer este ne-
gocio annuncie para ser procurado.
em ponto.
0 aBeiO Pmt. levara novamente e pela ultima
yez a leilao, wvindo de base a proposta obtida,
a pharmacia d rua do BarSo da Victoria n. 30,
pertencente a mass* fa"ida de Jose" Francisco Bit-
tencourt, sendo que ir'qnella occasiao effectuar.
se-ha deflnitivamente dita >".en(Ja com quem melhor
olfcrta liter. n
/al,5 ** dia 14 de maio do correnle, da
villa de Independencia, o escravo do abaixo assi-
gnado, de nome Anacleto, crioulo, com 28 annos
de idade, sem barba, falto de dentes na frente.
com as macaes do rosto salientes, e estatura re-
gular : quem o pegar e levar a seu senhor na-
qudla villa, ou a pessoa de sua familia nesta ca-
pital, sera gratificado. Parahyba, 3 de agesto de
4872.
_____________Samuel Henrique* Hardman.
Brincos a imitacao e botSes de punhos
que.
Bolsinhas e cofres de seda, de vellndo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cOres, de prata dourado, de aco e
de tartamga.
Oculos de a;o rino e de lodas as guarnicSes.
Bengalas de luxo, canna, com cast5es de mar-
fim.
iJengalias diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia e de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
' Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartamga para desembaracar e para
barba.
Ditos de raarfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinheiro.
Gravatas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainbas de mola para ch.mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
mino e outros muitos differentes joguinhos alle-
mSes e francezes.
Malas, bolcas e saccos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas morde-
rera, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar criancas.
Cestinlias de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
crianjas.
Venezianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Estereoscopos e eosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmoraraa.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas.
BalSes aereostaticos de papel de seda mui facil
de subir.
Machinas de varios systemas para cafe.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e canivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros ja promptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avnlsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de magicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejoe pequenos de veio com liudas pecas.
Realejos barmonicos ou accordions de todos os
amanhos, e outros muitos artigos de qninr|uilha-
rias difficeis de mencionar-se. No armazem do
vapor francez, rua do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Medidas de 40 a 400 metros.pes e palmos
medir terrenos.
Aos calholicos, macoes e profanos
Bonitas bugias enfeitadas
proprias para oratorio no
grande dia de N. S. da Con-
ceicao, a2$000 e 2$500 a
caixa, com seis bugias deboa
cera: s6 na rua do Cabugd
n. 5.
ft
DESCOBERTAS MEDICINAES
PELO BACHAREL
Manoel de Siqueira
Cavalcanti.
ig\ *" o Preservative da'ery-
*%) sipela : para curar com certeza, e
/ en. poues tempo, qualquer ataquo de
>9? erysipela, e prevemr o seu reappare
gX. cimento.
^^ Este medicamento tambem 6 muito
g poderoso para o rheumatismo.
'* S* o Regulador da uiens-
I Iruacao : para falta, irregularida-
de, suppressao repentina da menstrua-
fao, e dos lochios, assim como para
todo> os soffrimentos devidos aquellas
g affecc5es. Ambos estes medicamentos
V ja sao muito conceituados, e procura-
!tv dos nesta provincia, e na do Rio de
f> Janeiro.
Acham-se a venda somente era casa
do autor, das 9 horas do dia as 3 da
!> tarde, e a qualquer hora em casos ur-
W gentes.
4*> GRATIS AOS POBRES
W Rua da Imperatriz n. 44, 2 andar.
m
w
GRANDE LIQUIDAGIO DE FAZENDAS
mo
iiin iiiieiti,
Rua da Imperatriz n. 72
DE
Uurenco Pereira Neiides Guimardes
Declara aos seus freguezes quo tem resolvi o faze* uma gran'e liquidarSo, ale o
Iim do corrente anno.
A SABER :
CAMBRAIAS BRANCAS A 39000" |
Vende-se pecas de cambraia branca, tapa- .
da e transparente, a 39, 3$500, 49000 e
59000.
LASINHAS A 200 RS. i
Vende-se lasinhas para vestidos, a200,
320 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 640 RS.
Ditos depalba, a 29, 39000 e 49000.
Ditos de massa, a 49000.
PERFUMARIAS EM LIQLIDACAO.
Vende-se sabonetes de di versos tamanhos,
a 120, 200 o 240 e 320 rs., todo bom.
Frasco de banba, a 160, 320 e 400 rs.
Frascos com aguade colonia, a 240 e 320
rs. cada um. E outros muitos extractos que
Vende-se alpacasde cores com listras a 640 \ se vende muito barato para liquidar.
e 800 rs. ^o covado.
GRANADINE A 806 RS.
Vende-se grenadine preta com listras de
cores, para vestidos, a 800 rs. o co-
vado.
POUPELINA JAPONEZAA 19800.
Vende-se uma fazenda nova com listas,
com o nome de poupelina japoneza, propria j tasde cores a 200 rs.
para -vestidos de senhoras, a 19800 o co- j Chapeos para baptisados
vado. Todas estas fazendas sao vendidas no '
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalbas felpudas, a 800 rs. cada
uma. I.enros brancos, a 29000 a duzia, e
39000 abainbados, fazenda que vende-se
por 59000.
GRAVATAS PRETAS A 500 RS.
Vende-se gravatas pretas, a 500 rs. Man-
m
m
Bazar National, & rua da Imper ariz n. 72.
CORTES DE CASSA A 295 0,
Vende-se c6rtes de cassa. para vestidos,
com lOcovados, a 29506.
CHITAS LARGAS A 246 Rs.
Vende-se cbitas francezas, largas, de cores
Has, a 246, 366, 326 e 366 rs. o co-6
vado.
CASSAS DE CORES A 266RS.
Vende-se cassas francezas finas de cores,,
a 266, 326 e 406 rs. o covado.
SAIAS A 29666.
Vende-se saias brancas com barras de cd-
res,a29666.
CHITAS PARA COBERTA A 286 RS.
Vende-se ohilas para cobertas, a 286 e
366 rs. o covado.
MEIAS PARA HOMENS A 69666 A DUZIA.
Vende-se meias cruas verdadeiras, para
homens, a 69666 a duzia, a qual val
8JJ5006.
CHALES DE LA A 866 RS.
Vende-se chales .de 13, a 866 rs. cada
um.
CHITAS FINAS A 466 RS.
Vende-se chitas finas de campo largo, fa-
zenda muito boa, a 406 rs. o covado.
CHALES DE MERINO" A 20666.
Vende-se chales de merin6 estampados, a
29, 39, 49660 e 59666.
Ditos de listras a 59666 e tiJSOOO.
BRINS EM CORTES A 19566.
Vende-se cortesde brim de cdres epardo,
a 19500, para liquidar.
COBE&TAS DE CHITA A 19666.
Vende-se cobertas de cbita, a 19666 e
25006.
BRIM PARDO E UE CORES A 466 RS.
Vende-se brim pardo e de cores, para rou-
pa de homens e meninos, a 466 rs. o cova-
do, para liquidar.
COLXAS DE CORES A 29060.
Vende-se colxas de cores para cama, a 29,
e 49000.
/TRANSPARENTES PARA CADEIRAS A
19500.
Vende-se transparentes para cadeiras, a
19500, para liquidar.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets de seda para homens, a
500 rs.
CHAPEOS A 29500.
Vende-se chapeos de castor para rreninos
a homens, a 29500 e 39066.
de meninos, a
35000.
BENGALAS E CHICOTES A 806 RS.
Vende-se bengalas e chicotes, a 866 rs.
cada uma, para liquidar. -,
GRANDE LIQLIDACAO DE ROUPA FK1TA
Vende-se ceroulas" de algodSo, a 13J000.
Ditas de linho, a 19600 e 29666.
Camisas de chitas finas, a 19660.
Ditas de peito de cores, a 29666,
Ditas brancas finas, a 29066, 35006 e
49666.
Cal$asde brim pardo e de cores, a 29000
e 29500.
Ditas de casemira de cores e preta, a 59.
69, 79U66 e 89600.
Palit6tsde alpacas de cores, a 29500.
Ditos pretos, a 35000 e 39500.
Ditos de casemira de cores, a 49 e
69006.
Ditos ditos pretos, a 59666, 69500
89000.
Colletes de casemira de cores, a 29, 39 >
49666.
Camisas de flanella, de cores, a 29666 e
29566.
ALGODAO A 49666.
Vende-se pe^as de algodSo, a 49, 59 *
69000.
CASEMIRA DE COR A 29500.
Vende-se casemira de cores, a 25o00 0
covado.
MADAPOLAO A 39006.
Vende-se pe$as de madapolao enfestado,
a 39000.
Dito inglez. a 49506, 59, 69 e 75000 a
pega.
BOTINAS A 49500.
Vende-se botinas para sen hora e meninos,
a 49500, 59 e 69666.
Ditas de enfiar, a 29000.
Sapatos de tapete, a 19500.
Ditos de tranca, a 19800 e 29000.
BRAMANTE A 19600,
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura, para lenc6es, a 19666 *> 29500 o
metro. E outras muitas fazendas propriss
do mercado, que se vende sem reserva, de
preco, para liquidar ate. 0 fira do corrente
anno, por isso convem aos compradores sor-
tirem-se de fazendas baratas, para a presen-
te festa que esta* na porta, & rua da Imperatriz
n# 72. Baznr Baoioaal.
&mM
AVISO
0 Sr. Carlos Schleicher em Schonthal, perto de
Langerwehe na Prussia-Rhenana, tabricante de
superioros qualidades de agulbas para costura,
tendo recebido encommendas de Pernambuco por
outros correspondents sobre agulhas para costu-
ra de sua fabrica en cartonagesn, e tendo deltas
um deposito para vender, no armazem do corres-
pondente especial delle, 0 Sr. Otto Bohres, roga
aos senhores commerciantes de Pernambuco que
querem comprar dellas, ou fazer encommendas
sobre outras, de dirigir-se a mesma casa, na rua
do Vigano n. 8, onde se darao todas as explica-
tes necessarian
Aviso.
Perdeu-se 0 1 volume da obra intiluladaOs
rjeus Mundos-de Alexandre Dumas : quem 0 ti-
ver acbado e querendo restilui-lo, dirija-se a rua
do Torres n. 10, que s ra gratificado.
AttenQao.
Aluga-se um sobrado da esquina da travessa dos
Remedios, na Passagrm da Magdalena : 0 preten-
dente dirija-se ao armazem do sal na Passagem da
Magdalena, que achara com quem tratar.
Aluga se 0 armazem e 0 primeiro andar do
sobrado da rua do Bom Jesus, outr'ora da Cruz,
n. 20, proprios para estabelecimento commercial :
a tratar na rua do Marquez de Olinda n. Si.
Pode obler cm ponco tempo com 0 nso do uie!bor do licorei--a affan
1
HESPEM
Faz oito annos que 6 conbecido este precioso toc::o, e e difficil achar uma pwti*
tenno experimentado pessoalmente, n5o falle ea tec favcr, ja como bom estoma
s apetisador, tomando om ca!ix della antes de jamar. en como facilitador da diae.nl
tomicdc-ie depoia.
joe,
para
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode 4esejar de todos
09 brinquedos fabricados em differentes panes
da Europa para entretenimento da criancas tudo
a prejos mais resumidoe que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, rna do Barao da Vic-
oria, outr'ora rua Nova n. 7.
Aluga-se 0 1* andar do sobrado da rua Di
reita n. 8 : a tratar na loja do mesmo.
Ceslinhas para eostora
Os abaixo assignado declararn ao publico
e com especialidade ao respeitavel corpo do com-
mercio que dissolveram amigavelmente a socie-
dade que tinham no estabeleci.uento de molbados
sito ho pateo da Ribeira de S. Jose n. 11, a qual
gyrava sobre a firma de Campos & Pimentel, fi-
cando todo 0 activo e passivo a cargo do ex-socio
Pimentel.
Recife 88 de novembro de 4873.
Antonio Bento de Campos.
'______Joao Jaqnim' Pimentel Pereira.
Atten^o.
Em dezembro do anno proximo passado e Ja-
neiro do corrente, liquidou-se a massa fallida de
Joao Hygino de Souza. No mez de agesto appa-
receu um annuncio para se apresentarem 09 cre-
dores e conferirem-se as contas. Em fins de no-
vembro e no presente dezembro outros annuncios
no mesmo gosto f..... Pergunta-se: nao estarao
. ainda apresentadas e confaridas todas as contas,
Grande sortimento de bomtos modelos chegados on sera neces&ario outro unto tempo para se che-
ao armazem do vapor francez, (ua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
gar a uma solucao difinitiva ? Isto deseja saber
Um credor.
AO PUBLICO
Adelaide Mercina de Siqueira Sallei faz publico
que so existem lettras de seu aceite e de seu pri-
me e Sr. padre Vicente de Faria Gorjlo, em po-
der dos Srs. jos6 Doraingues Maia e Rodrigues,
de sna eondacta : na rennacio do Monteiro. je^u wntra quem a tiver acoftado em sua casa. m responiabilisa. ^ ^
Precisa-se de um calxeiro de 40
Au9entou-se da casa do seu senhor, a pre-
ta cricula, de nome Ignacia, de estatura regular,
falta de dentes na frente, cor fula, cabeca algu-
ma cousa chata, nariz grosso, falla pesada, Ievou
um vestido de ganga verde. andar vagaroso e
coxo, iiroveniente de dores rheumaticas, e costu-
ma algumas vezes andar le apercatas aos p6s :
roga-so as autoridades Boliciaed e capitaes de cam-
a 42 aanoslpo que a capturem e tevem a rua dos Pescadores
la HESPERIDINA e a LARANJA AMARGA, nlo ha um so babiUBte io BRASIL (akv.
ispecial das laranjas) qae d5o conhe?a as propriedades mediciases da dorrada frccu
>ra Um, a
LAiMJA AHABCA
m sec esudo nataral tem om gosto ponco agradavel, e 0 merito da Hesparidina <#*
jiste em reter soas boas propriedades, e ao mesmo tempo apresenta-la como
EXQTJISITO LICOR
\ HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL n5o tem nada qna intejar *.
melbopes importacoes earopeas de cathegoria semelhante. Estas, quaodo muito, w6t
wr gostosas, porem a Hesperidina e a combinacSo perfeita do
t AfiRADAVEL E SADDAVEL
Para prova de qne e am artigo no qoal p6de-se ter inteira confianca. po? : jftf
a innocente, tasta dizer-se qae foi plenameDte approvada e antorisada pel*
JUNTA DE HYGIENE
do Rio ce Janeiro, pernaJUindo soa livre elaborac3o no imperio; oulr?
j HESPEBIDI1V4
. 0 be mem velho toma Hesperidina para obter
0 bomem doente toma HesperidiM para obter
Saude
0 tomem debil toma Hesperidina para obter
Nob bailee as donxellas e os mocos tomam 1 Hesperidini para ob;r bo* ter
immacao dorante os looeos gyros da
BARROS JUNIOR i C, a raa do Vigario Tenorio a. 7, { andar, recaberaas aati
grande eapecifico, e vendem-no noa depositos segointea :
Joaqaim Ferreira Lobo, raa da Imperatriz.
Zeferino Carneiro, raa do Commercio.
iMarceliao JoaA Goncalve* da Fonle, rna da Cadaia n. a.
Antonio Gomes Pires 4 C, raa da Cadeia. H
Antonio Gomes Piren 4 C, caes 22 de Novembro.
Gonjef 4 Inaao bote! aa Pissagem.
(


m
V


DiftriO de Pernambuco Sexta feira 5 tie Dezembro de 1873.

FUNDICAO DO BOWMAN
RUA'DO BRUM N. 52
1^
(Passando o obalari
PEDEM AOS aenhorea de engenho a ouiros agricul.utta, &cmpreg*:lorea tie m
.hmismo o favor de ama visita a sea estabelecimento, para v*rem o aoto sortimeoto
MJtnplet) qae ahi teno; sendo lodo superior em qaalidade e fortidio; o qne com a ins
oaccao pess >al pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENClO AO NUMERO E LllGAH DE SUA FUNDigAO
(Tnnn^As A rnrina Aina-na do8 u,ais modemos syttemat eem ta
V tt.purea rUUUS U tig Uti machos convenienlea para as diveisas
circumsUQcias dos seahorea proprietaries Q para deacarocar algodao.
MoeildaS d6 OAmi& de.lodo8 9 tamanho8> as^melhores qoe aqoi
Eodas dentadas i rf^ **.
Taixas de ferro fundido, batido e de oobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
Bombas
E' 18r e aproveitar ; Muita attencao.
?ilK1,,i?aiPi!* ^sPOsic5o de figuras de cera ad.oiltiJas na
exposi<;ao de Vienna d'Austria.
0 proprietario desta exposioao tern a honra tie
NDVA^?UBLICACOES MUSICftES.
d'AcevcdoHun Hova u. 11
A..I
e acham-se a
para mandioca e algodao.l Podendo] todos
e para terrar madeira, f ser movidos a mio
/por agua, vapor,
de pateote, gar*.atidaa........ | on animaes.
Todas as maehinas e peQM de qDe w C08tama preci8W-
de machiAismo, a preco mni rejomido.
no mer-
Wer-
Alber-
25000
1^500
15J000
1$000
15J000
t500
0 inverno nao qner deixar-nos.
ilbnminado em risco de perdcrse. Se ha do ha-
ver prejuizo de um, haja proveito para todos.
APROVRITEM. '
OiOOO par vma deena de relrdlot ',n "fit'oV*.'
Avi'ufc anuunsc quz<* tit,*t:-. em cy'.fles
Je vjsila, que na hi.finial vl''.-Jfl<"lAii, andoi
alm.-n ii. 18.-a. (foltal Urfl i V'f-' ,}., ',;ati iz.
liraiii-e~-iitrn*us tut w.lws de vtei-u u Otoou
cada dezena.
Af-ROVBHEU 1
0 qne e bom dura penco ...
Todo* os dias utcis oh santillcados, cliova ou
faca sol, das 9 horas da manha as \ da larde ti-
nmi so retrain*.
Fas qualquer concerto
Formas da faito tem as meihore8 e mais barata& existentes
^nnnrnmanrlafi Incnmbe-se de mandar vir qnaAqaer maciiimsmo a von-
auuumuiOUUttD. ude do8 dientes, lembrando-lhea a vantagem de faierem
*aas compras por intermedia de pessoa entendida, e qoe em qualqoer neceesidade p6de
he* preslar aoxilio.
Arados americanos e in,trDment0 8ricolM
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
s
A' rna do Rnrao do Trinmpho (rna doBriim) ns. 100 a Wi
CAEDOSO cfc IBMAO
RECEBERAM delnglaterra completo sortimento de ferragens e-maehinas para en-
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercSdo.
VapOreS de for?a de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
V/atUGiraS de sobresalente para vapores.
MOenCiaS lHt6iraS e meias moendas, obra como dunca aqai veio.
Taixas jfundidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
JXOuaS U aglia Com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
KOaaS aentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos para vap0res.
l>OmbaS de ferro, de repucho.
Ar&QOS de diversas qualidades.
Foranas para assucar grandes e pequenas.
OoilCGrtOS concertam com promptidSo qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EllCOHiniGIldaS mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros d& Inglaterra ; iucumbem-se de mandar assentar
ditas maehinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
.FUNDigAO DE CARDOSO & IRMAO.
Acabam de publicar-se,
'.'enda as seguintes musicas :
PIANO SO'.
Danse espanhola, por Ascher
Arabella, siazurka, por G.
theimer
Valsa do Fajisto, por Croyzes
SONHO DE UMA V1RGEM, por
tazzi
Anna la Prie, cavatina
AoClair de la Lune, por Bussrfteyer
ESTRELLA DO NORTE p ,fc brilhante 1$000
SaudaqAo ao Babia (
Cricket, por Seixas, offerecida aos
chrickets club pernambucano e
bahiano
PIANO E CANTO.
Desespero, muito lindo romance
por I. Smoltz
Non m'amava, romance por Guercia
Tambem recebeu da Europa grande sor-
menide musica para piano, piano e
antoudos, methodos, etc. etc.
15J000
2JK00
15J000
Roga-se
A am rerto Dr. que alugou o sotao do sobrado
n. 36 da rua estreita do Rosario, o obsequio de
rir ou mandar receber urn trastes que a mais de
seis mezes existem no primeiro andar do mesmo
sobrado; assim como satisfazer o pagamento do
aluguel do mesmo, isto do prazo de 3 dias fiado,
os quaes serao vendidos ds mesmos trastes para
pagamento dos alugueis.
ATTENCAO
O abalxo assignado participa ao respeitavel pu-
Wico que tem grande deposito de vinhos de fruc-
tas do pair, como seia o de cajii, em quatro quali-
dades, os quaes vend* por precos razoaveis, e ou-
tros mais de diversas Tructas, que a vista fara fe.
O proprietario deste estabelecimenlo pede aos do-
nos ou rendeiros de sitios que tiverera as fruetas
de caju, genipapo e abacaxi, e as queiram vender,
comparecam i rua Vidal de Negraros n. Hi, ou-
tr'ora Cinco Pontas, aflm de se tratar dos precos.
Joao do Amiral Rapuso.
Escravos ftigidos
Felippa, negra, cabra, ]i idosa, cozinhetra, alta
e secca, foi escrava da vrava do failecido Jacin-
tho Botelho, tem um fiHio escravo do Sr. Jose
Antao de Souza MagaihSes, que andava fugido,
e que veio seduzir a *nai para acorapanha-lo ;
esta auseate desie o dia 6 do corrente.
Roga-se a policia e tapitaes de campo a cap-
tura das mesmas escravas que sao do engenho
Sapueaia de Beberlbe.______________________
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, o
escravo de nome 3ose Borges, raestre de assucar,
tendo os signaes ^eguintes: cabra, idade 30 annos
pocco mais ou menos, boa figura, um tanto grosso
e espadaildo, sendo o signal mais vislvel uma
gomma na junta do p6 esquerdo : roga'se a todas
as autoridades e capitles de campo queiram ap-
prehender dito e?cravo e leva lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Otiveira Fillios & C, lar-
go do Corpo Santo n. 19 qne serao generosamente
recompensados.-
Recife, 19 de novembro de 1873.
Fugio a 10 de setembro proximo passado, a
escrava Maria, crioula, idade de 33 a 40 anno*,
cor fur*, olhos grandes. rosto comprido, quando
anda envergapara traz : qaem a pegar, leve a ao
Caes do Rtmos n. it, qne sera generosamente re-
compensado.
i
PECHINCHAS
S6 o n. 20
RUA DO CRESP0
LOJA DAS I PORTAS
continua a vender muito barato para apurar
muito dinheiro.
CASSA LA
Chegou esta fazenda, sendo lindos padroes, e ven-
de-se pelo diminuto preco de 200 rs. o covado, e
pechincha I I dao-se amostras.
METINS
Proprio para vestidos o que ha de mais gosto,
padrdee novos, pelo preco de 400 ra. o covado, a
pechincha I I I do2-se amostras.
LAS ESCOCEZAS
Lasinhas escocezas, padroes bonitos, a 240 rs. o
covado. '
Ditas com listras, padrSes moderno?, a 280 rs. o
covado.
Ditas la e seda, padrSes modernos, a 6i0 rs. o
covade, e pechincha I I I dJo-se amostras.
ALPACAS DE CORES
Alpacas de cores, padrSes bonitos, fazenda de
1000 a 400 o covado, 6 pechincha 1 I I dao-se
amostras.
CRETONE
Cretone em pecas pequenas, com bonitos pa
droes, pelo diminuto pre^o de 400 rs. o covado, e
pechincha I I I dao-se amostras.
Cortes de casemira di cores, a o'iCOO cada um.
Cambraia de linho da cores, a 360 rs o covado.
Ditas pretas para Into, a 240 rs. o covado.
FosUo branco para roupa de meninos, a 560 rs
i covado.
Brim pardo e de wres, a 400 e 440 rs. o co-
vado.
Cobertaa de chila adamascada, a 3*500 rs.
Colchas brancas e com barra de cores, a 3*500
e 4/000.
Lencoes de bramante, a 2*000.
Dites de algodao, a 1*400.
Tfoalbas akochoadas, a|6*000 a duzia.
Ditas felpndas, a 6*500 a duzia.
Lencos de cassa com barra, a 1*000 a duzia.
Ditos de cassa abanbados, a 2*000 a duzia.
Ditos de esguiao finos, a 3*500 a duzia.
.Cambria lisa transparence a 3*000 e 4*300 a
^Cambrau Victoriaa a 3*800.
Atoalhado adamascado, a 2*000 a vara.
Dito trancado, a 1*400 a vara.
Fustoes de eores. a 1*000 o corte.
Chalet de merino itso, a 2*000.
Ditos eampados, a 3*S00,4*000 e 4*300.
Ditos com liatras muito itoos, a 5*800 e 6*000
Esguiio muito fino, a 2* Brim preto trancado, a 2*009 a vara.
Bramante de algodao, a 1*600 a vara.
Dito de lmbo de 9 e 10 palmos de largura, a
**00 e 2*800 a vara.
Algodao marca T, a 5*000 a peca.
Dito domeatico, a 3*000 a peca.
Brim de algodao com listras proprio para cami-
sas, a 400 rs. o eovado.
Nanzue cambrak de cores muito fina, pelo di-
minuto preco de 400 rs. o covado.
S6 na rua do Crespo n. 20.
LJde
Guilherme (St 0.
CASA DO (MO
Aos 4:000-000
Bilhetes garantidos
hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 100*000 em dous
meios de n. 3236, alem de outras sortes menores
de 40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de
extrahir (IT) ; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serin pages na forma
do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit*
vel publico para vir ao 6eu estabeJecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos mesmc s
annuncios.
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
-antidos da 10' parte da loteria a beneticio do
hospital da ordem terceira do Carmo, que se ex-
trahira no dia 10 do corrente mez.
Precos
Luteiro 4*00ft
Meio 2*000
lie lOO&OOO paraclmu.
Inteiro 3*300
Meio 1*750
Recife, 3 de dezembro de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
CoBsultorio medico
DO
Dr. II..rill...
RUA DA CRUZ N. 26, 2.. AiNDAR.
W Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
kJ qaentou os hospitaes de Paris e Londres
c) pode ser procurado a qualquer hora do
dia ou da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
puaWdo(ie*.=Mole8tias da pelle, de
crianca e de mulher.
Emprega no traUmento das molestias
de spa especialidade as duchas frias e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelbos mais modernamente em-
pregados na Europa.
Tambem applica com grande proveito ~m,
no trataraento das molestias do utero a e,
electricidade, pelo processo do Dr. Tre- Jf
pier. Cura por um processo inteiramente V
novo as blennorrhagias e sobre tudo a Q/
__ (gotta militar) dispensando as injeccSes. Q
Escra^ fugiio.
100^000 de gratifica^ao
Desappareceu de novo, de bordo da barca bra-
sileira Jost, o escravo Joaquim, preto de na-
cSo, o qual anda bem vestido e calcade, deixan-
do crescer os cabellos a -modo de meia cabelleira.
Esse escravo pertenceu ao failecido Dr. Olym
Marcellino da Silva, que ohavia compradone
frovmcia de Minas fern S. Joao d'El-rei ou Onre-
reto), e com elle seguio para o Rio de Janeiro e
d'alli para esta provincia, donde foi para Maceio,
tendo o vendido alii a Justino Epaminondas sie-
ves, a quern o compraram os abaixo essignados.
Sabe cozinhar, ocenpacao a que estava dedicado,
e conhece se pela falla que eafricano.
Offerece-se a gratificacio acima aquemoap-
prehender e roga-se a todas as autoridades a sua
caotura.
Recife, 6 6c ontubro de 1873
Jose da Silva Loyo & Filho.
Carros de luxo.
inque-srtonavel que a cocheira da rua do Bom
lesas n. 18, -do Joaquim Paes Pereira da Silva, 6 a
qu3 tem as melhores berlindas, calecas, meias ca- f-
le^as e victorias -de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaeeados de excellentes
ptrelhas de animaes, arreios luxuosos e boleeiros
eom fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao pubiico a vir por si mesmo scientifi-
ctr-se da verdade do que deixamos dito, certos de
que nao eneontrarae pomada, e sim realidade e
commodos precos.
Andre Bez&rra de A. Mdh.
Felix de Albuquerqve Mello agra-
dece do fundo de sua alma a todas
as pessoas q le se dignaram assis-
tir as exequias e acompanhar a ca-
pella do engenno Arandu os re.*tos
mortaes de sea sempre lembrado
pai Andre Bezerra de Albuquer-
que Mello, failecido no dia 30 de novembro, certo
de qoe jamais serao esqueoHas.
\ .l lo*.i.r \.rh.-. L.-.Cap.*. IlesciiCTi'aeilo.
Em vlrtnde do regUlamento promulgado por
deereto-de y de setembro do corrente anno, sao
convidados todos os RR. membros da S<5b. .
L.~. Cap.*. RegeneTacSo a uma reuniao no dia
10 dedezembro do corrente aano, pelas 7 horas
da noite, no recinto de seu Aug. *. Tem. *., aiim
de se proceder a eleicao dos SSaps. Gram-Mes-
tre e Gram-Mestre adj.*., sendo facultativo aos
que por moliro justo nao poderem compareccr, o
enviarem suas listas em caria fechada ao Pod. .
If. Ven.-.
Seir. da Sob.-. L.*. Cap.'. Regeneracio,
I de dezembro de 1873, era vulg. .
OSecr.-, V. deM. Mello.
''SWISHIIIllWUMmi Mil I.....HI illillllllili
Autoaio Ciuiluermc da'Silva.
Os amigos de Antonio Gui-
lherme da Silva mandam ce-
llebrar na igrejade'S. Francisco,
!domingo, 7 do corrente, pelas
horas da manha, algumas mis-
sas pelo seu eterno repouso.
proprietario desta exposicao tem a
purlicipar ao refpeit.nvel puhHpo prrnambursno,
qne son.ellianlf lmb.ilb>' nn:. .< f i r-x|ioslo a ^ '.-la
dn i ubliivj en. ["'ito ^Chh-iinn i)a Afiu'eica.
i-ar.. "-.oihan's, |.ii-ia OVbr: rtiaaio u atton-
_'' il'-, aiiiJi;!. dr.- :-lw, r: .n:ip:ilr..t utc do hr-
t:stas 'fjuV I ..<, <'.-cul|'lnr : \> la#, im qiu.l en-
coutrarao dados para estmlos prolunJus, como os
homens scicnlifieos para uma lccnrdacao do tra-
balhos anatomicos.
Um dos gru|.os rfpresenla a ua'.iviila.le di Xos-
so Seubor Jesas Chrislo, bem como a adoracao
dos tres reis magos, Gaspar, Belchior e Bal-
thazar.
Formam um oulro grupo, o filho de Dcus, a
Santissima Virgem, Sv Jose, SanU Isabel, S. Joao
Baptista, um pastor e os tres reis magos.
Em um outro grupo de cera rnascica re presen-
ta-se o nascimento de Cairn.
Temos alem disto, Adio, como o primeiro ho-
mem, seduzido e attrahido pela encantadora bel-
leza de sua mulher, esquecendo-se um momento
da prohibi.-ao de Deus. e peccando, por ter comi-
do a fructa pronibida, donde the resultou a terri-
vel sentenca de ser expulso do Paraizo e de se
tornar sujeito aos vaivens desta vida e obrigado
a procurar o meio de sub.'istencia.
Ver-se-ha tambem Adao smtado n'um rochedo,
pedindo a Deus proteccio para o seu primeiro fi-
lho, Cairn, e Eva descancada de parte, olhando
cheia de prazer e de amor para seu filho tao que>
rido.
Tambem sera exp;slo um trabalho mechanico
extraordinario que constara de um cloun, fazen-
do no trapezio os exercicios mais difficei*", c um
znavo, rufando tambor, furnando c convcrsando
com o publico.
Havera nes iolervaltos e durante a estada do
publico um magnifico orgao Teale|o, tccando as
onverturas eompletas de Girilherme Tell, de Ros-
sini, Diamaotes da Coroa d'Auber. Stabat Mater,
de Rossini,, noel de Adao, Domino noir d'Auber e
varias oatras pecas.______________________
Confeiteiros -e pasteleiros
culinarios e conserveiros
AIngase a rasa da rna de S. Jorge, outr'ora
rua do Pilar n. 12, tendo Sdtea assobradada para
grande familia : a ver e tratar na rua dos RoaTa-
rapes n. 14, uvema._____________________
Proprio para noivo.
-Alngr sc o I" andar d ) solirado da rna da Ii
j ci; it iz n !; .'
C"in '. rjtrii.iJ" '',y-'r-'^'iWtBS^ '"" "" '
p.iz. a '|HMii iu.'.m.m- i M
il i;i c.o pil-.n. .
n.
0 quarto andar da
4.
ma do Marquez de Oliada
Na rua do Rangcl n.
res de assucar, bons.
Refinaqao.
i3, precisa-se
do batedo-
A
,.., ,-ti lilierana
0 FIM DOS TEMPOS
si;
PROXIMA VINDA DO REINO
DE DEOS,
tudo nioslrado pelos f?ctos que se estao passauJj
no mundo, e que se acham clarain.'nte annuncia-
des na propheeia de Daniel, Ezequiel, no apoca-
iVpse de S. Joao, e nas epislolas de S. Pedro e de
S. Paulo. Acha-se prompta esta interessante obra
e a disposicao do publico, na livrana uniwrsal, i
rua do Imperado. n. 54. Na mesma livraria po-
dem os senbores assignantes procurar os exem-
plares que subscreveram.___________________
Banhos eares saudavcis do
Monteiro.
Aluga-?e alii duas pequenas rasas muito em
conta para quern precisar de bons ares e banhos
frescos : a tratar a rna do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7._________________________
Escravo fugido
AiTENCAO
Precisa-se alugar uma ama de meia idade, po-
rem que seja preta, que nao tenha vicios nem
aehaques, e que affiance sua conducta, para com-
prar e cozinhar para uma familia de 3 pessoas :
a tratar na cidade do Olinda, sitio do Arnparo, ca-
sa terrea grande, com portao ao lado.
Casa de banhos em Olinda
A companhia Santa Thereza abre no dia 3 do
corrente uma casa de banhos que acaba de cons-
truir defroste da igreja dos Hilagres, na cidade de
Olinda. 0 estabelecimento achar-se-ha a disposi-
cao do publico durante o verao, diariamente, das
5 as 9 hora da manha, e das 6 da tarde as 9 da
noite, e nos domiugos e dias santificados desde 5
horas da mauba as 9 da noite.
PRECO DOS BANHOS
Um banho (SEm toalha) rs. 200
Dito (com toalha) rs. 300
Assignatura mensal (30 banhos) tera um abaii-
mento de 20 0|0 ; pagamentos adiantados. Olinda,
1 de dezembro de 1873.
0 gerente
Justino I. de S. Campos
Aluga se uma grande casa na povoae,3o
do Monteiro, em estado de asseio, que tem
excellentes commodos para grande familia :
a tratar na rua 1. de Marco loja n. 18, ou
no Monteiro com o Sr. Nicolao, com esta-
belecimento fronteiro a" dita casa.
CASA DE CAMPO
Aluga-se por festa, ou por anno, uma tjasa com
bastantes commoodos para uma familia regular,
com sitio bastante grande e arborisado com agua
de beber na estrada do Monteiro, perto do e sta
cao do Caldereiro: a tratar no mesmo.
- Antonio Vieira faz seiente a quern convier
que comprou a taverna sita na rua do Barao do
Triumpho n. 39, ao Sr. Joao Gome3 da Cruz, li-
tre e desembaracada de qualquer onus ; se al-
guem se julgar com direito a qualquer reclama-
cao, queira apresentar-se no prazo de 3 dias, a
contar de hoje, undo os quaes nao terao mais di-
reito a I gum.
Recife, i de dezembro de 1873.
Cor.fraria deN.S. da Sbledade da freguezia
da Boa-Vista.
De ordem da mesa regedora desta confraria eon-
vido a todos os irmaos a comparecerera no consis-
torio da respectiva igreja, no domiQgo 7 do eor-1
rente mez pelas 10 boras da manba, afim de pro- Hotel OUaS naCOeS aliiaaa*.
H. J. Cannan, gerente da casa commercial de
Adamson Howie A C, avisa que tendo de fazor
\iagem a Europa deixa encar.'egado dos negocios
da dita casa, em 1* lugar o Sr. Wiliam M. Wibs-
ter e em 2' o Sr. Thomaz J. Harding. Recife. 29
de Qovembro de 1873.
ceder-se a eleijao-da mesa regedora eue tem
fuccionar no anno compromissal de 1874.
0 irmao secretario
E. Tamborim.
de
M rllBUCt
CHAMADO
Os Srs. Jovino Fernaades da Cruz e Jpaquim
Clemente de Lemos Doarte, sao chamadss a
rna do Coronal Suassuna n. 282, a negocio cfe
particular intereue.
0 abaixo assignado fax sciente ao respeita
vel corpo do commercio qoe vandeu a sna taver-
na sita na rna do Barao do Trtaapho u. 39 ao
Sr. Antonio Vieira.
Recife, 2 de dezembro de 1971
JoSo Goaaw da Cruz.'
Os encarregados da devoeao de Nossa Senhora
da Coneeicao da travessa da rua da Roda, fazem
sciente ao respeitavel publico que no d>a 8 do
corrente tera lugar a sna festividade do custume,
havendo no dommgo ao meio dia, diversas gyran-
dolas de fogos ; a noite toeara a musica do 1.* ba-
talhao de artjlharia ; na segunda-feira havera
uma missa no convento de S. Francisco a mes-
ma senhora ; a tarde, no mesmo dia havera di-
versos baloes de difTerentes gostos; i, noite have-
ra ladainba, sendo a joia do muito digno professor
de musica Joao Paulo Carneiro; finda a mesma
havera fogo artificial, dando fim a todo acto e a
esta festividade que os encarregados teem por cos-
tame fazor todos os annos. Os mesmos encarre-
gados pedem a aquellas pessoas que ainda estao
por cORCorrerem com suas joias, com algum re-
;\o, qoe j^intribuam para mais brilhantismo do
Constantino Antonio Ramos,
Enearregado.
Na rua do yisconde de Albuquerque n, 131,
seprecisa'fallar ao S>T- Mauoel d.\ Costa Diniz, a
negocio que Ibea dis re"?peito.
AVISO
0 secret. da Aug. .. loj. capit. Uniao e
Benef. fill. ao sap. gr. Oriente Uuido do
Bras. ... avisa a todos os seus ch iir. ., a com-
parecerem a sess. especial de eleijoes, do-sab...
grao-mest.'. grande comm.*. e do sob.', grao-
mest. adj. lugar tenente comm. ., no dia 10
do corrente, as. 6 horas da tarde, em o nosso
aug.'. tempi.-., a rua de Marsilio Dias n. 31,
como determina o art. 2. do regulamento especial,
eom referenda ao decreto n. 9 de 23 de setembro
de 1873.________________________________
Aluga-se a casa n. 11 da rua da Ponte, aa
ppvoacao do Monteiro, muito prqpria para nas-
*ar a testa : a tratar na rua do Duque de Ca-
xias n. 71.
ft*************
f ENS1I0
0 DE 0
PHUOSOPHIA, GEOGRA- *
No becco do Padre n. 28 faz-se comedorias com
todo o asseio e perfetcao, e se manda levar em
casa de qualquer pessoa que quizer ser assignan-
te por mez ou mesmo avulso, pelo pre>co muito
commodo de -W* e 35* por mez para uma pessoa:
os-Srs. que se dignarem obzequiar-me dirijam-se ao
meecmo hotel que achara com quern tratar. Tarn
bem havera no mesmo hotel, papa de leite todos
os dias as 5 1(2 horas.
ALUGA-SE
o segundo e terceiro audares do sobrado da rua
da Moedan. 11 : quem os pretender dirija-se ao
caes da Companhia Pernambucana, armazem nu-
mero 4.
Nem todos estao na altnra de visar qual a mis-
sao desses quatro arttstas que podem eslar cen-
trificados em uma so pessoa.
E se nao vede :
0 nosso celebre lexicographo P. l-lutean, cre-
mos que foi um -grande guloso.
E se duvidais, Teitor ou leitora, tambem ami-
ga do doce, que nos eslais lendo, abri o tomo 2.'
So supplemento ao grande vocabulario, e ahi no
vocabulano dos synonymos e phrases, a pagina
108,enmtrareis a proposito da palavra confeiteiros,
nao menos de 22 columnas, ou 11 paginas de fo-
lio, em elogio dos esmerados artistas, que a cada
Sasso nos seduzem com as suas famozas golus
ices. .
Senao tejamos : chama-lhes entre outras desig-
nates que nos levariam muito longe se as qui
zessemos enumerar :
.Artifices de comestiveis do cura.
Admmistradores da suavidade.
Engenheiros saborosos.
1'hilosophos naturaes.
Actipodas da amargura.
Hlustres propagadores do imperio Pomana.
Dulcissimos ministros da suavidade.
'.Amabilissimos senhores do imperio da docura.
Pacificos moradores e bons vtsinbos.
Nobilissimos artifices, cujas obras nao sao para
bocca do vulgo.
Homens que no mundo se dao a conhecer mais
ssuavemente que todos os mais.
Benignos hospedeiros que das suas loj as fazem
asvlo.
Exterroinadores dos corpusculos heterogeneos
e peritos collectores das paries homogeneas da mais
pura suhstancia do assucar.
Ja 6 .
Ja sa ve quaudo dissemos acima que os qnatro
artistas podiam estar centrificados em uma so pes-
soa, e. porqne podemos dizer por experieucia pro-
*ria e se ojuizerdes verificar ide
A CONFEITARIA DO CAMPOS
aiconwrnendai por exemplo :
1 Ii* mbre.
1 rvjvast beeff,
1 empada.
1 'pudirn.
. 1 .bolo inglez fino.
IL pao-de-lo.
1 lorta de fructa.
pasteis, bolinbos, amendoas, doces e confeitos.
C ^ne tudo I I I tndo alii se prepara a contento
- Carlos Pinto de Lemos, administrador da
ma ssa fallida de Joaquim Silvorio de Souza &. C,
rog p aos dovedores da referida massa, queiram
qu into antes safdar seus debitos a rua do Mar-
quez de Oliada n. 1, sob pena de recorrer-se aos
me os iudiciaes. Recife, 21 de de novembro de
is; a.
Acha-se fugido desde o dia 18 do corrente o
escravo Gregorio, crioulo, cor fula, baixo, tendo
um dos dedos pollegares do \ 6 coriado : quem
prende-lo, queira dirigir-se ao pateo do Carmo, em
Olinda, sobrado n. 2, que sera generosamente gra-
tlficado. _____
Aluga-se
um sitio na Torre, pelo tempo da festa ou an-
nualmerue, com excellente casa de uioradia para
grande familia, quartos lora para escravos e niag-
nifica agua de beber : tratase no sobrado n. 10,
da rua estreita do Rosaiio, 3. andar. _______
"Roga-se ao Sr. Theodoro Nieet Pereira da Sil-
va, o favor de vir a rua do Barao da Victoria n.
32, a negocio de seu particular interesse.______
Fugio, ao amanhecer do dia 16 de outubr:
do corrente anno, do engenho Paraizo, do termo
do Rio Formoso, b mulato Cyrilo, de idade do 23 a
24 annos, escravo do padre Miguel Peres de Aza-
vedo FalcSo.
0 referido mulato e de estatura regular, cor
rdxa, cabellos pretos, nao soltos, porem nao muito
pegados, com Estrada de liberdade, ja tem bu;o
de barba e pouca barba tTo qvieTxo inferior, 6 bem
parecido, sabe ler, porem escreve mal, e muito fal-
lante, bom monlador em burros, trabalhade ole.iv
em formas e e canhoto.
Ao amanhecer do dia 9 do corrente (novenmr.,
fugio do mesmo padre o escravo Thcmoiheo, criou-
lo, idade 26 annos, estatura regular, bem preto,
pouca barba, denies limados : ha prababilidade.
de que fugissem para a capital com o intento de
asentar pra^a. Quem os apprehendcr sera bem
recompensado, e os podera entregar ao Sr. major
Jose Antonio de Brito Bastos, no engenho do Meio
da Matrix da Varzea ; e sendo preso em outro lu-
gar fora da capital ou seus suburbios. sejam :
duzidos para o referido engenho Paraizo qu"
recompensara bem, d- vendo ser conduzidos eoi
toda a cautela, porque sao muito ardilosos,
me c mulato.
max:-
MrieHia dos cavallos.
.aoliam-se a venda em todas as livrarias
pa?i tajressos para matricula dos cavallos con-
forme determina a lei provincial de 17
de 18731
map
con
de junho
AMA
Precisa-se de uma ama que saiba
lavar e engommar para duas pes-
soas : na rua do Hospicio nume-
ro 50.
AMA
Precisa-se de uma ama pa-
ra comprar e cozinhar : na
rua do Imperador n. 79, loja.
A rrioq Precisa-se de uma. ama para en-
j^aiioiO p-arnmar e outra para cozinhar : a tra-
tar na rua Nova, loja n. 7.
Casa de campo
Offerece-se a quem quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos. le
graca, da excellento casa sita na Porta d'Agua,
que foi do finadoDr. Joaquim Pires Carneiro Mon-
teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
ca. A localidade e muito salubre, e a casa muito
fresca, tem magnifico banho de agua doce em
Frente, e e muito commodo visto quo o trem passa
Aefronte : quem prelender pode dirigir-se ao Sr.
Francisco Carneiro Monteiro, em Apipucos, ao
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesus,
ou ao Sr. Caunan, a rua do Commercio o. 40.
\ltencao
j_
Aluga-se uma casa terrea, com sala de frenle.
dous quartos, sctao interno, sala de jantar sepa-
rada da cozinha, muito fresca, proxima dos ba-
nhos salgados, sita na cidade de Olinda, a traves-
sa da ladeira da Sii, outr'ora Xavier de Santa Ro-
sa quem a pretender dirija-se a mesma cidade
rua de S. Joao, casa n. 17.
Na rna da Cadeia n. 59 precisa-se de
uma ama que saiba cozinhar bem, para
casa de rapazes solteiros.
AMA
Precisa se de uma ama qne
compre o cozinhe para casa de
pouca familia : a tratar na rua
atraz da matriz de Santo Antooio n 18, segundo
andar.
AMA
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 18 anno--
com pratiea de taverna, dando conhecimenlo de
a tratar na rua do Rangel n. 3.
sna conducta
H. J. Cannan, testamenteiro d'i finado 5
Starr, avisa que tendo de fazer via;cm a Eurona
deixa enearregado dos negocios do dito failecido o
Sr. William M. Wibster. Recife, 29 de novembro
de lo/..).
AMA
Precisa se de uma ama para
casa de rapaz solteiro : na rua
de Pedro Aflbnso n. 42.
Precisa-se de duas amas, uma
para andar com meninas e ou-
tra para engommar : a tratar na
rua Direita, padaria n 26.
AMA

*

*
PHIA e HISTORIA
Durante as ferias
POR
EUZEU MARTINS r
Rua da Imperatrlz n. 6 V
&***:****&:****
Aluga-se, uma excellente casa na povoaclo
de Duarte Coelbo, em Olinda, com bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso, rua
Amorim, a. 37.
Pliilotimia.
Esta sociedade eonvida a seus associados para
assistirem a sessao extraordinaria que celebr;
auarta-feira 10 do corrente, as 6 IjJ horas da tar
ae, afim de elegerem-se as dignidades da ordem,
de coaformidade com as disposicoes do decreto de
!3 de setembro deste anno. E' permittido aos se-
:ihores socios que nao poderem aasistir a sessao,
enviarem suas mapas em carta fecbada ao presi-
dente da mesma sociedade, explicando todavia os
motivos por que deixam de comparecer.
Socretaria da sociedade Philotimia, 3 de dezem-
]>ro de 1873.
0 fecretario
_________Boaventura Rodrigues de Amorim.
-Offerece-se uma mulher dq boa conduct,
para coier em casa de alguma familia od mesmo
*m casa de njadatne : na travessa do Forte a. 6,1
Quem precisar alugar um escravo, com tan
to que nao seja para service de peso, dirija-se a
rna do Hospicio n. 61, qne enconlrara unr bastan-
te intelligento, ,e eapaz de encarregar-se do traba-
ioo de jardim ou de hortalicas._______________
COZINHEIRO
precisa-se de um em 8- Jose
do Manguinho, eiti<> o. 2, snu-
ro cinzento antes da igreja.
No hotel de Apipucos precisa-se de um oaixeiro
de 14 a 16 annos de idade, que tenha alguma pra-
tiea deste negocio.
Antonio Domingos Pinto, querendo resumir
o seu negocio de mobilia, tem resolvido fazer um
abatimeuto de 25 por cento nos precos de suas
mobilias, as quaes sao : ricas mobilias de jaca-
randa a Luiz XV, fabricadas em Franca, ditas de
nogueira e de anable, guardas-roupa de jacaran-
da de mogno e de anable com eapelho, ricos
guardas vestidos de amareilo, ricos guardas-lou-
ca, toiilettes de jacanrnda e de mogno, aparadorts
de mogno com tampo de pedra, ditos de amareilo
com armario, mesas elasticas para jantar, dits
de mogno com abas para almoco, mesinhas de
mogno nara costura, e uma infinidade de objec-
tos que seria enfadonho mencionar; tem nm
grande sortimento de cadeiras de muitas qualida-
des : a rua do Barao da Victoria n. 57 e 58.
Feilor
Em S. Jose do Manguinho, sitio de Jose Doarte
das Neves'precisa se de um bom (eitorede
criado para tratar de dous cavallos
gum servifio no mesmo sitiio.
e mais al-
A pessoa que annunciou precisar de 500*
premio sob hypotheca em bens de raiz, appareja
rua do Hospicio n. 25, das 4 horas da tarde em
diante
Fugiram do engenho Jatoba, freguezia do
Bonito, um casal de escravos, sendo : um crioulo,
com 50 e tantos annos de idade, cabellos raslante
brancos, nariz afilado e pes grandes : a escrava
mulaia, car vermelha, nanz grande e grosso, olhos
vivos, cabellos grandes e cacheados; ambos sao
do service do campo e sabiram no dia 16 de no-
vembro proximo passado, desconfia-se que viessem
para esta praca ou seguissem para o sertae
quem os apprehender pode Ieva- JoSo Luiz Jacintho, no mesmo engenho," ou no
Recife a sea correspondente Gabriel Antonio de
Castro Quintaes, que recorapensarSo generosa-
mente.
--------------------. -. ., r
a iuga-se
o sitio da Ponte de Ucboa n. 38 : a tratar no mes*
mo fitio, ou na rua do Rangel n. 7, { oa T
andar.
Aluga-se um excellente sobradinho com bolas
de vidro, na rua de S. Pedro Novo n.... com com-
modos para grande familia, o melhor lugar para
quem quizer fazer uso dos banhos salgados: a
tratar na praca doJCorpo Santo n. 17, andar.
Consullorio medico-cirurdco i,
DE b %
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a quaiqner hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 as
ry 4 boras da tarde.
Uma senhora perfeita engomadeira offerece-
se para esse service, incumbindo-se de mandar
buscar e levar a roupa em casa de sens donos ;
a tratar a rua das Calcadas n. 1.________
IMPERIAL
FABRICA DE GTCrARROS
DE
S. JOiO DE NICTHEROY
Rio de Janeiro
Constando ao abaixo assignado, unico agent.;
nesta provmcia, da imperial fabrica de cigarros
de S. Jooo de Nictheroy, no Rio de Janeiro, que
existe no mercado cigarros que sao vindos como
fabricados era dita fabrica, imitando para isso u
etiqueta em que vem elles envoltos, apressa-se a
prevenir a todos os seus freguezes que os unices e
verdadeiros cigarros de exposicao de dita fabrica
so sao vendidos nos armazens dos Srs. Francisco
Guedes de Araujo, Manoel de Souza Cordeiro Si-
moes Junior e Faria & Filhos, unices deLositos de
dita fabrica. Recife, 22 de novembro de 1873.
_______________Domingos Alves Mathens.
. Aluga-se raetade da casa n. 16,
dos Quatro Cantos, na Capnnga Velha
pretender dirija-se a mesma casa.
no lugar
quem a
ATTENC K f).
Do novo pede-se aos ci.d de Joao Hygino de Souza, qne apresentem seus
tiiulos a rua do Vigario n. 19, i andar, afim de
serem conferidoa.________
- Aluga se um moleque u. ) an aos a tra-
Jar na rua Duqne de Caxias n. 44.
Escravo fugido
300^000 de gratificacio
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872 c
preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 40
annos de idade, t perfeito oaanheiro, alto bastante
6 bem magro, pouca barba, olbos grandes, e muito
ladino, consta .pie tem pai no engenho dn Sr LuIq
de Caiara, em S. Lourenco da Malta. ~a5e preto
foi eozinheiro dos n.gociantes Adrine 4 Castro e
Sr. ks6. Joaquim Goncalves Bastos, e jaiii-se
qne esteja alngad" em algum hotel ou casa arti-
cular nesta riil.de. com" f-rro : pede-sp a lodas-
as autond.dj^ o capita.. d -ampo. qu? o Actco-
brindo, o tragam a rns Dn<|u : Caxla< u. *., loja
d miudezas do 11. ti aeguudo, ^ue sefio gra^
tificados com a qu mtia acima.
QShi 1


.dL1
6
Diaric de PwMWtaoo S*xta\feu& 5 de Deaemteo de liVi,
Boa casa para a festa.
Aluga-se uraa excellcnte casa no Monteiro, tra-
vessa do Xisto, a qual se acha em rauito bom es-
ttdo de limpeaa : a tratar na rua Primeiro de
aiargo. autijta do Crespo n. SO A, loia de Gurtrel
do Amaral & C. e
vemlo
Retalha-se um vasto e bello terreno a"
margem do rio, nos fuados da povoagao de
Beberibe, ainda nao visto pela maior parte
da populacao, por ter sido ha pouco dorru-
bado os mattos que cobriam dito terreno o
qual consta de uraa grande planicie, pro-
pna para cdificagdo, e distancia de 3 minu-
tos -a ultima estacao da via ferrea, achan-
do-se ja dividido em ruas, com approvacao
da camara de Olinda.
Quern pretender p6de ir ver que sera du-
vida Heart* agradado, e entender-se com o
Sr. Jose Honorato Medeiros (Zumba), en-
carregodo, ou com o proprietors, junto a
poirte da dita povoagao.
*
*
*

1
Consultorio homeopa-
thico
Do Dr. Santos Mello *
*'------Rua do Imperalor------il
Consultas todos os dias das It a I da
tarde.
Gratis aos pobres.
ttesidencia a rua Nova n. 7, segundo
andar, onde da consultas das 6 as 9 da
marrtia e das 3 as 5 da tarde.
Chamados a qualquer hora.
*
Aluga-se raetade do uma casa no paleo do Ter
go a pequena familia : a tralar no paleo do Pa
raizo d. 2o.
Trastes. f
Compra se e vende-se trastes novos
usados no armazem da rua do Im-
porador n. 48.
ft $r $ $.<$ ##
Compia se em uma das trcs freguezias, San-
to Antonio, S. Jose ou Boa Vista, um sobrado de
urn andar ou uma casa terrea que esteja cm bom
estado : a pessoa que quizer vender dirija-se a
esta typographin, qua se Ihe dira quem preteBde-
comprar.
rNDAS
CASA
.Vende-se a casa terrea da rua das Trincheiras
n 21 : a tartar na rua de Santa Thereza n 42.
****** ***** *&
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado da rua do Duque de
Caxia9 n. 44, proprio para escriptorio, ou rapaz
solteiro : a tratar ao niesmo, loja.
AVISO
O Sr. Joaqmm Clemente de Lemos Duarle tenha
a bondade de vir ou mandar a rua do Corooe)
-~una n 282 a negoeio de seu interessc.
tea earr :eeiros.
Aiuga-se um terreno murado, na rua da Sau-
dade, que tern com palmos de frente e 3(0 de
f undo, com pequena casa e telheiro para ani
maes, proprio para plantacoes: a tratar a rua
Primeiro de Marco n. 23, loja.
CBIADO
Yaya tu ja vistes ?
0 que!
As las de duas patacas que esta veodeido a
loja da Kosa Branca.
Eu nao Rosinha.
Pois olha quo sao bonitas e tem um brilho gue
parece seda, e o que mats admira e que a noite
ainda sao mais lindas e o prefo e de aprovei-
tar-se a oceasilo, se quizeres comprar manda
buscar as pegas ou as araostras na rua da Impe-
ratriz n. 3", loja da Aosa Branca.
1
ESTABELECIMENTO THERMAL..
Precisa-se de im eriade, que s?ja bom copeiro
e asseiado : nna rua da Uniao n. 17.
Attencao
i
Veode-se barato a arm.vao da tavcrna n. 60, si-
a a rua Direita los Afogados : a tratar na pada-
na d.! junti n. 66.
(Franca, Uepartemaatu do Aider'
PHOfRIElUDE DO EST DO F RlkCEZ
AiisiisistbaqXo : PAR1Z, 12, BOTUTABD MoNTKJUTXJ.
ESTAQAO DOS BANHOS.
Noestabelecimen'o de Vichy, um dos melho-
res da Europa, arhar-se-lta Banhos e Embroca-
cOes de toda a sorte para a euro das doenfas (to
efttomago, do Ogado, da brilga, arelaa,
dlabetla gotm, eoncrccorn ealculoaaa,
ou pcdraa naa sarlni*, etc.
Cxd* du,desde15 de Maioati IS de Septehbiio.-
Ttra e Concertos na Casino. Muslca no Parque.
Sa:Jt de icltura. Salio fserrado para aa Sechoru.
- Saldes dejogos. converjacAo e bllhar.
TODOS OS CHB.IHH0S Ot^fEBHD IEVAM k VICHT.
sito em Pcrnambuc, TlSSET T":. REGOROTT
Tent para vender Joaquim
i o Filuo : a tratar no sou
do Goramercio n. 5.
l..,1(
Jose Goncalvcs Be-1
escriptorio a rua
Aiuga ;-e o 2 andar e sotao, com todos os
commodoa para grande familia, do sobrado n. 12,
sito a rua do Horlas : i tratar na rua do Trapiche
c '3, armazem de assucar. Tambem se vende
ae3|i paries do mesmo nbrado.
Companhia do Gaz.
\ empiesa do gaz tem a honra de annunciar
p puWico qiirt recebflu nltirnente um espten-
sortimeoto de lustres de vidro, catnlioi-
ros, arandelas e globos, cujas amostras estao
scriptorio a rua do Imperador n. 31,
'' I >s aos seus
uais lozoavel possivel.
fregoezes
l1'
lo
i gnqdo andar do sobrado a rua
Bar da Victoria n. 31, com commado3 para
i_tr r..-. I i i (|.> mi-"=mn.
- Uiaapest a -ujeita, co.n mnito pouca idade,
~ue ganba St por dia, precisa de 400 para sua
lade, ohngandose a dar fiador. e a entrar
os mezes com 405 rs. ate" realisar o paga-
. do prin ipal, juros e todas as mais despezas
:; 1 divas, e tU'lo isso por meio de uma escpiptu-
"in e!iver em circura >ci r, annuaeie.
'""i !>'''' escrava. boa costureira, precisa
! I 0i): para .-11.1 liberlade, olTerecendo 'citj
iesla quantia 08 seus servieos pelo ttmpi
Be convenciomr : quern quizer fazer esle ne-
- cio, dirija-se a rua da Imperatriz n. 30, segundo
aadar.
SABAO.LACTEINA
EGOUDRAY
Pr.ODI'ZIMlO DM TERDtDEIRO BAHHO DE LEI7E
Recooliecido pela geote elegante do mundo
inteirocomo superior a todos os sabdes ate agora
usados no toucador lao delicado das Senhoras e
dos meninos e para os bankos e a barba.
Para evitar as numerosas imilacoes, ex!ga-se
a firma e marca de fabrica do in-
ventador com pateote.
ATTENGA
redsa-se de um homem portugucz recente-
mente chegado, que tenha boa c. nducta e pratica
: ira feitor de engenho : quern estiver nestas con-
dioSes, queira apparecer no largo do Corpo Santo
n. t9, e>cript.irio.
Oaixeiro
Precisa-se de um menini de 14 a 16 anno*, com
ratica de taverna : na rua do Amorim n. 62.
SAQUES
Carvalho & IS'ogueira, na rua do Apollo
n. 20, accam sobre 0 Banco Commercial
de Vianna e suas agendas cm todas as ri-
dades e villas de Portugal, A vista e a prazo
por todos os paquetes.
13, rua d'Enghien, Pariz.
Acha-se em casa dos principaes Pertumistas,
Pliarmaceuticos e Cabelleireiros das Americag.
GRANULOS ANTIMONIAES
DO
dr. PAPILLAUD
Nota medicacjo contra as molestias do cor>
cSo, asthma, catarrho, coqueluche, tisica, etc,
SRANULOS ANTIMONIAES FERBUGI-
nosos contra anemia, chlorose, amenor-
rhea, nevralgia, nervosa e molestias esero-
pnuiosax.
GRANULOS ANTIMONIAES FERRU6I-
nosos com bismuth, contra as molestias
nerviosas, das vias digesliTas.
Pharmacia E. MOUSNIER em Saujon, (Cha-
rente-ln(6rieure), Francia.
Depo-ilo em fernambuco : k. RECORD;
MAURER, pbarmaceutico.
Vende-se
carros de map muito bins e por commode preco :
na praca do Gond d'Eu n. 10, e no becco do Tam-
bia n. 9.
PREMFECl'A
A' rna do Cabugfc n. f A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito de
conservar 0 bom conceito que teem merecido do
respeiuvel publico, distinguiudo 0 seu estabeleci-
mento doa mais que negociam no mesmo genero,
veem stieotiiicar aos seus bons freguezes que pre-
venirarn aos seus cprresponde^tes nasdiversas par-
cas d'Europa.para Ihes envfarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
jam mais hem areitos pelas sociedades elegantes
daquelles pake*, visto aproximar so o tempo it
festa, em que 0 bello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza 'de stlas tollleUes ;' e co-
mo ja recebsssem pels paquete francez diverse*
artigos da ultima modi, veem patentear algun?
d"entre elles que se tornam mais reCommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumadai
concarreacia '
Aderegds de tartarnga 09^ mais lindos qde teem
vtado to mercado.
Albaos com ricas capas de madreperola e de
vellndo, sendo diversos tamanhos e baratos pit-
50s. 1
\ Aderegos completes de borracha pn prios para
lo, tambem se'vendem' meios alerecosmttito bo
nitos.
Botoes de setim preto e de. cores para ornate de
vestldos de sethora ; tambem tern para collete e
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
to. de seda, de palha, de chagrim. etc, etc., por
barato prego.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto como de cCra, de borracha e de mass*; chama-
moe a altencao das.Exma, Sras. para este artigo,
pois as vezes lornam-se as criancas ud pouco im-
pertinentes por falta de nm obiecto qne as en-
ifetedliam. '
xanVisas de linho Iisas e com peiios bordados
para homem, vendem se por preco coamodo.
CerouJas de linho e de algodar, de Jversos pre-
gos.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais lindo,
com disticos nas tampa? e proprios tara presen-
tes.
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tes.
Chapeosparasenhora.^Receberam nn sortimento
da ultima moda, tante para senhora. como para
men i nas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calgas bordada9 para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindos
desenhos.
Eseovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exUe um
grande sortimento de divercas larguras e barato
prego.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e dachi-
malote, de diversas larguras e bonitas cores.
Pachas de gorgurao muito lindas!
Flores artificiaes. A Predilecta prima em eoi-
servar sempje um bello e grande sortimento des-
tas flo es, nao so para enfeite dos c^bellos, eorio
tambem para ornato do vestido de noivas.
Galfies dealgodao, de la e de seda, braneos.pn-
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lagos de cambraia e de seda de diversas cores
para senhora.
Ligas de seda de cores e br^ncas bordadas para
noiya.
Ljvros para ouvir missa, ccm eapas de madre-
perola, rriarflm, os bom.
Pentes do tartaruga e marfim para alisar 05 ca-
bel os ; teem tambem para tirar easpa?.
Port bouquet, Fm bello sortimento de madre-
perola, marlira, 6sso e dourados por barato prego.
Perfuroarias. Neste artigo esta a Predilecta bem I
provida, nao so era extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afaraados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray. Gosnel e Rimel : sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas
preco.
Sapatinuos de la e de setim bordados ,para bal-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Pfiedilecta um bonito sorfi-
mento de diversos tamanhos, tarito para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado 0 que ha de melbor
gosto e os mais modernos, recebeu a Predilecta e
vende por barato preco, para dear ao alcance de
qualquer bolsa.
Rua do Cabusa n. 1
LIQUID ACAO DE FA ZEND AS
NA
Rua da Imperatriz n. 60
Vende fazendas para, liquidar, por baratissimo preco como
abaixo se ve:
tem
.DAZiM
Rua do BarHo da Vkloria n. 22.
Pereira da Silva & Guimsraes tondo era ser ma grande depUo resolyidu fazer uma liquidagao das mesmas com grande abatimento nos'precos'
com o unico fim di t.purar dinbeirn, para o que convidjm nio s6 cs sens numeroso
treguezes, como o respeitavel publico, a vir surtir se de muit?s fazendas, br^s eboratas
no seu estabelecimento denominado o Pavao-a rua da Itnporatriz n. 60.
DE
Carneiro Vianna.
CAMBRAIAS A 4y4SOO, W,\p.79.
0 PavSo vende utn-magnifko sortiraenjo
das mats finas cambraias brancas transpa-
rentes, tendo 10 jardas cada pe?a, pelo ba-
rato preco de 49, 4500, 5, 69,-tendo tam-
bem das mais finas que custumam vir ao
mercado, assira como um grande sortimento
de ditas tapadas e victorias que vende de 49
ate 89, sendo fozenda que valle muito mais
dinbeiro.
COMSALPICOS DE CORES A 59.
0 Pav5o recebeu um elegante sortimento
A' esto grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de raachinas para
costura, de todos os autores mais acredita- a
dos ultimamentena Europa, cujas machinas L?^Tl T*3 com bo?tos salPi(lui-
sao garantidas por um anno, e tendo urn ^^'"^i?:LrfS' te?do \ iardas
perfeito artista para ensinar as mesraas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
v J francee muito fin a 39000, ayerias precisa
- 1, '/* metro para um lencel.
CHALE* BAflATOS
a 29, 29300, 49.
0 Pavao vende chales a ooiitaf;io de ne-
rimi' a 29, ditos de ierin6 lisos de todas a?
cores a 29600, 4itB9 de mjBr^i6 estampadoe,
muito finosa 49, 'ditos finissimos com lis-
tras deseda a 09500, ditos maito fiuos de
crepoma 109e 129.
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha perteoc^as
para as mesmas machinas e se suppro qual-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeiQao de
um e dous pospontos, franze e" borda toda
qualquer costura por fina que si-ja
pregossaoda seguintequalidade : pira tra-
balhar a mao de 30$000, 40900n. 45J9000
e 503JOOO,
cada corte de vestido e vende pelo barato
prego de 59, por ser pechincha, ditas com
salpicos todo branco sendo fazenda finissima
a 79500 e ditas a 55JOOO.
A laVTf k*
VESTIDOS A USO DA CORTE 129
0 Pavao vende um bonito sortimento de
cortes de vestidos a uso da corte, trazendo
cada c6rte todos os enfeites necessarioscomo
sejam : babadinhos, entre-meios, rendas,
sous (requefifes, e vende pelo barato prego de 129
cada um, assim como, di os a 2 de julho
com todos os enfeites a 109, cortes de cam-
12C9000, 1309000, 1509000, 2,09000 e> braia
pechincha.
mos a 89, ditos de cam-
- branca com listras de cores, para aca-
2o09000, emquanto aos autores nao ha al- bar 39500, e
para senhora, por commodo
teracSo de pregos. e os corapradoros poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objecto? que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagom, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianca (ajtas), ditas para escolas, costurei-
ras riquisslraas, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criangas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos do metal para cha\ fa-
queiros com cabo dc metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mm-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute &
Rua do Barao da Victoria n.
22.
CORTES BORDADOS A 209 E 359.
0 Pavao vende ricos cortes de cambraias
brancas delicadamente bordados, pelo ba-
rato preco de 209 e 359.
CASSAS FRANCEZAS
a 300 rs, 0 covado
0 Pavao recebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delicados padroes e
cores fixas, que vende pelo barato prego de
300 rs, 0 covado, organdy branco e lis-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a yara fi-
nissimofil6 branco liso ede salpicos, etarla-
tanas de todas as cores.
Nao ha mais eabellos
brancos.
Amaral Xabuco & C., vend m por barato
prego, cortes de vestidos de li, de phaly de seda e
de gase do cores, vestimenta de casemira, fuslao
e brim para menini, no Bazar da Moda n. 2
rua do Barao da Victoria.
50$000.
Fugiodo emjeaho Araquara, do term0 diEs-
:ada, n 1 dia 26 do corrente, 0 escravo, Antonio,
Tioul >, do :ti an nos de idade, com os signaes se-
?uint-M : altuia regular, falta de dentos na fren-
te, pes apalhetados c t. ador de viola ; foi cura-
prado oesta praca c jniga-se andar pela fregue-
zia da Varzea, ondo tem mai e irmis : Quem 0
pegar [e-ona estaQao das r.inco-Pontas : a tratar
com Olympio do Souza Galvao, ou no dito tnge-
n'lo a seu Sr. Antonio Jose Gomes Junior.
Recife. 27.de novembro de 1873.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-st
all r aos Srs. Pedro do Rego Chaves Peixoto e
ose Pae3 da Silva, a negocio de particular inte-
nsgft

/
MOFINA
Estd encouracado !! !
Roga-se ao Him. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivio na cidade de Nazareth desta provincia, 0
favor de vjr a rua Duqoe de Caxias n. 36, a con-
cluir acjuelle negocio que S. S. se comprometten a
realisar, pela lerceira chamada deste jornal, em
fins de dezenibro de 1871, e depois para Janeiro,
passon a fevereiro e abril de 1872, e nada eumprio,
por este motivo 6 de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negoeio e
do mais de oito annos, e quando 0 Sr. sen fllho so
achava nesta eidade:
Na rna do Bar** da Victoria n. 36 precisa-*.
allar-aotSr. vigario Andre Curcino de Araujo Pe-
eira, a negoeio de em mteresse.
Na rua Scte de S'teiiliro n 36, ou no becc
1 i LiBf oeta n. 3, ha para alugar uma cruda boa
ecgibrnma'deira, e que enten I do todo 0 servigo
d eaiia <
.l.AU.
sobrado
SOBRADO PARA A I.
Aluga-se o primeiro aod do Warqaffl'd'v eVal n. 31, com muito
&;nnBo*5'parfl familia : a tratar na rna d 1 Mar-
qnr de Ohnda n. 9i,
lift
Chegou o verdadeiro do Portland ; barricas
grandes de 400 kil is : no armazem de Tasso Ir-
maos & <:.. caes do Apollo.
Furaos especiaes
para 0 fabrico dos melhores cigarros finos de seda
e iinho, e para caximbo, a saber :
0 verladi-iro funio de Daniel.
Idem do Rio Novo oesiiado
Idem cabello s e pi-- .1
Idem de Haependy.
Idem de Goyaz.
Idem dePoniba. -
Idem do Mmeiro.
Idem de S. Paulo.
Mem de Minas.
No arma/em de fame a rua da Madro de Deus
n. 10 A, de Jo e Dominguej do Carmo e Silva
0 proprietario deste estabelecimento tem tido 0
maior capricho possivel em obter do Rio de Ja-
neiro as qualiJades de uraios mais especiaes,
alguma< ate mesmo nao conhecidas neste merca-
do ; porem muito apreciado em outras provin-
cias do impeno, como os fumos *jue aoaba de re-
ceber pelo vapor nacioaal Buhia, entrado em 6
do corrente e por isso convida a ti dos seus fre-
guezes e amigos para verem e esaminarem as
melhores quaiidades de fumos taw, e promette
conservar sempre em seu armazem 0 que houver
de melhor neste artigo, desde Hi arroba ate 8$ a
libra ; tudo a contuato dos seus numerosos fre-
guezas e amigos.
Chitas a 2i0 rs. 0 covado.
A 2'i0 ri 0 covado.
A 240 rs. 0 covado.
So na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
esquina.
A 280rs. o covado!
Larinhas de cores para vestidos : s6 naraa do
Duque de Caxias p. 60 A, loja da esquina,
, TINTURARIA JAPONEZA.
Soe unicaapprovada pelas academias de
sciencias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido ate" hoje. Deposito princi-
pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, l andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
ROR.NOL'SA 129.
0 Pavao vende um bonito sortimento dos
mais modernos bornous com bonitas listras e
vende pelo barato prego de 129 cada um,
assim como um elegante sortimento dos mais
bonitos chales demerin6 e com listras de seda.
LAZINHAS A 320
0 Pavao vende bonitas lazinhas lisas,
sendo verdee cordeiyrio, pe'o barato prego
de 320 reis ocovado,"assim como delicadas
lazinhas de quadrinhos a 280 reis, 6 pe-
chincha.
Graiiadiiics a IJ-IO
0 Pavao vende um elegante sortimento
das mais bonitas grenadines ou gazes
seda para vestidos, tendo de todas as cores
e vende pelo barato prego de 640 re"is 0 co-
vado e granadine preta com listras de seda
a 19800.
Al-odao rnfestudo al?c t~SO
0 PavSo vende algodSo eufestado com 8
palmos delargora, proprio para iencde*
sendo do mais encorpado que lem vindo ar.
mercado, liso a 19 avara etrancadoa.
19280.
ATOALHADO A 19600, 29, 59.
0 Pawtto *ende atoalbada trangado com 8
palmos de largura a 19200 e 19600, dito
adamascado a 29, dito de linho adamasca-
do a.89 e 59-
SEDA PARA VESTIDOS
- a 19600 e 29.
O Pavao vende um bonito sortimento de
sedas com lislrinhas proprias para vesti
dos de meninas ede seuhora a 19600 0 co-
vado, ditas lavradmhasa 29rospadi>6es s3o
muito bonitos e vende-se por este prego para
acabar.
Bqtinas a 5 >000
0 Pavao tem um completo sortimento de
botinas muito bem enfeitadas para senhoras
e vende pelo barato prego :e 59, artigo que
em outra qualquer parte custa v9e 79.
LEiNCQS RRANCOS
a 29000.
0 Pavao vende lencos brancos ab3inh2-
dos, tanto para homens como para senhoras,
a 29 e 295U0 a duzia, ditos do esguiao e
cambraia de linho t mbem absinbados a
39500, 49, 59, d tosfrancezesescuros, para
rape-a 69, a duzia.
Caixoes
Vende-se quatro caixoes proprios para estabe-
iecimentos de molhados, a rua de Marcilio 1 ia>
B. 76.
Yende-se
A tvaerna da rua da Penha n. 6, bem a&>egoe-
zada tanto para a terra como para fo mato ;a tratar
najnesma.
= Vende se a taverna da rua Imperial n. 51,
propria para principiante, porier poucos fundos:
a tratar na mesma.
Vende-se no lugar das Areias uma c asa com
todos as pertencas de padaria em ponto pequeno,
ou tambem vende-se a propriedade somente, faz-
se lodo negocio : a tratar na mesma c om Joao
Manoel de Souza.
r- Vende-se dons bons eseravos para qualijuer
servigo, sendo am carreiro : na rui do Irrrperador
n. 50.
Bolsas, malas indispensa-
veis
Amaral, Nabuco & C reoeberam completo sor-
timento de bolgas) malas e indispensaveis de cou
ro, madeira e chagrin : vende-se no Bazar Vic
toria, rua do Barao da Victoria n. S.
" J. 0. C. ttovle.
Tem para ve i i :
Cognac de Hennessy, superiore verdadeiro.
Vinho Xere> das melhores quaiidades.
Bitters de Angostura.
Whisky
Cha preto em Jattas de 10 iibras.
Todas ,as preparac5es chiraicas do Dr. Ayer : n<
armazem da rua do Commprcio n 38.
CAMISAS PARA HOMEM.
0 Pavao vende ricas camisas com peitc
de linho bordadas, proprias- pira noivo a
10(5 e 129 cada uma, ditas de linho son sc-
reen bori.das a 49, 4^500 0 59, ditas com
peito de algpdao muito finas a.29, 29500 e
39, ditasdechita fina miudinha a 29, 29500,
e 39, assim como grande sortimento de ce-
roulas francezas tanto de linho como de al-
godao de, 19600 ate 39, grade sortimento
Je mei^s cru;s inglezas de 49 a 16 89000 a
duzia
FAZENDAS PARA I.UTO.
0 Pavao tem um grande sortimento d>
fazendas pretas para luto como sejam : cas-
s s, las, ou lazinhas lisas quo vende a 400
de e 500 reis 0 covado, borabazinasde 19600
atd 29 o covado, cantao a 19 e 19200.
granadine lisa com listras, cassas e chitas
todas pretas com listras a salpicos,. alpacas
todas pretas e lavradas de branco, merin6s e
outras muitas fazend-s apropri das, que s<-
voudje por raenos do que em outra qdilquer
LAZINHAS A 300 0 COVADO.
0 Pavao vende bonitas lazinhas transpa- parte.
rentes com palminhas a 360 reis 0 covado, I MADAPOLOES ENFESTADOS
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,' a 39000.
tanto em listras como em quadros a 280 rs. 0 Pavao vende pegasde madapoldo enfc>-
0 covado, e grande sortimento de alpacase tado com 12 jardas a 39, dito a 39500 ditc
lazinhas de 40!) a 800 reis.
; com 20 jardas a 59, 59500 e 69000, dim
com 24 jardas de 59 ate8& e 109, sendo os
mais finos que tem vindo ao mere do.
De forca de dous a seis cavallos : a venda no
armazem de Joaquim Lopes Machado & C, tr-a
vessa do Corpo Santo n. 25.
Vende-se a armaeao e utensilios da taverna do
pate? doTerco n. 11, barato, e propria para quem
se quizer estabelecer naquelle lugar : a tratar na
mesma.
Algoditozinho a 49OOO.
0 Pavao vende pegas de algodaozinhr.
CHITAS DE CORES
a20>, 240, 280 e 320 rs.
0 Pavao vende um grande sortimento de
bonitas chitas tanto claras como escuras e
vende de 200 ate 32''rs., assim como dilas
com listras aolado muito finas a 360 0 400 muit0 encorpado a 49, dito a 59 e 69.
rs., finissimas percales miudinhas corn lin-
dos dezenhos a 360 e 400 r&s, garantindo
serem todas de cores fixas.
COBERTAS A 29, 29500, 39, 49.
0 Pavao vende bonitas cobertas de chita
TAPETES
CORTES DE CASEMIRA A 59.
0 Pavao vende um grande sortimento dt
comramagemgrauda, pelos baratos pregos cortes de casemira. para "calgas, com bonitos
de 29, 2950'i, 39 e 49, ditas encarnadas-'gostos, claros eescurosa59, dkos de 69.
Para acabar I
Ricos chapios para senhora : so na rua Duqne
de Gaxias-u. 60 A, laja da esqpina.
Cosnioramas,
Amaral Nabnco fi; C, vendem os-mais commo-
dos cosraorarmis com vistas actualmente novas:
Bazar Vletoria, rua do Barao da Victoria n. 2.
fmMwj
[\
Tem para vender em seu escrfptorio Joaquin '
JooGoncalves BeWrao & Filho. a rna doComme-
Lio > :
Xarope d'agriao do Pard
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgftos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com optimos resultados no
escorbuto.
Oleo de linha^a.
Vendem Cuoha & Manta, em barris :
Manpiez de Olinda n. 23.
rua do
Vende-se uma taverna na cidade de Oiindaj
a rna de Mathias Ferreira n. 59: quem pretender.
dirija-se a mesma, que achara com quem tratar.
Mobilia
Na rua doBar3o da Victoria n. 36 vende-se uma
mobilia de jacaraada, nova e de gosto, por prego
commodo.
Vende-se seis casas terreas, na cidde de Olinda,
todas bem construidas e em boa localidjfle: auem
as pretender, dirija-se a rua do Aljube n. 69, na
mesma cidade.______^^
Lindas las eseooeaag.
De varios padroes, e inteiramente modernas, a
320 rs 0 covadi : na rua Bfjmeiro.de Marco,
antiga do Crespo 11. I'. I <\t das e-kiionas, de An-
tonjo ^orniade Va t-uwAm.
Lisboa.
Soil > e cordavoi'-
- -Una
P'tfsas.
da Moeda-47.
MA88A FEITOautX
lli>i*!iHfc
Itm adqi-lriflo mu
NENHUMA
raaUior mtraclOa, 4o qua
*mtm
^t*N' i>pr^o dps 'Meoibroa il Acadomla de Me-
CUni, m quatea-.ieim The racotrhecl'ao oau Mipcrlorl-
TIES a3
* tltoloa aathenttcoa que recommendlo
----UM < titlt i eonflam* doa madleoa,
Hrnloa qne nnnca oflerecen wl> pettoral nenlioma, oner
aoUga.qoer nora.
Depoalto, rua Rlehr'lf ,m. am Paris, a nai arlo-
^tftf/^mtm o Pt*
. 'Bomnegocio
^'endese muito barato uma casa de taipa, com
2 salas, I quartos e coiinha ft>ra, eom nm terreno
de 73ip*tmos de frente e 200 do fundo, com algu-
mas froeteiras em ponto pequeno, sito no lugar
das Areias, freguezia dos Afogados : a tratar no
jpateo do Carmo a 8.
Asunicas yerdadeiras
. Bichas hambargueias qne vem a este mercado-
, n rnr jnarquez de ulinda n. 51__________
Wilson Rowe & C vendem no sea armaxem
a made Gommercio n. 11 :
0 pertadeAro panno de algodao azul amencano.
Excellente flo,dev^a.
Cojpife *e i- qualidado
, yiqi*9 tjerBprdeanx.
Carwaq 4&Piii&c*4e iodap ae qualidftden.
1%gdes economicfts.
1 Balangas deoinwes.
Im casa je Sfo Hawfes & C.
'Wnd^eeSal dojUai a tordo do hiate Joao
Valle, c3nfronte ae trapiche do Ciinha, caee d*
Ckimparmia Pernambaca, a trafer cum Joio JoaS
. da Ciu%.l^fy^ oji'com 0 mestr&a bordo.
forradas a 59, ditas defustao branco e de cor
com barras a 49 e 59, ditas de croche para
camade noivo a 69, ditas muito ricas a 169,
ditas de damasco a emitagSo de seda a 109
e 149.
FostSes
0 Pavao-vendefustoes brancos ede cores,
sendo as mais bonitas cores que tem vindo ao
mercado, tanto para roupa de criangs como
para vestidos e roupas de homem,?e vende
pelo barato prego de 560 ate 19, o covado.
BRAMA!VTES
a 19600, 241200 e 29500.
0 Pavao vende bramantes de algodao com
10 palmos de largura para lencdes, pelo ba-
rato prego de 196u0, dito de liuho com a
mesma largura a 29, 29200 e-29560, dito
Cortes decliitna ?% ?500 e
0 PavSo vende cortes de chitas dscuraso
claras com 10 covadoscada c6rte, pelo ba-
ratismo prego de 29, 29500 e 39000.
CGRTES DK BRIM A 19400.
0 Pavao vende cortes de brim pardo para
calga, a 19400. Ditos tie cdr, fazenda mui-
to boa, a 19600.
Espartilhos a 3|e 4#&00.
0 Pavao vende os mais modernos esparti-
lhos, proprios para senhoras e meninas,
EbIos baratissimos psegos de 89 e 49600.
itos mnito snperiores, brancos e de cfir, a
89 e 69000.
79, 89, ate 109, snperiores casemiras fran-
cezHse inglezas, para covado, de 39500 ate
60, paunos pretosede ores dos mais bara-
tos e mais finos qne tem vindo ao mercado,
por pregos muito razo .vois.
Roupa feita
0 Pavao, tem constantemente um graodc-
sortimento de roupas feitaspara homem, qut
vende por prego muito em conta, como se-
jam :
Calgas de brim de cores de 29*00 ate 69-
Ditas de casemira escura a 39600.
Palitots da mesma fazendi a 495,00.
Calgas de brim pardo de 29 ate ,55.
DU*s do casemira de cdr de 7(5 *te 42(5.
Ditas de casemira preta de 79 ate 140.
Palitots de,,palin.orpreto de 49 ate 129.
Fraques depanno preto fino de 209 at*
359000.
Calgas branoas de Mnho de 49 ate 79.
CoDetes de casemira de cor de- 39600 atd
59000.
Ditos de dita preto <6e 49 ate 79. .
Cwfcl 0 Pavao vende'bonitos cortes de Msinhas,
padroes miudiahos eom lindas cores, tend'
15 covados cada ,$ro, pelo barato prego'de
49000.__
CORTBS D MMm A-mW e500-
0 Pavao vendt-ofcitA de osgamdy branco,
com listras e fua^fjli^os.send^^endain^ui-
to_ fina, pelos bataA^ssimos. pregos de 39 e
139500 o c6rte.
Geroidasfrajicezas.de Unbo e algodao, pn/.-a todos os pregos e quaiidades, assim
como grande sortimento de raeias cruas, camisa?, colerinhos, qie ,tudo se wode por
pregos muit .-razoatveis.
" 1 mm*.
Panno cle algodao da
Bahia,
Ha para vender da* ?egiiintes fabricas
r S Salvador.
Conrpir I
Valengjt,
Modelo.
Ko escriptorio de Luiz Dupaat, a rua do Cem-
mercio n. 34, andar.
-^r
Lazinfeas
escocezas a 2Bfi is.-o <
ma in Je Villa de Paris, p*ls;dwamo ,pr
0 covado ;HdafeB MWNs : v#v
Queimado g. 4i.
IlKiVfl
i-


1
Diario vie Pernambuco Sexta feira 5 de Dbzemhro de ftttr.
DE HOWE
N. 4Rua do GabugaW.
JOSEPH MUUM
^so*1BS
SOARES LEITE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
A'
Run do Barab da Victoria n. 28
Vs mais simples, as mais batatas e as melhores do mundo!
Na exposicio de Paris, em 1867, foi concedido a
Elias flowe Junior, a medalha de ouro e a condecora-
5S0 da Legiuo de Honra, por serem as machinas mais per-
fcitas do mundo.
GOMES&E*tATT0S&IttMA0
va
Avisam ao respeitavel publicp desta cidade queo sortimeiuo de joias, de subido
lor, quo eristia em seu estabelociincuto, edta* coormletamonte refonjado com 0 mais ele
1 gante sortimeoto de noyas joias, que rcceberam directamente pelo ultimo vapor da Eu
ropa, constando elle da mais variado sortirnedto de aderecos a" Boulevard, pulseiras d^
ultimo gosto com pcdras preciosas e sem cllas, brincos d'argola, agraffes para rologio dt
senhoras, delicados aderecos para meninas, meios aderecos de carnafeu lindissimos, volta?
de nogordios para senhoras, correntes.inglezas de oWro e de platina, varioda quantidade
de botdes para punhos e poito, com erobleraas maconicos, de onix, tucido de ouro, cana
feu, etc., brilhantes monstrosde rarissimas agoas, em aoneis, rozetes, pulseiras, alfiie-
tes 0 botdes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fabricates de Paris, que s
foi concedido a venderSo com grande reduo$ao de precos, por serem elles recebidos directamente de sex^
committentes.
Os proprietaries do acreditado MUZEL' DE JOIAS, tendo seu estabelecimento abertu
ate 8 horas da uouto, convidam as familias que se quuerem prover de lind3s joias, *
virem escolbe-las a* vontade, para 0 que e&li em etposic^o nos mistradorcs.
TASSO IRMAOS k C.
Em seus armazens a rua do Amorim
n. S7 e caes do Apollo n. 47,
te para vender por precos commodos
Tijolos encamados sextavos para ladrilho.
Canes de barro para csgoto.
Cunento Portland.
Ciinento Hydranliee.
Machinas de descarocAr algodio
Machinas de padaria.
Potassa da Russia era barril.
Phpsphoros Ce cera.
Sagrt'em garrafoes.,
Sev^dinha em garraRes.
(tanlilhai cm garrafoes.
Hhuni da aJiuaica.
Viuho du P,c-rto velho engarrafadc.
Vinho do Porto superior, diio.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho Pules com linguas e dobr&daa inglezas.
Lieere's'Bnos sortidos.
Cognac flaulhier Preres.
Latas de'toucinho ingle:.
Barris com repolho em salmour* ____
NORTIMEMTO
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junior, nos
Estados-Unidos por ser 0 inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
A VERDADEIRA TINTA VIOLETA
JOSE FEMEIRA DA SILVA
a, clia e fumo
DE

Santos tfewm
Con'iniia a vender a verdaddra fata violeta -extra-fina de Moiu>i-
ro, em meias botij'as e quartos, a retalho W
Em grosso com vantajoso deseonto
{ Mk PRIMEIRO DE MARCO N. 19
m
Cabe-nos 0 dever de atinunciar que a companhia das machinas de Howe de Sova-
foffe) estabeleeeu nesta cidade a" rua do BarSo da Victoria n. 28, um deposito e agenda;
erai, para em Pernambunn a mais provincias se vehderem as afamadas machinas de cos-
ra de Howe. Hstas raacmnas sao justamente apreciadas pela perfei^ao de seu trabalho,
*! irrtrodnccao dos mav aperfei^oados apparelhos, ostamos actualmente habilitados a |
*frecer ?"> atru publicc as melhores machinas do mundo.
As tiantngehs destas machinas sao as seguintes:
frimwira.0 publico saiwique ellassao duradouras, para isto prova incontestavel, a|
arcamstancia de nunca tertm apparecido no mercado machinas d Howe em segun- ;
i mao.
Sejnda.Contera 0 material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Teriieira,'Ha nellas menor fric^ao entre as divorsas pec,as, e menos rapido estrago
o <{oe fits batras.
Qaarta.Formara 0 pohto corno se fdra feito i mSo.
Quinta.Permitte que se examine 0 trabalho de ambos os fios, 0 que se nao cousego
>i autras. B'
Sexta."Fazem pOnto miudo em casemira, atravessando 0 Ho de um i outro lado,
-'.go era seguiJa> sem raodiiicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais 1
"at.
Setima.:0 compressor 6 leyantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
cgulha ao comegar nova costura.
ditava.Muitas companhias de machinas de costura, tern tide epocas de grandeza e:
cadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi descoi;heeidas, outras soffreram :
cdangas r'adicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe'" |^ f*
.rtando a opiniio de EHas Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente wi 5|y^3rT\#il OC THUfrfl
s^mentado 0 seu fabrico, e hoje nao attende a procUra, posto que aga 600 machinas -or dia,
i"a(U machina ^ompanha Jivretos com instruc^des em portuguei.

=?
Auiaiai N:i'>m'o Luiion vegetalc para tingir do pretes c.ibe^los, 8
que se cctihece de mais util e commodo, nao so
no raodo de emprega-lo, como no resultado que
se obiem. Chi verde e preto chegado ulliraameno
te, e fnino inglez e fraccez, para cigarros c ca-
chimbo : vecJem no Basar Victoria, rua do Ba-
So da Victoiia n. 2.______________________
Roupa estrangeira.
Amaral N'abuco 4 G. vendeni costumes de brim
brrfhM e de cores (a marujo e a pnrltanos) para
meninos, paleiots'e colleies para homem, dilos de
alpaca o do casemira para liu-mrni e meuinos, ca-
uiisas bordadas c lis.is para senliora, homem, me-
nino u menina : n fcizar Victoria, a ma do Ba-
rao da Victoria u.2._____________________
Preto e branco.
Bianco e preto.
caoi"nu:is psra lulo, prcta com listra>
cis e bra 1 'a rMm listras preths. -{lostos co-
' tbs t na rua da Iinperutriz n. 06, loja da Rosa
M anca. .__________
OHiaiMow m
VENDE-SE
pom rejogi) novo com cadeia, para senhora, que
veio agora de Lisboa para uma encommenda, cu
ja pessoa que eucoounendou falleceu, e pcrisso
se'venile : na rua'da ConeeieAo n. 22.
Ji!
Li
iVJ
A 90^000
LEITE, IHMAGS
DE
NA
to \: \k lareon. 1 A.
DE
Cordeiro 8imoes <& 0.
E' esta casa, sem duvida,' tfma das qwe !hoje,
Agtia florida, de Giiakta7
pamfezer os cabelloapre-!
tos.
A "agtiia hraaca, a rua tiu'dng' -de Capias n. 30,
acaha de. rccebe'r nova nWe^sa fosmSQMttPt&u os''*ab*flB tpntfls. '0 bom rte^
?fciado eeWWoifpor-qu<\ tew-fcito u$e desfea
moffunsivaptieparagiq aVerouJfeuiiEiite craceitua-
do, e, por feso ,apqnas se f,u. Ismbrar a quern no1
vjhieiito tiaila precise e q^etra'Jse:''~iaj*pveltar de
sia utllWade. 1TM*"V#o-.apiaAde -wwasiae
cAw lloride para o mesmq.gw. e ao aorediladiia,
Cjiino aquella. nQl
do 'Barao da Yictoria n. 2 8.
podecom primIa apreseaiar aos seas t'rvinies'j VoltaS e bflHOdS de 2TOSSOS
f umvariadissimo sorlimenlo de lazondas finas pa-1 a ,. '^
ra grande toilette ; assim como, para o liep/.opdi- all'Oia^e^ OO'COreS.
nario de todas as classes, e por prooos" VatiWta- ^TJ: -j *, "J-v sos para os cempradore., de eq]MMem-m fa i *;jffi&^\^2$8SZ.?l8E
ICHIMS PARA COSTURA
A 30^000 e 30*000.
50, YSibeu'-'tiavRS e*orftas'Vrjlse tfrtacosde
O jardini da Sova Esperauca, a rua Duque de
Caxis a. Hi, esU r-oplecio do llores a? mais de-
licadas quc c poivel miajiiiar se, desde o mai;
sinsicllo ramalhtte a mais tdegante rosa, (Men
no^'ifllSd") : a-j'bello sexo coitqitte, qnanto antes.
\vtrem colbe-laseniquanto ostao viyosas.________
tafaria tie .Lisboa
Ilofiibreirwi.
Cayiteis.
Sc.feiras.
A' wndaito arniaiem n. 2* a travossa do Lorpo
Sawto.___________________________
iilrs pata ve.stidos de geute
sinhn.
PkiMtete'Sm i-s., 'veBdose a ;i00 rs. na Ro.-a
ftrrac:t e diu-se amo=tras: & roa d imperutriz n
m.
gr6s>*)R viiolWes to? eSires, e | dtbo-seii^re conii-'
ooa m vradaB f preso" oommodo.
oss^iftdeBias dw*rados e
Nalojade Soares Leitelrmaos, a rua do Barao da
Victoria n. 28.
de pellica
compequcno toque, Espelhos demoldura dourada, de tede>
os tamanhos e preoos.
para collete, grande sorti-
-vas
200 rs.
tbotoaduras
neBto a 120 rs.
' aixa de linba'Kie marca, a 200 rs.
Lamparinas a gaz, dando uma luz rauito
ooa.aWOO.
Ducia de:peQas de cordao imperial, a
4i0 rs.
laixa de botdes de osso para calca, a
J00 rs. j
Dusia de carreteis de linha, 200 jards, a
600 rs.
Idem idem 60 jardas, a 240 rs.
Mae.0 de fita ehineia.-a 600 rs.
Gaiia de linha oom 40 noveHos, a 500 rs.
Meios aderecos oom camafeu, a 500 rs.
^iarrafa de tinta roaa estra-ina a 1J&OO0
Potes com dita iogleza, preta, a 10 e
tGOrs.
Caixa do pennas Perry, muito boas, .a
(9000.
idem idem, a AGO rs.
Caixa de en velappes tarjados, 500 ra.
idem idem forraaes, a 700.rs..
]aixa de papel amisade, beira dourada.
V
corn:
?TIFUMARIAS E Mll'OEZAS.
oleo Onza *erdadeiro, a
Frasco com
1^000.
Idem comtonico de Kemp, verdadeiro., -a
19000.
Garrafade aguafloridn verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoueza, e 19000.
Idem idem"divina, a 19000.
Idem idem Magdalena (novidade) a
19200.
Caixa de p6s para dentes, a 200 rs.
Idem idem de pds chinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
I'ote com opiata-de Rieger, Rimel e Gr-ee-
oel, 19200.
Duzta de sabonetes de amendoa, a
89600.
buzia de sabonetes deanjinho transparen-
tes.a 29200.
Idem idem com fldres, a t9300.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
19000.
qucno resumo.
Man Jam fozendas as casas dos pretendeotcs,
.para o que tem o pessoat necessario e diio ains-
was'medlante ponhor.
: Cortes de seda de Hndas cores.
Ditos de gorgorao de cores.
t Grosdr.napte de todas as c<^-e8.
GorgurSo branco e preto.
Setim Macau preto e de cores.
Grosdenalples idem idem.
Veluoo preto.
Granadii>e, seda preta e colisnutsrt ,de cores jiin-
dissinus padroes e fazenda da ultima aioda
Popelines de lindos padroes.
Fildde seda braufoe preto.
Kicas basuuinas de ^eda agifia wanca, a* nla wrrrpie -ae^axias'o. a,
Mantasbrasileiras ^!^i*tJeulB(^Bsv'eoirecr^'oU'nonMparaasria-
Coich'as de" 'seda para noivos. fiaas- aprWdePBin ***** por aiwasmo, hofe Mo
Cortesfe cambraia branca eora lindos bordidos. fw^as nas *u\m ecoHegios; e Capollas o mantos para n ivas. i -de-as por preco -comai^o.
Rtquissimo sortimento de las com lislras d'-seda. j[das Cf^tafiifiliaS l>ara nieill-
Cambraias de core*
__ jHift'*rwi-afa do DMoe -de C*xi*fl B.
HO, srecebnu sbvo eer?^nento de -boaitos di*de-
nue dourados om padras, uate para meiiSits
ooaw bard sWllicrbs.
norrnas fmfa >escr^er*se
Ditas maripozas, brancas e de cores.
Nansuck de lindos padrSes.
Baptista de padroes mui delicados.
Per^aliaas de qaadros pretes e brancos.de liaj
tras, etc.
B'rins de linho de cores, proprios para vestidos
coin barra e lisira.
Fnstao de Imdas cores.
Casaquiabos de la e de todas as cores, para"ie^
nhoras.
Saias bordadas para senhoras
Camisas idem idem
Vestuarias para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos para ditos.
A loja d'agaia biwaca, a rni Hirtjne de Canias
BSOjreceftei.ilri*vr>'9iirTrm^nto 'da'qiellas too pco-
Bioje'pani.Mtonft9, -e owBtinia a cude-las ipor
pK*jcis corwnod'is. H
weos ou mantinliae-pretafi.
A loja da a#m& brarKA,a-ru* do Duque 4e Ca-
xias n. SO, r-efliieu b-Hiitos- roos en mautinbas
prSas de seda 4101'Hares',' e dutraa a itrritariode
i M.Jn ill -. ft 7 11 l *' il.l t li. J l|d
He 6^000. A -fazenda e boa e etta em perfeito
Tondhas o gnardannpos adamascados de linho de [.>
cores para mesa.
Colchas ^e li.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homem.
Meias dc cores para>homens emetfhiDs.
Completo sortimento deohapoos'deisol par* bo:
mens e senhoras, com cabo de marfim.-
, Merino dc cores para vestidos.
Bito preto.
Caixa com sabonetes, formato de-fructas, i #*** ^ ,linho e atgodao para toaJUas.
819000 e 19500. |At8U,ado,pado.
800 rs.
Idem idem idem ..tya, a.6QP rs. Cosmeticos, graudes e pequenos, a 100 e
Duzia -de talberns cabc .branco, 2 B., a fflO rs
69000 Frasco eomaguade oolagne, a 200, 320,
Resma de pppej pautado, a 9000'300 rs. e l^OOO.
e 59800. Eitractos muito.finos dos mettiores au-r
Idem ideraliso, a^9800, 39800S9000. tores.
Coques modernos, a 39000. Lindas e eJegan tes caix inhas com perf u ma -
Duzias de pe^as d,e tranQas de caracol rias, proprias para presenles
Brins de linho branco, preto e.de cores.
Setim de lindas cores e com listras
Chalcs de merin6 de cores e p*. etos.
Ditos de casemira.
Btlog de seda.preu e de c*f es.
Dito.de touquim.
Camisas de linho.
Ditas de chita.
Ditas de flanella.
dos^To"^: & t bA&f*-
branca, a iOO rs. E. Cddray,,Rieger, "Gelle" .Freres.etc.
Idem ideliias, a^A0*#. Qu8drbs com santos e esUmpas sopna-
Lequea de osso e sanda-lo, a 29000, 49 das.
C9000. I Entremeios e habados transparentes e ta-
Fit^de preUiNiAde Ipdas aa.cpre^laijgu- padjs. .--..-
-as. Fraa^rapde tabqleta prqpwa para qwal-
Microsopi>ios cftm ^.vistasja 690QQ. '.querloja.
Frasco com oleo para machina a 400 rs.
%m do Bafflo fa m!mw ft. 28.
,
-

Ex#aor<
3^500
Oiiciias de alg)dao adamascailas para cama
pel > baratiseimo preco de 2^500 na loja its
arcos, de OargH do Amarat C. a rua Primeiro
de Marco (aataga.dft.ftasep); B,3^ A-
-------
Vende-se ujna exceltewe OMtxCOti um pe
Ansei
,
v Madapolao francez
a 6^500 a pecal!
MadapjJao francez floo com pouco sujo a 6^50
a peca ; p-'chincha I na rua do Queiraado nu- \
mero 43.
0$ verdiideiftts
-
Iftnbos de Bourgogne
das mm*
Cbambertin
Pdmmard
Virits
Volqay
Beannc
Monthelie
Dito Bordeaux em quartollas.
Vende-sc pop haralo preco
PARA UQUIDAQAO DE CONTAS
R|ia Iirga do Rosnrlo 34.
Botica.
Damaseo do. la de cores.
Pannos de crochet para cadeira, sofa e caqsollosi
Colchas de diio.
Tarlataoa do todas as cotes.
Espartilhos iisos e bordados.
Foulard' de seda.
Casacos a tricot.
Ricos cortes de vestidos de linha para aeahora,;
de di eras cotes,. cn os compettMes ,fitki-
tes, ultima mo da. '
CasemUas prcUs e de eCre-, chilas, ma4w^w>i
cambraias
pmjhos,
de Escocia, brancas e.de dores,.,japfi4e itodpe'
OS tajnunlios
FLOEES
M K D ICIN A
Preparado por
Lanman & Kemd
para ioi aaca
toda a qualidade
de doenoaf, quer
seja na garganta,
peito ou bofes.
Expressamente
escolnidodosme-
lhoresfigadosdos
quaes 6e eitrahe
o oleo no banco
da Terra Nova
purificadochimi-
calniente, 13 suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo 0
cuidado.emtcdo
0 frasco se garan-
teperfeit.i me 11-
te puro.
Esle oleo tem
sido subrnettido
aumexamemui-
to severo, pelo
chimico de mais
talento, do go-
verno hespanhol
em Cuba 0 foi
pronunciado por
elle a conter
MAIOK PORCAO D'lODIKA
io qtic outro qualquer oleo, que elle tem
"vaminado
101)1 NO E UM PODFR SALVADOR;
Km todo ooleo defigado de bncalhao, c na-
quelle no qual conte'm a maior pcrcSo desta
invaluavel propriedade, e ounico me:.opra
curnr todas as dcencas de
GADC.ANTA, PEITO, BOFES, FIGADO,
Phtysica, bronchistes, asthma, calharrbo,
tosse, resfrinmentos, Men
lins poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarfei a vistn, e d;l vigor
a todo 0 corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina 011 sciencia, d.i tanto
nutimento aosystema 0 incommodandD quasi
nada 0 estomago.
As pessoas cuja organisacao tem sido des-
Iruida pclas affec^oes das
KSCUOllLAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas, cuja digestao se acba com-
pletamente desarranjada, devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE BACAL.QA0
MB
LANMAN S RKMP
8e dqucdesejam ver-se livres eisentasdc
enfermidades.
Aeha-se a vonda em todas as botkas
Irogarias. H. Forster & C; agonte;.
0 INEXTINGU1VEL
PERFUME
Vendc-se
L'sna -asa terr*a na rua de S. Miguel 64,
commoso preca : a tratar na rua do Puiperador
J n. 76.
(latniziiiftos c jmiilios
Amaral Sabuco & C, vciidem camrefahas e pu-
fthiw ^ara senhoras, I'rancos de algodao, de linho
berdados ado eores, >a Ba ar Victoria rua do
Itarao Victoria n. 2.
Matricala para cavallos.
A' venda na Irrraria clas-rca, a rua do Fmpera- \
dor-a. 73. Pieta iO rs.
A I'redilecla acafea de receber am iindo sortr-
meoto'de fitas ercoeezas achamalotadas, proprias'|
para fac-ias ; assim coino um lindo sortimento de
Feq&es de madreperola; a elles antes qite se aca-
beJn, a rua do Cabcga n. 1 A.
Vende-se
Perfeite aovidade.
Graaapos com tWrtftlfetas, bctoutos e gala-
fihotofi'd^tir^dos e cdloridos.
A loja da aguia branca, a rua do Deque 4a i
Caxa. n.:. V>, -rciehiiie*s j,graaafM cam bor-
i**m, lxoBfe*;iafl(Mawlos, o^edeeerto
Mr%a mvfofc- A ,flu*ftldade e r<.PWI.
por isso .em breye so acabara.
Jfo-va^.golli^b.afi Qruadascom
j>eleia ou'^stiriiibo
A loja d'aguia braoca a nu Duque de Caxiae
- 50, recelieu uma pequena quantidade de boai-
s e novaflgoMichas, Jwijalho.ddo la e igti.la, en-
9>ita4a*aa.miflb<'. obraa-eotas ilu muito gqsto
e mteirameate novas.
Gram^os, ibpaagiim ro^eias
doTirato.
'no.-actado em que se acha 0 sitio existente no
logar dos Remedios, freguezia dos Afbgados n.
21,'hojo becco da travessa dos Remedios n. 18,
im mtn prop'rio, quem 0 pretender entenda-se
com 0 seu proprietario na rna de 8: Francisco,
como quem vai para a rua Bella, sobrado n. 10,
quo 3 fara lodo negocio ____
'Farintia de mandioea nova
:Teemnara vender Joaquim Jose Gongalves fiel-
traovft Fflho, a^bordo do pataoho Sapho, chegado
detSaafa ~atharina, fuodeado defronte do trapiohe
Bar5 do. l.iviannfUto e para tratar a bordo, ou
iflo feea cscrintorjo a rua do Commercio o. S.
Alea(
ciana
1 40-ft. 0 EOVADO.
-Fazenda inteiramenteuova epropria para a pre-
flHMe^stacan, pelo baratiseimo prejo de 400 rs 0
o^(i4o, aloja ds arcc-s de Gurgel do Amaral A
CArudi." de Maroo,.aatiga do Crepo n. 20 A
Vende-se
las prctas e de tftts, chita,s, Tpa. lias, nannoifino preto e a'zUl, coirarinhps,
, gravatas, luvas, de,pelBa, ditas d ino'
ocia, brapcas e.de d<">res,.,japflta4eiilP6;
, intigado Cres-po. A ,oia-
.A.toj^dA-MJua braufia, a rua do Ducyie
CaxfiS 11: ,50, recebeu novamente bonrtos gram
po.vT)HMW e rowtas dourados ; assim como
nosos fliademA8.de .-,*>o,.!e,cy*einpre cojrti
toiU a ..venytolo&tfpr, Sfl*faMftyeK
Caixinias com e prateaoVs.j^a.Qai^fiqB.
VS?-?i| 'iM*-.Ai-JRWM* a W A.ftrJ
kww do tteuiea^iiefcafee >ae
.up #Uo no largo da Caea Forte, com 086 pateos
dd frfftto 0 220,,de fundo pouco nu.3 ou menos,
com casa de pedra e eal, 7 quartos, 3 salag, co-
zinha fora, 1 eacimLas e diversos arvoredos de
*uet ; 3sim como, um Mitro menor na tri-
ve^AdaiJAesiua, roltando para a estrada que rai
JT para(o Acraial, -com casa de pedra. e cal, com 4
(luartos, tjozinha fora, cacimba e alguns arvoredos
oe frueto : bo ptteo do Cirma n. 3, ou na rua
dairVunetairas-u. 1.

dras Sqlgiwhs.
Villa Rouca de Asuiai.
DICARBONATAD.VS-SqDfcAS
ylnalyses do gues, lenCe da escola Poljt^-
clink-a de I. is boa.
Esta excelleiBte 'agtia n'sAda com vantagem bo.-
padecimentos das vias digestivas, urinanas, &>
ealbBago etc., ate.
Vende-se
NA
Pharmacia e cls-ogaria
DA
Raa larga do Rosario n. 34.
Vende-se na rua do V^garfo d. 19 :
Cignac da melhor qaattdflSM.
Retroz do Porto.
Vellas de cera.
Viuho do Porto, engarrafado em duzias.
A loja da Ai
lias n. 50, receBl
W&B^&
hfiW cores.

itwmMmv
*-'-nn
^ua da MaArede Deus 41. 1 A. '
J*nai0eiOgue. dai^armaJB Sdja oarncija im
'' e 3.-sorteo,doslBemeres'fefctkaBtei da^atua
0 hem assim a flor de Mica o-fcuwe, de eorda.
PtrojSktfWf^1' ^^M^fl8,6 W^enas, tan-,
bem dos muT acreditados fabncnnti'-s Torres 4,
Aranjo, b'zaur. Adolpho Schmdt ij C, Lizaur
Schmidt & C, Veigas 4 A?3a|o, Wndade 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garaatido pel*
mesraos) e de outros ainde nao conbecido* pelo
publico desta capital. 0 annunciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa sera pair
seujusto valor, e que quando garantir a-respecti-
va qualidade, sera slaccro, mui particularmeni*
com as pessoas ppis para bem servir a todoa, tern a annunciante
along a pratica fle IB annos desle commercio. <
Baralissimo
rLanjonbas oom listras estampadas pelo diminuto
..*^|%de 4U0 0 cwado.
Ditas com listras assetioadas a 1JG00 0 co-
vado. *
Gwa4inas pretas earn listras de cores a 500 rs.
[MMh
Metias trancados proprios para estido,a 290 n.
Alpacas de qnadro?, proprjas para vestidos, a
44 r-s. o cowado.
Brim brancn, lona,para cal as a 1^500a vata.
Pi-0 l,WMfj4o a.^A.-vasa- .
P$9 de r/ote^Jinho puro, a.J*100.a vara. .
.V Mwrc aa Florida
DE
III F.RAV ft 1.A\If AH.
Uma pura disliHaeuo das mais raras fl*,-
ros dos tropicos. Contem, para assim oi-
zer, quasi 0 oddr odorifero das llores do
tropico da America, c sua fragancia e quasi
iiKxbausta aincbi mesmo por continuada
../aporacao e diffusSo. N'este respeito e
1 icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
l>esmaios, ataql'fs nervosos, dor
de cabkca, deb1lidade e
hYstericos.
E um certo e ligeiro allivio. Com 0 bom
im, tejn conservado sua influencia para
cima ile vinte e cinco annos sobre lodos os
!erfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
ifkv;ico, America Central, e do Sul e n6s
vOtn toda a confiau^a 0 recommendamos
IcOtno um artigo, pelo seu aroma muito de-
j licado, riqueza de or e permanencia, nao
pode ser igualado. Tambom faz remover
da pelle:
Aawntfi EMPOLAS,
<}UEiilLlDL'iUS AX) SOL,
SARDAS E.SORBLLHAS.
St-iai reduzida com-agua, se torii.i uma
excelleote mistura para bauliar ,i pblle,
dando um aroaeado e-curuclaro-.a conijilei-
cao nublada, sendo applicada depois de
barbear, >Hita 1 a iiritacde que geralim :.te
occorre,"assim com^tambern garganteanJo-
se, o cheiro do ttgarreedeaapparecc, e i;1..;-
lhora a condicao dos dentes e gengivas.
Como ha murtas imrtagdes, as quaes nao
possuem. BenhtHHas d'istas pBopriedades,
deve-se lomar cuidado e eontar s6mct:te o
0 famoso perfume a cosmetico do sul da
America, chani
m nuubk
DE
I Ml HIS \V 1, %\MA\.
*j' acha< a" veflda ^m'odos-odroguistasj
perfumarias da moda.
Burros^ venda
J. Deiro avisa a sou Ivfgusies que eita em
v^agem p*ra as provincias de. Alagwas e Feraam-
boco, conduzindo excellente tropa de burros
passara por Penedo, Pilar, Castanha-Granc'.e, Por-
to Galvo. 'Barreiif*, Rio Pormeto, Escada, Gabo e
provavelmente por Santo Amaro de Jaboatao a
A'azareth ; por, Isso pde-4er .arisado ou eneon-
trado em quatqner destes !qgares.
Larangeiras, 20 de outilbro de 1873.
iVeadeie uaia;tTflrB*oni poucos fundos e
bem afregueiafla : a tKH*r.a*,raa do Visconde
de Albuquerque n. 131.
YENDE-SE
naaa casa na viHa ie'Brrefros, vBalrda dc Com-
mercio, por ^refo niodlto: ;a farar com Tasso
Irraaos .4.C.
Cliapeos de sol de seda, eabo de canaa, a!8jt5fl ftadAiim, to tmlo -6. m, a. 20 da roa do Grespo,
loj,dai 3. mW- da fei(|hejmel(Si C.
Banhos em Ofinda
Camisas e calcas de fazenda de boa qualidade,
proprias para os banhos em Ollnda : na loja dos
aroos a rna Primeiro de Sfarco (antlga do Crespe)
n. 20 A, de Gargel do Amaral a C.
Rua do Brum n. 76
Venda se zineo puro de superior qualidade,
proprio para cobertas de casas, medindo 11 pal-
mos de comprido e 4 de largo, por prejo mnito a rua do Cor
em couta, 1138, l. andar.
Ao bello sexo.
Gusmfio & Leal rcceberam-ridDs eortes e'e gaze
de sada, fteetfda inteiramBiite nova, e vendem
palo Jwrato pf o de i0|00 o'eorte: a eW*-, antes
que se acabem.: s6 na loja da rm Prtneiro J
Marco n. 14. ____________'
VENDE-SE ~
a casa terrea a 36, sita a raa da Soledadc, oom os
commodos seguintes : 2 salas, 2 quartos, QOiioha.
independenie, quintal murado e boa cacimoa : a
tratar ;aa meattij..
'Vende-at uma negriuha de 16 annos Ie ida-
de. criofl^^^BL sadia e com baWldades:
asaaa, antiga de Rortto, a.
I mimi


"-
8
Diario tie Pernambuco Sexta feira 5 de Dezembra do 1673.
UTTERATtHlA.
DlSCURSO PROFER1DO NA FACULDADE DE DI-
REITO DO RECIFE, PELO DOl'TORANDO JOAO
VIEIRA DE AltAUJO, POR OCCASIAO DE LHE
SLR C0NFER1D0 0 GRAO DE DOUTOR F.M
SCIENCIAS SOCIAES E JURIDICAS, NO DIA 3
DE DEZEMBRO DE 1873.
- Senhores Obrigado em virtude do
preceito legal a fallar-vos neste momcnto
solemne e imponeute, ou o confesso, des
empenho uma tarefa hoarosissirna e grave,
mas superior as minbas debeis forgas.
0 excessoda modeslia quo contrasta sin-
gularmente com a intelligence e illustracao
reconhecidas do meu distincto companheiro
de afanosas lucubrates, premiadas feliz-
raente para n6s com o exito vivameute al-
mejado, collocou-me em situac,ao por demais
critica.
Reclamo pois instaiitemente a maior som-
ma possivel de indulgencia, que sendo sem-
pre o predicado do taleiito e do saber, pode
auuuar a ininha fraca e desautorisada voz
para exprimir-vos os seatimeutos que domi-
nant o nosso coracdo e os pensaraentos que
occupam o nosso espirito.
Senhores: sahidos do seio dossa sabia
faculdadc, onde cursamos os difliceis e ar-
duos estudos que com>tituem o grdo de ba-
eharcl em sciencias juridicas e sociaes, jd-
mais esquecemos as suas tiroes e continua-
mos a eultivar com dedicagao e esforco a
sciencia que reputamos a mais nobre pelo
sou objecto, fins e inQueneia notavel nos
destinos da humamdade que sao o seu
desenvolvimento e perfectibilidade, o pro-
sophia occupam o piano mais elevado no dogmas religiosos que impdem respeito mas
mundo do ensino. ng0 convencem como verdades vivas.
t por isso que un pensador alleraio A religiao tem seus crentes, a sciencia
receia como causa de decadencia das uni- tambemostem, mas de natureza diversa.
versidades de seu paiz o materialismo quo A theocracia seria a negaglo da verdade
pOde resultar do predorainio das sciencias politica, como uma sciencia religiosa seria
pnisicas e naturaes sobre as lettras e a phi- a negacdo de muitas verdades scientificas,
losophia, simplesraente porque a theocracia exprime
Ao direito, por^m, 6 reservado reconhe- a conderanagSo da razfio e liberdades e sem
cidamente o primeiro papel entre todas as eslas nSo ha sciencia.
demais sciencias, a idea de sua exislencia e
insoparave! da cultura e desenvolviraento
das outras.
0 direito Hies serve de egide presidindo ao
seu progresso e diffusSo.
0 progresso e a lei da sciencia como e"
da humanidade, mas a ordem e a harmonia
desse conjuncto admiravel das forcas da na-
tureza e dos pheuomcnos moraes e raateriaes
estudados no universo, s8o condicoes im-
prescindiveis do movimento ascendente do
espirito humano e portanto do direito quer
na elevadissima esphera de suas theorias,
quer nas relacoes praticas da vida social.
0 direito assim devidamente concebido
revela toda a importancia e difficuldade de
seu estudo.
Desprendido de materias heeler geneas,
a razao guiada pelos principios, pela his-
toria e pela observacao conscienciosa dos
factos actuaes, nol-o mr strain em todo seu
brilho,
Obscurecel-o como auxiliares estranhos
e a um tempo duvidar dos seus dogmas e
privar-se de sua luz.
gresso moral e material de cada povo, o
seu papl na historia de todas as eras, as
suas aspiiacoes, as suas lutas, as suas victo-
rias, as suas lois, os seus costumes, as suas
virtudes, o seu engrandecimento, emfim,
que so p6de traduzir por um verbo sublime
de verJade e eloqueucia a civilisacao
porque exprime ao mesmo tempo as con-
quistas da razao e as do direito.
Ir buscar a historia do direito nos monu-
mentos destroQados pela mao do tempo,
obscurecidos e sombreados pela noite das
idades antigas, acompanhal-o atravez de
todas as viscissitudes, desastres e crises so-
ciaes ate as soberbas institutes da raz&o
escripta e projectar-Ihe a luz que resalta do
seu progresso e desenvolvimento actual, so-
bre ser missao acima do nosso acanhado
entendimeuto, exigiria espaco que nos fal-
lece tambem.
Do mesmo modo nos seria impossivel
assignalar a importancia e influencia do di-
reito em todos os periodos da marcha dos
factos huraanos, a direccao que tem elle im-
primido aos destinos das sociedades e dos
individuos que fatalmente as compoem.
E de certo desde que a idea de individuo
racional o livre suppoe inevitavelmente em
seus proprios termos a de sociedade, o di-
reito apparece como lei, meio e condicSo,
essenciaes, iudispensaveis e irrecusaveis da
roanulencSo da individualidade ou da com-
munhao, de ambas juntas ds vezes, da rea-
lisa^ao dos fins que devem ellas attingir ne-
cessariameate, porque nao se comprehende
scientificamente uma cousa sem razao de ser,
principio, meios e fins.
0 direito creando da" principio, manten
do e desenvolvendo as instituicoes sociaes
ministra-lhesos meios neste intuito, e muita
vez eelle nr>esmo o fim, porquj o fim das
sociedades humanas e a realisa<;ao do di-
reito.
0 direito e ainda a mais alta concepcSo
da razao ou espirito humano, aconsciencia
universal, ou como se Ihe tem chamado
tambem a equidade, a mesma razao, o dog-
ma ou a luz.
Effeclivamente o que caracterisa a pessoa-
lidade humana, essa soberba e admiravel
esctructura, envolucro visivel e palpapel da
centelha da intelligencia prot itypa e o que
se chama seus direitos.
A sciencia proclama e mantern os direitos
icnatos, universaes, primordiaes, direitos
absolutos que teem infinitas applicac,oes e
desenvolvimentos no mundo real em que
vivemos.
D'ahi se collige, senao fossem intuitivas
a magnitude e sublimidade da idea do di-
reito, preexistente aos factos individ-iaes ou
sociaes que por elle s3o regulados em suas
multiplas relacOes.
nos couvencemos pelo estudo do
que como sciencia elle p6de bem
iN6s
direito
dispensar para ser explicado o concurso e a
mistura dos elementos que o desnaturam,
desviando-o do sou ponto objectivo.
A influencia que exerce o direito sobre as
instituicoes sociaes, os costumes e os habitos
reunidos a outras condicoes peculiares e
inherentes ao grdo de civilisacao de cada
povo, e que a seu turno reflectem na sua
applicacao, ndo p6de deixar de dominar no
seu estud > como no de outras sciencias,
pela inyestigagao e conquista da verdade.
D'ahi a necessidade e importancia das
escolas de direito, universidades e faculdades,
cuja funda^aj remonta & Roma e Athenas.
Se o direito 6 elemento indispensavel ao
progresso social pelo aperfeigoamento das
leis que asseguram ao individuo e a* com-
munbao as suas relacoes e a esphera de
exercicio de todos os direitos, garantindo a
posse e o gozo dos beneficios possiveis, que
delles decorrem, e inegavel a sua influencia
na creacao das instituicoes sociaes e no es-
pirito daquelles que as procuram conservar
reforraar ou destruir.
0 direito tem sempre existido, o seu estu-
do o applicagao, por^m, tem soffrido ata-
ques e modificacSes que acompanham o ra-
minhar da humanidade como nol-o ensina
a historia.
As universidades e as escolas de direito
torn preenchido um papel notavel na deseo-
voIu respeitaveis e venerandas corporacoes exer-
cido um verdadeiro sacordocio, tao elevado
e tao nobre, como e" dado a sabedoria e
dignidade humana elevar-seeennobrecer-se.
Desde os Antoninos creando em Roma e
Athenas as primeiras universidades que
teem sido fundadas no mundo ate" os nos-
sos dias o estudos das sciencias juridicas e
sociaes toem sempre engrandecido na escola.
Um rapido esboco histonco o demons-
traria, mas nao o poderiamos fazer com-
pleto.
Incontestavelmente as lettras e a philo-
LUCEECZA 208GIA
MEMORIAS DE SATANAZ
Para n<3s o estudo da sciencia deve excluir
a politica e a religiao.
0 estudo do direito como a escola devem
ficar isentos do espirito de proselytismo : o
terreno da escola e neutro, como deve ser o
sanctuario da sciencia.
A universidede, dizia o fundador da
de Paris, e como o mundo, deve mover-se
sem ruido.
Quando a noute do obscurantismo langa-
va um pesado e espesso veo sobre a Europa,
a clero depositario dos segredos da sciencia,
fazia proselytos ao mesmo tempo quediffun-
dia pelo ensino os conhecimentos. huma-
nos.
Era uma epoca de transiccio : a historia
se encarrega de demonstra-lo.
Portanto assim como a dominacao da so-
ciedade civil pela religiosa significa a theo-
cracia, que e a annullacao do estado, a
sciencia n3o se p6de acoraraoJar com os
POR
!>. Munoel Fernandez y Gonzalez
PRIMEIRA PARTE
O GRAN-CAPITlO.
XXI
QUE TRATA PRINCIPALMENTE DA HISTORIA
DAQLELLE TEMPO.
(Continuagao do n. 276]
Uavia causado uma tal sensagao em Roma
o assassinato do duque de Gandia, por ser
este o Blho mais querido do papa, que, te-
mendo-se graves successos, reunio-se por si
mesmo o cousistorio de cardeaes, no Vatica-
no. De improviso, appareceu no meio dQ
cousistorio um anciao, com os cabellos
cobertos de cinza, livido, aterrado, tre-
mulo.
Aquelle anciao era o papa Alexandre
VI.
Prostrou-se, confessou, f6ra de si, todos
us seus peccados, accusou-se de que eram
lies a causa daquella desgraga horri-
vel que feria a sua familia, e foi neces-
.sario tirar Alexandre VI do consistorio,
porque dava mostras de ter perdido a ra-
zao.
Este acontecimento causou alguma per-
turbagao.
- Os partidarios do cardeal Julio de la Ro-
vore, o rebelde, que havia protestado con-
tra a eleigao de Alexandre VI, mantendo-se
com as annas na mao em Ostia, donde o ha-
via arrojado o gran-capituo, diziam que de-
via dar-se Alexandre VI por'incapaz e pro-
ceder-se i eleicio de um novo ponti-
Todos os mais elementos de Roma esta-
vara em fermentacao.
Lucrecia punha em jogo todos os seus po-
derosos recursos, e o gran-capitao vio-se
obngado a permanecer era Roma, e a ati-
rar com a sua espada para a balanja, de-
clarando que em quanto n3o fosse indubi-
tavel a loucura de Alexandre VI, e sobre-,.
tudo emquauto elle na recebesss ordem | ragaotuo fuuesla.
A theocracia, diz um escriptor, p6de
no momento em que se impoe, constituir
um grande progresso para uma sociedade
muito imperfeila ; mas alia immobilisa o
espirito humano, como no antigo Egypto o
na India.. De certo, na idade meiia, a
monarchia universal da Igreja concebida
por Gregorio 7 era incontestavelmente su-
perior <4 realeza e feudalismo contempora-
neos, mas se o successo houvesse sido com-
plete e permanente, os grandes iniciadores
da civilisacao moderna teriam emraude-
cido : a astronomia nao teria passado de
Ptolotneu e a geologia estaria por nascer :
o progresso material n3o teria podido pro
duzir-se. A igreja mantendo e sancciouan-
do a condemnacao do emprestimo a ju^os
tornava impossivel todo desenvolvimento
de commercio e de industria.
E' doloroso pensar que talvez nao existis-
sem a locomotiva, o vapor, a telegraphia
eletrica e todos esses sublimes inventos que
o genio e esforco ingente da actividade do
homern tem sabido crear.
Alias concepgdes da industria e io euge-
nho humano nao estariam de certos estereo-
typadas em monumentos soberbos como o
canal de Suez, essa maravilha do seculo
que ha de aattestar aos vindouros as mag-
nificencias da civilisacao actual.
Yeremos por isso que grandes beneficios
se devem as universidades e escolas de en-
sino superior.
A Franca creou o verdadeiro ensino uni-
versitario, muito differeute do que existe
hoje.
No seculo 12 vemos o ensino se lan-
car por um movimento espontaneo, da sora-
bra dos mosteiros e do claustro das c -tho-
draes no dominio da publicidade, a Santa
8e, autorisa, diz um escriptor, esse movi
mento e os reis o secundam.
Foi attentas as circuastancias a epoca
mais bella e fecunda do ensino em Franca.
>'o estado da sociedade de entao,
quando o mundo apenas assentado sobre
suas bases, sacudia as cadeias da ignorancia,
no seio da universidade de Paris, aberta a
todas as nacOes, onde os escolares chega-
vam de todas as partes do horisonte, atra-
vessando montes e mares, onde o Islandez
se acotovelava com o christ&o de Jerusalem,
se ndo contou o principio, convem notar
senao adultos, e durante longo tempo os
cuidados da educacSo foram estranhos aos
deveres do corpo docente.
Tambem a principio os collegios fo-
ram hospedarias, asylos aberlos por um
pensamento caridoso a homens que o dese-
jo de aprender attrahia de muito longe e
expunha as mais duras pri vacfies.
Sonhou-se no comeoo em hospedar os
escolares depois quando elles comecaram
a vir mais jovens para a universidade, tra-
tou-se nos collegios de os preparar, e de
alguma sorte de os desasnar : houve entao
classes interiores e ligoes preparatorias.
gados, veio a repeticao e o aperfeicpamento
para oa discipulos mais antigos. G^tos
collegios haviani sido magaifiuamento "ta-
dos : elles tinham bellos edificios, sr" us-
peciaes : a universidade propriamer^ _dita
era mal alojada; os collegios Ihe presta-
vam muitas vezes comm >dos para suas so-
lemnidades mais importantes: o publico
que affluia nao distinguia mais o collegio da
universidade. Por esta via de concessao e
de nsurpagao alguns collegios chegaram ao
pleno exercicio, isto 6, obtiveram que os
seus trabalhos interiores fossem postos sobre
a mesma linha que os cursos da universi-
dade.
Foi assim que os cursos publicos cahi-
ram em desuso e quando a voz de Ramus
se elevou para pedir o seu restabelecimen-
to, a guerra civil e a religiosa foi um obs-
taculo. Entretanto a suppressao dos cur-
sos havia acarretado uma decadencia, da
qual a antiga universidade nao se pode
nunca levantar. (*)
a 0 ensino universitario, diz Lenormant,
dado pela Franca a* Europa reslou intacto
na Allemanha e'na Inglaterra ; foi restau
radona Belgica, e a partir do seculo 18,
particularmente na Allemanha impregnou-
se de uma vida nova.
Entramos nessas minucias para darmos a
conhecer o nosso pensamento na questao
vital dos estudos superiores que com os ele-
mentares, e preparatories devem tor por
divisa liberdade, publicidade e inteira se-
cularisacao,
0 mestre deve ser secular, secular o en-
sino, porque a razao e a liberdade, que nos
derara a sciencia o a civilisacao moderna
tem por initiigos implacavcis as seitas -re-
ligiosas e os ministros que as reprosentam.
Sciencia e religiao, estado e igreja, a
theocracia e democracia s3o eutidades senao
antinomicas, autonomicas e distinctas, cu-
ja confusao tem produsido os mais deplora-
veis successos no governo das cousas hu-
manas.
Senhores : a historia da universidade 6 8
do c:isino de Direito como e de outras
sciencias e tem intima lig.icao com outros
assumptos de ordem elevadissima, e n6s
nos dirigiraos a uma douta corporacao scien-
tifica.
Continuando portanto nao podomos dei
xar de valer-nos das palavras de um pro-
fundo pensador desto seculo, proferidas no
parlamento franccz :
A igreja catholica era alma e a luz da
idade media, o equilibrio hemfeitor da for-
tuna e do poler, o refugio ealgumas vezes
o escabello da pobresa fiel e do merito ple-
beu.
A igreja nao preenchia s6mente o san-
to ministerio, ao qual hoje o clero p6Je
apenas bastar ; ella produzia e entretinha
uma multi'lao de instituicoes que directa
ou indirectamente se ligavam ao grande of-
ficio da salvacao das almas. Esta arvore
poderosa em sua seiva exhuberante se es-
galhava em numerosos ramos que cobriam
a sociedade inteira. (2)
D'ahi ,as exigencias das ordens religio-
sas que disputaram com a universidade de
Paris a partilha do direito de ensinar que
afinal lues foi eoncediio sem o de confenr
graus, como pretendiam, e mediar.te res-
triccoes e obediencia aos estatutos da uni-
versidade.
Essa concessao^entretanto foi devida an-
tes ao ascendente da virtude e do genio de
certos homens do que ao credito das mes -
mas ordens.
Entre os religiosos se achavam Alberto o
grande, Thomaz de Aquino, Alexandre de
Halles e Jo3o Boaventura.
Os estudos soffreram incontestavelmen-
te com a intorvencao das ordens no ensino.
Assim que sob a direccao e ensino da
sociedade de Jesus os estudos nunca tive-
ram um caracter viril. Sacrificava-so a
solidez a elegancia, poupava-se ae espirito
os esforcos mesmo que o cultivam; illu-
dia-se as familias por exercicios brilnantes
e futeis, por peqnenas experiencias de phy-
sica, por insignificantes comedias latinas e
mesmo francezas e por toda essa litteratura
requintada cujo autor do vert-vert 6 o re-
presentante.
Entretanto e mister notar com Victor
Cousin, que se a Congregacao do Oratorio,
docente tambem, nao se elevou ji.-nais tao
alto como a Sociedade de Jesus, nuuca ella
cahio tao baixo.
No seculo 17 ella tem seus homens de
exercido as faculdades de direito no progres-
so e engrandecimento deste paiz e incontes-
tavel.
Mestra e cultora da sciencia do direito em
seus diversos- ramos, dispensadora dos titu-
los a aquelles que por seu merecimento e es-
forcos conseguiram chegar ao te'mo dese-
jado da Jornada academica, a antiga acade-
mia de Olinda, hoje faculdade do Recife
tem visto os seus filhos subirem ds mais
emiuentes posicOes sociaes, e conquistarem
asaltas reputacoes do jurisconsulto, do esta-
dista, do diplomats e de todas as carreiras
que se podem abrir ao graJuado em direito.
Um pais de bachareis diz-se por ahi
muita vez sem consciencia da phrase em-
pregada.
Entretanto esses bachareis, verdadeiros
apostolos do progresso e de civilisacao tem
sido sem duvida alguma neste paiz o ele-
mento mais poderoso da difusao das luzes,
do adocamento dos costumes, de execucao
das leis, da recta administracao dajustica,
da ordem e da paz & sombra das quaes re-
pousam as nossas instituic,des e cem ellas a
propriedade, a liberdade e a vida do cida-
dao.
E' da maxima importancia social o ensi-
no superior, que com o secundario ou pre-
paratory, primario ou elementar, formando
parte do uma mesma institui<;ao, cuja or-
ganisacao deve ser harmonica, p6de dar-nos
a solucao dos mais importantes problemas
politicos, e sociaes.
Fazendo da universidade uma grande ad-
ministracao, diz Michel Breal (3), Napoleao
tinha em vista a uuidade do ensino e a per-
petuidade da tradiccao, e sobre esses dous
pontos elle obteve exito acima de toda cri-
tica. Mas elle esqueceu um terceiro, nao
menos importante que os outros dous : tor
a porta aberta ao progresso. 0 progresso
ndo e possivel sem variedade e liberdade.
Ndo e o Deao, nem o conselho da universi-
dade, nera o conselho superior, n3o s3o os
reitores nem os provedores que podem aper-
feiroar os inethodos : elles nao podem senao
animar, acolher e generalisar os melhora-
mentos feitos espontaneamente pela iuicia-
tiva dos professores.
0 mestre em toda corporacao docente
e a forca organica d'onde deve partir a vi-
da e o movimento. Reluzil-o ao papel de
um instrument") de transmissao e mudar o
complexo do corpo docente em um mecha-
nismo que nao pode nem se aperfeicoar
nem renovar-se a si mesmo .
Essas palavras exprimem para a Franca os
esforcos de seus publicises escriptores para
collocar o ensino superior ao nivel da civi-
lisacao do nosso tempo, e igualar os estudos
uuiversitarios aos dos paizes mais adianta-
dos que tiveram alias por typo a antiga uni-
versidade de Paris.
E' por isso que na Allemanha o paiz clas-
sico do ensino scientifico, diz Hippeau, as
mais antigas universidades, as de Praga e
Heidelberg, tem servido de modelos a todas
as outras universidades allemas, mas como
todos tem tornado emprestado sua forma,
suas instituicoes, seus costumes e seus usos
a de Paris, a origem e desenvolvimento de
sua organisacao interior n8o deve ser estu-
dada em sua propria historia, mas na da
universidade que lhes serviude typo.
(1) Ch. LenormantEssais sur l'instruc-
tion publique 1873pg. 120.
em contrario dos seus reis, protectores da
santa se, nao permittiria que se reunisse o
conclave para a eleitao do um novo ponti-
fice.
A prisao de alguns cardeaes feita por or-
dem de Lucrecia, com o apoio do gran-ca-
pitao, que havia occupado o castello de
Sant'Angelo, e enviado cerreios para que o
exercito que estava era Terracina se dispo-
zesse a march a r sobre Roma A primeira
ordem, conteve os inimigos de Alexandre
VI e os partidarios do cardeal la RoveYe,
e obrigou Carlos VIII, que se havia de-
tido em Roma, em vista dos acontecimen-
tos, a levantar o campo e a evacuar a Ita-
lia.
P6de dizer-se que naquelles gravissimos
momentos, a ig reja estava ameacada por
um scisma, e a Europa por uma guerra ter-
rivel.
Lucrecia, sempre energica, superior sem-
pre a tudo quanto a rodeava, assumira a
si o governo de Roma ; levara a cabo as
unicas e energicas raedidas que podiam con-
jurer a tempestade, e Gonzalo vio-se obriga-
do a enconrrar-se com ella repetidas ve-
zes para Ihe prestar o auxilio da sua forca.
Lucrecia engrandecia-se por tal raodo
como princeza, e como mnlher de estado,
aos olhos do gran-capitao, que este acabou
por ser vencido.
Isabel de Gonzaga, partidaria declarada
do cardeal la Rovere, fora presa e encerra-
da em Sant'Angelo.
Lucrecia attendia a tudo ; aos interes- sar Borgia que os havia preparado.
ses de seu pai e da sua familia. e ao seu' Eram obra sua o casamento de sua irma
anJ'- Lucrecia com o principe de Tarento ; a en-
Obrara de um modo tao rapido e tio trada na Italia de um exercito hespanhol
energico, que o golpe imprevisto aturdira o As ordens de Gonzaga de Cordoba : o
consistorio e todos os que tinham interesse assassinato de seu irmlo o duque de Gan-
na deposicio de Alexandre VI. | dia, que era um grande obstaculo a sua
E tudo isto se levara a cjabo emquanto ambigao ; e, apesar de que nSo fora obra
Alexandre, louco pela dor, com a cabeca sua o assassinato de Orsini, alegra>a-se com
coberta de cinza, fazia, como dissemos, uma elle, porque ^,0 livrava de um mio ini-
confissao espantosa na presenca do consisto-: migo.
no. I A uoica cousa em que a sorte se Ihe raos-
Em seguida, Alexandre, encerrado na sua trou ad versa, foi no que dizia respeito ao
cama, negou-se a todos, declarou que ia gran-capitao.
deixar-se morrer de fome e inulilmente o Lucrecia nao logrdra domina-lo coraple
cardeal a lateia, dejoelhos a porta da ca- tamente, fazer delle o seu escravo ; tmpres-
mara pontificia, supplicava, chorando, ao sionava-o, enamorava-o, fazia-o vacillar
Foi necessario que Lucrecia Borgia batesse
aquella porta para ella se abrir.
Afinal, e, gracas & influencia que Lucre-
cia exercia sobre Alexandre, passados tres
dias, consentio elle em tomar algum ali-
mento.
Passada a maior crise, vio-se que Alexan-
dre recobrava o seu aspecto de impas-
sibiadade habitual, e nao tornou a fal-
lar no seu filho, o duque de Gandia, nio
accusou pessoa alguma da sua raorte,
nem raandou installar processo para que
se averiguasse quem eram os assassi-
nos.
Foi surnptuoso o funeral do duque de
Gandia, sendo enterrado na igreja de S. Pe-
dro em Montorio.
A tempestade havia passado.
0 papa recuperAra a razao, e com ella
toda a sua energia.
Castigou severamente os que mais se ha-
via ru compromettido em favor de la Rove-
re, confiscaram-se alguns bens, e soltaram-
se os presos, que sahiram dos seus carceres
aterrados, figurando entre elles, Isabel de
Gonzaga.
A Hespanha prestava a sua espada ao
papa, e o papa era forte pela sua allianca
com a Hespanha, garantida pela envestidu-
ra da coroa de Napoles na casa de Ara-
gao, e com o casamento de Lucrecia com
Affonso de" Aragao, principe de Tarento, fi-
lho natural do rei de Napoles.
Os successos corriam todos a favor de Ce-
seus
genio.
P6de-so hesitar entre Massilou e Borda-
loue, e o que sao todos os philosophos da
sociedade diante de Malebranche s6 ?
0 ensino universitario continuou como
devia acontecer sob o regimen da respectiva
corporacao a que ficarara subordinadas as
or lens religiosas docentes.
Quanto ao que respeita ao Brasil, sua era
notavel marca a lei de II do agosto de
1827.
A' inauguracao de nossa organisacao poli-
ca, independente de ferrenha e atraz a da
metropole nao podia deixar de seguir-se a
creacao desses dous f6cos de luz scientifica
que tem incontestavelmente illuminado todo
o imperio.
Entre v6s, nossos illustres mestres alguns
ha que foram os primeiros a sentar-se nos
novos templos da sabedoria.
A influencia profunda e eflicaz que tem
(2) Cousin, (Euvres, 5" serie, torn. II
1853 pg. 31 eseguintes.
papa que se nao entregasse d uma desaspe-
quandc o tinha diante de si; mas, no mo-
mento .a que sejulgava senhoradelle, fu-
gia-lhe e era neenssario uma nova batalha
para tornar a adquirir alguma influencia so-
bre o gran-capitao.
Isto contrariava muito Cesar Borgia.
Gonzalo de C6rdoba continuava occu-
pado Roma, por isso que a sua perma-
uepcia alii era uma verdadeira occupa-
cao. '
0 exercito estacionado em Terracina,
composto de napolitanos e hespanhdes, aug-
mentava todos os dias com novos reforcos
que chegavam de Hespanha.
Estava, pois, imminente uma campanha
em Italia.
Podia acontecer que, antes de chegar aos
Alpes, Carlos VIII se detivesse, chamas-
se tropas de Franca, e forte para fazer
frente i Hespanha, avancasse sobre Napo-
les.
Receiavam isto os reis catholicos ; e em
vez de ordenar a Gonzalo de Cordoba que
retirasse de Italia, reforcavam o seu exorci-
to, recrutando continuadamente para elle,
novos soldados.
Nada disto convinha aos Borgias.
Viera-lhes a proposito a inturvencao da
Hespanha, quando se viram ameacados pela
Franca, e accoramettidos pelos rebeldes se-
nhores romanos, que, como os. Borgias, que-
riam augmentar o seu poder.
0 ambicioso Alexandre VI nao se conten-
tava com menos do que crear um reino para
a sua casa.
Sonhara, talvez, com uma dynastia come-
cada por seus filhos, que devia obter pri-
meiro, o dominio do reino de Napoles por
meio da influencia de Lucrecia, ingenda
pelo seu enlace com o principe de Tarento,
na casa de Napoles, e, contando com a in-
fluencia de que dispunha o proprio Alexan-
dre VI, estender a soberania da casa Borgia
sobre o resto da Italia, fazendo della um
reino.
Esta ambicSo, fermentada no seio da fa
milia, comers'ra a operar, desde a elevacao
de Ilodrigo Borgia, arcebispo de Valencia,
cardeal de S. Nicolao in carcere, ao thorno
pontificio, sob o norae de Alexandre Vie
Lucrecia se achou viuva do seu primeiro
marido e entroncados os Borgias com uma
poderosa familia italiana, do duque de Mi-
lfio, pelo casamento do filho deste, Jo3o
Sforza, senhor de P&aro, com Lucrecia.
Um grande perigo, previne um notavel
publicista contemporaneo, pflde ameac-ar a
civilisacao moderna. Se ao mesmo tempo
que a necessidade do bem estar se generalisa
no povo, as luzes e a moralidade se espalbam
5or todas as classes, de modo a inspirar a
ns a justica, e a outros a paciencia que
exigem as reformas pacificas, o progresso
regular eti assegurado ; mas se mantem-se
no alto a in.'truccao, a riqueza e o egoismo,
e em baixo a ignorancia, a miseria, e a in-
veja, sao para receiar ainda commocoes san-
guinolentas.
Em resumi tres formidaveis questoes
lancao a perturbacao nas sociedades actuaes,
a questao social, a questao politica, e a
questao religiosa ; ora nenhuma das tres se
pode resolver conformo o interesse da civi-
lisacao, se nao se chegar a dar a classe mais
numerosa uma instituicao real, moral e so-
hda-
0 suffragio universal sem
universal conduz a anarchia,
sequencia ao despotismo.
Para pqr termo ds hostilidades das classes,
( 3 ) Quelques mots sur l'instruction pu-
blique en France 1873.
a instruccSo
e por con-
Com o andar dos tempos convinha a
uniao de Lucrecia com o bastardo de Napo-
les, Affonso, principe de Tarento ; e como
os Botgias tinham na soa familia o supremo
poder de atar e desatar, do mesmo modo
que haviara sido dispensados os votos e an-
nullada a ordem sacerdotal a Cesar Borgia,
arcebispo de Valencia, foi annullado o
matrimonio de Jo3o Sforza com Lucre-
cia.
0 rei Frederico de Napoles era velho, e
nao tinha filhos legitimos a quem chamar
para a successao da corfla.
Ninguem estranha que um velho morra,
nem era estranho tambem que, n3o tendo
filhos legitimos, a successao da corda reca-
6 mister que os operarios cheguem a tor-
nar-se proprietaries ou capitalists, e isto
nio e" possivel sem a instruccao.
Emfim nos paizes catholicos o clero quer
se servir do suflragio da multidao para
supprimir as liberdades modernas. Nao e
senao instruindo o povo que o perigo pode
ser conjurado.
Portanto entre as qoestoes de ordem pni-
tica de tempo actual a mais importante, a
mais urgonte 6 a da instituioio publics .
K conhecida a admiravel phrase de Ba-
con repetida por Laveleley : Knouledge. s
power: a sciencia d podea.
A instruccao e inoontestavelmeote a
principal condicao de foroa e seguranca para
umpaiz .
Nossa situacao interior diz um notavel
escriptor francez, nos commanda espalhar
entre o povo uma instruccao solida.
0 meio saber que dao nossas escolas ac-
tuaes recruta soldados para as revoluc/ks
tao seguramente come a ignorancia.
Tem-se visto receutemente a que grau de
desvairamento pode ser condusida uma pc-
pulacAo que tem sido pro vida de direitos sc-
beranos sem ter sido previamente instruid a
e esclarecida.
E' em vao que se comprimird a insurrei-
C8o: se as cousas detestem, os effeitos S3
reprodusiam. Sem a instruccao das mas-
sas e* de receiar que nao seja mister, a inter-
vallos cada vez mais aproximados, proceder
sobre a populacAo de nossas grandes cida-
des, a amputaroes cada vez mais crueis.
De um outrj lado, o saber superficial des
nossos lyceus, a ausenoia de um verdadeiro
ensino superior eutretem na nacao uma
corrente de ideias frivolas o de declamagoes
apaixonadas. Os melhores d'entre nosscs
joveus que se propdem a escrever e dissei
tar sobre themas convindos, mas que se nao
habituam a obscrvar, e aprender nao teem
o que lhes seria de mister para tornar uteis
ao paiz suas aspiracoes generosas .
Appliquemos ao nosso paiz tanto quantD
p possivol as palavras de M. Breal: os
direitos politicos sao hoje considerados pelas
massas uma conquista feita sobre o estado;
a justica, quando nos teraos recursos nao
nos dd senao o que nos e devido : a glorii
e um bem de posse varia e cambiante. 0
unico beneficio incontestavel pelo qual o
estado p6de ganhar o coracao do povo e
a instruccao. Quanto is classes favorecidas
da fortuna, quando o estado lhes pedir seu
onus ou seu sanguo para o bem geral nao
serd necessario som duvida lhes fazer com-
prehender a razao desses sacrificios. Mas
eu queria entao que a mocidade esclarecida
do nosso paiz podesse associar d idea da pe-
tria a da cultura representada por grandss
e florescentes universidades. Estes livres
asylos do trabalho, onde a pesquisa da ver-
dade faria esquecer nossos futeis passatempes
e discordias politicas, tornar-so-hiam lares
de patriotismo ao mesmo tempo que da sci-
encia, e serviriam assim duplamente & gran-
deza do nosso paiz. Ndo esquecamos nunca
que a victoria definitiva pertence iquel.e
que representa a mais alta t lea moral.
A instruocao publica e com maioria cle
razao a superior, ainda que nao signifiqie
e exprima a educacao propriamente dita a
promove, desenvolvc e aperfeicda.
Um homem solidameute instruido dun
homem educado ao menos para a sociedade
politica em que elle tem de viver.
Com uma educacao publica, diz Milsand,
que rectificar todos os dias seus meios, e qt'.e
todos os dias ae esforcar por conduzir os
individuos ao melhor estado moral, fazen-
do-os subir um ap6s outro os degrdos neces;-
sarios, imagino e espero que a humanidade
abrird diante de si uma carreira magnifi-
ca. (4)
A democracia, diz um escriptor, ha *de
realisar o progresso que seus amigos della
esperam, quando chegar a comprehender
que a paixao nao basta, sem o auxilio di
razao e da sciencia para realisar as mais
nobres aspiracoes. Entao as classes abasta-
das sentirao que as faculdades que possuem
para se instruir Ihe cream deveres corres-
pondentes; a burguezia fard o que a no-
breza ndo tem sabido fazer; ella se preparard
pelo estudo ao governo da cidade no inte-
resse de todos e o povo acceitard guiar, cuja
capacidade superior reconhecerd. (5)
(Continuar-se-haJ
( i ) Les Etudes classiques. 1872.
( 5) BaudryQuestions scolaires1872:
Cdo, allegando que o conclave fora compra-
do, e u m delles, Julio de la RoveYe, rebel la-
ra-se em Ostia contra o papa, com as arma:;
na mao.
0 scisma ameac,ara e ameacava a igreja,,
e, se nao procedera, fora isso devido d in-
fluencia armada da Franca e da Hespanha,
nascendo a protecc8o dos soberanos des-
tas duas potencias para com o papa, da in-
vestidura do reino de Napoles & qual tinha
direito a casa de Aragao, e dqualsejul-
gava tam bem comdireito a casa de Franca.
Isto devia trazer mais tarde as guerras de
Italia e a maguifica campanha d oGarillano,
em que Gonzalo de Cordoba reivindicou na
casa de Aragao, no reinado de Fernando V,
hisse n'um filho bastardo, isto 6, no prin- a soberania do reino de Napoles.
cipe de Tarento.
Com Jorge Borgia havia jd uma tal ou
qual influencia na casa de Napoles, mas era
necessario restabelecer essa influencia com
outra muito mais poderosa.
Nasceu disso o projectado matrimonio de
Lucrecia com o principe de Tarento.
Cesar prepardra tudo isto secretamente.
A sua ambicAo tinha ido combinando um
projecto terrivel, para cuja realisacAo, era
necessario passar por cima dos cadaveres de
sua familia.
A alma de Cesar era a alma negra concen-
trada dos Borgias.
0 duque de Gandia era o mais querido
do papa, o mais querido de Lucrecia, o
mais querido de Rosa Vannozia, e vimos jd
cahir o duque de Gandia.
0 papa, que ndo teria encontrado casti-
go bastante para o assassino de Giovanni, se
o assassino ndo fosse Cesar Borgia, callou-se
e deixou impune aquelle crime.
Lucrecia, que teria feito pedac,os outro
qualquer que se atrevesse a matar Giovan-
ni, permanecera impotente, sem vontade de
tirar vinganca de Cesar.
Continha a ainbos a sua ambicAo.
Era necessario chegar d soberania, fosse
por que preco fosse.
Entre a familia Borgia representava-se
um drama horrid, e suas consequen-
cias faziam-se sentir em Rcma, na Italia, e
ate mesmo na Europa.
Alexandre VI n3o estava seguro no throno
pontificio ; como dissemos jd, inco car-
deaes haviara pral-.slado contra a sua elei
Os negocios de Roma iam de mal a
peior.
Os Borgias ndo eram so ambiciosos, mas
tambem cobicosos ; tinham chegado pobres
ao Vaticano ; dos seus cinco filhos restavam
a Rodrigo Borgia soraente quatro, isto e,
Giovanni, Cesar, Lucrecia e Jorge.
0 mais velho, Luiz, duque de Gandia,
morrera sem successao, o seu titulo e osseus
estados, augmentados por merce dos reis
catholicos, haviam passado para Giovanni,
o mais querido de Alexandre VI, que aug-
mentara a grandeza do duque do Gandia
com a nomeacdo de generalissimo da
igreja.
A Jorge dera uma posicao elevada, ca-
sando-o com uma princeza de Napoles.
A* Lucrecia fizera-a esposa do herdeiro do
duque de Mildo.
Cesar foi cardeal e arcebispo de Valen-
cia.
Ndo bastava, porera, isto; era nacessario
ir observando Roma naturalmente.
Os estados romanos haviam sido absor-
vidos jd noutros tempos pelos que seintitu-
lavam vigarios da igreja. Os Collooes, os
Urcini, os Urbino, os Vizcente, os Mala-
testa e outros, exerciciam, bavii muito
tempo uma influenciaformidavel em Roma,
tendo, p*r ass'm c''zcr> PnPa coro tu"
tela.
(Tonlinuarse-ha)
TiP. DO DIAIUO. -hVA DVftt'B DfrCAXIftS.
^

/
1 mmnDo


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