Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:19998


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Full Text
AlVNO XLIX. fll'MERO 2768M1 ab


PARA A CAPITAL E IIGABE8 OXE SAO Mi PAA POHTC
*or tres meies adiantados................ 69000
Por seis ditos idem................... 129000
Por am anno idem.................. 14O000
Cads numero arulso...........,...... jjo
iTV
SEGUNM FEIRA 1 DE DEZEMBRO DE 1873
PARA DENTBO 1PORA DA PROTIMCIA.
Por tret meies adiantados.................
Por seis ditos idem. .'..................
Por note ditos idem..................
Por am anno idem...................
$
W7M
189600
3092S0
J79000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FAR1A ft FILHOS.
Oi Sn. Gerardo Antonio Alves* Filhos.no Para; Gon$aives d Pinto, no Maranhlo; Joaquim Jose de Oliveira&Filho, no Ceari; Antonio de Leiuus Braga, no Aracatj ; Joao aria Jnlio Chaves, no Assa; Antoni Marques da SiWa,noNatal Jose Jost
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jose" da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas ; Ahes d C., na Bahia; e Leite, Gerqoinho d C. no Rio Jde Janeiro.
PARTE OmCIAL
Gioverno da provincia.
Mm. e Esm. Sr. Os abaixo assignados, pro
prietarios e residentes na freguezia de Timbai'iba,
ennstando-lhes que V. Exc. pietende contractor a
onstruccao de uma estrada Ue ferro que ligue esta
Yeguezia a cidade do Goyanna, vem muito respei-
t .samente expor a V. Exc. que, sentindo esta lo-
alidade necessidade de uma estrada de ferro, que
facilite a expedinao dos productos e a commu-
uicaco com a capital da provincia, nao 6 conve-
niante que ella se dirija a cidade de Goyauua, sen-
do praferivel que encontre na cidade de Nazareth
0 raraal que ate ahi vai ler da estrada de ferro do
J.emoeiro.
Sendo Timbai'iba distanle Nazareth apenas sete
ieguas, quando dista de Goyauua doze Ieguas, pa-
rece que raais facil sera fazer a estrada para Na-
r.aretD do que para Goyanna.
Accresce, quo feita para Goyanna, aleni de maior
i.-tancia, ba 0 grandu inoonveuiente de veneer de
.-yanna a capital ; 0 que intporta augmento de
despesa para 0 transports e maior difflculdade
neste.quer seja feito por terra, e ]uerpor mar, 0
que nao snecede, aproveitando se o ramal de Na-
zareth, pelo qua! com muita rapidez e com menus
iispeudio se podera fazer 0 transporte e estabele-
cer-se communicaeao com a capital, mcrcado
principal dos productos a exportar, fazendo-se com-
munieacao directa c nao dependente da cidade de
1 ioyanna.
Em vista do exposto, os supplicantes pedem e
esperam que V. Exc, acolbendo benignamente a
presente petico, se digac deferila, fazendo com
que n5o se realise para Goyanna, e sim para Naza-
reth, a projectada estrada de ferro de Timbauba.
Pedant a V. Exc. deferiutento. E. 11 M. Fre-
guezia di Timbauba, 4 de outubro de 1873. (Es
lava assignada por 353 cidadaos e seliada com
duas estarnpilhas do sello adhesive-, sendo uma de
duzentos reis e outra de mil reis, devidamente inu-
uiisadas).
film, e Exm. Sr. Tenho a honra de apresentar
:i V. Exc. 0 seguinte parecer sobre as propostas
para a construccao di> uim estrada de ferro, pro-
jectada de Timbauba a Goyanna.
Antes, porem, de comparar as clausulas apre-
-,-ntadas pelos proponentes, pe;o permissao a V.
Exc. para expender algumas eonsideracoes sobre a
tronveniencia da construd.ao da estrada de ferro
de Timbatiba a Nazareth, de preferencia a projec-
i ida para Goyanna.
Moradores de Timbauba enderecaram a V. Exc.
tun abaixo assignado, reclaraando contra a cons-
iruc?ao da estrada projectada para Goyanna, e so-
licitando do governo a preferencia a favor da es-
iiada para Nazareth.
Nao obstante haver exageraeao na avaliacao das
dislaaciai entro Timbauba e Goyanna, segundo
menciouarain os supplican'.es, comtudo acho em
geral proccdentes as allegavoes apreseutadas.
Sent duvida a distancia de Timbauba e iraior
pela direccao de Goyanna do que por Nazaretn,
;em de que, devendo em poucos annos ser cons-
1ruida a estrada de ferro que ligara esta capital a
Nazareth, 0 transporte de passageiros e carga ate
(unbaiiba podera ser ellectuado por este meio, di-
icclamente para esta capital, sem estar sujeito
;vos inconvenientes de baldeai.Oes e demoras era
(ioyanna, causadas por falta de conducgao oppor-
. .na e rapida d'aquella cidade para esta capital.
As vautagens da estrada por Nazareth ja foram
i' conhecidas pela assemblca legislativa provincial,
|06 votou a lei n. 1067, de 1872, autorisando a
-ua construccao.
Ueleva ponderar que a estrada por Goyanna
u:. alimentar e desenvol.er serios iuteresses n'a-
.|aella cidade, 0 que sem duvida deve ser conside-
1 :.do na escolha do melhor tra^o ; no meu fraco
calender, porem, os interesses das localidades pro-
dactoras devem ser attendidos, de preferencia aos
lias localidados inteniicJiaiias, e nao preteridos
p r elles.
Sem embargo desta opiniao, julgo de talalcance
pan 0 augmento dessas localidades a decisao desta
questao, que so 0 governo, com as luzes de que
lispoe, podera com todi a justica escolher 0 me-
ilior traco.
Passo a comparar as duas propo&tas apresenta-
. : uma deltas esta assignada pelos doutores Ger-
sio Campello e Paulo de Oliveira, e a outra pelo
Dr. Miguel de FigueirCa. Na falta de estipula>;Cos
das condi^oes geraes do coutracto, que deviant es-
lar mencionadas nos editaes, torna difflcit a com-
; araijao de cada uma das clausulas de uma pro-
-ta comas correspoudentes da outra, resultando
d ahi que muitas condicoes, que necessariamente
< i vein ser consideradas nos contractos, foram
'-ntretanto omittidas, principalmente em uma das
/ opostas: a amortis.>;ao do capital da empresa,
por exemplo, assim como algumas outras condi-
gOes importantes, nAo sc achain estipuladas na
,'. iineira proposta, porem loram lembradas na se-
guoda.
for esta razao as propostas so podem ser corn-'
pandas em relacao as clausulas mais importantes
^ue foram offerecidas por ambosos proponentes.
Entre as condicoes o.'ferecidas, a que tem rela-
,0 mais directa com os interesses do governo, e
uma das mais importantes, e a que se refere a sub-
vencao pedida e ao capital da empresa. Na pro-
tista dos Drs. Gervasio Campello e Paulo de Oli-
veira a subvencao kilometrica & de trinta e um
. utos, e 0 capital de empresa & limitado a mil e
itocentos contos, ao passo quo 0 Dr. Miguel de
<'igueinia pede uma subvencao de quarenta e
cineo contos e nao limita 0 capital da empresa.
Por tanto entendo que aqueiU proposta e prefe-
;avel a esta, emsora ieja mais deficiente em alguas
juntos.
Finalraente, sendo insufficiente3 as bases, apre-
scntadas nos editaes, seria de toda a justiga que,
i-aso 0 governo nao sa ache habilitado para fazer a
,-colha com 03 dados existences, novamente se
abra a c-incurrencia, mencionando-se nos editaes
as condieSes principaes que devem ser satisfeitas
(1 Ins proponentes. Deus guarde a V. Exc. lllm.
. Exm. Sr. comraendador Henrique Pereira de Lu-
i--na, dign ssimo president da provincia de Per-
itatnbuco. 0 engenheiro civil, Manoel de Barns
Barrett.
N." i03. Pernarabuco. Reparticao das obraj
lublicas, em It de novembro de 1873. Iilm. e
Exm Sr. Em curaprimento do despacho de V.
txc, lancado no parecer do engenheiro Dr. Ma-
noel de Barros Barreto, cobrindo um abaixo as-
.-Igaado dos moradores da freguezia de Timbauba.
. bem assim as propostas para a construccao da
--irada de ferro de Goyanna a Timbauba, com 0
Iiarecer desta reparti^ao e 0 da thesouraria pro-
vincial, cabe-me expenier 0 seguinte :
Acho muito iuslas as razOes apresentadas pelo
Sr. Dr. Manoel de Barros Barreto, quando julga
praferivel 0 prolongaraeiilo da estrada de (erro de
Bsazaritli a funbawa a nova direccao do G:"Tr-.a
Amelia povoatao, nao s..- por es'.as razoes, cotno
porqua a coneessio desta prolongamento e de data
anterior a d'aquella.
Si, porem, V. Exc. jalgar mais conveniente qae
eta seja praferivel, ainda concordo com 0 parecer
do mesine engenheiro, que propoe seja ella nova-
mente posta em pnea.
Devo entretanto ponderar a V. Esc. qae em data
de 11 de seterabro da 1871, em offlcio sob a. 335,
esta reparticio informon duas proposes scbre 0
prolongameDto da estrada de Nazareth a Timbau-
ba. as quaes, pelas condicoes estabelecidas pelos
propen ;ntes, nao animavau), segundo me ;
toxa ac^eltir ncohuma dellas.
Eis 0 quaoto devo levar ao conhecimento de
V. Exc, que resolvent como for de justica. Deus
guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. tir. Henrique
Pereira de Lucena, dignissimo presidente da pro-
vincia. 0 engenheiro chefe, lost Tiburcio Pereira
de ilagalhaes.
ffiE^AMBPCtT"
REVISTA DIARIA.
Deputados provtneiaes. Recebemos
0 resultado do collegio de Granito, pertencente ao
3.* disiricto, 110 qual foram votados :
Camboim 24
Arconcio 2i
Novaes 24
Antonio Paulino 24
Tolentino 23
Attico Leite 23
Alencar Rodovalho 2
Resumo de todos os collegios, com excep-
o5o dos da Bot-Vista e de Ouricury, com 83 elei-
tores, cujo resultado ainda pode influir na apura
cao final :
Dr. Antonio Paulino Cavalcante de A. 212
Dr. Jose Nicolao Tolentino de Carvalho 203
Dr. Arconcio Pereira da Silva 195
Dr. Cincinato A. Cavalcante Ctmboim 188
Antonio Attico de Souza Leite 153
Conego Antonio Jose Firmino de Novaes 130
Dr. Joaquim Francisco Barros Barre'.o 97
Dr. Manoel da Silva Rego 96
Dr. Erancisco Alves da Silva 86
Dr. Fabio A. dos Reis e Silva 80
Autoridade policial.Por portaria da
presidencia da provincia, de 28 do corrento, foi
nomeado 0 alferes do corpo de policia Marcolino
da Costa Raposo, subdelegado da freguezia do
Nos*a Senhora do 0' de Goyanna.
Guardti naoional. Por portarias da pre-
sidencia da provincia, de 26 e 27 do corrente :
_ Foram nomeados para a 3.* companhia da sec-
gao de reserva n. 2, do municipio de Pao d'Alho,
capitao 0 alferes Manoel Alves de Sousa Caval-
cante, e alferes 0 guarda Jose Gomes de Sonza.
Mandi.u-se dar guia de passagem para 0 muni-
cipio de Olinda, a Antonio de Albuquerque Paes
Barreto, alferes da l. companhia do 8." batalblo
de infantaria do municipio do Recife.
Mandou-se aggregar ao 1.* batalhao de reserva
do municipio do Recife, a Francisco Sabino C06-
Iho de Sampaio, alferes da 6.' companhia do 1.*
batalhao de reserva da capital de Sergipe.
Foi nomeado alferes da !.* companhia do J3.*
esquadrao de cavallaria. do municipio do Bom
Conselho, 0 sargento Felix da Cunha Wanderley
Lins.
Collectoria provincial Por portaria
da presidencia da provincia, de 28 do corrente, foi
exonerado 0 bacharel Marco Tullio dos Reis Lima,
a seu pedido, de fiscal da collectoria provincial
do municipio de Cirabres, t foi nomeado para 0
substituir o promolor publico deisa comarca ba-
charel Joaquim Francisco de Barros Barreto.
Exposi^ao Agricola. Amanha, 2 de
dezembro, effectuar-se-ha. a abertura da exposi*
cao agricola, promovida pela sociedade Patriotica
Doze de Setembro, devendo comegar 0 acto as II
lioras da manha, como e sabido, no palaceto da
ordem terceira do Carmo.
A entrada do edificio sera pelo iardim da ordem
terceira do Carmo e a sahida pela rua dos Ossos.
A exposiclo estara franca ao publico das 11 as
3 horas da tarde, e das 6 as 10 da noite.
0 edificio esta esplendidaraente decorado, e a
exposicao, nao obstante a demora havida na re-
messa dos productos, content um grande numero
de artigos.
Que seja 0 mais possivel animada pela concur
rencia da populacio esta fesla toda de iniciativa
particular; e a direccao da Doze de Setembro
sentira devidamente compensados seus sinceros
esforcos.
Vapor Giquia. Ante-hontem, por occa-
siao do embarque de passageiros para este vapor,
da companhia pernambucana, observamos um
facto que alguma cousa depSe contra a alminis-
tracao dessa empreza de transportes maritimos,
revelando que alii nao se cura de por em harmo-
nia os interesses do publico com 0 da companhia.
0 facto a que alludimos foi 0 seguinte, e disse-
ram-nos ter sido a repetijao de innumeros outros
da mesuta natureza:
0 pequeno vapor Giquid apenas comporta 22
beliches em seus camarates, e para esses 42 ju-
gares foram vendidas mais de 30 passagens, vin-
do as3im a ficar mais de 8 passageiros desaloja
dos, e obrigados a dormirem no to Jtbadilho ou na
camara do vapor, mas em todo caso incommo-
dados.
P01 occasiao do embarque de que tratamos, co-
nhecendo alguns passageiros que tinham sido le-
sados, reclamaram contra 0 abuso; mas e claro
que na occasiao foi impossivel dar remedio ao
mal, prcdazido, se nao por ma fe, ao menos por
desleixo de quem tem 0 dever de velar por isso.
A companhia ou a sua administracao devem ter
sciencia de que, se a provincia contribue para as
viagens dos seus vapores com uma pingue sub-
vencao, nao 0 faz senao com 0 proposito de que
os interesses do publico sejam attendidos e nao sa-
crificados ao da empreza ; e, pois, nesta confor-
midade, e indispensavel que ella se atenha as boas
pratieas da hospedagem que os paquetes de ou-
tras corapanhias costumam dispensar aos seus
passageiros, especialraente no que diz respeito as
accommoda^Ses, certa de que, assim procedendo,
tudo teri a ganhar, e melhor cumprira as obriga-
coes do seu contrato com 0 geverno da provincia.
Uma vez que a companhia nio tem numerados
os beliches dos seus vapores, e portanto nao pode
flxar cada passageiro no local em que deve ac-
coramodarse a bordo, e isto na occasiao de dar-
lhe 0 bilhete de passagem ; ao menos convent que,
logo que tenha vendido tantas passagens quantos
so esses beliches, previna disso aquelles que fo-
rem comprar passagem posteriormente, e so Ihes
de bilhete com a declara^ao expressa de que nao
teembeliche. w
S6 por essa forma e que a companhia podera
evitar scenas desagradaveis, como as que tiveram
lugar ao bordo do Giquid, e conseguira manter qs
seus creditos, evitacdo cerisuras, alias muito cabi
das e procedentes.
Nunca e tarde de mais para corrigir os vicios e
abusos ; e nos esperamos que 0 que apontamos,
que nio e 0 unico da companhia, seja quanto an-
tes extirpado. _. k. .
Passamento.Falleceu no Rio dc Janeiro,
ictima da molestia de quo havia tempos soffria, a
ar-
966:579*802
17:775*032
129:122*4 fo
80:349*545
Exraa. Sra. D. Amanda Paranagua, digna con-
sorte do Exm. Sr. con-elheiro Joao Lustosa da Cu-
nha Paranagua, que durante algura tempo admi-
nistrou esta provincia, onde deixou bem fundadas
svmpathias.
Clinica cirargiea.HemetteTatn-nos 0 se-
guinte :
0 Dr. Malachias, cirurgiao do hospital Pedro
II, praticou, no dia 26 do passado, no Sr. Francis
co Gomes do Araujo Peroira, a operacao da 4alha
perineal (prece3so Dulbean) reclamada por um
calculo vesical, ovoide, tendo 53 raillimetros de
comprimento sobre 44 millimetros de largura e
pesando 30 grammas.
A operacao correusem accidente,e 0 doente,
que fei chloroformisado, acha-se actualmente em
bdas condicSes. .
a Ajudarara ao operador 03 Drs. Canha Beltrio
11, Yianna e Andrade Lima.
RendimentosNo mez de novembro
recadaram as seguintes reparticSes :
Alfandega
Capatazia
Consulado provincial -
Recebedoria de rendas geraes
Tentatlva de suicldlo. -No sabbado, as
2 horas da tarde, na rua do Coronet Suassuna,
junto a porta da igreia dos Martyrios-, Gerraano
Antonio de Moraes Carvalho, sundito portnguez,
solteiro, de 62 annos de idade, tentou sulcidarse
disparando um tiro de pistolla 'no ouvido dir.eito,
do que Ihe resultou um ferimento leve. Depois
de medicado pelo Sr. Dr. Goncalves de Moraes, foi
conduzido ao hospital Pedro II.
Reuniao social.Para assistirem a sessJo
solemne de inauguracao da exposicao agricola e
industrial, sao convidados todos os mombros da
sociedade Patriotica Doze de Setembro, para ama -
nha, as 11 horas do dia, no palacete da ordem ter-
ceira do Carmo.
Vapor .Julio Dinfz.Chegou sabbado do
Rio de Janeiro, em direitura, e seguio hontem
para Lisb6a e Porto. Nada adiantou, por ter sahi-
do no mesmo dia em que sahio 0 Douro.
Servico mortuario.Comeca hojc a vi-
gorar 0 contrato celebrado entre a Santa Casa de
Misericordia do Recife e os Srs. Agra & C. para 0
servico mortuario, de accordo com a lei provin-
cial n. 1,121 de 17 de julho do corrente anno.
Navio arrlbado.No sabbado, ao escure-
cer fundeou no lamarao, vindo hontem para den-
tro do porto, 0 vapor italiano Glensannox, de 797
toncladas, procedente de Macao da China, por Ba-
tavia e ilha da ReuniSo, tendo sahido do primeiro
porto a 27 de setembro altimo. Acham-se a seu
bordo 730 colonos chins, que se destinam a Ha-
vana.
Veio refrescar e tomar carvao, e segue depois
a seu destino.
Vapor Para.Sahio do porto do Beldm pa-
ra 0 nosso, pelas respectivas escalas, no dia 30 de
outubro.
Para Portugal.0 vapor portuguez JW10
Mil's trouxe do Rio de Janeiro, em transito para
Portugal, 90 passageiros.
luizado de paz.-Era consequencia de ser
amanha dia feriado, a audiencia do juizo de paz
da freguezia de Santo Antonio fica tratsferida
para 0 dia immediate quarta-feira.
Vapores esperados. -A 4 do corrente, 0
inglez Britannia, de Calhao e escalas; a 6 0 fran-
cez Mendoza, do Rio de Janeiro e Bahia, e um
brasileiro da companhia Bahiana, da Bahia e es-
calas ; a 8, 0 inglez Cuzco, e 0 francez Rio Gran-
de, da Earopa.
Ordem do Cruzeiro.E' hoje e dia an-
niversario da creacio da imperial ordem do Cru-
zeiro
Pagadoria de fazenda.Nesta estagSo
pagam-se hoje as seguintes folitas: presidencia,
faculdade de direito, relacao, prets e folhas dos
offlciaes, thesouraria. Os funccionarios que dei-
xarem de receber neste dia, so poderao faze lo do
oitavo dia otit em diante.
Hospieio de alienados. Damns em
seguida mais donativos para as obras deste esta-
beleciraento :
Cidade de Caruarii, era 9 de novembro de
1873. -Exm. Sr.Tendo V. Exc. nos encarregado
de abrir nesta comarca uma subscripcao, convi-
dando a rent com 0 seu obolo para a construccao de um
asylo de alienados in cidade do Recife, aceitamos
com prazer a commissao e procuramos desempe-
nha-la, podendo apenas obter, como consta da re-
lar.i'j junta, a quantia tie cento c sete mil reis, a
qual inclusa enviaraos a V. Exc. Ficamos dili-
genciando a adquisigao de mais donativos, que
remetteremos logo que os obtivermos.Deus guar-
de a V. Exclllm. e Exm. Sr. commendador Dr.
Henriqne Pereira do Lucena, dignissimo presi-
dente da provincia. Antonio Buarque de Lima,
Elisiario Augusto de Moraes.
Dr. Antonio Buarque do Lima
Elisiario Augusto de Moraes
Capitao Domingos Ferreira de Macedo
Capitao Joso Alves Camello
Tenente Antonio Velho de Oliveira
Capitao Thomaz Ferreira da Cunha
Tenente Clementino Accioli Lins
Manoel Calisto de Souza
Tenente Pedro Maxiraiano de 0. Mello
Joaquim Rtbeiro Campos
Joao Joaquim Ribeiro Campos Filho
Arsinio Cardoso Ribeiro Campos
Damiao Mendes Saraiva
Ricardo Fonceca de Medeiros
Agostinho Leocadio Vieira
Major Jose Cordeiro dos Santos
Tenente-coronel Isidoro F. Botelho
Alferes Hermogenes Braulio Ferreira
Manoel Rodrigues Telles
Severiano Fiorentino Leite
Joao Lourenco de Sobral
Manoel de Souza Serodes
Manoel Pereira Quaresma
Major Francelino Guilherme de Azevedo
Joaquim Barbosa de Moraes
Ignacio de Siqueira Passos
Jos6 Francisco de Barros Lins
Alferes Felix Antonio de Atcantara
Tenente Antonio Francisco do A. Pereira
Joao Candido de Oliveira
Antonio Joaquim de Siqueira
Capitao Francisco Rodrigues Porto
Capitao Miguel Archanjo de Mendonca
Vicente Ferrer de Albuquerque
Joao Ferreira Villela de Araujo
Wenceslao de Carvalho Paes de Andrade
< Gabinete da presidencia de Pernarabuco, era
25 de novembro de 1873.Hints. Srs. Drs. Anto-
nio Buarque de Lima e Elisiario Augusto de Mo-
raes.Em data de 9 do corrente reraetteram-me
Vv. Ss. a quantia de cento e sete mil reis (107*)
acompauhada da lista dos respectivos contribuin-
tes, para ser applicada a obra do asylo de aliena-
dos. Agradecendo a Vv. Ss. a bondade com que
acollieram 0 meu appello, no sentido de abrirem
nessi comarca uma subscripcao era beneficio des-
so importante e humanilario eslabelecimento,
cumpre-me louva-los pelo raodo honroso por que
daserapenharam semelhante incumbencia, dignan-
do-se de serem tambem subscriptores. Resta-me
pedir que transmittam em meu nome aos demais
cidadaos consumes da relacao aciraa referida os
meus prolestos de agradecimentos, e dar a Vv Ss.
as minhas segurancas de esiiraa e consideracSo.
De Vv. Ss. amigo ttento, venerador e criado.
Henrique Pereira de Lucena.
Instruccao pnbliea Pela secretaria da
directoria geral da instruccao publica se publica
que, nao estando ainda em vigor a lei provincial
n. 1,124 de 17 djjunho ultimo, os profassores pu-
blicos de instruccao primaria dtvem continual' a
ob-ervar 0 disposto no art. 24 do regulamento in
terno, organisado era virtude do 7.* do art. 3."
da lei n. 369 de 14 de maio de 1855, sob as penas
que ella impoe.
Impost os pro vinclaes. Comeca hoje a
correr 0 prazo de trinta dias uteis para pagamen-
to, livre de muita, dos impostos provinciaes da de-
cima urbana, e de 5 por cento sobre ? renda dos
bens de corporators de mao morta, correspondea-
tes ao exerclcio corrente de 1873-1874.
Gazeta Juridica. 0 n. 47 desta pnbli-
cacJo content:
Gazeta Juridica: Pena de morte : 1.* Entre
n63 e uma dura necenidade : 2.*, Sentimento po-
pular e do jury sobre esta lei : 3., Nossa legists
cao a tal respetto e Oemencia Imperial. -Jaris-
10*000
10*000
2*000
2*000
1*000
2*000
2*000
2*000
1*000
2*000
-2*01X1
2*000
1*000
2*000
2*000
5*000
5*000
5*000
1*000
2*000
1*000
3*000
10*000
10*000
1*000
2*000
1*000
24000
5*000
1*000
2*000
2*000
2*000
UOM)
1*0 JO
2*000
diccao Civil: 1., Sentenca que julga boas as con-
tas de tutor, sao 0 dispensa, no juizo conlencioso,
de provar a exactidao de taes coutas 2., autori-
sa;ao do juiz de orphaos e precisa para validar
despezas avultadas feitas por tutor.I.0, Td'sta-
mento mititar : como tal nao vale 0 que em sua
casa e feito sem as solemnidados da lei, por sol
dado ou official que parte para a guerra ; 2.,
Nao vale como nuncuitativo ou privailo 0 testa-
mento assignado por 4 tostomunltas, e feito por
3U8111 esta desaiile. Fazeada municipal nao goza
a via executiva para cobranca de suas rendas c
alcances do procurador.Nullo e 0 processo cuja
conciliacao 6 feita par procurador sem poderes cs-
paciaes e illimitados. -Escripto particular, cuja
f6rma e confessada, prova debito superior a taxa
da lei. -Appeltacai de sentenja que homologa ar-
bitramento de libertando, embora interposta pelo
senltor deste, e reeebida em ambos os effeitos
Venda de madeiras c mercantil quando feita a
empreiteiro e para construccao de casas.Juris-
diccao Commercial : l.m, Nulla e a execucao so-,
bre bens de raiz, sem citacao da mulher do exe-
cutado ; 2 *, Appella;ao devolve todo conhecimen-
to da causa e seus incidontes ao Tribunal supe-
rior, embora sobre algum delles nao houvesse de-
cisao em I.* instancia. Nullo 6 0 processo quan
do, para ulle, e citado procurador do reo que des-
te so recebera poderes para tralar do outra causa
embora sounexa. Jurisdiccao Criminal : l.,
Competencia nos processos por falsificacao da la-
tras do thesouro ; 2., Nao constitue nullidade (.1)
a falta da corapareciraento ou inquiricao de teste-
munhas ante 0 jury, se as paries nao reel a mam ;
(b) a irregularidada do quesito sobre uma aggra-
vate, quando nao influe na pena ; 3., ijondem-
nacio por 7 votos. Queixa podo dar 0 geuro
contra a sogra ? Competencia teem os juizes de
direito das comarcas especiaes, nao so para jal-
gar como para instaurar os' processos pelos cri-
mes do art. 12 7." do Cod. do Proc Criin
Dinheiro. -0 vapor Bahia levou de nossa
praca para :
Maeeifi 34:124*700
Bahia 7:420*970
Rio de Janeiro 244:0)0*000
sendo desta parcclla 232:000* para 0 thesouro
nacional.
0 vapor Giquid levou para :
Natal 27:000*00)
Parahyba 43:030*000
Mossord 16:000*000
0 vapor Mandahu levou para :
Penedo 1:100*000
Maceio 20:000*000
ados estatistieos. Das informacoes
existentes na directoria geral de estatistica consta
0 seguinte quanto a provincia de Pernarabuco :
Divisao adrainistrativa. -Conta 39 municipio.-, 7
cidades e 32 villas, 70 parochias e 1 curato.
Cidade.Recife, Nazaret, Goyanna, Olinda, Vic-
toria, Rio Formoso e Caruarii.
^ Villas.Pao d'Alho, Itambii, Iguarassii, Liraoeiro,
Ctbo, Ipojuca, Escada, SerinhSem, Gamaleira, Bar
rairos, Agua Preta, *. Bonto, Bouito, Bezerroi, Bom
Conselho, uaranhnns, Buique, Villa Bella,Floras,In-
gazelra, Brejo, Cimbres, Tacaratu, Ftoresta, Cabro-
bo, Exi'i, St'.guoirj, Boa Vista, Villa Nova da Boa
Vista, Ouricury, Bom Jardim e Triumpho.
Parochias. S. Pedro Goncalves, Santissirao Sa-
cramento de Santo Antonio. S. Jose do Recife, San-
tissirao Sacramento da Boa-Vista, Ntssa Senhora
da Graea da Capuaga, Nossa Senhora da Paz dos
Afogalos, Nossa Senhora da Saude do Poco da
Panella, Nossa Senhora do Rosario da Varzea, S.
Lourenco da Malta, Santo Amaro de Jaboatao e
Nossa Senhora do Rosario de Muribeca, que for-
raam 0 municipio da capital; Divine Espirito San-
to Jo Pai d'Alho, Nossa Senhora da Gloria do
Goita e Nossa Senhora da Luz, 0 de Pao d'Alho;
Nossa Senhora da Conceicao do Nazareth e Santo
Antonio de Tracunhiem, o da Nazareth ; Nossa
Senhora do Rosario de Goyanna, Nossa ienhora
do 0' de Goyanna e S. Lourenco da Tejucupapo,
0 de Goyanna; Nossa Senhora do Dastcrro de
Itambe e $.' Vicente, 0 de IbusM : S. Salvador da
Se, (curato), S. Pedro Martyr e Nossa Senhora dos
Prazeres dc Maranguape, 0 de Oliunda; Santos
Cosmc 0 DamiAo de Iguarassii e Nossa Senhora da
Concei;ao de Itamaraca, o de Iguarassii; Nossa
Senhora da \presenta5i0 do Limoeiro 0 Santo
Amaro de Taquaretinga, 0 de Limoeiro; Santo
Antonio do Cabo, 0 do Cabo; Nossa Senhora do 0'
de Ipojuca, 0 de Ipojuca ; Santo An'iio da Victo-
ria, 0 da Victoria; Nossa Senhora da Conceicao
da Escada, 0 da Escada ; Nossa Senhora da Con
ceicao de SerinhSem, 0 de Serinhaem ; Nossa Se-
nhora da Penha de Gamelfeira, 0 de Garaelleira ;
S'ossa Senhora da Conceicao de S. Jose do Rio
Forranso e Nossa Senhora da Purificacao e S. Gon-
calo de Uaa, o do Rio Formoso; S. Jose do Bar-
reiros, 0 de Barreiros; S. Jose da Agonia da Agua
Preta, e Nossa Senhora da Conceicao dos Montes, 0
de Agua Preta; Nossa Senhora das Ddres de Ca-
ruarii, S. Caetano da Raposa, Nossa Senhora do
0' do Altinho, Senhor Bom-Jesus de Panetlas e
Nossa Senhora da Conceicao do Quipapa, 0 da Ca-
ruarii; Senhor Bom Jesus dos Afflictos de S.
Bento, 0 da S. Bento ; Nossa Senhora da Concoiclo
do Bonito, 0 do Bonito ; S. Jose dos Bezerros e
Sant'Anna do Gravata, 0 de Bezerros; Jesus, Ma-
ria, JosS de Papacaca, 0 de Bora Conselho; Santo
Antonio de Garanhuns, 0 de Garanhuns; S. Felix
de Buique e Nossa Senhora da Conceicao da Pedra,
0 de Buique; Nossa Senhora da Penha de Villa
Bella, 0 de Villa Bella; Nossa Senhora da Concei-
gio de Pajed de Floras e Nossa Senhora das Doras
do Triumpho, 0 de Floras; S. Jose de Ingazeira, 0
de Ingazeira ; S. Jose do Brejo da Madre de Deus
e Santa Aguoda da Pasqueira, 0 do Brejo; Nossa
Senhora das Montanhas de Cimbres e Nossa Se-
nhora da Conceicao da Alagoa de Baixo, 0 de Cim-
bres ; Nossa Senhora da Saude de Tacaratu, o de
Tacaratii; Senhor Bom Je3us dos Alfliclos da Fa-
zenda Grande, 0 da Floresta; Nossa Senhora di
Assumpcao e S. Goncalo de Cabrobo e Sant'Anna
de Leopoldina, 0 do Cabrobo ; Senior Bom-Jesus
dos Afflictos do Exu', 0 de Exu'; Santo Antonio
do Salgeiro, 0 do Salgueiro; Santa Maria Rainlta
dos Anjes de Petrolina, 0 de Boa-Vista; Santa Ma-
ria de Boa-Vista, 0 da Villa Nova da Boa-Vista;
S. Sebastiao de Ouricury, 0 de Ouricury : Sant'An-
na do Bom Jardim, 0 de Bom-Jardira ; Nos>a
Senhora da Conceicao de Aguas-Bellas, 0 do
Triumpho.
Divisao ecclesiastica.Faz parte da diocese de
Olinda e tem 70 parochias e am curato sujeitas a
unica vigararia geral do bispado.
Divisao eleitoral.Divide-se em cinco distric
tos eleitoraes, com 36 collegios e 71 assembleas
parocbiaes.
Ao Cdistrieto pertencem os collegios seguintes :
capital e Pao d'Alho; ao 2 districto, Nazareth, Li-
moeiro Goyanna, Itambe', Iguarassii e Olinda; ao
3* districto, Cabo, Ipojuca, Victoria, Escada, Seri-
nhaem, Rio Formoso, Barreiros e Agua-Preta; ao
4*, Caruarii, Panetlas, S. Bento. Btnilo, Bezerros,
Garanhuns, Bom Conselho, Buique e Aguas-Bellas;
ao 5, Villa Bella, Pajod de Flores, Ingazeira, Bre-
jo, Pasqueira, Tacaratii, Faienda-Grande, Petroli-
na, Oaricury, Cinrobo e Exii.
Assemblers parochiaes.Santissimo Sacramento
de Santo Antonio, S. Jose do Recife, S. Pedro Gin-
calves, Santissirao Sacramento da Boa-Vista, Nos-
sa Senhora da Graea da Capunga, Nossa Senhora
da Saude do Poco da Panella, Nossa Senhora da
Paz dos Afogados, Nossa Senhora do Rosario de
Muribeca, Santo Amaro de Jaboatao, Nossa Se-
nhora do Rosario da Varzea e S. Lourenco da Mat-
ta, que formac 0 collegio da capital; Divino Es-
pirito Santo do Pao d'Alho, Nossa Senliora da Glo-
ria de Goita e Nossa Sanhora da Luz, 0 de Pao
d'Alho; Nossa Senhora da Conceicao de Nazareth
e Santo Antonio de Tracunhaem, 0 do Nazareth ;
Nossa Senhora da Apresentac^io do Limoeiro, Santo
Amaro de Taquaretinga e Sant'Anna do Bom-Jar-
dira, 0 de Limoeiro ; Nossa Senhora do Rosario de
Goyanna, Nossa Senhora do 0' de Goyanna e S.
Loorenco de Tejucupapo, 0 de Goyanna; N*ssa
Senhora do Destorro do Itambe e S. Vicente, 0 do
Itambe ; Santos Cosine e Damiao, de Iguarassii e
Nossa Senhosa da Conceicao de Itamaraca, 0 da
Iguarassii; S. Salvador, S. Pedro Martyr e Nossa
Senhora dos Prazeres de Maraaguape, 0 de Olinda ;
Santo Antanio do Cabo, 0 do Cabo; Nossa Senho-
ra do 0' de Ipojuca 0 de Ipojuca; Santo Antao da
Victoria e Nossa Senh.,ra da Conceicao da Escada,
0 da Escada; Nossa Senhora da CoriceicSo de Se-
rinhajnt e Nossa Senhora da Penha de Garaelleira,
0 de Serinhiera ; Nossa Senhora da Conceicao de
S. Jos6 do Rio Formoso, Nossa Senhora da Purifi-
cacao c S. Goncalo do Una, 0 do Rio-formoso ; S.
Miguel do Barreiros, 0 da Barreiros; S. Jose da
Agonia da Agua Preta a Nossa Senhora da Con-
ceicao dos Montes, 0 da Agua Preta ; Nossa Senho-
ra das Dores de Caruani, S. Gaotano da Raposa e
Nossa Senhora do 0' do Alt.nho, 0 de Caruard ;
Senhor Bom Jesus de Paneltas e Nossa Sen'iora da
Conceicao de Quipapa, 0 da Panellas; Senhor Bom
Jesus dos Afflictos de S. Banto, 0 deS. Bento; Nos-
sa Senhora da Conceicao do Bonito, 0 de Bonito ;
S. Jose dos Bezerros e Sant'Anna do Gravata, 0 de
Bezerros; Santo Antonio do Garanhuns, 0 de Ga-
ranhuns ; Jesus, Maria, Jose de Papacaca, 0 de
Bom Conselho ; S. Felix da Buique 0 Nossa Se-
nhora da Conceijio da Pedra, 0 de Buique ; Nossa
Senhora da Conceicao de Aguas Bellas, 0 de Aguas
Bellas; N. S. da Penha da Villa Bella, 0 de Villa
Bella ; N. S. da Conceicao de Pajeu' de Flores e N.
S. das Dore3 do Triumpho, 0 da Pajeu" de Flo-
ras ; S. Jose de Ingazeira, 0 de Ingazeira ; S. Jose
do Brejo da Madre de Deus, 0 do Brejo ; Santa
Agueda da Pesqueira; Nossa Senhora das Monta-
nhas de Cimbres e No*sa Senhora da Conceicio da
Alagoa de Baixo, 0 da Pesqueira; Nossa Sa'nhora
da Saude de Tacaratu', 0 de Tacaratu'; Senhor
Bora Jesus dos Afflictos da Fazenda Grande, 0 da
Fazenda Grande; S;,nta Maria Rainha dos Anjos
da Petrolina e Santa Maria da Boa-Vista, 0 de Pe-
trolina ; S. Sebastiao de Ouricury, 0 de Ouricury ;
Nossa Senhora da AssurapcJo e S. G)oc.alo de Ca-
brobo, Sant'Anna da Leopoldina 0 Santo Antonio
do Salgueiro, 0 da Cabrobo; a Senhor Bom Je3us
dos Afflictos de Exu', 0 do Exu'.
Elegc 39 deputados provinciaes, 13 deputados
geraes e 6 senadores.
Conta 2,025 eleitores 0 108,367 votantes.
A camara apuradora do 1* districto e a da ca
pital, a do 2- districto a de Nazareth; a do 3* a da
villa do Cabo; do 4* a de Caruaru e do 5> a de
Villa Bella.
Instrucijao.Contava a provincia no anno findo,
345 escolas publicas de instruccao primaria, 196
para raeninos e 149 para raeninas; foram frequen-
tadas por 9,062 alumnos, 5,643 do sexo masculi-
no e \,\ \9 do feuilntuo.
Existiam raais 111 escolas particulares, 58 para
meninos e 33 para maninas: frequentadas por
1,272 alumnos, sendo 877 do sexo masculioo e 395
do feminino.
A instrucgao secundana publica e dada em 7
estabelecimentos que tiveram a frequencia de 260
alumnos, a a particular em 31, para meninos 21 e
para meninas 10 com a frequencia de 511 alum-
nos, 410 do sexo masculino e 101 de feminino.
Tem, pois, a provincia 494 estabelecimentos de
instruccio primaria e secundaria, 352 publicos e
142 particulares, qua foram frequentados por
11,105 alumnos de ambos os sexos, 9,322 nos pu-
blicos e 1,783 nos particulares.
A despezi com a insiruccao foi oreads em.....
459:959*166.
Renda. A renda geral no exercicio de 1869 a
1870 subio a 13,617:636*588 e a despeza a......
4,217:021*995
A lei n. 1,061 de 13 de junho de 1872 orcou a
despeza provincial para 0 exercicio de 1872 a 1873
em 1,427:792*524.
Bibliotheca. Exislem nessa provincia tras Jes-
ses estabelecimentos. Dous na freguezia de Santo
Antonio, municipio da capital, a bibliotheca pu-
blica e 0 gabinete portuguez do leitura ; e na fre-
guezia da Boa-Vista, municipio do Recife, a biblio-
theca da faculdade de direito.
Content a priraeira 959 obras em 3,483 volumes
dos quaes 708 impressas no imperio. Teve no an-
no findo a frequencia de 522 pessoas, que consul-
taram 535 obras.
A segunda content 4,903 obras em 9,465 volu-
mes, sendo534 impressas no imperio. A frequen-
cia foi de 30 pessoas, termo medio, por dia que
consultarara 90 obras, termo medio, tambem
por dia.
Finalmenle, content a terceira 644 obras em 2,472
volumes.
I.oteria. A que se acha a venda 6 a 77.*
a beneficio da matnz do Bom-Jardira, a qual corre
no dia 3 de dezembro.
Leilao.Hoje effactua 0 agante Martins, as
11 horas do dia, 0 leilao de cautelas dadas era pe-
nhor, constando de objectos de brilbante, ouro e
prata : ao sobrado da travessa da rua das Cru-
zes n. 2 (casa de penhores).
Terca-feira effectua o mesmo agente 0 lei-
lao do moveis e massa de tomate, pertencente ao
espolio de Joaquim Simao dos Santos, no segundo
andar do sobrado n. 42 do pateo do Tergo, as 11
horas do dia.
Casa de deteneao.Movimento do dia
*8 de novembro de 1873:
Existiarn presos 310, sahirara 6, existent 304.
A saber :
Nacionaes 233, mulheres 7, estrangeiros 25,
etcravos 32, escravas 7.Total 304.
Alimentados a costa dos cofres publicos 249.
Passageiros.Sahidos para os portos do
sul no vapor nacional Bahia :
Dr. Manoel do Naseiraento Pontes, Livino Viei-
ra, A. Cariieiro, Irineo Lima Verde, Francisco
Tavares da Costa, Eduardo Schmary, Antonio Jose
Pinheiro da Silva Nery, Melchiades Garcia, Fran-
cisco da Silva Azevedo, Dr. Jose do Prado Baptis-
ta, Miguel Alves Feitosa, Eduardo Jayrae de Arau-
jo, Marcolino de uliveira Castanha, Antonio Jose
de Almeida Costa, Dr. Antonio R. G. Correa, Dr.
Joaquim Pereira Arraes e 1 irmio, capitao Anto-
nio Maria de Castro Delgado, Francisco de Paula
Neves, Antonio Guimaraes Bastos, Libania Bar-
reiros, Isaias Balbino dos Santos Arruda, conego
Dr. Luiz Francisco N. Pelinca, Nathay Wlim, M.
Domingues da Silva, Mathaus Nogueira Branda*.
Bernardino Francisco Junqueira, Braga Irmao,
Demetrio E. da Costa, Felippe Pereira Nabuco de
Araujo e 1 criado, Liberalino da Costa Guedes,
Dr. Jovino Arthur de Cerqueira Maia, Lidio Ro-
mero e 1 criado, Dr. Thomaz Francisco das Cha-
gas Muniz 0 2 criados. Otto N., Dr. Joaquim Ay-
res da Silva Costa, Dr. Jos6 Lins Soares, Manoel
de Oliveira Maia, Francisco da Rocha Santos, D.
Amelia Gomes da Silva Torres e 2 filhos, Dr. Hen-
rique L. Soares da Camara, Julio Cesar Leal, Jose
Antonio da Camara (africano livre) e sua mulher,
Felicidada Maria da Conceicao (africana livre),
Isidoro Jose Gonjalves (idem), Maria Francisca da
Conceicao, ex-voluutario Pedro Siraoes da Silva,
Carlos Buchete, Manoel Pinto da Cunha Coutinlio,
Candido d'Arauio, Rosa Maria da Conceicao e 1
fltho, Natomel Fernandes de Araujo. Izidra, Jose
Joaquim Fontes GnimarSes, Felisberto Araancio da
Silva, Agostinho Francisco Ramo3, Jose da Silva,
2 soldados, 12 recratas e El escravos a entregar.
Sahiaos para 0 ilorte no vapor Gdynia :
Jose Victor Machado, Clarinla Ferreira da Sil-
va, Azevedo Silva e 1 irmt manor, Laoniio Gargel
do Amaral, Josa de Htllanda, Joaquim da Fonceca
Barbosa, Manoel Basilio Hrito Guedes, Manoal Au-
gusto da Oliveira, R tgerio Correa Cedrira, Geuul
Augusto de Moraes Bbttencoart e 1 criado, Fran-
cisco Laal de Miranda, Aureliano Clementino de
Medeiros, Fortunato Elisio de Hollanda, Jo-f
Ignacio Fernandes Bastos, Geoaina Moreira a 1
criada, Raymundo Alexandre Pereira, RicaVL) ^
Barbosa Mooteiro e 2 meninos, Augusto EmiTta
Fonceca Galvao, sua senhora e 1 criado, Eneas
d'ArrouxallasGalvao, Joao Lins Ferraira Ribeiro
e 1 escravo, Jose Faustino Porto, Francisco Ca-
raillo de Hollanda, Antonio Camillo 4e Hollanda.
Julio Moreira Barros, Joao Augusto de Athayde.
Alvaro de Carvalho a 1 irmit manor, Antonio
Manoel da Costa Barros, Henrique Dorainzues da
Silva, B. Antonio da Silva Ant anas e 1 criado
Juvancio Freire Marinho, Domingos Olyrapio Bra-
ga Cavalcanti e 1 criado, Antonie Raymundo Bra-
ga Cavalcanti, Francisco Bazerra Cavalcanti de
Albuquerque, Adolpho Paulino da Silva, Amaro
Barreto de Albuquerque Maranhao, Fabricio Go-
mes Padroza, A. Kraeraer.
Sahidos para 0 sal no vapor Mandahu :
Izidro AMianazio de Vasconcetlos Teixeira, Sil-
vino Florencio de VasconcellosTeixeira, Francisco
Lopiis, Maria Benedicta Gomes de Souza e 1 cria-
da, Clarinda Isabel de Araujo Caldas, Jose Martins,
Jose de Castro Montairo.
Cemlterio publico. Obituario do dia 2H
lo novembro :
Libania, branca, Pernarabuco, 4 boris, Graea :
espasmo.
Ignacia Maria das Candeias, parda, Pernambaco.
30 annos, solteira, Boa Vista, hospital Pedro II :
tube culos pulmonares
Antonio, escravo, pardo, Pernambuco, 35 anno--.
S. Jose; anazarca.
Manoel, pardo, Pernambuco, 7 annos, Graea ;
variolas
Joaquim Ferreira Segundo, pardo,- Ceara, 39
annos, solleiro, militar, Boa-Vista ; pneumonia.
Fiorentino Victalino dos Santos Falcao, branco,
Pernarabuco, 14 annos, S. Jose ; variolas.
Bernardina, escrava, preta, 48 annos, Afogados;
encephalite.
Francisco Lino da Costa, pardo, Rio Grande do
Norta, 20 annas, solteiro. Boa-Vista, hospital Pe-
dro II ; pneumomia dupla.
Vondre Anje Maria, branco, Franca, 31 annos,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II; febre ama-
refit.
Miooel, pardo, 9 annos, Santo Antonio ; hepa-
tite.

t HKI1NU A Jl DM 1ABIJL
TItllll V II. DA RELACAO.
SESSaO DE 29 DE NOVEMBRO D 1873.
HKM5K.SC IA DO KXM. SR. COXSKLUB1BO CAKTAiS )
SANTIAGO. .
Secretario Dr. rtrgilto Coelho.
as 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
iiubargadores Silva Gnimaries, Reis e Silva, Al-
meida Albuquerque, Doria, procurador da coroa,
Domingues Silva, Regueira Costa, Araujo Jorge.
Souza Leao e Neiya, fattando com causa 0 Sr.
deserabargador Lourenco Santiago, abrio-se a
sessao.
JULGAIiKNTOS.
Ag_gravos de peticao.
Aggravante Joao Maria Cordeiro Lima. Juizes
os Srs. deserabargadores Domingues Silva, Doria
e Neiva. Oeram provimento.
Aggravante Andre Barbosa Soares. Juizes os
Srs. deserabargadores Regueira Costa, Domingue:
Silva e Silva Guimaraes.- Negou-se provimento.
Aggravante bacharel Antonio Annes J. Pires.
Juizes os Srs. desembargadores Souza Leao, Re-
gueira Costa e Silva Guimaraes. Nao tomaram
conhecimento por nao ser caso de aggravo.
Agrivante D. Rita Firrama de Almeida. Juizes
os Srs. desembargadores Araujo Jorge, Accioli e
Regueira Costa. -Nao se toraou conhecimento.
Recursos crimes.
De Bananeiras.Rccorrente 0 juizo, recorrido
Manoel de Freitas Galvao e outros. Juizes os Srs.
desembargadores Souza Leao, Araujo Jorge, Do-
mingue. Silva c Accioli.Improcedente.
Da Sant'Anna. Recorrente 0 juizo, recorrido
Francisco Goncalves de Carvalho e outros. Jui-
zes os Srs. desembargadores Araujo Jorge, Reis e
Silvt, Silva Guimaraes e Neiva.Improcedente.
Da Victoria.Recorrente 0 jnizo, recomdaAg-
gripina, liberta. Juizes os Srs. deserabargadores
Neiva, Araujo Jorge, Regueira Costa e Silva Gui-
maraes. Improcedente.
Carta testemunhavel.
Aggravante Antonio Joaquim Salgado. Juizes
os Srs. desembargadores Domingues Silva, Silva
Guimaraes e Araujo Jorge.Deu-se proviroentu.
Habeas corpus.
Paciente Jose Pedro de Mello. Relator 0 Sr.
desembarsador Regueira Costa.Concederam or-
dem para a sessao de 6 de dezembro futuro.
Pacientes Marques Santos & C. Relator 0 Sr.
desembargador jbouza Leao.Concederam ordeut
para a sessao de 13 de dezembro futuro.
Appellacoes crimes.
DoCaio.Appellante 0 juizo, appollado William
Sco'tt.Iraproeelente.
De Serinhiem. Appellante 0 juizo, appellad 1
Antonio Florencio da Paixao A novo jury.
De Bom Jardim.Appellante Severino Jose dos
Passos, appellada a justicaAnnullou-se 0 pro-
cesso da pronuncia inclusive! em diante.
De S. Quiteria. Appellante Thomaz de Aquino
Souza, appellada a justiga. Adiada.
PASiAGKNS.
Do Sr. deserabargador Reis e Silva ao Sr. des^ -
erabargador Almeida Albuquerque:
Appellacoes civeis.
Appellante 0 barao de Bemfiea, appellados Je-
ronyrao Delsuc e outros ; appellante Jose Alves
de Farias appellado Jose Pereira de Araujo, ap-
pellantes Saunder Brothers & C, appellado Josus
Materno de Azevedo Santos.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Accioli :
Appellacao civel.
Da S. Miguel.Appellante 0 major Jose Gued >
Nogueira, appellado Epaminoadas do Rego Vieira.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do Recife. -Appellante Manoel Zeferino do Sa-
les, tutor dos orphaos de Luiz de F. Souto.
Da Imperatriz. Appellante Antonio Barrozo
Va ente, appellado Jose Furtado Barbosa.
Ao Sr. desembargador Aronjo Jorge:
Appellacao crime.
Do Rio Grande do Norte. Appellante 0 joizo,
appellado Joao Coelho da Costa.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembaif-
gailor Domingues Silva :
Commercial.
Appellante Manoel Rodrigues Teixeira, appella-
dos herdeiros de Henrique de Miranda Henriquas
e outros.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues Silva :
Appellacoes civeis.
Do Bonito.Appellante Francisco P10 da Silva
Valenea, appellaaos D. Josepha Joaquina Bezeri'a
de Mello.
:Oo Recife.Appellante Jose Dia3 Guimaraes,
appellado bacharel Joio Ferreira da Silva Guima-
raes.
Embargo remeltido.
Dc S. Joao.-ErabargaatcsLiuo, Pacifieo, Littja
. y
^
I aiGtVR
1' IIHI iilMtim "
lj
' p. I


iD
aA*i au oaaki\Ju m i AauMH^fl*f^mbuco
nrz
Segmwk fcira 1 dc Dezembro de 1873.
-------------------^ft-


-
oulrns, embargados padre Paui"in> &Hfa/t',
Santos Imrbostt e outros.
Ao Sr, dcsaWBMBidurLonnaiqo.Snijiiago : .
Do Recife. toptjftUr Jose Alvos B.arhusa, ap
peil&do AntoniMJtuUpza Braz.
Do St. desejfroarg.nd.r D>miiTgaes 9ilva*ao-SM
d'-sembirRa(loroiLeao : .
Appcuac5es civeis.
De Cimbres.AppeliaijJo Jos6 Ferrair* de Mel-
lo, appellado Jose Martins Leitao.
Da Victoria.Ajpallantes Gonealo Jose de Bar-
ims e outros, appellados Manoel Gomes do Hego e
outros.
Do Sr. ileeinj^ador Souza l.eao ao ?r. des-
embargador Neiva:'
AppellacTvo civel.
Appellants herdeirnde Manoel l.uiz da Veiga,
appellada a fazenda national.
Do Sr. ieeeinbargador Regueira Costa ao Sr
desembaraflor Souzi-Leao :
Appella.ao civel.
Di Recife. Appellante Salvador do Snqneira
Cavalcaiiti, appellado Joaquim Salvador IVssoa de
Siqaeira Cavalcanti.
Do St. desemhargadar Aranjo Jorge ao Sr. des
embargad or Xeiva :
AppeUanao crime.
Ba Atalaya. Appellante Pedro Camaraluba,
appellada a' justice.
Appetlarlo civel.
Bo Recife. -Appellante UislidesDuarte Gama.
appellado Joaquim F. de Albuquerque Santiago.
Do Sr. desemliargadar Neiva ao Sr. desembar-
gador Silva Guimaraes:
AppeHitcao crime.
De S. Joao.Appellaptc o juizo, appellado Jose
MaoOel de Lima, escravo.
Appelliicao civel.
Do Recife. -Appellant's Man ml da Silva
A. C, apjjellado Manoel Joaqcim Pessoa.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De Garauliuns. -Appellante Joaquim Lourenco
de Hello, appe&ulj Pedro do Hugo Chavcs.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador procurador da justica :
Appellante Claudraa Alves de Aquino, appellada
a justica ; appellante Zaferino Vieira Sachado,
appellada ajnstiea-; appellante Bernard in i Jose
dos Santos, appellada a justica ; apellante o juizo.
appellada So-o. Antonio Cavalcanti; appellante
Tli' az de Aquino Sanaa, tppellada a justice
Assignou-se dia para julgauiento dos feito?
seguiutes:
AppeHacoes crimes.
At pellaiite Severino Jose dos Passos. appellada
a justica; appellante Antonio Alves das Santos,
app'-llada a justica : appellante 9 juizo, appellado
William Scoil.
Appellacoes civeis.
Da Recife.Appellante hachareJ Lui/. Rodrigues
Villares, appeliaH is Francis; Ma-.halo da Cunlia
Pedrosa a outros ; appellants herleiros de Ma-
noel An'nio da Silva Rp, appellad ) Joaquim Jo-
se Alvas He Alliiiqu srque : appelkintd Malhias Co-
pes do vista Maia, apoellilo lose Joapiiai de
Castro Moimi., appellante Jos6 %iaia Sodre da
Motta, appellado Dr. Symphronio'Cesar Cauiitiho ;
appellant',' Antonio Duartc Carneiro Vjanna, ap-
pcfiado Joio llaptisia Homes Peima ; appellante
I ise Jacnii'e ffasso, appellado Manoel Alvcs Bar-
bosa.
Kneeiron-s-e a sessao a I hora e quaili s.
hffff, n-nii isas i-ii:i ;.;.|- Mir.ias.
" pralissaa se presum HUM1
Farin
PARTE POLITIGA
!K7.i:MBaW DE 1873.
p-'liii-.i mantem-so invertida, per-
povo, vein de cima do
PlBCliM)
rtKoiFE, .f1 in-:
' A piramii
quo o pe :.." ii ii sobo
l.-l
Esle pa*ignsii piin:ipio, ante c. laslilneional, gne
mais do u.fia \:'/. leu, proelainad.i os escriptorea
.la Pi-'ii-inci i, e, nein m.ai< rieui inenos, uma va-
riant' do nit* do podi.-r pe>soal. ih^essautomente
pur eHes discutidii com a tiiatfor 'tii ceremonia e
iragein devta vid.-i, em sua Ittpoiintttt g.i-
zclx
O asset di-tol.is, qua eul >u piecem pela posse d > po
der, n?.o o qaerem cuoquistar uas maus do povo, e
sjmeate do rei, a luein, dia nardia, tratam de des
aeatar ante a pultlica opiniao.f
So erfats couvencid'is, iucorri^iveis product
iio<. de "|ue-por laiilos aiuios tohtou erubaldo o
povo far.r-3 representar no parlamcnto, taes e
tan toe'tern sido os essandalos i\o poder, cumpri-
mindt! o vbio .i. ni,i i--. ,_ i[:;.. a populai'ao atinal
desanaparou iudignada a uma cio; eleieao passoa a ser feita peLa policia em plena
irauquillidade o o poJer legislativo, feitura dessas
mSos sacriiegae, Wrttnu-se inslrnmento servil da
autorida le ; se estais de tudo isto convencidos,
;oin i ten les a incrivel audaoia de solicitar as al-
tas pwicCos-seefaes dessc mesir.o poder, qne vein
de cima do rei* de cujas maos -xtKrilegai e o po-
der legislative uuia feitura .'
Vds nio iws represenlais somentoa figara des-
ses JWbr s prcmuiidos o soberbos qu-.: pedem es-
mola earn ^hapeo na cabeea e de varapao le-
vantadu vs sois mestnos uns desnorteados de
horn f:n>o peJiilcx, q-ie esiais ajogar oi mais ve-
hemences 'u^iirmwriOj eantia a 'pessoa invio-
iavel
Tended execdi-to por tal forma os Joveros de es-
'riptures publi a;-*, que ja nau) nos aMmira o terdes
leito davi];sa Mlu urn vertadeiro pelourinho, on
de constaiiteiii-siit'; inlaMiais a honra desse bene-
merito Feriuimlnhyino, que t.ao desveladauiente go-
re os deetioos desta pnrvFnc'ia, quaiido em vossa
insania uao poupais o augu-to cliefc da na'.ao !
Dc toic grado vos dispensariam is a analyse e
ensura, que vos aprcuvesse faier coatra os arli-
g is da eoiwtitiii^in ; nu< 6 quo o mlcito que vos
.-ondtu ao rosso nork na > e dc molo algnm, il
lustrar e cobvenoer a vpiniao sobre qtiaesquer rc-
lormis qao necoisario seja promover e rvilisar no
interesse ecuiiii'nm da-s iciedadc brasMeira.
Se ta.:< fossein s mssos sentimentoi patrioticos,
certaraenU' qm: terieis /j;i recorrido aos meios re-
gohres e le^itimos flue a con^tituiyao outorgou-
nos em i^ett-; arts. 17i c 1"9 s- 30.
0 poder i:io sofce do povo, vem de cima do
rei.
Contra tio revoltante icsulto prole-da o princi-
pio immiae*temeiite de/aoeratieo, consagrado no
art. i2 da mi.sma constiluicao.
Dili's qoe ipeier.paUciariti e uma ilepaidenriu
d> poder ezaculivo, ao passo quo nos Estados Uni-
dos e aqiiflUe poder o'mais a!to da organisa^ao po-
litiea.
A' pane a inexactidao de cm tal priOiipio, que
sii os pmoitK* wos seriiim c'apazes de proferir, le
mos o direfto de perguntar a esses senhoresde
que modo eotendem eJles devar coustituir se entre
nos o poder j^diciaris'?
Quererao, por ventura, orgaftisar esse poder jje-
las vias do volo popular, como e naqnelle paiz'
Desite ja podesaos asseverar aos leitores que el-
Ics n.; i so animawi a acudir ao nosso apoeilo.
Quando os awtssamos de perto, fogem em de-;
iiandada a pr.T*urar xefagio na ebronica de sua
Prooiuc-ia, q^iie Ihes ofTereee entno commodo ausi-
lio para as esctra-pttas, .em cqjo reanejo sao per-
leitameote adestraoVM.
As investidas dos ttes prochu-iunos sao com ef-
i'eito de lelo ; mas a* jjaradas sao certamente de..
cordeiros.
Arrojados e afjjtos atiram 4em alto as bombas
eovenenad-J. mas fechaoi os qkios e tap?m os ou-
vidos para nfio presenciareoj wchammasdo ineen-
1 dio e uem lb w ouvirern o estroodo.
As previiieias estao de orda ao pescoco, ata-
das ao poste da. corte; as w-lituie3es provinciaes
oomptetamente desmoralisadas Ba opiniao pa!>lica;
j muaieipalidade vegeta entre a6s., como uma ins-
lituigaf in dec,aii6Di'ia, que polera deixar de axis-
Agora, so agira o/ae estao fora d. #der, e <|ue
os p-oeinr-icuiQS virasn tndoisto; no sen bom teic
po das sele vaccas gordas oada eaxergavam, em-
ibriagados, cowoie achtvam. nas delieias da go-
vernacao. Cahiram-se-lces as cataraeta-s, gramas
ao emprego d processes de taspirados operado-
"es. Fez-se a liz i
Temos vos dito, mais de Kina vez, que a rasso
partidu liberal, de que vos xonstituis
tniira sua raxlo SS" ?er,Toflkm "WSlisa Jos jlSo?
Con-etvadpres,
Portant i, se e vnrdale^qtlft despozaii -.m fir
tneza os principios actina "mdicados e outros scm '-
lhantes, axonseqnencia e que vos sois republica-'
nos, tondo-poprtm horror ao norne, mas^|uerea4A
a eousa disfarcada pela palavra de liberal, que
nii'i deixa de ser um taato seductora
Nao tardari porem, vo-lo MsegaaflBos, que osi
inmes contra nos manifestados
como dizeis, sohracado a vossa
jam voltados coatra v6-=, que sereis nor vos-a vez
acettsados pelos republi-auos de prelenderdes a-
possar-vos de seu cstandarte.
Ja vedes pois, senhores prociuciaaos, que andais
caminbo errado, intUalando-vos de directores de
urn partido que nan cxisle. 0 vosso rebanho,
queremos 4izer, aqnelle quo seguia a bandeira do
liaad.i partido liberal, dcixou os seus chefes de
-palba, os seus velhos fanaticos e o< seus mo.-os fo-
gosos, para acompanhar oujros pa#tore~, ujipira-
dos da Providencia, que aceitarain a pibro farefa
o o glwioso empeulio de desvia-lo das silvadas e
abreHws para guia-lo a verdejantes e piactdoscam
pos.
Deixai poi o velho bordio, que nao vos resta
onH-o emprego a nao ser, ou acompanhar a nohre
caravana do partido conservador, (joe prosegue a
sua marcha, explorando sempre pausadi exefloc-
trdamentc novo9 horisonles mais formosos, oa, caso
continue a vossa obsu'naQJo e contumacia de prin-
cipios exigerados. alistar vos nas bandeiras ila Re-
p'ttilici, ondo mais exacta e nelmente podeis fazcr
mscrever essas vossas reformas radicaes contra a
c.onslituicao do paiz.
Tomai o nosso cmsellio, cmquanto e" tempo, se
nao proferis ficar em pjlitica, como esp-trgo no
monte.
*s Prffib:ico \ primeira tmativ* alurtm
na iisanssfc) dos primoiro* artigis do soavpriijIKto
iHn*JJnf-tC-Hmtnin j i. se uma dezerw
d'
Eleieito dc S lit'ttto
A Proxincia, .'empre niai infrmada do que vai
pelo mundo, lembron-se de traascrever noticias
inexactas sobre o qiie occorreu cm S. Benlo por
occasiao da eleieao ae juizes de paz e vereadores,
a que alii se procedeu ultiraaraente.
Nao adraira, porem, que a frevincia exponha
os factos com infidelidade, porque tern isto por lia-
bito; mas admira que se cqastitue a ivogado da
causa do Sr. Antonio Benlo, que ainia nao na mui-
to era a sua espinha de garganta; admira ainda
que, ao passo quo os liberaes de S. Bento so mos-
tram satisfcitos com a ordem de cousas d'alli, e
sao os primeiros a applaudirem a uorma de con-
ducta quo s; tiaeou o respectivo dclegado ue p-
licia ; a Provincial, que se dis orgao do parti Jo li-
beral, manifeste juizo tio desfavoravel aqaella au-
toridade !
Entretanto e bom saber quo se o delegado de
S. Btnto fosse capaz das vialencias que Ihe atlri-
bue a Provincia, naoteria meios para exerce las,
porquanto nao tern a sua lisposi^J senao 5 pra-
tas do crp) de policia.
E' possfvel i|ue com 5 pracas podesse o dclega-
do later todo o espalhafato que descrcve a Pro-
vincia ?
Informe se, pois, raelhor, e sabera dos seus
propriis aniigos que em S. Rento nap houve ap
paratos le Fuica, nem violencia por parte da au-
toridade, e muilo rfienos p r parte do 1 juiz de
paz ; i! iaexacto gap fasse prahitiida a cnirada do
povo na matriz, e muito menos qoe henvesse pan-
eadaria.
Ha um grupo em S. Rento, que nao tend.) forca
nem meios para pleitear a eleic/io, recorre a falsi-
dade e aleives para desculpar as duplicalas elei-
toraes, que clandestiiuraeute f irgicam, com o fim
de inutilisar as elei.iies legitimamente feitas.
0 grupo armad que apparent na villa, du-
rante a eleiyio, fji o da parcialidade do Sr. Anto-
nio Bento, quo por es*,e tneio leptou fazer medo
a pqpnlacilo pacifica que concorreu a mesma elei-
eao.
Em presenca desse grupo, alias muito reduzido,
pn cedcu o dclegad > de policia com toda a mode-
raf5o e prndehcia, de modo que nem obstou que
olio so conservassc na easa da eamara, duranle
dia e meio, a prelcxto de la eslar fazendo uma
eleieaa. que diziam presidida pe Eis o que liouve em S. Bento.
____________________ '..! ,1 I
Ji?J ICACOES A PEDIDQ.
Questao Masearo.
Meu charo amigo e eoilega Sr. r. Sarmento
Filho. Nunca me negando a tomar parte aotiva
na defeza dos sagrados direitos da proOssao, a que
pertenccmos, i-artum:ntc iUu me i^eu^.aria a cou-
correr com o meu fraco continpente em uma p'ng-
na scientitica, ou em uma contenda, em que a
corporacaomodiea houvesse de mauter os seus fo
res e a sua diznidade ; mas, meu charo collega,
permitta que Ihe falle com a franqueza, com que
enstum.i, no acto que V. S. e mais alguns outros
collegas promoveram contra os dr*. Bomingnez e
Masearo, nao nosso divisar esse honroso dever de
defen ler os linns e a diguidade da p olis-ao. nem
os interesses da humanidade, correado perigo em
sua vida on em sua satile.
Se e verdade que os Srs. Dominguez e Mas :an'
iufringiram as leis do nosso paiz, e portanto estao
sujeitos a pnni^Ao legal por liavercm exercido a
proflssao medica sem a prevja habrlita^ao _quo a
lei exige, a syr.Jieaneia do facto e a accusaeao sem
odiosidade compete ao promoter pnblico e ao ins-
pector da salubridade publica ; e, se a orporaeio
medica tern sempre com o raaior indilTerenlismo
annuido que cxerca a mediciiu e a cirurgia quern
liie apraz, desde o desembargad >r da relacao, os
juizes de direito, muniefpaes, promotores, vigarios
etc., ate o sapateiro, c ferreiro e o charnleiro, co-
mo c sahido e noiorio ; certamente sem desar nao
pode se erguer para fazer ac >rdar e aclivar as dis-
pasiroes Icgislativas, ate enlao adormeeidas e en-
torpecidas, cootra dous estrangeiros, em abono de
eoia aptidao ha escriptos da Rurapa e retereneia
de factos vantajosos entre no< bawd-.u.
Inda mais, men cham eoilega, aaremlo V. S. e
outros os convidado a tomar parte em uma confe-
rencia, em que so tratava de uma importante ques
lao da alta cirurgia, e, quando, os nao convidas-
som, os admittido no meio da corporae-an medica, e
l>edi lo seu parecer, sem duvida que V. S. e os
quo assistiram a tal eonfermcia sao 03 menos ha
bilitados a erguer a ac:usacao, que ,de presentej
Ihe fazem, e que 0 fazem effendidos por terem si-
do com ou sem razao arguidns de iiaprudentes na
pratica de irracional trabalho eirargico, certos de
seu insuccesso pela natureza do mal e da sedc do
orgao alTectado.
Entendo (|ne o* Srs. Dominguez e Masearo con-
vidados por V. S. ou por algnm dos acus com pa-
nheiros com a impavMez e franqueza de hoinem
da sciencia, certos e convlctos da natareza do mal,
de sua sede e das presnmiveis cowpJIeaeSes, de-
viam antes docomeeo da operacao abrir nim dis-
cussao scientttica ; e, qnando veneidos pela maio-
ria numerica, protestar em nome da seieaeia con
tra a operaeio de cdnsequetacias fuaestas e fa-
taes, e que 0 nao tendo feito, sem oKensa de sua
propria dignidade, nao 0 podiam fazer posterior
monte ao traba&o operatorio, com 0 qaal deseo-
bertas as viscoras, 0 diagnostico e progaoatieo se
facilitavam. Se assim 0 llzeram, foram poueo me
lindrosos e poueo celosos em cavalheirismo ; pelo
que a V. S. cahia som-'nte te-los d'atu em diaa-
oesta provincia, ja oao exi.'te; uma mumia. r.rnj
reBbrda?3o triste do passado, qne deverieis antes
proguxar apagar da raemiria do* nossos cone ila-
jao*e a vossa coatumaria tjd e yue i.nslsti-eo
lac corpo e realidade a uma pura absfraccao do
vosso'visiotta'io e^piriio.
E' verdade que existe um parlid que deeja
reconslitair a sociedadu .rctaal sobre prweipios di
versos dos que eitio cjasagrad.u em nossa-cm--
titui;ip p ilitica, proelamanJo a extinc;ai di guar
la'nacional; a oestjentrah-acaj p ritica e admi-
nistrativa ; a eleifio direeta, a organis.acao do po-
der iadiciario pelo .-uffragio popular, a maneira
ius Estados-Uoidos ; a se,>aracao da igreja do es-
tado, etc., principios tstes que vos tamrwm desp >
zai<; porem esse partido nunca foi, n-m sera 0
, iartido i.rberal, qua existio em ontio tempo, poiti
,ue; eino yr-s temos mostrado, lal parti io deixou
te na devido ajirego que aconselha a prndon
eia, mas nunca caaua elle9 exercer o papal de
lienunciante.
E porque, meu charo amigo, nesta nossa terra
fazer qneslio de titulos e diplomas conferid>s por
escolas e academias ? Acaso pan os cargo* pu
blicos da profissao mediea se pesquisa 0 laerito:
pessoal? 0 eriterio aeailemieo doindividuo? a sua
repotacao papular f Nio sao antes os padrinlios
e os protectoeej quern coflocam naqUelles encar
gos os afilhad08 e os protegidos ? Tflm sido cob
vidadas para todas estas impurtantes questdec
scientificas, para estas graodes operacfles, com as
quaes se arrisca a vida de nossos semelbantes a
corporacaj medica da provineia, as notabibdades
scientifii-as Os eacanicados bo estudo theorlsoe
fratico t Nao os ba entre n6s ?
Q'landu todas estas circumstancias nLo e hou-:
VMsem dado para nao tornar foovavel a denuncia
directores I e a acensacaodos Srs. Dominguez e Masearo, racs-'
it verjj iri'i isas coaseiu :i
K:u nhnata profissao so prest.iin niize' c aan
si* 9rvii^iS .jrriliitos, como meio de adquirir
at) emprego, sen-io na de creadagem servil e na
de medico. _^_.
Nao ( isto 0 quo te:n*a vist* ? Olsrecimenles
s por havennos, e olTerecinian*i *ob a oaj>a da philantropia de se
bandeira, nao se- prestar gratuittmentesefvi.Mis aos hospBaes, earn
0 tnero intoito de [ireparar direito de eu^rt imento
na primoira vacancia deencargo rend wo? Tern a
otirpo acio medica se lavantito con:ra estos pro-
cedimentos lao poueo deeorosos ?
Nao vomo- ad< toloaatdias serem a irmados ei-
rurgioes ia guard 1 nacional iodividuos poaco
acima do anaipliabeUsrao 1 e assim equiparados
em digntdadj e honras militares a)s d mtores em
medicina, que ate Ihes licam subordinados nas
funjcoes.de Baes cargos, e timiando a direita dos
medicos militares do aorpo de sao le de igual pa-
teote 3
Ja se ergneu a voz do corpo melieo e^ntra se-
mclhante aviltamento ? f ^
ConslantemaaJe nao se ve seram eiuarregadoj'
do Irataniento dos infolizes, quo fora da eidade do
Recife sio atacad >.* d 1 epidemias, improvisados
curanJeiros ? Por e corporac.i) medica ?
l)x apreciagao do todos cites factos bayid)s e re-
pi'tid is por rentenis de vezos nao licaremos nos
mal collocados, tinland) a posicaode denun^ian-
les e accusadores d is Sri. Damifi^uez e M is-
cara ?
N&o lera razao quern eocarar tal procedimentq,
activado antes pelo roeeio da competencia de no-
mens entendidos e amestrados em medicina e em
cirurgia, do que por um move! honroso ?
Por todas estas ponderacoes, meu charo amigo
e collega, nao posso c nem devo arorffpHrtrna lo eai
semelhante accusacao, nem dar um vote de adne
sao.
Confio que 0 meu amigo, pensando com madu-
reza ou que se liver opportunidade de ouvir sobre
tal assumpto 0 feu irttelligente e reflectido pai,
nosso mm distincto collega e charo amigo, me da-
ra razao.
I'ondere que do beneficios auferiram nossos pa-
tricios ilos sabioi e prudentes conselhos de seu.
bo-ii pai, e qne deHs ficariam privalos, se nao
tivesse seu pai um ttttilo, com que reagio contra
a expuls.lo e a accusacao, que soffrera no comego,
de sua clinica nesta provincia.
Nao sao as carlas conferidas pelas escolas e fa-
cnldades, qne dao 0 merito de profunlos couhe-
cimentos scientiticos.
Entendo que se deve apfeciar os gemos, os ta-
lent is, as habilitacoes, tenlu-nas quern as liver
A sabedoria nao precisa de privileges, a seieaeia
nai> tern patria n -m eonhece peias, qne a conte-
nhain.
Syndi inemos, se os Srs. Dominguez e Masearo
tee.ii as habijitacoes sciontificas, pela aprecracjlo
dos factos e da discussao ; so sao nossos irmaes
no sacerdocio ; se 0 forem abracem )-los sem per-
guntar-lhes a patria, nem exigir a p ipeleti; e
quando nao forem, esmajad-w no campo da dis-
cussao sciontiiica, atormentad s pelos iusuccessos
de sous trabalhos, produ :'os da ignorancia, e que
serao outras tanlas pe Iras, que os enxotarSo, da
altura, em que ios c->llo-.a a nossa profissao, te-
nhamos delles commiseracfio; mas nunca dispimos
a togi da sciencia para vestiroios a r nipagem do
alg-iz, que so mira as formulas e as disposic-les
das leis, quando tal nao e nossa incunibencia.
S. C 40 de novemliro de 1873
Sou de V. S. am-'go c collega,
Dr. Aitqusto Carneiro Montetro d-i Silva Snntoi.
IB
s-^r----------------------------'
ii' q ic 0 unico damn 1 i:nportaaH|m ha^a fotjfttf*i
i do hiate, e quo Inc tlnha eansado o sfuistro', IJ )
^^^Bron'os ni lab >a-le4MQ8do, feitis-jmr
-an do h mi", n. e d: dentro ^pnaa(fra, antes de
ser Se ab indoua 11 polos aut h-i*^
iue ta-nbem ha presuwSXiaBnu fe odlra'
os autores, por nao he terenparticipado imme-
diatamente as noticias que re^eberam do sinistro,
como preceittia 0 art. 7.I9 Ajjwt. 719 do col.
r que ail) la quit) relatjvamento ap sinistro
nio tenha havid) mi le da parte d antoras, e
incontest/*ej que a h mvo quanio a avaliacao do
**va*fchia,*i** >Hare. p*le S'. rapkl
I mi votu (le gratidau aos IIIids. cm
prt"j;-a(los rta sccretarla da Santa
Casa de Miscriuordia do Recife
Seria fallar ao mais sagrado dever de gratidao,
se iicuhorado, como me vejo, pela demonstrajao
dada por tao dignos cavalheiros a memoria de
meu sempre chorado pai Antonio Jose Gomes do
Cprrei 1, nao viesse a imprensa testemanhar meu
reconbe :imento pela lembranja que tiveram de
mantfar, na igreja do I'araizo, celebrar uma mis-
a de requiem pelo descanso de sua alma.
O acto reqieit is), mrJesto e tocante celebrado
com a assistencia dos enfermos e desvali.los, man-
tidos pela santa institniijS 1 da m'sericjriia, llca-
ra para sempre gravados em nvuha inemiria.
Ainda hem que men fiindo pai: csquecido peli
maior parte de sous amigis, nao 0 foi por tolas;
porque aiuda existiram os empregados da sejre-
tana da Sauta Casa, qne misturando suas lagri-
mas com a dos infolizes ren iesse-.n assim um pre!-
to a sua nieaaoria '
E assim 6 tudo E assim a devia ser : cbir.-m
ao menos os oeceisitados a Wit 1 do protector que
perderam, e e quanio basta, cabondo unicamente
a mim a gratidao eterna de quo so llzeram credo
res tao dislinctos cidadaos; muito especialmen-
te o Sr. Pedro Rodrigues de Souza, nao s6 pelos
servieos prestad'iis em vida, como os qie acaba
de prestar depais da morte.
Desculpai, senhores.se traduzindoem semelhante
linguagem meu reconhecimento, offends desl'arte
vo-sas modeslias.
Recife, 28 de novembro de 1873.
Eusfaquio Antonio Gomes.
Foro.
mo assim no ineu obaeuro "pensar, dffendjda a
corporacao medica em sua dignidade por exercer
a inedteina e a cirurgia a-'gum indjyiduo contra
a* disposi?5e3 legaes, sera quo nem 0 promotor
publieo. nm 0 inspector da ealuhridade publica
tives--fm eumprido sen* dweres, como emprega-
dos, publieos, contra estes era que-se devia erguer
a accusacao.
Porpie agora este appelb a dignidade medica
ultrajala ? eda appello ao accord) d03 professio-
nals ? este toaae de rebate de chamada dos mi
litantes diseipalo) de Hyppocrates ao campo da
pugna ?
Nos mestnos nao temos aviltado a classe t
Tdm sna assoeiajao os alfaiates, tern sua assq-
ciacio os ourlves, 01 caixeiros, os gaarda livros,
os artiitas liberaes, os bacharen ; mas nao pole-
ram ainda etlabelecer ama associa(ao os medicos
JUIZO ESPECIAL DO COMMKRCIO
Juiz, o_Sr. Dr. Lacerda.
Escriva), 0 Sr. Montarroyos.
Aeciiu de indemnisarli.
A A. Jose Fernandas Lima & C.
R. A companhia de scguros Garanlia do Porto.
Pedem o* autores pajamento do seguro do hia-
te Cruzeiro, 0 que era impugnado pela :rnp-
nhia.
Foram advogados, dos autores 0 Sr. Dr. Jansen
Mattos, e di conpanhia, pruneiro 0 Sr. Dr. Franco
de Sa, e depois 0 Sr Dr. Paula Dnarte.
No dia |:J foi pufdicada em audiencia a seguin-
te sentenca .
Vistos e examinados estes autos de accao de se-
guro, entre paries : autores Jose Fernandes Lima
& C, e r6 a conpanhia de seguros maritimos
Gamutia, do Porto, por seu agente nesta capital
Custodio Goncalves Bslchior.
Mostra se pela peticao de lls. 2 a 3 terem os au-
tores pediJo que a re se|a eondemnada, visto nio
se ler eonciliado a pagar-lhe- a quantia de.......
12:00)^000, pjrque foi seguro o hiate Cruzeiro,
com todas as suas pertenjas, ccmo apparelhos,
lanchas etc., e bam assim 0 juro da m jra e custas,
lirmando-se para isso nos documentos que decer-
re.n de fls. 6 a S6, dos quaes consta que 0 dito
hiate foi segaro na agenda da referida companhia
no dia 9 de julho do anno passado, |ior tempo do
6 raezes e metliante 0 preraio de i 0/0; e que, ten
do partido do'porto desta eidade a 18 do nvesmo
mez, foi acomraettido em viagem por forca de mar
e vento, a que oao po-Ja rasistir, e que Ihe o:;a-
sinnou o sinistro, que se acha conprovado palos
minueiosos document os, 17 dias depots de sua
sahida; o qua obrigou ao respective commandan
te a ;abandoual-o, de eonformidade com os arts.
731, 2* e 772 do eo lig > commercial, em conse-
quencia de avarlas qua sotTreu nesta derrota.
Abaadono ste que foi aeeit) pela re e rectifl-
cado pelos autores.
A re defend* se com amileria de sensembargos
de fls 3i a !13, dizendo, em summa, que 0 sinistro
foi snnubid) e de ma fe; e que por conseguiate
eHa nao e ob igada a in le nnisa'.lo podida pebs
aotores.
Para isto anicula 0 seguinte :
\* que 0 abandauo de fl*. 23 a 29 sao in^ompe-
tentes: 0 ppineiro, eja's ella em boa fe aceitou,
por seu procurad ir, antes de ser couhecida a ver-
dade dos factos, por se basear em false fundamen-
to, em vista do nenhura alor e illegalidada da ava-
liacao, era que ella se fundoii; e 0 segundo, por
cer absoluta neute destituido de qualquer base,
al^ii) de absutdo e irriserio, visto ja se aehar 0
biate no porto desta eidade, salvo e conceriado
com diraiuuta desp za ;
2' que 0 eommindaute do hiate nio fet dili-
gencia alguraa para salval 0, cotod Ihe cumpria,
em face do aft. 72t do cod. coa-n e ate rbCttgOd
os auxilios qae Joe foram offerecidos pela capita
nia do porto da Parnahyba;
3* que da pane do commandante, nao so bouve
ma fe, coun ttifnera rioaldia, gue elJe figaroti tar
sido om sinlAr-i devido a caso fortuito e de forja
msior;
4" que um navio nova, segurissimo e em per ;i-
to estado, como 0 liia'e dji que se trata, nio podia
abrir agua so neute por fer encontralo vento
e mar agitSdo ;
9* que 6 fncrlrel qne um navio com agua aberta.
e eboio ate 0 ujilin, compondo-se a sua fripdlaijao
apenas de scte pessbas, inclusive 0 commandante,
podesse naveg vasse toda s. sna carga serrt a ;>"nor avarfa le
agua, principalmente fazend parte delta 48 barris
de polvora e W cunhetes deWtuxame;
Wjb ; pWMuito ten 11 este 7:**)0Oin perfeito estad i e ta hem apparelna-
do quo o,)^prador vendeu algumas pe<;as des-
necessarias. }oi segiro par doze cantas de r6is,
fazen lo-se-BJB um accresei.uo de 5'J por cento,
o que efatrou 0 valor segoradi am mnito
mais deurn quarto do qae vaiia na epoca do cin-
trato, e que, por conseeuintp, qiianiiMnasnu o-ju-.
Bistro f js.se casual, ,n|p soria ella rosp msaval por
unja indemnisacao de-12:05;i|, mas sim pela do
seu juslo valor.
0 que tudo visto 0 cxamfnado, provas por am-
bas as partis, allega^oes jufidicas e 0 mais dos
:ousiJarando; que 0 siniMro que aconteceu ao
hiate Cruzeiro, e que consta das vistorias de lls.
21 e 117, e qua uutivou 0 abandono de lls. 2) e
29, teve pir causa eoldiente forca de mar e vento,
como se.ve e esta orovado polo protest 1 de fls. 8
a 10, legalni-Mitc fettifl'rad 1 de fls 18 a 22,' e cor-
robora 11 pelos dep limenlos de lls. 182 a 208, que
e dign 1 de to lo credit0 a dovc-tr-se como prova le-
gal e pnica, visto.nao tor sido jlluiijdo pqr prova al-
guma em contrario (.art. 369 do reg. a 7371; con
.siderando quo as vistorias de II;. 48, 61 e 151 nio
podem pravalecer sobn as defls. 24 e 147, ja pela
maneira dubia e conjectural com que naquellas se
expriinem.ps perito*. e ja porque os exames que
sc' proeederain muitos dias dep iis do siui-tro e
quando jase tinhafn feito aiguns concertos no nia-
te, nio podem ler a mesma exaclidao daquelles
quo se procederam imnediatamen'.e e com as for-
mali Japes legaes;
Considerand); q te 0 abandon.} de ,que falla.a
sentenca de fl. 2i v., rediuilo a termoafl 29
do eonformidade com 0 art 301 d> reg. n. 737,
alera de ser legal e juridical! :nte feito segundo 0
disposto nos arts 731, 5." e 772 do cod.
comm. foi conlirmalo e aceito pela re, qdeto-
mou conta do hiate edi respectiya carga (loc.
de fls. 8 a 26, e 139 a 143; ; e por consegtiinte
aao tem hoje 0 direito de reclamir contra elles;
principa!m;nte depots de haverem feito n) mos-
mo hiato aiguns c mcarto-, quo iiioibem do se
fazer n iva Vistoria eavali.ar;a 1. (Vrt. 772 do coi.;
comm.)
ConsiJerand-); q'ie uqi nvvio novo, segirissi-i
mo c em perfeito es'.al). poie abnragua^o-
mente p>r enoitrar vento firlo e 0 mar agiti-1
do (vistoria do il 63, e les'.e.mauha de lls 182
a 208);
Cmsideraud); que um nivio novo. embora
com agua aberta e cheio a'|e 0 111 :io, p )le nave-
gar por aiguns dias, quanta mais por cinco boras'
frit. vist. de fl. 63 e testemunbas defls. 182 a Vm;
Considerando; que constaplo 0 carregamenlo
do navio de vasilhame, 48 barris de iiolv.ira e 19
cunhetes de cartaxame, em cujas conJieoes estiva
0 do Cruzeiro, p ide iiv.iito bem salvar-se todo elle
sem avarla d'agua, seghndo a maneira porque es
tiver estivado (cit. vist. e teitomunhas de fls. 188 a
208) : sendo, porem, certo que h iuve alguma
avaria na de que se trata, (testemunha de 11. Ill,
edoc. dsfl 131);
Considerando ; que os unicos damnos que tiuha
0 hiate, na occasiao em que foi abanJiM)ad0, eram
os mencionados na vistoria fje fls. 21 e 117, c mi 1
se prova pelas mjsmas vlstbrias e pe'as testemu-
nhas dc fl^. 210 a 30-3;
-
Conside.ando ; que a jusliicagao dells. 109 a
121, nao prde prevalecar sobre as de lls. 240 a
26.3 e J93 a 306. porque as testemunhas daquella,
com exeepcio de uma. ( Hereulauo Jose Rodri-
gues ), qm diz, ser marilim) e residir a borlo. sao
residentes nesta eidade e juram de oavida vaga
sobre um facto que acont 'cou ha cerca de 10) le
guas do dislancia, ao paseo que as destas juram
de sciencia propria e resiJem uo lugar do sinistro
ou muito uroximo ;
Considerando ; que depois das vistorias dells. 48
e 134, dc que ja se fallou, e da justificacao de lls.
99 a 124, a prova mais importanle que a R podia
apresenlar em seu favor era a juslilica;ao de lls.
I06 a 338, por serem as respeoUvaa testcumnha3
residentes no lugar do sinistro ou proximo delle ;
mas ale'm das testemunhas da 2.-' poueo dizerom,
e isso me.-mo de omila vaga. a I.' foi julgada
improcedente pelo juiz do coiiiniercio da-Parnahy
ba, e se pro vasse alguma cousa era principalmen-
te em'favor dos A ; porque della se ve com loda
a clareza as contraiic.es em quo calii) a testenu-
nha Herculano Joss'' Rodrigues, ( 0 que ainda me
ilior se ve das testemunhas de lls 294 a 3 )3, e da
vistoria de fls. 21), e bem assim as outras e 0 de-
cedido interesse que ella e 0 procurad ir da R. lo-
maram em seu favor, ale aliciando leste.nunhi-
contra 0 commandante do hiate ;
Consideranlo : ipio- segundo rfprcceito etabe-
leci lo no art. 710 j1 > cod. oinui. sao a.caro d<)
scg ira lor todas a,s p^rdas e damnos que sobre-
vem ai objectb segurado, por aiguns dos meios
especincadus da aboliO, fl havendo a R. tornado a
si todas as perdas e damnos que podessem sobre
vir, por forca -tin mar e veoti, por espaco de 6
mszes ao Male Cruzeiro (ai>ol. de fl. 0), nio
pode ser desobrigada de respiador pelos damnos
occ-asionado por tanlo, julgo procedente a presente .cclo e
condemno a rd -t-Oxnpanhia de Segnros Mariti-
mos Garantia do Porto, a pagar ao' A. Joi6
Fernandas Uma 4 C. a qnantia de 12.000J por
elle- pedida, e b m assim os juros legaei da mora
e custas.
Maranhao, II de novembro de 1873.
J'la-iwm de Paula Pessoa de Lncerdi.
A corapauhia appeUou para 0 tribunal do
coramereio.
Considerando; qne so 0 commandante estivesse
de propi)sito lirme (le nnufragar 0 hiate pira ha-
ver da R. a importancia do seguro, seria facil con-
seguir 0 seu fim met tendo o a pique nos arrecifes
que existem a harlavenlo c muito proximo do lu
gar dosinistro (test, de fls. 188, 233 e 238 ), e nao
teria certamente lancado mao de um meio que so
podia ser empregado com sciencia da tnpolacao ;
e por conseguinte facilmente pndia ser descoberto;
Considerando ; qne 6 incrivel qne se os rombos
deque fallam as vistorias de fls.48, 63e 134, lives
sem sfdj feitos pels commandante ou por sua or-
dem, elle fosse tao inepto que deixasse Hear ao pe
delles os instrum-mtos com qoe foram feitos ;
Consideranlo ; que 0 mesmo commandante dei-
xou de aeeitar os auxilios que Ihe foram offereci-
dos pela capitania do porto da Parnahyba. porque
cram relativos a salvarjso da earg3, e essa ja esta
va salva. quando Ihe foi feito tal offerecimsnto
( doc. de fl. 45) ;
Considerando ; que, alem de nao tcr havido ri
bafdia por parte do commandante, que sempre
gozou de credito (testemunha de fl. 188) tambem
nio houve ma fe, visto como elle curaprio com os
seus deveres de eonformidade com os poucos re.-
cursos de que podia dispor, emqnanto nao abando-
nou 0 hiate (testemunha de fls 188 a 206 ) ;
Considerando; que tambem nao precede a sus-
peita de ma fe contra os A., em vista do doc. de
fl. 173 e test da fls 111 e206, que repdlem seme-
lhante presumpcao ;
Considerando ; que nao foi excosslvo 0 preco da
avaliaijao de fls. 23, pois que oestado do hiate era
tal n\ occasiao que ella teve lugar, que nao obs-
tante a R. ter gasto com o concerto que Ihe fez
a quaiitia de 1:967*180 (doc. de fl. 40), foi
ultimamente arrematado apenas por 1:790* ( cer-
tidio de fl. 360), 0 que prova exuherantemente
que pelo sinistro que Ihe aconteecu, elle ticou
completaraente inutilisado, e que nao valeu apena
seirielhanie concerto, qne Ibi em pura perda da R.
Considerando ; que a lei zonsidera 0 valor da
apolice ajustado e admittido entre as partes para
todos os effeitos do seguro (art 693 do cod.
comm.), presumocSo legal do josto valor do objec-
to segurado, cuja consequeocia nao pode ser outra
se nao dispensar do onus da prova aquelle que a
tem e deifar essa obrigagao a parte contraria (art
186 do reg. n. 737);
Oonsiderando ; que a prova do facto incumbe
aquelle que 0 allega e que tendo a R. apenas alle-
gado ser flxcessivo 0 prego de 12:000* porque foi
seguro 0 hiate Cruzeiro, 0 que elemn 0 valor se-
gurado a mais de um quarto do que valia na epo-
ca do contrato, nao so deixou de proVar como Ihe
cumpria, como tambem deexhihir prova em contra
rio da que foi apresentada pelos A nao bastando
para isso a simples allegacao de que elle foi arre-
matado por 7:000*, (die. a fl. 93 v.; principal-
mente altendendo-se : 1* que 0 arrematante des-
pendeu com elle antes de se p<>r bm viagem quan-
tia superior a 2:000* (doc. de fl. 171); que
poueo antes delle ser arrematado e eguro foi ava
liado por 24:090* ( doe. a fl i69 ); 3', fina'mente,
que a mesma R. jd o havia segurado por igual
quantia (doc. a fl. 172 );
Cinsiderando ; queodarano deve recahlr sobre
aquelle que tem obrigacSo de fazfer examtnar 0
navio ; obrigacao esa quo esta sempre da parte
do segurador ; e nao tendo a R. mandado examt-
nar 0 hiate, aflm de. ver se realmente elle ralia
e< 11:000*, por ,ue (oi seguro, e nao send) mais
possivel 'fazer-se semelhante exame ; deve impatar
a si as consequencias do seu descuido ou fatta de
cumprimento de deveres;
Considerando; tr que nas provas do sinistro n5o
e necessano que se proeeda c im r:gor e'solemni-
dades prc-criptas por direito civil, baatahdo apenas
para isso os de direito das Rentes, sjue so exigem,
que.se administre xustica as, paries! pela verdade'
tabida de qualquer modo 'qua ella pessa conslar,
porque a, natureza de taes sinjstros e suas eireums-
taricias, que variam tanto como esses riscos mari-
timis, e,xtgem circuraspeCcSo e nSo sereridade
aserca de semelhantes provas, devendo 0 juiz con-
tentarse com aquellas que sao capazes de conv!i*-
Illm. Srs. redactores. Pennillam-me \v.
quo eu va occupar um peqrieno espaco em seu
conceituado jorn.il, para dar loticia do mais im-
portanle acontecimento que Um prcsenciado esta
localidade, a qoal epvolve em sua ^magnitude a
magnitude de um povo, no exemplo de dedicacao,
de piedade e de mansilao, quo acaba de dar, guia-
do e dirigido por um virtuosissimo sacerdite, ver-
dailairo obreiro da vipha do Sanhor, incansavel
apo'stolo iis verdaJes evangelicas e energico mi-
nistro do bem, quo diguQUse Deus enviar a esta
desgrafada i^irte, que a raingaa de todos os recur-
sos panicia ipie estaya eomiefnnada a morrer de
siide, e abandonada das proirpios remedios espiri
tuaes, queqnrtam a sfide da al na, como a agua ma-
la a sele do corpo.
Na narraci) que vou fazar de tudo que obser-
ved e testemunhou uma p ipulajio inteira, pro-
motto *or iiel ;i exaclidao do.- factos, muito emoo-
ra coi ra 0 risco de offender, por um lado, a mo-
destia do preclaro sacerdote, autor dos Lnmorre-
douros feitos. qne fazem o assumpto desta missiva,
|ue nso levara, tal vez a bem que eu de publici-
dade aos actos praticados no silencjo de urn recan-
10; e por outro lado, a verosipiilhauca dos aonte-
cirncntos que as vczes sobom ate a maravilna, pelo
qne tornam-se poueo criveis.
Muito embora os>es riscos, entendo que nto de-
vo deixar envolvidos nas sombras da escarldSo es-
ses exemploi luminosos de abnega^ao e de p'i-
lantropia, que muito sabem ediftcar as almis bep)
intencionadas.
Os actos de virtudes devcm tanto sobrosahir ca-
ra honra e proveito da pobre humanidade, qu.iBlo
devein Hear sepultados no olvidio eterno os que so
sobrenadam para a vergonha, airazo e humllhacao
do homem
E demais, sendo a humanidade soliiaria Jos
ac.intecimentos ^ociaes, sou dc opiniao que todos
tem 0 direito de saber 0 que sc passa de uti, on
le prejudicial em torno de si.
Os habitantes desta povoacao da Esperan.^a,
.minei sabera.) agradecera Divina Provideti'ia
os fecundoj e inestinnvcis bmefi'ios quo elladet-
ram ou por mao do seu levita, 0 muito prcstimojo
.e virtuoso vigario Camillo de Mendon/a Furtado,
thirante tres mazes que entre elles permanc.eu.
Sa, tendo-se coniecido a dolorosa penuria em
qne vivia esta pobre gente, : vendo se agora os
fran les recurgos, de que estimos dispondo, se po
era avaliar a exiensfio do melhoramento, que
para alii mandou levar 0 providente Creador pef
ministerio daqvtelle evangelico sacerdote.
0)m c'Teito, esse lu.zar, que esta a tres leguas de
distancia da v:lh de Alagiia Nova, na comarca de
Area, da Parahybn, era um dos mais desfavoreci-
dos sertSes, ja pela falta de recursos materiaes, ja
p;la licenci'e fnuxid:lo;dos costumes e praticas re-
ligions.
Alii nao havia agua, no rigor da secca iam os
pobres habitantes longe procurar esse importanle
reenrso ; e essa falta acarretava por conseguinte.
outras Duitas fallasscn*iveis,rom isejam.a da crea-
cap, a da pequena lavoura, da horticultura, etc.,
liiando sempre gran le parte do povo diariamente
occupado em abastecer dessi necessi lade a outra
pane.
Ninguom pole imagiuar quanta ii terrivel seme-
lhante situajao!
Nao pissuiam nem um templo, tinham par ce
miterio um cercnlo arruinadi de maleir.i, que
nao defendia a cutradi de animaes, que fossem
profanar aquelle santo repmso, com sua presetija
irreverente
Em uma palavra, este lugarzinho era um canto
snlitario, alrandimado e raisefavelmente pobre.
Era este 0 seu estado, qnando permittio Deus
qnoo Rvd. vigario Camillo vh-sse procurar pflfos
sertoes allivio a<)s seus padecimentos.
Alii chegando, conheceu logo a penuria desta
gente, e assaltou-ltn 0 desejo de procurar algnm
melhoramento para esse lugar de clima l&^ salu
bre e tao tempcrado, que eonlra-tava tristemente
om sua mingua de meios.
Uma circuinstancia veio eoneorrer para que esse
desejo da sanlo sacerdote fosse uma realidado.
Poucos dias depois da chegada a esta povoac.io,
0 Rvd. vigario soffrera um farte ataque de seus
conhecidos e chranicos padecimentos.
Nesse lran correra ii valiosissimae santa proteccao de Maria
Santissima, pedind> com prnfunda crenca e devo-
;ao, quo, se ella conjogui-se que elle nao soffresse
mais de tao terriveis ataques. que alii permanece
ria todo 0 tempo preciso para construir-lhe um
modesto templo, qne servisse de casa de ora;oes
pira seus fieis.
Isto nao tardou que passasse para 0 terreno da
execueao.
Convocado o povo, e consultado se estava dis-
posto a coneormr |ra a coustruceio de um tem-
plo, de um cemiterio de podra e cal c de um acu
de, quft fosse um grande e inexhaurivel reservato
tio d'agua pntavul, foi uma so voz que rcspondeu
pela affirmativa, e desde logo tivera lugar 0 prin-
cipal da execucao.
(i'>m effeilo, a esse santo convite e a palavra
edilicante do bom pastor, aendio toda gente da po
voacio e vi^inhan^as, e ate da bem longes partes
ia dominados de fervorosa piedade, ja attrahidos
pela voz insinuante, grave e prudente do santo
varao, verdadeiro ministro do bem ; e uma le-
giao de 7 a 8 mil pessoas, de todas as condigoes e
iJades, sexos e posicdes se fiozera a discri^ao do
piedoso sacerdote.
Abrira elle uma perfeita inissii > apostolica,
Debaixo de uma formidavel latada de pallia,
que construira e onde assistia, principiava 0 dia
par um terco, depais pregaya, celebrava, confes-
sava, casava, baptisava, emfim evangelisava, como
um verdadeiro apostoio de Jesus Chrfsto.
Deoois da pratica, distribuia os inaumeros obrei-
ros pelos dilferontes pontos do seivifo, emquanlo
que elle ficava occupado na admiostracao dos sa
eramentos da eonfissao, communhao e outros, a
qne diariamente entregava-se ate" 0 meio dia, ora
mais nra menos.
Era oma maravilha ver aquelle exercito de fra-
balhadores de todos os sexos e idades, distribui-
dos por diverges grupos, eontentes, e mansamente
exercitar alii forcas, que paraciam superiores aos
sexos e idades! '
Uns cortavam madeira, outros aos hombros car-
regava ; alii, uns fahricavam 0 tijolo, a telha, a
cal; os vein is, as mufheres e os meninos carre-
gavam terra e barro para 0 immenso a^ude, e as
outras obras; aqni, outros eram empregados no
trabalho das excavacoes e d;is construccOes. Gran-
da parte occupada no mister de adquirir, cuidar e
preparar 0 alimanto da laboriosa gente, emquanto
que 0 virtuoso apostoio era transportadn com ve-
locidade admiravel, em uma rede, carregada aos
hombros hnmanos, piis qne nSo^e era possivel
andar a eavallo, a lodos os pontol\W)nde sua pre-
sence fazia-se necessaria para dirigir e animar 0
seivico.
Nao se aefedita que no meio d'essa populaca
nenhum acontecimento se desse que fosse lasti-
mavel.
Por esse modo e dentro de Ires mazes eonstrui-
ra-se um immenso acudo, 0 maior que possue esta
provincia, foroiando "nm roservatorio d'agua para
nunca mais seccar.
Com trinta cantos de rs. nao se pode fazer obra
semelhante !
Qm bello templo, consagrado a Nassa Senhora
do Carmo, sob cujos anspici is fora oonslruido ; e
um vasto e commoJo cemiterio de pedra e cal, fo-
ram h frneto de tanta abnegaeao e tanta actividade
de tres mezr-s!
Os habitantes de Boa Esperanca vivem muito
felizes; nao Ihe faltara mais agua potavel ; pos
suam uma igreja e um canlo sagrado e seguro,
onde possam ir doscancar elernamente I
Entre esses melhoramentos sobresahe nm grande
atterro ae conveniente largui-a, passando pejo ar-u-
de, para servir de entrada para 0 cemiterio ate" a
villa.
Mas nao se liraitam a esses beneficios materiaes,
quo eom mans largas e prodigas derramou o ines
tmiavel vigario Camillo por entre esta ventures*
gente : outros de miior importancia e de real in-
teresse ainda fez.
e*imgdi**,'MHlflei4ra eeenftaftle, e exemplAs edi-
lieanUMuaorrigii'' o,s X)|uaia, nalborou e ref r-
tnou este p 1V0 qoe era bem atraxado.
Persuadioa.se ca*arem os quo ivia".i em man-
cebia louga e-canrtabaea ; -ronveneeu a lodos da
(lecessidade de li ujailiarwiu, cen4emnando a ocia-
sidale, como 0 mais prejudicial dos vicios sociaes :
combateu 0 furto e mosirou a injusiir;a clamoro-..
qqe 'acarretava semelhante crime ; e sol.re tud >,
aubateu de modo energico os Vicios da concu
piscencia. Confessav* a pessoM conhecidas po;
impenitenles e baptisam a meawos adultos, que
sem pais por descuido coniervavam no paga-
oisruo.
Na verdade este povo deve muilo a esse vene-
ramio sa .erdote!
E 6" preciso dedarar ^ue tudo isto se fazia inde
pendente do anxilio do vigario e do coadjutor cl.
rreguezia.
Este povo profundaraente grato e reconhecid'
por tantos benelicies recebidos, procurava dai
pela imprensa um teslemunno publieo de sua gra
lidao, acompanhado de atlestados de todas as iu-
5s lor idades civis e eeclesiastiew, qne preseneinram
visitaram e examinaram todas as obra?, mas fn
nisto obstado pelo modesto pastor, que pedia in-
lantemepte para nao dar publicidade a esses actos.
nem que eovolvessem seu nome em qualquer n v
lieu ou manifesta^ao publica.
En, por^m, qne nenhum compromisso contraili
n'esse sentido, nem enxergo na divulgacao da-
ac..iies virtuosas nenhum inconveniente, rogo a
Vv. Ss. publicidade, nao so para esta missiva, como
para a raanifestacao publica dos habitantes d'es'a
povoagao, e documentos annexos.
Espalhe-se p r'toda a parte 0 brilho de tao e*-
plendidas ac^oes ; expanda-se per todos os por<
da sociedade 0 jubilo de um povo curvado sob"
peso da santa e rara gratidao, aprepoa-se para to-
dos osangulos; peias;pracas, pelo>desertos 0 bem
merecida louvor, que conquislou, a cus'a de mui
t.-LS virtudes e lidares, o amavel vigario Caain
de Meudonca Furtado; sei-i pois exaltado 0 me
recimentode quern se humilha, e para se verificai
opreceito -quenise humilha sera .exaltado.
Baa Esperanca, setembro de 1873.
Ao | 11 hiico.
Os abaixo assignados, pnr si 6 por antorisaca
de quasi toda a popular^ao da Boa Esperan't
fregnezia da Afagoa Nova, comarca da cidwte de
Areia, provincia da Parahyba do Norte, reeenhc-
cid.amente gratos peios scr/ic/as esprrituaes :
materiaes praticados no curio espacip rle tr^-
mezes polo nunea esquecido e deficado pj-
dre Camillo de Mendonca Furtado, v(?m do al.o
da imprensa declarar solemne'mente que com-
metteriam nm grande crime e offenderiam a gra-
tidao, esta constante lembranja dos beneficios re-
cebidos, se deixassem passar em silencio e ec:
fazerem chegar ao cauhecimenlo do publieo, d
governo e da Exm bispo de Pernambuco, os irn-
minentes servieos feitas pelo reforido padre Ca
milla.naqnelle lugar, B6a Esperanca, onde otrtro-
padres nao poderam conseguir, como conseguii
0 nosso amavel prebdo, conforrae expressou-se n
virtuo-issima e angelica misslotlario Dr. Padr>j
lbi.ipina em um attestado que pedimos sobre as
sorvlco? do digno padre.
Em tres metes 0 nosso enviado de Dens, 0 pad:
Camillo de Mendonja Furtado. pode acabar con
todas os crimes e vicios que pareciam habitua- -
e enraizados em quasi tedos os cora^5es dos habi-
tantes da B6t Esperanfa; conseguio elle faz-r
nm excellente cemiterio com uma canella corres-
pondente ; conseguio fazer um grande aeude com
umi excellente estrada para elle, 0 qnal ao enchr
torna-se uma fonte de riqueza para nos e os visi- -
nhas, quo pndecem com a estac^ao da secca.-
Servieos taes, sem forca nem auxilio dogover;
e sem dispendio de dinbeiro dos cofres public -.
sao de tantas c tamanhas utilidades que se viv.-
semos em um paiz onde se compensam os au-
tores de servieos e melhoramettos do mesni 1.
grsnde seria a compensacjio do digno e exim
padre Camillo, pois que, fazendo elle os servie-
qne narramos, com sarrificio de sua pessoa c de
dinhciro qne tambem despenden, fazendo no* po
meio de snas predieas explicadas, pelas snas lha-
n.as maneiras e filigr.anas de sua eloquencia, (jom-
prehender quaes os nossos deveres e ob iga;0"-
p.ara com a religiao, condicao indispensavel do
pngresso e civilisacao da humanidade, uniud
nos om tun ss cofpo c sob uma ao i'.oa a d 1
Evangelhopor amor do qual auxiliamos Ihe etn
tudo quanta em nos esteve para a terminacao d i>
ser/icos referidos, n.1o pode, por certo elle derxm
de Mr bem acolhida pelo governo temporal e c;-
pirtu.il.
Quando terminados foram os servieos supra-
meiTCioifados,rogamos ao nosso amavel padre para
qne comnosco e em nossa frcnte arabasse a igre ;.
que ha annos passados 0 virtuoso padre llercular.<
camegou a fazer, deixando-a em bom camtnh 1,
isto pel 1 reclamacjao urgonte de sua presenca ear
otilro lugar.
Altendenlo 0 padre Camilla a nossa exigencii
marchou cornnoscn e, quando comeramos a
cli'-gar pedras, foi elle empatado brusca e riolen
tamente pelo vigario de Alagoa Nova, que formai
mente oppoz se a qne se irabalha^se na igreja.
Rasistimos e pedimos ao nosso padre Camiii
que continuasse com 0 servico, que nos ar;;-
va nos com I >d,i responsabllidade, uma vez qi
queriainos aquillo que e de grande e mere
eida utilidade, aa que respondeu-nos que n;.e
.|iierendo expor nosao odio e perseguicao do viga
ri), retirava-se, aconselhandones que fossem."
pelir permissaoao Exm. Sr. bispo para fazerm -
a bosm igreja com 0 auxilio de quern-nos co^-
vier e quizer esponlanea e voluntariamente n jy
ajudar em lao meritoria obra.
Os attestados que obtiveraos das melhores pe'
soas da Boa Esperanca, das graduada* da cida-i
da Areia e Alagoa Grande sobre os servieos f< i
tos pelo padre Camillo, fallam muito alto e des
troem qualquer juizo mao, filho de preconcei! is
vis. contra 0 nosso padre Camillo.
Boa Esperanca, fevereiro de 1873.
\'icente Borges da Foneeca.-Jose Francisro
Borges Junior.-Jose Bezerra -Cavalcante. -Joa-
quim Francisco Barreto.
film. Sr. delegado d'Alagoa Nova. Dizam c-
habitantes da povoacao d'Esperaoca, que tendo
vigario Camillo de Mendonca Furtado, se entr
gado aos deveres sagrados,que Ihe impfte sua by
milde prolissiao, abandonando os pueris precon-
ceitos da vida profaoa, cuidando eom todo emp i-
nho e solicitude do bem das almas, assim arr: -
dando-os do caminho do peccado, como mostran-
do com os proprios services c sacrificios eomo *
pro:urae triha 0 caminho da vida e'.erna; fi-
rendo as-=ignalar na terra 09 actos pios e caridosos.
amparando-os e sustentando-os 0 Bom Remuoe-
rador la nos alt s c6os: Veem os supplieanles r:
qu'erer a V. S. se digne conceder que as p?i
st".as maisliJedignas de sen termo aUestem 0 se
guinta :
l. Se 0 referido vigario fez ou nao um excellen r.
eimiterio na dita povoacao d Esperanca, Mm un\.
>?apelia ornad.i, e ja as imagens enc immendada?
isto durame tres mazes de sua residencia c sob .
coadjuvacao do povo?
2 Sefez ou nao com 0 mesmo povo, e nc me?
mo lugar uma estrada e am acude, que mui
devein servir duranle aestaeio invarnosa e prir-
cipahnenie da secea ?
3." Se tem ou nao expiicado 0 Evangelho antes
de elebrar 0 sacrificio da missa ?
4.# Se, desejande com o'povoeontinuar a erecrj.
da igreja ha anoos eneetada pelo Rvd. Herculano
ainda em alicerces, se e ou nao de utilidade t
5> Pinalmente, qual a sua condueta civil, moral
religiosa durante o tempo qne residlo nes
lugar ?
Assim P. a V. S. defer'mento.E R.R. M. -Jose
Prancisco Barges Junior, Vicente Borges da For
oeca, fcathias do Rego eaftos, ;Jose Bezerra C-;
valcante.
Attestem querendo. Villa d'Alagoa Nova, 4
Janeiro da 1873. Jose Joaquim Franco.Deleg;.-
da em eXercicio.
At'.eslo quanto ao primoiro quesito, e jurarei s*1
preciso tor, qne oR/d. vignrio Gamillode Mef-
donca Furtado, fundou nesla povoaeSo da Bspx-
raBja, um grande e excellente cirafterio de pedr.i.
e eal, e nesto oma bella capella ornada, tancio
j^ as imagens encummendadas, 0 quo reata para
eo ornamento ; isto durante tres raezes, que r-
idio neta lugar, seb a coadjuvacao do pdv>
de-|uem 6 amado e lespeitada.
Crania ao 2", qne o mesmo tempo, e no mes-
mo lugar fundou nma bella estrada e um aende
cam inexplicave! proveito do publieo, e com es-
per.iahdade dos habitantes deasa povoacao.
Quanto ao l, que explicou sempra antes eo
celebrar 0 santo saUfitSeic da missa 0 Evange-
lho
Uaanto ao 4, que 0 de sttmrna ntilidade a erec-
j4o da igreja eneetada. n..xime em nma pevutv-
eae-asais popnlosa
4


Oaattn aa S, flnaJioent^qne 0 Hvd. vigario C:>-
mttto, durante sua residencia nessa povoa{S
dmVi)rvaa nma condueta sempre exemplar, *-
sink oivB, como reJagieaa;* moral.-E' 0 qae am-
aieMosamente teniao a alt^star. Esparan^a. e
Cam sua palavra maviosa, repassada. de unecSeljaneiro de 1873.Virgilio Antonio de Lima erego
DBSh
* ''



JLS

DllutO to rftttttiAiStiCO
ReQrt) o ao attrstadb sapia.
*jU*vV-'>ro, 4e 1873, Ghnwnte
EspjrancV5''
Afvea Bezerra:
wnej? attestado supra. Epcraoca, 5 dfcij
iaaOpm W73.-latUia3 .ffiJbgd Barros.
Refiro-itB sa attestado .upra. Ejperan>.a, 5 de
jAO*rade,l873, -IWjuirri da.Rocha Pinto.
Rettra-flgjj.ao altestado'sapra. Esperanea, de
Janeiro ae 1873. Jo?* Francisco B >rges Janior.
Rafliro me ao attestado supra. EsperaufJ, 5 de
Janeiro do 1873.Porliria Pweira Pinto.
Piifironae ao attestado *u*ra. Esporanca, 5 de
Janeiro do 1873. Jos Laurfano dos Santos.
ReGro-me ao attestalo sipra. Esperanea, 5 de
Janeiro de 1873. Vicente Borges da Fonceca.
ReGro-me ao attesta lo supra. Esperan;a, 5 de
jaaeiro de 1873. Jose Paulo Goncalves Lemos.
Ilefiro me ao attestado supra. Esperan?a, 5 de
Janeiro do 1873. Jose Joarjuim de Maria.
Keliro-me ao attestado supra. Esperanea, 5 de
janairo.dB, 1873. -Jose Bezerra Cavalcante.
R90CO:roe ao att"srarlo supra. Bs? -ran^a, 5 de
Janeiro de 1873. -Joao Paulo Pereira.
Reflro-rnij ao attestado supra. Esperanea, 5 de
Janeiro do 1873Joaquim Francisco Barrelo.
Retlro-ine ao atto&laJo sapra. Esperanea, 5 de
Janeiro de 1873. -Pedro Jki-Axevedo Maia.
REuTtrme ao ajtestadtx supra. Esperanja, o de
Janeiro teW73;-~Barttwltraieuaoncalvsile Maria.
Refiromaao.-altesUlo sapra. Esperanea, 5 de
Janeiro de I873. Francisco Nones da .Silva.
Reflroine ao attestado sapra. Esporanca, 3 de
Janeiro de 1873. -Manoel Joapiim de Mello.
ti lrro-ie ao attaMado.sapra. Esperanea, 5 de
janeim-de WM.'JJHviao"-Rei*-da-Sitva.
heGfe me ao attestado supra. Esperanca, S de
jaaeiro de UWl.Bemvenuto. Marii da Silva.
ReGro-ate ao atteitado supra. Esperaoja, 5 de
Janeiro de 1873 -Joao Francisco Bego do Souza.
Rfiro-me ao attestado supra. Esporanca, 5 de
Janeiro do 1873.-Mathias de Hollanda Chacon.
Refiro me ao attestado supra Esperanea 5 de
Janeiro da> ln73i-Paoifico Hilariao Bezerra da
Trindade.
lllin. Sr. deluga-ln de palioia da villa d Alagaa Not
na. Diaetnos habitao.te9da.pGvoajai>daJsperaaca
(jue teuda o vigario Gamillo de Mendonca Furta-
do, se enlregado aos deveres sagrado* que Hie
i:np'ie sua hwuilde proiissio, abandonand > os
(Mteris preconceitas da. vida- propana, cuidando
com todo ompeuno e solicitude do beni das almas,
Jissim arredaado-as do caminh do pec;ado, como
mostrando com os proprios services e sacrifices
como se procura c trilha o caminho da vida eter-
nal, fazeaio assignalar ua terra os actjs pios e
caridosos, amparaudo-os e sustentando os o Bjm
li ,'munerador la nos altos ceoe : veeai os supli-
cantes requerer a V. S.. se digne attestar, e bem
assim as mais autoridaaes, e passes ruais gradas
dessa villa, sobre os quusitos seguintes:
1.* Se o refecido vigario fez, ou nao um excel-
lente ceniiteiio, todo convtruido do pedra ccal na
dita povoaeftC"aE nada, e parataeatada, oja as imafens encommo-
dadas; isto durante tres mezes de sua residrmcia,
e sob a coadjuvafao do povo ?
t.' Se 6a, ou nao com o mesmo povo, e no
ui j-iao lugar uma estrada e um. acude que mui-
i dove servir durante a e.;tapao iuvern )sa, e prin
cipalmento'da socca:'
3." Se tem, ou nao exphcado o EvangeHlft, antes
de selcbrar o santo sacriScio da missa ?
t.a Sc dezejando com ^ povo continuar a ereccao
da igreja ha annos encetada pel > Rvd. Herculano
e ainda em alicerces, e ou n-o de utibdade?
5'. Fmaliiiente, qual a >ua conducta civil mo-
ral e religiosa durante o tempo que tvsidio neste
!ugar. Assira P. a V. S. deferimento.E. R. M.
Attestein, querendo Vlila d'AlagOa Nova, 8 de
j:.ueiro de 1873.Josfi Joaquim franco.Dele-
^ado em exercicio
0 capitao Jose Joaqaim Franco, delegado de po
hcia em exercicio, em virtu le di lei, etc., etc.
Attesto por tar inteiro conhecimenlo ser noto-
lie, quo o Rvd. vigario Carnillo de iendon;.a Fur
lado, fund m na povoa;ao do Esperanc^, desto ter
mo, um excellente cemiterio, todo construido de
pedra e cil e nelle una bella capella, ornada e
paramentada, faltandi tab somente as imageis
-e acham nncommenladas ; e ludo isto no
curto p-azo de tres mezes e sob a ewdj'ivafao
rjo povo de faena e amd>, respeitado evenerado,
por ser dissto testemuuha occaltrt". Igualmente
attesto, que abrio uma bella estrada, a partir da
capella da povoa^to para o dim cemiteno, fez
um acuie con( iaexplic.ivol pro veil i 1<> publico e
especialidade dis habitantes dajuella povoa-
pio.
Da mesma forma attesto ser de summa ulilida-
. ,t--i, daiareja eneoiadi naqaetia povoa-
p ila nurherosa popular;!) nella coniida e em
.' u- suburbips.
(.Vunto ao 3 e S* quoMtDs, ittesto igualmonvc
o Rvd. vigario I'.amillo, se t imou um vorda-
d-iroapostolo, procurando coma palavra e com
xempio rejanerar a |uello povo e aoadnzi-lo
ao caminho da salvcao etcroa, estigraatisan-
dj com ardor os peji*ados da maoeebia, do
furto e do vich do jogo, o que em pane con-
.- guio pelos salutares exe.nplos que den, de uma
Vida an ten sen man-in." o qtM tulj atlesto
:ii do cargo que occupo.
Detegacia da villa de Atagoa N'iv.i, 7 de Janeiro
1873. -Jose Joaquim Franco.
Altestoa ludo quaa'.o a:ima fiea dilo, par s?r
LdeoSar inteiro eonheeionnto, o que tudo
i im fe 11 i" ..'V > qno occupo.
Subdelegacia de policia da villa de Alagoa Nova,
s de Janeiro de 187 J. Tenente e sttbdelegado,
pipes Freire Mariz.
Atlesto l o que allegam os suppli^an-
i-. |i,r-! publico c nit;rio, o quo afflrmo em
I do eargo qne ocenpo.
Villa da Alagoa Nova, 8 le jan ;iro de 1873.0
juiz municipal, Jose Geminuno Borges Braadao.
Altasto, por tw inteiro eonhecimento e sor tes-
temuaha presencial, desde o lan.amenlo da pri-
meira pedra, ate a conclusio de to I.is as obra*, ser
, rdade o que allegam os snpplicaales ; o que
i afflrmo em fe do lugar que occupo. Villa
Alagfja Xova, 9 de Janeiro de 1873 0 capital
i irii n Francisco Marques, juiz de paz.
Attesto a tudo afQnnativamcnte, por ser teste
munha presencial, o que jur), se necessario for.
\ ilia de alagoa Nova, 9 de Janeiro de 1873. -O.al-
' i e 1 ramsse > Mariz Maracaja.
Atlesto aCOrmativaraente a tudo quanto allegam
applicantes, por ter inteiro eoniiecuneato. Vil-
la de Alago Nova, 9 de Janeiro de 1873. -Alferes
e vereader da camara municipal, Balbino Anto
nio da Silva Repolln.
Attesto a'Brmativamente pir ter inteiro conlie-
cimento. Villa de Alagoa Nova, 9 de Janeiro de
; '73.-0 tenente Pau!ino Jose Guimaraes.
lllms. Srs. da camara municipal da cidade de
Areja Jose Cavalcante de Albuquerque Junior,
a ssita que Vv. S;. attestom o seguinte :
1.' Se o Rvd. vigario padr> Gamillo de Men-
d >ncj Furtado, fez com w auxilio do povo da po-
voacib da Esperan;.a um cemit^rio com grandes
proporcoes na dita povoacSo ;
-!. Se fez uma capella e jrre-pjndente ao mes-
emiterio;
3." Se fez am excellente a;ul.. com uma gran-
de estrada para este ;
i. Seconseguio por meio de sua palavra algu-
mas conversoes daquelles que viviam em concu-
l'inato.ligaado-os com olacp do casamento ;
S." Se combateu oatros crimes e vicios queexis-
tiara na diia povoagao com grande resullado e
proveito ;
0 Qual a conducta do dito vigario, durante o
-pa*o de 3 mezes que esteve na mencionada po-
v agao ; ese teve outro interosse que naoo bem
e.-tar dos liabitaates da dita pavoajao e de suas
s. Pede a Vv. Ss. atteste o qne requer. Jose
i avalcante de Atbuquetqne Janior.
Nao constandj cousa alguma em desabooo do
l;\d. padre Camillo de Mendonca Furtalo, duran-
te o tempo em que ello esteve no povoado da Es-
ranca, esta camara attesta pela afflrmatiVa lu-
'aanto requer o suRplieaate, ssado informada an-
t'cedentemeflte por pessoas, em co}a (t moito
Paijo da camara municipal da cidade de Areia,
m seasao ordiaaria de 17 de jaaeiro de 1873.-
l-adre Bnritv.pwwente ; Melqniano, Ciiraaco Clo-
., Xavier de MeHo, Albuquerque ello,
' mha Mello, Patricia da Costa, Guedes Aleoforado.
Attesto por me afflrmarem muitas pessoa* dignas
ediio"e coufianca, quo o Rvd. Sr. vigario Ca-i
de Meadvoea Furtade, tem residido ha mais
rws na. povoa-ao da Esperan?a, freiu
e. SanVAnna de Alagoa Nova, dislante desta
iz'de Nossa Senhora da Conceicio da cidade
reia, cinco letuas, cujes limites sio m'ntto
isffla
io s6 e exclnstr;
"om o po
;v-p(!raflija,'*oftio "
or um cemifcrii
para omesmo ce
uma lagoa proxii
:terando
.qneltes povos absstecidos
iuntava os efercicios ec,n
e qne em tMo 'este'
mpado de raaos da-
aesma povoacao d*
tisinhanra.emedrfi-
uma baa estrada- ^at^.pjtl
grande a7u.de etaj
a povnajao, de sortel
udfr,- flca-
corjsil Neste
aes qnfif -do q
concorria muito popj, em enjos exercicios ht\\l
praticas, combaiendo'.eoid forca, contra todo* 0}
crimes e TirinY n lajl 1 iiiti>iI#iiimii e Grmeza ; 4
que afflrma-eaalU' *a sacerdutn.
Cidade tfAreia, It de deaambre de 1871-0
vig*rio Francisco de Hollanda Chacon. ]
Luiz Vicente Borges Pillw, haeharel em scienciasi
juridicas e soefaes pela fxeomde do direito At
Recife e advogada aa cidade d'Arnia, comarca;
daprovincia da farahyba.
Finn ado no testemunho de algumas pessoas in-,
suapoitas e vigario Garfiilfo de Bendonca Furtado, servindo-se
da palavra de Dhjs, tem prestado servigos alias;
importantes a pooacao Boa-Esperanja, na fre-
euezia'*de AlagOa Noya, liraitrophaaeita, ja na or
dem temporal, ja na espirilual Qdade- d'Areia, 3
deja.ieiro de 1873.Luiz Vicente Borges Junjor.
Domigos Gomes de Souza Bastos, delegado doi
teriao de AlagOa Grande, an virtude da lei, etc.
Por ser assas notorio e ter diio conhecimento,
attesto que 0 Rvd. Sr. vigario Camillo de Men-
donca Furtado, temdesenwalTidabaalaflte zelo reli-
gioso na povoaca) de Boa Emeran;. 1, oude actual-
mente se aeba pregando a aqueHes povos a pala-
vra Divina, c*m o que tem coosegatdo a correc-
cao dos vicios daqueile lugar, alilicand > alii uma
capella, am cemiterio, um acude ffunw estraaa,
tudo com incrivel fervor e assaTuidade. E' 0 que
me cumpre attestar.. Villa derAlagoa Grande, 18
de deaembro de 1871Domingos Gajaes de Souza
Bastes.
Jose Thomar Pewha, da- G^atre, tenente-coro-
nel chefe do t*h>-flwwr- do- oomnwn Jo superior
dos municipios dteAIgoaStoy.e Alagoa Gran-
de, e juu municipal auppleale, por S-. M. I, etc.
Atlesto por ser publico, que 0 Rvd. Gamillo de
Mendoni-a Furtado,. lem. neste* nkimos mezes tra-
balhado. na povoacao da Boa EiperauQA,, onde fez
um bom a miterio e tem pregajo a palavra de
Dens e conaliadb aa intrigas de aldeia, prestando-
se a t jio 0 trabalho e sacaifieiot Seraa.-Grande,
IS-de-deaemhro de l^l-iosa-Inamaa Peraira de
Ca*lro.
Jaaiui u Gomes d* Silva,. tonente-eoronul ciefe
de estado-maior, o.'fleiai da imperial ordeul da
Rosa, juiz de paz, por S. M. I., e;c. Consta-me
por pessoas Gdedignasj que 0 Rvd. vigario Ca-
millo de Mondonca Furtado, de passageat pela po-
voacao da E^peranga, termo de Alagoi Nova,
fora detido pur aquelle povo, aflm d:e fazer algu-
mas predicas e por eitas conseguir moralisar e
corrigir os sens costumes viciados, e satisfazendo
Mia exigeacia alii sa tem dem >rad, com grauda
proveito no espititual e material, tanto que em
pouco* dias pdde levar a etfeito a faclura de am
eemiterio e capella e um acude, obras estas de
grande utilidade para o Lugar. E' 0- que alteslo,
por me constar e ser podido. Cidade d'Areia, 4
de Janeiro do 1873. Joaquim Gomes dn Silva.
Bolisio Lins de Albuquerque Cabral, presbyte-
ro secular e vigario collado na freguezia de Nos
sa Senhora da li-Ja-Yiagem, em virtude das leis do
e.*tado, etc. Attesto que 0 Rvd. Sr. vigario Ca-
millo de Mendonca Fartado (segundo 0 teslemu-
nho de muit is pessoas insuspeitas) se ha dedicado
nestes alamos mezes ao exerci^o da palavra Divi-
na no povoado da Boa-E na freguezia de Alagoa Nova) limitrophe a esta,
onde com 0 seu incansawl lervor. tem consegui-
do mudar a face daqnella localidade, aiida ha
pouco tristemente celebre na pratica dos crimes.
E, pelo que me contam, os services alll pratica
dos pelo referiJo vigario, na ordem espirilual, fize-
ram desapparecer. pela aotoridade de sua palavra,
os furtis -de cavallos, e outros tao vulgares na-
quellas paragens, ha oprado algumas eonversoe3
em pessoas de ma conducta, tem casado muitos,
que de longa data viviam em publico eoucubi-
nalo ; entre algumas pessoas que residiram al-
guns annos ncsta freguezia : na ordem temporal
construio com 0 adjutorio daqueile povo uma boa
capella.. um eemiterio, um armde e uma boa es-
trada. Os p ivos daijuella localidade sao unani
mes em louvar 0 zelo, fervor e incansavel soli-
citude do Rvd. vigario Camillo, por quern fazem
fervorosos wHof, aflffl de que continue a perma-
necer entre elles, occupando-se em obras tao me-
ritoras. E' 0 que a fe de paro;ho des'o e posso
informar. Villa de Alagoa Grande, 18 de dezera-
bro de 1972. -Vigario Belisio Lins de Albuquer-
que Cabral.
Manoel Rodrigues de Arruda Camara, baoharel
formado em gpfedcils juridicas e sociaes pela
academia do direito do Recife.Attesto que, se-
gundo affirmam e c notorio, 0 Rvd. vigirie Ca
millo de Mendonca Furtado, ha feito alguns ser-
vicos deevidentc utilidade no lugar Boa Es;i?ran;a,
e mesmo que se tem prestado. alli.a subminiMrar
oecorr..s espii'ituaes dfruelles que para tal fifp
tem procurado. Cidade d'Areia, 't de jaueJo
1873. Manoel Rodrigues de Arruda CaraarV
ia> L>pes Machad->, capitio da guard 1 na/
cio"lnl do batalhao 27 e 3 juiz de, paz Ja fre-
guezia da cidade da Areia, em virtude da lei,
etc. -Attesto que 0 Rvd. Sr. vigario Camillo de
Mendonca Fartado tea um acude, com uma cs-
trada, e construio um cemiteri> com uma ca-
pella, ludo na povoacao da IS ja-E-pcranca, da.
freguezia da Lagoa Nova, fiesta provincia, e isto
sei por inform i.-oes e atlestados de pessoas de
tod criierio, de different** logares Cidade de
Areia, 5 de Janeiro de 1873.Joao Lopes Vlacbado.
Targino rfendes de Souza, tenente da i' win-
panhia do bataiha 1 n. li da guarda nacional da
villa de Alagoa Grande, e aubdelegado da mesma
villa, en virtude da lei. Attest >, por ter cbegado
ao men conhecimento, que 0 Rvd. Sr. vigario
Gamillo le Mendonja Furtado, na prestado rele
vanl- s servicos a causa da religiao e da pitrla
na povoajao da Bia Esperan;a, ja pregando a pa-
lavra Divina e reprehendeado os vicios, e ja fa-
com aquellas pessoas uma capella e um
eemiterio. am ajude e uma estrada do povoado
para o mesmo eemiterio. Por meserpedido, isto
afflrmo. Vida de Alagoa Grande, 18 de dszembro
de 187i Targino Mendes de Souza.
Joa juira Jose Eurique da Silva, advogalo pro
visioaado pel > Exm. br. conselheiro preiidente do
trlbuial da relagao de Pernambuco, etc. -Attesto
por tr.e informar pessoas lidedignas desta 0 das
freguczias visinhaj, de Alagoa Nova, Cainpiaa
Grande e outras, que 0 Rvd. vigario Gamillo de
Menlonca Furtado, -eha mostrado uesveladamente
interessa lo pelo bem estar cspiritual e material da
Boa-Esperaaca, no termo c freguezia de Alagoa
Nova, couseguindo, mediante sua predica, acabar
com muitos crimes e varios vicios que inquina-
'vam alguns dos habitaales daquella locabdade,_
bem co no realisando obras de piedade e outras'
de utilidade e copjmodidade de todos, como e de
toda a nol: riedade public'a, 0 que se for preeiso,
jurarei. Cidade d'Areia, 29 de dezembro- de 1872.
Joaquim Jose Eurique da Silva.
Antonio Jos6 Gongalves Lima, tenente-coronel
da guarda nacional, cavalheiro da ordem de Christo,
por S. M. Imperial, que Deus guarde. etc. \t:
testo, per me informar pessoas Qdedignas desla.e
das fVeguezias visinhas, de Alagoa Nova, Campina
Grande e outras, que 0 Rvd. vigario Camillo de
Mendonca Furtado se ha mostrado desveladamente
interessa to pelo bem estar cspiritual e material
da Goa-Esperanca, no termo e freguezia de Alagoa
Nova, c 'osegiiindo, mediante sua predica, acabar
com m;iitos crimes e varios vicios que inquinavam
alguns dos habitantes daiuella localidade, bem
coma reali*amtb obras de ptftdade e outras de uti-
lidade e commodidade de todos, como e de tola
notoriedade publica ; 0 que se preeiso for, jura-
rei. Cidade d'Areia, 28 de dezembro de 1872.
Antonio Jo3e Goncalves Lima.
Illms. Srs. presidente e vereadores da camara
municipal. -Jos6 joaquim Franco, por amor a
iustica," cujos generosos sentimentos nao podem
calar ern coracdes bem formados*. vom requerer
a essa lllma. corporacao, orgao e promotora dos
interesses nwaes e materiaes de seus municipes,
se digne attestar. sendo verdade, sobre os poiitos
seguintes :
1. Se e ou nao verdade ter 0 vigario Camillo
de Mendonca Furtado, procurando um lenilivo a
seus padecimentos physicoSj residido por espaco
de qurtro me?es na povoagao da Boa-Esporanca,
deste ir.unicJpio, e all! baver fundado com 0 povo
um excellente eemiterio construido de pedra e
cal, constaodo de uma decente capella ornada e
paramentada, sino e um bello cruzeiro ?
2. Se e ou nao igualmente verdade, ter 0 re-
ferido vigario, dep ds de concluidas as obras aeima
especifieadas, feito nma bella estrada, a partir da
capella, em comedo, da povoacao ao mesmo cerai
terio, flcando por tal servico dita povoacao dotada'
de um magnitico acude de summo proveito ao
povo 1
3* Se e ou nao certo, haver 0 mesmo vigario,
durante 0 tempo que alh' residio, desenvolvido o
Evangelh" corn ardor e proflcienaa antes da ce-
lebracao d rificio da missa, conseguindo"
por tao
neficios
1 d& bietii^rty w foTu.
, idem i JoaqtlTrj; Jose Mhaoel, itUdat
AW^r^aloaasltaoda
h, idem ; Manoel PJreira de Oliveira, idem;
----------H JusideSonz^ iiiem; ABfccleto Joa* de
dao, presiitente. -Barros" Junior. Mewlroj.-** Wa, idem ; Maaoel Goncalvea da Ofiveira, idem;
reira llarros. -Costa. -Silva Repolho. Juahao Olympio d3 Maria, idem; Pedro de Maria
Joao Lopes Pessoa da Costa, ad*ogado domiei* a Mello, ideirr; V'raate Ferreira de Moraes, idem ;
liario nesta cidade, d'Areia 0 bacharel formaaa/Maaoat VjcteriaodeAiaia; lasi da AUnoida Gen-
pela faculdade de direito do Recife, em virtude
da lei, etc.Attesto, por informacOes depaaaaj
^e saWde eriterio e qoa-me mereeeBr
fianca, que 0 Rvd vigario CamiHe ab
Furtado, regressando de sua via^em ao
passanlo na povoacio da Boa-Bsperan^a,
d'aqui quatro a cineo leguasj entao Iristei
lebre pelo crime vicios torpes que pareoia
bilual em quasi todo povo daqueHe ragar ;*e at
doendo-se de Uo triste estado em que se achava-
a> uwr ni~*ir '''iiniUai "tTalliiifi tratou de estorvar,
com grande sacrilicio de sua viageni ; com 0 flm
do fazer um bem aquelle povo ; e de feit lan-
cando 0 referidarWgariiimiOid* autoridade e i n-i
poneute voz da religiao expllcada pela eloquepciai
i.'Fi
referidc
teve, uiy
civil, qu
au-. I zelo e acflvMade, grandes be-
1 dos bons costumes e da morali-
o nao yerlade, ter tido i
mle 0 te") 10 que alii es-
-nplar, qaer earrelacao ao
T.Tiosa f
3s, a deGra,
.
e Ih'anas maneifas de qae dispoe.jode fazer
aiTwtiin^aqof''
ptfl T717USV ^*pOIUU^TJWiU^MUUI
compenetrar-se da verdade dos factos ; p >U quei
do governo, 0 referide vigario, com os seus ser-
vices, poupou ties* grandes. capitals ; 1.*, 0 tempo
immenso que o-goverao hawft de1 despender para
acabar com os vwosoqgpnae^jipvpaghi da:
BM^Esperaa^a ; 1^, as -viJas hums na? que- se per-.
deriam com a luta da antondade com os ladroes,
arinaiwi<; Xf, m ajq 1 alidaaaii *aidaitoai 1 aja^i
devia 0 govcrqo. tuaa-dfli .gaffes pubicos parai
fazer os mellioramentojs miReriaesde que hoje aeta
die poste a.re/arida povoagao. Ehlretant 1 qua da
rante 0 curto aspacp de ires mezes pode o dito
vigario acabar* com todos os crimes e vicios da
dita povoapiO ; fee desapparecor o*f*rtos deca-
vallos, ligou com 0 casamento ayuelles que ha
muito tempo viyiajn,em ciiioplata e ocioso con-
cubioa'.o, volveu aa seu aprisoo aquellas ovelbas,
tao loucameate tresmalhadas, fazeud"o41iea. ver
evangelicamentc quaes os (ftveres que Ihos im
poSii a religiao e. a- sociedade ; fez um bom ee-
miterio com nma capella correspondente j fez
um acude que ao encher, abasjece, aos rigores da
secca, ao povo da dita povoajao e vjsinhus, e fi-
nal mente fer nma boa estrada. E' isrooqaeme
consta, e jurarei se for preeiso. Cidade d'Areia, 4
de Janeiro de 1873Joao Lopes Pessoa da Costa.
Exm. e Rvm. Sr.A' paternal caridade de V.
Exc. Itvma., recorrem humilJemente os abaixo as-
signados, moradores na povoacao du Esperancs,
freguezia da Alagoa N >va, supolicando sc digne
por amor da verdade e da>jusliga. deelarar sob pa-
lavra de saeerdote, 0 que V. Exc. Rvma. souber
nao 04 contra. 0 gari 1 Cai-jiUo-tfe .vj:iidonca
ttido, duaanteo tempo de *najreideiicia, '-
por Deus, para conversao desta terra, mencionarr-
do as vantagens ou desvantage 11 s que tem resulta-
do a religiao, a moral e aos iuteresses temporaes
e espiriluaes; das almas remidas coin 0 sangue
de Nosso Senhor Jesus Clirisjo, qual tem sido 0
seu interesse nesta tarra, e s ase-molas com que
teem concorndo os fieis tbm ou nao sido eoufiadas
a pessoas GJedignas e de consciencia, encarrega-
das por elle, para tal flm ; qual tem sido 0 seu
trabal 10, occupacao e servico material e espiri-
lual em que se tem occupado dia e noite, apezar
da grave enfermidadeque 0 opprime e que tem
dado lugar a interromper os exercicios espirituaes,
ten lo ja suecedldo sor conduzidb em bra^os sem
scntidos para casa de sua residencia, causando 0
maior susto e dor aos que 0 ouvem, e linalinente
0 que V. Exc. Rvma. soubT aceraa do concaita,
esu ua piiWica adedicaelo, que tamresuliado e do
que ultimamente se tem dado entre elle e 0 povo,
uao so da freguezia da Alagoa Nova, c> mo das de
mais freguezias visinbas, que 0 tem acornpanhado
em seus trabalhos raaterias c espirituaes, para cuja
salvacao perante 0 nosso venerando c piedoso pre
lado. P. P. a Y. Exc. Rvma. e esperam merecer
esta graca. -E. R. M. Jos*4 Herculano Dias; Vir-
gilio Arninio Lima Greg0 ; Franco Pereira de An-
drade ; Pornrio Pereira Pinto ; Mathias de Hollan-
da Chacon ; alferes Manoel Victorfo de Assis, ne-
gocianle ; l^nacio Jose de Menezes, proprietario e
criad-tr ; capitao Vicente Borges da' Fonceca,
idem ; Jose Bezerra Cavalcante, proprietario e ne-
gociante; alferes Manoel Jose Borges Junior, idem ;
Jose Iguacio Borges le Miranda, idem ; tenente An-
tonio Fran:isco Salles Pessoa, idem : tenente Jose
Fran-Jiseo Borges Junior, iderd ; Matnias Jose fti-
beiroda Cunba, crladbr': Jose Lauriano dos San-
to', negociaule e proprietario; Manoel liarbosa
Monteiro, criador; Pedro Vieira de Castro, nego-
cianle e eriad >r ; Thomaz Francisco de Souza,
agiieulmr ; Antonio Pereira Sobr.al, idem; Felix
Maria de Oliveira, idem ; BeneJict > Gomes da Liu,
proprietario e negocianlo ; Tnemoteo Ferreira da
Luna, agncultor ; Joaquim Francisco Itarrelu, ar-
ti-ta ; lose J uiquiin de Maria, proprie'ano : Fran-'
cisco Nunes da Silva, agriealtor; MaUoel Clemen-
tino de Medeiros Gonzaga, proprietario e negoeian-
te ; Joao Francisco Regis, agrieultor ; Antonio Joa-
quim Marques Lima, idem,; Joa 1 de Souza Luna,
idem; Gal lino Goncalves M. dcM-dlo, arlista; Joao
Francisco d h Santos, agrieultor, Mathias do Rego
Barros, proprietario e ncgociante ; Manoel Ribeiro
da Costa, agrieultor; Antonio SebastiAo de Mello
Guimaraes, criador; Antonio Goncalves de Maria,
agrieultor; Torqualo Jo-e do Rasrimento, idem;
Jose Joaquim do Na^cimento, idem ; Thomaz Jose
do Nascimento, idem ; Bento Jose Alves, agrieul-
tor ; Antonio Luiz de Mello, idem ; a rogo de Bcl-
larmino Fernandes Soare?, idem ; Vicente de Frei-
tas, idem ; Manoel Ferreira Luna, idem : Francis-
co Mendea das Cbagas, idem ; Joaqum Francisco
Barreto; Jose Herculano-Diniz, artista ; Manoel
Camillo do Nascimento, agrieultor'; Joaquim Eu-
zebio de Oliveira, idem; Jos6 Carlos de Maria,
idem ; a rog> de Jose VertsssirdO Bezerra, idem ;
Joaquim Manoel da Costa, idem ; Ignacio Ferreira
Itaposo, idem ; Leoncio Francisco de Maria, idem;
Antonio Meuteles da Costa Prenda, idem; Martinho
Maria de Souza, idem ; Vicente Barges da Fonce-
ca ; Jose Fernandes da Silva, idem ; Antonio Jose
da Costa, idem ; Bemvcuuto M. da Silva, idem ;
Evari-to Jose Ribeiro, idem ; a rogo de Aquilino
Jose de Souza, idem ; Antonio Pereira da Costa,
idem ; Jose Francisco M., idem ; Henrique Jose da
Roclia Soares, idem : Antonio Fernandes de Cas-
tro, idem ; Clemente Alves Bezerra 1 iniz, idem ;
a rogo de Joaquim de Barros, idem ; Isidro Jose
L., idem; Jose Barbosa do Nascimento, idem; An-
tonio Mauricio da Gama, idem ; Manoel Jose da
Costa, idem ; Jose Lauriano dos Santos, idem;
a rogo de Joaquim Ferreira do Monte. Vicente Pe
reira de Paula, idem ; Jose Alves Pequeiio, id-mi;
Galdino Andre Soares, idem; Joao Coelho Barbo-
sa, idem ; Manoel Rodrigues de Arauj), idem ; Ma-
noel Gonjalves de Maria, idem; Lourenco Pereira
da Cunha, idem; Manoel Jose Borges Junior; Jose
Paulo Goncalves Lemos, aftista ; a rogo de Manoel
Jesiiino Soares de Luna, agrieultor, Salviano Fer-
reira Baptista, ncgociante ; Joao Carneiro de Al-
meida, agrieultor ; Manoel Ruflno de Araujo, idem;
Onofre Pereira de Mello, idem; Joaquim Fernan-
des Barreto; Francisco Pereira de Araujo Lima,
agrieultor; a rogo de Lui'Soares de Albuquer-
que, idem, Agoslinho Pereira da Silva, idem ; Bal-
bino Rodrigues de Araujo, idem ; Jos6 Barbosa de
Almeida, idem ; Trajaoo Jjs6 do Rosario. idem ;
Ignacio Jose di Cunba, idem ; foao Antonio da
Rocha, idem ; Evaristo Pereira de Oliveira, idem ;
Manoel Francisco de Monra, idem; Antonio .Nu-
nes da Silva, idem; Francisco Jose da Silva,
idem ; Vicente Borges da Fonceca.
A d.io dos segalate3 :Francisco Gomes de
Souza, idem; Francisco Goncalyes de Souza, idem;
losd Gomes'de Lino, idem Joao Fereira de Souza,
idem; Antonio Pereira dos Santos, idem ; Trajano
Paulino de Vasconcallos, idem ; Joaquim Tavares
de Maria, idem Jose Nunes da Costa, idem ; Joa-
quim Manoel dos Santos, idem ; Joao Coelho da
Silva, idem; Maaoel Vietorino dp Assis.
A rogo dos seguintes:Marcelino Marques de
Maria, idem; Laaaro Ferreira da Silva, idem ; An-
tonio Justmo de Freitas, idem; Bento Joaquim do
Nascimento, idem ; Joao de Pauio Coelho, idem ;
Francisco Coelho, idem; Claudlno Jose da Silva,
idem ;. Manoel Pedro, idem; Antonio Vieira de
Vasconcellos, idem ; .vtaooel da Fonceca de Maria
idem ; Manoel VitaJ, idem ; Joao Pereira D nnas-
ceno, idem; Jose Thomaz da Cunha, idem; Josdl
Francisco Borges Junior; a rogo de Camello Fran-
cisco do Carmo, i<(em: Jos Lniz de Franca,
idem ; Manoel Laxare Far reira, idem ; Serafim de
Souza Trigueiro, idem ; Mjtguel Gome< da Silva,
idem ; Manoel Thoaiaz M M., idem; Francisco)
Baptista da Costa, item ; JaaqMm Francisco Bar-!
reto.idem: Pisdro QMOim^W, idattf a n{
go de Vicente GorriHfljTyacimento, irfe
quim C'emente de'mnrfffinfi Thomaz
calei1aricultortf Agoslinho Maria de Mi veira,
WmWSejRwwJ *af Joao G*eX^le Sou -
^Guimaries, idem ; Francisco Marques de M.,
Pranciseo Ferreira Nepomoceno, idem;
Nobre de Oliveira, idem ; Manoel Porto
aria, IrJem; Manoel Tertuliano de Seuza,
Manoel Maria Peres Cavalcante. idem ; Ma-
noel Baptista Salvnra, idem ; capitia Joao F. Mou-
ra, proprietario criador.
A rogo dos segointes : Manoel Vicente do Mou-
ra, agriealtor; Antonio de Miranda jSilva, idem
Joao C'irwtovao de Lima, idem ; Vicente Pereira.
de Soaza, idem ; Man m\ Maria da Silva, idem;
^^Hptt Bafdiaai>da-Maria Mtioaal Joaquim de
*wi; Joao iiHMaafo do Marias Warn; Alt
jgMftjN'Mliauo aa Araujo..idem ; Jose Joaquim
da iarJa,,ida ; Juee Viulnriuo de Qliveira Caval-
caut^idam; AoaehHodeMariaSooza, idem; Juse
(i^noude Maria, idem; TJiome Joaqphu de Ma-
ria, idem;. Btijadiiito de Olivair*.Wileiro, idem ;
JiwaEranciaco. Barnes Junior.
er,
i >aupBi\lllU&l
Lima, idem; Jose Joaqum dos Santos, idem ;
Clemente da Cunha Bezerra, creador; Manoel Vi-
cenKjMhtigues, .-.^ncultor ; *iap.l Rodrijaes da
Coe^pbjjMiJJJiBiiiBo Alves de Maria, idem ; Lino
Pereira, idem.; Jose Bernardo de Senna, idem ;
Manoel Joaquim dos Santiis, Idem; Joao Francisco
de Btito, idem ; Cosine Damiio de Maria, creador ;
Luiz Jose- Conreja, agrieultor; Ignacie da liosta
Moatairo. idem ; Avelino Jose da Costa, idem ;
ManoelTgnacio da Silva, idem ; Joao Baptista de
Jesus, creador; Manoef Matheus, agriealtor ; Joa-
quim Soares do Mello, idem ; Laureutino Pinto de
Oliveira, idem; Francisco knaoio da Silva, idjm ;
Antonio Ignacio da Silva, idem ; Luiz Ignacio. da
Silva, idem ; Joaquim Ignacio da Silva, idem ; Se-
verino Nunes da Craz, idem ; Joao Pio de Senna;
Francisco Pedro Pereira, idem ; Jose Luiz de
Mello, idem ; Joaguim.-Goncalves da Roeha, idem ;
Joao da Lavioa, orearfor ; Ignacio PedrosaSaraiva,
agticultor ; Manoel Bezerr,a do Nascimento, idem;
Doiuin jos Ferreira do Pfaeriraento. idem ; Antonio
Atanazio de OJiveira, idem; Joao Ferreira dos
Santos, idem; Joaqoiia Soares de-Mello, idem;
Joaquim Gomes Teixeira, idem; Vicente Borges
da Fonceca, Pedro Jose Maria, agrieultor ; Anto-
nio Fernaudei Aivesj idem; Jose Marcelino dos
Santos, idem; A rogo de Matheus Alves de Figuei-
redo, agrieultor; Antonio Fernandes de Maria,
idem ; Joao Pereira da Costa, idem; Joaquim
Francisco Barreto, idem ; Manuel Antonio Cam
los, idem ,-Manoel Goucalves de Maria, idem;
Toncnte-coronel Jose Antonio Villa-Secca, proprie-
tario e fazendeiro.
Pondo a mab em niinha consciencia, por amor
(tt verdade, e testemauha ao apreci que dou aa
bem quo so obraAtlesto. que cli<.>gaudo neste lu-
gar soube, e sem contestac'io de alguem, que 0
Rvm. Sr. vigario Camillo de Mendonca Furtado,
combatia viotoriosamente os ladrSes, amaneebados
e mais vicios, que se haviam acastellado na espe-
ranca, equo a;>ar desses triuraphos levanton cemi-
leriao capeiracorrespondente.formou um agule, e
bella estrada. Confesso que ao principio suspendi
omeu juizo sobre taes info'rmacSes, por nao con-
tar com aquelle Rvm. naqnellaS pccnpacSes ; mais
os factos sao tao publrcos; as provas tai vesiveis,
que reconheci, que 0 nosso bom Dens quiz, que
esse ministro seu fosse 0 quo combatesso crimes, e
pecados, que outros, preparados com bom coneeito
nao podera faze-lo. Nao devo'passar1 os limites de
um attestado, afflrmo a verdade, do que esta dito.
Pocinbo, 10 de dezembro de 1872.-Padro Jose
Antonio do Maria Ibiapina.
Illm. Sr. Dr. joiz de direito da comarca da cida-
de d'Aroia. Dizem os nabitantes da povoacao da
Esperan^a que tendo 0 vigario Camillo de Mendon-
ca Furiado.se enTegalo aos deveres sagrados que
Ihe impoe a sua humildc orofissio ; tendo abaa-
d inailil os pueris preconceitos da vida profana :
tendo cuidada tao somente de curar das almas de
sous irmaos : arredando-os do caminho do pecca-
do, motrando com os proprios Bervicos e sacrifi-
ces do mesmo vteario como se procura e trilhado
caminho da vida cterna, fazendo assignalar na ter-
ra os ados pios e cari I so- ; cuja sancc-ao perten-
cd a Ueus, amparando-ose sustentando os la no
ceo"! veem os supplicantes, requerer a V. S. se
digm attestar e mandar, que as pessoas, que qui-
rcretn atlestera 0 segninte :
1." Se 0 ret'erido vigario fez um excellente eemi-
terio (na povoacao da Esporanca) com uma ca-
pella ornada, e ja as imagens encom neodidas ;
durante tres mezes, qua reside na dita pooacio
[endo ajudado pelo povo. 2. Se fez com 0 mesmo
povo, e no mesmo logar, uma estrada e um acude
que muito serve durante e inverno e principal-
mento pela secca. 3. Se tem .explicado 0 Evm-
gellio, antes de'dizer missa. i. Finalmeate. se
descjando juntamente cm 0 pjvo, reedificar c
levant.ir com maiores proporcoes a igreja de dito
lugar, e, ou nao de utilidade: assim P a V.
S. deferimento. E- R. M. -Vfcmte B,rges da
Fonceca, Jose Francisco Borges Junior, Virgilio
Antonio de Lima Gr'ego, Pornrio Pereira Pinto,
Frinor Pereira de Araujo, Jose Bezerra Caval-
cante, Mat ias do Rego Barros, Clemente Aires
0 7.ora Diuiz, Mathias de Hollanda Chacon, Jose
Joriano dos Sant s.
Attesto, p^r ouvir diter a muitas pessoas dig-
nas de fe,e referindo-me aosjattestad isinsuspeitos
que 0 Sr. Rvm. padre Camillo de Jendouca Fur-
tado tem feito com 0 auxilio do povo todos os ser-
vices allegados nesta peticao mistrando muito
zeilo pelo bem das almas. Areia, 28 de dezembro
de 1872 -joao Capistrano de Almeida.
Attesto da mosma forma que attestou 0 Illm. Sr.
Dr. jniz de direito. Areia 29 de dczemhro de 1872.
-juiz municipal tupplente.Daniel Eduardo de Fi-
gueiredo Mello.
Be tiro-me em tudo ao attestado no Illm. Sr Dr.
juiz de direito da comarca.Francisco de Assis
Correia Lima. Areia, 29 de dezembro de 1872
lk-Iiro-rue cm ludo ao attestado do Dr. juiz de
direito da comarca. Areia -30 de dezembro de
1872. -0 delegado Manoel Jose Borges
( Estavam selladas e recon';ecidas.)
Nao 6 exacta a noticia dada houtdin pela Pro-
vincia (joraal) de se ter prelendido retirar da
cbapa para depulados provinciaes do Geara, 0
nonie de Luiz Joaquim de Oliveira, .para substi-
tuir pelo meu, por coustar que 0 menci> nado
cidadao havia sido ex-praca do batalhao li, e
re ;rutado pelo presidente Pires da Motta.
li verdade que ao chegar ao Geara a noticia
do mallogro de- minha candi latura a asieinblea
provincial d'aqui, os meus amigos pretenderam in
cluir-me naquella cbapa, mas nao haven lo tempo
de fazer-se as "comniunicac,oes para 0 districto por
onde podia ser apresentado, desistiram desse in-
tento.
Nao me consta que haja no Geara candidato
abgum nas condicSes do mencionado pela Pro-
pincw (jornal), e pelo conhecimento que tenbo
do pessoal do parlido dominante, posso astaverar
que disp5e elle de muitos cidadao habilitados,
e em numero capaz ate de compor duas assem-
Jileas, sem necessidade de recorrer-se a recrutas
ou a homens que nao tenham 0 preeiso mereci-
mento.
Prevaleeendo-rne da opportunidade, agrader^o
cordialmenja a aquellas amigos a distinccao que
me quizerato dar, e quo so nao foi levada a ef-
feita pelo que iica exposto.
Recife, 29 de novembio de 1873.
Jui Bernardo G. Aleoforado Junior.
Ao publico.
iSao pretendia recorrer i imprensa para
dar explica tavam a consciencia e 0 meu procedimento
para tiie justiflcar de qualquer intriga, ou
caluinuia que contra mira ae erguesse ; en-
We%lnto, com alettard d& Jorndl do Recife
de 28 do cprran^ pnde se encohtra a pu-
blic^io db recurso a ejoryJa, interposto pelos
$n. Paula, fc-IIafra, sobre 0
iteWefceara a Santa CM do Misericordia
Ipara o servico mortoario desta cidade, de-
para que 0 meu
4rroj futiebres e servico mortuajrio* gaii/ifo
a\6 pouco temps do eiclusivo riassa negocio,
Wao por uma competencia syttematiea e
caprichom, como so diz, mas por forga de
circiimstancias quo nio procured, as quaes
deram em rcsultado nio tar competidores,
fiorqae existia s6 tiesita cidade 0 me'i estabe
ecimonto a rua do Itnperador ns. 9 e 11,
de que sou socio com os Srs. majores Quiu-
toiros, cabendo-me a gerencia desde que nos
estabelecemos.
Duraule todo ease tempo, c certo que a
excepr^io de um ou outro qua me Uvesse
ma vontade, nunca wssoa alguma ae quei-
xou de falta no servijo, de exigencia nem
vexagao no preyo, como se diz no,refcrido
recurso, visto como sempre procuroi agradar
a todos e sor ooaaaiadiilo, sem eaigir do
pohro, ^horn extorquir do rjco., sendo quo:
tinha 0 meu estabelecimento montado como,
0 prime iro do imperio, e com elogio do todos
que applaudiam 0 zelo, asseio e gosto, e
muitas vezes exerci ,ictos de verdadeira phi-.
Jaolrupia e desirrteresse, seguindo assim os:
impulsos de meu Curasao, no qual tembem
se nutrem esaaii seulimeatoi da caridade, que
repaltem 0 aproveitamento das oecasioaa e
das. pirxumstancihapura promocao de luoros-.
mS entio nao pretundi 0 exclusiYO do di-
neito qjie hoje tenho, porque o meu norae
nunca tigurou em requeriinento que pe iisse
esse privilegio, e mesmo estava mais nos
meus interesses gora! -o como dantes, do que
sobrecarregar-me dos onus a quo hoje sou
obrigalD por forga de um contrato; entre-
tanto, fui forcado a fazel-o ultimamente
porque, dandu-sa cc mo certo que ua bBgisr
latura prosima finda passaria a lei que
creara esse privilegio para a Santa Casa,
eapparecendo propostas nesse sentido, como
umada-quantia de 7:1:0009000, que referio
o Exm. Sr. prosideiue am seu relatorio do
1." d marc/) passad", e outra de 100:000)5
offtirecida pelo Sr. Thomaz" Francisco de
Salles Rosas, am vir;ude destas circiimstan-
cias, sendo prejudicial aos meus interesses 0
indilTorentismo, quando tinha, como tenho,
um grande capital empregado naquelle ramo
de negocio, do qual liro os meios de subsis-
tencia, nestas circumitancias, resolvi ouvir
os meus socios, e de accordo com elles me
apresentei offerecendo tambern a minha pro-
posta. que tove mats por base a circutns-
tancia do grande capital empregado, que
excluia maiores e novos dispendios, do que
mesmo lucros a tirar.
D'aqui, portanto, :>e ve que nfto fui 0 ini-
ciador da idea : que ella desde muito esta
no pensamento do governo, que por vezes
a reclamara do pod<:r legislativo.
Nao me proponho a domonstrnr se e
constitucional ou doixa de ser a lei ri. 1,121
de 17 dejullio do corrente anno, que auto-
risou 0 conlrato, porque venho explicar-
in<\ para me por a .salvo da odiosidade a
que se mo quer expor, e nao discutir 0 que
jd esta sullicientemente discutido : apenus
noto que a citada lei guardou as prescrip-
r,6es da constituigao politics do imperio no
art. 139 -22 quanlo garantio aos interes-
sados a indemnisagao, respeitando por esse
modo o direito do propriedade, sendo que
n3o creou facto novo, porque em Franca,
Portugal, no Riode Janeiro, no l'aru e ou-
tros lug-arcs, de muito que esse ramo de
negocio e uiria renda em favor dos cstabele-
cimentos de caridade.
Eutretanto, se entre n6s, por circiimstan-
cias especiacs essa lei constitue um mono-
polio, vai ferir direitos adqueri los, tirar 0
pfto a pais de familia, infringir a constitui-
cae em suas basus, etc. etc., declaro que
afio tive particip;if;ao alguma em sna confec-
g5o, porque me confesso fraco para conse-
guir Umlo ... .v
NSo mo iucommoda a consciencia de ha-
ver csbulliad'j alguem de um direito, porque
por duas vezes se abrio a concurrencia 11a-
qu>'llo contrato, e s6mente foi.encontrada a
minha proposta, prova de que n3o haviam
mais interessa los, que se" apresentassem, 0
por isso deixaya de haver a usurpacuo do
um direito, visto como a ooncurreocta era
sem raonopolio, eralivre e franca a qualquer
que quizesse.
Tenho por esse modo explicado a minha
posigSo nesse negocio, e em ultimatum ga-
rato ao publico quo deixe passar com 0
vetito que sopra, essa grita que se ouve,
mais pelo resentimento de interesses partici-
lares contrariados, do que pelo bem publico
prejudicodo, e espere pelo tempo, porque
capricharei por bo n servir, nSo desmerecen-
do da conlianca c bom cenceito com que
ate* boia tenho siJo honrado.
Recife, -29 de novembro de 1873.
Manoel Gonralces A'jra.
Joa-.
J'S^w ^M'Nd (Jesse BropoSilo, pan
da Costa, Idem; Ahtnh"ftrVi<:ie Arirtite. \mP. ie *W -dw cootFa aura, fazeudo-se-rae 0
Joaquim Fernandas q> -ijvajjwft jitmi Pe#b;'4| alvo de odiosidaies, do tafumriias e peque-
*A "rb?Sa XSESffS&Wrtto d, Snln,rt^ ** ^ m*^ n' ^ Plem
Maria, agriroiltorjg ^:Jastin.> de Alan|o,
idem
-o Tl
Joaa
en:., g
illtofj
v toha, idem;
feWetfl;
MR!??!
fRracis
Jo?4 de
E con* etieito; ba \inte annos que sou
estabelaeida aesta eMade com 0 negocio de
crave : En me julgava, assim re p*re-
cia, am dyspoptteo incuravel, poreni rjou-
frasquiqbos dais pilulas aaiucaradas d

tol fneram iohiifWWMe dfsappairacer 4iu
minha molestia, da qoal bavia sido uca mar
tyr pelo espajo de pouco maia ou. roenos
doze aupos. Samelbanles proves sli) mais
que concltisivas. A eipellonle fomitm qu^
as pilulas vte acondicionadas, oaetzidea den -
tro em vidrinboa de crystal, as tornam in
vulneraveis em todos os climas e conser
vam-se invarialmente frescas e pei'feitas.
Em todos os caaos daiaapuraaaa dosiangue
a Salsaparrilha de Bristol, deve ser *>tnad(i
conjitnclamaote cam as,pilHla*.
Para todos.
. A casa mortuari, de Paula. & Main,oou-
timia a bem servir ao publico, em quaatos
seus proprietarios ou 980 defevia'oja no re-
curso que interpoem ao consetho d'OStadc
contra 0 mooopolio concediJo a outre u, ou
sao a oontento indomnisados peloauwuopo-
listas. E para que ninguem se iltad* a-aea-
paito, scientiuoamao respettavel publico que
se.acham. proyidos do material necess.irio e
com carros novos.
COMMERCE
llitO OS
.lta|uo-so a ongeiu c
syaipioiiiaw.
Devemo-uos lembrar que os symptomas
sao as provas da luta da natureza com a
molestia'. )isse-nos que as forgas anirnaes
estao lutando.com 0 veneno occullo. su-
xiliemse e fortiliquera-seieom esse restaura-
tivo natural o soberii.no chamado a Salsa-
parrilha do Bristol, e 0 restillado naoserd
duvidoso. Nenhuma doenr;a'p6de resistir a
essa poderosa allianga. Se o inimigo se
acha derramado pelas veias, este grande de-
tergente 0 busca e 0 desaloia deltas. Con-
cluido isto, a tosse que indica a phtjvica,
as cbagas que denotam a presence das es-
crofulas, os terriveis padecimentos do corpo
e doespirito inherentos i um estomago acha-
cado ; e 0 estado preternatural do ventre,
desapparecem para logo e logo. Este puro
e poderoso tonico e alterativo vegetal e an-
tysiptico; limpa, regula, fortalece e vig>>-
risa toda a organisa^do interior, e a cura e
complete.
Toca aosdaentos o lereui estes
factos t
Foram offerecidos a mais de mil e trezen-
tos editoresdos priucipaes jornaes nosEstados
Unidos, pacotes de amostras coniendo as pi-
lulas assucaradas de Bristol, acompanhado do
pedido especial que cada um dos editores, fi-
zesse scienle a sua opiniao quanto ao resul
tado dos effeitos produzidos por meio de
suas familias ou seus amigos doentes. Do
inaumeravel numero de aatisfactorias noiifi-
cacdes publicadas em resposta, extrahimos
as seguintes passagens r
0 Sr. R. D. Croswoll do Daily Times, diz
No caso d'uma senhora, uma sua parenta
cbegada, as pilalats effe tuaram a remocao
de inehar;8esnydropicas que haviam exisuflo
para cima de tres an aos. n
1 J. B. Goodwin da Loraine' Ga7"'e, >
diz: Que elle fora promptameite : :!ivi
io d'ura estado chronico de entorpeti >p
dos intestinos, acompanhado tf'uma ,
pris3o de ventre, mediante o usd das
que TOcebera em ouuibropTMimo p
e nio receia rocahiiia algama. r>
OSr. Joser' Edvards, do Tril.
COMPAMHIA ALLIANCA
aeguros maritimos c terreB-
tres estabelecida na Bahi
em 15 de Janeiro em 18.70.
CAPITAL V,000:OOOW0.
Toma seguro de raercadorias e dinbeiro t
itco maritimo em navio de vela a. vapore*
para den tro e fora do imperio,-. asaim com
contra fogo sobre predios, generos e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jose Goncalves BeltrSo.
-ua do Commercio n. 5, 1* andar.
IT
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA E0 FOGO
A companhia Indemuisadora, estabelecida
nesta praga, toma seguros maritimos sobre
navios e seus carregamentos e contra fogc
tea edificios, mercadorias e mobilias: n*
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
coolra-fogo
Seguro
riiE LIVERPOOL & LONDON* GLOB
INSURANCE COMPANY
Agentea
SAUNDERS BROTHERS & C.
11Corpo Santo11
Capital,
'undo
NORTHERN.
.... 20,000:OOOJWOC
de reserva. 8,000:000*00
Agmtes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ N. 38.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em meri-adoriis,
fretes, dinheiro a risco e finalmente do qual-
quer natureza, em vaporos, navios & wla ov
'larcagas, a premios muito modico3. :
RUA DO COMMEUCIO- N. 3i.
I'ltAQA DO RECIFE 2D DE .NOVEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Al^odaode 1* sorte 75800 par 13 kilos, hon'ci..
Descunto ue letras 11 0|0 ao anno, hoje.
CotacSes ofSciaes.
Daiiaurcq
Presidente.
Leal 66ve
Secretano.
VLFANDRIJ^
lendiuieuto do ilia I a ;H
(dsm do dii 20. .
937.83if0ii
28:o20^78i:
966:37-^802
Descarregam hoje de dezembro.
Barca franceza Fedeltle Iettras para 0 trapi
che Concei';ao, para despaehar.
Barca franceza -Figaro varias mercadorias na-
cionaes e estran^niras ja despachada-
para 0 trapiche Cunha.
I'atacho Inglez Malign breu ja desp;.chad'>
para 0 cae* do Apollo.
Af.TKRAQAO NA PAOTA DOS PREgoS DOS OGM
SUIE1TOS A DUtBITOS DR EXPORTAQAO, NA 98MANA
DE 1 A 6 pE DEZEMURO DE 1873.
Algodioem rama on la 458 rs. o kilo.
Courosde Loi verdes 340 r.-. o kilo.
rhrvao de pe>lra estran^eiro, lonellada metrica
23*000.
Carocode algodao 20 rs. o kilo.
Crina-aBimal em bruto 300 rs. o kifo.
Alfandega de Pernambuco, 29 de novembro d--
1873.
0 1" conferenteJ. Ribeiro da Cunlia.
0 2 conferente J. B. de astro e Silva.
Approvo. Alfandega, 29 do novembro de 187-
u inspector da alftadega
Fabio Alexandrino de Carvalho I&is.
Impui'liK'ao.
Vapor portuguez Julio Dimz, entrado d"
Rio de Janeiro em 29 do corrente e consig-
nado a E. R. Rabello & C. manifestou :
Fumo 200 pacotes e 146 rolos a Joaqum
Jose" Conceives BeltrSo & Filho.
Objectospara photographia 4 caixas a A .
Lopes Cardoso.
Patacho nacional Bom Jesus, entrado do,
Rio do Janeiro na mesma data e consijnail
a Bartholomeu Loureoco, manifestou :
Graxa em bexiga 1,468 kilos.
Xarque 186,549 kilos a ordem.
)E3PACHOS DE EXPORT AC AO NO DIA 28 BE
NOVEMBRO DE' 1873.
Piiro os pottos do exterior.
iSo lugar portuguez Julio, para Lisboa, car
regaram : E. It. Ratello 4 C. 2C0 saccoii com
15,000 kilos de assucar branco.
- No vapor inglez Douro, para Southampton,
carregaram : J R. Angusto da Silva 2 barrica?
om 45 abaeacbis e 1 caixa com 8 litres de vinhc
de cajd. Para Lisboa, F. D. de Souza 1 Iiarric.
com 17 abaeacbis.
No lugar francez Rio Grande, para p Havre
carregaram : Harisraondy & Labille 891 source
salgados com 10,692 Ii2 kilos.
- No navio inglez Leander, para o CatuJ
r>garam : J: Pater & C 1,000 saccos com
kilos de assucar mascavado.
Na barca ingleza Paragero, para o Canal
garam: J. Pater 4 C 1,000 saccca co't
)).i kilos de assucar mascavado.
So brigae uespanhol Amalia, para Bju'cetlo
regaram ; J C. Ferreira Seve ISO bar
,841 kil< de -i-onr-ar mascavadae 9X>
>i-> da branco ;
an 7,C .. : dc algoiuo.
[


----
JsL
4
Diario da P^aawboco Segunda feira 1 do Dezembiq de 187J.
Para o$ portos do interior.
Para o Natal, do -vapor brasileiro Giquid,
carwgaram: Moreira & Braga 3 barricas con
150 *Uos de assucar refinado ; A. S. Santos Mo-
iaes 1 baml com W litros .de ateool. Para Ma-
*>, M. SiWa P. C 6 barrMnhos com 96 ditos
ae dito. pra o Aracaty, Pinto, Alves 4 C JO
barricas corn 6*9 kilos de assucar refinado.
J?ara Alagoas, no vapor uacional Mandahi,
earregaram: J. M Bastos Pilhos & C. 1 caixa com
19 kilos de doce ; A. P. G. Paiva 1 barrica com
>0 ditos da assucar refinado.
Para o Rio de Janeiro, no vapor brasileiro
Bahia, carregou: A. F. dos Santos 3,000 cocoi
(fructa).
Para o Rio Grande do Snl, na escnna por-
tngueza Aguia, carregou: J.' J. Ferreira 200
barricas com 11,355 kilos de assucar branco.
Para Macao, no biate nacional Adeline/,
I'arregaram : B. Guimaraes 4 C. 10 barricas com
660 kilos de assucar branco.
Fara Mamanguape, na barcaca Flor do Nor-
'e. carregaram : A Oliveira & C. I barrica com
62 kilos de assucar refinado.
Para Alagoas, na barcaca Annaes da Fama,
rarregon : J. v. de Paiva Junior 1 barril com 85
litros de alcool.
CAPATAZ1A da alfandega
i)dimwto (K. dia 1 a 28 17:5to*"80
d*a 4o til 29.......2591652
17:7781032
U 28.
VOLUMES SAHIDOS
Dia 29
Primeira porta 7| MMJV
Segunda porta .....
ftreeira porta tut*
Juaru porto......
fiapiche Conceive ,
SERVICO MARITIMO
Aharengas descarregadas no trapiche
alfandega do dia I a 28 .
Dia 29.
N'au js atracados no trap, da alfandega
''o trapiche Concelcao.....
Navio atracado.....
35,522
57
38
107
10
881
36,645
66
66
4RCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
rtendimento do dia 1 a 28. .,,. 65:610*481
demdodia29...... 14:7391064
80:349/545
s
CONSULADO PROVLNCIAL
iendimenlo do dia 1 a 28. 87:782*351
Mem ao dia 29...... 3:7311806
91:5141157
RECIFE DRAINAGE,
-tendimento do dia 28. .
dem do dia 29......
34:3651503
3:2411757
37:6071258
N. 9. 0 mesrao, uma casa terrea ar-
rendada por 2161000
N. 11. 0 omhk, nma casa terrea ar-
readada por 4204000
N. 13. 0 mesmo. uma casa terrea
arrendada por 3601000
Rua do Barao do Tnumpho.
N. 9 C. Barao do Livramento, um
terreno murado com tdbeiros de
volta que serve de doca por 2 003*000
N. 2. Manoel Jose Danus, duns meia-
aguas e um telheiro que serve de
doca por 3601000
N 2 B. Antonio Joaquim de Vascun
cellos, duas casas terreas que ser-
vem de depositos de madeiras por 1:0001000
N. 4. Barao do Livramento, um ar-
mazem arrendado por 1:00000.
N. 6. 0 mesmo, u:n annazem arren-
dado por i.-OOOi'W)
N. 10. 0 mesmo, um armazem ar-
rendado por 1:0001000
N. 16. 0 mesmo, um armazem ar-
rendado por 2:0004000
N. 49. Manoel dos Santos Villaca,
um sobralo de um andar e loja oc-
cupado pelo senhorio por 8034000
N. 51. Jose Luiz de Souza, uma casa
terrea arrendada ppr 2404000
N. 55. Raphael Feroande; deAbran- f
tes, uma casa terrea arrendada por 2401000
N. 73. Joao dos Santos Coelho, am
sobrado de um andar e loja arren-
dado por 9001000
N. 4- Barao do Livrameot), uma ca-
sa terrea arrendada par 2404000
N. 6. 0 mesmo, uma casa terrea ar-
rendada por S*0*0*'
Primcira seecio do consolado provincial, 20 de
novembro de 1873.
0 chefe,
Edit a rdo Augusto d'Oliveira.
De ordem do Illra. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico
para conhecimento dos interessados, que o tribu-
nal do thesouro autorisou o pagamento de dividas
de exercicios, cujos credores sao os segujntes :
Agostinho Moreira Guerra 4401859; AmaliaJu-
viana de Albuquerque Lessa 7284357 ; Dr. Este-
vao Cavalcante de Albuauerque 784159 ; Eugenic
Jose Martins 2501330 ; Fauslo Ferreira de Carva-
lho 2004 ; Felix Amado da Silva 1754290 ; Fran-
celina i'erpetua da Fonseca 2164 ; Hilario Carme-
litano da Porciuncula 644*434; Jose" Pedro dos
Passos 4581730 ; Manoel Caetano Nunes Pinto
621 ; Manoel Joaquim do Nascimento 431500 ;
Maria Suzana Cavalcailte de Albuquerque 6t.>0 ;
Vicente Raymundo de Siqueira 821080 ; Victori-
no da Silva Azevedo 1684310.
Seeretaria da theseuraria de fazenda de Per-
nambuco, em 29 de novembro de 1873
0 secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardoso.
Pelo presente se faz sciente aos professores
publicos de insiruccao primaria, que nao esundo
ainda em vigor a lei n. 1124 de 17 de junho deste
anno, cumpre-lhes observar o disposto no art 24
do respectivo regulamento interno, organisado em
virtude do % 7* do art. 3* da lei n. 369 de 14 de
maio de 1855, sob as penas que esta mesma lei
estabelece.
Seeretaria da instruccao publica de Peraambu-
co, 28 de novembro de 1873.
0 secretario
Joaquim Pereira da Silva Guimaraes.
MOV1MENTO E TRANSACTS COMMERCIAES DA
PRACA DO RECIFE NA SEMANW DE 24 A 29
DE NOVEMBRO DE 1873.
Cambies.
Sobre Londres-a90 d/v, 26 1/8, 25 1/4, parti-
cular ; e do Banco 26 3/8 e 26.
A' vista25 1/2 do Banco.
Sobre Paris -a 90 d/v, 365 reis por franco, do
Banco.
Sobre Lisboaa 3 d/v. 112 por cento de premio
do Banco.
Sobre o Porto-a 3 d/v, 112 por cento de pre-
mio do Banco, e a 90 d/v 106 por cento, dito.
Sobre o Rio de Janeiro-a IS d/v ao par ; e a
30 d/v 1 por cento de de9conto.
Desconto de letras, 11 por cento M anno.
Venda do assucar e do algodao.
Assucar 4.
Aleodao de Pernambuco 1.* sorte, 75800,
71600 e 71500.
Sem inspeccao, 71400, "1300 e 71100 por 15
kilogrammas.
Dito do Rio Grande do Norte, 84550,81450,
e 84409 por 15 kilogrammas, posto a bordo, a
frete de 11/16 e 5 por cento.
Couros salgados verdes a 340 r6is por kilo-
gramma.
Entradas do assucar e do algodao.
Assncar40,172 saccos.
Algodao5,283 sa'ceas.
Exportariio.
Para o Canal-9,650 saccos com assucar mas-
eavado.
Para New-York7,800 ditos, dito.
Para Hampton Roads-3,500 ditos, dito.
Para o Rio de Janeiro3,836 ditos, branco.
^OViMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 29.
Rio de Janeiro7 dias, patacho nacional Bom Je-
sus, de 170 toneladas, capitao Francisco Jose
da Costa, equipagem 8, carga 144,500 kilos de
came ; a Bartholoraeu Lourenco.
Rio de Janeiro 5 e meio dia*, vapor portuguez
Julio Diniz, de 880 toneladas, capitao Contenle,
equipagem 50, carga varios generos; a E. R.
Rabello & C.
Lisboa33 dias, brigue portuguaz Soberano, de
240 toneladas. capitao Bunginganga, equipagem
41, carga vinho e outros generos ; a Amorim
Irmao & C.
Montevideo-23 dias, sumaca hespanhola Travia-
ta, de 100 toneladas, capitao Casals, equipagem
9, carga 111,000 kilos de came.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do Sal-Patacho brasileiro D. Fran-
cisco, capitao Adolpho C. Torres, carga assucar.
Aracajii e portos intermedios Vapor nacional
Mandahu, commandanle Silva, carga varios ge-
neros. .
>Jranja e portos iutermediosVapor" nacional Gi-
quid, commandante Manias, carga differentes
generos.
CanalEscuna ingleza Edward Uiltery, capitao
George, carga assucar.
Observagdo.
Suspenderam do lamarao :
Para a Parahyba, a escuna ingleza Seringa, ca-
Sitao Partridge, com o mesmo la9tro que trouxe
i ilha da Assumpcao. .
Para o Rio Grande do Norte, a escuna ingleza
U. S. C, capitao James, com o mesmo lastro que
rouxe de Montevideo.
as
Edital n. 101
Pela in9pectoria da alfandega se faz publico que
11 horas da manha do dia 4 do mez vindouro,
se ha de arrematar, a porta desta reparticio, livres
de direitos de consumo, e snjeitas ao imposto da
capatazia, as mercadorias abaixo declaradas, an-
nunciadas para consumo por edital n 88, e que
deixarara de ser nespachadas dentro do prazo
marcado.
Armazem n. 6.
Marca POLO n. 400 1 caixa vinda do Havre
no vapor francez Ville de Rio de Janeiro, desear
regada em 24 de abril do corrente anno, e consig-
nada a Francisco Gomes de Oliveira Sobrinbo,
contendo 203 kilos de brim pardo de Iinho, peso
liquido, avaliada por 5411333.
Idem n. 4011 caixa idem idem, contendo 201
kilos de brim pardo de Iinho, peso liquido, avalia-
da por 5361000.
Marca HPB n. 273-1 caixa idem idem, contendo
222 pares de chinellas de tecido de la ate 22 cent,
e 1,046 pares de ditos de roais de 22 cent., ava-
liada nor 776S600.
Idem n. 275 -1 caixa idem idem, contendo fiOJ
pares de chinellas de la, de mais de 22 cent, e 307
ditos ditos ate 22 cent., avaliada por 5094200.
Alfandega de Pernambuco, 29 de novembro de
1873.
0 inspector
Fabio A. de C. Reis.
i rar-------if-Tt>-jf-
iECIABACOES.
vapor Mandahu da corapanhia pernambucana de
navegacio costeira, e a commissao julgou-o em
estado de poder continuar, no seivljo em que se
emprega.
inspeccao do arsenal de marinha de Pernam-
buco, 29 do novembro de 1873.
Francisco Romano Steppte da Silca
_________ _______Inspector.________'
Arremata<;a6
No dia 3 de dezembro do corrente anao, quir-
ta-feira, depois da andiencia do Dr. juiz de direito
da 2* vara. deve ser arrematada a arma^ao e suas
pertencas da loja n 13 da rua da Iinperatriz,
assim como alguns chapeos, penhorados por exe-
cucao du cunsellieiro Francisco Xavier Pinto Lima,
contra Joao Iteaigno Pereira do Lago : os preten-
deutes poJeni examinar o escripto que se aeha em
poder do porteiro dos audiiorios ; sendo a arre
matacao eile-:tuaJa no proprio egubeleciiaento.
- Quarto-feira, 3 de dezembro, tlnda a andien-
cia do Illm. Sr. Dr. juiz substitnto da 1* vara do
civel, ira definiiivamente a pra;a, por arreada-
mento annual, o sobrado n. 4 da rua estretta do
Rosario, servindo de base para a arremata^ao o
preco de 9004, por quanto se acha actualmente
alugado : c-jja praca e requerida por Fractuoso
Martins Gomes, como consenhor do referido sobra-
do, e deste tambem sao consenhores Apolinario
Pereira Baduem e sua mnlher.______________
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
0 caixa desta companhia o Sr. Corbenia-
no de Aquino Fonceca, acha se autorisado
a pagar no^seu escriptorio rua do Vigario
Tenorio n. 19, das 10 horjfc'do dia ds 3 da
tanle o 51 dividendo da mq||no companhia,
na razao de 3-5000 por apolice.
Escriptorio da companhia, 22 de novem-
.bro de 1873.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodriques Valen^a.
COMPANHU
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife a Olinda.
E Beberibe.
Esta companhia contrata com quern por
menos o fizer, a collocagio de 40 & 50 pos-
tes, de madeira de qualidade, como seja :
embiriba preta, sapucaia ,etc, para ho telo-
graphico da estarao da Aurora a Encruzi-
lhada, com 25 a 30 palmos de altura e 5
pollegadas degrossura. Com a respectiva
gerencia se entenderao os proponentes.
0 gerente,
Laurentino Josi de Miranda.
Pela seeretaria da camara municipal de Olin-
da se faz publico para conhecimento dos interes-
sado tendose effectuado a arrematacao
dos nBpostos annnnciada para o dia de hoje, foi
transferida para o dia 4 pe dezembro proximo vin-
douro.
Seeretaria da camara municipal de Olinda, 27
de novembro de 1873.
0 secretario,
_____________Marcolino Dias de Araujo.
Soeledade litteraria. e Auxiliadora
da Instruccao Seoundaria.
Pede se aos senhores que flcaram com biiheter
doNbeueficio desta soeiedade, que se dignem vis
satisfaze los a rua da Palma n. 24, ate o dia 8 do
corrente mez; prevenindo-se aos que assim nao
fizerem que serio os sens noraes publicados oeste
Diano.
Santo Antonio
EMPREZA
l Itima semUM do trabalka da
companhia.
Ter^a-feira 2 de dezembro
Espectaculo em grande gala
para festejar o feliz anniversario de
S. M. 0 IMPERADOR
Programma.
A' chegada de S. Exc o Sr: commendador pre-
sidente da provincia, sera cantado por toda com-
panhia o
HYMNO NACIONAL
perante a augusta efflgie de
S. M. IMPERIAL.
Seguir-se-ha, depois de nma escolhida ouvertu-.
ULTIMA REPRESEOTACie
do magnifico drama em 5 actos, original fran-
cez do escriptor
A DUMAS FILHO
EDITAES.
Consulado provincial
Para sciencia dos contribuintes do imposto da de-
cima nrbana e os effeitos legaes, em seguida publi-
cam-se as altera;oes veriQcadas no lancamento do
mesme imposto no corrente anno flnanceiro de
18731874, ficando aberto o prazo as reclaraa-
-5es, que porventura possam tera fazer os interes-
sados, na forma da lei e regulamentos respec-
avos. .
AlteragSes verificadas pelo lan^ador Joao Pedro
de Jesus da Matta, no lan?amento da decima nr-
bana da freguezia de S. Frei Pedro Goncalves do
Recife, e que tem de servir para o anno de 1873 a
1874.
Guararapes.
X. 75. Manoel, Jorge, filhos de Ma-
noel Jose Rodrigues Pinheiro, uma
casa terrea arrendada por
N. 77. Joaquim Ferreira Ramos, uma
casa terrea arrendada por
N. 79. Rita Maria Firmina de Al-
meida, uma casa terrea arrendada
por
H. 81. Jcanna do Rosario Guimara-;?
Maebado, uma casa terrea arren-
192*003
276*000
30?*030
Santa Casa da Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise
ricordia do Recife, e mpetentemente autorisada
pela presidencia, em data de 3 de setembro do
anno proximo findo, e de conformidade com o que
dispoe o 9. art. 52 do sen compromisso. per-
muta por apolices da divida publica a fazenda de
criar gados que possue o patrimonio dos esta-
belecimentos de caridade a seu cargo denomina-
da Carnauba sita no termo de Flores desta
provincia, com terrenos para criar e plantar, e
com algum gado cavallar e vaccum.
Recebe para isto propostas nesta seeretaria ate
o dia 10 de dezembro do corrente anno.
Seeretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 10 de outubro de 1873.
0 escrivSo,
_________Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de suas sessdes, no dia 4 de dezembro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE
Rua de Hortas
Loja do sobrado n. 41.....306/000
Rua da Viracjlo
Casa teorea n.. 7 (fechada) 312*000
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il........ 201*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechada) .... 1:000*090
Rua da Guia
Casa terrea n. 25.......200*000
Ruo do Pilar.
Casa terrea n. 98.......241*000
Casa tereea n. 99 (fechada) .... 351/000
Idem n. 103.........241*000
Idem n. 102........241*000
Idem n. 108........207*000
Rua do Rosario da Boa'Vista
Case terrea n. 58.......245*000
Os pretendentes deverio apresentar no ado da
arrematacao as suas fiancas, ou comparecerem
acompanhados dos respectivos hadores, deyendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qua contiver estabeleci-
mento commercial, assim como o servico da lim-
peza e precos dos apparelhos.
Seeretaria da santa casa da misericordia do Re-
cife, 5 de novembro de 4873.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de -Souz a, ___
N.
dada por
83. JW Luiz de Souza, uma ca;a
terrea arrendada por
S. 85. Santo Casa de Misericordia,
uma casa terrea arrendada sujeita
a decima de 1[3 por
Travessa do Occidentc.
N. 1. Antonio Alves Barbosa, uma
casa terrea arrendada por
X. 3. O mesmo, uma casa terrea ar-
rendada poi
N. 5. 0 mesmo, f*rr-
rendada por
244*000
156*000
180*000
216*000
216*000
216*003
Soeiedade Patrintica Doze de
Setembro.
Exposicito do dia 9 de dezembro
Roga-so encarecidamente is pessoas que
quizerem mandar productos d exposicSo
que o fagam logo, afim de nao haver atro-
pello nos ultimos dias, que faltam para a
inauguracao.
Os productos devem ser remettidos para
o palacete da ordem terceira do Carmo, das
9 horas da manha is 4 da tarde.
PECCAO DO ARSENAL
Santa casa de misericordia
do Recife
De ordem da Illma. junta admiuistrativa da
santa casa da misericordia do Recife se faz pu-
blico, que a mesma junta, autorisada pela lei pro
vincial n. 1121 de 17 de junho deste anno, acaba
de contratar com Manoel Goncalves Agra, majores
Miguel Bernardo Quinteiro e Antonio Bernardo
Quinteiro, sob a flrma social de Agra 4 C- o ser-
vico mortuario e de carros fnnebres desta cidade,
a contor do 1* de dezembro proximo vindouro,
e que por consegufnte dessa data por diante to-
mente os coctratawtes poderao fazer semelhante
servico.
Seeretaria da santa casa de misericordia do
Recife 24 de novembro de 1873
0 escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
CAP1TANIA DO PORTO DE PERNAMBUCO, 28 DE
NOVEMBRO DE 1873
Para sciencia dos interessitdos faz-se publi*1' a
seguinte nolicia maritima : /
MINISTERIO DA MARINHA .
Pela seeretaria de estado dos negocios de mari-
nha se publica a seguinte noticia maritima :
(Traduccao do cap. ten. P. B. de Cerqueira Lima.)
JUNTA DO COMMERCIO
Whichall Gardens, 28 de dezembro
de 1871.
A junta do commercio recebeu do secretario de
estado dos negocios estrangeiros copia de um des-
pacho do encarregado de negocios de Sua Mages-
tade, em Bogota, acerca de um decreto do governo
colombiano, em virtude do qual todos os mani-
festos e relacoes de generos, que chegarem aos
portos francos do Isthmo de Panama, devem ser
certificados pelo consul boliviano, residente no
porto do embarque ; e diz que o governo co-
lombiano expedira ordens aos consnles para da-
rem taes documentos livre de despeza, quanto aos
generos em transito. Os que forem para consumo
no Isthmo, como os que forem para os portos co
lombianos do Pacifico, de Buena-ventora e Tuma-
co, devem pagar como ate entao.
(Traduccao do cap. ten P B. de Cerqueira Lima.)
JUNTA DO COMMERCIO
Whitehall Gardens, 29 de dezembro de 1871
A junta do commercio recebeu um despaoho do
consul geral de Sua Magestade, em Consiantino-
pla, informando-a de que o governo ottoraano de-
clarou franca a passagem dos estreitos dos Darda-
nelles e do Bosphoro, desde 13 de dezembro de
1871 em diante.
0 seguinte aviso aas capitaes de navio, acompa
nhado da necessaria informaQao, foi publicado
pelo consul geral :
i- Consulado geral britannico. Cosstantinopla, 12
de dezembro de 1871.
i Todos os navios pjdem de hoje em diante
passar pelos eslroitos do Bosphoro e dos Darda-
nelles a qualquer hora do dia ou da noite.
t Para evitar que os navios parem afim de ob-
ter os seus passaportes (Firmans) em Constanti-
nopla, na passagem do Mar Negr > para o Mediter-
raneo, os capitaes de navio podem prover-se, ao
chegarem do Mediterraneo, dos dous precisos pas-
saportes, isto e, um para o Bosphoro e outro para
os Dardanellos. Estes passaportes devem ser en-
tregues, d'ora em diante, pelos navios que.vao
para o Mediterraneo a bordo de um navio de guer
ra ancorado na ponta Galata, em frente de Gal-
lipoli.
Afim de que os capitaes de' navio possam
aproveitai-se da vantagem de nao se demorarem
em seu regresso, devem prover-se dos passaportes
para o Bosphoro e para os Dardanellos ao mesmo
tempo, em cujo caso deverio pagar os direitos e
emolumentos, e tomar os recibos em Constantino-
pla, antes de seguirem para o Mar Negro.
Poi este meio evitarao a necessidade de parar
no Bosphoro em seu regresso do Mar Negro, ex-
ceptoem Cavaa ou Buykdere para tomar pra-
tico.
Esta conforme.
0 secreUrio da eapitania
Decio de Aquino Fonseca.
CONSULADO PROVINCIAL.
Pela administracio do consulado provincial faz-
se publico aos respectivos contribuintes, qne do
1* de dezembro vindouro comeca a correr o nrazo
dos 30 dias uteis, marcado no art. 21 do rsgula-
m-nto de 16 de abril de 1842, para a cobranca do
primeiro semestre dos impostos da decima nrba-
na e 5 OjO sobre a renda dos bens de ralz perten-
centes s corporacoes de mao morta, no corrente
exercicio de 1873 a 1874, incorrendo na multo de
6 Of aquellesdos contribuintes que nao os satis-
fizerem ne-te prazo '
Cansulado provincial de Pernambuco, 28 de
novembro. de 1873.
0 administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
D.4MA D\S CAIMELIAS
Principiara as 8 lj* horas.
Os bilhetes estJo desde ja a disposi?lo do pu-
blico.
Aviso.
A empreza convida as pessoas que se julgarem
suas credoras, a apresentar as suas contas no es-
criptorio do theatre.
mm
Santo Antonio
EMPREZA-:V1CENTE.
COMPAMIIi
MESSAGERIES MARITHIES
I.laha iucnsal
RIO GRANDE.
Espera-se da Europa ate o dia 8 do corrente,
seguindo depois da demora d.< costume para Bue-
nos- Ayres, tocaudo na Bahia, Rio de Janeiro e
Montevideo.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
OS AGE.NTES
Hariamndy A l.itbille
9 Rua do Commercio 9
Olai. Sr. Dr. juiz especial do eapimereio, os refen-
dos bens, sendo : jeias, moveu, um eofre dofer-
ro, fazendas e armacao existentes na k)J> n. 60 do
eaee do Passeio Pnblico, servindo de base ,?ra-
liacao feita qne se aeha em mio do agente, a ru*
do Marquee de Olinda n. 37, primeiro andar, a$h-
de pode ser examinado desde jA
Em seguida vender-seha, a porta do referidi)
estabelecimento, 2 cavallos perteneentes aos beD<
de dita massa. _______________ *'
LE1LAO
DE
42 quartos coai vinho Rordeaui de supe-
rior qualidade
TERCA-FEIRA 2 DO CORRENTE
AS II lj2 HORAS DA MANIL*
0 preposto do agente Pestana fara leillo, por
conta e risco de quem pertencer, de 12 quartos
com vinho Bordeaux, de snperir qualidade, des-
embarcados nltimamente, ao correr do marteilo.
a vontado dos compradores, em um on mais lote-
TERQA-FEIRA 2 DO CORRENTE
As 11 1(2 horas da manha.
No armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
ass
Penultimo espectaculo neste
ttaeatro.
Quinta-feira 4 de dezembro.
BENEFICIO DE
Subira a scena o drama de grande espectaculo
em 5 actos :
COMPAKHIA
MESSAGERIES MARITIIES
I.inhn meiiisal
ERYMANTHE
Espera-se dos portos do ?i\ no dia 10 do cor-
rente, seguindo depois da demora do costume pa-
ra Bordeaux, tocando em Dakar (Goree e Lisboa.
Para passageiros, encommendas, etc., a tratar
com
OS AGENTES
Hurismendy A I.abille
9 Rua do Commercio 9
A. Lindemam, capitao do patacho al-
lemao Avance vindo do Rio de Janeiro com
carga de assucar, com destino para Falmoutb
para receher ordens, entrado neste porto com
agua sberta, precisa para occorrer as despe-
zas do concerto do mesmo navio, a risco
maritimo, da quantia de dezoito contos de
reis, pouco mais ou menos, sobre o casco,
frete e carregamento do dito navio.
Offertas era cartas fechadas serao recebi-
das no consulado do irnperio germanico,
aonde a carta do fretamento pode ser exa-
minada pelos interessados, ate o dia 3 do
mez de dezembro ao meio dia.
P t TAl MO
D. FIANCISCA.
Para o Rio de Janeiro pretende seguir com
pouca demora por ter dous tercos de seu carre-
gamento engajado, e para o resto que lhe falta,
trata-se com os consignatarios Joaquim Jose Gon-
caJves Beltrio Filho a rua do Commercio n. 5.
Para
roupa, louga de cozinha, 218 libras de mas-
sa de tomate, 9 latas com paios e hervi-
Ibas e uma beugala de unicorne.
Espoho de Joaquim Simao *U>s
Santos
Terca-feira 2 de dezembro.
0 agente Martins fara leilao, por autorisajao do
Illm. Sr. consul portuguez, de 1 -mobilia de ama-
rello, 1 cama franceza d-> dito, 1 marquezao pe
queno, 1 commoda com formato de carteira, ca
bides, bahus de conro, 1 carteira de amarellc. I
prensa de copiar cartas, 1 candieiro, 1 tinteirp, i
escarradeiras, 1 mesa de amarello para sala iV
jantar, 3 bacias de Flandres; ferro de engommai,
1 ealdeirio. cassarolas, frigideiras, trinchaute, U--
lheres e colheres.
Palitots de casemira, calas, coletes, chapeos.
chapeira, camisas de meias, seroalas, camisas de
madapolao, toalhas, guardanapos e uma bengala
de unicorne, 38 latas com 228 libras de massa de
tomate e 9 latas com paios e hervilhas.
No segnndo andar do sobrado n. 42 do pateo tl >
Terco, as 11 horas do dia acima. ___
LEILAO
GRACA DE DEUS
Desempenham os principaes papeis a Sra. D.
Manueia, Bahia, ( o de Lonstalot) Vicente e D.
Olympia Valladas.
0 Sr. Bahia cantara por obzequio, no 1. acto,
um romance que se intitula :
Amor paternal
Doesia do illustrado Sr. Dr. Celso Magalhaes,
musica do benaficiado.
Terminara o espectaculo com a scena comica
desempenhada pelo artista Camara:
Pedro Guerreiro Recife
concluindo com o applaudidissimo
Aogi) musical
A banda do corpo de policia executara nos in-
tervallos, as melhores pev-as do seu repertorio.
N'nm dos intervallos o beneficiado ira agrade-
cer as familias que ;o dignarera obsequiaslo.
N. B.A numeracao das cadeiras de 1." classe
sobe ate 118, todas as mais sao avulsas.
Principiara as 8 lr2.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o brigue portuguez Recife por ter a
maior parte do carregamento tratado : para o
resto que lhe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jose Goncalves Beltrio & Filho, a rua ao
Commercio n. 5.______________________
Rio de Janeiro
0 patacho portuguez Rival segue para o Rio de
Janeiro por ter ja parte do seu carregamento en-
gajado, e para o resto da carga devem os preten-
dentes entender-se com Silva & CascSo, escripto-
^io a rna do Marquez de Olinda n. 60, 1 andar.
4VIS0S MARITMOS.
Companhia amerieana e Itrasileira
de paqueles a vapor.
Ate 9 dia 1 de dezembro e esperado dos portos
do sul o vapor americano Merrimack, commandan-
te Lwir, o qual depois da demora do costume
seguira para New-York, tocando no Para e S.
Thomaz.
Para fretes e passagens, trata-se com os agentes
Henrv Forster & C, rua do commercio n. 8
9. batalhao de infantaria.
0 conselho eeonomico deste batalhao corapra 1
burro manso para tirar a carroca destinada para
a cnnduC'.ao i-i rancho as pracas de servico na
guarnivan ; levendo os pretendentes se dirigi-
rem a seeretaria do mspecttvo qnartel, das 9 ho-
ras da manha &* 2 da tarde.
Seeretaria do commando do 9.' batalhao de in-
fantaria no Hospicio, em 28 de novembro de
1873.
Odllon Fiocks Romano,
Alferes secretario.
COHPWHIi
MESSAGERIES MARITIMES
I.inha mensal
MENDOZA
Espera-se dos poi tos do sul ate o dia 6 do cor
rente, seguindo depois da demora do costu
me para Bordeos, tocando em Dakar (Goree) e
Lisboa.
Para condicdes, fretes e passagens, trata-se con
OS AGENTES
Harismendy A Labille
9 Rua do Commercio 9
Para Lisboa
seguira brevemente a barca poitagueza Gra/tj.ao
para carga e passageiros trata se torn E. R. Ra
bello & C, rua do commercio n. 48.
Para Lisboa
seguira com brevidade o brigue portuguez Bella
Figueirense; para carga e passageiros trata-se
ojomE. R. Rabeilo & C, rua do Commercio bu-
moo 48. ________________
LISBOA
Para o referido porto pretende seguir com a pos-
sivel brevidade o brigue portuguez D. Anna, por
ter ja alguma carga engajada ; e para a que lhe
alta, que recebe a frete commodo, trata-se com
os consignatarios Joaquim Jcse Goncalves Beltrao
& Filho, a rua do Commercio n. 5.___________
Para o Porto.
Segue com brevidade a barca portugueza S.
Manoel 11. Recebe carga e passageiros : a tra-
tar com Tito Livio Soares, a rua do Vigario n.
17.
LEilBEl,
Agencia de leiloes.
RUA DO MARQUEZ DE OLINDA N. 37, 1 ANDAR.
0 abaixo assignado tem a honra de scientincar
ao respeitavel publico, com especialidade ao corpo
commercial desta praca, que aoaba de ser nomea-
do agente de leiloes, em cujo exercicio, promette,
se esforcara para bem mererer a conQanea de to-
das aquellas pessoas que so dignarem honra-lo,
encarregando-lne de negocios tendentes a sua
proflssao.
Desde ja o abaixo assignado antecipa os seus
agradecimentos para com aqueUes que o proenra-
rem: o que poderao faer dirigindo-se a rua do
Marquez de Olinda n. 37, 1." andar.
Recife, 7 de novembro de 1873
Joaquim Dias dos Sanies.______
DE
7 barris de quinto e 38 ditos de decimo
com vinho branco, marca J S S
Qnarta-felra 3 do corrente
0 agente Martins fara leilao, por ordem do Illm.
Sr. consnl portuguez, de 7 barris de quinto e "
ditos de decimo,. com vinho branco, pertenceot^
ao espolio de Joaquim Simao dos Santos.
0 leilao tera lugar no trapiche Cunha, as 11 bo-
ras do dia.__________________ __________
LEILAO
DE
10 duzias de camisas bordadas e lisas par,*
homens
Quarla-feira 3 de uoveaibro
A'Sll HORAS EM PONTO.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 10 duzias
de camisas bordadas e lisas, muito finas, para ho-
mens
QL'ARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
as 11 horas em ponte
No armazem da rua do Vigario n. 11.
LEILAO
DE
lougas, 1 piano de jacaranda, 1 dito de
. mogno, demesa, proprio para aprender,
1 excellente cofre ingle/., prova de fogo,
e cerca de 200 1{2 caixas com charutos.
QL'ARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
as It horas cm ponto
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de qaem pertencer, de 1 mobilia cle
jacaranda com tampos de pedra, 1 dita de junco
nas raesmas eondicSe-, 1 dila de amarello sem pe-
dra, 1 dita de eiticica, mesas elaslicM de 6 taboas,
guarda-loucas, guarda roupas, guarda-comidas,
aparadores, mesas redondas, consolos, sofas, ma -
quezoes, marquezas, camas francezas para casal,
1 piano de jacaranda, com excellentes vozes, 1
dito de mesa, proprio para quem quizer aprender,
I excellente cofre inglez, prova de fogo, candiei-
ros a gaz, quadros, cabides, quartinheiras, toilet-
tes de mogno, dito de jacaranda, cadeiras de b i-
lanco de amarello, ditas de jacaranda, e cerca de
200 1[2 caixas com charutos cxposicao. tudo
ao correr do marteUo
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE.
as 11 horas cm ponto.
A" RUA DO VTGARIO N. 11, ARMAZEM.
ass
LEILAO
(Em continuaqao)
DE
cautellas vencidas e dadas em penhor
HOJE
0 agente Martins fara leilao de todas as cautel-
las vencidas e" dadas em penhor, constando de
objectos de brilhantes, ouro e prata.
A's 11 horas do dia acima. no sobrado n. 2 da
travessa da rua das Crozes, primeiro andar, casa
de penhores._______________
COMPANHIA BAH1AJA
DE
ViYQ^ETEiS iV ViVPOK
LIKITADA
Maceio, Penedo, Aracajd
e Bahia.
E' esperado dis portos acima ate o dia, 6 do
corrente um dos vapores desta companhia, o
qual seguira no dia seguinte ao de sua chegada
para os portos acima.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a ireta.
AGENTES
Antoiio Luiz de Oliveira.Azevedo 87Rna do Rom Jesuso7
Leilao
DE
iO gigos com superiores batatas
SEGUSDA-FEIRA 1 DO CORRENTE
as II horas em ponto.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 40 gigos
com superiores batatas
HOJE
as 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte d'alfandega.
LEILAO
DE
bens perteneentes a massa fallida de Anto-
nio Jose" dos Reis
6s 11 horas ,
levara a leilao, pof-despacho do
loja de fazendas sita i rua da Imperatriz n.
48, pertencente a massa faliida de Paulo
Fernandes de Melloliuimaraes.
Quinta-feira 4 do corrente
us 11 horas da manha
0 agente Pinho Borges levara a leilao, por man-
dado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio,
a armacao envidracada e envernisada, espelhos,
fazendas, roupa feita, calcas, colletes, palitots, ce-
roulas, camisas, moveis, 1 mobilia de jacrranda-.
constando de 12 cadeiras de guarnicao, 1 sofa, 1
consolos, 1 jardineira, 2 cadeiras de braco, 2 dita*
de balanco, laniernas, figuras, copos, aparadores,
commoda, mesa para jantar, cabides, cama, ban-
cos, 1 cofre de ferro, 1 piano, candieiro a gaz, e
muitos outros artigos que se acham pateates no
dia do leilao.
Os pretendentes poderao desde ja examinar e
tratar com o agente; no seu escriptorio, a rua do
Bom Jesus n. 53, primeiro andar.
AVISOS DVtRSOS
Precisa-se de uma ama
que engomme e faca outros
servicos domesticos, em casa
de pequena familia: na rua
do Capibaribe numero 40.
Precisa se de uma escrava para cozinbar
e comprar : na rua Primeiro de Marco n. 23
loja.
Aos senhores negociantes.
Continiia-se a fomecer comedori >s pant for a
por precos commodoii; algum senbor negociante
que tenha de retirar suas familias para ir passar
a festa e quizerem deixar xos seus caixeiros bem
servidos, quanto ao fornecimento de eoniida, diri-
ja-se a rna estreita dd Rosario ta. 35, primeiro an-
dar______________
Feitor,
Precisa se de.um pc rtuguet que entnda de ar-
voredo e jar lim, que lenha boa conducta.prefwin-
do-se casado sem familia : na rua das Cruzr
34, primeiro andar.
L


-
rt. -i
.VB,,
Diano (fc tsraaiabuyu -1- Segunda feira 1 de Dezembro de> 1873.
El
tar 1
Mnito pai
para todos.
0 JnvenW
albumins* t>!
ver prejuizo de urn, haja pnmiito
APROVEITEM.
ff>W00 por.wp A visa se a aieinVse quizer retratar ent car lues
de visita. wM'b"' 'Xix,A*K'ri\ *>
Cabu^a n. IBf a vltaT Jtafa o^ftfto Ma matriz,
tirara-se retratos em cartOea de^isita a 6*X)00
cada dezena.
APROV,
0 que e bom
Todos OS dias uteis oaftajliflados, chova ou
faca sol, das 9 boras da dMSHb 4 da tarde ti-
ramse retratos._________
Maga v* a taM L7T da ru* tratar na rua Duque' de Caxias n. 44, ou na rua
do Rangel n. 41, v andar.
Boa acquisicao.
Vende-se a casa terrea sita a rua do Padre Flo-
riano SI: a tratar na rua do Marquex do Her-
val n. 118.
1. Porto
participa aos seus amigos e antigos freguezes que
tern aberto am novo et tabeleeimento de fazenaas
i roapas feitas, a rua do Barao da Victoria n. 14,
aonde encontrarao um optimo sortimento, a precos
mmto commodes; e no meemo tern montado um*
tiompleta offlcina de alfaiate sob a direccao do Sr.
Souza Lobo, babil artista e excellente tesoura I o
'lualjBXeeata qualquer obra a gosto do fregnei e
com pontaalidUa,___________________
Na rua de Marsiiio Dias n. 46. precisa-se de
um caixeiro de 15 a 18 anoos de idade, com pra-
lica de venda e que Ad fiador a sua conducta, e
na roesma se compra medidas de liquidos e seccos
halancas e pesos, tudo do novo systems._______
Roga-se
A um certo Dr. que alugou o sotio do sobrado
n. 33 da rua estreita do Rosario, o obsequio de
vir ou mandar receber unj trastes que a mais de
seis raezes existem no primeiro andar do mesmo
sobrado; assim como satisfazer o pagamento do
aluguel do atesmo, isto no prazo de 3 dias flndo,
os quaes serio vendidos ds mesmos trastes para
pagamento doa alugaeis.____________________
Manoel Francisco do Reis, tendo justo e con
iratado com Hanoel Jose Damasio a compra da
taverna n. 88 da mat de S. Jorge, declara pelo
presente que quern se jnlgar com direito a mes-
ma apresente-se no prazo de tres dias, a contar
de hoje ; undo o qual nao se attendera a recla-
naclo alguma.
Recife, 28 de novembro de 1873. ________
i'LDEM AOS l _
ainisino o favor de
omplsto qoe ahi
*cclo peasjal pode-ae
assanuo o chai'ariz) |L
ea de eugtnLo e outros agricnllorea, e empregadorea de m
a visita a sen estabetecimentu, pan veretn o ftovo eortimento
eudn todo toperior em qnalidaue e iortidJo; o qoe com a in
riflcar. ______ El* w
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
iTahaiiab a Mnf10M Aforrna ^os mai8 Boderno tystemaa eem ta
V apOreS e rOuaS a agUa ouar.bos eouveoieotea para aa diveraas
s-comatanciaa doa aenhorea proprietarioa e psra deacarocar algodao.
VAAJAM J. aammm de todos oa tamaohoa, aa!meluorea qos aqoi
lloenaas 46 canna eXj8tem.
para anitnaee, agua e vapor. \J
&odas dentadas
Taixas le ferro fundido, batido e de oobre.
llambiqnes e fandos de alambiques.
Machinismos
Bombas
sea i
UB6ODOPABABK)NS..10E12
ue
ntes.
sa-
(BIAOO
Precisa-se de um que de" fiador de saa conduc-
ta : no largo da matriz de Santo Antonio n. 2, 1
indar.
Aluga-se
uma casa terrea com sotao o trepeira, bastante
tresca e com commodos para grande familia no
largo do Pilar n. 12, com sabida para a rua do
Brum ; assim como, o primeiro andar da rua do
Coronel Suassuna n. 146, outr'ora rua de Hortas,
muito fresca e com bastante commodos para gran-
de familia, com sahida para a rua do Caldereiro.
mem pretender d:rija-se ao segnndo andar do
mesmo sobrado das 3 as 6 da tarde.
Sillo
Fresco e saudavel.
Vende-se o mais bem tratado e melbor collo-
ado, pequeno sitio da Torre; rua da Torre n. 4,
perto da igreja, e o rio nos funjos, com muitos
alvoredos e bastantes commodos, a vi9ta a quem
f'az (6 : a tratar com o proprietario no mesmo
-itlo.____________
Caixeiro.
Precisase de um caixeiro com pratica.de pada-
ria de 16 a 18 annos de idade : na ma do Ba-
rao de S. Borja n. 26.
ATTENCXO
0 abalxo assignado participa ao respeitavet pu-
Ijlico que tern grande deposito de ^
para mandtoca e algodao J Podenip todoa
a part terrar madeira. \aer moaidoe a mao II11 f j
/por agna, vapor, Iirar.u
de piteute, garaatidas........ Ioa "'"* ri^lufl fib ^iM
Todas as maohinas wid,'M "cobpw
Fa qualquer concerto "-"mir" "i'i**id
Formas de ferro ar mmT"e maia ^^ """ a ^
r?- n -cr, rlfirt Incombe-ee de mandar vir qualquer machini8mo i von-
SnCOmmeilaaS. taae doa cHentea, lembrando-lhea a vantagem de fazsrem
a compraa por intermedio de peasoa eoteodlda, e qoe em qualqaer necesaidade p6de
bea preptar aoxilio. .
irados americanos e iMt^oaleD,0, agr,co!a
EBlerros, carros funebres^ aruia^k^leUlAi
GAM D4 FORTiA.
AOS 4:000|a0.
MLHKTES hAHWTJftOS.
1Irua Pa
iA--iian>>- > v.-itJ:i >.s i
U i- \*mt d; iwenas 'Oda iiwlri
Ham Jar.Um (//). qne :e e;truiira na quaru-
fcra, 3 do mez vind^iim
Bilheta inteiro 4W00
Meio bilbete 2/000
EH PORQJIODE 10OJ000 PARA C1HA.
Bilbete intairo 3>806
Meio bilbete 1*730
-

tot*'

ANTONIO JOSi DE AZEVEDO.
Rua Nova n. 11.
RUA DO BRUM N. 52
PASSANPO O CHAFAR1Z
FUNDICAO DE FERRO
\ roa do Barao do Trinmpho (ma do Brum) ns. flOOa 104
CARDOSO & IMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machines para en-
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao raercSdo.
VapOreS de for^a de 4, 6,8 e 10 cavallos.
CaldeiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS UlteiraS e meias moendas, obra como.iunca aqui veio.
TaixaS flindidaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
RodaS d agua com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
RodaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0gi0S e apitOS para vapores.
BombaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
FormaS para aSSUCar grandes e pquenas.
Pnrtnprtnct concertam com promptidJo qualquer obra ou machiua, para o que teem
vuuuoituo gua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
GWmnmPndflS mandam vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
Eiin,uiiiiiieiiua.B para Q qufl M correspon(iem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMAO.
Na rua do Barao da Victoria d. W precisa-*
fallar ao Sr. vigarto Andre Curciw de Araujo Pe-
relra, a negocio de seu interesse._______ "
Hotel duas nacoes alliadas.
!* becco do Padre n. W fan-se comedorias com
todajj asseio e perfeiQao, e se manda levar era
casa de qualquer pessoa te por mez ou mesmo avulso, pelo preco muito
commods de Ml e 35* put'met P*ra unn pes-oa:
os Srs. que ?c dijmarem obzequiar-uie dirijamse ao
me9erto hotel qae schsra oom quem tratar. Tam
bem havera no mesnw hotel,, papa de leite todos
oa dias is 5 1|2 horas.
ALUGfa-
o senndo e terceiro andares do 3obrado da rua
da lloeda n. II : qnem os pretender dirija-M ao
caes a Companhia Pernainbucana, armazem nu-
mero 4._________________________________
Alnga se a casa n. It da rua da Ponte, na
povoacao do Monteiro, muito propria para pa>-
sar a festa : a tratar na rua do Duque de Ca-
xia* n. 7L _
Querendodefinitivamente liquidar este negocio, vende todos os que tem, novos e
usados, pelo preco do custo de factura. '..'
Tambem acaba de receber o segumte:
OLEADOS inglezes para assoalho de salas, do muitos liudos dosenhos de 11 a 33 palmos
de largura e 100 de comprido, podendo forrar-se uma sali por grande que
seja com oleado inteiro.
M1GNIFICOS espelhos ovaea para ornamentos de salas.
ANNEIS electricos para curar dores de cabe?a. nevralgias e nervoso.
MUITO lindas gravuras, grandes, para quadros de sala.
GRAMfOS para segurar roupa estendida nas cordas, a 200 rs. a duzia.
TALAGARQA e papel picado para bordar com 1ft ou s&la.
VERDADEIRA agua de colonia em garrafas empalhadas.
E muitos outros artigos, e por muito barato prego._________________________
Toma-se a quantia de 5:0004000 a juros,
com garantia sobre escravos: a tratar na rua do
Imperador n. 18, 1." andar___________ '
0 proprietario deste estabelecimento pede aos do-
nos ou rendeiros de sitios que tiverora as fructas
de cajii, genipapo e abacaxi, e as queiram vender,
comparecam a rua Vidal de Negreiros n. 144, ou-
tr'ora Cinco Pontas, afim de se tratar dos precos.
Joao do Amaral Raposo.
AVISO.
lC^5C^C5QC! icssQSsxsc^a
Fugio a 10 de setembro proximo passado, a
escrava Maria, crioula, idade de 35 a 40 annos,
<',or fula, olhos grandes, rosto comprido, quando
anda envergapara traz : quem a pegar, levea ao
'^es do Ramos n 42, que sera generosamente re-
'ompensado._____________________________
Lrgencia
Precisa-se alugar por dous mezes um
piano de armario, de bom autor ; quem ti-
ver annuncie. __________
Marcelino Antonio Pcreira e seus
filhos agradecem do fundo de sua
alma a todas as pessoas que acorn-
panharam ao cemiterio publico os
restos mortaes de sua sempre lem-
brada e chorada esposa e mai D.
Maria Canstanca Vieira Pereira ; e
convida, bem como a todos os seus parentes e
imigos para ouvirem no setimo dia, terca-feira z
de dezembro, as 7 horas da manha, uma missa e
memento que mandarn celebrar por sua alma, na
greia do Carmo ; e por esse acto de piedade se
;onfessara eternamente gratos a todos os que to-
marem parte na ana dor. _^^__^^__^_
Benlcna da Sllva Boa-Vista.
Joaquim da Silva Boa-Vista, seus
Moraes k Motu, proprietaries do armazem Fi-
delidade, a rua do Imperador n. 14, convidam
pelo presente aos seus devedores que tem debitos
antigos na mesma casa, de virem saidalosate o
fim do corrente anno, certos de que se assim o
n3o fizerem, obrigam nos a proceder a cobranca
judicialmente, sem excepijao de pessoas.
Recife, 19 de novembro de 1873.
ATTBNCAO.
Cousuliorio iiiedico-cifui'gico
DE
5 A. B. da Silva Maia.
M\ Rua do Visconde de Albuquerque n.
d 11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
i"
a. 11.
Chamados : a qnaiquer hora.
Consuitas : Aos pobres gratis, das
4 horas da tarde.
Escravo fugido
300^000 degratificaqao
Ausentou-se desde o dia 13 de maio de 1872 o
preto de nome Alfredo, representa ter de 30 a 40
annos de idade, e aerfeito cozinheiro, alto bastante,
e bem rnagro, pouca barta, olhos grandes, 6 muito
ladino, consta que tem pai no engeoho do Sr. Lulu
de Caiara, em S. Lourencu da Malta. Este preto
foi cozinheiro dos negociantes Adriano 4 Castro e
Sr. Jose" Joaquim Goncalvos Bastos, e julgase
que esteja alugado em algum hotel ou casa parti-
cular nesta cidade, como forro : pede-se a todas
as autoridades e capitles de campo, que o desco-
brindo, o tragam a rua Duque 4e Caxias n. 91, loja
de miudezas do rival stm segundo, que serao gra-
tificados com a quantia acima. ^^___^^__
Aluga-se
uma boa casa nova com muitos commodos pan
familia, com gaz e quintal todo murado na Capun-
ga ao P6 dos Quatro Cantos, muito perto da esta-
cao : a tratar na rua do Vigario n. 33, primeiro
andar.. com Joao Jose da Cunna Lages. _____
Aluga-se uma excellente casa na povoacao
de Duarte Coelho, em Olinda, com bons commo-
dos para familia; a tratar com Jorge Tasso. rua
Amorim, h. 37.
Uriir tt*
56 aRua do Marquez de Olinda 56 a
(outr'ora rua da Cadeia)
LOJA DE MACHI^4S
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como pru dado pelos grandes depositos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melnores, mais acreditadas e verdadeiras machinas anierlcauaa para algo-
iao, desde 10 a" 60 serras, e havendo em todos os tamanbos diversidades de syste-
tnas e melboramentos para perfeito e rapido descaro<;amento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alem disto, encontrarao
tambem mais :
2 as

Carlos Pinto de Lemos. administrador da
massa fallida de Joaquim Silverio de Souza 4 C,
- roga aos devedores da referida massa, queiram
dicoes queira apparecer no largo do Corpo Santo quanto antes saldar seus debitos a rua do Mar-
Sio 'Xintnrio quez de Oliada n. I, sob pena de recorrerse aos
meios judiciaes. Recife, 21 de de novembro de
Precisase de um homem portuguez recente-
mente chegado, que tenha boa conducta e pratica
ara feitor de engenho : quem estiver nestas con-
n. 19, escriptorio.
D
pais, sua sogra, irmios e cunhados
agradecem do fundo d'alma as pes-
soas que se dignaram conduzir ao
cemiterio, no dia 27 do mez passa-
do, o corpo de sua chorada esposa
D. Benigna da Silva Boa-Vista, e
convida em seu nome e em nome dos acima men-
Monados, nao so aos sens amigos e parentes, mas
.ambem aos da fallecida a comparecerem ter^a-
feira, ?de dezembro, as 4 l\i horas da manha, na
greia de Nossa Senhora do Rosark) da Boa-Vista,
mde pretendem mandar celebrar uma missa par
sua alma. _______
Oasa ern Olinda
Aluga-se uma casa na rua de S. Pedro, com
cemmodos para familia : a tratar na rua do Hos-
picio n. 17. _____-.___
Precisa-se
de dous raoleques de 12 a 15 annos, para um tra-
Oalho muito leve : a tratar no hotel de Bordeaux.
Aluga-se o 2
Horta9 n. 48, com
no 1* andar.
andar do sobrado da rua de
sotao e cinco quartos: a tratar
MOFINA
Esta encouragado !! !
Roga-se ao Him. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
Qns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo e de novo chamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio 6
de mais de eito annos, e quando o Sr. seu tiLho se
achava nesta cidade.______________________>
Fugio, ao amanhecer do dia 16 de outubro
do corrente anno, do engenho Paraizo, do terrao
do Rio Formoso, o mulato Cyrilo, de idade de 23 a
24 annos, escravo do padre Miguel Peres de Aze-
vedo FalcSo.
0 referido mulato e de esutura regular, cdr
roxa, cabellos pretos, nlo soltos, porem nao muito
Segados, com estrada de liberdade, ja tem buco
e barba e pouca barb a no queixo inferior, 6 bem
parecido, sane l6r, porem escreve mal.e muito fat-
lante, bom monlador em burros, trabalha de oleiro
em formas e 6 canhoto.
Ao amanhecer do dia 9 do corrente (novembro)
fugio do mesmo padre o escravo Themotheo, criou-
lo, idade 26 annos, estatura regular, bem preto,
Souca barba, dentes limados : ha prababilidade
e que fugissem para a capital com o intento de
assentar praca. Quem os apprehender sera bem
recompensado, e os podera entregar ao Sr. major
Jose Antonio de Brito Bastos, no engenho do Meio
da Matriz da Varzea ; e sendo preso em outro lu-
gar fora da cau_al ou seus suburbios. sejam con-
duzidos para Wefeiido engenho Paraizo, que se
recompensara bem, devendo ser conduzidos com
toda a cautela, porque sao muito ardilosos, maxi-
me o mulato.
1873.
Mrieula dos cavallos.
Acham-se a venda em todas as livrarias map
pas impressos para matricula dos cavallos con-
forme determma a lei provincial de 17 de junho
de 1873._________________________
..._-, Precisa-se de uma para cozinhar
A \ fl A para casa de pouca familia; a tratar
f\ VI t\ a >"ua do Hospieio n. 46, casa terrea
illilil qUe tem bolas amarellasna _cor-
Apurados vapores locomoveis, deforga
de 2!/ e 3*/j cavallos com todos perten^as
precisos para trabalbarem 4 macninas para
ilgodSo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de m8o para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com valvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para cozinha.
nija.
Aina de leite
Precisa-se de uma na rua da Praia n. S3, 3
dar ; preferindo-se sem filhos.____________
an-
\iiia de leite
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perten^as avulsos para machinas.
Salitre relinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e cafe1.
Debulhadores para milho.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folles para ferreiros.
CASA DO OURO
Aos 4:000$000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seu>
muito felizes bilhetes a sorte de 4:0UO*tiOO em
dous meios de n. 1311, alem de outras sortes me-
nores de 403000 e 20JC0O da loteria que se aca-
bou de extrahir (76*. ; e convida aos possuidores
a virem receber, que promptamente serai pagos
na forma do costume.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit*
\% publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer | remio, como prova pelos mesmc s
annuncios.
Acham-se a venda os muito fellies bilhetes ga-
-antidos da 1' parte da loteria a beneflcio da
matriz de Bom-Jardim, que se extrahira no dia 3
do mez de dezembro vuvJouro
Proyos
Inteiro 4#00rt
Veio 2*000
De lilO-rOOO para clma.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 21 de novembro de 1873.
Joao Joaquim da Costa Leite.
Casa de campo
Offerece-se a quem quizer fazer os concertos
necessarios, o arrendamento por alguns annos, de
graca, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que f)i do finado Dr. Joaquim Pires Carneiro Mjn-
teiro, passando-se escriptura para maior seguran-
ca. A locaUdade e muito salubre, e a casa muito
fresca, lem magnifico banho de agua doce em
frente, e e muito commodo visto que o trem pass.*
iefronte : quem pretender pode dirjgtr-se ao Sr.
Francisco Carneiro Jlonteiro, em Apipucob, au
Sr. Francisco Ignacio Pinto, na rua do Bom Jesr.;,
ou ao Sr. Cannan, a rua do Commercio n. 40.
Emfim muitos outros artigos,
(xaminados.
que s6avista e neste estabeleomoderaoentp
s 1
Precisa-se alugar uma ama
e ite: na rua Fermoza n. 18.
que tenha bastante
Ama de leite.
Prscisa-se de uma ama de leite, sadia e moca:e
na rua do Hospieio n. 87, pagando-se bem.
0 Dr. Jose Antonio de Figueiredo, testamen-
teiro e invenUriante do espolio do fallecido Dr.
Antonio da Assumpcao Cabral, convida aos ere-
dores do mesmo esnolio para que apresenlem suas
contas ou titnlos, para em tempo serem devida-
raente apreciados.
Precisa-se alugar uma ama de meia idade, po-
rem que seja preta, aue nao tenha vicios nem
achaques, e que affiance sua conducta, para com-
prar e cozinhar para uma familia de 3 pessoas :
a tratar na cidade di Olinda, sitio do Amparo, ca-
sa terreagrande^comportao ao lado.
CHAMUM)
0 Sr. JoviiB PertaidB' d Crtz e chamado a
rna do -Cor.-nei Saassuna n. 28J, a negocio de
partienhr into rease._______________________
Para paasar a festa:
Nao ue precuando mail de uma casa na Boa
Viagem. que foi alugada ate o ultimo de fe
ro, trajpmi-se" a chava da mesma : a
ma do Uoronel Suassuna d. JW.
Caixeiro
Precisa-se de um menino de 14 a 16 annos, com
ratica de taverna : na rua do Amorim n. 68.
Garanhuns.
Na rua do Barao da Victoria n. 36, precisa-s*
allar aos Srs. Pedro do Bego Chaves Peixoto t
o6 Paes da Silva, a negocio de particular inte
ease.
50#000.
Fugio do engenho Araquara, do termo da Bs-
cada, no dia 26 do corrente, o escravo, Antonio, [ de um m 50
Antonio Domingos Pinto, querendo resumir
0 seu negocio de mobilia, tem resolvido fazer um
tbatimento de 28 por cento nos precos de suas
mobilias, as quaes sao : ricas mobilias de jaca-
randa a Luiz Xv, fabric ad as em Franca, ditas de
nogueira e de anable, guardas-roupa de jacaran-
da de mogno e de anable com espelho, ricos
guardas vestidos de amarello, rieos guardas-lou-
ca, toillettes de jacarnda e de mogno, aparadores
de mogno com tampo de pedra, ditos de amarello
com armario, mesas elastica- para jantar, dits
de mogno com abas para almoco, mesinhas de
mogno para costura, e uma inOnidade de objec-
ts que seria enfadonho mencionar ; tem um
grande sertimento de cadeiras de muitas qaalida-
des : a rna do Barao da Victoria n. 57 e 58.
Aluga-se um excellente sobradinbo com bolas
de vidro, na rua de S. Pedro Novo n.... com com-
modos para grande familia, 0 melbor lugar para
quem quizer f,-,.er uso dos banhos salgados: a
tratar na praca dojCorpo Santo n. 17,1 andar.
Escravo fugido
Desappareceu ao amanhecer do dia 4 do cor-
rente, do engenho Serigi, comarca de Goyanna, 0
escravo de nome Jose" Borges, mestre de assuear,
tendo os signaes seguintes: cabra, idade 30 annos
pouco mais ou menos, boa figura, um tanto grosso
e espadatldo, sendo 0 signal mais visivel uma
gomma na junta, do pe esquerdo : roga-se a todas
as autoridades e capitaes de campo queiram ap-
prehender dito escravo e leva-lo ao referido en-
genho, ou nesta praca a Oliveira Filhos & C., lar-
go do Corpo Santo n. 19 que serao generosamente
recompensados.
Recife, 19 de novembro de 1873.___________
Escravo fugido.
100$000 de gratificacao
Desappareceu de novo, de bordo da barca bra-
jileira S. Josi, 0 escravo Joaquim, preto de na-
cio, 0 qual anda bem vestido e calcade, deixan-
do crescer os cabellos a modo de meia cabelleira.
Esse escravo pertenceu ao fallecido Dr. Olym
Marcellinb da Silva, que 0 ham comprado na
provincia de Minas fern S. Joao d'El rei ou Oure-
Preto), e com elle seguio para 0 Rio de Janeiro e
d'alli para esta provincia, aonde foi para Maceio,
tendo 0 vendido alii a Justino Epaminondas Ne-
ves, a quem 0 compraram os abaixo essignados.
Sabe cozinhar, occupacao a que estava dedicado,
e conhece se pela falla qae e afneano.
Offerece-se a gratiricacao acima a quem 0 ap-
prehender e roga-se a todas as autoridades a sua
captura.
Recife, 6 de outubro de 1873
Jose da Silva Loyo & Filho.
fall
crtoulo, de 34 aanos de idade, com os signaes se-
guintes ,: altura regular, falta de dentos na fren-
te, pes apalhetados e tocador de viola ; foi om-
prado nesla praca e julga-se andar pela fregue-
zia da Varzea, onde tem m5i e irmas : Quem 0
pegar leve-ooa estn las inco-Pontas : a "-atar
-~>Olympio d. lalviat mi mwtiio ?jige-
. 1 Sr. Anloi Junior.
fe. 27 de noveu.... ue 1873.
. Precisa-se
que tenha pratica ne serrir a mesa
uos hoteis : a tratar no hotel de Bordeaux.
asa para alugar.
Aluga se a casa n. 63 da raa do Hospieio, com
bastantes commodos e agda, propria para. ama
I grannie familia : os pretendente3 qae queiram
j xxamina la, acharao a chave na mesma rua n. 85,
agio de Santa Genoveva.
Carros de luxo.
inanMtkmavel aue a eocheira da rua do Bom ma dolmperado. D. Bi. N mesma uvrana po-
h,o^t^m^^^-^^ ea-demosjeaohorosassigna^s procurar os.exem-
PENHORES
Na travessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de oiu*o, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se ps mes-
mos metaesepedras.
PnblicacaO KMraria
0 FIM DOS TEMPOS
su
A PROXIMA VINDA DO B.EINO
DE DEOS,
tudo mostrado pelos fuctos que se estao passando
no mundo, e que se actum claramente annuncia-
dos na propheeia de Daniel, Ezequie), no apeca-
" pse dp S. Joao, e nas epistolas le S. Pedro e de
Paufc.(Aha>se prompta ijsu interessante obra
e a disioslSo do publico, n; livraria universal, i
,51. Na mesma livraria po-
IMPERIAL
FABRICA DE CIGARROS
DE
S, JH DE NICTHEROY
Rio de Janeiro
Constando ao abaixo assignado, unico agentu
nesta provincia, da imperial fabrica de cigarros
de S. Jooo de Niclheroy, no Rio de Janeiro, qae
existeno mercado cigarros que sao vindos com.
fabricados em dita fabrica, imitando para isso a
etiqueta em que vem elles envoltos, apressase a
prevenir a todos os seus freguezes que os unicos e
verdadeiros cigarros de exposicSo de dita fabric*.
s6 sao vendidos nos armazeDs dos Srs. Francisco
Guedes de Araujo, Manoel de Souza Cordeiro Si-'
moes Junior e Faria 4 Filhos, unicos detositos de
dita fabrica. Recife, 22 de novembro de 873.
Domingos Alves Matheus.
Escravos mgidos
Felippa, negra, cabra, ja idosa, cozinheira, altu
e secca, foi escrava da viuva do fallecido Jacio-
tho Botelho, tem um filho escravo do Sr jose
Antiio de Souza Magalhaes, que andava fugido,
e qae veio seduzir a mai para acompanha-lo ;
esta ausente deste o dia 6 do corrent-;.
Roga-se a
tura das mesmas escravas que
Sapucaia de Beberibo.
que tem as melhores berlindas, caleeas, meias c*
lecas e victorias dejnxo, proprias pau qualqaer
nofcado, visitas da atiqueta, bafcs* aatos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaeudos de excellentes
parelhas de, aniaiB% anfDf |i|ufsafe 5e boleeiro*
com farfanolM fc AajM toitd, |aH 6 jn# M
convida ao punlicV aVir por si mesmo scientm-
carse da verdade do que deixamos dito, certos de
qua nao encontrarao pomada, e sim realidade e
conamodos precpa.
plares que subscreveram.
S^; Bjariios eares saudavcis do
Monteiro
ucj'-i \* aio v* vv*****v-
pnlicia u capitaes de campo a cap-
esraas escravas que sao do engenh >
SAQUES
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo "
n. 20, accana sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, a* vista e a prazo
por todos os paquetes.
Escravo fugido,
s
s

Aluga-se alii duas pequeua*
centa para quem ^precisar rl
frescos 5 a tratar a rua uo b.
tr'ora Nora
ca>as muito em
, e banhos
i ..ia, ou-

Acha-se fugido desde o dia 18 do corrente j
esn- a Gregorio. cr oulo, cyr,fula, baix^, t>-ndo
i"S !
S queira
kiii
tlncauo.
a corttdo : quem
do pateo do C*pm, em
ra gen^usameDi-' gr?>-


I MM


-

6
Baa casa para a festa.
Aluga-a.uaia exceliewe eas* do Monteiro, tra-
-;*ea do Kisto, a qaal se acha em moito bom es-
**4ehmpfl: tratar *rua Priiwiro de
^o^maSyc ^Mp K ^ ,0j* de Gorgel
ArmlilarSn veudo
Retalha so tiro vasto e bello terreno 6
Margem do riovcos-fundos da povoagio de
Seberibe, ainda oao visto pela mawr parte
b4e.os mattos que cobriaaa dtto tarreno, o
qual onstade pria para ediiaagSo, e distaucia oe 8 rainu
tos 'a ultima esta^ao da via ferrea, achan-
do-se ja dividido em ruas, com approvacAo
da camara de Oliada.
Quern pretender pode ir wrque sem du-
vda ficara agradado, e eBtender-se com o
Sr. Jose" Honorato Medeires (Zumba), en
carregodo, ou co o proprietorio, junto a"
ponte da dita pevoaoao.
Consultorio homeopa-
* thieo
1
t .* pewoa- *e atimmcjou pre*war de 50VA .
premio sob- hypotbeca em bans de tail. aaaaraca a
ma do gospicw n. 1C, das 4 horae da le em!
dianto
ALU(?AH
O predio n. 88, sito a n do Bar** S. Bfcrjal J^00
com commodos para grande fanilfe : a tratar na
rua da Ponte Velha n. 75, com Rocha Leal.
, ATTENCAO.
De novo pede-se aos ensures da massa MM*!
le Joao Hjrgfew de Soura, que aprtsentea $eus
timlos a rua do Vigaria a. r9, anHar, aim de
serem eovferidos.
Quem pracisar aiugar um escrayo, com. tan
to que Bis seta para servi.-n.-dfl.iui aim
rua do Hoepksio u. 61, que
te intelligento, e capaz de l_
Iho de jata ou de hortalicas.
Ahiga-se urn sjtky em J%beibe)fcoari9
propna para farnilh., conn moMa otf gem efl*:
a rua do Mafqnez de Olitfda n. 36.
Precisa-se de dous reflnadorea para o Para :
a tratar no eaoriptorio- de Joaqeim- M*e Goacalve*
BeltraoiSi Mhos, a rua do Commereio n. 5.
Do Dr. Santos Hello
Rua do Imparador-------if
Consultas todos os dias das II a t da
41-
m
Wtarde
jQ. firatis 80S pobres.
Residecia a roa Nova n. 7, segundo
andar, onde da coasuUas das 6 as 9 da
manha e das 3 as o da tarde.
25 Chamados a qualquer hora.
*^s* 0000* 000
Manoel da Silva Faria & C, a rua do Vigario
a. 20, adminislradores da massa fallida de Ignacio
Pessoa da Silva, convidara aos credores da mesma
massa para que no prazo de oilo dias, contados da
data deste, apreseutem sens titutos, atlm de serem
jerificados e cla-iQcados. Recife, 20 de novem-
bro de 1873.
Aloga-se
. primeiro andar do sobrado da rua dj JDuque de
Jaxias n. 44, proprio para escriptorio, ou rapai
jjteiro : a tratar ho mesmo, loja.
CftZflNHEIKO
precisa-se de nwi eiW?S.
do Manguinho, 8r*>* n.
ro cinserjto antes r!a igreja.
Leques, ltivas & sahi(fts de
bailes.
AroaHl, Nabuco 4 C receberam
leques de madeira mosaS9fes0
marfim, malreperala de 4iversa-
. .laraga,' luvas dpellic# fresca, a^u sahidaa de baNei an eapas de ca*ini-
inrommodWaas sa
no Bazar Clbnava
vendem magmficas
aberturas de exm-
pari^amisas d sBbo
icoata de seda,
j elmefcas: no
lo da Victor!* n. 1.
de linho bordadas,
SfSBS
a-tatYfct3ria,'a
Offerecese uma mulhef de
para cozer cm casa de alguma fauiilia ou
na travtesa do forte .
era casa de madame
eMMAl.
f Trastes.
I veniram aoa sans correapondentes nas diversas par-
nviarem por todos ospa
' o e bom gosto, que se-
" sociedades elegantes
iximar se o tempo de
o desta Koda Veneza
Le snajjpUJejIea,; e co
iversos
| alguns
veis,
d*- respeitavel pulrfic* a eostumada
mats
mpr
ados
vende-se trastes novoa
e usados no armazem da rua do Im-(
terador n. 48.
AVISO
0 Sr. Jjaquim Clemente de Lemos Duarte tenha
a bondade de vir ou mandar a rua do Coronel
-.aassuna n 28* a nogocio de sen interesse.
Para canveciros.
Aluga-se um terreno murado, na rua da Sm-
jade, que tem com palraos de frente e 300 de
: undo, com puquena casa e telheiro para ani-
-^aes, proprio para planlajoes : a tratar a rua
'rimeiro de Marco n. 23, loja.
CHfADfl
Compra-se
um sitio nos atfabaMefl desta cldade. onde passe
liriha de bonds : a t.-atar na rua do Imperador o.
i8, armazem.
Compia se em uma das tres freguezias, San-
to Antonio, S. Jose ou Boa- Vista, um sobrado de
um andar ou uma casa terrea que esteja em bom
estado : a pessoa que quizer vender dirija-se a
esla typographin, que se lhe dira quem pretende
comp ar.
v de tartarfcga ft xnjs lnJo9 que teem
vindo ao mercado.
^^bnna^eom ricas capas de madrenerota e de
Pb4 s&thi di versos tamanbos e barates pre-
AdBrecftg latmpletos de borracha pr prios para
teto, tambem.se vendem meios aierecos muito bo-
*Wo.
BotSes dr satioi pvekxr de core* para onate dcr
YfisiJdDs de 3enbx)ra ;, tainaem teaimara collete e
paHtM.
otsa* para sesrfwras,, ex^ta um bil sortiman.
to de seda, fe palha, dw cnagrim. eur, etc., por
barato prefo.
Boneeas de dos< ee tawawhoa, taaw de louca
aomo de6u, dbDrracha ede massa ; ehama-
aioa a aoMODte kts fisma*. Stas, para oste artifff,.
pojs as vezes tornam-se as eriangas um pouca inv
m
Rua linperatriz h. 60
0
Vende fazendas part, iiquidar, por baratkaimo pre^o eomo
3* abaixose ve:
Pereira da ftfra A tiui.uarjtes leodb em ser uoiWrttttnVApozito dVfozendas,
tem resohido fazer uma liqiMcirio das mesma-; com gr.ttt.fc- fbWfafeftftj nos wecos,'
com o unieo fira pni!ftnb-r, para, o ^tic convida-n nSo s6"os seu
005
seus nurnefoses
baratas
freguezes, como o respeitavel pohlii-o, a v.r^.fm w de niml-s fmoiax bm+t
no seu estal)iBleiaritonfcn9iww . CAM1RAIA&A Vt,mi>Q, S9, *!$>
O Pavao yeode am magnitico
w9 Onas eambfajas brancas
rentes, tendo 10 jardas cada pega, pelo La-
BAZAR UIHUIUI
ladoBaria da Yttforiai.22.CTi!*^*SH^ST:
DE
francos muito fino a
CH1UES MMias
O Prric vm*5 (Aries
mais- Gas qtse custumam vir sob^ M, *tos. 4a
peoas pceeisa
...
Carneiro Vianoa.
A' ests grande estaielecimento tem eae-
galdo um bom sortimento de machinas wrra
ccfcUira, de todos os autores mais acreaka-
mercadft,. win etmcM frawfc softimM** te4K.j|Mtrfj4iipi d*
Jde oitas tapadas e victorias qe venda de 49 niuito finos a 4#, ditos fini
ate graeodo fazenda qw valie muito mai
dinheiro. r
comsalpicos m eeftE'jf m.
Q Pava reeebeu um elegante swtimento
dos ultimamontena Europa, cujas macbitw' tZ^ZZ??"" w**^ tpiqi-
s5o earant'rfas nnr nm Znn ,^a" nn?* ra'udmbos de cores, tends- 19 janlas
vestido e vende pclo barato
sib garantidas por um anno, e tendo urn
pefrfeito artista para ensinetr as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'nm
anno sem despenilQ^lguin Jo compjwior.
Neste estabeleciMo.t,mbe ha peMM^as] tlSTIfceS k USO BA COFE i2
queipe#_ cada corte de
prece de 5J5, nor ser pecuincba," ditas i
salpicos todo- kfancosemto fewmd* finissima
Sni#0 e diftM 5W)0.
ehinw trabaftaw com to<)a a- perfei^ao de ] cada cdrte todos os enfeites. necessirios cotno
entre-Hwiosy reiida*,
nm e dous posponios,. franze e borda toda seiam : babadii
^^f^lf n1a pns !&<] sttumteq^ialidade: ,>ar* tta- cada -on, aaaim cam., di*TdeWho
^SLV"30 ^ *??*' im**- ^SWWloom todos osenfeitTa lo'.TorTesdJ "nS
peninctes p* m **-**&* sgss: e^rssr;. ss:vrciadecores'para aca-
tera^So de precos, esompradorespodera
iskar este estabeleoimento, que muito de-
verSo gostar pela variedade de objeetos que
Precisa-se de uti criadn, que sja bom copeiro
nseiado : nna rua da Uniao n. 17.
Allcnfilo.
Precisase aiugar um sitio peno da cidade, que
entaa plantafoes e proporgSes para ter vaccas dc
nte "!"i/ i ^ver ne>tas condi oes, dirija-se a
'an do Barfia d., Victoria n. 63, loja.
Atfe
ncao
Vende-se duas casas
rouel Suassuna: a iratar
refin cao.
terreas na rua do Co-
na rua Di eita n. 10,
VenJe-se barato a armacao da taverna n. 60, si-
a rua Direit i Jos AfogaJ->s : a tratar na pada-
. g i junto B. i.
Aluga-se o 2 andar osolao, com todos os
I para gjande familia, Jo sobrado n. 12,
a de i! rtas : a Iratar na rua do T;apiche
!. armazem de assucar. Tambem se vende
.i-'J'lt paries do m< sni.. obrado.
CoDipauhia do Gaz.
om|iro/.-i dogastom a honra ile annnDciar
iblieo qun rocebeu uitimente um csplen-
lo sortimento do lustres de vidro, cendiet-
: -5 araudelas e globes, cujas amostras estio
ptorie a rua do Imperador n. 31,
aos seus freguezes pelo
'. p issivel.
Bom negocio
Vende-se muito barato uma casa de taipa, com
2 salas, 2 quartos e cuzinha fdra, com um terreno
de 72 pilmoi de freute e 200 de fundo, com algu-
mas fi ucteira> em p-into pequeno, sito no lugar
das Aroias, freguezia dos Afogados : a tratar no
pateo do Carmo n. 8.
ASIeii^ao.
Vendo-se um cavallo russo. bem gordo e bom
andador, esta sellado com bons arreios e por
preeo conim.'do : a trntar na rua do Barao da
Victoria n. 27, loja de selleiro.
"^1
120
PARA
Do 1." de dezenibro em
rora n. 101.
Vende-se
anncs
?ar
TODOS
A LIBRA
diante : na rua da Au
ven.lilos
eco mais razoa
Aluga-so o segundo andar do sobrado a rua
|! ra !a Victona n. 31, com commados para
. : a tratar na loja do mesmo.
Uma pessoa sujeita, co n m it > pouca idade,
- iha H per dia, precisa de 4005 para mi a
lade, obrigando se a dar flador. e a tntrar
ii~ in '^es om 405 rs. ale realisar o paga-
it. c principal, juros e t das as mais despezaa
la lo isso por raeio de uma esenptu-
Oj :n o*tiver em circ'amstaocias dc razer
al negjei i, annuncre.
Aluga-se uma cam moito fresca, na Qapun-
i, com co nmodos para familia : a tratar no mes-
10 lugar, a rua da3 Crionlas n. 5,
Banhos temperados.
.\i.iga-se por Cesta on par anno, nna casa
>m comn idos nara grande familia e muito fres-
"a, silaada na pitoresca illia do R.>tir> (*A
Diargaa) do laodavel rio Capibaribe : a tra
ar na rua do VisconJe de Peiotas, outr'i.ra do
lo n. 12.
Uma parJa jscrara, boa c istureira, pceeisa
le 1.00. i para sua liber lade, offerecendo C3i
desta quantia os seus servi^os pelo temp >
mvencionar : quem quizer fazer este ue-
lirija-se a rua da Imperatriz n 30, segundo
-
Attenoao
..ixo aaaigOAdoa fazem sciente ao repeita-
-i-. rpo do commereio que dissolveram nesta
;;.velmente a sociedade que tinham no
oa larga do Hosario n. 3', ficindo a car-
:) Francisco i eis todo o aMivo e passivo,
o soeii Manoel Carpinteiro pago e "atisfeito de
u cap, il e lucros. ReciTe, 20 de novembro de
5873.
Francisco Reis.
___________________Manoel Carpinteiro.
Servico mortuario
Os abaixo assignados tendo contratado com a
-anta-casa da misericordia o servifo mortuario e
1e carros funebres desta cidade, de conlormidade
?oni a lei proviucial n. 1121 de 17 de julho do
orrente anno, declaram que comecA a ter execu-
r.ao o mesmo contrato, a eonlar do 1" de dczembro
proximo futuro, pelo que s6 com os abaixo assig
aados podera o pubHco entender-se para aquelT-
3ervigo, encontrando o seu esiabeb'cimento a rua
lo Imperador ns 9 e fi. provido do necesario e
lo melhor gosto. Garantera os abaixo assignados
'odo zello e promptidao para bem servir, e n5o
iesmerecer da confian^a com qne ate" hije teem
sido honrados ; tssim eomo convidam aos senho-
res armadores para que quanto antes comparegam
em sen estabelecimento para rejeberem a aotoii-
sacao, aflm de continuar em sua industria, inde
T>endente de paga. Recife, 29 de novembro de
1813.
Agra & C. -.
uma escrava, preta, sadia de 20
mais on men s (de idade, a qnal sabe la-
cngommar e c ^r com pecteifiao, e e mui-
to fi 1: na rua ( v* de Olinda n. I, se-
gundo andar. "_..1
Dc CAsamentos.
De Itaptisados.
De bailes.
De soirees-
De :tIs.<<;!Cos.
Sle l;iii(*iii*s.
Dc bicknicks.
Dc ccias.
De Imio de imiii
Se enearrogo a confeit.ria do Campos.
E alein disso
A feitaria do Campos
I-;.. Eompre prdvida
De tmlo quanto e preciso para
Uma boa mesa.
Rua do Imperador n. 24
J. 0. C. Doyle.
Tem para ve i c :
Cognac de Hennessy, superior e verdadelro.
Vinbo Xeres das mi-IUores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as prej.ara;oes chimicas do Dr. Ayer : n.
armazem da rua do Commprcio n 38
AIXGCO das GRIAHCAS j
. I'ura foitlflcftr as crianfat e pes^oas de
ftito ou rslomago debit, on affllctaa de chlo-
rote ou anemia, o melhor e mala agraditrel al-'l
taoeo e o Kacahom doa Arab? a de Dc Ian- I
*rfnlfr. n i:lelieUa, M, Peril. (Ducon- I
far das imilacdes). a
Pep6,iio em todas aa prlncipaes pharmaclaa
do Brniti.
tietenhani:
Camwae do linfco lisaa e com. peitoB. bavdados
paradiomem, vendem e pot preeo cominodo.
Caroular de linho e de algodao,. de diversos pre-
cos.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios parapresen
tea.
Coques os mais moAeroos e de diversos forma-
tos.
Chap6osparasenbora..Receberam um sortimento
da ultima moda-, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordactee- para meninas.
Entremeios estaispados e bordados, de lindos
desenhos.
Escovas eleclricas para denies, tem a propric-
dade de eviiar a earie dos denies.
Franjas de seda prelas e de cores, exijte um
grande sortimento de diverca larguras e barato
prego.
Fitas de sarja, de gorgurao, de setim e de cba-
malote, de diversas larguras e booiias cores.
Fachas de porgurao muito Kndas.
Flores artiliciaes. A Predilecta prima em con-
servar sempre um bello e grande sortimento des-
las flo es, nao so para enfeile dos cbrllos, como
tambem para ornato de veslido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de carabfaia e de seda do diversas cores
para senhora.
Ligas de.seda de cores e brancas bordadas para
noiva.
Livi-.is para ouvir missa, corn capas do madre-
perola, martini, os~o e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para ali?ar os ca-
bel os ; teem lambem para lirar cas|.as.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, rtarilm, 6sso e dourados pur barato preco.
Perfumarias. Nusia anigo ssta a I'redileila bem
Erovida, nSo so era extractos, comu em oleos e
anhas dos mclhores odores, dos mais afamados
fabricautes, Loubin, Piver, Sociedade Hygieniea,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
pre?o."
Sapatiuhcs de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Rocebeu a Predileeta um bonilo sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais modernos. recel eu a Predileeta e
vende por barato preco, para ticar ao alcance dc
qualquer bolsa.
Rua do Cabugd n. 1
CORTES BORDADOS A 20# E 35$;
O Pavao vende ricos-cortes de cambraias
ho sempre para vender, como sejam: eadei- ] brancas deh'cadamente bordados, pelo ba-
Amaral Nabuco & C, vend m por barato
Srego, cortes de vestidos de la, de chaly de seda e
e gase de cores, vestimenta de casemira, foatao
e brim para menin s, no Bazar da lloda n. f
rua do Barao da Victoria.
I
ml
Cliitas a 2i0 rs. o covado.
A 240 rs o covaJo.
A 210 rs. o covado.
So na rua Duque de Caxias n. 60 A, loja da
esquina.
A 280rg. o covado!
I.azinhas de cdres para vestidos : so na rua do
Duque de Caxias n. 60 A, loja da esquina.
raa para viagem, males para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
criaeca (altas), ditas-para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despeosaveis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capaetoos,
espemos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha>, fa-
queiros com cabo de metal e de martim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeetos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate as 9 horas da noute a"
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Nao ha mais cahellos
TIHTUflABU JAPOMEZA.
S6e unicaapprovada pelas academias de
sciencias, roconhpeida superior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposilo princi-
pal a* rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, i andar, e em
todas as boticas e casas dc cabeliei-
r6iro.
rato prejr>-de 20$ e 359;
CASSAS FRACEZAS
a 300 rs, o eovado
O Pavao reeebeu um grande sortimento
de cassas francezas com delcados padrSes-e
cores fixas, que vende pelo barato preco de
300 rs, o covado, organdy. branco e Hs-
tado e de quadrinhos a 640 rs. a vara fc-
nissimo fil6 branco liso e de salpicos, e tarla-
tanas de todas as cores.
BORJIOUS A Mfc
tredswk. iNM, AtefBtffefraos d<-
Kd*o eat**.*, M eiS?t80
pakm delargury'-fj*iafipara' lenc,6es
sende- do mais ineKade-, Hso *i9 wvaoa twc#do.....
mm.
O Vavao enfe ato*lb*.o tra*(a4e>ma
palawde larvra 4JW mmf 4fctf
adamascado a 2$, dito de Vinfco adatnagea-
ido sS^e-Slr.
O Pavao vende um bonito sortimento dos .is modernos bornous combonitas listras e! m u f' 58dl u,rtU'drta9 d&1"
nA ~,uk........_____i. .- A i dbei rembori das *.-. AM0* e M
9CBA HfcAA YT&fTOOS
a t600e2^.
O Pavao-vende.-urn bomte sertimeoto de
wdas com listrinhas proprias para vesti-
dos de meninas ede seuhora- a t&QQBr a co-
vado, ditas lavrdiuhas 3(M* padrdes sa(-
muito bonitos e^#de-se porette pre^o para
acobar.
OPavio tem-am completo, scHrtimentod.
botinas muito bem enfeitadas para senhoras
e vende pelo bar-ato, prego Je. 6f, artigo que
era outra qualquer pan*o$te e^e 7$.
LEN^es BRA1W06-
0 PavAo vende fcn^as, brancos ab inhj-
dos, tanfti para bluetts como pare/senhorafl,
a 29 e 295UO a daaw, d nos de eeguiAo e
cambraia de hnho t mbem abainhados a
3JJ500, 4$, 5$, d tos francezes esctwos, par.i
rept-a 69, aduzta.
CAMISAS PA1A.-BOMEM..
Pavao jende-ricas camisas com peitu
ra- novo a
linho sn se-
ma
vende Ddob^ato'pV^dV7Tad7"Bml re?'^r\d"A **' mc* {J*' ditas coir
asstm como um elegante sor-timento dos mais g1^* 'fS T* *$%.* ^'J^J
bonitoschalesdemerino ecomlistras deseda. I 3*Ld,taS dectta^'"'^? 2*. W300,
, e 3$, 'Ssim como grande sortimento de ce-
roulas francezas tanto dc linho como de al
godao de 15>000 ate 35J, gr nde sortimentc
le mei-s cru s inglezas do 4? ate 88000 i
LAZINUAS A 320
O Pav5o vende bonita* laziuhas lisas,
sendo verdce cor dc lyrio, pe o barato prego
de 320 reis o eovado,*assim emo ileJicadfls
lfizinbas de quadrinhos a 280 reft] c* pc-
chincha.
Ciranadijaos a SO
0 Pavao yende um eleganta sortimento
das mais bonitas granadines ou gazes
seda para vestidos. tendo de todas as con
duzia
< FA/K5IUS PARA LL'TO.
O Pavao torn um grande sortimento de
fazendas pret s para Into comu sejam : c?s-
s s, las, ou lazmhas lisas que vende a 40(.
de e ?00 r,i's PW*& bombazinas de 13)600
'ate 2 o covado, oantao a 19 e 19200.
preta com listras de soda
e vende pelo barato preco de 640 reisoco- 5rana-ine lisa com listras, cassas e chits
todas pretas com listras e salpicos, iTp>cas
todas pretas e lavradas de branco, merinos e
outrasmuitas fazend s apropri das, que se
voude por monos do quo em outra qualquer
vado e granadine
a 19800.
LAZmHAS A 3C0 O COVADO.
O Pavao vende bonitas lazinhas transpa-
rentes com palminhasa 360 reis o covado,
ditas ditas indianas com lindos dezenhos,
tanto em listras como em quadros a 280 rs.
De forc;a de d"us a seis cavallos
ruazom de
vessa do Corpj Santo n. fi}.'
a vecda no
parte.
MADAPOLOES ENFESTADOS
. a 39000
O Pavao vende pocasdc madapolao enfos
o covado, e grande sortimento-de alpacas e tadocom 12 jard-sa 39, dito a 3^500, ditc
lazinhas de 40n a 800 reis. com 20 jardas a 59, 59500 o 69000, dito
chit** padl-c C01? !; Jardas de5* at<588) e i0^ scn'Jo cs
i.nii.-is ue. LUBha mais linos que tem vindo ao mere do.
a 20-, 240, 28iie3i0rs.
O Pavao vende dm' grande sortimento de! AlgodaoziaLo a -4COOO.
bonitas cbitas tanto claras co-rio escuras
vende de 2no ate 32 rs., assim como dibs
com listras aolado muito finasa 360 e 400
rs., finissimas percales miudinhas com lin-
dos dezenhos a 360 e 400 reis, garantindo
serem todas de Cores fixas.
COBERTAS A 2, 29500, 39, 4?.
O Pavao vende bonitas cobertas de chita
O Pavao vende pecas de algodaozinho
muito cncorp3do -a 49, dito a 5-5 e 69
TAPETES
CORTES DE CASEMIRA A %
O Pavao vende um grande sortimento dt
armazem'de Juaquim Upes Machado tftjift S%i*^X'!,.8rla',^!l0S|-!,arat0S P^05 corles (le,casemir P3r* c^as, com bonito
de 29.2950U, 39 e 49, ditas encarnadas gostos, claros eescurosa59, ditos de 0"
forradas a 59, ditas dafustlo branco e de cor 79, 89, ate" 109, superiores casemiras fran-
cora barras a 49 e 59, ditas de croche para cezse inglezas, para covado, de 39500 att
cama de noivo a 69, ditas muito ricas a 169, 65, paurtos pretos e de c ires dos mais bara-
ditas de damasco a emitacao de seda a 1091 tos e mat finos que tem vindo ao mercadc
e W : por proffos muito razo vcis.
VEROADEIRO
RACAHOUT dos ARABES
de DELANGRENIER, db Paris.
Cora todas as Molest!as do Eatomago o dos
Xntestinos. re?tat>elce oa Coorulescenlea, tor-
tiflca as crlaiicas e as pessoas dellcadaa dooates
de Anemia, ChJorose, etc., e por saas proprie-
dades estomachicas t uni preservativo con-
tra a Febrc amarella, Typboide ou
outras, etc. {CauUlu contra as faltifica-
cifes). Depot.tos naa pharmaciasacredlta-
das do Brazil.
FUNDA ELECTRO-MEDICAL
INViNQAO PRIVILEGED* MM 15 ANN03
0
Eitando no dia 27 ou 28 do pas a lo (novem-.'
oro) quatro artistas c^nver<
iu a rua .das Craze? a. 10,
]ueijo e o deseaaoaqdo: eui
utra >e audasatt^OUS, fcto
ao ienhor da ri-de Hort-.
f.nar cogmtites aboaaa ; i-
%I#1J
Umsegundoandare-sotri
raa d &**'vtete''
(!<
uma ca ft balcao,
pai-a coq UCDNIAC doutor ]
radical das ntHHWO Irmans,medicos fnreotorcs
44, rue de l'Arbre-Seo, Paris, Vai accompnn-
ha-.la da moa aoticia.
Dvpogrcoem/'gr>ig7>ii *s MAIS de FAMILIA
Para combater a rraquesa daa crlaafati, d^aeovalVcr
" forjai hrormr aW-sMaclmoiito, affrteeittt,
Mdi (>mi. um i rorQviEB, noae*, etc.,.eui-
n-edlclna de FrH9.,itc*llani, com
reauli-do.o rerdadeiro AC*nOBT doa ABaasa
* iu-r.Hlif.. ma Blchelico, 26.emParia. Kate
';.-r. v< aa\etmat.tKrttMtt tt tabnuuAu
mala iintritiraa e reconilitnlnicj, eipalha-ae
.telra; e por u #rap iodadea analm-
a compo,l5fc. do lc'.le .'.- Seuhoraa qoe
clva aa forcan lanip. do aatomii
'radlianka do I
Caixws
Veadese jualro cajnoes proprios para estabe-
leoimentos dj niolhados, a rua de Marcijio ias
n. 76.
Para presepes.
Caixas coni|>!etas com figuras pa'a prcscpes de
3* a 5/000 cada uma : a venda no Dasar da rua
Direitan.5i. 4
Bolsas, mal&s indispQnsa-
reis
Amaral, NatKiSQ & $. receberam rontpleto sor-
limeoto de bulcas, malas e indisoensaveis de cou-
ro, madeira e chagrin : vende-se no Bazar Vic
toria, rua do Barao da Victoria n. 2.
Al^aciana
A 400 RS. O COVADO.
Fazcnda intciramente nova e propria para a pre-
scnie estacao, pelo baratis-imo prejo de 400 rs o
covado, a loja dos arcos de Gurgel do Amaral &
C, a rua 1. de Marco, antiga do Crepo n. 20 A.
p(la|wtao fraoccz
a 6^500 a pega!!
Madapolao franeez fino cam pouco sujo a 6^50
a peca ; e pechincha na rua do Queimado nu-
-mero 43. _______________
Sal do Cabo Verde,
Tem para vender Joaquim Jose Gonnal-
ves Beltrao & Filho, a bordo do b-igue por-
tuguez I). Anna, fundeado defronte do tra-
piche Alfandega Velha : a tratar a bordo o\
no seu escriptorio a rua do Commerci
n. 5.
I'"t!sJes
O Pav3o vende fustoes brancos e de cores,(
Bonpa feita
O Pavao, tem constantemente um grande
Para acabar!
faces ebapeos para senhora : so na raa Dnqne
de Gaxias n. 61) A, loja da esquina.
sondo as mais bonitas cores que tem vindo ao sortimento de roupas feitaspara homem, qu<
mercado, tanto para roupa de criancas como vende por precj> muito em conia, como' se-
para vestidos e roupas de homem,^e vende jam
pelo barato prego da 560 ate 19, o covado.
A"
dor.n. 73.
Tie

Banhos ern Olinda
Camisas e caleas de fazenda de boa qualidade,
proprias para os banhos em Olftfcta : na loja dos
arcos a rua Primeiro de Marco (antiga do Crespe)
n. 20 A, dt> Gorgel do Amaral & C.
BRAMANTES
a l?>60O, 2^2 Oe 29500.
0 PavSo vende bramantes de algodao com
10 palmos de largura para Iencdes, pelo ba-
rato prego de 16"0, dito de liuho com a
mesma largura a 2$, 29200 e 2$500, dito
Cortes de chita a t?, 3*500 e
3 OOO
0 Pavaj vende cortes de cbitas ascurase
claras com 10 covadoscada c6rt, pelo ba-
ratismo. prego de 2J>. 2&500 a ^M)00.
CORTES DE BRIM A 1*400.
O Pavao vende c6rtes.de brim pardo para
calga, a .#400. Ditos de cflr, fazenda mui-
to boa, a 15J600.
Matricula para cavallosT J^wTlt^\7^$^$*2?^0* a M* ^M-
I'-vends na livraria clas.-ica, a rua do Imne-a- se qaizer eslabelecor naquetle logw : a tratar na !1L u Pavio vende os mais. Biodernos esparti-
n. 73. Pieco 40 rs. ^^' 4Besaj. i Inos, proprios para sanhoras e meninas.
Cosmnramas.
Amaral Nabuco & C, vendem os mais oommo-
des cosmoramas com vistas acluahnente novas :
tferar ^tctoiia, ma do Barao da Viptoria.n. 2.
Vende-se sal -do Assu a bofdo do hiate Joao
VoU*. confrenie aa trapiche do ConbA, caes da
anhia Feraambuca, a tratar com Joao Jose
inn* Lafictg ou com o mestre a bordo.
Agua^net*. a trotar comu
consanhor da dita parl.
Severlano J;rentino
ar-aixo assignaio,
Callade.
Potassa,
1FIO lifi
Nova em meios barris a -jfi
GUnha Irmaos & C.,-roa da.1
34.
re, o kiio: vendem
titu de Deos nume-
Calgas de brim de cores de 2#3O0 ate 6?.
Ditas de casemira escura a 3J?500.
Palitotsda mesma fazenJa a 4#500.
Caigas de brim pirdo de 29 ate 5#.
Bit s de casemira de cOrde 7# ate 12 v
DuVs de casemira preta de ~9 ate iijj.
Palitots de paruio preto de QQ art"iVf.
Fraqucs de panno preto fino de 20 at'!-
35000.
Calg^s brancas de linho de 4# ateHQP.
Colletes de casemira de cor de 3JWO0 al.'
55JOOO.
Ditos de dita preta. de 4^),aie 79.
Curtes de It! a 4c
O Pavao vends bonitos cortes dc-lasioaas,
padroes miudinbos com lindas cores, tendc
15 covados cada cdrte, pelo barato preco de
43000.
L^LHLHri 1
CORTES DE O&GAPX.ASWOO. e^KfOO.
O I'avao vendo c6rte dv orfandy Wvnco,
corn listras. e ajuadrinaosi, sendo fazenda mui-
to fina, pelos barati:imos precos de 89 e
13JJ500 o cdrte.
Ceroulas francezas de linho e algodao, para todos os prejos.e qualidades, assim
como grande sortimento de mcias cruas, caroisas, colennhos, que1 tuao- se vende por
,'preges muit-vr-zoaveis.
------~rr,--------------:---------------------__
e meninas,
Vende-se uma parte do engenho Trombela, pelos baratissi"BOB pqegos da 8j> e 4JK)0TJ.
proximo da villa de Palmares: a ppssoa-que pre- i Ditos muito superiores, orancos e de cor, a
tedder_dirtja se ao eoganho Pindobal, freguesfa de jjjjj e 6000
Ihos, proprios para senhoras
pelos baratissi"06 pra'gos da

j
Xarcqie d'agriao do "Part.
Antigoe eonceteWJo; nwdicajaento para
cura das Daolestias dos orgies respiratorios,
i aomoa playsioa, broachites, asthma, etc.,
BfljsadWindu com op^^os'reaultados no1
WTOTBTTtO,
Panoo do alsjodao da
a.
Ha par;i
No esc.
mercio u
fabric
^sooeeza^ a 2^m. o cevajrlo.
Una Qaeiatat#* ta. 4.8
LUhittas as. --- raHrfritTiiitir iinnHm, uti
ma m.:-1a de >> (Wiftdfc ffViiimhimtt .'nfTTrr
deWOn *5Vto*ra8; wrmdo
Qneimado n
I. .:?**X




7
1
y
Diarfo & ^rtfctoaatfr Segttmla 4#I8# de~ mmffl^ %V*.
SOARES_______
OfflCOS RENTES
Rua to llara da Yiclwia d. 28
11 i
.1 u ii IT
JOSEPH KftAfJSl.
4ja
COMESf)EMATTOS*lA0
Avisam bo fespeitaTel:punriw>'8estacia8*e <|uesortin*erito do joina, de subkto **
lor, que Mtistia cm seu cstabetecirrtettto, csld cdmpletameMe reforcwle com o mais *te
j f^rrtesortimerilo de novas'Jots,'qile reeeberan*direietfmenle pe1o'_W_ >vapor uVEa
ropa, constando elle do mais variadd iOHfmfento de adereflastf'BeatoVaVd, pulselras o<
ultimogoiito cdiWptedHi^pWttWas'tisem!ellas, brine* asigob; #&*Km :para relagfe dt
senhoras, delicados adorer^ paraittieninas, meios aderecos do winMCewitedissimOs, TolUif
de'ftogonlibs para seimoras, ^brrimtes inglensHe *h> %4fe platte*,'^rariaia quantidadt
de botoes para punhos e peito, com -embleatas magonicos, do onix, tecido de ouro, oarea
\s mais simpler as mais baratas e as meJhores domundo!feu- etc.,Driiharrtestm5nstrosdoirarissmiasagoas, <^a*tH^.raaetae, Puk*iras,ifiie
i aAiA tes e botoes o-tros itt'Bitos oKjecWs de ouro de melhores fabrio#tt8s'i!*ft%, qoe *
loi concedmo a -anderto com granoe reduc$io '#5lpre$s, pbr serein Me BeM** dtracttKierltete^eb>
condecora-
Na exposicao de Paris, em 1867,
Elbe Howe Junior, a medalba de ouro e a
Qio da Legiao de Honra, por serem as macbinas mais per.
feitas do nuiido.
A medalba de ouro, conferida a E. Howe Junior, noa
Estados-Unklos por set- o'fore-tor da machina de cos-
tur*.
A medalba de ouro na expost'cdo de Londres acreSitam'
estas macbinas.
A
Cabe-nos o dever de anaunciar que a companhia das macbinas de Howe de Nora-
>ork, estabeleceu nesta cidede a rua do Barao da Victoria a. 28, um deposito e agencia
<*rsl, para em BernambHcoo mais provincias se renderem as afamadas maciiinas de cos-
' de Howe. Estas macmnas sao justamente apreciadas pela perfeic5o de seu trabalho.
committentes.
Os proprietarios do acredftado MUSJF.UDE JOPA8,*^ndo:iie*s*BeIeeliiftto ebert.
ati'B boras da noute, coriridam asfamrtiasque se quizerem prover de lindas jotaa, =
Tirem escolbe-las a" toritade, para o que es't? emeirjfj&i^b ^nOs mosiraaores.
.1.
DE
J!
_b
Fazendas finas
NA
Rua V U Hargfl n. 7 A.
DE
Cordoiro Simdes-c&C.
---------------------------------------,---------_
Agua ifldHda, para fazer m cabellos pre-
tos.
A afaia tomi, a faa Ouaae de Caxias a 30,
a,caha de receber nova remes&a da aprec iavel agua
fljrida para fazer os cabellos pretos. Otom re-
' suftado- ctftfiflo por inolfensiva preparacao a lem allamente cbaoettat-
do, e p ' T9unentc tletla preri^e e ijueira se aproveitar de
' si* DtMidade. Tanbem veto agna 4* *ipak> e
oteoflorido para o mcstno uso, e Ua aodLudos
conio aVpiftlla.
^refnBdomaagultaraiscurU>mame^aqulKladedebnbaqnequahiueroutr, pude ean^maria apwsenw w sew fremeces VnlttiQ A hrinPAH Hp trrn*<5rtft
*Ia tntrodacc^o dos noai-'aperfei^oados 4ppareifeos, esUmos actualmente babrbtados a um variadissitoo swrtwwaw d#lareii*s -fleas pa-, Ull,rt0 c umiwa ^v^ 0iodoud
reer ao-evaatc pubiicc as melhores macbinas do mundo. ; w^ratule loiJetie; asswi conn, para o usoordi-, alinfarftR Qfi O.OPftfi-
* _\_____" j ^x- mimm. m uario de todas as classes,-e por precos vanlaio- oyuuntoD uo uv/acra.
AS Vmm^effl&OieSWtS maChinOS SCLO OS SegiWHteS: so* para os cernpn*>re8,'d rfrcamstancra de nunca terera apparecido uo mercade,machinas d Howe era segun- p,** 0,nue tem 0 pes.-oal uecessario e dao amos- noa a vende-Ias por preco couimodo.
' mlo. tras diedianle penhor. Vrvna f?ia^AmQ& ^mira^rvo
Seaunda.Coritera 6 material precrso para reparar qualquer desarranlo. Cwiea de seda de lindas cO.os.
Tercelra.-Ha netlas menor'fricjSo cntre as diversas pecas, e menos rapido estrago SetWe^dasS^res
c qae nc? outras. Gorgurko liranco e preto.
yuarta.rormam opoiltO coffio se fdra fetto i mao. Seiim Macau preut'ede cures.
Grosdenaples idem idem.
Vetodo preto.
eomp^dras.
A aguia branoa, a rua do Duque de Caxias n.
J, recebea novb sortimeflto m bonltos diade-
mas doorades e com
como para-seafcorag.
pedras, unto para menroa?
Juiiita.:PerrmHte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se oio consegu
'"sS^-PazempontoraiadOetncas^mir^atrayessando o fio de um d outro .lado, GTss'^E^S^ de trasladOS TH1
logo era seguida, seni modilicar-so a tenslo 'da linba, cozem a fazenda mais Popelinas de liridos padroes.
Bt.
Filo de soda braaco e preto.
Setinra.0 compressor -6 levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar Etsasb^!!1"-'H
igulhaiao oomecar:,nova costura.
rasileiras.
| Coicbas de seda para noivos.

: parapetfcrem substituir : entretanto a oempanb
^tewlo a opiniSo deElias Howe, mestre em artes mechauicas, tem
eaWdo'o seu fabrlco, ehoje irat> atteude a procura, posto que faca
*t dia.
rakle'lnadiinaacornjpaiAa K>.etos com instruc^Ses em portuguez.
A 90^000
Barao da Victoria n. 2^.
Na lojade Soares Leite Jrmaps, a rua do Barao da
Victoria n. 26.
pellica com pequeno toque. Esoelbos demoldura dourada, de todos
toque,- Espelhos demoldura dourada,
os tamaHhps e precos.
para collete, grande sorti- pfift^iAmAs f; M1UDEZAS.
?-nvas de
* 30* rs.
Abotoadur^is
i>eto a 120 rs.
Caixa dc Hnha de roaroa, a 200 rs.
Lamparinas & gaz
ooa, a 19000.
Duzia depejas de cordao imperial, a
*V0 rs.
Caiia de botdes de osso para calga, a [
400 rs.
Duzia .de.carreteis.de Ijnba, 200 jardas, a \
rO0 rs.
Idem idem 60 iardae, a.240 rs.
Ma^o de fit* chipeza ,$00f s.
Caiia delinha coin i0,(OT^llos, a 300 rs.
Meios ,adere^os com catwafei}, a 500 rs.
Garraa de tuUa roxa :e^tra-6na a ij|>00
i'oi^s com dita in^lGia^ {)reta, a 100 e
^0 rs.
Caha de pennas Perrjr# mutto boas, a
:#000.
Idem idem, a M)0 rs.
:.iua de enveloppes tarjados, a 500 n.
Iikm idem farragos, a 708 rs.
".aixa de papel amisade, beira dourada,
x 800 rs
Idem idem idem lisa,,,.,a.600 rs
I'rascGcom oleo Griza verdade:ro, a
iando uma luzmuito 15000.
Idem com toaico de Kemp, vcrdadeiro, a
19000.
Garrafa de agua florida verdadeira a iC200
Garrafa d'agua japoHeza, a 19000.
Idem idemdivina, a 49000.
Idem idem. Magdaiena (noviiade) a
19200.
,Cai^a de pos Pftra detes, a 200 rs.
i ('ambraias de cores
constanteraente ^ Dit 600 macbinas A'ansuck de Undo.- padi *>s.
Baptista de padroes nmi delicados.
PeriaJinas de quadros preiis e francos, de iis-
tras, etc.
Brtns de liiiho de cores, proprios para vcsirdos
com' barra e Ustras.
Kustao de lindas cores.
CasaijuinBos de la e de todas iis encsL para'se-
nlioras.
Saias'bortadas para sefthorss
t'.simsas idem idem
Ye^luautas para uieainos.
Diios |tara baptisados.
Chapeos para ditos.
Toalhas cgdardanapos *ama$CRd<>< ta RtiH de
cores para mesa.
IaiIcIus do If,
Oirtinados bordados.
Camisasbordadas pata hotnem.
Miae 4e cores para homens eaieiiiuos.
Ct>Ui|>ietosortiinelo de. cbaptvis do >ol para ho
iuoqs o Hunboras, oom ibo.4e icarJiai..
Merio6 de cores para vesti.des.
Dito preto.
Atoallwdo (Ve li4io e algodao para toalhas.
.UnalUa.do pardj. .1
111 ins dc linlio brancn, preto.a 4e c^res.
Setim 4e lindas cflres e com listras
Chalcs de merin6 de cores e pwtos.
Ditos 4e casemira.
Ditoa.de sedapreia e.de cores.
Dito de touijuim.
Camisas de linho.
Ditas 4e chita.
Dibu4a nanoila.
Ceroulas de brim e algodao.
Damaseo de la de cores.
Pannos de crochet para caJeira, sp/j e coospllos:
Colchas de dito.
Tarlataaa de todas as cores.
:&>pariiliips.lisQS e Iwrdados.
l-'uulai-d de seda.
Casacos a tricot.
inorcaas -para escrever-se,
I Aiaguia>l#aca, a r-ca.Duqoe de Cams n. *0,
reccjbeu *oas coUecQoea ou-oorHias paiaas crian-
c^s aprebderein a cscrcvcr por si mc>mo, hpje Uo
" s ns aufns'-e collcgio? ; -e cwno-sempre ven-
pappwpo -oonMnndo.
^feias'CttEisfinas parameni-
nas cfeoukera
A k^a'i'sguia torawa, a<>nnnBuqudeGasias
0. all, reculwanoiwi atir^aoMo ^daiaucUHa .tao pro-
cflsa4**.ueias, cr.ua* para Mobxua, viado ,jgjial-
ineDte para ine'iUDas, e eouttmia a veride-las por
precos annniod*-.
Veos ou rrmnjuiirlias.pwtas.
A -iuja 4a agaia,itan<'a, a rua doDwpie de Ca-
xias-a. 30, recebeu Tjonitos veos ou'niantinhas
pretas de seda com (lores, e outras a iratoeJode
crocbe',,-<*D.lM MMM irece de 3**
i# e 6^000. A fazenda e boa e esta cm perfeito,
estado, pelo que contiuna a ter prompta extrac-
c^o
nstfe'itanofida^e.
oomikwrlsoleias, bewui*s gafe-
lihuttt&douwdos e co4flos.
..da aguia branca, a rua do.Duque de
t>. 50', receben aovos grampns com bor-
t)9*etas, tiezenros e gaTAflhotos, o^oedeeerto e
perfeita ao^d4de. A (|aacti4a4e e pepaaea,
per imt-m *wve-?eicabra.
}fova8 -ge41inha:>nwKis<5oiB
pclucia ou.arminho
Aiiijja^jfUiafenaaca a r*a iD ' sewpre mm.
Quandoparece terse ngotado 0reperto2-odas
BttMks, pk MiMMMkiaietie arUgot 4e aoi dade
vp tem-apparendo, eis que. os frllaa e in ansa-
vea corseapondentes da Nova Esueranca, a rua
Duque de Gaxias n. 63. descobrem outras no
mundo elegante, aontle se constrvam escngitando
mionciosamente as novas inven6Vs ; remettem
pam* ftora Bsp*raaa. e autorisam na a dizer
aopv us freguezes eeapeciakaente ao bello ?exo
que bio creiam em tal : e para prova evidente
"do qae acaba d explr, vpjam 0 irae abaixo se
Hescr&m :
MAMJaES para miisa, com capa de madreperola
ou tartaruga, tendo no centre da cap
um pequeno relogio perfeito regula
i~ "0or-
Cft1\TB!RA?, po t eharetospert eigarros e ports
nieoeys no inesaio gosto.
GARTE1RAS para noias cam capa de marfia, ma-
dreperola e tartaruga, com 0 distico
Lembranca.
CBOL9AS para cenhere, 0 melher qne tem vindo a
este mercadn, de diverse* tamanhos,
qnalidades e modelos de nova inven-
cao.
PORT BOUQUETS de ldos gostos e Umanbos
especialidades paraasHrfrVas.
CAIXINHAS com nasioas e s*m ellas, proprits
para presentes.
E ontros de iateira aovidade.
E com os meninos.
A Nova -Earaima, a rua Doqae de Gaxias a
63, reeebenios bonecos de borracha de formatos
inleiramente aovos : os meninos muito apreciarao
este brinquedo. .
^ verdade.
Qualquer senbora de bom go&to, parece que
nao ppde completar e sua toilleite, sem dar um
pa#seio a Neva Esperanca a rua do Du me de Ca
xias d. 03, purqae e a loja de miudezas qne mais
couipleto esta un si rtimenti, e que mais novida-
des apresenta ao publico era geral.
E com as iloristas.
L A Nova Espetanc.a, a rua-do Duque de Caxias
ttiw, recebup(4i> itltkno vaper,,nmimeiro sor-
Urc ^ara crianoa.
A Nw'a Esperanoa, a raa 'do Dtrque de Caxias
a.'W,;'"ecebL'n um* soriitnento'd* vetfuarios de
aasemira alpaca, para wriaagaa.; modernos e bo-
nifos.
Las mcscladas.
Um.bcaitosortiniento de las mescladas em co-
res,, recebeu. a -Nova esperaD.ja, a rua Duque de
Caxias n. 6.1.
tlaicailo eslraageiro.
Aprdxima se 0 mez de dezembro, tempo cm
.rakParis na Americn, a rua Duque de Caxias n
W, t. awkar, tem da dar 0 seu balanco, por este
rootivo, os proprietaries deste esiabelecimento es-
Ho reselvidos a venderesi seus calc-dos pelo cos-
tOi'aflm 'de minohireroo trabalho ; assim pois os
apreciadores do bom, e 00m especialidade 0 sexo
amavel, para qnem 0 Parii na America ctnscrva
com a oevida deeencia) 0 seu gabinete rcserva-
do, para a cscollia de calcado, aproveittm e ve-
nfiam munirem-se do que precisarem.
~
Cha|u;6s fin "sttft;.nt%.
A lois do Tasso, a rua do CM9JQ iTA,
ben pelo ultimo paquele, rieea cmjeos
nhora ultima moda.______________
Burros^ tenda-
J. Deiro a visa a sens freguezes fjoe
viagem para as provincias de A4agoae
buco, conduzindo excellenta trnpa de taanK.
pasaara par Penedo, PHar, CataoaGra*vla-
toCalvo. Barreiros, MUo Formeso, Eseadiv***
provavelmenle por Santo Aroaro de hbo^M**-
Nazareth ; por isso pode ser avisado- ea atoBk-
trado em qua toner tales iufares
Larangetras, Wda oatafcrode J873._________
YENDHE
uma casa na viHa de Barreiros, na ma da SfB-
mercio, por preco modico : a tralar cona 1&eB
irraaos 4 C
O jarriim- da Nova Esperanc.a, a rua
Caxias n. 83, esta replecto de flores a?
licadas qne 6 possivel imaginary, desde- *-
sinsrello ramallieSe a mats elegante rosa, ;war
novidade) : ao bello sexo compete, quanta* aaHav.
virem coUie-las emquanto esUo vicosas.
Ao bello sexo.
Gusmao & Leal receberam ricos cortea ftse--
de seda, fazenda inleiramente nova, e wains
pelo barato preco de i0000 0 cdrte : a eBh%aatKc
que se acabem : so na kija da rus Pr;meinr 3B"
Marco n. \i.
Caiilaria ik Lisk-
Hombreiras.
Capiteis.
Soleira*
A' venda no armazem n. 25, a travossa tto-^v*
Santo.
Las para vestidos de goaiar
sinha.
Fazenda de 800 ra, vendese a 500 /?. D tb*
Brani-a e dao-se amosUas: a rua da "niporottxz. a
56._____________________________________
Vende-se
Uma easa teirea ua ruadeS. Miguel a U^.
couimodo preco : a tratar na rua do rmfaiaifcr
n. 75.
Armazem do fiiino
Rua da Madre dfe Dcus n. 10 A.
Jose.Doiningues do Caruio e Silva participa 10:
sensfpegueies-e ainigos qne no seu armazem a
rua da Madre de Deus n. it) A, se aoha um com
ploto sartjjaeuto da Xumo em fardes de patents I.'.
T" e 3.' sortes, dos melhores fabricates da Bahia
e'bem ossim a flor de todos os fumos de cords
em rotos, pacotes, latas grandes e pequenas, tam
*eoi dos mui acreditados fabri''antes Torres A
Araujo. Lizaur, Adolpho Schmdt -i (1, Lixaut
Schmidt.A. C., Veigas k Arauio, Trindade 4 Ave
lar, Teixeita Piuto 4 Portella (garanlido pelo>
mesaios) e 4e eutros ainde nao conhecidos pelo
publico desta Capital. O annanciaAte declara qne
todo fumo que for vendjdo em sua casa sera peh
seu-justo valor, e que quando garanlir a respecti
?a rjualidrfde, sera srncero, mui partKUlarmeotf
com as pessoas que pouco enten Jam da maleria
pois para bem servir a todos, tem o annaecianP
aioDna praiica de IS annos deste- coBUDereio.
- 'M, tecsbeu-uma pequeua, muamAa 4e boni-
s -e novas goilinlias, trabamo oe IS e seda, en-
aeitadas com arminlw, obras estas de mutto gosto
iateiramente novas.
Grampos-,- brinoos e refietas
dourados.
Idem idem de pp> ^ioez, muito bom. a 'Punnos- F,v''rta,' ,uvas de peWea,
M)r*. lo6o. de Eecacia, brancas e- de dores,
A loja da apiia bvaaoa, a raado Duque
Catias n. 50, receb pos, i-rincos fiozetas do.urados ; assim como
dxwos diademas de aco, e oomo.sempre eonti-
naa a ^enOe-les per precpi rateaveis
Riucortes de vestidos de link) para^ejfeoT8, 't^JHXJnfaaS COd"POr?"dottradoS
de di ersas cores, com os couipetenfes enfei- *"
ws. ultima moda. i e frTateados.'para'eafeenes.
Casemiras pretas e de cores, .vittas, majoapoloas, ,. \, ',* -.
cambraias, panno, flno prelo eazul, coUariBbos, \epde-sena Imada Aguia Brancaa rua doDn-
~*ie eeCaxiastL SO.
I60O rs. e W00.
Pote com.opiate de Jtieger, Rimel e^Jros-
r).el,49C0.a.
Puzia de sabon^tes de araendoa, a
39600.
Duzia desal^onetes de anjinho irauspji rou-
tes, a 29200.
Ideal idem flora pores,,* jjJSOfi.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
t90Q0.
Caixa com sabonetes. formato de fruct^s,
a 19000 0 19500.
os tamanlios, bolsas de viagem, etc.
Na lt(ja d.3 Pasgo, rua Priiaeiro de Ha^on.
A, antiga ^0 Cra^po. ________
upetes u> todos Luvas de pe!Uca~pretas e ^
outrasceres.
^
k
i>
Duzia de lalberes cabb branco, 1 B., a
&3000
Resma de papel .pautado, a 49000 800 rs. e 1^066.
e 5980*0. Extractos muito floos dos ratlhores a-
Idem idem liso, a 29800, 398OOe 59000. tores.
Coques modernos, ajftyftp- Lindas e eleganies caix'mbas cpm peruima-
Rua do Bom Jesus n,'28
-\este cstabelecimento .tem>para veuder,
commodos precos, 0 seguinte :
Tacos m.uito.leves.p^ra.bilb,4r.
Carritihos.de 3 rodas para.cpqduzir.f;rian-,
Cosmeticos, graudes e pequeuos, a 100 e,c,as.
800 rs Torneu-as de buxo de s^te/na m-J
Frasco comzgua.de colagpe, a 200, 320, denjo.
Duzias de p^as de traiijas de caracol rias, propnas para presentes, dos autorcs 0 mdfo
anca, a 400 rs. |E...Co4rajrr.Jaie#W.-(fflll fr4fe,e.tc. Band
Malas para viagem.
Espelhos com moldura deurada xiAfo
depnmeir,a qualidade, om l,i 4fl,PQ,l|flWf-I
da.de efept^ura, envarni^tdo .gara mW
no ac.o.
i.ranca, a 400 rs. j Codray. jfa Idem idem lia$, a iOJi. rs. | Quadros com santos 0 estampas separa-1 Retogtesfraacezes.bonsteguladares, pro
Leques deo6*o e sandaio, a 29O0Q, 49(das. :eka jaa perajorar* 00m qerda para
liftOOO. j Entromeios e babados transparentes e ta- dtas.
Fitade#Uudode tod*> aa oorea e largu- pados.
as. i Uma grande tabqleta propria para qual-
Microscopio^ com liivUU*^ 6*QO0. quer.toja.
Fraseo eom oleo'^araraaehinaa 4^0 rs.
ttnn MMfaia Victoria a. 28.

_
Dai'c lina de to.iata

na venda
Vende-se -80 pata^jto^Jerja^aan* e.a^
iuos da todas as q^ajffiwfes' -J8g,ai a .ratal
or atacado : nni ca'a^iie tilfflwr no9t(
os c.imparw./A^'cOTC'#'MWal feiras
qaeij*e.
-------
W
Ytahos de Bourgogne
H5
Cadettas de kntaaanue mm ancoata* aa>-
bilaa ligeira, propria para casaania tampo,'
em temper de fosU,.r>daconiniiidaie^ee
fecharwm, ioramBnrta*B foete*.
Compieai sertimcata "d:fecha4uBas:tMn-'
oezas para gavetas, carteirasieqrftra). f
>Mecbinaa para costura, o.nnie b^ptaea-
bado que tem viDrib^a-esteimercafliv :pro>
pnateaauj teabaiban soniaiman^ tiabaHio
feito aobfHa direetao.dns Srs.'-'fVwSd^mi
mas & C, de Londres.
! Satx-oeteaideakateao do iabriaasaa'a.
N. Castro, os naiawamuiiaai m
que tem vindo a este. maTcaao.

ExtraordiftarfeB^iqcria.
i
Colchas de aj|idao, adamaaradas para ^ama
pel i birltttirna^pfe^^efliwio na foia ieds
rcos, de Gurgat-aa Anfarai* 6.. a tua Primeiro
ie Marfp&Dtiia ido CrqspQ) a, 20 A.
V
Vende-se uma excellente casa com um pe
-itio, sita no Arraial jnnto a casa do St. An
a tratar na mestna casa, e para ln/ormafoes
iavetla *p Qnrlmaao n. 3, andar
equeno
selrao ;
n
Chambo^n
Puoiaurd
Mmts MHajl
Volnay
Beannc
- Hootbolie
Dito Bordeaux cm quartollas.
Vende-se por barato preco
' PARA LIQUIDACAO DE CONTAS
NA
Rua Larga da Boario 34.
Botica.
Venose
nm
A ma-da Aguia Branca, a raa 'Buqae a>-ea-
xtae n. SO, recebeu oavo sortiraauto ae hav-' de
pellica, pretas e de outras cores.
ms WMK
Em seusajowaans i rua.iio Junwm
w. 47 ,e. .<# .do A polio u. 47,
em para vender por precos commodo*
Tijolos encarnados sextavos paj ladriUiQ.
Canos de barro para esgoto.
Gmiente 'Partlana.
aatbtwli>dianaoc.
Machinas de descarocar algodio
^**aMM^^darJa, ___
. Potassa 8a Russia eminrrri.
I I'hosphoros de cera.
fiafaWiataaflfli.
Sevadinha em garrafoes.
,emi;arr^(Qe3,
aMlica.
Pwrto vftlhoeagaiTataao
Vinho do Porto superior, dito.
'Vjahmde/ftifiaaufifa^-
Vende-se umsobrado de 3 andarcs eso-
lao, i rua do Bom Jesus, outr'ora rua da
Cruz n. 3, e um dito de 1 auJar na mesma
ruaB.al.sendoestesno melhor local da rua,
junto a igreja matriz do Corpo Santo : a
tratar no raesmo sobrado n. 63, arma-
zem.
Rua do Brum n. 7'6
Vende se zirfco puro de superior qualidade,
propriopara cobertas de casas, medindo 11 pal-
raos de eoraprido e 4 de largo, per pre ;o mnito
em coata.
Fo,lhiaha de variedades para
oanno de 1874
ConteaJo a lem do kalendario, a tabella dos
amoloment09 cobraveis no tribunal do comroer-
oio desta proveie, precos e partidas dos wpores
de mar e terra, aomes novoa das ruas desta ci-
dade, tabcltas dos eniiluttientos pareoluie>etc.ole.;
a venda em todas as livrarias do Recife.
Veode-se
no estado em lugar dos Remedios, fsfgneria dos Afogados n.
Si, hoje becco da travessa dos Remedios a 18,
em cbao proprio, quern o pretender entenda-se
com o sen proprietary na rua de S. Francisco,
caawqueai afpsra-a rua BeUa, sobrado n. 10,
qS!-8e Ao.bom torn
11 Potes com linguas e dobradas ingltia*
Liw>ret f^paac AaaHbaT ftaw*-
Latas de toucinho inglei.
Barrjt.fiftm repo]^q pm. sa]monra
&
VWrdOS .
J f?v*8eft'flS^4ffi[:
! Idem do Rio Now desliado.
; MlttlWb^ sartfttto.
; Idem de Baependy.
1 Idem de Goyaz.
adePomba.
da^anaa.
Idew.da&BaaiA
idMn^.Wfps.
No armazem defamo a rua
tO A, de Joe Doi
proprietario deste
^^peciaes
lop
Cbegaram'.a rua dp Queiando n. it, graa4a.
sortirnentps de.Ms fiinas com lindas listras dese-.
da a 14200 o covado, dttas de quadros padroes1
muite caiqaes a 460 rs. o cotado : =o na rua tie
Qnwmaoa' n. 43, junto i pracinba, loja de Goerra
& Feraandes.
AsttMeas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a estemercado-
na-rur Marquez de ulinda n.5l
i \
A Predilecta acaba.de receber uro. lindo soru-
mento de ;fitas escocezas acharoakrtatias, proprfas
para (actias ; assim como um undo sortimento de
Jeques de madreperola; a elles antes que se aca
bem, a rua. do Cabqga.n. 1 A.
BSrafeimo

n.
O
lladre de Deu?
^Urme-e'fllHa.'
estatnaK*mato*n* Itae a
no lacgp da.CasJiFoeavctaft i)20.pahaas
Ldb.l^p(a-.e 57^ qp ^dasaou|t9,*jWiPftn^.i
rora casa d.j.pedra fl.ftaT,iduarJ?, .3 sajaa, co-, m.
Una ft*, l.c.cimbas.mraos arvorellos de nJ^SSffl^
ida qne vi dl. ^Tim mnito aprecjado em op,rM -prwiav
o Arraial.. jrto9, cozinha fora, cacimba e ai^uns. a'.wndos
frucUi : no pateo do Carmo n.
da* Trineheiras a. 1.
Vendetse
A tvaerna da rua da Pen ha -a. 0, ,
zada tanto para a terra oomo para [
P mesma,'
n;w doi|apcia,oB*aot'ftimos qne a*a iun8 ''vb* p9la *****wmi-9ati4, !*> dn coxrente c par law ^onvida a- u dos-ssus fre-
guezes e anWgos para *erem e examinarem as
; ii .elbows qnalidades de fumos flops,, e proMrtte
war snnpvaaai'aM'ArnMasm 0 qa%ro*er
ilhor. neste aniin,dae 8 acraba ate 8* a
j tnli s eontaato do,? seus mmatosos fre-
e amigos,
aaaaaBBBWI
_ rlaaunbaa oaMisirap estunaadas pelo diminuto
eeo de iOO rs. 0 cosado.
Ditas com listras asseUnadas a 14000 0 co-
vado.
. Graoadinas anttas com listras ae^rotw a 300 rs,
0 Canada.
Metins lraucaaosjtt9frriospara.ve5L^o,a,3iO rs.
0 covado.
Alpacas de quadras, proprias para vestidos, a
4i0rs.o,c Bj^aBaac'vlonawBafacaltas a 1*600* vara.
Dito.traacado.a.UtwD.a vara.
Dito de cores, linno-puro, a i#ltW a vara.
Perhimba
Chapeos desoHa.8edayeabo de.oaaaa, a Rj^OO
cada wn. istoto-lo -6 no n. 30da rua do Civ-po,
loja das 3 portas. de Guilhenne Wil en Howe & C vendem no seu armazem
4 made Gbmmercio n. Ii :
t> verladeh-o psnno de algodKo azul amencaoo.
Excellent flodevela.
Cognac de 1' qualidade
Vlaao de Bordeau.c.
CarvSo de Pedra de todas as ;uatiuad.
(iiir-i/iiibs e jmnhos
Amaral Nabuco &- C, vendem camizinhas a fw-
nhos para senhoras, branoos de algodao, dfe &h
bordaaos e de cires. no Ba ar Victoria rfss* *
Barao Vic to ia n. ?.______________________
- Vende-se ua rua do Vigar-io n. IS :
C/ignac da u.ilhur qualidade.
Kelroz do Porto.
Vellas oe -era.
Vinho du Porto cngarral'ado em duzias.
Farinha tfe mandioca 110111
Ti-em para vender Joaquim Jose Guncalves. Ikdt
trio & Filbo, a.bord j do pataclio Saplw, eBej.-.tt-
do Santa "alharina, fundeado defronte do trastft^
Barao do Livraraento ; e para tratar a noida\ ice
no seu escriptorio a rua do Commercio n..&.
Alcatifas on tape e de Imbo adamassait^
proprins para- salas : a venda no armarfas* I
O. C. Doyle, rua do Commercio n. 38._______
Vapawlas de ferr^
Na fnndioao de Cardoso & frmao, a rua do Kb*
riio do Triumpho, outr'ora do Drum n. lC0"a'lM*.
vende-se varandas de ferro fundidas, de baaias^-
modelos e preco commodo._______________
PKCHINCHAS
DA DO CRESPO-
LOJA DAS 3
coalinua a vender muiAO barato para agorae
muito dinheiro.
CASSA. LA
Chegou esta fazenda.seadolindos padroes, e_-
de se pelo diminnto preco de 2o0 rs. 0 covadfc
peehincha I I dao-se amostras.
MHTI.XS
Proprio para vestidos e que ba de taais gc^te-
padroes novos. pelo preco de 400 rs. o eovadBj.*
pecbincha I I I doa-se amostras.
LA> ESCOCEZAS
Lasinbax escocezas, padroes boaitos, a 240 es-
covado.
Ditas com listras, padr5cs modernos, a 20O r
covado.
Ditas la e seda, padroes modernos, a 610 rs *
cuvado, >' pechinclia II dao-se amostras.
ALPACAS DE CORES
. Alpacas de cores, padroes boaitos, faza__a,_i
1 *0O0 a 400 0 covado, e peehincha t t d3o
amostras.
ClV-fONB
Cretone em pecas peqaeaas, com bonitt* ga-
droes, pelo diiainuto preco de 400 rs. o coea~.
pechiacba I I I dao-se amostras.
Cortes de casemira dveores, a 5* 00-csdi c;<
Cambrata lie linho de tares, a 360 rs 0 eova.-.
Ditas pretas paea luto. a 210 rs. 0 eovaaVv.
Fustao branco para roupa dc meninos, a 4_>~r
0 covado.
Brim pardo e de cores, a 400 e 410 rs-.
vado.
Cobertas de chita adamascada, a 3*500 rf.
Colchas brancas e com barra de cores, a. 3__>--.;.:-
e 4*000.
Lencoes de bramante, a -JQ00.
Dit-s de algodao, a 1#400.
Toalbas alcochoadr,s,;a|0*000 a duzia.
Ditas felpudas, a 6*500 a duzia.
Leacpsae cassa own banana 1*000 a dtutx-
Bites de cassa abauaadqe, l*0Wi aduei>
Ditos de esguiao finos, a 3*500 a duzia
Cambria lisa Iran-parente a 3*000 t tfS^,
peca.
Cambraia Victoriaa a 3*900.
Atoalbado adamasjado, a *00 a vara.
Dito tre_<_do,:a I,i00a maa.
Fustoes de cores, a 1*000-.0 corte.
Cbalesde merino liso, a 3*000-.
Ditos estamprfos, a 3?!^,4'*800 e 4*506.
Ditos com listras muito fines, a a*80u e 6*#i.
Bajo-ao mnito fiao, a 2*0M>a vara.
Brim preto trancado, a 2*000 a vara.
fijamanle de algodao,a 1*600 a vara
Dito de linho da 9 e W pa_hds de larpr^. .
2*900 e'2*W0ia vara,
Algsdao mnraa T, a 3*000 a pec.a.
Dito-domastifio, a 3*000. a peca.
Brim de algodao ocra.listras proprio para.camS-
sas, a 400 rs. 0 coTado.
{focus cambraia cle eoresaraito fine, petadb.
aiuak) preco de 400 rs. aoado.
na ma do Crespo n. 2C
Guilherme dt C.
-Veade-se oaaa anaafto de *r_tt enw
aoada, com balcio, propria para qgalquer ae-
ycio : a tratar na rua Cregpd n. 20
AgUtrS .-ifcliiw-ftHs_8 (Ins h
Am Salpdns.
Villa Rouca de A^uiar.
BICARBONATArMaWS' D|CS .
Analyses do Dr. Jos* Jnliu Raatrii
goes, lente la esol> Polyta-
chnioa de Liabaa-.
Esta exceUente agua usada com vaataaaa:
padecimentoa das vias digestivas, urtaanas,
estomagu etc., etc.
Yende^se
NA
armaciia draararlav
DA
Rua!.,. Rosario n. 34.
!fe-
mriiMi I


.Z*_>
Diario de Pornambuco Segunda feira 1 de Dezembra do 1673.
m
ViMEDtDE
.
UMA.tfOITE NO CEMITERIO
A noite ia alia. Derraiuava-so urn luar
triste que, despren lendo-se de nuvens som
brias*, parecia ahsorvcr as almas para leval-as
ao seio do Deus.!
Os cyprostes esguios juntos a asses mar-
mores solitarios projectavara uma sombra
mysteriosa.
"Via-se aqui um tumuloonde se levantn a
imagem de uma virgem orando ahi dor-
mia Julieta, a formosa filha .Yam nobre.
T ulos os domiiigos, seu amanto o po-
bre Juliano, la ia para o cemiterio ; as ruas
da cidade estavam quasi semp-e alegres,
muita gento se encontrando, o pelas jancllas
debrugadas cssas cabegas lindas a faseinarem
os sens adrairadores E elle, solteiro o jd
viuvo de amor, atravessava coberto do luto
esse mundo de festas. Todos o olbava.n
indifferentes, c ninguem scismava que o
rnaucebo do luto ia dorramar flores o lagri-
mas sobre a sepultura de uma criatura, que
tambem foi liivi i na terra, que tambem teve
muitos admiradores, mss que de to ios esses
s6 restava urn, e esse unico era elle, que
caminhava triste e pensativo 1 0 covciro
ja o conhecia, e alegrava se sempre vendo
o solitario dos tumulos como elle o
cliamava.
H
Nessa noite fazia exactamente urn anno
que elle tinha visto descer a sepultura o
corpo formoso de sua bella Julieta Acorn-
panhado do seu amigo Angelo, vinha elle
entoar uma elegia sobre esse leito frio.
Angelo era um artista de coragao, suas
inspiragoes se resentiam todas dessa melan-
cDha vaga quo domina a creagao, quando e"
a hora do cair da tarde. Deus tinha lan-
gado, em sua alma o sentimento do bello em
todas as suas r-dagdes, e por uma fatalidade
inexplicavel, esse mesmo sentimento fore
muitas vczos para elle uma taga de amargura
das lagrimas, de dores inexgotaveis.
Trazia sempre no rosto uma melancolia
indeQnivol. E' que ninguem sabia que no
seu passado havia um erro, e que esse erro
t'6ra o osculo rnaldito que tinha atirado uma
dcsgragada a voragem do prostibulo. Quando
cllc chorava em silencio, essas lagrimas igno-
radas eram o arrependimento, a dor de
ndo poder encontral-a no mundo para en-
tregar todos os affoctos de seu peito, para
pedir do joelhos um olhar... mas urn olhar
que lhe trouxesse o perdao! Quantas vezes
elle arrancava notas suspirosas do instru-
mento, e uma lagrima de sangue vinha
molhar-lhe as cordas Era ainda uma lem-
branga do passado !
Entretanto, diziam tod as e que sua alma
c a alma do poeta !
Quom sabe se se lembra de sua mdi?...
HI
Angelo ferio as cordas.
As notas sagradas do instrumento de-onde
se desprendia em maviosas lamentagoes o
canto sublirrte do Calvario, parecia que os
mortos se levantavam com o; seus sudarios
empoeirados os labios seccos da cal das
catacumbas, e vinham chorar as desgragas
da terra !
0 som melancolico dessas harmonias,
quebrando o silencio mortuario, foi desper-
tar o coveiro.
Malditos mortos 1 exclamou elle, nem
ao menos debaixo da terra se acommodam 1
Que diabos querem elles? Haverd algum
noivado ? E aproximando-se, reconheceu
Juliano. Oh! meu solitario... v6s por
aqui!
E' verdade... vim visitar minha noiva,
deixa-me s6, repondeu Juliano, quasi sem
se voltar.
Se morresses, tornou o coveiro, ba-
toudo no hombro de Juliano, poderias vela
mais de perto.Ojha, hoje e que se lembrou
de morrer gente", e todos mogos Foi um
dia de festa cd nesto mundo. Elles ahi estdo
agora a dormir muito socegados, porem nao
tenhas cuidado que nao se acordam ; podes
continuar a tocar, que isto por cd 6 novi-
dade. Mas, o vosso companheiro voio visi -
tar alguma noiva tambem? Esta triste, e
nem falla ?
Angelo, murmurou Juliano, por [que
estas pensativo ? Olha, meu amigo, mais
soffro ou ainda, que tudo oa intensidade
da dor que me tern seccado as lagrimas.
Nao, Juliano !... Mas, tudo isto aqui
e borrivelfc^.saiamos qnanto antes.. .sinto
a cabega ii^febre... tenho tonturas. vejo
espectros surgir por diante de mim. Nao
ves tu alena uma sombra ajoelhada junto
aquella sopultura ?
Tu soffres, Angelo, & illusdo dos senti-
dos, nao estas acostumado a esta solidSo,
porem... sim? agora vejo... ha ali junto
aquella sepultura uma sombra 1 Nao vis
tambem ? disse Juliano volUndose para o
coveiro.
E que vos importa isso ? disse elle :
o que e verdade e que aquella sepultura estd
bem fresca ; foi oxactamente onde se enter-
rou hoje um rapaz de vinte annos, se tanto
o desgragado soffria da cabega, dizem
que fazia versos. Sem duvida aquella e a
sombra do diabo que veio buscal-o.
IV.
Tinham-se retirado todos.
Poucos momentos dcpois, ou via-se o cho-
ro de alguem que se estorcia em Uma agonia
desesperadora.
0 luar jd se tinha occultado.
A ligura sinistra do coveiro, levantando-
se, veio certificar-so quo historia ere essa.
- Oh I mulher, que diabo fazes tu ahi
sobre essa sepultura t8o fria ? disse elle tro-
pegando no corpo de Amorina a pobre
amanto desse poeta que Ijaviam enterrado
ha poucas horas.
Deixai-me, scnhor I por caridade, langar
esta grinalda de perpetuas sobre o tumulo
delle, oh! deixai-me... por Deus... por
vossa mai...
Mai quern e voce ? o que quer com o
defunto?
Senhor, v6s comprehendeis uma alma
purificadora, um coragao feito por Deus,
vibrado somente pelos mais santos affectos
da terra, uma criatura que.nos levanta do
16do para banhar-nos a fronte de esperan-
tjas e reviver ascrencas abatidas, quese apa-
garam no porvir ?
Oh! assim o era o cora$ao delle Araou-
me como o Christo quer que se ame, deu-
rae uma nova alma, levautourae da poeira,
da miseria" onde os osculos visguentos
do libertino me baviam langado, dentro de
meu cora ontao eu ignorava, fez-me comprebender a
pureza da alma e a profundidade dos abysmos,
que se abre a nossos olbos ao penetrarmos
os umbraes da prostituigao, fez-me ajoelhar
diante do Christo, fez-me amar a cruz oh I
elle sim, elle me amava...
E para que se prostituio ? perguntou
grosseiramente o coveiro.
Nao, eu nao jueria prostituir-me. Eu
era pobre, muito pobre, Deus o sabe, e um
nomem... um desgra^ado, illudindo a con-
fianja de minha mai...
E quern era o homem { interrompeu o
coveiro.
Oh! seu nome?... sim!... sim seu
iiome era... Angelo I
E a pobre mulher, ao proferir este nome,
tinha os labios seccos e entreabertos ; pare-
cia arder em uma febre, seus olbos se ani-
mavam de um brilho assustador, estava em
uma crise de lucidez I...
E agora o qner quer ? replicou o co-
veiroelle esta morto, nao lhe p6de ouvir,
nem eu tao pouco. Boa noite !...
V
Uma noite entravam no cemiterio os dous
amigos.
Nem sequer uma estrella se via no ceo,
tudo era sombras.
Uma pequena casa de taboas, onie vivia
o coveiro, deixava entrever uma luz.
0 lugar em quo se achavam, essa luz a
tremer por entre as frestas, e o vento humi-
do da noite passando pelos cyprestes, a ira-
mensa escuridao, tudo isso dava um aspeclo
lugubre e tornava mais solemne a presence
desses dous homens.
Juliano, que amava profundamente, e de
dia para dia se augmentava essa paixao so
pelo ideal fuuebredesua amante, nesterao-
mento sentia seus joelhos tremerem... tinha
medo. Aproximando-se bem junto de An-
gelo, dizia : mas, isto nao e um sacrilegio ?
E quando procurarera pelo seu craneo?
Sim, Juliano, tens razao ;essa idea 6*
l7cse;u soe&za
memorias de satanaz
POR
D. Manoel Fernandez y Gouzalez
PRIMEIRA PARTE
0 GRAN-CAPITAO.
XVIII
0 (iRA.N-U\PIT\0 METTIDO CONTRA SUA VON-
TAOE, NUMA INTRIGA QUE TINHA POR BASF.
O AMOR.
(Continuasao do n. 273)
E' Giuseppe o luuco, o leproso, disse
Marietta ; provavelmonte foi morto por al-
guem em quem tocou.
Matou-o Bonvinetto, replicou Lucre-
cia.
Pobre Giuseppe 1 exclamou .Marietta
horrorisada.
Sigamos, disse Lucrecia ; esse infeliz
nao era o que gritava, quem gritava era
Orsini, sentio que nos aproximavamos e
callou-se, porque receia que o encontremos.
Aqui esta, disse Buotti entrando em
uin dos banhos, no qual, d um canto, com
os olhos em fogo e o semblante livido e des-
composto, estava Orsini. Tinha as maos
enspadas sobre o ostomago, como se qui-
/esse arrancar d'alli alguma cousa que o
(jueimava, quo lhe abrazava as entranhas.
Ah I is tu, envenadora infame, disse
Orsini fazendo um vio'ento esfor^o ao ver
Lucrecia, e precipitando-se para ella, ainda
que debilmente, como punal na mao.
Francesco Buotti repellio-o de um modo
violento e Orsini cahio p&ra nSo mais se le
vantar.
Ah I & teu pai que te envia, disse
Orsini; matas-me para satisfazer o odio de
teu pai !.. Elle,.porem, que nao repouse
tranquillo ; os Orsini sdo ii'imerosos, sao
fortes, nao se extiuguem. Eu tinha que
vingar Mattes Orsini, e Fa bio Orsini, meu
pai e meu tio, c cahi assassinado como elles,
assassinado pelos Borgias. Genaro Orsini,
meu irmao, nos vingar d a todos. Oh!
malditos sojam os infames Borgias I
Carlos Orsini continuou fallando, mas as
suas pdavras tornaram-se inintelligivei?, e
por fim converteram-se em rugidos inarti-
culados.
Uma fascinagdo terrivel deteve alii Lu-
crecia e o grau-capitdo.
Marietta, essa scntara-se junto da cabec,a
de Orsini e olhava para elle fixamente.
Francesco Buotti permaneceu impassivel,
allumiando aquelle quadr.) sombrio com a
luz da sua lanterna. Ao cabo de alguns
minutos de agonia, Orsini ficou immovel e
rigido, deitando pcla bocca uma ospuma en-
sanguentada.
Estava morto.
Ab 1 minha irma cbamava-te, disse
Marietta levantando-se, estava escripto que
serias sepultado no mesmo dia que ella.
Passa revista ao cadaver, Buotti, disse
Lucrecia, ve se encontras um medalbao, e
no caso affirmativo, entrega-ra'o sem olhar
para elle, porque podias morrer como mor-
reu Orsini. Buotti abrio a saia de brocado
de Orsini e sobre o cora^ao d'este encon-
trou um medalbao que entregoa Lucre-
cia sem olhar para elle.
Lucrecia guardou o medalhdo na algi-
beira.
Saiamos d'aqui, disse ella arrastando
o gran-capitao que estava jd completamen-
te aturdido & forga de tanto horror.
Marietta seguio apos elles.
Quando chegaram ao sitio onde estavam
os esbirros de Lucrecia em torno de uma
liteira, Lucrecia disse a Marietta :
Estds firme no proposito de viver era
minba casa amparada por mim \
Sim, minha senhora, respondeu Ma-
rietta.
Pois bem, Buotti, fazaubir esta rapa-
riga para a minha liteira, retira-te com ella
e com os esbirros e deixa-a encerrada, ate*
que eu chegue, no meu gabinete.
E, apoiando-se no bra$o de Gonzalo,
perdeu-se por entre as ruinas.
XIX
DE COMO SE H0UVERAX UM COM 0 0UTR0'.
LUCRECIA BORGIA E C0NZAL0 DE CORDOBA.
Lucrecia e Gonzalo avancavam nas trevas,
e em breve sahiram das Termas. Gonzalo
sentia pulsar o coracdo de Lucrecia que se
apoiavacom forja no seu brajo.
Uma poderosa vertigem dotniaava o gran' |
capitao.
Parecia que de Lucrecia se desprendia
um unlitoenvenc-nado que cuvolvia Gonzalo,
tfde cuiayofluciiuia este se nao podia li-.
bertar."
iaeflfckt.rr:;
horrivel. UiO craneo e um pensamento de
destruicio e de miseria, deixa-o esquocido
entre cs verra. Nelle oio enconlraras
mais aquelles labios do^orosos, aquellas fa-
ces pureis e avelludadas, e seus olhos tao
bellos, que te infUtraram a vertigem oa
alma!...
Oh! riao, Angelo, euhei de beljar aquel-
le crauesagrado, queroqoeelle sejao meu;
idolo na terra,-^-o zaso precioso onde
outr'ora sorria a flor mimosa dos meus so-
nhos de mancebo!.... Quero aquece-lo
bem junto de meu cora^io 1 admira-lo, con-
froutando a contingen *.ia de minha existen-
cia com a grandeza e sublimidade do amor
que sir to na alma por ella!... esse amor
que so Deus poderd abengoar 1
Deus, sim que cousentio que o nosso by-
meneu se realisasse na terra !
Vojamds o coveiro, disse elle raso-
luto.
Ambos seguiram. Juliano deu tres pan-
cad as, a poita abrio-se.
0 roslo cabelludo do coveiro, dilatando se
em um sorriso tdo frio como o da morte,
veio contrastar com aquellas duas cabecas
artisticas.
Jd nao o esperava, meu amigo : e ae-
crescentou : a sua encommenda estd
prompta, houve alguma difficuldade, mas
isto nao quer dizer nada. E foi a um dos
cantos da casa, onde se viam algumas gar-
rafas, um caixdo de cal, e algunsinstruraen-
tosde lavoura, e trouxe um embrulho quo
entregou a Juliano.
Neste rr monto, Angelo estremeceu, vol-
tou-se, dizendo, oh vocfis nao ouvem uns
suspiros Id fora ? Parece que alguem
morre 1
Sim. exclamou Juliano, prestando uma
viva attenjdo.
0 mancebo neste momento tremia... he-
sitava segurar o craneo que tinha nas
mdos.
Vejamos quem morre, disse elle, dingin
dose para o coveiro. Quem sabe se de n6s
depende sua salvacao?...
Sahiram : o coveiro ia na frente.
Foram atravessando um caminho coborto
de cruzes e se dirigiram para o lado donde
partiam os gemidos.
A' luz da lanterna, que o coveiro trazia,
viram uma mulher de luto debrugada sobre
uma sepultura. Seus cabellos humidos de
orvalho cahiara espalhados pelas costas.~
Era o anjo do soffrimento orando pelos
mortos I
Ella parecia pedir vida para esse cadaver
que dormia o somno dos esquecidos na ter-
ra I Levantou seu rosto pallido e desfigu-
rado, onde se viam seus olhos afogados em
lagrimas, e encontrando-se com a physiono-
mia de Angelo, deu um grito de desespero,
que foi repercutido pelos tumulos. Quiz
levantar-se; cahio desfallecida.
Era justamente Amorinaessa pobre
mulher que Angelo tinha prostituido, e que
elle nunca mais esperava encontra-la; cor-
reu-lhe uma friagem pelo corpo, tornou-se
livido, ajoelhou-se diante do corpo dessa
desgracada e pedio perdao.
Ella estava morta I...
Angelo mesmo cavou-Ihe a sepul-
ture 1...
JoAo Antonio de Barros Junior.
O desenh* nas escolas
Opinido do Sr. L.Favre, professor dele-
gado do governo de Neufchalet (Sm^mo) ,
nas conferencias da Sorbona, em ''"^i.
Senhores.Nenhum meio por tu...^ in-
significante que ao principio pareca'em nos-
sa vocac^o deve ser desprezado ; por isso
vou faflar de um instrumento poderoso de
que se nao tire, segundo penso, toda a van-
tagem que se deseja.
NSo tenho a pretengao de dizer cousas no-
vas e que vos sejam desconhecidas ; convi-
iado a tomar a palavra em um assumpto
que me e caro, sinto que, para ser desen-
volvido convenientemente, mereceria voz
mais eloquente do que a minha.
Entre os meios pedagogicos proprios a for-
necer aos meninos uma infinidade de nocdes
variadas e facilitar seus progressos na maier
parte dos ramos do ensino, o desenho deve
occupar uraa das primeirascatbegorias. Faz-
se tdo necessario ao professor, como ao me
bel, e ate mesmo os negocios que o baviam
trazido a Roma.
A magita envolvera o heroe na sua at-
mosphere e vencia-o.
Era Omphale dominando Hercules, era-
briagando-o, transformaudo-o.
Onde vamos, senbora t 'disse Gonzalo
com voz tremula e medrosa pela primeira
vez na sua vida.
A casa de Bonvinetto e nossa, respon-
pondeu Lucrecia, ficou deserta, ha luz n 'ella,
o cedo e cessaram de dobrar os sinos pelo
duque de Gaodia, para dobrarem pelas al-
mas dos fieis dofuntos. Rezemos, Gonzalo,
pelos que acabam de morrer e pelas almas do
purgatorio.
Lucrecia callou-se.
0 gran-capitao tirou 0 gorro e resou co-
mo tinha por babito, a oracio das almas,
porem distrahido.
Nao sabemos se Lucrecia resou tambem ;
e possivel.
N'aquelles tempos, o crime nao excluia a
devojdo.
Luiz XI, o lobo coroado, era muito de-
voto e tinha o gorro coberto com medalhas
de santos.
Filippe II de Hespanha passeava todo o
tempo resando e trabalbando nos negocios
d'estado.
0 tremendo Machiavello, que tinha mui-
to de herogo e de irapio, era tambem muito
devoto.
A influcncia da epoca fazia-se sentir em
todos.
0 condotieio veneziano, o lazzaroni na-
politano e o bravo de Roma, resavara por
alma d'aquelles que acabavam de matar as
punhaladas.
Quando terminou a oracao das almas,
soou o toque do silencio.
Eram nove horas da noite.
Os sinos continuaram dobrando por alma
do duquo de Gandia, e Lucrecia continuou
caminhando para a casa de Bonvinetto,
levando corasigo Gonzalo.
A porta estava aberta.
Dentro, sobre a pequena mesa que fazia
parte da mesquinha mobilia, ardia ainda a
larapada.
Lucrecia soltuu o bracp do gran-capitao,
fechou a porta por dentro, pegou na 1am-
pada e errtrou n'outro -aposento seguida por
Gonzalo.
Lucrecia fechou igualmente a porta e
collocou a lampada sobre uma mesa.
Aquello aposento era mais cxtenso ; fica-
chanico, ao architecto ao engenheiro e ao
naturalista. ^m
Uma escola em que se ado desenha e um
corpo privado de um de seus orgdos essen-
ciaes. Quando 6" insnfficiente uma explicac,3o
verbal, um desenho no quadro negro, um
esboco, ainda imperfeito, clareia as ultimas
difficuldades, porque se dirige d vista e'dd
uma forma ao-objocto qoe a palavra em vao
procurava pintar. Assim, quando nSo po-
dermos por sob a vista dos alumnos os ob-
jectos, caso mais frequenle, nao temos real-
mente sendo dous meios para preencher
nossa missdo, a palavra e o desebbo.
Supprimir um destes meios e tirar ao en-
sino o lado pittoresco, intuitivo o sempre di-
vertido.
E' o que se temcomprehendido em uossos
dias e o que explica a multidao de livros
illustr.idos, que sao uteis e facilitam tanto o
trabalbo.
. Admitto que todos os professores faltara e
escrevem de modp irreprehensivel; mas nos
paizes que me sdo conhecidos sei que
desenham com bastaute difficuldade.
E' facto para lastimar.
Donieprovem isso? De muitas causas e
principalmente do que na escola, quando
somos jovens ainda, habituamo nos a con-
siderar o desenho como uma arte de diver-
timento, como um ensino a parte as mais
das vezes facultativo, que abandonamos no
primeiro momento de cahsago ou de desa-
nimo.
Desenbamos como se fossemos fazer um
estudo somenos, incidente, sem. nenhunoa
relacdo com oatros estudos.
Ndo penso assim, entendo que o desenho
ndo e uma arte de divertimento.
Na escola elle vem auxiliar a maior par-
te do ensino, fecundando-o ; e base de qua-
si todas-as vocacoes manuaes, e nao conside-
ro cousa mediocre para o ensino a multidao
do desenhos que ornam as paredes da gale-
ria do trabalho no magnifico palacio da ex-
posicdo universal. Quando so pedem infor-
macoes para admissao de operarios, infor-
mam logo que os que desenham sao os
mais habeis, os melhores pagos e ao mesmo
tempo os que attingem os lugares superio-
res.
Porque estabelecem as grandes fabricas
escolas de desenho pare seus aprendizes e
officiaes ? 6 porque sabem que por este modo
asseguram a superioridade e progresso so-
bre as outras. Se ha philantropia da parte
doschefes, acreditemos que tambem ha para
elles um lucro mais lisongeiro.
0 desenho 6 tdo utii como a escripta, e
pare dizer logo, onde desejo chegar, qui-
zera associar um ao outro e os ensinar si-
multaneatnente, este auxiliando aquelle e
servindo ambos para fecundar todos os ra-
mos do ensino ; a escripta sendo conside-
rada como um desenho, e o desenho como
uma escripta livre de peis. Apresso-me a
dizer que o desenho tal como peco para a
escola primaria, s6 deve ser co-.nprehendido
em sua exprossdo mais simples, sem essa
affectagao nos ornatos queo tem tornado
penos. Desejara ve-lo largamente conce
bido, solidamente escripto por linhas cor-
rectas e que representasse sempre um objec-
to interessante, podendo servir de texto ao
mestre para uma licdo instructive, emquan-
to desenham os alumnos. Excluo sobre
tudo as sombras delicadas, os linos tragos
que matam a inspiragao.
Mas se me objectard que muitos meninos
ndo podera conseguir desenhar |K)r mais
esforgos quo emproguem. A isto respon-
derei com a experiencia, que todos os que
conseguem escrever p6dera com certeza ti-
rar vantagem no desenho.
Para chegar ao grdo que desejo, no qual
a arte propriarnente dita toma parte mui
pequena, so e preciso um pouco de vontade
e algum trabalho.
Alera disso, se todos os alumnos de uma
escola nao chegarem aos mesmos resulta-
dos, pauco importa ; o essencial e que este
meio de desenvolvimento lhes tenha sido
ofierecido, e que aquelles que o pecsam
empregar estejam em estado de tirar delle
proveito.
Ndo se alcanga escrever com seguranga e
precisdo sendo depois de se ter adquirido
uma certa firmeza de mdo, firmeza que
bem se expiica pelo exercicio dos muscu-
los deste orgdo. 0 mesmo acontece com o
desenho. "^f-**^
E' esta a razdo porque desde logo se de
ve ensinar o desenho as criangas. Conti-
nuando o desenho coin a escripta ficardo
todos surprendidos do progresso que fardo
os alumnos, do prazer que gozardo em taes
exercicios e sobretu lo da habilidade de que
mais tarde darao provas, quando os olhos e
as mdos tiverem completado sua educagdo.
Para nos convencermos do grdo de edu-
cagdo de que e susceptivel a m8o, basta in-
tentarmos escrever cfm a aaio-esquerUa.
A falla de geifcp: desta mdo, desherdada
por u n vicio voninLacjo de nid eduoagao,
nos mostra os admiraveis effeitos produzi-
dos pelo exercicio raciocioal de nossos mus-
eums.
Ndo contristemos a crianga, obrigando-a
a alinhar longas filas de prasinhos, coja
significagao e utilidadt desoonhece. Apos
ter lhe ensinado o mecanismo da linha rec
ta, vertical, horisontal eobliqua, fazendo-o
passar a ponta do lapis sobre linhas traga-
das antes em seu caderno ou sua ardosia,
se lhe dard por modelos lettras romanas,
maiusculas, um tanto grandes, formadas de
linhas rectas (este exercicio lhe agrada).
Ella aprenderd a distinguir as lettras, de-
senhando-as : T, L, E, F, A, V. Emsegui-
da passa-so ds linhas curvas,. forraando as
lettras que as comprehendem : C, B, R,
0, S.
Ao mesmo tempo o professor dard aos
meninos, por modelos, os objectos que re-
cordem as lettras que acabam de escrevor,
dizendo-lhes: jd que pudestes desenhar es-
ta lettra, podeis desenhar este objecto quo
pouco differc delta ; assim o tecto de uma
casa parece-se com o A, uma fouce com o
F, uma foucinha com o G, etc.
Cora o andar do tempo, ver-se-ha odesen-
velvimento que traz este methodo; ndo
somente aprenderd o alumno a escrever co-
mo a desenhar. D'ahi se poderd passar
successivamente para o desenho de ornato,
de paysagem, se se quizer, de flores, de
animaes ; emfim da figure humana, que 6
va situado no centro da casa, e recebia luz
por uma claraboia do tecto.
As paredes eram cobertas de prateleiras
s-'bre as quaes se viam diversos objectos de
vidro, taes como, frescos, vasilhas de barro,
e todos os demais utensilios que figuram
sempre no antro de uma feiticeira.
Sobre a mesa, que era grande e prirao-
rosamente esculpturada, via-se um astro-
labio, um quadrante, uma ampulhata, um
eraneo humano, algumas velas de cere ver-
de, e candieiros formados por ossos huma-
n s, assentes sobre um pe de cere tambem
verde. Viam-so mais algumas figures de
cere encarnada representando varios per-
sonagens, e notaveis pela semelhanga.
0 resto da mobilia compunba-se de varias
cadeiras de formas diversas e de uma velha
area lavrada, com cintas de ferro cinzelado,
de tamna cylindrica.
Aquelle movel que era uma preciosidade
artistica, remontava ao seculo XIII.
0 chdo estava coberto por um velho ta-
nete flamengo.
Tudo aqui 6 singular, disse Lucrecia
examinando o aposento, veja essas figures
de cere. Isto 6* pavoroso, tem todas crava-
do no peito, sobre o coragao, um alfinete
preto. Examine-as bem, duas d'essas qua-
tro figures, sdo a nossa imagem, as outras
duas representam o duque do Gandia e Car-
los Orsini que morreramjd. Devemos n6s
morrer tambem ?
Seja o que Deus quizer, respondeu
preoccupado o gran-capitio.
Veja essas duas velas verdes que estao
quasi consumidas ; as outras ndo foram ac-
cesas ainda, nem se accenderdo.
Lucrecia tirou dos castigaes aquellas duas
velas e metteu-as na algibeira.
Depois arraocou os alfinetes do peito' das
figures que representavam o gran-apitdo e
a ella propria, e pegou nas figures para as
destruir.
o mais alto grdo do desenho.
Tenho concluido, senhores. Ndo ha ne-
cessidade de insistir sobre a marcha ascen-
dente de uma escola provida deste meio de
desenvolvimento. Durante as ligSes de
historia, de geogrophia, de botanica e de
zoologia os alumnos desenhardo e escreve-
rdo ao mesmo tempo. Seus cadernos esta-
rSo cheios de esbogos com refereccia a seus
estudos : a cabana em que nasceu Joanna
d'Arc, as feigSes da heroina de Vaucouleurs
lhes trard sempre a lembranga aquella que
salvou a Franga ; toda esta 4poca Heard gra
vada em sua memoria.
0 desenho de uma carta geograpbica e o
mathematico serdo para elle cousa bem
simples.
Os passeios ao camp:), feitos com o mes-
tre, apresentardo motivos para o desenho
vivo, o qual proporciona tdo agradaveis en-
tretenimentos.
E' entao que se toma attento o alumno,
e pelo desenho e que elle aprende a ver,
observar e compor. Ao desenhar um ob-
jecto, uma cabana, ou um velho castello,
deve-se-lhe ordenar que faga delles a des-
cripgao. Nesta occasido, ainda surprehen-
derd ver com que nitidez e arte 6 feito seu
trabalho ; gois o alumao tem aprendido a
pensar, tem formado o posto ; elle ama o
bello e quer reproduzi-lo tdo bem como a
penna como o fez com o lapis. Se com o
amor do bello se desenvolver o amor do
bem.. e porque ndo ?ter-se-ha verdadei-
rameute contribuido para a felicidade do
menino tanto em referenda d sua vida ter-
restre como em relagao d eternidade.
Ml SEU NACIONAL,
0 Sr. Dr. Ladisldo Netto, digno director
desse estabelecimento, escreveu o seguinte
do Jornal do Commorcio da corte;
Ndocontava, nem devera volver-me d
imprensa a tratar da inscripgdo pher.icia de
que mo occupei em abril proximo findo,
sem haver primeiro recebido sobre tal as-
sumpto decisiva solugdo com que satisfies-
so a curiosidade tdo naturalmente incendida
de seu leitores.
A' vista, porem, das noticias da Ropu-
blica de 13 do corrento e da Re forma de
Porem, ao apertar aquella que represen-
tava o gran-capitao, sahio pelo buraco que
deixarao alfinete, uma gotta de saague.
Ah ve ? disse Lucrecia com terror.
Nao creio n'isto respondeu o gran-
capitao. Como pode haver sangue n'uma
figure de cera T
Por effeito da magia, Gonzalo ; estas
figures somos n6s.
Mais facil serd crer que essas figuras
sio ocas e que foram cheias de um liquido
roxo como o sangue ; vejamos.
E, pegando na figure, rasgou-a de alto a
baixo com o punhal.
Sobre a mesa cahio um liquido roxo e,
depois de partida a estatua, vio-se que era
dca.
V6 I disse Gonzalo ; Deus ndo permit-
te a magia, Deus ndo quer que se cumpra
a vontade do diabo ; sdo estes os artificios
dos charlatdes para enganarem a gente cre-
dula e enriquecerem d sua custa. Deus e
a luz e isto sao as trevas.
Rasgue tambem a figure que me re-
presenta, disse Lucrecia.
Serd urr,a lastima, respondeu o gran-
capitao ; repare, 6 o seu retrato perfeito ;
aquelle infame ama-a com toda a sua alma,
e tem a sua imagem gravada no coragdo ;
reproduzio-a admiravelmente. Mas espere,
o trajo apezar de ser de cera, estd sobre-
posto.
E o gran-capitdo arrancou a camada de
cera, representando um sudario, que cobria
a pequena estatua, cuja altura ndo excedia
um pe\
Entdo appareceu a imagem de Lucrecia
maravilhosamente modelada.
Olhe ndo seja um presagio, isso que
fez, disse Lucrecia.
Oh I como e admiravelmente formosa!
exclamou o gran-capitdo. Essas estatuas
da antiguidade que se vem em Florenga,
Roma, Napoles e Ferrara, nao sdc tdo for-
mosas cono o seu corpo divino. E esse
assassino, conhecia a sua
miscravel, esse
form os ura ?
Ndo, replicou Lucrecia cujas faces se
tingiram de um vivo carmim, aquelle que
fez este retrato admiravel adivinhou pelo
que vio aquillo que ndo tinha visto nem
podia ver.
E Lucrecia sorrio de um modo ineffavel,
porque vira no semblante de Gonzalo uma
expressdo de ciume.
Ah I e meu, pensou ella, edeixard de
servir os seus reis para servir o papa.
Lucrecia ndo reflectio que os zelos nem
sempre sdo filhos do amor, que nascera
tambem da vaidade offendida.
Ndo, eu ndo destruo esta bellissima
imagem sua, disse o gran-capitdo ; se m'o
permitte, conserva-la-bei e farei que um
dos bons esculptores de Roma a copie em
marfim. S6 entdo, e quando a copia seja
perfeita, a destruirei.
Destnia-a e eu lhe darei uma estatua
minha, jto, executada pelo csculptor Sansovinb.
hontem, quebro os fechos d minha roserva
pare informa-lo, quanto em mim couber e
oomo m'o permitte a occasido, dcerca dtsta
notabilissima questdo.
0 que seja a inscripgdo pbenicia a que al-
ludo e o como voio ter copia delta as minhas
mdos, saba-o jd V. pela minha primeira ;ao-
ticia ; curapre-me dar-lhe ag6ra na integra
a versdo quo delta fiz e que jd foi por mim
communicada aos illustres professores Re-
nan o Borges, d sociedade Mtropologica de
Lohdres e a dous orientalistas dos Estados-
Unidos, que comfBuita htettneia m'a pe-
diram.
Antes, porem, permita-me V. que lhe
trauscrova aqui fielmente a carta com que
o Sr. marquee de *Sapucahy recebeu aqael-
le mannscripto. e que sobre a authenticida-
de desse mesmo mannscripto lhe exponha,
quanto de momento me occorre d lerabran
ga e d razdo.
A carta diz assim :
0 Exm. Sr. visconde de Sapucahy, man-
daudo carregar pedra no meu sitio do Pou-
to-Alto, perto da Parahyba oa^raeus escra-
vos carregaram uma pedra jd quebrada em
quatre pedagos pelos ditos meus escravos,
a qual como tinha muitas lettras que nin-
guem aqui soube entender, as mandeicopiar
por um meu filho que sabe alguma cousa (sic)
de desenho, e me resolvi a manda-la a V.
Exc. como presidente do Instituto Histori-
co e Geographico do Brasil, para Ter se V.
Exc. ou alguem podem saber o que eltas
dizem. E como vim d corte e ndo tive
tempo de as dar pessoalmente a V. Exc, as
mando pelo eorreio.
Son com toda a consideragao e res-
peito de V. Exc. attento veneradore obri-
gado.Joaquim Alves da Costa.Pao,
11 de setembro de 1872.
Poucos dias depois eacarregou me o Ins-
tituto Historico do exame do manuscripto,
enviando-mecom elle uma copia da cirta
do Sr. Costa. De entdo at4 hoje, o que
humanamente se poderia fazer asseguro-lhe
que o fiz para achar tanto o informante co-
mo a sua residencia : amigos dedicados,
individuos nimiaraente cupeuhados pelo
assumpto, viagens roiteradas de pessoas de
toda a confunga por muitas dezenas de. ie-
guas nas duas Parabybas, auxilio das res-
pectivas autoridades, recuzjps dos alma-
naks dos ultimos 10 annos decorridos, lei -
tura rainudenciosa de todas as listas de pas-
sageiros entrados do norte e para alii sa-
hidos em todo o anno passado, innumeras
cartas dingidas a cavalheiros que official ou
particularmente mais aptos se me afifigura-
ram ser pare as inforraagdes exigi las, tudo
isso erapreguei, de tudo isso dispuz, com
tudo isso lidei, mas debalde.
0 que devera eu d'ahi deduzir ? Que
nunca tal pedra existira e que essa inscrip-
gdo tdo perfeita, no dizer no illustre he-
braisante a quem tenho recorrido, nala
mais era que um artificio empregado para
experimento da erudigdo philulogica do
Instituto Historico. que alids nunca fez dis-
so atarde ? Mas que philologo tdo versado
na mai conbecida e ate hoje pouco estudada
lingua phenicia, ou que sabio paleograpbo
orientalista haverd ou supporemos nos,
quo so desse ao cansativo trabalho de com-
por uma inscripgdo tamanha e de tanta cdr
local ; com pormenores tdo ingentes
d indole daquelle povo e as, praticas
daquelles tempos, e mais ainda com a
mensdo do desvio do navio em qne vieram
inesperadamente aqui ter, desvio so expli-
cado, coma jd o fiz, pela impetuosa corren-
te maritima do Cabo da Boa-Esperanga pa-
ra nossa cosla, que sabio tal, pergunto eu.
servindo-se de um escrever tdo nosso fami-
liar e tanto deste paiz, houvera descido a
um embuste tanto mais inexplicavel quanto
e sabido ndo se ter uunca o Instituto His-
torico Brasileiro occupado de linguas orien-
taes ? Uma hypothese, a meu >er, mui
plausivel e unica admissivel de conformida-
de com as ponderagdes expostas e que essa
pedra foi realmente acbada no Brasil, mas
por alguem que, lhe attribuindo desde logo
grande valor e deseja ndo saber qual ella fos-
se, sem que isso estorvasse mais tarde suas
secret3s vistas, servio-se de um pseudony-
mo para obter por intermedio do Instituto
Historic os esclarecimentos de que proci-
savam. (Continuar-se-ha.)
Estd aldrn disso pintada ao natural, repre-
sentando Leda um momento depois de uma
visita de Jupiter. Mas que tenciona fazer
d'essa estatua ? Nao receia que sua esposa
a encontre em seu poder ?
Ndo a verd, respondeu Gonzalo estre-
mecendo com aquella recordagdo tdo rude-
mente evocada por Lucrecia.
Sim, 6 possivel, muito possivel. quasi
certo, que sua esposa ndo veja a minha es-
tatua.
0 gran-capitao tornou a estremecer.
Destrua essa, Gonzalo, disse Lucrecia,
porque e uma obra feita com intengdo si-
nistra.
Nao, parecer-me-hia que a destruia a
si, e eu, antes que algum dia apparega aos
meus othos como a mais perversa das mu-
lheres, ainda que saiba que pretendeu en-"
venenar-me, ndo quero fazer nada con-
tra si.
Lucrecia replicou com vehemencia :
Pelo quer que seja de grande, myste-
rioso o infinito, esqueci-me eu da morte de
meu irmdo, do meu projectado enlace com
Affonso de Aragdo, dos interosse*; de Roma
e de mim mesma. Oh i como sou feliz,
Gonzalo, guarde essa imagem minba, visto
Sue por isso se ndo atreve a destrui-la. Terd
uas ou antes tres.
E Lucrecia tirou da algibeira o medalbao
que Buotti encontrara sobre o peito de Or-
sini. ,
Era o retrato em miniature de Lucrecia.
representada como uraa bacchante.
Ah I que forraosura I exclamou o
gran -capitao.
Ndo, nio olbe para isso. Nao v6 em-
baciada a cabega do retrato em quanto que
o resto tem un certo brilbo ? Ndo ve" c(ue
esse britho parece prdduzido por alguma
cousa que so estendeu sobre o retrato ? Pois*
bem, essa preparacdo e um venoho mortal.
A mancha embaciada que n'elle se -ve\
foi produzida pelos labios de Orsini. Orsini
morreu, eudou-lhe este retrato, e para que
ndo esteja privado de o beijar, Gonzalo, vou
torna-lo inoffensivo.
Lucrecia tirou o mosaico do medalhao,
pegou-lhe oa extremidade com o lengo, e
paswu-o repetidas vezes pela luz, art** que a
chapa de mosaico ficou completamente ae-
gra pela acgdo da luz.
Cohtinuar-se-ha.
tVpjX) DL\RIO RUA DUOUE^E CAXU^ '
.
5
1
!
\ HHI1HU6
f ILEGHE


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